Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12952


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Full Text
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AMO XLIX. NUMERO 127
PARA A CAPITAL E LUGARES OXDE K&O SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis ditos idein.................. 139000
Por una ano idem.................. 349000
Cada numero avulso.................. 320
QtARTA FE1RA 4 DE JIMIO DE 1873.
PARA I ESTRO E FHA DA PROVINCIA.
Por tres meses adiantados.................
Por seis ditos idem.
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ror um auno dem .................. 2*9000 ^(XSgm* Por boy ditos idem......
Cada numero avulso.................. 320 ^^ Por um anno idem.......
DIARIO DE PERMM
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13W00
20W50
I79M9
1
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Gonces < Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Len.ua Braga, no Aracaty ; Joit, .ria Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Silva, no fetal;
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa di Peuha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Auto ; Domingos Jos da Costa Braga, era Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Franciuo Tavares da Costa, em Alagoas; Alves C, na Babia; e Leite, Cerquinbo C. no Rio de Janeiro.
JwJ
.1
PARTE OFnCIAL.
Governo da provincia.
3." Scelo.Palacio da presidencia de Pernambuco. em 30 de
atril de 1873.
O presidente da provincia, tendoem vista o disposlo no arl 32
e seus paragraphos da Jei n. 963 de 25 de junho de 1871, ordena
fue se observe o seguinto :
Regulumeuto lias collectorias da provinei.
CAPITULO I.
UUA$0, ORUANISA^AO E ATTBUIligO'S DAS COLLECTORIAS.
Art. I. Haver tarada capilal lanas collectorias quantos ta-
MSB os municipios creados, excepto na(|uelles em me o presidente
da provincia determinar outro sy-tema de cobranca das rendas.
Arl. 2.* Cada cullectoria lora um fiscal, um collector, um es-
tuno, e, sendo necessario, um cobrador.
Art. 3 A ella incumbe :
I. Facer o lancnenlo e cobranca dos impostos em seu dis-
trelo e a entrega da respectiva renda na Ihusouraria provincial.
2." I romover a arrecadacao da divida activa proveniente dos
imposto e outi\.s quaesquer que forem ordenadas.
I uraar ei" Jiit t,Ja il e*criptura;e a que obrigada.
| i." I agar os .vencimentos dos respectivos empregados o ou-
tias despezas que Ihe forem ordenadas ; liscalisar as que esliverem
a seu cargo e administrar os proprios provincaes de seus districlos.
CAPITULO II.
ATTHUIUICOS K DEVKRKS DOS EMPRKGADOS.
Do fiscal.
Art. 4. O fiscal o cliefe da collecloria ; todos os empregados
liie serao subordinados, e elle ao inspector da thesouraria, por enjo
inlermedio se dirigir ao presidente da provincia, uuamto se fizer
necessario.
l. Dirigir e inspeccionar o trabalbo da collectoria na contar-
raidada das Jis o regulamentos em vigor,ob*ervando a* inslruc-
foes que Ihe forem dadas pela junta da thesouraria, para a boa co-
branza e fiscalisacao da reuJa e pagamento das despezas a seu car-
go ou das que Ihe forem ordnalas.
2. Submetter a decislo da thesouraria as duvidas que liver
acerca da execuelo e mlelligencia das leis e regulamentos, e solici-
tar -s medidas que Ihe parecerem convenientes ou forem reclama-
das pe i collectji.
3.* Assistir diariamente ao expediento da collectoria e lisca-
lisar severamente o cumplimento de deveres dos respectivos empre-
gados ; rubricar e tomar nota era talo especial dos conhecimentos
dados aos contribuintes, em que laca monean da quanlia paga, do
nooie de quem a roeoiheu, do numero de'cada conhee.imento e da
nalurea do imposto. Em toa ausencia tari este servico o sen subs-
tituto. %
__ | i." Examinar o lancamento dos impostos e ordenar as altera-
cues que julgar necessarias, para que fique de eonfonnidade com as
Jets e regulamentos em vigor ; e acompanhar o collector piando
proceder a arreea lacio fra da sede do municipio.
| !. Representar ao inspector da thesouraria acerca dasdispo-
siooes obscuras ou omissoes que encontrar as leis, regulamentos e
mstrnceoes ; bem como sobre os impostos, que em seu dislrleto
prejtidupiem ou rotardem a prodcelo e progresso das industrias.
i 6. Dar por esenpio as informarnos e pareceres que Ihe ta-
ran exigidos pelos seus superiores, e directamente pele procurador
focal v '
7." Ciimprir a buer cumplir as ordeus que lite forera dirigi-
das pelo presidente da provincia e pelo inspector da thesouraria.
i 8.*_ I referir todos oa despachos de mero expediente, e os de
reclamacao dos contribuintes sobre o lancamento e pagamento de
impostos; d-i reslitui.ao da renda indevidamente cobrada e outros
onaesquer sobre pretencoes, cuja decislo Ihe pertenea. ouvindo o
-oU.-(..r, mi...ido .iib uepenuefem as necessarias inuJrniaeues. l.*
as decisoes poderlo as partes recorrer para a junta da thesoura-
ria, e desta para a presidencia da provincia.
9.* Ordtnar por despacho ao collector o pagamento dos ven-
cimentos mensaes dos empregados da collectoria e do ajudante do
procurador fiscal, em vista das folhas que Ihe forem presentadas ;
e o de outras despezas ordenadas pelo inspector da thesouraria, pre-
-ttdendo informarlo do collector sobre o Came das respectivas con-
tas e documentos.
10. Tunar mcnsalmente confa ao collector, G causar e veri-
ficar, iiuando Ihe parecer conveniente, osdinheiros quedeve ler em
.seu poder.
% II. Dar parte ao inspector da thesouraria de todos os crrns,
arbitrios e omissoes que commelter o collector no lancamento e eo-
branes dos impostes, e lequerer justica territorial sequestro em
seus bms para seguraaca da (aseada, (piando toaba certeza de que
tile pretende evadirse com os dinheiros pblicos ou tenha aban-
donado a sua gerencia sein dar contas.
i 12. Examinare poro seuVisto-as guias para a entrega
dos dirhoiros na thesouraria, em tojas as cantas e papis que acora-
pasuarem tasas guias e liverem de ser entregues aquella repart-
cao ; nos documentos eoinprolutivos das que anmialmcnte prestar
o collector e as reanles dos deredores que devein ser entregues
com estas coalas.
13. Administrar os proprios provinciae?, zelando a sua con-
.-ervacao, participando thesouraria o seu estado e indicando os re-
paros que porventura precisem.
ti. Exercer sobre os empregados da collectoria o direito do
severa AsealisacAo, de advertencia quando eommetterem faltas e ne-
gligencias, aut' ando-os e dando delles parle ao inspector da the-
souraria, se por falta grave ou desobediencia fr este procedimen-
to cabiveL
I 15. Fiscalisar a despeza que se fizer por conta da renda pro-
vincial, ou de beneficios da loteras com as obras de malrizes e ou-
tras igrejas, quando nao forem estas obras executadas sob a direc-
;ao e responsabilidade da reparlicao das ohrss publicas e dar as
uitarmacoes que a este respeilo Ihe forem exigidas pelo presidente
da provincia ou pela thesouraria, ouvindo o responsavel.
Do collector.
Art. o." Ao collector compete :
1." Fazer com o escrivao o lancamento dos impostos, de con-
Tonnidade com as leis e regulamentos, submrttendo o ao exime e
alteracoes <|ue julgar o fiscal necessarias.
S 2." Cobrar diariamente na sede do districto, e taradella quan-
do Seja preciso e nio tiver incumbido o cobrador com sciencia do
fiscal, os impostos a cargo da collectoria ; a divida activa que del-
li^s resultar e quaesquer outras que devam ser pagas no mesmo dis-
tricto, em viste dos lancamentos, guias, ttulos e mais documentos
que sejam obrgados a apresentar os contribuimos.
3. Ter sob sua guarda, at a entrega na thesouraria, a ronda
que resultar da dita cobranza.
j i." Fazer mensalinenle, em vista das respectivas folhas os
pagamentos iirdenados pelo fiscal, dos vencimentos dos empregados
da collecloria e do ajudante do procurador fiscal, e o das despeis
de que for incumbida a collectoria pelo ins|iector da thesouraria,
depois do exame feilo pelo escrivAo as respectivas contas e docu
mentes.
| 5 Entregar thesouraria, pessoa'mente ou por procurador,
a renda que cobrar em cada trimestre, recolhendo mais com a res-
pectiva guia, para se Ihe levar em conla a despeza feila, as folhas,
rontas e documentos de que trata o paragrapho precedente.
6." Assignar os arligos de receita que lancar o escrivao nos
iivros competentes ; os conhecn entes que dr aos contribuintes ;
as guias, folhas e documentos de despeza que tiver pago e as re-
iaroes da divida aetiva.
7. Prestar comas men>almente ao fiscal e thesouraria,
depois de encerrado o eiercicio, recolhendo por meio de otllco diri-
gido ao inspector.todos os livros recebidos (menos os de registros),
e quaesquer documentos que provem a renda que cobrar. Estes
livros e documentos devein constar de urna relacao que assignar
rom o escrivao.
S 8.* Liquidar com o escrivao, depois de encerrado o exercicio,
a divida activa, em vista do lancamento dos impostos e da cobranca
jeita, e remetler thesouraria, quando prestar contas, a relacao em
duplcala dos devedores.
\). Dirigir e inspeccionar o trabalho do escrivao e do cobra-
dor, de rontarmidade com as leis c regulamentos em vigor e ins-
trucefles que receber.
% 10. Cumplir as ordens do fiscal, do inspector da thesouraria
< do presidente da provincia : informar sobre todo os negocios da
competencia da collectoria e dar o sti parecer, quando Ihe fr exi-
ji'd". sobra o iiagamrnl'.i das despeza*.
i II Levar ao coiiiiecimeiilo do fiscal, para siibmelter deri-
ilu inspeiior da ihpsuiirara, as duvidas que ocrasinnarem am-
ii;iiacu.i a servico da coli.ctnra. e solicitar todas as ini-r.id.is que
julgar eunveiiiut.s para o m-loor desci|ienlio c regularidade do
in^SHVk servig.i.
12 Toe tufa mm guarda, emmasaadis, segundo a ordem nu-
tnerica e :hr..nologi.-a, todas as ordeiis e nstruepoes que Ihe forem
dadas.
I)n rscrivtlo.
Art. o.* Ao escrivlo compet';
| 1. Acompanhar e coadjuvar o collector nos exames e dili-
gencias precisas para o lancamento dos impostos, e escrevel-o.
2.* Fater sob sua responsabilidade a escripturaco de todos
os livros da collectoria, segundo os modelos annexus aos regulamen-
tos dos impostos, e outros que forem dados ; e ter os roesmos livros
so'- 3." Fazer o exame moral e arithmetico de qualquer docu-
nmio, com que tenham de ser pagos impostos na eollectoria, lan-
zando a verba conforme
4. Encher e assignar os conhecimentos que, como quitaeo,
nevera ser dados aos contribuintes ; e escrever nos respectivos to-
rios a quanta receida, a data do pagamento c o nome do cootri-
bninte.
'. Passar, em vista dos livros- de receit?, as guias especifica-
das para a entrega trimensal na thesouraria da renda cobrada pelo
collector, e assignal-as.
S 6. Passar tambera a cerlido da renda, que deve ser annexa
as menciouadas guias, e fazer a relacao dos devedores que pagirem
a divida activa para ir inclusa na guia especial do recol omento des-
tes dehitos.
17. Registrar o expediente do fKal e do collector, e cumpnr
as ordens de ambos em tudo quanto for relativo ao expediente da
collectoria
i 8. Receber os requerimentos dirigidos ao fiscal, lancal-os
por minuta em livro competente, notando o destino que tiverem,
ale (pie linde o negocio sobre que versar, e entrgalos s partes,
quando despachados, exigindo recibo, que ser passado no dito
livro.
9.' Dar todas as inormacoes que be .'em pedidas pelo fis-
cal e collector e tambera pelo inspector da Ule "i aria.
10. Fazer raensalmente as folhas dos venci,mitos dos empre-
gados, em vista da cobranca da renda ; assignal-as s passar nellas
o certificado de sua importancia.
II. Verificar o calculo arithmetico dos documentos da des-
pez ; examinar e conferir estes documentos e dar o seu parecor
sobre o resultado ubtido.
12. Passar as certidoes que forem r.queridas ao fiscal e de-
penderem dos livros e documentos da collectoria.
Do obrador.
Art 7." Ao cobrador compele :
| l. Cumplir em tudo as ordens do collector e do fiscal.
% t. Fazer a cobrauca dos impostos janeados, ou de outros
quaesquer, em lugares tara da sede da collectoria, quando Ihe for
ordenado pelo collector com sciencia do fiscal.
3.* Keceber para effectuar esta cobranca os precisos conhe-
cimentos dos que forera dados ao collector para a cobranca a seu
cargo, e tscrever nelles os dizeres especiaes e assignal-os.
% 4." Eutregar ao collector no primero dia til de cada qnin-
zena, mediante guia especial c especificada, a renda que tiver co-
brado na quinzena anterior. Depois de verificar a exactido desta
cobranca, era vista do lancamento dos impostos, documentos que a
possam comprovar, e conhecimentos entregues aos contribuintes,
Ihe dar o collector qutagao por conhecimentos especiaes recebidos
da thesouraria.
5. Passar recibo ao collector dos conhecimentos e papis
que delle recebe', todas as vezes que houver de fazer cobranca e
restituir os que sobraren! na occasiao da entrega da renda, asig-
nando cora o escrivao a nota de abono desta entrega feite n'ura li-
vro especial.
Os conhecimentos que nao forem aproreitados at o flm do tri-
mestre addicional do exercicio serao collados aos respectivos talos
e recolhidos ti couraria, quando o cillector prestar suas contas.
6. Observar os %% 6." e 7.- do regulamento de 6 de feve-
reiro de 1873.
CAPITULO III.
DAS KlANCAS, VE.NCIMKNT0S, NOMEACOES, SUBSTITUiQOES E
UCgKCAS,
Art. 8." O collector e o cobrador prestaro lianca na thesou-
um semestre, calculada pelo termo medio da dos tres ltimos exer-
cicio?, em que nao se tenha dado alcances, irregularidades ou fal-
tas, que motiven) a incerteza da renda que se devia ter cbralo-
A do cobrador ser igual (piarla parte da que prestar o col-
lector, podendo ser ambas realisadas em bens de raz, sitos no dis-
tricto da collecloria.
Art. 9. Os collectores e escrives poden serrir guaes cargos
as colleclorias da fazenda geral.
Nos municipios que forem sedes de comarcas, os promotores
pblicos podero ser nomeados fiscaes.
Art. 10. Os empregados das colleclorias serlo nomeados e de-
railtidos pelo presidente da rrorincia.
Art. II. Os fiscaes e collectores vencerlo 12 / cada um de
renda annnal da colleetoia ; os escrives 8 / o os cobradores 5
%. Sempre que a renda da collectoria exceder de lO.OOOi a por-
eentagem dos dous primeiros licar reduzida a 10 % ; a do segun-
do a 7 % e a do terceiro a 4 "/.. Se exceder de 15:000*000 a re-
dcelo ser de 4 % ao fiscal e collector, e de 2 / ao escrivo e ao
cobrador.
Art. 12. A porcentagem fixada no artigo antecedente ser per-
cebida petes empregados cffectivos ou interinos que lizerem a arre-
cadacao. O trabalho do lancamento dos impostos nao d dirtito
perceberem porcentagem aquello dos empregados que o lizerem, se
forem demittidos antes da arrecadacio.
Arl. 13. No impedimento ou ausencia do fiscal, o substituir
o juiz de paz do districto da collecloria, segundo a ordem da col-
locaciio de cada um.
O collector, era igur.es casos ser substituido pelo escrivao, me-
nos na cobranza da renda, que ser feita pelo cobrador, que tam-
ben) substituir o escrivao nos mesmos casos.
Art. 14. As liecncas a empregados das collectorias serao con-
cedidas pelo presidente da provincia com vencimentos ou sera elle.
Quando forem com vencimentos, ser deste dcduzida a quarta
parte para o substituto, sendo melado para o escrivao e outra me-
tade para o cobrador, quando substituirem o collector.
CAPITULO IV.
DA COBDANCA DOS IMPOSTOS.
Art. 13. O fiscal, o collector e o escrivao se reunirao diaria-
mente das 10 horas da manh s 2 da tarde, em lugar certo, que
poder ser a casa do collector, ou a do fiscal, e ani faro o expe-
diente e a arrecadacao dos impostos. O cobrador, quando nao es-
tiver em servico de cobranca. dever tambem comparecer ao ex-
pediente e compra* as ord-ms de seus superiores.
Art. 16. A arrecadacao geral dos impostos ser feila pelo sys
tema actualmente seguido as collectorias com as seguintes al-
terarles :
% 1." O imposto de 25'00 por cabera de gado vaceum, consu-
mido nos municipios da provincia, ser arrecaaado na collectoria ou
no lugar da matonea.
2. 0 de 800 reis por cada bezerro, ou o do dizimo, ser co-
brado as proprias fazendas de crear-io.
Art. 17. Ninguem pider lalhar carne sem apresentar anto-
rdade policial do lugar, delegado, subdelegado ou inspector, o eo-
nhecmento do pagamento do respectivo imposto ou licenca do fis-
cal da collectoria.
Art. 18. Se, porem, alguem talhar carne sem preencher as
formalidades do art. antecedente, e por denuncia de qualquer pessoa
da povo for averiguada esta omissao, pagar pela rez assim tallu-
da, alera do imposto, a multa de iOiOO ; sendo metade entregue,
como remuneraco, pessoa que der a denuncia. Esta dsposicSo
ser applicada a qualquer imposto, cuja arrecadafo nao seja feiti
por meio de lancamento.
Art. 19. Na cobranca do imposto de 800 res por cada bezerro
ou dizimo so observar o segrate :
1.* No da marcado para as parlilhas com o vaqueiro, na fazen-
da que fizer, devero estar prsenles o fiscal e o collector ou cobra-
dor. Contados os bezerros, receber o collector o imposto e man-
dar marcar cada cria collectada cora um ferro especial, posto tam-
bem em lugar especial.
2.* A cria que for encontrada sem este ferro ser considerada
- bem do evento -, e como tal arrecadada pela collectoria.
Arl. 20. A pessoa que dmunciar collectoria o fado de raver
qualquer fazendeiro deixado de sujeitar ao imposto algumas das
suas crias ter direito 'metade/do producto da r?z apprehendida
comobem do evento, sendo o fazendeiro multado em 10000
por rada cabeca que subtraliir a i pagamento do imposto.
Art. 21. Sempre que seia possivel, o fiscal mandar o cobrador
percorrer os districlos da collectoria, nao s para fazer a arrecada-
5S0 dos impostos, como para averiguar e examinar se por parte dos
contribuintes hnuve omissao no pagamento dos mesmos impostos, e
si as auloridadas policiaes satisfazein a exigencia do arl. 18. Era
raso de negligencia on descuido das referidas autoridades, informa-
r do tinta ao fiscal, para que d cirata ao inspector da thesouraria,
e este leve ao conhecimento da presidencia o occorrido, afim de ser
exonerada ; ou responsabilisada a autoridad negligente; devendo o
fiscal dirigir-se tambera ao deiegado de pdica do lugar SI a fa ra
tar iioiiiiin-tiida por Inspector de quarteiro.
Arl. 22. Si os fazendeinis no quzerein dar 8000 por cada
hizerro des dizimados, licarao era deposito em seu roder e sob sua
responsabilidade, at que sejam arrematados pela col'ectoria, pre-
| cedendo editnes por 15 dias. aflxados no.' logares mais pblicos da
seda Jo districto e onde mais convier.
Art. 23. Caso dexe de ser arrematado o imposto de 25ii0 por
cabera de gado vaccuin, consumido no municipio desta cidade, ser
a respectiva arrecadacao feita por empregados da thesouraria, de-
signados pela presidencia da provincia, ou por cobradores para esse i
ton nomeados, os quaes prestarn a lianca que tar arbitrada c re- gos
cebarao at 4 0/(> da arrecadacao que fizerem. O inspector da thesou- cad
rana Ihes dar inslrucces para o desempenlu dos seus deveres.
CAPITULO V.
i>isrosn;ons orraes.
Art. 2t. A entrega das rendas das collectorias ser feila the-
1i'USra frVJc'a' l""" trimestre, menos aquelLs que ticarem mais
de 5t leguas disianles dacapH.il, as-rioaes recolhero as suas rendas
tres Vezes por auno.
rt. 23. O praso da espera para a entrega da renda na thesou-
raria) provincial o para prest.ic.ao de c ratas no lira de cada exercicio
sera de 15 dias para os collectores que fica em at 40 leguas de
dislaacia da captol, e mais uin dia para cada 4 leguas une accres-
coresn. '
Excedidos estes prasos, perderlo o collector e o fiscal o direito
as parceniagens que. Ihes pertencerem, e 10 dias depois lucorrerao
as penas do % .1* do arl. 2* do regnlamunto da thesouraria, e do
decreto n. 637 de 3 de dezembro de 1849 ; ?alvo se forem altendidos
pela junta da thesouraria os motivos que alleganni para 'unificar a
domara, e as <-o!iuiuiiicaeo-:s taitas em lempo ao inspector da
thesouraria, ha vendo da doste desta recurso para o presidente da
provincia.
Art. 26. O praso para a presta.lo das cuntas do collector demit-
tido e entrega da renda que houver arreeadado ser de sessenta
dias, contados da dato da demisso, lindo o qual se proceder na
iorina do arl antecedente. A rend recolhida depois dos prasos
marcados fica sujeila ao juro simples de 90,0-
Ail. 27. O escrivao da collectoria que dr causa demora na
entrega da renda e prestaeao de coutas perder o direito s por-
eentagens que ihe rompetirem.
Art 28. O omproiiado que, por falta de exame ou erro, concor-
rer para que seja .quizado aquello contribuin e, que mostrar nada
dever, acorrer na multa de 3 O/o do valor da quantia accionada,
sendo desc ratada de seus vencimentjs.
Art. 29. O collector demttido nao poder receber a porcenta
gein que Ihe competir, em quanto nao forem tomadas as suas eratas
e se mostrar quite com a fazenda.
Art. 30. Os empregados das collectorias, excepro do fiscal.
nao podero exercer outros cargos pblicos que na> sejam os deter-
minados no art 9.*
Art. Il, A porcentagem marcada no art. II para os emprega-
das collectorias dever ser dedusida de modo que, no lim oV
la auno, nao percebam o llscal u o collector menos de S0U(lflU
cada um, o esotras 160000 c o cobrad ir I2>i000.
Art. 32. O contribuidlo que dentro de um esssMatl deixar de pa-
gar o in)|iosto a que estiver sujeilo o poiler fazer no primeir* tri-
mestre lo seguidle, indepenilentemenle ilo execulivo, rom tanto qu-
nao se exima ao pagamente do juro e multas estabeh-ridas Rfali-
sado o recobiniento, Ih-i dar o eofastef baixa na relanas dos deve-
dores, e far thesouraria Comni inicaco para ser elimina la a
divida.
Art. 31. Os fiscaes isa c servirlo de anudante (irocurador fiscal, inde|ieuden|p de uoiucarlo, e percrlR-ro \ ii'l >
arrecadacin judicial eulreguc collectoria.
Art. 34. Com os documentos de laapoM paga fela roll apreseutar o collertor na thesiiuraria una conla especificada da
mesma aspesa, assignada pot elle a o escriv.o, a com o Visto do
fiscal.
Art. 33. Os recibos de pagamento dos vencimentos dos empre-
gcdos da collecloria, e do ajudante do procurador fiscal, srrio pas
sados por estes empregados as respectivas fi.lhas ; e os d- outros
pagamentos o serlo em papel s.-parado, quando nlo fioderem ser nos
respectivos documentos.
Art 36. A thesouraria foneeafa ao collector animalmente al o
1J de jiiuli i. mediante recibo passado por este empregaito mi seu
procurador, em livro especial, os livros e conhecimentos rubricados
e numerados, que forem precisos collecloria para lan;mentn s
cobranca dos impostos, e os de registro de expediente c das ordens
iistruecoes e resulncdes ex|>edidas pelo ins|iertor.
A mportanria (esse tarnecinicnto ser di-diisid.i mensalncnle
dos vencimentos dos empregados da collectoria, na profionrii d.
que cada um perceber.
Art. 37. Este regulamento fica, sem projuizo da exenir*. que
ter comeco no 1* de jiilho prximo futuro, dependente da approvacii.
da asseinbla provincial.
Art. 'i*. Picara revogadas a* disposicoes era contrario.
flanrsfW l'creira i$ .ucean.
lllui
. e Exm.Sr. -Estocmara e seus municpes, tlicar a V. Exc. que, das paiticijaeces recebidas
lilenameutesalisfeitos com o Ilustrado acolhiinen
to ifuc V. Exc. se dignou de dar ttossa razoavel
e conveniente representov'lo, respeilo da passa-
gein da via frrea par este municipio, atientas al-
pinas circurastancias sobrevindas, e, conscia alera
mato, dos nao equvocos patriticos sentimentos de
V. Exc, onza anda vir sabia presenea de V.
Exv. fazer algninas ponderayoes acerca d > as-
sumpto.
Os doutores eogenheiros, que ltimamente aqu
estiveram lazendo istudos graphicos declararan :
ser passjvH a p.i.-sagera da estrada, mas cora pro-
nunciado augmento de despeza, por cansa nio s
do rodeiti de o ni mais leguas, como de oueroso
servic/ no atravessameoto da serra. Sem termos
em vis;a nem por accidens censurar esses seuno-
res, alias de fian-trato, todava, na justo apreciadlo
de Mases direftos.ntodevwnos prseciudir de, ante
a alto autoridade de V. Exc. e do Exm. Sr. mi-
nistro da agricultura, pelo valioso intermedio de
V. Exc. fazermos nossas coherentes ohjeeeoes.
A passagem da sena atravessadapor esta direc-
cao, com rauito menos custo do que poderla im-
|iortara tnel projectado na serra de Fojos,
asma da villa de Garanhuus. de ormieira in-
.^^SriihiJfi.**rv>rem do eaciisavA .i-r
n d villa de uaraiihna ati Maco, e oeste a un-
iros pontos at campo snjo e algures, tara de
duvida.
Da dita villa ao Mocpelas 2400 bracas con-
tara-se tres ou mais leguas. Deste ponto a esta
villa, considerando a curva, que fai para pegar a
recta, deve medir doze legua-, pouco mais ou
menos ; quando, daquellaa esta, peta tramite mais
natural e accessivel, p dem ser nove legua*.
Desta localidade a tcnas-Uellas, inesinopela sor-
ra do Lelo, por onde admiltc, iwssivelmente, o pro-
longameuto sem diffieuldade iusuperavel, trans-
posta a cordlheira, intermedeiara de 13 14 le-
guas porluguezas, >cm mais embaracos a veneer.
Onde, portante, poderia ser intercalado esse ro-
dete lio notavel, urna vez que de Garanhuus a
Aguas-Bellas sao 22 leguas coiiimuns l
A mais simples e imparcial verificacao corrobo-
boraria a nusea asserrao.
Isto podo, em face das vantagens resultantes,
como j tvemos a dislincto honra de manifestar a
V. Exc, desde que o rodeio de urna a duas leguas
( se a tanto chegar ) sua respectiva despeza podo
fiear por demas compensada pelos lucros super-
vincntes, nio podemos comprehender, Exm. Sr,
qual seja o fundamento da recusa.
Outro sim, se de Trombeta a Canhotinho distam
20 leguas, e, deste a esta villa por terreno propor-
cionado, 12 13 leguas, tendo-se em vista c-ono-
misar distancia e numerario, a estrada jamis to-
cara em Garanhuus.
Esta cmara, porem, na i assumindo o carcter
de opposiclo ao prolongamenlo da va forrea por
Garanhuns, s deseja auferir tambem suas vanta-
gens emergentes.
Em conclusao, esta cmara e seus municipes
esperara de V. Exc. a sua multo benigna e valiosa
intercessao na soluclo do seu justo desidertum,
fazendo, por lim sinceros votos pela prosperidade
e longvidade de V. ExcDeus guarde a V.
Exc. por longos annos.-Paco da cmara munici-
pal da villa do Bom-Conselho em sesso extraor-
dinaria de 19 de mato de 1873. lllm. e Exm. Sr.
Dr. Henrique Perera de Lucena, dignissiino pre-
sidente da provincia.Pedro Theotonio de S Ca-
vbante, presidente. Firmino Casado da Cunha
Lima, Joo Pereira do Nascintento, Nep ziano C
valcante de Albitquerque, Joo Vicente di Costa.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 2 DE JU.1HO DK
1873.
Tenent-coronel Antonio Francisco de Soiiza
Magalhies. -Forneca-se.
Antonio Fernandes de Barros. Deferido cora
officio desta dala thesouraria de fazenda.
Domingos Ferreira das Neves GuimarAes.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Jos Augusto de Araujo. -Deferido com officio
desta data thesouraria provincial.
Jos Magalhies da Silva Porto.Informe o Sr.
Dr. cheta de polica.
.Coronel Jos Mara Ildefonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello. Forneca-se.
Joaquim Rodrigues Duro de Oliveira. Junt
procurafio.
Joio Francisco da Silva Castro. Indeferido.
Lucas Francisco d'Olveira. Requeira o sup-
licante a sua passagem para a reserva si a ella ti-
ver direito.
Luiz de Uarros Correia Godinho. -Indeferido.
Manool Annes Jacome Pires.Deferido enra offi-
cio desta dala thesouraria de fazenda.
Miguel das Anjos Barres.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Manoel Domingues dos Prazeres. Informe o
Sr. commandante do eorpo de polica.
Pedro Barbosa da Silva.Deferido com officio
desta data thesouraria de facen la.
Tenenle-corouei Sebastio Jos Bazilio l'yrrho.
Fornera-se.
Vindeinal RP>ero Soares.Indeferido.
SotTi-tana da presidencia de Perniuibuco. 3
de junho de 1873.
O porb-iro.
Silicio A. Hoilnijiw.i.
boje nesla repartite, consta que (oran lionieni
recolhidos casa de detenta j os individuos se-
guintes :
A' iiiin 11 -1 ordem. Joaquim, escravo do Exm
viscumte de Suassuna, vin lo de Gamelleira.
A' ordem do subdelegado de Santo An ouio, Ma-
noel Antonio de Oliveira, por disturbios, eJili,
escravo de Jos de S Liitao. |or uso de armas
defeza.
A' ordem do do I." tlistri*t-i de S. Jos;, Mara,
6)MHEa*a de Jos de Moraes Gomes Ferreira, por
andar fgida.
Com:niracou-uie o Dr. delegado d'esta cidade,
que s 8 horas da iioutc do dia 1.* do corrento,
tivera o subdelgalo da freguezia de Santo Anto-
nio noticia de haver fallecido em una das (aver-
nas da ra do Rangel, um individuo, e dirigindo-
se para a i, procedeu vistoria, e em vista d'ella
se reconheceu ser a morte o resultado de urna
apoplexia fulminante, e o morte o pardo Manoel, j
escravo de D. Umbelina Carneiro Litis Sori.uio.
Que, s i horas mais ou raen s da tarde, do
mesmo da, era o esdj Ramos, Vicente, escravo
de Joronymo de Figueiredo, travando-se de razoes
com Pedro Manoel Baptist.i, resultara d'ellas sa> ir
o dito escravo fendo com una tocada era ura dos
d'*rencao'.'"!eilo's"T fiT!H*lfi.ilir*a"r'lv
ria e proseguia-se nos termos do mquerito.
O subdelegado do Recita commuucou-me tam-
bem que. l hora da madrugada do referido dia
1., sendo procurado por algumas pra.as do vapor
de guerra fecife, para providenciar sobre um
contliclo que acabava de dar-se a bordo do navio
francez Sylcer Star, .do qual resultara ser assas-
ainado Grave de tal, nerlenconte Iripuiaeao dii
mesmo navio, por um seu compaiiheiro, para alli
se dirigir e soubera que o respectivo cnsul j
hava feito proceder a coni|ieteiite visoria pelos
Drs. Jos Joapiiin e Jos Alve- de Albuquerque,
e reijuisicao do mesmo cousul fez recolher o
delinquente sua dispoi(;ao.
Deus guarde a V. Kxc-llhn. e Exm. Sr cora-
raendador Dr. Henri pie IVreira de Lucona, dig-
nissiino presidente desta provincia.O cheta de
polica interino Manoel Tertuliano Thomiz lien-
riquea.
cjnc por tid> aquello lempo : ron*
as falls (pie den nao Ihe tarain alxmadas, r ij*r
por c mseguinte nenhuns veiieuiM-nlos lh -^> W
vidos, de |iarecer que seia a saa |>r.-t--|i n in.k-
ferida. Paco da aasssaW proviei-i.il. I da mat-
de 1873. -.1. de AraHJa. Vitini dr ...
E lido, apoiadoe mandilo imimmir |rjerto
n. 33.
O S. ViKIKA HR As VI pele Iiccbc t p r.t ki
o parecer da coiiim.ss.io A- constituirio pjdere-
astSU a projecto de lei nao saiicejonad o aim
passado e o faz fela inaneiri seguintr :
ii A' rommissao de ronslituirao e unieres m
presente a resolurao de-to as- -mida. de .'i de jSMkh*
do anno pas>ado, nao saneen ai el < devolvida p fo
presidenta da provincia
Duas razoes foraiii aiireenUdas |>ara mmiri
o acto que devolved aquella r>lur*o, r.*M4--
rando que ella preindirava os iatere*e* da ft.>
| vinria.
He lira em primero lugar a presdenos qn
as disposieoe; coiitida* asa (| I, \. 5 e da SSJSS
lucio, n o ni faciltalo c\eo-sisanenle a dorias, como torntil estas mniUi menisa* r<>
fres com o aug nenio <|e vencimentos, i^inepa'
mente na artiialidade. vista do mo e-t|a!o linan
ctii"o_da provincia. ___
Mls'posViH!1. wiiii.is irnrrtrt um ii'
propriamenu; dito. |mis que unas conagiam em
tura de ukhIi mik ampio, crias condi.or* par
B aposenta loria que ja e\i-timi na leei-liio n-
een e. a uutras appbram a etiiprrgaifc" *>*
elasse iris que a regulavam a afursmU taria ir
outras classes da ni.-sma nitinesi mi e .11 e. I
em idnticas cin-iims ancias a.i de qu ir'ii
resoluco, sem que toda-1 a a api
anteriores ter.ha sido l.Vi prejudicial qn< a rtp>
riencia tenha arons.lh.nlo ou Ti inlrrrs- publK-
exigido sua revuga"an.
iii K' assim que a eomiiiissi nio pi.-le itaita:
de reennhecor que deve > r a cons.-q'ii^ i i aln-
ral dos actos de reintegrarlo de entre-egaii" u
eonapm k mstrrnptaa m eumxiek mmmmmm
injusta demiss.'io, relevando notar que a
PEEHAI3C0.
le>pni*lir?ilo ASSEUBLi PROVifICiiL
SESSAO ORDINARIA EM I DE MAIO.
l'HKMliK.vav Do SR. I'KRRKIHA DE AGUIAR.
Ao meio dia, feila a chamada, acham-se prasM
tes os seguintes Srs Ueputados : J. Corroa de
Araujo, Ernesto Vieira, A. Correa de Araujo, Al-
raeida Pernambuco, Freir Gameiro, Alipio Costa,
Felippe Figueira, Henrique Mamede, Firmino de
Nones, Ralis e Silva, Olivara Andratta, Tolentino
de Camino. Vlelra de Araujo, Cunha e Figurn-
do, Mello Reg, Araaral, Lamenhi Lns, Tito
Ikjrra.Uchoa Cavalcante, Ferreira de Agtiiar,
Guedes Gondim. Gomes Prente, Cincinato Cani-
boim, Barros Wanderley, Ges Cavalcante-
Abre-so a sesso. E* lida e approvada a acto
da anterior.
O Sr. 1o Skcretario d conti do segrate
EXPEDIENTE ".
Offlcios :
Do secretario do governo, remetiendo copia d)
officio da cmara municipal da Victoria, em que
pede urna quota para auxilio da obra d cemi
terio publico da mesma cidade. -A' commissio de
orcaraento provincial.
Do mesmo, remetiendo copia do officio da c-
mara municipal do Recita, propondo as medidas,
que Ihe parecem necessarias para reniovorein-se
as causas naturios da caresta da carne verde- -
A' comraisso de negocios de cmaras.
Do mesmo, participando que o Exm. Sr presi-
dente da provincia resol ven pronigar at o dia SV
do crrente a sesso desta assembla. -Inleirada.
Do mesmo,reramotteiido copia di officio da c-
mara municipal de Uamb\ pedindo que a habilite
a mandar fazer os reparos e comprar os nnveis
para a casa em que taneciona o tribunal do jury.
-A' commissio de ornamento municipal.
Do mesmo, remetiendo copia di officio do juiz
de direito de Iguarass, participando haver falle -
cido o escrivio Francisco Xavier Civalcante, e
que opina pela suppresslj do mesra > cartorio.
A' commissio de justea civil e criminal.
Do mesmo, remetiendo copia do officio da c-
mara municipal da cidade da Victoria, pedindo a
crearlo de urna eadera da lingua latina na mes-
ma cidade.A' commissio de instrucclo publica.
Policio :
De Paulino Herculano de Figueiredo, escrivac
da subdelegada da freguezia de S. Jos, pedindo
o pagamento de cusas na im;i irlancia do......
4104871. A' commissio de orcaraento muni-
cipal.
|Kir _
empregados so lera uialldtd i em Indos n tlisaui
nlo pagar ou restituir dir-ii >- de n......i;i-> T''
ihe haviam pago e isto at p-r di-po-n i> prrai
comida na hgislaclo. send > corlo enin-lanio qu-
a resoluel.....n seus $*. i- o :i" estancava a fonle
do mal que se apuntam, isto e. a reSBtaafaeM e
nunca os direilos que se lem reconheriilo daau-
narom de scinelhaulo acto.
. E' isto tambem de acroido com o priac-
enunciaJns queoj i* da resoluiln ni'fez litti-
do que estender ir'' mnian /.< ao. mpn-fa
tas provinciaos, que g zarom di gralili-M;i aJ
dicional porrontarem mais do 30 auno- mtico
as vantagens que actualmente auferem os pm-
fessores publir.w quando sao iibiladn. o aiali
assim domora a resoluco a conc<-ssJo diMMh
vantigem, de modo que o empregado n:s remi
roes firescriptas nao g*ze do benefi-io da ln, ape
as se arho na posse da referida graliUcjc*..
alem de que revogala a l--i que sUtleW_es
gratilicaeao, como o polo art d resoliaca.'.
esta si ter efteti para aproveitar a algins dea
tre os poucos que ehegaraui a gozar da lei res,
ganda.
t Pensa a commissio com rrla.'o an | 3" da i>
sctucli que pode ser rile snppriiniJo, saliiijiinl
para rogalar a apo-entail >ria mm as rasurar -
nrlle previstas,.! legisla .ao aaleir.
< Cossidera por outro lado que -mu pensesa
altoracit aceitavel o 5 IV- da ro->lu. m <|ar %m-
plia simplesincnte a Indos os empregados rnrsrr
; gados da arrecaiU^) da red i o p .r i i-mida-l
de razo-s a lei que regula a ar*senti loen de na
tros da mesma natiircza senao da mesnus rts*-
designando o S rilado o procurador fiscal
damrnt' pira raaior rlarcza e ha er eli-
do nesso sentido a esta assembla.
A cMiiraisslo na v proerdearia na seganI.
razio allegada |iela presidencia de ser o f I* *
resoluco ontrario ao- prinripins de direito e d-
carcter lio individual que para t rrigi-l < o S i-
inipossbilita nteiraraenle sua appHrarln ro-
tura.
Hoje inquestionavol tere* as aunaasly
(irovinriaes a faculdade de regular a eam&rr*
da aposentadoria rm geral. nao obstante '""T ^
mnilo lempo o governo imperial e o r
estad npposto embaracos an livre exerrsdo > se
mellnnlo atiribuicao virtiulmrn'r oinsacrala i
S 7* do art. 10 da arto aluvional, esa tare V a
diz um no-o publirista :
Nao se pense somrnlr pertenrerem .i.
blas provinciae* as atiribuico-, liti-ralni
expressas no arto addicional e >n qnr tal
i Ihes rompetom todas que nr-ta- s.- roinesB tm aja-
sao indispensavoi* |>ara que (testas se p-jssa em
.casinente usar
Portento se deve considerar me o | ruado da
roawMris nio contrario aos principios dadirrit.i.
' c nem' lem carcter individual, e quandn
; se ueste ultimo caso, i assembla rat* esa
aVeviut.
pal ee da
tao'favarorol em
Elido, apoiado. posto em discusso e approvad esphera o exer-irsi da facnMade aV
o segiinte parecer : aposentadoria anda mosmo anmiaatoasase,
a A rommissao de ordenados, a quem tai pre- abuso que o prositaito da provinciai *
sent a pelielu do profesor jubilado. Ivo Pinta de devulven.ta o projecto. irte *.*
Miran la inte pedia a eta assombldi opaamento apo>cnted(Hia individual foresta
de seus urdcnail-is rjn i profossor de Aguas- granosa que eipiivalsa a urna
Italia-, durante o temim decurrido do I" de julho on nao tenha cmliroes para
do anno passado a 17dc dezemhi-odo mesnnann); cslida. como bem onsnn
decretara da polirfa de Pernautbuco I considerando que o suppHeante nlo lomou posse peta m-sta* m
3 dejnnho de 1873. |da cadeira que permuto* pende Agua-Prrta, quando asMiii sr exprimo
til___. fl ... i1,.
V secc,,io
K, Ifi-ir. film, e Exm. ftr.Compre-me scien-l rindo ssini a estar
urna
-.lino
V. de l'rmro?.
tara do exercicio, e sem li- a Aindn quando a lei tac* recibir


