Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12961


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AMO XLIX. NUMERO 136
PARA A CAPITAL E LUGARES 0\DB KAO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes achantados ................ ._ $9000
Por seis ditos dctn..............* 129000
Por um auno dem.................. SiJiOOO
Cada numero avulso.................. 320
SEGUNDA EEUU 16 DE JIMIO DE 1873.
PARA DK.VTUO E FURA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................. fTM
Por seis ditos dem........ .,........
Por nove ditos dem..................
Por um anuo dem. -................. 17*Xrt
RMMBUCO.
'PR0PRIEDADE DE MANOEL F1CE1R0A DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos,no Para; Goncalves Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira d Filho, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracaty ; Joo aria Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva, no Natal j Joo Jittie
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tarares da Costa, em Alagdas; Al ves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho C. no Rio de Janeiro.
'<,
PARTE OFHCIAL
tiovcriio i!n provincia.
XNMtfflO D.\ Vl(U.Ai;V<> BU CONTRACTO DA
COMPANHIA KKCITT DHAIXAGE, PEL SK.
ROVBRTO WINCAKI).
TradoerSn :
IVIo artigo -i." da nuov.i.ao do contrctil, pan
0 as-eio e Innpeza d;i cidade do Itecifc, o OtMICOS-
sioi.ario obriga-se a apreseutar, utm do boom yo
das obras, ii.nulanocompleto di respectivo s\s-
leiM, aroinjiaiiliado do traeado e de-ehp.o ue-
eessa filis.
0 .'!. .. di/.: o tragado e de:crpc.o meueio-
u.idjs io artig > antecedente devein salisfaief as
seguimos c mdipoes, altn le mitra.
1 't." Desigaacau do eneanamento das ruis 'I110
llevar sar de loii-a vijrali oudu ferro, unan lera
menos de 6 polegadas de dimetro, uoiu declive
inferior s segrales bases :
Para os can is de (i po! W idas t em WD
de I i 300
H de l i 1 40tl
A i de 13 u 1 *- 301
' . de 18 c i iJ
E' difliril sean imu )S3 vi assontar en-ana-
meatos dos dimetros maior ; coin ii ii declive lio
psqueno cmodos ifuatro ltimos, aqu especifica-
dos, nmiln pruciparouto quaildo en) ninilis lu-
gares desla cidade sao elle.-, assenUdos abaixo de
niuilns ps d'agua.
O po*u de mn cano grande torna dillicil o sen
iiMvimenlo, al'uuda-o e faz perder 0 pequeo de
rlive que su lite den no acto de assmila-lo. Ha
de rnas a mais o peso da Ierra uue se llie delta, e
que pnuco a pouco, ronfor ue a lirnioza do lastro,
co.'i.erle-o em silos e baixos.
E' esta a razio p da i|Ual tein-se visto que os
Cunos maiores conten grande qiiaitlidade d agua e
de materias, facaos, i: maletamente estacionarias ;
ir d fado, nao tend riles declive, a agua eas ma-
terias nao podein ter'sbila.
Os agentes da companhia tein collocado cin
diversos lugares canos de meo >s de seis |K>legada-
de dimetro ; o i|ue contrario ao que especifica
0 S l., assim coiim com u u declive menor do que
o cima estipulado.
esiijnactto des tubos de conimuiiir.ir'io entre as
cusas e oeitiiifimenl e os tubos das taliinns:
Us primaros sera de
cu; i
\
:oui
viJr.ida
miagadas, e .
! |) llgalas d
cara nai
ulii-
dia-
dimetro nunca menor de
ni tf de ferro galvanisa lo t:
ui jiro polo menos.
as cidad.t da Europa, onde lia setnel ante sys-
t.-.iia de liinneza, o encau.unen'.o .'oralmente feito
as nas, edalii partera os raniaes para coaimuni-
f treni com as latrina de cada mili das casas. En-
tntaMO aqui t;m-se feito de modo difleraot, seui
que os agentes da co.upan!ia tettham tomad i em
ciiu>iderac.io o prejuizi cansado (do incommodo que
leem solirido us cheles de familia nada direi) e que
>e ni inua a causar propriedade. O encananiento
arbitrariaaente vai pelos quiutaes; e |ielo centro
da.-casasfl que chaina setubo de coinmunicacao;
porem qill na rt:uliU:il|. a, i.n.*'in^minlii4 u>i-!^--.
porissoajte serveinpara levar toJas as materias re-
cesele., e nao das casas smente.
A razio por que berain isto evidente. Fazen
do-ae 0 eiicanain Uto pelas ras, poderiam assen-
tar 'anos de menos de seis polegadas, e obtenam
po,1aiito a diflerenea de cu i fret-s material e
U'aialbo.
Tizeudo-se o encananieuto pelas mas, os tubos
i) immuuij.tea i em sua totalidade seriam mais
extensos e conseKuiilemeute o costo niaior.
Fazenlo-se o eiicaiiainentii pelas nas, havia o
c.ii'Mineni.i a repdr ; nos quiutaes lia smen-
te a trra.
Mi estipulado uii! os tubos tas latrinas sejatu
de ferro gal vanisado. Esses tobas, pistos pelos
;u''.'s di companhia nos pavimentos soporioris,
sii de ferro, porm nao saogalvanisados. Os tu-
I. t das latrinas dos pavimentos terreos sao todos
de tuca vidrala.
I'asso agora obstruccao dos eneaname"tos. A
causa disto simples : pequenhez dos tubos, falta
de declive e, mudas vezas as sidas mal feitas.
Quanto primeira : a experiencia tem mostra-
(l i que os tubos devein ter mais de tres ou quatro
I 'Liadas de dimetro, | ara levarem a agua o as
materias feeacs de grande numero de casas. Para
A disto, chamo a attc;i.ao d.i companhia para
< tubos de eomniunicapo era Londres, e ella se
o inveucer disto. Si os tubos de quatro polega-
das lazem o servic > de todas as casas, 6 evidente
ii ie nao ha necessidale de tubos de maior dime-
tro ; poupando-se assim o costo do material e
mo d obra.
Dovidn que o qoe a experiencia tem mostrado
na i se poder fazer em uniros paizes, se lai;a aqoi;
us os agentes da companhia, vendo a grande
ecuioaiia qne assim se obleria, nao he.-itaram em
o.-litar canos d'', polegadas para levarem a agua
c ,i^ materias de todos os quintaes ; indo assim
contra as soas proprias convictdes e contra os in-
i TC-sses da inesina companhia, blindo inmensas
desposas e turnando-a odusiaos habitantes, quan-
do nao havia necesiidade, nem de unri, iiem de
uira causa.
Asogonda qoesUo -falta de declive de to-
das a mais seria. Qualqoer que seja o dimetro
de un encaoamenlo, 6 evidente que, si nao tier
declive, a agua c as materias ficam estacionarias,
e com o correr do lempo fica elle entupido.
A causa desta falta de decli m culpa do admi
riyit.adir das obras, que n\ examina a profunli-
d ide do eneanamento, quando comeca o ramal.
bto nao se faz, porque seria preciso escorar com
lab tas os lados do reg, e este lervifj gastara
ir.uito mais lempo. O que se ssgue 6 que, con-
tiauando o eneanamento, fica nasuperUcle da tr-
ra; o declive Oca menor, e umitas vez-esd-seum
declive contrario, fazendo as>im urna especie de
svplio no eneanamento.
E ii inuit is casos, porm, a falta de declive pro-
v a do segrate : N i tirar se a trra para eolio*
car o eneanamento, os trabalhalores tirara gran-
de pantidade, edepois repoem-na ; porm o las-
tro nao tica slido, o- quando deita-se alguraa tr-
ra, o eneanamento abale, conforme a solidez do
lastro ; qilebrara-se as sidas, licando altos e bai-
x.js, onde as materias deposilam-se, e depois abs-
traer completamente o eneanamento.
A terceira questo a das sidas mal feitas, de
differentes maneiras e cora cimento. A's vezes
poe se o cimento dolado de dentro de um cano e
iutroduz so a parte correspondente de entro ', mas
nao se limpa o cimento quo durante o Iraballio
tica dentro, o qual endurece e pegase ao cana,
Ha
Tratarei agora da lavagem dos eanos o dain-
sutliciencia dessa lavagem. I larval vulas espa-
ches, que dan agua para o eneanamento dos quar-
teiroes; e vlvulas de lavagem que leem commu-
nicarao com os encanainenios de esgoto.
Nos bairros de Santo Antonio e S. Jos ha cerca
de cento e eincoeiita desta* ultimas. Para nao
diminuir a eseassoz d'agua nos apparelhos, prin
cipalnienlo durante o dm, julgou-se necessario
lim ar o eneanamento durante a noite ; par-n,
como nesta occasii.) que se pode endireitar as
nacbinas, dividio-se ella pan isto. Dest'arte a
nropeza do encauainenlo coraeca a tarde e vai at
ineia noite.
Conforme o sta-jo das vlvulas e bombas das
machinas, esta limpesa, si as vlvulas especiaes do
bairre est) aborta*, esgoia toda a agua do reser-
valora e a que constantemente [aneada pelas
bembas, cm rauito menos tempe do que o neces-
sario.
le cento e setenta vlvulas de lavagem, cento
e viole e seis sao dependentes do reservatorio das
Cinco Puntas, para supprimento d'agua.
Tomando por termo medio, quando ha agua dis-
pomvel, seis lunas durante viole e quatro horas, e
nieia luna para cada vlvula, nao se contando o
lempo que se gasta em abrir, fechar e ir de urna
para nutra, segu se que siio precisos doz dias
para acabarse ludo, ou que os encamnenlos s
podein ser lavados tres vezes por mez. E" evi-
dente que para um eneanamento de pequeo di-
metro e de pouco ou nenhuiii declive, esta lava-
gem insullicienle.
Para se poder lavar os eneanamento? una voz
por semana, resalveo-se abrir duas ou mais .al-
vu.'as ao niesm i lempo ; isto diminue a forea
da agua sensivelmente, e torna a lavagem inert-
caz, urna vez que a agua nao tara forea para ex-
pedir as materias accumuladas nos canos.
Finalmente, antes de prioeipiar-se a lavagem,
fecham-so as vlvulas especiaes dos sub-distrietos,
licando abortas sement as d quarleiroes que se
(luer lavar. Assim obtem-se um suporimento me-
mor d agua, porm multas quarleiroes lieam pri-
vados delta durante grande parlo das vinle e
quatro horas.
A canalisacao d'agua consiste em eneanamento
de ferro e eneanamento de ejiunibo.
Tratando do iriraeiro, comecaremos pelo reser-
valono, que esta usentalo em seis columnas ocas,
de Ierro, eoni oilo polegadas de dimetro ; duas
dasquae* eommunieamse com a* bombas d'agua
por meio de um cano de ferro de cinco polegadas
de dimetro, o que serrara para levar a agua ao
reservatorio.
Duas nutras columnas deixam cahir a agua
no eneanamento de ferro, que tem seis polegadas
de dimetro. Ueste eneanamento parlera vinle e
nove raniaes de cinco, quatro, tres e duas polega
das de dimetro, e esles por sua vez divi lera se
em mais de aojlo e cincuenta eneanamento* de
uilierentos dimetros, sendo o menor de duas po-
legadas. Em todos eUes na milnaivs de furos
para o eneanamento de chumbo, que leva agua
para os apparellm V-se fcilmente que o di-
metro do eneanamento nao suWcienle para sup-
l,mis?i!M.'fi,mi.l..a"Jlal',jlll0s e cento e setenta vl-
vula ue samo .\om.n u o. joo coi u >|u>>uitu d'agua irecisa para expellir as materias fecaes,
anda que o eneanamento, vlvulas e apparelhos
estivessem em perfeili estado ; o que nao acon-
tece.
Os agentes da companhia viram o erro que
liunam OOinmettioo, e lizeram um- eiieaiiauenio,
separado do reservatorio do Kecife, para augmen-
tar o supprimento d'agua ; pelo que assentaram
al certa altura do caes do Apollo canos de cinco
polegadas. o d'ani reduziram a quatro, para usi-
rara-se depois ao* de cinco e seis polegadas. Foi
mn outro erro que coiiiiiietteiam, porque, redu-
ziudo o eneanamento u i meio, a agua perd em
Torea e volume.
Da esquina da ra do Forte parta (ltimamente
lizeram maior) de um eneanamento de seis pole-
gadas um ramal de quatro, destinado a suppnr
agua ao disinti de Santa Hita ; pouco antes de
chegar ra das Calcadas foi reduzido a tres ; na
frente da igreja de s! Jos dividio-se em dous en-
eauamentos de tres polegadas ; na esquina da iti-
feeira um destes foi dividid i em dous de tres po-
legadas, alm de um grande numero de encana-
mentos de duas polegadas des-le o largo do Forte
al o comeco da ra do Rangel. Desde qne foi
permittido o uso dos apparelhos nesle dislrieto,
o moradores queixaram-se de falta d'agua.
Depiis de milito trabalho, de examinar-se mi-
nuciosamente e experimentar as vlvulas, appare-
lhos e encanainentos, os agentes da companhia
eonvenceram-se que o eneanamento nao era sutil-
cente para supprir de agua os mil cento e qua-
renta o cinco apparelhos de Santa Rita, e comeea-
ram a substituil-o por outro de dimetro maior.
Como possivel que os agentes da companda,
praticaodo assim, neguein reconhecer que o di-
metro do eneanamento d'agua em sua totalida-
de iusulllciente para supprir os apparelhos e vl-
vulas da agua neeeasarh f
Si o eneanamento do districto de Sania Rila foi
considerado insutllriente para supprir agua a
rail cento e quarenta e cinco apparelhos, como
pode o do.ltecife, que de igual dimetro, dar
agua para mil quinhentes e sessenta e quatro .'
. Alim disto, tendo este daos inconvenientes, que
o outro nao tem, segue-se : l. que o r-servatorio
do Recife n.io tem a profuudidade precisa, e con
seguintementa a quanlidade d'agua depende das
mares; 2." que o encanaineuto menor no meio
e maior n is extremidades.
O quarteiro em que a companhia tem o seti es-
erlplorio possue um eneanamento do tres polega-
das de dimetro ; e esta a razio por que a agua
all mais abundante do que em outros lugares,
onde elle de duas polegadas.
.0 emprego o medida do eneanamento de chum-
bo era geralmente confiado ao jui o e criterio dos
chufes do trabalho, e por esles aos trabalhadores.
Nao admira, perianto, que haja falla*.
No caso de haver pagamento por esse encana-
meuto, cada propnetario pode com facilidade ve-
rificar essa medida ; e sendo a parte mais inte-
roada, compele-llio examinal-a.
Os agentes da companhia teem dividido as en-
canamenlos de forro assenlados nos quarleiroes e
^quintaos, igualmente, enlre todos os apparel ios de
cada um, augmentando assim a quota para a ca-
nalisacao d'agua as casas.
Temos, analmente, a agua salgada, que enche o
eneanamento e os apparelhos de ferrugera, inutili-
san lo-os pouco a pouco. Pelo art. 2* do contracto
o systema de limpesa consiste em um apparelho
de lalrina de syphao, cora supprimento d agua sal-
gada ; e pelo 8 do art. 3" do mesrao contrasto o
Apresentarei agora nlguns defeitosnaconslruccao
dos apparelhos.
I. A base que se prende o appirelho nao tem
a solidez precisa no lugar dos parafusos.
2." O gano era que a ahvanca descansa lio
estreito que, com a ferrugem que cria, nao pode
ella trabalhar.
3.* O pistra do apparelno no fecha hermtica-
mente -; e portante a bola enche-se d'agua, que
depois escapa para a baca. Esta agua, correndo
continuadamente, estraga a face do pistn; e a
fgida da agua, que no principio era pequeaa,
torna-se finalmente considera vel
4.* As armellas do pisten gastam se com o lem-
po, dao passagem agua, que euferruja a ala-
vanea e o apparelho, e assim priva-o de traba-
lhar.
5. O pistn muito fraco no lugar onde a ala-
vanea passa; de modo que com o uso continuado
entorla-se, nao abre nem fecha, o assim d passa
geni agua para a hacia.
6." 0 pistn c demasiadamente curto; a conso-
quenca o peso que faz na al a vanea, de modo que
loca no de|K>sito; e o pisten, nao chegando ao
seu lugar, deixa a agua passar para baca.
7." A alavanea nao bastante forte no lugar
onde passa o pistn. A agua salgada, que escapa
do deposito, estraga-a, enfraqnecendo-a ainda mais:
e o choque que recebe, quando o pistn abre e fe-
cha, entorta-a e quebra-a por lim.
8. A sida do cano de elimino quo vai ter
hacia l'eita de anata coberta de estopa, amarrada
com fio ou rame. En outros paizes essa sida
leva urna nao de tinta para preservar a lona ;
aqu na i se fez isto, e o resultado < que a estopa
apodrece pela humidade; a sida afrouxa, e mu-
tas vezes enehe a caixa e a casa de agua sal-
gada.
Ha outros defeitos; porein julgo que r-sl sao
sulficieutes para moslrar a ncapaeidae do appa-
relho automtico do Sr. Law. Os agentes da com-
panhia attribuem toda a perda d'agua ao estado
immundo do interior das caixas, e esqueceram-sc
de apealar ejatuajaer do* defeitos acinu ditos, em-
liora tenlara perfeito conheciniente de lodos
elles.
Pensarlo substituir os actuaes apparelhos por
outros cusa dos proprielanos ?
r.E' dillicil encontrar-se um apparelho automti-
co d'agua salgada, que trabalhe bem e seja dura*
donro.
Pelo art. 13 do contracto, o cessionario obrisa-se
a mandar remover de cada urna das casas onde os
apparelhos funecionarem, e em carroeas apro*
Kriadas, o lixo c residuos de cosinha que possam
a ver, assim como animan domsticos que mor-
rain ; por exemplo : aves, gatos e pequeos cae* ;
no sendo abrigado a retirar estreo da estri-
baras, nem animaos grandes, como sejam : car-
neiros, cabras, cavallos, bois, etc. Isto far o ees-
skmario, de aecrdo com a parle interessada.
O governo, mediante ajuste com o niesmo ces-
sionario, marcar os.dias e o modo de fazer-se o
servico de que trata este artigo.
Pelo regulamento de 12 de Janeiro de 1372, art.
26, a companhia ohrigada a remover o lixo das Hermenegildo Eduardido Reg Monteiio. Ten-
nheiro fiscal, si nio lizer esse servico, e o dobro
as reincidencias.
Os agentes da companhia, em seus annnncos
aos locatarios, ditera : o lixo e os residuos de cosi-
nha serio depositados em um caixao, especial-
mente feito para isto, que ser collocado na entra-
da das casas. A companhia s remover estreo
de estribaras e o lixo de qualquer manufactura,
ou o uue resultar de aljum arontem durante as
horas de trabalho, otfleinas ou estabeleciraentos
commerciaes, bateado acord para isl.
Pergunto: Com que autoridade p.xlera os agen-
tes da companhia ordenar que os locatarios
mandera por o lixo na ra, sendo isto contrario
s leis municipacs, quando pelo contracto elles
sao obrigados a mandar bulca-lo no interior das
casas ? Cora que autoridade podein -s agentes
da compaa recusar-se a mandar remover, o
lixo que houver, de alguma manufactura ou de
armazens, offleinas e estabeleciraentos commer-
ciaes, sera aconte para isto, quando pe> con-
tracto e pelos regulamentos elles sao obrigados
a reinove-lo sem outra retribuicao que nao saja
a annuidade do apparelho?
Era muilos casos os agentes team tornado isto
obrigatorio ; e os locatarios, nao quereudo ver
suasjeasas cheias de.inmundicias, concordarara em
pagar companhia una certa quintia por mez
para remover o lixo.
Os reparos dividera-se em duas classes.
1.a Reparos que a companhia obrigada a fa-
zer sua cusa ;
2.' Reparos que devein ser pagos.
Os primeiros sao : desarranjos no apparelho
d'agua ; enl'raqueciineuto de sidas; dobradicas
enferrujadas ; frouxido da caixa e obslruccao do
eneanamento; e lodos estes, cora poucas excepees,
nascem dos defeitos na construceo mechanica
ou trabalho mal feito, como aci na mostrei
Pelo 1 do art. 15 do regulamento de i 1 de
Janeiro de 1872, a companhia obrigada a repa-
ra-tes inmediatamente, sob pena de multa de MI,
e perda da annuidade era manto durar a inter-
rupcao. >
Ogrande e sempre cresecnte numero destes
reparos faz com que elles nao possam ser execu-
lados logo ; e por essa razo passam-se dias e
dias priraeiro que sejam tomados era conside-
raco. Pelo que diz respeto obslruccao dos
encanam-ratos, quando preciso levantar-se um,
para repo-lo cora o declive precisi, trabalho
que toma terapo e erabaraca quarteiroes intei-
ros. Erabora esteja a companhia desde maio do
anno passado oceupada era semelhante trabalho,
ainda nao foi multada na forma do artigo cima.
Os reparos que devein ser pagos consistem
principalmente na obstruccao dos bacas, syphoes
e ene.mmenlo das (latrinas das casas. Para
evitar abuso por parle dos empregados da com-
panhia, este serv>;o exige urna liscalisaeao enr-
gica de pessoas enendidas ; do contrario os pro-
pietarios em muilos ras is tica rao responsa veis
por culpas que nao saosuas, e apparecerao ques-
toes para o futuro.
so leve esta pagadoria conheciraertto na octasao
de requislar um empregadi para servir de es-
Cfivio no referido pagamente; accresccndo que
pisterwrmenle (hootein) houve autoris.ic.io de
crdito, e s una hora da larde que foi re
nieltida i folha a esta pagadoria, de sorte qne,
dirigind-se immediatamente o fiel com o escrvao
noraead aquella reparticao, all j nao encontrou
o* empregados que deviara receber os seus ven-
eiraentiB.
E' o que cabe-me informar a V. S. sobre o facto
alludkL na,publica5o constante do Jornal do
frcife, que devolvo s mos de *. S.
Pagadoria da thesouraria de faienda, 10 de
junho de 1873.
0 pagador, Heliodoro de Aquino Funcec.
A aditamento ito expediente do da 19 di abril ul-
fime, /wWrcorfo mu Diario de l'ernambuco de li
de junho cor rente.
OlUeio:
Ao director geral interino da instruccao publ-
. -Sirva-se V. S. de mandar sem perda de tera-
po proceder a um inquerilo minucioso, acerca do
modo por que o |irofessor publico de Pesqueira
umpre os seus deberes.
Pessa que reputo bem informada, e cuja pa-
hvra m merece tiMti eoneeito, me assegura que
etu profeswr o somante in n mine.
C ntio quo V. S. recobrar de zelo e actividade,
E-a que sejam severamente puuidos todos aquel-
professores que, es^ueeidos do que devein a si
proprios e provincia, que tao generosamente os
paga, nao arripiarem carreira, e reiucidirem as
gravssimas faltas e abusos, que todos os dias com
grande escndalo e prejuizo da instruccao publica
vio pratic indo.
Reetiflcn^nu.
No expeliente d g vemo da provincia, de I!)
dn abril ultimo, publicado ni Diario de 14 do cr-
renle, em um ofDcio dirigido ao Dr. c efe de polica,
onde se 1 em favor do uun repirticio leia se :
em favor dessa reparticao.
Km outro otlleio dirigid) ao coramaudante do
corpa d polica, -onde se l -direito aos era u-
metas deq i.atro ceios mil res -loia-sedireito
KM milu lenlos de quatro couto ris.
OKSPACHOS DA rWWUHHBM DK 13 N JUNHO UE
1873.
Abaixo assignados, juizes substitutos da comar-
ca do Recife.Ficam expedidas as ordens conve-
nientes no sentido em qoe requeren! os supplican-
tes.
Benedicto Marones Vieira.-Indefori lo.
Cari rta Mara do Reg Barros. Informe o Sr.
Dr. regedor do gymnasio provincial.
Domingos Ferreira das Neves Guiniaraes.A-
guarde o supplicante a arremataba que se aclia
annuuciad.i, e qual peder concorrer.
Eduardo Daniel Res de Carvalho. Informe o
ir. regudor interino do g-mnasio provincial.
Gusiavo Adolpho Sohmidt.Ten 11 sido adiada
a pra..a que allude o supplicante, pode a ella
concor.er, hablitando-se na forma da le.
ferir.--
leTteirTi'.' '"*> Sr
Julia Clememtiir
pector ilt iiiesour.nm ae iizerm'. """ sr ins-
Joaquim TiieodoricW'Uliuquorque Maranhao.
-A' vista da informaeao do juiz de direito da co-
marca de Iguarassd, nao tem lugar o que requej
o suppcante.
Jorge Lucas Goncalves Jnior. -Exaedio-se or-
dem no sentido em que requer o supplicante.
Dr. Manuel de Figueira Faria.Aguarde o sup-
plicante a arremataran j annunciada, e qaal pe-
der concorrer.
Mana Paraguass de Albuquerque Maranhao.
Seja relevada da multa.
Manoel Ribeiro da Silva.Ao Sr. tenente coro-
nel commandante docorpo de polica para alten-
d*r ao supplicante.
Philadelpha Hooorla di Silveira Rabello.-Certi-
fique.
Wenceslao de Carvalho Pses d'Aadrjde. In -
forme o Sr. inspector da thesouraria defazenda.
Secretana da presidencia de Pern imbueo, li
de junho de 1873.
O porteiro,
Sil rio A. Rodrigues.
PCRMMBCO,
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 9 DE MAIO.
PRKSIDXNCIA DO S'.l. FKR RIIIA DK AGUIA3.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se presea*
aulorisa o presidente da provincia a mandar sub-
meller a cxanie do 3* anno do curso normal o
alumno-me-tre Mainel Maria Cesar de Mello.
O Su G.s Cavai.ca.ntk justiliea e manda me-
sa urna emenda substitutiva ao additivo apo-
sentado em 2" discussao do projeclo, a qual a
segrale :
Pulcra ser admitldo a concurso das cadeiras
de ioalroeeao primaria Anacleto Publio de Moraes
Carvalho, prestando exame das materias ensina-
das no segundo c terceiro auno da escola normal,
cora excepcio daquell.is que o enano, livor exame
no Gymnasio, Curso Coinmoreial e Faculdade de i
Uireito do Recife, devendo mostrar aplidao para o I
ensino por meio de atteftados ou outros docu-
mentos. Ges Cuialcunte.
Encerrada a discussao e posto a votos o substi-
tutivo ao additivo olferecido, approvado era 2'
discussao.
feita i pre-i leticia da |>roviaeia prie
o Sr. Roberto Wingard acerca 4a vralacaM
contrato celebrado com a compaMua liMtf*
na ge.
Senada. Era aossa oitava pagiaa
in os boj a puhlicaco ds di- pelo Kxni. Sr. coaseUieiro Joo Alfredo Carrea de
oliveira, digno niaistro d > imperio, na saatana-
c i da proposla do orcamenl geral do haaerie
l'ieeoinmendaino-l<)s aos leitorr*.
Diiihriro.Os va|wre* G^ni tfrrttpmi
levararn hontrm para :
Pnelo |..an*M1
Macee i ... \\
Natal. ...
SiM-irdailr aatriatlra
tr ni lira Amanh i, s 6 hora* da Urde. 0>.'-
haver sessio dessa sociedadV. A orden a da
deve ser : ex|H>dente, propala e adaainan de >-
O Se. Piu.suKSTK dcciara que o substitutivo de- { ve solfrer urna quarla discussao. n,,.i ,|,p |,rll) j,. p.-mambueo, pelo sori a t*
2* discussao do projeclo n. U desle anno. au- |)r. Ttbtircio de Magalhae*. e trahall prepara!.
tensando a coastru.co de linhas de bonds. r,^ p,ra a ,.Xposii-i d- i de iwmili
Sao approvados os arts. 1', 2 e 3", e tica empa- Tentativa ele raaataa. .Na amlr Ja-
lado o 4.*. ... tes de houteni para non tem foram ler a naVe*
O Sa. BIMST0 Vina* requera venfccaeao da a oS|abelt-ciinenlo de fazcadas dea Sr*. Mean
votacao.
O Su. A. CoaaCA iik Ahxujo declara que nao
pode votar por Dio estar presente quando se pro-
cedeu a primeira volado,
O Sa. Almeiua Pkrnambi'co nao devolveu o seu
discurso.
O Sr. Vikiiia D ateta nao devolveu o seu dis-
curso.
O Sr. J. DB Msi.lo Ruco nao v motivo para a dis-
cussao de orden que se levanton. A duvida que
se agita est por si mesina rcsolvida.
E' ncoitestavel que os disputados qu no as-
gistirain discussao, e niio votaram sobre o pro-
jeclo, nao podem votar agora, quando se trata de
verificar a votacao. A seren dimitidos a volar,
seria isto urna nova votacao, o que nao mais
permittido.
Nao eslava presente vota..o. e por Me nao
volar agora, que se trata de verilcaeo ; mas
deve ponderar que a veriiicacao deque se traa 6
desnecessaria ; o projeclo passou c nao ha na i*
o que verificar.
A mesa assegura que votaram pelo projecio dez
Srs. deputados. Estao presentes vinte e tres, dos
quae* excluindo se o voto do orador c o do Sr.
Cofra de Araujo, que nao estavam presentes na
oeeasiao da votacao, e o do Sr. Lcenla que nao
assistio discussao, como acaba de declarar,
nao pode por slo o seu voto ser contado ; a deci-
so da questo dependeu de vinte Srs. depuiados,
destes no vota o Sr. presidente, e somente dezc-
nove o podiam fazer. Portante dez votos, contra
nove approva semcousa que duvida haj, ornes-
mo projeclo.
Se insistem na verificarn, s dezenove Srs. de-
pulados podem votar, os quaes com o Sr. presi-
dente fazem casa.
O Sr. Gomes Parkntk nio devolveu o MI dis-
curso
O Su. J. dk Mkli.o Ruco levanla-se nicamente
para fazer um reparo sobre o que disse o Sr. le*
putado- pelo 2" dislrieto. Nao fui tira novo meio o
tw,qV co que dera lugar a urna diseuss.ao de orden,
quando ella nao linda raz.io de ser.
Dizer-se que o orador inventou um novo meio.
parece dar lugar a que se entrala pie usou de
urna trica, 0 que nao est nos seus hbitos.
O S. Guana Prente : Nao disse que
usado de trica.
O n. J r>:-: Mello Raoo nem elle orador diz
que fra esta a palavra proferida pelo nobre de-
putado.
(aiiiio era ludo costunia proceder com franque-
za, faz sentir que o meio que lembroii, foi un
meio regular, de accordo com o regiment.
Terminada a questo de ardan, subn-u> se o
artigo votacao e pprovado.
0 Sr. Presidente designa a orden do dia e le-
vanta a sessio.
tiuua
fazendo depois a obstruccao. Ha um outro .
modo de fazer as sidas pe'o lado de fra. depois apparelho deve ser automtico. O apparelho in-
mal bitas e quasi aberlas do lado de baixo, li-
cando elles entupidos de areia p r essa razo.
Dtsde que os apparelhos da companhia Recife
Drainage comecaram a funecionar, tem se encon-
trado continuadamente canos obstruidos. Os
agentes da companhia sempre attribuiram essas
ODStruccdes a materias solidas Janeadas as bacas,
quando ellas erara causadas por qualquer dos de-
feitos cima apuntados. Para prova disto, basta
dizer que, quando se da obstruccao por materias
solidas, tira-se o cano onde ella existe, e si o en-
eanamento tem declive, a agua e as materias es-
correm por si. Si, porm, nao ha declive, pre-
ciso tirar a parte do eneanamento que se julga pre-
ciso, e poe-se de novo com o declive que ne-
cessario. E' o que a companhia tem feito sempre,
como se proYar, sendo preciso.
dou-se s suas ystas ecoaoinicas, considerando a
baratesa do cusi primitivo; e conseguiuteuiente
elles o preferiram a outros que, sendo de cons-
Irucco tuellior, custaram mais, dimiounido assim
os seus lucros.
Nao obstante, elles nao se lembraram de fazer
esses lucros elfectivos ; por quanto, falta de ce
nhecimentos da construccio mechanica do appa-
relho, que elles chamara -sua propria invenco ,
reduziram-no grande e constante despezapara a
companhia. Para prova disto bastante mostrar
que as reclamacoes actualmente excedera de 30
?or dia, s nos bairros de Santo Antonio e S.
os.
Um apparelho para amostra ou exposicio pode
funecionar bem; porem, si o pozerem em servico
[todo o da, lorna.-se oousa muiia diHeromc.
N. 148. Sene D Pernambuco, thesouraria de
lateada, em l de junho de 1873. lllm. e Exm.
Sr. Tendo lido hontem noite, no Jornal do
Recife, una publicar,) era que pede a V. Exc.
se digne providenciar, afim de nao se repetir o
fado da falta de pagamente era dia aos emprega-
dos do hospital militar, julguei dever examinar
si a falla aecusada se dera ou n>, e qual a sua
causa, e levar ao conhecimento de V. Exc, como
ora fac.), o resultado desse exame, que V. Exc.
achara na inforinaca i in -lusa do pagador.
Dispense-ine V. Exc. si cora menos neceasidade
.ou roubar seu precioso lempo ; accrescenlando
3ue s rae irapelle o desejo de nao dexar passar
esapercebidas aecusacoes infundadas e que po-
dero desta sorte prejudicar minna repartitao
ante o juzo de meus superiores. Deus guarde a
V. Exc.-Illra. e Exm. Sr. Dr. Henrnue Pereira
de Lucena, presidente desta provincia. 0 ins-
pector, Emilio Xavier^Sobreira de Mello.
Illm. Sr. inspector. Respondendo a portara
de V. S. desta dala, cumpre-me informar que,
segundo as initruccies de Y. S. em portara de
17 de seterabro ultimo, a. 751, foi annuncaoo
no dia proprio o pagamento da folha dos empre-
gados do hospital militar; nio se tendo, porem, rea-
Iisado esse pagamento, por declarar a contadona
m existir para elle crdito; facto Me de que
les os Srs. deputados Gees Cavalcante, Ralis e
Silva, A. de Araujo, Guedes Gundim, Ernesto Viei-
ra, Tilo de Barros, Figueira, Lamenha Lins, Per-
nambuM Filho, Correa de Araujo, Tolentino de
Carvalho, Firmino de Novaej, Barros Wanderley.
Gon.alves Ferreira, Mello Reg, Joo Vieira, Fer-
reira de Aguiar, Gomes Prente, Laeerda, Pinto
Jnior, H. Mamede, Amorim Salgado, Oliveira Fon*
ceca, Oliveira Andrade e Alvaro cha, abre-se a
sesso
E' lida e approvada a acta da anterior.
0 Sr 1 Skcretamo d conta do seguinte
EXPEIANTR I
E' ldo e approvado o seguinte parecer :
A eommissao de negocios ecclesiasticos, ten-
do era vista o compromisso da irmanlade de Nos-
sa Senhora das Dores da povoacao de Capoeiras,
de parecer que sobre o referido compromisso seja
ouvido o Exm. hispo dioce?ano para conferr-lhe
a sua approvacao na parle espiritual.
a Sala das commisses, 8 de raaie de 1873.
Padre Cnnhade Figueiredo. -Fi-mmo de Nocaes.
Sao lidas e approvadas as redaccoes dos pro-
jectos d?s posturas da cmara municipal de Itam-
b, e dos projeclos de na. 13 e tK) do auno passa-
do e 3 deste anno.
ORDKM DOJ)IA.
9 discussao do projeclo n. 31 deste auno, que
autorisa o presidenle da provincia a mandar cous-
trur urna ponte sobre o ro Japomim. -E' appro-
vado. .
Contnuapao da 2* discussio d projeclo n. 49
deste anno, sobre a estrada de ferro de Goyanna e
Tirababa.
O Sa. Felii'pk db Fioukiboa justiliea e manda a
mesa e apoiado o seguinte requeruiento :
Requeiro o adiamento da discussao at que
vanham as inlbrmaces, que solcilei sobre os con-
trates da* estradas de ferro de Jaboato e Li-
raoeiro. Figueira.
Vio i mesa e apoiam-se as segralos emen-
das :
Substitua-so o j 2* do art. 1* pelo segrale :
i A conceder s empresas de estradas de
ferro ds Goyanna i Timbaba, Recite a Saulo An-
to, e a do Recite ao Lunoeiro, a oarantia de juros
at sele por cenlo sobre o valor do capital que fr
empregado na construccao dessas estradas, a ra-
zo de iSO-.O^O* por- kilmetro ao mximo, inclu-
sive o seu material lixo e rodante.Joo Vieira.*
t | 3. Onde se diz-estradas de ferro-diga-se
-as tres mencionadas estraias de ferro; o mais
como no artigo.Jodo Vieira.
O Sa Goubs PAaaata nio devolveu o seu dis-
curso.
Encerrada a discussao e posto a votos o artigo,
foi discutido, o sendo approvado o requet ment,
ficou a discussao do projeclo adiada.
3* djiscusaa* do projecto u. ti diste amio, que
REVISTA DIARIA.
Autoridades pulieiaes Por portaras
da presidencia da provincia, de 11 e 13 do Barrea*
le. foram Borneados : subdelegado do priraeiro dis-
lrieto da freguezia de S. Jos.' do Recife. Clemenli-
no dos Santos Liuneo Sement ; segundo luana-
te do subdelegado do dislrieto deBebeiibc, Manoel
Maria de Caldas.
<;iianlii nacional. -Por portaras ila pre-
sidencia da provincia, do 11 e 13 do correte, lo-
ram noinealos: tenente-cirurgiao do 'J* balalhao
de infamara do municipio do Bom-Conselho, .e-
posi.mo Cavalcante de Albuquerque; alteres da
segunda companhia do primeiro batalhao de in-
fantaria do municipio do Recife, o guarda Alfon-
so Henrques Rodrigues da Silva.
Mandouse aggrejar: ao o" batalhao de infan-
ta ra do iiiunioipw de Santo Anlao, o alteres Jos
ilo Reg Dantas Coulinho Jnior, e ao W bata-
lhao de infinitara do municipio de Agua-Preta, o
aleres Pedro Goncalves da Silva.
Termo de Cariiar. Por portara da
presidencia da provincia, de 13 do corrente, foi no-
meado Vicente Ferrer de Albuquerque para xer-
cer interinamente n oflleios de tabelliao o escr-
vao do civel e mais auaexos do terrao de L
ruaru'.
Aslo de alienados. -Damos e.n seguida
mais u'ra ofl'erecmenlo para as obras do novo edi-
(icio Asvlo de alienados :
Olinda, 5 de junho de 1873. R.m. e Exm.
Sr. commendador Henrique Pereira de Lucena. -
O meu sebrinho Dr. Francisco Gomes Pinrate fa-
r entrega a V. Exc. da quantia de 200*000, que
olTereco para as obras do hospicio de alienados.
E' insignificante a ollera que faco para o grande
beneficio que V. Exc. sabiamente iniciou e que
eerlamente o realisari ; pelo que panj me des-
culpe. ,. .
Pode, como sempre, V. Exc. contar e dispor de
quera lera a honra de ser de V. Exc, patricio> ami-
go muito obrigado e criado. Barao de Tuca-
runa.
. Gabinete da presidencia de Pernambu em
13 do junho de 1873. Illra. e Exm. Sr. barao de
Tacaruna.-Accuso recebida a sua carta de 5 do
corrente, a quai acompanbou a quantia de 2001
por V. Exc. offerecida para as obras do asylo dos
alienados.
i Em resposta, tenho a dizer a \. Exc. que,
agradecendo to generosa oferta, o louvo pelos
seutiracnlos de palrotismo e caridado que ella ex-
prime. De V. Exc amigo attencioso venerador e
criado, Henrique Pereira de Lucena.
Interdictos. Por sentenras datadas do 13
d i corrente, S. Exc. Rvma. lancou pena de inter-
dicto as confrarias doJLivramento e Via-Sacra, e
nas iriuand.ides da Soladade, da igreja do l.ivra-
meuto, de Saul'Anna, da igreja da Saota Cruz, do
Santissimo Sacramente da matriz da Boa-Vista e
do Bom-Jesus das Dores, da igreja de S. Goncalo ;
abrangendo a interdiccao desta e a igreja da Santa
Companhia do Beberlbe. -Nodh 19
do corrente deve haver reuniio da assombla ge-
ral dos accionistas dessa companhia, oera o nume-
ro de socios que comparecer, afim de se discutir
o parecer da eommissao de coutas e dar-se.posse a
nova directora. _i
Reelfe Dralnane.-Sob a rubrica Parte
Oflkial pubcamos boje a tradtjcsao da expoeicaoldeluaho ;
Cruz, sito a ra do Livraraeato.
Pietendeudo elles [lenetrarem ao e*4*dMaa*MMa
lo por meio do arro:nbamean da mu da porta*.
nu rem.ro da pedra que ne serve de aaOen>
m meio ilo iralalho estarn eaaado um visnao.
despertado por um rumor extranho <|ue oavira. Bo-
ho de luz em |iunho a observar o que seria: a *a-i
dtdle n laes rampims de-ar>(iareierani rnm-i qu*
pul cu -auto ; deix.mdo a|ienas os ve tigins n sua
passagem.
A p dnia titmou cmlni imento do f. deu como de hV
l*ri-laiiias.-Fi>rain lidos no dia 15 Jn <-
rente na matriz de Sanl., Aalunia :
|-(JenuiH-iari
Mailiuiano Francisco d>* Santos, can Maru
Italb na dos Prazeres Guinurae.
Vrente Ferreira Lima, com Juanna Gervasia t
Souza.
Cicero Braga de Sonsa Leio, com Malina An-
gosta de Sonta bata
Bacharel Jos Augusto PVrretra da Gusta, e n
I). Isabel Fernandina de Fajneired Cras.
.los Urbano da Cosa Carvalho. coas Braailu
Amalia Ferreira da Costa.
Roque Castanhciro, com Alexandrma das Dnrev
Antonio de Meneze Cisneim BandVira de Mell.>.
com Antonia Maria da Silva Vascoaxliov
I* denunciacte.
Opproprid Jos de Sant'Anna.eom Amalia Secua
dina de Bril .
Jos Antonio de Carvalho, Com Zolunra Feraaa
des de Barros.
Manoel Soares da Silva, com Adetaidc Rosa de
Castro.
Hachare! Jos Anatario da Sdva Garnaares.
c un D. ^eomisia Ilmbelina de Lian e fa
3* deaunda.-io.
f.laudino Teixeira d> Carvall.. com
Mari da Ghkcco.
Th.iro.iz de Souza Mafra, rom Je-aiaa i
i .tintvtrao.
loe Pacifico Xunes Correia. conien
na da Paz
Yeriato Severtano Gome* de Ca-tn, con D.aa
ra Amelia da Osla Vinlrir-i
Manuel Marlimano de Aratij'. <-m Man BanV-
sa da Con 'ei.ao.
Manoel Rufino de Moraes, com Mara FraaeMB
Pereira dea Santo.
Alferes Jna piun Villela de lastro Mariz, *an D
Maria Amelia da onectran.
Fraiieehno IVuningues da Silva, ca Lror^lu
Thereza dos Reis
Elelvino laniel de Araujo Machad, f.iia l'nai
Mana de Lemos.
Lui* Ceanaao Aatero. r.imAnvIiaMah*. -a
cei'.ao
Joio Jo.- Marques dos Sanl., ean Ai-li *..
Rikeire.
LuizJos1 de Agniar. can J qina 5
da Conceicao.
Libralo Tiburtin de Miraad rom II
Eulalia de Oliveira Lima.
Lotera.-A que arha a venia a
beneficio da h*ah de Nossa S*nh *a das >
deOlind, a qual corren dia 21.
I.eilao. -Amanka. 17. deve Irr ta|r a ar
tna/.em da ra do Imperador n. l'> o leijae 4
zeudas. raleados c marroi|aias arariaa>s.
romo eananrn a paz. capac e >
all cxl-tenles.
Depois de aaunhi (I*) n W aaca en
to vender o mesmo aeale a armaci t a**.-
da laverna da rna da Imoerairu acraraceaie a
raassa fallida de Josquini Ferreira Luaa. ^
Em rontiiuacio e n II ern'raadara <
mesmo agente os movis, loara e erjranra da can
da ra do bario de S. Borja n. ti eanwma esto
annunciado.
Caaa ale eletencan. aVrrtneaaea 4
13 de junlto de 1873 :
Existiam presos 2\i, enirou I, abaran a, an>
tem 3.5.
A saber : .
Nackmaes 228, mnlberea 7. i Uraarem S.
ascravos 57, escravas II.Total 3W.
AlitnenUdos a rusU aw marea pa* liras 171
Movimenlo da enennar do ato 11 aananr
de 1873.
Tiveram Kaixa:
Madoel Ferreira di Sil* pk*iiPdina
l"izarro das Neves ; liarr ra.
Galdino Gomes 4a Silva ; rfcre.
Manoel Jos Barbosa ; gastralgia.
Man.iel, esrravo de Lniz Jos da Casta
pa.
Jeremas, eseravo, de Mari* Leaer.
nana alu :
Justino da Silva Mequiao.
Manoel Jeronynn da Silva.
Marcelino, escravo de Saveriao l^eae
Pasa*t;eirosi. -Sabidos ae
os portos do nrte. ao vapor Piritpi
I. M. Mara d Ornci/io e I criada, I
Xavier do* Santos, Halaros Gmalna da
Bxn, Sr. Dr. Jeio Capislraao aaadtira aV
Filho; sua senhora, I irmii e 3 hea, B.
Paula da Silva e I criada, Mano-I iera na.^-
ves Antonio Thnmax 0> Rarcellc. O. *"*f
Candida de Castro, Francisco Gara* y naaraf
Valente, D. Francisca Gurpd do Aaural a "!
I lilho menor de mezes, 2 criadas e In
Man -el Saraiva de Mour. e I rscravo,
Ambrosio Souza Machado, ManidJ^
ra, Ji>s Antonio Figueiredo, Jio Pedn aaa Sea-
tos. Joaquim Jacoaae de Araaja G. S. da vietal.
Alvaro Jos Teixeira. _^_
Sabidos no metano dia, para m aartn a.
sul. no vapor Gittu :
Maria rVaoceliaa de Eanraa h*.
Tbomaz da Silva, Maaaaia aarhan da
Carlos Pux, Mgni
Araujo, Joio Renio de
cisco do Rogo Raaget, Co
riano Pereira de Vivearea, Sdvnti
veira, eapitio Amero naaoam
Manoel Pacheco do Anaral,
Guedes, C. Vieira de lele, Jea
Novaos. ... M
Ceaaltecaa ynJW4ejn.*-0jnjniii de dh P
Bfajnj
!


