Diario de Pernambuco

por alguns dias entechado de um cnae auwis
simo.
Ao envez disto, o q;>* se sab* p^to propnas
jornaes da procedencia liberal < oue, si a resi-
dencia episcopal foi poupada pcl i |iru|ni de exal-
tados lanado ao asylo do chefe da igrrja prnaa-
bucana, este resultado foi antes dendo a Imana-
geni moderada p^r-naova do illuslrr temtnl
que presenca da forra que liana a >m ean-
mando.
14 de maio seria provavelnH-iiie urna data ne-
fasta si o bravo general nia podess nmHer a t-
pelo do p 'pulirho desenfreaJo qim aala re.'pai-
tava em sua carreira descrida de erimes sea
nome.
Uan rerordaeae por adra.
Diz a Reforma que o prevdeale que das jaoei-
las de palacio mandou aculilar o povo ix-rnamto:-
cano, lera o mesmo mme de nm illuslrr patriota
acos-ado em |h48 pela* tropa do govi-rn e ane
entre o Lucena qne mandou aculilar e Loc-ai
que foi aculilado. vai a distenria de um beaeaeri-
to a um espoleta !
Robre linguagera de um jornal que se pr-za '
Evoca se a memoria de um pai de um ridad -
3ue se teve err lustre til .o que, era sua vida publica ja adiaata-
da, nunca pactuou e transigi no rumprm -uto de
seu dever.
wanfl tejle!ne eli BOtTaf WMal KO^rlTa
Pernamhuco, onde eslava em 1848 '. O p>vi per-
nambucano nao a vio eul i ao lado dos legalisti-,
desses de quera se diz que aculilaram o patriota
Lucena '
o Sr. Floriano Oarrt de Brito nao eavergon.
durante a revota, a farJa verrneiba di c?oiaerat
de voluntarios, que em Unta galhardu, se balea
as mas da cidade em 2 de fevereiro de I8i* *
O Sr. Dr. Antonio Enaminonda* de MeMo na
era ento dos legali^tos '
O Ilustre Sr. eoaseibeiro N ihuco de Aranj i. juiz
de direito na cidade lo llecif.-, nao era ao atan-
tempo um dos cheles do partido conservador, e.
neste carcter e no de jornalisU. nao praaten o
mais valioso subsidio pela sua peana e pela seu
conselho contra os revolt sos '
Por honra de lodos, melhor (anear a
sado um veo impenetravel. Nao ha ara
poltico que nao lenta erros a expiar.
O lilho do patriota Henrique de Lacena pde ser
e um distincto conservador sem qus eoneare a
sua nobre origen).
Bnllenast do aanaiTestl*.
E' urna peca verdadeiramente curiosa o aa><-
fe-lo dirigido ao Mrasil pelo direct.irm do partto
liberal de Pernambuco. ou aates pnr abna* tVi
membros desse directorio que, eleito por na praz.'
desde muito decorrido, est a exercer podare i dar
tatoriaes.
Elevando um toado de rantliemo mttmitmri-
dc 16 de maio, puerilmente pertert* e perturm
mente pueril, o manifest exara na sua primara
parte as capitalidodes do facto que adiante reiata
cm seus anana.
Como dla Ihes e capitalidades sao reatadas ea
tal documento, sabe o publico.
Diz-se que o povo, era grande parle a
no jardm, dah retirou se por iadteneie i
ridade para a parte d>>sorcnpada di largo
O Sr. Iluarque de Macado, libara! disete e
membro do directorio, um dos que aenanpananrnm
e presidirn) a manifestado que devia ser fnta a
Sr. deao Fina, afflrma em urna publicacio, tran-
scripta pela Ref. dores, o Sr. Dr. Corte Real, que o poro a retirara
do jardira a seu convite e para que aait fal-
mente o podesse ouvir.
A' esta versio do manifest contrapee-a atoa
disto a que consagrada en Ana pera ji*lifi -ativa
que ao manifest acompanha, e que delle tes parte
integrante :
A's 5 horas da tarde (oscrevea ao areeteri"
os Srs. Corte Real e Jos Mariano), reunidas aai
de 1,500 pessoas, rcorou-se o ajnntaaeote e>
jardim pra a frente do theatm livaaaa a
convite das autoridades t da er ana.
Onde est a verdade *
L-se mais nasa manifest narabucano corren peta largo do pataca de pre-
< sidencia e ras adjacenles I
.iao e, entreunto, condecido n nome de naa
victima cujo sangue tingisse o theatro da aaateri-
mente. Citara-se apenas duas ou Ira esateman da
nenhuina gravidade. Nem um s ferimeaa '. Ran
urna leve escoriacao resulton do anprege da arca?
Onde o sangue derramado*
E' evidente que o aaaiasw
toda a verdade Encarecen a aceta,
os: e este o seu mrito.
Nem se diga que o directorio
impressoes de momento, fiando da
formaces.
Nao, nwl vetes nao.
Aquelle documento destinado a correr e ira-il
fui escripto a sangue fro, com todas as pnapai eV.
um estylo preteucioso, meditado por 48 baa, tr-
inado por lo nones!
A peca justificativa, que a occ upa dos tMatVt
escreveu isto:
O orador protestoa eontra e aeaaaaato fre
commettido pela autoridade,
meira victima
na primeira avi
Um arriante fruj!
Colligera-a tedas u
tas, jomaaa de todas u
questao de um t
aere a dte de tete
P?-
!
Entretanto, onaafatto eaIraag lenanandc
18 de auio, dans da* decorrieot dopait de* ta-
mentaveis aiualtatanatot 1
Oque daver jalgar ePneil tanau'dao
ment ?
queau rapjnjtendtet tea c
------


MI
1 j'ji.il t&Mk de Pcrnambuco Tertja feira 24 de Junto de 1873. *,H hiiil
ii-
nao hesitaran) om ligar os mus noino*J indafaf (din T* ta\lbs os1 narracao ?
uro
ve u hhtAi'h. '
escripia de'PehisItobft-
seto tfins* depoiS dOs
icarccg nimios que o
pflfc .lif*r-
Mr '
isa lo
"w biiubs fc Horre e rnuliu, tposs<
if.lt 4 um dos soldados que o *c"
Come n
A. corrwpo
co para a Reforma,
fados do 16, nao Oj
Carnoso manifesl
lorio.
O amgue tint
noticiarista.
Sabe-se i>ntr|Mll
allirmam a umi^ft,
sanguo nao ^igk> a \
bavoneta. #1 .'
Porque Wse hMTdizer'aTS pite toda dftnWtoiro Uo
verdade? Ferro,ra-
Si o enprcgo da fotva publica fui inop-
portuuo e Ilegal, o fado nao diminuc o
non Au^i^iHuA *tn? giavinane w*tos
ucncias que ten ha trazido. Em ultima
inalyse c esta a questao.
Para que o rom que lim iu-lu/ir orrota
opiniSo i Quem pode ganhar com estes
mcios ?
os os jWWes o
i lia s gotii dt;
3 iira sabi-e oh
VllocnrA no lia 14.
Atrtn)iii
  • --'mnUido que o fura com
    . primentar nedia IV a gratula.) onmensa e
    .v<*m limites de que- se acntin possiiido peta
    dita do merecer tao honrosa inaiifestarjao,
    o Sr. 4eao Faria, concluio pelas seguintes
    palavi'NS :
    Charos comprovincianos Este dia, n
    lijis ilitnsn daminha vida, rio se apagar
    da miuhakenbrauQa : cu vos agradeoo com
    transporte, vos abraco com eiiioro e ternura
    c peco-vos como amigo que concilieis hoje,
    como sempre o haveis feito, o bro <'om 'a
    prudencia. Esta nianifestacao solemne couv
    que me honris, dove str intuirinenhx
    nrifiOlt. )<
    Presidida como ora a rcutrao por ilistinc-
    tostfbefes liberaes, honrada o pacifica como
    at ah so.tinha revelado, nao parece que
    o couseho do Sr. Deo Paria finta lora de
    leqtipo o inopportnno?
    ( Sticu ).
    m
    REVISTA DIARIA.
    Sri-retari da presidencia da provincia, de 21 do crrante, fui
    exonerado, a sen pedido. Rodo'pho Joao Barata de
    Almeia Fil'jo, de praticantoda I* sanead dase-
    rnUria do governo; fui removido Francisco do
    Lomos Duarte Jnior, de platcame da ."l1 para a
    l1 sece.io ; e oi nomeado Lndolph > Olympi i aoi
    Res Campillo, platicante da 3" soe.ao.
    Gyiitnasi provincial.l'or portara da
    presi Lucia d.i provincia, de 21 do correte, foram
    nouieados repetidores do g/nooasio provincia) lg-
    uacio do Rogo Barros Pss"
    o hachare! fin
    bolla*-eltras Fimn-e.i Aslero de Araujt*.
    Prifesso* jubileo. -Por portarla da pro-
    siiencia da provuicU, da 21 do correntia foi reiiw-
    vida scu pe lian, Man tul Heuri |UB3 de Miran !a,
    iii pr if'5-ir publico di cadira de MalHadiiu
    para ai.i villa de [guaran i.
    Pssoekante il-.i alfaadej^a. Pela
    in^liecliM'a i''.sidc[i\a io. oip^-dida a seguinlc
    ' .na :
    N. 71.--AHan.l-
    uiio de 187;). K-ii
    reiro nacional i. '.")
    ::\ .1.' Perrtambnco, 21 do ju-
    \c Mi'-ao da ordeni do thesou-
    .1 : do crrante uiez, que
    leva a 3Q o iiiuiiern de despacliarites dflsta alian-
    dega, e nos termos lo arL I" S- d decreto de
    :( 3e marco do 18 7, c do arl. :t ido Secreto de 20
    de abril de 1870, resolvo ijue passein a despa-
    chantes de numero os flespa "liantes addidos Joto
    Alv.'s do Quintal, Franeelino Izidoro Leal, Ellas Pe-
    reir Goacalves da Ciiuha, J. ib Pinto da Costa e
    Antonio Teixeira. Lopes, e designo para os 5 lu-
    gares vagos tos eaxeros despachantes e ajudan-
    tea de despachantes Franejsco Jos de Oliveira
    ino, Jos Joaqulm Ramos e Silvt, Jlo Franetseo
    Antones a Antonio da Silva Xeves, os quaes de
    ttoio liahiliiar-se, para obterem os respectivos
    liliilos no prazb A x das. As-ignado. o ins-
    parlo- Fiihio A'exnmlriaodiCunulho Re.s.
    Cantara municipal do Rccife,-No
    dia ih do crrante e*ta corpora^o esoaeron de
    sen advocado M Sr. i)r. Jos Bernardo Salvia
    Alcoforado.
    lastitisto .Vrclicoio^icn. Deve eu-
    nir-sc iminki-feira, em sessao ordinaria, as 11 no-
    na di marml.
    Trl'hns adanos de Oliniln. So dia
    27 dn eorrente fs >xta-fniral deve realisar-se a as-
    se ulila p-ral .1 is accionistas dessa ompanhia.
    tlim de procwter :i eleicao da nova directora.
    Corno de suilc do cxcrcilo. Por
    portara Se ti do enrrente fui approvada a propos
    H f-ila pelo crrnrgilo-nir, cliefe do corpft de san-
    de .do exercito, dos segnintes erurgKies do mesmo
    iriio para seus ilelegados : na provincia do Cfit-
    r, o nrcrgiSo-mr de brigada Dr. Flix HoWM
    Bndio ; na provincia do Amaronas, o cirurgio
    mor de brigada graduado Dr. Jos Zacaras de
    Carvalho; na provincia Jo p.u. o cirunriao-mr
    de brigada irradindo Dr. Silverio de Audrade e
    Silva.
    Concluso anniillado Carta da corte
    diz que foi umnUado, pelo govorao imperial,
    o concurso, que se proceden nesta provincia
    para preenchimento da cadeira de lintrna nacional,
    do curso de preparatorios annexo FacuMade de
    ireilo do Rceife, por nao tercm sido suflicieii!as
    as provas dos candidalos.
    Fre^uezia de S. fos.Domingo reu-
    nio-se a mesa geral da irmandade do ^SL Sacra-
    mento dessa fregueza, e legeu a mesa adminis-
    trativa para o anno de 18731874, t qual iicou
    assini organisana:
    Juiz. Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel.
    Escrivao. Dr. Augusto Carlos Vaz de Oli-
    veira.
    Juiz. -Jos Crispiano da Silva.
    Procurador geral.Dr. Mainel Tertuliano Th>
    ih.,/. Henrii|ue.
    Procuradores.Ernesto Cavalcantc de Albu-
    querque, e Antonio Carlos de Almeida.
    Delinidores.-Dr. Jos Joaquim de Almeida Jio-
    n, Floriano Crrela de Brito, Hyppolito da Silva,
    Joaquim Lopes Mchalo, Manoel 8rae*lvM Agr,
    Benjamn da Cunha Torreao, Candido Thomaz
    Pereira Dutra, Lenidas Tito Lonrc'ro, Cielo da
    Costa CampeMo, Jos Firmo Pereira do Lago, Fe-
    Hx Paes da Silva Pereira, Aprigio Jos da Silva.
    Joaquim Paulino di Necias Mumz, Antonio Jos
    de Sorna e Sil a, Manoel Jsaquim Ferreira Este-
    ves. Joio Martins da Silva Vlilela.
    <;yoii,sio provincial.Vo dia 25 do
    correte principa o receb'unento da pensao dos
    almnins ini.ro ..;, m -io pousionistos c extornas do
    gimnasio, earreapaodentc ao 3o trimestre de julno
    a sel'mhro do eorreate boro.
    Cidadc de Goyanaa. Escrevem-no*
    dahi em data de 19 o fcgiiime :
    Acham-se pr. sentemente nesta ci.lade o Sr.
    Justino J. de S Campos empreario da lllumina-
    cao a gaz e aba-teemento d'agua potavel, e um
    igcaheiro estrangeiro que ralo tirar as plantas
    necessarias para exc.-ucAo das respectivas obras.
    Continos haverem ja visitado diversas verten
    les d'agua, mats Importantes entre ellas a do Bn
    jary e Cipoeiro, aim de fscolherem a mais con-
    veniente ao siipprimcnto publico
    Com rela;o empreza do gaz trata o Sr. Cam-
    pos de cncorporar tima romnanhia soba denomini-
    Jio de Qnmpunhiade illuminir'io a giz rfo cidade
    t Qoyanna, achando-se j confecoionados os res-
    pectivos e Ututos e subscriptas multas aeces pe
    los comrnereantes desta cidade, qneestao bastan-
    te animados, assim como todos os habitantes es-
    perando ver reatsadosem breve tempo 'So impor-
    tantes meihoramentos, de que se.n duvlda este
    logar di.mo peto desenvdvimento qne vae tendo.
    Est conv do- crrante, havendo bastantes proeessos par.t
    serem julgados.
    Dizem, que algumas pessoasdeita eMade tratam
    de estafe^leertr urna empr-za de transportes para
    ewa, bavnn^o. vttgatis diarias e a procos mdicos
    K para -ciir quo anda nao eslja ooncluida a
    aova irada mibtiea en contraee4o. por o transito pelt actual, entre os engenhos UM n itn-
    pirtma dtnVl n .ncommodo, principalmente no
    temp do nverno, alem d maior distancia a per-
    torrar.
    Vj paco da e-mar municipal acha-se funecio-
    major
    Jos osera vos, sub a pipsideicia do lllm. Sr.
    J.;s"Cosarde Atbuifiwrquer
    O'invern va a covrendo leguJartnenic.
    , I cillaU\ a dv fa}?a.Em .20* jle paio, ul-,
    timo, sendo tirado para o servico da fachina da
    adea 3e YWes "o preso' a ella recofhid6 no" da"
    anterior, Francisco de Soma, indiciado em diver-
    nelt
    forMgrveiii''iittf a tuno, pm:
    Ivildad intento, poroi, loi o sen,
    conjftidio e tornoh flra i cftieia
    meOMo'ainda.
    Tentativa do Nfrortc- No lugar dci
    nado Sacco do termo 4> Plores, )oi|no dia
    domes ultimo gravemente ferldo com J.iusjltrtt
    que Ihe ilesfeclnram de emboscada, olios
    Rodrigues de Almeida. idom de dM?^Sll'rt|ist|
    rwwtettvo ktriat^ nnoal
    Presume se quo l
    me dons individuos
    Joaquim Vicente : a*
    ade rom a leL
    Fcriincnto.Em
    taja i
    cn-
    e e
    on-
    zen
    onoratp Fe:
    Vasc< ne
    siino Id
    Cono
    tuli
    rtin
    Lonc
    Joat Ca
    iid
    Jos Antonio Gomas,
    nnf Mara
    i na Saria 'l
    isia iloAra
    isca liria a mo
    : cou sob
    a< JoJQdff Proce
    . Francisc
    i,;' Ihe as
    irla dos Pri
    :r
    tralp nos termos do decreto n. l,3)j
    )*! Meotonio Lopes pero
    l^Ws Francisco
    21 do corrente, a
    Emygdio Manoel dos Santos ferio levemente com
    urna lacada a Jacintho Pacheco, no districto de
    Afogados.


