Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12966


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Full Text
AMO XLIX. M1ERO' 141
1
T'-------"" -----------------------------------------
1'AHA A CAPITAL E MT.ABES OSDE KlO SE PAGA POHTK.
Por tres mezes adiautwlos................ 690*0
Por seis ditos idein.................. 129000
Por um auno idem.................. iJMXJO
Cada numero avulso ; ............... 320
. tiVil
SABBADO 21 1) JIMIO DE 85.
PARA DEVTHO E FURA DA PROVINCIA.
Por tret mezes adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por noTe ditos dera .
Por um auno idem. .

MI

f i


S79Mt
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILHOS.
O Srs. Gerardo Antonio Al ves d Filhos, no Para; Gongalves d Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de OliveiradFilho,
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes,
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna; Frauoino Tavares da Costa,
; Antonio de Leiuv* Braga, no Aracaty ; Jot tria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no fetal; Am J*tn
da Penha; elarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaiareth;
Alagas; Al ves d C, na Baha; e Leite, Cerquinho d C. no Rio jde Janeiro.
V
PARTE OFTICIAL.
Ministerio lo imperio.
Rio de Janeiro, em 3 de junho de 1873.Uliu.
e Exm. Sr.Examinando-se as telas que acom-
panharaui os ollcios de V. Exc. de 2 e de Janei-
ro ultimo, relativas as eleieoes feit;is em selembro
jo anno passado para verea lores e juizos de paz,
as freguezia* de Nossa Senliora do (arm da Vil-
la-Bella da lmperalriz, do Andir e de Nossa >-
ahora da QoDCeicfco de Maus, veriliea-se :
1.* Que na primeira destas freguezias corren re-
gularmente o processo eleitoral.
2." Qae as mitras ditas luuve, ni acto da lur-
macao das mesas paroeoiaes, uraecio de proeei-
tos esseneiaes la le, porqu.into :
Em An lira os dous cidadaos votado* para jtii-
zes de paz, chamados em substtnieo da turma
dos suplientes de eleilores, uos termos do arl. i'
do decreto n. IHlide l de agosto de iStli, em
vez de elegerem os tloas msanos representadles
de-la turma, tomaran a -.vento ua mesa e fu necio-
naram como laes, em contrario do disposto no art.
'}" combinado cotn o art. 3" do dito decreto.
Em Manes, cotn observancia do art. ll da lei
n. 387 de ID de agosto de I8iii, interyieram no
acto da formayo da tuesa os oito cidadaos imme-
diatos em votos ao juiz de paz inais votad > a na >
os e olores e supplentes da legislttnra ii'ida pela
dissolue/io da cmara dos depulados.
Por laes fundamentos resolveu o governo impe-
rial sustentar os actos eni virtude dos irosos V.
Esc. deelarou vlida a elei.fn da l' a aulla as das
outras duas freguezias : o que lommunic) a V.
Exc. para os lias convenienles c em resposta aos
supracitados ollcios.
Deus guarde a V. Ese. Joo Alfredo C rreu
Ae Qticfira.Sr. presidente da provincia do Ama-
zonas.
Rio de Janeiro, em o de junlii de 1873. lili
e Exm. Sr. -Segundo a doutrina do aviso n. I i
de 14 de novembro de l8i e oulros, imptrta vi
ci substancial as eleieoes parochiaes a transares
sao do art. i'.t da lei n. :t<7 da i! de agosto de
1846, por falta de menean na acta especial da le-
ceira chamada dos nones dos votantes que nao
- comparecern).
'Feudo occorrido esta falta na ele..ao de volea-
dores e juizes de p iz, eflecluada em Miembro do
anuo passado na begonia da cidade de S. Chrs-
tovito dessa provincia ; visto que sendo oili os ci-
dadaos alli quililicados, dos quaes volaran 103, a
acta s mencima os nonus de 23, e nao de 117
volantes que nao acudiraiu 3- cham ida ; decla-
ro a V. Exc. para os lins convenientes e em res-
pesia ao oflicio n. 83 de 2 de dezembro do dito
anno, que merecen a approvaeiio do governo im-
perial o acto Bolo qual essa presidencia annulloii
a referida eleirao.
Deus guarde a V. Exc. Joo Alfiedi C rria
de Olrveira.Sr. presideate da provincia de Ser-
gio?.
lliiiixterio la Justlca
Ministerio dos negocios da justica. Rio de Ja-
neiro, em 7 de juii- o de 187-1.
Illm. e Exm. Sr. Coro ollcio n. 3 de 28 de fe-
vereiro ultimo, V. Exc. remettou por copia o que
lhe dirigir o bacharel Jos Thoni da Silva, na
tj'ialidade de juiz innnieipal o de orphios do ter-
mo do Principe Imperial, consultando se eslava O-
Uibiii. emrazio do cuuliadio existen'e entre elle
e o juiz de direilo da con arca, de presidir no se-
gundo julgamento de um reo, no caso de ser pro-
vid a appcllacao iuterposla do iirimeirojulgamen-
to pelo dito jui< de direilo oo por algunas das par-
te*, e se o juiz de diltito ca suspeilo para proferir
enlenca as causas preparadas peio juiz munici-
pal scu candado ; se nalmente, anal a autorida-
de Compleme para admillir 0 juigar asjuslilica-
(os em que uto ha valor determinado.
Em resposta de Jaro a V. Exc. que o juiz mu-
nicipal nao pode servir com juiz de direilo seu BU'
tinado, porque, sendo aquello preparador B> lod >s
os IVitos civi-is que esse Jeve julgar, fazem parle
do inesmo juize. conform a doutrina do avisii de
20 de mareo do cnente anno, que se refere ao de
u. 73 de I'J de fevereiro de I SCI.
o caso, norm, do que se traa, a incompaiibi-
4idade eessou cmn a retwciio do bacliarel Jos
Thom Ja silva, i seu pedido, para o lerino de Ca
nind, na provincia do Cea, puf decrefc de S4
de maio prximo lin.l i. Quant ao ultimo ponto
da consullj, ja o aviso n. 398 de 23 de outubro do
anno passado decidi que os juizes municipaes
sao competentes para o processo c jnlgamentodas
imples justilicacoes.
D-.-u guarde a V. Exc.-ilnuoel .intonio Duar-
le i' Azevedo. Sr. presidente da provincia do
Piauhj.
Govcrue la provincia.
CXP6DIENTB -DO DA 23 DK ABBIL HK 1873.
/" secco
\ los:
' O presidente da provincia, alleiideudo ao que
requeren Joo Francisco de Souza, resolte con-
c I r lhe lieenea para embarcar com deslino ao
presidio de Fernando de Noronha, no priroeiro
vapor que para all seguir, ea serem entregues
a Joao Gonralves de Macado, os gneros contantes
da relaeao junla, assignada pelo secretario iuieri-
no desta presidencia ; nao podendo, porm, se efec-
tuar o desembarque dos ditos gneros, sen que
por liarte do comnuudante daquelle presidio se
proceda a exame, alim de verificar si ha aguar-
me ou outra qualquer bebida espirituosa.
O presidente da provincia, attendendoao que
requeren o teucnte do 2.* batalho de infanlaria
b isilio Jos de Barros, e tendo em vista a infor-
rnaco do brigadeiro cominaudante da> armas, de
3 do eorrente sub a. 338, e parecer da junta de
saJe que o inspeccioBon. resolve, de couformida-
de com o art. 4o S 2* do decreto n. 3,579 de 3 de
.Janeiro de 18CG, conceder-lhe qaarenta dias de li-
eenca cornos vencimenlos do an. 3/ I.* do ella-
do decreto, para tratar de sua sade nesta provin-
cia.
Ollcios:
<*o brigadeiro commandante das armas.
Digne-se V Esc de expedir suas ordena para
que se aprsente at> Dr. juiz de direilo da I.* vara
civel desta capital urna praca de cavallaria, alim
de onlreg'ir aos subdelegados dosarrabalJej desta
cidade os offlcios tendentes terceira sessao ordi-
naria d> jury, convocada para o dia 12 de maio
prximo vindouro.
Ao inesmo.PJe V. Exc. remetter para o
arseual de guerra, alim de serem alli recolhidos,
como determino nesta dala, as lo cadeiras, 13 mo-
chos e 2 espadadores, que se aebavam cargo la
secretaria desse enromando das armas, e f rain da-
dos em consumo por estareiu inserviveis, segundo
o termo auuexo por copia ao seu oflicio de hou-
tem datado sub n. 417, que Cea assiro respondido.
Ao mesmo. Em resposta ao fflcio de boje,
Sob n. 42", em que V. Exc pede seja applicadaao
aJferes Lydio Gomes Porto, commandaute da es-
colta que se destina condueco de criminosos ao
termo de Flores, a disposicao da lei provincial n
787, de 11 de abril de 1868, tenho a dizer qae
esta presidencia s est autoruada a conceder aju-
da de custo aos officiaes do corpo de polica, quan-
do sahem em diligencias extraordinarias ou para
diKtacarcm fra da capital.
Ao inspector do arsenal de macinha Au-
toriso V. S., como solicita em seu offlcio de 7 do
._ com-ate sob a. 598, a compiar no mercado 03
objectos mencionados na relaeao que vcio aunexa
ao cilado oflicio, visto serem neeessarias para a
consinieeAo, ordenada pelo aviso do ministerio da
marinha do ll den vembro do anno passalo.de
una laucha a vapor com destino ao servico da
praticatein da barra e baha de S. Marcos, ua pro
vincia do Maranho.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Wattde VnieJ reeolher nesse a "nal os utensilios,
con-tantes di termo junto por copia, os quaes
estavam a cargo da secretaria do commando das
armas, e forain dados em consumo.
2.* secra>.
Actos:
O presidente da provincia, altendend ao tjue
rennereu o lente da 1' coropanhia do batalho
n. 43 da guarda nacional do municipio de Seri-
nhaem, Jacuilho Machado de Mendonea, e vista
da informa ;ao do respectivo commindante supe
rior em olli-io de 17 di eorrente, resolve queso
lhe de a guia de que traa o arl. 43 do decre'o u.
1,130 de 12 demarco do 18'JJ para o le Agua
Prea.
Ollcios:
Ao Or. chele de polica. -Nao podeudo esta
presidencia satisfazer o pedi-Jo de um desta sanen-
lo, que faz o delegado le polica do termo de Pa-
nellas, declare /. S. jo mismo delegado que faca
transferir para a piisao, que houver no municipio
ruaiS prximo, os criminoso; que estiverem n>. dito
termo ; (icando assm respondido o seu oflicio n.
738, de 21 do eorrente.
Ao mesmo. Em resposta ao oflleio de V. S.
n. 744, de 19 desle mez, em jue partioipa ter sido
no da 17 do correlo assassinado no engenho
Haciapi com urna facada o oscravo Mauoel por ou
tro de nomo Antonio Lourenco, e ler este no dia
posterior ferido ao cap.lao Jo.o Ribeiro Teixeira
de 'ello,na occasi.. em que procuraraprende-lo,
lenho a dizer lhe que aguardo o resultado do pro-
cesso, que contra esse criminoso ueve t-T sido ins-
tauilo.
Aa mesmo. Cummanico a V. S. para os
llns convenienles que, altendend ao que requereu
Amaro Gomes da Silva Ramos, fiel do thesoureiro
da repartio/io dos corrcios desta provincia, e em
vista do que infonnou V S. em ollcio de hoiitem,
sol n. 788, resolv por ai lo desta data declarar
sem e'i'eilo a s .spensio, que lhe fui imposta por
portara de 2ij de marco ultimo, em consequenca
do arrumba ment e nuibo que houve no respecti-
vo cofre na noile de l'.t desse mez ; sem prejnizo
do processo, que devora seguir os seas termas ul-
teriores.
Ao eo.n.nan laut-i superior da guarda nacio-
nal dj municipio de erinhaem. -Mande V. S. dar
ao lente da 1' eompauhia do batalho n. 43 da
guarda nac mal do municipio de Seriuhaem, Ja-
cintilo Machado de Hendoasa, a guia de que ira-
la o art. 43 do decreto u. 1.134, de 12 demarco
de 1853, para o le Agua Pela, onde reside.
Ao juiz de direilo da comarca da Boa-Vista.
Acensando q rocobimento do ollcio de Ymc, de
27 do mez prximo passado e que participa ler
no meiiuo dia dissolvido a l.'sessao do jury desse
termo, por nao ter o juiz municipal preparado
para ser subinetiido a julgaimntu o processo do
nico reo preso, que ah havia,' tenho a dizer-lhe
em resposta pie instaure contra aquelle juiz o
competente processo de responsabilidade.
Ao Sr. Jos GoncalvesTorre1, 3.supplenle em
exeri-.ieio do juiz municipal do termo de Floresta.
luleirado pelo seu oflicio, sem dala, de ter-se
evadido da cadea dessa villa diversos presos, te-
DtiO a dizer-lhe em resposta que proceda a este
respeilo de conformidade com a le.
3.' tefilo.
Ollleiis :
Ao inspector da Ihosouraria de fazenda.
Communicoa V. S. para os lins convenientes que,
allenJeiido ao que requereu o fiel do thesoureiro
da ropailii;ao do correio. Amaro Gomes da Silva
llamos, e em vista do que iiii'urinou o r. chefe de
polica, em ollcio de honlem, sob n. 7ti3, resolv
por acto desla data declarar sem elTeito a suspen-
sao pie lhe foi imposta por porlaria do 26 de mareo
ultimo, por cffeito di ?rroiiiliamonlo e roiibo que
se deu no cofre ilaquelia repartigAo na noule de
19 desse mez; sem prejuilO do processo que deve-
la seguir os seus termos ulteriores.
Ao mesmo. Tendo,nesta data, nos termas
de s.ia uforma-.ao de 21 do eorrente, sob n. 389
serio C, autorisidu o inspector do arsend de ma-
rinha a compraf no nweido os objerlos mencio-
nados na relatjwjunta por copla, aliin do serem
implicados consti uccao, ordenada pelo aviso do
ministerio da marinha de 12 de uovembro do an-
no pass.ado, de uma lancha a vapor com destino
ao servivo da praticagem lia barra e baha deS.
Mara.s, na provincia do Maranho ; assim o com-
muuico a V. S. para os devidos eieitos.
Ao mesmo.Mande V. S. abonar ao Dr. Tar-
quinio Braulio de Souza Amarantho a ajuda de
custo, que lhe compete ua qualidade de deputado
assembla eeral legislativa pela provin ia do Rio
Grande do Norte, o qual segu para a corte no va-
por que se espera do Jiorte devendo esse abono ser
efectuada sob a responsabilidade da presidencia,
nos termos do decreto n. 2,881 do 1.' de fevereiro
de 1862, s para isso no bouver crdito.
Ao inspector da thesouraria- provincial.In-
dependentemente de iianca, mande V. S. entregar
ao Dr. Pedro de At avde Lobo Mostoso, com ap-
plica^ao as obras do jardim da praca do Conde
d'Eu.a quantia de 8:00o JOOO, proveniente das duas
prestage que ja foram reeolhidas a essa thesou-
raria pela eompauhia Pernambneo Street R'tiway,
em vista do seu contracto.
' 4.' ttcco.
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereo Dr. Manoel de Figueira Fara, professor
de geographia e historia amiga no gymnasio pro-
vincial, resolve conceder-lhe 30 dias de licenca
com vencimenlos ua forma da lei, a contar do
da 21 do eorrente, para tratar de sua saude fora
desla capital.
OIHcm :
Ao r. director geral interino da rosimcca
publica. -Em resposta ao offlcio' deV. S.de 16 do
eorrente, sob u. 111, ao qual acoropanhou por co-
pia uma informacao do delegado Iliterario da fre-
guezia da Boa-Vista deta cidade, sobre as cadei-
ras de instruccao primaria da niesma freguezia,
,enlio a dizer-lhe que, sendo est rouito extensa e
povoada, con vero divdil-a em tantos dislrictos
juanlas forei as escolas creada para cada sexo,
desorlo que no mesnn districto nao funecione
nuil de uma para o mesmo sexo.
Ao i. juiz de paz, presidente da junta de qua-
liicacaode Nazareth.-Em resposta ao oleio de
Vine de : 3 do eorrente, llco ioleirado de ler sido
installada naquella data a juulaqualicadon dessa
freguezia, sendo adiados os seus trabalhos, nos
termos do aviso n. 106de-13 de marco de 1862,
por nao haver sido enviada a lista de que trata
o au, 19 da lei de 19 de agosto de 1846.
Portara :
A' cmara municipal da villa de S. Bento.
Em resposta ao oflicio Ja cmara municipal da
villa de S. Bento, de 10 de marco ultimo, tenho a
declarar que bem procedeu essa cmara, nao re-
metiendo a de Panellas o producto dos impostes
de Quemadas, pertencente ao seu municipio, do
qual nao pode desmembrado senao em virtude de
uma lei provincial. Quanto letra da 2.a presta-
cao, relativa a arrematadle dos impostos de Qui-
pap, nao ha restituir > a faier, si o seu venci-
mento verificou-se depois da in3lallajao do muni-
cipio de Panellas; si porem, antes, deve o seu pro-
ducto ser dividido proporcioaajmeute, atiendeado
1:*
ao teiniH) emque aquelle territorio perteaeen.ii
m unicipto.
5." seccao.
Acto :
O presidente ia.provnoa, altendend ai
requeren Amaro Gomes da Silva Ramos, fiel da
soureiro da reparlicao dos] orreios d .'sta
cia, e tem. em vi*to a mfor.nac*> dOr. c
polica em ol-o n. 76 de 22 do-fcorrent.-, re-
solve declarar se u effeit > a suspen que lhe foj
imposta por acto .le 26 de mareo ultimo, em con-
sequenca do arromba.nenti e roubo que se den
no cofre d'apiella re.iartiejli naniile de 19 do iretos naconaes.
Jos Augusto de A'raujo. Deferido'com oflicio
desta data a thesouraria provincial.
Jos Fernandos Monteiro.Deferido com oflicio
desta data thesouraria provincial.
Jeronymo Qjsar de Albuquerque. Gimo re-
quer.
Jos da Costa Reg Lima. Deferido com ollicio
de*ra data ao Sr. commandaute superior do Recife.
Joaquim Pereira Ramos da Silva Porto. Defe-
rido com oflleio desla dala thesouraria de fa-
zenda.
Ludgero Teixeira Lopes. Conceda-se, pagos os
paiz, leis sabas c. bastante liberaes para.com a ^ pnmii.is sao dislribai4>s as
igreja, a quem devenios todos resjieito e vene- RPS> nMj,|atha, &, ouc, nMitsNn 4 |
r'".'*'' i- 'has de i'obiv e mmcv-i Iwht*' ; raw aMra
ecidindo a queslao como lhe prescreviam a dt,n,k) a ch,,,,,,^,,,, uc. r-m virtal> In art II
canstituicao e as leu do paiz, o governo imperial d i,,.,^,, r?}iulii.-nt.., **. o# pr"iiw ie f.
sem duvida mosirou-se na altura de sua roissai, s. 3. P|ass#, rmrMbalM: it 1-
e tantas mais provas addiuio em pwl d sua ca-1 pdA m.niajh, de prata. o le f p4a In
paeidade e circumspeccao quanlos foram i* Ulu- d ;,. ,.,, ^^^ ^^^ ^^^
los de respedoso a-atamenl.) com _que se dirigi ^ Jisinisic*. doart. 12 a mrdama a> i
secnio.
mesmo mez; sem prejuizo do processo que deve
r seguir os seus d-svid w lermw ulteriores.
Oilicios:
Ao administrador interino da repartclo dos
correio.?.Communico a Vmc. que por aelo desta
dala resolv, em vista do que me requeren o liel
do thesoureiro dessa repartica i, Amaro Gomes
da Silva Ramos, e do que infonnou ol)r. chefe
de polica em oficio de honlem sob n. 765, decla-
rar sem efeito a susponsao que lhe foi imposta
por acto de 6 d marco ultimo, em consequenca
do arrombainento e roubo que se den no cofre
dessa reparlicao na noite de 19 desse mez ; sem
prejuizo do processo que dever seguir useu-
lennos ulteriores.
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife a i-ixang. Fice de p'-sse di) offlcio
de Vmc, de honlem datad.) strk n. 33, no qual re-
fere o acontociroentu que houve no dia 21, na esta-
can da ra do Sol, com o desabamento de parte
das paredes que formara o ansiulo d'aquella ra e
da de S. Francisco, re-ultando a morte do traba-
Ihador dessa estrada, Antonio Jos ue Lima. En
resposta, recommendo a Vine, que d as provi-
dencias precisas, alim de evitar-se a reprodiUJcSii
de accidentes tan lamentaveis.
Portara.:
Os Srs. agentes da eompauhia de navegaco
brasileia mandero dar passagem para o Para, por
coma do ministerio da guerra, ;i D. Francisca
Menta Brrelo de Barros Falca, mulher do bri-
gadeiro Joiio do Bogo Barros l'alc io, que alli se
acha no ominando das armas, e bem assim a
quatro filhos menores, de ornes, Gaspar, Clara,
Emilia e Malvina; sendo que a passagem desla ul-
tima dever ser contad i da provincia do Cear,
onde presentemente se acha, at; aquella.
EXPKOIKNTK DO 8KCBETARIO.
2.a ueeSo.
Oflcio:
Ao juiz de direilo da I." vara civel.-0 Exm.
Sr. presidente da provincia mana declarar a V.
S. que nesta dala expedio orlem ao brigadeiro
commandante das armas no sent lo de que trata o
seu ofncio de 19 do crrent.
4.' seeoOo. '
Offlcio:
Ao Dr. Jonqnim orrea de Araujo I secre-
tario da assembla legislativa provincial. N. 93.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vnea, remello a V. S., nflin de serem prsenles
assembla legislativa provincial, as incidas -co-
pias das posturas, offlcios e mais actos
respeito do cintrado celebrado em 4 de agosto de
1871 com Antonio da Costa e S, para o trans-
iwrte das carnes verdes, e do qual tratou o mes-
mo Exm. Sr. na falla com que abri a presente
sessao da referida asemWa, no Io de marco ul-
timo.
5.
Orncios :
A' eommissao censuara da freguezia de Gr-
vala-De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, communico a Vv. Ss. que, achando o
inesno Exm. Sr. exeessiva a reiribaicao pecunia-
ra, proposta para os acontes re'ensedores men-
cionados no offlcio de Vv. Ss. de 16 de fevereiro
prximo lindo, reduzio a 40.4000 a retrbuicao de
60*000, a.3Sj0!Oa-deSO400O; a 30i003 a de
40000; 'a 230)i a de 33*000, e linalmenlc a
200 0 a de30iO)0; n neste sentido se olflciou
a t es mraria de fa enda p.'.ra efectuar o paga-
men lo.
A de Becerros. -De ordem de S. Exc o Sr.
presidente da provincia, communico a Vv. Ss. que,
achando o mesmo Exm. Sr. exeessiva a retribu-
cao pecuniaria, proposla para os agentes recen-
seadores mencionados nD offlcio de Vv. Ss. de 26
de Janeiro prximo Ando reduzio a"80*000 a re-
Iribuicao de 130#00'>, e 30000 a de 50*000; e
neste sentido se ofliciou thesouraria de fazeuda
para efectuar o pagamento.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 18 DK JUMO DK
1873.
Adolpho Koop.Deferido cora offlcio desta data
thesouraria de fazenda.
Carlos Eduardo Mulhert. -Passe portara appro-
vando.
Carlota Mara do Reg Barros. Deferido com
oflleio desta data ao regedor do gymnasio provin-
cial.
Eduardo Daniel Reis de (arvalho.Indeferdo.
Francisco Pinto de Magalhaes.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jeronymo Machado Cordeiro.Ao Sr. Dr. che-
fe de polica para attender ao supplicante
Jos Calixto de Mello. -Ficam expedidas as pre-
cisas ordens no sentido em que requer o suppli-
cante.
Manoel Mara Cesar de Mello. Ao'Sr. director
geral interino da instruccao publica para attender
ao supplicante. nos termos da lei n. 1,107 de 18 je
maio ultimo.
Manoel Francisco de Medeiros. Informe o Sr.
inspector da t esouraria de fazenda.
Mauoel Simplicio Correa Leal. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Felppe do Monte.Indeferdo.
O mesmo. Idem
Rila Torquala da Silva \l varenga. Seja releva-
da da multa em que uicorreu, por nao ter dado a
matricula dentro do prazo legal o ingenuo Maxi-
miano, lillio de sua escrava Olegaria
Rufina Mara da Conceicao. Seja relevada da
mulla em que incorreu, por nao ter dado ma-
tricula dentro d praso legal o ingenuo Joo, 1-
Iho le sua escrava Francisca.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 19
de junho de 1873.
O porteiro,,
Silino A. Rodrigues.
- 19 -
Abaixo assignados, moradores na villa de Ou-
riruiy. -Deferido coa) oleio desla data ao Dr.
chef de poMri;
Antonio Esralano Mara Seixas. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Bacharel Augusto Castro de Muraos. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Anna Rita de Albuquerque. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Almelda Lopes & C Defer io cem offlcio desta
dala Ihesouraria provincial.
Antonio Jos da Silva Jnior.Deferido com of-
flcio desla dala ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Antonio A'ves Ferreira.- dem.
Francisca de Sant'Anna Barros.Indeferdo.
Capito Gabriel Germano de Aguiar Montarroyos.
Deferido com offlcio desta data thesouraria
provincial.
Joao Carlos de Siqueira Santiago Volte ao Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Santa Anto, para informar, quando o
supplicanto apresenlou a respectiva gua, e se
proposto pelo commandante do batalho para
preencher a vaga nelle existente.
Jos Themoteo Cardoso. Prove o supplicante
em como estove doenle.
Mara Candida de Figueiredo. Prorogue-se por
rinta dias, que sero contados desta data.
Mam el Valentim dos Santos. Indeferdo.
Manoel Tnomaz de Olivera. Deferido com offl-
cio desta data ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Manoel Joaquim da Silva Cruvllo. dem.
Manoel Maria de.Sant'Anna l'.Indeferdo, em
vista da informacao.
Miguel rtexerra Neryde Arruda.Informe o Sr.
commandante do rorp i Jm pnlicia.
Pedro Muni7. Informe o Sr. general comman-
dante das armas se o supplicante foi julgado in-
capaz do sarvico, como allega.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 20 de
junho de 1873.
O porteiro,
SilV'W A. Rodrigues.
Illm. e Exn. Sr. Nomeados por V. Exc. para
em eoniinissao dislribuirmos o bfwocio ofereci-
do pelo Sr. Francisco Libante Colas, concedido pe-
la soeiedade Gremio Dramtico, ero favor do Asylo
dos Alienados, que teve lugar em 16 de abril pr-
ximo passado, comprimo* noiso dever, levando bo-
je as ma >s de V. Exc o producto do inesmo bene-
ficio, na importancia de uro conlo sete contos e
triuta mil reis, demonstrada ua rolar io que junta-
mos.
Esta c .mmissiVi senlio profundamente que as
pagas nao livessem correspond* sua especta-
tKa.
Quanto as despezas bavidas na impoitautia de
trezentos e ipiarenta mil sete ceios e vinte rjs,
do theatro, gaz, msica e outras, esta eommissao
resolveu tomar a si, concorrendo cotn isso para o
augmeul) do pr iludo.
A coouatow, pedindo a V. Exc. desculpa de
'ipresentar lao diminuto, resultado, entretanto as-
segura de" ter empregado os melhores esforcos.
Henova a V. Exc. os seus protestos de alta esti-
ma e listncla consideraei.
Deus guarde a V. Exc. Recife, 17 de junho de
1871.-Illm. e Exm. Sr. commendador Henrique
Pereira de Lucena, mnilo digno presid rote da pro-
vincia.-/.*/; Gonrilves d-i SilvaPedro M. Man-
fy.Rud. Mrurkenberg.
Relaeao do rendimento do beneficio oferechio pe-
I, Sr. Francisco Lbano Colas, e concedido pela
havdoTl .ierhle Gremio Dramtico, em favor d* Asylo
dos Alienados, que teve logar em 16 de abril
prximo passad i, distribuido pela com.nissao
abaixo assignada, a saber:
Camarote?.
por. .
...
a 2^*00'.
a 20 000.
a 15*000.
por. .
23 cama roles.
50*000
40*O4i
100*000
240OlX
60*000
10*000
----------r Sf0;O0O
6
1
127
75
72
5
a 10*000.
por. .
a 5*000.
a 4*000.
a 3*000.
Cadeiras.
GOOOO
9*000
635*000
300*000
216000
286
a 1*000.....10*000
cadeiras
1:230*'00
Total 1:730*000
Recife, 17 de junho do 1873. Pairo .1/. lfwr.
Rttd. Kinchetiberg. iuiz Gnicnlres di Silva,
Gabinete da presiJencia de Pernambuco, ein 17
de junho de 1873. Illm. Sr. commendador Luz
Gonealves da Silva. Accuso recebida a carta de
honlem datada, dirigida por V. S. c os Srs. Pedro
Martvr Maury e'Rodolpho Kruckenberg, como
membros da eommissao nomeada para distribuir
o beneficio offerecido pelo Sr. Francisco Lbano
Colas e concedido pela soeiedade Gremio Dram-
tico, ein favor do Asylo dos Alienados, acampa-
nhando a quantia de 1:730*000, producto do mes-
mo beneficio, Atando por eonla da eommissao a
despeza de 340*720 d t eatro, gaz, msica e ou-
tras. -
Em resposta, tenho a dizer-lhe, e pero que trans-
mita aos Oulros membros da eommissao, que
summameale agradeco o servico que prestaran e
os louvo pelos sentiinentos de caridade que mos-
traran), encarregando-se de tal incumbencia e es-
foreando-se pelo seu satisfactorio resultado. De
V. S., amigo attencioso criado.- Henrique Pereira
de Lucena.
DIARIO DEPEKNitfB
RECIFE, 21 DE JUNHO DE 1873.
Questit religiosa.
fdguns dias depnis da publicacao da pastoral
Exm. bispo des'la diocese, de 2 de fevereiro do
eorrente anno, exprimimos o nosso modo de ver
acerca do ataque directo que nesse documento fo-
ra feito ao pacto poltico da naci brasilera, es-
pecialmente no tocante ao beneplcito, e deixamos
patente que, despeilo de todas as. suggestoes e
opinides contraras, nao podamos considerar o
pl cet regio senfio como uma indispensavel garan
lia para o livre gozo e completo eierceio das li-
berdades e direitos ennstitucionaes.
Em o nosso artigo dw hontem, sob a mesma opi-
graphe que esto cobre, artigo que foi, em certo
modo, um corolario daquelle, corroboramos aquel-
la nossa opinio, deixando Armado quanto nos
atemos letlra e espirito da constiluicao, e lou
Vamos o governo imperial pela decisao dada ao
recurso quo foi interposto para a cora da pena
de interdicto langada conffa uma rmandade, por
que essa decisao se acha de acrordo com a dou-
trina do placel, alias tao magistral mente defend
da na luminosa consulto da sec;o do imperio do
conseibo de estado.
A decisao do governo' imperial, prevista em
face do que ensinam as nossas leis e_ do que
deeorre de direitos jamis contestados, nao poda
affastar-se nem um pice da boa doutrina, nem
era de crer que (osse e nao f ii atientatoria dos
direitos inherentes igreja o sempre reconhecldos
e remeiados pelo estado
Queslao seria, grave e de um melindre extre-
mo, pediam todas as conveniencias ociaes que
fosse tratada com o mais subido criterio, com a
maior calma e circumspeccio, aflm de que della
se nao originassem conflictos, sempre deploraves,
entre as partes interessadas.
Eis o porque houve demora em sua solucao ;
eis o porque o governo imperial, antes de deci-
dida, ouvio-quem tinha competencia para elu-
cida-la com sua opiniio; eis o porque essa opi-
nio tem um fmmenso valor moral, alem do que
deeorre para ella de se acbar assente as leis do
wixi.
pela disposici
mi extraordinario c Utn do rumnuita.
unnimemente puMirar e faiar Uretm a i
rencia di premio* de xnnnid'l' rum a
ciacii do jury geral, rclaiivanv^itr ao vatni* 4 i
presiini i dos producios. di-p.jip-"-. do nia|
art. II, di-tribuidos pela* men imud :>* \re* <*k-
scs.
Premia* de f H <*ie.
Antonio M ni de Nrib>. ritmni*.
Antetio Itieanli, camaph'U- mii r.mrha-
A. Ctwri, priHliiPtos pliannarenlic<.
ario de uique, .ilg.nl ".
Itaro do l.ivr.inn>nl.i, j-mjr cryil
Ferreira A C. producto phanwM'rntN'.^
F.-rreira Maia dt C. idem m>m.
Francisco Jos dos Pasos G:ar*s. rrla* -
ao Ilustre hispo de Pernambuco, quem signiti
con essa decisao de un modo digno e elevado,
tendo em vista a eminente posicao do prelado bra-
silero e a autoridade que elle reprsenla.
Os interessados na qneslo inostraram-se satis-
feitos com a decisao do governo imperial, e nao
trepidaiu, estamos certos, de Ijstemunhar lhe
o respetu ipie Ibes deve merecer lao avisada pro-
va de adheso as doutrinas da constiluicao do
imperio, que elle c todos devenios acatar ecum-
prr.
O que resta, porero, que, longe de se darem
i pralica de acios provnc;idores, longe de faze-
rein ruidosas dinionslracoes, que por via de reg'a
sao desagradaveis, omprehendam todos o verda-
dero senlido da illus'rala decisao, e nao deui
arrhas aos especuladores de procurada* oceasioct tra|)Sjn,is de eik*.
para se inostrarem laes cono soem ser ero suas i (;Khriel Antonio asurar
intimas eonseieneias, isto i; incapaxes de com-1 Jo M;irlins j Kki, ateod*...
prehendir o bem, sem com elle, e em torno de |jv (!i, |, av e ^iVA aun^r rrvrf Jm si espalnarem o mal larga) mina. pjnl() 4 frmralves, chapen*.
Pela nossa parte, temos a Hrongeira esperaiiM, Mar Thomaz Un* de Harro* Wn-fcrViv. u-
que descansamos em que nao sera Iludida, de ;,. ,,, ,|ri
que o illuslru hispo de Olinda sala-r recber c J Premi-t de 3 cl-t**e.
.calar, como lhe compre, a deeisa.i do governo | \,\,,\.,'.,t R. Harme* m."sa d ro-lura
imperial, nao pondo bices ao cumprimento das Antonio llen-venuto, Crnciftea** \rmi n-
leis do pai/. une 0 vio nascer. culpidns c.....ia ein
i\ao; S. Exc. Rvma. deve saber, e sabe sem Ju- Collcgi.i das ndiis. em.in IitMi para le-
vida, que pode se: -se bom ministro de Deus, sendo- M|,,r:i
se ao inesmo lempo respcit.idor das leis do paiz em CaaMBIMii diieelij-a. assucar roa-e ivalu.
que se exerce um sanio ministerio ; n, poi, S. Exc. Cownd Cori.dano Vdl;. da .i!v ir... tapiura.
Kvma. nao deixara, isperamo-lo, de reverenciar ar,nrU|a e |M)|villio
acto do governo, que no senao a Iradurcao liel Krederiro de Bma SaM>\ i !< cjm.
do pensainealo da na-.-ao brasiwira, expresso as j.^,, _vni;ii*t i Xavier, aramia.
suas leis orgnicas. Coronel Jom Flix da Camar I'iokiuVI. farwiM
Por lano desnece;saras so, e, diremos mesmo, Jemandim-a,
miiiudenlcs se tornaran quiesquer demonstra-, Dr. Lmreneo Rezerra (jnviro da aiiHi.'. amo
roe que tenham n.,r lim chocar o melindre da ,(,,. ,|,. nwn,|j '., IMip,
aulomladeespiritual, tanto mais quanto o governo j jiano. I IIutino de IUihm, coonn* >
imperial esl alera, o cortamente saber dar t,xla tlj;,.i,-i;i~
a forja e vigor ao seu acto, caso se procure, o Sj|va ,j,-^,^ q palitot de .-a-iiira
quo duvidamos, por entraves aos seus legtimos ji,.,.t0 nem avesso.
efeilos. | ManiM-l Thomaz Lins de Barro* WawMfev, a-
Em nome, pois, dos mais caros e estremecidos mm i,raMC0 rr|inM|,,.
interesses da soeiedade; em nome dos mais nnbres Premias *V3" duuc.
.'entimentos do amor patrio, da ordem e da lber- Antonio Itinurdo Falrio. seliui pri iwniar
dado ; em nome do glorioso passado desta he-: ,j0 |ilrtncn,.
roci provincia ; pedimos e supplicamos ao brioso -Mimo Joiqnim Pires F.itoa >. rnln Ocapi.
povo pernanibucano, sempre boro e sen pre mag-j Antonio Joaquim le Vascon^H,, s*.i<>.
naulino, que le nbstenha dessas ibinoiistraeoes
ruidosas, a que alguns espirito* menos refleclidos
a
0 pretenden cunduzir, eque seja Uo generoso em
sua victoria, quao approbensivo se roostniu em
aguardar a solucao, que agora leve a queslao re-
ligiosa.
,' Conie o povo no governo impe al, e fique certo
d.! que sua conlianea nao sera Iludida, porque
o goverti avaha Itera da responsabilidade que lhe
cabe, c est plenamente onveucido da magestade
da siiu missao.
Ra-4>*. carra. J
ea
m
REVISTA DIARIA.
.M;ii*!iiiiist;ts. Por portaras da uresiJciin.i
da provincia, de 18 do crrenle, niandou-se pas-
tar carias de haliilita-.-o para excrccriMii os luga-
res de terceiros inaehinislas de barcas a vapor,
visto terem sido approvados nos exames I oue res-
pondeiaro perantfl a nsaectoria do arsenal de ma-
rinha de.-ta provincia, a Anlcro Jos Duarle, Gui-
Iherme l.ow. e Joaquim Antonio di Silva.
Promotores puilieos. Por portarla da
presidencia da provincia, de 18 do eorrente, foi
removido o bacharel Pedro Jorge de Souza, de pro-
motor publico da comarca de Uuique para a de
Ouncury, Oeando sem efeilo a noinea.-ao fela em
i i.U> Janeiro uliimo para esla etnarca do hacha
re Feliciano E. Dias dos Pr..zeres.
latanlo nocional.Por portaras da pre-
sidencia da provincia, de 18 do eorrente, foram
no mea los :
Para o 27. batalho de infamara do municipio
de Caruar ; alteres secretario, o guarda Casi-
miro Vieira de Mello ; alferes da 8.' coropanhia, o
guarda Joao Raptista Nunes
Para o 2S. batalho, do municipio de Gara-
nhnns : tenenle quariel mestre, o alferes Pedro
do Reg Chaves ; alferes da 1.* coropanhia, Anto-
nio da Silva Campos.
Autoridades policiaes. Por portara
da presidencia da provincia, de 18 do eorrente, fo-
ram nomeados l., 2.- e 3 supplenles do subde-
legado do dislricto do Riacho do Navio, do termo
de Floresta, Marcos Alves da Silva, Jos Victorio
da va e Leonel Dezerra engo.
Collcctorias provinciaes. Por porta-
ras da presidencia da provincia, de 19 do crren-
te, foram nomeados : fiscal da collectora de Cim-
bres, o bacharel Marco Tullio dos Reis Lima, fiscal
da do Hrejo, o bacharel Cassiano Rernardino dos
Res e Silva.
ilegozijo da iinprensaA empreza e
redac^ao da Illustracao Pernambticana, em rego-
zijo pela decisao do governo imperial na questo
religiosa, maconca e social, alm de Iluminar a
sua ofllcina, lera boje nella uma banda de msica
marcial, das 6 as 9 horas da noute, locando diver-
sas pe?as.
Para essa festa a mesma empreza e redaccao
requereu licenca ao Sr. Dr. chefe de polica, que
esta de posse de seu requerimento.
Terminar essa nanifesla?o de to justo jubi-
lo indo a redacclo da Illustracao Pernam'jucani
cumprimenlar suas collegas diversas : as do /or-
na/ do Recife, Pr vincia, Verdade, America lllut-
trda, Liberal, Liberal Pernambucano, c a obscu-
ra desle Diario.
Incendio. limiten, cerca de uieio da, as
igrejas da cidade deram signaes de um iuceudki
na freguezia de S. Jos. Manifeslara-se elle ne 1.*
andar de nm pequeo iredio da ra de S. Jms n.
35, e tivera por origem a explosAo de uma porcao
de plvora preparada para pistolas, o que eslava
sendo sorada as respectivas tabocas por uma
mulher, que a seu lado tinba uma crian;.
A plvora, atritada pelo soquete, ganbou fugo,
queimou a pobre mulher no rosto e roaos, cha mus-
cou os cabellos da ci ianfa. e Incendiou alguns
utensis que estavam pot alli perl .
Felizmente o incendio foi insignificante, e foi
extncto com alguns recursos da viznhanr, esem
auxilio de bombas e soccorro pblicos. Duron
apenas alguns minutos.
Tentatiaa de e vasao. Das 7 para 8
horas da noute de 16 do eorrente, seis crimino-
sos, que se acharo recolhidos i cadea de V nu-
be, tentar^m evadir-se, para o que praticaram ron
arrombamento ; nao se re alisando a e vasao, por
ter-se descoberto tempo de evitar-se.
Soeiedade Luzo-Braslleira. Esta
corporacao celebra amanhi, as 11 horas do dia,
sessao da respectiva directora, na qual podem
tomar assento os conddatos ja approvados.
' Expoicao nacional. No dia 13 de
maio reunio-se, na corte, o jury geral de quali-
fieacao dos objectos que flzeram parle da expo-
sicao nacional, sendo por elle conferidos os pre-
mios abaixo ao expositores de Peraamcuco ;
Antonio Leite de Magalhaes
carrapaleiro.
O mesin >. emitir verindha.
Antonio ltayinund Paes Je Lima, v*is Wear
naiiba.
AugiL-t i Rufino de Almeida, aramia.
O mesiiHi, oleo dp e<<>.
O mi'sno, corda le rarrapicho
Avila \ Irma >. rhocol.!
Itaro de Uuique. |teca.* de ti hnho.
llraz Jaiiu.ri.j Fernaiides. Ih.lma- le cv
davao.
P.uisson. sedas e las tinta*. t t
Casa do* ex pisto, g.rro de wliul i b.-r.ll. -
!ouro. .... i .
Collegi la- *f > ".....in **",,,l *'
dada.
1 C'.'tnni.iiiii.r.le do pic-io de Ferrou
Toiiha, o!.':' ''' con.
dem. orapeMM le Imm.
t'.oiumi-io direcl r.i. tariiilia d.- ceMeio.
GaMino Pcrrein Omm*, Mi li mpi
G unes i Silva, casaca ni costura. palitoK
ete.
Iom Gomes. Corda !- grvala
Joaquim de Anu al l!.i|x-". vuib i i>- caj
Tenente coronel Joaqui.ii Fraucistn D.niz, il-
de cim'o.
Jfix'- Vicente Godiiih. silla garr.4'a4a.
los Vicloriuo de Paiva. rarvi-i maniva.
O inesmo, corda de embira de jangada e .*
croata.
Manml Feuandes Costa, sabio.
Marques \ C, d.....s cr>-tali*a,lo-
Pedro Manoel da Trindade. cl.4a*.
Provincia ele PeruainlHico, inadeira*.
Silva, i'ardoso l C, r .upa de pama.
Felieita\rnu. A cmara municipal to R
Formoso acaba de dirigir M Exm Sr. prwiient'
da provincia a seguin'e f Paco da cmara inunripal Jo Ri-t FniMit
em 9 de junlkt de 1873.-Illm. e Exm. Sr. A c-
mara iiiimiciji.il desta cidade. 0*1 inKrprete m
smtinientos dos seus rounieine, ??" wta iweeni**
cuiiipriinenlar a V. Exc. pela* |tniviVK'ia |n-
deu no sentido de roUbeleccr a IrattwtMiUntad-
publica que por momentos tora alterada iht W
de maio prximo passado, o que revele *
com que tem V. Exc. administra!*! *ta pwwi
com o iiue se congratula a mesma cmara
cipal Deus guarde a V. Exc. Illm. Exm Se
cominenJador Henrique Pereira le Luo-na. mam -
digno presdeme da provincia dr Pi-namkmc*.
Joaquim Francisco Dhz. :reiJie; Thtma:
MizCald-t, Man el Falrt de Catn k <**,**<
de GoMccia Accioli, Jo Tatures Costa.
Armada i*rasHftri -GimeU-t artaai-
iii.'ate: no quaJro ordinario de I almirmMe. S vi-
ce-aliiiirantcs, i rhefes ik' es .pudra, H lielVt !
diviso, Itt capilaes de mar e guerra, SR rapilie-
de fragata. 60 rapiWos-lenent?*, Ili Koeio* t-
nenies, i segundos dito* ; no .|nadro estra nario 1 chefe de esqu.ilra, I chefe le Avisa*, 3
cajiitaes de mar e guerra fapitiesimi'l11
alem de I vicealmirante, I ch-fe chefe de divisio, I capitn le mar e guerra e I
capitn de fragata graduado*.
F.vrreito brmsilrlro. Ac
poe-se de ti.%17 nracas de pret
F.seola central Acham-se
no eorrente anno nesse estabeterisorn* 41
nos, sendo : n l* anno IRi, im t* !, ^ 8*-
no 4 lo, no 5* 26 r no tV 13. .
I.icencas. Pelo gwerne mtpcrml
sanecionada a* lei* da aemblM fo'ti
o li.vne:.: de uro anno ao Srs. Dr I
meiilino Carneiro la Cunba, juz to i
dor de capeBas e residu ao' desembargador Ja rrlarfm e '
Pereira da C la Notia ; ai Dr Luit V CarvMh
Paes de Andrade, guarda-roor da aMandffa t.-
Pernambuco; e ao Dr tose R'tdrfON > Pana-.
juiz municipal do termo de Garauhua em Pe.-
nambuco.
>ova provincia O pr-jerte e ranaari
dos depulados acerca lale amampt > leed nteim
orgarosado na S' discama*:
* A assembkia geral reeoive :
Art 1.* E' elevad* categora 'la atwmma.
com a denomina;.ao de prometa de M S. Fran-
cisco, o territorio que cempea :
t 1*, as comarcas de Male Alto, L'rna, Cam-
po-Largo, S. Francisco, atiene Ctopae e ieenai
ro, da provincia da Baita; aa-Tlato, Cabrafei e
Ouricury, da proviaeia de Pertaaafcne* ;>,<
narcas de Itapirassaba S. FnmttK, m prava
cia de Minas Geraaa, a territorio asaetean, ajaal*
r por limites Rio-Preto al ana aamaaacu
com o rio Paracat; esto at a barra 4o rm
Somno; urna UaDa nata lar4a toa panto eye
atravesse a serra da Hatta da Corda, esa nreccae
cachoeira do Pirapofa Mira unna reaa, fn
K
\



