Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12960


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Full Text

-'''
ANNO XLIX. NUMERO 138


1MIIA A CAPITAL E LUGARES 0.\DE KlO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados.....'....-........ 69000
129000
Por seis ditos idein
Por um anno dem
Cada numero avulso

22000
320
SABBAD0 14 DE JIMIO DE 1873.
PARA DENTRO E FRA DA PROVINCIA.
Por tres meses adiantados. ...............
Por seis ditos idem..................
Por nore ditos idem.................
Por um anno idem..................
mu

DE PERMMBUCO.
rPR0PRIEDADE DE MANOEL FIGEIR0A DE FAR1A & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alyes Filhos, no Para; Goncalves Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio, de Leiu^o Braga, no Araeaty ; Joa aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no atal; Joa l
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavaresda Costa, em Alagdas; Al ves & C, na Baha ; e Leite, Cerquinho j C. no Rio de Janeiro.
V
PARTE OFFICIAL
Goveruo I tiroviuciu.
EXPED KNTC DO DA 1!) DK ABRIL DE 1871.
/.* tecc&o'
Offlcios :
Ao hrigadeiro cjinmandante das armas. -
Mande V. Exc. por em libcrdade. visto ler provado
isenrao legal, o recrula Jos Lucio Vieira de
Franca.
Ao niesnio.Mande V. Exc. apresentar hoje
niesmo na casa de detenco una escolta de 3 pra-
vas c 1 cabo, alim de conduzir liara o termo de
Santo Aniao o criminoso de inorte Francisco Cae-
Uno Ribeiro e o respectivo expediente.
Ao-mesmo. Expela V. Exc. suas ordeus
alini de que sejam reculliidas prisao da fortaleza
do Brum, para onde serio remellidas peio com-
niaiidan'e do corpo de polica, as pracas que no
ierran do Buique se sublevara! contra o cominan-
dante do destacamento da<|uella lucalidade.
Ao coimnandante do presidio de Fernando de
Noronha. Declaro a V. S. para MU coiihccimculo
que nesta dala exped ordem a thesouraria de fa-
zenda ni sentido de mandar indeinnisar a Querjuo
Joaquim Madeira, conforme solieilou em seu offlcio
de i i de marco ultimo n. 27o, a quantia de...
#:87o500 qoe emprestou ao almoxarifado desse
presidio para completar a que fallava alim de oc-
correr ao pagamento dos vencimenios dos senten-
ciados ah deudos no mes de fevereiro deste anuo,
l'utro simeiimpre que V.S. dora em liante observe
strictamente a reconiinenda.o, que faz o inspec-
tor da niesma thesouraria no olllcio de 17 do cor-
rete sob n. oii serh: C, junto por copia, a respeito
desses emprestnos.
Ao inesmo.Inclusa remeti por copia a
requisicao do adjunto do promotor publico desia
comarpa, bacharel Manoel Joaquim Silveira, ao
juiz de direito substituto do 1. districto criminal,
aeom pan hada da certido dos depoimentos dequa-
tro testemunhas, que figuram no processo instau-
rado por denuncia do referido abjuuto, contra o
sentenciado de justiea, Manoel Lopes Vidal, alim de
que V. S. informe a respeito.
Ao director uterino do arsenal de guerra. -
Providencie Vine, para que por esse .arsenal sejam
concertados, coin urgencia, os objectos constantes
do pedido, que incluso transmit), do comniandaiite
da fortaleza do Brum a que se refere o ofllcio do
brigadeiro coinniandante das armas de 17 do cor-
reate sob u. iui.
2.' serbio.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o alteres da 4." coinpanliia do corpo de
polica, Pergcnlino de Miranda Pimentel, resolve
eouceder-llie mais um nie de lieenca com venc-
aientos na forma da le, para tratar de sua saude.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereram o teneute quartel mostr do 3.9 bata-
lhao de infamara, Hetirique Bernardes de Oliveira
Jnnior, e o aleles porta bandeira do 1.* da mesma
arma, Miguel Jos Martins das Neves, ambos da
guarda nacional deste municipio, aos pareceres da
junta medica, que in-peccionou os supplcautes,
e a iufonnac.io le 31 de marro prximo passa Jo, do
respectivo commandanie superior, resolve, de con-
formidade com o disposto no artigo 69 da lei n.
602, de 19 de seteinbrode 1830, tran osenii;o da reserva, licaiido aggregados ao Ioba-
Ulho respectivo.
Offlcios :
Ao Dr. chele de polica. A Provincia no
seu D.61, de lo do correte, na noticia que tein por
epgraphe Panellasdeclara que all nao ha se-
gurane, i individual e de propnedade; que o subde-
legado, Caetauo Bastos, ao passo que nao previne
enmes, que poderla evitar, e deixa de capturar
delinquciitei que iiifrugein a le em pleno da
as ras da villa, e em presen.a de quem as fre-
quenta, conserva no trunco p> r muitos e consecu-
tivos dias, seiit culpa (orinada, ns e inortos fome
individuos desprotegidos, e cujas faltas sao millas
eai comparado com outras, alias gravissiinas, que
elle costunia relevar: cumpre, poi, que V. S., ou-
vindo o aecusado, me informe, com urgencia, o
que ha de verdadeiro a tal respeito.
Ao niesmo. Vindo no Jornal do Recife de 7
do correte, sob a epigrapheT justoo offlcio
qae drgiram a V. S., em 15 deste mez, Agr 4
C., remetiendo a relacad dosenterros dos cadveres
indigente!, feilos por sua ordem, e de seus anteces-
sores, dos quacs, dzem elles, tein direito indem-
nisacao de quinze mil res, (15/000) por cada um,
e cedendo em favor do colre de urna reparticao du-
zeotos e quarenta mil res ( 210*000 ) que se lhes
deve, assim como declarando nao podercm conti-
nuar a fazer taes enterros, chamo a attenco de
V. para o disposto nos arligos 66, 67 e 68 do
regulamento do ceraterit publico desta cidade, que
declaram tal serveo gratuito.
Ao niesmo. Remetto a V. S. copia do offlcio
n. 19, de hoiitem, em que o engenheiro da lnha
telegraphica desta captol das Alagoas participa
terem sido encontrados em diversos lugares al-
guns soladores quebrados; o que tein intercepta-
do a Iransinissode telegrammas como actualmente
acontece, e suppoe-se devido a pessoas mal inten-
cionadas que arremessam projectis contra os mes-
inos soladores. A' vista do exposto, expeca V S.
suas ordens para que nao se repita semelhante
facto, e seja punido na forma da lei, quem quer
que tenha dado ou d lugar a isto.
Ao mesmo. Informe V. S. com urgencia a
esta presidencia a nspeito do facto de espanca-
meato de urna nmlher, attrbuido a Jos Paulo do
llego Barreto pelo Liberal de 17 do correte.
Ao niesmo. Informe com urgencia a esta
presidencia si procedente a aecusaco feila na
Provincia, n. 61, de 15 do corrente, no-artigo que
(em por epigraphe Cimbres, contra o subdelegado
de polica Verissiino Jos do Couto.
Ao mesmo.Nao havendn forja publica dis-
ponivel, eexisliudo destacadas no termo de Buique
cerca de quarouia pracas, numero sufciente para
as diligencias plieaes daquelle termo, nao pode
ser satisfeito a requisicao do subdelegado do dis-
tricto da Pedra no offlcio que veio annexo ao de
V. S. n. 730, de 17 de crreme.
ao coniioMHlante superior da guarda nacio-
nal do Reaifo-Pra os flns convenientes, com-
inunico a V. S. que, por portara desta data, trans-
fer para o servico da reserva, freando aggregado ao
!. batalhao, o lenle quartel-mestre do 3- de in-
famara, Henriquee Bernardos de Oliveira Jnior, e
o alteres porta-bandeira ilo 1.* da mesma arma,
Manoel Jos Martin* das neves, ambos da guarda
nacional sob seu mimando superior, e de confor-
midade com a sua iuformacae em offlcio n. 583, da
31 de marco ultimo.
Ao commandanie superior da guarda nacio-
nal do municipio de Olinda. Informe V. S- se
sao verdicos os factos articulados no Jornal do
Recife n. 92, de 18 do corrente, sob a epigraphe
Amda o 9* batalhao da guarda nacional de
Oliada.
Ao promotor publico da capital. loclusa
remetto a pcc>> de Antonio Jos de Almelda Ca-
tanho, afirn de que essa proinotoria reqaeira o esa-1
me da estampifha com qae foi adila peti^io sella-
da e provada a falsiflcacao, proceda a respeito
nos termos da lei.
Ao commandante do corpo de polica. De
?olveado a Vmc. os ofnclos em original do juiz
de dirtito da comarca do Bnique, do Dr. Luiz da
SUva GusmSo e do tente desee corpo Joao Pires
Perreira, delegado e commandante do destaca-
aujilo'Wslefl~~
.: ti
.osquaesacompanhararao des-
se ominando com data deste mez e n. 216, parti-
cipando a sublevaeo do referido destacamento
contra o seu commandante, Uetermino-lhe que.
San (lerda de lempo, faca submetter as pracas
que se sublevaram a conselho de investigacao, e
depois de interrogadas rcmelta-as para a prisao
da fortaleza do Brum
Ao mesmo. Devolva I Vmc. a conta que
veio aiinexa ao seu offlcio de I i do corrente sob
n. 210, alim de ser reformada na parte relativa
lieenca do vigario visto s ter est em virtude do
38 da tabella annexa ao decreto n. 686, de 27 de
fnlho de 1853, direito aos emolumentos de qnatro
OSOtos mil reis.
Ao mesmo. evendo comocar no da 20
do corrente a festa na groja de Nossa Senhnra
dos Prazeres, mande Vmc por a disposicio do
respectivo subdelegado seis pracas do corpo sob
seu conimando para a manuienciio da ordem pu-
blica.
3.' secruo.
OflMos :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Toinandj em consideia;.5o o que expoz Vicente
b'erreira da Poreiuneula, contador da administra-
?ao dos crrelos desta provincia, no incluso re-
<|uermento a que alinde sua informaco de 17
do crreme, n. 542 serie C, autoriso V. S. a man-
dar pagar ao supplieantc sob a responsahihdade
da presidencia, nos termos do decreto n. 2881. do
1 de fevereiro de 1862. pela veros eventuaes
do ministerio da agricultura, commercio e obras
publicas a gratificaco vencida e a que for ven-
cen lo na qualidade de administrador interino
daquella rcparti-ao, at o lim do actual exercicio,
visto nao haver crdito na competente rubrica
para occorrer-se a semelhante pagamento.
Ao niesmo. Attendendo ao que solctou o
cominandanle do presidio de Fernando de Noro-
nlia em offlcio de 21 le mareo ultimo, sob n. 275,
autoriso V. S. nos termos de sua informaco de 17
do corrente, n. 54i, serie C, a mandar indemnisar
Quinao Joaquim Madeira da quantia de......
5.87350) que emprestou ao almoxarifado do
mesmo presidio, para completar a que faltara,
aflni de oceorrer ao pagamento dos vencimentos no
mez de fevereiro deste anno, dos sentencidos all
deiidos, como se v do connecimento annexo ao
incluso requeriinento, certo de que vou pro iden-
ciar no sentido de sua requisicao constante da ci-
tada nformacfi.
Ao inspect .r da thesouraria provincial. -
Transmuto a V. S. a inclusa conta que me remet-
ten o commandante do corpo de poh'ria com offl-
cio de 27 de marco ultimo sob n. 119, que se
refere sua informaco de 16 do corrente, n. 140.
alim de que mande papar a Joao Rodrigues de
Moura a quantia de 5:422*500 proveniente da
primera preslacio de seu contracto celebrado
27 de agosto de 1872, para fornerimento de far-
damento aquello corpo, como se v do termo jun-
to por copia, approvdo pela presidencia em 19
de setembro do mesmo anno.
Ao mesmo. Em vista do incluso ret em
duplcala nnnde V. S. pagar ao bacharel Jos
Joaquim de Almeida Nobre os vencimentos das
pracas da guarda nacional destacadas na cidade
da Victoria, relativos ao mez de marco ultimo, con-
forme solieilou o respectivo commandante supe-
rior em offlcio de 3 do corrente.
Ao administrador do consulado provincial.
Informe V. S quaes os empregados que fizeram o
lancamento dos impostes relativos ao exercicio de
1871 a 1872.
4." seceo. ,
Offlcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Cea-
r. Attendendo ao que requereu no incluso
requeriinento, que me ser devolvido, o extenen-
le. de voluntario da patria, Jos Maria Marques
Cesar, rogo a V. Exc. a expedicao de suas ordens
atim de que, pelo commandante do 14* batalhao
de fnfantana a que pertenceu o referido ex-te-
nente, seja passada a certdao de sua f de of-
ficio.
Ao Exm. Sr. presidente da provincia das
Alagoas. Deferindo Jo incluso requeriinento do
soldado do 9* batalhao de rabotarla Joaquim Pe-
reira de Souza, rojo a V. Exc. se sirva de por sua
valiosa intervencao obter e remetter-me um docu-
mento comprobatorio da allegacao que faz a mes-
ma praca de haver marchado para a campanha
do Paraguay na qualidade de guarda nacional de-
signado do batahao n. 16 do municipio de Ana-
dia e se foi voluntariamente ou coagido.
Ao Exm. Sr. presidente da provincia da Baha.
- Inclusa achara V. Exc. a quantia de 350O,
importancia dos emolumentos provinciaes da cer-
tido qoe veio annexa ao offlcio de V. Exc. do !
de marco ultimo sob n. 223, passada pela secreta
ria do commando das armas dessa provincia a
pedido de D. Josepha Correia dos Santos Ferro
Malhado, viuva do alferes Antonio Jos dos San-
tos Malhado.
Ao Exm. o Rvm. Sr. hispo diocesano. Sir-
va-se V. Exc. Rvm. de emittr a sua opinilo sobre
o incluso projecto n. 69 de 1871, que manda per-
tencer fregueza Je Santo Antio da cidade da
Victoria, todos os terrenos do engenho Campo
Alegre site na mesma fregueza, anm de poder
satisfazer a deliberacio da asiembta legislativa
provincial, contida em offlcio do respectivo 1 se-
creurio, de 18 do corrente, sob a 39.
Ao mesmo. Queira V. Exc. Rvm. emittr
o seu parecer sobre os inclusos projectos ns. 35 e
36 deste anno, o primero mandando pertencer
freguezia da S, em Olinda, a parte do engenho
Fragoso ora pertencente de Marangnape, e o
segundo marcando limites entre as freguezias de
Pao d'Alho e Gloria de Goit, afirn de poder sa-
tisfazer a deliberacio da assembla legislativa pro-
vincial contida em offlcio do respectivo 1" secreta-
rio, de 18 do corrente, sob n. 37.
Ao Dr. director geral interino da instrucc^o
publica.Constarme que o professor publico de
Jurema Hicardo'Fonceca Mederos, tein se tornado
celebre na desidia com que exercita o seu empre-
go, que a li vive exclusivamente dedicado aos seus
negocios particulares, advogando, assessoriando
autoridades, dirigindo a poltica local, emtira, oc-
cupado em lud > mal, menos na sua escola, que
vive litteralmcnte fechada.
Cumpre reagir com todas as torcas contra o de-
plora vol estado, a que se acna reduzila a instruc-
eo publica no interior da provincia: V. S. em
miro encontrar o auxilio e cjadjuvac&o. de que
possa carecer no intuito de melhora-la.
Ao mesmo. Insistindo pelas infermacSes
exigidas por esta presidencia acerca do modo por
que o professor publico do Brejo da Madre de
Bous cumpre os seus deveres, tenho a dizer a V.
S., que pessoa digna de todo o conceitopela sua
illustracao, honradez e posicao social declara em
carta que acaba de uirigr-me, que esse profes-
sor ha muito se lem tornado merecedor de urna
puui.o ; mas que urna mal cabida tolerancia dos
delegados litterarios tein concorrido para qae cada
vez mais se mostr reincidente em suas falUs, que
a aula vive fechada, que varas reclamacCes tem
sido j feitas pelos pas de familia, mas sem resal-
lado, vendo-se estes dest'arte obrigados a recorrer
a piestres particulares.
Ao provedor da Sania Casa do Misericordia.
Accuso reeebidoo sea offlcio de hontem data-
do, fico rateirado da resposta dada por V. S. in-
timacio feita por parte do Exm. e Rvm. Si\ bispo
diocesano, para serem expulsos do seio da rmaa-
dade dessa Santa Casa os irmaos que (orem ma-
pas.
Ao juiz de paz mais votado da freguezia de
S Beato.Fico inteirado pelo sea efllcio de \ do
0 .
corrente, do haver Vine, convocado para a or-
ganisacao da juma de qualiflcacao dessa fregueza
os cinco ciliada is que Ine sao mmediatos em votos,
deixando de convocar os dous restantes por se
terem mudado para a freguezia de Pesqueira, e
um driles ser ceg e nao se haver juramentado.
Quanto estes que nao foram convocados, rei-
tero a Vmc. a recomraendagao que lhe flz cm
9 do corrente, isto que a cegucira, e a f.lta de
juramento nao excluem o juiz de concorrer para
organuacao das mesas parochiaes e a niudanca
impede esse concurso se ella nao foi occasionada
por lesmembra^ao territorial, que aflectasse col-
fegio eleitoral diverso, e que esteja dependente-
mente de resolu.-o do poder competente.
Ao pro-presidente da cmara municipal do
Buique.Em resposta ao seu offlcio de 2 do cor-
rente, tenho a dizer-lhe que, nos termos Jo aviso
de 18 ae abril do anno prximo pastado, s ha
vendo incompatibilidade no exercicio simultaneo
dos cargos do vereadores e juizes de paz, pode o
cidadao eleito para ambos esses cargos exereer
aquelle que eseolher, salvo a presidencia de me-
zas parocaiaes, que prefere a outra qualquer func-
cao. -
Circular:
A' cmara Tnnniepal do Recife. Rccom-
mendo Illm. cmara municipal do Recife que,
com a hrevidade possivel me remella urna rolacao
dos meihorainenlos realisados no municipio pelos
respectivos cofres, durante o ultimo quinquennio,
especificando o total da receiu arrecadada dentro
do mesmo periodo de lempo. Igual as demais c-
maras da provincia.
5.' seccao.
Acto.:
0 presidente da provincia, attendendo ao
que expoz o engenheiro chefe da reparticao das
obras publicas em offlcio n 160, de 15do rorre-
te, resolve nomear o cidadao Justiniano Jos da
Costa para exereer interinamente o lugar de pra-
ticante daquella reparticao, vago pela inorte de Ce-
lestino Diogenes Paes de Albuquerque.
Portara:
O Sr. gerente da comiianha pernambucana
mande dar lrans|H>rte re para a capital do Rio
Grande do Norte no vapor de 30 do corrente, por
conta do ministerio da fazenda, ao bacharel Aris-
tide Cesar de Almeida, uomeado inspector da the-
souraria de fazenda daquella provincia, e sua
familia composta de sua mulher e cinco filhos.
sendo dous menores de dous annos ; e proa a
una eriada.
KXPBDJK.NTR DO SECRETARIO
/." seccao.
Offlcios:
Ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presi lente da provincia, manda deca
ra a V. Exc. em resposta ao seu offlcio de 17 do
corrente sob o. 402, que nesta data se mandn
concertar os baldes e urna jarra de madeira per-
tencentes fortaleza do Brum.
2.' seccao.
Olllcio:
Ao Dr. chefe de polica.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, de coafonuidade com a re-
quisicao de V. S. de hoje datada, nesta data ex-
pede ordem ao Exm. commaiidaiite das armas para
mandar apresentar na casa de detenco uina es-
colta do cinco pracas e um cabo de 1" linha, alim
de conduzir para Santo Anto o criminoso de
inorte Francisco Caetano RiVeiro e o respectivo
expediente.
4.* tecco.
Offlcios :
Ao Dr. Joaquim Carreia de Araujo, Io secre-
tario da assembla legislativa provincial.N. 84.
O Exm. Sr. presidente da pr riada manda de-
clarar a V. S. em resposta ao sea offlcio desta da-
ta sob n. 43, e para que se digne levar ao conlie-
cimento da assembla legislativa provincial, que
urna hora da tarde do dia 21 do corrente, rece-
ber a commisso que tein de apresentar sane-
(ao alguns actos da mesma assembla.
Ao mesmo. N. 83. -De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia transmiti a V. S.,
afim de ser presente assembla legislativa pro-
vincial, o offlcio por copia junio, em que a Illm".
cmara municipal do Recife pede a derogaco do
art. 15 do regulamento do cemiterio publico, na
parte relativa nomeacao do administrador, que
entende a mesma cmara dever coinpetir-ihe e
nao presidencia.
Ao mesmo.N. 86. -De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, passo s mos de V.
S., alim de ser presente assembla legislativa
provincial o incluso orcamento de receita e despe
za que para ter esse destino foi remetlido ao mes-
mo Exm. Sr. pela cmara muncipal da villa de
Bezerros, como ver do offlcio junto por copia.
5." seccao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas,0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda communicar a V. S., que por acto desta
data noraeou o cidadao Justiniano Jos da Costa
para exereer interinamente o lugar de praticante
dessa repaiti.ao, ha forma da sua proposta de 15
do corrente, sob n. 160. Convem. portante, que
o nomcao solicite nesta secretaria o competente
titnlo.
-* Ao engenheiro da linha telegraphica. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar
recebido o offlcio de V. ;., n. 19, do hontem da-
tado, em que participa terem sido encontrados
quebrados alguns soladores da 1 nha telegraphica
desta capital das Alagoas, e declarar que nesta
data se recommenda ao Dr. chefe de polica que
expera suas "ordens para ser punido quem for o
seu autor e nao repetirse semelhante facto. Oa-
tro sim, communico a V. S. de ordem do mesmo
Exm. Sr., que tiesta dala se manda dar publicida-
de aos arts. 282 e 283 d) regulamento approvado
pelo dcreto n. 4653 de 28 de dezembro de
1870.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE II DE JUNHo DE
1873.
Arricio Rodolpho de Araujo Lins.0 supplican
cante exija nova guia, de conformidade com a
ordens desta presidencia, a qual dever ser para o
municipio da Escada.
Tenente coronel Alexandre Augusto de Fras
Villar.-Deferido com offlcio desta data i thesou-
raria de fazenda.
Antonio- Jos Gomos Jnior. -Daferido com offl-'
co desta data ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Carlos Ernesto Mesquita. Informe o Sn inspec-
tor da thesouraria provincial.
Hermuo DelQno do Nascimento Lima. Declare
o supplicante se fez a remessa do titulo por inter-
medio da presidencia e quando.
Bacharel Henrique Alfonso de Miranda Leal.
Ao Sr. inspector da thesoararia de fazenda para
attender ao supplicante.
Joao Francisco da Silva Castro.Passe portarla
na forma requerida.
Bacharel Joao Antunes Correia Lins Vanderley.
Satisfaga o supplicante a exigencia da thesou-
raria de fazenda.
Jos Thimoteo Cardoso.Informe o Sr. Inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Luiz Clementino Carnero de Lyra.Informe o
Sr. director do arsenal do guerra. '
Manoel Gomes da Eoaceca Deferido con}'offl-
cio desta data ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Capitn Manoel da Rocha Lins.Deferido com"
oficio desta data thesouraria de fazenda.
Malaqaia! Jos da SilvaInforme o Sr. briga-
deiro cominaadaute das armas.
Manoel Doca Cassiauo, Sun.
Mailiilde Ferreira Guede-. -Indeferido.
Secretaria da presidencia de Pernaiubuco, 11
de |aaha de 1873.
O perteiro,
Si I vi no A. Rodrigues.
trpttrt Ifdfaa la palieiu.
i." seccao. Secretaria da polica de Pernambuco,
13 de juilio de 1873.
N 1'88.Illm. e Exm. Sr.Cumpre me seien-
liflear a V. Exc. que, das partic(ooes recebidas
hoje nest reparticao, consta que foram reeo-
Ihidos casa de detenco o* individuos se-
grales :
No dia 11 do corrente, ordem do subdelegado
do Recite, Antonio e Joaquim, escravos de Anto-
nio Jae.ome Villaca i (".., a requeriinento de Silva
4 Caseo.
A' ordem do do 1. districto de S. Jos, Roza
Mara Joaquina, por embriaguez ; Joaquim Fe-
reira de Lima, por disturbios e Raymundo Proco-
po de Soua, por rime de feriiivntos.
A ordem do d Santo Amaro das Salinas, Joao
Maria, por rime d furt.
No dia 12, ordem do subdelegado do Recife,
os martimos Joao Nicols, Jorge Malhias, Deme-
trio Diamante e Jorge Tafia, wquisijO do cn-
sul grego, t Mi-ia da Conreice, por disturbios.
A' ardem do do 1. di-nieto de S. Jos, Jos
Fernandos, por disturbios
A' ordem do de Belm, Jos, escravo de Joao
Francisco Hemeterio Porella, por suspeito de an-
dar fgido.
Em data de 31 de malo ultimo communicou-me
O delenado de S. lenlo que, no lugar denomina.lo
Neves foi levemente ferida Alexandrina Maria
do Espirito Santo, por Jos Barrciros, que conse-
guk) evadir-se; que o respectivo subdelegado fez
a competente visioria e inquerito policial, o qual
leve logo o devido destino.
Por offlcio- de 9 do corrente o delegado da Es-
cada communicou-me que foram recocidos res-
pectiva cadea Manoel Francisco do Nascimento e
Joo Francisco Barboza, o primeiro preso em fla-
grante, ne dia 26 de raaio prximo passado, por
crme de forte de cavallos, e o segundo preso tam-
bera era flagrante, no da 2 deste mex, por crime
de ferimentos.
Segundo ommunicou-me o delegado de Taca
rato em offlcio de 26 de mato prximo ndo, no
dia O, no lugar Folha Branca, daquelle termo,
Jos Vicente da Silva espancou gravemente a Ma-
ria das Virgens de Jesas, de quem lamben cortan
os cabellos, logrando evadir-se ; sobre este facto
fez o inquerito policial, o qual leve logo o compe-
tente destino.
Pelo subdelegado de Ipojuca me foi declarado
que ja havia remetlido ao respectivo Dr. Jiz mu-
nicipal os inqneritos poticiaes a que proceder
pola fuga do pronunciado em crime de moeda fal-
sa Sebastio Aecioli Santiago Ramr.s, e a^sassina
lo de u ii escravo do coronel Jos Flix da Cama
ra Pimenlel.
Finalmente, a ordem e tranquillidade publica nao
soffreram alleraco..
O que tudo participo a V. Exc. como me fiimj
pre.
Deus guarde a V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henripie Pereira de Lucelia, dig-
nissirao presidente desta provincia.O chefe de
IMilica, Antonio Francisco Correa de Araujo.
*f

CohesAo e disciplina.
OS SRS. ZACHARIAS, PINHEIRO GUIMARaES E
S1LVEIHA MARTINS.
As questoes religiosas sao de urna gravidade
excepcional. Razoes polticas, histricas e sociaes,
conspirara por dar-Ibes primasia entre as preoc
cupaedes do es. rito humano.
Dalii vera que as latas dereligid era lodosos
lempos sobre-exctaram as paixSes e to grande
influencia exerecrara nos destinos da soc edade.
Nao podendo ser estranha a neiriuma ordem de
ideas que possa accelerar on entardecer o desen-
voivinieuto social, a poltica nao pode ver as
tendencias religiosas de um povo e em suas eren-
cas um assumpto de smenos importancia.
Grave responsabildade assim imposta aos
partidos polticos no momento em que questoes
de tamanho vulto chamam postes as diversas
opinioes e a todas interroga com a implacavel
exigencia dos grandes problemas que interessam
a um lempo e presente e o futuro.
Perante a famosa questo da igreja da Irlanda,
que a elei'.q de 1868 julgou de um modo dec sivo
a Gladstone e a sua escola poltica, nenhum partido
da velha Inglaterra flcou indfferenle. Nenhuma
opino fico'u envolvida as dobras da calculada
ou interesseira reserva. Nos meetings, como na
imprensa, como na tribuna, os partidos do paiz
classico da liberdade revelaram-se mais que nunca
penetrados do espirite quasi mooachal que, se-
gundo o conceito de avisado escrntor, preside as
evoluedes desses grand-s corpos da sociedade in-
gleza. Nenhuma posicao por definir. Cada um
em seu posto. Taes foram as condroes era que a
lula parlamentar de 1869 encontrou os partidos
tradicionaes do Keino-Uuilo.
Mas o partido que o Sr. Florencio de Abreu
cliamou da aceio e do moVimento, com que prin-
cipios e em nome de que convici;i5es se arremes-
sa questo religiosa que, oeste momento, a^ita
os espirites T
Tres nomes destacam-se do moio das incertezas
e vaeillaeorts do partido liberal a at testaren i, .pela
singularidade de opinioes, a falta de coheso e in-
disciplina que lavram fundo na cidadella da de-
moiTaoia brasileira.
0 Sr. Zac* arias de Ges e Vasconcellos defeii-
de nao smente a iiislituicao nacional da religio
do Estado, como a absoluta independencia do po-
der espiritual em suas relaeOes coa) o poder tem-
poral. No rigor de suas cQpviccdes o Ilustre c e-
fe da escola liberal leva o amor da orlhodoxia at
resguardar de toda a censura s investidas dos
bisos em assumptos de jursdicc.an mixta.
A' respeitavel distancia do eminente publicista
catholico, o Sr. Pinhelro Guiraares combate es-
forrado o que lhe parece ser una ameaca liber-
dade civil c poltica, aceitando a religio do esta-
do alo smraente como a:n facto consagrado,
mas como urna insttuicid que tem nos cosiumes
pblicos, na crenca quasi unnime dos brasileros,
'era reclamos im|erosos da organisaco social, o
melho' e o mais segur do* seus fundamentos.
Entre os dous filustres camnedes do liberalismo
assoma o vallo-semi-lioinerico do Sr. Silveira Mar-
tins.
Nao dizem com o seu genio as meias conclu-
sdes, as cdclusdes inacabadas. Radical em pol-
tica como em religio, o Sr. Silveira Martins resu-
me em urna formula nica as suas eonviccoes :
Abtxo a religio io estado t.
Com ella o clero dispensa-se de ser sabio,
Com ella o clero dispensase de ser virtuoso ;
Com ella os direito civis e polticos sao desi-
gualmente, repartidos;
Cora ella o imposto tributa a todos em favor de
F^Sra ultima sinthese, o despotismo de tra In
; twanle maieria. '
Ainda rclwava este sinrlro grito de guerra,
quando a Roforma fez delle urna divisa, o mort
ordre do partido liberal, escrevendw pelo orgo
de um de seus mais conceituades escriptores as
seguimos memoraveis palavras :
a O iiosso dslincto amigo, o Sr. S.lveira Mar-
tins, defini por seu discurso do partido liberal na questo rcligiosi.
A opino justamente sobresaltada por to for-
mal declaracao. formulou esta anciosa (tergunta :
-E esta a doulrina do partido liberal'
Iuterpretes da impaciencia do espirito publico
que nao poda ser ud:flereuie a to brusca solu-
eio, evitamos sorprender o orgao da democracia
e lhe indicamos o perigo.
Ain.la una voz o aponamos.
Questo esta que nao pode ser resolvda por
meias palavras.
Pedis posicocs definidas ; pos bem I
Qual de rosees representantes fez-se o orgo de
ressa doutrua?
Foi o r. senador Zac.barias ?
Foi 0 Sr P. Gunares ?
Foi o Sr. Silveira Martins ?
Cumpre dize-Io. E' o paiz que o quer saber e
lem direito de o saber.
Partidos que aspirara ao govern > da sociedade,
Dio pdeiii eximirse a esta regia implacavel :
Principios e ideas definidas sao em um rgimen
de publicidade as escadas do poder.
(Nacao.J
d.-nles rom que ItiUm os engentavini*
Tive.no- noticias vaya*, i
correria de indios
em que foram morios i
giirou-se-nos qoe ja se reierasn de taata
no os inmigrante" > BiipanSiiai, me itara aM w-
guiram no Duke of Kd,mtmrfk
PERN
Cft
ASSEMBLA PROYWCIAL
SESSAO OHIMNARIA EM DE MAM)
PHKsiDKMJA ao sa. ncaaan* la hk
Ao meto dia,Mla a cbaaada, nctum-f* m'waa-
por
nifi/i iy iii (i u ivilili. ili/ >i_ u
risando a presidencia a con
reir k C, do Para, e agen
DlAttlODErEmMttOOO
RECIFE, l i DE JUNHO DE 1873.
\ Amanheceu honteiii tundeado em nosso porto o
vapor americano South America, trazendo datas:
de New York 23 de maio, do Amazonas 29 de
malo e do Para 7 do corrente.
Nada adjantam s norrias que recebemos
va de Lisboa.
AMAZONAS.
Por acto de 23 prorogou a presidencia da
provincia at 29 a 2" sesso da II' legislatura da
assembla provincial legislativa, que no dia 28
approvra a redac.o de um projecto de lei, auto-
contralar cora Nash, Fer-
entes de urna compauhia
agrcola que se est organsaudo em Londres, o
estibeleciineiito era Manaes de um institutom-
delo cun proporeoes paraplantaco de canna e
cereaes e fabrico de assucar e agurdenle, admit-
tindo rio mesmo instituto alumnos nacionaes ;
devendo correr por conta da provincia as despe-
zas com engajameuto, transportes do pessoal te-
clnico, etc.
- A presidencia da provincia sanecionra as se-
grales ieis:
N. 2i9, autorisando a presidencia da provincia a
mandar construir, ao oeste de Uanaes, entre os
terrenos denominados Vmirisal c Seminario, nina
casa para lasareto.
N. 230, autorisando.a a melhorar a aposenta-
dora concedida ao 2" aflata! archivista da se-
cretaria do governo, Ricardo Jos Correa de Mi
rauda.
N. 251, autorisando-a a transferir a freguezia
de Fonte-Boa para o lugar denominado Itarn-i-
ras de Fonte-Boa conservando a mesma invocacas
de N i-sa Seuhora de Guadelupe.
N. 252, approvando em todas as snasTtawm
las o contrato celebrado pela presidencia da pro-
vincia em 19 de mareo ultimo com a gerencia da
companhia lluvial do Alio Amazonas para e-tabele-
cer ama 6 linha de navegaco.
N. 251, elevando comarca o termo de Barcel-
los, cora a denominacio de-comarca do Ro Ne-
gro.
N. 255, autorisando a presidencia a mandar
construir desde j um chafariz.
N. 236, autorisaiiilo-a a mandar contratar na Eu-
ropa 20 padres da ordem dos franciscanos obser-
vantes, para missionarios e servrera de parochos
uterinos as freguezias creadas ou que se crea-
rem nos ros, Javary, Negro, Branco, I'urs c
Jauapery.
N. 257, approvaudo em todis as suas clausu'as
o ntralo feito pela presidencia era 19 de marco
ultimo, com o commerciante A. P. de Brito Anio-
lim, para estabelecer uina linha de navegarn a
vapor entre Manos e dilferentes pracas estrau-
geiras.
N. 258, approvando o regulamento provincial n.
25, de 8 de fevereiro ultimo, reformando o estaUe-
ciinento de educandos artfices.
N. 2VJ, autorisando a presidencia a rever a ta-
bella da arrecadaco dos emolumentos provin-
ciaes.
N. 260, autorisando-a a maddar construir sobre
os igaraps Manus e Cachang duas ponlicu-
las.
N. 261, derogando a de n. 228 de 6 de maio do
anno passado.
N. 262, autorisando o governo da provincia a
conceder a Joo Jos de Aguiar, escrivao da re-
cebedoria provincial da capital, 6 metes de lieenca
cora todos os seus vencimentos para tratar de sua
saude.
N. 263, autorisando-o a iinndar transferir a fre-
gueza do Andr para o lugar llarrerinlus -
situado margera direta do Parana-miry-Ra-
mos -.conservand < a invocacSo de Nossa Senhora
do Boui Successo de Andir.
N. 264, dividindo a fregueza de Nessa Senhora
da Conceicao de Manos era duasfregueza de
Nossa Senhora da Conceicao e freguezia de Nossa
Senhora dos Remedios.
N. 265, creando duas freguezias com as deno
minacOes de S Joo e N ,ssa Senhora de Nazarelb
do lluxy.
Regressaram do Per a Manos os doLs che-
fes da commisso internacional da de.narcacao de
limites entre o imperio e o Per.
PAaA.
Em Viga lavrava com intensidade a varila,
sendo extraordinaria a miseria.
De 1 a 6 do corrente rendeu a alfandega...
51:965^921.
Lemos no Diario do Gram P-ir :
i Nada sao menos que satisfactorias as noticias
que pelo paquete a vapor afanos recebemos de
Saulo Antonio e Alte Madeira. A' saida do Ma-
nos d'aquelle ponto, em 25 do pretrito, havia
uina picada de dezonas de mil has, que se le va va a
effeito para por ella transitar o gado que deve vir
da Bolivia, mas nao se comecara ainda o assenta
ment dos ras da via-ferrea.
0 governo boliviano obrigara-se pelo seu con-
trato a fornecer trabalhadores para a estrada de
forro, mas nenhum fornecera ainda at agora. Os
trinta e tantos engenheiros que aPublic Works
construction corapany liraited fez transportar para
aquellos srteos, li estao sem terem o que fazer.
As milhares de tonelladas de ferro em obras, que
vimos baldear era nosso, porto dos navios que as
trouxeram da Europa para os vapores que as de-
viara conduzir ao Madeira, la esli tiradas i
margeni do caudaloso rio. Os proprios cheles da
commisso ingleza confessam-se j desalentados e
descrm do xito do commettimenlo, ao menos
eraquanto nio poderem contar com oulros recur-
sos. Os membros da commisso brasileira, que
d'aqui seguio por Manos, j cbagaram a Santo
Antonio, tendo adoecido oSr. capitao de artilhara
FclicUno Benjamn e o Sr. agrimeaaor Pam-
plona, i
< Os ludios nio tem ficado inactivos, por sua
parte tm coocorrido para augmeaiar as djfflcul-
tes os seguintes Srs. demataos : Kirmnw 4e 2W-
vae-, (irn'-a de Araujo, TUentn > t> IJM^alh.
I'ei naiobuco Filho, Pialo Joaior, A. 4a Aojo,
j ll.ii ros W.inderley. Ratis e Silva, Erar-4o \trin,
I Lcenla, Joo Vieira, Gomes Parele, Ferreira V
Aguiar, Guedes Goodi Olym|ii Marque*. La-
meiilia Lins, Amarai. H. wunedr, (Niveira Aara-
de, Cunha Figueiredo, Mrttu R^go Gaatjafva-
Ferreira.
Abre-se a sessio.
E' lida e approvada a arta da aMeranale.
O Sr. 1* Skcbktamo da roala do mjfll
KXMiMKXTG :
Ofllcios :
Do secretario do governo da proviaeia. nioxi
leudo os orginaes das resolu(iiw deas. iP'
1,0/5, l,< 77, 1,081, 1,083 e 1,091, aaarrinaada-
em 2 de abril ultimo. Arrhivi"->e.
Do mesmo, remetiendo as ufornupM* anotadas
pelo in<|ierior da thesouraria wr>neuL, aeorca eV
projecto n. 40 desie anno A' ojaen tm a roejai-
sico.
I'elicoes :
De Paulo 4 Mafra, eslabeleridos coa) caM AV
cjrros fnebres, protestando contra n privilefio
que se pretende cuncrder para o set vico de aa-
terros.Complete o selli.
De diversos proprietario. iK'p.iam*s e Urri-
dores da freguezia de Muribeea. pedtailo a rea-
ran de uina cadeira le in.trucc,i<> priauna aara
o sexo masculino no povoal anreaco.A' cominissn de in-irurcio piitmca.
Sao approvadas as redaoes do- nnjrri 37 e 13 de-te anno, e oasiderados obyctni de de-
libera lo e mandados imprimir osnrojectus as. 82,
63 e 61.
Sao I i los e appro vados os seguintes parecerea
As ommissiH's reunid 4< de redaccw de M* -
nstruc'.o publica, tendo revisli o proirolo a 84
do anno passado e emendas, que lhe iorua aCs-
recidas na segunda diseussao, apreseata-o reJg
do, atim de que seja imprrsso no jornal da asa
para poder entrar em lerceira disasa5>
Sala das ommissoes, 8 de nuio de 1873.
Guedes Gofdim. Gome* Pamir. Tniemlmo de
Carvalho.
A commnsao de pefiees, examiaaaio a pet-
co de varios proprielan<^ e laoradore* da fre-
guezia dos Afogados em qu pedeai que se aate-
rse o res|ieclivo crdito, alim de seren roHora.
um chafariz no paleo do Remedio e diverso* laai-
pi-oes d'ahi aos Afocados, de parecer qae qiua
lo ao primeiro imito se dirijan os p tnionario* an
presidente da provincia e quanto a sapiad ae
seja dirigida a pelicii noore eeaMm.'Wto de fa-
zenda. afim de resolver o que atender de jas-
tica
Sala das c<>mmiss Burros Viandrrley. Pin'o Jnior. *
oaoaa nniin.
! diseus-o do pro;ft*'o n. 51 ilest' anno.
or>.a a receita e fixa a devpeza provincial para
anno linaneeiro.
O Sr. Gomes Paren Ir :Sr pp"-idea-
te, achando se em discusso o |riijei i de orca-
mento provincial, e sendo a questo 8aaarea"a
aquella que mais pode inleressar a provincia aae
arluacs circumstancias, res-dvi dizer alguma cau-
sa sobre ella.
Nao pretendo fazer um discurso no enlido par-
lamentar da palavra ; fallam-me pira isso as ae-
cessarias habilltaeoes (na i apoiad-l alm i
o assumpto nao se presta a isso desej el
conversar com a nobre rommisso de ore
suscitar ora ella um debate ainystoa, afim de i
correntios lodos para liegarm s a um Cm g
ranlir o thesouro para sustentar o equilibrio eaar--
a receita e a despeza.
O direito de votar o imposto rertanvale aa
portante, e sendo elle urna retribuirn paga pelo
cidadao de una parle de sua renda para segu
ranea, ordem e garanta da justiea. nio se
exigir mais Jo que for para isso inJispt n*avd.
Con v ni, pois, estudar o orcamento de
que desapparea o dficit reseido qae
ameacando, para cajo fira devemns convergir 11
os nosso esforeos.
O Se. Olympio Mamuiks : Ainda
mentar os impostes ?
O Sa. G. Parkctb : OmUva que a
misso d- orcamento apreseatasse om
podesse satisfazer as exigencia< da pro
sentando medidas que podessea fazer
a nossa despeza com a receita, ea ao i
podesse melhorar de alguiua forma o
ma de (naneas ; mas com sorpresa ajo qae a i
hre commisso em ves de ler a rengan are*
de acabar com esta situacao dinVil e ena^araana,
lancou mi de um expedieale Ja ooadeainid > pa-
la pratiea, autorisando o presidente da proviara
a cimtrair um enprestimo de 1.000 OW*888. Sr.
pre-idente, hontem foi distribuido o nerte de
orcamento, e pela estreileza do Mama ata anas
examina lo om o cuidado qae reqner lie aaewr-
unte questo.
Mas como vou apenas coa versar um a
commissio, a casa me disculpar at gi tndi 11
as cominetlidas.
Trata-se de flxar os objectos
ncair a rccei'a da provincia, e a
. rificios que preciso exigir
para se fixar a receita indisaeatavei
a despeza ja decretada e qaal aqaenV
se verificar independeate d previaia
Somuundo as diversas veraa* de i"
que importain em 2,i'i1.89Hj800..
ba destinada para o ealcaneaio da
commisso nao coasigaoo, aaraai
provacao desta as-eawiea a aran
pelo ex-administrador da
te, no que a
mente.
Mas, j v a casa aaj
c mimissio
viada.
Ora, Sr. presideate, na
mias; assim "
lucros, a sita Hamem o
despeza superior sua receita.
O Sa. O. M,nocs : -Nao
que regula o estad- oaare.
ri oulros apara).
Sa G. Paaaati: tm
dos que toa
depon ; por esta (Arma
bre deaotadoqae ma
memorada rnaimiiiii da
veaiealenaeale a qaasme e pi
com.maiu vaalafen, pelo aae
me mlarmana.
Mas, di;U eu, Sr.
oeveiarpeiiiicaadaaoeira
man aag
aae aere ler ata.
Oaa-