    Anlonio.ltidro Ja Silva o Theolonia Margada Q>n-
    rcifi*(|Ui "U iirl
    Aiiii>ifio'jlis(de "SAt'Anna, e Mara Jo -opima 4o Gflics, -dem de dilu.-Seja re^MtfMnt de eonfor-
    ,^J^jj-,f)) a#)|i.->..*| j, ttffi l"om decreto n. ",49ivi -. v
    erlHM^ic"rii* ^e'5''' P|'ai,i:':ica R-'nrra5 ^Se Adriano Augusto de Alnjeida Jordao, Joao
    anWoo^scIrnlnto. de Caslro Guimaraes. Manoel Alvos Goncales
    Francisco Pereira de Oliveira, e Rosalina dos Pra- Ferreira e Francisco Domingues da Silva Araujo,
    rocurai
    vro avul
    que ret
    esmo dis1
    vos
    ao & C.,
    Luiz Jos
    isa.
    odlco iiisfcuiraJo contri ocorn
    randa IJtl Se ve, pai.i imp'\r--
    art. I8: fedcerato.n. WtL-
    entregiie ao Sr. S Leilo.
    Nada 'QaijUwMiefld.) & djmacliar, S_Exc^ Sil
    boipelliei prosidea'lfomeeiTou a sosspo ao meiti
    .Kii
    mila Djoilial^iteU
    iludi Gomes porto, e Julia Florad.- Oliveira Porto.
    notite, "Manicl Ferreira do Ai Anua Josepha da
    Conceico. iu- 2
    Manoel I'irniinrFne1*rerf!S, o l'.-iTra Mara da
    'MU
    O dolinqueiilc foi preso om flagrante.
    Incendio. A urna titula da larde de II do
    corrente ardeu a licar em cinzas um dos mucam-
    hos de pallia existente na Gabwg.x
    Motivara o incendio consequencias da explodo
    do alguma* mquoiras solas dentro do mu-
    ciuho.
    Tiro.-Manool Ranialho ferio-gravemente com
    um iiro.no lugar denominad-Pirana do termo
    de l'apacaca. eut \t do corrente, ao resiiectivo
    inspector de quarteirao Joio Ro Jngues da Costa,
    feito, o que evadio-se. .i
    lllustracao HcspniDolu e Ameri-
    cana. Para a respectiva agcuoia, ra do Caji-
    mercio n. 18, primeiro andar, acaj>ani do cbegtr
    os ns. 2D e 21 deste importante jornal hespaahol,
    c.ojitendo:
    Em texto-Revistas geraes pelos Sr. Cadena e
    marqoez do Vallc-Alegie, o palacio de Carlos V
    por ti. Manoel Gngora, recordaco.^ hUtopcaa de
    la Guardia por D. Jos Powdano, exposcau de
    \ieiiua em 1873, o bicho da soda, o romance de
    um moco rico por I). Carlos Fr.MiUuia, etc.
    Kmgravuras Soldados buseando refugio na
    groja do Eraul ilepois do combate, estragos nota-
    veis pmduzdos polo terremoto de S. Salvad :r na
    \inorica, o retrato do celebro Piriniu Didot le Pi}-
    rs, um leilao do punhoros, um pateo circular do
    palacio de Carlos V em Granada, algumas,vistas
    de Pontevedra, cuma planta dos ramiukoa que
    pode .egur o vinjante de Madrid Viennad'Aus-
    tria, retiatjs de D. loan T. U\n y Verges iniuis-
    tro da la tonda e do general Mac-Mabon, revista
    militar cin S. Petorsburgo, abertura da expos;o
    de Vienna. ele.
    Estalistica curiosa. A divida publica
    dos dona continentes eleva-so acerca do........
    I0i,f.-2:.:00;),0:X) do-francos (18,8:,5D0:- O.
    Classlicaaius em seguida os oslados mais nipor-
    (antes, lagttnd > a divida i|ue ;jrresponde a cada
    um de seus rospectivos luditt.nle
    Inglaterra
    ll.llandi
    Franca
    despalilla
    Portugal
    llana
    Grecia
    Estadns-Unidos da America
    Austria
    *; WI'IIIO,
    111,705
    97>SI4
    92,286
    77/'S
    6ri,Gi'0
    62.4G0
    65,620
    50,362
    33.388
    30,2 iO
    29.
    2o,l
    2i,2l
    23,6:i\,
    l", il.iOi
    13.230
    Dinamarca
    Hrasil
    Rrigcn
    Egypto
    Turqua
    l:i;sia
    Alle.naiiha
    Roiimania
    O !io::icm afortunado.O premio gran
    de da famosa lotera de, Havana. cabio desdi vez
    na l'hiladelpha (Fstados-Uilidos). O numero
    agraciado enm os 500,000 pozos loi o 1,077. O
    Comnum'o de B.tflm, no seu numero de 28 do
    nioz passa.l >, traz uina curiosa noticia sol a cpl-
    Rrapnd -U Ivuncm afortunado na qnal doscrovo
    com todas as niinudoncias o novo yankrt, como se
    tratasse de urna panlhcra do Java, de urna rollec-
    c.io de macacos sabias ou de algum outro ser ex-
    traordinario c raaravilhoso. Segundo o referiio
    peridico, o feliz mortal foi o Sr. Pnlstn, de 43
    anuos, b a figum, eommerciante do licores, ele.
    etc. Parece que escrovera para Nova-York a Ma-
    tlna-i a. C tyjrtinrlo.lbi>i nra litlbe.fp intoiiv o uiial
    receben mediante a somma de ;jo pesos.
    Verificada a extraccao no dia 22, c egou is
    suas m.ios no dia 24 um tolegraruma daquella
    aa-a, dando-lhe noticia do premio. Immediata-
    mente o feliz, com toda a gravidade anglo-amer-
    cana, cnmprou urna carteira mpremiavel, mellen
    nella o bilhote, rodeou-a do urna courtlp a prova
    de bomfan, cnchau os bolsos con nm arsenal de
    rewolvers. entran cm urna casa bnearia do Pb-
    ladolphia, onde seguron a vida fela quantia dos
    10 milhoos que devia receber, e temou em segui-
    da um trein para Nova York. Denos de quatro
    horas de eaminho, ouvio da bocea do eommercian-
    te que mo poda nogooar-lhe o bilbete emquanto
    no ehegasse a lisia olllcal dos premios.
    Pereorren as casas de todos os correctores, ofTe-
    recendo um bom premio quom lizesso a Iransac
    c".o, porm tudo em v-io. Tove ento de resignar-
    Si a esperar algn?-das Segnndo um calculo
    aproximado, ara a receber lquidos uns 8 mlhoes
    por causa da grande baixa quo teem no cambia
    os hlhelesdo Banco de Havana. Daqni apouo os
    jornaes americanos virao cheios de liistoiias cu-
    riosas acerca do Homom afortunado. Por m-
    quanto apenas se teem feito em Uoston- um a
    ,090 apostas sobre se o Sr. PanfeSa se suicidar
    ou nao dentro do um anno, pos crdem inuitos que
    elle oniouqueaei de alegra.
    Repblica franeexn.O governu dar
    publica franceza com)e-se de um senado, urna
    cmara de representantes, e ele nm presidente da
    repblica, chefe do poder execulivo.
    0 sonalo eampan-ae de 26o membros, de idade
    uao menor de 35 anuos.
    A cmara dos representantes compe-sa de 537
    membros, de idade de 25 minos pele menos.
    O presidente da repblica deve ter pelo menos
    40 taos.'
    O senado eloito por dez ?nnos, e rouova-se pe-
    la quinta parte lodos os dous anuos.
    A cmara dos representantes eleita por 5 an-
    nos e re nova se integralmente no fin daste pe-
    riodo.
    Os senadores sorao eleilos ata seguintes calhe-
    gorias : i membros da cmara dos representan-
    tes ; 2" amigos membros das assemldas legislati-
    vas ; 3* amigos ministros ou em sor ren!; 4* o*
    membros do conselnv iU estado, do supremo tri-
    bunal de justca ou do tribunal de contas ; o" o
    presidente ou amigos presidentes dos conselhos ge-
    raes ; 6o os membros do instituto; 7o esiaembros
    do eonsclbo superior do commorcio, da agricultu-
    ra c da industria ; 8o os cardeaes, arcebispos e
    bispos; 9' os presidentes dos dous co Misterios da
    ponlissae do Ausburgo e do i2 consistorios da-re-
    ligiao reformada ; 10' o presidente o o grande rab-
    bino do consistorio central dos israelitas.
    Beaco papal.-Sun Santidade Pi IX, en-
    viotiji sua ben^ao a Mae-Mahon e nsseinbia
    franceza. A paternal beUfia do chefe nsivel da
    igreja catholica tamben) ehaiiou a Franoisco !l de
    Napelos, a Maximiliano, a labal II e a Napoloo.
    o pequeo.
    Questao de titulo. A Gazeta de Go-
    bourg, jornal oflicioso, public.m lia pnuco urna no-
    ta pela qual s ao duque reinante Ernesto dado
    o diroito de usar do titulo de cloque de Saxe Co-
    bourg-Gotha.
    Quanto aos membros dajcasajducalda Blgica, de
    Portugal o da Inglaterra, nao Ibes cabe senao o ti-
    tulo de duque de Saxe.
    0. Pedro II e Maur.oni. D'um corres-
    pondonte de l*aris para o Gtmwrroio do Porto.
    Iranserevcmos o soguinte :
    '< E' sabido que acaba de fallecer em Italia o
    eelehro poeta c litterato Minzimi. RnproJ ztrei
    aqu uiaa anedorta-qoe racontnii naa jornaes ita-
    lianos reltitiva a Hauzoni o a D. Pedro II, impe-
    rador do Brasil. Esto ultimo tuina ido fazer una
    visita ao anu.r ilosDesposados-, e este agrtde-
    ceu-lhe a honra que Ihe fazii.
    Sou en, dise o augusto viajante, que Ihe
    agrade?.) o ter-me aeoibiito em sua casa. Aaqui
    a pouco ningue < selembrara. da quem era tBu
    'Pedro de Alcntara, anpasso <|ua em todaapnr-
    fc^ o om tolos os tsmpos .allar-re-; a de Man-
    tn i.
    Sua mago*! :Je eogan ,oroue a histo-J
    ra iliteraria dn Oos-a poca regirafiTOr este bailo
    pensamento, gnaiilar tamben a recorlafio da-
    quHlIfl #fn o xprimio >
    <; iv.-i-oodo bspafo -Bispeasas rmrTi-
    mouiaes^fiie vieram da anwciatiira aposto'ica no
    Rio An Janeiro aam smotmOo war* serem despa-
    chadas polo Exiik e-Rvdm. ir. Idepo dii^cesano
    . 5.W-n ,ijtr.ia *-u. ,.
    Eritest BrotherhoOl, e Josephina Juba Dnbeux.
    rroelamna.- Ewam lidos na matriz da
    Santo .Antonio no dia 22 do corrente, os se-
    uua..s
    1* dciiumriacao.
    Flavo Jos dos Santos e Silva, om D. Leopol-
    Manoel i-'eiippe Punentel, eoiu Londelma >Lari
    Cesar.
    2* deunnciacio.
    Cicero. Braga do, Soma Lefio, cnu Malina Au-
    i'U>tadeSom;i Lb.
    ,Bacbarel Jos Augusto Forroira ila Costa, c m
    I). IsaJjol ForiiaiiJiia do l'iguoiredoiCru.
    Martiiianu Francisco dos Santos, com Mara
    Ilalbina d is Praieros Guimaraes.
    Vioonto Forroira Lima, cora Joanna Gorvasja de
    Sua,
    .los Urbano da Costa Carvalh.i, com Brasilia
    Amalia Ferrair da Costa.
    Antonio de Menezos Cjsneiro.Bandorade Mollq,
    com Autopia %uia da SilvaVasconjoIios.
    R'iflue Cas^nlioro, com Aloxvidnna das Do-
    ros. .,.,
    3' denunciacAo.
    Bacliarel Jos Amiiacio da Silva Guimaraes,
    eom 1). coinisia fjinbcTiha de Lhrta e .
    " M.uiool oaros daSilvi, com Adelaide Rosado
    Castro.
    Jos Antonio de Girvalbo, con Zulmira Feruan-
    des^ Jo Barros .
    Ojiproprio Jos do Sant'Anna.com Amalia Socnn-
    diua de Brilg.
    Antonio dos Santos Barreira, com Anmi Mar a
    dos Santos.
    - I.ott-ria.A que se acha venda a 36", a
    bcjclk-io da igivja de S. Pedro Mrtir de Onda,
    a qual curro no da 30.
    Casa de dctencAo. Movimento do dia
    22 de jnnRO de 1873 :
    Existiam presos 347, tut.-aram 7, sahio I,
    existem 3o3. A saber .
    Naconaes 2^0, mulheres *, estrangeiros 37,
    iscravos 37, esclavas 11.Total 33*.
    Aumentados acustados cofres pblicos 271.
    Movimento da enermar do dia 22 de junho
    de 1873.
    Tivetam baixa :
    /Uitibelipo Gomes dos Santos, indigesto.
    Joao Bezerra Das, febre.
    Teve all:
    Francisco de Salles das Virgms.
    IHIftlNfA JlIUriABUL
    TKIIIl \ \t. IM !ll 1 \4 \0
    SE^AO DE i.1 DE JIMIO DE -1873.
    RESl'iKNCIA 1HI EXM. SR. OlRSBLIIEtRO CAETAIC'
    SANTIARO.
    Secretario Dt\ Virgilio Cariho.
    NS) h'ouvc sdssao por falta de numero.
    I'i-!>unal lo caninierco.
    ACTA DA SESSA ADMINISTRATIVA -DE 19 DE
    JIMIO E 1X73.
    PUSsIOKXOU DO KXM. SU. CONSELHEIBO ANSKLMo
    KnANCISOO. PGBKTTI.
    As 10 horas da maniii, presentes os Srs. de-
    pulados, soorotario Olinlo Bastos, Candido Alcwfo-
    rano e supplnlo S Leio, S. Exc. o Sr. conse-
    lliero (iiesdoutc deolarou aborta a sessao.
    Foi lida c approvada a acia da precedente
    EXPEBIE.NTF.
    OfUoio do gerente da empreza das obras e ca-
    atlazia da alfandega, acompanhado de dous cxein
    piaros do contrato feito com o governo. Intrme
    a secretaria.
    Vieram do juzo es|iecial do commercio os. autos
    de monitoria de Joaquim da Silva Cosa, -s quaos
    teem de ir cpin vista ao Sr. desembargdor lisral
    depois d.i lies ser annexa urna peticaa.
    Distrwirain-se os seguintes [ivroa :
    Copiador do Souza Bastos & C, diario de Si-
    mos k Mcndes, dito de Manoel da Silva Pontes.
    DESPACHOS.
    Requc inioutos :
    De Antonio Prancisco Corga, para que sejam
    registradas as duas procura;oes annexas.Sejam
    registradas.
    De Jos Rodrigues de Can-albo, tambem pedn
    do o registro da procurarlo que junta. Deferido.
    Do Fernand de Lesseri aolicjlando o registro
    do substabelecimento da procurajao que tinha
    Emilio llolilor, procurador dt madama Henrietti,
    Fredcriqne Mearon c oatros.Rigistre se.
    De Mintlello 4 Alves,; Impetrando o registro da
    nomeacfto de seus cai'xeiros Podro Celestino Min-
    de lo e Firmino de Archanio. -Na forma reque-
    rida. '
    i
    quilla
    sta. la
    t*
    * PED10C,
    De Prancisco Antonio de Albuqueraue Mello,
    tambem suttnicttenio a registro anomcacao de,
    sons caixeiros Hortoncio Olegario Alves Fcreira e
    Jucdndiano Thtrmaz ftorges daFonceca.-Sim.
    De Araujo Lima & C, igualmente trazendo a1
    nomeaed de seus caixeiros Manoe!Renlo Alves
    da Sil a, Jos Vicente Ferreira Colho e Deocle-
    ciano E. de Araujo Lima, para ser registrada.
    Como pede.
    Uc Aiilero de Mesquta, idem do caixero Au-
    gusto 'Pinto de Lemos.Reconhecda a firma da
    nomeaco seja esta registrada, nao trnido o soppli-
    cante provado a sua allegaeio de ser braslleiro o
    raixeiro nomeado.
    Dt mesmo Amero de Mesquita, pedindo baixa
    no registro da nomea#ao de seu caixeiro Jcs Joa-
    quim de Sonzt Lemos Jnior.Como requer.
    Do mesmo Mes juita, para passar-se-Ihe por
    certidao a nomeado de sen caixeiro Francisco
    Lopes Furta'do.
    Ote Manoel Francisco Pocas, apresentando a re-
    gistro duas proeuraeoos que ihe passra Joao
    Evangelrsu de S, tendo ja enmprido o despacho'
    do tribunal de 9 do corrente. Deferido.
    De Perdig-j Oliveira 4 C, registro da nomea-
    cto do seu caixeiro despachante Joo Duarle Ca'r-
    neiro Moiiteiro. Regstrese a nomeaco j un la
    pelos snpplicantes, que dsseram, mas bao prova-
    ra m ser brasfleiro o caixeiro nomeado.
    De Joaouim Antonio de Vaserjncellos e Antonio
    Augusto do Vascnncellos, trazendo o contrato da
    sociedade que entre s estabeleceram sob a firma
    Vascon?ellos ft'lnnao, afim do ser regisn-ado
    Cumpram o disposto no art. 1- do decreto n. 'i303.
    De Francisco Gurgel do Amarad e D. Mara de
    Castro Almeida, satisfazendo o despacho do tribu-
    nal de 3 do corrente, e pedindo seja registrado o
    contrato de sna socedade.-Vista ao Sr. desem-
    bargador ftscal.
    De Nicomodos Wara Freir, crador de Joaquim
    da Silva Costa, oppbndo sea moratoria por 1, \ e
    3 anuos por e?te Impetrada neste tribunal. Jun-
    te-se aos autos, que rrao com vista ao Sr. desem-'
    bargador iscal. O Sr. supplnte Podro Casco,
    como credor de Joaquim da Silva'Costa, nao to-
    mn parte na votacao. .- "'
    De Thomaz de quino Fouceca % C., suQoesso-
    res, agentes da companhia de seguros Inderonisa-
    dora, pedindo que se Ihes entreguen) os'duui
    exemplares doe estatutos da fneima companhia,'
    allm de poderew authentica-los contorrae foi or-
    denado por este tribunal.-Como requsrera.
    De Manoel do Sscm?nto Cesar BUriamaque,
    de 89 annos de idade, casado, brasileiro, residente
    Por amor assoclacilo #M ta-
    lhadoros .-i^uj tm ,
    Corremos antecipadamente apreclacao de um
    /acta, antes que delta curti ha tifa MsiAimo de ai-a
    guem se fa.-a jigo no sentido de pro'on'der se ames-'
    Sujuliar tima asgoejacao ojio so ha tornado .re-
    ora ira corrsideraro nublica e a|ioio decidido do
    bom inspir|do guveruo do provincia, como sa.pde
    observar eom i.-lario soredado amor a orne-
    ficencin dos talhaduies da carnes verdes.
    Sabe Deus com que constrangiiionio nosoecu-
    pamos do um aeonleeimento que ciileudo directa-
    mente com a reputacao do uiu bomom, cousa para
    Bs sagrada, invulnerayel, por nias obscura que
    jeja a sua condico na socedade.
    No entretanto, rgiodu a eoiijuuc-iura em qu6.
    actualmente so oncoutia. a associai.ao mor be-
    neficencia, pelas iras que ha contra si desafiado
    por seu proceder esemplar -jue xelosamente
    Busquemos evitar novas ast.?ressoa capsiosamonlo
    a ella du igi.-a.- por seus rancorosos iuimigos ; des-
    e fado trataremos com a reserva precisa e.con-
    veniente.
    Um talhador livre, mas nao filiado ao centro
    societari) que boje, reprsenla a respectiva corpo-
    racao com o que ella-tem de melhor, o qnal por
    nni proceder meuos legrado em sua vida, tem si-
    do por diversas vezes obrigado a lancar mo de
    outros meios de subsisiencw, como o de andar es-
    peculando entre aquellos que o conliecem com a
    venda de eertosobjertos, taes Como obras de ouro,
    etc., uue nma-ou outra pessoa se proslava a abo-
    nar-lhe ; apparecou iillinainente negociando com
    movis, mas de Hwneir.a tal que nao dexaa sus-
    peitar|uelle a quem os olerecia pjr venda, que
    nao estivesse elle autorado por seus doitos a pro-
    por e realisar taes transacedes.
    Nao ora a primeira voz, repetimos, que elle islo
    fazia, e mnguem houvc nunca a protestar contra o
    seu negocia.
    DesU vez, pois, como de outra, diversas pessoas,
    entre ellas alguns talhadores li fres e associad >s,
    aseiui como, diga-* logo, alguns marchantes,
    compraran) e a dinbeiro a esse individuo um ou
    outro movel. Al aqu, nada de extraordinario.
    Mas, eis que de repente diversos negociantes de
    movis se apresentam em busca d*aquellos que
    haviam nopo-iado com tal talhador e mareineiro
    o mesmo tempo, xigmdo a entrega dos movis
    compradis, a titulo de que o veudedor os havia
    fartadoaelles. Explicado, porm o facto, reco-
    nheceu-se que o que havia era um abuso de
    confianra e nio um furto propraniente dito :
    -o talhador marcueiro por aluguol a uns da-
    quelles negociantes, por compra crdito a
    outros, havia tomado os movis quo vender.
    E esta que a verdade.
    O que lia p*is nhi um eslellonato : o deln-
    quente acha se itiaurso no art. 26i 1." do cdigo
    criminal que diz : A allwarao de b:ns aleios
    como proprics, etc, etc.
    Isto posto, nao sabemos com que diroito taes ne-
    gociantes, victimas de urna fraude, querem repra-
    la, impoudo-a aos qne compraram os movuis,
    pela resttilirao dos mesmos, quando, alm do mais
    que se poderadizer sobre eslepoiilo, om favor dos
    ltimos, acresce a crcumstaacia de estar o delin
    quente, por precedentes inconlest.iveis, lubiliudo
    a laes mercancas.
    E tanto verdade que o individuo nao devia
    inspirar dosconianca algiima ao comprador que
    nao a inspirou aos quo Ihe alugaram, ou a ere uto
    vadurnni ooooa ino-voi>s w.u dolle exigil'fm niJ*
    or garanta de seguranca.
    E' ao vendedor, c nao ao comprador que cun-
    pre mais indigar o saber se-cslo ou aquello indi-
    viduo est no caso exigido por lei para poder ne-
    gociar.
    Parece nos, pos, que tan um processo regu-
    lar por me o do qual vendedores e compradores
    provem seus diretos, nao se pode adniltir a pre-
    tendi dos primeros om detrimento dos segundos.
    Redundaremos, terminando, no pensamento com
    que abrimos este artigo : se de tal tuceasa nos
    oceupamos foi somanta porque sendo o seu au-
    tor tilhador livre nao jogasseiu com elle, nao
    obstante nao ser esse talhador membro da amor
    beneficencia no proposilo que uiuita gente nutre
    de mal fazer cssa assoeiaeao rospeitavel pelos
    fins que mira, e pola vereda nuralisadora que
    vai ssguindo ufana e triumphan'.e.
    ^fcfat"rsit ijrdada, swn aubmcMcr so fle-
    ganante.
    Qnorouvir o-men emeorto Atienda.
    Dontunas perigosas apragutdas em uuurontos
    de excita .-.io por ardenjes tribunos. prodQiiran a
    exalta.o ile espirito, quo deu lugar as seetttl las-
    timosas do da 14.
    Urna vez desencadeadas as paixoes do povo,
    .possivcl apjjRcT as snaa nji, prevenir os sen?
    salinos, iraposslvel coato-lo.
    Em seu orialeiro nloviinaata l-.'vam do rojo os
    seos agitanaras, qne lio arretaiados pida lornaui
    ta mpcIuMa.4e sut aafcra.
    Nao acaio a niaguam. Eotendo que menee
    indulgencia essas almas do foj, iiue Do ardor da
    mocidade, dominadas por senwiiontos nobresago-
    ncrosos lfetam-so trrastar p.l enllnisiasmo do
    suas deas, seo) prevenir as consecuencias funes-
    s do tumultnar ifi povo.
    Este conecito com a sua devida applicacao aos
    U'idj dveiu calar mais no animo dos
    uen.sos o (lesanaiconados do que a ra-
    vusa-agfWSa do 9r. W. Jc% Antonio de Figuei-
    redQ.
    Se elle nao se guiasso someute pelos odios e pai-
    xoes polticas, havia de pensar a sentir assim.
    Mas nao; elle inculpa a autoridade ; por sua
    demasiada eonliaii'; e cabiudo ua mais grosseira
    conlraib'cAo, a faz anda mais culpada pelos acn-
    tflcimentos do dia 16 I
    Com o scu humor sombro, elle ve cm ludo o
    rime, veaphantastnas aerradorea, e como elle j
    disse ua assembla na sessao de mao de 18di,
    a que esta provincia era mu assumtirada, que ap-
    paree!am rm certas pocas mednnhos phantas-
    was, est sendo agora victima dessas Imsoes
    phantaslu'as.
    0 Sr. Dr. Figoelredo soffre,... e o Dr. Lucena
    crejo. que o seu duende. ...
    Se roe_fosse dado conjurar esta sombra tra.-un-
    da, ou nao trepidara-em fa o-lo ; en obrga labia
    a nao mais atormentar o espirito dosso vario il-
    lustre, a nio mais perseguido. Se m'o fosse dado
    faze do, ostou corto de que ella, ao retirar-se. dei-
    xaiia asseguiutes paitaras, para as quaos chamo
    a atlencao do Dr. Jos Antonio de Figoelredo :
    Se a eguranya estar compromeuida desdo o
    dia li, so os nimos catatan exaltados, se havia
    alguma conferencia a temar dessa reunio do dia
    10, o .governo desta vez nao coniiou, velou para
    se cviiarem.as consecuencias diosas reunides, que
    nenhum motivo justificativo, que ncnhuina medida
    autorisava.
    A autoridade, vendo diante de si a inmensa
    responsabilidade, que posava sabr ella, vendo de
    novo ameaoa.Ia a seguranca, nao vacillou entre as
    medidas, que Ihe tonaalliavam as circumstan-
    cias: temuu-as.
    se, como pretenden!, liauve pieteri'.oes de
    formas, se nao foi observado tudo quando deter-
    mina a lei em tao casos, fez-sc o que mais quo
    tudo cnmpria tan*r-se.
    k Foi mautila a ordem, foi salva a hileiicao do
    governo, lie jii illeio o principio da autoridad.:
    Um Yankee.
    (Contina.)
    teto o poder execuliva.
    Dea eto ;i. fii*/ de 10 de maio de /S7.9.
    Concede companhia Pernambiico Street naway
    auUTisacao |iara fuaccionar sob a denomnacio
    ftrra-Carril de Pcrnambuco, e approva os ras-
    |ieclivos estatutos.
    Attendendo ao que me requereu a companhia
    Pernainbuco Stnet Ra vav, dovidamonte repre-
    sentada e de coofoiinidade com o parecer Ja
    seeco dos negocios do imperio da aoaaaHw de
    estado, exarado ein consulta de 3 do eonvnio
    mez, hei por bem conceder-lhe autorisaeao para
    fiMeeiooar sob a nova deuominacao Ferro-Carril
    de Pernanibuco, e apprnvar os respectivos estatu-
    tos que com este baan.
    Jos FernanJes da Costi Pereira Jnior, do
    meu rniajnJbn. ministro o secretario de estado dos
    negocios da agricultura, o.mniorcio e obras pu-
    blicas, assim o teuha entendido o faca exoentar.
    Palacio do llio de Janeiro, em li) do maio de 1873,
    52. da independencia- e do imperio.-Con a ru-
    brica de Sua Magestade o Imperador, J ti /'< i -
    nandes di Costa Pereira Jttnicr.
    Sr. Dr. Jos Antonio le !'-
    guoiredo e a IncxactiilSes
    que elle ate propoz a comba-
    ter.
    II
    Quem conhece de perto o Sr. Dr. Joso Antonio de
    Figueiredo, nao se admira de suas aborrajos de
    espirito, sabe guamo inconseipienle e apaixo-
    fiado.
    Suas consepcoes, seus conceites variam sempre,
    segundo as circumstancias d) tempo, d>> lugar e
    das pessoas.
    Exaltado de ideas, eathusiasta de pessoas, abra-
    cando hoje, o que nao servia hontem, sustenta
    aqui o que rejeita all.
    Assim o vemos hontem, na cmara repudiar i
    baro de Villa Bella por incapaz de distribuir jus
    tica, apontando cora o dedo o accossor, que redi-
    gia o expediente do governo e boje elvalo a al-
    tura de nm bomem nslruido, sensato, razoavel de
    inorocimonto real.
    Assim o vemos hontem assacar baldes, cobrr
    de improiierios ao Sr. F. Correa de Brito, a quem
    chamnu na cmara de escrivao venal e corrompi-
    do, e fazer delle hoje nm dos seus maiores e mais
    estimados amigos.
    Assim o vemos, na assembla sustentar a legiti-
    midade das influencias, que se apoim no peder do
    senhorio lerritorial, jM^ieiamando ua Yarce* o
    proeminencia poltica de Sr. de Muribeca, o isso
    na mesma occasiio, eai quo acaba va de fazer a
    sua costumada prfltisso de'f Hberal?
    Que omito pois, que tendo hontem negado a
    sua a-signatura ao protesto do directorio liberal,
    venha hoje retratar se ?
    O seu procedimento nao deve excitar admiracao
    E' a consequenoia natural da sua inconsequencia
    habitual.
    E' urna de suas exallacoes.
    Impellido por miio viitijattva, atrou-se raivoso
    contra o Exm. Sr. Luiena. Esperemos.
    Tempo vira em due seja nm dos seus maiores
    admiradores : e talvoz nao estoja muito longe.
    Vamos ouv-h. File vai fallar das iiexacluloes
    do Sr. Lucena, e esquecendo-se do assumpl, falla
    de si, fallas de suas idaa, Jura ser fiei ao> runos
    de Jess, e depois principia a fazer uina exposieao
    dos acontecimentos aetastos dos das 14 e 10
    Na primeira parte, demorando-so pouco, faz re-
    cahir-sobre a auloridade a responsabilidad.1, de am
    acto inesperado e que o espirito mais cautelosa e
    prevenido nao ponera imputar, porque alie nao
    foi precedido de nenhum oestes symptomas, que
    indican) o mal.
    A o oda popular rnovia-se brandamente, o hori-
    aonta estiva lmpo, ouva-se apenas un desies
    murmurios, que em nada poda perturbar a tran-.
    quillidade e seguranca, em que estava a cidade.
    Para se estado de eonllang^ concorriam, pode
    smente as garantas, queoffereciam os nomos das
    pessoas qus estavain frente dosse povo, entre > f^rllSfi* C!2adeNff?indo.Jar? de ?3' k0^ avu,lava d0 Sr- V[- ^guairad ue se, uuiUda a iw,ooBwnaao' m'n^ari'inante -
    tncilla de cijmWrciante.-TIsta ao Sr. Seftalbar-, mostrarant eofio inieirtnwntaXeil o eooilo. tivadae aseado wuol>^m\^tm-
    r frii'^TA *r +HtaH*-v*MJiL^-iilK- f WMiai.a^wi*r.o Sr.|>r.,i|osJaAotooH)^e Fi-; tem urna sexta parte do eaaitol emittide,
    U+Xl L^.^rojL*^26 ^ .gupiraf. quaiulo voltava do gvmuasio, .que urna, P..rahrapho uuiep. No caso de formal recosa
    a*?^*S SfflSi e;^8lW>.Te U- ?*. te,roPJ?e steva nminente 1 por parte da dirteteria, ou de nao acqniescenri.
    op^aoqu^f se.perJo, uina vez me tl4ue copia; Malta a mao ert sua cnsciencive falle. desta at o.to das itepois de fwta a miisicoo.
    rido, de confbfcudide eqn a Q ofaao. ., '.sentado ua cadeira 4o &. Lucena? Nio. a*, .pelos jornaes de maior airaularitL eom a
    Petoes- < i|iSeo:,C?llsaL. te ', j texnatic* do motivo w que assim pro.-aaant a
    M SjJ1l-ftL..-r .... .tti-f-ii, .imW ,Jt& VWtD! P01^" Pardal. <*H > para que pretendem a rcuniao pxtnflrdmaria
    *2Z SnlIy^^^^J^E^LPJrr^8% -1*1*Y***J8e ** pelo espiro. departidOi por, da assembla geri.
    XH !KCfflLfcL^ fttf-i*6 pre* hurallJwBeBe *'"*' -M'M Art II. Naa raualoas ordinarias da assembla
    >MfrV \\4mt1*- gemlaarao aprottHtedoa o.retatono da dirackiria
    ' ....i, [e Wan..o geral da empanka cbm o paivrar da
    rravidaae, sara com-1 commissao de exmo de conlas. os quaes serio
    enanas pelo Kxiik Mvum, W. IH* diocesano: %m. f m sepvica ao nardoT
    Antonio Ja s'em arflscar a sua
    ESTATUTOS DA 'OMPANHIA PKBNAMHUCO
    STHEET RAILVVAY, A QUE SE IIKFEUE O
    ECKETO N. 52t:i LESTA DATA.
    CAPITULO I.
    Da tde. durae-o, dissotunio e capital da eom-
    pauliii.
    Arl. I.* A companhia Pernambuco Street Rail-
    way, fuudada cm Naw-York e tnliiint a lunc-
    ciouar na capital da provincia de i'ernainbuco
    pelo decreto n 7612 de 19 de outubro de ittfci.
    Mata a ter sua s.;de na cidade do llio de Janeiro,
    sob a nova danannacao do Ferro~Grl de l'or
    nambuco, continuando a conservacaj, custeio e
    desenvolviiucnto das suas lnhas de carris de fer-
    ro as ras c suburbios da cidade do Heeife, na
    confurmidade de seos contratos eom a presidencia
    da provincia, coneessoes e privilegios obtid.is ou
    que de futuro venha a obter.
    Art. 2. Ser do 30 anuos, contados da data da
    approva.-io ddstes estatutos, o prazo da duneta
    da companhia ; prorogavel, porm, mediante de-
    uberacao da assembla geral dos accionistas para
    isso convocada, e autorsaci) do governo im-
    perial.
    Art. 3 Dissolver se-ha nos casos prevslos pelas
    lela vigentes, ou quando a assembla geni dos ac-
    cionistas, ad koc convocada, resolver a dsso-
    lucao.
    O modo pratioo da lqtiidieao ser o quo for
    determinado p. la mesuia assembla geral, de accor-
    do eom as dsposieoes do cdigo commercial e mais
    legislaco respectiva.
    Art. 4 O capital da companhia continua a ser
    de 1,200:0001, correspondente ao primitivo de 0(1
    mil dollars, j realsado o dividido em 6,000 ac-oos
    di 2- (ijj cada urna.
    Peder, porm, ser elevado por doliberacao da
    assembla geral dos accionistas, sob propost da
    directora e com approvacao do governo impe-
    rial ; em tal caso os accionistas tero preferencia
    na distriljuco das novas acedes que forera emil-
    tidas.
    Art..'." Os accionistas sao responsaveis smente
    pelo valor noninal de suas aceSes. A transferen-
    cia desias (ar-se-ha no escriptorio da cidade do
    Bio de Janeiro, por raeio de um termo em livro
    especial, guardadas as regias do decreto n. 2,73:1
    de 23 de Janeiro de 1801, no que forera appli-
    caveis.
    CAPITULO IL
    Da assentbla geral da companhia.
    Art. 6.' A assembla geral a reunio dos ac-
    cionistas, convocada e constituida de conformida-
    de com os presentes estatuios :
    Gompete-lhe :
    i 1." Tomar conhecimento de todos os negocios
    da companhia, dos quaes dever ser nlonnala
    pela directora e commisso do exame de contas.
    |-2. Eleger iriennalmonte a directora e animal-
    mente a commisso de exame de conlas.
    | 3." Marcar o honorario da directora.
    | 4. Approvar, ou reprovar as conlas da di-
    rectora e dar-lhe ou negar-I i e quitaco.
    5.* Resolver sobre qualquer proposla ou ques-
    tao que Ihe for apresentada dentro da rbita des-
    tes estatutos.
    Art. 7. A convocacao da assembla geral ser
    feta pelo presidente da directora om odital por
    elle firmado e publicado com a antecedencia de
    oito das pelos jornaes do maior circmaco, ao
    menos por tres vezes successivis
    Art. 8 Jnlgar-se-ha constitu la a assembla
    geral, desde que esteja representada urna quarta
    parte das aeces emittidas, legtimamente inscrip-
    tas nos regi-tros da companhia, pele menos 30
    das antes da reunio.
    Paragraphe nico. Tratando-se, porm, de ele-
    vajao do capital, retorrna dos estatutos au dissolu-
    co da companhia, exigvel a maoria absoluta
    das acedes emittidas.
    Art. 9. Nao se reuniado numero sufficiente de
    accionistas na primeira convocacao, cmvocar-se
    ha nova reunio, e nestas os aectoaistas presentes.
    |ior ai ou por seus procuradores, constluem as-
    sembla geral para todos os eneilos legaes dent-o
    da rbita desles estatutos, qualquer que sia o
    numero de acodas represeuudas.
    Art 10 A assembla reunir-as ha ordinaria-
    nenio m cidaile do Bio de Janeiro era julho de
    cada anuo, e extraordinariamente sempre que pa-
    recer conveniente directora, ou sta % re-
    ubmr-trdrts apt>cfc5d Wl rio da di!s ai-
    id.i : p.xleii.le os au lui'sia* utnar tedas -
    loruiacoes que julgarem precisa* par;. orlartri-
    mente de seft voto, ou renfr.-r o adiananW da
    ranaia)
    Art. 12. Em rajara geral aaeswtefGr-. demlr a
    maoria absoluta dos ratea acwlts. r' um voto por cola grupo eaaaajets d> *>
    inscriptas as coaiir.i.* M art'L" atr Mti
    que rorresponden a 20 ralos, aaacana de ajar an>
    accionista* podar ispdr, ajualajaar que ja o an-
    iiiero de aceces que repreaate por i <*u ff
    outraan.
    Paragrap'io nnio. O* arrutantes qcc
    Je l ne |9 acedes |K>dena-ilr ai
    "ps. propondo o qoa lis pararf
    aos lins saraes, e li.irnrnV pt'te naa dtamiii*.
    mas nao lero vote.
    Art. 13. Todo o arrionisn tem O diretode rea-
    parecer pessoalmento ou faicr-se npiijwalar en .
    assembla geral par ruin, arriom.-i roa*titi sV
    sen procurador.
    Nos casos, porm, de ckiriV, da din-clnria e da
    aaanaMb de ame dr rim*, tumaiwta
    reslricfo do art 2." 5 12 da lei n. l.m.1 de 22 d*
    agrele de I8tv>.
    IVragrapbo uueo. As mull, r- r..., reprcea
    tsdas por sens marides m aananaa e e??.'! -
    los prir seus pas, tutores mi nir ..1 r. -,.irtrt.
    pro indiviso pelos re>pntiv
    sociedades, mmpanhias e aannratdn por J*-
    socios, seus gerentes, dirertons tai pr<'pnaam>.
    Art. II. Nos i-ditaes ao c.n
    Was geraes ordinarias c extraordinaria' mdiraT-
    se-ba sempre o lira da irona"
    As assemtilas cxtra lar nem deliberar sobro ponto exlranno ao '*;"
    to da conro'-acao.
    An. l"i. As scsacs da assentoh'-a g*-ral :*
    prisidldat por nm ari-bmMn rtoit, na ocrasin, nqnal i...ni ara um W Uiio t an
    escrutador.
    Art. 16. As deliberan** da awanna pera' -
    giliinamenle mostiluida, quan-b. iiinadas leatra
    da rbita distes r-statnio*. obrigam a todea a* e-
    cionislas embora au<-nle n dbPMliiHrv
    camtuio m.
    Ita nm'nttlr rin Vi ctmn-Tikii:
    Art. 17. A dirocrao* da mnipaala ineeni-'
    urna directora de tres membros, aa qiue* dev.
    pissuir no acto da pofe, pelo rarws, 39 acr*,
    inalienaveis al a appr .wic.io .le n:.* reata- p"ta
    assembla geral: o q je'importa pana qT'i':^
    pela gestan romprebeodida n approvadas.
    Paragrapbo nnic. A direcleri desiimara a-
    tre si nm pri'-idetitc e i;m serretario, este para e^
    etevor s# anas artas r aquelle jiara rrpreaeet> ia
    em suas rdaeSn sdMaaa.
    Art 18. A eleieao da lret<*ia far-so-fca .
    assembla peral dos arrionsta. de tres rm
    annos, |wr esrnitiiiio acerato e maoria alindan)
    das voto presente*
    >e do primeiro e.-crulino nao resultar trr.-*n
    ah-olllta. prot.-dei >e-!ia a KgUli'H i-ntro .- e:.n-
    didalas mais votados em irn-ro di>|4. rt-K a
    livereni de ter eleilos, de-'idnrto a ert- etn er"
    de empalo ; e nesse segundo eserrliiiHi lest^ra a
    maoria r.-lativa do votos para designar o* duc-
    tores eleilos.
    Paragrnpli.i nico. Os membros dr una ''
    toria servrin at qus os novo* eleil'-s -- at-re-m
    tem a tomar patea,
    Art. 19. E" permittida a rraleiftii da vat-
    tora.
    Art. !0. No im|te.lment-> ou falu preJeagad
    de qualquer dlraeaar, as outros din rt '
    aquelle qne reblar, cscolliero nm arrioaisla
    neo para substituir o impedido durante >
    ment, e no caso de vacancia por mere*, renun-
    cia, m outro iimivo) para preeneber o nejar
    exercendo-o snenle at a pnincira reuna !-
    assembla peral ni diara ou exiraoidmana. qu
    so Bjununriar a respeo, ron'iruiaiHln o acri
    ta nsroihbki. on elegendo oiitio rand"l.|
    Art. 21. Compele directora, al n da:- te
    altribniooes qne Ihe >"io inherente*
    8 I.' Administrar lo.l .s os nepoei rl i
    nhia e celebrar i.mIos osenntrat. qne ronvn
    on directamente, mi antorisando i sua eeb-i:
    liodendo noniear o seu representante aa eida.i- '<
    IteeaV.
    i 2.* Noniear pessoa de sna mnfiaa-.-a tara
    lugar de gerente, .pie, se julgar eonvemente. %**
    autorisada a crear na ridade d Reole ; a>
    o nomeado. ou snppnmir o logar, copeme "-
    vi.-r.
    s 3.* Nomear e demittr livremenle tod
    einpregad.is da ronipanhia ; priendo laenjni
    altribuico no ger-nic can restriecao as eanlr
    tes no Keciie.
    S i." Fazer-lhes os respe.-iiv.x nb-n.i ;
    tifleaedM e naraae Um n de-,ere> c attribii
    t '<* Dirigir a i*srri|diirarin da romnan'-ia
    .s. 6.* Fazer rec.dhr in um mi mai* l .. -
    acreditados os suidos pe tencpHtes a rompa:; <
    atatai como arree atar lodos ceilas.
    S 7. Aulorisar as despejas neiesaria
    jH* Comprar a adquirir t el BM I I
    lereise da ompanbia ; nao potaido. |rrm. wa-
    der mi alienar de qualquer modo lien* !<
    an antorisaro da a**.nil.la peral dea aerp-
    nistas.
    ^ 9 Exercer, fimlHi.i'e. livre r.-ral adm-
    nistraeao, para o que Ihe >ao nnlnrgadns pnaxx
    poderes, nos quaes se deven, sem rest^rva alga
    ina, considerar romprehendido todo. me*mo a
    de procurador em eau-a ptopria.
    Art. 22. Qual pier re* ilu.. da diractaria
    tornar exequivel, havendo don* voto* e,*>ere>-
    e deve constar da arta de suas seoes.
    iirt. 23. Ao gerente | se huiver e*te lu?--
    compete:
    I I.* Cmprr toda as orden* e instraeroe* da
    diroetoria.
    8 2* Prop'ir directora a nomeaco, den
    e vencimentos dos empivgado.*, que julgar i
    sarasa na cidade do Recifo.
    s 3.* Celebrar os contratos para que nir f x-
    pressamente antorisado pela dirertoria.
    S 4.* Rerolher no banco, qne Ihe fdr diaignadr
    pela dirertoria, as ominas qne r* arreca I
    de modo que nunca possa ler em sen poder ul .
    ta superior ao valor de sna flanea, que a !
    loria arbitrar.
    CAPITI I.O IV.
    Dii ammitso de exorne de romtm.
    Art. 24. Esta commisso rompor-se-ha .i
    membros eleitos em cada sessao ordinaria da -
    semiiiee jwre por escrtinwe ^eeres** e aaaaapie
    absoluta dos votos prsenles ; servindo de regr.i
    para a eleicao, ou suli*tiiu.,ao de seus m-mbrn*
    o que fica disposto nos arls. 18, 19 e 2. lulo .'<, tanto quanto possa ser appnravel.
    Art. 25. Antes de convocada a reunan orde-
    nara da assembla geral. deve a commisso exa-
    minar os livros, contas e doeuiuentns da enat*,-
    nbia, para, em vista delles, do halanco e relat* i-
    da directora, formular o scu parecer, na se*
    iaipresso c anxexo ao mesrfto relatnria.
    CAPITVLO V.
    Do fundo de reserva e dirUrndrt.
    ArL 26. Dos lucros lquidos provenieeu- da*
    opor eoes elTectivamente concluidas ees eada tri-
    mestre civil, se deduzir a quota de 13 /- 10*/* para prever o deterorameiito d> nalenal r
    fi */ para a formacao de um fundo de rerana.
    Do restante far-se lia dividendo ao acrinai Art. 27. O fundo de ratera*, exclusiraiMaae
    destinado a reconstituir c amparar o rapiui smaal
    contra perdas eventnae* : a sna aeruimUca.
    porm, cessar depois de baver
    somma equivalente a 10 / lo capital i
    Art. 38. Ontrosiin eessar a aeeiwnetoev pata
    prover ao doteroramcnlo do material, e anraa-
    lura tirar ailingido i omma de SlO.anpjSP.
    preonchiile a qual resolve-se em dividen^ a janla
    de 10 /., de que trata o art 2*.
    Art. 29 N*o se far dWrifcaici" algnma aV
    dividendos, emquanto o capital sacad, deetatra**
    por perdas bavidas, nio lr i asigrado.
    TUtpotieit trans/nm
    A commisso especial eocarrrf ada da adnans-
    traeao provisoria da eenpaaWa, lenieeela dar
    membros abarro assignadV-s, Pea mee ida de te-
    os poderes era impetrar do guraran anjnrtaj ,
    apnrovarao oestes eeuautoe, M
    modiOeae'i oa ad.litamento pul latan leo.
    Rio de Janeiro, 22 de maree de H
    Conten d s 9eml*.Bmori dr
    Honorio Anfusio Rikefr.
    A admiaialrafla
    de Lateen* ai
    ana verali
    aba iiuenlo a rrommm |
    cono orfe* dn preleaddn pi
    bunane, m aataediiees dea)
    cinara ihnwiefle as nata
    m;.M aaprelieiNarais mra a
    paaril adniaiiliaaaa dul
    ooo-i: nte, con
    acara apena* ebeio i
    aeras deiraeloraa,ai
    ios coi tamens de erguar* Punanbao