F.T
M
Diario de Pernambuco Scgmida feira 16 de Junho de 1873.
.*,
Jos Andr Chiadi, branco, Italia, SU atrnos, ea-
sade,Sant Anli^eaascite.
Leocadia, brMwajKifnimbuco*,6 dias," S. Jos ;
l>erfur,v.ao no a|^^M
Anselmo, escweeV*Jrnambuco, 45 annos, sol-
tero, Boa-VistavjcWMfcuIfls pulmonares.
Francisca Maria Carolina Miguen Itastos, branca,
t'ernambueo, ignora^c^naturalidade, casada, S-
Jos; tubrculos p
Epiphania, parda
tiepatite.
C'H
TRIBU
SKSAO D
HUSI'JENCU DO K
Srcretdko
i, tanm
Joi;
IARDL
ISLAClO.
ii i>-: 1*73.
SU. COUsaHKIRO CAET/NO
SKTHGOj.
I: Virgilio LneJho.
As 10 horas da inania, presentas OS Srs. des-
emliargadores Lourenco Santiago, Almeida Albu-
i|uen|ue, Doria, Doniingues Silva, procurador da
corda, IVegueira Costa, Araujo. Jorge, Neivao Ae-
cioli, o os juizes de direito Manoel Cleraentino,
Thomaz Henriques, (lonralves T-ma,"Barros lo
Laeerda e Laurenliuo Miranda, toi abena a ses-
>ao.
JULGAURNTOS,
lldcurs'os crimes.
Recrreme o juixo le direito d;i Escada, recor-
rido francisco Xavier do llego Barros. Juizes os
Srs desembargadores Lourenco Santiago, Almei-
da Albuquerque, Doria o Araujo Jorge.- Impo
edn te.
Recrrante o juizode direito de Atalaya, recor-
rido Antonio Vellozo de Almeida. Juizes os Sis.
desembargadores Lourenco Santiago, Neiva, Al-
meida Albuquerque < Begueira" Costa -improce-
dente.
Becorrente o juizo de direito de Atalaya, recor-
rido Francisco Honorato de Barro-, fmzw os Srs
desembargado-res Dur a, Araujo Jorge, Neiva e
Lourenco Santiago. Improcedente.
Recrreme o juizo de direito de Nazarelli, re
corrido (Ihristovo de O'Ueha Cavalcanti. Jiizcs
os Sis. desembargado* Araujo Jorge, Begueira
Costa. Almeida Arhquerqno e Doria. Impfoce-
dente. ,
Becorrente o juizo de direito do Sobral, recor-
rido Antonio Alvaro Ferreira. Juizes os Srs. des-
embargadores Araujo Jorge, Lourer>r> Santiago,
Almeida Alhuqhefque e Deguira Costa.- Impo -
eed oite.
Becorrente o- juizo de direito do Limociro, re-
corrido Vicente Ferreira de Brlto. Juizes os Srs.
desembargadores Neiva. Lourenco Santiago, Do
ria, Almeja Albuquerque.-Improcedente.
Beeorreu!e o juizo de direito de Nazareth, re-
currido Manoel Ftnto do Sant'Anin. lotees os
Srs. desembargadores !*eka, Rgueira Costa, Lou-
ren.-o Santiago e Araujo Jorge. Improcedente.
Recorrente Jos Maria lliheiro, recorrido o jai
zo de direito do Becife. Juizes os Srs. desenibar-
llores Regueira Costa, Almeida Albuquerque,
Loiii.-iijo Santiago e Araujo Jorga.-Improce-
dente.
Revista crime.
Recrtente Honorio Correia Ringel, recorrida
a justiea. Juizes os Srs. desembargadores i)o-
ii, Regueira Costa e Araujo Jorge. -Annul-
laram o j'ulgamento para que o recrreme va a
novo jury.
Appellacocs erinis.
De S. Joto.-Appellante o juizo, appellado Ma-
noel 8o Araujo Barros. A nina diligencia.
!) Via Bella.-Appellante o promotor, appel-
la 11 Jos Manoel de Souza Mataraca. Improee-
d-mte.
Do lirejo Appellante o promotor, appellado
JbaoGoines da Siria.Improcedente.
Do Cabo, -rAppellante Jerouvmo F. da Sihm,
appellado Vicente Ferreira Alvos de Barros. A
n..':) juiv.
De Flores.-Appellante o juizo, appeHado Fiau-
csjo Ctrreia.de Athayd. -Estineta a procese*.^
De lumbres. -Appellante o juizo, appellado Joao
Rodrigues de Freitas. -Improcedente.
De l'esiueira. Appellante Manoel Ignacio, ap-
echad i a ju De Mamanu'nap:'.-Appellante O jui-o, appel-
lao IVIro Jos Montero dos Santos.Nao se to-
no >.i cuiiliccimenlo.
DeMarangaape.-AppeIlan* Jos Antonio de
Miara Carvaiho. appellado o juizo.-Nullo O jul-
gamento.
DWreia.-Apocllante Candido Bodrigues Be-
terra, appellaua a justiea.-N'uo o julgamento.
D'Areia.-Appella ite"Jos"pha Maria da Coucei-
eao, appeHada a u-: a.-Improcedente.
Do Araeaty -Appellante Francisco Pereira da
Silva, appetlada a Justi a. Nullo o prisesso.
DaAssembla. Appellante Jos Antonio da
'-:,:. aujM-iialo Joaqaiui da Costa Bazerra. N.H-
lo o orocesso.
IV u ... > t MriMr itvnri -
TnlTl'a'.-ieiitena '
ro Rcifc. -'AppiiRmte VIetrmo fojrptini'Perel. rJVoilijro do commercin. art 373 % 2 ; e sejiqr
ru Maior, appjllado Jos Caelano de loJoirpt.
Dia ile'appaiccer.
D Im|K>ratrz. Appellado Joaquim Alvos da-
Silva, appell.uHe Francisco Carlos de Araujo,.
Eneerrou.-se a sessao al i\i hora.
Trliimal de cominercio.
SESSO JUDICIABIA EM 13 DE JUNHO
D! 1873.
fnBsnoRKciA t exm. 'su. mitsELiumo anskliio
FnANOSCO PKUKTTI.
Secretario inteew, o oficial Torres.
Aq meio dia adiando-se presentes os Srs
de Londres,
ai regar o
al
'I
"inbargadores Silva fiunnaraes, Beis e Silva o Ac-
Olinto Bastos, Candido
oSr.
coli, o os Srs. deputados
Alooforado c supplehte S Leitao, faltando
suppleate Pereira Casc), S.Exc. o.Sr. conselbciro
IM'csidenle ab lo a scSSio:
Lula, toi apprjvada a acta da sessao de 9.
ACcoaovo.
Assignou-se o que s proferir em a ptoltma
passada sessao no cit entre partes :
AppeHanle Bernardino^ Jos da Silva, pHI-1
dos embargados o1 administradores da inaiSa fal-
lida de Manoel Jos Lopes & Irmao.
JULGAMZNTO
AppeHanle embargado Domingos Pinto de Fre-
tas, appellado embargado Antonio Ferreira Bra-
ga. Juizes os Srs. Beis e Silva, Acckili, .andido
Alcoforado e Olintu Bast -s.-Foram recebidos os
embargos com o voto do F.xm. Sr. consolhciro
presidente.
da rafa jiloamunto
A pedido do Sr. desemliai gador Beis c Silva as-
signoii c o primeiro dia ulil para o l'eito entre
partes :
.AppelMnte M2oel Nones Parreira, appellados
Corga & Irmio.
A pedido do mesmo Sr. fot designado o dia de
boje para o em que sao :
Appellante Ivo Antonio de Andrade Lnna, ap-
pellado Vicente Leopoldino; e sendo sorteados jos
Srs. deput.idos Candido Alcoforado e S Leitao.
adiou-se o julgamento a pedido de um dos ditos
senhores.
A pedido de um dos respectivos juizes commer-
ciaotes adiou-se o julgamenlo do seguinte l'eito :
Appellante embargante loaquim Gerardo de
llastos, appellado embargado Joaquim Kuas Ca-
valcanti de Albuquerque.
Por nao estar presente o Sr. suppiente Pereira
Gaseio, nao pode ser proposto o feito entre par-
tes :
Appellante Gertrudes Germana dos Passos, ap-
pellado Manoel Eduviges da Silva.
E por nao se achar presente o Sr. desembarga-
dor Doria no foram propo.t'.os os scguinles :
Appellante Jacob Citan, appelladi D. Dellina
Telles de Menezes ; appellante a baronezi de Ja-
rhgai, appellada D. Almiiina Fres de Meu-
dunca.
Por nao ter sido apresentado pelo Sr. deputado,
em cujo poder se acia, de.xou de ser proposto o
feito onirepartes :
Appellantes appellados viuva e herdeiros de Ma-
noel Goncalves da Silva.
PA< AC.PN*.
Do Sr. desembarpdor SiDa Guimares ao Sr.
d scniliargadur Res e Silva : appellante o bao
do Livramento e Jo- Antonio de Brlto Basles, ap-
pellados os administradores da massa lamida de
PeraandO Stepple da Silva, e Luiz Ainavel I)u-
bonreq o sna mnlber.
Enceirou-se a sessao 1 hora e I qoarto da
tarde.
sa o donl
_8,e *.
protesto)
des- vwgem sf
se ha fra*
mazenafios
tetta
tads p*^
i|u**ei
PUBUOAC0ES s ?