~
f, e-^^s.



Diario de Pernambuco Safcbado 14 de Jimho de 1873.
.
-~

t
naturalmente tcm urna familia ou urna cnsa rom
inercial.
Neste ponto fuirontslado pelo nobce depulido
pelo terceiro disinjetot nj*nbro da, coinmissan de
remenlo ; mas,,ap&arde sua proficienca 'em
materias Rnanceicas, acredito qne b principio por
mim estebeleeidosoe^ contrario a deutrinaque
"SBstentei. De feito 'ningncm poder contestar que
o estado ou a familia qitAgaaumnis do-yin ganha,
arruina-se ; conseguflemflle o roci mais fa
eil de evitarse esla rdffa* diminuir as despezar
snpprimindo-se as wipcrUujia, reluzindo-se as
nteis, limitando se sanate a* Indas ensavajs.' Mas
a commissao procede d,e modo Inverso, presen-
tando ama despera multo superior nveito.
(Ha nm aparte) *
O Su. (i. I'ahknte ;Ja ebego l. Vou prevar
a proposiro com es <#* forn/eid pela ihesou
raria. ^^
A receita do exerricio tWo de rfiY a*T872 foi
de 1,585:571 (00, s-ndo a ordinaria 2,3 6:9575000
* a extraordinaria de 5,278:00O000, desprendas
as fraccoes.
Antes de proseguir na penosa demonstracao
que me bUBg&"eT, TaTerjjJffir observaran. ()' ins-
pector da thesnuraria fai una distiin-ean en sub
diviso na receita despeza qne nao acho milita
razio de ser, alm de que- difflculte 9 estudo do
E'assim que o digno Tnpector, que to bons
servces km prestado... a c ta provincia, devide s
receita em ordinaria eextraordin ira, considerando
o producto do emprestiino como receita.
O Sn. Pbiikamboc : Sem duvida receita.
O Sa. G. 1'arextr : .Nao pens assim, c
entenda que so se devia considerar como receita
aqatflft que arrecadado pj/ meio do impostos.
Este syslema de reeelta e despezas extraordina-
rias deve ser baaido, porque, cmo j disse, o que
se chama receita o producto do imposto e nao
un emprestarlo leito provincia, do qnal sepaga
junts.
O Su -O. H.\r U Su. C. i'^yr^rrlto1""-""* i o uobre dc-
p t.d i nao me deixa. continuar.
( lia diversos .artes.)
O Su. PsKsrDPMT : Attenco.
O Su. I. Parisnti : Se estou iucommodando
ao nobro dcantado, niotetptinuari'i
t> Sb. 0. MMQtfei : senbor.
O Sn. G. 'AriENTK : Repo, nao posso admt-
tir que se dame receila o producto de ura em-
prestimo ; mas nio faco questao disso, tive smen-
n em vista chamar aattenco da casa para esta
circumsraaea, que valiosa o de inulto peso para
o fim que lenho e:n vista.
Nao s podendo channr receita sonao aquillo
que se arn-cadar por mein de impostos, e conse-
guinlemente deveudo se deduzr da importancia
total di receita o producto dojemprestimo, veremos
que a receita arre-adada no exerricio de 1871 a
1872 foi de 2,278:607tiO", que oque o digno
inspector da Ihesunraria chama receita ordinaria.
Siesta reivta est incluida a importancia de
31:943*0*) de saldo do (retelo anterior, 2 l:0O
de restituirte e 2,:t)10000, que por deficiencia
da renda para oecurrer certas despezas se toma-
ran) pur emprestiino das caixas de,dif!rentes de-
j. Km.
Deduzirido-se esta quantias, quo nao fazem par-
le da renda, qne nio san productos dos impostos
do-retados, t Temos que a renda liquida e propria
dn exereico findo foi de ,48:0 *yHiO.
' Uiiip.-R observar anda irue nesia renda c-t in-
fluida a importancia arrecadada de eertos impos-
to- ora lins eertus e determinados ; pjis neces-
sarj.) que se dedu a tainbcm esta importancia,
poinpie tamhem nao rea i'a ordinaria.
: xamirrando-se o baladcete da receita e despe-
ga do exerricio (indo \i'-sc que, na renda de
S,"48:l 00 |:):9ii|00) dos imposl >s deerol.Mlos para o calea-
iihiito da cidade, |:i:'i9SjlOO'l que prndnzio o im-
|i iota di- .'i.i'K)i lanzado sobre ns estibelecimentos
i'iKiimf.'ciaes, e o de I: nitiiOiO sobra as casas e
:.gen-ias de seguro con) applicaeo ompanhia
de b.imbeiros. que anda nao se nrganisou, e filial-
mente 57:1973(1 O dos impostes destinados ao a*y-
(t de rnendicida.lv
Feita a deduecao, a renda doexercicio liado ser
Je _i,932:(K))40 0, dwprz^dJtS as l'raci;oes.
Ve]am is aeora qual foi a despeza. O digno ins-
pector da tfiesouraria distingui tambera a despett
em ordinaria e extraordinaria.
O Sn. pF.iNMiire.o : K assim devia fazer.
O Sr. 6. I'aremte : Nao faco qnesto disso; o
mea (im saber qual a receita e despeza ordina-
ria da provincia.
A despeta importnu can 3, cnlinaiia de 2,3w:0d0i(^l0.
Na o me oceuparei com a despeza extraordinaria
que foi feita com o producto do cmpresiimo de
1,20:1:001 JO'IO em anolicesedo de 1.80^:0 50 K)
iMiitrahilos cmi o Banco do Brasil, porque esta
despeza nio permanente.
Sendo, pois, a receita do exercicio findo de
1^32:0001000, e a despera de .ItW.oo '5000, ta-
remos q i" bonve um ileficit de 3i3:000*0oXl no
? xeivicio lindo.
Do balaucele presentado do primeiro semestre
ficit ja exeede do i00:0005000.
Mesas eiicumsian'-ias-nergnnto npbrt com-
jniss'ii) : >i que fez para cobrir este dficit f
Da Sr. Dxputaoq :Quera que augmentasse os
iltqieslos ?
O Su. G. Parest : -O que ijuero que desapa-
reja este dficit, signaj evi lente do mo oslado de
oseas (naneas.
A coiiiiuisso nao tendo augmentado os impos-
los, ncm diminuido as iicspezas, leremos em resul-
tado que a provincia lera de lutar com difflculda-
Ics serias.
A commissao orc^u as uespezas em 2.W6:102|,
tendo supurim do a verba destinada pr>.ra a cangrua
dos coadjutores, a de 7:000/000 dos professores
de ahij'que sao vitalicios e que devam ser pa-
gos em juanto por urna le nao forem supprimi-
das as respectivas cadeiras e finalmente otras
<|ue tal vez" s- jam jestabelecidas pela casa.
Nesta snpi>ressa<>, acredito que liouve descuido
ou esquecimento da nobre Commissao.
Nao sei seuffendo uobre comra'iss'Co...
O Su. J. GORRCIA DE ARAVJ0 B MELLO RCO
A mim nao.
lia Sn /.PLTADO : Est acensando a com-
IHiSS).
O Sh. G. Prente : -Nao teulio em vista fazer
urna ae.Misai;5o e muito menos offender nobre
commissao de orcamento fjue muito me merece ;
iiem sei das difnV.ulddes com que devia lutar
para c infeccionar o projecto em dicussao. Mas
quero provat* que o projeco de ornamento, apezar
tas verbas, nao diminuio as
despezas, porque creoudcspezas novas...
(Trocam- apartes.)
O Sn. G. Prente : -E esta ereaeo ou aug-
mento, de despeza
(Trocam-se apartes.]
O Sr. G. PARENfE: -Erevou a vcrba'do art. 254
a mais iOJiOUO, augnientou a gratlflcan do se-
cretario, da din Curia da instruccao publica.
OSrt*. Tolentim) : N ha" t.i I.
O Sn. G. Prente :-O nobre depntado n.to po-
de contestar sao, que a ui est escrpto no projec-
to e nio fallo neste angmento por Julga-lo excessi-
vo, pois, sei aue o secretario da instriic.ao ptj-
idcatem vencmentos i3iiaesos.
Finalmente a commsslo creon drspozas novas
jue vao augmentar os encargos da provincia...
Um Sb. Dkputadj :E os vinte conios de ris
para a estatua t
O Sr. G. Prente : -E' tambera urna despeza
nova.
J v a casa que ne.-tas condicoes as despezas
rredNs no projecto sao muil superiores reeet-
ta....
(Ha muitos apartes que inlerrompem c orador)
O Sr. G. Prente, : -(depols de aJgama pansa)
Estou esperando que os nobres deputadus acahem
de conversar para cntao continuar.
OSr. Pk8idet.ti : -Attenci,
O'Sa G. Parevte :-S?as, Sr. presidente, este
augmento de despezas nada seria se n?o sonbesse-
mos por tperiecfa qne qnasl' sempre sao insuf-
cierites as verbas votadas. Vejo, por exemplo,
que a commissao propoe a verba para o corpopo
licial de 5O0:'XW3000 ; mas no'ejercicio findo ien-
do o corpd policial' o mesmo numero de praxis
gastou-se perto defriOrOOiOOO
O 3b. P(iEsn)':KTE lembra ,to tirador que o Tftio
se a^.a em disrtssar) fro art. 2"do* proledo.
cifor?o era pmm#\"er o *eur ii^m .ylaf;. Jafafr-J!
tuaes crcumstanclas a questn ue lna'njas para I no
esta provincia,!! tic priniciraprdem ; e .eonletd
coiu o patriotjsmn dos nebros deputados es
que terenius a fortua de fazr do orcanienl una
realidade.
O Sr. Ojnh* Figiikireho :Tem -fallado muito
bem.
O.Sr. Q. Prente : Creio, Sr. presidente, que
tenlio provado qne a commissao, tend elevado as
dspotas e nao tendo creado novos impostos, o.m-
eorre assim para que a provincia eleve a sua di-
vida j cresi-ida. Lm
E' assim que a commissao em dffleuldales coni
occorreras despezas ordaarias e conhcendo qu*
a receita era insufilciente, antorisa o presidente
da provincia a contrahir um emprestinm de
4,000:000^000, destinado a pagar o emprestimo
cora o banco do Brasil, as a plices -emiiti das, e ao
pswnftiio de obras que eStiveTm erri etociirao.
Pens, Sr. presidente, que nao devenios mas
Lriwini.ic '..'i fvl^l'iai 4iain1l
commissao, que no contando com a di(cnssto
lerieuo das cifras, nao veio boje preparada"
! bislaii Sipielfes a.^ae
contratados para
contrahir empresiimos
me lenho referido.
O Sr. O. Marques : Foram
certas e determinadas obras.
O Sr. G. Parknte :E'verdade, masalei nao foi
observada. Do emprestimo de l,800:"00* con-
tra'ido com o banco o do de 1,200;000000 de
apiliccs emittidas, apenas nos restam 2O,O!}:OO03
imam mi* c*i*#l'. <* apontanien'.o* ivcessarioj.
li,i ti, cl|#ar t ensejo de ser aioesrnt
lire deputado se cariven
cen dciriie "V.i tevVrlaAo em suppor (jue acofifj jssJjjBKei ale 12 do correulo.
mi*sA duilevajMTOpem e patriotismo para cor- s-
tar despezas ou crear novos impostos para stabe-
^exer o eijuiijbrip^to/ycaineaito^,^^^
T,imitajD a cy>Tobser\jy!s. f
Eneerrajla :i-di#fit-aoiS pr^tflo poeto a vo-
tosie appipva^H
O Sr. t#r^W J*SNa l*(l1' *
Exm. Sr. biajHd^tlque^BsuMKcasa a ver se
eHa conce* dSiiena de, iirrrrstdr para que o
projocto possa' -er il.idjpafc a ortfcnvd,) dia'4* Tioile, no siti|
amafia. ^ mo de Villa
(]or|siilta4ak# easij vula-pala dUpepsa pedida,
2.a liseiitMb do lli j'JW1 "'t-dote rano, que
rrutortf o^fresideie a^tovrwla r rntlflcrr 6
contrato celebrado com Antonio Gomes Netto.-E'
a
s com os juros destes ompres irnos gas|a-,sean- .yanta a sessao.. ,
uialmente urna e:rande soinma.
nnalmente lima grande somma.
Alora disso a provincia anda boje deve a garaiv
la de juros concedida a estrada de ferro'de S
Francisco, que nao sei quando pagar.
Uu Sn. Deputado :Nio se deve pagar. (Ri-
sadas).
O S?. G. Prente :A comm-so poda me
informar quanto a provincia paga hoje de juros...
O Sn 0. Marques : Lea o projecto que ver.
(lia mnitos apartes).
O Sb. 6. Prente :Creio que j tenho dito al-
guia cousa digna de resposta.
O Sr. 0. Marques :Mas c bom acabar o reca-
do para nao licar no meio do caminho.
O Sr. Phesidette observa ao orador que o
projecto est em primeira disctis o, ondj s se
discute a sua utilidade.
.0 Sn. G. Prente :Nao estou a par tos esty-
los da casa e snppunha que o projecto de orca-
mento nio tinha primeira discussao, porque sua
utilidade nao se pode contestar.
O S i. PiiEsinENTs observa que j foi assim.
O Sr. Cu.viia Fir.uEincDi : Na primeira disea-'
sao para se di ser estas e outras cousas.
(H'laridade prolongada).
O Sn. G. Parenth. : -Mas vou satisfazer ao no-
bre deputado pelo 3. dstrcto, membro da com-
missao de orcamento, jue deseja que acabe o meu
recado.
Se ha dficit, se a commissio de orcamento pro-
poe una despeza superior receita, como o the-
sonru ha de satisfazela ?
As despezas propistas no projecto naturalmente
ser,"

REVISTA DIARIA.
lerio augmentadas por meio de emendas apresen-
ladas por occasio da segunda discussao, que V.
lixe. sabe i|ue Bastas 0C6asl9;s a mesa lica inun-
dada.
M Sr I)':ihitado
n.'.da com isso.
O Su. (i. Prente : -Nem eu digo issot Se as-
sim 'iiceoder, como de suppor, a despeza so ele-
var a 3,-0 :00fl*i)(0.
O Su. J. Correia he Ai.aij-: Nao subir a
lano.
O Sn. G. Pap.kxte : Rom ; mas em todo o caso
a receita ser muito inferior despeza, porque
nao devenios esperar augmento de reuda.
Um Sr. Drputaoo : Airda quera que se aug-
menlasse ns impostes ?
I'm outro Sr. Deputado : A commissao mere-
ce elogios por nao ter augmentado os impostos.
'rente :Nao digo o contrario ; mas
o que qivTo ( que nao se vote por urna despeza
sem se ter Odinheiro necessaro para satisfaz-la ;
nao dsejo cono rrr com o meu voto para se con-
tralor u n emprestimo para satisfazer a despezas
ordinarias.
O Sr. O. Mafqjes : -Loa o projecto, que ver
'que o emprestimo tem um fim determinado.
O Sr. G. Prente :Mas os outras empresii-
mos tambera linliam lins determinados, e entre-
tanto com elle pigou-se at urna scraphin.i com-
prad i pelo ex-regelordo gymnasio
O Su. Mutuo Reg : Nao i) Si. G. 'ahente ; -Consta isso do baia'v;o.
OS. Mki.lo Reoo : -Nem sempre o balando
a expressao da verdade
O Sr. Pernambuco :O facto verdadero.
O Sr. G. Prente : PoiUnto receio que
este novo emprestimo nao seja convenientemente
applicado ; nao duvidaria votar por elle se ronlasse
com a permanencia do actual administrador, qu
em verdade tem sido por domis zeloso com os d-
nheiros publico*.
Mas, nao contando com isso, c sabendo que as
sonsas administracoes sao passageiras, nao aut*-
nso com o meu voto a facudade de contrahir um
novo emprestimo, oneranlo anda mais os cofres
com j; Este meu receio tanto mais fundado quando
vejo que ha desequilibrio entre a receita c despe-
za, e a forja das circunstancias polem obrigar o
presidenle da provincia a tancar m5o do empres-
timo pira occorrer a despezas indispensaveis e
imprescindiveis.
Nao desojo tambem elevar os impistos ; mas
devo dizer que s vezes circumtancas extraordi-j
narias obrigam o legislador a exigir do poro nlais'
do que razoavel.
E nem deve haver motivo de qucixa todas as
vezes que se sate que o imposto applicado cOnr
venientemente; poderia citar muitos exemplos re-
feridos peta historia de alguns paizes hitando e
vencendo dividas prodigiosas, augmentando im-
postos e diminuindo a despeza.
O imposto odioso, intoleravel quando ap-
plicado inconvenientemente ; a mpopulridal
dos tributos resolta dos fins anti-economcos a
que se destina o seu producto ; ms'quando'se
sabe que se pedem novas contribuicries para me-
Ihorainenlo das coniices socaes, as vantageiis,
que'necessariamente resattaro do augmento'de'
renda i'azm esquecer o sacrificio.
Senhores : nao ha necesfdado mais geralmente.
reconhcida que o augmento dos nossos rendi-
mentos ; sem elle nab podere.iios dar uitl passo
para o progresso.
Um escriptor notvel refere um facto digno de
attenco, e qne os povos mais prsperos c'nlais
moralisados sao aqu.elles justamente que pagara,
maiores impostos s snas admmlslfacoes iocat:
Observo que o dnheiro do empreslinto foi des
pendido com'bbhis materia-s, das. quaes nao rosoI-
tam renda para a provincia.
Confihnaremos nesta poltica finan cetra anti^Co-
nomica ?
' O Sb. Tolentino : Mas o nobre diputado, vo-
' m Macei nada occorreu quaunereea men-
co.
Kicava no porto o vapor Duntiis. da compani.ia
fiahiajpv.
mo&kjonial du tycajfs .
irados na ,ridade je Propri, Mi-
isba e rjn ^eu irqju Aatonio
is, os quaes assassinaram a Jos
o do crrenla pelas 8 horas da
ominado Mafti do Jahoalo ter<
lo de Simio Das, Marimba Celes
nod Frnnei-i
Sihvtre de!
Athamtw no d
tSU. *,*.,.1UM
nno, que autonsa o presidente da provincia a
a
conp
trada de ferro
milleaco"es para
parx conati ueelO' tic' uma ~es-
Dex'a-se de votar por falta de numero.
A Vi: RBinRvTE-'designa" *orderrrdtila ele-
Ciadjui'lr.Fqi nomeado coadjuctor.ila
fregnezia di! S. tose" d Rio Frmoso, porprovtsao
de 9 do corrate, o Rvd. Jos Vicente de-Gotiveia
Accioli, sendo nesta data exonerad >, a sen pe.rido,
de igual cargo na. freguezi do'Nossa Snrrora da
Grata da Capunga.
Festividudc religiosaHove bantem,
ha igreja de S. ftlrpv a fesIividaJa religiosa de
Santo Antonio.
Gonsiou de lujssa resada de madrugada, e can
tada com triniW # 'iftcM T AiniiT>rs:rio.Na sognoda felra (*6> o
27." anniversario da exaftacao do venenndo Po
IX o solio pontificio.
S.nto Antonio. Na igreja da Madre de
Deus e a expensas de alguns devotos enVtua-se
aniarrli a festividade do Santo Antonio, prefand
no Evangelho o distiucto orador sagrado o RvA
Mjnoel Morena da Gama: noite harer la'
dainha.
Illssn eantadn, Na eapeUa de Santo
Amaro das Salinas ter lugar nina missa cantada
e ladainha em Inuvor de Sanie Anionioi, mandada*
cqlebrar por algnmas senhor*, sendo a mista s
8 li iras da maiih, e a ladainte noite.
Ti'ilhos iirli.iios de Oiindu. No illa
2 J m rorrete s i 1 horas i'a man lia devo reunir
so a asseraalea geral dos accionista* dssa compa-
nhia, afim de proceder eteieo da nova directo-
ra, de conformidad com a ultima parle do artigo
12 dos respectivos estatuWs.
Catijgresso lMtcrarlo.Na qnmU-feira
Mas a eommi*so nio tem-^12 do oaArntet reuirio-se esta sociedade, sob a
pi'crsidencia do Sr 'nave* Janior.
O Sr. i. secretario d conta do seguinte expe-
diento :
Varias propostas para socios effectivos e heo-
rarins. A commissao respectiva."
Urna ltese do -Sr- As*iSiivav I? appro-
vada
Achando-se na ante-sala o br. T.'ieodnr.i Pache-
co, convidado a tomar ario e-fetieiiad pelo
adjunto do orador, a quera responda asradeeendo.
Passanio-se primeira liarte- da ordem de da,
dscusio da the-e sobre a nstrucca. obrinato-
ria, oraram os Srs. M. Ros, Arnerkso deCarva-
llio, Moreira Abes e Assis Silva.Encerra-se a
discus-ao.
Adia-se para a sessao vinoura a diacutso da
the . E' sorieado o Sr. Dias Veira, que escolbe a se-
guinte Ihese :- (jue a sociedade e qual o seu
fundamento ?
Nao navendo mais nada a tratar, o Sr. tresi-
dente defins de i designan a ordem do da da ppo-
xiina sessin, levanta a sesgue as duas horas da
larde..
Tlteatr Siiiito Antonio.Este tlieatro
ollereee-uos boje um vari li-.siuio e bem inlwes-
sanle espectculo. Cora a boa acqusicao.queifec
a empreza dos Srs Silva e Pedro Aug'usto, cinta
hoje a ompanhia com uro bartono e nm. tenor
para operas cmicas, voepet"te tan punco.cul-
va'l-i entre nos pela detien-inva de vozes. O Beijo
de nma agradavoi reminiscencia paca o publi-
co que lio d.jvidaraeiile o applaiidio nos bous
tempos do Santa Isabel, oude a actriz Manuela,
ento MatumUta. a interosssnte sabia,, fascino** a
todos com aquella gra.;a que Ihe natural. Aere-
lilamos qu.' o Beijo far anida urna nova<'|me.i,
\arios i'iicmilrailos (I brigue inglez-
Talliot.eJiegado ante-honiuin, falln : na Jal. N. II
e I nig. 0. 27.. no da 4 do correnuvcom o navio
nsita Millevtitl. da pracade Liverpool, com 23 dias
de viagein, doodesse. porto parao.de New Ze-
land ; e no da 12 e.>m a barca ngleza Cacalicr,
indo de Liverpool para Vlpraizo. Tullo la bem
a bordo.
Arremataron provinei*s Foram
transferidas para o th' W* do coTfeie as arrema-
tares : d-s medicamentos e ulensis preebos
enermaria da casa de defcniQ ; da ak|iietaco
dos presos pobres do mcfeiho'cstbeFecmento, da
mprosso dosiraballio dasrspariiDoespwviicjaej-;
e do pedagiodas baFroiraa^da^Alagd/Uepa, Gequi,
Ponle dos Carvaibos,. Tacaruna, Bujarj, Jboatao,
i^ixang, Mnguihho e Capunga, S. Joao, Morduosr
Motocolomb, Tapacur.
Vapores esperados. Hoje ou amanh o
Dantas da Baha o escalj ; de 20 a 22.3o cor-
rente, francez Yille d Balita e inglez LiUtania,
dosul do imperio, e inglez MUgtflan, da Europa.
. f eriznetlt-No lugar denominado, 'yi-es
do termo d S. Rento, Alejandrina Mara do Es-
pirito Santo, foi levemente ferjda ppr Jos Banei-
ros,. em .11 de, taalo\, ultimo. 6 detinquente ga-
uli ni mundo
PrisAes.-Fbrarfi reclliidos cadeia da Es-
cada, presos cd) flagtalp.: Manoel Francisco do
Nascimento, n da 20 demaio ultimo, por .crime
de fait decavalios e Joao francisco Barbo--a, em
2 do corr'nte mez, por crime de fetrhhtos qu
commettu.
Perversidad*. Em 2Q 'o mez ultimo,
JoVlccnie da Silva, ino ^ugar lleaoraibailo.Flha
Hrunca, do termo d Tacaratd, espancou grave-
mente a Maria das VirgeuV d tesds em seguida
eoiou-lhes cabellos. 0 hroe desta faeanha
tambm cbns'egub evdtfjte.''
Kmliar(j/u.A.bordb do. Vapor Pira fama
segu beje pjra o'Rio Gran4e d'^orte a asiumir
asredeas da adralnistracjd' d. .provincia' o Exin.
Sr. Dr, Jao Cipistrabo Brarideifa d Mello' Fithg,
em quem'folgbioi reijpnbcer muita sonima de
illustracao e .corleciieols,. bem como a pruden-,
cia. a en'ri/la e o Ktio aumonlstralvo tao flecess-
ilos'.quell que Vai'tomar sob efct 'hambros t
pesado encargo. .
Felicitando a pryincia .^'Rl Grande do Norte
jielO distiiiclo administrador que. vai ter, fazem o:
votos Ma;.proSperaviaorrl'do fexiii. Sr. DK Ban
Uinueiro.'-O vapor A)a America trouxe
Joaquim Jx Goncilves Beltrl 4 Fi-
"ain
Antonio de.Moura Roliin, dem
nm
\ deepa,clde6 do corren!.' re|alivamoute ao pedido
d o Oke Bmdlofs & C.-V vista das informarOos
Iniuiual nada leu
.. quo d.-erir,
Sorjflpe c Ala^as. P. lo vapor hrasile- tpode,ndo_ os supojieaotes dirigir-sc diri". i da
n, recebemos jornacs QO Arcaj at i' Associacao Commercial Benelicenie, se assim u jul-
4:'i8000,j|asecretaria a Ir
lor lirasilci-1 podendo os supp
foram capturados no da 7 do consellieiro presidente enerruu a ses*o ao meio
ninosos Antonio Jos da PaixSo, da.
, Pelo di
liantino de
Torrente d
pronunciado no art. 219 do cdigo criminal, e Jos
atrtiz, ma dos aunares do assassinato platicado
era 2| de Janeiro ultimo na Estanciulia termo do
Lagarto, na pessoa do.cabo Andr Avelino, quan-
dneste-sediriga pira a capitel conduzindo 3 re-[
arates,
No-dio lo do orrentetewo lugar um incendio
em Larangeira no alambique do Sr. Joaquim Jo-
s Goncatves de Lemos, estabefecido na praca da
feira d aquella cidade.
Consta qtte o facto se dera do segrate modo :'
DomiDgos Alvos de Souza, .lanoero, procura va ta-
par as brocas de um bafrii suspenso no tendal do
alambique, tendo na mo uma luz, porque o lugar
em qne exercia esse trabalho era um pouco escu
ro, quando um escravo do Sr. Lemos, ignorando
esta'Cireurnstania, derramou dentro do mesmo
barril um balde de caxaca. A luz communieou-
so no liquido, prodnzio a exploso
Foram ferdos o dito tanoeiro e o escravo.
O incendio poderia ser de mais tristes conse-
qoenci*, pela posieao era que se acha o alambi-
que, se proinptes nao fosera as providencias das
autoridades e do ppvo, sempre humanitario nestas
oceasioes, no sentido de impedir que o fogo se
communieasse as diversas partes do edificio onde
exista em deposita grande quantidade de casara.
Felizmente, alora dos ferlmentos que j refe-
rinias, os quaes lamentamos, nenhum outro acon-
lecimenfo desgradavel se deu em resultado do
mesmo incendio, t
i Lotera. A que se acha venda a 51'. a
benellcio da matriz do C*bo, a qual corre boje.
Casa de detenefto. Moviraento do du>
12 de junho de 1873 :
Existam presos 342, entraram 7, existem 3i'J.
A saber :
Nacionaes 22i>, mulheres 9, estrangeiros i3,
wcravos 57, escravas 11.Total 319.
Alimentados acusta dos cofres pblicos 270.
Moviraento da enfermara do da 12 de junho
de 1873.
Tiveram balsa:
Francisco Jos da Silva ; febre.
Lniza, escrava, de Francisco Machado ; bysierismo.
Passageros.O vapor Mand h, vindo do
Aracaj e portes intermedios, trmxe a seu bordo
os segnntes :
CharlesPererson, Y. II. Cmelly, Carlos Pinald.
Entrado no vapor americano South America,
ndo de New-York e portos intermedios :
Luiz Francisco de Mello Tavares.
Sabidos para os portos do sul no vapor ame-
ricano South Americr:
Jos da Cnnha Barbota, H. P/netq Galvo, Luza
?.hia Marques, Dr. Francisco G. V. de A. Lins,
bario de Tahatnga, A. L. C. Pintor, I. L. Pater,
F. A.Paradeir.1, M.1 G. Peneira de Vasconcelos,
A.,H. A. Chaves de Souza, Dina Izabel Maria Bran-
dan Brrelo, I P. M. Soares Falco, Hennque,
criado da bariio de Tabatiuga.
Ccinitcrio publico. -Obituario do dia 11
de junho :
Jos Alves Barbosa, prelo, Pernam'iuco, 30 an-
nos, casado, Santo Antonio, casa de deteneo : en-
tente chroniea.
Wenceslao Tavares Andrade, brinco, ignora-se
a naturalidade, 36 annos, casado, Santo Antonio ;
inflaramacao no intestmo.
Vicente, pardo, Pernambuco, 15 dias, Rccife ;
lelmo.
Florencio Ferr ira Araujo, preto, Pernambuco,
47 annos, casado, Roa-Vista, hospital Pedro II ;
tubrculos pulmonares
Antonio Galdino de Franca, pardo, Pernambuco,
16 anno, solteiro, S. los ; pbtysira.
i Benedicto, escravo, Pernambuco, 40 annos, sol-
teiro, eanto Antonio ; bexigas.
Maria, escrava, Sc-gipe, 20 annos. solteira, Boa-
Vista ; tubrculos pulmonares.
Candido, pardo, Pernambuco, 8 mezes, Boa Vis-
ta ; cunvulses.
-12-
Maria, preta, Pernambneo, 6 dia?, Boa-Vista ;
ttano dos recemnascidos
i. Qoeri.H), pardo, Pernambuco, 8 dias, S. Jos;
espasmo.
Honorio, pardo, Pernambuco, 18 meies, Boa-
Vista ; convulsoes.
garein conveniente.
dem de diia sobre a petizo da companbi de
seguros Iudemnisadora, que pede o registro dos
seu- estatutos aprsenla los iuipre* eslitu'os jiintos/aiillieaticado como os da rompa-
n' ia Streel Raihvay.
-Duvida opposta pela mesma secretaria ao re-
gistro do contrato de Jos Cini & C era razo de
no esterera iguaes os dous exemplares apresen-
todos. Seja registrado q contrato, denois de se-
rain feitas as devidas correc^Ses em ordena a se-
ren iguaes os dous respectivos exemplares,
Nada mais havendo a despachar, S. Exc o Sr.
Sebastiao Avelino, pardo, Pernambuco, '.Oannos,,
vinvo, Boa-Vista, hospital Pedro II ; varila con-
fluente.
Threta. prcte. Pernambuco, 4 annos, sol.eira.
Ii la-VUts, bospif Pedro II epilepsia.
Ao publico
Occupaudo os cargos de provisor c vi-
gario geral d'este bispado somento por
attei)$a> S. Exc. Rvni.*, pedi-lho lti-
mamente, que, j tendo satisfeito a ininlia
obediencia, s dignasse exoimrar-rne dos
sobre ditos einpregos; no que o Sr. hispo
conveio, nomeando para substituir-me um
sacerdote notoriamente recommendavel por
suas exccUentesqualidades.
Assim pois, recolhendo-me a vida parti-
cular, reitero ao Exm0. prelado, os meus
protestos do respeito sua sagrada pessoa
e nao menos submisso aos seus preceilos.
yue a Divina Providencia, serene a tem-
pestado que o crea, concedendo a elle bem
como a nos seus libios espirituaes, verda-
dera p*z o tranquilidade, c o quo sempre
pedirei ao Ceo, no meu amado retiro.
Consistorio da igreja dos Milagros em
Oliivia, i'.i de junho de 1873.
Conego, Joao Chrysostomo de P. Torren.
ras < prcm-
96 iicrari a rmpiwa en td
ten1 da provincia, nai nbdafr
irroprielarios, Ojatzer pagar i cmpi.7. m m
ii-ir do ui.-sie., dir-iti, MftidMg m ; at iu.
eoMin'-do seu dever negar-*c mqruuio o r-
v>;u nao for felu ua cmidi^es do c Mra* f
Proceder de outro modo qae n n.n ib os inleress.'s da provincia.
Nao Minos na Ja, pareai, eotn i-la. facaoao*
enlenier o goveroo ; quinto a mk, re-ia-M ape-
nas o direito de nosJipjdr ao p.-igamen; < c"
nao honver d j ane.
Nesta accord estio, corno earra:uo
'stejam a maior parte.
Recile, 6 de juaho de 1873.
Muilmpt-oprieia-,"
1-
.4 coinjianliia Drainage p o pe-
ridico a (2*ri'ii'in.
numero de 3 do oorronte, com ares de se oceupar
do iu".eresse publica a respeito das questes que se
tem levantido coutra a companhia de esgoto, vir
a Ivogar os nteresses -dessa rompanha era inliiio
projuizo dos proprietarios dos pr.dios urbanos,
como de lodos os habitantes desta cidade.
E' ura artigo que lisura como de laudo, da me-
ma lolha.jiias que nao passa de una eiicomnieiida
da piesma companhia algiim esperUilho que
achou geito para passar aquelle contrabando na-
ijnella folln, como artigo da redarco,
. Tal causa inferimos da sumina do mesmo artigo,
ao (im patente que matules ta, concluindo ipi3 es-
teja como estiver o trabalho, o estado c o servico
do encanamanlo, deve-su logo, proceder cobran ;a
da deci:na addicional, porquo o governo em bivve
tera de pagar mas de 400:000000, psrque nao
se deve por embaracos a companhia.
Nao possivel ipie a redacoao da Provincia
queira tomar a responsabilidale dessa-publica.ao,
anda mesmo jue queira apadrnbar quera quer que
a tonha feito cahir em tao grande falta ; porquan-
to, dilllcil, senao mposMvel ser Puminci i sus-
tentar, em brm dj interesse publico, as ideas, e
mxime, a com lusa t de tal artigo.
No momento em que mais de 400 proprietarios,
enderecam ao Exm. presidente da provincia uma
p.'.-.io peJa qual pedem a suspensio do pagamen-
to dessa decima addicional, fundados nos mais
juttos motivos e razies, coaw o recoulicee exprs-
smente o articulista, da Provincia, quando em
nome desta v.;in um advezado da empreza, diatar-
^ado em prorauor do publico interesse, pedir e
instar, que cm bem deste interesse o Sr presiden-
te da provincia mande por o p no peseo.o dos pro-
pnelarios, para elles pagarem o que nao deveni
anda ; para pajarera palo damno que leal solfrdo
u i mulo do assenteuiento do encauamento e dos
apparelhos pelo grande iucommodo que era soffri-
do, (|ue estao.suih-enJo, pulo modo porque feito
o servi; A triste o.msa da empreza que em noroe da J**-
o inda e do interesse desla provincia vera defender
o articulista, teo infeliz que elle s pode chegar
a seu tito assassiuaii lo a lgica, c na mais fla-
grante contradicho cora as verdades, ,cm os tac-
tos que reconbt.ee e exara nesse mesmo artigo.
O que temos, pois. do examinar simplesmente
(ilz o articuliste da Provincia) a execuco da
contrato; e i disto que se QMRU romem o
pu-'ia, que en sua mxima parte tem fi nduws
motivos.
Ora, esses motivos que o articulista rcronh-.ee
fundados, sao taes que Ornara nao s intil, como
prejudicial o servico do esgoto, ou venha islo do
systema (o que nao queseo) ou da execiici.,
*ra o IIIm. Sr. tr^m ir
Oliiida \r.
Indizivel foi o regiMjo, que liveion .
acasteli.i los no eagriiho Jenipapn (Iitumi d>-Oiia-
da) pela prompla liherdtde, qm- Itveram k tren
camaradas capturad s i,-lo ,|.-...| > do illinda,
quando procurava o ceebn- tsente Lua IUik*-
ra. sentenciado por crime de mnlm nos trbnna^*
de Campia, e tem hoje enxergao man.. m~*
lauta na casa grande '... O Hawial da urcni, a
Irente dos iuzidos cavalleirianos que e.n cari- *"-
paeo j teem encalnv-iad perte de rineaenta p-
notes, inclu-ive cinco da eslrilaria do propio.. 4>-
legado d- hu.rass, depoisde abracar eonl-ai-
menle de um a um dos ln-s bmoi e dtor f.ran
dnlas de fogiii'ti-s, dirigi Mies e thiisasiieamenie : amarada f<*U* imifin prt**
e j boje estis entre nos, ji Al fu**, jue I r-
tar cavallos industria privilegiada da r** i-
dein e negocio di> muito rho tra'o ; resto *tr-
darnios nina Inia lico a este bcsUllo, qu-- .' ..
se ao irabalbe de ir (ktiunciarnos ao chefe de *-
licia e ao inexpe cale delegado, que i^n-rand" >*
lins para que foi creada a reforwa. mesmo tinlaii-
do p ir elTi ilo de sezes e ro p'ir da chava, "
iueoinmoJ.ir-iios o saiiln docanTii e.n que dif-
miamos. Viva o nosso rhefe, responder ac Hdet
com estremec monto. Faltn a-i vivan o eonfrade
Batalhn, hen'ie de Sant s Mndez, per javos if-
senliilenlos do seu maiural, que con abiiHsJ*
conflanca privn o do bom eavallo em qne in*H-
va, e abrindu-lhe uma mala tinm-lUe, aiem rt.
mais, um rico lbum de 1(0 retran*, i!
quasi va < ao hacamari ced.-ndo o Bntflkt a fr-
g;i maior. Ladrin que furia ladran i-mii cm an-
uos de>perdao, diziam os noss-> auu-pawartu*.
Breve serio dadas a luz esta e aira* muito* gea*
tile/a*. Os animaes rouliados en m> u
cujas [legadas foram observadas al a ;> >rte >mt
Iniofo i-avalleiro nio Ihe deixar <> iiK-mn pato
dar que Ihe lera dexailo o boi-, por.o< e ral
que ,i pretexto de de reanlo-os; nao, heide accusa-lo perante > -upr*-
uio tribunal da opniao pubra. ja qm a neew
leis deixaui oiipone malteilon que ataraoi a
propned.ide do Hdadao lio esrandal
A tflkn tentara
;*,~'"i"-",i"1* "cum n epilepsia. acmno foi representado ao Exm. presidente da pro-
Havio, branco, Pernambuco, 9 meres, Boa-Vistan vncia na referida petiao
mialite.
Jose, branca, Pernambuco, 2 anaos. Santo An-
toninrsaranrpo.
Mria'Aittonia do Espirito Santo, parda, Ber-
oambnco,'26 annos, casada, Santo Antonio ; beri-
beri.
fou omino passade pela escola mo^Io.'
O Sn. G. P AftEtiTE': V. Exc. esta engaado ;
mas quando votasse nao esteva por sso obligado
a continuar a antorisar despezas desta ordem
I'm Sn. Depi'tado : -MdSWta censurando a casa
por isso ?
O Sn. S. Prente :-No censuro a ninguem ;
compro com o mu dever, manifestando casa as
minnas deas.
:, bem.
O Sb. G. Prente :p-Nao ienbo habito d Wl-
bnna ; talvez me tenha escapadoalgmma'eoftsa",
mas dei sempre o meu rcadb como pudd ; outHos
faraomelhor.
Entretanto V. Exc. rae advertaque o projeco
esfera em primeira discuta.) 'perd qde aguard-
me para dizer mais algra t'i dprtis de; avr
nobre eomrhisso de ol-camehto, a quem pej
desculpa se nao guardei na.discussao as"ilev1das'jb'm"
conveniencias. i_^
Hbito ben^; muito lienT. rao utfhVnemJez
O Si. Goncalve- Percbiba ste pessmist: 'Sk d.< sgulttt| fl
mas faltn' muUo bem. ;pesaffienib r naefta
O Ht. J-de Wllff litio nio se prop' T*|va,(w4e'se1jSllK
desde- logo-a tomar wti feOnsfeTa'ao o discurso' fld nd 'caria do Sr. tjftw
orador que o preceden. fV'yejfltjerltd1 rja'casa -i-nd coimiiment
dispo que-" a prlmWr dis'Crt|sao.de'.TdapTOtt^. Hbaro^. -A
rerse nicamente sobre a sha'Utilidade e onVe- Caia'Be'flsericoi
niencia.