    mm
    .Bkiia>A&$wbMb\(!6 iTergaifetf M 4oJttfflio*dei ilASS.
    \
    condigna
    Itnlaco, o
    aoa#ras cMipfnftriff'' *lerguma
    pprfado djtoaatio do Der ?.*,
    , e o Sr. Honano Bnto com lava-
    mvejavel candi epofir V^pattid* presu-
    mido liberal carvVi* eJnp*fa ftslh&a a
    amparar algw4*4s,na feMidias Jejinib:'li-
    tes, (oomo a Ijjgarchia Leo de.Soma ) con in-
    saaarel nrea>4paljes principies 'qae constiuiem,
    liio de constituir sempre, (no presente nao, no
    futuro talvez) os dogmas da libetil|mo de le;
    i." que, ou rodudi aftrulo|)!.A*cisad, tomo
    est, com a tacalh/oftnii-ioeailtifcsio de contri-
    buir, ainda que a sorfelfti, ''^ara-qne.' soinra do
    oflimsmo do ttano do progresso leonino, venham.
    a medrar tramas, tendentes a cansolidarena a in-
    fluencia de certas e determinadas familias e dos
    respectivos adhertmY, com direela e elamoresa
    ofTensa aos inaufcrives direitos de cada um dos
    inertftros da communhio ; oxpos}c5es estas equi-
    valentes a mais tremenda fulmraacao que ao pie
    tendido partida liberal poderia fazer-lhc o mal*
    pronunciado anlaguisla ; S. Exc. o Dr. H. P. de
    Lucena manda traduzir com empenho, c publicar
    * parecer dt engonheiro Wingard rela'ive
    mexccuc>) do contrato da companhia Recife Drai-
    uage, aos applausos de todos os proprietarios ur-
    tianos, e do povo, que tio vivamente lem soffrido
    dessa mesma companhia odiosa, alim de buscar
    medios eflcaxes centra essa postula potencial
    erguida pela corrupeio do tempo do governo do
    memoravel partido da Liga, ou Progitssisla por
    anlbytese.
    Niio permanece o honrad Dr. H. P. de Lufena
    com a vista fu em remediar soiento essa (liosa
    corrupcio da % contra o poro e os proprieta-
    rios urbanos, denominada Companhia Drainage :
    ae contrario, dando expediente tiro a todos os
    negocios administrativo a seu cargo, laen os
    olhos com todo empenho, prolongarlo da via-fer-
    rra do Recife ao S. Francisco, via-ferrea que ten-
    de a constituir da capital de Pernambuco o em-
    patio coinmertal, nao s da provmeia, como do
    alto sertSo de Pernambuco, Baha e Minas Geraes.
    ad.
    i
    a
    lemasiudamenlt
    as e conserva la*
    verdade o roais
    as palavras relativas a tao momentosa qtfao cotnmetlentlo.todas essas faltas, eommetleu erres :
    auspiciosa empresa, que tanto a peito toma o hon-
    rado pernambucano Dr. Lucena ver realisaJa em
    sua benfica administraco, como a nova llnha
    cajos estudns foram publicados no Diaria i* Pat-
    vambuc de 16 do corrente, e que m porta
    ao povo pernambucano como ao brasileiro ; esse
    inclhoramento do mais gigantesco ponr agrcola,
    industrial e eommereial para a provincia, isso nao i
    nai merece s heneas-di mait simples lembranra
    ou transcripcao dos orgiios apregoados de liberis
    in nomine.
    E' verdade que, csses orgos Provincia e Libe
    ral masearados era populares, mas reconhecida-
    inente orgaos de um grupo lygarchisado com a
    /aconta e antisocial missiio de contribuir, ainda
    qui t sorrelft, p ira que, sombra do oficialismo,
    renliam a medrar tramas, (confirme magistral-
    mente o demonstra o Sr. lirito Crrela ) tendentes
    a contoildarem a influencia de certas e determina-
    das familias i dos respectivos odherentes; nao po-
    dem dar lugar em suas columnas a trauscripedes
    uteii e prove tosas provincia e ao povo, que,
    com a difTusao da riqueza, do commercio e da. in-
    dustria, tender a libertarle do grupo olygarchieo
    Lean de Souza. A Provincia eo Libeial, ao me-
    nos como o manifesla o Sr. Corria Brito, silo co-
    herentes, tanto mais quanto nao sao as vastas as-
    pirarles a que tende o Dr. Lucena em sua excm-
    piar administraban, idnticas as famosas tramoias
    os'is do nao menos famoso contrato da compa-
    nhia Drainage
    O qu se da relativamente via.-ao publica, que.
    ao mereee palavrada Provincia eLiberal; o (|ue
    todos veera em relajo compauhia Drainage, er-
    guida, e ainda defendida pela liga progreuo ; tam-
    bera reproduz-se em relajo inslrucrao publica.
    Neni um artigo ao menos dos presumidos orgiios
    liberaos I nein um vintem agenciado a prl desse
    magno desidertum popular ncm urna nssociacao
    creada para dilfusao da instrncrao popular I En-
    tretinfo o raeretitsinn Dr. P. de Lucena, em to
    dos esses eertamens soclaes, mxime em tudo
    quanto tende ao progresso real da provincia, de-
    immstrase incansavel, tenas c ambicioso da ver-
    daeira gloria. Em rea ci a tudo quanto fica
    exposto, porm, os presumidos liberan da Provin-
    cia c Liberal responden] com a injuria, a difama-
    dlo, a calumnia : mas, a historia, essa Ibes lomar,
    cerno o por, coalas severas, demonstrando quan-
    to sao fallases taes Kberaes, ainda mesma naqnille
    que Ibes fmpde o aerar, ordena-1 he o patriotismo,
    e approva o bom senso. a hoara o o futuro.
    'iu razao o Sr. Klorino de ftrito em desde j,
    CO 11 o especial conhecimento que tem do grupo
    olygarchico Leio de Souza, em lam-ar alravez do
    espaco acuellas duas maguifieas ponles, aquelles
    sus dous tpicos adiniraveis de verdale e. canda-
    ra, a atnvez das tftt&t poler passar. nao s tao
    proviileiite lgico, MOk) todo exercito com ban-
    (Meiras e bagagen?.
    Em misal > i sua Ere. o Innesto Dr. H. P. de
    Lucena, a maiora da provincia que o applaude e
    liHiva pelos ntgi esforcos a favor da instrurco,
    viacio e asptrac5e3 de tod) o genero, ter o seu
    dia d; irapareial juizo daquelles mesmos que ora
    -i m leaiiaai injustos e apaiximads.
    y.
    erad
    M i
    na
    las em quantiA
    'ffienak
    ?4"> m ap,
    estH|)eudo (B^ _
    rTcam assim fra de dunda as raguas qi in
    duziram a companhia a em pregar osappaflhoj
    que collocou as casas de prefereucia aes qu
    "iais usados sao jf.fje lia (naaterra n em toda
    Europa, porqlieprj fafcr funteionar a estes en
    preciso um reservaioria d'aguh em cada casa,
    collorar canos do m flores dimetros ; era precisd
    eniliin fazer outras despezas que exigiriam maio-
    res capltaes, alai de ser-radispensavel, omito
    maior quantidade pVagUA, e perianto milito maior
    dispendio em maenmas. Utcnefs, caVao, etc., etc. i
    e essa a mao -por que tantas veres tanto is-
    tado pela experiencia fcil e pouco dispendiosa de
    se coJIocar em urna casa,de tres andares um reMr-
    vatrio d'agua e tres ou quatro apparelhos de vl-
    vula iguaes a csses mesmos que a propria <*m-
    l>anhia assentou em minha casa, e ella faz ouvdpa
    do mercador, porque no Iho eon-vemsen insis-
    tir na entrega do seus apparelhos sem agua e
    sem limpeza, flda de mais como est nos- elleitos
    que ho de prooirlr a u iftwlenera 'e aimaras
    improprias de quem tem boa fe.
    O art. 5. da fnnovacao do eontrato o mais s-
    plicito e terminante, quando obriga o csssionario
    a adoptar quaesquer melhramenRis feUesem en-
    tra qualquer parle onde se tenha empregado igoat
    systeraa, e que a experiencia mostrar ssrem ne-
    ctssarius para bem do erwf da limpeza e para
    a hyyiene publica.
    Em outras casas desta ri Jado se acham colloca--
    dos e funecionaudo perfwmmeote diversos appare-
    lhos desse systema por miirt apontado e requeri-
    do, e s o ignora quem quer a lodo transe en-;
    cobrir as imperdoaveis e criminosas faltos da eom-
    panhia Drainage.
    Devo confessar que seria ana mentida o cima
    de toda comprehenso pensar que acorapanbay
    petimos a opiitod^tanuJAtle, quando disj-
    que
    njiuua, vjud jpicpaiavau feita pelos Sr4j.
    '.Miman ' e*9 requisitos. Os figados frescos Artu>
    .4os dos. awllioros peixes da estagao, o ma-
    terial de que se extrahe cuidadosamente;
    \ cin>tiihia
    e os
    ContinuaQo.
    ir(o
    lleoilc Ilraiimge
    A eanalisncao em geral, dizem que tem sido
    feita com canos de muito menor dimetro do que
    os mareados no contrato, e por conseguate os
    embaraces apernados crescem extraordinariamen-
    te coto essa fonte do economa e lucro que a com-
    p mhia penua que ser-lhe-hia perenne e quo en-
    iretanto vai Ihe sendo falalissima !!!
    Nao ser difficil provar que a companhia a esse
    rijspeito abusn escandalosamente da f dos con-
    tratos e da confianca Ilimitada que o engenheiro
    il Ihe prodigalisava.
    Ha poneos dias a companhia trabalhou em mu-
    dar os canos d'Agua as Cinco Pontas por outros
    de maior dimetro, visto como os que al'.i estavam
    para a dislribiucao d'agua nao s eram muito es-
    trei'os, como estavam oxidados, entupidos ou fu-
    rados.
    A companhia, porm, carrega agua em cesto
    roto : lira us caaos de tres pollegadas e colloca
    qutrns de quatro, quando devia fazer toda a eana-
    lisacao com canos de muito maior dimetro : foi
    poitanto um trabalho que nenhum proveito Ihe
    pode abarrotar, e smeate paga muito caro a sua
    ambicio descomedida : gasta improfiruamente nes-
    sea concertse reposi'.oes tddo quanto tira de lu-
    cro as dionnicoes indebitas dos eticanamentos.
    A sua perla por conseguinte ser total, ?. sua
    queda ser iufallivel" se o governo cnmprr o sen
    dover, exigiudo que a companhia execute fielmen-
    te o sen contrato como foi eslabelecdo e de sua
    obrigacao : nos nao podemos ficar com os appare-
    lhos ptridos e fedrenlos, queja teem feto muita
    ente abandonar as casas, o que vira a ser um
    grande prejuiso para os proprietarios, que sero
    obligados, como ja diese, a fecha-Ios de pedia e
    cal, para se verem livres da peste e podrido que
    assim mesmo os perseguir por causa dos mias-
    mas exhalados pelos que ihe ficafem visinhos,
    sendo por conseguinte a cohscqneneia inevitavel
    a continuace do despejo as pnaias, por cuja
    suppresso lanos esforcos se tem envidado.
    Em continuaco a companhia calculuu que grao-
    de-, vantagens e" lacros se tirara com a collocaco
    dos chamados apparelhos automticos, porque
    nao ree-ebendo a bola seno urna diminuta quan-
    tidade d'agua, poupar-se-bia grande somma de
    despeza oecessaria para o supprimcnto de carvo,
    para fazer as martiinas que mandam agua torre
    tr.ihalharem con tros muitos dispendios em uteasis e mesmo em es-
    tragos do iaclunismo.
    Conhecendo a companhia que a agua que di^-
    tribuia peles apparelhos era insufficienle para le-
    var as materios fecaes e limna-lo?, lsmbrou-se de
    lancar mo de u/n oulro aJvrtre que se Ihe afigu-
    rou" una taboa de salvacl e foi elle a lavagem
    dos encanamentos: mas como suas vistas sao
    serapre os lucros e nao o cumprimento das anfrga-
    e pre em vistas nao augmentar a despeza, o que se
    segu que nao podendo fazer esse servico de
    urna vez, fa-|0 cada dia em peqgeoos districtos, de
    sorte que quando vai faze lo notamente em outro
    distrielo, j o enenntra entupido, e assim o servi-
    CP e sempre difQcil e incompleto, e feilo cusa da
    cessacao da distrbuic-Ao d'agua aos apparelhos,
    porque, ou bem ha de empregar a agua para a lava-
    gem dos encanamentos, ou bem ha de distribu-la
    aos apparelhos, e essa falta constante d'agua os
    nutitfsa completamente, porque os i)Se no estado
    de podndao iasoeporiivol oa qaeelles se acham
    sempre.
    A u^nhia eeieiidea^TO^rt^Big^gdas
    tmssemm entrara eom aramd sMma. ewprew
    a** rparetao, da 9^m^^qs^wm-mm1u pd-
    agua evitara e h 5 ehaird f rna, sinda *
    ommetteu
    um engao manifest : a companhia fez tndo
    quanto deixo descripto com perfeito conhecmento>
    de causa : engeitheiros como o Sr. Law, que gozara
    de reputarlo europea, nao se podiam engaar as1
    reusus mais triviaes, mais simples e mais come-
    sinhas de sua profissao : todos esses grandes er-
    res qu# acarretam necessaajamente a lerda da
    eompatiMa a obrigar a gastar tarve mais do
    queja teni gasto em mndftf os anDareRios*, as bolas
    e os encanamentos foram voluntarios, fllhos de'
    clculos ambciosos.dc mf e de urna vontade feroz
    de extorquir de nos grandes sommas de dinheiro
    por cousas que nada vatem, e nos deixar todos
    oceupados em procurar corrigr defeitos msana-
    veis desse presente do inferno com que nos m-
    mosearam, e alera disso sujeitos de um para ou--
    tro instante a sermos victimas de horrores iguaes
    aos de Buenos Ayres e Rio de Janeiro.
    Teremos nos, porem, muita razao de nos que-
    xar do Sr. Law e seus companbeiros, que tem
    interesses em poupar despezas que redundan) em
    lucros seus, ou do nosso chefe Ja reparli;o das
    obras publicas que encarregado pelo goveruo de
    fiscalisar as obras da companhia e que deixou
    correr tudo ao talante deila, illudindo o pres-<
    dente da provincia e mandando sem mais exame
    pagar o que a companhia exiga, c allirmando,
    quer oJJlciahnente, quer cm seus communicados
    que os apparelhos lurnecidos pela companhia
    funecionavam bem, quando os proprietarios, que
    alagara c isas, estao arriscados a ve-las completa-
    mente iuutilisadas, porque os alugadores as estao
    deixando, porque nao podem supportar o fedor dos
    apparelhos, tal que at pode causar mortcs repen-
    tiuas,|ponjuo ninguem desconhece quanto sao ve-
    nenosos os gazes que se desenvolvem das latri-
    nas ? I I E hoje fcil mostrar um crescido nu-
    mero de casas que estao nesse estado...
    O Sr. Dr. Tiuurco nao se lembrou que era per-
    nambucano, e que sujeitava sefls irmiios a urna
    grande despeza, a um grande iacoramodo, a um
    grande prejuio, #, o que ainda mais a um
    grr.ndei perigp : nao se lembrou que era chele da
    repartilo a quera incumba velar pela boa execu-
    {ao das obras da companhia : n5o se lembrou
    ainda querecebia ama gratiflcaco espacial para
    desempenhar esse lugar com o mteresse e fideli-
    dade inseparaveis do seu cargo : metteu-se na
    concha e revolvendo-se no seu macio e luxuoso
    divn, dsse : Deas nobis h.-ee ota fecit...
    Nao ha portanto possibilidade de increpar-se a
    companhia Drainage do mal feilo de sua* obras
    sem arrastar o Sr, engenheiro fiscal barra do
    tribunal para responder perante o publico pel
    completo lodefferentisino cora que abandonou o
    seu posto e nao enmprio com as suas obrigacoes.
    Quem ti ver lido eom altencao os meus otados
    e communic.idos deve estar inteirado da maneira
    ponpie pens a respeito da companhia Drainage
    e do empenho de que estou animado para que
    ella preeucha os lins que se leve cm vista, e nao
    liqaemos privados das vantagens reaes quo dola
    deviam provirse as obras fossem executadas com o
    louvavel intento de cumplir o contrato, do que es-
    tiraos muito longc sem duvida, porque a compan ia
    envida todos os esforcos para continuar o caminho
    que encetuu no que fi at a pouco tempo escaada-
    lusamente protegida pelo engenheiro fiscal e director
    das obras publicas, que ao lira de militas ferroadas
    que Ihe tendo dado, deixou o leito de rosas onde
    a commodo repotreava-se descuidoso e sahio-se
    multando a companhia em 5:8005 por adiar era
    mo estado 380 apparelhos, islo quando* quas
    que nao ha um so que fnnecone bem. A com-
    panhia Drainage me nao qner qUe o Sr. enge-
    niieii'o liscal a exceda em sagacidade e esperleZa
    consta que responder ao eximio fiscalisador que
    elle liona obrigagao de acensar, a imperfeicao
    dos apparelhos dentro de 2't horas c como o dei-
    xara de fazer no prazo fatal, nao pagava a multa,
    e assim ficou o nosso engenheiro liscal bigodeado.
    Amase a trair/w, aborrcese o traidor.
    Dizem outros quo sao arrufos de namorados,
    e que depos se fazeni as pazes: elles la se eu-
    tendein e muilo bem, segundo parece.
    Vamos adiante :
    A companhia Recife Drainage fez urna grande
    questao por ter ou pensado que o volume do
    reservalano d'agua latbem poda concorrer para
    augmento da pressD e o nosso bom fiscal acom-
    panhou-a nessa anglica toada, para mostrar ao
    publico que elle tambera entende de ptnsiea,
    quando coitado, elle disso nao pescijuem urnapiaba.
    (Continan
    outrtj nytts, 11**5felfas sM llMMtatnenf
    te puras. Os medkm attestara, que con
    qualquer urna dells, teem logrado ascurag
    as mais extraordinarias, nos casos de phty.
    sica apparente, febre pulmonar, pneumona]
    bronchites, astbma, tosse ciironica, anginas,
    pleuresa, affecrao doflgad, debildade ge-
    ral etc.
    lx>> lloi'idu de Hurru> ti I^u-
    imm.-A verdadeira prova da geimidade
    e pureza de qualquer m perfuate extrnbido
    das flores consiste na sua dur-adburo exis-
    tencia quando exposlo influencia do ar. O
    aroBM temado de leos ehiinicos desate-
    co em breve e-eixa apa de 9 una cheiro
    por certo urai pouco ^gratfarvef, porem
    aquelle que obtido mediante a dslillaao
    de frescas e odosileras flores, so apura e aper-
    feK-c'.a pelo contacto do ar, e por conseguni-
    te a su* duta;So de maior espado de1 tem-
    po. Kis por isso que a agua Florida it
    Mnrray e Lamman, fornumilo urna eoneeu-
    fRadW produeeSo das mais rt*M florea do
    'St!, panhadas durante o zenhh da sua flo-
    rescencia e maior fragancia, nao s posado
    fresqaichio d'mu fresco ramalbetc, mas
    tambem indestractivel e inextinguivel, a
    nao ser a efcepro de lavagem do len-
    co anteriormente humedlciilo na mesma.
    RECEBE/JQRI^ I
    1UES
    GB
    IT REHMf f .PEBNAUBUF,, ..
    t a 21. -.OfJttjft
    .... :lt>92i
    Randimento
    dein do dia
    ::o0i>823
    NSLAOO PROVINCIAL
    Jdiaa.a[. M:lOUS9
    21...... 7:9064701
    ?V 400; 101*697
    EDITIS.
    O iiim. Sr. hspectpr da fliesouram provin-
    cia! mand'a faer iiudIJ, que, em cumprimeuto
    da ordeui do Exra. Sr. presideote da -provincia,
    vai a pr-ca no di 26 doVorrcnte, paa ser arret
    matado por AeApoffnlfl jler a impressao
    dos trabalhi* !dV r*Pfip% fcrovineiaes, pot
    teniBo de 3 aMsaadMaviMMle julho proxioi
    vindouro, servindo de #ise a quantia de 5:000#
    annuaes. ,. ,
    pfcWStsut vaaatsst
    junta no dia acimainencionado, peb meio da e
    competentemente ln*WBs^
    E pai constar sd owndoa naMtear o present
    J OBWetaria da tfla irta- arovfatial de fmttm-
    buco, 17 de junho de 1873.
    ti -.--.f- > OofrMalmMor
    Miui <*b I art tk-h. rWlra.
    Pola thesouraiia provieci.lj w fez publico quoi cao
    le at/no sobrado grande Art barrde (Knona den.
    de subndo pela estrada nova a terminar na t.a-
    vc**a,.do altfcl, arguindopor ella atao-rin Ca-
    praanlK', donde voltando a referida 'ra\
    o mencionado sobrado grande, donde rejrolno pe-
    m\ estrada do Luecas em frente casa do Rangel,
    0# ella desea at ao sitio do capitn Jeronvmo,
    segurado af a estrada que vai ao Atterrinho, 'don-
    do segar-m buha reeu al a gamboa do iquia
    pela qual descendo vira ao ponto de partida peate
    dos Afcgadea, con>r%ieiidend ledos os sitios e
    casas inscriptos norte oircnlo e ainda os qne esto
    ora, mas que ffcan inargein das estradas qner
    direta qner esquorda eom serventa para ellas,
    excluida a parte coraprehendida nos limites da
    cidade.
    Que a povoacao do Giqui par.isse da respectiva
    barreira ate a bomua qae vai u;r ao engeabo de
    Qae a do Harro partiese desle ponto at chegar
    ao muro do engenbo Peres.
    Que a da Tagipi partisse da bomba ate ao alto
    da radeira de S. Joao.
    Que a de Jaboatio partiese da poote do rio La
    at a de Jaboatio, ceropreheadcmto o que Mea ios-
    eripio peles dous rk assim como todos os sitios
    easas situadas a dreita e a esquerda do< refe-
    ridos limites e eom serventa para as estradas
    tjtrea da Boa-TIagem partisse do sitio de Joan-
    na dos lassos at ao sKo *> ato, donde cortando
    em lraha recta v Mr a abela e por esta ahaixy at
    confrontar com o ponto de partida.
    Que a da Venda-Grande partissv do Focinho do
    o e terminarse no sitio de Joaquim Marques.
    Que b p jvoaean de Muribeca se limite oa cha
    > aionte em qw> est situada a encontrar as tr-
    ras dos engenho Novo, Murihequinha c Conc i-
    podorSo iiformar-se da
    trato d*arraouUr;o.
    licitantes qae o
    dulas.
    liase
    dom-
    Que se pode evitar e curar a caspa, essa mal
    6o feio e que tonto damno cansa ao cabello' ?,
    Applicaado o vigor do cabelle.
    por
    PllAA DO RECIFE 21 DK JUMO
    DE 1873.
    S 3 1/2 HORAS A TARDK.
    ('oiiicfic^ ofticiaes.
    Cambio sobre Londres a 90 d^v. 2o 3|i d.
    IJOu*, hoje.
    Dito sobre dito a 90 \v. fi 3[l, lo 7,8 e 261|8,
    sabbade
    Cambio sobre Lisboa a 90 div. 106 OpO de pre
    mo, sabbado.
    Dito sobre dito a 3 d[v. lid OjO de premio, do
    banco, hoje.
    Cambio sobre o Rio de Janeiro a 8 div. ao par,
    Wp> ,
    Leal seve
    Pelo presidente.
    A. P. de Lemos
    Pelo secretario.
    ALFANDEGA
    clendimento do dia 2 a 21. .
    dem do dia 23. ....
    602:29976l
    N:aW
    mjtmm
    Descarregara hoje 2o de junho de 1873
    Vapor inglez Boyne (esperado) raercadora3 e
    bagagmis pira allandega.
    Lugar inglezFlewer 0' Morayfarinha de trigo
    ).i despachada pura o caes do Apollo.
    Brigue inglez Roberl Anderson mercadorias
    para alfandega.
    Lugar portuguezJuliovnho para deposito no
    trapiche Cunha.
    1 lllWOI*tt%i'HO.
    Porlos do suVa*|or nacional Guar-, con-
    signado a Pereira V. & 6., manifestou :
    llio de Janeiro.
    Cigarros C barricas a Carvalho Moraes.
    Caf 4 saceos a J. .1. F. Aguiar.
    Fumo 80 latas. ordeno, -22 pacotas e 4
    caixasT. Ramos dr Machado, 17 latas aos
    consignatarios, 78 rolos a Beltrao & Fillio,
    50 latas,.60 1/2 ditas, 12 caixase 8 rolos a
    J. M. Palmoira, dito picado 1 caixa a B.
    Reis.
    Camellos t caixa a J. J. F. de Aguiar.
    Papel pintado 3 calxas a Carvalho Mo-
    raes.
    Rap 9 caixas aos consignatarios.
    Sebo 40 barris a Cuedes de Araujo.
    Tinta 3 barris a Laltiacar.
    Babia.
    Charutos 9 caixas a 1). C. Ferrera, 7 a
    Cunha & Manta, 1 a Monhard A C, V a D.
    A. Matheus.
    Massa 100 caixas a S. Bastos & C.
    Tinta 2 caixas a J. d'Almeida dr C.
    de conformdde'tbm a brdralfo'Rxm. Sr. presi-
    dente da prorine ae hontera datada, vao nova-
    mente ptaca, no-dia26 do ion-ente mea. pata se-
    rem arrematadoe por quem mais dr, e por tempo
    de 3 amos, os impostes proviaciaes, iactasivtf o
    dizrm marcas de Tacarat e Flores, 0 com e abate de 5
    por centono preco por que (oran nPimamente ;m-
    nnnciaes, fie ando assim reduado :
    Taenrats pur naso. .... 2194*410
    Flores, por anno..... 3.*8Jiileo
    M%Maab # BDkdta paikar upr*erje
    pelo jornal.
    Secretarla da-HUsdiarla protioeal de Pernam-
    buco, 19 de junho de 1873..
    O omcil-maior,
    "m. A. Ferretea,.
    sobrt e?sONaaeaa aViy .'u'i('/r.
    BURRO DO RECIH.
    Chafarir e nica o raes o Apolla.
    Ilito da ra da Cruz.
    I'io da ra do Irtim.
    Dito e hica do Forte do Matlus 1*
    BAMB DK SANTO AJCTOMH.
    /
    aata
    Jutzo dos feitos efe fazenda
    nacional.
    r. I ia-piim Concalws Lima, juiz de direite
    privativo dos feitos da fasenda nacional, etc.o
    Faco saber a todos que este virein qae no dia
    4 de julho prximo futuro se vender em praca
    publica doete juizo petas i I oras da manila (na
    sala das audiencias, 1 sitio sera casa, denomina-
    diy-*lMo Tapido -, em trtinda^ ni* et do- mar,
    avahado por 4i.0|'iP6, ]>eihorjdo a Jos Roberto
    do Espirito Santo, para pagaiiewo do que devem
    os herd^tros *n finado Jos Joaquim de Ahneida
    tuedes.
    E ftafai que ehegue a notMa a ttlos mandei
    passat pfesenn. urTIi
    Ji Dado e passa o nesta cidade do Recife de Per-
    namburo, aos T. do inez de junho de 1873.
    Eu, Jos Francisco do Reg Barros, cscrvao o
    snbserevi.Lima.
    Pagar aCnal 200 rs, de sello.-R. Barros.
    Qiie a do Caxang paniss da nadara at a en-
    trada da ra, eagamde a duaita at o lugar deno-
    minado serio ate a marge'm do rio onde limita
    com trras do Poeta e a esquerda at ao Amlmle
    a sahir na estrada do Caxang pela Vanea conti-
    nuando alm da pome suspensa al a povoacao do
    rura, e iimitando-se no povoado das brrelra<,
    coraprehendendo todos os sitios e casas diretta
    en esquerda das estradas e cora serventa para
    ellas.
    (Jue a :i T.H-zla liruitassa ao norte eotn a es-
    trada do engenho S. Joao, partiudo do cruzeiro de-
    nominado Barbadnho at o cruzeiro do padre Jo-
    s Simoes, ao sul com a estrada nova municipal
    afe encontrar com a do engenho do Meio; ao aas-
    cente cora a estrada velha do corredor, pertindo
    do cruzeiro do BarBadinlio a encontrar com a es-
    trada da Matriz, parando do cruaciro do padre Si-
    mdes a encomiar eom a estrada do engenbo do
    Meio.
    Que a pnvoacao de S. Loureneo da Matta par-
    tisse da bomba da Cachaca coraprehendendo o pi-
    voado limitado |r trras dos enpenhos Arraazem e
    Roncador, continuaodo al o cemiterio.
    Finalmente que todos os sitios e casas inscrii
    tas nos diversos crculos trabados, como as qua
    ficarem fra delles, mas que tiverem serventa pa-
    ra as estradas e iravessas mencionadas serio com-
    prendidos na matricula geral c os respectivos do-
    nos e n)oradores obrigados ao pagamento animal
    da taxa de cada escravo de conformidade cora os
    2 e 4 do art. 43 do citado regulamento de 28
    de marco pe 1868.
    E para constar se lavrou este termo que todos
    assigaaram.
    Manoel Cvrneiro ae Souza La*rda
    Tlieudoro Hachado Freir P. da Silva
    Jcao Laiz Vctor Lieulier
    Edital u. 143.
    Pela iospecloria da alfandega se faz publico que
    s ti horas do dia 26 do corrente Se ha de arre-
    matar, livre'dfe diraitos, porta desla reparucio,
    onde se achara a respectiva amostra a mercadu-
    ra, abaixo declarada.
    Marca P F B n. 73-30J barris. viudos de Lon-
    dres no navio inglez Gloria, entrado neste' porto
    em 2i> do mez passado, com 3,4 2 lulos de plvo-
    ra avariadn, avahados par 3:7860f>, e abando-
    nados aos diretos por Saunders 8i-otlters 4 C.
    Alfandega de Pernarabuc'o, 3 de jnho de 1873.
    O inspector
    Fabio A. de Carvalho Res.
    ella mu raid erro, scaiotott
    Agridceiincnto.
    ilai ati-fiar oque c le Cesar.
    [FoioqueVnu.sensinou a seu povo).
    O abaixo assignado por si e pelo seu
    commttente o capito Pedro Chrsulogo de
    Lima Buarque, proprietario do engenho Glo-
    ria das Virgens, termo de Porto Calvo,
    provincia das Alagoas, agradace e louva ao
    mui digno chefe de policadesta capital, Dr.
    Correa d'Araujo, nao s pelas maneiras po-
    lidas e altencosas que dispensou-me quando
    tha communiquei. a fuga do escravo Bernar-
    ihno pertencente ao referido Sr. Buarque,
    como tamben pela promptido de suas or-
    dens para-ser recolhido o dito escravo casa
    de detengao, descobrindo-se por esse meio
    a pessoa qae o tinha oceultado. Sempre
    que nos altos cargos policaes se empregar
    magistrados intellgentes, justiceiros e cuai^
    pridures dos seus deveres, como o que ac-
    tualmente oceupa o cargo d chefe de poft-
    cia, o direito de propriedade, soguranca in-
    dividual encontrar urna garanta, os crimi-
    nosos urna severa punicao e os abusos que
    infelizmente certas autoridades subalternas
    commettem, sarao corrigidos. Cam estas
    palavraA queremos apenas patentear osnossos
    sinceros agradocimentos a autoricade- quo
    nao coi)sntioqu:j certo individuo so lo-
    cupletasse com os servicos de escravo
    a4neio.
    U"cife, 23 de junho do 1873.
    Joaquim Jos flrigues da Casta,
    Oleo puro moriiciiml de 0ga de bacallif, de Lumiiaii tt
    Kemp.Com'obatsamo plmonico, toni-
    eo, contra-irritante, fortificante e curativo e
    como molo de reparar os esrragos produzi-
    dos -nos- aystemas pala inola&tia; o oleo de
    figado de bneathf'.d, ooctjpa unJ lugar proe-
    rajnente no reper'.orio da profissao regular.
    O grande objecio esta em atcapaa-U detwi-
    xo da forma legitima e rais elficaz, e s#re-
    OESPACHS DE EXPORTACAO NO DIA 2 1 DE
    MAIO DE 4871
    Para os partos do extaior
    Na barca brasileira apid, para Liverpool,
    carregaram : 6. Neesen 4 C. 444 saccas eom
    25,319 I[2 kilos de algodao.
    No vapor inglez Mimosa, para Liverpool, car-
    regaram : A. Howie&C. 174 saccas cera 15,081
    1]2 kilos de algodao.
    No navio inglez Fuzilier, para Liverpool,
    carregaram : H. Brothers & C. 77 saccas com
    5,360 kilos de algodao; V. JefTeries & r!. 600 saceos
    com i.000 kilos de assucar mascavado.
    Na barca francesa Ville Rernard, para Li-
    verpool, carregaram : J. Pater & C. 2,00!) saceos
    com loO.uOO kilos de assucar mascavado.
    No navio allem.o Gloria, para Liverpool,
    carregaram : S. Brothers 4 C. 4|450 saceos cora
    333,7oO kilos de assuear mascavado.
    -- No lugar inglez Flewer O' Moray, para o
    Canal, carregaram : R. Scbmmettau i C. 5,500
    saceos com 412,500 kilos de assucar mascavado.
    Na esenoa alterna Jacobus, para o Canal,
    carregaram : J. S. Loyo & Filho 1,460 saceos cora
    lOo.OOO kilos de assucar mascavado
    Pdra os porlos do interior.
    Para Maranhao, no vapor brasileiro Guar,
    carregaram : T. Christansen- 70 barricas com
    3,316 kilos de assu:ar branco e 110 ditas com
    8,387 ditos de dito mascavado ; F. G. Bastos & C.
    8o ditas com 6,5*41 ditos de dito branco ; A. Quin-
    tal & C 16 ditas com 1,040 ditos de dito refinado;
    L. J. Silva "lUimarhes 12 ditas com L3S6 ditos de
    dito branco ; Carvalho & Nogucira 59 saceos com
    3,750 ditos de dito e 25 ditos cora 1,875 ditos de
    dito mascavado.
    Para o Rio Grande do Sul, no lugar brasi-
    leiro Rio Branco, errregaram : P. Vianna 4 C. 425
    barricas com 40,164 kilos de assucar "branco.
    Para o Rio Grande do Sul, no Patacho bra -
    slleiro .Mana Amelia, carregaram : E. R. Rabello
    C. 188 barricas com 22,608 kilos de assucar
    br?nco.
    Para o Para, no patacho brasileiro Olinda,
    carregoa : J. C. Moreira 30 barricas com 2,371
    1(2 kilos de assucar branco.
    Para Mossor, na barca ;a Flor do Jardim,
    carregaram : L J. C. Amorim 6 barricas com 528
    kilos de assucar refioado ; J, L. FeB-eira Riboiro
    2 ditas cora 0 ditos de dito bftaco e 1 caixa com
    52 ditos da dbce.
    O lllm Sr. inspector da tbesouraria provin-
    cial manda fazer publico, que em cumplimento de
    ordem do Eim. Sr. presidente da provincia, vao
    novamtnte a praca no da 26 do corrente, peran-
    te a junta da azenda_desla iesnuraria, para se.
    rera arrematados a quem ni s der, os pedagios
    das barreiras abaixo declaradas, que em conse-
    Suenria do abate de 5 por tanto licarain reduzi-
    as :
    Giqui. 5:9834670
    Ponte dos Carvalhos 762*350
    Jaboatio 4:703*680
    Mangunho e Capunga 2:820*540
    Morenos 1:582*130
    M-itocolomb 1:568*.">'3
    Tapacur 1:413*973
    Manda m*is fazer publico que se por falta de
    licitantes nio forem arrematados os mencionados
    pedagios, serio elles cobrados administrativamente.
    Secretaria da tliesonraria provincial de Pernam-
    buco, em 23 de junho de 1873.
    O offlcial maior,
    M. A. Ferreiva
    BECUBACOB,
    9. batalho de infantaria
    O cpnselho econmico deste batalho contrata
    cora qein raaiores vanlageusofTorecer, os gneros
    abaixo declarados, sendo elles de prraeira quali-
    dade, para o fornec'miento do 2' semestre do cor-
    reote auno, e regulad s pelo novo systema m-
    trico decimal fraucez, a saber:
    Arroz pilado, assucar mascavino, a eite doce,
    bacalho, caf em grao, cha verde, carne se;ca,
    farinha de mandioca, feijao preto, dito da provin-
    cia ou mulatlnh, lonha, manteiga ingleza, dita
    tranceza, pes de 172 gi nimos cada um, ditos de
    114 grmmoscada um, toucinho o vinagre.
    Os pretendemos devem1 apa^'entar suas propos-
    tas selladas, em cartas fechadas, at o dia 23 do
    corrente. < 10 horas da mrnm, na secretara do
    respectivo quartel.
    Qnartel do9* batalio de infamara no Hospicio
    era-Pernambuco, 16 de jtioho de 1873.
    Odilon Kiock Romano
    Alteres secretario lote:mo.
    Chafari/. do largo d<>anao.
    Ilito do largo de l'cdro 11.
    Dito do larga do Vni*>.
    Dito da roa da Sai.
    Wto da ra da /nform
    BAIKItfr Di: a. JWC.
    Chafarn do largo da Kibcira.
    Dito da raa de N. 9. o tavta.
    Dito da ra Imperial.
    Dito da entrada da CahaBu.
    Wlo do largo de .Wa Seahoca
    Affogados
    BA1HHO DA kVU-VliTA.
    Kltafariz do caes de Ciipibwrtw..
    Dito da ra da Aamra.
    Dito da cidade ata aV Sanio Amaro
    Dito da ra do Principe.
    Dito do largo da SoladaaV.
    Dito da caixa d'agua dos Krcs.
    Dito da praca de Onole d'Eu.
    Dito da ra de S. onca'o.
    Dito do S. Amaro das Salina* I ': j#K
    l'ASSAGKM HA MAKIIALK^I.
    C.hafanz do largo do Vimm.
    Dito entro as 2 ponles
    CAPl.KiA.
    (Iiaf.'riz da ra dasIVrnamluKa-.
    MOMEIMI.
    chafan/. dessa paaaagaa.
    Al'll'ICtrS.
    Chafariz dessa povoacao.
    Ksrriplorio da rornpanhia do
    17 de junho de 1873.
    0 secretario.
    Jo'- Honorio B. de Nnse&*.
    Pela regedoria do Gymnasio se faz publico
    une em virtud* dos arts. 82 e 83, os poueionislas
    s podem ser coofiados a seus pas, ni.is e lulo-
    res, correspondentes ou pessoa* qae os paaMUa
    acompanhar, apresentando estas requisieao espe-
    cial e por escripto.
    Gymnasio Provincial de Pernambuco, 13 de ju-
    nho de 1873.
    O regedor interino,
    De i n/usto C. M. da Silru Sanies.
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife.
    A juota administrativa desta Santa Casa, alara
    dous terreos que possuc no lugar dos Arrumba-
    dos, hoje Duirte Coelho, sob ns. 39 e 40 tendu
    aquelle 390 palmos c este 309 de frente c ambos
    de fuudos at a baixa mar.
    Secretara da Santa Casa de Misericordia an
    Recife, 7 de abril de 1873.
    O escrivao,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    O administrador da recebedoria de rendas in-
    lernas geraes faz publico que ueste eanmbl
    mez de junho que as corporacocs de mao mora,
    em cuja classe se comprehendem os bospitaes,
    bancos etc. teem de pagar, livre do multa a dci-
    ma do 2. semestre do exercicio de 187273 cor-
    rente, e findo o referido mez ser paga com a
    multa de 6 0|0-
    Recebedoria de Pernambuco, 13 de kinho de
    1873.
    ____________Mauoel Carneiro de tara Lacerta,
    Obras militares.
    Tendo sido autorisaao> o* c ntert. de aa-
    precisa a cavalUhc* do d-'i->-**> e*a*^al da h-
    truocau, oreados em 2.uaMlia, *m naeiletai
    tessoas que a enes auMrem caocurrer a apwiiji
    tpr suas protestas fechadas, amia dia de 13 *.
    aorrenle, na reparticao da- t!>ras aaMieaa, adr
    sc acha o orcamento.
    Pernambuco, 19 de jun' a de 1*73.
    Chmsnhtn F. de Castro Cliaaai
    A cmara atuairipal d BrraV,.
    testemnnliar do Ri d- Jaueire qn- u'i (m *
    balde que solirit> xiiio na remes.-a di- i-en pin- nareWM
    formar-se e ennqntrcr i liiblinthera man
    que ter d-' funccian.ir aa p>
    corte, pilo presente convida .. hxlu* o* reata
    nicipes a remetter a .-*! eaaan t ttm m
    os com que cnt ndereei derer an\ Ki-I
    rao paHintiro.qnao grandi c-npriho. certa >
    qu>'o-<"!< iniipi i,m-i,. r*i dr a-adir a
    esse appello c desse i.i kIh pirtiripur da gloi'ia da
    refenaa publica.*
    Paco da cmara inuniripal Jo R rife, 4 de fa-
    nho de 1*73.
    Manoel Joaquim do Itcpo e Al
    Prn-prcsiilentc
    Pedro de Albu pi> r^ec Autran
    SaereWw.
    SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
    RECIFE.
    A junta administrativa desta santa casa noten.
    do realisado a arromatacao do fornoi-i-rento de
    assucar paraos estabelecimentos pij* seu cargo,
    no trimestre de julho a selembro vindonro, recebe
    de novo propostas na sala de suas sessoes, pelas 3
    horas da tarde do uia 26 do correnle, tomando
    por base os presos ofterecidos de 240 rs. o kilo-
    grammo do de n. 2 o 208 rs. o de n. 3 ; apre.-en
    tando os proponen aa aa re-ptetivas amostras.
    ' Secretara da santa casa da misericordia do
    Recife, 20 de junho de 1873.
    O cscrivo
    Pdro Rodrigues de Soma.
    LAPATAZfA da alfandbga
    Rendimento do dia 2 a 21. 11:565*231
    dem do dia 23...... 459*477
    V0LU5TES SAHIDOS
    -No dia 2a 21......
    Pnmcira porta ao da 23. .
    Segunda porta .....
    Terceira porta.....
    Trapicho Conceicao .
    SBftWCO HAaiTHfO
    Arrarengas atKanreaaawvita traatehe
    da alfandea ao di S a M. .
    Ditas tas ao dhv .
    lavioe atracados no trap. da alfandega
    ArrarengAS........
    *o trapiche Gemeeicia
    O administrador da recebedoria de rendas
    internas geraes fai publica, que em virlude do
    ' do art. 2 do regulamento 4,129 de 28 de marco
    de 1868 foram dema-cados os limites desta cidnde,
    das povoacoes dos arrabaldes e das freguezias de-'
    fra da cidade, constantes do auto de demarcaco,
    assignado pela respectiva commissio e abaixo
    transcripto para a matricula geral dos escravos e
    pagamento da tnxa no quinquenio de 1873 -1878
    a que ficam sujeitos os douos dos mismos escra-
    vos, que poderao reclamar coutra ,a desgoacao
    dos limites, como permute o art. 18 do referido
    regulamento.
    Recebedoria de Pernambuco, 23 da juoho do
    1873.
    Manoel Carneiro de S uza l.aerda.
    Anuo do nasciinento da Nosso Sonnor Jesns
    Christo de 1873, aos 7 das do mez de junho nesta
    cidade do Recife, aeliandu-se reunida a commissio
    comeada em virtnde do 2- do regulamento 4,129
    de 28 de marco de 18158, e estando presentes todos
    os seus membros abaixo assignadfts, para o flm I
    proceder-io a demarcarlo d is limites da referida
    cidade e dos povoacoes [ora dos mesmos limites
    de conformidade cosa o -i*, os qiues limites de-
    vem comprehender a matricula* gfral dos escravos
    a qual tem de durar no quinqnaonio de 1873 a
    1878 aecordaraof ifuo os limites da cidade com-
    prehendessem todo o territorio oceupado pelas ci-
    co freguezias a saber: 8. Frei Pedro Goncarves,
    Sonto Aafmfo. s. Jos, Boa-Vista, Noss* Senhora
    dn Grao parte da dos Afogados a partir da pon-
    te da Magdalena- ao sobrado grande do bario de
    Gnyanna.
    12.021/711 Qua alm das referidas freguezias fjsse compre-
    hendido para limites da do Poco da Panella e res-
    petivas pbvnacoes, a saber, da Casa-Forte; Poco,
    Caldereiro, Menteircr e Apiaacos, todo o eepap qaa
    paTtirtd.dCruxd'A*mas e scgalndo peL% airada
    do ATratai*o l*mairo*d'aaal entrad* do
    IeBcaaaraeaao a lirnar mu as ierras do enaanho
    Doas-rrmosiatiVnrgein do Gapibaribiv, dooda
    daseendo ssgufese at a ernteoeadnra da gamboa de
    23.127 lafnj-meirlra, ftaandb comprenndido todos os si-
    tos e casas nscrinnta neste eiaculo, aera aomo o*
    qne fTcan i riflffrT13 eTTI'ada do Ar-
    raial e com serventiaYMllW-
    Que o- limites da reguezia dos Al
    respectivas "p,orbaro..
    tiado da poatfl do mflsmo borne e
    M pH lira.n do Qpibaribs atencoaiav
    do pela magm dreita at ae aorta da ._.
    gaaMo "Birr**, dond dasaendo pata estrada qne val
    ter ao corredor do mesmo engenho, seguir por el
    22,877
    70
    261
    Santa casa da misericordia
    do Recife.
    A junta administrativa da santa casa da mise-
    ricordia do Recife nao tenao ainda effectuado a
    arrematacio para o fornecimento da carne verde
    pie hoover de consumir os estabelecimentos pos
    a seu cargo, no trimestre de julho setembro vin-
    douro, contina a receder propostas na sala das
    suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 26 do
    corrente.
    Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
    cife, 21 de junho de 1873.
    O eserivio
    Pedro Rodrigues de Souza.
    Pela ihesoararia provincial tm
    que foram transferida^ pan > dia M de i
    as arremataces seguink-
    I-'ornecimento da limcni i... > tru* i
    pobres da casa de detenra n i tri >
    a tembroprximo \in R.'irreira do Caxan^a. pnr anno
    Secretaria da tbesouraria proaaMial de I
    bar i, 20 de junbo de Mil
    OuAcwlmaior
    M. A. Fcrreira.___
    A cmara municipal Ja ciiltde d> Otada mi
    sciente aos seus innnu-ipes. ouc -m rirtudr da Ar-
    ereto n. 5089 de l de prova as i.i-truc^a prori-oria para rxer^ranam
    le n. 1157 de 26 de jiinim .le IH62, ajae saheaaae
    oni todo o imperio > aiitig' svstciHa d* peae* c
    medidas, pelo >\ de julho proxii-ao \indonm cm liasM-, niagnin
    podar asar mais de aatign sjtMaaa. e novo j i mandado por t ni nratica. sea -- pena* hr-
    postas pela mesma le e iiisiruccfte em ne
    Paco da cmara municipal de Oteada. W de ja-
    nho de 1873.
    Rari da Tatarnaa
    Marcoliuo IN- de Arsmja
    O abaixo aasajaade. Iancadr da rec
    ra detta proviacia, arosefae n i
    impostas i .,* m
    des e ili'-im.i dos predio das enra-
    mo ui'-rta, as cguiates mas Iraressas c
    eos do luirro de S. Fr. IV Ir don-arras, t*i
    !l.
    l!
    de Itaparica, travesea u. n
    pho, s. l :
    Areial do iiniin. cae
    1) Pedro l o traversa i
    do Chaco e neceo da Mole.] : d 'veaan.eni
    le, os senhores inquilinos e locaiari
    das referida ras, u*avesas e
    os seas respectirus recibo e coatralos de
    da ment.
    Recebedoria de l'erniioaaaa, 21 de
    1873.
    Planea def
    M;.;,
    ir -vi
    aaaaax
    praca de
    -
    3
    1
    39
    DO
    BEBERIBE
    Nao se tendo podido discutir o parecer
    dacommisso de enntas na sessao de 10 em
    consequencia deachar-seo tempo aliantado,
    ficou ainda adiada mesma para o dia 2G do
    andante, pelo que se avisa aos Srs. accio-
    nistas a comparecerem n'aquelle dia, as 11
    boras precisas, alim de proceder-se sua
    leitura o discussao ; e eleicao do director, e
    dous membros adjuntos por haver os eleitos
    recusado, bem assim a d um membro da
    commrssao de eontas por se acharem entre si
    impedidos pelo jro do parentescos, findo
    o que tomar posso a nova direccap.
    Ficando desde ji os Srs. accionistas
    certos de quffsesso se far eom o numero
    de accionistas que comparecerem por ser a
    sesso continuaco da anterior o que tem
    em vista do art. 23 dos estatutos.
    scriptoro da companhia, 26 de junho
    de 1878.
    O seGretario,
    Jos H. B. de Menezes.
    Ceiiijianuia d Beberbe.
    ITo \i 25 do corrente, pelas 12 horas do
    da, terlugar ioapreterivelineuto no escrip-
    torraduOTmpanhia,#uado(^jag n. 16,
    a arrematarlo dos clairues e bicas por
    bairros, nao to admittindo propastas que
    comprehendam mais uub um bairro e nem
    >or espaco menor da Um anno. Os Srs.
    icitautes aaa< patucareasa cota seus fia
    dores ou laja/Medo saJasmos no mencio- I*"""**^
    na^ai^uev^aserasprojo^om^rta aa^de \M aa^aa "
    focnaajOiajn^nBescriptonoondo me&oriBaaitoaoa, > a, por tara de
    lugar
    SANTA CASA DA MlSKKICnKlrl.1 It
    ni r.iii
    A Illma. junta admioistrntiA a da sania rasa da
    Misericordia do I! -ife, manda tater pahKcn
    na sala de sua -<--,.- no uiaMdeyubn>. \~- -
    3 horas da larde, lea d > r air -matadas a n-.tr-m
    mais vantagens ofteriver, I lema* de ata a
    tr s anuos, rs ren raaai em jif^
    diclarados.
    ESTARKLECIVKNrlS DK CARIDAD!:
    Ra d > !'.. o Fl'iriaaa.
    Cata terrea n. 45........macara)
    Ra das Calcadas.
    dem n. 34........ **?!(*
    Ra de Hurtas
    SaiM-ado n. 91........6 PATRIMONIO DOS (WPMAOS.
    lina da Sen.ala-veika.
    Casa terrea n. Id......
    Itua do Imperadur.
    Primeiro andar do sokrado a. 81 .
    Segundo dito dito.....
    Coja do mesmo.....
    Ra de S. Goacato.
    Casa terrea n. 22.....
    Ruada Madre de
    dem i. 8......
    Boceo das I
    Sobrado n. 18.....
    Ra da Capa.
    Casa terrea n. II .
    Ra aaiargas.
    Casa terrea n. 19...... ni**
    dem n. 20......... IMe>'"
    Roa da Sensalla Velha
    Casa terrea n. 18......
    Ra da Cruz.
    Sobrado n. 12.......I:
    Ra de S. Jorge Casa terrea u 103 .
    Os pretendenles deveo
    arrematicao aa ama
    *"o i pandado dos I
    pagar akai da renda," o prtamu da >
    que fur seguro o predio ajaa fjoam
    iiKJiito rtmawrail, assin oeeae e
    pera e precos dos apparelhos.
    Secreana da saala asa de
    cife, 2 de jmoao de W73.
    Ptra
    miXtmmit
    i'onsulado prorincTai.
    praaeirn de iaaaa nadaaxa eianen aaaar


