Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12967


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Full Text
r "
AAlAO XLIX. NIMBO 142

I -
PABA A CAPITAL E I.IG.1BE8 O.VUE H'AO SE PACA POBTE.
Por tres mczesadiaotados................ 69000
Por seis ditos idein ,............, ljOOO
Por um anuo idem................. aUjOO
Cada numero avulso....... ,....... sao
SEGINBA MURA 23 DE JEMIO DE W73.
PABA MtSTRO E FBA DA**OTISClA
Por tren meaes adiantados.
Por seis ditos dem. .
Por no re ditos idem .
Por um auno dem. .
crrit
MAMBICO
POPRIEDADE DE MANOEL FIGEIRQA DE PARIA & FLHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio A! ves & Filhos, no l'ar; Gongalves & Pinto, no Marauho; Joaquim Jos de Oliveira & FiH*>, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracaty ; Joan tria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques Pereira d'AImeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha;. Btrfarmino dos Santos Bulco, era Santo Auto; Domingos Jos d GosU Braga, em-Ifaureth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna,; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Alve 4 C, na Bahia; e Leite, Cerquinho C. no Rio jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Ciovern l,i irovuciu.
DESPACHOS DA PRRSIDKNCIA DK 20 DE JIINHO DE
1873.
Flix Brrelo Muniz. Informe o Sr. inspector
ta thesouraria de fazenda.
Francisco Teixeira Barbosa.-Dirija se thesou-
raria provincial.
Joan Ba rite isa 1-eao e outros. Informe o Sr.
eomniandante do corpo do ptdiria.
Joaqun) Hamos da Silva Morera. -Seja na-
mtado.
Luiz Gomes Porto.-Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Melquades Antones d'Almeida.Informe o Sr.
iuspeotor da thesouraria provincial.
Padre Manuel Ignacio Bezcrra do Amaral. Pas-
>e-se iwrtaria jubilando o suplicante, nos termos
da 2.' parte do art. 29 da lei n. 3159 de I i de maio
de 1855 e art. i.- da lei n. 984 de 12 de maio de
I8M.
Secretaria da presidencia de Pernambiieo, 21 de
junho de 1873.
O porteir,
Slcino A. Rodrigue*.
i 'oimiiMnilo das* uinnss.
IflAlTEl. GENERAL DO COMMANDO DAS AMIAS
DE PKKNAMBUCO, KM 21 1>E Jt .MI DE 1873.
unten ih Un n 7.16'
0 brigadeiro coiuinandante il s armas faz scien-
te guarnico para os cftetus neressarios, em
vista das cmnmunicacoes que hontein receban da
presileiuia :
1." Que o nnisterio da (Enera por aviso de 9
desto mez nomeou ao Sr. coronel do oorpo de es-
tal) m.iior de 2' classe, Antonio fiomes Leal, para,
etn pxecu.o do que dispe o artigo 38 do regula-
manto que baixou com o decreto n. 3,403 de 11
de fevereiro de 18 -, inspeccionar o presidio de
Fernando de Foronha ;
2.' Que por aviso do referido ministerio de 3
di. corrente fui muneado o Sr. major do 9." bata-
llio de iufan'aria, Jos Cesario Varella da Franca,
para, em commisso, liscalisar o balai ao 12 da
mesina arma, devendo substitu lo no 9.' o Sr.
major Manuel de Asevedo do Na.-cimento, que a
elle se acha addidn.
Em virtude, pos, desla disposieao, deve o Sr.
major Varella seguir para a corle ni vapor Paran
esperado do norte, para o que se requisita uesta
data presidencia a expeoico de stias ordens
nao so para ser recebido e transportado no vapor.
mas anda thesouraria de fazenda para ihe ajus-
far cuntas e passar guia de soccoirimento.
(Assignado.) M n el da Cunlia Wanderley
/.'US.
Conforme. -0 major Jos D. dos Santos Mcryu-
thao, ajinante d'ordens encarregado do detallie.
Rio, 9 de jiuilio ilc 1893.
JOS DE ALENCAK.
0 Ilustre orador voltou boje tribuna sobre a
sjuestao religiosa, mal o Sr. Silveira Martina encer-
rou o desalinbado e irritante discurso qun profe-
rio entre alguna poneos metalaos do parlamento,
i) na ausencia significativa de toda a oppasico li-
beral.
0 sillo da cmara eneheu-se ao nnstrar-se na
tribuna o Sr. J. de Alear.
O grande orador que o p-iiz se orgiilha de pos-
sur. o festejado escriptor a quem a historia ja
con3agrou um lugar de honra na galera dos bra-
siieiros Ilustres, nao despenden longas horas de
niodita.ao. nao revolveti livros, nao aecninulou
deaeaMAaa citaces para resiouder ao Sr. Silveira
Martina.
Pelio motivos a suas conveeoes, inspiraoao sua
grande alma, luz ao seti talento, e com ossa elo-
q eii.'ia altiva e original que o segredo do ge-
n.o, o apanagirt dos espirito privilegiados, aeeom-
uielteu resoluto o as-umpto da discussao.
Befen leu lo se com verdaleira gil liar lia d;s
investid is d > Sr. Sils'eira M.irtius, los de Alencar
nianteve-se honradamente no terreno que conquis-
tara em sen discurso anterior.
Joi de Alencar vingouse mbreinente das ru-
des aggresses de sen adversario ; vingou-secomo
sabe vmgar-se um grande, talento, nina alma tem-
perada na virtude, vasada nos inoMes de todas as
grandezas moraes
Jos de Alencar revelou-se com um brilho es-
(il mdentepcnm um elTeito deslumbrador.
Os m-itivos de ordem poltica que do S. Kxc.
poJeram separar-nos, na deviam ser pirte para
que recusasseinis a verdade as bom^nagens a que
a verdade ten) direito.
Homens de coraQo e de fe, sinceros conserva-
dores e sinceros cathilicos, diz-nos a consciencia
que cumprimos um dever.
Jote de Alencar o mereeeu.
t Sanio).
I)I\RlODPLNAMbDUO
RECIFE, 23 DE JLNHU DE 1873.
Aotjfias ila Europa.
Amanheceu hontein fundeado em nosso porto o
vapor nglez Mngellan, trazendo datas de LisbOa
at l) do corrente.
franca.
A iinprensa de todos os paizes tem continuado
a oceupar-se dos debates das sessoes de 23 e 2i de
maio, que provocou a sahida do Sr. Thiers, e a
clcicao de l-ac-Mahon.
0 duque de Braghe no seu monumental discur-
so contra o governo e contra o presidente, dirigi-
se directamente contra os S's. Karodet Lockroy e
intima dos nulicaes M0. a communa, eque o Sr. Ba-
e, por urna demora inexplicavel da juslica, nao fra
anda chamado, como o devia ser.para dar conta dos
eus actos eomo membro da communa; accres-
centou que% direila que 03 radicaes sao partido
social, os quer impedir de cliegarem a sergoverno
legal, anda que consgam obter maioiia ; aecusou
tambem o governo de ser demasa 'ament conci-
liado, e de preparar, sem o querer, a victoria dos
radicaos e disse que se o governo tnumphasse fi-
oaria sendo protegido pelos radicaes e pelos ami-
gos da commuiia.
0 discurso do Sr. Thiers durou duas horas ;
sem desconhecer a responsabidade dos ministros,
timou para si a principal parte; recirdou que
nao solicitara o poder, e que nao eslava aganado
a elle, notoo que a deciso da cmara sera di-
recta e pessoalraento a favor ou contra elle Thiers;
recordou extensamente as condicedes em que en-
enconlrara a Franga, quanto fiera para melho-
ralas, e a situac>o em que hoje est o paiz.
Disso mais o Sr. Thiers que os franeeies esto
muito divididos, porque alm de haver monarch-
os e republicanos, ha monarchias de dierentes
especies, assim como ha repblicas tambem de es-
pecie dfterentes, mas qua o maior numero pre-
fere a repblica a qualquer outra forma de go-
verno ; e acerescentou que a repblica. conserva-
dora, xorao elle a entendia,e estava praticando.tinha
grandes sympathiaa, as quaes daw.mfarea ao go-
verno, por verem que nao om governo depar-
tido ao vireria muito tempo em Franca.
Disse o Sr. Thiers que havia recebido da assem-
bla o encargo de manler a repblica, e nao o de
fundar a monarchia ; que se tivesse procurado
funda-la teria atraicoado dous para servir um.
AlDaucou o Sr. Thiers que em Franca existia a
ordem material e a ordem moral, para cuja nu.-
nutencao muito coutribuiria a proclamacodetini-
tiva da repblica, nico governo possivel actual-
ineule em Franca.
Sustentou que o governo era conservador, e que
os seus adversarios eram principalmente mou..r-
cbicos ; que a monarchia era de tal modo itnpos-
sivel que a dnvita nao ousava allirmar os seus
senttmenlos monarcliicos, u se via nicamente a
conlessar-se conservadora.
O sobr andan disse mais que era necessario
punlicar o sulTragio universal, e que as eleicoes
futuras sern boas, e nao como as ultimas; que
em quanto aos socialistas, linha visto como elles
em 1848 que haviam modificado as suas opinies.
O govern julga necessarias as reformas pro-
postas por elle 011 adictadura. Se a querem, ha
quem a acceile; mas se adit.dura dos gran-
des boinens perdeu a Franca, nao podera sal-
a va-la a dictadura das mediocridades, tendo de
menos a gloria.
Accusaram-me de lcar sendo protegido pelos
que eu esmaguei em Pars Creio que me po-
< iliam ter tratado coiu maior cortezia e benevo-
leticia ; mas permuta me o Sr. duque de Braglia,
que lhe pague na 11 esma moeda, e Ihe diga que
se vencer, sabe por quem ficar protegido ? Ac-
ceil4 urna pioleco que seu pai teria repellido
com honor : -Fica prolegiilo pelo imperio
Na se.-so do da 2a foi lida assembla a meu-
sagem segumle de Mac-Mahon :
o Senhores representantes : Obedeco a vonta-
de da assembla, depositara da soberana nacio-
nal, acceilaudo o cargo de presidente da repblica.
K' urna pesada responsabilidade imposta ao meu
patriotismo. Porm com a ajuda de Deus, a adhe-
sao do nosso exercito, que ser sempreo exercito
da lei, e ap o de todas as pessoas bouradas, conti-
nuaremos juntos a obra, da libortacao do territorio
e do restabelecmento da ordem moral do nosso
paiz. Maniremos a paz interior e os principios
sobre que assenta a seciedade. Uou-vi;s a minha
palavra de homem honrado e de soldado. Man-
chal Mac-Malion, duque de Magenta.
O novo presidente dirigi una circular aos pre
telos em que dizia que nao se pralicar atlen-
lado algum contra as leis vigentes, nem contra
as institnices Respondo pela ordem material.
onto Ccom a vossa vigilancia e o vosso palrio-
tico concurso.
A ordem nao fui alterada em departamento al
gn. ().> fundos francezes subiram. Os fundos
Dstrangeiros. na foram prejtidicados, com a mu-
dauca poltica.
E' geral e justilicadissimo o repeito e conside-
rai io de que o Sr. Thiers est sendo objecto ; sao
tambem unnimes as bomenagens, que todos, sem
exnapcSo Iribulara ao maraehal Mac-Mahon.
Tem-se fallado em tornar irresponsavel o presi-
dente, e em Ihe conceder o poder por cinco an-
uos, mas esta innovaro nao paiece ter audamento
nesta occasio : era um passo para a inouarcliia
Tem havido grandes mudancas no pessoal
administrativo.
Ui o Tintes qnea Alleinanha nio entrar em
rajables regulares con a Franca emquanto esta
nao satslizer conipletameteas eslipulacoes do tra-
tado de paz.
O Times, a Gazeta (Ut Allenanha e oulros
jornaes e&trangeiroa, apreciando deviamente a
situaeao poli tica creada em Franca, preslam sin-
cera boinenageii aos svrvicos do Sr. Thiers, ao
carcter do 111:1 rechai Mac-Mabou, e prudencia
e nioderacao com que a esqnerda se submetti'u
Icgaliilade, e coulribuio par.i que fosse pacifica e
normal a stibstituico do presidente.
O principe de Joinville fez no dia I de ju-
nho um di-curso em Lingres, cm qae depois de
prestar homenagem ao Sr. Thiers, disse: a im-
periosa necessidade da scgurau.a, juntou-nos
todos roda de Mac-Mahon, cuja coragem c a
lealdade inspiram universal confianza; e acon-
selha es seus partidarios a que apoiein o novo pre-
sidente Mac-Malion.
Ni assembla nacional discute-se o projeclo
relativo as iidemni.-acSes devidas ao caininlio de
ferro de Leste : por este projecto trata-se de Ine
dar una ndemnisacao annual de 20 milhdes du-
rante 80 annos, como indemnisacSo para a qual a
Allemanha tem de contribuir com 3i5 milhoes
descontados no pagamento dos primeiros mil
milhoes.
A coipanhia de leste perdeu todas as linhas da
Alsaca e da Lorena, e alem disso os allemaes
alem de Ihe causarem muitos prejuizos, destrui-
ratn grande parte do material.
O gabinete disse que nao podia dar seu parecer
sobre este projecto, por isso que nada havia sido
anda discutido no conselbo de ministros; mas
que a commissj podia deliberar sobre os projec-
tos do Sr. Pouyer Quertier.
0 dique de Broglie na sua circular aos
agentes diplomticos da Franca, raantem a polti-
ca do seu predecessur no interior maderada, e
pacifica nj exterior;diz que se oppor ao espi-
rito revolucionario sem mudar todava as ns
tituicoes vigentes; que a assembla determinar
em tempo oppoi luno a futura forma do governo
em Franca.
O re de Italia enviou a Mac-Mahon urna
carta corJiali-sitii.i, felicitando-o.
Morreu o Sr. V'inet, vicepresidente : contava
71 annos.
J chegoii a Paris o principe Napoleo. Diz-
se quo a imperatrz Eugenia vae fazer urn protesto
a favor do imperio.
Na sessao de 7 de maio o ministro do com-
merco indi ;ou as diflflculdades que encontra na
appcaco da le sobre as materias primas, e pro-
po ni", que se retire a lei, mas que seja adia-
da a sua execueo, at nova ordem, nos "pontos re-
lativos aos tratados do commcrcie com a Ingla-
terra e com a Blgica, e ao direito supplementar
aa bandeira.
PAKSS BAIXOS.
O gabinete da Haya resolveu, segundse diz, pe-
dir a sua demisso.
BfUHCA.
O ministro da guerra pedio a sua demisso.
SUISSA.
O Jornal de Genebra publica um projecto de
lei sobre a organisaco do culto catholico. O
caniao ser dividido em parochias e cada urna
dellas qjeger um paroc o e urna junta adminis-
trativa.
As cousas do culto sero dirigdas.^KH- um.con-
selbo superior composto de seculares e 5 ec"
clesiasticos nomeadi.s por todus os catholicos do
cantan.
Estocoiselho fixar as condicSes de elegbilida-
de, a que devem >atisfazer os parochos, menos no
que diz respeito nstiluicao cannica.
A suspensao dos ecclesiasticos poder ser de-
cretada pelo conselho de estado por violajao do
juramento, a que sao obrigados, e pela autoridade
diocesana pelos actos disciplinares.
INGLATERRA.
0 Sr. 0' Keeffe, paire catholico, intentou pro-
cesso contra o cardeal Cullen, arceblspo de Du-
blin. que lhe havia prohibido o exercicio das
funecoes saccerdotaes na sua parochia, pedindo-
Ihe perdas e damnos por causa das calumnias cun-
tidas na carta em que o prelado lhe annunciara a
sua destituido.
Esle processo excitava vivamente a curiosida-
de na Inglaterra e ua Irlanda j ojuiz deu a seu'
tem;a condemnando o arrebispo, mas deixando ao
jury a lacnldade de lixar a somma em que deviain
ser avahadas as perdas e damnos.
A quantia que o cardeal Cullen obrgado a
pagar, por deciso do jury, eleva-se-----a um
farihingmenos de cinco ris.
ITALIA.
Houve no Vaticano no dia O urna reuniao de
cardeaes, cm que se coinbmaram algumas provi
dencias, que se devuro adoptar na eventualidad)!
do falleciinento do santo padre.
O Vaticano pedio, segundo se diz, s potencias
que te,mu representantes junto do |>apa, que no e >-
so de morte do ponlifice, fussem elles autorisados
a tomar o Vaticano sob a sua proteceo directa, e
a garanlirem a independencia do conclave. Diz-se
que os representantes do Brasil e da Franca de-
ram urna resposla favoravel, apezar de nao tereni
recebido a este respeito instruccoes directas dos
seus governos,
Chegaram a Boma no dia 28 a imperatrz da
Russia acompanhada da gram-duipieza de Hes-
se Barmst dt e de urna numerosa comitiva;
o papa reobeu a imperatrz e as princezas em au-
diencia particular. Fio IX presenteoii a impera-
triz com um ramo magnifico, o fezjjutros brindes
s princezas. ti principe de Hesse, e o principe
de liariatiuski visitaratn depois o cardeal Ah-
tonelli.
0 papa ao receber a imperatrz da Russia, inter-
ceden calorosamente pela c.uisa da liherdade de
reli;io na Polonia.
A imperatrz promet eu fazer tudo qua 11J > csti-
ver ao seu alcance em favor dos polacos.
Dizem de Roma que os geraes das corpora-
les religiosas protestaran) peante cmara con-
tra a lei que as supprime.
A cmara tem continuado sem incidente na dis-
cussao o votacao do projecto sobre as corporacoI"i
religiosas, approvaudo todos os artigos do projecto
do governo.
A cmara votou unanimemontc que a mor-
te do poeta Manzoni fosse considerada como um
luto nacional.
Aos funeraes a que se proced-u em Miln, con
corren, o que ha de mais notavel tanto as lettras,
como as artes e na poltica Os principes Ama
deu c Humberto acompanharam n fretro pegando
as borlas do caixo, assim como o respreseutante
ido re Vict >r Manoel, minstros da coroa e outros
estadistas de consideraco. No dia do funeral to-
dos as edificios pblicos de Mdoestavam armad s
de preto.
0 principe Amadeo responJuu a urna depn-
lac.io que lhe foi olTerecer urna cari cvica qu;
largara a coroa de Hespanha, por ver que podia
servir de pretexto s discordias civis deste paiz,
sem esperancas de resliluir-rhe a prosperidade. ,
Falleceu no dia 5 o celebre estadlrta o Sr.
Ilatazzi ; contava 6 anno.% Entrou na vida
poltica em 1848 como depuudo ; foi ministro por
duas velWS com Carlos Alberto. Depois da abdi-
carlo desla, foi vice presidente e presidente da c-
mara dos depulados.
Em 1854 fez parte do ministerio do conde de
Cavour e foi o principal autor das luis liberaes que
consumaran) no Piemonte a Muaraci- da igreja do
estado, e apre.-e.atou a lei :1a anolic'o dos conven-
tos, que occasionou a sua sabida do gabinete c a
sua grande popularidade.
Depois da paz de v'dla Franca substtuio-o o
conde Cavour no governo, e combaten enrgica-
mente a cesso da Saboia e Niza Franca. Der-
ribado em I8ti2,; gabinete, Tticasoli pelo partido
de aeco, lornou novamente ao poder ; e leude re-
primir as imprudencias dos patriotas que queriam
expulsar de Veneza os austracos e os francezes de
Roma, perdeu grande parle da sua popularidade.
Foi durante o seu governo que GaribaUi foi ferido
em Aspramonte ; rasorj com a princeza Mua de
Solios da familia Bonapartc, o que fez suppor
que entre elle e o governo franco* haviam intimas
relaces ; tentando novamente Garbldi apode-
rar-se do Roma c em cumplimento da conven-
e?.o de 15 de setembro, mandou formar as fron-
teiras pontticias um cordo de tropas, que nao
pJe impedir a entrada dos garibaldinos no terri-
torio romano, que foram encontrar a derrota que
Ihes dorara as fincas franeezas em Montana.
Estes acontecimentos Qzeram-lhe perder a sua
popularidade.
Nos dous ltimos anuos militOQ as fileiras da
opposico de que era um dos ebefes e um dos inais
habis oradores.
AI.LKMDNHA.
O reichetag j procedeu a primera deliberadlo
sobre o orcamento do imperio; decidi que os or-
camcutos particulares da guerra e da marinha,
assim como os projectos de lei que lhe sao con-
cernentes, fossem mandados commisso do or-
camento ; os restantes sero discutidos etn sessao
da cmara.
O ministro Delbruck declarou que o imposto
sobre o sal nao ser supprimido cm quanto se nao
achar o seu equivalente, e que as commissSes do
Bemdersraih se pronunciaran) unnimemente con-
tra os impostos sobre o tabaco e sobre as opera-
cues da Bolsa.
O reichetag delherou nao discutir a lei de im-
prensa, porque o chancelle: do imperio annunciou
a apresentaco do um projecto de le de imprensa
elaborado no conselho federal, e que esse projeclo
seria apresentado antes de 15 das.
A Gizeta i\ Alle.mnht do Norte fallando
da mensagem dos bispoi dirigida aa ministro prus
siano, mensagem em que elles.declaram que nio
podem obedecer s novas leis concernentes igre-
ja, pede ao governo, que a nao tome em consido-
rario, e arrescenta que a linguagem dapuelle do-
cumento impropria de subditos e menos anda
de bispos
- Falleceu em Carlsbad o principe Adalberto
da Prnssa, primo co-irmo do imperador fiuilher-
me. O principe Henrique Guilherme Adalberto
contava 62 annos incompletos ; era almirante da
marinha nacional allema ; era casado morganati-
ca mente com mademoiselle Thcreza Eissler.
TURQUA.
Diz o jornal oltomano a Turqua que os func-
cionarios pblicos de religi'o christ sero obri-
gados .1 trabalhar aos domingos.
Diz o jornal Bassiret que a Po la dirigir ao
governo bollandez um protesto relativamente s
hostilidades centra o sulto de Achetu.
Foi uomeado ministro da polica Reoul Pa-
cha, que havia pouco tinha sido nomeado gorer-
uador do Yemen.
nussiA.
Diz-se qne o Sr. Lesseps, director technico da
companhia do canal de Suez, dirigir ao generai
Ignatiew urna carta propondo-se a proceder ao
estudo de tracado de um caminho de ferro, dej
3740 kilmetros, enlre Oremburgo e Peshawur na
India: o Sr Lesseps comprometieu se a comedir
os trabalhos, com tanto que o governo russo acei-
te em principio a necessidade' da construefo des-
so caminho. As despezas de estudos sao avaha-
das era tres milh5es. 0 governo russo respondeu
telegraphicaraente que aceitava o offerecimento,
e responda pelas despezas de estados que fosse
preciso fazer. -
- Despachos de Khiva annunciaram qae as
columnas de Dehisalc e Kasalinslc operaran) a sua
junecao.
Diz o Standard que o" czar sbitamente indis-
posto, se vio ohrgado a ficar em Schoenbrum.
A indisposicao bastante seria; o imperador est
de cama.
HESPANHA.
- Acerca desse paiz escreve nosso correspon-
dente de Lisboa;
c Esli constituidas as orles. Depois de aceita
a ilirmiss 10 do poder exeeutivo foi iinmediatamente
approvada p,>r acclainae.i 1 e qua-i por uuanimi-
dade a repblica federal, para a forma; o do go-
verno da nae>> ln:spanhila.
Orense foi eteito presidente das cortes por
177 votos, e reeleito o resto da uta. Figneras
eutregou assembla os poderes do govern 1. Dis-
se que as circumstaucias sao agora mais diffliwis
que nu ica.
Xo dia 7 as cktes approvaram por 142 votes
contra -S8 a proposta nomeand t Pi y Margal I presi-
dente do cuLselho e aulorisando-o a ora ar mi-
nistiriu, lj y Margal! pedio a suspensao da ses.-ao
para formar o ministerio.
A sessao do cougresso foi suspensa at s 9
Inris da jiotite para esse lito. Pi eoutava orgauisar
o gvbinelo d'enlre diversos membros escolhdos
dos varios elementos que constituem o congressov
reservando para si a pista di interior.
a Acredkava-se que Caslelar, segundo declara-
cej importantes que fez, defendera lu-olutaineule,
con a maioria, a nova situaco.
No dia 8 do corrente as cortes votaran defi-
nitivamente a repblica federal por 210 votos
contra 2, que foram os de Rios Rosas e Garca
Iluiz.
Foi rejeitada em votac ordinaria urna pro-
posta para que se decrelassJn tres das de festejos
pulicos.
< Esperavase que a apresentacao do novo mi-
nisterio seria s li da/nonte de domingo (8). Um
grano de intransigentes, com msica, apresentou-
se em rrente das cortes, para festejar a procla-
madlo da repblica federal, peJindo a substi-
luicao da bandeira nacional pela bandeira ver-
nclita. Nao alcan.aram, porem, o que reclama-
vam ruidosamente.
A* 10 horas Pi y Margall propoz as cortos
o ministerio, sendo a pasta das fmaiicas para
Carvajal, a dos esirangeiros para ervere, e a das
ubras publicas para Palanca. A's II horas e 20
minutos da mul o Sr. Figueras pronunckiu no
congresso um notavel discurso, exhortando os
republicanos unio, o demonstrou que as di-
vst'k;s que ameacam manifestarse, acabaran por
matar a repblica.
Pela flieia nouU tratava se de discutise a
eleicao do ministerio deveria ter lugar na totali
dade, ou coniinalmeote. Comecou a confusao.
Em altos brados foi pedida aiessao secreta. 1 as-,
tellar protestoii, cim sua conhecid aeloquencia e
energii, dizendo que o paiz deve saber tudo. Pi y
Margall levantan-se dizendo ipie em presenca do
triste espectculo que apresentava a cmara, re-
llrava a sua proposta, designando os ministros.
Nisto aiigmenlou a confusao.
a Figueras ento propor, visto Pi y Margall re-
lirar-se, que a assembla uoo easse directamente
os ministros. Decidio-se a assembla pela sessao
secreta, era bou mais de meia noute. Tornou
a ser publica a sessao s 4 da madrugad 1o
dia 9.
A discussao foi muito tempestuosa. A fracoau
intransigente (corapD&U de 4'i depuUdos) exiga
a eeicio individual dos ministros.
a Castellar pronnticiou nutro discurso, anda
mais eloquente, ns-tindo na necessidade da unio
e censurano com energa os exagerados. Houve
m menlos em que ninguem se entenda. O su-
surro prolongava-se cada vez m s. Alguna Im-
iten! d povo armados entraran) no edilicio.
Depois de muita agitago, foi reslabelecida a
tranquillidade as cortes pelos discursos de Cas-
tellar e Figueras. A a-semlila por lira decidi
coufiar a Figueras, a Pi e a Castellar a niissao de
desiguar uovos ministros, mas as suas diligencias
mallograram-se em virtude da recusa formal das
pessoas de.-gnadas para aceitar as pastas.
1 Em presenca destas difculdades. duas trac
coes das cortes, animadas do desojo de conciha-
cao, pediram a Figueras para continuar no p der
com todos os ministros do gabinete de nissionar.o.
a Figueras declarou que far o sacrificio de
continuar co.11 o poder eu> coiisequen.'ia do muito
que deseja a eonciliaco,
A's 4 horas da manh (depois du se ter pas-
sado em se.-sso secreta o que rpidamente Dea
resumido, segundo as coiumunieaeues tclegra-
(ihcas viudas por Lisboa, pois as carias e os jor-
naes ain la nao alcaueam a esse; MWeessos; toi
approvada uiianinemente urna proposta cotice-
deudo um vto de oonfianen a Figueras e a todo
o ministerio. .
o Grande alarido de vivas a.) ministerio ligue-
ras, repblica federal e unio republicana
0 ministro da lazeuda annunciou logo que
na sessao seguinte aproseutana i.np triantes pro-
jectos linanceiroi.
A' ultima hora constava hontem noute em
Lisboa que o general Cintraras est com os in-
transigentes, que em Madrid ha mullas Iotas fecha-
das, e as provincias grande agitaco. Que o es-
lado da Caialunha conslernador ; que as trop?.s
mandadas para reprimir a sedicto das tareas de
Velarde se sublevaran) tambem e que > elarde
fugira para o estrangeiro.
a Em Granada, os carabineros, depois de cinco
horas de fogo, reuderam-se entregando as armas
ao povo.
a Entre Donegaray e NoavUas, tem liavido um
perfeito jogo de escondidas. Tem o primelro ma-
nifestado plenamente o seu grande merecunento,
como general, pois rene as suas tarcas quando
Mcessita chamar a attenco do exercito, e sabdi-
vide-se para evilar a sua porseguico e canca-lo
Agora o segundo que est muito tange de po-
der ser considerado um general de torca, pois
tem cabido em todos os logros que oschefes car-
listas lhe tem armado, sem inanitaur os rasgo
de energa, a que os seus discursos e prometti-
mentas dava direito.
,. Continan) os carlista a tomar um notavel
incremento na sua campanna, a ponto de muitas
opinies de crdito estarem j inclinadas para o
bom xito das ms operac$es. Eis as prlncpaes
noticias que me cumpre enviar-lhe:
a E' conllrmada otBcialmcnta a noticia di en-
trada dos carlistas em Arenys de Mar. Ao aban-
donar a povoaci levaram muitos prisioneros e
basanle dinhero dos ofres pblicos.
* Na provincia de Bayona os carlistas est
construindo" barracas e oulras obras, tratando de
se fortificaren) o melhor possivei, para o que teem
muito boa artillara. Dos pontos tomados alguns
liberaes teem sido fuzilados.
w Na provincia de Navarra, ecutinuam a sor in-
vadidos os principaes pontos, reinando um comple-
to desasocego no espirito dos seus habitantes.
1 As minas de S. Narciso foram atacadas, apo
derand -se os carlistas, da objeetos no valor de
1:800 reales e 90 kilogrammas de dynamita. Diz
se qae com o fin) de estbolecer em cada fueco
urna esquadra de mineirossapadorei, destinados
exclusivamente a destruir obras e preparar os pon-
tos que teem fortiueados para faze-los voar, se che-
gam a ser tomados pelo inimigo.
t De todo se conclue que o plaao dos carlistas
apederarem-se de todo o territorio de alm do
Ebro, e proclamar D. Carlos como soberano da-
quellas provincias.
c Parece que em Franca se esl procedendo a
utn recrulamento para as partidas carlistas. At
se indican) os ornes das pessoas encarregadas des-
se Irabalho.
o Dorrgaray com a sua grande partida, passou
n'um dos prximos dias em direccau a Lolana, ata-
cando ama ponte importante, e que eslava defen-
dida valerosamente.
t Parece que os carlistas ajustaram, um ato
emprestimw db 100 milhoes de francos com um
syndicato de- banqueiros inalezes, e que urna par-
te daqueB somma destinada a promover urna
sublevac;to no Maesrrargo, Navarra p Baleares.
Continuara as diligencias a ser atacadas pelos
carlistas ijue commettem saques no passageiros,
de tonsidWavcis valores.
A (iazeta publicou um dcreto, ordenando
3ue nao sero mais concedidas honras de grande
e Hespanha, nem ttulos nobiliario?; prohibindo
fazer menean delbs nos livros de estado civil, e
documentos offlciaes ; seudo emulado permitlitlos
nos artos da vida privada. Supprimetamtiem para
os nobres a necessidade de obter autor^ac-lo do
chefe do estado para poderem casar. Oulro de-
creto determina que recolha ao estado o sello de
Castalia. Oatro modifica a osala dos sellos san*
mereiaes.
1 Velarde, general cm cheto da Catalunha, deu
telegraphicamente a sua demisso, em consequen-
eia da nsurreicao em Igualada, da columna que
eoniiuandava. Velarde refiigiou se em Pobla, A-
gramunt, com os seus offlciaes. depois do se ter
convencido da inutilidad^dos seus esfor.oi para
snbmeiter os soldadas obediencia.
POnTUUAI..
Etn I'1 do corrente escreve nosso eorres|k>n-
denlo de Lisboa :
n Ha dias appareeeu as folhss de Lisboa e Por-
to o seguintfr programma pnra a ereacao de um
novo banco de grandes proporeoo; e decididamen-
te destinado a rivalsar com o banco de Portugal.
Crdito dePorlug>l.Sociedade anonyma de
responsabilidade limitada :
Os abaixo assignados BMpoen-te organhar
um eslabeieciinento de crdito, em forma de socie-
dade anouyma da responsabilidade limitada, sol as
seguimos bases:
A sociedade denominar-se-ha BANCO -CR-
DITO DE PORTUGAL.
O seu domicilio legal ser em Lisboa, nas a
administrago compr-se-ha de duas sec.oes, iguaes
em poderes o cataego.ia.uma em Lisboa, outra no
"orto, fuccionando de accordo, us termos que se-
rn expressos no estatuto.
' O banc" podar eslabelecer eaixas liliae* M
qtiaesqner pontos do continente do reino o ilhas
adjacentes, ou agencias nos mesmos pontos e no
estrangeiro.
0 capital social do banco ser de 20,000 cou-
tos em 2W,000 aecoes de 100.000 cada urna, e
emillido em duas nu mais series, conforme a cifra
a que attingir a presente snl'seripcao.
Urna serie, cuja somma sera posteriormente
fizada pela commisso installadora, especialmen-
te destinada p ira o Rrasil.
A doraran do Raneo ser de ')') annos, e po-
dara ser prorogada por d.eliberaeo da assembla
geral.
n O banco, alm das operaeoes de deonto, de-
posito, cambio, comniissoes e transferencias de
fundos, emprstanos i-obre valores negociaveis e
sobre mercaduras etn deposito nu em viagem ou
oulras qnaesquer de uso nestas institnicSes, pro-
curar fomentar a inonstrie etn geral, prestando-
Ihe capitaes, entrando como comparte, ou mesnio
exei cend oa, activamente, crean,lo-a de conta pro
pria e administrando-a por mcio de reguUmentos
especiaos, como do lei. Para este fim nao pedo-
r, todava, destinarse um capital superior ao d-
cimo do fundo realisado, salvo delibera.o previa
da assembla geral.
A disposifi preeelcnte appKcavel a qnaes-
quer empiezas para melhoramentos pblicos, se^-
jam ou nao de caraSter puramente industrial : e
tambem se estn !e aos distnctos e cmaras ninni-
cipaes, quando os emprestim a mJmn destinados a
obras de utiliJade geral.
Finalmenle, o banco propo>se entrar cm ac
tordo cotn o governo, mediante as reciprocas con-
eessoes qne se ajnstarem, sobre os MpJSJptM |mmi-
tos :
Resgate de tola a divida flurluante.
2." Eiuisso de olas realisavois em ouro, e
recebiveis as ustaeoes publicas, em todo o reino e
ilhas adjacentes; salvo o respeipi ao contrato com
o. Banco de Portugal, para o districto de Lisboa,
at saa expiraco.
3. Becenco nos cofres do Banco e suas eai-
xas liliaes, dos dinheros pertencenles ao Estado,
ou provenientes de depositas judiciacs ou outros;
e bom assim do producid dos impostes e coulribui
edes que se forem cobrando, pertencentes aos dis-
Iretos ou s cmaras municipaes.
|. Nenhttm individuo pode inscreyer-se emo
accionista sem que, previamente, deposite 5 0/0 ou
35OOO por cala aeco que pretender subscrever
para si ou. para outrem.
a Este deposito poder fazer-se em dinhero, em
letras du tliesouro portuguez, em nscripcoes e ac
cftes de bancos, comtanto que estes ttulos sejam
trocados pelo deposit em dinhero, no prazo de 30
dias da subscripeo, para se cumprr a disposiCM
do n. 3 art. 3* da lei de 22 de junho de 1807.
a 2.* O facto da subscrpca importa a approva-
pao dos actos da commisso installadora, e a acei-
taeo dos estatutos que a mesma apresentar, quan-
do confeccionados sob as bases e ideas geraes des-
te programma, e de conformidade com a citada
lei de 1867. Na confeceo dos eslatutos, prelen-
dem os fundadores do Raneo usar da ae.uldade do
art. 13. da mesma le, designando a primera ad-
miiiistracao.
3." As subsequentes administracoes sero elei-
tas no Porto e Lisboa, em listas separadas, com a
designado administracao do Porto00, de Lis-
boa. O apuramento geral em Lisboa.
a A subscrpeo estar aberla ao publico era
Lisboa nos dias 9 e 10 de junho, desde as 11 s J
horas, na travessa da Parreirinha n. o, escriploro
da companhia de carris de Lisboa e na ra do
Ouro 87, 1 escriploro de Manoel de Mallos Vei-
ra, no Porto, nos mesmos das 9 o 10, das 9 s 3
horas, na ra de D. Pedro n. 18, audar, e em
Braga at ao dia 8 inclusive, em casa dos Srs.
Visconde de S. Lzaro c Joaquim Machado Cayres.
Lisboa, 4 de junio de 1873.
Os insultadores, Francisco Cardos o da Cunta,
Francisco Jos da Silva Torres, Francisco Pinto
Bessa, Visconde de S. Lzaro, Jos Joaquim Pereira
Lima, Antonio da Silva Monleiro, Anuido Jos de
Castilho, Jos Dionizio de Mello Faro, Joaquim Ma-
chado Cavres, Francisco de Souza Santos Moreira,
Joaquim "de Bessa Pinto, Mansel de Matt s Vieira,
Bernardo Dias Lima Sobrinhn, Antonio Ferreira
da Silva Porto, Augusto Pinto Moreira da CosLi,
Antonio Augusto Pereira de Miranda, Joaquim
Victorino da Rocha, Henrique Carlos de Meirelles
Kendall o Manuel Justino de Azevedo.
Hontem os jornaes de Lisboa transcreviam do
Jornal de Vizeu a narrarn ttrica de um acn
tecimento dos mais trgicos; mas acompaando
de tan fnebres e extraordinarias circumsUncias
que se chega a duvidar se nao ser urna trislis-
siina verdade, ou apenas um repto hbilmente
acceito pelos jornalistas de Vizeu aos de Lisboa,
em despique de haverem Ulvez dado crdito as
novellas recntenteme phantasiadas pelos notica-
ristas da capital.
c Por outra parle, ha taes indicacoes de nomes
e sitios cortos, que nao parece natural que alguem
por mera distracco se entretivesse a escrever a
serio invenpdes desla ordem
< Eis a noticia do Jornal de Vite* :
< Urna das meninas mais queridas de quintos
a conhecara e mais estimada por todos os seus,
esbelta, elegante e dotada dos mais elevados sen
timentos, desapparecera no domingo da casa pa-
terna.
Mandarara-se emissarios para differentes pon -
tos dos disiricio, onde havia relaces de amisade
ou de-pofeaH^e.1. Mandn se r**rrtrrer tndka a~
margen* di) Pava lodos im hg,*, c%rHbm r
barrancos das visiuhancis.
t Bta um inervante trabalho ) avrrfafes
E ninguem dava noticia da Exn. Sra. I> BdJMIa-
da Enmenia de Alcntara CiM.-llo Branro
Boj.- de manh uina campiMieca ipif vive
to Quinta das Feiliceiras, suborbins
dos, < >riT-i'i no mercado que no dw em qae dManv
parecera aquella menina s^niir.v |*"la* hora da
noite, na casa de S. urtjm, '-lioro d 11 mWkt
o qae a surprehendeu por *er i!*-sumI> lamva^
nessa ea Ninguem den imporUneia a esta narra-
liva.
O Sr. M. \le\an,lre d .vhren, a mvn e4a
confiada a guarda da Tas V S. '.mitami. Im. w-
gundo coituma .-iz-t UIm n* saMwdns, aWir
aquella rasa, em companhia do um criado.
Eneontraram t< portas fcchi rbogaram porta de twu deis ala mai prone-
nas ticar un sti|ire en chada chave |iea |mMo de uVr.lro.
A porta foi arrombada ei nhrccndn qae pela
i parte de dentro Ib tinh.im encostado mn *-
ivel.
, O Sr. Manoel AK-x.Hnlr.- tentando entrar pa-
ra abrir urna das jmilas que esUvam herMetKa
monto fechadas e-h ve pre*t-s a rair sem senti-
dos om virtude tl'um im-it^rado rta-iro 4r rido
carlmuiro que sabia da sala.
Aberla .-, jan- II.1 onrunlprn-sr o scpiiinte **
|ie,'lacillo : a Sra. D. Fsmreia '->Uva inmla. e-mi
o ama irm mMai turnia di* velhas radrira
de sulla .|-;e --lli ha, inclinada a fronte .,J.re nni
iV.gareiro de ferro que linha anda bastante p.-
c.io de earv.io do pe.lr.-i.
1 Consorvava a mi esqnerda prca a una da-.
eolumnis da ealeira o em v.du di |>o-r,.-,( enr-
riam dous laeos d,i mo-ma corda que IIk- prenda
a io, de m id que nao |>dc<*e lU'ixar d ein-
amar-aa inclinada para o fi garrir..
Ao lado da |mrU via h> pondirad |Up* av
an'igo e escuro reptcfeiro eadavrr mein, com nm taro de corda em t. HM lo jnwencn.
preso valente escpula de ferro qer s>*gnra
travess.io do npaMalM.
O cadver esU muito Wfigurad anda na
foi recnh-ciilo. Trajt casaca, aalpl c dala
preto, camisa bem engommada <** tr. botiW*
de brilhanlos, annol no dnlo anii'iaar da m*e-
queida con) um braza,. d"arm;>, ead-na t r*+f>
de ouro, e, o que singular, leni cale .ida na inv
dtreita una luva de finis.iiiia |dira Imir. I i-
va bigode e pera
1 Em cima de nn-a d< mesas eslava um pe-
quen o papel no -jual se lia, efCrifro a bpvs, por
lellra de honv-m. o seguinte :
Leu nupcial de d-^u nfcfize*.
I logo por baixo. por lellra ae mnllev. es-
tas palavras:
.1 rida Uto.
A jnstii.a est anda prnmh-nd ao lovania-
inento do corpa de delicio, r BM vi.inlttnra* da
rasa e quinta estarn, lalvez, mais d-- .I,'"1" pe
soas levada* pida enrio .. K a pol.ti.i interna '.
Nao ha que diter della '. Cata qatl iraU
do- seu- negocios, das suas diversi'ics, ou de eni-
gr.-ir paia o cimp.; c mais nada.
Os capitaes abiindam no paite aermafc ejn-
lianca no governo; os ns,i fundos inter.-
aiauiem se a 11, os externos a 41 : a Hpazdia
desorganizada n.io i:.is da a gura cuidad; as
-as questoes de administracio interior serv. de
repasto imprensa quoti.'liana ; o mandil d-i
leilores de peridicos naciona*** eaila vez da mai-
aprc.11 noticia curt, rhoraiboira o viva', .| 1
s estiradas iisctis-ocs .!. artigo ile fundo **
Unto pouco 011 iiies.n,. nada ha que diz. r seann
que sem ter este paiz attingi'lo nptinusm.) fa-
bulado por tantas imagina.rs fertei*, vive emn
ludo u'lllll tal aiulii'lile de I. diomia, tuieraneia
e liherdade, que, realmente, n.io le qu. iavejaf
muto a nutras nae.Vs ij:i pi.^.on por frliaet em
sua ostentos,! grandem. ma- se -e.r'eu nteri .r-
menle n'um mal estar |ierin.innlo rujo termo e
deeaabaa aa paa prev.-r.
A familia real osle anuo f.-i rcsnsriui; o yvB*i
Ha que anuos que all nvi ia
O sili animoiisr de improvis
e ficar em moda nutra voz. depois le cm aban-
dono de qoasi meio scula
A tiauq.iilidj le publica uulteravel, salvo al-
guns motins de pouea importancia que nao pas-
sam de desordens de loealidade, >>u barallii* cp5e
meros.
Falle -eu em Alenquer o har de Santa Qw-
tena, que foi ministril do Portugal eai Berlun <
em outras cortes da Europa. Era ikhncji respet-
livel.
E gravissimo o esLidoem que nnvameale se en-
contra o Sr Francisco Palha, litteralo ost-ina I
e director do theatn da Trin lade. Iloaiem ez
se lhe urna con'erencu de medico.
Os salteadores da India Portugueza esli ea-
da vez mais desaforados. Estes nae o inven!
dos sao infelizmente a valer ; saqueiam, nulam.
queiuum, alormcnUm e levam o tormr a tolts
as aldeas das Novas Conquistas. Os pobre ha-
bitante* fogem e