t. \
M li <*(U.a z=
l
partindo desta cachooira, e cortando es rio*
Velhas e Jequitahy, v ter scrra ue Rape ; e "
minenle o-t sen* a atrancar unja llnlia.sulii^
te at ultn\a, verteate do no Mangahy, a m?.r- (
$em direita do rio S.'francisco.
Paragrnrlho nico. A nova provincia tora por;
capital a villa-da Basta, cmquanto.a respectiva as*!
sembla legislativa nao decretar o contrario :
Art. A proylpia^ RiS*4tanesco.ele-!
ger 2 senadores pdeJ|todos'-'i"aan!)l''M pe-
ral, o 2i menibrqjGfc ijulit coipo a asseiBbla
teRislailva provincial.
|. A provjaaa do !WpS Tcaneisco tora 2
laro : o i* dos col-
g .Cjaivoj (
sl."Hosn Moroira
', fniofiojPjdjiXfAiBi^ail^f, actual presidente do Peniamlmc^ Jo^ne padftria di opposic,to mostram *) hersnles, tt!Ha #enl
vps Corma de Araujo, Mar-
jE' encerrada a diseataan
Adiando-sc a hora bstanle i lianiada, ileixa- t Kf'Wftjiwx-Mi'1
JKA
vs, Sofrea de. Araujo, Mar- pensarilis actos dodelegado do<>rcit^'8ni-''1890, rB*tflpta, porque osla seria em pur.i peda. Basta
nhau.f ias yieira, -h.' uncernula a diseataan '.coNforato*e^u>.ai-ma disso. i ver s de' passr a 2.'- parle da orden do da. do Nft-adb.? Alj ic me Cora licito Ciifi^WjrWaof t)
Antnio- Pedro, ime escolhe a (tltoBitinmu puros de boje a respciiu iRs Jjje* s a sua pessoa u autir.1
Januana,
rtb,
villa ,-da tarr
E' sorteado o 8r.
thesc proposta pelo Stv Benevids.'-A mentira
ser ou nao li.'ita ?
Em .seguida o Sr. presidente dosicua a on
do dtft da yfhaoura, leviifta a asno as "d li
da tarde. -
Instituto Histrico e Phlldsophte*.
Domingo reuni-se esta seciedade, sob a MWM quas
deacia do Sr Baadeira de Mello. 1 ra, p
B03 do. andar a revol
me fora licito crmfiajfMar
I i rais justo e loaravel foi iiptlaloainda. Polo
tmtrarii, serve d; estimule, para iuvjs dosaca-
.wasoa e autirilade, at- ni carcter
ritos fnWviflftoi^hiuila gente"fari oque fheranf os d) magistrado honesto ojuMfceiro de outrostem-
phariseus quando levaran) a Jess no templo a p*! como comeo de ser atacado boje
muU^r p
remt i de
Naia
denti o
. Cartnha- Depnis do lida e approvada a acta da sessSo Ite,
Campo-Uargn, tertot, o r. i." secretario deu coma do sgasite h Ei
districtos oleiioraes. qn..
b-Ki>> d.! (iuacuhv, $ Ri!
nha, Mente-Alt, Baca'
Santa Rita do llsS-PYeto
dos ^11-tinJrtjo^Bue
lo S, JoaM, CSm
b, Ouricurve Exu?
S3es : do I* districto a cmara municipal da villa' representar por urna commissao.
a Barra, e do 2a a da villa do Joaxciro. Varias propostas pan *x-ios
Cada districto eleitoral oleger 2 diputados commissto de svmlicaula.
Mmi
assoinbia geral e 12 membros da asscmbla le-
'ghflln pnivim.-wl.-----------------------------
.1 O 5* districto eleitoral da provincia #a
(tata eleger I deputados asscmbla geral, raembios da a na provincia; 3 dplitadi -a ai nembros da as-embla provincia
Toinaram assento os Srs. Ijs<\ Velloso e Perei-
ia-l.: -\o ai>"- Jr".^Jfc*"'l'"i'l""|ii<\i' l"U'Q-|r- cunare
'iws. -te >Was e triJST
Ifsianttf eofblui I Da Cf :ltp ,
ijarewsiBn^
Ta-fraBco, ?ewto este MKMM puto "Sr.'Psrcheco" pettante.
Ait. 3." Ogovern autorisad) 'para enriar as
Soares, e aquelle pelo Sr. .ssi-3 Bosa.
Passando-se ordem do dia, disenssao sobre a
influencia e utilidade das eraradas, oraram os Srs.
A. -Orne, Hreira Alves, F. Borges, "HagathacS o
Silva, Asis Rosa, i'achece Soares e P. Fr*nc9-
Pi encerrada a disuslo'daqnella these,'pelo
estaroes indrspensaveis para a arrceadarao o ad- que procedeu-sc a novo gorteio, e foi cxtralJa,
ministra'.ao das rendas geraes, e fater as de-pe as eVta do Sr. Bandeira"Meifo : Jl tpbch se Vean
cecessarias cun a ereacao da nova proviicia, l- tulependeiicia do Brasil'f Foram sorteados para
a*lo estes actos, pmrm, dependentes da appro- (a discussu da mesma es Srs. Jodo Guatberto, Ju-
va^So da assemba gcral. ventino Lias e Leio Velloso Filbo.
Art. 4* O presidente 4a provincia d i Ria S. | epois de designada a ordem do dia da sessSo
Francisco tora ordetudu iguala o que est mareado' vindoura, amanhi domingo, o'Sr. presidente on-
para o presidente da de Matln (!rosso. Durante os cerrou a sessio as 2 1/2 boros da tarde,,
dons prdnieiros aunes, por.ia, recebar o onlena-1 Vapores esperados. Hdje u aman a
di de M:0QOj annuacs, sendo a ajada de cusa de obrasiteiro Gmr, do snl do imperio, o inglcz
8:(VH).)00 Mrtqettan, da Etropa ; de S5 a 27 do correnle. o
ArL o." A provincia d'i Rio S. Francisco perUtn- inglez Boym; da 'Europa, o francez Rio Grdwfc,
i-era a.) disuiet) da rela:;i'i da Babia. de Santos e Rio de Janeiro:; e a 28, S irtglez Mea,
Art, 0." Fica creatlfi na provincia do Rio S. do sul do imperio.
Franci;co, eom os limites e denoanafao desta, Coinnanhia iIoBrherlbe. Deve rcalisaf-
iii bispailo, cuja sede -serj'i na capital da mesma se no dia 28 do correnle, s 11 horas da manha,
jirovincia. governu impetrar da Santa S.r! as a assembla sewl dos accionistas detsa coinpajiliia,
ulla> nere^saria*. afim de se discutir o frarecer da romuiis.-So de
Art. 7." Ficam revngadas as dispo>ifes em con tas.
r ntiario. Arrcniataeao proTineial.-Foi trans-
m S la la- rommt9s3Q9, em 6 de jando de IOT3. crida paralo dejulho prximo, a do sitio dos
Cmnln Fij-ier' JeKior.FifT'i-to de Aifatar.n Remedios, adjudicado fazenda provincial pela
Cun^rei-sso Iliterario.-Xa quinia-feira quantia de 3:7t!0.
(19 di crrenle l re.iui.i-ie esta siciedade, soba Reunio sodal.-Amanba devtm rennh--
l>:-es.'ilencia do Sr. Cha-ves Uuniur. 83 em asscmbla geral os socios do Monte-lMp SaiH
Lida, approvada a acta da sessao antorior.
i $r, I." se<-relai-io t o seguinle i'X|:dienlo :
Vario- pareceres d.i coninii-sao do svndicanci*
sobro diversas propostas de socios clfeclivos e lio-
Borarii>s. Appr .vades.
Achalido-se preseate o Sr. Manocl Estellita, so-
eiopcopost i e aeert^, introdiizid< no recinto eom
.i- furmalidades do Rtylo, e felioilado. era falta
do omdur, pelo S*-. Moroira Alves, a quem res-
ji'.nde agradecendo,
Pa&nqdo s o da Ihesc hkc o celibato clerical, orain os
CORTE E PROVINCIA!?.
to Amaro, para deliberar sobre a iustallacao daso-
ciedade.
Urgente provideneia. Moradores da
Cruz de Almas nos pVdetn para lembrar ao fiscal
respectivo a urgencia de se fazer desapparecer o
grande lamacal alii existente, cora grave prejaizo
da sande publica.
(narda nacional.A foca actual eom-
plese fe 733464 guardas, sendo: i't,7'fi da ar-
ma de eavallaria, 8,S71 de artilharia e 080,647 de
infantaria, assiui divididos pelas provincias:
Curte........................
Babia.....................
Oar.......................
Amazonas...................
Abgoas.....................
E*|iirit Santo...............
oyaz .....................
Maiaiiliai...................
MattoOmsso................
Simas Geraes................
Para...-....................
Paran................... '..
l'ianhy....................
Pernambnco.................
Rio Grande do norte-..........
uto Irn le do Sul...........
Kio de Janeiro...............
S. Paulo....................
Santa Catnarna.........___
Parahyba...................
Sergipo.................-....
Sotnonls............
.
i:aa \u.ahia AUTILIIAJIIA
672 83%
4.206 532
":87
7(K) 100
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7.164 729
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2.10. 2(X)
6.439 346
3.603 712
2.867 366
308
140
44.746 8.571
I Nt'AMA RA
Activa
3.965
89.416
57.(i89
6.239
la.472
2.386
16.272
36 346
2.974
68.549
30.673
3.34H
17.914
54.S50
14.630
3.520
32.129
48.928
6.916
30.289
18.172
550.763
Reserva
2.40
13.646
9.231
8!4
2.3(0
1.022
2.621
9.656
814
13.946
3.985
3.114
3.863
8.800
2.112
10.780
17.630
12.C3I
3.923
4 346
2.381
129.884
TOTAL
7.591
107.800
66.320
7.440
18.872
3.306
19.934
46.447
4.165
85.874
36.174
16 353
23.877
6i.663
16.950
23 60 i
36.(64
57.303
14.0/2
X3.343
20.893
e afgOj neJP
Bepc deStwie%
laiildelle aaen-
r de pnfmntabk
do que qualqucr
das actos do ex-
nliRnUL reUeao pode'ter
que'ft^t hoj da capei-
aeTiial presidente do Per-
de pessoas res-
derei em coiifianea mostrar ao meu [Ilustre inter-
Paremos
trM.,mll lii-cilo ule oeU o
mmiAo.
por
r neceseidade de ordem &o
rrainle aas soifadaocs huma-
nas que estas se prest im seni
pw irreMabekve-la,' nfidnnrln
os que so ineumbem de as
lr."
a questao jesuta-maro-
^'W^.^^Bm
Rio de Japei^^ejun^ojdj^iS?!
KaJojufil do ComtieiXk
mmfralo dtrSr. HtorftTO
Bela faz ao Dr. Pereira de Lucena, actual presi-
den:e de l'ernambuca, relacamame aojcdganiert
to dos .assassinos do infeliz capitaq Moniz Virreto,
em cujo numero entra a uinlr'de que Talla o
inesmo barao.
veaiuincgn-
rlslSo de Aleft-
no interveio por forma a'guma no dito julganwnto
1 i i Clltl' t4A**i i-t.ii'
o seu Cameter repelle 't.lo inirino proceilihleuto e J1?'
n/,.iii,n.Jwwni* ~ TOigtao eatnblica apo^oliea-romana e a lo lista-
do ;__ e que a* suas autoridades sao imntidas pela
nacao iiaqiiillo (|ue for do sua competencia.
;0 jnlgamenn) de irtilse Irdta, teve lugar em ju-
nlio B1B 0. c proKingou-se ras 10 hdras Sa ni;-
nba do dia 7 as 4 da larde do dia 9, e'durante
todo esse tempn o Dr. Pi'rira de LUeena nSo hi
ao tribunal do jury, e so ali comparecen rWnMs le
e h.iver litio e ^liead) a'resurt va sentenea
meu chamado, afim de providenciar acerca da ie-
guian;a dos luricjhMWs criminosos, visto cano
corra tie-plano nneos eus pttHerits e anVftos
projeetnvam-a "Sti ttfa.
E'sta a ph-a ttttide.
Por ultimo agrando ao 9r. desdmbirgator
Ar.iripe o inmerecido onceito que je-'ritlin ftt.
JoAorli rrpAi'i.A Ph-sso\ nt Lackiua.
Rio de. JaueiK 4 de jnnho de-io73.
733.964
Fo^ca policial. A do imperio coinpoe-se
tU: (i. 3... .issiui dividida :
Decretada. Effaetva.
' 1.120 837
Magnas 350 250
Ha :;. 900 769
Cear 396 308
Espirito 5anw 62 42
'.-".i 123
alto Gnum 62 60
Mn.as Geraes 1,0(40 555
Para 503 320
Parahyba ::j 194
Peniambuco 799 770
Pai in 138 88
Piaubv 443 143
un Grande d < N .:-;e 131 131
Ria Grande di Sul 696 :;,;
Rio ile J uieira 619 503
Serjipe 359 % s. Paulo 429 358
Santa Camarina 93 95
Mara, branca, Pcrnambuco, lo mo es, S. Jos '
vermes.
RIO I>0 IIIM l(t
O DR. II. l'gnEIRA DE LUCENA E SUA COMMISSaO NO
OUniCUBY.
Li no Jornal do Cominercto de boje urna carta
do Sr. bario de Villa Helia acerca dos ltimos
acontecimentos da cidade do Recife.
Nesaa carta, qoc oppurtunamente sera aprecia-
da, e cujas assercoos mais compromoitem o parti-
do liberal do que aecusam ao Dr. Pereira de Lu-
cena. diz-so em relaeao a este :
E' o mesmo delegado do Ouricury, commet-
tendo artos inqualilieaveis, forjando uin conselho
de jurados a conJomaar urna mulhcr. >
Esta argido revela ainda os mesmos snti-
inentos d\ijtistica coni que o Sr. barao de Villa
Bella, como presidente de Pernambuco, suspendeu
ojuiz municial de Goyanna.
O Dr. H. Pereira de" Lucena nada teve eom o
julganicnlo da mulhcr a quem a carta se refere,
e aqu na corte est o Dr. Hessoa de Lacerda, juiz
te se dispersa am a pedido do Dr. chefe de poli- de direito presidente do jury, quedecretou a don*
a, Dr. delegado e outras muitas pessoas insus- deumacao; elle poder attestar a verdade dos
jieitas, em nomo da ordem que mais que nunca (Setos. O Dr. Pessoa de Lacerda era incapaz de
devenios agoia manter. | tolerara nlervencao indebila em um tribunal que
Resolveodo se tainbem por fin a nao fallarem presidia,
os oradores que haviam convocado tal reunan, i Observamos mais: que essa mulhcr respondeu
emprazaram-na para a noite, na sede do Club Po-. em segundo julgameiito e foi novainente condam-
pular na estreita do Rosario. Ahi effecliva-'' nada. Porventura se.ia ainda obra da violcn-
Qilstao religiosa.
A qnesfao reg'rtsa to mcliridrteri e grave
que eonvm eja tratada eom toda caima'c reu;
xao.
) goTrwvdccon.rmldadc orna coflstitirleau e
s leis, nao poda dar nutra decisio qAo"a qnedfu,
deciso qtieespeVamos seja acatada pelo diocesaio.
Conven,'pois, qtae opovo -o brioso povo ptr-
namhucano se mostrena altura em que o teni
colloca'do o glorioso passadb da provincia.
"Nhda dednvettivas, de tnrbttlencia, de acintes e
piwwnroes. 'Odirwto eahno, o ajuMlca-ffim
paixOcs," O pWoyse-regpeia ni e entro, deve
ser igualmeflto-cnlmo e digin.
As desordena s podem prejudicar as boas cau-
sas, e nao eonvm a -nioguom.
Se o governo, como todos roeonhecem, decidi
de accordo eom a constitui*ao as leis, se a opi-
lian se pronuncia por essa deersoo povo que
coniie no govemo que s.iber;i corresponder a soa
missao e a delt*faido qoelbe foi dada.
Inda una vez -calm. e muit calina refl-isao
e umita reflexo.
K<>uitao popular.l'eixou de ter lugar
a annoneiada para bontem tardo, nao obstante
circularen pela pra-a do Conde d'Eu, ruada lu-
peralrie Aurora diversos grupos de curiosos, pois
que ao juntaren! se s vezes, proinpta e facilmen
mente teve lugar urna sessao animadsima.
Ainda bem que nao foi preciso autoridade o
emptMO da forpa armada, que s ah tigurou,
afim de evitar scenas desagradaveis.
\:< se saliou lli.iivm s 11 horas da
manh i o marujo da barca pirtugueza Despique II,
de nomo Jos Guilherme, que se achava traba-
Ihando proa, cahio n'agua, desapparecendo em
Iioucos instantes ; presenciado por um outro col-
iga, manijo da barca Gazelle, que atirando-se ao
mar para salva-Io, se bem que improficuamente,
j nao o pode encontrar, por mais esforcos que
para isso empregasse.
Lotera. A que so acha venda a 55'. a
beneficio da igreja de Nossa Senhora das Neves
deOlioda, a qual corre boje 21.
I.eilao. Hoje as II horas do dia effectaa o
agente Martins o leilio da armacao e gneros da
la venia do pateo de S. Pedro n. I.
Hoje ( 21) oTectua o agente Pinto, em seu
escriplorio a ra do Bom Jess n. 43 o leilao de
(aseadas avahadas, constando de grosdenaples
preto, pannos, algodao, madapoao, brins e muitas
outras fazendas avahadas, coui'oruie est annun-
ciadi.
Casa le deteneao. Moviineuto do dia
19 de jmiho de 1873 :
Existiam presos 347, cntraram 3, sahiram 6
existem 344. A saber :
Nacionaes 231, mulheros 7, estraageiros 36,
escravos 59, esclavas 11.Total 344.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 268.
Movimeato da enfermara do dia 19 de iunho
de 1873.
Tiveram baixa :
Luiz Pereira dos Sanios, contusoes.
Joo de Oliveira e Silva, febre.
Tieveram alta:
Bernardino Jos Patricio.
Manoel Francisco Duarie.
Francisco Jos da Silva.
Valentim Mendes da Silva.
Julio Cesar Gomes Afra.
Juintino Jos de Oliveira.
Cemiterio publico.-Obituario do dia 18
de junho :
Anto, pardo, Pernambnco, 1 anno, Recife ; en-
tente.
Pedro Tasares da Costa, branco, Cear, 86 an-
us, casado, Santo Antonio ; ascite.
Joio das Neves, branca, Portugal, 62 annos, sol-'
teir. Santo Antonio ; ttano.
Francisca Xavier do Albuquorqno, branca, Per-
nambuco, 56 annos, viitva, S. J'>s ; tubrculo.
Innoeencio, pardo, Pernambuco, 2 annos, S.
Jos; vttiola.
Leopoldina, jarda, Pernambuco, 4 mezes, S. Jo-
l ; cnnvnJsOcs
Emilia de Azevedo Carvalho Varejo, branca,
fernambuco, 40 anno casada, Santo Antonio ;
Hitysica pulmonar.
cia do delegado, (|ue j nao estava presento ?
Ao juizo apaixonado di Sr. barao de Villa-
Bella eoiitrapomos o juizo de uin seu correligiona-
rio, o Sr. senador Ibsttti Pompeu, o qual, pelo
seu jornal o Cearense, bem diversamente avalkm o
importante servico ento prestado pelo illustre
cidadAu que hoje em Pernambuco presta paz
publica novos e assigualados servifos.
Eis como em setembro de 1860 expriinia-se o
citado jornal.
(i Chegon do Aracaty, de viageni do Our.cury,
o Dr. Pereira de Lucena, delegado daquelle termo,
qu este anno para all linha ido em ceniniisso
especial, alim de prender os famosos criminosos,
assassinos do infeliz capito Moniz Barreto. O Dr.
Pereira de Lucena desampenhou esta difflcll e
perigosa commssao de mn modo digno de todo o
elogio. Os a-sassinos foram presos, icaram julga-
dos e condemnados.
Sao raros e bem raros em nossa torra func-
cionarios que, como .o Sr. Dr. Pereira de Lucena,
sacrilicam-se por amor da justica e do servico pu-
blico. I", por isso mesmo que a opinin publica
cumple um de ver, applaudiudo o digno magis-
Irado que acaba de dar-nus to beilo exein-
plo.
O publico confronte as dius apreciaedes do mes-
mo acto, por homens do mesmo partido, e estamos
satisfeitos.
T. Alencab Abaripe.
"io. 3 de junho de 1873.
O lepiitailo Pisto de <'auio.
Somonte jior defferencia pessoa, que no Jornal
de hoje invoca o meu juizo ( nao sera malignida-
d"e ). a resneito dos actos do Sr. Dr. Lucena, em
1860, enmo delegado de polica do termo de Ouri-
cury. a-udo ao reclam, embora nao descubra re
laco alguma entre o seu proceder naquello lempo,
e o modo por que se tem havido naje na adminis-
traran da provincia de Perna nbuet.
Como quer que. seja, porem, nao desejando que
o meu illustre interpellante so possa persuadir de
que me collocon em grandes apuros, declaro eom
toda a franqueza que verdade ter eu, impressio-
nado das phmeiras noticias chegadas cajiital,
eom relacao mterferencia .atribuida ao Dr. Lu-
cena, em decisio do Jury' do Orcm y, censurado
fortcmente ese_acto; aslm como c verdade que,
rectificadas devidafnente e-sas noticias, muiji de.
opiniao. c procurei cem todas as forca? d.^aruwr
qualqoer reseiitimentn, qu'aioig-smcus'd sertioJ
pode-ssem ter cootra or. Lucena.'
Que desarnos pode resultar disso? E por igual-.
da le d razio, que'desa'r pode, por exemplo, re-
sultar ao Sr. barao de Villa Bella de fazer boje do
fallecido pai do Dr. Lucena, e de oulros fiberaes
de 48, juizo diverso do que fazla ? Censura-lo hei
per isso? Nao. Logo nao admiti que se me cea.-
sure eom justo fundamento por pensar hoje apds,
13 annos, de modo adverso, acerca do proceder do
team
FORTALEZA, 8 DC JU.NHO DE 1873.
a foica *utinicip.il do Sebral.
Coui esta epigraplie o Cearense altifnojlvoltou
carga sobre as locos procedidas no -sobral, em
seleinnro do anuo pa>sadj.
Noiii era de esperar nieHOs "de quem teiiuo em
uao ser uonveucido.
lia homens, para os (pftes a verdade urna
farca, quando Ihesdesapioveita.
Em poltica, como vai seudo. foi la entre nos esse
grande defeito tornou-se um elemento indispensa-
vel de opposifao, queja nao surprende.
Felizmente, esse nial traz comsgo o proprio
castigo : laes homens nao adiantam um passo no
coctalo publico, senao deeabem delle notavel-
nioMe ; e os que sojlreai a sysleiiialica impugna-
rn, uada perdem,
Se o Cearense nada adan toa eom a primeira
investida, agora muito peior.
Una s vantagem leve sobre nos, forca con-
fessar : f.i aber tirar partido contra a bolsa que
o susie. .-autorando o Exm. presideale para
poder eiii.i:iJocero Sr. Rodrigues, dolos sabstauciaes dessa (bitas.
O Cearewe quer que Un; declaremos os valio-
ssimos fuuJmenlo!, e gryphou estas ultiius
expressoes, em vinude dos quaes S. Exc. nao
pode approvar as eleicoes da parci.lidade do co-
ronel Joaquim Ribeiro" Pensamos que o Cearense
nao' devia ignorar isso, e muito nos allligio essa
falta, porque deu occasio nova catellnaria que
tamo enjoou.
Os vicios dessas eleicoes, conforme as respecti-
vas acias, foram os seguintes :
i. Na acta do dia 7 nada se disse relativa-
mente primeira chamada dos votantes, no en-
lamo que a acia do dia 9 menciona, -.0111 princi-
pio, ter sido a primeira chamada neste mesmo
dia ; e no fim, haver comecado no dia 7 I
i.' Os trabalbos eleitoraes ao se lizeram m
das sucoessivos e desde as nove horas da manh,
como denuncia a falta da acta do dia 8.
3. Na acta do da 9 nao vem declarada, como
cumpria, a hora certa em que comacaram os tra-
balhos uesse dia.
4." Na apuraeao da votac/ie dos eleitores houve
um voto de mais, e na dos supplenles dous votos
de menos.
5 Tendo lindado a primeira chamada no dia 9
as o horas da tarde, e principiado a segunda no
dia 10, incrivel que esta se fizesse pelo rol dos
votantes que nao compareceran primeira cha-
mada, como exigido por lei, sendo impossivel
que logo as nove oras da manh do dia 10 se
tivessem escrtpto *,729 nomes de votantes.
6 A terceira chamada no dia 11 nao foi feita
pelo rol dos volantes que faltaram, como prova o
silencio da respectiva acta, e a impossibilidade
cima referida.
Taes vicios, nem outro algum tiveram as elei-
coes presididas pelo Io juiz de paz do districto da
Mei uoca logo, elas esUvam uo ca*o de serum
approvadas, c aquellas considerados aullas.
Por isto dissemos, e repetimos, que se o pro-
cedimiento honesto de S. Exc. desaproveitou op-
poiiciiu,~a culpa Ibi sua s, e queUe-se de si
O Cearense passou ai/iiLi ^111 revinta casos j,
discutidos. Falluu ;vi elei'.o do Quixad ein-
vectivou ao Sr. Dr. Esmerino.
A este honrado funceionario nio alcancam os
golpes da opposijao. J foi mu cansiderado por
ella, e, por ist >, *t tambemus legitimas condi-
ciies de ser maltratado por ella.'
Quanto as lelcSes do Quixad, dec'aramos
pela centesima vez, ter o proprio Cearense j
confessado que o seu partido nao fez eleieo all ;
e insstndo elle nisto pe-se lionradamente em
contradccao eom o Sr, padre Pompeu, que no se-
nado alrmou ojeontrario !
Quem merecer mais crdito, o senador Pompeu
ou o Cearense f
E' fora de duvida, que na approyaao desta
e outns elejtdes o Exm. presidente pro;edeu
eom ludo criterio e jmoareialidade em vista das
Srovas, que fhe foram subraettidas, das regulan-
ades Je urnas uullidades ,de ou|ras.
Urna proy .Impnetife de que ao Caarense ie-
nhuma razao assist cfjira a ^3miistr'cao gue
eUe a|, hoje tem caja^o'calc'uladiuiente as eli^oes
Iiberaes qu'er foram appfov'ad^s c.as nusSas qufi
foram asimiladas 1
Quem jas. tito ,engole paite d> ye^dade :
faz francamente tofja contissao, embora aproveite
ao adversario.
Ontra prova do, espjhto de ioj^sia .do Cea-
en.se contra o Exm prsjd/mte pusiste qra u^e,
toaos, absolfilambnte 'OdM'^^iiaoiJo.S. KS
teeui sjdo .Cwiisai-adfls, .p.4|fepfc,cojpi Ojm-
Hi-osciniJivcI cor&iij ^,^i%b>w.!
^ra crlve! qu to ipfp.da op^iso conf*e
a dita de acertar sempre T
Nao que ningutp j estranha a marchaj
da oppaslcao. Ella s aspjra-se.na paixo c4ga
contra o pro|iddafe, desde quo este por .is
repetidos actos irtojirou nao recuar era ajterar
a norma ju- conducta.
0 Ceaiente e seu cglljgdo' p^deip duer o .con-
trario ; negocio- epaj ti'panscij^a, o a,team
Quanto lujurias o dialribes, ,ru que as fcf"
ndfincja bavia se dirigido na questao eom
N* JF'aj
Aittda
""" iica.
A presij_
. cjiltdhde : nenhiim dos dous
dcrxo'u de encontrar no distiiiQto e
'Hu*tcdD;CyMleiro>q(M administra'estra provin-
ca o apoio justo em suas reclamaces.
Tal a ve rita de que es(a no domhlio degrt-
gis e trvanos.
''"i adliiinistrailor honrmle histleeiro, em
qiein ha bastante tino administrativo, noeseollie-
r Qutra pusico em quustes de semelhante na-
trreza. e nraito menos ter olra batanea onde
pize inleresses to contrastados, alenlas s nos-
sis disposeoes consiiineionaes.
1 Se cerio que as leis nao cogitaran da bypo-
tlese de ser um cidado cxcoinniungado pelo fac-
U.de.sor hiapon ; se certo tambeni que nenliu-
na bulla tem valor no Hraol sowi o 'beneplcito
iegio;.por oulro lado nao menos certo que a
B' consquente, pois, ipic ausim como o cidado
tem o direito de nao ser exconiniungadn por ser
macn, tanibem a autnridarle ecelesiastica tem o
direito de ser maiitida no que on ella diz ser
de sua competencia.
A le ser igual para todos quer. proteja, quer
castigue,;0 NcoatMOMr enu pn-porco dos nie-
reciinentos de cada um. Aonstiluicao poltica,
art. 179 s XIII.
Emquanio o poder competente nao nsrar das
paginas de nosso cdigo pohlk'o o art. 5, em con-
lictos da ordem do ipie ugiou-so nosta diocese,
os administraJores/da.s provincias, qe bem com-
prehonderem o seu dever, nao poder assnmir
altilinle dfferente da que escolheu o Rxm. Sr.
Dr. Henrique Pereira de Lucena, cujas merec-
mentos Ihc cou^uislaram a posicio que tao digna
mente oceupa.
i'111 faci lia em iodo e?ta questao que poe em
evidencia o espirito justo e imparcial do Exm. Sr.
Dr. Lucena,. e cuja roveiac-i nao deve escapar s
nosas humildes o imparciaes coiwideracoes, e
eom o qual prova-se que a divisa de Exc. tem
sido : quw sunt Caszaris, Cwzari, qttte sunt Oei,
Deo.
Ei-lo :
J se havia entregue a presidencia a represen-
tacu.deque fallamos 110 artigo passado. para ser
enviada ao governo geral: ella nao estava sella-
da convenientemente : o vapor que ento aetiava-
se no porto pania no mesmo dia ; a presidencia
polia deixar de remllela por este vapor, e mais
tarde devolve-la coinmiso para ser sellada le-
5alente, e conseguintemente demorar a reinessa
a mesma represe 11 tcito para favorecer a nutra
parte.
Entretan'o o espirito jus'.iceiro c recio se mani-
lestou iinmediataniente : S. Exc. o Sr. presidente
soffrego em distribuir justica, poiioos momentos
depois de recebida a representaco, devo!vea-a
mesma commssao, observando que nao estava de-
vdamente. sellada, a que o fizesse, pois que ella
tinha de ser informada e reme'.tida ao governo 110
vapor que eslava a partir para o Sul ; a represen-
taci_ foi sellada c nao se demorn em palacio.
Nao constituir este faito una prova evi lentis-
sima da imparciadade da presidencia ?
Por certo que o conslilue ; o o digam os ina-
cons que aguardara a deeiaio di governo res-
pe to.
Veio,. porem, o da 14 e nelle tiveram lugar tac-
tos que contristaran) bastantemente os espirites
justos e ordadeiros; abusou-se da conlianca
que o Exm. Sr. presideote depositara nos homens
honestos e sensatos, oiTendeu-se a imparcialidad
do S Exc, e 05 direitos dos cdados que, sem
dhTeren;a de crenca religiosa, eslo wb a egide
das leis do paiz, nao foram respetados.
Convidou-se o povo para urna reunio cujo in
dizia-se que era simplesraeate fazer-ae una ina-
nifestacao ao Sr. D-. deo Fai ia pela suspenso
que acaba de receber do prelado.
O que competa a presidencia fazer ?
Tolher o que havia concedido aos macons am-
plamente ?
Collocar, sem hver um sgnal de desordem,
forca? nos collegios dos jesutas, de Santa Doro-
thea, no palacio do hispo e na tvpograiilia da
Uniao f
Quaes os actos anteriores que 'o fizessein sus-
peitar o quer que fosse de perturbacao da ordem
publica, e portante tomar taes providencias ?
Evidentemente nenhum e desde que S. Exc
restringase de alguma forma o direito de reunio
nlo s faria injustica aos dstinctos cdados na-
cionaes e estrangeiros que all se apresentaram,
mas que nun:a pensaram que os polticos especa-
lasfem cora suas presentas, mas ainda a opposi-
cao o argira de parcial e de protector dos je-
sutas.
Que fundamento tnlia a presidencia para jus-
tificar o movimento de tropas, quando ja em duas
reuniSes anteriores os cdados haviam dado so-
bejas provas de que 110 exercicio de tal direito
nao tinham por flm desrespeitar a propriedade e
vida de alguem ?
A questao penda do governo geral. l'm libe-
ral distincto, o Sr. visconde de Souza Franco, no
senado expriinio-se de modo a nao dar lugar a
qualquer estrategia dos seus correligionarios; que
razo havia para S. Exc. recetar alleraco na tran-
quilfidade social ?
A presidencia, pois, nao deva tomar Outras
providencias alem das que tomou, porque estava
cabalmente convicta de que em quanto nao fosse
resolvida a questao em que se achavam empenha-
dos homens de diversos credos, e depois das duas
reunioes em que os proprios ofTendidos se mos-
traram amigos da ordem e da paz,,a ponto de.to-
mar-se como una provocaco a simples prasenca
de algum polica, nenhum disturbio tea lugar
contra a ordem publica, mxime tratndose do
assumpto que mais ou menos se ligav a' rjues-
to.
Entretanto grita-se no jornal a Provincia, que
S Exc. poda ter evitado os acontecimentos do
dia (4 I
Podia, verdade; mas S. Exc. nao saba se no
dia 14 o pensamento da reunio era politico, e
desde que nao sabia, nao devia duvidar dos sen-
tmenlos dos caracteres pacficos que all estavam
e que, como S. Exc, tambem ignoravam o flm
oceulto da mesma reunilo
At ente, todos ho de concordar que nunca
houye da parte da presidencia o menor ebice ao
direito de reunio : elle era exercido eom toda a
liberdade.
D'ahi para c, e quando o terror doraiava a
sociedade, conceder, a autoridade que nuvas ret'
ni>j fossem formadas, era dar arrhas aos senti-
mentos turbulentos daquellcs que po dia 14 nio
respeitaram as leis, que garanlem a inviolabilida-
de dos direitos dos cdados.
Estava, pois, infringida a disposicSo do ar. 179
VII, onde se l Todo cidadao tem em sua ca-
sa um asylo inviolavel. De nouto nao se pode
entrar nella senao por seu consemimeqto ou para
leender de incendio ou inundado ; e de da s
sera franqueada a sua entrada nos casos e pela
myieira que a lei determina e-pdttanio os seus
infractores estaro sod a sancc,ab penal do art.
209 do podigo criminal.
Ainda mais, o XXI do mesmo artigo tambem
nofora desrespeitado, e onde dlspoe b loglslador:
E' garantido o direito de propriedade em toda
sua plenitnde ; a typogi-aphia, propriedade de
om cidado havia sido destruida.
Ora quem, na presiJeorla, depois de taotos.sx-
cewos, consentira na reunlao do dia i do
passar? "
Continuaremos.
|WI slUt qtteeJg 7i 9o inviolavel o asylo d > cidado o qual s ser obn-
gadn a fran [uea'lo de dh nts cutos" e pela'mtHei-
m que a-le deUtrnnai -
. Peruotamus us.oSc Pareri da Silva guardn
a inau.iia que a lei determiua Era por acaso
alguma autorida'def E" quando mesmo' f ,sse, "po-
da em face das leis mandar seus escravos, ex ab-
rupto, assaltifren. a cnardaBas naiizes, aliraudo-
as de ennio edo seusRrasie?. efta um dia Inver-
noso agitada. Sendo o'que e repognaote, arran-
cada do eu leito uui pobie velha tiritando .1
fri de una febre internittntc que consom Ibe a
vida ?
Essas oftlizes acaso edicaram contra a von-
tade do"Sr. J.sd. Franfllsco sua clieu,>ana nessas
suas lefra, e tmibeui contra so*" lomado roca-
vam essa terraf e gdaiMavam BfvandiJanun-16
e (irostiiurau-ii-anteAOii dooisile linonMvm?
Tratou o Sr. Pereira da Silva de mdemnisa-las, ca-
so as ipieiia despejar, do-tuslo dessa choupana ou
palhoca, odaimpoi'iancia do suas lavutiras ? Igno-
ra o Sr. Prlifcrscta imal o meio legal do pro-
prietario desjiejar seus iuquiliuos!
Lan.'ou nao (leste meio I
O despejo foi offestuado por ordem do juizo com-
petente e por ollieiaes para isso deputados ? N"".
E como so pinta to solFredor ei 11 seus direitos
e to queixoeo da autoridade qiie porlou-3c como
ra de sea dever ?
Quando se referi 3r. Jos Francisco ao tal i.idi-
viluoaquem osenlurdcu a casa para morar
porque oceultou Ihe o nomc, por pie nao disse que
era elle um individuo do servido da pulicia iusu-
purdinado, ruse o refractario as utfm das au-
toridades i Quando leuibrou-se de citar a favor
ilossc individuo o 8o da sua eonstitiii.- porque
na.1 eitou ^ l'l J' inemliro, onde, diz, que o dis-
posto no citado 8' uo se eMeiule eom as orde-
nani-iis e outras pess as que tem ubng'iro de obe-
decer aos m-.ndados da jusliea f
ignora o Sr. Jos Fra -< ;o que esse individuo
desMbedoce ao chamado do Sr. sululelegado o te-
uenie Jos Ferininli s Moiiieiro f Se nao sabe fi-
que sabendo, e ueste caso o que deva fazer a au-
toiidade desobedecida !
Grasar os bracos, como crusados quera que o
Dr. delegado tivesse os seus e conseniisse que sua
obra de devastaeao Mt cosuinmala ?
Ora, Sr. Jos Francisco, pois o MOBor na 1 fi
que se a autoridade assiui prooodesse, pactuaria
eom o crtiiiu -praliead 1 pelo sonior e seas escra-
vos ?
A quasi cinco motes que esl em oxerceio o Dr.
Amaro, so Sr. Jos l-'iancisoo que, alias se quei-
xa de tolo o iiuind,', foi que veio a impreusa cen-
sura-lo e por le-lo reprimid) em seas des.arios.
Felizmente para ;i antordade isto um elogio.
.1 a revoir.
Ter
reunio
hoje na ra dos Martyrios n. 144,
iliar.
Juliotittlo
0 Sr. Jos Francisco Pereira da Silva nealiuma
razio (ave om mandar seas escravos coinmetter o
crime previsto no art. 210 do cdigo penal; por
quante, quem, eom tanto tfVwodo e ronw'cp*) mos-
tra-se entendido do que dispoe a constitaico, de-
.1 eoui|iMiia Recife Ilraiiiage
e os artigo.** lo jornal Pro-
vincia.
Para responder aos artgos publicados no pe-
ridico I'roriiicia, sobre a companhia Recifi.1
Drainage, em que o Ilustrado escriptor,
alm de me dispensar demasiada benevolencia que
eu nao mcreco, d inequvocas provas de seu
amor a esta provincia, nao posso deixar de f.ver
lima rerapilutaco dos pontos principies sobre
que tenlio rqnesentadn a minha opiniao, e por
essa razio nao possivel deixar de .-er mais ex-
tenso do que desejava, e espero que o Ilustre ca-
vaHeiro autor dos ditos artgos do jornal Provincia,
desculpar as faltas que eu honver de commelter,
visto nao possuir as habil.taeoes neeessarias 11a
materia.
Pdese quasi asseverar me companhia alguma
do mundo tem sido dotada de to grandes favores
como a companhia Drainage.
Nenjmma companhia em nosso paiz tem rece-
bido tao extrardinarias complacencias, como essa
bemaventurada companhia.
Nenliuma companhia tem sido mimoseada eom
ISO solidas garantas, eom tantas grecas c cum
tanta seguranea, como essa feliz companhia.
Nenliuma companhia tem abusad i tanto das
nossas eoflfemplacdes, da nossa confian;a e da
nossa sineeridade, como a coiiipunliia Hectc Drai-
nage.
Era tempo, porm, que a jnsliea divina cahisse
sobre 6sses que tanto teem zomhado de nos, e mes-
mo ultrapassado asraias da prudencia, da pacien-
cia o at do mais resignado soffrimento !!!
Embora os habitantes desta cidade devam estar
int-iradns da maneira por que a companhia Re-
cite Drainage tem se c importado naexecueo de
suas obras, visto como todos cstao solTrendo de
sua extrema imperfeico, procurare! continuar a
minha tarefa, alias muitissimo pesada, e nada ha
que possa compensar o trabalho que tenho tido
eom ella, senao a satisfaoo de ser til aos raeus
patricios.
O mais cruel fado foi eom eleito causa para que
se elTectuasse esse contrato, cujos males futuros a
ninguem licito calcular, tal o fedito que exha-
lara osjippaivlhos asintanos por essa companhia,
que nao tem tido a mira senao em auferir os
maiores lucros possveis, sem se i nsoftar eom as
calamidades, peste e moriandade que podem pan
o futuro acanalar esses terrives e insupporiaveis
focos de infece.io eom que galio iiiulilisando a
maior parte das casas desla cidade.
Nunca se menospresou eom tanto rigor e tai de
proposito os direitos a nos garantidos pela mais li-
beral e sabia constituiente.
Nunca se considerou menos cm um negocio de
tanto vulto por qualquer dos lados que se encare,
do^que qnatido se houve de fazer e refazer esse
contrato, em que parece que nada pode ria saciar
asede de ouro de que osla vara possuidos os agen-
tes dessa maleliea e insidiosa especulacao, que pa-
recan! dotados de um poder magnetisador que
fazia adormecer a todas as nossas autoridades e
obriga-las a obedecer cegamente ao que Ibes or-
denavam esses nsssos bemfeit res.
Nos artigos qu temos escripto a respeito dessa
companhia, temos aponlado summamente os
grandes deleites de suas obras : de nosso dever
explicados melhor e eom toda clareza, para que se
nao repita que eu fallo d'ellas por despelo ou
prevenoao, e iiquem todos sabendo que a coin, a-
ulna Recife Drainage nao pode nem poder nunca
salisfazer as eondicoes de seu contrato, conser-
vando os apparelhos mais que muito defeiluosos
que tem collocado e continua a eolio ar, e os es-
tretiisiinos eucanaraenlos que nao podem absolu-
tamente fornecer-lhes agua ; e que para eacobrir
os seus erres to grandes, to crassos e que por
ninguem podem ser perdoados, procura valer-se
de um pretexto ftil e infantil, como esse deque
eu erre em physica -, no ojie ella acompanha-
da, por nossa grande infelicidade, pelo Sr. direc-
tor das obras publicas e engenheiro fiscal, que se
tivesse curaprido eom o seu dever, eom esse zeta
do que faz ostemacao, teria impedido que nos che-
gas.-eraos triste e dilTiciliraa colliso em que nos
acharaos e de que ninguem pode prever como d'ella
sahiFemos.
Em un dos uieus artgos pubiicidos ueste Dia-
rio, j disse que considera va esta questao da maior
importancia para a provincia de Pernambuco, nlo
s porque ell?. entente immediatamente cora a
sade, como porque offende os mais vi laes inte-
resses sociaes que a companhia nao lem o meuor
escrpulo de sacrificar eom a maior barbaridade
aos lucros que tem cm mente auferir : por minha
parle nao abandonareia questao, sem que Iiquem
delucidados os seus principaes pontos, sem de-
monstrar eom os algarismos que a companhia nao
pode insistir nos seus erros grosseiros que nos sao
altamente prejudiciaes, nao s pelo grande incom-
modo que produzera, como pflo immenso.damno
que ho de causar saude publica, sendo que a
companhia j recebeu indebila mente urna presla-
eo de cont e tantos cootos, em que, segundo
sou informado, iaui incluidos os encaaamentos ge-
raes, que loraiu glosados pela fiscalisato da l souraria provincial, que, grapas a Deus, foi quem
impedio que fi;assemos ainda de mais a mais gra-
vados co/11 um vgsrba que estava claraiueule in-
cluida ao valor dos apparelhos, como se pode ve-
rificar da leltura do art. 11 da inaovanao do con-
trato.
J disse que ninguem melhor sabe do estado
desgracado em que se acha a companhia, do que
os seu proprios engenheiros ; sendo que somante
iso* ignorada peto nosso engenheiro o Sr. direc-
tor das obras publicas, que exeepeo da sua op
posicio systematica abertura do escoto do Recife
na praia do Brum, nunca deixon de endeosar a
companhia pelo bem secutado de suas qfcj-as,
como ninguem (icaria duvidando se fossem nabli-
eados os onlcios do muito zdqso e digno Sr. Dr.
director das obras publicas : e, para que se saiba
eue impossivel que em materia de tal importan-
cia se falte verdade, en vou expor o que se
passou entre nos ainda nao ha nn.itn tempo.
Em J6 de dezembro do 71 o Exm. Sr. conse-
llieiro Jodo Jos de Oliveira Junqueira, a grande?
instancias, que dizem qae j eram-fei(as no tempo
da vico-presidencia do Sr. Dr. Manoel Porlelra,
nonaeou urna co nmisse eompoMa do Sr. Dr. Ma-
noel Buanjae de Maedo o Jos Tibureio Pereira
de Magamaes. engenbeires, e do Sr Dr. Prxedes
Pitonga e de mira Moseoao, mdicos, flm de *t-
rom erJeefV* do rqnerimite da 1
piiihit jiraiMta, nrroaqiUda p4a Srs
uheiros Law e Uioun, cm que ,iri!iaai aalrMf
para film"; 1 ,s d-t aakro J-* *
J.ii'' c udos lodw 9% de>se lalrr*.
O Sr. liiiarqu.; de Mace lo dea am parar r r
que mosirou anda una vez. uuo se iaMtwa |ak>
bom desempean das eorontanas de-qnr
bem ; expjcos in- podiatn
quer para a sonde pn'dica, au^r para a
nhia, de estarem os morador** da anas ai ar-
vin lo dos apparelhos sem awHes navrr agua : *
quanto parte material, em euto ronlif-
fio |n>.|(. entrar e mar* ajrafonda-lo,
as informa con o Sr. dued Vas am
e membro ,la etjmmissii, as quae*
que ludo na wmipannia HecHe Drainage ia
maravilrras!
Fallando da canalisacao geral, diz i
comniisso :
A canalisacao geral destinada rsea
esl concluida era todo o districto, o foi ollueafti
cinformo as PTTgpnms d<> e. ntrato c piParljP^*
neee-^arias tal fui a infonnarv qm* nMr
cinmissao, c era que conlia d> dir>r da.* >lci*
publicas que lisialisoii a obra.
Qoc ftecalrMcao I!
Os apparelhos de atrina c a -anahsari daga*
esto colliicailus r informe nflirmaram s fera>-
da companhia e atiesta o eng-nheiro ilwal, ni
iner 1 Mawrfar a tre- 1111!x
Mais adiaule se ene atra o seguinle ftt*~
grajiho:
< E' dm'ii- 1 que oa hypuUieju> pt -evi-ta na -
nba o pulili.-o a tolfrer n n 1 p'tr'ini- im ervi-
i?i qae ooo recebe, ou que e*to to *? la d n I
contrtalo.
Tutos u>->u cid ele >tthain anuida ahb*-
dos rom o despejo que e fazia das matorSa
caes por lo.la parte ; todos desejav am aaanM-
mente que luiuvesse nina alma linnfazi-ja qae <
viesse livrar di grande si., parece que todos tinliaiu o prr~eulirnta> -
liui 1 de que esi.i n'Hiz rompanhia a pr"en-
cheria o seu lim, e nos Hmim d paar por
pranij dinlfini n g 1..me mal que 11 Ii-jsi a-
nossas liahila.es : lujos se iippunhaiit a *. -n-
eouipaiavi.l tiene/ten |i irque I
ana o mi' que iam so'Vi-.
Quem [HiJe conteslar os presi-Mimentos oada-
raes f
V se portanto daratuciiK que tolos uu I
ciiiu|ire!iendiaui o grande alcance que kaJa a
companhia Drainage nao s qoaato a saade pa-
Mie, como quanto ao carunodo dos haMtaatn. t
que todos poriiavain em ajuda-la, alim de v prin-
cipiar a gozar dos Seus beneficios o mais Acor****
possivel.
E se acreditara que a rompanhia gprunir. >.-
lisfazer a especlativa geral e uipn gava 1 w n>
condue.Mtes ao riasfass i-uiupiiuieirioda ni n-
Irato, ou que e.a arte.iaine.i> diriga t- i. W
seus cuidad is 1 aiiguiontar os svus lucro e *?-
nuir o mais possivel s suas despeza* *
Kxaniiui'iuo- esUaaettia de par<*gi;m,puisqcH-.
ella nao osla na anata du mmm propato, na
forra ue ni nos esquivemos de diz ai|
cousa.
A companhia tem se servido em geral dos
de ferro, c esto eiivernizado de preto. e na gal-
nisado, como esl marca lo no art 4.*, para a eun
inunicai.'o doi apiiarellms rom os eoiidiMiures das
ras : ora, sendo o ferro muito susceptivo! te
oxidarse c principalmente rom o cnatacto d'agaa
salgada ; c denuis, prestan lo- -e mais hfliia
adhertncia das materias feeaes, o qoe se 1
o que estamos vendo por ah ai maior
das casas : os appar-dh toas, ellas a1 i se de:norara, rcsec-am se e fir-
mara obstculo as que vee 11 Jepoi*. e
pouco tempo ha obstrueco completa do
Iho : a falla d'agua rada vez maior cusicorre po-
deresissimamenle para sle acowliieiaanlo j r.
tenho dito por muitas vezes.
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am hoj_31 da junho d
ndfrsnn
ka -fc|flalh4^deppjBh;t-
lo para o trapiche Conceicao.
Barca iagtea -ufte>P# tHWf&Mc*ro e car
vao jiMpiateplra o cais do Apollo.
Jrigue alleino -LfHvma -> carvaw j despachado
X^ligltt^Kr. t? XVftrthM ?
ja despachada pjra o caes do Apollo.
Ligar portuguez-yiy/o-t-viaho pfTf deposito no
trapiche f uqna.
Hiato nacional fafimldi *-.gci*nos .naeiouaes
para o trapfelre Ponres. '
0|- -r
m|rla-ao.
!Bafci,.hiate brasluiru Gariboldi, consignado a
Tasso Irmo & C, manffcstou :
Atete da, palma-10 quatlollas o o ponches a D.
A. Mfaeuc.
Batatas 100 meias caixas a E. R. Rabel! o i C-
fierveja 25 barricas a Beltr & Filhos, l ai
consignatarios. Charutos G caixas a D A. Ma-
theiv, 8 a Reltrao i t'ilhos, 2 a D. C. Ferreira.
Cnapees 3 caixas a Mflls Laham. A.C.
Pumo 18 fardos a Beltrao & Fiibo, 81 a Isaac
Stany. Fazendas 8 fardos e 17 caixas a Cramer
Frey i C. Fogos 3 caixas ordem.
Licor 10 caixas aos consignatarios.
Massas 100 caixas aos consignatarios.
P. ano da algodo K.0 fardos a Amorim 4 C.
Papel 5 caixas a Pereira V. Je C.
OESPACH S DE EXPORTACAO NO DA 19 DB
-. MAIO DB 1871.
Para os por ios do exterior
tNo navio inglez Fuziltei; para Liverpool,
tnrregaram ; i'. Jcfferies 4 C 800 saecos com
di.flOu kilos de assuear mascavado.
Na barca francesa tiuilkaume Tell, para o
Havre, carregou : Tisset Freres 700 couros w-
its-coai 3-1,7U0 kilos.
i'.I I Pitra 4? nonos dt interior.
Para o Hio de Janeiro, no patacho portuguez
Jos, earregaram : t. Oliveira 4 C. 305 saceos
ivmi 2.50J kilos de assuear branco.
Para o Para, no patacho brasilewo OUhih,
carregou : J. M. de Castro 10 pipas eoin, 4,800
litros de agurdente.
Para o Aracaty, no hiale braseiro N. S.
eos Navegantes, carregou : J. A. M. Vianna i bar-
ril com % liros de alcou,
Par Jfcsaor, na hiate brasiieiro AdeUao
du Anjas, earregaram : Oliven-a Irmios 4 C. 3
vulumes com 2M) kilos de doce.
Para Mossoro, na narcaea linda FUr, car-
resou : J. C. Duarte Rjbeir 4 cascos com 768
lros de agurdente.
Marca H L4 caixas com cidos, viradas n la-
*r mS\TJfUo, dfljaiJPiMf^fWFl*H
irreiNl Mo, oicln|iiadai # ir} ieffeal
fandega jtfPernariboJo, do jimUb*d| |7aE
O inspector,'
Fofo' .4. pe Cat**lho Res.
Jizo d3~Q>a da, fazenda
nacional. 7
0 Dr. Joaquim Goncalves Lima, jiiiz de direito e
privativo dos teit^s; dafa/.enda nacional, etc.
Fafo saber a tqdo> que. este frirem que no dia
'i de jnllio proxio faturo ^e jender em praca
publica deste juizo pelas llihoras da nianh na
sala das audiencias, i sitio semeasa, dedonrina-
do dtio Tapado-, em Olinda, na costa do mar,
avallado por iiilliiiUB, penhorado a Jos. Roberto
do Espirito Santo, para pagamento do que deveiq
os hord .-iros do tinado Jos ioaquim do A Impida
tuedes.
E para qjie chegue a noticia ;i tofioy jwnqol
passar o prsenle.
Dado o passa lo nesta oidade- do Becife de ?on-
nambuco, aos li do inez do junho de 1873.
Bu, los Francisco do Bego rre ascjvrio> e
subscrevi.Lima.
Pagar afmal 200 rs., de sello. -B. Barro*
KCIAMCOK.
-------------------------- .,,,..----,-------rW-r------------------,
Consulado provincial.
Do primeiro de junho vindouro comeca corree
o prazo para pagamento do 2.* somoslre de armo
Imanteiro do *872 a 1873, dos impostos da deci-
ma urbana, 6J rs. por litro de ajjiHrdeute, e 3
O/o sobro a renda dos bens de rail pertencente;
s. coriera-ioes de mao mora, incorreudona mul-
ta de 6 O/o, os contribuintes que dentro do mes-
nopraso mo satislUcreni as respectivas quetas.
Consolado provincial, 27 de uuio da (873,
Oadmnistradcr.
A. Carnetro Machado Bios.
.aPATAZIA DA ALFANDEA
tteodiinento d dia 2 a 19
Idea) do dia 20. .
10:056558
948;063
11:001*021
VOLUMES SAH1D0S
.No dia 2 a 19......
i'runeira porta no dia 20. .
Segunda porta .....
Terceira porta.....
Trapicho Conceicao .
SEHVICO MARTIMO
Alvarengas descirregadas no trapiche
da aifandega no oia 2 a 19. .
Ditas ditas no dia 20......
favios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao.....
31,088
103
169
151
41
22,154
n
i
3
35
ECElEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
R\E5 nE l'ERNAMRUOO
endimanto do dia 2n 19. 29:328*212
fdea do dia 20. 1:371*854
3Q: 700*000
CONSULADO PROVINCIAL
tteedftento do dia 2 a 19 76:388*63i
dem do dia 20...... o:74i*6G3
82:334*299
MOtfMENT DO TORTfi
ngleza
Navios entrados no dia 20.
Babia5 dias, hiato brasiieiroGaribaldl, de
109 toneladas, capitiio Custodio Jos Vian-
na, etjuipapom 8, carga diforentes gne-
ros; a Tasso Irmao.
Rio de Janeiro14 dias, barca
CounUsa dcS/'/ton, de 410 toneladas, ca-
j.ito Williiu Payo, erjuipagem 14, com
lastro ; a \Y. ('." Wiatt & <"..
Navios sahidos no mesmo dia.
Mi da Prata Escuna allema Orienl, capi-
lo J. M. Schroder, carga a mesina.
Canal!3riguu sueco Esmeralda, canito
C. II. Ternstron, carga assuear.
Msrtinicln Barca francez i Silver Star, i
pito F. Henry, p'n lastro de areia.
Obtenadlo.
Suspendeu do lamarao para Mossor o
lugre grego KoanqheUstrio, com o mosmo
aslro que trouxe do Rio do Janeiro.
Ecnm
O Dr. Dellino Augusto Cavaleante de Albuqner-
que, oficial da imperial ordem da Rosa, jniz de
direito, de orp1 Sos e de ausentes da comarca de
Oliuda, por S. M. Imperador, a quem Deus
jru.irde, etc.
Paco saber aos que o prsenle edital virem, que
neste juizo tem de ser arrematado pir venda, no
lia 25 do correntc inez, una raoia-agua, casa de
licifa e ral, em ruinas, sita em un terreno nps
gado, pertencenle a extincta irmandade de S. Joo
Baptista, no caininho quo vai para S. Francisco
d^sta cidade. avahada por cem mil ris.
E para que chegue a noticia de todos, mandei
passar o presente, que ser afixado no lugar do
costume c publicado pela nnprensa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 16
dias do mez de Junho de 1873.
Eu, bachirel Francisco Lins Caldas, escrivao, o
eserevi.
Dellino Augusto Cavaleante d'Alhnguerque.
O Iilm. Sr. inspector da thesourana provin-
cial manda fazer publico, que, em cumprimento
da ordem do Esm. Sr. presidente da provincia,
vai a pr ca no dia 26 do corrente, pa a ser arre-
matado p r quem por menos lizer a impressao
dos trabadlos das repartieses provineiae, por
lempo de 3 anuos, a contar do 1.* de jullio prximo
vindouro, servindo de base a quantia de 5:000*
annuaes.
As pesoas que se propnzirem a ossa arremata-
cao compareca na sala das sessoes da referida
junta no dia aci na mencionado, pelo meio dia e
^'jnipetentemente habilitados.
E para constar se mandou publicar o presente
pete jornal.
Sccralaria da Usuraria [irovincial de PerBam.
)i*o, i>de juah Je 4*731
O oficial maior
__________M. A. Ferreira.
Pela thesouraria provincial se faz publico que
de conformidade com a ordem do Exm. Sr. presi-
deiti da provincia t *")it'"n a^iait^ vao aova-
im;*te praca, no d.a 26 do corrente mciz..paxa-^a
rer arrematados por quem majs dlr, e oer.jftmps
de | annos, o impostos jwoviuciaes, inclujjve o
diiiaio do grfdo vaecnm. que se cobram as co-
marcas de Tacaratii e Ploms, com o abate de 5
por,cntono pre^o por qut foram ul'imamen.te un-
nurtcnloj, ficando assim reJua'd*;
Taorat, por anno. ...... 2:ie2#4IO
Flo^ por anno .... 3 487*lfe
M Iwndu publicar o nr^septe
,
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desla Santa Casa, afora
dous terrenos que possue no lugar dos Arrumba-
dos, hoja Duirte Coelho, son, ns. 39 e 40 toado
acuelle 390 palmo o esto 3( de frente o ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigue* de Sqnza.
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas geracs faz publico que neste corrate
mez de junho que as corporacoes de rofio morta,
em cuja elasse se comprehenaem os hospitaes,
bancos etc. teeai de pagar, livre de multa a deci-
ma do 2.* semestre do exercicio de 1872 -73 cr-
lente, e lindo o referido mez ser paga com a
multa de 6 0)0-
Recebedoria de Pernambuco, 13 de junho de
1873.
Mauoel Carneiro de ?oua Lacerda,
SANTA CASA DA MISKIUCOKDIA DO
RECIPE.
A junta administrativa desta sapta casa nao ten-
do realisado a arrwnatacio do forneciir.ento de
assuear para os estabclecimentos pos seu cargo,
no trimestre de jalho a setembro vindouro, recebe
de novo propostas na sala de suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do dia 26 do corrente, tomando
por base os procos oflerecidos de 240 rs. o kilo-
grammo do de n. 2 e 209 rs. o de n. 3 ; apresen-
lando os proponentes as respectivas amostras.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Becife, 20 de junho de 1873.
O escrivao
PeJro Rodriyiies de Soma.
Santa casa da misericordia
do Recife.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife nao tenflo anda effecluado a
arremataban para o fornecimento da carne verde
sen cargo, no trimestre de julho setembro vin-
douro, continua a receder propostas na sala das
suas sessSes, pelas 3 horas da tarde do dia 26 do
correte.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de junho de 1873.
O escrivao
______________ Pedro Rodjiyues de Souza.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foram transferidas para o dia 26 do corrente'
as arrematadles seguimos:
Fornecimento da llmentaco e dietas dos apresos
pobres da casa de detenejio, no trimestre de julho
a setembro prximo vindouro.
Rarreira do Caxang, por auno 4:2753400
Secretaria da thesouraria provincial de Pcri\am-
buco, 20 de junho de 1873.
O oficial maior,
M. A, Ferreira.
9. batalhao.de infantaria
O conselho econmico deste balalhao, contrata
com quem maiores vantigens offerecer os gne-
ros abaixo declarados, sendo elles de primeira
qualidade, para o fornecimento do 2" semestre do
corrente anuo e regalados pelo novo systema m-
trico decimal francez, a saber:
Arroz pilado, assuear mascavinho, azeite doce,
bacalho, caf em grao, cha verde, carne secca.
farinha de mandioca, feijo preto, dito da provin-
cia ou mulatinuo, lenha, manteiga'ingleza, dita
francoza, paes de 172 grammos cada um, 'ditos de
114 grammos Cada um, toucinho e vinagre.
Os nretendentes devem apresentar suas p.ropos-
tas selladas enrcartas fechadas at o dia 21 do
corrente as 10 horas da manl na secretaria do
respectivo quartcl.
Quaatel do 9." bataHiao do infantaria no ospi-p,
ci em Pernambuco, 16 de junho de 1873.
Odilon Kiork Romano,
Alferes secretario interiuo.
[TI
DO
BEBEUIBE
Nao so tendo podido discutir o parecer
da commissao de contas na sessao de 10 em
consecuencia de achar-seo tempo adiantado,
ficou ainda adiada mesma para o dia 26 do
andante, pelo que se avisa aos Srs. accio-
nistas a comparecerem n'aquelle dia, as 11
horas precisas, aim do proceder-so sua
leitura o discussao ; c eloi^ao do director, e
dous membros adjuntos por haver os eleitos
recusado, bem anio a de um membro da
commissao de contas por so acharem entre si
impedido; pelo grao de parentescos, lindo
o que tomar posse a nova directo.
Picando desde j os Srs. accionistas
oertos de que a sesso se far com o numero
de accionistas que comparecerem por sor a
sesso continuaco da anterior o que tem
lugar em vista do art. 23 dos estatutos.
Escriptorio da companhia, 29 de junho
de 1873.
O secretario,
Jos H. B. de Menezes.
I
li
mi a '&i
25:00^
BAIRRO TO RF.QFK.
jChafariz e bica tocat.ida Abollo.
Dito da na da Cruz.
tDito da ra do Brum-.'
Dito e bica do Porte do Maltas t:630000
B.\ii%a;o| (% jChafariz do largo aoTCarno. '
Dito do largo de Pedro II.
iOito do largo do Paraizo.
Dito da ra do So!.
Dito da ra d
BAIJIRO UES.^^,..
Chafara do largoda Ribeira. toaannitani
Dito da ra- de N'. S". do IW50.
Dito da ra Imperial.
Dito, da entrada dp ^balita.
Dito do largo dV Nossa Serdipra da Paz dos
%at -Mwm
BAiRtta DA BOA-.XtSTA.
linaa/iz-de caes Ho, Capibovibe. "
ilo da. cua da Aurora.
Dito da cidade ny ||^n/o Amaro.
Dito da ra do Hp 'Dito do largo da Soleuade.'
Dito da caisa d'agua dos Pire*.
Dito
piwdaruadeS.tionca'o.
Dito da S. Amaga das Salinas ^9:50
PASSAGEJI DA M^UAlfiNA.
[ mmu*mm mti\e jau^iro
llieil
.4
Cbafarizdo largo do Vivero.
Dito eDtre as 2 pon tes