    4
    Diario dePeraambuoo Tpga feira 24 de Junlio de 1873.
    j
    *--*O/0 sobre a ronda dos beos de laiz perleneentes
    -_ as cor. rajoes de mo mora, ineorrend na mul-
    la de 6 O/o, os eontribuintcs que dentro do mes-
    rao praxo a*o satisOzerem as respectivas quotas.
    Consalado provincial, 27 de maio de (879.
    O administrad! r,
    A. Carneiro Machado Rio?.
    THE4TR0
    SANTO ANTONIO,
    EMPREZA
    Quarta-feira 25 de junho
    BENEFICIO
    DA ACTRIZ
    Manuela Lucei d'Oliveira
    Primeira representaeo do excellente dra-
    ma etn i prologo e 5 actos, traduzido do nal i a un :
    4 ESTATUA DE CAR\E
    Distrihulco.
    PERSONAGENS DO PROLOGO.
    Mara A beneficiada.
    Perpetua D. Joanna.
    O conde Paulojde Santa Rosa Sr. Santos
    Luciano David Sr. Vicente.
    Um medico Sr. Santos Silva.
    PERSONAGENS DO DRAMA.
    Noemia Keller A beneficiada.
    Fernanda D. Olympia.
    Suzanna D. Emilia.
    Eugenia D. Josephina.
    Herminia D. Rernardina.
    Perpetua D. Joanna.
    O conde Paulo de Santa Rosa Sr. Santos.
    Luciano David Sr. Vicente.
    O marquez Antstacio Casta-
    nholas Sr. Cmara.
    Gabriel Adriani Sr. Rernardino.
    Silvestre Sr. P. Augusto.
    Victer Sr fcEmiliano.
    Fre Anselmo Sr. Flavio.
    Joao Jacob Sr. Mximo.
    Samuel Hofler Sr. Philadelpho.
    Um criado do Restaurant Sr. Julio.
    Mascarados, criados, etc.
    A accao passa-se n'uma cidade da Italia, na
    'poca actual.
    Do prologo ao drama decorrem dous anuos.
    O scenario do 4* arto representando m
    Brilhante jardini illuminado
    e o do 5.* acto, que figura
    O ecmiteriu lie Sant'Elmo
    s5o ambos novos e devidos ao pincel do Sr. Len
    Chape i i!.
    A msica da cancao do 1.* acto composicg
    lo maestro
    Terminar o espectculo com a i.* representa
    ca da comodia em i acto :
    REDE PARA NOIVOS.
    Polycarpo
    Jayme da Fonceca
    Antonio da Fonceca
    Manuel
    Mathilde
    Emilia
    Mafalda
    Josepha
    Personagens.
    Sr. Flavio.
    Sr. Vicente.
    Sr. Emiliano.
    Sr. Menezus.
    D. Jesephina.
    D. Olympia.
    D. Rernardina.
    D. Emilia.
    A scena passa-se nos arredores de Lisboa.
    Principiar as 8 1(2 horas.
    Aviso.
    Neste espectculo haver um trem extraordi-
    nario at Apipucos.
    As encommendas de camarotes a cadf iras en-
    tregam-se at amanha ao meio da, uo escripto-
    rio do theatro, onde tambem est venda desde
    j o resto dos liilhetes.
    THEATRO
    SANTO ANTONIO
    EMPREZA
    Beneficio do Theotonio Jos de Souza, mostr
    da msica do i. batalho de infinita-
    ra da guarda nacional,
    Este espectculo, que esta va annunciado para
    o dia 19 do corrente e que nao pode ter lugar por
    causa do mo tempo Dea transferido para
    Sexta-ftira 27 d > corrente
    com o mesmo programma j publicado.
    O beneficiado pede aos seos convidados o favor
    de conservarcm os seus bilhetes.
    avisos martimos.
    Real companhia de paquetes
    inglezes a vapor.
    At o dia 27 do correte espera-se da Euro-
    pa o vapor inglez Boyne, commandante Reeks,
    o qual depois da demora do costume, seguir
    para Buenos-Ajres, tocando nos portos da Bahia,
    Rio de Janeiro e Montevideo.
    No dia 28 do corrente, espera-se dos portos do
    sul o vapor inglez Nevo, commandante H. Bax,
    o qual dep os da demora do costume seguir
    para Southampton, tocando nos portes de S. Vi-
    cente e Lisboa.
    Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
    ra do Commercio n. 10.
    Para o Aracaty
    o novo e milito superior palhabote Lemilla da
    Cruz, capillo e pratico Manoel Cactano da Costa,
    tem seu carregamento quasi engajado, e para o
    resto trata-se na ra do Amorim n. 60 com Anto
    nio Alberto de Souza Aguiar.
    PARA'
    COMPANHIA PEHNAMBUCANA
    DE
    Aavegacto cositelrn a vapor.
    MACEI, ESCALAS, r-ENEDO E ACAJ*.
    O vapor Manak,
    commandante Julio,
    seguir para os por-
    tos cima no da 30
    do correlo, s S
    . horas da tarde.
    Recebe carga at o dia 28, passagens, encom-
    mendas e dinheiro a frete ;.tc as 1 horas da tarde
    do dia da saluda : escriptoria no Forte lo Mal-
    los n. 12.
    COMPANHIA PEHNAMBUCANA
    DE
    A" avegacilo cos eir a vapor.
    MAMANC1IAPE.
    O vapor Coruripe, com-
    mandante Silva, seguir para
    o porto cima no dia 28 do
    corrente, s 8 horas da tarde.
    Becebe carga, encommen-
    das, passagens, e dinheiro a
    2 horas da larde do dia da sabida -
    no Forte do Mallos n. ti
    frete at as
    oscriptorio
    Para o referido porto pretende seguir com a pos-
    sivel brevidade o patacho wrtuguez Lie* por ter
    a malor parte de seu carregamento engajado, e
    para o resto que lhe falta. }ue recebe a frete rom-
    modo, tratase cen os consignatarios Joaquim Jos
    Goncalves Beltro, ra o Commercio n. S.
    List
    >oa.
    Soberano.
    Este brgue recebe car; a frete : tratar com
    Amorim Irmos & C. ________^_^___
    Rio de Janeiro
    Sahir em poucos dias o brigue nacional Vic-
    toria : para carga trata-se com Pereira Vianna &
    C, na ra do Vigario n. 7, 1* andar.________
    Baha.
    A*S 11 HORAS DA MAHA
    Sendo : 1 piano de armario dos melhores fatori
    cantes da Europa, i tnobia de Jacaranda com
    lampo de pedra, 1 dita de fila com lampo de pe-
    drn, 1 rama franceza de Jacaranda, 2 eoncolos de
    amarello, 1 com modas do Jacaranda, I mesa de
    amarello, 1 camap de Jacaranda, 1 mesa elsti-
    ca, 1 relogio, wpelhos, quadros, I marqueza, I
    macha.nara costuras, 1 guarda- louca, espregui-
    cadeiras, aparadores, l berco para chanca, I car-
    mino com pertencas, i guarda comidas, tapetes,
    lavatorios de amarello, i apparelho para ch i, I
    dito para jamar, Linterna*, serpentinas, vasos para
    flore, jarro uniros ihuiwIiimw d* um duws-
    tico.
    O agente Pinno Borges levar a lelao os mo-
    vis cima declarado pur mandado de una fami-
    lia que se retira para a Europa.
    Na ra da Concordia, travessa do Barihclomeu,
    n. 33, sobrado da esquina.
    A escuna nacional Georgiana tem j parte de
    seu carregamento prompto e segne em poucos
    dias para a Bahia : a tratar com Tasso Irmos
    k C.
    COMPAMIIA
    MESSAGERIESMARITIMES.
    No dia 26 do corrente nwz espera-se dos por-
    tos do sul o vapor francez Rio Grande, comman-
    dante Giost, o qual depois da dem >ra do costu-
    me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
    re) e Lisboa.
    Para condieoes, fretes e passagens, trata-se na
    igencia, ra do Commercio n. 9.
    Rio Grande do Sul
    Para o referido porto pretende seguir com
    a possivel brevidade o patacho Cardia, por
    ter a maior parte de seu carregamento en-
    gajado, e para o resto que lhe falta trata-
    se com os consignatarios Joaquim Jos
    Gongalves Beltro & Filho, ra do Com-
    mercio n. 5.
    Para o referido porto pretende seguir com pon-
    ca domora o patacho porluguez Olinda, por ter
    a maior parte "da carga engajada, para o resto
    que lee-falta tratase com os consignatarios Joa
    2um Jos Goncalves Beltro 4 Filho : ra do
    ommercio n. 8.
    COMPANHIA PEBNAMBJJCANA
    DE
    Hnvesacito costeira a vapor,
    NATAL, PARAHVBA, MACAO, MOSSORO', ARACx
    TY, CEARA, ACARAC'.
    O vapor Ipojuea,
    commandante Moura,
    seguir para es por-
    tos cima no dia 30
    do corrente, s $ ho
    i- ras da tarde.
    Becebe carga at o dia 28, encommendas, pas-
    sagens e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
    do dia da ahida : escriptorio no Forte do Mattos
    B. 11 __________________________
    Para o Porto
    S-etende sahir muito breve a gilera norlugueza
    ova Fama II por ter grande parte do t0 car-
    regamento prompto. Becebe a carga que lhe fal-
    ta a prt eos mdicos, e tambem passageiros, para
    os joac* tem ptimas accommodacoes: trata-se I
    eom Uso ILivig Soares, ra 4o Yigario n. 17.
    Pacific Slcaia Na\igann Company
    Rayal Sail Sleamers.
    Liiuha |iiia/.enal
    O PAQUETE
    ILLIMANI,
    Espera-se dos portos do sul at o dia 4 de ju-
    Iho, e depois da demora do costume seguir para
    Liverpool, va Lisboa, para ondo recebe passage-
    ros e carga.
    N. B Os vapores desta companhia recebero
    tambem passageiros para Bcrdeaux, por mais
    i 3- isagem de LiverPol-
    Os passageiros de Bordeaux podem desembar-
    car em Lisboa ou Liverpool e a companhia obri-
    ga-se a pagar-lhes as passagens de qualquer des-
    tes portos para Bordeaux.
    As despezas porm, em Lisboa ou Liverpool,
    durante o tempo da espera, serao feitas custa
    dos passageiros.
    Do Liverpoul para Bordeaux, sahe um vapor
    todaj as quartas-feiras, o qial atraca aos vapores
    desta companliia para receoer passageiros e ba-
    gagens.
    Os passageiros }ue desta sorte seguirem para
    Bordeaux, tem a vantagem d'alli nao fazerem qua-
    rentena : os agentes Wilson Bowe & C, ra do
    Commercio n. 14.
    O PAQUETE
    0OT0PAXI.
    E' esperado da Europa at o dia 6 de julho, e
    depois da demora do costume seguir para o sul
    do imperio, Bio da Pratae portos do Pacifico.
    N. B. Nao se recebem passageiros nem carga
    para os ditos port >s em quanto durar a quaren-
    tena no Ilio da Prata : os agentes Wilson Bowe 4
    C, ra do Commercio n 14.
    COMPANHIA PERNAMBL'CANA
    DE
    Invesarii costeira a vapor.
    FERNANDO DE OHONHA.
    O vapor Giqui, com-
    mandante Martins, se-
    guir para o porto
    cima no dia 4 de
    julro prximo vin-
    d)uro, ao meto dia.
    Becebe carga at o dia 3, encommendas, passa-
    geiros e dinheiro frete at s 10 horas do dia da
    sabida : no escriptorio, no Forte do Mattos n. 12.
    LEUDES.
    LEILAO
    DE
    cerca de 3,000 saceos vazios.
    (AVABIADOS.)
    Quarta-feira 95 dejunho
    Ao meio dia
    SO agente Pinto levar* a luilao, por conta e ris-
    co de quem pertencer, cerca de 3,000 saceos va-
    zios (avariados), a burdo do vapor inglez Fire-
    Queen ; o leilo ser effectuado ao mel do dia
    cima dito, na sala de detraz do primeiro andar
    do sobrado oa rna do Bom Jess n. 38, em que
    tem escriptorio os Srs. Mills Latbam di C.
    T7eilo
    DE
    movis e louca
    Quinta-feira 26 de juuho
    Cor natural.
    LEILAO
    DE
    movis e predios
    Aaaber:
    Bons e diferentes movis, 1 piano, tonca, finos
    crvstaes, quadros com finas gravuraa, objectos de
    electro-pate, e ruitos oulros objectos de casa de
    familia.
    Um cabriole! americano e i vaca com cna.
    Terca-feira t de juho
    Na Capunga,
    casa n. ... da ra das Crioulas
    William George Fennelly, tendo de fazer nma
    vlagem Europa, levar a leil'O por intervengo
    do agente Pinto, os movis e mais objectos per-
    tencentes e existentes em casa de sua residencia
    na Capunga, rna das Crioulas n. ...
    A's 10 i|i horas em ponto partir da estarlo
    do arco de canto Antonio um trem expresso que
    servir de eonducco gratis para os concurrente
    ao leilo.
    O leiltto principiara s 11 horas.
    Em continua^ao
    e s duas horas, da tarde
    vender o mesmo agente nao so a referida casa
    com frente para a margem do rio Capibaiibe,
    como urna outra ao lado do porto, com frente
    para a estrada, sendo ambas edificadas em chaos
    proprios, com 400 palmos de frente e cerca de
    2000 de fundo, com grande sitio, multas e difieren-
    tes aores de fructos, grande tiveiro, c....:.. as
    com boa agua e casas de lian lio.
    As ditas casas tornam-se reeommendadas por
    serem novas, moderna, commodos para grande
    familia, perto da cidade, por onde tem de passar
    a linha dos bonds (segundo dizem).
    avisos oTrsos
    Ama para coziohar
    Precisa-ae alugar urna ama
    para cozinhar e comprar para
    casa de p quena farai ia, ou i
    para cozinhar, ^ se quer es-
    rava : a tratar nesta tjpogra-
    dhia ou na ra da Un'So n.
    49.
    Retratos em rartSes de visita, coloridos ao natu-
    ral, a 12* a duzia; na photographia imperia,
    rna do Cabug, esquina do pateo da matrz. Tra-
    balha-se todos os alas, seja qual for o tempo, cbn-
    voso ou nao.__________________'
    BOA NOTICIA I
    MOTE.
    Brincar, folgar,
    Dansar, cantar,
    Tocar saltar,
    Comer, lieber,
    Bis o prazer
    Q'ie dev ter
    Os amantes da gastronoma
    E os dignos associados maconaria I
    GLOSA.
    At que atinal est baten jo porta de ledos os
    bellos habitantes desta encantadora cidtdeo feste-
    jadissimo dia de S Joao, o que a ninguem es-
    tranho, visto que as suas respectivas barrigas (nio
    sao as das pernas), movidas pelos seus naturaes e
    inflliveis instinctos gastronmicos, j Ibes devem
    ter annunciado, isto impellido ao pensamento o
    agradavel desejo de comer bera, beber raelhor e
    Srizar com gozo todos os attributos que dimanam
    as festas festivas como a do milagroso S. Joo
    Baptista (maganio que para abrilhantar o sen dia
    permiuio para todos um feliz resultado, chorando
    aps a desgraca de quem nao leve gracas); porm
    nao este o nosso fim, pois tambem temos barri-
    gas, e sim indicar aos amantes, amados habitan-
    tes desta Veneza Americana o sitio onde todos de-
    vem ir (levando dinheiro) comprar o indispensa-
    vel afim de poderem gozaroverdadeiro prazer que
    os bons manjares sabem provocar, e como esse
    dia tio ardenlemente festejado os mais anno3,
    deve ser duplamente neste, (vejam l se adivi-
    nham a cansa : lembrem-se do da 19, da c! ega-
    da do vapor do sul e das innmeras quantidades
    de topetes quo subiram de todos os ngulos da
    cidade ao som bronzeo dos repiques, e vejam l
    se nao fin.... por causa... da chava !...) in-
    tegramente necessario que todos venham ao muito
    sorlido annazem do Campos, roa do Imperador
    n. 28, onde encontraro tndo quanto necessario
    para recheiar a barriga e festejar o dia 24 de ju-
    nho : ha de tudo e de superiores qualidades e
    por preces commodos. Hr. um completo sorti-
    mento de manteiga ingleza, queijos, bolachinh.is,
    doces, aceppipes, vinnos finissimos e licores de
    todas as qualidades, assim como urna colleccao de
    fogos inoffensivos s criancas, das mais afamadas
    fabricis nacionaes e estrangeiras. S o Camoos
    quem pode vender bom e barato, porque no seu
    armazem
    Ha de tudo, de tudo e de tudo,
    De bom gost i e com muita eluso
    Para todos com riso e prazer
    Festejaren! a barriga e S. Joo.
    Venham todos apressados,
    Com prazer e alegra,
    Comprar fogos para a imite
    E acepipes para o dia.
    28-Kuii di Imperador-28
    INSTTUTO
    Gl
    CO E GEO-
    ARCHEDLOG
    _________PERNAMBU
    Haver sesso ordinaria quinta-feira, 2G
    de junho corrente, pelas i 1 horas da ma-
    nha.
    OUDF.M DO DIA.
    Pareceres e mais trabalhos de commis-
    soes.
    Secretarla do Institutu, 21 da junho de
    1873.
    J. SOARES AZEVEDO,
    Secretario perpetuo.
    CASA DA NRM.
    AOS 5:000*000.
    BILHETES GARANTIDOS.
    ' ra Primeiro de Margo outr'ora ra de
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    O abaiXO assignado tendo vendido nos seus fe-
    llzes bilhetes, um quarto n. 2970 com o:0'!0i, um
    inteiro n 175i com KX)|, quatro qnartos n. 66
    com :00, um inteiro n. 1194 com 'OOi, um meio
    n. 2886 com I0"3 e outras sortes de iOOOOe 20
    da lotera que se acabou de extrahir (55.'), convi-
    da aos possuidores a virsm receber na conformi-
    dade do costume sem descont algum.
    Acliam-se venda os felizes bilhetes garantidos
    da 13* parte das loteras a beneficio da igreja de
    S. Pedro Mariyr de Olinda (56a), que se extrahi-
    r segunda-feira, 30 do corrente mez.
    PBECOS.
    Bilheto inteiro fiOOO
    Meio bil hete 3*000
    Quarto 1*500
    EM PORQAO DE 00JOOO PARA CIMA.
    BUhcte inteiro 5*300
    Meio bilhete 2*750
    Quarto 1*375
    Manoel Martins Fiuza
    Feilar.
    Prccisa-se de um bom feitor, casado : a tratar
    na ra do Vscondo de Goyanna n 157.
    COMPANHIA
    nos
    TRILHOS URBANOS
    DO
    Recife a Olinda e Bciicribe.
    J0*ZD ^'' se ,0"''' reunido
    numero legal hoje, sao
    JL flifi JL 1 novamente convidados os
    Srs. accionistas se reu-
    n rom no dia 27 do cor-
    S renle P^as a horas da
    manh, om de se procedor eleigo do
    directorio, conforme j foi annunciado para
    a sesso procedente.
    Secretaria da assembla geral dos accio-
    nistas da companhia dos trilhos urbanos,
    do Recife a Olinda, 20 do junho de 1873.
    O 2." secretario,
    Joo Martins de indrade.

    Eugio
    No dia 14 de maio do corrente anno, fugio des-
    te engenho o escravo Marcelino, preto fulo, bai-
    xo e secco rosto descarnado, pernas e bracos li
    nos, falla baixo, sem nenhum defeito. Re.-restn-
    ta ter 30 annos e tem alqumas marcas antigs de
    rellio. Este escravo pertenceu ao Sr. Manoel An-
    tunes de Queiroz Barros, do engenho Ronca do
    Cabo, e consta aehar-se para os lados da cidade
    de Nazareth, onde tem pai e irmos forros, ou
    em Goyanna e N. S. o O' de Goyanna onde de
    outras vezes j tem sido pegado quando perten-
    cia ao dito Sr. Antunes. Boga-se s autoridades
    policiaes e capitaes de campo a sua a pprehenso
    e conduzi-lo a este engenho, ou no Beci e aos Srs.
    Cunta Irmos 4c C, ra da Madre de Deus n. 34,
    que se gratificar generosamente^____________
    Criado.
    Precisa-se de uro criado livre ou escravo : no
    hotel Alliapca. ra estreita do Rosario n. 10.
    Aluga-se a casa n. Gl da roa da Palma,
    muito fresca e com boas aaommodacdes para
    familia: a entonder-se c^m o S. Bernardino Pon-
    toal, ra da Madre Deus n. 30,
    Aluga-se a casa n. 5 ra do Leo Coroado
    anliga Mangueira, freguezia da Boa Vista, c. m
    sota e grandes acommodacoes : a tratar na ra
    da Alegra n. 8 da mesma freguezia, ou ra es-
    treita de Bosario n. 47, escriptorio.____________
    Na ra do Oabug n. 11 deseja-se fallar ao
    Sr. Jos Lopes de Olivelra, passageiro do vapor
    francez, sobre urnas encommendas vindas da Eu-
    ropa por mo do mesmo senhor,
    FUNDICO DE FERRO E RROHZE
    FABRICA DE MACHINAS
    4' rna d* Barda d > Titaph.) (ra d;> Bnim) ns. .(MI a IM
    CARDOSO IRMAO
    A\ ISAM aos Srs. do engenhos e ao publico em geral, que rwcoboram la Earapt)
    rande sortitnento de ferragens para engenhos e para lavoura, e quaequw outros \nm
    i mistetes da industria agrcola, o que tudo vendem por procos razoaTeif.
    Vapores horisontaes de 4, 6, 8e 10 cavnllos, os melhom que vem ao wprcatV.
    M.Oenda.8 completas, obra forte e bem acabada.
    MLeaS mOendlS pnra assentarem grades de madeira.
    TaTYaS dp fprrO I"110''''0 e batido, de todos os Umanhos e dos melbore
    cantes.
    tiOCiaS d aglia de diversos tamanhos.
    LOaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
    Arad0S americanos de diversas qualidades.
    Formas para aSSUCar grandes, pintadas e galvansada$.
    ConcertOS concertara (Mm promptido qualquer obra ou machina, para o que
    sua fabrica bem montada, com grande e bom possoal.
    EnCOmmendaS Mandam vir por encommenda da Europa, qualquer machinisme,
    para o que so correspondem com urna respeitavcl casa de Londres
    s com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar aasenta/
    as litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
    Ra doBarao do IViumpho(ruado Brum) ns. 100 a 104
    FUNDICO DE CARDOSO d IRMA O.
    HOTEL
    Restaurant de Bordeaux
    A' ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1. andar.
    I.acost, perito cozinheiro francez, 20 annos de pratica, araba de montar um su*-
    tuoso hotel na ra cima denominada, aonde o respeitavel publico desta bvlla torra da>
    Santa Cruz encontrar todos os dias urna comida deliciosa.
    Yinho de todas as qualidades.
    Conservas idem idem.
    Cerveja dem dem.
    Licores idem idem.
    Grll TOIIOOWV
    Toma-se assignaturas.
    Aberto desde as 6 horas 'H manh at as 10 da noite.
    6008
    Urna eserava que precisa de 6f O para com-
    pletar a sua alfofria, offerece os seus servieps tm
    garanta da mesma quantia, pelo tempo que con-
    vencional sabe cozinhar, coser e engommar :
    quem prensaron quizer fazer este negocio, diri-
    a-se ra da Uni n. 10.
    Fll!ll.
    Fugio da casa do seu senhor no dia 29 de abril
    do corrente anno, a eserava de nome liaymunda,
    com os signaes seguintes : bem preta, cxa, urna
    cieatriz na testa, falla muito e tem por habito di-
    zer que c livre : quem apprchcnder queira levar
    ra de Santa Bita n. 5, entrada pela ra nova
    de Santa Rita. Constando ao seu senhor que al-
    guem usufrue o trabalho da dita eserava, elle de-
    clara que ha de proceder judicialmente contra
    quem quer que seja.
    Zefcrino Rodolpho Delgado le
    Dorba.
    Tertuliano Delgado de Borba Cavalcanle, Jorge
    Clemente de Borba Cavalcante e seus irmos au
    sentes, convidam a todos os seus parentes e ami-
    gos e os do finado, a assistirem s mistas que
    mandam celebrar s 8 horas do dia 26 do corren
    te, na matriz da villa da Escada, pela alma do seu
    nunca esquecido irmao Zeferino Rodolpno Delgado
    de Borba ; e desde j se confessam gratos a
    aquellea que assistirem.
    D. Primitiva tiendes Leal de
    Almeida,
    Os parentes e mais peesoas da amisade da fina-
    da D. Primitiva Mendes Leal de Almeida sao con-
    vidados a as>istir urna missa que por alma da
    mesma finada ser resada na igreja e S. Jos do
    Manguinho, pelas 7 e meia horas da manh de se-
    gunda feira, 23 de corrente, primeiro anniversarto
    do seu fallecimento.
    Bftita Joanna Acassio Ferreira 3|
    nminsos Jos Ferreira, Domingos Pinto de
    Freitas, Mara Alexandrina da Conceico Ferreira
    Freitas, Antonio Jos Moreira, Philomena Bosa dos
    Anjos Ferreira Moreira, Jesuina Candida da Na-
    tividade Ferreira, agradecem cordialmente a todas
    as pessoas que Ihes fizeram o caridoso obsequio
    de assistir aos ltimos suffragios feitosa sua irmS
    e cunhada Bita Joanna Acassio Ferreira, e de
    novo convidam a todos os seus parentes e amigos
    afim de ouvirem algumas missas por alma da
    finada, na quinta-feira 26 do corrente, stimo dia
    de seu fallecimento, pelas 8 horas da manh, no
    convento do Carmo.
    TIs^AntoniodaFonceca^^ilva agradece dn
    intimo do coraejio a todos os seus companheiros
    de repartifo, e a commissao da sociedade Mon-
    te-Pio Santa Cruz, quo se dignaram acompanhar
    ao cemiterio publico os restos mortaes de- sua
    sempre lembrada mana e madrinha D. Isabel Ma-
    thildes da Silva, e de novo os convida a assisti-
    rem as missas do stimo dia, que celebrar-se- nao
    no dia S6 do corrente, pelas 7 horas da manh
    na Veneravel Ordem Terceira de Nossa Senhora
    do Carmo.
    FOGO ARTIFICIAL PARA SALDES
    PARA OS FESTEJOS DE
    S. ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO
    NO
    ARM&1EM DO VAPOR FRANCEZ
    1 RA DO lll!\0 M VICTORIA 7
    (OUTR'ORA RA AOVA)
    Chegaram grandes facturas destes lindos o apreciados foguinbos artificiaes japoa*.
    zes, francezes e allemes, de vistas muito, bonitas, c especialmente fabricados para tmke
    ras e meninos poderem soltar sem modo algum de serom i ffen no s a retalho, como e;n caixinhas sortidas. Alm destes foguinbos ha militas pistolas.
    craveiros e rodinhas, fabricados por um dos mais afamados artistas dosta cidade, e tam-
    bem tem grande porto de traques chitiezes, quo se vendem em cartas e em raiiinhas in
    teiras.
    Jos Antonio da Fonceca e Silva, AnUimo da
    Costa e Silva Maduro, Dr. Joao Redro Maduro da
    Fonceca e sua mulher, Dr. Jefferson Mirabeau de A.
    Soares e sua mulher, D. Ignrz Hermina da Silva,
    (ausentes) e Joao do Couto Alves da Silva e sua
    mulher agradecem cordialmente a todos os seus
    parentes e amigos que se dignaram acompanhar
    ao cemiterio publico os restos mortaes de sua pre-
    zada mana, madrinha e cunhada Isabel Matiildes
    da Silva, e de novo os convidam a assistirem as
    missas do stimo dia, que se efecluaram no dia
    26 de junho, na Veneravel Ordem Terceira de
    Nosso Senhora do Carino, s 7 horas da manh.
    Atten^o
    O Exm. Sr. desembargador Gue;ra continua a
    ter a mesma carta ra do Bario da Victoria n.
    69.
    Avisa-s
    a quera der noticia da eserava Guilhermina que
    foi do teen te-coronel Feliciano J_oaquim dos Sa
    tos, e aepois comprada ao Baro de Nazareth.
    representa ter 85 annos, tem falta de denles na
    frente e as mios com cicatrizes de queimadura
    de gaz, secca do corno e muito regrista, que des-
    appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra'dos
    Coelbos, que ser generosamente recompensado
    Ferdeu-se, ao saltar urna senhora do carro
    no theatro Gymnasio, urna cassoleta grande de
    ouro, te n em cima pela parte superior um r( levo
    de flores de ouro, tendo no centro urna turqueza
    dividida e n quatro partes, e a parte inforior lisa,
    tem dentro urna chapa de marllm de um lado com
    urna inscrip a i feita de cabello e da outra banda
    mn retrato colorido : quem a achou e a queira
    restituir pode entrega-la na secretaria da presi-
    dencia ao pnrteiro que gratificar generosamente.
    BAL0ES AERKQSTATIGOS
    Pequeos bales de 8 a 10 palmos, de papel de cores bonitos e lao-is de
    solta-los das janellas c varandas.
    Estas novas e interessantes sortes, alm da leitura agradavel, contcm d diversos objectos de divertimentos que fazem augmentar mais a alegra entre as lam-
    lias, as noites do Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
    GLOBOS PARA ILLUMINACES
    Globos de papel de cores para as illuminaces destes festejos, e que minio
    realc,am nos pateos e nos jardins.
    PAPEL PARA ENFEITAR BOLOS
    Estes papis rendados para enfeitar bolos sao muito baratos o principalmente
    vendidos em duzias.
    . -------------------- ------- f|Hii i ii -----------------------
    Botinas dos melhores fabricantes para homens, senhoras, meninos e meninas.
    Quinquilharias de fantasa,
    I 1A 1S PERFUMARAS
    E
    Brinquedos para meninos
    Todos estes artigos vendem-se baratos por serem receblos em dirr-itur* e
    pelos abatimientos obtidos dos fabricantes em alinelo s grandes e repetidas ene
    mendas.
    ATTENCAO
    3
    Tambem recebe e vende muito em conta excellentcs pianos, tanto *\o fabri-
    cante Blondel, como de H. Hers o de Pleyel; assim como mobilias de faia e te
    vimes, e cadeiras avulsas do braro o ie balanco.
    7 armazem do vapor francez 7
    M. OS.
    Na ra Velha, casa n. 68, da funilia dos Car-
    neiros, anromptam se bandejas de bolos de todas
    as qualidades com figuras e fitas com letreiros
    dourados, bolos de S. Joo, can ica branca e ama-
    relia, pudins, pastis de nata, doces de ovos ar-
    roz de leite, etc.; preparam-se tambem jamares,
    com tudo quanto ha de melhor, por precus razoa-
    veis.
    Baledr.
    Precisa-se de batedores, ou apreudizes: na refi-
    naQo da ra de D. Mara Cesar n. 30, outr'ora
    Senzalla .""lova.__________________________
    Ha para alagar.
    Um terreno com nma vasto plantario de capim,
    no Caminho Novo (Soledade); a tratar na ra da
    Cruz n. 3.
    Na ra do Imperador
    um escravo para
    Aluga-se
    bem.
    ?<
    Paga-se
    Lejas itira aligar.
    A do sobrado do pateo Terco n. 27jMra a|tie
    moradia ; e a da ra Direitt n. IR, jtara a m-
    tabelecimento, para o que tem arais, r-"
    gaz e outras cominowades
    Imperador n. 81.
    trau-se a
    DiBiviro -jvw.
    Precisa sede eoa*>sdt
    se como garanta da referida
    dea, "ujo valor excede a a
    pretender pode detaar
    me pare aar procurad.

    J


    I Diario de Pernambuco Ter$a feira 24 de Junho de 1873.

    lili

    MO m*i 1 /% IMS
    PIANOS E MSICAS
    ANTONIO JOS 1IE A2EEVEDO
    Ra do Baro da Victoria d, 11, armasen), e 12 1. andar, antiga ra Nova
    aonie o publico em geral encontr, Isempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos
    Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
    e orchestra.
    de
    Acaba da abrir no primeiro andar do obrado o. II confronte i
    tica Manrer, nm grande saiao onda estio expostos os maioiflcoa
    aPI A J| OS d armario, de PleyeL
    .-------- de meia canda, do mesmo autor.
    -------- da H. Henrx.
    de Amede Thibont.
    nico agente casia cidade, dos celebres afamados
    PIANOS DE AUCHER FRSRES
    oremiados em diversas exposl;dss om 14 medalbas de oaro e prala.
    Sao os onicos piaoos que aqu Tea da Europa, pereitamente auna-
    as, fetoe eom elegao :ia a solidez.
    D'aqui emSdianle continuara a annuneiar todas as publicac8es qne se forem friendo as soaa omeinae de djubicw.
    Tambera reeeben grande sortimento de msicas pira piano, plano
    canto e entre ellas as lindas composicd*s do rooito sympatbieo maestro
    A SABER :
    Vore me quer Walsa.
    Olga Mazurka.
    Li Sf-paracioni Para canto.|
    A Lnx elctrica, grande Walja.
    Fr.oco Brasilero Polka.
    Tomada de Valleta Galope.
    Joaoinha Walsa.
    A Libertadora Polka.
    A Primeira e?pada Walra.
    A Mmha Lyra Walsa.
    A Natalicia Polka
    Stadiente Po'ka.
    Ultimas publicarse
    FeiUs as offlcinu de msicas
    do tnnonciante.
    Emilia, polka por I. Smolti.
    Circaeiana, ?chotch, por Smoltx.
    Jardim do Campo das Pricexa\
    quadrilha, por J. Popne.
    Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
    bertaizi.
    CAUTE
    Al/ISA HA
    taOO
    oompra^inroa a bem conheeido e acreditado rap
    REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
    pois que os ha de rap de outra fabrica e nome,diver-
    so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
    confundir com o d'aquees.
    Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
    PRETA, devem para nac serem engaados ver que
    os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
    nado de REA PRETA.
    MEUUON 8: C.
    A quem interessar
    J. fiamos A Machado mudaram sea escriptorio
    de commissocs e deposito de movis para o arma-
    zem n. iQ da ra do Vigario.
    Ao commerck
    Os abaixo assignados dissolveram araigavelmen-
    te a sociedade que tinhara no armazem denomi-
    nado Veado Branco, estabelecido ra d Marci-
    lio Dias n. 16 e quo gyrava sob a razo commer-
    cial de Noves, Queiroz A C, desde o dia 31 de
    Janeiro prximo passado ; (cando a cargo do ex-
    socio Candido de Camino Neves a liquidacao do
    activo e passvo da mesma firma e por conta dos
    abanto assigaados.
    Reeife, 14 de janho de 1873.
    Candido de Carvalho Nev*.
    Joaquim Augusto de Quoiroz.
    Joo Ferreira de Maraes.
    - Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
    idade 25 annjs, pouco mais ou menos, levou saia
    de ganga e camisa de algodao tem marca de fujo
    na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
    toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
    ties le campo o obsequio de pega-la c leva-la
    seu sen Mor, no Caminno Novo n. 110, sitio, ou na
    ra da Cacimba n. 1, que serio generosamente
    recompensados.
    Jos jacome de Araujo, advocado dos au-
    ditorios das comarcas do Cabo, Victoria, Palma-
    res, Rio-Formoso, e Barreiros, encarrega-se de
    qualquer aobranca amigavel, ou judicial para es-
    tas comarcas e seu9 termos : quem quizer se uti-
    Uear do sea prestimo pode dirigirse i ra da
    Concordia n. 63.
    OfTerece-ee urna escrava moca para o servi-
    do de urna casa : a tratar na ra da Cruz n. 41
    ESTA BELEC1MENT0 THERMAL
    raaatit
    lMnmi{lo i ariz, tt, Mtiaru Memuaru.
    ESTAQAO 008 BARBOS.
    Notitabeleamentodf Vichy, um do* melho-
    ret da Europa, aehar-te-ha Banhos e Embroca-
    (Ott V toda a torte para a cura dat doencn* do
    !, do >*, da feral**, arelM,
    (amia (, >Tt LlniH,
    u aedraa mm MitaM, ele.
    C*i >u,niDi II di Maioui U di Sarniuto:
    Tmtm OmmHw na Cuta*. Mate m rime.
    aula t Mfr.fcla inn\Uju* m ttAtna.
    artlw *rH9*i'"''"H**Ufe'.
    uniHot ufUH una a kmt.
    TWOStS
    0tMll* f~Ime, TBWT r-:-a. aum
    3
    E^la fgido o escravo Manocl, preto, 10 an-
    nos, cainhu, leni um braco Cortadoo, rravo nos
    ps, e iMi'je agurdenla : quem o pegar leve-o a
    sen nlior, na na A Pil.ir n. *i, 2- andar.
    I3HF* Esl fugulo.
    Fuginjda casa dos abaixo asiignados, no dia 17
    do corrente s 3 harn da torda escravo Marti-
    niaae vinrto da iffovinria do l'iaithy para ser ven-
    dido nesta cidade, por nrdeni c roma do Sr. Joo
    Bstevati Sc-raine d'aqticlla provincia. O escravo
    tem os ignaes seguale* : idade de 23 a 3rt an-
    nos, altura regular, rosto comprdo, elhos gran-
    des, eabellos earapinloe. bocea e nariz regulares,
    cor pret pauca barba, tem uw signal preto e
    chato na palpebra inferior do olho direito, usa
    funda por ser quebrad", levou em dinhero de
    50 a 80| a a roupa Jo corpo ; suppde-se que
    elle tomnu o caminho do Podras da rogo per ser
    a direecao da provincia do Piauhy, donde na-
    tural : qncm o pegar entregne-o na casa n. 52
    da ra 4o Barao da Victoria qne sera bem remu-
    nerado
    Reeife, 17 de junho de 1873.
    _________ Burlamaqufl, Araujo A C.
    O Sr. Octavio Pereira
    da Cunha, estudantedo 5.
    anno da faculdade de direito,
    queira apparecer nesta typo-
    graphia a enmprir o que pro-
    metteu.
    OSr.OlympioFraneis-
    cisco de Mello, artista fogue-
    teiro, rogado a apparecer
    nesta typographia a negocio
    que nao ignora.__________
    Precisa-se de urna cozinheira, escrava, ou
    forra : na roa da Penha n. 23, primeiro e segn
    do andares.
    Escravo fgido.
    Auzentou-se do p-xlcr dos abaixo asignados o
    scu ccravo de nome Joaqun, cor (treta e de
    uacao. Ti.ij.i u:\iiio liinin, anda ralpdu va ik
    C.ili.'ll'.)S i-olll'ilid.'S Mllif.-ll V) -| : i i.: t,. II !;.,
    NOITIS
    Sebe
    eoztnl .ir, eccupacan a <\w
    Quando falla se conlicce s*r n gru afneaon.
    -Bogase a apprelirnc;i idear be
    1< .li'-:\\;i
    lili.
    captura se grati
    Becife.O de jnuhu do .871.
    Jos da Silva Loyo Fiiho.
    Est fgida
    Eugio em 17 de marco prximo passado a e.-
    crava Matilde, do 32 anuo?, preto, crioitl, Brtott-
    ra regular, cheia do corpo, nemas tinas, tem uns
    carocos no rosto que parece espinhas, falla de
    denles.na frente, falla muilo manso que as vezes
    desafia a compaixo, boa sozinbeira e cug-inaia-
    deira, filha do Para, foi comprada s-gra do
    Sr. commendador Lucena. mullo cotilleada por
    ter estado alugada em caja do Manoel, in-|)ector,
    no Monteiro, ella intitula-se do forra, e tem sido
    vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang, Mag-
    dalena e aqni noBecifo : pedese encarecidamen-
    te a todas as autoridades policiaes e cap-laes de
    campo a sua appreh ncao ; as.im como se pede a
    quem tenha amas que verifique nessas que dir.em
    ser forras, pois consta estar ella de ama que nao
    sahe ra, e que se gratificara a quem a iroiixer
    i ra do Livramento n. 1 a Antonio de Paiva Fer-
    reira.__________________.___________________
    Gratificaqo.
    gueda, escrava da baroneza da Victoria, r.".
    parda, idade de 26 annos, cabelles carapinli e
    vermelhos, dedo pollegal da mao direita um pouco
    defeituoso (proveniente do panaricio ), alta, olho
    esquerdo vesgo, e o ventre cresrido ; achaudo-se
    fgida des'le o dia 25 de maio, recommenrt::-se aos
    capitaes de campo a sua captura e leva la ra
    d'Aurora n. 25, onde ser bem reconiper. ado quem
    isso fizer. Essa mesma escrava intitul.t-se livre,
    ora com o nome de Maria ora eom o de Tlicreza.
    m
    Santo Antonio, S. Jvfio *8.
    r '
    l.i.: alo i
    O A.ix.oiwd. i- Mo.'l'li.-; ./. t;rta* fx-M-
    cas ll.Carlrara de -'r-' '"' '*. r.-inA--* 4e
    amor l. (jmIo-h >\'iil:i< \, t.igaa* l. Imbb
    da lu luna iti" o, >|ilouge 2. Fa.lt l#tf. Jaf
    da ('.(tnversacao 3, /so a> Vparalaa i
    2i. Livris do destino U, Ma*mm-enV
    ftvand U, Mazico anfaretna 2**', Mata H-ra
    aborrecidas 2, Novo rcula 4e atw- la. agam
    numinerse 1-5. Orarnln da< n (> 1*2^
    o delMplii. ti, Pacotilla l%dwi II. IW-nla.fr*
    do Cigano la, Rola do daatiuo 2*, Srgredw *
    eiticeiro Buchiqne U. smlea avutaas, 4a*-
    arlas.
    Livrarta froncezo
    KOICO-CIRIRKICO
    0
    0
    *
    0
    0
    0
    INI
    Dr. J. M.
    Curia
    55,nri
    Ra do Manpie? da Ofind n.
    incln andar.
    Consulta das 9 hora as II a naaba.
    Chamad .s a qualquer hora
    A. J. Reogh, como representante da
    casa dos Sr*. D. Oppenbeimer & C, ate Lon
    dres, offerece aos senhores logistas de Per-
    nambuco um completo sortimento de amos-
    tras de todas as fazendas, ferragens, sellins,
    sapatos, arreios, miudezas, etc., etc ; po-
    den dorse entender com o mesmo senhor, p
    RA DOCOMMERCION. 38,
    ABMAZEM.
    AO PUBLICO
    Quem mais commudo (crccc ?
    Ineontestaveimente a loja de calcado cstrangei-
    ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
    cialidade ao bello sexe, o PaBIS NA AMERICA
    ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
    tiga do Queimado) e a razao I a razao simples :
    um cavalheiro (amante do chique) por cerlo se
    in:ommoda quando, para comprar um par de bo-
    tinas, v-se toreado a experimenta-la sobre um
    pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
    carrnico) nao podendo desta forma conhecer se
    a botina he fica boa, pois, nao tem espaco para
    experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
    do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
    do ladrilho; o due nao acontece no Part na
    America, onde pode se passear vontade e desta
    forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
    bello sexo, entao quasi imprssivel. qtte urna se-
    nhora (do bom tom) queira sujelar-se a experi-
    mentar calcado ao lado de um baleao, onde en-
    tra quem qner, ainda mesmo para comprar : o
    Pars na America nao resente-se desta falta ; tem
    nm bem preparado gabinete reservado, para a
    Exmas. que all poderao estar em perfeito commo-
    do para a escolha do calcado.
    Nao terminam i as vantagens ou commodos
    do Pars na America i ra Duque de Caxias n.
    59, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
    timento de bolinas para homens, dos melhores c
    mais afamados tabricantes da Europa, como Me
    'T-' T" "-'-'- ."' "!'"'' vnrip.ilade de
    chnenos e sapatos, assim- lambem um lindo sor-
    timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
    muitas qualidades ma da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
    pelo que fica expendido, est claro que a loja de
    calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
    o Pars na Amevk, ra Duque de Caxias n.
    59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
    De 10 paips.
    Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
    nheiras, fructa-nao, oiti-cor, articum-a-p, aba-
    cate, laranjacravo, flanboyant ou hrilhante, pal-
    meira imperial, roseiras de qualidade, alecrn?
    parreiras coracao da india, romeiras e outra,
    (antas : na Capnnga, ra da Ventura numero 2n
    Restaurant du Louvre
    Ra das Trinclielras n. 16
    O proprietario deste estabelecimento previne ao
    re^peitavel publico, que ah as noutes de S. Ma
    e S. Pedro, encontrar-se- a bolos de S. Joao, pu-
    dins, bom-bocado, pastis du nata, etc.. e fu
    est disposto por preep commodo servir bem a
    aquelles que o hnnrarem com suas visitas, porque
    para isto est preparado. _____^__________
    10-000000
    COMPRAS?
    Compi.t-se :iiniHw* r<>* irrm* < a .ara-
    dos nesta ciJa.1i; : a Halar ka le roa tape
    de Caxias n. II. _
    Compra-se
    Diarios a 5<(Vn i arr..' a l a iu larga aa
    Rosario n. H, fal-ii-'a de rigatme. _____
    Ailfilai.
    PAPA-
    No hotel Allianca. ra eslreita do Rosario n.
    10, encontraro pela manh* a boa papa da melhor
    farinba de milho e do Maranho.______________
    Cozinheiro.
    Precisa-se de um que Manea dj sua arle : a
    tratar no largo do Corpo Santo n. 19, 1* amhr,
    escriptorio. ____________
    Maneel Rodrigues de Mendonca, de hoja em
    diante se assignar Manoel Rodrigues Correia de
    Mendonca. Reeife, 23 de |unho de 1873._______
    Na ra d"* TIkhii.'-.le S>iua, <'lra4.i a. IV m-
    tr'ora da UnfaMa. aaaapaa^aa nmi ^rrra O T*
    i 30 anuo ile i.lade, que si-! a r ...' :,r r rn.
    mar ; e ipalmen'.* pisle
    ton* qui- livi-riMil al^'U-oa '"il r-^tUfttn
    na e|H-cifi.-ada. queiram Jrigir-e a
    e casa ja nieiicinna.la.
    .^rmjM-Jio.
    Conijiia-re umi avanjajla para tivema eaa '
    estad': a Iralar a na I > IHl.| :< le l'atias
    mero ti A.
    Compra-se
    Xa na la Aoi.iriiu n
    de vapore? de rer qu'1.
    U\, ar-;"*- da c.a|i:.:
    vrM0A.
    Quem precisar de um criado, dirija-se ra
    da Roda n. 2o, que achara com quem tratar. Da-sc
    flanea de sua boa conducta.
    _ O l m =! O* 3 ^ Ck 4
    ._ ..-3
    CABELLEIREIRO
    Ra do Imperador n. 381. andar.
    O artista Andrade, antigo e acreditado offlaal da casa de Delsuc, participa as Exmas.
    famiias e ao respeitavel publico desta capital, queseaba de abrir este novo alo, aonde
    se aprompta com perfeicao toda e qualquer encoramenda tendente sua arte.
    Prepara-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
    concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeicao toda obra de cabellei-
    reiro sobre encomnienda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra .qualquer
    parte.
    Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
    cao e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
    Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ba continua-
    damente sortimento completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo da modernissimos
    gostos.
    Ra do Imperador n. 381."andar.
    GRANDE DECSOBERA
    DO
    Consultorio medico

