Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12959


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Full Text
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AMO XLIX. NUMERO 134
*>
i* .

PARA A. CAPITAL E LIGARES OXDE VX SE PAGA PORTE.
Por tres me/ *............... 6^000
Por seis ditos dem................... 123>000
Por um anno jem............'...... 843)000
Cada numero avulso'.....' '.......'.., 320
PR0PRIEDADE
% *~


x ?
SEXTA FEIRA 13 DE JUNHO DE 1873.
PARA ESTRO E FURA DA PROVINCIA.
Por tres meses adiantados.................
Por seis ditos idem...................
Por nove ditos idem.......
Por um anno idem........
*
-
1XMM
un
ERNAMBCO.
FIGUEIR0A DE FARIA & FILHOS.
Antonio Al ves & Filhos.no Para; Connives Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira d Filho, no Cer; Antonio de Leiuve Braga, no Aracaty ; Joo ra Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no IlaUl; JoU Ji
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peuhaj Belarmino dos Santos Buko,*em Santo Anto ; Domingos Jos, da Costa Braga, emNaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagdas; Al ves & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAl.
Governo da provincia
LE .N. 1097.
O bacharel Henrique Pereira de I.iu-ena, commendador da im-
porta! afeen da Rusa, cavalheiro da de Christo, juiz a direito e
presidente da provincia de Penuunbuco :
Faco saber a todos os seus haliilantes que a assembla legisla-
tiva provincial dcuretou e en sauccionei a rosoluc/io seguinte :
Art. I. r^cajMJ^^ej^^viULJa anlorisadu a conlractar
cora quem raeiM^H btKmAWVa r:ui;>tis:n-> d'agua pola-
vel e illuiiiiiiacao a^n^nffiPvcjBa'Ie da Vid na, n>\> as seguiites
bases :
1' Privilegio at trinta anuos para a agua e trila para o
gaz.
5 i." Privilegio atd..us anuos para cada chafarii que liver de
.-er eollocado por ordein do presidente da provincia, alni dos desig-
nados no contiado.
3.* prego da iluinmaco nao peder exceder do mximo lia-
do na lei n. Kl\ de ii de maio de 18l8 para a cidade de linda, e o
d'agua no que for determinado pelo 1." do art 2. da lei n. 46 de
14 de jullio do I8d7 ; pudendo 0 presidente de acord com o con-
tactante modilicar para lenos o proco da illuiiiinaco, quando hou-
ver estrada de l'errro para a mesma cidade.
Art. i.* O coiitraclaiitc se abrigar :
I* A enllocar os chafarzes e laiupees nos lugares que pelo
presidente da provincia forem designados, uao excedendu o numero
a qunrenta.
1 Findo o privilegio ara a ranVoacn Tagua, a codera
provincia todas as obras respectivas, das quaes rara entrega adtn-
nistraeo, coi rendo por couta do musmo contradaute todas as despe-
ras com u nie-uias obras e as do gaz.
Art. '.i- O presidente entregar ao contrnctante na estado em
que se adiar o acudejinandado construir na dita cidade pOr conta
Art. 4. Ficam isentas de direitos provinciaes todas as materias
necessarias as referidas emprezas.
Art. o." U contracto tica dependente da approvaeao da assem-
bla.
Art. 6.* Revogadas as disposicoes cm contraria. i*
Mando, poriaulo, a todas as autoridades a quera o conhtyMen-
facam cumplir to iuteiramente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faja im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Peruambuco, 28 de maio de 1873,32.*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pi reir de Lucen-i.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 1S73.
O secretario interino, .
Joa i Diniz Ribeiro da Cunli i.
LEI N. 1098.
0 bacbar. I Henrique Pereira de Lacena, comineudador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presi lente da provincia de Peruambuco:
Faro saber a todos os seus.habifanles que a assembla legislati-
va provincial decretou e eu -auceionei a resolueao seguinle :
Artigo nico. Fica o presidente da provincia autorisado a no-
mear prufessora. independente de concurso, a Isabel Francisca Mon-
teiro do Quintal Barros.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conhecimento
e execucao da presente resolueao pertencer que a cuinpram e fa-
fam cumplir to iiiteirameute como nella se conten.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faja im-
primir, publicar e correr.
Palacio Oa presidencia de Peruambuco, 28 de maio de '187JJ, o%'
i independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de. Lucena.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 1873.
secretario interino,
Jou Diniz Ribeiro d.t Cttnhu
LEI X." 1 -99.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernatnbuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolueao seguinte :
Artigo presidente da provincia, tendo em vista o contracto
de 2 de abril de 1836 e o que dispe o art. 2.' da lei n. 380 de 27
dejunnodo mesmo anuo, contrastar com quem melhores vantagens
offerecer a consti uc'.o de urna ou inais fabricas de gaz de illumi-
naco (hydrogeneo carboretado) para o fim de fot necer esse combus-
tiv'el, uao .- aos edilicios e casas particulares que o queiram, mas
tamben! aos combostores pblicos do Recife e seus arrabaldos, que
nao estejam coiiipichendidos no contracta citado, de conformidade
co'.u a referida lei n. 386.
Art. 2." O contracto ser lavrado soi a seguiutes bases :
1 Privilegio por lempo nunca maior de trinta annnos, du-
rante os quaes nenhuma ouira empreza do mesmo genero se poder
rstabelecer para a mesmo lira.
2." l'reco por p cubico de gaz nunca maior de 6 ris ; nao
i"iJendo o consuinu ser superior a cinco ps por hora para os par-
ticulares.
3.' Preco nunca maior de 30 ris por hora para os combus-
tores pblicos, com tanto que a luz-deste* seja correspondente de
doze velas de spermacete, cousumindo cada urna 144 graos de sper-
inacete por hura.
8 4.* Duraco na lluminaro publica de 6 horas, terai#inedio,
jior da.
Art. 3." Ficam isentos de todos os direitos prunjnckies os uJili-
os e dependencias da fabrica, por espaco de 10 afinos, coulados do
seu acabameiito.
Art. 4." O presidente da provincia solicitar dos poderes geraes
dispensados direitos de importavo para todo o material da empre-
za, que vier do estrangeiro.
Art. 5." O presidente tambera poder ceder por aforamento ao
contractante ou empresario quaesquer terrenos devolutos ou de ma-
rinha, de que elle posja carecer para estabelecer os edificios e de-
pendencias da fabrica.
Art 6." No contracto se regularao todas as condi$oes technicas
# as demais (|ue forera necessarias para o andamento da em-
preza.
Art. 7.* O contracto fica dependente da^provacao da asssem-
! Ii'a provincial. .
Revogam-se as disposicoes em contrario.
Mandj, portanto, a todas as autoridades a quem o conhecimen
lo e execui;ao da presente resolueao pertencer que a cumpram e
-. i.-.i.-ii cumplir to inteirainente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faja im-
firimir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873, 32."
da independencia e do imperio.
L. .. Henrique. Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
/7o Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI N. 1.00.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz ds direito e pre-
sidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu saoccionei a resoluQo seguinte :
Art. 1." Fica desmembrado da freguezia de.Tacarat, e fazendo
fiarte da de Floresta, a Serra Negra.
Art. 2." Fica revogada a lei u. 379 de 30 de abril de 1864, na
parte em que deu noyos limites aos termos de Tacaratd e Floresta,
c conservados os limites anteriores
Art. 3 Revogam-se as disposicoes em contrario
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conhecimen-
lo e execucao da presente resolueao pertencer que a cumpram e
facam cuinprir tao inteiraappe avino nella >( contm.
K secretario interinaji iasidencia desta provincia a faja im-
,', publicar e corr^W
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873,52.
da independencia e do infiri.
L. S. Henrique Pereira de Lucew\
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 2.8 de maio de 1873.
0 secretario interino,
Joo Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI N. 1101.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presdante da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolueao seguinte :
Art. Io Fica o presidente da provincia autorisado a empregar
as medidas que julgar convenientes, afim de remover as causas que
possam produzir o encareciinento das carnes verdes, no mercado
desta cidade e duUcultar seu abasteciraento, pudendo ate coutractar
esse abastecimento com urna corapanhia.
Art. 2.* A companhia, que contrariar esse abastecimento, ter
preferencia na arrematado do arrendamento dos talhos da cmara
municipal ; e em quanto subsistir o actual arrendamento, poder
ella construir, nos mercados desta cidade, pequeas casas de nia-
deira para a venda da carne.
Art' 3." contracto durar at quatro annos e nelle se estipula-
rn os precus da venda da carne.
Art. 4*0 contracto ser effectuado com fianca idnea ao paga-
mento das mullas, que forem coinminadas.
Art. 5.- Por cada boi, que nesta cidade for talludo para o con-
sumo publico, exceptuados os que o forem pela companhia, se co-
brar o imposto de lOjOOO.
Art. 6." Fica tambera o presidente da provincia autorisado a
contractar, mediante privilegio at 20 annos, a construccao de .um
matadouro e a acquisn;o de terrenos para logradouros, onde pos-
sam ser reeolliidas as rezes destinadas ao consumo publico, sob as
condirTies seguinte*:
!. O contractante comprar terrenos para logradouros nos
lugares que forem indicados.
i 2.* O matadouro ser constru lo segundo a pl nta que, para
esse lim, for dada pela repartic.o das obras publicas e approvada
pela presidencia.
3. O contractante perceber 20 0 por cada boi que fr re-
colhido ao logradouro e talhado para o con>uiir> publico.
4.* Findo o privilegio, os logradouros e o matadouro ficaro
pertencendo cmara municipal, ndepeudentemente de q .alquer
retribuido.
Art. 7* Para execajso desta lei poderi o presideute da provin-
cia fazer as despezar necessarias.
Art. 8. Revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execucao da preseute resolueao pertencer que a cum-
pram e facam cumprir to inteiramente como nella se contm.
0 secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar c correr.
JPalacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873,
32* da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de ma'io de 1873.
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI N. 1102.
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da proviucia de Pernambuco :
Faco saber a todos 01 seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial, sob proposla da cmara municipal da villa do Gra-
nito, decretou as seguintes posturas :
Art. l. Fica prohibida a criacaode gado nos sitios Inveja, Ti-
maranteBadreces, Ju, Mulung, Ambrozio e Duas Pedras, bem
como na chapada da serra Araripe; sendo, porm, permittidas as
soltas existentes na mesma serra, e que teem as seguintes denomi-
narnos : Taboca, Ex, Olho d'Agaa, Genipapiuho, Joao Bento. Cari-
rislnho, Genipapo e Mundo Novo. Os infractores pagarn a inulta
de i0000 e o duplo na reincidencia.
Art. 2." as mencionadas soltas nao se podero abrir caminos
pelos quaes possam os animaes ia.-sar para os terrenos de cultura.
Os infractores ficam sujeitos Brama multa do artigo antecedente.
Art. 3* Todo aquello que plantar em terreno que nao esteja
abrigado com urna cerca bem tecida, de 8 palmos de altura, pagar
i000 e o duplo na reincidencia.
Art. 4.* .Ninguein poder ter animaes sumos soltos dentro da
Lia, sob pena de pagar a multa de 1000 cada vez que os mesmo*
em apprfhendidos.
3 Os proprietarios do casas desta villa serafr obrigado a
conservar as frentes das raesmas, e os oitdes que deenfcara os bec-
cos, rebocados e caiados, e a fazer calcada ou passeiom as mesmas
frentes e oitdes. Os infractores pagano lOiOOO de multa e o duplo
na reincidencia.
Art. 6." Toda a pessoa que oceupar alguma casa nesta villa ser
obrigada a mandar varrer todos os sabbadas a frente da mesma at
a distancia de 30 palmos, assim como os beccos adjacentes at o
nie'io, sob pena de 300 ris de multa.
Art 7." As pessoas que tiverem caes soltos dentro da villa pa-
garo a multa de 2100 >.
Art. 8. Todos os proprietarios e rendeiros de trras neste mu-
nicipio sero obligados a rogar e aplainar em maio de cada anno
as estradas o eaminhos da serventa publica, que pelas mesmas tr-
ras passarem ; d-vendo as entradas ter quatro metros e ineio de lar-
gura, e os eaminhos dous metros. Os infractores pagaro a multa
de 8*000.
Art 9." Quando o mesmo sitio ou terreno liver mais de um do-
no ou rendeiro, ser cada um obrigado a fazer rocar urna parte da
estrada ou caminbo, na razo de sua posse ; pagando, si o nao fizer,
4JC0 de multa.
Art. 10. Quanto aos sities ou terrenos, cujos donos ou rendei-
ros mora re ni fra deste termo, ficam os moradores e vauueiros su-
jeitos s disposicoes dos dous artigos antecedentes.
Art. 11 As cacimbas que se abrirem para uso dos gados te-
rao os bebedouros cora quatro metros e meio de comprimento e um
metro de caixa d'agua pelo menos, si a isto prestar -se a nascente
ou correte d'agua ; as descidas tero um declive regular. As mes-
mas cacimbas sero conservadas limpas. Os criadores que as abri-
rem e conservaren), sem observancia desta condigoes, pagaro a
multa de (OjOOO.
Art. 12." Os pesos e medidas empregados as vendas de quaes-
quer mercaduras sero do syslema decimal, e pagarao 80 ris pela
aferio de cada nm. Os infractores soffrero a multa de IftuOO.
Art. 13.* As correicoes de que trata a segunda parte do 6" do
art. 6. da lei n. 934 de 12 de junho de 1870 ficam transferidas para
o mez de junho de cada anno.
Art. i4. Nmgnem poder talhar carne nesta villa, senao as
casas para icto destinadas pela cmara, e pagando de cada rez que
talhar 400 ris, de animal sumo 160 ris, de animal cabrum ou ove-
lhum 60 ris. Oscontraventores garo a multa de 2000 e o du-
plo na reincidencia.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolueao pertencer que a cumpram
e laeam cumprir to inteiramente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faja im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873, 32.*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena. ,
Sellada e publicada a presente resoluto nesta secretaria da
e-i,leen de Pernambuco, aos 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
Joiio Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI >'. 1103.
O bacharol Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, :avalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
dgfFaro saber a todos os seus habitantes que a assembla legislati-
va provincial decretou e eu sanecionei a resolueao seguinte :
Artigo 1." Fica creada a freguezia de Nossa Seuhora das Dores
de Timbaba. '
Art. 2. A mesma freguezia se compor dos districtos de paz
de Timbaba e Cruangy.
Art. 3.* Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execucao da presente resoluclo pertencer que a cumpram
e facam cumprir to inteiramente como nella se comin.
0 secretario interino da presidencia dasia provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873, 52*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 873.
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI fl. 1104.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernimbuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolueao seguinte:
Artigo 1.* Fica o presidente da provincia autorisado a mandar
construir unta ponte sobre o rio Japomim, na comarca de Goyanna,
no mesmo logar onde existi a antiga, ou onde for mais conveniente.
Art. 2.* Si algutn individuo ou companhiaquzer encarregar-se
dessa construccao, o presidente da provincia a poder contractar,
mediante o privilegio de cobrar pdagio por e&pacp nunca superior
40 annos.
Art. 3. Ficam revogadas as- disposieSes em contnrio.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conhecimen-
to e execucao da presente resolueao pertencer que a cumpram e
facam cumprir to inteiramente como nella se contera.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873, 52.*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereir de Lucena.
Sellada e publicada a presente resoluto nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
JqO Diniz Hibeiro da Cunha.
'** iVI. ll(.
O bacharel Heiiriqo'Tereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e pre-
sidente da prsviucia de Pernambuco:
Fa.o saber a todos os seus habitantes que a assembla legis-
lativa provincial decretou e eu sanecionei a resoluto seguiute :
Artigo |. Fica alterada a lei n. 966 do modo seguinte :
J nico. As freguftjs de franja gueda e do Brejo se limita-
u modo seguinte Alto da Manea pela estrada do< Curraes
e d'ahi em direeoo Aligo a dos Patos, fieando para a freguesa
de Posqueira todas as aguas pendentes dos riachos, de S. Joo, de
Genipapo e do Sapato, e para a do Brejo as pendentes dos riachos,
O leonadas Tabo juinha e Bitory.
Art. 2.* Revogadas as dispusieses em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execu;s da presente resolueao pertencer que a cumpram
e facam cumprir to inteiramente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873,*32
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
Joo Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI N. 1106
O bacharel Henrique Pereira de Lurena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de hristo. juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolu.o seguinte :
Artigo !. Fiea revogada a lei n. 1010 de 13 de junho de 1871,
na parle era que supprimlo o ofQcio de I* tabellio de notas, anuexo
ao do escrivo de orphos do termo de Cimbres.
Art. 2." Ficam revogadas as disposicoes em contrario
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quera o conheci-
mento e execucao da presente resolueao pertencer que a cum-
pram e tacan cumprir tao inteiramente como nella se cpntm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873 32*
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente re.-olueo nesta secretaria da
presidencia de Peruanibaco, aos 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro da Cunh i.
LEI N. 1107.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial unlem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidenta dafrovincia de Pernambuco :
Fago saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolueao seguinte :
Artigo 1." Fica 3 presidente da provincia autoiisado a mandai
admittir a exame da materia do 3.* anuo do Careo Normal o ataasa
inesiro Manoel Maria Cesar de Mello.
Art. 2. Poder ser admiltido a com-urt das cataras de as-
trueeao primaria Adelo Publto de Moraes Carvalho, .uliifMalii
as condieoes seguintes :
| 1.* Prestar exame das materias entinadas no se*uni e lar-
ceiro annos da Escola Normal, rom exceptan d'aquHIas, de que li-
ver feito exame no Gyinnasio, Curso Cominercial e Faculdade de Di-
reito do Recife.
S 2." Dcvtjr mostrar aptido para o ensino por meio de atiesa-
dos ou outros documento-.
Art. 3. Revogadas as disposiriVs em onlrario.
Mando, portanto, a lo lis as autoridades a quem o 8 >nhnciitMa-
lo e execu;o da presente resolueao psrtenrer que a rumprasa
' facam cumprir to inteiramente como nella se conten
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
i primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de IH73. 52*
i da independencia do imperio.
L. S. Henrique Pen ira i' Lucen*.
Sellada o publicada a presente Marala nesta *vretara da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio d" IH7.I.
O secretario interino,
Joo Diniz Rilieiro i <*ki
LEI N. 'Ur.
O bacharel Henripie Pereira de Lu>-ena, eommendaikir da ias-
' perial ordem da osa, caval eiro da de Christo. juiz de direito -
presidente da provincia de Pernambuco :
Fago saber a todos os seus habitante-* que a assembla legisla-e
Uva provincial decretou e eu sanecionei a resolueao segninte :
Artigo 1.* as aposentadorias e liecneas dos emnrtgiasi Bti-
blicos provinciaes, alm d que disjioein as leis em rigor, se obsar-
v aa^O seguinte :
f I." Os einpregados demittidos e reintegrados em dalas antei
riores desta lei contarn as suas ap isentaJorias o tempo da in-
terrupeo do exereicio occasionada pata demisstn.
5 2.* A gratifica.\ao addicional roneedida alea data da prsenle
lei ao empregado que contar mais de .10 aun is de exereicio andera,
em atiene i > a bous servicos prestador, ser acumulada ao ordenad*
da aposentadora, si esta for dada polo menos 4 annos depois de afe-
uda a referila gratilicaeo.
S 3.* 0 procurador fiscal da thsoiiraria provincial, bem tonto
todos os empregados que pereberem poreentagens pagas aa* ett-
coes liscaes pela iutervenco na arrecadaro le ren4a, serio ab-
sentados na conformidade da lei n. 48fi de 17 de maio de !* ;
nao pudendo os veneiraent'is da aimsenladona do pninewv exeedsr
era caso algum de 3:6004000.
8 4* As liceneas conceJidas a empregados provinciaes serio
at 2 mezes con) ordenado por inteiro, at 4 com metade do ordena-
do e at 6 sem veneimentos. Xo caso, porm, de molestia, veriliea-
da por um medico especialmente designado pelo presidente da pro-
vincia, os 6 mezes de liccnea podero s-r concedidos com ledos o
veneimentos
Art. 2." Ficam revogadas a lei n. 683 de 5 de maio de I8tt e
mais disposicoes e n contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conheennen-
lo e execucao da presente resolueao pertencer que a cumpram e
facam cumprir to inteiramente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 21 de maio de 1873, 5t*
da indepenlencia edo imperio.
L. S. HenriqHt Pereira ie Lucent,
Sellada e publicada a prasnats reAnefea n*ia Mcrelaria da
, presidencia de Peruambuco, aos 29 de mam de 1873.
O secretario interino.
Jou Diniz Ribeiro 4a Cunnu.
Reis e Justino Francisco Ribeiro, pelos feriuien-
tos.gravejS-feitosem pessoas de Manoel Francisco
Brges e~jMpflio CbTreia de Mello, no da 5 deste
Lado prtblic
inaimele, a ordem e tranquillldade. prblica
nao SwlTrerara alteraco.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Lucena. dig-
nsimo presidente desta provincia.O ehefe de
DESPACHOS DA PBKS1UE.NCIA DE 10 DE JU.1H0 DE
1873.
Tenente-coronel AJlxandre Augusto de Fras
Villar. RempUjdo ao Sr. director do arsenal
guerra para mandar concertar.
Frailesco Ignacio de Mello. Concedo oito das
de praso fiara provar a isenro allegada.
Franeelina Brgida Soares Monteiro.Sim, com
recibo, nao havendo inconveniente.
Jos Carnero Maciel da Silva. Deferido com polica, Antonio Francisco Correa de Aranjo.
offlcio desta data thesourara de fazenda. imm
Dr. Joao Capi-trano Bandeira de Mello. Defe-
rido com offlcio desta data thesouraria de fa-
zenda.
Luiza Elias da Paxo. Junte certido de casa-
mento.
Dr Manoel deFigueroa Faria. Remettido ao
Sr. inspector da thesouraria provincial para man-
dar pagar ao supplicante.
Peiro Velbo de S Brrelo.Deferido com offl-
cio desta data thesouraria de fazenda.
Thotnu Jos da Silva Gusmo. Deferido com
lio. 39 de maio le 1*93.
A QUESTAO RELIGIOSA, O SU. SILVE1RA MAR-
TINS E O PARTIDO LIBERAL.
II
Ficou provado em nosso primeiro artigo que o
discurso do Sr. Silveira Martins nao pode merecer
offlcio desta data ao engenpeiro ehefe da repart- as honras que Ihe attribuo o Sr. i rado Pimentel,
cao das obras publicas. de definir a attitude do partido liberal na formosa
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 10 controversia de religio, que traz preoecupado o contas urna quest
de junho de 1873.
De seren subvencionados os beneficios erle-ia*
ticos, pde-se em boa razan concluir que ter-
se julgue dispenslo de ser sabio e virtnw>* T
das, ns a3fejnin da ign-ja receban ***mm Fst.ido f O maior numero dos nadri-^raAafean i
nao vive dos seus propnos recurro*, nao i
bastar por si so as mus necesidades
em alguma cousa aos eucargo> do th
cional *
!Un pois, uina razio ara que se infern de
oLng.ido de cultivar a M-iencia e a virtude sar
una parle do clero cIIioIm-o H>bven<-iiinado peb>
Esudo.
Fin padre esqu^c-a que padre. si p-irqne ni
sent a concurrencia de outros eura< de afean. *
Esta raiui, convenha o Sr. 5ilveira Martin*, ai
urna razio era que um c-pirito rull > deva
sistir.
A suppressn da liberdade de culto e da hfear-
dade de conscienea nao sao eorollarios oUrnmnW
da exislepcia de urna religio do Estado A
leslnceio imposta pela lei fundamental do i
rio a< inanifestacoes do culto, versa sobre a I
exterior das rasas de orarn, o que e aa lanJ nV
de forma, uma haasnnnpnni a
0 porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
Rcparl ico da polica.
t.' seceo.Secretaria da polica de Pernambuco,
11 de junho de 1873.
N 1(82. Illm. e Exm. Sr.Cumpre-me scen-
tificar a V. Exc. que, das participacSes recebidas
hoje nesta reparticao, consta que foram nontem
recolhidos casa de detencao os individuos se-
guintes :
A" ordem do subdijnjado' do !. districto de S.
Jos, Maximiana MarnFda Conceieo, por offensas
moral publica.
de
' espirito publico. religio da grande maioria do paiz. uma i
A justca que nao recusamos aos nossos adver- de nenhum valor para a f e para o* i
j sarios, nos determina a acreditar que a poltica re- religiosos
ligiosa do inconciliavei deputado riograndense, O ultimo do- inale- acuitados pelo *. Sdieira
resuinindo-se na exlranha providencia que aeonse- Martins nao meieee as honras da 4*-nstna.
hau de ser decretada a suspenso do bis|io de A pequea parte da fortuna pablan <
Olrnda. como a de qualquer empregado subalterno, a inanier o culto catbolico, nao ;
nao pode ser o programma de um partido cons- coniribuieo de renles de ulras
tucional. e cmsftuida em sua nuxinn parte peina I
Sobre este ponto cumpre que a Reforma se elb tos ralholiros. E* sobre estes
plique. O orgo democrtico aceta a di recro do grande paite os innjwslos; tal e a
Silveira Martins na contenda religiosa entre o numero de catboiicos e o de
Trata-se de uma questo de summa importan- que habitara o paiz, que so em uma parte inl
ca em que todas as opinides devem manifestar-se simal coniribuein estes para a tortuna publica
sem rebu.o. Depos da formal declararan do Sr. te.' cora lana fundamentos que o Sr. Silveira Mar
A' ordem do de Belem, Guilherme, escravo de Prado Pimentel, attribuindo ao Sr. Silveira Martins
um fulano Barroso, por andar fgido. o haver fixado as raias das aspirar-oes liberaes, o
A' oidem do da Vanea, Francisco Jos deArau- paiz tem o mais natural interesse era saber se o
jo, por crirae de tentativa de homicidio. partido liberal, vulgarisadas as ideas do deputado
Communicou-me o delegado de polica do termo ro-grandense, e-! ainda em aceita-las.
de Cimbres, por offlcio de 14 de maio, que tendo Em quanto aguardamos a declaraeo do orgo
no da 11 mandado uma escolta do destacamento democrtico, proseguiremos na promettida analyse nioes.
tins abalanzase a atacar a in>iitui.io de na
ligio do Estado !
O partido liberal aceita a responsabdi
uma tio ousada tentativa *
Knlendam >-nos claramente :
Tenha c partido liberal a coragea das aa
de de
d'aquella villa, sob o commando do respectivo
sargento, effectuar a prisao do celebre criminoso
Pedro Paes da Silva e outros, no districto do Olho
d'Agua dos Bredos, Pedro Paes e ura seu compar-
sa de uome fu5o Gouzaga, apenas presentirara a
escolta desfeeharam nesta diversos tiros, a qual
por sua vez tambera desfechou alguns tiros nos
aggressores, de que resullou sahir Gonzaga leve-
mente ferido, sendo n'essa occaso preso ; conse-
A politiea /Jue nio pode ser eslranha a
dos grandes inleresses nacianaes,
sp
medida salvadora que o governo differen> dirercio relig osa
do famoso discurso.
Tendo aconselhado a suspenso do prelado dio-
cesano, como a
nao devera demorar-s a decretar, o Sr. Silveira; IVsiroes definidas nesl e em toda* ns
Martins v nos tactos do Pernambuco um pieniin- ues >v< os votos do pau.
co e uma .-ao. E' chegado o teni|io, diz S. Exc.. i O Sr. Silveira Martins fallou ou nio es
de separar a sociedade civil da sociedade ecclesias- do partido liberal ?
tica, acabando por urna vez cora a religio do Es- Aguardamos a solurio. E' d* boira do
lado. liberal que ella nio se faca esperar.
guindo evadir-se Pedro Paes, e que "sobre este fac- ( Tal o ideal do Sr. Silveira Martins. Nao com-'
to prosegua nos termos do inquerito. prebende S. Exc. que o Estado teaha uma religio
Em data de 27 de maio ultimo communicou me privilegiada, ainda que esta religio seja adaquasi
o delegado de Flores que. na madrugada do da totalidade dos 10 niilhoes de brasileiros Alguns (
anterior fra gravemente ferdo n'aquella villa, poneos railheiros de protestantes que habitara o
cora cinco faccadas, o soldado de polica Antonio paiz nao podem satsfazer-se com a tolerancia per-
Alves dos Santos por seu eompanheiro Francisco raittda a seu culto com a proteccao das leis que
Jos de Lima; quo foi logo recolbido prisao, impossibiliUm a perseguieo por motivos religio-
e que a tal respeito prosegue nos termos da le. as, com a igualdade de direito; civis e poUucos
Segundo communcavq do subdelegado da Ca- que^com ligeiras e licnentendidas restrier.,s,
punga, s 8 horos da noute do da 8 do correte, Ibes garantida [tela le fundamental do imperio e
Luiz Antonio Moreira, travando.se de ra oes cora pelas leis oofeanicas.
Claudino Gomes, resultara disto sahir Moreira le- Nao bastara mesmo, no disenatear do Sr. Silvei-
vemente ferdo, tendo Claudino recebido algumas ra Martins, um certo progresso as in-titues
eacetadas; Mo-eira foi recolhido ao hospital Pe- que a catholicos e nao catholicos pcrmitti.-se plena
dro II, afJm de ser convenientemente tratado, e e absoluta igualdade de direitos politices,
proseguese nos termos do respectivo inquerito ] Nada disto. Para o Sr. Silveira Martins e con-
contra Claudino, que logrpu evadr-se sequenteraente para o partido liberal, s viria de
Em offlcio de nontem communicou-me o sub-, molde as actuaos circunstancias da sociedade
delegado da Varzea, que na povoaco do Caxan- brasileira a solucao nica, radical, que se tradu
g d aquella freguezja, Francisco Jos de Aranjo zisse na abolico da religio do Estado.
1873
tentara assassinar sja propria mulher Bellarmina
Mara da Conceiflo ; que o delin penle foi preso
em flagrante, nao obstante oppr grande resisten-
cia, de que resultou sahir levemente ferdo, e que
tendo feito as competentes vistorias, prosegua
nos termos do Inquerito.
0 Dr. delegado da capital declarou-me que
nontem remetiera ao Dr. juiz de direito do 4.
districto criminal o inquerito que se procedeu
contra Lino Alvesde Souza, pelos ferimentos fei-
tos na pessoa de Marcos Gomes da Silva, em o da
1. do eorrente.
O subdelegado do Recife declarou-me tambera
Jue, na mesma data ue hontem remetiera ao Dr. juiz
e direito do respectivo districto criminal, o in-
querito a que proceder contra Luiz de Franca
Nenhum outro meio seria aconselhado.
A rehgjao do Estado, disse o Sr. Silveira Martins,
traz estes males: alimenta um clero que pelo fac-
i de sai subsidiado Oca dispensado de ser sabio e
virtuoso : supprime a liberdade de culto e com
ella a liberdade de conscienea ; multa a sectarios
de differentes cultos para manter a um culto pri-
vilegiado.
Apellamos para os homens sensatos, para os
qne amara o paiz e nao correm atraz de falsos
apostlos ao sora de retumbantes promessas.
Estes julgaro se do facto de ser consagrada alienara
como religio do Estado a religio de roilhdes de ou nao leve a torca de desviar
brasileiros, da quasi totalidade dos habitantes do bucano.
paiz, resulta algum dos inconvenientes apuntados O que fez a salariases ?
pelo Sr. Silveira Martins. loaqoiin Naboco. Ula pds
RIO DE MXUnO, 31 IMC MAK
I
E' a rubrica de um artigo coas na o Sr.
auun Nafeuco se refere aaaajraves acj
e 14 a 16 de maio.
Antas qne o joven escriptar tire da
as eanjaMerar:Vs que Ihe sngpre, rnoaprr
era relevo quinto e como sao injustas
as apreciacoes e eoucoikM que a
sao dos fados suseitou ao seu discreSo
Tinto |h'Io aconleeimentJ do da ti,
aconte iment,! do da 16. julga se a Jnaaa
cista cora o direito de censurar a
perante um e outro turnan a anSoridade.
Conheridos.ramo sao, o* fseios, pan
o Sr. J. Xubu.-o julgou daar hansar a
, de S. M. o imperador, con os fes
estado nao tivesse um aovaran
j recordaremos partkulaiiuiaaianla
Sbese que nodia 14, nm
nio ama fraefio exaltada.
mgica do Sr. Dr. Joo Teisairn.
itinerario, qne Ihe indicara n
1 para arrinmaar-os a casa do
gem alguns padres jnsnns a
I ment tvp-yapfeico 4b jama
Nao nos itliriinii ante da
meqoeafei foram coi
bdo liberal, pelo ra
?
-
*-