Diario de Pcrnambuco Quarta feira 4 de Junlio de 1873.
doria dirocta c nominalmente sobre o individuo! Pagador-la tl f.ixnuda. -Ncsla cstacio
aao d o arbitrio cdiscirirao que se podem dar I pa,raii-sc hnje as" seguimos fainas: tjinrprvgadirt
merce, na gra..
Se as assemllas provineiaes, contina ello,
tem o direito de legislar sobre aposentadoras, es-
tabelecend o cwulifjScic regras onde est a limita-
cao constitucional que restringe esse diroito para
nao poder impor eondidJe e regras que rejam
un caso especial que iodo lalvez exigir exeep-
cao? 0;ide esto padrio dessas regras e a cx-
dusao do tacs excepgoes........
a A facilidado que as assemlilas provineiaes
leriaiu (u tein na miaba opiniao) de legislar sobro
aposentadora, eomprehetderia os casos especiaos.
O direito nao pode ser prescriplu simiente porque
pude accarratar abuses.
a ConrluJo, jnlfn porm a cominiscao que as
raziies da pt^dcncroaiQ se demonstra qual o
abuso resultante do exercicio regular de urna fa-
cuidado comida as attrihuicoes que o acto ad'-
cional outorgou s assemblas provineiaes; c con-
seguintemente de parecer :
Que ja de novo adop'ada e reenviado i
sauccao a rosolucAo redigida do seaniute modo .-
A 8s>cnihlda legislativa provincial de Per-
nambuo resolve ;
* All. 1|* *z posentadorias o lirencas dos eme
plegados pblicos provineiaes, alm do'que dispd-
as leis cm vigor, se observar o segrate :
> 1. Os ci-qtregadosdeinittidose reintegrados
em datas antcri>Tes a desta lu contarao lias suas
aposriitadorias o lempo de interrup.-ao do exerci-
ci o:casinadj pola demissa.
Io A gialilieacao adJiciorul concedida at
a dala da presente le ai emproga1 > quo c mi ir
C a bons servidos prestados, ser accumulada ao or-
denado da aposcn'adoria, se esta ()t dala pelo
menos 4 annos depois de oblida a referida grati-
licacao.
J| 3 O procurad ir fiscal da Ihesouraria pro-
vincial, bem como lodos es embregados que porce-
berem porcentajons pagas as e-taees fiseaes pela
inlervem;a i na arrecadacao da ronda, serao apo-
sentados na eoiifo.-iuidade da lei n. 480 de 17 de
nnio de I8i'0, nao podendo os veivimontos da
aposentad oria do primeiro exceder om caso algum
de 3:600*.
4. As licencas cinccJidis a ompregados
provineiaes serio at 2 mezes com ordenado por
mteiro, at com motado do ordenado e at 6 me-
zes som vcneinirntos.
it No caso porin de molestia verificada por un
medico especialmente designado pelo presidente,
os 6 mezes de licenca podero ser concedidos com
tildes os venciment'K.
Art. 2.' Ficam revogadas a lei n. 081 de 5
de maio de 18C(i e ma disposicoes em con-
trario.
Sala das rommissoes, 1 de maio de 2873
Joii) Vieira de Araujo.Gtt Cavcante.
<> Sa. Piiesibknte faz algumas observares so-
Meo projecto anresentado pela commissao.
O St. M:u. i I', : i n lo devolveu o seu discurso.
O St. Visita i>: Ar.AdJj nio divjlven osen dis-
curso.
Vai a mesa e apoia-sc o segralo requerimenlo :
Requeiru que o pirwcr vulto commissao
para re mus dora -lo, vista lio art IS diado ad-
diciooaL Oliveira Fonceci.
O -mi. Vienta de Aini'ji pede a retirada do pa-
ree jr que acaba de apresfnlar, afim de quo a com-
missa confe?cione-o de iuvo.
F IMU-i'dido.
Consulta la a casa, fui concedida essa retirada.
ORDRM I i DA.
3.a disetissa i d i projecn n. 47 deste auno, que
i' irisa o presidente da provincia a contratar i- un
quera inelhores vantageai oderecer aorgaubwcao
le fabrica de gaz para esla capital e seus arrabal-
den.
Enverada a discusso
l'i-ovali.
O Su. Viriiu re: Au\ii i pedo licenea para apre-
se i'.ar as ni > lilieac'ies fi-ilas pela commissao ao
respectivo parecer o o fa< pela manoira segainto :
Que aitendeiiili-se em parte as raides da pro-
lid incia, sej.i a resolacao de novo adoptada < reen-
va la sancc;.u com as seguintes emendas :
a Aos 2.-. 3'. e ."." supprimam-se :
Ao 'i {> Em voz de :000J00, diga-e
3:600*030. Sal das cennissoes, I de maio de
iHl i.-Jfio Vieira. Get Cnvalcute.
O Su. oi.kmi>o roe Cabvauk) justifica c manda
mesa o seguinte requerimenlo : .
Reqneiro o adiamanto da discussio por 24
horas -Tintn- de Curcallio.
Encerrada a diseossao sobre o reqaermenlo,
foi e-t: approvado.
Entrando e.n dteeossaa o projecto n. 22 doste
auno, que aotorisa a transferencia de eadoiras de
instrinvo publica primaria, vai mesa e apota-se
a aagninte emenda.
posto a votos, foi ap-
Supprinain-se as nalavras
Jinrfiyinifr
para as povoacoes
iros nrrara itts
ae-iiff.ii-i'iiw, mi qitjiW''T finros tugares as
tesinas rondices ; e depois da palavra eadeira
acciescente-.-e de instrnecao primara.UcJwi
CteiUeaHte.
O 8a. To:.: mino m Casvalhi nao devolveu o
sea discurso contra o projecto.
O Si. UnnA Gavalcastb nao devolveu o seu
discurso.
O.Sa. Oliveira Foxcsca nao devolveu oscu dis-
curso.
O -n. A. C. o-: Auij) nao devolveu o seu dis-
curso
Eneerrrda a disc issao e posto a volas u projecto,
foi rojeitado, lieandd prejudieada a emenda.
Continuando a i. discussio do projecto n. 54
do auno passadi, que antorisa o presidente da pro-
vincia a expedir os reg.il.unentos necessarios para
reorganisar oen-ino primario e secundario da pro
vmcia. i Sr. prosi lente verifica nao haver nume-
re e designan Jo a ordena do din, levanta a smsSo.
ile visitado salido, nilitnto vaccinieo, pracjis ia-
furmalas, arsenal de guerra, capitana do p irt i,
arsenal de inarinba e conipanlria de aprendiz
artfices e marmliciros,
Secretaria do l>ispa|o. Durante o
mez do'maio (indo expediram-se por esta secreta-
ria as seguintes provises :
* De moco do coro da catbedral de Olinda, a
Hanocl Ayres Lucio.
Para exhumar os os-os de Francisco de Paula
Mocha, sua miilhcr Mara Sancha Borges l'chda.
3 -De vigar o enconiniendado para a freguezia
de Jess, Mara e Jos, de Papacaca, por tim anno,
ao conego Marcolino Pacheco do Amaral.
Para exhumar os ossos de Antonio Jos da Cu-
nha e Amia Correia da Albuquerqne, a seu filho
Antonio Jos da Cua ia
oProviso |*ara >xhumar oe oesos de Jaqam
Lopes de Almeida, seu fil o Joaquim Lopes do
Almeida.
7-Proviso de solicitador para foro cede
siastico, por un afino, Alvaro Paulo Nnhlati.
11 Proviso de coadjuetor para a freguezia de
Nossa Senlid." d Conceifao do Bonito, por uin
auno, ao padre Viee'ede Febppcs.
12-Provisao de oratorio pfvado, por um anno,
a Antonio Caldas da Silva, morador ."a povoarao
dos Remedios, freguezia dos Afogados.
Para exhumaros ossos de Silvana de LyraCoa-
linho o Anna Adelina da Silva l'edrosa, a Fran-
cisco Gomes Pedrosa, neto e irmao da< finadas.
13 Proviso do coadjuetor, ex-orificio, para a
fregoftia do Nossa 8anbora da Conceigao de Na-
zaielli, por um anuo, ao padre Pedro Pacifico- de
narres ezerra.
Para solicitador, ncsle bispado, porjempo [de nm
anno, aFredericoChaVes.
I-iPara exhumar os o??os de Antonia Angeli-
na Leilc e Antonio da Silva Lcite Sobrinho, seu
pai Joao da Silva Loito.
19 -Para e'humar os ossos Je Francisco Aus-
tibeilo das Chagas Ccdrim e Hcnrique Gertrudes
Villas Roas, ao seu aro Francisco Antonio das
Chagas.
Proviso para exhumar o- ossos de Ponciano
Andr Gomes e Jos Domingos Goncalves Lessa,
a seu primo Francisco Luiz do Carino Ribeiro.
Proviso de oratorio privado, por um anno, ao
padre Francisco Raphacl Fcrnandes, morador na
freguezia de Sant'Anna do Serida, no Rio Grande
do Norte.
Proviso de oratorio privado, por um anno,
Joscphina Demvinda da Cunba Souto-maior.
20 Proviso de coadjuetor, por um anno, para
a freguezia de Santo Antonio do Recife, ao padre
Thoinaz Coellio Estima.
Provsao para exhuuur os oss >s de Antonio, a
seu pai Antonio Gomes do Oliveira e Silva.
4ProvisSo a favor do bacharel Joo Barba-
lho Uehoa Cavalcanlc, para advogado no foro ec-
clesiastico, por tempo de um anno.
27Proviso de oratorio privado, por tres an-
nos, a Varia Amia Barrlo do Souza Ledo, mora-
dura no seu eiigenho Cartujo, da freguezia de
Santo Amaro de Jaboa&O.
Proviso do oratorio privado, favor de Fran-
cisco do Paula Cvalesnte Wanderley, proprieta-
rio do engenh) lluranliem, na freguezia de Sori-
nhem, por iros annos.
28 Do conf-'ssor, por um mno, ao padre Fran-
cisco Pereira Ferraz. re-idente ni freguezia de
(iaranhuns.
3 1 De oratorio privado, por tres annos, ao ca-
piao Antoio Peregrino Cavalcaate de Albuquer-
qne, morador no engciilio Coelhos, da freguezia
do -erinliaem.
31 De vigario encommendado. para a fregue-
zia de S. Pedro Martyr de Olinda, por um BMW),
ao Rvd. Fre Joao de Santa Thereza de tesas (ex-
oflkio).
De 00 idjuctor, para a niasma freguezia do S.
Pedro Martyr, por um anno, ao Rvd. Juveucio Vi-
rissiino dos .Anjos (ex ofllrio).
I.'ti-i-ia. A que so acha a venda a 58% a
beneficio da igreja do Rosario de Santo Antonio di
Reeifo, a ,pral corre no da 6 de junho.
B.i'iio. -Amaiiha (") devo ter lugar o ieilio
de movis, livros franeeies, objeelos de oscripto-
rio o armazom, assim como lazendas avariadas,
tudo no annazem da pra.a do Commercio, em
que est estabelecido 0 Sr. Roliert Lightboviii.
Depois da manhi (6) effectuar o agente
Pinto o lel.o de movis, louea e crystaes annun-
ciaJo para a casa da na Uo corredor do Rispo,
em que morou o Sr. Joao da Silva Leite.
Passasiros. Sabidos para onorle no va-
por Ipojucu :
E. Rulicr, Simplicia R. do Nascimento, Joao
Sisenando Peretti, Feliciano S. Pernambuco, Joao
de Souza Mariulio, Francisco Pedro Ribeiro, Btai
Fixe, Malinas T. Almeida, Joaquim Ignacio Pe-
reira, Antonio Joaquim Se ve B um lilho e um es
craso, O.ton Castro, Vicente Gilloni, Doa;.ria 6*
trudes Hhon.t:iauiianode S, u/a Reanl i jM^
do Atnnrim, Mannol Domingos Ribeire o Paulino
Hereiilano de Figiieir lo, e levankni-se a sessao.
-E^i Jiigu*t) Qemiiiiii de FigneirJo, imkil-
ui.iior sci iludo de sruret-irio, a eserevi.
l//or/ .liHK/ifif^dt Iti-'i i e At'}tttn:i dente. JotlUrfi Freir timiuiro. -Jos dn &/
va Iam/o Jituior. -/ s Pedro das Neces. -Dr. Pr-
xedes Gomes de S uza Pitonga. Angelo Henri-
ques d'i Silva. _Dr. Pedro de Ath-iyde Lobo Mos
coso.
KNlitIS:
Capitl
accoa*
Capital clisad
Fiiniltxfe ivsnrva.
:*'
VNk UQ
t.IMIli
mu om 50:000
- 0 cada urna
Di: JASEIlHr
BALAWt) DACAIXA FILFAH EPEHNAMMtO,
EM 31 DE MAIO DE 1873.
ACTIV*.
lAUas dvscontajdasi.....4Q>Wl
Emprestnos e emitas caucionadas
t^tra5 a recener...............
Garantas e yajwrdsjpDsripjjios..
Mobilia, etc. olPuravo..........
Diversas conlas...............
Oafsa.......:................ 3l7:376ilOO
maior liberahcpiiforine confossa o eu uielliir ios-
Iriinonlo, o molino da crnica o Dr. Mariano.
Siiu : ossa anabrkncm aecusad* pido proprio Dr.
Mariano, almdjsso, foi o coiitiiia a ser conr-
mada pelas Pnfncins ns. 72, 71 e 74 ; pida sol-
darfo li.de dos fados do ilia 14. no celebre niani-
Tesio do da 18, quando nodia 16, estigmatisados
pela lgica e senso commum procuravain desviar
a pecha negra de anarchistas.
**as ttti verdade, que a Provinci-i n. 73, ar-
|BiD ''"^jB0. acede com outra conlissao idntica
a do I )r. Hara no, ei-la : O poro agila-se, qnasi
Miipi ', een are- de mst'Bienet e inebMciencta.....
Exaniiiia, |orm, a sua agitacAo, tomai-lheo pul-
so, e quasisempre achara* a febre de iuna;Mfa
idea q'.ieaj-,- atlirmar-sa, do urna grande aspira-
cao que aete lugar. Isto posto, o mocimento de
14 (agora jijare ter mitra causal *|ue nao o verbo
deste ou daifHee trilrano; (cerno Dr. Mariano re-
dactor em chufe do Liberal, e us cheles do estado
aior liberal). Assiai pos, o irae dkenios das re-
ilucoas, deve-se dor, tanto ou quanto, dase*
rojos sbitos e temerarios de urna fraccao consi-
fa^*^tytl lili .1^. n / u
70:Bi?41 |re ni0Jii de Cttiitradi^jes ? E de taes con-
llIojWr* ft o34:96856- 0 manifest de 10 das // boceas de fugo do "di
~
i t,0
DO-JHi
s
1,230:
17:1:4884
W:JTOt37T
370:
quer incommod s da palle, que nao sao mais
que sunptomas di corrupcao do sangue.
di
^nwwnwii

R<. 2.662:0965370
i'ontas correnles sim-
plea..............
Dep; silo a prazo lixo
com aviso e por te-
tras .............
;u.
475:404 430
I^0:3o3i.l70
Ttulos om caucao o deposito.....
Diversas cuntas................
1,856:017*600
370:11547*0
436:863*030
REVISTA DIARIA.
Assrnilda provincial.-Houtem func-
cionou com 2 Srs. deputados.
Approvala a acta ja tesado antecedente, o Sr.
!. sojietario leu o seguinte expediente :
m olllcio do secretario do govern devolvendo
wsoriginaes das iesol;u;oes de 30 de abril e de
niio ullimos, nao sanecionadas. -A" commissao de
constituicao e piadores.
Foi bdo, julgado objecto dddeliberacao e dispen-
sado da impresso um projecto do Sr. Olympio
Marques, creando duascadeiras de ambosos'sexos
uo lugar PasMigem du Guadelope em Seriuhaem.
Pasando ordeni do dia omn approvadas em
2." diseusso as emendas apresentadas em 3.a ao
projecto n. 84 (orcamento provincial) e por con
sequencia adoptado o projecto em 3.adiscussao. En-
trando em 2'discussao o de n. 51 do anno passado,
que crea urna escola do cnsino primariono povoado
de Heberibo, deliaixo, foram apresentadas diversas
emendas c depois de orarem os Srs Tolentino de
Carvalho, Ralis e Silva, Joaquim de Mello Reg,
foi approvado o projecto com algumas emendas, de-
clarando o Sr. Joaquim de Araujo quo voton contra
elle e o Sr. Oiymp.o Marques, que voton em favor
do mesmo e da votaeio nominal requerida pelo St.
Mello Reg e que nao foi cencedida.
Sabmettido 3.* discussao o projecto n. 02 deste
anno, a requerimenlo do Sr. Tolentino de Carva-
lho que crea diversas escolas do cnsino primario,
oratir apresentadas mais duas emendas ; llcondo
a discussao adiada, >lepois de orar o Sr.Pinto Jnior,
por verificarse nao haver gtwrum para votar,
pelo que o Sr. presidente levantou a sessao desig-
nando iiara ordem do dia a euntinuacao da ante-
rior, 1." discussao do projecto n. 52 ; i" dos de ns
13, 38, 40. e 48 deste anno e nica do de n. 04.
Thcalrn Santa Antonio. -Neste thea
tro tem h je lugar a torceira representaeao do
apparatoso dramaphantastco-0/ifct errante
que foi milito applaud do as duas primairas
nortes, achando-se em ambos o theatro apinhado
de espectadores. A empreza annmicia boje urna
redcelo de procos, medida acertada, que devp
jjroporc onar-lhe a continnacao da eencarrencia
putli'-a, qnal o drama j por si, j pela manci-
ra porque est posto em scena, tem iueontestavel
direito.
.Norte repentina.As 8 horas da noitc
do 1* do corrente falleceu repentinamente em
urna tavenia da ra do lUugol umindividuo,par-
do de cor.
Tendo noticia do tacto, para all dirigise in-
mediatamente a competente autoridade policial, e
das averiguacoes a jue proceden, reconheceu ser
eHe o esclavo Manoel, de D. Umbelina Carneiru i
Lina Soi ano, e haver suecumbido a urna apople-
xia fulminante.
Conflicto e fermento.-. tarde tambera do i* do corrente, um escravo de
orne Vicente, de Jeronymo de Figueiredo, tra-
vaado-se de razos com Pedro Manoel Baptista,
m o eaas do Ramos, onde se encontraram, pas-
saram a lutar, resultando flcar aquello escravo
erido com urna facada.
Foram ambos presos e recolhidos casa de
Jktencao.