    i
    DO
    Dr. ]Hnrllo.
    RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
    Recem-cliegado da Eurepa, onde fre-
    quentou os iospitaes de Pars e Londres
    pode ser procurado a qualquer horado
    dta ou da noute para objecto de sua pro-
    fissao.
    Consultas do meio dia s duas horas
    da tarde.
    Gratis aos pobres.
    Espeoialid des.=Moestias da polle, de
    crianca e de mulher.
    Emprega no tratomento das molestias
    de sua especialidade as duchas frias e
    Q banhos a rapor, para os quaes trouxe
    p os apparelhos mais modernamente em-
    ff\ pregados na Eurepa.
    'M. Tambem applica com grande proveito
    eL no traftimento das molestias do ulero a ^
    SR electricidade.pelo processo do Dr. Trepier.w
    Precisa-se de 1:0001 a juros, dando-se por
    hypotheca um predio livre e desembarazado sito
    nesta cidade : qnem quizer dar dita quantia, diri-
    ja-se a esta typographia a fallar com o adminis-
    trador.
    !

    M0F1NA
    Est encouracado!!!
    Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
    escrivao na cidade de Nazareen desta provincia, o
    favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
    cluir aquelle negocio que S. S. e comprometteu a
    reafisar, pela terceira chamada deste jornal, em
    miis de dezemneode 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo chamado para dito
    8m, pois S. S. sedeve lembrar que este negoeio
    de mais de oito annos, e quando o Sr. seu tuno se
    aohava nesta eidade.
    Composto de manac ante-rheumatico e depurativo
    PELO
    E' preparado este xarope de manac e mais algumas plantes indgenas do Amazonas,
    nao contera prepara joalgum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos ossos
    erupces svphiliticas e dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
    desses virus. A sua composic^io foi approvada pela junta central de hygiene pu-
    blica.
    A cada garrafa acompanha urna explicarlo para a forma de usar. Preco de cada
    urna 89000.
    nico deposito nasta provincia ra do Barao da Victoria n, 38, chapellaria de
    Monteiro d Suva.
    Arrendare um sitio perto da estaco do Caxan-
    g, com boa casa e cacimba de agua de beber :
    quem pretender dirija-se ao engenho Poeta a tra-
    tar com o seu proprietario.
    Preeisa-se de um homem para conductor de
    carroca : a tratar na ra do Barao do S. Borja n.
    8, annga roa do Sebo. ___________________
    2 3 5 s u o- -,
    pajo-p:a S
    |*ai,lj| .o^a
    C --9 rt "' C m S 2
    -$|$EE 5-c2
    15 r18 J 58**4
    o SiallEBaaSi
    -o 3-2 q S -3 ^So
    isnrJjl I*:I
    lliSalfilB
    \"eii(lo-sc
    urna mobilia de ninarello r prrraaa*H. e I
    Luir. XV, c-i:i 'I 4 ratau \ c^a>
    ras de (.uarnicao, 2 ditas d- Ir c. I
    de MM e una jnrdioeira. a *
    ras americanas, tudo em permit e de Antonio llemiquc, antiga a>* Ac-*ft
    n. 2.
    (a. I l-
    raVi
    -rt _T ^ ._ S .-.
    s a 8 1 .a ? Sb *
    c re
    '- = =; = =
    SJf8CiIi&
    cu3.
    e a preci barati
    7. e a..s aata^aa
    tM (rite na
    p ami'-jM*.
    hjai :
    a*

    Fogcs.
    Lindissimos focos de visU *,*
    nos queimareii denlrn e> ro-v a qi'
    China. Vende- e a re lli- da :.
    a vonladedo cmiiprad.'!.
    no largo da alfandega n.
    da Madre de De 1" andar.
    Os mesmos fogos. na> meMiia^ cwlic. "
    d*-ea laiuliem na ni. d. I.iqiera+.r. c.i~a de *-
    uardo da Silva C. Cain|..*, e aa r.ia 4v Hataja
    de Olin' '
    Ja cargiif im aaMavMawaaa bajas
    enes da CWna, para aerea i"J saliV
    dins: raixinhas cmn variado urtimme e a ac-
    cos desde 2(i at .*** cada caixa : ao arai
    n i do raes da .'iTauVga.
    "Phliii si:
    -urtjo^--;; B gj
    Oaau> > a e
    >. fc- M O.
    Precisa-se de una para cozinhar c fa-
    zer mais algnm servido de ca?a de fa-
    milia, no Corredor do Bipo n. 5.
    AMA
    Ama
    >||l Precisa-se de urna ama quo saiha
    \ ^S -\ POZ'nnar e pngommar, para casa da
    i"JLI'JLr\ familia : a tratar na piara do Corpo
    Santo n. 17,3o andar.
    Precisa-se de urna ama de idade para
    cozinhar em casa de rapaz sollero: a
    tratar no armazem da ra do Imp rador n. 1C.
    Ama cozinheira,
    Precisase de urna para ca-a de ponca familia,
    paga-se bem agradando : ra do Hospicio, casa
    de lilas amarellas, n. 46, ou Qneimado n. 70,
    loja._______________________________________
    Ama -Na ra de Bom Jess n. I, 2* andar,
    flffHMi preaisa se de una ama para cozinhar e
    outra para engommar.
    Precisa-se de urna ama
    mero 61.
    na ra Direita nu-
    Offerce-se urna ama para cozinhar em casa
    de pouca familia : quem pretender annuncie por
    este Diario para ser procurado.
    Precisase de urna ama para cozinhar em
    casa de homem solteiro : a tratar na ra do (la-
    bu g a. 6, loja.
    Ama Prec'sase d" ama Para uma pessoa
    ^xixi n. 11 ou na estacao-do Manguind.
    ~MECrA7"
    Ama de leie.
    Precisa-se de uma ama de leitc, quer seja
    forra ou captiva, porm sem filho, e quo te-
    nha bom e abun lantc leite, paga-se bem : a
    tratar no 3.a andar desta typographia.
    Arados para lavrar a t--rra.
    Canias de ferro.
    Cofraa >!' Ierro, prora de fogo.
    Fogoes americanos.
    Pregos amencan'is.
    Bataneas a pesos.
    Chapas de Ierro galvauisado cara cU*ir casa-
    Taxos de ferro Mm' ado
    Machinas aara d.can ilgaaao.
    Machinas de cortar fumo.
    Machinas a vapor, torca ile I|i r \
    Em casa de Miaw Ihafeal C. m o Bm
    Jess n. 4.
    VENDE-SE
    l'.uab, a fi* o >aceo dV !
    milho: no taBcha
    lliras caja um.
    AMA
    COMPANHIA
    Ferro Carril de Pernambuco
    De ordem da directora da companhiaEerro
    Carril de Pernambuco (outr'ora Pernambuco
    Street Railway & C) faeo publico que em sesso
    da assembla geral dos accionistas, em .1 do cor
    rente mez, na cidade do Rio de Janeiro, fora eleita
    a nova directora, que licou composta dos seguin-
    tes senhores accionistas : Dr. Honorio Augusto
    Ribeiro, Manoel -algado Zenha e Honorio de A
    raujo Maia. Reeife, 23 de junho de 1873.
    Gustavo Adolp'io Schmidl
    Ge-ente.
    Precisa-se de um raixeiro de 13 a 1S annos,
    qne d fiador de saa conducta : na ra Direita
    dos Afogados n. 27, padaria.
    Moleque.
    No hotel de Aplpueos, precisa-se alugnr um rao-
    Jeque para o servifo do mesmo.
    Precisa-so de uma para todo o
    servco de uma so pessoa : na
    rea de S Francisco n. 39.
    Vletlico-cirurgico
    \ RA DO IMPERADORN. 73. ANDAR J,j
    0 DR. NNES DA GOSTA
    MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
    ESPEClALIrADES.
    Molestias e operarles de olhos.
    Cara radical e instantnea do
    estreitamebtoi* da uretra.
    Consultas: Das 7 is 10 boras
    da umb.
    Cbamx'los: A qr?lqoer hora.
    ^
    Vende-sc
    M ahata-aa um -iliono Arraial, trav-a V> Aaja>
    d> n. i, c.m ,:0> aaaaaai d-funaV e
    fente, casa com ciiiiiod >s para gnaaa Caaalto.
    encanamenln d agua, carimlia. hanheiro e drv.1-,.
    fructeiras : a tratar na ra do Rario da t H-wia
    n. 21. loja. Xa mesma loja ha para vrarr 4aar
    machinas de costura dos melhores fabnca*
    um cilindro para ralear Ierre*, e ama tewo,:a
    para jardmeiro.
    As nicas verdadeiras
    Bichas hambnrgnezas qne vera a e na ra do Mrquez de ulinda n 5!.
    0 Pechincha.
    9 NA HIJA DO CRESPO N. 10 0
    MilajTalla a U. tM10 e 11, a neo '
    JJ Aliiodaosinho largo marca T a '. 1 W a ^
    W. Pe?*-
    iitas de cores a 200 e ll<. iaK
    ^ Camlnaias de cores a JIO rs. e aja)
    9 barra a 8l rs. o ruvad >.
    )(X C.rosdenaple preto a l|4W a farnrta
    g largo a 3*000 e 3*.'i0ft.
    0 Vestuarios de fustao para meaiaas. a
    M 41(00.
    J Chales de cor. a U, I*OO e t*.-ioo
    Cangas de linho de ere* a|310 rs, a e.
    jfi Algodao axul merieaa para mapa a>
    ?*^ esclavos a 3i 1 rs. o ovado.
    >X Meias para meninos de todas oe tara a
    'Je, manhos a 3* a duxia.
    Q00-0*|
    PECHINCHAS
    No hotel de Apipucos, precisa-se de um feitor,
    para tratar de um pequeo sitio.
    Attencao
    Engomma-se com perfeicao roupa para
    homem, ra do Forte n.-9.
    OirZinlkiro
    Precisa-se de um bom coiinheiro para um bom
    hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, a/ma-
    ?em unio e eommereio
    CHEGAR M mais las de ccea a
    vado.
    SAPATOS DE TRANCA
    petacas.
    CAMISAS BORDADAS, peMo 4a
    5*(XiO.
    COBERTORES DE AI^G^DArt a T*.
    CAMISAS t'RANCEZAS, de caita, das
    qne vem ao marrada, a SdtM.
    POUPaJJNAS DE SEDA a U, 4a m
    ave sio as mais modaraas, e a
    pelo baratissiBao preeo de U
    RA DA IHKMAiHB *. M
    m
    ra. o
    aW5#
    dos Goararapea a 31: a iralar aa roa
    n 19, antiga ma da Nar, eaPtraie
    HHP


    Dis t Ptiraambco 3fen> ftra 2A,de Junuq de 873n
    u
    NliRTIMEHTd
    MEDICINA
    Preparado por
    1.anian & Kemd
    para thisica 9
    toda a qu.tlidade
    de duendas, quer
    seja na garganta,
    peito ou bofes.
    Expressamento
    oscolhidodos me-
    lbores figados dos
    quacs se extrahe
    o oleo no banco
    da Terra Nova
    purificado chimi-
    ycalmente, e suas
    [valuareis propri-
    edodes conserva-
    das cena todo o
    cuidado, om todo
    o frasco se garan-
    te pe rfeit a men-
    te puro.
    Esto oleo tem
    sido submettiilo
    aumexamemui-
    to severo, pelo
    chinaco de inais
    talento, do go-
    verno hespanhol
    em| Cuba e foi
    pronunciado por
    elle a conter
    MYIOU PORCAO D'IODINA
    do que outro qualqucr oleo, qun elle tem
    examinado
    10DINO UM PODER SALVADOR.
    Em todo o oleo de ligado de bacalho, e na-
    quelle no qual conten a maior porco desta
    in vala vel propriedado, o nico meio para
    curar todas as (locaras de
    GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
    Phtysica, bronchistes, astbma, catharrho,
    tosse, resfriamentos, etc.
    Uns poucos frascos d carnes ao muito
    magro que soja, clarea a vista,
    a todo o corpo. Neiihum
    ubecido na medicina ou sciencia, d tanto
    nutimento aosystonia e incommodandoquasi
    nada o estomago.
    As pesaoas cuja org.misaco tem sido des-
    truida pelas affecedes das
    ESCRFULAS 01' RHEUMATISMO
    c dd vigor
    outro artigo co-
    e todas
    aqu
    las, caja digestao se acha com-
    pletamente desarranjada, devem tomar
    O OLEO DE FIGADO DE I.ACAI.HAO
    MR
    laman & KEOT
    Se -que desejam ver-so livres eiseutasde
    enfrmidades.
    Acha-se venda em todas as boticas e
    drogaras. II. Eorster d C, agentes.
    O INEXTNGtlrVEt
    Pili
    t
    ler,
    BE
    ;:;:?, rt- I.Vlitt.1*.
    i,i pura !i..LilIai;aii das mais raras fle-
    ta tropi ios. Ciatcn, para assim <1-
    qaasi o oddr odorfero das flores do
    tfipieo da America, e sua fragancia 6 qnasi
    inexhausta ainda mesmo por continuada
    eva|>oraco e diffus&O. N'este respeito
    incomoaravel a qualqaer outro perfume
    OAO ha de venda para :
    DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
    CABECA, DEBILIDADE E
    HISTRICOS.
    i; r, ii i erto o licceiro allivio. Com o bom
    ligeiro allivio.
    ton, tem conservado sua influencia para
    anuos sobre todos os
    cim i
    .'
    SEGREDO ECONOMA E CELEUDADE.
    IIUECCO" SHOST
    nica, hygienica,radicaleinfallival nca-
    ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
    toda especie, recentes ou chronicas; que
    offerece como garanta desatufares resultados
    a continuada applicac,o que sempre com a
    maior vautageio se tem sito della nos hos-
    pitaes de Ptris, ,.
    nico deposito paraofcrasil, Bajtfed|ome'j
    d C, raLamido loaario n. 3t.
    Xarope d'agritio do Para
    Antigoe conceitoado medicamento para
    cura das molestias dos orgos respiratorios
    como a phtysica, bronchites, astbma, etc.,
    applicado ainda com ptimos resultados no
    escorbuto.
    Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
    tbolomeu d C, ra Largii do Rosario n. S4.
    BICHAS DE HAMBRG6
    As mais recentes e melhores.
    Vendem-sena pbarmacia edrogariadeBar-
    tholomeu d ('., ra Larga dosario o Rn. 34.
    Cassas avariadas a 240 r&
    o covado.
    O Pavao vende fimssimas cassas francezas do
    cSres com os mais delicados padrees, por twem
    um pequeo toque de a varia'de' agua doce, pele
    barato preo do doze vinteas o covado. pechin
    cha : na 'loja do Pavo, ra da Imperatrii n.
    0.
    fiandeijas
    Amaral, Mabuco 4 C. vendem Tandeijas de me-
    tal envernisadas, e de verdadoiro charao de todos
    os tamanhoe, para c, copo, bolos, etc.. ele, e
    um completo sortimento de balaios, cabazes, etc.,
    de virae, e rotim para flores, costuras, pao, ele.,
    etc. : no bazar victoria, ra do Barao da Victoria
    numero 2.__________________________^_^
    Merino preto a 80 rs. o co-
    vado.
    Merino preto a 00 rs. o covado, proprto para
    vestido serve para luto, por ser som lustro,na loja
    das 6 portas em frente do Livramento.
    Entremeios, tiras e bicoa a
    500 rs. apega.
    Vende-se ntremelos, tiras e bieos bordados a
    retroz, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
    nhas de cringa, pelo baratsimo preco de 500 rs.
    a peca na loja das 6 portas em frente do Livra-
    mento, dito-se pecas a mostra com penhor.
    Laziiilias escocezas a 280
    rs. o covado.
    Ra do Crespo n. 20.
    LSzinlias escocezas, padree? ntniramente no-
    vos, pelo diminuto preco de 80 rs. o cavado,
    pechincha e do-sc amostra.- na loja de Guilier-
    me C.da Cunlia & C.
    Nao ha mais cabellos
    liraiiros.
    Se nica approvada pelas academias de
    sciencias, roconhecida superior a toda que
    tem apparecido at hoje. Deposito princi-
    pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
    todas as boticas e casas de cabellei-
    reiro.__________________________________
    Joaquim F. dos Santos Coimbta Guimaraes,
    ende cm seu escriptorio ra do Mrquez de
    Olinda n. 3 i." andar :
    Caf do Rio
    Cha t u em latas de 1 libra
    Fumo em latas
    Familia de mandioca
    Vinho de Thomar, em decimos- ____
    Hesperidina
    Verdadeiro bter hesperidina, superior e_acre-
    ditado : ;i venda no armazem de Tasso Irmao &
    C, rua do Auiurm n. 37 ______
    '5
    V
    Viil'.' i! CHICO
    perfnmes, as Indias Oeeidentaes, Cuba,
    Mlico, AisMfica Centra!, e do Sul e nos
    ci ; : la a conflanQa o recommendamos
    como um artigo, pelo seu aroma muito de-
    licado, riqueza de odor e permanencia, nao
    podo ser igualado. Tambem fas remover
    da pello:
    ASPEREZAS, EMPOUS,
    QUE1MADUIUS DO SOL,
    SARDAS E BORBLLItAS.
    Sendo redurida com ga% so torna urna
    bi lente mistura para banliar a pelle,
    dando um oseado o cor clara a complet-
    en > nublada, sendo applicada depois de
    ... '.;;ar, evita a irritaco que geralmente
    irre, asstm como tambem garganteando-
    se, o oheiro di) cigarro -desapparece, e me-
    m ira a con li'.ao dos dentes o gengivas.
    I orno lia militas mitac&es, as quaes nao
    possuem nenbsmas d'estas pro[>riedades,
    > tomar cuidado e contar smente o
    o famoso perfume e cosmtico do sul da
    ' terica, chamado:
    FLOMIA
    D
    21'R3I.4V A UkMMM.
    So acha venda em todos odro
    : iras da moda.
    STRA DE
    mis posmros
    HOWE

    UNIG0S AGfflm
    A'
    Sin do Barao da Victoria n. 28
    t
    As mais siDJ^'eB, as Mais bArtas e as melhores 4o mundo 1
    Fa expsito de Pars, em 8C7, foi concedido a
    Um Htowe llunior, a medalha de ouro e a condecora-
    ioida Legic de Honra,-por srera es machinas mais per.
    feitas do ntiho. f 4 1 ^^ n
    A medalH de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
    Estados^nidbs por ser o inventor da machina de cos-
    turar.
    A medalha de ouro na expsito de Londres acredtam
    *st*>mtobiim
    Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das-machinas de Howe de Nova-
    York, estabeleceu nesta'cidade rua do BarSo da Victoria n. 28, um deposito e agencia
    gend, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
    tura de Howe. Estas machinas sSo justamente apreoiadas pela perieigao de seu trabalho,
    empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade delinhaquequalquer outra,
    e pela introduceSo dos mais aperfelcoades-apparelhos, estamos actualmente habilitados a
    oflerecer ao eame publico as melhores machinas do mundo.
    As Varitttgens'destete machinas sao as segxdntes:
    Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova inontestavel, a
    circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe cm segun-
    da mi.
    Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo
    Terceira.Ha nellas menor fncco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
    do que as outras.
    Quarta.Formam opootoeomo se frafeto mao.
    Quinta.Prmitte quese elimine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
    as-outras.
    Sexta.-"Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio ^ um outro lado,
    e logo em svguida, sem moditicar-se a tenso da linha, colwn a fa/enda mais
    fin.
    Stima.0 compressdr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
    de agulha ao comecar nova costura.
    Ohava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
    mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faga 600 machinas
    por dia.
    Cada machina acompanha livretes com instrucedes em portuguez.
    A 9fe00 A 90^000
    SOARES LEITE, IRMOS
    A'
    do Baro da Victoria n. 2 8.
    BAZAR DA RUADIREITA
    HOJE '
    MARCILIO DAS N. SI.
    Este estabelecimento sempre solicito em oflerecer a concurrencia do respeitavel pu-
    blico um completo sortimento de miudezas, calgado francez, chapeos e quinquilharias a
    precos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
    pria encommenda da Europa o America, vem dar publicidade denlgons artigos por cujos
    presos bem se pode avahar os procos de outros muitus que se tornara enfadonho pu-
    blicar.
    MllDEZAS. MIUDEZAS.
    1|000
    yguistasj
    VENDE-SE
    Manteiga ingleza a
    c 800 rs.
    Vende-se no armazem de molhados Concordia
    e Cemmei'do a [iraca do Mrquez do Herval
    n. 2 ______________________________
    Para os bollos de S. Joo e
    S. Pedro.
    Manteiga ingleza a 15000, 800 rs. e 6i0, dita
    franceza a Gil', 720 e 8"0 rs., queijos do ultimo
    vapor a 23WK), vinho Figueira, garrafa 500 rs.
    e caada 38UO, o melhor que se pode desejar
    neste genero, e outros muilos gneros que se tem
    vibia : cheguem que pecliinclia, ludo dinhei-
    vista : rua de Sanio Amaro n. 8.___________
    GRANDE NOVIBADE
    Santo Antonio, 8. Joao e S.
    Pedro.
    l'ilOl'ECIAS ILLUSTRADAS -
    Cellece?5es de nva^ sortes infalliveis, contendo
    cada colfecQo 64 cartas, onde so acham estampa-
    das cari'aturas engranadas c espirituosas sortes
    destinadas aosdiverliiienlos das noiles de Santo
    Antonio S. Joao e S. Pedro. A cada colleccao
    acoinpanliam urna tabella e uma explica^ilo para
    ojogo. Acham-se venda pelo diminuto preco
    de 23 mas feguintes casas : livrarias franceza,
    universal, econmica, industrial o acadmica ; rua
    Nova ns. 2>, 39 o 03 ; rua do Imperador n. 71 ;
    rua do Cre>po n. 23 ; arco da Conceicao n. 2, 9
    caes 22 de Novembro, armazem do Pires.
    uma casa terrea, bem construida, com duas ja-
    nellas de fenle,, entrada pelo oitao. quintal pe-
    queo e cacimba, en terreno proprio, na rua das
    tfyojpbas cuma frente para o naseente, e est
    remiendo l.-OOO mensaes.
    Uma dita pequea na estrada de Joao de nar-
    ros, sendo o terreno em que est situada, 33 pal-
    mos de frnte e 100 de fundo ; tem a frente para
    o poenl .e-mo terreno existem dous pes de
    eoqu ...s '.- d;io fructos, c eit rendendo l."J.
    tul tcr i proptio eroprio para edilicar-se ;
    com a fren:.! para o sul, silo na rua do Principe.
    Tem 8 palin 4 de frente, a mesma extenso na
    e.xlroina dolad)opposto, 120 palmos de compri-
    menlo, extremando pelo lado do naseente com
    a nova roa do eemiterio.
    Os pn.tendentes podem dirigir-se rua da 50-
    ledale n. ai, onde receherao quaesquer e.xplica-
    coes, e convencionarao sobre o preco, das 6 s o
    lloras da tnanl.
    Insignias maconicas.
    Amaral, Natmco & C. avisam aos seus amigos
    queesto .-uppndos de fitas masnicas di diverso
    graos para os que qnizerem .'asistir a grande fes-
    ta que costama *e fazar a S. Joojiadroeifo
    das respeitavei tojas manonieas no dia de Jn
    nho.
    Manteiga.
    0 Campo-alegre, paiee do Gatmo e. 2, vende
    manteiga ingleza flor a 5 para os bWos de S. Pedro.
    TASSO IRMiOS k C.
    Em seus armazens rua do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender per presos commodos
    lijlos encarnados sextavos para ladrillio.
    Canos do barro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hydraulicc.
    Machinas de desearocar algodo.
    Machinas de padaria.
    Potassa da Kussia em barril.
    Phosphoros de cera.
    Sag em garrafdes.
    Sevadinha em garraf&es.
    Lentiihas em garrafes.
    Rhum da aJmaica.
    Vinho do Porto velho engarrafado.
    Vinho do Porto superior, di;o.
    Vinho de Bordeaux, iu.
    Vinho de Scherjy.
    Vinho da Madeira.
    Potes com linguas e dobradas ingtaa*.
    Licores finos sorlidos.
    Cognac Gaulhier Freres.
    Latas de toucinho inglez.
    Barris con> repome m salnoara-
    L para bordar, da melhor qualidade, 1
    libra por SoOO. ..
    Agulhas francezas, fundo dourado, a cai-
    xinha com 4 papis a 60 rs., 240 ?.
    Voltas de fita de velliv! com lindop co-
    raes ingindo 'iiaueperola, a 500 rs?
    Voltas para o pescoco, fingindo camafeu,
    companhadas com 1 par de brincos seine-
    lhante, tudo por 2JJ500.
    Linha branca de 200 jardas em carrteis,
    propria para costura de machina, a 800 rs.
    a duzia.
    Dito de dita de Alexandre, numeraco a
    gosto do freguez, a 3 #100 a duzia.
    Diademas dourados de lJtfOOa 30OO.
    Ditos de tartaruga com flores a 2&000.
    Ditos com borboletas a 1U500.
    Rrincos encarnados 1 par por 500 rs.
    Ditos de plafiut de 500 rs. a 25)000.
    Ditos dourados, duzia do pares, a 13&500
    e 39000.
    Voltas de aljofares com brincos, a 29500.
    Ditas de ditos com corajes a 1J5000.
    Ditas de ditos de contas com cassoretas, a
    800 rs.
    Rosetas de plaqut a 19 o 19500 o par.
    Gravatas de seda para senhoras de 19200
    a 29000.
    Parures com 2 lac,os para cabera e peito
    a 39 e 49000.
    Entremeios e babadinhos bordados de 360
    rs. a 29400 a peca.
    Gales de seda brancos e de cores, de
    19500 a 2950tKa peca.
    Ditos de algodo e seda, de 19 a 1940O
    a peca.
    Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca.
    Trancinhas de cors, a 100 e 500 rs,a
    pega.
    Leques de marfin a 59 e 89000.
    Ditos de sndalo a 49500.
    Ditos de madeira imitando, a 29000.
    Ditos de papelles a 19800.
    Coques para senhora, a 39, 39500 e 49-
    Vende-ae
    urna escrava preta, exceileiffii cozinhelra e tava-
    deira, sabendo tambem engommar, com uma filna
    de 9 annos de idade, tambem preta, vinda recan-
    temente do Maranho : quem pretender compra-
    as, rija-s rua da Imperatrtz a. 30.
    Brincos dito de dito por 29500.
    Botoes de setim pretos c decores, a 800
    rs. e 19000 a duzia.
    Franjas brancas de seda de todas as lar-
    guras, a 19000 e l9'00 o metro.
    Ditas de cores c pretas a 800 rs. e 19000 o
    metro. '
    Gales pretos de seda, de milito gosto de
    800 rs. a 19000 o metro.
    CAL'CABO FRANCEZ. .
    Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
    49500 o par.
    Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
    alto, a 59000.
    Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
    69000.
    Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
    a 59500,
    Ditas para meninos, protas e de cores, a
    39 e 49000-
    Completo loniuento de enhjado de case-
    mira, Charl!, tapete e tranca-, mais barato
    10 6/o d clue m outra qualquer parte.
    CHAPEOS.
    Ricos chapeos de palha (Vitalia, para se-
    nhora, a 119000.
    Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
    a 169000.
    Completo sortiiiieulo de chapeosinhos para
    meninas, e seuioras, de 29800 a 59000.
    Chapeos de sol do seda, inglezes, cabo d
    marfim a li900t>.
    Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
    to bonito a 59500.
    Ditos dito de seda para senhora, cabo de
    madeira, a 69000.
    Ditas dito cabo de marim a 99000.
    DIVERSOS ARTIGOS.
    Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
    ma moda, com ristras de seda, a 650 o co-
    vado.
    Pannos decrOcht para cadeiras, a 19800
    e 29000 cada um.
    Ditos para Sof, 39e 49000.
    alfinete e brincos por 29000.
    Dito dito pretos por 29500.
    Ditos de ptaqoet, componde-se de alfinete
    e brinco, sendo de muito gosto, por 59000.
    I uiujiiu) ivnynt
    Pede obter em pouco lempo com o dio do melhor dos licorfia ifiBafr
    hWERIIlM
    Faz'oito annos que 6 cooberido eMe precioso tnico, e diffidl achsr amt p
    que, tendo experimentado pesaoalnwote, Dio falle em sea favor, ja" cono bou tome*
    a apetisador, tomando Offl calis della antea de jantar, oo como facilitador da iigil
    tomando-ae depois.
    ABASi
    da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ba om a uaLitaote do BhAStt, (a larr.
    especial das UmdJis) qae nao coobeca as iroiriedde medicinaea da doorada frac
    ora bem, a
    LABAIJA AMAICA
    em ten estado natnral tem ara goato pesco agradavel, e o mrito da HeaperiiM e*o-
    siste em reter snas boas propriedades, e ao mesmo lempo apreaenta-U como
    EXQUISITO LICOE
    A HESPERIDINA cono INDUSTRIA PrACIOTfAL oto trra aada qie w-repr m
    melbores iiuportaces europeas de catbegoria semelhaote. Estaa, qoando moito, pode
    ser gostosas, porm a Hesperidina a combinacao perfeita do
    AGRADAVEL E SADATEL
    Para prova de que om artigo no qoal pde-ae ter intein eoadaaaat. a>or aer por
    e innocente, basta dizer-se qae foi plenamente approvada e autoriaada pela
    JUNTA DE HVGIENE

    do Rio de Janeiro, permittindo soa livre elaboracao no iiaperio;
    BOA PROVA im^
    a aceeitacio geral que tem em tedie as partee onde apteiefttida. Sm iSO* eeut.
    lacease a primeira fabrica em BoeDoa-Ayres; em 1869 a segooda esi Wooiev.eo,
    no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR iniogoroo-se a fabrica qoe eeteasaecti
    trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Parifico tea boa aceeriecft
    tanto qae rara a casa qne considera completo sea aparador sem ama garrafa de
    HESPERIDINA
    O hornera velho toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    O hoffiom doente tona Hesperidina para obter
    SAURE
    O homem dbil tome Hesperidina para obter
    FORCA
    Ncs bailes as donzellas e os mocos tomara a Hesperidina para obter boa e*r
    animacao dorante oa loncos gyros da
    BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, I* andar, receben mi
    grande especifico, e veno^m-no nos depsitos seguate*:
    Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperalriz.
    Zeferino Carneiro, rna do Commercio.
    Marcelino Jos Goncalves da Fonte, roa da Cade Antonio Gomes Pires A C, roa da Cadeia.
    Antonio Gomes Fires & C, caes 22 de Novembro.
    Gomes & IrmSo hotel da Passagem.
    No ariiiazci de Joatinii Lopes HmMo i
    Travessa do Corpo
    Santo N. 20.
    Vapores locomoveis de foroa e S a 4 cavallos.
    Correias para machinas.
    Polias de diversos lmannos.
    Tiquetas para cobertos de carras.
    Solas de lustro para guarda lama.
    tontas de Innca para carro.
    Chicotes para carro.
    Gales largo e estreito para carro.
    Fregos com cabeca de marfim, ideni.
    Aderecos
    lhantes, esmeraldas
    rubins e perolas,
    voltas de perolas.
    I
    Obras de sroe
    prata d todas as
    qualidade*.
    Aderecos fingindo coral, compondo-so de Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
    uma
    Ditas de algodo acoieados, a6i0 rs.
    Colxa's de erocbt para cama de casal, a
    09000.
    Moraes & Irmo
    Em seu esriptorio rna da Madre Deus
    a. 5, i. andar, tem para vender per precio
    commodo i
    Viabo-do Porto superior engarrafado.
    Cerveja Bass.
    Cb verde miudinbo de saperior quali-
    dade.
    Vende-se doueijrti
    de tambores de fefro a outro
    Dfreim dos Afogaih n. t7.
    lezes, sendo um
    gaiso : na rua
    Fogos artificiaos
    Souza 4 Guimaraes, rua Nova n. 39, avi?am aqs
    seus freguezes que recafceram um guijo sorti-
    mento de fogos chfluze propios i*a salWes;
    assim como tambora teraum completo sortimento
    de fogos nacionaes drt frrclHnres BfertcaiMes des
    eroiWK-para os festtj* de Snto Antoeio, & Joio
    A Pbav assiia oobb butalio de sones com
    figuras. .... .
    Taverua.
    1 eade-se a taverna da rua da Penba n. 6, quasi
    jnto a rmelfa-: a tratar na mesma;
    SAPIIRA
    NOVA LOJA DE JOIAS
    N. 2 ARua do CabugN. 2 A
    DE
    BARROS & I II IIO
    Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
    tendo os seus proprietarios feito uma importante acquisicio
    ' dadi
    feito uma importante acquisicio de
    ioias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
    res, convidam ao respeita vel publico a fazer uma risita ao sea es-
    tabelecimento, afim do apreciar e comprar uma joia do gosto por
    preco razoavel.