ria da thesouraria provincial de Pernam
A),junho de 1873.
O offlcial-m
M.
inspectora da alfaatega se-ftf*tte que
mdo sido despacnada dentro da Drazo mar-
por edital n 137,
:o defil.arad.4. se.h
rrente.
('mpiinjiia ito lleliorik.
No da 23 do eem^nie, pelte I5 horas db
dia, ter lugar mpre.eriveimentfi no eseripj-
torio da oomBantru, iitK->Gnbtjg4 n. 19,
/i arfefiata^a db3 CriafafMs i*s pqr
bairros, nao se'artinittiritfo prrJStas qjjp
campf9lke*jdanvm%8,<*uie ? um bairro e neao
|r spa^o moner Ar'u* atino. Os Srs.
licitantes pnihwa com|>arecer com seus iav
dores ou declaraco ln> rneamo bo menc-
ort4iJ, ilwflMi- MtmfMata m cirta
fechada, ou antes no cs^i^o^^adarmehor
podera infirmar-se da CfiAea^ do corir
tdiO d'arceij||j|B*-JiClara-se aos Srs.
riiin^imi
* ,A'iA
'99s$ KjH* wfc 9* ewlan$nr.
Cbafariz da ra dasPtyiJaoibucas.
MONTmQ.
Cbafariz dessa povoa$aa
APIPCOS.
Chafariz dessa povoarao.
Escriptorio da CQrflpauhia do
17dejunhodelR?3.
secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
tamo
112^300
,---------
0
Vnteooo
180??0001_
132?>000
Bebcribe,
Obras militares.
Tendo sido autorisados os concertos, de