A. Poggi, Joaquim E. A. Peggi. Amonio G. Ama-
ral, Antonio Faeanha, P. A. Pereira, Isabel varia
da Silva, Joao G. Amaral Nelto, J. Gaudeuc'u de
Souza. Canuto F. Mello, J. A. da Silva Machado,
Pedro R. Oliveira, J. J. Pereira, Samuel M. de Lima
Rotelho, Antonio M. Sanpaio, Pompeu J. S. ".San-
tiago, JoAo Barbosa, Antonio Mondes, Joaquim Iri-
no, Andr Feiippe, Jos Rarlwsd eJ os Hunrique.
Sabidos para sul no vapor Mandahu :
G. A. Manoel Martina, Jos Rodrigues Barcos
Lima, J. Ignacio do Mondonga, Macario de L.
Freir, Antonio F. Silv, Manoel Maia, D. F. Souza
Pinto, J. Gastelan, Francisco Jos Oliveira Jumur,
Antonio Gomes Vaeiel, Miguel F. Carvalho, I).
Guiiliermina Maria de Oliveira e 2 lilhos, com-
mendador Joo Martins S. Cou.inln, Dr. Januario
S. Mintenegro, Joao Nepomuceno, e 0. Manoela J.
Cavalcante do Mello, l nelto o l criado-
Ceinitcrio publico.Obituario do dia 2
de junho :
Cilhariaa lama Est er, branca, Allemanha, 55
annos, casada, S. Lourenco; hydropesia.
Minnel Antonio da Silva, pardo, Pernambuco,
20 annos, casado, Roa-Vista, hospital Pedro II;
varilas.
Manoel, escravo, pardo, ignorase a naturalidade,
.'i anuos solteiro, Santo Antonio; apoplexia.
Joao, blanco, Pernambuco, 5 mezes, Roa-Vista;
entero colite.
Manoel, pardo, Pernambuco, l dia, Recife; con-
vulsas.
Pedro Pereira da Silva, pardo, Piauhv, 30 annos,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; scirro
do figado.
Luiz Melano Franco Jnior, braiico, Pernam-
buco, 7 annos, Roa-Vista ; febre perniciosa.
Maria Gertrudes Carneiro Monleiro, prela, Per-
nambuco, o4 annos, solteira, Boa-VisU ; phtjsica
pulmonar.
Antonio, branco, Pernambuco, auno?, Graca;
convulsoes.
C1VAR.INICIPAL.
5.a SESSO ORDINARIA AOS 21 DE MAIO
DE 1873.
PUESIRKCIA DO SU. SOUZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Pianga, Loyo Jnior, Cu-
nliajGuimaraes, e Angelo Henriques. abrio-se a
sessao, e foi lida c approvada a acta da antece-
dente.
Leu-sc o seguinte
EXPI diextk :
Um oflicio do secretario da presidencia, remet-
tendo a esta cmara, de ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, dous ejemplares impres.
sos, sondo um do relatorio com que o Exm. Sr.
desemhargador Francisco de Faria Lemos passou
a adininislracao desta provincia ao Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, e o outro
da falla com que esto abri a presente sessao da
assembla provincial. -Inleirada, e ao archivo.
Outro do juiz substituto, Francisco Alves da Sil-
va, participando haver entrado em (expiis par-
cial do juiz do direilo da 2' vara civel.Iutcirada.
Outro do administrador do cemiterio publico,
remetiendo copia do oflcio do Exm. Sr. hispo dio-
cesano dirigido ao capello, relativamente i bencio
da sepultura ecclesiastica. v' commissao da cc-
miterio.
Outro do engenheiro cordeador, informando a
peticao de Antonio Correa de Vasconcelos. a'
commissao de edificacao.
Outro do procurador, pedindo que llie saja leva-
da emeonta a quantia de 6:300*000, que despen-
deu para prefazer a ?uantia de 56:300*"00, qud
entreg m ao arrematanto do mercado publico, pro-
veniente da 2* prestaciio de seu contrato.Ao con-
tador.
Outro do mesmo, tambem pedindo que Ihe suj;t*
levada cm conla a quantia de 14*000. que des-
pendeu pela verba judiciaria.-Ao contador.
Despacharani-se as pelicSes : de Bernardo Joa-
quim Gomes, Domingos Jos da Cunba Lages, F-
lix Francisco da Cunta, Guarino de Souza Peixe,
Joao Mendiboux, Jos Baptista Braga, Joaquim Go-
mes Jardim. Jos Bernardino Alves, Jlo Vicente
Forrera, Joo Macedo do Amaral, Jo? de Souza
Braz, Luiz da Costa Lima, Lino de Franca Cordei-
ro, Manoel Augusto Ferreira 4 C, Manoel Marfns
Rs. 2,662;9M*370
S. E. 4 O.
Pernambuco, 3 de junho do 1873.
F. /*. HloxJtain, manager.
L. Henderson, accoentanf
LOXON & BRASIUAN BANK LIMITED-
CapiH' I <>> Banco 15,000 aeraos
100.................. 13,333:333*330
Acco^ emittidas 13.000...... li^53:MMlffiO
Capital pago W por aocao... 3,200:090*000
BALANQO l)A CAIXA KII.IAI. E FEBNAMBUCO RV 31 H
mo os 1873.
Actic.
Letras descontadas......... 1,339.603* 140
Crditos diversos, oulros ban-
cos a caixas liliaes....... 770.208*770
Caixa:
Em moeda corrente......... 164:912*810
Rs.
Passioo.
Capital fornecido
matriz........
Depsitos:
Em conla cor-
rente......
Depsitos lixos
e por aviso.
pela caixa
3 6:670*330
723:038*290
2,474:724*720
Crditos diversos, outms ban-
cos e caixas liliaes........
Letras a pagar.............
Rs........
888:888*890
1,40:317*620
:;3t:3l3"90
7:205*120
2474:724720
S. E. O.
Peruambaco, 3 dojunho d 1873
James Darcy, Actg. Accoul.
Blulaiicete lo Itnucs C'oiuiner-
cial le l'ernaiiibuco, em 31 le
nniole fl*;:*.
ACTIVO.
Accionistas................... 4.200:000*000
Letras descontadas............. 1,532:270*775
Letras a reeeber............... 141:867*30
Letras caucionadas............ 14:500*000
Valores depositados............ 49:W4*296
c-peza- geraes............... Il:92i*i20
Despezas de installaco........ 6:439*340
Movis...................... 2:752*160
Diversas cantas............... 188:917*899
Caixa........................ 480:83l*4.")o
l'ASSIVO.
uapli.il.................j
uilas coi rentes por 0>"^_^
Castas correntes simple*. ......
Letras p ir dinheiro a juros.....
Caucoes.....................
Depsitos da diroetoria.........
Diversas cuntas...............
Desceios..............,......
0,62S:95;*175
6,000:000*000
|S>4XSa7XO
lk*SO*600
18:3*2*25
HMU296
3i):00000
198:939*090
115:568*789
S. E. k O. 6,629:957*173
O guarda livros,
F. J. Pereira Pinto.
Ilalmieo lo \ovo Hunco de Per-
laiiibiieo, em li<|ii !! maio de 1893.'
ACTIVO.
Letras prolesladas
Despezas geraes .
Caixa .
PASSIVO.
Capital.........
Fundo de reserva.....
Massas fallidas a cargo do Banco.
Dividendos........
Lucros e perdas......
S. E. e O.
121:596*070
16:490*566
18:114*760
156:201*396
46:376*000
101:444549o
638*787
400*400
7:341*719
156: Ol5396
UBtlCACOS A PEDIDB
Verdades aos uiouioc*.
Pe lorma alguma podem os pretensos hberaes
fugrr a rosponsabilidade que assumiram ante os
factos dos das 14 e 6, como da condemnacao com
que os fulmina severa e lgicamente a opiniao pu-
blica. Entretanto, condecido o precipicio em que
se ancavam, presos ao lafo em que cahiram, era-
balde os pretensos liberaes tentam esforeos inau-
ditos para desfazerem a meiaila que por si mesmo
teceram. Os factos, porm, sao inexoraveis, eos
seus propnos esenptos reproduzidos aqui, condem-
nam-lhes a causa sem remissao, nem aggravo.
E' assim que pelo manifest do dia 18 dos pre-
tensos chefes liberaos, eraquanto pretendem exi-
mir-se da selvageria do dia 14, v-se o proprio Dr.
Mariano, no seu manifest ao directorio, dar conta
de sua tarefa nesles termos :
No dia 14 de maio, quando o povo retirou-se
do paleo da Solelade, foi combinado, que no dia
seguinte. polas 4 horas da tarde, se reunira elle
para ir no presidente da provincia, afim de pedir-
Ihe, que empregasse meios para tancar fra desta
emde e proemei*, nos jesutas
Foi combinado por quem t Pelos Dr Ma-
riano, Costa e S, Corle Real e Dr. Maximiano Ma-
chado, que assistiam itefrome do coHegio dos je-
sutas, s scenas selvticas, Floriano B-ilo, Joo
Teixera e antros que, como os Srs. Villa-Bella,
Apngio, intulam-se chefes do pretenso partido li-
beral, chefes do povo I
Foi cmiinado, contessa o orador da tribuna
carroca, Dr. Mariano, o movimento de 16 de maio,
como Cira combinado entre o mesmo e os signata-
rios do manifest de 18 aquella scena do da 14 de
selvtica vinganen, nodoa indelevel contra ossos
costumes e civitisaci.
Essa vmbinacfa do dia 14 de maio para aquel-
la fim nefando de invadirse um collegio de edu-
caeao, reduzfr-*e movis o livros a pedaeos, esbor-
doarem-se os directores inermes, foi tanto methor
o resultado de om plano, qnaato siia frente so
adiavsm os Srs. toariio de Villa-Bella. Dr. Aprigio
Guimares, Joao Teixeira, Floriano Bri e, Lopes
Machado, Mariano, e at o pacato Soares Brando,
asss conhecidos por estade-maior general 4o pre-
tenso p'irtido liberal.
A conlissao do combinacao feita na Provincia n.
71 ao directorio pelo Dr. Mariano, no trecho cita-
do, quando o manifest dos 11 no dia 16, Jornal
do Rer.ife n...... o mesmo insigne e&tadamaior li-
beral procura repelh'r de si olabeo do da 14, vea
confirmar ainda mais que nao foi 9 povo pernam-
rectorio liberal, nega a coparticipacan dos factos
do iba li! o manifest do dia 18 confirma. E*te,
declara que fora o povo indignado que- commelle
ra o alternado, a Provincia n. 73, que fra um gru-
po o fraccao d-. povo! cmquanti o Dr. Mariano.
Eela Provincia n. 71, ao directorio aecusa a com-
inacao dos dous moviincntos.... c o seu verbo de
tribuno de currara, desmenle Provincia no seu
artigo de fundo, dizendo que o verbo dello Dr. Ma-
riano, (manifest do mesmo Dr.) fora quem arras-
tara a tal fraccao de pov) para os actos nefandos
dos dias 14 o |6 de maio
Em vista, pois, di exiJOndido, fundado em tes-
temunhos. lususpeilos dos pretensos liberaes, fi-
8 piovado pois que Timn acerloii em suas apre-
ciaoos na* causas, origens e rooiores dos aconte-
cimentos dos dias 14 e 16, islo: i urna pan dia,
que >. i de maio de 18*3 mostrasso Pernambuco
penando como a 20 e 27 de junho de 1848. Eo-
lio se poilia a inmediata expulso dos portugiiezes,
agora se Quera a immediala expulsan dos jesu-
tas I Entao tiuliam havido actos de civismo na ra
da Praia, ag^ra na do Hospicio I E, dizer-se, e
provar-se e aecusarem-se por si mesnios na Pro-
vincia e om manifest, como instigadores e di-
rectores de semelhantei actos, quaes os de 14 c
16 de maio, os Srs. Villa-Bella, M.iran i, Aprigio,
J. Teixeira, Floriano Brito, Lopes Machado, Corte
Real; para desrorocoar-se o lastimarse que o
partido liberal tenha seniclhantes cheles !
Sua alma, sua palma.
Maio, 31 de 1873.
Y. V.
Acto lonvavel lo I'.vm. Wr. I.u-
cena.
Os habitantes da povoacao de Cruangy vem dar
s seus agradecimentos ao Exm. Sr. lnunenda-
dor Henrique Pereira de Lucena, pela boa no-
meacao que fez de t-w enviado um ofllcial na
qualidade d; autoridade c couimandanlc dj des-
tacamento, que tem sabido manter "a ordem e
disciplina do mesmo districto, quo se achava alte-
rada por um gruim de salteadores. Oraras a acti-
vidade do alteres Jos Pereira da Silva Guima-
res, tudo vai na mais ampia tranquilli lade. e pe-
dimos a conservaeio do mesmo ollicial.
Cruang.', 29 de maio de 1873.
Os cidud'ws de Cruangy.
linda os acoiitcciinentos de 11
e 10 de maio.
Nunca c por demais a discussao de factos da
importancia dos oecorridos a 14 e 16 de maio, por
que preciso que a luz so faca em todo o seu ex
plendor.
A opposico, nos vemos, esgrime todas as armas,
embora nao observe as leis neveras quo regeni a
lula franca o leal.
O ataque brusC] o Imulluario.
Nio importa ; conservaremos o sangue fri e a
coragem dos que pugnam por boa causa.
Os liomons da Provincia, do Jornal do Liberal
gritam a plenos puhnoes, e adulterando ou colo-
rindo os factos a seu geito, esforcam-se por misil
licar a opiniao publica. Que impoitam os meios ?
O lini ludo.
Nao admira; foi sempre assim : cumprem a
i isca o seu velho programma : confundir ou divi-
dir par* governar
Agora, o mote do dia, glosado capricho, sao
as tristes e lamenlavcis ocurrencias de 14 e 16
de maio.
Autores c nicos responsaveis por taes desa'i-
nos os seiihoies liberaes alirain-nos seni rebufo
S-Btt toW'Wnfyfo S'aeTpo'tiva:\' ""
A magna questio fazerom eOeito la fra, poi-
que para dentro da provincia estao ellas cellos
que o trabalhar em pura peda. Todos mis sabe-
mas, o publico inloiro sabe-o, como os fados se
deram, e quaes s.ia por ellos responsaveis.
E l vao elles seu caminho tortuoso. A impran-
sa nos lornece diariamente tristes documentos de
incoherencia e m f.
Palavras tmidas, phrases de cocvem>-ao, pero-
dos retumbantes podem atordoaroouvido.mas nao
calam no espirito a convicio, quando se nao ins-
pirara ellos da verdade e da razao.
Cousa nolavel I Gritam, vociferam... trabeni-se,
corapromeilem se, aecusando.
Contradictorios sempre e sempre apaixonados,
condemnam e applaudem simultaneanionte os fac-
tos oecorridos.
Em verdade. Comita-se o povo, move-se-lhc
as paixoes, inllai.am-no, impulsara no, e depois
corridos de pejo, de medo talvez, dizom cobarde-
mente iRepiovami os e.iressos cominettidns ; o
poco esqueceu-se dos seus deveres ferindo direitos
alheios!
Oh o povo, que elles ainda ha pouco affaga-
vam e insuflavam; o povo, que vehementes tribu-
nos proclamavam soberano, logo aps esquecido,
desprezado, e apregoado reo aosse primeiro e ver-
gonhoso protesto do dia 15 !
E o povo ri-se de... corapaixo, e murmura :
cobardes I
Depois, ( subdito o estranho contraste I ) soben)
mais alta verga, e clamara ipjixotes carnete :
Aqui estamos para assumir inteira esponsubi-
lid/ide I
E um segundo protesto apparese.
E o povo ri-se de... nojo, e murmura : Espe-
culadores !
E' interessante ouvir o directorio clamar, ar-
doado era tardos e falsos bros : me, me, adtum
in me, conoertile ferrum !
E' que elle queira, esposando a causa do povo,
identifiear-se com elle nos seus pronunciamdntos
ou manifestacoes reactoras ara nome de urna idea
ou de um principio ?
Nao. O directorio nao quer sinceramente uma
tal solidariedade, e o povo por sua vez a repelle
por que nio pode acreditar naquelles que na hora
da provanca agacham-se tmidos atraz do repos-
teiro das conveniencias e inleresses.
O directorio em seu segundo protesto quiz ape-
nas ostentar uma popularidade que nao tem, uma
preponderancia que todos Ihe negara e contestara ;
ou melhor, quiz Iticrar tornando-se populac
Basofias e artimanhas liberaes: foi sempre
assim.
Banco Coramcrcial de Per-
nambuco.
0 banco sacca por todos os paquetes so-
re as pravas de Lisboa a Porto.
Segara cMlra-figi,
CO.MPANHIA
INORTHERN.
H|iiUl.
Fundo de resorra.
20,000:0005000
8,000:0009000
Agentes,
tBi La&am C.
RA DA CRUZ N. 38.
SKUlIltOS
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Hus do Coiimicrcio n. 39, ri-
melro andar.
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para dentro e fra do imperio, assim GOOM
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ra do Commercio n. 5, Io andar.
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11Corpo Santo11
Augusi > F. 'Oliveira tV C.
A casa commorcial e banenria lo Augusto
t\ d'Oliveira & C.\, na ds Commercio n.
?2, encarrega-se de execueao de ofdflM para
smbarque de productos, e de todos os mais
negocios de commissao, qur eominerciaes,
qur bancarios.
Desconta letlras, e toinadinheiros a priv
mio, compra cambutes, e saca vista, c a
prazo, vontade do tomador, sobre as se-
guintes prncas estiangeiras e nacionaes :
l.omli-i-sSobre o irxio.i baxk of
london (di. responsabilidade illimitada) e
varias tirinas de I.1 classe.
PbH. i Cobre os Srs. M.vr.r.iMiD as-
on & C*P. GIL, e A. BLACQLE VIGNAI. i
C.a DANOl'F.IUOS.
llaniltiir^o.Sobre os Srs. joao senu
BACK <& F1I.II0S.
ji*hoa.Sobre <>s Srs. fonskoas, san-
tos & V1ANNA, e SEBASTIAO JOS Ii'aBRFX.
Porto.^Subre o banxo ini.Vo do por-
to, eo Sr. joaquim pinto n.\ fonsf.ca.
PARA, e OS Srs. FRANCISCO GACDENCIO DA COS-
TA ck. iiliios.
MaruHlito.i Sobre o Sr. josk ferrf.i-
RA DA SILVA JINIOH.
Cear.Sobre os Srs. j. s. de vascoW*
CELLOS & SONS.
Ualiin.Sobre os Srs. makiniios 4 i .".
lio de Janeiro.Sobre o banco in-
dustrial B MERCANTIL 1)0 RIO DE JANEIRO, e
OJ BANCO NACIONAL.
PHAgA DO REGIFR II DE JUNHO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotacoesi ofllciaes.
Cambio sobre Londres a 90 div. 25 l|2 e 2c
5|8d. por 1*0(10, liontem.
Dilo rtobre dito a 90 por l, linje.
Leal Seve
Pelo uresidenle.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
Atmlin. carn jron : A. A. V> -ir Aga v J U
ras uin OTO wlos te aWBMV bnBM
Psra Mapaaa. m lian*-* >' U*-
O. F. Gninurrs I lumm rmn % il ie
car lr"in i.
Para Alafias ua barrar S. Frns-e. ar-
regaram : II. Gines C. I karrlra mm K> Vm*-
de assunar bramo ; Nev.- Irnwo a C I rta e+m
."Saliliis de tirio.
Para Rio Gnaxk- o Morte, na ar-*.
ViSo. rarrff oa : I. T. Guinar- I |. inir^ r* 00 kilos de assn ir bnm
Para o Ion Granos do Smtr. na bar rara hi-
chueih. ramrarain : Nkcrara Hrapa K km i
1 eaixo com W Kilo aV date.
.\PATAZ1A DA AI.FAMFi.'t
RemlimruU) ihi da 2 CMI
(ein dda 4...... I
i mtgm
VH.IMKS SAHIfN'S
>odu 2.......
Primi'ira |Mirta no du 3 .
Stfma |nna.....
Fereaira p-iria ....
htfieba Omce;*. .
SnVICO M.VlllTi\ i
Alvar,nc.is I Tririlai l
da alf.inil""?* dia i .
Ditas dilas no dia 3 .
Navios MratafaaM trap >[? alfaoJrg
Alvarenas........
Xo trapiche Onrolfio.....
t* '.
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I
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RECEOEIKMIIV DR
IAU ns
Rendinicnlo d<> da
dem do dia 3 .
RKSIttS :\.K. X -
CEf-VAMItl (Xi
t.r
l.3tK77
tmum
11*2*:-
rtendimenlo il
dom o dia 3
OlNSl I.UMi MW1VIM-.1.M.
dia 2
. Mlji'-
i :#u:-
ViUENTO U PORTD
\nrin tullido no dia .T
rrnpii.i>ana-l'.ilItaWki inpl 'mi" '
pilao RoImtI D"iijlas, rjrpa a*urar.
(I1.
Nio Imuvr i ntiada.
i'ITftrf
O lllin. Sr nupatl >r da iliv< oial, em rmnpriiiii'iilii 4a onleai n Kxn >r
sioeate da pr< viacia, do 0 da fa/.iT pulili'-.i Ha onxam !< rr unan:
i s imposto provinrinc- das romams u.
GarnarA, Garaohnn*. IVmh i>iis.lho.fh #(
jo, e i imbre.- ioiiki se acliavaiii atinan -ia I
ter o mesmo Exm. Sr.ik- rminn
disjtoalo no an. t.- di repulam.nto a? T) I
ultimo, rre.id i rolliciorias nai diin- ataaVa
cando, pai l, |>ara st armiuiad h t dia
jiiiilni prximo vindiuro os ili-
das comarcas lagaaBlal :
Proeja annual.
H"
!
Tararal 23071-'
Flaiaj ^ -WniTOo
Villa- Relia Tt:WI*fl*
Cabre 1:\*R7-
Itaa-ViMa a:;.::i.-
Oiirii-nrv -,'.;
E para constar se manJna \ nalrar a i
te pelo jornal
Seer-'aria da In iiurari mi avia i
nnir.huco, 17 d-- nnio a> mi
O nnVi.il-nni.il
MiyH't Affem* /
Ai.FANDEGA
ttendimenio do dia 2 .
dem do dia 3.....
61:2634331
23:436*733
87:7 8Em conclusao. Accusam de inepta a aotorida-
de porque esta, descancando no fin: conhecido e
legitimo da reunio de lt de man, na) conteve
ou dispersou os amotinadores, que abruptamente
invadiram e damnificaram o collegio de S. Fran-
cisco Xavier e a typographia da Uniao; como se
a sorpreza do ataque dsso lugar a reprimenda,
que fora prompta e efflcaz era circunstancias
outras.
Accusam de desptica a mesma autoridade por
que esta, com a doLrosa experiencia do dia 14,
conscia do fim da segunda reuniio, p avenida pela
reclamacAo de um estrangeiro que pedia garantios
para sua typographia ameartada do um auto de f,
ordena a dispcrs&o do aasuadeiros, reunidos om
a tarde de 16 de maio, tendo sua frente o motor
piiacipal dos disturbios anteriores, quo em lingua-
gejn vehemente, seno incendiaria, abalava as pai
xes populares e lhes imprima o cunti da dis-
cordia.
Pelo amor de Deus sede coherentes, embora ia-
tolerantes, senhores da opposico.
A opino publica ahi esi para julgar as vos
sas verriaas e o procedimento enrgico do Exm
Sr. Dr. Lucena.
A ordem publica nap pode nem deve ser per-
turbada aoavitre de qualquer ; pela minntencao
della responde a autoridade : S. Exc. garantin-
do-a, cumprio o sea dever.
Descarregam hoja 4 de junho de 1873
Vapor inglez Student (atracado) mercadorias
para alfandega e machinisnio e formas
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Barca inglezaFaii/tr-mercadorias para alfan-
dega e carvao j despachado para o caes
do Apollo.
Barca inglezaGazlle -mercadorias para alfan-
dega.
Patacho inglez Gloria dormentes e machinas
para o trapiche Conceicao, para desca-
char.
Barca ingjeza TW,"sm Conceicao, para despachar.
Brigue suecoEsmeralda varios gneros para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Barca brasileiraRapid iferro para deposito no
trapiche Baro do Livramento.
Barca portugueza Despique 11 vinhos para
deposito nos trapiches Barbosa e Cunba.
Barca norueguense \ViA-orVr-farinlia j despa-
chada para o 5* ponto.
DE
Tomai
OESPA :H. S DE EXPORTACAO NO DI A 2
MAIO DE 1873.
Para os torios do exterior
No vapor inglez Humbolat, para Liverpool,
arregaram : J. i'ater 4 C. 500 saccas com 36,573
kilos de algod.ii; T. JeiTeries 4 C. 206 dllas com
26,467 1|2 dilos de dito.
Na barca franceza Rio Grande, para o Ha-
vre, carregaram : E. A. Burle 4 C. 112 saccas
com 8,562 1|2 kilos de algodo e 1,260 couros sal-
gados com 15,120 ditos.
Na sumaca hespanhola Sol, para o Rio da
Prata, carregaram : J. S. Loyo 4 Filhu 352 bar-
ricas com 40,547 kilos de assuar branco e 120
ditas com 15,089 ditos de dito mascavado.
No navio allemao Miranda, para o Rio da
Prata ""egaram : B. Oliveira 4 C. 540 barricas
com 62,08o kilos de assucar branco.
Paro os portos do interior.
Para Santos, na sumaca hespanhola Auaus-
Une, carregaram : Amorim Irmos 4 C. 29 pipas
com 11,920 litros de agurdente.
Para o Para, no brigue brasileiro Raio, car-
regaram : B. Oliveira 4 C. 70 barricas com 33.600
De ordem do film. Sr. Dr dirertn ten
terino (api publico pan que alMM aa roa'
meato do professir publirw da caileira la p a-
rio de Viccncia Henrique Glorii.lo T.>' r. |tr
o consellio director mi '-sao d> 5i de abril at-
timo c de eonfoniiidade rom I art. H da I
3ij de 14 de maio de 18.3, rcsulvru TKprtaV-
lo por mu mez romo inrurso no art % n I da
rlii.l. l>. ruin nao lor ainda atetaaO
deira como me rumpria. tendo I rrmn.ido a 2 !.
Janeiro do eorrenlc armo a snsp. m-i we 14' I>a
imposta por deliberar* d. laeso nmurtu
23 de aovembro do ..uno prximo mi l d'va>Ja>
eondaear a contar-- a prnliia -ii<(~>n-5o aaaala
em que o prsenle eln.il for pnldu-a l
oiTlrial, visto continuar a i|m rar-'a r. I-veta
do mesmo arofesor que nao esta na M-d-- .1
adeira.
Secretaria da in-lruc. pul-lica Je Pera.
co. 17 de maio dr 1873.
O secretario.
* __________AurHiano 4. P. r larvalh^
O lllm. Sr. in<|.clor da iloiiiaiia pro-
vincial faz publico que foram lraa*f. rida- i^ra
odia II de juilio prximo vinduiiro a ai
tacoes dos seguintes |ed.igiii> :
Preco annual.
Magdalena 7:M1|atH
Ciquia 6:latiO"
Punle dos Carvalhs fk-SAMl
Tacanina Hn:ji)i<
Bajan .V.:i4'ii
Ja boa i lo 4 54440"
(axang 4:2754 0.
Manguinho e Capunga 2:53<20.i
S. Joo *:0 4i730
Morenos 1:663*100
Motocolomli l:S3l4fo
Tapacur l:49i>4J0O
Todas eslas arrenulacr>e ser* por espaco V
3 annos a contar do l. de jullm de 1873.
Secretaria da thesoiiraria provincial d- I'
nambuco, 30 de maio de 1873.
O oflieial-maior.
.____________M. Alfonso Ferreira.
O lllm. Sr. inspector da taeaauraha aro .a-
cial manda fazer publico, que em eiimpriiurnlo da
ordem di Exm. Sr. presidente da proviaria de M
do corrente. vai novamente prae.i no oa 14 4>
junho prximo vindoum, para ser arrematad- a
quem mais der, o sitio dos Remedios, -urvindo e
base a quantia de 3:7304 porque foi adjudicado a
fa enda provincial.
E para constar se mandn publicar o pre* i.k
pelo jornal.
Secretaria da the-vnurara provincial de Peraaw-
bueo, 27 de maio de 1R73.
O ofllcial Miar
______ H. A. Ferreira.
Pela thesouraria provincial se nz pul
que foi transferida para o dia 3 de junho proxir-*
vindouro, a aiTemaia^o do farnecineiilo dos me-
dcamenos e utencis preciaos eafennaria da
casa de detencao por lempo de nm anno
Secretaria da thesouraria proviarial de Peraaaa-
nambuco, 16 de maio de 1873.
O offirial-maior.
______________Migu<*l Affii'o Ferreira
. alsaparrilha de Ayer para purificar o saneue.
bucano, quem pratcara oaeto nefaadodo dia 14; pargar os humores e faer esapparecr as bor
mas sim o grupo de combinados dopraario estado- Ibuaas, as espiahas, furnculos, tumores e quae-s
kilos de assucar branco. '
" Para Jorrando do Sul, no lugar portu-
i ta^St-m0\carrear-'"n : Amorim Irmos
4 L. 230 barnquinhas eom 29,171 kilos de assucar
branco e 50 ditas com 5,760 1(2 dilos de dito mas-
cavado.
i ~ *ZA ?tR,io Grande d0 sul, no patacho brasi-
. n oJ''!'"i0lomeu' carregaram : Amorim Irmos
& U 8o5 barnquinhas com 78,034 kilos de assu-
car branco.
Para o Aracaty, no hiale brasileiro Jforio
Pela thesouraria provincial se faz paabea
que foram transferidas para o dia II aV joaao
prximo vindouro as segninte arremataiiV-.
Fornecimento da alirneiiucao e /ieta- aos are-
sos pobres da casa de detencao por lempa ae 3
meaes a contar do I.* de jam prximo vindoar..
Impressoes dos trabalhos das reparti<.-5ai pro-
vineiaes i meaos secretaria do inven) par-
lempo de I anno, a aaaar do < de jaba p*e-
yimo vindouro.
Secretaria da tliesouraria primad 1 de Peraam-
baeo, 30 de malo de 1873.
O oaVial-maior.
Migael Aflaaso Ferreira.
3ECLARAC0ES
Consulado provinciai.
Do primeiro de joabe vbafaaaa
o prazo para paaamenio do 41*
iinanceiro de 1872 a 1873, ana)
ma urbana, 60 rs. per litro 4
O/o sobre a renda dos beas de' rtar
s cor eraedea de aaae morta, aanamiado aa aaaV
ude 6 0/Q, os r .alimaiaiui aaaaaaara d
mo prazo nao satisAzerem aa
Consulado provincial, 27 de maio de
O iiaadanlraaVr.
A. Caceen



ir
Diario de Prtambuo Qnarta fera i de Junlio de '1S7}.