de bandidos que inda nao foi possivel extern
nar.
Aiuiuncia se urna viajata nocturna de LcaVm
a Cascaos para a noute de Saato Aaloniv E' pro-
movida po- um Sr. Grnderjaaaaa guitarrista. O
prospecto de alegrar e tintar a-s bms narianaali-
co<.Um dos vapores da rasa Burnay, partir > IM-
Iwa, illuminado venczi.ina, ao estallar de vari
g\ra:idotas de foguele*. Alm da orrbre4ra have-
ra uns tantas gutarri^Us e cuntadeira* para can-
taren) ao desali Em Casraes espera oa oi
lauta n'uma barraca de lona na praia Aerredrni-
sc as fogueiras, quoimam se s aleaehcfras. dan
sa-se aM ao romper da manh. e depms de Uda
esta folia, larga para o mar e tura a ver nasrer
sol em pleno ocano Os bilhetes si par auna
bagalella, a* guitarras, o fado nacional, a ranc'i 1
do nurinheiro. a pjesia da n.Hite, e a aleara
encerrada m* variadssimas garrafas retUm-
rant da prai.i, sao outros tantos anramv m\e
ho (b; povoar de sinceros pstaseos o em
vapor lAUlnn% que o maior e
barco d empreza Burnay.
paco de Qoeluz.
residir a corte !
Halifia da .lzaarriria e1a>
Por via de Lisboa recebea as
tSTAOSl .1 A
Um ielegramma de New-York de SI de ata du
3ue o general Davis leve um onconU
ios Modick e os poxcra em faga.
O resto dos indios Mod wk suba
30 de maio.
Coofinna-se a noticia de terena sido nurtvri-a-
m e assassinados pelos indios o rapao Jara,
dos seas companlieiros.
Dizera de Washington ea >
Jr. Jewe.lt aceiura o cargo de
Udos-L'nidos em Berlim.
Os Srs. Pree e U'fclelley earraa]
New-York-Herald e primnatrai aa
acham-se no forte Cabana em Havaaa.
0 governo americaao ardaaaa a aada en-
rame o mez de junho de seu ai
a compra de um
Mr. Mac -
Luiziania que ae _
Kellogatareaailoaa
Os govara atad
a sasaaer ao pedid do
- --