que
precisa a e;ivalLirica do depsilo especia,! de ns-
irucao, oreados em 2:0934110, sao' convlailas ^
tessoas que a elles qulzerem concorrer a apr^en-
tpr sqas proposias fechadas, ae meio dia de $ do
aorronte, na repatig4o das obras publicas,' und
se ada o orcjuenle.
Pernambuco, 1^ 4o JHn' 9.^ ^3.
Chryswa F. de Castro Chayen
A cmara municipal do Recife, querendo
testemunhar do Rio de Janeiro que nao foi de-
balde que salioitou desta inuuicipalidade seu au-
xilio na remessa dos ocriptos nacessrios para
formar-se e enriquecer a bibliotheea municipal
que ter de fonceianar do palacio municipal da
corte, pelo prosente convida a lodos os seus mu-
idnos a remoller esta cmara todos os escuip-
os com que entenderem dever auxdia-la nesse
co patriotico.quo grandioso empenho. oeila de
que os seos municipes nao deixaro .de acudir a
esse appello e desse modo participar da gloria da
referida publicacao.
Paco da cmara municipal do Recife, 4 de ju-
nho de 1873.
Manoul ioaquim do Reg e Albuqucrque,
Pro presidente.
Pedro de Albuqucrque Autran. .
Seerelajio.
Santo Antonio
EMPREZA-VICENTE.
Sabbado 21.
As 8 1|3 horn oiu pouio.
O drama em S actos:
4 mu I DEIS
e a scena cmica :
0 SR. DOMINGOS FOOA 00
llavera trem para Apipucos.
DOMINGO 22
AS 8 HORAS EM PONTO,
o drama etn 5 asios:
JESUTAS
ouo
e a comedia em I acto:
\mh% das ahnas e es
THE/VTRO
CSPU]C\ & P^^\^T1
sabbado 21 e domingo 22.
Grandes e ssimptaosos espectcu-
los em festejo no triumpho con-
qnistado A Justa <-usa lia
reli^iao
pelas lrmandu!es interdictas.
- ,Depois qne a orehestra ti ver toeado o
11)1111111 llliiroflb
subir scena o sempre festejado e applaudido
drama do distincto escriptor Dr. Carneiro Vilella:
MACONS
A. bonnliriada, suiimameiite pensionada com o
estttofl do drHia' fiara b den' Beneficio B otftros
que se acham em ensaios, pede esculpa de n*o
ir offerecer os seas bilhetes e espera qtt a* W-
a que desejarem concqrrfr sua. fasta arlis-
ica, se dignarao mandar procdra-losj n 'casa
(de sua residencia ra Bella n. i9, rano es-
Etorio do theatro, onde estaro disposIcSt'do
lico
,
Neste espectculo haver um trem
nario at Apiflucos.

THEATRO
SANTO ANTOHIO
K.MPHI7.V

Beneficio de Theotonio.Jflfftiteflouz*, ma*ro
da msica do 1. batalliao de iuanta-
ria da gHMA WW,
Lste espectculo, ^u^c^uva anuua,9iadi para
o dia 19 do corrente e que nao pode (er, Jugar por
causa do nio tempo lica transferido par*
Sexla-fcira 27 do currle
com o mesmo programma j publicadA
Real companliia de paquetes
ingleses a vapor.
At o a 27- do currante esutra-se da Euro-
pa o vapor ingle* boyne, opmmandante Reeks,
o qual depois da lertora al costume, seguir
ara Rueos-Ayres. toeande nos pontot da Rahia,
lio de Jatir'oWjiilevido. !
No dia 28 do corrate, espera-se dos portos do
sul o vapr inglez Si mi, caniindaiile II. Rax,
qual depofsrda tremor dfl eestimie seguir
paja Squthanipton, tocando nos portes de S. Vi-
cente e' Lisboa.
Para frotes, passagens ele, trata-se na agencia,
rqa do (lomniercio u. 40. __________
ClU'ANHlA lBUKUIIJl'CAA
DE
\n\'c^aeilo euMtei-a a vapor.
NATAL, ?AR.\IIYBA, MAC\0, MOSSOUO', A*ACx
T, CEARA, AOAKACU'.
O vapor Ipojuca,
commandante Moura,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recabe carga at o dia 38, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a froto al as 2 horas da tarde
do dia da sabida : escriptorio no Forte do Matlos
o. 11______________ _______________
COJIFANHIA PI'.K.NAMBLCANA
DE
luvetfueio cosAcirn a \ ttuoi*.
MACE1, ESCALAS, PEUEDO E ARACAJU'.
O vapor Maudahii,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do crrante, s a
horas da .tarde.
Recebe carga at o dia 28, passagens, encom-
mendas e dinheiro a lete, at as 2 horas da tarde
do dia da sabida : escriptorio no Forte do Mat-
losn. 12.___________________________________
COMPANHIA PEItt'AMBUCANA
DE
\avrgucdo costeirna vapor.
MAMANGUAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir par?
o porto cima no dia 28 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at a 2 horas da tarde do dia da sabida :
escriptorio no Forte do Matto? n. 12.
Saldr em poucos dias o brigue nacional V inria : para carga trata-se com Pereira Vianna &
h, na ru do Vigario n. 7, andar_________
Bahia.
A escuna nacional Gtorgiana tem j parte de
seu carregaMiito pvompto e segu em poneos
dia? Dart a Bahia : a tratar com Tasso Irmios
4 ""

(MPAMIh
DAS
MARITIMES.
*,dia 26 do corrente mez espera-se dos por-
los do sul o vapor francez Ji'o Brande, comman-
dante Ijiosl, o qual depois da dem ira do rosta-
meseguir para Bordos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condicSes, freles e passagens, trata-e na
tgencia, ra do Commercio n. 9.
'
NAVEGACiO BRASILEIRA.
I'ortoN do norte.
Dos portos do sul esperado at o dia 2 o cor-
rente o vapor Guar, o qual depois da demora
4o c'Slurae,seguir paraos portos cima.
Para carea, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
I
LEILOES.
LEILO
DA
armago, gneros e mais pertengas da taver-
na do paleo de S. Pedro n. 1.
Hoje
O agente Marlins far Icilo, por despacho do
Illm. Sr. Dr. jui especial do commercio, d'arma-
ijao, gneros e mais pertencas da taverna cima,
pertencente a Augusto Lins Pereira da Cunha.
A'SH HORAS DA MANHA.
Pacific Sican Ja\igali;m Company
Boyal
.mui iiiuaii
I.inliu quiuzenal
E' esperado da Europa at o dia 2i do eorrente
o vapor Mogollan, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para o sul do imperio, Ri da Prata
e portos do Pacifico.
N. R. Nao se recebe passageiros nem carga
para os porl tena no Itiod Fra : a tratar rom os agentes
Wilson lP>*e k4l.~, ra do Gommercio n 14.
i
Para o referido porto pretende seguir eom a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez .ice por ter
a maior parte de seo carregamento engajado, e
para o resto quo lbe falla, que recebe a frele com-
modo, traase cem os consignatarios Joaquim Jos
Gonitlves Beltrao, ra do Connuercio. n. 5.
LEILO
DE
25 saceos com arroz avariado.
No armazem do Annes, defronte d'alfandega.
llOelI.
as 11 horas damanha
O agente Pinho Korges levar a leilo os indi-
cados saceos com arroz avariado, sendo: 8 san-
cos com marca diamante lo P G I e 17 ditos dito
eom marca T A F, por conta e risco de quem
pertencer. _____
s 11 horas.
O agente Plata Hartes aar aua
Sr. jniz de direit i eaaial i i
qiierimente om enraiare facan da
de Ferreira Looreiro p
I
ia>
daites legas ven lera a sjpradiu karra rmm i
perlenea da mesilla, a foal se acta ras 1JM 4
trapiche Cunta, etnosta Same 4V-
tes.
LEILO
DE
do 3 c*\xrdm <*-m dt M-v>.
SLlll'NI) V-FLIltA 23 DO (XWIirVTI..
As 10 l|2 U tBMkV
O ageute Pinoo Borte Umri a Wa\a as U an-
das cima declaradas e watt aaarat avariada*. r
outros artigo.
Em eu esrripUMh*, roa o U*m km- a S,
primeira aJar.
LEILO
imvis f- predi s
Aoo
Boas e diBureativ m^vi-i I i.
enrstaes, quadros rom tim fran i tas r
eteen-idate, e roiMs oainM tdip-ri ns *
finiha.
Ubi cabrwte americann o I var a coa ate.
Ol INTA KKIR4 l'l Jl >rh>
Na Cupmufa,
casan. ... dara das (>mul.s
William George Fennellv, t.od> de (aarr mm*
viagem Europ.i. levar a I- il "> |nr mtirmrj
do agente Pint,., us umveis e a obict aai-
tencontes e existales iwcim de tu
na Capunga, ra das (jiunlas B. ...
A's 10 11 i horas na aonte aarurj
do arco de canlo .'.nloiii ui traas *
servir de cimdu. ;o gratis pura os
ao leilan.
leilfto prNripior o f I
Em continua can
e as duas horas da Uro*
vender o mesmo agente mao so a rrfrrio c.
com frente pan a margen! do rio OpiiarO-.
como urna oulra ao lado du prnlio. ruta mov
para a estrada, <>ndo amias ediMcada< en rila**
proprios, com HW palmos de frraW r f ra *
2(HHl de fundo, cun grande >ilio, muiU* (nVrra-
tes arvores de frnclos, grai. le mvpm. ucom-
com boa agua e casas de lianli.
As ditas casas tornain-se reroiiiiueiilili. anr
screm novas, m-idcrna, eoranodn para graadr
familia, Berta da ciliado. p..r naje W-ni paaaar
a linha dos IminL (segundo dire;,n
Leilo
Lcililo
DE
presuntos chegados pelo ultimo vapor.
No armazem do Annes, defronlc da alfandega.
Ilije
A"* lt horas.
O agente Pinho Dorges levar a leilo os indi-
cados presuntos, que se acharo patentes para
previo exame.
DE
movis o loura
Quinta-feira 26 de junho
AS II HORAS LA MAMI\
Sendo : 1 piano de armo i > dos nHh cantes da Europa, 1 mollina de ja- arau-U cow
lampo de pedra, I dita de rssaaao lamp' de pe-
dra, I rama fraoeexa de laearaoai, i aejnl< V
maretlo, i eosMniM me losanoH, I ea a>
amarello, 1 caman dejacarandi, I mesa clsti-
ca, 1 relogio, es|ie|li.v i|'ialii, l marqueta, I
niachini para costuras, l ; uard: loii.a. f-prenoi-
cadeiras, a|radores, I aereo para iran;i, I rar
rindo com pertene, 1 gnardi rmnila- l .|> i<-
lavatorios de am relio, I appardh.i para ra, I
dito para jantar, linterna -erpentinas. v
floies, jarros e outros mais artigo* d- uo ?p-
tico.
O agente Pinho Bor^c* h vara a .iliki os i-
VBM cima it laraOM >"r mandado de uuu fami
lia que se relira pira a Enrona
Na ra da Concordia, ir.iv s n di llar I dimeti
n. ''i, sobrado da esquina
LEILO
DE
200 gigos com btalas novas.
No armazem do Annes, defronte da alfandega.
Hoje
s 11 horas
O agente Pinho Borges levar a Icilo as indi-
cadas batatas, chegadas pelo ultimo navio fran-
cez Yercdianu, entrado em 11 do crrenlo, por
conla e risco de quem pertencer, em lotes a von-
tad das compradores
LLEIAO
DE
avan;
CONSTANDO DE :
madapolps. algo'des, pnno?,
casemira?, sedas, chiles,
meia?, brin3 e cotral fazen-
das.
AVISOS ovosos

Ama para rozinhar
Fiecisa-si- ilii-ar umn amn
para Qutohol i fsttkmf ar pjt
casa de p quona fuui i <>i t
para ci/.mli r, : s' laf ?*'
rava: a tralar mslt t)po^rn-
dhia ou na rut l Lit 5o n.
41)
wmmmLWttwammkwsWExzs
Pedro Tavaren Malia Mi......la < Bt
Tava:
& ectn '!"
pc-?oas que s- ilr'M "

i:
es
TIATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Actrii Manuela Lirt
Ter -lugar na qaartft-feifa
25r dejunlio
eom a primeira represent'cSu do- eaeeifeme dra-
ma em 1 prologo e 9 actos, 'paduzo do llall
i m\m m c;
desaineuhapdo a 4sne
Subir-a tam^di a $cen* pela pruaeira, vez co-
media em 1 acto ;
Para o Aracaty
o novo e muito superior palhabote Leonitla di
Ciftz, capitao e pratiro Manoel Cactano da Costa,
tem seu carregamento quasi engajado, e para o
resto traa-se na ra do Amorim n. 60 com Anto-
nio Alberto de Souza Aguiar.
Lisboa.
Soberano.
ste brigue recebe carga frete
irim Irmaos A 0.
o,
tratar com
O agente Pinto cumprindo o
mandado do lllm. Sr. J)r. juiz
dedimto da L" vara civel, Je-
tar a Ieilito per conla e risco
de quem pert-nce as azendas
cima mencin idas, araadas
em virtude do arrombamentft
de um cano de chumbo que J
passagem agua para o semejo
da companhia Recife Draina-
ge, e existentes em seu escripto-
rio, ra do Boni Jess n. 4'i,
nde se enectuar o ieilo.
Principiar a's 10 l 2 horas.

Para o Rio Qf ande 4o Sul
pretende seguir com DMiita broridade e patacho
nacional Mara KinHi A ai pflrte de seu carre-
gamento engajado, e para o resto que Ihe falla,
trata-se com ^ seu consignatario Antrnio I.uizde
Olivoira Aaeveuo, a1) seu"esoriptorio roa do Rom
lesus n. 57._________
PrPorto
aretende sabir inoilo bTeVe a f itera portar*
mfa f% // mir ter grande parte de. s< '-*M
regamento pronino. Reeeb> a eara V ^ cfa^'
la a p,rtci modees. e tambein- pa*r .'* me, l-
>squeetem opMns ncertrtmdU^' !ir^ W
wnrTKbtiWdSoare., rti* rvijaHp.; .trata-se
------------: -.b '*---- IgpMo n. 17.
Para o referuV

Minas para hiimem
Hoje
Ao te tf* horao.
O agento Pinto levar a leilo urna caixa com
J> pares de bolinas de beierro para homem.
Km seu escriptorio, ra do Rom Jess n. 43.
har an cemitei
ifinbrail"
Tavares da Costa ; aoraawol maaoi as awnai.i-
pOHBM. aos srus prenles i a aabs ai
aoMBBOtmmobo laoln. ,:
si bradas na groja da 0\<
6 as 7 horas da in.inlia i:l .
pelo que se coufessam rtcms'i aanii'
Auna Roa lie Jcmiin ,\ars *'Man-
a>ra Pnrhrco.
>? Ant i
Gniinare. I.
Candida (1 me* (.. i
e Antonio
Giiiilra, lend J
triste noticia du falrr -
ment, na cidade do Porto ia aaa OOnb |in-.l
subrinlia e rin Auna Rosa de Jess Nuaa Oai-
bra l^chiH-o, maiKlam resar una aiwaa aur tu*
alma, sabbad i l do eorreoie, IrioMOOl dia d
sea falleeiniento, as K huras da m.inh.i, na im i
matriz do Corpo Santi. para assislira jualexm
dam sens par.-ntes e anMfna, roafessant ltt.
desde ja seu etenio re.->nheciineBto.

XeTerno Bolio nelgoalo |-
Borbo.
Tertulian" Delgado de Uorba Cavalcaoto. J- .
Clemente de lana Cavaleante e seus irat*.-
sentes, convidam a Indas ai seus parrale* e san-
gos e os do Uado, a assi^utvm as ems*i im..
inandam celebrar s 8 huras do dia Ja o
te, na matriz da villa da E>cada, |teU alma -_
nunca c-qnecido irmitoKeforino ItoMplio I '
de Rorba ; e d.-sio ja *e roafauam gratos a
aquelles que assi -tireiu
n
HeojUr* m>l
R
que
quim
lalta
Ijjnr Jos Goncalves Beltrao
^ utmercio n. 5.
fc consignatarios Jo
' 4Ftlho : ra do
barca portuguesa Despique//, e3to-
nlsidas e 45,000 arrobas do carga, for-
rada de metal,, en^vijliada de pao e co-
bre,,.tom o seu massarn* o apparelho
coptelO, e os mais artigos existentes m
tnesma barca.
SEGUNDA-ftelRA 13 DE JUNHO
Na sala da entrada d associac^o com-
ntercial.
Primillv
Almcidn.
Os prenles e mai< ness.w da amisad** da Isa'
da D. Primitiva II ende* Leal de Almeida san coa
vidados a assisr urna misa que aar atau ii
mesma flna'a ser resida na iprej le 5. Ia# A
Manguind, pelas 7 e meia huras a asan'u de m-
gunda feira, ti de corrale, oJOMire
do seu falleeinien,
I
Alnga-se a caa n. R i ra *o LaaaCaroaio
antira Mangneira, fregoeala da om Taaa, ow
totea e graneles acimtinodaefles : a tratar ao m
da Alegra n. 8 Ai mesma tojonM, m rao e
treit de Rosario n. 17, fw-flanria.
Fcilor.
No Iwtcl de AjapBcea,
para tratar de uin
OS M
Preeisa-M de uo) eaiaain os 13 a ti
qne ladwr de sna eanaorta ; oa ral
dos Atojados V, poavia.


Diario de Pernambuco Sabbado 21 de Junho de 1873.
DUDE BENEFICENTE
GRAP1
OS TYPOl
UGD.
De ordem desta sociedade sao convidados todos
os socios a comparecerom sua sessao que ter
Jugar no domingo, ti a crreme, pelas 10
horas da manha, na ca&Y rna velha do Santa
JUta n. 15, allm de tomaren parte na discussio
ios respectivos estatutos, como Ihes cumpro;
Secretaria da sociedade beneficente dos typo-
jrraphos em Pernaiubuco, 20 lie juaho.de 1873.
O seawtario,
Behniro Feneira da F. Cadaal.
Na ra Velha, casa n. 68, da familia dos Car-
neiros.'apromptam se bandejas de bolos do todas
as qualidades rom figuras e fitas com letreiros
dourados, bolos de S. Joo, can lea branca e ama-
relia, pudins, pastis de nata, doces de ovos e ar-
roz de leite, etc.; preparam-se tambem juntares,
com tudo quanto ha de melhor, por precus razoa-
veis.
Ao |iul)liro
O abaixo assignado, lendo os Diarios de 7, 8 e 9
do corrente deparuu com um annuncio de sea pai
i.hamando-o para prestar contas, nao s da caja
commercial da ra do Socego n. 31, senao tam-
bem de alugueis de cass contar de 1861 a 1872
Era resposta cabe ao abaixo assignado declarar ao
publico que nenhumas contas tem a prestar visto
como a casa commercial a qua se refere o annun-
cio foi do abaixo assignado como prova com os
documentos que ficam patentes a qnem os queira
ver 'i escriptorio do Diario de Pernambuco ; e os
vndimentos das casas seu pai era quem os rece-
liia, e o abaixo assignado apenas passava os reci-
bos por nao saber 1er e escrever o referido seu
pal.
Podra Tapada, 16 de junho de 1873.
Jos Firmino Ribeiro,
Pergimta-se
ao Sr. J. B. R. B. L. o motivo porque esta zangado
com sua familia, ou porque que nao se quer l
arranchar, por ventura sera melhor os jantares e
seias e as dormidas que anda por ahi filando por
casa dos outros. 00 por casas de quem nio tem
nhrigaco de o aturar.
O espio._____
Regente.
I'recisa-se de urna senhora para a regencia de
casa de familia, e que saiba^r e escrever, costu-
rar e cortar vestidos : i tratar na Prac-a de Pedro
II n. 81,2* e 3* andares, das 6 s 8 horas da ma-
nha, ou das 3 s 7 da rde ; ou na praca do
Corpo Santo n. 17, Vndar, cur dias uteis, a
qnalquer hora.

llaloilir.
Precisa-sc de batedores, ou aprendizes : na re(i-
naeao da ra de D. Mara Cesar n. 30, outr'ora
Senzalla nova.
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesraa casa
compra-s os mes-
mos metaesepedras.
Tasa do orno
A os 5:0009000
Bilhetes garantidos
tua do Dardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
Acl)affl-?e a vend? 0? mujlo felijes bilhetes ga-
rantidos a 3" parte da lotera a beclCiO i rCJ
de N. S das Neves, de Olinda (53) que se extra-
hir no dia 21 do con inte mez.
I
Inteiro
Heio
Quarto
too^ooo

Joaquim Jos Goncalves
jSeltrao. j
Ra do CoMmreto n. K, 1.* andar.
Sacca por todos os paqaetes sobre o banco
do Minbo, era Braga, e sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Tez.
Bareellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
Covilb.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
MiraoaWU.
Mtncao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna dofCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nora do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figaeira.___________________________
= Perdeu-se na noite de quatru para cinco do
corrente, um trancelim de ouro com 5 oitavas e
meia, assim como um pencinez de ouro, por isso
roga-se o obsequio, a pessoa que qoizer restituir
ditos ebjeetos, dirjase ra do Imperador n. 11,
que sera gratificado, e se o tiver comprado rece-
tar a Importancia e a em disso ser gratificado.