o procurador fiscal da thesouram provincial de Peraambuco, declara aos contri-
Imintes do imposto de dcima da freguezia di S. As, m oereieio do IhTl 1872, que
Ihea Oca marcado o prazo iniprorogavel de 30 dias, a contar da publieneio diste, na enn-
formidade da le n. 891, art. 53, para solicitarem da seccao do eonteaenso ag respectivas guias,
aflm de recolhercm seus dbitos provenientes dos meamos impostes, cortos de que nao fazendo
dentro deste prazo, proceder-se-ha a cobranca judicialmente, publicando-s para-isto a rclacao
dos deredores abaixo transcripta.
Seccao do contencioso provincial de Pernainbuco, 29 de maio de 1873.
O procurador llscal,
Cypriano Fenelon dudes AlcoJorado.
aiZO.
Relaco dos decedores da dcima da freguezia de S. Jos que deixarcm de payar
dbitos no exeretcio de 1871 1872.
seus
a
V
"2
>
o
T.
3
Deixouso de tirar a
J
casa n.
Imperial n. 27i.
m
D.'la n 31. Herdeiros do Jos da Silva Saraiva
Juila n. 71. Joo Paulo de Souza
Dita n. 187. Jos- Marques Vianni
Dita n. 189. O mesmo
Dita n. 191. O mesmo
Dita n. 193. O mesmo
Diti n. 195. mosHio
Cabanga n. 46. Jo domes da Costa
Dita n. 48. O ruesiao
L
Palma n. 8o. Herdeiros de Luiz de Franca Cruz
Coronel Suassuna n. 131 Herdeiros de Luiz de
Frauda Souto
Jardiin n. 30 O mesmo
Vidal de Negreiros n. 56. Luiz Gomes Silverio
fe, lenrique n. 1 O mesmo
Dita n. 7. O metano
Padre Floriano n. 76. O mesmo
Jardim n. 2o. O mesmo
Forte n. 6. O mesmo
Das Cariota n. 52. Luiz Ainavol Dnburcq e
outro
Dique n. 28. Luiz Cesado do Reg e outro
Travessa do Freitas n. 40. Luiz Francisco de
Paula
Vi Forrea n 17. Lourenca Mara do Espirito-
Santo
Praia do Caldereiro n. 52. Luiz de Franca Marlins
Ribeiro e outro
II
M.trsilio Dias n. 94. Manoel Luiz Pereira
Dita n. 127. Herdeiros de Manoel Gomes da Silva c
oulro
Dita n. 129. O mesmo
Santa Rita n. 1. O mesmo
Nova de Sania Hita n. 27. O mesmo
Dita ii. 29. O mesmo
1 as Valentinas n. 37. Miguel Francisco de Sou-
za Reg
Coronel Suassuna n. 87. O mesmo
U mingos Thootonio n. 1). O mesmo
Travessa de S. Jos n. 16. O mesmo
Dita n. 14. O mesmo
Lita n. 18. Miguel Francisco de Souza Reg
Ra do Coronel Suassuna n. 98. Maria da Conceigao
Dita n. 134. A mesma
Dita n. 136. A mesma
Dita n. 15S. Maria Francisca d'Annunciacao
Dita n. 16'. Maximino Jos de Barros
Santa Rita n. 95. O mesmo
Coronel Suassuna n. 110. Militino dos Santos Jorge
Dita n. 266. Maria da Paixlo Albuquerque
Dita n. 179. Manoel Joaquim da Molla
Vidal de Negreiros n. '34. O mesmo
Coronel Suassuna n. 201. Manoel el ves Santiago
Sania Rila n. 74. O mesmo
Pescadores n. 36. O mesmo
Coronel Suassuna n. :23. Manoel da Silva Santos
Palma n. 2. Manoel Felisardo
Vidal de Negreiros n. 59. Maximiano, Maria e Can-
dida
Imperial n 260. Os mesmos
Dila n. 286. Os mesmos
Vidal de Negreiros n. 61. Maria Tbeodora d'As-
sump;o
Dita o. 63. A mesma
Dila n 91. Manoel Francisco e Vicente Martina da
Silva
Forte n. 56. Os mesmos
Vidal de Negreiros n. 123. Maria Amelia do Reg
e outros
Luiz do leodonea n. 20. Os mesmos
Dique n. 32. Maria Atvhanja da Paz
."M.u.i Hila ii. l. A ui;3iiia
Dita Nova n. 8. A mesma
Domingos Tlieotonio n. 2. Monica Luza Goncalves
Franca
I i n. 4. O mesmo
Dita n. 20. Miguel dos Santos Ferreira
Dita n. 54. Maria Rosa da Silva Correa
Padre Floriano n. 46. Maria Joaquina Machado Ca-
vajeante
Jardim n. 15. Manoel Alves Guerra
te n. 22. Maria Joaquina de Paula Chaves
. n. 24 Miguel dos Anjos Bezerra
Santa Rila n. i. Miguel Jos da Motta
Dita u. 4. O mesmo
Dita n. 6. O mesmo
Dita n. 81. Maria Victoria deS Leitao
[.ta Novan. 6. Herdeiros de Maria Francisca de
Almeida
.S Jos n. 28. Maria Marques Ferreira dos Passos
Dita n. 66. Maria gueda da Concec.ao de Jess
i'- LargodaRibeiran.il. Maria Ricarda de Souza
Reg e outro
Imperial n. i\. Miximino Jos de Andrade
Dita n. 27S. Han >el Cypriano Ferreira Rabello
Dita n. 83. O mesmo
!> eo do Cypriano n. 2. O mesmo
Dito n. 4. O mesmo
Dito n. 6. O mesmo
Dito n. 8, O mesmo
Ditm 10. O mesmo
Travessa do Bandeira. 26. O mesmo
Dita n. 28. O mesmo
Dita n. 30. O mesmo
erial n. 7. Manoel Jos Carneiro
Va Frrea n 5. Manoel das Dores
Hitan. 7. O mesmo
Dita n. 9. O mesmo
Travessa do Lima n. 3. Manoel Pereira de Maga-
Ihaes
Dila n. 5. O mesmo
Dita n 7. O mesmo
Cabana n. 54. Joo Miguel da Silva
Pogueira n. 132. Maria, Jovino e Flora
I'adre Floriano a. II Manuel Rodrigues da Costa
Magalles e outro
4*320
31780
41320
3*780
3*240
4*320
51400
6*730
105800
lOi O
13*500
5*400
6*480
3*400
10*800
12*960
6*480
4*320
3*240
13*500
18*900
49*500
15*600
16*100
18*000
10*8C0
8*6.0
10*800
8*640
8*6'.0
8*640
10*800
7 56(1
7*560
8*640
10*800
6*480
135500
18*900
6*480
5*400
13*500
5*400
8*100
13*500
135500
1(1*800
10*800
4 320
9*720
7*020
10*800
10*800
6*480
6*480
6*480
16*200
6*480
7*300
4*320
2*700
25700
2*700
2*700
2*160
4*3i0
4*320
4*320
105X00
2*700
3*240
1*620
10*800
10*800
9*720
1*620
Jardim n. 60. Narciso Jos da Costa Pereira
!\
4*320
13*5<0
3*780
4*320
3*780
3*240
4*320
5*400
4*320
4*320
6*750
10*800
10*800
13*50J
5*400
6*480
5*100
10*800
12*960
13*500
6*480
4*320
3*240
138500
27*063
49*500
13*600
16*200
18*000
10*800
8*640
10*800
8*6 iO
8*640
8*640
10*800
7*560
7*560
8*640
105800
6*480
l-4900
13*500
1*701
16*200
9*000
13*500
8*640
6*480
55400
13*500
5*400
8*100
13*500
13*500
21*600
6*480
101800
S 3400
8*610
11*880
4*320
10*800
10*800
4*320
9*720
9*720
75020
10*800
10*803
6*480
6*480 "
6*480
16*200
6*480
7*560
8*100
7 360
16*209
10*800
4*320
5*400
2*700
2*700
2*700
2*700
2*160
4*320
4*320
4*320
10*800
2*700
3*240
1*620
10*c00
10*800
9*720
1*620
13*500
8*640
13*300
*777 1*213 w
*680 8*240
*777
*tf80
*383
*777
*972 25*909
*38
*388 9*116
1*215 14*715
1*944
1 *944
2*430
1971
1*166
ff972
1*944
2*332
1*215
1*166
*777
*583
2*430
1*701
2543o
8*910
2*808
2*916
3*140
1*944
1*555
1*944
1*555
1*555
1*553
1*944
1*360
1*360
1*555
1*944
1*166
1*701
2*430
1*458
*810
1*215
*777
1*166
5972
2*430
972
1*458
2*430
2*430
1 944
383
*972
86
5777
1*069
5388
1*944
1*944
#777
*874
1*749
1*263
1*944
1*944
15166
1*166
2*916
1*166
1*360
*729
S680
972
5777
185
47*088
118*896
14*715
14*126
9*417
7*063
29*430
20*601
216*032
,125*000
96*000
240*000
509*000
421*000
Largo do Parat
Luja segunda do sobrado n. 29 .
Loja 3.a dito dito.....
Ra de S. Goncalo.
Casa terrea n. 22.....
Ra da Madre de Deus
dem n. 8.......
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ......
Ra da Lapa.
Casaterrean.il...... 202*000
Ra do Burgos.
Casa terrea n. 19...... Io2*0l 0
dem n. 20......... Io2*t00
Ra da Senzalla Vclha.
Casa terrea n. 18...... 243*000
Roa da Croa. ^
Saatado n. 12 .' 1:400*000
Ra de S. Jorge^amr).
Casa terrea m 103...... 206*000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arrematado as snas llancas, ou comparecerem
acoirpannados dos respectivos dadores, deyeudo
pagar aleen da renda, o premio da quantia em
auo for seguro o predio que conliver esttbcleci-
mento commercial, assim como o servicn^a ltm-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cite, 2 de jmnho de 1873.
O escrvao
Pedro Iludigius de Souza.
Importante espetabulo!
Reduccao de presos!
Successo garantido.
Terceira representado do magnilieo e apparato-
so drama phantastioo em 1 proloco e 5 actos, ou
8 quadroos :
o i mm
original do popularissimo romancista francs
EUGENIO 9UE
e traduzido li\Tcmente pelo acadmico
A. DE SOUZA PINTO.
Toma parte fodn a eompanhia.
m\UWt !
Nesfe espectculo exhibir-sc-ha na 2.* acto ('*.
quidro ) o importante e magesfoso quadro pano-
rmico do
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possuc no lugar dos Arrumba-
dos, boje Duirte Coelho, sob ns. 39 e 40 tendo
aquello 390 palmos e este 309 de frente o ambo?
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Obras militares.
Tm de ser contratadas, para o quartel do Hos-
picio, a collocaca.i de un appareHio para extrahir
agua da cacimba, oreado em 1651(KH a aexecu-
cao dos reparos a fazer-se no cano de esgoto e no
calamento da ntrala do arsenal de guer a. or
fados em 6**850 : as |>essoas que delles 96 quize-
rem encarregar apresentem suas pr postas em
carta fechada, a 4 de junhD, ao meio dia, na re-
partifao das obras publicas, onde se acham os or-
namentos.
Pernambuco, 29 de maio de 1873.
O engenheiro
Chrvsoto F. de Castro Chaves.
Viufrajrju
122*428
23*344
18*835
37*670
20*601
29*430
38*259
39*912
14*1:6
115772
58*860
58*860
30*607
17*658
275074
47*088
9*417
10*594
21*189
15i3i3
23*314
23*511
42*378
35*316
14*000
16*480
8*829
8*240
17*658
115772
M86
*186
5476
388
*777
777
5777 711906
15944 23*544
186
583
*291 16*480
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DI MARIN'HA.
O conseMao no dia 5 do orrente mei contrata i
vista de proposta* recebidas at as 11 horas da
manha. e.sob as condi?oes do estylo, os seguintes
fornecimnlos por lempo do tres mezes lindos em
setembro prximamente vindouro.
De cemento para as onras do porto, de carvo
cock e dito de ferrara para o arsenal de mari-
nha; e de viveras, dietas e outros objectos de
consumo, para os navios da armada e estabele-
cimentos de maroha, composto o fornecimenlo do
seguinte :
Assucar branco grosso, arroz do Va-anhao,
agurdente de 20 graos, azeite doce de Lisboa,
assucar branco refinado, alelria, aramia, bolacha,
bolachiuha americana, bacallao, batatas, caft em
grao, caf moido, carne verde, carne secca do Rio
Grande do Sol, cha hysson, cevadinha, carnauba
em velas, conserva preparada, ceblas, feijao, fa-
rinha de mandioca da ierra, galinhas, lenha, mal-
te, manleiga ingleza, manteiga trncela, pao, sal,
sabio massa, stearina em velas, stearina de 8 em
libra propria para Linternas, toucinho de Lisboa,
tapioca, lijlo de altanarla grossa, telha, vinho de
Lisboa, e vinagre de Lisboa.
Tambem o conselho no mencionado dia, e de
igual forma, contrata por lempo de um anno, fin-
do em junho de 1*74, a lavagem de roupa da en-
fermara de marinha e os servicos de barbeiro
mesma ; assim como promove a compra de dous
oeulos de alcance, e de 25 toros de genipapo com
14 a 17 palmos de cemorimento.
Teem os contraanles de fazer o fornecimenlo
do que for de peso e medida pelo svstema mtrico.
Sala das sessoe9 do conselho de compras de
marinha de Pernambuco, 2 de junho de 1873.
O secretario
Akxandre foi- igues dos Anjos.
do vapor e do brigu, as costas d' Picarda, o
qual nito pode ser apresontado as priiueiras re-
presentagoes.
O espectculo principiar as 8 horas em ponto
eacabar a
neln iioiitc.
Agradecimento.
A empreza deste Uealro.Jfe'iadece cordialinente
ao Ilustrado publico desta capitil as duas gran-
des endientes i|uc tiveram lugar com as primei-
ras represent#eoes do iaiporlante drama O Ju-
deu Errante dando assim urna prova irrecn-
savel de que acoHieu benignamente as razoes
apresentadas pela empreza para o augmento de
precos. Fst sobejamente provado que nao ap-
pellou de balde para a generosidade e philantro-
pia do hospitaluiro publico pernambucano, o qual
acaba de dar-lhe a tuais animadora prova de
sympathia que poda receber, fortificando-a na
opimao de que vale a pena se artista, quando se
enconlra nm pubHco que sabe fazer justica e re-
compensar o trabalho.
Ficam portanlo restabelecidos os antigos |irecos
peli fi'ima seguinte :
Gr.iaroles de frente
Ditos de lado
Cadena de ufimeira rlasse
Ditas de segunda dita
Gcraes
1*5000
pnOO
3*000
2*0(M)
1*000
preza com a anncneiada pt-ca Os Ma;ons c os
jesutas o favor de vir ao Uioalro escolher os
seu* lugares, afim de melhormente ficarem ralis-
feilos e receberem os seus respectivos bilbctcs.
4VISPS WiABSTIMOS
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho porluguez Olinda, por ter
a maior parte da carga engajada, para o resto
que Pe falta tratase com os consignatarios Joa
quim Jos Goncalves Beltrao i Filho : ra do
Commerco n. 5.
MESSAGERIES MARITIMES.
At o dia 8 do corrente ni'z e-nera-se da Eu-
ropa o vapor (ranee* Rio Grande, o qual depois da
demora do costume seguir para Santos, tocan-
do na Babia e Rio de Janeiro.
Para condiedes, frotes e pas;agens, trata-se na
agencia, ra do Cominercin n. 9. ^^^^^
Em ensaios
1*941
1*944
15749
5291
15215
5777
68*277
3*581
14*715
9*417
1*215 14*715
S. Joao n. 21. Paulino Antonio Ramos
Dila n. 23. O mesmo
Dcnnfogos Theotonio n. 50. Paula Maria dos Prazeres
R
3 inta Rila n. 39. Rosa Maria da Conceirjao e oulra
Via Frrea n. 1. Rosa Maria da Concefeao
Vidal de Negreiros n. 6. Severiano Ferreira de
Souza e outro
Dita n. 8. Os mesmos
Chrislovao Colombo n. 13. Serafina de Paula da
Costa Monteiro
Antonio Henriques n. 26 Santa Casa de Miseri-
cordia, dous tercos
T
Coronel Suassuna n. 200. Thoniaz Francisco de
Salles Rosa
Santa Rita n. 3. Thereza Joanna e outro
Imperial n. 97. Thomazia Maria da ConceicSo
Das de ''arvalho n. 33 Venceslao Jos Bezerra
Ohristovao Colombo n. 2. Victorino Jos de Souza Travasso
Travessa do largo do Forte n. 24, Ventura da
Silva Boa-Vista
Seccao do contencioso provincial de Pernamb uco, 29 de maio de 1873.
O Dofflcial,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva.
6*480 6*480 6*480 5583 4583 5383 145126 7*063
8*640 2*700 8*640 2*700 1*355 5486 18*835 55886
13*500 10*800 1*213 5972 265487
10*800 5872 11*772
6*480 6*480 1*166 14*126
23*920 5*400 18*900 23*920 5*400 1*701 4*665 *972 20*601 565505 11*772
vasso 10*8u0 3*400 5972 5186 11*772 5*886
35400 5*400 *972 11*772
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
ItECPFE.
A Hlma. junta administrativa da sania casa da
Misericordia do Recife, manda Cazar publico quo
na sala de s.ias sessoea* a^dia-de juoho, peta*
I horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
maia-* aaBajuu orepeoer, pelo ftmpo de nm a
ir-a. nonos, as rendas dos predios' em seguida
ioclacadoa.
ESTABELEa\n?NTO DE CARIDADE
Ra da'Goia.
dem n. 29..........200*000
Baaii do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26. 303*000
Ra do Padre Floriano.
Casa frrea n. M.'......200*000
!d?m n. 65. ........250*000
Ra das Calcadas.
dem n. 34........200*000
Ra de Santa Thereza.
dem n. 4.........240*000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 A 309*000
dem idem n. 24.......407*000
Terceiro andar idem dem '. ', 252*000
Ra de Horlas.
Sabrado n. 94....... 601*000,
PATRIMONIO DOS ORPHAOS!
Ra da Semala-velha.
Casa terrea n. 16...... 209*000
Ra do Imperador.
Prmeiro andar do sobrado n. 81 500*000
Segundo dito dito......300*000
Lojadomesrno......800*0u0
o excellente drama, traduzido do italiano :
wsm Dimiti
EMPREZA
MPM i i'H.vtvriK.
Quinta-feira 5 de junho.
Ivsprrtarulo om haiieflcio lo
guarda -roupa la theatro.
Representar-se-ha o applaudido drama em i
actos e 1 prologo.
As nmlheres de iiiariniirc.
Terminar o espectculo com a comedi'i em I
acto:
0 ilialiii alraz da porta.
O beneficiada pede protercao ao publico a quem
antecipa os seus agradecimeatos.
Principiar s 8 i[2 horas.
Pacific Slcam Savigaliim m\\m\\
Rojal M\ Slcamors.
I.inlsa |uiuzcnal
E' esperado dos portos do sul at o dia 6 de
junho o vapor Cuzco, o qual seguir no mesmo
dia da chegada para Lisboa e Liverpool.
Para passagens e mas informarilcs, dirijamse
aos agentes Wilson Rowe & C.
14 Ra do Commercio.-14.
E' esperado da Europa at o dia 8 do corrate
o vapor Sorati, o qual depois da demora do cusa-
me seguir para o sul
N. R. Nao se recebe passageiros ncni carga
para os nort s do sul em luanto durar a quaren-
tena no Rio da Prata a tratar cora os aginks
Wtlson Rowe 4 C, ra do Commercio n. 14.
iis 11 lioras
Por manda*: (1'> 'I'1" 8r- ^
o atente
pecial do niiimereH.. -
vara a leilo as ri-feriita. ,J*~i
juiz d
PinlK
dirrilop.-
le
Em seu escrqitorr,
primriro andar.
roa l1' Bo Jetas a M
DE
30 licas ilc brina aan*lu.
OllMA-FEIRA J JtrH)
as II horas.
O agente I Me levar a lefl.vi, por aaloriaa.-H i
do gerente do consulado de Franca, eai peaatca
de seu chanreller, e por coat e rve deaaeea aer-
tencer, de urna ciixa marra O F Ca. nB.
avariada a bordo da barca fraama ftitr
O leilao ser etTertuado ao anaaaaan *> larga-
do Corpo santo n. .., por ocasi*i 4> Irin *
objectos de escriptorio c Moren all etit--nt-"
l.eilao
DE
Urna magnifica e polola bur-
ra (prova de f-go) jjrHiidf? pro-
pria para qualquT cas banca-
na, ou coitiin. rcial, -.ri-i-ai*.
ba'cac, pratileirna pan f/-i-
das. armarios, ti dv s, nieaflki
l) ilaiK-a-i e cscaiiaa.
Una poroso { rnr te.- pan armar re -es.
Urna esa com prensa para
co;jiar c.irts, I M etaria, I re-
partim nt) de esrript(ri e
mais KOOMnVM.
Quinta-feira 5 de junko
Prn inlrrveiu'aod > a^filV Piulo
No armazein 'lo Ur^o i j Com-
mercio n. 48.
LEILAO
Pela ad ninistracao do coireio se Iz seale
ao publico, que desta data em diante principia a
funecionat a agencia do correio ltimamente crea-
da na estai.o das Cinco Ponas.
As cartas que se dirigireni a esta capital, arom-
pauhando carregamentos embarcados na viafer-
rea do Recife a S. Francisco, seja de que estacan
for a sua procedencia, devero ter no sobre-es-
cripto as sejuintes palavrasCinco Pontas-em
lugar de-Recife-como coslumam por. alim de
facilitar a sua distribuico na mesma agencia. As
cartas, porm, que se dirigirem s estacoes do in-
terior, devero ser postas na referida agencia das
Cinco Ponas, devidamenlc selladas para nao ha-
ver retardamento em sua entrega.
Provine se aos senhores passageiros e mais pes-
soas ocenpadas no servieo da mesma estrada le
ferro, que expressamete prohibido conduzr-se
cartas sem estarem devidamente franqueadas) e
para maior clareza se transcreve o art. 16 das ins-
truc^oss do Io de dezembro de '806.
Art. 16. As pessoas que conduzirem para onde
houver correio cartas do interior ou exterior sem
estarem devidamente franqueadas pagarlo de cada
urna 50*000 de mulla.
Esla multa ser de 100* para os commandantes
e capitaes de navios, chefes e mas empregados
dos trens das estradas de ferro o quaesque- indi-
viduos oceupados no transporte das malas do
correie.
Administrado dos correios de Pernambuco, Io
de junho de 1873.
O administrador interino
Vicente Ferreira da Pomuncula.
- Pela thesouraria provincial se faz publico
que do dia 3 do correrte em dlante pagam-se os
vencimentos dos empregados provinciaes relativos
ao mez de maio ultimo.
Secretaria da thosouraria provincial de Pernam-
buco, 2 de junho do 4873.
O ofOcial-maior,
M. A. Ferreira.
Correio geral
Helaciio do.? objectos registrados existentes
na administrando dos correios desla pro-
vincia, para as pessoas abai.co decla-
radas :
Annie Carrooll. Alexandrina Maria da Concei-
cao, Antonio .Warinho de Carvalho, Antonio Fer-
nandes M., Antonio Ferreira de Novaes Mello,
Bemjamin Franklin da Silva, Dr Elizo de Souza
Marlins, Francisco Xavier Pereira, Francisco Alves
de Albuquerque Cambom, Helena Boom Travas-
sos, Ignacio Ferreira Themudo Lessa, Dr. Joaquim
Jos Godinho Jnior. Joo Querino de Aguilar A
C, Joao Alvares de M, Varejo C. Barros, Meqoe
lina Muniz Ervira, Maria da Conceicao, Manoel Pe
reir da Silva Luso, Manoel Labo de Miranda
Henriques, Dr. Manoel Jos Pereira de Mello, Ola-
to Jos da Silva, Pedro Augusto de CarvaPo, Per-
ge tino Rodrigues de Miranda, Salvador Henrique
de Albuquerque.
Administrado do correio de Pernambuco, 1*
de junho de 1873
Jase Candido de Barros Jttnior
________Servindo do encarregado do registro.
Pela adminrstraco dos correios desta pro-
vincia se faz publico que as malas expedidas pela
agencia das Cinco Pontas serio fechadas s 7 3|4
horas da manha dos das ulei3 e dos santificados
a f xcepcao dos domingos. A correspondencia que
for posta na mesma agencia depois desta hora at
a partida do trem seguir o seu destiao, fra di
mala, pagando os interessados perte dujilo.
Administradlo dos correios de Pernambuco, l
de junho de 1873.
O administrador interino
Vicente Ferreira da Poreiuncula.
T
SANTO ANTONIO,
EMPIEZA
Qnarta-fera 4 de junho.
COPAMIA
DE
NAVEGiCYO BAIIIVXA
Para llacci. Penelo. .Iracaj
e Baliia.
E" esperado dos portos do sul al o da 13 ou
14 o vapor Gastao de Orlttm, o qual >eguc
os portos cima.
Recebe carga, passageiros
tratar com os seus agentes
veira Azevedo & C, ruado
para
e dinhero a fret-> a
Antonio Luiz de Oli-
llom Jess n. 57.
Para o Porto
pretende sabir muito breve a gilera porluguez
Voco Fama // por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que Ihe ful-
la a prtcos mdicos, e tambem passageiros, para
)s quaes tem ptimas accommotLvoes : trata--
;om Tito Livio Soares. ra d> Vigio n 17.
ME
urna casa torrea na villa la Estada, no ut
ino de Sanio Aulo desla provincia,
ra da Rnrra, outr'ora ifctCompra Piad",
propria para qnaliiuc cstaMe-: i.n
Ol INTA-I EIRA ii DE J1MD
V- 11 \\1 da miiilia
ao correr do intuidlo.
O agente PinhoUnges ron>|Mi.niinrai.
risado", viniera era l*-il m -upradila raa. n
esrri't'.iH'. na d,i i) ..n J. -'i- I '
dar, eade di-.le ja iv Si.-, prel'-n i
ver as inforniaciVs e*>
LEILAO
IIK
drapM ii sol
I

as av
ESP113C\
Satohdi)
& HHftIfR
71 (I filingo 8.
PRIMEIUA RECITA DC ASSICNATURA
Depois que a orchestra ti er executado a valsa
extravagante
ff A f Tfl
coiiiposicao do actor Santos Silva, reprcentarse-
lia pe a primeira vez o imporlantissimo drama
em 5 actos, composico do ititelligente escriplor
Dr. Carneiro Villela
Personagens.
Estovan, major reformado Thoniaz.
Eduardo, guarda livros Penante.
Padre Nicolao, jo uita Correia.
Dr. Marciano, idem de '.asaca Praga.
Ramos, amigo de Eduardo Heariqnes.
Carlos, idem idem Silva Bastos
Azevedo, idem dem l'aiva.
Lopes, dem idem Lyra.
D. Isabel, viuva e mi D. Olympa.
D. Adelaide D. Heuriqueta.
Francisco (escravo) vendido
aos jesutas Proeopio.
Macons, povo e escravos.
DENOMINACOES.
1.* acto.O pacto de ouro.
2. A moral jesutica.
3. A be ra do tmulo.
4. Os dous jesutas.
o." a 0 templo masnico.
Personagens do ultimo acto.
EslevSo, Or.-. 33, veneravel da
Loja Beneficencia e Segredo Tbomaz.
Ramos Gr._. 18, mestre de ce-
remonias Henrique.
Lopes, Gi.\ 3, Lyra.
Azevedo, Gr.\ 3'1, secretario Paiva.
Carlos G.\ 18, oradrr Silva Bastos.
I. vigilante 3 Henrique.
2. dito 3 Antonio.
Eduardo, Gr.\ 18 Penante.
Dr. Marciano Braga.
Padre rlieolo, jesuta distar
fado. Correia.
Francisco, liberto Proeopio.
D. Isabel D. Olympa.
D. Adelaide- D. llenriqueta.
Ma?ons das dnas columnas, aprendizes, compa-
nheiros. mestres e todos os graos elovadee, povo,
escravos ele.
O primoiro acto passado no jardim da casa
de D. Isabei.
O segundo, terceirh e quarto actos, em casa da
mesma senhora.
O quinto cl, no templa mafonico da muito
Aug.\ e Sub.-. Loj.-. Benencencia e Segredo, em
sesso magna, no grande dia de S1. Joo.
Finalisando o drama pelo hymno maconieo can-
tado por todas as pessoas que se acham no tem-
plo.
A empresa nSo potinou satriti-ios nem despe-
.zas para convenientcme te aiiresent^r ao publico
de Pernambuco a mimosa compasijao do SK Dr.
Carneiro Villela.
O scenario do quinto acto que representa um
templo maconieo todo novo e copiado ao natu-
ral de urna Loj.-. desta cidade.
A's 8 1(2 horas.
A^ailwiiiieiit,
A empreza cheia de reconhecimento, agradece
a todas as associagoes benefteentcs o acolhimenio
que derara ao seu pedido, certi)s do que corres-
poederhm pecfmtamente idea q;w a suggorio.
.attingindo a altura do espirito da fraternidede que
* desenvolver com a sublime maxiin*eB*eliea
quo manda amar ao prximo como a si mesmo.
Pedo-s aos Srs que fzeram a honra de assif
nar as quatro recitas qne pretende dar esta em-
Companhia franceza de navegado a vapor, liaba
mensal entre o Havre. Lisboa. Pernambuci. Ba-
ta, Rio de Janeiro c Santos.
Avisa-se ao commercio que os vapores desta
nova linha entrarao semine dentro desle parta
quer na viada, quer na volta para Europa ; o que
as mercadorias sero entregues na allndega
expensas da companhia, sem o menor accreseimo
ds despeza para o carregador. sendo ao mesmo
lempo os freles, e preco de passagens 20 25 0/0
menos do que as outras grandes linhaa.
Dentro do imperio os freles sao iguaes aos da
tabella da compaohia brasileira. e preco de passa-
gens 10 0/0 menos, sem augmento por exeeaaa de
bazagem quando nao for exagerado.
Para fieles, encoinmcndas e passageiros para
os quaes tem excedientes accommodacoes e por
precos redozidos, trata-se com os consignatarios
Augusto F. de Olivera A C, ra do Commercio
o. 42, entrada pela ra do Torres.___________
Para
O brigue Raio recebe a fete o resto da carga
que falta eugajar para o referido porto : a tratar
com seus consignatarios Amorim IrmosA C.
DE
\m:i,\n mumleira
Parta) lo sul.
tos portos do norte esperado at o dia 8 do
corrente o vapor Cruzeiro d) Sul, o qual depois
da demora do costume seguir para os portos
cima.
Para carca, eneommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
AGENTES PEREIRA VIANNA 4 C
< Olll'lMIIt
DE
\AVEGACA0 BRASILEIRA.
Portas de norte.
Dos portos do sul esperado at o da 8 do ear<
rente o vapor Paran, o qual depois da demora
do c 'Stume, seguir para os portos cima.
Para carga, eneommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio da agencia, ra do Vigario
n. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
^ i
.
LEILOES.
LEILAO
DE
quatro lauras na importancia 3:900J>000,
perteneentes masw fallida de Wartins
& Leopoldo.
QUINTA-FEIRA 5 DE JIMIO
Ouiiita-fcir.i 5 In ciiP-iM-
.%' II hni-no.
Por inU-rviMieau aifiiite pin-
Ni ariuazeinda pia.a do (
Ltfiaowa.
Em contintia^io
ven ler-si'ba tambem I mobilii de i .a
ra prova de fugo, cartwas, r, ir-
uatrbjaarte, pratileivav pnaaa para
e outras |.erten>'i ue i scripl -rio.
I
Grande leilao de- livros de reito. historia, littcratu.
etc.
(i afale Hariins t*n i-t.i em Mu",
do mart-llo, una gran le '*-
reit historia. Iitleraiii':i. :i nmil I
ra do liiqierador n. W
Oninla-frira S da roireilr
O mesmo agente avisa aos Si- Dr
e ar.idcmirns im-*, ealre 6utra< udm < inifrr-
tancia. existen! a ^eguink* :
r.\\-- .."i d, i- d. Bra-il I-". i l-":
pereilo estado r;t *a-
ta, H.Carneiro, dhrutu rifl; '. T><. danav
pin ugue/.. Damon, garanta-
jean. Irailr d -
droil pnldi-. dietioii.iire lu !i
tionare hisloritme talar J-latkn aaavl
coinpare, dicliinair-- de '
de ivil rt ni-Mifs. C'ump
iiiuniciiiale. reM MaW*rnat. un.;,;.-. I'i
dlmn. domn.e de prop t K. Vii i-. I-. .
tinii comilien-id'. a- I .-ra- li
eao. O. el Mergnr. de !, ;i.i r di Ir il
cial.
O kaae piiattplafi as n aar i paata. rm
i de junho. ra do l r m. 4*1___________
LEILO
M
Livros francoxt >.
niiNTA-niRA : dk ji ai-.
s II har*
No armazem da itrara Ii Oarpa >in"'
haver mnonlrn 1 .'"i i de faz
los de cscripU-rio. ______ ____
DE
movis, loiica c crislaes.
A SABKH :
l'ma mil'i'- 1. ja-a-ae l.i. i t fofa. I L.r..
neira, 2 c> ii.cIs. 2 cadeiras debracn t
puarnicio, 2 cadeiras de lialanro, 2
pares de ja'r oa naae d
petes, escarradeira e tpiadi
l'ma cama ftaaeeea, I c rtin*J.i I red i
1 guarda vestido, 1 pn.irda r-upa. '. leaaml
mesa com gavetas. 1 tuletle, raaa para eaia
cabides. lavatorios a marquen.
l'ma mesa elstica 1 guarda-lonci. I a.-ara*-..
1 panno para mesa. 2 conroio*. t ra .
lanco, 12ditasdeguarnic.rm. I relitgks appar'
para cha ejantar. capo*, clices, garanta, nanav
piras, garlos, faca*. i*nlhrra*. tren *> enea*...
('landres, camas de vaala, a^iViros % as. tak.-1
para engommar. jarras. ioninbo<. Iaapr.>. I
rinho para menino, c milita* entro aer*ert-
decasa de familia. exNeeam na raa a. II 1
i.ir do Hio.
SKXTA-FKIRA 6 DO CORRE5TE
Joao da Silva I.eite, tendo inalado V miden-
eia. far leilao por intcrvearlO du atmii Paa\.
das movis cima niendonalfa, ifcaift al ca
sa em^^lere^llk^ arna d i".
11.
o leilSo proripiari as 10 til hora* em poeto
o- tonds passam pela fi -n'e da caav
armar.au, ^eneros c mais perteiH.as b <<
verna da praca do Conde d*I!a, n.
massa fallida de Jos Nirrcir da Sil vi
& C.
Sexta-feira G docoiTcnte


Diario de Pernambuco Quarto feira i de Junho de 1873.
m aCT M",ins f?r>.lao Por mandado do
Hlm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, da arma-
cao, gneros e niais pertencas da (averna cima,
pertencente a inassa fallla de Jas Narciso da Sil-
va & c.; o balan.o poda ser examinado em milo
lo agente.
As 11 horw do dia cima na nicsma taverna.
VISOS DVFRSOS
(JASA DA FORTiA.
AOS 5:000^000.
BILIIETES GARANTIDOS.
i ra Prtnmro de Maree (outr'ora ra de
Cretpo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, dous meios n. 2387 com 8004, um
!"e'n- >** cora 3i0*000, e outras sortes de
10*000 e 204000 da loleria (|ue se acabou de cx-
trahir (51'), convida aos possuidores a viram re-
beber na confjrmidade do coslume sem descont
algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 5' parte das loteras a benellcio da igreja do
Rosario do Santo Antonio (53"), que se extrahi-
ra na sexta feira, 6 do mez vindouro.
PRESOS.
Oillieto inteiro 6000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM POR Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martitu Fiuza
I30S00O
150#000

No engeuho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratilicacao a quantia cima a quem ap-
irehender tres cavallos que naquelle engeuho
oram fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o '.. tera 9 annos,
castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
aseada, urna estrella na testa, e no quarto esqner-
do tem una cruz ; o 2. c ruco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
eangalba, ferrado com a marca -1. R. do lad
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
- Ono quarlo direito : gratilica-se com 50*000
Sor cada uro. em presenta da pessoa, em cujo po-
er for encontrado qnalquer aos ditos cavallos.
Aluga-se um escravo para padaria, do que
tem pratica : no 3" andar do sobrado n. 3i, ra
das Cruzes.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Ra do Couiinereio n. 5, f. andar.
Sacca por to io Minho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Reja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
(luarda.
Guimaraes.
I.amgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna dafCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do PnrtimSo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
Dase a qiianiia cima a quem pegar e conduzir
a roa do Brum n 74, armazera d assucar, os es-
eravoa abaixo mencionados : Vitalino, fgido em
23 de fevereiro do correte auno, preto, croulo,
de 25 a 26 annos, alto e cheio do corpo, ps gros-
sos. quando falla encolhe e beico superior, pouca
barba, e fumabas de v.ilenlo ; foi acompanhadu
le um escravo de Manoel Francisco Marque, cu-
jo erciavo do Cear, para onde so suppoz que
elles tcnhaio seguido, nattiraJ de Cerrante*, foi
escravo do capitn Tbomai Thenorio de Albu-
querque \ illanova, morador em Papacara, cujo
tinha nina laaeoda em Buique, de que elle era
vaqueire.______________
Primeira Relacao.
CARTAS A ENTREGAR.
Os seguintes Srs. queram vir a ra do Impera-
dor n. 21, Conreitaria do Campo*, rece-
ber cartas que Ihe sao dirigidas.-A saber:
Anotnio Goncalves Porto.
Feliciano Prazeres
Francisco Jos da Costa
Jos Maria da Conceicao Ferrelra
Jos da Silva Fcrreira (alfaiate)
Jeao Americano
Jos Meirelles de Souza Ramos
Jos Amando de Oliveira Guimaras
Manoel Jos Ferreira ( Bemiivi)
N'apoloio da Costa Morcira
Pedro Guiniaries
Quintino Moreira Dias
Theodoro l'ereira da Silva
Francisco Augusto de Almeida.
Ensino particular
Salvador Henrique de Alboquerqoe, presta-se
a ensilar por casas particulares, nenia cidade e
seus suburbios, todas as materias do ensino ele-
mentar, a alumnos de um e nutro sexo.
Ensina e prepara as seohoras que se qnfarem
habilitar para os concursos as cadeiras de ins-
trueyo priniria; e aos Srs. esiraagein e es-
traogeiras tambem pode aperfeicoar aos oonheci-
inentos indifpensaveis di lingua nacin..!, prin-
cipiando pela parte material dos vocabufc*.
Todas as tardas em sua casa, pode leecfonar
aos estudanles de preparatorios que prei habilitar-se para o exame de poituguez.
Tambcrn enina geometra .! ariihinetira ei.m
Iodo o deseuvolviihento e applicavtH a todos es
Srs que quizerem tilisar-se de seu preatimo.
O curso da lingua nacional pan os estra'ngei-
ros poder ser aoule em casa do anunciante ou
em localidade convencionada, logo que ahi se pos-
sa reunir seis alumnos pelo menos.
Largo do Paraizo n. 8, segando a ndar.
= Pergnnta-se a quera nos possa responder.
A's assemblas provine iaes tero por ventura o
direito de legislar sobre attribuiyao de officio de
nomeacio do governo geral T Muito se confia na
illusiracao do actual presidente da provincia como
magistrado aonhecedor da le.
Os espectadores.
m