T-

;***
Diario de- Pernambuco Sexta feira 13 de Junlio de 1873.
la episcopal, mas delxou a desabrigo de pi
$o o collf.gii)
Cabe aqu fin primero reparo : Urna ivpogra-
phia foi feita era estifhacos ; e o joven esenptor
|ue censura a autoridade, tanto por intervir, como
por nao iutervir a tonino e opporlunamentc, nao
tem ama palavra de indignaeao para esse attenta-
do. que o nono seculo nao d'evia presenciar !
O honrado sr. Lucona censurado por nao ter
lanzado a forca publica cm lefeza da casa dos je-
sutas ; o hediondo criaio conunctiido contra o
mais nobre instrumento do pensamento humano
nao mereceu, entretanto, ao Sr. Joaqun! Naboco
ser mencionado neste triste catalogo do erros que
acabaram por deshoncac a pacifica demonstraran
do dra t4, o dia mais itose da vida do tr. Deo
Faria.
O testomunho da mprensa litara!, accresenta
o Sr. J. Nabuco. quasi unnime centra essa iner-
cia to digna de ser chamada connivencia !
Detenhamo-nos peante esta descabida aprecia-
cao.
O Sr. deio Faria tinha sido suspenso ex infnr-
mata ronscientia e por motivos que populacao
de Pernambuco nao sao seguramente ignorados.
A reunio convocada para o da ti, a que foram
presentes os Miembros uo directorio liberal, tima
por flm ostensivo render ao padre suspenso, ho-
menagens de qualquer naturvza.
Nada poda lazer esperar que a mauifestacao
dirigida por cheles pnpulirissimos viesse attestar
de un modo soberano quanto era infundada a
pretendi dos que se reputam em Pernambuco os
despatas da opiniao com diplomas, que ningucm
lhis eonferio, de directores 0:1 ooiiselheiros.
Perante una reuniao pacifica cm suas primei-
ras manifestacoes, cuja trente pompeava arro-
gante o Sr. Villa-Bella, e com elle todo um corte-
jo de directores, nada fazia suspeitar que o ditoso
ilia do Sr. deao Faria houvesse ds eahir para o
dominio da chronica, como um dia lutuoso_ e de
lio triste recordarlo!
A iinprensa liberal da provincia chama aos fac-
i selvticos desf lugubre hora crepuscular de
44. de maio, ataques inopinados, imprevistos, ini-
posafveis de provenir.
Como a autoridade interviria opportuna, lio
-opuorluna, que podesse evitar a praliea dos alten-
tados ?
Deveria a forca publica misturarse com os va
ros grupos, te-Ios mao e sob tal vigilancia que.
no memento em une a aggresso irrompesse fero-
brutal do seio de urna reuniao pacifica, ahi des,
p.utasse o sabr e luzisse a bayoneta ?
.sio os pretensos amigos do povo, que lhe reca-
mo a honra de reunir se lora das vistas inme-
diatas da autoridade !
Concillamos sobre os fados do dia li
Peante tiles a autoridade fez nobremente o seu
dver. da nao pedia suspeitar urna reuniao pa-
aflea de ser um incitamento para o crime.
Proseguiremos. .
(Sarao.)
JiMMBM
ASSESBL PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 6 DS MAIO.
MBMuKKCU uo S:\ AGUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se pr-
senles os seguintes Sis. deputados : Olympio Mar-
ques, Gametro, Oliv.-ira Andrade, Figusira, A.
Araujo, Tol'.miao da Carvalho, Lamenra Lins,
Ges Gavalcanli, Vieira de Arau.o, Vieira de Mi I-
1o. Ferreira de Aguiar, Ilarros 'Wauderley, Aina-
ral, Itatis e Silva, J. Araujo, Firmino de Novaos,
Canha Pigueivedo, Lacerda, Mello Reg, Mamede,
Pinto Jnior, (Jomes i'renle, (ioucalves Ferreira,
Uchoa avaJcanti, Oliveira Fonceca.
Abre-se a tsalo.
F.' li la e approvada a acta da antecedente.
O .Sr. I." Skchf.taiuo da cunta du seguinte
r.XI'I.DlKNTK I
O.Ticios ;
Do secretario do governo da provincia, rerrt-
leudo por copia o oficio da cmara municipal
esta cilade, no i|Ual declara haver marcado a
qnantia amiual de 5.0S ao advogado dos presos
pobres.A' eonuuissao de uroamento munjoipal.
Peticoes :
Ue diversos negociantes de carnes verdes, re-
presentan lo contra o projecto deerindo a pretcn-
eio de Antonio da Costa e S, contratante do
transporta das carnes verdes.A' conimisso de
legis|aeao.
Da contraria de Nossa Senhora do Rosario do
bairn da Santo Antonio, pedindo preferencia para
correr urna parte de suas loteras.A' commiss >
de urcamento provincial.
Da innandade de S. Sebastian, erecta n* igreja
da villa do Bonito, pedindo preferencia pan ser
tlrahida ama parle de suas loteras.A' coin-
i li-so de orcauento provincial..
De diversos moradores da fregueiia da S. Mi-
guel d Afogados, pedindo a eollocacao ife lam-
peeoes a caz. ben como um dafarizpnra abastec-
ment d agua potave! aquello lugar.A' eoinmis-
sdii de peucSes.
Ib Dr. Felippe .Nery Collaco, arrematante da
impresso das renartirdes provinciaes, pedindo
una iiui-;nni>acao pelo recrescimo que houve das
mesinas. A* cuimnissao de peticoes
Poram liaos, .ligados objeelo de deliberacao e
mandados imprimir dous projeetos : un assigna-
do pelo Sr. br. Itatis e Silva, creando duas esco-
la- de instniccao primaria para o sexo feniniio
na povoa.u de Iieberibe de Batato c em Itapissu-
ma ; e uujro da coininissao de obras publicas, au-
torisando o presidente da provincia a conceder
companhia de Beberibe um augmento de privile-
gio em deferuuento petico da mesma compa-
Hiiia.
ORDEM DO DI\.
iscnssao do projecto n. it duste anno. adiada
em 1." por ter sido empatada a votarlo no dia 3
do corrente, o qual determina o modo por que
dsve ser arrecadado o imposto sobre casas de
compra e venda de cscravos.
O Sr (inia Fi'u declara ni tomar parle na votaqao deste projec-
to, por nao ter assistido disenssao, e ha vendo
apenos com elle 20 Srs. deputados, nao pode por
conseguinlt pro^eder-se voUu.o.
Em vista da declaracao feita, o Sr. presUdents
declara que Oca anda adiada a dscossae do mes-
mo projecto.
3." djseusso do projecto n. 3 deste anno sobre
arns venir.-:.
Vao a mesa e sao -paiadas as seguintes emen-
das :
"t Ao .'i. Em vez de O-diga-se 10.-/d-
tis e Silva, i
.-ubstilutivo ao art. I.* -O presidente da pro-
vincia lica autorisado a empregar as medidas que
jalgar convenientes alim de reraever as causas
que possam produzir o encarec ment das carnes
verdes nesta cidade c difflcultar o seu abastec-
ment, pudendo at contratar. (O mais como no
artigo.y. de Mello lego. -1. roujo.
Encerrada a discussaoe postas a rotosas emen-
da?, sao approvadas, bem como o projecto.
O Sr. R:itis e Silva (pela ordem) :Sr
presidente, sendo de incontcstavel interesse c im-
portancia o projecto de lei da reforma de instruc-
cao publica, requeiro a V. Exc. se digne de con-
sultar casa se concede urgencia para que entre
em discussao o projecto n. -'i do nno passado de
preferencia a outro qualquer.
O Sr. Tolentino de Carvalho oppoe
se ao requerimento de urgencia por ccnsidera-lo
desnecessario, visto como o projecto .licou bontem
adiado por falta de numero para votar-se.
O Sr. Ratis e Silva : Sr. presidente;
nao pdem callar no meu espirito as razoes apo-
sentadas pelo nobre sdeputdo, quando dizqiieo
projecto est na ordem do dia, e que tom estado
todos os dias em discusso. E' verdade que esl
na ordem do dia ; mas porque razas nao se tein
concluido ainda a dicussao do projecto ? A razio
porque a casa est atarefada de trabalho : tra-
ta-se primeiramente de outras. materia?, e depois
de urna hora ou hora e meia que entra em dis-
cusso esse projecto, e nos todos nos aborrecemos
e nos enfadamos de estar sentados tanto tempo, e
nos retiramos, ficando o salo vazio ; por issso
sempre adiado. Eis aqu a razao porque ped
urgencia e preferencia de discusso. Se elle en-
trasse em discusso logo no principio da ordem do
dia, teriamos tempo de discuti-lo e estara con-
cluido.
J se v, portanto, que desapparece es?a inutili-
dade que cnxergou o nobre deputado no meu re-
querimento.
O Sr. J de Mello Reg diz que preten-
de fazer um additamento ao requerimento de ur-
gencia. Este additamento consiste em ser a ur-
gencia dividida ea duas partes, urna para ser cm
primeiro lugar discutido o projecto relativo aos
crditos supoiementares, outra para em segundo
ser discutido o projecto de que trata o requeri-
mento em discusso.
Assim (icar attendida a materia deste projecto,
sen prejuizo da do outro, que urgentissima e de
conveniencia do servijo publico.
Posta a votos a urgencia requerida pelo Sr.
Ratis e Silva para o projecto n. oi do anuo passa-
do, foi approvada ; requerida, porm, a verifica-
cao e nova i ente posta a.votos, foi rejeitadx
O Sr. presidente declara que a outra ur-
gencia- reipierida nao precisa por se vutacao,
porque a j submetter a discusso esse projecto.
2." discusso do projecto n. 56 deste anno.abrm-
do crditos supplemcutaros para o anno flnanceiro
de 1873 a 1874.
Encerrad! a discusso foi approvado.
O Sn. Mri.lo Reg pede dispensa de intersticio
deste projecto, para que seja dado para a ordem
do d^a ; o que foi concedida.
Contina a 2" discusso do projecto n. 54 do an-
no passado.
Art. 52 com um substitutivo do Sr. Alvaro
Uchoa.
Encerrada a discusso e posto a votos o substi-
lulivo foi approvado.
Art. 53. Os professores percebero 1:2003 de
ordenado c t:200j de gratificacao.
O.' repetidores percebero 1:000*000 de or-
denado.
Podero ser elevados, cm proporco do serv-
qo a que sao obrigados, os ordenados dos demais
empregados do intrnalo.
Vai mesa c apoia-se o seguinte additivo :
Fica elevado a 1004 o trimestre que devem
pagar ao instituto pelos alumnos internos, a 20 a
mensalidado dos meic-peusionistas e a 03 a dos
externos.-1'. Cae-lante.
Encerrada a discusso e posto a votes o artigo
e additivo sao approvadus.
Art. 54. Os professores teem direito :
1." A' una gralil:aco extraordinaria, que
nao exceda quinta parle dos veneimentos, qua-
do se houvereni distinguid i no magisterio por mais
de quinze annos ;
2. Ao augmento de urna terca parte do or-
denado quando forcm conservados no magisterio
depois de vinte e cinco annos de servico ;
3. A' seren jubilados com o ordenado por
inteiro no fin de vinte e cinco aunos de sonden
activo ;
4.* A' screm jublalos com a parte do orde-
nado proporcional ai tempo, que bouverem servi-
do, quando estiverem inipossibilitados de conti-
nuar no exercicio do magisterio, nao podendo go-
zar deste favor antes de cinco annos de exercicio;
3' A' serem jubilados com tvdos os venci--
montos quando bouverem servido por mais ilez
anuos alm dos que vao mencionados no 3o;
t 6.- A' sw-lbes attendida na jubilac>> a gra-
tificaclo extraordinaria de que trata o 1*.
\ o mesa e sao apoiados os seguintes addi-
tivos :
A admisso gratuita de alumnos no gymna-
sio gmente ser consolida a meninos pobres, sen-
do preferido em igualdade do eondicocs, os lilbus
dos servidores do estado e os que subsidiados pe-
la provincia, tenham-sc ;e;o re.-.omiiieiidaveis pelas
suas pravas, podeudo ser retirados, se depois de
dous annos de estudo nao revelaren! applica.ao
ou'vocaco para as lettras.U. Cvale-inte.
Ao i. Em vez de cinco anuos, dcz. U.
Caoalcante. >
I. -Approvado. ~
2." Approvado.
^ 3.*Approvado.
j 1." Approvado, bem como as emendas.
5.Approvado.
6,* Kjeitado.
U Sn. Uchoa Cavalcanti: pede verificarlo da
votaban, e posto de novos a votos, foi approvado
com o additivo.
i Art. 53.-E' gratuita a matricula.
E* rejeitado.
Art. 5G. S) eondicocs exigiveis para a ma-
tricula :
I. Saber correctamente as materias que se
professam as escolas de instrueco primaria ;
2." Ser maior de quinze annos ;
3. .N.i haver solndo condemnaco cri-
minal, a
Vai a mesa o apoia-fe a seguinte emenda :
Ao ? .'t'-N.io haver soffrido condemnaco por
algum daquelles crimes, ipie em virloda ili pre-
sente lei pader motivar a perda dacadeira de pro-
fessor publico. U. Cavalcante.
Encerrada a discusso e posto a votos, appr>
vado u artigo e paragrapbos, be ai como a emeuda.
Art. 57. O programma de estado*? approv.v
d) pela.ei n. 809 de 10 de maio de St/J, sera
executado segundo una nova dlstriboicao das
materia, procurando-se que, sem augmento uo
tempo do estadio escolar, tenham mais desenyol-
vimento as que se professam as escolas de ins-
iruccao elementar.
E' approvado.
k Art. 58. O tempo di exerticio diario de cada
u.na das cadeiras ser regulado, segundo a uatu
reza da disciplina que nelta se professar.
E' approvado.
Art. 59 Ao alumno-mestie que, juizp da
oongregacao; se flzer dotavel pela sua apphcacao,
a-siduidad aproveitamento, poderser concedi-
do pelo presidente da provincia um premio que
consistir cm livros ou em qualquer objecto d'ar-
le destinado instruc.o.
E' appravado.
Art. 60. O presidente da provincia, far re-
mover o instituto do edilicio em quo funecioua
para outro que contenha as devidas proporc.oes,
assim para curso theorico, como para a e-crtla
pratica e exercicios a que se refere o art. 2o do
regulamento de 25 dojunho de 18ij4.
E' approvado.
Art. 61 Poder ser creada urna cadeira de
msica, devendo ser contratado o respectivo pro-
fessor mediante a gratificacao annnal que for ajus-
tada e que nao poder exceder a 800>.
A frequencia d*-ta cad ;ira, que timccionar
nos dias e a hora designados pela congregaeao,
ser- obrigativa durante os tres anuos de estadoi.
E' approvado.
Art. 6. Lognque o permiltam as circums-
lancias, o presidente da provincia crear urna es-
cola normal para o sexo feminino, podendo ser
aproveitades os actuaes professores da escola
mediante una pratilicaco annual, que nao pode-
r sor excedente a 1:00.
E' approvado.
Art. 63. Os profe.-so.es da escola normal go-
zarn das mesnias vanlagens que aos do gymnaslo
provincial competem, sendo-lhes em tudo applica
veis as diajosicoes dos arts. 53 e 54.
SE' rejeifjuo.
O Sn. Uchoa Cavalcante diz que tendo havido
engao na votac.o deste artigo, porquanto o nu-
mero do projecto da mesa dill'eren'.e do do pro-
-ecto que elle tem s raaos, pede 'pie sej vcrifica-
Jja a votai-o, visto como a C julga, pois, ser justo este pedido.
O Sn. Pksidk.sti-: declara que adiando razoa-
vel e justo o pedido do nobre deputado, e como
alguns dos Srs. deputados voiaram engaados na
supposicao de que estivesse em discusso o art.
G4 do que a mesa tem, acha, pois razoavel que
se possa verificar urna votavo jia qual deu-se se-
melliantc engao ; crt5 portanto que este artigo
poder ser posto- uovaraente em discusso e vo-
tajo.
Eacerrada a discusso approvado o art. 63 c
rejeitado o art. 6is
Posto votos, passa o projecto terceira dis-
cusso.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento:
Requeremos que o projecto v s commissoes
de instrueco publica e rodaeco, afim de que ollas
reunidas, fedijam-no, conforme as modificares
adoptadas, ficando a 3* discusso adiada at que o
projecto, assim emendado seja impresso no jornal
da casa.-GoVs Cav-lante. Uclton Caoalcante.
Encerrada a discusso, o requerimento posto
votos e approvado.
3* iiscussao do Drojecto n. 13 de 1872, que des-
membra do termo de Tacarat, passando para o
de Floresta a Serra Negra. Approvado.
3* discusso do projecto n. 37 deste anno, que
autorisa o presi lenieMa provincia a minear pro-
fessora publica, D. Jjwbel F. de Quintal Barros, in-
dependente de concurso.Approvado.
2' discusso do projecto n. 50 deste anno sobre
o contrato da couipanhia Recife Draiuage.
Vai mesa e apota-se a seguinte emenda :
Em vez de rectificar, diga se ratificar.
Vieira de Araujo.
Deixa-se de votar por falta de numero.
O Sr. Prfsib-knte designa a ordem do dia c le-
vanta a sesso.
dfcJo.Vi Francisco dp Anirr.l, vigario Florencio
Xavier Dias dd Allinquerdiie, coronel Epiminon-
ilas Vieira da Canta, lenlo cncoifl rr*n
C.av.ilcaule J.ivme G.ilv i. (eiicntcoronel Fran-
ci-i-o Xavier du Audiade. I'edro Ji.se v.ontenegro,
Joo Luiz Au uni da Silva.
ftossa Senhora di Conccicao de Itamarac. -Vi-
gario Fortunato David Amador deKOliveira, tenen-
ti coronel Francisco Cordeiro Cavalcante, lente
coronel Francisco trdim Cavalcanio, padre Joo
Vicenlo Quedes Pscneco, Mauoel Lopes de Albu-
querque, najor Regenerado ife Brito Becerra de
Mondonca, Joaquim Brancod'Assumpcao Pires, Pos-
sidonio da Rocha Pereira, Aristides Honoria Be-
zerra de Menezes.
Faculdadedc direito.No curente an-
no lectivo acham-se matriculados as diversas an-
as do curso ce direito, piofessado na facultado
desta provincia, 283 estudantes, dosquaes 1 natu-
ra! de Portugal, 7 do Para, 13 do Maianho, 6 do
Piauhy, 17 do Cear, 7 do Rio Grande do Norte,
37 da Parabyba, 107 do Pernambuco, II das Ala-
goas, 8 de Sergipe, 31 da Babia, 12 do Ro de Ja-
neiro 2 do Paran, 6 do Rio Grande do Sal, 4 de
Hias-Genes, 1 de HaUo-Grno, e 1 de Goyaz,
assim divididos pelos annos do estadio :
Primeiro anno. '.O da Riliia, 20 de Pernambu-
co, 4 do Cear, 2 ds Rio Grande do Xorie, 3 de
Sergipe, 3 do Maranhao, 3 do Piauhy, 3 de Ala-
goas, 2 da Parahyu, 1 do Rio de Janeiro o 1 do
Rio Grande do Sul.
Segundi anuo. -12 de IVnambneo, 4 das Ala-
goas, 4 do Para, 6 da Parabyba, 11 da Babia, 1 de
Sergipe, 2 do Rio Grande do Norte, 2 do Maranhao,
1 de Matto-Grosso, I de Minas-Geracs, 2 do Rio
de laneiro, 2 do Rio Grande do Sul, e I do Cear.
Tercena ama.i" de Pernambuco, 2 da Para-
byba, 1 de Minas-Geraes, 3 do Rio do Janeiro, 1 do
Rio Grande di Sul, 3 de Alagoas, t do Cear, 2
da Babia e t do Maranhao.
Quarto "tino.25 de Pernambuco, 8 da Para
hyba, 2 do Para, 2 do Paran, 1 de Portugal, 1
do Piauhy, 5 do Ceara, 2 de Sergipe, 1 do Rio
Grande do Sul, 3 da Babia, 4 das Alagoas, 3 do
Rio de Janeiro, 1 de Goyaz, 2 do Rio Grande do
Norle, 2 do Maramo, 1 de Minas-Geraes.
Quinto 'lino. 33 de Pernambuco, o da Baha,
19 da Parabyba, 6 do Cear, 3 do Rio de Janeiro,
9 das Alagoas, 1 de Minas-Geraes, t do Rio Gran-
de do Sul, 1 do Para, S do Maranhao, 2 de Sergi-
pe, 2 do Piauhy, i do Rio Grande do Norte.
Santa Casa.O pessoal dos enfermos e
educandos existentes no mez de maio nos estabe-
ecimenlos pios a cargo da Sania Casa foi o se-
Iiiinte :
Hospital Pedro II 341
Filhos de enfermos 10
Hospital dos lazaros 42
Hospicios de alienados ^5
Asylo de mendicidado 98
Collegio dos orphios 96
Dito das orpbs 166
Casa dos expustos 91
Criancas em poder das amas 78
Totol 1,007
Funciona hoje a junta admininistrativa da
Santa Cafa por ter sido honlem dia santificado.
Uili^cueia policial.-Mandando o dele-
gado de polica de Cimbres que no dia 11 de
maio ultimo urna forca do destacamento all exis-
tente, sob o coaunando de um sargento do mesmo
diligeuciasse capturar o celebre criminoso Pedro
Paes da Silva, que cun outros se achava no lugar
denominado Olh.) d'Agua dos Bredos -, aconle-
ceu que ao aproximarse a forca daquelle ponto,
p.Y'scntiram-na Pedro Paes e um dos dous de
nome Gonzaga, os quaes inmediatamente buscan-
do a evaso, disparam suas armas contra a forea,
que tamhem fez fogo sobre cites.
Uo conflicto que se seguio resultou a prislo de
Gonzaga, levemente fondo, conseguindo sempr*
evadir-se o famigeralo Pedro Paes.
Fcriiucntos. Na madrugada de 26 do mez
ultimo Francisco Jos de Lima ferio com cinco
facadas ao sea cama rada Antonio Aires dos
Santos.
Sao ambos soldados do corpo de polica, c acha-
anvse em servios na Vil a de Flores. O delin-
quelite foi immediatamente preso.
Conflicto As 8 horas da noite de 8 do
correle, Iravando-se de razoes no dislricto-poli-
cial da Capunza, Luiz Antonio Moreira com Clau-
dino Gomes, foram-se s mos, resultando ficar o
primeiro levemente ferido, e o segundo contuso
de alguna* eaceladas que recebeu daquelle.
Moreira foi recolhido ao hospital Pedro II e
Ciaudino poz-sa ao fresco. Quasi sempre d-se
isso.
Tentativa de tuorte. francisco Jos
de Araujo feutou assassinar sua pr. pria inulber
liellarmina Mara da Conceigao no dia 10 do cr-
rente e na povoacSo do Caxang.
0 deinquente foi preso em flagrante, nao obs-
tante a tenaz resistencia que einpregou, e do que
resultou ficar elle levemente Ifrido.
.Cemeri publico do ReelfoDu-
rante os exercicios de 1865 -1866 a 1871 -1872,
forana sepultados, no cemileris publico da cidade
do Recife, 17,996 cadveres, assim divididos :
1865'866 2,276
1865-1867 1,843
1867 -iti-i 2,513
181,8 -1869 2,527
1866-1870 2,-29
1870-1871 3,008
1871-1872 3,200
Esses cadveres foiam sepultados em 14,179 se-
pulturas pagas eem 3,8 7 gratis, assim divididos :
Annos Pagos Gratis.
1865-1866 2,276 000
1866 -1867 1,843 000
1867-1868 1,818 6Ho
1868 1869 1.879 648
18691870 1,936 693
18:0-1871 2,164 844
1911-1872 2,263 937
Comarca de Goyanua-Achi-se mar-
cado o dia 25 do corrente part o comeco da se-
gunda sesso do jury dessa comarca.
Pruphecias i I lastradas Para o en-
troteuimento das familias as noutes de Santo An-
tonio, S. Joan e S. Pedro, acaba de sahir a luz
urna linda eoeccao de sortes, em 64 cartas, cada
urna das quaes tem urna cnistosa caricatura.
" sem duvida digna de apreco essa collecco,
REVISTA DIARIA.
c^CoIlectoria provincial Por portara
da presidencia da provincia, de i0 do corrente, foi
nomeado o ba barel Jos Bonifacio de S Pereira
fiscal da collectoria do municipio de Barreiros.
Casas para eseolas publicas.-Por
portara da presidencia da provincia de 10 do cor-
rente, foram aomeadas as seguintes commissoes
para agenciar donativos para a conslruccao de
casas para eseolas publicas as freguezias de :
SS. Cosme Damiao de QMarpuiL&r&o de
Rio-Formoso, Dr. Antonio Tristo de Serpa Bran-
Alferes loa mim Vlela de Castro Mariz, com D.
Maria Amelia da Conceic.o.
Fi-aiic.elino Domingues da Silva, com Leocadia
TlwrcA dos Res
E elvkio Daniel de Ara:i;o Machado, coni Jesuina
Mana de Lemos. g
Luiz Ceciliano Antei^ com Amelia Maria da Con-
ceicao.
Joo Jos Martes dos Santos, com Amelia Vidal
Rjjrero.
LuizJ.is de Aguiar, com Joaquina Manoela
da Gnncel{ao.
mjrato Tiburtino de Miranda Maciel, com D
DelniBi Eulalia de Oliveira Lima.
3* denunciaran.
Antonio Pires da Sdveira, com Clarinda Maria
da <".once.cao.
Francisco Luiz Cavalcante, com Felicia Thcodo-
ra de Barros Reis.
Innocencia Joaquim de Sanl'Anni com D. Ma-
ra doBspn Santo Oliveira.
Januario enes da Silva Lins, com Rita Maria
da Conceican.
Jos Antonio de Souza Bastos, com D. Amelia da
Conceigao de Ol veira Azevedo.
Agostinho Vrela dos Santos, com tfticinda Ma-
ria da (oncelco.
Lotera.A que so ada venda a 54'. a
beneficio da matriz do Cibo, a qual corre no
dia 14.
LeiloHoje effectua as 11 horas da manhi,
0 agente Martins, o leilo da taverna da praca do
Conde d'Eu n. 32, em um ou mais lotes vontade
dos compradores.
Casa de detencao. Movimento do da
10 de junbo de 1873 :
Existiam presos 350, entraran) 3, sahram 12,
existem 341.
A saber :
Nacionaes 228, mulheres 9, estrangeiros 39,
iscravos 5i, escravas 11.Total 341.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 273.
Movimento da enfermara do dia 10 de junbo
de 1873.
Teve baixa:
Francisco Jos de Araujo, feridas contusas.
Pedro, escravo de loaquim Virginio Crrela, ulce-
ras.
Tiveram alta :
Jos Theodoro Pinto.
Marcos Alves dos Prazeres.
Passa^eiros. Vindos dos portos do norte
no vapor Paran:
Jos da Costa Macharlo, Manoel Rabello de Oli-
veira, Mojoli Roberto, Samuel Cemelo, Victorino
Jos Raposo. Jesuina Roza Francisca, Augusto P.
de Arngo, Manoel Gnnealves Ferreira Villas-Bas,
Manoel Joaquim Marques Alfonso, Antonio Man >el
Ferreira e sua familia, Jos Francisco da Silva, C.
Angelo, Manoel Ignacio Lopes, Antonio Moreira, 1
de ert >r, Manoel d > Nasc.mento Jorge Soares.
Seguiram para o sul no mesmo vapor :
Antonio L. de Moura Jnior, capito-tenente Ma-
noel L oe C Antonio Marques de Oliveira.
Jos Gomes da Silva c 1 criado, Manoel Candido
de Araujo Lima, alferes Antonio Firmo de Souza,
e su familia, los Manoel Baptista, John M. Hair,
W. Uncherer, Gaspar Antonio \ ieira,Odilon Gornes,
Carlos Augusto de A. Garca, 2." cadete Manfcl
W. N. Lms, Henry Wilnier, Dr. Sebastin Gordei-
ro Coelho Cintra, e I criado, Dr. Felippe Pereira
Na buco de Araujo, Taciano da Silva Reg, Jos
Pe Id C. da Cunda, ex-soldado Joo Francisco
Mends, Antouio, Izidoro e Fecidade, africanos,
Antonio Joaquim de Parias, Francisco F. Monteiro;
Manoel Alves, Jos Adriano do Nascimcnto, Fran-
cisco, Mathilde, Joaquim, escravos, Torquato, escra-
vo, Antouio do A. Borges, Francisco Maciel Pinto,
Evaristo Assis Pinho, Francisco Fernandes, Fran-
cisco Antonio da Silva, Juvencio, escravo, soldado
Tltomaz B. Ferreira, recuruta Joao Luiz do Nasci-
mento, Joi A. B. Q. Bandeira, Francisco Pe-
reira, Manoel Branco, Mar.a, escrava, tenente
Jns Ignacio Riheiro Roma, Belmiro Baptista de
Souza, Manoel Raposo, 8 recrutas, e i eseravte a
entregar.
Ceiuitcrio publico.-Obituario do dia 10
dejunbo :
Maria Magdalena de Souza. branca, Rio de Ja-
neiro, 32 anuos, viuva, S. Jo- ;' tubrculos pul-
monares .
Maria, parda, Pernambuco, 19 mezes, Boa-Vis-
ta ; queimadura.
Ezequiel Angust i Valonea, coboelo, ignora-se a
naturalidade, 26 annos, solteiro, Recife ; tubrcu-
los pulmonares.
Joo Vicente, preto, Pernambuco, 30 annos,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; tubrculos
pulmonares.
Jojepba, branca, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos;
eonfhlsoes.
Jos, preto, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos; ane-
mia.
Roberto, branco, Prussia, 16 annos, solteiro,
Boa-Vista, hospital Pedro II ; febre amarella.
Sendo esta queslo submettida ao^on
estado, este opinon u,i <*ntido do aviso cii i
do 'i ie a respectiva sesso le, -laroii q0 SO n lo ti
iresseniaj urna religo do estado, mol or seria
adoptar-M o coslume de Paris 00 le os cemilerios
n> f.io beatos,'e apenas as sepulturas dos catho-
lios se benze-o na occasio de cada enterro estes.
Ora se nosso cemitero nao fosse liento, c as se-
pulturas dos cathocos s se benz?ssem na occa-
sio do enterro, seria a cmara municipal quem
teria de ordenir ao cap-llo tal ceremonia?
Como, porm, ocemiterio esl bento e a igreja
eathoca tem o direito de negar sepultura, o hispo
est no seu direito ordenando ao eapello do ce-
mitero a pratica de tal ceremonia, c nao poda ser
nisto obstado pela cmara municipal.
E ni que seja ; quem nao catholico deve se iapattat
poncu com a ben(n, eucommendae.io ou nutra
quali|uer ceremonia adoptada pela igreja cathuBca
no cnlerramtuto de seus filhos.
Entretanto o articuli-ta seja franco c explcito ;
demonstre qual foi o novo nnus que a deciso pre-
sidencial creou para os municpes e em que in-
fringi o regulamento do cemiterio.
Nos lempos actuaes preciso franqueza e since-
ridade, porque infelizmente, etnodisse o ex-red'c-
tor da a Opiniao Nacional todos sabem>s quan-
to dificil, se iuio imp -ssicel, urrrdilar n i probi-
dade politica de quem quer que seja.
G.
nao s pelo espirito das prophecias como pelo in-
teressaute das caricaturas.
T-ueatro Sauto Antonio.-Enviain nos
o seguinte :
u Effectivamente realisuujan no dia 10 do cor-
reute, no ttieatro Santo Aevnin. o beneficio da
distiucta e sympatbica artista dramtica a Sra.
Olympia, Vallada,-', subindo scena -A Cigana de
Paris, composicao do festejado escriptor fran-
cez Paulo de Kock, linalisando o espectculo a
linda scena cmica 0 Beberrao.
Nada diremos do drama e do seu desempe-
nbo, porque sao geralmente conhecidos.
Foi mais um triumpho alcancado pela Sra.
D. Olympia, que geralmente muto tem sabido
grangearsympathia e louvores
A porta do edificio, que se achava completa-
mente cheio, achava-se postada a msica do se-
gundo baialho de infantaria da guarda nacional,
a qual tocou durante o espectculo lindas e va-
riadas pecas do seu repertorio.
interior o exterior do edificio se achava ri-
camente adornado de bandeiras e galhardetes.
Flores e muitas folhas topetavam o chao.
< Ardentementc e por varias vezes foi a hene-
en lu chamada scena a receber os applausos de
urna platea esplendida.
Muitos bouquets, flores e urna poesa anony-
rna foram offerecidos beneficiada por diversas
pe suas.
a A Sra. D. Olympia tornou-se mais artista e
encantadora naqueila noute, do que verdadeira-
mente o .
A' Sra. D. Olympia Valladas os nossos since-
ros para be ns.
Proclamas.-Foram bdos no dia 12 do cor-
rente na matriz de Santo Antonio :
i* deoanciaoao.
Bacharel Jos Anastacio da Silva Guinares,
com D. Neomisia Umbelina de Lima e >.
Manoel Soares da Silva, com Adelaide Rosa de
Castro.
Jos Antonio de Carvalho, com Zulmira Fernan-
des de Barros.
Opressio Jos de Sant'Anna, com Amalia Secuu-
dina de Brito.
2J denunciaco.
Ciaudino Teixoira de Carvalho, com Joaquina
Mara da Conceigao.
Thomaz de Souza Mafra, com Jesuina Cassimra
de Hacedo.
Jos Rodrigues Baixa, com Claudia Mara da
Conccicao.
Jos Pacifico lunes Correia, comBemvinda Ma-
ra da Paz.
Veriato Severiano Gomes de Castro, com D. Ma-
ra Amelia da Costa Monteiro.
Manoel Martiuiano de Aianjo, com Mara Barbo-
sa da Conceico.
Manoel Rufino de Moraes, com Maria Francisca
Pereira dos Santo?.
A Provincia.
Occupou-se a Provincia (papel) em artigo edi-
torial com o officio do Exiu. presidente da pro-
vincia dirigido cmara municipal desta cidade,
no- qual declara mesan cmara aos nao sao
procedentes as razoes em que se fuhdou para im-
pedir que o eapello do cemiterio obedeca a de-
termioaco do bispo diocesano na parte em que
diz respeito benco das sepulturas.
Quando se v os escriptores da Provincia (pa-
pel) censuraren) actos desti ordem, nao para
admirar que abandonem o seu programma polti-
co para exclusivamente se oceuparem de questoes
pessoaes sempre inconvenientes.
Entretanto forca convir que ao principio pa-
recen-nos que os escriptores da Provincia pre-
tendiam encaminhar convenientemente a discus-
so jornalistica, e isto era .tanto mais acreditavol
quando deelararam solemnemente que seu pro-
gramma polilico eslava exarado na monumental
ebra do Dr. Tavares Bastos, a Desceatralisaco no
Brasil.
. Com effeito a obra de Tavares Bastos um dig-
no programma poltico de um partido ; ahi se ven-
tilam questoes de alto alcance e que eertamente
seria louvavel o empenbo de quem quer que pro-
curasse dar-Ibes urna verdadeira soluco.
Fomos Iludidos!
Em vez da discusso nobre e elevada dos prin-
cipios, a Provincia deixou-se levar por canvenien-
cias pessoaes e entregou-se a essa luta estril e
inconveniente da diffamacao.
Nao ha acto algum de seus adversarios, por
mais justo que seja, que nio se qualifique como
urn atlentado, urna injuslica, umroubo !!
Sede mais calmos e tolerantes, Srs. escriptores
da ra do Queimado ; nao assim que se con-
quista a opiniao.
_ Quera faz da politica um sacerdocio, urna ques-
lo do futuro da patria, nao renega tao depressa
seu programma, seus compromisos.
E' preciso, pois, nao tentar mais especulacoes
e provar ao povo que nao sois, como j disse o an-
uo redactor da Opiniao Nacional, piratas cafa
do poder.
De parte o que ha de injurioso no artigo a que
al ludimos, o que resta ?
O articulista historiou as questoes sobre o cemi-
terio, fallou na sepultura ecclesiastica, na distinc-
Cao entre cemiterio e campo profano, para con-
cluir falsa e malvolamente que a deciso presi-
dencial de 3 de junbo nao jurdica e constitue
um padro de vergonha.
Ora com effeito preciso ser-se de muito m f
e desleal para, de cnvolta com um acervo de in-
juria*, attribuir so ao carcter distincto do'Exm.
Dr. Lucena ideas que elle nao tem, que nao as
roanifestou.
Mas o que fazer 1
A Proeincia quer a todo o custo converter a
questao religiosa em questo politica como meio
fcil de conseguir sem lins, e ento a deciso
proferida pelo Exm. Dr. Lucena, servio-lhe de
theina para o virulento e iusultuoso artigo edito-
rial a que nos referimos.
Entretanto o conflicto suscitado entre o bispo
diocesano e a cmara municipal desta cidade sobre
a bengo da; sepulturas, uo podia ter ouira so-
luco seno a que foi proferida pelo presidente da
provincia.
De feilo a bnncao das sepulturas de jurisdico
espiritual, e conseguintemente a cmara municipal
sao podia ordenar ao eapello do cemiterio que
nao cumprisse as determinaedes do diocesano.
O articulista aceita esta aouirua, urna vez que
Ao cumprimento das ordens do bispo nao importe
a revogacao de um regulamento.
Mas a deciso proferida pelo presidente da pro-
vincia em que ofrende o regulamento do cemiterio ?
Pois a cmara municipal pode obstar que o ea-
pello do cemiterio cumpra as deterranacoes do
diocesano com relaco a benco da sepultura ?
Nesgar isto negar a evidencia.
Entre nos a questo df enterramento dentro do
cemiterio est decidida pelo aviso de 27 de abril
de 1870 ; todos aiuetes a quera a igreja nega se-
pultura em sagrado sao enterrados no mesmo ce-
miterio, porm em lugar separado.
Da publieaco que ora fa;o de una eertidao e
duas carias dos Srs. Dr. Carneiro Miranda e des-
embargador Alexaudre Bernardino, resulta que o
art. editorial do Liberal Pemambucauo, n.
8, com a epigraphe-ljn reo desembargador -
nao dizia respeito a meu pai.
A honra e dignidad de meu pai e da loga que
veste, esto coberta deinvo.-tivas semelhanles.
Meu pai ao retirar-se para a Europa em vtaejssa
com sua familia, deixou aqu poderes necessarios
nara salvaguardar a sua honra das invectivas e
allusoes daquelle artigo.
Fez o seu dever, assim como faro o meu, dando
publicidade aos indicados documentos.
Recife, 7 de junbo de 1873.
Dr. Costa JttM,
Illm. e Exm. Sr. desemoargador Jos Pereira da
Costa Molla. Em resposta Cilla de V. Exc, ca-
be-me dizer-lbe que fui com elerto o advogado
encarregado de fazer dous testamentos por parte
do fallecido brigadeiro Joaquim Bernardo de Fi-
gueiredo, nos quaes V. Exc. nenhuma intervenrao
tis-era directa nena indlrocliiiieii'.e, por quanto s
chegarairt a meu conhecimento dopol de feitos e
eucerrados por couiinunca(;o minha.
Pode V. Exc. fa er de minha respusla o uso que
lhe convier.
Atiento, venerador obri?ado-Dr. Joaquim An-
tonio Carneiro di Ctutiut Mir inda.
S. C, 3 de maio de 1873.
Illm e Exm. Sr. desembargador J.P. da Costa
Molla.-Em resposta carta de V. Exc. datada de
hontcm, tenho a dizer que o meu respeilavel sa-
gro, o bngadeirn Joaquim Bernardo de Figueire-
do, ora fallecido, por mal ac-MiscIhadi, ignoro por
quem. e nao por convc.o, fizara o segundo e
quarto testamentos depois da morle de minha mili-
to presada sogra D. Isabel Joaquira de Figuei-
redo, revogando o que de aecardo e na melltor
harmona havia feita com ella, Unto ene maadoa
registrar esse testameiiio o deu comee.) ao re-pec-
tivo inventariofrevogaiidoalinal aqneOee. Do piu-
co que lica'dito, j v V. Exc. que o que bobo de-
clarar por me constar, neo ter tido V. Exc. par-
te na feitura dos referidos testamentos.
.Pode usar desta como lhe convier. No mais
son com toda consiieraco -De V. Ex*, collega
muito venerador Alexindre Bernardino dos litis
e Silv-i.
Passagem da Magdalena, i de maio do IK73.
Manoel Ferreira Xavier, escrivio interino doti-
vel e crime nesta cidade do Recife de IV-riiain-
buco e sen termo, em talude da lei, etc.
Certifico vista dosanloa de qu- faz menco
a petico e i vista dos aponcementoe drdos, e o
seu theor do modo, forma emaneira scguinle
Petieao.
Illm. Sr. Dr. juiz de direito criminal do 4.* dis-
tricto desta cidade. Diz o desembargador leed
Pereira da Costa.Molla, que havendo chamado o
impre-sor ou dono da typographa em que se im-
prime o Liberal Pernainbucanc, que se publica
nesta cidade, para exbibico da responsabilidade
do editor ou autor, que se ubrigou pelo artigo
editorial sob a epigrapli-: Um desembargador ii
-publicado uo n. 8 do mesmo jornal, e havendo
o mesmo impressor ou dono da typographa, que
Jos de Freilas Barbosa (documento junto), dei-
xado de comparecer a audiencia e de exhibir o
autographo do referido Vtigo rom a responsabi-
lidad^ leg.i) como tudo consta do termo lavralo
em audiencia, e de sua revelia resulla ser el'i
responsavel pelo referido artigo, na conformidad"
da lei, Cod. Crim., art. 7." o seus paragrapbos ;
quer o BnpnUoante por seu bastante procurador,
devidamente constitu lo e aulorisado. pampar
elle siipplicante estar em jnim a proseguir no pro-
cedimento criminal, chamal' o dito impressor a
explicar ns fados referidos em dito artigo, e de-
clararar se entendem se com o supplicanle, sendo
certn que o artigo sob a epi-raphe dita do referi-
do jornal como se v, documento junto, conten
allusoes a um desembargador e atiribuicao df
fados criminosos, allusoes que parecem referir-se
a elle supplicanle, sem que claramente o diga e
uome, o que, por tornar equivocras as injurias e
calumnias ah cuntidas, obriga o supplicanle a pe-
dir explicaco-s antes da queixa, que porvenlura
tornar-se cabivel, quer o supplicante fazer citar ao
referido Jos de Freilas Barbosa, para que em au-
diencia, no dia e hora que V. S. designar, explique
as aJJuMBS ditas pela seguinte forma Se na epi-
graplv.'.a palavra -desembargador -refere-te a elle,
declaracao que virtualmentc comprehende ser ou
nao allusivo a elle supplicante ludo mais quanto
nocorpo do artigo abusivo ao mesmo persona-
gem, alim de que possa o supplicaute proseguir
ulteriormente nu.> demais termos.
E visto o disposto no art. 240 do cdigo crimi-
nal, espera o supplicante deferimento para ser ci-
tado o supplicado nos termos desta, para o fim e
pena ahi declarada, pena de reeelia.E R. M.
Recife, 20 de maio de i873.-Advogado, Aleo-
forado.
Eslava sellada com urna estampilha fi 200 res
inutilisada pela assignatura supia.
Nada mais se coutinha em dita peti.o, depois
da qual se via o despacho do theor seguinie :
Despacho.
Cite-se para a primeira audiencia.
Recife, 24 de maio de i873 -Uanoel Ciernen-
tato.
Nada mais se coutinha> em dito despacho, que
por bem do qual se fez a citaco como consta da
certido do tneor seguinte :
Certido.
Certifico que nesta cidade citei em prnpria p/s-
soa a Jos de Freilas Barbosa, pelo rontedo da
petieao e despacho retro, e de como licou sciente.
dou f.
Recife, 27 de maio de 1873.Em f de verda-
de, o escrivao interino, Mmoel ftrrtir i I*9kr.
Nada mais se continha em dita certido aqu
copiada, e por forca da qual comparecendo o reo
e autor corn seus" advogados, se celebrou enlre
el'es#o termo seguinte :
Termo de audiencia.
Aos 29 dias do mez de maio le 1873, nesta cidade
do Recife, em pubiiea audiencia, que aos feitos, par-
tes e seus procuradores, estova fazendo o Dr. juiz
de direito criminal do 4." districto Manoel Ciernen-
tino Carneiro da Cunha, enmigo escrivao de sen
cargo abaixo assignado, e sendo ahi, compareceu
o Dr. Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado, ad-
vogado do desembargador 'os Pereira da Costa
Motti, o trazia citado para a presente audiencia
a Jos de Freitas Barbosa, nos termos de sua pe-
tieao, e afim de dar aexplieice que ahi se pede;
e sendo apregoado pelo porleiro, i-jmparereu
acompanhado de 6eu advogado o Dr. Angelo lien-
riques da Silva, o qual declarou que o seu consti-
tuinte estava prompto a dar os eselarecimentos
precisos, passando o mesmo senhor a dar os es-
elarecimentos precisos, fe-Ios do modo seguiHte :
O artigo do Liberal Pemambucauo a que se re-
fere a petico do Sr desembargador Cusa Molla,
nao se refere ao mesmo Sr dsembargador.
E por ruda mais haver nem ser requerido,
maadou o jpiz lavrar o presente termo, que as-
signou com os advogados dt) autor e r.>.
Eu, Manoel Ferreira Xavier, escrivao inte-
rino do crime, o escrevi. Manoel Clementivo.
Jos de Freitas Barbosa. Cypriano Fenelon
Guedes Alcof rado.
E mais se nao continha em dito pelrao c, docu-
mentos pedidos por certido. que eu escrivao no
principio desta declarada e no fim assignado, bem
e fielmente extrahi por certido dos prppros autos
a que me reporto, o ficam archivados em meu
cartorio.
Vai a presente certido sem cousa que duvida
fa?a por escripia e assignada nesta cidade do Re-
il&Jo mn de
wnlade, o c crivo interino,
vier.
Sr*. redactores do Dimn de
Recon' eci.Io da lndade que tirana
car em sua Revista Diaria u acto muito jasa
humanitario pralicado |k-Io nimio difM la
Sr. Dr. Tertuliano, chele d* policia ilcrino I
provincia, acerca da ranotao e> mea tnmi
Maria Ribeiro, preso na casa de destaca* (* I
mente em estado de Inncurai, para o heapMi
luguez ; venho p-rante V v. r*. agraJeaer-ns. e
Uinbem declarar-Ibes que nao me foi pomve! re-
colher meu dito irmo ao referido kuspit.i, esn
viriude do sen estado de loiicura.
Venho, poi*, Srs. redactores dectorar-ace OJSM
o nuilnino felizmente foi aceito pH-BM*b*S>
dadoso Sr director da casa de sHda>W* WT.
Silw Raniiis, onde s- acha de pr>*esjse.
Em occasio opportiiiia hei 0> ineatrer a misdti
gratido aquvlles que concorrerasn f
de nina victima lillu da calumnia.
Queiram, Srs. tvdaci.n-*, hrwrir
Imlias em seu cusceituado jornal,
serei grato.
Recife, 10 de jnnhodo |H7:t.
.If'iNiW J#w Imz Ubein.
Terpsi.....
Muita allcnrdlo!!!
O- abaixo assignados \ecni por ineio desi>* w
.siguilicanle- llnfcn pedir d -ulpa .la falta i.i_~
luntaria, ao m -ei. tan >, |*la falta de aUes^i-^
em nao assignareiii o recoalieriJu M$r9t'mWf
i Ilustre i lacean da Amera* UltitrmU.
S-.Tetara .t.i i.-d.ide It. Ter,-icbor.-. 13 *>
junbo de 1873.
Mcndone*
y... .
latente.