iiorcailo de Pt'raaiiibaco ao
icjvalo fie kLoiali*C8.
Os abaixj assigandn, na iiuaJade demeiubros
da direce.io da ssoci.n.'ao Commercial Agrcola
de. PeroarnbueB, apraasan-so a protestaj, por si e
samo represontaotM da dita assoeiacao, contra
diversas asserooes, eatralddsa de urna correspon-
doneia de Londres para o Jornil do Gommercio do
Rio do Jareo'o e transcriptas boje na licia dia-
ria ttoate jornal, as quaes mtito offendem a
dignidade e o conceito da praca desla cidjde, em
relar.o ao eommercio de assucar, e na) poden)
deixar de provocar a indignacao de quem co-
nhece o modo digno, honroso e regular porque
se eTectuam nesia cidade as transacj-Oes .concer-
nontes aquella mercadoria.
O correspondente, que se diz echo dos nego-
ciantes de Londres, devia antes de aventurar pro-
posicoes lio acres e effensivas, pesquisar e veri
Bear as causas das qaaiat ardculadas contra
esla praca para enlio razar pe.-ar a respon-abi-
lidade dolas ubre o veidadeiro culpado.
Uira "s saccas sabijjsem do aroiazc* fi~ rc>0
beso rstiifi'tt, ik-js capil;1>s n-V osjjaparia \
fca^t, qu.aw.lH WJfssem de v.-.car n rucsiU jwiuejf em
ptM*. 4/ig* ti Ihavido falsidcacao, o UJM5
ruBonsavcis t*iu t>s capilaes .le navios. *?
K quando nitoo devam ser os capitaes de na-
vios, a culpa deve recahir sobre os annazenarios
os
r MfbiigRdnri
ne a quaat'dada
do commarcio,'
-gaBt recelidos:
. 6 | rqq.
e porun
e n sur ^.
s ea
iiito,
*ab dep
reala bm^
altera*;
tLUt.
Ldndr
s c xiFiderafe
ni da 'li.'lidWl'' e d..*v1to la clase do propr
ntanwa, JaPiea. sSwite a i+aiti?*! -obiv p
a que tomos arras-
pTio catliolco, se este morresse imperfwn!^;'Viis%
segbndo o novo rujui.m uto s lia jna hvuutliesc
M i'ira do enristia-
(|iic alguem nmiTe fi'mi
Uto" asaffhj
das cajuinniosas argales comidas
Vlis.'iMp,fttisa ai|tar^iqueqgn
acensar Vo^srirt-e nnl-dh do
iz
Ji Francisco do Reg
flKi|pU)4p 'MiranA,,'
T" secretario.
Franosce do Asis Cardo,
i' dito.
*< Jaaquim Jos Rsdrigoes d Costa,
Thesoureiro.
A ariiniiiMiracilo lo Dr. II. P.
le iiiiccna e a npposirfto. c nst
vvmIh-, aos niiiiiors.
Conis'tados e apprehensivos percorremos os di-
versos nmeros da Pruiiucia e do IMxral, orgiis
que .-eapivgoain de presumido, grande o di<|i par-
tido liberal pernaniuucano.
Contrist-ios essa leilura, porque o estyllo, as
epgrapltcs dos artigo*, descem de dia n dia a
escala abanto do vulgar; ajprehunde-nosa mente
to indigestas leituras, porque as ideas, as doutri
as resultantes daquelles Jorrtaes aecusam s.ymp-
tJinas de um partido quase dissolve em agitaooes
esterieis pmpria causa,compromttedoras deseus
ere litos o reputagao, aniquiladoras de toda aspira-
cao honesta, digna c legima.
Esso estado ua imprensa opposidonfeta contra
o digna pernainliucauo Dr. Lacena, elevada a in-
justicia que revolta, a ingratidao que compunge, a
desarasoainento fulmin.un todas W .dina- dignas,
e que coudeumam lodos os jiomens de senso e-.de
futuro, est a oiTerecor a nacionaes e eslraugeiros
miseranda copia do estado de civilisacao e pro-
gresso da trra pi.rnaiubucaHa
A opposijo repisenuu;i pe Liberal e Pro-
vincia perrorre a escala, seui Juvida, das febres
m consequeucia desta nova dsposif5o rcgn.la-
mentar do cemiterio, o Exin. Sr. hispo nao poden-
do negar sepultura aos maeons declara o cemiterio
seguinteBW sjpdgr as ssfilaraa
) diocesio faze-lo 1
re isto ojue o lxm. Sr'. presidente
Ao cabe a iks apreciar o acto do
iem lambemftPiveimit, por quanto
piritualJpi
se declap fjtae a qu'rsllo levada ao
da presiddici, f cfjio se videncia
pacho di g. E. o Sr. presdanle
spo dardiecUnenta suaswrdens
e esto cumpri-las no que
SU
cerehaes, pelo estyllo que via'ento e baixo, pelas
ideas que sao inconvenientes, senao anarchicas
Paula
da Costa G:u-
Sr. desembar-
Appellacocs civeis.
D i Itcci.'e.ApueHautea Santa'"asa de Miser-
i r lia, appellada s uipbronioOiyiDpio de Queiro-
8. Despiezados os embargos.
Appellantes o appellad i~ juicamente Francisco
L lis a is Santos e >< li^rdeir.s d-.-ste.Confirma-
da a sentenca.
i ISSADCRS
Di Sr. '.-.;' irgad r Lourenco Santiago ao
Sr. I .',.;.' ; ir Uioai la Albuquerque.
App la;5es crimes.
De M ,in i ig i i,i i. Appellante Flix Antonio de
S iza Canl ice, appellada a justiea.
De Palmeira ds ludijs. Appellante Manoel
i. Jz Sergi 11! is Santos, appellad:'. a jus^a.
Uo Sr. deseuiliarjrador Ahn-.ida Albuquer;ue ao
Sr. dosembargador Doria :
Appellacoes crimes. "
Da Imperatri/..Appellante o juizo, appellado
Jos,'- Tliom.'iz de Faria.
De I'etroliua. Appeliante O juizo, appellados
Izidio c Francisco, escravos.
Appellado civel.
Dsltamb. Appellante Virgilio Horacio de
l'reitas, ajipellado Jttaqnh Monteiro Guedes Gon-
ilim.
Ao Sr. desembargador Begueira Osta :
Appella.es civeis.
Do Recito.Appellantes Roberto Caroll e ou-
tros. appellados Joao CsroU e outros
'Agua Preta.A|ipellante Francisco d
i- Silva, appellado Fraaeisco Jos
maraes.
Do Sr. desembargador Boira ao
fador Domingues Silva :
Do Recito.Appellaules ferJeiros de Manoel
Antonio da Silva Ros, appellado Joaquim Jos
Alves de Albuquerque.
Ao Sr. desembargador Begueira Costa :
De Nazareth. -Appellante Manoel Paulo da Sil-
va, appellada a iustica.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Begueira Costa :
Appeilaces civeis.
Do RoBife. Appellante Francisco Marques da
Silva Usadas, appollado Jos Joaquim Alves.
De Macei.Appellante a parda Maria, appel-
lado Flix Pereira de Sou a.
D'Agua Preta. -Appellante o juizo, appellad).o
parlo Manoel.'
_ Do Bonito. -Appollante Viente Ferreira Padillia
Calumbi, appellado Sezinand Sergio dos Santos.
Dia de appareccr.
Do Recito.Appellado Autonio Cactano de Oli-
veira, appollante Juaquim Gcraldo de Bastos.
Do Sr. desembargador eiva ao Sr. desembar
fador Loaroact) Santiago:
Appellacocs crimes.
Do Buique.-Appellanto Miguel Francisco de
Azevedo, appollada a jusliQa, .
De Macei.Appellante Jesusa Tranquilina de
Seuza Ajuiar, appellado Jos de Souza Guimaraes
Jnior.
Appellac-es civeis.
Da Victoria.Appellante Gonjalo Jos de Bar-
ros, appellados Jos Jeronynw de Mello e outros.
DeMamanguapo.-Appellante Raymundo Fran-
i ellado Romao Lopes da Costa!
Diligencia crime.
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da
justiea :
Do Pombal. -Appellante o juiao, appellado Pe-
dro Bezerm de Brito.
Do Natal. Appellante o promotor, appellado
Pedro Marques de Barros.
Da Escada.-Appellante o juizo, appenado Mi-
noel Bamos da Silva.
Ao Sr. Ueserabargador procurador da cora :
Conflicto de jurisdiejao entre 03 juize munici-
paes de S. Beato e Garanbui'.
Assiguou-se dia para julgamento dos feito
seguintes:
Appell';es eriiBes.
o Ip.Appautes Bewardo Correia de Oli-
veira e outros, anpefloda justiea.
De CaruariL -Appeflante Josep:a Maria da Con-
ceico, appellada a justiea.
De Afiraa.
Franklin Jos da
Do Brejo.Appellante Jos Bento' BeltrSo' Vel-
lozo, appeUado Joao Jamira Martius Torres.
Elle
sua prolissao, e'qc'talvez nao possa ser imiada
por aquellos que sao facis em l'azer tao injustas
argniedes
Bis orno se exprime o citado correspondente ;
O peso falsificado do assncar de Pernambuco
tiio e-candaloso, que desala quaiquer expli-
(( cacao razoavel.
Aqu se attribua a fraude aos irmazens on
capitaes de navios. Nao ha exeinplo u Ihaates irregularidades em tao grande escala
Saccas dessa procedencia com a marca de
cinco arrobas tem-se provado que sao excessi-
vamente pequeas para esse contando.
Cumpre-uos de nonstrar a improcedencia de
semelhanles embustes e calumuias.
Ninguem ignora que os negociantes desla praca
6 exportadores de assucar recebein dos negocian-
tes de Londres ordeas com procos tao limitados
que os obrigam a comprar assucar das peiares
qualida les, resultando d'ahi escorror o genero du-
rante a viagem bastante niel, e essa perda produzr
nina grande dilTeren;a no peso, o que aitestado
pelos capitaes de navio, e bem sabido pelos pro-
pri >s negociantes de Londres, sendo que s vezas
tal a qnafltidade de mel esoorrido para certas
qnalidades de assucar que os capitaes de navios
vecin-se obligados a esgota-lo, lazendo locar a
bomba.
Eis pola explicado o motivo da dileranca dn
peso, e tanto elle verdadeiro que senielhantes
reclamadnos nunca surgem dos mercados do Rio
da l'rata, porque para all exportado o assucar
porga*) e c.Jjde melhorj qualidade.
Quando mcsini entras fosse.n as cansas da
dill'eronca de peso, jmds |Kidiam ellas provir
dos arraazens desta sracja, pois que es saceos
de assucar no acto da sabida sao sompre pesa-
dos na presenca dos compradores ou de seus pre-
ponentcs, soccedendo muitas vezes que estes para
bem se certificar e evitar quaiquer engao exi-
gem que se pese de novo o genero em balnneas
de braco, nao obstante ji tere" sido empregdas
para tal lim balan.-as decimaes. O telo de mni-
tos compradores chega a tal poni qu; ainda no
acto do embarque e at mesmo bordo dos na-
vios mandara pesar de novo a mercadoria, sende
que para tal lim fazem eonduzir para o caos do
embarque as competentes balancas.
Como pois, que em faco de tacs providen
cas e cautelas se pode attribnir aos arraazens a
Bww...ai7;;*-^'--'\.'iisfti;:'* i!;? o
Lastimamos do intimo d'abna ao asustador symp
toma, quanto elle lilho de Wmpos revHltos, o im-
proprio de um gremio.que sediz gratule pelos ele-
mentos, ciijurso poa seiva. mayistoso pelas aspi-
radles.
E as ideas, nessa agitar estril e febricitante,
paludas e sera prestigio, aecusam e condemnain
os orgaos pretendidos libraes, era quauto as paL-
xocs pessoaes, avoluraadw revulvem-se com dam-
noinsanavel da poltica, da ordem social e do pro-
gresso eiroas pbases mltiplas !
E, cntrejitanto, anda mais kstimosa essa op-
pusn4o dinuiisirada ssiin, quando at ten tos eb-
servaraos que sa team por lim a pessoa do honra-
do administrador da provincia I (juaes os crimes
desse apregoado de sovo ero ou Caligula pela
opposicjto febricitinte? 1. ter sido generoso |iara
Cfiu seus adversaiios ao ponto de procura-lis re-
salvar de imputa^ots legitimas em seus telegram-
inas; impuUCAoes qae dias depois assumiam com-
cieutes es proprios abetos oppoicioiiisias! i." ter
abert) como importante servico mesuia liberdade,
escala a aspiraos de seus proprios adversarios !
-!. Ter penneiiiim todas a* manifesta/ics lgaos
e convenientes em nuuiero de 3, em quanto as
niesmas concentrarau-so dentro de urbiias do or-
deiii e legiiiiniJaJe. 4." ler-so prestado gostoso a
apatrocinar a quantas prctencoes regulares tive-
rain o eommercio, a agricultura e as artes. .N. ter-
se atirado ao e.xercicio do nina administrado mo-
d ello, pela econoniia dos cofres pblicos, represso
de crimes, progresso-de vjapea poltica, estabe-
lidade na paz o ordeni publica's !
E sao esse6 qs crimes do honrador administra-
dor da provincia o Dr. 1. de Lucena. crimes que
sao brazo, brazes qua honrara a provincia e a
enramraUam paraum futuro de paz, moralidadu e
e grandeza. Nao: a opposicaoProe.nciti e Li-
btraldeliram apunas por quaesquor que sejatn
as decepcijes ignotas que a atrophk-n em oaleuiot
mea s legitimo/, ou trunos medtfadis. E, se por
veutara acredita quo -> c"'!''!'i'.'i*dWi-"^ftai>l&-1
m ganho de
na dita pu- ao capellao do cemiterio
rasiieita *o esjttrilual.
canara*iiua|Aal^|n-se tPafeto w.
idesVe diff BfMWi itr^timwite ao capellao,
tuda de ser este pago por olla
As razes apresenUdas pela cmara podem in-
*iir"?hi tuiJ inais, tedios as relaces que devem
existir entre o lacerdote e o prelado em materia
cs^frttaaj
A vogar a doutrina em que se funda a cmara
municipal todos os que tivessm capellae?, median-
te pagamento, noderiam nao consentir que estes
reeebessom nrAras dn |ireiad e as cainprssem:
Ora, isto oque se pode chamar tnlhimento do
tora exereicio de um poder naquillo que esJ
dentro do sna rbita.
E' verdade que a cmara tem o direito de fisca-
liznr o capollo no servieo de que est meumltido:
podo eiuitti-lo mesmo sm dar a menor salislacaa
ao prelado | mas nunca tora o de privar o prelado
de dar ordns a o capelli> direct miente.
Mas perguotarao: a bencao das sepulturas a es-
piritual ou temporal Ha neste acto algunta cou-
sa que o possa qnnlilicar de materia mixta t
Monte em seu tratado de direito ecclesiastico,
ensina que a baneid das sepulturas c acto do pre-
lado para com o .sacerdote.
Elle assira se exprime : A bencao dos remte-
nos, assim como das igrejas, pode ser tVita pelo
prestoytero, aulorisado pelo bisjio ; nao direito
parochial. >
A cmara pode nao aceitar a pollucao do cemi-
terio, c ah est o direito que Ihe assiste dj nlo
consentir que se negu sepultura na cemiterio aos
que o Sr. hispo dizcsiarem excommungidosj ma
a cmara nao pode intervir em actos aua sao pu-
ramente espiritnaes, cmo sejam sagracao e bencao
de sepulturas.
A nencto do sepulturas em nada alfecta ao tem-
ooral, e portante o fasto de benzer-sc le novo, e
parcialmente cada sepullura, nao e nem pode
ser urna invazo qae o epiritua! faga ao temporal.
O mesmo distincto canonista Monte em sua
obra j citada expresase de modo a uo deixar
a menor duvida sobre a ospirilualidade da bencao
das sepulturas.
Oucamo-lo :
c A sepultura e ainda mais as exequias sao cou-
sas sagradas e ospirituaes e a commnnica.ao ties-
ta ordera de cousas nos prohibidas com certos
mor tos, que sao precisamente aqueiles, com os
quaes nao de vemos t-la, estando vivos. Est en-
tendido, que aqnelles, qnem negada a sepullu-
ra ceclesiastiea, sao negados os suffragios e as
oracoes publicas.
Se henzer as sepulturas n;to materia espiri-
tual, o que chamar a Provincia o espiritual no
cemiterio ?
Leiam os impareiaes o despacho da presidencia
e tireni a liropo por si mesmos a injustiea com que
a Prninda atecen a presidencia.
Ei-lo :
a Palacio da presidencia da provincia de Per-
nambuco, 3 de innho de 1873. V llustns-mna
.i" Hi.,lirio ,----------*..., m.., uckin yuiliH UC
causa ; dessiluda-sa desilo ja, porque o senso ora-
mura em todas as classes de nossa sociedade,
mesma entre o povo ignaro, estao a protestar so-
remnemenle contra a luta ingloria da epithetos
contra a pessoa do digno administrador r. H. P.
110 Lucelia.
Em quanto a mis, essa guerra dessabrida contra
a possna do honrado Dr. Luccua, esse grosso chu-
veuo de epithetos incivis c rotundos, essa fbre
lunbuiida contra lio distinto cidado, ctini o co-
nhceiment* que temos de nossos hbitos polticos
seiVKn apenas para demonstrar que, o honrado
uernambosaao Dr. H. P. de Lucenf, vai-se er-
guendo a altura de estatua colossal, a c'ujos pes
rumoreja, sera tora era som, os sussurros da
turba inulta ebria e perdida de polticos sem f.
Hellicta a opposicao no papel que est a fazer :
modere a virulencia dos epithetos inglorios e mi-
saros das ideas inconvenientes dos febris e apaixo-
nados anceios, da guerra pessoal que deslustra os
combatentes, e aspiro o que nobre, digno e fe-
cundo, como a Liber de veros e honestos pleiteadores de tao augusta
deosa. Res non verba!
cmara nunicipal do Recito.Declaro a iustrissi-
ma cmara municipal do l'.eeii'e, em res|Kta ao
seu ofllcio de 28 do mez findo, que nao procedem
as razoes em que se funda para impedir que ca-
pellao do cemiterio oliedeca detenninaivio do
Exm. bispo diocesano, (manto bencao das sepul-
turas, por quanto nao pode neai deve essa illus-
trissiraa cantara obstar a que o dito capellao rece-
ba directamente ordens do seu prelado, e as cum-
pra, ipiando estas se reerirera a objecto do seu
ministerio, isto quando forera puramente espi-
rituaes.
i O facto de ser o capellao empregado da c-
mara, nao da a esta direito para expedir ao admi-
nistrador docemilerio ordem naquelle sentido, por-
que, se desse, entio nao poderla tambera o Exm.
prelado, peto mesmo principio, dar ordens aos pa-
rodio, sem ser por inleruifdio da presidencia, vis-
to como estes sao tambera considerados como
Sendo, pois,"nma tal doutrina, contraria li-
berdade e independencia da igrej, cumpre que
essa illustrssima cmara se abstenlia de asnin
proceder, lazendo cessar a ordem alludida.
cor-
cisco da 6ista, appel
i* JUJHlil.
diminuicao do peso?
Logo que a mercadoria retirada do armazem
conipetentemente pecada, cessa toda a responsabt-
lidadetdo vendedor. Ese por ventura ella desima-
da pelos trabalhadores das alvarengas. einquanto
ncsias 3e acha para ser transportada ao navio,
a outros que no os arranenarios se deve impu-
tar semelhante abuso.
Referindo-se ainda diminuicao do peso, diz
o correspondente qae no lia exemplo de radie-
mants irregularidades em tao grande escala.
Mas nao advirti elle que de poueos annos a esta
parte que para os mercados de Londres s se
exporta assucar de tao pessima qualidade, e que
portante, s agora c iao d.is eras passadas, qa
deve actuar cora mais or^a a alludida causa
para o decreseimento do peso.
Nao exacta a outra accusacSo de se te reco-
onec lo que saoco com a marca de cinco arro-
bas, sao excessi vamente pequeos para 'aquella
quantidade. E=sa aCcusagao at Inverosmil, se
se attender quo todos os saceos tem urna medida
certa, a qual pode ser verificada om a simples
mspoccAo, accrescendo que os compradores nio
noderiam tolerar esse supposto.'aljuso, tohttf tnais
quanto bem conhecido o seu rolo e exigencias
no acto da venfleacio do p?o
E' admiravel que o correspondente, ao passo
que tanto clama contra o ulereado de Pernam-
buco, dlga.ao m&smi)Tomp.quca ftif tfn(rra
attrftiiJa nos capitaes os armazetiarios com 'Os'cabnSes c navffe? por-
ventura a maior partedo^navios nao. sao europeus
se a tratle praticada pelos capitaes" de navios,
isso importa urna justificacio aos armazenarios,
e consegulntemente ao eommercio de Pernambuco.
E na verdade, se a diRei-eilca de peso tem ou-
tras cansas que n3o a que fica aponlah, ellas s
podem ser imputadas aos .capilaes da'ntrvios. por-
que estes s3o brigadds -a' dcclantr nb onrnHi-
rnento da carga- '* qmnMade e a quarrtidade
dos objectos- embarcadas, segundo expresso no
A Provincia de 10 do
rente.
No firme proposito de injustamente aggredr a
adiniuislravo do Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira
de Lucena, que jamis perder o conceito de ad-
ministrador Ilustrado e intelligeute, aciivo e honra-
do, de quo gosa uo pau e especialmente entre os
seos conciados,o jornalaProviMcta-o arge a
respeito do seu despacho com referencia ao con-
llicto que se sascitou entre a cmara municipal
desta cidade e o Exm. Sr. hispo, por occasio de
declarar este o' cemiterio publico polluto.
Pode-s assegurar desde j que a Provincia nao
compreben leu a natureza da questo sobre que
versa o despacho da presidencia ; ou, se compre-
liendeu, confuudio maliciosamente as couzas.
E' que a Provincia nao examina as questoes ;
suppoe que a ventada das cousas est as decla-
ma.es, quer fallar sobre ludo, contanto que diga
que jesuta quem eolloeauJo-se cima das lulas,
e inspu-aiido-.se to smente oo sent manto do dever
quando tem ile dastrifanir justiea, s tora jus ao
respeito e encomios dos homens de bem.
De forma qua no entender da Prociacia, os jui-
zes devem negar justiea a urna das partes litigantes
cnabora coberta de'razos sil porque ou se pa-
rece com jesuta, E se o nao faz logo tido e ba-
vido por jiwta I
A Provincia qae tanta gana tem aos jesutas,
porque conserva no numero dos sous redactores
o Sr. Dr. Jos Antonlo.de Figueredo, que pela im-
prensa faz alarde te Krjmit* d casaca ?
Ah I que ojesoitismo ao -8r. Dr. Figueiredo
alguraas vezes servedejogol ...
Indagamos, porem ; se s. Exc. o Sr. Dr. Lucena
leva ou nao razdes para proferir o despacho om
questo.
Nao tem valor e muito menos applioaco ao
casa as consideracs produzca pela Provincia.
Ellas podem ser mm procedentes em outros caeos
mas nunca serviropar ptovar que o ssjcertiote,
que capellao, es,t tmUbido por s tocto de'w-
ceber ordens de Seu superior na tivo ao espiritual. :,
Cumpre primeiraraene restabelecer a quelo
Ha no cemiterio duisjousaj a notar se : urna
tdal e que conlto
que respeita puramente a espirHd
das heneaos, ora$Oes e cxeipwis ; outr ai qtie
respeita ao temporal e consta da Mrain'stracSo rea, do modo pfrqtte detto ser sepoRados.^B'
morios, da llmpesa e ass^iO'-yittW^alIt^iifi-
tar-ra a*p1a1mia, *^or^t*,a!
gfna, tnftxins'e <& c -poHsso qnedsceimterfs ternsramyse exfv>
muro.
Dahi vem ix as duw autoridades espiritual e
temporal tecm ntertttla Bos' ineslWs C6|kn>-
nos ,- mas-'ciRr^8a n*sna;rtJ*pertVesph*r?
A.autoridade espiritual quanto ao ce-piterid tita
pelo notoregnhfcftnio da earpara privAd tW-al-
itnnas altrbui^es que o*f'Or Ihe nm ooflee-
aidas. .ii'.-i7 Assmt-, t^*W4tigo regnftilttnlo'i aworiae''s-
piritual poda negar sepultura no cemiterio ao pro-
0 Sr. Dr. Jos Antonio de
Figueiredo.
O Sr. Dr. Jos Antonio de Figueiredo reservou
se para dar a ultima palavra sobre os aconieci-
ineutos -Jos dias H e ii do inaio. O ensejo nao
se fez esperar, o' no Jornal do Becife de 11 do cr-
renle, publicou um artigo, destinado a dar teste
munho da verdade, que suppo i ter sido alterada
no ofllcio do Exm. Sr. commendalor Pereia de
Lueeoa, dirigido ao governo imperial.
Aqueiles, que, como nos, formara do Sr. Dr.
Figueiredo uraa ba ophio, e o reputara carc-
ter serio, fieavam lomados de estranheza ao lr e
reflectir sobre o conteiido do referido artigo.
O Sr. Dr. Figueiredo podia, som causar reparos,
explicar as causas por que entre as assignaluras
dos membros do directorio liberal uo figurou a
sua no manifest de 17 de maio ; mas incumbir-
se de augmentar as aceusac/Jes injustas que fa-
zem os seus correligionarios a S. Exc. o Sr. presi-
denteida. provincia, ninguem que o conheca espe-
rara tal.
Contra toda a espectativa existe publicado e em
crculaco o artigo do Sr. Dr. Figueiredo I
A sua leitura despcitou-uos urna conjectura ;
nao foram as divergencias sobre o modo de ver as
cousas, que occasionaram a suppresso do seu
nomo no manifest. Esta suppresso nao passoo
de urna manobra poltica, o Sr. Dr. Figueiredo ti-
cou guardando a retaguarda do directorio.
E^labelecido o confronto do manifest com
mocq do Sr. Dr Figueiredo, nao vemos divergen-
cia tao profunda, que nao podesse, cora poucas
cracessoes, restabelecer o accordo dos membros do
directorio e figurar no referido manifest o norac
daquelle Dr., o que sem duvida lhe dara mais
prestigio e aceitado.
Por outro lado, o Sr. Dr. Figueiredo, nao se li-
mitando a corrigir o que ihe dizia respeito, desee
apreciaQo do mencionado ofllcio, increpa a ad-
ministrar) do inexacta quanto exposicao dos
toctos, e de iciprevidente em relacao aos aconte-
c mentes do dia 14, e faz referencia eleicao do
Caar para atacar o governo e dar urna formida-
vel carga situacao I
Assim, nao precisa esforco nem malicia para
chgar-se concluso de que o Sr. Dr. Figueiredo
foi conservado era qua neis para, Tora sua pala-
vra conceituada, apparecer no ultimo casoo da
debaadada do grosso das tropas.
Quando, porm, esta coojecmra fosse menos
aceitavel, outra occorrer certamente a quantos
lerem attentamente o artigo do Sr. Dr. Figuei-
redo.
Nao Ihe dovo per desconhecida a m mpre=so
tie prodiuio o manifest liberal nos espirites re-
ectidos, c o desagra lo com que foi recebido pelas
sumidades do seu partido na corte.
Pareceu at ao Sr. Dr. Figueiredo que a cfr-
ctjmstaneia de harer sido o nome do Sr. barao de
Villa-BHIk indieado no ofllcio do Sr. commendador
Lucena, chamara sobre elle toda a reprovaclo e
desagrado daquellas summidades. Gomo bom e leal
amigo, estn leu-lbe a mt.
O Sr. Dr. Figueiredo coatou com a vantagem
de se ter tecnsao a asslgnar o manifest, e com o
conwilo de imparersl qne, por isto, conquisten a
sua palavta, velo impflr ao piWico urna vwsao
fiue rehabflilasje o sc\i hohrado amigo, chafe' do
sen bartiab.
Rehabilitado cheto. rehabilitado fleava o par-
tido.
Para dar st phyrh maior eftoito e torca,
flsi.'tlrtAhir iS'byrtpiWS-e apreco qne o liga-
(?ntt'Wlr. Wlnm, -m (ItiKf, feia doloroso
salfflWo'eTa feemWio 'f-verdadr I
!feo ha'dtrri'ta que o St. r. Wgueiredo mane-
jou c,om habiydade e mestria a soa espada mas
osjplgBB^Iharam. A sua palavra tornou-se sns-
dwI> desde 'W^htfto irto vigor a censuras
dmliBeliW!* .'inexacta a cortimurteacio offlei
. de inexacta a eommurteacio ofleial,
uro subfilniente levantar a inslnaa?lo de
dffe' n iftm/Mrfe roncvro'sa taretendia macular o
Sr. bario de Wla-Bella.
' lUtatprcislidade e o pirfto da Jastlja e ver-
ade tJfto-fedhiB ter presidido o escripia do Si\
Dr. Figueiredo, que Uo injusto e imparcial se re-
vela hejfc Tus!
Fallando, pois, o r. Dr. Figueiredo at ;'. con
venienciasdeque, r,n'-.is'.k t.n'v, i.) se pre
de, ninguem doixa de ver em seu artigo o grande
einpenbo de daton-Jer e santicar o seu honrada
amigo, t quem nao se.attribuio toctos determina-
dos. Este empeuho constitue um motivo de sus-
peicao sua pajavra.
Por esta rapos sua pergunta- quem me co-
nhece achara que saja eu capaz de pertencer a
um partido, que abosando do (enflaclo do povo,
excite cora Dm claro e manifest de d sawralkar
0 governo. e d'ahi fazer escada para galgar o |o-
der ?-re^Jonderemosachamos.
O Sr. Dr. Figueiredo nao capaz, acreditamos,
de aconsemar, promover a dirigir excessos e actos
r^provadol do seu partido ; mas cafiaz de con-
tinuar a portenrer e at defender, como acaba de
*zer, quelle de qne fr sectario.
Em sua boa f e lealdade cnlende que aquillo
<|u* elle nao in, outn nao o faro.
fiesta pBitlio, o setl partido ser sempre uin
modeflo ai orden, nma vestal.
O fanatismo da idea, a laixo peKliea-obliteram
a razao e desvairam o espirito.
A verdade que, o Sr. Dr. Figueiredo, na de-
toza do seu partido, pareceu al querer desviar
delle a responsabilidad..! que tem nos aconlecim Mi-
tos do dia li pela excitacao era que poz os cspi
rito.--.
A imprensa liberal foi a que toinou s costa- a
questo religiosa. O Jornil do Becife, a Previa-
cia, o Liberal e o Liberal Ptrnambucano foram
infatigaveis e tornarain-se salientes pela energa o
rigor da linguagein empregala
OSr. dao Faria levou tambera a sua podra ao
edificio com as suas cartas ao? jesutas, e foi o
Jornal 4o Reeife quem, depois da suspenso de
S. Rvma, bradou : E' tempo do povo desnggra-
var-se por snas proprias maos.
Os oradores pertuncentes ao partido liberal, que
das janellas do gymnasio fallaram ao povo no dh
1 i, fallaram mais ou menos nesse gosto. O
Dr. Jos Mariano, membro activo do partido li-
boral, declaren pela imprensa que (ora elle OJW ni
convidara o |iovo para ir ao collegio dos jesutas.
aceitando a autora de indo quanto nrcorren.
_0 Diario de Pernamb;teo, era toda a qoesti i
nao lomea parle activa, apena* publicou poMM
arligos, quasi lodos em entijo cciitrario pro-
paganda.
I'ortanto, em vista dos fados, Irrisoria ?era di-
zer alguem que o partido liberal foi estraiilib s
tristes seenas ie li e i reuniao de 16._
\ respon.-al lidade desta reumo, nao a pdent
recusar, foi dirigida por dous liberaes qne, depois
da disparsae do povii, quaixaram-se ao directorio,
que .icqmcsceu I queixa, publicando-a era seguida
ao seu manifest.
Quanto aos acoiitecimentos do dia I i, ceo,
nao consta que o directorio convocasse a reunie:
assim como nao consta que reprowisse :
1." 2.* ('ie r.s seus a'liados promovessera reuni -;
V Que alguns de seus membros nis sociedades
e confrarias niraassera e dirigssera a re->isteneia
ao prelado.
Ora, se assim procedan o dirceterio, o me se
pode pensar ? Que as cousas corriam ao seu
agrado. Logo, a responsabilidade do que sobre-
veto, toda sua.
Entretanto o Sr. Dr. Figueiredo. M iatereosfl
do completar a defeza do ciiefe do seu partido,
deplora nao ter, como He. podido empregar as-
forros para eoiitcr a multido em seus actos de
vandalismo no cdlegio dos jesutas.
Nao era naquelle collegio que a reprovae'o I
indignacao do Sr. bario de Villa-Relia leirM
manifeslar-.-e.
Nao se deixa tombar, ou dar o ultimo impulso
a podra, na esperan.*a de que possa serdetid em
seu descambar.
O cheto do partido liberal nao erapregou o sea
prestigio o a soa torea para moderar o an ni i
exaltado dos seos nlliodos ; ao contrario conorria
com elle s minus e abraeava de pulilico os
oradores mais fogosos a que mais exaearhavam os
espirilos ja encandecidos pela liiiguagc.n da im-
prensa.
Com pozar, pois, recaiihecenns que a palacra
do Sr. Dr. Fpuoiredo nao s suspeita, al i;i-
justa.
Diz que a torca de careliana assistio sem se
mover o asalto e incendio da tvpograp'iia Uufri
Que a forra de linha, prxima ao collegio dos je-
sutas, nao appareceu tempo de impedir o as-
salto ; ( articula an.al a censura da mpm/-
detutia I
Os toctos, como o proprio Sr. D^. Figueiredo
reconhere, occorreram de improviso e de modo
que a autortdade nao teve tempo de evtalos.
Quando o Sr. Dr. chele, de p-dicia ehegou ao
--, -............... c.iiiMiiiimaira. r
enio lizesse aftarecer a for;a pttbHea, c-rrer e
prender a nmlodo me ai:i;i all eslava, o que
diriam os liberaes ? Qae se havia punido e van
tialismo cen um aentado contra a vida do cidl-
do e muuaeousa mais.
A bife eslava do promptidao no quartel. mas,
segando as leis miliar.-s, nao podia ser mov la
sem ordem superior. O Sr. couimendador Lacena
raaidou prender a mettor em conselho de invesii-
gacao o ofllcial que estar de eBtMte ; o conselho
reconh.ee mi que nao podia elle fazer sabir torca
sem ordem dos seos superiores.
Bem v o Sr. Dr. Figueiredo, que o primeiro
a gabar a Umpeza da rouiio, que o capito mais
previnido c acautelladn, pode ser presa do sane-
perado.
Se, como diz, nao podia o directorio liberal, con
tar com os sucaessos do dia li, sendo muitos dos
seus membros autores das reunios, e ensufladores
do povo ; que multo que a auteridade que cou-
liava as pessoas que estavam a frente daquella
/iiapa reuniao, fosse apanhada de sorpresa f
As torcas estavam de promptidao, s nao havia
ordem para moveram-se.
Se esta fosse dada, .se a torca sahisse era come-
coda reuniao, a grita seria maior, ludo se attri-
buiria a provocado da torca publica.
Esta mal informado o Sr. Dr. Figueiredo, na sua
assevoraco de que o piquete da cavallaria assistio
impassvel o ass Ite da typograpbia Ifaiao.
Apenas cheg^u a noticia ao palacio de basar
sido tambom assalUida aquella lypoyraphia, seguio
para all a toda a pressa um piquete de caval-
laria.
A rapidez com que os factos so davam, fez com
|ue aquella torca ehegasse q jando o alternado es-
lava terminado, e apenas exista, como resultado
delle, a togueira em (|ue arJiam as caixetas e ou-
tros accesso ios da typograpbia.
A vis!a disto o que" havia de fazer a for;a ? Es-
palhar os poueos cidados que assistiam o espec-
tculo, e que ninguem sabia se eram autores ou
participantes do attendo ? Apegar a togueira f
Tinha conimisso mais obre a exercer, e era
como fez, seguir para o palacio episcopal; para
onde se dirigir o grupo desenfreado.
Esta evolucoffoi sera duvida proveitosa: a adul-
teraco dos tactos nao pode soterrar a verdade.
O Sr. Dr. Figueiredo, reconhece-o os seus mais
iptimos, cede muito as primeiras irapressoes, e em
muitos casos c arrebatado e at apaixonado.
Pode bem ser que o seu manifest seja o fructo
de um desses momentos : esperamos que mais
adiante aprecie os factos com mais imparcialida-
de do que de.-ta vez.
E para concluir diremos.
Seria de subido preco para o partido conserva-
dor o apote e adhesao de um carcter como o do
Sr. Dr. Figueiredo ; mas tendo como base da sua
poltica a moderaco e a tolerancia; nem por isto
leva om myra fazer conquistas.
O qne verdade que o Sr. Dr. Figueiredo
moslrou-se hbil general, detondsu bem a reta-
guarda do directorio, den sua carga em regra ;
mas a batalha j o directorio a tinha pc-dido.
Jnnhu.
12 de juntan.
!:
Discurso pronunciado
cmiiSn la iustalliirito
de caridade na villa
por oo*
da casa
do Tri-
uinpho, aos 41 de Janeiro de
i st 1, pelo lev. I". <-. p. v.
Senhores : >Ien corac transborda dj prazer
e jubilo ; minha razio se confunde de um turbt-
Ihao de ideas, qne se atropellam ; meu espirito
npeucanha se dintede to esplendido especta-
ctie!... UMe-*gAMdeen e sablimidade t Oh !
Vs, magnificencia divina, magestade pat excel-
lenda, rei dos res, Senhor do mundo, Wandi em
meo humilde corseo um raio de vossa luz, nm
tomo de vossa graca para fortificar o meu espi-
rito nesta-panegyrica alloencjk) !... Oxal (bese
eu um dos benemritos ilhos de Minerva, para
neste momento solemne honrar a tribuna ; mas
fkllecera-me as torcas da sciencta e por isso invo-
c om raio de lat divina, atn do nesta eccaso
vr inspirar-me !
Senhores : A solemidade qtte tao enthusiastica
e religiosamente presenciamos, o attraetiv> par-
ticular e gerW; qne selign aos verdadalros inte-
resses desta e da outra vida : desta porque con
eorrenHw com os nosn otmlos para n InHiHU-va-
cix dos desvalidos. rom>i um rn-.na a toutritu di
Divmo Vo-iie-K-so- ; o da .kiItj prqo* a-
mos a f.'- viva r w -f mvr. a
atoran, qne >' a rti ol. o o., flmrta. .i i mde
de que BesM Deus que esernn ; r pnr MS>
omnipolenf, perfdt*, infinit, < nini- VUa a sua sabuikni i ii:lia*b, momiadu mu
si lei de dax artigo*, to los o preceii-- p*- fgim
a humanidad- nteira ; esle^ da artigoe pie r
encerram em dous ; e n qoe e nai- i'l" qae
raduzera a um s Sim, cmii um *i, piTqiv amar
a Deus amar aos nosaos seiaeihanie-
A CtrMade o lo que prcd> oliom-'in a Dtaa,
e como s faz caridade aquelle que ama a i
logo amar a Deus amar a hunianulaoV llena
todos os codifn, todas ai "oastiatfaes, as wat
sabias legi-laces do mundo rulio e civinadn, -
tellig'ote e letrado, e nao encontrareis un toda
sua pndixdadc una di-posro que rmapsfa
com a toille de luz, qne en'-erra rom-isa Ifi *w
inandamentos de Deus. Cb! graadna de pega-
mento! oh.' sabedoria infinita! utaj le
excellencia E o que a-liais i I i;n a-
na t pregresw material e moral, abnttrin do nu>
costuui'sciviliza'ao v ijiinpulseiiKis a lii*'*.
Em I'hL.s is lempos, em tula- a- \-o
toda a parle a historia profana nos da o ir- >t.im-
vel atleslado de qua
Iotas constant"-. lebatein-se a arn oo -
terminio ?e ucci'dem ; o saiigue humaiMi *
na se ens.i|aiido a Ierra tlr-trieiu-se. aira,
se ; horror sobre Iioiit p r toda aparto mt"*
isto por ainbicao de vangloria, d* r itpn-l. ri-
qaeae e paea t
Queris um exeinplo de imk-.* dias t ttiru. e
\v I- a capital do mund i riiMinada, a pnaJo para
onde convergiaiti odas as svmpaibus.
d'onde emana a luz da ci- ilisaco r a<> pnarc-
O empirio ta riqueza e do lux, u pi t-'> l- ,l*"
scieneias e altes, do talento da magnific
centro 11 praaar i la vida. > ii'j" Hiuaaia aa
mais hiirrivei< e atlerrad fas awaaa aa at
ilades se rtqM'leiu ; o san^ue liuiuaii en>-q
eampos, (nanada* de i-adavare* >* a*i* v~
vos i re-- q eis pip.i't"s quo l'ilnin. deBBJaa-**
eaeand.-a'n- aeinluiatlainnilv! K Franra,-1 a-
ri--. a cidade synipatlik-a, ft'trodas m^f mtic-a. j*
humanas, quasurrumbcsi impos gi4woda I
sia tud laniiii.o de po l>-rio pr.an.la'.'
ropa, ,i mi da riviv-v.-o >. Ja hato >tori-SKia. flu"
da boje copia da mai ueiih-nda barbari I
vageria.
Dous homens fazem a tle-praea ie ttoti-
a devatacao c ruina de duas nanees, gran !
tes e potentada*.
Qad de a civilisaro, progresso da* rWr
as boas l-'g.-la.o-s '
A obra do h hikmii paicipa tK- imporfeita e ineomplea Oh! quinta des.
e romo ludo iri Mate .
Acora vejanms a parle sagrada D
quatro mil anuos, quando o mondo at -
porque a humnela.le era e. ;;a da raza"
espirito imbuido na d>v rivs tu en ira
a almi era um lodaral leeinindo t pr*r* t
que s se viva p. I m.iteii..'i-ioo e :.sasJMMni
inip-'! '.relo o cpiciiri-ni'-. q.i 'a na
mesma linmsni 'a le refWsn.tr raaa naMt!
virios e de Aegn lara v.-o JIW
Calo pidos prophelas e e-;
Sim. o Measias vrtn r utihit o* '
erar a hiimaiiidade, e-!.i '
o< verdadi'iros princip; >. qu ot |r< '
no enrabio do hornera os priorqM d- "> "
e o Messias -Jesslevanto*: da ttogra I.....
lll.imd.lde. que pemia >|i .. io '
peec.'ulii, com suanalavr.i .; ai r
vez mais n iie-.eo.iic.
Queris nm exemplo de hj "Ihae e \- '? t*l
este insigne ministro, que com o r raf*i p -M.xto
do an; o de Deas c da -^aiita raridaoV, toiw A
mado por qnasi Indo n senio 0 mus prrti-
sino da divnu palavra ; tem il-randdt rwi
humilhad i sob.'rbos. reconciliad i ilifif*', *p*
liando sempre a harmona entre < lKme rc
levntalo um grande immer i de estalial -m
pos, cujo lira fazer caridade. li* < '
essr ministro, ess-- apo-to! ene -iviaik tto 9
d-i\a monumentos de roas virtudr*, jne '
sobreviver aos seos prariaaM ttai i fte .-'i'1 '*
sarae secutes, d -xa r.ii I luz que par-
n eoracocs dos liis rom a divina paterna
quantos nao tem cmiv-ri id >' quantos n*> wn
arrancado do lodacal immundo do p. arad"
mando essas ovelhs erradias ai immuasi* n' -
nho. ente pai espiritual est m ci lade atema.
ira, cao grande; o. -- -u~ b-r--. m
rite os prodigios da M de Dan, U dontrr
J-sns Cliristo. cnsinaJa a nos |i >r um t-a ..
treento de boadada, do.;ur* c da* mais I '
V'1 le.p ranlo, a difTerenca : ni pan
nviuidad. qaer aperfetooar eaas 1- gitn/l
ce-se na pe pienhez -le seu e^pirito. n ma
lgencia imperfeita c tonde a aahir n'iur. .:
profundo, destniindosa, arruinando-se r
taado-se entre si.
Einquanto que a doilrin;. do Divino >i
ie ai atravaasaao viate eeatos eatravesaara a- w-
raeocs futuras e sculos |nr vir. conserva* w-
leira, parfeila. inalt -ravei. intlastrnrtivi I ada
seclo mn luz-'iro mmen- > que produ/ a :. >a
santa religiao.
Sim. a religiao d i (, rij! i un bjnMa aan-
delahrotpie derrama luz par t la psMe
toda humanidade. Temo-fe no Allissim
mos o protestantismo, osehisnia, a idolatra, n a!-
vinismo e tntos outros abo- < de rail
esclarecida, sumirem-se na profundeza da f~
di dos sculos que passa'o, c lo-l e-.- j
todas essas nac'ie- c niv,-rlerem -se a nMri .
martyr do Golg'otha e todos abrevados pu -
sentir religioso e dlzerem-se irmt em Q\
Alta mntjudicia Dci.
V. a belleza, a magaideeacia. a grandeza e a j-
bliniiiladc desta religiao e-i.i na eandade uai.
na caridade a na humillado, porqae o SI
Deus veo para reniir o gen-'ro hnman dn
exeinplo de humildade c tle fazer liam aos Ir
lidos. Dava vi-la aos regii-, carava iw par.
eos e rcsuscitava mortos, e de nada se orgnlli
de nada fazia ostentaeio Oh santa candi f
oh divina humildade'! Sim. J-sus f.i li;
lavou os |is aos as arfpna i na p nlVr
forte e foi perseguid*, da Imcra de IMatos Ur
e a sua senlenca demorte : cda|Hiis mrtir;
injuriadle finalmente eraailicado n ma-toir
carregou nos seus proprios i ombres. K i id -
fren |>ara nos reca oh magnanimidad
me oh resignadlo adraiiavel. indizrvel '
Sois divino, siiis o proprio Din Ah a ra-
zio humana nao comprehende tanla b n 11
decifra este mysterio !..
E send i grande, sendo suMim sendo l
deixa a magnificencia do n->o iodir.vel r un
tomar a argila humana pira dar exempto de .-,
i pobreza, de consolar ao* tristes, de rur.ii
enfermos, de ser humilde, de henefi-iar na
nudos e de tozar a caridade Ah sim a can-
ia le, este scntiraeiito fjqd a sant-i, vardadein- a
sincero pelos nossos semelhante*. e nm dos ia o
tos attributos de Deus, infundido i-m i
ra-;oes I Vlde as Obras ie utiteric rdia r ah -
eontrarets um pequeo cdigo de fazer bem
nonos rmaos; cada um de seus ar igos i ..
vclaco, a forma de fazer a caridade.
Aqu neste recinto, qua hoja o -coarte, oada
se manifestara estes religiosos sentimeatoa, cena
a casa installadac instituida por nm mioistro, zuza
prepara cao de espirito novis, i santos anda, c al
mesmo virgens do lodacal iiimiund-i desta fallac
vida, ser daqui pouco o santuario da pan.
da can Jura, da innocencia ; por jue a jui rciaau
a humildade, a religiao, o amor d Deas, tofo
pela doutrina do Chrisio. Sin, e*te lugar que
chamamos o receptculo de arpies
amanha serio santuario da f;estta
mamos orphs desfavorecidas da fort^
san mus, amanha sero modelas de mis de faiat-
iias c bem aventuradas por pe mnocalaaeo-ac i*
o sraiimento religioso, serta filhas de Deas F.
senhores, como somos venturosos por
cado nossa pedra para a ereccio de tao
santuario, de lio sanU inatituico T f
Mas, nos dormamos asotano son .
aor religioso era como a alemp: enetes a apagarse, se seaaVr duilam-lto
ti s Dos grao te e anaricordtaeo ;
pra coraco de um seu digna ni
o tre nos, como enviado do Di vi
pregar a sua santa palavra, e fuer
o proveste da doutrioa evanglica,
nada,
Sim, elle, o amigo, o mestre, o pat, tk
ve o espevitara luzem nonas coraaiea,
do. o nosst gioao aeotir.
Sois amigo, nastre, e pai aaasfo.
faliasteacom braadura, adabilidade e
trando nos o catninlw do ben, a
caminho do mal, daan ase a saala
salhos mwara, porque nos usiai
nica verdadatraa raligieo de 1
pe, porque aos teadas ebeacnado ana a
apostlica e continua-to-hau.
() Indicando o padre mestre lbiapna.
e el-
a
m