Ha
aligar.
pura mrb
L'ra terreno cora urna vasta plantado de capim,
no Caminho Novo (Soledade) ; a tratar na ra da
Cruz n. 3._____________________________
Aluga-se
Na ra do Imperador n.
um escravo para ajudantc
bem.
:!2 precisa-se alugar
de cozni a. Pagase
L^jas tara aligar.
A do sobrado do pateo Terco n. 27, para negocio e
raoradia ; e a da ra Direita n. 120, para um es-
tauelecimcnto, para o que tem armarao, hlelo,
jiaz o outras commodidades: tratase a ra do
Imperador n. 81._____________^^____
eiru ajuros.
Precisa se de 30 contos de res a juros, dndo-
se como garanta da refi-rida.quantia proprieda-
des, cujo valor excede a noventa contos; quem
pretender pode deixar nesta typographia o seu no-
me para ser procurado.
Feilor.
Inteiro
Meio .
Quarto
Recife, 6 de junho
'recos
65000
34000
14500
para clttia.
54500
24750
U375
de 1872.
Joo Joaqium da Costa Uite.
Catauro
Precisa-se de um caixeiro para u;na taverna
com algnma pratca, e que d conhecimento de
sua conducta : a tratar na ra do Mrquez do
Herval n. 73._____________________________
Cozinheiro.
Ofereee-so um homem perito cozinheiro para
qualquer casa le familia ou pessoa soltera: quem
precisar dirija rua da Conceicao n. 36.______
Joaquim Antonio da Silva retira se para a
Europa, a tratar de sua saude, deixa por seus
procuradores aos Sr. Antonio Ferrara Al ve*, Jos
Antonio Veira de Barcellos e Jos Custodio Lqu-
kreiro.
Caixeiro
Precisa-se de um bom fetor, casado : a tratar
na rua do Viscondc de Goyanna n 157.________
Moleque.
No hotel de Apipucos, precisa-se alugar um mo--
leque para o servieo do mesmo.
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, um meio n. 1017 com 1-004, tres
uuartos n. 1*7 com 3(Xi, um meio n. 1858 com
ICO4000, um meio n. 2020 com 10:i$ e outras
sortes de 104000 e 20i0i0 da lotera que se aca-
bou de extrahir (51.*), convida aos possuidores \
virsm receber na conformidade do costume sem
descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 3* parte das loteras a beneficio da igreja de
Nossa Senhora das Neves de Olinda (55') que se
extrahir no sabbado 2< do corrente mez.
PRISCOS.
Bilheto inteiro 64000
Meiobilhete 34000
Quarto 14500
EM PORg.\0 PE 100-5000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 54500
Meio bilhete 24750
Quarto 14375
Mi noel Hartis Fiuza
O abaixo assiwiado, tendo de seguir para
Europa no primeiro paquete, por motivo de mo-
lestia de sua sen hora, deixa encarregado de seus
negocio particulares ao >r. Manoel Jos Carne!-
ro, socio da tirina commercial Carnciro t Noguei-
ra. Quanto aosnegocios que dizem respeito a
sua prolissao de solicitador, deixa encarregado ao
seu amigo e companheiro o Sr. Francelino Augus-
to de Hollania Chacn, e seu ajudante Antonio
Machado Das, que podero ser procurados na rua
do Imperador n 45, escriptorio do Sr. Dr. Olim-
pio Marques da Silva e na sala das audiencias. O
abaixo assignado desde j pedo desculpa -aos seus
amigos e chenu-s que por ventura deixar dse
despedir, faltando por este meio com o seu dever
de visita-Ios, pela presteza da viagem, e offerece o
sen presumo na cidade de Lisboa, onde pretende
fixar sua residencia provisoria.
Joao Caetano de Abreu.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de taver-
na de 14 a 16 anuos de idade : a tratar na Cam-
bo do Carmo n. 2.______________________
Aula particular.
Secundino Jos de Paria Simes. professor par-
ticular de in^truccao elementar, avisa ao respeita-
vel publico e com especialidade ao pas de fami-
lia que ct abcrla sua aula na rua da Penha
n. 2 >, primeiro andar ; o mesmo professor pro-
meti muito se esmorar pelo adianlamento de seus
alumnos. ______________________
Attenco
Lngomma-so com pcrfeie.o reupa para
homem, rua do Forte n. 9.
Aluga-sc por 25 a casa 11. 6 na rua do Li-
ma, cni Santo Amaro, estando j conceriada de
novo : a tratar na rua da Restauracao n. 51, ou-
tr'ora Guia.
|HIttt^lHttttl^-&*l
Cozinheira,
Precisa-se de nma ama para eozinhar : na rua
daCadeia n. 21,1 andar.__________________
Attenco
Jos Francisco do Reg, liquidatari da firma
de Jos dos Santos Neves A Irmao, convida a to-
das as pessoas que se queirain propor compra
do estabelecimento sito a na Primeiro de Marco
n. 19, autiga do Crespo, constante de fazondas,
armaco e dividas activas, a se entenderem eom
a annunciante no referido eslabelecimeiito, a cujo
comprador se garante o arrendamento do predio
lelo lempo que se con'vencionar.____________
()r natural.
Retratos em cartes de virita, coloridos ao natu-
ral, a 124 a duzia: na photographia imperta,
rna do Cabug, esquina do pateo da matr z. Tra
balha-se todos os dias, seja qual for o lempo, ebu-
voso ou nao.
m
Novo livro para S, Joo
VMAI.THKA 11!
Ou Nuas predicftc* como
>bitla de Cumas
Responendo a diversas indagaedes dos mor-
taes, livro de sortes fr, por Z. N. da Silva Freir-
seguido de O casamento que ieu em droga, co-
media. 1 vol. ntidamente impresso em Lisboa.
.SIMIO!
IAvraria francem,
Engenho
Arrendase ou vndese parte de dous engenhos
sitos na freguezia de Ipojuca, sendo um movido
por animaes e mitro movido a agua, bem obrados,
de ptimos terrenos, e com proporcoes para satre-
jar de tres a quatro mil paes, distando do porto
de embarque apenas urna legoa, e da estrada de
ferro tres legoas : quem pretender dirija se rua
do Apollo n. 55, 2**andar, que achara com quem
tratar._________________________________
Cozinheiro
Preciea-se de um bom cozinheiro para um bom
hotel: a tratar na rua do Imperador n. 51, arma-
zera uniito e cominercio._________________^
A Af -V Precisa-se de urna para eozinhar e fa-
^xItJJ-Jl kt majs ajgUm Servico de casa de fa-
milia, no Corredor do Bispo
Sociedade Beneficente Luso
Brasileira.
Em cumprimento s deliberacoes tomadas em
sesso de assemblea geral de 8 do corrente mez,
tica marcado o prazo de W dias para se porem
em dia todos os socios que se acham a dever
tnensalidades, sob pena de perderem o direito de
socio conforme determina os estatutos.
Secretara da Sociedade Beneficente Luso Bra-
sileira, 15 de junho de 1873.
O 1. secretario,
Souza Mira
Ao subdelegado de Santo
Amaro de Jaboato
Constando a Belarmino Alvos Aroxa que a sua
ecrava Baymunda se acha presa neste districto,
vem pedir a V. S. para jue a mande trazer casa
de detenfao desta cidade, que elle pagar todas as
despezas.
Irauamlade da matriz de H. Jone
Nao tendo no dia 1 d corrente mez se realisa-
do a eJeigoda nova me*a que deve reger o anno
de 1873 a 74, sao novamente convidad> s o irruaos
a comparecereni a mesa geral domingo 2 do
corrente, s i 1 horas da manha, no consistorio da
matriz.
Secretaria da irmaadade da matriz de S. Jos
do Recife, t8 de junho de 1873.
O escrivo interino.
_____________Jos Firmo Ferreira do Lago
Urna senhora e3trangcra, sabeodo eozinhar
perfeitaraente, offerece-se para este servfco: quem
precisar procure-a na rua do Paysand n. 21, que
se dir quem .__________________________
Precisase alugar urna ou duas pretas de 30
aunos para cima, que sirva para vender na rua:
11a rua das Nymphas. casa n. 9, freguezia da Boa
.yiala.
----


rvico
1 \ 1 Preclsa-se de urna ama que saiba
A lYI A eozinhar e engommar, para casa de
fl l'l 1 familia : a tratar na praca do Corpo
Santo n. 17, 3 andar._____________________
Precisa-se de urna ama que
saiba eozinhar e comprar para
casa de homem solteiro : na rua
de Pedro Affonso n. 7, antiga rua da Praia.
AMA
Na rua do Mrquez de Olinda, an-
i tiga da Cadeia do Recife, paga-se bem
L"li\ a urna boa ama para todo o servieo
de urna pequea familia.
Ama
19 RUA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
lt sor de F. Gautier, es-
g pera continuar a me-
recer a confianca dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
geral.
-
2001000
Continua a estar ausente desde o dia 15 do mez
de abril o escravo Henrique com os signaes seguin
tes : mulato bem claro, cabellos crespos, rosto li
so, sem barbas, altura regular, dieio do corpo,
andar banzeiro, cadeiras largas, a perna direita
aberta, quando assenta o p direito de banda, o
dedo grande do p direito aberto sem unhas, tem
marcas de bichos, as costa com pannos brancos,
quando est serio carrancudo, olnos encovados,
o olho esquerdo um pouco aperlado, levou um
cavallo de estribara, alasiio dourado, dinas, tope-
te e cauda compridas, frente aberta, cabeca acar-
nerada, altura de 7 palmos, 3 ps calcados cora
pintas de foveiro, tem urna mancha branca redon-
da em cima da anca esquerda, j tem denles que-
brados da cachaca, inteiro ; desconfia-se elle ja
ter vendido o cavallo, (quem adiar e cavallo e
me o trouxer ter PO4) O mulato nasceu na Ser-
ra do Teixeira, e ahi estere at a idade de 21 an-
nos, foi dos herdeiros da viuva D. Victoria Mara
dos Anjos, que venderam-no ao Sr. Antonio Cea-
tio Italiano e este vendeu-o ao barao de Nazare-
th onde o comprei e possuo ha 2 annos : qual-
quer pessoa que o traga ao seu senhor Antonio
Carneiro Rodrigues Campello no engenho Canzan-
za. freguezia de Santo Amaro de Jaboato ter a
quantia cima.
00***0 mm $ 0*0^
^ Instruccjio primaria e 0
secundaria.
W O professor Thome Augusto da Silva @
j& Villar, competentemente habilitado, faz a
^^\ .,'.itil.i o tndnc na ..hiifao na f^fnilia mili ^^
Precisa-se de urna ama de idade para
eozinhar em casa de rapaz solteiro : a
tratar no armazem da rua do Imp- rador n. 16.
Ama cozinheira,
Precisase de urna para casa de pouca familia,
paga-se bem agradando : rua do Hospicio, casa
de bolas amarellas, n. 46, ou Queimado n. 70,
loja.___________________________________
A yy\\ rua ^e "uin ^,';i,13 *i 2 .andar,
ixIUtb precisa se de una ama para eozinhar 8
outra para engommar.
Na rua da Alegra n. 40
precisa-se da urna ama cari-
nhosa e beni comportada,
para andar com urna menina._______________
Ama de coziuha
I'recisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, paga-se bem agradando : na rua do Hospi-
cio, casa de bolas amarellas n. 46, ou Queimado
n. 70, loja.__________________
Na rua da Alegra n. 40,
precisa-se de urna ama de
meia idade e bem compoita-
da'para andar com urna menina. _____
Precisase de una para pe-
quena familia : defronte da
ribeira do Deixe n. I, loja.
Furtaram na Estrada Nora, no dia 14 de junho
de 1873, um cavallo com os signaes seguintes :
castanho grande, castrado, com urna estrella na
testa, urna peladura grande no pesclo na banda
direita, bom estradeir baixo, melhor galopador :
rogase a qualquer pessoa do povo que ditoca-
vali lomar ou embargar, leve a noticia ou o ca-
vallo ao seu proprio dono, em Anglica, ou rua
da Iraperatriz n. 34, que ser generosamente bem
gratificado com 204.____________________
BOA NOTICIA !
MOTE.
Brincar, folgar,
Dansar, cantar,
Tocar sallar,
Comer, beber,
Eis o prazer
Que deve ter
Os amaates da gastronoma
E os dignos associados maconaria I
GLOSA.
At que adnal est batenio porta de todos os
bellos habitantes desta encantadora cidideo teste-
jadissimo dia de S Jlo, o que a muguen, es-
tranho, visto que as suas respectivas barrigas (nio
sao as das pernas), movidas pelos seus naturaes e
infalliveis instinctos gastronmicos, j Ihes devem
ter annunciado, isto impellido ao Densamente o
agradavel desojo de comer bem, beber melhor e
gozar com gozo todos os attributos que dimanam
das testas festivas como a do milagroso S. Joo
Baptista (maganao que para abrilhantar o seu dia
permittio para todos um feliz resultado, chorando
aps a desgrana de quem nio teve grabas); porm
nao este o nosso fim, pois tambem temos barri-
gas, e sim indicar aos amantes, amados habitan-
tes desta Veneza Americana o sitio onde todos de
vem ir (levando dinheiro) comprar o indispensa-
vel afira de poderera gozar o verdadeiro prazer que
os bons manjares sabem provocar, e como esse
dia to ardentemente festejado os mais auno-,
deve ser duplamente neste, (vejam l se adivi
nham a causa : lembrem-se do da 19, da cega-
da do vapor do sul e das innmeras quantidades
de fognetes que subiram de todos os ngulos da
cidade ao som bronzeo dos repiques, e vejan l
se nao foi.... por causa... da chuva I...) in-
teiramenle necessario que todos venhain ao muito
sonido armazem do Campos, i rua do Imperador
n. 28, onde encontrarlo tndo quanto necessario
para recheiar a barriga e festejar o dia 24 de ju-
nho : ha de tudo e de superieres qualidades e
por preces commodos. 11;. um completo sorti-
ment de manteiga ingleza, .queijos, bolachinhas,
doces, aceppipes, vinhos finissimos e licores de
todas as qualidades, assim como una collecc,o de
fogos Inoflensivos s enancas, das- mais afamadas
fabricas nacionaes e estrangeiras. S o Camoos
quem pode vender bom e barato, porque no seu
armazem
Ha de tudo, de tudo e de tudo,
De bom gost e com muita efluso
Para todos com riso e prazer
Festejar,em a barriga e S. Joo.
Venham todos apressados,
Com prazer e alegra,
Comprar fogos para a noite
Eacepipes para o dia.
28Rua b tepcradr-i8
FUNDICAO DE FERRO E BRORZE
FABRICA DE MACHINAS
A* rua di llar! d> Trinmph> (na dBihm) ns. Mi \tk
CABDOSO 4 IRMAO
AV1SAM aos Srs. de engeutMis e ao puhlim em gnra!, MflBI la EnMpa
^ranile sortimctito 11c fprragf ns para wigetihos! para lavoura.e qniwiqtwr nutro Mi
d uiistercs da industria agrcola, o que tudo vendem por procos razoaveis.
Vapores horisontaes do i, 6, 8e iO cavnllos, os mdhores que vem ao inervado.
MOendaS completas, obra forte c Iwm acabada.
MeiaS IllOeiluaS para asseotaran grades de madeira.
Ta.tXaS (le ferrO lu"^''' e batido, de todos os Umaubos e do* melhnres fabri-
cantes.
ElodaS d'agUa do diversos tamanta.
ElodaS dentadas 0 dv*os timanhos e qualidades.
Arad0S americanos de diversas qualidades.
v Orinas para aSSUCar grandes, pintadas e galvanisadas.
CoilCertOS coucertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que U+m
sua fabrica bem montada, com grande o bom pessoal.
EnCOmmeildaS Man^am v'r Por encommtnda da Kuropa, qualqutr roirainilr
para o que se correspondem com nina respoitavcl casa 4a Lmaaraa
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; innimbem-ae de mandar aaaaMar
as litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (ruado Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO IRMA O.
HOTEL
Bestaurant de Bordeaux
A' rua Primeiro deMarc,o n. 7 A, 1. andar.
Lacosto, perito cozinheiro francez, 20 annos de pratica, acaba de montar timsump-
tuoso hotel na rua cima denominada, aonde o respeitavel publico desta bella torra 4a
Santa Cruz encontrar todos os dias urna comida deliciosa.
Vinho de todas as qualidades.
Conservas idem idem.
Cerveja dem idem.
Licores idem idem. -
Toma-se as signaturas.
Aberto desde as 6 horas <*\ manh at as 10 da noite.

Offerece
co de urna casa :
e urna escrava mo
a tratar na rua
Sa o:
a C
oara o serv-
Cruz n. 42.
AMA
AMA
AMA
Precisa-se de urna ama
mero 61.
na rna Direita nu-
AMA
Precisa-se de urna para todo o
servieo de urna s pessoa : na
rua de S Francisco n. 39.
0
&
sciente a todos os chefes de familia que
q izerem conliar-lhe a edueacao de seus 0
lilhos, que tem aberto no sobrado grande f
da Soledade n. 5K, desde o i do corrente, J?
urna aula particular para o sexo mascu- W
lino. Os alumnos receberao urna educa- A
cao distincta ; para esse fim, o professor 2J
emprega todos os seus esforcos e meios ft
para conservar na sociedade sempre ere- Q
^'dito, e tambem mojos cotholicos e cfvili- 3*
W sados.
CAZA DA FORTUNA
RUA 1." DE MARQO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
te 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
romptamente, como eos'.urna, at o premio, de
0004.
Precoe.
Inteiro.......HJWO
Meio........OOO
Quarto....... flaOOO
Manoel Martina Fiuza.
e
Aluga-se urna escrava que sabe fazer todo o
servieo interno e externo- de urna casa de familia :
a tratar na rua Duque de Caxias n. 34, 3' andar.
Caixeiro.
Um rapaz brasileiro de idade de lia 16 annos,
querendo, arrumar-se offerece-e para caixeiro de
algum estabelecimento excepto taverna, dando o
mesmo fiador a sua conducta : quem de teus
prestimos qizerutilisar-sedirija-se ao escriptorio
oeste Diario que achara com uueni tratar.
Medico-cirurgico
RUA OU iMPERADOU N. T. AiNDAh'..
0 DR. NIES DA 60STA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
eSPECULHADES.
Molesa? e opf r?f5e de o'bot.
Cnra radical e insUatanea los
estreiumento da nretra.
Consultas : Dis 7 s 10 hora?
da manba.
Chamados: A -jcalqner hers.
-
'
tmmmm
N0ITE8
(
i
DE
Santo Antonio, S. Joo e S.
Pedro.
I.Ivros de aortes.
0 Advinhador U, Amalthea 11, Cartas
cas 14, Carteira de Castro Urso U, Cartoes
Fatid-
de
amor 14, Cartoes SybilUnos 14, Cigana 14, Dados
da fortuna 1*600, Esphinge 24. Fado U280, Jogo
da CenversacSo 34, Jogo de disparates amatorios
4, Livros do destino 14, Mademoielle Lenor-
fiuand 14, Mgico apparente 24800, Mata Horas
aborrecida 24, Novo eraculo de amor 14, Mgico
Fluminense 45, Orculo das mojas 1428)), Oracu-
o de Delphos 11, Pacotilha Potica 14. RevelacSes
do Cigano 14, Roda do destino U, Segredos do
eiticeiro Bucbiqua 14, sortes avulsas, dados e
artas.
Livraria franceza
Officiaes.
Precisa-se de officiaes : na'tinturara franceza
rua da Imperatriz n. 65.
Na rua do Oabugi n. 11 deseja-se fallar ao
Sr. Jos Lopes de Oliveira, passageiro do vapor
francez, sobre urnas encommendas vindas da Ku-
ropa por mito do mesiuo_senhot.
600$
Urna escrava aue precisa de 6' 04 para com
pletar a sua alforria, offerece os seus servicos t m
garanta da mesma quantia, pelo tempo que con-
vencionar, sabe eozinhar, coser e engommar :
quem prensar ou quizer fazer este negocio, diri-
a-se rua da Unia n. 10.
Dentista de Pars
19 RUA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agradei endo ao respei-
tavel publico em ger.il e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que lhe dispensaram durante os quinze annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar que cedeu o seu gabinetejde cirurgiao
dentista ao seu sobrinbo e discpulo J. M. Leroux
o qual echndose hamais de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua confianca e executar os trabalhos os
mais ditliceis e delicados da profisssao
O mesmo aproveita a occasao para pedir s
pessoas que lhe sao devedoras o especial favor
de manda-ls pagar quanto antes, pois retira-
se muito breve para Pars, aonde se achara sem-
pre prompto para o que puder prestar._______
F ligio.
Fugio da casa do seu senhor no dia 29 de abril
do corrente anno, a escrava de nome Raymunda,
com os signaes seguintes : bem preta, coxa, urna
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito d-
zer que livre : quem. apprehender queira levar
rua de Santa Rita n. 5, entrada pela rua nova
de Santa Rita. Constando ao seu senhor que al-
guem usufrue o trabalho da dita escrava, elle de-
clara' que ha de proceder judicialmente contra
quem quer que seja.
# @ %
CONSULTORIO
MEDICO CIEUEEICO
DO
$
Dr. Mallos Guerra.
m
m
n. 36, primeiro.
Especialidades : molestias das mu-
lheres, das enancas, molestias venreas
e syphiliticas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nha.
Chamados qualquer hora do dia e
da noute.
Gratis aos pobres.
Rua da Imperatriz
andar.


#
I

I00S000
es-
Escrav fiigido.
Contina fgido desde o dia 27 de abril, o
cravo Estevao, com os signaes seguintes :
Alto, grosso, pea grandes, cara larga e pouca
barba, tendo mais o dedo aanullar da mo
querda cortado, e tem 30 annos de idade.
Tera-se inteira certeza de vacar as ras desta
cidade, com especian dade na freguezia da Boa-
Vista, as mmediacdes djas rua d S. Goncalo e
Caoiintio Novo.
Quem o capturar poder entregar nesta cidade,
rua do Bom Jess n. 51, escriptorio, ou no en-
geuho Boacica. em Ipojuea, recebendo a gratifica-
cao de cem mil res
Boacic?, 16 de junho de 1873.
FOGO ARTIFICIAL PARA SALDES
PARA OS FESTFJOS DE
S. ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO
NO
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
1 Rt\ DO R\R.lO B.\ VICTORIA i
(OUTR'ORA III A \0\ %)
Chcaram gratules facturas lestos lindos c apreciados foguinhos artificiacs japn?,
zes, francezes e allemaes, do vistas muito bonitas, c osp*H-ilm..'iite fabncados para senbr
ras c meninos poderena soltar sem modo algum de serein > ffeivlidos, c a presos iMratot-
no s a retalho, como em caixinhas sortidas. Alcm destes foguinhos ha militas pistolas,
craveiros e rodinhas, fabricados por um dos mais > famados artistas desta cidade, ( Um-
bem tem grande porreo de traques chinezes, que se vendem em cartas e em ramnhas m
teiras.
BALOES AEREOST.VTCOS
Pequeos bales de 8 a 10 palmos, de papel solta-los das jancllas o varandas.
Estas novas o interessantes sortes, alm da
leitura agradavel, contem dentro
mais a alegra entre a fami-
diversos objectos de divertimentos que fazcm augmentar
lias, as noites de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
GLOBOS PARA ILLUMINACES
Globos de papel de cores para
realcam nos pateos e nos jardins.
as illuminaroes destes festejos, c que muito
PAPEL PARA ENFEITAR BOLOS
sao muito baratos e prncipabiiento
Estes papis rendados para enfeitar bolos
vendidos em duzias.
Botinas dos melhores fabricantes para homens, senhonis, meninos e meninas.
Quinquilharias de fantasa,
11\ i* ri:ni E
Brinquedos para meninos
Todos estes artigos vendem-se baratos por s'-rcm recebidos em dinnlura c
pelos abatimontos obtidos dos fabricantes em nttencAo s grandes e repetidas incoai
mendas.
m
ATTENCO
Tambem recebe e vende muito em conta cxccllcntes pianos, Unto do
cante Blondel, como de H. Hers e de l'leyel; assim como mobilias de fan
vimes, e cadeiras avulsas de braco e Je balanco.
fabn
7 armazem
do
vapor
francez 7
BARTHOLOMEU et C"
Pharmaceuticos premiados em diversas exposiooes
V-

m





Diario de Pernambuco Sabbado 21 de Junbo de 1873.
*
ALTA WOAMAE]
PIANOS E MSICAS
ANTONIO jrOSfi IR A2E2VEIH>
Ra do Bario da Victoria d. 11, armasen,, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aonde o publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no primeiro andar do sobrado o. 12 confronte
tica Maurer, ura grande saiio onde esli expo?tos os magnifico.
"M. A AI f W de armario, de PleyeL
-------- de meia canda, do mesmo aotor.
-------- de H. Henrx.
de Amede Tbiboot.
nico agente neatt cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRSRES
o r miado* em diversas exposi;5ss om 14 medalbas de ooro e prata.
Sao os onieos pianos qne aqni vem da Europa, perfeitamente aflna-
u. fetos com alegan a.ia e solidez.
D'aqai emCdiaute continuar a annoneiar todas as publicarles qne se forem friendo as saas officioae de msicas
Tambero receben grande sortimento de msicas p;ra piano, piano
canto e entre ellas as lindas composicfrs do maito sympaibico maestro
F. S t VTIYI
A SADER :
Voc me quer Walsa.
Ultimad publicare*
Peilas as oficinas de msicas
do tnnnncisBte.
Emilia, polka por I. Sroolti.
Cireaciaoa, chotcb, por Sroolti
Jardim do Campo das Pricfza-,
qnadrilba, por J. Poone.
Chuva (te Rosas, Walsa, por H Al
brrtazzi.
Olga Mazotka.
La Separacin! P..ra canto.
A Lu elctrica, grand 9 Waisa.
Franco Brasilero Polka.
Tomada da Vllela Galope.
Joaninha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Waba.
A Mr,ha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Smdieote Poka.
Sociedade fatholica.
Em nome e por deliberac.".n da mesa provisoria
da sociedade eathnlica irtie est sendo orgaiiis.nl,i,
convido a ti utos os que se tem iusrript) como so
'ios. f a< mitras pesuas que i|iii-ir:mr perirnrrr
a (lila <:.e.|.|ib\ |>w;i qai, vu ll|'A"':-"l! lio da
21 do cotrtiitu as K lioias Ja iiiauhi na jiro,
fie S Pedro, atjio de assislirem a urna infusa nae
era celebrada para 4emaLs.-ir o 28.* auni versa-
rio do chele s premn ila ireja.
A ijissa ser celebrada por S. Exc. Rvma. o Sr.
Pupo, a podjdn da me-a, e tile dar a benco do
Santissiiuo Sacramento aps a missa, e ser de
poja entoado a cantocbw um Te-Deum laudamos
pe mesmo incurro.
">, tt de JBoho de 1873.
O seoretario,
t _______Jos H. B. de Menezes.
~ B'ta fgido o escravo Manoel, preto, 20"a-
nos, cambeta, tem um braco cortado, cravo nos
ps e be agurdente : quem o pegar leve-o
sea senhor, na na do Pilar n. 74, 2* andar.
150^000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, N
Jar de gratiticacao a quantia cima a quem ap-
rehender tres eavallos que naqiirllo MMste
for.un furinilo* n:i n tote ''iiiiiii. |iri:\niiii |i-P.iil'i : ii iciii 9 .ni:('. .'
asl.iubo e c.i-rad .. I. in a i.ui!,. ;i.-|L. I-a.-: u,U
aseada, nma estrella na testa, e uuqttaily i ?qtur
Jo teru nma rniz ; o 2." 6 rapt, rom piulas ver-
nellias hh qnartos. giamtc'. poni. m o ]*>
-oro tino, ti castrado, lem os lajadril lem!*s da
SUijuJba, ferrado cou a marca I. R. do lad
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marra
- O-no quarto direito : gratiflea-se com'50*0(10
por cada um em presenta da pessoa, em rujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos eavallos.

MEURON&O.
% VI A M
ttos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qua q^izerem o verdadeiro REA
FRETA, devem para nao serem
os botes tragam o nom* de MEURON &
naoao de REA PRETA.
engaados
ver que
C, ea desig-
MEUHON ftC
381-3 8 g|| ais g
-3 o jL|! 8331 = 2=
MUmhfJ
E&
B
2 c


~ a o c a
1*3355
c3 5.2 5? ca
o.
frliiiil&
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= s.
a. 3 O- = t i BI
o o 3. o c o
"I
r|8|B
"'.8 8
I
S-gS'S.8g.8-w
PAPOULA 4 C.
2 RUADOCABUG 2
300#000 de gratificaco.
j- m.< a rima a cas e pretas
No da 5 de marco do 1872, ausentou-se do en- rh.V,^ Receberam ricos cortes de blond.
Sedas brancas, de cores e pretas.
Grosdenaples de cores,
Setins de cores.
(irinaldas de flores de laranja.
Meias brancas cruas e de listras de cores,
para senhoras e meninas.
Meias brancas cruas e de edres,' para ho-
merri e meninos-
Fachas de seda.
Chapeliias do fil e palha.de cores bran-
genho Piloes, freguezia da Escada, um casal de
escravos. ambos solteiros O escravo de nomo
Marcolino, com os signaes seguintes : 32 annos
Sonco mais ou menos, preto, altura regular, cheio
o corpo, cabellos carapinhos, pouca barba ou
nenhuma, tem falta de dente?, o estomago alto,
tem uma cicatriz no hombro esque/do ; as cand-
a? finas ; cujo escravo foi comprado ao Sr.- Ma-
noel Gomes da Silva, morador no engeobo Rosario,
freguezia de S. Jos dos Bezerros. A escram de
nome Anglica, com os signaes seguintes : 20 an-
nos pouco mais on menos, preta, altara regular,
bom corpo, cabellos carapinhos, falla mansa, tem
os pes um pouco apalhetados, cuja eserava per-
tencente ao Sr. Antonio Coelho de Araujo : pde-
se aos Si s. capites de campos, ou a qualquer an-
toridade que os prenderem, conduzr a casa do
sen senhor Joo Coelho da Silveira no referido en-
genho PilSes, ou no Recife em casa do Sr. Manoel
fos Perreira Cruz, na roa do Cabug d. 18, que
ser gratificado.
Esta, s de jesuta !
O Sr. J. C A. de F. nao quer inda attender
aos reclamos da pobre viuva que exige os alu-
queis e ehaves de sua casa, montando j os alu-
gueis at 30 de abril a 3401000 ; o que sobre
tudo se torna revolcante o inquilino ter a casa
lechada ha mais de seis mezes, e nem chavea e
nem' alugneie.
Cliapus de pallia braheos,
edres.
pretos e de
de co-
loques de madreperola, osso e madeira,
brancos e pretos.
Meias de seda preta e carmesins.
Lencos de seda, da India.
Casacos de faia e greoadine.
Chales de merino brancos, pretos e de
cores, bordados.
Vestidos de baptiste j promptos.
Cambraias e nansuks" de cores.
Brilbantinas, mariposas e fustes
res.
Camisas brancas e de cores, para hornera.
Camisas e saias bordadas, para senhoras.
Filos brancos e pretos, bordados.
Gazes e creps pretos, brancos e de cores.
Gravatas pretas e de cores,.para senhora e
hometn.
Bournous de cores.
Esteiras, capachos de ccoe tapetes.
Collas e punhos de cambraia.
Grenadines pretos e de cores.
l.ctu.os de cambraia de Itabo, bordada.
Vestuarios de fusto, para menina.
Vestuarios de alpaca e easaquinhas, para
meninas.
Popelinas de cresete, etc.
Malas de couro, para viagem.
Chapeos para sol, cabo de marfim, para
senhora e para homem.
Rap principe Alberto.
GJ^* Eslii fgido.
Fngio da casa dos abaixo assignados, no dia i7
do correte s 3 horas da tarde o escravo Marti
mano vindo da provincia do Piauhy para ser ven-
dido nesta cidade, por ordera e conta do Sr. Joo
Estevo Seraiae d'aquella provincia. O escravo
tem os Mgnaes seguintes : idade de 23 a 3 an-
nos, altura regular, rosto comprido, elhos gran-
des, cabellos carapin'os. bocea e nariz regulares,
c6r pret pouca barba, tem um signal preto e
chato na palpebra inferior do olho direito, asa
funda por ser quebrad >, levou em dinheiro de
SO i a 8O4 e a roupa do corpo ; suppoe-se que
elle tomou o caminho de Pedras de Fcgo por ser
a direccao da provincia do Piauhy, donde na-
tural : quem o pegar enlregue-o na casa n. 52
da ra do Baro da Victoria que ser bem remu-
nerado
Recife, 17 de junho de 1873.
:___________Borlamaque, Araujo 4 C
Escravo fgido..
Auzentoa-se do poder dos abaixo assignados o
sea escravo de nome Joaqun!, cor nrel e de
nacao. Traja milito liinpo, anda calcado c usa ib
cabellos compridos. (merend fazer meia cabelleira.
Sebe eozintiar, eccaparo a que se dedicava.
Quando falla se conhece ser negro afneano.
Roga-se a apprehenco de dito escravo, cuja
captura se gratificar bem.
Recife, 9 de junho de s 873.
_____ Jos da Silva Loyo 4 Filho.
Sociedade Monte-Pio Santo
Amaro.
De orden do Sr. presidente sao convides os
Srs. socios desta sociedade a comparecerem do-
mingo 22 do corrent* s 11 horas em ponto, para
em assemblea geral tratarse da installaco da
mesma, prestacao de contas e outros negocios de
urgencia.
Secretaria da Sociedade Monte-Pio Santo Ama-
ro, 19 de junho de 1873.
O secretario,
Jos Alves de Mello.
Francisco Jos de Lima, portuguez, caixeiro
dos Srs. Faria 4 Gomes, ra do Livramento n.
20, declara que havendo nesta cidade urna mira
pessoa de igual nome, assignarse-ha de boje em
diante Francisco los Pereira Lima.
O Sr. Octavio Pereira
da Cunha, estudante do 5."
anno da faculdade de direito,
queira apparecer nesta typo-
graphia a cumprir o que pro-
metteu.
OSr.OlympioFrancis-
cisco de Mello, artista fogue-
teiro, rogado a apparecer
nesta typographia a negocio
que nao ignora.
Precisa-se de urna cozinheira, eserava, ou
forra : na roa da Penha n. 23, primeiro e segun-
do andares.
- Precisa-se alugar uma casa, meia-agua, ou
mesmo um quarto, porm que seja : na ra de
S. Jos, Santa Cecilia, nova e velha de Santa Hita,
Nogueira, Viraco, travessa de S. Jos, ra 'das
Calcadas e da Assumpcao : a tratar na ribeira de
S. Jos, com o arrematante.
A. J. Reogh, como representante da
casa dos Srs. D. Oppenheimer & C, de Lon-
dres, ofterece aos senhores logistas de Per-
nambuco um completo sortimento de amos-
tras de todas as fazendas, ferragens, sellins,
sapatos, arreios, miudezas, etc., etc ; po-
den do-se entender com o mesme senhor, na
RUADOCOMMERCION. 38,
ARMAZEM.
Est fgida
Fugio em 17 de marco prximo passado a es-
erava Matilde, de 32 annos, anta, crioula, estatu-
ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem uns
carocos no rosto que parece espiabas, falla de
dentes na frente, falla maito manso que as vea
desafia a compaixo, boa sozinhcira e cniomma-
deira, filha do Para, fot comprada sogra do
Sr. commendador Lucena, omito conhecida por
ter estado altigada em ca-a do Manoel, inspecior,
no Monteiro, ella intitula-se de forra, e tcni sido
vista no Poco da Panella, Monteiro, Caxang. Mag-
dalena e aqui no Recife : pedu-se encarecidamen-
te a todas as autoridades policiaes e eap'laes de
campo a sua appreh nejio ; as?im como se pede a
quem tenha amas que verifique ncs>as que dizem
ser forras, pois consta estar ella de ama que mo
sahe ra, e que se gratificar a quem a trouxer
ra de Livramento n. l a Antonio de Paiva Kcr-
reira.________________
Gratifica^ao.
gueda, eserava da baroneza da vdoria, cor
parda, idade de 26 annos, cabellos carapinhos e
vermelhos, dedo pollegal da mo direita um pouco
defeituoso (proveniente de panaririo ), alta, olho
esquerdo vesgo, e o ventre crescido ; acbando-se
fgida des !e o dia 25 de maio, recommeuda-se aos
capites de campo a sua captura e leva-la ra
d'Aurora n. 23, onde ser bem recompen-ado quem
isso fizer. Essa mesma eserava intitula-so une,
ora com o nome de Mara ora com o de Thcreza.
Attenco.
Na ra do Aragio n. 32 continua- se a receber
cncommenda de bolin^os e bandeijas enfeitadi?.
pastis de nata, pudim, bom bo ado. po-de-l,
empadas, prepara-se presentes, lombo cheio, |>exe,
pers, gallinhas, faz-se empadas, arroz de Icc,
cangica, bolo de hacia para dias de festejo, encar-
rega-se de preparar qualquer mesa por ter copei-
ros habilitados e peaaoa de conlianca, e todas as
suas encommendas sao com limpeza e protnplido
por ser j conhecido pelas muitas peniHl <|ue j
tem feito encommendas e se ter encarregado do
domini da mesma casa ; assim c-.mo as pc-soas
que quizerem alguma encommenda, podera din-
gir-se, e caso nao queira ir mesma ra, ir ao
armazem da ra do Imperador, da unio e com
mercio.