    Ainda duvidam que
    Jfc
    ROSA BRANCA
    No escriptorio da rua do Commercio
    n. 32, de Joo Jos de Carvalho Moraes, i
    vende-se o seguinte :
    Caf do Rio de Janeiro.
    Cimento de Portland.
    Palhmha preparada. a ^^ ,oja aon(k, M 6
    Lera em velas. faiendas barata, ora vejrm:
    S,?ot'S. 5-(6ceTLirJ.
    R^Mrofi I S>rrMiceasA4Bbraiuanled*al|o4p. I
    Chumbo de muaico | com 6 por 7*. aprov^ito occasiao.
    (Smma-laca.sopeiiorqualidade. ChapOS de Sol UglezeS, 90i\%

    T
    Cadeiras hamburguezas.
    Ditas de balanco.
    Ditas para enancas.
    ogo, fogo
    trancada a 84
    Sto chapeos que vln H#, c le alp *
    ciaEtaia para fono a 1^0(1
    [e o meihor te to*s os fegoe oklem com
    a malha de ac, de ferrro, de zineo, de cobre e por
    de agulha, que se vende por menos na phar- da I
    aiaciar e drogada oe BaiUwiomeu & C, n. 34
    rua laraa do Paaario.______________________
    Por oOOA vende-se-um bom preto ganhador
    de 40 annos muito robusto c baratissimo e mais
    tres bonitas crionlas de i 8 5 antK'S, dtms me-
    leques de 8 10 anuos, e uma malaainha. de 10
    anoas : na roe d* Borlas n. 96.
    "2tt
    E' asMda muito cnaWWB
    tiendas oompaada
    LOJA DA
    Es pr^*
    ileia: uM
    A 9J cada arroba
    Superior fumo de Minas era rolos peuueoos, es
    colhido a vontadedo comprador : na rWa' (W Amo-
    rim, armazem n. OK
    Cetoulas franocaas eom mo
    folOW
    Nana da ftaietatHt ***Mt 1

    ^"^


    Diario de Ferambueo Terca feira M 'de 'JUttto *& 'Wf.
    DO BRIJM N. 52
    (Passando o chafariz)
    PEDfiM AOS seohores de engeoho e otaros agrieoliores, e ere pregad) res de m
    ciniwao o favir de bou visita asen eitabeletmeot, pan verem o iiO?o sortimeoto
    sompletj qae ah tem;, seado tado superior em qr^lidade e wlidSo; o que m a in
    pecc2o passoal pode-se verificar.
    ESPfiCLa ATTfi*NAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
    \7flrni"A5 A rftHflQ A*ia>a dos mais molernos systemas e em ta
    V ttJJUrS O rOUttS a ftgaa m,>h.os conveirijuies para as diversas
    sircnmataacias do seohorea pr jprietario e p?r descaro^r algodao. Q
    MOBlldaS (8 Celina d,.l0(los e8 'amanos, sjneluores que aqoi
    Bodas dentadas p3"168 ****<.
    Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
    Alambiques e fundos de alambiques.
    Marttl^^TTlOS para mandioca e alpod9o,l PodendD1; todos
    u&cw&iU9iUU9 eparaeerrarmadeira. (ser movidos a mSo
    Romhiift por 3^9' vaPr'
    w***v**w de patente, garantidas........ Jou animaes.
    Todas as machinas e pe?as de qoe 8e C08t0Dla preci8r-
    Faz qualquer concert de m3cbidisni0'a pre? moi snmdo.
    PorirtflS dp fforro tem as mftmor8 e m*'3 barJlas existentes no mer-
    3?11*fiTnTYIATlff a Iucumbe-se de mandar vir qnalqaer macbinismo von-
    uuuuiUlUOUUaa. latle dos dieales, lembnndo-lbes a vantagem de fazerem
    anas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qualquer necessidade pode
    riei prestar auxilio.
    Arados americanos einf,rnmeD,08?grico!as-
    RA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFARIZ
    MIUDEZAS.
    Soarcs Leite Irmos, pedem as Exmas familias desta cidade, para virem sortir-se
    de um completo sortimento de miudezas e perfumaras, por presos baratissimos, a
    laer:
    Gaixa de linha branca muilo boa com 40
    oovellos, a 500 rs.
    dem dem de marca, a 200 rs.
    Maco de fita chineza, a 900 rs.
    Duzia de pecas de cordo imperial, a
    180 rs.
    dem em carritel de linha branca, a 320
    rs.
    dem idem carritel 200 jardas, a 1-5000.
    Lamparinas gaz, dando urna luz muito
    boa, a 1JW0O.
    Abotoaduras para collcto_fvs3o baratas), a
    800 rs.
    Duzia de pejas de trancas caracol branca,
    400 rs.
    dem idem lisas, a 200 rs.
    Fita de velludo de todas as cores e largu-
    ras.
    dem idem de sarja idem idem.
    Talheres cabe de viado (imitacao; a3$000
    duzia.
    Duzia de baralhos francezes canto doura-!
    do, a 3^600.
    dem idem beira lisa, a 25500.
    Grinaldas para casamento, a 25 e 5500!).
    Carrafa de tinta roxa extra-fina,
    Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
    dem idem, a 400 rs.
    Caixa de envelopes trajados de preto, a
    500 rs.
    Leques para senhoras, a 25000 e 45000.
    dem idem de osso, a 65000 e 85000.
    Indispensaveis de couro da Russia, a
    105000.
    Livros para notas, & 320.
    Redes enfeitadas, a 15300.
    Duzia de collarinhos bordados para ho-
    mum, a 85000.
    dem idem lisos, a 65000.
    PERFUMARAS.
    Garrafa de agua florida verdadeira a 15300
    Idemkananga do Japao, a l200.
    dem divina, a 15000 e 15200.
    dem idem Magdalena (novidade) a 15500.
    Frasco com tnico oriental a 15000.
    dem de oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
    dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
    Opiata muito boa, a i5, 15500 e 25000
    o frasco.
    Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
    dem idem do pos chinez, muito bom, a
    a 15000. 500 rs. e 15000.
    Can de botoes de osso para calc,a, a' Mac/) de sabonetes inglezes
    tOO rs.
    Coques modernos, a 35500.
    Maco de tranca lisa de cores,
    Espelhos-toucadores, a 25000.
    Resma de papel pautado e liso, a 25600,
    15800, 35500, 45000 e 65000.
    Caixa de papel amisade, a 600 rs.
    dem idem idem beira dourada, a 800 rs.
    Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
    Luvas de pellica com pequeo toque, a
    600 rs. e 15000.
    riores, a 600 rs.
    muito supe-
    Duzia de sabonetes de amendoa, a 25500
    240 rs. e 35600.
    I dem de sabonetes de anjinho transparen-
    tes, a 25200.
    dem de sabonetes com flores, a 15500.
    Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
    mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
    prias para presentes.
    Sabonetes Glycerino transparentes, 15
    Chapeos para senhoras e meninas.
    BOLLAS DE BORRACHA
    Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo preco, e mui-
    tos objectos que se tornara longo mencionar.
    28 Ra do Barao da Victoria 28
    FAZEHDAS PAR ACABAR
    Na ra do Crespo n. 20.
    LOJA DE
    Guh&nne Carneire da Cunta 6.a
    :4-
    &i
    Lra&
    *:
    a
    '
    ^<*OlO VSf*^
    XASOPB PEITGML JAMES
    PTIMO ftEMliDlO CONTRA
    TOSSE MKTUS de PUTO i PUTYSICAS
    enftiiado e approWlo nos hospitaes de Lisboa,
    le^almentc auctorisado pelo CoHSlbo du Safjde Pubrfea,
    fctoMMMo que se echa reconhecida pek)
    Cnsul geral do Imperio do Brasil.
    mm m lindos m *&*? &*
    Ra
    da Iiopera.triz n. 72
    m q
    Loiirenco Poroira MemlesGuimaraes
    Declara a seus freguezes que tem resolvido vender' o inais barato que for possi*
    saber:
    CUITAS A 160 E200 RS,0 COVADO.
    Vende-sc chitas fruncezus largas com to-
    que de avaria^ a 160 e 200 o covado. Di--
    tas limpa6 a 240, 280 e 320 rs. o covado.
    CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
    Vende-se cassas fraucezas a 320 e 360 rs.
    o ovado.
    LASINHAS A 200 RS.
    Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,' 25500, 35000 e, 45000.
    a 200, 3G0, 400 e 500 rs. o covado. Caigas de casemiras de cores,
    ALPACAS A 400 RS. i 75000.
    CORTES DE BRWDECORESA 15500.
    Vende-se cortes de b,rim de cores para
    calca, a 15500 o 2*000.
    BOTINAS A 35000.
    Vendo-se botinas para senhoras, a 35000 e
    35S00, a ellas, aotes que se acapem.
    ROUFA FEITA NACIONAL.
    Vende-se camisas brancas, a 15C00,
    Oi leqnes Wdos de madreperla, branca? c de
    cores e que trazcm o discoUNIO em ledras
    tarabea* de madre|u:r.la cui alio relevo, tor-
    : gaado*e,pflr iuo aurQpriadp para ooivas, a .No-
    ;.VA ESPERANZA ra liuque de Casias u. G3
    (anliga do Queimado) qnem os tcm.
    Sao de tartaruga
    Ctefcrincos, bcoc^es, meios aderecos, cruacs,
    I coracBes e casoletas, que estao oxpostas ba
    I escolha das Exilias, (amantes do chique) vende-sc
    na ov Espeian.-a, ra Duque de Caxia?
    n. 3.
    Aos meninos
    A Nova Es peronea ra Duqne de Caxias n.
    C3, acaba de reeeber um lindo sortimento de bo-
    necav de uiuMas qualidades, viudo entre ella* a-
    engranadas bonecas de borracha, astim laubem
    retas que
    Keltrao & Filhos
    a ruei
    Tcem para vejd Commerci* n. 5, e ^eenime :
    AtiARF.NTE de Of : ciix de IS jarrafa.
    Ue larau.a, ideei tem,
    ARCOS de pao para barril.
    CAL de I.iiba, reweilei.telf rlwfsd.
    CHAI^! de m, para u.mrm ratan, eaV>
    de t\, pera hama
    de miih e ee*.
    urna pequea quantidad" de bonecas ore
    se tornain apreciadas'pela sua novidade.
    Ebem til
    A -N'uva Esperanza ra Duque de Caxias n.
    63, lecebe verdadeiro cimento inglez, prepara
    {io para concertar porcelana6 bem til.
    Vestido perdido
    uitas yezes um vestido torna-so inleiramenle
    feio, somente por estar mal enfeitado : a Nora Es-
    a 55 65 4 Pw"1!,''a a r!:;i i'uqoe de Caxias n. B3, nmiovc
    este mal ; porque est bem prvida dos melhores
    galfle e franjas dit todas as coros, onde pode es
    Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500, Colotes de casem ira, a 25, .25300, 35 e coher-sc vontade sobiesahlndo entre estas as,
    40OO. modernas franjas mesaicas, que pela sua varieda-
    l'alitts de casemira.a 45, 65 e 85000. t"2^^^ ,das M fazendas-'
    Ser bium de corlea i4o rs. Bolas de borracha
    Vendo-se brim do todas as cores a 440 Vcndem-se de todo* os tamanlios a ra Duque
    rs o c .vado deC-mis n. C3, na Nova Esporanca.
    'i.K.\gos uiuxcos a 25000 a duzia. Cabellos breos s tem quem
    Vende-se a duzia de lengos brancos, a aiipr
    2-rOOO. Ditos com barras de cores a 35000. H .
    Ditos de linho a 55000. -A Nora *P*K* ;l ri,a ^1?" & ^* "
    640 c 800 rs. o covado.
    COBKRTAS DE CHITAS A 5600.
    Vende-sc cohertas do chitas de cares, a
    15600 e 25000. Ditas de pello a 15400.
    Colxas de cores a 15200, 25300 e 45500.
    CHALES DE L A 800 RS.
    Vende-se chales de la do quadros a 800
    rs. e 15000.
    Ditos de merino a a5, 35, 45 e 55000.
    CAMBUAIA BRANCA A 35000.
    Vende-se pegas de cambraia branca trans-
    parentes e tapada, a 35, 35500, 45, 40500,
    55 e 65000.
    SAIAS BRANCAS A 25000.
    Vende-se saias brancas e de cores, para
    senhoras, a 2&000 e 25300.
    BONETS A 5O0 RS.
    Vende-se bonots pretos de seda para ho-
    mens, a 500 rs. Chapos de palba, pello o
    massa, a 25, 2550o, 5000 e 45000.
    MADAPOLO A 35000.
    Vende-se pegas de madapolo entestado a
    35000. Ditos inglezes para os proc, s do
    45, 45300, 55, 65000 c 75000.
    ALGODAO A 35500.
    Vende-se pecas de algodao, a 35500, 45,
    e 55000.
    B1LAMANTEA 15600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largura para lengol, a 15600, 25 e 25300 o
    metro.
    GRANDE LIQU1DACAO DE SABONETES 280 RS.
    Vende-se urna grande porco de sabone-
    tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjm
    cheiro a 320 e 500 rs.
    Agua de colonia, -a200, 320 e 500rs. o
    frasco para liquidar, c outros extractos
    muito barato.
    FRIXES de ferro, para |*.rta.
    110 de algodao da baha, da fabrica
    mendadoi tabua.
    LINHA de rohz.
    O.illAS de pala-la.
    PANNO de algodao da Baha, da lafcrira do eaa>
    riu-ndadiir fedrosn.
    RETRO/, de I...U, a* qualidade*. di* fal-ii-a V
    Prre< e K.h^nl-i MM*.
    RO.HAS propjias para botica.
    SALSAI'/vllKILHA d 'ar
    ; ELA> de cera de iodo* taan!**.
    VINIIO cnearrafado .'> rVn, raixas de It gar-
    rafa*.
    dito M-.scsM da Ikrara, Mam iaaa.
    dito St-tnbai, aia de i e i etoa-.
    da Iulia i-ugarraiado, caa* eV- % |ar-
    rafag,
    de Collares rotM-rinr. m awenrla.
    u iic caj, r:iAax de 12 rar ata
    u Malvasia da iWuru, caisM reea IX gar-
    ra'as.
    (iariavullos, idem dem. _____
    "VENDE-SE
    u;u molef|uo de 17 ai:.' \c ida'o. prdr'-n t
    copeiro, r..busl.i : <;oem prcli- fea -
    rija-'e rita da leap ralr n. 'Jti. prtmrir aaar
    motivo, c;lu-lli>s brancos tcm qnem quer.
    Estao na moda
    Caxi
    A Predilecla,
    no empenho de'bem servir aos seus fregueajs e
    ao publico em geral tem procurado prover-se do
    que lia de mclhor e da ultima moda nos merca-
    dos de Europa para expo-lo aqui renda, eer-
    tos de que os seus arligos sero bem apreciados-
    pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
    merar alguns d'i-ntre elles, como sejam :
    ALBU>S, os mais ricos que tcm viudo a este
    mercado, com capas de madrcpcrola,
    tartaruga, marfini, velludo c chagrn.
    ADERECOS pretos o volla propria* para kilo i
    * assim como, um bonito sortimento de
    dites de plaqu, obra fiua e muito^iem
    acabada.
    BOTOES para punhos, o que se pnlc desojar de
    melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
    perola, marhm e sso.
    BOLCAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
    ha de mais moderno e 1 ndas.
    BICOS de seda c de algodao, tanto branco como
    preto, de variados desenhos
    CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
    rola.
    CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
    versos form tos, com msica e sem
    ella.
    COQUES a imitapao, o que pode haver de mais
    bonito e bom gosto.
    DE ADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
    senla um grande e lindo sortimento
    capar de satisfacer os caprichos de
    qualquer seuhora por mais exigente
    que seja.
    PORT-BOUQUET de madreperola, marlini c Osso,
    este um objerto Inispenavel as se-
    nhoras do btu tom, afim do aspirar
    o aroma das flores sem o inconvenien-
    te de uodoarem as luvas, ou mancha-
    ren as delicadas maos.
    PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
    ra ahssr os cabellos e tirar bichos.
    PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre
    -rn 11 iifcT'oAA ue 63> -5*1 de "receber a WrthMWni tintura de De-
    1UALUAA A ouu i^. !aona para Ungir os cabellos, o que so c,ms>gue
    Vatidc-se toalhas para rosto, a 800 rs. e (emprcBajidn al com multa facihdade, e por eaje
    15000.
    GUAVATAS DE SEDA PRETA A 00 RS.
    Vende-se grvalas de seda pela, a 300
    rs. cada nina.
    CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
    Vende-se chita para coberta, a 280 e 320
    rs. o covado.
    BONETS PAKA MENINOS A 1SS00.
    Vciule-sn-onetes para meninos, a 15500. que alli encontrareis
    ESPAiVLILIlOS PAUA SENHORA A 35500. quejejidcj^ejar
    Vendo so esparlilhos para senhora, a
    35500.
    - PENTES A 320 RS.
    Vende-se poutesde alisar, a 210, 320 e
    400 rs.
    PO'S DE ARROZ A 240 RS.
    Vende-se pos de arroz em caixa, a 2M>
    rs., para liquidar.
    ESPELHOS A 240 RS.
    Vende-se espelhos de diversos tamauhos,
    a240e320 rs.
    TKsL'RAS A320RS.
    Vende-se tesouras do diversos tamanhos,
    a 320 e 500 rs., para liquidar, o antros
    nuitos artigos que se vende barato pava h-
    quida^ao ile facturas.
    Vasos de crystal para toillet.
    / uia R anca, a ra do Duque de
    Caxias n. 50, r eeaeu bonitas garranhas de crys-
    tal em par com ramagens Uouradas. e mui pro- s'e procuram nos productos desse genero em
    prias liara arranjos de toet, ote,
    Os cinlnioes do couro, praprioa para senhoras,
    r.Q recebeu a Nova Esperanza ;i ra Duque de
    xias ii (i.'l. eslo, sm, senhora, eslo na moda !
    Se queris ter ou preparar um rnmnlhete de
    cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
    ou para outro fuii aprouriado, neressaro ir
    Nova Espcranca ra Duque de Caxias n. 03,
    os meluores Jtorfa b.uquett
    SHERRY KINA
    V1MIO DE QLINQLTNA HVGIENICO
    PIU.I'Al'.AD) COM OS MI.LIlOI'.KS V1M10S UE HtS-
    PA.NHA DA FIK.MA
    CALVAIBACA.G.CDESEVILHA
    A
    >|000 a duzia.
    A HA1MIA
    1/ |H.-chm ha.
    Italkaa akHMMM faio graeiii<) a fii'Cii
    duzia : na ru.i da Ore; 2o.
    Chitas vento
    c de eure* > M 0 l 2i0 r e r.<>v..do : aa r.i
    Crespo o. 2<).
    Vcr.iUi-.se
    um mole pie de 17 aan peiic. nMMM : queta pretemier d:nja-c araad*
    Impealnz n. M I* aiida
    Casa para vender.
    Vende .-e a rasa 4* fitu e mad. -i > i.
    Saut'Auua, perto da cstaro do ii ;
    Ella fc>:a l-:;i ront; ih J.i :; ferio ,
    e o rhao de c!m>-n'o d INirlland
    lao com o guar-la da lucerna e4arao V Sau aimm.
    e para Halar e fdr a plauti, dirija->c a iva *>
    Bom Je.-us n. 4, ; i mazno.
    Salsaparrilha da Ayer
    PARA PCmiFICAK O BAKOrK.
    t.--, geva**-
    Aunis e colares elctricos
    A lo,a d'aguia branca ra Duque de Casias
    n. 30, reerbeu nova remessa dos proveitosos au-
    nis e colares elecucos, e contina a recebe-te
    mensalmenle, pelo que sempre estar provida de
    taes objectos
    Diademas dourados
    A loja d'aguia branca rea Duque de Caxias n.
    30, recebeu uovauente bonitos diademas dourados
    e enfeitadns com ped as e aljofares, obras de gos
    toe pbautasia. Taudiem recebeu hovos grampos
    pretos ou alfinetes com flores para a cabeca.
    Leques com bouquets c ou-
    tros chiuezes.
    A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
    n. 50, recebeu urna pequea quantidade daqueHes
    bonitos leques com bouquets e oulros chneles.
    Cold creme para refrescar e
    amaciar a pelle
    A loja d'agaia branca a ra Duque de Caxias
    n. 50, recebeu cold crtme dos afamados fabrican-
    tes Lnbin, Legran e Condray.
    Diademas e grampos de
    ruH.Ni: li' !! DA SUA MACISTAItb:
    D'llESPANHA.
    POR
    THCHERET GL1S
    l'liariuaccutco
    EX-JNTEHKO DOS HOSP1TAF.SDE PAUIS
    O SIIEIlRV-kl.NA ovnhode(Juinquna
    que hoje preferem a maior parte dos mdi-
    cos de liospilaes, dos lentes da faculdade e
    dos membros da academia de medicina.
    Tem esta preferencia a sua explicado nisti
    que oiTerece toJas as garantas que debalde, f ^^J^i^^^SL^^ ^
    fttes. Oth, patentis a nferfio de qme rarmni|mi
    que MUTAS VEZES SESACUtFICAM AS OliALIDA- ^^'Z^S^^^tS^T^
    DBS TAO: ESSE.NCUES QUER DO VIMIIO, QtfcR viUes. Ne.te ultimo cato aWita,noiainm^M
    j _i \ ... patmfie w figaaV cataeto, etc., aaa ata a
    de arabos) aos li>-. {tofo. : TuuaiieCie^
    A iiiini. {K-riroo tura r"^'!0 naac K -V" -
    ruarda, p. v. < e aam milaor a*
    Asiin. aiik- i.
    O uta Ja SJ 1.: .
    retultnilot fiir.r-t eaOea*- mnea t avi a i
    Pmaaeaa
    iuw auqaae* alavardadM
    maravth'van. Inimm'.ii.- a tt
    o em qae o rMlrnaa, lai'ataa
    4o llai. aajiarieai L n+f
    iiHladef CTowlaaai, aMa
    pramMaiaeiite imaKaiaa a i
    As uecf-' e di imitam,i
    <1 pela contaminaran
    ale ptomiiiram aWe moiama- a*.
    tm sido tam radical c Um ipraanrnte runda- |
    todos os ponto* do Imperio, qaa o fiaaaVo mal piatsm de *ar
    informado das snaa virtaiat a da aaaa a ai al
    O veneno c-^crofuloM e um dos i
    ac.
    A loja da aguia tranca, ra do Duque de
    Caxias n. 50, recebeu novatuenle boaitos diade-
    mas e.gra i pos de ac.
    Bicos de seda pretos com
    flores de cores.
    A loja da aguia branca, a ra do Duque de I
    dilecta sempre conserva um importan- [ Caxias recetieu, como novidade bonitos bicos de
    te sortiineuto de perfumaras de fino seda pretos com flores de cores, sobresahndo nel-:
    odor dos mais afamados fabricantes, les o preto com encarnado, todos mui proprk i
    para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
    nadine, ou medina, e outras fazendas trauspareu-1
    Pela commodidade dos precos esses bicos tor
    do quinquina (as vezes de ambos) aos UDr I
    CR08 da WnttUMikO (Ver 0uia das A Mineraes. Do Dr. CONSTANT1N JAM1-S,'
    7.a edi NICO DEPOSITO
    NA
    PHARMACIA E DROGARA
    DE
    BARTHOLCME & C.
    Ra Larga do Rosario n. 34.
    Vende-se urna taverna, na ra Imperial, '
    urna das melhores e mais bonitas na freguezia de:
    S. ^os e muito aCregucaada pqra a trra e matto,
    o motivo da venda se dir ao comprador e trata-
    os na mesma ra n. 94.
    fl A' vender por causa de %
    viagem, ft
    Um excellenle piano da fabrica Dois-
    selot, m perfeito estado.
    Barati3simo 560000.
    A tratar na ra do Bom Jess n. 55,
    armazem.
    S5C
    icemn os (.r*prios .

    As ueMus qua vjA.->id de Etytiptlmt, "oj > 4- .
    (asilo, Dturtret. Kmplftmm, JWiiaiiiaHii
    Ulceras, e sensibilidad* doidroaa nos asrrit.
    domos osaoej Dgiptmtla ou Imdim"' i Ja-*'a"i".
    M.lull., 4 Cri.cJ. t* W|S raayta de Tariaaasstra aa~tcBla> 4a ijimi...... awnwi
    nervoso, acbaio seguro airio asauo detU aAJ.tAJtOM-
    MI.IIA DB ATKM.
    A Svphilit ou MmlfHmt Tentrn ala fnai aan
    scu uso, posto qi:e aeja neressaro mais eHlie*de asfarv Al
    lempo pan subjugar tam impertiaaaaas aaaanaiaaaW.
    A Jessearrfcaa, oa atara* raana, as aK nailli aaao-
    nas e em geral as molestias dus n.ulh-re <>>taaaaaaia"*ria>
    das e ttitrionnento curadas por aaa aCjka aasaBanahjr a
    vigoraivo.
    O ITh'umntitm t a Cata*, quando
    mulaces de materins extnmlws ao sa*a<
    mente, de mrsmo modo o Alai > I +*
    Infiammncmo rfo Figm*: letcrittm, quando si il
    de maus residuos no aanpie.
    A Salsaparrilha r ajss cxettttmtr mUnrsasr 4
    Batas* vlfor d* aratkaanav
    Assim, todos os que aonVerem Lmum-or. I"' matos, Jnismiila e que sao incoasaou do- cea* J,
    aruori e Ttm.....a JTaraaaaa on qaa prorenieata de n*HH4a<, achario do aaa i
    u mai seguro cznodieiiU da prompta cura.
    rwxrxkad ros
    a?. C. Ayer & Cau, LoweU,
    CMmice* PrmtMf
    VEITJK B1& POR
    V.
    /V
    Lubin, Piver, sociedade hygienica, Con-
    dray, Gosnes e Rimel, que nenm-
    bid da escolha dos aromas mais bem
    aceitos pela sociedade elegante da
    Europa, e por tanto, acham-se Da
    possibilidado de bem servir aos aman-
    tes dos perfumes.
    A PREDILECTA deixa de enumerar urna ira-
    meusidade de arligos, alim de uao mas-
    sa r aos letores e so pede a benevo-
    lencia do respeitavcl publico em di-
    rigir-se ra do abug- n. 1 A, pa-
    TgfS ra convencer-se aonde pode comprar
    o que bom e barato, assim como:_
    FACHAS rieas e modernas de tuquim e gurgurao
    IMENSVErros. Ricos vestimentos para menme*,
    |Rir baratissimo-prevo.
    FLORES. A Predilecta prima em conservar um
    bello sortimento de flores.ao alcance
    de qualquer bol- a ain'da que nao es-
    teja bem replecta d dmheiro.
    FITAS. ja bem sabido do publico que s na
    Predilecta quepodem encontrar um
    grande sortimento de filas do setim,
    tafet, Telltrdo, linho e de algodao, por
    eommodo fypeeo.
    GRAMPOS de tartaruga, iaita^ao dettee, pre-
    to e i'e cores, o Que se pode desejar
    de mais moderno e bonito.
    GR A V ATAS de seda e lacos egoiinhas de-bonitas enes,tam-
    ben) tem um bom sortiineiilo de gra- j
    valas e reuatas para homem.
    JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
    Ka ornatos de sala.
    i s de seda, de la e de algodao, pa-
    ra senhora, meninas e liomem. ,
    LEQUES. Ricos loques de madreperola, tartaruga,
    marfim e de teso, os mais modernos e
    por barato preco. '
    LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
    horrem e senhora.
    LIVROS para mksa, a Preddecta^apresenta es-,
    colha d respeitavel ptrnico um bello
    stlmento destes kvro rom cap?-df
    madreperola. tartaruga, marto, seo,
    velludo e chagrin, por precos mui
    razoaveis.
    -
    LMCO DEPOSITO EN PKBWMBltO
    BAKTC-jOLOliliy S2 .*
    Rna lar*ga Lo l-oseario
    . .
    A Predilecta, ra do Cabug n. i A. acaba
    de rceber pelo ultimo panuete chegado da Eu-
    ropa, nm bello sortimento de corpnhos de cam-
    braia bordados para senhoras e meninas, geili-
    nhas e pnnhos tambem bordads e de (shautazia,
    saias bordadas, dhas com entremeios para senlm-
    ras, bonitas calcmhas de dive
    e tranaparentea para meainas, e;ue
    por barato preco..
    s tapadinbos
    tudo vend
    tes. .
    nam-se mai commodo,s e pela novidade de gosto,
    preferrveis a quaesquer outros enfeites.
    Yos ou mantinhas pretas.
    .A loja da aguia branca,- ra4o,0uque de Ga-
    zias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantmhas
    pretas de seda com flores,- e outras a imitacao de
    croch, e rende-as pelos baratos procos de 3a,
    U e 5*000. A fazewda boa e est em perfeito
    estado, pelo qoe continua a ter prompta extrae-
    cao.
    I^erfeita noyidade.
    Grampos eom borboletas, -bezooros e gaia-
    nhirtos dourados e coloridos.
    A loja da aguia braawa, roa do Duque 4* j
    Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-!
    boletos, bewuros >gfai*oto, o floc do erto i
    perleiu no vid de. A quantidade pepuena, e
    por isso em breve se acabar.
    Novas golnhasopiiftdaswm
    pludia ou arminho
    Aloja-d'MWttbeanca rua Duque de.Gaxtas
    - 50, recebeu urna pequea quantidade de noni-
    s e novas gollmhas, trablho de l e aeda, n- |
    neitadas com arminho, ebtas estas emmto gosto
    e iaaairaBiente anuas.
    Grampos, OTiooos-e rozttas
    dourados.
    A ktja da aguia branaa, roa do Duque de
    Caxias a. 50, wcebeu ovanteaie bonitos gram-
    pns, brinoos e rozetas dourados ; assim c
    novos diademas de ac, como sempre- coi
    rrra vendettas por prwjoa nraseveis.
    (^ajjdfthas coni pos dourados
    43 pratead@e,para cabellos.
    : VWte-semubjada Agtria Branca i ra do Dn-
    cfaeaJe-l aaias n B0. I
    Luvas e peBiea^rretae e de
    outras efires.
    A;teta*-AgmaWnf, "'oque e Ca-
    xias n. 50, recebeu novo sortimento.4* luvasde
    pelica, pretaa a .^a, pmas capas._____________
    Vcbde-f* m4ifln\i0io.c.moaeade TivBda
    de padra e cal, wargem da tetrada de S. Lou-
    reocodjaJaUa, ,cm grande ealbaria para 25
    servido,denotl Iiamnd;>sannos7*tendo Wi pal-
    rto4e*e,-UralMado.ee oe Husot om o rio
    capibaribe : a tratar na mesma caa.
    M
    ALCATHAO DE 60I0T
    LICOR CONCCNTMDO E 1 ITULDO
    0 Sur Guyot chegou a tirar ao alcatrao a
    sua acrimonia e oseu amargor insupportaveis,
    e que o torna mais soluvel. Aproveilando essa
    felit descoberta, elle prepara um licor con-
    centrado de-akatrao, o qual, sob um pequeo
    voluine, conten urna grande proporcae de
    principios activos.
    O Alcatrao de Ga;ot (Goudron de
    Guyot) possue por consequenca todas as van-
    tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
    os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
    colher de caf n'ura copo d'agaa para abaar
    logo um cepo de exceUeatt agen aV alcatrai-
    sem gosto desagradavel. Cada ama' pede
    d'essa maneira pieparar a sua agua fe al-
    catrao quando d'ella precisa, o ejaw eaWrrr
    economa de lempo, facilidade de trraiflr
    e eviu o manejo lio desagradavel do alca-rio.
    O aicatr* tmjmt aaaalilai crea
    vantagem muitas tisanas atis asi
    inertes, nos casos de deflaxos,
    tosses, calarrhos.
    0 Aleau-ao ate Gmjot empregado com o maior xito as molestias sega sales >,
    EM BEBIDA. Vma colher de caf para %un capo d'agt m dmu calhcrm i*
    topa para urna garufa :
    bronchites
    catarrho de bexica
    oefluxos
    tosse perui taz
    irritaqAo de peito
    tosse convulsa
    FOHERTACOCS. iac^jiaro4Wmiiji^ara^i
    AFFEC56ES OA PELLE
    CMICHOtf
    MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
    isa......auam
    Qi BJECCfeS. ifmaparttde UcrtquatrotTafm
    FLUXOC ANTIGOS OAI RECEBTEI
    CATARRHO OA BEXICA
    O Ali ailii dVe Gatjrot (oi experimentado com um veritimt
    wrmdmmu Aotrlaes eje Frjicfl. da M%** < Esprnm. Fm rmnktxith
    me, en ot Umpot de ealor, elUtmtUtm a bebida a ma pjiaica, e-
    \\retudo durante a Umprn to4jfii*^V****ui&aum
    Hii le sersu as awa, u.wmmmm,^
    X
    Ooso-Puto, Vmmtt
    Pharmacia de P. Maurer A C.