Oaeje.
T
(o-'i
m-t, pt qae d
d.-eIai!' ter ie5e
Oleo puro uir.lirinal or Rael*- V
bacalliiio, de Lamuan A bcmp. S -
nlmm ci mico lem pidido ate hoje diwr-iK i ra
que cuii-iste .principa* curativos do o* dr
ligado de ba-ralha i. ror-m ni> unjucla. -ana
que saiba que um remedio s. puro e eflic.*j ira
os pulnioes delH-is e as gargantas canrm*, par
a> grandulas escrofulosas c os sy-lenus e%I*sjiu-
dos. Poreiii apn d ve v r unta reserv. >-
tindiva. lleve s,.r uiro e 1-v-tias.t,
conirario para nada presta. Se
particular una completa urlica,
nicamente-o que p le. i toda a seeja-
rancad) ideo puro nxMciiul de gaato 4* N>-
calhao. de Lanman i Kemp xtrataie) de leja-
dos resca-'s, a prova contra todas > nraJan^aa *>
chinas, i'xeellenle em lo I U >e
babasaico pode i -r le le, bran ou qual puf l otra
cousa. Poreui isto lici 11. um seyreeV d aa-
lun-za. salie:nn< c.no'u.l.. !-- efeiin-r/
servador da vida, sea elle qual f'if. ele (,ik'.
os diKutes macilentos e paludos, iuartyri-ad>> p-Ji
tosse t extenuados pelos copio-is sSMeU rtar-
nos, dever ao para desle ja lancar asan d> -t
pecifleo approvado. se que da nvn r aaveco
as suas saudes. I' o vio p.-r .mor .1 \ :.-
nao percais leui|o ; toda a demora fatal
Affna florida de I mmaa A Kemp
-Existe p.r certo urna qualidade altanvnt-
taria, suave e d.deil.ive na di'hVi* fi Z
de>U agua popular que de Uo graaJe ornamento
er ve ao toucador.
Ella romo por encanto mis faz leiubrar ,d*,v*
ci-simo incuso iloril i .1 verao on a imU .'. '
um' favorito tom d- mu-i -.t enligo, o <|Ua. V
ventura nos (az recordar aquesto* *r.mm ia p--
sadas, durante Sjsmae ouviaao-to peta vet pri-
meira. E espii'u. :.>.inte e delirad* CMW aro-
ma da geuuma agua de Od.mia, e casatado o era
fx-rfuine mais profundo e deradMBtw e a o
Iragraaru nanea muda nem ladrjenera, esonn
acontece orn ee mais perfumes exirawdee- e conv
postos de leos volali-
As senhoras as qoa.-s geralmente suTti..- de
dru uervo-.is de sabepA Re dio a preftveara
toda e qualquer urna oulra applica-.-- toral,
como um excellei.le meio de alviar a> eV-res e
em qualidade d.'mu p. i luase para o naart
um doente elle por sem duvida
refrigerante o agradavei
C)MMWCI
Banco Gomincrcial de Per-
nambuco.
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PKACA DO RECIFK II DC JXHD
DK 1873.
AS 3 l/S HWBAS DA TABM.
Cmtm*9ttm fSciatcej.
Cambio sobre Londres a 90 drv. 15 %l d. fer
1*01)0 bonlem e hoje.
uooareej
txnl Sem
Seeretanr
ALFANPKGA
(toodimento do dial a 10. .
dem do da 11.....
m.wm*i




Diario de Pernambuco Sexta feira f3 de Junlio de I873
-
O arca franceza- Veridiana (atracada) mercado-
rias para alfandega.
Barca ingleza Gazlle mercadorias para al-
fandega.
Barca ingleza Fasi/iVr macliinismo e ferro j
despachado pira c caes do Apollo.
Patacho inglez Gloria dmenles ja despa-
chados para o trapiche Conceico, para
conferir. ,
rigue portuguez Soberanoviaho para deposito
no trapiche Barbosa, e pedra para o
trapiche Conceico, para despachar.
arca franceza fili Reman farello e milho
para o trapiche Conceico, paa despa-
char.
Iii|iirlu;lo.
. r- Pavssandu', brigue alinalo Nicotine, con-
signado a Balthar Oliveira 4 C, manifestou :
Xarque 167.8 kilos aos consignatarios.
Buenos-Avres, barca fraocea Vilte Bernard,
coitigoaJa a ordem, manifestou ;
*a 105 balas, farello ,4to saccas, milho
wHseeeea; tudt aorttoin.
rJm_ R*0 Grande do-Sul, paladn brasileiro D.
mteca, cuusigaado a Amorini lrmos k C,
(UaWfesteu :
**rm"*'*' 6rm em beniga T3\ kilo, xarmie
zi'feBi/ kilos aos consignatarios.
Hivre, barra franceza Veridiana, consignada
a Birle AC, manifestou :
Afculhus 2 eaixas a Rocha ii:,la Basto Oli-
ve!* A C, 1 a Wild & C. Agua mineral 3 cai-
xa#*a Bartholomeu A O., 4 a P. Maarer & C.
Alvfaade i barris a P. Maurer 4 C, 10 a M. A.
Ilaraesa. rnica 1 caita a M. Barroso. Acido
2 dhca a J. S.' Parias, 4 a Maurer drC, 2 a Al-
ves Barbosa, 1 a Barth lomeu & C, 1 a Caors.
Ammoniaeo 1 dita a A. Barbosa. Armas de caca
i caita a A. S. Oliveira. Artigo de Paris I caixa
3LL.4 Coimbra, l a H. Barroso. Alcooll caixa
a M. Barros i.
Batatas 20 eaixas ordem.
Chapeos i caixa a J. Cliristiani, 1 a Pinheiro &
Uarthulo, 3 a Keller A C, 4 a Lopes Machado 4
C- 2 a Adriano Castro 4 C, 1 a C. 4 Manta, 4 a
BU 4 C, 1 a Vaz Jnior 4 C.
Candinos I caixa a M. Barroso Cartas goo-
graphicas -i eaixas a Lailhacar. Champanha 43
eaixas a Tli. Christiansen, 1 aos consignalarios.
Cobertores de la i caixa a M. Gregorio 4 C. Cou-
ros 1 caixa a Hypolito Jos Roberto, 2 a D. P.
Wild 4 C. Cartuxames 1 caixa a Lailhacar, 1 a
A. S. Oliveira, I a M. Maestrale. Calcado 4 caixa
a J. de OJivefra, 1 a Costa Maia 4 C, 1 a Porto
& Bastos, I a S. L. 4 Coimbra. Clcheles 1 cai-
xa a Vaz 4 Leal, 1 a M. Halliday, 2 a D. T. Bas-
los. Capiisas i caixa a M. Ba roso, 1 a Palmcira.
Drogas e medicamento 3 a A. Barbosa, 6 a
Silva Paria c* C, 8 a J. J. Guimaraes, 3 a Caors,
la a Barthulomeu'4 C, 1 a Ferrcira & C, 2 a F.
M. Silva, 4 a Maorer A C, 4 a A. Regard.
EapeliiQ 12 voltimes a Vaz A Leal, 3 a Vaz J-
nior 4 C, 1 a A. .Nabuco 4 ., 5 a Souza e S 4
C, l a D. C. Ramos. Ether 1 caixa a Caors. Er-
vdnas 4 barris a Barros Junior 4 C, 10 a Souza
Heves. Bsssacia 2 eaixas a S. Feria 4 C, 4 a
Barlhalemeu & C.
Fruclas seccas S eaixas a R. Leiden. Fumo I
caixa a Bernardo Reis. Fitas 1 caixa a S. L. 4
Coimbra, 10 a Wild 4 C. Flores Medicinaes 1
caixa a Caors. Ferragem 2 eaixas a Otto Bohres,
2 a M. Halliday.
Graxa 1 barril a Fernandos lrmos. Gravuras
I caixa a Vaz ..v Leal, 1 a Vaz Junior 4 C.
Instrumentos de manea 1 caixa a E. Roberto.
Joias falsas i caixa a M. Halliday.
Las 1 caixa a Cunha 4 Manta." La de bor-
dar 1 caixa a M. Martin. Louca 23 volumes
a J. A. Pereira, 2i a Uarte Campos 4 C. La-
drilhos2i eaixas a Goncalves Fontes. Limalha 1
caixa h Caors, 2 a Ferreira 4 C.
Manteiga 6 barris a A. F. de Oliveira, 80 e
50j2 ditos a Corsa, 30 e 43|2 a Johnston Paler 4
C, 21) e 23|2 a J. J. Leilao, 12o e 173 aos con-
signatarios, li i e 100|2 a Cosa Amorim 4 C, 20
o 100(2 a Al ves Lebre, 6>i e i|2 a Lebre 4 Reis,
20 e 3|2 a M. Rocha 4 a
Miudezas I caixa a R. Peixoto 4 C, I a M. Bar-
ro-, t a Wild 4 C. Mercadorias diversas a Gon-
calves Ferreira, 0 a Baslo Oliveira 4 C, 3 a Wild
6 C, 2 a Olto Bohres, 3 a S. S 4 C, 1 a J. J.
Oliveira, 2 a Jos Augusto de Arauio, 3 a Prente
Vianna & C, 21 a Joaquim A. Araujo 4 C, 4 a U.
M. Martins. 1 a Vaz Jnior C, 2 a Vaz 4 Leal,
7 a C. v Maula, 1 a Moreira Halliday. Movis 6
volumes a J. S. Neves, 1 a Vaz 4 Leal. 1 a Vaz
Junior 4 C, e 0 aos consignatarios. Marrorjuim
6 eaixas a Prente V. 4 C. ,
Oteo 1 barril a Caors.
Pimenta l sarcos a Lima 4 Silva. Papel 8 cai-
s a Lima 4 Silva, 1 a Mearon & (',., 1 a Pal-
mcira, 7 a B. Reis, 1 fardo e 1 caixa a Lailhacar,
caPATAZU DA ALPANUKtA
(lendimcnlo do dia 2 a 10
dem do dia 11. .
VOLUMES SAH IDOS
No dia 2a 10. ..... .
Pnmeira parta no dajl .
Segunda noria ., .
Terceira porta ...
Trapiche Conceico .
5:971*119
514*473
6:485*594
13,637
52
159
224
1,812
15,884
SERVICO MARTIMO
Alvar engas dcscarregadas no trapiche
da alfandega no dia 10. .
Ditas dias no dia 11. .
Navios alracados no trap. da alfaidega
Alvarenga ..."....
No trapiche Coneeifi.....
20
20
RRCEbEDOlUA UE RENDAS l.VrERXAfc-'GE
RAE* Mi, PEXAliBCnO _
Rendimentododia-a-.KK. la*fr*254
dem do dia 11...... 448*662
16:411*916
CONSlfLAUO PROVINCIAL
Kendirnento do da 2 e
dro do dia 11: .
10
:tillM'..v.i
4>9l*0i8
37316*507
Q9R