TrlMntal de> commerelo.
ACTA DA SESSAO ADMJNISIRATfVA DE 9 DE
JUNHO DE 87J.
PRESIOETCIA DO EXM. SR. CONSEI.HE1R0 ANSELMO
FRANCISCO PBRSTTL
A's 10 horas da maoha. prQsentes os Srs. de-
putados, secretario Olnlo Bastos, Candido AlcofoL
radb e spplnies Sa'Leilao e Perera Cascao,
ap tenfln podido comparecer o Sr. desembargador
fiscal, como fez verbalmente participar, S. Exc. o
Srt conselhero presidente declarou aberte a sessao.
Foi Hda e apptwada a acta da precedente
selsao.
rhtis Lenz
l'ereira Vana 4'C.
. ,
Km transito -O South ^America trbui.dre,
New-Ybrk Opassglros naja., sl do imperio^
eutre osquaes.d^ecretlrib da Ijterao brsileira'
-.JWnufcica-
sta-tfoiu'der&rn-.
terib ,>nti4o do' T.
fesrhbar^adby'Reis'; ^pars.
e portento, de direi-
I to que os propristarios nao podera ser obrigados a
Manoel Clemente Perera de.Lyra, par Jo, Per- pagar um servico, um trabalho que nao feito em
nambnco, 35 annos, viuvo, Boa-Viste : clculos ua ulitidade, mas sim em seu prejuiza
No eral nto (ue sabida o articulista d a este
si.lua>;ao ?
Deve a empreza curar de remover quanto antes
s inconvenientes, e s dopois de ve ruinada a im-
possibilidade, se poder rescendir o contralo, diz
elle :
Triihando outre qual^uer mminho, ora de du-
vida que, o geoerno comprometiera os froprioi a-
teresses da provincia.
Quer dizer, como concine o artigo, que em todt
o caso dove-se cobrar a dcima addicional aos pro-
prietarios, para o governo pagar 100:000*000
em ireza, seja qual Air o resultado dos exames, te-
nlia-se de rescindir o emirato ou a empreza de de-
morar o lempo que quizer em tornar o servir
til ei bule, com lauto que a empreza recin, e
os prprielarios paguem : este que o interesse
da Provincia.
De maneira que cam corapromettidos os inte-
resses da pruvipcia, se o governo nao pagar ura
servico que nao feito ; se nio cobrar dos pro-
prietarios uau dcima que nao devem.
E quando se verifique, que os inconvenientes
nao se podern reparar, oni quanio se isio verilica,
em quanto se nao rescinda o contrato, vai so pa-
gando : a conciusao do artiga
E esse articulista, qne se mostra tao zeloso
pelos nter esses da. provincia, s acba palavras
para justificar a empreza que traz a este cidade,
em cumprimento d seu eoairato, en lugar de
ura niellioramenlo de tan grande utilidade, como
prouielteu, e romo poda trazer, uma verdadeia
cal.imitlad
Que interesses advoca, pes, esse- digno patriota,
os da provincia ou os ra empreza f
Esforca-se tanto para jusiili-la, que chega ao
ponto de argumentar as jira :
E notorio que esse trabalho (o da casa-
lisacao) ao menos no sen omero, presidio lodo
o cuidado, e o proprio interesse que tinha a em
preza de possuir uma bta canalisacrio, porque s
assim p deria desempenhar o seu contratoxsraf-
fasta toda a idea d: que se tenha descuidado neste
ponto.
Ora, se contrato nao est cumprido, porque
em ve.z de um mlhoramsnto temos uma ealaini-
dade, se nao ha cumprimento de contrato, como
que a empreza fara bem a canalisaea, porque
EXPKDtENTE.
Orarlo do presidente c secretario da junta do
corratore, remetiendo" o hoTetraV dasj.colacoes
ofllclie da semana de 2 a 7 do crreme. -Pafa
o archivo.
Ornco do Sr. bario de Nazareth, deputado sup
pente, participando- que por iucommodo de sade
nao tie1 cbrhpai"ecer. -RolVn o triDuflal que
fosBe-convidarlo, o supplente iinmeiliato para ojul-
gafneoto da rehabilitacao de Benvenulo Cavalcanli
Bilarqui? de Albuquerque.
OIBcib do Sr. Dr. Antohio Vasconcetlos Menezes
4*!tp{^m,Mpd;. -Foi mandado para o archivo.
irwr,dra1 correspondencia oIBcial regularmente
eseriptuTad at on. 93.
Dlstfibulrm-se os seguintea Itvros :
Cbptadur de Thomaz de A quino Fonceca & C,
luecessores, diario de: Montiro Guerreiro 4 C,
dito de Aniero de Mesquita, dilode Joaquim Fran-
cisco de Souza Chaves, dito de MaHoet Thmas
Perera do Reg, dito de sahidas do agente de
I}les Francisco Ignacio Pmto, e o livro de contas
porreles do mesmo.agente.
bBSPXCHOS.
; l't Arltohl j Pimo Lapa e Manoel Luiz da Silva,
registro. do,dlsWato da sociedade que tiveram.-
Viste a Sr. de-embrgaV fiscal.
De Manoel iFerreira da Gosta, idem da nomeaco que tinha interesse no cumprimenlo do contrato,
OSr. G. Pareni-e:Obedeo a
ineot'u'iri'cbfrim'iss:
Ora, sendo o prrrject de orcrimfOto fle utilidade libar at fiordo--floJ
inomlesULvel, desnecessrl i Bisfcw-To1 ett'prf-13erra'Fiino; m pro
rreiraUiscus-rn at hje n.ao ha exemplo de se'-
ter pehsarlo de'modo contraro.
nua-
Wen-
bmitar-me ao art. 2* do projacto ; ioua-
rei a ftzer oonsiderayBos raes sotrd'b' orcvri
to, o que nao me prohibido.
Dizia eu que as verba* consigrrail.is'h^S' tf
orcanwn^'errV%wf ^Ribre osuTlMlrerite* -
<-ie4ft*TxiAbrMr^'tTjWt'Vl6' prfef*
dalriyvfnM ara mtHP aWzm ^
rws^efwutnllhr^esfe1 me sysfmS'; en-
miW|W WgrDdes -affi(Mdk\IM>
assm as noderemos vencer.
Den rmTitf'a;ea gearout e-'brMilalelra-'priy-1
%ncia e MtiiW^wfaitefo^
Btrtretanto o nobre 'deputado -pof 'ndestr,'
^K declaruti, muito ^'paV'ffrjsstyf^ fJ'ca^
aniedtpon'a dfseossao, levntendo-a tiesta c,c'
eganflo ate ,a aDf^i^st^.a^"'"
v/ws que prepon
' fe

,v lf-Se ig
hrfl.oV ona^flie'lraJffA O
Exfri.'Srl Dr."6
bGLTiCaio 'dbs'
**
desea cafcfiro Afronso Farrera da Costa.Regs
De- Manoel Francisco. Pocas, dera das procu-
' Js'JJt/pis'sra Joao Evangelista de S. -r
s pfcraciesl volte o supplicnte, que-
^e 'Saii'nd'ers' Brothfi k ,C^ idem de dita.-
in registradas.
e los'Ja Q)ste Dodrado^ dem da caria de
njairlctrla que Ih Toi'concedidA pela.anliga junta
^icommefcip,-Iporre o secretaria.
%ahoet.Tatera Garrido, pedind transfe.-
Hioi fivrb diario e 'copiado? que serviram
ado Joao BaptisiaFdreaudes para stu Jirrrni.
fld6>
ra xe^ffi^ar^o-IKci se.
tfaao- algum coniflp
Viga''ialibs-Giijida-
Afin
..ittenjci'a regs;-

lp. sua-peiii-Visto w 8r. detembar
nformaSV di' sertrnt ttl orM**atic do
tinba interesse nesse cumprimento?
Se a enpreza fez bem feito a canalisajao, por-
na.i fez bem feito todo o trabalho, fez bem feito
todo o servico, porque tem interesse no compr-
manlo do contrato.
Paranlo est tudo bem feito, trabalho e ser-
vir, nao ba motivos fundados de queixa do pu-
blico conlra. a empreza, como em principio re-
coahecc o artigo, que fundados sao em sai ma-
xirha prnHj
Poder b articulista talvez argumntar que a
emprea lisera bem fe te a canalisacae, porque ti-
nha inlei'eS)l no cumprimento de sen contrato, se
nesta trra loase necessario sempre esse .cumpri-
mento' paraos grandes empresarios lucrarem ;
s n cntxabia nao Tos^e o, qua,. oxdinariamenlo
su ;. sejaii.coaasst acbar.quem livessa geio
ra ejaixar em artig de fodb de urnafoia
l,u?-lft*^ a,M os 'ntresssda provincia e
do Ksfaa, urna defeza 156 escaudaJ.*a dos inte-
resies da. .empreza emawme dos intereses da]
proyjncB, ms-dp facto. coatra elles.,
a r*rJffiW:>,um caranio lVa se alcansaf fSp de' ftn mgica toeafdo
ffifdPffrfe'in#RT> -a jajalisa^ dqa. proprieterjes, ortdof. a le^ a pwaaa aama-p
coft9j.T^'.eml)ora .nao lean fleito,, nio, Jsaj*jaaan| qi^aton doa
5 cem, toa empxea, se os.proprtotajrio Mittf|Bawviyn^o>Maado
em sustentar o seu direito, como fcilmente- ataMCtoseaparoattoitolMii
\ntrH da r*Hr>
0 hornera pOc, e Deus dis|Nie. Nada mar-
exaeto.
0 direetori i do partido que nesla provincia e ia-
culca de lilmral. pretemb-ndo fazer fortuna, rm! *r-
cou-se na questao religiosa.
Para chegar a Ii.mii oorto e a salomen!", li-
bados que'le consistorio excilaram <* *thuv
cncandecerain as paixes. e rrearam a resMMKia t
desresieito, que os venladeiros called->-os.Unto >-
pitra mver era arcao contra o prelado ilkiCK.
Com ta nos discuivs e as sociedades, ao rlario da aala-
vra exaltada e fogo-a : a* musas '-a'inuhaTaw
certeiuenle para um d.-ciilacc f.iUl. n""> previ*
talvez. mas cudadosr..nenle crnibinad*.
A wepeasao rl i deio Paria, vi-io a tailio o<-
fon ce.
Ora, Mena rille iTl'.Um o inope d. de*' deu ro-
sanchas a uma icnhida questao M rbido, porqt.(
em Pernambuco a suspensao ex-inf rmi'u cae>
scienlii. de um ieao n*o havia ser caas ( w-
consistorio da ayaia hranca I
Quando menos era-aso de pura prnei-^ar -
rita : e veio a prop i-i|o a reunan do da II, desti-
nada a c mar e disi-iirsar sob a.pndli- m-'l'
Pois bciB, dttcmt'ira feita ao p,vo seccede-
ram o immeliato as-alto ans |i*Jre-j.-suiUs. > au-
to de f da typographia UniSo !
A' primeira inipressao de horror, os p.-i- ipam
obreiros recuaram dt excess Mas o iialacio episeopnl tinha ficado inc^iaiae,
e era demister nwi aardeda de vi-ta erno ak
de alimentar o fo aafnala no aui::n da- r --
combalenies.
TmpacM e dWknlilade deveraai m bs:i-.ie4-
mente ser creados por todusos modos a acrao re-
gular da administraban ; era pvMaai qne a re-
bol lia nao paraaai ai portes d Ifreia, n-aeiaaM
que camiiihasse at as escadas do ilafii ili |>-
verno.
Assim, lera lugar a reuaiao dn dia 16
0< Drs. Jos Marianno c Curie Real, al *aV
honrosa paaaNe de ahafea la nalan^aa, U-nm
incumbido* de missionar ou itmrmr ao pcv.
E convm notar, que o Dr. Carie i< ai estay
tao intersmcnle coavenciJ>i de ser paral
to o fim de reuniao, que metteu no b I ;o o sea di-
ploma da cavalbeiro da Rosa ....
Isti posta toda a provincia sabe o moJo paree
termidou este reunan.
0 directorio corn;>rcscudeh enlio qiM a eei-
tac.io e os motions nao iriam por dianie ; o ex*
d'is reunioes populares, eslava esgotadr
Cumpria jogar uma carta, eaahara arriscada, je-
gou-a.
Assumio franca e sem mais disbree a resana a-
bilidade d s a onleciraentos de II e da reumao d
da 16, e lancou aos quatro venios caideaeso ?*
furibundo manifest.
E por uma dessas raras simplicidades ajo* ta-
capain a explicarn, ehegaram a capacitar-fe dr
!|Ue o estampido ataa |icca monumeiitel seria ti*
arte na corte, que a situaco estrerneceria ate a
baze.
Era tao profunda essa persuasio, que no 'am-
blante prasenteiro do Sr. harto de VdU-Ma,
que j fazia rodar o seo carro peto (reate da pa-
lacio da presidencia, ida precisava ser nraMo -'-
lado para decifrar ah reate poder.
OSr. Apiigio,era encontrado as ra* cm pas-
to cadente, e olhares liaixos. significativos > uta
seria preoecupacao do homem de esiado sobra e*
meins que rom uuis prnveile podern ser emprata-
dos na gestto dos negocios pulo
OSr. Flu ano Corroa, merce de Deus, erapre
ruhicunlo e emiscuiio com a ama irmt, ad-
Na-se em tal estado de gilMmdm, que martom,
qual oulrv Dulcamara do ebxir de amor, drnlrifcnir
coras ans cid daos da sei la, de cuj* i rejmore, >-
cnsavel.
O Sr. Manoel linar jue, anda bem nao tiama #*%
vorado o manifest, ja senda o cheim de rotaa, t,
para evitar duvidas, rowlveado taier tombem va*
facan'a, publicou a original rtelifknco,
servio para reeducar o motivo o>n on ao palacio da presidencia no du 17.
Para logo o seu uunca assis chorad) ea
de grande e brilhanto futuro, derrocado em
Ihe escaldou a meute, e, sofrgo, c meooo
logo, rom todos os precei os da archUechira. r
erractidao mainemalica, a tracar-lke a ptoau to-
reronstr icrio.
Enilim, o afn era grande e
afanoso do que o Sr. Maaeei B
Os dados estovara laucados, cumpria esperar.
Todos esperavam...
A bomba fra com deoodo arrewessada, oavir-
Ine o estampido, era tudo...
O vapor quo levoo o maniftt**, apezar da graav
de carga, chegou depreasa.
Una carta particular e intima, eseeljeto da eer-
le, reato assim o efloito ai nrodeaia pejae mMi-.
cas deste previacia.
O Neta eutrou norte porta t dia JO s II U-
ras da manha. Ao meio dia eoaaaaaai a cirtaiar -
nos corredores da cmara dos dapoadaa a* aaav
atorradoras noticias de Piriumeaaea,
Nestes occasioes nao fait am
inimediatemeote ocenpon a i
do pelo municipio neutro, Pinfcaie
para inlerpoilar e goveraa. Titdnaii
tre raaos, nas com o desaso de
general ferio a batalha deseostaa e
a A ranura guarda va ama not ie>aNM. a
paciencia esteva em lodo* os seaablaMea. Pi
orafh os que podiam conherer os facto, e l
afna a correspondencia partieotor aeadava, iader
disfriboida pele crrelo
* A valiera que momento aperlado; ejprii
cidnisto a pedu*' infarmaanaa, a dar eaaae eaccjK
traversa as argieoes do mtmitM^ t a "aejt*
m
[fjoleaj ljff^i^-^toJosam

a



-_____
H
Mio^e'rktbiio '"fiWfcado 14to 4utaMai4W3.
,
do imperio atraiaoi sobra, y todo* os ornares. {
t O discurs' de> 'geatral feffinou, nao tendo
grande efeito.
r>- Paseada a primeir impressao, e depols de
: ttMos inveUopm lacerados, 8 da oontostoco op-
posta em apartes; loco* a vet do governo expli-
oar-ae. Foi para isto requerida a ureno''a, e o
-lalaistro do imperio veio a tribuna.
Em seu discurso nao foi s convomente, dan-
do mostras de impertnrbavel e correcto; foi clu-
3 nenies com essa eloquenoia do espirito pratico e
e governo, com a elocuencia que fez a gloria de
' Owning.
< Com toda % elevaeao do talento e do hornera
de estado, declarou, lepois de explicados os fados,
conforme as noticias de carias e jornaes, pois nao
.tinte recebi lo a corresp se aebasse na posicao do Sr. Dr. Luceua procede-
Ta como elle proeMjeu. e que na posivao em que
Ilustradlo
a priori
w ^uS'a^los.
t O nobre mmhtro fui semore-iwuito apdiado
pela maioria da cawnra, e piando se referi ao
presidente de PernambiKo, a respectiva deputa-
<;ao e grande numero de deputados de outras, vi-
vamente o applaudiram.
Ao ministro do imperio seguio-se o deputado
Silveira Martins. Bsteve em ino da. Entenda
que justa 011 injusta que devesso ser julgada a
cmqpoj* do presidente de Per.iambuc, elle esta-
fa tncoffluativel com a nopuUco da mesma pro-
vincia. Por- esto eaminuo fui at a questao reli-
giosa, e nella. demorouse bastante.
A este deuutao apce.dcu na tribuna odepu-
' taao Jos de Alencar." Iviim ncuvel improviso e
do maior effeilo parlamcnt ir, cahio loquente o
quasi apaixondo sobre Silveira Martina.
* Censurou achnente a opposicao por liavr
-e desviado das boas normas parlamentares, para
-offtr o foverpp d sorprezai,*sentia de in-
ri irmac'bs' antes d tr r'ccebido aicorr'esp&hdcB-
''Ha'wrfuial.' Invoaiu n carcter hotirado eai|-
tustra;So do presidente do Per dambuc* come '11-
rttfos (jue fazim presumir a regularldade do seu
proceder.
O discurso de Jos' de Alencar foi um "real
liiumpho que a maioria applaudio, e as galleras
victoriou. Silveira Martins flcou cbato.
Oque verdade que o gabinete de 7 de
tonco, desta diseussao' rouVgrandes elementos
de forra.
Astuacao dura vet. \om todos os elementos
de vida, e em rousa algunia pederiam abala-la os
negocios de l'ei nambOeo* so fossenl mais habilmen
te dirigidos, manto mais aloueadamente prepara-
dos. Com elle s perder os iiberaes d'ahi, com
ijs quaes nao querein por forma alguma ser soli-
darios os de c.
c Pessoa de confianza nos assegura que un dos
hefe Iiberaes, conversando sobre a conducta do
directorio liberal d'abi, qualificou-o do conventcu-
lo de toncos.
Portante trabalhera todos, etejam tranqnillos
sobre o futuro.
Hamos garanta da imparciaKdade e criterio do
autor da carta a que nos referimos.
Portante pergnntaremos ao directorioO que
At estowo da bomba f
O minsterio de 7 do marco est seguro, e o Sr.
commendador Lucena contina na administracao
desta provincia.
A bomba virn espoleta.... nao ha duvida.
Mas um sondo perdido para o Sr. Manoel Buar-
que Coitado.....
A soite deste mundo mal segura-desde mui-
to o disse o poeta.
Cidadao Floriano Correa, nao esmoreca nem fi-
que a morreri... Nao lia bem que sempre dure,
nem mal que nao acabe.
Cerageii e resignadlo : trabalbe,.... trabalhe
O diario ajada os seus.
Sic.
Mi-ral.
Eui urna carta publicada bonlem neste jornal,
asignada pelo Dr. Carnciro da Cunba Miranda,
onde se l meu conhecimenlo, leia-se sen conheci-
mento, em nina outra assignada peo desembar-
gador Alexandre Dernardino dos liis c Silva, on
de se le por connecao, leia-se por coaccao.
Yn-.tcahiiit-i peitoral dKemp.
As curas produzidas p.'la coniposieio de Anaca-
Jiuita peitoral de Kemp, sao realmente
milagrosas.
Uoii Clemente Silva, que reside na ra do Es-
tado, Santiago de Chile, escreve a nossos agentes
em dita cidaie, que havendo soffrido atrozmente
de astlima, pelo espado de mais de 7 anuos, sem
quo medico algum jamis lhe houvesse propor-
cionado o menor allivio ; decido-sc finalmente
em tomar da eomposieao do Anacahuita Peitoral
de Kcuip, e depois de haver apenas tomado dous
frascos, descobrio com sorpreza, que a grande
oppresso do peito I avia quasi completamente
desappnrecido. No enjanlo foi continuando a
fazer uso delle e no fim de tres mezes se achou
perfeitamente curado, com grande assombro e
satisfacao de todos os seus parentes c amigos, os
quaes j haviam perdido as esperanzas de jamis
ve-lo bom. Disse tambem que desde entao
esta parte o tem recommendado um grande
numero de seus conliecidos que soffriam de diffe-
reates affeidcSos pulmonares, to frequentes as
costes do mar Pacifico, na America do Sul, e que
-eu> bons resultados tem sido universaes.
-.1 III M
, FRAfA DO RECIFE &--Wt9Wt)
DE87^.
s 3 1/2 lonAS da tari:
otaccs offlciaes.
Assucar-Canar.iASOO por la kilos.
Algodao da Parahyba i- 'qjbf' 730 pyv tt
kilos posto a liordo -rrete de I|5 d. J
OO, quarlfeira.
''amblo sobro Londres a 90'drv: 13 3[4 '-. e 2o
7|8d., epelo irafpor Neo/tl d. por 1|000,
bontem.
Cambio sobre o Rlp de Janeiro a3* d[v. I de_ descont. rj-;,
frapi*e Cbncef^ao. t\
Vintce scift garrafes om nobray vafiMs
por atWlOOO, vindos -le HaMbtqg* inavirl-
raiula, entrado em abril doflorrento anno, e aban-
donados aos diritos por CndidQ Alberto Sodrqa.
Mola. C. {,
Alfandega de Prnatobco, l de. junhoT!4e
187. -- i
Ei inspietor, ,
rvU Res,
Descont-de letras
10 OO ao ann.
Hioourcq
Presidente.
teal 8eve
Secretario.
rtendimento
tftem dodia
MiFAMMMU
ttedflal. .
13 ....
if-.mwi-

