Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12950


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Full Text
ANIVOXLIX. NUMERO 125 .8181
PIBA CAPITAL E LU6ABKS OSWE B MI PASA
Por tres maces adiantados ...... ,.......... C$006
Por seis ditos idem.................. 199000
Por nm anno dem..................
Cadn numero avulso...................
DOMRiO i OE JINIIO DE 1873.
_------------------------a-5------,-----------------------------------------------
PAMA l>KVTBO FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................
Por Kis ditos idem..................
Por tote diitosidem ..... ^ ... ,.......
Por mu tuno idem..................
r
PR0PR1EDADE DE MANUEL
-^rr

^ntoaAlVe EosCnoPari; Gongalves" Pinto, no Maranho; JottTaim Jos del
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Fraucino Tav
PARTE OFnCIAL.
Gavern
OKPACHOS U.V
u
|MOV iilCIlt.
I'HESUINOIA DE 30 DK M\lu DE
1873.
Aodr Franeelioo de Sotan. Informe a cont-
uiissao ceusitana da (reguezia de Uarreims.
Antonio Joaqun dos Santos. Passe portara
conceden do a licuar a que pede, percebeudo os
vencunentos que foreni de le.
Antonio Basilio de Mello. orno reqiter.
Charles Curruthers JohonslunJ-Informe o Sr.
inspector da thosouraria de fazenda.
Felippe Domingos ds SUia Lelo. -= Como re-
quer.
Francisco Pinto de Magalhes = Informe o Sr.
inspector da thesouraria do fazenda.
Padre llerculauo Marques da Silva. Junte at-
testado medico.
Capitao Jovino Coellio da Silva. = Informe o
Sr. eoiuniandante superior da guarda nacional do
ltecife, por cujo intermedio deve requerer o sup-
licante,
ios Mara Ferreira Braga. -Diferido coiu oH-
cio desta data t esouraha provincial.
Jos Eleulerio de Azevedo. Deferido com ofli-
cio tiesta data Ihesoururia provincial.
Manoel alaquia* de Camargo. Entregue se,
mediante recibo, nao havendo inconveniente.
Manoel Thom de Oliveira.Informe o Sr. ins-
pector da lliesouraria de lazetida.
Manoel Bjmualdo de Lyra iiercnguel.Informe
e Sr inspector da thesouraria de fazenda, ouviu-
do a eslacao liscal respectiva.
Manoel Alvos Guerra. Sim, mediante recilio.
Manoel Anselmo Uannao. Seja posto em liber-
dade.
Manoel Jos Dantas e autro*. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda, ouvindo o
da alfandega.
Vicente Ferreira Lopes. Seja posto em liber-
na de.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 31
de maio de 1873.
O porteiro,
Sil vino A. Rodrigues.
DSTERIOR.
mensagem lida na abertura do
i rfrrcwpoiiilowiu do a laiiirlo do
IVriimiiliiii'o. )>
f.RTK, 23 DK MAIO 1)K 1873.
Rpidamente escrevo-lhe duas linhas para no-
iiciar-ltie que lioje suscitou se na cmara dos de-
butados un animado debate, por causa das oceur-
rencias que nessa capital tiveram lugar na tarde
de 11 do corrente, e que em telegramma do Sr.
Dr Lucena foram noticiadas ao presidente de
Alagas, para serem coiumunicadas ao Sr. minis-
tro do imparta.
O facto tein causado penosa mpressao, e vcio
ir.esmo na occasiao em i|tte no sena lo, disentindo-
se o oreameiito lo nimislero Jo imperio, tem-se
tratado da questo religiosa.
Passada a liora do expediente ni cmara dos
deputado, rcquureu u Sr. Leandro Bezerra urgen-
cia para jusliliear e ipreseutar um requerimeiit >
pedindo inCoriiiacao ao governo acerca das men-
cionadas oceurrencias, e quaes as providencias
tomadas ; e entrando na materia declarou que com
quanto seja amigo do governo e continu a pres-
tar-Ule apoio, nao desejando por forma alguma
causar-llie embaracos, nao poda comtudo deixar
de manifestar asiinpressoes.quedoniinavan seu es
pirita, quaudo via en plena capital de urna pro-
vincia Ilustrada e graud; accommetter a mull-
dio desenfocada o sanctuario sagrado de inermes
e virtuosos padres, olende-los pbysica e moral -
mente, quebr.ir-se em seguida a typographia em
que se imprime um jornal que um dos susten-
tculo da religiao catliolca, e finalmente tentar
invadir o palacio episcopal para desacatar o pre-
lado diocesano.
Continuando, notou e deplorou, que urente da
miaifestacao popular, que degeoerou em tacs ex-
cessos se achassein somente enefes libernas.
Houve muila reclatnaciio, apartes, etc., e o de-
bale lornou-SO animado. Nao se chindo presen-
te o Sr. ministro do imperio, que nssisto a discos-
sao do respectivo orcamento no senado, tomn a
palavra o Sr. ministr da justica, para dizer que
0 governo nao tinha outros esclarecimentos a dar
alm dos que constaran) do telegramma do presi-
dente de Pernambuco, que por deliberacao do go-
verno, fra publit-'ado nosjornae ; e fez diversas
consideraeocs no sentido de acalmar os nimos,
pedindo que nao fosse complicado o negocio ciin
dsbates irritantes, visto que sobre a que-tao epis-
copal de Pernambuco oxistia um recurso ao go-
verno, c este tinha de pronunciar-se sobre elle,
logo que o cousellio de estado vesse dado o seu
parecer. .....
Tomou a palavra o Sr. Silveira Martins, e ja se
v que a discussao tornuu-se nraloradissima. No
conecito do Ilustre orador s o governo respon-
savel pelo que se deu no Recita, porque desdi prin-
cipio nao suspendeu o bispo ; que os ministros nao
.sabem cumplir o seu dever, nao passam de car-
regadores de fardas bordadas, e quando inuito
podem ser olliciaes-maiores de secretarias.
Discorrendo largamente e mettendo a poltica
na questo, mostrou bein o Ilustre ri agrnden-
se (que honleui regressou de sua provincia, onde
oi descansar e refocilar-se das lides parlamenta
res) ter readquerido novas breas na trra natal,
pan continuar na afanosa trela a que tem de cu-
egar-se na nova sesso.
Ao Sr. Silveira Murtius responden novamente o
.sr. ministro da juslieft em um animado discurso
que oi vivamente apoiado pela maioria.
S. Bxc. mostrou que o governo nao poda ser
por forma alguma responsavel pelas oceurrencias
de que se trata, que uao 13ra tmprevidente, que
nao poda ntervr na questo suscitada entre o
bispo e as conlrarias seno recorrendo estas para
o mesuiu governo ; e que pretender que este sal-
tasse por cima da lei, ou se collocasse fra desta
para intrometter-se na questao religiosa ou espi-
ritual da exeommunhao, para annullar os actos do
bispo,.seria attentado de tal ordem e tao impro-
ficuo seuau estulto, que niuguem podeta tolra-
lo, e anda menos- aconselha-Io, Nnem de certo
um deputado liberal quera tal pretenda.
0 nobre ministro deixou de parte todas as ou-
tras quesloes estranhas que o Sr. Silveira Martina
eaxerlou no debate, para nao dar a este propor-
c.}es que nao devia ter e mesmo porquo nao era
uossivel acoinpaunar o deputado rio-grandense,
que at foi buir com o Sr. lacharas, (que l est
no senado esgrimindo com 0 Sr. Sonta Franco,
Bio Braneo e NllUeroy, defeudendo o papa e o bis-
pos e combatendo a maconaria) para diicr que
nao sabe como aqUelfe senador pode ser liberal,
visto que o s.'u jip'f e-li'iinii'o poltico eMa ftn con-
tradicfi i e-mi o sen oim.'c HiOMito 'cigioso.
Fattim aiuda o Sr. Leandro Bezerra em resposta
ao pre*lont" ..r.iJor, e de.endendo o l>is,"> das n-
gorosasi ceis4.-,ii q u o in.isino orado:; I t* fuera
Tocn dopofs a pahrrit ao Sr. Plnbeiro nnmw-
ries, o'qual na discu.-sao de wto degfityt'ji ha-
>ia aiscorriJo largjii-.one sjbre quejle^ reliitio-
sas, e poder leinpoi.il do papa, fa/.endo (|u.i? que
iua segunda edtcfto de uuia obra une a!i core
conliacida pulo titulo Ac-ifhmt do pd
0 eu discurso de boje nonco ni.ris ou meno
i s,o. Ficaratn anda com a palavra os Srs. Moraes
Bogo e Tarquinio ; mas nao sei Se a discussao
coiiiinuar amanli.1.
Nao idilio lempo hoje para fallar da prisao do
Sr. Carrere, o celebre gerente da companhia de
vapores, que tendo dado com os ossos no quartel
dos Barbnos ( cavalheiro da Bosa) por queix^
de estelionato dada contra elle por um dos accio-
nista, o nglez Scully, foi solt antes de hontem
por h'iheiu corpa*, sob n fundamento de ter sido
preso antes dt pronuncia. Allegava, porm. o juz
substituto que decretou sna prisao o /acto de estar
| o Sr. Carrere com smalas arrumadas e pres-
tes a embarcar, ctmo de lado creio que o far
agora sao e salvo (para o que desde muito j mau-
don a familia para o- Estados-Unidos) deixando os
miseros accionistas a chorar a boa f com que Ihe
conliarain seus eapitaes.-
Cmnpre confessaj que o Sr Carrere nao s sof-
freu com essa prisao grande incommodo e disgus-
to, imrquo al por deliberacao da assocai^ao com-
mercial foi expulso della de que era um dos direc-
tores, como at dispendeu grossas quantias com os
tres advogados que patrocinaran! sua causa, quer
na impreusa, quer no foro. Diz-se que dera aos
tres cem contos de ris Mas, para quera em tan-
to pouco tempo fez urna fortuna de cerca de dous
mil cumos, o bote nao faz abalo
Ainda ihe fica muito dmlieiro para goza-io onde.
Ihe aprouver!
DITlirODEeKKiNfiMBOOu
BEOFJS, i DE JINHO DE 1873. .
\oii-iu do huI da iiuperio.
Amanlieceu luntem em nosso porto o vapor
americano Sknimack, trazendo datas : do Bio do
Janeiro 2 > e 26, e da Babia 29 de maio.
Alm da mssiva do nosso correspondente, que
vai sob a rubrica Interior, encontramos nos jor-
naes o que segu :
BIO 0A MATA.
Eis o texto da
parlamento argentino
Srs. senadores e depu lados. Ao abrir as sesses
das cunaras legislativas e te anno. para niiiu mui-
U grato fecilar a nova depntaejio, que vera pre-
encher a presenpcio constitucional, na propor^io
do numero de habitantes do paiz. A execuco do
censo, de confermdade com essa prescrip;ao, e
que foi postergada at lia pouco, nos permitte
agora salsfazer u:na tal exigencia do systema re-
presentativo.
0 anuo transacto reinou a tranquillidade em
toda? asnaeCes, e na nossa particularmente.
Us benelicios da paz correspondern! ao aug-
mento da riqueza manifestado no valor extraordi-
nario das trras, na accumulaco de capitaes, na
variedade e mullido das empfezas e no augmen-
to das rendas.
Pde-se dzer, sem exageracao, que o nosso
paiz um dos que mais progride em toda a face
da trra, no sentido do desenvolvimento material.
N'uma inensagera especial o poder executivb
vos informar do romero da revolucao em Entre-
Bios no dia 1 de maio, e das medidas tomadas
para suftoca-la.
Exterior.A> nossas relacoes com os demais
governos man'eem-se no espirito de amisade e
conciliario que est no carcter de nossas insti-
tuicoes. Varios tratados e convenfoes foram ce-
lebrados, ou estao pendentes da nossa resolucao
para melhor servir os qteresses recisrocos.
Com o Brasil, me liante urna misso diploma-
tica, foram removidas difliculdades dedetalhe re-
lativas execucao pralica do tratado de allinca ;
e devi) dzer-vos quo o governo de S. M. Imperial
correspondeu plenamente nossa esperanca, de
que estes incidentes nao haviam por forma alguma
de diminuir a ordialidaile das nossas relacoes.
Com o governo do Chile est pendente tima
discussao relativa ao estrello de Magalhes ; e um
incidente recente, que poda ter lirado a questo
do seu acanhado terreno, teve solucao anngavel
logo que se manifestou.
t Qualquer que seja a gr.ividade que queira
darse a este assumpto. o governo do Chile e o
argentino tmham, prevenindo estas eventualida-
des, estabelecdo por um tratado que as quesloes
de limites seriara submettidas arbilragem, se
os meios diplomticos nao bastassem para resol-
v-las.
t Para que seja completa a honra que a ambos
os paizes cabe por lerem estabelecido como obri-
gatorio este honroso alvedrio, que por convenio
mutuo pozerara em iratica dez anuos depos duas
das mais poderosas nacoes da Ierra, com applauso
de todos os amigos da humanidade, preciso que
os povos e a opiuio publica contnbuain para
tornar pratico e eftectvo o que de outra sorte nao
passaria de urna nobre aspraco, como latas
outras que a generosidade dos sentimentos ins-
pira.
Foi enviado um ministro plenipotenciario jun-
to do governo do Paraguay para ajustar os trata-
dos que o da allianca deixou estabelecidos ; e da
boa vontade daquelie governo, nao obstante recen-
tes ameacas de perturbarlo interior, da justica e
clareza dos nossos direitos, esperase cora confian
ca ama tenninaco feliz.
t Cora a Bolivia temos conseguido pouco, doyi-
do ausencia do ministro que iniciou as negocia
coes. Talvez seja necessario acreditar nm nosso
junto ao governo daquella repblica irin, aflm de
chegar a um arraujo definitivo, tendo-se estabele-
cido o statu quo no presente.
t Com o oslado do Uruguay trata-se dos arran
jos relativos quarentena e se proseguem outros
de alfandega para evitar o contrabando era ambas
as margena dos ros.
t Est j em vigor a convenci postal com os-
Estados-Umdos, o a de extradicao com o Brasij, ti-
cand |iendentes ainda a postal com esta nacao, e
) tralado de amisade e commercio com a Suecia e
Ksnep por meio de reformas introduzidas pelo
congresso.
Interior. As estradas de ferro, alguraas pon-
DE FARIA & FILHOS.
de .tjSTfi.* Brag, no Aracty ; Joio ra Julio Chaves, no Assii; Antonio Marques da Silra, no IfataJ; Joti
elarmitio dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
l-C., na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
iist*s
ce.les esta quasi a concluir anua
do Ko-Quarto abrir-se-ha ao trafi
dous mezes.
Os Srs. engenheros esto estndanda a pro-
postas apresentadas para a construcejo do Bio
Quarlo para a provincia de Mendoza. \
Obtireram concessio cinco linhas sais, e prin
c Srs. senadores e deputad.u estio iberias as vista passada em S. Petersburgo, nm padre dis-
porto de
est
tes sobre os ros, parte da* linhas telegraphicas e
ainda os ferro-carri solTrerara rauito cora as inun-
dacoes quo causaram estragos em varias provin-
cias, o que nos itnpoe gastos de reparacao.
0 governo decretou soccorros para jjuatro
provincias contando com a vossa approvago. Um
mappa vos ser apresentado no qual eslo aponta-
das as linhas do ferrocarris executadas, em via
de construceao, decretadas ou concebidas, e pelo
qual se v que estaremos brevemente na altura
das nacoes mais allantadas em redes de viaco.
0 systema de subempreitar a construceao de
ferro-carris e de outros servidos pubhcos, tem o
inconveniente de. crear direitos ao mehw otlertaa-
tc, sera ter em considerarlo a capacidade indus-
trial e responsabilidade pecuniaria da firma, e nao
sao de fcil solucao as dilllculdadcs praticas que
eslo systema acarreta.
t Por urgente que pareca a necessidade de' do-
tar todo n paiz de vias-ferreas, nao deve ninguem
esquecer une se faz pezar por um pequen > nu-
mero de amos u sobre a geracao present; os
cusios e os ensaios, faltando-n. os materiacs,
d-jfcndendo a for.ua de os u*Sr de niel hora-
meulos e pro;rri;.-sos anda discutidos mesmo na
Enropi.
4 a uossa tirela dereria -'r-d'nuui e:n diaule
terminar t-conservar as viasji decretadas.
t O crm-etriil do Cdrttova a Tucuman esta
em construcrn, a-hando-se quasi terminados os
trabalKos d trra da 1." seccao n'um espa?o de
cipiaram-se os trabalhos da que vai
Campana Na provincia de Buenos-,
quasi terminado o da cidade Ensena
< nterveacoet.-X uiorto dada
de San-Juan lrou sustentava, indo urna frac cao de
Ira, e requerendo se a intcrven<;ao'
quella provincia cxperimcnlou quatro
coes, requeridas por causas anmalas,
executivo, encontrando seinpre resiajk
travam sna accao, nao quer appellar pari"
ci No caso presente, oS/Coqiniiss;on:
ventores, para esclarecer a verdade
nacoes contraditorias, ordenara m se
urnas eleices, causa ou pretexta da pe
Um dos partidos em luta absieve-s* d> Vi
ainda que o oatro dse umasufllcientn irl;
sobre o numero dos que haviam votado na'pri-
meira, o governo, que desejava contribuir nara
fundar-fo ura governo etavel, aceitn a n'ova
eleicao cora a votarlo de nina s fraccao, ni-gjm
sua approvacao ao resultado da segunda eteicao.
- megrajui.- ^HaH WfV nilaw fll*
eo^npletamente toda a repblica. Temos
Ihas em exercicio.
a At agora seucusto exced sua renda, por
liaver-se adoptado urna baixa tarifa, afim de h-
btuar o povo ao seu uso, que j se vai genera-
sando.
O telegrapho urna forma de correspondanea
epistolar, cuja transmissao d competencia na'
conal. Quasi todas as potegaias continentes da
Europa fizeram do telegritpno um ramo da adnti-^
nistraco publicf : a Inglaterra tem cxpropriado>
os de iropriedade particular, e os Estados-Unidos
preparara se para fazer o mesmo.
O governo tem rejeitado,jgguindo estes ante-
cedentes, novas solicitacoes delbuccs.-cs de linhas
de telegraphos as provincias, receioso de eftar
inleresses Contrarios ao seu possivol resgate para
a unillcacao das redes telegraphicas, e para evi-
tar que cora mira de lucros sobre arreguem o
publico de oiius dosnecessarios.
t Fronteiras. Numerosas carias topographicas
de todas as linhas de fronteira, e desenpres cir-
cunstanciadas das loclidades feitas por engenhei-
ros pralicos, permittem conhecer a collocacafl e
distancias dos pontos defendidos.
t O anno lindo, que corren sera aconlecimenlo
algum notavel em nenhuma d'ellas, tem confirna-
do a todos os militares a vantagem do systeiua
adoptado.
Tratados parciaes cora os diversos caaiques
das tribus, satisfazendo suas primeiras necessida-
des, deixam esperar que a tranquillidade ser
o estado normal das (tontearas rm pouco tempo
t Varias tribus do norte se tem submettido es-
pontneamente, e na ultima conferencia lida com
os enviados das do sul o oeste, os capitaes jovensj
se tee:n mostrado resolvulos a abandonaran a
vida errante do deserto. Os usos civilizados, que
cada dia vao ganhando terreno entre essas tribus,
e a dittlculdade e perigo de proverein as suas no-
vas necessidades pelo roubo, acabar por indu
zi-los a imitar o cxjmplo de Catriel, Colliqueo e
outros que gozam das commodidades da vida ci-
vilisada e da proteccao do governo.
As tribus selvagen que povam as margens
do Barineje, aterradas ao principio pela apparifo
inesperada do vapor explorador, hostis, era segui-
da os escarmentados, leem oterecido durante
mezes o consolador espectculo, nao s de escol-
tarem os exploradores, mas tambera coraprehen-
deado as vantageus que Ibes liara o commercio
e a civilisacao, teera execulado por contingentes
voluntarios, em,numero de mil indos, os traba-
lhos de canalisac&o.
Qunentelas.A proxiindadc dos paizes Ir-o
picaes, donde sao endmicas as Cebras malignas e
contagiosas, impoe-nos de tempo em tirapo a de}-
agradavcl tarefa de perturbar com precancSes
qaarentenarias a vre entrada das embarcacoes.
As medidas que tem lomado o governo para evitar
qqe a febre amaraba se com uunicasse da mar-
geni oppjsta ou do Brasil, tem "sido elBcazes, seui
sahir dos limites que a prudencia, a sciencia e o
inleresses do commercio impoem.
Porein com tanta frequencia se repetem a<
amea;as de propagagao desle tlagello, que ji urge
levar ao cabo a creacao de lazaretos, demonstrada
at hoje por estndos preparatorios on esperanzas
de faze-los communs s suas repblicas que oc-
cupam a entrada do Bio da Prata, como o propu
zor.mi os mdicos da nada, tendo-se iniciado ue-
gociacoes a tal respoito.
o Ao terminar a breve exposieSo da nossa pros-
pera situacao actual, tomo a liberdade de lembrar
aos representantes da nacoo que entramos agora
no.dlBcil periodo que os governos republicanos
atravessam sempre que tera que mudar o pessoal
da administrar-So publica. E' de esperar que os
partidos laten no terreno circumsripto |>ela cons-
tituiQao c as leis. pois, urna vez pelo menos, j te-
mos alcancado este resultado.
A tarefa do executivo no anno prximo sera
de conservar as conquistas que a pralica das ins-
tituicoes alcancaram, e de assegurar o cumpri
ment de vossas leis. Mas sao tao grandes os in-
teresses que devenios resguardar com a paz, tal o
perigo de ver comprometidos os progressos reali-
zados, se aquella perturbarse, que nao vacillo
recommeudar-vos que prestis orna seria attencao
aos meios elllcazes de conjoriMos, aflm de que nos
seja dado entregar ao nosso successor um paiz pa-
cificamente disposto a marchar na senda que Ihe
vem tricando, com errros de applica.ao, mas com
proposito firme de obrar o bem, doze annos de
completo triumpho e mais de meio seculo de lula
das ideas que lizorain o programma de 1810; lu-
las c triumphos que nos aproximara j, era formas
e propsitos do governo, das nacoes as mau adian-
tadas no exercicio das liberdades, sem o escndalo
vergouhoso das revoltas.
A adrninistracSo actual, prxima a descerdo
elevado posto a que a chamou o voto da na<;o,
sesstes do congresso.
Buenos-Ayres, II de maio de 1871.D. F.
SarMienfo.
HIO 08 JANKIllo.
No senado pro mento geral do ni|ierio.
A cmara dos d pillados no da 2i, oceu-
pou-se, depos da leitura do expediente e approva-
eie de alguiis pareceres de commissao, cora a con-
tinuacau da discussao do reqitorimento do Sr. Sil-
veira Martins acerca dos ultmos acontecimehtos
que tiveram lugar na provincia de Pornambuco.
Oraraui os Sis. Moraes Reg, Silveira Martins o
Alencar Araript!, licamln a di cusso encerrada.
Por ultimo tratera tm t- discussao, que licou en-
cerrada, dos projoeto* que cram as novas fregue-
gut'iias &' Nossa Sen .ora da Conceic.lu da Laga
e do Engenho-Novo.
Pnr decret corrente, foi
eimredida cniupau; ia Transatlntica de Seguros
Martimos e Terrestres, eVtabelecida em Berliin,
autorisaco or T'jnccohar no iui|>crio. p. dend>*
crear desde j, agencias nesla corle e na praca de
Santos, e m.s tapln era Pernambuco, Baha, Bio-
Grande e Pdrte*Alvgre.
O onhiii regulava sobre Londres 3 3/8 d.
baucir^.
Nada accorreu
iiauh
digno de menean.
i m li-H- I .....
\olirius da l'iii'ojia.
Chegou hontem s II horas do dja o vapor in-
glez I'iiho, da liuha dujtacilico, trazeudo datas de
8 horas da m inli, ad-
as que recebeuis pelo
do Par
iiiMs >
parou um tiro contra o imperador Guilherme,
cujo capacete fra atravessado pela bala, (|ue
tinha ido mais longe]ferir nm official.
Um telegramma recetado uitiniamcnt" diz
quo o attentado contra o imperador Guilherme
nao passa de urna pftra invenc.
no reichstag delarou o Sr. Delhrurk que o
governo tem ba muito tempo tulenca de prepa-
rar um projecto de le coneernente applicaro
de urna pena criminal ruptura do contrato entre
patres e operarios ; e declarou que neste sentido
ia ser apresentado um projecto de lei ao con-
sol lio federal.
Na cmara leu o Sr. Forkenbeck um ot-
ficio do presidente do gabinete, communicaudo que
a deniisso do mini-tro do' commercio fra a-
celta. Fotnoiinado para o snb.-ttuir o Sr. Achen-
bach, sub-secrelario de estado.
Vai-se estabelecer em Mavence tima estacan
de caminlio de ferro estratgica destinada a
servir de ponto central para as operaoies relativas
ao transporte do* exercitos e do sen material ;
tambera vai ser construida una grand fabrica
doiUii ida preparar io das conservas alimenticias
destinadas s tropas. ,
O governo bavaro tendo reconhedo que
os re.lerapt instas sao tiliaes dos jesutas, resol-
n .
LsIm'ci at 21 de u.u
antando p-.rtanto 3 das
Neva.
A crL-e ministerial em Vicua d'Austra, onde
era ura s di.i, mais de cem casas se declararan!
fallidas, gozando umitas aellas de grande^crdito
na bolsa, e que foram victimas dis ultimas bai-
xas de fundos, causan um pnico geral nao s
na bolsa de Pars, comoetn qua--i todas as bdnas
da Europa. s
Na bolsa de Berhm interranperatn-se as transac
.-oes por alguns das. Bein.tndo na cidale grande
nciodade pelas consoquencias,' que naquella praca
poderia pi huir a rri-o aus'riaca.
Urna depulaf c imposta de represent.intes das
priincir h casas vieuneiises pedio ao presidente
do conselh i de ministros que tomasse medidas
pira remediar a cnse actual da bolsa
O presidenta do cinselho pruaieWeu que o go-
verno faria tudo que piidesse neste sentido.
Diz-se que para facilitar a circularn moneta-
ria, o governo ejt disposto a modificar a conven-
cao concluida com o banco nacional.
iNo teilo sido suincieiilo os vmte i.iilnes de
florins poslos disposico da bolsa, pelos bancos,
e pelo ministro da fazenda |wra aier lace criso
fluaneeira, o unuisterio austraco vai aulortsar o
banco nacional a desooatarTettras de cambio, e a
fazer adiamntenlo sobre fundo publieos, desli-
gando-o d zer una erassio de ..U uiilhiVs, enr not a mais
dos dozenlos, para que est aulorisado.
Estas providencias foram totnidis cora o Con-
sentitnento do guverno hngaro,que alud) adherio.
anta a.
Na sesso das duas deleg;ices, o escrutinio
sobre as duas quesloes pendentes deu nm numero
igual de votos, maniendo cada utua |Kir unai.iini-
dade a sua deci.-o.
Foi porlanto inantida a regeicjio para compra
d arm.'.s e da udtuinisicao para os cofres mili-
tares.
SLISSA.
Foram presos varo* refugiados fr.i icezes, e en-
tro elles alguns Uterabros da corantuiia, e iustau-
ra-se-lhes pryeesso.
padre aheintho foi depois das ceremonias do
novo culto-alvo de unta ovar-i.
FaAKCA.
O Sr. Goulard, ministro do interior, incitado
pelos seus amigos polticos, d.'darou ao Sr. Thiers
que nao poda continuar a fazer parte do gabi-
nete se nao lossein despedidos alguus dos seus
collegas.
O Sr. Jules Simn, ministro da instruc<;ao pu-
blica, fez outro tanto.
Paris, 18.O ministerio foi assiin reconstituido:
Perer, interior : Bemusal, eslrangeros ; Du-
faure, justica ; Lou Say, fazenda ; b'ourtou, cul-
tos ; Wadiugton, insirucco ; Berenger, obras
publicas ; Tissereuc de Bort, commercio ; Cissey.
guerra ; Poihuau, marinha.
Os tres novos ministros, Perier, Berenger c Wa-
dingtou pertencem ao centro esquerdo, Thiers volta
hoje para Versailles.
A direila da asserabla, e o centro direito
resoiveram guerrear enrgicamente o governo,
logo que se abra a asserabla.
O governo ser inlerpellado acerca do resul-
dado das ultimas eleicoes, devendo o< nlerpellan-
tes perguntar-lhes em preseuca d'ellas se julgam
possvel o e.-tabelccimento de urna repblica con
servadora e se tem meios para impedir que trium-
phe os radicaes.
ITALIA.
Em consequeucia da prohibic.ao ilo meetng,
Jara pedir a suppresso couiuleU das ordens re-
igiosas, houve mna manifestacao que contava
inuil.is centenas de pessoas.
' No momento em que a manifestacaonse diriga
ao Quirnal a forca [lublca oppox-se, e houve um
conlhcto, tendo sido forido um carabinetro e tres
policas, um desles gravemente. Hjuvo mais de
id prisoes.
O re Vctor Manoel pedio um relatorio circuns-
tanciado sobre os ltimos acoutecmenlos.
Na camari realisou-se unta interpella^ao sobre
este assumpto.
Bespondeu o Sr. Lanza mostrando que as leis
autorisam a prohbicao de reunios que podem
perturbar a ordem e que tendaiu a exurcer pres-
sao sob os legisladores.
O Sr. Minghetti contou come fra insultado por
do da igreja de Jess Chrislo era quasi Iodo o
inundo, e especialmente da nossa patria alienta.
t Era breve se publicar una serie de leis, que
era pontos capitaes sao opposta com a conilitu-
cao e liberdade da ignija ordenadas por Deus.
< Desde que estas leis foram apresentadas ao
Lantaz, considerarais como ura dever sagrado da
nossa autoridade pastoral, elevar bera alio contra
ellas a uossa voz, drigindo para isso o nosso pro-
testo sanio sua inagestade como s cantaras do
Lampa Devcis, pr.rra, ter notado rauito, ama-
dos Blhos e diocesano?, que da execuco naetaf
leis, deve necessariainente provir a siqiara.ao dos
bspos to chefe visivel da reja catholca, a do
clero e povo dos seus legtimos prelados a separa-
cao da igreja na nossa patria di grande igreja do
flomem Deus e Bedeatptor, que branse todo o
universo, a completa dissolucio da organi-arao di-
vina da igreja. Como consecuencia destas const-
derani.'s claras c justas, manifeslasles aos vossos
bisiio's os grandes temores que-vo< inspratii, por
raeo de mensagens e depuiaci.s, de viva voz e
por escripto, e da todas as maneiras.
Vendo a gravdade do eminentes perigos de
que hoja esta amea;aJa a igreja cora os seus pas-
tores, nao deixastes de unir a estas nianifestacoes
a sag'ada proraessa de que qriaesqucr que sejain
os acoittecimentris, permaneceris immutavelm-.n-
te unidos ao santo padre, pastor e doulor connnuui
de t idos os christaos e a vossos legitiinos bisfM,
e que, do mesmo modo que paricipasles das
nossas inquieta!fies, parlilhareis tambera dos mis-
sos combates e soffrimenl is. Estas denonstra-.-es
espoutmeas, t;\o sentidas como sublimes, da vossa
f e fldelidade igreja, que de toda a parte rece-
bemos, sao um meio das presntes irthiilaces e pe-
ranle os ameacadores sigues do futuro, causa da
nossa mais viva alegra e das maiores consola-
fdes.
a Reunidos para conferenciar solemnemente
junto do tmulo de S. Bonifacio, vos enviamos a
tolos a expresso eolleeliva da nissa gratidao por
tantos mimares de taslearanhos da vossa HdeMda-
de. Conset v.i-loshenios eexM lembranvas queri-
das de tuna poca solemne para sempre meraora-
vel na historia da igreja. Nao na olvidaremos
nunca,' porque a sua memoria urna garan-
ta da vossa Adeudado inattcraveL o a todos vos
emprazantos, por amor de Jess Cl risto, a perse-
verar uestes sentimentos era todas as oceasies e a
reunir a accao palavra duda. N io vos faltar a
graca de Deus. Quera conircou urna boa obra de-
ve contina-la at ao dia de Jess Chrislo.
a progressos de lei nao teem ainda valor le-
gal. Seja o que fr que succeda, cora o auxilio
da divina gra.a defenderemos firme e unnimemen-
te os principios expostes em as noss.is memorias,
principios que nao sao pessoacs, mas que sao do
cliristianisino e da justica eterna ; cunipriremos o
nosso dever pastoral de modo, que quando chegar
a hora da mortc nao sejamos censurados como
mercenarios no tribunal do divino pastor que nos
mandn e que deu a vida pelos seus.
i poderia corrigr os actos passados, que sus-, individuos, que raziara parte da demonstrare
He de sua convieco e conscienca, se vi. obrigado a procurar refugio n um quariei.
tanta, no limiie de sua convieco
como legtimos, nem poder causar grave prejuizo
s institulcoes em seus actuaes momentos.
c A conscienca de tranquilidad!; ser de hoja
em dianle ainda mais urna nica tarefa,.e para
conservada conta com vosso decidido apoio, cono
representantes do povo argentino, que vos enva
aqu, para que Ibe 'proporcionis a seguridade que
seus iuteresses, a honra do paiz e a conveniencia
publica de vos reclamara.
a A outras administraces tocar a' gloria de
corrigiros defoitos do qu ji est feito, proseguir
n- obra j to adiantada. Mas, seria triste tarefa,
a qo jos quizesse impor, por.este anno, o espirito
dfl criftra e recriminacao, no entanto que o que a
artnali-lade exigp e manter firme o leme do estado
contra o impeto da ondas e.tibraveridaa.c pu.ir-
dar as barreiras,, para que os com
saiara da lien. As lyranmM oA est
lefio lugar na
j imx uiscmso nc ujc e uvuco iu.iis ra uieiios u-"'- -r---
ucoSemeata daqueUs, e Soin elle Pud^a.^- liO kilmetros, o do osle, de Concordia a Mer
uroxiun; mas sim" ho de snrgir salidas da desor-
den e da guerra intestina, e liae da arca fiaiia
do poder con>tiHiido.
a rumdeudf gracas a Providpncn p >r te
concedido nrn ann importimie pelo desennilvi-
mento da rqueza, maior diffuso da edncarb dj
povo, sombra da tranquillidade publica, c ?ob
Ualde das istimijota" vre, declaro :
0A1^-BBKTA^HA.
. Julga-se que as eleicoes geraes
prxima primavera. *
O parlamento reunir-se-ba era fevereiro, para
urna curta sesaao, votar o orcamento e ser dis-
solvdo, e o novo parlamenta ser convocado para
depois da paschoa.
Abrio-se ero Bimhijham.^ conferencia dos
delegados dan asseciaces repac ranas para a
organisacao nacional do partido''republrano era
Inglaterra.
Estavam representadas 50 cidades. l^eu-se urna
Carla de John Bright, aconsejando "gf bus-
casse antes aperfeicoar o systema artrtSTde go-
verno, do que destruir a monarehia. O exeraplo
d i Franca, da Hespanha, da propria Inglaterra
na,. I miKXn quinto diBefl tnnisv um novo systema
tssadol de governo.
rftj
.1
A cunara dos lords fuspender asmad se'
so* desd 57 A- uiaio at 9 d ag'Wta, e a d is
eoinramis Aeae-i" do ma ate S da igo-io,
- Esta quetiMlo o caY, l-legrap'lico e:itro
Penaag e Madrasta-. F.-to Interrompilas as com-
murrieaedes directa* com h taima e a Australia.
ftt.KMA!.
Lembrando-nos da palavra apostlica, de que
o Espirito Santo collocou os bispos para governa-
rein a igreja de Deus remida pelo seu sangue, e
que por tanto eVrw nosso seguir inalteravelmen-
te esta prescrpeao do Espirito Santo, nao podemos
perntittir, relativamente ao governo e adiitins-
tracao das igreja?, a nos confiadas, cousa que seja
oppesla aos preceitos da f calholtca e ao- direito
divino da igreja.
t Porm, vos, queridos cooperadores e diocesa-
nos, conservai-vos firmes por vossa parte, e lein-
bra-vos de que nao ha outro bispo legitimo, sean
o enviado como tal pelo santo padre e pela S
Apostlica, fonte de unidade e de toda a jurisdic-
cao ecclesiaslica e que persevera na communho
da mesma S Aposlolica. Vos nao podis reco-
nhecer como legtimos pastores seno aos que ti-
vereni sido jnlgados dignos e capazes para bspos
legtimos, e que forera investidos c nomeados pe-
l"s bispos, e que perseverara em communho cora
elles. Oulro qualquer ser intruso.
Segundo a organiscio que Deus estabeleceu
para sempre na sua igreja, nao pode dar-se a nii-
guem, por ordem de qualquer autoridade secular,
um direlo, segundo o qual, poderia appellar em
materia ecclesiastica para o poier civil, e entre-
tanto, Picar unido igreja.
Pelo contrario, este procedimento castigado
com a exeommunhao em que se ncorre pelo pro-
prio facto desta appellacao.
Segurado o uso tradicional, poremos a deci-
sio de todos os casos duvidosos, concernentes
igreja as mos do santo padre, que Jess Chrislo
estabeleceu como pastor supremo da sua igreja, e
com a ajuda de Deus, permaneceremos sempre na
sua communho e obediencia. Continuaremos
tambem a eumprir o nosso dever com fideldade e
conscienca, aos superiores seculares, autoridad
civil e patri >, sem olvidar nunca que o que Deus
deseja ver entre ambos os_ poderes estabelecidos,
conforme a sua vonlade, nao deve' ser a lula e a
separar,ao, mas a paz e a concordia.
a Para a defeza da liberdade imprescriptvel da
igreja e dos bens do christianismo, recorameoda-
mo-vos, alm da firme adheso igreja, a conlls-
so franca da verdade, urna vida sem mancha, pa-
ciente perseveranca, snbmissao, e principalmente,
como tantas vezes temos repetido, a orara", sim,
a orac4o, mas humilde, fervorosa, perseverante e
confiada era Deus nosso Salvador, nossa nica es-
peranca e nosso amparo.
t Porque depois do tempo em que Constantino-
o Grande se converteu ao christianismo e paz fin
s perseguic5es tres vezes seculares da grej pelo
estado pago, talvez nao bouvesse urna poca em
qu a igreja le vio em toda parte to abandonada
de hnmmis auxilios e to ameacada de graves e-
ngos cem> a nossa. Dzcndo isto, nao temos pr-
senles s a*prova;es acta es, m s lamben as que
no porvir nos aguardam.
(Juando a igreja de J to est pri a-
da da'sualiberdade legitima, qnando a vida pu-!o<
blic*,'*imprensa e a lltteratan nao respiran te- (tencia da inj_
nao odio e despres* pslo chriHanln< e igreja ; |to que o reitor aboma vHeaeeae aii
ScieBcias hostis ao christianismo ; qnaado m* e-U
pressao diiuinue o clero e |KrvrrMu pelo etmm
lo do secuta, forros que a f, a cuidada e a
concordia chriits. raiam e aiaffarecaw d'
at hijo nuis firmes estavam no nosso povor.
lico. Entao nada poder impedir ama dVstnnca*.
um abatimenlo em que nao podemos pensar mb
estremecer.
Como consequenria listo, ni tlevmaaaw Mr
ji, nem ntelligeiKia, nem f. era amor; aewria
mos ter olvidado completamente a* advertencias r
ameaeas do aoiaa divino Salvador, se itesie* !-
pos difliceis e ame, ad .res nao aecudu.1 ornea
orac, e vos nao dissesaemos a todos em nurne V
esits :
< Itoga, ro|ai iodos, rogai incess.tntemeate
. Sande e benejai Senhor.
Fulda, festa de Santo Atlianasio, i de man *
1873.
dneaVaao de Colonia e Posen. nrimJMt *)'
('. Bivxluii, bJt/mi 4e Lniibonit, Fmlin, mm/xmn
l'nderbor*, Trerrrix, Otnatrnen, Lene*. Ente
la, Minnter, HiMetneim e Cnlma.
M'KCIA K Rnat IT.A.
Foram presentes ao Slorthng. partamnKo *
Noruega, vanos projeelos de tai atodiieaade
modo das eleitiVs.
lando a rircumscripca durante cinco aaaww, e
nella anda residir, ou que Kr, n Uver sidi> foac-
cionario publico, ou paMir "U tiver de arrrnda
lenlo tima proprir-dade de certo valor, ou tiver
direito de burguezia em tima ridade mi villa.
Os novos projeelos foram todos rejcilaib*.
ElTcttioit se no da II acer-iiKtna da co-
roaco do n-i e <\< rainha da Suecia.
Apenar da ebava coaiinuada que caba o rei U
a pe, do palacio par, a ramedral. A rainha tai
de carroagera.
A utullidio acclainou cakirosamenle ort
rainha.
l'iu iieqnen destacamento russo ronitiiaadad"
por um coronel, e mareliando na vaiguarda, tui
snrprehendiilo pelos b.ikhar.-*.
Julga-se que os ruso felos prisioneiro tarain
einpaliados Diz-se que lambem foram feitos pri-
Noearee pelos kirgltizes, 3 uAciaes e alguns #>l
liados russu.
I'oi teleiranima de liils de 17 de maio ,l,z qi-
foi t miada Khi a ; que o Khan ficon eatre o pri-
sioneiros ; e qne as perdas das trojias russas si'
iisignilicantes.
maajtia.
A coininissao encarregada de examinar a qu
to do canal de Suez, den i seu parecer, decla-
rando que no competa ao goverao turco, |ura
qual a companhia nao faltara a nenhim nnn|ir\>-
raisso. iiuerprelar o artigo 17 do firman da conce*-
s:io do canal.
O governo turco doou Franca urna ifreja e al-
guraas ruinas me ficata na ataeta de Ata- -Gta<-
che. cerca de Jerttsalem ; a sna constrnre < > d
Icuipo da imperatriz Helena. No seculo doie es-
tavam na posse das cruzadas.
HKSrAMIA.
Acerca desle reino esereve aosso corre.-p.,a-
deute de Lisboa :
As pretal de Sevlha eslo qnasi terniinadas.
Alguraas fabricas tornaram a abrir hontem.
O republicano nglez Biotigham, encarreg>li
de entregar ao governo hespanh .1 a elicitacio d *
repiiblianos de Binningliaui, chegou no dia I* a
Madrid, leve una larga conferencia com D Roriata
CaataMar e noute parti para Lisboa.
Na Oaanfe coiitinuava a upparreer gramie
aliundancia de decretos concedendo indultos pjr
crinan communs.
Houve eum grande incendio na fabrica nacioaal
de tabacus na noule de 11. F.m a l al hado feliz-
menle.
O minislro de estado traa da organisacii I*
una academia de Bellas Artes rm Boina Veril-
cou se una reunio de artistas n ministerio, ni-
cle o Sr. Castellar Ihes den conta do sen pensa-
incnto e so fez a leitura do projecto. In jornal
que narra este facto diz que entretanto os pror-
sores primarios .esli sem vit un cairo do pouc
que venc-in I
< Os carlistas annunciaram urna prxima suL-
levacao na Mancha. A ifrqirensa da oppaai
queixava-se ainargamcnte da pressu exercMa
pelas autoridades em muilos distrelos, nio leaj*-
em conta o pmgratnina de governo. Milito go-
vernadores tin am sido eleitos : dos ministros, o
0 da marinha tai derrotado. Calculam-se cm oi-
tenta os depulados ctalo.
As futuras constiluinles sao qnasi na ttali-
dade coni|io>tas de feJerae*. '
Apezar dsso, a Justicia federal, folh i nada
lena, dizque deltas (constiluinles ) nao sal.ira _*
repblica federal, porque os depulados acabarlo
por dar os seus votos a urna constituido coawr-
vadora, da mesma forma que os demcratas s
derara era favor do seu rei.
Mas o povo de Madrid Ibes pedir a ladera!
com to bom modo, que os depulados ale tarta
outro remedio seno satisfazor Ihe o desejo.
Como, por assiin dizer, nao houve luta eteo
ral, os conllictos que se deram tarara poneos e
sera importancia alguma.
O general Veanle baleu a guerrilha de \ aaVs.
As guerrillas da (ataluaha parece que operavam
um niovimento de coocentracao. rallava-sa na
presenca de D. Carlos na roatfeir de Navarra-
Pareje que entrara all o general El.
A Correspondencia referindo-se um periodi
co de Pars, diz que reinara as mais activas eom-
municacue entre os radicaes de Paris, Madrid.
Boma e Inglaterra. Talvez saja por eaaa motivo
que a Inglaterra inandou um retarco de 9.000 ka-
mens para GibralUr, fazendo-se all grandes pre-
parativos no sitio chamado da Pena. Isto causn
grande alarma em Algecera?, iransmitliada-te
pnico at. Cadix.
PiiaTI'CAL. _______
Em SI de maio esereve nosso turreaaeadca
le de Lisboa:
Esu semana tem ido fertH em aeoateciiaea-
tos na tela judiciaria.
a Prmeirameute o jnlgaroento ae 3.* dtstrirv
criminal do professor e director da escela central
primaria de Lisboa Alfredo Julio de Brita, rae e>
criuie de difamara e injuria coaira Mariano Cta-
ra reitor do lyceu nacional de Lata e eaaanama-
rio dos estado? desle districlo, em ama carta>y*
lenta que Ihe dirigir em aaril oa amia de W71 e
que foi publicada em diversos aanaawaa. Estaej
eerto foi o desforcp tomado pela pcaaMdaaddw-
impozera ao dito Brita por duas
dias 15 e 25 de maree aaeartar,
14 annos mni letaeo arotafter e
prraento de seus deveres.
Na minia carta antecdeme mes aameaeiava
est processo celebre. 0 numero das teetaammfcas
foi de 71. das quaes 17 ou 3 eram pieasueare da
1 vceu nacional. Foi advogado do antee {
Ghira ) -o Dr. Henrique Utaosi,
mo lyceu ; e advocado do ri,
Freilas. A inauiricao das
dias; no qnarto dia foram
do o direlo portugurz quando
gida a qualquer funcetonar do
querellar, o reo pode arovar aa
jorioas*
qu
la a qualquer fnneeionario do letaaa, i
erellar, o reo pode pravar aa eaaa amercees m -
ioms*. Sendo a ajara drigMa a eaara ejaal-
sr cdad'io, nao pode. O tairy aama eaao tea
que pronnnriaf ibre a eautaatia **>,**_***
icia da injuria. Tenido eseripte e ae^fcetac