.c

I 1
.1
/HW IHiVi4scte Pemambuco Secunda feira 23 de Juiio de 1873. ti
.f-

e-
a indomnisae.e3es por dainos causteles a .ana-
ditos franeezes, enojas propriedades antes da
ccupacAo do Mexfco felo archiduque Mavimi-
liano. dO?/l
O presidente I-Orfed* Tejada doclaroa que os
estrangeiros nao ajtVaBV V*r pretencfles a ser mais
bem tratados queosTmaraes, e que" s deVciri
recorrer aos meios diplomticos, qnaadrj provera
que uno poderam i.b'.ecJHSTaa. nos
yak
na da vil
\u|:ux Honteai s H ora* e moindadia funde mora
uosso porto o vapor-fcailcrejqlaflr, trazando dar
tas: ila coriu lo, Ja pabia *- e das Alagoa* 21
do correte. ^aa U
Eis o que cojlAios^fes jojBao^ :
^io dbVkiro.
No dia 14 entrou em dseussao, no senado,
o requerimiento do Sr. visconde de Souza Frane%
podindo intorraaedet acerca dos recursos cora
contra as autoridades eccleiasteas.
X uav o sendo posto a votos, bi approvado.
Eiurou em d>cussao o requermento do Sr.
Leitao da Cunda, pedindo infunnacOM acerca dos
recir* IrHurpostoi petos miraras de orden
lerceiras do Para contra o acto do Hvd. hispo, que
as suspendeu.
Oraram os Srs. Candido Mondes e Silveira da
Motu.
Pind o debate, foi o requerimeato retirado a
podido do sea autor.
Passou-se 2" parte da ordein do dia.
Adiando-.-i ua sala i inmediata o Sr. ministro
da agricultura, eouiiiicr.-id a obras publicas, Ib-
raai sortead >s para a depuradlo que o devia re-
ceber, os.Srs. Leitao da Cunha, visconde ele Muri-
liba e Tixeira Jun.or, e tendo o inosuii* sonhur
ulroduzido uo sal .o ooai as formalidades do es-
ryla, tomou assento na mesa Jireita do Sr. prc-
' si. lente.
Gutrou en 2' discusso o prjecto de le do or-
i'aauitj noart. 8 i dativo ao ministerio da agri-
cultura, commerciu e obras publican.
Oraraai os Srs. vacando de Soiua Franco, ba-
rio de Cotegibp, e ministro da agricultor*.
Itetira-.-e o Sr. mini-tro con as muauae forma-
lidades.
Vi adiada a dseussao pela hora.
Na cmara doJ deputados, no dia li, prose-
tuia a .'I* discuesab da pr-iposta que lixa a- foreas
de Jarra para i87i 187o, oraudo o Sr. Piulieiro
Ujim.irai's, e .icaudo a dise-asso encellada.
Por decretos do 11 do cor rente.
I'oram pordo idas:
Ao reo Joaqini Sqaras de Saut'Anua, a peua
da gais perpetuas, imposta eui virlude de deci-
to db jury do toral i di Feira de Sal'Auna, na
{roviiK'ia da llaliia; por criim de homicidio.
Ao i'c'o Fortunato .-Vilano da Silva, o res o da
f-ei.i do 7 aun. dop.dojuu d iliivilu da comarca de Solimoes,
ii t provincia do Amazonas, por i pal crime.
Parara i mu Hada* no grao niinino do art. 193
4-i codigu ciminal as penas de l't auno, do pri-
sa, simples, imputas por ciime de omieidu.
A i iva Jota Kibero de Salios, em virtud* de de-
i.isa-i ilo jury do terau do Ipd, na provincia do
Cuati.
A r Mara do ll-sari i, nn virtud)) le decisao do
j iry la udade da Uauuauba, ua provincia de Mi-
Das-fitfraea,
- i'i.- Ululo de i-i Ji rente foi nonuado 2p
ciiptaiaiio da thesoararia de Serjipe o prali-
eoftto Jis alartiiM l'oaaa oucinho.
l'or daoreto de i do rorrauta foraiu reuni-
dos ao terai.i de Mis-o Velha o da Barballia, ao
da Taina o de i Matiieus o ao do Jaguaribemi-
nai ou de Caclioeira e IVreiro, todos na provincia
ii" irar.i
Per decreto da mosina data oi creado na termo
di^S. Jos- do Paraso, na provincia de Minas-iJe-
r.ias, uin lugar de juiz laanicipa! e de orpliao-.
Forauj expedidos oa legaintM avisos :
2* seccao.-lii i de Janeiro, em i i de junho
ds 187-1.lllai. e Kxin. Sr Na eleKao a (|ae se
procedeu eai setembro da auno p83ado para ve-
readores e juiaes d> paz, na freguezia de Nossa
Seobora da Cooeeicio da villa do Bonito, aotam-
ra, Gooiorine eonsU das mpectivaa actas, e V.
Exe eipSe, os sepuinles defeitos:
>< l. Terem acudido ;is ctiamadas 3,i-"J8 voan-
les. e deixado de cooiparecer 1,008, periazeudo ao
lodo 't.-oi votantes, numero muito superior ao
dos aalil'nvid'os na paroebia que de 3,26o.
i -." Apurarem-se em um s dia (13 de setem-
iir.i) to as as cdulas recebidas para vereadores e
.iii.-> Je paz em numero de <'>,9'is'.
i-hd-, |i'ilan!i, essencialaiciite o processo
I il iral, visto demonitrar-se que boa ve fraude
no acto do recebimento e consoravel precipitacip
!oda .paraca i das eedulaa, com manfesta irans-
i;ri>-:io -l.is preceitoe legaes, merecen a approva-
fi I' [,'jverno imperial o acto de V. Exe. em vir-
la !; lo pial foi aiinuada a dita eieicao.
>< 'i que de daro a V. Exc. para os devidos ef-
fi I va sol icao doten qfflcio n. 17 de 29 de
jaaeiro do eorreiile ana i. Daus guarde a V. Exc.
J te da pr-vincia de Pernambneo.
2a se^ao. -Rio de Janeiro em II de junho de
1873. -lUm. e Exm Sr. Consta ido d.is documentos
anooxis ao offlclo lessa presidencia, datado ,de 21
d-! abril ultimo, sab n. 7'J, que nao fora qalifi-
i-alo vot.at.- na paroebia de .ioesa Senhera da
Madre de Deas, dossa capital, o cidadao Joiio Al-
res Leite deflflveira Salgad.), que interveio nos
tr.iballins da re-pi-ctiva junta de noalificacS ef-
lectuados no correte anno : declaro a V. Exc.
em rwposta ao dito officio, que foi approvado o
acto peloqual v. Exc. annuliou os referidos tra-
talhos e de^ignou a ultima dominjra do mez pr-
ximo passad para a reuniao da nova junta.
Hens guarde a V. Exc.-Joo Alfredo Corren
Grande do Sul. >
Foram sanecionadas as leis da assembla
c ral qne conceden um anno de licenva : a Tito
da Silva Guinaries, fiel dearmazem na alfandega
de Pemambuco ; e a Jos Ribeiro da Cunha, fei-
lor conferente da mesan rep.irticao.
Sob on. 5,30i em il docurente, foi publi-
cado o seguinte decreto :
Altendendo ao que me represen!aram os direc-
tores da caixa de Macei, na provincia das Ala-
goas, e tendo ouvido a scelo de fazenda do con-
selbo de estado, ilei por bem prorogar por 14
annos o prazo de duracio da referida eaixa, de-
pois de lindo o de 7 anoos concedido pelo decre-
to n. 3,718 de 17 de outubro de 1866.
Eis as notcas commerciaes da ultima dada :
N5o se notou boje alteracao alguma no mor-
cado de cambio, que fechou (irme sobre Londres
a !S 3/4 d. papel bancario, 25 7/8, 26 e 26 4/8 d.
particular.
Passaram-#e pequeas sommas sobre Fran-
ca a 3tiv rs. por franco.
Nada se fez em soberanos, nem em apolices.
No mercado de aceces apenas constou a ven-
da do urna partida das do Banco Nacional a
>2oOO e da companhia de Seguros Confianza a
- por acco a dinhnro. >
A alfandega renJeu de 1 a 14 do corrente
1,782:1723180.
Espiarro-sATiTe
Tivcmo datas-desta projcdencia at 12 do cor-
rette.
Com 42 das de viagem e procedentes de Ham
burgo chegaram no dia 7 ao porto da capital, a
bordo do llamn, 131 colonos pomeranns para a
collooia Santa Leopoldina e 108 para Porto-AIe-
gra Sao todos da relieiao evanglica.
Entre os primeiros ha 8 menores de 1 anno, 41
de I a 10 e 84 maiares de 10 annos.
O eahenheire Pedro de Alhuqnerqne Rodrignes
fra uomeado por acto de 7, director da referida
colonia.
Por acto da mesma data a presidencia encarre-
gara o baeharet em direiio Miguel Ferreira Penua,
de reger tambera interinamente a 1' cadeira do
t* anno da escola normai da capital, onde j se
liaviam inatriculado alguns alumnos de ambos os
sexos.
Por oecasBo da procissao do S. Benedicto, o le-
nenle Antonio A. Nogueira da Gama fra grave-
mente ferido em um dos lodos da caneca por um
fogaete do ar. O ferimeuto interessara urna ar-
teria.
baha
Os trabalboa da assembla provincial, foram
-de novo prorogados at 25 do correnta.
Nos cidlegios de Lences, Minas do Rio de
Coates, Maracas, Santa Isabel de Paraguass,
Chique-Cluque, Vitla da Barra, ilacahubas, Um-
b, e Santo Aatoaio da Barra, erara mais votados
para preenahmento de urna vaga do depuudo
geral .
Beiembargador Hewi^ue Jorge 379
Dr. lutado ti un 172
Dtaia-se ine a presidencia eslava em vas
de contrahir um erprestimo de 300 contos de
'a para oeeorrer aos pagamentos a trazados.
ra*.--v*in cpm iuieatidaJe na povoa^u do
Aio-Vermelho febres inuenfle.
Snirfdra-te, aa rapttai, uanaai arsantop*
Paulo Feliciano de Santa Isabel, mpregado na
companhia do gaz, detsando v4ura c tro* Il I ha*
minores-.
O cambio regulava soiire Loadro 2'i.'l/i d.
A alfandega rerideu de la H do corr uto
07-.o564lt3:
ALAGOAS.
eaconiraiHos uo.' joruaea o que Hffuxe :
data de 13 do lorrente, pesso lidedig-
illa da Impeatria nos communica o se
guliire:
A jastica publica, por meio defaetoso pro vas
irrecusaveis, acaba de entrar no conheoimeiiio pie
no da ?e>lade solire o lamentavol successo a que
dera causa o asaassinato do infeliz teaente-coronel
Joaqaim da Silva Correa.
< HeaHsarara-so todas a? nossas previsoes e as*
severaeSes anteriores ; deveuj cessar quaesquer
utfvTffas e incertezas, que anda possam restar,
sobro a verdadeira auto;ia daqueile crima atroz.
No juizo municipal do ternw de G.iranlUHis,
Mnnocl Joaquim Lopes Jomeiro detlalou ^ie,
:t -liairlo-se na fazenda denominada Baixa-do
termo deS. Benlo, aiffbos da provincia dePerhani-
buco, om corapanliia de scu amo Jos Thomaz de
Parias, que eslava com a familia hospedado em
caja, de Ranino dota!, all Jiaqumi Gomes em um
dia disse a elle Joazciro que ia acabar com o tc-
nente-coronel Joaquim Coora a mandado do raes-
mojos Thomaz d3 Farias, e logo -vio sabir Joa-
quim Gomes encoiraie.
Das depois assistioclle Joazeir; chegada de
Joaquim G unes, e entao ouvio o niesmo declarar
iwrante Jo- Thomaz, sna nmlher, dous lilhos e
Mano'-I \unes da ''-osla que havia morto o grande
Joaquim Correa, a cuja rcvelacao prorompeu ba-
nhada em lagrimas n'unia i.-xclainacaoa mulher de
Jos'1 Thomaz de Facas, laiueiilanda a sua sorte e
reprovando o procodintnto de seu mai'ido, qaolbe
resp-jadeu -qu- s assiiu |ideria vivar na Iinpe-
ratriz, e que andando forajido ninjuem lheatlri-
buiria a autora desse crime
I Basas deelaraeoes tiveiiin lugar no dia 15 de
Janeiro desie auno peranle o jui municipal da-
queile termo Dr. Manuel Uppes Ja Cunha llaciel c
o entao promotor publico interino Dr. Jos Ro-
berto da Cunha Salles. No dia 29 Je abril ultimo
depozeram no juizo muncqialdosie termo, em pre-
sent do promoior publico Dr. Manoel Menaies, os
cidadaos: Manoel Florentina dp Santos e Jos
Lopes da Silva Lima que declararam ter oiivdo
Venancio Rodrigues Lima e Lucio de tal contare^
que J,:aquiin Gome* dissera ter sido elle proprio
quera assasainaa o tsenle-coronel Cartela a man-
dado somonte do tenente Jos Thomaz de Parlas.
.Vsta mesma occasiao depoz tambera 110 mesmo
sentido Manoel tfaciel da Cosa, o que no eigeuho Monte-Claro do termo deS. Benlo
011 vira o proprio Joaquim"Chnu- Ji er que as.-as-
linara o infeliz tenente-corond Correia a mandado
de seu compadre Zaza da Juream.
nontom reeebeu o capitao Lucio Soares dc-
clara;oes do enoilao Augusto Cavalcanle de Alba-
querque. (O alteres leronymo Pacheco de Albu-
nuerquet de Manoel do .\'.i.sciu,ento do Cenpieira
Barbosa C valcante, d-s (uies referen) os daua pri-
meiros u-rem sido te^lcaiunhas presenciaos, e o
lerceiro ter sido convidado na fazen.la Tamboril
o tormo ln l'cscheiro por Joaquim G unes que
llie pedir para escrever el'e Nasciniento urna
carta ao c.iaitao Luch Siare-, em que Ihe a!ir-
nias.-e qne elle Joaquim Gomes tiuha sido o man-
dararin do assassinato do infeliz tenente-coronel
interino dn lagar do chele, compd-% pt MK^i*t*t^^aias^\o pelas e mfrarias ou*driaa# i\% a gfatfflea^ao annualde WOji rao toffEifr ^BrtiidiiSl ao govemo im; erial na 1poda eouipe-
^wnWsaatita-itit'.oiiaiiti) a ^iixteicao eae lii;el>Bni nterfereucia nusvM|tf|>3es entre o
daJiipiajHjifo/^e*-:!,, 1 -- hhutfe irtf as coriwrares.
iVA|. -f^sap^ Caard trouxe pjrsfs. Krue^de o orador que o gover^j fe^ ludo ipianlq
A. Hyvernat
JosYtodHgnes-dfe Smrza
Miguel Ferreira Pinto
ao.
.laMTHa:
lildto de
Sr. hispida
impila ios al
le um exem-
K-^iova^.pu
uai pamphlet
Inuario Pez
fuipio p.
ieniamhipof
taaanns.
piar 1 pie
trnnsferi
g.io 11S idJS
caratfj e 'le I/lores. valiadjK os desti cm .
l^HW&Tc os daquelTaTem 2n924lO,peTo tem
po do. 3 aniiji-, o alij couiprehepdidi) o imposto so
boa o gado v.lccufli.
Tivc
!:3O0/t6!tf*!fG 'he cumpra, persaadinil
4001000 Hoi ifue interpozessera o lecursofefcal.
140*000 Passando a tratar da suspensao do bspo, aconse-
cors praxioelncs.
Foi
Tente a Mneniata- rarias
larcas de Ta<
terpor o coi
A saspen-'Mp
Joaquim Corre a e que o lente Jos Thomaz de
Fariai fiVa o tnico mandante.
Todas oseas deoJanic5e< iorain eilas no iuizo
Mianicipal d.^ termo de rescheiro porania o res-
pectivo jaiz Dr. Francisca Donagoa llibeiro Vi.-m-
na e o ex promotor publico Dr. Joaquim Francis-
co Barros Brrela, no dia 2i do inaio ultimo, a re-
a 1 -miento do reverendo vigario daquella fregu-
zia paire Domingos Leopoldina da Costa Espinosa
que espontneamente assim o fizara.
tinje ehegifu nesla villa a cabocla do nonte
Paula e ,-eu marido Jos Cardoso, mandados pelo
subdelegado do Olliu d'Agua dosBredos, para fa-
zeivui peranle qualquer autoridade deste termo
as el. claraees que alii faziaai deque o capitao
Lucio, vigrio Paraca, capili) Sue.:a, Ll o Soa-
res, nenbuma parle eivoram n > assassinato do lenen-
te-i:orone Correia, e que se nao disaerara tudo is'.o
no jury do julgament de Jos Thomaz de Parias,
foi porqna j se adiando pra-os a cinco lias em
tira piarlo na casa de Candido Augusto do Men-
donca Sarniento, onde er.ini tod.is os das ator-
mentados por Luiz de Godoy e Jos Thomaz de
Parias, Zuza da Jnrema para razar essas declara-
j6es ; dizendo ali.ial que, ou ellos l'aziam as de-
olaracoes exigidas ou nunca mais -eriain Millos ;
em vista do que nao tiveram ontro geito senao sa-
tisfazer.
Joaquim Gomes doclai'OU ter praticado o as-
sassaato de que se trata pela quantia de dnzentos
mil rs., que ajustara cora o teni nte Jos Thomaz de
Parias recebende) smente a quantia de cont g
cincuenta mil ris, declarando mais que atirara so
bre o infeliz tonente-coronel Correia cora um cla-
vinote curto que elle dera o tenente Jos Thomaz
c que elle Joaquim Gomes mostrara :'. Manoel do
Nascimento Barbosa quando Ine pedio para es-
crever a carta de que cima filiamos, como tudo
consta dos dpoiraentos das testeinuuhas e mais
documento.! que, em occasiao opportuua, serao
dados luz da puhhcidade.
Iiaiostas iimvlai'ian. TtttiiiaB fcwiiatto ocoorrtdus efli Pnaambuco, H*mi.Jv-*i
ultimo do corrente mez o prazo de 30dias marca-
do para o pagamento livjjewcLi inulta d 6 por ceO-
10. no ron ulado DEafanOlL do. leguao s-^roasrefcsojuiMilosa previs,
cima urljiua, UO- rts por litro de agurdenle, f o
por canto sobre a renda dos bens de raiz perten-
ecaos corporcicoes de* may mora.
HiM'iina gcral.No ultimo deste niez se
oucorra o praz, livro d mulla, para o pafamenM
do segubdo semestre do exercfeio eorreute, da re-
cobedona de rendas geraes, do imposto da dcima
sobre as ele (trileira,* temSo-ntoFia.
Vajiarcs a sabir. O Cttruript, a 28,para
Mamanguape, a 30 o Ipojuca para o Acarawi e
escalas, e o Xand-h para Aracaju,' e escalas.
Cum.'icl Lttal.Cliegou hou.teni da corte o
Exm. Sr. coronol Antonio Gomes Lea', nomeadi
por portara do miiiisterio da guerra de. 9 do
corrate para inpecco/mr o presidio de Pernaiw
do de Neironha, em execucm do dispesto no ar:
38 do regulauento que baixou com o decreto n.
3,403 de II de (eveKir de 186.". O illu-tre rain-
tir des.-mbarcoii em mco Je rrescdo numero de
seus prenles c amigos. Felictanio lo pela. >ua
feliz volta.
Knpreiiko triliuaal le ju>tiv> -X
sesso de 14 do cOrreutoToraw e.xpostos, pido Sr.
conselh'iro Alfeuquenjne, os fiiudameutos prd e
Coaira da revista e-iyei n. que sao recrreme ?aviu FerrsiraCaUo e recor-
rido Manoel Alvos Yamu.
'Foram julgailas as duas causas seguimos :
Revista e-jaiaieicial n. 8,318 (de Pernambneo)
Recurrente Luirenco Fe-anciseo de jSampalo,
recorridos Fonceca 4 I nono. -Relator, o Sr. Val-
detaro c revseles os Sr-. Albunorquo e Cuela
Pinto.
ferio o relatorio e debatida a Causa, foi negaOa
a revi-la, contra o voto do Sr. Manara, que conce-
da por incompetencia do juizo era que corren <1
causa, visto como em ua opinio trata se de urna
nota promssori, o nao de letra da trra, que a
uneeiivolve IransaccSo eainbjaL
llev,ta civcl n. 8,323 (das Alag6as).-1
tes Guilhe-rme Ferreira Ferro outros, fill
II
Iffl
MU
REVISTA DIARIA.
Secretaria do governo. Por portara
da presidencia da provincia, de 21 do corrente,
foi aposentado, cora os vencimentos que lhe com-
petirem, era vista do art. 2." !." da lei n. 1,114 de
i7 do corrente, o chele da .'l.1 seceao da secretaria
do governo, o Sr. Francisco Lucio de Castro.
Deixano essa ropr.rti.ao, onde por espaco de
27 anuos prestou relevantes servidos, o Sr. Lucio
de Castro eleve estar satisfeito cora o honroso con-
:eito que sempre merecen de seus chefes, subor-
dinados e do publico em geial.
Damos era seguida a nfornacao que o Sr. Dr.
Adolpho Lainenha Lins, secretario interino, deu
acerca da pretencao do Sr. Castro, a qu.nl faz jus-
liga ao mrito desse funecionario.
Se:crctaria da prcsidenc'a de Pernambneo, em
20 de junho de 1873.-Illm. e Eirn. Sr.-Tenho a
honra dp passar as mos Je V. Exc. o requer-
mento junto, cm que o chefe da 3.a secqo desta
secretaria, Francisco Lucio de Castr, pede a sua
aposentadora.
Informando, como v, cumpre, a dita p v
ticao, teiiho a dizer a V. Exc. que este func-
ciouaro, dstiu.to por scu zelo, intelligencia e
honestidade, est no caso de obter o que requer,
atiento o seu mao estado de sande, sendo para la-
mentar que isto o prive de continuar a prestar os
bons tarricos que no periodo de vinle e sete annos
ten prestado com ineacedivel dedcacao. Deus
guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. coniniendador
Dr. Hcnrique Pereira de Lucena, digno presidente
desla provincia-0 secretario interino, Adolpho
Lamenha Uns.
Por portara da mesma dita foi nomoado
para preencher esse cargo o Sr. Dr. Antonio Gon-
calves Ferreira.
Jubilacao. Por portara da presidencia
da provincia, do 20 do corrente, foi jubilado, com
o ordenado correspondente ao lempa de servido,
contando-se-lhe a gratificarn |or mais de 13 an-
nos, nos termos do art. 2.* da lei n 984 de 1? de.
raakrde 1871, o Rvm. padie Mane el Ignacio Ba-
zerra do Amara!, professor publico da villa de
Iguarassu'.
Honrosa visita. De viagem do Rio da
Janeiro para a provincia do <"ear, a bordo do
Guar segu cora sua Exm. familia o consclhei-
ro Jos de .--. Kncar.
Um dos ornamentos mais esplendidos do parla-
mento brasile-ro, e cora certeza o vallo mais sa-
bido c mais re'putado por nacopaes e estrangei-
ros, da nossa liueraturn, pagamos um tributo in-
suspeilo, inatacavel noticiando a passagem de S
Exc. por esta provincia, que justamente o ad-
mira.
O conselheiro Jos de Alencar e sua Exm. fa-
milia vindo Ierra logo que o vapor fundeou fo-
ram recetados e zelosamenle obsequiados pelo
Exm. ir. commendador Lucena e sua Exm. fa-
milia cora quem permanecern) at a hora de
largar o Guar para o nrlt.
De h ratera para hoje tem sido cumprmqntado
o illqslrado conseiheiro poi. seus amjgpe e a4m-
radares aqui residentes.
Lutado." incan;ave| na cruzada e-piaJ)ps)Gma
do progresso ltterano do imperio, p 'iuitu c co
que possa elle ro.-taurar s abatida sade aos ares
vivificadores de sua provincia natal. Sendo sea
o lira da viagem do conselheiro Alencar, icar
sendo tambera o mais ar dente desejo dos que co- li
rao nos o admiramos.
Capitana do porto -Pelo ministerio da
marinha, em 9 do torrente, foi declarado a presiden-
cia da provinaia 4c Wmwpbiico "nos das capitanas 09 portos, qanab' em exerci- lecernm tira recurso, em^uoto c?ie mei' legal
Recorren-
filhssegen-
ros do uado barao de G jaj ; recorrida a baro-
nesa Jo niesmo Ululo. Junes, relator o Sr. S
rapas ila Silva e revisares os Srs. Messias de Leao
e Ceryueira Leiie.
Feite) o relatorio e proposta a preliminar de nao
se coiihecer da revista por U-" sido interposta fra
de (erapo. assim se vencen unnimemente.
.tlissau (liplnziiatica. Diz o Jornal da
linhia que 0 Sr. ilepulado assembla geral Dr.
Candido Torres Filho vai seguir para a Europa,
para excrcer o cargo do ministro residente do
Brasil na Ifollaadi.
Questa religiosa Nlo vejo publicado
nos jornaes da corte, tazados pelo Guar, o pare-
cer do coaselho de estalo pleno sobre a queslo
religiosa.
Tliearo.A transferencia do beneficio do
maestro Prancelino lera lugar na qninta-feira da
semina corrente, som o rae: rao jtrogramnia le o
punlieoj devo conhecer.
O Sy. itismo I."ibo e a qaesto
religiosa, Transerovcmos do Diario do Rio o
segme extracto de urna parte do discur-o cora
que o uosso Ilustre comprovinciano, em sbssSd de
2 i de maiei, referjo-se a questao religiosa travada
nesla provincia.
Uuiquanto nao nos dado transcrever integral-
mente o discurso do nosso Ilustrado comprovincia-
no, cnamamos a atton.-ao dos letores para o resu-
mo e|Ue' se segne
Aclevaca) de vistas do distincto parlamentar
revoli-se uestes eloqnentcs periodos em que a ele-
gancia da dic;ao rivasa com a profundoza das
observarse*.
Tal o resumo :
Depois de algumas entras observaoSes, refirese
o orador qoenfo religiosa, que o interessa por
mais de uina razio Naseeu ella era Peruambu-
co, sob a administraran de um bspo Pernambu-
ano ; ferio pelos seas resulti los a um grande nu-
mero ie -.-rnaurnieanos, a algn* dos quaes deve
a honra a -eu niandato. SAo outras tantas ra-
ziies para eiue nao possa exmir-se a exprimir o
seu juizo sobre e-ta grave <|uestao, de que pendem
tao importantes inleresses e quelamanha agita<;ao
le m produzido no paiz.
Por mais i|ue a dootrina do ptaeet tenha side
combatida como altentatoria da litierdade e inde-
pendencia da igreja, e por mais que lhe reconheca
o direto de legislar para o espiritual com plena
i-eneSe), irrecusavel que p)r argumento tirado
da expressa disposicJo constituional nio poJem
as bullas e outros actos da santa s produzir no
imperio os seus elTetos jurdicos antes de placea-
dos pelo poder temporal. Esta a regra geral;
ella obriga aos bispos como cidadaos brasileiros
que sao, c neste carcter submettidos s leis do
pab.
E', portanlo, irrecusavel que qnaosquer penis
ou censuras que derivem do actos nao placitados,
podendo produzir efleito no foro da consciencia
como penas espirituaes que sao, nao podem produ-
zir nenham efieito de natnreza civil.
Ora, sendo ncontroverso que as confrarias e
irraandades n5o sao assoca-;oe puramente religio-
sas, mas de natureza mixta, e por ahi submetlidas
jurisdicrao civil como a jurisdceo eeclesiastica,
jrrecusavel que o facto da exeluso de um asso-
cido imoorla um verdadeiro eff.fito civil, que se
seguira no caso verificado em Pemambuco ao in-
terdicto 011 excommunhao lanca la maoouaria era
virtude de actos pontificios nao placitados.
O orador nSo- se domorar em demoastrar como
a interdiccao, com que to\ ferida a maconaria, as-
scnU cm ura falso supposto. Julga o bspo de
Ohnda ponetrado de muito zelo polo deposito sa-
grado que lhe foi confiado, para que attribun os
seus rigores outra causa i|ue nao seja a ignoran-
cia dos factos. A maconaria nao era digna de tal
ssverdaiie ; una as.iociaco humanitaria e be-
nellcenie que se impre por primeira de ?uas re-
gras apartar de suas discusdes as qnestoes de
ordem religiosa. (Apoladns)
O orador n5o se prjpSc a indagar d"a arigem.da
magonaria, da sna d*trtrina, do vderito dVseus
symbolos, como nao recordar que centenas de
familias vivera no pazao abrigo desta instluTcao,
de que nunca parti um grito de guerra contra os
dogmas e preceitos (ta igreja. O que nS pode
Oexar de recordar nue a maconaria vveu ero
Ptrnambuco sob urna lnga serie de bispos sabios
e virtuosos sem qne d'ella se fizesse questo. O
que recorra c que coahece por macona excellen
tes cidadaos, bons pas de familia, homsns noraea-
dos por seu fervor religioso e mnitos dos quaes
leem prestado em Pemambuco os mais relevantes
semejos ao culto ratholicn, exercend as irman-
dades e confrarias lugares distinctos, prorapvonrJo
a creaco de hosptaes e figurando em namerosas
obras pias.
Daixar de parte este awumpto tito lisoutWo
explorado. Felizmente para os numerosos per-
uambncanos, vtstimas do rigor episcopal, ooasa-
grarara as leis do pai'. o reearae a-eorria, que as
irraandades iflterdiclas a.iaterpezeram.
Declara o orador depois do ajguinas observa-
ces que, confiando na sajiedorta da goverao ir
perial, no seu sinc.aro proXurlo amor nejos d-
feiuis do cidadao, esperanza que a sua decisio nao
se tar demorar e que qUa vira oorreipvnder i
an.'.ieda.le- publica cora une ea-perada.
0 nobre deputado pelo Rio Grnele do Sul es-
tran ou que o governo imperial n/10 tive>se j
int-rposto a sua aatoridade, nae b'ravesse susUwo
immediatamente o ma), a ano S. Exc. attribue os
fopu | A es|e arb>mq aip podetia 9 jjpverqa ^(jor;
ref-sev AUjw de qna.o rjbil>io. sera, rega, sem
medida, sera prudencia, nao pode ser a norma re-
guladora de nenhura governo qa sociedade, ir-
recusavel que ueste, assumpto em que a sua com-
petencia est fixad^ ppla le, epe nio godera sem
*""car urna violencia por outra violencia, exceder
naturaes da sua intervencao.
e em pomp de m fa6PWadQ terpor-sfi-
la o governo w qoestio suse,ilada em Pprnam-
bqco para julgar da opp'rtunidadae conveniencia
nutro 1
rgunta
ada pell
sao de u
governo ?
idos pela
treza ? PiKii
nullo o iqierlict
4eM*tlo peW-RtS) a
ra esta a provi b-a
ii-.-i|msanciiis, anda
ispo possa caber na*
a ipio rosgiardiidji
do bitejrdcto ara
tura a suspcn-ao
icto lanado as cort-
es era en* iodo o caso prticfco ii|
nte rei^upo estabeletido na lei T
_anlo a aco'ne!liaeui razocs da
ordem superior, em nada adianlara a sol icao da
dhVuIda le.
lglupa-se depois o erado*cm mostrar que. os
quest o religiosa suscitada entre o bispo e as con-
frarias nao podiara ser previstos ainda pela mais
Os lamenta ve-is aconteci-
do anno linanceiWcflr\*emS, rM iirtrmsto.--tla-ffi,-"MWtrts rpie seconrieeem tailncomplolame-iit-, nao
IMidem ser atlribuidos populas o do Recite. A
sua ndole generosa protesta contra este juizo. O
.fin? da reun* fra render bainenagem a urq ci-
lad o distincto pelo saber, a ura sacerdote que
001;i\pa elevaeJo cargo na ||iorarcba ecclesiasiica
e ja regeu a diocese de blinda, sacerdote a quem
o diocesano resolver suspender ex jinformata
Os factos ejue ura telegramma offlcal annunca
devora ser attribuidos a u>n grupo exaltado que
(uiro qoaliflran, n o o orador, que, se reprova e
foivleraiia a aggress o (uta a pessoas c propro-
dade, nao pode imputar osles lameti'aveas exi-.cs-
sos si'iiio explosai de iiaixoes mal ecutdas e
;u 11 dirigidas.
Estando a h ira adianlada, ii irapossivel ao ora
dur exprimir, mesmo incompletamente, a sua opi
nio Sobre o asaraenlo civil, materia de que se
oceupou o nobre deputado velo Rio Grande do
Sul; mas pensa que nio feria com esta nica
providencia que se cortara pelas dficuldades do
presente e. s no futuro, se o poder 1 eclesistico nao se aperce-
ber de que, ora unta sociedade profandaraente
dstiiicta pola unidade da f religiosa, cumpre n.o
levantar harreira entre ealhuiicos e acatholicos.
No teuli i;u iuveja os bisp s do Br.isil s lutas
religiosas ipie perturbara outras sociedades.
Pe aqu termo s reclamacoes que llie suscltou
o discurso do nobre denotado pelo Rio Grnele do
Sul, e com asquaes julga o orador ter traduzido
o amor profundo que sobretudo vola ao paiz e o
berp entendido progresso das libenlades iiublicas.
(iludo bem).
Pronuueia. Pelo Dr. jui/. de direto do 2."
distri -.to criminal desta cidade foi pronunciado 110
art. 209 do cdigo criminal, Sebasto Manoel
Lins, carteiro dos c.orroios, como autor do roubo
iraticaJo no cofre d'aqaeila r.-part.-ao na uoute
de 19 ele marco deste anno.
Homieidio Na povoacio do Pacp Fundo
do districte policial elo Brejo, Laurentiao Jos
Monleiro assassnou cora una faca la a Silvano
da Iva Ramos no da 12 do corrente mez.
Foi isto um acto de vingansa, porque ha lem-
pos o assassiuado o havia lor.do e lhe corta lo urna
das orelhas.
fui/..nio de paz Era -onsequenca de ser amanh da santifica-,
do ficar transferida a audiencia desse juizo para
o da seguinte, quarta-feira, 25 do corrente.
Exploso. Era 20 do corrente, polas 11
horas da inanha, den-so urna explosao vta urna
rasa sita ra do Bora Successo da cidade de
Olnda, onde um individuo de n..ine Innocencia
p.eparava plvora para fogos de artificio.
Urna enanca que raotiv.iu o desastre, arcenden-
lo um pequeo logele prximo plvora suc-
cuaibto all mesmo horrivehuente desUgurada ;
0 individuo que trabalhava a:hase s por'as da
morte.
Vapores transatlnticos.Nosso cor
raspondente de Lisboa escreve :
Espera se desde hontem (l 2) o Zelisia, de Li
verpool, mas, se entrar hoje, nao escrevo por elle.
A 13 temos aqu o Boyiie. de S-nithampton (Royal
Mail), a 23 o Jnrndoza, de flor ieus (iissageries
mariliiues), e a 24 o Colopaxi da liuba do Pac
fien.
E' de crer que a companhia Cliargenns riunis
mando algum tambera cora escalla por Pemam-
buco.
Liquidadores soeiaes Com esto p
1 arico titulo coinmunicam-nos que na nenio de
18 do corrente, os tues penetrando pelo telhado
do arinazem de materiaes n. 4 da praca da Con-
cordia procuraran] liquida-lo 6ontentou-se a
quadrha cora poueo : uina panella, algum cobre,
caixas de enveloppcs e outreis objectos, entre os
quaes ura par do oculos de 011ro.
O que a vida. O traite Bal, de Bilbao,
define o que a vida do segrale modo
A vida ura spro, ou para inelhor dzer, urna
viagem cm caminbo de ferro.
A morte, um dscarrib amento.
O casamento, urna colliso entre dous Irene.
O somno, a passagem por um tunnel.
Um negocio, a passagem por urna ponte.
O destino, o machinista que nos conduz, sem
proferir palavra, ao termo da nossa viagem.
Tudo por flO ris. Est publicado o pro-
grmala de um novo jornal republicano, que por
O ris o numero, afflrma os direit'W do honiem e
da inulher ao
Sufragio universal,
Direto individual.
Direto de pensar.
Direto de peticao.
Direto de fallar.
Direto de imprimir.
Direto de reuniao.
Direto de assocacio.
Direto instruccao.
Direto ao trabalho.
Direto ao crdito.
Direilo propriedade
Para este fim quer
O horaera e a mulher livre na familia ;
A familia livre na parochia ;
A parochia livre no municipio ;
O municipio livre na provincia ;
A provincia iivre na naoao ;
A naci livre na humanidade.
Como o programma para aqu, parece que s a
humanidade que fica presa.
Barrete phryglo. O barrete ou gorro
pbrygio, adorno da figura da liberdade e emblema
do brazao e sello de algumas repblicas, como a
Argentina, etc., Km a seguinte origem:
ns soldados sussos haviam-se rebellada contra
os offtciaes, tendo por isso de ser enviados s ga-
les ; mas tendo-lhes a assembla nacional conce-
dido o perdao. voltarara a Pars adornados com
forros vermelbos, e foram receVdos era triumpho
pelo povo, que se adornou cora a mesma divisa.
No dia 10 de junho de 792 o povo que so tinha
apoderado das Tulherias, obrgou Luiz XVI a usar
tambera este gorro. Era seguida fez-se extensiva a
denomlnacao de barretes vermelhos (bonnel roug)
a todos os que traziaui este distinciivo.
Gratidao republicana.0 Bien Public,
que se er inspirado pelo Sr. Thers. publicou no
da 26 na primeira columna da folba :
< Os nossos lilhos li -o de 1er isto na historia :
0 Sr. Thiers foi eleito presidente da repblica
era 17 de feverero de 187. Depois de ter salva-
do a Franca da aoarchia, llvrado a Franca do es-
irangeiro, pago cinco ral mihpes. recenslrqida a
faienda, e devolvido ao seo paiz o respailo e a es-
tirnacaq das potencias estraogeiras* fui derrubado
era 14 de m?io do 1873, por ter afflrmado, con-
forme os votos Ijvrejneute ex^ressados pelo paiz,
que a repblica devia 1 eceber urna oransacu
legal, c por ter demonstrado que a nstabilidade
do eommercio era a nica cansa dos malee que o
afJBigem, bem como industria. Foi derrunado
rwm_a_ppJauseis dos (uimigos da repblica por urna
epajisao de 326 deputados, notoria f abertamente
horleanisias, legtimisus e bonapartslas.
< Nossos filbos ho de 1er isto, e djrao:
t Pobre Frasea Pukrfis /raacezes de 1873.
, Trabara visto a mais lamentavel das guerras,
tinbam visto a mais dulocosa das in-urreisoes;
es|aya-l!its reservado o ver a mais cruel e a mais
oravel das ipgralides.
testos de li's.-0 eaccivao dos
~ itjf Jfaf ianp, a secretaria depplicJa, sala dp lado
.eram baixa
Msnosl Matnons llezerra, reloncae Jt-tirma.
Manuel .\jitonjo da Svaveinji.irac-i gstrico.
Lourenco Pinto Toixeira, copbalalgia.
Mauoei Sfhriano, escrvo, nevralgut.
Pussageiros. Viudos dos portos do sul
no vapor Gu r:
Adolpho de S^fceJ flois, eoruuel Autono G.
leal, general JTeroira Lol, Femando Luiz Ozo-
rio. l-'rancisio Liiz Oorio, Dr Joaquim M. do Hor-
re- Lima, Manoel Jos Trinlade, Dr. Miguel A.
Masciaiento Fcitoza, sua senhora I lilho e 1 n.-lte,
ianeiie Pedro Ignacio de Alraeida, Francisco Coe-
Ibei do -\raujo Cesar, Araarinho (escravo), Catha
rtia, O.'ympa, Balbina e mfrico eseravos do De.
rritosa, Ainem Lins, 2 pracas, (".ohra M. Mar,
Candido M. Vives, Grvine B. Omner, Candido
f-;ravo), Isilre Calm, Joseph Halflen, Victorina
(livre) Rufina da Silva Ganos. Ilen'edcta (livre),
Lu,ci-ecja.(livreJ, Bouto Moucotva, I). P; il ilelpiha
K* Wiotes, Jos Ignacio Medeiro, lellarmiao P. de
.Vmijo. tiente de G. Cunta, Joto Antonio de Oli-
vo, ra. Manoel Joaquim Silva Leao, commendador
Gaspar Antonio Gumares, Antonio Jos Al-
raeida Costa, Mara Joae|uina do Espirito Santo,
Dr. Rezeude C. de Ges, Antonio criado d > Dr.
Messias, Ur. Manoel Medias do G. Lyra.
Seguem para o norte no mesma vapor :
Loureacej Jos Possoa, T. Carl.is Brrelo, atie-
res Antonio Ilenriques Vascoiieellos, Antonio Ma-
a.iol Jo -ouz.i e ilbvoira, c.MiselIteDo Jos Marti-
niano de Alencar, sua senhora e S lilhos, Ramiro
Domingos dos Santos, Dr. Eduardo \V. Wilson,
Dr. Cai-Ls G da Gama.
Viudos da Europa no vapor ingUz Maijellaa :
Auna Speranza, Domine Araraamsa, iase Pe-
treicelli, B. Pctrocelli, R Petrocelii, Rosa Claudia,
M?ria Stella Claudia, Teresa Claudia, Vmocuzo
Qaudei, Francipio Claudio. Coralino G.hl, J. Mar-
tnez, Ignacio Carrera, Gullieruio Prez y R dr-
guez, Manoel Alonso, Ramn Gil, Paulo Francisco
Pi nciita, Francisco Rodrguez, Vucen'.o Barone,
Branda I'asquala, Antonio Pasquala, Jjscph Cra-
raer.
ue se acha venda a &', a
bmificp da igreja de s. Pedro Martyx da Olioda,
a-qual Corre no dia 30.
Cjasa de delencao.- Movimauto dq di*-
JWJ^iunB0dq873 .
Sxwlian presos 344, entraram 7, sahirara ,
asislera 347. A saber .
Nacionaes 234, mulheres 6. estrangeiros 36,
cravo 60. cscraras ti.Total347.
Alimentados a costa dos cofres pub,lcos 27J.
Movimento da enfermara do dfa 50 de junho
iiUoM JtUTiJUllJi
lilitl \\i, UA RKLtClO.
SBSSO HE I DE JXHO DE 1S73.
rUSIDKNCIS 00 KM. SK. COKS.F.LIIKIRO C.AtTANO
SANTIAOO.
fyeretiirli) Dr. firptio Coelho.
As 10 horas da mnnha, presentes os Srs. de's-
embargadores Alraeida Albuquerqae, Doria, Bo>
mingues Silva, procurador da core'ia, Rep-ueira
Costa, Arnujo Jorgo e Ne-va, faltando com cau-
sa o Sr. desembargado; Looreoco Santiago, abra-
se a sessio.
WtOAMBNTOS.
Aggravos de DMrio
Aggravante 0 curador do escravo Manoel. Re-
lator Sr. desembargadr Ri-guelra Costa, Neva
e Araujo Jorge.-Nao tnraarain conheeimento.
Recurso rrirne,
Recorrente o jnizo de direto de Anadia, recor-
rido Francisco Lopes dos Sanios Lima. Juizes
os Srs. desembnrgadores Almeda Albuquerque,
Neiva, Doria, Aranjo Jorge. Improcedente.
Recorrente o juizo de drcito de Itainb, recor-
riilo bacharel Menelo dos Santos da F. Lima. Jui-
zes os Srs. desenibargadores Araujo Jorge, Doria,
Almeda Albuquerque e N-va. Improcedente.
Appellai.oes crmes.
De Nazareth.Appellante Manoel Paulo da Sil-
va, appellada a jtiica.A nr,vo jnry.
Appellant o juizo, appcllalo Manoel Joaquim
dos Santos.-Mandoa-se descer os autos aojuiz..
municipal para julgar como fr de direto.
Appellante o juizo, appellado Emiliano Pereira
de Lyra. Improcedcnt).
De Garanhuns. Appellante o juizo, appellado
Narciso Correia de .Mello.-A novo jury.
SgDe Flores Appellante Manoel Antonio do Nas-
cimento, appelfida a ustica.A novo jurj.
App'HIa'VOs civeis.
Do Recfe.Appellaptc a irmandade da Con
gregaeio, appel'.d i Bernardino Lopes do 0ivo,ra.
Confirmada asciltenca.
De Podras de F-.go.Appellante D Candi la <*.a-
valcanti de Albuqoerque. appellado Man^iel Jos
da Costa. -Julgou-se valida a aeco raandou-se
ao juizo a quo.
passai-.rw-
'-Do Sr. desembargador Almeda Albuquerque ao
Sr. desembargador Doria :
Appellacao cvel.
Da Imperatriz. Appellante J0S0 Viera de
Araujo Pefxoto, apnetlados Manoel da Costa Pi-
nbeiro e outro.
Jkppetta(5cs crmes.
Do Pilar.Appellante Antonio Tavares de Mi-
randa, appellado Lucinda Demetrio-de Brito.
De Muriei.Appellante Manoel da Fonceca de
Arauj<3 Luna, appellada a just pa.
De sfcmangiiap?. Appellante Flix Antonio da
Silva Cantaliee, appellada a jnst.a.
lio Sr. desembargador loria ao Sr. de>sembar-
gador Regueira :osla :
Appellacors crimes.
De Batnritc.Appellante Antonio Alves Caval-
canti, appellado Manoel Lope; da Silva.
De Camaragibe. Appellante Tinoloao Ernesto
Branco Bezerr appellado Bernardo Antonio f
Mendonea Castell Branco.
De Santa Quite-wAppellante o promotetr, ap-
pellado Vicente Ferreira de Souza.
De Alagoa Grande.=Appellante Francisco <-.
Carvalho Cavalcanti, appellado Antonio Joaquim
do Nascimento.
De Garanhuns\ppellante o juizo, appellado
Camello Gomes da Silva e outro.
De Santa Anna. Appellante Wenceslao da Ro-
cha, appellada Maria Eugenia do Nascimento.
Do Bonito.Appellante o juizo, appellado Joao
Franeisco.
Ao Sr desembargador Domingues^Silva :
Appellacao cvel.
De Baturit Apdellante Francisco Pereira Mar-
ques, appellados Paulo Joaquim Pereira e outro.
Ao Sr. deserabargailor Araujo Jorge :
Appellacao crime.
Do Recfe.Appefiante 'o desembargador presi-
dente do jury, appellado Antonio Pereira da Silva.
Do Sr. desembargador Doraingues Silva ao Sr.
desembargador Regueira Costa :
Embargos remettidos.
De Pedras de Pogo. Embargante Virgilio Ho-1
rai-io de Fretas, embargado Joaquim Montciro
tinedes Gondm.
De S. Julo. Embargantes Luiz Pacfico e ou-
tros, embargado padre Paulino Villar dos Santos
Bar osa.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des-
embargador Neiva :
De Campia. -Appellante Manoel da Costa Tra-
vasso, appellado Domingos Trgueiro Castello
Branco.
Vo Sr. desembargador Neiva ao Sr. deseuibar
gador Lourenco Santiago:
AppcUa'.'.oes criiaes.
De Alalai*.Appellante Jos Joaquim Bastos do
Canto, appellada a justici.
De Traint. -Appellante o juizo, appellado Jos
filho de Manoel Joaquim.
De Ingazeira.- Appellante Laurcntno Jos do
Nascimento, appellada a justica.
De Alagoa Grande. Appellante Jos Ferreira
da Silva, appellada a justica.
Diligencia crime.
Com vasta ao Sr. uesembargadur
justica :
Appellante Zacaras Jos
justica.
Appellacao cvel.
Ao Dr. curador geral :
De Atalaia. Appellante Felppe da Cunha
Araujo Lima, appellado Jos Antonio de Almeda
fui maraes.
Assignou-se dia para julgamento dos feito?
seguintes: ^ .
AppeUacCes crmes.'
Appellante o juLo, appellado Maneel Antonio
do Nascimento, appellante o promotor, apfMttado
appeilaate Lourflof de
Do GftM-Appellairt'' n juite. .IScMh .'*<-
Dho Man .ol ,Li Silva e il eue.e-| Ja Rocoa.
App'db-(> elv
A \>.< llcrifil Afqwll.iaia *i liar Scdie da
Motta, appellado Or. >rn>>b#w,i Ceaar CaMMw.
Ao Sr. de-einliargadetr Alraeida Abn.pi'T |e :
De Cabaceira.-:App<-llanles Manorl da T Ufr-
rncl!oPsoae ootros, appuMnle JUt-n. J pim
de* Vasconrcllos.
Ao Sr. desonibargador Dar i a :
Da Ass Aijpellanie TUer. za per >*u "ora-
dor, appellado Klriro da Sir.a Caldas.
Eneerrou-se a seesao ao meio dia.
lo.
Mi JIMIO
Trbiiiasal lo c
SESSAM JlDiaAltlA 8M 1
DE 1873.
PnESIDK.NC.IA DO BXJ|. SR. OMMBJIRHIO tN-HJ
naMMoj pjirtti.
Secratarie nterin, o o/final Tom-$.
Ao meio da e I) minutos, presert.-s .^ Srs r*-
euibarezadoi-.s Silva Gomoraes, Hn< e Sirva K-
noli, e os Sis. d.-puUites 1 lint.. Ra*.s. C:tnJiW
Alcoforado e siq.penles Sa i.e-,ti., c Pt-rctra Cas
co, S. Exc. o Sr. conwibeiro |>r.-iJitt.- rfim*
sesso.
Lida, foi appmvada a arta da srsso d> fei
AOMHAel.
Anignon-se o que> o proferir ein |trix,im>
passada sossao 110 (pito enln- (tarfrn :
A|ipellante embargante Joaquim <-rard 1
Bastos, appellado embargadj Joaquim Ewi** <-
vale-ant de AUmqucrque'.
MMSSHfOl
ADpellanto Gertrudo (,. nana el"- fas polla.lei .MaiwHEliivigp-e da Silva Jni/~ i' M-
desenihargadorea Silva Gaiasir^n t Mi Silnt,
e os Si s. defiotados supitt<-itir* S Lartaw e r
(jscaei.F.iiruttlirmada a seiilenoa rmn o ;
Exm. Sr. con-lli. 11 1 piesidwte-. 'itdii vi* -w-
Cidos os Srs. Silva Gniiiin ;- Sa i.e-il*..
Sendo pruposM os asgtiMM *eil<. (.'* -
dos a pedido d Sis, ilinmliiji
Apmilante cmhargai.ie U.-in.-t-l \uu-s I'arivn.
appcilados emlnr^a I o- i:..r|ia 4 Irenao ; aqv-lb:i-
Ul Ivo Antonio d AuJiade Lima, a|^ll. Vi-
cente: Leopol 110 Jos detjirvalbo Muraes, :ip|H-ll.nlo> J..\ute- 1-..*.
Granes da Silva, Jeioii>iut 1,11; 1 UoJa -
didina .la Rocha Miran-la : 1 itetlanU-s ruiltam--
tes Rocha Leal 4 O, a|i)llaJ.i Qtarala AUi- 1*
Silva: appell.ii(e eaulwigaulr Umwh-1 H."U^m
Teixrira, appellados viuva e heidi-irii- d- i
qu<: ele Miranda II.-iu i.pies, o tutor do eaew re*
curador ge-ral : .qiixdUiiles o liar dovraot^-
toe Jos,'- Antitpio de luto Rastos qpflasVeos
administradores da ina.-sa falhJa de FrrnaiNiH
Stepplo da silva.
CoMauan aliados petas aiesra.K ntHliv- <-
lostie< ua aela da s*s-1 ,! |fi. e. ntgaicto
fet-.s:
Appi-il.uite:- a;.|h linios viuva e herde-ir rf
Manoel Gonc^ivm da Silva ; a.p. i*w-j ru*L.-*-
te Jacob Cala, boje .--u- b, rd.-u ; rq liada
errhatf a la 1). laeMna Tedies a rosas pr**-
iantoa barasieza d.: Jarapu, |q-dUla Akn*-
na Fi.'s do Me'nlijii.a.
rA-SAfiKKS
Do Sr. de^-e iitiargador Sil a (luirnur.- a- S
d seraharpader Iteis e Silva : apprllantr* w mS-
rainistradores da inassa I.olida Ain.-riin. Fr-
ge'>, Santos i apM^Ma o Msj ele humara
IKi Sr 'le-eaibargadoi liis e Silva a Sr -V-
emliarpader Accieili app*dlantes Wihem lo.se
4 C, appellado Je-o Carrere.
Dei Sr. desembargad ir A-cioli ao Sr. sVeei.ttMV*
gador Res Civalcanti de Al ai-pi.i.|a--. appclla**
Cossv i-avalcaiili da Albuquerque.
IStSMVML
Juizo especial do rtitmaemo.: art
nbavel : angritvanle AshM Fre4rrio. de Ol var-
ia, aggravak) o administrador da masu laltida
da viuva Amoriin te Filhu, aparavad o jiiu
Teve e negou-se em |rte pmvimemv
Juizo muuicipal e di rommetrio elr Olin la
aggravanles Paulo Jos Gomes a Oiu, a^i
do Wm. Nebbering e ^ua mulher. N*f o
vimoiito.
Enccrrou-se a sossn 1 h-ra o I aam- tardo.
'jb^mes 4 nmv
O Wiv Or.
2riifir*|r *
qut* elle kic
ter.
Aialoiio le l's-
n ineetisloe
tropos a
I
Tenorio,
promotor da
appellada a
Ilarcso Correa de Mello
Barros Luna, appellada a justica; anpeiiaite o
Juizo, appellado Joaquim Correa de Araujo.
Appellates civeis.
Do Ico. Appellante Jos Pedro Alves da Silva,
apnellado Manoel por seu curador.
De Porto Calvo.-Appellante Jos de Ouveira
Luna, appellados Joao Ferreira de Carvalho a
ouuw.
DUTBiangOe.
Recurso do fallencia.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Recorrente o juizo, raoorridus Uagalhies Men-
des & C.
Ao 8r. desembargador Neiva:
Ueaorrente o jpito, reoorridos Joaquim Silverio
da Souzr 4 C.
Appallafdes crimes.
Ao Sr. desembargador Neva :
Do Recfe. Appellante LeonarJo A. do Espirito
S4040 Porto, appellado Gakjmo Aecioli da Coau
Villar.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Sem lae-o ueiiliain. que me (.renda aos pailtaas.
cstiaiibo a lodo 111 -vimeulo p .utico, leobu -;!
do espectador das ultimas srenas rejero i^,.e
nesta provincia.
Lastimo em silencio que o lata ardi-nle i- m-
so prela-lo o tenha afaUdo Uut de mu urda
d< ira aiesso.
Fico tristemente iraiiressiouado, vendo dr ma-
me uto a uion.entei sublevar se a eiudada ixqm iaV
'11 i.-le situaco I Vol sobre ns o vtlm da
videncia, a cu jos desigui--i uhs deve-me r, fcaf.
Prensamos revertir-uo> de Umu nfutQ*,
evitando cunlado-amenlc os perip- -pie- n-- rV
deaiu, e desconriando sobrelud-. d'>s uImi- pi -
goeireis da vedada, ilo>-. p.dilir-s cxa^riada*.
que devorados era ambiro d-> maulo. rgua aat
espiriU do paralo, lauoara nuo de lodas a> ar-
mas |iara rombaterein os seus adversarnw.
E'para destruir os emlnisi-s de um dt-lio- q---
venho hoje ao prel->, para quebrar 11 mu* hmm
as suas propnas armas que venia" Utuur ikmIc wu
grandajaeuo, nao para disculi-la purwtc mt ul-
Ura as luzes necesarias para aprofuada-la hnk*
para apreciar duvidamenle ees fados e etprniwr
aquelle-, que abusando de mu pj*K;eef e sosa Men
der a giavidade das rircunisUncia, lazcw de lo
tristes ace-ntecuiienii-s usa jefw oaioa.
E' ara descriinuur esses acasMeeiaaaotas t rae -
gar o veo em que se. enibucam
los da liberdade, que eu qaehraade 1
ten1 o guardado at hoje, veoho orcupar a Irii-tAua
da iuiprensa.
De lodos os polticos que Um abusado da cr*-
dulidade publica, m-ubuia te rtvtilin da furtaa* tt
grosseiras e re^uguanUs, neai-um reprciaana aasst
Unu arrogancia a pavel que aceiUMi cuea vivna
signaes de hurailhaco cusno o Sr. Dr. iae Amiti-
nio de Figueinilo.
__ Foi pois, isso que excitmi mai* a nlu iadMOti-
fo ; e ten justamente por esta raso, qoe tmmm
seu artigo por assuinpu> da discussao esa que a*
entrar.
E como servio-lhe de exordio a Ma psasua. ra
analysarei o sea artigo, comocando par asila alia
aasMQaai.
Farei din juizo critico do hornera |>olilk-a ca pn-
iih'im lugar, e pa.--arei a aualysar em toda: aa
suas partes o sen chefe daara.
Ponho de parte a Ma preccc^ipacM da ojsmti, .
a mana de fallar sempre de ua saxibididr. e
seu amor lber lad--.
A sua prorissio de fe-, e o sea pasnisat sae aaa-
cati, ajoeibando se al beijar o atrio da ardasa je-
sutica, so servara para mostrar a si
leticia, e a duvida em que se acka
rao sobre a sna firmeza de prii
Quera lera consciencia di qos nao sa
apregoando e anda aieisag ajaaoda pwrr-bi asfu-
ma d vida nos outros, uao fu ura tartn, tr-u ansa
despreao as injustas desconli
si a sua rmata a ea
confianza de si, anda
juramentos, em que niagoeea caoia, i a
sempre o Sr. Dr. Figuetradu. a^aado sa ao nstn
de todos aquellos que o couaeceaa da |
Guarde o Sr. Dr. Figoeitoe w
de le, uao ha quaw duvsde dat
senlinienlo-, lodos saosai qosS. S. lia boa hao-
ral, como beta cunsarvador, ua basa eaaaonMa
consiitucional, oonw ferresha abialaliala, oa ara
blicano em ultimo caso, censalo qoa aejasa aas-
feilas as suas iihipn -
E se nao assim, que o digan osfM osaba*
cero de perla. _
Lancou se aa partido hoerat, m t*rjinwmt
taocias, do qoa pelas cuoocias, pala rasa* pasa
sentnienlo
Nao tara aaaa tda fia a dajasa
tere com ella privado .
ao abMdawsaM dsacaruada, 1
a ruaO ai rugante aratoasaai
Srivilegias al o seaharie karnlarial ,
9 Sr. d Vdla BelU, 000 a laca sis d. o. 1
Muribcca, cujea aritaagias da
fendeu oom eatb
sao de7aaaaiada
ao mesma l
rom escarne* a dasarese a eaiadaas osa aaaoo-
ver-m a dpour o e
epiliietos alTsuaMas 1
aasa*
finjai, aaardsada asa.
naca, Qo-aj ao* toa
Eu citarei atgqas
ravel para mostrar,
justas.
0 Sr. fifurirasb-
mrrto
iwoabtdaVak
\