II l-l -


>
I
'
I
JBbtto .j|e (SwH^ibuoqf TT#30Jfl^$ta*-- W* de-jafoi&Qode 1878.
Vas, digm apestlo de Jess, to:il)J ettuml I >
x% mu* ^M>>enli4i^f ^ifMkl ai'i!!l q 11
raniMfluauvUfia'br.lJ rJzM au preceito s
U morul evaugelk a doutrina do Crucificado.
Hmrsvemn PraniiseoXtviepe Aiwhiett, dmis
santos, 4)03 Tfrltt-jws discpulos do Loyola, os.
qnaescom s doutrina d) C'iristo humilharam co-
r*6* sabir h, qiebraram smtknmtos bravios,
mi nm a arma*, mu c )in a palavra. nue amaina
aes 5nBi))s e que mitig.i os epirtros Wtes. Fran
usa Xavier entre os herejes selismatcos, e An-
hieta penetrando a's mais longincuas e remotas
raguas (Mitre os selvagens progaram a doalrina
vaagelici, e obrara ni os uns admiraveis prodi-
gios. 0 primoros a'iirravam dis. verdadeiros
principia da retinta do Chri&p, e os segundos,
cora) selvagM, mam arnnas aida de um Ente
>njW6)o, creaJor de ludo, porque do instine'o
ine*m>-d# lbm'n rvon'cor um Dous. E tanto
aswft, qtwunpjiljiop't) dis*e : que se nao
unvesse Oju.', e,'a mcisai'Io fir.e-lo. Nbqoe-
aner gue o ostal d-iwssa pivo fossoo'da-
quines, nao ; a luz di E>'ugel!i) felizmente tein
penetral) ate o altos serllos, e, aceita, reverte-
rnKS B:W lAn 3 WM# a iJ-1 Jj verdadjiro
Deus; mas os nossos corarles erara eroraudecidos;
a cwigiao neste povo Va como a alampada de pou-
a Iti; c'.iegou, porm, por misericordia divi-
na este enviado de Jess Christo e fortiQcou a
Mperanca e foflateceu a fe dosta pequea parte da
liuminida le, que ostava quasi descrente pelas mi-
seas e tropelas que aeorapanham aos lerriveis
lagellos da eseassez. Ao passo que hoje estas al-
nas eomo i|ue est inebriadas nos inefaveis go-
tm da ontra vida, so porque lie foi comnunCada
a eritrina evanglica onde eneontram allivio s
lores, coinolo aos males e doura as provac.d'sj.
K vos, douto, digno c virtuosissimd ministro,
sois merejedor dos1 mais elevados encomios e cr-
mor de nosso eterno e imuiorredouro reconheci-
meato. Vos nao viestes so convertor os erradios
^perversos, viestes tomar sob a vossa evanglica
airofeejao estas infelizes desvalidas da fortuna.
Sim, viestes cumplir as obras de misericordia para
-ow estas trinta orphiis, que sob a inmediata di-
receo de cinco irmas da santa caridade, sarao
servas de Deus, porque neste asylo onde seqneima
o puro incens (|ue sobe at aos cos em honra e
gloria do nesso Pai Supremo, somente se respira-
candara o innocencia, caslidadc e pureza, n-
iiocnladas pelo amor divino.
Sao tao grandes os beneficios, qne prestaos a
esta trra com a predica da divina palavra, e com
(se liem que sinta, pois a palavra nao traduz iel-
mente o pensamento), para demonstrar-vos o que
se passa em meu cornea reconhecido. Mas, in-
terpretando o sentimento deste povo que vos ama,
venho agradecer-vos pelos immensos beneficios que
ilie tendes prodigahsado em prol da eterna salva-
ao de suas almas. A vossa perigrinaeao a san-
;i missao que derrama por onde passais os mais
s-datares beneficios. A palavra divina que pre-
a !'<, a bussola, que como luzeiro, fazeis enea-
nimbar os liis a nm porto seguro, transpondo a
salvamento as tormentas do tempestuoso mar da
vi.la.
Continuai a instituir e inslallar sempre estes
santuarios dj virtudes, estes receptculos da or-
pliandade, para se tornaran modelos de moral e
ion costumes. Ej que aqnellcs a quem bene-
Geiail na i podem recompensar-vos, Deus vos
premiar com os seas infinitos dons celestiaes.
E vos, que movis urna populacho inteira, vos
n cujo aceno obedecem raimares de homens, vos
tiualinenie que com a divina palavra confunds
as clanes superiores com a mas?a popular, po-
deis certamente fazer o que vos vou pedir. Pro-
seguindo na vossa nubre e evanglica missao, qual
i otro Vicente de Paula, derramando a doutrina
jegressai um da a esta trra, alini de verdes o
fruete de vossa obra, e renderdes gracs ao Altis-
.simo por tao inefl'aveis benelicios, e linalmente
a Deus pela fulicidade deste povo
reconhecido e pede-vos a bencao
fora dirigida 'f^f^omp Vnic, sabe, eq spu mu,
pouoo amfgo tic r*artifes anidciWIo -fe' princi-
palmente pilulas ; vm-ior parte deltas para nada
prestara e umitas sao-perigesal:' laifem-as pilulas
assucaradas de Bristol, formara urna honrosa e.v
oapeao.
Nao se pjdia dtsejar mulhores. pilulas pm o
uso de familias. Sao ha, segundoirao rae mxm,
em toda a pharmacopeia 'cottsa qd'o com" ellas se
poisa comparar ; n;m isto ainda ruflo as qua-
lidades antibiliosas das pilulas as tornan am re-
medio positivamente inestimavel para a cura' das
febres biliosas e intermitientes e sezdes, to eora-
rauns oesta lattitude. Ea as ache "unta eftlca-
cia exoeMente no Curativo de febres, carefrios o
sezoes. Ellas sao tanto tonieaB eomo aperientes e
podem' ser administradas eom grande vantagem,
ivaqnelles casos em qu os purgativos drsticos
poeriam sei' .iltamenWp'erigosos. Ellas se achara
raettidas dentro d vidrinhos er^p* isso conser-
vams3 perfeitas era todos os'cItiMK
Em todos os casos aggravados ou provenientes
d'um estado impuro do salgue, a salsaporrilha de
Bristol, deve de ser tontada c/itictaraente com
as pilulas.
j^arca fra
ia! -Dantas"(esierada) gtneros S/
pafa rt t*p1<*e M-cotiipanhab-
rogar sempn?
que vos ama
apostlica.
Pao d'Alho.
Pafl que algnem n.lo supponba que as irman-
dades do 8S. Sacramento e do Divino Espirito
Santo desta Villa deixaram de acompanhar apro-
cssao il i SS. Coracao de Mara ao dia primeiro
do andante por falla de convites, dechro que
ditas ['mandados forain com aleccdencia convi-
dadas, deixando de si apseseotarem porque se re-
cusarara os respectivos tliesoureiros.
Tambera declaro que, u3o se apresentou a guar-
la de honra por mim pedida ao Exm. Sr. pres-
deme da provincia.
Villa de Pao d'Alho, 2 de junho de 1873.
Gonen Ifanoel Jos Martius Al ves de Carvalho.
Coadjutor pro-paroelio.
< lincas iuilolciiiCM ou chro-
uei|t.
A vitalidade tao frac em alguna1 syslemas,
qualquer urna molestia d'urt carcter ulcoreso.de
que se vejara afilelos, recabe quasi que immedia-
tamente d'uma phase aguda ou iullamniaturia,
n'um estado chronico, tornando-se inerte e indo-
lente. Por esse raesrao rospeito, ellas nao delxam
de ser menos perigosas, era quanto que o seu tra-
tamento se torna mais dflHcil e traballeso. Em
nenhuma classe de casos tera a salsaparrilha .de
Bristol, sido administrada tora mais assignalado
successo, do que justamente nestes casos. Ella
fornece e d ao systema e constt.uslo o alent
necessario para ralhor poder bafaltiar com a mo-
lestia, ao par qne as suas^prolrfedates altamente
antysepticas exercei Oni fffeitl tuadiato e sum-
mamente benfico sobre as chagas.
E' da maior importancia o usar-se ao inesnio
lempo das pilulas assucaradas de Bristril, conjunc-
tamenle com a sals;parrilha. visto ellas expulsa-
rom para fura do systema os humores corruptos e
viciados postes em movimento pela areo da sal-
saparrilha, e por esta forma, ainda raais sefai-
lita a cura.
COMMMO.
Praqt d Rfecife.
Movimento e transaccoas commerciaes na
semana de 4 a li (lo junho do 1873.
Cambios. Sobre Londres a 90 d/v 2o e 3/i,
23 5/8, e 2o 7,8, particular.
Sobre o Ro de Janeiro 30 d|v 1 #| de descont
particular.
Desconlos de lettras 10 % ao anno, particular.
Accocs da companhla da estrada de feri do
Recife aS. Francisco, a l8 cada urna.
GNEROS VENDIDOS.
Assuear. Mascavado purgado 2^130, por 15
kil.
- Mascavado para o Canal iSCO.
Algodao.-Da Parahyba, i.' sorte, 9i700 o 9750
por 13 kil. posto a bordo a frete de 1/2 c 3
0/0.
Dito de Pernambuco 9 por lo kil. em trra.
Carvao -* de nedra esttanguiro, {pnejada tnctric
- Alfanojega de f erfljlfcieo, 1 \ diunhi} de 18C
O IafconereiitB-M. SJ1. PJWMM.i '> ~*
O 2 onferente -E. Uundira Pestaa '
Approvo.Alfandegaiiidejttnho'f 1876. -
o inspector da alfandega
Fabio Alexandrino de fliiwf Heu.
:: :)Ui
_ Liveipuol, brlgciny' wS- Anderson, con-
signado a Johnston Pabjr.i tlrmanielrtu;,.
Arroz 50 saceos a M. Racha, fi t AJuellas 27
aLijlos a S. P. Jolrastou. rticos de botica 3 vw-
lu'mds a M. Silva, i, a ?. Fanas, 1 a S. P. Jphus-
ten. Acida 1 caixa a Forreia & C Amostra 1
volurae e 1 sapea a Ferreira Je. Carvalho.
BhcoutQ 10 caixas a Aptono Ferreira de Gafc
vlha. Barrilba 40 barris t Sanios, A Ara/fe
Burra de ferro 1 a Phipps Brotuers & C, 2 a S.
Bastos *.C n.
Cerveja oQ barricas a Magallu^es k Irraao, oO a
J. Alvos, 100 a Antonio Fl^Garval/o' Cutilaria
1 cai.\a ^ D. V. Bastos. ChunibptJgO,||ijirri|hinhos
ao Lacaa d JJeuifica, 10 a cnipanli/a' Drainje.
Canos de barro 1,320 a nicsiua co'mpanha, ditos
de ferro 2o volumes a mesma,' 19a Siiiipsou 4 C,
ditos de .chumbo 9 caixas, a P. Julrastuu, 25'a
Soaw HwaLes', "20 a SirapsonAQ. Cabo 1 fardo
a eompanhia Drjuage. Chumbo ei lep^ 11
caixas" a S. P Johnou.
Drogas 2 cxas 'a, Silva Earia.:
Ethe>' 1 caixa a Rodrigues das Cutas.
Rendim
dem 3
GE-
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
""ERJUHBirQ i 'i
ICi (h mesrao raez, em que ha ver para tal m
sessao extraordinaria do junta da fazeuda.
Secretaria da thesourana provincial de Pcrnara-
ttco, | i de junho de 1873.
O offlcial naior.
008J5,_____________M. A. Ferreira.
'",. VMU^itxkMjj ^ -11' I ) Conselho de compras de ma-
fcadfflentododia 2,a 13 45:897*16* -. j. _. *
demdodia.^4. .
,n rroiini' u conselho tWidia 46 do correte

-
-
. i..li
mmm*
... '
UVIMENrff IfiJ PORTe
raez, i taM
de propostas recebiJas at as 11 doras da manh,
contrata sob as condires do eslvlo, o fornocim.'.n-
to n trime-tre prximo vindouro de julho a sc-
tembro, dos seguintca objectos de ardameuto.
Para aprendizes artilices.
Bonets do uniforme, bonets dn servico, blusas do
brim branco, blusas d algodao azul, btasaa de
panno azul, caigas de brim branco, caifas de al-
godao azul, carnizas de algodaosnho, cobertores de
la, cobertores de algodao. cintos de couro branco
envernisado, calcas de panno azul, eoleboes de
linho cheio3 de palha, fronhas de algodaosnho,
sMwJo Joac de Barros, eiiuipagera lencos de seda preta para granaras, lencocsdeal-
ijlmp c outros gneros ; a Thomaz de Rodaosinno, sanatow, saceos de guardar roupa e
Foricca & C. travesser?s daiiahochie/is de palha.
EENTRADAS DE GNEROS.
Assuear9,671 taceos.
Algodio-2,346 saccas.
Assocacao Commercial Beneficentc, 14 de junho
de 1873.
J. V. Ferreira Lopes,
Archivista.
Os abana asaitjnadoB residentes uesta villa e
ierrao do om Conselho recorrem imprensa pa-
ra darera ao Rvm. padre Luiz Ignacio de Moura,
mi publico testemunho do sentimento de que se
acham possaid >s, por nao ter se realisado a sua
oomeaeSo para vigario desta freguezia.
_\ maaeira porque se portou5. Rvma. no curto
perodo de quatro mezes era que, na qualidade de
coadioctor pro-parocho regeu esta freguezia, cum-
prinoo com tela e dedicacao inexcedives os sa-
grados deveres de s?u ministerio, e dando nota-
vei impulso as obras da matriz, que se acfcavam
parausadas, pareca na opinio de lodos, motivo
mais que sulliciente para ser S. Rvma. preferido a
qualquer outro, quando se tratasse da uomeacao
a.ludida : entretanto assim nao acouteceu, contra
a espectativa geral c contra os precedentes esta-
blecidos ; quaesqaer <|ue sejam, porm, as razoes
que teuliara determinado o proeedimento deS. Exc.
Rvma. a respeito, o que cerlo que nem por
isc perden o Rvm. padre Moura, cousa alguma
da estima doa seas amigos o de quantos sabem
apreciar os raros predicados que o distinguen).
Praza a'Deus que o sacerdote que foi nomcado
para reger a freguezia saiba captar dos seus pa-
rochianos o mesmo respeito e affe^ao de que o
Rvm. padre Luu Igoach de Moura sempre gozou.
Roui Con.-.'::i,i. :i i de inaio do 1873.
HxBoel Aprigio de Morsas.
Manoel Jos Mendos Bastea.
Bacharcl Manoel Antonio da Silva Rios.
Jos Emiliano Cavbante de Albuquerque
Angosto Marliniano Soares Villela.
Jos do Alenquer S. do Ainaral.
Vicente Ferreira da Cruz.
Nemesio Garios Soares. Vi lela.
Am:iio Teixeira da-JIacedo.
Tuie Hhlo Crespo.
racista Aulunio lavares.
Manoel Antonio lavares.
Francisco Jos! da Costa,
lilditio Pinlt de Barros.
Joo Correa de Mello Palraeira.
Antonio Manoel Teixeira.
Francisco Antonio do Nasctmcnto Twares.
Antonio Feitosa da Silva.
Joaqnim Francisco de Lima Barros.
Francisco Jos Soares.
Antonio Guedes Aleoforado.
Francisco Pinto de Barros,
Anlnnio Jos da Gama.
Joao Modrigiies Camello.
Jos Goncalves Pacheco.
l'ia Tertuliano Camello. ,
Kiincdio Alexandre Jos de Alapinha.
(im Al ves Fetosa.
talduio da Silva Cidrao.
Caadid > Carlos da Costa ViUela.
Alvaro Evangelista da Cosa Villela.
Joo Nunes Vieica.
Graciado Augusto Soaros Villela.
riiom Jnaquim do Nascimento.
Domingos larrsto Leite.
Joo Alves da Silva.
Antonio Bezerra da Costa.
francisco Jos da Luz.
Jeremias Piuheiro de Parias Burgos.
Jos Alves ftitos.
Anero Nunes du Reg.
Pedro de Alcntara GalvSo'. '
Aatonio Pinte Icucifa.
Jos Francisco Povoas.
FranciscD Silvestre N.
Maiianuj Jos Pllgucras.
Jos. AUsxandre dt Souza.
Joaquim Athanasio d Silva.
Antonio Marims Ferreira do f Sanies.
Ftancisco Jos Correa Leal.
Antonio Pinto Vllclla.
Vch.
V'tt^S|beri.Siiftns, autiganjente un dos niem-
nwdio de Pliildeipbia ?-
as plalas assucaraas dbilrisiot esia"pfoffu
niaravilbas naquea/.iagte'em casos de febres e
Wft,fckb>> liOrasa e^tmii^ites. > ft.es-
Uracto s^^B'dg^^btfertlciWfol' puBfica-
do com a "Xh \wtinfo, a p,uem
Banco Commercial de Per-
nambuco.
O banco sacca por todos os paquetes so*
re asprdeas de Lisboa e Porto.
Seguro contra-figo
COMPANHIA
INORTHERN.
Capital..... 20,000:000?K>00
Fundo do reserva. 8,000:000?>000
Agentes,
Mills Latham & C.
RA DA CRUZ N. 38.
GUROS
MRITIMOS
CONTRA O FOGO.
4 eompanhia Indemnisadora, estabelecida
nesta pracn, toma seguros martimos sobro
navios e seus carregamenlos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
SEGUROS
CONTRA-FOGO
IIPEBL.
Ra do CoiuBuercio n. 38, pri-
meiro andar.
Agente,
W. G. FENNELLY.
C0MPAHHIA~ALLIAN5A
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 18 7 0.
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a
/ .co martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e fo-
rondas.
Agente : Joaquina Jos Goncalves BeltrSo,
roa do-Commercio n. 5, Io andar.
PRACA DO RECIFE 14 DE JUNHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
CotacSes ofBciaes.
Assuear Canal U50O or lo kilos.
Assuear mascavado purgado 2*150 por lo kilos.
hontem.
Aceitodo caminh) de ferro do Recife a S. Fran-
cisco liS# cali urna.
Cambio sobre Londres a 90 d[v. 25 3|4 d. por
UOoO, bontem.
Uanourcq
Presidente,
eal Seve .
Secretario.
... Rasadas
20 Volubles a Sha'w H\v;ikes & C, l6 a S. P. Jo-
biiston, ,.
Kollias de Fjaudres 50 caucas a S.J*- Jotoston,
100 a Shaw'lfwakes & C. Fercgm 2i vluiiles
a P. Johnston, 1 a Ferreira i"C.; 45 a Prente V.
&. C, 15 ordeui. Fios da sapateiro 1 fardo a S-
I. Jobniten, 10 a D. T. Itastos. Ferro brto 46
Iwrras, 340 atados a P. Johnston.
JLoura 54 gigos ^a Costa Soaros, 500 a A. P. "W-
hnton Linha 20 Caixas a Prente V. & C.J0I
erdem.
Moinhos de caf 3 caixas a S. P. Johnston &*?.
Oleo 10 barris a eompanhia Drainage, 2 ordetn,
1 a Ferreira & C, 2 a A. Barbos?.
Ps de ferro 10 amarrados a Sha\y H. & C, Mi
eompanhia Drainage, 60 a !& HaUiday. Papel 14
eaixas aos mesmos.
Rodas c suas perlencas li pares a eompanhia
de Olinda.
Sabo 100 caixas a Sauuders D. & C, 1 a eom-
panhia Drainage.
Tecido de linho 1 caixa a S. Leitio i Coiuibra.
Terebentina 1 caixa a Ferreira 4 (i, 1 a CuJia.
Data 14 voluntes ordem, 3 a Ferreira & C, 3
a A. Barboza.
Vidros 9 volumes a J. A. Perera, 2 ordem.
Zarcio 1 barril a Shaw II. 4 f,
/ \ /
Llsbea, brifcue portuguez Jvlio\ consignado
T. A. Fonceea & succossores, manifestou :
Azeile doce 50 barris a Rabello & C.
Cevada 50 saceos a Marti os 4 Cunha. Canta-
ra 40 volumes a H. B. de Oliveira, 66 ordem.
Cal 50 barris a Julio S. Silva. Capites de pedia
1 caixote aos consignatarios. Cadeira 1 grade a
J. F. Penna Calvario 1 caixote a F. A. Britq.
Farello 50 saceos a Carvalho 4 Nogueira, 150
a Beltro 4 Flho, 50 a Albirio J. F. Cunha. Flor
de Sabugo 2 fardos a Ferreira Maia 4 C.
Ombreiras de pedras 10 aos consignatarios.
Semeas 430 saceos aos consignatarios, 400 a
Carvalho 4 Nogueira.
Toucinho 60 barris a Rosas 4 Filho.
Vinlio 14 pipas, 30 barris a Oliveira 4 Filho,
34 e 20/5 a Beltrao A Filho, 45 e 39/5 a Rabello 4
C, 21 e 30/5 ordom, 30 o 10/5 a Costa Amorm
A C, 11 e 10/5 a A. Bastos A C, 6 e 20/5 a Rodri-
gues Mendes, 8 e 63/5 aos consignatarios. Dito
branco 30 barris aos consignatarios. Vinagre 3)
pipas e 85 barris aos mesmos.
Navios entrados no din 14.
LivrpVa^d^s/bjtea ingiera Roben Auier-
*?, *,S08 to'nelsBa*, capjtao John llopkins,
eqtlipfc'jwn '9, erg* varios- gneros : a Johns-
ton Patera C.
Lisboa-30 dias,. lugre portuguez Julio, de 277
toneladas^
14, carg
Aquino
;Y(A<< 4kUs no mesino dia ''*ra mperiaes marinlieiros e aprendizes ditos.
Granja e porteA' intermedios Vapor brasileiro Bdnets e P3"10 aIU> camisas de brim branco,
Pvapjm imandaiiie Perelra, carga dille-, a-K,s da a|8llaa !. camisas du rdgodo azul,
rentes genfc. e'lcas de panno azul, calas de brim branco. ca-
Aracaju" o pbrtosvJiHcAiMdies Vapor brasileiro nu'sa', d(' '>iela azul. tendo o corpo 4 1|5 palmos
Gemii,. coniaa'anre Mailing carga varios de compnmentoe 3 as mangas inclusive os pnnhos,
fkmrbM I r .,11 camisas de baeta azul tendo o corpo 3 palmos de
KfeMtf->>por ingler udeiu, coomandante J. comnrimenlo e. 2 as mangas inclusive os puolios,
JBmM, ou^i ssucaV. oalito.^i i colchos de linho cheios de palha, lencos de seda
Rio da Prau-Patacho hespanhel So!, capitao Joao Prela Para grvalas, -apatoes e sacco de lona para
B:>Mart5h!-; da aisnca ., i tnannhagem.
J,',L -Xivio entrado no dia 13. Para artfices avulsos.
9ttm}-3 diifey'brTgue-'tdiLtial S. Paulo, de 232 Bausas de panno azul, blusas de algodao azul,
toneladas, capitao, Manoel Alarciano Ferrein, ?*?}? d,1l"'il" ''"uco, calas do panno azul, raleas
IOiii be
Recita e\U|or.liiiari|.
Representar-se-ha a nwhMi ctmaHu
lar em 4 actos, ornada do hnu :
AS RECORD.UiOES
MOCIIIADE
Terminar o cspeetaenlo am
acto, sempre frevUeameate ai
Os nuil''* las lints

eijipagfein Qo/efl lstVo; a Pererra Vanna i
-
EDIAES.
de algodao azul, camisas qe algodaosnho e cintos
de eduro branco envernisado.
Para marinhagem.
Calcas de brim branco, calcas de algodao azul,
*MMMHnc.nMB camisas de brim kranco, camisas de algodao azul,
camisas de baeta azul tendo o corpo 4 1| palmos
de comprimento e 3 as mangas iuclusive os pu
nhos.
F.I' i d^. ,,,;,' corrente mez, e de Ignal forma, contrata os ser-
ni'VaJ^?W^d*''UJ|i,nd,**^fi'zPui,iC0,lUfr vqos de barbeiro fenfermaria de marima, por
i ao terrao sido encciuafla a venda da mercadura tempo de um anno udo em junho de 1874, e o
nifl, T ^"cM't.paredilal n. 132 rornecimeilto de aletria, araruta, bolachinha ame-
per ralta dteonenrrnTa o! va1..r offlcial, se trans-' ricana, cevadinha, conservas preparadas, carvao
R!Sfi\2Sf!l?ni *? \l.1,n-ral do dia 16 c?k, fejao, gallinhas, sal, tapioca, telha, velas slea-
rias, vinho de Lisboa e velas slearinas de 8 em
muros.
Priri^iara s S |,| hora'
BENEFICIO
DA
\flriz Hamiela Lner
Ten Jugar a quaf u-.*a
25 dejanho
com a piimcira representafio do petmtm ra-
ina em i prologo e 5 actos, Iraduzidw du abano
A
*ll
BE C\\
d.-s.-nmc a bando a li-aeatiada o da;:
MARA E ftOCM KW.CI:'
Subir tambera a so-ni pUa \T'm-.' i /. a r >
inedia |em I arto :
REDE PARA NOIVOS.
lo mbliro.
fls eorrente, pot desli rfephrticao.
. Trapiche Conceigao'.
Vmh'c-sersgarraffjS com genebra, tendo al-
guna quebrados e vasins, avahados; por 200*000,
viudos deHambtirgo no navio Miranda, entrado
ueste porto em abril do crrenle anno, e aban-
onidos'aos ttire'ito por1 Candido Alberto Sodr da
Molla A C.
13 de junho de
Almndea de lYTHainbuco,
1873.
O inspector,
Faino? A. de Carvalho fteis.
libra, para completo do foraecimento de vveres,
dietas e outros objectos de consumo aos navios da
armada e estabelecinientos de marinha no citado
trimestre.
Sala das sessoes do conselho de compras de
marinha, 10 de junho de 1873.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Aracaj, vapor nacional Mandaba, manifes-
tou :
Algodao 11 saccas a Goncalves Torres, 26 a A.
S. Reg, 74 a ordem, 77 a Bocwell 4 Jones 116 a
ordem. Assuear 212 saceos a M. J. Alves. Arroz
em p 76 saceos ordem.
ALFANDEGA
rtendimcnlo do dia 2 a 13. .
dem do dia 14.....
366:6734797
38.579*533
405:253*332

Descarregam aoje 16 de junho de 1873
Barca franceza Veridiana (atracada) diversas
mercadorias par?, alfandega.
Bngue inglez-/too*rf )wrm mercadorias
para altant'jega.
Lugar portuguez- _M/p _mvers08 gneros para o
0 tr*rpiche Conceico, para despachar,
ngue por%ugez 5^rano_vinho para deposito
no trapiche Barbosa.
Barc'. portagueza Deifique I lagedo para
y o trapiche i^nceicao, para despachar,
'atache ingiez-G/oria dormentes e macbinismo
para a trapiche Coniseicao, para despa-
char,
OESPACH S DE EXPOUTACAO .NO DIA 13 DE
MAIO DE 1873.
Para os portos do exterior
Na barca portugueza Rpida, para Liverpool,
carregaram : G. Neesen 4 C. 118 fardos com
22,849 kilos de algodao.
No vapor inglez Student, para Liverpool, car-
regaram : R Schmmetiau & C. CO saccas com
9,634 kilos de algodao ; T. Jefferies 4 C. 530 ditas
com 35,815 l|2 ditos de dito ; Keller 4 C. 93
couros salgados com 7,116 ditos.
No navio ingles G izelle, para o Canal, car-
regaram : J. PaterAC. 721 saceos com 54,075
kilos de assuear mascavado.
No brigue sueco Esmrala i, para o Canal,
carregaram : J. S. Loyo 4 Filho 1,500 saceos com
112,50) kilos de assuear mascavado.
No navio allemao Oriente, para o Rio da
Prata, carregaram : J. S. Loyo A Filho 301 bar-
ricas com 31,793 kilos de assuear branco e 149
ditas com 19,255 ditos de dito mascavado.
No patacho portuguez Jet, para o Rio da
Prata, carregaram : B. Oliveira 4 C. 60 pipas com
28,800 litros de agurdente.
Para os portos do interior.
Para o Cear, no vapor nacional Pirupama,
carregaram : A. da C. Araujo 30|2 barricas com
1,938 kilos de assuear refinado ; J. F. dos Santos
Bastos 30|2 ditas coin 1,806 ditos de dito ; J. J. da
Rosa 2?|2 ditas com 1,330 ditos de dito brauco ;
Costa A C. 40|2 ditas com 2,535 ditos de dito rei-
nad). Para Acarac, Fernandes A Irmo 1 casco
coai 240 llros de agurdente ; J A. Costa Siquc-
ra 4 barricas com 386 kilos de assuear refinado ;
A. Quintal & C. 5 ditas com i lo ditos de dito.
Para Mossor, C. Dubeux I barrica com 45 kilos
de assuear branco ; M. Carneiro Antones G. i
caixa com 103 ditos de doce. Para o Natal, J. C.
Paes Brrelo 4 pipas com 1,920 litros de agur-
dente.
Para Macei, no. vapor brasileiro QCgui,
carregaram : A. Quintal A C. 3 barricas com 190
kilos de assuear refinado ; J. T. Cordeiro 1 vol li-
me com 50 ditos de doce ; J. J. de Azevedo 1 dito
com 58 ditos de dito.
Para Macei, no vapor brasileiro Gastiio de
Orlees, carregaram : J. M. Barros Filhos 4 C. 2
volumes com 70 kilos de doce.
para o Rio Grande do Sul, no lugar brasi-
leiro Rio Branco, errregaram : Amorim Irmos 4
C. 25 pipa-eom 12,000 litros de agurdente ; P.
Vianna 4 30 ditas com 14,400 dilos de dito.
Para o Para, no patacho brasileiro Olinda,
carregaram : J. A. da Silva Araujo 50i2 barricas
com 4,014 kilos de assuear refluado ; B. Oliveira
4 C. 400 barriquinhas com 26,99 ditos de dito.
Para Mossor, no biate brasileiro .4 dos A njos, carrogou : J. C Figuerra 6 barrieas
com 380 kilos de assuear branco.
Para Macio, no biate brasileiro N. S. dos
Navegantes, carregaram : A. Quintal.4 C. 8 bar-
ricas com 517 kilos de assuear refinado, e para t
Araaty 10 ditas com 8(0 ditos de dito.
filttul ii. 139.
Pela inspectora da alfandega se nliraa ao do-
no ou cougnatario das caixas com kerozene,
abaixo mencionadas, a vir dospacha-las dentro do
prazo de tres das, a contar da dala deste, sob
pena de Ando ello, serem vendidas por sua conta,
s,*mquuMie fique'cornpetindo allegar contra os
elfeitos desta venda, visto terem excedido o prazo
de seis mezes.
Trapiche Barao do Livramento, caes do
Brum n. 2.
Marca-M T C196 caixas dobradas, viudas de
S. Thomaz no navio ingH-z Florenee, e consigna-
das a Johnston Pater A C.
Alfandega de Pernambuco, 14 de junho de 1873.
O inspctor
______________Fabio A. de Car volito Reis
Kilital it. 188^
Pela inspectora da alfandega de Pernambuco se
faz publico, que achand ose as mercadorias comi-
das nos volumes abaixo mencionados no caso de
serem arrematadas para consumo, nos termos do
cap. 6o do tit. 3o do regulamento de 19 de setem-
bro de 1860, os seus donos ou consignatarios de-
vero despacha-las no prazo de 30 dias, sob pena
de, lindo ee, serem vendidas por sua conta, sem
que Ibes fique competindo allegar contra os elfei-
tos desta venda.
Trapiche Baro do Livramento, caes do
Apollo n. 45.
MarcaC F C 11 sem numero 6 volumes, vn-
dos de S. Thomaz no navio inglez Florence, des-
carregados em 10 e 11 de dezemb o de 1872, Fejao mulatinho
consignados Jos Carneiro da Cunha.
Marca -PCI' sem numero 50 caixas idem
dem, e consignadas J. A. Moreira Dias.
MarcaJ P -sem numero 92 barriquinhas idem
dem, e consignadas Johnston Pater 4 C.
MarcaM J Csem numero 91 ditas idem idem
idem.
Alfandega de Pernambuco, 14 de junho de 1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possue no lugar dos Arrumba-
dos, hoje uirte Coelho, soh ns. 39 c 40 tendn
aquello 390 palmos c esto 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrvao,
Pedro Rodrigues de Soiiza.
.CECLABACOES.
Consulado provincial.
Do primeiro de junho vindouro comeca correr
o prazo para pagamento do 2." semestre do anno
finaneciro de 1872 a 1873, dos imposlos da dci-
ma urbana, 6) rs. por litro de agurdeme, e 5
O/o sobre a renda dos bens de raiz pertencentes
as cor eraedes de miio mora, incorrendo na mul-
ta de 6 O/o, os contrbuntes que dentro do mes-
mo prazo nao satislherem as respectivas quotas.
Consulado provincial, 27 de maio de 187-.
O administrado-,
A. Carneiro Machado Rios.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que no dia l do crrente baver sosso extraor-
dinaria da junta da fazenda, para julgamento das
habilitacoes, qne nao se acham concluidas, e que
nesta mesma sesso serao infallivclmente arrema
tados os mpostos provinciaes das comarcas de
Tacaratu', Flore?, Villa-Bella, Cabrob, Boa-Vista
e Ounciiry.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
nauabuco, 11 de junho de 1873.
O offlcial-maor,
___________Miguel Alfonso Ferreira.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Fornecimento de 30:0 Of por anno.
A junta .administrativa da santa easa da mise-
ricordia do Recife pieeisa contratar o fornecimento
da carne verde pie honver de consumir os esla-
belecmenlos seu cargo no trimestre de julho
setembro do correqte anno. Recebe propostas na
sala das suas sessoes, pelas 1 horas da tarde do
dia 19 do correle.
Secretara da santa .casa da misericordia do Re-
cife, 14 de j unio de 1873.
O escrvao
Petko Budrigiies de Souza.
SANTA CASA DE MISERICORDIA O
RECIFE.
Fornecimento de -28:000? anuuaes
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do llecife precisa contratar o fornecimen-
to dos gneros abaixo declarados, que lm-de con
sumir todos os estabelecimenlos pios a seu cargo,
no trimestre de julho setembro do corrente
anno. Recebe propostas na sala de suas sessoes,
pelas 3 horas da tarde do da 13 do correute.
Aletria, kilogrammo.
Agurdente, litro.
Azete doce, idem.
Arroz do Marahnao, idem.
Bacalho. kilogrammo.
Banha de porco, dem.
Batatas, idem.
Cha hysson, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Ceblas, cento.
Farinha de mandioca da Ierra, litro.
idem.
Farello, sacca.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milho, sacco.
Mantega franceza, kilogrammo.
Potassa, idem.
Rap, idem.
Sabo. idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo..
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, dem.
Vinho branco, idem.
Velas stearinas. kilogrammo.
TANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Fornecimento de 38:(;0O* annuaes
A junta administrativa da santa casa da miseri-
cordia do Recife precisa contratar o fornecimento
do pao, bolacha e assuear que houver de consu-
mir os estabeleciinentos pos seu cargo no tri-
mestre de julho setembro do corrente anno.
Recebe propostas na sala das suas aattoes, pidas 3
horas da tarde do da 13 do corrente.
Fornecimento de 30:000 por anno.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to da carne verde que houver do consumir os
estabelecimentos seu cargo no trimestre de julho
setembro do corrente anno. Recebe propostas
na sala das suas sessoes, pelas 3 horas da Urde do
dia 13 do eorrente.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 6 de junho de 1873.
O escrivio
Peiro Rodriyues de Sottza.
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas geraes faz publico que neete tomate
mez de junho que as corporacoes de raao mora,
em cuja classe se comprehendem os huspitaes,
bancos etc: teem de pagar, livre de multa a dci-
ma do 2.' semestre do exercicio de 1872 -73 cor-
rente, e lindo o referido mez ser paga com a
multa de 6' Om.
Recebedoria de Pernambuco, 13 de jiinho de
1873.
Mauoel Carneiro de Soo'a Lacerda,
MHPAMI.1
DO-
BEBERIBE
Para Pirangy, na barcaca Espadarle do A'or-
te, carregou : B. F Guimaraes 2 saceos com E3
kilos de assuear branco.
UAPATAZIA DA ALFANDEGA
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
O conselho manda fazer publico que nos con-
tratos annunciados n dala e hontem para 16 do
corrente mez, a-\dieiona-se o do forneeimenlo de
ambulancias aos navios da armada e estabeleci-
menlos de marinha, por lempo de um anqo at-
\^^NSS^^mttai^i.. andante, pelo que ^ avisa o. S. accio-
ioraa tabella, a oval esl franca uesta secretaria nisU a comparecerem n aquello da, afim
para ser vista pelos pretendentes, como Ibes ser de proceder-se sua leitura o discusso e
Rendimento ao dia 2 a i.
Idem do dia 14.
7:18GK>6
583980
i-.rmm
listo necessario, afim de regularem-se na coufc-
cao de suas ptopostas.
Sala das seeeoes do conselho de compra de
marinha de Pernambuco,. U de junho do 187.3:
O secretario
Aleeanr Rodiigues das Anjos.
VOLUMES SABIDOS
No dia 2a 13......
Pnmeira porta no-dia 14. .
Segunda porta.....
Terceira porta, .....
Trapicho Cpnceifiao .
Alvarengas dscarregadas no TrastelM-
' da aianuega no dia 13. .
Ditas ditas uo dia 14......
Navios atracados no trap. Ja, alfandega
Alvarenga*........
No trapiche Concei.c^o .. .. .
Pela thesouraria provincial se faz publico lugar a vista do. art. 23 os estatutos.
18,26 i
Nao so tendo podido discutir o parecer
da com missao de cootas na se sao de 10 em
consequencia de achar-se o tompo adiantado,
ficou adiada mesma para o dia 19 do
fnda qdal tomar posse nova direceo.
Desde j fiquem os Srs. accionistas,
certos que a sessao se far com o numero
de accionistas que comparecerem por ser a
sessao contu>uac.o da anterior que tam
que forain transferidas para p dia 19- do eurwnte,
asarrenaiaflTR's|eganli'*;
Meowimntos e- atenis ptecisos a enferojaria
da casa de delencao, por um anno.
' Alimentapao dos presos pobres da casa de deten-
Cap, por um trimestre.
Irnpressao dos trabamos das repartiedes provin-
ciaes, por um anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de junho de rt73.
.QpBfcial maior,
__________________ M. Afl.rerrcira.
" Pela thesouraria provincial se faz publico
que fe rain transferidas paran dia 19 do corrate
mez, as arrematarles doa seguimos pedaftios;
Magdalena, Gaqai, Pon dos Caryalhcu, Tacaru*
^pa, Bujary, laboatio, Caxah^Mauguinho a Q
21
iirpunga S> 7w,,M0M>9, toioeolorabo a Tapacur;
l devendo os preteadentes ha6ililarems,4t Qdja
Escriptorio da compnnia, 13 de junho
de 1873.
O secretario,
Jos li. t. de Menejes.
mu
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Terca-feim 7 de junho.
A beiieliciada, suinnunenie pramiiada rota
Miado do drama para o seu beneuVio e amru
que se acham em aaniw, aeedcmlpa de ai-
ir offerecer os seas hittictes e esprra ave as f-
soas que desejarcm roncorrer saa ha
tica, se dignao mandar nmcar-fre
de sua residencia rna Brlla a. oa ao r
criptorio do theatro, onde caurio i trajxw^.' i
publico
Aviso.
Nestc espectculo haver
nario al Apipucos.
um irctn rxtnatt-
THEATRO
Gm.uwniiiTin
EMrREZA
i si'H < % pkmm;
Ouinla-iirini, .!) d) cuTrilf
Grande e variado espectculo i-in hraeaou 4
violonisla
FRAXCELIXO DOMINGAS DE l RA l'ES^'A
Depois que a indiestra uver c\,vutado una >
suas escolhidas uavertnras. subir eaa o auc
nilicn e applaiiilido d-am.i ca ton acto.
Na intervallo do !. e 2/ :..:. n i
cara dfflceis Tarfaaiai d- rai-ca, ar-tiipai!iLi-
a piano, pelo nuestro Popp..
No intervallo do t.* .>> i.' act-i la diidt
rabera e piano pelos mesmo- maestro.
No intervallo do 3.* acto, a KOM rotnira rv*
ac'jtr Penante
FUI A PARS
O beneficiado tocara agr.hveis phaatass r
variaces sobre diversos in.tivos da 'ipTa
mnmi
Terminara o espectanilu c mi
HYNNG FESTIVO
Cmaoslo e om-recido ao rpspcilavH pui
pernambucano. pelo benefri-id') cseeauw aoL-
orchestra e a honda de iii-hm do '.'. tiHaHiii d-
infantaria.
E' este o espectculo qne o l<<*aeriado iHt <
ao limito digno publico pcriiainliinvirio. | i
e?|)cra lisongcro acoHiioimlo. .1 -1
meira vez precedentes qnclaoUmi c ua-l nal n-> draaMB
e pro'.ector das aMa.
Principiar as 8 1 horas.
AVISOS MAfiSTAWv
Pacific Sin::; Migall a Cdapsiv
Boyal Kail Sleiiers.
Biiiilin i|iiti/'.>nnl
E' esaarada m mm a la aal ai ,* du --
corrente o vapor iMSwua, o ojaat Mfaira :
mesmo dia da chegadi para I.:1kc tw
Para passagoas c mais inf>>raura, avajaui-- -
aos agentes WB*M Itowe ,V C
II -Ra do (jriiiincrrio. -14.
K esperado da Europa aU1 o dia 21 do err- n-
o vapor M;
turne seguir ara n sul do ni" i i, Rio da V
6 potos do Paciliro.
N. X\o sr recebo paatafetaM aera r
para os port'-s do lena no Rio da Prata : a tratar poai os i
Wilson Row A C, ra do Coiwaer-i< n I
mmw rims.
Companhh I raneen de \av^-
(*aiifdr
Linha moisalendeo
Havre. I.VsImh, IVrai
Mo e Ja>nearn
bi
Saalw
O PAQIETE
YUXE BK. UWUV
Commandanle P. Robert, expenda d.--
do sul at o dia Id do earreajN awt lafaar d
pois da demora precisa para o Ibvn i
por Lisboa.
Recebe carga para Liverpool, aaala a I
no Havre por couu da eoupaaai
Para fretes, encommaodas c putarama, pan
oquaes lew excidaalai irnaiaiilaglai, ajr
preco* reduziJos, a tratar eon
UO^SIGNATARIM
augusto f. irouruMAkc.
ti -Ra do CownercioEntrada pala
do Torre.