Coziiheiro.
Precisa-se de um bom conheiro oa cozinheira,
forro ou escravo para ama casa de familia no
Monteiro : a tratar ra do Mrquez de Olinda
Sl 3f.
PARECER FAV0UVIL
DO
00ISILI0 ti UD11
01 FRANCA
VEJIGAT0RI0YPAPEL
deALBESPEYRES
HA 50 ANNOS
paxoe
ItfilMitBlUiaiMb
VESICATORIO D'ASBESPEYRES. AccSo segura eregTr._Indiipenw
vel para o Medico que practica no compo. Cada f olha de papel leva o nome de Altapr/r.
PAPEL D'ALBESPEYRES. A mais commoda das prepaxaoOei para entreter
o veucatorio3 sem olornem sabor. Maito aceto.
40 ANNOS f JI.! J11 irrTnTTal ik i\i approvadas
riHtrmeln L^UMa^^J^^aLi^Xl T r A f Til e Parla
EXTRACTO DO BELATORIO approvado pela nnanimidade das membros da Academia.
M CAP81XA LATINOSAS E BAQLIN ENGUAEflkMS fU FiOUlAK.
NWHOMA SENSAgO DEiAOBADAVI, CA8A.1I KO ESTOMAGO; NAO DVB OEIOIM A bbTK>
taqOec, como fazenr mais on menos as ntra* preparacees da copaiba e ato ai Capmlai
gelatinoaai.
AS VA EFFICACIA MOA TBH APBESEAT4DO BXCBPCA* ALfilMA.
A Academia as experimenten em 100 doentes eobteve 100 cura*. Na maior parte dos
bastaram deras frascos.
Parii, 78, Ftubtur/ 8*imt>Den*. Depotito em Prnamb%ct, A. RKGOHD,
II) i'l lilJCti
Queiu maiscinimidoflorece?
Incontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do QueimaJo) e a razao ? a razio simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in;ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forjado a experimenta-la sobre um
pequeo e'pueroso pedaco de lapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conheeer se
a botina Ir.e tica boa, pois, nao tem espado para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, <]ue chegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Par$ na
America, onde pode se passear vontade e desia
forma conhecer-se se fica bom o cab.ado : para o
bello sexo, entao quasi impcssivel, que uma se-
nhora (do bom toml queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balco, onde en-
tra qufjn quer, ainda mesmo para comprar : o
Parit na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que afli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam a' i as vantagens ou commodos
do Pars na America ra Duque de Caxias n.
59, pnmeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
Jis, Suser, Polak, etc^ etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assim tambem um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapaiinhos de
muitas qualidades que poderao salisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, fst claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Pars na America, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
Consultorio medico
DO
Dr. Hurlllo.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- b
quentou os hospitaes de Pars e Londres M
pode ser procurado a qualquer hora do C
da ou da noute para objecto de sua pro- Q
lissao. Q
Consultas do meio dia s duas horas M
da tarde. ~M.
Gratis aos pobres. s
Especia lid des.=Molestias da pelle, de 5f
crianca e de mullier. W
Emprega no tratamento das molestias |y
de sua especialidade as duchas fras e
banhos a vapor, para os quaes trouxe Q
os apparellios mais modernamente em- r
W pregados na Europa. j*
tt Tambem applica com grande proveito /
%, no tratamento das molestias do otero a -J,
9R electrieidade, pelo processo do Dr. Trepier.w
Por ultima vez
Pedem os abaixo assignados a todos es seus
devedores de contas antigs, o especial obsequio
de as virem satisfazer no improrogavel prazo de
15 dias, rertos de qde, lindo este, prazo, usarao
dos meios judiciaes para sen embolso. Ra do
Mrquez de Olinda n. 40, loja de
Fredence Pinto 4C.
Recite, 6 de junho de 1873.
Precisa-sede I:0ti0 a juros, dando-se por
bypotbeca um predio livre e desembarazado sito
nesta cidade : quem quizer dar dita quan'ia, diri-
ja-se a esta typographia a fallar com o adminis-
trador.
Escravo fgido
Ausentou-se da casa do seu senhor o escravo
de nome Vicente, com os signaes seguiutes :
cor preta, sem barba, baixo, de 18 a 20 annos de
idade, cxo da perna esquerda, tem um pe secco,
anda com uma moleta, costuma aconipanhar as
msicas. Rogase s autoridades e aos capites
de campo a captura do mesmo, e o entrigucm na
ra do Jardim n. 19, fabrica de calcado de Jos
Vicenie Godinho.
pr~ De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dabi para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-p6, aba-
cate, laranja cravo, flanbovant ou brilba.ite, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrn??
Earreiras coraco da india, romeiras e outra,
mtas : na Capunga, ra da Ventura numero 20
Alugase urna eserava moca e de boi conduela
e que cozinha bem, faz compras c sorvico de
casa : a tratar na ra l.rga do Rosario n. 1."
andar____________________________________
Aluga-se um moleque ; tratar na ra do
Duque de Caxias, loja n. 44.
SIUDAIP
C0LLEGI0
LE
N. Senhora da Sai'idc l
para
EiEiieacao de meninas.
A Directora deste collegio, abaixo assig-
nada, faz sciente nao s aos pais de suas
almonas, como a lodos os chefes de fa-
milia que quizerem confiar Ihe a educa-
cao de suas ilhas, que Iraosferio o seu
collegio da freguezia do Poco da Panella
para a freguezia da Boa Vista, sobrado
h. 25, sito ra Forzosa.
As .lumnas desle collegio rcccbcro
nma educacao esmerada sol) as bases da
boa moral e da religio, como canvm
a senhoras de um paiz calhobco ; e te-
ro por mestres, professorfs escolhidos
entre os mais habis, os quaes serlo en-
carregados do ensino de leitura de prosa
e verso, calligraphia, arithmetiea, svste-
ma mtrico, lingua verncula, historia,
geographia, francez, inglez, msica vocal,
piano; desenho, dansa, croch, labyrintho,
obras de la, bordados matiz e ouro etc.
E porque a abaixo asignada con'-eca
hoje, por urna longa experiencia, que
nao pode a alten.o d uma directora de
collegio subdividir-se, por um crescido
numero de alumnas, sem prejuizo e gran-
des inconvenientes para a educacao des-
tas e crdito do eslabelecimento ; por
isso est a mesma abai*o assignada re-
solvida a limil tr a vinle o numero de
suas dscipnlas, com o que julga dar ao
respeilavel publico desta cidade uma
Srova de qnanto se acha compenetrada
e seus deveres e urna garanta aos
pais de suas alumnas de que ser si li-
cita e zelosa em cerca-las da vigilancia e
carinbos gue nunca, quando fcem di^lii-
buidos, sao de mais para lo inuoceules
creaturas.
Quanto ao asseio da casa, acommoda-
coes o distrbuico do servico, acha-se
tudo providenciado de forma que a or-
dem ser rigorosamente manlida. e que
nao serd alteradas as boas condiepes
bygienicas da casa em que se acha
estabelecido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de 1873.
Maria Helena da Rocha
Est fgida a eserava de nome Bernarda, de
idade 25 annos, pouco mais ou menos, levou sai*
de ganga e camisa do algodao tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olbos grandes e abo-
toados: roga-se as autoridades policiaes e capi-
tes de campo o obscralo de pega-la e leva-la
seu senhor, no Caminho Novo n. 110, sitio, ou na
ra da Cacimba n. I, que serio generosamente
recompensados.
-kOOOOOO.
l'a-.-e i:ix*i on.. iI^bk
cenlo ao maz, rom Wepmmm ubre Imm 4r mi -
a Ira ir na i i d i lim ra'iii n Mi.
!! : ;i v.i ..- i
' ............
ola* tntg
na e pailana, mI:..- ., nu n 07, que (ryi-av.i --..i-t ;i ,1 4. P-mra
Pi-luaii lr ,\- C. ; ii-.-ii |a ^..-^ >,,.
:.i' i.iin.-ahvs lo.l. u adiw e passvM, a a aori.,
m rnanlo Pern.m.b ?. ftft e -athfeHa na ca-
pital e lucro : q ,r,n .- j.lgar tn4u mtmtmt
Ma conlj no prazo rte .1 da*.?
Recife. 17 uc junho de M/t.
a rogo'< i .inardo Firuai \
________________^^ Auljrm Cia^arrc*-
MOFINA
Est encourncado!!!
Rogase aolllm. Sr. rgnaoo VMra aWK
si i nao na cidade de Naurnk 4em Mwatria,
favor de vira ra l>n<|ne Ca&ia* n. X, in-
cluir aqueile negooo ,|t. g. r.4ii|>ruNr a
realisar pela lerc.-ira chamada >> jnmal, *n
ins de dezeiiil.ro de 1871, rirnt .ara j_aui
passon a fovereiro e abril de 1872.e mea mmpric
e por esle. motivo il<- novo i,,Unkt Ma 4in*
liin, [km> S. S. se dev.- b-mhrar iie *4f umnm
Je mais de oito ann 's, e qoan lo o Sr. sr tT 'M
irliava nesla cid;..!-
Arremla-se um sitio pt-rtn da **Ur I. >\in-
a, ron boa esa e cacimba de ap\a 0> M> r :
quem pn-temb r .Jiii;:t-><- N i pal PurU a tra-
tar cimii o seu proprirl.ii io.
lVecsa-*ft um lirniK-m ra
mm : a tratar na raa do Bario *r S. R ,ija a
K, ;i nga na do Sebo.
- PrTCaVm de um bom ro inbeiio : a n.
I1 de Marro n. .
A quem interes.sar
J Rain is A Macbado mudara i i|4avf
le rommisso? e ik-pi-ito t aMMMl i :ra o -nm-
zem n. i0 da ra do Vipari >.
Alnga-se um esrraro raimceiro
Vidal de Negreir* n. 3.1.
rita
.... *-- ^ < i
COMPRAS.
^w
Comprase alguma? rasas larrea oa obra-
Jes nesta i-idade : a tratar na loja da roa lw-ro*
de Citial n. 44.
Comp
ra-se
Diarios a IJM a arroba : tu na larra A
Rosario n. 14. fabrica de cigarros
.illeiicao.
Ni rna to Tlioin d- Suiza. l
Ir'ora da Liiipni'l.i, co:npra-se urna i niva o> .
H annos de idade, qu<- saiba ro-ml ir rn(pm-
inar ; e igualmeiiie p'd' ; na>
tores que tiverem alguma rom as candil ftet Mi-
ma es|n-eili ada<. queiram dmgir-se a me?na rea
e casa j mencionada.
\rfM<\i(!.
Compra-?e nmi arma.;o para uverna em I* i
esta I : a tratar ra do Duque de Catia* n
mero 41 A.
7rNDA*
Cli.
IVrlo ' ! m 11
ra do (". .mmrrno n. .12. S' and
Vende se loo saec d-- ii va de Santa Rita, rilieira d< ]>"\\- n. 11 11 ; 'i
avema.
/ende se a laverna da na da Pm'.ta n. na-i
junio a ribeira : a Iratar na mesma.
Para S. Joo c S. Pedro
Na ra estreila o nsarw n. 3 ,
bolos enfeitados para prvenle < paru i|uem qui-
zer mandar fazer, semina eiKmiimenda (ra i
dia? anl s, lem par vm !-'r b lUque'- ib- gHo pa-
ra euletar bolos. >. IV es Millas |K.ra r^l
bolos, ludo por | ii-i- r tu nuil .
acham promplii* a qualquer Inraa veoier *e
Vende-?e uma p mena rasa t trea na ra
m i"iiiarar?|H-s n. 21 : a tratar na tua dr S J r
ge n. 19, antiga ra do Pillar, em Fcra te >ortas
Amendoas de Lisboa
VcnJe-sc aincndoa cnifi-itadas, proprut par
sorb-s : ra Nov.-i n .1
- Na ra de S. Franrism. ultmii lobrae a.
70, ha para vender nina e-crava awica rom toas
as habilidades._______________________
Ceroulas franeczas com mo-
fo U000
Na na dalmperatritn. M, loja a Rosa fbaara
VENDE-SE
urna casa terrea, lem ron-truida. orn duas ja-
ncllas de frente, entrada polo uito .|o.;-il pe-
queo c cacimba, em terreno proprw. na r ia da*
Nympbas rom a frente para o navratr, e eaM
rendendo ifwOOO niii
Urna dita pequea na estrada de b<5 te Mar-
ros, sendo o terreno em que e*la imada. XI pal-
mos de trente c 160 de fundo ; tem a frenar para
o poente, no mem<) terreno exisiem tom* .* tt
coqiieiros que dio fnicius, e e-t rendmd I'i.
l'm terri-no proprio eroprio para t*r-v .
com a frente para o sul. sito na rna tn Piiaxia
Tem li8 palmos de frento, a irania eilanna na
ixirmna doladi op|ni-tM. IM palmo- te cumpri-
mento, extremando pelo lado Ao nasceale can
a nova ra do reniiterio.
Os pretondentes podem dirigT-se a rna da S>
ledade n. 54, onde recebero i|uaesquer BpBna-
edes, e convencionarao sobre o preca, as as
hora? da man ha.____________________________
Boa acquisicio.
Vndese por preca mdico a laverna ta a roa
do Bario de S. Borja n. 13, propna para nal-
quer principiante ; sendo bem afn-gneaaa. *
s para a cidade e seus suburbio* coa para
(niro. O notivo da vena por ler a*ea pro-
prietario de ieiiri'-se para lora eiaaW
Quem a pretender dirija-tc tea laveraa.
Fogo, logo
e o tnethor de IBM os fofo* s e obten eaai
a limalha de aro, de tsrrre, de riarn, de rabra a
de agulha. vende |mr amaos aa phar-
macia c aromrta e Itartholooien C, n. 31
ra larga do Rosario.
Vende c um Uiiii sitio o i
de pedra e cal. marpem da i
renco da Matu. rom grande
cavllos, tendo boas bai>aa de
servido de hotel la imritos :
mos de frente, limitaadt-w
apibaribe : a tratar aa i
Valo > alai par bl> a Ilt r. a libra
na roa do Raa el a. .
*
Por 800* vende-se i
de 40 naos muito lobasto e
tres bonita? rrioulas de 18 i I
ieques de 8 10 annos,
annos : aa rea da lana a. X.
- Veade-ae anas avTMrw iaara, taada am
oe tamborea da Ierra mtn m aaiM : raa
OireiU do Afufado* a. 17,




6
Diaria de PenaambuoO + Sahbaxo 24 d& Jmo de 18T3.
JT
E
0
MEDIGINA .
Preparado por
Lanman hemd
para thisica 9
toda a qualidade
de doenras, quer
soja na garganta,
peito ou bofes.
Eipressamonte
escolnidodosme-
llioresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
calmenle, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das cem todo o
cuidada, etn todo
o frasco se garan-
te pe rfeit a men-
te puro.
Este oleo tem
sido subrnettido
aumexamemui-
to severo, pelo
cbimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
om Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORgAO D'IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO U.YI PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de ligado de bacalho, c na-
quelle no qual conlm a maior porco desta
invaluavel propriedado, o nico meio para
curar todas as duendas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosso, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, c d vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
natmento aosystema e incommodando quasi
na.la o estomago.
As pessoas cuja organisaco tem sido des-
truida polas affccgcs das
ESCRFULAS 01" RHEUMATISMO
c todas aquollas, cujadigeslo se echa com-
pletamente desarranjada, devem tomar
o 0!.i:o DE PICADO debacalhao
I
LANMAN' &KEMP
Se quo desojar ver-so livres e isentas de
enfermidades.
Acba-se venda em todas as boticas e
drogaras. 11. Forsler & C, agentes.
"iTMXTNIVEr
PERFUME



AJh
celebre agua
DE
?I1K'J5AV 4t 1\A^MAV
l'in i p ira distilIacSo das mais raras flo-
res los trpicos. Contar, para assim di-
. quasi o. odor odorfero das flores do
t pico da America, esua fragancia quasi
i xhausta anda mesrn por continuada
evaporadlo c diffusio. N'esto respeito
incomparavel a qualquer outro perfume
qnc lia de venda para :
DE5MAI0S, ATAQUES .NERVOSOS, DOR
B CABECA, DEBILIMDB E
HISTRICOS.
F. un corto c ligeiro allivio. C.om o bora
Ion, leo conservado sun influencia para
era- i to vii'i" e cinco anuos sobre todos os
perfumas, as Indias Occidentaes, Cuba,
Mxico, lotrica Central, e do Sol e nos
co.i! lodj a conGance o recominendamos
romo um artigo, pelo sen aroma muito de-
licado, riqueza de odor e-permanencia, nao
podo ser igualado. Tambem faz remover
Ja pello :
PEREZAS, EMPOLAS,
Q : ,".'! ;\S DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sen reduziu cort agua, se torna urna
... mistura para banhar a pelle,
.'.... lo ara aroseado e cor clara a complci-
5 nublada, sen lo appliead depois de
barbear, evita a irritaoao quo g.:ralmente
>rre, assim como tambem garganteando-
t o cheiro do cigarro desapporeco, e me-
laora a conli<;o dos dentds o gengivas.
I ano ha mullas mitac6cs, as quaes uo
-1 ,m nenbumas d'ostas propriedados,
. -so tomar cuidado o contar somonte o
r fa.nqso parame e cosmtico do sul da
America, chamado:
mk fLOIIDA
DE
lili \ Y IV M\M.
Se aeha venda em todos odroguistasj |
e perfumaras da moda.
GRUIDE HOVOADE
Santo Antonio, S. Joao e S.
Pedro.
PROtfECLAS ILLL'STRADAS
CeileCebea de nova-; cortea iufalliveis, contendo
tida collOSOfti fiV carias, orlo se ada n estampa-
das cari-aturas abracadas e espirituosas sort-s
destinadas .ios dltertimeotos das aoiles de Santo
Antonfi S. Joao e S. Pedio. A cala polleccao
acompanham nmi tabella e urna explicacito para
ojogo Achara se venda pelo diminuto preco
de 2 as scgdifites casas : livrarius franceza,
universal, econmica, ndfjslrfal e acadmica ; ra
Nova ns 11, 30 e 63 ; na do Imperador n. 71 ;
ra do Cre-p > n. 2-1; arca da Unceieao n. 2, 9
cae 22 de Novcmbro, urnmem do Pires._____
Papis com estalos para surtes : vende se na
roa do Moni Jess n. 13.
un u'f i.uiu matas u. lo. ^^^^
Papel arrendado para enfeiiar bolos : ven
o-5i> ni rn rtn Rnm Ipsiis n 43
rapoi arremnao para enieit
de-se na ra dn B"m Jess n. 13.
Vende-se
nma casa terrea sita na cidade de Olinda, na rna
do Bariio di Vera Cruz, antigamenle ra da Jogo
da Bola, rom 2 >alas e qusrtos que faz frente
para o poente e fundo para o nascente, com 32
palmos de fronte, e un terrean tontigoo com 159
talmos meio do fnndo, eoi chao proprip ; qoem
pretender diiija-se ladeira da Misericordia n. 9.
Fogo de salo e artificial.
Em caixas sortidas, nico chafado -ate no :
Tendo-se ra do Manrae de Olinda o. 21, 1'
SEGREDO ECONOMA E CEI.E1UDADE.
Obtem-s com o uso
da
INJECQAO SHOST
nica, hygienica, radical e infallival na cu-
ra das gonorbeas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e aue
offereco como garanta de sdutares resultados
a continuada applicago que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 84.
Xarope d'agrao do Para
Antigoe copceituado medicamento para
cura das molestias dos oreaos rfspiralorios,
como a pbtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado anda com ptimas resultados' no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia o drogara de Bar-
tholomeu dC, ra Larga do Rosario n. S4:
.

HOWE
Rival sem segundo.
Chegiram agalhas para machinas, do fabricante
Crwer & Baker. Juzia por 2*000.
BICHAS DE HAMBRGi)
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara d Bal1
tholomeu C, ra Larga dosario o Rh. 84*.
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louca de Sebastiao farques do ascP
ment, vende-se etn porches grandes ou a reta-
dlo todo louca existente na aiema, por presos
muito diminutos por ter o mismo propretario
de fazer urna viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os fregnezes qne pYecIsar
de se sortir destes artigos, apresentem-se quantb
antes.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavao vende finsimas cassas francezas do
cores com os mais delicados padroes, por term
um pequeo toque de avaria de agua dftee, pele
barato pre;o do doze vintn o covado. pecnlh-
cha : na loja do Pavao, ra' da Imperatriz n.
0.
Bandeij
as
Amiral, Nabuco A C. vendem bandeijas de me-
tal envernisadas, c de verdadeiro chamo de todos
os lmannos, para cs, copos, bolos; etc., etc., e
um completo- sortimento de balaio's, cbazes, etc.,
de vime, e rotim para flore?, costuras, pao, etc.,
etc. : no bazar victoria, ra do Barao da Victoria
numero 2.
\endose o bem conhecido hotel chinez era
a ra larga do Rosario n. 31, i" andar : a tratar
uo in\-m:> hotel.
Taverna.
Vndese a da riia'Direfta n. 72, tem poucos
fundos, e bem afregoezada : a tratar na mes-
m^____________________________________
Merino preto a 800 rs, o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprlo para
vestido serve para hito, por ser som lustro, na loja
das 6 portas em frente d> Livramenlb.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. apec,a.
Vtnde-se entremeios, tiras e bicos bordados a
retroz, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de crianza, pelo baratismo prc^o de 300 rs.
a pei;a na loja das 6 portas em frente do Livra-
mento, daose peras a mostra com penhor.
Cab^-aos o dever de annunciar que a comtoanhia das machinas de Jfowe de Jovs-
fork, estabeleceu nst cidW ra? do Baro da-Victoria n. 28, um deposito e agencia1
geral, parai em Pernambuc e^maiapwyinciasse vender as afamadas machinas de co
tura de'Ho*e. Es'taS1 tltehinas sao justamente apeeiada pela- perfeico do seu trabalho,
empregad urna aglha" mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdwcoj* dos rais operfeigoad* appai*elhos-, estamos actualmente habilitados a
Offrecer ao esame publico m melhores-machinas do mundo.
As vdriMgensSksUteiiMMri^sm as seguhties:
Primeira.-^-OrpabKco sabe que ellas sao duradourtr, pflw tstiyprwa wwtestavel, a
-circumstatlti d nunca teren'apparecid no mercado- machinas d Howe t-m segun-
da mao. Jl
Segunda.-Cipntm o material biiecisotpara reptraiqualq!er desawanjo-
Teroeir*.Ha nollas meaop friocao e4re as diversas pega, e menos npkio estrago
do que as outias.
Qarta.Furlnan oponUy oomo se fdra felto mao.
Quint.Prmitte que se examine o trabalho ddambos-os &)6, o que senoconsegu
as outrasv
Sexta.-Faaem ponto miudo>emicasenira,,atPaveaenndo o fio dum outro lado,
logo ertr seguida, si modirtf*r-se' a1' tensa o da- linha, cozenr a toeitd* mais
fin.
Sefima.0 compressr levantado com'a -maior fa:lidaderquando se tem de mudar
de aguiha ao comegar' nova dostutoa.
Oitava.Muitas companhias de machinas de eosura-.-tm- tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sSti hoje qasi desconhecidas, outra* soffreram
mudancas radroaesmarapoderem substituir : ontretauto a cempanhia das machinas de Howe
adoptando- a opMuw de'Elias* fkwe, mestre om artes meehanicas, tem constantemente
augmentado o se* fabrico, & hoja m attetide a procura, posto que faca 600- machinas
por da.
Lzinhas escocezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lizinhas escocezas, padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o corado,
pechincha o dAo-se amostras na loja de Guilaer-
me C. da Cunha & C.
Yende-se
urna escrava prcta, excellente cozinheira e lava-
deira, saliendo tambem engommar, com urna lha
de 9 annos de idade, tambem prcta, vinda rocen-
teniente do Maranhao : queni pretender compra-
as, dirijt-sc ruada Imperatriz n 36. ._______
Novidade
Cha preto denominado padre, o mclhor que ha
nesto genero, sem aroma, estranho e muilo seme-
Ihante ao verde, sem todava ter a adstring ;nca
deste. E' preferlvel a qualquer cha preto, con-
forme o gosto de quem dello usa. Na ra estreita
do Rosario n. 12, onde sempre encontrarao todas
as qualidades de r-h verde c preto, e tambem o
meior yinho do Porto.
Nao ha mais cabellos
broncos.
S e nica approvada pelas acad-mias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadcia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, ii.51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Joaquim F. dos Santos Coimbra GuimarSes,
vende em seu escriptnrio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 1." andar :
Caf do Rio
Cha t em latas de 1 libra
Fumo em latas
garlaba de mandioca
Vinho de Thomar, em decimos-
llesperidina
Verdadfro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasw Irroaos &
C, ra do Amorim n. 37
H
Manteiga ingleza a -1^000
e 800 rs.
Vende-se no armazem de molhados Concordia
e Crmmercio praca do Mrquez do Herval
n. 2_______________________________
Para os bollos de S. Joao e
S. Pedro.
Manteiga inglwa a tOOO. 80T rs. e 640, dita
franceza a 6ti', 720 e1*0 r;, queijos do fjltiro
vapor a 2400, VinH Pigefa, garrafa SO0 |%.
e caada 3800, o melhor q-je se pode desejr
neste genero, e outros mlitos gneros que se ten
vista : ctteguem " a vista : ra de Santo Amaro n. 8. -
Tabotas.
Vende-se 3,000 duetts do tabocas pfa1U!*-
pg e pistolas : na ra d k*e* n. W/o por bi-
tttlssimo precia.
naosevknt)!
Venderse a taverna da
mente a armagao, *
tratar na msma.
riiaWrew VJ,*
Vontad.; do colnprsabr :
IRfflAOS
da Victoria n. 28

lls lafdMipfe^^as nHRhl-atas e as melhores d mundo!
Ifa'eipbsrcid de Pa*s} ota !8<5tr, fei concedido a
fillis r1b* Juiior, a medalha de ouro ^ e a condecora-
ste da Legto te Honra, pbr scrrtn as machinas iwafe per.
leitw f A medalha dd ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
kadba-CniaW por ser o inventor da machina de coa-
futa:
A medalha dfe ouro na exposico de- Londres acrediten)
estas'matsbiha*;
Cada machn* acog
A
ivretos com in6truccoes> em portuguez.
A 90^000
LEITE, IRMAOS
1 Ullilll
Pede obter em ponco lempo coa'o aso do melbor dos licores t i^nadi

HESPERIDJNA
Fn'o'o anos qne conhecido eil#precioso tnico, e diffldl arhar _
qna, tendo eiperimeotado pesaoalmonts; n5o falle em sea favor, ji como boc
8 apetisador, tomando um calix della antes de jaclar, oo cono faci ilador da
tomando-se depois.
ABASE
*
da HESPERID1NA a LARANJA AMARGA, nSoha wn s habaota do BRASIL (a
especial das aranjaa) que dSo coonefa as propriedades mediemaea da dourada
ora bem, a
i
em aeo estado natural tan un gosto ponco agradavel, e o mrito da Hesper^ma
aisle em reter soas boas propriedades, e ao aeaao lempo apreaeoAa-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERID1NA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada gre m*pr
melhores itoportacoes europeas de atbegoria semelhante. Estas, qnando asirte,
ser gososas, porm a. Hesperidioa a combinacao perfeita do
A6RADAVEL E SADAYEL
Para pro*a da que b ora artigo no ooai pde-se ter ieteira cooflanca. per pw
e innocente, baett dizer-se qoe foi plenamente approvada e satosiMda pela
JUNTA DE HYBIEHE
do Rie de Janeirer peraitliado sua livre elabomcSo no Imperio; eoin
BOA PHOVA
6 a acceitacao geral que tem em ludas as partes onde apresenrad. Em IMl a
leceo-se a primetra fabrica em Boenos-A/res; em fftD1 a segued em Montera
do dia da cbega'da de S. M. O IMPERADOR Inaigoron-se a Faftrrca qne actoai
trabalba na corte. Em Valparaiio e em toda a costa do Pacific tem boa aceerteele-
taato qne rara a casa que considera completo sen aparador sem ** fsrrafa de
HESPERIMNA
O bomem velho toma Hesperidma para obter
VIGOR
O bomem doentv tome Hesperidina pera obter

SAUDE
O bomem debi tome Hesperidioa para obter
Ncs bailes as donzellas e os mocos tomam a Hesperidina par abier Loa clr
aoosceo dorante oa loucos gyros da
&ARR0S JNIOR 4 C, rae do Vigario Tenorii)- n. 7. I aadar, rereberam em
grande especifico, e venem-DO do deposites sega i ote?:
Jtiaqiiim Ferreira Lobo, ra de amperatriz.
Zeferino Caroeiro, roa do Commercio.
Marcelino Jo? Goncalves da Fonle, roa da Cada n. 1.
Antonio Gomes Pires & C, ra da Gadeia.
Antonio Gomes Pires d C., caes 22 de Novembro.
Gomes & Irm3o bolel da Pessagem.
A'
do Barao da Yict&ria n. 2 8.
BAZAB DA RUADIREITA
HOJE
DAS N. 1.
ste cstabeieciaieHto empee solicito em offorecer concurrencia do respcitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado fraiicez, chapeos e quinquilharias a
pCecos os mais- rakoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Europa e America, vem dar oubliudade dalguns artigos por cujos
precos bem se podo avahar os presos de outros rouitus que se iornaria enfadonho pu-
blicar.
MIUDEZAS. MIUDEZAS.
L para bordar, da melbor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2&00.
libra por i>?50O. i Rotoesde setim pretos o decores, a 800
Agulhas francezos, fundo dourado, a cai- f8- e HMM)0. a duzia.
xinha com papcisa 60 rs., 240 t, *'*W* brancas de seda, de todas as lar-
Voltas de fita de vel'ud.. com lindos co- ums. a 15000 e 1O00 o metro.
races fingindo ui&oivperola, a 500 rs.
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu,
companhadas com 1 par de brincos seme-
lhante, tudo por 2$o00.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerado a
gosto do freguez, a l?$|0O a duzia.
Diademas dourados de 1^500 a RJOOO.
Ditos de tartaruga com flores a 2J900&.
Ditos com borboletas a IJd'OO.
Rrincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 596 rs. a 23>00e.
Ditos douvados, dtrtia de pares, a 43P5O0
e 25JOOO.
Voltas da aljofares com brincos, a 2$500.
Ditas de ditos com eorac.es a 1^000,
Ditas d ditos te contas oom cassoleas, a
800 rs.
Rosetas de-plaqut a 1$ e I$500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 1J>200
a 2J000.
Taruros com ^1 lagos para cabeca e peito
a3$c4!MJ00.
Entremeios e babadinhos bordados de 360
rs. a2$400 a peca.
, Gales de seda brncos c de cores.de
l|600 a 2^500 a pega.
"Ditos de algodao seda, de 1J> a 1?4W
a peca.
Ditos "de algodO, lOOe 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, Tt 100 e StW rs.-a
peca.
Leques de tnarfim a 5 o 85>000.
Ditos de sapdalo a 495500.
Ditos de madeira imitando, a 2JOO0.
Ditos do 'papeles a 1|800'.
Coques para sonhora, a 39, 3500 e 4.
Aderemos fingindo coral-j oo^ipondo-se q*i
afincte q brincos por p&tfOb.
Dito dto pretos por 2$50.
Ditos de plaqut, compOndo-se de alfinte
e brinco,, sendo, de muito gosto, por 5g000.
Sanio Antonio. S. Joao
t S. ere.
99
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 1$000 o
metro.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 15J000 o metro.
CALCADO FIUNCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
4r500 o par.
Dilas ditas de duraque, gaspeadas, canto
alto, a 55000.
Ditas pretas enfaitados, ultima moda, a
65000.
Ditas dita de cores, catino alto, enfoitadas,
a 55500,
Ditas para meninos, protas o de cores, a
e 45000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlol, tapete e tranca, mais barato
16 /o do queom outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 11506u.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 165000.
Completo sortimento de cbapeosinhos para
meninas e senhoras, de 25800 a 55000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo do
marfnn a 1G5000.
Ditos dito do merino, cabo de metal mui-
to bonito a 55506.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 65000. -
Ditas dito cabo de marlim a 95000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 15800
e 25666 cada um.
Ditos para sof, a 35 e 45000.
Toa)has'ffeinfijo para rosTo, a 15300 cada
urna. _' _
I)|as fe '4od*o alWBWffi, af!46
rto,cfbehtiptf,a*ama desasa I, a
65010.
vertimenl
S. Joao e "PeiTro,..Hfle^ Jiffifcehon. Qupr-
belet ele. Sao as mais engracsaas que tem vatao
so 'irieTcatb -e ^^'JaV'sMal; -aYconio
cllXS 't^mk %.otoB*iV '* baWs b*|W
proprios Mttt fflllmlttcB"faffiWftrs, e. *."
_m ii
TTniTaS
T-jS.
No mmm de Mqmn b^ hrii Wi
es
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de frca de 2 a -.-.vallo>.
Corroas para achina.
Polias de diversos tamanhos.
^aquetas p.i-ra aaJMrtM di.- MlfOS.
Solas do mam para ;'iiarda lama,
ontas de lanca para carro.
Chicotes para'can-1.
Gales largo o otreito para carro,
l'regos con cabeca de marlim. idem
* n /* w ti ^' i i / r*\
Adereces de m i-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltas de perolas.
br-
t Obra de onro
1 prata e todas as

prata
W* j
APHIE
NOVA LOJA DE J0IAS
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
B.iEinos a Fimo
Achando-se completamente reformado ate estabeie-iroruto,
tendo os scus proprieaarios feito urna importante acquisi^ao de
^S[ joias as mais modernas vindas ao morcado, e de qualidade* superio-
^r^ res, convidam ao respcitavel publico a fazer urna visita ao seu m-
tabeiecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preco razoavel.
Anda duvidam que
craveiros. voadores, lindas rodas dobradas e sln-
gelas, pistolas de variadas cores, e outros rticos
de ogos artiticiaes, proparados na ntica fabrica
da viuva Rufino, na estrada de Joao de Barros :
encentram-ie no armazem da bola amarclla, tra-
vessa da ra do mperador. __
ROSA BRANCA
a nica loja sonde se >
facendas baratas, ora vejtn :
6 ceroulas por 7|
Sao Tranceus, de bramante di alpilo, I carta
com S por ", aproveflew a orraiao.
^ Chapeos (Je sol iiirlcie8,teda
nova, por barato preco : a tratar na rua do Padre
Flortaao a. 69, 8 andar.
Vende-se um ptmo de nffsa por Paralo pre-
: a tratar na rua do Duque de Caxias, loja n.
traneada a 8)1
'Noescriptorlb da
.s a-
^Lfia ora. :TC, 'visarh affs
rSceWcfai um fft.to sn'rti-
tem um ctanleto sortimen
rua de Com
n, 36, de oao hM d Gartratoo M
) v<**-*e e|e|ai*te i
Cafo do Rio do-Janeiro.
'Cimenta ^e Pruana.
PffHi retel -propoead a.
Cera em velas.
X310 ae1tt*R.
nWhfle.
mfei
Hd>
rcio
aos,
. Sao chapeos que valona l?S^ e Mea
duas cores.
Oambraia para forro a IfSM
a peca
E' tapada e muito enconto. Krte fW^a*
por screm f.iacndas cornpnraM Wa: m ra*
da Imperaarli. W
LOJA DA ROSA RRAVCA.
nma.ee* ru :
ar i rua da Imperatriz n. 8. loja.
* h A
i *

. de tuuniotto.
BWftlna-lace, stiperer qual i|ado.
Cadeiras hamburguoaas. ;
Dimite bienco.
Was para crill^rs.