3J:f7W!7
m
!ff
Pela ttesoufcriifc)rowbia#\e faz publico-
que ftrairfiransrrldas paao dia f) do eorrento
bw, as MreroatiM{6e* o stitM padagios:
Magda1enhi Werpjl; Ponte eos 'ba^Bu]a#ytWwWl5*, Cashga, MattroWioVi f-a-
pongal S.loio Moteno, liowodlomboe Tapacnr;
WvoiWlo os preleradentos liabHH&rem-se-aie odia
o do' m?smo mez, em que liaver para al fim
sessWKtraordiiiarin 4u JuWa da hienda.
SecretaHatJa'lieSBOrsTia provinciol de Pernam-
buco; fi de fondo de iw;i.
O'nffielal -naior.
M. A. Ferteira.
Consulado,' provitKiai.:
Qo primeiro.de Jnho vindobro eornei)a correr
o prazo para pagamento do 1 semestre do anio
flnanceiro de 1872 a 1873, dos falUSKg da de na urbana, 60 rs. Dor litro dAnarieulfie'3
^SS?; ur^ana- m Pr 'i.^|!lm!i%fl3 iu-nD trimcftra'vWrxfind .vtndouro de jnlho a *
38.87Wi, Wo sobre a renda dos bei* dTaw Mrleb^te tembro, dos degnintesobjectos do fardnmento.
COMMEBCIO,
Banco Commercial de Per-
nambuco.
O banco sacca por todos os paquetes so-
re aspr r;as de Lisboa e Porto .-
Segur) conlra-fi)g>
COMPANHIA
Capital.
Fundo
.NORTHERN.
de reserva.
20,000:0005000
8,000:000^000
Agentes,
'Mills LathamC.
*UA ftt Tlt'Zf.'88.
' i ,1 V '..tW 11/ .1|FIMIW. | ,1
Hiato uacioaalLeaniUxi da Qr'nz- diversos g
ios nacionaes para o trapiche da oeiti-
/ pairtiia.
U|torta>ito.
; Araeaty, biata brasileiro Leonilla da Cruz, coi
signado a A. A. Silva Aguiar, manifeston:
Algodo 149 saccas ordein, 8 a GuimaresTr-
mao A C
Carnauba 53 taceos ordem, 20 caixas a Go-
mes de Mattoa & Irinao. Courinhos 33 maros
ordem.
Esleirs 22 rolos idem.
Pipas vazias 9 a Cnnba & Irmao.
Sal 300 alqueires ao capilo.
as cor.araedestde.f^ fVtf*S incorrendo na mul-
ta de 6 O/o, os conwfroinreySiue dentro do meii-
mopAzo nao satislhereni as Tespectifas, jliotas.
Consulado provincial, 27 , OtadaHdistnhkv,
A. Cirnwrd Maehadd *ias,
WicoJ
Pla'thesotraria prvihcal se faz
ne no da 16-do crtente haVei sessao'
Descarrogm hoj i de junh'o de 1873
Barca franceza- Veriana (atracada) dirfeirsis
meiradorfas pira alfandega, e nlfeis
inllamaveis para o trapiche Concirao,
para despachar.
Barca franceza -F^BmiaiTl -Tareflo e mBHo dinaria da jan,a ^ ftzen(1 ^ y^h
pane trapiehe ConceicaA P^*- bbWta^, qae'V-^clknfrtWfts/V'
rigue portuguez Soberanvrinha para deposito
no trapiche Barbosa, e dfMfso gneros
para o trapiche Concei<*>. panMWpa-
ehar.
Barca porluguen Despique II lagedo para.
o trapiche Conceicao, para conferir.
Patacho inglezGloriadormentes para olrai
che Conceicao, para despachar,
larca ingleza Fusilier ferro j despachado'
psra e caes-do! Apollo.
Donsethode compras dema-
rinha.
/Para aprondizes nrlitiees.
. Bonet do uniforme,- bonete do setvito, blusas fie
brim branco, blusas de algodao azul, brasas fle
i do conro bijnco
fjuu}, colchdey de
de algodosmhp,
ysencos de seda unta Wjji grajutas, lencoes A al-
r odaosinho, sifplMes," UcodT* guardar roQpa e
feta mesma ses-o s*aofnfanrv^wte' treAj 'rav^^s/dolfaWcMeos'ae' pitilla. >,
tados os npnstbs pVovinciaes dks coWatfe*s''aer waiMrteBinariiheif*e 'prendes dh>s.
TaV-ratu'. Flores, !VWHa, Cflrob,' Boa'-VistaS Jabeu'de pawnb-*zilo-Jimmfta'l8 briw bwioo,
c (Jtt'rietory. *i ,a,r? Mari. 128 C. O'mesmo
Dita n. 130. O mesmo
Becco da travessa do Remedio
Souza Leao
n. 1. Ignacio de
fl
I
Y' puji, iiut-mu e a as niamias meni'iw -os pe
" foleliderdy*itw:cHelorlp;ttha, >tar?b3 i
Terra Nova, lugar inglez Palbort, consignado a
Johnston Pater & C, manifestou:
Bacalbo 2,oOO barricas aos consignatarios.
OKSPACH S DE EXPORTACAO
MAR) DE 1873.
Para os partos do exterior
Na Darca russa Frederica, para o Bltico,
carregaratn : G. Neesen 4 C. 61 sacca com
4,723 kilos do algddao.
Na barca portngueza Rpida, para Liverpool,
carregaram : G. Neesen c C. 126 saccas cotn
8,71o kilos dealgodo.
No vapor inglez Student, para Liverpool, ivr-
regaram : G. Neesen 4 C. 386 saccas com 2?,'0
kios de algodao ; Gonjalves Iranio 4 C. 266 ditas
com 20,lo ditos de dito.
No navio nglez Gazelle, para o Caual, car-
regaratn : J. Pater A C. 1,000 saceos com 73,000
kilos de assucar mascavado.
No brigne sueco Btmerald-i, para o Canal,
carregaram : J. S. Loyo 4 Flho 1,800 saceos com
112,50J kilos de assucar mascavado.
Para os pOrtos do interior.
Para o Cear, no vapor nacional Pimpama,
carregaram : F. G. da Costa 1 pipa oom 480 litros
de agurdente ; J. J. da Costa 60 barriqninlias
com 4,235 kilos de assucar refinado. Para Gran-
ja. Barros Jnior 4 C. 3t> barriquinhas com 1,6*69
kilos de assucar branco. Para Acarae, Carpin-
tero Filho < Sobrinho 6 barricas com 491 kilos
de assucar refinado ; J. M. do Amaral 6 cascos
com 96'J litros de agurdente ; B. liv'eira 4 C.
1 pipa com 480 ditos de dito.
Para Mossor, no biate brasileiro Adelina
dos Anjos, carregou : J. C. Figueira 30 barricas
com 3,014 1|2 kios de assucar branco, e para Ma-
co, 30 ditas com 3,075 1|2 ditos de dito e 1 pipa
com 480 litros de agurdente.
- Para Mossor, na barcaca Fere-fogo, carre-
gou : J. L. F. Ribeiro 5 garrafes com 40 litros de
agurdente de canna.
Para Alagoas, na barcaca Flor da Baa,
carregou : B. ?. Guimaraes l'sacco com 30 kilos
de assucar branco.
Para o Araeaty, na barcaca Flor do Mar,
carregou : A. C. Callado 4 barris com 384 litros
de agurdente.
Pela thosouraria provincial se faz prtlifc
que foram transferidas para o' dia 19 do enrenlo,
as arremaiacucs seguimos:
Medicamentos e_ utencis preo'sos a enfermara
... da casa do deteeo, por nni auno.
mu un ll uc .Cimentaran tos nrt>sn iinhrMil:
^APATAZIA DA ALFANDEGA
Hend ment do dia 2 a 12.
dem do dia 13 ...
6:484 89 i
74CA778
7:231*672
VOLMES SAHIDOS
Xoda2all......
Pnmeira porta no dia 13 .
Segunda porta.....
Terceira porta _. .
Trapicho Conceigao
SERVigO MARTIMO
Alvarenia descarregadas no trapiche
da alfandega no dia ti. .
Ditas ditas no dia 12......
Xavios alracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao.....
15,881
150
103
163
963
17,263
20
urna tabella, a qual est franca nesta secretaria"
para ser vista pelos pretendentes, como Mes'ser
isto necessario, afim de regularem-se na cofec-
^ao de suas propostas. "
, Salla Uas setSes do cottdrihi de coaifiras de
marinha de Pernambuco, 1! do junho de 1873,.
O sdetetario
Alexandre odtigties di>t Anjk
^55
lK MAKLMIA. I ^>reta para grvalas, alMBesne 9a de tona.para
*) ii*flmo tfcswla' Haber poMled -pJe! os oh \ >wi*ili(Jijem.!
irtos ahiunclados em data de tiontem-^ara 5 do f-9to wtifloes awnteos.
Brrente mez,"a'Wieiona-.se'od> tbrnaeifnenio d^ Btasaij de panno anil,. Musasdcahiodio zul,
ainliiilanna- a.>s navios da'armada o tatabaleei- calcas de hrimbfsuco, cateas- k? panno azul, "alcas
n'entos de marinha, por tempo do1 un annoi'at de algodao azul, camiaas de algudadsinho o ionios
junho do prximamente indiwo. de 'conro Invoco nernlsado.
Consta os'objectoe; com4ndo as ambulanoas; dij', 'tato'martoihaijijni.
airas de Mm tirane, caleas de aljtodo'znl,
cap$*s>le)rin toaueo, amisac de -nlg ramisas de baca azul tendo o rorpo 4 f|2 palmos
de coniprimedto o 3 al lianjis inclusive os pu-
nhos.
no mencionado dia 16 do
Alimentario dos presos pobres da casa de daten
cao, por um trimestre.
Impressiio dos trabalhos das renartiQoes prvin-
ciaes, por um anno.
Secretariada thsoararia prerinciai de Peraam-
buco; l de jonho de 1873.
O offlcial maior,
M. A Ferreira.
Tambem o cbfielho
coirenla tttz, e Ue igual furnia, contrata, os ser-
vi^s o bwbeiro" enferniSria1 d marinba, por
lempo ile. um anno udo ew jnnlio do 1874. e o
forneciiiiento de alelria, ara rula, bolachiaba ame-
ricana, cevndiiina; conservas preparadas, oarvao
cok, feijao, galbnhas, sal,lapiooa, K-lha, velas stea-
riuas vno do Lisboa e velas slearinas de 8 em
libra, para completo do forueciinento 'de vveres,
dietas e outros objectos de consumo aos navios da
armada e eslabeIeeimntos de marinha no citado
trimestre.
Sala tas, sessoess do iionselho do compras de
marinha, 10 de Junho de 1873..
O secretario
Alejandre Rodrigues dos Anjos.
/ '-- proctraflor fiscal inierino da thesourana provincial de Pernambuco, declara aos
contribuintes do imposto de decima da freguezia dos Afogados, do exeroicio de 1871 1872, que
lhes flca marcado o prazo mprrogavel de 30 das, a contar da publicaran deste, na oon-
formidade da lei n. 891, ft. 53, para solicitarem da seccao do contencioso'as' respectivas guias,
afim de recolhercm seus dbitos provenientes dos mesmo imposto, eertos de que nao fazendo
dentro deste prazo, proceder-se-h^ a cobranca judicialmente, publicando-ee para is:o a relami
dos devedores abaixo transcripta.
Seccao do contencioso provincial de Pernambuco, 4 de junho de 1873.
O procurador fiscal interino,
Jeronyma Salgodo de Castro Accioli.
Relaco dos devedores da dcima da freguezia dos Afogados. qne deixaram de pagar seus
dbitos no exeracio de 187 1872.

I
Andr de Abreu Porto
21
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
ftendimento do dia 2 a II. 16:428916
dem do dia 13...... 2:335*750
18:764*666
CONSULADO PROVINCIAL
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acompanhin Indemnisatlora/estabelociJa
ueeta praga, toma seguros martimos sobre
navios o seus carregamentos e contra fogo
om edificios, mercadorias o mbilias: na
ma do Vigario n. 4, pavimento terreo.
CONTfiA-
Iiiii Uo Comnicrclo n. 33, pri
meiro andar.

W. G.
!LLY.
COPAHHU ALLIANCA
guros martimos e-twres-
tres e^tMecida na Bahia
em 15 dejarieiro em 1S70.
6AWIAL- 4-;W(r:O#0b0.
I>aMpi^erMBradoriaS8dBil1ero a
fisco rtfalWBp- em -itario de' teJa 13 Vjipores
^ptrtdantro e ta d^iaiperio, assira como
contra fogvj "srbre pf^os, Jgtnetos"ie*fa-

rondas.
J 9mt 1 t J*wrtUi JdoitfiKagBttMo,
ra i* >ti.--*7 l***ar.

Kendimento do dia 2 a
dera do dia 13. .
11.
37:224*327
8:672*638
43:897*165
P!
mmmun on pcrtc
Navto nitrado to dia 12.
Terra-Nova-32 dias, brigue inglez Tolbot, de 199
toneladas, capitao I. T. Moses, equipagem 12,
carga 2.000 barricas e 500 tinas com bacalho ;
a Johnston Pater & C. Seguio para a Babia.
Navios sonidos *o mesmo dia.
Rio Grande do Sul Patacno portuguez Virginia,
capitao Jos GonQalves Ferreira, carga assucar.
Rio Grande do Sul-Brigue brasileiro Ingratido,
capitao Francisco de Souza Ribeiro, carga as-
sucar e ontros gneros.
Para-Brigue brasileiro Raio, capitao Antonio
Francisco Loureiro, carga assucar e outros g-
neros.
LiverpoolBarca franceza Affonso N. Cesar, ca-
pillo Rabreand, carga algodao
Navios entrados no dia 13.
Araeaty10 dias, hiate nacional Leoni'a ia Cruz,
de 151 toneladas capitao Manoel C. da Costa,
eotpagem sal, carga algodao ; a Antonio A.
de Souza Aguiar.
New-York e porlos intermedios -*21 dias, vapor
americano South America, de 2,150 toneladas,
eommandanto Tenklepangh, equipipn 77, car-
ga varios gneros ; a Henry Forster WI.
Aracaju e portos intermedios4 das, vapor bra-
sileiro uandaku, de 222 toneladas, eomman-
danto J. G. da Silva, equipagem 17, carga al-
godao, assucar e outros gneros; companhia
pernambucana.
Naviiy sonido no mesmo dia.
Portos do snl Vapor americano SoutkAtnerica.
eommandanto Tenklepangh, com a mesma car-
g que trouxe dos portos do norte,
Observaco.
Fundioii no lamaran um brigne inglez, mas nao
leve coniinumca,;.to oom atorra.
iiiiniwi 1
IMItaln ft
Pela inspectora na-.alfanijega se faz publico que
as 11 horas do dia 13 do. corrente, porta deat
reparli}ao, se ba de arrematar, Ilvre de diritos, i
mercacoria "abaixo declarada.
Direita n. 42. Antonio Dias Conoca
Dita n. 45 B. O mesmo
Motocolomb n. 59. O mesmo
S. Miguel n. 16. O mesmo
DiU n. 1 O mesmo
Dita n. 18 A. O mesmo
Travessa de S. Miguel n. 5. O mesmo
Direita n. 1 A- Antonio Martins Lima
Motocolomb n. 59. Antonia Carolina da Conceicao
Travessa de S. Miguel n. 2 B. Antonio Fernandes
Mendes
Largo do Remedio n. 26. Antonio D'uarte Pereira
Dito n. 28. O mesmo
Travessa do Remedio n. 6. Antonio Jacintho Ber-
ges
Dila n. 8. O mesmo
Dita n. 10. O mesmo
Dila n. 12. O mesmo
Real da Torre a 4 A.
Estfada-Nova n. 78. Anna Francisca do Fnceca
Pimentcl
Dita n. 96 B. Antonio Jos da Silva Oliveira
Dita n. 96 >'. Antonio Francisco de Hendonca
B
Direita n. 35. Bernardino Jos Lei to
S. Miguel n. 120. Bellarmina Maria da Conceicao
Quiabo n. 34. Vuva de Beraardo Correia de
Mello
Dila n 36. Bcnto Joaquim Gomes
Bemlica n. 48. O mesmo
Largo do Remedio n. 2. Bario de Goyanna
C
Travessa do Motocolomb n. 19. Coriolano Velloso
da Silveira
Dita n. 21. 0 mesmo
Dita n. 23 O mesmo
Dila n. 25. O mesmo
Dita n. 27. O mesmo
Dila n. 29. O mesmo
Bom Gosto n. 29. Candida Maria da Conceicao
Largo do Remedio n. 30A. Caetana Baptista da
Mello
Dito n. 13. Herdeiros de Caetana'Maria Magdalena
Dita n. 21. Os mesraos
Estrada Nova n 51. Domingos de Hollanda Caval-
cante de Albuquerque
E
S. Miguel n. 12. Epiphano Maurieio de Oliveira -,
F
Largo do Remedio n. 9. Francisco Vieira de Ar-
ruda
Direita n. 38. Francisco Joaquim Correia' Esteves
e outro
Paz n. 22. Frederico Chaves
Dita n. 24 A. O mesmo
S.' Miguel 148, Francisco Ignacio da Cruz
Dita n. 148 A. O mesmo
Dltan. 148 O mesmo
Dita n. 148 D. O mesmo
Dita n. o. Francisco Mariano Ribeiro Selle
Quiabo n. 23. Fructuoso Ferreira do Nascimenlo
Pocos n. 1. A.' Francisco Antonio de Mello
Dila n. 1 B. Francisco Antonio deFreilas
Largo do Remidi n, 30. Francisco Monteiro Gon-
calves da Luz e outro
Travessa do Lea n. 7. Francisco Antonio >de Fi
gueiredo
Real Torre n. 2. Francisca Thereza Rodrigues
Campello
Estrada do Rio n. 12. Francisco Gomes de Oli-
veira
S. Miguel n. 150. Francisco Ignacio da Cuz
Dita n. 21. Francisco Bernardo de Camino
Direita n. 94. Guilherme Augusto Rodrigues Setto
Paz n. 24. O.mesmo
Dila n. 26. O mesmo
Dita n. 28. O mesmo
Dita' n' 30 A. 0 mesmo
plia n. 30"D. "O Atesto
Dftan.'30C. "amyStno
S. Miguel n:'*4. O mBsffio
Dita n.54. O Interno
Dita n. 58.A. ti dtesino
Dila n. 82. 'O-riiSrio
Dita n: 27. o metmo
Dita n. 45. O meMra
Ditan.'4A. O'Htotoo
S. Migqeln. 23 A. Hernlin'lvirnlhg
Dita n. 115. O mestao
ltoal.Tarre.1). 6. Herdeiros de Henry (tybswt
Etsrada do Ro_n. 14. O m mo
Dita n. 16. O mehno
Ditan. 48. O mano
DMan.^K). Onmet
S. Miguet n. 128 B. rsabel Maria deM>i3i*Wt6t
S
8*100
W480
4*860
10*^00
7J560
5*00
3400
3*i0
6J480
5*400
6*750
700
2*700
3*240
18*000
5*400
3*240
2*700
10*800
2*700
o
vi
8*100
6*480
4*860
10*8!)0
7*;"60
3*400
3*400
6*480
3*240
Si'iOO
6*750
2#7<0
2*700
3*240
18*000
5*400
5*400
3*240
2*700
10*800
2*700

1*438
1*166
*874
1*944
1*360
*972
*972
*291
1*160
*291
*972
1*215
$W
*486
*383
3*240
*486
*972
*S83
*480
1*944
*486
3
5
Direita n. A. 1 Jas Lucio Lias
Dita n. 78. o me*no
Bom Gosto n. 17. O mesmo e outro
Travessa do Mocotolomb n. 6. Joaquina Maria de
Camino
Paz n. 4 Joaquim Paes Varella
S. Miguel n. 28. Joaquim Jos de Sant'Anna
Dita n. 102. Jyaquim Francisco de Carvalho Paes
do Andrade
DiU n. 112. O mesma
DiU n. 116. 0 mesmo
Travessa de $. Miguel n. 3 A.' Herdeiros de Jos
Affonso de Albuquerque.
Quiabo D. 21 Herdeiros de Jos Francisco do Reg
rBarrbS.
Dilan. 21A. Os mestads.
DiU n. 21 B. Os mesmos
Dita n. 21 G> Qs mesmos.
Po^os n. 16. Jfco Barbosa d Souza
DiU n. 18. O mesmo
DiU n 20. (Jk meno
Largo dos Remedios n. 44. Jos dos Santos Monteiro
Dito n. 3. Jesuino Alves de Mello
'Dito n. 7. Joaquina' Maria dos Prazeres
Wwo.'ll. 0 mesmo
Dito n. 13. A tnesma
Dito n. 17. A mesma
Ditq-11. 29. Filhos de Joaquim Jos Lniz de Souza
Travessa- Jos le alodios n. 2 C. Joaquim Candido
forteira
O mesmo
Dila n. 2nE. U mesmo
Da n. 4. O mesmo
Lltomllea n. 12 A. Jos Francisco de Paida Lages
DiU n. 14 O mesmo
Travessa do Lea n. 24. Jos ElesMo Borges UchiVi
Dita n. 3. Joaquim Antonio-Carneiro da Cunha Mi-
randa j
Real Torre 11. I4f Joaquim Theodoro da Silva
flama ra
mu n. <6. O mesmo
Estrada do Mi n. 2. JosMarianno de Albuquerque
D ta n. 6. Joaqnim Francisco Franco
otn Gosto n. 1. O mesmo
Dita n. 3. O,toesmo
DiU n. 5. O mesmo
Dila n. 7. O mesmo
Dita n. 9. O tmwino
DiU n. 11. O mesmo
Estrada Nova n,*84. annario Martins da Cruz
DiU n. 86. O nlesmo
Dita n. 108 Jos Paulino do Almeida Cavalcanli
Dita n. UO. O mesmo
li
Bom Gosto n. 33. Luiz Gomes Silverio
Dita n 35. O memo
S. Miguel u. 59. Louren'.* Justiniano da Rocha Pe-
reira

Direita n. 88. Manoel da Costa Lima
Dita n. 23. Manoel Alves Lima
Paz n. 6. O mesmo
Largo da Matriz n. 5 Marta Cordeiro da Silva
DiU n. 7. A mesma
Largo da Matriz n. 11. Maria Archanja da Paz
Motocolomb n. 20. Maria Bernardina Monteiro
Dita n. 21. Manoel da Cruz Moura, meUde
Travessa de S. Miguel n. 3 B. Manoel Cypriano
Ferreira Rabello
Dita n. 3 C. O mesmo
DiU n. 3 D. O mesmo
Dita n. 3 E O mesmo
Dita n. 3 F. 0 mesmo
Dita n. 3 H. O mesn
Dita n. 3 I. O mesmo
DiU n. 3 J. O mesmo
DiU n. 3 K. O mesmo
Dita n. 3 L. O mesmo
Pocos n. 33. Manoel Jos Victorino de Borba
S. Miguel n. 124 A. Manoel Vicente da Annunciacao
Pocos 11. 39. O mesmo
Largo dos Remedios n. 32. Maria Thereza Cavalcanti
Benilca n. 2. Viuva de Manoel Dias Fernandes
Travessa dos Remedios n. 2. Maria Loureto de
Barros Campello
Dita n. 2 A. A mesma
I Bemflca n. 8. Mana Candida de Menezes eoutm
Estrada Nova n. 57. Manoel Floriano Silveira Pes-
soa
103*946
3*531
14*126
3*331
26*487
58*075
3*886
11*772
7*003
Estrada Nova 11. 39.
Tiburcio Jos Tcixeira
Herdeiros de Vicente Ferreira
Motocolomb n 30.
da Paz
Torre n. 60. Viscondo de Suassuna
Estrada do Rio n. 40. Virginio Rodrigues Campello
1*100
2*700
6*7r-
3*400
I*f0
3*7
3*9(40
uvw
2*700
1*700
3JK0
5*400
6*480
2*700
2*700
5*400
5*400
2*700
2*700
16*200
3*400
9*000
3*780
13*500
3*240
5*400
9*0 0
13*300
3*780
3i780
3*780
3*780
4*320
4*320
4*380
2*160
7*160
13*500
3*240
3*240
3*240
10*800
5*400
6*W0
4*320
4*310
8*100
2*160
3*240
UNO
1**20
1*620
1*410
3*240
2*700
2 1700
2*7" O
2*700
9*000
10*800
13*900
3*780
4*320
13*500
4*320
4*320
4.320
18*000
2*700
2*700
6*79
4*3*
l|U
1*9
51400
3*R
*4*S
1*215
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s
11*771
433
M-G
3*M
tS
4*7f0
*993
MO
*40fi
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4071
6*4*0 l*Mi
2*700 2*700 JSS
3*400 *72
5*400 *07?
2*70 *VM-
1*700 11700 16*200 St
ifinu
MU -mu
m 1*0)
13*999 2*430
3*940 *m
400 *72
9*000 t*9>
13*500 9*430
3*780 *09
3*780 *90
3J780 3*70 4*330 B
4*310 *:t7
3*780 3*160 (Si
7*660 1*300
13*900 3430
7*003
99J9JI
OJS
11*773
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ra*c*
11*21.
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3*240
10*800
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4*320
4*320
8*100
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3*240
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9*000
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13*30
3*780
4*330
13*500
4*33,1
4*320
1*330
184000
4*320
B
*.1Kt
4944
*72
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4777
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7*093
17*03
2*354
90J9T1
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BU
2f*43
i:*. -
30*43"
9lMI
99*97
*4f
3*3Vi
4*7NM
Seccao do contencioso provincial de Pernambuco, 3 de fevereiro de 1873.
O offlcial,
Joaquim Lucillo de Siqtieira Varrj*9.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
2*700 2*700 *486
3*240 3*240 *583
9*000 9*000 13620
4*320 *388
4<3zO 4*320 *777
4*:20 4*320 *777
4*320 4*320 *777
4*320 4*320' *777
4*320 4*320 *777
4*320 4*420 *777
3*240 3*240 *':83
2*700 3*700 *486
5*100 5*400 *972
5*400 5*400 *972
23*544
5*886
5*886
26*683
4*708
4*320
1*160
*388
*194
56*502
7*063
5*880
23*544
4*708
2*354
6*480 6*480 1*166 14*126
6*480 1*166 14*126
4*320 4*320 *777
2*700 3*240 2*700 *486 13*303
3*240 *583
3*240 3*240 *883
2*100 *<60 *388
2*460 ^*!60 *388 28*252
5*40L) *486 3886
5*400 5*400 *972 11*772
1*6U 1*620 *291 3*531
1*920 1*620 *29i 3*581
27*000 27*000 4*86J 58*860
9*000 02000 462) 19*620
18*000 1*620 19*620
22*500 22*300 ! 4*050 49*050
13*500 13*500 2*430 29*430
40*800 *972 11*772
P*400 5*400 *72
9*700 2*700 *486 .
1*700 270 4186
2*200 2*700 *486
0 3*240 *291
3*780 *340 1
3*240 *J9l
3*940 3*240 J>33
9*700 9*700 ,486
7*660 9*360 1*^60
3*340 3*040 *S83 il
3*700 3*480 ->680
'3*040 3*190 - B83
3*340 3*240 *583 #777 99*470 18*246
1*750 4*-3*) w
'9*000 . 9*000 l*W
nnm *tt*op t*44
*?80 9*250 4*215
9*0D0 0*600 -1*6*0 86*9(16
A junta administrativa desta Santa Casa, afora :
dous terrenos qne posue no lugar dos Arromba-
dos, lioje Duirte Coelho, sob ns. 39 e 40 tendo
aqueUe 390 palmos e esto 309 de frente e ambos |
de fundos at a baixa mar.
SecreUria da SapU Casa de Misericordia
Recife, 7 de abril d 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHIA
BEBERIBE
O
1*700
1*700
> SANTA CASA DE MlSKiUCKDU
RECIFE.
Fornecimento de 28:0005 annuacs
A junu administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to dos gneros abaixo declarados, qne tm de con
sumir todos os esUbelecunentos pios seu cargo,
no trimestre de julio setembro do eorrento
anno. Recebe propostas na sala de suas sessoes,
pelas 3 horas da tarde do dia 13 do corrente.
Aletria, kilogrammo.
Agurdente, fitro.
Azeile doce, idem.
Arroz do Marahnao, idem.
Bacalbo. kilogrammo.
Banha de poreo, dem.
Batatas, idem.
Cha hysson, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Ceblas, cento.
Farinha de mandioca da trra, litrc.
Feijio mulatinho, idem.
Farello, sacca.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milho, sacco.
Manteiga franceza, kilogrammo.
Potassa, idem.
Rap, idem.
Sabo. idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toucinho, dem.
Velas de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
v nho tinto do Lisboa, idem.
Vinho branco, idem.
Velas slearinas. kilogrammo._________________
TANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Fornecimento de 38:000* annuacs
A iunU administrativa da santa casa da miseri-
cordia do Recife precisa contraur o fornecimento
de pao, bolacha e assucar quo houer de consu-
mir os establecimentos pios seu cargo no tri-
mestre de julho setembro do corrente anno.
Recebe propostas na sala das suas sessifes, pelas 3
horas da urde do dia 13 do corrento.
Fornecimento de 30:000* por anno.
A junU administrativa da sanU casa^f*. mise-
ricordia do Recife precisa contraur o fornecimen-
to da carne verde que houver dfllPMtimir os
esUbelecimentos -seu cargo no trimestre flpjaH
setembro do corrente anno. \ eobc prop
na sala das suas sessoes, jelas 3 09jp da urde do
SecrelW da %a*U cata la misericordia do Re-
cife, 6 de junho de 1873.
O eserivio
Pedro Rodrt*tt SMt:
O administrador da recebedoria de rendas a-
tornas geraes fai puMico que neste corrento
mez'de junho que as corporacSes de raio mona,
era cuja classe se coulprehenaem o* hospOOes.
bancos etc. toea de pagar, iivre-de inulta a dec-
ala de 2.* semestre do exereieio de 187973 cor-
raOB, e Judo x refenda ea aar p>fa comi a
multa-do 0 0|o-
RoeaoBdoria de Penumbuco, 13 le j
1873.
MKttel Carneiro de Soar
>T se tendo po do .la commissao le motas na sr-sio #> fO
:onsoq u.'iicia !e acliar-so o lempo aOuHiUl .
I fcou ad'iiada .4 mesma para o dia 19 4a
I ainlaiite, pelo que so avisa aos Srs. acern
nistas a oipnrecerom n'aquelli" .lia, attra
do proceder-sc a su a le tura e discos***
titula qual tomar posse a nova lirecf*.
Devendo j; fiquein os Sin. a.i i Hijjfi
eertos que a sessao se far -un o inim-Ti
do accionistas que coinparcer?in por ser a
sessao a continuaco da anterior qM !
lugar a vista do art. 23 los estatu..
Escrptorio la ounpanliia, 13
de 1873.
O T4aro,
Jote H. U. OnsBft ir Ffrtipl.
Convidam-se os credares da
portuguez Anniceto AntoM, pata m pr
8 dias apreiilare aaaa eilai aara **em
fleadas e pagas acgnndo a forra mbcIm.
Recife, 13 dejonbode 1873
ADMINISTRACAO DOS i'OMRKIOS DF. PKR> V>4
TO 14 DE OHO I3 1873
Mala* n'los vapor. Pr pimi e fiqni*
di rompanhia |uTnamlianuu
A correspondencia qm- lea Ir ser e\frtd\
hojr (14), pelos vapores acMM iMBr4saOH para
os portos lo sul ale o Aracai, m m ta wrt*:
at) a Granja, ser recebida |Ha Baarin
gante :
Mar. 1- .1.' j.irnacs. impressiis do ipiakforr nstn-
reza, e cartas a refrstrar. al; 2 hura" la lar*',
cartas onlinarias al 3 horas, e Ha* al* 3 IrS.
pagando porte duplo.
O administradnr iuKri,
Vicaote Ferri'in ia P<
TUEVTHO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
HORAS EM PO.TTf.
Lindo e J^OfMB^a tfOOW
KOTBtK
Priinaira
batee
aa em 1 acto, de
0
POESIA DE J.
Msica do
M. DA SILVA l.Ut.
> Auor. Fr
Felippe de Soaza, jaoou
k Cartro, proprie-
loto
m



i
Diario de Pertiambuoo Sabbado 14 de Junho de 1873.
Joaninha, saloia
Maris, dita.
1.a saloia
S.' Jila
3.* dita
Coro
D. Manuela.
p. Olympia.
O. Emilia.
D. Josefina.
D. Cecilia.
de Mtloios.
A accao passa-se em Bemfica, na actualidade.
Pecas de msica.
N. I. Coro de saloioe solos.
S i. Dueto de Felippe e Jnninhn.
Ji. .1: Duelo de Maood Caetano.
y. 4. Caucho da saloia, aria de Caotano e co-
ros.
N. 3. Slo de Manoel e curo de salmos.
S. 6. Concertante final.
A msica fui ensalada pelo maestro
gamento-engajado, e para o resto que Ihe (alta,
tratase com o scu consigna ti rio Autcnio Luizde
Oltvoira Azevedo, no seu e^cript->rio, ra do Bora
Jess n. 57._____________________________
Para o Porto
Sretende sahir muito breve a gilera portoguez*
'ova Fama I! por ter grande parte do seu car-,
regamento prnmplo. Recebe a cargaque lhe fal-
ta a prt eos mdicos, e tambem passageiros, par
os qnacs tem ptimas arcommoda"o'es : trata-se
rom Tito Livio Soares, ra d Vigrio n. 17.
Seguir-se-ha a mullo chistosa comedia em 3
actos :
mvillajiji m:
aso:: :m ::m rusts i:-
Original do actor portnguez
Jos Curios dos Santos
sendo desempenhado pelo artista Flavio o gracioso
papel de Antonio Martins.
Terminara o espectculo com o espirituoso epi-
sodio chinez em I acto :
0 opio e o champagne.
Msica de Offemback.
Personigcns.
Kanpur, negociante de oh Sr. Florinda.
Yang-ti, seu caixeiro Sr. Cmara.
Aithur, aspirante franeez Sr. Vicente.
Dog-dog, offlcial inglez Sr. Julio.
Jas;, sobrinba de Kangur D. Manuela.
Ventrekisca, mulher do dito D Olympia.
Chins, chinezas e mannheiros francezes.
A scena em Pekn.
theKtro
Bahi
a.
A escuna nacional Georgiana tem j parte de
seu carregamento prompto e segu em poneos
dias para a Babia : a tratar com Tasso Irraaos
* C. __
ESPU3CA fc PENANTE
RECITA DE ASSIGNATURA
*.-
Sabbado 14.
Representar se-ha o apparatoso e muito ap-
plaudido drama em 5 actos do distincto escriptor
Dr. Carneiro Villela :
E OS
As 8 l|2 horas.
ti'
\ s oito horas em ponto.
Quinta representado tio magestoso drama
U W
E
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho portuguez Olinda, por ter
maior parte da carga engajada, para o resto
que li-e falta trata se com os consignatarios Joa
quim Jos Goncalves Beltro 4 Filho : ra do
Commercio n. 5.
Para o lracty
o ovo e muito superior palhabote Lamilla d*
Cruz, cap la o e pratico Manoel Caetaho da Costa,
tem seu carregamento quasi engajado, e para o
resto trata-se na ra do Amorim n. 60 com Anto-
nio Alberto de Souza Aguiar.
O Sr. V. L. B.
S. S tem muito dinhelro I j paga mensalidades
de serios que pertenrerarn a sociedade de que S.
S. foi thesoureiro e tem dinheiro para dar a meni-
nos bonitos porem j pagou aos seus credo res T
por corto que nao, pus que o seu armazem conti-
nua sob ouira Arma; continu que precisamos de
alguns esi-larecimeiitos para lhe ajustarmos as
nossas cantas certo de que nao sera eom i OjO
i u ineiios que pagar o.seus dbitos, virio com >
S. S. o proprio a coafessar que tera muito diuheiro,
onfisso que nos servir etn lempa competente.
Um errd- r.
Urna prela de boa conducta, o que pude ser
ai te-lado por pessoas rapan*, e ;|ue salte fazer todo
o trabal o de urna casa de familia, offerece os sens
servidos pelo lempo que c mencionar, a queni
lhe adiantar trzeutos mil reis que lhe fallam para
a sua alforria Quem pretender queira annunciar
por este Diario, para ser procurado.__________
Aluga-se urna escrava moca e de boa conducta
e que cozinha bein, fu compras e servco de
casa : a tratar na ra l.rga do Rosario n. ii, i.1
andar.
Consultorio medico %
DO
Dr. Mnrlllo.
RA DA CRUZ N. 16,1. ANDAR.
Recem-chegado d Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da rwute para objecto de sua pro-
ftssao.
Consultas do meto dia as duas horas
da tari*.
Gratis aos pobres.