Diario de Pernambuco Segunda feira 16 de Junho de 1873.
Lisboa-
Soberano.
Este brigue recebe carga frete : tratar com
Amoriui Irmaos & C.
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir eom muita brevidade e patacho
nacional Mara Em-lin, tem parlo de tea carre-
amento engajado, e para o resto que Ihe falta,
tratase coni o seu consignatario AnUnio Luiz de
Olivoira Azeredo, no sea escriptorio, ra do Rom
Jess n. 37.
Para o Porto
pretende sabir niuito breve a galera portugueza
fiota Fama II por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Hecebe a carga que lhe fal-
ta a prt eos mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem optimaa accemmodaces : trata-se>
Bahia.
A escuna nacional Georgiana tem j parte de
seu carregamento prompto e egne em poucos
dias para a Bahia : a tratar eom Tasso Irmaos
* C.
PARA
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho portugnez OUnda, por ter
a niaior parte da carga engajada, para o resto
que lr.e falta tratase con os consignatarios Joa
Siim Jos Goncalves Beltro 4 Filho : ra do
ommercio n. a._________________________
Para o Aracaty
o aovo e muito superior palhabote Leonilla da
Cruz, capitao e pratico Manoel Caetano da Costa,
tem seu carregamento quasi engajado, e para o
resto trata se na ra do Araor'l Ib 60 corn Anto-
nio Alberto de Souza Aguiar,
Linternas, bandejas, i relogio, e outros muitos
objeclos que serio vendidos pelo maiorprceo.
O agente Martins far leilo, por orden, de urna
familia que mudou de residencia, de todos os mo-
vis cima, os quaes se acham em perfeito estado
e muito bem conservados.
A's 11 horas da manda So dia cima.
LHLO
DE
nrinaco e pertenras da tu venia Viscomle de Pelotas n. 6, outr'ora" ra
do Arago.
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRERTE
O agente Pinho Borges vender em leilao a re-
ferida taverna, a qual se acha collocada em, urna
das melhores posieoes commerciaes do bairro da
Boa-Vista ; para todas as informacSes os prcten-
dentes poderao se dirigir ao escriptorio do mesmo
agente, ra do Bom Jess n. 53, primeiro andar.
LEILAO
Ll
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez hice por ter
amaior parte de seu carregamento engajado, e
para o resto que lhe falta, que recebe a frele eonv
modo, tratase cem os consignatarios Joaquim Jos
Concalves Beltro, na do Commercio n.5.
Rio Grande do Sul
Sahir em poucos dias o lugar nacional Rio
Bronco ; para alguma carga a frete trata-sc na
ra do Vigario n. 7, andar.
LEilOES.
LEILAO
DE
100 pares de botinas para homens, avada-
das, e 20 duzias de sapatospretos, para
homens.
Terea-feh-a i j lo eorrente.
s 10 horas.
Por interveneao do agento Pinto, ra do Bom
Jess n. 13.
Leilao
DE
Livros francezes,
coRmcrciaes, muitos outros do medicina e
cirurgia
De um piano tacto, urna mobilia de Jacaran-
da, i espelho ova!, 4 jarros para flores,
1 tpete grande, 2 escarradeiras e candi-
eiro a gaz.
Um toillet de Jacaranda, 1 guarda-vestido, 1
urna cama e 1 espelho.
I urna mobilia de amarello, 1 mesa elstica,
i guarda-louca, 2 aparadores, 1 appare-
Iho de cristoff para cha, 1 dito pratado,
1 dito para jantar, copos, clices, garra-
fas, compoteiras, 1 porta-cremo, 1 porta-
queijo e muitos outros objectosde casa de
familia.
Quait a-feirn 18 Ir j lilil
Na ra do Barao de S. Borja, casa n. 2i.
O agento Pinto autorisado por urna pessoa que
retira-se provisoriamente para a Europa, levara a
leilao, os movis e mais objecios existentes na casa
da ra do barao de S. Borja n. 2.
Torna-se mui fcil a concurrencia aa leilao por
jela frente da casa a linha dos. bonda para
CMA DA FORTMA.
A08 5:000#000.
BILDETES GARANTIDOS,
1' rua Primeiro de ttarpo (outr'ora rita d
Crespo) n. 23 e casas do eottume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seas fe-
llzes bllhetes, um tumo n. 10i7 com KM)i, tres
quarto* n. 1*7 com 3003, ui.i meio n. 1858 com
t.>O#00O, um meio a. ftktt eom iO"# e outrns
sortes de iOOOO e 10*000 da lotera que se ac-
bou de exlrahir ('>..), olvida ans p*ssuidores a
virsin receber na conf -irmidade do eostuine sein
descont atgiitn.
Acham-se venda os felizes bilbetes garantidos
da 3' parte das loteras a beneficio da igreja de
Nossa Senhora das Neves de Olinda (5Sa) que se
extrahir no sabbado 21 do corrate mez.
precos.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORQAO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Finta
rwr
i
&
-*
, ex-
diri-
passa
a Passagem.
O leilao
principiar ft3 11 horas
de cirur-
ferros e instrumentos
"l*
TERIU-EEIRA 17 DO CORHE-NTE
A's 11 horas.
Por interveneao do agente Pinto
Em sen escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
Leilao
DE
7 cobertas do metal, .7 ditas menores e
242 aunis para guardanapos.
TercK-fcirn f? Ic jimlio
Por interveneao il i agente Pinto. Por occasiao
do leilao de (anudas, .aleados, marroquim, e can-
dieiros gaz, que deve ter lugar no armazein da
ra do Imperador n. 45.
U
DE
candieiros a gaz, sobresalientes, porta-cha-
paos, flandrcs, moinhos, arandellas,
capachos de coco, campas, o muitos outros
artigos que serio vendidos por
liquidaco
TER No armazem da ra do Imperador n. 4o.
Ao correr do mancillo.
" LELAO
DE
30 duzias de marroquim
(avariado)
Terea-felra 19 do junho.
ATS 10 HURAS DA MANDA.
O agente Pinto levar a leilao, por conta e risco
de quem perteneer, una caixa marca M 4 C 3,369
avariadaa bordo do vapor Laplare, as 10 hoias
do dia cima dito no armazi ni da ra do Impe-
rador n. 45.
LEILAO
DE
seroidas avariadas
Terea-fcira 19 Je junho.
No armazcm da ra do Imperador n. 45.
As O horas
O agente Pinto levar a leilae por autorisaco
lo gerente do consulado de Franca, em presenea
de seu chanceller e por conta e risco de quera
perteneer de duas caixas marca II C & C ns. 802
e 803 avariadas bordo da arca franceza Jean
Baptitta.
O leilao effetuar-se-ha as 10horas do dia aci .".
dito no armazem da ra do Imperador n. 45, o.
-venjer-se-ha posteriormente calcados, e ir-arro-
3uins avariados, assim como candjeiros a gaz, ca-
aehos e muitos outros objectos existentes naquel-
ie armazem.
LEILAO
DE
ovis, louca e cnslaes.
So segundo andar do sobrado n. 18 da ra
Duque de Caxias (antiga ra das Gruzes.)
Terca felra 19 do eorrente.
Sendo: 1 mobilia de Jacaranda com pouco uso,
4 Luiz XV, i piano de armario, 1 riee espelho
obre columnas de mogno, 1 dito oval, 1 guarda
roupa de nogueira, 1 santuario, 1 cama franceza
e Jacaranda e cadeiras de amarello.
Urna meta elstica de 7 taboas, i par de apara-
loree de amarello, 1 banca, 1 quartinheira de
amarello, 1 bonito candieiro de gaz, 1 marque-
sao .de amarello, 1 estante para livros e 12 cadei-
ras de amarello.
Um meio apparelho de jantar, 1 dito para cha,
1 porta- licor, 1 fructeira de crystal, garrafas, com-
poteira, copos de crystal com pe, cali ees, copos
para agna, 3 ricos pares de jarros, tapetes para
LEILAO
DA
armacio, gneros e mais portonces da taver-
na da ra da Imperatriz n. bens per-
tencentes a massa fallida de Joaquim Fcr-
reira Lobo.
Quarta-feira 18 de junho.
A'S 10 HORAS EM PONTO.
O agente Pinto, ctimprindo o despacho do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio, em
virtude do que requereram o curador e deposita-
rio da massa fallida de Joaquim Ferreira Lobo, le-
var a leilao a nrmaco, gneros e mais objectos
pertenecntes a taverna da roa da Imperatriz,
pertencentes a referida massa.
Os prelendentes poderao examinar ditos objec-
tos na vespera do leilao das 10 horas as 2 da tarde
e concorrerem ao leilao que ser efectuado as 10
horas em ponto do dia quarta-feira 18 do corren-
te, visto que o mesmo agente tem de effectuar um
ouiro leilao em seguida a aquello.
LEILAO
DE
bons movis
sn
19- RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes- |f
sor de F. Gautier, es- S
gt pera continuar ame- 3$
recera confianca dos 5
clientes da casa, e do ^
g respeitavel publico em S
^ geral.
200j?000
Continua a estar ausente desde o dia 15 do mez
de abril oeseravo Henrique com os signaes seguin-
tes: mulato bem claro, cabellos crespos, rosto li-
so, sem barbas, altura regular, cheio do corpo,
andar banzeiro, cadeiras largas, a perna direita
aberta, quando assenta o pe direito e de banda, o
dedo grande do pe direito aberto sem nnhas, tem
marcas de bichos, as costa* com pannos brancos,
quando est serio carrancudo, olhos encovados,
o olho esquerdo um pouco aportado, levon um
cavallo de estribara, alasao dourado, dinas, tope-
te e cauda compridas, frente aberta, cabeca acar-
nerada, altura de 7 palmos, 3 ps cateados com
pintas de foveiro, tem urna mancha branca redon-
da em cima da anca esquerda, j tem dentes que-
brados da cachaca, inteiro ; descona-se elle ja
ter vendido o cavallo, (quem achar e cavallo e
mej) trouxer ter 504) 0 mulato nasccu na Ser-
ra do Teixeira e ahi esteve at a idade de 21 an-
uos, foi dos herdeires da viuva D. Victoria Mara
dos Anios, que venderam-no ao Sr. Antonio Cesa-
ro Italiano e este vepdeu-o ao bario de Nazare-
th onde o comprei o possuo ha 2 annos : qual-
Juer pessoa que o traga ao seu senhor Antonio
arneiro Rodrigues Campello no engenho Canzan-
za, freguezia de Santo Amaro de Jaboatlo ter a
quantia cima
*************
I
secundaria.
Quarta-feira 11 do cor-
rente, urna hora da tarde
pouco mais ou menos
traviou-se urna carta
gida aos Johnston Pater &
C. no acto da entrega da
mesma no escriptorio dos re-
feridos senhores, contendo 3
conhecimentos de assucar, a
respectiva factura e urna ou-
tra carta; a pessoa que a ti-
ver adiado ou der informa-|J Instruccao primaria e
cao exacta respeitoda mes-
m,a queira dirigir-se ao es-
criptorio da ra do Com-
mercio n. 10,1. andar, que
ser bem recompensada.
Recife, 13 de junho de
1873.__________________
Gratificacao.
gueda, escrava da barneza da Victoria, cor
parda, idade de 26 annos, cabellos carapinhos e
vermelhos, dedo pollegal da mi direita um pouco
defeituoso (proveniente do panaricio ), alta, olho
esquerdo vesgo, e o ventre crescido ; achando-se
fgida des !e o da 25 de maio, recominenda-se aos
capites de campo a sua captura e leva-la ra
d'Aurora n. 25, onde ser bem recompensado quem
isso izer. Essa mesma e;crava intitula-se livre,
ora com o nome de Mara ora com o de Thcreza.
A preta escrava que annuncou por este
Diario precisar de 300 para completar sua lber*
dade, dirjase com pessoa habilitada e capaz a ra
do Livramcnto n. 3, para ver se servera as con-
dicoes.
Avieo para os RResp/.
LLoj,-. CCop.-.
Acham-se impressas as guias e InstruecSes para
o gr.1. 18 de que luvia grandQ falta : "vende-sc
na typographia Mercantil, na do Torres n. 10.
- Precisa-se de urna ama para casa de un:
hornera solteiro, tem poura familia ; e bem com-
portada para se lhe entregar a admnistiacao da
casa. Ra do Barao do Triumpho n. 6G.
Francisco Manoel Marinho Falco pede a
pessoa a quem for offerccldn urna nota promusoria
do qnatro contos oito eirntos e tatitos mil rfis, ven-
cida em Janeiro ou maifo de 1862. assignada por
elle em lavor de M. Barhalho de Gusmo Drhua,
que nao fa.a neyueio alum eom a mesma nota
pronli^sorja,visto como achando-se j paga om qua-
si sua total dade, pois resta 500, por isso a pes
soa que a negociar ter de receber somente esta
qnantia. ______
Cidade da Escoda.
D'ora em diantc enontrar-se!:a no aeongue
publico desta cidade carne verde diariamente a
160 rris a libra._________________^^^^^
A quem interessar
J. Ramos & Machado mudaram s-u escriptorio
de eommissoes e deposito de moris para o artna-
zem n. iQ da rua do Vigario. ____________^^
Terrenos e casa na cidade
ilha de S. Miguel.
Se faz todo negoco e permuta-se por predios
nesta cidade : quem os pretender dirjase rua
Direita n. 99, taverna.
Arrenda-se
Um d js mtlbores engrahot do leo TAfMi
Preta, inoenle e eorrente, eom prnosroh* pafata*
frejar dous mil pies, ptimos lerreoaa 4e vara** ;
dista da estaca o duas leguas e mHa. Qnen pre-
tender e qnizer infoniucrfs, dirija-se i na do
[Jim Josas fantipa da Cru/l n. 51,1. andar.
Attcncao
Engommi-se com prrWrta rmipa para
liomcii, ; rua do Forle n. 9.
Aluga-sc
o 1" andar da casa n. .Vi da roa da Gaia: a a-
tar ao armaann da roa do Imperador a. W.
0
0
*
*
0 profeseor Thom Augusto da Silva
Villar, competentemente habilitado, faz
~ sciente a toaos os ehefes de familia que
qiiizerem confiar-lhe a educado do seus
tilhos, que tem aberto no sobrado grande
_ da Soledade n. 58, desde o do eorrente,
9 urna aula particular para o sexo mascu-
lino. Os alumnos recebero ufna educa-
_. cao dstincta ; para esse m, o professor
mt para conservar na sociedade sempre cre-
2 dito, e tambem mocos cotholicos e cfvili-
9. sados.
^* 00* 000
CAZA DAFOUTUNA
RUA i. nE MARQO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
ios 20:000$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
:000#.
Presos.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... 6*000
Manoel Martins Fiuza.
Attenco
OsSrs. que esto devendo alugueis do car-
ros na cocheira do Pinto na rua de Santo
Amaro n. 1, tenham a bondade de vircm sal-
dar seus dbitos quanto antes, afim do nao
screm chamados por seu proprio nome.
Novo livro para S. Joo
AMALTHEA!!!
Ou sitas predicSc como
billa de Cumas
ti
R esponendo a diversas ndagacSes dos mor-
taes, livro de sortea fr. por Z. S. da Silva Freir
seguido de-O casamento queden em droga, co-
media. 1 vol. ntidamente impresso em Lisboa.
1$M0!
Limara franceza.
Mobilias compUtas de jaca-
randa com timpos le peda
marmore, aparadores t!e mog-
no com pedrase setn ellas, com-
modaa de mogno com podra?,
mesas elstica?, carteiras pira
escriptorio, guardas louca, guar-
da vestidos, cemmodas de Jaca-
randa e amarello, relogios depa-
redo, l piano de armario, i dito
de mesa, espetaos tlourados, I
mobilia de amarello corntam-jo
de pedra, camas francezas deja-
caranda e amarello, ) toilette de
Jacaranda co n espelho, niarque-
zas,marquezoes, urna poro de
chapetlinas, estantes para mu-
sica, objectos de ouro e pmta,
qnarliiiheiras, mesas para es-
riptono, cadeiras para piano,
candelabros, machinas para cos-
tura, tapetes, cadeirjs para
crianzas comer, cadeiras avul-
sasde varios fei ti os, cadeiras de
balanceo, cadeiras de ferro para
terrac,o, relogios de alglbeirade
ouro e prata, i cofre de ferro
(prova de fogo), espreguiqadei-
ras, lou^a, 2 concolhs de jaca-
r.ndcom tampos de pedra, e
muitos artigos do uso domestico.
Quinta-feira 19 de junho
A's 11 horas da manlia.
NA
FEIRA SEMANAL
I6=rua do Imperador n.16.
Armazem.
O agente Martins vender
por conta de diversos, no dia,
hora e lugar cima, nao s os
objectos *-cima mencionados
comole uta; "inultos que esta-
* i -ie
(luinla-cira 19 do eorrente
NA
FEIRA Ni:iIA\\I.
10-Rua do Imperador16
LEILAO
DE
pa aos, mobilias, muitos e d Afe-
rentes inovei?, louqa, vitlros
e um cabriolet americano.
Si'xta feira 20 de junho.
Por intervengo do agente Pinlo
Na rua do Vigario Tenorio, armazem do sobrado
em qu tem escriptorio o Sr. Joaquim Geraido
Basto?.
AVISOS POSOS
= Alugase orna casa nova, na Capunga, nos
Qiutro Cantos': a trotar com loao Jos da Cunha
Lages, rua do Vigario a 3.% 1.* andar.
f
Precisa-se fallar ao Sr. Joo (iualberto da
Silva, a negocio de seu intere?se : na rua do
Rangel n. 62.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cahugi n. 1 A, acaba
de re-eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias bordadas, dilas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
por barato prejo.
% CoiisnKorio medico
B n
% Dr. Hurillo.
M RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
W Recemchegado da Bnrepa, unde fre-
(J (uentou os hospitaes de Paris e Londres
q/ |)ode ser procurado a qualquer hora do
Q da ou da noute para objecto de sua pro-
lissao.
0\ Consultas do meio dia s duas horas
M\ da tarde.
'ff. Gratis aos pobres.
'a, ;.s-/)i.ra/((/.(cs.=MoIestias da pelle, de
W eranca e de mulber.
Ql Emprega no tratamento das molestias
rj de sua espe.Malidado as duchas fras e
Q banhns a vapor, para os quaes trouxe
>2 os apparelhos mais modernamente em-
M pregados na Europa.
'w. Tambem applica com grande proveito
L no tratamento das molctias do tero a ^
clectrieidade,pelo processo do Dr. Trepier.O
AO PIBLICO
Quem HiaisconituodiM-flercee?
Incontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais conimodo oflferere em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
rua Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimalo) e a razof a razo simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
injommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, ve-se forrado a experimenta-la sobro um
pequeo e pueroso pedac de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desia forma conheeer se
a botina lhe tica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nSo a estrague dan-
do apenas um passo, que cbegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
itrma conhecer-se se flca bom o calcado : para o
bello sexo, cntao quasi impossivel, que niua se-
nhora (do bom tom) queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balean, onde en-
tra quftn quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminan! aM as vantagens ou commodos
do Pars na America rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tambem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabneantes da Europa, como Me-
lles, Suser, Polak, etc., de., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assim tambem nm lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades que poderao salisfazer a esco-
lha da mais eapiehosa senhora (do bom gosto);
pelo que ica expendido, est claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Paris na America, rua -Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rua do Queimado
De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pl-
nheiras, frucu-pao, oiti-cor, aritusum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanboyant ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrmss
parreiras coradlo da india, romeiras e outra,
tantas : na Capunga, rua da Ventura numero 20.
AUenco.
A' negocio urgente ppecisa-se fallar ao Sr. JoSo
Gualberto Correa : na thesouraria das loteras.
Sitio
Aluga-se um sitio na estrada de Beberibe, pr-
ximo a estagao do Fundi, casa de taipa, cacim-
ba com excellente agua, muitas arvores fructfe-
ras, e torra onda se poder fazer algumas plan-
tacoes : a tratar rua do Barao da Victoria n.
45, 2o andar, ou rua do Imperador n. 5i, pri-
meiro andar.____________________________
O Sr. Jeronymo Lopes de Miranda tem urna
carta no escriptorio de Luiz Goncalves da Silva
tinto, rua do Mrquez de Olinda n. 39.______
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Baa do Commercio n. 5, 1." andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguintes
ulgarcs de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh. '
Faro.
Guarda.
Guimares.
L-amgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mongo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valen^a.
/ Figueira.
= Sebastiao Marques do Nascimento tendo em-
barcado para Lisboa e nao podendo despedir se
das pessoas que tanto se prestaran, durante a sua
molestia, pede desculpa desta falta involuntaria, e
olferece o seu diminuto prestimo._____________
Caixeiro
Precisa-se do um caixeiro com pratica do taver-
na do 1 i a 16 annos de idade : a tratar na Cam-
bo do Carmo n. i.________________________
O Exm. Sr. desembargador Guerra tem urna
carta rua do Barao da Victoria n. 69.
Pergunta ecclesiastica.
Ser verdade que o padre Manoel Vicente dos
Santos, morador na freguezia da Taquara, ande
pregando sera ter proviso. A S. Exc, Sr. D. Vi-
tal pedimos a realisacao desta pergunta.
O bezouro de Pontas de Pedras.
Aula particular.
Secundino Jos de Faria SimSes. professor j)ar-
ticnlar de intrucco elementar, avisa ao respeita-
vel publico e com especialidade" ao pais de fami-
lia que e-t aberta sua aula na rua da Penha
n. 25, prirneiro andar ; o mesmo professer pro
mette muito se esmerar pelo adiantamento de seus
alumnos.
Apolices
Precisa-se de l:000 a juros, dando-se por
hypotbeca um predio livre e desembarazado sito
nesta cidade : quem quizer dar dita quantia, diri-
ja-so a esta typographia a fallar com o adminis-
trador.
Aluga-se por 25/ a casa n. 6 na rua do Li-
ma, em Santo Amaro, estando j concertada de
novo : a tratar na rua da Restaurajao n, 5i, ou-
tr'ora Gua".
da divida publica provincial ou geral, de um con-
t de ris cada urna ; na livraria econmica ao p
do arco de Santo Antonio se dir quem compra
oito. _______________________________
Ao commercio.
Manoel Lopes Ferreira de Andrade declara ao
respeitavel c rpo eomniercial que tem contratado
a compra da taverna pertencente ao Sr. Manoel
Gomes de Faria, sita a rua dos Guararapes n.
61, livre e desembaracada, e $tjem se julgar com Aluga-se urna escrava mora e de boa conduela
direito a dita taverna, queira comp".vecr no prazo e que cozinha bem, fax compras e servico de
de tres dias. casa : a tratar na rua larga do Rosario n. 41, L
Recife, 10 de junho de 1873. 'andar. ,.,,. '
Attencjao
Quem precisar de boas amas seccas e de leite.
amaneadas dirjase ao pateo de S. Pedro n. 3 loja.
300000 de gratificacao.
No dia 5 de maivo de 1872, ausentou-so do en-
genho PilGes, freguezia da Escada, um casal de
escravos, ambos soltciros O escravo de nome
Marcolino, com os signaes seguintes : 32 annos
pouco mais ou menos, preto. altura regular, cheio
do corpo, cabellos carapinhos, pouea barba ou
nenhuma, tem falta de dentes, o estomago alto,
tem ama cicatriz no hombro esquerdo ; as cand-
as finas ; cujo escravo foi comprado ao Sr. Va-
noel Gomes da Silva, morador no engenho Cosario,
freguezia de S. Jos dos Bezcrrcs. A escrava de
nome Anglica, com os signaos seguintes : 20 an-
nos pouco mais ou menos, preta, altura regular,
bom corpo, cabellos carapinhos, falla mansa, tem
os ps um pouco apalhetados, cuja escrava prr-
tencente ao Sr. Antonio Cocino de Aranjo : pde-
se aos Sis. capites de campos", ou a toridade quo os prendercm, conduzir a casa do
seu senhor Joao Coelho da Silveira no referido en-
Senho Pilos, ou no Recite em casa do .-'r. Manwl
os Ferreira Cruz, na rua do Cabug v. 18, que
ser gratificado.__________________________
Os senhores abaixo declarados qneiram trr
a bondade de appareccr cu mandarem ral -lo
Imperador n. 28, a negocio de suas conveniencias:
Manoel Silvno de Barros Falco.
Francisco Manoel de Almeida.
Francisco Jos Carneiro.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Jos Pereira Lemos.
D. Anua Zeferina Juvina de
Bastos.
D. Franc'sca Feliciana Lopes Bastos e D. Franci
ca Zeferina de Bastos agradecem do fundo 'alina a
todas as pessoas gue se dignaran! acompanb.tr os
restos mortaes de sua muito amada c sempre
chorada fllha e irma I), f nna Zeferina Jnvina de
Bastos, ao cemiterio publico, rogando do novo
a todas essas pessoas e igualmente as amigas ta
tinada, para aasistirem as missaa que inandaiii
rezar por sua alma na matriz da Boa-Vista no
dia 16 do eorrente pelas 6 horas da manh, pelo
que desde ja se confessam eternamente gratas.
Os abaixo assiunados,
mulher, irmaos, lilhns e so-
brinhas, pretendendo man-
dar rezar umamissa e li-
bera me, com applicacao
alma do capitao Hilario de
Alhayde Vasconcellos, fal-
lecido na provincia da Parahyba do Norte, pelo
Rvm. frei Joo Baptista do Espirito Santo, no
convento de S. Francisco nesta cidade do Re-
cife, s 7 horas da manh do dia 16 do eorrente,
convidara a todos os seus prenles e amigos
para que se dignem com a sua pre-en.a tornar
mais solemne un to piedoso quao caridoso acto
D. Antonia Caelana de Jesu? Vasconcellos, J'ar-
cellina Santiago V. Leito de Albuquerqne, D.
Mara Magdalena Telles de Vasconcellos, Hylario
de Athayde Vasconcellos Filho, Antonio Francis-
co Pereira de Athayde, D. Anna Francisca Pe-
reira de Alhayde, D. Bita Esteres Alves de Albu-
querque, D. Mana Jos Correia|de Menezc?, Manoel
Joo de Medeiros Lyra, Aurel ano Soares da Silvr.
Terpsi.....
A* pakllr*
RespItaveis que Int o praznr de ronHerer-
me e conhorcis o men laknio, v.-nho por ii*r-
medio destas phrases tiradas d* mru rrannt, faser
um solemne protesto contri o ii*1i-
a neci'ssaria r -rag< m le aprestrntar nm agraile-
ciiiieM'.o eu ii. i me da lllina. |ire~jd<'nru laTerj.-
rhore s<*m met previo cu< ntni.-ntn, visto m-t
do minha lavra....
_______ Duarte f'ideao de F.tramm.
Ausentou-se d- rasa d- na Mihora, un di\
6 de maio, o nilalo Matbcus, e tii os sigMe<>
seguintes : alto, rs e mos grande, '* le taran-
ja, bons dentes, fa la mansa c um ponen fina,
barba um pouco branca, cabellos re*|i e re-
presenta ter to .inti'-s : podes* a fMa. n fr***
hender de leva-I a rua do Hospicio a. SI, -m*
ser gratificado.____________
Casa para estalxleciiTiento.
Trapassa se a cba>c da luja sita rua peratriz n. :t2, com urna cxcellrate annac*" 4*
amarello, toda envidra'.ad.i e |in.pria pora qua-
quer estalieleciiiiento : a tial.tr na nn-sma kna
DR
Santo Antonio, S. Joao c S.
Pedro.
I.ivrnss l rtr.
O Advhibadiir 25. \in..llli.:i cas t, ('-rteira de Castra l'rso I*. ClUfci i*
amor 15, Catlei PyMMnM M. t'.igana li. liados
da fortuna U6iH, r.sjihincc 21, Fito ItW. U$y>
da Conversaco 34, Jopo de disparates amal >rv -
2*, Livros do destino!., Ma>bfn -IU- L*nr-
fmand I Ma giro apparen'e 2*SO', Mala H-.rs
aborrecidas 2, Xovn ira^nlo ik aiiM-r I S. Magi>
Fluminense "ti, rnenlo da* moras li2Hn, Iraru-
lo d' Delphos 14. Parotilba tanea I i. Rrvrla'.>-^
do Cigano 15, Roda do destino 25, Srfrr_ i'm
eiticeiro Boetnqn. 15, sones avuNas, da*? e
ailaa.
Lirraria franceza
Por ultima voz
r.-deni o abaixo atsIpMd ; a Mas '* i
(ievedures de cutas antigs, o espreial diseqoo
de as virera aatWhM M n^Hmemm pr* **
15 dias. certos de que, lindo este prazo. n
dos meios judiciaes para seu emb"Ho. Rna do
Mrquez de Olinda n. \'\ Ma la
liederica Tinto i C.
Recle, 6 de janho de 1873.
\dmira a mira!
gm-