f
I
W&kMf *Pnfinl)c*'^ bguutfe fera'^.^ifoMb d0*if 73.
S
logo a defe
t 0Sr.
iinncia do
deixasse sh
,(oiii a:ai)*h'o que ne-
ta no late* da Maribaca,
raidhte, a per-
a O Sr. Figufired*... foi a poeira, e nao o< ei-
dadaos ualififuKs, %n tencet h tetrao tta {ve-i
guezia da Vcukei
a O Sr. Pama-e i mz^ estai-3*jVs|e, a qne o no*
tire deputa lo qualifiea de poeira, (i completamente
IQledonheida a imperio dp Brasil, i
Continuandoo8r. Figueired. u preconisar o me-
recimento real do Sr. do Muribeca, a quem (acul-
tava liberalnienti' o dominio da freguzia da Vdr-
Sn, oVu como razio valiosa o dispar o barao de,
uribeca de una gradde por-;ao de torras, co n-
.pradas para assegurar o seu dominio legitimo T o
que deu logar a exclamar o Si: Paula e. Souza,
possuido da mais justa indignadlo. E v mu li-
beral qae eem dizer que quem compra Ierras,
nsmpra tcukbum stMs mroi-es! 1....
. Eis o homem o que !
Como se aclia i-olado na posicAo, 4i;n que est
collooado, na qual nao sabe apoiar-se, nao tendo
nsideracao propria ero circulo seu, elle se con-
traa* com simulado dovotanieflto. liesfazendo-se
em tesiemun'os de louvor ao Sr. de Vill.-Bella !
Mis que valor podem ter os seus luvores, que
concede pode merecer o sau autor ? Aquelle mes-
mo que apoian lo com alor o 9r. Gedoy, no sea
toril hanto discurso, pronuncia*lo na sessao da i
de maiode 186i, vero uoie.endeusar o Sr de Yilla-
Bell.l
Basta citar os trechos que se seguem abaixo para
ajuimr-se de nma e otra cousa.
O Sr. adotj : (en referencia ao Sr. do Villa-
Helia)..... B a un hotnem de t-o ar,anlKida es-
libera, que se cominette a presidenciable Pernam-
kdcoT..... Bhlse erlmdrilB rfiief o pfaprld expe-
diente da presidencia escripto por uo Mtra-
nua.
O Sr. Luiz Felippe : Est engaado
O Sr. Godoy :Quero nao ve t aoreasor ir to-
dos os das ao despacho ?
O Sr. Souza Cnrvalho : Qpea d ateesnor t
O Sr. Figueiredo : E' o m;smar nrressar da
assembl'a provincial l!!....
u O Sr. Ooioy : -Sr..presidente, um homoin,
como este, nao ude recebor a aomenageai de res-
peilo devldd a nm presidente.
E o Sr. Figueiredo apoiou essa proposico;
romo tinha apoiado a do aceessor.
Eis, portanto, o que valem seus luvores, ajuize
o publico e o proprio Sr. villa-Bella, a quem elle
fazia justica naquelle lempo, e hoie tanto lison-
geia.
Eis o espirito desso homem, que est sempre em
contradicho coinsigo inesmo.
Um Yankee.
(Contina.)
rniKA uo
4S 3 I
Cambio i*sonre L
TAIIDK.
ciaes.
div. 23 5,8 d.,116
eiido hinco 26
o|8 d. por 1*000, hontem.
i 1 *e > "eve
pelo presidente.
Antnio Leonardo Rodrigues.
Pelo secretario.
As pesoas Wfff|*ni!T0*|rc,ri a ftssa nrrema-
cao coinpareflmf'AV-sA:s sessoes da referida
jnnta no di acii meiitioaado, neto meia'dia, e
competentemente hnbiWlBd.s, .
E para constar se mandou publicar "o pre?eifli
pelo jornal, y '%\'-X
ecretaria da thesouraria provincial de Pernara-
WiCoC Ifdc junlvo de fR;:i. *
O olDrH|h1lA- '"
M A. Ferreira.
Pela Uiesuuraria provincial se (az pubI6Q, i' i I .'
\LF.\TvPEGA
aendimento A>> dlai'a 20. .
Wem do dw'21
.180:1935915
22: mt'M
.0 '
Descarregam hoja 23 de jiiiiho de &f:i
larca ingleza Fasdkr taxa* do forro e* ir-
Tio j despachado p-ra o caes do ApoJfd
e taboas para o trapiche Conceico, para
despachar.
Lugar inglezf'/fujc O' ilnrayarinha delrigo
ja despachada paran ones do Apollo.
Lugar portuguez Juliovialio para deposito no
trapicho Confia, I
Vapor nacionalGuar-(esperado) eueros ha
ciotae*. o tra)iche da obmpalrihla, pr-
nambucana
4LTF.R\cXo NA PAUTA DOS PncOS DOS GBKEOS
SUEITOS DIRKITOS t)E KXPOflUSj, MV SfeMANA
be 21 A it>K ju.vno b 1873.
Algodoom rama oi^ La oO o kilo*.
Assucarmascavado 129 rs. o kilo.
Carvo de pedra estrangeiro, tonelada meliiea-
16*000.
Carroco-de algnrfad 20 rs. o kf!b.
AMaiulega de Perh.iinimco,8f le jdnlio d 1$73.
O 1 cohferentJ. Hibiro da Ctifiha.
O 2"conferehte-resfo Ahgsto de Athayde.
Approvo.Alfandega 21 de'junho de 1873.
O inspector da alfandega
Fabio Alexandrino de Carcalho lleit.
Iiiiportncito.
Rio Grande do Sul, brige portucuez UuiBo,
consignado a Th*maz deAquino fofcec & sc-
cewres, a,1nin>sfcii :
Azeile o> aineiitlofin W lalas.
Couros 50.
Linguas em sahuura 3 barris.
Sebo em rama 3,66 kilos.
Tainhas em salmonra 10 barris de .
Xarque 119,069 kilos aos consignatarios.
Rio Grande do Sul, barca brasileira Deolinda,
consignada a Rabello 4 C, manifestou :
Couros 60.
Xarque 178,26o kilos aos consignatarios.
a ordemilo Exm. Sr. prpi-
eahufem datada, vito ora-
i K no corrento mcz. para 6e-
qiWmais dr, e por lempo
imppstos provinciaes,. inclusive o
tfe con
denle da provi
mente praca,
rem arrematad
de 3 anuos, os
dizimo do gado vaitum, que se cobrm as co-
marcas de Tacaran! e Flores, e com b abate de .*>
bor cehtdno-preWiporiJtie Ibram mShnrrmcnte an-
mjnciados, flcando- a^sim reittzi :
fchrdt, por almo. .... r'MlliO
Flores, Mor anno..... If.mim
Ep'arafcbhsrhr 'S i'nandn pbliar ti prfefcbte
ornal.
ecrefarlA d tttesWurataSj.-o+imfl 4 ftriun-
buco, 19 de junho do 1823.' J.,,{
Juizo dos ftlitos da fazencf

a
e
A *traia<|iiilltlile social
lireito le rcuiiiito.
Iil
(ConclusSo.J
A necessidade da ordem tao
grande as sociedades huma-
as que estas se prestam sem-
pre a restabelecc-la, ajndando
os qne se ncumbem de as
feeorapor.
r (Th,Pr?l
rmta m nu el xcripta manen!.
Anda corre estampado nos jornaes de I86 que
na frguezia de S. Jos desta cidade, e quando os
eidadaos pretendan) exercer o direto que Ihes
confere o art. 179 i. da constituisao, disper-
sou-se una reun*o no intuito de manter a ordem.
Era eolio ehefe de polica o Sr. i'indahyba de
Mallos, nma das aves do prmjresto.
E' l'actn Ineontestavel qile a ordem publica, bem
como os direilos de ci lado algon nao tiaviam
solTrido em cousa alguma : nos nao estavamos no
lado em qae estivo nos no din li do passado, e
em a auioridade eslava de p jase dos factos como
steve o Exm. Sr. presidente no dia 16.
Entretanto o Sr. Pindahvba mandn dispersar a
remiio no pateo de S. Jos: espaldeirou-se um ci-
dado, a pespeito do qual nenhuma presnmpcao
naria de i-rmiinalidade ; eo que roais foi?
A mesjna aotoridade, o Sr. Pindahvba de Mat-
Ips, depoia de consammado o helo, aproximou-se
do em sangue, e. em tom sarcaslico, pergunta-
llie : ento Sr. Borges anda faz m-cting ?
Quem eslava ontao no.podor, ho de pereuntar
todos i
Juaes oram os homens que formavam o partido,
em eujo nome era goternadu o paiz ?
Outr'ora esses nculeados athletasdas liberdades
defendiam o Sr. Pin lahyba de Mattos, que man-
dn espwdeirar a eidadaos noexereicio do direi-
1o do rennlo, sem liaver um s facto, nao dire-
mos eriminns., mas (pie encaminhasse a autorida-
de a presumir qu algnm crime se pratiearia !
Hoje destroe-se a propnedade e invade-sc o
asyle do eidadao, abusa-se dodireilo de reuno
,'"'"';i ,)JA,'',S principios liberaos, eos amigos
da liberdartfclTito que adimfraf) revoltam-so
cintra o Exm. Sr. presidente, o injurian) em um
j/i.'iM'/f.v/o. por pie obstou a continuagao da per-
[ielrar.io d erimes que eram resultado do abnso
I i mesoij direiio de reuno !
Fnlretmio, iHgno de nota, que os mesmos l-
beraos na Maputo do dia 16 foram os primeiros
a rondemnar o prorodimento do dia li, e de ma-
aeira nenhuma qimrara tomar a paicrnidadc do
mesino procedimento.
Mas nao forn lgicas, e portante Ules pr*)-
pnos iveLu-am que tmhnm plano poltico, desde
ne eeosoraram a presidencia pelo facto do dia
Mi.
Oh! pois vi'u eoudomnaes os factos do da li ;
na vossa senteoea insinuaes que a autoridad de-
ve ser responsavel, porque consentio na perpe-
tra, a*) dos factos criminosos; e no dia 18 publ-
caos um mtnifrxio doscompondo o Exm Sr. pro-
sidente, porqne nao consentio que os autores dos
ei'iine-, que se deiuneiavam peranto a mesma
autoridadr*, cbotinoagsetn a concitar as massas a
n-.vos attentados...; qual aconsequenea lgica
e necesaria ?
A consequenea a que o Exm. Sr. presidente
Mnconoii em sea ufllcio dirigido no governo ge-
ral, relatando 03 acontecimentos de I i e 16 do
passado. ^
Quem estnda e descrevo o< facto?, estuda os
em suas eaoaai prximas c remotas : antos do
dia 16 esses factos criminosos podiain ser altri-
buidos a excessos populares e momentneas, pro-
vocados pelo acio do Itvm. bispo : nao se pode
altribui-lo a plano poltico, porque o mesmo par-
tido liberal as pessoas do alguns dos membros,
apressou-se em declinar da paternidode, e mos-
trar que em nada era solidario com os autores
dos erimes de li; mas depois dos dias 16 e 18,
em que appareceu o mantfesto nada mas confor-
me as legras da lgica do qne, o partido aceitar
a responsabilidade dos factos de li ; e conseguin-
temente nada tambero mais lgico do que o Exm.
Sr. presidente dar ao partido aqoJllo que o pro-
prio partido diz ser seu.
Isto o que decorre lgicamente dos actos do
directorio, srlvo se o directorio nao representa o
partido liberal.
Se, porm, nos actos de 14 e 16 nao houve po-
lilieaj ainda com roaioi a de razo, o Exm. Sr. pre-
silente devia proceder, como procedeu no dia 16.
Vejamos este ponto.
Rio Grande do Sul, hiate porluguez DcVgentt,
consignado a M. C. Maia, manifestou :
Couros 5.
Graxa o pipas.
Sebo 30 barris.
Xarque lil,48i kilos aos consgnata'rios.
Buenos Ayres,
signada ordem, manifestou :
Xarque 235,290 kilos.
0B#ACH S
tiaelonl.
O Dr. Joa.piim Gotxjtilres Lima, juiz de direile
privativo dos feitos da faaeuda nacional, etc:o
Faro saber a toilos que este vrem que no dia
i de jullio prximo futuro se vendar BU praca
puldira deste juizo pelas It horas da nRiih In i
sala das audiencias, 1 sitio sem casa, denomina-
do Rio Topado -, era Oiiadiv tu eojita'>db mor,
ataliadorpor^ilOiHee, penhorado a Jb Rnferto
do Espirito Santo, para pagaiaenlo domte BeVem
os herdeiros do finadu Jos Joaqnim da tmelda
Guedes. .
Epara qne chegtte a noticia a ledos matflei
passar o presont.
f Dallo e pOssalo nesia cida nambuco, aos 14 do ihoz de junho de 1K73.
Eu, los Franeiseo do Reg Barros, escrwio o
slibscrevi.Limd; < '\. Pagar afinal 200 rs, de Sello.-R. Barrosi.
o o o iil ii mili
------
__
bl
9. batalho de infantaria
O conselho econmico deste batalftao ftolrata
com qum raaiores vantageus ortereccr, os gBderos
abaixo declarados, sendo eljs de primeira quali-
dade, para b fornecmenlo qp 2* semestre (lo"cor-
lante auno, a tglllad _s pelo novo sysiem the-
Irco decimal trencez, a saber :
Arroz pifado, ssucar maseavinho, a-.Mte doce,
iprcfrmiftUviJilrnjSoil^ mc.*)tnisno nioilcn-
nado da, devenido seras propostas em carta
fechada, ou aot** ne Mnptorio onde melbior
podrdc*ijift)riiiaw8fr/l0iMKJ<;**i tte con-
trato rf'twtwnntaf*. BWrfaTa--5e m Srs.
hcitontos qao o pagamente dw fetrt'em so-
dulas.
fase sobre manaes se iHfttWQAr. '
B.URHOUOJiHGfiK.
Chal'ariz o bica do caes do Apnftt.
Dito da ra da Cruz.
Dito da run do Brum. *
Dito e bica do Forte do Mallos M'.MOrOOO
BAIRRO M SANTO ANTONIO.
Cbatariz do largo do Carino.
Dito do largo do Pedro II.
Dito do largo do Paraizo.
Dito da ra do Sol.
Dito da ra da Concordia
BAIKim DE S. J*J8R.
Chafariz do largo da Ribcira. '
Dito da ra de H. S. tte Trr/o.
Dito da ra Imperial.
Dito da entrada da Cabanga.
Dito do largo de Nossa Scnliern tf l'z dosi
ATogados M'TOO-^ODO
BAIRRO DA BOA-VfcTA.
Chafariz do c* % CapitriW;.
Dito da rua fatoW.
Dito da cidado nova de Sanlb hi*f.
Dito da na do Principe.
Dito do largo da Soledadc.
Dito da caixad'agua dos Pires.
Dito de S. jliharV ^s-Mfiftas 19:501,
'"ffSWieiV-rTA lfffWHf.1.
Una do S. fcrpo fUlaf)
Gasa terrean. W3 7.5. 0i0Oii
Os pretendnites devefio aprseniar no arto da
arrematacao as suas firteos, ou comparecercm
acOTpanhados dos respectivos nadores, datando
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qne contiver estabeleci-
ment commercinl. assim como o servico da lim-
peza e prevos dos atoremos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
eife, 2 de jmnho de |873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Sakta.
S:i0090bO
Facaldade de Diroito.
Ue ordem do Exm. *. ooselbeirodireotor iu-
irino, faeo publica a lisia das Alias aa abona-
das dos alumnos da 2.' cadeira do i." anno desta
tanrtdde, com rdeloaa.s prximos lindos mezes
de marro, abril e maio, eonorme foi julcado era
ssao d fcongregaA, de U de maio ultino.
X. 12. Joaijuim Francisco Teixeira, 15 falUs,
InelnSlve urna sabhatina no mez de maio e cortti-
*a a faltar, c B. 29 Francisco Frcderieo da Ro-
cha vielrn, no mez de abril e Iil inclusive i sa-
bbaiina no mez de maio c contina a faltar.
Secretaria da Faculdade de Direito do Reeie,
W de Junho de 1873-
O secretario,
loi Honorio Beaerra de Menecea.
^DMIXlktRACAO DOS GORREIOS iE PERSAM-
BCC0 23DEJU.NHOI)Ei873.
Malas pelo vapor Guar da companhia
brasiteira.
A cori'espondencia que tem de ser expedida
bje (284 ipein vapor cima mencionado para os
fbrtos do norte, ser recebida pela maneira se-
lllacoe de jornaes, impressos de qualqner natu-
reza e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias aw 3 horas, e estas ate" 3 l 2,
pagando porte duplo
O administrador interino
Vicente Ferreira da Porduncula,


00
Ch
Ditc
attffcsarw

CAfeitNGA.
323?500
112*300
4379800
COMPANHI ftR N \ MMC%H 4
t
UmvrxmrAw ciwtrir m pw
SATAL, 'AR.V1IYBA, %XC\0, SH^ROtO*, lllkx
CEAR. aCMai\
O
H
aajaaM para rajar
tu* arisn SMdia *
4ff anassss, aV 1 K.
cas da taraV.
Recetie carga dia mmmneri; pa-
-ag.-ns e dinheiro a frote aW as 2 horas do Ur+
do dia da sabida : cscriutorio ao Porte 40 aJaov
-_____________;___________^
COMPA.NHIA PHRN\MBlt.4!U
DR
VavcgucA r4(4*frii ilp
MACEI, eSCAUU, PFA'tDO E A*sUCAJ'.
O sapor Mm***.
Mk
rawp-T
as* achata sw s JH
a tomaste, as "
Ihaav frt...
Recebe rana ate odia As inendas edinfteJN a*-ii*ate as I ln**a-
do dia da sabida csrnplmi no Forte
tos n. 12. ____________________
COMPANJII.V PRRNAMWt \N
l
X'iavo^Hrst* coMlrlrat a :ftf.
' M\M\MtAHl .
O vapor Chihi-/}. --
ni.indanli* Silr > .o |or
aporte arsssk. m da J *>
Mardssss) tetan.
Recebe rmt>. raraaaakr*
das, juisnte'o**. ateMate
frete at as 2 hra- da lard" do ate da
oscriptnrio no Forte d. Malte* a 11
da taraV
i m
franceza, paes de I7zgrammi cada Uin, ditos d
lli grainmoscaaa ii:ii, toiicinho o vinagre.
Os preleridentcs Bevcm aprewntar uas phtoos-
tas selladas, enl canas fechadas, are o dia 28 do
corrente, as 10 horas da malina', iik secretaria do
polaca hespanhola hidro. con- respectivo qnrtel.
Quarti'J. do 9 blam'o de iifahlaria o Itspicio
em Perhainbuco, f de junlio de 1873.
Odilon Piock Roniho
Al'erns seerelario interino.
4881*000
1S050OO
1325000
Bebcribo,
DE EXPORTACAO S) DIA 20 DE
MAIO DE 1873.
Para as porlos do exterior
* So navio inglez FuzUier, para Liverpool,
carrejaram : i'. Jcfferies a C. 800 saceos com
60.000 kilos de assucar niascavado.
Sa barca franceza Guilhuume Tell, para o
Havre, carregou : Tisset Freres 700 couros ver-
des com "33,700 kilos.
Para ot porlos do inlrwr.
Para o Ro de Janeiro, no patacho portuguez
Jos, carregaram : B. Oliveira k C. 30o saceos
com 22.50U kilos de assucar braneo.
Para o Para, no patacho brasileiro Olinda,
carregou : J. M. de Castro 10 pipas com 4,800
litros de agurdenle.
Para o Aracaty, no hiato brasileiro N. S.
dos Navegantes, carregou : J. A. M. Vianna 1 bar-
ril com 96 litros de alcool,
Para Mossor, no hiate brasileiro Adelina
dos Anjos, carregaram : Oliveira Jrmaos &. C 3
t'Onsulado provincial.
Do primeiro do junho viadoUro comeca correr
o prazo para pagamento do 2. semestre do auno
financeiro de 1872 a 1873, dos imposlos da dci-
ma urbana, 6) rs. por litro do agurdente, e 3
0/rj sobre a renda dos bem de raz pertoncenie-
s cor ra^oes de mao mora, incorrendona mul-
ta de 6 O/o, os contribuintes quo dentro do mes-
mu pra/.o n:lo satisfucrem as respectivas quotas.
OenslMdd pre\1ncial*, 27 de mato de 1873.
O adminisiradcr,
. A. Carrtciro Machado Ros.
volume-; com 200" kilos de doce.
Para Mossor, na barcaca
regou : J. C. Duarte Ribeiro i
litros de agurdenle.
ttda Fhr,
cascos com
car-
768
i.APATAZlA DA ALFANllRr,^
Rendimento ao dia 2 a 20. tttO0il62l
dem d.) ia 21...... 3tiO613
ll:56o/43i
VOLUMES SAHIDOS
No dia 2 a 20......
Primeira perla no dia 21. .
Segunda porta.....
rerceira porta.....
Trapiche Conceicao .
22,(81
195
93
67
366
22^877
SERVICO MARTIMO
Alvarengas desearregadas no trapiche
da alfandega no da 2 a 20. 35
Ditas ditas no dia 21. .....
Navios atracados no trap. da alfandega 1
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao..... 2
38
RECEEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBCO
Rondroento do dia 2 a 20. 30:700066
dem do dia 21...... 2:338833
33:058*899
CONSULADO PROVINCIAL
tendimento do dia 2 a 20. 82:33ia299
dem do dia 21...... 9:773ili6
92:1095 W
IfPK te^^sjr^j wm
MMECia
Pra^a do Recife.
M...ment e transacr;s commerciaes da
prai^a do Recife, na semana de 16 a 21
do junho de 1873.
Cambios. Sbbre Londres a 90 d/v 23 e 3/4,
23 5/8, 23 7,8, e 26 particular, 21 3/8 do
banco.
Sobro Hamburgo i70 as Rechmarc.
Sobre o Porto 110 '{,
Fretes de algodao para Liverpool 7|I6 e 5 [,
por libra pelo vapor.
MSV2MKT8 DO PfWt
_ JNRAOAS
.Assucar-^-6,762 ucees.
Alg*le-2,7l6 -saccas.
DK GRNIBOS.
Navios entrados no dia 21.
Rio G. do Sul-13 dias, barca braalleira Deolind,
de 2ii toneladas, capito Joaquim S. Estanislao,
equipagem 12 carga 12,136 arrobas de carne ;
a E. H. Rabello St C.
Rio Grande do Sul-21 das, brigue portuguez
Unido, de 148 toneladas, capito Antonio, Jos
Pereira, equipagem <0i carga 8,106 arrobas de
carne ; a T. de A. Fonceca 4 C.
Buenos Ayres 2 i dias, polaca hespanhola ziira,
de 190 toneladas, capito B. Colme, equipagem
12, carga i,600 quntaos hespanhoes de carne;
ordem.
Rio Gran le do Sul22 dias, palhabote poriugdez
Vigilante, de Ii7 toneladas, capito Amonio
Firmo Trindade, equipagem 8,- carga 9,700 ar-
robas de carne ; a Manoel da Silva Maia i C.
Observarao.
Nao houve sahidas.
Suspendeu do lamarao para West Indies a barca
ingleza Countessof Seflon, capito Willfam Payn,
com o mesmo lastrj que trouxe do Rio de Janeiro.
Mavios entrados no da 22.
Rio de Janeiro e porlos intermedios 7 lias, va-
por brasileiro Guar, de 730 toneladas, com-
mindjhterAIcoforadn, equipagem 53, carga va-
rios gneros a Pereira Vianna 4 C.
L.iajjrpo'ol e porlos intermedios 17 dias vapor
inglaz Magellan, de 17l tonolada, oomman-
dante G. B. Hoddoek, ipiipagem' 99, carga dlf-
ferentes gneros, i Wilson Ro-^e r^C.
Navios sah'idos no mesmo dia.
Bahia o portes intermedios, vapor brasileiro
Gw/ao de Orleans, commandante J. P. da Silva
_ Maltez, carga dilTerentes gneros.
Callao de Lima e porlos intermedios vapor ib-
glez Magellan, commandante Hoddck, com'a
raesma carga que trouxe dos portbs da Europa.
Santa Casa de Misericordia
do Recife*
A junta adn.iini-lrativa desta Sflhta Cs.1, afora
dous terrenos que posuc rio lugar dos Arromba-
Jos, hoje. Duifte CdeHiit, sch ns. 39 e 40 tendo
aquelle 390 palito* dst* 309 de frente e ambos
de fundos at a baxa mar
Secretaria da Santa Casa de Misericordia dn
Recife, 7 do abril de 1873.
O escrivao,
__________ Pedro Rodrigues de Souza
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas geraes faz publico que hesle corrente
mez de junho que as corporacoes de mao morta,
em cuja classe se coraprehendem os hospitacs,
bancos etc. teein de pagar, livre de multa a deci-
ma do 2. semestre do xcrcieio de 1872 -73 cor-
rente, e lindo o referido mez sera paga com a
multa de 6 Ojo.
Recebedoria de Pernambuco, 13 de kuiho de
1873.
___________Manoel Carneiro de Sou'a Lacrda,
SANTA CASA )A .HISKIIICORDIA H
RIXIIF..
A junta administrativa desta sania casa nao ten-
do realisado a arrematacao do fornecitr.ento de
assucar para os estabe'ecimentos pos seu cargo,
no trimestre de julho a selemluo viudouro, recebe
de novo propostas na sala de suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do uia 26 do crreme, tomando
por base os oreos offerecidos de 240 rs. o kilo-
grammo do de n. 2 e 20) rs. o de n. 3 ; apresen-
tando os propioienies as respectivas amostras.
Secretaria da sania capa da misericordia do
Recife, 20 de junho de 1873.
O escrivao
Pehw Rodrigues de Souza.
Chatarra d*Ta AisPeritmbucas.
MONTf3RO.
Chafariz dess povoa-sao.
apiwtkos. wv
Chafariz dfssa povoarfli).
0 secretario,
fos Honorio f. de eriezes.
Obras militares.
Toado sido autorlsnoo* os conertos, de fine
precisa a cavnllarica do deposito especial de ins-
iruecao, oreados er 2:0931110, sao convidadas as
tessoss que ,i piles quizaren) concorrer a ftpresen-
tpr suas propostas fechadas, ae meio dia de 25 do
aorrnle, na repartieo das olras publicas, onde
se acha *> orea memo.
- Pernambuco, 19 de junro de 1873.
, Chryssolito F. de Castro Chavos.
A cmara municipal do' Recife, querendo
lestemiinhar do Rio de Janeiro que. nao foi d-
bame que Sdjritoll desia muncij)liaite sau au-
xilio ha reniessa dos cscriptos luecssarios para
formar-se e enriquecer a bihliolhei-a municipal
que ter de funecianar nd palacio initnicipal da
cdrti, pelo prsenle com-da a todos os seu* mu-
nicipes a remetter esta cantara todos os escrip-
os coro que entendereirt devf axilia-la Oesse
c^o paiiiotico,quao grandioso empenlio. certa d
6|ae aj)pello e desse modo participar da glora da
referida publicavao
Paro da cmara municipal do Recife, i de ju-
nho 8(j 1*73.
Manoel nannim do Reg e Abquerquo.
PrOp'residenic.
" Pedro de Albuipieruiio Antran.
___________ScbK'l-trio' ___________ :
->- Pela tHesourarla provincial se faz public
tpie forani transferidas para o dfa 26 do corrente'
ai arremaicoes sogflrotcs:
Fomecimento da linicntaco e dietas dos rpresos
pobres da casa de detencao, no trimestre de julho
a setemhro prximo viudouro.
Barreira do Caxang, por anno 1:275 jiOO
Secretarla da thesouraiia provincial de Pernani-
buco, iO de junho de 1873.
O fflcial raaior,
___^_______ M. A. Ferreira.
A cmara municipal da cidade de Olnda faz
sciente aos seus municipes, que em virlude do de-
creto n. 5089 de 18 de set-mbro de 1872, que ap-
prova as itf-trnecoes provisorias para execmjo da
Ici n. 1157 do 26 de junho de 186, qne suhsfitue
em todo o imperio o antigo systeina de pesos e
medidas, pelo systomn nioirie.* fraacz: do da 1
de julho prjimo vindoarq em diaflte, ninguem
poden'i usar mais do antigo systema, e sim do
novo j mandado por na niMiica, sob as penas im-
postas pela mesma le e instrue.Qjes em vigor.
Paco da cmara municipal So Olii; "
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
nho de 1873.
inda, 20 de ju-
Barao da Taearuna
Presidente.
Marcolino Oas de Araujo
Secretario.
Krfital V
Santa casa da misericordia
do Recife.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife nao teuno ainda effeetnado a
arrematacao para o fornecimento da carne verde
me honver de consumir os estabeleciraentos pos
seu cargo, no trimestre de julho setembro vin-
douro, contina a receder propostas lia sala' das
Boas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 26 do
corrente.
Secretaria da santa- c$a da misericordia do Re-
cife, 21 deju'nliode.1873.
O escrivao
, _____ Pedro Rodrigues de Souza.
mihmw
BE
DO
R
JiiH
149.
Pela inspectora da alfandega se faz-publico que
nao tendo sido arrematada a mercadoria abaixo
declarada, annunciada a leilao por ed i tal n Iil,
por falla de licitantes, se transiere a mesma arre-
matacao para o dia 23, s II horas, no trapic e
Conceicao.
Marca II L i caixas com 130 kilos de acido
vitriolo peso bruto nos frascos,.tara 10 0|0, liquido
legal 117 kilos, avahados por 117|, vindas no lu-
gar inglez Alfredo, descariadas em 13 de marco
do corrente anno, o consignadas a Ifeniy Leidfen.
Alfandega de Pernambuco, 21 de jaaho de 1873.
O inspector,
F Quarta-feira 25 de junho
BENEFICIO
DA ACTOIZ
Maniiolii Lucci d'Oliveira
Primeira representacao do excellenlc dra-
ma ero l prologo e o actos, tradazido do italiano :
A ESTATiA DE CAR\E
DitnrlMileao.
PERSO.NAGEXS DO PROLOGO.
Maria A beneficiada.
Perpetua i>. Joanna.
O conde Paulo'de Santa Rosa Sr. Santos
Luciano David Sr. Vicente.
Uro medico Sr. Santos Silva.
PERSONAGENS DO DRAMA.
Nocmia Keller a benellciada.
Fernanda D. Olympia.
Suzanna D. Emilia.
Eugenia D. Josephina.
Herminia D. Rcrnardina.
Perpetua D. Joanna.
0 conde Paulo de Santa Rosa Sr. Suttos
Luciano David Sr. Viceuje.
O marquez Anastacio Casta-
nholas Sr. Cmara.
Gabriel Adriani Sr. Rernardino.
Silvestre Sr. P. Aagnsto.
Vctor Sr Emiliano.
Fre Anselmo Sr. Flavio.
Joao Jacob Sr. Mximo.
Samuel Hoffer Sr. Philadelpho.
Um criado do Restauran! Sr. Julio.
Mascarados, criados, etc.
A accao passa-se n'uroa cidade da Kalia, na
poca actual.
Do prologo ao drama decorrem dous anuos.
O scenario do i acto representando i.m
Brilhantc jartlnn illuminado
e o do 3. acto, ipie figura
O cmiterlo de Sanl Fimo
sSo amhos no vos e devidos ao pincel do Sr. Len
Chapen.
A msica da eancao do 1.'acto composig'
do maestro
LIXM.I
Pai a o referido porto pretestd
SB
sivel brevidade o patacho nortisglita Un par In
a maior parte de seu csrreyaiaowao apafa*. -
para o Nato qu<- llie falta, que n
modo, trata-se cmi m coaaiaaataaiiw
fi*>nc.ilves itettrio. a na do *t^aj
Lisboa.
Soljcrano.
Este brigue mata carpa frese miar oasa
Amoriro Innaus & (*,.
Para o Rio Granle do Sul
pretende seguir rom umita bn-v dad o pilar .
nacional Mar a Km-U<. lem pan* 4 gfenlo engajado, e |ra ret.. .tue hV talu
traase com o sen consienalari-i Ansrnin l.aizd-
Olivoira Azevedo, no seu cscriplKiii, nu d f-m
Jess n. 87.________
Para e Por!
sretende sabir rnnito iMai a g lera pnrtoftx u
Vora / iwia II por ter grande part* do s*M car-
regamculo prompto. Reo-I.- a carga ajae Me tal
a a prtcos mdicos, e laiab<*;ii ^* jflraa, para
)S quaes lem ptimas are ou >U .V : trata
rom Tito Livio Stares, rua d-Vif.'io a 17
Rio de Janeiro
Saldr em poneos dii- o l>ii^_n- ajsl I
loria : para carga traU-se tasa l'-i na Viaam A
C, na rua do Vigari.. n. 7. 1* anear.
Bal
na.
A escuna nacional Geo/yi* teta ja parte dr
seu carregaroeato prompto i sepsa a iwon <
dias |iara a Bahia a tratar com Tas*. Ina
4 <:.
Ina-
COjiPlMilA
DAS
4'
Terminar o espectculo com a I.* representa-
cSa da comodia em 1 acto :
REDE PARA NOIVOS.
Pplycarpo
Ja y me da fonceca
Antonio da Fonceca
Manuel
Mathildc
Emilia
Mafalda
Josepha
Personagens.
Sr. Flavio.
Sr. Vicente.
Sr. Emiliano.
Sr. Menczr.
1). Jcsepliina.
I). Olvmpia.
D. Rcrnardina.
D. Emilia.
A scena passa-se nos arredores de Lisboa.
Principiar s 8 i|2 horas.
Aviso.
esfa espectculo haver um trem extraordi-
nario a^ Apipucos.
As encom mend l^eg^m-se at amanha ao meio dia, no escripto-
rio do theairo, onde tambem est a venda de j o resto dos blhetes.
HESSAKERIES HANTUES.
No dia t do ci*rrente mz spera-sc dO f tos do sul o vapor (raarrz l ennans)-
dante Giosl, o .pial nVpoi
me, seguir para Ik'nfc-os. t<-autl re) c Lisboa.
Para condic.Vs. fre ** | i i ;ij, trata-e aa
igencia, rua do Consmerciu n 9
Rio Grande do Sul
Para o rcferiiln pono pr-tou I i <
a possivel brf\iilade paflat |.:
lar I mninr i-irl'' 'le sou rarn-pnmit fajailo, o para o tala que li* tita tnla
se com os cunsipmt uii* Jr i *n o
lionealves R.ltrao *.V Filli*, ,i i ,i .!> '
iiiercio n. 5.
ai
l.tlllh
. Exportacao.
299 saccas de algolo
'OW sacds de a3arar mascavado
^barricis de dito dito.
WOf'ldajil^dd'dito braneo.
A**cA(S) CtomolercialB6neaceitte,2l de lunJjo
de 873.
. O Illm. Sr. nspeetorrda thesouraria provin-
cial manda fazer publico; que, era cumpnmonto
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
vai-a-pr ca no dia 26 do corrente, pa-a ser arre-
matado por quem por menos fizer a impresso
dos trabalhos das repartieses provinciaes, por
lempo de 3annos, a cortar do i. de julho prximo
indoaro, servindo de base a quoia deS:000^;
annuaes.
Nao se tendo podido discutir o parecer
da commissao de enntas na se5s3o de 10 em
consequenea de acbar-seo tempo adiantadb,
Qcou ainda adiada mesm'a parao'dia 26i
andante, pelo quo se avisa aos Srs. accio-
nistas a comparecercm n'aquelle dia, as U
boros precisas, fim de proceder-se sda'
leitura e disfcusl30 ; "eiiflao do director,
dous membros adjuntos por haver os eleitOs
recusado, bem assim a de um membro da
commissao de contas por so acharem en tro'si
impedidos pelo grao do parentescos, lindo
o que tomar poss a nova direce.
Ficando desde j1 os- Srs: nocini.sths
crtos de que a ses&o" se far C6m o nufflof
de accionistas que compar'eerem por ser a
sosso continuacdo'da anterior o qne tem
lugar om vista do art. 28 dos eslftutos'-.
Escriutorio da companhia, 26 d iiirho
d 1873.
, Osecretario,
Jos H. f.'db Mmim.-
O abaixo assignado, lancador da recebedo-
ria desta provincia, prosegue no lancamrnto dos
iropostos geraes,, sendo pessoal, industrias prolia
soes e decima dos predios das corporarops de'
mao morta, as seguinies ras: travessas e bc-
eos do bairro do S. Fr. Pedro Gon.-alyes, Viseonde
de llaparica, travessa da mesma, Baro do Triuiu-
pho, S. Jorge, Guararapes e travessa, Occidertie,
Areil do ftrum, caes do Brum e Apol o, praca de
D. Pedro l e iravesa de fnesma e do Pharol, largo
do Chaco e becco da 'Mpfef j .devendo, em vista da
lei, os senhores inquilinos e localarios dos predios
das referidas ras, tra/essas e boccos, anresenlar
os^ehk respectivas reei'Sos e contratos de arrn-
damento.
Recebedoria d Pernambuco, 21 de junho de
1873.
O langador
Manoel Jos Soares de Arellar!
Ciiiiijiatiliia ilo Bcbf-ribc.
No dia 23 do correnre, pelas 12 horas do* Sobrad n. 18 .
dia, ter lugar impretern Muimite no osfeT
SANTA CASA DA MISKICOllMA DO
recifi:.
A H|ma. junta administrativa da sania casa da
Misericnrdia do Recife, manda fazer publico que
as sala de sitas sessoes, no dia 26 de junho, pelas
3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais yantagens olerecer, pelo tempo,de um a
tr s anuos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECI MEATOS DI CARlDADE
Rua do Padre Floriane.
Casa terrea n. i5.......2005000
Rua das Calcadas.
dem n. 3i......, 2003000
Rna de-Hartas.
abrado n. 9i........601 000
PATRIMONip DOS ORPHAOS.
Rua da Seniala-veiha.
Casa terrea n. 16...... 209*nqt
Rua do Imperador. "
tVimeiro andar do sebrado n. 81 500^000
Segundo dito to.......'lOOiOOO
Loja do mesuro'......8u00H0
Ria dS. Qoft^ali:
Casa'terVc-i Ti.-2f.....
Rua da Madre de Dcus
dem n. 8.....'. .1
Becco das Boias.
THETRO
SANTO ANTONIO
EMPREZA
sjptjtcaaas^ar'tjtai
Beneficio de Theotonio Jos de Souza, mestro
da msica do 1. batalbAo de infanta-
ria da guarda nacional,
Este espectculo, que estaa annunciado para
o dia 19 do corrente e que nao pode ter lugar por
cansa do mo tempo- ca transferido para
Scxla-fcira 27 i!n niprenlc
com o mesmo programma j publicado.
O beneficiado pede aos seus convidados o favor
de conservaren) os seus blhetes.
DA