Dizc.u de BerhejV que duxaule a grande re-'quando tnoculade iastruila era escolase com outras amabilidades qnejaodas, am sa
>V



=ss
.Stfti'3 -i >'- it -. ; ..-.
riedade aofcMfc)
provar rao sio
dndirefc que fcl4Mfpot iii^#JWW|l tfr,('MHA>^ '>!
jnjuria suas aFrmMivas Oenc.
.Os-deercfos sa- irvn aje t)ianio de Ijotivm.. Rftn i\oinnapj\p. to:n inducido
applauso (Iq publico unparctal.
('Logo, ni seguida 'un orf dolis flias de;
tornaran) as avenidas (los tribnnaes da 'primeir-af
instancia a ser muri concorridas, porque se pita
pilcad
iS
wHcv 6 ira. Invor'nde*,
rava do rj.o antu. c iluj
cluidos^ os debates juiz
es) los artigas fla eontrarie-
racanio
K como 7 Accu!
porlanto, os pai
autor o reo.
presidente (
dade.
. Eilos:
iJlfSl
Est ou nao
'( l. O 01 uno
reo, Alfredo Juli
do autor, por r,
publicado no Jor
con cspoadcneia
imputa e tu
oqww do:
oflensivos
est provado.
a. Na jdtadida correspondencia afflrma o R.
que o A, na sobredita qualidade de commissario
dos cstiidos, tem autorizado abusos o dado maus
escmolos a sciiii subordinados, aecusnado-o tam-
bem de ter cxhorbitauo das suas attrbuiooes, pelo
baver multado na perda de um da de vencimentn,
por ter o mesmo R. como professor e direetor da
esoola cntsaiinmafw^^LIt^a ialtido f aula
as manbas de 15 e 2"> de marco de 1871 ?*-Est
provado.
3* Na alludida correspondencia injurion e Bif-
famou o R. ao A tambeiu atlriiiuin lo a motivo*
indignos o vergonhosissiiiios a multa quo llie fui
imposta, e a me se refere o quesilu anteccdenlo l
?ao fl9la"pi'iv.kirj.
4. 0\, Mariano Chira, des! 18 -2, cm (|ue
foi nomeado reitor do frcey e commissario dos es-
tultos, tem al boje embregado tojo* os estreos
para desempenbar os veres, flstosrgos, tendo
por Isso mercol'J fouvorcs le seas supriores, o
respcito o estima dj todos o- seus subordinados e
de todas as p'essmVfle reconltendo cielito e pro-
le! .rd< con quetn tem tiiloTo'raedes olllciaes ?
Nao esta provado.
(( ">.* Tem observado a ls e as doterminacGes
superiores em quant i respeiti a superintendencia
que Ihe compete, na regencia das cadeira* c orga-
iikicaode jurys rte (laminadores; rj disciplina das
jalas, trabalhando por as segurar a imparcialidade
dos examinadores" das disciplinas de nstraccan
primaria e secundaria, c adoptando os meius pos-
siveis para remediar os uroiY^*tites que se da va ai
nos referidos exames ?-NjUHR provado.
**.- (I K. deratflo de'caH|rf com as nbrigaooes
me a lei llie im, e o mu professor e director da
*"*olalpentrjj .primaria de Lisboa, f >i por vea
chamado eni 'pajtirular pelo A., c por este bene-
volente advertido para runprir com os sous deve-
res? -Nao estinrovdo-
7." OJI. coalme'ftca o crime de que se trata
com a circiim-tancia aggravaute de ter ryceliido
lavoreSdo 'A, documentas o honrosos tcslemu-
u!io4'de eonsideraejio, em imanto os niereeeu'.' -
camstJocia gravante tambem de ser o A., na
qu ilid2dtdecommisari(i dosestudusseu superior,
e por isso i-mi piTensa e despreso do respetto >|ue
o A. llie niorecia? i'rejudicado.
t Quiiit p>r paite ti) rio.
Est oii nao provad uue :
l. O A c cominissario d ts otad is, reitor do
lyeoo nacional, de Li>bo.i, lente da escola pofyte-
i-binica, lente da escola naval, primeiro lente da
armada e membra da jant;i**oasul!iva de instruc-
o> publica ? Est piuvado.
2*0 A. como com nis-ario dos istmios tem
toleradoe at autorisaJo abusos; e qao o proles-
sor Jos Mara da Graca Afl'ivixo, tendo faltado
a ala sjui motivo msiilii-alo, por ter estado.em Sia-
Ure:u, tratandi daeleicao do A. -nao obstante isso
re;ebesse por iuleiro o respectivo ordenado 'Est
provado.
,3. i) A. tom t ilerid i tainheni ma no lycen
soteuJia easiuado.por coui|ieudios nao autorisad is
{i'-) ejusel o di mesini lycea, como a lei det.T-
mm:i, figurando entre esses coai.ieJios o de trigo-
-m.uetria publicado (icio mesmo autor .' -Estpro-
vado.
i. "No couselh) do lycea tcni votado e tomado
part pjssoas .jae nfo dvfam, por aerem proles-
sures estranhos ao mesmo lycea, ea:re elles liotta
Pegado, Kna Vidal, e oulros juando s podiam
icr asseuto nos mwmos consellios quando se tra-
< l de fallas o lrbilita';oes de seus ouviates .'
Esta provado.
5O A., sem ueco^sidaJe, em prejuizo da fa-
lenda e contra a reslacao tomada pelo conselho,
flom.-ou para reger a cadeira do matbematica ao
professor Pina ViJal, nao obstante ter-se eflorecido
para este servido ,e professor Joo Flix Pe-
reira, qae tioha siJ nouieado pelo conselho ? -
Est pro vado.
ti." Em outubro de 1871 exigi o A .que os)
alurnuos auetivesseiu de i'.zer-exaine de deseulti
c mjunctaiDte com oa'ras disciplinas pagassein mais
4*610 do ,|uo Iiaviam pago desde Julho de
l8ti, faz.enuu assiui com que os inesoios alurnuos
ou pagassem mais do que deviam oa lija;se le/.ada
a fazendi nacional? -Lsl piovado
7." Tendo de rennir-se occ.nselhodolvceupara
resp nidor a pieixas e argai.Oes, (jue cai urna rc-
prcseataca aj governo lie hara (cito Antonio
Florencio dos .Santos soore irregularidades e in-
frae;des d lei commetti las no mesmo lyceu, posto
me a mairia do mesmo conselho fosse contra es-
sas arguicoes, sueccedou porque o A., devendo
reunir o coiiselho em principios de outubro de
1871, ui u fci reunir em 18 de novenibro do mes-
mo anuo, lomando nessa deliberago parte pessoas
que nao jhidiam fazer paite do mesmo conselho?
Est provado.
<( 8." Tendo Jo- Mara da Craca Alli'eixo estida
ausente por 2() das, ponco mais oa menos, tra-
tando da eleiQO d i autor, no circulo de Santarem,
sem licenca legasada.duranj^este lempo, recebeu
por inteiro ? Est
5'"a
*
*f < Rotatorio acerca do q.uo "'H
Im*ltrt (lo soldado B. l,Wt Ui".f.\h
toWcMNH>tlMr,iMin;antari *".
ftS!fc',*f,f-''lt"s ""^ fX'S-irjtei
SM"ic.*l l- ,,,M,'|ii l'Vanci
Iqnfnr'Fnujcisr* de .-iio4wpra, -
MMSiMiHs R'wlriyues iMifantaria 19,
'" ieinfantarial*
miugo 1 de Juilio de 1873. l 0; WW JIM
WUh ex
"iMiXn de
Sito defensores do_yi
Alvos da Foapcca, e No primeiro dimi
carruagens da cadeia do Limoeiro para o tribu-
'T; no segundoUIapso os rns viscoude" de Ou-

iraatj
nadir
nao obstante isso, o orj
provado.
( l).* Gtas faltas c ausencia da professor Af-
irolo eram conhecidas pelo A. qae delle recebeu
diversos tclegrannias ? Es*\ provado.
< 10. Tendo-so eilo descont de ordenadj ao
irofessor Alreixo por falls, foi depois indeami-
urdo pelo A. cura a nomeacao para menibro do
jury de capelles militares ? N.io esl provado.
lt. OH. tem lia l^i anuos, servido exempla-
rissimamente a causa da instrnecao do povo?
Ist provado.
12. A escola i-ia que o R direetor e proes-
sor nao tem regulameuto do governo que indique
a maneira coiuodevem ser processadas as faltas dos
professore?, tendo-se apenas nos mappas da fre-
quenca atlestado a ellcctivida le do servido dos
mesmos'?-Est provado.
13. No castigo que o 0. o"reu as faltas quo
'he foram descontadas njs ordenados louve injas-
tica c arbitrariedad!:; e, nib tendo dado causa du-
rante 14 anuos a ser advertido, s podia ser cen-
surado e reprehendido ?E.-l provado.
li. 0 A, deixou por ou tras faltas de applicar
despontos a oulros nofessores, que as deram, com-
mettndo por isso una arbilrariedade e njuslica ?
ilst provado.
lo."O A, prevalecendo-se da sua posicao de
commissario dos estados, sem respeito pelo 'lugar
que oceupa, foi fazer insinuares torpes a Oeolin-
Ax Rosa Caldeira, sna subordinada e inestra da
cadeira do Campo Graue ? -Esta provado
16.3 A. quano oi nomeado conunissario
dos estados c reitor do lyceu desempenhou-se a
principio co:n zdlo nos deveres do seu cargo, o
qae deixoudpisole fater, deixando de visitar as
escolas e abandonando a escola central, pela qnai
a principio mostrara tanto interesse I Esta pro-
vad.
17."O A. alm das seducc-oes a Deolinda
Rosa Caldeira, sua subordinada, as tem tambem
: apregado com cutras mestras, como voz pu-
bltca f-Nao est pmvad.
18O A. leni desfalcado a faz:nda nacional
recbenlo iiulovidamcnte ordenados que Ihe nao
perteneci, proeossando eonio reilor do lyceu as
iolbi.s pelas qaaes recebia esses.ordonados ?Es-
ta provado.
* 1 !).=(} A. nao tomo a mtfU aigumas para
assegurar a imparciaiidade -do examinadores de
instruccao pnmaria e secundaria, como se allega ?
Prejuicado.
puella o Coulinbo de Miranda vieram em trens.
Estes dous dias tem-se gusto tfa leitura do pfo
resso.
No rqrimentd de querella diz o ministe"r
pulilicti que se niostra dos papis e-J^cument .s a
cuja leitura se preerde, que existia lia mudo eai
Lisboa urna sociedade perfeiaweiite yifamsada,.
tendo ramificacoes em diversos ponVos do pan
com o fin manifest dojittentar contra as ins'.i-
tnicoes estabel?cid!H, (iytMstia reinante e at con-
tra a n lependencia d! patria.
t Advertc que nesse intuito se lizerain em dif-
ferenles lcaos, amiudadas reunioes, muito con-
corridas por paisanos e miliiares com o lim de
preparar a conspiraco e (fue nao obstante as pro-
videncias empreadas pelo governo o que lizeram
abortar a execuco dos planos ajustados entre os
conspiradores, apozar disso persistirn! em levar a
cali a sua obra de deslruicao, continuando para
aquello fin cm tiahalbos criminosos.
Os documentos quo acompanham esta peca
do processo e que foram lidos ja, sao os seguin-
tes :
Um offlfio do director geral do ministerio da
guerra com a relacSo das praeas de pret do exer-
cito compromettidas na tentativa da revolta ; nu-
tro do c >mmandant&*la sub-divi&io militar de Fa-
ro, declarando i|ue mandou pr_ incoinmunicavel
o s'ddado de rajadores Jos Mathes Corrcia
de 8ama.
Una carta do pai de a traduccao feila no ministerio da guerra de urna
outra carta cm cifra da mesina procedencia,
Os inbrrogatonos feitos ao soldado n. 1,137
no balalhao de caladores i e da se^uuda compa-
dina n. 4 J.,s Matheus Correja Sonto.
Olficio Mo alferes ajudante de caradores i,
participando que prendera aqielle soldado em
cali'iouco solado, tendo-lhe passado revista e
inimnilinju iitk invv. -- ^ -,
Interrogatorios feitos a este saldado e ao cabo
Joa Granadoiro, de cacadores 5.
Offlcia do coronel i de cavallaria 8, participan-
d.)j que mandara por ncommunicaveJ o soldado
Joan Ernesto Henriques ue Castro, passando-lbe
revista.
Interrogatorios feilos a este,
* Una carta de Antonio Nunes Boucas dirigida
ao sen cantarada Rufino.
Carta escripia de Chaves pelo sol.Iad) A.
Barros a um amigo, e um tologranma dirigido ao
ex-primero sargento Castro do cavallaria 8.
Ilelatnio e interrogatorios feitw a Eduardo
Con calves de Carvaliio, soldado n. 910 de inlanta-
ria ti. declarando este suspetar que o haviam
mudado de carpo por estar filiado w> cluii maca-
nico, denominado Prime i\i de Dszem'iro de 16\0,
siituado na Carreirinha do Soccorro. loja presidi-
da pe! Sr. barao de Pomarinho, onde se liliaram
oulros sargentis, e por ter ido a casa do marque/
de Aujeja na n tj de 2 > de junio de 1872.
Dec.ar.ico di polica civil Jos Mximo dos
Santos, encarrega lo do vigiar a casa do mar picz
Sidos, dando o 110310 das pessoas que fi'eque.ita-
vam as reunios polticas.
Cartas do furriel de cajalores 3, Alvaro A.
Teixeira Pinto, dirigidas ao ministro da guerra,
participnlo-lho os planos da revoRa dirigida pelo
Sr. marqiicz de Angoja.
i) Os interrogatorios feitos peles ofllciaos de in-
faotaria 8 ao soldado n. l,oK, Joo llaptista Aze-
vedo, ex-primeiro sargento de infantaria 7. "
O.llcio do commissario geral de polica ao go-
vernador civil, indicando a noite em (pie eslava
para rebentar a revolta e as providencias qae ha-
via adoptado.
Um telegramma de Faro asiguad 1 par Au-
gusto Lafaya a rf-.rigido ao marqaez d'Angoja.
Aviso de Diogo Casimiro Chiehorro d Alca
cova, de qae se faziain reunios de varios oi-
ciaes inferiores dos regimenlos estacionados no
concelho de Belcm, na casa da ailminisraio on-
de morava F. Castello 3ranco e o sargento de ar-
tilharia 1.
Ofllcio do cabo de soc;5o de polic'a civil Jos
Maiia Rodrigues encarrugado de vigiar Agoslinho
Joaquim das Santos.
Telegramnias euviados de Evira pe'.o :ncs:n 1
agente do polica no conunissario geral.
Outro do rea A. Lafaya ao marquez d'Angeja.
Carla do 2'sargento de infantaria 10, Luiz Fclip-
pe Frasto, declarando que o Io sargento Santos, i-
Simplicio, indo a casi do marquez d Angeja quan-
do reccheram ordeai de marclia, Ins deram : 3-5
ao Santos o 85 ao Simplicio, informando tambe 11
que os revolurionarios estaram.de posse de ca;a-
doros e guarda municipal.
* Declaracio da polica civil n. 7o Jtao Antonio
de Souza Amorim de ter havklo grande e activo
movimcnlo de individuos, enlrando esahinlode
casa do marriucz d'Angea, da meta nonio s 2
horas da madrugada de 24 de julho de 1872.
Noticia de um dialogo uo meio da ra, entre
tres hainens vestidos Je mulheres, relativo re-
volta, devendo nina parte dos insurgentes dirigir-
se ao paco e outra ao castello.
' Outra da ni-sma procedencia, prevenindo que
nas reunioes di C. de Jeniche se decidir tirar a
vida ao ministro da guerra.
_ Interrogatorio feita no commissariado da 2a
divisao a Jos Domingos Vicente Leal, barheiro
que declara ser astado pelo marquez a irs suas
reunios.
Irtformacocs de Manoel Joaquim da Costa acer-
ca da sua ida a ranura Maior e Ouguclla, decla-
rando ter aparado (pie o marquez d'Angeja e V.
de Ougnella se haviam combinado para levara
eTeito umgraademovniento revolucionario para
o ipial dispunham da quantia de oitenta contosde
ris.
Outros de Manoel Honorio Henriques de Sou-
kIo barito de l'oniariiiao. Aoua-se carga os navios : no Porto Ven-
""(TTiHode b'uscS oif eaSa di) OfOncl TUflUlogU KdWaem;a SyhiamT'pAKTermifJaco,e NiF
Mara Coelho Dja^/vftKUMntoypw se Hw'cRK t'V toaifagara o lrarM
TmSrmtm i,litPiesfafllHtJ*t~ VtVgartKh rLHBfa 6
s do ax-se-
dos
cxtermis a il.
N!
Is.is -ilias supprem os M(nllis patriotk'es
ganda ante ibrica, 140 ORrtanenrei de o
Entreunto, parece ^^*^ salar a luz
rico (!!!) me^iImiT Li-b,i... ''
[Vais uma*prova da.toleranciarv^loiiissiina liber-
dade_ de qne se goza em Portugal.
oitehoi
oico, d
una r
a8sociai
muito c
iado com
rluguez, na
Supardo
iosubJit
nior.
a vez de
conselheiro
;ijjistro jjo imperador DjPedro
hcsMMnn><*4KM iMMA^'brqna Dllou para Liver|MulumnrfliAifillT, tah *
onde Jialdcou a carga passageiros jura bordo|f)))lla
do/'.(*), ipic honteiii t.icou om nosso purto.
I).' .' a .7 dj corrente ikvo rhogar.ao n.sso
port, viudo da Europa, o '' r-ta :
liehtlluieutus. .No nui de inaiu arreca-
daram'as SegUintA retartlc5cs fiscaci :
JJ8:184*041
I t.!:9t860
gerae* ii:Wl|MW
aperes 1/njncu c Vimilni
4*000*000
20:0 0i> (Hl
00*()(0
contraram.
.Ld'AnjUp.. Rajile
o sargento rte Infantaria 10,
guhdo sargento flelhfhtria' W, Jos dos santos
Rodrigos, lela*orio acerca ilSjoterrogajoes fei-
tas ao sol lado Augusto Fructuoso de Figueirdo
Uarros,b.u^c,4c exaQiQ dos papis e numerario
perlohentes ao'mesmo.'
Dilferenles cartas. InvestiRacoes feitas no re-
giment do cavallaria C ao sogundo targalo da 3'
companbia, Agrippinode Souza Noauejra c. 1" sar-
gento da 3 'Ernesto Augusto Ferreira Pipo.
1 Interrogatorios feitos no regiment Qe hfan-
i.oia 10 ao V sargento n. 4 da 1" conpaunla An-
tonio de Maco.11.
Relatorio e inerrogatarios feitos em infanta-
ria 12 ao soldadi n. 2,017 lilao Izidoro da Silya
Cuuha.
- Interroga lefios feitos solada e separadamen-
te ao soldado n. 1,603 Balthazar Ribeiro Taz
Interrogatorios feitos ao f sargento Julio Pin-
to do Oliveira flastos ao l" sargento da>' oinpa-
uhia de infautnria l los Joaquim da Costa, c de-
ela-acoes feitas por Domingos Mendes r*sar"ento
11. 5 da 7' ompanllja, o Antonio Jos Machado f
sargento de infantaria I.
t Interrogatorios feitosV l1 sofgeiit'.'de infan-
tuia l>; Joo Jaclhtlio de Crvalha) Esmeraldo, e
ao 2" sargento de infantaria 8 Jao Manoel Pe-
reira.
' OXiclo di coronel Fran-isc 1 I k' Monteim, de
infantaria 1, ao Sr. T). VMohio. 6sii de M-'llo, par-
ticipando-Ilie os rityos msetj^rl'ios do 2- sar-
gento Manoel Pino de MoraosAla.
. Intcrr-iigatoi los fito ao 2 sargento de enge-
nliai ia n. l da 2' cdmpanliia Josii Marta.
Interrogatorio do soldado Eduardo Goncalves
de Carralho n. 9 d4* companhla.
Carta do i% sarganioJose, de ufanvaria 12,
%:- ^_, .-*fiii;i ,1,1 iifaiiaria'0, Eduardo
Goncalves de Crvalha. ,
Novo inlerrdgaturlo do sbdada Henrique Ma-
noel Collaco Fragoso, e outns feitos ao seld'do n.
1,137 de caradores 4, Jn6 "Matheus. Coi rea,Sonto.
Seguoi-'Se depois a leitura dos autos de
crpo de ^Mieto indireetos e os d^poimentos das
lestenianlias do su amano, o exame feihia varios
documento, tffgtms himrrogatnrios fritos no pre-
sidio do castello de S/Jurgo a diversos implicados
na revolta, autos de perguutas e outras termas do
processo.
Na processo ds en-reos do vi*co:ide de Ou-
gnella, ha alguns outros documentos que se refe-
ren! a revolta do regiment de MMtaria II.
Ni seu libello contra o visconde de Oaguelia,
diz o iiunisterio publico 5
1. P, que exist
^ftviOs: Jerome (v.) a
lt do Maranbao e Para,^filaraniteme (v.)-4o.'ca
r e Para, Firmezx a Tde Pernambuco, fonda a
Ul d,o Macei.
Sanio de usboa a 12 o lugre Jallo para'P*er-
uainbuco. ,
oticliui da linericn lo Vu-!-.
I^er ria tle Lisboa recbenlos as~ seguintes :
' I^TADOS-LNID S.
\ Ums ti utas indias Modochs, atacaram o campo
americano, matando qnatro soldados ; foram re-
pelados, diixaado morios seis dos seus.
Os iudjoi pompan] agora urna posico mas forte.
Diz o AV-yorAJrroi(/quo o Giettt Emtern es^
l fictado para transportar para a Europa, ib-pnis
da eolloca^ai) do aovo cabo transatlntico, um car-
pegameutt de 13 mil tonelladas de carvo dn
Nova Escfesia.
AHSUCa
,-REVISTA DIARIA.
O juiz dedireit vista da deciso do jury,
absolveu o reo e eondenmou o A. nas custas o sel-
los que andaram por 400KJ0Q-
t O juigunetite termiuoo s 10 horas-o meia da
noite do da Ib' do corrento.
As galeis e bancadas durante todas as au-
diencias .estfram eheias de esludautes do lyceu u
da aulpsuperiores de .imc-.'tambtvadeuto o au-
. A impreasa, (em-^e oeeupado em 4irar os co-
lodo islo,.e pede ao,goveruo
ynjieauea i> 1 vajeo, nacional
rollrio8 do todo iso,.e pede 40governo ane,prg-
.:eda urna yinjiguiea i> lyceu nacional de t-
eia.
n 0 Sr. Mariauao Chira pedio a coa exoneragao
*e reitor h commissario dos estimas, e foi nomea-
io logo para et-e importante, lugar o lente da es-
polytecimica Aagasto Jos qa Cunha, bomem [
qne geraltnenre frao cin moli bom con-1
za, prevenindo que haviam sabido para Santarem,
Alcoentre e Cbamusca, tres encarregados para ar-
ranjar gente e (lando noticia das reunioes em Al-
cntara, de baver entra Jo para casa da marquez
o V. d'Ouguella, C. de Magalues, o Souza do Ca-
sacao, Lafaya, Agoslinho dos Santos, os padres
Abilio e Imigdo, Francisco dos liis e Miranda, e
de se tecem contratado individuos que tinram do
para a quinta do V. de Ouguclla, espalhando-se
pelos arredores.
Out as de Manoel Antonio dos Reis acerca das
pessoas que assistiam s reunios e cntravam e
sahiam de.caso do marque/. d'Angeja.
Em 'olegramma dirigido ao cangresso de Sa-
ragoga noticia Augusto LeitTio urna reuniao em
casa do baro de Pomarinho Carreira dos Ca-
vallos a quo assistiram oeata operarios; oatra
no caf alartinho, em que eslavam o visconde de
Ouguella e utros indi dos.
_ In orma.es do mesino Lcito acerca de con-
vites feitos por Agostmho dos Santos a algiuis sar-
gentos de casaderos o e de luna reuniao 110 cato
Marrare, em quo eslava o coronel Borgcs, Souza
do Casacao e diversos individuos, e d'outras reu-
nioes nbs qudrtos da 1- e 8" comnaahia 'do iafau-
taria 40.
Documentos firmados por Jos Bento Goncal-
ves Camello, furriel de artiliiam V, destacado 110
quartel de S. Jorgo em que. faz. diiclaraces impor-
tantes acerca da reuniao cm casa do mar juez do
Angeja e doi provectos da revolta.
t Outras noticias dadas per Augusto,.Lelao re-
lativas aossargentos que iama casa do maruaez.
Dedaracoes Teitas pelo soldado Henrique Ma-
rnoeJ Collaco Fragoso. .
Officio do visende de-.Sagres ao director.ge-
ral da wereiana da guerra
Outro do general J. Maldonadd d"Eio ao m-
nislijo da guerra, acerca ,das transrciuias do
majar Vascuacelms calieres Barros.
Telegramma do geve'ruador civil Jo Evcaa,
participando i^ue se tiha evadido iiaili o re/cri-
do njajor.
OoXro.o(&cio do general Maldonado o mi-
nistro da guerra, sobre a ausencia do-alferes
Barros.
Outro do general,de brigada Luiz Mara d
Hagalbaes, communJeando ao ministerio 4a guer-
ra o que sepassim.cpaa o reCendo alferes I
Outros documeoiog relativas ao mesmo indi-| prop
pie existe nesta oblado um foco de coas-
|iir,ii-;i) p-rinaa'iito que por varias vezes se tem
ahifestado, perluilmudo a ordem publica dentro
e fra de Lisboa, ltenla:xlo contra a liberdade
coiistitncion.il de lolor ns goverins, promoveodo
lesean ilhamenti.s e excitando o povo a levan-
tar-so contra as autoridades legtimamente cons-
titu.las.
i.' V. que nos lins de julho ultimo esteve pa-
ra rebentar una revolta proveniente da origem
cima relinda, para o que tinluai sido aliciados
em casa de Fua e na carreirinha do Soccrro
HMitos militares e paisanos.
P. i.* que o roo lomou parte como autor, na
conjuraco supra roferiJ^.qiie liaba por llm oxci-
Uropovoe militares leraatirem-se contra a
autoridade rial,otoocorreii(fc> cisa de Fuao, on-
de cora elle e oros [ilano.1r.1m a rovolla qae
aborlou por causa ta vigilancia :js autoridades.
Que par estos termos prvida a aecusacao
cintra o reo. dove ser. condemuado na pena .dn
art. 17 do Cud. IV. eom referencia ao n. 3 do art.
171 $' auico do arl. 144 a atr. 23 no citado cdigo,
nas cusas o sellos do processo.
No recurso em que o reo tere em parle pre-
viamente, foi-llie mo lirada a culpa que se Ihe
imputa.
Os litados dos outros ros sao idnticos, com
exeep;o dos dous cigarreiros (|ue teem outros
articulados cora rela.-io aos delictos amnistiados de
|ue i delegadj desisti na primeira audiencia.
O escrivanprosegue na leitura dos dipouneu-
tas das te>teinuu!ias reijueridas em .-antarem
acerca de varios estragos, cortes de fios telegra-
phicos e arrancamento de carris, que originaran)
dous descarrillamenlos, um junto ponte de Re-
guengo, e outro prximo ponte d'Asseca.
Hoje dover comecar o interrogatorio das tes-
temunhas.
As teslemunhas sao 08.
No castello de S. Jorge (Lisboa) eomecatam
no dia 16 do crreme as sesses do conselho do
guerra para julgamento di reos militares, impli-
cados no processo da revolia.
Sao 50 as tosleainalias pop ario da aecusa-
cao e UO por parle da defeza. -
Juiz presidente o coronel de infantaria 7 Fran-
cisco de Salles Machado.
Y'jgaes^Os Srs. Diogo Carnoiro de Alca.iova
souza Chicharro, tenentecoronel de lanceiros 2 ;
Joo de S Pereira Sampaia Osorio, tenento coro-
nel de anilliaria I Vicente Jos Borges dcle-
deiros. lenle-coronel de infantaria 2; Antonio
Harbosa de Si Guttierres, tenente-comnel de in-
Cantara 1, e Juai Pacheco, major de infantaria 3.
AuJitorO Sr. Francisco Correa de Mendon-
ca.
PromotorO Sr. Miguel Rufino, major deea-
vallaria 4.
. Defensores dos ros-0:eeso, o Sr. Grego-
o de Magames tlollaco, major de iufanteria H\
e os Srs. Joo Eulalio de Mendenra e Dr. Fran-
cisco Ignacio Tavares.
Reos-^Os Srs. majores, baro de Pomarinho e
loaquim Antonio deCarvalho e Vasconcellos.
Allores, Antonio Pereira de Barros. Segundos
sargentos. Julio Pinto de Oliveira Bastos e Joo
hrnesio Henrique de Castro ; Joo Jaeintho de
uarvalno Esme.aldo, Manuel Tito de Moraes Alo,
J*ao leWro da Silva Caoba, Balthazar Rineiro Vaz,
Antonio de Matado, Jos Mathens Correa Sonto,
Henrique Manoel Collaco Fragoso, Eduardo Gon-
calves de Carralho, Simplicio Jos da Sirva, Jos
dos Sanios Rodrigues, ex-sarrentos e hoje solda-
dos. *
Na tarcefr sosiao, imo foi hontem, o auditor
xoniinuou a leitura das peras do processo, inter-
rompida no lim da jesso do da 17. Por ora nao
tem havido oceuronoias dtaias de menjao.
E por hoje basta do tribunaes, que j nao (
penco.
1 O paiz cm completo soiego assisie indifferen-
te a ludo isto. De poltica lutirna, nada de nota-
vel. Mais alguns capital islas e borneas distinctos
da visbifia Hespanha tem rindo estabelceer entre
nos sua residencia, ao abrigo da tranquillidade
que aqu se ojisfriiet. .
El-roi D. Fernando o sua esposa forera a
Coinibra e ao Bussaoo.. A academia deu-lhes urna
recita theatral e pai*awloor o bom acolhimen-
to que llie flzeram pedio ao reitor da.umversidode
quo desse um -*a de feriada npejdada I Bm
Aseuililit proviiiciul Hontem func-
cionqi Cfim 26 Srs. deput.idos.
Awrpya'Ja a. acta ua sessio antecedente, o Sr.
!. sjereurto leu o seguinte expedieale :
Urtj.'JIlicio do secretario d governo da provin-
cia, conimnnicando haver o Exm. presidente da
provincia prologado at o dia Udejunho da,cor
rente anuo, a presente sesso da asscmbla.Iutci-
raJa.
Outro uo mesnio remetiendo os origiuaes das
resolucoe:- jy'. 1094, 1093 e 1097, lllll e de
I10J # 1103 sancijionadas em 2do corrente. Ai-,
cbivo-se.
ma |ieticao de'Mearon 4 C, imercceudo va-
rios documentos tendentes a provar o que afflr-
isaram em sua peticao de 27 do corrente, acerca
da cobranea do imposto sobre o rap por elles fa
tricado. A' commisso de ornamento provincial.
Foram Iidas e approvadas as relac.es: do
projecto n. 73, (pie approva o coinpromisso da
jnandade de Santo Antonio do Bebedouro e o
substitutivo ao de n. PC de 187.*, (posturas da
cunara municipales Recirc.)
Passando ordem do Jia foram aoprovadas ert
2." djscusso as emendas apresentadas em 3." dis-
eusso no remenlo municipal e bem assnn as
apresentadas tambera era 3.a ao projecto 11 30
deste an 10, .pie cene lo liecncas a dversos*m-
prega los proviucias; as presentadas em 3.* ao
projecto n. Cueste anuo, que approva o contrato
para o calcamento da cidade, sendo regeitada a
emenda substitutiva do Sr. Goncalves Ferreira,
declarando esle que rotou por ella.
Foram mais approvadas ; em nica discussiio
o projecto n. 74 deste anno, que approva a re-
forma do compromisso da irmandadu das Almas
da cidade da Victoria c bem' assim o de n. 75,
que approva o compromisso da irmandade de N.
S. das Dr-s de Capoeiras ; em l.* discussao o
den. 6>, que regula o inod como devem ser-
vir os esenvaes da cidade do Becife, dispensado
o intersticio a requer ment da Sr. Joaquim de
Araujo em 2." o de n. 60 deste anuo, que re-
gula o fervujo raorluario e de carros fnebres
tiesta cidade, com algumas emendas, -dopois de
orarem os Sis. Piulo Jnior, Mello Reg e Al
meida Pernambuco.
En'.iaeJo em 3." dis.'ussao o projecto n. 38 des-
anno, que manda considerar como ordenado
doa.gralificacan conoedidA aos escrivaes da fa-
zenla iirovr.icial c aceita nina emenda do Sr.
ptt luaior fazendo a graca extensiva ao con-
aj a', rcMiiheceido-se nao baver mais numero
para votar, levantou-se a sessao.
A ordem do dia para amanh : eonlinuacao
da antecedente, 2." discussao do projecto 11. SI
de 1872, e 69 deste anno ; I.' do do n. 67 e 3.'
dos do ns 30 e 02. todos desto anno.
Sai-cor:'!^ a inti^rnti-, -Por portara
da presidencia da provincia, de '30 de maio,
foi nomeada una commisso, composta do corouel
Jos de Carralho de Araujo Cavalcanle, bacnarcl
Manoel Lapes da Cuaba Macicl, vigario Francisco
Percha Ferraz, e tenente-corunel Antonio
Vctor Correa, para enearregar se de distribuir
soccorros aos indigentes atacados da varila na
villa de Garanhuns. -
Pi'oiuutor puhcu.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 30 do maio, foi conce-
dida a oxoneraeao pedida pelo bacharel Joaquim
Gucdes Correa Godim de promotor pu-
blico da comarca de Itamb, o foi nomeado para
o substituir o bacharel Jos Civalcante de Albu-
querque cha.
Guarda nacional.-Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 30 de maio, mandou-se
dar eua de pa=sagem para o muni sipo do Cabo,
a Felippe Damugos de Souza Lcao, capillo da
2a companhia do 2' esquadrao de cavallaria do
municipio do Reclfe.
Autoi'itludcs policiacs i porLarias
da presidencia da provincia, de 30 de maio, foram
nomcados : capitao do corpo de polica Luiz Fe-
lippe Cavalcanle de Alhuqusrque, delegado do ter-
mo deBezerros: major ThomazAlves Maeiel, 1'
sjipplente do delegado do tormo de S. Bento;
Joao Braulio Cona e Silva, 1* suppleulc do de-'
legado do termo do Bonito.
Proro^acao. Por portara da presidencia
(Ja provincia, de 30 d3 maio, foram prorogados
at 9 do corrente, os trabalhos da assembla pro-
vincial.
Hospicio le alienados. -t)amos em se-
guida dous offkios sobre um donativo para as
obras do novo t.ospicio de alienados :
Cidade do Recite, 19 de maio di 1873.
Ulm. e Exm. Sr. commendadr Henrique Pereira
de Lucena Compartilhaedo com V. Exc. em seu
nobre conimettimeiilo de levar a effeito um novo
hospicio para os infelizes alienados que jazcm em
urna dependencia da igreja da Misericordia de
Oiiuda, que nao pode comportar quintos infeli-
zes vagueiam por esta cidade e outras localidades
desta provincia, peco a V. Exc. que me desculpe
de concorrer apenas com a exigua quantia de
OOSOOO aqui inclusa, visto como a numerosa
famifia que actualmente tenho composta de 17
pessoas nao me permute de concorrer com maior
quantia para um lit tao til e humanitario 'como
este.
a Deus auxiliar a V. Exc. para emprezas ou-
tras de .-enilhante natureza, Sou como sempre
de V. Exc. patricio e amigo collega muito aflec-
tuoso, Cadmio Jos dn Silra Santiago.
<( Gabinete da presidencia do Pernambuco, em
21 de maio de 1871. I llm. e Exm. Sr. conselhei-
ro desembargador Caetano Jos- da Silva Santiago.
Accuso recebida a caria de V. Exo, de 19- do
correte, e em resposta tenho a dizer-lhe que,
agradecendo o donativo d" 100/ que acompanliou
para a eonstruccao do asylo de alienados, o louvo
Alfandega
"apatazia
Cousulac'
Recebedoi
Din
levaram
Aracaj,
Penedo,
Macei
If>])rflc:t A' corj'eloB. Na seccio
conipcicni* vai boje jiiiblica la unta dodararo
udeute a^%)vagimcia dot;arreio-ii!umaaalo
eada na escalo -da via-ferrea do Itecile a S.
agttla nat Cipcii-PcMitas, a qal priuci-
"-ionar amanh.
11 Kero 'i -.Nas capoeiras do en-
gento^ Uniaodo termo de Scrinliaein furam ap-
lieHhldos, no da 16 do crreme, pelo subdele-
gado do 3. districto policial tres carallos, dous
bahus com roiipa do uso ordinario o urna trouxa
com saceos vasios, ficnndo tudo legahncnie depo-
sitado.
Canturn.Pouco distante do lugar onde
foram encontrados os objectos constantes da noti-
cia pruiiuiauoiite cima, foi na mesmt occasiio
capturado o desertor do exercito Joaquim Jos da
Silva, conhecido poi -Barba de COCO, ou Joaquim
Grande.
Em transito.-Passarain h-oitem bordo
do i'uuo GO passagoros.
Anniversurio. Terca-foira (l)odiado
ol." anuiversario da assembla consliluiute.
Instituto Histrico e MiII >sitii <
Amanhii reime-so esta sociedade, hora e lugar
do cslumc.
Vienna d'Anstria.I.emos no Cammenria
do Porto: B.
Um telegramma confirma a noticia de que o
governo austraco, de recoido com os bancos, de-
cidi soccorrer o crdito oonnnercial abalado em
consequencia das grandes especuloste que es
fizerain duraute os nllinios luezes da bolsa do
Vienna.
Parece com tudo, que se fwUhnlrfli 11 110 mi-
pisterio das linancas urna disliacc.in rigorosa entre
as operacocs da bolsa e os negocios piirauenli'
comuierciaes. A Correspondencia gerai austra-
ca, traca o seguate quadro da siiua^ao do mer-
cado de Vienna despos Oestes desastres iuan-
ceiros:
As consequcucias da terrivcl catastrophe que
soffreu a bolsa fazem-se sentir era ludas as ca.mu
da sociedade da maneira mais grave.
O numero (Las pessoas que sem sorera MsielM
jiropriamente ditas ou jugadores de pndissao, per-
dern! sommas considerareis por nativo da sus-
peiiso de pagamentos, inmenso. Muilos empro-
pidos, particulares b pequein.s commercianles per-
deram todos os seus haveres, o rru:to de longos
annos de trabalho. Nao cansara pois admiraeao
osados de-desespero que se teem dado. Hulera
segundo refere urna folha poderse-hia ver cm
Scnottcring prximo do hotel de Franca, um lio-
nieni bem mjado, j de idarle, com a obeca dos-
coberta e os, cabellos em dwerdeiu, encostado a
una bombreira, exclamando ccnstaiitomento, sem
fazer caso 3os curiosos que o rodearan! : Perd
2'K):0O0f;angqsI niinba pulu-e mnllier c meas filhos
vao hitar com a tuinc Esta scena durou muito
tempo al que por lim alguus l'requenladoies da
bolsa o levaram comsigo.
Mutas familias esperavam 0111 vao, hontein o
anle-lionlem, o regresso de un ou mais de seus
membros; pais, riiiaos c maridos nao cheg.ivam a
suas casas porque percoiriam as ras desespera-
dos. Urna sceua tocante passou-sc em casa da fa-
milia de um pequeo industrial. Esto homem t-
nha perdido Indo ante-liontein, e vendo-se reduzi-
do meiidicidade, sahira de casa dose.-ptrado.
Hontem de nianha, sua joven c. bolla espora appa-
receu na bolsa e pedio com instancia para a dei-
xarem entrar. A pobre muier esperen muito
lempo e vio a desorden) indescriptirel que all re-
nava, Emfim appareeeu seu marido e entregou-
Ihe, sera proferir una p.divra, um ma-si de untas
do banco. Thiha vendido as suas Jolas, toniou o
enntedo do mealbeiro de seas filhos, con eguio
juntar urna somma e foi leva la a seu marido.
Um individuo anda moco, cuja carteira fra
adiada hontem nonte prximo da margem do
canal do Danubio, foi proejado o encontraram-n'o
a final nioilo, sobre as ondas.
o Contis-so anda outros tristes aconlccimenos
que tesiemunhan o terrivel abalo (|ue sidTreu a
soofodada por causa desta catastniphe. Xa pi'*-
pria bols, causa rara, ncnJium n?g.icio se fa'ia e
reina va nos grupos una tal irrita cao contra alguns
individuos que muitas" vezes vierim a vas de
laclo.
Lenios 00 Jornal do Commerci, de LhMu:
Era Vienna d'Austria J g.vorna e a commis-
so executiva empregain meios para soccorrer a
praca na presente crse. O governo presta desde
j tres niilhes de llorins.' Esta somma empres-
tada sobre letras amaneada s pelos 1 ancos. O bas-
co nac mal pe tambera disposicao da comuisaao
executiva creada para acudir pra.a, cinco milboei
de llon'us al 31 de" julho, a juro de 1 O/o cima
do juro actual desse banco. Tambem sobre
letras que esta somma adiantada.
As fallencas de Vienna liveram repercuss'io
nas provincias, onde algumas se teem lamhem de-
clarado. Um particular, Mr. Otto Lente, deu dous
tiros na cabeca, por se ver arruinado em virtude
da prsenle erise. Da mesmo modo Maximiliano
Modera, ceja riqueza era avjfiada em 300:000 Ho-
rras, vendo-se repentinamente em miseria e tor-
eado a declarar-se fallido, lancou-M no Danubio.
Sao estas as canse aencas do desenfrelado
jogo ua bolsa.
Portos liinpos.-l'cla jimia do sade de
Lisboa foram declarados limpos de febre aniarella,
desde 2) de marco ultimo, os portos da provincia
das Alagoas.
Xoureza portuguo^a. Lomos no" Bra-
sil :
Foi D. Aliono V que, reconhecendo os sens
servicos agraciou, por airar de 27 de abril de
147o, a Joo Fernandos da Silveira com o titulo de
barao de Ahilo, o primeiro barao creado em Por-
tugal.
Tambem foi D. Alfonso V ouem introduzo o
tas. iiu tus. hrnry
Vf>
arara hilllneil .
'p|m sliu;ri N i-
Tftmittlmia''H. tH^i.q^o WEB*
Tle^rwj
da direrf
rmo |iar n lllwM l-**i #fn-ntr'
A ordem (tara a memiMi|i >i rabo foi dad.-.
a Telegrapk Loutlrurtitm and iln.nifHmrt Ctm-
/Mflj^lendo spenla ejUoHpnyihia a qnaa.ia
deTE 2iiffinEM cjfrMm,*, r.ntrain, a
saber: Ib. 2JW^eejKmfir
ae5ee inteiramem^ %f
O rabo est n Mb-ucal a dala de!e rr-
latorio 169 mlhaa, som|<> o wnii mim
genhPiros da cniii'aania.dfrpn e>lir prompu.
Satisfactorias re >n foram alerta* .m a /
lern IeJtffrjikCob>>tnf<^ de leste) para a lren ia fompaihia para a Gran-llreMlia para l*t*
Ifmaos rHsrftesnito cm rtatle conclu-vic : ,
llitut W'txttrn Trlegraph Campanil lemmftmm
icloiTa ibica (K-cidont.il) para nm sy-lema moiiilr
to de linhas (olcgraphicas ao Icngo das costas *
Brasil.
beneficio da igreja do Rutarlo d* Santo Antn
Rccife, a qual corre un dia 6 d<* jiinbo.
Casa de detencSU. Uovum uto d> d.a
30 de maio de 18 :
Existiam presos 32!>, entraram 2, sahiram 4,
existem 349.
A saber :
.Vacionaes 215, miilhercn 10. ^-trangwros 41
escravos ."il, escravas l'l Total 349.
Alimentados a costa dos cofres publicas 232.
Moviinuuiu da euciinaru do da oliven-
de I87 *
Tove liaixa :
Joo, escravo. senlon.-i.i lo, IiiIntciiIos pttm*-
nares. .
Tiveram alfa :
l'inbohnn (nnes Aos Sanio.
Man. .-I Jos il. R< sa.
l>siiie Itoqu de Sania Ann.
1'aNHHtfoiroK. Vin4*s do sai. no afei
americano mrHm$m\ !
O. Casiro. Auinnin Vieira, lde B. Iisa. <>
Augusto Maiuz iiarretn.
Saludos para New-York e pwrtos mies**
dios, no vapor cima :
lieorg' Deifns, H. I I Wjnjnao* AWred'.
swifi.
Sabidos para o I'.irl na galera |x rlugr.-
yora Fama II:
Manoel de Aranjo Pereira. \Viir Jw Trnt-
n, Jos Jaeintho (oedVs, Joaquim t^mralves l
riipie. Enasto do Alenla Coulinh. CjnhMo 15
de tente, Jos.- Antonio. Joo de Son fttyraei.
VinAi da Europa, no vapor Pnw :
Jos Cid. Francisco do Para. F. J. Puposo, INr-
nardo P. L", J. M. de Xuraes, A. de C io**
J. Sebaz
Omitrrio pnldieo.-dbiluario 4a da X
do corrente :
Jse Gomes Pateta, pardo, taMm.
atines, casad... S. fce : cndocardilc.
Jnsla Rufina do Sanios, branca, Portugal, i-
aunes, rasada, Santo Antonio : MmmmX
Giovanni PaciMak, branco. Antria, XI ami casado, Boa-YlMa. hospital Pedro II ; lebre *n.-
rolla.
Luiz, pr-to. Ivmanilnico. 3 annos, B>a-\iu .
reimos,
Francisco Alvos Martins hratteo. Por'nfial, 12
annos, Boa-Vista ; febre aniarella.
Mara da Coaceirii Rragaoca, I-naca, Permu.1
tuco, 7*1 anno?. .fielra, S. Pedro Martvr ; fetr
intermitiente malipnaj
Mara, parda. Pernambuco, fi horas, Itoa-Vtela .
espasmo.
Ernesto Koscrick, !>ranco, Austria, 34
casado, r>
feble amarilla.
Eduard.i (onralvcs Valonte. branco. Pernia
buco, o annos, .asado, Becife ; berlwfi.
tm.u
Ululo de viiconde em Portugal, que foi o de Villa
Nova de Cerveira, sendo hoje seus descendentes os
marquezes de Ponte de Lima.
O primeiro titulo de conde de qae lia noticia
cm Portugal, creado cou a formalidade de carta
de doacao, loi o de Barcetlos, dado por D. Dini.
no anno de Cbristo de 1208, a D. Joo Alfonso Tel-
les de Menezes.
O mesmo re e suecessores crearaui outros, e
elles o de Ourem, que o mais cunbe-
ufflciacs em (pe aWda o kaler,dro.
no'pa;o das Necessiuades qu deva f(
Pereir* ij Lucena.
ien*y. No sabbade (Ql do maio) funecionou
jse tribunal -cora 14 Srs. jurados, juignndo-ae
,|ns?fJcos^]aias,.v.._iumaiau^a,Qaodoe^ por e-le acto de patriotismo e caridade De V.
:m?.-JM.. .e.ra.^01!lr' .'^tWr" W-;uctps Exc. collega e amigo attencioso e criado, Henrique
A recita Pereir d.' l.u.-fiuit
r a 22 do
r- drte.
berg.
. ferro por-
luguezes annunciou agora unas viagens cironla-'
torias pelo moJijo ,proco do. iUbXXi ,l classe o
ItaOjJJV ida yuJta, 4e oombuja^o .com urna
emprflTOdnig^a, po^^soaeo de 30 dia-, uteis
para cada, passajgffa -
CuUinumu.a,viraUs^6iora^porcias do com
mercio geral de.PortBgal jumo exposicaJ univer-
sal de > ienna TAustra. Os nossos productos lam
alli agradado,. ,. 1, ,
Proseguem em, subida escala es regisln de
minas de cobre, manganez, ferro, chumbo e ou-
tros metaos.
A industria extractiva esl deatuuda a ser a
mais feeunda fook, 4exi.qucniara Porlugai. A
exp0rtae.a9.de minyaes tmjwsumido j enerm
enormes
nossos fondos (ilvirt interna) eslSo a
ha, pronunciado no art. 993 do cadigo criminal,
ieudo seu advugaJo o bacjiarol Aqguto Carlos
laz de Oliveiraj o 'jeguudo, Silvestre Francisco
Loucehco do Monte, pronuuciado no arL 269 do
cdigo crimraaL ;trtao por adyogado o acharel
Luiz Emypdio Koarijiifis Vanna.
Pelas respastas datias aos quesilos proposlos
em ainbos os'Julgamentos, foram os reos absol-
va isJIucerrando a Sr. presdeme do tribunal os
trabalhos, por so fercni findo qs quinze dia?, da
lei.
Pagadoru de Taieenda.-Ne.sla estco
jpaiiam-ss hoje asseguintes olbas : presidencia,
faculdada de dreilo, lacio, pn^e folus dos offl
entre
cido.
O primeiro marquez que bouve em P.irtugal
leve o titulo-de Valenra, e foi D. Alfonso V que o
deu em 14ol a D. Alfonso, ilho primoieaw do
primeiro duque de Braganca.
O marquez de Valenra'en j tambem conde
de Ourem.
0 titulo de duque foi dado em 14 i o pela pri-
meira vez em Portugul por D. Joao I a seus lilhos
os infantes D. Pedro e D. Henrique.
Ao primeiro deu o titulo de dtmu de Coimera
c ao segundo o de Vizeu.
Compaahia Pernainfeueo Street
Railway. Por decreto n. 5,161 de -9 de
maio foi coueedida a esta companhia autorisa.-o
para funecionar sol*, a deuonunacao Ferro-Car-
ril de Pernambuco, e approvadas os respectivos
estatuios.
Comuaissao. Os inaejes da provincia da
Babia nomcaram una commisso composta dos
Srs. Drs. Ga-par da Slveira Martins, L. J. Duqu-
Estrada Teixeira, J. M. da Silva Prannos Juiioj
e conselheiro Amonio Fcix Mirns, para alpn
sentar ao poder legislativo urna representacao con-
tra o procedimento da episcepado brasileiro.
Cosnarca de KantoTAntao.-Recebe-
mos o Municipio, da cidade dh Vtpria, de 24 de
maio, no qual lemos:
. Em dia da semana prxima passada, no enge-
dous reos : o priii eiro, ftanotteo Mendos da Jo- nho Serra-flrande, o Sr. Manoel Borges, lavrador
daquelle engenho, achando-se soffrendo do cere-
bro, deu em si proprio algumas facada?. Acha se
em perico de vida.
A autoridade competente compareceu inme-
diatamente ao iugar do triste successo e procedeu
a vistoria e mais pesquizas necessaria?.
Conhecemos do perlo o Sr. Borges, e lastima-
mos o seu triste estado de alienacao.
Augustos viajantes. SS. AA. II. o Sr
conde e a Sra. coudessa d'Eu desembarcaran! em
Brdeos no dia II de maio, sendo ah recebidos
pelos duques de Nemours e de Aleucon.
Segpndo refere a Frunce S>. AA. II. chega-
ram a Paria peas 10 horaj da noute do dia"t2.
idos de Brdeos, indo hospedar-se 00 graude bo el
UlL que f de Londres, onde 50 lhes fiuha preparado diversos
ciaea, ibsouracia, taito os /eitos,.
Vapores do Pacifico -0
vfo chegar a nosso porto de 23 a 25 do passado, aposentos, rPermaneceram em'Pahs durante nm mor : appllaue
do
soffreu desarrnjo ni machina ao demandf a
< naoMi Jim
ritiiii \\\. % ilfeLu^lo
SE>SE 187X
'MSIOKNCIA DO I1M. SB. CoXSUJtflUO !!<
Mrrrxr.o.
Steretar Dr. Vugila Caelka.
As II horas da uunl, plsenles os Srs. o-
einbargadores Leurenco Sauago, D ra. lvn.
;ues Silva, procura lor da rora, Rojmcira Cmu
Araujo Jorge e Metra, faltando o Sr. df*cwie!;.'
djr Alunada Albu picrquc por estar preeidtaie <
jury, i aborta a leme.
ILCAUtTO.
Rabeas eorpus.
Paciente Francisco Bertinu de M.dii
cuderam soltura.
Paciente Manoel Alen dos Sanio*.-Hefaram
soltura.
Pacicnle Joao Alvcs do Siqu'ira.- Mtfaraa a
ordem pedida.
Paciento Antonio Alvos i'm Silra. Mamlann
que reaueresse w juiz dedirelio.
Paciente o escravo Maux-I Rilrigues.-Cu,.-
deram ordem pira r dia l'l de junln.
IWcnreos crino-.
Recorrenle o juizo de dheito de Macci... rec f
rido Pedro Antonio da Silva. Juizes os Sr-. des-
embargad. >res Lourem-i Santiago, f>ria, Aranj*
Jorge c N'eva. Improcedente
Do Ronilo. Rocorrente o juizo, rpeorrida Pe-
dio Jos Jus no. famat M rrs. di*cp*taiinidot"e
Araujo Jorfe, Noiva. D ira e Loar nqo ni.
.improcedente.
Da Victoria. Recorrento o juno, recorrido An
ionio Pereira da Silva. Juizes os Srs. eVsemfor-
gadores Araujo Jorg-. Noiva, Looreaco San;.
e Doria.Improcedente.
De \ acet. Recrtenlo o juizo, recorr Jo Fran
Cisco Jos da Silva, lame* os Sr< dc*emt.
dores-Neiva, Doria, Leurenco Santiagn e Ara:
Jorge. Iraprocedeule.
De Mossoro. Recorrenle o juizo, recorrido Pt cisco Jos la Maria Juizes m -rs. desetnb.T
dores Louren-.-o S miago, Araujo Jorge, De-
Neiva. Improcedente.
A|ipollac~H s ermes.
Da Misericordia.-App llanto Pedro Upm
noiro. appeada a jnstica.-lmprocelenle.
DeS. Bernardo. Appdlanle o juiao, appc
J^s Joaquim de llollanda.-Improcedente.
DoBuique. Appellante Luiz Jos da Si!r..
Crispira, appellada a justiea- Imp cdeme.
Appollae'i o, 1
Do Recite. Apiiellant'e Joao Martins Ponte--, s
pellada Mara Adelina do Espirito Salto.-Cl
raada a sentenc.i.
Appellante Jos Ales Barbosa, appeHadc Pa-
lomo de Souza Braz. (JouGtmada a senleafa
Appellante a companhia Rerifo Draiiiage, af-
pellaao Henrique Bernardos de Oliveira.De1-,
zaram os embargos.
fA5SAC.lt ICS,
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago m>
Sr. desenibargador Doria :
Do jorj de Cimbres. Appellante o juiao, app-
lados Antonio Cordero Rogo e outro?.
Appollaco cvel.
Do Recife.Appellante Rufino, por sea cura-
dor, appellsda D. Felismina iristalma da SiI.m
Ao Sr. desembargador Araujo Jofge :
ApiieHa.o crime.
Do Recife.Appellante An ouio Feitoca dMel-
lo e outros, ippellada a justica.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. ii ieil 1
gador Domingues Silva :
ApneMaeors civeis.
Do Bonito.Appollatites Prancp>ce AMeaki Sx*-
res e outros, appollado Vicente Ferreira Padoaa
Calumbi.
Do Recife-Appellante FeKppe Mesma Caiasfo
da FoDceca, appdlado Manoel los Mana* eV
Neves; appellante Jweplnna Mara dm Bares r* 1
seu curador, appellado Antonio Joaquim Pena
d De Porto Cabo Appellante Jos de <**
Lima, appellado Joao Francisco ia CarvaiV)
Da Areia.-Appellante Joo Joe de O'
appellado Joaquim Jos Pereira da Coaita.
Au Sr. de*anbargador Regueira Cesa :
Revisia erml
Reeorrentc Pedro Gonvalvcs Ferereire, reerrr,
do Francisco Gomes da oeta.
Da Lagoa Nova. Apaeitaste Maaeel Quina
Pereira, appellado Dr. Fransisco Igaacle > f
Gouveia.
Do Sr. desembargador
desembargador Araujo Jorge:
Do juiao doorphios do Recife
lliias.Lopes da Costa Mala, appellado AutagiO O.
miro de Gou vea.
Ao Sr. d^sombarjato Refueira Costa
De alagoas. -S&eftmXl* Jemaha
Costa, appellada a parda Virginia e t
naSr. desembargador Regueira Cesta au *.
desembargador Araujo Jorge:
Appellante JoseJnaTmlii lk%a e
Aguiar, appellado Jos de i
U*a
mez, devendo duxanie este lempo passar "a^uns NppeffaJ'Vjtiiw;


.
.
ap
Jess
feitos
JoSo Sabino de Oliveir*
na da Qonrei.ao, appeMdafa j
AppellpiJjBiv,
Appellante Jo'io Jose.aiW
Victorino das Noves; appellanto Jos fio^atocs
da Cruz, appellado Franoisco das ChagalSM
ro ; appellanto YitaLVaz^do Espirito Sanio, aj*
pellada D. AgoitMl jjfjMtp'Passos ; ap|dl>inj
Matmas Lopes da Costa Main, appeliulo Jos loa-
quira de Castro Mou^a.'' '; < L
l)o Sr. desemjjarjzadpr Araujo Jorge ao Sr, il -
t*mbargadoafjr|v|CT.j tfrT* Jfl
Appela<;oes civeis.
Do Recife. Ajipellantes Hcnry Gibsou e outros,
appehadus Wilain James Lendsay e outros
Oa Imperatriz.-Appellanto tenente-aioronel Fe:
ippe Mataraca, appellado Manoel puijta Gilima-
raes. r>1f,\|
Appellante Sau^'Aiiaa,; apnejlajjle Candido Rodr gues Becer-
ra, apnellsda alasita ; appellante -Francisco Pe-
rora d*4*va, appellatla a jostica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Apdeilacao eivef
De Assari. -Apnejiante o juizo, appellada a afri-
cana loaana e sea fllho.
IK&r. dt*wv|ar|M>r>|..;Ta.ai) Sr. esembar-
g^a-n' Lqurenr.0 Santiago1:
. *>'' 'J*W4*fc* arimei,
*PPnte Loufenco'de Marros1 Bezerra Cava!-
MUL apeada n jutif;i; appeUantn tiemlahno
tnfaafeLumachTde Melb>, appellado Manoel Mar-
tins Gomes ; appellanie Jos Bento Beltrao Vello-
20, appel ada a itstica.
.Diligencia orima.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
ustca :
Appellanie oluizo, appellado Horacio, escravo ;
appellante o jiijiij||elJa nuel Joauuim ; |P]MH|fa4 td^Jlaijuin Bastos de
MUMMado Jos Mvia de Je. titierra. ias o ouiros, appellada a juslica ; appol-
4aute Vctor Freir de Carvalaa, appellada a jus-
ta}*,
Appelineao civel.
.Ao Dr. orad ir geri :
"Do Cabo.-Appellante D. Mara do O' de
HiiR-to, appellada D. VariaPaz Toixeira.
Assiguoii-se dia para jalgamento dos
.uiatcs:
Appcllacoes civeis.
Di Recife. Appellante a ingos Jos Marques,
appellada Cecilia, porseu curador.
l)e capellas de Olinda.Appellante o conego
Manoel Tliomaz do Oliveira, appellado o juizo.
DISTIWBUICXO.
Recursos r rimes.
AoSr. dese.iiliarjaJor Courenoo Santiago :
Rtfcorreuie o juio de direito de Mossoro, recor-
rido Francisco Jos de Mara.
Da Macei.Recrreme o juizo, recorrido Pe-
<1. i Automo da Silva.
Ao Sr. desembargador Doria :
D> Limoeiro.Recurrente o juizo, recorrido Jo-
*- Luiz de ant'Anna.
>e Mossor.Recorrate o juizo, rocarrido Jos
IVreira de Srmza.
Ao Sr. dcjibbargador Regueira Costa :
Da Anadia. -Recrreme o juizo, recorrido Fran-
cisco L. dos Santos Lima.
Ao Sr. desemb.irgad.ir Araujo Jorge :
Do Bonito.Recrreme 9 juizo, recorrido Po-
dre Jos Justino.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Da Macei Recrranla o juizo. recorrido Fran-
C -!> Jos da Silva Jnior.
Appellacoos crimes.
Ao Sr. desembarga Jor Lourenco Santiago :
Do Uipe. -Appellanie Joio Bezerra Dias, ap-
pellada a justipa.
Pe Cajazeiras. -rAppoJIante o juizo, appellado
Jos Mara de lesos
Da Cataaol. -Appel! inte Manoel Vctor de Car-
v.ilho, appellado o juizo.
Ao Sr. desembargador Doria : -
Do Sobral.Appellanie Jos de S. Castro, ap
filada a Justina.
De Inliaiii-iiiVAppellanie o juizo, appellado Jo-
S Da Granja.Appellanto Jos R. Dourado e ou-
.'ro, appellaJ i a jiKtica.
ao >r. desembargado!* Regueira Cosa :
Do Recilb. -Ap-ielladto o promotor, appellada
Marta Lopes IVreira.
De Alagoa Grande. -Appellante Manoel Antonio
da Silva, appellada a justua
De Olinda.Appellante 1-rancisco Luiz Gon;al-
vej Perreira, appellalo Pedro de Alcntara fel-
fa Sr. esenftargador Araujo Jorge :
i*- AJago Glande. Appellante Jos Ferreira
ii i silva, app.'iiada a juStiea.
DaEscada.-Appelbinte o juio, appellada Ma-
ra Rita Paea Brrelo.
Do Pasquelra. Appellante o juizo, appellado
Valerio P. de Mello.
An Sr. dusembargadur Neiva :
Da Atalaya.-Appellaates e juntamente appel-
(adoa Jos Joaqnim Bastos do Couto e a justiga.
Do Traipii. -Appellante o juizo, appellado Jos,
filb.j de Manuel Joaqlra.
iggravos de peticao
Ao Sr. des db irgador Loarcnco Santiago :
Aggravaate D Maria Ricarda de Soasa Reg.
Ao Sr. desembargado!' Doria :
agtrravante Eduviges, por seu curador.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Aggravante Manuel, por seu curador.
'. Sr. i-- imbftrgajdtir Regueira Coala :
Aggravaiite o preto Januario, por sen curador.
\ > Sr. deaembirgador Neiva :
' "gravante D. T.u-reza A. de Siqueira Caval-
,n.
Aggravo da inatromento.
\ i Sr. dcseimargador Dona :
De Pao d'Al.io. -Aggravante Jos de Moura
faseoncellos.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Da Granja.Aggrarante 6. Leonor Hara de
Olinda.
Carta testemaahavel.
Ao Sr desembarga liir uomiOgnes Silva :
Do Reeif.-Aggravante L. F. de Andrade.
AppellacSes civeis.
Ao Sr. De embargador Lourenco Santiago :
De Bom Jardim. Appellante Jos Pcreira
a mai*
jaculo,
ednia delu_.
I* Joio ig*a e orod
,--------.--------?^-
iiWde assucar reinado
ii*i
A qtfaml do' $,lti\tA&tedViicrdito Papa-brazas igual nao' tem esta *
da conta -deprefctoeftiflb capital-representa a de- Tambem nao deixa de ter seus t
{*''cja|aadocapita nprogada no Brasil ao cam- , O fundo de reJWf/f rMfVCWJO. que agora .s
re8fl?ti$Ht^6WJO> ('u,! f0l2 s'
propoe aiiginelKarp1lr575,5r)0" e allm do effeci
tuar is(o una rusohv;') sora submeltida ansian
bl.'-a.
Os directores aa?, segundo 's' dlspr/sifes' dos
estatntos, delxrtm os seas cargo n-Wta occiao sao
os Srs. William Bevan e George 1. Brooking ;
ambos sendo elegiveiSjOUereeem-se para re-eleicaot
A asseinbla ter de- nomear fiscaes para os 1
mazas queso saghon. "I'
13, St Helens Place, F. C. r
6deidaJb(lblWJ. < >-rf O *l
EngliWlt- Hnnk ot IIo -le J<-!-
ro Limili-d.
ACTIVO B PASSiVO EM 28 DE KEVEREinO DE 1873
Activo.
y
Dinheiro nos
banqueiros eem
caixa
Lctres a rece-
ber em carteira
e d e p o si tadas
oom os banquei-
ros da i'ompa-
uliia
Outras dividas
activas e saldos
devedore*
Capital
Autorizado em
30,i KM) accoes de
20 cada urna,
com factildade
de ser augmen-
tado* l, OOO.uOO
Rejlisado 10
por aecao
Dividas passivas
Quantia aue te
devo por ountas
corrento- c de
depsitos
Letras a pa-
gar, oulras di-
vidas passivas e
saldos credores
do
02IVA-
'
sd.
3C.20.3.6

ti; i)
i.6ii>M3.13.2
40.725.2.1 2,047,634.17.3
2,393,839.0.9
Patxiro.

sd.
!
i :
500,000.0.0
, arvoran-
do-ore>daj eepadot^ pajou^por Seca e
Meca, esteve no Paraguay, earr.ista,quan-
do lliu zuonta, a suaduriiulaua liouor*rw.
Lmiiirt t UoiiKHU que toia t*pad yw dar
"MMIU|
Ccira tiellev Ploripno d^ uinaj 6ga fe
K a proposit; o tstr.axkiw (de ferro) nio
lera tainbotn^iw.-mrOftil ,f..R (\
Dizem que nao. r'lariatro apzar de va-
tetio aj l*;ai|how^doiBe4f^-
>ta,diante de-umA| rectifkooiu. r.
f ;WtatW tal. qudtm-'^*s*5i
titicaeoes, que rectifica para dizee, a usMo
cousa, parece incoroavel.
Floriano mitra ; conhece bem q seu
gado.
Mas perguntar-se-ua, que->rt FiericMO
para aiular l distftir corrt "
Floriano
cou-
,1o co
o est, um herflaj,
'{ln^iior rlha qjae
'o!
nde-
e ndu
aliem f,
Bdacia.
^Floriano, sordo j
o reda clff^.^
o mundo tem visto',")_ rolia'donovo ltfi
tintesf-* i i j
L' t^o ba na l# coma sor nfyf} Jfi1^
O destino da corliga. 3
>Vai boiam|o, rolha amado, emquatlo
Sraz thespureiro. i; jBU)3
O mundo assim, y
At cooa risco de vida, vv*4 c#sa de toy-
tivn. '3 jjt
Nos qHOqve.
O
T*00I. & I.O.MiO.tts" GLOB
RAICE C0MPNY
Wfcgmtesi'
S.4USDKR8 BROTMt C.
l-^4)*rpo Saiitav--11
I f .!T1l-r -I. ,->:!' n I
PF.K.\\Mlii;C0, 31 DR M.UO DE 1873.
virtjpfljd t"': u*(h|aci5Ds '^(fn.ittrwfiS~da
iraca do Recife, na semana d a ;il
"Tic mato do 1873.
Cambios. stM LooHiH Vi i> i v,
Ka 3/8 do banco a.90 d/v.
. Soltfal'aris, 378 por franco a O dM o
Sobre lVlo 113, ll e 115 */. do baaco.
anno.
a i/H,
385, a
Descomas de letlra*. 10 V. ao
9vii;'>m)T/ mJ,
Apohces da divida i)ul>lici2 a ;i / de pfeniio.
Algoso. De **iiW; f's'o'rut posto a bordo
I Jete do 7/8 e 5 0i00i) por 18 kil.
' ISmi.' sorio, pwa a Kordo a frete 7/8 e
3 /. 9200 e Si700 por lo kil.
dem refugo, posto a bordo a frete do 1/i e 5
V. 8200 e 8700 por 15 kil.
De Mamanguape 1" son ftjiOflO por ." Idl.
De Mossor l aorta 9300 por 1 kil.
Do Sertao i' sorle 9t)0 por 15 kil.
dem, fibra longa 9*600 por .13 kil.
A.de'Qninlal
.. barrioascom 1,015 ditos de dito ; Carpiulei-
ro Pilhos Sobrinbo & fj. 20 ditas cora 1,W0 ditos
de dito braaoo/
Para Maco, na barrara TriHinptm, carreg^*
ram : 1) J. I'oiaira & '|rio 1 barrica com 60
kilos de assurl-i>aJbeo| ti Jiarris com I.28 li-
tros de aguardMafnv 0 Bo Grande do Norte
J. A. de AlbuqWrlfnrTTrarrs com 192 litros de
agurdente ; Poca & C. I barrica com 60 kilos
de asnear reflaado ; J. D. da Cunha Lagei 9 ditas
com, 8R) ditos.de diU) : B. Oliveira C. 10 ,saccos
cora 750 ditos de dito Dranco.
Para Mossoro, na harcaca Flor *l /f-'v. enrre-
garam '.'farneiro k C. 30 pipas com 9,m) litros
de agurdente.
Para Mossor), na barcaea Riacliuelto, carra-
iina : A. G. da Cnnba a filva'5 garroftos com 103
lros de agurdente.
i.aPATAJSIA DA ALFA.NDBGA
Renaimento do da I a 30. 11:650*550
dem do dia 31...... 817*533

VOLMES SAIUDS
Nodiala30......
Primeira porta no dia 31. .
Segunda, por^a ^
Terceira porta .....
Trapicho Conceicio .
15:468089
39,805
61
99
756
203
W,!Mrl
Assucar. Mascavado purgado
2*2(X) por 15 kil.
13950, 2*000 e
435iUU.7-.il
1,2^6.645.8.5 1,721,813.16;4
Depreciaciio
capital :
Somma ao cr-
dito dcsta conta
conforme o ba-
taneo de 29 de
fevereiro de...
1872
Menos a som-
ma passada ao
crdito da conta
de lucros e per-
das como abai-
xo
Fundo de re-
serva
llnate de ju-
ros as letras e
saques a vencer
Ganbos e per-
das conforme a
conta junta


60,503.9.7

19,764.14.9 40,740.14.10
i:
.....
4.i-uu A
|H"l|IU'IIO
substancia de
ronaaaawo.
vnlutoes de conselhgs
60,01)9. 0 0
.
5,561. 3. 7
*J
65,743.6. 0
2,393,839. 0. 9
Responsabili-
dades em le Iras
oegociadas
30,585.16.9.
CONTA DB (ANUOS F. PKRD.VS NO ASMO FIND BU 18
DE FEVEREinO DE 1873.
Deve.
A dividendo de 12 schillings por
aeco declarado pela assembla
geral de 22 de maio de 1872
A saldo levado abaiso
s d.
30,000. 0. 0
11,937. I. 7
41,937. 1. 7
De saldo
1873
em
Haver.
29 de fereiro
de
41,937. 1.
mdicos, pdi fcilmente ser conilenrad^
em urna s swtleiMja, a saber : Conserva-
se o appareiliii diguslivu ii'um estado vigo-
roso, o vejilre liyre e desempachado, o o
figa'lo u iim estado d; perfeita aCrj^rj. 'P-
rm, a q ti es [o oat, duque tuauoira se he
de conseguir istof Kmbora difficil ecojr
baraeada que pareca a resposta, com tum
qualquer bomejn ou mulhcr que conbece
as virtudes das paulas assucaradas de Br^-
kil, pode vos informar promptamente. As
suas extraordinarias virtudes meJicinacs
abraugem loJas as enformidades. Est o
estomago fraco < apatbico ? Ellas lite dSo
vigore actividade. Acba-se o ventre n'um
estado CQnsrricto ? Ellas o relaxam e o tor-
Hjtm regular. lcha-se o ligado inerte ou
n uin estaik) congestivo ? Ellas prompta-
jente promovem a sua actividade natural.
.Vsua principal obriga^ao o de restituif o
systema um estado natural, sem empre-
Sr ou usar a desnecessaria fon;^, sem
usar as mnimas dores, ou nauseas revol-
tailtes; e tudo isto ella? fazem, e muilo
mais ainda. Em todos os casos de moles-
tias d'uiua natuieza complicada e que affe-
ctam a pe le, os msculos, a carne e as
glndulas, em taes casos dever-so-ba tomar
esse grande desobstruente, a Salsa de Brislpi?
a qual juntamente com as plalas, promo-
vem e acceleram urna prompta cura. As
pilulas vo niettidas dentro de yidrinhos, e
por isso a sua conserva<;ao duradra em
todos os climas.
Couros. Seceos salgados, 666 reis por kil.
Entradas de assucar e de algodao:
2,774 saceos de assucar.
1.618 saccas de algodo.
( E' o que est, por hora, verificado.)
hxporlacao.
1,382 saccas de algodao.
2,042 couros.
1,657 meios de sulla.
320 pipas de agurdente.
33 ditas de espirito. ,
27 ditas de mol. *
8,527 saceos de assucar branco
8,823 ditos de dito mascavado.
3,452 barricas de .assucar braceo,
493 ditas de dito mascavado.
Associacao Commereial Denelicentc, 31 de maio
de i8/3. '
/. V. Ferreha Lope,
Archivista.

PHACA
boato.o.
RECIFE 31 DE MAIO
DE 1873.
2 HOOA3 Di\ TIUH.
iH oliiuiat.
1* sorte- lOiOO) por 15 kilos
bordo- r frte de 7f8 e o 0[0,
>
Ditode dito i1 sorte 9700 p ir 15 kilos posto a
bordo a frete de /i!6 d. c 5 OO, hontem
Dito-de dit) ft."ti70!Vpor l tolas, posto a Bordo
a faite de 7|16 3 t)|0 bunteui.
Algoaao-Ue Mamangntpc D sorto 98000 ar 15
kilos, hontem.
Leal Seve
,.,,;, Pelo seetetario.
/[.FANDEGA
aendimonto do dia 1 a 30. .
dem do dia 31. .
SERVKO MARTIMO
Alvarenga- descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 30. .
Ditas lias no dia 31. .
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Conculca.....
GE-
KECE6EDORIA DE RBNDAS I.NTEK.NAS
RAES DE PERNAMHUCO
Rendimenfo do dra 1 a 30. 54:K1U874
fdemdodia.31. ...... 6:980*286
E para const ,r
pelOjV.nial.
Secrrlarii
bttrn, 27 dt
- Pela thcsoaoBB immnm kim
que fui transferida para-i dia 3 de jnntfi pro
osa du .defcncputMW Jaaajao.f a mam
secretaria da l'n-s.myria jrayiwl de r
uaoiJnici. 16 d- irfaTo w tnl
______________MM
Pela tUowajraria mtvimmd f i
Ojue fuiam traosfen-l.* paia dia II
proxiaaa viodoaro as seguales \_
Forneriment da afinienta^av e dktos aws prv-
sos pobres U.i casa a>- a-i.-uyi fM mmtfm da *
mezes roitaf i I .la jul||yapw n*|..rn.
Impres-i'ii's dos tr:iU.i[iin> das rcarti-y*cs pro-
vincia es ( meaos -rotara
tem de I auno, a eeaftar d |.'
yimo vmdiiuro.
Secretaria da Uiisouraria proviaMi i ala
buco, 30 de maio de 1873.
O attrtel awlnr,
Ferreira.
SCL
a
raa>
.WlffJ
OLi'tliPOO
CONSULADO PROVINCIAL
endirnento do dia I a 30. 133:677*iV7
dem do dia 31...... 1:987*235
133:664*682
RECIFE DRAINAGE.
Itendimento do dia 1 a 30. .
dem do dia 31......
M S
7:141*04
1:114* 36
8:2J-*I78
da
Deve.
As'despezas geraes na sJe_ e
as suceursaes do Rio de Janeiro
e Santos ; incluindo a remunera-
cao dos directeres
A dividendo pago por conta pa-
lo semestre lindo em 31 de agoj'o
de i82
A rebate de juros as letras e
saques a vencer
A saldo qaa vai abaixo
27,108. 2. 3
20,000. 0. 0
5,561.
65.743.
3. 7
6. 0
Fil-
ia, appellado Rernardo Gomes de Moura Cou-
tinlio.
Ao Sr. desembargador Coria :
Do Recife. Appellante Francisco Marques da
Sdw Mendes, appeuaaoJos Jcaquini Alves.
Ao Sr. desemjargador Domingues Silva :
Da Bonito. -Appellante Vicente Ferreira V. Ca-
Ittmbl, appellado Sezinaado Sergio des Santos.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
De Olinda. Appellante Antonio da Silva Accioli,
.ippoliado Beilarmino Pej*eira Brenjel.
Ai) Sr. desembargador, Araujo Jorge :
Da Recife. Appellante Unedieto. por aea cu-
ir, appellado Manoel de Souza 'lavares.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Da Victoria. Appellante Goncalo Jos de Bar-
ros, appellados Jos Jeronymo de Mello e outros.
Eacerrofl-se a sessao ao meio dia.
I n^li^h Bank of Rio de Jnnoi-
r. Liinitctl.
CAPITAL SL'IISCIUPTO 1 OOO.UOO EM 30.000
ACi/iKS UE 20 CADA C.\1A.
c.M FACUfcOAB DB SER Al'GMBIT|[*PA.
Cupllal rtolisvdo 2 OOSOO.
do baaco 13 St Heleos Piare. Bishopsgate
Streel London. Suceursaes no Rio de Janeiro,
$m Peroaoibuco e Santos.
Saca sobre e Brasil e Portugal. Encarrega-se
.11 compra c venda de finidos, de receber dividen-
do.'., de negociar ede cobrar letras de cambio e de
nutro qualquer negocio bmcario.
as suceursaes recebem-se depsitos a juro com
iir.izo fijo, cujas condieoes vista se podem jus-
tar.
lielatoo.
A JireCfo subwotle com muito ptazer aos ac-
ijiiistas o bala uco junto, mostrando a activo e pas-
do bauco, c a cou,ta de ganlios o perdas no
anno Uaaucciro Uudo.em -* de fevereiro prximo
paisad*.
Os lucros tolaes do afno, depois de eita ampia
provisao para as dividas uis e duvidosas, niuntam
\ l 86,710.13 .*; di qus lia a deJuzir o rebate de.
juro as letras o saquee-flor vencer, e todas "as
de-.peia na e.le e as suejiirsaes do Rio de J-
n 'iro, de P.+riambuco c Sdn'ttis, ficando "o lucro
fiquido (incluindo o sal* de 11.937.1.7 .pie vem
do-anno pai deS,#78.11 .&. a quaJ tem sido .
.ijaatado Ja,764 44.9 por tfaasferencia da conta '
- -epreciaco do capital
E dezeiusro ultmtb pagou-af um dividendo dd
8 ahMaiatjsqiar ac;y>, montando a 2J,WW. a ago-
ra reconuaradadae que se divida a
30,000, oa lliaMilings por aecao, em 9
prwtirao riir<, pr^tizeQOV) 'dividendo
iftabiVius p-)r accii, uu 10 C
realisade d i banco, livre de inp<
d'itribui^ao dos lucros do anuo a
Un ver.
De saldo que vem de cima
De lucros totaes em Londres, no
Rio de Janeiro, em Pernambuco e
Santos, de pro ver para os juros
dos depsitos, dividas mal para-
da*, ete.
De somma transferida da conta
depreciado do capital
118,412.11.10
11,937. 1. 7
86,710.15.
19,764.14.
H8,'i 12, l. 10
Saldo que vem de cima
65,743. 6. 0
Examinamos os balanros remettidos pelas diver-
sas suceursaes cuja exctidao certificada pelos
respectivos liscaes, e bem assim os Jivros e contas
da sede de Londres, e achamos o balanco cima
e a conta de ganhos e perdas correctamente feilas
de conformidade com elles. Os lucros das suc-
eursaes no anno (indo foram calculados pelos
cambios corremos na data em que as contas se
i'eciiarani. <) capital empregado as suceursaes (i
gura as contas a 27 d. o par do cambio corno
d'antes, e a nomina ao crdito da conta dadepril
ciacao do capitalexcede adrar de S 37,000, a
quantia suficiente para fazer face a depreciacao
pelo cambisjyraenta na data em que se fecharm
as presentes conlas.
Os fiseies,
Joan Yonng.
Chirles Henry A'et/e.
.fiortj iti Yea/man.

J8 0C8S A PE
O* carnadas.
Viva a nbcfaade^dd* tabaco !
.Nao La de sor por alta de Coroa^oes que
o uiuutlu y garra.
O impagave! Fl^ri;
ticlla do leitieu. v (jttiido llie chegd.r vctaJ
da asneira o peiof holir.
Aiidal.', met Floriano,. dopois gue te \*
zaste imiao do genero ht&iano, nir^uom te
igualha. 'Jiwitas a too por irmao, e at ao
caitorrialio de casa cnarnasrrieu irmfio -,
e o qua mais E' das eiMCMidias ete eiijo Floriano.1 v.
O corto tKfm vai aitoro o a direito co-
roitdo tudo o a todos!
I..1 no eliTv^^plos nossos_irmaos),
eu

lloh'stsiis devoradorns
carnet.
De todas cUa:o cancro urna das mais
horriveis. Logo que haja a menor suspeita
da sua preseuya, recoirei imeoediatamente
a salsa de Bristol. Muito etnbora que as
apparencias cxtrjrnas que levam a suspei-j
tar-se, soja cancro ou nao, com tudo nao
deixam de claramente mostrar no 6eu aspoc-
to a presenca de materia viciada no sangue;
este inconiparavel depurativo a desarraiga
o expulsa promptameute, extirpando as suas
(-causas existentes na circulaQo. Qualquer
molestia d'um carcter tumoroso, erysipe-
loso, canceroso e ulceroso, assim como
toda a especio do orupces escrofulosas,
escorbticas e laperosas 5 sao segura e per-
fetamete subjugadas mediante este mara-
vilhoso detergeute.. Podc-se quasi cha-
mar um reroeJio seguro e que nao falla;
j o inesmo nio se pode dizor de nenhum
outro agente medico conhecido. Usndo-
se das pilulas assucaradas^de Bristol, con-
junctamente com a Salsaparrilba, apressar-
se-ha muito a cura.

'
8'J3:280938
34:D04Ot'3
928:I8iJ9il
Descarregam hoja 2 de jnnho de 1873
Barca ingleza -6'iuc(/fBurcadorias- para alfan-
dega e carvio j despachado para o caes
do Apollo.
Barca inglezaFimlier merendonas para alfan-
dega.
Barca inglezaTalismnmercaduras para al-
fandega.
Palbabp^ americano Harriele Breiceter -varios
gneros para o trapiche Conceieo, para
despachar.
Briguo sueeo Esmeralda tabpaJo j despachado
liara o 5" ponto.
Barca brasileira7{ trapiche Baro do Livramento.
Barca portiiguexa Despume II vinhos para
deposito nos trapiches Barbosa e Cunha.
Vapor inglez Sludcnt vinhos para deposito
oos trapiches Barbosa o Cunha.
Patacho inglezGloriacanos e durmentes para o
trapiche Barbosa.
Brigue allemao lby farinhaj despachada para
o caes do Apollo.
Palliabate americano Imoulsefarinha j despa-
chada para o o* ponto.
Barca norueguenseWeiikabei farinka.j despa-
ch id rpara o 3o ponto.
liare-,1 raactz
- Gumertte Telt
psoba-ln para o ihuairt*.
fPTTo j fcs
nacional<
naciortai
Lint thf A iiior-varos genios
a traptem Angelo.
JOS GEN"
s