Marcelino Santiago \nsconceilus
Leito de Albuqnerque e sua illia
D. Rita Estoves Alves de Vascon-
cellos Albuqnerque. tem de mandar
celebrar co hospicio de N. S. Ca
Penhi, pelos Rvms. padres capu-
chinos, duas missas pelo repouso
eterno de sua mulher e mi D. Henriqucia Ca-
tharina Esteves Alves, fallecida a 31 de agosto do
anno de 1854 ; convidara & todos os seus prente
para que' se dignem a to piedoso acto assisti
rem, das 3 as 6 da manh.
GoHsnhdu Convidara-se os credores de fallecido sulidito
portuguez Aniceto Antonio, para no prazo de
8 dias apresentarem suas contas para serem veri-
ficadas e pagas segundo a forca do espolio.
Aluga-se a casa terrea da rua do Cuj, ou
travessa do Calabonco Velho n. 2i : a fallar na
rua das Cinco-Pontas n. 31.
Regente.
Precisa-se de urna senhora para a regencia de
casa de familia, e que saiba ler e escrever, costu-
rar e cortar vestidos : a tratar na Praca de Pedro
II n. 81,2* e 3 andares, das 6 s 8 horas da ma-
nh, ou das 5 s 7 da Urde ; ou na praca do
Corpo Santo n. 17, 1" andar, em dias uteis, a
qualquer .hora. ____________
O Sr. V. L. B.
S. S tem'muito dinheiro I j paga mensalidades
de socios que pertenerram sociedade do que S
S. foi thesoureiro e tem dinheiro para dar a meni-
nos bonitos I porem j pagou ao< f eus credores f
por corto que nao, pois que o seu armazem conti-
nua sob oulra firma; continu que precisamos de
algnns eselarecimentos para lhe ajustarmos as
nossas contas, certo de que nao sera eom 40 OJO
ou menos que pagar os seus dbitos, visto com
S. S. o^ proprio a coafessar quo tem mijito dinheiro,
confissao que nos servir em tempo competente.
___________ Om creier.
SIM, ADMIRA A MIRA DOS PROPlETAllk* HA
CONt-EfTAMA DO CAMPOS.
Prevendo a roncurreneia de eneommendas *
bolos e soites ipie lhe Io d; fcanr < hnlii..nt. -
dc^la cidade, e ser.s snburbi >-. '-tai |
de cera mil sortcs, Ilustrada* c chistosas, r pr. -
tendem azor reunir em sua bem nv-ntaJa fa-
brica.
Vinte mil ovos!!...
para bolos.
Os proprietaii(isdar.i).\!-|:iT\ IA DO CAMPOS
nao querem com Isso faner urna cri* ni ,
somente para que nt deivn (. sr s:ilifiiUK
todos os sen numeroso* freg"''
mente aquellos qiw ja o anuo |iassa4o na* h
maisanertadas,rec irrero a ) vn<-.j. o e-id
lien! ido coaleitaria -i'. 11 naa ia Lape adtir i
sob a denominaran le
Confeitaria do (1ampo?.
1505000
Xo engenho Ma*na*sd, freguera da Esr::da. *
lani de gratificaro a quantia arima i ijia m ap-
prehender tres eavall<>s
foram furtados na nmite ia di 29 para'Mi tlra.-v
vembro prximo parnai : o trin S ana, *
;astanho c castrad, lera a reina direita l.-istan-^
aseada, nma estrella na Irata, a BOtaaatm esfarv-
do tem nma crur.; i." i nt;. r(im pintas xrr-
melbas nos qaartos, e grande, gordo, r joro fino, eaUrio, l<-m os quadris feiilos 4a
cangalba, ferrado eom a Mam I. II. do la.
direito, e tem a dade de 9 anuos; o :!. rndail
sanhass claro, curto gr-isso, um pmr.i rambn.
castrado, pequeo, e est ferrado c-m a mar-1
-Ono quarto direito : grati mi ."u**i
por cada um em presenra da i^ssoa, em rujo ao-
der for encontrado gnalipier dos ditos rava'to*.
Escravo fgido.
A mentn-se do poder dos abaixo a'i|man
seu escravo de nome J"a piun. ror ima e r <
naca Traja muito lini|o, anda aaigla a usa a
cabcll s enropridoa, Bafea cozinlr, oceunaro a que sr drdirava.
Quando falla so ronhere ser nrgro afnraii'
Rogase a apnrelunc.ii de dito esrravn, c\a
captura se gratificar bin
Recife, 9 de junho de 1873.
Jos da Silva Loyo Fill* v
Salsaparrilha de Ayer
PARA PCRmCAR O SAHOVS.
Intail
NBI4N
itaa d<
martrlnna.
caot ca m i _
do Mtarmo da tori\o i
midadet
A tShrei
aii
Mi
tm do tam radical c tan i
todo* os ponto* do Imperio, qoe o pUieoa-it pciM fm
informado das roas virtudes a do modo da i
O iwisno mcwMisu e nm do* i
d ra?a humana. Ora, enhorca-** oocaMa 1
do nos*o orga_i*Bio doiza-o Iraeo mi-M emtn aMMMkM
fataes. Ora, patntela a kafcecaa et_-foa _>
e entio, em momento opportaao, lavra iafU-B*a*a **VaV*-
ma da sai* hediondas tbmas, i na ea* j i^pw
ritaes. N'estc ultimo caso dapouta, M
nos p-lmfi. no Ufado, aso corceo, ale- <
ifesta em -es, turnara*, te.
A inim. n-rig-i* fea fwt.ii nmc*
cnarida, e |. o mfn aM-kar ***,'
Assim, antes
o osa da SALS
resultados funesta-.
A* pwtjas que sob. -.m
ttmt, Dai-trM. mM..
UUtrmt, e Mosibilidada dotorosa na* STMas,
dfir nos omos; Dvpmtm o J
MtlmUu Oat-cab *
-teta e de rarias outras a-bcefies ** sT*a_aaaa sniirehia
i__T^)^achar_o*guroaIII'ria_^afaaaAMA_^_a-
MIZMA _> -tr-TJt
A SyphUU .sen uso, posto que seja
tempo para subjugar
A Zimmrrhfm, on
as e em geral as motwtia* da*
das tlteriomMnte carada* per no
inntl-o. w _____ .
mulacSe* de materias istiMfcii a*
msota, de aiisin aada JBMa*
Jhgta
fjtmwm
Assim, todo* o* ou*
tmmmmtm
T*
o wmti mQ sipiitiaad
>J .^.Ay-*C^
M.V*
1~


^^H



'
s
Diario de Pernambuco Segunda feira 16 de Junho de 1873.
* <
MOVID/%DE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOSfi HE iKGVEIlO
Ra do BarUo da Victoria d, 11, armasen., e 12 1. andar, antiga roa Nova
aonde o publico em geral encontrahcmpre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba d abrir no primeiro andar do sobrado n. 12 confronto i
ootica Maurer, na grande sali onde esli expostos os magniflcos
aPM A M OS de armario, de PleyeL
--------- de meia canda, do mesmo anlor.
-------- de H. Heort.
--------- de Amede Tbiboot.
Coico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FUERES
orsmiados em diversas expsito om la medalbas de onro e praia.
Sao os onicos pianos qne aqni vem da Europa, perfeitamente afina-
s, fetos eom elegan:ia e solides.
Tambem receben grande sortimento de maricas pira piano, piano
canto e entre ellas as lindas composicSes do moilo sympalhico maestro
F. S.i vri\i
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Olga Mazorka.
La Separacin Para canto.
A Luz elctrica, grande Wa!?a.
Franco Brasileir Polka.
Tomada de Valida Galope.
Joaninha Walsa.
A Libettadora Polka.
A Pnmeira espada Wal?a.
A Minha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Sindicte Po'ka.
ultima pnfollea$5e
Feitas as offlcinas de mancas
do annunciante.
Emilia, polka por I. Smoltx.
Circaciana, fcnotch, por Smolti.
Jardim do Campo das Priceu',
quadrilba, por J. Poppe.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al-
btrlaui.
D'aqai emCdiante continuara a annnnclar todas as publicacfas qne se forem friendo as snas offlcinas de msica?.
CAUTE
M. W tt S A. IM
-T r% y\t\ kr* Terrenos baratos de 3j a 6,|
Li llgeilI1U n08 Aflictos, e U no Sal-
. Arrendase ou venderse parte do dous engenhos p*q/1nlin
ios na fregancia de rp"|iies, sendo mn imivi.l.j ,^a", "*
anima.'
ptanos cr
jrin-za iln I|X'jiii
por aninia. <>n'rw i>*lo a agua, betu librados Antonio JiMt Rodrigue* '> ftvun v%\td--
dc oplfaiDsaerrttiu, .1 iiti pr.pwvVs paja saro- ie,,UIUJSC|c ^ sjtios .1.- terraj .r ..ri..-. MN
lmL&n^ r**- *ra ma *.1 ii ""lc"
igreja ilos Ailiirtiis; e do Mlganinu* com
quem a finito para .1 estrada ild forro de
____ Olinda e oilo para outra estrada ao lado do
mesrao sitio ; a tralar com o Sr. TrisUo
Francisco Torres, na thesouraria das lote-
ras.
Esl fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 25 ann-, pouco roa ou menos, ievuu saia
de ganga e camisa de algodo tem marca de fujo
na na petna direita, e tem os olhus grandes e abo-
toados : roga-se as autoridades puliciaes e cani-
lles de campo o obsequio de pega-la e leva-la
seu senhor, no Camlnho Novo n. 110, sitio, uu na
mi da Cacimba n. I, que sero generosamente
recompensados._________^_________________
bar.|ue apcua uua legna, e da estrada de
ferro tres legoas : quem pretender dirija se ra
do Apollo a .jm z andar, iiac achara com
Wr- ________________
buinheiro
Precia-se de nm bom coxinbeiro para um bom
hotel: a trafar na ra do Imperador n, 51, arma-
tem nniao e commercio._____________________
A \f A Prectsa-se de urna para coiinhar e fa-
_ ^ er mais algum servico de casa de fa-
milia, no Corredor do Bispo n. 5.
Precisase da urna ama que saiba
rozinhar e engommar, para casa de
familia : a tratar na praca do Corpo
Santo n. i7,3* andar.
AMA
AMA
Carvalho.
Precisa-se de urna ama pa-
ra cozinhar e comprar : na
ra Bella n. 23, boje Ilha do
AMA
Precisa-se de orna ama que
saiba bem cozinhar: 4 ra do
Bario da Victoria n. 28.
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinhar em casa de pouea familia : na ra do
Forte n. 19, antigo Bairro Baixo.
Quem precisar de urna per-
feita costnreira de toda e
qualquer obra pelo flgurino,
tendente a senhora, dirijas* ra do Brum n.
101, primeiro andar.
AMA
Precisa-se de nma ama que
saiba cozinhar e comprar para
casa de homem solteiro : na ra
de Pedro AlTonso n. 7, antiga ra da Praia.
Precisase de urna ama que
saiba cozinhar e comprar para
casa de homem solteiro : na rm
de Pedro Affnso n. 13 e 15, antiga ra da Praia.
AMA
AMA
i II "Na rua (in Mrquez de Olinda, a-
il Iwl \ tiga da Cadeia do Recife, paga-sc bem
Ili"Il a urna boa ama para todo o servico
|e urna pequea familia.
c
aixeiro.
Um rapaz brasileiro de idade de 14 a 16 annos,
querendo, arrumar-se offerece-se para caixeiro de
algum estabelecimento excepto taverna, dando o
mesmo ador a sua conducta : quem de seus
prestimos quizer utilisar-se dinja-so ao escriptorio
deste Diario que achara com quem tratar._______
!3
< < as a
lailliM
5 t? -a t" '
C
P 3

6rn 3

h-3 S 3 p '* 5
m i 2
9
14
>!
V3-"
b
3 s'0 -
ovif
5 3 Sts "7S3>.
r sSS-2.2. 15
B
[1
w8
iillliilfl
o c
e 1: a 3 ;
MS?il. 3=1"
|-8
r*?? B
Bg8l
n 3.
SE
'.a a a

5-
3 M-
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PEETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquellesr
Os apreciadores que q^izerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nom?? de METJRON & C, e a desig-
nado de REA E
RETA.
MEURON a c.
MOFINA
Est encoura(jado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 187,e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lho se
achava nesta cidade.
GABIMETE
Medico-cirurgico
RUA DO IMPERADOU N. 73, ANDARj;
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operarles de p'hos.
Cora radical e instantnea dos
eMreiUmentos da uretra.
Consaltas : Das 7 s tO horas
da maoh?.
Chamados : A qnalquer hora.
Dentista de Pars
19 RUA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agradecendo ao respei-
tavel publico em geral e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que lhe dispensaran! durante os quinze annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar que cedeu o seu gabinetelde cirurgiao
dentista ao seu sobrinho e discpulo J. M. Leroux
o |ual echando-se hamais de uez annos na sua
companhia, esl de sobejo habilitado para merecer
toda a sua confianca e exeeular os trabalhos os
mais difflceis e delicados da profisssao
0 mesmo aproveita a occasio para pedir s
pessoas nue lhe sao devedoras o especial favor
de manaa-ls pagar quanto antes, pois retira-
se muito breve para Paris, aonde se achara sera-
pre prompto para o que puder prestar.
Alisase
a quem der noticia da escrava Guilhennina qnt
foi do tenente-coronel Feliciano Jnaquim dos Sa-
tos, e aepois comprada ao Barao de Nazareth
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as mos com cicalrizes de quemadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, que des
appareceu da casa de sobrado n. 26. da rua Bf
Coelhos, que ser generosamente rucompensailo
i CONSULTORIO
I MEDICO-CIKL'RGICO
W. DO *
Dr. J. II. Curio 0
Q Rua do Mrquez de Olinda n. 2:>. pri- jfr
meiro andar. y^
9 Consulta das 9 horas s 11 da manha. W
Ijk. Chamados a qualijuer hora. 0
Esta so de jesuta !
O Sr. J. C. A. de F. nSo qner inda altender
aos reclamos da pobre viuva tpu exipe os alu-
queis e ehaves de sua casa, Bontaado j os ala-
guis at 30 de abril a 32040U0 ; o que sobre
tudo se torna revoltante o inqnilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e neni chaves e
nem alugueis.___________________________
VENDE-PE
nm terreno ei\ i."0 paliiwH de fritie t 174 4-*
fumn, M rua da Tiac.an, lagar freguezia da Roa Vi>ls. mi. : ir tti e-mi_<
j.ara a r: 'I h* !* l
..'li I... 1 '' l.l'll -1 !. :;, .. ,
itiii |i r r .- r
lteM|li<>. .:.!" Infi ira nma n-4 m **fe.
man (ri 111 01,1ra fi|iiina o Usa >. It. Mrtar,
111' 1 um kai
ivii.lini'iiio q h: 1111 |.rfMalef -^a-W r_a 4<
Harn de S llorja, onlr'ora 4< SHw, n. 4.
Aradi* para lavrar a 1
Cama* de ferro.
Cofres de frrro, pmva de fnfi.
FugeS all'l' ir.-illov
Prego amrnranos.
Ralancas e peaos.
Chapas de trrogalva_i.-u.li jara cubrir Taxiw do ferm e*t_niai|.
Mailiin:i- |uira taMMf-f ?lt!>di Machinas tie cortar fum >.
Machinas a vapor, forra F.111 casa de Sh:iw'r1--krs I'.. ma d* .
Jl'MiS n. 4.
No 5Scri}>t
11. 3i. de Jou Jos; ile Onalrm W vendo-se scRuim-' :
Caf do Itio le Janeiro.
C.iiiii.'iit-i de l'uiiLn I.
I'alliinlia pivparala.
Ora em velas.
Oloo d; linlnca.
(xturo iio, lustr.'.
BeicrnK.
ClllllllItO ib' liiiiin
Goinma-lai-1.-iiTi.rqali i
Odi-ir* liatnSurirneras.
Ditas de ImUik-o.
Ditas M n lauca*.
VENDE-SE
urna casa U-irea, tiem ron tinida, j_-
nellas de frente, entrada f.....fc quinlal iV-
iliu'iiii > erinilia. en leneno |i; .|>ni. na na 4a-
Nuiplias riMii a frente para > m**<-m>, e eta
P-iiileiiiln ir(Niii 1
1111a ilila p"i|ueua na slraJ r Jin 4e Rar-
ns, sendo terreno em 1: -1.1 -rii_la. 3:t
liles do lente > 0*1 Mr \ .;
lloOlll'", lili IIH'-mo l-IT.-Mi I
euaaeirns i|M 44 frarii.
fin terrem pr< prio .-:. fi. > |iara rdiftrar-se ;
cun a fr_te para o sul. -iio na r-ia 4" rYmHfe.
Tun I S p.l;,ios de nstil 1 U .u> \|.ii_ n
i\ 'r.iina lo l.-ii| 1 o| mo. 1:0 |>aiu->* 4e fewiari-
llllllto. 1 -xtreil:.ilMl i .m'1.1 LiiIo 'I 1
a nova roa do i"eniiteri.
OS |o elelldellles |mh|i ni itri|: 1 1 1' 1 '1
ledade n. 'i\. onde rere! > 10 qaarfqwr "t}4i*-
'.'.'S, c i'oiiveneionai.i !n 1 ." r ila 6 13 f
hora- da maiha. ______
Vende-se nina taverna. n.i 1
urna das melhores e mai< b mi u-
S. Jos e muito afregm zad.. pal 1 a tensa ruAo,
o motivo da venda se dir ao cmi
se na mesma roa n. 9\.
AttenQo
Offerece-se urna senhora viuva e de probidade
para governante ou mestra de meninas : quem
precisar dirija-se rua da Aurora n. 5, primeiro
andar.
Cozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro ou cozinheira,
forro ou escravo para urna casa de familia no
Monteiro : a tratar rua do Mrquez de Olinda
n. 35.
Sitio.
Arrendase o grande sitio Ilha em Beberibe,
que d de 5 a 6:080000 de lucro provm do
grandes baixas de capim muito frescas, de inn-
meras frncteiras, machinismo para fazer farinha,
montado ha pouco tempo, com casa de vivenda
estribara, etc. etc. O mesmo sitio tem 2 canoa-
para transportar o capim e as fructas, o que so
vende ao pretndeme do sitio. A tratar om e
Dr. Bento Jos da Costa, ou com Bernardino ds
Sena Pontual, rua da Madre de Deus n. 36.
.?
O abaixo assignado, tendo de seguir para
Europa no primeiro paquete, por motivo de mo-
lestia de sua senhora, deixa encarregado de seus
oegocioi particulares ao Sr. Manoel Jos Carnei-
ro, socio da firma commercial Carneiro 4 Xoguei-
ra. Quanto aos negocios que dizem respeito a
sua profissio de solicitador, deixa encarregado ao
seu amigo e companbeiro o Sr. Francelino Augus-
to de Hollanda Chacn, e seu ajudante Antonio
Machado Dias, que poderlo ser procurados na rua
do Imperador n. 45, escriptorio do Sr. Dr. Olim-
pio Marques da Silva e na sala das audiencias. O
abaixo>assignado desde j pedo desculpa aos seus
amigos e clientes que por ventura deixar de se
despedir, faltando por este meio com o seu dever
de visita-Ios, pela presteza, da viagem.'e offerece o
seu prestimo na cidade de Lisboa, onde pretende
fixar sua residencia provisoria.
Joo Caetano de Abreu.
Sociedade Beneficente Luso
Brasileira.
Em cumprimento s deliberacdes tomadas em
sessao de assemblea geral de 8 do corrente mez,
tica marcado o prazo de 30 dias para se porem
em iba todos os socios que se acbam a dever
mensalidades, sob pena de perderem o direito de
socio conforme determina os estatutos.
Secretaria da Sociedade Beneficente Luso Bra-
sileira, 18 de jnnho de 1873.
O !. secretario,
Soma Mira<
3= Perdeu-se na noite de quatro para cinco do
correte, um trancelim de ouro eom 5 oitavas e
meia, assim como nm pencmez de ouro, por iso
roga-se o obsequio, a'peseoa que quizer restituir
9. dirija-se rua di
que ser gratificado, e se o tiver comprado rece-
ditos objecto
ds, dinja-se rua do Imperador n. 14,
atificado, e se o tiver comprado rec
ber a importancia e a'em disao ser gratificado.
> Aluga-se um moleqne;
Duque de Caxias, loja n. 44.
4U
tratar na rua do
DE
CABELLEIREIRO
Rua do Imperador n. 381. andar.
0 artista Andrade, antigo e acreditado official da casa de Delsuc, participa as Exmas.
fainlias eao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo saleo, aonde
se aprompta com perfeico toda e qualquer errcommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e postigos, pentca-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeiQo toda obra de cabellei-
reiro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
parte.
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfei-
$o e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as-mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernissimos
gostos.
Rua do Imperador n. 381. andar.
Fugio,
Fugio da casa do seu senhor no da 29 de abril
do corrente anuo, a escrava de nome Raymund,
com os signaes soguintes: bem preta, con, urna
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito di
zer que 6 livre : quem apprehender queira levar
rua de Santa Hita n. 5, entrada pela rua nova
de Santa Rita. Constando ao seu senhor que al-
guem usufrue o trabalho da dita escrava, elle de-
clara qne ha de proceder judicialmente contra
quem quer que seja.
Aluga-se duas casas novas no lugar da Ca
punga, com commodos para familia, com bons
quintaes e arvoredos : a tratar no mesmo lugar,
rua das Crioulas n. 25.
m CONSULTORIO
MEDICO CIBMICO
Focos.
m .:
l."l
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Redfe a Olinda c Beberihe.
Dcordem do Illm. Sr.
presidente da geral, convido os Srs.
accionistas para, no dia
20 do corrente pelas 11
horas da manh.se reu-
nircm, afim de eleger-se a directora que
tem de gerir os negocios da companhia at a
execurSo dos novos estatutos, visto nao tor
comparecido numero legal, para este ob-
jecto, as sessoes anteriores.
Convem declarar que, esta reunio ter
lugar de conformidade com a ultima parte
do art. 12 dos estatutos em vigor.
Recife, 11 de Junho de 1873.
0 2.* secretario,
Joo Martina de indrade.
Quem precisar de urna ama para casa de
homem solteiro, dirija-se rua de Hortas n. 120.
Urna rozeta de coral.
Perdeu-se desde a rua Nova at o caes de Ca-
pibaribe : quem a tiver achado querendo retti-
tui-la a seu dono na rua Nova n. i5, 3.* andar,
receber urna gratificacao.____________________
Precisa se de m trabalhador para padaria:
na rna da Soledade, n. 4.
Lindissimos fus 1 rUi piaRftMi aa
nos queiniareii d ntr de > '.. < | fu
China. Ve:idi;--e a re !!i l da i
a voiitaili: do comprad' i.
no largo da alfandega n. 7, e aos 4*.mip^" na i .
da Madre M Dos n. 3fi, no 3" andar
Os mesmos fogos, as mema< ruadicSe*. wi-
de-se t.iiiibeiii na rua di InqieraJ "r c, nardo da Silva C. Camp s, a rna *i Marqaet
de Hunda, ra-a do Braga <" i:i-- iC_____^__^
Xoites divertidas !
Vistas furtacoi es!!
Effeitos maraviiho.<-
Qualidades superiores!
Preeos resumidos !!'.
Fotos foros !!':<
Immcnso e varia*-m
ment de d>gn a
(|i,lii;.n-. dis ma l!..l'i"l I
cante'' do llio ik- tan ; i> n*
Allemaidia.
Pi-t.ilas nm t :i. i, '. *. I e
I i tiros. Rmlinln- l M. He*.
Byraatei com boabaa. ra
de rei. iasmins Ir
fonles de fofo e efifa.
COMPRAS.
Compra-se alpmas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da rua Duque
de Caxias n. ii.
DO
m
GRANDE DECSOBERTA
DO
Composto de manac ante-rheumatico e depurativo
FELQ
Dr. Mallos Guerra.
ijfc Especialidades : molestias das mu-
B lheres, das criancas, molestias venreas
ir* e syphiliticas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nha.
Chamados qualquer hora do dia e
v da noute.
Gratis aos pobres. ^S
Rua da Imperatriz n. 36, primeiro, fj
andar.
Aluga-se
1
Allencau.
.. .... .*r
C5i*?~
Di Slito Al:!"liie : .
I'e S J.'.lii i Cl.elllill- .
Qn ni no t -tara de ;|H"T,
(H git-t'-zinhos
>ll ;M!' !1. (' 'I' I! '-'
Pois ijiic ella* '
S. I'.-dro t nt"ia'
V. S,.!it'.Vn3 cnarlus*)'
Milhit braaco de sapeti f qna-
qualid.'d'- para cangiea ; arcn
CUII i III I'1.
Rua do Iwnerailor
^2._K.
>i ^ jp_
guiat"* na na
vaada-M us ui>jciu
Coelhos n. l):
3 cavados para a l'a
i ditos ditos para taifa.
I dito dito para caraara.
3 boas vaccas liirina<, dan lo Wat.
Assim como diversas ditas da Ierra
l carros da alfandega.
4 bons bois para os mesmos
I carn a com arreios para avaala
Para ver e tratar na minina casa
d -
Na rua de Thom de Souza, sobrado n, 10, ou-
tr'ora da Lingueta, compra-se urna escrava de 25
30 annos de idade, que saiba co'inhar e engom-
mar ; e igualmente pede-se aos senhores corre-
tores que tiverem algnma com as condiefas ci-
ma especificadas, queiram dirigir-sc a mesma rua
e casa j mencionada.
Trastes. I
Compra se e vende-se trastes novos
e usados: no armazem da ma do Im-
, | orador n. 48.
@
Vr;NDAS.
\
un
\ovs le *inta Inoiii-. **. JAa>
r Pr-rm.
Acalia de ser publicad i o |vr.i acia
contem urna limta rnlleeca.i d.- I
sanies e chistosas aortcs, e igualmente urna c -
leecao de recitativo-. iMnipos'.i por gran les I
faiiiadns poetas desta poca.
Cremos que este livro um d. s melhore mUr-
tenimentos para as rennie* familiares das ta ka-
tejadas e apreeiaveis noute acuna ditas
Acha-se venda a laOtO na livraria I..- m i;
ca ao p do arco de Santo Aatoai.) e e miir-<
Orculos delptns.
A casa terrea n. 30 da rua do Amorira
tar rua da Madre de Deus n. 16.
a tra-
CziHlieiia,
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na n'a
da Cadeia n. 21,1* andar.
NOVA TINTA
MATHIEU-PLESSY, 90, louP St-Oermam
PARS
E' preparado este xarope de manac e mais algumas plantas indigenas do Amazonas,
nio contera preparadolalgum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos ossos
erupc,es syphiliticas e dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
desses virus. A sua composic^o foi approvada pela junta central.de hygtene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha um explicacjio para a forma de usar. Peco de cada
orna 8$000.
Unico deposito nesta provincia rua do Baro da Victoria n. 38, chapellaria de
Monteiro & Silva.
Vende-se
Urna toalha de labyrintbo propria para bap-
sados: na rua do Vinario n. 13.
CALCADO
Dinheiro vista.
Botinas de eordavao para homem a 71000
Potinas gaspeadas para senhora a 3AU00
Praca da Independencia n. 15, loja do
Arantes.
Sob este titulo acaliam de ser
menta perguntas c resposlas para
de reuni nio, S. Joo e S. Pedro.
Kssas perguntas c respostaamtnrmmrmfm,
sao inlereasanles e divertidas, **f.___*j_
cuuvenitncias ou regra* .. aafcaa^a ^""T
serem propriamente o que aire aa te rkaaaaai
surtes, tratara de desveadar aivaiarnii e "V?'
ntimos pensamenlos e futuros jacreiui. eav
pre adequadas as raspoataa eapreajara.' t
vezes aquillo que nao se alrevena a auc
ser em brinco, servindo o ornar aa i
ier de dar-lhes forca oeewaria para
quem sao dirigido.
Cada baralhinho cnu laMi e araaavse aj
da na livraria Econmica ao ae aa are 4 I
Antonio e outras.
a a
Vi
hdMUCA* tTNlVHKAL BE INI
HEDALNAS DE Mfr t IfOtT-MW DA LE6IA0 DE HONM
NOVinTTNTA
DOBRA BOU PIBA COPIAR AS CARTAS
Cha.
Preto e verde de superior qualidade: vende-as
rua do Commereio n. 32,1 andar.________
Tabocas.
Vndese 3,000 dunas de tabocas
ps e pistolas : na rua das Flores n.
ratissimo preeo.
ra busca-
e por ba
^{alciga ngleza %
c800 re.
M0##
e Oaianreto
P.2 ______________
Veae-se ama i oaiia earrava aiata,
aaa a idade, periu co4aHra e tavaiai
de casa: mnal4a,aayaaaMi.v*aat





6
Diaria ct- Pemainbttco r-d Seguida ti&a 16 de JiinhOi de 1873.
Tcm sid apresenatla u publico
Durante o esp
DE
4 0 A N N O S.
DE
RBISTOL
CCRA OS CASOS MAIS DESESPERADOS 1
A SAFSAPARTAILHA tifc BRISTOL pn-
ica a massa do sangue, cxpelle para fra
oda as materias e fezes vioiosas o impuras,
regata tudas as secretees, d vitalidade o
energa a todos os ergios e d torga e vi-
gor ao systema afim de pQdcr mettior resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
las esto um remedio constitucional. Elle
rauca distros am de poder curar ; porm
justanlemente assiste anatureza. Portanto
cm todas as doencas constitucionaes c em to-
is, res molestias lcaos dependente d'um es-
Icdovicioso o imperfeito dosxjstemaemge-
ndr achar-se-h que a Salsaparrii.ua de
Bsstoi. um remedio seguro e efllcassissi-
ao, possuindo iuestimaveis e iucontostaveis
rtudesv
As curas milagrosas do
"-4*!'oflllllN.
< 'hagas antigs,
E5FERMIDADES SYPH11.ITICAS
ERISIPELAS,
HIIEI'MATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
Ht ten grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
puf todas as partes do universo, so tSo so-
mente devidas
l-MCV LEGITIMA E ORIGINAL
SfdsajMrril/ia de Bristol
II. lorster k t
Aos Srs. acadeniios
Vende-se as seguirnos obras de direito, historia
e liiteraiura, por commodjs procos:
Pardessus:Droii Commercial.
Villiaun:Bevolution francase.
LouiS Blanc:Histoire de dk anas.
Vattet rDroit des gens.
Ventura :Le Pouvojr public.
Porters :-Cours de droit naturel.
Kluber :-Droit des gfis. '
Rogron : Code de commerce.
Nesta typographia adiarlo essas obras para m-
r em vendidas.
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCAO SHOST
nica, hygienica, radical einfallivel nca-
ra das gonorheas, flores brancas c fluios de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salatares resultados
a continuada applicaco que sempre com a
maior vantagem se tem feto dela nos hos-
pitaes de Pars.
Unice deposito para o Brasil, Baribolomeu
& C., ra Larga do Rosario n. .34.
Xarope d'agriao doiPar
Antigoe conecituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
appbcado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n.-34.
Rival sem segundo.
Cheg'ram agulhas para machinas, do fabricante
Crower & Baker. Duzia por 2000.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar
tholomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
NA
AGENTES.
PHARMACIA CKNTRAL
Ba do Imperador n. 38.
faviccneiii. pardo Tvrnambueo,
-"-:ignorase a molestia.
que Dio causa a menor
muitas virtudes que
ce Bristol.
e favoravel para
7S53AISS :kpMASIES
ULULAS
VEGETAES
DE
BRISTOL
I s boles sadios e saos
Lina digestae vigorosa,
Um excellente appetilc,
Ignos dos beneficios que se podom de-
!-izendo seum uso regular das
E*S]u!s. vegetnes de Bristol.
i cura certa e eflicaz dos intestinos,
1 iii remedio ndmiravel para os rins,
Um tnico poderoso para o estomago,
Sao as mpreciaveis qualiilades medicas
. .' podem encontrar, usando-se das
Pjltt vegpeteea le Bristol.
nedicina que nao prodox dores nem
'-' as.
purgante que nio debilita nem en-
lira laxante
:sa.
P rroara urna das
le i as
molas vegetaes
Um medicamento suave
to sexo.
correctivo Siluro dos desarranjos do
enaa.
eme lo completo <: seguro para as ir-
v.:- i.lari la li s.
lueitossem falta, resultantes do
emprego das
. vegetaes le Bristol.
ac i clara, alva e transparente,
tina peile maeia edelicadac um
Hlito doce e ngradavel.
SSo os resultados cortos einfalli veis, de-
.: do se
' t tornado algumas dses deste
i los
tedios as
i-^l Em todos os casos do molestias j'uma na-
1.. .<;, escrofulosa, ulcerosa ou syphilitica ;
udo a massa do sangue se baja tor-
il-va ou viciada pelo uso de ferro,
i rio, ou por outra quulquer substancia
i ral a
< taparrllka le Bristol.
.t ser usada de conjuncto com as pilu-
< Msina obrando-se, em restricta con-
oidade com as direcgoos inscriptas no
: os doeotes podem iicar certos que,
vez usada coujunctamentc urna com a
: nluima enfermidade ou molestia,
mais severa ou arraigada que se acbe,
podur resistir ao combinado poder se-
'io e sanitario destes dous
Ka ra da Imperatriz n. 6,
toja ne louca de Sebastiao Marques
louca de Sebastiao Marques do Nasci
ment, vende-se cm porcoes grandes ou a rta-
tho todo louca existente na mesma, por procos
BHlo diminutos por ter o misino propnetario
de fazer urna viagera a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os freguezes que precisar
de se sortir destes artigos, apresentem-se quaato
antes.
ji;">

f
DE HOW
MIS WSPOffOS
S LEfTE, IRIHAOS
NICOS ACENTES
f
$W o Bflfl Victoria o. 28
4^ mais simples, a^ qjajs baiatas e as melhores do mundo!
NA- aipasico de Pars, em 8G7, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a raedalba de ouro e a condecora-
do da Lejo de Honra, por screm as macliinas mais per.
feitas do mundo.
Faz'oito annos qoe cothecido este precioso tnico, e difflcil adiar
qoe, todo experimentado pessoslmenle, nio filie em sen favor, ji como boa
e apetiador, tomsndo om calix delli actei de jantar, oo como facilitador da
tomando-ae depois