    8
    Diario de Peraibuco Terga feira 24 de Junho de 1873.
    ASSEMBLSA GERaL
    SENADO.
    DISCURSO PRONUNCIjUIO EM SESSiO DE 24 DE
    MAIO DE 1873.
    Este ponto j fo tratado muito bem pelo
    honrado sonador pela Baha, o Sr. Zacaras,
    e, pollera dispei;sar-mo'deoccupar-me del-
    le. Mas sem pe direi algunas palavras no
    empenho de dar, sobro o essurnpto, ao se-
    nado algumas infonnacOes. Aqu, Desta
    censura lao ampia, temos duas questcs :
    quem competente para cunhecer de resi-
    dencia dos bispos? O bispo nio um em-
    presario publico.
    OSr. Viscoaot de Soula Franco :Eu
    digo que funccionario publico.
    O Sr. Mendes de Alseida :Na genera-
    ldade talvez, porquo o funccionario da
    igreja tambem funccionario publico : mas
    funccionario temporal, nao .
    0 Sr. Visconde de Souza. Franco :E'.
    0 Sr. Mendes de Almeida :Se func-
    cionaro publico quem llie investe as func-
    cdes que exerce? Ser o governeT Mas o
    governo podo fazer bispos 1 PJe c gover-
    no fazer cem magistrados, cem generaes,
    mas n> capaz de fazer um bispo, como
    obispo emprcgado publico? No, nem
    em parte alguma do inundo assim conside-
    rado. Se nao fosse a limitago do lempo,
    eu aprt-sentaria provas de um paiz que nesla
    materia uosd lices, a Franca. A magis-
    tratura frangen, que nao pticas vexes se ha
    occupario desta materia, tem 'contestado aos
    empregados ecctesiasticos o direito de func-
    cionarios pblicos: aiuda deste anuo poda-
    ra citar alguns cxoraplos oeste sentido, e
    por tuda a parte assiin ; s no brasil que
    se pretendo que o empregado ecclesiastico
    Soja considerado empregado publico.
    O Su. Visconok K Souza Franco:
    Tem-se contestado poderem ser accusados
    sem consentimento do conselbo de estado e
    do governo ; sto, sm.
    ) Sr. Mendes de Almmo.v r- V. Exc.
    esli e.'iganado. As decises freocezes sao
    *as que otei e boje amda mais forc, tem
    esta doutr.'iii, porque a le que regula va essa
    materia, a art. 75 da constituirn do anuo
    -VIII, a que V. Exc. allude em seu apante,
    foi revogada. Kssa lei era do tempo da re-
    publica, protendia-se utilisa-la em favor dos
    funeconarios eeclesiasticos, e assim liga-Ios
    ao dominio civil, mas essa interpretacio
    sempre resisti o tribunal de Cassaro. Ura,
    no tempo da primeira repblica, e mcuiio
    no primeiro imperio, sempre foram os bis-
    pos exceptuados da classe dos empregados
    pblicos civis. 0 mesmo aconteceu na mo-
    nareba bourbonica, quando havia religio
    d-* estado, o posteriormeute. Collocada
    a questao ueste p, a soluro ti a bem pa-
    tente.
    0 liisp.i do Rio Gran ia Sr. presidente
    (di aceusado de tratar com desabrimento
    e sobrnceria a respectiva assembla pro-
    vincial em urna resposta que deu.
    senado puder apreciar a sem razo d'esta
    censura no documento que aqui tenho e
    Lerei: da sua Ieitura se ver se bouve a
    incubada sobrnceria e desabrimento da
    parte d'aquelle illustre prelado.
    O bispo nao tiidia obrigacao de prestar
    ir.formaroes assembla provincial e, m-
    ximo, da maueira porque se lhe exigia ;
    podia dar algumas d essasinformacoes'amis-
    tosamente, e mais nada. Km vista do re-
    querimento que se fez, o presidente da
    provincia podia prestar algumas ou a mor
    parte das informacoes que pedia a assembla,
    a qual as exigi como que s para se mos-
    trar superior ao bispo. A thesouraria de
    fazenda tinba assentainentos que podiam ser
    coramunicados assembla acerca do nu-
    mero do parocos e despendi que faziam,
    pc-is sem necessidade se mcommodava o bis-
    po. Com urna simples certido das repar-
    ticoes civis cava logo sciente a assembla
    de quaes e quantos cram os padres que
    regiam as fregnezias, se cram ou nao en-
    commendados, quaes os estrangeiros, etc.
    Mas o requerimento approvado na assem-
    bla, ia muito alm, exigia do bispo aquillo
    para que nao tinba competencia, e o prelado
    nao podia legitimamente satisfaze-la. Po-
    de-se confrontar os dous documentos.
    Eu peco licen^a ao senado para ler a res-
    pOsta do digno prelado do Rio Grande do
    S'., nao assembla provincial, mas ao
    presidente da provincia, assim como o re-
    querimento que lhe deu causa. (Le.
    Bispado de S. Pedro do Rio Grande do
    Sul.Palacio episcopal em Porto Alegre,
    27 de marco de 1873.lllm. e Exm. Sr.
    Respondendo ao oflicio de V. Exc. com
    data de 24 do correte, no qual me faz ver
    que, para poder satisfazer requisito da
    assembla legislativa provincial, constante
    do requermento da mesma assembla, que
    se dignou transmittir-me por copia, eu
    houvesse de habilitar a V. Exc. com os es-
    clarecimentos que entendesse convenientes ;
    cumpre-me dizer a V. Exc, que lendo com
    attenco aquelle requerimento, julgo em
    consciencia nao poder, nem dever dar
    execuco ao que nelle se exige de mim.
    Nao escapar, por certo, elevada in-
    telligencia de V. Kxc. quanto tem o men-
    cionado requerimento de offensivo inde-
    pendencia do poder espiritual...
    O Sr. visconde de Soza Franco :
    Eis ahi.
    O Sr. Mendes de Almeida :Isto des-
    abrimento?
    0 Sr. visconde de Souza Franco:E'
    desconhecimento do poder temporal.
    0 Sr. Mendes de Almeida :Nao des-
    abrimento e nem desconhecimento do poder
    temporal; defender as attribucoes epis-
    copaes invadidas pela assembla provincial.
    V. Exc. bem pode ver no acto addiconal
    art. 10 7. um testemunho do que disse,
    isto que o bispo nao est sujeito assem-
    bla provincial, nao a ella inferior ; e nao
    era preciso portanto ir desencavar o direito
    cannico para demonstrar esta these. Con-
    tino a lr. (Lendo):
    ... de aggressivo as attribui<;6es epis-
    copaes, inteiramente isentas e lora da ins-
    peceo e exame da assembla provincial.
    A digna assembla parece laborar em um
    falso presupposto, que vem a ser assistir-lhe
    esse direito de inspeceo e exame dos actos
    da administrado diocesana. Esse direito
    rilo posso reconhecer-lhe, nem devo acceder
    e consentir em tio manifest exhorbitancia.
    De outro modo seria trahir os deveres do
    eminente cargo que exerco e me foi imposto,
    no obstante minba indignidnde; sera bara-
    tear e raenospresar a soberana, direitos e
    prerogativas do poder espiritual, garantido
    em sua integridade pelo Estado, quando om
    seu pacto fundamental reconheceu como re-
    ligio do Imperio, a catholica apostlica
    romana, com a justa e devida tolerancia s
    demais seitas e confissoes christftes.
    Lsses direitos, soberana e prerogativas
    eu devo transmittir intactas aos mus suc-
    cestores, quaesquer que possam ser as cala-
    midades que me sobrovenham em seu man-
    tenimento e defeza.
    Quero poupar ao senado a Ieitura de todo
    o oflicio, que longo; transcreve lo-hei
    no meu discurso com o requerimento.
    0 Sr. Figueira de Mello :-> O bispo
    defendeu-se muito bem.
    O Sr. Mendes di: Almeida : Eis o
    resto do oflicio:
    Nenhuma das illustradas assemblas
    provinciaes do Imperio, que me conste, em
    tempo'algum, pretendeu iscalisar os actos
    dos prelados brasileiros no livre oxercicio
    de suas uneces, conservando-se todas den-
    tro dos limites de sua competencia. Nen-'
    nhuma lei que eu saiba confere es.se odioso
    direito s asseniblas provinciaes.
    Somente a le de 12 de agosto de 1834
    declara como legitima a autoridade da as-
    sembla para a diviso territorial ecclesastica
    da respectiva provincia. Nao se segu,
    porm, d'ahi que o bispo, na diviso das
    parochias, seja inferior a?senibla; a sua
    autoridade igual desta, porque, alm do
    poder legislativo, que em gerai compete ao
    bispo a respeito da disciplina ern sua diocese,
    competo-lho tambem especialmente o direito
    de fazer a diviso ecclosiastica da mesma
    diocese, como provado pela historia, pela
    legislaeo e pela lgica. Logo a assembla
    e o bispo sio poderes iguaes na malcra ern
    questao, como ambos legislativos.. Se os
    dous podores nao esli de accordo, lei
    nao pode existir.
    E' esta a doutrina e praxe seguida, t&
    mo luminosamente explana o Sr. Monte eiw
    sua obra de Direito Ecchiastico, aceita ne*
    imperio, tora. Io tit. 2* cap. 7o 272 e se-
    guintes.
    E tanto ssim que sem o concurso
    rio diocesano nunca a diviso ^eclesistica
    de urna parocbin lem tfkikr eivH, muito
    menos ecclesiastico e espiritual. S depois
    de 9M instituic,o cannica, que obispo de-
    ve dar, quando para essa riiviso e creago
    concorruram os don poderes-, ambo legis-
    lativos e legitimo, que urna pavochia
    tem a0Hth civis e esyfri.'uaes, ?tem jamis
    poder o bispo ser ceosfrangido a> dbr essa
    institui(,o- (mando sem a sua intcrvenro
    fr divididi e creada paroeftio.
    lora desta J, Exm, Sr., nenlionta
    outra existe que sanecioae a intervenro ites
    assemblas provinciaes ao- que pertence, e
    s da exclusiva jurisdic^pa dos bispos cW-
    cesanos.
    Como bispo catholico'e brasleirO' setn^-
    pro serei o priraeiro a respeitar as leis- d&<
    meu paiz, quando estas u sejam promul
    gadas e se nostrem em declarada opposii-
    Qo aos direitos imprescr^jivei da-igreja
    de Dous de que sou ministro;- porque, se-
    gundo o axioma do direko> non- est yus
    contra jus ; e conforme sentena- dos
    apostlos, obedire oportct feo-mwji&rquam
    huminibus.
    Respeito e acato corno devo- a digna- e
    Ilustrada assembla provincial de minha
    diocese dentro des limites de suas attribui-
    res ; e julgo-me com direito a- esperar da
    mesma que nao fira a autoridade diocesana,
    menosprese e desacate em stuie preroga-
    tivas e livres func{e* do sagrado ministe-
    rio com ntcrveui;o indebita iws-cousasque
    sao de sua compotemria o de maisninguem.
    Ao contrario disto, o bispo tem jus a- espe-
    rar da assembla, COMO de um dos podeoes.
    constitucionaes, toda a coadjuvaejio e auxi-
    lio para quu possa. seiu entreves- e eom
    fructo, regor sua ;dioceso de coaformidde
    rom os sagrados caones aceito* e reeebt-
    dos como leis do estade.
    Confio na bondadde V. Esc. queme
    ha de relevar nao produzir outros motivos
    de minha recusa, nem faier considerarlo
    alguma sobre o espirito que presidio re-
    dacro do j mencionado requerimento.
    Renov a V. Exc. a seguranza de mi-
    nha perfeita estima e distincta considerado.
    Deus guardo a V. Exc. Lllm. e Exm.
    Sr. Dr. Joao Pedro Carvalho deMoraes,
    presidente da provincia. S. bitpn do Riel
    Grande.
    Aqui tambem exaro o famoso requerw
    ment que habilitou o bispo do Rio Graa-
    de a dar sua judiciosa resposta. O senado,
    aquilate a pretenco.
    Requeremos que s! poya com a roaior
    urgencia ao Exm. Sr. presidente da provin-
    cia nformaces sobre os seguintes pontos t
    1* Se os sacerdotes estrangairos empre-
    gados as parochias, freguezias, capillas e
    coadjutoras da provincia esto ligados a
    ordens religiosas e a quaes dellas.
    2'. Se as localidades em que exercem
    cssas funecoes nao ha sacerdotes brasileiros :
    se os nao baviam ao tempo do provimento
    desses logareso
    3. O numero de sacerdotes dos quaes
    foram suspenso de ordens; seu nomo, na-
    cionalidade e razao dada para suspenso.
    a contar dejaneirode 1871 at esta data.
    4. O numero o nome dos sacerdotes que
    deixaram durante esse mesme periodo, por
    demissao, suspenso ou remocho, os logares
    que oceupavam, quer as localidades da
    provincia, quer no cabido desta capital, e
    causas dessa remoco.
    5. Copia da autorisaco dada a alguns
    sacerdotes pelo Exm. e Itvm. bisj>odiocesano
    para administrarem o sacramento do
    chrisma.
    6. Indicando das representares dirigi-
    das ao Exm. e Hvm. Sr. bispo diocesano
    contra alguns sacerdotes e a favor de outro$ :
    indicaco de seus fundamentos e qual a
    soluco que tiveram.
    7." Se nao ha sacerdotes brasileiros as
    localidades em que esto vagos os benefi-
    cios ecclesiasticos, e se nao ha fra dellas
    sacerdotes brasileiros que queiram e possam
    ir oceupar aquelles beneficios, Sala das
    sesses, 6 de margo de 1873. Francisco
    Antunes Maciel.Pantaleo Pereira^-
    Francisco dePaula Soares.
    Eu admiro, Sr. presidente, essa insisten-
    cia em querer sustentar-so o poder tempo-
    ral de maneira que se ocaso se trocassera as
    posges, ninguem admittiria qua o papa ac-
    tual ment e6tivesse no estado em que se
    achavam outr'ora Bonifacio VIII ou Inno-
    cencio IV e quizesse tambem usar ojusea-
    vndi e muito menos no caso actual; haffia
    dse dizer : a 0 poder temporal assn
    impossivel, o)u*'coyeki espiritual lhe In-
    jurioso ; o mesmo caso d recurso d.co-
    ra qu urna Yiotoreia ao poder judieia-
    ri'da igreja, como o plq.cet um ataque ao
    poder legislativo da inesma igreja e a^sua
    soberana; jp'
    Ora, Sr, presidente, nao ha ura# cida-
    do que terina amor no seti pritfue nao de-
    seje que o poder espiritual esteja de. accor-
    do com o-tomporal e viceivers, forque
    Ida unio-desses dous poderes que resulta a
    paz social, visto que essas questes sao as que possa vivef sem religio e sem moral; o
    3ue excitam mas as paixes e sentimeiitoe poder espiritual trata, ocupa-se muito de
    e todos os cidadios. Nos vemos que na to importantes assumptos, mesmo sua
    presente poca, er qua perece se assiste aos misso, por coosequencia a sua preerainen-
    preparalivos de urna grande alterado so- ca evidentissma. Proudbon que mai-
    nel no mundo civilisado, em toda a parte e to mais racionalista do que V. Exc., e va
    questo religiosa esta> na orden de dia a muito alm...
    prevale I qualqueroutraj, e porque est OSr. Visconde de Souza Franco :Em
    naordeift flo da? Ser porqu baja desa- quem V. ExC. acredita, e eu nao.
    possado algum principe -dos seus estados ? O Sa. Mendes de Almeida : ... nao
    Pode ser ; assim o papa -invadi os estados daseonheceestas verdades. Nao acredito em
    de Vctor Manoel, apossou-sedelles sempre- Proudbon, mas valho-me desse exemplo o
    ceder lula e contra a f.dos tratados; de outros da*mesma especie para poder fal-
    portauw, prior o papa fraude nvasorque lar em um* sociedade de catbocos ; onde,
    anda hoje tira o somno a Vctor M- taes sao ai circumstancias, qu s acham
    noe'j conforto em escrptos heterodoxos: hontem
    OSr. Visconde de Souza Franco:E' o nobre senador visconde de Nitherohy as-
    questo que nao para nos. sim o disse ; portanto, j nao procuro, nao
    O Su. Mendes de Almeida :,Perde-me invoco autoridades existentes na igreja, por-
    o honrado senador, esta quesio 6 para to- que tenho mdo, porque receio nao ser acre-
    dos os catholcos, porque todo o catholico ditado; vou aos homons dj racionalismo,
    tem interesse em que o chefe de sua religio do protestantismo ; e o Sr. visconde de Ni-
    oceupe no mundo urna posijo indeptn- tnerohy para provar qae o catholicismo
    dente. urna grande cousa foi se confortar com
    OSr. Vjsconde de Souza Franco:lude- oizot. com um dos athfelas do calvinismo,
    pendente sim ; mas temporal, n =. a qonn comparou a Santo Agostinho e a S.
    O Sh* Mendes de Almeida :Sem esse Joronyino f
    meio nopossivel tor no mundo urna po-' E somante na hierarchw e no fim a qoe
    s^o independente. Esse meio o mais ctli f se prope que o poder esprroal est cima
    car, pelo menos no mando nao se tem po- do temporal; envernando cda um dentro
    dido descobrir outro. de sua i* rbitas, sao iguaes: feto doutrna
    Formamos, porm, isto departe, quero; to corrente', lia tonto tempo, que ninguem
    mostrar a S. Exc. que quem invade nao duvidou dWsua verdade ao menvte- entre ca-
    o poder espiritual, qae lirnite-se a viver tolicos ; eaind hoje testemuiihwmos que o
    deniro lersua orbH; por venlunr foi o papa nancio acreditado na qualquer iw^o pre-
    quem inva existencia dostes dous 'poderes.
    Trotando da,unidade S. Exc. aprsenla
    dois systemas, um predominando o poder
    civil que diz prevalecer na antiguidade
    classica ; outro em que predominare o in-
    verso como nos estados do Oriente. Tra-
    tando da co-exiate*cia dgs dois poderos, S.
    Exc. figura subordinados existencia de
    urna religio de estado tres hypolheses :
    urna do verdadeiro dualismo, em que os
    dois poderes em posiou igual nao tinham
    nexo, nem dependencia no caso de conflicto,
    por isso que sao ambos separados, e inde-
    pendentes. as outrai, ora, a supremaca
    noel ?....
    OSr. Visconde ve Souza Franco > Ern
    1864, quando* sahio & S-yllabus ewKncy-
    rlirct nao estafa invadid...
    O Sr. Mknm-;s de Alheida :Est;?atB j
    desde ISti'J : V, Exc. es esquecendo s- his-
    toria' contempornea.
    O; S. Visconw- de Stwik Franco?
    Ktfferiw-me a Roum1.-
    J'Sr'- Mendes k Ai'mkiik1."Haviam sido
    invadido* os estades da igrejjav desde aqui>-
    la poea*, sem qn o papw tivesse dado
    causa.
    Yojhiios a AlloniMiha : c te papa quera
    invade' O'ianperio gnnauico e* promulga-
    leis draconias contra as corpwre^Oes civis 71
    na Sums onde nao ha jesuitos- e S. Exc.
    disse qeeHes l estavjn promorewlo desor-
    dens, qsund elles desappareceram: desde o
    attentadecontra o Sonderbuud ear Lucerna,
    em i84?'.1mr procedimento ter ogoverno
    com os l-'sjios de Bate- a de Genebr ? O
    bispo de Sale disse a um dos canxs-df sua
    diocese quepara continner na juessedo be
    nelicio tiiilw-deconforinar-secow adeeisoes
    do ultimo concilio, o do Vaticano-:: o cura
    recusou-se pornazmeete a.aeee justa exigotieia ; nao bouve mewit-pwrsua-
    sivosque o>obrigassem a>aeeitar a preserip-
    ejio do seu pastor, que ai*is tantos-bispos
    qpe contestaraia a opporttmidade d decla-
    ra;o do dc^n da iiifalliUbdado, suibscre-
    neram postoriurmente. "t>goverii-d*.Suis-
    sa, heterodoxo, toma o partido db>cara e
    ataca o bispo.-.: etsaqui o-bispo inwdteo o
    peder temporal da Suiss;t '
    Um caso pesto- que drjasemelhaxttavjnas
    eom o mesino-proposito so deu em Qeebra
    eom monsenbor. Mermilledi, bispo- de-lle-
    bron, em qus mostra bem patetnoo-pro-
    ceder arbitraria.do goveTandesse caaUai con-
    tsa> a igreja.
    Na A Mermaba o que tem feito os-jesu-
    tas? Os je-;-uita>, Sr. presidente, eoiwieco-
    rados pelo ktipwno germnico (eran ape-
    nas 2O0J pelos,- serviros prestados-tanto na
    oampanha *Jb Hblstein, oecno na da .Austria
    e ulumamonw* na Franca, so depois--da reu-
    nax>. da AisaoM eda Lonena, quonaeram
    oom que o imperio coaaecasse a temer as
    inasoes dosier ecclesiastico, Q-iprinci-
    pe do Bismark receiave. nao poder- barmo-
    uisar as pooulaces catbolicas dessas duas
    provincias-com os inteaessesda politka pro-
    testante do Prussia emquanto houvesse sa-
    cerdotes tdedicados.,eausa d igfeja como
    os jesuitasi.
    Eis pois-a razao, Sr.. presidente, porque
    esses reli^osos que por toda a.Qarte eram
    coohecidos e respeitauos por suas. virtudes e
    seu sabe*, foram de-repente elevados altu-
    ra do poder invasor^, conspirando- contra a
    patria,, e contra o poder
    havia Jistinguido i'
    Nao fallemos oa. Hespanha,. onde apenas'
    havia um ou dous collegios dbsses religiosos
    que suppfiam da- missionaries-as ilhas Felip-
    pinas, e outras. eolonias desta qac^o.
    Eis aqui as solidas razes, em que o nobre
    sonador pelo Para se firma pana dizer e sus-
    tentar que os jesutas esto ivadmJo o mun~J
    do inteiro ; S. Exc. nao taz outra cousa se-
    no repetir os, antigos ataques do cesarsmo
    monarchico. Segundo esses apostlos do
    absolutismo, os jesutas: se apOssam, domi-
    nam tudb, fazem, acoatecem, e todos vemos
    quaes as coaquistas que elles realisaraia no
    lbereconheceasem esse* direito de preeminen-
    cia qpue existe sm tudno'as nagdes caJholicas-,
    entvo diplmate-mais antigo precedera
    todosyinas a prrsiijo da* itfroja '.o soperfor'
    que todos osgovernos, av menos cathelicos,
    cedem-!he o passo. E esf* pralica se diser-
    va convos seus delegados anda que seja* o*
    maisnow. E tantoTconhreaom esta reaV*
    de os governps heterodoxos-,- qire para evite-
    ron essa*>qiiesles dO'preeiniteneia, os seus
    reis e imperadores faCm-se papas. Apo>-j
    rfun-SH dosrious podews;
    A interfarencia indirecta do espiritual so-
    do poder espiritual, ora, do civil ou telii-
    p ral. A que. vem o nexo da religio de
    estado para todos estes casos nao sei. Nos
    exomplos invocados para o dualismo S.
    Exc. nao foi feliz, porquanto na Blgica
    nao ha religio do estado, e na i'russia ou-
    tr'ora a religio do estado era a evanglica,
    e o re era chefe dessa igreja; mas de-
    pois da constituico de 1850. embora as
    instituiroes repousassem sobre a base chris-
    t, nao havia religio do estado. Presen-
    temente ha dominio absoluto sobre as reli-
    ges, especialmente sobre a igreja catholica,
    que tanto perseguida .
    (Ha um aparte).
    Pelo que respeita segunda hypotbese
    en que o porir espiritual prevalece, enlsn-
    deS. Exc, que ueste caso d-so theoenr-
    cia E Assiiii fonrm* theocraticos os governo
    de Porlugal, Hespmma, aples, Sardenha,
    Austri, Baviera e- a* Franca- antes de I.uiz
    XIV !.,, Na terceira-ein que o predomi-
    nio o de poder ci?M' sobro o- ecclesiastico.
    d S. K.Y.e. como exemplo o galbcanisino ;
    quando o que corrente nos ftvros que tro-
    tara destao materias, o poder do re foi
    equiparado ao dos paps, danite-se o dua-
    lismo de queja tratou S, Kxc.
    Continuando estabeleceo nobre senador
    unta qua ra hpothese, a-dos Esladbs-Uui-
    Klos> em que OM ipie ha a- mais sompteta
    libeRlade tanto pira a igreja corar para a
    o estado. E' o que aconrece na'Blgica e
    aconteca na Prueaia.
    Depois disto accrescenta S. Esc, que neo Uie
    Bde evitar. O que -politca^ senhores ?
    Urna p,-irte do moral ; "que men)? E'
    arioutrina newltante do dogmas^ e tanto
    :rwis se coniOneam ester com a verdade
    qpanto a inoiol- mais perfeita; Excluidos
    os dogmas carblicos que* moral teamos
    no? Em todo parte oclogma d* religio
    que fez a moral nao tem; nem poderia-
    naes- ter urna moral fra owndepeiwlon-te do
    christisnismo. A-poltica ;.pode-se:ito?r-
    to-psoto dizer, a administa^ do-nrestara
    ene vasta escala^-pera a poltica com' pora
    essfl-administrarie' preciso*: Iwnestidade e
    jus'.wra. e como aq^uilata-las sem ser por meio
    doppder compeinte, guardo- e HecetirJM
    dogmas, e mantenedor da moral?
    JoVise v, portante-, que lio- urna interfe-
    rencia--indirecta, mas necos:vntr,, do es^ivi-
    tualisebre o tempopai quer rrpeiram, qaer
    nao-, .justa e conveniente ao interesse de to-
    dos,.eem prol deeeeiedade.
    AvdOotrina catheke respeitti.ffBrfoitaraati-
    te aseberaiiia temporal, neiwr procuren
    buffidna-la, o sin eleva-la : nexmtholiciemo
    nao bao absurdo do direito divnodo g;i)l-
    caniwnu ; a soberasin est ns-povo o nitor a
    sujeitaas leis da aaso e d justica, e n
    nos representantes- da omrnuKidede, os che-
    fes do.estado. Tcdo> procedemos de ama
    s famelia a quem Dos deu a > soberana-,
    porqee a soberanin iveni de Detfe>-como todo
    o pmkr moral ; a-coonmuiiiii-id investida
    dessedireito tem afaeoldado de-poder orga-
    nisaose sob differentes formas conforme a
    conveniencia social.de cada peiv..
    A i groja catlioliui-.iunca ensimou que.-o
    poden dos.reis prcvkiba mmediatamonte de
    Deiissogallicansmo foi qnena queresdo
    equiparar a autoridaite espiritual .cora a tora-
    poral, urna dualidad maniebeiana, o sos-
    tentou, dizendo : o.porler des- reis vemidi-
    rectamente de Deas Nao ; nao vem, adou-
    triua gallicana f&a.
    Em verdade a origem da soberana -divi-
    na.no defabeva mundana,, e aquelles
    que querem afastar-se dessa-.doutrina recor-
    ren) para explicar a sua fente s leis oatu-
    rnes, justiea, a isto chauam alta enlern
    civil que tanto os n-4'. differente de-outra de que as sociedades
    humanas lera cexercicio e de onde-dedu-
    aem o direito lia obrigar seus membros e a
    si;proprias ; e-muito bem, demonstra essa
    these o Sr. H>ppolito Passy, e.n su a obra po-
    Stiea sobre a~ formas da-yoverno^
    Nao ha iu*as.io do poder espiritual no
    temporal, m.nca houve. A igreja.tem sem-
    pre ura guia constante,, que nadeixa variar
    as doutrina&uma vez proclamadas ; sao as
    varacesda poltica temporal que fazem cem
    que as veedadeiras doutrinas parecam esta-
    em desaccerdo. Isto tanto verdade que*
    abram-seos publicistas do seoulo XVI, j
    nao direi para tras, msate omeiadodose-
    iundo; E,*Sr. presideate, se ha um nome! culo ultimo, menos a Fcanga*. nos Bus. do
    que possa trazor odiosidade, aos defensores reinado-de I.uiz X\IV, e vo-se-ha que todos
    breo tempero! tambera1 eviderte e nao se 'sobra-lempo para expor o sei pensament
    da igreja empregam-n'o os seus adversarios;
    mas constantemente o fazem com o nome
    do jesuta. Files muito o apreciara nao
    pelos males pbantasticos com que sobrecar-
    regam essa congregaco, mas pela etymolo-
    gia, porque jesuta vem de Jesus% o nome
    de Jess o que odeiam. 0 interesse da cau-
    sa que defendem exige neste ponto toda a
    cautela, e por isso claramente nao exhibem
    todos os seus sentimentos.
    O Sr. Visconde de Souza Franco:
    segu as doutein s que sustento ; absamos
    mesmo aquelles. que se acham inscriptos no
    Indew, como Gabriel Perera de Castro, nos
    preludios da obraJe Mana Regia, e Oliva
    -~de Foro Ecclesia, e bem assim Portugal
    de Donationibust Velesco de Gouva
    Justa acclamacao dos as recoebecem.
    Foi somente depois de Pombal que adop-
    tou os principios dos gallicanos d Franca,
    que o re de Portugal julgou-se quas as
    Scipo tambem era o africano e destrato das a,nos ^^ 6 ,ml*mo1 as"
    Cartharzo i nossas leis do ultimo secuto ha algu-
    0 Sr.' Medes de Almeida-Voltemos a cau?,a em deixar V"$ 9^T0T em
    agora questao entre o estado e a igreja, de>e"r(?h,a summo-pont..ce, comquanto
    aue rae desviei dc'arasse 1ue no tniporol rei na0 c(>*
    Exstem no mundo doas poderes distinc-
    tos, o temporal e o espiritual, poderes que
    nao se confunden!, que teem rbitas bem
    nheoia superioridade.
    Dexemos, porm, este tpico de parte. O
    que quz somente mostrar, Sr. presidente,
    descriminadas, sobretodo quando o tempo-! ral quer respetar os limites do outro, que,na Pde ter o menor receio ; ha na igreja
    nunca invade, nem lera invadido ; e a bis- a>s garantas para sua establidade do que
    tora disto nos tem dado claros e irrefraga- nas doutrinas racionalistas, sobretodo as pro-
    veis exemplos, porquanto, os factos que se pagadas pelas assocaces secretas. A dou-
    allegam em contrario nao sao bem aquilata- trina da igreja permanente, eterna ; nao
    dos, a paixfio e o interesse os maculara, em sou*1"6 alterado, nao pode ser invertida,
    summa, sao apreciados sob ossas falsas po arada a mesma do tempo dos aposto-
    Cures_ > los. Hoje sobretodo nao ha e nem pode ha-
    Esses dous poderes, que deviam viver mui r ereceios para ninguem ; isto nao nego-
    unidos e ligados em bem da paz social, nao cio que Ylva s601^10 publico ; todos se
    Doderiam ficar na mesraa posico, iguaes; Hem convencer, examraando-o.
    na ordem hierarchica o poder espiritual Mas, Sr. presidente, o meu honrado col-
    superior ao poder temporal nao para do- lega pelo Maranho tratando desta materia
    mina-lo, que nd pode, e nao deve, mas s deixou-nos envolvidos em tal nebuiosidade,
    na precedencia. | que por minha parte nio posso d/escortinar
    0 Sr. Visconde de Souu Franco : o pensamento de S. Exc, pormaibrquefos-
    N4o admitto. se o meu esforz. Assim S. Exc. diz :
    0 Sr. Mendes de Almeida :Isto nlo (Lendo).
    questao de nao admitto, de lgica e de ra-, A respeito das relaces ente o estado e
    zo, a alma superior ao corpo, quer V. a igreja, eu professo opines muito diffe-
    Exc, queira quer no, e o poder espiritual rentes das que proessa o distmeto senador
    oceupa-se de cousas que interessara a alma, pela minha provincia. Ou ha de dar-se
    a directora do corpo. Nao ha na$4o bjuin, unidade entre a igreja e o estado, ou a w-

    sobre oassuinpto, e cnclue per estas nota-
    reis- palavras, do qpe anda no-pu ledici-
    fmr-a verdadeira ejennina signiBcaco '1M;
    Se os systemaj-lbgicos. isto aqueil
    que-se apresentam como concliwes de n?
    *aeneamentei lgico, nao po lera He app-k*
    cados en tola a snv: nginalidaife e rige,-
    0 que contpre exarfwwar se por eombina-
    2e>; exesnjNU, se pehi- renuncia i conse-
    qiieneias estremas pid-se croar o-estado e
    a igreja; roSa hannonieje*quando 'ia uo se ndeptstn
    perfectamente- ds tlw.rim, trates* de fa-
    ze-laa corr$sponder no tksenvoiWmeato
    kisloria>,i lvuriedade k natureza Humana
    O certo Sr. presiden**, que fiqjeei sa-
    liendo qea eneu nobre-ooflega nao |>art-
    Ihava as minbasopiuiesqMauto s rcteges
    do estarle cuna a igreja, mesem quedilTe-
    riainos anda iffnoro. O nobre senador nao
    diz qual-1-a sa opiniaov .e-nem a que nes-
    te pontoconw ao Brasil. Ao meses o
    hobre senador pelo Espiri'.e-Santo foi mais
    franco, porqne-quer podftrcivil siiperin* ao
    espiritual, o armado de- temporalidades.
    maman ubeneV que ueste- assurnpto etis-
    tem vuin so4uf6es, monee qual e ineUtor
    e a mais adaptada ao noweinnwt.
    1 Contihiiatttlo.no exame-do- discurso- do
    pobre na /or ausente, noto o sog^iaU-
    trecho ss-Pisse o nobr -senador pelj mi-
    nh.i pif-vincja.,. i|uan lo allou no vol de
    |raeas sqbra n -poltica -eligtosa do gabi-
    nete : t<-o-(festino da hn.muiidade c um
    grande o prtj&it*io niystc-i-io-; duas doutri-
    nas o explican: a doctrina catholica e
    o rattienasiae. era tmb> as suas
    manifesiagesy que x- dontriiia sepre-
    sentadaipela.iftaconaria. A que jpueae
    a que paiz reStre-se o ro/.bm- senador ? A
    macor.aria do Brasil ni> conspira nent.eon-
    tra o estado nem contra agreja.
    Ora,.Sr.. presidente, dizer que a 3a*co-
    naria segu o racioiik>iisia, nao dizer
    que ella conspira contra.-, o estado e eoutra
    a igaeja. Km verdadedis doulrnac-raco-
    nalistas pdese chogan a este resailtado
    Mas. o hoanem pde-segnr estas- dou-
    triuas ser inconsequeote, como felizmente
    acontece, porque so levasss o negocio at
    os pices chegaria s consequencias-que o
    honrado senador loj^.tirou, ao menos com
    relafaOii igreja. ( Contina a les).
    u Oacvordo da doutrna christ com o
    racionalismo, representado, nao pela meen
    nariacomo quer o sobre senador, mas (Kkte|
    scienca e pela phitosophia u:>i probleina.
    etcrnOv
    Oh 1 senhores a neligiao catholica est am
    idesaccordo com a scienca, com a phitoso-
    iphia com a reaJtef Nunca tsteve o a
    imelhor prova qae se pode dac-a primeira
    constitugo do. concilio do Vaticano,, de
    Fide independente do que i est consagra-
    do no Syllabutt. A santa s sempre sus-
    tentou a importancia da ravo ; o que con-
    domnou foi a negacito da f ; mas. nunca
    contestou o dominio da rrSo. Tal proce-
    der seria contraditorio com todo, o |>assa-
    do da igrep, quo tanto concorreu para a
    diffuso das luzes.
    Mas S. Exc. pelo que aqui revela neste
    trecho purece que est persuadido de que
    a scienca e a raao nao esto dentro do
    catholicismo, por quanto dia :
    Nao pela maconaria como quer o no-
    bre senador, mas pola scienca, pela phln-
    sophia ura problema eterno. Nao ha pro-
    blema se a raxo e a soiencia nao sao repre-
    sentadas pela maconaria; a razo couoilia-
    se perfeitamente com o catholicismo i e se
    nao basta olhar para os grandes homens e
    eminentes theologos e canonistas que pro-
    duiio a igreja ; para os philosophos,"lanto
    deste secuto, como dos anteriores, j nao
    digo catholcos, porque nesta parte os pro-
    testantes esto comnosco, acroriilam na exis-
    tencia da revelacosem projuizo dos direitos
    da razo.
    Nao pois, um problema eterno ; nao
    ha problema aqui, ha um accordo perfeito
    a menos que a razo nao se constitua inde-
    pendente c o nico instiumonto de certeza.
    (E) :
    Se os racionalistas nao adraittem que a
    ii.tervengo divina possa perturbar a regu-
    la ridade necessaria das leis naturaes e che-
    gam por este meio negacao da revelaco,
    tambem ha catholcos Sr. presidente, que
    teniendo a scienca, desconfiando da razio,
    fecbam os olhos s verdades mais eviden-
    tes o se fazem scepticos por devoco *, para
    estese limite entre a razo e a f nao o
    symbolo, mas um decreto do Index.
    Ninguem sabe ao que o honrado senador
    se refere com estas palavras.
    O que tem
    urna cousa com outra; e se ha catholcos I algum valor.______
    que nao Acreditara ni existencia da razio, 1 YPPO WAWO- Beta
    o que isto importa? Mu efe. Sr.
    te, foram condemnadosnele SeMe 96 ; tam-
    bem estio no /neVx. O iradxiennMeano
    de l.ammenais e or systoenee conaenores de
    outros phdosopbos najonno a reino auflre
    rara idntica -pana ; eetee l Uitrintai, A
    Santa S cotidemnon no e nos qae t4m
    tiara a tradicio como unten rnatreerienle V
    certeza, como aos que negavam o rnlor de
    razio humana.
    Portanto, estes nao podem ser reinelieee.
    por isso que so affastam doadictrnes de enre-
    ja. S. Exc. parece neo conhonf ~
    questues, nem o quanto a sriencta o e
    maiii.la.it> deveui i igreja e a suas
    decises.
    Mas, lirmando-se no mesmo precoacerto
    diz : Ora, sentares ser partdlie efe en-
    ttalico a cegueira volunura ? Se ni
    possivel para poder crer servirme-nos da
    razio, onde est aqui a f.; Todas esta*
    aprecien-oes sao eacusnfes, purqaonte Uo>>-
    ram em um falso supporto, a oj>[k igreja i rozan e acienc*.
    A igreja nio s coiido-nn* aqu< ll-, pj
    tomara a razio nica e nefeHivtd iauWre-
    meuto para nos guiar na co/n^re|ieiisio de
    verdmles rebgKrMs, romo tamOi.m *q Hl^
    que excluein razio desse erigarno e ttment
    acretam na f ee na tradicio. I*arteete aio>
    sei a que vem esta exproliaci>, nsrn imn> Mistentei d d.i raza > dentro ife sn.i lagitiin^ orbiee ; me
    seainim queS, Ex;, allude o pan nie
    presum), cnto ponteo seu tempo, ptiwpr-
    r.m\h- o sonado que me uave, tenho anusern-
    db-o- uso que f;o <* Oe> precioso irmtni
    meiitty.
    r IJne mrito hav-r+ mUm em crcr V dv
    contfuuawdo bonr.i ca tinto deploro. F. Vi aqni em troennV
    Iho erK(xto : *rcitimrm*9 nal-, s+wminotiiiorreio!. .4 f neste !
    como serta-urna virtuile*
    J K* v que S. Kxc. parece laborar en
    cquivoeo ou nio sabe o que neartitiM- .i f
    pelo menos- eo m<>str, nr r*mkreimmtU>
    desta emineim- virtude c teOruiniiitiiVcer
    teza e demode porque a veja admiit^-a.
    porquanto- mesmo |wra ^neMnaa I tt
    necessirio'u: principio efe reino, hmxiom-
    qnando se-traiivite um indmdtio qne-dt-sr .
    nbece a nrasa religio. A si-renca, a> pensuosiu, a canftanc que
    ouireui nos nssevmr.i ; mas jnie< tte- umiii-
    testannos ezsi coulisuca b.i mu raoiucinto
    prejMr.it. >rio sobre o valor e meivnnrieibi da
    pesso>ou en'id.'nic-rui quem .lenuamost- V-
    tabetecida es'* base da verai:idafe tenti-po-
    sea eti entidad, dos acri! em sea
    jiefevras |>orque jelgamos inrarnazde ios
    lnfedir; ente rjtitiauca era m.-.bma reUca>>.i
    moita ve/es deee oo noss 'J> dagraca, c como se expbja a a-iitrto
    a doutrna ct-risOV pelas |Mipu!ac>>s ( n ti
    es-apestolos ia*r>pgero Kva*rndho- t^i-
    r^wiUy-oesacrktaani na exi.ii de I>.
    e na itossibilidcde de sua a>inmenMCO(;i oe-bMaens, o qne-a razie pod a Aacobr t-
    Svstjiilar, e po amo tambem ir bul ar v
    taca revelaco christi pregada e>fe* ajKK .
    !>-.,r.HM-iime qtaadi por ura;o petial a
    deetrir calava no repinto i ceawnVn.'%
    dname tes.
    Ma6,Sr. prejidenta,|irecisQ4se acr?-
    dj-etiiieiistenr i de-Boa c na Toromiliila IM -
    da revufeco, cchocOjs que a ritetlcMUji
    l.i 'U)o;i>; se roe ohee existencia de y
    Itous |K->s)al e prtM.imte, o Iu'Djm o i
    saAer^esl pre|>>iade pera reotber a te.
    &> S. Visoo>ns. en Soi z\ Vam :
    O:- tibores n*> q>t4te o rasiomeferoo.
    "Se,. MKMit-.m AuieibA : Caceo ni.
    o queremos? O ranoualism> naip-ri
    cae do valor ih razie bu mata.
    J-tenho resf iMKieo aqu : a.itjreja quei
    a e-e a razo, a--e que. esto* araste mo
    i tiento kfeudeKdn. So V. E *. 'jaum ll..
    o iirinK-iro deireto do roncili*. da laucan
    de-Fide, l vera que aquello* i^uenrgama
    I" sai* caNidomcadoa como os q aogan
    renftn* l'ortar.ie nie st'i a que veas *-*te tn>
    cjdUbo : se roci'M-ion nao cueto
    Ora, a mcjtioa prava de .uea.fc tem um
    v.dor utmo a ?>aain e nao | jae sm Jesprr/i
    i petes rarionalrslas estalle ptolovq>t,
    kant, e alias ;iui dos mais celtna>tos ra
    UMtaiisias de.tetopos ruodernoa. kant n*
    sua tj-iiica daraiio pura, pncejwndemon--
    trar que a idea, de Ifeus da alma, ve:do fes incoatrasa*, nio so
    podiam apresaar (telo iustrubieut) da ra-
    zio ; erara aaeos da conscieuciev qae eiia e\-
    bibia e atlir/nava sera nepeiua de labor '>
    raciocinio, nm sunima, uui -icto de pu:
    que nao se-efeanonstraao. u buaiem a. .
    ditava na aistencia desses betos pelo ves-
    temuuho da consciencia, -aaticamenle pIa
    f, o que o raciocinio nao rtela va. E. en-
    tretanto, esse respeitevel pbilosopho neo
    um catlrolice ceg pela te, prestando traca
    attencc.eo si/minio e adsiricto a ura de-
    creto do-Index.
    O mesmo Descartes, e eminente pLtloeo-
    pbo que creou a duwba moderna, a duvida
    raethodica e scientificn. comeca per um
    acto, de f o edificio da nova phiUxophn.
    de que foi o levelutor Cogito rrjja ann..
    Pens, logo existo. Como sabe que ponsa*
    por urna simples a8irnia^i,i, que a raza.
    nao demonstrou. Itescartes at podia limi-
    tor-se a pura courhisio msto, o qne ain-
    la seria m acto de f. Eu eaisto. 0>>
    primeiros principios da sdeucta, a base da
    geomoU-ie e dan matheeaaticas prova-ee por
    ventura pela razio ? Nao, aechara te estos
    principtos como certas, cosa axiomas e de
    sua fixidez que so Forman raciocinios de
    tanta certeza que o espirito humano aceite
    sem reluctancia. E nesta sujoicio se ti mu
    o svstema perfeito da lezio. Paitante o
    catbolico que tem f nao immigo da>
    luzes e nem opposto razio, uttsa--
    das luzes para guiar-so, eaa lugar de nana
    s.
    Ora, o Index nio urna nstitiucio ti,,
    soraenos que nio inereca < onsideracio al-
    guma, como parece deduzir-sc das palavras
    do honrado tenedor pete Meranhio ; o a
    provee que oSr. Cousin. o primeiro pen-
    iosopho francs deste secuto, nio duvidee
    esc rever em 1856, urna carta oo Santo Tn-
    dre para evitar que a sua ultima obra p-ai-
    losophica, que estara ostieeende, nooteeet-
    conderanada por aqueHe tribunal, corno j
    haviam sido outros trabalhos seus. Hea
    carta, o grande pbilusopbo prometta ejner
    urna obra irreprohensi-rol,
    trir pela verdadeira reiigo
    da maior voneracio,
    raacas no futuro da
    umpho e propagacio do-
    obra elle nio pode levar e
    pre que o honrado sena*
    raorreu catholico. Prtenlo Index tan.
    r
    =*