WOVIMNT0 00 PflMPB
Navio entrado no dia 10.
Rio Grande do Sal25 dias, patacho brasileiro D
Francisca, de <96 toneladas, capito Adolpho da
Costa Torres, equipagem 10. carga 14,252 arro-
bas de carne ; a Amorim Irmao 4 C.
Navios entrados no dia 11.
Havre 41 dias, barca franceza Veredianna, de
240 toneladas, capito Fay, equipagem 10, car-
ga fazenda e outros gneros ; a E. A. Burle
4C.
Buenos-A y res-26 dias patacho hespanhol Isabel,
de 160 toneladas, capito Juan Puig, equipagem
f>, carga 4,100 quintaos de carne ; a Carvalho
Nogueira.
Cardiff 41 dias, barca ingleza Peggie Doy, de 2i7
toneladas, capito R. Uron, equipagem 10, car-
ga carvo; ordem.
Navio S'ii'l i no mesmo dia.
Rio Grande do Sul -Patache brasileiro S. Baiiho-
lomeu, capito Custodio A. da Silva, carga assu-
car e outros gneros.
Observaro.
Suspendeu do lamaro para Macei, o briguo
austraco Pietro, capito Antonio Potrata, com e
mesmo lastro que trouxc- do Rio de Jantiro.
Dia 12.
Observando.
Al meiodia nao houve entradas nem sabidas.
Fundeou no lamario um brigue inglez, mas
nio leve cominunica.ao com a trra.
E pare que ckegue ao eonhecimento d
todos, mandei passar o presente edital, que
ser aflixado nos luaares do costumo e pu-
blicado pela imprensa.
Cidade do Rccife de Pernambuco, 17 de maio de
1873.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi. Recife, 17 de maio do 1873.
Sebastio do Reg Barros de aeda.
Edital n. 13tT~
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
as 11 horas do dia 13 do corrente, porta desla
reparlicao, se ha de arrematar, livre de direilos, a
mercadoria abaixo declarada.
Trapiche Conceico.
Vinto e seis garrames com geaebra, avahados
por 20O000, viudos de Hambunjo no navio A/i-
rfinda, entrado em abril do corrente anno, e aban-
donados aos direilos por Candido Alberto Sodr da
Molla 4 C .
Alfandega de Pernambuco, 11 de junho de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
OECLARACOES.
Consulado prqvinciai.
Oo primeiro de junho vindouro comeca correr
o prazo para pagamento do 2.' semeetre do anno
inanceiro de 1872 a 1873, dos imposto da deci-
ma urbana, 60 rs. por litro de agurdente, e 5
O/o sobre a renda, dos bens de raz pertencenles
cor. rapoes de mao morta, incorrendo na mul-
ta de 6 O/o, os contribuate que dentro do mes-
mo prazo nao satisli'iTi'in as respectivas quotas.
Consulado provincial, 27 de mato de i87J.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rio*.
tllTAES.
do llego
Barros do Lacer-
especial do commer-
4 eaixas a B. Oliveira 4
4 a Amorim 4 C. 2"
a Costa 4 Irmao, I a F. M. Silva, 72 fardos a Silva
Heves. Perfumara 1 caixa a J. Almeida, 6 a Pa-
rias 4 Irmao. -2 a M. Martin?, 0 a Vaz A Leal, 8 a
Vaz Junior t C, 2 a S. L. a- Coimbra, 4 a B. Olivei-
ra 4 C, I a S. Castro 4 Almeida, 2 a Prente V.
& C, I a Caors. Piano 2 a H. Vogeley. Porcola-
na 4 volumes a Pereira 4 C, 12 a Uuarte Campos
4 C, 1 a A. Barbosa, 2 a Regard, 3 a M. Nevos.
Productos ebimieo* i caixa a Maurer 4 C, 1 a Re-
gard 4 C.
QoJnqailharia 2 eaixas a M. Bernel, 4 a Otto
Bohres 4 G., S a S. e S 4 C, f a Goncalves Fon-
tes, 1 a Parias 4 Irmaos, 1 a Silva Guimaraes, 30
Rodrigues, Irmao 4 Guimaraes. Queijo 40 ca-
xas aos consignatarios Quadros 1 caixa a Vaz 4
Leal.
Revolver (i eaixas a Cuoha 4 Manta, 6 a S. e
S4C.
Sai/ato 1 barril a Caors. Saceos de papel 1 far^
do ao mesmo
Tccido I volme a Lopes Machado 4 C. 5 a Lin-
den 4 C, 5 a P. de Mello, 1 a A. rji Molla, 4 aos
cousignataros, 6 a Carneiro 4 Nogueira, 37 aos
consignatarios.
Vidros 3 eaixas a Goncalves Fontes, 2 a Silva
Torres A- C. 1 a Pereira 4 C, 2 a M. Nevos, 1 a
Pereira Irmao, S a Silva Guimaraes. 3 a Caors, 7
a Ferreira 4 C, 1 a Maurer & C. Vazos de por-
celana 1 caixa a Parias 4 Irmao.
CarJff, barca ingleza Peggie Doy, consignada a
Johnston Pater 4 C, manifestou :
Carvao 415 toneladas ao baro do Livramento.
liio Grande do Sul, escuna aflema Reint Peiter,
consignada a Silva \ Casco, manifestou :
Co aros 31.
Xarque 153,031 kilos ao consignatarios.
Bueoos-Ayres, patacho hespanhol Isabel, consig-
nado a Carvalho & Noguejra, manifestou :
Narque 180,0'JO kilos aos consignatarios.
DESPACHOS DE EXPORTAGAO NO DI A 10 DE
MAIO DE 1873.
Para os por/os do'exterior
' Na barca russa Frederia, para o Bltico,
arregaram : G. Neesen 4 C. 262 fardos com
49.942 kilos deatgodo.
Na barca portngueza Rapid, para Liverpool,
caregarara : G. Neesen & C. 50 saceos com
O,02i Kilos de algodo.
No vapor inglez Studenlr para Liverpool, car-
regaram : G. Neesen 4 C. 414 seccas com 31,474
kilos de algodo ; J. J. da Costa Leite 26) ditas
com 22,733 ditos de dito ; Keller 4 C. 1,207 cou-
ros salgados com 14,484 kilos; Saunder Brothers
& C. 3i>4 ditos com 4,369 ditos.
No brigue sueco Esmerald', para o Canal,
carregaram : Simpton & C. 1,200 saceos com
90,000 kilo de assucar mascavado. .
No navio allemao Oriente, para o Rio da
Prata, carregaram : J. 5. Loyo Filho 467 bar-
ricas com 59,063 kilos de assucar branco e 151
ditas com 19,859 ditos de dito mascavade.
No patacho brasileiro Amiro, para o Rio da
Prata, carregaram : P. Carneiro & C. 2U0 pipas
com 96,000 litros de agurdente.
Para os portas do interior.
Para o Para, no brigue brasileiro Raio, car-
regaram : Amorim lrmos 4 C. 7 pipas com 3,360
litros de alcool.
Para Acarae, no vapor nacional Pirjpuma,
carregaram: Fernandes 4.-Irmao !0 barricas
com 87 kilo de assucar branco.
Para o Para, no palacho brasileiro Olinda,
arregaram : B. Oliveira 4 C 5JO barricas com
3ft,75- Ulos de assucar branco.
Para Mosser, no hiale brasileiro Adelina
A* Amos, earrcgou : J. C. Figueira 35 pipas com
46,803 litros de agurdenle.
Para M*co, na barcuca Tres Irmaos; car-
regaram : A. F. Barros l pipa com 480 litros de
agurdente. Para Mossor, I. C. Duane Ribeiro 10
barricas com 558 kikv do assucar branco ; A.
4 Q*j??fal>*c *2ditas com 733 ir dUos ie dito.
Para Aligis, na barcada Carolina, earre-
gon : J, D. daCnnha Lopes 3 barricas com 261
fcjjos de aesueai
O l)r. Sebastio
da, juiz de direito
ci, ness cidade do Recife de Pernam-
buco, por S. M. [., etc.
Faco saber pelo presente que Jos Francisco da
Costa Figueira por seu advogado-me dirigi a
netigo seguinle :
Illm. Sr. Dr. juiz do commcrcio.Jos Francisco
da Costa Figueira, sendo credorde Jos Floren
ci de Oliveira e Silva, da quanlia de :906a000,
alm dos juros vencidos, proveniente das tres Jet-
tras de trra juntas e j vencidas, as iluas pii-
meiras de 216*000 e 690*400 transferidas ao
supplicanle por seu flllio Joaquim Maximiano da
Cosu Figueira, e a ultima de 1:000*000 sacada
pelo supplicanle e aceita pelo supplicado ; nao se
tendo conciliado conforme consta do documento
junto, quer propor contra o mesmo a competente
aceto ordinaria cominercial para o fin de ser
elle condemnado a pagar ao supplicante a referi-
da quanlia, juros e custas. .
E parque o supplicado reside fra da cidade,
na freguezia de Jaboatao, requer o supplicante a
V.S. se digne mandar passar mandado de cila^o
contra o me^mo, afin de ver propor a ac(o na
primeira audiencia deste ^izo, e- Picando desde
logo citado para todos os termos della at sentenca
final e sua execuQio, sob pena de revelia, proles
lando o supplicante pelo depoimento do supplicado,
caso seja necessario.
Assim pede a V. S. defermento. E R. M.
Eslava urna estampilha do valor de 200 res inuti-
lisada.
Recife, l'i de novembro de 1872. O advogado,
Balbino Pinheiro,
Despacho. Distribuido.romo requer.
Recife, 15 de novembro de 1872. Bams de
Lacerda.
Nada mais se contnha em dito despacho aqu
fielmente copiado, c em virtude do mesmo fura feila
a distribuico ao escrivo deste juzo, Ernesto Ma-
chado Freir Pereira da Silva, que passou o
mandado requerido, e nao tendo sido encontrado
o supplicado, o supplicante por seu procurador,
requerendo a este juzo para justificar a ausencia
do mesmo, foi deferido, e apresentando suas tes-
Icmunhas que depozeram convenientemente acerca
da ausencia do mesmo, o respectivo escrivo Duen-
do sehar e preparar os autos, me os fez conclusos,
nelles dei a sentenca do theor seguinte :
Hei por justificada a ausencia do supplicado a
quem mando se cite para os fins requeridos na
potico inicial por edilaes com trinla dias de pra-
zo, afflxadus e publicados.
Custas ex-causa Recife, 26 de marco de 1873.
- Barros do Lacerda.
E nada mais se contnha em dita sentenca e
por forca da mesma o respectivo escrivo fez pas-
sar o prsenle edital, pelo qual e seu theor. cha-
mo cito e hei por citado ao justificado Jos Flo-
rencio de Oliveira e Silva, para que dentro d i
prazo de trinta das comparece ante este juizo por
si ou por seus procuradores, allegando e provan-
do o que fr a bem do seu direito e jnstica, sob
pena de revelia.
Porlanto, toda e qualguer pessoa, parentes, ami-
gos ou conhecidos, Ihe faro sciente de todo o ex-
pendido.
E para que chegu i ao eonhecimento de todos
mandei passar o presente,que ser publicado pela
impreusa e aflixado nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 3 dias do mez de abril de 1873.
Eu Ernesto Machado Freir Pereira da Silva, es-
crivo, o esc'evi.
Sebastio d i Reg Barros de Lacerda.
Juizo substituto da fazenda
Escrivo Torres Bandeira
No dia 20 de junho corrente. depois da respec-
tiva and.onda, as II hora da manila, ir praca
por venda o seguinte :
A casa terrea n. 54, sita ra das Pernambu-
cana, da freguezia do N. S. da Grca, tendo de
frente urna porta e duas jan Has, 49 palmos de
fundo, 2o dites e 4 pollegadas de largura, 2 sallas,
quarlo*, cozinha fra em estado de ruina, quin-
tal grande em aberto com um peen que serve de
cacimba, situada em terreno foreiro viuva e
herderos de Antonio de Araujo Ferreira Jaeodna,
cujo predio poruente a Rosa Francisca de
Souza, e vai praca pelo valor de 500*, a reque-
rimento di Jos Moreira Pontes como subrogado
nos dreitos da fazenda. Recife, 10 de junho de
1873.
O solicitador
J. F. Corroa de Araujo.
calcas de panno azul, calca de brim branco. ca-
misa de baeta azul, tendo o corpo 4 1|2 palmos
de comprimenlo e 3 as manirs inclusive os punhos,
camisas de baeta azul tendo o corpo 3 palmos de
comprimenlo e 2 as mangas inclusive os punhos,
colchoes de linho cheios de palba, lencos de seda
prea para grvala, iapatdes e sacco de lona para
mannhagem.
Para artfices avnlsos.
Brasas de panno azul, blusas de algodo azul,
calcas de brim branco, calcas de panno azul, calcas
de. algodo azul, camisas de algodosnho e cintos
de couro branco nvernisado.
Para marinhagein.
Calcas de brim branco, calcas de algodo azul,
camisas de brim tranco, camisas de algodio azul,
remisas de baola azul tendo o corpo 4 1|2 palmos
de comprimenlo o 3 as mangas inclusive os pu-
nhos.
Tambem Ojconselho no mencionado dia 16 do
corrente mez, e de igual forma, contrata os ser-
vicos de barbeiro enfermara de marinna, por
tempo de um anno lindo em junho de 1874, e o
fornecimento de alelria, ararula, bolachinha ame-
ricana, cevadinha, conservas preparadas, carvo
cok, feijio, gnlllnhas, sal, tapioca, telha, velas stea-
rmas, vinho de Lisboa e velas slearinas de 8 em
libra, para completo do fornecimenl0 de vveres,
dielas e outros objectos de consump aos navios da
armada e estabeleoim^ntos de marinha no citado
trimestre.
Sala das sesse* do conselho de compras de
marinha, 10 de junho de 1873.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Primeira representa cao neste theatro da excel-
lente o sempre applaudida e desejada opera cmi-
ca em 1 acto, de costumes portugueses :
3
POESA DE J. M. DA SILVA LEAL. '
Msica de maostr Angelo Frondoni.
Porsonagens.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que no dia 16 do corrente haver sesso extraor-
dinaria da junta da fazenda, para julgamento das
habilitacoes, que nao se acham concluidas, e que
nesta mesma sesso ser infallivelmente arrema
lados os imposto provinciaes das comarcas de
Tacaratu', Flores, Villa-Bella, Cabrob, Boa-Visl.
e Ouncury.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
nambuco, II de junho de 1873.
O official-maior,
Migud Alfonso Ferreira.
CoiuiiiaiMlo das anas.
A Sra. D. Maria Joaquina da Conceico Lyra,
queira mandar receber na secretaria militar, a f
codicio de seu finado marido, o major Manoel
Ferreira da Fonceca Lyra, conforme requereu
em dezembro do anno passado.
Secretaria do commando das armas de Per-
naubuco, 11 de junho de 1873.
Francisc Camello Pessoa de Lacerda,
Tenciiie-coroncl secretario.
TlUBl.m DO COMMERIO DE PER-
NAMBUCO.
for esta secretaria se faz publico que nesta data
foi admittido matricula de commerciante o Sr.
Antonio Alvcs da Silva, cidado portuguez, de 26
annos de idade, cstabelecido nesta cidade com seu
armazn de fazenda em grosso, sucio collectivo
da firma social de Bastos 4 Silva.
Na mesma data foi inscripto na matricula dos
commerciantes a Sr. Jos Alexandre Pereira, ci-
dado brasileiro, de 43 annos de idadek estibele-
cido na cidade do Aracaty, provincia do Cear,
com sua .casa do cohauercu) de gentro- nuciuuae
e estrangeiros.
Secretaria do tribunal do eommercio de Per-
nambuco 10 8e junho de 1873^
O otlicial-maior interino
Innocencio Antunes de Parias Torres
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
l)K MARINHA.
O consellio manda azer publico que nos con-
tratos annunciadosem dala de hontem para (6 do
corr?nte mez, addiemna-se o do fornecimenlo de
ambulancias aos navio da armada e estabeleci-
mentos de marinha, por tempo de um anno at
jiinho do proximamenle vindouro.
Consta os objectos, compondo as ambulancias, de
una tabella, a qual est franca nesta secretaria
para ser vista pelos pretendentes,* como lhes ser
isto necessario, alim de regularem-se na confec-
cao de suas propostas.
Sala das sessoes do conselho de compras de
marinha de Pernambuco, 11 de junho de 1873.
O secretario
Alexandre odrifuei dos Alijos.
INSPECCO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Faz-se publico que a commisso de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, us cascos, machinas, c ldeiras, a parelhos,
mastreacoes, velamos, amarras e ancoras dos va-
pores l'irapama, l'arahijba, Giqui e Cururipe, da
companhia pernambucana de navegaco costeira,
achou todos esses objectos em estado de poderem
os vapores continuar no servico em que se em-
pregam
Tambem a commisso vstoriou es vapores Im-
perador e Moleque, da companhia vigilante de re-
boque, e fui de parecer que podia o Imperad-
continuar em tal servico. e nao o Molegu* por pre-
cisarem a caixa e as caldeiras de concert.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 11 de junho de 1873.
Francisco Romano Stepple da Silva
Inspector.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da.
Misericordia do Recife, mauda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 13 de junho, pelas
3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a
tr-s anuos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Ra da Guia.
dem n. 29..........200*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26. 303*000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 45.......200*000
dem n. 65.........250*000
Ra das Calcadas,
dem n. 34 ....'... 200*000
. Ra do Santa Thereza.
dem n. 4........ 240*000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 A 309*000
dem ideri n. 24......407*000
Terceiro andar idem dem .... 232*000
Ra de Hortas.
Sabrado n. 91. .....601*000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra da Senala-velha.
Casa terrea n. 16...... 209*000
Ra do Imperador.
Primeiro andar do sobrado n. 81 500*000
Segundo dito dito......300*000
Loja do mesmo .....800*000
Largo do Paraizo.
Loja segunda do sobrado n. 29 125*000
Loja 3.a dito dito....... 96*000
Ra de S. Goncalo.
Casa terrea n. 22...... 240*000
Ra da Madre de Deus
dem i. 8........ 500*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18........421*000
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 11...... 202*000
Ra do Burgos.
Casa terrea n. 19...... 132*000
dem n. 20......... 152*100
Ra da Senzalla Velha.
Casa terrea n. 18...... 243*000
Ra da Cruz.
Sobrado n. 12.......1:400*000
Ra de S. Jorge (Pilan.
Casa terrea n. 103...... 206*000
Os pretendentes deverlo apresenlar no acto da
arrematarn as suas flaneas, ou comparecerem
acoTpanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que com ver cstabeleci-
mento comaiercial, assim corno o servico da lim-
peza e pregas dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 2 de jmnho de 1873.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza,
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terreno que possue no lugar dos Arronza-
dos, boje Duirte Coelho, sob ns. 39 e 40 tendo
aqudle 300 palmos e este 309 Tic frente e ambos
de fundos at a baxa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Felippe de Souza, janoia
Caetano de lastro, proprie-
tario
Manoel do moinho, saloio
Jos do Casal, dito
D. Emilia de Castro
Joaninha, saloia
Maria, dita
1.a saloia
2." dita
3. dita
Sr. Pedro Augusto.
Sr. Cmara.
Sr. Saotos Silva.
Sr. Vicente.
D. Bernardina.
D. Manuela.
D. Olvmpia.
D. Emilia.
D. Josefina.
D. Cecilia.
Joro de sallos.
A aereo passa-e em Bemlica, na actualidade.
Pecas de msica.
N. 1. Coro de saloios e solos.
N 2. Dueto de Felippe e Joanninha.
N. 3. Dueto de Manoel e Caetano.
. 4. Canco da saloia, aria de Caetano e co-
ros.
N. 5. Slo de Manoel e coro de saloios.
N. 6. Concertante final.
A msica foi ensalada pelo maestro
Seguir-se-ha a muito chistosa comedia em 3
actos :
' M7ELLA U ACCAQ
BSMSSXO m CUSAS ?AIZ2 SD-
MTICAS
Original do actor portuguez
Jos Carlos dos Santos
sendo desempenbado pelo artista Flavio o gracioso
papel de Antonio Martins.
Terminar o espectculo com o espirituoso epi-
sodio chinez em I acto :
0 opio e o champagne.
Msica de Offemback.
Personagens.
Kanpnr, negociante de cha Sr. Florindo.
Yang-ti, seu caixeiro Sr. Cmara.
Aithur, aspirante francez Sr. Vicente.
Dog-dog, oflicial inglez Sr. Julio.
Nasc, sobrinha de Kangur D. Manuela.
Ventrekisca, mulhcr do dito D Olympia.
Chins, chinezas e mannheiros Oraacem.
A scena em Peki.
THEATRO
Gira) HVM4TIC0
4.a RECITA DE ASSIC.NATLRA
Sabbado 14.
Representar se-ha o apparatoso o muito ap
plaudidoTlra.-.ia em 3 actos do dUtincto eseriptor
Dr. Carneiro Villela :
MCONS
E ON
vm
A's8 1|2 horas.
Joaquim Albino" de '>usmao, cavalheiro da impe-
rial ordem da Rosa, capito cemmandante inte-
rino do 3o bataliio de infantera da guarda na-
cional do municipio do Recife e presidente do
conselho de qualificacSo da parocha da Boa
vista, em virtude da le, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem que
no dia 15 do corrente riiez se acha aberta a se-
;undareunodo conseliio de qualilicacao, de con-
ormidade com a lei e seus regulamenlos, para o
lim de no dia 19 inspeccionar as pracas que re-
quererem, e receber qualquer requerimento de
recurso que interpozefem.
Salla das sessoes do conselho de qualfieaco da
parocha da Boa Vista, 12 de junho de 1873.
Joaquim Albino de Gusmo
__________________Capito, presidente.
0 Dr. Sebastio do Reg Barrps de Lacerda,
juiz de direito especial do coinmerci da
cidade do Recife de Pernambuco, por S.
M. I., etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tivoiem, que no dia 13 de junho do
corrente anno. se ha de arrematar por venda, a
quem mais der, em praca publica deste juizo, de-
depos da respectiva audiencia, o segninte : orna
casa de tijollo e cal, no lugar da Torre, ra do
Bom Gosto, com porto e janella, tendo 25 palmas
de largo e 44 de cumprimento. com duas pequeas
salas e dous quartos, quintal em aberto, por 350*.
Urna dita no mesmo lugar com as mesmas dime-
mensoes, por 30*. Urna dita no mesmo lugar,
com porta e janella, tendo 25 palmos de largo e
31 de cumprimento, com duas saletas e um quar-
to. por 3(H*. Urna no mesmo lugar com idnti-
cas dimensoesjpor 300*. Urna dita no referido lugar
com iguaes dimensiJes por 300*. As quaes foram
penhoradas por execucao do baro de Bemfica con-
tra Jeaquim Francisco Franco e sua mulher. E nao
ha vendo lancador que cubra o preco da avaliaco,
alarremataco ser feila pele preco da adjudica-
gao na forma da lei. ,
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foram transferidas para o dia 19 do corrente,
as arrematacoeS seguintes:
Medicameutos e utencs precisos a enfermara
da casa de detenco, por um anno.
Alitnenta'.-o dos presos pobres da casa de deten-
gao, por um trimestre.
Inipressao dos trabalhos das repartieres provin-
ciaes, por um anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de junfto de 1873.
O offlcial maior,
________________M. A. Perreira.
Pela Ihesouraria provincial se faz publico
que Lram transferidas para o dia 19 do corrente
mez, as arrematacoes dos seguintes pedagios:
Magdalena, Gequi, Ponte dos Carvalhos, Tacaru-
na, Bujary, Jaboatao, Caxang, Manguinho a Ca-
punga, S. Joo, Morenos, Motocolomb e Tapacur;
devendo os preleidentes habilitarem-se at odia
16 do mesmo mez, em que haver para tal lim
sesso extraordinaria de junta da fazenda.
Secretara da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 11 de junho de 1873.
O ofOcial naior,
___________. ________M. A. Ferreira.
Conselao de compras de ma-
rinha.
O conselho no dia 16 do corrente mez, vista
de propostas recebidas at as 11 doras da mauh,
contrata sob as condicoes do estylo, o fornecimen-
to no trimestre prximo vindouro de julho a se-
tembro, dos seguintes objectos de fardamento.
Para aprendizes artfices.
Bonets do uniforme, bonets do servico, blusas de
brim branco, blusas de algodo azul, blusas de
panno azul, calces de brim branco, caigas de al-
godo azul, carnizas do algodosinho, cobertores de
la, cobertores de algodo. cintos de couro branco
nvernisado, caigas depanno -azul, coIchSes de
linho cheios de pal ha, frnhas de algodosinho,
lengos de seda preta para gravatas, lencoesde al-
godosinho, sapates, saceos de guardar r,oupa e
travesseiros de linho chieos de pana
Paraimperiaes marinheiros e aprendizes ditos.
Bonets de panno azul, camisas de brim branco,
cal.as de algodo azul, camisas de algodo azul,
SANTA CASA DE MISERICORDIA .DO
RECIFE.
Foriiecimento de :>8:000annuacs
A junla administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to dos gneros abaixo declarados, que tm de con
sumir iodos os estabelecimentos pos seo cargo,
no trimestre de julho setembro do corrente
anno. Recebe propostas na sala de suas sessoes,
pelas 3 horas da tarde do dia 13 do corrente.
Aletria, kilogrammo.
Agurdente, litro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Marahnp, idem.
Bacalho. kilogrammo.
Banha de porco, dem.
Batatas, idem.
Cha hysson, idem.
Caf em grao, dem.
Carne secca. idem.
Ceblas, cento.
Fariuha de mandioca da trra, litro.
Feijo mulatinho.^em.
Farello, sacca. Q
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milho, sacco.
Manteiga franceza, kilogrammo.
Polassa, idem.
Rap, idem.
Sabo. idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
\ inho tinto de Lisboa, idem.
Vinho branca, idem.
Velas stearinas. kilogrammo. _______
TANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
Fornecimento de 3*b)00* annuaes
A junta administrativa da santa casa da miseri-
cordia do Recife precisa contratar o fornecimento
de pao, bolacha e assucar que houver de consu-
mir os estabelecimentos pios seu cargo no tri-
mestre de julho setembro do corrente anno.
Recebe propostas na sala das suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do dia 13 da corrente.
Fornecimento de 30:000* por anno.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to da carne verde que houver de consumir os
estabelecimentos seu cargo no trimestre de julho
setembro do corrente anno. Recebe propostes
na salaMas suas sessdes, elas 3 horas da tarde do
dia 13 do corrente.
Secretaria da santa easa da misericordia do Re-
cife, 6 de junho de 1873. -
O escrivo
, Pgdro Rodrigues de Souza.
Tiiir
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
As oito horas cm ponto.
Quinta representagao tio magestoso drama
OS
Wi\'< v ah i a?ii i
imm MARTIMO*
Pacific Sica! Savigaliitn Compan;
Rojal MI Slcamers.
Linlsa qiiisizeiial
E' esperado dos portas do sul al o dia 20 do
corrente o vapor Luzitania, o <|uei seguir no
mesmo dia da hegada para Lisboa e Liverpool.
Para passagens e mais informaeoes, dirijam-se
aos agentes Wilson Rowe & C.
li Ra do Commcrcio.-1 i.
E' esperado da Europa al o dia 2i do eorrenle
o vapor Magellan, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para o sul do imperio, Rio da Prata
e portes do Pacifico.
N. B.Neo se recebe passageiros nem carga
para os portos do sul emquaulo durar a guaren-
tena no Rio da Prata : a tratar com os agentes
Wilson Rowe & C, ra do Commerco n. 14.
Saliahih i
AS 8 HORAS EU PONTO. .
Lindo e variado espectculo cmico e rico
imm REim
Companhia Francez j de Savega-
CoOa vapor
Linho, mensol entre o
Havre, Lisboa, Peroambuco, Balita,
Rio de Janeiro e Si ulos
O PAQUETE
YfULE B^ tt.Xlll \
Commandante P. Roben, esperado dos portos
do sul at o dia 2J) do cerrente mez, seguir de-
pois da demora precisa para o Havre com escala
por Lisboa.
. Recebe carga para Liverpool, sendo a baldeaco
no Havre por conta da companhia.
Para fretes, encommendas e passageiros, para
os quaes tem excellentes accommodacoes' e por
preces reduzidos, a tratar com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D OLIVEIRA A C.
42 -Ra do Com mercio Entrada pela ra
do Torres.
Companhia aiiicrieain e lirsim
de paquetes a vapir.
Al o dia lo do crrenle esperado de Hev-
Vork e S. Tiiom.iz, o vaporanseriraae toaH kmr
rica, o qual dep.iis da Mn V cealaaa, apai-
r |ara os p rtos do sal
Para fretes e passagens irata-w coa es apaa-
tes llenn Forster A C, na de (jmmmmrm m. K
EsBoa
Soberauo.
Este brigue rrcbe carga rete
Amorim Innios A C.
tratar
COMPANHIA PERrlAMIiaRA
DE
\uir*ro c*mteira vi
POKTO OL GAI.IMI V, RIO FORMOMI I. TANAXIAftr
O vapur /' n'iiiht, cmt-
mandanto l'|i untase*.
aaaaM v
arma no di
reasr. as Ti u i ,* 4* m
u\ i ;** rnv-.v -ara
luidla- ; I
nheiro a fn-te : i-crip'oiw iw P la Oo Mal
n. 12.
COM PAN MI V I.R\ V vilil LAN \
M
lavr^ara eoMtcira m i
MACEI, KM; A LAS, fE^KIM) E ARACAJB*.
O vapf (7 -r .*, r*
undante J. Martm-
. st-guira aera e par-
ios anua m 4
do rormNJr,
horas da tarV
Recibe carga aU1 o dia 12, un imiu i
o dia I i. dinheiru a freto r paoMMees ate e* 21
ras da larde dmlia da sabida -srripltiri f
do llattos n. 12.
IV
s
COMPANHIA PEUN\MCCASA
lK
laie;arao coMtrira m vapor
'AR.VHYB.V, NATAL. MACAO, MM .
TY, CLARA, ACARACt' E (iBANJi.
O varir P
iMmmandaalr F
-^tniira para os |
has arima oo as
d re da taraV
llccelie carga al o dia 12. ioi iiMas etr
I.
sabida: aaaiatarfc >
o dia LI. n-a- o- e dinto-iroa frrt^ r.r as 2 ho-
ras da tardo do dia da
Porte do Mellos n. II
Para o Porto
pretende sabir muito breve a pilera
Sota Fama II por ler grande |iarte o a
regamento proaipto. Receiie a carga qoe Ihe fal-
la a pnces moteros, e tambem passagt-im*, para
is q uai-s li-in opiinias a<-r<>inm.^ : || mu >
,oiu Tito Livio Soares, rus d Vicario a. 17.
)'-ri!iif wn
CMMMIU
M
NAVECACAO U\lll\\\
Para llaeei. Pmh'Jo. Iraraj
e Baha.
E' esperado dos \< rl i -u'. : .u 1
lio vapor Gastao !, 0 aaas, o qual -"Trac para
os mi tos cima.
Recebe carg. pas-ageii a fr*V a
tratar com o seos agenu-s .\nt >uio LaitVlHi
veira Azevcdo A C. ruad Bom )r-i.- i :."
Baha.
A escuna nacional Geoifiina Um ji orv *
sea carregamcnlo prompto t segur <
dias para a Babia : a Iralar rom Ta*o
<:.
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir com nimia br \i ladr pata**
nacional Mara F.mU i.-.i p-r: .1 -ru rmrr-
ga">cnto engajado, e para i,, ijim- fae Uu.
trata-s com i sen eossigeetaria Ani uto LmzoV
Olivoira Azevtilo, ni ru u>Ihi
JiMIS 11. o".______________________
Vende-so
n veleiro petarlio portuguez /.< de IKloeeia
das, demaiidandu depois ie campada M ps oV
agua, forrado de metal e rhvili-ail V LI.
com duas andainas de p oin < l> iMan'n obi-
sallentes, prompio a aaaaa pan qualquer per-
te : quem pnis, o pret 'aew, pode irHTf eaa-
mina-lo no ancoradouro da descarga da eany
sec/a, e para tratar com os *-ii cm4fnttano+
Joaquim Jos G calves lefaria A Pliho. na
do Commcrcio n 5, aonde se acha o hrreataii'.
IE10ES.
,AO
DE
FAZLNDAS
I.IMl'AS LAVAR! VHAS
iije
s 11 horas.

O agente rinho largas vender tm
canta a riaeo efMw ienenrer. chatos
madapoliMN. las fa OMS, Inva-
d' trance de caracol, fu-uo branco,
vestido, dosias de lapasai pera irnhen,
guias para homens. Hnhas de carrito!, |
para camisas uttM a ooiros erpas ojn
patentes no da do leilao, no armazem i
largo do Ctri Santo.
Md>
PAKA1
elcniknajair i
IMI Onnda,
mgaiada, para
Para o referido porto pretondnJMir com pou-
ca demora o patacho portugus ImUa, por ler
a maior parte da carga engajada, pera o resto
que le falta tratase com os consignatarios Joa
Siim Jos Goncalves Beltrao 4 Filho : a ra do
ommercio n. 5.
DA
armacao, p.noros e mais pertePrps a> In-
verna ila praca do Con.le d'En, a. Ji.
massa fallida de Jos Narciso da Suva
A C.
Hoje
O agente Martins fara IHse per
Illm. Sr. Dr. juiz especial d<> ro-nroerci,
ou mais totes, da amafio, eneros e anris
Sas da la venia cima, perietirenhai
e Narciso Jos da Silva & C
A's II horas do dia cima na
Leilao
e enrifaina
DE
candieiros a gaz, globos,
candieiros, chaeniea,
tomadores de caf, muitos
objectos eiislentes
No armazem da ra do Impe-
rador n.
rOR LIQU1D,

sa


Diario de Pernambuco Sexta, feira 13 de Junho de 1873.

ao correr do martello.
Das 10 horas ao meio da continuar o agente
Pinto o leilo Jo* objectos existentes no armazem
da ra do Imperador n. 45
Taes sojos precos que certamente convidaro a
concurrencia a* mesmo leilao. ______
?
movis,
e crystaes
A saber:
Um piano forte de Redmer, 1 mobilia de mogno,
ontendo 18 cadeiras de guarnicao, & ditas de
bra;os, i sof, 1 jardineira e 2 concollos com um
po6 de pcdra, 2 apparadore? de mogno, 1 carteira
m escriptorio, i relogio de parede, i bidet, i
valono de mogno, espelhos dourados, cadeiras
avulsas, estantes para musir, mesas nara jantar,
ditas de ferro, cadeiras para escriptorio, espre-
guicadeiras, camas para enancas, pares de lan-
lernas, jarros, candieiros a gaz, i apparelho para
almoco, I dito para jantar e outros muitos artigos
de aso domestico.
O Sr. V. L. B.
S. S tera milito dinheiro I j paga mensalidades
de socios que pertenreram sociedade de que S.
S. foi thesoureiro e tein dinlieiro para nos bonitos I porem j pagou aos seus credo res T
por corto que nao, poii'que o scu armazem conti-
nua sob nutra firma ; continu que precisamos de
alguna* esrlareeimeutos para Ihe ajustarmos as
noesu ondas, certo de que nao sera com W 0|0
i ii menos que pagar os seus dbitos, vi-to rom)
S. S. o proprio a coifessar que tem mutfo dinheiro,
eoniisso que nos servir ein-tempo competente.
________________Um creit.
Urna preta do boa atdsela, o que pude ser
alte-lado por pessoas rpate*, e que sabe fazer todo
o trabalno de una casa de familia, olTerece os seu<
servidos pelo tempo que convencionar, a quem
Ihe amantar trezentos mil reis que lbe faltam para
a sua alforria Quem pretender queira annunciar
por este Biario, para ser procurado.____________
Aluga se urna esetava moca e de boa conducta
e que cozinha bem, fu compras e servico de
casa : a tratar na ra 1. rga do Rosario n. 4, !.
andar.
s
Hoje
11 horas
No armazem da praca do Cpmmercio n. 48.
Por intervenga* do agente Pinho
Bordes
LEILAO
DE
100 pares de botinas para homens, avaria-
das, e 20 duzias de sapa tos pretos, para
homens.
Tcrcii-I'rira 15 do corrente.
s 10 horas.
Por intervenco do agento Pinto, ra do Bom
Jess n. 43.

m-
SE
*r
Lcilao
DE
Livros francezes,
commerciaes, muitos outros do medicina e
cirurgia, ferros e instrumentos de cirur-
gia.
TERCA-FEIRA t7 DO CORRExNTE
W 11 horas.
Por intervenco do agente Pinto
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
AVISOS DVERSOS
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rna Primeiro de Marco (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, dous meios n. 299 com 300, um
meie n. 547 com IfOjOOO, e outras sortes de
40lKX) e 20*000 da lotera que se acabou de ex-
traliir (33.*), convida aos possuidores a viran re-
ceber na conf^rmidade do coslume sem descont
alguni.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 1' pane das loteras a beneficio da matriz do
Cabo (54*) que se extrahir no sabbado i 4 do cor-
rente mez.
PREgOS.
Rilheto inteiro 6000
Mciobilhete 33000
Quarto 1*500
EM PORC\ODE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Moto bilhete 2*750
Quarto 1*375
_________________Manoel Mailins Fiuza
Ao publico
A abaixo assignada declara pelo presente que
desta data ern dante nao ser responsavel nem
seus bens snjeitos a dbitos de seu marido Fran-
cisco de Salles Alves Correia, visto que o mesmo
acha-se em estado que o impossibilia para qual-
quer transae-cao, segundo su fazer asneiras como
e publico e notorio, a maneira uor que continua-
damente tem sido Iludido, e principalmente por
um vil e infame que trabalha para desgraea-lo,
ainda nao satisfeito com o que tem roubado, com
as suas transaccoes, illudindo a boa f daquelle
homem, e ltimamente acaba de compromette-lo
na importancia de t'iOOO, e desta forma ir mais
adianle, se nao houver um' peradeiro ; pelo que
protesta ser considerada milla qualquer transac-
co firmada pe mesmo, e s ter inteiro vigor
quando for ouvida e inteirada a abaixo assignada,
ou o seu genro Elizio Alves da Silva Figueira.
Recife, 11 de junho de 1873..
Auna Joaquina da Silva.
B&3M

m
PENHORESS
la travessa da ra
dasCrazes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ffi
i BL_
"*>.-.>_ *lTt~aj3 'Ji"''wLtia. _
Precisa-sn fallar ao Sr. Joo Gualberto da
Silva, a negocio de seu iiiterese: na ra do
Rangel n. 62.________________________
O abaixo assignado, tendo de seguir para
Europa no primeiro paquete, por motivo de mo-
lestia de sua senhora, deixa encarregado de seus
negocios particulares ao Sr. Manoel Jos Carnei-
ro, socio da firma commercial Carneir & Xoguei-
Ta. Quanto aos negocios que dizem respeito a
sua profisso de solicitador, deixa encarregado ao
seu amigo e companheiro o Sr. Francelino Augus-
to de Hollanda Chacn, e seu ajudante Antonio
Machado Das, que pdtiero ser procurados na ra
do Imperador n. 45, escriptorio do Sr. Dr. Olim-
pio Marques da Silva e na sala das audiencias. O
abaixo assignado desde j pede descdlpa aos seus
amigos e clientes que por ventura deixar dse
despedir, faltando por este meio com o seu dever
de visita-Ios, pela presteza da viagem, e offerece o
fixar sua residencia provisoria.
Joao Caetano de Abreu.
= Aluga-s" urna casa nova, na Capunga, nos
Quatro i antos : a tratar cora Joao Jos da Cunha
Lages, rna do Vigario n. 33, !. andar.
= Perdeu-se na noite de quatro para cinco do
orrente, um tranceln) de nuro com 5 oitavas e
meia, assim como um pencinez de ouro, por isso
roga-se o obsequio, a pessoa que quizer restituir
ditos objectos, dirjase ra do Imperador n. 14,
que ser gratificado, e se o tiver comprado rece-
ibera a importancia e a'ein disso ser gratificado.
Precisa-se de urna preta escrava para todo
servico > quem tiver e quizer alugar dirija-se
rna Velha de Santa Rita n. 1 r*____________
Precisa-se de urna ama para casa de um
.boraerasolteiro, tem pouca familia ; e bem com-
Bortada para se Ihe entregar a administradlo da
cata. Boa do Bario do Triumpho n. 66.
DO
Dr. Hurlllo.
RA DA CRUZ N. 26,2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro- O
fissiio. Q
Consultas do meio dia s duas
da tarde.
Gratis aos pobres.
I
horas
B P......
\g criam.a e de mulher. Q(
Emprega no tratamento das molestias fzJ
de sua especialidade as duchas fras e q
banhos a rapar, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
pregados na Europa.
'I'ambem applica com grande proveito
no tratamento das molestias do tero a ^
electricidad, pelo processo do Dr. Trepier.W
0K]X5"30?0 i eX*J
III i'IIMCf
Quem maiscomniodo(Bereee?
Incontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais rommodo olTerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a razao simples :
um cavalneiro (amante do chique) por certo se
in;ommoda quando, para cmprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimntala sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conhecer se
a botina Ihe fica ba, pois, nao tem espaco para
expermenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, ijue chcgarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : parado
bello sexo, entao quasi impcssivel, que uuia se-
nhora (do bom tom) queira snjeilarse a experi-
mentar calcado ao lado de- um balco, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all podero estar em perfeito comino-
do para a cscolha do calcado.
Nao terminam ar i as vantagens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tarrbem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados fabricantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assim tambem um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
umitas quahdades iiue podero satisfazer a esco-
Iha da mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, (st claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Paris na Americu, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antigu ra do Queimado.
St&t*** tttttt *ttimt*tti
k^TISTA DE PARS
19- RA NOVA19
* J. M. Leroux, cirur^
^ gio dentista, succes- ^
sor de F. Gautier, es- %
pera continuar ame-
recera confianza dos %
clientes da casa, e do E
respeitavel publico em %
S geral- I
200^000
Continua a estar ausente desde o dia 15 do mez
de abril o escravo Henrique com os signaes segra-
les : mulato bem claro, cabellos crespos, rosto li-
so, sem barbas, altura regular, cheio do corpo,
andar banzeiro, cadeiras largas, a perna direita
aberta, quando assenta o p direito e de banda, o
dedo grande do p direito aberto sem unhas, tem
marcas de bichos, as costa com pannos brancos,
quando est serio carrancudo, olhos encovados,
o olho esquerdo um pouco aperlado, levou nm
cavado de estribara, alasao dourado, dinas, tope-
te e cauda compridas, frente aberta, cabeca acar-
nerada, altura de 7 palmos, 3 ps cateados com
Sintas de foveiro, tem urna mancha branca redon-
a em cima da anca esquerda, j tem dentes que-
brados da cachaca, inteiro ; desconfia-se elle ja
ter vendido o cavallo, (quem achar e cavallo e
me o trouxer ter SO*) O mulato nasceu na Ser-
ra do Teixeira e ahi estove at a idade de 21 an-
nos, foi dos herdeires da viuva D. Victoria Mara
dos Anjos, que venderam-no ao Sr. Antonio Cea-
rio Italiano e este vendeu-o ao bar?o de Nazare-
th onde o comprei e possuo ha 2 annos : qual-
quer pessoa que o traga ao seu senhor Antonio
Carneir Rodrigues Campello no engenho Canzan-
za. freguezia de Santo Amaro de Jaboatio ter a
quantia cima.
***** Ktt 09 ***
* m
InstrucQo primaria e
secundaria.
O profesfor Thome Augusto da Silva
Villar, competentemente habilitado, faz
sciente a todos os chefes de familia que
q izerem confiar-lhe a educacao de seus
lilhos, que tem aberto no sobrado grande
1
i
UDANCA
COLLEGIO
DE
p.SenlioradaSadel
a P'RA f
Educado de meninas.
8
l
1
8
%
i
A Directora deste collegio, abaixo assig-
nada, faz sciente nao s aos pais de suas
alumnas, como a todos os chefes de fa-
milia que. quizerem confiar Ihe a educa-
cao de suas ilhas, que transfero o seu
collegio da freguezia do Poco da Panel la
para a freguezia da Boa-Vista, sobrado
h. 25, sito ra Forzosa.
As lluiMiaa deste collegio receberao
nina educacao esmerada sob as bases da
boa moral e da religio, como convm
a senhoras de um paz catholico ; e te- -
rao por mestres, professorts escolhidos jf,
entre os mais habis, os quaes serao en- W
carregados do ensino de leitura de prosa Cr
e verso, calligraphia, arithmetica, s\ste- Q
2ma mtrico, lingua verncula, historia,
ceographa, francs, inglez, msica vocal
piano, desenlio, dansa, croch, labynhtho, '0\
obras de la, bordados matiz e ouro etc. *
E porque a abaixo assignada conheca 2.
hoje, por urna longa experiencia, que \w
nao pode a attencio de urna directora de fe
collegio suhdividir-se, por um crescido Q
numero de alumnas, sem prejuizo egran- Q
des inconvenientes para a educacao des- @
s e crdito do estabelecimento ; por
isso est a mesma abaixo assignada re-
solvida a limitir a vinle o numero de
suas discipulas, com o que julga dar ao
respeitavel publico desta cidade una
prova de quanto se acha compenetrada
de seus deveres e urna garanta aos .
pais de suas alumnas de que ser sol- f
cita e zelosa em cerca-las da vigilancia e H
rarinhos que nunca, quando bem distri- fe
buidos, sao de mais para to innocentes m
creaturas.
Quanto ao asseio da casa, acommoda-
coes c diitribuigo do servico, acha-se
tudo providenciado de forma que a or
dem ser rigorosamente mantilla, e que \J
nao serd alteradas as boas condicoes Q
'hygienicas da casa era que se acha
estabelecido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de 1873.
Mara Helena da Rocha
8
O des
i
%
g
8
I
8
"i
ue ~J
Quem deve e nao paga, sem^
pre deve.
Um caboclo que tanto tem de orgulho, como de
infame, j foi vendedor de gallinhas e de papa-
gaos, mas com tanta felicidade que adquiri di-
nheiro para ter um sitio onde fez nm palacete e
teve dous ramos de negocio, sendo refmacao e pa-
daria ; disto ja nada tem, tude vendeu ; porque
foi mal ganhado e pertencia ao que mor.. que e.,
8.. ('lilil...
Futurisando o caboclo que seus crodores Ihe
queiram mal, procura o meio de lhes pagar, in-
commodando a polica, dizendo: corra aquelle
hornera que anda armado de punhal. Do que me
deve, j dei por perdido; mas como v que tenho
razao, proeura dizer que sou seu inimigo. ro sou
seu inimigo, nem disso ten ha elle mel; sao s
30* que elle deve pagar-me, para restabelecer o
seu socego. ____
De 10 palmos.
jteiros, e dahi para baixo,\pi-
oiti-cor, aritcum-a-p, aba-
flanboyant ou brilhanto, pal-
roseiras de qualidade, aJecrmss
, coracio da india, romeiras e, outra,
untas: na Capunga, roa da Ventura numero SO.
Sapo ti
uncirs, fr
cato, laranj
meira i:
parreiras
Joaquim Ferreira Loureiro.
Jos Carlas Ferreira, Joo Ferreira Loureiro,
Lenidas Tito Loureiro, Eufrozma Francisca Fer-
reira, Anna Candida Loureiro, Argemira Fran-
cisca Loureiro, Mara da Foutour Wanderley
Loureiro e Leobino Baptista Loureiro, lilhos,
genros e oras, convidara aos seus amigos e pa-
rantes para assistirem os ltimos sulTragios que
fel alma de seu pai e sagro Jnai|iiim Fcrera
oureiro, laiidam-celebrar na Ordera Terceira do
Carino, nn dia 11 do corrente pelas 8 horas da
manlia, aos quaes desde j agradecnn
I). .Launa R sa S. Silva.
Ja\me E. Cines .la Silva.
e sua iaiuilia agradecen! do
fundo d'alma a todas as pes-
soas que se dignaran) acem-
panbar os restos mortaes
de sua presada mai D. Joan>
na Rosa S. Silva, ao cemiterio publico, rogando de
novo a todas estas pe amigos, para assisrem as missas que mandara
resar na matriz da Boa-Vista no dia 13 do cor-
recto pelas 7 e meia horas da nianha. 7. do pas-
samemto da mesma finada.
D. Joanna Rosa do Sacramento
e Silva.
Manoel Bruno dos Santos Gouveia,
Candida Augusta da Silva Gouveia,
Balbina Fiel Gomes da Silva, genro,
lilhos e mus prenles da finada D.
Joanna Rosa do Sacramento e Silva
agradecem cordialmente s pessoas
que se dignaran) assistir aos lti-
mos suffragios prestados mesma, e de novo ro-
gam s mermas, para que se dignera assistir s
missas que se teem de rezar na igreja matriz da
Boa-Vista no dia 13 do corrente pelis 7 1|2 horas
da raanh, stimo dia do seu falleciraento,
*
9
m
*
*
*
*
*
*
*


0
*
da Soledade n. 5><, desde o Io do corrente,
urna aula particular para o sexo mascu-
lino. Os alumnos receberao urna educa-
cao distincta ; para esse fim, o professor
emprega todos os seus esforcos e meios
*
para conservar na sociedade sempre cr-
dito, e tambera mucos cotbolicos e'cfvili-
sados.
**0 00* 0000000*
CAZA DA FORTUNA
RA 1. DE MARCO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20: O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
i:0OO*.
Precos.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... 6*0"0
Manoel Martins Fiuza.
Allen^V.
A" negocio urgente precisa-se fallar ao Sr. Joo
Gualberto Correa : na thesouraria das loteras.
Sitio
Aluga-se um sitio na estrada de Beberibe, pr-
ximo a estac.lo do Fnnd.io, casa de taipa, cacim-
ba com excellente agua, umitas arvores fructfe-
ras, e trra onde se poder fazer alguraas plan-
taeoes : a tratar rna do Barao da Victoria n.
45, 2o andar, ou ra do Imperador n. 54, pri-
meiro andar.
O Sr. Jeronymo Lopes de Miranda tera urna
carta no escriptorio de Luiz Goncalves da Silva
l-into, ra do Mrquez de Olinda n. 39.
Os devotos /la capella de Santo Antonio de
Beberibe de Baixo, em Agna-Fria, rendo de fazer
a bencao da imagem do padroeiro da mesma ca
pella, no dia 15 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, vem pelol presente annuocio convidar aos
devotos de Santo Antonio assistireni a este arto
o qual sera precedido de ladainha a nuute.
s &
/a L A dijlLu ^a
Compra se e vende-se trastes novos &\
Misados : no armazem da ra do Im- vj?
Q ieradom.48. 0
GGOS0.@
Joaquim Jos Gonqalves
Beltro.
Ra do Commercio n. S, 1." andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Micho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Asco de Val de Vez.
Barcellos.
Beja. ,
Cliaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimarcs.
Lamgo.
Lisboa,
Mirandella.
Moncho.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
O capito Manoel Anselmo Pe-
reira Guimaraes, sua mulher D.
Delmira Amalia* da Silva Guima-
e suas filhas, cordialmente agrade-
cem a todas as pessoas que Ihe li-
zerara o caridoso obzcquio de as-
sistir os ltimos suffragios feitos a
sua sogra, mi e av D. Joanna Rosa do S. Silva,
e acompanhar seus restos mortaes ao cemiterio
publico : de novo convidara a todos os seus pa-
rentes e as mesmas pessoas, para que se dignem
ouvir urna nvssa que mandam rezar por al-
ma da finada, na sexta-feira 13 do corrente, sti-
mo iia do seu falleciment, pelas 7 horas da na-
nha, na matriz da Boa-Vista._________________
- iiiW"* D. Clara Theodora da Fon-
ceca.
Francisco Antonio de Souza Ayres e sua fami-
lia agradecem respeilcsmente do fundo d'alma, a
commisso mandada pela respeitavel sociedade
Luzo Brasileira e a todas as pessoas que se dig-
naram acompanhar os restes mortaes de sua nun-
ca esquecida mi D. Clara Theodora da Fonceca,
sua morada eterna, e de novo rogam a todos os
seus amigos e as mais pessoas que queiram assis-
tir a missa do stimo dia, que mandam ce'ebrar
na igreja matriz de S. Jos no dia 14 do corrente,
dlas 6 horas da manh, confessando-se summa-
mente'grato a todas as pessoas que bonrarera este
acto de 'eligio e caridade.______
, O abaixo assignado convida aos
seus ami.'os e aus prenles e ami
gos do finado Dr. Jao Francisco
Xavier Paes Brrelo, juiz de diiei
to da comarca de Paulo Affonso, da
provincia das Alagas, para assisti
rem a urna missa que por sua alma manda resar
na igreja do convento do Carrao s 7 horas da
manha do dia 14 do corrente.
Desde j o abaixo assignado se confessa grato
a todas as pessoas que se dignarem assistir a esse
acto de caridade.
Recife, 11 de junho de 1873.
A ugttsto Cesar da Cunha.
JMMaJJJMt-MH-l1 l IIIM-UhaWl
U. Felicia Perpetua de Sant'Anna
Ferreira
Maria da Pureza Vianna, J. A. M.
Vianna e Maria Ermelinda Vianna,
cordialmente agradecem a todas as
pessoas que se dignaram acompa-
nhar ao ultimo jasig os restos
mortaes de sua presada mi e av,
D. Felicia Perpetua de Sant'Anna
Ferreira ; e de novo rogam a todos ,os seus paren-
tes e amigos o caridoso obsequio" de assistirem
algumas missas, que por alma da mesma mandam
celebrar na igreja da Santa Cruz, sabbado 14 do
currente, s 6 horas da manha, stimo dia de seu
pasfamento; e por este acto de caridade e religio
desde j se confessara eternamente gratos.
<$EfliMiBl>
'JJ-Hul;
deVAUQUELIN
Resulta d*s obserra{&es colhidaj pelas summi-
dades medicas dt hospitaes de Paris, que o Xaropa
peitoral balsmico Vo distincto e Ilustre professor
Vadq-jelin empregado com succeeso sempre igual
para curar
u nrn.iOi-.0K sos broichios e imct;(JE$ bo reno
eonheeidas pelo nome de
BRONCHITES AGUDAS 00 CHR0NIG4
ASTHMAS, OPPIESSOES, CAT1RRB0S
Detluxot, Toases rebeldes, Extincco da tos.
A MASS A, pelo seu uso fcil e agradarel sabor, um
precioao medicamento para as peasoasque riajam, o*
sao tibrigadat a fallar milito. Pans, Pharmacia
VA0Q0ELIN-DSLA0RIER8, roa de Clry, 31.
BifMils m lalu ai rkinacu a cum at Infas.
nico deposito, aonde j acha a venda n
oasa de P. Maurer & C.
iixciro
Precisa-sede um caixeiro com bastante prati-
ca de taverna e d fiador de sua conducta : na
ra do Duque de Ccxias n. 20.____________
A? Companhia Recife Drai-
nage.
Desde a presente data ficar de nenhuin effei-
to o contrato que fiz com a dita companhia para
a remqgo do hxo do estabelecimento sito ra
do Baro da Victoria n. I.
Domingos Jos Ferreira.
Tendo no da 6 do corrente mez sahido de
sua casa, em S. Lourenco da Malta, a parda clara,
de nome Henriqueta, trazendo comsigo sua tilhi-
nha de nome Flon, idade pouco mais de II me-
zes, a titulo de vir visitar sua irmi de nome Va-
ria da Conceico, e que se acha aqui no Recife em
casa de urna fumilia moradora ra Bella, e como
at agora nao se tenha noticia certa do lugar onde
ella se ache, roga-se a pessoa que souber, o favor
declarar ou ensina-lhe a ra Bella, casa da Sra. D
Anna, que mui'o se agradecer. A mesma mu-
lher livre e casada, c o marido participa a ella
que sua mai acha-se quasi louca, por causa de
sua sahida, e sem que ella soubesse, nem mesmo
do marido.
Francisco Manoel Marinho Palead pede a
pessoa a quem for olerecida urna nota promissoria
de quatro contos oito centos e tantos mil ris, ven-
cida em Janeiro oo marco de 18C2, assignada por
elle em favor de M. Barbalho de Gusmo Ucha,
que nao faca negocio ahum com a mesma nota
promissoria.visto como hando-se j paga em qua-
si sua total idade, pois resta 500*, por isso a pes-
soa que a negociar ter de receber somente esta
quantia.
OlTerece-se um homem para feitor de
engenho com as necessarias babilitaces, e
aflian^a sua conducta, para informagoes no
pateo do Carmo n. 9, e para tratar, no en-
genho Caixoeira Liza em Gamelleira.
Agencia de empregados
Amas de leite, engommadeiras, cozinheiras, cai-
xeiros, copeiros, criados, etc. etc ha sempre de
boas conductas e aflancdas ; podendo os senho-
res pretendentes fazerem es seus pedidos por es-
cripto, no caes Capibaribe n- 12, e travessa da
matriz de Santo Antonio n. 6._________________
Vende-se a casa de sota da travessa da
Bomba n. 8, com 5 quartos, 4 salas, cozinha fra
e quintal com cacimba, com 3 portas de frente
om baixo e 3 janellas era cima, e por preco com-
modo : na ra Duque de Caxias (amigamente das
Cruzes) n. 25 se dir quem vende.
^.
Ao commercio
Theotonio Lopes Pereira faz publico que dissol-
veu amigavelmente a sociedade que traha eom
Jos Francisco Gomes, na taverna sita ra do
Gervasio Pires n. 49, a qual gyrava sob a razao
social de Pereira A Gomes; retirando-se o mesmo
pago de seu capital e lucros, e ficando o estabete-
cimento com tudo que lbe e relativa a cargo ex-
clusivo do annunciante. Recife, 31 de maio de
1873._____________________________________
Oidaele da Escoda.
D'ora em
publico desta
160 ris a libra.
diante enctfitrar-se-ha no acougue
cidade cffn
rae verde diariamente a
A quem interessar
J. Ramos & Machado mudaram seu escriptorio
de coramisses e deposito de movis para o arma-
zem n. 10 da ra do Vigario.
FAZEMDAS PARA ACABAR
Na ra do Crespo n. 20,
LOJA DE
GuiUierme Carneir da Cunha & t?
I-JHUMH
HOGG
I CC, piarctteo,,r. ate CMSagHaan, Pmit, *
m
PEPSINA
DE
1* Ptalas alimentosas de Hogg com pepsina acidula, propriaa para nrlartai |
gstricas dyspepticas, ete^ e nos casoa de digesto dfflcfl oo impoaarel.
2a Pilulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reducido pelo hydrofeneo,
para molestias chronicas e as doencas qne das mesmas resulta (eacorrimentoa, tazar *~
menstruacOes dlfficeis) e para restabelecer as saudes debilitadas.
Pilulas de Hogg com pepsina e proto-ioduro frreo inalteravel, para :
eacrofnlosaa, lymphaticas e syphHiticas, para a tsica, a cachexia chlorotic* e para as
atnicas geraes do corpo.
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pillas; precos indicados sobre oa frascos.
Deposito em Pcrnambata, A. REGORD, e as principaes phannaciaa.
Attencao
Engomma-se com perfei^o rsupa para
homem, ra do Forte n. 9.
Por ultima vez
Pedem os abaixo assignados a todos
devedores de cuntas antigs, o especial
deas virem satisfazer no imprnrogavel
15 das, certos de que, lindo este prazo, usaran
dos meios judiciacs para seu embolso. Ra do
Mrquez de olinda n. 40, loja do
Frederico Pinto 4 C.
Recite, 6 de junho de 1873. ______
Ausentou-re de ra de na .ei.nnra, *a
6 de maio, o nielab M.iiheus, e tem o* igaae*
seguintes : alto, |>* e mos grandes, cor de laraa-
ja. bons dentes, h la mana e un piufo fima,
barba um prnioi branca, ralN'llns rrv| t re-
presenta ter 40 anims : pede se a qu-in appre-
hender de leva-lo nu do IIo-pck. n. ni. me
fs sens ser gratificado.______________________^_
pnaode Casa para estalu;lecimento.
ftafe^
\ dmira a mira!
SIM, ADMIRA A MIRA DOS PRO PRIETA ROS DA
CONEITARIA LO CAMPOS.
Prevendo a concurrencia de encoramciidas dfl
bolos e sortes que Ihe hao de fazer os habitantes
deita cidade, e seus suburbios, estn prevenidos
de cem mil sortes, Ilustradas e chistosas, e pre-
tendem lazer reunir em sua bem montada fa-
brica.
g^^^ Vinte mil ovos! !...
*JI ftt^ parbolos.
Os proprietariosdaCONFEITAIlIA DO CAMPOS
nao querem enm Isso fazer urna crias ovara, nao,
somente para que nao deixera de ser satisfeitos
todos os seus numerosos freguezes e principal-
mente aquelles quejojinno passado as horas
mais aperladas, recorrern ao vantnjoso estabeleci-
mento de confeilaria sito a ra do Imperador n. 24,
sob a denominacao de
Confeitaria do Campos.
Caixeiro.
Precisa-se de mu caixeiro de idade de 12 a 18
annos, com pratica de molhados, para a villa da
Escada : a tratar no pateo do Terco n. 23, em
casa dos Srs. Simo dos Santos A C.
Aluga-se urna casa em Santo Amaro das
Salinas, na estrada de Olinda n. 15, torna-se n-
commendavel porque passa a linha dos bonds : a
tratar no n. 19, tavenu.______________________
Os senhores abaixo declarados queiram ter
a bondade de auparecer cu mandaren ruado
Imperador n. So, a negocio de suas conveniencias: .
Manoel Silvng de Barros Falcad.
Francisco Manoel de Almeida.
Francisco Jos Carneir.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Jos Pereira Lemos.
Urna oessoa de conduela aliancada tendo de
ir Villa da Penha, Lagoa Nova e Caicara cobrar
algumas dividas, o"erecese as pessoas que nesses
lugares tiverera algumas contas ou letras co-
brar, que o enrontraro no bazar universal ra
Nova n. 22.
D-se de gratificacao a quantia de K' a quem
tiver ac'ado e entregar ao seu dono um leque de
madreperola, que'foi perdido no sabbado ultimo,
em una das ras da Pi inceza Isabel, Aurora e
Formosa : quem o achou, iiuerendo restitui-lo,
leve-o ra da Princeza Isabel n. 8, ou no arma-
zem do Sr. Pires junto ao arco de Santo Antonio.
Gratificacao
Gratifica-se Dem a quom descohrir tres pran-
choes de amarello, marea J F M, fnrtados da ser-
rara a v por do caes do Capibaribe, sendo dous
furtados em maio e um na noite passada.
= Sebastio Marques do Nascmiento tendo em-
barcado para Lisboa e nao podendo despedir se
das pessoas que tanto se prestaran durante a sua
molestia, pede desculpa desta falta involuntaria, e
olferece o seu diminuto prestimo.
Caixeiro
Precsase de um caixeiro com pratica de taver-
na de 14 a 16 annos de idade : a tratar na Cam-
b do Carmo n. 2.
Czinheiro.
Paga-se bem por um, para urna pequea cozinha
de rapaz folteiro : a tratar ra Larga do Rozano
n. 34 botica.
Traspasa-te a cha y da I- j.i peran iz n. 32, com urna ixrelbnie armaran V
amarello, toda envidra.a la < propria par q lal-
quer eslalielecnnenU : a tratar na ihcmiis u
NOITKS
Sanio Antonio, S. Joao ( &
Pedro.
I.ivros de sortes
O Advinliadn- ii. Amaltbea U. (-.rtas Fatdi-
cas l *, Carteira de Castra Dna la. (jiru'tes V
amor 15. Carine* >\!ollinos 14, fUfam I*. haa>r
da follona ifiun. Esfiliinge ii. Fado UtW. hf
da C-.iivcrsaco M, Jogo d>- disparales amatorio-
2<. Livros do destino l, Mad.-ni"iflle l.aor-
ftuand U, Mgico apparenie Uto>, Mata Hora
aborrecidas ii. N'ovo i rculo de amor la. Ma
Fluminense id, Orculo das mocas l2>* tlracn-
lod-Delphos Id, Pacotilha Pnetiea la. B<-vela
do Cigann Ii. Roda do destino fe-gred'* i*
ceitic.iro IIiioIikih.- I. sorles avulsas, dd> r
artas.
Lwrtuia franceza
Alugae um molrqiie ; a
Duque de Caxias, loja n. 44.
tratar na roa do
Escravo fugido.
Anzeninu-se do poder >\< abaixo :is-ign;.dc- n
sen escravo ile nome Joaqun!, cor preta e V
naiao. Traja milito limpo. anda calcado i usa W
cabellos coinpridos. querend i fazer meia cabelleira
Sebe cozin'ar, occu|taco a que se dedicara
Quando falla se mfctM ser negro afncaao
" Rogase a appreiiencaii de dito erravo, cn>a
captura se gratilicara bem.
Itecife, 9 de junho de il7J
Jos.'- da Silva lvo A Filh.
150000
No engenho MasMia-sil. freguezia da Escada, a
la'r de gratiticaco a quantia cima a quem ap-
arehender tres eavall >s rpie naqueRe engenho
i'hi.ii birtadus na amito do dia 29 para30 iro-
>eiubro presian pasado o ; tom 9 annos.
vastando e castrad >. tein a eielha direita bastaatr
a-cada, nina e-irella na tesla. e no quarto e*qner-
do tem una cruz ; o 2.* ruco, coin pintas ver-
melbas nos ipiartos. gramle. gordo. c< m ope-
BOCU lino, castrado, i.-m os qiiadrtl feridos da
-ailL'alba. ferrada coin a marca 1. It. do lad
direito, e lera a idade o. aanms: o .- naitdo
sanliMSrlam, curto gio>vi, mu p.mco cambilu.
castrad', pequeo, e esta ferrado rom a marca
- Ono quarto direito : gralira-se oi n*0**>
por cada um em prescira da |H>sna, 1111 enjo |n-
der for encontrado qualquer dos ditos cavailos.
Terpsi.....
Ao pnhlica.
Respeilaveis que leudes o prazer de onhecer-
me e conheccis o meu talento, renhi por iirter-
medio destas atrasos tirada- ii meu cr.in-o. fazer
um sulemne protesto contra i idi>
a necessaria r^rasem le apr>' cimento em nome da lllma. pre-iilencia Ja Terpsi-
ehore sem raen previo con* Mmenlo, vito er
de minlia lavra....
hfirlr Hwtro de E$c \rrciiilii-se
O Exm. Sr. desembargador Guerra tera urna
caria rna do Barao da Victoria n. 69.________
Terrenos e casa na cidade
ilha de S. Miguel.
Se faz todo negoc o e permuta-se por predios
nesta cidade : quera os pretender dirjase ra
Direita n. 99, taverna. ,
Attencao
Os Srs. que esto devendo aluguqis de car-
ros na cocheira do Pinto na ra de Santo
Amaro n. 1, tenham a bondade de virem sal-
dar seus dbitos quanto antes, afim de nao
serem chamados por seu proprio nome.
ko commercio.
Na ra da Cruz n. 13, 3. andar, aluga-se urna
grande sala e um quarto muito proprio para es-
escriptorio._______________________________
Novo livro para S. Joo
AMALTHF.A II!
Oa suas prediedes como
Sybilla de Cumas i
Rcspondcndo a diversas indagad-oes dos mor-
taes, livro de sortes fr. por Z. N. da Silva Freir
seguido de-O casamento queden em drog, co-
media. 1 vol. ntidamente impresso em Lisboa.
.$000!
Livraria franceza,
Attencao
Quem precisar de boas amas seccas e de leite,
afflancadas dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 3 loja.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 47
da ra da Iraperatriz; quem o pretender encon-
trar as chaves na loja do mesmo sobrado, e se.
entender com seu proprietario ra do Hospicio
n. 33. t
Um d is melbores engenhos do termo d \gua
Preta, nuenle e car reala, M pro|iorrdes para a-
Irejar dous rail paes. opt,ms terrenos d- vatx-a .
dista da estacan duis leguas e meia. Qnem ave-
tender e qoizer nf irmacoes. dirjase a rna do
Bim Jess (antiga da Cruz) n. 51, !. andar
Salsaparrilha de Ayer
PARA PURIFICAR O BAOS.
O
(-liento niiti*
res de cara que tasa
Has W quaes ato
do ati
midades
promntamenta
Ai affirccors r i
da pela ccotaaainacao i
t produz-ea
tem ido tam radical r tara gerahneaaa i
todo* os pontos do Imperio, qoe o pabHoo aasl aJuiaa, aar
informado das mas virtudes e do atoes a aaaW.
O renio escrofuloso e um dos i
da raca humana. Ora, senhorta-s
do nosso organismo e deixa-o fraco I
fataes. Ora, patentis a infeerto de qoe i niioaaaia o i
e ento, em momento opportuno, larra rayalaaMaaa M
ma de suas hediondas formas, i na cutis j saa .
ritaes. Neste ultimo caso deposita, asata
nos pulmes, no flgado, no confio, ate^
ifesta em empeoes, tumores, etc.
A inimigo tam pejlfoto tam
Krida, e prerenu-o ? sempre
im, antes de apparecemn os [
O usa da hai.hai-akkilha d'k atmm i
resultados funestos.
As pessoas qne soffrem da aTrysqpsasa, Jksf V *. )m-
UnU, DmrtroM. ftsflsui, JMMHaMSaaBM, raiiillH,
(Imtu, e seosibilidade dotoroaa eos oerlsa, atasa, tW-;
dr nos ossos; Puaasania om Inlt......; *i spavaa,
JTotsartas CtweS ritm*. a>s|la>iaa. Wm-
rmlgim e de rarias outras atreili do si rthia l
nerroso, achario sognro allirio asaado datta BA1
RILHA DB ATMM.
A SyphUU oa ftmUttimt Tm
seu uso, posto qne saja :
tempo*para subjngar tam I
A Zim......htm, on rU
as e em peral as molestias das i
daa o uhwloraatata coradas parata
mnlaoSea de materias ex
mente, de mesmo modo a JM <
In/lmmmmtm 4 9M***' Im
de maus residnos no saaf*


" \
=
Diario de Pernambuco Sexta feira 13 de Junho de 1873.
m
- i i ww| I
FOGO ARTIFICIAL PARA SALOES
PARA OS FESTFJOS DE
S. ANTONIO, S.. JOAO E S.
NO
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
7 RA DO BARAO DA VICTORIA 7
(OIITR OH \ RUI \OVA)
Chegaram grandes facturas destos lindse apreciados foguinhos artificiaes japone-
zes, francezjs e allemes, de vistas muito bonitas, e especialmente fabricados para senho-
ras etneninos poderem soltar sem medo algara de serem cffendidos, e a precos baratos,
nao s a retalho, como em caixinhas sortidas. Alm destes foguinbos ha muitas pistolas,
craveiros e rodinbas, fabricados por um dos mais afamados artistas desta cidade, e tam-
bera tem grande porajo de traques chinezes, que se vendem era cartas e em caixinhas in-
teiras.
BALDES AEREOSTATICOS
Pequeos baldes de 8 a 10 palmos, de papel de cores bonitos e facis de
solta-los das janellas e varandas.
Engenho
Arri'inl.i-i-oii vetiiti'-M p.-ute I* don* enfPnnfM
si'is na fret'iifxi.-i <\<- Ip-Juca, sendo lim n. vi-1-1
l">r anin.ii's u oulio itiuvido a agua, lieui i.lirad.iV,
de opiimos terrenos, e com pmporcoes para satre-
jar de tres a qtatro mil pie, distando do porto
de embargue apenas uina legoa, e da estrada de
ferro tres legoas : quem pretender dirija se ra
do Apollo n. 3, 2- andar, que adiar cont quem
tratar._____
C iziiilicirj
Precia-se d um bom cozinheiro para um bom
hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, arma-
zem unio ecommercio.
1008
E-t ausente desde o dia 3 de abril do eorrente
anno o, eseravo Miguel, com os signaes seguintes :
eabra, cabellos earapinhos, rosto liso, sem barba,
altura e carpo-regulares, ps e mos bem feitos,
falla muito descansada, est descorado, tem marca
de umitaino na palma da mo direita, foi das Ala-
goas, j o possuo ha quatro anuos, fez urna fgida
ha um anno e foi preso em Baixa-Verde : quem o
pegar leve ao sen senhor Antonio Carneiro Rodri-
gues Campello, no engenho Canzanza, que ter a
quantia cima.
Terrenos baratos de 3$ a 6$
nos Aflictos, e 3$ no Sal-
adinho.
Aiit'iniu .|,.s,' tu Ir i^-ii"S Souza vcii'l'--
terrcruis de seus sitios de lenas proprias, aos
pnliims, um nova .i u.t quai em frente.
groja dos Afilelos ; e do Salgadiuho com
a frente para a estrada de ferro.de
Olindn e ortiti para outra estrada ao lado do
mesmo sitio ; a tralar com o Sr. Tristao
Francisco Torres, na thesouraria das lote-
ras.
Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 25 ann >s, poucu mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodo tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
taes de campo o obsequio de pega-la e leva-la
rseu senhor, no Caminho Novo n. 110, sitio, ou na
ra da Cacimba n. I, que sero generosamente
recompensados.
COMPANHA
DOS
TRILHOR URBANOS
I" >
Kmfe a Olinda c BcH-rfoc.
lyfrLJ

A TVT A Precisa-se de urna para cozinhar e fa-
fl.n1/x zer mas a|g|im servico de casa de fa-
milia, no Corredor do Bispo n. 5.
Ama de leite.
Estas novas e interessantes sortes, alm da leitura agradavel, contem dentro
diversos objectos de divertimentos que fazera augmentar mais a alegra nntre as fami-
lias, as noites de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
GLOBOS PARA ILLUMINACES
Globos de papel de cores para as Iluminares destes festejos, e que muito
real$am nos pateos e nos jardins.
PAPEL PARA ENFEITAR BOLOS
Estes papis rendados para enfeitar bolos sao muito baratos e principalmente
rendidos em duzias.
"***>
Botinas dos melhores fabricantes para homens, senhoras, meninos e meninas.
Quinquilharias de fantasa,
I'I Vi* PERF17M.4RI.4S
E
Brinquedos para meninos
Todos estes artigos vendem-se baratos por serem recebidos em direitura e
pelos abatimentos obtidos dos fabricantes era attenc,o s grandes e repetidas encom-
mendas.
ATTENCO
o
Tambem recebe e .vende muito em conta excellentes pianos, tanto do fabri-
cante Blondel, como de H. Hers e de Pleyel; assim como mobilias de faia e de
viraes, e cadciras avulsas de braco e de balanco.
7 armazem do vapor francez 7
BAZAR NACIONAL
Ra da Im-peratriz n. 72
Precisa-se de urna ama de leite que nao tenha
fiJho : na ra do Mar juez de Olinda a. 40, pri-
meiro andar.
Precisa-se de urna ama que saiba
cozinhar e engommar, para casa de
LA familia : a tratar na praca doCorpo
Santo n. 17,3' andar._____________________
Amo Prccisa-se de urna ama para comprar
- vnici e cozjnhar para casa de familia : na ra
do Passeio, luja n. 58.______________________
Precisa-se de urna ama pa-
ra cozinhar e comprar : na
ra Bella n. 23, naje Ilha do
AMA
Carvalho.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar :
a tratar ra do Hospicio n. 16._____________
Precisa-se de urna ama que
saiba bcm cozinhar : ra do
Bario da Victoria n. 28.
AMA
Precisa-se de una ama para casa de pouca
familia : pagase bem : largo de S. Jos n..ol.
Precisa-se de urna ama livre ou ascrava
para servir a urna pessoa : a tratar na ra do
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 32, 2'andar.
Offerece urna ama para engommar e conzi-
nhar para casa de pouca familia, perfeita em seu
trahalho, aliancase a conducta ; a tratar na ra
da Concordia n. 36.
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinhar em casa de pouca familia : na ra do
Forte n. 19, antigo Bairro Baixo.
URGENCIA.
Ama de k\h\
Precisa-se de urna ama de leite, quer seja
forra ou captiva, porm sem filho, e que te-
nha bom e abundante leite, paga-se bem : a
tratar no 3. andar desta typographia.
Precisase de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra do Corono! Suassnm n 1.
Aii i Precisase de urna ama que
i! \ saiba cozinhar e comprar para
l'J. /i. casa de homem solteiro : na ra
de Pedro Affonso n. 13 e 15, antiga ra 4a Praia.
M0F1NA
Est encouracado!!!
Boga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello;
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desle jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro.
2,e
CASA DO OUKO
Ao 5:000^000
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
bilhete inteiro de n. 1403, a sorte de 100*600 em
quatro quartos de n. 49, alem de outros sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahi (53">; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente sero
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vr ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixaro de
tirar qualquer \ remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da I* parte da lotera a beneficio da igreia,
matriz do Cabo, que se extrahir no dia 14 do
eorrente raez.
Presos
Inteiro 6*000
Weo 3*000
Quarto 1*500
De 100-000 para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Becife, 6 de junho de 1873.
Joan Joatfuim da Costa Leite.
he unir,ii dn Illm. Sr.
presidente geral, convido os Srs.
accionistas para, no dia
10 do crrente pelas 11
horas da manh.se reu-
nirem, afim de eleger-se a directora que
tem de gerir os negocios da companhia at a
execuco dos novos estatutos, vistp nao ter
comparecido numero legal, para esteob-
jecto, as sesses anteriores.
Convem declarar que, esta reunio ter
lugar de conformidade com a ultima parte
doart. 12 dos estatutos em vigor.
Recife, 11 de Junho de 1873.
O 2." secretario,
Joo Marlinsde indrade.
receben
\ toja da America
indos liiiurnoii* de li e teda
odn prcr.i.
fispartilhos duque.
M-Til.vl.i- ; H'T" -i" +
l.-f .>. I- -.-ipin-lHi ase -| |
N a-Mp-Itli- i|tt- :*.
A 6|000 a peca
'le ui.id.ip l.*ii ftatMVf r,.ni dius luftru* t Rw:
ra do Cainita n. 10. ___
COMPRAS.
fj Comprase algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na loja da ra Duque
de Caxias n. 44.
Allentfo.
Escravo fgido
50$000 de gratifica^o.
Ausentou-se do engenho Victoria, no termo de
Barreiros, o mulato semi-branco, Saturniano, de
20 annos de idade, baixo, gordo e meio corcunda,
cabellos amarellos e crespos, rosto largo, olhos
castanhos, nariz regular, tem um sgnal nos pei-
tos proveniente de urna espinha, pernas e ps
grossos e mal fetos : quem o pegar ou delle der
noticia leve ao seu senhor Dacio Ferreira da Silva
Mello no referido engenho, ou na praca do Corpo
Santo n. 7, aftdar, que ser recompensado ge-
nerosamente.
N
3SS-2 3 <
S-B c--
BalB>
O- B 9 a H b o 3
( ( O f) lo
= H 3 3 S s "0
3-1 p 3s
iiimrfii
&3in M 5 B.&SS M <
o.

Na ra de Thom de Souza, sobrado n, 10, ou-
tr'ora da Lingueta, comprase urna escrava de
.10 annos de idade, que saiba co'inhar e engom-
mar ; e igualmente pede-se aos senhores corre-
tores que tiverem algnma com as comlicoes ci-
ma especificadas, queiram dirigir-so a mesma ra
e casa j mencionada.
VENDAS.
hiliiiiczas tu frtta i mm.
ultimo gostifa4>* qme
vendem pjur 6 '*0O0, na riu 4a l-aprrslru
50, loja da His# Branca.
\
\
\o\ hsiiiw livr* pun mn
le Nunl i. lilImNiw. M.
r N. I*r Araba de ser |hiI.Irado n livni ai*ima. o (jaai
conlem urna linda rnlkrcan boniii*. mlem-
sanles e rhistous *irts, e iynalmuHt n'na c-4-
lrcr;iii de icriutiv.i-. imiii|his'jm |x>r gran Je* e al-
faniadiis poetas desta pora.
Cremos ntM Ma livro r um d" meUmrr* mtir-
tenimentos para as rriim tejadan e apnfiavci imiii|.-< arima 4tiCs.
Acha-M a venda a Uo o na livrara Vrtmam-
ea ao pe do arco de Santo Ant-wm e
No escriptorio da ra do Commorcio
n. 32, de Joo Jos de Carvalho Mores,
vende-se o seguinte:
Caf do Rio de Janeiro.
Cimento de Portland.
Palhinha preparada.
Cera em velas.
Oleo de linliara.
Couro de lustre.
Bezerros.
Chumbo de mumVao-.
Gomma-laca, superior qualidade.
Cadeiras hamhurguezas.
Ditas de balando.
Ditas para cranos.
lilii
3 3
13 3"P
B % n_ 93 w
a

b-2
I
!S 5
E
ll^i-gNlIss-0
Jlsl?3 2-1,!58B:?!
VENDE-SE.
urna caja terrea, bem construida, com duas ja-
nellas de frente, entrada pelo oitao. quintal pe
queno e cacimba, em terreno proorio, na rua das
Nymphas, com a frente para o nascente, e est
rendendo 16*000 mensaes.
Urna dita pequea na estrada de Jlo de Bar-
ros, sendo o terreno em que est situada, 33 pal
mos de frente e 160 de fundo ; tem a frente para
o poente, no mesmo terreno existom dous ps de
coqueiros que dio fructos, e e>t rendendo I5f.
Um terreno proprio eroprio para edificar-se ;
com a frente para o sul, sito na rua do Prncipe.
Tem 148 palmos de frente, a mesma extenso na
exlroma do lado oppo.no, 120 palmos de compn-
mento, extremando pelo lado do nascente co
a nova rua do cemiterio.
Os pretendentes podem drig'r-se rua da So-
ledade n. 54, onde recebero quaesquer explica-
efies, e convenejonaro sobre o preco, das 6 as 8
horas da man ha._________________________
Vende-se urna taverna, na rua Imperial,
urna das melhores e mais bonitas na freguezia de
S. Jos e muito afraguezada para a trra c matto,
o motivo da venda se dir ao comprador e trata-
se na mesma rua n. 94.
Avisase
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
passou fevereiro e abril de 1872,e nada cumprio;; foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos San-
e por este motivo de novo chamado para dito'
DE
Lourcnco Pereira lleudesGnimariics
Declara a seus* freguezes que tem resolvido vender o mais barato que for possivel, a
saber
CHITAS A 160 E 200 RS. 0 COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 2i0, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A40ORS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
60 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de cores,
19600 c 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de l de quadros a 800
rs. e 1000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 510 RS.
Veade-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pelfo o
massa, a 29, 29500, 29000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
39000. Ditos,inglezes para os precos de
49, 4930, 59, 09000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pec^s de algodio, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19*00.
Vende-se bramante com ID palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LKSUIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcio, de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 500 rs.
Agua de colonia,{a200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTES DE BRIM DE CORES A 19500.
Vende-se cortes de brim de ores para
alca, a 19500 e 2SO00.
BOTINAS A 39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 39000 e
39500, a ellas antes que se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 19000, 29,
29500, 39000 e 45000.
. Calcas de casemiras de cores, a 59, 6-3 e
79000.
Coletes de casemira, a 29, 29500, 39 e
4,5000.
Palitts de Seroulas a 1,5 e 19600. '
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de toda^ -as cores a 440
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lencos brancos, a
25000. Ditescom barras de cores a 3900X.
Ditos de linho 59000.
TOALHAS A 80O RS.
Vende-se loalhas para rosto, a 800 rs. >e
15000.
GRAVATAS 'DE SEDA FRUTA A 500 RS.
Vende-se gravatas de seda preta, a 500
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se cbita para coberta, a 280 e 320
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se tnaaetes para meninos, a 19500.
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39500.
Vende se espartilhos para senbora,
39500.
PENTES A 320 RS.
Vende-se pentes de alisar, a 240, 320 e
400 rs.
P0'SDEARR0ZA240RS.
Vende-se pos de arroz em caixa, a 240
rs., para liquidar.
ESPELHOS A 240 RS.
Vende-se espelhos de diversos tamanhos,
240 e 320 rs.
TESOURAS A 320 RS.
Vende-se tesouras de diversos tamanhos,
a 320 e 500 rs., para liquidar, e outros
rauitos artigos que se vende barato para li-
quidado de facturas.
Alagare pr*5j a casa n. 6 na ru* do Li-1 Precisa-se de 1:000/ a juros, dando-se por
ma, em Santo Amaro, estando j concertada de bypotheca um predio livre e desembaracado sito
'a tratar .na ru da Restauraco n. 54, ou- nesta cidade :. quem quizer dar dita quantia, diri-
novo
ir'ora Guia.
Precisa-se de um nmem para botar sentido
un sitio; a tratar na rua do Coronel Stussuaa
a. i.
ja-e a esa typographia
trador.
a fallar com o adminis-
AJuga-M barato, urnas raeias aguas, novas :
na traveasa at Barreiras (becco do Aquino): a
tratar na rua do Cotevello n. K.
fim, pqis S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho m
achava nesta cidade.
f GABINETE
Yledico-cirurgico
RUA DQ IMPERADOR N. 73, ANDARj;
0 DR. RUES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestas e operares de olhos.
Cora radical e instantnea dos
estretomentos da uretra.
Consultas : Djs 7 s 10 horas
da maulla.
Chamados : A qnalqner hora.
Dentista de Pars
19 RUA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agraderendo ao respei-
tavel publico em geral e em particular aos seus
amigas e numerosos clientes, os favores e a confi-
ani-a qui- lhe dispensaran durante os quinze annes
de sua residencia nestalinda cidade, tem a honra de
lhe participar que ceden o seu gabmete'de errurgiao
dentistaao seu sobrinho edisculo J. M. Leroux I
o qual cchando-se haaus de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua confianza executar os trabalhos os
mais difflceis e delicados da profisssio
O mesmo aprovoita occasio para pedir s
pessoas que lhe sao evedoras' o especial favor
de manaa-ls pagar qoanto antes, pois retira-'
se muito breve par Paris, aondese achara sem-
pre prompto para o qoe puder prestar.
tos, e depois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de dentes na
frente e as mos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
Joaquim F. dos Santa* l'-miiln i
vende em sen eschptrio*a rua ata* Marqn* t
Olinda n. 3 1.a andar :
l .al-- do Riai
Cha i-m bi dk I libra
Fumo em latas
Familia Vinho de Thniiiar, em deeimaw
Omeulos deiphiros,
Soh este lilulo a'abam al *n impre riiciiia pt-rpunla* r n^|Mlas |iara i 11 -1 n u I
de -'(iniM-s laniili.ira uas naMites de Santo .\n:
nio, S. Jiwat e > IVdm.
Kssas |MTgiintas e res|K>slas intetramaMrte naivap,
sAo inlercssanti-s e divertiJa, tu que i>rTfnd.im
convenienrias ou ra-gra< .. aW lw ttai. Srin
serem propriaiin-nte o que futre nos .
sortes, trata in de desvendar niy.aamno e
ntimos pensamentos e Tntnnw *.)..... "m-
pre adeqnadas as res|>osla< en primaran miitas
vezes aquillo que lian -e aln-v<>ria a lir a na
ser em hrinrn, servindu < atlliar mi <> m>nlkt 4t di-
zer de dar-llus fuira necessana para aqnrl|M a
quem san dirig dos.
Cada harallitnlKi rusta li"!**1 e <-n: ni--e itm-
da na livrana IkMHI M pe d. arro alr >m
Antonio e nutras.
TASSOIRM AOS & (1
Em seus armazens rua do Aiporim
n. 37 e caes lo Apaillo n. 47,
tem para vender por presos ca>mmod< -
fijlos encarnados extavns pra I; drillKi.
Canos de barro para esgoto.
('intento Portland.
Cimento Ihdrauliec.
Machinas de taokTCtjM il|niM>a>
Machinas de padana."
Potassa da Russia em barril.
I'hosphoros de cn.
Sag em garradVv
Sevadmlia em parrafoVs.
Lenii-lias em garrafaie*.
Rhum da ajinaba.
Vinho do Prto \i-\bn engarrafado
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Vadeira.
Potes rom lin^uas e dnbraalas ingl'za
Licores linos snrtiati>.
Ognac Gaulhier Freres.
Latas de tourinho inglct.
Itarris rom repolho em salmoura.
Focos.
0
*
0
AVISO
O abaixo assignado avisa aos seus desodores
que venham pagar seus dbitos al o fin o cor-
rente, do contrario passaro pelo dissabor de ve-
rem seus nomes e quantias por este Diario.
Recife, 6 de junho de 1873. -
Antonio Gomes de M^ndon'.
Ao comnerek
Os abaixo assignados tendo contrafado a com-
pra da armario da loja de lou^ja, sita roa Di-
reita n. 75, pertencentc ao Sr. Jos Pires de Car-
valho, vem pelo presente avisar a todo aquelle que
se julgar credor, queira apresentar-se como tal,
dentro do prazo de tres da?, a contar desta data,
eando os abaixo assignados em responsabilidade
alguna, Recife, 6 de junho. de 1873.
Mell & Macedo.
Precisase de um menino para caixeiro : na
rua do Coronel Suassuna, casa n. 1.
000-0$$09&-00000
uMLlUilIU .0
MEDICO-CIRURGICO *
DO f&
Dr. J. II. Curio Q
Rua do Mrquez de Oiinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas s 11 da manhi. JR
Chamados a qualquer hora. Q
00.0-000000 00000
Esta s de jesuta !
0 Sr. J. C A. de F. nao quer anda attender
aos reclamos da pobre viuva que exige os alu-
queis e ehaves de sua casa, montando j os alu-
gues at 30 de abril a 320|IOOO ; o que sobre
tudo se torna revoltante o inquilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e nem chaves e
nem alugueis. #

m CONSILTORIO 9
I mi:: czeec-zcq |
QP DO A
Dr. Mallos Guerra.
*! Especialidades : moltstias das mu- n.
Vy' iheres, das crianzas, molestias venreas w
/nj, e sypnililicas. q.
Kt^ Consultas das S as 10 horas da ma- W
^knh5- /r
n^ Chamados qualquer hora do dia e

da neute.
Gratis aos pobres.
v Rua da Imperatric
tp'' andar.
I
n. 36, primeiro,

CRIADO
Preeisa-sc de um para tratar de um
mais algum servir, na rua da Cadeia
n. 50.
cavallo e
do Recife
Attenco
0-
OfTerece-se una senhora viuva e de probidade
para governanle ou mestra de meninas : quem
precisar dirija-se a rua da Aurora n. 5, primeiro
andar.
Fugio,
Fugio da casa do seu senhor no dia 29 de abril
do corren te'anno, a e -era va de nome Raymunda,
com os signaes seguintes : bem preta, coxa, urna
cicatriz na testa, falla muito e tem por habito di-
zer que livre : quem apprehender queira levar
rua de Santa Rita n. 5, entrada pela rua nova
de Santa Rita. Constando ao seu senhnr que al-
guem usufrae o trabalho da dita escrava, elle de-'
clara que ha de procefler judicialmente contra
quem quer que seja.
Alnga-se duas casas novas no lugar da Ca-
punga, com eommodos para familia, com bons
quintaes e arvoredo : a tratar no mesmo lugar,
rua das Crkmlaa n. 25.
NOVA TINTA
MATHIEU-PLESSY, 90, bouP St-Germam
PARS
P*SICaa l'MVEKflAL DE 1869
MMUMi m mt e nomt. cauz oa lebiao oc honu
NOVXTTNTA
DOBRA BOXA PIBA COPIAR AS CARIAS
SmpngaU pelaa grnale* Npartagoajf .
fpcjJito m Perymtmot, A. RXGORD; a
b'
Lindissimos fogos de vista proprios para meni-
nos queimarem dentro de cosa, e que foi feito na
China. Vende-se a retalho da menor quantidade,
a vontade do comprador, e a preco baratissimo :
no largo da alindola n. 7, e aos domingos na rua
da Madre de Dos n. 30, no 3* andar.
Os mesmos fogos, as mesmas condiroes, v.m-
de-se tambeui na rua do Imperador, casa de Rer-
nardo da Silva C. Campos, e na rua do Mrquez
de Olinda, casa de Braga Gomes & C.
Noites divertidas !
Vistas furtacores!!
Effeitos maravilhosos!!!
Qualidades superiores!
Precos resumidos!!!
Fogos fogos! fogos!!!
Immenso e variadsimo sorti-
mento de fogos inoffensivos s
crianzas, dos mas afamados fabri
cantes do Rio de Janeiro, China e
Allemanhat
Pistolas com 2, 3, 4, 6, 8, 10 e
12 tiros. Rodinbas n 20, 40e80.
Gyrasoes rom bombas. Coreas
de rei, iasmins, traques jezuiticos,
fontes de fogo e espigas.
De Santo Antonio os foguinhos.
De S. Joo os foguetinhos ;
Quem nao gostar de apreciar,
Os gostozinhos gostinhos
Destas noitinhas quentinhas ?
\inguem, por certo ninguem.
Pois que ellas van alm ".
S. Pedro c a ntiuacao
E Sant'Anna concluso !
Milho branco de superior qua-
qualidade para cangicas ; preca)
com modo.
Rua do Imperador
Attenco ao pechineheiro
Fogos para Santo Antonio e S, Joao, recebe-se
encommenda na rua do Padre Floriano n, 45,
saber :
Duzias de pistolas de 6 balas a 24400
Ditas de ditas de 5 ditas a SOrO
Ditas de ditas de 4 ditas a 1J6QP
Ditas de ditas de 3 ditas a 1 000
Avoadores, fogo ainda nao visto, duzia a 8*000
Fabricado pelo artista Lino Joaquim de San-
t'Xnna.___________________^^^^^^^^
.. Vende-s"e os objectos seguintes na rua dos
Coelhos n. 20 :
3 cavallos para sella.
2 ditos ditos para carga.
1 dito dito para carroca.
3 boas vareas turinas, dando leite.
Assim como diversas ditas da trra.
4 carros da alfandega.
4 bons bois para os mesmos.
1 carrosa com arreios para cavallo.
Para ver e tratar na mesma casa.
As nicas verdad i
bichas lianiburguezas que va-m a -: me."
se vendem na rua do Marquaz de IKi^ak n. VI,
andar.
SHERRY KINA'
TIMIO IIKOUNOIINA UVilEM -
PREI'ARAIH) COM OS MELHORES tlMOS tt HE*-
r.VMIV M 1IM*
CALVMRACA.G.C3ESEVILH
FORSKCEDoB DA SI A >l\KST*Mi A IIAlNMi
'Muraan*.
ItlH
THOMHERET GLIS
l'lini-marriilica
EX-t>'TKRMM>S lliiSI'ITArSl' PVRI5
OSHKRRY-KINA e ovinhoalaOiiiiiqi
que lioje preferem a maior parte dts meli-
OM <1<: hospitacs, dais lentes da fanildad e
dos memhros ala ai vidornia i, nM.licMM.
Tem esta preferencia a sua explica*;*
que otTereee todas as aramias que i"
se procurara n>s jir>Mluctis al*^9fi utawrn mm
que mutas a sksai.rifh \m as 1i*
DES T.\0 ESSEM.1A1 S ylEt DO VHHO, CT*
do Qtixyi"ixa 'as veres de ambos, ao u-
cros da F.sii.i i va vo Vnr Guia da fmmt
Mincraex. Do Hr. CONSTA?TlS JAMES,
' UICO DEPOSITO
i'iiAianciu.imoi.AitiA
m
BARTHOLOME 4 C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
Nao ki mais cabella
brancas.
TINTURARA japoneza.
Se nicaapprovada polas teatmmit
sciencias, reconhecida superior to4a fe
tem apparecido at boje. Depolo princi-
pal rua da Cadej* d Recae, boje JUf
quez de Olinala, n. 51, 1.* asear, e lalas as boticas e
reiro.
Attenc,o
Vende-se um quadro da sagrada familia, que
foi feito para urna capuln, obra do artista Dornel-
las, com 12 palmos de altura e 9 de largura na
rua da Concordia n. 99.
Fogos artificiaes
Souza it Guimaraes, rua Nova n. 39, avisara aos
seus freguezes que receberam natbonito sorti-
mento de fogos chinezes propajR>ara salloes;
assim como tambem tem um cap Bo sortimento
de fogos nacionaes dos melhoro fabricantes desta
capital para os festejos de Santo Antonio, S. Joao
e Padro, assim como baralhos de corles com
ligaras.
Pechincha
Calcado barato
Borzeguins de bezrro e eoraJavio, para
hi unen) a
Ditos pretos gaspiaaioa, para sentir a
Ditos dediiraane preso e*enrasa
Ditos dr meninos e meninas a
Botinzinhos de couro, de nafta, |
menino a
Sapa sos de tranca para nosntn t
nhora a
Ditos de pete para hornean e tenhara a
Ve- de se na praca 4a I
de Porto k Bastos.
aa
3*kV
Muita attenco.
No profresso do paleo ato Caen n. 9, venar-
se ma Dioica flor prapna para natos Santa
Antonio, pelos preco* sannika : iajaa a Mt,
600,800, U eUMO, diu Iruoen it7
rs: a libra I tor.______
Veaste-se nmn koaba antrava asan, H
annos ds idade, perHa Birtiba 11****** ate
de casa: na roa da laipsrftt a. i, h aaar.
i-----.-j^r^T^^.------J[


Diario de Peraarnbuco Sexta feira 13 de Jnho de 1873.
BDTRIMENTO
E
MEDICINA
Preparado por
Lanman & Kemp
para thisica o
toda a qualidade
de doengas, quer
sejana garganta,
peito ou bofes.
Expressamentc
escomido dos me-
lhores figados dos
qqaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chirai-
j clmente, e suas
ivaluaveispropri-
'edades conserva-
das cem todo o
CHidado, emtodo
o frasco se garan-
te pe rfeit a men-
t puro.
Este oleo tem
sido subinettido
aumexamemui-
to severo, pelo
chimico de raais
talento, do go-
verno hospanhol
ein Cuba e foi
pronunciado jor
elle a conter
MAIOR TORCAO DTODINA
do que outip qualqiier oleo, que elle tem
examinado
IODl.NO W PODER SALVADOR.
Em todo p oleo de figado de bacalho, e na-
qoellenoqual contm a maior porgo desta
invaluavfl propriedade, o nico meio para
curar todas as duendas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phlysica, bronchistes, astbma, catharrho,
tosse, resfriamientos, etc.
Utis poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e d vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nbocido na medicina ou sciencia, d tanto
nntimento aosystema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisago tem sido des-
truida pelas affecgdcs das
ESCRFULAS OU KHKUMATISMO
todas aquellas, cuja digesto se acha com-
nletamiMite desarrancada, devem tomar.
O OLEO DE FIGADO DK 1UCALHA0
LANMAN &KEMP .
Se que desejam ver-se livres eisenlasde
anfermidades.
Aeha-se venda em todas as boticas e
drogaras. H. Forster &C, agentes.
Livros venda
Aos Srs*. acadmicos
Vende-se as seguintes obras de direito, historia
e litteratura, por commodos precos:
Pardessns:Droit Commercial.
Villiaun: Revolutioa francaise.
Louiz Blanc:Histoire de dix anos.
Vattel :Droit des gens.
Ventura :Le Pouvoir public.
Porters: Cours de droit naturcl.
Kluber :Droit des gens.
Rogron : -Code de cominerce.
Nesta typographia acliarao essas obras para se-
rem vendidas.
SEGREDO ECONOMA. E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
1NJECQA0 SHOST
nica, hygienica, radical e infallival nca-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicacao que sempre com a
maior vantagem se tem feto della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartbolmeu
& C, ra Larga do. Rosario n. 34.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a pbtysica, bronebites, asthma, etc.,
applicado anda cora ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tbolmeu 4C, ra Larga do Rosario n. 34.
K" baralissimo
Basquinas e casaqainhos de seda ricamente en-
feitados e em muito li mi estado, para son horas e
meninas a 7(X)>.
Pechinchas.
Cliapelinas e chapeos de palha, velludo e seda
para sentaras e meninas, por presos baratissimos
de U, :i e M.
Ainda pechincha.
Baloes em perfeito estado para senhoras e me-
ninas a 1uo.
Para acabar.
Biquissiraos cintos com lagos e sem elle e de
gostos muito chiques a 400 e 5"'0 rs.
Entremeios e babadinhos a 400 e 500 rs. a peca.
Saias de la para senhora, i J.
. Estas pechinchas s se encontram na loja do
Passo, ra >.* de Mar .o n. 7 A, antiga do Crespo.
0 INEXTINGUIVEL
PERFUME