Vndese a ln|a chapeos a ru 4a
arta %
amtwta um paajMM nHifUi 4
Tamben se ras egocw aAoMal nbb
propna para
rasa ao eompr,

v.
^L


TBiaoo d.WniimUuco i^kSi)baloAliiiiftiJiih> d8$t3.
-
i!
, -^nqo o cttaar)
TEDEM'lOS seobore deengeoboe ontros agricultores, em pregad j re* de m
tfiiuUtoO O, tyvor (Je ama visita a seu eitaJj6teeimtO,fptra vercm o iiovo lorUmeoto
comfityj (fue ah tero; sendo ludo srtfcrior Ni joadade a orlido; o qoecom a"ins
lcelo Pessilpo>-e verificar.
ES-PETcfAL ATrKKClOAOtMEROE LUGAR.DE SUA FNDlCO
iM&.iAAlAa.iA rAlTfta i49Cierno dos raais molernos eviternas eem ta
VltpOrOH rOliaS a*ag"aa mabos Mllv#Danteg para as diversas
'^gWitincW.a'dos genhores praprieUrios e pira carpir algor o. g
MoendaS de anna dB.4odoB ^.UiMito.. a,;aielores qMlqoi,
para animaes, agoi e vapor.
I
Ra da Iperatri,p. 72
II DE
Lourenco Pfcira feod^ (hiiuarm
\ Predilecto,
ifl/ >
- i* o emponhi4e*tein servir aos ssus frageles e
>)t -i 40fH^)lic on gurui loa) procurado prove-se du
Europa para expo-lo aqu venda, cer-
Taitas 4e ferro firadido, batido q d6 cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Machmismos
Bombas
para mandioca e alrodo,j
a para errar nadeira.
Pudendo^ todos
ser movidos a mo
por agua, vapor,
de palete, garantidas........ |ou aoimaes.
Todas as machinas e pepas da que M C08ttlB,a precisar-
de machiuismo, a prego mui resumido.
no mer-
Fa& qualquer concert
Formas de f^rro tem as meltK>res e m**8**** existentes
F,TlPrvmmAnr1t> Incumbe-sede miadar virqnalqner macbJnisino von-
uuvwniuouutts, lade doS C|eale^ lembrando-lbea a vantagem de faierem
nas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
Aei prestar auxilio.
Arados americanos e in8,ron,,8 *riM,-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ

Soares Leit & Irmaos, pedem as Exmas familias desta cidade, para virem sortir-se
de um completo sortirnento de miudezas e perfumaras, por pregos baratissimos, a
Mber:
Caixa de linfa brapca muito boa com 40 Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
ooveltos, a 500 rs. i dem idem, a 400 rs.
dem idem de marca, a 200 rs. Gane* deenvelopes trajados de preto, a
Mago de fita chineza, a 900 rs. 600 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial, a Leques para senhoras, a 2JP000 e 4?000
t dem idem de osso, a C$000 e 8000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
10&000.
livros para notas, n 320.
Kedes enfeitadas, a 1$300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem, a 85000.
dem idem lisos, a 6JP000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19300
dem kananga do Japo, a l2G0.
dem divina, a 1J5000 e 1J200.
dem idem Magdalena (novidade) a 1$500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antique muito b 'iti, a 400 rs.
Opiata muitu boa, a 19, 19500 e 29000
o frasco.
Caixa de pos para (lentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
dem em carrilel de linha branca, a 320
rs.
dem idem carrilel 200 jardas, a 19000.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
boa, a 19000.
Abotoaduras para collete^(sao baratas), a
00 rs.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,'
400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem dem de sarja idem idem.
Talberes cabe de viado'(imitaco) a 39000 j
duzia-
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a 39600.
Idem idembeira lisa, a 29500.
Grinaldas para casamento, a 29 e 59000.'
Garrafa de tinta roa extra-fina, a 19000.' 500 rs. e 19000.
Caixa de botos de osso para caiga, a' Mago de sabonetas inglezes
iOO rs.
Coques modernos, a 39500.
Mago de tranga lisa de cores, u 240 rs.
Espelhos-toucadoros, a 29000.
Resma de papel pautado e liso, a 29600,
19800, 39500, 49000 o G9000.
Caixa de papel amisade, a 600 rs.
Idem idem idem beiradourada, a 800 rs
Caixa de envolopes forrados, a 700 rs.
Lavas de pellica com pequeo loque, a
vj rs. e 19000.
muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
e 39600.
dem do sabonetes Je anjinho transparen-
tes, a 29200.
dem de sabonetes com flores, a 19500.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
' prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 19
I Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE B0RR4CHA
Grande sortirnento do bollas de borracha e calungas por baratissimo prego, e mul-
tes objectos que se tornara longo mencionar.
28 Rua do Bardo da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cafres de ferro.
Cestos d'arame para fio
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES RUA DO BOM JESS N. 4.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHARMACEl'Tice, J, RU DES L10MS SAINT PAUL, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LAUNJAS AMARGAS
Cm lODlllF.TO de POT18SIO
O lodoreto de poUuio um verdadeiro alterante, um depurador de inconlesuvel effi-
cacia; combinado com o xarope de cascas de laranjas amargas, e aturado
tem pertnrkaclo algvtna pelos temperamenUw oa raai traeos, sem alterar as funccSes
do esMnif. Aadses athematicas que elle eontem pernrittem aos meinoos de reewt1-o
liara toda* as oa*plauces as afecces eicrofuloea, taiberouosas, anee-
rosa* e noa aecidentee Intermitientes e teroatros; alm d'isae, o
agente o mais poderoso contra as doeagas rheumatloas.
XRftOPE TNICO AHTI-NERVOSO
de ososa dslatrsnjaa imtraw.
35 snnos de scenos attestao a mu efB-
eacie para curar: ai doetifat nentmu,
agudas v chrmieat, 1 gatritet, gastral-
gias ; e facilitar a digetto.
XAROPE FERRUGINOSO
da esaosa da lai-anjas a qsatssta satiscc*.
V sob a forma liquida que rrrais fcilmen-
te se assinil a ferro; n'ealaforma prefe-
rivel aa plalase paatilbasen todo*os caaos
em qne sio preccriptos os fe ruginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUIMA, PYRETBRO K GAIACO
SLxir lialil*iff'". Para a altura e eon- 1 M dasssTiiili, com base de muigntua
serracSo dos entes, eurando as dores para a aliara e conservaco dos dente,
cansadas pl'OlHa. bn prdotdM pe* I proyenindo a descarnadura, 'provbcando O.
contado do-eatei1 OO'do Irie ItaMsTO de que empsde a reproddcio.
Deso*t*silM'> /*sW<^; f**1**; aa PanrtsAaee, r*ir. '.';.* Vn*e,
O 1
Declara a seus fregueses.qqolem resolvido veuaer o. ioai*ierato que for possinrel, %
saber:
CHITAS A 100 E 20.5.O COVAJIO. j 'COftS^Uti BRiMJsECOilFSA 19900.
Vende-sc chitas francezas largas eom lo-' V*ade-sa owte'ee bmn de coraspar*
que de avaria, a 160 e 200 o eovado. J)i- oal^a, 1950O e 2*000.
las limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado. I BOTINAS A 39000.
CA8SAS FRAtNCliZAS A 320 RS. j Vendesfc4inaspara senhoras, a 3*000 e
Yende-se cassas francezas a 320 o 360 rs. 39500, a ellas antes que se acabem.
o covado. 1 ROUPA PE1TA NACIONAL.
LASINHAS A 200 RS. | Vemlo-se camisas brancas, a 19600, 29,
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos, '29d0, 9000 e 49000.
a 200, 360, 400 e 500 rsi o edvado. Galgaade casewftiresde cores, a 59, 69 t
ALPACAS A400RS. 79O00.
VenJe-se alpacas para vestidos a 400,500,' Onletc* d easemira, 29, 29500, 9 e
640 e 800 rs. o covado. 4^000.
COBERTAS DE CHITAS A 19600. i'alitts de otAemira, o 49, 69 e 8000.
Vendc-se cobertas de clikas de cores, a Seroalas' ti W# WOO.
19000 o 29000. Ditas de pello a'194*0. BUIMDBCORKS A 440 RS. 1
Colxas de cores a 19200, 29*00 e 4*500. Vende-s brim do todas as cores a 440
CHALES DE L A 800 RS. i rs. o covado.
emlll
: em Hklas, A Mera
ttrathto rerrelra C*j rafr
n
Bella;
raa, a. shateli em Montevideo a. las
em Asaia, Oa Sacha; m Por* 4^or*. 14
o Prtto, C. J. v. Weicraeai en Sania Ca(*- k
; em *fue*ot-Ayrci, BtenepSreUrlfa.

Pharmacia de P. Maurer & .
Vende-se cholos de la de quadros a 800
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 o'69000.
CAMBRAU BRANCA A 39000.
Vende-se pegas de cambraia"branca trans-
parentes e tapada, a 39, 3900, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29:i00.
BONETSA 50>HS.
Vendc-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapos de palhn, pello c
massa, a 29, 29300, MOH e iroOO.
MABAVOLO A 3900(1.
Vende-se poras de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para us preg s de
49, 49500, 59, C900O e 79000.
ALGOHAO A 39500.
Vende-se pegas de algodao, a 39500, 4?,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SAB0XETE3 280 RS.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c ,m
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua do colonia,[a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros
muito barato.
LENCOS BRANCOS A 29000A DUZIA.
Vende-sea duzia de lengos brancos, a
29000. Ditos com barras de cores a 39000.
Ditos de linho a 59000.
TOAIHAS A 800 RS.
Vande^se toalhaspara rosto, a 800 rs. e
19000.
GIUVATAS DE SEDA I'RETA A 00 RS.
Vende-se grvalas de seda preta, a 500
rs. cada cima.
CHITAS PARACOMRTA AB80.RS.
Ven'fe-so chita pafaberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vcnde-se Toneles para menino-, a 19$00.
ESPARTLHOSIPARA8ENH01U A 39500.
Vende-se"spartilhos para senhdra, a
39500.
f ENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 2i0, 320 e
00 rs.
PO'S DE ARROZ A 240 RS.
Vend-se pos de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPEUIOS A20RS.
Vend-so espelhos de diversos tarrlnhos,
a240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 US.
Vend-se tesoliras'de drX'er^oS' thmanhos,
a320e500rs., para liquidar, e outros
extractos jmutos artigos qu se Vende barat para li-
Iquilaro de facturas.
Ns
FAZENDAS
a rua do
LOJA DE
Guilenne Corneiro da Cknha,:><& 6.4
Joaquim Jos Goncalves
Beltro & Filhos
Os leques todos de uudrepenjia,. brancos e de Teem para wader no seu escripterio rua do
COMO SiO LIMOS!!!
cores c que traz<:m o dsticoUNIAO em leUras
tambera de madreperola em alio relevo, tor-
nando-se por isio apropriados para noivas, NO-
VA ESPERANZA rua Duque de Caxias n. 63
(antiga do Queiraado) c queiu os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, mein* aderegos, crtizes,
cerag5es e cassoletts, que est oxpostas boa
escoha das Exmas. taanles do chique) vende-se
na Nova Espcianca, rua Duque de Caxias
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanga rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo sortirnento de bo-
necas de muilas qualidades, viudo entre ellas as! ROLDAS proprias para botica,
engracadas bonecas de borracha, assim tambem JSALSAPARRitHA do Para,
urna pequea quantidade de bonecas prelas que j vBLAS ttecera to todos os amanhos.
Comraercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj: caixa de 12 garrafas.
Se laran'n, Mera Mem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenleraente ehegada.
Q1AP0S de sol, para hornera e senhora, cabo
de irfira sso.
FEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabrica do commen-
mendador Pedsoio.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PANNO de algodarr da Bahia-, i fabrica do con?-
mendador Pedrnzo.
RETROZ de todas as qualidades, das bricas de
Peres e Eduardo Mililo.
se tornara apreciadas pela sua novidade.
Ebem til
A Nova Esperanga, rua Duque de Caxias n.
63, leeebeu verdadeiro cimenio inglez. prepara
gao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas veres um vestido toma-se inteiramente
feio, somerit por estar mal enfeitado : a Nora Es-
peran?* rua l.'iiqui'. de Caxias n. 63, remove
este mal; porque est bem provida- dos melnares
galoes e franjas de todas as cores, ctnde pode es
colher-se vontade sobresahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua tarieda-
de de cores, fiea bem era quasi to4a asfawndas.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamaitos rua Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanga.
Cabellos brancos s tem quem
quer
A'NovaEjpwmea rita-'Duque'de Casias .
63, acaha de receber a verdadeiratietnrade- fies-
nous para tingir ja. cabellos, o que se consegue
(erapreeandoa) com tuuita fcil ida Je, e por este
motivo, cabellosbfJWcts' tem quem quer.
Estarna m&da
Os cinturoes de couro, proprpara senhoras.
Se rcebeu a Nova Esperanga" ir ru Duque de
xias n 63, esto, sim, senhora-, ;estab na moda 1
Se craereis 1er on preparar om rsmalhete de
cheirosos era vos brancos para vosse casamento,
ou para outro fim apropriado, necessrio ir
Nova Esperanga rua Duque de Caxias H.' 63,
qoe-aHi encomrsiris' 6S melrtors)WTf btvlfuett
(que se pdedesejar.
Talagarca
A NOVA ESPER^NCA rua'Dqnede'Caxi
n. 63, ver/de lalagargi'ryara brthtr-ss eWds as
groesuras_______________________________H
Moraes Iro
Em e scWptrrO','T da Madre 'Deus
n. 5, I.8 andar, Wrfi't^r*''tWlr'po,^c fcbrhmodo :
ViihodoTbrto*perr engirrraftd.
Cerveja'Ba*.
Cha verde rnftrVlmho de feftp-erfor qtiSri-
dade.
--------------------------P*r
A' negocio ur^ntpr^'l4-#,feHr>aO'8rf-5o
Goalberto Correa : na thesourarla das loteras.
VINHO engarrafado do Porto, eaixas d 12 gar-
rafa:-.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Serubal, eaixas de-i e duiias.
da Italia engarrafado, eaixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, era ancorelas.
de caj, eaixas de 12.gar.afas.
Maivasia do Dore catkaS com 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem idem.

;i
t
l(VlNHO DE OL'INQmNA IIYGIENTCO
PREPARADO COM OS MELHORES "VINnOS Di DES-
PANHA B FIRMA
^ALVAIRAG ft.fii C^E SEVILHA
foiwbcedvh da sha aoftade a rahiha
' d'hbspsmia.
POR
THOMERET LtS
Pkarmaccutlo
EX'lSYfeAaO D"0S BOSPITAES DF. PAUIS
O SBErRY-TI'NA vinhodeQuinquinA
qtie bie prferem' S^fAiOR parte'dos rftedi-
coseRspitaes, dostenles da'faculdadee.
dbs'raerrbros 'a acatrrrria 'de medicina.
Tem esta pfefeBencia a'sua explicago nisto
que fTerecetodas As GarNVtas que deft'rtde
se proc'ram nos productos desse gehero om
que MLlTAS vzE9'S'r'ificam-.vs qa1bia-
DES TAO ES'SE'NCIAES Q(SX ft'tlNHO, '(TfeR
do Qu'iNQl'NA ts ttes d aTnos) abs o-
mmm
VSM
TSp
Rua'iarffa^oftBaTb' n. M.
maas meWres e''ftltsDomtas ha frgueria de
S. Jos "e muito afreguezada para a trra e tnatto,
o.*otivo 4B'VMA*>iMr o omnpndor e trau-
se na mesma rua n. 94.
tos de que os seu> ait^os seri bem apreciados
pelos amanles'do bom e barato ; aa*sa a errau
merar alguns d'entre elles, como sejain:
ALU.VS, os mais ricos qua tem viudo a esta
melVatio, cora capas de madrrperola,
Mrrarnga, marfn, velhido e chagrn.
ADSHBC08 pretos e volias proprias para luto ;
atsiiii c.uio, um soto sertiwrsUo de
ithi do plaqu, obra lina c muito bem
acabada.
R0T0ES para ]uin w, o qtte.M) jRWd desojar do
memor em plapie,, tartaruga, madre-
perola, mailira e oeso.
OOLGAS de volludo, seda, pallia e chagrn,
ha de niais moderno c 1 ndas.
RICOS de seda e de algodao, tatito branco como
preto, de variados dosenhos
CASSOLETA pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito rK-as e de di-
versos form tos, cora msica e sem
ella.
COQUES a imitado, o que pode ha ver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, ueste genero a Predilecta apre-
senta um grande e lindo sorlimcntu
apc de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
pie seja.
PORT-ROL'yCET de madreperola, inarfim e sso,
este um objecto indispiiisavel as se-
nhoras do bom tom, allm do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mauclia-
rem as delicadas maos.
PENTES do tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. B' sabido do publico que a Pre-
dilecta serapre conserva um importan-
te sortirnento de perfumaras de lino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubiu, l'iver, lociedatl hygibnica, Cou-
dray, Gosnes e ltimel, qne incum-
bido da esculla dos aromas sjs b.ui
accitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-sc a
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa V enumerar urna im-
meusidade de artigos, aliin de nao mas-
sa r aos leitores e se |ede a benevo-
1 rentf' di resi*itavel publico em di-
rigr-se rua do i abtig n. 1 A, pa-
ra oonvicer-sc aonde pckle comprar
o que bom e barato, assim como:_
FACHAS ricas e modernas de taqun e turgurao
seta
1MENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo proco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortirnento de flores ao alcance
de qualquer bol.a ainda que nao es-
; teja bem repcela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podcni encontrar um
grande sortiraento de filas de setim,
tafef, velhido, linho e de algodao, por
commodo prego.
GUAMPOS de tartaruga, imitagao destes, pre-
tos e Oe cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda r de camhraia para senbora,
lagos e goliuhas de bonilas cores, tam-
bem tem um bom sortirnento de gr-
valas c regalas liara hornera.
JARROS de jrcrcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala,
lei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Rico? leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato prego.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa, a Predilecta aprsenla es-
coma do respeitavel publico um bello
sortirnento destes livros eom capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrn, por pregos moi
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cabug n. 1 A, acaba
de re;ebr pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortirnento de corpinhos de cani-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de nhantazia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonilas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tuao vende
por barato preco.___________________________
Noites divertidas !
Vistas furtacores!
Effeitos maravilhosos!!!
Qualidades superiores!
Presos resumidos !!!
Fogos*! fogos! fogosl
lmmenso e variadissimo sorti-
rnento de fogos nouensivos s
criancas dos na s afamados fabri-
cantes do Rio-de Janeiro, China e
Allemanha.
Pistolas eom 2, 3, 4, 6, 8, 10 e
12 tiros. Rodinhas n 20, 40 e 80.
Gyrasoes com bombas. Coras
de rei, iasmins, traques jezuiticos,
fontes de fogo e espigas.

De Santo Antonio os foguinhos.
De S.-Joo os foguelinbos ;
Quem nao gostar de apreciar,
Os gostozinhos gostinhos
Destas noitinhas quentinhas ?
."Ninguem, por certo ninguem.
Pois que ellas vao alm :
S. Pedro conliuagao
E Sant'Anna conclusao I
Milho branco de superior qua-
qualidade para cangicas ; prego
commodo.
Rua do Imperador
Orculos delphicos,
Sob este titulo acabara de ser mpressas cin-
coenta perguntas e respostas para entrelenlmento
de renniSes familiares nas noutes de Santo Anto-
nio, S. Joao e S. Pedro.
Essas perguntas e respostas inteiramente novas,
sao ipteressantcs e divertidas, sem que offendam
conveniencias ou regras... de boa sociedade. Sem
serm propriamente o que entre nos se chamam
sortes, tratam do desvendar mysierios e segredos,
ntimos pensaraentos e futuros successos. Sem-
pre adequadas as respostas expressarao muilas
vezes aquillo que nao se atrevera a direr a nao
ser em'brinco, servindo o olhar on o modo de di-
ter de dar-11 es forga necessaria pare aquellos a
quem sao dirigidos.
Cada baralhinho cusa l'00 e achara-se ven-
da na vrria Econmica ao p do arco de Santo
Antonio e outras.
AillM
Hviwmo Ilvro para as nvti
e> ant Antonio. H. Jotto
e 8. Pedro.
A^aba de sor publicado o lvro cima, o aual
copiem urna linda colleccio de bonitas, interes-
'sTOee chistesas'sortea. e^HfoHtaente nma col
Ibgajaerecitativos, campuso* por grandes eaf-
faosados poetas desta poca.
Creaos quo esto livro um dos melhores intre-
tenimentos para as reunios familiares das Uto es-
fejahts e prt-eiaveis nontes cima ditas.
AchS-se a venda a 1*000 na livraria Econmi-
ca ao p do arco de Santo Antonio e em outras
As uuicas verdadeifs
Bichas haraburguezas qne vem a este mercado:
aa rua do Mrquez de 01 inda a- 51.
Insignias nayoobs.
A raaral, Natescn A C avmiis aoa ases asjssas
quceMao supprid s de fita grao para os que u'iizswm aasisia a graaa)s4fes-
ta que co^luma se a f;zeri S. hiu.jn4r*nr
das respertaveis lojas ma;vnicas no dia *\ de jn
nho. _______ _____^_^__
Vasos de crystal para toillet.
! uia Banca, a rua 4o Duqiis da
Caxias n. 50, r eebwi bonitas garraitnlut s> ryi-
tal em par com ramag<*n* duurada e mu pro-
prias para arranjos d<- teHet, ele,
Anneis e colares elctricos
A lo'a d'agnia branca a na Du.pi- Je Canas
n. 30, rec< beu nova iviiMss&a du pnnassa so-
nis e oilares elctricos, e maUania ai'
mensfllineiilc, prlu que seaipw estar paesid* 4e
Ues objeclus.
Diademas dourados
A kija d'aguia branca rma Dvqnede <. \>a- l
90, recebcu nova mente botillos tfiaosMas estar'
e eneitados cun pedia o aj.ar. wbri* i. \\ -
lo o plianUsj- T.iiiiIm'Iii receU-u uovs tt.UBpc
prelus ou allir.ens rom flores para a cabera.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A luja d'aguia blanca rua Duque sV C-\ .
o. SO, recebeu uina p.'qn<'na quaitiiade dasfaBaj
bonitos leques com bouquets e oUras dakkKs.
Cold creme pam refrescar e
amaciar a pelle
A lojad'aguia branca a rua Duque do (i.j
n. 50, recebeu cold creme dos sIsuLmo fai rki .-
tes Lubin, Legran) e Cou.liay.
Diademas e grampos de
a^o.
A loja da aguia branca, na do Duqe de
Casias n. al), iccebeu novaiwnle !. n:\..- di.'<-'--
mas e gra |mi- de ac.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, tv. ti. I l..... i
Caxias receixn. imiiio sidadi- u-s. !.-* de
seda prelus cu lofas de cores, a l/rv->lin* H-
les o preto com enramad", r i
para barras e .litros rnfc-Hes dV vi -ik' < < y.r
nadiue, ou medina. e <>utra." Ca: f'r.-
les. Pela crminiodidade d's pn-i i
nam-se mai conMiiotlo,s ai^a nod; prefer veis a quaquci oiilri cnfii'-.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, a toa dDt; i-
xias n. 90, recelieu koailus ver ni ** .<.
pretas de seda com florn, atr< a iii.iter 9c
croch, e vcmb-as pelos bMMh pre >< ** ?I,
i t e GaOOO. A fazenda boa e Mil
estado, pelo que contina a ter pmrojia ti .--
cao
Pcrfeita novidade.
(llampos com Itorlxiletas. beMajn i e{
nlintos dourase MktV s.
A loja da aguia branca, i rna d<> 1
Caxias n. 50, receben nnvos giamp. r i:
boletas, bezouros e gafaiiunlos, o que i,
perfeita novid de. A quanljd.ide pe^u-..., >
por is^ em breve se acabara.
Novas goilinha&ornadascohi
ucia ou arminlo
pel
A loja d'apuia branca a na Dn,< >he (' x-as
- 50, receln-u urna p< incoa aaaMsaV de otu-
s e novas goliinbas. tr.ib.illio d<- I. \x, m-
neiladas com anninho, obra> c-:a- de mua- gv*;
e inlciranienle novas.
Gramj>os, brincos e ro .a=
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Pt : de
Caxias n. 50, recebeu RovaintiiU I"-*:'- ..
pos, biincii.; c rozela <\ u: *. --
novos diademas de a.-o, e r......miiissi c.
na a vcnoV-lis por palpa razoavei-.
Caixinhas com pos dou WO
e pratcados, pora t' i os.
Vende-se na loja da Aguia Dunr .un i
qne de Cadas n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agnia Branca, ra !.arr.! V Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortinvnto de lavas Je
pellica, pretas e de ontras cores.
VENDE-SE
um moleque de 17 anuo* i* i! i ; 'r*w c
copeiro, robusto : gera pretfidcr cjn.| ;. lo '. -
rija se rua da lm|>eratriz n. 36, prime, o aitdar
p A' vender por can -a de ,
via^em,
Um excollente piano da fabrica I' *
selot, em perfeito estado
BaraUssimo 560U0.
A tratar na rua do Bom Jess n >'. J
Q armaxem. j
TASSOIRMAOS k C.
Em sus armazens rua d<> Acor;:*
n. 37 e caes do Apollo n. h",
tem para vender por prwgos cm
Tijolos encarnados sextaves para ladri i
Canos de barro para esfoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdrauhcc.
Machinas de descarogar alfodao.
Machinas de padaria.
Poussa da Husaia en barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrames.
Sevadinha em garrafbes.
Lentiihas em gairafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto vello engarrafad.
Vinho do Porto superior, dt o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Sehcrry.
Vinho da Madoira.
Potes com linguas c deliradas inglcza.
Licores finos surtidos.
Cognac Gauibier Preres.
Latas de toueinno ingiei.
Barris com repolho em salmoura.
Fogos.
Lindissimos fogos de vista
nos queimarem dentro de
China. Vende-s a retslis da
a vontade do osstprador,
ao largo
da Madre
Os meemos -tofos, ns assms c
dse umbetn na na do lotperad.tr, casa
ardo da Suva C Campea, e aa ma do
de Olinda, casa de Braga Gome* k C
i-
saasfoilritoaa
' fsnattasV.
banasisio
le do osstprador, o a preco ssratMswio :
da alfandega n. 7, e aos ddtssi^ss Ba roa
e d Dos n. 30, no 3* attiar.
aVr-
Ji chegaram os nuravilhuaos
ciaes da China, para aerem soUss ns tasTln t Jar-
dina: caixinlias rom variado snrtitMMa a pro-
eos desde S0| at MU cada caixa : n arsusia
1 do caes a alfaaega.
n.
Arados para lavrar a trra.
Camas de ierro.
Cofres de ferro, pma s (oga.
Fogoes americanos.
Pregos americanos.
Balangas e pesos.
Chapas de ferro gal misa s pan r.
Taxos de ferro estnbao.
achinas para descarsear alfosio
Machinas de corlar fumo.
Machinas a vapox. Ibrea H|l' ***
Efe cas* de Sfcnr wkes C, raa
Jesutn.1.