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    Material Information

    Title:
    Diario de Pernambuco
    Physical Description:
    Newspaper
    Language:
    Portuguese
    Publication Date:

    Subjects

    Genre:
    newspaper   ( marcgt )
    newspaper   ( sobekcm )
    Spatial Coverage:
    Brazil -- Pernambuco -- Recife
    Brazil -- Pernambuco -- Recife

    Notes

    Abstract:
    The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
    Funding:
    Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
    Dates or Sequential Designation:
    Began with Number 1, November 7, 1825.
    Numbering Peculiarities:
    Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

    Record Information

    Source Institution:
    University of Florida
    Holding Location:
    UF Latin American Collections
    Rights Management:
    Applicable rights reserved.
    Resource Identifier:
    aleph - 002044160
    notis - AKN2060
    oclc - 45907853
    System ID:
    AA00011611:12968


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    Full Text
    AMO XLlA. MUERO 143
    PARA A CAPITAL K MGABES O.VDE H'AO 8B PAGA POSTE.
    Por tres mezes adiantados................ 625000
    Por seis ditos idem.................. 129000
    Por um auno idem.................. SV9000
    Cada numero avulso .............. 320
    TERCA FEIRA 24 DE JUNIO DE 1873.
    PARA DKYTHO E FRA DA PROVINCIA.
    Por tres mezes adiantados................. TTe*
    Por sei ditos idem...................
    Por note ditos idem...................
    Por um anno idem. ................. STpOM
    MAMBUCO.
    PR0PRIEDADE DE MAN0EL FIGEIR0A DE FARIA & FILH0S.
    4e Srs. Gerardo Antonio Uves & Filhos.no Para; Gonces Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Olireira Filbo, no Ceari; Antonio de Leimx Braga, no Aracetj ; Jlo aria Julio Chaves, no Ass; Antonie Marques da Silva, no Setal;
    Tereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Boleto, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, era Naiareth;
    Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna; Francino Tavaresda Costa, em Ajagas; Alves & C, na Baba; e Leite, Cerquinho d C. no Rio }de Janeiro.
    PARTE OFFICIAL
    GOYaRNO 1> V P&OYH.C1A.
    I.EI H 1109.
    O bacharel Henrique Pereira de Lasaa, commendador da im-
    perial ordein da Roa, cavalheiro da de Christo, juiz de direilo e
    presidente da provincia de Pernambuco :
    Facosatara tolos os seus t.abitantos que a assembla legisla-
    tiva provincial decretou o eu sanccionei a resolucao seguinte :
    Art. 1. Fica approvado u compromisso da iruiandade de Sanio
    Antonio, da povoacao do Bebedouro, da fregueza do Altinho, tiesta
    provincia, rom as alteracoes feitas no acto da approvacao pela com-
    ptenle autoridade eccle-iaslica, e accrescentandj-se mais no fim as
    jeguintes patarras : nia podeudo ser eleito para meinbro desta o
    arralo menor de 21 annos.
    Art. 4," Ficta revogadas as disposicoes em contrario.
    Mando, aorta' to, a todas as autoridades a quem o conhcci-
    mento e execucao da presente resoluy.io pertencer pie a cumpram
    e facam cumprir to inteiramente eo no nella se contm.
    O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
    primir, publicar e correr.
    Palacio da presh-ncia de Pernambuco, 17 de jnnho de 187.'!, Sf
    da independencia e do imperio.
    L & Henrique Percha de Lucen".
    Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Pernambuco, aos 17 de jnnho de 1873.
    O secretario interino,
    Aililpho Lnmettku Lint.
    LE X. 1110.
    O tachare! Henrique Pereira de Lacena, commendador da im-
    perial ordem da Kosa, cavallieiro da do Curato, jim de direito e
    presidente da provineii de Pernambuco :
    Faro sabor a todos ossens habitantes qno a assembla legisla-
    tiva provincial decretou e eu sancciouei a resolucao segrale :
    Art. 1. Pica approvada a reforma do compromisso da iraian-
    daae das Almas, da cidade da Victoria, com as alteracoes feitas no
    .arto da approvacao pela competente autoridade ^eclesistica.
    Art. 2." Revogadas as disposicoes em contrario.
    Muido, portento, a todas as autoridades a quem o conliecimen-
    to o execucao da presente resolucao pertenccr que a cumpram c
    (acara umprir t i intoiranente como nella te contm.
    O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
    primir, publicar e correr.
    Palada da presidencia de Pernambuco, 17 de junbo de 1873,52*
    da independencia e do imperio.
    E. S. Henrique Pereira de Letona,
    Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    residencia de Pernambuco, aos 17 de junlode 1873.
    O secrelario interino,
    Adolpho Lamenha Lins.
    LE N. 111'.
    O bacharcl Henriipie Pereira de Lucena, commendador da impe-
    rial urd ni da Rasa, cavalheiro da de Cliristo, juiz de direilo e pre-
    sidente da provincia de Pernambuco :
    Paco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
    tiva provincial decretou e eu sancciouei a resolucao segninte :
    Artigo i. Fica approvado o compromisso da irmandade de
    Nossa Seuhora das Dores, da povoacao de Capoetras, com as modili-
    cales apresentadas pela competente autoridade ecclesiastica no acto
    da ua approvacao.
    Art. 2. Revogadas as disposicoes em contrario.
    Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
    nenio e eseeucao da presente resolucao pertencer que a cumpram
    a focara luuipnr lao inteiramente como neila se contm.
    O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
    primir, publicar e correr.
    Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junlio de 1873, 52
    1* S. Henrique Pereira de Lucena.
    Senada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Peruambiico, aos 17 de junbo de '873.
    O secretario interino,
    Adolplw iMtnfnk-i Lins.
    LE N. 1112.
    0 tachare! Hcnrique Pereira de Lucena, commendador da im-
    P-.nal ordem da llosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito c
    presidente da provincia de Pernambuco :
    Fa.-o saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
    tiva provincial decretou e eu sanccionei a resolucao soguiate :
    Artigo I. Fica o presidente da provincia autorisado a contrae-
    lar rom |uem melhores vanlajtens c garantas olTerecer, mediante \
    privilegio por lempo nunca maior de 20 annos, quaesquer linhas
    eu ramaes de trilitos de madeira e ferro o carris, tendo por fim
    ligar a cidade do Recife com os arrabaldes que a ccrcam, ou estes
    entre si, comanlo qno d'ahi nao resultara inconvenientes para o
    iransito publico e sejam respeilados os Jireitos adquiridos por torga
    Art. 2." Nos contractos que para semelbante Hm forem lavrados
    depois da concurrencia sero respeiladas o guardadas as di roes do artigo 2- e seus gj da lei n. 879 de 23 de jnnho de 1801) e
    a; dos argos l; 2 e C da lei n. 974 de 24 de abril de 1871.
    Ait 3. us rogulaiuentos para llsealisaeo das obras e do ser-
    vico dessas buhas aereo organisados sobre as mesmas bases do da
    l. apanina Pernambuco Street Hailvray.
    Art. 4.- Qualquer contracto que fr celebrado em virlude des-
    ta le so produzra efTeitos depois de devidamente approvado pela
    assembla provincial.
    Art. 5. Hevogadas as disposicoes em contrario.
    .Mando, portento, a todas as autoridades! quem o conheci-
    nento e execucao da presente resolucao pertencer que a cum-
    praui e (acara cumprir lao inteiramente como nella se conten
    secretario interino da presidencia desta provincia af ara i
    pnmir, publicar e corr ^*"
    Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de Junhode 1873, 5
    da independencia e do imperio.
    L. S. Henriqne Pereira de Lacena.
    Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Pernambuco, aos t7 de junho de 1873.
    O secretario interino,
    Adolpha Lamenita Lins.
    LEI N. 1113.
    O hachare! Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
    perial ordein da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
    presidente da provincia de Pernambuco : -
    Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
    tiva provincial decretou e eu sanccionei a resoluca* segnmie :
    Artigo nico. Fica o presidente da provincia autorisado a con-
    ceder ao Dr. Joo Cavaleanli de Albnbuerque. um dos arrematantes
    da estrada do nort?, um segundo pra o de 6 mezes improrogaveis
    para que dentro delle nossa concluir os trabalhos da mesma estra-
    da, que arrematou com outros.
    Revogadas as disposicoes em contrario.
    Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
    ment e execucao da presente resolucao pertencer, qu: a cumpram
    e facam cumprir Me inteiramente como nella se contm.
    O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im
    primir, publicare errer.
    Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junhode 1873, 3#
    da independencia e do imperio.
    L. S. Henrique Pereira de Lucena.
    Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873
    O secretario interino,
    Adolpho Lamenha Lins
    LEI X. 1114.
    O hachare! Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
    perial ordem da Rosa, caTalheiro da de Christo. juiz de direito e
    piesidente da provincia de Pernambuco :
    Faco saber a lodos os seus habitantes que a assembla legisla-
    tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolucao segninte :
    Art. 1. O presidente da provincia fica autorisado a reformar e
    reorgauisar todas as reparticScs provinciaes, observando as seguiu-
    les bases :
    1." Keduzir, tanto quanto permittirem as. exigencias do servi-
    ';o publico, o pessoal de cada urna das referidas repartibles.
    2.* Simplificar e diminuir o mais possive! o seu expediente e
    escriptnracao.
    S 3.* A reforma ser feita dentro dos crditos votados na lei do
    orcameuto vigente, podendo nicamente exceder at a qiiautia de
    quatro contos de res a que diz respeito repartidlo das obras pu-
    blicas, se houver necessiitade de mandar engajar* engenheiros fra
    da provincia, ou do dividir a parto technica da administrativa.
    4.* Os enipregados, cujos lugares forem ;upprimidos, e lica-
    reni por isto lora do quad o, serio considerados avulsos ; percebe-
    rao, porm, os vencimentos que tiverem ao tempo da suppressao
    qnando seus servidos forem aproveitados em qualquer reparticao
    provincial.
    | 5.* A' proporeo que occorrerem vagas em qualquer repar-
    ticao, o presidente da provincia as prcencher, guardadas as cate-
    goras, com os empregados avulsos que mais habis e habilitados se
    mostrarem.
    6 empregado que fr considerado avulso e por impossi-
    bilidade pbjsica nao poder bem servir ser aposentado con) o orde-
    nado proporcional ao tempo do exercicio, se contar mais de dez annos.
    Art. i.' Xas aposenladorias dos empregados provinciaes, auto-
    risadas pelas lei* ns. 82 e 245. se observara o segninte :
    1 A aposentadoria com ordenado por intero peder ser con-
    cedida ao empregado que contar mais de vinte e cinco annos de
    servieo, comanlo que nesles nao re conqjuicm u iuu-i i n, r>.^ oc-
    casionadas por licencas, suspensScs, moieslias por mais de oito dias
    successivos e demissoes.
    2 Ao empregado que, antes de servir em repartieses provin-
    ciaes, houver exercido emprego geral, nao se contara deste exercicio
    o que exceder de oito annos.
    Art. 3." Ficam proh bulas as gratifieaeSes concedidas a empre-
    gados que sulislituirem outros da mesma reparticao, quando o subs-
    tituido nao perder seus vencimentos.
    Art. 4 As licencas concedidas a empregados provinciaes serao
    sen) gratificaco. Tainbem ser descontada a gratilicaco ao empre-
    gado que fallar ao expediente de sua rcparliciio, embora seja abo-
    nada a faita.
    Art. 5. 0 empregado provincial, seja qual fr a classe que
    pertenca, nao puder exercer oulro emprego provincial, neui geral,
    se este causar embanco ao seu exercicio e encoulro das horas do
    expediente.
    Art. C. 0 presidente da provincia dar os respectivos regla-
    mentos, ficando elles, sera prejuizo da execucao, dependentes da ap-
    provarao da assembla provincial.
    Art. 7.' Ficam revogadas a !ei n. 683 ft as disposicoes em con-
    trario, menes o art. 36 da lei n. 961, que dispoe :O empregado
    que por qualquer motivo contri unir para a realisacoda despeza nao
    decretada indemnisar a provincia la sua importancia pela quinta
    parte de seus vencimentos.
    Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
    menlo e execucao da presente resolucao pfleneer que a cumpram
    c facam cumprir lao inteiramente como nella se contm.
    O secretario interino da presidencia desla provincia a faca im-
    primir, publicar e correr.
    Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 dejun^o de 1873, 32*
    da independencia e do imperio.
    L. S. Henrique Pereira de Lucena.
    Sellada e publicada a prsenle resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Pernambuco, aos 17 de junho de 1873.
    O secrelario interino,
    Adolpho Lamenha Lins.
    DESPACHOS DA PKESIDE.NCIA DE 21 DE JU.NHO DE
    1873.
    Francisco Lucio d Castro. Passe portara
    aposentando o supplicante com os vencimentos que
    Ihe oompetirem.
    Jos Denlo d'Olivcira. Informe o Sr. inspector
    da Ihesouraria de fazenda.
    Racharel Manoel Antonio dos Passos e Silva.
    Informe o Sr. inspector da ihesouraria de fa-
    zenda.
    Pisano das N'nves Ao >r. Dr. chefe de polica,
    para attender ao supplicante como fr de di-
    reito.
    Rodolpho Joo liaratu de Almcida Filbo.-Passe
    portara na forma requerida. '
    Secretaria da presidencia de Pjrnambuco, 23 de
    jnnho de 873.
    O porleiro, .
    SUcnw A. Itodriguts.
    Inapeci^oda saride publica de Pernambuco, em
    18 de junho de 1873.Illm. eExm. Sr.Hoje ao
    meio dia, fazendo urna visita sanitaria ao bote-
    quim, cliauniodj Raphael. ra Larga do Rosa-
    rio n. 29, cncontrei o cano do apparelho da com-
    paa Draimge, que vem do andar de cima, arre
    heneado e bisando immiin jicas no meio da cosi-
    in i, e disse-me o proprietario do estabelecimento
    que lia tres dias est suffrendo aqullo gravissimo
    mcommodo, nao t:ndo a compannia mandado re-
    parar o cano, apesar de reiterados recados e pe-
    didos.
    E' fcil de ajuizar o prejuizo que, com taes ex-
    halacoes, solfre neeessariamente urna easa, cujo
    negocio fornecer alimentos preparados a quem
    ella prcura ; entretanto a compannia Drainoye
    com incrivel harbaridade deixa de acudir a tao
    justas reclamacdes.
    Deus guarde a V. Exc. -Illm. a Exm. Sr. com-
    mendador Dr. Henrique Pereira .de Lucena, dig-
    nissimo presidente da provincia.*-!) inspector, Dr.
    Pedio it Athqydt Lobo Motcoso.
    Inspeccao da sade pnblca de Pernambuco em
    19 de junho de 1873. -nim. e Exm. Sr. Apr-
    senlo a V. Exc. a carta iaclosa que me escreven
    Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, sobre o es-
    tado de cuja babitecSo por mais de urna vez tenho
    ofliciado a V. Exc. A companhia Dracnage man-
    dou mudar todo o encanamento dessa casa po-
    rm ainda insisti em trocar canos de ferro' en-
    *ernisados de preto por outros da mesma qualida-
    de e nao por gavalnisados, como expresso no S
    do art. 4* da naovaco do contrato. Si em tao
    pouco tempo os canos de ferro ficaram arruinados
    de maneira a deixar passar nao s as exhalacoes
    mephiticas, mas tambera os lquidos, como nessa.
    casa se oiiservava, a consequencia ser que em
    dous ou tres annos, nao havera urna s casa em
    que nao seja preciso mudar os encanamenlos, o
    que com a reluctancia que tem a companhia em
    corrigir os seus erros, ser trabalho para- urna
    eternidade. Hontcm quando me dirig casa do
    dito Tararea de Mello, para ver o estado dos ca-
    nos que foram tirados, j a companhia os havia
    removido, e por isso nao. pude verificar o estado
    de ruina em que elles se achavam.
    Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr.
    commendador Henrique Pereira de Lucena, di-
    gnsimo presidente da provincia. O inspector,
    Dr. Pedro de.-Alh yde Lobo Hoscoso.
    Illm. Sr. commendador Dr. Pedro de Athayde
    Lobo Moscoso, Recife, 14 de junho de 1873.
    Presadissimo amigo e senhor. Por minha carta
    du 9 de niaio lindo, expuz a V. S. o estado em que
    me va com minha familia na casa de min a resi-
    dencia, n. 81, segundo e terceiro andar na pra (a
    de Pedro II com rea co ao pes|ifero miasma ex-
    halado dos apparelhos e canos de esgoto da em-
    preza Recife Drainage, e o tiz na esperanza de que
    o seu intermedio muito influira para o hom resal-
    lado que, nao s eu, mas todos os habitantes des-
    ta cidade aguardan) desejosos.
    Entretanto a melhor vontade de V. S. nSo ha
    conseguido at agora attinglr ao Hm em vista, 0
    que para lamentar, mas nlo para esmorecen
    Finalmente,coutrariado completamente com aquelle
    estado de cousa, dirig a 11 doste jnez urna caria
    ao Sr. gerente da companhia indicada, solicitando
    de prompto e sfem perda de tempo o reparo pre-
    ciso aos canos, especialmente aos do terceiro
    andar emicompleio estado de obstruceao e no maior
    exeesso de ptrido felido! Foi em boa hora o
    meu reclamo desta vez, e hontera 13 foi explorada
    aquella mina I Os canos existentes carcomidos e
    dando passagera as enianacoes fataes, foram subs-
    tituidos por outros; mas si os novos empregados
    canos sao da qualidade dos retirados, em pouco
    tempo estarei nos mesmos apuros de antes. Qner
    V. S. verificar por si mesrao o 'estado des canos
    apodrecidos? Venha e os encontrar tal vez anda
    no corredor de nossa casa. Entao melhor aqui-
    latar V. S. de quanta razo me assiitia quando
    delibere! levar a seu conheclmento a- situaco em
    que me via com minha familia, pedindo a sua
    coadjuvagao como amigo, como medico e como au-
    toridade na questao; cujo bem, procuraio como
    deve continuar a ser com empenho, nao indivi-
    dual, mas sim geral. Nao farei esta mais extensa,
    mas espero que me dispensar toda a sua aiienc.o
    para o que disse na citada de 9 de maio, e agora
    ratifico. Continuo a ser com sincera estima
    De V. S. amigo obrigado criado, Joaquim Rodri-
    gues Tavares de Mello.
    EXTERIOR.
    Correspondencia do Diario de
    l'ernainlMiro.
    PORTUGAL.
    LISBOA, 10 DE JUSHJ DE 1873.
    Foi decretado que a cobranca da contribui^so
    industrial as cidades dejjsboa e Porto se eflee-
    tueem 12 presta ftes mensae?. E' um grande alli-
    vio para os contrbuinteso de bk muito reclamado
    pela imprensa e pelo paramento.
    Pela direceo geral da thesouraria do mi-
    nisterio da fazenda foi publicado na folha ofciai
    de 3 do correnle o resultado da suhscripco para
    a coHoea^ao das 22:600 obrigajoes relativas 1.a
    serie para os caminhosde ferro do Douree Mi'nho,
    no valor nominal de 2.0,18:0001000
    Obrigacoes Reis.
    EmLisWa.....31:219 2,8O9:710#00O
    No Porto......17:762 -1,598;38 >000
    Em Braga..... 3:279 295:1 lOOOO
    Era Vianna.... 108 9:720i9
    Total 53:363 4^:120*00)
    Previne-seos subscriptores do que o ratckv de
    43 *\, do valdr nominal subscripto, exceptuando
    aquelles a quem no mesmo rateio eOuber menos
    de 90J000, porque a cases licar garanta essa
    importancia.
    Os aiiHuncos.para a subscripcaj foram fetos
    com muito pouca antecedencia e duso se queixam
    geral mente os interessados. 0 numero dos subs-
    criptores foi muito limitado. Em Lisboa apenas
    apparecerara 70, no Porto foram muito menos.
    Em geral concorreram, apenas, banqueirqs e
    capitalistas que bem sabjam o que se preparv
    e nao appareceu o verdadeiro publico, porque nSo
    teve tempo de preparar-se. Sendo a operacao van*
    tejosa para os subscriptores, apeas foram toma-
    dos 4:713 contos para urna emissio de 2:035 con-
    tos. Ainda ha pouco se vio um novo banco de
    Vianna do Castello annunciar urna emissSo de 400
    contos, e s no Porto subir a subseripoio a mala
    de oito mil contos! Agora a praca. da Poeto subs-
    por
    erivia tao somente i:598 contos, quand as suas
    fcrcas sao incoraparave.mente superiores e quando
    ta ornie abundancia de capitaes disponiveis.
    As obrigacoes do raminho de ferro do Minho
    rendeu perto de 7,5 p..r centode Juro. Foi me
    I or negocio com emprego de capital de que em
    Buidos de divida consolidada, que pelos presos
    actuaes, nao chegara a produzr 7 por cento.
    A cmara muuicipel de Lisboa, no pequeo em
    prstalo que fez ba poucas semanas, e do dual
    fces rJir coma, eueoutro dfhlielro a 6,3
    cinto.
    Sen) sahir da parte Jinaneeira des a carte
    ( que aunal ja ra bem longa ) eumpre-rtte netar
    ue o mais alTavei e bemquisto des banqueirosde
    Usboa, o Sr.. Fortunato Chamico Jnior acaba de
    sonrer um golpe duloro-o. perdendo sua joveu
    ha a Sra. D. Urdida de Freitas Chamico. Suc-
    eumbio a urna pktysica pulmonar a infeliz rae-
    una.
    O prestito que Li acompanhar o sahimento da
    sua casa das Laran^eiras para o cemiterio occi-
    dental compunhase de 200 ou mais tren, onde vi
    o que Lisboa tem de mais distincto i.o commercio,
    as Mitras, na aristocracia, na magistratura e no
    funccionalsmo. .No ceunterio coutavam para ci-
    ma de 300 pessoas
    E que as syrapalnias de que gerairaepte goza o
    Sr. Chamico sao tlrtnadas por ttulos indisputavefs.
    A sua probidade proverbial. A consideracao qne
    toda a gente Ihe ir huta, manifestou-se naquella
    solemne occasiio por um modo verdadeira-
    mpnte notavel.
    Talvez se recordem os leitores das palavras
    com quede algnni tiwdostigmatiset odesa|iego com
    que se tem profnalo em publica alraoeda as
    reliquias domesticas de viuva de D. Pedro IV.
    O leilao lera continuado com grande concurso
    de curiosos e compradores. A Alguns objeetos cu-
    riosos e de grande estima se tem arrematado,
    como anda ha pouco um movel, dentro do qual
    encontrou o novo proprietario unta miniatura do
    imperador quando era inda menino,-envolta
    n um papel era que do proprio pnnbo de S- M. a
    iraperalnz se liaui afumas indicaedes que den'
    lavara ler sido aquelle retrato offerocido pela ana
    de leite do Senhjr D.Pedro.
    Estimo porem que mais alguns jornalistas ba-
    jan) protestado contra o facto de assoalhar memo-
    ras de familia nos vj-vens de urna alraoeda. Eis
    o que ha pouco dias i screvia o discreto corres-
    pondente do Commercio di Porto :
    Nao falta quem lote o pouco apreco em que
    a heideira da Ilustre finada tem muitos objevtos
    do seu uso, e que ninguera e>perava ver postos
    em alraoeda.
    A cama da princeza Amelia, os seus brinque
    dos de enanca, a roupa branca do imperador e
    da impeniriz, e outros arranjos domsticos, ver-
    daderas lembrancas de familia, tm sido vendidas
    no leilao, com grande espanto do* burguezes que
    alli concorrem e que nunca s lembraram de es-
    tragar ao prego do ieiloeiro certa ordem de ob-
    jectos que reeebessem por heran^a de pessoa que
    Ihesiosse cara.
    u Esia a rica raiuha da Suena no seu uncu.,
    de dis|MJr do que seu, comoihhlto bem Ihe agra-
    de, mas nao meno direito temos nos de exprimir
    a nosst opinio sobre Um facto que publico. K'
    por isso, que registo os reparos que se tem feito
    a pro|M)sito de se vender em leilto objectos que
    ou podiun ser offerecido* a qualquer asylo ou de
    viam ser guardados cora a piedosa s: que nos os plebeus conservamos os objectos de
    uso dos nosses prenles c amigos.
    Alguns objeclos tem subido muito de preco em
    aein.ao a terem pertencido imperatrz; outros
    tem cabido em maos que Ibes nao dao a menor es-
    tima, por preco iuliui. Por exeraplo o stira no
    qual o imperador fez toda a campanha, foi arre-
    matado por 15 tostOes!
    O Diario Popular censurando a hasta publica
    para aquelles objeclos que se nao deveriam expr
    curiosidade e avidez dos adeleiros, dizia hui-
    tem :
    Tem sido grande a concurrencia em lodosos
    dias ao leilao do expolio da fallecida iraperatrir.. D-
    zia-nos um cavalleiro de lauto espirito como sonso
    eouinuim, que nao pareca um leilo mas, sra
    rana liqnidaro Tem-seTendido ludo, at o que
    pareca que devia ser considerado como recorda-
    rlo de familia. Os objectos de us. mas intimo e
    recatado foram expostos curioddade e encare-
    cidos com a circumstancia de terem pertencido
    imperatrz. At a cama em que se finou a \r
    tuosa princeza Amelia foi posla em venda. Dizera-
    nos que dous criados da casa imperial arremata-
    rain a cama para a conservaren! como recordacio
    da sua bondosa ama.
    Nao me lerabra se na minha anterior carta
    Ihes fallava deura grandsimo carapeto. canard,
    galgo, ou maranho como por ca se diz, que o
    Diario Ilustrado invontou, que muita geuta boa
    engolio, incluindo os proprios noticiarislas de
    pinhal do Azamtuja, por denuncias dadas, fur. o
    administrador (d i conselho ou do pinh d) cera iras
    200 vizinhos armados dar caca a urna quadriiha
    de salteadores cganos que se alojava n'uns vastos
    subterrneos que dizia o dito jornal existrem no
    pinhal da Azambuja. Vinl>a' o caso tao borda
    do de pormenores -verosimeis e ao mesmo lempo
    romnticos, quemis pareca estar-se leudo um
    capitulo do Rcambolle que o noticiario de um jor
    nal de Lisboa. A historia continuava nos dias
    legnletes em telcgrammas simulados, cora a ap
    paricao de novos subterrneos, cora adiado de
    divers s objectos d'arte que na recamara do che
    fe supposto bandido o raais refinado botn gosio. Vi-
    nham noticias do curativo e melhoras ou peioras
    dos salteadores colhidos a tiro na primeira refrega.
    Ninguem fallava em Lisboa e Porto n'outra cousa
    Onde se sabia meno? da facanha era na villa da
    Azambuja e muito menos anda as viziuhanc.is
    do famoso e j hoje inotfensivo pinhal de tene-
    brosa e horripilante memoria.
    Parece que o governador civil chegou a cha-
    mar o.responsavel do jornal e a adveiti-lo, o que
    talvez deu lugar a apparecer a noticia do appa-
    reci ment ae urnas memorias escripias pelo chefe
    da quadriiha. Eslava declarada a peta como pita
    que era e mero gracejo. Comecaram as memorias
    a er publicadas em folhelim e apesar do bem es-
    criptas nao excitara raelade do interesse que as
    primeiras noticias provocaran.
    Paz isto lembrar o romance intitulo Misterio da
    / 'da de Cintra que hafloucos anuos publica-
    rain no Diario de Noticiaidois espirituosos escrip-
    tores de Lisboa, mas cora taes apparancias de
    cousa verdadeira, que muitos pe-soas cngarara a
    acreditar na veracidade daquellas galgas todas.
    Para festejar o anniversario nataucio da raiuha
    de Inglaterra, houve um iantar dioiomatico, no
    pa<-o da Ajuda. Fui convidado o corpo diplomti-
    co estrangeiro, o ministerio, alguns ministros ho-
    norarios, ufflciaei mores, os otficaes superiores da
    fragata de guerra ingleza surta uj Tejo, o outras
    pessoas de alta eatbegoria.
    Est ameacada de grandissima djainjBcao a re-
    ceita publica de Macau. O govern cbinez pro-
    hibi que os navios que fossera para trafico dos
    coolis se demorassera as aguas de Hong-Cong,
    por mais de 24 horas; que alli refrescdsela, o.
    que os bancos reeebessem os dinhelros das agen-
    epu.
    Cumpre ao actual ministerio resolver a nota-
    vel questo do abastecimento de aguas da cidade
    d Luanda, para o que existe ha muito tempo na
    secretaria da marinha ama proposto e estao tod^l
    eiludjis.feitos,
    O general Gndara e os demais emigrados hes-
    panhoes radicaes, existentes em Lisboa, foram ao
    paco despedirse de S. M. Partirara em seguida
    para Dordeus.
    Houve tentativa de arrombamento n'una prisao
    das cadvias de Lisboa. Picaran), porem, frustra-
    dos todos os intentos dos criminosos.
    Tem estado em Lisboa, o Sr. L-rmanjat, para
    examinar o carainho de ferro de seu 'nome e ne
    venci, at Cintra, Picando satisteilo cora os resul-
    tados da experiencia.
    O Sr. D. Fernando e sua esposa a rondessa
    d'Edla foram visitar Evora, e j recolheram a
    Lisboa.
    Comecaram os trabalhos das fortificacoes da
    sirra do Monsanto.
    Progridera os trabalhos para a exposicao dos
    productos portuguezes n) Rio de Janeiro. O ca-
    pital sociil de 120:000*000 moeda brasileira.
    Foram opprovados novos estatutos para o monte
    po geral de Lisboa, era subslituieao dos que foram
    apnrovados em 9 de marco de 1864.
    Foi nm offlcial de marinha sondar varios pontos
    do Tejo comprehendido entre o Carregado o llena-
    vente, para servir de base ao concurso que se deve
    abrir em breve para o estabeiecimento da nave
    garfio por lanchas a vapor entre estes pontos.
    Come.ou era Setuhal, o julgaraento de urna fa-
    milia terrivel, pae e tres llhos, aecusados de di-
    versos crimes contra a vida e fazenda ; sao eog-
    nominados, os Rrandoes de Azeilo.
    O prosesso teve 103 teslemunhas.
    A companhia real dos caminhos de ferro portu-
    guezes, de accordo cora algumas companhias
    hespanholas, vae estahelecer comboyoa com
    bilhetes de Ida e volta a precos reduzidos, de
    varas estacos hespanholas para as de Lisboa,
    Coimbra e Porto.
    e san davida ea Me i>.
    Minutos depois do espuldei-
    ranaenlo.
    Researa tantas inverosimilhancas das narracoes
    de procedencia liberal sobre os aconteciinentos de
    14 e 16 de taaesaeeo inhuma aoofianca podein
    inspirar os taes documentos Uo profusamente der-
    ramados.
    Teo-se repetido por todos os modos que a dis-
    persao do novo congregado no Campo d:is Prn-
    eezas nio foi effectuada por urna simples mano-
    bra apparatosa da forca publica, mas por espal-
    deiramenlo violento e atroz, que varreu o largo e
    as roas alijrenles, sendo atacados cidadios paci
    fieos e indilTerenles aot fins da reuno, penetran-
    lo os agentes da forca por estabelecimentos e ca-
    sas particulares, accmniettendo-se a tul) e a to-
    dos, e assim ifistituindose nm verdadeiro dominio
    do terror.
    Pois bem!
    O correspondente liberal di Reformo nosiji,'
    saber que, poneos m.nul mento, o Sr bario de Villa-Bella passava era un
    carro pelo largo de palacio, if*oraio completa-
    mente ludo que se tinha passadi t at que ticesse
    havitlo reunio, s vindo a saber do occorrido no
    aterro dos Afogados (a mea legua da cidade ) em
    casa do commerciaute Joaqun) l.o|ws Machado.
    Appellaraos para os homons sensatos, para os
    que nao sacrifican! o amor da verdadee os recla-
    mos da jusliea a nconfessaves conveniencias par-
    tidarias.
    O trecho que transcrevemos di a exacta medi-
    da da exageracao cora que o facto de 16 de maio
    tem si lo relatado.
    Segundo o insuspeito testemunlio do correspon-
    dente da Reforim, o Sr. bara> de Villa Relia, che-
    fe do partido libera} e primeiro signatario do ma-
    nifest, pesiando pelo Ihea'.ro do acoiilecmcnlo
    poucjs minutos depois do grande attentado, lao
    pouca agitadlo observou na cidado que sotnente
    em um suburbio veio a saber do occorrido. So
    mo-, entretanto, informados que, para chegara
    Afogados, o Sr: liara i de Villa Bella era obrigado
    a atravessar ras muito importantes e de grande
    inovimento commercial, como san as do Impera-
    dor, Primeiro de Marco, Duque de Caxias, Livra-
    mento, Direita, largo do Terco e ra Augusta.
    Profunda calma em todas ellas manteve o Sr
    Villa Bella em completa ignorancia de tudo quanto
    se havia possado e ot de que livesse havido reu-
    nido.
    Esta revelaco de insnspeita origen) das mais
    importantes, roncos minutos depois do grande
    attentado de um novo ero presidiado o incendio
    de Rom-i, o chefe d > partido liberal atrayessava o
    largo do Palacio, mas principaes da cidade, e
    nem por estranho moviraento de forca, era pela
    presenca de grupos, era por ncnhuin oulro syin-
    ptoma de agitacao publica, apercebeu se de que
    tinha havido um i reuna.
    Tal era a ordem e tranquillidade que renavam !
    Tao pouco estavam os esuiritos excitados I Tao
    pouca impressao tinha produzido a intervencao da
    forca para dissolver o ajunlaraento I
    Poucos minutos depois da d'spersio do povo,
    tinha a cidade reentrado em sua calma habitual.
    Nada indicava ao olhar penetrante o investigador
    fio experimentado chefe um eslado anmalo, esse
    quo serapre se segu aos grandes eslreraecimen-
    tos.
    Falle por ni, e falle pelo presidente de Per-
    nambuco, to injustamente aggreddo pela impren-
    sa da provincia em que nasceu e a cujos destinos
    preside com provado zelo, o noticiarista da Re-
    forma : -
    t Entretanto sabido que, poucos minutos de-
    pois do espaldeiraraento do pov passava era um
    carro o Sr. B. de Villa Bella pelo largo de palacio,
    aorando completamente tudo que se tinha passa-
    d e at que livesse havido reunido, s vindo a
    saber do occorrido no ierro dos Afogados em
    casa do eommereiante Joaquim Lopes Machado,
    a quem tinha ido dar pezames pelo falleciinento
    de pessa de sua familia. E quera coaheee o ca-
    rcter severo do Sr. Villa Bella, poderia suppo-lo
    capaz de pastar naquslle momento cm Carro de
    passeio, sabendo do que oecorrera ou mesmo que
    all eslava reunido o povo por convite de seu
    partido ?
    < E' assim que iransluz a verdade.
    Concluiremos.
    Tinha razo ou nao tinta e honrado Sr. Luce-
    na, quando lelegraphava i hora da noite para o
    presidente de Macei por estas palavras ?
    H intem, s 5 horas da larde, no Campo de
    Palacio, lormou-so um grupo de cerca de 300
    pessoas com o intento de promover desordons.
    Antes que o grupo fosse engrossando man-
    dei-o dispersar pela cavallaria.
    A dispersao teve logar com a simples evo,
    luro \\ forca.
    < Nao houve ferimentos.
    A ordem publica restabeleoeu-so inmediata-
    mente. Henrique Pereira de Lucena.
    Sustentar ainda a Reforma qne este despacho
    telegraphieo um acervo de inverdades ?
    ociariata infiel.
    Quando os acontecimenlos de Peroarobuco eran)
    apenas conhecdos por tetogra/nuus. expedidos da
    cidade do Recife de Httfmb, o o governo impe-
    rial os faza p^taii ara iraeaagaa opinio e
    por impedir qd^H wera veriles sea tan-
    damento, c\SrJHH Abren era victima
    dq uft iwciarjste infiel que o detortoinott a 4Ugr
    em pleno parlamento,
    as segrales palavras :
    Os aneen ana de Pnraambaco ale
    graves do que narram os lelagranaai
    Segundo urna communicacao que acata da f*ae-
    ber de um cidado Sino daquella avwvoma, a ca-
    sa dos jesutas nio foi smeme invadida e dam-
    nificada ; essa casa, segundo a infunaacao a ew
    nlludi. foi incendiada, e se o pnvo ai m eMB-
    ido eoi relaco au palacio to hispo. M pern* a
    tropa de linha o iinnedio.
    < E nio licou ahi: e enindiali da arana
    mandn fazer fogo contra o pov* ; reatan <
    major do 2* de infamara, rommandante da ar-
    ca, e porque por sea hora sens*. pele roana oaa
    moslrou a vida de seu taawaates, poapaa ana
    morticinio, foi preso I
    Jiligamos escusado accreso-ntar as nanees
    que acodt-m naturalmente ao espirito.
    Por mais que sejam dauladem as aolirias
    cmlinnadas pela eorresponitoncia vada peto /le-
    ca, nao tem vislumbre de. verdad'- a salra ver-
    sao de havT sido preso um offlcial pareja pal-
    para um morticinio, recusndose a fazer Lga sa-
    br o povo.
    Eis ahi tem o Sr. Florencio de Abre ona
    triste prova de que nao falta, a hora das d^sgra-
    eas publicas que as foram os alienados da dia 14
    de maio, quem tente explora-las exagerando-a
    Sem duvida induiido a erro, o ilhtsirr d-pau-
    do rio grandense fe por esto modu a na hbrrai
    distincto como o Sr. brgadeiro Jota Manaal la
    Cunha Wanderloy a crm-l injnstica
    Full Text
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