E. Howe Jnior, nos
da machina de cos-
A raedalba de ouro, conferida
Ef4a4es-Tndos por ser o inventor
tiraf /.
A uiedalba de ouro na exposigao de Londres acreditam
estas machinas.
A 90$000
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende flnissimas cascas francezas do
cores com os mais delicados padrees, por terem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pele
barato prei-o do oie vintens o covado. pecnin-
cha : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n.
Bandeijas
Amsral, Aabuco 4 C. vendem oandeijas de me-
tal eavernisadas, e de verdadeiro charao. de todos
os taniauhos, para C, copos, bolos, eta. etc., e
um completo sortimento de balaios, cabazes, etc.,
de vime, e rotim para flores, costuras, pao, etc.,
etc. : no bazar victoria, ra do BarSo da Victoria
numero 2.
J chegaram os maraviihosos fogos artifi-
ciaes da China, para serem sollos nos sal5es e jar-
dins: caixinhas com variado sortimento e a pre-
cos desde 205 at oO cada caixa : no armazem
ni do caes da alfandega.
Taverna.
Vndese a da ra Direfla n. 72, tem poucos
fundos, e bem afreguezada : a tratar na mes-
ma.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino prcto a 800, rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por ser sem lustro,na loja
das 6 portas em frente do Livramento.
ntremelos, tiras e bicos a
500 rs. a peca.
Vende-se entremeto?, tiras e bicos bordados a
retroz, preprios para enfeilar vestidos, e roupi-
nhas de crinea, pelo baratsimo preco de 500 rs.
a peca na loja das ti portas em frente do Livra-
mento, dao-sa peras a mostra com penhor..
,abe-nos o dever de annujiciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade 4 ra do Barp da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para era Fernarabuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao jujrtajnente apreciadas-pela perfeico de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta eom a mesma quahdade de linha que qualquer outra,
e pela introjliiccao dos mais aperfeijoados apparelbos, estamos actualmente habilitados a
oflerecer ao exame public as mejores machinas do mundo.
As vantagem dekas machinas sao as seguintes:
rrimeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incoiitestavel, a
ciroumstancia de nunea terem pparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccSo entre as diversas pecas, e menos- rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Farmam o pento como se fra feto mo.
Quinta.I'ermitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemra, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccoes em portuguez.
A 9>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS .
A'
do Baro da.Victoria n. 28.
Pode obter em pouco lempo com o no do
HESPERIDM
ABASE
da HESPER1DJNA a LARANJA AMABGA, alo ha om ao babiUote do BRASIL (a ter *
especial das liraojas) qne cic ooabeffi as prtptMades medicioaes ds doorada frvrta-
ori bem, a
LARANJA AHA1CA
em seo estado natoral tem om goate pouco agradavel, e o mrito da HespenditM ea
siste em rete: sitas boas propiedades, e ao mesmo lempo apreaeuU-la como
EXQUISITO LICOE
A HESPER1D1NA como INDUSTRIA NACIONAL nio tem Bada qre tDvtpr a.
melhores imporUcoas europeas de calbegoria scmelhante. Estas, qoando muito, poda
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinacio perfeita do
AGRADAVEL E SAUDAVEL
Para prova do que om artigo no qual pde-se ter ioteira eoellatfa. purHrp
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e aatoriaada pala
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo sos livre elaborarlo no imperte; ootn
BOJx PWIA
a acceitacao geral qne tem em todas as partos onde aprerentada. Em 1864 esat*
acense a primeira fabrica em Buenos-Arres; em 1869 a aerada ea loatevute..
do dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR toaoguroo-se a fabrica qne adiatem
trabalha na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tea boa accertacfc.
tanto que rara a casa qoe considera completo sen aparador sem orna garrafa da
HMUMNA
O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem doente toma Hesperidina para obter
*
SAUDE
O bomem dbil toma Hesperidina .para obter
BAZAR DA RA DIREITA
HOJE
IKIARCILIO DAS N. Si
Ncs bailes as doozellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa -o
animaco dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR C, rna do Vigario Tenorio n. 7, t andar, receberam m
grande especifico, e ventiam-no nos depsitos seguinte :
Joaqoim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneirn, rna do Commercio.
Marcelino Jos Goncslves da Fonle, ra da Cadeia c. l.
Antonio Gomes Pires & C, rna da Cadeia.
Aotonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes Irmlo betel da Passagem.
Lilzinlias escocezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas escocezas, padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o covado,
pechincha e do-se amostras na loja de Guiller-
mo C. da Cunda A C.
Vende-se
urna escrava preta, excedente cozinheira e lava-
deira, sabondo tambem engoramar, com urna filha
de 9 annos de idade. tambem preta,' vinda recen-
temeute do Maranhao : quem pretender compra-
as, dirija-se ruada imperatriz n. 36.
KofHal
h:hi:ikh.
LiiLis estas medicinas acham-se venda
(m todas as principaes boticas e
lajas de drogas.
ha-se a venda em todas as boticas.
BL Forster & C.
AGENTES.
GRANDE.HOYIDADE
Santo Antonio, S. Joo e S.
Pedro.
PROFECAS ILLSTRADAS
GetteccSes de novas sortes iufalliveis, contendo
ta*( eolfeceo f/i cartas, onde se achaoi cstampa-
itwoari aturas engranadas e espirituosas sortes
destinadas aos diveninianns das noites de Santo
Aotoak) S. Joa. Pei|io. A cada collcccao
aeuapanham urna tabella e urna explicacAo para
ojofo. Acharase venda pelo diminuto preco
de 2 as seguales casas : livrarias franeeza,
oairersal, econmica, industrial o acadmica ; rna
Rova ns. 20, 39 e 63 ; ra do Imperador n. 71 ;
na do Crespo n. 23 ; arco da Conceieao n. 2, o
caes i de Novembro, armazem do Pires.
Cha preto denominado padre, o melhor que ha
ncsle genero, sem aroma, estranbo e muito seme-
Ihaiile ao verde, sem todava ter a adstring-iiicia
deste. E' preferivel qualquer cha preto, con-
forme o gosto de quem delle usa. a ra estreita
do Rosario n. 12, onde sempre encontrarao todas
as qualidades de cha verdee preto, e tambem o
melhor viuho do I'orlo.
Nao lia irais cabellos
broncos.
11
Fogo, fogo
taelhorae tolos os fogos sosa oblem com
a i*aalha de ac, de ferrro, de Jineo, de cobije e
daa^ollia, aue se vende por menos na pitar-
- cb e drocaria de Bartholomeu & C, n. 3i,
i larga do Hosario.
S e unicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellai-
reiro.
Pechincha
Este cstabelcci'mento sempre solicito em oflerecer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
precos os mais razoaveis possiveis, para o que recebo quasi todos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Europa e America, vem dar oubicidade tle alguns artigos por cujos
presos bem se pode avahar os presos de outros rr.uitus que se ornaria eiffadonho pu-
blicar.
.MIUDEZAS. MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 25J500.
libra por 5J500. Botes de setim pretos e de cores, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs# ^000 a duzia.
xinha com 4 papis a 60 rs., 2iO -. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita do vellu'!. com lindos co- 8U.S> a ^000 1')4()0 metro,
races fingindo maiireperpla, a 500 rs. ,)ltas dc cores e Prclas a 800 rs. e 1*9000 o
Voltas para o pesclo, fingido camafeu, me*ro-
companhadas com 1 par de'Uncos seme- Gales Prelos de se,la. de muito gosto de
Jhante, tudo por 2*500. i800 re- a 1^000 metro.
Linha branca do 200 jardas em carriteis, I CALCADO FRANCEZ.
propria para costura de machina, a 800 rs.! Bohnas pretas gaspeadas, para senhora, a
a duzia. 4#500 o par.
Dito de dita de Alexandre, numeracSo a 1)tas ditas dc duraque, gaspeadas, canno
gosto do freguez, a i-5100 a duzia. | alt0> a 35?00.
Diademas dourados de lj?500a 3*000. I,llas Pretas enfoitadas,
LIQUIDACO PARA ACAMAR
DE
ROUPAS FEITAS E FAZENDAS
DO
da Victoria
ANTIGA RA NOVA.
Calcado bajato
Borzeguins de bezerro o cordavao, para
hnmem a
Ditos pretos gaspiados, para senbora a
Ditos de duraquo preto e.de cores a
Ditos de meninos e nwninas a
Btinzinhos de couro, de enflar, para
menino a
Sapatos de tranca para hornero, e se-
nhora a
81000
6,
3*030
11000
u
i A
Ditos de tartaruga com flores a 2*000.
Ditos com borbolelas a 1*500.
Rrincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2*000.
Ditos dourados," duzia de pares, a 1*500
2*000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2$500.
Ditas do ditos om coragoes a 1000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 1* e 1*500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 1*200
a 2*000.
Parares com 2 laros para cabeca e peito
a3*e 4*000.
Entremeios e babadinhos bordados de 3G0
re. a 2*400 a pega.
Gales de seda brancos e de cores, de
1*500 a 2*500 a pega.
Ditos do algodo e seda, de 1* a 1*400
a peca.
Ditos de algodio, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de tlM'rim a 6* e 8*000.
Ditos de sndalo a 4*500.
Ditos de madeira imitando, a 2*000.
Ditos de popeJles a 1*800.
Coques para senhora, a 3*, 3*500 e 4*.
Aderegos fingindo coral, coopondo-so de
al tinete e brincos por 2*600.
DtosifW paftJeV cornton
>BDCOAejldoaue muilbKosv
ultima moda, a
6*000. "
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
a 5*500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
3* e 4*00.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 /o do (lue u,n outra qualquer parto.
CHAPEOS.
Ricos chapos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 11*000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 165000.
Completo sortimento de chapeosiiihos para
meninas o senhoras, de 2*800 a 5*000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 16*000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 5*500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 6*000.
Ditas dito cabo de marfim a 9*000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de erocht para-oadeiras, a 1*800
e 2*000 cada um.
Ditos para sofj a 8*e 4*000.
Toalhas de linho para rosto, a 1*300 cada
urna.
Ditas'de algodio alcoxoados, a 640 rs.
Cohas de crochet para cama de casal,
6*000.
II.
-4
annazent dc Jo^ Lopes 'fortanto f
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de torca del a i ravallo-.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
Taquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
fontas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
fialoes largo e estreito para carro.
Megos com cabeca de marliui, idem.
bn-~
Ditos de tpele para homen e senhora a
Ve de se na graca da lildependcncia n. 39, loj
de Porto 4 Bastos.
Joaquim F. dos Santos Coimbra tiuirtaraes,
vende em ma escfiplorio rn do Mrquez de
Olinda n. 3 1." andar :
Laf do Rio .
Cha c o em latasdo .libra
Fumo a em latas
Farinha de maiidl> -a
Vinho de Thomar, em dcmios*
n. ^ nappvoacao
por tetta da iaeia
azem dn ni
l
Amw

do Jmperadbr
Fogos artificiaes
SouzaA Guimaraes, ra Nova n. 39, avisam aos
seus freguezes que receboram um bonito sorti-
mento de fagostttQRs-$i!apros..para sHS5
assim como tamb?ni tem um completo sortimPmV
de togas naeionaesdo melhores fabricantes dos|a
capital nara s feslejoa de Santo Antonio, S. Joo
o S. Pijjrp, as^n com- barallips de s'Qrtes con
gur^r '----------------------
Vnj
ar na
de-se um sobrado em urna boa ru
ra da Imperatriz n 8, loja.
NOVA LOJA DE JOTAS
2 ARa do Cabug N. 2 A
DE
BARROS i FILHO
Achande-e completamente reformado esta estabdecimenlo, e
tendo os seus prOpnetarios feito urna importante acquisigo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidade* superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu ea-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de g prejo razoave.
M^%;
Vende-se massa^ hafitt d* 1" qualidade n
Rm
A. loja da America recebeu
ndos Bournouvde la Cda e vende por cm-
odo pre?o.
Espartilluos duqueza.
Bordados a retroz e sao de elegancia tal sa-,,
tisfazem bem o capricho de qaalqner sonbora por,,^ ~ \r2,
mais exigente qu seja. j fflj j^r^^mmT^mi
A.6 de madapolao francez com duas laifctaa e nao: a ra larga d Rusa l* andar : :
ogos
a van
a 640 rs a iibra, dlu 4> ;(
n. : no armazem de Sal da re*
, de Vatdtvi) d* pjOw>ra.
L


mm
w

Diario de Pemam!bu0 Segunda ieipa &t*reuJiaalio de 1873.

DO
RA DO BSUM N. 52
(Pssando o ehafariz)
PEDfiM AS oborea de engenho oqtros agricahores, e era pregado fes de m
:fcinismo o favor de mu* vi6iu a seo estabteciraeritir, para ?erem o novo sortimeoto
complet qat ahktem; sendo tode saperio em qaalidade e fortidSo; o que com a d?
oeccSo pess >al pdese verificar.
ESPECIALATIENgiOAONUMEROE LUGAR DE SA FUND1C0
Vapores rodas dagma t^&'%?i'Sl
;ircoauiaucas doaiaaborea proprielariw e para descarocar algod3o. gj
MO0Ill&3 dG Calilla d*l>dos os l3m3nu09. a^melliore qae aqni
Rodas dentadas para*iinae9'3enaavaPr.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Machinismos
Bombas
BAZAR NACIN Al
Ra da ImpOratriz u. 72
de
Lourenco Percira Heides Guimares
Declara a seus freguezesqueteru ueselvklo vender,
saber:
COMO SAO LMQS!!!
Os leques tods de mauiejjerou,. brancas e de
cures e que tfz<"ni o disticoU.N'IAO em leuras
tambera de madrper.ila un alto relevo, or-
nando se por isto apropriados' para noitas, a NO-
VA ESPEKANCA a rda Duque de Caxias n. 63
(antiga do Quemado) quem w tem.
Sao de tartaruga
Os brineos, broches, mcios aderecos, erte,
coracees^e cussuletas, que estao oxpostaf
, escolM das Exmas. /amantes do chique) vone-se
na Nova Espe am.-.i, a ra Duque de Caxias
I n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias .
o maUborato. que or possivel,, a 63, acaba de receber uro lindo sortimento de bo-
para- mandioca e algorJo.l- Podendo] todos
parferrarmadeira. fser movidos a m2o
/por agua, vapor,
de patente, garantidas........ |ou animaes.
Todas as machinas ePe*asde(ae 8e coslama precsar-
Paz qualquer concert de9ac^, apreco mm res^ido.
FormaS dfl fflrrO tsm as me,ljores e ma'3 baratas existentes no raer-
EnPlTnmftTl lio a locumbe-se de mandar vir qnsrfqoer raacb'Dismo "von-
iusxj Jiiiai.uu.UJiS. t8 cas compras por intermedio de peseoa entendida, e que em qualquer neceseidade pode
es prestar aoxito.
Arados americanos e iD,ron)eD!os 3*rcola8-
RA DO BRUM N. 52
MIUDEZAS.
Soares Eeite & Irmaos, pedem as Exmas familias desta cidade, para virem sortir-se
4e uui completo sortimento de raiudezas o perfumaras,, por precos baratissimos, a
saber:
Cala de linha branca muito bOa com 40 Caixa de peonas Perry, a 800 rs.
novellos, a 500 rs. dem idem, a 400 rs.
dem dem de marca, a 200 rs. Caixa de envelopes trajados de preto, a
Maco de fita chineza, a 900 rs. 500 rs.
Duzia de percas de cordo imperial, a Leques para seahoras, a 28>000 e 45JOOO
180 rs.
dem em carritel de linha branca, a 320
rs.
idem idem carritel 200 jardas, a 19000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
ooa, a 1^000.
Abotoaduras para collete^(so baratas), a
00 rs.
Duzia de pecas de trancas caracol branca,
400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Talheres cabe de viado (imitaco^a 39000
duzia.
Duna de baralhos francezes canto doura-
do,a3J5600.
dem iderabeira Usa, a 29500.
'iriualdas para casamento, a 29 e 59000.'
Garrafa de tinta roxa extra-lina, a 19000.
Caixa de botes de osso para calca, a
aOO rs.
Coques modernos, a 39500.
MtoO de tranca lisa de cores, a 240 rs.
dem idem do osso, a 69000 e 89000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
109000.
! ivros para notas, a 320.
Redes eafadas, a 19300.
uzia de collarinbos bordados para ho-
mem, a 89000.
dem idem lisos, a 69000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19300
Idemkananga do Japao, a l200.
Idem divina, a 19000 e 19200.
Idem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
Idem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
o frasco.
Caixa de pos para denles, a 200 rs.
dem idem de pos chines, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Mago de sabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
e 39600.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
CHITAS A 160 E 206 116.-6 COVADO.
Vndelo chitas, froncezas largas com to
que de avaria.fl 160 e20O o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-sc cassas francezas a 320 e 300 re
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-so alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBCRTAS BE CHITAS A 19600.
Vende-sc cobertas de chitas de cores, a
19600 e 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-sc chales de la de quadros a 800
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 c 59000.
CAMBK.UA BRANCA A 39000.
Vende-sc peijns de cambraia branca trns-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se sias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretus de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de pama, pello e
massa, a 29, 29500, 9000 o 5000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de madapolo enfestdo a
39000. Ditos inglezes para os prec, s de
49, 49300, 59, 69000 e 79000.
ALGODO A 39300.
Vende-se pegas de algodo, a 39500, 49,
e 5901)0.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramaute com 10 palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29300 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande poreo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c m
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua decolonia,?a200, 320 c 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTES DK BRLM.DE CORES A 19500;
Vende-se cortes de brira de cores para
cala, a 19500 e20000.
BOTINAS A 89000V
Vende-so botinas para-senhoras, a 39000 e
39500, a ellas antee que se aeabern.
ROAIPA EKtTA NACKMIAL.
Vende-se camisas brancas, a 19600, 29,
29500, 39000 e 49000.
Calcas de casomiras de cores, a 59, 69 e
79000.
Coletes de casemira, a 29, 29500, 39e
45000.
Palitls de casemira, a 49, 69 e 89000.
Sern las a 10 e 19600.
BRIM DKCORES A 440 RS. .
Vende-se brim de todas as coros a 440
i-s. o cavado.
LENCOS BR A NCOS A 29000 A HJZIA.
, ecas de rrrahas qualidaMes, vindo entre ellas as
eugracadas nonecas de borrarh 1, assim tambeai
una pequea quanlidade de bouecas prttac que
se tornain apreciadas pela sua novidade.
JEbem tU
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63, iccebeu verdadeiro cimenlo inflez, prepara
;ao para concertar porcelana bem mil.
Vestido perdido
Moitas vezes um vestido torna-sc inliirament
ek, sement por estar inal enfeitado: a Nota Es-
peran.* ra Laque de Caxias n. 63. remove
este, mal ; porque est bem provida dos melliores
galoes e franjas de todas as cores, onde pode es
colher-se a vontade sobresahindo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
de de cores, liea bem em quasi (odas as fazendas.
A ella antes que se acabeni.
Bolas de borradla
Vendem-se de todos os tamaitos ra Duque
de Caxias 11. 63, na Nova Esperanca.
! Cabellos breos s tem quem
Verrde-so a dueia de lencos brancos, a 1 QUCr
29000. Ditos com barras do cores a 39O00.! A ^va Esperanoa a ua Onquo da Caxias n.
Ditos do linho a 59000. 03, acaba de recebar a verdadeir tintura do Des-
TOALHAS A 800 RS. nous para ungiros cabellos, o que se consegue
Vonde-se toalhas parroslo, a 800 rs. e ^_!?M.n*\*) c.",n muit* ^m^ Pt Mle
15O0O.
motivo, cabellos brancos s tem quem quer.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 00 BS. EstO n moda
Vende-se-gravatns de soda preta, a 500 Os cinlures de couro, proprk para senhoras,
rs cad8 urna ; ^ne reeeDeu a Nova Esperanca ra Duque de
' rniTic p* H i rnniTRTi 4 4a.< 1 Gaxi?s n *'^ cslio' slm> senbora, estao na moda !
CHITAS PARA LUBLR1A A 28-Kb. Se queris ter ou preparar um ramalheto de
Vende-se chita para coberta, a 280 e 320 cheirosos cravos braacos para o voso casamento,
rs. O covado. ou Para 0U,I' I"11 apropriado, 6 necessarin ir
BONETS PARA MENINOS A l?5O0. ''Xov* Espcrana ra Duque de Caxias 11. 63,
v ______, *-an<\ "lue a'1' encontrareis os nicli.ores ports buuqntlt
Vende-se Dneles para meninos, a l9a>Utt. sc _c jegejar
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 3!?5O0. Tcdo/iarca
Vendo se espartilhos para senhora, a
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes do alisar, a 2'*0, 320 e
400 rs.
PO'S DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A210RS.
Vende-se espellios de diversos tamanhos,
a240 e 320 rs.
TESORAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de crirersos tamanhos,
a 320 e 590 rs., para liquidar, e outros
A NOVA ESPERANZA A ra Duque de Caxias
[ n. 63, vende talagaroa para bordar-so de todas as
grossuras____________________________
Joaquin Jos Gou^alvcs
Beltrao & Filhos
Teem para veoder no seu escriptono roa do
Commereio n. S, o segu.inte :
AGURDENTE de caj: caixa de 12 garrafas.
1 de laran'.a, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para hoiuein e senhora, cabo
de uiarlint e osso.
FP.IXES de ferro, para porta.
erro,
murtS"artlgos''que"'se v'eride Wato 9lr7li- F, de ***'*
! quidaco de facturas.
Cspelhos-toucadores, a 29000.
Resma de papel pautado e liso, a 29600, tes, a 29200.
9300, 39500, 49000 o 69000. dem de sabonetes com flores, a 19500.
Caixa de papel amisade, a 600 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mera idem idem beira dourada, a 800 rs. mes do autor E. Gudray e Gell Frres, pro-
Oaixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas de pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glycerino transparentes, 19
500 rs. c 19000. I Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo preco, e mui-
dos objectos que se tornara longo mencionar.
28 Riu de bro b Victoria -28
FAMAS PARA ACABAR
Na ra do Crespo n. 20.
LOJA DE
Gudherme Carneiro da Cunka dt 6.a

Maraes & Irmao
Em seu escriptorio ra da Madre Dos
llesppl'iiliiia
andar, tem para vender por proco Verdaeiro biter hesperidina, supertor e,acre-
ditado : a venda no armazem de Tasso Irmao &
C, ra do Amorim n. 37
n. 5, 1.
commodo
Vinho do Porto superior engarrafado.
Cerveja Bass. Cola da Bahia
Cha verde miudinho de superior qul de supcT]ljT quaida.le : vende-se na n
nendador Pedroz.
LINHA de roriz.
OBRAS de paineta.
PANNO de algodo da Bahia, da fabrica do con>
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Milito.
ROLDAS proprias para botica.
SALSAJ'ARRIUIA do Para.
vELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Si'tubal* caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de G gar-
rafas,
de Collares superior, era ancoretas.
de caj, caixas de 12 garatas.
falvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
< Carcavellos, idem idem.
Santo Antonio. S. Joao
e S. Pedro.
Amara), Nabnco 4 C. vendem sortes para di-
vertiment) e festejos das noutes de Santo Antonio,
S. Joao e S. Pedro, svstema Tourbelion Quor-
belet etc, SAo as mais eogracadas que tem vind i
ao mercado e proprias para salo ; assim como
caixas de confeitos borabom e baloes de pajiel
- proprios para illuminaroes eampestres, ele etc.
na ra do Barao da l'ictoria n. 1. Bazar A
lusiguiiis Duplicas.
Antaral. flnWn C. arisMn tm *
qaeeMM niiri** de Im .-(umtm 4a i_.
Moa para os que quizreaa a U qae costuma-se i fazn a S l *kwm
4as respeilaveis k>jas nnteaaica' *> r!a t* 4e |n
he.
Rap!
i
Prnceza !
Rarka !
O rap priaceza fabricad per hm Vn*
da RoeJu no Hi i de Jaaeim ka para vafcr
na do Vilano n. 7. I mdnr
VENDE-SE
nm moleque de 17 anims da d*4p. |
copeiro, mbushi : eafm pnieiaVr fliaq
rija se a na da hnprntrt n. M, fiwm
% A' vender por causa h
j9 viajrem

dade.
mercio n. 52, andar.
Vende-se 100 saceos de milho : na ra
va de Saeta Rita, ribeira do peixe n. 19.
t m exfolenle piano da I..I
selot, em |KT Baralivsinw oUIini
A UaUr ua roa do U-mo J.si s .
arniazeni.
TASSO IMOSiC
Em seus arniazeiis i ra lo Amona
n. 37 e caes do A|.l.. u. 47,
tem para vender por pre\ns (ittiiii-"-j -
Tijohis enrarns'lo* sexUvn* par ladMkft.
Cuot de barro para '-jiiiio.
Cimriiin Ponlaitd.
Ciiueiilo IDutaiilirr.
Machinas de de-artrar al/dSe.
Machinas de patiai ia.
Potassa da Hussii em bar*'
I Itosphoros de rra.
Sag en garrafoes.
Scvadinha em parra "ir-.
Lentiihas em garrafoes.
Rhum da aJaMiea.
Vinho do Pon.i vlhn "T
Vinho do i'orto s:'--rio-, dio.
Vinho de fordeanx, dito.
Vinho de .nIh-it).
Vinho da Vadeira.
Potes com Jinglas e dohndtf Inglacaa.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Frero?.
Latas de touembo inglez.
Barris com repolbo em sal _____
SHERRYKINA
(VINHO DE Ol I .V.l I NA IIN. 11 s
PREI'ARADO COM OS MW.MOt Vl\n--
r\\HA l'V FIRMA
CALVAIRAC A. G. C, DESEVlLf^
FoU.NECtDOR DA SI X HA). I -.TAI-:. A
d'hkspamia.
I'IIR
THOMMERFiT Go
PlMariMMrrwl t r:
KX-lNTtRVMMis H*riTM OSHKRRY-klNA i rwh .'.
que boje preferem a maior |>..i
eos de httspilaos, d..s l-nti-s -I'
dos membros .la aca>b>nia <{ nii-':
Tem esta preferencia a ta *-\,-li ,
qiti' ulTi'PTf Indas ASi;.ir,.mi.t- <:n-
se procrala nos producto* !--
que miitas vrz.s si:9a:rifm:am am.i
DES T\0 F.SSt.N(.lAKS QIER IK>
t*DO smtDMU as vezt-s ilc ambo
CROS i.\ i:m'm;ii.a<:\o \,tIh.
Mmeraes. Do Dr. CONSTANT1N JAM1-.
7.a editan.
NICO DEPOSITO
PHARMACIA EKOC ARIA
BARTH0L0IED C.
Ra Lar^a do Rosario :>. 34.
As unico.s verdadeira.s
namburtmezas que vm a 4^ riTcida
in na ra do Mrquez de Olirt '.< i
DOS PREMIOS DA
l.
54
t!
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 402, A BENEFICIO DA MATRIZ DO CVBO, EXTRAHIDA EM 14 DE JNHO DE 1873.
NS.
4
9
10
17
*6
32
38
42
54
59
71
84
89
91
96
103
4
10
17
21
29
36
37
38
44
45
47
48
51
60
06
67
68
73
80

84
PIlEaiS.INS. PREMS.
64
tw>
300
65
U
87
88
89
202
6
7
13
18
24
26
28
32
33
37
39
43
53
60
62
63
71
75
78
79
84
87
88
93
,93
97
9
302
?4
23
30
31
I 39
6*

i
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
341
44
50
52
58
66
86
88
405
11
18
38
39
44
52
53
53
61
63
64
67
72
80
m
89
90
91
W
-i 2*
30
35
39
44
48
50
51
55
-
6*
65
*
.
556
63
68
70
81
90
92
603
7
10
It
18
23
30
34
45
"47
56
57
65
66
72
77
84
83
89
700
9
12
14
15
17
26
28
36
. 37
41
45
63
!*
O
6*
6#
10^
748 U 934
49 42
55 44
63 51
66 56
68 59
76 _ 73
79 89
89 90
91 1010
801 16
2 18
6 AO# 19
23 65 21
24 37
27 39
29 . 41
38 44
44 m 46
49 65 47
54 1 51
56 - 60
59 _ 62
64 67
65 76
67 97
71 ^ 99
73 1118
. 82 W 28
89 e 29
900 34
2 . 39
16 44
21 48
23 5 73
24 __ .76
25 77
29 m 80
65
8005
>5
65
NS. PREMS. NS. PREMS.
1181
87
88
89
91
92
1208
15
20
24
29
30
35
36
37
42
46
49
61
68
70
79
88
92'
96
1300
10'
11
18
33
38
42
14
50
52
54
53
t5
1363
64
71
74
75
78
84
92
94
98
4400
11
23
35
44
46
54
38
59
61
2
63
70
1
61
83
**
95
98
am
12
' 20
26
27
29
36
37
'5
65
65
no
#
4
o
64
NS. PREMS NS. PREMS.

65
34
47
67
46
jJ\ 61 -
i a

1538 65
41
44
45
50
57
59
62
68
74
75
81
82
89
93
1606
N
16
21
22
38
b
37
46
M)
f
58
61
64
66
67 '
72
73
77
86
65
1695
173
10
16
25
26
2S
30
34 -*
tu


77
80
93
94
i
1811

NS. PREMS.
1909
15
16
23
25
29
31
36
46
47
61
75
78
87
94
2005
- ,1
- 17
i )b^80
#""26
48"
-
405
65
105
65
NS. PREMS.
1
6*
&&
<1ti
!#
5
2112
14
15
20
26
28
29
30
50
86
57
61
63
71
72
75
79
84
85
86
87
89
90
W
94
w
2201
ir
21
2
9
^7'
39
.32
58
65
NS. PREMS.
2268
72
76
80
84
92
93
86
2310
11
12
16
25
27
28
36
41
48
51
53
58
62
m
66
69
(84
85
'68
9
94
95
96
-12401
6
24
27
31
65
M*
65
NS. PREMS. NS. PREMS NS.
2437
43
46
49
56
59
63
70
80
84
85
87
91
93
96
97
2395
9
11
19
20
21
23
27
43
46
49
55
57
39
62
63
78
5
96
2694
11
652613
{ 15
17
27
I 36
_| 54
66
70
71
73
74
75
77
78
80
83
90
97
270.%
6
7
18
66
46
51
62
63
67
78
2 80
82
: 84
86
90
92
i
65
16*
66
6*2800
-j 1
12
17

33 -
:!
H
46
14
37
H
73
74
64
o:
4J2S02
6
44
21
27
31
92
33
48
32
33

H
66
60
9!