8
Diario de Pernambuco Sabbado 21 de Juuho de 1873.
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPTADOS.
DISCURSO DO SR. HR. TRISTA0 RE ALENCAR
ARARIPE, SOBRE A QUESTO MACONICA-RE-
LIGIOSA KM PERNAMBUCO.
(Conclusdo.)
Os estatutos geraes ila maconaria na Eu-
ropa sao os promulgados por Frederico II
da Prussa ein 1762 e 1786 e nessas respei-
taveis leis maconioas nao encontramos liento
os mesmos principios de auatamento li-
berdade do eoiisciencia e liberdade ci-
vil.
Nestes estatutos l-se o seguinte : o' Como
a religio um culto dos deveres necessa-
riamimte devidos a Dus Todo Poderoso, pes-
soa alguma ser iniciada nos mysterios do
grao seta que seja submma aos deveres da
religio do paiz, cnjos venerandos princi-
pios deve ter recebido.
Ora, senhores, eis alii manifest o respei-
to com que a mogonaria acata a religio de
todos os homens. e por coiisequencia a re-
ligio dos catholicos apostlicos r-ma
nos.
Propugnar contra prova to clara rejei-
tar a verdade clara e patente, e exhibir into-
lerancia s propria do erro proposital.
O episcopado brasileiro anda aggride a
magonaria brasileira com outro argumento,
frgil por sua naturoza, e incapaz de resis-
tir reflexo.
Dizem algnns bispos em suas pastoraes
que ha magons impos, e sociedades mago-
nicas pervertidas.
Esta arguigo, que lemos nossos folicula-
rios, que tem por profisso atacar o bem,
que sao incapazes de praticar, nao devia
achar guarida no elevado pensamento de um
principe da groja.
A magonaria deve ser julgada pelos seus
proprios principios, e nao pelos errosde al-
guns de seus membros, assiin como eu jul-
go a igreja pela suadoutrina, e nao pelos
desarertos que alguns nobres deputados aqui
defendem.
O Sr. Leandro Bezerra :V. Exc. nao
respeita a autoridade da igreja?
O Sr. Alencar Araripe-.Respeto a
autoridade da igreja, mas rejeito o abuso dos
seus ministros.
O Su. Leandro Bezerra :Nao abuso,
lei.
O Sr. Alencar AiiAKii'i: :Affirma-se que
a magonaria urna associago anti-religio-
sa, porque entre seus mombros ha homens
impos, c porque ha associages magonicas
inimigas da f, e de toda a reTigio.
Concedo que assim acontega. A respos-
ta a este argumento fcil. Se ha indivi-
duos c associagos que lm o nome masni-
co, mas que proeedem por modo diverso do
sentimeuto e das regras da maconaria, o que
se segu queesses individuos e essas as-
sociaces esto fra da instituigo, de que
apenas conservaui a denominago va e mal
cabida.
Nao por estes fados anmalos que apre-
ciamos as nstituiges, quer polticas, quer
religiosas.
Assim cmoda igreja sahem os schismas e
os schisnuticos, e partem as heresiase os he
reges, sem que digamos que a igreja he-
retica e schismatica, assim tambem devemos
dizer que os homens impios e as associa-
ges anti-religiosas, ea.bora estivessem al-
guno dia no seio da maconaria, nao a conta-
minan) uum a prejudigam.
Quando Martinho Luthero prgou contra
a doulrina orthodoxa.-e quando o padre Ja-
cintho de Loyson levanta a sua voz para
combater as prerogativas papes, como o
est fazendo na Suissa, ninguem disse nem
sustenta, que a igreja de Roma tem os erros
desses coriphos, nem que asociedado eccle-
siastica m e condemnavel como o ensino
reprnvado.
Se os bispos brasileiros, e se os seus de-
fensores no seio do parlamento aceitam para
a igreja o argumento quo nao podem recu-
sar, porque verdadeiro, devem tambem
aceitar para a maconaria.
Logo, convm distinguir entre impio e
m3c,on, como discriminamos o catholico do
herege.
Parcce-me, senhores, haver demonstrado
a minha proposico, isto que a macona-
ria segundo as suas leis e principios nao c
inimiga da religio catholica apostlica ro-
mana, porque nao inimiga de nenhuma
crenca. (Apoiados.)
OSr.Matinho de Fheitas :Basta ad-
mttir adeptos de todas as-religies.
O Sr. Alencar Arap.ipk:Resta-mefal-
lar de outra parte da minha these.
Os actos da maconaria brasileira mostram
que ella fiel aos seus fins : busca Ilustrar
a razo humana, e pratica toda a obra de
caridade ao seu alcance.
Serei synthetico nesto ponto ; porque im-
possivel citar os numerosos factos da be-
neficencia masnica.
A maconaria no Brasil, desde os seus
principios, tem sido solicita em promover os
meios de espalhar a Hustraco por entre o
povo, j servindo-se da imprensa, e j da
instrueco oral.
Ella cimentou no paiz os generosos senti-
mentos de amor patria, e jamis cessou
em suas officinas de incitar a nobreza das
aceces, e proclamar a dignidade do cida-
do.
Se a patria estremece, a magonaria nao
se petrifica nem esmorece. Na poca da
nossa emancipago politica o macn ensinou
quaes os deveres do cidado, e nos dias da
guerra do Paraguay ergueu os brios nacio-
naes.
Se a causa da humanidade apparece, e
necessita de auxilio, a maconaria nao des-
mente as suas grandes aspirages, e as suas
proficuas virtudes.
Na lembranga do Brasil inteiro est quan-
toella praticou, quando veio a questo da
reforma servil. Fiel ao seu pensamento hu-
manitario, ella concorreu e concorre com o
seu obulo para libertar o escravo, e fazer do
ente desnaturado pela forca e pela injustica
o homem capaz de fruir direitos, formar fa-
milias, e iiitorvir activamente no grande
movimento social.
Eis o que a maconaria brasileira em
seus actos, em suas ideas, em seus fins.
E a isto que os nossos bispos repeliera.
c condemnam ?
Nao, senhores, nao aos magons que elles
excouunungam -. elles excommungam a um
phantasma, que os aterra : esse phantasma
c a civilisacAo, que arranca toda a esperanza
de resurreico para o poder temporal do
papa e tambem dos bispos.
Seconhecem -a magonaria, e insktcm,
outra cousa nao podemos dizer na sinceri-
da Je das nossas convieges. >
Se infelizmente bispos ha no Brasil que
reprovam a maconaria, homens egregios ti-
vemos quo honrarara-se com o nome de
macons ; e ento pondo em parallelo os
bispos actuaes com esse venerandos vultos,
eu sinto-me animado e consolado por per-
tencer a urna associago onde fulguraram
tantos nomos Ilustres, luminosos pbares da
nossa gloria na politica, na religio e ras
lettras.
Sim, senhores, tudo quaoto foi Ilustre
no Brasil ha pertencido maconaria.
O nosso pnmeiro imperador a ella per-
tenceu : Jos Bonifacio, o grande patriota,
um dos sustentculos da independencia na-
cional ; Jos Clemente, o varo serapre or-
thodoxo, fundador dos nossos inais notaris
e monumentaes estabel ecimentos de earida-
de ; o Visconde de Albuquerque, o homem
probo e inmaculado ; o Mrquez de Para
n, o poltico enrgico e decisivo ; o Viscon-
de do Itaborahy, o fmancere Ilustro e
honrado ministro : Evaristo Fcrreira da Vei-
ga, o patriota sincero e puro, todos, senho-
res, todos lo rain magons, e concorreram a
essas officinas de paz, onde inda as suas
sombras venerandas pairam entre nos, nos
animam e nos confortara.
Na gerarchia ecclesiastica nao faltam no-
mes Ilustres para abrillantar a maconaria
do Brasil. Apontarei o bspoAzeredo Cou-
tinho, que fundn o nosso primeiro estabe-
lm:imento de instrueco, o seminario de
Olinda ; o bispo D. Jos Caetauo, primeiro
presidente da nossa assembla constituidle ;
o douto bispo Conde de Iraj, o padre Die-
go Feij, regente do imperio, fre Francisco
ile S. Carlos, o mavioso can^r da Assump-
ciio da Virgem, o grande pregador frei Fran-
cisco do Mont'Alverne, e tantos outros, que
seria oafadonho repetir.
Se entre os mortos descubro to resplen-
dente nomenclatura, eutre os vivos o que
vejo ? Citarei poucos, mas respeitaveis no-
mes, que euchem a ordem masnica de jus-
to orgulho. O Duque do Caxias, o Viscon-
de do Sapucahy e Marc'llino de Brito foram
gro-mestres da maconaria brasileira, e hoje
o o nobro Visconde do Rio Branco, gloria
do paiz e anda esperarlas delle.
Basta, senhores, para mostrar o que tem
sido e o que a maconaria brasileira.
Suts circumstaucias, quando confronto
tanta llustrago, tanto talento, e a santida-
de de principios de homens to orthodoxos
e eminentes do met paiz, nao hesito um
momento em afilrmar, que antes quero es-
tar com elles, do que com os actuaos bis-
pos brasileiros, que condemnam o seu cri-
terio, reprovando o passado Ilustre, e ex-
commungaudo o presuute, que nesse passa-
do s v a religio, a scieucia e o patrio-
tismo.
O Sr. Leandro Bezerra : Foram pec-
cadorei, porque nao seguirn) a lei da
igreja.
O Sr. Alencar Araripe Sr. presi-
dente, no senado, um nobre Miembro da-
quella corporaco, animado de um zelo ar-
deule, mas que nao invejo, declama que
macons s eram os nescios e palpavos, ou
os astuciosos e perversos.
Em verdade a critica demonstra exagerada
prevengo contra urna instituigo que o
censo nao quer conhecor.
Bem se pudera replicar ao argumento :
basta-me, porm, dizer a to acrrimo ini-
migo da niagonaria, que o rei propheta, o
justiceiro e sabio Saloman, foi macn, per-
tenceu a essa associaco humanitaria, que
vai transpondo os seculos apezar do juizo
de temerarios julgadores.
Se o Ilustrado senador aecusa to des-
apiedadamante os macons, mostrando des-
alentada a sua caridade para julgar acedes
al.u.ias, venha entre csses magons reavivar
esta virtude, que a propiuquidade dos ul-
tramontanos talvezenfraquega e debilite.
Os magons mais fervorosos no amor do
prximo, e mais tolerantes do que os seus
offensores, desculpam a incabida affronta,
e seguindo o divino preceito, perdoam, por
que a intolerancia cega o surda, merecen-
do antes o conselho do que a indignago.
Combato o proeedimento dos bispos, que
tomaran) a emproza de estabelecer a sua
supremaca sobro as leis civis, porque a
doutrina que deste proeedimento se deriva
perigosa e funesta.
Os bispos assim afastam-so da verdadeira
doulrina ensinada por Jess Christo.
Quando elle mandou os- apostlos pre-
gaco da verdade, disse-lhes : dovele otnnes
gentes, ensinai a todas as gentes ; mas nao
disse-lhes domnate omnes populos, subju-
gai todos os povos.
Aquellos, porm, que usam do poder das
chaves para intentos polticos arredam-se
do preceito do fundador do christianismo
para seguir o preceito de alguns pontfices.
Mas o preceito, que impe a dominago
dos povos pelo poder ecclesiastico, con-
trario liberdade humana e opposto dou-
trina do Evangelho.
poral, como quer o Sylhbus, e eutao tudo ment livre manifestago do pensamento,
est consummado. liaiitago do direito depropriedade, e ame.-
Abi teremos novu Gregorio VII qmndo ga formal nlgbeira do cidado.
proclama va ao mundo ckristio : Quera jul- Em face de taes factos, nao possivel ne-
ga no espiritual, julga no temporal: mal- gar ao estado o direito do plcito, que o
dito aqiielleque uo easangueuta a fuaes- premune, lm de muosoutros perigos, do
pa la. 1 risco da exoommunhio, arma tio lormido-
Ahi teremos outro Bonifacio VIII a di- losa em outras eras, mas hoje dotida e modi-
zer : O glado temporal deve estar as mos ficada pela opinio, e pelo direito de inspec-
dos res e soldados, aaas tudo deve ficar gao dos g.ivernos, impedindo que as bullas
vontade e disposigao dos padres. fulminadorns se publiquen) e executem.
Ahi teremos algum Adrijno IV, quera- (Ha apartes).
petir a famosa advertencia po imperador O Sr. Glsjiao Lobo :O nobre deputado
Frederic Barba-roa : Admiro qua as nao quer que a excommunho contrario o fim
tuas cartas ponhas o teu nome antes do do astado,
mea : peccado de insolencia. O Sr. Alencar Araripk :Cumpre con-
E'a astas boas doutrinnaa santas maxi- siderar o ilumnente perigo, que correra a
mas que nos quer levar o uobre deputido sociedade brasileira, se o pontfice podesse
por Sergipe ?
expellir do parlamento os deputados por via
Nao creio : o seu telo religioso o trans- da excommunho. Deve o poder civil pre-
via tal vez: mas certo que as suas ideas caver-secontra taes eventualidades ; o que o
sao errneas e fataes liberdade poltica do plcito consegue.
raeu paiz. i O Sr. Leandro Bezerra :Sa a consti-
A prova l est neste momento em Per- tuigo estabelece urna religio de estado,
nambuco. preciso aceitar as suas consequeiicias.
O bispo da diocese de Olinda suspendeu O Su. C-usmao Lobo :Mas preciso con-
de ordeus, officio e beneficio o deo da Se; fessar a doutrina do placel; doutrina que V.
e a causa ou motivo dosse acto foi haver o Exc. chama hertica,
mesino deo aceitado um emprego publico O Sr. Escracnolle Taunay d um aparte,
de nomeago do presidente d,t provincia, O Su. Alencar Aharipe :Sr. presidente,
que to dedicadamento zela a causa pu por occasio da presente discussao ou vi cen-
bl'c*- surar o gevernu por haver demorado a de-
A nomeaga para este emprego, alias ciso do recurso que de Pernambuco fra
muito proprio de um sacerdote, porque era interposto para a cora contra os actos de
o di: director de um esta be lee i ment de ius-, injustiga do bispo diocesano.
traego publica, nao agradou ao bispo, o! Bem couvencido estou do que o inniste-
qual no fim de algus dias declarou o deo rio, prudente o respeitador da lei, como eos-
suspenso, porque nao tinba licenga do pa-( tuina ser, nao podia proceder por modo d-
pa para residir fra da Se, ou antes para verso do que tem procedido.
aceitar urna commisso do governo brasi-
lero.
Eis-aqui o padre brasileira desnaturado,
privado das regalas constitucionaes, esu-
jeito vontado de um superior estrangeiro
Interposto o recurso, tem este de seguir os
tramites legaes : por elles est passando, e o
governo o resolver opportunamenle com o
devido criterio.
Preterir as formulas das leis, e obrar sem
em materia meramente temporal. j observancia dellas, seria acto desptico me-
lemos aqui na cmara alguns collegas recedor de severa censura,
que sao sacerdotes. Tero elles porventura j Vai, pois, bem o governo, em quem a na-
licenca do papa para ser eleitos T Se nao cao confia a boa deciso das questoes mais
O Sr. Leandro Bezerra : V. Exc.
assim se exprimindo moslra que nfio ca-
tholio.
O Sr. Alencar Araripe : Felizmente o
nobre deputado nao tem bulla para dar e
tirar patente de catholicismo. Neu eu por
certo quizera ser catholico como o nobre
deputado, que mostra-se infenso sua pa-
tria, defeudendo doutrinas que de Roma
resurgem contra o poder civil.
O Sr. Martinho de Freitas :Nem
serapre sao os melhores catholicos os que
mais batem nos peitos : obras e nao pala-
vras.
O Sr. Alencar Araripe : Nao sao in-
fundadas as minbas apprehensoes em rela-
go s ntenges do nosso episcopado.
Nao novo no mundo, Sr. presidente,
o proposito do dominio universal dos papas;
e embora seja hoje urna idea anachronica,
todava observo que o actual pontfice for-
mulou no famoso Syllabus um cathecismo
de doutrina anti-liberal, que parece destina-
do a substituir o Evangelho. Este liberta
os povos, aquello encadea a liberdade.
O 8r. Leendro Bezerra :E' urna bel-
la linguagem de catholico I
O Sr. Alncar Araripe : Sectario do
Evangelho, nao posso aceitar o Syllabus do
papa Pi IX, a quem venero, e obedeco
como pai espiritual ; roas a quem me n >
licito reconhecer como principe temporal
no meu paiz. O Evangelho diz que o reino
de Jess Christo nao deste mundo ; o
Evangelho ensina que o poder do Divino
Parclito espiritual, o smente espiritual;
maso Syllabus declara que fica excom-
mungado aquelle que disser a que a igreja
nao tem o poder de en pregar a forca, nem
poder temporal directo ou indirecto.
Ora, o que aqui consagra-se positi?a-
meuta,Q dominio do nundo pelos papas.
A humanidade cont.ece perfeitamente a
questo. Dai ao clero o uso do poder teto
tem podem de um momento para outro
receber urna intimago de suspensa i por
parte do bispo, e ver-se-ho em dificil con-
juntura.
Eis, Sr. presidente, o que eu nao quero;
eis o que eu censuro e combato.
Respeitem os bispos as nossas leis civis,
e tudo estar composto e acommodado.
Mas nao isto o que se est passando.
O prelado peruambucano acha-se em for-
mal rebelda contra as leis do imperio.
Ordenou elle a expulso dos magons das
confrarias religiosas : da deciso do prela-
do, os offendidos interpuzerara o recurso
do appellago, estabelecido pelas nossas leis
civis ; mas o prelado asdesconhece, e cons-
ta que devolver o recurso ao presidente
da provincia sem a informago compe-
tente.
Contra as preteng5es exageradas dos bis-
pos me bei de pronunciar, denunciando ao
paiz os symptomas de um plano funesto,
que tonta ni levar avante.
O Sr. Pereira dos Santos :Nao pode-
mos consentir insto.
O Sr. Alencar Araripe :(ragas pre-
videncia de nossos pas, o paiz tem legisla-
gao conveniente para obstar s tentativas da
usurpago ecclesiastica.
Temos a appellago para o imperante,
quando os bispos commettam violencias sob
pretexto de exercer attribuigoes espirituaes,
e temos a lei de 18 de agosto de 1851, pela
qual podem elles ser chamados obediencia
as leis do imperio.
Nao sem grande fundamento que o le-
gislador brasileira quiz resguardar a socie-
dade brasileira com providencias sabias e
acertadas.
Se no interior do paiz temos estas leis,
resguarda-nos contra o exterior o plcito
que a constituigao estabeleceu.
Debalde os pregoeiros do u(tramontanis-
mo proclamam a hereticidade do plcito : a
sociedade civil o nao poda dispensar como
meo de defeza. A todo o ente physico ou
moral a natureza dotou com as fatuidades
necessanas para a defeza contra o ataque ex-
terno.
Assim aos animaos deu a forga material e
a sagacidade ; ao homem a razo e os outros
dotes adequados.
Os cor pos moraes tambem esto su jeitos
luta e aggresso exterior por parte de outros
corpos semelhantes.
Se, pois, alguns nao tiverem meios de de-
feza, sero supplantados e vencidos no pri-
meiro embate.
A sociedade civil e a sociedade religiosa
sao entidades moraes, que podem embater-
se, para que urna nao seja absorvida ou des-
truida pela outra, possuem qualidades pro-
prias de resistencia: a sociedade religiosa
tem o non possumus; a sociedade civil o
plcito.
Por via do plcito o governo da sociedade
civil previne que no seio desta nao penetre o
mal, que disfarcado pode vir em actos ap-
parentemente inofensivos da autoridade ec-
clesiastica.
Nem se diga que esta santa e infallivel ;
e que assim nao deve o poder civil recelar-
se do poder clerical.
O facto ahi est para despersuadir to in-
genua theoria.
Que a invaso da sociedade ecclesiastica
operou-se real e effecti va mente contra a so-
ciedade civil, attesta-nos a historia indefecti-
val; mas rei agora buscar testemunho em
um grande luminar da propria igreja.
O bispo conde de Iraj, as suas obras de
direito ecclesiastico, assim se exprime sobra
o assumpto :
A titulo de peccido arrastou-se nos se-
culos da idade media ao foro da igreja a
maior parte das causas ; censuras impoze-
ram-se por cousas meramente temporaes, por
crimes, cuja punigo competia ordem ci-
vil. Isto foi um abuso ; porque o fim da so-
arduas.
Se alguma demora houve em principio re-
rahea culpa obre as irmandades prejudica-
das, que retardaran) a iuterposigo do re-
curso legal.
O Sr. Martinho Campos :Ha, de- Per-
nambuco, recursos corda pendentes desde
1869, a respeilo da sepultura negada aoge-
neral Abreu e Lima : nao foram deejdidbs
anda. E* oque me informara.
OSr. Alencar Araripe: -Na varedade
do asauuiptos, de que se ba tratado ueste de-
bate,, fallou-se do casamento civil. Apro-
veito a occasio para declarar o meu pensa-
mento neste momentoso assumpto. Ello '
digno da nossa mu profunda attengo.
Nao euncorrere com o meu voto para se-
cularisar o casamento, tirando-lhe o carc-
ter religioso. O casamento, base da familia,
e fundamento da sociedade, objecto mui
augusto para o reduzirmos a mero contrato
do compra e venda.
O Sr. Leandro Bezerra :Nisto estamos
de accordo.
O Sr. Aaencar Arahipe :Nao discuto a
questo; apenas desejo consignar o meu
voto ueste gravissimo assumpto social e reli-
gioso, visto- achar-me na tribuna, e delle ha-
ver-se j tratado.
Tambem. eiuittrei o meu juizo sobre a re-
ligio do estado, ltimamente to fallada
aqui neste lecintj.
Nao rae pronuncio contra a religio do es-
tado. Este, como o individuo, deve man
festar-se por aquiilo que julga a verdade ; e
assiin convm, que tenha urna crenca con-
fessada e publica.
Contra a religio officiai allegam-se incon-
veniencias, que nao descubro.
Nao da. aceitago do urna religio pelo
estado, que proceden) os males : a iberdado
de conscioncia ser plena, quando retocar-
mos a nossa legislado era- pontos relativos a
este objecto.
Seja licito ao cidado do qualquer culto
ou religio gozar de todos os^ direitos civis e
polticos sem dstineco, e teremos chegado
perfeigo neste assumpto.
Sr. presidente, tomando a pslavra no pre-
sente debate foi meu intento satisfazer a um
r.omprom66o,.em que- acbuva-me perante o
paiz.
Quando/em dias da ultima sesso legisla-
tiva aveniouTse nesta casa a questo religiosa,
foi a magonaria errneamente apreciada.
Pertencemio eu a esta Ilustro corporago,
devia impedir, que errneas e injustas apre-
cages transitassemsem contradiego.
Vim oppr a minhi contrariedade ao fa-
moso libel lo : (i-lo-com leatdade e isengo
de preconceitos, esperando dos homens jus-
tos, severo mas imparcial juizo.
A magonaria, juJgada era vista das suas
regras, dos seus actos e dos seus generosos
intuitos, ser applaudida polos nimos justos
e sinceros : isto llie basta.
Vinda dosteaipos mais distantes, ella pas-
sar aos mais avanzados seculos sempr vic-
toriosa, porque consagra-se ao bem social
pela cultura da razo e pela liberdade do
homem, estas duas filbas do co que- os ty-
rannos nao supprimem. (Apoiados).
O Sr. Presdeme :O nobre deputado
permittaobservar-lh queja tem excedido o
prazo marcado no regiment para fazer o
seu discurso.
O Sr. Alesgau Araripe :Tepinino j,
Sr. presidente, duendo: folgarei se no des-
empenbo do meu compromisso han ver tido
a fortuna de mostrar que a magonaria urna
sociedade respeitavel, guiada por saos princi-
pios a consagrada causa santa da humani-
dade. (Muito bem).
SENADO.
DISCURSO PRONUNCIADO EM SESSAO DE 24 DE
MAIO DE 1873.
O SR. MENDES DE ALMEIDA :-No
pensava, Sr. presidente, tomar anda parte
ciedade ecclesiastica a savago das almas. I na discusso sobre materia religiosa quando
Mas, senhores, vamos aos caones, e ahi surgi o requerimento que o Ilustre 2. se-
vereinos como a legislago ecclesiastica mui- cretario acabou de 1er, apresentado pelo meu
tas vezes invade o campo das regalas civis. nobre collega pela minha provincia, que ora
O penltima concilio que a christandade se acha ausente, o que muito sinto. Nao
celebrou, o concilio de Trento, ministrar- rae persuad que depois de haver proferido
nos-ba agora um exemplo em materia muito um discurso nesta casa, ba dous mozos, so-
importante, qual a liberdade de imprensa.
Era um dos caones desse famoso concilio
impe-se pena temporal, como a de multa,
contra os impressores e livreiros, alera da
censura previa.
Diz o canon : A ninguem seja cho im-
primir, nem mandar vender livros alguns
sobre materia sagrada sem nome do autor,
nem vender d'aqui em diante, nato t-Ios era
seu. poder, seta sertm examinado e-apfro-
vados pelo ordinario: sob Dona de excom-
munho e a pecuniaria assignada pelos ca-
ones.
bre a politica religiosa do ministerio, fosse
chamado a terreiro, nao pelo Ilustrado pre-
sidente do conselho a quem se lint)a diri-
gido toda a argumentago do meu discurso,
mas por um membro desta casa, represen-
tante por minha provincia.
V. Exc. e o senado sabem que nao towei
parte naquella discusso seno por haver
centrahido um compromisso com o senado
de tratar da politica religiosa do ministerio
e tambem porque nao vi que, membro al-
gum desta casa mais competente do que eu,
se tivesse adiantado a (aze-lo. Foi, por-
Eis abi multas temporalidades; imped- tanto, por um dever de consciencia que eu,
o menos competente dos membros desta casa
(nao apoiados), delibera fazer algunas pe-
3uenas observaejes ao Ilustrado presidente
o conselho sobre seu proeedimento em
assumpto tao grave. Has, Sr. ptesideate,
visto que o raen honrado collega pelo Ma-
r nbo, tomou o penoso encarga de (aaar
este requerimento smente para refutar o
meu discurso, vejo-me forgado a defen-
der-me.
O nobre senador pelo Mararho nao se
limitou smente a refutar as proposgea do
mou discurso. No que S. Exc. proferia para
justificar o seu requerimento, levou de en-
volta a igreja, os bispos e o Santo Padre e
tambera a companhia de Jess, a que.n S.
Exc. at'.ribue esse movimento que tem desen-
volvido aqui e era algumas provincias, e
quo segundo o seu pensar pavoroso, e re-
sultante do proeedimento pouco prudente
dos bispos.
S. Exc. ve as couscioncias dos brasileiros
era dilliculdades, as familias aterradas pelo
proeedimento dos bispos, que quorum fazer
do Santo Padre urna es>ece iloomniarca da
torra, o senhor universal do reino espiritual
como do temporal, sendo promotora de t
estupenda pretengao urna celebre corporago
scientfica cargo de religiosos da compa-
nhia de Jess, e nao prupriamente, segundo
S. Exc, a companhia de Jess, mas o col-
legio romano I
Sr. presidente, o conde de Maistre, um
dos maiores escriptores, que era defeza da
igreja tem apparecido neste seclo e verda-
deiro genio, diz em urna de soas obras, tra-
tando de quesles religiosas, que nada
mais perigoso do que um bom ino livro es-
cripto por um homem honesto. Euapplico
este concoitoou estejaizo do conde de Mais-
tre ao proeedimento Jo meu honrado colle-
ga : uina excellente natureza, n> belto
talento, fez um uotavel discurso, mas por
u.na causa que nao reputo boa, e, iws eon-
dges do nosso paiz, iiisustentavel e preju-
dicial.
Ha anda urna circumstancii que e la-
mento, Sr. presidente, e que a causa a que
posso attribuir o discurso de> honrado sena-
dor pelo Maranbo, e os prejuizos que in-
justamente nutre contra a religio de seus
pas, rom a ser que S. Exc. foi educado em
urna uuiversidado protestante da Allemanha,
Heidclberg. E lamento, Sr, presidente,
po; que o exemplo do meu bonvado collega
record o dnUosde nossos patricios, que,
indo Europa em demanda da scieucia.
perdem a sua fe. Conhccido o eslabeleci-
inento onde S. Exc. estudou, todos-os pre-
juizos contra a igreja catholica que trausu-
dam de seu discurso tem natural explicar o,
sem justificar o noorado senador. E note
V. Exc. que essa univorsidade precisa-
mente a do um iU>v paizes em que o predo-
minio protestante o mais intolerante pos-
sivel, o gao-ducado- de Badn. Foi all
onde primeiro se rasgaran) as concordatas
com a Santa S peto celebre ministro Joly.
E ento nao admira que um mogo nascido
na religio catholica e educado em seme-
Ihante cslabelecuuentO' proferisse as propo-
sic/ies que aqui o senado ouvio, e de que
tenJio summo pezar porquanto entre mim e
0 honrado sonador pelo. Maranho ha rela-
coes de mor importancia s que tenho com
outros- collegas : no s meu collega, mas
representante pela mesma provincia ; isto-
explica a razo de meu desprazer.
Diz S.. Exc. coraccaudo o seu discurso que
a poltica religiosa ds-bispos tiuha posto o
espirito publico agitado e a familia braslei-
a em sobresalto. Mas nao produzio St
Exc. prova sulBcieute dessa assergo. Po-
tili'ca religiosa dos bispos I Elles so> tao
poucos neste paiz em que a educago lilte
.raria toda feita eun opposigo s doutrinas
isatliolicas, que no-posso comprehenden de
onde venha essa afluencia para agitar o es-
pirito publico, e sobresaltara familia brasi-
leira I
A sociedade brasileira tem sido to traba-
1 liada ueste seutidov e de encontr s dou-
trinas calholicas, que j duas geragoes tem
sido sacrificadas. Os mos livros percorrem
livTomeute o nosso-paiz, e a mocidade aiir
ciosa por Ilustrar-so, engolfa-se as dou-
trinas anti-ehrists, creando contra a verda-
dvira religio indisposigo geral. O brasi-
leiro quo acaba de se formar em qualquer
estabelecimento til te cario de nosso paiz, em
regra, "e nao faz por si um estudo especial,
sobre to ardua materia, mostra-se antipa-
thico religio de seus pas. Em geral,
desgosta-me dize*k>, quasi todos perdem a
f anda que m sociedade conservera urna
deferencia facticia por aquella instituigo.
Portante, Sr.. presidente, como (]|U0 a fa-
milia brasileira est era sobresalte pela po-
ltica religiosa dt bispos ? Que politica re-
ligiosa essa? Pois se a familia catho-
lica, pode escanxlalisar-se do proeedimento
dos bispos que um procedimenio legal, de
conformidade com as leis da igrej*....
O Sr. Yiscondk de Souza. Franco i
E as do estado ?
O Sr..Me.\dks de Almeida a..-e quese
algum defeito se podo notar y por exemplo,
por haver ura ou outro sido mais positivo,
no deserapenho dos deveres episcopaes nesta
poca do frouxido religiosa.. Mas ser um
grande defeito o accelerar awis ou menos o
movimento no cumprimento de seus deve-
res, e deveres to arduos f Que no estado
to pouco lisongeiro de nossa sociedade se
taxo de rigorista o proeedimento mais nor-
mal, qqe chame mesmo urna imprudencia,
admitto: mas que cause sobresalto o que
os bispos fazem familia que verdadera-
mente catholica, isto nao se comprehende a
nao tem explicaco. Mas sobresalto em que,
se nadt-ha de extraordinario, se a doutrina
perfejla ? Os que nao seguem a mesma
crenga como, que fundamento tem para in-
quiutarem-se ?
Mas deixemos isto. S. Exc. incommo-
dou-so com o futuro da igreja brasileira por
causa da condemnago das doutrinas de dous
jornaes no Para, facto que apreciare! mais
adianto.
Pelo que o honr.idu senador expoz, S.
Exc. afasta-se inteiramente das doutrinas
catholicas. Mas sao precisamente aquellos
que se acham nestas condiges que mais se
sobresaltara com a sorte da igreja brasileira
e portante da igreja universal da quem esta
lilba. Sobresalto facticio e em desaccordo
com as aspirages que revelan). O terror
vem do facto contrario. Assim, por exem-
plo, Luiz Napoleo, que o nobre presidente
do conelho aqui apresentou como alliado do
papa, sobresaltva-se com a sorte da igreja
universal e com o governo do papa, a quem
procurara dar conselhos que nao eram so-
licitados e nos vimos a maneira porque elle
acabu. Este famoso hypocrita talhado
Juliano, que nao sabia governar-se a si e
nem ao povo franceat, quera dar conselhos
ao papare os dava a seu modo ; mostrava-
se condoido neta aerteda raja eawdefoaa-
meute concoma para acuitar cana a ana
existencia na Italia, coa o aatriioto da pe-
der temporal. Carbonario esa INI, can
oorria cea seu iemao a cerco de CitMj
Castellana.
O Sa. SriYEtaA da MbYTA :Foi cas
soldado sustentar o papa.
OSr. Mendm ar AuwieA :No con-
trario : all nlo foi sustentar o papa, aaaa
j^ca-lo. Posteriormente se Luis lUpoleio
nao governassa um paiz como a Franfi.
em que a influencia catholica poderosa,
por seu gosto nao mandara para Rotea ana
s soldado. Basta attander-ee para lamo-
sa carta que logo no principio do see go-
verno dirigi sobre os mgoaos de Rema a
Edgar Nay; bsu o prona* monto ajee pos
terionnente teve na Italia de IMt a It ,
oncorrmdo podorosaieante para o eW-
merabramento dos Esudos da Igreja, faaan-
do cou que o gener 1 Cialdim se apenante
de grande parte dos mesmos Estados da Igre-
ja, como suceeden em plena pac, ferilo-
se o truculento combate da CaaSaRMardo,
exigindo do general iialiano qua Iwinean
a questo com rapidez, deprtna, rpnmm,
para nao haver remedio e leaiaanana m
o attentado. E este anda o boceen* que,
depnis de perder rergonbesamanta a anta-
Iha de Sedan, mandou felicitar a actor
Manoel em urna carta s digna dalle pela
tomada de Roma ; o hoinern que ta** aa-
signado no anuo de IMt em anana da Frange
o tratado da 15 de sete-nbro t Por isto ligo
eu a todos estes que tanto tnaaeni pata ser-
te da igreja : a igreja uo precisa dos ros-
sos consettons e nem se impresiona desee
temores ; ella lea um solid-i e iodesfnicti
vel fundamento as promesaas de Christo :
est lirma l.i sobre o rochedo ineepegeavel
da f. Sao m homens que se asastaa da
igreja, que influospreuin suas doutrinas,
que desejam ver sua ruina, os maman a que
ousam dar loe coosalho, os que lamnntam
a sorte da divina tilha doCawiMnl
I>iz anda o nobre senador contiiMam lo
o seu discurso : Os bispos das dieiens
do Kio de Janei #, Kk> (iramle do Sol, Fn-
r e Pernambuco, atlribum>lo ao sobe meo
pontfice o direito de vigiUnria e d" reft rnaa
sobre tolos os actor sobre tedas as len> e
medidas que mesmo indirectamente possem
nteressar f a moral dirisU. proda-
m*n a omnipotencia/o Seberano l'ootili-
cu,, tanto no temporal como m espiritual,
mi ordem poltica, como n* ndigioaa, etc. *
Ora se 8. Exc. nao tisse alo estad r *
lfeidellerg, e nao seacbassetio envol*i-!o
nae neUnosidades genuanca, uo poden*
com fundamento dizer que evtuUr ama
bufia da Santa S entmgar as sociedades
temporaes ao governo directo do papa.
Que omnipotencia uveram os papes sobra e
poder temporal? En que lempo? E'
urna these que eu desejava ver sustentada.
Em nenhum lempo. Setnpre a igreja rea-
peitou a rbita do poder temporal.
O' Sr-. Silvkira da Motta :No scalo,
creio que XVI.
O Sk, Mendes de Auieida iEis aqu
como V. Exc, permit* que Ihe diga, se
moslra to atrazado na historia da inreja.
O Sr-Silveira da Motta :Fdneser...
O Sr. Mendes dk AusemA:Pea quat
foi o lempo em que a igreja brillmae, nao
por influencia que ella quizesae- esercer
despticamente sobre os mis e sobre- s p.-
vos, mas pulas virtudes heroicas dequ -H*
que a dirigame a servate ?
O Sr. Visconde de Soez a Fa*m :I*
AlexandreVIl...
O Sr. Mendes de Auieida : Era 27
papas que tem havido-, Sr. senador, en;on
trar-se-ho qua tro ou etnco, eme desees
quando muito, que nao tenaam merec -
ment, que mesmo s macularamcom vi-
cios e crimes, mas nao ba dynasti Igama
no mundo que aprsenle em tanta quanlida-
de lioinens to dignos o- leo resp>it*veis
O Sk. Visconde dk Sor/.a MSjmjH- E
nao foram infailiveib?
O Sr.. Mendes de Almkida.:A impi-
cabilidade nada tem que ver coma infalli-
bilidadtr,. bascada nae premrssas ao He-
dem p t o.>...
O Sr. Firmino :Apodo.
O Sr. Mendes de Auieida:.sea cou**.
interai^eute didereutes. As- iromtwai de
Christo foram le tas a um pobrv pescador ,de
tanta fraqueza qua nagnu fenas vezes. O
valor destas promessas repousa- na virtuoV
divina que Ihe Ira ou as ratas de seu ho-
risonle, mas dista muito do vaaor, do me-
reciiiiento do liomom anda, o mais virtuo-
so | por si. por seus. ramatos, o bomasn
pouco \ale.
OSk. Visconoe ac SetiZA Franco :ai
te- pescador comacou a valer alguma couaa.
do ento em diaote.
O Sr. Mendos de Ai mima :Por ca#.o
Prmcipiou a valer depoi do crucificammtt
te Christo, quando a veedade triumpnwn, e
,e mal foi domado.
Mas, diz aqu o meu konrado collega. Pan-
do) : O governo pare* que se ach
factodiantedeum t.io grandr acn'
Ora, o Sr. presidente do conselho. ser bo-
meni para car estupefacto e tmido por in-
significancias desta ordem quando. nos o te-
mos viste rom tanta pnjanse sustentar
aqui e ua outra casa t-ntos coaabetes, e
aind* se conserva no governo? E" um*
iujusti^a que eu nao posso comeanr que
se Ihe faca. Abi tomo eu defeaa do
rado presidente do conselho i val
mo l
Intolerancia religiosa dos bispos nc-
creeceiita anda S. Exc.
Intolerancia religiosa dos bispos qunaoV
qualquer del les antas de tomar urna sano
lugo que interesse ulvaco de sua* ene-
Ibas, aconselha e manda admomtar e flel
que se afasta do gremio da igreja. i*<
suas leis para voltar ao aprisco ; e eme ca-
tholico, essa albo da igreja, mrde e tente-
os conselhos e exbortagoes, resista pertanu-
mente a tudo^a a todas s obaarragees *
E' intolerante quem assim precede ? fe-
de o rigor e orexame ?
Pois se vos nao queris obedecer iaja>
ja, esgotados lodos os meaos de nrandnra.
o p stor nao tem outro reme lio seno im-
dever.
E que nena, Sr. prasteeete*
O S. Visconde n 8ox Franco ?f-A
ossoa ep soA-opunJOApa eusd eme soa-*oH
sabida da irmandade, pena tampseal..:
O Sa. Mendes de Aune* : -Em qnn -
isto intolerancia ? Pois intolerante e Mns
pregado que executa urna lei t E comit-
temperamentos coa que premisa m lis-
pos?
Esta expresso intolerancia nao c nar-
recta. E' nupplieavel para o cene; o
bom senso o est diando.
PYP DO DIAtU- ai*, ouqsl ft CAJUT


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