Ja 19-1 <
pao r .
apfNtfaaV
IKiMlt.-S I*.
,U
4V1S0S MASITIMOS
Rifa doBuos!'
torio da companhia, rua dtvCibugif, n. ]63f
ii arrematagao dos chafanzes o bicas por Casa terrean,
bairros, nao se admittindo prppstas que Wem n. 20. .
comprchendam mis que um bairro e nfem hkifJa Vefti
por espado menor de umant. Os
licitantes podem compfrecer com sous-fia-
Casa terrea-n. U
11 i) a da Lapa.
2O0O0
SOOlODO
421101)0
202IOO
$. Casa terrean. I
a.
,'Cruz.
isSoe
213*000

Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At Q dia 27 do corrente espera-se da Euro-
pa o vapor inglez Boyne, commandante Reeks,
o qtil depois da demora do costme, seguir
para Bnenos-Avres, tocando dos portos da Babia,
Rio de Janeiro e Montevideo.
No da 28 do corrente, espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Neta, commandante H. Bax,
o qual depois da demora do costume seguir
para Southampton, tocando nos portes de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens-atc, trata-se na agencia,
ruado Conunercio n. 40.
Sobrado n, \f, |tD0i
Para o Aracaty
o aovo e rauito gnperior palhabote Lemifta #i
Cna, capito a praUeo Manoel CaeUno da. Costa,
tem seu carr egamento quasi engajado, e para o
reato teatro na rua do Amorro) n. 60 com Anto-
nio Aufam da Sotua Aguiar.
barca portugnoza l>expii/iie
neladas e 25,000 arroba
Casia do metal, encavillin!.-)
bre, com o sou uias>am,
coplelo, o os mais artigos
mesma barca.
n m*;:
Na sala da entra la da assoctarao eren
aaarcial.
As 11 horas.
O agente Pinho Borges per mandad* n Ma
Sr. juiz de diniUi especial do cmimi-t.-io. t \
queriinento dos curadores faVars la massa faBnaa
de Ferreira 4 Lonreiro, precelidas as (omal:
dades lepas, vender a sapradita barra nasa
pertenras da mesma. a qual se acha em fcaafc
trapiche Cunlia, exposu a rxasne dos rnnru;
tes.
LEILAO
DE
FA'/INDAS
e de 3 caixas coni cawns de coras.
Hoje
As 10 1(2 da m.inbi
O agente Pinho Borges b-var a < ilao a* b -
das cima declaradas e mais ootras i imillas a
milros arligiw.
Km seu esciiptorio, roa do Bom Jeans a U.
primeiro anlar.
LEILAO
DE
nmeis earedius
A saber:
Bous e diuerenlea miivcis i n*am\ laara, tn.>
crvslaes, quadroa eow Anas |iainans m^tUm **
electro-pate, e ruisas ontraa aajeaasa d rasa da
familia.
I'm cabriolet aaanrieano a 1 nai sa ajas.apa.
QIINTA-FEIRA MDK JCMD
Na Capimga,



Diario de Pernambuco Seguyete fe**a $3 de Jtank de 1873.
casa o. ... da roa das(irioulas
^William Gorge FeaoeOy, tundo de fazer urna
^iagem i liuropa, levar a leil o *wr intervencao j
do agente Pinto, os movis e mais objeetos per-
tencentes e existentes en casa de sai residencia
a Capunga, ra dasOrfoolas-n.....
rt-A's W l|i horas ein ponto 'parra da cstacaa
-do arco de anto Antonio om 4rew expresso que
-servir decondue-io gwl -par* os concurrentes
ao leilo.
<> le I lo prluci>lerat s i 1 hora*.
Em comtinuacao
e s duas horns da tarde
vender o mesmo afate nao s a referida casa
om frente para a margeni do rio Capibaribe,
como tuna oulra ao lado do portao, com frent
para a estrada, sendo ambas edilicadas em chaos
propros, cora 400 palmos de frente e cerca de
2000 de fundo, cora grande sitio, maltas e difiere-'
tes arvores de frnctos, grande viveiro, eacimbas
com boa agua e casas de ibaiiho.
As ditas casas toraam-se recnmmendadas por
serem novas, moderna, oommodos para grande
familia, perto da cidade, por onde tem de passar
a linha dos bomfa (segundo dizem).
Precisa-so de urna senhora pan a regencia de
cata de familia, e que saiba.lor c^screver, costu-
rar e cortar vestidos : a tratar na-Praca de Pedro
lia. 81,2* e 3 andares, dasKS s-JB horas da ma-
nha, ou das 5 s 7 da Urde.; ou na pra$a do
Corito Santo n. 17, 1* andar, -oui dias atis, a
irjualquer hora.
tS,"JS S&Sfi33fflS> 8M8 Jff.K.
E
Leilo
DE
movis e louc-a
Quinta-feira "26 de jutiho
A"S 11 HORAS DAMANH
Se cantes da Europa, 4 mobilia de Jacaranda com
lampo de pedra, i dita de (liaoom lampo da pu-
dra, 1 cama francesa de Jacaranda, i eoncolos Je
aniare.Ho, i coromodas de Jacaranda, t mesa de
amanillo, 1 caman do Jacaranda, 1 mesa elsti-
ca, 1 retogio, espelhos, quadros, 1 marqueza, I
machina para costuras, 1 gaarda-louca, espregul-
cadeiras, aparadores, t barco para crianca, 1 car-
finho com perteneas, i gnarda comidas, tapetes,
lavatorios de amarello, 1 apparelho para chi, 1
dito para jautar, Linternas, serpentinas, vasos para
llores, jarros e outros mais artigos de uso domes-
-tico.
O agente Pinho Borges evar a leilo os mo-
vis cima declarados por mandado de urna fami-
lia que se retira para a Europa.
Na ra da Concordia, -travessa do Bartholomeu,
a. 33, sobrado da esquina.
Regente.
b

Caixeiro
Precisase do um caixeiro com -pratiea de tarer
nado II-a 16 annos de idade : a tratar na Can
tod do Carmo n. 2.
avisos DVERSOS
Ama para cozinhar
J'recisa-se a lugar urna ama
para cozinhar e comprar para
casa tle p quena fami i,
para cozinhar, se quer
crava: a tratar nesta typogra-
dhia ou na ra da Umao n.
49-
ou so
es-
INSTTUTfl UCHEOLOGIGO
GRAPHICQ PERNAMBUC
llavera sessSo ordinaria quinta-feira, 26
de junho corrente, pelas 11 horas da ma-
nh.
ORDEM DO DA.
Pareceres e mais trabalhos de
ses.
Secretaria do Instituto, 21 de junho de
1873.
J. SOARES AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:0001000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Margo (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
llzes bilhetes, um quarto n. 2970 com o:0 0, um
inteiro'n 1754 con >00f, quatro quartos n. 66
com.'IOO, um inteiro n. 1494 com I00, um meio
n. 2886 com 10"3 e outras sortes de ifJJOOOe 20/
da lotera que se acabou de extrahir (55.*), convi
da aos p.,ssuidores a virara reeeber na conformi-
dade do costume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 13* parte das loteras a benelicio da igreja de
S. Pedro Manyr de Olinda (56*), que se extrahi-
r segunda-feira, 30 do corrente mez.
PRECOS.
Bilheto ntero 6000
Meio bil hete 3*000
Quarto U500
EM POIUjXO DE 1003000 PARA CIMA.
Uilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
ilanoel Martina Fiuia
Feilor.
Precisa-se de um bom fetor, casado : a tratar
na ra do Visconde de Goyanna n 157.
Urna senhora eetraageira, sabendo cozinhar
perfeitamente, offerece-se para este servico: quera
precisar procure-a na ra do Paysand n. 21, que
se dir quem .
Precisa-se alugar urna uu duas pretas de 30
aunos para eima, que sirva para vender na ra
na ra das Nymphas, casa n. 9, freguezia da Boa
Vista.
DOS
TRILITOS URBANOS
DO
Rccife a Olinda c Beheribe.
Nao se tendo reunido
numero legal hoje, sao
novainente convidados os
Srs. accionistas se reu-
nirem no dia 27 do cor-
l rente pelas 11 horas da
manha, alitn de se proceder eleico do
directorio, conforme j fo annunciado para
& sesso precedente.
Secretaria da assenibla geral dos accio-
nistas da companhia dos trilhos urbanos,
do Recife a Olinda, 20 de junho de 1873.
O 1.* secretario,
'Joo .Martinade indrade.
Bandeira de S. Joo.
Roga-sc encarecidamente ao Sr. Dr. chefe de
polica a sua particular attencao para urna ban-
deira de S. Joao que se costarna festejar na ra
Imperial, com bebidas, cacetadas e facadas.
Consta que esle anno est mais arrojada do que
nunca ; os convite? tem sido numerosos para as
apaixonadas receberem na casa da juiza capelli-
nbas de raelo, e a rapusiada caclteira *guc.i a
ponta dos aeus punhaes pira o que der ou vier
na bandeira e acompanhamento ao banho.
o se creem as inmoralidades e criraes que
#e praticam a sombra da bandeira de S. Joao I O
Sr. vigario da froguezia negou lrcen;a para figu-
rar no meio de semellianle orgia a efllgie de S.
Jlo Baplista, mas nao obstante a bandeira e o
diverlmenlo sahir ra porque dizem, o que
-duvidamos, que o subdelegado assm o quer.
Ao Sr. chefe de polica pedimos que nao cousio-
uem semelh:mle bandeira, visto que todos os
aojos Ji cae* tes e facas, e este anno mais do que
nunca ha avahar pelas disnosicoes. Algumas pes-
soas dalli j tm escapado de morrer, e raclhor
4>rovenir o crirae do que ppni-lo depoi?.
Camarao.
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobe pe-
nhores de oueo, pra-
ta e brilhaiites, seja
qual for a quantia.
Na meeraa casa
conipra-se os mes-
mos metaesepedras. j
"
' Aula particular.
Secundino Jos de Fara'Siioes. professor par-
ticular de iiisirot-cao eleraenar, avisa ao respeita-
vel publico e com especialdade ao pas de fami-
lia que e t aherta sua aula na rea da l'enha,
n. 2>, primeiro andar; o mesmo professer pro*
melte muito se esmerar pelo adiantamaiito de seus
alumnos.
Alnga-sc por 25* a casa n 6 na ra do ti-
ma, em Santo Amara, .Miando j concertada de
novo : a tratar na rsa da Restauracao 51, ou-
tr'ora Guia.
DEMISTA E FlilS
19-RA NOVA19
Joaquim Jos Gonijakefi
Beltrao.
Ros do Coanwraio S I.* anf r.
Saeca por todos os paquete sobre banco
do Minho, em Braga, .-sobre-.* -fHintes
ulgares de Portugal:
Amarante. :.-...
Arco de Val de V.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
timbra.
Cowlk.
Faro.
Guarda.
Guimares.
I.amgo.
Lisboa.
Mirandella.
Moncio.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicto
Villa Nova do Portiraa. .
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figneira. l .-... _____
Novo lfvro paraS. Joo
tM. AMALTHEAIH
Ow muan predi^Wis ramo
> billa de Cumas
R esponendo a diversas indagacoes dos mor-
taes, lvro de sortes fr. por Z. N. da Silva Freir-
seguido de O casamento que deu em droga, eo-
media. I vol. ntidamente impresso em Lisboa.
.8(1(10!
Livraria franceza.

Ctzinheira,
Preoin-fle -le tima ama paraozinhar : na ra
da Cadeia a. "S andar. _________
ttr natural.
Reteaies-cm carttes de >ilU, coloridos ao aatu-
ral, a tU a dutia: na photvgraphia imperia i
roa d* Cibup, esquina do pateo da matr z. Tra
baiUa-M lodos os dias, seja q-aal for o tempo, chu-
toso n nio.
^*
ffr
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-

B sor de F. Gautier, es-
g pera contimiar ame-
** recera confianza dos
S clientes da casa, edo
% respeitavel publico em
5 geral.
mmwmmmimmm
200^000
Continua a estar ausente desde o dia 13 do mez
de abril o escravo Henrique com os signaes segnin-
mulato bem claro, cabellos crespos, rosto li-
m

tes
so, sem barbas, altura regular, cneio do corpo,
andar banzeiro, cadeiras largas, a perna dreita
aherta, quando assenta o p direto e de banda, o
dedo grande do p direto aherto sem unhas, tem
marcas de bichos, as costa com pannos braneos,
quando e-t serio carrancudo, olhos encovados,
o olho esquerdo um pouco apertado, levou um
cavallo de estribarla, alasao dourado, dinas, tpe-
le e cauda enmaridas, frente aherta. cabeca acar-
neiada, 3llura de 7 palmos, 3 ps calcados com
pintas de foveiro, tem urna mancha branca redon-
da em cima da anca esquerda, j tem dentes que-
brados da cachaca, inteiro ; dcsconfia-se elle ja
ter vendido o cavallo, (quem achar e cavallo e
me o trouxer lera -:-0) O mulato hasceu na Ser-
ra do Texeira e ah c-sleve at a id.idc de l an-
nos, foi dos licrdciros da viuva D. Victoria Mana
dos Anjos, que venderam-no ao Sr. Antonio Ceta-
rio Italiano e este vendeu-o ao bar o de Nazare-
th onde o comprei e possuo ha 2 annos : qual-
quer pessoa que o traga ao sen senhor Antonio
Carneiro Rodrigues Campello no engenho Canzan-
za. freguezia de Santo Amaro de Jaboatao te: a
quantia cima.
CAZA DA FORTUNA
RA 1." DE MARQO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:00(^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premi '
i:000*.
Precos.
Inteiro.......24000
Meio........ 120O0
Quarto....... 6*000
Manoel Martins Fiuza.
da
Pedro Tavares da Costa.
Mara Mauoela do Sacramento
Tavares, seus filhos e genro, agra-
decem do intimo d'alma a todas as
pessoas que se dign-iram acompa-
nhar ao cemiterio pnblico os restos
mortaes do seu prezado e sempre
lembrado espozo, pai e sogro Pedro
Tavares da Cosa ; novameute rogam s mesmas
pessoas, aos seus prenles e aquellas pessoas de
sua amisade e as da do finado, o ubzequio de as
sistirem as raissas do stimo dia que sero cele-
bradas na igreja da Concecao dos Militares, das
6 as 7 horas da manha do da 23 do corrente,
pelo que se coufessam eternamente reconhecidos.
"lia* im*W
Itel^ado de
Xefcrno Rodolpho
Borba.
Tertuliano Delgado de Borba Cavalcanle, Jorge
Clemente de Borba Cavalcante e seus irmos au-
sentes, convidam a todos os seus prenles e ami-
gos e os do finado, a assistircm s missas que
mandam celebrar s 8 horas do dia 26 do corren-
te, na matriz da villa da Escada, pela alma do seu
nunca esquecido irmo Zeferino Rodolpno Delgado
de Borba ; e desde j se confessam gratos a
aquelles que assistirem.
flBBBRHHBSBMHBHBHBVBBi
O. Primitiva Mendos I.enl de
Almeida.
Os prenles e mais pessoas da amisade da fina-
da D. Primitiva Mendos Leal de Almeida sao con-
vidados a assistir urna missa que por alma da
mesilla finada ser resada na igreja e S. Jos do
M.iiiguinho, pelas 7 e meia horas da manha de se-
gunda fera, 23 de corrente, primeiro anniversarto
do seu fallecimento.
Terrenos baratos de 3$ a
nos Afflictos, e 3)? no Sal-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza vende-
terrenos de seus sitios de trras proprias, aos
palmos, em a nova ra quasi em frente a
igreja dos Atfictos ; e do Salgadinho com
a frente para a estrada de ferro de
Olinda e oito para outra estrada ao lado do
mesmo sitio ; a tralar com o Sr. Tristo
Francisco Torres, na thesouraria das lote-
ras.
Avisa-se
a quem der noticia a escrava Guilhermina qn*
foi do tenente-coronel F?liano Joaquim dos Sa
tos, e aepois comprada M Btrao de Nazareth.
representa ter 2o annos, tem falta de denles aa
frente e as mos cora cicatriz' de queimadnra
de gaz, secca do corpo e muito regTt*, qne des-
appareceu da casa de sobrado n. 2(5, da ruar do
Coelhdg, que ser generosamente recoWensado-
Engenho
Arrenda-se ou vende-se parte de dous engenhos
sitos na freguezia de Ipojuca, sendo um movido
por animaes e outro movido a agua, bem obrados,
de oplimos terrenos, e com proporeoes para satre-
jar de tres a quatro mil pes, distando do porto
de embarque apenas urna legoa, e da estrada de
ferro tres legoas : quem pretender dirjase ra
do Apodo n. 55, 2* andar, que achara com quem
tralar.
Ozinlieir.)
Preci hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, arraa-
zem unio e commercio.
A "VI" A Precisa-se de urna para cozinhar e fa-
^xiTJUx KT mas a|gum servico de casa de fa-
milia, no Corredor do Bispo n. 5.
Precisa-se de urna ama que saiba
cozinhar e engommar, para rasa de
familia : a tratar na praca do Corpo
Santo n. 17, 3* andar.
Precisa-se de urna ama que
saiba cozinhar e comprar para
i' I 11. casa de homem solteiro : na ra
de Pedro Alfonso n. 7, amiga ra da Praia.
AMA
AMA
FNDICAO DE FERRO E RROHZE
FABRICA DE MACHINAS
V na di Rara d> Tiiunijili (ma doBnim) ns. 190a 114
GABDOSO *
Ama
Precisa-se de urna ama de idade para
cozinhar em casa de rapaz solteiro : a
tratar no armazem da ra do Imp rador n. 16.
Ama cozinheira,
Precisase de urna para casa de pouca familia,
paga-se bem agradando : ra do Hospicio, casa
de bolas amarellas, n. iG, ou Quemado n. 70,
loja^___________________________________
Ama Na ra de Bom Jess n. 9, 2* andar,
i\.iiidi prL.cjsa se je uma a)na para cozinhar e
outra para engommar.
PortarAio na Estrada Vova, no dia U de junho
de ItC-l, um cavalii) orna os signaes sei;uintes :
caslan&o grande, castrado, com uma estrella na
testa, uma peladura grande no pescoco na banda
direita, bom estradeir baixo, melhor galopador :
rogase a qualquer pessoa do novo que dito ca-
vallo tomar ou embargar, leve a noticia ou o ca-
va Ho ao seu pmprio dono, em Anglica, ou ra
da toiperatriz n. 31, que ser generosamente beui
gratifleado com 20<.______
BOA NOTICIA !
MOTE.
Brincar, folgar,
an-ar, cantar,
Tocar saltar,
Comer, beber,
Ets o praeer
Que deve ter
Os amantes da gastronoma
E os dignos associados maconaria I
GLOSA.
At qne aiinal est baten jo porto de todos os
bellos habitantes desta encantadora cid; de o feste-
jadissimo dia de S Joo, e que a ninguem es-
tranho, visto que as suas respectivas barrigas (nio
sao as das pernas), movidas pelos seus natnraes e
tafalliveis instinctos gastronmico, j Ibes devem
ter annunciado, isto impelkdo ao pensamento o
igradavel desojo de comer bem, beber melbor e
Sozr com gozo todos os attribatos que dimanam
as (estas festivas como a do milagroso S. Joo
Baptista (magano que para abrilhantar o seu dia
permittio para todos um feliz resultado, chorando
anos a desgraca de quem nao leve gragas-); purera
nao este o nosso Bra, pois tambem temos narri-
gas, e sim indicar aos amantes, amados habitan-
tes desta Veneza Americana o sitio onde todos de-
vem ir (levando dinheiro) comprar o indspensa-
vel afim de poderem gozar o verdadeiro prazer que
os bens manjares sabem provocar, e como esse
da tao ardentemente festejado os mais annos,
deve ser duplamente neste, (vejam l se adivi
nhara a causa : lembrem-se do dia 19, da c ega-
da do vapor do sul e das innmeras quantidades
de fogneles que subiram de todos os ngulos da
cidade ao som bronzeo dos repiques, e vejam l
se nao foi.... por causa... da cnuva I...J in-
teiramenle necessario que todos venham ao muito
sonido armazem do Campos, i ra do Imperador
n. 28, onde encontrarlo tndo quanto necessario
para recheiar a barriga e festejar o dia 24 de.ju
nho : ha de ludo e de superiores qualidades e
por preces commodos. Hr. um completo sorti-
mento de manteiga ingleza, queijos, bolachinhas,
doces, aceppipes, vinhos finissimos e licores de
todas as qualidades. assm como uma collecco de
fogos inoffensivos s crianzas, das mais afamadas
fabricas nacionaes e estrangeiras. S o Camoos
quem pode vender bom e barato, porque no seu
armazem
Ha de tudo, de tudo e de tudo,
De bom gost i e com muito etfusao
Para todos com riso e prazer
Festeja rem a barriga e S. Joao.
Venham lodos apressados,
Com prazer e alegra,
Comprar fogos para a noite
E acepipes para o dia.
28-Ra daI;nperad:ir-8
Precisa-se de uma ama
mero 61.
na ra Direita nu-
Offerece-se uma ama para cozinhar em casa
de pouca familia : quem pretender annuncie por
este Diario para ser procurado.
Precisa se de uma ama para cozinhar em
casa de homem solteiro : & tralar na ra do Ca-
bug n. 6, loj.i.
URGENCIA.
Ama de leile.
Precisa-so de uma ama re leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem filho. e que te-
tilla bom e abun lante leite, paga-se bem : a
tratar no 3." andar desta typographia.
AMA
Prerisase de uma para lodo o
i
servico de uma s pessoa
ra de S Francisco n. 39.
'II eniMB^^ j
GIBi\ETE
Vleilico-eirurgieo
HUA DO MPERADOil X. 73, 1* ANDAh..
0 DR. NONES DA GOST A
MEDICO OPERADOR E PAliTEIRO.
KSHECIALI'ADKS.
Molei-tiase operacocs de olbos.
Cnra r*4'n't\ e ibktxfruma dos
estreiUmeiitng a uretra.
Consultas: Dis 7 a* 'O bons
da maiih5.
Chamados : a ;*:alquer rmra.
na
i
NOITKS
Santo Antonio, S. Joao eS.
Pedro.
Uvros de sortes.
O Advinhador 2i, Amalthca 14, Curtas Fatdi-
cas 1 i, Carteiia de Castro Urso ti, Cartoes de
amor 11, Cartoes Sybillinos 11, Cigana 11, Dados
da fortuna 11600, Esphinge 21, Fado 11280, Jogo
da Conversarlo 31, Jogo de disparates amatorios
21, Livros do destino II, Mademoi.-elle Lenor-
fraand U, Mgico apparenie 25", Mata Horas
aborrecidas 2#, Novo eraculo de amor II, Mgico
Fluminense 4,3, Orculo das moyas U28o, Oracn-
o deDelphos 14, Pacotilha Potica U. Revelai.oes
do Cigano II, Roda do destino 21, Segredos do
eiticeiro Buchique 11, sortes avulsas, dados e
artas.
Livraria franceza
Feilor.
No hotel de Apipucos, precisa-se de nm feitor,
para tratar de um pequeo sitio.
0
MEDIC0-CIRURGIC0
9. DO
0 Dr. J. M. Curio
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
W Consulta das 9 horas s 11 da manha.
0 Chamad js a qualquer hora.
* s*$ $$*
Attengao
Engomma-se com perfeisfio rtupa para
homem, na do Fprt n. 9.
*
*
AVISAM aos Srs. de engeiilms eaopuUioo em geral, que nx-eberam da F.ureiM
grande sortimento de ferragcus pata engenhos e pura lavnura, e quaesqnor ontmt ow
d misteres da industria agrcola, o que tudo vendern por procos rarotveis.
V apOreS horisontnes de i, 6, 8 e 10 cavallos, os meibores que vem ao merrado.
MOenCiaS completas, obra forte e bem acabada.
VleaS mOenaS para assentnrem grades de madeira.
TaixaS de feTO f011^0 ,! ^Jli''o, de todos os Umaiino? c dos molhnres fabri-
cantes.
LvOaS agua de tersos i.imanlios.
LvOdaS dentadas je diversos umanhose qualidades.
Arados americanos ftMa-'n
v OmiaS para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
Ck)noert08 C(>nc^r^&m ^>m promptidao qualquer obra ou machina, para o qne Um
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmeildaS ^au^ara v'r porencommtndada Europa, qualquer mackiaMM,
nara o que so correspondem com uma respeitavel casi de lon-Jrw
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ncuinbem-se do mandar assontar
as litas machinas, e se responsabilisara pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Barao do. Triumpho (ra do Brum) ns. 100
FNDICAO DE CARDOSO IRMO.
a 104
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
A' ra Primeiro de Marco n. 7 A, 1." andar.
Lacoste, perito cozinheiro trance/, *20 annos de pratiea, acaba de montar um sumr>
tuoso hotel na ra cima denominada, aonde o respcilavel publico desta Ma tenr i-v
Santa Cruz encontrar todos os dias uma comida deliciosa.
Vinho de todas as qualidades.
Conservas idem dem.
Cerveja dem idem.
Licores idem idem.
U VJLtt TOUO 01H \
Toma-se assignaturas.
Aberto desde as 6 horas '> manh at as 10 da noite.
f
^
i
Offereee^e uma escrava moca p;
cp de uma caa : a tralar na toa. da
o serv-
a Cruz n. 42.
Na ra do >bug n. II deseja-se fallar ao
Sr. Jos Lopes de Oliveira, passageiro do vapor
francez, sobre urnas encommendas vindas da Bu-
ropa por mi do mesmo senbor
600$
Uma escrava que precisa de 6( 01 para com-
pletar a sua alrofra, offerece os seus servicos rffl
garanta da mesma quantia, pelo tempo que con-
vencionar, sabe cozinhar, coser e engommar :
qum prensar ou quizer fazer este negocio, diri-
a-se ra da Unii n. 10.
Dentista de Taris
19 RA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agradei endo ao respei-
tavel publico em ger.d e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que lhe dispensaran durante os quinze annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar qi.e ceden o seu gabinete'de cirurpiao
dentista ao seu sobrinho e discpulo J. M. Leroux
o qual cchando-se hamais de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua confianca e executar os trabalhos os
mais dilficeis e delicados da profissso
O mesmo aproveita a occa pessoas que lhe sio devedoras o especial favor
de manda-ls pagar quanto antes, pois retira-
se muito breve para Pars, aonde se acfcar sem-
pre prompto para o que puder prestar.
FOGO ARTIFICIAL PARA SALCES
PARA OS FESTFJOS DE
S. ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO
NO
ARMAZEM DQ VAPOR FRANCEZ
1 m DO BAKAO DA VICTORIA 7
(OUTR'ORA RII.4 HOYA)
Chegaram grandes facturas destH lindos e apreciados foguinhos artificiaes japone,
zes, francezes e allemes, de vistas muito bonitas, e especialmente fabricados para senbo-
ras e meninos poderem soltar sem modo algum de serom i (Tendidos, e a precos baratc-
no se a retalho, como e;n caixinhas sortidas. Alm destes fofruinhos ha militas pistolas,
craveiros e rodinhas, fabricados por um dos mais > (amados artistas desta cidade, c tam-
bem tem grande porgo de traques chinezes, que se vendern em cartas e em raiiinha< m
teiras.
BALOES AEREOSTATIOOS
Pequeos baldes de 8 a 10
solta-los das janellas c varanda^.
palmos, de papel de c Fugio,
Fugio da casa do seu senhor no dia 29 de abril
do corrente anno, a escrava de nome Raymunda,
com os signaes seguintes : bem prela, cxa, uma
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito di-
zer que 6 livre : quem apprehender queira levar
ra de Santa Rita n. S, entrada pela ra nova
de Santa Rita. Constando ao seu senhor que al-
guem usufruo o trabalho da dita escrava, elle de-
clara que ha de proceder judicialmente centra
quem quer que seja.
CONSULTORIO I
medico cznun&ica

DO
!)r. lanos torra.
Especialidades : molestias das mu-
lheres, das erianeas, molestias venreas
e syphilitieas.

ma-
Consultas das 8 s 10 horas da
nh.
Chamados qualquer hora do dia e
da nonte.
Gratis aos pobre?.
Ra da Iinperatriz n. 36, primeiro,
andar.
9
9
Si
100S000
Escrava fgido.
es-
Coutina fgido desde o dia 27 de abril, o
cravo Estevao, com os signaes seguintes :
Alto, grosso, ps grandes, cara larga e pouca
barba, leudo mais o di do annullar da mo es-
querda cortado, e tem 30 anuos de idade.
Tera-se inteira certeza de vaar as mas desta
cidade, com especulilade na freguezia da Roa-
Vista, as immeuiacdes das ras de S. Goncaio e
Ca,uin' o Novo.
Quem o eap'nrar poder entregar nesta cidade,
ra do Bom Jess n. 51, escriptorio. ou no en-
genho Boaclca, em Ipojuca, re:ebendo a gratifica-
5.10 de cem mil ris
Boacic, 16 de junho de 1873.
Coziuhcir.
Precisa-se de nm bom cozinheiro ou cozinheira,
forro on escravo para uma casa de familia no
Uunteire : a tratar ra do Mrquez de Olinda
n. 35.
Alugase a casa n. H ra do Leo Coroado
nliga Mangueira, fregueiia da Boa Vista, cem
sota e grandes acommodacreg ; a tratar na ra
da Alegra n. 8 da mesma (Veguera, ou ra es-
treita de Rosario n. 17, escriptorio,
Estas novas e interessantes sortes, alm da leitura agradavel, contem dentro
diversos objectos de divertimentos que fazem augmentar mais a alegra entre as fami-
lias, as noites de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
GLOBOS PARA ILLUM1NACES
Globos do papel de cores para as illumnac,es destes Testejos, e que muito
realcam nos pateos o os jardns.
PAPEL PARA ENFE1TAR BOLOS
Estes papis rendados para enfeitar bolos sao muito baratos e prinripalmn :
vendidos em duzias.
Botinas dos melhores fabricantes para bomens, senhoras, meninos e meninas.
Quinquilharias de fantasa,
I I \ V* l'IRIl M tlll !*
I
Brinquedos para meninos
Todos estes artigos vendern-se baratos por serem recibidos em direitnre *
pelos abatimentos obtidos dos fabricantes ein aUenc,o s grandes e repetidas eneo-o-
mendas.
r
ATTENCAO
fabri-
4
Tambem recebe e vende muito em conta exccllentcs pianos, tanto do
cante Blondel^ como de H. Hets e de Fleyel; assim como mobilias de faia
vimes, o cadeiras avulsas de braco o le balanco.
7 armazem do vapor francez 7
Na ra Velha, casa n. 68, da fmiilia dos Car-
neiros, aDromptam se bandejas de bolos de todas
as qualidades com figuras e fitas enni letreiros
dourados. bolos dcS. Joo, can ica branca e ama-
relia, pndins, pastis de nata, doces de ovos e ar-
roz de leite, etc.; prepararase tambem jamares,
com tudo quanto ha do melhor, pnr prer.? razoa-
veis.
Aluga-se
Na na do Imperador a.
um escravo para ajudanlo
bem.
32 prerisa-v alugar
coMHa. Pafa-ae
Batedur.
Precisa-se de b.itedires,on aprendizes : na reli-
nago da ra de D. Mara Cesar n. 30, outr'ora
Senzalla Jiova.
Lijas para tarar.
A do s Arado do pateo Terco n. tapara angaria
: moradia ; e a da roa Direita n. ISO, aara a ea-
tabelecimentft. para o que tea armario, fcaleta,
1 gaz c outras commodidades: trata-e a raa Aa
Impera lor n. 81.
Ha $m li logar.
Um terreno cora uma Vasta plantacu
no Caminlio Novo (Soledade) ; a tralar
Cruz n. 3.
LMiiMrjttis.
Precisa se de 3o cnnl-i de ris a
m como garanta da
lefriida
de ca|im, des, *ujo Valor excede a
na ra da | pretender pode deixar arta IjraografMa a
mn par ser procurada
\.
-*'1-'-.1- '.r:-------1--------------
-~v-r


I Diario de Pofnaibuco Segunda feira 23 de Junho de 1873.

II
_T \

ALTA MOVHIADE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOSfS IE .IKGVEIIO
Ra do Burilo da Victoria n. 11, armasen,, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e ios trunientos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba da abrir no primeiro andar do sobrado o. 12 confronta
tica lia arar, uro grande saiao onda eatio expottos os tnacnico*
1A 21 WfSI da armario, de Pleyel.
-------- de meia canda, do mea mo anior.
-------- de H. Henri.
-------- de Amede Tbibnnt.
Uoieo agente tiesta cidade, dos eeiebres afamados
PIANOS DE AUCHER FOES
oramiados em diversas expo.i;6ss om 14 medalbas de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqni vem da Europa, perfeilamente afin-
is, faltos com elegan ;ia e solidez.
D'aqai emjdiante continuar a annnneiar todas as publicares qne se forera friendo as soas oflcinas de msica?
Tambera receben grande sortimento de msicas p?ra piano, piano r
eanto e entre ellas as lindas composicdea do muito sympatbico maestro
f. s % vrisi
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Olga Maznrka.
La Separacin! P-ra cauto.]
A La eleeirica, grande W'sa.
Fr.nco Brasilero Polka.
Tomada di Vllela Galope,
loaoinha Wal-a.
ALiberUdora Polka.
A Primeira espada W_l*a.
A Mraha Lyra Walsa.
A Natalicia P.'lka
Studienle Po'ka.
I Itlma publicare*
Peilas as offlcinas de msicas
do annnnciante.
Emilia, polka por L Smoltz.
Circaciana, cbotcbr por Smoltz.
Jardim do Campo das Priceza ,
quadrilba, por J. Poppe.
Chova de Roas, Walsa, por H Al
brrtazzi.
CAUTE
% LS /% 111
s
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da iliesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizaren* do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao seren engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEUltON a 11
sacas
300J000 de gratlficacao.
No dia 5 de marco de 1872, ausentou-se do en-
gento Pilos, freguezia da Escada, um casal de
escravos. ambos solteiros O escravo de nomo
Marcolino, com os signaes seguintes : 32 annos
pouco mais ou menos, preto, altura regular, cheio
do corpo, cabellos carapinhos, pouca barba ou
nenhuina, tem falta de denles, o estomago alto,
tem urna cicatrk no hombro esquerdo ; as cand-
as finas ; cujo escravo foi comprado ao Sr. Ma-
noel Gumesda Suva, morador no engenho H osario,
freguezia de S. Jos dos Bezerros. A escrava de
oome Anglica, com os signaes seguintes : 20 an-
uos pouco mais ou menos, preta, altura regular,
bom corpo, cabellos carapinhos, falla mansa, tem
os ps um pouco apalhetados, cuja escrava per-
teiieeute ao Sr. Antonio Coelho de Araujo : pede-
se aos Sis. capites de campos, ou a qualquer an-
toridade que os prenderem, coaduzir a casa do
seu senhor Jilo Coelho da Silvcira no referido en-
enho Pil5es, ou no Recife em casa do Sr. Manoel
os Ferreira Cruz, na ra do Catoug d. 18, que
ser gratificado. __________________
Ao com nimio.
Os'abaixo assignados dissolveram amigavelmen:
te a sociedade que tinham no annazem denomi-
nado Veado Branca, estabelecido na de Marci-
lio Dias n. 16 e que gyrava sob a ra?o commer-
eial de Seves, Queiroz e C, desde o dia 31 de
Janeiro prximo paspado ; tirando a cargo do ex-
socio Candido de Carvalbo Neves a liquidacao do
activo e passivo da raesma firma e por conta dos
abaixo assignados.
Recife, 14 de junho de 173.
Candido de Camino Neves.
Joaquim Augusto de Queiroz.
Joao Ferreira de Maraes.
5_-dfc%?_!l%V* 2
PAPOULA RA DO CABGA
2
Esta fgido o ase/avo Manoel, prcto, 20 an-
nos, cmbela, tem um braco curiado), cravo nos
pe e bebe agurdente": quemo pegar leveo
Esl rugido.
Fu da rata (M abaixo asignado*, no dia 17
do correntr s 3 huras da Urde o escravo Marti
nia viudo 4a provincia do l'i.mhy para ser ven
dio** nesta cidade. por unlein e cunta do Sr. Joao
Estevo Seraine fiaquella provincia. O escravo
leui os >gn_ea aegitttes : dada de 25 a 30 an-
nos, altura regular, rusto comprido, -Ihos gran-
i'., ca bel loa carapaios. hueca e nariz regulares,
e-r pret pouea barba, tem um signal preto e
chato na palpebra inferior do olho direito, usa
funda por aer quebrad", levou em dinheiro de
50* a 80* e a mapa do corpo ; suppoe-se que
elle tomou o caminho de Pedras de rogo por ser
S direccao da provincia do Piauhy, donde na-
tural : quem o pegar entregne-o na ea*a n. 52
da ra do Bario da Victoria que ser bem remu-
nerado
Recife, 17 de junho de 1873.
Burlamaque, Araujo k C
Francisco Jos de Lima, portuguez, caixeiro
dos Srs. Faria & Gomes, ra do Livramento n.
20, declara que havendo nesta cidade urna outra
pessoa de igual nome, assignar-se-ha de boje em
diante Francisco Jos Pereira Lima.
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudantedo 5.
anno da faeuldade de direito,
queira apparecer nesta typo
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
OSr. OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
Precisa-se de urna cozinheira, escrava, ou
forra : na ra da Penha n. 23, primeiro e segn
do andares.
A. J. Reogh, como representante da
casa dos Srs D. ppenheimer fiC, de Lon-
dres, offerece ans senhores logistas do Per-
nambuco um completo sortimento de amos-
tras de todas as fazendas, ferragens, sellins,
sapatos, arreios, miudezas, etc., etc ; po-
den do-se entender com o mesmo senhor, na
RA DOCOMMERCION. 38,
ARMAZEM.
\ll PUBLICO
Oiicm mais eliminado flime ?
Incontestavelmente a loja de calcado cstrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexs, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a razao simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in rommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experiincnta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo aesta forma conheeer se
a botina (he fica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao inmun-
do ladrilho; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se tica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impossivel, que uiua se-
nhora (do bom lomi queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balco, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Pars no America niio resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli podero estar em perfeito commo-
do para a eseolha do calcado.
Nao terminam ai as vantagens ou commodos
do Pars na America i ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan.bem no Imm sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados fabricantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc, e grande variedade de
ehinellos e sapatos, assim tambem un lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
inuitas quahdades oue poderao satisfacer a esco-
lta da mais capkhosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fica expendido, f sl -claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Pars na Americ, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rna do Queimado
Escravo fgido.
Auzenlouse do poder dos abaixo assignadus o
-eu escravo de nofrn Jiwrunn, rrtr prem e de
un.;". Trj.-. imiiio ton*', ztih c.'lr.ui.. c lis:, ir
-.|lii:)llS i-i|||;|.|.ln.- .|e r.-inl i i*.-,'nl.'i.l c:iii'i;;.-:r .
.Sebe cii/.in :,r, ..c u|i.i.-.iii .i <|U.; m i!-.iia..i
Quando falla se rooliece ser negro arheaon.
Roga e a apprelienco de dito i'ser.iv.-, ruja
captura so gratificar l.ein
ItiKife, 9 'te junho de. 18/.I.
_______________Jo? da Silva Loyo Filho.
Est fgida
Pugio em 17 de marn prximo passadn I es-
crava Matilde, de 32 annos, preta, crioiila, e.-tatu
ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem uns
carocos no rosto que parece espinhas, falta de
denles na frente, falla muito manso que as vews
detafia a compaixao, boa sozinheira e eng'>mina-
deira, lilha do Para, foi comprada ogra do
Sr. eommendador Lucena. muito contienda por
ter estado alugada eni ca-a dn Manoel, ins|iecinr,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, c tem sido
viita no Poco da Panella, (fonteiro, Caxang, Mag-
dalena e aqui no Recife : pede-se encarecidamen-
te a todas as autoridades poliches e capites de
campo a sua appreh ncao ; as.im como se pede a
quem tenha amas que verifique nesus que dizetn
ser forras, pois consta estar ella de nma que nao
sahe ra, e que se gratificara a quem a Irouxer
i ra do Livramento n. t a Antonio de Paiva Par
reir. _________________________
Gratificacao.
gueda, escrava da baroueza da Victoria, alv
parda, idade de 26 annos, cabellos carapinhos o
vermelhos, dedo pollegal da mao direila nm pouco
dfeituoso (proveniente de panarieio ), alia, olhn
esquerdo vesgo, e o ventre crescido ; achaiido-so
fugida des le o dia 25 de maio, recoininenda-se ans
capites de campo a sua captura c leva-la ra
d'Aurora n. 25, onde ser bem recompon-a do quem
isso fizer. Essa mesma e-crava intitula-so livre,
ora com o nomo de Mara ora com o de Thoreza.
Escravo fngido
Ausentou-se da casa do seu senhor o escravo
de nome Viceote, com os signaes seguintes :
cor preta, sem barba, baixo, de 18 a 20 annos de
idade, cxo da pema esquerda, tem um pe secco,
anda com nma moleta, eostnnia ivompanhar as
msicas. Rogase s autoridades o aos capites
de campo a captura do mesmo, c o entrguein na
ra do Jardim n. 19, fabrica de calcado de Jos
Vicente Godinho.
De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiticor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja cravo, flan boya nt ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alccrinss
parreiras, coraco da india, romeiras e nutra,
tantas-: na Capunga, ra da Ventura numero 20
DO
C0LLEI.I0
DE
Receberam ricos cortes de blond.
SeJas brancas, do cores e pretas.
Grosdenaples de cores,
Setins de-cores.
Grinaldas de flores de laranja.
Meias brancas cruas e de listras de odres,
para senhoras e meninas.
Meias brancas cruas e de cores, para ho-
' mem e meninos.
Fachas de seda.
Chapelinas de fil e palha.de cores bran-
cas e pretas.
Chapeos de palba brancos, pretos e de
cores.
I.eques de madreperola, osso e madeira,
brancos e pretos.
Meias de seda preta e carmesins.
Lencos de seda, da India.
Casacos de faia e grenadine.
Chales de merino brancos, pretos de
cores, bordados. 9
Vestidos de baptiste j ptomptos.
dec-
raa^aiiiioE at iiTaa raahctz
AMonantclo 1 PAR1Z, ti, loutirtu MoRnuaran,
ETAgAO D08 BAHH08.
Noetiabltmen'o* Viehy, um dot mtlho-
rt da Europa, arhatut-ha Banhos e Embroca-
(Bes de toda a lorie pora cura das doenca do
"l, do da kesis. rala*,
labetl (*, eref etlnliui,
OH Bearan rlnas, ate.
Casa di,dudi1 > iiom II ob Svntiio:
TMtn OiMOTtM no Cul. -HDttc*M Ptr^oc.
f a>i - 8ie dtm. rwivenMtoi Mlhr. .
taaea aa CMiiaaa sa hu uval a vicat.
nnian mPtrmmtmTTimy r~-.-*. aiaaaTT
Cambraias e nansuks de edres.
Brilhantinas, mariposas e fustes
res.
Camisas brancas ede cores, para homem.
Camisas e saias bordadas, para senhoras.
Filos brancos e pretos, bordados.
Gazes e creps pretos, brancos e de cores.
Gravatas pretas e de cores, para senhora e
bomem.
Bournous de cores.
Esteiras, capachos de coco e tapetes.
('cillas e punhos de cambraia.
Grenadines pretos e de cores.
Leos de cambraia de :inho, bordada.
Vestuarios de fustdo, para menina.
Vestuarios de alpaca e easaquinbas, para
meninas.
Popelinas de cresete., etc.
Malas de couro, para viagem.
Chapeos para sol, cabo de marfim, para
senhora e para homem.
Rap principe Alberto.
Ao Ulm. Sr. Dr. chefe de po-
lica.
Consta que na noite de 12 do comente, no largo
da Matarineira, pertencente ao districto de Belem,
bouve um granee samba de alguns escravos ; fo
gueiras, roqueiras, tiros de bacamarte, insultos e
traques iancados sobre os passageiro*; assim pra-
ticaram at a madrugada. Nessa noite os senho-
res dos arrabaldes desse lugar ficaram sem um
escravo para o servico, e a visinbanca nao pode
pernoitar. Nenhum desses escravos foi preso pela
polica por estarem fra da casa de seus senhores
depois das 9 boras da noite sem bilhetes. E' de
suppor qne na segunda e terca-feira, vesnera do
a de S. Joao, reproduza-se o mesmo samba.
A quem interessar
J. Ramos & Machado mudaram sen eseriptorio
de commissdes e^'*isito de matis para o arma-
COMPAMIA
Ferro Carril de Pernambuco
De ordem da directora da eompanhia Eerro
Carril de Pernambuco (outr'ora Pernambuco
Street Railway C) faco publico que em scsso
da assembla"geral dos accionistas, em 3 do cor
rente mez, na cidade do Rio de Janeiro, fra eleita
a nova directora, que ticou composta dos seguin-
tes senhores accionistas : Dr. Honorio Augusto
Rmeiro, Manoel algado Zenha e Honorio de A
raujo Maia. Recife, 23 de junho de 1873.
Gustavo Adolpio Schmidt
Ge-ente.
Preeisa-se de um caixeiro de 13 a 15 annos,
ue d fiador de sua conducta : na ra Direita
ios Afogados n. 27, padaria.______________'
Moleque.
No hotel de Appuco?, precisa-se alagar om mo-
leqoej^ra o servioo do mesmo^_______
CitnsvKorio medico
DO
Dr. Murillo.
I
RA DA CHUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-cflegado da Eurepa, onde fi
quenton os hospitaes de Pars e Londres
1
f) pode ser procurado a qualquer hora do Q
Q da ou da noute para objecto de sua pro- O
rj fissao. Q
m Consultas do meio dia s duas horas /J
\ da tarde. M\
Gratis aos pobres. f!
Especi'ilid cranca e de mulher. Q
%
1 tmprega no tratamento das molestias (jj
C de sua especialidade as duchas fras e O
Q banhos a vapor, para os quaes trouxe O
J os apparelhos mais modernamente em- rj
0t pregados na Europa. W,
i
pregados na Europa.
Tambem appKca com grande proveito
no tratamento das molestias do ulero a
jj electricidade,pelo processo do Dr. Trepier.w
fcKJOOOOaX* ocoo Precisa-se de 1:0: 0 ajuros, dando-se por
hypotheca um predio livre e desembarazado sito
nesta cidade : quem quizer dar dita qunntia, diri-
ja-se a esta typographia a fallar com o adminis-
trador.
Aluga-se urna escrava moca e de bo. conducta
e que corintia bem, faz compras c servico de
casa : a tratar na ra l..rga do Rosario n. 'i v. 1.*
andar._________________
Aluga-se um moleque; tratar na ra do
Duque de Caxias, loja n. H.
HUDANCA\
f.10 I
N. Senhora da Sade"
p^ra
Educar de meninas.

A Directora deste collegio, abaixo asig-
nada, faz sciente nao aos pas de suas
alumnas, como a todas os chefes de fa-
milia que qnizerem confiar Ihe a educa-
cao de suas lilhas, que transferio o seu
collegio da freguezia do Puco da Panella
para a freguezia da Boa Vista, sobrado
w. 25, sito ra Foratosa.
As ilumnas deste collegio rccebT5o
una educacao esmerada sob as bases da
boa moral c da religiao, como cjnvm
a senhoras de um paiz catholieo; e te-
ro por mestres, profesons iscojhidos
entre os mais habis, os quaes serao en-
carregados do ensino de leilura de prosa
e verso, calligraphia, aritlunctiea, svste-
ma mtrico, lingua verncula, historia,
geographia, francez, nglez, msica vocal,
piano, desenho, dansa, croch, laliy rintho,
obras de la, bordados matiz e ouro etc.
E porque a abaixo assgnada copeca
111'je, por urna longa experiencia, que
nao pode a attencao de una directora de
collegio subdividir-sc, por um crescido
numero de alumnas, sem prejuizo agran-
des inconvenientes para a educacao des-
tas e crdito do estabeleeimento ; por
isso est a mesma abano assgnada re-
sol vida a limitir a vintc o numero do
suas dscipulas, com o que julga dar ao
respeitavel publico de>ta cidade urna
prova de quanto se acha compenetrada
de seus deveres e urna garanta ao
pais de suas alumnas de que ser soli-
cita e zelosa em crcalas da vigilancia e
cari-boa buidos, sao de mais para to innocentes
creaturas.
Quanto ao asseio da casa, acommoda-
coes e ditribuicao do servico, acha-sc
tudo providenciado de forma que a or-
dem ser rigorosamente mantida. e que
nao serd alteradas as boas condic/ies
hygienicas da casa em que se acha
estabelecido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de 1873.
Maria Helena da Rocha
VENDE-SE
nina casa larrea. I ein rnatn
nc|!.-.> lie fie:.|e. i-ntl pr-
i|i'ie '
N> | 1 1 v i 11 ;-. Mr r eU
leo !.,
Urna Jila \'\..... na -liada J.- JTiV> oVar-
riM, seml 1 ,. ie;ri. iiuhIs. Xlaol-
111..- \.t :reii.' n a bvuie para
o iHK'iite, no mesmo terreno eximai 4mb> ato 4a
roqueos que dio frurios, < rendmn ii|.
I ni lerrem |>nprio cii-prio para (diaVar-ae ;
com a frente para o sul. sito na rna do Prinrir*.
Tem 1 8 palmos ib- frente, .1 im-ma p\leti-o aa
extivma du lad 1 ii|>|io.-to, 120 paliiMf de c nenlo, extremando pelo lado 4o naseente com
a nova na do cemitei 10.
Os prelendentea podetti 4irif*r-si a rna 4a 8a-
ledade n. oV. Mide reci-U-i.io q>ia>-.|iir .^(dica-
eiVs, e ronveneinii la 1 sobre o preco, das (al
horas da maiil.
Fogo, fogo
e o meihir de tolos na fugint a s k4eaa eoaa
a liuialha de ac, de ferrru, de tur*, 4e til re c
de agulha, me se venda pr meaos a* aatar-
macia e dnigiria .o Ki.rih.iloavu U C_ n. 3
ra larga do R .sario.
Por oOO.t vende se ium Inuii .reto ganSa4ur
de W annos nimio rutiuslo e Ik-ualiiviaM e mti*
tres bonitas ciioifhs de 18 22 aun- s, dou> aaa*
leqn de 8 10 anuos a urna nuiatml* de 14
annos : na rna de Hurlas n. '.'.
\
1 V
\u\ issiiiio !%* pura
de Siinld Antonio. *. JoAo
e *. IV ih ..
Acaba de Mr publiead > a tivro aciuin. o qn-l
ronieiii urna linda rafleccia ie bonitos, a4afia>
sanies a aNaaataa aartrs, e ijroairrH'nte 1
Iccc.io de lecialivos, nana|wa>ua |cm gran aaa e ai-
lao.ados poetas desta p.ici.
('.reinos i|i- pala livro um I* mrllirr> intre-
teninento pala as reunioes lainlians ilastao lV>-
tcjad.v e apreciaw-is nouO-s arinia dila-.
Acha-se venda a I OKI na livraria Econmi-
ca ao |m do aren de Santo AbI-hii i e em outra
- Vende ( um Ii ni sitio c. m oa de \.\<_4a
de pedia e. cal. a ii:irgeiii da e-I 1.ola de
renco > Malta, eoaa praiet*- ratrlaaria aara a.
eavallos. leudo Imas li?s de cafiini, o qual lem
servido da hotel lu mimos annus, tendo W pal-
mos de fren'e. Iiiir;an lo se os fluidos rom o rio
apl.aril* : a tralar na mesma casa.___________
Papel arrendado para eafeiur ttoka : rea-
de-se na rna do Bom iaa n. I*.
tTs^TrIamc.
l.in seus ai 11.17.e11s k ra n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por preros comnir-dos
Tijolos encarnados sextavos para ladnllHi.
Caims de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Timento Hydnnlic'.
Madrinas de aacarocar aljiod'.
Machinas de padaria.
Potassa da llussia em barril.
I bosplioros de era.
Sago em garrafoes.
Scvadinha em garrafoes.
Lenti has em garrafoes.
Bhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de ftrrdeanx, dito.
Vinho de 8M1!}.
Vinho da Ma.ieira.
Potes com linguas e dobradas inglezas
Licores finos lafM.
Cognac Ganltrier Freres.
Latas de loucinbo iuyler.
Barris com jjpdfca em salmonra
MOFINA
Est encouracado I!!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira. de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Ons de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou levereiro e abril de 1672, e nada cumpli;
e por este motivo de novo chamado para dito
fin, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho e
acha va nesta cidade
Arrenda-se um sitio perto da estaclo do Caxan-
fk, com boa casa e cacimba de agua de beber :
quem pretender dirija-se ao engenho Poeta a tra-
tar com e seu proprietario.
Precsa-se de um homem para conductor de
earroca : a tratar na ra do Bario de S. Borja n.
8, antiga ra do Sebo.
Sociedade Beneficentc Luso
' Brasileira.
Em cumplimento s dellberacSes tomadas em
sessao de assembla geral de 8 do correte mez,
fica marcado o prazo de 30 dias para se porem
em dia todos os socios que se acha.n a de-ver
mensalidades, sob pena de perdere.n o direito de
socio conforme determina oa estatutos
Secretaria da Sociedade Beneficente Lnso Bra-
sileira, i5 de junho de 1673.
O !. secretarlo,
Sonza Mira
,... ,.__......--- .11 1 1
Aluga-se urna ecrava que sabe fazer to-lo o
servico 'ntemo e externo de urna cara de familia :
' a tratar na roa Duque de Caxias a 31, 3* andar.
8
I
i
I
o
C^^XJ;
Esl fugida a escrava de nome Bernarda, de
dade 25 anu)s, pouco mais ou menos, levou saa
de ganga e camisa de algodao tem marea de fujo
na na perna direita, e tem es olhos grandes e abo-
toadns : rogase as autoridades policiaes e capi-
tes le campo o obsequio de pega- la e leva-la a
seu senhor, no Caminho Novo n. 110, sitio, ou na
ra da Cacimba n. 1, que serio generosamente
recompensados.
COMPRAS.
Comprase-algunias casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da ra Duque
d* Caxias n. ii.
Compra-se
Diarios a "0' 0 a arroba : na ra larga do
Rosario n. 14, fabrica do cigarros.____________
Attencao.
Na ra de Thom de Souza, sobrado n, 10, ou-
tr'ora da Lingueta. comprase urna escrava de 25
30 annos de idade, que saiba cornhar c engom-
mar ; c igualmente pdese aos senhores corre-
tores que tiverem alguma com s condiedes ci-
ma especifiiadas, queiram dirigirse a mesma ra
c casa j mencionada.
Compra-se urna armacao para taverna em bom
estado : a tratar ra do Duque de Caxias nu
mero 41 A.
Compra-fie
Na ra do Amorinra. 54, aceces da cornpauhia
de vapores de reboque.
' 1 w*w*wmmmmm*w>t*mm*mmm**aauum
ODAS.
Vend-se 100 saceos de railho : na ra
va de Santa Rita, ribejra 4 pcixo n. 19.
Fogcs.
Lindissinios fogos ile vista pro: n '
nos queiinareni dt-niro de cosa, I qne I>h ien m\
China. Vende-se a re Iho da menor quanii 'ade,
a vontade do pomnrador, e a preco haratiiaai- :
no largo da alfandepa n. 7, e aos Atnin^ na nu
da Madre de Dos n. 36, no 3* andar.
Os mesmo* fogos. as mcsinas con li
de-se tambem na ra do Imperador, anal de Ber-
nardo da Silva C llampos, e na rna do aUrqwx
de olinda, rasa de Braga Gomes & C. ___
J chegaram os nui-vilh"** lo"* artii-
ciaes da China, para serem adMa nos salo>i a jar-
dins : caixinbas com vanado sorliuienlo r a jr-
cos desde 20A at 30*. cada caixa : no arnuaji
i do caes da iHaaaVfa. _________
Arades para lavrar a trra.
Camas de ferro.
Cofres de ferro, prova de fogo.
Fugues ame. ieanos.
I'regos ainericaiio-
Balancas e pesos.
Chapas 4e ferro galv.1nis.1do para cobrir casa.
Taxi de ferro iMan I ado
Machinas para descansar algodi Macliinas de cortar fum.
Machiuas a vapor, forca de I|2 e 4 cavaM .
Em casa de Sbaw Ha % C, ra 4o Baa*.
Jess n. L
Allega .
A' negocio urgente precisase fallar ao Sr. J
Giialbcrlu orn-a : na tliooiuaiia das lotera*.
VENDE-SE
milito : no trapiche Cimba, a 6* o aero de Mi
luirs cada um.
9| cada arroba
Superior fumo de Minas em rolos peqnm >< es-
col Indo a vontade do comprador : na rna do Amo-
rim, annazem n. 6"._____________________
Vende-se
ou aluga-se um sitio no Arraial, traves
de n. 2, com 2,300 palmos de fundo e .105 4c
frente, casa com commodos para grande fa-ntia,
encanamenlo d agua, carimba, banheiroe divent*
friicleiras : a tratar na ra do Bario da kt tu
a. 23, loja. Na mesma luja ha para vender duas
machinas de costura dos melhores fabricarte
um cylindro para calcar terrenos, e ama araara
para ardineiro._____________________________
Algodo azul.
Algodio azul americano com peqoeM aVfeUr a
320 n. o eovado : na ra do ("xespo a. 2% laja de
Guilherme.
Madapolao.
HaJapolac com pequeo loque 4e arara a 4*
a peca : na ra do Crespo n. 20, toja 4o Oa-
Ifierme.
Algodo.
Algodo com pequeo defeil.. a 31 a peca u
1 ua do Cresjio n. 20, loja o Gnilheraw.
Gangas de linho.
Gangas de linho para ronpas de aaeninaa a 124
rs. o corado : na ra 4o Crespo n 24, aaja 4o Gu;-
Ihermc.
Cobertores
Colierlorcs de la e.scuros a 24 um : na roa *V
Crespo n. n. 20, loja do Guilhenna.
Grosdenaples.
Grosdenaplc preto d 1 cordao a 1*4800, 2*244 *
2*i00 o eovado : s na rna do Creaaw m. 24. N
do Guilherme.
Restaurant du Louvre
Mal* dan Trit
O proprietario desta _
refpeiuvel publico, %a aW aaa aaa*- o> > *aa*
e 8. Pedro, encontrar-a* adpa 4a S. adK *-
dins, bom-bocada, aaateia 4a rata, aje. e ajat
est disposto por prroa oaran
aquellei qtw honra-a cwaa
para lato est preparan.


Diarr JfeJWwkuw ^i^.feK* Z2l fcrrJfffl|ftf,4e tf^fc { |
Tcij sito ajireseulatl.: ai) publico
Durante o espado
DE
4 0 A N N O S.
DE
RBISTOL
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS I
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri-
fica a massa dp sangue, expeli para fra
todas as materias e fezes viciosas c impuras,
regula todas as seoreocs, d vitalidade e
energa a todos os oreaos e d forca e vi-
gor ao^ystema afim do poder melhor resis-
tir a todos os ataques da euferraidade. E'
pois este ura remedio constitucional. Elle
nunca distroe afim do poder curar; porm
constantementeassisteanatureza. Portanto
em todas as doencas constitucionnes e em to-
das as molestias looacs dependente d'um es-
Pido vicioso e imperfeito do syslemaem ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de
Bristol um remedio seguro c cflcassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas do
Estero fulas,
Ulcera*,
Chape um antipas,
ENFERMIDADES SYPHII.ITICAS
ERISIPELAS,
RHELMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao to so-
menlo devidas
l'NJC.A LEGITIMA K ORIGINAL
Salsaparrifla de Bristol
. F'rser k L
AGKNTE8.
NA PHABMACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38.
Innoceneio, pardo Pernamhuco,
s ; ignora se a molestia.
T5S3AIE5 KfDSIATB
PI LULAS
VEGETAES
BRISTOL
1 us boles sadios e saos
Urna digesto vigorosa,
m excedente appetite,
sao nlguns dos boneficios que se podem de-
rivar, fazeqdi) seum uso regular das
Punas vegetucd de B-mIoI.
Urna cura certa e eflicaz dos intestinos,
m remedio admiravel para os rins,
U:n tonillo poderoso para ocstomago,
as inapreciaveis qualidades medicas
i po loija encontrar, nsando-se das
I'ilNlaM ve^elae de Bristol.
I : i uedicina que nao prodtz dores nem
toli .
'. a purgante que nao debilita nem en-
jaece.
I ni lavante que nao causa a rneuor
nausea.
Formara urna das muitas virtudes quo
| 11 i s
Pllulaa vcgiiaiis de Bristol.
m roo licamento suave e favoravel para
o bollo stao'.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
ilaridades.
Sao es iffeitos sem falta, resultantes do
ose tmnreg daa
P;m3.-.m vcis'4ie.'* de Bristol.
Cma complei^So clara, alva e transparente,
Lina pello maiia e delicada e um
Hlito doce e agradare!.
Sao es resultados cerloseinfalliveis, de-
pois de se
haver tmalo aJgumas dses deste
mclliordos
R< me los as
alas vegenes de Bristol.
Em lo los os casos de molestias i'uma na-
:. v escrofulosa, ulcerosa ou svpbilitica ;
; i.in le a massa do sangue se baja tor-
turva ou viciada pelo uso de ferro,
trio, 00 por oulra qualquer substancia
a! a
Siilsugiirra de Bristol.
ei ser sala do conjuncto com as pilu-
i f, us im obrando-se, em restricta con-
: lado com as di'eci;oes inscriptas no
>lto; os doentes podem Bear certos que,
urna re/, usada coujunctamente urna com a
outra, nenbuma enfi-rmidade ou molestia,
i lais severa ou arraigada que so achc,
uo poler resistir ao combinado poder se-
cretorio o sanitario (lestes dous
E lOKPMIfEIS '
HUII EDI OS.
Ambis estas medicinas acham-se venda
em todas as principaes boticas e
1 jas de drogas.
' Acha-se a venda em todas as boticas.
II. Forater & C.
agentes.
Orculos (lelphicos,
Sob eie auto acabam de ser mpressas cin-
,., ..., .,rnlri e re>p0Stas para (Dtretenimento
de it'UiiKMa famili.ire na.-* noules de Santo Anto-
nio, S. Julio e Pedro.
Essaa pergontas e respostas inteiramente novas,
sao iteressantes e divertidas, sem que offendam
conveniencias on regrai... de boa s'Cicdade. Sem
seren propriam nte a que entre nos se chamam
sortes, tratara de desvendar mtenos e -egredos,
ntimos pensamentoa o futuros successos. Sem-
pre adecuadas as respostas expressarao muitas
Tezes aquillo que nao se atrevera ;t dizer a nao
ser em brinco, serv/ido o olhar ou o modo de di
wr de ijar-llii'*fiirca necessaria para aquelles a
qacm sai dirig dos.
Cadi baralhinlro costa lioOO e acham-se ven-
da na Kvraria -fieunomica, ao p da arco de Santo
Antonio e eatl
'"^ti roa de S. Irtnnri^B; uitkno .sobrado a.
7T>, (:i para vender ucna e-crva mo? eo todas
a* nabilidadesk
E CELERHAE.
***** 'WfjftfiJ
SEGRDO ECON'OMU
INJECCAO S80ST
nica, hygieninn, radical einfallivol nacH-
r? das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda'especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta desalatares resultados
a continuada applica^ao que sempre cotn a
maior vantagem se tem feite della nos hos-
pitaes de Pars.
nico deposito paiaoRrasii| Barth^lome'j
& C, ^MiLafgado Rosario D.,3iv_______
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, astbma, etc.,
appUcado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmada e drogara deiBar-
tbolomeu & C.rua Larga do Rosario o, 34

Rival sem segundo.
Cheg .rain agulhaa para machinas, do latiaMto
Crower A Baker. Dnzia por. 2000.
BICHAS DE HAfflBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia edrogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga dosano o Un. 3i.
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louca de Sebastian Marques do Nasci-
mento, vende-se em porcSes grandes ou a reta-
tlio todo louca existente na mesma, por preces
muito diminutos por ter o misino propnetario
de fazer urna viagem a Europa a tratar de sua
sade; p. ir tanto, todos os freguexes qe precisar
de se sortir destes. artigo*, a presen tem-se quanto
antes.__________________________________
Cassas avadadas a 240 rs.
o coyado.
O Pavao vende finissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrees, por terem
um pequeo toque de a varia de agua dte, pele,
barato prc;o do doze vintens o covado. pechin
cha : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
0.
HOWE


Bandeias
i nai
Annral, abuco & C vendem "Bandeijas de me
tal envernisadas, e de verdadeiro charao de todos
os tamanhos, para c, copos, bolos, etc., etc., e
um completo sortiment i de Valaios, cabazes, etc.,
de viine, e rotim para flores, costuras, pao, e(c.,
etc. : no bazar victoria, ra do Barao da Victoria
numero 2._________________________
Vcnde-sc o bem conhecido hotel chines em
a ra larga do Rosario n. 31, Io andar: a tratar
no mesnio hotel.
Taverna.
Vende-se a da na Direfta n. 72, tem poucos
fundos, e bem atceguezada ; a tratar na mes-
ma.
Merino preto a80C rs. o cor-
vado.
Merino preto a 800 rs. o coyado, proprio para
vestido Barre para luto, por ser sem lustro, na loja
das C portas em frente do LivrameiHo.
ntremelos, tiras e bicos a
500 rs. apega.
Vende-sc ntremelos, tiras e bicos bordados a
retroz, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de enanca, pelo baratismo preco de *00 rs.
a peca na loja das 6 portas ein frente do Livra-
mento, dao se pecas a mostracom penhor.
Laziiilms escocezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lazinhas escocezas, padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o covado,
pechineha e dao-se amostras na loja de Guiller-
mo C- da Cunha A '.
Nao ha mais cabellos
forneos.
LU)
Se nica approvada polas academias de
sciencias, reconbecida superior a toda que
tem apparocido at boje. Deposito princi-
pal a ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1." andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Joaqun] F. dos Santos Coimbra Guimaraes,
vende em seu escriplorio ra do Mrquez de
O i da u. 3 1." andar :
Gaf do Rio
Cha < a em latas de 1 libra
Pomo em latas
Farinha de mandioca
Vinho de Thomar. ein decimos*
LEItE, IBMAOS
OldCflS AGENTES
4*
Rtia do Barao da Virloria n. 28
As m^issip^ieej asnmisbaiiatas e as melhores dommido!
Na Elias-Howe Jpnior, a medalba de oirro e a condecora-
Cfj da Legado de.Boa^.porwem as machinas mais per.
ferias do mufjdo.
A rnedall*, de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Eiadosrliai^os por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A jnedajha; de ouro na exposicao de Londres acreditam
estas machinas.
A 90SOOO
Cabernasio derer de^nmjpcwr que a companhia das machinas de Howe de Nova-
Xork, e.sjahe.lpceu nesta geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
Uiaa dexHvwe. Estas, maehinas sao justamepte. apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdueco donreis aperfeicoadoe- apparelhos, estamos actualmente habilitados a
oerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As miatjemtkstw'machinassao as segmnies:
Prmeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto.prova incoutestavel,
cireqmstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe <*m segun-
da mo.
Segunda;Contem o material preciso paraxep*rar qualquer d^sarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fncco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Ouarta.Formam o ponto como se fdra feto m3o.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho.de ambos os los, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Eazem ponto miudo. em. casemira, atraiessando o fio de um outro lado,
e logo em sajjuida, sem raodlicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima^.;O compressr levantado com a maor facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao come^ar nova costura.
Octava.guitas compa^hias. de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
decadencia,. Sfcfyflai oqtr'ora pppuarjes, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaos para paderem substituir : entretanto a companha das machinas de Howe
adoptando a optniflo de Elias Howe, mestre m artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu. fabrico, hoje ne atiende a procura, posto que faca 600 machinas
POf dia,.,
Cada machina acompanha Uvretos cora instrueces em portuguez.
*Ml A 90^)000
Pede obter em pooco ump coa o uso do mlbor dos licoret a i^madi
H1SPERID1NA
Faz'oito annos qne ceobecido ete precioso tnico, e difficil acbar a
jae, tendo experimentado pestoalmeote, nao (alie em seo favor, ji como boa
e apetisador, tomando om calix del!a antea de jantar, oc como bciilador da
tomaodo-ae depon.
I
ABM
AMARGA, Dio ba o
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nio ba om i habitante do BRASIL ( i_
eipecal das !arjas) qoe do coobec* as.pr^prielades medicioaee da do-orada fr-ae
ora.bem, a
em seo estado natural tem nm gosia peuco agradavel, e o mrito da Hesperidios coa
siste em re ter suas boas propiedades, e ao mesmo lempo apreaeota^a como
EXQUISITO LIC08
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qoe mvjar .
melbores importacoes eurupas de calhegoria semelbaote. Estas, qoando anoito, poda*
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinacio perfeita do
AlRADAVEL E SADAYEL
Para prova de que om artigo no qoal pde-se ter ioteira conBaajeai, por tar pw
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e aqtoriaada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo soa livre eiaboracao no imperio; oor
BOA PROVA
e a acceitacao geral qne tem em todas as partes onde A a-presentada. En 1864 mu
lacen se a primeira fabrica em Boeoos-Ayre; em 1869 a segunda en Moni-nido
do da da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaoguroo-se a fabrica qoe aciealaMcw
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico ten boa accertacto
tanto qoe rara a casa qoe considera completo sea aparador sem nina garrafa de
USKMMNA

0 bomem velho toma Hesperidina para obter
0 bomem doente toma Hesperidina para obter
O bomem dbil toma Hesperidina para obter
Ncs bailes as donzellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa dr
animac5o dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR & C, rna do Vigano Tenorio n. 7, 1 andar, recabaras a
grande especifico, e vemiem-no nos depsitos seguate?:
Joaquim Ferreira Lobo, rna da Imperatrii.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonte, roa da Cadeia n. S.
Antonio Gomes Pires A C, rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires 4 C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao hotel da F'aasagem.
A'
do Barao da Victoria n. 28.
BAZAR DA BA DIREITA
HOJE
N. Si
Este e^tabclecimcnto sempre solicito em offececer a concurrencia do respeitavel pu-
blicp um completo sprtmento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
preos os ro&is razoayeis possveis, para o que recebe quasi lodos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Europa e America, vem dar publiuidado doalguns artigos por cujos
pregos bem se pode avahar os precos de oulros mditos que se tornara enfadonho pu-
blicar.
MIUDEZAS. { MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por $500.
libra por offaOp. Boies de setim pretos e de cores, a 800
Agulhas frace-ias, fundo dourado, n cai- rs* i-^000 aduza.
xinba com, i papis a 60 rs., 2A0 ;. i Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de uta de vellu-!., com liadja co- gura.s a 15000 e USV00 o metro.
rares fingindo maoreperola, a 500 r!F'- Dilas de cores Pr'as a 800 rs. e 155000 o
Voltas para "o pescoco, flngindo camafeu, nietro.
Hesperidina
Verdadeiro her hcspiiridina. superior e acre-
ditado : venda no armaiefl) d. Tasso Inoios &
C ra do Amorim n. 37
m
li
Manteiga ingleza a 1^000
e 800 rs.
Vende-se no armaieiD de molhados Concordia
e d inmercio a praca do Mrquez do Herval
n. 2______________________________^^
Para os bollos de S. Joo e
S. i edro.
Manteiga ingleza a 1^000, 800 rs. e 640, dita
franceza a 6it', 720 e 8 i0 rs., queijos do ultimo
vapor a 25400, vinlio Figuoira, garrafa 30Q, rs.
e amada 34800, o melhor que se podo desejar
ne'te genero, e outros muitos gneros que se tem
vista : chcgtiem que pechineha, tudo dinhei-
"vista : ra de Sanio Amaro, n. 8.
a
Vndese 3,000 dnzias de tabocas para buscar
ps e pistolas : na ra das Flores n. 20, e por ba-
ratsimo preco.

As nicas verdaderas
has hamburgqeza^ qne, vem, a e.-te mercado:
na na do Mrquez de ujfnda n. Si.
GRANDE NOVIDADE
Santo A ntonio, S. Joo e S.
Pedro.
PROFECAS ILLUSTRADAS
Celleccdes de novas sortes uualliveis, contndo
ada ooleceio 64 caria, ondo s ftch-wij estampa-
das cari :aturas engngadas e espirituosas sortes
destinadas aos divert montos daa noites de Santo
Antonio S. Jwao e S. Irea>t. A cada colleccae
acompanham umu tabella o uma explicacao para
o jogo Acham-se venda pelo diminuto prego
e 5| as sefotatej capas : livrarias Hwv
universal, eeonomiea, industrial e acadmica ; ra
Nora ns. 21, 39 e 63 ; ra do imperador b.- 71 ;
ra do Cre-po n. 23 ; arco da Lonceicao a. 2, a
caes 22 de Novemhro, armazem do Pires.
Papis com cstalos para'sortes : vende se na
ra do Bom Jesu* n. 13.
companbadas com 1 par de brincos seme-
lhante, tudo por 2$500.
Linba branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
du?ia.
Dito de dita de Alexandre, numerario a
gosto do fregu?, a Sol no a duzia.
Diademas durados de 1J9300 a 3-^000.
Ditos de tartaruga cora flores a 2#O0O.
Ditos com borboletas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2#000.
Ditos dpiwados, duzia de pares, a 1?J>500
e 2JJ000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2$aQ0.
Ditas do ditos com corages a 15000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas, de jilaqit a 1$ e 1?500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 1JJ200
a 2#000.
Parures com 2 lacos. para cabera e peito
a 33 e 4$OO.
Entremeios e babadmhos bordados de 360
rs. a2#400,a pe^a.
GalOes de seda brancos e de cores, de
19500 a 250O a peca.
Ditos de algodao e seda, de 19 a l?i00
a peca.
Ditos de 'algodao, a 100 e 5001 rs a peija.
Trancinbas. de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques domarfira a 8>e 89000
Ditos de sndalo a 495O0.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de panelles a 19800.
Coques para senhora, a 39, 3JWJ08 e 49.J
Adefecos fingindo coral, compoudo-se de
alfinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 295D0.
Ditos de plaquet, compondo-so de alfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 59000.
Gales pretos de seda, do muito gosto do
80O rs'. a 19000 o metro.
CALCADO l'RANCEZ.
Botinas prelas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 5-5000.
Ditas prelas enfoitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
a 59500,
Ditas para menino** pretas e de cores, a
39 c 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete c tranca, mais barato
10 9/0 do que em outra qualquer parto.
CHAl-KOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a a9000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a lo'9O0O.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 599O0.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marlim a 99G00.
Dlf:USOS ARTGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
29000 cada uin.-
Ditos para sof, a 39e 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
uma.
Ditas de algodo alcoxoados, a 640 ss.
Colias da crochet para cama de casal, a
09000.
Aderecos de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltas de perolas.
arinzci! de Jojhi kpH ilarludd 41
Travessa do Corpo
Santo X. 25.
Vapores locomoveis de forga de 2 a- 4 ravallos.
(^orreias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
baquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
Ponas de langa para carro.
Chicotes para carro.
Cales largo e e-Mreito para carro.
iTegos com cabega de marfim, idem.
A
Obras de onro e
pr.i'a de todas as
qualidade.
SAPIIB
NOVA LOJA DE J0IAS
N. 3 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS
FII.DO
Achando-se completamente reformado este estabelecinw'ntn,
tendo os seus propnetarios feito uma importante acqnisiclo
e
de
/>jg*a joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades supeho-
"^ res, convidam ao respeitavel publico a fazer uma visita -
tabelecimento, afim de apreciar e comprar uma joia de
preco razoavel.
ao seu d-k
gostn por
Anda duvidam que
ROSA BRANCA
craveiros, voadores, lindas rodas dohradas e lio-
gelas, pistolas de variadas cores, e outros artigos
de fogos artiflciaes, preparados na antiga fabrica
da viuva Rufino, na estrada de Joio de Barros :
encontranwe no armazem da bola araarella, tra-
ve9?a da ra do mpetador.__________________I
No escriptorio da ra do Commercio ni /
n. 32, de Joao Jos de Carvalbo Aloraes, ^>HH OS (10 SOI UlgWZe8, 8
a nica loja aoode i
fazendas baraias. ora wjr :
6 ceroulas por 71
San f'rancezas, de bnunaate4i liiia. I
com G por 74, aprnvcMnn a oreaanU.
Veude-se
uma casa terrea sija na cidade de Olinda, na ra .
do* Barao da. Vera Pni'-. antigamento tua d9 Jogo de fogot nnciflunaa dos memoro fabricames A.x
Fogos artifieiaes
SoutaA* Guimftriis, ra Nova n. .'it, avitam ao?
seus fraiuezaa que receberam um bonito sorti-
mento da fogos chioezes proprio* para sallcea;
asin como tomb'-m tem um completo sortimento
da Bola, com 2 salas q 2; quactos que faz frente
pata o poente e fundo para q nascettfe, cora 32
palmo? de (rente, e um terreno contiguo oom,'i8
palmos e mel de fonda, em cbp pronrlo : nupn)
pretender djrija-se i ladeira da Misericordia n. ft
- Yenfi-se lima. escxaxL qju sabe comprar,
c winhar, lavar e eagommar : a-lratar na- ra da
faiperatrfc, sobrado a. 76l
capitaij*a os wtejoj do Santo Antonio, S. Jlo
e S. Pedro, ass como bralhos de sortes coro
flJ8h__________:___________________
Vende-se um sohraBo "m urna boa ru
ar m na da knperatrk a 8, laja.
vende-se o seguinte
Caf do Rio de Janeiro.
Cimento de Portland.
Palhinha preparada.
, Cera em velas
Oleo de Li libaba.
Couro de lustre.
Bezerros.
Chumbo de muui<;p.
Comiua-laca, superior qualidade.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas de bala neo.
Ditas para criangas.
Vende-se
ma escrava preta, excedente cozinheira e lava-
eir, saleado tambeiu engommar. com uma fllha
de 9 anes'de idade, tambeih prdUi, oda recen-
temenie do l|anuho : quem preiewier
a*,(rija--e-rmdImper '' n 36.
trancada a 84
Sao chapeos que vale lt#, e leu
duas corc.
Cfembraia para fono a ljaWW
a peca.
I' tapad* e mnito memmix. Wfp ^9nr
por-wcem IjaandMcttaiprant V MBa : *atn-
"'^AJlRAlaja
ParaS.JooeS.P roaeeimu do ori 35 [
wutHadpH ptm^rtmtm a px> Taj <
par vrn^r bmjtprr 4 |
per preta
m prempK-
Ittrar*.


mm*
Diario de Fenminfoico Seguid* ieira 23 de I8?&



RA DO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEil AQS s^uborea dfc Qgepbo antrogricoltores, e m pregadj res de m
&inismo o favor de orna visita a*eu Mtabelecittenu, para vare o lovo gortimento
coplea que ajii.tem; &ead todo superior era qaalidade e> Conidio: o que cora a bs
pecgao pesa tal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA PNDICiO
VaPQrdS 6 rOdaS d'&Sraa dos ais moJerDos systemas eem ta
r w v a wM.M,j v* gua manbos convenientes para as diversas
iircumstancias dos 8,eahQr$& pcoprietarios e.jara dwcarocar algodao. gg
JffOOHdaS d Cannn. da l*Ml0S os lamanuos> as^nielnores qoe aqoi
v******** existen.
Rodas dentadas pa^a8DitBae8'a&oae*ap
Taixas de ferro fundido, batido 0 de cobre.
Alambiques fundos de alambiques.
para mandioca e algodao,| Podendo| todos
e para, serrar. Djadeira. t ser movidos a oaao
/por agaa, vapor,
de patento^ garantidas........ Jou animaes.
Todas as machinas e pecas de que M cosluma preci8ar-
de maehiismo, apreco
=
f A Predilecta,

liip^ratriz n.
72
Bombas
Todas a
Paz qualquer concert
Formas (te fe?i
Encommendas.
moi resumido.
FormaS (te fdrrO tem as meluore8 e raa'a baratas existentes no mer-
cado.
Incumbe-se de msndar vir qualquer macb'nismo von-
tade d >8 clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerero-
inas compras por, intermedio de pessoa entendida, e queem qualquer necessidade pode
'bes prestar anxiljo.
Arados americanos e iatrflmen,8 ,rico!a-
RITA DO BRUM N. 52
PASSAIW* O CHAFAMZ
Lourenco Pcrcira Menitcstiiiniares
Declara a seus reguew que tem raeeluMo vender o NHlbarato que or possivel, a
saber:
CHITAS A 160 E 20 IrS. O COVADO. [ CORTES DE KM*BE CORES A 1?>500.
Vende-so chitas francezas Jurgas com to-; Yende-se eortes deferira de cores para
que de averia, a 16Q o 200 o oovadu. Di- catea, S 15W0& e>20(k
tas lirapas a 24, 280 e 82 rs. o- covado. BOTINAS A 3JWOe.
CASSAS FHANCKZAS A 32 RS.. Vende-se botinas pera senhoras, a 33J00O e
Yende-se cassas francezas a 320 e 360 rs. 33500, a ellas antes que se acabem.
o covado. ROUl'A FRITA NACtONAL.
LASt-NHAS A 20 RS. Vendo-se camisas brancas, a l#60O, W,
Vendo-se lsmhas do cores para vestidos, 2??500, 3&0QO e 4JW00.
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado. Cairas de casemirns de cores, a 5#, 6 e
ALPACAS A 400 RS. 7W>0(h
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,' Colotes ce casemira, a 2, 2-3500, 33 e
G40 e 800 rs. o covado. i 4Kr0O.
COBERTAS DE CHITAS A 1JN00. Pautis de casemire, a 10; 63 e 83000.
Vende-se cobertas de chitas de ceros, a Seroulas a 1(5 e t3(00.
13600 e23000. Ditas de pello a 18)400. BRMI DECORES A 440.RS.
Coisas de cores a 132'K', 25500 e 43500. Vcnde-se brimdfe todas as co rus a 440
CHALES DE LA A 800 RS. :rs. o c.vado.
Veudc-se chales de l do quadros a 800 LENCOS BltANGOS A 23000"-A DUZIA.
rs. o 19000. Vende-se a duzia de lencos brancos, a
Ditos de merino a 23, 33; V-5 e 53000.! 23000. Ditos com barras de cores a 33000.
, .Jgeias apiras.
ao' empenho d'beni servir os seus fregers e Aniaral, Nabuco A C. v>*ni aos ea
a" publico em geral tem procurado preverse do quoc-Jio supi rid s de lias wuQmi
JBtfhaitle mellier e da ultima moda nos merca- graos para o> que goi-rm assbfcr a
os de Europa para expo-lo aqui venda, cer- ,a 'l"e Postuma-se a faier a S.
tos de que os seus artigus serio bem apreciadas das rcspeittveb lijas nianmcas ao Ju Si 4r. ]
pelos amantes do boui e barato ; passa a ennu nho.________________________
merar alguns d'cMre elles, como seiam : \r~~ J i_i _-. :ii...
ALMAS, os mais ricos que tem viode a este VaSOS C CiyStal para tollICt.
mercado, com capas de madrcperola, uia B auca, ra do Du-ji* de
tartaruga, uiarlim, velludo e clmurn. ,^xia, u. SU, r ct**
uiia vwntok ia rrp-
MIUDEZAS.
Soares Leit & Irmqs, pedan as Baas familias desta cidade, para virera sortir-se
ae um completo sortim,ento de miudezas e perfumaras, por precos baratissiraos, a
tsbe.r :
Caixa de linha branca muito boa com 40
uovelios, a 400 rs.
dem idem de marca, a. 200 rs.
Maco de lita chineza, a 900 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial, a
80 rs.
dem em carritel de linha branca, a 320
dem idem carritel 200 jardas, a 13000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 13000.
Abotoaduras para collete^(sao baratas), a
00 rs.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,
400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Kita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de,sarja idem idem.
Talheres cabe de viado (imitaco) a 33000
i duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
o, a 33600.
dem idembeira lisa, a 23500.
Grinaldas para casamento, a 23 e 53000.
Garrafa de tinta rosa extra-lina, a 1J&000.
Caixa de botes de osso para calca, a
J'JO rs.
Coques modernos, a 33500.
Mago de tranga lisa de cores, a 240 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa do envelopes trajados de preto, a
500 rs.
Leques para senhoras, a 23000 e 4^000.
dem idem de osso, a 63000 e 83000.
lndispensaveis de couro da Russia, a
103000. .
Tivrosj.ara notas, a 320.
Kedes enfeitadas, a 13300.
Duzia de coariuhos bordados para ho-
mem, a 83000.
dem idem lisos, a 63000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 13300
Idem kananga do Jap5o, a 1 #200.
Idem divina, a 13000 e 13200.
Idem idem Magdalena (novidade) a 13500.
Frasco com tnico oriental a 13000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 13000.
dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 13, 13500 c 23000
o frasco.
Caixa de pos para denles, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 13000.
Mago de sabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 23300
e 35>6P0.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
CAMBRAIA BRANCA A 3SOG0.
Vende-se pegas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 33, 355500-, 43, 4C500,
53 e 63000.
SAIAS BRANCAS A 2&00O.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 259000 e 2JJ>>00.
BONETS A 300 RS.
Vende-se bonets pretus de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos do palha, pello c
massa, a 23, 2*500, ;:300v> o 4?0.
MADAI'OLAO A 3r>000.
Vende-se pegas de inadapolo entestado a
33000. Uitos inglezes para os preg s de
43, 43500, 83, 6-r000 e 73000.
ALGODAO A 33500.
Vende-se pegas de algodo, a 33300, 43,
e 555000.
BRAMANTE A 13600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 13600, 23 e 255500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAf.AO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c ..m
cheiro a 320 c 500 rs.
Agua de colonia,>200, 320 e oOOrs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Ditos de linho a 53000.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas- para rosto, a 800 rs. e
13000.
GRAVATAS RE SEDA PRETA A 500 RS.
Vende-se gravatas de seda preta, a 500
rs. onda urna.
CHITAS PARA COBEHTA A 380 RS.
Vcnde-se chita para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 13500.
Vende se bonetes para meninos, a 13500.
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 33500.
Vende se espartilhos para, senhora, a
3JT500.
PENTES A 320 RS.
Vende-Ge pentes de alisar, a 240, 320 e
400 rs.
PO'S DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz, em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos,
a24p o 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras do diversos tamanhos,
a 320 e 500, rs., para liquidar, c outros
mullos artigas que se vende barato para 1-
quidagao de facturas.
ADERECOS prclos o vullas pioprias para luto ;
assim cerno, um bomto sorthnento de
ditos de plbque, obra Una e muito beui
i acabada.
BOTES |iu;i pun.iu?, o que se pode denjar de
melbor em pla(|u tartaruga, inadre-
perola, mnrttm e osso.
ROLDAS de velludo, seda, pailia e chagrn,
ba de mais moderno c I udas.
BICOS o*e seda c de algodao, tanto branco como
preto, dff variados deseflhos
CA9SOLETA3 pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXI&'UAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica o sem
ella.
COQUES a imilacio, o que pode haver de mais
Ixraiio e bom gosto.
DEADMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla mu grande e lindo sortimeuto
capaz de salisfazer os caprichos de
qualquer scuhora por mais exigente
que soja.
PORT-BOUQl'ET de madreperola, marfin
ul ca par com ramagciis doni^L- o 4Mf^
prias |iara anaojos de Imu-L -l,
Armis e colares clcc ricos
A loa d'itguia hm.ra ra liio, .< de i'hih
n. M, reciben nov i-cmeMa > \t"\> ifci-f : -
uei e colan> el mensa luiente, pelo que iinaprn esUia provi^ *
taes objectos
Diademas dourados
A loja d'aguia branca raa Iwfw O xt*> m.
SO, recebeu uovamenle lmnn<* tfaaaBH i J
e cubilados com id.'a> e aljfar* s, 4rk e fo-
loe pliaiiLisia. Taiiilnn i<-<->-be m**i: fiaay*
pretos ou alfinetes com flore* para a otora.
Leques com bouquets e ou-
tros chineze?.
A loja d'aguia branca na Duque de n. 50, rocc'bcu una pequ bonitos leiiucs cuui Louqnels i- ouii 11.,,. i< -
a, mariim e osso,: s~* i i __ m
este un objecto iudispensavel s se- UOl CrCmO para rCIl ('SCUT C
nhoras do bom tom, alim du aspirar' i
amanara pellc
Espelbos-toucadores, a 259000.
Resma de pape! pautado e liso, a 2360Q, tes, a 23200.
3800, 33500, 43000 e 63000. Mein de sabonetes com flores, a 13500.
Caixa de papel amisade, a 600 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
Idem idem idem beira dourada, a 800 rs.. mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
Oaixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para prsenles.
Lavas da pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glycerino transparentes, 13
400 r.s. h 13000. Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e cabangas por baratissimo prego, e mui-
io.objectos que se tornara longo mencionar. _____________
JN
i
FAZEBDAS PARA ACABAR
a ra
do crespo
LOJA DE
ii.
m.
Gulherme Carneiro da Ounka & (S
Talagar^a
Fogo de salao e artificial.
A NOVA ESPERANCA ra Duque de Casias Em -caix'as sortidas, nico cltegade este anno:0
n. 63, vende lalagarca para bordarse de todas as veude-se ra 3b Mrquez de Olinda n. l, 1
grossuras
andar.
Geroulas francezas com mo-
fo 000
Na ra da Imperatriz n. 56, loja da Rosa Rranca
Tavearna.
endese. a taverna da ra da Penha n. 6, quasi
junto a rihir : a tratar na mesma.__________
o aruina das flores sem o inconvenien-
te-de nodoareo as luvas, ou mancha-
ran as delicadas uiaos.
PENTES de tartaruga, de mai lim e de bfalo, pa-
ra alisar os cahellos er tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva uin importan-
te sorlimeuto de peiTumahas de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, I'iver, socieilade hygienica, C'iu-
dray, Gosnes e Riincl, que incum-
bido da esculla iios aromas mais bem
aceitus ptl:i M,cicdadu elegante da
Europa, e pac tanto, achaiu-se ia
possibidada de bem servir ao* anua-
les dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar una im-
mcasidade. de artigos, aflm de nao mas*
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se roa do i abug n. I A, pa-
la convenecr-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas c modernas de tuquim e uurgurao
se Ja
IMENSVETTO?. Wcos vostimentos para meninos,
por baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol a anda que nao es-
teja bem reptela de diabeiro.
FITAS. 12 ja bem sabido do publico que s na
Predilecta (pie pedan encontrar um
grande sortimento de filas de setini,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo prego.
GUAMPOS de tarutruga, mitacao destes, pre-
tos e i?c cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senbora,
lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
bera tem um hora sortimento de gra
valas e regatas para hornero.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornaPis de sala.
Moi s de seda, de la e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e bomein.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfin e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
-ae-
A laja d'aguia bram a a roa iu-|Uc >- i
n. ,'iO, recebeu cid n afaiuado ataa
tes Lubin, Le-;raiH c t'onay.
Diademas e grampos de
ac.
i
A luja da aguia branca, ra <' I
Caxias ii. 50, rereben iMvaiiien'
mas e gra pos de *;<.
Bicos de seda pretos um
flores de con
A loja da nnia branra. a n | Iwqw 4>
rixias lecet'en. ciiiu.i nov,...... I. .,. I. Ino.*
seda pretos imim Du: da c Mi-
les o preto com rncarnadi-, e i ua n .i 11
para baii.i> n outr< nfciWs u> v. rra-
nadine, ou inedina. entras Cumias iar-|jn li-
tes. Pela coni'iiodiilade dos prr o i -. ;-
nam-se mai cohiiikmIh.s patl n>.v .,!- faafe\
prtferiv.'is a qn*es Veos ou nurntinhafe pretas.
A loja da afilia br,:;.-.. m d iHMpar xias n. 'M, recdxii bonitos vi.s
pretas de seda cun lores, e ootras a imitara-1
cruebr, a vende a> patea baraVn pn-ir- t ?t,
H o 600O. A fafc-mla boa e .-la eaa n .<
estado, pelo (pie contiua a ler ptMwyta exti --
cao
Perfcita novidade.
Grampos cora bniboKtas, ix-7'nm,., .
nhutos d, arados e (
A loja da apuia br.ui--a. ra do D ^.. da
Caxias n. 50, n ceben rmvos r :
boletas, bezouro< o caf.inli.ito-. -. ;
perfcita novid de, A qnanh u,-*
por isso em breve se a, abara.
8 Novas gollinhas oreadascof, i
pelucia ou arminbo
A loja d'aguia BIMI a
- 30, recebeu nina '
s e novas gollinlia-. tral
rl ):; d- I
Ir 4< '^t
:. i
Grampos, brincos e roa
razoaveis.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para netoida* com anni 11 d- u.ui;
bomem e senliora. e intciraincnle i
LIYROS para missa, a Predilecta aprsenla es-
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes Iivros com capas de doilTUiliK
madrqierola, Urtaruga, marfim, toa. ,. tT"11
velludo e chagrn, por precos mu A loja da apata Maaa a ra A Pe
Caxias n. 5(1, rreebeu uvamcnt( n
pos, brincos a r> ?.. I;.- J. 1:1. ai ..
novos diadenrs de n ... .
na a vende-1 na p ,r po*) m
Caixinhas com j>s doirad s
e prateados. pan calic los.
Vende-se na loja da A^uia Drama n do Ps-
(|iie de < axias r 30.
N
OV1
idade.
A Predilecta, ra do Cabygi n. 1 A, acaba
de rebeber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, goli-
nhas e punhos tambem bordados e de phautazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho- T.iivw rio i"l Iw'i nri'f'si* d
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos u ** UC ptllltd piC'dM, -IC
e transparentes para meninas, que tuao vende mil mi oCiroa
por barato preco. UUUcK> .OH.S.
A loja da Apuia Branra, a ra Duque Ga-
xias n. 50, recebeu novo wrlnviUo i<- IMM da
pellica, pretas e de outra> c
Moraes & Irmo
Em seu esferiptorio ra da Madre Deus
n. 5, l. andar, tem para vender por preco
commodo : ;
Vinho do Porto superior engarrafado.
Cer veja Bass. i -
PLi *_j *c ... I Vendc-sc \hndn> iiil, ,
Cha verde miudinho de superior quab- e Uli;,,)lir,ls ,,, fl.n,, ,. onlni ^ ^
dade.
Cha.
Preto c verde de superior qualida' voie k
ra do Commerrio n. 3J, l* and.ir
Direita dos Afogados n. ".
^M u
oo

DOS PREMIOS DA < / PARTE DAS LOTER IAS CONCEDIDAS POH LE PR )VINCI IL N. 557, A B ENEFICK i DA II JREJA D EiNOSS A SEN11 JMD \S NEV S DE DUNDA, EXTR, MIDA EM 21 DE JNIIO DE 1873.
NS. FRE.MS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. >s. PREMS, NS. PREMS NS.: PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. II
60 217 * 393 OA 643 W 844 6* 1058 U 1268 6 1412 64 1569 H 1728 64 1893 64 2103 10,5 2271 64 2442 60 2630 6 2814 #
*3 19 400 6,51 51 56 67 73 25 r 78. 33 98. 5 64 77 49 31 IX
17 21 3 52 59 71 74 27 79, 39, : .1900, 6 80 54 32 i*
39 24 14 56 62 72 ~ 75 33 --- 80 i4 , 6 i. . 8, 81 57 35 31
M 26 31 59 _ 68 73 7. 80 - 34 83 64 1 45 14 9 86 58 ._ 37 - 43
43 3! mm 36 62 _ 80 79 40 85 44 88, _ 48 1 17- 10 96 59 ^h 40 44
M MW 33 46 69 84 81 64 88 !* 49 -z 08 n. 54 1 MU 89 30 11 99 85 _ 50 48
SI M 35 ' 48 70 a_ 92 87. _ 93 6^ 56 16 53 , 47 59 i 75 |^B 98 -^ 92 PH 95 ... 57 1 6 da 60, 47 16: 2 90 _ 52
5* . . 60 70 IW 91 910 mmm^ 95 _ 96 a 63 : H --- 63 50 . 20 6 91 55 57
59 ___- 64 80 u 92 11 o 4103 -r 1000 _ 64 ns I 16 mmmm 66 51 * < 24 O 8 97 56 71
66 soo 67 81 93 ... 14 64 ' 7 ^m 7 i 65 oh 18 Mi i 68 w ' 52 39 41 10 2500 64 72
72 u 68 85 99 ^0, 20 12 HM 14 69 27 Mt 7. ^"^Wa 34., 41 16 2 65 8! "**
74 III, 73, 87 705 w 21 * 14 _^ 15 70 -r ' 32 io> 8* 64 62 . 43 20 4 4 73 W 4
9 74 1 561 16 6* 25 _ 30 ... 17 79 34 64 88 74 44 21 5 64 78 0 64
96 ' 77 : 6 23 28 39 25 86,. . 39> -n i Vr w, 82 *ft 23 7 79 89 !*
106 82 ---- 27 32 43 ^" 27 T-- 9Q -rr i 44 ; 9r W5. 88. ^fDar I 37 17 83 90 4
11 __ 86 14 29. 37 1 47 34 "tt 92 : 49 1641?; . 93 64 * 6(Q. ! 38. 21 84 94 -"
16 93 19 30 -------r 38 : 48 46 93 T- ; 54. . 7 94 63 50 25 mi 97 97 ^~
17 . 94 96 20 22 ^^ 39 42 42 46 51 rrn. 54 54 wr 94, 96 fo,? 64 56 58 UJI ... Vi 2fe tf4 96 ^>04 i 66 67 39 72 ^^ 32 33 2709 10 6* 99 2914
27 302 . 83 54 _ 1 69 ! 7i -- 55 97 i 66- --- i 28 , 7. * i ; % 1 78 34 _ 18 _- 16 4
28 11 46 56 --- 78 __ 77 69 99 65 --- m li 87 mmmt 80 41 ^mm 19 ^ 20
37 . 16 ?9 t9 r- . 81 _f 78 74 1502 66 r w, w i U 1 96 n 48 mm^ 21 30 na 26
41 21 i 60 67 -r- 84 _ 7 i~r. 7Q "V * - i i* - ' kP. 38 *205 t*4 98 57 _ K
42 l 24 -*- 61 - 70 ajjj 89 ftmy 82 77 -r- 9 B - m * w 773 t ,* V 99 64 n 36 "^ 13 >
67 ' 29 -*. 64 75 94 92 1292 83 6 "W 68 i 48 rx - *4 2402 72 _ 41 m^m 46
60 32 . 61 -^r, 76 J0Q2 8 86 22 86 64 40 M4 49 23 - r ? T s _ 45 ^ 63 m
07 33 H2 _. . 68 -WT 3 ! U 87 -rr- 26 86 3 1 g *j i 50 i 31 b 46 ^ 64 4
* i 34 X 9* 98 5 *Q4 48 90 M, i! 39 m ~ r i 51 _ V 38 18 . 88 -1 w 1 61 r; 66 98
86 HW 40 *r* Hg ,809 ---' 8 64 21 94 i- : 4A r- 88 TI hmb . i (0 24 l 94 ^^ 70 J
69 93 -~" 4fc 51 m 10 16 1 44 18 --- 15 15 22 31 92 97 41 44 1906 5 4m 94 63 72 TT 44 . 22 31 2603 72 *5
94 67 ^ 21 --- 22 Tf 21 34 _ 99 46 _ 7 . 79 78 55 32 14 __ 81 mmmw :: ~*
201 72 22 --- 26 36 46 _. 1403 ar 49 m 1! 1 1! W ', 84 61 34 15 J 86 88 4
3 78 26 IW 28 mi 47 50 4 m 66 23 84 !W 64 l 18 rnmrn* 92 mm H
4 79 . 36 fli 35 ' 52 58 _ 6 59 Xi -J 83 i 96 69 39 * \ 28 94 Ci "~
u 83 ~~ 37 39 --- 55 mm. 59 10 "1 67 !


8
Diario de Pernambuco Segunda feira 23 de Junho de 1873.
i
d
gr-
u
pa
na<
rad
ca
sua
nao
E
os d
sacra
sua i
SSEMBLEA GSRAL
SENADO.
DISCURSO PRONUNCIADO KM SESSAO DE 24 DK
MA10DE1K73.
(Conlinuacoj
A melhor arma d gruja, diz S. Exc. a
persuaso. Sem dnvida ; o que elki sem-
pri tem feito. Nao applicu u:na pena sem
primeiro cli mar o fiel por meio de extrema
branduru ao cumpriineuto do seu dever.
E 11a questo varenle, respeito da perti-
nacia dos infractores, apenas os bispos
applicaram a censura do interdicto, que
nao exclue doscii gremio.
Mas, accresceuta S. Exc.: 0 que
pretndela, oque querem como terror
que porvenlura possam infundir em espiri-
tos fracos, com as penas do inferno decreta-
dlas i.este mundo... Ora esta I...
Se o honrado senador nao fosse educado
om Heidelberg, eu ticaria ainda mais ma-
ravillado. Pois lia alguem ueste mundo
que em mure da groja cathoca decrete pe-
nas para se ir soffrer no inferno ? Nao ha,
isto perdoe-me o honrado senador au-
sente que o dig uin desconhecimenio
ro.'iipleto do que a exconimunhy clao-
lies.
Senhores, preciso dizer algiima cousa
sobre este ssumpto, que corre o mundo,
desvirtuado, em prejuzo da verda leira dou-
trina. Confunde se o dogma de unidadu da
igreja, nao se distinguindo a unidade de
f e a unidade de communho, nao se des-
camina hem o principio do que fra da
igreja nao ha salvago, principio que so
tem applicacAo em certas e determinadas
circumstancias. Outro tanto se tem feito
com a censura da excommunho, enten-
den-lo-se que quem a irroga decreta deste
jnundo penas d inferno.
Na igreja como sabein os nobles senado-
res, lia tres ordens de hens espinluaes, os
quaes so nella cominuns. Os prinieiros
sao os que procedem do chefe que Nosso
Senhor Jess Christo, e cuja distribuicao
depende absolutamente de sua bondade e
misericordia. Oestes bous a igreja nao po-
de privar a iiel alguin, u.in pela oxoom-
muiiho, nem por outra forma. Segundo
a iiSc ;1 doutrina, a igreja suppe somente a
'rivir.-i,) da graga no que por seus pecca-
' i'.crcceu' "lue clla OCM,u89e do8
Bio,oea*.',"n,|D8"ssee? summa ; *
x4c ru se o exc "m,mu"a,1 "^ m'Cul-
j' ,;,, -lar em um lado que
Jo, 011 a pena assei. ,r H
'oc::tina unido 10 core **!** jj
idade commum, e neste !,',u T'
..i.....,.,,. .. imslancia
sau,"4,io, se por outra ere.
perdj-la.
a segunda classe de bens comrouns es
e que a igreja depositara como Os.
fl7v"1tos, e deque os fiis que esto ei
Ji Timiinlio polen apioveiu, poique
'o
dispensadora, e cuja peda, pela e\-
i gremio, pode preju licar a slva-
lo dependo davontadedo proprio
asi :> os bens que provm do corpo
c^.la a
tlusao d<
rao, o qi
fiel. Sao
da igreja. .
la anda e:n tcrcciro lugar os bens cspi-
rituaosaua tem sua foute nos mem.jrosda
isreia como as oracocs, os sulTragios e as
,oas obras o e cada ebristao em particular,
auc pelo mei oa communhao dos santos
Jproveitamais ou menos a cada fiel. Uestes
bel nao pode censura e a excommunho
. privar aos iici: '
Do que Qca
onde ser conde
an .rancia inven Jjristo, pode salva-Ios, se
i Berilos. Suas niaos esto

exposto se conclue que nao
auado pela igreja o infiel,
nem o scisinati !.. hcreJ 1ue, Pr
gn .rancia inven "
chefe da igreja,
estender que tem
perfectamente livies ->ao eslao no mesmo
caso os que se sepa. *ara voluntariamente da
verdadeira igreja (se iamaUeos), e a/mJa os
que oppoem pertinaz resistencia a urna de-
cisao douliinal da mtBBffl igreja (horeges),
por quaiilo excluidos da unidade de f, e de
communhao, lora do gremio da l, attraem
as ponas orne o Salvador decrelou, e de que
dodera liberlar-se por fado proprio at os
ltimos momentos por um simples acto do
obediencia.
T por isso, Sr. presidente, que a igreja
incessantemente, e at o fun de sua carreiM
deste mundo, chama o fiel refractario o Iba
diz : .
Se nao queris seguir as douti nas pre-
gadas por .lesus, e de que sou depositara,
vejo-me toreada a recussr-vos os bens de
que sou dispensadora. lst separa-o
em ultimo caso da communhao completa
da igreja ; as consequencias deste acto cor-
ren! por corita do delnqueme, que a todo
o momento pode icutilisar a decisao. A
groja est sempro prompta a acolher o filho
trausviado.
Mas sor isto, Sr. presidente, decretar
ponas para o outro mundo ? Nao, porque o
supremo Cueto da igreja pode absolver
aquello que houver sido injustamente con-
demnado, pois em materia do tacto nao ha
iufallibilidade. Isto dos livros, aprende-
so m qualquer obra de dircito cannico.
Como poisdizer-se que os papas na igreja
catholica decretara penas para o inferno? O
honrado senador desculpavel por este erro
que proferio, em vista da fonte ondebebeu-o;
fez igreja urna injusticia que nao me-
reca. .,
E a este respeito, Sr. presidente, vou ci-
tar urna ancdota, bem curiosa, que anda
friza melhor a questo. .
Quando 'io VII se achava em Taris, em
1804, o primeiro Napoleo exigi que todo
o funcionalismo lhe fosse render homena-
"em as Tulherias onde o papa resida,
ube a sua vez a M. Marrn, que era pre-
sTdente do consistorio calvinista. Elle fez
um discurso delicado, e em termos conve-
nientes, mas em um dos pontos do discurso
disse : que com quanto na sua quahdade de
presidente do consistorio, nao tivesse direi-
to benro apostlica do Santo Padre, to-
dava julgava que Sua Santidade era dema-
siado caritativo para expo-lo s penas do
inferno, p..r quauto, Sr. presidente, o pre-
juizo da condemnaco s penas do inferno,
decretada deste mundo um daquelles que
os protestantes, ainda m smo os mais ins-
truidos, em geral admittem. O Santo Pa-
dre Po VII repcou a este cumprimento, e
com muito espirito, dizendo que nao reco
nhecia nos papas semelhante attribuigoe
mesmo nao lhe constava que papa algum
tivesse urna tal pretenco ; e, reterindo-se
a M. Marrn, assim respondeu sorrindo :
mas tambem acreditai que, se tivesseis a
infelicdade de perder-vos, o que Deus nao
permitta, nao me acharia habilitado para
tirar a caslanka do fono. Corno j no-
tei o presidente do consistorio calvinista se
chamava M. Marrn. Fez nesta occasio o
papa um chistoso oakmbourg. J se ve,

por tanto, que os papas nao tem a preten^
rao, que infundadamente Ibes attribue o
meu Ilustre collega, e nem kispe algum da
igreja catholica, de mandar para o inferno
pessoa alguma, para co npnr penas decre-
tadas nestete mundo. Pode ser queeu es-
teja engaado.
Por tauto colloquemos a quest&o no seu
verdadeiro p e saibamos o que realmente
a excommunho catholica, seus efl'eitos e
applcac,ao. Sinto estar fallando desta ma-
teria diante do meu nobre collega pelo
Cear (oSr. Poupeu), se n duvida mais com-
petente do que eu ; pe.vlho mil desculpas
e a correcto dos nieus erros.
O Sr. Pocpeu d um parte.
O Sr. Mes des de Alheida : Saibamos
por tanto, que excommunho, ou maior ou
menor, alm de urna advertencia, urna
censura, mesmo urna penal i lade para
obligar o fiel a entramo cumprimento dos
seue deveres, a voltar ao gremio da igreja.
Ao delinqueute recusa-se aquelles bens ;ue
Jess Christo confiou a reja at que o re-
fractario arrependido' volte. Se elle nao
volta e pertinazmente resiste, a culpa pelas
consequencias nao da igreja, se no mo-
mento critico nao se der bem l por ci-
ma
Diro lguns, como tenho ouvido dizer.
nomeadamente o Sr. presidente do conse-
Iho que nao se importam com a excommu-
nho, porque ellos bellamente seentendem
com Deus (riso), e por consequencia esto
muilo e perfeitam^nte segur s. Eembro so-
mente a S. Exc. o Sr. presidente do conse-
lho, cuja surte muito me iutefessa, que a
palavra imprudente que proferio ainda un
pocendo contra o Espirito-Santo, e destos
que nao se perdoam.
O Sr. Fumino : Apoiado.
O Sr. Mendes de Almeida : E' a pre-
sumpeao dor estabelecido na igreja. Pode, ver-
dado, o queestiver fora da igreja por igno-
rancia inveiicivel, alcanzar sua salvarlo por
misericordia divina ; mas nao pode ter
saliindo deste mundo certeza de sua salva-
cao, como tem aquelle que vive de confor-
inidade com as leis da igreja. Ao menos o
quesahe de conformi lade com a igreja leva
comsigo a consolago de que os seus pecca-
dos lhe sern perdoados, mas nao aquelle
que confia somente em si, no orgulho di
sua razao, o que resiste pertinazmente a todos
os conselhosque nossa Mi, a Santa igreja
Ihed.
O meu douto collega, Sr. presidente, ain-
da insisto neasa poltica e nssa intervenco
do poder espiritual sobre o temporal. Eu
j disse : nao ha poca alguma desde que a
igreja foi estabelecida, em que o Santo Pa-
dre interviesse directamente no poder civil
de qualqer estado.
O Sr. Visco.nde de Souza Franco :
Jiegou a dopr principes e reis.
* Su. Mendes dr Almeida : Sem du-
nda i. ,IS Vmos caminar refledidamente
a .luWo, ll0 ,noJo e raz0 Pr(im (lePu-
nhpm ; vamo/ Hiesmo ,cas0 senador a quen.' respndo citou aqu em
referencia a S. Crego."'0 >"..qnoS. Exc. nao
designou como santo, niase,a propn S.
Gregario Vil cuja festa cel,JJ.ra a 'greja
amaiih, 2o do corrente. CSa de
Ilenrque IV da Alleinauha.
Oual ora a le que rogulava o imperio Ger-
mnico? Nella se dizia que desde qieo
imperador se nffastasse da communhao ca-
tholica, a pena seria a deposito. O impe-
rador germnico era elcito por varios prin-
cipes catholicos, tanto seculares como ec-
desiasticos e essa era le corrente, aceita e
reconhecida por to los.
'>iem poda sabor se o imperador era
ou nocatholico para se lhe impr a pena
legal naquelle tempo em que a igreja esto-
va intima e peifeitan.ente ligada com o im-
perio ? Era sem duvida o Soberano Pon-
tfice.
B como procedeu o Santo Padre nessa
occasio ? Os eleitores do imperio, os prin-
cipes Saxes o Suabios vioram para nara
perto (te Roma, e:n Tbur, congregaram-se
e disseratn : Henriipio IV tem faltado a
seus deveres, como imperador, nos por isso
o queremos depr, por quanto alm de mul-
los crimes qoe tem praticado, accresce o de
apostatar da f, Henrique nao ebristao.
Ora, a historia o aprsenla como um dos
peiores principes que iem havido. O que
fez o papa ? Disse : E* melhor esperar
mais algum tempo, contemporisar, a ver se
o principe cede de suas dc*arrosoadas pre-
teneoes. Hesolveiam os eleitores con-
gregar a dieta de Augsbourg, citando por
ella o imperador, aim de apresentar suas
queixar e defender-se Henrique. O papa
promelteu estar presento nessa famosa as-
sembla, confiado que alli terminara o li-
sua alta posico e suas virtudes lhe haviam fallamos hoje. Portante, ondee a que fim
adquirido. vem essa theocracia, cujo phantasma apre-
OSr;. Visconde de Soi;za Franc^: aentado para aterrar as almasfracas?
Ento fazia reis e dopunba. E, senhores, fallemos claro, theocracia, se
O Sr.Mendes de Almeida : Sao cou- ba, se rege alguma parte do mundo, fra
sas que se descrimmam perfeitomente, e a do calholicismo ; a doutrina christ desde
antiga sociedade bem o comprehendia. O que nasceu aeabou com o rgimen theocra-
pepa iio inipozcondicio aigwiaao nascen- tico. Nem mesmo havia esse rgimen nos
te reino de Portugal. D. Alfonso'Henriqucs estados da igreja, porque o papa uo os ad-
que quera ser rci, passando de vassalio a ministrava confuixlindo a rbita temporal
principe indepen lente, nao tinba torcas para com a espiritual. ludo alli se achava per-
resistir a see competidor e Suzerano o rei de feitamente descriminado; osestabelecimen-
Leo precisa va de apoio e apoio poderoso, tos de rgimen ecclesiastico nao se confun-
'por isso procurou o papa e disse : Quero diam e misturavam com os civis.
ser vosso vassallo, ou antes da Santo S, Em surama, Sr. presidente, desde que
como era o dimito daquella poca vassalki- Nosso Senhor Jess Christo estabeleceu a ois-
gom mais ficticia que real : assim acouleceu tinuvo entre os dous poderes, nunca mais
na Inglaterra, em aples eoutros paizes, houvegoverno thoocratico, propriamente tal,
mis nao era negocio em que a igreja, como entre bons ebristos.
poder espiritual, interviesse. Osgovornos theocraticos existiam no anti-
Foi por ventura no interesse da igreja go paganismo, onde os dous poderes viviam
que D. All use Honriques procurou o papa seinpre confuudidos : e que governo mais
quando se lhe apresentou e disse : Quero theocratico do que o da antiga Roma, onde
ser vosso vassallo e pagar de tributo quatro nao se poda dar um passo na administrarn
oncas doouroT Nao foi ; Affonso publica sem um sacrificio, sem consultar os
procurou a proteceo do papa como um deuses e os animaes sagrados? A todo o
auxilio para tornar.se indepeudeute e con- momento havia sacrificios, havia consultas
solidar a revilucao que fez, fugindo vas- diviudade. Todos os governos da mytholo-
sallagem do seu Suzerano. A de Roma por gia antiga eram radicalmente theocraticos;
muitos motivos lhe era mais conveniente, e posteriormente os culi s estranhos igreja
Elle arcava contra o.dominio leonez ao.continuain a s-lo ; sirvam de exemplo os
Norte eao Oriente, tinha ao Sul os inusul-, estados mahometanos, o governo da Ingla-
manos que o nao deixavam parar; mas t trra em que a rain ha que decide do d<>-
desde que se declarou vassallo da Santa S] ma, e na l'russia onde o imperador da Alle-
consoli lo a paz com I.eo, e foi quando [manba erei daquella naro o chefe da re-
mulla gente acudi de diversos pontos da: hgio evanglica. Nesses estados ha theo-
Hespanha e da Europa, e Iheajuda -.m e a cracia, porque o chefe resolve asquestes
ligio.
O que fez Henrique IV ? Sabendo que
seria deposto, e reconbecendo por outro lado
ser esta doutrina porfeitamente regular, por
quanto declarou (e nao so elle como seu fi-
lho e seu neto') que se faltasso ao imperante
a fidelidado igreja era isto motivo suffi-
ciente e legitimo do deposico...
O Sr. Visconde de Souza Franco :
A aeco do temporal sobre o espiritual.
O Sr. Mendes de Almeida : Mas nao
era isto resultado da lci ecclesiastica, era o
resultado da lei civil do imperio Oermanico,
que. todos aceitavam e obedeciam: nao ha
influencia do espiritual sobre o temporal.
Por conseguinte o que fez Henrique IV T
Vio Italia, entendeu se com o papa e foi
absolvido da accusacSo de apostasi ; mas
o papa ainda lhe disse : Apezar de tudo
conveniente que vos defendaes na dieta de
Aogsbourg. Henriquo IV julgando-se des-
obrigado de comparecer dieta pelo facto
do sua absolvigo, negou-se aquella justa
exigencia e a questo veio a decidir-se pelas
armas.
Ora, isto tem alguma cousa com a inter-
ferencia do papa no domioo temporal ?
Elle era o juiz bem aceito e reconhecido
por todos. Qual o juiz que naquelle tem-
po poderia dizer se Henrique IV era ou nao
caiholico T Quem o juiz das controver-
sias entre os catholicos 1 Nao ha outro se-
no o papa. ,j
O Sr. Visconde de Souza Franco : ~
O nobre senador pelo Maaanho citou a
deposico de D. Affonso de Portugal, l
O Sr. Memdes de Almeida : Nao foi
elle quera citou, est V. Exc. engaado ;
quem citou foi o honrado senador pelo Es-
pirito Santo, o qual nao se. referi a D.Af:
fonso, a D. Sancho II, o capello. Dire
ainda duas palavras sobro estocado era
urna resposta que eu pcatendia dar ao hon-
rado .senador pelo Espirito Santo.
I) Affonso Hunrqiies nunca sena ra de
Portugal, se nao fe Ihimento que lhe
prostou o papa, nao si'nplermente como
chefe da igreja, mas pela influencia que
seus successores a firmar a nova monarchia.
E depois esses reis que recebiam esse uotavel
beneficio insurreccionaram-se contra os pa-
pas e tinbam legistas para sustentaren! estos
pjelengues I.
O que acontecou com Sancho II ? Era
um principe que se comportara pouco dig-
namente e contra o qual se iu lispozeram
nao s os pqvos, cumo a uobreza e o clero,
principalmente depois do seu casamento com
D. Meca de Haro. Ento os povos reclama-
ran) i santa se que como era a suzeraua, Ibes
ilsse um successor cora do reino, e os
papas apenas deram um regente, que depois
passou a reinar. Portante os papas como
suzerauos estavam no direito daquella po-
ca ; preciso apreciarnos o facto conforme
o direito que naquella poca existia e era
por todos bem aceito. Foi um beneficio
para Portugal a solacio dada pelo pontfice,
porquanto, comparado Sancho II com Alfon-
so 111, era seu successor muito melhor
cousa. Isto consta da historia, e, com as
ra/.es produzidas pelos honrados senadores,
nada se pode allegar contra o procedmento
dos papas.
Se o papa, como alguns escriptores di-
zem, quizesse ser senhor do mundo naquelle
tempo, t-lo-hia sido ; mas o papa nao que-
ra isto, outra era a sua missio | limitava-se
quando muito a ser suzerano de alguns esta-
dos que solicitovam essa vassallagem por
commodidade propria, e mediante o tributo
insignificante, como era o de Portugal, qua-
tro micas de ouro. Essa vassallagem era
mais facticia que real, e era nicamente no
interesse Jos principes e nao no do papa.
O Sr. Visconde de Souza Franco :
G/vernava pois n> temporal e muito.
O Srv Mendk de Almeida :Urna das1
queixns de* Machiavel contra os papas era de
nao terem creado a Italia uro grande esta-
do, em que fossem ciiefes tonto no temporal
como no espiritual. N'unca o papas tive-
ram semelharite pretenc/io ; tudo quanto lhe
assacam neste sentido linfundado, nao pas-
sa de historias dos detoni-ores do eezarismo
monarchco, dos homens que se apoiavam
no direito romano, e quer^m fazer do mo-
narcha christo um monarcha cezariste.
O Sr. Figuewade MeMx :Apoiado.
O Sr. Mendes de Almeib*:Nunca o po-
der temporal deixou de sen mu i acatado pe-
los papas dentro le sua orbUn. allegac-se o
contrario traduair mal a- historia, nao
aquilatar os fados de conforaaidade com as
doutrina* da poca em que ceorrerarev ou
desejo nicamente de injuria a santo-s.
Passarei a outro ponto.
Ha aqui (lendo) m tpico- a> respeito- da
bulla Eierui patri, que tambem adduaio
em pro de sua tbese o honrad-senador peto
Maranho, mas de que eu peescindo, por-
que- ruagiettalmente delle oesupou-se o no-
bce senador pela Babia (o Sr. Zacaras). Pfrfa-
aualysequefei S. Exc. ficou pro*ado que* o
honrado senador pelo Maranbo nao tmb
piestado serio atteneao quelte documente-^
Ojue nao dizia o que S. Exc. enebergava.
Trat nd*> dxv concilio do Vaticano que pr&-
damou o dogma da infallibilidadedo sum-
mo-pontifice, assegurou ainda o-honrado-se-
nador pelo Maranbo que eta esse fa*to
ta-nbem urna prova de que se quera.esto-
belecer o rgimen da theocracia. Oh I se-
nhores, como de semelhante eircumstancia
deduzir-se essa concluso ? E' ainda tais
urna nehulosidade germnica o assegurar-se
que o dogma dainfallibilidade-do papa tinha
por fim crear urna theocracia. fois o'papa
nao era antes infallivel ? Quantos vezes nao
decidi elle por si s queetoes de f ? Podia
concilio algum ter validado sem que o- papa
o approvasse 1 Nao ha um concilio que nao
tanto no temporal como no espiritual. Go-
verno theocratico o do czar da Russia, o
do sulto de Conslantnopla..;
OSr. Figueira de Mello :E' o do mi
kado do Japo.
O Sr. Mendes de Almeida: ... o
do imperador da China. No rgimen do
christianismo no possivel o governo theo-
cratico, ha distiuceo bem pronunciada dos
seus poderes, e essa distinefo se deve dou-
trina de Christo.
P llanto, esse terror inculcado do theocra-
cia lodo imaginario, nao existe nem pode-
ria existir, menos l pela resistencia dos ra-
cionalistas, porque estes sao os maiores fheo-
cralas pnssiveis ; estes que querem a coih
fusao dos poderos, o predominio de una
densa chamada razoa para por ella gover-
narem os estados e estabelecerem religioes
de couforinidade com as suas doutriuas,
esses que querem e tem interesse na con-
fuso ilos detus poderes, que Nosso Senhor
Jess Christo bem e perfeitomente descri-
minou,
Queixa-se o nobre senador de que os
bispos nao reconnecem o plctcet, mas os
bispos nao leriam talvez duvid;, de reco-
nhecer o placel, se acaso o 14 do art.
102 da cousti!oii;o nao fosse entendido de
urna maneira irrteiramente opposla s dou-
trina da igreja. E' na marserra de apreciar
o 14 que est toda a dissiJuncia.
Desde que o legislador coretinihite esta-
beleceu aquella disposicao porque enten-
da que poda e devia estar de accordo com
o art. y ', a nao plte'ser de entra manei-
ra entendhr aquella dfeposico,- se se quer
que o platel seja obedecido em conscien-
lcia por todos os cathoKcos deste imperio;
porquanto, apreciado no-sentido opposto de
jueperem o^- liis reunidos as duas -cma-
ras-, no conselho de estado e no irnisterio
entender o 14 restridamenle, nao- pode-
r o governo encontrar a> obediencia*ejie to-
do nos dovemos lei com o pleno assenso
da conscieucia- EntendkJo> no sentidb- res-
tricto e rigoroso-nao podaremos considra-
lo corno urna disposi<;- ^usta, enumere-
mos sempre que urna disposicao aatbca-
tliolica, e mesmo-absurda-^ ettentatoa- da
liberdade e independencia dirigroja.
Orar nos teme na constitnico disposiy>es relativas ao asswnpto religioso,
sendo ; principaba do artv 5, das uaes
a nica'que est em desacaocdo o % 14,
entendido'- como qucr o nobre senadorr pelo
Maranhao o explicarlo- por elle-.
O Sr. Viscondk de Soexv Franco :
Pela ra -ni.
O' Sr. Mendes. de Almeui-a :A razao
ahi est fra. Uip-mo S..Exc:, que- me
houra coro o seu .aparto, se- a palavro.no-
mear b*f>os do 2o art. 102 importa o
mesmo qiie nornear max'istaailos ?
O SR- ViSCONDB ME SobXV.l"*ANCO SD-
go que sim.
O SR-Z.XCAIilAS.rv-Nao.
Su. Mendks de Aemeida.:Tanto
nao a mesma cousa que nunca se wecu
tou por essa forma-.
O S*~ Viscoxac de &nriA. Fr.wco:
Digo que sim.
O Sk Mendes be Almhda:Se ornear
bispos o mesmoque nomear magistrados
sas suscitas contra a santa s forain inven-
jadas por ellos.
O Sr. Vkcode de Soma-Frasco :En-
to o placel desnecessario.
OSr. Mendes de Almeida :E' millo e
ineflicaz; ma.' havia urna inconveniencia aqui,
em um paiz catholico, e esta -. o gover-
no que se obrigou a manter a religio ca-
tholica, deve saber quaes sao as peais reaes
a authenticas publicadas pela santa s para
que todo o povo as conheca e as respeito ; e
o governo do estado mais que ninguem dis
pe dos maiores meios de publicidade, e
interossa em que toes leis sejarn bem couhe-
cidas.
Nao para examinar, p.irque em materi
dogmalicauo podemos oxercor exame, e
para que ?
O Sr. Zacaras Que competencia tem
o governo para isso I
O Sr. Mendes de Almeida :^io tem
competencia nenhuma. E ocioso sera um
tal exame sem expr o paiz a mudar de
religo, o que, em vista do art. 5, nao se
pode presumir
Tanto exacto o que acabo de dizer a
respeito do placel que os racionalistas mo-
dernos ja o abandonaran!, tonto lhe senti-
ram o absurdo. Peco liceiiQa ao senado
para lr urna passagem de um escriptor ita-
iano Boggio, a respeito do placel. Este
escriptor que ninguem qualificar de amigo
da igreja, em sua obra a I y reja e o Ktla-
do do Piemonte, publicad em 1864, emit-
tio esta opini.io sobre o placel (le.)
O exequtur oh pincel de nada serve,
onde reina a liberdade du imprensa. O
exequtur tem sobreludo por lim impedir a
publicaban dos actos do poder ecclesiastiso,
qu; parecessem ao po ler Laical perigosos
ou illegitimos. -
Com a liberdade da mpreiisa, os jor-
naespodeni dar pnblicidale a bulla ou bre-
ve, nn obstante nao ter o eeeijiuilar. E
como nao da forma da promugacao, mas
do coiihecimento que so tero do acto, que
deriva para os liis a abriga<;o de oledecer
s prescripres da antori lade ecefesiastica,
segue-se que o ex^piatur perfefCamente
intil.
Os fiis no podt?m, nem querem, nem
devem referir-se s decises da autorkhide
poltica, para saber se devem ou nao ob-
servar essa preseripcao da igreja, sua pro-
pra consciencia o nico juiz competente
em semelhante materia. Oa, a conscienaia
nos diz que demasiado a4urdo que ?
principe defina so um breve, urna bull.
etc., devam ser doctorados uos ou insub-
sistentes, mesmo coiao actos dfrautoridade
ecclesiaslka.
Ora, O que- diz este notovel escriptor tinha-o
comprehemTido a eoiMtltSQlo d' 1848 do
Piemonte, (jue hoje a-constituido-do rei-
no da Italia. O placel entendido como que-
rem os que o defendero, rigornsaraenle,
b je alm de absurdo, aimchrouico:
Kis aqui, Sr. presidente, um aufer hem
liberal, bem racionalista oque diz a respeito
do placel; a o governo awogando-s una
pretenco insusentavel devr collooa* as
confidencias dos-ca holicos a alternativo de
obedecer sua nligio ou s prescrij^HS
cws...
OSr. Visconde de Souza.. Franco--:^A
constilufjo o ordena.
0" S*. Mendes de AumMI : &m
osd'ena-* no caso dc--nomear bispos, eono
ordena no caso de grover pa roches e ew-
pregado ecclesastioos. E' p* que a coostituico ordena, lo se pe
entender a conatitniato em asswnpto relir
gioso-senDo pelo artigo regulailor que o*
ant. 5.
O nobre senador pefo Maranki tambem-||erjos mu-wicipaes f
trtitoii da tondemnac le um ) dois jor> | OSr. v"*w.onde
com destino aos puras espirites, que esto
sob sua inspoccao; os corpos nsjlnf ao
poder que dispe da torca, intereasa osmi a
leilura dessas boas pocas, gososa da SMHS
franoa liberdade, nao sao prejadicodos pela
pastoral.
Este argumento lembrado pelo nobre sa-
nador peto Para novo, pois era prrte al-
guma do mundo tem sido letnbrado, e o
hispes teein usado desse tremendo direito,
no parecer de 9. Exe.
Continuando na analjse das proposic^es
proferidas pelo honrado senador pelo M-
ranhao, farei sobre este tpico mais ama
obser vacio.
AccresoMita S. Exc.que quando o Ilustrado
hispo do Para coiidomnou o Pelicano e oo-
trus joniaes, havia .lito que s tena absol-
viejo do sacramento o macmi que fosse per-
juro. Pan ce-rae que ura tal modo de es-
pressar-se improprio du senado, roiater
que nos conservemos m> terreno da etac
tido quando fizermos naant ero-Miras,
(guando vimos aqu fazer urna accusac*o a
qualquer iu lividuo, sobreti l a umqnwse
acha na posico de principe da ireia, tse-
se meditar duas trzes antes de arrw arioo*
urna censura, coma que S. Exe. fea ao
hispo do Para sem pravas.
Pois o hornero que ouve os coiisebus t\a
igreja perjuro T O bispo poda dizor isto T
Tanto nao o poJi. isizer que na sua p r*wal
a res|wito da magon.wa P-se cousa mu dif-
ferenle da proposicio* do honrado senador.
Tenho aqu a lloa Noca, onde vem textui-
mente a* i lela rages do fcasp.
P-xIer i ;oes sacraineutol lodo o mniibro da ma<.o-
naria que fteer pron rwr para o futuro, inteiraineotee- pata sem-
pro esto socieda fra id vi I-a a ntaol vicio, e o p-mt-nSe com -
metteria mu satrlegio a
J se v pois qur nAn diz o hispo np* o
macn seja porjuro voltando ao Hremttr ie
sua i^rej;vrque alias, nao permute lies jmts-
menlos. Os que se ftT?m (.-ontrsriu
sua lei, sto radicalmente millos.
Censurai^oo digno prvlado dis*.- ti iw
nobre senador ; ns-pixteri casar o raae.xv
ipje perjurar, isso qiw se recooaliar com
o seu bispo. h'ma pivjKr*H;ao desta nt-
den laucada era' uin jornal, qw nao tema
grave respoiisalUilade que ten o scuailor Jo
ini|e?io, |Mid>ria passar sen reparo ; int
que Din- senador adopte-a,-tr a*a rtr.iro-iu
za-a rao pareo'-me n^pilV,. ranvenirnle.
acho :r.uitn improprio: Eis-aqas oqu dir
a pastoral :
Ser4he-ha tobem wieediiJo o ssaa
meuto do- matrimonio em tSw^ao a outra
parte que fiea unids> ireja o na wm m
seu direito' aos sacTSimeiito. I^sabre-,
porm, os que uo ti wre n t-or.s> sado a ra-
coseiliado aun a igreja, que racebeart^ast
sacrnmenlo, ero toes diposifess eomaselU-m
uira grave tota diaute de ISrus. a
Eis aqui, Sr. presidrote, o bispo ailol
rante que quer avassalKr o estadoje entre-
ga-lo de raaos atadas ao santo jadre.
Continuaiidu accresreata o taibre wu-
dor : -so tet sepult-sra eectesiWtaia a
macoa que autos de momr se woonliar
com o -seu bisfio isto c, a 91a; ;a7asr.
Ora, Sn presidenta,a sepaitara Moksiaattca
um tas beus da que dispoe a laaej*-.
fiel trausviado qwc resiste i-Sudas as-admaas-
tacoes, que nao awrsujeilw-se i asMNpa>
ja*ptVI*julgar-se aflendid* se essa sn-juI
tura Un kk negada-?
O Sr. Viscos de Scaia Faerno-:
O que -apultiirj*.-sedesiasja ? Nao w a*
dos ceinitorios uiBtMcipacsT
O Sr. Hcnkks m sVUHM :Oua oaiai-
nses do Para, o Pelicano, o Santo 0//->
c nao sei qual outro.
O Su: Visconde db Soiza fttANco :
O* Liberal
OSr. Menes de. Almeida.--S. Esc;
uso entro* uo exainunsiudo desta questou*
ella foi tralada pelo honrado senador pelo-
Para, oqoatnus diste que era mu attenki
do contra a liberdade da im prensa a probi
bigao queo bispo do- Para fez. d.k leitu.-a
dtstesjoruiMiS. A arjjamenlacaa^lo S. Exe.
consista no seguintc-r. A consvituicao peri-
mitto a liberdade da uprensa v *ra, se ni*
houver quem leia os jprnaes, esta liberdade
nao se tocua effoctiva; logo > prohibiro
da.leitura.de umjoraal oppostoiliberda.
dada iropeensa. Jte maueiravjque confbri-
lae a argumentago- de S. Exc^^o pai de fa-
milia que prohibir a-.lekura de- um hvroou
jprnal a seu filho, dever ser punido o ir
gara a cada, porque oppoe-sc- liberdade
do imprensa : o grofessor om director de
educaran do qualquer mo^o so lhe lizer um
a tal prohibii.-o,. tambem est no caso- do
bispo, est exposto, mesma penalalade.
m So-i.vftusw*-T*-
ento digo que quem nwneia o delgado c- deve ir. para a cada I E"r'am novo direi-
tendo a assignatura do papa, valesso e fosse
considerado ecumnico e legitimo, essa for-
malidad era indispensavel. Ora eomo
que mantendo-se essa situado, nunca houve
theocracia antes, e s depois do concilio do
Vaticano que se teme a realisa^o de se-
meltiante systema de governo ? E com que
meios, Sr. presidente, realisar Uo insensato
empieza ?
(Ha um aparte).
A doutrina da infallibilidade do papa
orna doutrina antiquissima, generalisada na
igreja, e de outra sorte nunca poderia ser
declarada dogma, porque a igreja nao cria
dogmas, ella define-os, porquanto existem
no deposito da J de que a igreja o guarda,
o fiscal. Esses artigos de f nao senam de-
finidos como dogmas se nao tivesse havido
quem os viesse por eaa duvida.
Foram os gallicanos os que levantaram a
questo de que o concilio era superior ao
papa, e de que.este nao era infallivel como
todos os monumentos da antiga igreja e pos-
teriormente depunham, e bem oprovou Eo-
caberti no principio do ultimo secuto. Fo-
ram ellos que sustentaram essas e outf as
questes da mesma procedencia que ator-
mentaram a catholicidado nos seculos XVI,
XVII e XVIII, mas a doutrina ortbodoxa e
corrente era toda a igreja, exclusive a Fran-
0 subdelegado \ o chefe de polica e nao o
presidente de provincia..
O Sa. Zacakias ; -A faculdade de no-
mear bispos n5 delegaco da afio.
O Sr. Mrimrn de Almeida Insisto
nesla apreciacao para mostrar que deveanos
entender disposigao-do art. 102 14 da
constituirn de accoodo com o art. 5*. O
arL.5 que o regulador. Nomeaj bis-
pos^tnton^io.pdo o governo fazer^. pois
tantas vezes tem apresentado bispos a o.pa-
pa nomeado! E nomea o governo bispos
por ventura porque o povo o autorisasse
para sto ? Nao; nem o povo lhe poderia
dar semelhante direito, peque nao o tem.
O nomear aqui, cumpre altender o
nomear no sentido do nominare latino equi-
valente a apresentar.
Prover beneficios ecctesiascos o mes-
mo que prover os empregos civis T Nao ;
a tonto nao que necessario apresentar
os pa renos ao bispo para o bispo dar Ibes
a collacio, pois sem essa formalidade o
parocbo unpossivel. Por conseguinte,
quando quizermos entender a constituido
em materia religiosa, o artigo regulador
o 5.*
O Sr. Zacaras ;Apoiado.
O Sr. Mendes de Almeida :Ento
comprehende-se a razio do placel, e o pla-
cel neste sentido 6 aceitavel e admissiyel
porque nao nullifica o outro poder. O prin-
cipe 04) governo recebe as bullas e as faz
publicar par* melhor defender a religo
que jurou manter.
O Sr. Vistosas de Souza Franco :Sem
exame, sem coiihecimento 7
O Se. Mudes de Almeida :Mas que
exame, que conhocimento? Por ventura
ca nesspoca, foi sempre essa. Em Fran- j houve da parte da igreja alguma mva-
ca o reforco que os jansenistas prestaram sao 1 Nao ha templo de nenhuma mya-
aos gallicanos, deu a esse erro um grande sao, e nem pode haver, porque a doutrina
catholica kivariavel. Essas imaginarias
invases foram creadas pelos defensores do
cesarismo monarobico, e aproveitadas hoje
corpo, mximo pela influencia que esse uo-
tavel paiz ejerca na Europa,' mas mesmo-all
a despeito das doutrinas dogovernoi a boa
doutrina conservara muitosadherentes, nao
to ao tiabalho.
Mas,,dizS. Esc.: E' uin direito. d: a
constitnico. Mas.o direito que consagra
o legislador nao vai ao ponto de crear leitores
para todos essas- pegas, quo a doutrina ca-
tholica ou a moral christ repollcm. 0-diii-
to- que ninguem embarace a qualquer
pessoa de escrever o que. entender em.mani-
festago do suas ideas, porque o estado nao
pceyive os crimes, pune-os; isto eu. com-
prehendo; mas dahi a crear um viveiro de
leitores para quaesquer public&Qes, in-
mensa a distancia.
Ma?, agora digo a S. Exc.: a estado tam-
bem garante a religio catholica no art. ii
os bispos tecra a obrigago de affaslar suas
ovelhas dos mos pastos, o besa se v que
ellos nao o podem fazer do outra maneira
seno dizendo: Isto man, ou, toes dou-
trinas sao reprovadas.
O S. Visconde de Souza Franco ;
Mas nao prohbindo.
O Sr. Mendes de Almeida :Elles teem
jurisdiego para faze-lo; podem impdressa
prohibico, porque a senecio do direito
que se Ibes nao contesta de ca lemnar os
mos livros, o que im^licitami-ale prohi-
birlo, o que por toda a parle su tom dimi-
tido.
Temos por consequencia dous direitos
em frente um do outro ; qual dalles 0
mais precioso ? porquanto nao ha direito
contra direito. O mais precioso sem du-
vida aquelle que tem por fim amparar a li-
berdade dos fracos e illoltrados, garantir a
moral publica como fazem os bispos : e
tambem ainda por outra razao. Os racio-
nalistas nao querem que a igreja possa func-
cionar seno dentro da rbita do puramen-
te espiritual: ora o puramente espiritual
um absurdo, porque a igreja foi feila para
este mundo e nopara os espirites, porquan-
to esses nao precisa vara do sacrificio de
Christo. Mas admitamos o puramente es-
piritual por um mpmento. Neste caso, digo
pelo eesjrisrao democrtico; essas injurio- eu o bispo, quanto lavra essa prohibieo
dos sao man ici pac-*?
O Sr. Hnoes k Alheida : Toda*-**;
o mundo calholics tem entendido ao-insw-
sode V. Lac. e a trova i qu em Pksssl pv
exce|M;o uuira, iia cemitenw nessas c#a-
dMJBasa q* \. Exc. allude, mas eai-tadaa
Franca os ceuiiterio catholatos so-swpata-
ilaa ilisfasasraa .VWn civil amia IsatHHaa
da primeara lavoluqao o tert. adaiiaidu. Li
o governo as mauicipaliiiada- lavarasn a
Immb seus da raaadar sar aaasJHSSJSS
proprios jvira ln prrte da > > nmuiio cathoca ; aqt, pe"
contrario achou-sa que era maisc-xpsdite e
naars coiim-va-lo iiMOila'-se protanar- asc.-
Hjjterios i^ara so abrir sepultura aos ao
ca.tholicos,.quainl>. a ohrigdvu BBBMBB) "I-
fonder os-direitos-eos escrjpuios C'us-tall'-
lieos, e iMudar-sa faier camilsrit* paaa <*
outros religionarios que nao 104.111111.-
nas mestnas idea, e nao dio s criro/>nias
fnebres a. importancia que n> dama.
O Sr. Viscosas de Sw/.a F*a.iqo :F.
deixar iusopulto os cadaaeres onde n*> p
desse haver outro cemiterio pnl pequen/
do lugar.
O Sr. Menks de Ai xida : a culpa
seria da igreja?
O Asv VjisoknedeSoi:iaFa.m;o:?em
duvida..
O S. M>.NIS DE AlkMElDA > IHi. |*orq-.-
a igrejano polo rosponder seno pelo qar
az ; a culpa do governo civil que oppjf-
tunameata nao providenciou sobre esta ne-
cessidada, e cabe a V. Esc^em grande par*
poyie tem sido ministro mais de urna vz
e mura se lembrou disto.
OiSr. ViscoxoedeSocia Franco :-CreK
qut! p le-se enterrar perto uns ilos entre*.
sera briuarem, e sem qiM deixem da vsn-
parecer no finido mundo ao juiso final.
O Sr. Mendes de Almeida :At aqu as
censuras contra obispo do Para; vamos
examinar as dirigidas ao da dtocese do Hu
drande do Sul. O nobre sena.lor pelo Ma-
ranho tambem oaccommette eporque*
Eu le rei a aecusaso. (l.
Chamo tambem a atteneao do goven
para o precodimento do bispo de do Sul, que sahe da sua diocette, aban-
dona o seu rebanbo quando e como bem
lhe parece, e vai i Europa o provincias ir-
Norte, onde demora-se o lempo que auer ?
Julgando-se desligado, pelo facto e> ser
hispo, de seu juramento ao soberano da
navio, s se reconhece subdito do papa !
Se a assembla provincial lhe pede internaa-
Qoes sobre assumptos da sua competencia.
elle, fazendo pra?a do maior dospreto pelas
poderes constituidos, responde-lhe rom rfe-
cortezia sem i$b\, dirige-te an corpo les^s-
lativo provincial como de superior para in-
ferior e com tntoleravel sobranceri*
Quantos inexactides e quanto injusts>a
neste pequeo treeho!
(Continuar te na.,1
YPDO
D1AH1U-IUA DUQUE DK CAJSt
;-; '
~.


Full Text
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