Onoiu mis coiumndo < flereee ?
Incontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo olferece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
liiia do Quelmado) e a raza o I a razio simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in:ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forrado a experimenta-la sobre um
pequeo c pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conheeer se
a botina (he iica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do ladnlho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conherer-sc se Iica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impcssivel, que uuia se-
nhora (do bom tom) queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balco, onde en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o
Pars na America nao resente-se desta falla ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all poderao estar em perfeito commo-
do para a esculla do calcado.
Nao terminara a' i as vantagens ou commodos
do Pars na America ra Duque de Caxias n.
59, pnmeiro andar, consiste tndem no bom sor-
timeiito de bolinas para honiens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
lies. Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
ehinellos e sapatos, assim lambem um lindo sor-
(iinento de botinas para senhora, e sapatinhos de
militas qualidades que poderao satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, f sl claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Pars na America, ra Duque de Caxias n.
39, primeiro andar, antiga ra do Qucimado
Os abaixo assignados tazem sciente ao corpo
do commercio que diswlveram amigavelmente a
soiiedade que tinham na taverna sita travessa
dos Martynos n. 8, no dia 26 de maio, cando a
cargo do socio Manoel Carlos da Silva lodo o ac-
tivo e passivo. e o socio Dutra pago e jatisfeito de
seu capital e lucros. Recife, 31 de maio de 1873.
Joio Adriano de Mello Dutra.
Manoel Carlos da Silva.
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Lendo no Diario de Pernambuco e Jornal
do Rectfee hoje, dopar-mos com o annuneio da
firma de Rodrigues A C. convocando seus ere-
dores para deliberarem acerca de seus negocios
commereiaes; sobre esses annuncios protestamos
ser falso e por emquanto nao mandamos publicar
e nem autorisemos pessoa lguma para tal fazer
2 de junho de 1873.
Rodrigues k C
f\BDANfA \
" i 1
\ \ Senhora da Saiide %
O para B
I
i
.
DO
C0LLEGI0
LE
PIANOS E MSICAS
AMTONIO JTOSI HE %ZK\>IIO
Ra do Bario da Victoria t\ 11, armasen., o 12 L'ankr, antiga ra Nova
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
. MAc*b' da *brir no primeiro andar do sobrado n. 12 confronte
tica Miurer, om grande sali onde esto expostos os magnifleos
* AlOS de armario, de PleyeL
--------- de meia canda, do mejmo autor.
--------- de H. Henr*.
de Amerte Thibont.
oieo agente oesta cidade, dos celebres afamad.*
PIANOS DE AUCHER FOES
.rmi*do* em diversa exp-psito' om (i medalbas de onro e pralfc
84o os r.nii pianos que aqu vea, da Earopa, perfeitamente afina-
it, faltos com elegan :ia e solidez.
D'aqui em[diacte (xintinnar a annaneiar todas as publicares qne
Tambera receben grande soriimenio de nasieas a*ra Diaao. mc a
canto e entre ellas as lindas comporifS- o rrotto ympitlMco
F. s t ve i\f
A SABER :
Wla.
Voc rae quer
Olga
Li S'parcifni
A Lu rleiMfic, griinde Wmsa.
Frnco Riailnro Polka.
T.mutfa d- Vllela ('lope.
Jcaoinh Walf.
A Libeit.idora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A M A Natalicia P..ika
Stodiente Pn k.
se firern Iraeaco nae soas ataai d mnsieas.
ritlna pakllea^ars
P-iit na< olBcioas de n-nt,
do OLuuci Emilia, pnlk* por I. rrcli
Cirrriii, -chotea, por 8mHa.
Jard'fo d<> Catee* da* Pfte-u*.
qcadrilha, p.ir J. P.^pr*.
Chova e> Kos. Waba, per H A
ib-rtMii.
P.aRA
Educado de meninas.
A Directora destecollegio, abaixo assig-
nada, faz sciente nao s aos pais de suas
alumnas, como a todos os chefes de fa-
milia que quizerem confiar Ihe a educa-
cao de suas filhas, que transferid o seu
collegio da freguezia do Poco da Panella
para a freguezia da Boa-Vista, sobrado
a. 25, sito ra Formosa.
As .luninas deste collegio receberao
urna educacao esmerada sob as bases da
A i
m ..M i

I
a
?1
Sol
i
boa moral e da religiao, como convm
s. a senhoras de um paiz catholico; e te-
l rao por mestres. professors escolhidos
entre os mais habis, os quaes serao en- ,,
O carregados do ensino de leilura de prosa (Q
O e verso, calligraphia, arithmetica, syste- Q
Q ma mtrico, lingua verncula, historia,
Q geographia, l'rancez, inglez, msica vocal
piano, desenho, dansa, croch, labyrintho,
obras de la, bordados matiz e ouro etc
m, E porque a abaixo
'Mi hoje, por urna longa
W nio pode a attencao d
collegio subdividir-se,
Q
|
Menino desapparecido
Tcmlo vindo de Fragoso, ha cerca de
las semanas, o pardo escuro Manoel, de
13 para 14 annos de idade, afim de servir
de criado ao Dr. Manoel de Figueira Faria,
sondo mandado no dia 3 do corrente a fazer
compras, deixou de voltar para casa; e
como se ignore o destino que teve, visto ser
ello orpho, faz-se o presente annuneio,
para evitar duvidas futuras.
Attencao
Kngomma-se com perfeieo roupa para
homem, ra do Forte n. 9.
C'iisiillorio iiicdieo %
DO O
r. Miirillo.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recera-chegado da Eurepa, onde fre-
qiienton os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute'para objecto de sua pro-
lisso.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
'pec'a//d-ides.=Molestias da pelle, de
crianca e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua espeeialidade as duchas fras e
banh'>s a tapar, para os quaes trouxe fo
os apparelhos mais modernamente em- F)
pregados na Europa. 4^
Tambem applica com grande proveilo m
> no tratamento das molestias do tero a J.
JS electricidade.pelo processo do Dr. Trepier.0
I
n geographia, l'rancez, inglez, msica vocal,
M piano, desenho, dansa, croch, labyrintho, m
t obras de la, bordados matiz e ouro etc. M
s, E porque a abaixo assignada conheca rd
>jf, hoiP- nnr lima I Anu nrnitima />.. O
I
i
experiencia, que Sr
numero de alumnas, sem prejuizo e gran- r5
MER
M
WIS
,r
nao pode a attencao de urna directora de S
por um crescido o


aes inconvenientes para a educado des
tas e crdito do estabelecimento ; por
isso est a mesma abaixo assignada re
solvida a limitir a vinte o numero de
suas discipulas, com o que julga dar ao ,
respeitavel publico desta cidade urna j
prava de quanto se acha compenetrada D
de seus deveres e una garanta aos S
pais de suas alumnas de que ser suli- Q
cita e zelosa em cerca-las da vigilancia e q
carinhos gue nunca, quando bem distri- H
buidos, sao de mais p.ira to innocentes A
%
ue Q
i O
i
creaturas.
Quanto ao asseio da casa, acommoda-
edes e distribuicio do servico, acha-se
todo providenciado de forma que a or
dem ser rigorosamente mantida. e que
nao serd alteradas as boas condifoes
hygienicas da casa em que se acha
estabelecido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de i 873. /&
Maria Helena da Rocha JS
CASA DO OURO
Aos 5:000:000
Bilhetes garantidos
llua do Bardo da Victoria (outr'ora ISova)
n. 03, e cusa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a snrte de 100*000 em
quatro quartos de n. 616, alem de outr-s sortes
menores de 40*000 e 2(1*000 da lotera que se
acabou de extrahi (5'2";; e convida aos possuido-
res a virem reeeber, que promptamente scro
pagos na forma do costume.
o mesmo abaixo assiguado convida ao respeita-
vel publico para v. ao seu estabelecimento com
prai os muito lelizes bilhetes,que nao deixaro de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 3- parte da loleria (33) a beneficio da
!greja do Rosaaio da fregiiezia do Panto Antonio,
que se extrahir j dia 6 do met do juuho vin-
douro.
Inteiro 6000
' eio ::0O0
Quarto 1*500
De tOOSOOO para rima.
Inteiro osou
Meio 217SO
Quarto U373
Recife, :I0 de maio de 1873.
Jop Joaquit* da Costa Leits.
rTw-1
Gil
'r-M
aos compradores do bem conhecHo e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e maics botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qaizerem do verdadeiro ASEA
PSETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
napao de REA PRETA.
MEURON ft C.
Precisa-se de um cozinheiro no collegio de
orpbos : a tratar no mesmo ra da Gloria n.
95.___________________
= Aluga se urna casa nova, na Capunga, nos
Quatro i antos : a tratar cora Joao Jos da Cunha
Lage*, ra do Vigario n. 33, M andar.
I00S de gralificacno.
Ausenlou-se da casa do abaixo assignado no dia
2 de margo de 1872, a escrava de nome Rosa, de
Vt annos de idade, baixa e gorda, rosto redondo,
urna cicatriz no rosto do lado direito, proveniente
de dor de dentes, e do outro lado tem um arra-
ho, tem dous dentes na frente quebrados, do
lado superior, gaga, conhota, anda de um lado,
e boa engommadeira ; tem sido sempre vista
pelos arrabaldes, e ainda o mez passado foi en-
contrada na greja do Corpo Santo, na semana
sania, e esla servmdo de ama : quem a pegar, ou
della der noticias, dirjase ao seu senter em Api-
pucos qne receber a quantia cima.
Lourenco Rezerra C. da Con ha.
1 DENTISTA DE PARS I
* 19-RA NOVA9
p. J. M. Leroux, cirur- 2
3* gio dentista, succes- J
fe*-
e|a
m-
Engenho para arrendar
Arrenda-so um engenho na freguezia de Agua
Preta, moente e corrente, tem prjporcoes para sa-
frejar tres mil pes annuaes, um bom cercado, e
perio da estacao urna legoa : quem pretender di-
rija-se no Recife ra do Imperador n. 50, que
Ihe informarlo.____________________________
Aluga-se por 25J a casa n. 6 na ra do Li-
ma, em Santo Amaro, estando j concertada de
novo : a tratar na ra da Restauraco n. W, ou-
tr'ora Guia. J
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame- %
recera confianza dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
geral.
wmmmmmmimiM
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 47
da ra da Imperatriz ; quem o pretender encon-
trar as chaves na loja do mesmo sobrado, e se
entender com seu proprietario a ra do Hospicio
n. 33.
Aluga-se ou vende-se urna casa construida
de ferro e madeira, sita em Sant'Anna, perto da
estaco : para inorraacdes trata-se na ra do Im-
perador n. 43, armazera. As chaves esli com o
guarda da mesma esiaco de Sant'Anna.
0 Sr. Jos da Cruz Frats rogado a vir
ra do Mrquez de Oiroda n. 83. loja.
Attencao
Os abaixo assignados, tendo recebido do Araca-
j, do Sr. Joaquim Frocopio Freir de Andrade,
urna carta capiando diversas contas e papis rela-
tivos ao embarque de 130 saccas ou fardos com
algodo em rama, all feito para Liverpool na bar-
ca ingleza Douglas, de conta dos commerciantes,
marcadas com as suas iniciaes F. F. & C., bem
assim os conhecimentos respectivos assignados
pelo capitao da dita barca.de nome Robert Woorc,
se nao nos falha a memoria ; acontece, porm, que
sendo pelo Sr. Fortunato Jos da Cunha meitido
taes conhecimentos na algibeira, os perder em 23
do corrente, pelo que desde j protestam por toda
e qualquer transaccao que dos mesmos se possa
fazer, mesmo porque taes conhecimentos sao pas-
sados em nome do dito Joaquim Procopio Freir
de Andrade, e sua ordem, protestando tambera
de usar de todos os meios permittidos em direito i
para fazer valer o seu direito contra toda alhea-
cio que de sua propriedafle exclusiva se pretenda
fazer, e caso feta da competente accao commer-
cil, prometiendo gratificar a quem os entregar.
Bania, S6 de maio de 1873.
Fortunato Filho & C.
es?
DE
0 abaixo assignado procurador bstanle
do
_ proc
Sr. Antonio Antunes da Silva, negociante da villa
de Pao d'Alho, declara ao Sr. Antonio Joaquim
Cavalcante de Albuquerqae, senhor do engenho
Pantorra, da freguezia do Cabo, que a escrava
crioula de nome Maria, que se acha em seu po-
der e que foi escrava do seu cunhado Manoel
Jos Victomno de Borba, propriedade do Sr.
Antonio Antunes da Silva, da referida villa de
Pao-d'Alho, e fugio do poder do abaixo assignado,
a quem estava confiada.
O mesmo abaixo assignado pede ao mesmo Sr.
Cavalcante de Albuquerque a mande entregar na
villa do Cabo aos Srs. Joao da Silva Salgado, ou
a Manoel de Barros Rodrigues Campello, que sa-
tisfago qualquer espeza com os portadores, e ca-
so S. S. n3o se queira prestar a este pequeo fa-
vor, queira entrega-la i autoridade policial, para
esla recolhela cadeia daquella villa, afim de
3ue S. S. fique livre da responsabilidade, como
iz no seu annuneio de 31 do passado mez. Ad-
verte o annunciante a S. S. que dita escrava nun-
ca teria ido para o seu engenho, se nio fosse se-
ducida por alguem que a quizesse comprar por
diminuto preco erabora sacnflcasse a reputaco
de outro qualquer.
Recife i de junho de 1873.
Nicomedes Maria Freir.
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrade, antigo e acreditadD official da casa de Delsuc, participa as Exraa
famlias eao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo sallo, onde
: se aprompta cora perfeieo toda e qualquer encommenda tendente sua arte.
Preparase pentendeados e poscos, pentea-se coques, cabelleiras e cacbe-petcr*<
concerte-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se cora perfeicio toda obra de cabelfet-'
retro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualqiMr
parte. n
Alm desta grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, perfc-
co e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande sali, ha continua.
damente sortimento completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo dt moderntatiaM
gostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
GRANDE DESCOBERTA
DO
'AL
Composto de manac ante-rheumatico e depurativo
PELO
Comedorias.
Fornece-se comedarias para fra, no ^sobrado
da ra estreita do Rosario n. 35 : as pessoas que
precisarem dirijam-se a dita casa que acharo
com quera tratar.
E' preparado este larope de manac e mais algumas plant/s indgenas do
naocontm preparadoalgura mercurial. Cura com rapider rbeumasino, dores
erupces syphihticas e dartrosas, escrfula e todas as molestias que depoi
desses virus. A sua composico foi approvada pela junte central de hjjmm f+-
A cada garrafa acornpanha urna explicacio para a forma de osar. Preco da cada
urna JSfrOOO. ^^ BWW
nicoi deposito nasta provincia roa do Bario da Victoria n. J8. rkaaullirii di
Montetro Silva. ^ w


Diario de Pernambuco Quarta feira 4 de Junho de 1873.
*
AO ARMAZEM
|BO
VAPOR FRANCEZ
RA DO BARAO DA VICTORIA
8. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabara de chegar mnito bons pianos fortes e de
elegantes medelos, do9 mais notaveis e bem co-
ceados fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WollT C. : no
vapor francex, ra do Barao da Victoria, m-
tr ora Nova o. 7.
Calcado francez.
Botinas de laxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinho com salto no rigor da moda, brancos
e de cor para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para no-
mena.
Sapatos de cordavo Hili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras 0 meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapates de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz cora salto para homens.
Abotinados de militas quahdades e precos para
meninos e meninas.
Sapates de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, caemira, charlot avelludado,
de trenca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Pinos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
triflce, agua de fl r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
netas, cosmticos, muitus artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas surtirlas e garrafas de diflc-
rentes tamanhos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vaoor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
8 meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france', roa de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnieres, so-
fas, jardineiras, mesas, conversad* iras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem forteB e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gastos c
Jihantazias.
os para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obra9 de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos imitacao e botes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazla para cima de mesa
e toilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas as graduacoes.
Bengalas de luxo, cann. enm castifoa d marflm:
ocugaia uiversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabera.
Escovas para roupa, cabello, unbas e para den-
tes.
Carteirnhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
bravatas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
iogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n_ e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagera de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
enancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morderem,
bom para os dentes.
Berros de vimes para embalancar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
fas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para cundieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolliidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dtos.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos era fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqui
Iharias difflceis de mencionar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Bario
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo*
os brinquedos fabricados em differentes paite
da Europa para entretenimento das criancas
tudo a precos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
No armazem do Vapor Francez ra do
Barao da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costara.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do BarSo da Victoria (outr'ora No-
ra) n. 7.
Pliysiolao'ia i! fiilmiionio
HISTORIA NATnt.'.L K MRttICA
I".
Iu:ne.;i e as -uas mais curiosa* particularidades
TIIEOItIA N;JV.\ DA PROCRfiACAO DOSFILHOS
do sexo masculino < jnges Ksturili ladc lupoleiicia Imperfci-
c5es oenitaes : inri ile repara la.
Ilygienu ep?CMl tlaTitullier grvida e do
rivemiiascido
POB
A. ih:hiv.
Tr. da soxage.sima-segunda edico franceza
(POR
A. I. F. dos Res.
i volume era 8. 44000.
LJvrnria Francezn.
'edro Rodrigues da
Silva.
Pedro Ernesto Rodrigues da Sil-
va e Antonio Juvencio 11. Silva nes-
la cidade, Dr. Manoei Juvenal R.
Silva, Jos Pedro R. Silva; Jos
Baptista Carneiro da Cunha, Auna
Generosa, Annelina de Caria C da
Cunha (ausente?), a ora e netos do
fallecido Jos Pedro R. Silva, feridos de pungeote
dr pelo pasamento de sen sempre e asss chora-
do pai, sogro e avo, mandara regar algumas mis-
sas pelo repouso eterno de sua alma, na ordem
terceira do Carino, no dia quinta-feira 5 de junho,
pelas 6 1,2 horas da manh; c rogam aos amigos
e prenles daquello e destes o piedoso compareci-
mento a este acto de sincera e verdadeira religio,
pelo que se confessam ja agradecido?.
D. Thereza Wandcrley Bar-
reto Netto.
Francisco Litis Pac Bar-
reto, sua mulher e lilhos,
convidam aos sens pren-
les e amigos para assisti-
1 ''in a nina missa as 8 ho-
ras do dia i do correte,
na Igreja do Paraizo, sti-
mo dia do pagamento de sua i|uerida filha e ir-
ma, D. Thereza Wanderley Barreto Netto, falleci-
da no dia 2S do passado, na provincia da Baha.
Eduardo Goncalves Va-
lente.
Ahigy-se
o sbralo n. 7 >la rua TCommerelo e o ttreeiro
andar da proirie.ludc 11. i:i da rua do Bull Jess:
ni na da Amura n 51.
- AlllgJS n pri iieiru Ui lar do Jotrado na
rua de Santa Hita n. 23 : a tratar na loja da rua
do Duque de Caxias n. H.
an*i
Ajyjrt Precisa-se alugar una ama forra ou
* 1<* oscrava, para cosinlur ; pagase bem :
ama Nova, loja n. H.
Itn niano de raea em bom estado para
aprender e pjr preco barato : a tratar u rua do
Mondego, sitio do iiorlao n. 6'1.
Precita-se alagar 11.ua ama que saiba Oflerece se um eoziiilniro d
iziiihar bem: rua do bario da lata de familia 011 para sulteini, mn
irUili.i n. H.
PENHORES
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, darse
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
AMAj_______________
"~ Precisa se do tuna aui.i ut eaiu do familia
de duas pessoas : na rua do Cabug n. ', loja.
4 ttiq Precisa-se de una ama menta para
-* ,c* cozinnar era cas de rapaz solteiru : a
tratar na ruado Crespo n. 17,toja._________
Precisa-se de una ama para coziuhar e
Ementan3 ta"" '' ****** "" d ^*h6fc-: *"* VS^fmi^Tni
c induca para
fogan, fumo
; compras : a tfutar na rua da .iwSlt\i n. :'.(\
A-'lrfl-'-! '.lili JAI i: i.ii i <>'.., 7 .(..I.".".
iwa cozinli i, cimii rorno e It-1 n i,.'... l..,los o.
nuartnada casa ie:u jauull', io:n um turraon n.>
fr.-iile i-oin varanda d ftrr>, Um putai 4g m;iim,
i|iiintal eotu II iros eni rid i .11 -asa, a Htn mui
to grande para ciia./ui, ii fuuj >. A casa n. .Ii
a da Alegra, lem penn. d'agua .rom hom
A "I f i Precisa-
A W A 2^-"
X -*'* X X !.., tarro:
Precisa-se de urna ama para co-
comprar para ama s pes-
rua da Senzala-nova n. 33,
casa terrea.


A viuva c lilhos presentes e au-
zentes do fallecido Eduardo Gon-
calves Valcnte, agradceem a todas
as pessoas que se dignaram acom-
panhar o enterro do nicsmo son
prezado marido e pai, e de novo
as convidam para assistirem algu-
nas missas que mandam celebrar por sua alma,
no dia 4 do crreme s 7 horas da manh na
igreja do Corpo Santo.

Eso pavo digiilo
Ausentnu-se da casa de, seu senhor, e vaga pe-
las ras deata cidade, o escravo Manoei, crioulo,
cor preta e de 32 aanos de idade, altura boa, olhos
vesgos, bar ado e tem o vicio de embriaguez,
do qual torna-se muito fcil a priso por nao oc-
cultar-se e dedicarse ao servico de descarrego
de canoas, na Boa-Vista, Santo Amaro e outros
lugares. Pede-se as autoridades policiaes e capl-
taes de campo a sua prsao, e leva-lo rua larga
do Rosario n. ii, |, andar, que se g.atiicar.
mmmmm i ^ mm 0:a*
^ Instruccao primaria e 0
ft secundaria. 0
9 O profosjor Thom Angitxto da Silva jS
jfit Villar, competentemente habilitado, faz
*^ eicnl
O
CONSULTORIO
MEEICQ ClfiSGICO
DO
Dr. liados Guerra.
Especialidades : molestias das mu-
Iheres, das criancas, molestias venreas
e syphiliticas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nila.
Chamados qualquer hora do dia e
da noute.
Gratis aos pobres.
Rua da Imperatriz n. 36, primeiro,
andar.
_ Augus-
U, casa terrea n. 220,ondc mora a pniprietaria.
Sociedade Uniao Beneficentc
Martima.
(9
m
Ama de leite.
Precisa-se de urna sem fi-
lho, que tenha bom e abun-
dante leite: no 3o andar des-
ta typographia.
AMA
Predsa-se de nina : a tra-
tar na praca do Conde d'Eu
n. S, 1* andar.
A Ttlfl ^a rua ^'re'ta n- 8t *' andar, precisa-
* "* se de una para cozinbar e comprar.
AMA
teiro:
Praia,
Precisa-se de urna que saiba com-
prar e cozinhar prfeitamente, pagan-
do se bem, para casa de homem sol-
na rua de Pedro Alfonso, antiga rua da
n. 12.
Por ordem do conselho administrativo sao con-
vidados todos os socios para comparecer a renaca
da assembla geral no dia 6 do crreme s 7 ho-
ras da noute para tratar-sc de negocios urgentes
da mesma sociedade
Secretaria da Sociedade Uniao Bmeficentc Ma-
rtima em Pernambuco, 3 de Junho de 1873.
O 2." secretario,
._______Antonio Jos AIpieri.
A Predilecto,
no empt-nho <1.'Im'iii--enir ao *eii fryyi i
i\ piili'icn i"m j.er:i! I'i: ,
|'.e I .i Je II. 1.1 I i.
1 .! I; .. .. ) i r !. ,:.. .i \.
UiS de l.i ..- < ,.- < lo l-:n .i|i|<-.m1 i
pnl'K amai.les dn i- l i i
ni'-rar nlgniii d'n II -. 'iiitn ejaiu ;
M.Ul' S, o> ii...- :r,i> i|uc M viaA< a .-
Ill' ivado, com ra|NH IMlwaja. man.ni, villidn e rlia^ri
ADEREMOS pn-ios e vdtas pn^mas para loan ;
assim i-, roo, um Nm.io surUaii alo >
'titos d>! plaqu, obra Sua e oaaiat beai
aralwd i.
IIOTCK; i;i.i pmi.i,-, o que se ].', desojar $
A companbia Recife
postas para o forneetmento
animaes : a tratar na rua
1* andar.
Drainage recebo pro-
de capim para nm
do Imperador n. 26.
Precisa-se alugar urna preta coziuheira : na
rua do Rangel n. 9, pagndose bom aluguel.
Precisa-se de um homem para feitor de um
engenho que tenha pratica de servico, que nao te-
nha vicios e d fianea sua conducta ; enten-
derse com o Sr. Bernardino Pontual. rua da Ma-
dre de Deui n. 36.
Cozinhciro.
Preciza-se de um, livre ou esvravo, e qnese en-
oarreguem tambem de comprar, para easa de 2
pessoas : a tratar no Corred r do Bispo n. 51.
fciat*
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar para duas pessoas: a tratar na rua do Pa-
dre Floriano n. 69, 2* andar.
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s a S 3 a K B fe' B
e*lli-MI|j
o.
a
^ sciente a todos os chefes de familia que
^ q izerem cotiliar-lhe a edncaco de seus
0
0 lilhos, que tem aberto no sobrado grande {X
X da Soledade n. 5", desde o Io do corrente, *J
t urna aula particular para o sexo mascu- 0
0
0

0
&
0
urna aula particular para o sexo mascu-
lino. Os alumnos recebero urna educa-
cao distincta ; para esse lim, o professor
emprega todos os seus esforeps e meios
para conservar na sociedade sempre ere-
dito, e tambem mocos cotholicos e ctvili-
sados.
&0O00$$&$00
Precisa-se
de um feitor : a tratar ni loja do Passo, rua do
Crespo, junto ao arco de Santo Antonio.
Oflreee-se para ama de lito urna mulher
moca e sadia : a tratar na rua da Florentina n. o,
no interior do preiio, no quailo- do soldado Lou-
renco.
a c
.5 3 3
- -, p 3"W
"til
ere s s 0 =).311
9 0 < -^
Precisa-se de urna ama que -aiba cozinhar:
a tratar rua do Hospicio n. 37, ou 16.
AVISO
MOFINA
Est encouraqado!! I
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivlo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir 4 rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quando o Sr. seu tuno se
achava nesta cidade.
los Henrique da Silva Guiraaiaes declara n.lo
presente que pode ser procurado na rua da Sok-
dade n. 27, sitio onde morou o Dr. Villas-li.as,
para qualquer negocio tendente a si ou com o
casal de seu fallecido pai Joio Henrique da Silva,
por ter deixado de c 'ntinuar a oceupar o i" an-
dar da rua Duque de Caxias 11. 36. E no caso de
notas ou recado, na botica da rua Nova u SI. de
Joo da Silva Guimaraes.
Aluga-se a casa da rua do Mondego n. 61,
com commodos para familia : a tratar na mesma
rua, sitio do porfi n. 61, que tem o titulo de
olaria.
- -
"0 w
S S.g'weSB m-
i* "iaiT g
Alugctrse
A excellente casa sita na Carunga, 4 rua da
Ventura n. 23, com grandes accommodacoes, e
excellente quintal todo murado e planudo com
grandes ps de fructeiras : para tratar rua
larga do Rosario n. 31, botica.
Attenco
Radical para
esoiofclas, chagas a migas, ulceras,
Feridas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
P0STHEMAS, ERUPgOS, HERPES
Implog;ens, Lepra, Tlnhn
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestia Syphiliticas
1 as
Fcbres amar ella e Typhoide
TRATAMIENTO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e RECONSTITUSTE
D D" DELOR. de Puii
DEPOSITO 4, boukvard St-Martin. Pars {
Agentes Geraes para o Brazil.
P. RODDE (ao grande mgico), rua do
OuvtJor, 118, Ro de Janeiro.
Quera precisar de boas amas seccas e de leite:
dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja.
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sao-
tos, e aepois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter 2o annos, tem falta de dentes aa
frente e as maos com cicatriies de queimadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua dof
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
000-J9 ?0 $< ft $ 0
i CONSULTORIO I
I MEDICO.-CIRURGICO g
9. ?do *
^ Dr. J. II. Curio &
0 Rua do Mrquez de Olinda n. 2o, pri- fe
>^ meiro andar. 25
Sx. Consulta das 9 horas s 11 da manha. ^
fg Chamados a qualquer hora. A
Precisa-se
de um feitor para engenho, prefere-se portuguez:
j a tratar na praca do Corpo Santo, armazem n 9,
I ou na Passagem da Magdalena, passando a ponte
grande o l. sodiado
Ausentou-se de casa de sua senhora, no dia
6 de maio, o melato Matheus, e tem os signaes
seguintes : alto, ps e raaos grandes, cor de laran-
ja, bons dentes, f'la mansa e um pouco fina,
barba um pouco branca, cabellos crespos e re-
presenta ter 40 annos : pede-se a quem o appre-
hender de leva-lo rua do Hospicio n. 81, que
ser gratificado.
Trapassa-se
A loja da rua da Imperatriz n. 7, com bonita
armario e casa para morar familia : a tratar na
rua do Commercio n. 12 Hotel d Europa.
6A BNETE
Medico-cirurgico
RUA DO IMPERADORN. 73,1 ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALI HADES.
Muletias e opera^es de oibos.
Gara radical e instaotaoea dos
eMreit?mantos da uretra.
CAZA DA FORTOA
RUA l.DE MARgO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:000$000.
0 abaixo assignado tem sempre anosto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagaado
promptamente, como costuma, at o premio de
Presos.
Inteiro....... 24O00
Mek)........ I2000
Quarto....... 6f0fi0
Manoei Martins Fiuza.
COMPRAS.
Compra-se um sobrado de um andar, de
duas ou tres portas de frente, ou urna casa terrea
de tres ou quatro portas de frente, nos bairros dn
Santo Antonio, Boa-Vista ou S. Jos : a tratar ua
loja da rua do Queimado n. 41.
VENDAS.
Consultas :
da manbS.
Chamados
Das 7 s 10 bons
A qualquer bora.
=0 obaixo assignado tendo contratado comprar
ja Elisio Alves da Silva Filgueiras, a taverna
sita rua Imperial n. 42, oo quer tealisar dito
! negocio sera ciencia dos credores da casa ; e
1 por sso os convido a apresentarem-se no prso
de tres dias, soc pena de nao ser attsndida qual-
quer recianiacao.
Recife, 31 de maio de 1873.
____________Manoei Pacheco da Silveira.
Engenho
Arrenda-se ou vndese parte de dous engenhos
sitos na freguezia de Ipojuca, sendo um movido
por animaes e outro movido a agua, bem obrado?,
de opiimos terrenos, e com proporcoes para safre-
jar de tres a quatro mil pes, distando do porto
j de embarque apenas urna legoa, e da estrada de
; ferro tres legoas : quem pretender dirija-se rua
; do Apollo n. 53, 2- andar, que achara com quem
I tratar.
Fogo, fogo
Fogo de bengala.
Novos fogninhos chioezes artificia* proprios de
tales, wandass e jardins chegados de encom-
ienda propna, e especial para os festejos de
tonto Antonio, S. Joto e S. Pedros precos re-
unidos, tanto em pequeas caixas, como i re-
tino : no armazem do yapor francez,|rua do Ba-
da Victoria, outr'ora 7.

deVAUOUELIN
Resulta das observarte eolbxUw pelas summi-
dades medicas dos hospital de Cari, que o Xarope
peitoral baltamiro do tinelo e Ilustre professor
VAtQUELi.11 i'iip'fgttdo com sucresso sempre igual
para curar
a nrunu(?ES dss trcicnios e iticcces ic feit.
rniiliecid.LS pelo nomc de
BR0NCH1TES AGUDAS O CHRCNinifi
STH.US, OPPIKSSES, CATAHIIIIIM
Defluxos, Tocm< rulielde, Extinecao da voa,
AMASSA. |x:loe.i usofaciic agradavelsabor,ura
precioso nifdicaiiit'iiio para as pessoasque viajaro, o%
to abriuodni a fallar mniln. Pars, Pliarmacia
VACQELIN-DI-.SLAUHIEHS, roa de Clry, 31.
1 tu ilu >i PlurjucAi uui it lttw.
Publicacao jurdica
Apontamentos sobre a condiedo dos ese-ro-
vos e libertos no Brasil,
contendo as principaes qnestdes relativas essa
especie, com as decisdes proferidas a respeito pe-
los tribunaes superiores e de poder executivo,
bem como toda a legislarlo patria, antiga e mo-
' dernissima aceica de cada urna deltas ; pelo Dr.
' Antonio de Vasconcellos Menezes de Drummond,
lente cathedratico da !. cadeira do 4. annode di-
. reito civil da faculdade de direito do Recife e ad-
vogado neste foro. Assigna-se Iivraria franceza
e a Iivraria do Sr. Nogueira, no arco de Santo An-
tonio.
Ao commercio.
O abaixo assignado declara que, se julgando
I ahilitado para fazer escripias por partidas sim-
ples e dobrada, vem por meio deste annuncio o-
terecer seus servicos a quem interessar possa,
nar- s casas estrangeiras, como brasileiras, me-
diante urna paga muito comrnoda. A tratar na
rua de Marcilio Dias ( outr'ora Djeita n. 32 A )
com o Sr. Ladislao Rodolpho de Araujo Cesar, ou
com o mesmo em Olinda, rua de Fernandes Viei-
ra, outr'ora de Mathias Ferrara n. 12.
Cidade de Olinda, 1 de junho de 1873.
__________ Manoei Cavalcante Ferreira Mello.
GERAL
Pharmca de P. Maaurergias
Dentista de Pars
19 RUA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agrad endo ao respei-
tavel publico em geral e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que lhe dispensaram durante os quinze annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar que cedeu o seu gabinetede cirurgio
dentista-ao seu sobrinho e discpulo J. M. Leroux
o qual echando-se hamais de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua con nanea e executar os trabalhos os
mais difflceis e delicados da profisssao
O inesmo aproveita a occasiao para pedir s
pessoas que lhe sao devedoras o especial favor
de manda-Is pagar quanto antes, pois retira-
se muito breve para Paris, aonde se achara sem-
pre prorapto para o que puder prestar._______
Permuta-se por outro em iguaes condicoes
pouco mais ou menos, voltando-se de .'00* para
baixo, um sitio ce m urna casa de taipa, lia pouco
acabada, e muito bem construida, em um dos ar-
rabaldes desta cidade : os pretendentes podem di-
rigir-e rua Augusta n. 296, taverna.
Esta s de jesuta !
O Sr. J. C. A. de F. nlo quer anda atlender
aos reclamos da pobre viuva qne exige os alu-
queis e ehaves de sua casa, montando j os alu-
gneis at 30 de abril a 320*000 ; o que sobre
tudo se torna revoltante o inquilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e nem chaves e
nem alugueis.
Aluga-se
urna casa terrea sita na rua do Paysand n. 3,
com commodos para familia, com quintal mura-
do, agua encanada do Beberihe : a tratar na rua
do Rosario n. 31.
CoziDlieiro
Preci.a-se de um bom coiinheiro para um bom
hotel: a tratar na roa do Imperador n. 1, arma-
zem uniao e coramereio.
Precisa-se de um homem portugus casado,,
para feitor de um engenho : na rua do Bom Jess
n. 30, se informar.
Precisase de um cozinhciro ou cozinheira
para casa de hornera solteiro : na rua Duque de
Caxias n. 91, rival sera segundo.
~C0HPANrM
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Retire a Olinda e Beberibe.
De ordem do Illm. Sr.
presidente d'assembla
geral, convido os Srs.
accionistas para, no dia
9 do corrente pelas 11
horas da manh, se reu-
nirm afim de eleger-se a directora que
lem de funecionar no anno corrente de 73
a 74 e de resolver sobre outros assumptos
adiados em sesso de hontem.
Recife, 3 de Junho de 1873.
O 2." secretario,
Joo Martins de indrmle.
!*a roa do Rangel n. 9 deseja-se mits fallar
cora o Illm. Sr. Domingos Martins Monteiro de
Barro*, a negocio de sen interesse.
Boa ;ii'i|iiisi(;;iii.
Por seu dono ter de ratirar-M para
a Europa, onde vai residir algum
tempo, vende-se um ptimo predio
de um andar e sntao, 11 'una das me-
lhoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao s todo o occano desdo o
cabo de Santo Agostinho at muito alem da
ponta de Olinda, bem como, polo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e su
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres oplimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
xeira ou do residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida ; mnito arc-
jado em toda a ep cado anno ; com illu-
minacao gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Acha-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavtfs a*
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
otuveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave namo do Sr. I.uiz do Rogo
Barros, regente do hospicio de alionados : e
a tratar nesta typographia, das 9 horas da
manh s 3 da tarde, ou no Poco da Panella,
lergo da matriz, palacete amarello, dessa
hora at 7 e meia da manh.
Nao ha falta de tellias
nem de alvenaria batida, ladrilho comprido e dito
quadrado, tem na olaria de Jos Carneiro da Cu-
nha 60 milheiros da melhor qualidade, a vende-s
muito em conta a dinheiro : na rua do Corone
Lamenha n. 30.
Vende-se
urna negrinha de 13 anuos, perfeitamenti' sadia c
de liada figura, com 1 rincipio de algumas habili-
dades, podendo se allancar que a venda de dita
degrinhapor preciso e nao por defeitos: na rua
no caes do Capibaribe, casa 11. 3t, podendo ser
drocurada de 7 at 9 horas da manh, e i da (ar-
pe em diante.
meluor 1111 ida.pir,. tatunaga,
|crola, iii.irinii e i'at
BOI.CAS du vi-llti.lt, da. pallia c diafrin,
ha de mais iitudcruo e I lulas.
UICOS de Si da e td- algi.Jn, Ma hHBM
pillo, dr variado* ilr i-mImm
CASSOLETAS pretas de metal e 4e
nila.
CAIXINII.iS para c.otura, loit.t. itras e de
wmm fui ni u.< c,,ih iwiea e
ella.
COQUES a imiuti.o, pa |Nnk- lavar e
bonito c H'iii gn.io.
DEADEMAS, ne>te t.-u-r.. Pr Jilela
scuta 1:111 ti. U suriNMM
capai Jo >;ili>fa/- r os capncln* de
qualquer svuluna por mau txipMi
na >,j...
PORT-BOl QCET de Madre* r : narAm e .V-*,
r r-li- mu ubjerl indis^Mi 1
nlioi;i> Jo Imhii loiu, ,iiim il<> i~p r. r
o arniiia das flore* -111 HMaavuMea-
le Je iM>o..n ii .- I 1 .i. 1,u jfcini lo-
rian as Ji-I.miU iios.
PENTES de tartrica, Je iiuii.ui *e bobii. (-
ra ali-.u im ealHVx r tirar biri< *.
PBrtFIMAHIAS. K -il, I ,ue re-
Jilri-i;i -i'iiqire *on,rva 11111 Mnfirl.' !" soriiiiii'iilo Je 1 iliin.ar.w e t$M
odor 1I11- 111:11. .n.,111,',1
Lllliill. Piver. m-|.- l.ih I t'/w-
iliay, (o>ne< e lliinel. que mcum-
liiJn tia i-M-.iilu i'- ,11 n:, hum het>
aeeitos |>ela sociedade ttrftmt a
Eiii.ia. f por l.ttiu, arliam-r La
lissilji!J.iJ.i Je 1- ni Mi'vir ao aawtV
les dos |MTfumes.
A PREDILECTA di-ixr .1- enumerar pt
neiiMil.i l- deaffV)| -. iii 1 |t
sar aw Icilora |i a hmi
lencia J 1 n < eilavel p it rigii--e a rua Jo ahiig n. I A, j.:.-
ra coiiv. iii-n-- aaaia pode comBraC
oque e Imn bar.it.i. ;. coa:
FACHAS ricas c niuJeiiu? Je tuqui.n e gurgara>
se la
IMEXSVETTOS. I!: .< v.-timen!,.- i:,ra UM\h 1,
por b;uali-.-ii;i 1 pi
FL0IIES.;A Predile-ta pri .1 '. :i -iTV.-ir .i
! dlti < itiiiienin J., n,ms o airar-,
de mal,;. r I, .1 al afc qoe sao e*-
. teh be-i r.il, rU de ,!iii!ieira.
E j bem sal ido ,, pi..... 1 ..
Predileeia que |toJem '-iir.iiar aaa
grande -.niim-iii.. de |!;i
tafel, velludo, U11I10 e de algoda pi r
Ci 1111 uulo preeo.
JRAMPOS de tartn!, i.'a imit.;7ai dVl.-.
los e i'e r-ir.'--. o qne
de mai- iiKNli-mo \ nii 1.
'RAVATAS de '.-Ja !. -
laeos e ;; linlias :l
M tnii um l-.ini irtiineiit de gr-
vala- e ii-.i'.i- para I. me.
JARROS de porcelana e Je vidro anua aotuU-.-
para ornat- < de -al.i.
Mei 1 I.....Ja. de la e de algudio, a-
ra senhora. m-n-nw e Imnien.
LEQl'ES. Rico* leques de madl \ : 1 larlanaj,
lllarlMIl e de o- -. ,ai- i;
por barata pri .
LUVAS de pcllua, de na algoda hoieni e senhora.
LIVROS para mi-sa, a 1'nliU 1 a:ire^ta a r*-
collia do re<|M'iiav.! ..Ii'ieo um beba
Miilimenlo desles lu rom rapa* e
aareparala. larlamp, marlka, mn,
vellu.l 1 c dbfra, a r jiee. ubi
1 veis.
Novidade.
A Predilecta, rua do Calion n. I A, ai
de re eber pelo ultimo pa p !e -. .1.. da
ropa, um bello sortimenta Je rorpinttn* de caa*-
braia borda lis para senhor.^ m. -m. .. ....
nhas e punhos tambem Ixinlado-r de |Jui,
saias bordadas, ditas cun enin ira estot-
ras, bonitas calcinlias de ilivervis upad'-i!
' Iraii-parentes para menina*, pa lado veaa
tr barato preeo.
FITAS.
Obras de .irrito.
Vende se : Direito N'atnral. mr T.i|iaHli. i
lomes. Dre 1 AJnmi-iraiivo. por M. Ma:-r-.
volumes : no torga !. ParalM n H. f ;
SFgfzzwzm
Tz^S^^^Sf
Terrenos baratos de 3^ a
nos Aflictos, e 3# no Sal-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza vende-
terrenos de seus sitios de trras proprias, aos
palmos, em a nova rua qua.*i om frente a
igreia dos Affiictos ; o do Salgadinho com
a frente para a estrada de ferro de
Olinda e oitio para outra estrada ao lado do
mesmo sitio ; a tralar com o Sr. Tristo
Francisco Torres, na thesouraTia das lete-
rias._____________
- Precisa-se do urna ama : na rua da Concei-
co n. 43.
Nike ha mais eeilos
brancos.
TINTURARA japoneza.
Se nica approvada p>las acad'iniias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal rua da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabell^i-
reiro.
TASSO IKVIAOS&C
Em seus armazons rua do A mor m
n. 37 o raes do Apolle n. 47,
ti-in tara vender ptf precos comnKic.s ;
Tiju! is rnca ii.-nlo- sextavos para
Canoa de barro para espito.
Cimento PortlanJ.
Cimento H\draulicc.
llarhinat Je .!- amcar al/edaa.
Machinas de pailaria."
Pulassa da lussia ein lai;i.
F'hosphoros de ara.
Sagu em (,'arrafors.
Sevadiuli.i (oes.
Lenti has rm garrafes.
Rhum da aJmaica.
Visito J i Porto M'll.o i ngarralido.
Vinho do Porto supTior, di o.
Vinho de Montea ni, dito.
Vinho Je Scherry.
Vinho da VaJeira.
Potes rim liujiuas e dobrada." lagleuie
Licores linos surtidos.
Cognac GatMar Fi. i -.
I Mi de toucinho ingle;.
Barr* com repolho em salmoura
As nicas verdadeiras
bichas hamlmrgueas que vem a
se vondem na rua do Maiqoez de
andar.
n. 51, f
Fogo, fogo
e e melhor de todos os fogos so se obtem com
a limalha de ac, de ferrro, de inco, de cobre e
de agulha, que se vende por menos na phar-
macia e drogara de Bartholomeu & C, n. 3i,
rua larga do Rosario.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por ser sem lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livramenlo.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs. a peca.
Vende-se entremeios, tiras e bicos bordados a
retroz, proprios para enfeitar vestidos, e roupi-
nhas de chanca, pelo baratsimo proco de 800 rs.
a peca na loja das 6 portas em trente do Livra-
mento, dao-se pecas a mostra com pennor.
S1IEHKY K1NA
(VINHO DE QUNOim HYUEMi
PKEI'ARADO COM OS MF.I.IIORES VINBO M BL*-
l'ASIIX n* FUMA
CALVAIRAC A. G. C, DE SEVILHA
A BA
FOB.IKCLDoR DA SIA ACFUTAn.
n'lIKSrANHA.
THOMKERET GLIS
Ph it v. 11 cea to*
EX-urraunMi hosmtafsd pabis
O SHKRR\-kI.V4 ovinhodeOuinquiia
que hoje preferem a maior parta doa rm-
ccis de hospitaos, tos lentes da *cukla4o e
dos meinhros ila academia de medicina.
Tem esta prefenmia a sua explicarlo mato
que uffwfjMi todas as c.arastias o/ae attldi;
se procurara nos producios deatt frtMro ui
que MUTAS VI./ KS SE SACRIFKAH AS OtAUVMk-
DES TAO bHUKUII QVEK DO TIMBO, fOUl
do quinquina (as vezos de ambos) coa ll-
oros da ESPEcn.A<;\o (Ver Guia m pms
Mmeraes. Do Dr. CONSTaNTIIS JAMtS,
7.* ediro.
UiMCO DEPOSITO
NA
PIIARHACF \ E DROGARA
DE
BARTH0L0IEO l C
Rua Larga do Resano n.34o


*
Diario cte FeTiumibuc Triumpho da
wr ai


In tempos^modernos nenhum descubri-
anolc ope uroinaior revoluto no modo de
;-nrsr anteriormente em voga do que o
fHTMtL DE kUmWk!
TANTfrNO TRATAMENTO
M
'fose, Grupo,
sthma, Thisica,
Koirquidao, Resfriamentos.
Bionchiles,
Tosso Convulsa,
Dores de Peito,
EtpectBXacJO de Sangue.
&aoo em toda a grande serie de enfermi-
xkh- da (ni'gnnta, do Peito c dos
4hrttos da restpracito, que tanto
a-tsaaimitain.e fazeui.fcolTror a humaniJade.
6 asaneira enliga-de curar consista geral-
.utib na npplicarao de vesicatorios, san-
gas-sarjar ou applicar extoriormente un-
Sserfcs fortissimos compostos de substan-
cia: wsieautes, aiiin de produzir empolbas ;
cjgosilTerentes modos de curar, nao faziara
neo enfraquecer e diminuir as forjas do
eaWdbante, contribulado por esta forma
"k inaueira mais fcil e certa para a en-
feanaidode a destruido inivitavel de. sua
urma Quain difirante pois o effeito
aJourave! do
52I0BAI DE UW!
I..:. w. de irritar, mortilicar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica c suavisa a dor,
Allivia a irritaQo,
Desenvolvo o entendimento,
Fortifica ocorpo
e faz coin que o svslcina
air d'uma inaueira prompta e rpida
jat;o ultimo vestigio da enfermidade. Os
leflsores votos cm medicina da Europa, (os
. los collegios de medicina do Berlim)
tEstifiCam seren exactas e verdadoiras estas
i es analgicas, e alm disso a expe-
; le milliares de pessoas da America
. paohola, as qaaes foram curadas com
nraidhoso remedio,Ato mais que sulli-
es para sustentaren) a opinio do
PEITORAL DE ANACAHUITA 1
e-se notar que este remedio se acha
smente sonto de venenos, tanto mine-
GOfllO vegetaes, eiiiquaiito que alguns
- ultimos, e particularmente aquellos
s dados sob a forma de opio, e aci-
Irociutieo, formain a basedamaior
. tos Xaropes, com os quaes tao fa-
te se engaa a crcdulilade do pu-
. A coinposicao de anacabuita peito-
a so ii'la e curiosamente engarrafada
.-..os da mo lida de cerca de meio
r tftho cada um, e como n dse que se
> d'tima collier pequea, basta
..li' applicacSo d'iun ou dous fras-
i>. para a eoectoago de qualquer cura.
a venda em todas as b ticas.
ters A C, agentes.
Para aboaconservaqao
V0SS6 CABELLO
I SAI 00




,f f=BStfp'
e certo contra
Livros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguintes obras de direito, historia
litteratura, por commodos precos:
Pardessns:Droii Cojnmercil.
Villiaun: Revolution francaise.
Louiz Blanc:Histoire de dix anns.
Vattd -.Droit des gens.
Ventura : Lo Pouvoir publc.
Porters: Cours de droit naturel.
Kluber : Droit des gens.
Rogron : -Code de couunerce.
Nesta typographia acliaro essas obras para se-
rom vendidas.
GRANDES NOVIDADES
Emlazendas de gosto
fk
desagrada-
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCO SHOST
nica, hygienica, radical einfalhval nca-
ra das gonorheas, flores brancas e fluios de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de salutaresresultados
a continuada applicac&o que sempre com a
maior vantagesi se tem feto della nos hos-
pitaes de Paris.
Unice deposito para o Brasil, Bartbolomeu
A C, ra Larga do Rosario n. 34.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronebites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
um preventivo seguro
calvice.
l e restaura forca e sanidade pullo da
'va.
ie prompto faz cessar a queda prema-
tara dos cabelles.
;; L-ranlo rique/a de lustre aos ca-
itos.
doma e faz preservar os cabellos, em
Batanar forma ou posi n'um estado formoso, liso e macio.
faz crescer os cabellos bastos e coiupri-
.
aserva a pella eo casco da cabera
:".p.) o livre de toila a especie de caspa.
previne os cabellos de so tornarem bran-
1 conserva a cabera n'um estado do fres-
; :\\ refrigerante e agradavel.
'> demasiadamente oleoso, gordu-
.:.) ou pegad i.jo.
io d usa o menor ebeiro
tel.
i methe* artigo para os cabellos das
fna'i
i melhor comis aprasivel artigo
joi.i a boa conservarlo e arranjo dos ca-
beTJoe das senboras.
tic ?' o nico artigo proprio para o pentea-
.10 dos cabellos e barbas dos senhores.
!HJ i TOL'CADOR DE SENUORA SE
P0DEC01ISIDERA1 COMO COM-
PLETO SEM O
TFICO ORIENTAL
* tsual presorva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Aeha-se venda nos estabelecimentos do
m. rorster & C, agentes. E em todas as
(cacipaes lojas de perfumaras e boticas.
!zas ese^cezas a 280
rs. o covado.
Riia do Cuespo n. 20.
Llzinhas- eacoeezas, padrSes inleiramenle no-
-m, pelo diminuto prepo de 880 rs. o covado,
--K*unela> adAo-eo anio*tEae aa loja de GuiJier-
:. ite Canh & i ^^^___
Taverna.
E bardlissiinu
Basquinas e casaquinhos de seda ricamente en
feitados e em muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 700'>.
Pechinchas.
Cliapelinas e cliapos de palha, velludo e seda
para tentaras e meninas, por prefos baratissimos
de U, 3 c 4i.
Ainda pechincha.
Baloes em perfeito estado para senhoras e me-
ninas a iuu.
Para acabar.
Biquissimos cintos com lac/>s c sem elle e de
gostos muito chiques a 400 e 5' 0 rs.
Entremeios e babadinhos a 400 e 500 rs. a peca.
Saias de la para senhora, l.
Estas pechinchas s se encontram na loja do
Passo, ra t.* de Mar.o n. 7 A, antiga do Crespo.
Rival sem segundo.
Cheg rain agulhas para machinas, do fabiicante
Crower c Baker. Doria por 2i000.
Saceos de estopa
Avadados para rnilh) e farinba a 320 dada um
na ra do Crespo n. 20.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melbores.
Vendem-se na pbarmacia e drogara de Bar*
tbolomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
Grande liquidado de fazen-
das, miudezas, ferragens
e taboas de louro e ama-
relio.
Thomaz Jos de Gusinao, estabelecido em Olin-
da com loja de fazendas e miudezas c tambem
com armazem de madeiras e maleriaes, faz li-
quidacao de todas as mercadorias existentes em
sens estabelecimentos, com grande reduccao de
precos, por ter de mudar-so : tambem tem gran-
de quanlidadc de cera em vellas.___________
Toalhas a 6^000 a duzia
pechincha.
Toalh.;3 alcoxoadas, sao grandes, a 6f a duzia .
na ra do Crespo n. 20.
Chitas verdes e de cores a
200 e 240 o covado.
Na ra do Crespo n. 20. __________^^
Moraes & Irmo
Em seu escriptorio ra da Madre Deus
n. 5, 1. andar, tem para vender por preco
com mudo :
Vinho do Porto superior engarrafado.
Cerveja Bass.
Cha verde iniudinbo de superior quali-
dade. _______________ .________
J
rle-se a da ra ftiraUtt n. 7, toro poneos
riafes, e bem afreguezada : a tratar na mes-

Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louca de Sebastiao Marques do ISasci-
mento, vende-se cm porgoes grandes ou a reta-
dlo tod.i loufd existente na mesma, por precos
muito diminutos por ter o misino propnetario
de fazer una viagem a Europa a tratar de sua
aide; portento, todos os freguezes que precisar
de se sorlir destes artigos, apresentem-se quanto
antes.___________________
Vende-se.
a casa n. 154 da ra do Coronel Suassuna (antiga
dos Martyrios): a tratar na ra do Vigario The-
norio n. 3, 2' andar. _________
LOJA E ARMAZEM M PAVAO
K. 69 Kuadalmpratrhf r.
DE
DA SILVA k GUIMARAES
Os projri*arios diste importan cstabelccinento, participam ao respeitavel publico
desta cidadox is IpA mftnetosjki frnguezes que acabam re receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, mn gpBndsrtiito das mais lindas c;io.ii6 modewi-fazendBg de gosto
e muita pnantania pata vettifloslisanioras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das njelbores azendas ^le lei, que se .wndeiH por'precos mit em conta, s
com o im doaporar dioheiro.
As pessoas true'negotiaih m- pequea escala, ueste estabelecimento podero fazer
os seus sortimentos, parqye sedhes tender pebJpre?os ijae totriprm as casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se dao amostras, deixando peuhor, ou mandam-se levar em
casa d86 Exmas.. familias Deba caieiros.
Este estabelecimQuto est constantemente, aberto dar. 6 horas da manh s 9 da noute.
S^OjnVB
.'ia
\ il.iiv.ii i da plvora, do seu armazem de sal
ra imperial n. 207, faz sciente ao respeitavel pu-
blico desta cidade, qn se acha satisfactoriamente
revenido de todo o fogo que mister para os
estejos do Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro
assim como um exccllente sortimento de fogo do
ar, bomba real e pistolas de quatro a seis balas,
ditas de duas e tres balas, unido a urna bella
colleci;ao de outros foguinhos para brinquedos de
vran^s que coslumam divcrtir-s& com as mara-
cilhosas rudinhas de salas.
Engenhos venda.
Vende-se os eDgcnhos : Gameleira, com safra
de dous mil paes, s tuado no lugar denominado
Barra de Panellas margem do rio Piramy.)
a 4 leguas da estarao de Una, com terreno para
safrejar annualmente de 4 5 mil pes : Corrien-
tes, com safra de dous mil pes, situado no dis-
iricto de Agua-Preta e 3 leguas da estaco de
Una : o pretndeme a ambos, ou a qualquer um
dos dous referidos engonhos, entenda-se com
Joaquim Rodrigues Tavares d Melle-, na.Beeife,
praca do Corpo Santo n. 17, ou com Jos q|p',is-
ta Marque? Das, no povoado dos Montos.
Ilespordioa
Verdadeiro biter hesperidina, superior e_acre-
ditado : venda no armazem de Tasso InnSc* &
C, ra do Ainorim n. 37. ^__^^_
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavao vende finissimas cassas francezas do
cores com os mais delicados padroes, por terem
um pequeo toque de avaria c agua d&ce, pele
barato preco do doec vinlens o covado. E pechio-
cha : na loja do Pavao, ra da Iuperatrz o.
0.
R.\X\MES
A 19500, 19200; 80t) e 6*Ot*
O Pavao recebeu um brilhante 9ttctuneulo
1 BIU.NOCS A 109000.
O Pavlb recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
qin-athojes3o conhecidos e em relajeo
das mais linda granadmes pflfta m dofi-j sua excessifa baratezn, convidam-se as
cadas listrasde cures epretas.que vende pelo' Kxmas. Sras. pafa vrem o que ha de mais
barato prego-de 800 o c ivado. DiUyto- notddade neste artigo.
dsele cores com listras miudinhas em urna! BIMMRKffiB PARA f.ENCOES.
s cor a W200 e 19000 o covado. Ikas O Pavao vende superior bramante de al-
pretascora listeas de seda roas a 800 rs. Di- godo, tendo 10 pemos de largura, queso
tas pretas oom, listras brancas, zoes ever- precisa de 11/4 vara para um lencol a
des a 640 rs. o c ivado. Assim como boni- 19600 o metro ou 18*00 a vara.
tas barejes-de seda para vestidos comas Btto de linho fino superior c muito en-
mais lindas'edres- a i900'. E' pechincha, corpado, com a mesma largura a 29400 a
na loja do Pavao. vara.
rOUPEtlNAS A19600 E 29000 0 COVADO. | Brtos francezes muito
J chegaram os mar vi I liosos fogos arfi-
ciaes da China, para serem soltos nos salSes e jar-
dn : calimbas com variado sortimunlo e a pre-
cos desde 20i at 30 cada caixa : no armazem
A. i do caes da alamlega.
O Pavio recebeu um elegante sortimento
das mais lindas poupelinas de- seda com os
mais lindos deenhos e- mais bonitas cores,
que vende a t960ft e MOO.
SEDAS DE CORES A 29500 RS.
O Pavo recebou um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas de urna s cf com
delicados desenlio miudinbos, que vende a
29500 o c vado. Ditas- com lislrinbas, mui-
to boa fazendtt a 29000. E' pechincha, na
na loja do PavSo.
CAMBRAIS ABERTAS A, 09 E 109000
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abenas,
bordadaspara vestido, que vende pelo barato
prego de 99 e 1O9000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid*). E* pechincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz' n. 60.
LAZINHAS BORBADASA 400 RS.
O COVADO.
O Pavo receben um elegante sortimento
das mais lindas lzinhos transparentes com
floriuhas, bordadas, tendo da todas as coros
inclusivel rocha propria para vinva, e ven-
do pelo baratissimo prego de 400 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
0 Pavo vende um bonito sortimento de
lazinhas listradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
prego de 560 e 600 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavao ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LAVRADAS A 640 RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo prego do 640 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
CASSAS FRANCEZAS A 600 E 640 RS. 0
METRO.
O Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fraiuezas, de cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padres escuras e outros que
servem para luto, e vende a 000 e 640 rs.
0 metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 1&200.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetiuada, sendo
as mais modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos procos de 640 rs e 19200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernissimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Chitas a 4, > 8*Oe0 M.
0 Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fixas, que ven le pelos bara-
tos preg s do 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padres a 320 e 30 rs. o covado.
Ditas muit > finas padres. claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de crctone, fazen-
da muito superior a 3:0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de criaugas a 360 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavao.
Ititpf s!:ts a iOO i'. o ovado.
O Pavo receben um. alegante tortinicnto
das mais modernas baptizas de cores com
padres miudiuhoe e.grados,sendo proprios
para vestidos o rpepa, da crrapga, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o covado, affiangan-
do ser grande pechincha !
Coi'tes de eambrain. ultima no-
vidade, 3cOOO.
O Pavo receben pelo ultimo vapor di
Europa, cortes de cambraia brenca ooiu na-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufiiciente para vestido de qualquer modelo,
estes vestido* sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sita excessiva ba-
rateza tornam-se reconimendawie s senho-.
ras de bom gosto.
Ditos com babados de. cr, bando 20 me-
tros de babad s a 99000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo a ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES RE CAMBRA!A WftDABOS.
0 Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados paravestto, que
vendo peto barate, prego de.20tf o 309000.
CORTES DE CAMBRAIA. BftiiCA.
1 0 PavSo recebeu um lindo corte de cam-
'kraia branca com listras asseuatteisj que
vede pelo haiaip pfep de 69000. (
Ditos c.wn listras de cutes,,tendo 8 veras a
49 e 59000. E' pechincha.
espartsliios.
0 Pavio neceheu una grande sortmeau>
de espartflhos tanto para sx-uhora corno paja
menina,, que vende pelo barato pnao de,
3J000.
Ditos muito finos a 49 e 59000. Sao dos
mais moderaos que tem- vinde- ae rasp-
eado.
56 aRa do Mrquez de Oliuda 56 a
(oulr'ora ra da C'adela)
LOJA 1>E MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recomnefi-
dado pelos grandes depsitos c bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas c verdadeiras Machinas americana para alga
do, desde 10 60 erra*, e havendo em todos os tamanhos diversidades de sy*e
mas e melhoramentes para perfeito e rpido descarocamento ; tornam-se digna* f
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontrer**"
tambem mais :
Apurados vapores locomoveis, de forca
de 2*/s e 3'/a cavallos com todos pertencas
precisos para trabalharem 4 machinas para
finos a 2?500 e
39000.
Pecas de Hamburgo e panno de linho, ten-
do o im 20 e 30 varas para todos os precos
e qualidades.
Ditas do bretanha de puro linho, tendo 30
jardas, pelos precos mais baratos que se tem
visto.
Pechinchas de finissimo csguiii i ou silzia
com 6 jardas a 79000.
Peces de finUsima silezia com 30 jardas
a 359000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 29000 a vara.
Calca de casemira.
0.Pavo tem um grande sortimento de
calcas de cnsemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ltimos
figurinos c em fazenda, dos mais finos e
mais novos que tem vindo ao mercado, e
vonde-se por barato preco para apurar di-
nheiro, assim como calcas de brim branco e
do cores, por precos muito razoaveis.
LENCOS ABA1NHABOS A H00 E 29000.
O Pavo vende duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato preco de 29000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cor a 19800.
Ditr'S grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 33000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 39600
MOAS C.ni'AS A 4 E S&000 A DL'ZU.
O Pavo vende duzias do meiascruas, in-
glezas pelo barato preco de 49000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 00, 755000,89000 e 109000,
e um grando sortimento de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
preco muito cornmodo.
MADAPOLO FBANCKZ a 69000 E 79000.
O Pavo vende pecas de madapolo fran-
coz, que sempre se venden por muito mais
dinheiro o liquida-se pelo baratissimo prego
09000 e 79000, por ter feito urna grande
compra. E' pechincha.
Algodflonitihe a -IrOOO.
0 Pavo vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pulo barato prego de
49 e 59000.
Dito largo muito cncorpado, proprio para
toalhas e lences B 69000 e 79000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende corles de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 29500
39000.
Pecas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como tr at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de crochet proprios para cadeira de
balanco, para ditas de guarnicao e para so-
f, que se vendem muito em coota.
COLXA8 DE CBOCHET A 69 E 89000.
0 Pavo vende cokas de crochet proprias
para cama dcasal, pelo baratissimo prego
do 09 c 89000.
Ditas de l'usto acolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento do ditas de damasco,
cretouc c de chita, que vende por pregos
muito razoavois.
CORTES DE PERCALLES COM DUAS SAIAS
a 49000.
O Pavo vende bouitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fuzonda de muito gos-
to a 49000. pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA StNHORA, A 59000.
Na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Perei-a da Silva & Guimares receberam
polo ultimo vapor de Europa um elegante
sorlimealo de botinas pretas e com delicados
enfeitns decdr, proprias para senhora, garan-
tiado-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por um dos:nr
lbore9 fabricantes de Paris, e vende-se pelo
barato prego de 9, na toja, da Pava.
SAIAS BORDAD.VS A8*iWe &5*>U0.
0 Pawo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos Baratissimos
pregos de 59, 69 e 89000.
D>s de uta panno s e com muita rodas
[guarnecida de pregas, pelos baratos prego,
de 29000 e 29500.
Ditas com .guamigo de pregas e borda-
das a 39500.
Algodao calca vaina.
0 Pavo vende algodo araecano enfes-
tado e muito encofrado, prf po para toa-
lha e lenges, pelo barat prego de 19000 a
vara.
Dit i francez sendo lra.pj.ido e muito cn-
coupado, pelo baratissimo prego de 19280 o
metro. ^
(-,s,.i.i.as a mmom 19000.
O Pava vende cortes. deasemra rance-
za sencte faeenda muito superior'que sem-
pce se vendeu por mais dinheiro, e fiqui-
da*n>sea7900 o corte.
Ditosa 6TO00.
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea c ladei-
ra.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Taraos de bandeijas finas.
Correntes para amistar madeira.
Cilindros americanos para padarias.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinbos de diversos fabricantes para ou-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azaite de sperraacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Emfim muitos outros artigos, que s avista e neste estabelecimento poderJo a
examinados.
Pede obter em pooco lempo com o uso do melhor dos licoresa ajamad*
HESPERIDINA
Faz'oito annos que conhecido este precioso tnico, e difficil achar orna paiao.
qne, tendo experimentado pesaoalmeote, nao falle em seo (avor, j cono bon atonac*
a apetisador, tomando um cliz della antea de jantar, ou cobo facilitador da dtfseta
tomando-se depoia.
ABASE
da HESPERIDINA a LABANJA AMARGA, nao ba am s habitante do BRASIL (a tarr.
especial das aranjas) qae n5o conheci as propriedades medicinaes da donrada fnru.
ora bem, a
LiUIIl AHA8CA
em seo estado natcral tem nm gosto ponco agradavel. A o marim a* H*soerid;na >-
siste em reler soaa boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenta-la coma
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n*> tero nada que lava. a
melhores iruportaees europeas de catlieg.iria semelhante. E ser costosas, porm a Hesperidina a combinarlo perfeila do
AGRADAVEL E SAODAVEL
Para prava de qos nm ?rtigo no qnal pde-se ttr in'.f.'ira cooSaoca. por ser. w*
e innocente, basta dizer-se que fui plenamente approvada e autorizada pu
JUT DE HY&IERE
do Rio de Janeiro, permillindo soa livre elaborago no imperio; oulra
BOl POIrA
a acceitag5o geral que tem em i< das a.- parles oDde aprestada. Em *Bt> illa
lecen se a primeira fabrica em Baeoos-Ayres; em 1869 a sepoeda em Mwntavido
no da da ebegada de S. M. O IMPERADOg inaognron-se a fabrica qne aclcaweau
irabalha na eorte. Em Vaipanaizo- wn toda a cesta do Psc'fico tea bol art6iti
taotoqae rent km qae-coosidiarcompleto seu aparador sem obm garrafa da
imiiu
.
0 homcm velho toma Hesperjdioa paja obter
VIGOR
0 bomom doente toma Hesperidina nra obter
SADE
O hornea deb toma, asayowdina paa obter
Ncs bailes as donzel'as eos mocos upam a Hesperidina pin oDier I>oa V
anmica o dorante o*, loacofcgyrae da
BARROS JNIOR 4 C, roa do Vtano Tenorio n. 7, I* andar, recaberaa mu
grande espeoifco a wowtn-no non iVpos#s segni&les :
Joaquim Per reina Lobo, roa da Impefttriz.
Zefeu^Ovovro, rm dt Oeroperciflk.
MarcnJiio Jo6 Gonc.alve* da Wfcn'.e, a da Cadea n. t.
AotDLo Gomas Pires A, d ra. da Cfcleia.
Antonio Gomes Pires- C, nee-a* dj Novembro.
Gomes 4 kmio hotel d^ Paasf gem.
Acaba de ser experimentado eo engenho Fragozo j apparelho pira apromptar o as-
jucar pelo syaema Centrifugo.
0 PROCESSO
E' moito simples.
Tirase a meladura das tasas de coser, bolea-se dentro da qualqoer vasuhi pare
Logo que esteja coalhado passa-separa o apparelho em partidas de 3 I."2 irt>fcas
de cada vez.
Send) assim ebeio e posto em movimento, dentro da i nrautes estar* o ata: -ar
arompl'j e em estado de ser logo remellido para ser vendido.
0 resultado
Fot fazer-se de 4 I/i p2es de asmar 21 arrobas de somenos I.1 eorte. O ts^
j*lrahldo pelo apparelho tendo sido em nada prejiidicado.pelo pycefaoj^oe eope^e
aindo mel d'engeaho e nai me! de Turo, presloo-se a *? ieti*tnte ipparelho assacar de qnalidae e pouco inferior ao do I. frrocesso, dande aa d
-nasmo as formas 15) bom resultado coneo se fesse paseado tt*a-dea taee pan aat-
nae, aproveitando-se assim mais metade do mel do qae cora o ntigo systema.
Sendo lio evidente as vantagens predoiidas jor semelbtite apeando, o qaf Do-
ler ser verificado pelos proprios senhores d'cogaoho. espe&ty-o ReoprWafMt da i*
ipparelho, depoia do risco que correrma com semtlooteeiparawtti'eM
ecr;3o dos illustrados senbores d'eofenho.




M

1
Diario de Pcrnambuco Quarta feira 4 de Junliu de 1873.


I
>
*

t.
MIUDEZAS.
Seares L#ite <& Irmos, pedera as Exmas familias desta cidade, para virern sorr-se
de um completo sortfmento de miudezas e perfumaras, por procos baratissiinos a
aber: '
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes trajados de prelo, a
500 rs.
Loques para senhoras, a -2?000 6 '?000
dem idem do osso, a GJJ00O o 85000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
10?M)00.
livros para notas, a 320.
Redes enfeitadas, a 1*300.
Duzia de collarinhos bor-lados para ho-
mem, a 89000.
dem dem lisos, a 6*000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadoira a 1*300
dem kananga do Japo, a 1^200.
dem divina, a 1*000 e 1*200.
dem idem Magdalena (novidade) a 1*500.
Frasco com tnico oriental a 1*000.
dem de oleo Oriza verdadero, a 1*000.
dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 1*, 1*500 e 2*000
o frasco.
Caixa de pos para dcntcs, a 200 rs.
dem idem de pos cbinez, muito bom, a
500 rs. e 1*000.
Ma^o de sabonetes inglezes muito supe-
riores, a f<00 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 2*500
o 3*600.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
Caixa de linba branca muito boa com 40
oovellos, a 00 rs.
dem idem de marca, a 200 rs.
Maco de fita chineza, a 900 rs.
Duzia de pe$as de cordo imperial, a
80 rs.
Idonj.~m carritel do linha branca, a 320
rs.
Idora idem carritel 200 jardas, a 1*000.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
Uoa, a 1*000.
Abotoaduras para coete.sao baratas), a
200 rs. '
Duzia de pec,as de trancas caracol branca,
i .00 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo do todas as cores e largu-
rl.
dem dem de sarja idem idom.
Talheres cabe de viado (imita$ao) a 3*000
duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
io, a 3*600.
Idom idem boira lisa, a 2*500.
Grinaldas para casamento, a 2* e 5*000.
Garrafa de tinta roxa extra-fina, a 1*000.
Caixa de botaos de osso para calca, a
200 rs.
Coques modernos, a 3*500.
Mago de trsnga lisa do cores, a 2i0 rs.
1
COSTURA
SOARESIEIE, IRMOS
NICOS MENTES
A'
lina do Bario da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhoree do mundo!
F.spelhos-toucadores, a 2*000.
Resma de papel pautado o liso, a 2*600, tos, a 2*200.
2*800, 35500, 4*000 e 6*000. dem de sabonetes com flores, a 1*500.
Caixa de papel amisade, a 600 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
fdem idem idom beira dourada, a 800 rs. mes do autor E. Cudray e Gell Frrcs, pro-
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas de pellica com pequeo toque, a Sabonetes Glycerino transparentes, 1*
500 rs. e 1*000. I Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo prego, e mui-
dos objectos que so tornara longo mencionar.
28 l'.in ilii torito da Viciara 28
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUADO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seobores de engentio e uniros agricultores, e empregad ;res de m
binismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o tiovo sortimento
omplet i que abi tem; seodo todo soperior em qualidade e fortidao; o que com a ios
3ecco pess >al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
XTqnn-*fift fi rnilao ri'aoria dos mais mo3erDOS fystemas eem ta
V apuro O lUUttS U dgUrt manbos convenientes para as diversas
:ircumstancias dos seabores proprietarios e para descarocar algodio.
SToend&s de esnna d8,od0S 8 lamanhos' <*** iae ^
foi
concedido a
e a condecora-
Na expsito de Pars, em 1867,
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro
gao da Legio de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Cstados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acredtam
estas maG I linas.
A 908000
existem.
para animaes, agoa e vapor.
Rodas dentadas
Taizas de ferro fundido, batido o de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
Xachinismos
Bombas
para mandioca e algodSo.J
e para ferrar mideira.
Podendoj todos
'ser molidos a mSo
por agua, vapor,
de patente, garantidas........ |on animaes.
Todas as machinas e pecas de que se C08,uma precisar-
Faz qualquer concert de machidsmo'a ^ mai resonlido-
FnPTTIAQ flp f&Wn tem as m^liiores e ni^is barstas existentes no raer-
RnPrtTTimATllaQ Incumbe-se de mandar vir qualquer maebioismo von-
ciUU JUltilcilUcta. ta(je (jos ciieDtes, lembrando-lbes a vaniagem de fazerem
as compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qualquer necessidade pode
bes prestar auxilio.
Arados americanos **"**
RA DO BRUM N. 52
No ariitazem de Joaquim Lopes Machado tC
Cabe-nos o dever Je annunciar que a companhia das machinas do Howe de Hova-
York, estabcleeu nesta cidade ra'do Raro du Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamonte apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
oficreeer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagem destas machinas sao as seguinies:
Primeira.O publico sabe que ellas sAo duradouras, para, isto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terem npparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.lia ncllas menor fricgo entre as diversas pegas, menos rpido estrago
do quo as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permttc que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compresin levantado com a maior fneilidade, quando se tem de muda
de agulha ao comegar nova costura.
Oitava. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocSs de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudangas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio do Elias Ho.we, mestre em artes mechnnfcas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nfle attende a procura, posto que faca 600 machinas
por da.
Cada machina acompanha livretos com iistrueg<3es em portugus.
A 90>000 A 90*000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Barao da Victoria n. 28.
LIQUIDACO PARA ACARAR
DE
ROUPAS FEITAS E FAZENDAS
:*.%. ..,%.
DO
Baro
da Victoria
iVNTIGA RA NOVA.
n.
n
Vasos de ciystal para toillet. fAUA 6| IIVIIIK t P
'A roj> i Aguia Banca, a ra do Duque de W tllll
Carias n. 50, r eebeu bonitas garrafinbas de crys-
lal em par com ramagens douradas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, ote,
Anneis e colares elctricos
A lo.a d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, red Leu nova reinessa dos provcilosos an-
neis e colares elctricos, e continua a reccl)e-lo> iSffO (1C ffl''f(lt''UI mensnlmntc, pelo que seniprc estar provida de '
taes objectos *** bnner?, liriK'hcs, mcin aiia-rrc**. trm
Diademas douraaos pm^i d Rxma*. (vA
A Ioja d'aguia branca nu Duque de < axias n. ";| '"-llanca, ..
50, rceebeu novameoto bonitos diademas dourados n- *
e enfeitados com pedias <; aljofarrs, obras de grrs- JlOS
toe pbautaftia. Tainbetu renlicit novns gram|K*
pretos ou alliuetcs com floro para a cabera.
Leques com bouquets e ou- nii
Os I, qih .- 1 lluj do Ir 1 i-jaCT I... I..
cc'rres e que tr*7'-m o di-tico -t'MAO m
tamliom d map nii.dii so p..r isio apn|tri.'>di- ui A
va K-n:r,.\M \ ,
(aaliga do Qnnn I i fmm i .
Sao de fmioi
tros chinezes.
A loja d'aguia branca na Duque de Caxias
n. 50, receben una pequea qnantidade daquolles
bonitos leques com bouquets e outros chinezes.
/// lili:
A N'iva K-i'r-i..ni..
f>3. araba : mu I-ni
lilaila* |U..ll !... -. m:
engrararlas Ix-lla-cas da* liil.'l. i.
uina pequea ipiantid id .!' '
e lornai

Cold creme para refrescar c
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a na Duque de Caxias
n. 50, recebeu cold creme dos afamados fabrican-
tes LubiH, Legrara e Condray.
Diademas e grampos de
ac.

*

HM lllii
A N'iava E-|MT.iri--n :t na llir.|
ti'.). ecel'CU Vi I bada'il'ia l lll,i-l,"./
can para e.ii.-a>:Uai |, ,-, !.,i,., ,
Vestido jK'idido
Moilas voi.'s mu v.'-inln l >rn*. mi r
nioiilc p.ir cntar mal a-ulula I
Iteran .-a a na I n.pt<' .le l.i\
cslo mal ; porque <- a bom prvida
galoes e franjas d.- Mb as
collior-sc i vniiiiil > saijn MSiwdit mln
A loja da aguia branca, ra do Duque de inod.-i as franjas iRtMieaa, qar pi* n,
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade- de d.- cares, tiei I ni :,i qua-i
mas e gra i pos do ac. A ella anta-s que acai..iii.
Bicos de seda pretos com Aba de bo\ rmeka
ffnTAfi fta ohrtm Vendem-w .1.-1 l's ,.s i..
IllCb UO COltb. doC.xtasn. C.l. na.N.axa K--iaii.a
A loja da aguia bramra, na do Duque de (\iluiJLic li,',,utn\ Caxias recebeu, como novidade bonitos bicus de t-"C*fA OIUIHUb SOI1 III rj
seda pretos com llores de cores, sobresahindo nel-1 iiiicr
les o preto com encarnado, e lodos mui proprios / '
para barras e outros enfeites de vestidos de gra- A Xa ara Espa*ran<;a a rua l'n i
nadine, ou medina, e outras fazendas transparen- C:i, acata ate t*rt\*v a v. id.. I ira Ihtan <- ^
tes. Pela commodidade dos pre.os es-es bicos tor- WH Hf.......Mi M -*<*w
nam-se mai commodo,s c pela novidade de gosto, (npranodo al om mnita firiMaiK.*p*
prt'feriveis a quaesquer outros enfeites. motivo, cilia-ll, s l-r.nin< >.'> taa t\.\"m |Mr
i
BAZAR DA RUA BIRRETA
HOJE
N. Si.
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forca de 2 a 4 ravallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
^aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
ontas de lan?a para carro.
Chicotes para carro.
aloes largo e estreito para carro.
Fregos com cabeca de marGm, idem.
Aderecos debri-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perolas.
SAPHIRA
Este estiibelecimento sempre solicito em offerecer a concurrencia do respeitavel pu-
blico um completo sortimento de miudezas, calc,ado francoz, chapeos e quiuquilharias a
prec;os os mais razoaveis possiveis, para o que receba quasi todos os seus artigos de pro-
pra encoinmenda da Europa e America, vem dar publicidade doalguns artigos por cujos
pregos bem se pode avahar os procos de outros muitos que se tornara enl'adonho pu-
blicar.
MIUDEZAS. | MIUDEZAS.
L para bordar, da melhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2#500.
libra por 57500. Botes de setim pretos e decOres, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- rs. e. 19000 a duzia.
xinha com 4 papis a 60 rs., 240 rs. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita de velludo com lindos do- guras, a 1$000 e 1400 o metro.
N.
NOYA
2 A-
L0JA DE J0IAS
Rua do CabugN. 2 A
BARBOS tf FltaHO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidara ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego razoave.
rares lingindo madreperola, a 500 rs.
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu,
acompanbadas com 1 par de brincos seme-
lhante, tudo por 27500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alejandre, numerado a
gosto do freguez, a i #100 a duzia. -
Diademas dourados de 1$500 a 3$000.
Ditos de tartaruga com flores a 2#000.
Ditos com borboletas a lftoCN).
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 25JO00.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1?500
e 27000.
Voltas de aljofares com brincos, a 27500.
Ditas de ditos com corarOes a IflOOO.
Ditas de ditos de contas com ca'ssoretas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 17 e 17500 o par.
Gravatas de soda para senhoras de 1?WBW
a 27000.
Parures com 2 lagos para rbpga peto
a 37 e 47000.
Entremeios e babadinhos bordados de 80v)
rs. a 27400 a peca.
Gales de seda brancos e d trotes, de
17500 a 27500 a pega.
Ditos de algodo e seda, de VS a 17400
a pe^a.
Ditos de algodlrj, a IrW e 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marftm a 87 e 87000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 27W00.
Ditos de papelldes a 17800.
Coques para senhora, a 37, 37*500 e 49.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 17000 o
metro.
Cales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 17000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
47500 o par.
Ditas ditas de du raque, gaspeadas, canno
alto, a 57000.
Ditas pretas enfaitadas, ultimo moda, a
07000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 87600,
Ditas para meninos, pretas e de cOres, a
37 e 470W.
Completo sortimento de calgado de case*
mira, Charlt, tapete e tranga, mais .barato
10 /o d qne em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'Italia, para se-
nhora, a 117000.
Ditos ditos parha escura, da ultima moda,
a 69000.
Compltrto sortimento de chapeosinhos para
menmas e senhoras, de 29800 a 59000.
Gtapos-de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 167000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonke- a 57500.
Ditos dito de soda para senhora, cabo de
rtwcNra.a 9000.
Ditas-dto eabo-deraarfim a 07000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino-para vestidos, fdzendn da ulti-
nta moda, com Hstras de seda, a 650 o co-
rtdo.
fWflbsdeofoehtpafa tfadoiras, a 17800
e 27000 cada-tM.
Ditos pora-sot, a 9e *9000.
Veos ou raantinhas pretas.
A loja da aguia branca, rua do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou uianlinbas
-',
o un mouo
! a- UTO, pnapli.rt i
pretas de seda com llores, e outras a imitarn de Caxias u <''!. a-u. -i.n -
croch, e vende as pelos baratos prc.-os de .U, Se quen-is ter mi pia-iui .i ni
4* e 6*000. A fazenda boa e est em per'eito cheiro'as rnvars ln.uie,. t., ,, v
Kstfi
Os cinlnrtVs
Jiie recebe* a Jfcnrj Rtperatini a n.a
axias li i'.'!, a'-ljn. -i.ii -
Aderegos fingindo coral, co.npondo-s TaaHvasde Vttkto pata rosto, a 17300 cada
alfinete e brincos por 27000.
Dito dito pretos por 27500.
Drtes de plaqut, ompondo-se de aflinet*
e brinco, sondo de mtfito gosto, por 59000:''"W^OO-'
urna.
TMtas do tHgodo atoowados, a O 40 rs.
bm de orseMl ym coma de casal, a

Rap!
mi ii-11. -"
ai.. .
Privceza!
Rocha !
O rap Princza fabricado por Jos Frnclseo
da Rocha no Rio de Janeiro ha pare vender no
deposito rua do Vigario n. 7, 1.* andar.____
= Vende-se na ilha de S. Miguel, meto mol
de terreno muito perto da cidade : a tratar n
rua Direita n. 99, taverna.
Vndese o engento MiBpuio, situado a meia
legua de distancia do porto de embarque da cida-
de dh FTIto WjMbso,'c8m proporcSes para grandes
safras, e anda com tefreio dtponivel e de im-
mensa fertilidade para levanlar-se um novo enge-
nho, muito abundante de mattas, e o melhor pos-
sivel de moagem de agua ; tratase Desta cidade
do Recife, rua do Brum n. 84, 3* andar.
AUenco.
Veade-M a fabrica de cigarros e charutos da
rua Varcilio Das n. 114 : i tratar na mesma.
i- Vendevae wn solo de um terreno proprio,
no fim da rua Duque de Caxias : a tratar na rua
de Honas n. 86.
estado, pelo qne contina a ter prompla tXllM
cao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Deque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
oolelas, bezouros e gafanhotos, o que de cei to
perfeita novid de. A quantjdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca rua Duque de Caxias
- 50, receben urna pe piona quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l c seda, ea-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramentc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonilos gram-
pos, brincos e rezetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como sempre conti-
na a vende-los por preros razataveis.
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vndese na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que de (.axias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de(
outras cores.
A loja da Aguia Branca, rua Duque de Ca-;
xias n. 00, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas c de outras cores.
Joaquim Jos Gon(>alves
Beltro & Filhos
Team para vender no seu escrptono rua do
Commercao n. 5, o seguinte :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de laran a, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenleniente chegada.
CHAPEOS de sol, pare homcm e senhora, cabo
^^ de marim e sso.
FETXES de ferro, para porta.
FIO de algodlo da Bahia, d fabrica do eommen-
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz. i
03BAS de palfeta.
PANNO de algodo da Bahia, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Miliao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRLHA do Para.
EL AS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de I e i dunas.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de caj, caixas de 12 gar afas.
Malvasia do Douro, caixas com
rafas.
Carcavellos, idem idem.
N. va !'.-,> i-.n.ra a m i*r.- I via a
que alli enrt nirar-1> i
que ^a, |,i| di'MJ.i!'.
Tetona rra
A Xo\A l-.S'Ki: \.\< A rii.i Vn.y.w

n. mi, viii.l-
grossiirai
..Ugarca para l> tala. I -k- !

Jaiaa|iiiin K alr Sai.t < fijara i
vende em sen m i nu do Sar.r
(ilinda n. :t I." ai alar :
l.afa; do Rio
Cha em latas de I Mira
Fumo Familia de nian-li ca
Vinho ala- Tliomar. em drrtnw
Massa batub.
Vende-sc nussa balada d-I* .jeoli'a.
ogos arli.iciaes a li'id r. a ni i.<
r variada a 200 n. : mirmni ..'. :a
niperial n. 207, de VaMiviaia da p I i
Roa Vlvienne. I

Parts 36,
h:m:,m Mt:Ecrc srr
ii
* '
DEPURAT'IF
du SAING
P rManmiaii't ni* -rvi ,
"i- M.rr*\aart M *4a*f
ai 1J+.
\ient,fm*'n\
|wil#J.f>l(.'r< rt
aria. -tiHrrroi-
|(i"t4U I "ry
rtu. r iiue, un m tttgue *
sem mi-rcntioV aerar
%! MIKB*Ba %tm- **** ft
semau, srf lindo n trarUfaraw ftrpa
rmnrrftilai rit* wrsnt> w,a4nrii$.
lEUr XtaavCr <0
| ierre atr l'.H > W T *
inaHliil.iaiirirw t ^r-
Ifrrr pm>ii;i
t IKU t Jl#rr
muliirres. Esta injrr,mu 'bnigaa
coa o Xarnpe e> Cit'Hc'-i
frrKawi Pun, da ^wr v mn i-iiear
KHM0A ANTINERPCTICA
Contra : M ajrtfor* 'Ynrir i rwmt '+m
rMUIL&S VECETACS OCruRATI.45
4o V' CbatMe, cada fraae* n> cfi "a*
i* ua foJheio
AVI80 AOS 8RS. ME0IC01
Caira canil. aaaaa
PLUS DE
COPAHU
r > a
Sirop du
orFORGET
r*li,>ail a4w
m catira reMaa arto mepti W raarca*.
Dr. WWa farla, ra* llraaa, i
Deposito em casa de Auirnt" mm*b.:
rua da Crui.
:
Saiili! Aulomo. S.
t S. Pedro.
Jtti
12 gar-
VENDE-SK'-
um moleque de 17 annos de idade, pedreiro e
copefro, robusto : quem preteider compra-lo di-
flfa-tw <* wta da Tmperatrte n. 36, prtnwtro andar.
Grande pechincha
No trapiche Angelo vende se saceos com mllho
muito novo, pelo barato preco de 5*, regulaado
dez cuias, para acabar.
Vndese duzias de linhas de carretel de 200
ardas pe o diminuto preco de 5i0 rs.: venham
ao rival do Recife, rua do Mrquez de Olinda nu-
mero 50 A.
Amaral. Nabnroft C rtmem sle pan *-
vertiniealj e le-leue las awtes de -aian Aaaaa
S. Joo e S Pednt, sisiaina Tmafceria belet etc, Sao as mais engracaaa ae leva ta
ao mercado e proprias para n; awati faw
caixas de conrVitiw baaaVa Me e> fapaV
proprios pare iUjiniaaee* nwarurw. Nr. etc.
na rua do Bario da Hctura n 1 Bazar Vanara,
Cha, prelv e veHe.
Amaral, Aalruco t C, veadew ca pata) e a*>
de, de muito boa qiulid-dc e rhegAo o
vapor e rap franeei : do Baur Vria, ni
Bar*oda V doria a 2
Insignias in^'aiijs.
Amanl, Habaro C.
que estao suppridos de t
graos para os que qu
ta que entuma-ae a
das respeitaveis lojaa
nho.
CASA.
Vende se um sobrado ere aou hn na :
ar na rua da ImperatrU a. 8, ka>a.
i


mm
8
Diario de Pemambuco Quarta feira 4 de Jimho de 1873.
VARIEDADE
A COMPANHIA DAS INDIAS.Em data
de 26 de abril dirigem de Londres ao Sie-
cle a seguinte correspondencia:
Ha oito dias que teve lugar em Lon-
dres, o maior enterro dos tompos modernos:
o enterro da rompanhia das Indias, privada
do seu podero desde 1808; e que um
acto do parlamento vai fazer desapparecer
para senipre.
A historia da companliia pode servir
de ensinanicuto til para o nosso paiz, onde
ha tanta praeiso do so comprcnhendcr a
superoridadfl da iniciativa privada sobre a
acco naturalmente lenta dos governos.
Ha duzeutos e setenta e quatro anuos,
contina o correspondente, um diminuto
numero de marcadores de pequeo trafico
de Londres, juntaram um capital de menos
de 130:0009000, para principiar a coin-
raerciar com o Oriente.
Tendo-llies prosperado o negocio, pro-
curaran! estabelecor-se definitivamente. O
acaso favoreeeu-os: havendo um medico in-
gles, hbil, carado a filha do grao Mogol,
este, em rcconhecimento, outorgou licenca
aos mercadores para estabelecerem algumas
estacos de commorcio, ou pequeas fei-
torias.
Em 1668 os mercadores enviaram aos
seus agentes urna ordena, para sompre me-
moravel, alim do lhes mandaren! 100 ar-
rutis de cha, fiara que se soubessc o i/ue
isso era. A lembranga foi to boa, ou to
m, que eincoenta anuos depois os benefi-
cios da companhia, sobre esse genero, con-
tavam-so por milhes de libras storlinas.
Em I18O, o ordenado do presidente da
companhia de Calcutt era de 7,000 fran-
cos ; os consclheiros em numero de oito
cabravam 1,000 francos por anno, e os
caixeiros 125 francos. Mas todos esses se-
nbotes go/avam do privilegio de negociar
por sua coala; o que lhes deparou tal
prosperidade, que, em 1700 os directores
da companhia queixaram se de que atos
seus proprios criados, nao jantavam seno
ao som de orchestras, e s iam a passeio ern
carruagens puchadas a quatro.
E o que direi dos Purgos inglezes
d'osse tempo Cabe ento a vez a um c-
rurgio ingloz, chamado Hamilton, de curar
de urna grave doenga a sacrosanta pessoa do
proprio grao Mogol, que lhes fez presente de
trinta o oito cidades, autorisando a: compa-
nhia para traficar livremente com toda a
Bengala.
De 1757 a 1858, a historia da compa-
nhia, que os bindus chamam com respeito,
seno com terror : Kampani Baradhar,
s aprsenla urna sequencia de golpes feli-
zes, de prosperidade e de brilhantes con-
quistas. Os successores dos modestos mer-
cadores tornaram-se iguaes aos reis, testa
de um immenso imperio, que por urna
grande revolta passou para o governo da
metropole.
Os presidentes de oiit'rora, tornados
governadores, eram personagens polticos ou
militares, orgulhosos por ser agentes de urna
companhia, cojo munificente roconheci-
moiito para com os seus servidores era sem
limites.
Nao foram os prudentes mercadores
que provocaran! a revolta em 1857, mas,
o conselho fiscal instituido pelo governo, e
o mo costuiie de consentir olficiaes mili-
tares em empiezos civis e de commercio ;
porque os mercadores desde muito que
haviam creado um poderoso exercito para
proteger os seus bous.
Eis o que sabio de urna encommenda
de 100 arralis de cha, em 166S!
BAILE MI MCI PAL..Nao se pense que
tamos fallar n'algum baile em perspectiva,
da aossa cmara municipal; essa corpora-
co tem negocios transcendentissimos de que
tratar, como o publico pode saber lendo o
extracto das suas sesses. Nao se oceupa
do ninharias.
0 baile do que vamos fallar foi de
mascaras, e dado pelo bom lord maior de
Londres Essa festa teve lugar no encan-
tador palacio d'aquelle magistrado, mansi-
on-house. Com ludo apezar da munificen-
cia e riqueza das esplendidas salas, e da
extrema deli adeza e amabilidade de lord
maior, '-:.;: un praguento franceznotou
falta de l.om gosto. Eis como elle se
expressa :
Lord maior, vesta Luiz XIV, e sua
familia, como as princezas da corto do re-
sol. O valor dos trajos, de inaudita ri-
queza, ascenda a mais de seis centos mil
francos I Mas a falsa modestia ingleza im-
pedio que a photographia fosse completa;
nao baria mademoiselle do la Vallire neto a
Montespan, nem mesmo a austera Mainto-
non, que apenas couhocia um caminbo
para o seu tocador: o da igreja. Eis-aqui
porm o absurdo ; Joanna Grey, interessan-
te e desgranada pequerrucha, dangava com
um hussard hngaro; Mara Antouieta com
um chim ; Maria Stuart com um turco; e
a Inglaterra com Mepliistophclcs, ao passo
que o Fausto ia para o bufete, dando o
braco a" seusvel noiva de Romeo.
Resultado: a somma de cinco a seis
milhes de francos entrada n'uma s noite
na caixa dos logistas e mercadores reta-
Hjo.
Esta a parte seria do lado ridiculo que
o epigrammatico francs encontrou no baile
do lord maior de Londres.
HONRA A SCIENCIA.-Constituio-se em
Borlim urna commisso internacional, no in-
tuito de proparar a eroccao de urna estatua
memoria do famoso chimico Justus Lie-
big, recentemente fallecido.
POR CAUSA DOS IMPOSTOS.Em dois
de novembro do anno passado, houve em
Bessges grande motim, por causa do im-
posto de consumo,
A Franca na impreterivel necessidade que
teve de augmentar fortomente todos os ira-
postos que existiam antes da guerra, e de
crear outros novos, tributou o vinho que se
fabncasse as adegas subterrneas.
Isto produzio n'aquella povoacao m voli-
tado contra a innovago, e chegado o mo-
mento da cobranza, houve alguns patrilas
( quo em toda a parto os ha ), que fizeram
propaganda de resistencia activa.
Os caberas do motim tinham percorrido
os botequns, para ahi recrutarom adeptos,
e irem durante a noite destruir o escrptorio
do imposto de consumo.
Chegadas as onze horas tinham reunido
mais de duzentas pessoas, entrando opera-
rios, donos de vuilias, devedores fazenda
e at crianzas.
Tendo encontrado a porta do octroi guar-
dada por dois gendarmes, gritaram : Abai-
10 o imposto de consumo 1
Os gendarmes em vo procuraram dissua-
dir os amontinados. A resposta s admoes-
tages, foi um chuveiro de podras, que pa-
ra logo pozeram a cara aos dois gendarmes
em misero estado. Como o povo se nao
conlivesse, fizeram as intimares devidas, e
sendo desprezadas, atiraram primeiro para
o ar, com intuito de intimidar. Mas as pe-
dradas coutinuavam, vendo-se portanto
abrigados a dirigirem o fogo contra o povo.
Disso resultou ficar um dos do povo lo-
go morto e outros feridos, mais ou menos
gravem te.
A luta continuou, procurando manter o
su posto os dois gendarmes, dos quaes
um foi deitado por trra e muito mal fe-
rido.
As detonaces dos tiros tendo dispertado
a attengo dos gendarmes de urna cstacao
prxima, urna torca ra a passo de carga e
de bayoneta calada em soccorro de seus
camaradas. Esses poucos homens conse-
guirn! livrarosdois pobres diabos e os le-
varam para o posto da guarda.
i'icando assim por algum tempo sem des-
loza o posto fiscal para a recepeo do im-
posto de consumo, parte dos turbulentos
voltaram all, e pozeram fogo aos livros de
registro e mobilia.
Foi em consequencia de todas essas dia-
bruras, quo trinta e cinco individuos, pre-
sos como caberas do motim, compareceram
ha poucos dias ante o tribunal competente,
sendas condemnados priso mais ou menos
longa todos os indiciados.
CONDEMNACO A MORTE.-O tribunal
de assises da Me usa condemnou pena de
morte um rapaz chamado Jules Marc, do 20
A CORVETA DIANA
ORIGINAL BRA.SILEIRO
COR
A. von lloonholtz.
IX
O 1 ll.lii" MALDITO.
(Continuado do n. 126j
L'ma palavra, senhor doutor, disse a
enferma, e pediudo s duas vizinhas que
se retirassem, pegou-lhe na mo e accres-
centou- senhor doutor, eu sinto que pouco
tempo me resta a viver, a phtysica nao tem
cura, mas para mim a morte um allivio;
quantos Oales, quantos desgoslos tenho
soffrido em to curta idade I Peco-lhe que
00(1 a confisso dos meus erros, j que o
senhor o pai dos infelizes I ouca-me, e
depois da minha morte eu lhe rogo que
proteja meu filho, a esse infeliz fructo do
meu primeiro e desgranado amor.
Est bem disse o medico, sentndo-
se junto cama cont com vagar a sua
historia que eu a ouqo.
Adelia contou ento o que j sabemos ;
a sua primeira entrevista, aexpulso da casa
paterna e a maneira porque se fra operando
a degradaco successiva nos seus costumes
at o ponto a que chegara.
Mas nao se lembra do nome desse offi-
cial que a seduzio? perguntou o doutor,
depois de ouvir a longa historia da desven-
turada moca.
Elle nao era oflicial de marinba, mas
andava embarcado em urna fragata e julgo
te-loouvido tratar por commissario.
O seu nome 1
Justiniano Carvalho dos Santos, res-
pondeu Adelia.
O Dr. Carvalii j den u:n salto da cadeira
e exclamou :
Quedizes? desgra^ido, pois foi elle
quero te arrancou do seio da tua familia e
t' precipitou neste .abysno de perdigo em
que vives ?
Sim, foi elle ; maso senhor o conhece,
doutor ?
Muito ; porm diz me, tu perdoas a
esse mancebo o mal que te causou ?
Perdo, doutor, perdo o ter-me elle
rou!.-ado a virgindade, porque eu o ama va
muito, e depois foi o destino que me arrojou
na miseria, desta vida repulsiva o degra-
dante.
Obrigado disse o Dr. Carvalho. Por
minha parte farei o possivel por suavisar-te
as penas ; confia em Deus que elle te salvar,
espero ainda pr-te boa e farei com que
tua sorto se melhoro ; quanto a teu filh eu
respondo por elle e Cea debaixo da minha
protencao.
O doutor lerantou-se visivelmeute com-
movido, murmurando comsigo Ah, meu
irmo, meu irmo, se visses o resultado das
tuas loucuras I... Depois apertou-lhe a mo
e sabio, depositando sobro a mesa algumas
notas do thesouro.
Apenas o bom medico havia sahido quan
do um menino de labios finos, rosto antipa-
thico e representando ter dez annos de idade,
entrou no quarto.
Justiniano exclamou Adelia com
ternuravem c, meu querido filho, ha
tanto tempo que nao te vejo I nao tens tido
saudades de tua pobre mamisinba que est
to doente ? E a pobre mi fazia acenos
ao seu nico filho para que se aproximasse.
0 menino olhou para cima da mesa, vio
o dinhoiro e chegou-se a elle com ar dissi-
mulado.
Ento, meu filho, nao tens pena de tua
mi moribunda? vem c deixa-me dar-te
um beijo I... est bom, tens medo do con-
tagio da phtysica, no?e duas grossas la-
grimas rolaram pelas faces macilentas da
infeliz mulher.Olha, Justiniano, leva ao
menos esta receita botica e traz o reme-
dio que deve curar tua mi, continuou
ella com a voz entrecortada pelos solucos.
O menino nao sahio do lugar, com a mo
esquerda foi sorrateiramente empalmando
o dinheiro que ficara por detraz del le, so-
bre a mesa, e ia mettondo-o no bolso da
calca quando a enferma exclamou de novo
com um tom que corlav.: o corago.
Ah, meu filhinho, porque s to mo
assim ? porque md tiras esse dinheiro, essa
asmla que pie deixou nquco santo hoL\
mem ?... ','.:, fi-j '.>,-'', ni incas cara'
Z3i!>;.idn, ii-ut-iu.fi.Mu mte m.is ao momas vai
buscar o rened-, queci j uo BW posso
annos de idade, o qual era aecusado de ter
em menos de dous annos, sido autor do
crime de fogo posto, por seis vosos, na
mesma communa.
0 tribunal, nao tomando em considera-
gao neuhuma circunstancia attonuante al-
legada em favor do reo, o condemnou
morte.
CONDEMNACO POR INFANTICIDIO.
Perante o tribunal das assises de Calvados
(do departamento martimo da Franca),
compareceram duas mulheres, mi e filha,
aecusadas, esta como autora, e a primeira
como complico do crime de infanticidio.
A filha, que fra quem dera luz a
crianga, foi condemnada pena de morte;
a mi co-r, em attengo, sua idade, em
priso perpetua.
DESAFIO.Houve uro duello pistola,
nos arred res de Saiot-Maixent, entre o Sr.
Louis Tribert, deputado, e o Sr. Louis L-
vesque, redactor do jornal a Seore.
A distancia combinada era trinta passos.
Cada um dos adversarios atirou duas vezes,
sem que nenhuma das bailas acertasse nos
ai ves.
As testemunhas julgaram a honra satisfei-
ta, e fizeram com que o combate cessasse,
apezar dos duellstas pretenderem que ello
proseguisse.
O motivo do desafio foi um artigo publi-
cado no peridico do Mr. Lvesque.
Antes de se separarem os Srs. Tribert e
Lvesquej apertaram a mo um ao ou-
tro.
Eram tostemunhaspor parte de Tribert, o
general Mazurc (que deputado] e o Sr.
Duplessis : e por parte do jo r na lista, dois
redactores do mesmo jornal a Sevre, os Srs.
Guette e Orry.
BEATIFICACO.-No dia 11 de maio
devia ter-se reunido o collegio dos ritos, sob
a presidencia do sua santidade, no intuito
de proceder a beatificaco do padre de La
Saile, fundador dos irmos da doutrina
christ.
Nasceu em Reiras, no anno de 1651 e
falleceu em 1719.
Em 1681 foi a poca em que o padre de
La Saile se dedicou a crear as escolas chris-
ts ; teudosido as primeiras establecidas
em Reims, Pars e Ren.
Nesta ultima cidade era a sede da nova
ordem.
O padre de La Saile foi proclamado ve-
neravel em 1840.
MUS VISINHOS...Em Waterford, um
hortelo e sua irm ataca rain a casa em que
soznho habitava um visinho tambera hor-
telo, e to mal o ferirara na cabeca que a
victima suecumbio.
As autoridades tomaram conta dos crimi-
nosos, que coraraetteram o crime com o in-
tuito de roubar.
Mas de que figados a tal ingleza ?
CHEQUE SEM VALOR.-Em 8 de maio
foi condemnado em Londres, um corretor
de fundos pblicos, a trabalhos pblicos,
por oito annos, pelo crime de ter dado no
pagamento que tinha a fazer a um banco,
um cheque sobre outro banco no qual j
nao tnha fundos. O valor figurado no
cheque era de 12 mil libras storlinas.
NOVA BOLSA EM MADRID.Demos ba
tempt noticia do projecto de urna nova
bolsa em Madrid.
Com effeto, existe um deereto autorisan-
dos o corretores olficiaes de cambios e fon-
dos pblicos a procederem a construeco
de um novo edificio para a bolsa ; sendo a
edilicaco feita a conta dos mesmos correto-
res. 0 edificio ficar sendo propriedade
do estado.
O governo coneente que na nova construe-
co se empregam as materias que possam
ser aproveitadas da demolico do antigo
edificio.
Autoris 1 o mesmo decreto igualmente os
correctores a imprem um tributo ou pre-
go de entrada na bolsa, o qual ser de no-
venta ris por pessoa.
ATROPELLAMENTOS EM LONDRES.-j-
levantar, serve-me a primeira vez em que
eu te pego um favor I
Pode pedir quanto quzer, eu nao vou,
porque nao sou seu criado.
Meu filho III...
Qual filho, nem meio filho eu o que
vim buscar esse anuel de ouro que tem
no dedo ret .rquio o menino.
N5o, Justiniano, isto nao ; pede-me
tudo, os meus vestidos, estos poucos trastes
velhos que me restam, mesmo a cama em
que estou deitada, tudo te darei; mas este
annel, o nico objecto que guardo como
lembranga de teu -pai, este nao I
Mas eu quero e ba de dar t gritou o
rapaz.
Meu filho, lembra-te qee fallas com
tua mi!exclamou a enferma, e accres-
centou debulhada em pranto contenta-te
com esse dinheiro que me roubas, e ao me-
nos vai chamar urna vizinha, j que nao
queres prestar ura servigo to insignificante
tua mi nos seos ltimos dias.
Nao vou chamar ninguem, j disse que
nao sou seu criado, d c o annel seno eu
o tiro forga.
A tanto nao chegar o teu atrevimentol
bradou Adelia, fazendo um esfrco de ener-
ga ; e depois, arfando de cansago e emoco,
proseguio tristementej me privaste da es-
mola d'aquelle estranho e ainda queres
mais ?
V p'ro inferno, Sra. Bruxa, eu i lhe
mostr se d ou nao o annel e o malvado
filho dando um pulo at junto do leito
agarrou na mo descarnada da pobre en-
teris e fez esforgo para abri-la.
Larga-rae, malvado,gritou ella,
ladro, infame que roubas a tua propria
mi 1
Justiniano nao se deteve, galgou o leito,
poz um joelho sobre opeito da desventurada
qu e lhe dera o {ser e torcendo com asabas
as mos o seu braco direito, bradou com a
voz abafada pelo afn di luta.
Larga larga o annel,seno te mato...
A pobre Adelia deixou escapar ura grito
rouco e doloroso, largou o annel, e o rapaz,
opoderando-se d'elle, saltou da cama abuixo
e sahio correndo.
Maldgo sobre ti 1 murmurou ape-
nas a desventurada mai, e o seu braco des-
ornado cali sem moMmento sobre a bor-
da do leito, e ella exhalou o ultimo sus-
piro.
A's tres hor..s da tarde urna das vizinhas
vein trazer-lhe um caldo, e achando-a mor-
Acaba de ser publicada em Inglaterra a es-
talistica dos atropellamantos que tiveram
lugar em Londres no periodo quinquenal
de 1866 a 1870. O numero dos morios
foi de 333 e dos feridos 7,494. Eis alguns
pormenores interessantes dessa estatis-
tica :
Os pequeos trensde praga (cabs)
causaram: morios 59 e feridos 1,720;
mnibus 39 morios e 363 feridos ; tres par-
ticulares 0 morios e 98 feridos ; carre-
tas ligeiras 42 morios e 2,667 feridos;
wagons 83 morios e 312 feridos; tures
113 morios e 890 feridos; bombas de in-
cendio 1 morlo e 29 feridos; cavallos de
sella 10 morios 153 feridos ; carros pesa-
dos 65 montee 378 feridos; velocpedos 1
morto e 4 feridos.
Jiintando-se os morloc com os feridos
choga-se ao numero formidavel de 8,027
pessoas, moras ou ferelas, em cinco anuos
pelo grande numero de vehculos que cir-
culam diariamente em Londres.
TENTATIVA DE HOMICIDIO. O jury
que u outro dia funeconava n'un dos tr-
bunaes do Paris, mostrou-se benvolo, como
geralmentc acontece, para com um sujeito
que tentara assassiuar o amante de sua mu-
lher ; pois que deu por nao provado o cri-
me instaurado ao reo que tinha a julgar, e
conseguintemente foi absolv lo e mandado
em paz.
O caso que levara o infeliz marido ao
escabello raso dos criminosos nao offerece
graude novidade, purera ainda vamos
conta-lo.
Phlibert, era empregado as obras pu-
blicas, casado legtimamente e pai de qua-
tro filhos. Conta va por sen excolleute
amigo a um tal Leroy. Este, porm, nao
escrupulisou em desviar dos deveres da
honra e da honestidade a mulher do seu
amigo; a qual por fin adandonou o do-
micilio conjugal.
O pobre marido que jamis desconfiara
das criminosas intimidades d'aquelle quo
tinha por amigo, tambera nao suspetou a
principio que fra elle o seductor de sua
mulher. Mas as suas iuvestigages lhe des-
cobriram por fim toda a negrura do proce-
diineuto do traigoeiro e refalsado amigo.
Sabendo, pois, que elle Viviana era
Carches, all os foi procurar, levando com-
sigo uraa pistola o urna bengala de estoque.
('.llegando all, deu de frente primeiro
com a mulher; mas um resto do affeigo o
deteve, e nao a atacou. Apparecendo, po-
rm, d'ahi nada Leroy, sobro este
se precipitou, estabelecend se urna luta
desesperada. Phlibert descarrega a pisto-
la, e a bala apenas fere na coxa da peina a
Leroy. Este julgando o seu adversario
desarmado, deixou de o aportar contra s.
Mas Phlibert, langa ento mo do estoque,
e repetidas vezes o embebe no corpo do seu
immigo, que cahe por trra, fica muito
mal ferido, porm tendo-lhe promptamonto
acudido a crurgia, conseguio salvar-lhe a
vida.
Declamo Phlibert que a sua tengo fra
matar o seu rival; e que em quanto a sua
mulher lhe perdoava pela segunda vez, pois
era certo que j d'outra vez lhe havia f-
gido de casa.
AUGMENTO DA ARTILHAR1A.Um de-
creto formado pelo presidente da repblica
franceza, em data de 8 de abril, manda
crear urna escola de artilharia, para dous
regimentos, na cidado de Orleaus.
UM CASO DE HYDROPHOBIA.No de-
partamento do alto K'ueno, deu-se um caso
de hydrophobia n'um cavallo, otlerecendo o
raro exemplo de incubaco do virus rbico,
peto espago de 54 semanas.
0 cavallo, segundo se pode averiguar, f-
ra mordido em 20 de margo de 187, por
um cao damnado, pertencente ao mesmo
dono do animal, quo ora morreu.
INDEMNISACO CIVIL.Um negociante
grego, que havia sido ferido pelos guardas
civis, no tempo da communa, intentara ac-
go civil contra a municipalidade de Marse-
Iba, reclamando perdas e damnos.
0 tribunal competente acaba de proferir
sentenga no pleito, condemnando o munici-
pio a pagar ao tal negociante, o Sr. Michali-
uudis, a somma de eincoenta mil francos.
ETITAPHIO.No jazigo que, em coufor-
111 idade com o testamento de S. M. I. a m-
peratriz do Brasil, viuva, se constrio no ce-
mitero occidental, so ha de collocar o se-
guinte epitaphio :
CharikU Christi unjel nos
le reposen! les bunibles filies de la charil
el les Prtros de la niission.
.'ux deux fmulos de
!iint Vincent do Paul

* ....
En tomoignagu d'allecliou :t de veueralion
A l'.iit eriger ce nn-niiineut
Dona Amelia
lmperatrico Donairire du Brasilot Duchess>!
de Braganco.
*
* *
Na face op|M>sta :
Erige en vertu de l'articlo 20 du 2"" tosa
menlde S. Maj. Imprale
873
PREPARATIVOS MILITARES.A adm-
nistrago da guerra, de Berli n, uvanca com
a maior aetivi ladeo* Irabaliios de engr.ui le-
cimenlo da fortaleza do .Muguncia (Alayen-
se). Houve hesitaco na escolha inlri-
MtZ, Strasbuigo, Colonia e Muguncia ; era-
lira o mareaba! Roua esculo a ultima
d'estas pragas para ahi estabelecer una fa-
brica imoionsa para forneeer vi VOTOS oapa
.de aprovisionar toda a zona occideutd do
imperio. Esta fabrica dovo foVnecor sem
I interrupeo conservas do viveros, o do or-
ragons comprimidas para humeas 0 cavallos.
lina grande machina de vapor, aroia-
jZeus subterrneos, ollicinas de carpinloiro e
latoeiro constiuein este grande ost.ibelec-
niento.
J foi aborto com applicago a estos Ira-
bullios 11111 crdito de sciscontos mil thalers.
EXPOSICO DE VIK.NNA. As folhas
austracas dacnlaiW acaloradamenle cttrca
I da ex|Hsico universal; uinasarguemos am-
1 pos po lores conferidos ao baro Schwarzt,
quo tendo primeiro pe li lo para a construc-
1 i.'o urna somma igual a 6 milhes do fran-
|cos, jtem gasto 46 milhes. Outras en-
tondein que som os ampios podero conferi-
dos ao baro o sua enrgica volitado nada
estara ainda feito.
A' muitos parece desacertada a liherdade
concedida cada paiz do preferir no espago
quo lhe toca, o arranjo quo mais lhe agra-
dar para os seus productos. Esta lilterdade
loi concedida no intuito do produzir um
certo effeito pittoresco, resultante da reunio
o alternacao dos producios do cada estado.
as exposiges do Oriente, China, Japo,
Turqua o Persia obteve-se realmente este
efTeilo. Estas exposicos s verdadeiros
museus, mu curiosos, onde o ajuiitameiito
dos productos conveniente. Os tapetes de
cores vivissimas, as armas antigs, os maiie-
quins de trajos extravagantes, os utensilios
do uso domestico, grosseiros, mas que attr.i-
hein a attougao, toda esta mistura BBBBDOO
com respeito a estas nacoes ura qua Iro va-
riadissiino e interossante.
Mas quando se chega snages da Europa
da mesma civilisaro, sentindo ipiasi as
mesiims necessidades, e cujas industrias sao
destinadas a satisazor necessidades idenlicas,
ahi a tendencia de todos os productos para
o mesmo typo. mra certa monotona OpOOO-
ta aquella variedade que torna agradavel o
quadro das industrias primitivas.
Os pannos da Hostia, da Blgica, da Fran-
ga, etc. ; os ferros da Inglaterra ou da Sue-
cia ; os fios da Saxonia ou do Flandres, nao
cllerecom dillorongas apreciaveis simples
vista, e pouco poderiam ser porcebidas, se
os productos idnticos estivessem mis juntos
dos outros. 0 aspecto de cada paiz nao
difiere muito : o effeito que se procurava
nao compensa os inconvenientes da coufu-
so dos productos. Os couros esto juntos
com as rendas, os ferros com os tapetes, os
productos chmeos estao cercados de ledos.
O jantar de que j fallamos, offereeido
pelo ministro do commorcio aos comrnissa-
rios cstrangoiros, era de 600 talhores, o as
salas da sociedade do horticultura. Strauss
e a sua incomparavcl orchestra executou
durante o jantar trochos escolhi los.
ta, correu em procura doDr. Carvalho.
0 honrado facultativo nao se deixou espe-
rar, e indo logo examinar a enferma notou
com desc infiangaem algumas manchas roxas
e azuladas que lhe cobriam o peito e o pulso
direito, julgou porm que fossem contuses
recebidas em algumas das brigas to fre-
quentes na gente dessa elasse, longo dess-
peitar que houvesse algum ente humano ca-
paz de praticar taes violencias smente para
roubar o ultimo objecto de valor de urna
pobre moribunda. Em seguida mandou
encommendar o enterro e foi revistar o seu
balni em procura de papis e cartas de fa-
milia, nada havia de importancia, smente
uraa pequeua latinba encerrava a certido
de baptisrao do filho de Adelia e um sinete
com as iniciaes J. C. S.
Bom disse o doutor esto papel fica
guardado coraigo, e o sinete eu o darei d'a-
qui a alguns annos ao menino, para servir-
me como lembranga de seu pai.
A infeliz Adelia foi enterrada, a roupa e
os poucos trastes distribuidos pelas vizinhas
pobres, e desde logo expedidas algumas pes-
soas em procura do menino.
Em sua casa o Dr. Carvalho mandara pre-
iarar a toda a pressa um quarto, depois fra
aliar ao director de um bom collegio para
receber o menino como meio pensionista, o
sem nada escrever a seu irmo em Santa
Camarina, dspunha-se a educar o pequeo
Justiniano como seu proprio filho. Mas
baldadas foram todas as suas pesquizas, o
menino nunca mais appareceu.
Vejamos agora o qua foi feito d'elle. Ten-
do vivido quatro annos na mais completa
libertinagem o feroz matricida no momento
de fazer urna rapinagem foi preso e obrigado
a assentar praca n'um regiment de caval-
laria.
All teve de contrafazer o seu pessimo ca-
rcter e para tirar partido da propria sujeigo
em que se via, encobrio sua ndole satnica
com o veo da hypocrisa, e, forga de
adulagdes e baixezas de toda a ordem, con-
seguio captar as sympathias do sargento,
que tomou-o dobaixo da la protecgo e
mandou ensinar-lbe as primeiras lettras ;
seis annos mais tarde j era ello furriel e
romo tal iove do seguir n'umi espedigo
que marciiou com destino a S. Paulo. L,
o filho amaldicoado deserten n ni.;;iou-se
sorte que oito annos depois (tinha elle ento
28J obtovo a mo da filha nica do seu rico
patrio, a quem soubera Iludir durante to
largo prazo, para iogo na noute seguinte ao
j casamento empregar urna parte do inosmo
dote quo delle recobjra em manda-lo riscar
do rodos vivantes. Vio-se ento Justiniano
senhor absoluto de urna grande fortuna,
i mas sua mulher se lhe tornara urna carga
,insupportavel, e portanto, ou forga de des-
' gostos e mos tratos ou pelo effeito mgico
'da cicuta ou arsnico, tao hbilmente sou-
be desenvencilhar-se d'ella que o n dos
seus trinta annos nao tinha sido ainda euro
lado no fuzo de Lachsis, quando esse infa-
me chegou ao Rio de Janeiro sob o nome de
Dionizio.
0 Sr. Dionizio dos Santos procurou logo
o irmo de seu sogro, a quem entregou par-
te da sua fortuna para por em gyro na res-
peitavel casa coramercial da qual era coefe,
'eessa honrado PauLsta, quena melhorf
recebera em seus bragos aquelle jesuta, ap-
parentemente to acabrunha lo pelos desgos-
tos crois po ripio passara com a morte de
seu bom sogro e de sua adorada mulher, foi
o piiraeiro a aconselhtr ao inconsolavel es-
poso urna viagem de reereio Europa, o que
elle efectivamente fez,'demorando-se ah
como meio de distrahir-se das suas maguas,
muitos annos, porque tendo quem diri-
gisse na corte com habis mos os seus ne-
gocios, tudo lhe corra a favor o nada o
preoecupava. 0 castigo de Leus devia ser
terrivel, porque o matricida, o assassino,
o filho amaldicoaJo em sununa, consegua
tudo quanto emprehendia, realisava lodesos
seus desejos com o poder do seu ouro, e,
nao obstante os seus deboches eoxtravagan-
cias, sua fortuna augmentava a olhos vistos 1
Eis-abi como se passara a vida de Dioni-
zio at os seus 47 annos, quan lo elle, por
mera distraern fez uraa viagem a Santa Ca-
marina, onde encontrou em ura jotrar a for-
raosa Amelia, que desde logo resolveu to-
mar para sua mulher, porque nao ignora va
os meios de obter de novo a independencia,
3uando achasse conveniente descartar-se
o fardo.
Agora que conhecemos a fundo o historia
do Sr. Dionizio, tomemos a liberdadede pe-
netrar em sen gabinete particular e wj.-imos
em quo se oci-npn.
O um.d ligo.i.lo de Deus isl 111 dletoeuto
QUEM PAGA O JANTAR ?Ante o tri-
bunal civil de Rounn, as patitas* ama cao-
sa engracada. Tratave-sa do sobar josao
era obrigado a pagar o jantar da ai aviva-
do, se o genro, se a sogra, pasto aav a en-
vites fossem feitos pelo notvo.
O jantar fra opparo. Os convivat nao
se haviam cansado de... cooaer,beber elo-
giar OS pteos.
O al mogo fra dado em casa da
porm o jantar teve lugar n'um
rtstanraiit.
O dono da casa los mais peritos nos segmio* da arla culina-
ria, e com isso ficra o Hilante pre-
sumpgoso.
No dia inmediato apresmitava-se o Mattn
de II .meo em casa da igra rom um rebo.
pediudo lhe uus 25o francos pola importan-
cia do jantar.
A sogra mostra-s<- tola aj-nirada d< pe>U-
do, e contesta que isso chojh-Iu todo i si
genro.
Parte o bom do Muttu para <-.ia .|o gvti-
10. e este mostra se agestado como cahnl
das nuvens.
Pois eu teuho li ohrgaca pagar
jantar lo Mirado ? re largu- dio ; j \u>
sempllmite xiusa, t sogra ?
O crclor ahorrecia-so cala vez mais rtm
a questo; mas nao teve remodio wni"
vollar casa la sogra do noivu.
Ahi ehegj lo PSJBJH nova recusa.
V ter com iwu gmiro, i Hl con-
|x;le fiagar-llic, nao i mim. Pms iianm
elle SJOBBi tozos convite-. | Eu |mii4S en
coininendei o jantar.
O orador, vomlo que and.1%.1 de llero-Vs
para Plalos, iiifructiferameute, tomn n
i-\p.-dii'iile de levar a conten-la ao U-iImiiu
Itesse modo logrn i.-.-,-|Kt o NOpurte jantar, pois que o lriiiuu.il deddio qae me-
lado da importa 1 k ia da conta tosse p** jiela
sogra, c a outra metade pelo inhvo.
Assim ficou constituido direito em -!>.i-
semelhautes.
SI NON VERO...I jornal rancez
dando conta de ter tornado o vn de freir
mademoiselle Nelly le Malamarre le Tn-
boy, refer> urna historia sut-cedida n da guerra com os prussiaims.
No palacio >le Mr. de Malamarre se almte-
tavain uns vinteofliriaes piuvaiMis. Viim
dia, ao jantar, um dos colMMaS, eu ir.-n
para a OOOO, teve a ousadia de pj*s*r o bra-
90 pela cintura de mademoiselle Vdly. \
menina offendi la no seu pudor, m buscar
urna faca grande e a cravou no peito b>
atrevido olficial. Os canuradus iinme-liati
mente prenderama aggressora. e Un**-*
conselho de guerra para a juln o.
Siiniiltanearaeute loi a oceum-ncu cim-
municada ao principe de Uatse, que bahiu
va um palacio pouco distanta I all, o
principe ordcuou que o procesao (esse eo-
viado ao principe Fred>rico Cario.
No dia inmediato era receida r-tein
terminante para por em liherdade a menina
Nelly.
llalli em diaiito os officiaas
nao piizeram tornar a jantar
que os donos da casa, seno em mesa sepa-
rada.
O mettor-se a menina Nelly a freir, tal
vez provenha principalmente ilo remorso 'le
ler torillo gravemente quem por ell* w>pi-
rava.
CILMES. Em urna villa prxima Leeds, foi praticailo um du|4o rrinv. I'm
rapaz chamado Turrer, andava namora de nina r|>ariga moradora 11 mesmo \u*i
em que habitava o namorado.
Ha poucos lias convidou elle a man. <
para ir dar um passeio. Ch-gaiido (ore da
povoagn estrauzulou a, e em seguida fc>i
pendurar-se BOBO pesco;o n'uma arvure.
morrendo pouco tepois de ser enconn-ad
n aqu'I la situaran.
So 11 be-so que os cimes foram n mohil
pie lovou aipieilo desgravado a praticar ta-
maitos Times.
Em Inglaterra sao piuco continuas pai
tfai to desvairadas, por BtfO factu cau-
sn milita sonsagio, punto de muitos jor-
nacs darem lelle noticia.
em uma fazenda, wn.lo foi acoiido cum u
maior carinho, que saba rotriboir cora mil reclinado sobro uma cadeira do balangn, 4
bajulagos ao fazendero, doqneai oleancon
a confianga e o cargo de administrador, de
qual d iliovimento com a punta lo pe
corpo acha-so envolvido ns dobrfs d'
magnifico robe de chambre de sede azul,
ricamente bordado a ouro, e em sua abega
sustenta com ailectagio uma lu la gorra d
vcllud > tambera bordada a ouro : Dmmm
est apoiado sobro o Drago usquerdo c lem
u'essa mo um livro no qual !', emquanto
com a mo dircita tira de quando em quan
do da boca o aromtico havam, timan 1"
escapar uma baforada de fumo.
Ah 1 Ah I Ah I Ah oto dos meu>
exclamou de repente dando uma risada dia
bolica. Ora eu a querer amutiuar-me >
vezes, gastando alguns momentos la minh
preciosa vida era recordar o modo pirqu
abreviei os dias d'aquella desbragada mu-
lher que rae deu o ser I... isto boas para
estes estpidos iguorantoes que acre litara
em patrauhas e pensam que ha interno, e
outras muitas babuzeiras ; qual historias
infenio, relgio, honra, tudo peta, como
disse Bocage ; vejam l os deuses da aotigui
dado se davam a prego estas cousas I e
laucan lo de novo a vista sobre a mytnolo
gia, 'cu : (( Alcnu'on asssassinou sua mai
Eriphylo, jHir ordem do proprio pai e con-
tinuou a leitu'a era voz baixa. Ah, maga
nao, bradou de novo, que fiuorio ; deu
ura collar namorada e depois de te-la sodu-
zido, roubou-o outra vez, c sendo assassi-
nado por isso, Jpiter inda era cima irriteu
se e vingou a sua morte mandando matar o
seus quatro assassinos 1 ora essa oa verdade
foi boa ... ento como que me podem
considerar criminoso? alosa de qua, tres
mortes em 46 anos ama bagaseUa, toca
apenas uma para cada 15 annos. Se en
fosse um pobre diabo carregado de esleirs
velha e sujeito (orea, inda poda recatar
alguma cousa, porm rico, poderoso e trans-
figurado como me acho, quem seria capaz
de aecusar me por crimes tees ? Has,1-
clamou, atirando com o livro sobre m di-
vn,por mais que procure dislrabir-aae.
sempreme acode lembranga aquella man-
nheiro que me encarou tao siiiguUrsaoate
quando eu entra 7a ha dias e.n palacio, e
eujas feigies tanto me irapiessiiMiaram... qu-
tola lea, como c que aquelle rapaz havia
de doa* a fazenda, onde se tinha acastaa-
do vida de fcilor, para toriiar-se manota-
ro T... Uto o que se pode denaaiina*
uma verda-leira sup|>osigai asnitka je-
tantn in ligua I nem mi o> penarte
ees tal,
PVP. ..-.i .. AJU.*
v ;


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