**
a*
m
IJ
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o patacho portuguez Lice por ter
a raalor parte de seu carregamento engajado, e
para o resto que lhe falta, que recebe a frete com-
modo, tratase cem os consignatarios Joaquim Jos
Goncalves Beltro, ra do Commercio n. 5.
LEILOES.
LEILAO
DE
100 pares de botinas para homens, avaria-
das, e 20 duzias de sapatospretos, para
homens.
Terca-fcira 19 do correute.
s 10 horas.
Por intervencao do agento Pinto, ra do Bom
Jess n. 43.
Lcilao
DE
Livros francezes,
commerciaes, mu tos outros de medicina o
cirurgia, ferros e instrumentos de cirur-
gia.
TERCA-FEI1U 17 DO COMIENTE
A's 11 horas.
Por intervencao do agente Tinto
Em scu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
VISOS MARTIMOS.
Lisboa.
Soberano.
tratar com
E Amorim Irmaos & i\
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\a\-esiinio costeira a vapor.
PORTO DE GALINIIA, RIO FORMOSO E TAMANDAR
O vapor Parahyba, com-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os portes
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da bou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
B. 12.
Pacific Slcam Savigatiin Coiitpany
Royal llfail Steamcrs.
I.inliu 4|iiinzenal
E' esperado dos portos do sul at o dia 20 do
corrente o vapor Luzitania, o qual seguir no
raesnio dia da chegada para Lisboa e Liverpool.
Para passagens e mais informacSes, dirijam-se
aos agentes Wilson Rowe & C.
14 -Ra do Commercio. 14.
E' esperado da Europa at o dia ti do eorrente
o vapor Magellan, o qual depeisda demorado cos-
tnme seguir para o sul do imperio, Rio da Prata
e portos do Pacifico.
N. B. Nao se recebe passageiros nem carga
para os portos do sul emquanto durar a quaren-
tena no Rio.da Prata : a tratar com os agentes
Wilson Rowe A C, ra do Commercio n. 14.
AVISOS DVERSOS
Quarta-feira 11 do cor-
rente, urna hora da tarde
pouco mais ou menos, ex-
traviou-se urna carta diri-
gida aos Jolinston Pater &
C. no acto da entrega da
mesma no escriptorio dos re-
feridos senhores, contendo 3
conhecimentos de assucar, a
respectiva factura e urna ou-
tra carta; a pessoa que a ti-
ver adiado ou der informa-
cjk) exacta respeitoda mes-
m,a queira dirigir-se ao es-
criptorio da ra do Com-
mercio n. 10,1. andar, que
ser bem recompensada.
Recife, 13 de junho de
1873.
L
Restauran! de Bordeaux
Ra i. de Marco n. 7 A,
primeiro andar. t
Terca-feira 17 de junho, abre-se este grande
hotel, na antiga ra do Crespo, dirigido por um
perfeito cozinheiro francei, com pratica de mais
de 2.0 anuos nos principaes botes de Paris. Re-
cebe se assignaturas para fornecer comida diaria-
mente com lodo o asseio e promptido.
Lacoste Francois.
Precisa-se fallar ao Sr Joo Gualberto da
Silva, a negocio de seu iiiterese: na ra do
Rangel n. 61____________________________
O abaixo assignado, tendo de seguir para
Europa no primeiro paquete, por motivo de mo-
lestia de sua senhera, deixa encarregado de seus
negocio particulares ao Sr. Manoel Jos Carnei-
ro, socio da firma commercial Carneiro A Noguei-
ra. Quanto aos negocios que dizem respeito a
sua profissao de solicitador, deixa encarregado ao
seu amigo e companheiro o Sr. Francelino Augus-
to de Molanla Chacn, e seu ajudanto Antonio
Machado Dias, que poderao ser procurados na ra
do Imperador n. 45, escriptorio do Sr. Dr. Olim-
pio Marques da Silva e na sala das audiencias. 0
abaixo assignado desde j pedo desculpa aos seus
amigos e clientes que por ventura deixar dse
despedir, faltando por este meio eom o seu dever
de visita-Ios, pela presteza da viagem, e offerece o
seu prestimo na cidade de Lisboa, onde pretende
fix.-ir sua residencia provisoria.
Joo Caetano de Abreu.
Coinpanhia FrancMi de Savega-
<;au a vapor
Linha inensol entre o
JMavre, Lisboa, Pernambuco, Baha,
Rio de Janeiro e Santos
JA
O PAQUETE
TOULE H,
Commandante P. Robert, e?|
do sul at o dia 20 do cerrente mez, seguir de-
pois da demora precisa para o Havre com escala
por Lisboa.
Recebe carga para Liverpool, sendo a baldeacao
no Havre por conta da companha.
Para fretes, encommendas e passageiros, para
osquaes tem excellentes accommoda'r;oes, por
precos reduziJos, a tratar com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
42-Ra do CommercioEntrada pola ra
do Torres.
Ao commercio.
Manoel Lopes Ferreira de Andrade declara ao
respeitavel c rpo commercial que tem contratado
a compra da taverna pertencente ao Sr.- Manoel
Gomes de Paria, sita a ra do Guararapes n.
61, livre e desembarazada, e quem se julgar com
direlto a dila laverna, queira comparecer no prazo
de tres dias.
Recife, 10 de junho de 1873.
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir com muita brevidade patacho
nacional Mara Emilia, tem parte de en carre-
tlegente.
Precisa-se de urna senhora para a regencia de
casa de familia, e que saiba 1er e escrever, costu-
rar e cortar vestidos: a tratar na Praca de Pedro
II n. 81,2' e 3 andares, das 6 s 8 horas da ma-
nh, ou das 5 s 7 da Urde ; ou na pra?a do
Corpo Santo n. 17, i andar, em dias uteis, a
qualquer hora.
= Perdeu-se na noite de qualro para cinco do
corrente, nm irancelim de ouro com 5 oitavas e
meia, assim como um pencinez de ouro, por isso
roga-se o obsequio, a pessoa que quizer restituir
ditos objecto, diriia-se ra do Imperador n. 14,
que sera gratificado, e se o tiver comprado rece-
bera a importancia e a'em disto ser gratificado.
de
6 banho*
m os apc
m pregados na Europa.
m Tambem applica com grande proveito
\L no tra lamento das molestias do ulero a ^
|fl electricidade.pelo processo do Dr. Trepier.w
AO PUBLICO
Ouem iitis mmmk i Arrece ?
DEMISTA DE PARS ]
19-RA NOVA f9
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista,, succes- J
sor de F. Gautier, es- ^
pera continuar ame- $
recera confianza dos J
clientes da casa, e do J
respeitavel publico em
geral.
200^000
Continua a estar ausente desde o dia 15 do mez
de abril oescravo Henrique com os signaes seguin-
tes: mulato bem claro, cabellos crespos, rosto li-
so, sem barbas, altura regular, crteio do corpo,
andar banzeiro, cadeiras largas, a perna direita
aberta, piando assenta o p direito e de banda, o
dedo grande do p direito aberto sem unhas, tem
marcas de bichos, as costa*, com pannos brancos,
quando esl serio carrancudo, olhos encovados,
o olho esquerdo um pouco apenado, levou um
avallo de estribara, alasao dourado, dinas, tope-
te e cauda compridas, frente aberta, cabeca acar-
nerada, altura de 7 palmos, 3 ps cateados com
pintas de foveiro, tem urna mancha branca redon-
da em cima da anca esquerda, j tem denles que-
brados da cachaca, inteiro ; desconfia-se elle ja
ter vendido o cavado, (auem adiar e cavallo e
me o truxer ter 50*) O mulato nasceu na Ser-
ra do Teixeira a abi esteve at a idade de 21 an-
nos, foi dos herdeiros da viuva D. Victoria Mara
dos Anjos, que venderam-no ao Sr. Antonio Ceta-
rio- Italiano e este vendeu-o ao bar o de Nazarc-
th onde o comprei e possuo ha 2 annos : qual-
quer pessoa que o traga ao seu senhor Antonio
Carneiro Rodrigues Campello no engenbo Canzan-
za. freguezia de Santo Amaro de Jaboalio ter a
quantia cima.
0 *
Instrucgo primaria e
secundaria.
Aviso para os RResp.*.
. LLojV. CCop.-.
Acham-M Impressas as guias e mstruccSes para
o gr.-. 18 de que havia grande falla : vender
na typographia Mercantil, na do Turres n. 10.
Precisa-se de urna ama para casa de um
homem soiteiro, tem pouca familia ; e bom com-
portada para se lhe entregar a administracao da
asa. Ra do Rar.io do 1 riumpho n. ttfi.______
D. Clara Theodora da Fon-
ceca.
Francisco Antonio de Souza Ayres e sua fami-
lia agradeced respeilcsanente do fundo J alma, a
commissao mandada pa respeitavel sociedade
Luzo Brasileira e a todas as pessoas mo se dig-
naram acompanhar os rest s mortaes de sua nun-
ca esquecida mai D. Clara Theodora da Fonceca,
sua morada eterna, e de novo rogam a lodos os
seus amigos e as mais pessoas que qneiram assis-
lir a musa d' stimo ilia, pie mainlim cc'ebrar
na igreja iralril de S. Jos no lia 14 do corrente,
elas ti hora- da manli, confessando-se summa-
mente'gralo a todas as pessoas que boiirarem este
acto de' eiigiao e caridade. __
O abaixo assignado convida aos
seus amibos e aos parentes e ami-
gos do tinado Dr. Jaao Francisco
Paes Barrete, juiz de direito da co-
marca de Paulo Alfonso, da pro-
vincia das Alagas, para assiso,
rem a urna mi-sa qie por sua alma manda resar
na igreja do en ve uto do Carmo s 7 horas da
manlia do dia 14 do corrente.
Desde j o abaixo assignad> *c confessa grato
a todas as pessoas que se dignarem assistir a csse
acto de caridade.
Recife, il de junho de 1873..
______A ugusto Cesar da Cunha.
Arraida-se
Um dos mdhores engenhos do termo d'AftM
Prela, moente e corrente, rom pmtnrtiVs pra m-
frejar dous mil paes, nptmxis terrenos te varara ;
dista da esUcao duas teguas e tifia. (J\trm pre-
tender c qnizor informacA-;. dirija i nti>
Uim Jess {antiga da Crnri n SI, l. andar.
AUeiicao
I'ngomma-se Ciiu [KilVi'./io rAiipa |i*r>
lionmm, ra ilo rail n. 9.
Inconiestavelniente a loja de calcado estrangei-
ro qne mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PARS NA AMERICA
ra Dtique de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a razio simples :
um cavalheiro (amante do chique) por crto se
in.'omuioila quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se toreado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico! nao podendo desta forma conheeer se
a botina lhe fica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do ladrilho; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calrado : para o
bello sexo, cntao quasi impcssivel, que urna se-
nhora (do bom toml queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balco, onde en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falla ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all poderao estar em perfeito~coinmo-
do para a esculla do calcado.
Nao terminam ai i as vantagens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tanbem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabncantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos. assim tambem nm lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
militas qualidades iue poderao satisfazer a esco-
Iha da mais capichosa senhora (do bom gosto)
pelo que fica expendido, f st claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Paris na Americ-i, raa Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado;
e*c*oo

MDANCA\
DO
COLLEGIO
g
|l\. SenhoradaSade |
P.aRA
I
I
-8
le 6
1%
A Directora (leste
nada, faz scien
alumnas, como
milia que quizerem conlar lhe a educa
cao de suas lilhas, que transferio o seu
collegio da freguezia do P5co da Panella
para a freguezia da Boa-Vista, sobrado
h. 25, sito ra Fonsosa.
As .toninas deste collegio recebero
nina educacao esmerada sob as bases da
boa moral e da religio, como cjnvm
a senhoras de um paiz catholico; e te-
ro por mestres, professors escojhidos
entre os mais habis, os quaes sero en-
carregados do ensino de leitura de prosa fu
e verso, calligraphia, arithmetica, s\ste- fu
ma mtrico, lingua verncula, historia, fL
geographia, franecz, inglez, msica vocal, r)
piano, desenlio, dansa, croch, labyrintho, Jj
obras de la, bordados matiz e ouro etc. M
E porque a abaixo asignada conl^eca j
hoje, por urna tonga experiencia, que nao pode a atten.-o de urna directora de
collegio suhdividir-ye, p>r um crescide
numero de alumnas, sem prejuizo egran
Q des inconvenientes para a educacao des
(*) tas e crdito do estabelecimento ; por j
m isso esl a mesma abaixo assignada re- Jff
'Jr solvida a limitu a viute o numero de '
jg. suas discipulas, eom o que julga dar ao
m respeitavel publico de>ta cidade urna
Q prova de quanto se acba compenetrada
fu de seus deveres e urna garanta aos Q
(5( pas de suas alumnas de qne ser soli- fj
S cita e zelosa em cerca-las da vigilancia e
rj carinlios que nunca, quando bem distri-
m buidos, sao de mais para to innocentes
Jr creaturas.
IL Quanto ao asseio da casa, acommoda-
'w. coes e dUtribuico do servia, acha-se
rJ Unto providenciado de forma que a or-
fj dera ser rigorosamente mantida. e que
nao serad alteradas as boas eondi
hygienicas da casa em que se acla
estabelccido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de 1873.
Mara Helena da Rocha
esaeo
Quem deve e nao paga, sem-
pre deve.
Um caboclo que tanto tem de orgnlho, como de
infame, j foi vendedor de gallinbas e de papa-
gaios, mas com tanta felicidade que adquiri di-
nheiro para ter um sitio onde fez um palacete e
leve dous ramos de negocio, sendo refinacao e pa-
dara ; disto j nada tem, tudo venden ; porque
foi mal ganhado e pertencia ao que mor.. que e..
s.. cunh...
Futarando o caboclo que seus crodores Ibe
queiram mal, procura o meio de Ihes pagar, in-
commodando a polieia. dizendo: corra aquelle
homem que anda armado de punhai. Do que me
dev, j dei por perdido; mas como v que tenho
razao, procura dizer que sou seu inimigo. Nao son
seu inimigo, nem disso tenha elle me lo; sao s
304 que elle deve pagar-me, para restabelecer e
seu socego.
De 10 palmos.
Sapotiselros e sapoteiros, e dabi para baixo, pl-
nheiras, fructa-po, oiti-coro, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanboyant ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecnnss
parreiras eoracao da india, romeiras e ouira,
Juntas : na Capunga, ra da Ventura numero 20.


tf
&
9
*
*
O profesfor Thom Augusto da Silva
Villar, competentemente habilitado, faz
sciente a todos os chefes de familia que
q izerem confiar-lhe a educacao de seus
ulhos, que tem aberto no sobrado grande
da Soledade n. 58, desde o 1* do corrente,
urna aula particular para o sexo mascu-
lino. Os alumnos recebero urna educa-
cao distincta ; para esse lim. o professor
emprega todos os seus estorbos e meios
para conservar na sociedade sempre cr-
dito, e tambem mocos cotholicos e cfvili-
sados.
*#* 00* 00000000
CAZA DA FORTUNA
RDA 1. DE MARgO OTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:(NI()$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptaineiile, como costuma, at o premio de
0
0
0
0
0
0
0
D. Felicia Perpetua de Sant'Amia
Ferreira
Mara da Pureza Vianna, J. A. M.
Vanna e Mara Ermelinda Vianna,
cordialmente agradecem a todas as
pessoas que se dignaram acomia-
iiliar ao ultimo jasig os restos
mortaes de sua presada mai e av,
D. Felicia Perpetua de Sant'Anna
de novo rogam a todos os seus paren
o caridoso obsequio de assistirem
algumas missas, que por alma da mesma manlam
celebrar na igreja da Santa Cruz, sabbado 14 do
cerrente, s 6 horas da manh, stimo dia de seu
passamento; e por este acto de caridade e religio
desde j se confessam eternamente gratos.
Alugu-se
o 1' auda da casa n. Jo U ra da Guia : a Ira-
tar no armaiem da ra do Imperador M.
Terpsi.....
A* pwklir*
Respeiuveis que tendel o pwrr de eoaiMrcr-
me e conbereis o met latente, v<*nhn por nter-
ni'di destas pirases tiaila- lr i>m n msHKj f-/ r
nm solemne proteste contra o i i livi i:; > q-i,. i<-..
a necessaria crapnn te apresentar u:ii aprjufc
Cimento em u mu da lllma. |tresid>tiria 4a T. >
chore sc.u incu previu cnas-ntiiorntii, telo -t
de mili ha lavra....
Dmuit Bw4wte de F.sr. mu.
Ansenlou-se de rasa d una >rnhflra. no Ha
6 de maio, o melato Mathens, f tem < ignar
eguintes : alte, ps e mo gra*dcs, V de lar.oi-
ia, bons denles, fa la mansa r um pono lina,
barba um pouco branca, raMtel rrafm re-
presenta ter 4 annos : pHe-r a quino o app--
hendei ia Icva-lo a roa lo Hospicio n. SI, niw
ser gratificado.
Casa para estabelecimento.
Traspassa-se a cha-e da loja sita rna la Im-
peratriz n. :**, coni nina exrtteate anna<;o te
amarello, tuda tividrai.-ada e propria para Bal-
quer estahclecimeiiio : a tratar aa mr*nia tep
S
DR
Ferreira ; e
tes e amigos
(laixeiiM
i:000.
Prepos.
Inteiro.......240O0
Meio........125000
Quarto....... 6000
Manoel Martins Fiuza.
AlencV
A' negocio urgente precisa-se fallar ao Sr. Joao
Gualberto Correa : na thesouraria das loteras.
Sitio
Aluga-se um sitio a estrada de Beberibe, pro
ximo a estacao do Fundao, casa de taipa, cacim
ba com excedente agua, militas arvores fructfe-
ras, e tena onde se poder fazer algumas plan
Uoes : a tratar ra do Barao da Victoria n.
45, 2o andar, ou ra do Imperador n. 54, pri-
meiro andar.____________________________
0 Sr. Jeronymo Lopes de Miranl.i tem urna
carta no escriptorio de Ltiiz Goncalves da Silva
Hnto, na do Mrquez de Olinda n. 39.______
Os devotos da capella de Sanio Antonio de
Beberibe de Baixo, em Agua-Fra, 'endo de fazer
a ben.'fi da imagem do padroeiro da mesma ca
pella, no dia 15 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, vem pelo) presente annuocio convidar aos
devotos de Santo Antonia assistirem a este acto
o qual ser precedido de ladainha a ponte.____
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Etua do Commercio n. 5, 1." andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de V-aLde Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de FamalioJo
Villa Nova do PortimSo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira. ____
Precisa-se de um caixeiro eom bastante prati-
ca de taverna e d fiador de sua conducta : na
ra do Duque de Ccxias n. 20.
A' Companhia Recife Drai-
nage.
Desde a presente data fie ara de nenhum efTei-
to o contrato que tiz com a dila companhia para
a remoco do lixo do estabelecimento sito ra
do Bario da Victoria n. I.
Domingos Jos Ferreira.
Francisco Manoel Marinhu Falcan pede a
pessoa a quem for offerecida urna nota promissoria
de quatro contos oito centos e tantos mil ris, ven-
cida em Janeiro ou marco de 1862, assignada por
elle em lavor de M. Barbalho de Gusmao Ucha,
que nao i'a;a negocio al;um com a mesma nota
promissoria.visto como achaudo-se j paga em qua-
si sua totaldade,-pois resta 5001, por isso a pes
soa que a negociar ter de receber somente esta
quantia.
Agencia de empreados
Amas de lete, engommadeiras, cozinheiras, rai-
xeiios, copeiros, cnados, etc. eic ha sempre de
boas conductas e afiancadas ; podendo os similo-
res pretendentes fazerem es seus pedidos por es-
cripto, no caes Capibarihe n- 12, e travesea da
matriz de Santo Antonio n. 6.
Sanio Antonio. S. Joao > ,S.
Pedro.
Litros de Korl O A.lvinhador 2*. Amaltbea U, Cartas FU*-
cas l i. Carteira le Castro l'rso l. CadtVs te
amor l, Cartites Sybillinos 14, Cjgana U. liante
da fortuna 146 )0, Esptiinge 24. Fado U2HO. hfn
da Conversacio 34, Jiyo d- li H. Livros do destino !. M4.-in fmand 1|, Mgico apparenie 24*1 Mat.t Itor-
ahorrecidas 24, Novo itwnlo J- m..r 14. Maf>ri
Fluminense 44\ Orculo das mocas l*2Hn, Ih-arn-
lo de Delphos il, Pacotillia Potica 14. hevela.-or
diCigano 14, Roda te destino 24. Segre** *
eipci'iro Buchique 14, sortes avulsas, amr
artas.
Jcraria franreza
______________________________V
Por ultima vez
Pedem os abaixo assignad.i< a Imtes r .(,
devedores de contas antigs, o esp>ctal Wqnm
de as virem absfaxer no iinprnnipavH ni ai te
15 dias, rerlos de <|ue, lind esle prazo, n dos meios judidae para seu emboten. Una
Mrquez de Olinda B. 4*, loja te
Frederico Pate k C
Recite, 6 de junho te |73.
Ao commercio
Theotonio Lopes Pereira faz publico que dissol-
veu amigavelmente a sociedade que tinha eom
Jos Francisco Gomes, na taverna sita ra do
Gervasio Pires n. 49, a .pial gyrava sob a mi
social de Pereira Se Gomes; retirando-se o mesmo
pago de seu capital e lucros, e fleando o estabetc-
cimento com tudo que lhe relativa a cargo ex-
clusivo do annunciante. Recife, 31 de maio de
1873.__________________________________
Cidade da Escoda.
D'ora em diante encontrar-so-ha no aQongue
publico desta cidade carne verde diariamente a
160 ris a libra.
= Sebastio Marques do Nascimento tendo em-
barcado para Lisboa e nao podendo despedir se
das pessoas que tanto se prestaram durante a sua
molestia, pede desculpa desta falta involuntaria, e
otfereceo seu diminuto prestimo.
Caixeiro
Precisa-se do um caixeiro com pratica de taver-
na de 14 a 16 annos de idade : a tratar na Cam-
b do Carmo n. 2.________________________
Cozinheiro.
Paga-se bem por um, para urna pequea cozinha
de rapaz soiteiro : a tratar ra Larga do Rozano
n. 34 botica._______ .
O Exm. Sr. desembargador Guerra tem urna
carta rna do Baro da Victoria n. 69._______
Pergunta ecclesiastica.
Ser verdade que o padre Manoel Vicente dos
Santos, morador na freguezia da Taquara, ande
pregando sem ter provisae. A S. Exc. Sr. D. Vi-
tal pedimos a realisacao desta pergunta.
O bezouro de Pontas de Pedras.
A quem interessar
J. Ramos & Machado mudaram seu escriptorio
de CGmmissoes e deposito de movis para o arma-
zem n. 0 da rna do Vigario.
Terrenos e casa na cidade
ilha de S. Miguel.
Se faz todo negoco e permutase por predi-
nesta cidade : quem os pretender dirija-se ra
Direita n. 99, taverna.
Attenco
Os Srs. que esto devendo alugueis de car-
ros na cocheira do Pinto na ra de Santo
Amaro n. 1, tenham a bomladc de virem sal-
dar seus dbitos quanto antes, afim do nao
serem chamados por seu proprio nome.
Novo livro para S. Joo
AMALTHEAI!!
Ou mus prcdi<9es como
tirilla de Cumas
i*
Respondendo a diversas indagacSes dos mor-
taes, livro de sortes fr. por S. .Y da Silva Freir -
seguido de O casamenta que deu em droga, co-
media. 1 vol. ntidamente impresso em Lisboa.
Livraria franceza.
Attenqo
Aula particular.
Secundhw Jos de Faria Siuides, professor par-
ticular de intruccao elementar, avisa ao respeita-
vel publico e com especialida.de ao pais de fami-
lia que e-t aberta sua aula na ra da Penha
n. primeiro andar ; o mesmo professer pro-
mette muito se esmerar pelo adiantamento de seus
alumnos.
Apolices
da divida publicu provincial ou geral, de um con-
t de ris cada un; na livraria econmica ao p
do arco de Santo Antonio se dir quem compra
oito.
Quem precisar de b5as amas seceas e de leite,
afflancadas dirija-se ao pateo de S. Pedre n. 3 loja.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 47
da ra da Imperatriz ; quem o pretender encon-
trar as chaves na loja do mesmo sobrado, e se
entender com seu proprietario ra do Hospicio
n. 33.____________________
300#000 de gratificacao.
No dia 5 de marfo de 1872, ansentou-se do en-
genho Piloes, freguezia da Escada, um casal de
eseravos. ambos solteiros O escravo de nomo
Marcolino, com os signaes seguintes : 32 annos
SDueo mais ou menos, preto. altura regular, chelo
d corpo, cabellos carapinhes, pouca barba ou
nenhuma, tem falta de denles, o estomago alto,
tem urna cicatriz no hombro esquerdo ; as cand-
as finas ; cujo escravo foi comprado ao Sr. Ma-
noel Gomes da Silva, morador no engenbo Hosario,
freguezia de S. Jos dos Bezerros. A escrava de
nome Anglica, com os signaes seguintes : 20 an-
nos pouco mais ou menos, prela, altura regular,
bom corpo, cabellos carapinhos, falla mansa, tem
os ps um pouco apalhetados, cuja escrava per-
tencente ao Sr. Antonio Coelho de Araujo : pede-
se aos Si s. capites de campos, ou a qualquer an-
toridade que os prenderem, condussr a casa do
seu senhor Joao Coelho da Silveira no referido en-
genho Pildes, ou no Recife em casa do Sr. Manoel
Jos Ferreira Cruz, na ra do Cabug n. 18, que
ser gratificado.
Os senhores abaixo declarados queiram ter
a bondade de apparecer cu mandarem ra do
Imperador n. 28, a negocio de suas conveniencias:
Manoel Silvino de Barros Falco.
Francisco Manoel de Almeida.
Francisco Jos Carneiro.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Jos Pereira Lemos.
v dmira a mira!
S1M, ADMIRA A MIRA DOS l'ROlWETARKb- IK
Ci)N EITARIA M) CAMIITS.
Prevend'i a conrnrrencia d.? encomnvndas r
bolos e sortes que lhe bao d- fazr os h
deila cidade, o seus suburbios, (.la p-ew-nrl*
de Cem mil sortes, Ilustrada* e chistosas. pf'-
tendem lazer reunir em sua bem montada U
brea.
Vinte mil ovos!!...
para bolos.
Os propietarios da COXKKITAi IA DO CaM
nao querem rom baa hr mm ris* itrrtria, nao.
somente para pie na i d.-ix'-m le er srtMol*
todos os sen nnmep *"* fn-guTSf# e pnnri|al-
mente r|n<4tea que ja anno pa>sa ata aperlailas, n-i-^rr-rio ao vanlaj<> estah-1- >
ment de rrniteitaria silo a la lo lui|* ad.ir ',
sob a denoiinaca" le
Confeitaria do Campos.
150)5000
No engenbo Massuassd, frepuezia da F-xla. ?
lar de i/raMiiMcao a i'iatilia cima a p:-ni af-
preender ires cavad-> qn' npiHte -as'mte>
furam furlad.is na noute ilu dfa s1-1 pan:witen.
vembro prximo pa-sdo : o tem 9 anno?, *
:astanho e castrad i, U-m a rplha dirrita ba-t.-nte
aseada, nina estrella na >-la. e uoij
do tcni urna cruz ; o 2." iu;o, c>m piulas \*r-
mellias us juartos, gtamte, ponl<>, C'.m n|"-
eoci fino, rastrado, tea os pia>lris teridns la
cangalha, ferrado com a marra L R. do lad
direito, e tem a idade d> 0 annos; 1* sanhassd claro, curio gnwsn, um ponro caml-ite.
castrad", pequeo, e est ferrado r.nm marca
- Ono quarto direito : (ratificas' un WlflfO
por cada um em trrtmr da previa, em mte |^-
der for encontralo qnalqtvr nos lilis rarai;.*.
Escravo ngi Auz'iilou-se lo p.xter I"-- abaixo aripnad'
sen esrrav-.i de n >in- J'a.|nim. ce prrta te
nacao. Traja iimiio litii|M>, anda ratead*! c na te
calii'llos compriiliis. qncrenilo faxrrmtMa r.,|wii
Sebe coate'ar, o'-cuparo a que r ibdirava.
Quando falla se cimlh-ce ser Wfiro afrK-ann.
Roga-se a appreben;ao de tito i-sfr.-.vn, tj
captura se gratificar bem
Recife,!ie jnnlio de 1*7::
Jos da Silva l...\. A Filte>
Salsaparrilha do Ayer
para rcunoAK o
tetpda
m
tf m lido tam radical c Man _
todo* oa Matoa do Imperio, jaw
informado daa aaaM rirtndot e do i
O >Bno aauruftiloau a i la i
da ra?m humana. Ora. Mofear
do noaao orgaaiamo a daixa-o I
fatiaa. Ora, pataaMia a InfeccA* la a
e eato, em moBaaBla oppartmao, larra raaidaaaaaM afk aho-
rna, da anaa aidtonlaa faraaai, ji na can. j naa rflaa
vinW Naalo tinw eaao dipain. Baan i ni.al ah
no poJmoaa, no ngado, ao ooraona, *n%, taante nia aa an-
U"Mta iiKrirs^S



Diario de Pernambuoo Sabbado 14 de Junho de 1873.
FOGO ARTIFICIAL PARA SALES
PARA OS FESTFJOS DE
S, ANTONIO, S. JOO E S.
NO
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
7 Rl'\ DO BARIO D\ VICTORIA 1
(OITR'ORt UI 1 NOVA)
Chegaram grandes facturas destes lindos e apreciados foguinbos artificiaes japonc-
_es, francezes e allema.es, de vistas omito bonitas, e especialmente fabricados para senho-
ras e meninos poderem soltar sem medo algurn de serem offendidos, e a precos baratos,
nio s a retalho, como em caixinhas sortidas. Alm destes foginhos ha muitas pistolas,
craveiros e rodinhas, fabricados por um dos mais famados artistas desta cidade, e tam-
bem tem grande porc,o de traques chinezes, que se vendem em cartas e em caixinhas in-
teiras.
BALOES AEREOSTATICOS
Engcnho
Arrenda -tr vi-ml- su parl da >!oiis engcmW
siiS ll.l fivK'z:i >l lo i:lc;i, sendo Mili l
|Mir aiiliiuns c unir movido a agua, boin uln*.di;',
de ptimos terrenos, e eon proporciies para sa're-
jar de tres a quatro mil pies, distando do porto
de embarque apenas urna legoa, e da esl
ferro tres legoa : quetn pretender
do Apollo nv53,1- andar, que achara <'<>ni
Terrenos baratos de 3$ a 6$
nos Afflictos, e 3# no SaW
gadinlio.
AutiHijo Jn>(j1tnlri''ii terrenos do seus sitios do lorias prop
aia de PnU,'0S. em "oVa ru" 4U*"
tratar.
vi-irir-
pnas, aos
um frente *
quetn pretender dirija se a ra Jgn.'ja dos Aflii-los e do Salgadinlio com
quem frente para n estrada de forro de
, Oliiidii e oito pnraoutra estrada ao lado do
, mesmo sitio; a tralar com o Sr. Tristo
Francisco Torres, na tbesouraria das lote-
ras.
Cttzittheiro
Pequeos baldes de 8 a 10
solta-los das janellas e varandas.
palmos, de papel de cores bonitos e facis de
Estas novas e interesantes sortes, alm da leitura agradavel, contem dentro
diversos objectos de divertimentos que fazem augmentar mais a alegra entre as fami-
lias, as noites de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
GLOBOS PARA ILUMINARES
Globos de papel de cores para as Iluminarles destes festejos, e que muito
realcam nos pateos e nos jardins.
PAPEL PAPA ENFEITAR BOLOS
Estes papis rendados para enfeitar bolos sao muito baratos e principalmente
vendidos em duzias.
9>
Botinas dos melhores fabricantes para homens, senhoras, meninos e meninas.
Quinquilharias de fantasa,
IVIS PERFUMARAS
E
Brinquedos para meninos
Todos estes artigos vendem-se baratos por serem recebidos em direitura e
pelos abatimentos obtidos dos fabricantes em attene,o s grandes e repetidas encom-
mendas.
ATTENCO
Preci=a-se d um bom cozinheiro para um hora
hotel: a tratar na ra do Imperador n al, arma-
zem tinio e commercio._____________
\ M \ Precisa-se de urna para oozinliar e a-
--.lu_ j^j niais algnm servico de casa de fa-
milia, no Corredor do Bispo n. 8. _______ .
Precisa-se de urna ama que saiba
cozinhar e engommar, para casa de
familia : a tratar na praca do Corpo
Santo n. 17, 3* andar._____________________
're'isa-sc de urna ama pa-
ra cozinhar e .comprar : na
ra Bella n. 23, boje Bha do
AMA
AMA
Camino.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar :
a tratar ra do Hospicio n. 16.
AMA
Precisa-se de urna ama qne
saiba bem cozinhar : ra do
Bario da Victoria n. 28.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : paga se bem : largo de S. Jos n. ol.
Precisa-se denma ama livre ou erava
para servir a urna pessoa : a tratar na ra do
Bom Jesns (amiga da Cruz) n. 32, 2* andar.
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinhar em rasa de pouca familia : na ra do
Forte n. 19, antigo Bairro Baixo. ______
URGENCIA.
Ama de leilc.
s Preoisa-se de urna ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sera filho, e que te-
nha bom e abun lante leite, pnga-se bem : a
tratar no 3. andar desta typographia.
Preclsa-se de urna ama que
saiba cozinhar e comprar para
casa de horaem solteiro : na fu
de Pedro Alfonso n. 13 e 15, antiga ra Ha Praia.
A VI A
A Al -Va rua d0 ^ar 1 \ I V ,iga da ''adeia d0 Recife, paga-se bem
lLiIil. a urna boa ama para todo o servico
de una pequea familia.
Caixeiro.
Um rapaz brasilciro de idade de 14 a 16 annos,
querendo, arrumar-se offerece-se para caixeiro de
algam estabelecimento excepto taverna, dando o
mesmo fiador a sua conducta : quem de seus
prestimos quizerutilisar-sedinja-se ao escriptorio
deste Diario que achara com quem tratar._______
Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade % annos, pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodao. tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olhoa grandes e abo-
toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
taes de campo o obsequio de pega-la e leva-la
sea senhor, no Caminho Novo n. 110, sitio, ou na
roa da Cacimba n. I, que serio generosamente
recompensados.
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S.5 *
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Avisase
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquina dos San-
to, e oepois comprada ao Baro de Nazareth.
representa ter 28 annos, tem falta de denles aa
frente e as mios com cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua do*
Coelhos, que ser generosamente recompensado
do fabri-
faia e de
Tambem recebe e vende muito em conta excellentes pianos, tanto
cante Blondel, como de H. Hers e de Pleyel; assim como mobilias de
vimes, e cadeiras avulsas de braco e de balanco.
7 armazem do vapor francez 7
MOMA
Est encouraqado 1! 1
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
8ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
pasou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Sin, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu tuno m
achava nesta cidade.
0
*
*
0