8
Diario de Pernambuco Seguuda feira 16 de Junho de 1873.
IJTTERATUILA,
lia constituid o I* poder legis-
lativo em mil estotlo li re.
(Continuante)
IX
li'aqui a descrcnc* geralque fnfelizmenti
reina no paiz em materia de poltica, c a
abstencao quasi total da parte dos liomons
i:!- :,'ia > de coniparccerem as eleices,
W, i' in'iiliuma das chapas apresentadas
pelos d dieren tes partidos merece n sira ap-
provaoao, e clles nao tem meio de fazer com
que s'jii eleitos os cidadaos que julgam
dignos ile to importante missao.
Esta s exposi(;o basta para a condemna-
tao de um tal systema e do principio em
que elle se funda.
Seus vicios sao to grandes, to funestos
c tao incontestaveis que tod s se Icvantam
j contra elle, procurando outro que osubs-
titua.
A Inglaterra, onde o governo represen-
tativo te ve o seu principio, fui tam!>em a
primeira que recouheceu este iuconveniente
e mesmo esta injustic,. e trata j de repa-
ra-la, dando lugar a que as menoras sejam
tambem representadas entre os escolhidos
da naeo ; mas esta reparaeo nao su lu-
ciente, poique nao basta que as memorias
sejam representadas, pois que tambem o de
veriam ser aquellos (pie nao perloncem a
nenbum dos dous pactidos, accrescendo que
d'esta representante nio podem resultar
grandes vantagens para a nacte.
Com etfcilo, que importa a esta, para o
seu beni, que baja no seio da representante
nacional argiras vozes que combatan me-
d las injustas e parciaes, ou que censuren
os actos do governo, se adiando se ellas em
grande menora, sero sempre abafadas pelo
croscido numero das outras vozes ?
O que importa, para ga.-anlia do bem pu-
blico, compor-se a representante nacional
de modo que seja em verdade a representa
nao nacional e nao urna representante par-
tidaria, porque somonte assim deixaro de
ser por ella approvadas medidas injustas e
parciaes.
Nao nos daremos ao trabalbode exami-
nar os differentes alvitres que tem sido pro-
postos para evitar o escancalo das cmaras
unan mes, dando lugar a que as menoras
sejam tambem representa las, porque, se-
gundo o nosso modo de pensar, nem mao-
rias nem mononas tem este direilo.
A representante da nrfao e nao dos
partidos.
Os depulados e senadores que se disserem
representantes de partidos e nte da nacte*
perderan todo o dreitu a serein respeita-
dos, c tiraran por esta s declarante todo o
valor s suas resolin.oos.
Se fosse verdade que os senadores sao re-
presentantes de um partido, a vitaliciedade
do senado seria absurda, porque os partidos,
transfarmam-se, deseompoem-se e desap-
parecem muilas vezes dentro de pouco
tempo.
0 principio desta vitaliciedade funda-sent
vitaliciedade da nacte de quem os senado-
res sao representantes.
& o lo esta a verdade, a le nao tem que
Atteuder ao maior ou menor numero de in-
dividuos deque se compoem os dillerentes
partidos, porque os partidos mais numero-
sos, se tem mais forcea, nao tem mais di-
reito que os oulros. Aos ollios da razo
os partidos sao individualidades coilectivas,
e tanto diruto tem os mais numerosos como
os menos numerosos.
Rio sendo ellos os representados e sim a
nante, que una s, nenbum fundamento
tem a pietencao do quererem dar maor
numero de eleitos do que os oulros.
Daqui a inutilidade de tudo quanto se tem
escripto sobre a eleieao proporcional, sys-
tema que fundado no falso principio da so-
berana do povo, considera os eleitos como
representantes deste, e deste recebendo os
seus poderes.
A naci, que a nica soberana, tam-
bem a nica que deve ser representada.
O que importa para garanta do bem pu-
blico azer-se com que a representago
nacional seja composta de modo que nella
nao possam passar medidas injustas nem
parciaes, o que nao poder ser evitado, sen-
do composta exclusivamente de individuos
per'.encentes a um s partido ou mesmo a
dous, porque neste caso a maiora esmaga-
ria sempre a menora.
Para obter-se este grande desidertum s
nos occorre um meio, azer-se com que
essa representago se componba de tres
grupos de igual forcA um escolbido pelo
partido que ostiver no poder, outro pelo do
da opposicao e outro pela massa dos cida-
daos estranbos aos partidos militantes, isto
, polos bomeus imparciaes.
Os cidadaos assim eleitos seriam, sim, os
escolhidos desses grupos, mas nao seriam os lidade ; e bunea poderei converter isso em
representantes delles, porque delles nao re-; moJVo de eensura igreja, nem etn prova
ceberiam nenhuma missao, nenbum poder, de que ella pretende a dominaco no aentido
senao smente da naeo. quo se lhe attribue.
E'esta, que nao podendo exercerporsi Tambem nte posso acompanhar aspes-
mesma a sua soberana, a delega aos seus soasque onsuram oscapuchincbos, porque,
representantes, os quaes faz escolher do mo- como ob|rvou o nobre senador pela Babia,
do que julga mais conveniente por meio do ninguem mais do que'eu est habilitado para
corpo social.
(Continuarse-
ASSEMBLEA gekal
SENADO.
fazer Justina a esses excedentes frades, que
arriscando sade e vida tantas vezes, entre-
gam-se constantemente ao bem espiritual
dos povos, entran pelos nossos sertes para
lensinar o Evangelbqe teem feito verdadeiros
do EXM. "toVsELHEiiio misistro prodigios em minba provincia, onde reco-
do imperio du. JOAo Alfredo cokra de Ihtnentos para mstrucno de meninas po-
oliveira, soiinRE o orcamento. Ibres. WV vastissinas, casas de caridade
O SU. CORREIA DE OLIVEIRA (mnis- e otaveis rv.cos orden publica, atestan
tro do imperio) :-0 nobre senado, pela Ba- o seu grande prestio, a sua p.edade e os
tra coroenou notando a circunstancia de ser benelicios de que sao capazos. (Apoiados.
a primein voz que venho ao senado. I palito o beneplcito, ponto sobre o qual
Esta circunstancia, Sr. presidente, seria o nobro senador deseja ouvir a o nbaupi
motivo pira maior acanhamento da minha n.o e ...terrogou-me pos.t.vanente, conhe-
parte, para umeerto enleio, achando-me pe- u,)ut"* da *W- "*"n. "J?
ante la augusta cmara, se o nobre sena- prerogal.va do soberano temporal,
dor nao concmase con alguna Justina que f.o mo lo porque se de ende co .1 a os rega-
e fez, e con sua benevolencia, queTinJito listas- "* Vnimf JJJ c0"
agradece para que esteja tranquillo e desas- ** em diminu.cao o dependencia do po-
sombrado der espiritual o exercicio da advocacia e de-
' O nobre senador quiz ver nessa mesraa feza que ? P"cpes lhe prestavam antiga-
circunstancia prova de fraqueza do gover- nte ; sei que e objeeto de questo se o
no. A causa e alias conhecida. Em 1871 beneplcito pode ser iHimitado .Mas, Si.
discutamos na cmara dos deputados o or-'presidente, collocado no terreno do nosso
jmenlo, que agora se acha sujeito apre-^''1" constituido nao posso at r.buir aos
tiante do senado, conjuntamente com a re- decretos dos concilios e s lettras aposlob-
for.ua do elemento servil, reforma que f0I cas nem a quaesquer outras const.tu.coes
objectodasuiaio.esdiscusses.talvezasmaisleccles.ast.caseffeitos civis, que obnguemo
agitadas, que U-m tido o parlamento brasi- fstado, se este pelo governo ou pela assem-
bla, conforme a materia, nao, conceder o
le.ro. Acouteci:ii por isso que licasse na
out.a cmara retardado o ornamento ; a cul-
pa nao foi de certo do governo. Entre fa-
zer passar urna reforma, cuja demora traria
perigos de brdem publica e discutir o orc,a-! I"1* 0CCOITelK *
ment, o governo devia optar pela refor- buco enteuupu que
ma. Se smente esta pode ser votada, nem,
isso revela fraqueza do governo nem de taes se revela van e pregavam doutrmas con-
ir a culpa sua. trHr.,aS *T^ U bis^ de 'er,,ambuC
seu beneplcito, como expresso na cons-
tituinao poltica do imperio.
Com rola{te questo masnica sabe-se
(i ltv.n. bispo de Pernam-
devia mandar eliminar
'dealgumas irmandades maeons que como
modo algum p le-se attribuir a culpa
Em 1872, sabe bem o nobro senador, a
c.miara dos depulados funecionou poucos
das; foi dissolvida. O ornamento, que
aiiioa nao estava discutido em 2.a discusso,
nao pode vir ao senado.
O Su. Zacaras :V. Exc. encontrou
mu i tos artigos diseptidos-.
O Su. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Tinham-se discutido os artigos
relativos aos ministerios do imperio e es-
trangeiros, o tinba conoQado a discusso do
relativo ao ministerio da Justina, que con-
cluio-se na ultima sessao.
llecouheno que o ornamento poda ter
viudo mais cedo ao senado; mas sao conhe-
cidos os fados que fizeram com quo a c-
mara dos depulados nao se reunisse sem-
pre; a discusso foi anda retardada, e s-
mente nos ltimos das da primeira sessao
desta legislatura pode ser votada a proposta,
que boje est submettida apreciado da
cmara vitalicia.
(Juiz o nobre senador ver no procedi-
ruenlo da commissao urna prova de que o
ornamento irregular e nao merece a sua
approvano. Se me licito explicar as in-
tencoes da honrada comm'sso, supponho
que o fado de nao dar parecer e de reser-
var-so para urna ou outra emenda, revela o
seu apoio ao trabalho da outra cmara. En-
tretanto, a honrada commissao que com-
pete explicar se, e eu nao posso, nem devo
adiantar palavra sobre este ponto.
Honrou-me muito, o nobro senador pela
Baha qnaudo disse que, se tivesso de fazer
alguna excepcao dos membros do ministe-
se tivesso limitado a censurar aquellos qu
assim procediam, creio que nao se teria le-
vantado tao grande opposino ; mas enten-
deu S. Exe. Uvma. que poda mandar ex-
pellir os inafOBS das irmandades e confra-
rias religiosas e lan^ir interdicto sobre as
que nao quizeram cumprir suas ordens.
Urna dessas corporanes, suppondo-se of-
fendda, interpoz recurso cora, e osse
recurso, recebido polo presidente da pro-
vincia, como devolutivo, foi submettido
seecte competente do conseibo de estado. O
governo dar no mais breve prazo a deciso
que for de Justina, tendo em vista o nosso
direito constituido. Permita o nobre sena-
dor que eu nao adianto palavras sobre a de-
ciso que est pendente.
O Sr. Zacaras:Peno ao Espirito-Santo
que o Ilumine.
O Sr. Correa de Oliveira (miuistro do
imperio) :Declaro, porn, que, apesar do
desejo ardente de ser tao bon catholico
cono S. Exc, nao poderei deixar de ser
executor das nossas leis, no "que ellas tive-
rem de applicavel ao caso, em defeza de di-
reitos offendidos.
O nobre senador tocou incidentemente em
um facto notorio ; referio-se posino que
o nobre presidente do conseibo oceupa na
manonana brasileira, e foi injusto, asseve-
rando que S. Exc. o causador de toda essa
questo. Parece-me que o nobre senador
nao tem razo ; o honrado presidente do
conselho poda ser manon, como tantos ou-
tros cidadaos respeitaveis e benemritos teem
sido neste e em oulros paizes. maniendo
rio, essa excepcao seria em meu favor. Agr- alias as melhores relanes con a igreja
JCLBEIIB
POR
PEDRO IVO.
Tinba eu 20 anuos e nao trtba 20 ris
no bolso, quando me aconteceu o que lhes
vou contar.
Audava no primeiro anno cirurgico, a
tombos com a anatoma ; tinha segura a sub-
sistencia de um mtz, que pagara adiantado ;
possuia, fora do alcance dos meus condici-
pulos, duas libras de tabaco equinze livros
de mortalhas ; as solas do meu nico par
de botas promettiam longos das de vida;
o sol como que se obrigara para comigo a'
nao causar embarao roda viva em que
andavam de mim para a lavadeira e da la-
vadeira para mim duas carnizas que me res-
tavam ; o chapeo nao estava russo de mais,
nem o casaco desmaiado no o viva fe-
liz e sem cuidados.
Mo tinha dinheiro, nem commodidades,
nem cavallos, nem luxo, mas tinha 20 an-
nos, um corano alegre, trinta e dous dentes
aliados como navalha de barba, uro estoma-
go que digera os alimentos de... empreita-
da que me forneciam, pernas de ferro e
saude do mesmo' metal... Que mais se
pode querer aos 20 annos 7
E, para cumulo de felicidade, tinba a
janella das ages furtadas, em que viva,
janella cujas portas j nao sabiam fechar-se
porque os gonzos, por falta de exercicio,
tinham perdido o movimento.
Nao sei so mais tarde alguem se lembrou
de curar aquella paraljsia dos gonzos ; para
mim seria isso impossivel, pois nem tres
m ezadas bastariam para comprar o Lazehe
oecossario a tal emprezt.
tanta benevolencia ; declaro, porm,
quo, solidario, corso sou, com todos os rueus
honrados collegas, e teslemunha do zelo com
que cada um delles se entrega aos deveres
do seu cargo, embora tenha no maior apre-
no os louvores do nobre senador, nao posso
em conscienca aceitar tao honrosa singula-
ridade, porque nao a merenoe porque nella
se envolve urna censura aos outros minis-
tros.
0 nobre senador tocou em urna questo
importantissima, da maior* gravidade, que
enteudecom a consciencia, e em que todos
nos devemos ter a maior prudencia.
Declaro ao nobre senader que os meus
sentimentos religiosos aproximam-se muito
aos de S. Exc, e que desejo ser do nume-
ro dos melhoros catholicos. Estou, pois,
muito longo de condemnar os esforcos da
igreja, por tomar-se universal, e nelles nao
vejo nem o contrato de Esa e Jacob, nem
o plano de dominago odiosa, como se disse.
Nao, Sr. presidente ; eu sei e reeonheco que
a igreja, na missao que seu divino fundador
deu aos apostlos, mandando-os pregar por
toda a parte e ensinar a todos os povos, re-
cebeu a nota de catholicidade, significada
tambem pela unidade da f e pela diffusibi-
Nem eu creio que de tal facto possa re-
sultar a inhablitano para governar, com
que ao nobre senador aprouve fulmiua-lo.
Se a censura lannada contra a maconaria
em geral nao pode ser applicada do Bra-
sil, quo tem smente fins de beneficencia,
como se diz, e nao contraria religio ca-
tholica, faltar assim justa causa para a con-
demnanio dos manons brasileiros, e neste
caso principalmente o nobre presidente do
conselho estar na posino daquelles que,
presos igreja pelos vnculos internos da f,
embora os queiran considerar materialmen-
te desligados, desprendidos dos vnculos ex-
ternos, continan a ser catholicos diante de
Deus c rnelhores catholicos do que quem per-
tence ao corpo e nao alma da igreja.
0 Sr. F. Octaviano :Esta proposino
j foi aqui condemnada pelo nobre senador
pelo Maranbo.
0 Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Mas de um escriptor, cuja au-
toridade o nobre senador nao pode recusar.
0 Sr. Mekdes de Almeida :Bom catho-
lico contra as leis da igreja? E' a primeira
vez que ouno tal proposino.
OSr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Nao foi de certo o nobre pre-
sidente do conselho quem levantou essa
questo;.os fados que se passaram nesta
corte nada teem com o que se deu em Per-
nambuco.
0*Sr. Zacaras:Foi causa occasional;
os fados da provincia foram posteriores
manifestaco feita pela manonaria daqui.
0 Sr. Mendes de AlmeidA : -Tudo foi
resultado da festa dos manons.
O Sr. Presidente :Attenco.
O Sr. Correa oe Oliveira ( ministro do
imperioj :0 honrado presidente do con-
selho, aceitando a manifestante quo lhe o
feta pe > grande Oriente do l.avradio, nao
coiicorreu de modo algum para* que um
padre fosse o orador da festa e, publicando
o seu discurso maconico, incorresse na
censura do bispo desta diocese ; menos anda
concorreu para que oo facto do Hio de Ja-
neiro succedessem, tem pos depois, os de
Pernambuco. Como, |iois, pretende o nobre
senador fazel-o respousavel pela questo que
se levantou entre os bspos e a maconaria ?
0 nobre senador pela Baha interrogou-
mo tambem a respeito da reforma eleiloral.
De quem a iniciativa, perguntou S. Exc,
do imputado ou do governo *
Sr. presidente, quando eu disse que o go-
verno, em attenrao materia do projecto e
em respeito s opinioes manifestadas, nao
quizera dar-lhe a forma e o carcter do pro-
posta do poder executivo, nao tivoa inton-
no que o nobro senador mo attribue, mas
sim outra muito differente. Tratava-se de
una reforma que entende con a orgausai;o
do parlamento, com a sua origen, e parece
quo neste assumpto se devia deixar acamara
dos deputados a iniciativa que tamben com-
pete ao governo, cumulad va e conjuntamente
o.n quasi todas as materias. Aln disto, se
bem me record, o proprio nobre senador
tinha aqui opinado que o governo nao aprc-
senlasse o seu projecto como proposta do
poder executivo.
O Sr. Zacaras:Eu, nao.
O Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) : Pareceu-mo ; militas pessoas,
porm, manifestaram-se nesse sentido, e
ento pelas razos que eu disse, embora o
governo' estivesse do perfeto aecrdo sobre
o projecto, entend que devia ser o deputado
que o apresentasso e nao o miuistro.
Disse o nobre senador que este facto veio
revelar hesitante da parte do ministro do
Imperio, porque o que elle aprsenla como
deputado depois declarado projecto de ini-
ciativa do governo. A falla do throno nao
chamou o projecto que tive a honra d.e apre-
sentar para reforma do nosso systema de
elevos, proposta- do poder executivo ; mas
smente deixou de classfica-lo entre ospro-
jedos de simples iniciativa da cmara. Nao
urna proposta do poder executivo, corto,
mas tambem nao se pode dizer quo um
projecto de simples iniciativa da cmara,
que estraoho acyo do governo, quando
parte do um ministro, na sua qualidado de
deputado e de aecrdo com todo o minis-
terio.
O Sr. Zacaras:De aecrdoqualquer
membro da maiora pode estar.
O Su. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Neste ponto posso apadrinhar-
mecom a opinodo honrado Sr. consclheiro
Nabuco ; quando apresentou a sua reforma
judiciaria, elle disse que a apreseutava como
deputado, mas declarou sempre que o pro-
jecto apresentado pelo ministro como mem-
bro de qualquer das casas do parlamento,
urna vez que tivesse por si o aecrdo dos
collegas, nao era da simples iniciativa do
deputado ou senador, mas devia ser consi-
derado projecto do governo ; e depois fez
questo de gabinete, comorecordaem aparte
o nobre senador pelo Hio de Janeiro.
0 Sr. Zacaras :Poda fazer de qualquer
materia, at do um requenmento.
O Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) : Quer me parecer, Sr. presidente,
que a occasio nao o propria para entrar em
um examo minucioso do projecto que tive
a honra de presentar, mas nao quero fallar
cortezia que devo ao nobre senador, e
darei urna breve resposta s suas observanes.
O nobro sonador recouheceu que o pro-
cesso adoptado pelo projecto para qnalilica-
no engenhoso e consagra algumas garan-
tas. Eu nao posso deixar de devanecer-me
com esta confisso. que j revela algum
mereeimento no trabalho, que apresentei de
accordo com meus collegas. Mas, pergun-
tou S. Exc, porque que o projecto, que
alias ampliou as incompatibilidades, en
sua opinio inconstitucionaes...
O Sr. Zacaras :Dizem que sao.
O Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :Mas V. Exc. votou contra ellas ?
O Sr. F. Octaviano :Naquelle tempo
dobrou-se a intelligenca do parlamento.
O Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) :... parou dante da difficuldade
que a constituigo offerece reforma da elei-
no indirecta para o systema directo ?
Nao diiDcil a minha resposta. Se al-
guem tivesse de carregar com a culpa de
ter ferdo a constituirn em materia de in-
conpatibilidade, nao seria eu que achei a ,
porta aborta e franca. Nao acontece, po-
rm, o mesmo a respeito da oleico directa,
que offerece dlliculdaue seria, e cuja adop-
cao por una le ordinaria seria contraria ao
modo porque se tem entendido a nossa loi
fundamental.
Em 1835 um deputado de opinioes libe-
raos apresentou um projecto estabelecendo a
eleico directa. Esse projecto foi julgado
reforma da constituicao o submettido por isso
ao apoiamento de um terco dos membros
presentes da cmara. Depois da terceira
leitura nao fcijulgado objeeto de deliberano.
Em 1847, se me nao engao, o nobre se-
nador por Mnas-Geraes, ento deputado,
apresentou segundo projecto no mesmo sen-
tido e essa outra tentativa teve igual sorte.
Estes dous fados mostram que nunca se
enteudeu a constituicao, como agora se quer
entender; e el les teem grande importancia,
porque sao decisos competentes proferidas
em pocas mais prximas ao juramento da
constitualo, e quando era bom condecido o
peusameulo dos seus autores!
Ouanto mais Icio attentainente os artigos
da constituino que se referem ao nosso sys-
tema de elcicos, mais me convenno, Sr. pre-
sidente, do quo a eleieao directa depende de
reforma constitucional. Os defensores da
qu<-
Enten leu tambem o nobre
nao tem justificante a novkUd
chamados para forman! das nw paro-
chiaes os dez maiores propretartos da paro
cbte. Esta idea ou enorntro-a en quasi tit-
os [irojoctot apreooatado por ilistiiKio--
parlainontares e julguei-a norto convenien-
te, porque traz para as jutai da qualifica-
nio e mesas parochiae, ^e tanta irapor-
tancia teem en nossas fllnetes, una elemen-
to estavel, independe...
O Sr. Mrquez de S. Viceite i Fur-
ventura imparcicial.
O Su. Correia de Oliveira (ministro d.>
imperio) :... o porveutura imparcial, con>j
observa o meu respoitavel amigo.
O nobre senador pela Babia Uxou oe odio-
sa a qualicante.desses 10 maioret pruprie
tarios...
0 Sr. Pompec :Impossivel al.
0 Sr. Correia de Ounau (ministro oV-
imperio):... e inposssivel, accreaomU o
nobre senador pelo Ce-ri. Pensa 8. f.\t
que indicar os que pagan mais im|io-u.-
uo diflicil, nem exige comparaves odio-
sas; masqualifnar os 10 maiores propr?
tarios difficuldade muito grande e depen
de de processo inquisitorial.
Sr. presidente, isto depende de dnpos-
cOes regulamentares c eu espero que a difli
cuidado ser bem resol vida. Como have*iH>
do procurar a prova da maior propriJada *
0 i.n|)osto urna das manifestante o
riipie/.a ; mas em muilas localid*ies, em
quasi todo o interior do nosso paiz, imn>
opinio contraria ste obngndos a sustentar 5 htMIieils mai, ricos M que poien, |K.0,
nuil n ilii..iln ilii tntl'ir ii'i(i i* :lir, que o direilo de votar nao direito polidco.
A quo torturas recorren ellos, quando pre-
cisan esquecer que nao ha direito to poli-
tico, tao elevado e essencialinente poltico
como esse?
Neste ponto confesso ao senado que a mi-
riba opinio est formada. Se bem que nao
deixo de propender um pouco para a eleigo
directa, quo aceitara em condi(,-es sociaes
noiboresdo que as nossas sao actualmente...
OSr. Zacaras :Para quo as nossas
condicoes molhorem preciso que haja elei-
ro directa.
Os Sus. F. Octaviaxo e Pompec :A-
poiado.
O Sr. Corra de Oliveira (ministro do
imperio) : ... nao a posso admiltir, por
evidentemente inconstitucional e intempes-
tiva.
0 Sr. F. Octaviano >0 nobre ministro
teve outra conviccao outr'ora.
0 Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) : Perdoe-me, nunca.
O Su. POMPEO :Est em documento pu-
blico.
0 Sr. F. Octaviano :Pronuncou-se
pela cleino'directa em um parecer.
0 Sr. Correa de Oliveira (ministro do I a eleinte de eleitor a quem reunir *5 votos
por esse meio que o sao | ipuiailos,; qua;
todos os nossos gran lis fazen lroa, osqiM-
nais produzem,pa>{ain im|>ostjs iiicUrwlo; r
al mesmo o imposto [essoal par ellis ta
limitado cmi BMMlMcasos, que nao cotn
para com o imposto quo paga e babitanti'
das \ illas ou povoaces.
,0ra, bem se v que o imposto nao pl--
ser a nica prova, eque esta ha de v*n,ir
conforme as profisses, os ineios de vida, a
natureza da fortuna e a eolio* aro dos u.
dividuose dos seus heos. A qualitioa<.ao fai
so-ha por diversos modos apropriade MI
din entes verificaeo de quem maior \ prietario ; cada um allegar u seu direito .
os interessados sero Mfiaa, e qomi '
julgar prejudicado provari pelos meios a
seu alcance que nao deve licar exclu lo la
iista. O que ha nislo de odioso ?
Mauifestou-so o nobre senador cou'.ra
turmas de 25 volantes, requeretido lugar n
eleieao primaria, c er que ellas ser) imv -
netos do pe 'turbante e at de frau de violencia. Sr. presidente, essas turma-
Mi minha opinio facilitan) pacifican a-
eleinocs. 0 que pretende o projecto ? Faci-
litar a representante dasjmiuorias, garant.
brida, talando em toda as direenes o cam"
po infinito do ideal.
Sero costureiras que terminam algum
vestido... Pobres pequeas 1 Avaliaro
a i menos as meninas para quem trabalham
quanto custa aquellos dedos de fada essa
tarefa, que tem por fim torna-las a ellas
formosas T
Ser desgranado poeta, to alheio ao
seculo, que ainda nao descreu da ode ou
mette hombros ao primeiro verso da vigsi-
ma estrophe do sexto canto de pico poe-
ma ?
Sero mis, que velan filhos enfer-
mos, pobres velhos a branos com a asthma,
criminosos a quem as trevas engrossam o
remorso ?
Sero... o que quizeram sor 1 bra-
dei eu de repente, agarrando a tresloucada,
que parara a tomar folego para novas cor-
reras.
N'este momento a luz do candieiro come-
nou a crepitar to raivosa, que o pobre
, e emendando, por assim dizer," os compendio acordou e chamou-me.
cigarros un aos outros. deixava eu errar a Nte ba remedio I-disse eu, espregui-
vistaDela floresta do chamins, que se des- nndo-me, eiaa retirar-meda janella, quan-
tacavam no ar spbre os telhados das casas do vi que urna das duasluzes se mova.
Que mgica janella !
No invern como que se alargava pa.ra
deixar coar atravez dos vidros o luar das
lmpidas e formosas noutes de Janeiro ; no
vero, quando eumeesquecia de descera
vidrana, perumava-me o quarto cotn os
aromas do laranjal florido, que assombra-
va o jardm do palacete vizinho.-
0 dono do jardm, que nao chegava
varanda o dorma com as janellas fechadas,
estava convencido de que o jardim era real-
mente d'elle ; eu, porm, que de dia lhe
namorava as flores o noute dorma com a
janella aberta para recober as saudades que
ellas me mandavam, eutondia que o jardim
era meu.
Que noutes de julho, passadas a essa ja-
nella, em mangas de carniza, com as costas
obstinadamente voltadas para o candieiro,
que crepitava censuras, e para o compen-
dio, que adormecer" aberto,.desesperando
de me fazer dormir a mim I
Por urna d'essas noutes, encostado ao pe
que d'alli se viam, e corria-rae reda sol-
ta a vagabunda, a folie du logis, a imagina-
eo, emfim.
Quem, depois de duas horas de meditaQo
Soo a terceira das doze badaladas da
meia noute no relogio da s.
A luz continuou a mover-se e acabou por
-lPPrecerfr*?*mente j^ella, a que as-
poder na rrer per ordom todas as loucuras sonara un vulto, que eu nte poda disn-
que lhe atravessaram o cerebro t I guir se era de. honen. se de mulher.
Ao cabo de longo scismar, os-meus olhos Lannando mstmctivamente os olhos para
comenavam a contar as luzes, que brlhavam a outra janella, notei o mesmo manejo do
como pyrilampos, no fundo negro das luz e venfiquei a apparino de outro vulto 1
casas ri | Daas luzes que brilbam em ce urna da
' Pouco e pouco essas luzes foram-se ex- outra e apparecsm ao mesmo tempo afrente
tinguindo urna a urna e ficaram apenas duas, das janellas... meia noute que sos...
emVntos diametralmenteoppostoseenor-' Decididamente, aquellas duas janellas
me distancia urna da outra. entefldem-se 1
A quem allumiaro ? I Como se quizessem tirar-mede duvidas,
Trarado este ponto de interrogante no as luzes eatrarara de fazer raovimentos com-
esprito, a>agabundar que eu, por assim binados; dir-se-hia quelse cumprimenta-
dizer, travara, deu um salto e parti a toda. vani.
Estava eu estudando aquella telegraphia,
quando um lgeiro ruido me chamou a at-
tenco.
lnvestiguei o espano e vi um ponto ne-
gro que se diriga para mim.
E' um morcegoque vem esbarrar-se
contra os vidrospensei eu, sem me lem-
brar que o vo do morcego silencios >.
Ora preciso dizer-lhes que eu tenho
um horror instinctivo do morcego.
Eu odeio o rato, que me nao deixa dor-
mir entregue sua obra de destruicao, em
que prosegue, apezar da bota que arremesso
para o sitio ('onde vem o ruido, e glo ao
aspecto d'esso rato alado, que tem a cons-
ciencia de nao merecer que o sol o allumie,
aborto condemnado s trevas, sacrilego vam-
piro que esvoana s noutes por entre as co-
lumnas e reconcavos do templo, profanando
a alampada e extinguindo a luz, que se es-
pelUa as lagrimas de sangue, que correm
ao longo da face angustiada do Christo.
Receioso do repeliente contacto, recuei,
mas o vulto negro, em vez de bater nos
vidros da janella, entrou por ella, esbarrou-
se contra a parede fronteira e cabio de cho-
fre sobre a minha cama.
E' um mocho 1 exclamei eu, atter-
rado, ao ver que pelo taroanho nao podia
ser morcego.
Ora preciso dizer-lhes que o mocho me
merece especial antipathia.
Alm de ser, como o morcego, um pa-
rsita de igreja, acho-lhe um certo ar refal-
sado, o qer que de beato fingido, de
gato pingado, com que embirro solemne-
mente.
Se os outros animaes sao, como o ho-
mem, obrigarJosa exercer urnaprofisso, o
mocho deve ter com certeza, casa de prego
e emprestar dinheiro a quatro e cinco
leis.
Ora reparem bem n'elle e ve rao que me
nao engao.
Oculos enormes, nariz de cavallete, ca-
imporio) :Resalvei a constituconalidade ;
eu c o Sr. Gomes de Castro, deputado pelo
Maranho, rosalvamos, ambos de accordo, a
nossa opinio neste ponto ; nao estou, pois,
em contradieno, quando digo hoje que con-
sidero a eleieao directa inconstitucional.
OSr. F. Octaviano :Mas como podia
o projecto ter vida e a commissao aceita-lo,
so era inconstitucional ?
0 Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) : Podamos resalvar a nossa opi-
nio ; appellamos para a discusso ; nao
queramos crear una difficuldade de mais a
um ministro amigo. J tive occasio de ex-
plicar este facto.
0 Su. Pomi'EU :No parecer, nao.
0 Sr. Correa de Oliveira (ministro do
imperio) : Expbquoi depois na caara,
como consta dos Annaes de 1871, o obser-
varei ainda que o projecto de que se trata
nao extingua a oleico indirecta, nem tirava
Invito aos cidadaos, que votam as assem-
blas parochiaes.
Sr. presidente, pareceu-mo que o nobre
senador pela Baha nota va contradieno da
minha' parte, porque cu disse no discurso
com que fundamente! o projecto de reforma
eleitoral que nao admittia que se restringisse
o suffragio em urna poca em que tanto se
chuna pela sua extenso, e entretanto, defi-
nndo a renda, restring o numero de vo-
tantes.
Senhores, eu nao nao crio direito novo ;
pugno pela fiel execuro da le, e esta quer
que seja qualificado o individuo em certas
condiedes, com certa renda. Na ortica so
tem abusado muito; frequente e quasi
ordina'ro que individuos-, que nao podem
ou nao devem ser qualificados, sao incluidos
na lista dos cidades activos e votam. Ora,
desde que eu nao crio direito novo e nao
tiro direito a nenhum dos que presente-
mente o teem por lei, mas procuro smente
corrgir os abusos que se do na pralica,
nao ha essa contradieno quo o nobre sena-
dor pareceu notar entre minhas palavras
e a disposino do projecto.
saca arrussada pelo tempo, pomas curtas e
fortes, unhas curvas e sujas um usu-
rario chapado.
Eu detesto o mocho !
Pois dou cabo d'elle I- disse eu, fe-
chando a janella o agarrando a bengala.
Peguei no candieiro e erguyendo o instru-
mento de .norte caminhei para o iuimigo...
A luz espalhou-se sobre a cama, e a ar-
ma cahio-me da mo.
Que lindo pombo preto I. .
. E era, realmente, um lindo pombo, d'es-
tes que luz do sol despendem do dorso
relexos metallicos, cambiantes.
0 pobrezinho estava to cansado, quo se
deixou agarrar, sem reagir.
Pousei o candieiro sobre a banca e puz-
me a analysar a presa.
N'isto os meus dedos, introduzindo-se
por baixo de urna das azas, oncontrararn
um corpo estranho; era um papel atado
por urna linha.
0 pombo defraudada a fazen la : era um
carteiro de contrabando.
Apodere-me do bilhete, apezar de duas
picadellas que o liel mensageiro me deu,
em defeza do que elle, naturalmente, consi-
derava deposito sagrado. >-
Soltei o pombo, que voou para a janella;
onde se empoleirou, e abr o bilhete.
Eis o seu conteudo :
Elisa. Foi mais um dia perdido !
Tudo se conspira contra nos e comerlo a
perder a esperanna de conseguir o que tus.
mai exige de mim para consentir na nossa
felicidade.
Que mais te heide eu dizer, se no pouco
que hi ficadto te causo urna noute de in-
somnia e de lagrimas ?l
Adens !... O nosso confidente est
quasi a acabar a sua rac,o.
Adeus ... Amo-te I Alberto.
=*= Quem ser este Alberto? E quem
ser aquella Elisa ? perguntava eu, volta-
do para o pombo., que me mirava, espan-
Ora, se alguem poder congregar 25 amigo-
ou adherentes e os levar paruebia, ten.
desde logo segura a sua eleieao ; e de es-
perar que esse candidato ao ekitocado a
esses 2o votantes, dc{K>is que tiverem un.-
exercido o seu direito e oulios obtido a sua
prelenco, nao sero elementos de disturba
agitarte e cabala na assembla parorbial.
Domis, Sr. presidente, esse o mei-
ortico do fazer com que a massa dos votan-
tes so distrbua em grupos, que correspon-
da.n ao numero de eleitores, para qu* este
nao resulten de urna maiora eventual,
nem deixo cada opinio de ter nos colhv
eleitoracs representanles pro|iorno de
forna numrica.
I.onge, portanto. de ver os inconveniente'
que o nobre senador descobrio nVs- i
sii.o do projecto, pareco-me que ella n .
s urna garanta para a execuro do p-n-1
ment que o projecto encerra, como i.:.
elemento de paz as assemblas parochiaes
Tambem uotou o nobre setudor que
projedo, ao passo que declara, quanto
renda, que pode ser qualificado independe
tmente de outras provas o individuo que
conlribue con 6T000 aunuaes, sujeila
prova os titulares e outras cliaw que no
toria ou muito presumidamente teem a
renda legal ou pagam maior ini|tosto.
Senhores, a respeito dos cidadaos >{.,
pagam OrOOO de impostos, pode-se diz-
que ellos mauifestam sua renda de mod
corto, incontestavel; mas o nobre senado:
bem sali quo muitos individuos nti:
ou graduados em academias e corpora,
scientilicas, por circumstancin infclnes, |
dom redizr-se extrema | a renda exigida para o volante. O p
to devia salvar este caso, c assim se ex
a disposino censurada pelo nobre senado-
mas devo observar que nao o exacto que -
titulares sao obrigados a provar prineira
mente a sua renda ; o que o projecto disp-
que sejam qualificados, salvo prova em
contrario; presume-se a renda.
Conlimiar-te-hu'..
lado, cornos seus grandes olhos orlados '
encarnadoDeixo partir o correio... nte
deixo...conecei eu a dizer de mim p^...
mim.
Acerquei-me da janella. l'ma das luze-
tinha desapparecido ; a outra mova -
agitada por mo assuslada e anciosa.
Compreheiido rosne euO Sr. Al
berto escreveu aquella clwradeira, botou-a
ao correio, fochou a janella, apagn a luz
esta j a dormir como um porco, etn quan-
to que a pobre da rapariga est alli a mirar-
se, agitando o pbarol na esperanna da at
trabir o pombo transviado. Nada Isto
negocio de consciencia, um attentado coa
Ira o direito das gentes Soltemos o pan-
no !... Anda c, amor cootinttei, aaaei-
gando a voz para nao assustar a Iris.A;
da c, tolinho... Tu gosUrs da pa .
lambareiro T
E, abrindo um armario de pinbo, uro.
um bocado de pao, que estarflei. Len-
brei-me de lhe olTerecer cognac ou de Ib
manufacturar um grog, pois para isto tinba
eu sempre o preciso no quarto, mas tive
medo que elle accitasso c calei -ase.
Parece que o pao nte era alimento 4es-
conhecido para elle, porque o pombo voou
inmediatamente para cia da banca, onde
eu o tinha collocado, a eonenou a servir-s-
sen ceremonia.
Ora j basta, amigo -disseeu ao cabe
de algws minutos.
E, agarrando o transfuga, anerre-ibe de
novo o bilhete debaxo da aza, abr a ja-
nella e soltei o.
Passados instantes, a luz retirava-see
desapparecia.
-A nala tinha chegado ao seu
(Coninuar-af-fca.)

PYP DO DIARIO WA DUQ01 M
V


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ELZCRJWB0_FECNU8 INGEST_TIME 2013-09-19T21:29:22Z PACKAGE AA00011611_12961
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES