Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12954


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Full Text
ANNO XUX. JVUMERO 129
I
PARA A CAPITAL R LUGARES OSIIE H'AO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantad*................ 69000
Por seis ditos idem.................. SJJOOO
Por um anno idem.......- .......... 34JX>00
Cada numero avulso................, 320
SEXTA FEIRA 6 DE JIMIO DE 1873.
PARA DENTRO E l'RA DA PROTISCIA.
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos idem..................
Por nove ditos idem............... .
Por um anno idem....., .
fTM
DIARIO DE PEMAM
PR0PHIEDADE DE MANOEL FIGUEIR0A DE PARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, uo Para; Gongalves Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Lerzn* Braga, no Aracaty ; Jlo nria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Sra, no fetal; Jca Jnai.
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da CosU Braga, em Jlazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Alves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
tiavern la provincia.
LE N. 1094.
J LEt N. 1093.
O bacliarel Henri(|ue Pereira de Luceoa, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Cbristo, juiz de direito e
, presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
G bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im- tiva provincial decretou e en sanccionei a resolucao seg.
al orden .la Hosa, cava llieuo da de Christo, juiz de direito e Artigo Os limites dos districtos de p,
pena
presidente da provinci de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
iiva provincial decretou e en sanccionei a resolucao segrate :
Artigo !. Kieam extractos os lugares de mdicos de polica,
creados pelo art. 1" da lei n. 961 (Je 14 de julho de 187i'.
Art. 2. Bevogadas as disposicoes em contrario.
Mando, prtanlo, a toJas as autoridades a queni o couhecimeu-
to e exeeucao da presente resolucao pertencer que a cumpram e
facam jumprir tito intoiramente como nella so contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873, 52
da independencia e do imperio.
L- s- Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, ao* 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro da Cunha
.. paz da cidade da Victo-
na serao regulados pelos districtos policiaos.
Art. 2.* Fica supprimido o segundo dinricto de paz da fregue-
zla do Poco da Panella.
Art. '.!.' Hevogadas as disposicoes em contrario.
Mando, porta to, a todas as autoridades a quera o conheci-
nienlo e exeeucao da presente resolucao pertencer que a cumpram
e facam cumpnr tio inteiramente cono nella se conten.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 28 de maio de 1873,52'
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucen-i.
Sellada e publicada a presente resolucao nesla secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 28 de maio de 1873.
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro da Cinka.
miMiMill M Wt n, i87i Publica -Iuteiradu de quaato expoz V. S. em ola- dade, visto ter provado isenco legal, o recru1
Oforio* i87J- ? d i,d. corren'e *>u Mo dizer- Francisco Antonio de Oliveira.
Jrj_jj. que designo o reverendo conego regedor do Ao mesmo. Mande V E\c or em lber-
Malte V mmlSjEmmmZJXmTtt K2f*S "ZT"^, F^Sf5*" .de *+ recrula P^ C^L dt^nti, JS.
h \1,! 1 1 tana, para na qualidade de merabro do consellio ter provado iseneo legal.
Seccio StSTvSXB m?JZ SETA }** publc;l, pnwid:r as sess0es -Ao **** ****** **** a*-
u\tf*ViJtfl2S .to\lM ?' VI 'Ut',Vf.d8 f. ,uf!f*^ >'** o Pr- a aulorisacio que em offlcio de 5 de feverei-
igadi incapaz dj servico do exer- essor da !. cadeira de nstruccao primaria da ro deste anno Job r. 537, a que se refere o de 31
ireguezia da Boa-Vista desta cidade, Simplicio da de marco prximo lindo sob n. 591. solicita V. S.
I Pili lilil. Id. IL I. .1,1 >,L ...I *------- SU. *_____ ________
cito.
Acto
2.' SecCO.
Crui Ribeiro, pelo procedimento irregular que leve para mandar construir um muro que feche e Gr-
__O nmalilnnli d Mirtos atte ui ,!para m 2 dir.ec,ona- me a posse do terreno devoluto exislento na par-
MKMra^ ene.'te ,Cn ^mniiflSe d,^ A ,re,?renlo 5OMiv,92!f d g>'",nasi ,e p0terir **de taBAi&*nioldacoes, l,*-
1 !,,-,. <^ronei comniaudiute do 1. provincial.CommuniM a V. Rvma. para seu co- pendendo com essa obra a mi-intii de matul
^lfflhS.^^ nheci^nto e devidos Qns que, visado que ex- SSS S? SSjSir ao'uItlsCs
,'ll,l', til 1 3,ax,H1,no ereira Manna, resol- poz a directora geral da nstruccao publica em citados offlcios
S !St^Ar%SL,fc*," para ,raUr Ifflci0 dv? lJ d0 Crrenle ,"; Vn'.acab0 ,de df' u Ao director in,erino d arsena> d t* ~
Omdos PWtt- signar V. Rvma. para na qual.dade de meinbro do Mande Vine, fornecer ao commandante do depo-
- Aobr chefe de nolicia Wmamlr, o rm, cuniie"l0 d,reclor la nstruccao publica, presidir sito de recrutas os arUgos de vestuario, canam-
^.T-ZT y--?* .?" fma^^J!*I'**J0. ne*. \a> ttmm em que liouver de ser nterrogado e tes do pedidj unto em dunlicau nara m mMl
rffffrSLftSgVy-J!: #- V***** l.^*t U freguesa da em servico no SSL?iE?l\L Gomes
ti do correnU-, teulio a dizerlhe em resposla quo
aguardo o resudado do processo instaurado con-
tra Manoel Joaquim dos Santos por haver no dia
27 do mez prximo pastado assassinado o meuor
Daniel de tal no engenho Lastro do 3.' districto do
termo de Santo Antao, para roubarlhe seis ceios
quarenta ris.
Ao commandante superior do Serinliaem.
Em resposla ao oflicio de V. S. de 7 do correte,
Boa-Vista dexla cidade. Simplicio da Cruz Ribeiro, e Faria e Manoel Barbosa de Oliveira.
pelo procedimento irregular que leve para com a
mesma directora.
KXPKDIKNTK DO SKCBKTAIUO.
1' secco.
1 mii-ii :
Ao brigadeiro commandante das armas.De
2.' seceo.
Actos :
0 presidente da provincia, attenJendo ao quo
requereu Joaquim Coriolano Montezuma de Me
deiros, alferes da 8- companhia do i- batalhao de
infamara da guarda nacional da capital da pro
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, vincia da Parayba, resolve, de eonformidade com
TT*?- .* lrfl-'^*:***** W *** *lm o disposto no art. 45 do decreto n. 1,1.10 de 12
de in-
o para
sario que o mcimo alferes requeira essa passagem,
pelo menos seja ouvido a respeito.
Ao juiz de direito das execucoes eriminaes.
Remetiendo a esse juizo, incluso por copia, a offl-
atvcutf.
tai
Offlcio
Ao Dr. Joaquim Corroa de Aran jo, l secre-
rio da assembla legislativa provincial. N. 78. -
Toado sido assassinadj na madrugada do dia 9 do
frrente, na fortaleza do Brum, com um caivete
de m )la, pelo sentenciad
quiel "
por
do
V.
peito pelo lente coronel" commandante da mes
ma fortaleza datadas de 9 e 10 do corrente sob
ns. lo e 16, e o offlcio que as acompan ou do bri-
gadeiro commanl.inte das armas de 12 deste mez.
e o cabo do caivete a que allude o dito lente
Of wtel commandante, alim de proceder em juizo
contra o delnqueme nos termos da lei.
Ao commandante do coflio de polica. -Sendo
apio pura o servico militar o paisano Pedro Alves
da Silva, oomo se v dooftich desse commando
de l'i do corrente, e do altestado que o acompa-
nlu, pule Vmc. engajalo no cjrpo sob o seu com-
mando.
Ao juiz municipal snpplente do Salguciro.
E.n reaposta ao ollicio de Vmc. de 11 do mez pro-
simo pasudo, le.iho a dizer-llie qoe, segundo foi
decidido pelo decreto 11. 429 de 9 de agosto de
1815, e aviso n. 438 do 4 de outubro de 18G9,
ip.cr mpativel o (xercicio simultaneo dos cargos de
venador e juiz municipal.
. 3.' seceo.
Otli'.'ios :
-- Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Autoriso V. S. nos termos de sua informacio de
hontem sob n. 526 serie C, acerca do offlcio do
commandante da polaca de guerra Ri Negro, de
12 do corrente, a mandar pagar em vista das res-
pectivas folhas o que se estivr a dever por conta
do actual exercicio aos offlciaej e guarmcao da-
quelle navio, e bem assim adiantar o quantitalivo
que por lei competir para compra de verduras.
Ao mesmo. -Transmuto a V. S. a inclusa
coota em duplcala que me remetlcu o engenheiro
chefe da reparticao das obras publicas com offlcio
de 27 de marco ult mo sob n. 132, a que se refe-
re sua informacao de 9 do corrente n. 507 serie
C aflm de que mande pagar ao machinisla Luiz
Morena a quantia de 10J0J0 pelo trabalno de lim-
par e acceoder os lampeoes collocados as varan-
das de palacio as noutes de 24 e 25 do citado
inez de marco, sendo que esse pagamento deve
correr por conta da subvengo consi/nada para
illuminacio do mesmo palacio no aviso circular
de 4 de agosto do anno prximo passado.
Ao inspector da thesouraria provincial.Pro-
videncie V. S. no sentido de serem pagos, vista
dos inclusos prets em duplcala que me remelteu
o commandante superior do municipio de Seri-
nhem com offlcio de 2 do corrente, os vencimen-
Ibs do destacamento da guarda nacional estacio-
nad na villa do Gamelleira, a contar de outubro
do anno passado a 21 de Janeiro deste, dia em que
foi d.- lvido o mesmo destacamento, segundo de-
clarou me aquee commaudante superior em dito
offlcio
Ao mesmo.-Em vista da conta documenta-
da que me remelteu o commandante do corpo de
Offlcios :
' ff 00.
presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacharel Elysio Augusto de Moraes,
promotor publico da comarca de Caruar, resol-
ve conceder-Ihe 30 das de licenca com vencimen-
tos na forma da lei, para tralar de sua saude fo-
ra da dita comarca
provincia attendendo ao que
' companbia do batalbao
guarda nacional do mu-
Francisco Antonio Chalara, e
. Mtivo commandante superior
interino, de li do corrente, resolve, de conformi-
dade com o disposto no art. 45 do decreto n.
1,130, deja de marco de 1833, designar o bat-
da guarda nacional do
para ser a elle aggregado o
polica com offlcio de 11 do correte sob n. 207,
mande V. s entregar ao tenente quartel mestre
daquelle corpo, Antonio Jos de Souza e Silva, a
quantia de 25000 em que mportou a despeza do
enlerrament > do soldado Victorino Goncalves de
Lima, fallecido na cidade de Goyanaa, como se v
da referida conta.
4.' seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendeudo ao que
requereu Caelano Francisco Duraes, professor de
imtrucco primaria da cadeira da villa de Agua
Preta, e tendo em vista a informacio do director
geral interino da nstruccao publica de 7 do cor-
relo sob n. 101, resolve conceder-Ibe tres mezes
de licenca com os vencimentos na forma da lei,
para tratar de sua saude onde Ihe convier.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Christovio de Barros Gomes Porto, pro
fessor de nstruccao primaria da cadeira de Santo
Amaro de Jaboatao e tendo em vista a inforraacao
do director geral interino da nstrucco publica de
7 do corrente sob n. 99, resolve conceder-lhe 60
das de licenca com vencimentos na forma da lei,
para tratar de sua saude onde lhe convier.
rnelos:
Ao Dr. director geral iaterw da iastruccSo
dessa roparticlo, Francisco de Paula
Uclia.
Ao mesmo O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda comniunicar a V. S. para os tins
convenientes que os Srs. Pereira Vianua & C. fo-
ram nomeados pelo director gerente da corapanhia
de navegacao brasileira para exercerem o cargo
de agentes da mesma cotnpanhia nesla praca; as-
sumindo elles as respectivas funccSes no dia 12
do corrente.
Ao Sr. J. F. Whitman. O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda aecusar a recepcao do
offlcio de V. S. de li do corrente, em que partici-
pa ter passado a gerencia da companhia Pernam-
buco Street Railvrayao Sr. Gustavo Adolplio
Schmidt, representante da administradlo provi-
soria, eleila pelos accionistas do Rio de Ja-
neiro
Ao Sr. Gastavo Adolpho Schmidt.0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que ficou sciente pelo seu offlcio de 14 do cor
rente, de haver assumido a gerencia da companhia
Pernambuco Street Railway, na qualidade de
representante da admiuistracao provisoria, eleila
pelos accionistas no Rio de Janeiro.
Aos Srs. Henry Forster 4 C. -0 Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda aecusar recebdo o ofli-
cio de Vv. Ss. de hontem datado.gcommunicando
haverem entregado em 12 do corrente, e em vir-
lude de ordens recobidas, a agencia dos vapores
da companhia de navegacao brasileira aos Srs. Pe-
reira Vianna & C.
Aos Srs. Pereira Vianna & CO Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar recebiio o
offlcio de Vv. Ss. de li do corrente mez, era que par-
ticipara terem sido nomeados agentes da compa-
nhia de navegacAo brasileira neta praca, e have-
rem assumido esse cargo no dia 12 do mesmo
mez.
'onselheiro Joaquim Marcelli-
Carneiro, no de Brito, presidente do supremo tribunal de
justica. Tendo sido remetlido para esse tribu-
nal o titulo de nomeacao do juiz de direito da
comarca de Cimbres, bacharel Francisco Brandao
Cavaleanti de Albuquerque, am de ser registra
do. rogo a V. Exc. que se digne de expedir suis
ordens 110 sentido de ser devolvido a esto presi-
dencia o dito titulo.
Ao Dr. chefe de polica.Era resnosta ao
offlcio que V. S. dirigio-rae lioje sob 11. 717, tenho
a dizer-lhe que providencie no seutido de serem
remettidos para o termo de Santo Anto Francis-
co Caetano Bibeiro e Manoel Caelano Ribeiro,
autores do assassinato do tenente coronel Alexan-
dnno Martins Correa de Barros, deveudo o pii-
raoiro d'aquelles nlividuos ser recebido no termo
do Cabo, era cuja cadeia se acha recolhid -.-Para
esse fim recommendo ao commandante do corpo
de polica que ponha disposicao de V. IS. oito
pracas ama-iba ao aieio dia.
Ao commandante superior da guarda nacional
do municipio do Recife.Para os flns convenien-
tes communieo a V. S. que, por portara de-ta da-
ta, designei o 1. batalhao de iafantaria da guarda
nacional deste municipio, sob seu commando su-
EXI'EDIK.NTE DO DI a 16 DK ABRIL DE 1873.
1.' seceo.
Acto :
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu Joao Jos de Luna Freir, guarda do 4*
armazcm do almoxarifado do arsenal de guerra e
em vista do que informou o director daquelle es-
tabelecimenlo em offlcio de 4 do corrente, sob n.
389, resolve prorogar por mais um mez a licenca
que lhe foi ltimamente concedida.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
Tendo esta presidencia solicitado do ministerio do
imperio a expedico de ordens para fornecimeu-
to de pus vaccinieo repartirlo respectiva, quo
resenle-sc de falta desse preservativo, deixo por
esse motivo de satisfazer o pedido de V. Exc. cons-
tante de seu offlcio de hontem datado, sob n. 369,
que assim tica respondido.
ao mesmo. Pela lei tura dos papis anne-
xos, em original, ao seu offlcio de 14 do corrente
sob n. 293, tico inteirado de terem sido_punidas
correccionalmcute as pracas do 2 batalhao de in-
famara, que na noite de 3 para 4 deste mez ape-
drejaram vidracas e quebrarara lampeoes na fre-
guezia d-j Sanio Antonio. Inclusas devolvo os ditos
papis, conforme solicita V. Exc. no citado offlcio.
Ao mesmo. Expeca V. Exc suas ordens
afim de que seja apresentado, at o da 21 do
corrente impreterivelmente, ao juiz de direito da
comarca de Sanio Anto o desertor Manoel Igna-
cio de Lima, que tem de depor como testemunha
no julgamento dos assassinos do tenente coronel
Alexandrino Martins Corroa de Barros, devendo
a escolta que o eonduzir ter todo o cuidado em
que esse desertor nio se encontr com aquelles
criminosos, que vo ser para alli enviados pelo
Dr. chefe de polica.
Ao mesmo. Em additamento ao meu offl-
cio de boje datado, declaro a V. Exc. que o re-
eruta a que se refere o citado offlcio chama-se Pe-
dro Celestino dos Santos, e nao Pedro Celestino da
Silva, como se mencionoa naqaelle offlcio.
Ao mesmo. Mande V. Exc. por em liber-
penor, para a elle ser aggregado o alferes da 8.a
companhia do 1 batalhao da guarda nacional da
provincia da Parahyba, Joaquim Coriolano Monte-
zuma de Medeiros.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal dos municipios do Caboe Ipojuca. -Para os flns
convenientes commuuico a V. S. que, por portara
desta data, designei o batalhao n. 54 de infantera
da guarda nacional do municipio d) Cabo, para
ser a elle aggregado o alferes Francisco Antonio
Chalara, do batalhao n. 41 de infantera do muni-
cipio de ipojuca, de conformidade com a informa-
cao de V. S. de 14 do corrente, n. 46.
Ao comman Jante superior da guarda na-
cional do municipio de Garanhuns. Era resposla
ao offlcio que V. S. me dirigi era 20 de marco
ultimo, tenho a dizer-lhe que subsiste acerca do
pagamento de 25 pracas da guarda nacional, re-
qnisitadas pelo delegado de polica do termo do
Buiqtie ao capilao comman lante interino do bata-
lhao de infantera n. 3i>, a decisao desta presiden-
cia comida em offlcio de 22 de fevereiro ulmo,
segundo aquel le pagamento.
Ao commandante do corpo de polica.Re-
mettoa Vmc. copia do offlcio do Dr. chofejdo poli-
ca, n. 38*, de fevereiro ultimo e d* oulro do sub-
delegado d districto do Grvala, afiu de que seja
ouvido o sargento Jos da Silva Guimaraes, com-
mandante do destacamento d'alli, sobre as aecu-
sacoes que lhe sao feilas pelo mesmo subdele-
gado
Ao mesmo. Expeca Vmc. suas ordens no
sentido de ser amanha ao meio dia apresentada ao
Dr. chefe de polica urna escolla oe oito pracas,
afim de levar dous presos para o termo de S. An-
tao.
3.' seccao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communieo a V. S. para os flns convenientes que
o director gerente da companhia de navegacao
brasileira noiueou os Srs. Pereira Vianna & C.
para exercerem o cargo de agentes da mes.na
companhia nesla praca; cujas funeces assumi-
ram no dia 12 do corrente.
Ao mesmo. Communieo a V. S. para os
flns convenientes que pela administracio dos cr-
relos desta provincia foi concedida por portara
de 7 do corrente a demissao que solicitou o res-
BBrtivo pratlcante, Francisco de Paula Carner*
cuta.
Ao mesmo.Autoriso V. S. a mandar abo-
nar, nos termos de sua informacio de hontem da-
tada, sob n. 527, serie C, a Joao Baptisla da Rocha
Baixa Lins, nomeado por esta presidencia escrivio
da demarcaclo das trras e posses particulares le-
gitima veis nesta provincia, agratificacio mensai de
80*000, cuja despeza correr por conta' do crdi-
to de 7:706400 >. vota Jo pelo ministerio da agri-
cultura, commercio e obras publicas verba Tr-
ras publicas, do exercicio actual.
Ao mesmo..Nesta data, de acord com a
informacio de V. S. de 15 do corrente, sob u. 537
sene C, autorisei o inspector do arsenal de mari-
nha a mandar construir pela quantia de 3011 i400,
era que foi oreado um muro para fechar e Crinar
a posse do terreno devoluto existente na parle
posterior da casa de fuuilicoes e moblacocs daiiuel-
le arsenal. O tjne declaro a V S. para os lins con-
veniente*.
A* insiiector da thesouraria provincialEm
vista da inclusa conta, mande V. S. pagar a Nasci-
inenlo & Medeiros a quantia de 2836', proveni-
ente dos obiectos por elle* f irnecidos secretaria
desta presidencia para sen expediente, como se v
da mencionada conta.
Ao mesmo. -Communieo a V. S. para os lins
convenientes que no dia 14 deste rae- deixou o
!>r. John F. Whitinau a gerencia da compannia Per-
nambu&i Street R-iilway, que passoua ser exercida
pelo Sr. Gustavo Adolpho >chimidt, na qualidade
de representante da administracio, provisoria, eleita
pelos accionistas no Rio de Janeiro.
Ao mesmo. -Communieo a V. S. para os de-
vidos flus que, segundo pwticipou o t. secretario
da assemlda legislativa provincial em offlcio de
hoje, sob n 33, o Sr. depuiado Paulo de Amorim
Salgado Netto reside na eomarct de Barreiros e
nao nesta cidade, como por engao foi mencionado
na rebelo nomintl queacnmpanhou o offlcio desta
presidencia, de 31 de marco ultimo.
. 4-' *tfm,
Ofncios:
Ao presidente da proviucia do Maranho. -
Deferindo o incluso requerimeiito do cabo
de esqtudra do 2." batalhao do iafantaria Joao
Pedro dos Passos, rogo a V. Exc. su sirva do provi-
denciar no sentido de ser prestado por quera
couip.-'r um documento comprobatorio da allega-
CM feita pela referida praca, de haver marchado
para a campanha do Pariguay na qualidade de
guarda nacional designado pelo 1.* batalhao dessa
capital.
Ao presidente da caraira municipal de Sal-
guciro.Irregular e inteirammte censuravel fui
Q procedimouto que teve Vmc., convocando para
urna sessao extraordinaria os supplentes da oama-
ra desse municipio, cora raanifesla oxelusao dos
vereadores etTectivos, sob o frivolo pretexto de se
arbarem estes ausentes, contra o qne protestara
os alteslados do vigano, dolegado de polica e I.-
supplento do juiz municipal, com que os verea-
dores preju lirados iuslruiraiu sua queixa, o bem
assim por ter a lueaaa cmara perfeito conheci-
mentes, de que elles e os ou tros supplentes inme-
diato em votos, que deixaram de ser convocados
se oppariaui a marcha de seus trabadlos.
Seudit Ilegal essa oiivucacio, deve Vine, con-
si.lerar de uenbnm eiTeito touz e qualqucr deli
beracao havida naquella sessao, sendo que por es-
se motivo deixa de lomar em consideracao os of-
cios queras oram dirigidos por essa cmara il-
legitiraa.
Recommendo muito a Vine, que se abslenha da
reprodcelo de facosseraulhautos, altamente cen-
suraais, coireudolhe, iu qualidade de chefe des-
sa importante corpoiacaoo dever du ser o primei-
ro respeilador da lei, ; de nao deixar-se levar |wr
ontr.s inspiracoes que as de interesse publico.
Outrosira, canstando-ine por coinuiunicacTio dos
vereadores prejudicados que Vmc. accuinula as
funcroes de presidente da cmara e de supplente
do juiz municipal, devo dizer lhe que Ilegal esse
procedimento, por ser incompativel o cxercieio si-
multaneo de toes cargos, como expresso no de-
decreto n. 429 de 9 de agosto de 1845 e avisos de
5 de julho e 16 de outubro do auno prximo pas-
tado.
A Jos Mathias Dantas e oulns vereadores
da cmara muni-ipal da villa do Salgueiro.-Em
resposla ao abano assignado Vmcs., de 18 de
marco Ultimo, tenho a dizer-lhes que nesta data me
dirijo ai presidente da cmara desse municipio
estranhando i seu procedimento por ter, no dia
15 d.iquello mez reunido a cmara com exelusao
de Vmcs. declarando; de nenhum ilcito as delibe-
racoes tomadas naquella sessao por illegilimidade
da cmara. Onlrosira recoraraeiido-lhe que se
altstivesse de accumular as fuuccoes de presidente
da cmara e de supplente do juiz municipal, por
ser iucompalivel o exercicio simultaneo da taes
cargos, como expresso no decreto ti. 429 de 9 de
agosto de I si,"i e avises de o de julho e 16 de ou-
tubro do anno prximo passado.
Aojuiz de pai presidente e mais membros
da junta de qualilicac,ao da freguezia de S. Jos
desla cidade. -Era resposla ao offlcio de Vmcs. de
hontem datado, remeti incluso o modelo, que
que deve ser observado as qualificacoes, do qual
j foi enviado um exemplar ao juiz de paz mab
volado dessa freguezia, em 4 de dezerabro no anno
proxmo passado.
5.' seccao.
Offlcio :
A' comroissao consitaria da freguezia de
Agua Preta.Acensando recebidos os trabalhos
do recenseainento da populacao dessa parochia,
cabe-ine louvar e agradecer os servicos prestados
por Vmcs., na qualidade de membros da respecti-
va coramissio; certos de que taes servicos serao
opportunamente levados ao conheciraento do go-
veni" imperial, <|ue nao deixar de tmalos na
dvida consideracao. Iguaes s comraissoes cen-
sitaras das parochias de Nossa Senhora dos Mon-
tes, Santo Anto e Escada.
Portara:
Os Srs. agentes da corapanhia do navegacao
brasileira mandem dar passagem para a corte,
por conta do ministerio da agricultura, commercio
e obras publicas, no primeiro vapor que seguir
par* o sul, a Jos Francisco Coelho, engenheiro da
linha telegrapbica.
KXPKDtKNTB BO SBCBKTARIO.
* secfo.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda aecusar
o recebimento do offlcio de V. Exc. de 12 do cor-
rente, acompanbado das partes dadas pelo tenente-
coronel commandante da fortaleza do Brum a
cerca do assassinato do soldado do 2* batalhao de
infamara Thomaz Alves de Magalhes, e corarau-
uicar-lhe que n'esta data remelteu copia de ludo
autoridade competente, aflm de proceder contra
o delinquente nos termos da lei.
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha.S. Exc o Sr. presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do offlcio de V. S.
de 28 do mez prximo passado, solicitando as guias
dos sentenciados constantes da relaco, que a-
conipanhou o citado offlcio, o communicar-lho
que fleam expedidas as convenientes ordens no
sentido de serem satisfeilas as suas solicita .-oes.
4' seccao.
Offlcios :
Ao Dr. Joaquim Correia de Araujo, secre-
tario da asisembia legislativa provincial. -N. 76.
Do ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, passo s maos de V. S., afim de ser pre-
sente a essa illustre assembla, o incluso quadro
da divida passiva de exercicios lindos, liquidada
at 31 de marco ultimo, o qual para ter esse des-
tino foi enviado ao mesmo Exm. Sr. pelo inspector
da thesouraria provincial com offlcio dauuella data
sob a 121.
Ao mesmo.N. 77.De ordem de S. Exc. o
Sr., presidente da provincia, transmiti a V. S.
afim de ser levada ao conheciraento dessa illustre
assembla, o requerimeato em que Agr & C.
pedem que so autorizo a junta administrativa da
Santa Casa de Mi.-ericordia a conlractar cora os
supplicantes a annacao das casas e grojas por
occasio dos actos fnebres, c bem assim trans-
porte para o cemilerio publico dos cadveres
das cinco freguezias desta cidade e de seus arra-
baldes.
5." terrtio.
Ollicios :
Ao engenheiro fiscal da compauhia de II u-
minacao a gaz.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que nesla date ex-
pedio ordem .i thesouraria de fazenda, alim de ser
paga ao machinsta Luiz Moreira a quantia deque
trata o seu offlcio de 27 de marco ultimo sob n.
132; convindo que exija da corapanhia da illmni-
Daeio publica desla cidade as cuntas do gaz consu-
mido com a lluminac-io de palacio.
Ao engenheiro Jos Franciso Coelho.Com-
munieo a V. S., de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, que foram nesla data expedidas as
con venientes ordens, alim de V. S. seguir para
a corte, conforme solicitou em seu llleio de
hoje.
A' commissao censilaria da freguezia de Leo-
poldina -De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, communieo a Vv. Ss. que *>ram dadas as
convenientes ordens thesouraria de fazenda, atun
de ser satisfeila a im|>ortancia da des|>eza feita
com a conduccao dos elementos origmaes do re
censearaento procedido nessa parochia, e constan
te do offlcio de Vv. Ss., de 20 de marco prximo
lindo ; assim como que, adiando o mesmo Exm.
Sr. excessiva a retribuirn arbitrada para os
agentes recenseadores, reduzio a a 40100''*, e
ueste sentido deleriiiinou o pagamento.
Gabinete da presidencia de IVrnaralmro, em 3
do junho de 1873. lllra. Sr. Dr. Antonio Ve-
nancio Cavalcanle do Albuquerque.Accuso re-
cebido o seu offlcio de 2i do mez lindo, cobriudo
urna subscripcio agenciada por V. S. na fregue-
zia de Gamelleira, com applicaco s obras do
asylo de alienados, a qual mont-m na quan a de
.'tO000, que rae foi entregue da parte dos Srs.
Leal & irinao.
Era respos'a tenho a dizer-lhe que, agradecen-
do-lhe esse servicu o luuvo, bem assim aos subs-
criptores, por este act i de patriotismo e caridaJt.
De V. S. amigo attencioso venerador e criado.
Henrique Pereira de Lucena.
Illin. e Exm. Sr. Foi-me eutregue o appello de
V. Exc. philanlropia egencroridade do meu re
banho para a importante obra em coiistruccao, na
qual os infelizes alienados possam encontrar me-
mores corainodos, que nio os de que fruera em
una exigua depeudeucia da igreja da Misericor-
dia.
Congratulo me com os patriticos senlimentos
de tao insigne brasileiro, que assigna-la seu berro
cmi obra to monumentosa, fillu duquella luz de
caridade, que lhe accenderain seus pais no cora-
cao.
O1150, Exra. Sr., dentro em mira um brado sur-
gido como involuntario, seiiielhante ao do mori-
bundo, ja ein extremo pnva-lo da voz, que preten-
de um auxilio a seu padecer, sem que alguem o
perceba.
Eu me assemelho a esse moribundo pela pobre-
za, e que extenuado de torcas por tantos trabalhos
que me foram legados, quasi em testamento pater-
no, syi privado de altender >os lirados do meu
coracao, que nessas occasies arde em eliammas
de carid.uie.
Minha freguezia nial di-me o pao : e por isso
nom sempre tenho 11 quanto desejo para ser pro-
ficuo aos meus e humauidade, como devo.
Entretanto, de una diminuta congrua que, como
parodio, gozo, jltereco dez por cenlo, 110 empaco
de um anno, o que peder V. Exc. coramunicar
thesouraria.
Nomeei urna comraisso dos Srs., prolessor Cal-
dillo Eleuterio Teixeira de Barros, Joaquim T eo-
teoio da Silva Lyra, subdelegado Manoel Comes
dos Santos, capilo Jos Clemente dos Santos, para
adquirircm alguus|doua!vos ao lim proposto ; e do
resultado communicarei a V. Exc, a quera Deus
guarde. S. Caelano da Raposo, 2i de malo de
1873.-Illin. e Exm. Sr. Dr. Henrique Pereira de
Lucena, dignissimo presidente da provincia de
Pernambuco. O vigario, Galindi Firmo daSilcei-
ra Cataleante.
Gabinete da presidencia de Periiambneo, era 3
de junho de 1873.Rvm. Sr. vigario Galindo Fir-
mo da Silveira Cavalcante. Accuso recebido o
offlcio de V. Bvma., de 24 do mez lindo, era que
olerece dez por cenlo de sua congrua, por esparo
de um anno, para a oora do asylo de alienados, e
communica haver nomeado urna commissao para
nessa parochia promover donativos para o mesmo
lim
Em resposta tenqo a dizer-lhe que, agradecendo
a presteza com que acudi ao reclamo por inim
foito para obra to humanitaria, o louvo pelo acto
de caridade que acaba de praticar.
Espero que a commissao que se refere preste
os valiosos servicos qde V. Rvma. teve em vista,
noineando-a. -De V. Rvma. amigo attencioso, ve-
nerador e criado. -Henrique Pereira de Lucena.
Minas-Novas, 24 de maio de 1873.Illm. e Exm.
Sr. Tenho a subida honra de communicar a V.
Exc que, tendo promovido nesta freguezia de Ga-
melleira urna subscripc.au em auxilio das obras do
hospicio de alienados, obtive o resultado constan-
te da relaco que a este acompanha, o qual man-
do fazer eutrega a V. Exc. por mo dos Srs. com-
mendador Leal & Irino. Reitero a V. Exc. os pro-
testos de minha alta estima e consideracao.
Deus guarde a V. Exc. Illm. Exra. Sr. com-
mendador Henrique I eren a de Lucena, dignissimo
presidente da provincia. Antonio Ventncio Chi-
vateante de Alhuqnrrqiie.
lllms. Srs. Tendo S. Exc. o Sr. presidente da
provincia de mandar construir um hospicio de
alienados, comas propor^des hygienicas queoiTere-
cam todos os commodos aquelles desprotegidos da
sorte que tiveram a infelicdade de perder a ra-
za, e tendo feito um appello para este lira a todos
os seus comprovincianos dotados de sentimenlos
patriticos e humanitarios, e havendo sido abraca-
da geralmente to generosa idea para realis.ic.io
de obra lo pia quante altamente aUestadora do
grande avanco na estrada do progresso e da civi-
lisaco, nao poda a freguezia de Gamelleira dei-
xar de se associar a este emprehendiraento de S.
Exc, cuja utilidade, saltando aos olhus de todos,
olerece occasio para dar expanso a seus senli-
mentos religiosos, e urna prova de adheso ao ad-
ministrador zeloso que tem trazido reaes benefi-
cios provincia, em cuja administraca tem desen-
volvido grande illustraco e a mais restricta impar-
calidade, dignas do alto aproco de seus concida-
dos ; principalmente tratando-se de urna obra pia
em que tolo o hornera deve por em prova os seus
sentimenlos de amor ao prximo, tradtuidos pela
sublime virludc de caridade, esta filha primogni-
ta de Deus, que nao tendo patria e nem poltica, e
so residindo nos coracoes onde se ateta o fogo
sagrado da religio, pyraonde se depuram os mais
candidos e puros senlimentos e qoe deve ser se-
guida e acatada, nao devia a freguezia de Gamel-
leira ficar na retaguarda de suas irmas, qne por
sua vez torio de desenvolver para o mesmo flm o
seu espirito de religiosidade; e assim confiado nos
sentimentos orthodoxos de Vv. Ss., vera o bacha-
rel Antonio Venancio Cavalcante de Albuquerque
pedir o concurso de suas assignaturas, subscreven-
do com as quantias que lhes ditarem suas generosi-
dades, certos de que por esta forma prestaro um
grande servico, nao so a humaaidade cono mn~
sa cara provincia :
Major IVdro Barbosa da Silva MflM
Joo .Manuel ,i,- Barnu e Sdva MM
Francisco Coelho de Moran ***
Jos do Reg lama i|M
Joaquim de Medeiros Rapov, tff
Ca|iilo Jnu Pereira Chaves MM
Luiz Vieira de Freilas Z*m
Petronillo Pilla de Albuquerque ||M
lt-'iilo Severiano de F. I'illa SJH*
Capilo Francisco Manoel WaaViiV)
Lins SMoW
Manoel Antonio Ramos 10*9
Jennymo Barreiru Raogd 10t$
l'm anooymo tJIW
Francisco'Tito Xavier de Una tmwt
Manoel Heleno Rodrigues dos Sanio- 10Hm
Francisco Anlonni Cavalcante iH
Maior Francisco l'edro Sarci Bran-
dao mw
Miguel Alexandrino da F. Gal vio SJW*
Manoel (Joocalves de Lima %9*9
Manoel Tli ,un- de Jess IVm
Capilo Francisco Dorotbea Rodrigues
o Silva MNO)
Tenente Fructuo>a Das Alves da Silva WjSm
Vieeate Alves Correa SJMA
Joo Rodrigues da Silva Duarte IJM
Jos de Mallos e Silva Jnior I JIM
Vigario FloriaiKt de Quetroz Coutintei 5Jtn
Manoel Lourenco da Silva *m*>
Silvestre Pereira da Silva Guimaia s SJtOO
Dr. Jos.- Eugenio da Silva Ramos WjMi
Fr a iicm-o Genuino Com'-a *$iM
TIioiik- Joaquim da V. Figueiido l*"""
Mizael da Boclu Caolho 2W
Francisco de Araujo Lopes ttt
Pedro Olegario ljvalcantc Wanderl<-\ 2JWW'
Antonio Jos Monleini l*-)n>
Ausirecliano P. de Almdda Aodradi- XjMir-
Cecili & Santos Iim
Manoel do .Vusciinento C. Vito! IJtO
Jos l.i mren 1 da Silva 2#' 1>
Antonio Mauricio Bezerra l*omi
Antonio Ignacio do Nasciiiiento 14
Joaipiim da Silva Pinto ajof I
Elias Cordeiro (lastro -%Jtm
Jos Belanuino P. de Mello im*)
Maiioel Baptisla da Cooceicao **'
Genuiuo Jos de Oliveira !*
Joapiim Biiarque de Vercwsa la*'
Manoel Gomes de Barros e Silva Iiijmih
Bdisario Paos Barrete Filho X*tt0
Joa Jos .Narciso da A-sump.o Pires IJMK
Pedro do Nascimento de Miveira 14 O
Ignacio Mara da < onceici.i ttton
Antonio Carncini de almeida I JIM
Manoel (rimes da Silva 2JHUH
lureuco Brzt-rra Alves da Silva IrtlO O
Joo Gomes de Barro* e Silva >HM
Jos Albino de Lima t$m*
Manoel Hibeim da Silva *4W
Um auonyinx ItWo
Teneate Jos Basilio Camello (^tvakr alo SjtW
Vicente Elias ('.aval ante de Albuquer-
que
Teneute Joviniaoo Irmao Paes Brrelo
Alfonso Henrique Paes Brrelo
1'm annimo
Um annimo
Francisco de Paula Cavalcante l.ras
Thom Jacinlho de Gouva
Antonio Venancio Cavalcante de Albu-
querque
MMtOO
:>***>
14*4
t4*m
.*l40 H
J4Wi
H444kl
3JP4KIH
DKSP.VCIIOS DA raKSIDK.M:i\ DK i OS J-.\HJ tiK
HT.I.
Antonio Vctor do Sa Brrelo. Ao Sr irec-
tor das obras publicas para atteader a* inppli-
caute.
Adolph- Koap. -InfoTiu-: o Sr. imp^ter da the-
souraria de fazenda.
Dr. Augusto Carnciro MonteiM da Silva -
Informe o Sr. iusjM.-ctor da thesouraria provin-
cial.
Flix Amado da Silva. Euramiitlte-se.
Gnesis Mendon.a d AHmquerq ie M<*leiro
Informe o Sr. general commandante das ar-
mas.
Capitio Ini Ik-zerra Cavalcante Maciel.A" ir-
la da m linio;10 do comni.inuante superior.Co.
requer.
Bacharel Jos Mana da H ha CarvaMw.
Aguarde o supplicaute a lotacio do cargo mr
exerec para Icr lugar o |iagatu--nio
Joaquim Rodrigues Duro > (Nivetra.Interne
o Sr. general coiiunandante das armas.
Joo S.ilvino de Souza IVixc. Ao Exm. Sr fu-
neral commandante das armas* para ataenier a
supplicante.
Joaquim Gomes de Albuquerque. Sin, naw ba-
vendo inconveniente.
Jorge Lucas Gon.-alves Jnior. Informe o ?r
director geral interino da nstruccao pubura
Maior Joo Jos Gomes. Fonema-te.
Luiz Francisco Vieira de Luna Stm.
Manoel de Jess Jordao Caideira. Ufarme o Sr.
provedor da Sania Casa de Misen, ordu.
Manoel Antonio da Cunha. -Sim.
Rutina Mara da Coneeico laforme o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda, oaviao a te-
cao n'.-pectiva.
Rite twqiiata da Suva Alvaranga.-lnfirm-
Sr. inspector da thesouraria de fazendi, onvmdo
a eM.o.-ao respecliva.
Teueiitr-codmel Severiano Monteiro Lete.in
loruie o Sr. engenheiro cnefa 4a rmorcti W
obras publicas.
Secretaria da presidencia de Pernamamco. -"
de junho de 1873.
Oporleiro,
Silrii* A. Mtirifn.
Repmrtif mn> ni* -pmllria.
i.' eceo. NTretana da poliru de PermnMKN,
5 de junho de 1873.
N It9.- Illm e Exm. aV.-OnmfOH
titicar a V. Exc. que, das participaroes
lioje nesla reparlico, consta que fan
lindos casa d detencao os inirnottM se-
guintes :
A' minha ordem, Luiz, Jos, BernarV Marro-
lino, Landelino, Paseoal, Gregorio, Elias e Ortn*fa.
escravos da baroneza da Vera-taTU, ser tafim
A' ordom do subdelegado de Santo Annnm, Ma-
ra Luiza de Santa Auna, e Rosa, eserava > RMa
Francisca de Carvalho, por dislorbtm.
A' ordem do do I.- districto 4e 1 Jwe,
dos Santos Pinhcirn, de qn
parte diaria de h,-niem. por erisne 4o
A' ordem do da Capunga, Domingos, escrnvo t
Joaquim Francisco das Chafas, a
deste.
Em offlcio de hontem
gado do Cabo que, na nonte 4a 31 4o 1
chegando ao conhenmonfa dwa-an4okL_.
ja villa que se esteva dando um c.moSete antro al
guns individuos que se acnavsm rmmtnoa oa fjajn
casa ra do CuXixo 4a mensa vWa, pon ana 00
dirigir, dispersou a reonao e prosita a laxi-
raianno dos Santos e Antonio Vieonta, aonom 4o
conflicto e que estavaa rmanos, enana 4o leaas
resistencia da parte do seguado, o contra ea ans-
mos proceda nos termos 4a lei.
Deus guarde a V. Exc -lila, e lia. Ir. com-
mendador Dr. Hearique Pereira. 4t Lacwt, m%-
_J


r
Diario de Peraambuco S*xta feira 6 de Juiho de 1873.
==Z
nissimo presidenta desta provincia.O clifc de
polieia inte rio.. J/ancci Teriultano Thomiz lien-
m*"**
lenta, e tssstn fiear o banerrrotoiro garantido na! raujo, Tolentino de Garvalho, Felippe Figutiroa,
RIO BK JA^KIWO
13 BE ABRIL DK 1873.
Na sessao dafWWian dos .diputado, de l do
torreite o Sr. r. Amonio Joaquim de Moraes c
Silva, olitcndo ipafcvra pela ordera, disse o se-
Kuinle :
O Sr. Mornos Silva : -Sr. presidente, an
tes ile me oeeupat do projecto para que ped ur-
gencia, cuii^e-uic agradecer cmara a sua ex-
trema benevolencia rbnretlcndome a urgencia pe-
dida ; agora, poim, Iho peco alguns momentos
de aenrio. ^
Os diversos e repetid.15 incendios voluntario e
iuteneionaes que se tm dado na capital da pro-
vincia de Pern .imbrico, ipie tentto a honra de re-
pre-entar nesta casa e tamben) em outras rila-
os principalmente depois que uellas se estabeleee-
rara comparadas ou agencias de seguros contra fo-
grf, iiic indnziiam a offerecer consiJemcle da
?rasa o projecto que ormulei e que passo a lee.
A anembla geral resolve :
Atl. 1." Aquello que incendiar qualquer edi-
tlcio, consirurcao ou estabeleeimento, quer seja
publico, quer particular, ser punido COffl as ponas
de roubo, art. 2ti'.l do coJigo penal.
Art. 2 A tentativa de incendio, una vez que
tenha havido oomi ao de eomaustao, rere ponida
da as mcsinas penas do crime con-ominado, art-
274 do iiiesino cdigo.
Art. 3." Ficam revogadas as leis em contrario.
Kaeo Ja cmara dos denotado, :t de abril de
1873.Dr. Mojwi Sito:
Sr. presidente, ende os amigos romanos, como
anaita da lei dado-e tainas, a incendio era con-
sidera lo un crite mi ijeneris e como tal rigoro-
samente ponido. Mnitos nevos depois dos mim-
aos aceitaran] e seguiram essa doxtrina apenas
Mi inaisou menos inmlilieacao 111 penalidade.
Aerdenaeio do livro 5' tiilo H( r-ceneu mtei-
ranete a do urina dos romanos, ate ifecretanSo s
aMsma penalidale. que era o supplicio do figo.
Actualmente umitas naedes da Europa considerara
O crime de incendio un crime tui yeneris, e o pu-
era cora penas gravissimas como fo ve do cdigo
penal fram-ez art. 191 ; di coipgo penal liespanliol,
.irt. 136 e '*.">7 ; do cdigo penal portugus, art.
46 ; do cdigo penal das Doa Sicilia, art. 137;
do cdigo penal le Save, art. 321 e seguimos; do
onfligo pena! de Hannover art 318, ele.
Entra nos, Sr. presidente, como V. Exc. e a c-
mara sabeni, o incendio nao 11111 crime especial :
M9 oo o crime de daino aggravado. que o art.
i;i do nosso eodigo penal pune rom dona mezes
a quatro anuos iki prisao simples, mi segundo o
art. ni s, 2 do mo-mo cdigo nina 'eirrflnislan-
vi.i aggravante, se elle se pende a nm crime mais
grave, come oor exemplo ao homicidio, em ciijo
caso eslo pnni-lo eom as penas do art. lili.
Eu reconheoo, Sr. presidente, que nio tanto a
fealdad 1 e severidad da p.iui.'io. o que mala roe >rre para embaracar
a perpetra;"!o dos delicio (ipna 1 is| ; mas alera
ile que a gravidadec vigos das penas ti1.11 malta
impiftancia, por ;s-o que e aroprio da uatureza
humana timer 111 lis o mal niau : lodosos cri-
men nao sao ponido rom as amainas penas, e pa-
ra os crimes maioret silo comminadas penas mais
mav s : prop in lo par. o incendio as penas de ru-
lo, eu Uve tambera cm mente estabelecer contra
aqelle erime .1 acodo puotica foe urna ron-e-
qjeucia das peuas prapostae.
Deve ser o erime de incendio considerado romo
actualmente o 6 pelo nosso cdigo penal erime de
- datan i, e porlanto un erime particular, tem resul-
tado a sua rou-t.inl impunidade, como se nao po-
de deixar de reconbecen
Aquellos a quem o incendio pode prejudiear,
nao temh de ordinario scieneia ou conliecinn'iii 1
las circamstaneiaa qne aoaaeamo precsdeaaia ou
se aegoiram, sao naturalmente inclinados a consi-
dera-lo casual ; e meaaw qnando assiin nao peu-
sem, atienta i illleuldade da pwni aos incommo-
dos de mu prore-so crime c ineeiteca do resol-
tadi, elles nio qiierern usar da aceie criminal ;
preferem lutar no (Aro civil ou eonuoereial, ou lia-
ra Uavereai do incendiario a importancia da oou-
U incendiada ou para se nugarem ao pagamento
da aomma segurado, sea eonsa incendiada seacha-
va segura
P r nutro lado a polieia, por isso que o crime
de incendio 6 particular, e nao tem lugar o pro-
cedimento oflkial contra n incendiario, nao pro-
cede ao iii|iieritos, investigacocs, iudagacoes e
exame-, a que poderia di prompto proceder, se
tivesse lugar a ac?n patuca, e qne militas vena
llie dariani a ponta do fio, que a eondiuiria ao ple-
no eon eeimento da verdade ; e assim se perdein
para a justi.a esses momentos preciosos, em que o
incendiario, nao tendo ainda ivmhecimento de to
da* as orcurrencias, do que lei visto e observado
tanto ante como depoi do incendio, nao pode ter
Ofganisado tta det'eza, nem preparado ou dispos-
poss do que roobou ao seos credores, e livre d
todo o prore limento criminal; ou se a cousa in
cendiada eslava gura, o incendiario tem em ri*
ta obter dos seguradores a importancia da som
D segurada, fazendo queimar mcrcadorias, que"
pouco ou nada valiam, ou figurando quoimadas
mercadorias, que j tinbam sido vendidas, ou que
haviatu sido anlcs cautelosamente sulilrahidas.
S4o estas, Sr. presidente, as ronsideracoes que
tinha a produzir em sustentaiio do projecto, que
tenho a honra de olTerecer apreciaco da cama
ra, e pelas quaes entendd que o incendio deve ser
considerado um crime sh ge*erit; que deve ser
punido eom penas mais graves do que actualmen-
te o pelo nosso cdigo ; e que em todo o caso
deve contra elle ser decretada a accao publica.
(Anoiados, muito bem, muito liem).
Vem mesa, lido julga-se objecto de dellbe-
ra*o, e remeltido Commissao de just;a cri-
minal, o seguinte projecto :
A assembla gcral resolve'?
Art. i." Aquolle que incendiar qualqucr eili-
Cincinalo ('.amboim, Firmino de Novaes, l.amenha
l.hw, Mbaqacrnofl Lcenla, Cunlia e Figiioiredo,
Gees Gavalcanie, Henriquo Mamede, Jy (.n'rta Je
Araujo, Freir ttameiro, Mello Hego? Olympio
Marques, Amata!, Gomes Prente, Uclia-Gaval-
cante e Pinto Junibr.
Abrc-se a sessao.
licio, coiistriic;,o ou estabeleeimento, quer seja
publico, quer particular, sera punido eom as pe-
nas do roubo. (Art. 263 do cdigo penal).
a Art 2. A tentativa de incendio, urna vez que
tenha havido comeco de combustao, sera punida
eom as mesmas penas do crime consummado.
(Art. 274 do mesmo cdigo).
Art 3.* Fieam revogadas as leis em con-
trario.
Sala das scssiles, 3 de abril de 1873 Mornts
Silva.
li' lula e
(1 Sr. I"
ovada a
TARI
terior.
o soguinte
DIK?
io do
ata m
erojecJeJ
npemnos d
noj
alj
Jre
tiendo copia do
ecife-, lepresen-
irues Terdes.-A"
DlAllODEeEtMAlittfUUU
HECI?K, 6 DE JWfp DE 1873.
\ot:j'i;is do iios'ic Amanheceu hontem em nosso porto o vapor
bra at 29 de maiii, do Rio Grande at 3, e da Pa-
ralaba at i 00 corrente.
Nada occorreu no Gear nem no Rio Gran-
de, que, nioreca nioncao.
- Da Parahyba nos escrevo nosso correspon-
dente :
O disturbio que se deu na eida le de Maman-
guapo eoliamente nao leve mais neaiioma conse-
queneia desagradavel ; o chafa de polica nstau-
rou o competente processo contra os autores da
assuada, loram pronunciados Eneas L\diano, Ji
Valentim, un irmao desle e Antonio de Paula
art. 20o do cod. criat, a a populado contina
ludir a sua responsabilidade, e
to os mei
evitar as poms em que incorreu.
\ caiuar.i permiUir que en mennone dous fae-
tos para corroborar a ntinha assereSo
Sr. pr' -i i "ote, lous incendios, alem le OUtros,
se deram ) auno passado na capital de Pernambu-
buco, dos quaes live pleno conheeimento, um teve
lugar no mea de junho na (regneaia da Roa-\ista.
e o outro leve lugar no mez de agosto, na fregue-
zia da Recite.
No pritneiro, em que a autoridade policial res-
pectiva, levada do sen nimio ze|o pelos internaae
da jostica, proceden ao inqneritos, investigacies
e cxame's que julgou convenientes, appareceram
revelacoes, indicios e provas l.io convincentes, que
ievarain erideaeia qoe o incendiario havia sido
o proprio dono do estabeleeimento, que o havia ha
uoucos mezes segurado por alta quantia.
o segundo, qne teve lugar na fivguezia do
Recife e em que a autoridade policial entendeu
4jue nao devia proceder a esses inqueritos e in-
vestigagoes por ser o incendio crime particular,
se por acaso defiois de exlinclo o fogo se nao ti-
vesse encontrado nas prateleiras, em dillerentes
pontos, montculos de pedacos de pinho de Riga
adrede preparados, e cuidadosamente ah dispostes
c collocados para se fazer promptamente alear a
ogo aos diversos ngulos do estabeleeimento se
nao se tivesse encontrado, repito, essa prova ro-
busta e inconcussa, o incendiario teria logrado o
seu intento, que era obter dos seguradores a alta
somma segurada fazendo queimar mercaderas,
que pouco ou nenhiim valor tinham.
E' verdade, Sr. presdeme, que sem alterarse
a penalidade actual decretada pelo nosso cdigo
contra o incendio, isto contra o crime dedam
no, podia-se estabelecer para o caso de incendio o
procedimento olflcial ou accao publica; mas em
todo o easo, segundo miaba humilde opiniao, pen-
s, que na especie nio ha actualmente proporeao
entre a pena e o delicio.
Sr. presidente- se entre os antigos romanos o
incendiario depoi de acoilado sonra o supplicio
do fogo ; se pela citada ordenacao do livro 5o til.
66 elle soffria o mesmo supplicio ; se actualmente
na Franca elle tem pena de morte qnando o in-
cendio de e lilicio habitado ou destinado habi-
tado, e de trabalhos pblicos forjados perpetua-
mente nos oirtros casos ; se em Portugal, de cujo
cdigo penal foi supprimida a pena de morte, se
pune eom trabalhos pblicos forjados perpetua-
mente ao iaeeiidiario de edificios habitad s ; se
e6se pen*ar, esta doutrina se observa anda em
outros paizes, possivel que entre nos se conser-
ve para o iuceinliaro a penalidade do art. 266 ?
Que o incendiario seja punido eom dous inezes a
quatro anuos de priso.simples.
O Sr. Caiboso db Mknezks : Nao por certo.
O Sr. Mouks Silva : Comparemos o crime de
incendio eom o do roubo.
SeaqiHleque por exemplo torca a (echadura
de urna gaveta e dcsta tira urna pequea somma,
nm objecto de mnimo valor ou mesmo nada tira
tem commettido o crime de roubo (arts. 2C9 a
27i) e incorrido na pena de um a oito annos de
gales, dever ser punido eom dous mezes a quatro
anuos de prisao simples aquella que nio so quei-
raa essa gaveta e tojos os movis da casa, mas
inccnieia a propria ca*a, leva o terror a todos os
seus moradores e derrama o susto e a alarma pe-
la viziohanca ? Esse nio poder, certamente, ter
menor peaa do que o roubador.
Um Sr. Drputado E al p5e em rieeo as
vidas.
OS", Mo.\es Silva : -Nio se sopponna qne a
intencio do incendiario menos criminosa do que
i do roubador. Ambos tm o mesmo fim mais ou
raooo.proi;trnamente; ambo? procuram apropriar-
se do nem do ouirem, loeupltar-ge costa heia.
Se o roubador tira o aPicio para si ou para ou-
trem, o incendiario em regra e a le feila para
a regra), nao tem fim diverso; pos que os incen-
dios de ordinario tm um desles dons fins : od
ta realsados para se fazer desapparecerem as
jiroras de alguma bancarrota culposa oo fraudu-
Joao
no
em
seus hbitos de tranqilli lde, cando todos mili-
to satisfetos eom o procedimento iniparcal e ao
mesmo lempo severo do Sr Dr. Mendonea no de-
sempenho do sua coinmissau.
Perante o jiiiz de dircito desta capital foi jul-
gado Olegario Sarava de Garvalho Neiva^ que es-
lava proee: sado pelo crime de inlroduceao de ce-
dulas falsas na circulajAo, sendo condemnado no
medio da pena ; eonsta-nie qno appellou da sen-
ten;a para o tribunal da reiaeao.
Aita-se anda aqu una catabre questao de
una siiboaria. A cunara niunieipal |)ermitlio a
Francisco Marques da Fonceca que eslabelecesse
una fabrica dessa uatureza na ra mais publica
e mais central desta cidSde aeai attender as le-
elamafOO do inspector de sade, tendo iiotneado
una coinnnssao de medieos, que foram o com-
nindador Pogji, Dr. Gordeiro e Dr. Santa Rosa,
para eniliecer das eonolce hygenicas do esta-
be'.ecinieiilo; e conformando-se eom o parecer
dessa c immissa-quc coaiialeu a opiniao do ins-
pector de saude
Entretanto tendo este aTecUado a questao a
{anta central de hygieno veio ltimamente um
aviso d 1 niuistro do imperio, recomiiiendandoque
eanutra confecciouasse una postura para que di-
la fabrica e nutras que se aelassein em idnticas
ciieuinstanc.is de insalubridade iossem removi-
das do i.-.Mitro da populacAo.
1 As obras publicas eom a fis?alisacao do dis-
lnctoeiigenlieiro Dr. Domiugo Jos Rodrigues,
que ah vantajosaniente condecido, tem tido
grande incrementi. / e.-ta concluido o edificio
destinado para a escola publica do bairro alto ; e
tolo quauto servido que se faz actualmente sol)
a direc.ao do mesmo engenheiro eom aerbieio
e telo, porque elle, sabe-se, nm fdnecionari 1
muilo nielligente einuito activo.
t Sub seu parecer e momita, segundo vi do
Jorn-il d,i Pura'.i/ba de sabbado (31) foi aceita pe-
la presiJencia una proposta dos negociantes des-
sa provincia Jos Alvos Barbosa e Alredo C.ardoso
Pereira associados a Antonio Rorges da Silveira
Lobo sobre a construcejio de una estrada de fer-
ro oconomica da cidade do Mamanguape esta
capital e dalli at Gcngibre, sem ouus algum para
a provinei 1; pelo que foi aceita e nio podia ra-
zo iviilmedte ser recusada, e feito o contrato, que
licoii dependente da assembla provincial.
Desvaneeeu-se assiin o preconceito que se ia
formando de que sondo S. Exc. painainbueano
nao aceitara a proposta, tendo esta por lim aci-
litar o commnrc o de Mamanguape rom a capital,
o qual se faz actualmente eom o Recife.
Icemos no Jornal:
No dia 23 do cadente mez, s II horas da
manlia, deu alma ao Creador, uesta capital, o nos-
so digno amigo e alliado poltico Jos Pedro Ro-
drigues da Silva, eom 78 annos de idade.
Natural da provincia de Pcrnambuco, desde
muito resida entre nos, sendo gcralmeute consi
derado, quer como particular, quer no exercicio
de cargos publico.
Morreu viuvo, tendo contrahido nupcias por
tres vezes : a primeira eom I). Mari 1 Margarida
lo Reg, fillia de Paulo Francisco do Reg e sua
inulher D. Mara Auna do Sacramento Reg ; a
segunda eom l>. Rita de Gassa Garneiro da C.u-
nba, lilha do.ca|)tao Joaquim Mauoel irneiro
la Con a e sua mulhcr I). Manoella de Brto Fc-
li < ; a tercera eom D. Caetana Annunciada da
Gloria, li'ha do maj..r Felippe Cesar de Albuquer
que o sua mulher D. Auna liiiarjue de Mello ; to-
das ellas naturaes Deixou 7 filaos, sendo 3 do segundo e 4 do
terceiro matrimonio, 13 netos e 3 bsnetos.
i Desde sua mocidade tomou parte activa nos
negocios publico, esforzando se por bem servir o
paiz ; ligurou nas revetaedes de 1817 e 1824 eom
toda dedicacao e zelo pelas ideas das mesmas re
volliejes.
a Nos comicios eleiloraes sempte foi seu nomc
distinguido, como mereca.
fjaasi ordinariamente eleitor de parochia, oc-
cupnu o cargo dejuiz de paz da villa de Alhan-
dra, de presidente da cmara municipal desta ca-
pital e de deputado provincial por esta provincia.
Servio tambera por 26 annos o lugar de the-
soureiro da tliesouraria geral eom muita mtelli-
gencia e honradez, no qual foi aposentado em
1836.
Oecupra ainda o posto de capillo das orde-
aaocaa e o de comniandanlc do carpo de polica.
u Em atteneao aos seus bons servicos mereceu
ser agraciado eom o habito da imperial ordein da
Rosa.
Morreu pobre, legando a seus descendentes
mu norae honrado, cuja memoria os ennobrece.
t A thesouraria de fazenda rcmelteu para o
fesouro pelo vapor Par 70:3004, sendo 30:000$
era notas de 3004 e 2004 e 20:3O4 era notas de
o\)i e de 24 substituidas.
t Teve lugar perante a junta do thesouro pro-
vincil a arrematacao do dzimo dos gados vac-
cura e cavallar da prodcelo de 1871 187i, cujo
resultado Foi o seguinte
OfhYio>
Do se
offleid
lando contra
coininislo de negrierte^c caaiejas
DepKndre Ilezart* de A%qOcrque Barfn;,
eicri4iafio jurj do tewio da Victoria, pedlado
pagaiemo da qThn#r11e tmjflW) provenfenffi de
castas.A' commiesao de orcamento municipal.
08 Aqufnn fos V Ciilnuwes Feraejra, Pr()-
fejsor de Nova OuMiediado-uin anao |tliC8DC3-
A' eommissio de petcoea. -
DirFranccIino Olympio Pereira de OHvetra, es-
crivao da subdetognciaj.de Fre PeJro^eieal-
ves, pedn'do Broveniento de cusas. A' conimissairde orea-
ment munlcipnl. !. !.-i
E' lido, apoiado e dispensado da ijiipresao o se-
guinte pareci- : |
A ciininissao de Jaienda e orcamento, enlen-
deno sercm necessarirs os crditos suplcmenia-
res a diversas verbas da lei do or.;.ainonto vigente,
pedidos pela thesourana provincial, em seo olficto
de 21 de marco do cotrente^anno, para o fiftde oc-
correr sdospezasdo/espcctivq exercieio.jle pa-
recer que seja adoptada a seguinte resolucao :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
bu.'o, resolve :
Art. I. Fica aherto um crdito supplementar
as verbas da lei do oro-amento vigente na impor-
tancia de 119:742,:!6, sendo _a.sua distribuigao
faita assiin :
19:2014600
i:O'8,JO00
2.40U4000
1:3314700
1:421*333
200*000
61*4010
23:0-6f984
12:448*013
lO:243lOO
6:6485917
534133
1:8705461
1:8304864
2:000*00(1
1:3994228
Il:2l249fi0
OOO'OO
3:1014730
11:3234000
0OO4OOO
tohhian frequenlado eom aprovetamen'to ama s-
cola publica
"T/tejetado.
Aj 51. Aos estabelecimeot'W particulares do
instniccao |irim.ira que, fundados a duas leguas
jtelo menos de distancia da escola publica mais
prxima, obiiverera urna freqtienca de vinte o
cinco alumnos, poder ser concedido um subsidio
animal correspondente frequencia e aproveita-
~" to.
qiialquerestabeleeimento nestas con-
itar o sulidlo, que deve ser-lho con-
presidente da provincia, fica oubmat-
en das leis e regulainenlos que re
ecao publica;
lis c Silva : Sr. presidente,
vra, porqua o artigo era diseoaaio
osicoes, cuja utilidade eu nio reco
O portan que os autores do pro-
areoam, o me ponliatn em relevo a
tem este artigo ; diz elle assim (bq.
O
ped a
contera!'
nbecoj
jecto
utilidade q;
ne
S 14 art 4'
13 < H
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t 11
15
2^ 2*
Capital.
Mamanguape. .
Independencia.. .
Inca......
rea......
Pilar......
Pedras de Fogo. .
Rananeiras. .
Cuit.....
Campia Graude.
Cabaciras. .
S. Joao.....
Patts.....
Catle do Rocha.
Pombal. .
Piane. .
Misericordia. .
Souza.....
Cajazeiras. .
2004000
2:6705000
3:0> 050(
8304000
1:1334000
1:800,500:
i:3334'i03
3:4504000
7:1805000
0:7005000
2:30I4HOO
15:4104000
6:4015000
10:3005' 00
6:110000
3:800500)
3055000
4:0105000
1:5025X100
79:579*000
ASSEMBLA PROVINCIAL
SBS8AO ORDINARIA EU 3 DE MAIO.
PRRSIDEKCIA 00 SR. FERREIRA DE AGOTAR.
Ao meio dia, faite a chamada, acham-se presen-
tes o seguinte Sr?. deputados : Vleira de Arau-
jo, nati eSMva. Vieira de Mello, A. Corr d'A-
Sala das coinmissocs, 3 de maio de 1873./.
ile Mello fegn.-J. Corveta de Araujo.-Marques
Ja Silvi.
Silo tambera lidos, apoialos c mandados impri-
mir os projecto n. 57, 38 e 59.
O Sr. La.uk.niia Lims pede dispensa de impres-
so do parecer ra comn?sa'o de fazenda e orca-
mento que acaba de ser lido atienta a urgencia,
ahm de que seja elle dado para a ordem do dia.
Consultada a casa foi concedida.
oru uno DIA.
Continnaco da 2- discussao do projeclo n. 54
do anno passado.
Art. 42. Para occorrer :'is despezas qne devem
mmivar o fornecimento de vestuario aos indigen-
tes, os premios decretados pela presente fe, .re-
novaran do mobiliamcnto das escolas c construc-
cao e edificios apmpriados ao ensflio primario, e
stabelecido um fundo eom especial applica>rio a
instrnecao publica que ser constituido pelos se-
iuntes meios :
" I." 2 0/0 addicionaes sobre a rendada provm-
cii *
2/ fmpOVIa decretada pelo art. 2") sobre os
ttulos de n 3." 15 0/0 sbreos vencimientos dos profossores
de mstruccao secundaria iWs'qoatro primeiros me-
zes de exeicicio depois 'de sna nomea^lo ;
J4. lOO.Oem igual periodo sobre os veneimen-
tos de todos os'demais ompregos da instruecfio pu-
blica ;
5. 10 0,0 sobre 03 vencimeotoe dos emprega-
dos provinciaes nos tres primeiros inezes de exer-
cieio depois de sua nomeacao ;
6. 10 0/0 sobre o sugniento de vencimentos,
descontados cm igual periodo ;
7. DilTerenca entre os vencimentos qne com-
petem aos fimecionarios effectivos, que se refe-
rem os arts. 33 e 34, e os que ficam eompelindo
aos fimecionarios inlernns, n.\o sendo applicavel
a estes a imposico decretada no 2 ;
8. Producto das multas impostas p*las lei* e
regnlamentos que rege a mstruccao publica ;
9. Beneficio liquido de cinco loteras de.....
120:0005' 00 cada urna, que ficam concedidas ao
fundo destinado instniccao publica, devendo ex-
trahr-se animalmente tres partes de urna lotera
independentementc de classiricacao na lei do orca-
mento ;
10. Donativos que possam e qneiram as carai-
ras mojeipaes votar insiruccAo.
11. Donativos particulares.
E' rejeitado.
Os arts. 43 o 44 foram julgados prejudicados
pelo resultado do art. 42.
ArL 43. E' autorisado o emprego, segundo as
circunstancias de qualquer dos methodos co-
nheeidos pelos nomes de individual, simultaneo e
mixto.
P blica antorisar titulo de ensaio o emprego de
qualquer novo melhodo recommendado, acompa-
nhando por si ou por seu agentes o segnimento
das lices e verificando o grao de aproveitamenio
dos alumnos, do que dar conta particulansada-
mente em seu relatorio anmio.
Poder, tambem como ensaio antorisar alguma
ou algumas professoras a admitlir a matricula
alumnos do sexo masculino, menores de dez an-
nos.
Val mesa e apoiado o seguinte substitu-
tivo :
Art. 45. Poder o inspector da instruccao pu
blica autorisar titulo de enfaio o emprego de
qualquer novo methodo recommendado, acompa
libando por si ou por seus agentes o seguimento
das liooes. e verificando o grao de aproveilamento
dos alumnos, do que dar conta panicularisada
no seu relatorio annuo. '
Poder igualmente autorisar alguma ou algumas
professoras a admittir matricula alumnos do se-
xo masculino, menores de 10 annos.1/cAoi Ca-
eaIcunle.-A. 4e Araujo. Tolentino de Carva-
Uto. .
Encerrada a discnsso e posto a votos o substi-
tutivo, appiovado. ficando prejudicado o ar-
tigo.
Art. 46. O concurso para o provmiento oas ca-
Jeiras para o sexo feminino continuar a ser re-
gulado pelas disposicoes em vigor, observndose
no aeeesso das cntrancas as regras cstabelecidas
pelo art. 18 a respeitotlos professore.
E' a|ipi ovado.
Art. 47. No concurso para provimento das ca-
deras para um e outro sexo, pode a coramissao
examinadora deiaar ds classlficar e propor aquel-
es dos concurrentes que se revelarem pelas pro-
vas, inhabeis para o magisterio, cabendo recurso
desta deciso para e presidente da provincia.
E' approvado.
Art. 48. Sern feriados nas escolas publicas,
alm dos das designado^ no art. 75 da lei n. 3'i9
de 14 de malo de 1833, o dia 27 de Janeiro e as
quintas-reir de c,ada semana em que nao bou-
ver outro algum da feriado.
Vai mesa e apoia-se o seguinte artigo addi-
tivo :
Sero feriados nas escolas publicas, alm dos
domingos e das de guarda, os de festividade na-
cional designados por lei, 05 de luto publico de-
clarados pelo governo, o dia 27 de Janeiro, os de
carnaval desde segunda al quarta-felra de cintas,
os da semana santa a8 o domingo da paseboa, o
dia de finados, os que decorrerem do 1* da de-
zembro a 7 de Janeiro, e'as quinta-feirass de cada
semana em que nao houver algum outro feriado,
excepto nas localicHdes em que houver feraj, on-
de entao ser esse dia feriado Uchj Cnvakan-
tf.lhlentino de Carvafko
acerrada disctissib, ppstq a votos o subs-
ritutho c appnWajfo, sendo prjodlcaa o artiga.
Art. 49. Ser tteflddo na"Jttbnaco o tempe fle
aervlco em escolas nocturnas, contado na razae
da terca parte.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda,:
Bm ve? d crea parte diga-se miarte. A.
Correa ie Ar/fo.- Vtka iknakatat.'y
Posta .votos/oi appruxado o artigo e'bem as-
sim a emenda.
Art. 50. Em iguaidadc.de crmdirfles serto pre-
feridos para os empregos provinriaes ns rdado
qne, stibsidisooeie)o fimd>> destinado instniccao,
lu nao sel, Sr. presidente, a razio porque se lia
le conceder esse favor s escola! pariicnlaroa,
dando se snbvencao aos professores das que estao
na distancia de dnas leguas das escolas publicas.
Um Su. Reputado :-E' vm incentivo para des-
envolver .1 nstioefao.
O Su. Ratis k Silva : O incentivo es la na
obrigacao dos pas dos alumnos, que devem ani-
mar os professoras, raandaudo seus tilhos para
freqnentarein essas escola e pagarera aos pro-
fessores. Nao se.i, portento, qual a razio de so
conceder s escolas particulares essa gratificaeao.
O Sn. Tolkntino de Garvalho d um aparto
O Sa. Rato e Silva : Se procede o argu -
ment do nobre deputado, enlao cu direi que
nio se deve limitar distancia o sun dizer-sc que a
escola particular que tiver de frequencia um corto
numero de alumnos, ter o seu wuleasor o direilo
a perceber una certa gratilicacao ; isto, porcm,
no caso de proceder o argumento do nobre depu-
tado, mas eu entendoque nao ha raza alguma para
que sa de ao professor particular, que teiu seu
ordenado certo, contratado eom os pais de seus
alumnos, nma subvencao que vem pozar sobre
os cofres publico, principalmente quando a pro-
viucia nio o pode fazer, pelo atraso e dihVul
dades em que actualmente se acha em conse-
quencia do grande dficit.
Se acaso 6 isto pelo numero de alumnos que
frequentam as escolas ; entio eu direi que eom
a maioria de razio se deve dar una graflcagao
aos ^professores pblicos, cujas escolas tiverem
a frequencia maior de 5i> alumnos.
O Sr. Tolexti.no de Carvawo : -Parce que j
existe.
O Sn. Ratis e Silva :Nao.
Como disse, Sr. presidente, este na obrigaoao
dos pais procuraren! a instruccao para seus Albos,
e, se est na obnga.-io delles procurar a anttuc-
i;o de seus ilbos, nao do professor particular,
que depende a maior ou menor frequencia de
alumnos, mas smente da vontado do* pais uian-
dando seus lilbos para as escolas particulares de
preferencia s publicas ; d'abi que vem a grande
frequencia, que podem ter as escolas particulares;
mas isto nao razao para que se den conceder
essa subvencao.
E, se, 001110 disse o nobre deputado, urna eco-
noma para os cofres pblicos, eu direi que ueste
caso se deve supprimir as escolas publicas ; por-
que ser a econoinia mais completa.
(H um aparte).
O Sn. Ratis k Silva : -Sendo asim, aco que
nao ser isto justo ; porque os prolessores parti-
culares, que so sujeilam a ensmar, fazendo um
contrato eom qualquer que os chaina, para ensi-
nar seus liihos, nada mais devem exigir, e por-
tento nao ha razio aara esta subvencao.
E se eese contrato Ibes e vanlajoso e Ibes con-
velo nao devem esperar remuneraeao alguma dos
cofres provinciaes, que s estao obrgados ao pa-
gamento dos professores niblicos.
OSh. Tolentino ds C.arvamio : Mas o estado
tera ou nointeresse f
(Ua outro apar*).
u Sa. Ratis b Silva : Est engan'do, meu
nobre collega ; e deinas se isto se conceder, nio
llavera professir particular nenhum que nao nos
venha dizer que tem a frequencia de tantos a
tantos alumnos, para nos pedir s-.ibveiica*.
fHa 111 o aparto;.
O Sb. Ratis e Silva : -Anda assim nao eslou
satisfeito.
O r. J. C. d'Ahaijo d 11111 aparte.
0 Su. Ratis e Silva : E pode mandar para
algum administrador menos prudente e just-
ceiro, alem do que nem sempre leremos presi-
dente de nossa conlianca; para que estarmos a
delegar-lbe aquillo que nos podemos lazer, e que
de nossa attribuicoes 1 Em urna outra occa-
sio, e em outras circumsuncias, poderla larrea
ser conveniente e justo que se concedesse essa
gratilicacao : ponto agora que os cofre pblicos
esto exhaustos, nao acho que se possa, e deva
conceder este e senielbanles favores ; portante
voto contra o artigo.
O Sr. Uciioa Cavalcastr faz c msideraeoes em
favor do artig) em discussao.
OSr. Ratis e SU va :-.\'ao me satishze-
ram ile modo ilgum as razoes apresentadas pelo
nobre deputado. Ella- me nao eonvenceram
mas avenlou elle urna idea que julgo til ; e e
que se eoncedeudo essa subven;ao ao professor
particular licara elle obrigado a admiti em sua
escola e ensinar gratis os menino pobres. Coin
estecondico nao tenho duvida cm aceitar o ar
ligo, e neste sentido vou mandar i mesa 1
emenda : s assim votaret pelo artigo.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
No fim accrescente-sesendo o professor obri-
gado a admittir gratuitamente pelo menos cinco
alumnos pobres. Halis e Silva.
Encerrada a discussao, e vcricanJo-se nao ha
ver numero para votarse o Sr. presidente designa
a ordem do dia e levanta a sessao,
cando relirar-sa plir ontra porta, so aehva na
ra, foi obra de poneos nrinDs.
A billa, atravesando o trane.i de Fr.incsee
Borgea, paawa de raspio pela panda, qoe ante
ello ficava, varn adianto, j na esquina, o jiellio
de um menino de 13 anuos, que d'abi aisisiia ao
conflicto, e foi ainda contundir a prna de una
tercera peseta, que desppareceu sem dar novas
d si.
Qnando a-povo U'ateva de prender o asstssino,
una praca do 2 batalhao de infantaria de linha,
de norae Joatino Prancisco Ribeiro, qoe ah tam-
bem se achava casual ou propositaba! -ni, mas
tambem fardado e anii ido de baioneta, valendo-se
desta atirou-se ao pi vo em dofeta do seu com-
panhero, dando logar a que este se evaditse, e
nio satisfeito eom isto approxmou-se de Francisco
(Jorges, qnecahira, e sobre elle desearrogoo duas
baionetadas.
Aperlado seriamente pelo povo, depois de algu-
ma resistencia, deixou-se prender.
Francisco Borges foi recolhido ao hospital Pe-
dro H, e so estado g ae ; a rrianca ferida fo
recolhida casa de sua familia e declararan! os
peritos que telvez seja necessaria una ampu-
teao.
A autoriJade policial competente foi diligente e
provideaciou no caso de coforinidade eom a lei.
Prisa importante. Foi preso e adia-
se recolhido ao xodrez do quartcl do deposito de
recrulas o soldado de ravallaria Lua de Franca
Res, de que trata a noticia oim, o qual. pouco
depois de haver commettido aquelle delicio, teve
a coragein de apresentar-se naqulle quartel, aflea
de acuinpanbar o superior do da, as ordens de
quem eslava.
Isto deve-se s inmediatas providencias toma-
das pelo Sr. capillo Coltio, commandante da eom
panhia de cavallaria, que ao saber do occorrido,
niandou diversas pracaa era busca do criminoso e
entras avisar convenientemente nos pontos onde
era presumivel que elle apparecesse. Assiin foi
que ao ebegar ao quartel do deposito de recrutas,
j l cstavam avisados e foi s faze-lo apear e
prende-lo.
Lotera. -A que se acha a venda a 53', a
beneficio da igreja do Rosario de Sanio Antonio do
Recife, a qunl corre boje.
Lcilo Hoje.as II horas do dia elTectuaro
ageute Martins o leilo da (averna da praca do
Conde d'Eu. n. 32, niassa fallida de Jo.a; Narcizo
da Silva 4 C.
Passageiros. Entrados da Granja e por-
tos intermedios no vapor brasilero l'irapamti :
Eduard Fre, Raymundo Martins de Lima, Jos
Antonio I-ouzada, Celerindo, Francisco Joao das
Chagas, Dr. Miguel Joaquim da Castra, sua senio-
ra c um filho, D. Mara Candida e tres criados, Vai
leriano MoreKa da Cunha, Joao B. de Azevedo,
Manoel Francisco. Claudio Jos da Silva, Joaquim
Lucas' de Almeida. Antonio Vieira de Carralbo,
sua senhora e tres criados, Vicente Gomas de A-
iiiorin, lbldebrando Simo Raplisla, Jos ordeiro
Rastos, Joaquim Jos Barbosa e um criado, R.
Lery, harn de Morenos, sna sen ora, tres tilhos.
um criado c 18 escravos, Manuel Morara de Sou-
za, Antonio Porfirio de Alhunucrque e um escla-
vo, Antonio Martins de Miranda e 7 escravos a en-
tregar, Dr. Manuel Francisco Honorato Jnior, Dr.
Francisco R. C de Albuquerqne, Manuel Felippe
de Moraes, Eufrazio A de Olivcira, C. B. (jord 'iiv.
bacluuel Jos Rufino P. de Mello, e um criado.
Jos G. da Silva e um eseravo, Francisco R>dri
gues da Silva, dous escravos de Fraga & Bocha,
Augusto Ceas* de Am irim Garca, captao Odilon
A. Garca, Luiz lCanuto Bmmeriann, D. Anua Ro-
drigues de Almeida Braga, Joo B. Xaver, sua
por coinbatorwa res e napas !
Deculpai-ni, ponen! E' wrdale
REVISTA DIARIA.
Assembla provincial. Hontem nao
houve sessao por fal'.a de numero.
Collcctorias pr<*vinelars. Por por
taria da presidencia da provincia, do 4 do corren-
te : foi creada urna collectoria provincial no mu-
nicipio de Bom-Jidim ; foi exoneradu seu pe-
dido, Telesphoro Marques da Silva, de collector do
municipio de Bonito ; e (orara nomeados Mauoel
Cavalcante Ferreira Mello, collector do Bonito,
Diogo Jos da Coste e.scrivo ds collectoria de Be
lerros, bacbarel Joaquim Pereira Arrae e Rog^o-
berto Barbosa da Silva, este escrivo e aquelle fis-
cal de Rom-Jardim.
Thesouraria de fazenila.-Por porta-
taria da presidencia da provincia de 4 do corren-
te, foram nomeados os professores padre Francis-
co Joio de Azevedo, Geminiano Joaquim de Miran-
da e Vicente de Moraes Mello, para examinadores
no cancurso que deve ter lugar na thesouraria de
fazenda no dia 9 do corrente, para preeiichunento
das vagas de praticantes nella existentes, seudo o
primero em arithmetica, o segundo era orthogra-
phia, e o ultimo em leitura e grainmatica da lin
gua nacional.
Delegado llttcrarlo.-Por portara da
presidencia da provincia de 4 do corrente, foi no-
meado Caetano Jos Mondes delegado Iliterario da
villa da Boa-Viste.
Dinheiro.-O vapor Pirapama trouxe para :
Beltro, Oliveira C. 2:631 130
Severino Irmao 4 C. 2:166*800
Jos Luiz Ferreira. l:5u0iiH0
Manoel da Silva Puntes. 1.32000
Alfredo 4 C. oOOJOOO
Gomes do Mattas 4 Irm^o. 224*000
Pagadoria de Tazenda.Nesta estacao
pacam-se as seguintes foi has :
Navios da armada e pensionistas.
Harmona pernainnucana llavera
hoje pelas 4 horas da tarde sessao desta socie-
dade.
Foi a tempo. -Em 31 do mez ultimo, noi-
te, chegou ao conheeimento do subdelegado de
polica do Cabo, que se travara um conflicto en-
tre diversos individuos que se achavam em una
casa ra do Goxlxo, para alli se dirigi chegan-
do a tempo de evitar cousa de maior monta, ds-
Ssrsando o grupo 8 prendendo Maximiano dos
antos e Antonio Vicente, autores do disturbio, a
despeito da tenaz resistencia que o segundo oppoz
voz de pri,-,io.
Morte e ft ment Pelas 3 horas da
tarde de hontem deu-se upi lamqptavel specesso
ein nma teyern^ qiie fica em uina das u^quinae
do becco.das v.udjririas, freguezia de S. Fre Pe-
"dro Oonrah-es do Recife.
Achava-ae nessa taverna, a tomar inhg, o in-
dividuo denapie Manoel Francisco Borges, vende-
dor'de peixe rlbeira d S. Jos, quando,
pprta da mesma, anpprecceu fardado e montad) o
Tefs, rjuepas-d log a provocar cora palabras
injuriosas a Pranetsco Borges, como se cutre ajn-
hos houves>em velhs contas a ajustar.
.D'ahi, a apear.-se armario eom urna das pls-
tollasfinetfaria os coldres, injuriar mais aquella
c desfechar-rhe um tiro, quande o aggredldn, bus-
senhora e um liih i, Cypriano Jos de Freitos e um
irmao, Deodalo Jee da Sika, Dr. Luiz Francisco
Coelho, Jis Ferreira Ilarlwi-a, Roque Jo< de
Sant'Anna, F. F Pessa de Arauio, Maria da Sil-
va, Joaquim Jos Dantas. Virginio de Almeida, Dr.
C. Machado o um liltio, Franci co L. Cavalcante
le Albuquerquo. Manoel Justino, Firmino Antonio
da Silveira, Domingos Frota, Candido Jos da Cos-
ta, Manoel R. de O.iveira, Dr. Mude R. de Carta*
Ibo e varios escravos a entregar.
Cciniterio publico.Obituario do da 4
le junho :
Jos Carlos da Silva, Maneo, Portugal, 18 an-
uos, solteiro, Roa-Viste; ebre amarelln.
Manoel Balduino, pardo, Pernambueo, 21 annos,
casado, Roa-Vista, hospital Pedro II j varilas con
tluentes.
Recem nascido Manoel, pardo, Pernambueo. Roa
Vista; congesto cerebral.
Catbarina Barbosa de Sesma, parda, Pernambu-
eo, 94 annos, soliera. Poco ; velhice.
Amelia Rosa Francolina do Nascimento, parda.
Pernamtiuco, 22 annos, casada, S. Jos ; phty
sica.
Idalina Duarte Xavier do Couto, parda, Per-
namiuco, 19 annos, casada, Reife; tubTrillos
piihnonare-.
Amancio Jos Leile de Moraes, branco, Cear,
33 anuos, casad i, Santo Antonio ; febre aina-
rella.
Paula, preta, Pernambueo, ura anno, Santo An-
tonio ; dentico.
Mara, parda, Pernaubuco, 4 mezes, S. Jos :
colite.
Joao Francisco dos Santos, pardo, Pernambueo,
2" annos. casado, Graca; tubrculos pulmona-
res.
Mara Accoly Lins, branca, Pernambueo. o
annos, viuva, R-a-Vista ; menengite.
Manoella, branca, Pernambueo, o das, Santo
Antonio; congesto cerebral.
Jos Maria da Paix.io, branco, Portugal, 93 an
no, viuvo, Santo Antonio ; congesto cerebral.
Elouterio Jos dos Santos, pardo. Rio-Grande do
Norte, 30 airaos, solteiro, Roa- Vista ; congesto.
pulmonar.
Manoel Antonio Pereira, parda, Pernambueo,
40 annos, casado, Santo Antonio; aifeccao orga
nica.
Slm! Ei enra rtenflr^.'re *Vi ron ia..i i
bem as iateaejoes do tnb* tezemlo
.Vngii'Mii se premnae contra a redria temo A existencia d i far lrihun t ptiva H lins |nrllk*iH !
Podis accresceiilar a< citras qu quizerd* *
numero de auditores dos kernir-n tribuno*. .Xw
passavam de um grupo d-sejosn de ib-sorJen-'
Admira que Ws ipie vos anah drfrnmtrr* da b-
berdade, tillados na wmron9ri% imimim* 4 pmpm
t do dexpotmo,ct>ntommeit <* pobre* Tenplarm *
Ellos extinctoe por *" aeaw*. <
l|'l<- V.TT!
rosso ehefe Zacaras sor o priaviro .. d >(-ath
jesutas a quem atacis, c no voean s. hrndrin
tem aqueles qne chama rain os lilb de I ia.
entrei;arain-ilies o casino e a m
pies, e eptr mesmo os azrtn tal brer <^ *
Louren^uJ-^
Entretanto tendej animo de ami-ar o governo
de protege-los, quando o chefc do pasaetl H t-
plica claramente, isso porque a autoridad^ aao
|Je consentir n rti-sordrm I
As nilhores provas foram por sis ssaMSalM
ora vassas eaenpioe, as vos enearn ga .
var a desordem e vossos planos p-1 \<> > n*
palana* e olnn.
1'raa vez que vos mesnio ronfessas t\w
da reliman era a sabida inimediau dos j^-n ;>
nao precisa que provenios a lepilhisiiadsj da u
niao !
Timn vos agradece o ha verde jnstilir. .1
propesieio.
Tinioi) avaliou o grupo, que foi l<-|-1
tre/entos mais ou menos, os vosh> ivair> i
appareceram ilessaTez! Mas fissetn *> I
,ihi i. numera nao pode tornar bolo >-
qne |ior essenrian nio r. e vi'h expressanwnli
Jeesaaaa o fim, tal proyassaia.
Perdoai! (i mam tribuno disse ao $t* p>
a llmaemaM assasasels pfaNa, sma ssm i
que tinbam prati'-ado arlo* de riritmo. < necesario coiii|ilelar a grande ol>rn EM
dizeis que ningiiem gkiriliron taes arU.s N :
gera 4 K para qneos pistiic.i-io>dq.o s corea-tu*"
Arree que se declaran rapiliio do tr<<;" < n
todos esses actos a /toro* asmVmlM e entt
em jesutas ? E' que rnlai asaa \ > '
-ali .is que no Ura-il. a opinin pttldica < Trocla asa-
da |.oi amadurecer. porque seeslivesso mao'iii -a
vos esborrarharia per omnia recula asnslsi
Finque ficais Timn d*m ou tomou 0 n'
da parle do rhefe de poliria* E' pan feasaf r P '
Resta que vos nessas alternativas de '/'iv
digis SNM Timn e clu-fe de ISjMa -
fosse, ja ha limito va e outros, tewis n i
asaa, pmad daatrejj imina impedir ssm
lera tspii lo de in iis oh de memo*, prejudwiuei i -
que tem sen'.
Se a forra publica niio foi cread., para ao
a autoridade, se romo queris (agora, bem er.*ii
tliiiii)ella deve paetuar ct.ni a desorJer.i. T-
nion eiinu. mas peruiitti que ate inelaor .'
na elle continu a pensar do mesmo modo'
Seguran.ente por esquemuenie dexa-l
tinteiio as lies palav inbas ao |H ,-tief -i*c
lin.ilis.iin o |ier;inlo, rom que qmiei.s .1.-i;
Timn Xa verdade, s os actt>s Bnsassma*
di un prever que as linheis planejado e niau :*'
eseeotar as faeaajfcM le 14' Emietanto.
bem, ja esse U legramiiia vos apona ruino >
iiiovodures da carnea al M Dais por lida a dscussin c nos lamb ni S>
lizmente umbo> nos conservamos em lerreni
no; podessem assiin ser todas as discns> U-
apenas una dilerenca e que vos pleitea-. *
amor de partido e Tunou pela vcnUde d. -
B pelo be desta provincia.
l.-to, posto, de vos se dispede
Timn.
P8CAC0ES A PEfliDC.
\ ii'-o sacian n. 95.
Timn seria descortez se deixasse de responder
Proviurii n. 73, que ainda urna vez se occnpou
do seu artigo.
No terreno em que se manteve a discu<-i>.
esta possivel.
Deseulpe a Provincia. Timn nao rao.leloii o
que disse pelas partes offlciaes, de que s teve co-
nheeimento quando publicadas no Osarte.
limn escreveu corrente, almo, e pelo qne ob-
servou e julgou. Disso o que pensava, e a petar
de crer que disse a verdade, nio quer ser infalli-
vel.
Timn nem papa quer ser no chtb do* r iraifot,
nem alli quer ter a infallibilidaie que do w con-
cilios, e que s pertence a Deus I
Se endeoar a desordem, se louvar actos inos
nao fazer erguer a anarchia, a qual se anima
por palavras e obras, nao sei entao o que seja.
Verdade que taes actos reduzidos quebru
ment de bancos e cachaedes em jesutas, foram
apresentados como ocios de civismo dignos de co-
roas cvicas I
O telegramma das 11 horas da noite de 14, na-
da prova contra o que disse Timn.
Houve urna desordera, cemmcUeram-sc c mes,
perdoai ocios de civismo, ao anoutecer desse dia, a
autoridade impedio que todas as obras oiicommcn-
dadas fossem feitas, a polica havia comido o gru-
po que se dirigi ao palacio episcopal, seguraiucu
e para bijar o annel de seu joven pastor, do au-
to de [c da imprensa apenas restavam as cinzas
que voavara, os curiosos haviam buscado o lar, os
hroes sobreexcitados pela gloria de seus fetos, ni-
cos telvez sorrissera acordados s iraagens rseahas
da poltica que esgrime pelo polciro, so a autorida-
de por seu dever de honra vela va para que as bar
pias nao viessem sombra da noute fazer alguma
proeza o silencio da cidade, na ausencia de to-
do grupo, na impossiblidade de adivinhar o futu-
ro e ter as consciencias. o que podia d.zer a auto
ridade seuo o que disse Desee telegramma, que a
ordem /cava restabelecid en cidade tranquilla f
S os fado posteriores vieran mostrar que essa
desordem tinha sido planejada e que um partido
laneava mao dessa arma perigosa para jopar I
Os factosde 14, preveniram a autoridade ontra
as reunios. Nao era o povo que pleiteava seus di-
reitos, eram alguns desordeiros querendo pertur-
bar a tranquillidadc publica.
Vos mesmos tratando dos acontecmmtos de
1857, esteb.elecQsle a doutrifta de que nao se deve
uatquar eom desordeiros que unja vez recenheci-
uos, deve se pratlcar'o que entao praticaste-s dis-
persa-los espada e baioneta. Ura dos vossos
chefes eo.tendera que nao se poda era tal caso
obrar de oyro.njodo. A reuniio era para eom
pletar a oftri, e essa obra era criminosa !
O grupo fura contldo a 14, mas aincacava jun-
ar-se de novo. Ceaos os espiritos, desejavam pra-
tj.car actos reprovados, consentir nisso a autoridade
seria do espantar. I
Quando fordes autoridade ponda era pratica taes
principios I Mas, qual I fareis como em 67, tra-
tareis vossos irmfi*s do povo eom os carinho* rom
que entao os traiasles f
Ao Tribunal da Rclaq.lo.
Manoel Alvos dos Santos, eidadn poro,
preso recolhido Qsa de deVncao, t- ha pou*
residaale am OerScarv, vem ajsjriaar^c ai u
nal da relaco, do prpri > tribunal da reUcio. .
equeri moa orJera de kaltrat-corpu* '.
nal, e loi-me negada a soltura, ptique sra >
,nim prisao
Vou mostrar res|*itosamenle ao irilrasni d r>
laco, que uo ha fundaaaealu para a deci-a
deu, que miuha prisao profundamente ille^a..
vijlcnla, arbitraria, e nicamente de vida a .m
erro de acto, >i faita de $S*>mtt au i
Peco ao tribunal Ma tscruitulosa aliene*
tribunal se convncela ce que deve in ttmin^tir
ser pollo em liln-rdade.
Sao floata nutro juiz sunw a ndaeao ; esta
lia de fazer jaaslca.
Vou requerer de novo outra ordem de iMa*
rorjuti esta ter nwlhnr eiiu, o exilo que pn--
creve o direilo, aue manda a lei.
Altead me o tribunal da retal.- f.'ca-in
tija, observe a lei, porque esla a sua Bdsfee*
augusta missao.
Vou mostrar que houve erra de (acto. \ i
o equivoco resulte da falte de ruafraRtaca. 'te-
da tas.
Fcil rnafcnror m este erra de data. rtan
to mandar o tribunal que eu seja re*WiiK.
berdade, que eu me va n paz para iiiian*
casa.
Attenda-rac a venerando iribun.il da re.,
faca-rae justica ; eu a espero. Dura a oxpo-v"
que vou fazer.
Eis a causa, o pi in ipio da mnli.i pris)
t I" seccio. Secretaria de poliria d*- Pr
buco I de abril da 1870. S. I77S. Cna-ttn-
do-me di c mnnunieaco feita | polica da primicia da llaki i em afc-a A n -
me: passado, que se acha lionusiado peasl tersa*
o criminoso Manoel Alves dos Saulos. svasssmi < k>
no termo como amaras no art. 20o do cdigo crinnn
coininendo a Vine, o emprego das mais pr>n
e seguras diligencias para sor o dr.o_ crin..
apturado e reinetlido esta repartif.io. i
guarde Vine. O chefe de polieia, Luiz Anto-
nio Fernandes Pinhciro. Sr. delegado d<.' b>
ricury.
Atindase bem a esta ordem ou rtpumc ,-
licial.
E' de data d.) le abril de IHTi1. desu cv
c de 24 de maro do iiiesuij auno, h eapiUi ea
Rabia.
Estas duas datas moslram eom rlareza l i
den ca que a pronuncia anterior a re |UMSj*J,
l'.or-pie esta funda-se naquella
Nao haveria requisicau, se nao bonves> |r
nuacia. A pronuncia anterior, aiuenor am a*
anno de 1870
Bem. Km pianto o cele de polica da !<
cscrevia e officiava para o de c, e desta ,"a,>.-
t d ofHciava e ordenava para Onncury q. -
prendesse Manoel Alves dos Sanios este onipa-
reeia no Foro em que fura pr.munciado, e ut*i
respond'sicios fu despronumiado '.
Os factos de que era acrusado derani- ea
1868: duas veies foi proceuado, diu veces *
despronunciado.
A ri'quisifo, porlanlo, da la va de poca c r
lugar (capital da Babia), em que ainda ac p.-sea-
mi.i existir a pronuncia, raa< se t-xecutava em
Ouricury, era data cm que a pronuncia ja ase e
lava em p, j havia sino rcvogaJa legal e jari
dicainente.
Vunos dar a prava a prova que o tribunal
da reiaeao nao pode recusar esta prova e*ta n
seguinte certidao :
< Certifico ao que a prseme certidao voem
que, em o livro de entrada e sabida dos pre*?
eada n'elle a lis. 3 v. e acha a asseot sdieV-
pelo peticionario, cujo do tbeor seguinte ;
No dia 11 de novembrode 1871 loi solio II
Alves do Santos, por ordeui do primeira
to do juiz municipal, o nujoi Joaquim Htmtit
Santa Amia e Sila. -O carrereira. 4ieeate Jaca.
- Viceule Ferreira de Mallos, tabellWo do puiaVo
judi al e notas, oflkui do registro geral dai hv
|intbecas neste comarca de Monte Saat. da as-
vncia da Babia, por S. M. o Iinjierader, aae Dess
guarde, etc.
Certifico aos que a presente cerdie viresn, m\
como no meu poder e ca-torio do olaVie ajan cv
sirvo se acham uns autos crime de que traia
suuplicante, e nelle a fl*. 4 c se ac e desi*
cho de niio pronuncia do tbeor seguale Vas-
tos estes autos, etc. Atleatai; a razoes do recor-
rente, c considerando, que nao rstaado rasoasci-
mente nravadu que Manuel Alce* dtt asaste, aai
neste priicesso. commetw*, o crisae de ftrmtntn
e offensns physicat aa pessto do dcauariamc a-
pitao Luiz Antonio dos Res cnewideraasVi ajac
a denuncia nao poda ter rssimsmi eU raaV>
de ser o denunciante iairaigo capital do reo,
se v pelo documento n. I, e art. 75. $ V
go de prci sso criminal ctmailesaasm 4
crino Jos de Goas, __
nardino de Oliveira, Jus Telles Pinbsira,
Borges de Souza, nao podo merecer k par a
rem as propras que tiieram parte da aejg er-
so feita ao recorren te na iu4e dttit
de 196* ; considerando que o re j fti
do nert" jnizo c por este nesmo bem, a
;SC
f

-


Diario de PernaaibcO Sexta fira G d Junho de 187/

i.
\
V
vida pelo juiz de direilo, como se ve dos trasla-
das a II..., o que este proccsso foi reprniazido
oa as mfetnas te-temuuhas, nao apparecend
novas proras; considerando finalmente quo nesto
proeesso se divisa s.aenle o espirito de perse-
guelo, o nio o dcsejo de fazer justica em des-
drenla lei e a sociedado, julgo procedente o
recurso internado pelo reo Manuel Al ves dos San-
Jos, para reformar como reformo o despacho de
pronuncia proferido contra o mismo por crne
de ferimentos e offensas vhysicas na pessta do
capito Luiz Antonio dos Reis, pelo que mando
que o escrivio d baixa na culpa, o passe alvar
Je soltara em favor do recorrenle, lindos os dias
da lei, se por al nao se achar preso; pagas as
cusas pela municipalidade. Monte-Sauto, 6 de
noventbro do i#7i. Jua.|uim Ifeuw'-l dcSant'-
Anna e Silva.
Esta coi tido, est contri la, e onaartada,
pelos meis legaes.
Basta que o tribunal da relacao, rflicta, soBYo
as datas dos Tactos, e dos actos : a data do acuii-
tecimcnto criminoso, em 18158; a data da pro*
anela, d..ta da requisito policial, data da sea-
tenc de despronuurii,"
Eot3?iyrer que nao ha causa ara quo cu es-
leja presoj a requsico policial fundada em pro-
nuncia, nao podu prevalecer contra a seoteaca
de despromnciadesw, husmo faoto.
A relacao nao pode preftar mais fe a requisi-
ta caduca (antiga) da polica, e desprezar a cer-
riiia.d senUiuca, w uiosira qiu tal roqiiisicao
nao (eia mas fundamento legal, base justa.
O ekef* de polica da-4<*l|ia, diz em sen otliciu
d-'-M da maivo da 1871, que llie rematara o
criminoso, para no caso de quo o processo estoja
fMrluiio, sor submettido ao jury.
Ora, aao de admirar essa duvida e ignoran-
cia em que est o ehefe de polica da capital da
ttahla : desta -o Moatc-Saoto, serlo da Baha,
lio longo, ou mais, como d'aq tara o Oarienry.
Esta resposta do chefe da Bahia, que nada af-
firma, nio pode tarabem prevalecer contra a san-
tencaype ja segunin vez d jsprouancinu a Hanoel
Alves' dos Santos.
Este offleio do ehefe de polica de 31 de mar>.;o
le 1873, fundase nessa antiga requisicao, nessa
vetusta pronuncia, j revogalas, e destruidas pola
contenga, cuja eertido apresentamos.
Tcnho p>s incontestavel direito a ser posto em
ijerdade.
Nao peco obsequio, nem benevolencia : peco
emente a im.rcreialidade, a justica do tribunal
da rela?ao.
Lea a senten;a quo me despronunciou : con-
fronte as datas e se convencer de que nao posto
.'star preso-
llecifo, 3 de junho do 1873.
Manoel Alves dos Santos.
O autor do comnmnicado inserto no Jornal do
Urc'ife de hornera, sob a denominacao Os cscri-
vJes do foro eomraercial attribiie a mero esque-
tunale da lei da reforma, o nao haver ella trata-
i das fanccOes linde ites^aos escrives, tendo le-
' -I ido com relacao aosjuias.
Essa opinii> nao nos parecemui acertada, vista
coma da atesma lei da reforma, que alias foi con-
feccioaada por um dos mais-abalsados Jurisconsul-
tos do nosso palz, no art. 87 do sou regulamcnto
diz o seguidle : Os juizes de orplios da corle
servate cam essrivies disnctos, passando um
d is actuaos com seu carlono a servir na 2.' vara
e sendo prvidos para cada urna d'ellas os dous
oflicios afleamente criados. O que qucr dizer dis-
tinelo*
Est bem patente que a mesma le reconhece e
i.sidera esenves privativos e nao podia jamis
escapar essa especalidade, para querer-se a todo
transe que esses funecionanos '.rabalhcm promis
cuamente na parte criminal, sem um titulo legal
que a islo os autorise.
Ouantos eraoi os eserves do crme antes da
proratfMfao da lei alludida ?
Nio eraui os meamos que boje existem ?
Ponentina o trabalho criminal de boje, nio era
o do enlo com os respectivos juizes muncpaes ?
Preseniemente esse traballio nao ha de dimi-
nuir, om a ereacao de novas comarcas, como Ja-
boalao, Muribeca, etc., que pertenciam ao termo
do llecife ?
A lamuria outra, que a cmara municipal
presentemente, so paga costas em cerlos e deter-
minados casos e com limita restrceo.
Nao sou prodigo de encomios, mas tenho como
eioenlio expressar o mou juizo sempre quefr
neeeaiario rendar homenagom verdade, porque
ella o fundamento da justica, sem a qual o me-
misino social j:nais poder funeconar regu-
larmente.
O Sr. Marcolino Antonio Xavier, professor pu-
i de nstrueca i primaria em Ingazeira, sob
inexacta iuforma.'io, incorreu perante a primera
autorldade da provincia na suspeita de ser um
iinceionario dalo ao feio vi :io da embriaguez.
Tendo estado, ha trez annos pouco mais ou me-
na villa de Ingazeira, onde me demorci por
espaco dsete mezes, posso dar testemunho da
-idera.an deque elle merecidamente gosa por
\s distinctas quali Jados.
Je a sua |i isicao ai tiesta em haveras e era con-
diro dllieial nao o elevam altura do masemi-
nente eidado do lugar, a sua modestia, iesinte-
- j e delicadeza de maneiras, honestidade de ca-
er e pureza de costuines collocam-o sem con-
testafo na primeira plana dos homens mas respei-
cavis d'alli.
I'or minha paite honraram-me as relacoes que
-i'tive com aquello Sr., c -ine agradavel re-
. .rda-las agora.
'ecifi', 5 de junho de 1873.
SUvmi Cavalcante de A'buquerque.
" > libado de todos os bacalhos da
*, u'i'i'a-.^uva; eoateei um elementa
inedieiuikl de inestimavel valor. E
debaixo de forma do oleo puro e medicinal de li-
gado do baralh\ de I.ainnnn & Kemp, possuimos
balsano martimo em toda a sua excellencla
nativa, com todas as suas propriedades curativas,
a e sem altera; o, tal qual nos foi transmittido
peto Creador. As curas que esta preparado est
iido. quer no paiz, quer no esiringelro, e nos
, -.? de phtysica, escrfulas, alfec>;ao do ligado as-
como a todas ;is mais molestias agudas e chro-
nieas quo os orgaos da respiracao se acham ox-
postos ; sao as suas melhores cr'cdenciaes. Tan-
raudes se team commettido com o oleo de li-
gado de bacaihao ; tao extensa e vergonhosamen-
te tem sido dilluido, adulterado o fasilicado, que
o publico ea autoridade mlica sadam comju-
failosa alegra, urna pn'paiacao hygienica para na
. se pode confiar com toda a seguranea Qs
que desejam obter um artigo de superior excellen-
ci < idaptado a lodos os climas e sem rival para a
eura da tosse, resiriamentos e enfer'midades con-
.'i|uontes devein pedir o oleo puro medicinal de fi-
ttaato djp bacalho de Lamann 6 Kemp e reparar
n se no letreiro e na capa se ada eslampada a
na desta casa.
kilos posto ajiordo a frte de 1)2 c 5 0|0| Flores, idem
(imbia suhfu Cuadres a yo d|v. 23 *| e 23 iti, Villa Mella, hlem
3:670*700*
3:670*700
o do banco %-i l[\ '. por 1*000, hontem e
boje.
Cambio -sobre Paris a 3 d+v. 383 rs. por franco,
do banco, Itojo.
Cambio sobre Haniburgo a 3 dfv. 480 rs por
R. M, do. banco.
Cambiosobre Lisboa a 3 d|v. i 16 rs. 0(0 de
premio.
uuoureTf*
Presente.
ueal ?eve
Secretario.
-1
639
950
AI.FANDKGA
\eudiiuuiito do di* i a 4 .
(deui do da o l. .
'IoT:3#6.9
Deseam-gami l#je 6 di jnnho do |B^
Barca iugleza GajUe macliinisu pr* o tra-
' piche Couceicao, para despachar.
Barca portugueza Despique II azulejo e la-
gedo para o trapiche Conceico, par* des^
pachar.
Patacho inglez Gloria dormentes c machinas
paa o trapiche Conoeicao -pjra despa-
fea*. + r>
Escona inglesa Maree Liizie 'bacalho ja des-
pachado pasa o trapiche Concomio.
Lugar inglez- ll.lmia bacalho j despachado
para o trapiche Conceicio..
Vapor nacional Pirapama gnerosnadonaes
para o trapiche da companhia pernam-
bucaoa.
Importara.
Granja, vapor nacional Pirapama, manifestou :
Algod-io 4 saccas a S. Litao & Irmos, 23 a J.
B. de Oliveira, al a J. P. Meutinbo, 206 ordem.
Couros 170 a Oliveira 4 Fhos. Carne secca 3
garajaosa Braga Gomes fcC, 114 ordem.
Gomma 20 J saceos a Gomes do Mattos k IrmSo.
Sola 186 meios a S. LeitAo A IrmSo, e mais 628
ao mesmo, 745 a Moutinho, 100 ordem.
Terra Nova patacho inglez Raimen .consignados
Johnston Pater 4 C manifestou:
Bacalho 2932 barricas aos consignatarios.
OESPACH S DE EXPOltTACAO NO DA 4 DE
MAIO DE 1873.
P No vapor inglez Student, para Liverpool, car-
teg&ram : 'S. Brothers G. 1.500 couros salgados
com 31,306 kilos.
No navio francez Alplionse V. Cetari, para
Liverpool, carregaram : T. Jefferles & C 2o sac-
cas com 16,867 1|2 kilos re algodao.
Na barca inglesa Talismn, para Hampton
Roods, carregou : LvJ. S. Guimarei 1,200 saceos
com 82.3 0 kilos de assuear mascavado.
Na sumaca hespauhola Saf, para o Rio da
Prata, carregaram : S. Loyaslt Filia 306 bar-
ricas com 39,317 Hilos de assuear branco.
P Para o Para, no brigue bnaileiro Raio, car-
regaram : Amorim Irmos 4 C 1,200 barrlqui-
nhas com 86,017 1|2 kilos de assuear branco.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue bra-
sileiro Ingratidao, carregaram : Silva 4 Casco
lOu barricas com 12,302 kilos de assuear branco,
e 23 barns com 2,40) litros de agurdente.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho por-
tuguez Virginia, carregaram : Oliveir* Fillios &
C. 120 barriiiunhas com 13,822 kilos de assuear
branco.
Para o Rio Grande do Sul, no lugar portu-
guez Jos Estrvao, carregaram : B. Oliveira 4 C.
83 barriquinhas com 9,843 1(3 kilos de assuear
branco.
Para Villa da Penha, na barcaea Uniao, car-
regou : M. J. Rodrigues 2 barricas com 144 kilos
de assuar branco.
Para Villa da Penha, na barcaea Flor do
Mar, carregaram : J M. Barros Filhos 4 C. 2 bar-
ricas com 150 kilos de assuear branco.
CaOrob, dem :S5S*Sto
Boa Vista, dem I-i o-S
Ouricurv, idem 823*339
Outro sim, se faz publico, que no dia 9 do mes-
mo corrento mes haver sessao extraordinaria da
junta de fazenda para que so possam habilitar os
pretendentes estas arrematares.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 5 de junho de 1873.
O ofucial-maior,
M. A. Ferreira.
(HENILl 7
aTnpvamente convidados os Srs. accio-
nistas para se reuniretn em assembla geral
no dia fO do corrento mez ao meio dia no
respectivo escriptorio ra do Cabug n. 16,
visto nao ter compaeecido numero legal para
que tivesse cllectividade no dia 39-do mez
lindo, para, deconfurmidade com os 1 e 7
dos artigos 29 o 44 dos estatutos, delibera-
rera-sobre as coalas-do amiolhiaocmro-dea-
ta companhia, approvar o orr{imeuto vp^
doofo, a-elegeranova adaniniatM^i, de^
vendo nesta occasio ser lido o relat rio do
Sr. vico-director que ser apresentado,
irado mostrando o estado da companhia no
anno ftndo em 30 d'abril ultimo. Os Srs.
accionistas sao prevenidos do que iessedia
(10 de junho), a assembla geral ser instal-
lada com o numero de socios que compare-
cerem, como dispe o ortigo 23 dos estatu-
tos.
Escriptorio da companhia, 6 de junho
de 1873.
OaeerejarlQ,
Jos f/V B. 'de meezes.
Obras militares.
Se contratar com quero melhores vantagens of-
ferecer fazenda a construccio da coberta, que
tem de ser fela na casa de msica do quartel da
Soledade ; servico oreado em 3A800 : quem se
quizer propor aprsente seus Uncos em carta fe-
chada, 10 do corrate ao meio dia, na reparti-
cio das obras publicas, onde se acha o ornamento.
Pernambucfl, 4 de junho de 1873.
. O engenheiro,
Chrvsato F. de Castro Chaves.
IkdocgTtodeprecoj.
[ff Siifeessi o gramil' a appi'iatoso drama pluata*tico
prologo e 3 actos, dividido em 8 quadroos
111*1
0
ariginal do popuarisino romaaclsta francea
luafelOSLT/
uzmo lisTemente por
A. DE SdOZA PINTO.
fe
' ^oma partt^ld c-WBanhia *
l'eMNoal de IO OsiiraiN !
Mveiuiru todo novo! ,
\ * .ceosaovosi
I \ BOVM \
DENOMINACES
quadro.O estreito de Behring
g
CAPATAZIA da ALFANDEGA
Rendimento do dia 2 a 4 2:284 S876
Idem do dia 3...... 683* 14b
2:968*01)
VOLMES SAHIDOS
Xo dia 2 a 4......
Primera purta no dia 3 .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapicho Conceico .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 4
Ditas ditas no da 5
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
N'o trapiche Conceico.....
5.67
'413
279
428
6,923
13,690
1.a E 2.e RECITA DE ASSIGNATl HA
S'Mi) 1 c (liriiii'-i 8.
A estalagem $n FalcSo Branco.
-rO iesuita Rodin.
'< -O castello d Crdoville. ;
A uulher de Dagoberto.
A rainha das Bacchantes.
A Casa da ra de S. Francisco.
Be A punicao dos culpados.
APPABICES.
I.'Aurora boreal.
VRosa e Branca.
VO principe Jalma. *
4." -Tago ReunepoOt.
firGabriel o missionario.
ULADllO PANORMICO
O imuirt^iu uhn caatnx Uft Pi-
carda.
Granito npotheotto final !
Quadro vivo!
O espectculo acabar
niela noute.
A' pedido
dejnuitas pessoas, depois do es|)ectaculo de sab-
bado haver-trem para Apipucos e bonds para a
Magdalena no sabbado e domingo e bem assim
depois de todos os espectculos d'aqni em diante
VISOS MARTIMOS.
$ort -, u pal d-|-cldi demra J> cortu-
para o sol
ao se recebe passageiros tem carga
rt s do sol emquanto durar H ifaren-
ioda l'raia a tratar com os agentes
ftVtlson Bowie &'C, rna do Gommercii' n. l\.
[I-
m\\\k
DE
NAVGACAO BAHIANA
Para Maccid, Penetlo, Aracaju
< Habla.
E' esperado dos port >s do sul al o dia 11 ou
14 o vapor Gastiio de Oiieans, o qual segu para
os portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a fre" a
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 57.
Para o Purlii
Sretende sabir muito breve a gdera portngueza
rot>a Fama 11 por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que Ihe fal-
ta a pn eos mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem ptimas accommodacoes : trata-se
com Tito Livio Soares, ra d i Vigirio n. 17.
Para
O brigue Ro recebe a frete o resto da carga
que falta engajar para o referido porto : a tratar
com seus consignatarios Amorim Irmos h C.
frr<, tub f grrrcr, mar^
de vidro, baiomelros, Uiyri
lian, estatua de brua->, ferro
porcelana e muiUis outros ob
jectos que estario au exanav
iosjroiifurrpiitpa
Trrca-fr4r or Jnsaha
A*S 10 l|2 HORAS DA HA.k'HA.
Por intervengan 4o agente l'iuii.
Xoarmazcm da ra do Impe-
rador n. 45.
miuM
flanella c rordavao i^a-ia-lo.
SK(.lMA-IEIIl.\ IK) (OURF.Tn:.
O agen:e Piaho Borfc*-s vanderi em leMa pee
ordem da companhia RecMe Drataufe, OBias t
pelles de chagrn oVc.*irv, diUsV c^Oava* Ira*
cez e flanella para selk-irus, lado r<4a arara #a
gna i'xe.
Em seu esrri|Horio, i roa da lea Jrsos o. tt.
priraeiro aiidar.___________
Leilo
DE
movis, lauca e cristos
4C
Depois que a orchestra
extravagante
t er executado a walsa
umm jesutica
composiclo do actor Santos Silva, repre.*entar-sc-
ha pe a' primera vez o importantissimo drama
em o actos, composiclo do intclligente escriptor
Dr. Carneiro Villela
E
JIWH
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 2 a 4 3:3j"216
dem do dia 3...... 1:138*788
6:516*004
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia
dem do dia 5 .
a 'i
11:431*313
3:567*193
15:018*706
COMPANHIA PERNAHBICANA
DE
:\n\c;inio costeira a vapor.
MAMANGl'APE.
O vapor Coruripe, com-
mimdantc Silva, seguir para
o parto cima no dia 12 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida
escriptorio no Forte do Mattos n. 12. ______
COMPANHIA PElAMBliCANA
DE 1
\'av4*acilo costeiraa vapor.
PORTO DE GALIMIA, RIOFORMOSO ETAMANDAR
O vapor Pivahijba, com-
mandantc Pedro Nolasco,
seguir para os portos
cima no dia 13 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
cscriptoj'io no Forte do Mallos
4 OHI>\MII\
DB
i AAVEGAClO BIHSILFIRl.
Portos do sul.
Dos portos do norte esperado at o dia 8 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, o qual depoi-
da demora do costuuie seguir para os portos
cima.
; Para caraa, encommendas, valores e passagei-
ros, drjam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vicario n. 7.
AGENTES PEREIRA VIANNA i C.
i-
nheiro
n. 12.
a frete
M0V3MENTC HO PORTO
s perfumes compfte a parte poeti-
'.'- A verdadeira poesa do toilet. e as senhoras
de elegancia e refinados gostos sao de ordinario
mais, ou menos fastidiosas e diftlculto-as de conq
ventar, relativamente a escolha destes artigos.
As bellas habitantes dAmerica do Sul, as quaes
- perfeitas conocedoras de taes objectos, tcem
dado para mais de 20 annos esta parte, unta deci-
siva preferencia a esta refrigerante e olorifera
aova florida de SOBRA y 4 lamak para, o toucador.
Ella tem sido manufacturada quasi que exclusiva-
mentepara o consumo da America Central e do Sul;
porm bem pouco lempo ha que neste paiz se fez
a -iescnbertadi sua avantajada superiordade so-
bre os perfumes de urna ipialida le imparfeita e
demasiadamente opnresaiv.js uumr:ulos ila,Eurj-
;)i ifif consequen Ja pois.^OlC novo augmouto
'i sou consumo, o* proprietarios ttoempregan-
4o tdos os seusesjorco*,aiiisatisactoriamea-
te supprrem tio vasto pedido. Alm de suas
muitas virtudes, em qualidade de um delicioso e
vivificante perfume, ella torua-se, quaado mistura-
da n'uraa pouca dagua, urna excellente prepara-
rn para a pea; -asMn como pode servir como
ma adrairavel lavagem para os denes e gengivas'
4eixando um agradavel o aromtico cheiro na
tocea. _________: .....
*mntmmmja*m
Navios entrados nodia 3.
Terra-Nova42 dias, lugre inglez Kalmia, de 172
toneladas, capito James Day, equipagem 9,
carga 2,9:12 barricas com bacalho : a Johnston
Pater & C.
Granja e portos intermedios 11 dias, vapor brasi-
lero Pirapama, de 31 i toneladas, commandante
Francisco Felippe Pereira, equipagem 30, carga
algodo c outros gneros ; a companhia Pernam-
bucana.
Assii17 das, hiate brasileiro Sossa Sehnora dos
Naveg nites, de 71 toneladas, capito Clementi-
no Jos Macedo. equipagem 6, carga sal e ou-
tros gneros ; a Bartholomeu Liurenco.
Navio sahidono mesmo dia.
Liverpool Barca alleina_ElhJ i, capito F. Staude,
carga assuear e algodao.
Canal Patacho ingle Vem-s, capito T. S. Stock-
man, carga assuear. i
Santos Sumaca hespanhola Agostina, capito
pedro Fabregas ; carga assuear e agurdente.
Lagade Maracaibo Palhabote inglez Impulse,
capito Curts, em lastro.
Rio Grande do Sul Patacho brasileiro Artlmr,
capito Jos Bornardo de Souza, carga assuear
e nuuos gneros.
Canal-Brigue austraco Afbona, capito A. Sbisa,
carga assuear.
AraeatvHiate brasileiro Mara Amelia, capitio
Prancisco TUoaiar de Assis, carga differentes g-
neros.
BECLABACOES.
COMMfRCIO
Pela thesouraria provincial se faz publico
que do dia 3. do corrente cm diante pagam-se os
vencimentos dos empregados provinciaes relativos
ao mez de malo ultimo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
tuco, 2 de junho de 1873.
O offlelal-mior,
M. A. Ferreira. V
Personagens.
Estevao, major reformado Thomaz.
Eduardo, guarda livros Penante.
Padre Nicolao, je uita Correia.
Dr. Marciano, dem de casaca Braga.
Ramos, amigo de Eduardo Henriques.
Carlos, idem dem Silva Bastos.
Azevedo, dem idem Paiva.
Lopes, dem dem Lyra.
D. Isabel, viuva e ma D. Olympia.
D. Adelaide D. Henriquta.
Francisco (escravo) vendido
aos jesutas Procopio.
Macons, povo e escravos. .
DENOMINACOES.
1. acto.O pacto de ouro.
2." A moral jesutica.
3." A bera do tmulo.
4. Os dous jesutas.
5. O templo maconico.
Personagens do ultimo acto.
Estevo, Gr.\ 33, veneravel da
Loja Beneficencia e Segredo Thomaz.
Ramos Gr.\ 18, mestre de ce-
remonias Henrque.
Lopes, Gi.\ 3, Lyra.
Azevedo, Gr.\ 3^, secretario Paiva.
Carlos G.\ 18, orador Silva Bastos,
i. vigilante 3 Henrique.
2. dito 3 Antonio.
Eduardo, Gr.\ 18 Penante.
Dr. Marciano Braga.
Padre Nicolao, jesuta disfar-
cado. Correia.
Francisco, liberto Procopio.
D. Isabel D. Olympia.
D. Adelaide D. Heuriqueta.
Macons das duas columnas, aprendizes, compa-
nheiros, mestres e todos os graos elevados, povo,
escravos etc.
O primeiro acto passado no jardim da casa
de D. Isabel.
O segundo, terceiro e quarto actos, em casa da
inesma senhora.
O ijuinto acto, no templo maconico da muito
Aug.-. e Sub.\ Loj.-. Beneficencia c Segredo, em
sessao magna, no grande dia ile S. Joao.
Finalisando o drama pelo hyrnno nnrronico can-
tado por todas as pessoas que se: acham no tem-
plo.
A empreza nao poupou saorWcies nem despe-
zas para convenientome lo' aoreeentar ao publico
de Pernambuco a namosa coaipseico do Sr. Dr.
Carneiro Villela.
O scenaro do quinto acto qfle representa um
templo inaconico todo novo e copiado ao natu-
ral de urna Loj.-. desta cidade.
A's 8 1(2 horas.
No lim do drama ser. distribuido pelo respeita-
vel publico :
0 liviano ianniro.
Poesia do Iilm. Sr. Dr. Carneiro Villela, msica
do maestro Marcelino Cleto R. de Lima e dedica-
do maconaria pernambucana.
Agradcciinento,
A empreza cheia de reconhecimento, agradece
a todas as associacoes beneficeutes o acolliiraento
que deram ao seu pedido, certos de que corres
ponderam perfeitamente idea que a suggerio,
attngindo a altura do espirito da fraternidaoe que
se desenvolve com a sublime mxima evanglica
qoe manda amar ao prximo como a si mesmo.
Pede-se aos Srs. que flzeram a honra de assig-
nar as quatro recitas que pretende 6\r esta em-
preza com a annunciada peca Os Micons e os
esuitas o favor de vir ao theatro escofhar os
seus lugares, afim de melhorraente Taareni satis-
fejtos e receberem os seus respectivos bilhetes.
COMPANHIA PEHNAMBICANA
DE
\avesacAo costoira a vapor.
MACEI, KOALAS, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Gijiii, cjm-
mandante J. Martins,
seguir para os por-
tos cima no dia 11
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas at
o dia 13, dinheiro a frete e passagens at as 2 ho-
ras da tarde do da da sabida : escriptorio no Forte
do Mattos n. 12.__________________________ '
COMPANHIA PERNAMBUCANA .
DE
Wavegacto costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACa
TY, CEAU, ACARACt:' E GRANJA.
O vapor Pirapam'j,
commandante Felippe,
seguir para es por-
tos cima no dia 14
do corrente, s 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas at
o dia 13, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte do Mattos o. 12.
COflPt'tlIlt
DE
NAVEGADO BRASILEIRA.
Portos lo norte.
Dos portos do sul esperado at o dia 8 do cor-
rente o vapor Paran, o qual depois da demora
do c stame,seguir paraos porto* cima.
Para carga: encommendas, valores e passagens.
trata-se no eseriptorio da agencia, raa do Vigario
n. 7.
Pereira Vi nina & C.
Agentas. _____
O
Hio Grande do Sul
sahir erapeucos das o tugar nacional Rio Bron-
co, : paM alfeuma crft a frete tratase na ra
do VigaHo n"7,-l" andar.____________________
Para o Ttio Grande do Sul
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Mara Ewli i, tem parte de seu rarre-
ga-nento engajado, e para o resto que Ihe falta,
tratase com o seu consignatario Antonio Luiz de
Olivoira Azevedo, no seu escriptorio, ra do It m
Jess n. 57.
Terra feir f lo
A'a I I hora l. nihiilii.
No soBraJo da ra do Crespo n. 17,
mt'iro e .v>!'Jo aiH4res.
O agente Pmho Korges ten-
der |)>r oonta deuiu;i faioilia
que mudou de residencia o ee-
quintes objectos a ?aber:
Lina mobilia tle jara rauda
nuil lampos de jM-dra mar more.
I piano de arma io de ? corda,
1 secrtliri i de inono, 2 rau-
dteiros a g z, I candelabro de
metal, i guarda roupa grande
de amarello, una toilette de
amarello, 1 guarda commida
aparadore-', araiurios para d s-
pensa?, espelhos d<-urado*, I
mohilia de j icaiatt 1:0 loanti-
go, 1 machina de costura, lan-
ternas rom mang s la velorio?,
I burra def^iro (cofre), l cuam
francez t gui*adeiris. cadir.'is de bblan-
Co, copos, clices. I ajiparelho
de !ouc,apara jautnr, I ditop^ra
al moco, I re*friadeira debjrro.
trtpe'e?, comiundat tlejacinda
e ang ce, cabids, quartfllhei-
ra e outro muitos rticos do
uso d >meslico, qti e4a io po-
tentes no reeri o h
TerCva-fe.ra 10 le junh >.
RA IK) IKKSHO N. 17.
Peo agente i'inho Borges.
LEILOES.
Banco Commercial de
nambuco,
0 aaoeosoeca aor todos o paquetes > so-
-eaa-jpr5t de Lisboa e Porto.
PttAA DO RECiFE 5 DB JUNHO
D 1873.
AS 3 1/2 HOIlA DA TARD8. ,
Cotnrdes nielar*
Cjodao-da Paranjba I" sorte 9#W0 por 15
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\nvegnc&o eosleira a vapor.
GOYASXA.
O vapor Parahijbd.
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
corrente, s 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete uo eseriptorio no Forte do Mattos
ii. 12.______________________________________
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o lindo e veleiro lugar porluguez Jos
Estevao.de I" classe, por ter a niaior parte da
carga engajada, e para n resto uue Ihe falta trata-
se cora os consignatarios Joaquim Josl Goncalves
BeltrSo k Filho, ra do Ommercio n. 5.
\'
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho portuguez Olinda, por ter
i maior parte da carga engajada, para o resto
que be falta trata-se com os consignatarios Joa
quim Jos| Goncalves Beltrlo & Filho : ra do
ommercio n. o.
%**
LEITAO
DE
movis, loiiija c enslaes.
A SABER:
Urna oaobilia de Jacaranda, com 1 sota, I jardi-
neira, 2 contlos. 2 cadoiras de braco e 18 de
guarnilo, 2 caderas de balanco. 2 serpentinas i
pares de jarros pan flores, pannos de crochet, ta-
petes, escarradeiras e quadros.
Una cama franceza, 1 cortinado Irdetow,
1 guarda vestido, 1 guarda roupa, 1 toucador. I
mesa com gavetas, 1 toilette, camas para meninos,
cabides, lavatorios e marquetas.
Una mesa elstica, 1 guarda-luuca, 1 aparador.
1 panno para mesa, 2 concolos, 2 cadeiras de ba-
lanco, 12 ditas de guarnico, I relogio, apparel os
paradla ojantar, copos, clices,garrafas, compu-
teiras, garfos, facas, colheres, trena de cozinba,
Flandres, camas de vento, candieiros a gaz, taboa
para engominar, jarras, moinhos, lampeGes, 1 car-
rinlio para menino, e muitos outros acressorios
de casa de familia, existentes na casa n. 11 do
Corredor do Bispo.
HOJE
Joao da Silva Leite, tendo mudado de residen-
cia, far lelao por intervencao do agente Pinto,
dos movis cima mencionados, existentes na ca-
sa emque re>idio, rua do Corredor do Bispo n.
11.
O leilo principiar s 10 l| horas em ponto.
Os bonds passam pela frente da casa._________
A^iSS DVtBSOS
O. abaixo assigiu.l..- f.izro s^irm^ an fom-
inercii. que n-ta dala di<-..\ !-
a si.cicdade que tinhaiu n
mollial-'s >to no eag<'iiiiM f>r..n go do socio Pedro M
)o lodo o activ i
Pbaeaea I.una, eionerdi> <
\:i le e pag-t e sali-feiti >l
naaa.
Eagonho Grvala. 21 .!
Te lr.< Milian
Ijiarian
l ..I| r. -(. BOMa
laer>4 jar lae w>-
H..-..
.. I.
Laurino da Funccca i.
AhVIM.ADO
O fcarharo! l.s <:(!
rana enram t
ervii-ns Mal* a -na r>.!---..
na comarca d I' n. :
oda -i i" pfoean 4> 8
nito. ra Direit.i a. 16.
__ytiK.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa destaSanta Casa, afora
>s que potsW no lagar dos Arromba-
-os, hoje Duirto CoelUo, sob ns. 39 e 46 tendo
aquella 390 palmos e este 3Q9 de frente e amtros
de fondos at a baixa mar, .
Secretara da Santa fina de Misericordia, do
Recife, 7 de abril de 187 j.
O ascrfvo,
__________ Pedro Ro'dngaes de Souza.
I Pela, theaoorarla ptxjvlncjl' "Se fa* pflblico
qu foram transferidas para b'dia 11' do oprjftte
as arrematafSes dos impastos prdTniiaes^ inalusi-
ve o do dzimo, as conarcas abaixo mencionadas;
TKaratii, por anno 2:307#800
sabhndo 7duLAga S
As 8 h.>rag Mi ponto.
bt.\Sini4SMEnES0ITACOES
erjt
DAS
MSSSAGERIES. NARITIMES.
Ate o dia 8. tlg corrente rn?z e-pera-se da Eu-
rctpaxi vapor francez Ro Grande, o qual depois da
damra do costume seguir para Santos, tocan-
do n BnJiia c Rio de Janeiro.
Pa 'cHndiffles, fretes o passagens, trata-se na
ageafia. rna do Commerclo n. 9.
' esperado nos portos dp sul at o dia 6 de
jiho o vapor Cuzco, o qul seguir no mesmo
4% da ehegada para Lisfeea e Irtvefpooi.
Para passagens e mip^MPfliiacoes, dirjam-se
ads agentes WUson Rowe 4 C.
1 i -te* dB agmrdo. -14.
*E' esperado da Europa at o dia 8 do eomrfe
armacio, gneros e mais perten^as da ta-
verna da praga do Conde d'Eu, n. 32,
massa fallida de Jos Narciso da Silva
& C.
O agente Maalius far leilo por icandadudi.
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commerco, da arma-
fjo, gneros e mas pertencas da (averna cima,
pertencente massa fallida de Jos Narciso da Sil-
va 4 C; o balando pode ser examinado em mao
do agente.
A's 11 horas do dja cima na mesma taverna.
LEILO
DE
um sanctuario de Jacaranda e urna
no de costura.
V V*
m^MW.^r^
AESCAO
;io 'roldado.
I oa pc>M a |ir M-onada roanattaaMM
d:> de ir a Go>anna tratar do alpaaa aa|
obraar aaaa
judicialincnt'. iiaVr V
docta ; pe^ qn". aqwtla >-**-m ja
zi-rem encarregar d-* quanaar arpn
jain-se i ra do Imperad -r n :n. -.. .
nestes iros das, pon a referida aaaaoa
segunda-feira prxima.
aatV ;;
T
i*oca-sc
machi-
Por intervenr,5o do agente Unto
Na casa n. 11 do Corredor do Bispo.
LEILO
iPAR
liquidaco
No arraazgip da rita do
I mperador n. 45.
De caniiieixo a ga, de bron-
ze e crjrsUl araadellas, chifa-
rizes, layatoriOB, porta-chapeo?,
bomba para jardim, mesa de
a moradia de urna MM muilo fre.a e ;.
v'iln, com quintal, agua, ga. Inaawr.
etc., por nina pmt m-i m meana m jrn->
ooeditiaa, na ra da UaniW-a. t.akrra. SaM-
An.aro,etc. .-t.-.. aaada pt-no la raa Xtn
hrafl na ra Nova n. 36.
ESTRADA DE FERKO
1H
Recite Caxang.
v jifia fciwtV
ri'nnUe em fan* a
trem qae t*be 4o ta-
laofi aa borne I*
minulnt tmwmmMtri
as 8 e S, e por eia ra
zo dere chegar as esta<} ***"*" 5
minutos antes da luir manada na taMU :
bem como o trem q horas e 15 minutos tambern ttaiaahi, sa-
hir as 0 10.
Escriptorio da conapaokia, I W 'mnkm
de 1873.
H. C. lUrtpriV*,
iimmkt.
Oisrece-ae nat h
engenho com as neceasatm
aflianra sua conduela, para
pateo lo Carino n. U. e para tratar
genbo fairaeira Li,
- Na roa d. nan|e> n. t taa1a u
com o lllm. Sr. DMtajaa MarM.
Barros, a aefoda de sea
i*


Diario de Pernambuco Sexta feira 6 de Junho de 1873.
FDHDICAO DE FERRO E RRONZE
FABRICA DE MACHINAS
lV rn:i (na doBrn) ns. 100a 104
CARDOSO &
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico en geral, que receberam da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
e misteresda industria agrcola, o quotudo vendem por procos razoaveis.
Vapores horisontaes de 4, 6,8 e 10 cavallos, os melhores que ?em ao mercado.
MoendaS completas, obra forte e bem acabada.
MeiaS niOendaS para assentarem grades de madeira.
TaixaS de feTO fund(1 e batido, de todos os tamanhos e dos melhores fabri-
cantes.
RodaS d'agm dc diversos tamanhos.
Rodas dentadas de diversos tamanhos equalidades.
Arados americanos dc dversas quaiuades.
Formas para assucar graades> pintadas e gaivai)isadas.
ConcertOS concertam om promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EUCO.llllieildas Mandam vir Por encoaini ndada Europa, qualquer raachinismo,
para o que se corresponden! com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores ongenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
as ditas machinas, e se responsabilisam polo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUND CAO DE CARDOSO & IRMA O.
*CEK.
HDDAHCJH
COLLEGIO
1E
N. Senhorada Saide
P.RA
Educacao de meninas.
% As ti
M\ urna edi
'lt boa mor
'*. a senhoi
*w. riin nnr
FAZENDAS PARA ACABAR
Na
ra
do C
respo n.
20.
LOJA DE
Guilherme Carneiro da CunJia & C.a
l0tUi, pbmr^mctmtleo, t, ru de CatlgUiie, Paru, nlco propric tarto.
OLEOE3HOGG
DE FIGADOS FRESCOS DE BACALHAO
Tsica, affeccoes escrofulosas, tosse chronica, rheumatismos, fraques
Idos membros, eotha, debilidade geral (engorda e fortalece), doce e fcil
Ide tomar. Menco honrosa.
11 Exigir a marca de fabrica abaixo indicada encobrindo a capsula de I
cada frasco de forma triangular.
Deposito em Pernambuco, A. RECORD, e as principaea pharmacias.
A Directora deste collegio, abaixo assig-
nada, faz sciente nao so aos pas de suas
al uniras, como a todos os cheles de fa-
milia que quierem ronli.tr Ihe a educa-
cao de suas filbas, que iransferio o sea
collegio da freguezia do Poco da Panella
para a freguezia da Boa-Vista, sobrado
i. 15, sito ra Fumosa.
.lumnas deste collegio recetario
, educacao esmerada tob as bases da
moral e da religiio, como convm
senhoras de nm paiz eatholico; e te-
rio por mestres. nrofessorfs escolhidos
cutre os mais habis, os quaes serio en-
carregados do ensino de leitura de prosa
e verso, calligraphia, arithmetica, sjstc-
ma mtrico, lingua verncula, historia,
geographia, francez, ingles, msica vocal,
piano, desenlio, dansa, croch, labyrintho,
obras de la, bordados matiz e onro etc.
E porque a abaixo asignada conheca
hoje, por urna longa experiencia, que Q
nao pode a attenco de urna directora de fj
collegio subdividir-se, por um crescide (O
numero de alumnas, sem prejuizo e gran, rz
des inconvenientes para a educado des- f~j
tas e crdito do estabelecimento ; por
isso est a mesma abaixo assignada re-
solvida a limitir a vinte o numero de
suas discipulas, com o que julga dar ao
respeitavel publico desta cidade urna
pro va de quanto se ach compenetrada
de seas deveres e um* garanta aos
pas de suas alumnas de que ser soli-
cita e zelosa em cerca-las da vigilancia e
carinhos rjue nunca, quando bem distri-
buidos, sao de mais para lio innocentes
crestona.
Quanto ao asseio da casa, acommoda-
coes o distribuico do servico, aeba-se
tudo providenciado de forma que a or-
dem ser rigorosamente mantida. e que
nao serd alteradas as boas condi
hygienicas da casa em que se ada
eslabelecido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de 1873.
Maria Helena da Bocha
QC5?
ALTA MVM0/%0E2
PIANOS E MSICAS
AITOHO JTOSfi HE AZEVEDO
Ra do Barao da Victoria d, 11, armasem, e 12 !. anlar, antiga ni* Nov
aonde o publico em geral encontrahempre o maior e mais esplendido sortimento depmns $
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda multar
e orchestra.
p
ii
Acaba de abrir no primeiro andar do obrada n. lt confronta i
tica Miurer, un grande saiio onde estao expostos os migniBcos
mrM.A n %Wr9 de arruino, de PleyeL
-------- de meia canda, do metmo aotor.
-------- de H. Henn.
de Amede Thibout.
Onieo agente nesta cidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FOES
vsmiados em diversas eiposi;5ss om 14 medaltais de onro e prata.
Sao os onicos pianos qne aqoi vem da Europa, perfeitamente afloa-
lt, hitos com elegan-.ia e solidez.
D'aqni mfdiacte cootinoari a annnneiar todas as pnblicacSea qne se forero friendo oas saas oIBciis de Mtf.
Tambem reeebea grande sortimeato ee tasicu aera ptaeo, alano e
canto e entre ellas as lindas competieses do multo t]
F. K t *TI\I
A SABER :
Voc me qner Walsa.
Olga Matorka.
L Separiciooi Pxra canto.|
A Lnz elctrica, grande Wa'ra.
Franco Bratiltiro Polka.
Tomada da ValleU r.Mope.
Joanioha Walia.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mmha Lyra Walsa.
A Natalicia P, ka
Stud-ente Pe ka.
Feitis ees nWeinai de m**#a
do BBoeole.
Esailia, polka eer L Staott
Gircaciio, frtiKe. p> r
Jird.m do Cesa dee
quadrilha, por J. Pote*.
Cbva ce Hou, WaHa, ft II Ai
tKrtazzi.
De ordem do irmao juiz, e em virtude do artigo
41 do conipromiso, convidamos aos nossos cha-
rissimos irmos, para comparecerem em nosso
consistorio no domingo da Santissima Trindade, 8
do corrente pelas 9 horas da manh, afim de ele-
germos a mesa regedora que tem de funecionar
no futuro anno compromissal de 1873 1874.
Consistorio da Vcneravel Irmandade do SS. Sa-
cramento da matriz de Santo Antonio do Becife,
5 de junho de 1873.
O escrivao,
Jos Rufino Climaco da Silva.
Cozinheiro.
Preciza-se de nm, livre ou esvravo, e quese en-
e.n tambem de comprar, para easa de 2
o,
pesoas
L'iOSOOO
a tratar no Corred r i!o ispo n. 89.
10 palmos.
D-sc a qnantia cima a quem pegar e coniluzir
roa do Brum n 7i, armazem de assucar, os es-
cravos abaixo mencionados : Vitalino, fgido em
23 de fevereiro do corrente amo, preto, crioulo,
de 2o a 26 annos, alto e cheio do corpo, ps gros-
sos. quando falla encolhc e bei^o superior, pouca
barba, e fumaras de valenlao ; foi acompanhado
de um esrravQ de Manoel Francisco Marques, cu-
jo escravo do Cear, para onde se suppoz que
ellos tenham seguido, natural de Correntes, foi
escravo do capitao Thomaz Theoorio de Albu-
querque \ illanova, morador em Papacaca, cujo
tinlia urna fazenda em Buique, de que elle era
vaqiiira._______
Primeira Rela^o.
CARTAS A ENTREGAR.
Os seguintes Srs. queram vir a ra do Impera-
comocostuma, at o premio de Sj&^fol??3S?-**
Anotnio Gon^alves Porto.
Sapotseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, frueta-pao, oKi-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanboyant ou brilhante, pal-
mar imperial, roseiras de qualidade, alccrinss
arreiras, eoracSo da india, romeiras e outra,
antas : na Capunga, roa da Ventura numero 20.
L
CAZA DA FORTUNA
RA l. DE HARgO OUTR'ORX DO CRESrO N. 23
Aos 20:()(M$0Q0.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilheles do ltio de Janeiro, pagando
promptamente,
4:000.
Presos.
Inteiro.......215000
Meio........ ltfOOO
Quarto....... 60C0
Manoel Martins Fiuza.
Irmandade doSS. Sacramen-
to do Recife.
De jirdem do Exm. Sr. juiz, convido a todos
os irmao3 a reuniremse em mesa geral domingo
8 do corrente pelas 11 horas da manh aim de
eleger-se a mesa regedora para o anno de 1873 a
1874.
Consistorio 4 de junho de 1873.
Jos da Silva Loyo Sobrinho.
Escrivo.
DENTISTA DE PARS S
19- RA NOVA! 9
CAUTELA!
MEUR
/%. W M
mm
es-
-5~
.-..:
ft-'
Menino desapparecido
Toiitlo viudo do Fragoso, ha cerca de
duas semanas, o pardo escuro Manoel, de
13 para 14 annos de idado, aflm de servir
de criado ao Dr. Manoel de Figueira Faria,
sendo mandado 110 da 3 do corrente a fazer
compras, deixou de voltar para casa; e
como se ignore o destino que teve, visto ser
file orpho, faz-so o presente annuncio,
para evitar duvidas futuras.
Attencjio
Engomma-se com perfeicao roupa para
bomem, A ma do Forte 11. 9.
Feliciano Przeres
Francisco Jos da Cosa
Jos Maria da Conccicao Ferrelra
Jos da Silva Ferreira (alfaiate)
Jeo Americano
Jos Meirelles de Souza Ramos
: Jos Amancio de Oliveira Guimaraas
Manoel Jos Ferreira ( Benuivi)
Napoloo da Costa Moreira
Pedro Guimaries
Quintino Moreira Dias
Theodoro Pereira da Silva
Francisco Augusto de Almeida.
Aviso.
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianca dos J
clientes da casa; e do %
respeitavel publico em 2
geral.
$fWffHW*f*ft)i
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 47
da ra da Imperatriz ; quem o pretender encon-
trara as chaves na loja do mesmo sobrado, e se
entender com seu proprietario a ra do Hospicio
n. 33.
-rrt-
---
._..
ffc-
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e m9os botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e iioine diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
1501000
Aluga-se urna boa casa terrea nos Arrumba-
dos, em Olindi, pelo preco de 12* mensaes : a
tratar na ra Io de Marco, amiga do Crespo, na
loja do Passo junto ao arco de Santo Antonio. As
chaves acham-se na estacao do caminho de ferro
perto da mesma casa, onJe chefe o Sr. Vianna.
OlTerece-se um caixeiro com pratica dc pa-
daria e molhados, a tratar na ra Imperial n 7 ;
d conhcimento de sua conlucta.
Oih'iii milis coniHidi (iflereee ?
Incontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PARS NA AMERICA
ra Duque de Casias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) c a raziio ? a razo simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in.'ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se foreado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso peda<;o de lapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conhecer se
a botina Ihe fica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, do ladrilho ; o que nao acontece no Parts na
America, onde pode se passear vontade e desla
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impcssivel, qne niua se-
nhora (do bom tom) qoeira sujeilarse a experi-
menur calcado ao lado de um baleao, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Parts na America nao resente-se desta falta ; tem |
um bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all poderao eslar em perfeito commo-
do para a escolha do caljado.
Nao terminam ahi as vantaaens ou commodos
do Parts na America ra Duque de Casias n.
o9, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabncantes da Europa, como Me-
lles, Sujer, Polak, ele, etc., e grande variedade de
chmellos e sapatos. assim tambem um lindo sor-
limento de botinas para senhora, e sapatinhos de
multas qualidades que poderao satisfazer a esco-
lha da maii capwhosa senhora (do bom gosto);
rielo que fica expendido, rsu claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Pars na America, ra Duque de Caxias n
$9, primeirff andar; anUga roa do Queiroadp
OlTerece-se um homem para administrar um
engenlto, ou sob e qualquer contrato entrando
com seus servicos e mais tres eservas do servico
de campo, afllanca sua conducta, para informacoes
no pateo do Carmo n. 9, e para tratar no engenho
Caxoeira Lisa, em Gamelleira.
Advertencia proveitosa.
Lembra-se ao Sr. Draga, ofllcial de caldereiro,
que consta trabalhar em urna fundicao na ra do
Brum, arvorado em engenheiro, ou machinista en-
carregado de fazer os encanamentos d'agua pota-
vel para as casas particulares, o rigoroso dever
em que se acha de ir a casa da ra do Aragao n.
12, afim de dar cumprimento a respeito do enca-
namento que fez, visto ter assentado urna pipa
com um rombo tapado com um pedaco de panno,
abusando assim da boa f da pessoa que o encar-
regou de fazer o mencionado encanamento do (|ue
j tem sido avisado por differentes vezes.
Recife, 4 de junho de 1873.
Aviso.
Aluga-se a casa n. 133 ra da Concordia,
a moderna e com gaz ; a chave acha-se confron-
te na loja de marcineria, e trata-se com Mareel-
lino Jos Lopes, no Mondego porto n. 63, com
o letreiro Olario
Sociedade nio Beneficente
Martima.
Por ordem do conselho administrativo sao con-
vidados todos os socies para comparecer a reuniao
da assembla geral no dia 6 do corrente as 7 ho-
ras da noute para tratar-sc de negocios urgentes
da mesma sociedade.
Secretaria da Sociedade Uniao Beneficente Ma-
rtima em Pernambuco, 3 de junho de 1873.
O secretario,
________________Antonio Jos Alpieri.

Engenho para arrendar
Arrenda-so um engenho na frejmeiia de Agua
Preta, moente e corrente, A 9 prjporcSes para sa-
frejar tres mil pies annuaa B bom cercado, e
perto da estacao urna legoaJ quem pretender di-
rija-se no Becife ra do Imperador n. 30, que
Ihe informarlo.
*
Precisa-ge de um homam para feitor de um
engenho que tenha pratica d servico, que nao te-
nha vicios e d fianca sua onducta ; i enten-
der-se com o Sr. Bernardino PentuaJ, ra da Ma- na, de 14 a 16 ai
dre d> Den* D. 36. 'jjja 4o Carmo d,
No engenho Massuassu, freguezia da Escada, se
dar de gratifieacao a qnantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o '. tem 9 annos,
;astanho e castrado, tem a orelha dircita bastante
aseada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem urna cruz ; o 2." ruco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cancalha, ferrado coma marca-I. B. do lad
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
snhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
-Ono quarto direito : gratifica-se com 50*000
por cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalqncr aos ditos cavallos.
Contraria de S. Jos d'Ago-
na.
Por delieracao do nosso irmao provedor, e em
comprimento do nosso compromisso, convido aos
irmaos eleilos para os cargos da mesa regedora
de 1873 a 1074, a comparecerem em noso con-
sistorio no prximo domingo 8 do corrente, pe-
las dez horas da manha, afim de serem empossa-
dos em seus respectivos cargos.
Secretaria, 4 de junho de 1873.
O secretario interino,
t________________.Wigalhaes Jnior.
Precisa-se de um cozinheiro no collegio de
orphaos : a tratar no mesmo ra da Gloria n.
95. 1
0OQQOi|CQC>QiCVQi
Consultorio medico
DO
Dr. Mtirillo.
RA DA CRUZ N. !6, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro-
figsao.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
pCali'd'/fc.=Molestias da pelle, de
enanca e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua espeeialidade as duchas fras e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelbos mais modernamente em-
pregados na Europa.
', Tambem applica com grande proveito
S no tratamento das molestias do tero a ^
fft electricidade.pelo processo do Dr. Trepier.V
0OOOOOOC icvx^ooooo
Offerece-se om rapaz para criado, dando fia-
dor de sua conducta : quem pretender dirija-se
ao caes da alfandega, chafariz
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro ARE A
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de METTRON ft 0., e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft C.

Comedorias.
Fornece-se comedarias para fra, no 'sobrado
da ra estreita do Rosario n. 35 : as pessoas que
precisaran dirijam-se a dita casa que acharao
com quem tratar.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com ortica de laver
annos
l
de Ifefc : n tratar na Cam-
Joaquim Jos Gon Beltrao.
Ra do Commercio n. 5, 1." andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgarcs de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
MoncSo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de FamaUco
Villa Nova do PortimSo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
?
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
0 artista Andrade, antigo e acreditado oflirial da casa de Delsuc, participa as Eiom*.
fainlias eao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo sali, aonfe
se aprompta com perfeicao toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e posticos, pentea-se coques, cabellaras e cache-pngnOT,
concerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfcic.o toda obra dc nbdlw
reiro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que ni outra qualqver
parte.
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidaV,
co e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas xmas. familias que em seu grande sali, ha
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, todo dt i
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
GRANDE DESCOBERTA
DO
ES!TM.
Composto de manac ante-rheumatico e depurativo
PELO
Precisa-se um de lt a 14 annos, que tenha pra-
tica de taverna e que seja portuguez: a tratar
na roa das Calcadas n. 1
Precisa-se de um rapaz de 14 a 18 annos,
com ilguma pratica de fazendas, para urna loja
em urna das estacoes da via-ferrea, e que ga-
ranta a sua conducta : na roa do Marques de
Olinda n. 58, toja.
Aluga-se urna mobilia completa de amarello:
na raa de Hortas n. 86, sobrado.
E' preparado este xarope de manac e mais algumas plantes indigeoas do,
nao contm preparado.algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos <
erupedes syphiliticas e dartrosas, nscrorola e todas as inolestiM que tmmitnm
desses virus. A sua composicio foi approvada pela junU central de hygwne m.
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicacio para a forma de usar. Proco dt di
urna 89000.
nico deposito nesta provincia i ra do Bario da Victoria n. 38,
MoDteiro d Silva.
__


Diario de Pernambuco Sexta feira 6 de Junho de 1873.

AO ARMAZEM
BO
VAPOR FRANCEZ
HA DO BARAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabara de ehegar multo bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pteyel Wolf A C.: no
vapor francex, ra do Barao da Victoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de laxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brincos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordavo Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapates de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de murtas qualidades e precos para
meninos e meninas.
Sapatdes de verniz com sola de pao preprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
Sapatos de tapete, eajemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Bao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, teos, opiata e pos den-
triflce, agua de fl-r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanhos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vaoor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora "Nova n. 7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleo e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france', ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnieres, so-
tas, jardineiras, mesas, conversad'iras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem forte e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo* de di Aferentes gestos e
Jthantazias.
os para salas e gabinetes.
Loques para senhoras e para meninas.
Lavas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos imitaco e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de a$o fina e de todas as graduales.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de marfim;
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicoiinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabera.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Gravatas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differenies joguinhos aile-
maes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar teite mui fcil as
crianzas.
Argolinhas de marfim para as criancas morderem,
bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalancar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para esndieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas. .
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palba e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou aceordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqui
loaras difficeis de meneionar-se.
No armazem do vapor francez, roa do Bario
Victoria, oatr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de todo?
os brinquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para entretenimento das criancas
tudo a precos mais resumidos que possivel_:
no armazem do vapor francez, ra do Bario
da Victoria, outr'ora roa Nova n. 7.
ARA PIANOS
Plij siologia do malrininnio
11 HISTORIA .NATURAL E MEDICA
bO
lioiBCiii-e da uriher casados
as suas mais curiosas particularidades
THEORIA NOVA DA PROCREACAO DOS FILIIOS
do sexo masculino on feminino a" vonlade dos con-
juges Esterilidade lnpoieneia Impcrfei-
(des genitaes : meio de repara la.
Hygienc especial da iiiutlier grvida o do
recem-nascido
POR
A. IIIOIIAV.
Ir. da sexagesima-segunda edicio franceza
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A. I. F. dos Res.
1 volume em 8. U000.
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$ Instrucqo primaria e $
secundaria.
O professor Thom Augusto da Silva %K
Villar, competentemente habilitado, faz q
Cjijpfifr aA .k.,f.u An familia ma ^^*
2
sciente a toaos os chefes de familia que
~ SCieUH) a IOUOS US CUCIOO uc niuun M -
J& quizerem confiar-lhe a educado de seus 99
*
*
filhos, que tem aberto no sobrado grande M
le o 1 do corrente, JJ
da Soledaden. 5*, desde u misma) -
urna aula particular para o sexo mascu- W
lino. Os alumnos recebero urna educa- mk
cao distineta ; para esse fim, o professor ^
emprega todos os seus esforcos e meios JQr,
para conservar na sociedade sempre ere- j
S dito, e tambem mocos cotholicos e cfvili- J
W sados. W
**************
I
Ao publico.
O abaixo assignado declara que urna letra de
seu aceite, sacada pelo Sr. Jos Gorgonio Paes
Barreto, e vencida ltimamente, nao Ihe foi apre-
sentada nem leve aviso da pessoa que a possue, e
ignorando quem seja seu dono, protesta nao pa-
gar juros pela demora no recebimento, visto como
est com o dinheiro prompto e a disposicao do por-
tador del la. Villa de Gamclleira, 31 de roaio de
1873.
Jos Pedro Velloso da Silveira.
No dia 3 de fevereiro de 1873 fugio do en-
genho Canzanza, freguezia de Jaboato, o escrave
de nome Cypriano, com os signaes seguintes : ca-
bra, grosso, andar banzeiro, e para maior si?nal
tem urna orelha lascada : quem o apprehender e
levar ao referido engenho, ser bem recompen-
sado.
= Aluga se urna casa nova, na Capunga, nos
Quatro tantos : a tratar com Joao Jos da Cunha
Lages, ra do Vigario n. 33, I.* andar.
Joao Francisco da Costa Campos
manda celebrar urna missa na ma-
triz da cidade da Escada, no dia 11
do corrente, as 7 horas da manha,
por alma de sua muito presada co-
madre a Exma. Sra. D. Joanna do
Rosario .Machado; convida aos seus
amigos e es da finada a assistirem a este acto de
religio e caridade, pelo que ser eternamente
grato...................
D. Mara Accioly Lins
fiJos Henriqnes de Salles Abreu, Gertrudes The-
reza Accioly Lins de Abreu, Francisco Accioly de
Gouveia Lins, Sebastio .Nicolao Accioly Lins, Jos
Henriques de Salles Abreu Fllho e Maria Accioly
de Salles Abreu, genro, filhos, irmao e netos da
finada D. Maria Accioly Lins, agradecem cordial-
mente as pessoas que tiveram a bondade de assis-
tir aos ltimos suffragios feitos mesma ; e de
novo as convida para a missa que se tem de resar
na igreja matriz da Boa-Vista, segunda-feira 9 do
corrente, s 7 horas da man a.________________
AVISO
O abaixo assignado avisa aos seus devedores
que venham pagar seus dbitos at o lim do cr-
reme, do contrario passarao pelo 'dissabor de ve-
rem seus nonies e quantias por este Diario.
Recife, 6 de junho de 1873.
Antonio Gomes de Mendonc.
Alnga-sc
o sobrado n. 7 da roa do Cwsnvrrio o tfreeiro
andar da |iru|iriedadc. n. 13 da ra do Rom Jess:
na na da Aurora n 51._______
.\lug:i-fi! o iriinciro autor o solirado na
ra do Sania Hita n. t : a tratar na tejada roa
do Duque de Caxias n. 44.
PENHORES
Natravessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e briihantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
CONSULTORIO
MEDICO CIBUBCO
DO
Dr. Mallos Guerra.
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Especialidades : molestias das mu-
lheres, das criancas, molestias venreas
e sypbiliticas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nh.
Chamados qualquer hora do dia e
da nonio.
Gratis aos pobres.
Ra da Imperatriz n. 36, primeiro,
andar.

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Attenqo
Quem precisar de boas amas seccas e de leite
dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja. _______
Ama Precisa-se alugar urna ama forra iW
.x.ma e^rav, para coziuhar ; pagase bem
ama Nova, teja n. II.__________^__________
Precisase de urna ana para coziuhar
comprar para duas pcssnas : a tratar na do
IJtmuvnlo n. 3, Liv.tii.-i___
Vm piano de mesa em bom estado para
aprender e pw preco barato : a tratar na ra do
Mondego, sitio do portao n. 6:. ______
Aluga-so urna casa com i sala*, 7 quarfos,
boa cozinna, coto Torno e bom fogao, todos oi
o'iari ,sda casi !.mii aiHIa, lem um Ifrrafn na
li'ento ivn v.ir.-inda t'.r f'ii.i. |KM ft.il.' d" Mf .
quinijl iiiiii il iios t.'tn i:>il.i da *x-.i. i ui.i mui
Precisa-se de urna
fllho : na ra do Mar
meiro andar.
Ama de lcite.
... j- i:n i,n nn innha ,0 grande para critican uo fumn. A cas n. .'J
i ml,qn i(Vnri- ,la*ua -I Alccrim. tem ,..nn, d'agfa o.m to.m
,uezdeOlinda n. 40, pn b,nhein). ,,.; dll ja.^ ,, A..11S.
quein prct^ndiT dlrija-ta na Augu
-------------__--------- la, casa terrea u 0, nuda ora a proprietari.
Prwi#a-se de uuu para cozinhar c la- -------=---------------------
ter mais aigum servico d casa de fa- lrmandade do bb. feacrrmen-
luilia, no Coireder do Rispo n. 5.
AMA
# Precisa-se alugar urna ama
ronel Suassuna n. I.
Quem precisar de urna
ireiR
tlo
na ra do Co- to da Matriz da Boa-Vista,
I De ordem da mesa regodora convido a todos os
perfeita nossos irmos a reunirciu se em mea geral no
m(Muninrdeft)da Tqalqnr obra dia 7 do corrente pelas 6 horas da tarde"afim de
otlo Igorina,
dirjase i rna
andar.
Bgurino, tendente 'senhora,
do Rrom n. 10, !
Precisase de urna ama para casa de fami-
lia de duas pessoas : na rna do Cabug n. 1, toja.
\g Precisa-se de urna ama que saiba
A nt \ cozinhar e engomraar, para casa de
Xliin familia : a tratar na praca doCorpo
Santo n. 17,3 andar._____
Ama de leite.
Precisa-se de urna sem fi-
lho, que tenhabom e abun-
dante leite: no 3o andar des-
ta typographia. ^^_^__
se tratar de negocio de grande inleresse.
Consistorio, 5 de junl'.c de 1873.
O escrivao,
Simplicio |da Cruz Ribeiro.
URGENCIA.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Candido da Silva
Hraga, na ra do Coronel Suassuna n. I, a respei-
to de urna escrava sua.
COMPRAS.
B Compra-se algumas casas terreas ou sobra-
dos nesta cidade : a tratar na teja da ra Duque
de Caxias n. 44.
VNDAS.
AMA
Precisa-se de urna : a tra-
tar Da praca do Conde d'Eu
n. 5\ % andar.
AMA
r na praca
/and
Vi.i.itii
Nao ha mais cabellos
braneos.
TINTURARA japoneza.
Se nica approvada pelas academias de
toda que
teiro:
Praia,
Precisa-se^de urna que saiba com-
prar e cozinhar p?rfeitamente, pagan-
do se bem, para casa de homem sol- sciencias, rcconhecida superior
na roa de Pedro Alfonso, antiga ra da tem apparecido at hojo. Deposito pnnci-
n. 11 __________^_ pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de r.abelUri-
Precisa-se de urna ama que -aiba cozinhar:
a tratar ra do Hospicio n. 37, ou 16.________
retro.
MOFINA
Est encoura^ado!!!
Roga-se ao Ilhn. Sr. Ignacio Vieira de Mello, a imalha de ac, de ferrro" de lineo, de cobre e
F ogo, fogo
e o melhor de todos os fogos s se obtem com
200^000
Continua a estar ausente desde o dia lo do mez
de abril o escravo Henrique com os signaes seguin-
tes : mulato bem claro, cabellos crespos, rosto li-
so, sem barbas, altura regular, cheio do corpo,
andar banzeiro, cadeiras largas, a perna direita
aborta, quando assenta o p direito de banda, o
dedo grande do p direilo aberto sem unhas, tem
marcas de bichos, as costa com pannos braneos,
quando e>t serio carrancudo, olhos encovados,
o olhoesquerdo um pouco aperlado, levou um
cavallo de estribara, alacio dourado, dinas, tpe-
le e cauda compridas, fenle aberta, caneca acar-
nerada, altura de 7 palmos, 3 ps calcados com
pintas de oveiro, tem urna mancha branca redon-
da cm cima da anca esquerda, j tem dentes que-
brados da cachaca, inteiro ; desconfia-se elle ja
ter vendido o cavallo, (quem adiar e cavallo e
me o trouxer ter MM) O mulato nasccu na Sor-
ra do Teixeira e ahi esteve at a idade de 21 an-
nos, foi dos herdeiros da viuva D. Victoria Mana
dos Anjos, que venderam-no ao Sr. Antonio Ceja-
vio Italiano e este vendeu-o ao barao de Nazare-
th onde o comprei e possuo ha 2 annos : qual-
quer pessoa que o traga ao seu senhor Antonio
Carneiro Rodrigues Campello no engenho Canzan-
za. freguezia de Santo Amaro de Jaboato te; a
quantia cima.
ftocicdntlc lieneflccntc dos l\ -
pographos cut Periiaiiibuco.
De ordem desta sociedade sao convidados todos
os socios a cornparecercm casa de suas sessoes,
ra velha de Santa Rila n. lo, no domingo (8 do
corrente) pelas 10 horas da manha, para assisti-
rem sesso que al I i ter lugar.
Recife, 6 de junho de 1873.
O I." secretario,
Belmiro Ferreir da F. Cadaval.
Aluga-se a casa n. 32, da ra do Padre
Nobrega, antiga ra do Alecrim, com bastante
com modos e em perfeito estte de limpaza, fon-
do jardim aos lados, e penna d'agua : tratar
na ra Augusta n. 230, com o proprietario.
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos San-
tos, e depois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secea do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
I CONSULTORIO *
MEDIC0-CIRURGIC0
DO W
0 Dr. J. II. Cario &
t Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
J meiro andar. S
K Consulta das 9 horas s 11 da manhi. JR
0 Chamados a qualquer hora. 0
'$8-^af$rJ8& &&#&
Engenho
Arrendaseou vende-se parte de dous engenhos
sitos na freguezia de Ipojuca, sendo um movido
por animaes e oulro movido a agua, bem obrados,
de ptimos terrenos, e com proporcoes para salre-
jar de tres a quatro mil pes, distando do porto
de embarque apenas urna legoa, e da estrada de
ferro tres legoas : quem pretender dirija-se ra
do Apollo n. oo, 2* andar, que achara com quem
Iratar.
Publicaqo jurdica
Apontamentos sobre a condifdo dos escla-
vos e libertos no Brasil,
contendo as principaes questoes relativas essa
especie, com as decisoes proferidas a respeilo pe-
tes tribunaes superiores e do poder executivo,
bem como toda a legislaco patria, antiga e mo-
dernissima acerca de cada urna deltas ; pelo Dr.
Antonio de Vasconcellos Menezes de Drummond,
lente cathedratico da 1.a cadeira do 4. anno de di-
reito civil da faculdade de direito do Recife e ad-
vogado ueste foro. Assigna-se Iivraria franceza
e a Iivraria do Sr. Nogueira, no arco de Sanio An-
tonio.
Ozinlieiro
Preci-a-se di um bom cozinheiro para um bom
hotel: a tratar na ra do Imperador n. 51, arma-
zem unio e commercio.
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. seu fllho se
achava nesta cidade._________________________
Ausentou-se de casa de sua senhora, no dia
6 de maio, o melato Matheus, e tem os signaes
seguintes: alto, ps e mos grandes, cor de laran-
ja, bons dentes, fa'la mansa e um pouco Gna,
barba um pouco branca, cabellos crespos e re-
presenta ter 40 annos : pedese a quem o appre-
hender de leva-lo ra do Hospicio n. 81, que
ser gratificado.
GABINETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR'
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIHADES.
Molestias e operaces de olhos.
Cora radical e instantnea dos
estreitamentoB da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 horas
da manbS.
Chamados : A qualquer hora.
Allentao.
estu-
do
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro
fado.
No armazem do Vapor Francez ra
Bario da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra doBaro da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
Fogo, fogo
Fogo de bengala.
Novos foguinhos chinezes artificiaos proprios de
tates, varandass e jardini ebegados de encom-
ienda propria, e especial para os festejos de
lanto Antonio, S. Joao e S. Pedro* i precos re-
tinados, tanto em pequeas caixas, como i re-
tino : no armazem do vapor francez^rua do Ba-
da Victoria, oatr'ora 7.
Precisa se de um homem para moer caf, e se
tiveralguma pratica de torrar, melhor ser: na
ra Direita n. 30, deposito.
- Precisa se alugar melado de urna casa no
bairro de Santo Antonio: quem tiver para alugar,
dirija-se ra da Gloria n. 47.
Sociedade Beneficente Luso
Brasileira.
Em cuniprimento de ordens da directora con-
vido aos Srs socios a comparecerem a sesso da
Assembla geral, domingo prximo s II horas
do dia, lendo de entrar em ordem do dia o ba-
lancete da reeeita e despeza apresentado pelo Sr.
thesoureiro, qecessario o comparecimento de
maior numero de socios.
Sala das sessoes da Sociedade Beneficente Luso
Brasileira, 5 de junho de 1873.
O 1.* secretario,
Souza Mira.
Aviso.
Antonio Carlos Pereira de Burgos Penco de
Len, iodo a Europa no prximo vapor, deixa en-
carregado de seus negocios forenses a seus ami-
gos os Sra. Drs. Angelo Henriques da Silva, e
Jos Maximiano Alves Cavalcante; assim como a
seu filho o bacbarel Adolpho Pereir. de Burgos
Ponce de Leou, e os Srs. solicitadores Joao Bar-
bosa Cordeiro e Carlos Pereira de Burgos, e de
seus negocios particulares a seu filho Antonio
Carlos Pereira de Burgos Ponce de Leoa Outro
sin, nao tondo tempo de despedir-so pessoal men-
te de todos que o honram com sua amisade, e faz
pelo presente, pedindo-les desculpa desta bita in-
voluntaria^_________________________________
Aluga-se por 254 a casa n. 6 na ra do Li-
ma, em Santo Amaro, calando j concertada de
aovo : 9. tratar na roa da RestaurajSo P, 54, ou-
tr'ora Guia.
- Esl fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 2o annjs, pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e camisa de algodo tem marca de fujo
na na perna direita, e tem os olhos grandes e abo-
toados : roga-se as autoridades policiaes e capi-
Uea ie campo o obsequio de pega-la e leva-la
seu senhor, no Caminlio Sovo n. 110, sitio, ou na
ra da Cacimba n. I, que serio generosamente
recompensados.

na phar
C, n. 3V;
de agulha, que se vende por menos
macia e drogara ce Bartholomeu &
ra larga do IV isa rio._________^___
No escriptorio da ra do Commercio
n. 32, de Joao Jos de Carvalho Moraes,
vende-se o seguinto :
Caf do Rio de Janeiro.
Cimento de Portland.
Palhinha preparada.
Cera em velas.
Oleo de linliaca.
Couro de lustre.
Bezerros.
Chumbo de munirao.
Gomma-laca, superior qualidade.
Cadeiras hamburguesas.
Ditas de baldiico.
Ditas para crianzas.
Vende-se urna machina de costura em bom
estado : na Baixa Verde n. 4 (Capunga).
Breviario romn.
4 Predilecta,
novo e
andar
rica-
desta
(
Dentista de Pars
19 RA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agraderendo ao respei-
tavel publico em gem e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que lhe dispensaram durante os quinze annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar que cedeu o seu gabinetefde cirurgio
dentista-ao seu sobrinho e discpulo J. M. Leroux
o qual echando-se hamais de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua confianca e executar os trabalhos os
mais difflceis e delicados da profisssao
O mesmo aproveita a occasiao para pedir s
pessoas que lhe sao devedoras o especial favor
de manda-ls pagar quanto antes, pois retira-
se muito breve para Pars, aonde se achara sem-
pre proinptoparao(mpude_pj|wtar.________
Esta s de jesuta !
O Sr. J. C. A. de F. nSo quer ?inda attender
aos reclamos da pobre viuva que exige os alu-
queis e ebaves de sua casa, montando j os alu-
gueis at 30 de abril a 3205000 ; o que sobre
tudo se torna revoltante o inquilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e nem chaves e
nem alugueis._________________^^^
Vende-se um breviario romano,
mente encadernado : a tratar no 1
typographia.
B A' vender por causa de
g viagem, A
'2. Um excellenle piano da fabrica Bois- ar
K selot, em perfeito estado. &P
U Baratsimo 560J0OO. Q
(Q A tratar na ra do Bom Jess n. o.', y
(5 armazem. Qi
Vende-so 1 machina de costura de um pos-
ponto : na Baixa Verde n. 4, Capunga.
Taverna.
Vende-se a da ra Dircfta n. 72, tem poucos
fundos, e bem afreguezada : a tratar na mes-
ma.
Terreno.
Vende-se um magnifico terreno situado no ame
no lugar Chacn ao lado direito do rio,lugar
que nao chegam as cheias, oom 90 palmos M
frente e 400 de fundo e alicerces para urna casa
com 40 palmos de frente : tem bondosos arvore
dos e muilas fructeiras: a tratar na ra do Mar
quez de Olinda n. 40^_____________________
1008
E-t ausente desde o dia 3 de abril do corrente
anno o escravo Miguel, com os signaes seguintes :
cabra, cabellos carapinhos, rosto liso, sem barba,
altura o corno regulares, ps e mos bem feitos,
falla muito descansada, est descorado, tem marca
de um taino na palma da imo direita, foi das Ala-
goas, j o possuo ha quatro annos, fez urna fgida
ha um anno e foi preso em Baixa-Verde : quem o
pegar leve ao sen senhor Antonio Carneiro Rodri-
gues Campello, no engenho Canzanza, que ter a
quantia cima.______________________________
A companbia Recife Drainage recebe pro-
postas para o fornecimento de capim para seus
animaes : a tratar na ra do Imperador n. 26,
1 andar.
Precisa-se alugar urna preta cozinheira :
ra do Rangel n. 9, pagando-se bom aluguel.
na
100S de gratificado.
Ausentou-se da casa do abaixo assignado no dia
2 de marco de 1872, a escrava de nome Rosa, de
24 annos de idade, baixa e gorda, rosto redondo,
urna cicatriz no rosto do lado direito, proveniente
de dor de dentes, e do outro lado tem um arra-
nbo, tem dous dentes na frente quebrados, do
lado superior, gaga, conhota, anda de um lado,
e boa engommadeira ; tem sido sempre vista
pelos arrabaldes, e ainda o mez passado foi en-
contrada na igreja do Corpo Santo, na semana
santa, e est serviado de ama : quem a pegar, ou
delta der noticias, dirjase ao seu senhor em Api-
pUfOf qne receben a quantia cima.
Lourenc.0 Bezerra C da Cunha.
Precisase de um cozinheiro ou cozinheira
para casa de homem solteiro : na ra Duque de
Caxias n. 91, rival sem segundo.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda e Beherihe.
De ordem do Illm. Sr.
presidente d assembla
geral, convido os Srs.
accionistas para, no dia
9 do corrente pelas 11
horas da manha, se reu-
urem afim de eleger-se a directora que
tem de fuBecionar no anno corrente de 73
a 74 e le resolver sobre outros assuniptos
adiados em sesso de hontem.
Recife, 3 de Junho de 1873.
O 2/ secretario,
Joao Martins de indrade.
Terrenos baratos de 3$ a
nos Afflictos, e 3$ no Sal-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza vende-
terrenos de seus sitios de trras proprias, aos
palmos, em a nova ra quasi em frente a
igreja dos Affiictos ; e do Salgadmho com
a frente para a estrada de ferro de
Olinda e oito para outra estrada ao lado do
mesmo sitio ; a tralar com o Sr. Tristo
Francisco Torres, na tbesouraria das lote-
ras.
Aluga-se a casa da ra do Mondego n. 01,
com commodos para familia : a tratar na mesma
ra, sitio do portao n. 63, que tem o titulo de
piara.__________________________ ______
Precisa-se de um menino de 8 at 12 annos,
Sortuguez ou nacional, para ir praticando na loja
fazendis da Casa Porte, dando fiador sua con-
ducta : a tratar na mesma toja. __________
Precisa-se de 1:000J a Juros, dando-se por
hypotheca um predio Im* desembaracado sito
puja cidade : quenkqattrd m tito quantia, diri-
ja-se a esta typographia a |IW com o adminis-
trador,
Repolho a 400 rs. a libra : ra da Guia
n. 34.________________________________
Vende-se um solo de um terreno proprio,
no fim da ra Duque de Caxias : a tratar na ra
de Hortas n. 86.
Pechincha
Calgado barato
Borzeguins de bezerro e cordavo, para
homem a 8000
Ditos pretos gaspiados, para senbora a 4*000
Ditos de duraque preto e de cores a 6*000
Ditos de meninos e meninas a 3*000
Bolinzinhos de couro, de enfiai, para
menino a IfCOO
Sapatos de tranca para homem e se-
nhora a U3O0
Ditos de tapete para homem e senhora a 1*000
Ver.de se na graca da Independencia n. 39, loja.
de Porto A Bastos.
no empenho de'bem s< rvir aos tem
ao puim *n grral i Me I :i dr l !; r da '
;l >!.: Pitra,
u.> 4d i -< i 4c
|n4ur unanle- d Uw I -ralo ; |via arma
lucrar ..l(f'ins dcMrc rtr- aw :
ALHC S. os m.n fcm '""J"* ***
ni*-ivadn, cum caj>a* de Mltaiaiiak,
tartaruga, in.irl.m, reftaAi e rtafna
ADERECOS prctose vwlias alarias aya tea;
assiin "i-mo, na hn MllvHla
(ti* de (daqu, adra ta awft kaa
arabada.
ItOTES para piinau.-, o qr |w-if deHjWjta
im'llMr em !*.,.- Urtanaga, man-
lierola, niarlini e iaa.
BOLQAS de vt-lludo, *-,U, ptU t chagria,
lia de mus n. Iirm e I odas.
IIICOS de seda e k- algud IMVUs de variado* dawahw
CASSOLETAS pretas -le metal e de BMdrtfx-
rola.
CAIXINHAS para Distara, tmtta rtraa 4a 4-
versos finii \<*. cuas Maiea san
afa
COQUES a imita, i.i, ., ine pude havar de ans
llOaitO i! IHMII gi|(l.
DEADEMAS, nesle genrn a PrtaatetU apre-
aeata um grande e liada i miaan
rapaz de sali-fazer os raariraai de
qualquer seakura por bmms rxigaate
que scj.i.
I'OBT-BOI Ol'ET de madn-penda, nurfca e Ga\
este nm otijrr: > iinli HiaMaaai as se-
nhoras do lx-m toiii, aOai da asair-r
o anima da< flores seai a MK.aiiiaiiii-
le de nodoaredi as lavas, oa bwbcU-
rem as deliradas nwVi*.
PENTES de tartaruga, de nurliiu e > bobki, au-
ra alisar a* rabrll.is r tir.tr Inchus.
PEKFUUAKIAS. E sabido lo puldiai pie a Pre-
dilecta s-iii|Xo conviva i.:ii nri|>oCajB>
e MHlinvniai de prrftmiarias de I-*!
odor lo* iims auntailir- f.'.briraaaia.
Lubin, Phar, sori-.hd'lvriniea,CaB-
dray, (jaaan e lliruiI, qir iun-a>-
liid.'i da escull i i!, s .irinnas mais a- n
.rritos |M'la mu darte rlrganl' da
Europa, [: r inn'o. :irbaoi-r ta
ptissiliihdad.i !< bi-in sr*ir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA iixa d- rninvrar mna ;"-
iniii-itlatl.- d.' .ola'.-. jl'iii > iiio mat-
sar aos leitorrs. r sr |rte a ln:
leticia d i rcsj-eitovrl paHka rigir-e na do i ahupa a. I p.-
ra amv.-unT ala |H"lr ctm\ a i\\;<-, i- h :a l-;.i im enOkr
FACHAS rii-as e iikhI. i ius de liii|iiim e gaVfai>>
se la
IMENSVETTOS. Ricos v^tiukul-.s para fcaj
fKT liaratissiiiHi prr-.o.
FLORES. A Predilecta prima cm rn.^rvar um
Lcllo sortiini-nto dr flor-s ao aleab.'e
de qnal|uer lio! a ainda que na > rv
leja bem repl' rta d*' dinl nro
FITAS. j.i bem sabido do pnlili <> qar aa
Preililrcta que > '.cm aBBBHaV um
grande sortimento de fila dr setur.,
tafet, velludo, liaho e dr alfoda, i- r
ounmiHlo prei-o.
GRAMP"JS de tartaruga, imita'e. deslrs, are-
tos c V raras, o qur e pode dtsrjar
dr mais nli i io e IkiiI-i.
GRAVATAS de teda rsiid-raia -an nV
lar>is e g-dinlias de Immim
bem toiii mu I., m Mrtiaaat* de gi-
vala- e re, i- ; t.i ii' :i im.
JARROS de porcel.mI i i vidro i.;iil> boafta*
para ornat s de sda.
Mei laaaaia, de la e de alfodao, Sa-
ra senhora, meninas r h' mrm.
LEQUES. Ricos loque* de madre|->rda. Urlarnga,
marfim e dr sm, aa mais modernos *
por aarata pr ...
LVAS de pellica, de seda e de alfoiaa, ara
homem e senhora.
LIVROS para missa, a Prrdilrrta aprr*rats r-
rolh.i do respritavrl pobliro nm aefl-)
orti lirriis cm rapas de
tiiadie|.i i.ila. tartaruga, maifim, <*--.
vclluii i e chagrn, por ji^ros nm
razoaviis.
Novidade.
A Predilecta, ra do C.I ugi a. I A, aeaa*
de re'eber pelo nltimo paquete rhrrido da I
ropa, mu bello sortiinrnlo de r rpinhos de cam-
braia bordados para senhora* e rvnina, gaU-
nhas e punhos tambem bordado* dr ihanUza,
saias bordadas, ditas cun entien .i. para seaao-
ras, I".ma* ealcini.is le riivciM t.iiadmtas
c transparentes para menina.-, que lado rear
por barato preco.___________________________
TASSO IRMAOS&C
Em simis armazens i na do Amorim
n. 37 e caes ib Apuu p. 47,
tem para vender por precos romni
Tijdos encarnados sextavo para ladrilb
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaror.nr alirodio.
Machinas de nadara.'
Potassa da Hussia em barril-
Phosphoros de cera.
Sag em garrafiVs.
Sevadinha em garraf>.
Lenli has em carrafies.
Illinm da aJmalra.
Vinhodo Paria miio rngansfada.
Vinho do Porto su|XTior, di o.
Vinho de Bordean*, dito.
Vinho de fletan?.
Vinho da Madeira.
Potes rom linguas e dobradas inginas.
Licores finos sonido-.
Cognac Gaulhier Frcres.
I.ata* de toorinho inglei.
Itarris com repolho em salmoara
Taverna.
Vende-se urna tavern sita ra do Visconde
Inhauma, antiga do Rangel, n. 53, com poucos
fundos, propria para qualquer principiante : a
tratar na mesma.___________________________
Vende-se a armario e ferragens da loja da
ra de Marcilio Das n. 4o, propria para princi-
piante por ter pouco fundo, faz se tambum nego-
cio sement com a casa : a tratar na mesma.
Vende-se a taverna da
a tratar na mesma.
Taverna.
Camba do Carmo n. i
Venda de terreno
Vende-se no lugar denominado Beberibc de Bal-
xo, um terreno com 75 palmos de frente, e 650
de fundo, em chao proprio : quem o desejar com-
prar dirija-se ao Sr. Antonio Francisco, ra de
lionas n. 100.
Rap!
PriQceza!
Rocha!
O rap princeza fabricada'por Jos Francisco
da Rocha no Rio de Janeif na para vender no
deposito ra do Vigario 7. !* andar.
CASA.
Vende-se um sobrado em urna boa ru
ar na ra da Imperatria a 8, toja.
As nicas verdadeiras
bichas hamlmrgueza* que vin a este merraMO
se vendem na ra do Mrquez de Ohnda n. il, 1 *
andar.
SHERRY KINA
(VINHO DE QUINQt'lA HYGIEKX)
PREPARADO COM OS StEI.IIORES TISIOS K MtS-
Pv>HA DA FIRMA
CALVAIRACA.G. C, DESEVILHA
FORNECIDOR OA BBJk HAC|-STAM A RACaJIA
o'NtarAmu.
POR
TH0H1ERET GLIS
Pharitauccaillpai
EX-INTERNO DOS I10SMTAES K PARS
0 SHERRY-kINA ovinhodeQuiqu'0*
que hoje preferem a maior parta do* anad-
eos de hospitaes, dos lentes da (acaldada e
dos mcmliros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua expJicacAo niaa
que olTerecc todas as garantas qoe debalde
se procuram nos productos dease
que MUITAS "VETES SE SACRIFICAM AS I
DES TAO ESSENCIAES QCB> O TUtBO, QOn
do qi-inqiina fas ens de aaatae) eos uk
cros da especcla(,:Ao (Ver Cuta asi Afwms
Minerae*. Do Dr. C05STANTIH JAME8,
7.a edicao.
NICO DEPOSITO
PHARM ACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOIEO f C.
Ra Larga do Rosario ^ i.
Fogo de salao e artifi
Em caixas sortidas, chegadas aMasam
Hambnrgo : isadi ii rna de larsnw
da a, t, 1.





Diarto de Pernammco Sexta feira 6 de Junho de 1873.
NUTRIMENTO
MEDICINA
Preparado por
I.anman Kemp
para thisica 9
toda a qualidade
de doengas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdes
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
kcalmente, e suas
I valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, em todo
o frasco segaran-
te pe rfcit a mon-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
aumeamemui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hcspanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR I'ORgO DTODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalbo, e na-
quello no qual contm a maior porso desta
invaluavel propriedadc, c o nico meio para
curar todas as duendas de
GARGANTA, PUTO, BOFES, FIGADO.
Phtysiea, bronchistes, asthma, catharrbo,
tosse, resfriamentos, etc.
Una poneos frascos d carnes ao muita)
magro que seja, clarea a vista, c d; vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
abecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutimento aosystema e incoramodando quasi
nada o estomago.
A pasa m cuja org.inisaco tem sido dcs-
tiuila pelas afJccdes das
ESCRFULAS OU IUIEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digesto se acha com-
pletsmenl desarrancada, devora tomar
O OLEO DE FIGADO DE BAGAtHO
i,
iiinutn KtMp
Se que desojan vcr-seaiivres e isentas de
efermi latios.
Acha-se venda em todas as boticas e
drogarias. II. Forster & C, agentes.
0 INEXTIMJUIVEL
PERFUME
SHUl* WBk si*?***
a
A celebre
Florida
DE
!HIRI>\?' \ 1,1111 .-l*.
ima pura distillaco das mais raras (lo-
dos trpicos. Contm, para assim d-
. quasi o odor odorfero das flores do
la America, esua fragancia quasi
'(insta anda mesmo por continuada
evaporado e diffuso. Veste respailo
incomparavoi a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DESMAOS, ATAQIES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDADE E
H Y SIL RICOS.
I! un corto eligeiro allivjo. Com ojiom
ton, tem conservado sua influencia para
cima do vni" o cinco anuos sobre todos os
perfu es, as ln lias Occidenlaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do Sul e nos
com toda ;i confianza o recommendamos
como um artigo, polo sen aroma milito de-
lo, riqueza de odor e permanencia, nao
ir igualado. Tambem faz remover
.
ZAS, EMPOLAS,
Ql [MADURAS Do SOI.,
SARDAS E BORBULHAS.
Sen io roduzida com agua, so torna urna
lente mistura para banhar a pello,
dando nm aroseado e cor clara a comploi-
. nublada, sendo applicada depois de
i ar, evita a irritaco que feralmente
', assim como tambem gargantendo-
se, o ebeiro do cigarro desapparece, e me-
a a ondiro dos dentes c gengivas.
ha muitas imitaces, as quaes nao
-1 ira tenbumas d'estas propriedades,
Lomai cuidado e contar somonte o
ooso perfmete cosmtico do sul da
' ; i, -llamado:
Al.V "LOIIB.t
DE
JJUIIW il MllIVV
S' i.'ir A venda oro todos os droguistas
: 'uinarias da moda.
Livros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguales obras de direito, historia
e litteratura, por commodos precos :
Pardessus:Droii Commercial.
Villiaun: Rcvolution francaise.
Louiz Blanc:Histoire de dix anns.
Vattel :Droit des gens.
Ventura :Le Pouvoirpubllc.
Porters: -Cours de drolt naturel.
Kluber :- Droit dea-gens.
Kogron : Codo de aonunorce.
Nesta typographia acuario essas obras para se
rein vendidas.
; GRANDES NOVIDADES
Em fazendas de gosto
NA
SEGREDO ECONOMA E CELKRIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCO SHOST
nica, hygienica, radical eiafalvel na ca-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece.como garanta de saIutaros resultados
a continuada applicac&o que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
i nica deposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 34.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cara das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysiea, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e .drogada de flar-
tbolomeu de C., ra Larga do Rosario n. 34.
E' baratissimo
Basquinas e easaquinhos de seda ricamente en-
feitados e em muito bom estado, para sonoras e
meninas a 70i>.
Pechinchs.
Cli.ipclinas e chapeos de palha, velludo e seda
para senioras e meninas, por precos baratissimos
de U, t e 13.
Ainda pechincha. ,
Baldes em perfeito estado para senhocas e me-
ninas a 13U00.
Para acabar.
Riqusimos cintos com lacos e sem elle e de
gostos muito chiques a 400 e 5l 0 rs.
Entremeios c babadinhos a 400 e 500 rs. a peca.
Saias de la para senhora, 13-
Estas pechinchs s se encontram na loja do
Passo, ra .* de Mar.o n. 7 A, antiga do Crespo.
Rival sem segundo.
Cheg rain agulhas para machinas, do fabiicante
Crowcr 4 Baker, Duzia por 2*000.
LOJA E ARMAZEM DfoAVAO
DE
os seus sort
geiras; de t
casa das Ex
Este esta
A roo,}
pelos cMij
eniwte
0|4* rs.
O Pavo recebeu umbrflharrte1 sortimento
Saceos de estopa
variados para milhi c farinha a 330 dada um
na ra do Crespo n. 20.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
Lzias escocezas a 280
rs. o covado.
Ba do Crespo n. 20.
kanbas oscoeeza?, padroes inteiramente no-
v -. peh diminua pree de 280 rs. a covado,
I' i edJo-ae amostras na loja do Guihcr-
C. da Cunha & C.
Grande liquidacao de fazen-
das, miudezas, ferragens
e taboas de louro e ama-
relio.
Thomaz Jos de Gusmao, estabelecido em Oiin-
da com loja de fazendas e miudezas c tambem
com armazem de madeiras o materiaes, faz li-
quidacao de todas as mercadorias existentes em
seus estabelecimontos, com grando reduccao de
presos, por tur de mudar-se : tambem tem gran-
deluiamidadedeccraem vellas^__________
Toalhas a 6^000 a duzia
pechincha.
Toalh.is alcoxoadas, sao grandes, a 63 a duzia .
na ra do Crespo n. 20.
Chitas verdes e de cores a
200 e 240 o covado.
Na ra do Crespo n. 20.
Moraes & Irmo
Em seu .escriptorio ra da Madre Deus
n. 5, 1. andar, tem para vender por preQO
commoilo :
Vinho do Porto superior engarrafado.
Ceneja Bass.
Cha verde miudinbo do superior quali-
dade.
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louea de i'ebastiao Marques do Nasci-
mento, vende-se em porcSes grandes ou a reta-
tho todo loura existente na mesma, por presos
muito diminutos por ter o mismo proprietario
de fazer una viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os freguezes que precisar
de se sortir lestes artigos, apresentem-se quanto
antes.
DA SMA & GIMARES
Os_ propnetarios deste importante estabeiecimpotev fwiicipwe fu> rosppiuvfcl publico
desta .eidade e aos.seus numerosos treguezes que lbam (re recebor pejos ltimos vapo^
res4e Eu*of,imgiilsortjjemo-d*saiais"lindas trinis meJcmaS-fazendas de gosto
e mua pbaatasiapara vsUdos de senh^ras e eflisos, as$m euuiu tambem um grande
soriimento.des meiboresfaeesdM. do jbi|u# sp-tM(lei;i por precos muito em conta, s
com o Um 'de aparar irmiro.
As pessoasque-Begociamem pequea osca^^yieste estabelecimento poder* fazer
~ ^^H ladera pelofcpreeos q H^l!(Vstras' deiipulo,peoNr, oxi mandam-se levar em
lente aborto dasfliioras da manha As 9 da noute.
BURSOL'S 1B900.
O Ferao recebeu pelo ultimo vapor de
Ensopa, bunios dos mais lindos gostos
que atboje sao conhecidos e em relaQo
dasmais lindas woadnespreta com Wi- sua txcessi\ baretpza, oonvidam-se u
cadas listtasde cOres epretas, que vende pftio Ehas. Sras. para verem o que ha de mais*
bawta^ejQode tWW o c-.rad. 4itas to^faoWade nesfe artigo.
das de eres eom bstras miudmhas em urna BlLMMflfS PARA LENCOES.
s (S9r Vmm*4H*0* o-ceVetfd'. Ditas| O-Pavo vende superior bramante de al-
pretas com bstras de seda rowsa-SAOj. rDi- fedeo, tendo 10 palmos de largura, que s
tas pxetas com bstras brancas, aznes ever- preoisa de 11 4 vara para um loncol a
des a 040 rs. o -vado. Assim|coD*oni, \fmO o metro ou HP800 a vara,
tas barajes de stJda para vesflks .cfm as ; Dito de Hubo fino superior e muito en-
mais Undas eres a WW. E'peehmeha, cornado, com a mesma largura a 235400 a
na loja dorav&o. vara
POPELIASAt6OO-E-2JW0OOC(WAJDO.I Ditos francezes muito finos a iNti
O Pavfio- recebeu mn elegante sortiment. 3f 000.
Peyas de Hamburgo e panno do linbo, ten-
do c m 20 e 30 varas para todos os precos
e qualidades.
| Ditas de bretanha de puro linbo, tendo 30
jardas, pelos precos mais baratos iue se tem
visto.
l Pechinchs de finissimo esgui i ou silezia
com 6 jardas a 75?0O0.
Pecas de fiaissima silezia com 30 jardas
a 35*000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 2500 a vara.
O Pavao tem um grande sorlimento de
calcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos e em fazenda, dos mais linos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vande-se por barato preco para apurar di-
nheiro, assim como calcas de brim branco e
de cores, por presos muito razoaveis.
LEKCOS ABAINHADOS A 1JJ800 E 25000.
O Pavo vendo duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato preco de 25000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com boira de
cor a 15800.
Dit'S grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 35000,
Dito de cambraia branca, sendo cm pe$a
a 35600
ME1AS CBL'AS A 45 E 55000 A DUZIA.
0 Pavo vende duzias de meias croas, in-
glezas pelo barato proco de 45000 e 5900&
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 65000, 75000,85000 e 1C-5000,
e um grande sortimento de meias inglozas e
francezas, para snnhoras, que se vende por
preco muito commodo.
MADAPOLO FRAfCEZ a 05000 E 75000.
O Pavo vende pecas de madapolo fran-
cez, que sempre se vendou por muito mais
dinheiro e liquida-se pelo baratissimo preco
05000 e 75000, por ter feito urna grande
compra. 1" pechincha.
Algoilfioziuko a -I-rOOO.
O Pavao vendo pe?as de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato preco de
Vende-se.
a casa n. 154 da ra do Coronel Suassuna (antiga
dos Martyrms): a tratar na ra do Vigario The-
norio n. '.i, 2' andar.
OGO
= ^enle-se na i i lia de S. Migiwl,
de terreno muito perto da cidado :
rn Direita n. 99, taverna.
meio moi
a tratar ne
Vende-se
vVeleiro patacho portugnez Lice do 185 tonela-
das, demandando depois de carregado 10 ps de
agua, forrado de metal e classificado 5/6 A t-1,
com duas andainas de panno e bastantes sobre-
salientes, prompto a Mvegar para qualiiuar par-
te : qnem pois, o pretenJer. pode manir exa-
mina l> no ancoradouro da descarga da carne
secca, c para tratar com os seus consignatario!.
Joaquiui l><, ti'in^ilvt* Bellrio & "
d ommerdirt n. 5. aonde se acha
Valdivino da plvora, no seu armazem de sal
roa imperial n. 207, faz sciente ao respeitavel pu-
blico desta eidade, que se acha satisfactoriamente
Sirevenido de todo o fogo qne mister para os
estejos de Santo Antonio, S. Joio e S. Pedro
assim como um excellonte sortiraanto de fogo do
ar, bomba real e pistolas de qiato a seis balas,
ditas de duas e tres balas, unido a urna bella
collecf-ao de outros foguinhos para brinquedos de
vriancas que coslumam divertir-se com as mara-1
cilhosas rodinlias de salas.
Engenhos venda.
Vende-se os ODgenlios: Gameleira, com safra
do dnus mil pues, s tuado no lugar denominado
Barra do Panellas margem do rio Pirany,>
a i leguas da cstacao de Una, com terreno para
safrejar annualmente de 1 5' mil pies : Corrien-
tes, com safra de dous mil pes, situado no dis-
tricto de Agna-Preta e 2 leguas da eslacao de
Una : o pretendente a ainhus, ou a qualquer um
dos dous referiJos engenhes, enteda-se com
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, no Recife,
praca do Corpo Santo n. 17, on com lote 'Baplis-'
ta Marqnes Dias, no povoado dos Montes.
Ilesperiiliii
Verdadeiro biter hesperidina, superior* e aere-
ditodo : venda no armazem de Taso Innas tt
C, ra do Amorim n. 37.
Filho, na
o inventario.
hmk k niilk
Veada- e farinha de mflho moida a vapor, dia-
riameni;', pelos prejns seguintes : groesa para
migunz a 0 rs., Jila para angd, pinto e passa-
rinhos a. 100 rs., para cangica e pao de provenca
a 120 ,, e para cosets a 140 rs, e arroba
mais'barato : na ru do Cotovello n. iS.
rs.
das mais lindas, poupclinas de seda com os
mais lindos desenhos e mais bonitas cores,
que vende a 129000 e 25000.
SEDAS lli: COMES-A 25500 AS.
O Pavo reobeu um bonito sorlimento
das mais lindas seiinhas de urna s er com
delicados desenlio; miudinhos, que vende a
25500 o c vado. Ditas com Hstrnhas, mui-
to bda fazenda a 25000. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAMBRAIS ABERTAS A 95 E 10*000
O Patio recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, quevertde pelo barato
preco de 95 e 105000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid i. E' pechincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LAZINHAS BORBADASA 400 US.
O COVADO.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinbas transparentes com
florinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo preco do 400 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 00.
LAS MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
liv/inhas listradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 560 c 600 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LAVRADAS A 640RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidos, c vende-se pelo ba-
ratissimo pre^o de 640 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavao.
CASSAS FRANCEZAS A 600 E OiO RS. O
METRU.
O Pavao recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas eassas fran ezas, de cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padres escaros e outros que
servom para lulo, e vende a 600 o 6V0 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODKUNAS COM LISTRA IH.
SEDA A 640 rs. e 15200.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de soda assetinada, sen lo
as mais modernas quo tem vindo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos presos de 640 rs e 15200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, quo vende a 500, 640 o 800
rs., todas estas las sao modernsimas. E'
pechincha, na loja do Pavao.
Chitas a S40, S$0,3S0c360rs
O Pavao recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fias, que vende pelos bara-
tos prec/ s do 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padres a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muito finas padres claros em ted-
ios de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 o 400 rs.
Ditas pretas com tecido de crc'.one, fazen-
da muito superior a 30 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Baptistas a .!> rs. o covado.
0 Pavo recebeu um elegante Srtrtirricnto
das mais modernas baptstus -do, cures com
padres niudin'bos e grados aendo proprios
para vestidos e1 roupa de crianza, pelo bara-
tissimo prcc,o de 500 rs. o coWlo, affianran-
do ser grande pechincha !
Cortes le cainibrala. ultima no-
iilaile, a 3-rOOO.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
suficiente para vestido He<|ualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela ismiexeB9siva ba-
rateza to/nam-seirecommendaveis as senho-
ras de bm gostb.
Ditos com babados de cor, teddo 20 me-
tro; de babad s, a 95000. grande pe-
clj :cha, no Bazar do Pavo rua da Impe-
re' '.z n. 60.
45 e 55000.
Dito largo muito cncorpado, proprio para
toalhas e lences a 65000 o 75000.
CAMBRAIAS.
O Pavao vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25500
35000.
Pecas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 45, 55 e 65000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavao tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balanco, para ditas deguarnicao e para so
, quo se vendem muito em conta.
COEXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 65 e 85000.
Ditas de fustn acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato preso de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretone e de chita, que vende por presos
muito raioaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SAIAS
a 45000.
0 Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. t' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PAUA SENHORA, A 55000.
56 aBa do Mrquez de Olinda 56 a
(ocitr'ora roa la Calei)
LOJA 0E MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento aasaz conhecido como principal e
dado pelos grandes depsitos e bons sortitMotos com que sempre pruna aa
melhores, mais acreditadas e vordadeiras annchinas aanerittauas aari
lao, desde 10 60 erran, o haveado aun todos os tamaitos diversidad de
mas e meihoramentes para perfeito e rpido dcscarofaiouulo ; turnia se dipias V
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, altn dalo,
tambem mais :
Apurados vapores locomoveis, de farsa
de 2 Vi e 3'/i ea val los com todos pertencas \
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para aUcrros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estn hado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que s avista e ueste estabelecimento podera-
examinados.
Temos de bandeyas finas.
Crrenles para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias
Pertencas avulsos para machinas.
Sahtre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Gamas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltado*.
Ditos de dito estanbado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
| llIM IlIIl^ili
Pede obter em pouco tempo com o dio do melbor dos licores afamada
HESPERIDINA
Faz'oilo anoos que conbecido este precioso tooico, e difficil acbar qbi pe**
tendo experimentado pessoalmente, Dio falle em sen favor, ja conn toe t cisca
a apetisador, tomando om calix della antes de jantar, un como facilitador ds
tomando-se depois.
que,
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, oo ba nm s habitante do BRASIL (s t*rr.
especial das aranjas) qne tac coQb.ec* as propriedades medicinaes da doorada fractav
ora bem,
MJA AM
Cassas avanzas a^|40
o, covado.
O Paleto vend jfinissimas rassas francezas do
corea com os mate delicados p.idriies, por terem
um pequeo torjue dl^HKde ,agua doce, pele
barato prc.-o do dnV> o covado. pechiu-
cha : .na loja do Pavo,'a ra d Imperatriz d,
J chegaram os maravtl
eiaes da China, para setam solt*
dins : caixinhas com variado sort
Sos desde 20* at' 60* cada caixa
a. 1 do caes da alfaodega.
fogos artift-
saloes c jar-
nto e a pre-
e arnuwm
CORTES rDE CAIBRAIA BORDADOS.
0 Pavo recebeu os tais r. rios cortes de
cambraia branca bordadaftpawjvestido, que
fehde peto barato preso- -,6e 2f-e BOjOOO.
CORTES m CAMBBAiA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras. assetinadass que
vende pelo harato pre.;q 4eft$000.
[Bitos'tj^rn lfsrr'as decores, tendo 8 varas, a
459 e 5jM)0t>. E'pechincha!
f cu u tu iifta
O Pa-voi*eoeb*u nfft^rftnde sortimento-
de eaparlhas tanto pura senhora cafno para
menina, que vende-pdlo barato ^revi d
3*000.
Ditos muito ntirtLJMjgmOO- SSo dos1
mais modernos 3H TTndo ao mer-
cado.
Na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Perei'a da Silva pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sorlimento de botinas pretae com delicados
dfetes decr, prbpriaspara senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido Femettidas por um dos nr
iliores fabricantes de Paris, e vende-se peii
barato preso de 65S, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 53>, 65 e 83OOO.
0 Pavo vendo saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
precos de'5, 65?e8000.
Ditas de um,panno s e com muita rodas
guarnecida de pregas, pelos baratos preso,
d 20000 e 29500.
'Ditas com guarniso de pregas e borda-
dos a 39800.
Algorilta entestado a 1?00 a
Vra.
O Pavao tnili4lfe6d|m amcHsano enfs-
tado e muito encorpaao/proprio para toa-
lha e lenges, pelo barato preso de 19000 a
Vara.
Ditr>irncez sendo transado e muito en-
corpado, |>elo baratissimo preso de 192*0 o
rastro.
CaMeiiUras a Oc e J-^OOO.
0 *aiv*o vende cortes de casamira france-
zas sendcrMeoda muito superior que sem-
pre se ventieu por mais dirmerro, e liqui-
dam-se a 7?5u00 o corte.
Ditos a 69000.
em seo esiadc natural tem nm gosto pouco apradavel, e o mrito da Hfspendlfi :..>
siste em reter seas boas propriedades, e ao mesmo tempo spresata-la cocao
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qc io\ft.. s*
melhores importacSes enrepas de catheg^ria semelhanle. Estas, qoindo mnito. r>>*
Mr cstosas, porm a Hesperidina a combinago perfeita do
AGRADAVEL E SDAYEL
Para prova de que nm artigo no qosl pde-se t^r inteira ri.ufir.Cv. por s*r t *
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamerte appronda e autorisada pela
JUNTA OE HYGENE
do Rio de Janeiro, permittindo sna livre eiabonco no imperio; ontra
BOA PB4IVA
a acceitaro geral qne tem em f das as partes onde apresentada. Em 1864 astao*-
toeem se a primeira fabrica em Buenos-Ayres ; em 1869 a segonda em M*o4avid*o;
no na .k; ebegada de S. M. O EMPERADOR inaugarou-se a fabrica qoe actoalmecu
trabama na corte. Em Valparaizo e em toda a cesta do Pacfico tem boa acceiU'lo
tanto qne rara a casa qae considera completo sen aparador sem ama garrafa da
O homem velho tema Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomom doente toma Hesperidina para obter
LlXAUirjLi
0 hoiEem dbil toma Hesperidina para obter
FORCA
Hesperidina para
jter boa :o>
Nes bailes as donzeilas e os mocos tomain J
?nimaso dorante os loncos gvros da
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, l'tBdjr. recebersa m
grande especifleo, e ven Joaquim Eerreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carne ro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Gr>nsalves da Foaie, roa da Cadoia a. X.
Antonio Gomes Pires d C., rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires C, caes ii de Novembro.
Gomes & Irma betel da Passagem.
I
para apromptsr o sa>
vasilba para
o appardiu em partidas de 3 I/i arwbss
CEVTBIFIJGO
Acaba de ser experimentado ao engenbo Fragozo.j appaxeho n
mear pelo systema Centrifugo.
0 PROCESSO
E' moito simp!^.
Tirase a meUdora das taxas de coser, bol^a-se '.entro d qualqcer
;oa!har.
Logo qne esteja coatbadb passa-se para
Je cada vez.
Sendi a?sim ebeio e post) em movimento, dentro ds o m nulos atar
prompto e em estado de ser logo remettido par >er vendido.
0 resultado
Foi azer-se de 4 {/pues de a'ssocartt arrobas, do somenos I.* torlf.
xtrabido p>;lo apparelho tendo sido em nadprejudicaJcnejp "oi
aindo me I d^engenbo e nao mel de furo, presin se awsif B^v^t|ente fl|S
apparelbo assocar de qnalidate e ponco inferior ao do f^Tprocesso, labor a1
mesmo as formas 131 bom resoltado como se f os se pissado logo das laxas para as
mas, aproveitando-so assim mais matada d) mel do que com o antigo svstema.
Sendo tSo evidente as vantagena.predoxidas por sfmellinle ipparelbo, o qtra -
dar ser verificado pelos proprios senbora d'fngeabo, csp#*m os proprielariw d -
jpparelho, depoia do risco ^oe corrern coa ssmilaantauxpeneoci). merecerem a pro-
eccSo dos illasirados senhorea d"eogenho.
O
i
ne



Diario de Pemambuco Sexta feira ti de Juulio de 1873.

m
.
k
Soares Leit & lrmos, pedera as Exmas familias desta cid&tle, para virern sortir-se
de um completo sortimento de raiudezas e perfumaras por presos baratissimos, a
aaber:
Caixa de linha branca muito boa com 40
novUos, a SOO rs.
dem dem de marca, a 200 rs.
Ma^o de fila cbirieza, a 900 rs.
Duzia de po?as de cordo imperial, a
80rs.
dem em carritel de linha branca, a 320
rs-.
dem idem arritel 200 jardas, a 1J5000.
Lamparioas gaz, dando urna luz muito
baa, a 19000.
A.botoaduras para collete^so baratas), a
200 rs. |
Duzia de pecas de trancas caracol branca,!
a 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem.idem do sarja idem idem.
Xalberescabcde viado (imitaco) a 355000
duzia.
Duzia de baralhos fraucezes canto doura-
Jo, a 39600.
dem idem boira lisa, a 29500.
Grinaktos para casamento, a 29 e 59000.
Garrafa de tinta roxa extra-fina, a 19000.' 500 rs. e 19000.
Caita de botes de osso para calca, a Maco do sabonetes inglezes muito supe-
200 r&. riores*. a 600 rs.
Coques modernos, a 39500. Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
Maco de tranga lisa de cores, a 240 rs. e 39600.
Espelhos-toucadores, a 29000. dem de sabonetes de anjinho transparen-
Resrha de papel pautado e liso, a 29600, tes, a 29200.
S9800, 39500, 49000 e 09000. dem de sabonetes com flores, a 19500.
Caita de papel amisade, a G00 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
Idem idem idem beira dourada, a 800 rs. mes do aulor E. Cudrty e Gell Frres, pro-
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas de pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glycerino transparentes, 19
500 rs. e 19000. i Chapeos para senhoras e meninos.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha c calungas por baratissimo prego,
tos objectos que se tornara longo mencionar.
28 Ra do Barao da Victoria 28
Caixa de ponnas Perry, a 800 rs.
dem idem, o 400 rs.
Caixa de envelnos trajados de preto, a
500 rs.
Leques para-senhoras, a 29000 e 49000
dem idem de osso, a 69000 o 89000.
lndispensaveis de couro da Russia, a
109000.
ivrospara notas, a 320.
Redes enfeitadas, a 19300.
Duzia de collarinhos bor jados para ho-
mom, a 89000.
dem idem lisos, a 69000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19300
dem kananga do Japo, a 1&200.
dem divina, a 19000 e 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antique muito b 'm, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
e mu-
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUADO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM A0S senbores de engenbo e ontros agricultores, e empregadjres de m
cbiuismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, pra verem o uvo soitimento
omplel que ah tem; sendo todo superior em qualidade e ortido; o que com a ios
^eceo pesa >al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENg.0 AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VonnrAa a rnrlns ri?aana dos mais moleraos yernas eem ta
apui O O X uuao U ag ua. maonos convenientes para as diversas
circomstancias dos senbores proprietarios e para descarofar algodo. ggj
Moendas de canna %l^s *^*^>* ^ ^
Rodas dentadas v**^-****.
Taixas le ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
BEachinismos
Bombas
para mandioca e algodao.J
e para serrar madeira.
PodendoJ todos
vser movidos a mo
por agua, vapor,
do patente., garantidas........ fon animaes.
Todas as machinas e pec,s de q,je 8e mm precisar-
Faz qualquer concert de m3Chiiismo-a ffini resumid0-
Poritftft P fflrrn tem 1S me'hores e mais b2ralas existentes no mer-
fnonmman/iae lncumbe-se de mandar vir qualquer macboismo von-
E*ul/ UJHlUOIlUtl. la(ie dos clientes, lembrando-lb.es a vantagem de fazerem
mas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
bes prestar auxilio.
Arados americanos e astromen,8 3gricoIas-
RA DO BRUM N. 52
|T No aniiazeui de Joaqnim Lopes Machado l
COSTURA BE HOWE
\mww
SOARES LEU E, IRISAOS
NICOS ACUITES
Ra do Barao da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposigao de Taris, em 18C7, foi concedido a
Elias Howe Jnior, n medalha de ouro e a condecora-
do da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ourp, conferida a E, Howe Jnior, nos
Estados-L'nidos por ser o inventor da machina de cos-
tura,
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditan)
estas machinas.
A 90$000
C;ibe-nos o dever deannunciar- que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do-Uaro da Victoria n. 28. um deposito e agencia
geral, para em Tcrnambuco e mais provincias se vcmlerom ns afamadas machinas do cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela pereico de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos mais aperfecoados apparelhns, estamos actualmente habilitados a
oflerecer ao exume publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova ncontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Torceira.Ha nellas menor fncgo entre as diversas pcc,as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra fcito mi.
Quinta.Pennittc que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em easemira, aavessando o Qo de um outro lado,
e logo em seguida, sem modicar-sc a teusao da linha, coiem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressor levantado com a maior facidadp, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'dla populares, sao boje quasi descotihecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretantos companla da^iattcbias.de Howe
adoptando a opinio do Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e boje ne aitende a procura, posto que fa^i. 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanba livretos com iu&lrucfovs ejn portuguez.
A 90^)000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
do Barao da Victoria n. 2 8.
BAZAR DA RUA MUSITA
HOJ
a 800
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de torca de 2 a 4 mallos.
Crrelas para machinas.
Polias de diversos taraanhos.
'aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
tfontas de lauca para carro.
Chicotes para carro.
Galdes largo e estreito para carro.
Fregos com cabeca de marfim, idem.
.Aderemos de bri-
lhantes, esmeraldas
rubias e peroias,
voltasde peroias.
NOVA
J0IAS
N. 2 ARa do CabugaN. 2 A
DE
i! uticos rt i mo
Achando~s completamente reformado este estabelecimento, e
itendo os s.^us proprietarios feito uma impprtaute acquisi?ao de
jojas > iuiu modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
pfeco raioavei.
MARCILI0 DAS N. 51.
Este estabelecimento sempre solicito em offerecer a concurrencia do respoitavcl pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
presos os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
pria encornmenda da Europa e America, vem dar publicidade dealguns artigos por cujos
precos bem se pode avahar os pregos de outros muitos que se loruaria enl'adonbo pu-
blicar.
MIUDEZ.\S.
Brincos dito de dito per 2??o0.
Botoes de setim.pretos e decores,
rs. e 15)000 a. duzja.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 1JJ000 e 1-fiOO o metro.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 1J>000 o
metro.
Cales pretos de seda, de muito gesto de
800 rs. a 13000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
4P60O o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a o?oo.
Ditas.pretas enditadas, ultima moda,
Km.
Ditas.dita de cores, ca.uno alto, enfeitadas,
a,e*300,
Ditas pwa u*aiiuh>s, prtjlas e d* cores, a
3? e 4JW00.
C^mpfeto sortiineoH) da Olvado -d* casg-
uiira, Cluult, tap*tc e. tranca, mais barato
10 % do que em outra qualquer paj-te.
GftiiEO.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
tmm i'fiWf
Ditos ditos palha oscura, daultiuu moda,
,|ponple^sorti.merto d cb#eosinhos para
iaMws e senhoras, de 2JJ0|0 a aWOO.
Chapeos de. sol do seda, iqgtezes, cabo de
marfim a 16$000.
Ditos dito.ide meiittO, cabo de metal mui-
itvbMMto aiaOiO.
Uk*>sd*lo do seda para seidwr*, cabo de
madeira, a 6^000.
mi pi ja #i wat ifrirr
DIVERSOS ARTIGOS.
(iranadine. para vestidos, fazenda da uhir
ma moda, o Ustras de seda, a 650 o co-
BiH)OS:dowQt**Bafecadeiras( a 12*00
eattWWeadamn. g.
Ditos para sotf. a 35>.e 49000.
f4li*.du IiuIk. para reo,a 1?U0 cada
ama.
Drtas de alfipdao akoxeaios, a640rs,
Cobwa^e cocb#t |ra ia de casal, a
MIUDEZAS.
La para bordar, da melhor qualidade, 1
libra por 5J500.
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai-
xinha com 4 papis a 00 rs., 240 rs.
Voltas de fita de velludo com lindos co-
racocs lingindo madreperola, a 500 rs.
Voltas para opescoco, fingindo eewafeu,
acompauhadas com 1 par de brincos semo-
Ihante, tudopor $500.
Linha lu ,mca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito do dita de Alexandre, numeracaa a
gosto do freguez, a i.jlOO a duzia.
Diademasdouradosde 19500a 30090.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borboletas a 13jG0.
Brinoos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 2J&OO0.
Ditos dourados, duzia de pares, a W>500
e 29000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2|>)00,
Ditas do ditos com coracoes a 10000.
Ditas de ditos de contas com cassuletas, %
800 rs.
Rosetas de plaqut al?e 19500 o pa.v.
Gravatas de seda para senhoras do 1*200
a 29000.
Parures com 2 lacos para cabeca e peito
a 39 e 49000.
Entremeios e babadinbos bordados de 3Gd
rs. a 29400 a peca.
Galdes de seda brancos e de core*, de
19500 a 29500 a peca.
Ditos de algodao e seda, de 19 a 194QA
a peca.
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs* apata*.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
peca.
Leques de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 40500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papeilos a 19800.
Coques para senhora, a 39, 35)800.e 49.
Adcrecos fingindo coral, compondo-sa de
alfioete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29o00.
Ditos de plaqut, compondiHse dealtinete
e brinco, sendo de. muito gosto, por- 5000*jj69O*
------------------------------------------------- 1.4,.!.
Meriu.preto a800 rs.,o w-
vswio.
ferino preto a 800 rs. o covado, psoprio para
vestido serve para luto, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livranant.
Entremeios, tiras e hicos a
500 rs. apeea.
Vtnde-se entremeto, liras e bieos bardadas a
retroi, proprio eara esfetter vMtidas, nip-
nhas de crinca, pelo barati*iiuiu preco da 200 rs.
a pe^a na loja das 6 pora* em fxentevdo LLvra-
mento, dao-s pecas a moslrun penhor.
LIOUIDACO PARA ACARAR
DE
ROUPAS FEITAS E FAZENDAS
m^u^.%
DO
Barao
da Victoria
lANTIUA RA NOVA.
11.
i
Vasos de crystalpara toillet. fl\\\(\ CA I IVHftSl f f I
Aloja da Aguia Banca, a na do Duque de UlMi" kJ.lV lil.il/Utl .
A^rA^abujKi4.C..ve^n>.^_eii*3 de me-
tal envernadas, e 40 verdadeiro cnwio. de todos
os taimabas, para ft, cepo, bolos, etc., ele,,
anocmptoto ortiiaaKde itla'm, oabaies, eta,
iA^mw.f^imim^mf^mmit^ry>*> etc.,
etc.: abawrviciosa,rttid) Barjo da>icoria
numero 1
1
r"
' -ni?
do Conde d Bo-VsW>jj. *7 lera para
vender cigarros especi^es datada as quajiddes
o por barato preco.
'Na ra:
Caxias n. SO, r eebeu bonitas garrafinhas de crys-
tal em par com ramagens douradas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, etc,
Anneis e colares elctricos
A lo> d'agnia branca na Duque de Caxia*
A lo a a aguia uninc.i a ru.i im<|iie m i.axias '-........--. ..-
30, fcci-beu nova POTOMM dos prowtosofan- (amiga ti QMMWl i
se colares elctricos, e contina a rerclie-k fi(J() ^'' 1
n.
neis
mensalmente, pelo que sempre estar prvida de
taes objectos
Diademas dourados
A loja d'ajuia branca ra Duque de i'axias n.
30, reci'beu novamente boiuios iliadiMiias dourados
e enfeitados com pedias A aljofares, obras de gos-
to e pbanlasia. Tanibem receben iwvos giampcs
pretos ou alliuetes com llores para a cabeca.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
Os leques todos cores e que trz<-m o .li-tno 1"Mam ..,
tamben) d madrepii i
nando >e por i>io apru|ri.i(los pora 1 .....
VA ESPRRASOA rua \*wqm ilCaaitvi
pieni os li-ni
'artan'fja
fl> brincos, bivK'b0, meios ?[ .
corceos | >MM^ fM mm XfmM1* '
e.-colia 'las Kxinas. (auuHkte Uo cbi.|;r| ve*A -
na Nova Espetanca, a rua Duqi 1 >'. 1.
n. n.
Aos meninos
I A Nova K-iMiama ni.. I>n.,n
C:J, naba ile receber mn bud-i
uceas lie nmiljs quabJar -, mi..I.
eugrao !:i bu*M0M4i bvir.'elii. .
Illlia pequea .|li .iiIiU.mJ : .le ,
amaciar a pello
Diademas e grampos de
1
A loja d'aguia branca na Duque de Caxias ^ "' a|irc.-ia^as U ?ua aWti. !
n. 50, recebeu urna pequea quantidade daquelles /,' /... .1. ///
bonitos leques com bouquets e outros chinezes. ,/f "{ ,''f,
Cold creme para refrescart^JSt^SSStTiSSl
'caopara < n.-eitar |nircebuiar l-m ubi
A loja d'aguia branca a rua Duque de Caxias CSltUO pi'l'f!
n. 50, recebeu cold creme dos afamados fabrican- Muitas vea um vesdn inn
tes Lnbin, Legran e Condray. feio, soinente por estar ma! ini.iuJ..
1 peranea rua tuque de CWm i. I >. 1 I
este mal ; porque ola Immii pro\i.l.i .i
galoes e franjas de todas a> rnr-. 11
dii.jK).
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade-
mas e gra 1 pos de ac.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, rua
Caxias recebeu, como novidade bonitos
collier-sc vimlade s>-lne>aluiido o
modernas franjas aMMiCN, |M la
de de cores, flea bem em quai Uxla-
A ella antes que se a...l> m.
Bolas de borracha
Vendem-e de tmlft os lamanlHi ;ua
de (lixias n. Gil. na Nova K^.i.ui.a.
osos Se Cabellos broncos 8ten seda pretos com flores de cores, sobresabindo nel- t/IHi'
les o preto com encarnado, c todos mui proprk /. #
para barras e outros enfeitcs de vestidos de gra-' A Nova Espcranra a rua I 11 u
nadine, ou medina, c outras fazendas transparen- C:t, ac'a de r.eeber .i ver.la lo,
tes. Pela commodidade dos precos esses bicos tor- nous para tingii os -aMIos. <> que ('gir
nam-se mai commodo, e pela novidade de gosto, (emprecando-a) cmi nmita anlu! i.fcv c pM
preferiveia quaesquer outros enfeiles. motivo, cabellos branco s lem
Veos ou mantiulias pretas. Estdo na m
A loja da aguia branca, rua do Duque de Ca- Os cinturita de iviuro. pi"|.i
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas qne recebeu a Nova Es|enine.
pretas de seda com flores, e outras a imitaeao de Caxias n 63. esiao, sim. *
croch, e vende as pelos baratos precos de 34,' Se queris ter ou
U e 6*000. A fazenda boa e est em per'eito rheiroso trtmm bracis pan
eatado, pelo qne contina a ter prompta extrac- ou pira nutro Hm aprvpii.nl
cao
|.a


1.1 Un ,1.
mi a. bUh m te*^
un
W ea-ani.. .;
ll
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros c gafa-
nhotos dourados c coloridos.
A loja da aguia branca, i rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanbotos, o que de certo
perfeita novid de. A quanbdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou armiuho
A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias'
- 50, recebeu una pequea quantidade de boni-
3 e novas gollinhas, trabalho le la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiraraente novas.
Grampos, brincos e rozetas
^dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como sempre conti-
nua a vende-los por precos razoaveis.
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que Jo C a xias 11. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.______________
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao & Filhos
Tem.par,a vender no seu escrptorio rua do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de Urania, idem idem,
ARCOS 4a pao para barril.
CAL de Usboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de marfim e Osso.
PEIXES da ferro, para porta.
FIO de algodo da Babia, da fabrica do coHnoeu-
uwadador Pedroxo.
LINHA de rociz.
OBRAS de patrela.
PANNO de algodo da Baha, da fabrica do cou>
mandador Pedroco.
IlETROZ da todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Hilito.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARR1LHA do Para.
vJCLAS descera de tedes os Uinanhos.
Y1NH0 engarrafado dp Porto, caixas de 12 gar-
rafas,
a dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setnbal, caixas de 1 e 2 duiias.
i da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, era ancoretas.
de caj, caixas de 12 gar afas.
a Malvasia do Douro, caitas com 12 gar
rafcs-
Carcavellos, idem idem.
I ;i\i.. 'i .
1 Ni va Ksperanca a rua Ihiqiu
que all encontrareis i.s o.ti r.-
que se pode ilesejat.
Tatagorco
A NOVA ESPKHA.\(.;\ a la Imi.;ik da i-.,..
n. 63, vende ialgarea para b. nlar > da i.nta-
grossnras
Joaquim F. da Saati CMntbra %cmml<~,
vende' em seu escriplorio a rua di Maiqtm -l^
Olinda n. 3 I." ai:Jar :
Laf do Rio
Cha em latas de I libra
Fumo eui latas
Fariiiba de mandioca
Vinho de Thomnr, em decimos ______
Massa batida.
Vtnde-se niasa latida l I qoali lade p ; l
ogos artiliciaes a 640 rs. a ulna, m K r^
avahada a 00 rs. : no arrnazrm 8*1 da rs*
mperial n. 207, de Valdinno da fah.sr
Sanio Auloiiio. S. hh
c S. Pedro.
Amaral, Nabneo A ('.. vepdi m
verlimcnlD e e-tejo das nouies de mi Ai. n-\
S. Joo c S Pedro, svslema Timrtwl
belet etc, Sao as mais engracadas qu < o, uido
ao mercado e pniprias pan sali aafa mm
caixas de eonfeitos lioaibom e lakVs eV ntfel
proprios para illamiaacoes raaacMre*. efe. ele. :
na rua do liaran da firieria n 2. II izar Vtctoria.
Cha, preto e vente.
Amara), Aabuco k C. venden cha prelo e *
de, de muito boa qaalid.de l ebegado no ult*
vapor e 1 ape francez : no Bazar V tetn*, na
Barao da V doria n. 2._____________________
Insignias niaconicas.
Amaral, Nabuco k C avisara am tea* aatipai
queestao suppridos de Atas maeonicjs de -
graos para os que quizerein a>M*tir a |i m
la que eostoma-ee a fuera S. J-ii pv!nir
das rvspeilaveis lajas maconicas no dia 24 <*r j
ano.
AU0.
VENDE-SE
um moleqne de 1? annos de Idade, pedreiro
opeiro, nabuaW : que preteider cmpralo di-
rija se & ra.da laiperatriz n. 36, primeiro andar.
(brande pechincha
No trapiche Angelo vende se saceos com mllho
muito'novo, pelo barato preco de 90, regulande
dez cuias, para acabar.
Vead.
ardas pe'o dina
IIS.
linhas de carretel de 200
preco de 5l0 rs.: venham
a^ri>atlc^RecSi\77oa do Mrquez de Olinda nu-
mero 00 A.

Vendc-se a fabrica de rigarn liarut da
roa A Varcilio Dia a IH : tratar na Mesan
Orculos deiphicos,
Sob este titulo acaban de ser naai aa>
eaaata perguntas e respaetae para >mti"itmm*m*
de reunides familiares as aoule de Sania Ama-
ino, S. Joo e S. Pedro.
Essas perguntas e respostas iotetratnrao aavas,
s:lo interessantes e divert las, fin qne
conveniencias on reara*... de ana anaMi
aeren proanaaaeate o aja entre m* ni
sortea, tratara de desvendar mynarini e 1
ntimos pensamentos e fatutos Nic.*aB. lian-
pre adequadas as respoetas expresar* ainilai
veaaa aejnio que nao se atrever aar a ane
aer em brinca, aeran an n aada de >
ser de dar-lne (arca na.....ra para aiwalM a
quem sao dinginV ^
Cada baralhinho curta I09OO t nthaan-ni awn-
da na IHrraria Beonomiea aa pe di ana
Antonio e ontra.
A SHIWL.1
!%vMaaM> llvr
par aanmlaa af-
.
Acaba de ser publicado n iero
couteui urna linda cotteccao *e
sanies < chistosas lories, e
leerlo de recitativos,
faados poetas daeta epoaa.
CranMa qne este lin t wn das
lejiimeatos para as reunioe* faankan* da* tan
tejadas e aprnctavei ame acensa ditas.
Acha-se a venda a laiOt na Mvrarat
caao pedo arco de SaaMAaaanioc
nno-l



_ J----------
8
Diario de Pernambuco Sexta feira 6 de Junho de 1873.
UTTERATDRA.
Longre da patria.
Longe da patria, nes?e enlevo santo.
No doce encanto -quo noss'alma prende,
De ti rae lembro, no scisroar da larde,
Quando o sol ardequando o sol resplendc.
A' luz da chamma que o fogao derrair.a,
Na dura camada macega em flor,
Vens, doces sonlios, conuiizir mente,
Que por ti sent-da saudade a dor t
Longe da patria, sobre a trra alheia,
Meu peito anceia de mm cansado,
Ouvindo os chos sibilando a morte,
Chorando a sorle-do ufeli-. soldado !
Se eu visse as faces, que te dio, formosa,
Bem como a rosada belleza o dom,
Eu esquecra do martyrio as fezes
E muitas vezes da bombarda o som t
Limge da patria, no bater da bala,
Que hrrida fallapolos ares leva,
Quem ha que traga na illuso da vida,
Visao querida-que lhe aclare a treva?
Quem ha que ofTertc, no calor da guerra,
Hmida a trra de sanguneo manto,
Da patria longe, na orapao fluente,
Voto innocente -de amoroso prauto ?
Longe da patria nao me leinbram das,
Que enlrc alegras dafructei sorrind :
Quem ha, que o seio nao rgele sonde
O amor se esconde -no labor iulmdo ?
So ella, a patria, que da virgem hergo
Hoje submerso na moral tristura,
Traz a os suspiros, que a mmbalma enloma,
Sob a aza momaa sensaeao mais pura I
Lotfje dei patria, que o meu somno vela,
De ti, nem dellanao me esqueco, nao ;
Ambas me inspiran), qual do sol a imagein,
Que di coragemsobre o altar pagiio
Ol! Nao me esqueco I De leus labios inda
Eu gozo, oh lindade teu bejo o alenl ;
Inda teus olhos sobre os meus vibrantes
Lembram instantes-de feliz momento.
Longe da patria, do dever escravos,
Hao de have' bravosporm nao de amor ;
All fenece paternaes suspiros
Ao som dos tiros-e do audaz tambor I
Se na barraca, penetrando a la,
A face tua dcscorada apm te,
Gozo a lembranca de rever-te pura
Quando a venturapara mm desmonte !
Long' da patria, te adivnho encantos
Meigos a lautos-que em teu eolio ha va,
Que ne-sas horas de quebranto*e enleio
Enches meu seio de fatal poesa I
Quero abracarte, mas fugndo levas
Envalt em trevas teu sorrir, mulher;
Procuro a sombra, que me foge, e vejo
Que nem un beijome deixou semierl
llVlln.
Dizem (iue ha dores, que transindo n'alma
Tiram-liie a calma, que provm de Deus,
Dexando em troca esse amargor tremendo,
Que vai crescendo nos fervores seus.
Ai I quantas vezes, meditando afilelo,
Soltei um grito, syndicando as dores,
Pois nesse quadro do languor da vida
Vi que a ferida se traduz em flore I
Se os sentimentos estudar quera
Eu me perda a contemplar horrores !
Zombei da morte, qua nirella tudo,
Fazendo estudo n'um vi ver de dores I
Sondei-lhc arcanos na celeste essencu
Que a Omnipolenca ofertar-Ihe quiz I
Ai I quantas vezes nao descri da sorle
Ao ver que a morto se nos faz feliz I
A morte sonho, passageira sombra,
Que o mundo assombra, sem saber porque!
Ah I quantas vezes, ao morrer, se deixa
Saudosa endecha que um pezar nos l ?
Se o mundo teme esso fatal momento,
Que o pensamento nos traduz em dr,
Porque da morte s me diz fereza
Urna incerteza, quando existe amor?
Quem ha que a soflra sem juntar queixumes
Entre os negrnmes de um pensar dorido ?
Quem ha que soffra de urna ausencia o corte,
Sem ver da morte esse poder transido ? !
Mysterios d'alma sensato funesta I
Quem te contesta no cruzar da morte T 7
Tu s do inferno passageira socia,
Fiel consorcia do furor da sorte I...
Se a dr implanta no mortal, que geme,
Se um peito freme, tu s sempreall I
No pranto e luto, no languor da ausencia.
Fatal essencia s provm de ti I
FOLHETIM
A CORVETA DIANA
i:um umm
ORIGINAL BRA.SILEIRO
POR
A. \ 011 Hoonholtz.
X
O RAPTO.
Continuago do n. 1-28.
As mogas recolheram-se aos seus dormi-
torios, e Amelia, lomando urna vela acesa,
encarninhou-se para o gabinete em que mo-
rava quando vinha pass.tr algum tempo com
sua prima. Esse aposento era um perfeite
quarto de moga solteira, com suas paredes
forradas de lindo papel, seus movis elegan-
tes, seus quadros risonhos e sua porta en-
vidragada do lado dojardim, onde todas
as madrugadas Amelia a respirar os per-
fumes das exquisitas flores ahi cultivadas
com esmero ; a moga escolhera esse com-
partimento to afastado dos mais aposentos
da familia sem o menor temor, porque em
Santa Catbarina, honra lhe seja feita, pode*
se dormir de portas abertas sem receio de
ladres. Amelia, com tudo, foi esta nou-
te para o seu gabinete com urna certa in-
quietado, fillia talvez do susto que lhe
causara aquelle horroroso trovo ; ao che-
gar no fim do corredorlembrou-se que tinha
fechado apenas com o trinco a porta do
jardim; seu corago palpitou com mais
forga como presagiando-lhe alguma desgra-
na, e ella teve medo de entrar, mas a ver-
gonha de mostrar sua fraqueza chamando
por alguem, fe-la seguir avante, e penetrar
no quarto.
Tudo estava em ordem e a porta fechada
como ella a deixa-a, nada havia portanto a
receiar, smente os relmpagos successivos
offuscavam-lhe a vista, atravz das vidragas
agoutadas no exterior pelo graniso impelli-
do com a violencia do pampeiro que ruga
furioso. A moga avancou a tremer para
dar volta chave, quando os bateotes abri-
rsm-se de par em par, e a ebuva invadi o
gabinete o apagou a vela. Amelia recuou 1
Ai I que no peito te conheco agora
Desde essa hora que bradou-me: tarde I
A voz sombra da fatal descrenca
Que veio intensa me tornar cobarde I
Como o soldado, que ancioso espera,
A voz sincera que lhe diz : avanca !
Assim eu triste, sem saber neu fado,
Fui desgracado na cruel tardanca I
A cada passo que escutava, afflicto
Soltava um grito murmurando: ella !
Porm debaIJe eu e.-perei queixoso..
Pranto amargoso o meu soffrer revela !
Dura incertezao meu viver consom,
Pois nesse ninie se traduz a dr I
Quanto eu padece nnpuem sabe ainda,
Que a dr inunda s provm de amor.
Echo sombro, que conduz a aragem
Nesta passagem de infernal descrer,
Transi mnh'alma, (pie sombra c triste
A' dr resiste, mas nao pede crer I
Fra matar-me, se vivendo incerto
N'um livro aberto meditar quizesse I
N'uma incerteza, que s traz horrores,
Negrenhas dores s rever podesse I
Silencio I alma, na nudez descansa, -
Cruel lembranga nao consultas, nao !
Porque me resta esse fulgor ditoso,
Fructo bondoso Ja fiel razao I
Se a morte dura, contemplando a morte
Nao temo a sorle, pois de Deus provm !
Mas na incerleza nao desejo as dores
los traidores, que o temor suslm I
Ai! nao me deixem inscrever- incerto
No livro aberto do fatal descrer I...
Firme na erenra de um amor sub lime,
Nelle se exprimo o meu lid dever I
ti de Janeiro de 1869.
J. A.
A Hainrezn brasileiru.
O SERTO E O SERTAKFJO.
Tod'.s vos percebeis o traba-
llio da natureza, cuja aeco
eterna.
Gokthr Fausto.
Entao com passo tranquillo ia
eu buscar algum recanto da flo-
resta, algum lugar deserto, onde
nada mosirasse a mo do ha-
nieiii, me denunciasse a servidao
e o demonio, asylo em que po-
desse crer ter prineiro entrado,
onde nenhum importuno viesse
interprse enlre mira e a natu-
reza.
i. i. Kosskau. 0 Canto da Solidao.
A estrada que da villa de Santa Anna do
Paranahyba leva ao ponto abandonado do
Camapuam, corta urna extensa o mal povoa-
da zona da parte do Sul-Oriental da vastissi-
ma provincia de Matto-Grosso.
Desdo aquella villa que assenta no terreno
legtimamente disputado pela jurisdiego de
Goyaz e quasi no vrtice lo ngulo em que
confinam os territorios de S. Paulo, Minas,
Goyaz e Matto-Grosso, at o rio Hicuri,
affluente do magestoso Paran, isto no
desenvolvimento de 40 leguas, vai-so com-
modamente viajando de habitago em habi-
tago mais ou menos urna da outra ; depois
raream as casas mais e mais ; caminham-so
largas horas, dias inteiros, sem ver morada
nem gente, at chegar-se ao retiro de Jos
Pereira, guarda avangada daquellas solidos,
homem chao e hospitaleiro que acolho o
viajante desses alongados pramos, recebe
com carinho e sorri-se para elle, ao propor-
cionar-lhe momentneo agasalho e prov-lo
'de matalotagom para a jornada que o deve
ncaminhar aos campos de Miranda e Pe-
quiry, ou da Vaccaria e Nioac, no Baixo
Paraguay.
Depois comega o serto chamado bruto. *
Pousos succedem a pousos, o nenhum
teclo habitado ou em ruinas, nem urna pa-
Ihnga ou tapera d abrigo ao caminhanle
c ntra a frialdado das noites, contra o tem-
poral que ameaga ou a chuva que est ca-
hindo. Por toda a parte a calma da campi-
a nao arroteada ; por toda a parte a vege-
tagao virgem, to virgem como quando alli
brotou pela vez primeira.
A estrada que atravessa estas regios in-
cultas, desenrola-se como larga o al vejante
facha de areia, elemento predominante na
natureza daqueileslo que comtudo, fer-
tilisado por um sem numero de lmpidos e
borbulhantcs regatos, cujos contingentes sao
outros tantos tributarios lo Paran e do Pa-
raguay.
Sem moradores. Nao o deserto, palavra
que envolve a idea de esterilidade, nessa completa
solidao.
assustada, porm no mesmo instante sentio-
se presa de um vigoroso brago e quasi suf-
focada por urna mo callosa que lhe tapou
a boca ; forcejou, debateu-se e quiz gritar,
mas nao pdde, o sangue geloa-se-lhe as
veias e a frgil donzella perdeu os sentidos
nos hombos de um homem que a envolveu
em um longo poncho e a carregou para a
estrada.
Ao amanhecer, o primeiro cuidado do Dr.
Carvalho foi visitar o seu jardim para re-
parar os estragos causados pelo temporal
d'aquella noute, e nao encontrando l a
constante madrugadora julgou que ainda es-
tivesse dormindo e quiz cagoar com ella
tocando tambor na vidraga, mas ao apro-
ximarse vio com pasmo que a porta estava
escancarada ; um vago presentimento o as-
saltou e pois subi a toda a pressa os tres
degros de pedra. O aposento estava vasio
e alagado pela chuva da vespera, a cama
intacta, e no chao o castigal e a vela. Bas-
tou isto para elle adivinhar o resto.
Que horrivel desgraga Iexc!amou o
bom velho suffocado pelo espanto ; e atra-
vessou como um louco as duas salas, acor-
dou toda a familia, chamou os escravos, in-
terrogou-os sobre o funesto desapparecimen-
to de sua querida sobrinha, e mandando
apromptar o carro metteu-se n'elle e fez to-
car a todo o galope pela estrada da cidade.
Em sua casa reinava a maior confuso, as
mogas corriam por toda ella banhadas em
pranto e chamando em altas vozes sua in-
feliz irm e prima, os escravos batiam o ma-
to clamando pela sua querida nhnhzinha;
ninguem se entenda e todos corriam des-
norteados : emfim, n'essa habitago da paz
e harmona andava tudo agora na mais
completa choldabolda.
0 Dr. Carvalho fra logo dar parte do oc-
corrido as autoridades e regressando imme-
diatamente casa afim de empregar todos
os metos de descobrir o caminho levado pe-
los raptores, na occasiio de aira vessar a pon-
te avistou urna cousa branca que apparecia
por entre os arbustos da margem do riacho;
mandou o cocheiro apear-ge depressa para
examinar esseobjecto mais deperto e soltou
urna exclamagao de tarre ?endo-o puxar
para forao corptj ta.
Que querer i Mccrescentou
descendo do carrifflH Se, meu Deus,
para que possa encontral I minha (jaerida
Amelia! '^
Essa areia solta, mas nao muito fina, tem
urna cor uniforme que reverbera com inten-
sidade os raios do sol, quando nella batem
de chapa. Em alguns pontos to fofa e
movediga, que os animaes das tropas viajei-
ras arquejam de wnsago, ao caminharem
naquelle terreno incerto, que Ibes foge de
sob os pos, e onde se enterram at meia ca-
nda.
Tambem frequentos sao os desvos que da
estrada par tem de um lado e de outro a pro-
curarem na multa do cerrado una leito mais
firme, por ser menos batido.
Se o aspecto do caminho parece aempre o
mesmo, em compensago as pjtyr&agens em
torno mostram-se muito variadas.
Ora c a perspectiva dos cerrado. Dio des-
ses cerrados de arvores rachilicas, enfezadas
e retorcidas do S. Paulo e Minas, mas de
garbosos e elevados mideiros que, se bem
nio tomem todo o corpo, de que sao capa-
zes, boira dos caudaes ou regados pela
limpha dos corregos, ensombram, comtudo,
o terreno que Ihes fica em derredor com
copada rama, e mostram na casca lisa e
toda igual a forga da seiva que os alimen-
ta ; ora sao campos a perder de vista, co-
bertos as vezes de macega alta e lourejante,
outros de viridente e mimosa gramma, toda
salpicada de sil vest es flores; ora succes-
sdes de luxuriantes capes, to regulares e
symetrbos em sua disposigao, quesorpre-
hendem e embellezam os olhos, ora, em-
fim, sao chcaras, mcio abaladas, meio
sectas, onde cresce o altivo burily, e o gr-
vala estende o seu tapume espinhoso.
Esses campos, que se mostrara t dilTe-
rentes no matiz das coros, j macega alta e
requeimada, j vicojnle tapete de relva,
sio transformaron operadas pelo iucendio
que algum tropeiro, p.)r acaso ou mero des-
enfado, ateou com tima falha de seu is-
queiro no capim crescdo e reseceado pelo
ardor do s'l.
A scentolha fica lavrando surdamentc na
touceira.
Venha urna aragem e a lingua de fogo le~
vanU-se esguia, trmula, como que vacil-
lante a contemplar os espagos om que vai
precipitar-se. Sopra a briza co;n mais for-
ga, e de mil pontos a um ponto arrebetam
sofregas labaredas que se enroscam urnas
nasoutras, seseparam, desligam-se, lambem
vastas superficies, despedem ao co rolos de
negrejante fumara e corrom roncando pelos
matagaes de tab >ca e taquaras, at osbarra-
iL'in de encontr a alguma margem de rio
que nao possam transpor, caso o vento nao
as tanja para alera, ajudando com hlito vi-
vaz a obra da destruigo.
Acalmado aquelle impoto, por falta de
alimento fica tudo coberto de cinzas. O fogo
dividido em pon tes, aqui, alli, a consumir
com mais lentido algum estorvo, vai mor-
rendo at extinguir-se de todo, deixando
como sigoal de sua passagem, o alvacento
lengol que lhe foi seguindo os veloces
passos.
A atmosphera ennublada mal deixa coar a
luz do sol: a incineraco completa, o ca-
lor intenso: e nos ares volitara palhinhas
carbonisadas, detritos, argueiros e granulos
de carvo que poem-se a redemoinhar, a su-
bir, descer, emmaranhar-se nossorvedouros
que, caprichosamente e a modo de innocen-
tes trombas, formara as aragens, ao embater-
se urnas com as outras.
Por toda a parte, melancola; de todos
os lados, ttricas perspectivas.
Se cahe, porm, dahi a dias copiosa chu-
va, parece que urna varinha de fada andou
por aquellos recantos a tragar jardins en-
cantados e nunca vistos. Tudo entra m
um trabalho intimo de espantosa ac-
tividade. Nao ha ponto em que o capim
nao venha furando o chao ; em que reben-
tes nao surjara com o olhar travesso de
quem esprcila urna occasio azada, para
expandir-se em liberdade.
Nada pode impedir aquella resurrei-
go.
Urna noite basta para que formosa al-
fombra verde, verde-cifro, verde-gaio, asse-
tnado, cubra todas as tristezas de ha pouco.
Depois aprimoram-se os esforgos, rompem as
flores do campo, que abrem auras do
deserto as mimosas ptalas e lhes entregara
as primicias de seus candidos perfu-
mes.
Se falhara essas chuvas vivificadoras, en-
Sinh, disse o cocheiro : este o mari-
nbeiro que foi visitar s mogo Alfredo.
O doutor aproximou-se, reconheceu que
o homem ainda viva, mas vendo a impos-
sbilidade de obter urna s resposta s suas
questoes, bateu o p desesperado, e dirign-
do-se ao negro:
Revista o, quem sabe se elle nao ter
comsigo alguma prova que me indique os
vestigios ou o rumo seguido pelos outros ?
Aqui est urna carta 1 gritou o cocheiro,
desembrujando um lengo molhado de san-
gue e agua.
D-m'aacudi o doutor arrebatan-
do-a da sua mo e abrindo aneioso o hmi-
do papel.
Au sinhori doutor Carbalho dizia o
bilhete.
Para mm Iexclamou sorprendido,
e continuou a 1er :
Curria em oitro tempo quas ms nbas,
jamaix nunca se debiam cuntan, purqu
gempre xigabo sedo de man, canto mi-
nha pixunha nara n'o intendo axim, par
tanto l bai o causo.
O tali Jistiniano quer dri ua avurdaje
na casa de Vmc. pr tumar como vo-a
presa a sua rica sobrinhita, cautela c bicho
qu' daado.
En Santantonho debe pagari s robai-
dores.
geude v Me
Grge.
Isto um mystero, um enygma in-
decifravel IO tal Justiniano quer merou-
bar a minha sobrinha... Justiniano T...
quem ser esse Justiniano T
0 doutor tornou a 1er o bilhete mais duas
vezes e por fim esfregando a testa : |
Ora, com etfeito,disse, creio que
a dr tornou-me idiota ; o homem indca-
me Santo Antonio como o ponto em que'
devem parar os raptores, e entretanto eu'
ainda aqui como um estafermo a contemplar
este moribundo ; a caminho e depressa I
A polcirthi vem : acudi o cocheiro.
Com effeho, seis policiaes a cavallo, com-
mandados por um alferes, chegaram em
breve ; o official tomou conhecimento do
facto, leu o escripto e destacando um sida-
do para fazer transportar cidade o mari-
nheiro, metteu esporas no animal e drigo-se
a galope para a villa de Santo Antonio,
acompanhacro pelo destacamento e pelo car-
ro do doutor.
Voltemos Yespera.
to ah jazem por muitos mezes aquellas
campias devastadas pelo fogo, Iluminadas
lgubremente pelo sol, sem urna sombra,
sem um encanto, sem urna esperanga de
vida com todas as suas garridas flores, seus
verdejantes pimpolhos oceultos, como que
amuados e tristes de que lhes tonhara nega-
do os meios de mostrar as preciosas ga-
las.
Nessas paragens melanclicas nem sequer
ouve-se o piar da esquiva perdiz, to fre-
quente antes do incen lo ; s do vez om
quando echa o prolongado grito de algum
gavio que adeja l em cima, ou quo vem
bordejando at conchogar-s i trra, para
apanhar urnou outro reptil chamscalo do
fogo qne lavrou.
Tambem o rampe o silencio o grasnido de
cara-car, quo vai aos palos procurando iu-
sectosre cobrnhas, ou entao seguindo junto
ao solo o vo dos urubs, cujos bandos
buscara a carne putrefacta que o fino olfato
lhes annuncou.
O cara-car oommonsal do urub.
Q un lo t-;,n fo.ne, atira-se re/ moita, e,
introm.rltilo como custo de algumas bi-
cadas do seus pouco ama veis couipauheiros,
bellisca aqui o acola no iinmuunio pasto.
Tacs sao os campos que as chuvas nao
vem rogar.
Co.n que gosto busca entao o sertanejo os
capes que l do bom longo so percebem nas
encostas das col I i nas e baxadas ao redor de
alguma nascentc orlada de pin Jabvbase bu-
ritys ? !
Com que alegras sa la ello aquellos lin-
dos coqueiraes denunciadores da lympha
que lhe vai ostancar a sedo c banhar o afo
gueado rosto? I
A's vezes as palmeiras enlileiram-so com
singular regularidado na altura c disposi-
gao ; mais commumente formara compactos
grupos, de entro os quaessogrogam-so urnas,
mais e mais, ao acompanharem cora as ra-
Mi algum tenue fio do agua quo serpea
falto de (oreas o prestos a sumir-se na
aroa,
Essi'S capos de proinpto chamara as vis-
tas.
E' a principio um ponto negro, depois
urna cupola do verdura ; afinal, de mais
porto, urna ilha do luxurante rama, ura
oasis para os membros lassos do viajante
exhausto de ladiga, para seus encandecidos
labios e suas fauces nrdeiites.
Com sofreguido, pois quo tudo a justifi-
ca, procura elle o sombreado retiro, cora
iresteza desarreia a cavalgadura, qual d
bordado para que v pastar emqiianto so-
cego reparador e afinal somno benfico lhe
tragam novo alent para o proseguir da va
geni.
Estes momentos sao para o homon do ser-
to incomparaveis, superiores a tu lo quanto
possa idear a imaginago.
Satisfoila a seda que Ihefeccra a gargan-
ta, comidas urnas colheres de farinha de
mandioca ou milho adorado com rapadu-
ra, deita-seello a fio comprido sobre os ar-
reios desdobrados e contempla descuidoso o
co azul, as nuvensque so adelgagam nos
ares, a folhagem luzidia e os troncos es-
branquigados das pindahybas, a copa dos
ips ou as palmas dos burtys a ciciarem m-
sicas sem cont cora o porpassar da briza.
Como sao bellas aquellas palmeiras i
O estpite liso, pardaconto e sem manchas,
leva ao alto denso feixo de peciolos longos
e cannulados sobre os quaes assentam fo-
lhas abertas como um loque, cujas ponas
se curvam floxveis e tremulantos a menor
aragem.
Ao sop dellas pendem, amparados por
largas spathas, cachos de cocos ainarellados
e to duros que a casca desafia por algum
tempo o frreo bico das araras.
Tambem com que vigor nao trabalham as
barulhentas aves para conseguirem a amen-
doa sahorosa ? Em grupos amontoam-se
ellas, urnas vermclhas como a labareda, ou-
tras de varias cores, outras pelo contrario
de todo azues e grandes, a que chamara
araraunax. Alli ficam agarradas s fo-
lhas, balangando-se gravemente, e atirando
com imponencia aos ares immensos das cam-
pias notas estridentes, quando nao seja um
clamor soin fim, ao quererem umitas dispu-
tar o raesmo cacho. Quasi sempre porm
esto a namorar-se aos pares, pornadas urna
bem encostada outra.
Amelia, como sabemos, foi transportada
sem sentidos para a estrada ; ahi dous ho-
mens a cavallo a esperavam, e, ou fosse pelo
effeito da chuva quo lhe acoutava as faces,
oti pelo choque que soffreu ao suspenderem-
n'a sella, o certo que veio a si e entre-
abri as palpebras justamente na ocoasio
de Dionizio applicar sobre seu rosto a luz
viva de urna lanterna furta-fogo, para veri-
ficar a identidade da pessoa.
Como sabe fingir a innocentinha
disse elle quer se fazer de morta para ver
se eu a deixo.
Depois mandou que Joaquim Faco se-
guisse na frente com ella ao eolio, ordenou
ao outro capanga que viesse na retaguarda,
e largou-se a nvte pelo caminho de Santo
Antonio. Alli pago exactamente todos os
seus cmplices e foi ainda acompanhado per
elles at Sambaqui, onde depositou seu pre-
cioso roubo no cazebre de urna velha conhe-
cida por ta rsula.
Coitadita da creaturinha,disse a velha,
conduzindo-os ao seu quarto e ajudando a
deitar a desfallecida mogacomo est a po-
brezita to molhadinha.
Isto bom pr refrescar e mesmo pro
mode o susto que raspou quando lhe passei
os gatazios returcou Joaquim [com arsa-
tsfeito.
Mal empregado ; mas ella nao est
desmaiada porque tem a testa como urna
fornalha.
Sao niquinhase faniquitosde moga
accrescentou Dionizio raude-lhe a roupa,
tia rsula, e veja se consegue acalma-la;
quanto a mm vou dormir um pouco es
quatro e meia chame-me.
Dionizio despedio os capangas, tirou as
botas e estirou-se em cima de urna antiqua-
ria marqueza que ornava a sala.
A's cinco e meia da manh fazia-se de
vela um patacho que estvera fundeado entre
Sambaqui e Caieiras, e pouco depois sabia
do porto e sulcava as ondas com destino ao
Rio de Janeiro, levando a seu bordo a des-
venturada moga, szinha, devorada por ar-
dente febre e entregue aos cuidados de um
brutal mestre.
Ao quinto dia de viagera Amelia estava,
como sempre, deitada no seu boliche, fe-
bricitante e banhada em amargo pranto ;
pensara em suas irms e prima e no seu
bom to, mas de todas as suas recordages
a que mais a magoava era a lembranga de
xlo, d'acjuella homem a quem ella ain-j
0 sertanojo v tudo aquillo com o olhar
carregado de somno. As palpebras batom-
illo pesadas, elle bem se lembra de que por
alli p dora rastejar ongas e sucurys, mas
fatalista ; confia no destino, e, sem mais
esforgo, adormece com tranquillidade.
Corrom as horas ; o sol vem descamban-
do, a briza refresca e afinal sopra rijo o
vento. Os burtys nao ciciam mais, ge-
mora ; e suas flabclladas palmas agitam-se
convulsamente.
E' a tarde que choga.
Ento desporla o viajante, esfrega os
olhos, estira preguigosamonte os bragos, bo-
ceja, bebe urna pouca do agua fresca, fi-
ca sentado alguns instantes a olhar de um
lado e de outro, assobia baixinho um hin-
d e afinal corre a buscar o animal quo de
prorapto encilha c calvaga.
Urna vez montado, vai elle bem disposto
de corpo e de espirito por aquellos cami-
nhos om demanda de um determinado pou-
so, onde pemoito.
Quanta melancola desee trra com o
cair do dia t
Parece quo a sol lo vai afastaudo os
seus limites para tornar-so acabrunhadora.
O solo ennegrece : os montes formara c m-
paclos grupos, e ao longe desdobra-se um
veo de gazo roxoado de colorido uniforme o
suave, sobro o qual doslaca-so a caulo de
urna ou outra ; palmeira mais alterosa.
A essa hora o corago aporta-se de inox-
plic.ivel roceio; qualquor ruido causa logo
sobresalto ; ora o grito tristonho do ja
nas matas ; ora as plangoutos notas do b.i-
curo a cruzar nos aros.
Raro nao tambera quo alguma perdiz
ponha-se a piar, chamando ao ninho o com-
companheiro extraviado, antes que escu-
rid lhoimpossibilito do toda a volta.
(Juera viaja, attftito as inpresses inti-
mas, estromeco, mo grado seu, a i ou-
vir, nesso momento de tristezas, o tanger
do um sino ao longo ou o sitar estridente
de uina machina a vapor. Sao insectos oc-
eultos na macega quo trazem esta illusao,
por tal modo viva e perfeita que a imagina-
gao, anda quando desabusada e prevenida,
erguo o vo o l vai por esses mundos alm
a doudejarjoa crear mil fantasas.
Afinal ospalham-se as sombras da noite.
O sertanojo que do nada cuidou, qu i
nao ouvio nem as harmonas, nem reparou
nos esplendores do co, que uo vio a tris-
teza pairar sabr a torra, que nada rocoia
e vivo substanciado com a solidao, para,
olha em derredor o so no lugar houver algu-
ma aguada, por m quo seja apa-se, des-
encilti o animal o reuniudo uus gravotos
seceos, tira fogo do isqueiro, mais por dis-
traego do quo por necessidade.
Elle sonto-se feliz. Tambem nada lhe
perturba a paz do espirito e o bera estar do
corpo. Nom sequer monologa, como qual-
quer hornera acostumado a conversar.
Seus pensamentos sao raros; ou rememo-
ra as leguas que andou, ou computa as que
tem que v ncer para cheg.ir ao termo da
viagem.
o dia seguidle, quando a aurora accor-
da toda aquella natureza virgem, elle reco-
mer a caminhar como na vespera, como
sempre.
O co nao lhe parece mudado ; as nuvens
sao as mosnias. O sol d.-lhe os pontos car-
deaes, e a torra s lhe prende as vistas,
quando algum signal mais particular pos-
sa lhe servir de marco miliario na estrada
que vai trilhando.
Ah I exclama cm voz alta ao avistar
algum madeiro agigantado ou urna disposi-
gao particular de trras, topei com a piuva
grande... cheguoi ao barranco alto. At
pouso do Jacar ha quatro leguas pala-
das.
E, olhaudo para o sol, concluo :
Daqui a tros horas estou batendo
fogo.
Ha dias em que o sertanojo d para asso-
diar,cantar raro ; mais uina voz intima,
nra ruinorejar para si do quo notas sahidas
qo robusto peito. Seu divortimeuto princi-
pal responder ao pi das perdizes ou ao
chamado angustioso da desconfiada /a-
bel.
O urro da onga -lho ndifforento. So
por demais que repara nas muitas pega-
das que era todos os sentidos cortara a es-
trada.
da amara sobro todas as cousas, por quem
senta to agudas saudades e que no entanto
nunca responder urna nica palavra s ton-
gas e frequentes cartas escripias por ella e
seu tio durante os quatro mezes de ausencia,
quatro seculos de soffrimentos.
J nao me importo com o seu olvido
exclamou ella meia voz mas pertencer
a outra... trahir-me... Oh, horrivel I...
E eu que jurei pelas cinzas de minha mi
araa-lo sempre, inda mesmo que seu cora-
gao nao me pertencesse mais... loucaeinex-
periento, nao conhecia ainda o ciume que
tora despodagado urna urna as fibras da
minha existencia ; mas jurei amar-te e amar-
te-hei eternamente. Alfredo ; porm tua
mulher, essa hespanhola que talvez cora
um simples e desdenhoso olhar fez esquecer
aquella que te adorava como a um Deus,
essa miseravel oriental nao se hade ;'rego-
sijar com o teu triumpho, porque o meu
odio por olla...
Carrega o traquete 1 orga ; pega nos
bragos a barlavento I mandou na tolda o
mestre cora voz rouquenha.
A moga estremeceu e calou-se.
Anda com esse traquete, demonios,
sapateiros ; arria esses diabos -d'ossas esco-
tas de proa I... O' do lerae, ajud aqui a
talhada retranca. Olha ahi a borabordo
um cabo pr lancha I
Os niariuheiros corriam em tumulto so-
bre a tolda, fallavam, cantavam lupa e
acensa vam as vozes do mestre.
Alguns minutos depois Amelia percebeu
o ruido causado por urna embarcago que
atracava a bordo depois ouvio o tinir de
urna espada quo arrastava no con voz e sen-
tio o pizar de uns taces delicados por cima
da sua cabega; esta novidade extraordina-
ria fe-la prestar o ouvido.
Vou p'r Rio com carga de varios g-
neros, aqui sto os papis disse o mestre.
Que bichao 1 murmura elle
piando um rasto mais forteowrt no solo;
eu com um bom onceiro, ia aoaar esto dia-
bo e metter-lhe um chumbo no focioho.
O legitimo serUnejo explorador de dss-
ertos nao tora familia, em quanto osoco ;
seu nico fim devastar torras, pisar
campos onde antes ninguem posera p, va-
dear rios desconhecid. s, derpontur rabe-
ceiras e furar maltas que explorador algn
at ento varara.
Seu orgulho vai crescendo na razio da
oxtenso e importancia das viagons eiupre
hendidas : seu maior gosto enumerar os
caudaes que transpoz, os ribeires que bap-
tizou, as sorras que Iransmontou e os pan-
unaes que cortou afoutamente, ou que.
cora rara pacieucia, levou a rodear dias in-
teiros.
Cada auno que finia, traz-lhe um cuntie
cimento valioso, ac resirenu urna ppdra a
monumeuto do sua masasaaa vaidide.
Ningtiom pode comigo, exclama elle
emphaticamente. Nos cain|Mis da Vaccaria.
no serto do Miiioso ou nos /hMm* do
Pcquiry eu son re.
Esta presumpgao de realeza le mtouoV
uraa maueira do fallar c do gfsticuUr teda
raagestatica em sua rudr manifmtaco.
A corteza que lora de que nunca |>oder
perdor-so na vastidio, como que o taranta
cima do desconhecido e penaiUs lhe fro>
de iufalihillidado.
Se estend*' o brago, apona com seguran
ga no espago a declara |>erem|>torii
Mosto rumo, d'aqui a viato
urna serra bravia, depois ura raatto muito
sujo que vai dar em um brejal. Si oanmv
c frochar direitinho, topa com o pouso tat no caminho de Cuyab era cinco lias.
O que elle faz om uina diraego, com a
importubavol serenidado e linuoza, iuJx >
om qualipier outra.
A nica doraonstragao que -oiisent*! no
outros, quando couta os seus desrohrunen
tos, a da admirado. A' mnima suip^ita
de duvida ou pouco caso, a colera inctndM-
lhe as faces, o son gesto denuncia iudiyna-
go.
rsMSSHBSl nao acredita f diz eota-..
Pois eucilho o seu bkho c caraiiihe como
eu lhe digo. Mas ouumpte bem, que no
terceiro dia do viagora licar leddido quera
cavo'/ueiro e embroinaHor. Urna coum
maiir; outra andar paresis mundo le
Christo I
Quando o sertanejo vai ficaudo vulho,
quando sent os membros caneados m en-
torpecidos, os olhos ennevoados pela idad>\
os bragos froux< para manejar a maetta-
dinha que lhe d o palmito ou ssboroso
mel de abelhas, quo procura alguem que
o queira para esposo, viuva ou pareuw
chegada, forma casa e escola e prepara os
filhos e enteados para a vida aventuraira e
hvre, que tantos encantos lhe Jera outr'ora.
Essi discpulos, agugada a curiosidadv
com as repetidas dcrip<;oos das granito).
scenasda natureza, desertam era nm bHk>
dia da casa paterna, espalham-se por ah
alera, e, uns nos confins do Paran, outn
nas bren has de S. Paulo, nas planura* Je
Goyaz ou nas bocainas de Matto-<>rasso,
por toda a parto emfiu onde baja deserto.
vo ]ir era activa pratica tudo quanu>
souberam tao bem ouvir, relerabrssida a>
besabas de seu condecido mestre a proge-
nitor.
Alfredo dk Km:axqi.li. Tacmav.
VARIEDADE
PEIOR 01 E CHAGA.-Cabio em
(triste sorle a sir Kecker agradar-se oV
uraa italiana por nomo Mariquita Romag-
nioli.
O pobre homem 'pobre apezar de ser rk(
quiz um dia dt^sfazer-se do embrechaM; po-
rm ella que nao istove pelos autos e rea-
gio com tcuacidado, que tem sido levada ao
infinito.
lina bella manh safou-se para a Rollan-
da ; nao tardn mais do que horas, que
Londros, recebeu por conta de urna beranga
31:500.^)00, edevevir a receber mais tal
vez t0:000TO00, moeda forte.
Ainda que pomos anuos de vida lite res-
tem, ao menos nao roorrer com o nome c-
asylada, do pobre, seno cora o de rauit
bem remixliada.
Nada, nao senhor, accrescentou al-
guin tempo apsmas se V. S. quizar ver,
alli st o puro aberto e tambem a cmara;
pr V. S. tudo est s ordens.
E passageiros ?perguntou o visitan-
te aproximando-se da gayta e carainhando
para o prtalo.
Cos l exclamou Amelia, esta voz
de Alfredo e sentando-se no beliche con-
t ve a respirago e seus olhos espantados pa-
reciam querer saltar fora das orbi'as. ____^____
Passageiros nao tenho, nao senhor; Jpyp DO DIARIO- SXA POQ0> K OXUS
levo apenas minha lilha que por signal tem
enjoado muito.
Pois entao, meu raro, boa viagem
disse o outro.
Alfredo bradou a moga, e sahou
do beliche abaixo, Alfredo, eu aqui estou.
salva-mc... o a moga fez dous passos lora
do camarote, mas a fraqueza e a forte com-
mogo abalaram por tal modo a dsbcsda
corapleigo da joven que sua voz sumi ji
ao escapar-lhc dos labios, suas pernas va-
cillarara e a pobre menina cabio (rostrada
no mcio da cmara, ouvindo ainda ao toasje
a voz do tenente que do escaler dizia para
0 mestre.
Vamos a ver quem ebega primeiro.
O'ra st visto que V. S. ; mas oomo
se chama aquelle spadago f
Di... a... nagritou le longe o man
cebo.
<< Hoje docido-so a minha sortc, murmu-
rou a pobrezinha erguendo-so a custo, vou
para cima chama lo e se elle me nao atteu-
dcr... q ocano ser mais caridooo.
Goslei do teoenie, disse o msstra em
quanto mareara o navio.
Parece moco sizudo ajuotou o con-
tra-mestre.
E' que hade ser casade retraten o
primeiro.
Ah I... exclamou Aaaebo dsasndo-ss
repentinamente na oseada como se ose raio
fulminasse ; a apertaado
mos a cabega pcrraaooceu
momentos, depois subi
costou^e borda e cravou os
1 Uan, que navega va paraUelaaonto ao pa-
tacho a com suas veas choias afaotivo s
visivelmente ; a prisioaMira mu mor ou al-
gumas palavras em tom da pros o conti-
nuou a chorar silenciosamente.
Tenho pana desta pobre menina, disse
o mestre, como est amarella o
e como lera os olhos rezos ; se nio I
medo de que me poaaossm na i
va-a de volta assim que cbofosse
E' verdade, impondoa o
tre, a coitadinha nem come, nem bobo, nao
sei como se sustenta ; leva s nouto odia a
gemer e chorar como ua valle do



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