VEINDE-PE
mi lerrcuo eona 230 palmos do frente e I7t de
fundo, na rua da Tracao, lugar do Cmpo Vciii,
freguezia da lina Vista, cuj terreim faz e para a roa l lfc"*-irfifin, jvr ">! pas c Uii-Jila, i-sM t.ilo i!n r*1. r 'ii :mi!'' '-i !'
LCrCUS p.o.i casa-, cll un jHiii.t" ji.l.i .. la do
Desengao, muito botn nara urna casa iU' innrada,
como t'.z iTaoutra etqulnao Exm. Si. Ir. Aguiar,
ou para casas xqueiia?, dalii tirar um I i
rendimi-nto queii o preU-uJ--r dnija se a rua do
Uarao de S. Uurja, outr'ora do Sebo, n. 8.
Cha preto denominado padre, o mejhor que ha
neste genero, sem aroma, eslranhu c muiu> senw-
Ihante ao verde, sem todava ter a adstring -neja
deste. E preferivel a qualquer cha pretu, en-
forme o gosto de quem delle usa. Na rua estreita
do Rosario n. 12, onde sempre encontrara" t as qualidades de cha verde e preto, e tambem o
melhor vinho do Porto.
Vende-se 100 saceos de milho : na rua No-
va de Santa Rita, ribeira do peixe n. 19.________
v"ende-se o tem conhecido hotel chinez em
a rua larga do Rosario n. 31, 1 andar : a tratar
no mesmo hotel.
Vende-se
MEDICO-CHURUCO
DO
Dr. J. M. Curio
Rua do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulto das 9 horas as II da manha. W
Chamadas a qualquer hora. 0
Esta s de jesuita !
O Sr. J. C A. de F. nio quer ainda attender
aos reclamos da pobre viuva que exige os alu-
queis e ehaves de sua casa, montando j os alu-
gneis at 30 de abril a 320*000 ; o que sobre
tudo se torna revoltante o inquilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e nem chaves e
nem alugueis._______________________
urna tenda de marcineiro rom todos os preparas
da otlicma, na rua das Flores n. 33 : quem quizi-r
fazer negocio appareca. Na mesma casa vende-se
urna commoda de amarcllo em iK/in estado.______
Arados para lavrar a trra.
Camas de ferro.
Cofres de ferro, prova de fogo.
Fogoes americanos.
Pregos americanos.
Balancas e pesos.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir rasas.
Taxos de ferro estol i.ado.
Machinas para descarocar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor, forra de If c 4 cavados.
Km casa da Shaw Hawkes & C, rua do Bom.
Jess n. i. ______________________________
No escriptorio da rua do Comnicrcio
n. 32, de Joo Jos de Carvalho Motaos,
vende-se o seguinte:
Caf do Rio de Janeiro.
Cimento de Portland.
Palhinha preparada.
Cera em velas,-
Oleo de linbac,a.
Couro de lustre.
Bezerros.
Chumbo de muirlo.
Gomma-litca.superiorqualida'lo.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas ile bnl&nco.
Ditas para crianzas.
\ loj.i da AiiH'iica ro<^jfl
nd.is l'i.MirmiiK Ar la r *r4a rrwi* por *
oda prcr j.
Espartilhos iluquczn.
(! !.i Ih- .: fi-'i r *%-
MI I.i ('I!' .. ; -
mais c\>pn A (51000 a fM'ca
de readay.My traare n Aun U|W i -*t
a rua do Cakuf n. 10._____________
Pnluoeus n mmm it A
(ird'is a wm.
ultimo tjonti) i ricamente raCsHadn* fm
veudem por O'OnO, i na nu fi, luja da llosa Branca. ___
l
i
BARATEIRO
BAZAR NACIONAL
Rua da Impratriz n. 72
CRIADO
Precisa-se de um para tratar de um
mais algum servijo, na rua da Cadeia
n. 50.
cavado e
do Becife
Attenco
DE
Loumico Percira UendesGuimaracs
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender o mais barato que or possivel, a
saber:
CHITAS A 160 200 RS. 0 CGVADO. I CORTES DE BRIM DECORES A l?500,
Vende-sc chitas francezas largas com to- Vende-se cortes de brim de cores para
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di- calca, a 19500 e 2200O.
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 -e 360 rs.
o covado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsiulias de cores' para vestidos,
a .00, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 15J6O0.
Vende-se conectas de chitas de cores, a
1JP600 o 29000. Ditas de pello a 19400,
Coixas de carea a 19200, 2950O.e 48500.
CHALES BE LA A 800 RS.
Veode-se chales de l de quadros a 800
rs. e 10000.
Ditos de merin a 29, 39, 49 e*9000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAI AS BRAKCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 a 29500.
BONETSA 500RS.
Vonde-se bonete pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello o
massa, a 29, 29500, 9000 e 49000.
. MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de raadapolo enfestado a
39000. Ditos ingleses para os presos de
A9, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39506.
Vende-se pecas de algodao, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
(RANDE LIQUIDCAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcio de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c>m
cheiro a 320 e 600 rs.
Agua de colonia,$a20O, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros eitractos
muito barato.
BOTINAS A 39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 39000 a
39500, a ellas antes que se acabem.
ROLPA FE1TA NACIONAL.
Vende-so camisas brancas, a 19600, 29,
29500, 39000 e 49000.
Calcas de casemiras de cores, a 59, 69
79000.
Coletea 44*00.
Pautte de casemira, a 49, *69 e 89000.
Seroulas a l o 19600.
BRIM DECORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a 440
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DL'ZIA.
Vende-se'a duzia de MHJM brancos, a
29000. Ditos com barras de cores a 39000.
Dhosde'Hnho a 59000.
TOALHAS A 00 RS.
Vande-ee toalhas parroste, a 800 rs. e
19000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 500 Fifi.
Vende-se gravatas de seda preta, a 300
rs. eadaiuma.
CHITAS PARACOBEJCTA A280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vcude-se'onetes para meninos, a 19500.
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39500.
Vndese espartilbos para senhora, a
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pautes de alisar, a 240, 320 e
400 rs.
POS DE ARROZ A 240 RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos,
a240 e 320 rs.
TESOURAS A320RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a320e500rs., para liquidar, e outros
muitos artigos que se vende barato para li-
quidando de facturas.
Alufa-se por 25* a easa n. 6 na rea do L-1 Precisa-sa de 1:000* a juros, dando-se por
ma, em Santo Amaro, estando i concertada de hypotheca um predio livre e desembaragado sito
novo : a tratar na rua da B^suuracao n. 5i ou-1 nesta cidade : quem quizer dar dita quantia, din-
tr'ora Gula. ja-se a est typographia a fallar com o adminis-
= Alafa se urna casa nova, aa Cauunga, nos
Quatro autos : a tratar com Joo Jos da Uunha
lagl, nu do Vicario n. 33, 1.* andar.
trador.
~ Aiuga-ae barato, urnas meias aguas, novas :
na travessa das Barreiras (becco do Aquino); a
tratar na roa do Cotovello n. X.
GABINETE
Meilico-cirurgico
hA DO 1MPEKAUOB N. 73, ANDAR'
0 DL NHES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PAHTEIRO.
RSPECIALrrtADBS.
Mol"slts e oper??5es de olhos.
Cora radical e instantnea dos
eslrt-ilpmentos da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
da matili?.
Chamados: A qnalqner hora.
Dentista de Pars
19 RUA NOVA 19
FREDEHICO G.UJTIER, agraderendo ao respei-
tave publico em geral e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que lhe dispensara dorante os quinte annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar que cedeu o sou gabinetede cirurgiao
dentista- ao seu sobrinho ediscpulo J. M. Leroux
o qual chando-se hamais de (fez annos na sua
cumpanhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua coaianpa e executar os trabalhos os
maisdiulceip-c delicados da profissso
O mesmo aproveila a occasio para pedir s
pessoas que llie slo devedoras o especial favor
de manda-ls pagar qnanto antes, pois retira-
se muito biwe para Pars, aonde se achara sem-
pre prompto para o que puder prestar.
Offerece-se urna senhora viuva e de probidade
para governante ou mestra de meninas : quem
precisar dirija-se a rua da Aurora n. 5, primeiro
andar.
COMPANHI
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Rccie a Olinda e Beberibe.
Deordem do Illm. Sr.
presidente d'assembla
geral, convido os Srs.
accionistas para, no dia
20 do corrente pelas 11
horas da manh.se reu-
nirem, afim de eleger-se a directora que
tem de gerir os negocios da coropanhia at a
execuco dos novos estatutos, visto nao ter
comparecido numero legal, para esteob-
jecto, as sesses anteriores.
Convem declarar que, esta reunio ter
lugar de conformidade com a ultima parte
doart. 12 dos estatutos em vigor.
Recife, 11 de Junho de 1873.
O 2." secretario,
Jodo Martinsde itidrade.
Quem precisar de urna ama para casa de
honiem solteiro, dirija-se rua de Hortas n. 120.
VENDE-SE
urna casa terrea, bem construida, com duas ja-
nellas de frente, entrada pelo oitao. quintil M
Sueno e cacimba, em terreno proprio, na rua das
ymphas. com a frente para o naseente, e est
rendendo I6000 mensaes.
Urna dita pequea na eslrada de Joao. de Bar-
ros, sendo o terreno em que est situada, 33 pal-
ma de frente e 160 de fundo ; tem a frente para
o poente, no mesmo terreno exislem dous ps de
coqueiros que do fructos, e e.-t rendendo 15*.
lira terreno proprio croprio para edificar-sc ;
com a frente para o sul. silo na rua do Prim-ipe.
Tem 18 palmos de frente, a mesma extenso na
extroma dolad) oppo.Uo, 120 palmos de impr-
menlo, extremando pelo lado do naseente com
a nova roa do cemiterio.
Os pretendentes podem diripr-se rua da So-
ledade n. 51, onde receberao qnaesquer M
c59S, e convencionaro sobre o preep, das 6 as 8
horas da manha.__________ _____________
Vende-se urna taverna, na rua Imperial,
urna das melhores e mais bonitas na Ireguczia S. Jos e muito afregueada para a trra e malto,
o motivo da venda se dir ao comprador e trata-
se na mesma rua n. 94._____________
Fogos.
\vi-im livr* pura
de NhI Mt*M. *.
Aralia de Mf iiul.l'oil > ttn ariru.
iniit.'iii urna liada oilterf 4- h-nUs, 'rntm i-
nlmi e chMlMH ortra, e igual 'Ir msm mi-
Iri-co de reciutivi**. cna^nn'.iM pm KTaa*** a*-
lainados (Nn-tas desta puca.
Cromos que este Ktto iim <' mrtt*i i
tcninienlos par a* r-nni' laminar-* MU
tejadas e apn-riaveis ikhiIi ariina dita-
Acha-se venda a U'0 na liM-na *
ra ao pe do arco de Sasrto Awt.>tw i tu atrtra*
JoaqniTF. dos SaVM O en-
vende em sen eseripterlo a ru* Harfiir 4
Olinda 3 l.< airttor :
t.af do Rio
C.h.i en lata< de 1 libra
Fumo em btM
Karinha de m.miliora
Vinlw de Tminar, en. decimos-
Orculos ddphbs,
SJi este titulo ali.m d- *er nn'
Cuenta pe jiunta* e re>p>i.-ta para wtr"
de reuniVs faimli re nas n-Mit- de Sasla
nio, S. Joao e IVdn.
I.as MM> e retfwias niriat?-iR> www.
Sw inter*sanw-s c div-rfi las. *,-m m th.mA.an
conveniencias ou n^ra* .. de l>a i c4a4r. In
serem propraiiKiite o qw mr- m *e rh*i
sort*. tratam de d-svendar iwd<-,
ntimos pensamenlo* e (otunis wrw *
pre adeqoadas aa r-tofa ^^iir-s-.; V. muit..
veces aquillo que aiu > *n ana a a* i
ser em brinco, serviiido o <4liar oo w ww*> r :.-
vT de dar-lhcs (orea ecess^na |ora i<--ll a
quem sao dirig dos.
Cada haralbinlio costa Id**1 e arliaiw--* a ra-
da na liviana r>oooma ao |* di am de >at >
Antonio e outras.
TASSOIRM0S4C
Em seus arman:iis i na >\r, \n>rin.
n. J7 e caes do Apollo n. i7,
tem para vender mr pn-^os comimni' s
Tijolos encarnados seruvos par^ ladHKW.
Canos de barro para esfwla.
Cimento Portland.
Cimento H\drauM.
Machinas de il. ...r iloda'.
Machinas de nadara.
l*otassa da Russia I'bospboro de cera.
Sapn em garraftes.
Sevadinha em parrafes.
I^nti has em sarraes.
Ilhu'ii da aJmaica.
Vinho do IVrto \elh.. .'npan-sfa
Vinho do l*orto u|-i-Hr, di
Vinho de Hordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Val-ira.
Potes com l_f-M d'*ra4-i i.
Licores loos surlid s.
Cognac Ganlhier Frr-.
I^ita.* de toneinho m
Rarris com repolb aliw.Kir*
b'
Lindissmos focos de vista propnos para meni-
nos queimarem dentro de cosa, c que foi eito na
China. Vende-se a retalho da menor quantiJade,
a vontade do comprador, e a preco haratissimo :
no largo daalfandega n. 7, e aos duniin^os na rua
da Madre de Dos n. 36, no 3 andar.
Os mesmos fogos, as inesmas coiiili'.oe?, ven-
de-se tambetu na rua do Imiierad.ir, casa de Ber-
nardo da Silva C. Campos, e na rua la Mrquez
de Olinda, casa de Braga Gomes C.
Fiigio.
Fugio da casa do seu senhor no dia 29 de abril
do corrente anuo, a escrava de nomo Raymunda,
com os signats seguintes : bem preta, coxa, urna
cicatrir na testa, falla muitu e tem por habito di-
zer que 6 livre : quem apprehender queira levar
rua de Santa Rita n. 5, entrada peta rua nova
de Santa Hita. Constando ao seu senhor que al-
guem usufrue o trabalho'da dita escrava, elle de-
clara que 4ia de proceder judicialmente contra
quem quer que seja.
Alnga-se duas casas novas no lugar da Ca-
punga, com commodos para familia, com bons
quintaes e arvoredos : a tratar no mesmo lugar,
rua das Ci-R>ulas n. 25.

COXSULTORIO
MEDICO CISBHC3
DO
Dr. Mallos (erra.
Espei.'iaKdades : molestias das mu*
lheres, das erjancaa, molestias venreas
e syphiiiticas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nha.
Chamados qualquer hora do dia e
da noute.
Gratis aos pobres.
Rua da Imperatrix n. 36, primeiro,
andar.
m

9
&
NOVA TINTA
MATHIEU-PLESSY, 90, boul* St-Otmam
PARS
COMPRAS.
As nicas verdadei
bichas hamburguezas que vera ____**
se vendem na rua do Maiqmz de (Miada *1,
andar.______
Noites divertidas !
Vistas uitacores!!
Effeitos maravilhosos!!!
Qualidades superiores!
Precos resumidos!!!
Fogos fogos! fogos!!!
Immenso e variadissimo sorti-
mento de fogos inoffensivos s
ci ancas, dos ma s afamados fabri-
cantes do Rio de Janeiro, China e
Allemanha.
Pistolas com 2, 3, 4, 6, 8, 10 e
12 Uros. Rodinhas n 20, W e 80.
Gyrasdes com bombas. Coroas
de rei, jasmins, traques jezuiticos,
fontes re fogo e espigas.
0? Compra-se algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da rua Duque
de Caxias n. 14.
.\llODf_0.
Na rua de Ttaom de Souza, sobrado n, 10, ou-
tr'ora da Lingueta. compra-se urna escrava de 25
30 annos de idade, que saiba cozinhar e engom-
mar ; e igualmente pede-se aos senhores^ corre-
4ores que tiverem alguma com as condicoes ci-
ma especificadas, queiram dirigir-se a mesma rua
e asa j mencionada.
*----
_b
1 Trastes.
#
Compra se e vende-se trastes novos
e usados: no armazem da rua do I al-
terador n. 48.
i
}v_C&
VENDAS.
E IMT
KMUUI K NA* E MOta. CHUZ U LEIIM K HWU
NOVA INTA
DOBRA BOZA HBA 00WA1 AS OaBSAI
Xmpregwda pela* craadea reparcQ
Vende-se urna taverna sita na Ilha do Mon-
teiro, bem afreguezada e com poucos fundos:
quem pretender dirija-se mesma. ___________
Cola da Baha
de superior qualidade: vende-se na rua do Cora-
memo n. fSS, 2 andar.
Manteiga ingleza a 1^000
e 800 rs.
Vende-se no armazem de molhados Concordia
e Ccmmercio a praca do Mrquez do Herval
n. 2.
CALCADO
Ditiheiro i vista.
Botinas da cordavio para bomem a 71000
Botinas gaapeadas para senhora a 3|000
Praca da Independencia n. 1.1, loja do
Arantes.
De Santo Antonio os foguinhos,
De S. Joo os foguetinhos;
Quem nao gostar de apreciar,
Os gostozinhos gostinhos
Destas noitinhas quentinhas ?
Ninguem, por cerlo ninguem.
Pois que ellas vao alm :
S. Pedro e contiuacio
E Sant*Anua cnclusio !
Milho branco de superior qua-
qualidade para cangicas ; preco
eonimodo.
Rua do Imperador
i*_.
Attenco ao pechincheiro
Fogos para Santo Antonio e S, Joao, recebe-se
encommenda na rua do Padre Floriano n, 45, a
saber :
Duzias de pistolas de 6 balas a 2i00
Ditas de ditas de 5 ditas a 2f0i 0
Ditas de ditas de 4 ditas a U6O0
Ditas de ditas de 3 ditas a U000
Avoadores, fogo ainda dio visto, duzia a 81000
Fabricado pelo artista Lino Joaquim de San-
t'Anna.___________________________________
Vende-se os objectos seguintes na rua dos
Coelhos n. 20:
3 cavados para'sell.
S ditos ditos para carga.
1 dito dito para carroca.
J boas vaccas latinas, dando leite.
Assim como diversas ditas da trra.
4 carros da alfandega.
4 bons bois para os mesmos.
1 carro.a com arreios para cavallo.
Para ver e tratar na mesma cata.
Attenco
Vende-se um quadro da sagrada familia, que
foi feito para uma capella, obra do artisu Dornel-
las, com 12 palmos de altura e 9 de largura: na
rua da Concordia n. 99. _____
" Fogos artificiaes
Souza & Guimaries, roa Ma n. 39, avisara aos
seus freguezes que receberam um bonito sorti-
ment de fogos chinezes proprios para salldes;
assim como taabem tem um comnleta sortimento
de fogos nacionaes dos melhores fabricantes desta
capital para os festejos de Santo Antonio,' S. Joto
e Pedro, assim como baralhos de sortes com
figuras.
SHERRY KINA
[VINHO DEQUIHQrm HYCIEM
IM'.I-.1'AHAIK) COM OS MEI.I'.OIIES VIMIU IH
LMcTcXitan
FOEMCKD-Jn DA M 1>TMI A ft i-
'Cr-AMU.
Itilt
THOKMCRET GLE
PlittitMttcrMtlra
F.X-tSTF.aNOt""5 nrKHTAFSM r.BI
O SHKRRV-kl.VV ovinhod0iquir>
que hoje preferem a ~aio parta dos Mata-
cos fie hnspitacs, dos membros la aca.l'Mnia d* medical.
Tem esta prefr-rencia asna ctpli.a*.*- i
que otTercce Unas asi.arastias qu-
se procuram mis producios d>w fH'avm en
que miras vkzks sf. sacriuca a* aua-
DES T.VO F.SSES:IAKS Ottt O T'MW, vO*
im> yfi.Nu i>a 'as vwes de unto* ai i
r.Ros ha Ksn:i:u.Ar\o 'Ver Un i- a* I
Mineraen. Do Dr. CONSTA5T1S J.UI
' NICO DEPOSITO
PHARMACIA K MOCARA
ih:
BRTHOLOME & C.
Rua Larga do Rosario n. .)4.
Nao ha ms Mos
inncis.
TINTURARA japoneza.
S e nica approvada pelas acaa^aiia* -
sciencias, roconberwla Miperior a toda aja*
tem apparecido al boje. Demito pa.-
pal i rua da Cadeia do Rccih*. aft Bar-
juez de Olinda, n. 51, I.' andar, en.
todas as boticas e caaa da cabelie-
reiro._________________________________
Pechineha
Calcado barato
Borzegaias de beaerro e eardavia, pm
Ditos prawa ras pin dos, para
Ditos 4 .arayn ralo a aa
Diiot BU .pilma
eaara, de a
Sa|taloa de tranca
nhora a
Ditos de tapete para
Ve de sa aa iraca da
de Porto BaMoa?
%*
.. Wa
No
Muita attenco.
da pato da Cata a.,
sa airiga aVa> praaria para Maa a> aaal
Aatoaia. pelos praca tapitoa : waaaaa a ,
600,8110, U eldMt, aaafc.....aaat7a
ra. a libra g ptrtoaraa ww aaaaa-wtar.
Veade-M ama loaata aaorm psato, di II
os de idade, perita
da casa: aarmada


tafro ite 'PWikiA^uo a^g^^do I^i^^tto Trimpho da
1 ME1
Em tem pos]modorto: nenhum descubri-
mtato opo uromaior revoluco-nb modo He
tarar anteriormente ero- voga doque o
KITl.iL DE aattlIfA!
TANTO m TRATAMKflTO
DA
Tosse, Crupo,
Astliiaa, Thisica,
Yooqaidao, ttesfriamentos.
Bronchitos,
Tosse Goifvulsa,
Dores de Peito,
ExpecturacAo de Saogue.
fomo em toda a grande-serie de enfermi-
dades da Garganta, do Peito 6 dos
ArgttoM da reNpl*a?Ao, que tanto
aavinentain e fazem soffrer a humanidade.
A mam-ira antiga de curar consista- gerl-
raeot? na .ipplicaeao de vesicatorios, san-
aras sarjar ou appiicar exteriormento n-
tenlos fortissiirios compostos de substan-
cia* vesicantes, atim do produzir empolhas ;
i/Kdiflerentes modos de curar, nao faziam
sanio enfraquecer o diminuir as forjas do
pnfce doente, contribuindo por esta forma
d'aii maneira maisfcil e certa para a en-
fa-raidade a destruicSo inivitavel de sua
ctiioa Quam differente pois offeito
adraeravel to
FEfOBALDSAflACASUITA!
foi vez de irritar, mortificar ecanzar inau-
ditos soilrimentQS ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Alliviaa irritacao,
Descnvolve o entendimento,
Fortifica o corpo
o faz com que o sj slema
desaloje d'uma maneira prompta e rpida
ateo ultimo vestigio da enfermidade. Os
aelLeros votos om medicina da Europa, (os
cafe dos coltegios de medicina de Berlim)
tesSicin serem exactas e verdadeiras estas
waaa.>s analgicas, e alm disso a expe-
rieocia de mudaros do pessoas da America
l.!:~|-..:,lila, as quites foram curadas com
' r.raxilhos remedio, sao mais que sulli-
aenfes para sustentaren! a opiniao do
I'EITORAI, l>E ANAUAHl'ITA I
Have-se notar que este remedio se acha
avamente sent do venenos, tanto mine-
Tae?, como vegetaes, emquanto que alguns
rifases ltimos, o particularmente aquelles
sao dados sob a forma de opio, e aci-
Ikydrocianico, formain a basedamaior
is Xaropes, com os quaos to fa-
nte se engaa a creduli lade do pu-
M>o>. A cotnpo3Mlo de anacahuita peito-
1 -so linda e cariosamente engarrafada
*a rn ts da medida de cerca de meio
/ iHIn ca la ora, o como a dso que se
art s Tuina colher pequea, basta
jkali i1 applicaro d'um ou dous fras-
ra a effctuaco de quaiquer cura.
\< iia-su a venda em todas as b ticas.
- vi A (',., agentes.
Para a )x>accMiserva(^ao
uv.
TOSSO CABELLO
L>'- -: iirn preventivo seguro e corto contra
a ealvice.
I> d e restaura forra e sanidade pello da
cabera.
Ufe" i!o prompto faz cessar a queda prema-
toro dos cabelles.
H>.'d grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
Efe doma e faz preservar os cabellos, em
.fjalquer forma ou posico que se dese-
jpy n'um estado formoso, liso e macio.
F faz crescer os cabellos bastos e compri-
eios.
Efe conserva a polla o o casco da cabera
Hampo e livre de toda a especie de caspa.
fSti previne os cabellos do se tornarem bran-
a>>.
f. conserva a cabera n'um estado de fres-
tura refrigerante e agradavel.
'o ; demasiadamente oleoso, gordu-
ratl> ou pegad ico.
F."i-"o deixa o menor choiro desagrad-
is!.
E v o rnelbor artigo para os cabellos- das
atancos.
IBso melhor eo mais aprasivel artigo
jer;-. a boa conservado e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
E&; 6 o unico artigo proprio para o pernea-
do dos cabellos e barbas dos senliores.
NOHL'd TOl'CADOR DE SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEMO
TiNIGO. ORIENTAL
u ojoal serva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Arfia-se ,1 venda nos estabolecimeotos de
H. Fbrster & C, agentes. E qm todas as
riueipaes lajas do perfumarias e boticas.
Livros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguintes obras do direito, historia
e litteralura, por commodos prpeos :
Pardessus:Oroit ommerciaL
Villiaun: Revolution frincaise.
Louiz Blanc:Histoire de dix anns.
Vattei :Droit des gens.
Ventura :Le Pouvoir public.
Porters: Conre de droit naturel.
Kluber :-Droit des gens.
Rogron: Code de comraerce, ,
Nesta typographia acharSo essa9 obras para e-
r em vendidas.
7
Em faindas de gosto
- KA
LOJA E
ARMAZEM DO
Ruada Imperatriz N.
PAttO

SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtent-se com t uSo .,
DA
INJECfO SHOST
nica, higinica,radicalemfallivsl nca-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes o chronicas; e que
offerece como garanta de salutarea resultados
a continuada applicaglo que sempre com' a
maior vantagem se tem'fito della nos hos-:
pitaes de Paris.
nico deposito para 6 Br&sii j1 Bartholdmeo51
& C, ra Larga do Rosario n. 34.
dtci
IL
Xarope d'agtia" do Tara
2gW5oo; I^O.-SOd^Org.
0 Pavao reCebeu-Umbnlhan sortin
' k maU lindes;gfanatlifis preta:eom doli-
? cadas Iistras da cOrS roPeta r ven^ pelo.
sShuto m Cm P n ^^ ^ d"mm ^- ** l^ ^
vlnS^t,. "fc .*.--* *--, das de**re5 8* ^miudln^^m utf
vende-se-na pharmaeae!tW*anSeBar- A A. jaftn ^tstiiui ~<*T~ja n:.
Antigoe ^!il7d0'^^^ "TtBo recbeu^ml,aU>ahft sovthne^
cura das molestias dos igaos re%frMbris
como a phtysica, bronchites, ''aijma; etc.
pharmatfa ?$
tholomeu & G., ra Larga do Rosario n.'3i.
f Itaralissiiiio
Basquinas e casaqninhos de seda ricamente en-
feitados e em muito bom estado, para snhoras
meninas a 7C0i).
Pechinchs.
Chapclinas e chapeos do palha; yelli^dp e seda
para senhoras e meninas, por prfs b'aratissimos
de it, : e it-
cadas Iistras de corSffj)feta9)^o vende pelo i ExniaS.''Sras. paravfem o que ha de mais
' WltfdensArtigo.
^brMVtes para lencoes.
s cor a IJS2W stJWO^ c>>a^du^ Ditas O-Pa^ao vende sitperior bramante de al-
pretascomli*as-desedaroxat800. Di- godo, tnJb'lJ>Btaios" tas pretas com fistrasrlaranca, tous^ ver- precisa fteE t/l vara "pata \im lencpl a
den 840 re. oenvado. Assn-cmo boni- lj(00 o metro ou 1^800 avara.
tasbarejes deSedi^JA/a vestidos conras Dito daliuho fin^superior e muito en-
mms nadas'Cpes a 1*000. t'-pecbinoha, corpado-, tnftt' mesma largura a 25?iOO a
na lojado Pavo. i vara.
POUPELINA A119600 E 2W)00 O COVADO. J .Ditos francezes muito
O Pavo recebu um elegdtte strtim-antp
das mais lidas poupelmas de seda eom os
Anda pechiricha.
BaI5es em perfeito estado para senhoras e me-
ninas a IJUOO.
Para acabar.
de
Riqnissiraos cintos cern' tacos e sem elle e
gostos muito chiques a 400 eWO rs.
ntremelos e babadinhos a 400 e 500 rs. a peca.
Saias de la para senhora, l.
Estas pechinchs s se encontram na loja do
Passo, ra l> de Mar?o n. 7 A, ahtiga do Crespo.
Rival scni segundo.
fheg rain agulhas para machinas, do fabcante
Crower 4 Baker. Duzia por 2*000. .
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e me'hores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 3*. -j
Moraes & Irmo
Em sen escriptorio ra da 'Madre Deus
n. 5, 1. andar, tem para vehderpr prQo
com modo :
Vinho do Porto supetior engarrafado.
Cerveja Bass.
Cha verde miudinho'de superior quSli-
dade.
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louca de Sebastiao Marques do Nasci-
mento, vende-se cm porces -grandes ou a reta-
tho todo louna existente na mesma, por precos
muito diminutos por ter o mismo proprietario
de fazer urna viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os freguezs que precisar
de se sorlir desics artigos, apresentem-se quanto
antes.
Hesperidina
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmos &
C, na do Ainorim n. 37.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavo vende tinissimas cassas francezas do
cores com os mais delicados padroes, por terein
um pequeo toque de avaria do agua doce, pele
barato prd;o do doze vintens o covado. pechin-
cha : na loja do Pavlo, ra da Imperatriz n.
0.
Bandcijas
Annral. Nabuco & C. vendem bandeljas de me-
tal envernisadas, e de verdadeiro charo. de todos
os tamanhos, para ch, copos, bolos, etc., etc., e
um completo sortiment i de balaios, cbazes, etc.,
de viine, e rotim para llores, costuras, pao, etc.,
etc. : no bazar victoria, ra do Baro da Victoria
numero 2.
J chegaram os maravilhusos fogos^ftill"
ciaes da China, para serem soltos nos salSes e jar-
dins: caixinhas com variado sortimento e a pre-
cos desde 203 at $0 cada caixa : no armazem
n. 1 do caes da alfandega.
k
pr^a#>9^dest!eimp^rtftrttfr'i^bel>cimetrtt)}-parttcipam ao respeitavel publico
tde 6 asscusnortlerosos frelrezj'^ue"s/cabam de rei-eber pelos ltimos vapo-
res d EWopa,. um grande sortimento aas i*s bodas- e mais .modernas fewmdas de gosto
i.1""-!!?. pl)antsia Para vestidos-de seobores e meninos, assim como lambem um grande
sortimenlb das aalhoTes-Tazenas'de leiy que se-velera por precbs muito wn conta, s
com o fim ds apurar dinheiro.
As pessoas.qiie'-igcianr'em ^piena"'ceala,-tiestR estabelcimhto pbderb Taer
os seus sortirn'ntos^ {tofq6,sB Ihs ende'r pelo*preeos que comprara as casas estran-
aimrle todas as-fazendaasfedaoiflostrsVReliando' pebnr, mhdam-se levar em
. -casadasExmas.-faraibaS pefcs eateiros.
Uatt^stabelecimaiito' est estaStemento abertb 'das 6 horas da manhj s 9 da neute.'
- BUAN6 A 6000.
O Pavao recobeu pelo ultimo :vapor de
Europa^- bnrnoos1 dos mais lindos gostos
qu at hojflsao eouhecidos e em relaro .1
s excessiva- barateza, convidam-se as
*tr i *!-
MKM
Taverna.
Vende-se a da ra Oirefta n. 72, tem poucos
fundos, e bem afreguezada : a tratar na mes-
ma.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para lato, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livramento.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. apega.
Vende- se entremeios, tiras e bicos bordados a
retroz, preprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de enanca, pelo baratisino preco de 300 fs.
a peca na loja das 6 portas em frente do Livra-
mento, daose pecas a inostra com penbor.
GRANDE NOVIDADE
Santo Antonio, S. Joao e S.
Pedro.
profecas illustradas
tifeCQoes de novas sortes iufallivels, contendo
caiacu:iecco 64 cartas, onde se acha-n estarapa-
*m cari -aturas eaarar.adas e espirituosas sortes
Vs*aKlas aos divertfitientos da uoites de Santo
Aafcoio S. Joaoe-S. Pedro. A cala collec^ao
arunpauham urna tabella e urna explicflu para
jncrji Achamse venda pe) diminuto prejo
> 25 as segninles casas : livrarias franceza,
rirorsat, eoMWuiwa, industrial e acadmica ; ra
Bono ns. 20, #> e 63 ; ra do Imparadpr n. ti ;
m ab Crespo.n. 23 ; arco da .Conceicao n. J, e
r 8 de Sovembro, aruiazepi, do .pires.
Grande pechincha.
Popelina de seda a l|o
covado
Sao gostos muito bonitos e muito boa fezenda
e nao tem defeito algum ; oaQ.jnlgueTi que, por
ser barato fazenda ordinaria : qiiem quizer po-
de mandar buscar as amostras, mandando penbor:
na ra dalmoeratri' n. 56, loflfda Rosa'Branca.
La/inliiis estezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lizinhas escocezas, padroes inteiramente i no-
vos, pelo diminuto preco de.-80 rs. o oovadp,
pechincha e do-se amostra b> leja de GuijefV
me C. da Cunha & ('.
;Y^nde-se
urna eserava preta, excellene cozinheira e lava-
deira, sabenattraWra engommar, eom urna pitia
do 9 anno de dade. tamben preta, jVlnda recen-
temeiMo do, Maianhao : qnom pretender compra-
as, fli rija-a e roa da Imperatlg' n -^8. ,,,
Vende-se ara liado casal de pj
r Drecs ommedo : nx'tffH
| tr'iz n. 54, loja.
\
mpfera-
mais Irados desenhos e mais bonftas-edres,
que vende a WW0 e600.
SEDAS DE CORES A 2S00 RS.
O Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sodinhas de urna s cor cora
delicados d osen boj miudinhos, que vende a
\$$300m C-. vfcdi.' Titas coia tstriahas, mui-
to bo'fazehd a'2j5000. f-pehincoa, na
na loja do Pavulo.
CAMBRA S ABRTAS A 9* E 10-3100
0-Pavao receben\telegante*aortiiftnto
das maisfiuas cambraias brancas alienas,
bordadas para vestido, que-vende pelo barato
preco de 99 e 1055000 o corto, teodo fazenda
basiante para vestldi. E' pechincha, na loja
do Pdvio ra da Imperatriz n. G0.
LA2I1HAS- BORADASA 400 RS.
O-COVADO.
"0;lPaTp rebeben um cegante sortimetto
das mais lindas 13'zinhas transparentes com
Qorinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
de pelo barassiroo prec> de 400 rs. o co-
vado. &' paciincjiai na loje do Pavo ra
da Imperairiin.'-60,
LAS'MODERNAS.
O Pavflo vend um bonito sortimento de
lzinhas listradas sendo das mais modernas
que tem yjndoao mercado, feto baratissimo
preco/de 960 < <>00 e rs. o covado. E' pe-
chincha, na rb|ii do P*v3o Fu da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS I.AVR4DAS A 640RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo prego de 640 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do.Pavo.
CASSAS FRANCEZAS- A 600' E 040 RS. O
METRO.
O Pavo reeebe um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas frah ezas, de cor,
cornos mais bonitos desenhs miados e
grados, lendo padroes oscuros e outros quo
servem para luto, e vendo a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 1200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com Iistras de 9eda asetinada, sendo
as mais modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos precos de 640 rs e 1#200.
Assim como otitras muito bonitas com Iistras
sem ser de eda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao mOdetHiissimas. E'
pechincha, ha loja do Pavo.
hilas a AO. MI, 3SOo360 rs.
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas decores fixas, que vende pelos bara-
tos prec' s do 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas minto finas padrees claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de crctone, fazen-
da muito superior a 30 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores,' midinhas, proprias para
roupa de mancas a 360 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pav8o.
IluIti*las a 500 rs. O covado.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais modernas bnptistas de cores com
padroes miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianza, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. >o ovado, afllangan-
do ser gratule pcobincha I
Coree vldade, a J-OOO.
0 Pavo recebeu pelo ltimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo faenda
sufficiente para vestido de quaiquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tero
vindo ao mercado, tpela sua excessiva ba-
rateza torna\se redomiendaveis s senho-
ras de bom gosto.
: Ditos com babadns de cr, tendo UO me-
tros de babad. s a 95000. E' .grande, pe-
chincha, no Bazar do Pavio & ra da Impe-
ratriz IU.A0.
CORTES DE CAMBRAIA ROBMDeS.
O- Pavo recebeu os mais ricos cortes d
cambraia branca bordados para vestido, q
vende pelo barato prfge He 20$ e 305JOO,
CORTES DE CAMBRAIA. BRANCA.
O Pavto rc*beu.ni lindo oorte de camrj
braia branca ora, Iistras assetinadass que
vende pelo barato prego de 6JP000.
Ditos com, Kstras'de edres, tndo:8 vara*
4*e 5jp0. E'pchincha.
- Esinyr
^ ^C?? f^bjjufa.al'ande sortimento
de espaffilhos tanto para senhora como para
nrim',nw RVle:.pk) .*ta|D jprego do
3000.
Ditos rauitf('fi#osia :* e^po^O. SSo dos
mais modfraos '.qve tem viudo ao n)er-
cdo.
finos a 2#500 e
3^000.
Pegas de Hamburgo e panno de linho, ten-
do c >m 20 e 30 varas para todos os pregos
e qualidiles.
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
jardas; pelos pregos mais baratos qre se tem
visto.
Pechinchs de flnissimo esgui i ou silzia
com 6 jardas a 79000.
Pegas-de finissima silezia com 30 jardas
a 35S000.
Atocinado adamascado com 8 palmos de
largura a 25000 a vara.
0 Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figulinos e cm fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vonde-so por barato prego para apurar di-
nheiro, ossim como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAINHADOS A 1JJ800 E 29000.
O Pavo vendo duzias de lengos brancos
abainhados, sendo fazonda muito boa, pelo
barato prego do 25000 a duzia.
Ditos tambera abainhados, com beira de
cor a 19800.
Ditos grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 39000,
Dito de cambraia branca, sendo em pega
a3600.
MEIAS CRUAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiascruas, ia-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 69000, 79000,89000 e 109000,
e um grande sortimento de tocias inglezas e
francezas, para senhoras, que so vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO FRANCEZ a 69000 E 79000.
0 Pavo vende pegas do madapolao fran-
cez, que sempre se vendeu por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
69000 e 79000, por ter feito urna grand
compra. E' pechincha.
Algoduoziiiho a -l-rOOO.
O Pavo vende pegas do algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49 e 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas e lenges a 69000 e 79000.
CAMBBAIAS.
0 Tavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25300
3D000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 55 e 65000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PABA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas de guarnigao e para so
f, que se vendem muito em conta.
COl.XAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavao vende eolias de crochet proprias
para cama do casal, pelo baratissimo prego
de 65 e 85000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SAIAS
a 45000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PABA SENHORA, A 55000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Prera da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas quo ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por um dosmr
Ihores fabricantes de Paris, e vende-se pelo
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59,. 6 e 89000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos prego,
de 29000 o 29500.
Ditas com euarnico de nreeas e borda-
<* a]S0.b \ \ _,
A|s4Uo *irestdoa*13tf6 a
vara. l
0 Pavo vende olgodao americano enfes-
tado e mujto-eneorpado,; proprio rw toa-
^IMSe lep0fa, pelo barato proco e ftboo a
vara.
litifraneerendo traoeAdo c milito en-
j Befado, petoi fe&rattssima- prego d 1#I80 o
metro. I 1 Cn*.einlMaMM ^|M0.
ti ^Mid^ WeWfWs'^^BftntWlTante.
' t,"m9Aft*fldajii!6 5<*?l'ft)rlfite%emr
re se vuilea potr msValMbiro, e liqi-
4A7|WH Apurados vapores locomoveis, de forga
de 2'/j e 3'/a cavallos com todos pertvngas
precisos para tratolharem 4 maehiuas para
algodo, ou para outro quaiquer raister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas de niadeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Gu&rds-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
56 aItoa o Mrquez de Olinda 56 a
(MKr'or* rna da Oadeda)
LOJA UE
Sendo.este ango estabeleciraeuto assaz oubecido como principal
dado pelos grandes depsitos e bons sortimeutos com que sempre prima en lar
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas aarrlcattas p
dilo, desde 10 60 raj*. e liaveudo era todos os tanunhos diversidad^ de ijiai-
mas e melhorarrrates / par^ pfenl$ir> o rpido desCaroflammio f tornam-ta digna* V
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enotttrar.
tambera mais :
t*
Temos de bandejas fiuas.
Corren tes para arrastar madeira.
Cylindtaaaaieaaua para padanas.
Pcrtetiras vtilsos para machinas.
Salitre refinado.
Brcu superior.
Mbiuhos de diversos fabricantes para ni'
lho e caf.
Dehulhadorcs para milho.
Azaite de snefiMtaw para achinas.
Camas de ferro.
Bombas da Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Calinos de ierra esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferrciros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que s avista e neste estabclecimento poderao
examinados.
Pede obter em ponco lempa com o neo1 do tteRtor dos licorei i
Faz"oito ancos qne conhecido esta precio) tonteo, a e diflkil sthar orna
qua, tendo experimentado pessoalmente, nio falle em eo hvor, i coa* boa <
a apetisarlor, tomando om calix della antea de jantar, od como faci'itador da
tomaodo -se depois.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nio ba om f habitante do BRASIL (a i
especial das iaraojas) qne l3o conhoca as propriedades medicioaes ds atorada froeuv
ora bem, a
LARANJA IlUG
em sea estado natcral tem om gosto poooo agradavel, e o mrito da Hesperidina <--
siste em reter saas boas propriedades, e ao mesnpo lempo rpreseob-ia como
EXQUISITO LICOR
A HESPEB1D1NA como INDUSTRIA NACIONAL lSj La nada qce iovtpr .
melhores importacSes eoropas de citbegoria seaeihante. Estas, fnand<> i< -uto, -, 5b
?er (icstosas, porm Hesperidina s combinacio perfeits ''o
AGRADAVEL E SADAYEL
Para prova d -ae om art-go no qnal pde-n ter inteirs Sjwiaat> Por PQr*
e innoceDte, basta dizer-se- que loi plenatnerte approvstla t soloh^ads pela
JUm DE HYIEHE
do Rio de Janeiro, peraiitindo sua livre elaborago no imperio; ootri
BOA PKOVA
a acceitaco geral que tem em tudas as partes onde spresentads. Em I r>* estaba
lecen-se a primeira fabr'ca em Rnenos-Ayres; em 1S69 a seronda va Montevideo; t
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaugerou-se a fabrica qi.e aotcalat-.^
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a asta do Pacifico tea boa acce.ti.io
tanto quo rara a casa qne considera completo sea aparador sem oms g mfa da
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 homom doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
O homem dbil toma Hesperidina para obter
FOMaUpA
Ncs bailes as donzellas eos mocos tomam Hesporidma psra oblar boa cor
?nimacao dorante os loncos gvros da
BARROS JNIOR & C, ra do Vigario Tenorio n. 7, I* indar, recebersa mu
grande especifico, e vemim-no nos depsitos segniote:
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperslriz.
Zeferino Carneiro, rna do Comroercio.
Marcelino Jos Goncalvos da Fonle, roa da Cadea n. 1.
Antonio Gomes Pires A C, ra da Cadea.
Antonio Gomes Pires d C, caes ii de Novembro.
Gomes A Irmo hotel da Passagem.
CEMTRIFHC.O ___
Acaba de ser espermentsdo no engento Fragoxo o tppsrelho psrs ipvaaJaT a-
sacar pela syttema Centrifugo.
0 PROCESSO
E' mnito simples.
Tira se a meladpra das Usas de coser, bolease dentro de qoalqoer vasaa para
:oalhar.
Logo qne estoja coalhdo passa-se para o apparelho em partida a 3 l/S arrobas
Je cada vez.
Snd > assim ebeio e posto em movlmento, dentro de 5 m nato* tari af
aroinpto e em estado de'"ser logo remetido para ser vendido.
0 resultado
Foi fatfer-se de 4M/2 pes de assocar 21 arrobas de sumnos I.* sotte. O
sxtrabido pelo spparelbo tendo sido em nada prejudictdo pelo procewo qoa soflrM, ai
^indo mel d'engeoho e ni mei de furo,: prestoa-pe sver oavaasaa atiis,
jpparelho assocar deqoalidarje e poocanoferior ao do I.* processo, dando
mesmo as formas 13o bom resallado como se (osse pissado logo das tua para
tras, aprovitsndo-se assim mais metade di me I doque com o en
Sendo t3o evidetate as- vantagens prodatWWpOf semelhyai
Jera s'r verificado pelos proprios sehhores d'fO'geoho. fespettm or
ipparelho, depois do risco que c<-rrerini com semelbinte experiateis, i
ecgSodos ilUislrados seobores d'engnho.J