\ celebre
GRANDES NOVIDADES
Em fazendas de gosto
NA
LOJA E ARMAZEM DO PAVO
N. 60 Ra da Imperatriz. N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & BDIMARAES
Os propnetarios deste importante estabelecimento, partieipam ao retpeitave) publico
desta cidade e aos seus numerosos freguozes quo acabam de reueber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindos e mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das mebores fazendas d lei, que se vendem por pregos muito em couta, s
com o fim de apurar dinheiro.
As pesseas que nogociam em pequea escala, ueste estabelecimento poderao fazer
os seus sortimentos, porque selhes vender polos pregos que compram as casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se levar em
casa das.Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aberto das 6 horas da manh s 9 da noute.
BURNOL'S A 1G9000.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
que at boje sao conhecidos e em relago
sua excessiva barateza, convidam-se as
Exmas. Sras. para verem o que ha de mais
novidade neste artigo.
BRAMANTES PARA LENCOES.
O Pavo vende superior bramante de al-
l.limiiltt.S
Itival sem segundo.
Che-ram agulhas para machinas, do fabricante
Crower 4 Balear. Duzia. por 20O0.
BICHAS DE'HAMBORGO
As mais recentes e melbores.
Yendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu C, ra Larga dosario o Rn. 34.
fiforaes & Irmo
Em seu escrptorio ra da Madre Deus
n. 5, I. andar, tem para vonder por prego
commodo :
1. Vinhodo Porto superior engarrafado.
Cerveja Bass.
Cha verde miudinho de superior quali-
dade.____________________
u
BE
?9* R1IAY liAJHIAM.
I ma pura distillago das mais raras flo-
res dos trpicos. Contera-, para assim di-
zer, quasi o 0 tr odorfero das flores do
trapico da America, csua fragancia quasi
inexhausta ainda mesmo por continuada
vaporado e diffosio. N'este respeito
mparaVel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
: CABERA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
K um eerto o ligeiro allivio. Com o bom
ton, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e tinco anuos sobre todos os
perfumes, as Indias Occidentaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, polo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sed lo re luzida com agua, se torna urna
excedente mistura para hanhar a pelle,
dando um aroseado e cor clara a complei-
cao nublada, sendo applicada depois do
barbear, evita a irritacao que geralmcnte
oecorre, assim como tambem gargantendo-
se, o cheiro do cigarro- desapparece, e mc-
lhora a 'condi(;o dos dentes c gengivas.
Como ha mitas imitaroes, as quaes nao
possuem oenhumas d'ostas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar smente o
o famoso perfume e cosmtico do sul da
America, chamado:
UilA FLORIDA'
DE
mnim a i.wiiw.
Se acha venda cm todos odroguistas
e perfumaras da moda.
GRANDE NOVIDADE
Santo Antonio, S. Joao e S.
Pedro.
profecas illlstradas
CelleccGes de novas softes iufalliveis, contendo
cada coilecijao 6i cartas, onde se acham estampa-
das cari -aturas engranadas e espirituosas sortes
iminnd ii iffli diTrrlimonhr lili noites de Santo
Antonii) S. Joao e S. Pedro. A cada colleccao
acompanham urna tabella e urna explicado para
o jogo. Acham-se venda pelo diminuto preco
de as seguintes casas : livrarias franceza,
universal, econmica, industrial e acadmica ; ra
Nova ns. *), 39 e 63 ; ra do Imperador n. 71 ;
roa do^re-po n. 23 ; arco da Lonceicao n. 2, e
caes 22 de Novembro, armazem de Pires.
Arados para lavrar a trra,
timas de, ferro.
Cofres de ferro, prova de fogo.
Fopoes ameriranos. ,
Pregos americanos:
ISalancas e pesos.
Chapas de ferro ga|vanisado para cobrir casas.
Taxos de ferro estn hado.
Machinas para descarocar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor, forc de t i\i e 4 cavallos.
Em casa de Shaw Hawkes & C-, ra do Bom.
Jess n. 4. .
. i-
Vende-se urna laverna siu na Ilha do Mon
teiro. bem afrogui-iada e com poneos fundos :
qodh pretcmler dirija-se niesma.____________
(Jola da Baha
de saperioi qualidade: vende-se aa ra do Com-
BWtto o. 52,2* andar.
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louca de Sebastiao Marques do Nasci-
mento, vende-so cm porcoes grandes ou a reta-
tli i todo louca existente na niesma, por precos
muito diminutos' por ter o misino proprietario
de fazer urna viagein a Europa a tratar de sua
sade; porlanto, todos os freguezes quo precisar
de se sorlir destes artigos, apresentem-se quanto
antes.
HosjH'rillillil
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos &
C, ma do Amorim n. 37.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado,
O Pavao vende finissimas cassas francezas do
cores com os mais delicados padrees, por tereni
um pequeo toque de avnria de agua dce, pelt
barato pre;o do dozc vintens o covado. E pechin-
cha : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n,
0.
Bandeij
as
Amaral, tsahuco & C. vendem bandeijas de me-
tal envernisadas, e de verdadeiro chajpao. de todos
os tamanhos, para c^, copos, boles, etc.. etc., e
um completo sortiment) de balaios, obazes; etc.,
de vi....., e rotim para flores, c<>stupl pan, etc.,
etc. : no bazar victoria, ra do liafao da Victoria
numero'2.
J chegaram. os maravilhoses fogos artili-
eiaes da China, para serem soltos nos salSes e jar-
dius: caixinhas com variado sortimento e a pre-
cos desde 20 at 50 cada caixa : no armazem
i do caes da alfandega.
Taverna.
Vende-se a da roa Oirefta n. 72, tem poucos
fundos, e bem afreguezada : a tratar na mes
ma.
Merino preto a 800 .rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por ser sim lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livramento.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. a peca.
Vende-se entremeios, tirase bicos bordados a
retroz, proprios para' enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de crinca, pelo baratsimo preco de 500 rs.
a pega na loja das 6 portas em frente do Livra-
mento, dao-se peras a mostra com penhor.____
Grande pechincha.
Popelina de seda a ljo
"covado
Sao gostos muito bonitos e muito boa fezenda
e nao tem defeito algum ; nao jnlguem que por
ser barato fazenda ordinaria : quem quizer po-
de mandar buscar as amostras, mandando penhor:
na ra da'.moeratri'n. 56. loia da Rosa Branca.
Liziiiliiis escoce-zas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas escocezas,' padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuto prepo de 280 rs. o covado,
pechincha e do-se amostras na loja de Guilaer-
me C. da Cunha Ai:.
Vende-se
urna escrava preta, exoellente cozinheira e lava-
deira, sabendo tambem engommar, com urna lilha
de 9 annos dfidade, tambem preta, vinda recen-
temente do launhao : quem pretender compra-
as, dirija-ae St da Imperatriz n 36.________
- Vendo-se um lindo casal de pavdes muito
novos e por preco commodo: a% ra da* Impera-
triz n. 54, loja.
na loja do Pavo.
POUPEL1NAS A19600 E 29000 O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas poupehnas de seda com os
mais lindos desenhos e mais bonitas cores,
que vende a 19600 e 29000.
SEDAS DE CORES A 29500 RS.
0 Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas de urna s cor com
delicados desenhos miudinhos, que vende a
29500 o c to boa fazenda a 29000. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAWBRAIS ABERTAS A 99 E 109000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadaspara vestido, que vende pelo barato
prego de 99 e 109000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestido. E' pechincha, na loja
do Pavo ruada Imperatriz n. 60.
LZINHAS BORBADASA 400 RS.
O COVADO.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinhas transparentes com
florinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo preco de 400 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
lzinhas hstradas sendo. das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
prego de 560 o G00 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LAVRADAS A 640RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das raais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de 640 rs. o covado. E'
pechincha, oa loja do Pavo.
CASSAS FRANCEZAS A 600 E 640 RS. O
METRO.
O Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas franxzas, de cor,-
com os mais bonitos desenh s midos
grados, tendo padroes escuros e outros que
servem para luto, c vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM L1STKA DE
SEDA A 640 rs. e 19200.
Q Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem vindo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos precos de 640 rs e 19200.
Assim como oiktrfs muito bonitas com stras
sem ser de seda- que vende a 500, 640 e 800
rs. i'todas estas las sao modernissimas.
pechincha, na loja do Pavo.
< hilu* a i 1<>. 3SO,3Oc3GO rs.
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cures fixas, que ven le pelos bara-
tos precos de 240 e 230 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muito finas padroes claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas cora tecido de crconc, fazen-
da muito superior a 30 e 460 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado.
pechincha, na loja do Pavo.
Btuptistas a 500 rs. o covado.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padroes miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianca, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o coyado, afliansan-
do ser grande pechincha '
Cortes de cambraia. ultima no-
vidade, a S-rOOO.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
suficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 99000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos curtes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato preco de 209 e 309000.
CORTES DE CAMBBA1A BRANCA.
O Pavao reeebou um lindo corte de cam-
braia branoa com listras essetinadass que
vende pelo barato preyo de 69000.
Ditos com listras de cores, tendo 8 Taras a
49 e59000. E'pechincha.
ESPARTILHOS.
0 Pav8o recebeu um grande sortimento
de espfrtilhos tanto para senhora como para
menina, que tende pjlo barato preso de
39000.
Ditos muito'ftnos a 49 e 59000. SJo dos
mais moderaos que tem vindo a mer-
cado. .,
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(oatr'orarwa da Cudria)
MMA l>K MACHINAS
A 19500, 19200, 800 e640rs.
O Pavo recebeu um brilhante sortimento
das mais lindas granadines preta com deli-
cadas listras de cures e pretas, que vende pelo
barato preco de 19500 o c ivado. Ditas toa-
das de cures com listras miudinhas em urna
s cor a 19200 e 19000 o covado. Ditas
pretas com listras de seda roas a 800 rs. Di- 'godo, tendo 10 palmos de largura, que s
tas pretas com listras brancas, azues e ver- precisa de 1 1/4 vara para um lengol
des a 640 rs. o c ivado. Assim como boni- 19600 o metro ou 19800 a vara,
tas barejes de seda para vestidos com as' Dito de linho fino superior c muito en-
mais lindas cores a 19000. E' pechincha, corpado, cora a mesma largura a 29400 a
vara.
Ditos francezes muito finos a 2v500 e
39000.
Pe^as de Hamburgo e panno de linho, ten-
do c m 20 e 30 varas para todos os precos
e qualidades.
Ditas de bretanha de puro libo, tendo 30
jardas, pelos precos mais baratos que se tem
visto.
Pechinchas de finissimo esgui) ou silezia
com 6 jardas a 79000.
Pegas de finissima silezia com 30 jardas
a 359000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 25000 a vara.
Calcas de cascuaira.
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemrra, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
ligurinos e em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao morcado, e
vande-sc por barato prego para apurar di-
nheiro, asstm como caigas de brim branco e
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS A BA1N H A DOS A 19800 E 29000.
O 'avo vende duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, peld
barato prego de 29000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Ditos grandes, fazenda muito lina, sendo
todos brancos a 39000,
Dito de cambraia branca, sendo em pega
a 35600
MEIAS CRUAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meias cruas, ia-
glezas pelo barato prego de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 69000, 75000,85000 e 109000,
e um grande sortimeuto de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO FUANCEZ a 65000 E 75000.
0 Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que sempre se vendeu por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo prego
69000 e 75000, por ter feito urna grande
compra. E' pechincha.
AlgodAoziuho a -I--000.
O Pavo vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49 e 59000. "
Dito largo muito cncorpado, proprio para
toalhase lenges a 09000 e 75000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25500
35000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 55 o 69000
at a mais fina.que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balango, para ditas de guarnigo e para so
f, que se vendem muito em conta.
C0LXAS DE CROCHET A 69 E 65000. .
O Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 69 c 89000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pulo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PEUCALLES COM DL AS SAIAS
a 49000.
O Pavo vende bonitos cortes do porcalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E' pechincha na loja do Pa?
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHOlUf 55000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e .com delicados
enfeites decr, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por ura dosmr
lhores fabricantes de Paris, e vende-se pelo
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6,5 e 85000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
pregos de 59, 65 e 89000.
Ditas de um panno s com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos prego,
de 29000 e 29500.
Ditas com guarnigo de pregas e borda-
dos a 39500.
Algodao cufestado a 15000 a
vara.
0 Pavo vende algodo americano enfes-
tado e muito encorpado, proprio para toa-
lha e lenges, pelo barato prego de 19000 a
vara.
Diti francez sendo trangado e muito en-
corpado, pelo baratissimo prego de 19280 o
metro .
Cascmiras a G9000 e SrOOO.
t) Pavao vende ediles de casamira france-
za, sendo fazenda muito superior que sem-
pre se vendeu por mais dinheiro, e liqui-
dam-se a 79000 o crtej ^
Ditos a 69000.
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e ret
dado pelos grandes depsitos o bons sortimentos com que sempre prima catar, 4a
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas amcricassas para alfa
ilfto. desde 10 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de systa
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarogami-nto ; tornam-se dignas d*
serem vistas c apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes^alm disto, encon
tambem mais :
Apurados valores locomoveis, de forga
de 2'/s e 3'/j cavallos com todos perUngas
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
LyliinIros americanos para nadaras.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para u-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azaite de spenuacetc para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japv.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Emfim muitos outros artigos, que-s avista e ueste estabelecimento poderao s
examinados.
9 unuvuf ivuv.li
Pede obler em ponco lempo com o oso do meibor dos licoresa afr*iuda
HESPERIDINA
Faz'oito annos qne conhecido este precioso inico, e difficil acbar orna
que, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em sea favor, j como bom et'.o
a apetisarJor, tomando om calix della antes de jantar, oo como facilitador di difMtlt
tomando-so depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, n5o ha nm s habitante do BRASIL (a mr.
especial das laranjas) qne cao conhega as propriedades mdiemaes da doorada frocta-
ora bom, a
NJA AMABCA
em seo estado natural tem nm gosto ponco agradavel, o o mrito da Hespridas coa-
siste em reter suas boas propriedades, e ao inesmo lempo apresenU-ia como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n5o tem nada qce mvejar a.
melhores mportaces europeas de cathegori semelhante. Estas, qoando mnilo, poda*
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaco perfeita do
AGRADAYEL E SDDAVEL
Para prova de que ora artigo no qnal pde-se ter inteira cunfianga. por tar pan
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approva4i e aulori*iJa pela
JIII4 DE. HYG1ENE
do Rio de Janeiro, permittindo soa livre eiaboragSo no imperio: ootra
BOA PftUIVA
a acceitagao geral que tem em t' das as partes onde apresenlada. Em 1864 essatia-
lecense a primeira fabrica em Renos-Arres ; em i8C'.i a segunda em Montevideo ;
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaoguron-se a fabrica qoe acloaie;u
trahaina na curte. Em Valparaizo e em toda a ci sta do Pacifico lem boa accertaca
tanto qne rara a casa qne considera completo seo aparador sem orna garrafa da
1)1?

O homem velho toma Hesperidina para obler
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidina para obler
121
O homem dbil toma Hesperidina para obter____
Ncs bailes as donzellas e os mogos tomam Hesperidina para oblar boa er
animago durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigano Tenorio n. 7, V andar, receberaa
grande especifico, e veniidm-no nos depsitos seguinlef :
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Gongalves da Fonie, roa da Cadea n. 5.
Antonio Gomes Pires & C, raa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
Gomes de Irmo hotel da Passagem.
< i:\tbifi <-o
Acaba de ser experimentado no engenho Fragozo o apparelbo para
socar pelo systema Centrifugo.
0 PROCESSO
E' mnilo simples.
Tirase a meladora das taxas de coser, botea-se dentro de qnalqoar v
coalhar.
Logo que esteja coalhado passa-se para o apparelho em partidas da 3 1/1
de cada vez.
Sendi assim ebeio e posto em movimento, dentro de 5 minlos
prompt j e em estado de ser logo remeludo para ser vendido.
0 resultado
Foi fazer-se de 4 i/2 pes de assucar 21 arrobas de sosa
axtrabido pelo apparelho tendo sido em nada prejodicado pelo
aindo mel d'engenh e n3o mel de furo, prestoo-sa a ser novamenta
apparelho as9oc*ar de qualidade e ponco inferior ao do l.# processo,
mesmo as formas to bom resoltado como se. fosse p*ssado logo das.
mas, aproveitando-se assim mais melade d j mel do qoe coa o aolirt
Sendo Uto evidente as vantagens produzidaa por sftseloante a,
jera" ser verificado pelos proprios senhoras d'engeaho, esperan oa ^
ipparelho, depois do risco qoe correrma com semelhante experiaoda,
ecco doa iostradoi senborea d'engenho.J
I.* aorta. O MI
cosido,
daade
tuaapara
^
J


r
-

"N
Diario de Pernambuco Sexta feira 13 de Juaho de 1873.
BW1AN
RUADO BRUII N. 52
(Pascando o chafariz)
.hi.Pmi?MfA0S enh0rM daengentioe outros igricoliores, e em pregado res de m
mS fT de ma V8 Mtf*elecDQentu, para verem o "novo sortimento
lSfn.? iabl em| Pr'Or em qualidade e ortidSo; o que coa a 'ios
oec&o peas >al pode-se wific;
ESPECIAL Al ENUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VADOrOB 6 rftffaa dos-mais modernos pysteinas eem ta
,*mJZ,.- j I masos convenientes para as diversas
jrcomstancias dos senhores propriHSrios e p>ra descarocar algodSo.
MoendaS d6 C&7iT1A de ,odos os Pannos,, as^melnores qoe aqai
**** existem.
Sodas dentadas paraan^ae8'aga.evapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobr.
Alambiques e fundos de alambiques.
Btachinismos
Bombas
CO TURA DE HOWF)
para mandioca e algodo,]
6 para serrar madeira.
PodeodoJ todos
'ser molidos a mi
por agua, vapor,
de patente, garantidas^...... |ou animaos.
Todas as machinas e pe?as de qae 8e costama precisar
Faz qualquer* concert de machiuismo'a prec mai resumido.
FormaS dCt ferrO tem 3S melhorea e mais baralas existaotes no mer-
Enfif)TTimPnf! Incumbe-so da mandar vir qoalquer mactrnismo von-
MMwvuxu&ouua,o. ude d(J8 C|eDlegj lembrando-lbeo a vanagem de fazerem
oas compras por otermedio de pessoa entendida, e qoe em qoalquer necessidade pode
nos prestar auxilio. .
arados americanos e inlrumeni08 agrico!as-
RA DO BRUM N. 52
MIUDEZAS.
SOARES LEIE, BUHAOS
NICOS AGENTES
Ra do liarto da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposigo de Taris, era 8C7, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
cao da Legio de Honra, por seren as machinas mais pe?
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos
tura.
por ser o inventor da machina de cos-
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Soares Leite lrmaos, pedem as Exmas familias desta cidade, para virara sortir-se
de um completo sortiraento de miudezas e perfumaras, por precos baratissimos, a
taber: r r
preto, a
Casia de linha branca rauito boa cora 40
oovellos, a 500 rs.
dem idem de marca, a 200 rs.
Mago de fita chineza, a 900 rs.
Duzia de pecas de cordo imperial, a
t80 rs.
dem em carrito! de linha branca, a 320
rs.
dem idem earritel 200 jardas, a 13)000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
ooa, a 15000.
Abotoaduras para colleto (sao baratas), a
200 rs.
Duzia de pecas de trancas caracol branca,
400 rs.
Mera idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Talheres cabe de viado (imitacAo) a 35JOOO
i duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a 33)600.
dem idem beira lisa, a 25500.
Grinaldas para casamento, a 25 e 55000.
Garrafa de tinta /oxa extra-fina, a 15000. qqq rs
Caixa.de botos de osso para calco, a Maco de sabonetes inglezes rauito supe-
200 re- riores, a 600 rs.
Coques modernos, a 35500. Duzia de sabonetes de araendoa, a 25500
Maco de tranca lisa de cores, a 240 rs. e 35600.
Espelhos-toucadores, a 25000. | dem de sabonetes deanjinho transparen-
Resmade papel pautado o liso, a 25600, tes, a 25200.
W800, 35500, 45000 e 65000. dem de sabonetes com dores, a 15500.
Gaixa de papel amisade, a 600 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
Idem idem idem beira dourada, a 800 rs. mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvasde pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glycerino "transparentes, 15
500 rs. e 13)000. I Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo prego, e mui-
) objectos que se tornara longo mencionar.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes trajados de
500 rs.
Leques para senhoras, a 25000 e 45000
dem idem do osso, a 65000 e 85000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
105000.
Tivrosliara notas, a 320.
Redes eufeitadas, a 15300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem, a 85000.
dem jdem lisos, a 65000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15300
dem kananga do Japo, a l200.
dem divina, a 15000 e 15200.
dem idem Magdalena (novidade) a 15500.
Frasco com tnico oriental a 15000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
#Idera idem antique muito b >m, a 400 rs.
'Opiata rauito boa, a 15, 15500 e 25000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
28 Riia do Bunio da Victoria 28
Cabe-nos o dever de arraunciar que a corapanhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Bar3o da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta cora a mesma qualidade de linha que qualquer outra',
e pela introdueco dos mais uperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
olerecer ao examo publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens clestas machinas sao as seguirdes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terera apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contom o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto raao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que so nao consegu -
as outras.
Sexta. Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
o logo era seguida, sem moditicar-se a tenso da linha, cozera a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a raaior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas corapanhias de machinas de costura, tra tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes para poderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hojfi nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
COMO SAO LINDOS!!!
Os leques todos de madreprou, brancas e de
cores e que trazem o disticoUNIO em lellns
tambera de madreperla em alto relevo, tor-
nando-so por islo apropriados para noivas, a .NO-
VA ESPERA NO ra liuque de Caxias n. 63
(antiga do Quoimado) c quem.os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, cnues,
coracoes e cassoletas, que esto ox postas ba
escoma das Exmas. (amantes do chique) vndese
na Nova Esperanca, ra Duque de Caxias
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo sortimento de bo-
necas de militas qualidades, vindo entre ellas as
engrapadas bonecas de borracha, assim lambem
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
se tornara apreciabas pela mu novidade.
bem til
A Nova Esperance ra Duquo de TZaxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez. prepara
cao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-so inteiramenle
feio, somente por estar mal enfeilado : a Nora Es-
peranza ra i uque de Caxias n. 63, remove
este mal; porque est bem provida dos melhores
gales e-franjas de todas as cores, onde pude es-
colher-se vontade sobresahlndo entre estas as
modernas franjas tmanieas, que pela sua varieda-
de de cores, liea bem em quasi todas as fazendas.
A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Cabellos breos s tem quem
quer
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63, acata de receber a verdadeira tintura l Des-
nous para tingir os cabellos, o que se consegue
(emprecando a) com milita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos s tem qiu-m quer.
Esto na moda
Ocinturoes de couro, proprios para senhoras,
que rcebeu a Nova Esperanca ra Duque de
Caxias n. 63. estao, sim, senliui a, estao na moda !
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ou para outro flm apropriado, necessario ir
Ncva Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
que alli encontrareis os menores purls Cuquis
que se pode desajar.
Vasos de crystal para toilfct
Caxias n. 50, r cebe* buaitas ti'iTdfafcii j'hh
ul em par con ranwfwm inmnm m* ffV
prias pan arranjos de taiiet, ele,
Anneis e colares electricoB
A lo;a d'aguia branca roa Da
n. 50, ree'beu nova reines dos
neis e colares elctricos, e eeltila a
mensahneiite, pelo que sempre e>uri provide, de
taes objectos
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias a.
50, receben novamente Ixmun dadeflM* nmr.
e enfi'itados com podras e alfares, ntm* de |
toi'phant.-iMa. Tatiibrin recrliett mws gra
prelos ou allinetes com florea para a caliera.
Leques com bouquets e oh-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca na Duque de Cu fes
n. 50, recebeu urna iiequena quantidade Jamelai
bonitos leqnes com boaquet e oatree raiaii t
Cold creme para refrescare
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a na Dnqne t'
n. rwelicu cold cretne d >s afamadea
tes l.ubin, I.ejrram e i 'ondray.
Diademas c grampos de
ra d Daejae da
;dda-
i'OI,l
la do ftwfn* de
tx* o* km* da
Talagarca
A NOVA ESPERANCA ra Duque de Caxias
n. 63, vende talagarca para bordar-Sd de todas as
grossuras
4 Predilcda,
Cada machina acompanha livretos com instrueges em portuguez.
A 9e>000 A 90^000
SOARES IJEITE, IMOS
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
BAZAR DA RUADIREITA
HOJE
MARCIL10 MAS N. Si.
Este estabelecimento sempre solicito em offerecer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
precos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria encommenda da Europa e America, vemoJar luiliUcidado dealguns artigos por cujos
precos bem se pode avaharos precos de outros rr.uitos que se tornara enfadonho pu-
blicar.
LIQUIDACAO PARA ACABAR
DE
ROPAS FEITAS E FAZENDAS
Baro
DO
da Victoria
IANTIGA RA NOVA.
n.
24
Aderemos de "br
lhantes, esmeraldas
rubina e perolas,
voltasde perolas.
Obras de ouro e
prata de todas as
ades.
SAPHIRA
N.
N0YA
2 A-
LOilA DE JOlS
Ra
do CabugN. 2 A
DE
BARROS Achando-se completomente reformado este estabelecimento e
tendo os seus proprietarios fito urna importante acquisicSo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar o comprar urna joia de gosto por
razoave.
MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidde, 1
libra por 5oOO.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai-
xinlia com 4 papis a 60 rs., 24" .
Voltas de lita de ve!*u vom lindos co-
raoes fingindo tlurepjrata, a 500 rs.
Voltas para opescoco, lingindo camafeu,
companhadas com i par de brincos seme-
Ihante, tudo por 2$o0.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeracao a
gosto do freguez, a i100 a duzia.
Diademas dourados do 15500 a 3JJ000.
Ditos de tartaruga com flores a 235000.
Ditos com borboletas a 1-5500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 23JOOO.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
6 2J5000.
Voltas de aljofares com brincos, a 235500.
Ditas do ditos com coraces a I3J000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 ts.
Rosetas de plaqut a 19 e 15500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 19200
a 29000.
Parures com 2 lagos para cbeca e peito
a 39 e 49000,.
ntremenos e babadinhos bordados de 360
rs. a 29400 a peca.
Gales de seda brancos e de cores, de
19500 a 29500 a peca.
Ditos de algodo e seda, de tt> a 19400
a peca.
Ditos de algodo, a 100 o 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega
Leques de marfim a 59 e'89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelloes a 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49.
Aderecos fingindo coral, campondo-se de
alinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, cempondo-se dealfinete
e brinc, sendo de muito gosto, por 0000. -69000.
MILDEZAS.
Brincos dito de dito por 29500.
Botes de se'tim pretos e decores, a 800
rs. c 19000 a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 19000 e 19400 o metro.
Ditas de cores epretas a 800 rs.,e 19000 o
metro.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
39 e 4000.
Completo sortimento de calcado de oase-
mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
10 % do que um outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos do palha d'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
Completo sortimento meninas e senhoras, de 29890 a 59000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 169000.
Ditos dito de merm, cabo de metal mui-
to bonito a'69500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dit.o cabo de marfim a 99000.
-DIVERSOS AHTIG08.
Granadina para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de soda, a 660'o co-
vado.
Paimos'de crochet para cadeiras, a 19800
e 3900a) coda um. .
Ditos para sot, a 39 e 49000.
Toalhasdelinho para rosto, a 19300 cada
ama.
Ditas do algodio alcoxoados, a 640 rs.
Clxas de crochet para cama de casal, a
Vende-se
a asa terrea n. 2, na povoacio de Apipucos, na
roa que fica por delrai da igreja : a tratar no
armazem da ra do Imperador n. 48.
Sortea de amendpas
Para os divertimentos de Saato Amonio, S. Joao
e S. Pedro, pelo baratissimo preeo de 3( o eea
na na do Hospicio o. 61, taverzu. Na mesm
casa recebe-se eacommendas de difama quafi-
'dades. i
Farfolla de milito.
Vende-se farinha de milho meida a vapor, dia-
rilfaay, patee pmoas seguetas : rosea para
nuspnl a 90 rs., (la para angu, pinto e passa-
rahog a 100 rs., para cangica e pao de proveaca
a 120 rs.,. e para cuseds a 140 rs, em arroba
mais barato : na ra do Cotovelto n. 15.
CASA.
Vende-se um sobrado em urna boa ru
ar na ra da Imperatrz n. 8, loja.
no empenho de'bem servir aos seus freguezes e
ao publico em geral tem procurado prover-se do
que ha de mellior e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expu-lo aqui venda, ccr-
tos de que os seus rticos serlo bem apreciados
pelos amantes do bom barato ; passa a ennu
merar alguns d'entre elles, como sejam :
ALBUAS, os mais ricos que tem vindo a este
mercado, com capas de madreperla,
tartaruga, niarim, velludo e chagrin.
ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ;
assim como, um bonito sortimento de
da. s de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
BOTOES para piinhos, o que so pile desejar de
melhor cm plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLCAS de velludo, seda, pallia e chagrin,
ha de mais moderno e 1 mas.
BICOS de seda e de algodo, tanto branco como
preto, de variados deseuhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacio, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
seata um grande e lindo sortimente
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer eubora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e osso,
este um objecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, afim do aspirar
aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
ran as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras tic lino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais Jaem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se na
' possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de luquim e gurgurao
se la
IMENSVEWOS. Ricos vestimentas para meninos,
^er baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bolea ainda que nao es-
teja bem replecta de dinheiro.'
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, linho o de algodo, por
commodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, imitaco destes, pre-
tos e ile cures, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
la eos e golinhas de bonitas cores, tam-
bera tem um bom sortimento de gra-
vatas e regatas para horaem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodio, pa-
ra senhora, meninas e hornera.
LEQUES. Rieos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e.de algodo, para
hornera e senhora.
LIVROS para missa, a Predilecta aprsente es-
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
vallado e chagrin, por precos mai
raaoaveis.
Novidade.
ac.
A loja da aguia branca,
Caxias n. Si, recel, -u nvaaMat
mas e gra-i pos de lea.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca^A r<
Cajiia recebeu, eonin invitad'- !
seda pretos com Ik res i!>' eint. r>*t
les o preto cun encarnaeto, e 4Mus mni prnprtaa
pan barras e utrea eaeNtes de \. ud. de grv
nadine, n lucilina, n eotra* faz<'ida> tran^parra-
tes. Pela omiumiiadeOos pn- ..> a I. tor-
nam-se mai comiaaO^ e pela u\>
prefenveis a quawajoer outro enfr
Veos ou mantinhaspietad.
A luja da aguia kcaara, ma <>. > Ca-
xias n. SO, receben boatos rea ai naatahae
pretas de seda con flore*, e 'i..... i.t 4e
croch, e vende as pelo* barato* r. ti
i i e 6f000. A faz-nda t ..
estado, [>elo que o-ntinda a ter an rr 'a 'xtrac-
cio
Perfeita novidade.
Grampos rom borlmlptas, liozoem o gat-
nhotos dmiradiis < >
A loja da aguia branca, nn ia iqoc 4a
Caxias n. 30, receben nooaa grampna cora I-h--
boletas, bezoui'i < e ta'.i:ilii'iii.
perfeita novid de. A quantidade pfpiaran, e
por isso em brev w acal
Novas gollinhas Ornadas coni
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a ra Do pie de Cauaa
- 30, receben lima pequea quaMiJadc i! '
s e novas golnlias. trabalho i! l> .- -* 11. r-.-
neitadas com arminno, obras e>tas de raaito fook
e inteiramenle novas.
Grampos, brincos e roze*
dourados.
A loja da aguia branca, a ma do Dnajae da
Caxias n. -'o, recelen n'vaineaNe boantaa -gnaa-
pos, brincos e rizetas duuradna ; aasia cm
novos diademas de aro, e como sempre cout-
na a vendc-los por preco- razoavei*.
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabelloh.
Vende-se na luja da Aguia Branca rn
que de ( axias n. 50.
Luvas de pellica pretas c de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, i roa Duque > Ca-
xias n. SJ, m vo sortieBeMo de luvaa da
pellica, pretas c de oulras cejan.
Joaquini Jos Gon calves
Bcltrao & Filhos
Teem para veadt-r no seu escrpt r < a raa da
Comroercio n. 3, o segu;.
AGURDENTE de caj : caixa de I* tatrate.
de laran a. id.-;.,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenleiix-nte chesda.
CHAPEOS de sol. para bomciu c aeumra, cana
de inarlM e i'tsm.
FFIXES de ferro, para porta.
FIO de algodio da baha, da fabrica do coenv*r
mendador Pednaa.
LINHA de nriz.
U8KAS de palela.
PANNO de algodo da Baha, da fabrica do f*>
mendador Pedn zn.
BETROZ de tojas as qualidade-. d (abrcaa de
Peres e Eduardo Milu.io.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPAKItlLHA do Pan
* El.AS de cera de todo> os tamanhos
VINHO engarrafado do Porto, caixa* de 12 gar-
rafas.
a dito Moscatel do Douro, idem idean.
< dito Setubal, caixas de I e S doria
a da Italia engarrafado, caixa? de t c-
rafas,
de Collares superior, em ancoretar.
c de caj, caixas de t par ala.
Malvasia do Douro, caixas com It gar-
rafas.
< CareavaJIoe, idem
lo 11-
Sanio Antonio. S. m
e S. Pedro.
Araaral. Natuco 4 C vendem sortes pora V
vertimentj e festejos das noutes de >aa* Ar-mjo,
S. Joao e S. Pedro, svstema Toorbehon Qaor-
belet etc. Sao as mais engracadaa ejae lean hala
ao mercado e propria* para sali ; aeriai eaaa*
caixas de confeitos bom bom e hahVs di papal
proprios para illaminacSes campestres, etc ele. :
na ra do Bario da llctoria n Razar Vt
maconicas.
A Predilecta, ra do .Cabug n. i A, acaba
de receber pelo ultimo paquete ebegado da Eu-
ropa, um bello sortioienti de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e pnnhos tambem bordados e de phantaiia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ra*,. bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
per barato preco.
Amara!. Nahuro & C. avisan ana anas
que estao suppndos de litas macor ;*a de
graos para os que qnuerem aswtir a |_
ta que costnma-se a fazer a S. J
daa respeitaveis lojas macanee ai ao da Si de jn
afeo.
Rap!
Prinoea!
Massa batida.
Vende-s massa batida de 1' qualidade para
ogos artrficlaes a 640 rs. a libra, dita da pobrera
avariada a 200 rs. : no armazem de Sal da ra
mperial n. 207, de Valdivino da palvora.______
Fogo, fogo
e e melhor de todos os rogos s sa oMem com
a limalha de ac, de ferrro, de liaoe, de cobre e
de agulha, que se vende por manos na pnar-
macia e drogara de BartholonMK C, n. 34,
roa larga do
lufa!
O rap princeza
da Rocha na Rio de
deposito ma do Vigario
VENDE-SE
um moJeque de 17 aanot de idade,
copeiro, lutuao : nnem prete tdei
rija se 4 naa da Iaapcratric n. M,
A' vender por causa de |
viagem,
Um tmtBnkt piano da brica *>
selot, em perfeito estado.
Baratissimo HUMO.
A tratar na raa da Baaa Jeaaa a. % |
lIMiafi.
*-*-