^ *


\\
Diario dPemambucoi SalWo- lrMrtiJjwfcft -UK4U;



y
EUNDI'CA DO "B0W.A-Ifl
M BRUM N. 52
e empregado res de m
(Pissando o chafariz)
PEDEM AOS sfto^pres de epgenho e nntros agricohares,
^ioismo..*o (ayqr..dft uma visita-a seo estabelecimftntu, n-a verem o iiovo eori
scoplelp que abi teta; sendotudo superior en qnalidade e foriiio; o que com. ds
oecio paaa.)aUod^B jariHow.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
)% S FOd^-S d.'fl.P'fia dos mais'moleruus sysieojas aera ta
** JO manbos conwnieutes para as diveras
orwWiKiM.daifleobore propietarios e pira descaroctr algodao. jf-
HOSd^S (8 CMHiav d9t0d0S 08Umanh08 asjueiores que aqai
exislem.
Rodas dentadas t"'*****^'
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Hachisismos
Bombas
para mandioca e algodo,J
e para ferrar madeira.
Podend.o* lodos
'ser molidos a mo
'por agoa, vapor,
de paitte, garantidas........ fou animaos.
Todas as machinas e pecas de ,ne 8e eos,oma precisar-
de machiuismo, a preco
Paz qualquer concert de machiismo>a p"f mui ^soMido.
FormaS de fflrrO ,ea-a8-n*'*101"63 e i-3'* baratas existentes no raer-
C3<1Q.
PtI OfiYI 7! ATI 5 Q lacumbe-se de mandar vir qnalqoer mach'nisroo i von-
uuvuuiuouuttai ude d()S dientes, lembrando-lhes a vantagem de Mima
as compras por intermedio de pessoa enteodida, e que em qaalqaer necessidade pode
be$ prestar auxilio.
Arados americanos "" ^i.
RA DO BRUM N. 52
le,
MIUDEZAS.
40
Soares Lcite & Irruios, pedem as Exmas familias desta cidade, para virem sortir-se
de ara completo sortimento de miudezas e perfumaras, por presos baratissimos. a
aber:
Caixa de peonas Perry, a 800 rs.
dem idera, a 400 rs.
Caixa de envelopes (rajados de prelo, a
500 rs.
Leques para senhoras, a 25000 e 45000
dem idom de osso, a C5000 e 85000.
Indispcnsaveis de couro da Russia, a
105000.
livrospara notas, a 320.
Redes 'afeitadas, a 15300.
Duzia de collarinhos borJados para ho-
mem, a 85000.
dem idem lisos, a G5000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida vordadeira a 15300
Idemkananga do-Japo, a lfi200.
dem divina, a 15000 e 15200.
dem idem Magdalena (novidade) a 15500.
Frasco com tnico oriental a 15000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
dem idem antique muito b im, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 15, 15500 e 25000
o frasco.
Caixa de pos para dentos, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 15000.
Ma^o de Jabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duiia de sabonetes de amendoa, a 25500
e 35600.
dem de sabonetes deanjinho transparen-
Caixa de linha branca muito boa com
novellos, a 500 rs.
dem idem de marca, a 200 rs.
Mac.o do fita cbineza, a 900 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial, a
180 rs.
dem em r-arritel de linha branca, a 320
rs.
dem iJem carritel 200 jardas, a 15000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 15000.
Abotoaduras para collete.(sao baratas), a
200 rs.
Duzia de pecas de trancas caracol branca,
400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas, as cores e largu-
ras.
Ideai idem de sarja idera idem.
Talhere&cabcde viado (imitacAo) a35000
duzia.
Duzia dc-baralhos francezes canto doura-
do, a 35600.
dem idem beira lisa, a 25500.
GrinalJas para casamento, a 25 e 55000.
Garrafa de tinta roxa extra-fina, a 15000.
Caixa de botes de osso para caiga, a
200 rs. .
Coques modernos, a 35500.
Mago do tranca lisa de cores, a 210 rs.
Espelhos-toucadores, a 25000.
Resma de papel pautada e liso, a 25600, tes, a 25200.
W60O, 35500, 45000 e 65000. dem de sabonetes
Caixa de papel atnisade, a 600 rs.
lem:idem idom boiradourada, a 800 rs.
GtH de envnlopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas de pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glycerino transparentes,
500 rs. e 15000. Chapeos para senhoras e meninas.
com flores? a 15500.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray o Geli Frres, pro-
15
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento do bollas de borracha e calungas
ios objectes que se tomara longq mencionar.
por baratissimo prego, e mui-
28 Rira do Iteran da Villora 28
LIQUIMCO PARA ACABAR
DE
ROPAS" BITAS X MZENDAS
Ba
DO
rao da Victoria m 24
NICOS AGENTES
Hilado too da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as-melhores do mundo!
Ka expofigSo de Taris, em 1867, foi concedido a
Elias Howc Jnior, a medalha de our o a eondecora-
go da Leg20 de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Cuidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalhu de-ouro na eiposwo&o do Londres acreditam
estas machinas.
COMO SAO LI\D0S!!!
i Os,lwues,,jodQs. de roadxepere*a,_ bra.icos.e de
Cares, e que. frasea o dsticoIJNIAO em lettras
tambem de madreper :la era alto reley, t>r-
turao-wjor wlo apropiados para noivas, a NO-
VA ESPERANCA ra Huqiw deCaxiasu. W
(au(iga> d QuoidukIo) quem os teiu.
Sao de tartaruga
1 Os brincos, broches; meins aderegos, mises,
coraces cassoletas, que estao ox|tos(as ln">a
escolha das Kxuias. (amantes do cliique) vende-se
na Nova Esj'cian^a, ra Duque de Casias
n. 03.
Aos meninos
A Npva Esparanra ra Duque de Caxias n.
63, acaba, de recebar um lido sortinicuto de no-
necas de muitas qualidades, vrado entre ella a-
engracadas bonecas de borraelia, assim tanitmni
una pequea quantidade de bonecas prctas que
se tornaui apreciadas pula ua novidade.
A 90S000
de ambos os fios, o que se noconsegu-
C:ibd-nos o dever do annunciar que a companbia das machinas de llowe de Nova-
York, estabeloceu nesta cidade ra do Barao da .Victoria n. 2, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se. tondorem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas macbinas sao justamente apreciadas pela perfeigo da.seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidadode linha que (fffalffUef'u'i',
e pela inlroducgao dos mais aperfoicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as stgymtes:
Frimeira.O publico sabe que ellas sao dradouras, para, isto prova ncontestavel, a
circumslancia de nunca toreen apparecido no mercado machinas .d Howe cm segn:
da mo.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo,
Terceira.Ha nellas menor friego entre as diversas pegas, e. meyos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fura fcito mo.
Ouintu.Permitte que se examine o trabalho d
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira,,a,trav,essaailo_, o fio de.utn outro lado,
e logo em seguida, sena m'odioar-se ra teosao da linl*a, coaem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maiorfaq!dade,quap-* se tcm de mudar
de agulba ao comegar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de macjjinasde coBtfjra, tfli.tido pocas,, de grandeza e
decadencia. Macbinas outr'ora populares, sao boje qusi (baconliccidas, outras suffrerara
mudangas radicaespai-apodqrem substituir: entretanto a compaplna, das.malc/rnas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, meste^em artos .mecbauieas, tem, constantemente
augmentado oscu fabrico, e boje nao alteado a prtxupa, post,o que, faga , pordia.
Cada machina acompanhalivretos com instruegoes em
A 90^000 A"" """
SOARES LEITE, IRMAOS
A't
do Baro da-Viieioria n. 2&4>
Ebem ut
A Nova Esperanca na Duque
63, leceben verdadeiro cimento inplez.
de
Caxias n.
prepara
gao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas veies um vestido torna-so inteiramente
feh), somente p,ir estar mal enfeitado : a Nova Es-
peranza i na i uque de Caxias n. 63, reinove
oste mal; pcrqiii! est bem provida dos melhores
galoefi e franjas de todas as cores, onde pode es
colher-se vontade sobresalilndo entre estas as
modernas franjas meaaieas, i|ue pela sua varii-da-
de de, cores, fiea bem em quasi todas as fasendas.
A ella antes que se acabeiu.
Bolas de borracha
Vendem-sc de todos os tamaito* ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Cabellos breos s tem quem
quer
A Nova Esperanca hit Finque de Caxias n
63, acalia de recebur a venaadflin tintura l Des-
nous para lingii os cabi'llos, a que se consegne
(eropreeando a) com muita facilidade, e por e-te
niqtiyo, cabellys brancos s tem quem quer.
Estdo na moda
Os cinuKes de couro, pnqirios para senhoras,
qne recebeu a Nova Esperanca ra Duque de
Caxias n 63, cstao, sim. scnhoVa, esto na nmda !
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirotos cravos bian&ts para o vosat cisamcnla.
ou pasa onlro lm apropriado, e necessario ir
Nova Esperanga ra Duque de Caxias n. 63,
que al encentrareis os mcLorcs portt b.vqntls
que se pode desojar.
Talagarea
A NOVA ESl'EIlANgA i ua Duque de Caxias
n. 63, vende talagarga para bordar sj de todas as
grossnras_________________________
- +
BAZAR DA. RA
lURCIUQ OAS N. 5ti,
Este cstabelecimento sempre solicito -ena: offerecer a concurrenicttdo respeitavel pu-
blico um complet sortimento de miudezas, tiahjaiu francez,'cbapop equmquiharias o
pregos os mais razoaveis possiveis, para o qo i^ebol qilai tw^s oseu8artigr>s de-pro*
pria encommenda da Europa e America, verfldartiubiclateidealguns-aptigos por eujos
pregos bem se pode avaharos pregos c oirW<>s.tw#rK qua-se tornatria qnadoAbo- pn*
blicar.
MIUDEZAS. I.' lftEAa
Brincos ditodo'dito por 39506-,
Bu toes-do setim pn tos oedres, a 806
L paFa bordar, da melhor qualidade, 1
libra por 5?50.0.
Agulbas francezas, fundo dourado, a cai-
xinba com i papis a 60 rs., %iO
Voltas de fita de \t-Vr' u>u tinaos co-
ragoea,fingindo m-.i.epui'ola, a 500.rs.
Voltas, para o pescogo, fingiBp 'caiuafeu
tncos seine-
NOVA
N.
2 AUna do Oabugr^. 2,' A
,DE' ......
MUttAfrM t H141r ,
Aehando-s^corapletartterrter'Jieb>,mado este estabelecimento, e
' tendeos sais ^rdp'rWtaVtos-f^Krj qma importante- apqisje&a' de"
joias as mais modernas vhids"rr> mtrado^ ira qaalidaide* suporio-,
-ros, convidam ao respeitavel publidO"Paer mr-?isiaue>Sees*
tabelecimento, afim de apreciar e cQiftprr urna joia digosto por
proco razoave. '
compauhadas oom 1 par d
Ihanto, tudo por 25500.
Linha branca de 200 jardas, em carcteis,: ,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia<.
Dito de.dita de Alexandre, numeragiQ.aJ
gosto do fregetez, a i>j00 a duzia- .
Diademas doirados de 1J500 a OQOO,
Ditos de tartaruga com flores a 2~000.
Ditos com.liorboletas a 1?j00.
Brincos,encarpado3! par,por 50,0 rs.
Ditos de plaqutde 500 rs. a 2S>000.
Ditas dourados, duzia de pares, a i^oO.
e2JJO00.
Vojtas de aljofares com JjrinQos, a 2^.500^^
Ditas de ditos pm coragoasa l?W00.
Ditas de ditos de contas.com carletas, a
800. rs.
Rosetas do.plaqujt ,a ljft/j 155P0.9paj>.
Oavatas dcseda,para.senbo^as, de.'lS&Oft
2000.
rs. e tJSOO'* 'rnia;
Franjas brancas de seda d^-todas as lar-
guras, al?Oll0o l-7VW0o metro.
Ditflde^ores'e pretasiH8W,*s; e l$0OO o
metro;
&al6es pteto* de seday deimuitogosto de-
is, a 13JOGO-0 metroi
'CAli^ADQ BtfNMi .
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
i Btas-'dhaPdfr durMjuerWspcadas, canno
aho, a 50O0'.
Ditas.pretos eirffltadas, ultima moda, a
Parurescom2 lagos para cabeca o-peil!' Completo sortimento de chapeosinhos para
Ie4000. meoiua&MnfcjoiflSv
Ditas dita de^cores1,- canno *ilOjrfi3ldas,
a 89600,
; Dtnfr pjnWimetfiWH, protas* decores, a
OOtople* sortimeW'tfe oagiv - tnir, CIArWtv-iapetB'e'-tranga;' mais barato
10 % do que embuta- ^ualqier farte.
Ricos ch*bs><|e'f!fe!a ^Italh). para se-
bMM| a i PW/j
.' Dfts ditos ffllha scura^da-ohima mtKl,
a iwooo."
A Pfedilcrta,
no empenho de' bem servir aos seus frcpuuzs e
ao publico eui geral tem procurado prover-se do
Suena de mullior e da ultima moda nos mrca-
os do Europa para expo-lo aqui venda, cer-
tos de que os seus artigas serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar rtguns d'entre elles, como sejam :
ALDU.VS, os mais ricos que tem viudo a este
morcado, com capas de madreperola,
tartaruga, niarnm, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas pioprias para luto ;
assim como, um bon.to sortimento de
diUs de plaqu, obra fina e muito bem
acabada. 9
BOTE para pnaos, o que se piule desojar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e osso.
BOLCAS de velludo, seda, paltia e chagrn,
ha de mais moderno e 1 udas.
BIC0S de seda e de algodao, tanto branco como
preto, de variados dcsenlios
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito iicas e de. di-
versos fun tos, com msica e sem
ella.
COQUES a knllaio, o que pode haver de mais
bonilo.e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo -ortimeaM
capas de satisfazer os caprichos de
qaalquer senhora por mais exigente
qne seja.
PQaT-BOUtl'ET de madreperola, marfim e sso,
6 este um objectu indispensavel as se-
nhoras do bom [mu. afim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te denodoarem as luvas, ou uiaucha-
rem as deliradas mitos.
PENTES de ta,r,taruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te .sortimento de perfumarlas de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lub'in, Pver, sociedade hygienica, Con
dray, Gosnes e Rimel," que incum
bido da escolha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acbam-se Da
possibidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa d^ enumerar urna im-
menstdade de artigas, atim de nao mas-
sai aos ieiiures e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do i abug n. t A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e urgurio
IHENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratisiiimo preco.
FLOHBS. A Predilecta prima em conservar um
_ beao sortimeaU) de flores ao alcance
de qualquer bul .a anda que nao es-
a 3?P e 40.00.
Entremetas e bab,adnhusbordftdos(l,e. 36,0
rs. a 235400 a pega.
: Gales de seda brancos c de cores, de
13>500a 2^500 a pega.
Ditos de algodo e eo*^ de 1? a lffliOO"
a pega. IPp
Ditos de algod^p, a ipo, e 500, rs. A pe.ca.
Trancinhas 8e cores, a 100 eS'OOrs,^,1
pega--
Leques de marfim a 53 e 8J000.
Ditos de sandalfl,*, 49S^K
Ditos dB.mflfteJra imitaudo, a,,
Ditos deJpapeloesa .1J5800.
Coques para,seahora,,a'i^, 3J^0p Aderegos fngtndo coral, t^fnpipijlp-^ ^
FITAS.
teia bem rptecta de dinheiro.
ja bem sabido do publico que s na
..
de,.aabW-*-*iioo.
Cli|pto8:de'iol.dt.S(jla,inglcca,,cabo Je 1
oadH aui-taftOObL
Btos^dito.ftjHc-ivcai)Ocde!tntaJ .rani-
tobonaSa *55tf0i<
1 Ditos abtmese^a'jp4MiB9nbpra, cabo de
txe*a,.a)o*BOii
Dtttsifcto^asio.doaiaariinr.aiBatHW. .
DsVBBSsJg ausTifiO&.>.
Ufinatiine pararaschisp fawMiJa da ultt-
matanoda, son* listraSfjdaisodj. li't .0 co-
Pva*m'-
aHja^fte^racps.por 2J50,oq.
Dito dito,, prelQS. por jftSO'.
1 Ditos de laquet, cmpondo-e dealfihele
Ditos de pTaquet, componden
,e brw;o,,^ftndQ,|de jU^itp,

Ifinele
Predilecta que podem encontrar una
grande sortipieato de filas de setim,
tafet, yelJqdQ, liubo e de algodao, por
ebmtnodo, pref.
GRAMPOS de tartaruga', iniitaeao de-tes, pre-
tos e de cores, o que se pode desejar
de ais, moderno e bonito. -
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,.
lagos e gobnhas de bonitas cores, tam-
ben tem ara bom sortimento de gr-
valas e recatas para homem.
JBAOS, deiporoelana. e de vidra muito bonitos
1. para.ornatfts de sala,
Mei s de seda, de la e de algodio, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES.. Ritos Jeques de- madreperola, tartaruga,
marfim de Osso, os mais modernos e
por barato, prego.
! pellica, de seda e de algodio, para
homem e Senhora.
UfftOS para- missa, a PradiiecU aprsenla i es-
eolb o-respeitavel publico um bello
sorranto destes livros com capas da,
madreperola, tartaruga, marfim, sso.
velludo e chagrn, por preeps mn
raaoaveja.
Vasos de ciystal para U&dL
5 ra Baora, ama dif>uaKp
Cauas n. 50, r ceben bonitas fanifci^ -r^-
tal em par com ramafw dwistd n *, fg+
prias para arranjos de toiW, ele,
Anneis e colares eleetnooB
A lo a d'aguia tranca rus !>uqi- >
o. 50, rec< bcu nova rentata* us |>ranni
neis a colares elctricos, e continua a!
meaaalmeote, pelo que x>mpre otar
taaaoafectM
Diademas doui*M 1
A loja d'aguia branca roa Itont^ << On
90, recfltcu iMivamente bonitos (WaVm ^a
e enMtados comjK'dia- e ali loe phaut.isia. Tainbfiu i.-i.-Usu imm g pretos ou allinetes com flores para a flre,
Leques com U>u<|iiets e
tros cliiiM'/jtt.
A loja tTafaja branca i ma Dame >
n. SO, recesM urna neqnena ginntia*- da
bonitos loques com nouquets e
Cold reme para rcrivs.-sirtt
amaciara pelle
A loja d'aguia branca a ra Pjnnu a* T _-
n. 50.1. rebeu roWI mino dos aftnajn*s fiAnaan-
les l.ul'in, Legra"* Canray.
Diademas c grampoR de
ac.
A loja da aguia branca, inii!
Caxias n. 50, recebeu noramcnH U
mas e gra 1 poa a ac.
Bicos de seda pretot
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra o
Caxias receben, convi novalidr I
Mda reto c >m fl. n l aisna, 1 .unnaa.
les o pn-ti' rom encam..d o 1
para barias e outros enfc-iUs d- u
uadiiii', ou 111. dina, e oua-
immm Man *
tes. Pela e..miii(. lid.-e.lo dW | nani-M! nial :mii.id.i,.v e \- la nvida.- t;
preeriteij a uacaqn 1 1
Veas ou inanthiiiasp.vl
A luja da *,-iiia branca, ra d" \ ]nv
xias n. o, rocbeu bonitoa xm m maataaant
ratas is asna nana naans, e outr< a 1
crochc, e vendo a> polos I aral \
ti o 6*000. A Bvnk haa c e-ia < n
astado, pelo que c ntra kf j n Ja. **-
cao
Perfeita novidatio.
Grainjios con borbuIcUs, be; t*
tih >tus dourados a cnlorrba.
A loja da aguia branca, i. na 4 h v*r l
Caxias n. 10, receben iiuvos gramp'* >a>
boletas, booiite- c gafanli 1 -
perfeita novid de. A quantidade '
por s-o cm breve e ,-.,,' ai.i
Novas gollinhas ornad;.
pelucia ou arminl
A leja d'acuia kSVJMi na Diiiju- m m
50. receben una |ieqiieia qiu* 1
s novas faMM-aa, MWna >l
noitada> com arniinlio, obra? cla- d .
e iut iramente Mtas.
Grampos, brincse i.; .-
dourados.
A loja da agira 11 ana, a ma do Pa^a* V
Caxias n. 50, receb-.-u n>>vanMflli bonih |rn-
pos, brincos o NnaM Imln m
novos diademas de a.-n, c osan nanaa
-
na a vcnde-los p>r fefSBM tana
Gaixinbas com pos e plateados, para cal* Uv
Yende-se na loja da .-'.."lia Rrauca a r.- i
que d; caxias n. 50.
Luvas de pellica prctas c outras cores.
A 1 'ja da Aguia ItraiKa. i nia lhi<|.io d
xias n. U. r.-c-i! >. i -.. s
pellica, nrtnse saanann <<><.
Joaquim Jos Goucul*
Beltrao & Fhos
Teem iara vender 11 son cscri ri>
('nimnerc n. 5, o ar^uinn
AGURDENTE de cajn : caixa d. f (Hiadat.
de (aran a. idem idean,
ARCOS de iio para bar.il.
CAL de l.isfu'a. rccenieiiMBla rh | '
CHAPEOS de sol, para Ihhim-iu c arahura. 'A
de inarliut e I
PRIXES t' Im. pan |Jta.
FO de algodao da Baaia, na fabrica da 1 asm a
mendador Ped oa.
LIXHA de rorir.
03RASdo palela.
PANNO do algodao da lUkia, da abrka i -%
mondad >r Podr.i>
RETROZ de toda* as qnalidade*, da f -.
Peres e Ed.iard 1 Milita...
ROLHAS propiias pata ntica.
SALSAPAKKILH V do Para.
vELAS de cera de t>dos VINHO engarrafado do Porto, caixas d. I
rafa,
o dito Moscatel do Douro, idom ioni
dito Setubal, caixas de I e t dtriv
da lulu engarrafado, canta* d' i rw
rafas,
d<- Coilares superior, n anr. raHa
de caj, caixas de It gar afa*.
Malvasia do Douim, caicas rni l .t-
ranu.
t Carcavelkw, idom idem.
Jaii
Banosaifae ca3chl4M(ajaddiw^ 1 a iWW
9 2900diaa.dajaiak .
Diloa-aaraiaof, 3. MQOOi,-
Novidade.
Tpalhas.de linhfl-partfTOstoa lWOO'Cada
Tirt '' c
wWde 3'^i* fikotmm, a 040 rs,
CWxas-^ci^cMv?par:a' dt'eaSd,'-'
DiW H\taB6 tyneiim iUO'^kWlL?^^^ Borda*s ^ phantaria,
- ,i Httlbottisdaei dttas cara trameios para aenho*

!
'
aamaseW da'rmt-dlrapei'aaor'h. 4S I
.
Yende-se farinha de milho mi'm'rntiptt, ilii -\
riameot^-psiwipisaog^a'taavtqr) .gJUJBftijaia
rapwi
SrJt'J ,1
....... "i t'b ustl ; nbbbitiii.i.ni., 1 i.n ihh
Ameadoa eetafeitdas,arliR
... p
a-iii>OBSs)ui micesi
>tl
, I* araueti-' WsIqV* "rttt* do, imperador
n 14.
I er. barato'pre^o.
:'nakiloijOs)"^i"t.', (
ir\d.j> i .-li mu -|-..lii. ..-., fjn.v,,, m
I.''
'i
I lili '!
J,
A Prediletta, roa do Cabug* a. i A, acaba
!a.rq:eber,pe*ouuno.paquete ebegado da Eu-
fUnv^ell^sprtoe^de.curpjiosde cam-
,. brdadbs paja senhoras e meni
PW fii8 tamWBi
Sanio Anlouio. S.
e S. Pdra.
Amaral, Nabuco k C. veadem sortaa pata *.-
vertimentj e fe>teoa das nmite- de .ana* Anr cm>
S. Joao e S Pedro, svvtema TnurbelM ihmf-
belet etc, Sao as maia eatracada*onc i* %mm
ao mercado e propriai para sanVi; m asan
caixas de conMlos bomban- e lV-. t naa
Eroprios para illjminade cisaasaam, car. asa.;
a rna do Rarao da I icu.ria n. 1, Baiar Victana.
Insignias maetmiras.
Amaral, Nabuco & C avisara v* scu~
fueestao sti^iridot de fitas iwaouai aa dt
Eraos para os que qutaeiem asaist u
1 que costuma-sc a aicr l l ..j '
das respeitaveis 1 jjas aaoanicai ao da da Ja
abo.
Rap!
ftinma!
meninas, golli-
aas, bonitas calcinhas de.idiwraos
< transparentes para meninas, que
tapadintxtt
tudo vende
ii i,i i
' Mteg batida^
Yende-se. massa batida'de t-qnalind
yenae-se massa natiaa ae 1-qnalioade pi
gWa^lficiasaaeMrTR.a tihju, m dspotn
Pvanal
O rap pnneeta 4sbhaaV por Jaai f
da, Rocba no ttw dat/aneiro ha para ~
deposito 4 ra do ^syfio.a.7. I aa
alaciad* a.'fOu:.rs.
idaajuur*. : aq.ajmaaem >
'*il9ifQ7>.4e WvuQ,da pajw
Sai da
ora.


l o melhor de todos os fagos .so le obtem con
limalha de ac, de ferrro, de lineo, de cobre e
.que ;sa, 'snda.itor menos na pbar-
- iraria de Brtholomeu ft'C, 6. 34,
rio.
-----nUnatSnaalnttm^Nt
un.
A vender por ca o mt
viagem,
Um exeeueale puao da banca Zm+,
selotjpra perfeiio a*ada
Baraawnao JUinaO.
Atmuraa ru* do Boea lesas a..nV|
wan^



8
Diario de Pernambuco Sabbado 14 de Junho de 1873.
LITTERATURA.
A freira.
Eis-me n'um claustro sepultada em vida,
No horror das trevas me finando a so;
Inda to mora -no verdor dos annos,
Ninguem escuta minha dbil voi.
Longe do mundo, do ruidar das festa
Oh que tornimlos ralar-me o peito
Presinto as horas se cscoarem ttricas,
E cruz pesada me cubrindo o loito '
Crencas, que ca Uve em meu vi ver de moca,
Verde esperanca, que meu scio encina,
A mocidade, as lusdes, a fe...
Ei-las fauadas pela sorte impia.
Longe dos entes, que quera tanto,
Em 'streita celia de pezar eu morro ;
Que crime horrendo cominera... dizei-ine..
r'ra as-im li:iar-me sem adiar soecrro?
Kosa pendida d'um sepulchro beira,
Maldigo aquelles que me deram o ser ;
L fura alegres se divertein, brincam...
E vai-se a freir e pezar morrer.
40iitr'ora os dias mecorriam placidos,
To perfumados de illusoes em flor,
Que entilo julgava que dos c)s os anjos
Minh'alma enchiam de innocente amor.
Mas hoje, triste, na pr Chorando os tempos da passnda infancia,
Simo o inferno, o desespero, a magua,
K desfallece do sofTrar na ancia.
Hidente estrella de virgneos sonhos,
Ein que minh'alma se elevava aos coas,
Porque Ornaste caprichosa a virgem
Dos leus encantos envolver-se em veos
O* meus cabellos to luientes, negros,
Que tantas veies afagaei sorrindo,
Meus alvos hombros j nao beijain mais,
Nem vio do peilo o palpitar sentiudo.
Ki-los Miados... o que dr I que prantos I
Ao ver as trancas se rojar no chao !...
Ai! pobre marlyr... mas tarde... tarde...
Maldito o voto proferio ento I
Victima fraca de caprichos tantos,
Que assim mataram meu prazer, meus sonhos,
Minh'alma envlU as paixocs mundanas,
Quasi sossobro aos furacoes meJonhos.
Olhos, meus olhos, que fulgor nao tinheis I
Que mil requebros, que geiitis quebrantos !
Ou caprichosa respodesse amores,
Ou temerosa te ennuveassem prantos.
Pisosmeus risos... nestes labios paludos
E' impossivel... bem o sei... hrilhar;
Em m-io as trevas do infortunio ergueu-se,
Ondas revoltas d'um atroz penar.
Meus setos lindos, que adorava tanto,
Virgen sacrario da mulher formosa,
De que me gama neste horrendo carc're
Se ahi nao vinga urna s flor cheirosa? 1
Neste silencio sepulchralgelado,
Gotario o corpo deste negro veo,
Palpita anda o coracAo fogoso,
' E nestas sombras nao se eleva ao co.
Nao. nao se eleva, que elle quer e muito,
Que inda pertence neste mundo a alguem ;
Dei-lh'o crianza, quando tinha erenc-as...
La dentro um nome bem gravado teui.
Que importa a morte que aqui me deram,
Se nelle eu pens mesmo aos ps da cruii I...
No altar orando de joelhos choro,
E nestas trevas eu procuro a luz.
Oh neste claustro, sobre o branco marmor,
Yai-se-me a vida n'uma immensa dr ;
Quebremme oslaros que aqni rae prendero,
Quero em seus bracos ir morrer de amor.
Vdeme o mundo pertencer-lhe... embsraI...
Dei-lhe ininlialma de paixao accesa ;
Se a pobre freir fosse um dia livre...
Que amor, que sonhos de gentil pureza !
Embora, embora, palpitando amante
Profane o templo onde habita o Ghristo,
Na hora extrema do final suspiro
Vorao seu nome no meu peito escripto.
Perdao, meu Deus, se blasphemei... se louca
O vosso templo profanei demente;
Porni fui freir tem querer... sabis !
Mutai a pobre e morrerei contente.
,\n miiihas Area
Sombra de um dia, que sorris mente
N'um turblliao de gozos embebida,
Nao a ti que os innocentes carmes
Vo buscar entre a turba fementida.
Pana, pois, socegada, que o caminho
Se para ti de gozos ornado,
Minha lyra jamis t'ir insana
Buscar nesse teu mundo ppvoado.
Porm, vos, lindos astros de belleza,
Que entre seisenas dorms n'um co de flores,
Ouvi o canto meu nascido d'alma
Repassado de matoas e amargores.
A' vos, vs somonte me dirijo,
O coraco em luto, em ais. emdr I
Embora veja alm cyrios de crenca
No oriente fallando me de amor.
Nobres peitos que um dia j sentistes
A pungir-vos o espiono da orphandade,
Rele estes meus versos resentidos,
Estes versos gerados na saudade.
E nelles soletrai os meus suspiros,
E por elles pesai a minha dr;
Vos, que tendes na alma igual tristeza,
Vos. para quem a vida amargor.
E no asylo sagrado da indulgencia,
Na fibra" mais subtil do coracao,
Guardai da oven flores despersadas
Pelo spro cruel do fado vo.
Flores de urna alma quasi sem alltectos,
Que se banha a gemer no deslenlo;
Flores que as ancias da tristeza amarga
Fizeram desbrochar no sentimento.
Recebei-as ; mas dai-lhe vida e cores I
Luz matinal e doces slvoradas I
Da joven orph que soluca e chora
Nio desprezeis as vozes magoadas.
para pedir algu-
Penuille, porm,.
t coi
Mil DOTE
(Concluso.)
Sua primeira idea foi que bavia se visto
s voltascom um importuno de alio cothur-
no ou um mystificador de grande talento ;
assegurou-sedeque seurelogioe maisjoias
estavam em seus lugares.
Depois teve modo; examinou a conscien-
cia, e perguntou a si proprio se nao havia
fallado um pouco ligeiro da repblica de
Veneza, e se esse pretendido Penuille nao
seria um inquisidor do Conselho dos Dez.
Era raeio destas reflexdes, a porta bre-
se, e o Sr. Penuille reapparece, mais so-
temne que nunca; eslende a mo a Ce-
eberet o diz-lbe cora um tom de serenida-
do e benevolencia :
Meu joven amigo, smanhi celebro a
minha festa. Se ainda nao dispoz do seu
domingo, peco-lhe para vir jantar comnos-
co em familia.
Eis o meu cart&o.
Apresentar-lhe-bei Sra. Penuille, que,
a phoenix das esposas e rainba filha Pau-
lina; a quem nos, l era casa, apellidamos
a perol, da Villette.
Cocheret abre a bocea
mas explicares, o Sr.
corta-lbe a palavra.
Consinta, diz elle, que eu me conser-
ve em um diplomtico silencio ; se o fu-
turo lhe reserva urna' sorpresa ella nao ter
nada desagradavel. > -
Basta lhe saber que recusando o meu
convite renuncia talvez a sua felicidade.
Cocheret ficou curioso de saber at que
tito chogaria essa brincadeira : aceitou.
No dia seguinte, desde as nove horas da
manha, a tribu dos Penuilles estava toda
reunida.
O hroe, do dia, o veueravel Joo Bip-
tista. enronhado ein urna casaca azul com
botdesamarellos, presidia festa ; nao tinha
prevenido, nem mulher, nem filha da
sorpreza que lhes prepara va.
O'iando, ao meio-dia, elle vio entrar
Leopoldo Gandon, deslsou-se-lhe pelos la-
bios um daquelles sorrisos que os esculpto-
res egypcios cinzelaram sobre o rosto dfs
esphinges.
Leopoldo um moco de trinta annos,
nem feio, nem bonito, mas alto, bem ele-
gante, bem vestido, hein educado. Seu pai,
inventor das velas de urco-iris e um dos
mais notaveis industriaos do lugar, p-loem
um collegio do Piriz, onde elle oproveitou
bem o seu tempo.
K' bacharel ein direito desde 1849 e pri-
meiro escrevenle no cartorio do Sr. Ledoux,
Sartorio que elle comprar mais dia menos
dia.
Kmquanto espera para enterrar-se vivo as
barafundas uniformes di foro, frequenta a
sociedade, joga o whist, persegue o bello
sexoe organisa, sendo preciso as charadas
e enigmas mais em moda,
Os pais o procuran porque elle algura
dia ser rico, as mofas porque bem feito
e no l dos mais feios.
A menina Penuille pareca ter nascido
para elle ; dir-se-hia que a tinham feito por
enoinmenda sua : era bastante alta para que
elle a podesse bejar na testasem se inclinar.
Sem ser dessas mofas que sobresahem
em qualquer lugar, tinha, como elle, boni-
nitos olhos, bclloscabcllos, compridos e es-
uessos, trint* o dous tientes branquissimos,
urna physionomia, emlim, agradavel e in-
telligente.
Ella oconhecia dosdea infancia ; tinha,
como elle, se educado em um collegio de
Pars; nao era nem mais tola nem mais
amavel que elle ; tinha 22 annos e elle 30;
e achava urna cousa muito natural o tornar-
se sua mulher.
Seu casamento com Leopoldo estava deci-
dido por urna tacita convenci ; os Gan-
dons e Penuilles o previam com prazer, sem
pressa, sem inquietaeo, como um facto da
nalureza que cedo ou tarde devia se realisar.
Leopoldo nao lhe fazia a corte, mas jan-
tava junto della todos os domingos, e a
bejava noite antes de retirar-se.
Nao posso dizer se existia amor entre os
dous, elles meamos nao sabiam, pela simples
razo do que se viam sem contrariedade,
at a saciedade.
No dia da festa do Sr. Penuille jogaram
s prendas; passearam sosinhos no fundo
do jardim sob o grande caramancbo, e os
passarinhosque por all saltitavam nao ou-
viram nem um rumorsinho que denunciasse
um beijo.
Est provado por isso que elles nasceram
para se casarem e terem muitos filhos.
Meia hora antes do jantar, o Sr. Penuille,
que era a prudencia personalisada.lembrou-
se que talvez houvesse perigo em separar
dous coraces, to apropriados um ao
outro. *
Tinha a s proprio formalmente promettdo
no dotar a lilha ; mas, se por urna casua-
hdade Gandon a amasse bastante para toma-
la sera dote, nao seria mais prudente da-la
a Gandon?
Procura, pois, o moco no jardim, toma-
lhe paternalmente o braco, leva-o para um
canto, e o interrega com essa circumspecfo
que era, por assim dizer, o mais bello tloro
da sua conducta.
Meu joven amigo, lhe diz elle, nao ha
circumstanciasna vida em que um tabellio,
que esteja bem pelo beifO, possa esposar
urna mofa sem dote ?
Certamente, responde Gandon.
Ah I ah exclama elle triuniphante,
com um visvel sorriso de satisfaco, voce
da-me grande prazer, Leopoldo, e esta res-
posta honra-lbe muito no meu conceito.
Leopoldo, que conhece a mania do Sr.
Penuille, e que tem a certeza de.triumphar
d'ella pela forfa do racocnio, apressa-se em
ajuntar:
Um tabellio pode esposar urna mofa
sem dote, mas no caso que elle j tenba
pago o seu cartorio. Do contrario, nao.
O senhor entende bem de negocios
para que me comprehenda.
Lm joven tabellio deve sempre ao seu
predecessor, o que ganha; quasi nunca che-
ga para acabar o seu cartorio; se quer sal-
dar essa divida em alguns annos, d dez
mil francos por anno, e esbarra ento com
o impossivel.
Nao vejo seno um partido a tomar,
de casar com ma honesta mofa e cem mil
francos ; a mofa para a felicidade e os cem
mil francos para o repouso.
Supponha que elle se une urna mofa
sem dote: acumula as despezas sem aug-
mentar os rendimentos ; a divida que con-
trahio torna-so de dia para dia mais pesada ;
um bello dia encontra um capital na burra;
o capital de seus clientes; toma-se por em-
prestimo sem dizer nada, quer tentar fortu-
na ; sabe de um lugar onde se ganha muite
dinheiro, joga na prafa. E para um tabel-
lio, meu caro Sr. Penuille, a prafa a ante
cmara das gales.
Veja agora o que se expoe elle esposan-
do urna mofa sem dote I
Neste ponto, Leopoldo Gandon esfrega as
raaos; nao duvida que um raciocinio tio vi-
goroso nao tenba abalado seu sogro.
Os rapazes de hoje, replica o Sr. Pe-
nuille, sao terrivelraente positivos ; eu, man-
cebo, casei com urna mofa sera dote, e isso
nao me impedio de ter urna cadeira no tri-
bunal do commercio.
0 senhor nao era tabellio, era contra-
mestre ; o senhor fundou urna fabrica de
reinafo, e um cartorio nao se fonda : a le
prohibe absolutamente.
Um industrial, nm negociante, um ad-
vogado, um medico pde-se casar com urna
mofa sem dote : um wxo interdicto aos
tabellies. ^
Nao apaohars minlia filha, exclama
Joo Baptista, mas corrtsigojntsrao.
Gandon vendo que elle nio replicava jul-
gou "t-lo convencido.
Cocberet ebegou quando todos sentavam-
4pp mesa. Urna bomba que rasse cahido
bocea, nao
3ue ella fez.
iz elle
de
pod
corasigo ;
esta
no meio da sala nao teria produzido to tava com o corafo na
grande effeito. deixar de ver a careta
Ha muito que este jantar se da va e s em Tanto melhor,
familia. Gandon era o nico estranho ad- principio: severos* educaco
mittido; todos sabiam que nio seria por nao me engaar 1
muito tempo considerado como tal. Urna meia hora depois, o casal Phuille
O dentista estava magnficamente vestido : estendia-se parallalelamente em suaj camas
todo elle era ouro. gemeas.
Entretanto, no meio dos seus esplendores, Ouem este mofo ? pergunta ella,
nio estava inteiramente vontade, pois um Meu genro.
vago presentimento dizia-lhe que ia esbarrar Bondade divina I...
com um gracejo do Sr. Penuille. Um humem que faz mK de cento e
Duas crianfas tiverara rado e pozernm-so cincoonta francos por dio, e que casa-so com
a chorar; Paulina continha urna gargalha- minha filha sem exigir iluto.
da ; Leopoldo nao tinha vontade de nr : Ganhei bem o meu da, nada menos
um secreto presentimento o adverta da de cem rnil francos,
presenfa de um uimigo. I E Leopoldo ?
Quanto ao Sr. Penuille, foi ao encontr Jo Desejo terminantemente que esse no-
recem-chegado com a elegancia de ura mes- me nao soja mais pronunciado diantc de
tre de dansa, tomou-o pela raio, e condu- mim ; Paulina nao pertencer nunca a um
zindo-o em frente mulher, apreseutou-o hornera de dinheiro, eouicojo dos meus co-
nestes termos : bres. O Sr. Leopoldo cotou-se muito alto
Senhora, apresento-lhe esse mofo.Tmt para que eu tenha vonado de comprado,
de meus amigos. I Um grande silencio se seguio.
E ajiintou baxinbo: Mas, meu amigo... raplicou a digna
('.olloca-o ao lado de Paulina. mulher.
A boa senhora levantou-se precipitada-: Um ressonar foi a resposta que obtove.
mente: era preciso augmentar mais um ta- Ha, porventura, urna msica mais doce,
Iher, e Gandon perdeu seu lugar ao p de mais sonora que o ressonar augusto do pai
Paulina. de fa nila que val casar urna filha sem
Que idea de Joo Baptista, murmura dote?
ella, mas emim ello sabe o que faz. A Sra. Penuille nao pensou nunca em
Quando a criada annunciou que o jantar resistir aseu marido: consideravaas suas vou-
estava na mesa, oSr. Penuille disse soloin- tadescomo seiiteiifas dictadas por sua sabe-
nementi' Cocheret
OtTerefa seu brafo minha filha.
O pobre Gandon sent que a trra falta-
Ihe debaixo dos ps, volta-se vivamente e
procura urna mora a quem pessa dar o bra-
fo, mas todas j ro tinham dividido era pa-
res, teve de seguir szinho; seu espanto
cresce anda mais quando a Sra. Penuille
designa o seu novo lugar.
Desdobra o guardanapo com desespero,
come a sopa com raiva ; seus olhos estavam
assestados sobre Cocheret como o cano do
urna espingarda sobre urna fra.
Excepto elle, todos jantaram maravillosa-
mente ; Cocheret nao abri a bocea seno
para comer, e esse appettte lisongeava
Sra. IVniill.' como um cumplimento o mais
delicado. Offerecia de tudo sua vizinha.
Paulina, que havia triumphado de sua
vontade de rir, notou o desanimo de Leo-
poldo, e urna telegrophia de olhar seesta-
beleceu inmediatamente, teve d do seu
amigo de infancia, advinbou tudo o que lhe
a na alma e enviou-lho ura sorriso de con-
solado, que Gandon respondeu com terrivel
olhar que devia cahir sobre a cabefa do
dentista. A mesa era comprida e estreita,
to estreita que na sobremesa os sapatinhos
de Paulina tinham detxado urna mancha de
poeira as botinas de Leopoldo.
Depois de terem tomado o caf e em
quanto as crianfas preparavam um fogo de
artificio no jardim, o prudente Joo Bap-
tista, um dos sete sabios da Villete, diz em
confidencia a Cocheret:
Meu amigo, tenho seiscentosmil francos
de fortuna.
Que tal acha a minha filha ?
Magnifica.
Tem um grande defeito : nao tem dote.
O dentista faz urna enorme careta que ter-
mina em um sorriso.
Se s isso ?.... diz elle.
Paulina filha nica ; eu nio leva-
rei a minha fortuna para o outro mundo,
ella ter tudo ; emquaoto nao chega esse
dia nao pretendo espoliar-me em proveito
de ninguem.
Nao julgue que um vil egosmo pre-
side o meu proceder : mas o dinheiro em-
pregado na fabrica me rende vinte por
cento.
Senhor Penuille, tenho a honra de
pedir-lhe a mo da Sra. sua filha.
111
Estou convencido que se o vinho do Sr.
Penuille fosse ura pouco menos forte, Co-
cheret nao teria eraittido urna proposifo
to audaciosa ; pedindo a mo de Pauliua,
elle balbuciava.
Soria timidez ? seria outra qualquer
cousa ? O facto que tinha sido mesa
um bom coraraensal; e conhefo muitos fbr
lies que nada temem ao sabir da mesa.
Joo Baptista, homem de um censo pro-
fundo, nao pode impedir de fazer coinsigo
urna comparafio entre o procedimento do
dentista e do primeiro escrevente : um, co-
nhecia Paulina ha muito tempo para consa-
grar-lhe um amor mais solido, ooutro ape-
nas tinha jantado pela primeira vez ao p
della.
O Sr. Penuille que possuia, alm dessa
prudencia que nelle conhecemos, urna con-
ducta toda cheia de justica, retirou a amiza-
de que consagrava ao joven Gandon, para
smente attender ao desinteressado e gene-
roso procedimento do dentista.
Tomou-lhe a mi e apertou-a com tanta
forfa, que Cocberet sentio o engaste dos
seus anneis enterrarem-se-lhes petos dedos.
Meu querido amigo, diz elle, minha
filha pertence-lbe I Nio se ha de arrepen-
der de a ter esposado sem dote,
Lembre-se que, se lhe nio dou nada,
porque tudo que tenho pertence-lbe ; ha
de possuir um dia urna grande fortuna ;
era quanto ao mais, sempre s suas ordens
ha de me encontrar logo que de mim pre-
cise.
Durante este dialogo, os dous namorados,
a quem nao tinham o costume de vigiar,
estavam assentados ao lado um do outro,
sob urna frondosa arvore ; coutavam-se mu-
tuamente os seus temores e recelos, amaldi-
foavam o importuno, e juravam.se urna
eterna fidelidade ; esse amor rompa agora
a sua chrysalida e distenda as azas; as
mos se encoutravara e nio se deixavam
mais, os labios, que nunca se tinham jun-
tado, unirara-se pela primeira vez ao aver-
melhado claro de um fog j de bengala,
mostrando Sra. Penuille um espectculo
que nunca teria previsto nem desojado;
Felizmente Cocheret e o Sr. Penuille
nio olbavam para esse lado.
Elles se amam, pensava a Sra. Pe-
nuille, devorando com os olhos o seu idolo
que bastante distrahido com a festa e pre-
oceupado com seu futuro genro, nio prestava
attenfio a etses pequenioos detalhes; pas-
seiava, e esfregando as mos murmura va :
Guardarei meu dinheiro I
Cocheret via brilhar no horisfrt?o dinhei-
ro do Sr. Penuille.
Entretanto, era preciso sepanarem-se.
doria ; entretanto tentou commove-lo, e
dissc-l!io no da seguinte :
Sei que leus razo, tens razio sem-
pro; mas concede-me um favor, Cede o
dote de Paulina. Voces l tem a sua ma-
nsira do pensar e eu nao entendo de nego-
cios, alguiM cousa me diz, porm, que a
felicidade da nossa filha est com Leo-
poldo.
Nao achas bom o meu candidato, nao
sympathisas cora ello ? pergunta o refinador
de usurar.
Nao, meu velho, porque foste tu
quem o escollieu ; mas se Paulina amasse
outro ?
Paciencia Casando-se nao dou seis
mezes para ella esquecer Gandon Tenho
inuita experiencia do mundo, o um Mitigo
juiz no tribunal do commercio nao estsu-
jeito a errar.
Paulina e Leopoldo tiveram ao mesmo
tempo eonheci,nento de que estavam con-
demnados a nao se verera mais ; Paulina s
teve lagrimas para protestar ; Leopoldo cor-
reu fabrica, o Sr. Penuille, porm, nao
estava visvel para elle.
Cocheret f i admittido a fazer a sua corte,
nao encontrou obstacul i algum e nem sus-
peitou mesmo a existencia de um rival.
A Sra. Penuille o recebia com urna
delicadeza contrariada ; Paulina esforfava-se
por desengana-lo pela frieza e pouco caso,
mas o ex-juiz era todo fogo. Era elle quem
punha em vasos com agua os remallietes
com que elle presentoava a filha.
Logo que Leopoldo convenceu-se de que
o Sr. Penuille seria inexoravel, escreveu
sua adorada a confiou a carta urna criada
velha, que nem por sombras pensou em
trahi-lo : toda a casa era por elle, excepto
o pirrnico do velho.
Paulina nao teve a coragem de recusar-
Ihe urna resposta, e foi assim que urna cor-
respondencia se estaboleceu.
Ao fim de qunze dias, os dous amantes
aborrecern)-se de derramar lagrimas so-
bre o papel ; combinaram urna entrevista.
Cocheret rctirava-sc todas as noutes s
dez horas, e apenas fechava a porta e j to-
dos estavam deitados.
No dia 9 dejulho, s onze horas, Pau-
lina drigo-se para oj'.rdim, onde Leopol-
do a esperava.
Joao Baptista, previdente como era e
prudente proprietario, nao so esquecia nun-
ca de soltar no seu jardim um horrivel
Mdor, de olhos vermelhos, orelhas chatas
e pello arrepiado ; este raonstro de fidelidade
tomava to calorosamente a peito os inte-
resses de seu senhor, que teria devorado
um malfeitor em dous bocados.
Cocheret s passou urna vez por perto
da sua casnhola, mas esta imprudencia
custou-lhe urna caifa de quarenta e cinco
francos; em compensafo o bom animal
achava prazer em lamber as mos de Leo-
poldo, seu amigo de infancia.
No dia em que Mdor escrever as suas
memorias, saliremos ento com certeza o
que so passou nos dez ou doze encontros
que esses dous pombinhos tiveram e que
elle animou e embellesou com sua pre-
senf a.
Quanto a mim, pens que Leopoldo res-
peitou escrupulosamente sua querida Pau-
lina, porquanto nio tinha perdido a espe-
ranfa de a esposar
Havia tomado informafes do dentista e
soubera, entre outras cousas, que elle ga-
nhava pouco, despenda muito e devia a
meio mundo ; escreveu ao pai da sua Pau-
lina, para dar-lhe parte dessas dcscobertas;
mas o judicioso Joo Baptista sabia por ex-
periencia, que seno deve condemnar nin-
guem pelo simples testemunho de seus ini
migos ; fez a carta em mil pedafos.
Nesse kiterim, Cocheret enviou um enxo-
val magnifico, que os peritos da familia ava-
liaram em oito ou dez mil francos ; o Sr.
Penuille estava radiante de alegra ; cha-
ma-o parte e diz-lhe :
Meu caro, voc enganou-me !
Cocheret fica lvido e balbuca urna res-
posta.
Sim, contina o refinador de assucar,
enganou-me ; ha alguma cousa que lhe diz
respeito, e da qual vocft nio rae informou
anda.
Eu... nao... mas... murmura o den-
tista.
Escondeu-me o estado d seus nego-
cios.
Como... assim... senhor.
Nio me havia dito ainda que tinha
feito suas economiasinhas I
Ouf I... suspirou Cocheret, que espe-
rava outra cousa.
No da seguinte, assignaram o contrato;
foi urna festa para todos, menos para Pau-
lina.
Joo Baptista tinha redigido cora o Sr.
Ledoux um contrato digno da idade de
ouro.
Meus filhos, diz elle aos futuros es-
Posos com a voz lacrimosa, voces nada tm,
nem um nem outro : Estanislao
Cocheret
Nao h* esta ou reunfio por melhor traz o talento e o tribalho, Paulina Penuille
que seia, que a'bice do tempo nio separe "a orden o a economa, casain-se pelo regi-
no fim ; Cocheret, meu velho amig^.dou. men da communidade : bao de partilhar
lhelicenfa para.colhar um beijo sobre as entr si, como diz o cdigo, os pozaros e as
faces de minha filbJL f^ k fl alegras da vida.
Paulina epresenlf /t stoRom tio m. Foi assim que flz edm a Sra. Penuille
voutade, que este^iW^'p^A^ou nada en- e juntamos, entretanto, seiscentos mil frap-
ciumou a Gandon ;Chewt, que se idii-#oos, que voces um dia herdario!
0 mais tarde possivel, ajunta hypo-
critainente Cocheret.
Toda a familia Tenadle, convocada para
a solemnidade, murmurava meia voz, como
nos coros das antigs tragedias :
Folieliz: casou a filha sem despender
um vintem cora o dote.
A' roeia-noite, em una profunda escuri-
do e na presenfa do respeitavel MeMor, Leo-
poldo c Paulina, combinavam um plano au-
dacoso, que os devia ligar indssoluvel-
monte : foi con vciicionado que no dia seguin-
te, mesma hora, Paulina fugiria da casa
paterna.
No dia seguinte, porm, quando Joo
Baptista fazia o seu passeio matinal, esse
espirito observador reparou que faltavam
muitos pedafos de vidros e cacos de ga/ra-
fas, que havia mandado pregar no muro ;
essa novidade mpressionou-o tanto mais
quando vio duas marcas de salto do botina
impressas mesmo no meio do jardim.
Seguio pela alameda o signal aecusador,
que o coiiduzio a um corto banco de pedra ;
os signaos nao iam mais longe.
Mas o Sr. Penuille tinha bons olhos e nao
deixou de ver que junto ao banco estava
tambem mprosso o signal de uns sapatinhos
sen salto, que pareciam ter sapateado
naquelle mesmo lugar.
O sapatinho o conduzo janella do quarto
do Paulina.
0 previdente pai de familia ai bou, pois,
a moca melhor collocada no primeiro andar,
junto delle e da sua vigilante mulher; e
operoii a mudanca no mesmo instante.
Fez melhor: apressou os preparativos do
casamento e oito dias depois, Paulina tro-
cava o nome do velho pelo o de Cocheret.
Nao se fez isso sem derramar algumas la-
grimas ; o Sr. Penuille, porm, sabia muito
bem que as lagrimas de urna noiva enchu-
gam-se durante a noite.
O jantar do noivado estove magnifico;
Cocheret, vermolho como urna cereja, beba,
coma, dansava, mas nao fallava ; ninguem
o teria tomado por un dentista ; Joao Bap-
tista multplicava-se para servir os convida-
dos, visto a Sra. Penuille achar-se incom-
raolada.
0 ex-juiz teve o cuidado de convidar o
proprietario do seu genro e os seus prnci-
uaes fornecedores, aos quaeshavia tomado
informafes.
Ao sahirem da mesa, elle toma o brafo
do Sr. Torlottin, levando-o para urna das
janellas, diz-lhe : "
Teiia o senhor previsto esto desenlace
ha tres semanas ? Dizer que no dia 23 de
junho, s 8 horas da manh, eu nao sabia
ainda o nome daquellc que hojo meu
genro.
Eu sou um homem prompto nos meus
negocios, como diza outr'ora Lebeau, pre-
sidente do tribunal consular ; prompto, mas
circumspecto, meu caro senhor Torlottin.
Sei a quem dou minha filha l
Eu tambem, responde o proprie-
tario.
Urna grande intelligencia ; nao ver-
dade?
Immensa I
Boa reputafio 1
Magnifica 1
Este homem, meu amigo, vale cem
mil escudos I
Pelo menos.
Pois bem, adivinhe quanto elle mo
custa.
A inetade ?
Nem un bago ; caso minha filha e nada
de dote.
Com os diabus I exclama Torlottin,
como se tivesso pisado urna cobra.
Hein I que tal o rapaz ? Saba entre-
tanto, que no dia em que Cocherettiver ne-
cessdade d alguns bilhetes de mil francos,
elle os encontrar aqu comigo.
Apre I o senhor tranquillisa-me.
Ento que diabo isso ? Ter-lhe-hia
o senhor por acaso emprestado algum di-
nheiro ?
Oh I nunca.
Estava certo disso.
Nao me deve seno dous annos de
aluguel da casa.
Mas o senhor disse-me que elle estava
bem.
Por mais bem que se possa estar, ba
couziuhas que... emlim, casando-se.... bem
v....
Mas elle .ganhoq mais de cem mil
francos em dous annos 1
Est certo ?
Certo___certissimo.... Ento os seus
negocios nao vo bem ?
Nunca me fiei nelle ; e que me im-
portava isso ?
O senhor rico, meu amigo, e nao ha
de querer ver sua filha separada to telo
de seu marido, por causa de alguma priso.
Nem mais urna palavra, senhor; minha
mulher se aproxima.
O prudente Joo Baptista recebeu durante
duas semanas urna immensidade de coutas
frmidaveis, que pagou depois do regatear
um pouco ; o criado de Cocheret veio era
pessoa, vestido ainda em cima com a libr,
reclamar dous anuos de seu salario.
O pobre homem perdeu a tramontana ;
a somma de dinheiro que tinha j desem-
bolsado, montava a noventa mil francos.
Fecha na carteira a nota exacta do quanto
havia gasto, e corre ao boulevard.
Cocheret sahira, Paulina, sentada em urna
cadeira, chorava, protestava que os ares de
Pars nao lhe faziam bem, pedia para passar
o resto do vero na Villete.
Era meio de suas confidencias, um vio-
lento toque de campainha a interrorape.
E' um cliente, diz o velho, e teu ma-
rido ento nio est em casa?
Felizmente era um caixero cobrador da
casa Estatuas de S. Jacques, que viuha re-
ceber a somma de dez mil francos, prefo de
um enxoval de noiva. 0 Sr. Penuille pro-
metteu pagar.
Um mez depois encontrou Leopoldo Gan-
don, que passeiava pelo faubourg de S. Mar-
tinho ; o moco o v aproxmar-se e evita-o
delicadamente, parando pare olhar o mos-
trador de urna toja; maso antigo juiz do
tribunal do commercio. que era um ho-
mem de justica, bate-lhe no hombro e
diz-lhe:
J nao ha quera o veja 1 meu caro
Leopoldo; voc nio se lembra mais dos
seus -ututos couheciraentos, hein ?
Ainda hontem a minha velha pergun-
ta va-me :
Tens visto Gandon ?
A culpa nao minha, responde Leo-
poldo com ura estrondoso suspiro, eu nio
ora bastante rico para poder casar com sua
filha sem dote.
Venha logo jantar comnosco. pobre e
lamen ta vel mancebo.
Paulina est l em casa, o marido, po-
rm, l nio pisa mais, ato estatu con-
tentes com elle.
Este verdico cont pro va, eos peis e
familia, que devem dar um dote es sees
fil as, e aos tabellies, que nasa
devem perder a esperaace.
Da cMtUui?a eW
lutiv esas nm MteuU Ui
(Continuefio)
IX
0 systcma de oleifio eeguido no Brasil, r
geralmente em todos os outro? paites livres,
mo porque falso, e falso porque deriva
de um principio falso.
Esu> principio a tio precouisada sobe-
rana do povo, legaito funesto que nos eVt-
xeu o secuto dezoilo, e que nao penattte
que baja ordem, paz nem socego esa tm-
nhuma parte em que elle reine, pois que
eiili-inleiiilo se oommummenle por aven
qualquer grupo um pouco numeroso de ni-
el i viduos, seus cheles o prnclainmn toajo so-
berano, e como tal teii'ln Uxfo o hreito,
todo o iMiderde fazer oque be:n llie parvee,
como se o acto que mo, sernlo pretieado
por um s indviduo, podesse tornar-ee bou
sendo praticado por muitos!
I) aqui todos os horrores, que nos tentase
modernos tem sido praticado* com descrdi-
to da civilisafao e da humanidade, j contra
as pessoas j contra a propriodadir.
Km urna populaco de dez uiilhors de
almas por exemplo, dez mil desordeiros (um
por mil;, sahem armados para a praca pu-
blica e proclamando-se o povo, julgaie se,
como soberanos, com o direito e com o po-
der ile deiirem os goveniantes, de d< n ib .
rein as dyuastias e de mudaran as Iris, e
de praticarem o que bem llios pareo-, <
quando a autoridade em prega a forfa para
manter a ordem, como le sea dVver.
grita-se |xr toda a pari> contra o tyraniHi
quo quer governar contra a vontade do
povo, uiiici soberano legitimo, c quem nao
approva semelhante pretenfo pnxlama]>
retrobado, iuimigo da lil>erbaeVt e cousa
anda peior I
C ra tal principio irapoesivel toJ o
governo regular.
O povo, simples ser collectivo, neo pode,
innio j vimos, arrogar a si, aquillo que os
individuos nao tem.
Nenhum individuo soberano, istu e, ne-
nhurii tem por si mesmo o po ler de mandei
os outros, logo o povo Uiubeiu o nio <.
Elle tem a forfa porque todos os u.dm
dos a tem ; tem breos |torqiie todos o
individuos os tem, mas nao tem a soberana
porque nenhum individuo a teiu.
Soberanos sao somonte os seres morte.
de que j fallamos, creados todos por leo-
para a procreacao, conservafao e saotiaca-
fo dos homens.
A familia soberana quanto educefo
que julga dever dar aos seres por ella ae-
rados ; o estado igualmente soberano
quanto ao molo pido qual julga dever pro-
ceder na conservafao, defeza e proteccio do
seres que se acham sob a sua guarda ; e a
igreja o tambem no que respeita sacrn-
cafan das almas.
O territorio em que a primeira d'esta
soberanas exerec os seus di re tos a casa;
o territorio da segunda a patria: o de ter-
ceira o mundo inleiro, porque, por toda a
parte ha almas que santificar.
Se alguem nos objertasse que tamben,
nenhum deputa-m
|>or si mesmo o poder de legislar, entretanto
que o tem a assemhla composU de depu-
tados e senadores, responileriaaios que assim
, mas que isto assim porque esta nao
exerec um poder que Iba pericaca por eaa
nato reza, cas um poder que lac
pela afio, a quem somente elle
A naco delega o poder corporafeo <-
nao aos individuos que a compem, sendo
por isso, que a constituifo nio diz qae et
deputados e senadores sao representantes da
nafo, mas que o sao o imperador e a as
semidea geral.
Beinvidicado assim para a afio <
grande principio da sebera na, tudo eotra-
ria logo na ordem, ou pelo menos nenhum
grupo de individuos dira mais de boa t
que soberano, pois que nenhum, por bmu-
numeroso que seje, se atrever Jemeia a
dizer que a afio, nem pretender" que
como tal seje tido.
Do falso principio da soberana do povo
derivara os chamados representante do
povo, e o governo desptico das n aiorias.
que regem as nacoes modernas; ou sale
os representantes dos partidos e o governo
das facfoes, que as desgovernam.
Com effeito, quem ha ah que nao veja
que se o governo representativo fosee o go-
verno da naci por uia partido com pre-
tenfo dos eutros, nao seria eolio um go-
verno livre, pois que para merecer que ceja
assim chamado preciso que seja o governo
da nafo pela afio e nio o governo da
nafo por urna parte d'ella com sujeifio da
outra ?
Com que direito uir a parte da afio sub-
juga a outr parte, e nao permitti que tenha
ella nenhuma ingerencia na direcfao d<>>
negocios pblicos, ficando assim quasi ron.
estraogeira no seu proprio paiz.
Com o mesmo direito com que urna raci-
mis forte subjuga outra mais fraca e t su
jeita sua dotninafio, isto com o direito
da forfa.
S ha urna differenca e que en ura
caso a batalha trava-se e a victoria se dispu-
ta com espingardas de agu ha, ctoaeei
raiados e balas de artilhena, e no outro
com chapas de votos.
O effeito, porsn, o meen, o vencedor
tica senhor do campo e o vencido lau-
cado fra d'elle.
Todos os gozos sao pera uns, lodos os
solTrimetilos para os outros.
Em os tempos antgos, os cooouiJltoeru,
ao chegarcm diante das cidades que
diam tomar, diziam eos seos soldedos para
animadosEstaos vendo
tidio de cesas e todos aqiieoW"
palacios ? Avaliai quantas
tas, quantas cousas precionai,
quezas nio se acham ali
bem; tudo isso ser vos*') a* awdes
cedoresl
E poder-se-ha dizer que nao nm
smenlo igual que anima os noseos
em suas lutast
Quem ba abi salvas alfai bour
excepfoes, qae tome parte activa a'e
lutas sem que tenha em viste sai
depuudo ou aomeado para outro logar qi
ambiciona?
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