T-PT
8
Diario de Pernambuco Sexta feia 13 de Junho de 18.73.
Sr.
mettBio
ASSEMBLEA GERiL
CMARA DOS DEPUTADOS.
Discurso pronunciado pl
Dr. J. de Aleenr. i
de 98 de malo.
(Concluso)
0 Sr. Silveika Kautins:V. Exc. deve
provar a superiuridade da igreja catholica
do Brasil.
Su. Gimmo Lobo: E' cousa que
possa entrar ero questo a superioridade
numrica ?
O Sr. Silveika Maiitins : Nao supe-
rioridade numrica.
0 Sr.' J. de Alencar:Para encetar
essa discussao devia-se comegar requerendo
a convocago de um asscmbla* coni pode-
res para a reforma da constituigo (apoia-
dos;)mas estou argumentando dentro dos
limites da constituigo.
0 Sr. Sii.veira Martiss :E' um argu-
mento contraproducente; preciso mostrar
a grande conveniencia.
(Ha outros apartes ; o Sr. presidente re-
clama a attengo.)
OSr. J. de Alencar:Nao careen de
mostrar essa conveniencia ; em minha opi-
nio a igreja urna instituigo nacional,
como outras que sao essenciaes ao lim so-
cial.
0 Sr. Pisto de Campos : De jure cons-.
tituto.
0 Sr. J. de Alencar ; -Anula de jure
constituendo. Qfco se tratasse de votar
urna constituicoXu sustentara a neeessi-
dade de inscrever, como um de seus prin-
cipies fiindamentataes, a religio du estado,
instituidlo nacional, indispeiisau-1 rlici-
dade do povo. Apoiados.)
0 Su. Pinto di. Campos :- Cicero, nas
leis da n publica'; adunttio a|religio como
base da sociedade". T
Su. Sii.veira autjxs d um aparte.
OSr. J. de Alencar:=Observare ainda
que nao acho a objecgo procedente, pois
entendo que, pelo facto *de ser urna religio
declarailado estado, pelo facto de ser .a
renga da maioria, nao deixa por isso de lu-
tar, visto como torna-se alvo de todas as
outras seitas que llic disputam a preponde-
rancia.
A Inglaterra exemplo vivo. All nao
tem decahido a religio protestante ; ao con-
trario, cada vez mais se fortalece, e a par
com ella a igreja catholica, outr'ora-*abati-
da, se reanima e desenv.olve ; resultado da
.emulacao, que se estabeleceu entre as duas
crengas. (Apartes.)
A terceira objecgo a liberda-e de cons-
-ciencia, aqual pretende-se que nao pode exis-
tir, desde que ha urna igreja nacional.
Senhores, a liberdade de, consciencia exis-
te, e existe perfeitamente, em concurrencia
com igreja do estado (apoiados) ;este ponto nao
mais questo : facto de que do prova
cabal nosso paiz e as nacoes de Europa, on-
de os sectarios das diversas religies com-
mungam nos interesses polticos administra-
tivos e em todas as relages sociaesestranhas
respectiva crenca.
A liberdade de consciencia ampia nesses
estados. A palavra tolerancia, de que usa
b nossa constituigo e que se emprega geral-
mente, nao ser o vocabulo mais proprio
para exprimiresse direito. (Apoiados).
Fra mais correcto que a nossa lei funda-
mental, declarando a religio do estado a re-
ligio catholica, apostlica, romana, accres-
centasse :mas garantido ao cidado bra-
sileiro a plena liberdade de consciencia.
0 Sr. Silveira Martiss :Ha liberdade
de consciencia, quando secercam direitos
(Ha outros apartes).
0 Sr. J. de Alencar :Muitos publicis-
tas, e especialmente os que pugoam pela se-
pararlo do estado e da igreja, tiram dessa
palavra tolerancia um grande argumento.
Se a liberdade de consciencia um direito,
clamam elles, nao carece de ser tolerada, ella
tem em si a forga de impr-se,
Os que abragam a religio mahometana
ou israelita, o fazem por virtude da lei na-
tural, consagrada na lei fundamental, e nao
por concesso da maioria. J mostrei que
esse argumento asseuta sobre a intelligencia
de urna palavra. A realidade, o facto,
que a unio do estado com a igreja nao im-
pede a plena liberdade de consciencia. (A-
poiados].
Ha, cerlo, em nossa carta, urna restric-
cao a respeto dos direitos polticos do cida-
do brasileiro que nao professa a religio do
estado.
Sao quero entrar agora tiesta questo de
alta ndagacao sob o ponto de vista theorico,
e aguardo-me, se ainda tiver assento nesta
casa, para quando os nobres deputados,
membros do partido liberal, tratarem de
realisar suas ideas nesta materia.
Todava direi que a restriego a quealludi
nao to odiosa como se figura, e pode ser
sustentada com bons argumentos
l'm paiz onde existe religio do estado tem
alguma razo em impedir que seu governo
seja composto de homens que nao a profes-
sam, e por conseguinte nao possam zelar de-
bidamente os seus interesses.
Um israelita, na pasta do imperio, se ve-
ra seriamente embaragado na actual ques-
to religiosa, e poderia causar graves males
aopaiz.
0 Sr. Silveira Martins :-*-Fould era ju-
deu, e foi ministro na Franga, onde a maioria
era catholica.
0 Sr. J. de Alencar :A quarta objecgo
que se apresenta contra a unio da igreja e
do estado tirada dos conflictos e das colli-
soes que se do entre o poder temporal e
o poder espiritual. Neste ponto entendo
que taes conflictos e collisoes nao pro-
duzem o mal que produziria a per-
manencia de urna sociedade sem os vn-
culos da religio, sobre a qual repousa a
moralidade publica. (Apoiados). Antes que-
ro ver o estado agitado por estes embates,
do que vWo completamente indifferente aos
interesses mais importantes, quaes sao os
costumes pblicos, do que v-lo, por assira
dizer, atolado no materialismo da vida civil.
(Apoiados e apartes).
Ha annos travou-se urna questo entre
dous escrptores muito distinctos e espirilos
muito elevados, a respeto deste assumpto,
e, ernbora divergissem em certos pontos,
corntudo concluiram ambos pela necessidade
da religio do estado na Inglaterra.
Rero-me aos Srs. Gladstone e Macaulay.
Gladstone, chefe do apartido liberal, e no
mais liberal dos paizes que existem na Euro-
pa ; Gladstone, que deve ter grande autori-
dade para o partido liberal, dizia que o fim
principal da sociedade a propagago da re-
igio. Macaulay, contestando, affirmava
que o fim exclusivo da sociedade a Segu-
ranza da pessoa e da propriedade.
O Sr. Silveira Martins :Quando Glads-
tone disse isto, nao era ainda liberal.
(Trocam-se apartes entre o Sr. Silveira
Martins e o Sr. Pinto de Campos.
0 Sr. J. de Alencar :Era o mesmo
Gladstone; o liberal j estava incubado el-
le. Nenhum destes illustrados escrptores
defini, em minha humilde opinio, o fim
real da sociedade ; tocaram ambos os extre-
mos. 0 fim da sociedade a perfeigo do
homem, e esta nao -M obtm seno pelo seu
desenvolvimento material e moral, seno
pela justa harmona dos interesses civis com
os interesses sociaes.
A religio a base de toda a moral social ;
nenhum estado pode prescindir deste ele-
mento da ordern, desto fundamento de toda
a Justina humana.
Constantemente citase #proposito de in-
novages o exemplo dos Estados-Unidos da
America. Pens que os Estados-Unidos nao
podem.ser ainda invocados como autoridade
em materia de poltica te governo. Est no
caso dos contemporneos, aos quaes nao se
pode fzer justiga.
gencia que houve, e nao poda deixar de
haver, na explicago da doutrina ev
lica?
0 Sr. Pinto de Campos :Di veri
penas apparente.
OSr. J. de Alencar sCitarei ainda as
palavras, to repetidas, de Jess Christo :
Dai a Cesar o que de Cesar. Se Jess
Christo mandava respeitaro poder publico e
a sociedade, que nao pode existir sem os
costumes peculiares, claro que nio podia
consentir que se atacasse com a disciplina da
igreja o carcter nacional de c povo.
E'"indispensavel que a igruHmedite, e
medite muito seriamente, sobreest ponto,
mrmento hoje, que o poder temporal do
chefe da igreja est abalado, seno annulla-
do. Nio ha quem contesto que a igreja,
pela sua persistencia em conservar certas
frmulas, antiquadas, adiase em antino-
mia com o espirito de civilisago moderna.
Entretanto ella deve lembrar-se que esta c
vilisago moderna filha legitima do ca-
tholicismo ; que, por conseguinte, deve -es-
peitar as liberdades que foram fomentadas
Os Estados-Unidos nao teem ainda umse- pelas palavras de Christo.
culo de existencia...
O Sr. Silveira Martins:Em meio sas
culo teem feito mais do que todas as outre-
nages.
O Sr. J. de Alencar :E' urna nago
joven, que se est formando...
O Sr. Silveika Martins: Nao se mostr
to inimigo da juventudo, della tudo se es-
pora .
O Sr. J. de Alencar :Houve na anti-
guidade una nago, que o illustre Chateau-
briand comparoa Inglaterra, mas eu a
compararei antes com os Estados-Unidos :
urna opulenta associago.de mercadores phe-
ncios, abandonando a patria, tal vez em vir-
tude de alguma sciso poltica, aportou s
plagas da frica, onde fundou um rico em-
porio, que breve tornou-se poderosa rep-
blica, quem pareca destinado o imperio
do mundo. Kntretant > a grande potencia
foi derrocada, e desappareceu para nao mais
reerguer-se. *
Qual a razo deste phenomeno?... Cartla-
go, exclusivamente dominada pelo espirito
mercantil e pela sede das riquezas, nao tinha
em seu seo os elementos que garantem a
permanencia das instiluiges e servem de
fundamento sociedade.
Nao quero fazer prophecias sobre urna na-
go, que por seu rpido progresso excita a
admirado do mundo ; mas incontestavel
que nos Estados-Unidos j comegou a reve-
lar-se a coTrupco que lavra no seu seio ; e
quando um paiz joven apresenta estes symp-
tomas de dissolugo, faz reci-iar pela conser-
vago de suas .mslituices, e incute serias
Convem relaxar os lagos da disciplina
com que se pretendeu soldar urna unidad
impossivel. Neste sentido formulei o pro-
jecto que vou submetter considerago da
cmara.
rste projecto naturalmente suscitar a
^uesto do pincel, que j foi aqui tra-
tada. Heservo-me para nessa occasio
emttir mais largamente a minha opinio ;
desde j, porm, direi que a questo do
placet para mim est completamente resol-
vida no art. 5 da constituigo, que deca -
rou a religio catholica, apostlica, romana
religio do estado.
Nessa disposigo est implcito o direito
de impedir que a religio, exorbitando, af-
fecte os interesses polticos e cree embaragos
ao desenvolvimento do paiz. A questo do
placet caducou portanto. Podia sor aventa-
da no governo absoluto, quando o poder
era de direito divino e nao provinha de urna
constituigo poltica, expresso da vontade
e soberana nacional. Actualmente, porm,
que o estailo, adoptando urna religio,
exerce um direito proprio, da mesma for-
ma que nao adoptando nenhuma, como
pretenle a escola liberal, actualmente, o
veto aos decretos disciplinares da igreja
acto de soberana, e nao de padroado reco-
nhecido pela&inta-S.
Entretanto, senhores, eu direi queop/a-
cet nunca entrou em duvida nos tem pos do
governo absoluto. Temos retrogradado
muito a este respeto.
Emquanto o governo do Brasil, para fa-
zer effectivo m artigo da constituigo e
duvidas a respeito da excellencia de seus das leis regularmentares, gasta cinco ou
principios orgnicos ** Ten lio razo, pois,
quando me recuso a aceitar como autoridade
a ligo dos Estados-Unidos. (Apartes).
Neste ponto, justamente neste ponto da
questo religiosa, que aspecto nos apresen-
tam os Estados-Unidos? Seeu bem conhe-
go esse paiz pelos escrptores naconaes e.es-
traugeros que o teem estudado, nao ha nos
Estados-Unidos urna verdadeira religio : ha
seitas nicamente, e seitas to varias e nu-
merosas, algumas nao agitadas na Europa,
que ho de produzir em breve a anarchia re-
ligiosa.
Cada sacerdote de alguma influencia crea
urna seita. Por occasio do ultimo concilio
alguns padres americanos, que foram assistir
a elle, ufanando-se de que seus bispos nao
eram subvencionados pelo estado, mas sim
pelos fiis, accrescentavam : E nao sao por
isso mal aquinhoados.
Eis abi, so revelando o commercio na re-
ligio. Apparecem ossebismas, formam-se
novas seitas, porque dellas, de sua emu-
lago que vivem os sacerdotes, como vivem
das demandas os advogados.
. Jamis tomarei como padro de urna so-
ciedade bem constituida essa multido de
seitas, que em breve degeneram em fanatis-
mo ; pois tal o extremo a que chegam as
religies quando decahem.
' Nao pois, a separagio da igreja e do es-
tado, senhores, o meio de que devenios lan-
gar mo para cohibir os abusos que se teem
dado e males que esto inminentes, como
para assegurar a prosperidade e engrandeci-
mento do paiz. Creio ao contraro que o
meio cfficaz cstreitar ainda mais a unio da
igreja com o estado, purificando-a. (Apoia-
dos). Cumpre que todos nos catholicos, to-
dos nos, que defendemos a religio de nos-
sos pais, e devemos ter a nobre ambigo de
transmitt-la para* nossos filhos, fagamos
urna propaganda, urna cruzada para rehabi-
litar a religio catholica no nosso paiz, e,
permittam-me dzer, para incutir na igreja
naciouaLum espirito mais conforme com a-
civilisago moderna.
0 Sr. Silveira Martins :Ento concor-
da que nao est conforme.
O Sr. J. de Alengar :Sem duvida.
Senhores, o que o catholicismo ? O ca-
tolicismo a religio universal; mas a
igreja de Roma eutendeu que nao bastava
que a igreja fosse universal, que era mister
que ella fosse una.
Eis ah o erro.
O Sr. Pinto de Campos :Neste ponto nao
estamos de accordo.
0 Sr. J. de Alencar :A igreja deve ter
a autoridade que resulta da convergencia das
torgas; mas nunca a unidade que absorve,
esterilisa e mata. (Apoiados).
0 catholicismo nao pode existir seno
como urna grande confederago das igrejas
nacionaes.
O Sr. Pinto de Campos :Sempre sujeita
a um centro commum.
(Ha outros apartes).
v0 Sr. J. de Alencar :Os papas, alguns,
homens de grande talento e de largas vistas
polticas, sacrificaram os interesses espiri-
tuaes da igreja ao interesse material da theo-
cracia universal, que elles sonharam crear.
(Continuam os apartes).
E' preciso, senhores, que a cadeira de S.
Pedro seja apenas um tabernculo, onde se
vc inspirar todas as igrejas apostlicas,
mas nao um throno, d'onde se pretenda go-
vernar o mundo.
Quando Jess Christo disse aos seus dis-
cpulos aquellas palavras que ha poucos das
aqui proferio um distincto ministro da gro-
ja : aEuntes docentes omnes gentes elle
exprimi este pensamento. Nao lhes recoro-
mendou que impozessem a mesma discipli-
na, mas sim que ensinassem a mesma f.
Cada um dos apostlos, pregando o Evan-
gelho, respeitou os costumes dos povos que
doutrinavam, quando esses costumes se nao
oppunham lei do Divino Mestre.
Np preciso ser profundo theologo para
saber que nao ha questo importante do di-
reito cannico que nao che em urna ou o-
tra das actasdos apostlos um texto enyseu
apoio. 0 qoe significa uto seno a diver-
seis longos mezes, ouvndo o conselho de
estado, em urna questo j to elucidada, o
governo absoluto resolva de prompto os
mais importantes e graves conflictos.
Lembro-meda carta regia de 16 demaio
de 1774, em que o reu attendendo aos
abusos que se tinham introduzido por cau-
sa da famosa bulla da ceia na disciplina da
igreja, ordenou a reforma de todas as cons-
tituiges dos bispados, atim de sanarem-se
esses erros e abusos.
Ellas foram reformadas, e ordenou-se,
ainda mais; -que nao fossem publicadas nem
corresse sem o visto do desembargado^ do
pago.
Isto fez-se calma e naturalmente pelo di-
reito reconhecid i do padroado real.
* Aqui na cathedral do Rio de Janeiro deu-
se um facto igualmente significativo, que re-
fere Pizarro. Tendo a rainha D. Mara I
prvido um conego na s cathedral, cegou
elle, o que impedimento cannico para os
beneficios ecclesiasticos (apoiados) ; vista
disto, o bispo, em capitulo, entendeu que
nao devia collar e beneficiado na cadeira
de conego.
. A resposte foi urna carta regia, em que
se lhe declarara que todos os sacerdotes
prvidos pela coroa, em beneficios ecclesits-
ticos adqairiam inmediatamente ojus in re,
e que nao competa nem ao bispo nem ao
cabido por o menor impedimento sua
collago, que era simples formalidade.
Eis como se resolvan a*s questes no
tempo em que nao havia publicidade, em
que ellas nao erm largamente discutidas
na imprensa e nao havia tantos auxiliares
como hoje.
Nao invocarei um outro exemplo, que
bem proprio di governo absoluto.,.
0 Sr. Pinto de Campos : Apoiados,
do governo absoluto; accentue bem a
phrase.
.0 Sr. J. de Alencar:... qual o
de que trata o decreto de 9 de dezembro
de 1783.
Tendo dois advogados em urna causa de
esponsaes sustentado que no juizo ecclesias-
tico nao tinha lugar a applicago das leis
do reino, o rei os mandou recolher ca-
deia do Uimoeiro para pensarem melhor.
(Risadas). Nao recorro a este argumento,
porque, cem o respeito devido, igreja,
acho que da natureza de certas excommu-
nhes. (Risadas.)
Mas, Sr. presidente, a questo do pla-
cet est perfeitamente resolvida^na nossa
legislago civil. A parte mais importante
do concilio tndentino, aquella que respeita
ao casamento, foi completamente derogada
pela ordenago philipppina, quando per-
mittio o casamento por palavras de. presen-
te porta da igreja, como estava em uso
em Portugal, desde o Cdigo Manuelino.
Esta magna questo do casamento civil,
que to controvertida tem sido em nosso
paiz, nao mais do que urna questo de
mterpretago de lei: o nosso direito consa-
gra o casamento civil. (Apoiados.)
. O casamento feito porta da igreja por
palavras de presente, nao outra cousa.
O Sr. Pf.uf.iua dos Santos e outros se-
nhores :Apoiados.
O Sr. J. de Alencar.- :Cahio em des-
ueo, porque, sendo a raga portugueza e
brasileira, que della pro vera imminentem en-
te catholica, nao tendo ainda naquelles
tempos o protestantismo penetrado na Ame-
rica do Sul, e nem mesmo na pennsula
ibrica, ninguem se lembrava de casar-se
sem pedir para sua unio a bengo sacra-
mental.
Mas esse uso nao derogou a lei (apoia-
dos) ; o casamento civil est consagrado
na nossa legislago, o que falta regula-lo,
afim de" se nao darem abusos, porque
hoje um casamento feito porta dajgreja,
perante duas testemunhas, sem interrengo
do magistrado, nao pode ser provado com
a authenticidade precisa.
O Sr. Siqueira Mendes :Nem valido.
O Ai. J. de Alencar:E' valido pela
ordenago.
O Sr. Pereuia dos Santos :E' valido
porque legal. ,
O Sr. Siqueira Mudes :E' nullo, pe-
la clandestinidades impedimento di i-
mente do matrimonio. Antes .do concilio
pode apresentar quantos factos quizer: at
ahi eram validos ; depois, nao, pela clan-
destinidade.
O Sr. J. de Alencar :J que toquei
neste ponto, nao deixarei de observar o
grande argumento que elle me offrrece em
favor da unio da igreja com o estada,
Aquellesquo enteiilem que o estado po-
de subsistir perfeitamente sem a igreja,
que os interesses materiaes devem ser com-
pletamente divorciados dos interesses mo-
raes, estes nao podero de modo algum
decretar o casamento civil com a bengo
da igreja, mas at o casamento perpetuo.
Com que direit senhores, a Sociedade
humana obrigaria dous contratantes a uni-
renvsp por toda a vida sem po lerom jamis
dissolver esse lago ?
A sociedade civil nao tem esse direito,
Jnecessario que ella se inspire na moral,
na religio. Por conseguinte, a separaco
da igrejr do estado tornara o casamento
perpetuo impossivel como instituigao ci-
vil.
O Su. Pinto de Campos : S nesta parte
nao concordamos.
OSr. J. de Alencar:Agradecendo a
benevolencia da cmara e>h conceder-me a
urgencia pedida, e parecendo-me que nao
abusei muito desta benevolencia...
?OKES : Tem fallado perfeitamente bem.
O Su. Gusmao Lobo :Tenho ouvido um
discurso admiravel.
OSr. J. de Alencar:....pelas raras
vezesque tenho oceupado a tribuna, vou con-
cluir, enfundo mesa o ineu projecto, cuja
sortej antevejo. (Risadas.)
Mas o principal fim que tive em vista
apresentando-o, j est satisfeto. Quiz acu-
dir ao convite, embora euvolto em remoque,
que me havia dirigido um orgo da. impren-
sa, e ao mesmo tempo emttir a minha opi-
nio sobre urna to grave questo, que abala
pela raz a sociedade, e sobre a qual entendo
que nenhum brasileiro tem o direito de
emmudecer. (Muitos apoiados ; muito bem;
muito bem.)
(Muitos Srs. deputados viio cumprimen-
tar o orador.)
opn
Na esquina, porm, da ra Vjvienne, o Senhor, p"iz lie, te fHe u
nosso homem estaca repentinamente, com meiroa aqui virolo teria ousado
as ventas para o ar como um perdigueiro fa- u,n motivo plausivel oto trabo i
rejando urna lebre. denles, elles sao exceikates, b
AjusU os oculos, que insensivelmente sejain inteiramente novo, poit h
tinham escorregado para a ponta do nariz, que me srvo delles sem interrupCM
depois aponta com o dedo urna grande tabo- pasSei com a minha mulberp
lela com lettras douradas, pregada sacada jefrd e a Sua taboleta attrahioa nial
de um pnmeiro andar. fr.....- o desejo de ,
senhor.
UTOATURA,
SEM DOTE
I
Todos sabem que o dia 23 de junho de
1855 foi um sabbado, e que odia de
S. Joo Baptsta cahia por consequencia em
um domingo.
Urna cousa, porm, que nem lodos sabem,
o grao de prudencia e sagacidade, que
dotado o Sr. Joo Baptsta Penuille, socio
da casa Penuille, Irmos & C, antigo juiz
do tribunal do commercio.
Pois saibam ento que Prudhomme era
um estouvado em comparago ao Sr. Pe-
nuille, pois que Prudhumme tinha voltado
muitas vezes una esquina sem passar de
largo ; o Sr. Penuille nunca.
Prudhomme, transportado pelo calor de
urna discussao, assoou-se muitas vezes cm
urna ponta qualquer do seu lengo ; o Sr.
Penuille, de cada vez que essa occasio se
apresenta, desdobra cuidadosamente um
vasto quadrado de liuho da Hollanda, exa-
mina a marca, se dia, corre a unha, se
noite, pela bainha, e assegura-se que nao
toma oavesso pelo direito.
Somente, ento, elle junta o lengo urna
exagerada camosidade, e faz ouvir um me-
lodioso som de um ainda mais melodioso
trombone.
Nunca o Sr. Penuille faltou hora justa
da sabida de um trem de ferro; nunca pas-
sou por diante da cathedral sem acertar o
relogio, ou por umalojade rap sem exa-
minar o contedo da sua caixa..
Examina as algibeiras antes de entrar na
diligencia, e, se por acaso entra em alguma
confeitara, nao d urna dentada em qual-
quer docezinho sem que primevo tenha per-
gurttado o prego.
A' noite, quando se deita e prepara-se
para dormir, nao se contenta em soprar sim-
plesmente a vela; aperta o pavio entre os
dedos, e queima heroicamente o pollegar
e o ndex, tal o medo que tem do fogo.
Nq dia 23 de junho do anno referido, o
nosso prudent5simo here passeiava pelos
boulevards.
Sua barriga o preceda ; e sua mulher,
urna paciente e confortabilsima creatura de
quarenta annos, arrastava-se ao seu lado
esquerdo, sem corntudo dar-lhe o brago.
0 Sr. Penuille estava barbeado de fresco.
Seu espagoso queixo de um magnfico
azulado, reflectia alguma cousa do asul do
co ; seus grandes olhos percorriam as casas
de negocio com urna serenidade bovina; a
mo esquerda enterrava-se no bolso e a di-
reita, competentemente enluvada, balouga-
va-se ao comprido do corpo, com a regua-
ridade classica da pndula de um enorme
relogio.
O paletot de alpaca fina entreabria-se
brisa da manh, deixando ver um collete
amarello e urna valiosa e pesada correpte de
ouro; as abas do chapeo eram bastante lar-
gas para substituir um guarda-sol ; vestia
urna caiga branca e botinas gaspea;las de
verniz.
Julgo nao sorprender ao leitor ajuntando
que elle possuia tambem uns (culos de aro
de ouro,
A Sra. Penuille, pequenina, gordinha,
lourinha e com o rosto todo salpicado de
sardas, repimpava-se rnagestosamente em
seu espartilho como um cavalleiro na ar-
madura.
Trazia a cabega levantada para nao per-
der urna pollegada da sua altura e, talvea,
para poder admirar de mais perto a rubi-
cundo rosto do marido.
Havia vinte e dous annos que Joo Bap
tista era, sem rival, o ideal da sua Cone
grandes.
Com esse exemplar casal a la de mel
era interminavel; gozavam-na em qualquer
parte : na cosinha, sobre a prateleira, entre
asjanellas....
O nico defeito da Sra. Penuille era usar
vestidos de seda cor de caf I
Que querem ninguem perfeito.
Os dois esposos, que j haviam almo-
gado em sua casa, na Villette, avangaram
paralellamente at a porta de S. Diriiz ; ahi
a Sra. Penuille entrou em urna loja de mo-
dista e deu algumas ordens. Mais adianto o
Sr. Penuille, submetteu algumas observages
ao seu alfaiate.
O verdadeiro fim dessa excurso matinal
eraoPalais Royal; tratava-se de encom-
niendar em casa de Chevet algumas finas
provisdes para o jantar do dia seguinte, 2
testa que lava o Sr. Penuille.
Era urna taboleta como os nossos ante-'
passados nao sabiam fazer, urna dossas ta-
bolutas provocadoras que altrahem a atten-
go publica e vo, por assm dizer, procu-
rar o transente no meio da ra.
Nao somente oceupava todo o frontesp-
cio da casa sobre o boulevard, como vinha
tambem se repetir na ra Vivienne.
Faga-me o favor de lr esta inscripgo,
diz o Sr. Penuille sua metade.
Cocheret, cirurgio dentista pela fa-
culdade de Paris. Mas, julgo que nao solfres
dos dentes, meu amigo ?
* Porque soffreria eu dos dentes?.....
E agora olhe para esse ladod'aqiii.
Cocheret, cirurg~to...\ mesma cousa
para variar.* E depois ?
E' urna taboleta monstro. prosegue o
Sr. Penuille descendo a passos miudos pela
ra Vivienne.
Confesse, minha querida, que dillicil
passar-se por aqui sem a ver.
Sem duvida, mtttte-se forga polos
olhos da gente.
O lugar muito bom para um dentista.
Aposto que transitara por aqui mais de cin-
cuenta mil pessoas por dia ; digo em tempo
ordinario, pois que durante a exposigo.
preciso duplicar essa quantidade.
Justo, meu amigo.
Sobreests cera mil pessoas .quantas
nao sotrero dos dentes Admitamos cin-
cuenta somente. Urna para cada duas mil,
muito?
Nao, meu querido.
A' cinco francos por pessoa, fazem 250
francos por da.
Se achas que exagero, nao tens mais
que fallar.
Sabes melhor isso do que eu, meu
amigo. Mas onde.queres chegar ?
A provar-te que esse Sr. Cocheret faz
bem boas ferias.
Sainamos agorase casado.
Que temos nos com isso ?
Mas que nao pode licar no numero
das cousas indifterentes. Permitte-me fa-
zer-te urna porgante, sem corntudo abastar-
me do dominio da supposigo :
Mi de familia, recusaras tua nica
lilha a um homem que ganhasse duzentose
cincoenta francos por dia?
Minha lilha I pois pensas nisto ? E esse
pobre Gandon ?
Gandon, seuhora, seria um genro
muito caro.
Qual o paiz em que um tabellio nao
custa cousa alguma ?
Tenho maduramente reflectido sobre
os futuros destinos do joven Gandon.
Elle prirneiro escrevente de um ta-
bellio ha uous anuos, vai estabelecer-se
em Paris, sua familia o ajudar : o seu
dever.
. Mas pelo prego que esto os cartorios,
eu te desafio a que arranjes a cousa por me-
nos de cem mil francos.
Suppi'iido que eu desembolse essa
somma, porque a mim que ella custar,
julgas que um tabellio ganhe duzeutos e
cincoenta francos todos os dias?
Eu julgo tudo aquillo que tu quize-
res, meu amigo.
0 que um gabinete de dentista ? fal-
lo de um gabinete, como este. E* um es-
criptorio de tabellio que n i custa cousa
alguma e que rende 250 francos por dia.
Certa mente, meu velho.
A superioridade, pois, de um dentista
sobre um tabellio, que um dentista po-
de-se casar simples e razoavelmente, sem
langar uro sogro em apuros e arrancar-llie,
sob o pretexto de dote, um dente do prego
de 100,000 francos.
A Sra. Penuille colloca-se diante de seu
marido na respetosa atlitude de um pro-
vinciano, em Paris, admirando a columna
Vendme.
Isto serio? diz-lhe ella. Pensas em
despedir o Gandonzinho ?
V tratar dos seus negocios, seuho-
ra, e esquega tudo o que havomos conver-
sado ; foi urna brincadeira minha.
Despede-se de Conegundes, atravessa a
praga, torna a entrar no boulevard pela ra
Montmartre e encaminha-se gravemente para
o porteiro do Sr. Cocheret.
Das duas urna, pensava elle : ou este
senhor casado ou solteiro. Se for soltei-
ro, tomarei informages sobre elle.
Perguntou ao porteiro se j Sra. Coche-
ret estava em casa. O porteiro respondeu-
lhe que nao conhecia seno o Sr. Cocheret,
dentista e solteiro. Subi euto ao prirnei-
ro andar.
A sala do dentista oceupava o ngulo da
casa, tinha quatro jantlias, o tapete era
d'Aubusson, os movis de estofo e as corti-
nas de seda da China pareciam novas.
Tres grandes q"uadros com molduras dou-
radas pendiam da parede : o prirneiro re-
presentava um episodio martimo, de Gu-
dim.o segundo, continha una scena bastan-
te espirituosa de Biard, o terceiro emoldu-
rava um retrato lustroso como porcellana :
era um elegante rapaz, vermelho e risonho,
pintado inteiro por Dubufe.
O Sr. Penuille, que era um grande co-
nhecedor nestas cousas, admira-o ; o ele-
gante mogo pareceu-lhe um genro invejavel;
a libr de um criado que arrumava uns jor-
naesera cima de umajnesa, acabou de o
abysmar.
Minha filha ficar muito bem aqui,
murmura elle.
Avaluava os movis, da sala em vinte
mil francos.
Teve o expediente de puxar pela lingua
do criado e ficou sabmdo que a casa era
muito boa ; os servosde Cocheret ganhavam
oito mil francos por anno ; a Sra. Penuille
nunca dera mais de trinta francos sua co-
zinheira.
Estava embebido nestas reflexdes, quando
urna porta abrio-se e o Sr. Cocheret, rapaz
bem parecido, adiantou-se para elle : trazia
vestido um destes compridos chambres com
grandes ramagens, que sao o uniforme dos
dentistas e prestidigitadores.
es|iertn,
e nao
hem que bastale
sei resistir s mi-
li o que jamo
em Pars, cese
nao ha mais die-
" EJ|H Pw .dio, irmo do
da Ki-amS brioa de refmagao na ViMat;
so nao soHnn bomclient- para os tallla*,
nao suii menos capa de arranjar-lhe MI
boa clientela i wa, tal como ". rontein
minha familia rtta e oito |*ssuas.
< ocheret, aet envs dos hbitos do* da
sua protisso, pouco faUava : nao pz
i sen visitante pela porta (ora pnrque,
ti ni, res|tcita-se, mais ou menos, um boa
rom oculos le ouro; tijas responden lii
lamente e s por monoslabos s mdiacri-
goes do refinador de assucar.
hrivi perceher que est muito ecupilo.
que tem poucu lempo a diepr, c. que suas
-asMNobra
raras folgas coiisagra-
voluines sobre a so
sni tras
T"
dc.lt. .>
o.
,%
A reserva e a frieza do dentista fizeram a
conquista lo Sr. Penuille; nhaa presuinp
c;';o du conhecer os honiiHis : aborreca
talladores, despresa va os estovados.
Entretanto, como era a sal**loria ean p
soa u que sabia ha muito que o menas
iim homem nao est nem na pessoa oaaa
espirito mas sim no cofre, qniz
mais impamenteos haveres do Sr. Gtoeanret:
nao tinha o direito de queslioaa>4a a
peito : com que titulo pedir lhe-hia
tas? Lsou da nsturia.
O senhor jjosa de urna grande
tago em Paris; parece-me entretanto eje
ha pouco tempo que exerce esta car-
reir.
Ha dois annos, respondo o dentista.
A clientela que possuc comprada.
ou foi o senhor mesmo quera a formou "
Fui eu mesmo.
Bravo, loancelio, eis alai uia raspo 4e
semelhanca entre nos, pois olhe, eu e fai
tambem o artfice de minha lortuua : quan-
do aventurei-mc no couimer io nada ti-
nha.
ill senhor?
Quasi nada.
Fago-lhe, entio, os meus cuinprinwa
tos.
Assim conversando, o Sr. Penuille eia-
minava como bom farejador o* trastes da
dentista ; calculou que os esplendores do
seu futuro genro podiam valer bea clenla
mil francos ; o aluguel da casa era de se
mil, pelo menos: as despezas annunes do
locatario, tanto com a mesa como com al-
raiate, deviam montar a urna quintana o>
mil francos, porque elle estava nena uutrido
e melhor vestido.
O Sr. Penuille conta pelos dedos e con-
vence-se de boa mente que Cocherrt tem
despendido mais de cem mil francos em
dois annos.
Se elle os despendeu porqae as ga-
nhon, diz elle coinsigo. *No me enganei.
elle faz ouro.
Quem visse o digno homem a passetar as-
sim ao comprido da sala, nao o teriaca $u.
posto capaz de calcular to slidamente.
Pegava em tudo ; fallava para o tacto ;
finga um ar ingenuo e estpido.
Senhor, diz elle com um tona inno-
cente, os bons movis sao, por assim dieer.
o criterio do bom gosto.
Se fosse um homem superficial, como se
v muitos neste mundo, teria se esquecido de
tomar informrges sobre seu genro.
Se fosse confiante, como a maior parte
dos pais de familia, teria pedido a er
mesmo a lista das jiessoas recoinroemlaaia.
as quaes se podia interrogar sobre sua coa-
ducta.
Fez melhor : obteve pouco
hilmente sem dar a entender,
todos os seus foniccedores.
Soube que o chambre era
chinchas de Lorski, os movis de Rosea-
quin, os instrumentos de cirurjna de Perro*.
os tapetes da casa Julio Irmos; iacrusta
tudo iss3 na memoria, e diz comsigo, riade-
se sorrateiramente:
O rapaz tal vez tenha dividas; se eu
fosse tomar informages em casa do seus
amigos, elles nada me diara.
Tal vez elles mesmos nao saibam nada.
a Os fornocodores, gente eitabelnenia.
pessoas honradas, nao rae bao de encaar.
nem podero se engaar a si proprios;
pois a quera que se deve, se que se
deve, seno aos seus foriiecedores ?
Nao esqueceu se de perguntar se o pre-
prietario habitava na nesiua casa; elle sa-
bia muito bem que os proprietarios ana
querem engaos c que, quatro vea por
anno, vo se informar sobre a solvaaaimie
dos seus iiiquilinos.
Einlim, deixa a casa do dentista, daran
se gravemente para o gabinete de
mais prximo, folba o almenack
25,000 enderegos ; sobe no prirneiro
que encontra e visita successivmenle
os foriiecedores de Cocheret.
O prembulo que elle improvisan para
essa indagago dar unta alta idea dea ajas
talentos diplomticos.
Meu caro senhor, diz elle eutranaena
escriptoro do Sr. Perroy, eu soa FeanMa.
da Villette, antigo juiz no tribuaal da eean-
mercie do departamento do Sena.
L'm de meus amigos, honrado ceaile-
lista, rumina o projecto da dar a eaa Pan-
lina ao Sr. Cocheret, seu fragua.
Entre pessoas que dispoaj de d
ro deve-se mutuameute a veidi
me pela esperance de que o
cubra, sem restriccJo, tudo o
cemente a este excediente man
Perroy, Girbs e todos os fa
zeram o elogio de Cocberat
seus melliores amigos ; o
foi, sera contradicta, o propriatenodt onje.
um'velhinbo chamado orlottin.
Se eu tivosse u-na tilba, a pouco.
os
ha
de
de Ctirds, as
Prevenido como est.o nosso homem jul ,ih'a dara ; mas nio tenho
ga ver apparecer um principe do Oriente
segu o magestoso chambre a um sumptuo-
so gabinete, onde em tres vitrinas de bano
brilbava urna immensidade de instrumentos
profissionaes.
Installa-se sem mais ceremonia na grande
cadeira das operages, e encela a conversa-
gao com essa solemne prudencia de que nun-
ca se afastou.
*4
Ihos e ambos esto na Crimea.
Emquanto que o
colheita de inforntecoee,
va adivinharjo motivo da
que tinha receido.
(Canhnnar m fia}
PYP 00 DIARIO- Zik MKDr
<
^*.


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