Baneo Commereial de Per-
nambuco.
O banco sacca por todos os paquetes so-
re as pr,:cas de Lisboa e Porto.
Segur c^nra-figo
COMPANHIA
INORTHERN. .
Capital..... 20,000:0005000
Fundo de reserva. 8,000:0009000
Agentes,
Mills LaJham & C.
RUADA CRUZ N. 38.
SEGUROS
EOGO
IMPERIAL.
Ra 4 <'oiuju*1'*1o n. 3.9, pri-
m o iro andar. .. ,
-' Afrente} jK
W. G. FE.N.NELLY.
COBPAHHl'A-LUAHCAr
seguro maritimos e terres-
tres estftbej^aida n&jSahia
em 15 de Janeiro eUt;l8J0.
joven Jo mez de maio em-cora. Y CAPITAL k,1%0:MQm
l^ssaram-llw^ue o rap^s, BOrdiJt^ma- Jqpa^seguro.d. ^er^^oria ejmo a
nejou o pao en] rcgra^^florqyo eneai- rifco luaritituo 0:11 ta vi de vul^ii
ja-lhe a cora, *? sttttffeub fiassou jpahfMirmao ei nmtfudtji ser:^*tfc contra fojo sobw pr&v, ge
do em vez marlnnos! 'zenas.
*.TEn.V0A0 NA PAX-T DpS_ Vft^S D
'JEITOS.A DIRKITOS DR KXPOBTAIJAO, NA SEM
Di; i a 7'DK j'OJiiii. ;: W7J.
odioeiu rama ou la 371 1. 0. U^W-
jffarmascavado lS rs. o tnb:
ou '--de bl skcqiJltados 8*Vs. o kiloj"
(Jarvo. defiedua i'-slrauyeiro, touiikfda lUi-na-
^Ifandaga djfemMAiem^ I|^ mai 1 de 1MCL
81' conferertte -Jos AnaUnclo do Oatciro.
* olirdrento J?J. Uftirlque
pprV^^^^^TlT,S7:!-
Falito Mt^ga^iiiio (< .iiica/',.
M*
Jtappnrt*9$0 L
Hio (irando do Sul, patacho brasilafro
fj^vca, consignado q. .\rhori'rn & ., m
f*f^U:' v .^.v '
-liraxa em-bexiga 7,'i'8 Kilos.
ebo otiinina .6* lilis.
Xarquu 174,'iUrjtiJis, aos consign^
'os. j-*\ ?-r tjt *r w
i^PAOi S DE 5XPplT.\i'.AQ $0 JMA
MATO if: iwtt.-
I'.irj. 0S JJOLIQS daC.CtVi'JK
vapu*ialez Hinaoalaf, paM Liveri
30 "BE
.' 1
N'ivios entrados no dia 31.
Rio de Janeiro e Babia5 12 dias, vapor
americano Merrimach, de -2,099 tonela-
das, commandantc Sloeum, cqtiipagem
79, carga varios genero; a llenrv 'os-
ter C.
Liverpool por Bordeaux e Lisboall dias
e do ultir^o porto 9 1/2, vapor inglez
///o, de 1,100 toneladas, coinmandanto
Sliiddard, cquipagein 114, carga difle-
rentes gneros; a W ilsou Rowe vv ('..
Rio (randa do Sul 23 dias, patacho ora
. sileiro Grapa, do 223 toneladas, capitao
Francisco Jos Fernandos, equipageai II-
carga 11,867 arrobas de carne; a Amo,
rim Irmao & G.
Ass12 dias, biate brasileiro Adelina dos
Anjos, de 95 toneladas, capitao Antonio
de S. Castro,, equipagem C, carga sal c
algodo ; a Cunha Irmao Rio de Janeiro22 dias, patacho portugus
Canlea, de j97 toneladas, capitao An-
tonio de Oliveira Yaz, equipagem 10,
carga ca e outros gneros ; a K. R.
Habello ISavios sal idos no mesmodiu.
Portogalera porlugueza fhvo Fama t.\
capitfio Joao Riboiro Ferreira, carga
assucar e outros gneros.
Rio da Pratabarca porlugueza Diana,
capitao Joaquim M. da Silva, carga
assucar.
Porlos do Sul vapor inglez Puno, capitao
Studdard, com a mes.na carga que Irou-
se da Europa.
."Ve.\v-York por S. Thomaz e I'aivapor
americano Merrnnack, coininandante
Sloeum, com a mesnia carga que irouxe
dos portos do Jorte.
S. Thomazpatacho americano, Leonardo
Merjers, capitao Hicks, em lastro.
Aiacaj c portos intermediosvapor brasi-
leiro MandaJiU, commandante Silva,
carga varios gneros.
Granja e portos intermediosvapor brasi-
leiro Ipojuca, commandante Moura, car-
ga varios gneros.
S. Thomazbrigue diuainarquez Mars,
capitao Ramusscn, em lastro de arcia.
Observaeao.
Suspendeu do lamarSo para S. Thomazo
brigue inglez Dogmar, capitao Jackson,
com o inesmo 'lastro que trouxe de Fer-
nando rol
Mj id Tiiilrs-*'i d mnii) i i
ao publico, que desla dala em disMr prh^ .
funccionai a agencia d 1 ijrrew oitiouBMK r
da na esta.-ao (tus Cin > l'.mta*.
As cartas que m difin-ia a etu mrntx
paiiliaudo cirremuaeatcM HareMl m
rea do Kecife a S. FraociM, Mya ih ^m MUr*
for a >ua pnBdeuria, devoran I -r ao
criplo a* se$unti-s paUvr* O > foat
ii.'ar deR facilitar a sua distrilmico aa aman ap*r-ia. A-
cartas, porm. ipie se diritrin-in as run- 4-> w
terior. deverao >er postas na rrCcrida airearla a*
Cinco Pintas, devidaiarnii- soNada para a*o ka
ver retard.-uneato em raa cntirft.
Previne se aos senlmres paa|{nmt aun ae-
soas o.capadas no errieo a amata i^tr^t* ir
ferro, que expressaiaeto pr.taMt rvloaa'-sr
.artas sem e-"tare:n dpridaiwea Irn pi- :Jao r
para maior clareza irn*rrere >> art IC I
ti uccai do 1* da de^mfcro o> iMa.
Art. ni. As pesoas que mmdaaa-na para a>
liouvcr correie rartas do interior n rxi^fW *nn
e-iar.'n devidamente fran pi>-.idv pfke .-adi
nina :iU> Esta mulla ser e l<<)j para rnanaaailil
a caaildM de navi.s, cli.'f.s auis rprrpaa
du- trens das estradas de f.-rr 0 aja*pic- iai-
vidnos necupados no traasfiorte da* antas *
furreio.
Ailminis|rarin do* corroiat da i^9raamii-,.. 1
de junlio de |873.
O adininMr.-idiir Mtorau
Vicale Ferreira da hmna.-iila
i.\sm:<:\i> ik) a.islyvi. ni.
".ARI.MIA.
Pax-se pnliliuo que a rmniniMtiio de penaa eu-
minando na furnia leli-nnmada ao rapMlaaeai 1
ann.x.i aa decn-t> n. VM'i m I di lnmaiii' 4.
1864, "S cascos, macliina. c Mi-iras, a pardaaa,
iiiastr. n'ors. veame-. 1 "*Hra d-s va-
iiores // /,'"' 1 e Mu' i 1 .'..i. ii 1 <-.NU|oaim prraam
liucana de navepica" cnsteira, adwa tadns se
olip-cius 1111 eslad'i de pi"leiv.n .>- vaj.ir-* c.iali
miar no servico <>m ajae m
Insp.-c.-.i .1 'aisoii.il ik- in.irinha "l- l'-r-iaialu-
co. .'0 de inai.i d<- M73.
I'raunaciltiaiaik. Stdjipd-di Sil 1
____________________ ln^crir.
Consulado provincial.
Do pria-aro do Juaho vin I iim ruia^.i err^r
o prato para pa^aiaeni.) i i." s-nne* 4* ann
finaneciro de 18/i a 1*7 ''. d -da d-< 1
ma urbana, CJ rs, por litro <{ a^iuri nt- i
O'O sobre a renda dos aens de lai/ ;rti-areal.-
s cor raptes de uSn n >rt.i. \w 1. 11 na mu
ta de G O/o, os contribuuites aja dentro di:
uto pram nao satifiierem as
Consulado provincial, ti de n
it ti!., ii'i
A. Camena Macli
Santa Casa de Misericordia
do llciMe.
A junta adininislrali i d -i -
dous terrenos que pi>s-ue ni ln.-.ird \:r.mi.
Jos, Imje Huirte C ,
aquel!.- .IfO palawt o esta 389 de l
de fund is at a baila mar
Secretaria da San; i Casi J.- Miii.-ii .I
Recife, 7 la abr de I : I
O i*.'ii'
Pedro R
imm
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria provin
cial, em cumprimento da ordem do Kxm. Sr. pre-
sidente da provincia, de. 10 docorrenlc mez, man-
da fazer publi -o que deixam de ser arrematados
ns impostos provinciaes das comarcas do Bonito,
Caruarii, Garanhuns, Bom-Conseiho, Buiqne, Bre-
jo, e Cimbres como se achavain annunciados. por
ter o mesmo Exm. Sr, de conformidade cun o
disposto no art. I. do regulamento de 30 de abril
ultimo, creado collectorias as ditas comarcas; l-
cando, porm, para ser arrematados no dia .?i de
junho prximo vindouro os referidos hapostM
das comarcas seguimos :
Preco annual.
afgodan;
coiii ">,:ii; dito* dedtto
.M:'7r Monielriija
ttomnelman <:.
dilVAWi i^ol l| din* uVdim ; S.-Brpt er
132 dita c(Kn tSidilus, de do 77 farlii
1,,| 09 ditos df dito.
So navio francez Alphonse V. Cesard, i*ra
\^'+M2mmmmmtt^JmmmAC. saNac-
cas com 17,617 kilos e algodo.
dobrigue vso Akxandre, para o Bltico,
caaregarain : G. Aejuen C. 100 fardos 00111
ls,87o kilos de algadao.
Aro navio iuglea Kaua, para o-.Canal, are-
garam : Bra.gn, Son i C. 300 sarcos com 37^S-J
kilos d assucar mas-aa e- Na sumaca hespanliola .So', para o Rio da
Prta, carrejaran! : J. S. Loyo *'ilh-> loO fcr-
rias cota. 31,28i tilos de assuar mascavado e
60 ditas com 6,060 diuis de dite branco.
3 l'ai'i o< portos do interior.
*- Para o Riu Gniude doSul, 11 > paiacujo lra
sUeTro-Jn-o Arthur, carreaaram : Suva & Cascao
4fXT bariwajoha com 3:l,.*>l l|i kilos de assucar
branca ro ditas com o,0jo ditos de dito taas-
, Para o Rio Grande do Sul, no brigue bra-
sileimJi^rflliido, farrejraram : M. da'S. Mala A
C 20 pipas com 9.60o litros de agurdente.
Para o Kio Grande do Sul, no lugar portu-
gu-z J"s Httwm, carregarain : Oliveira Filhas
S C. Jftti barricas com 40,071 kilos de assucar
branco e 400 ditas com U.SS I 1|2 ditos de dito
ia3avado.
Para .raUnayaaua, 110 nayio inglez Gama
-' & C. fifp.barricis
(neo.
lyVpo ffl^IrMftro -1'
LM A- #? Kw>fjfO barricas
Mucar, brapi
po- j{apoi- nacional tp&trh.
Coeck, ca
0111 :jo,7
Ifr- Para
m U'
3. Oliveira
!o's TlesSacar b
Tacarat
Flores
Villa-Bella
Cabrob
Boa-Vista
Oaricury
E para constar u
te pelo jornal
Secretaria da thesouraria provincial d.-
nambuco, ti de maio de 1873.
O edlcia! -maior.
Miguel Alfonso Ferreira.
2.3074800
3:670*700
3:670700
I:fii6i678
823133!
8S3I339
mandou publicar o pie-en-
Per-
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial faz publico que foram transferidas para
odia 11 de junho prximo vindouro as arrema-
lae^es dos seguintes peflagios :
Prcjo annual.
Magdalena 7:3615200
Giqul 6:2W460f
Ponte di>s Carvalli >s 8-13 000
TacanWu 803*000
, Bnjarv^ S53|')t0
JaboaiSo 4:9Sii00
Caxang I:z7oji00
MangmnhoeCapunga2:63320)
S. Joo 2:0 44750'
Morenos lioC^jlO'J
Motocolomb !:6SM1C0
Tapacur l:49i>4oftO
Todas estas arrematacoes serio por espaco de
i anuos a contar, do J. de jullio.de 1873.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
Bambuco, 3J de malo do 187.1.
O oficial-maK
.__________M. Alfonso Ferreira.
O lilm. Sr. inspector da thesouraria provin-,
dial manda fazer publico, que em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da nroviod de 2S
qoeorrenle. vai nevameate praca no oia 14 de
Sinti prximo vindouro, para ser arrefljatado \
okpm maBder, o sitie dos Remedios, servtao de
. tfcse a quantia de 3:7504 porque foi adjudicado
50 barriquinhas- com fa enda provincial.
M)audiencia Jo4ilai. 8r. I'r. jaiadV
direito da8.a vara, dodi 5 lejul
xiino futuro, te.n lo ir em inca poraMt<- .
mesmo jais, uYpoia da rasyn tiva auitiencia.
una innhilia a l.u/ \V, 1 madaira a-
magno, aoupost* deum; ipani.
cotisiilS com ltuju irmort*.
una mesa di- c --j 'i.'
bem di- pe Ira, quatra cadeira b-aca,-'>,
duas ditas ib- balam. > t ib- guar-
nir 1 o, i-m bora osl. '. ruad 1.........
VOOru'JO, (tija moliilij f>i |M-uUora a a
Joaquim da Silva (i .1 por rv iieio oV
I). Maria Jos da AimiiiK.1' .'
Obras militares.
lV-in de sor contratad..-, para o .)
pici'. a coocaca* di- imiappa'
apua da cacimba, ora lo era IHliS 1. r
cao dos reparos a razer-M no rano d-- es* *
rali;aniento da entra la d" arsenal 't.- ru-1
..a los em G.'iS'i I : iVfte i--l ;
rein enrarregar anreseniein sua* pr rm4a eai
carta fechada, a 4 de juaaj a > nn-in da, n..
p.uti'.ao das obra- publkaij onJ >e a-bata o- .
(amentos.
Pernambuco, 20 do maio de 1*73.
rio", s ,;|.i !'
VlSDS- *ABJT!M*
Para o referido DMla^reieade seguir roas ami-
nora o patartJs MHigaec (>!t*4, por i-'
1 maior uarte da earjoacazajada, para 1
.jue f-e falla traa se miu os r i-igaalari.-
mim Jos- Goncalves B.dtro 4 Fdao : roa i
Cornmerrio n. ."!.
Pacific Slfui! fojsfii n i -laj-a-if
Rdval M\ SlfsitHf-
i.i.ib, jN,
E' esperado d.K porto* d sol t> > ia 6
junho o vapor Cmzn. uaal segara aa
dia da cliegada para Luboa e Liver|*v>i.
Para passaaens e maa bifena^edea.
aos agentes \Vilson Rowe C
14 Ra da C iiiiirrli.-ti
N. B. -1 a todo o imxeUto da Ear^ya
o vapor desta aaaapanhia li
Ei dia para o sul, i>ara
tiros era co
llena no Rio
K' saando da Eu.xaa
o vapor Sotaii, o <|ual
me seguir para o sul
N. B. Ni) se recebe .
para os port d sul em jnia
lena no Rio da Prata : a tratar
WUsoa Rowie 6l C, ra do
1


3f


GMP.4MIA
DE
\AVEGACAO BAHIANA
Par Worl, Pened, .tr-ttoaj
e BmIiIn.
E* esperado dos portos do sul al o da II o
14 o vapor Gastiio le Orltans, o qual segu para
us portos cima.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete a
tratar eom os seus agente* Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedq k C. ra do Bom Jesns n. 57.
Para o Porto
pretende sahir muito breve a filen pnrtuguera
Abra Fama // por ler grande parte do seu ear-
regamento prompto. Hecebe a carga que Ihe fal-
ta a prtcos mdicos, e tambera pasiageiros, para
os quaes tem ptimas accommodacoes : trala-se
com Tito Liv Soaren, ra d i Vigirio n. 17.
rara
brigue R-iio reeebe a frete o resto da carga
alta engajar para o referida porto : a tratar
sna consignataros Amorim Irnios A C.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretendo seguir com pon-
g\ demora o lindo e veieiro logar portuguez Jos
tteco, de I* classe, por ter a maior parte da
carga engajada, e para o rosto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos Goncalves
Ueltrao 4 Filtao, ra do Commorcio n. 5.
;um<
Compaubia franceza de navegacio a vapor, linha
menal entre o Havre, Lisboa, Pernamuueo, Ba-
tia. Rio de Janeiro e Santos.
Avisa-se ao commercio que os vapores desta
nova linha eulrarao sempre dentro deste porto,
qner na viuda, quer na alta para Europa ; e que
as mercaderas serao entregues na alfandega
expensas da eompanhia, sein o menor a,ccrescimo
d9 despea para o carregador, sendo ao niesmo
tenipo os fretes, c preco de passagens 20 a 23 0/0
menos do que as outras grandes linhas.
Dentro do imperio os retcs sito guies aos da
tabella da compaahla brasileira, e preco de passa-
gens 10 0/0 menos, sem augmento por excesso de
bagagem quando nao for exagerado.
Para fretcs, encnmmendas e passageiros, para
os quaes tem excedentes accommodaedes e por
precos reduzidos, trata-se com os consignatarios
Augusto F. de Oliveira 4 C, ra do Commercio
n. i2, entrada pela ra do Torres.
Dario^de Pernambuoo Dom ligo 1 de JuuKo de 1873.
O ageste Martlns far leirSo em lotes, |Tarmav||nL__.r, _a **< t/w> Aa 2,1 a
".3a, gneros e mais pertencas da taverna cima, HvrWIKJ Uts p *
a qual se acha bemsortida'do gener* de prime!.
ra qiwlidade.
A'ill loras do da cima.
- -*-----------------------------------------------------------------------------------------------------.-----------------1--------------------------
LEILO
DE
na importancia 3:900-7000,
'rnassa fallida de Martins
Uen
quatro leltras
perteneentes
. & Leopoldo.
QUim-FEIRA 5 DEJUNHO
as 11 horas
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juix de direito ee-
pecial do commercio, o agente Pinho Borges le-
var a leo as referidas lencas.
Em seu cscriptorio, ra do Bom Jess n. 51
primeiro andar. II
Leilao
DE
JIO pec,as ile brim variado.
QINTA-FEIRA 5 DE JUNHO
as 11 horas.
0 agente Tinto levar a leilao, por autorisacio
do gerente do consulado de Franca, em presenca
de seu chanceller, e por conta e risco dequem per-
tencer, de urna caixa marca G FCn. 1183,
avariada a bordo da barca francoza Fidelt.
O leilao ser effectuado no armazcm do largo
do Corpo Santo n..., por oeasiao do leilao dos
objectos de escriptorio e movis all existentes.
Leilao
LEILOES.
Leilao
DE
fazentlas e niiiidczas
SEGUNDA-FEIRA 2 DE J.NHO
s 11 horas.
Por conta de divervos, o agente I'inho Borges
vender em leilao, casimira preta, las do cores,
casas liza, chales de diverjas qualidades, 1 caixa
uniendo 10 diizias d chales avarados, 2'i00 da*
zias de linha de carrtcl, linha de meada, guarni-
ijues para camisas, agulhas francezas, tranca de
caracol, chapeos de palha, ditos do Chile, bonets
pretos, e mnitos outros artigos que estarao paten-
tes no da do leilao.
Em seu esrriptorio' ra do Bom Jess n. 53.
DE
Urna magnifica esolida bur-
ra (prova de figo) grande e pro-
pria para qualquer casa banca-
ria, o comrru rcial, carleirat,
ba'co, pratileiras p,tr.'t f.tzen-
das, a mar ios, moches, mesas,
b-laiu;as e e sea das.
Urna portjo de cordas de co-
res p'sra armar r- 'es.
Urna .i e*a eom prensa para
copiar cartas, 1 secretaria, l re-
pariinit uta de escriptorio --e
mais aceessorios.
Quinta-feira 5 de junho
Pro Htervencod Noarmazem do largo dD Com-
mercio n. 48.
LEILAO
movis
(iv.iiuV e vanado
LEILAO
DE
lauca
ec
ti
objectos de elcctro-plate, vitihos o livros in-
glesas.
TKRf.A-FElllA 3 DE JUNHO
A saber:
Sala de visita.
l'm cxcellente piano novo e forte, do bem co-
ubecido fabricante Cari Scheelin Cassel, 1 mobi-
lia de Jacaranda a Luiz XIV, 1 porta-musica, 4
lindas cadeiras de pppifir mach dmiradas, 3 t-
peles de carneiro, 2 lindos lampeoes (luz dupla),
4 jarres para llores, o quadros com finas gravu-
ras, 2 mesas de jogo e I secretaria.
Sala de jantar.
L'nia mesa elstica para t pessoas, 1 apara-
dor com tatnpo de pedra, I guarda louca, 6ca-
deiras de mogn, i ditas de balando, 2 etliagers, o
quadros, 1 apparelho de porcellana para jantar,
1 dito para cha, 1 dito de electro-piale (obra de
gosto) 2 galheteiros, ruoteiras, poria-queijos,
compoteiras, copos, clices e garrafas de fino crys-
tal, bandejas, trinchantes, garios, facas, eolheres,
quebra-nozes, descancos de lacas de electro-plate
pratos de vidros.
Saleta.
Urna mera redonda, 1 estante para livros, 1
guarda-comida, 2 lampeoes, 1 mesa para escre-
ver, I aparador, 1 caixa de ferramenta, 1 porta-
chapeos.
Sala de dormir.
Urna cama de latao, grande, e culchoes, 1 toilette
com pedra, I lavatorio, 1 gnarnicao, I commoda,
1 toucador, 1 guarda-vestido, 3 tapetes, 2 porta*
toalhas, 2 cabides, I espelho oval, grande.
Quartos.
Um guarda-roupa, 2 comrnodas, 1 cama de erj-
ro, 2 lavatorios, 1 cesto para roupa, 1 cabide, 1
espelho, "> camas de vento, mesas e cadeiras.
Differcntes lotes de livros inglezes e vinhos de
differentes qualdsdes.
Dispensa e cozinha.
L'm fogao americano, mesas de cozinha, ditas
de engommar, 1 rejogio -de parede, 4 caleiras
americanas, jaras, g >a'da-c#mida, escadas de
abnr, potes, Flandres, carro de mao, trem de jar-
dim e muitos outros obje tos de casa de familia.
Na Copunga, ra da Ventu-
. ra n. 22.
Joseph S. Lambley tendo -de Cazer urna viag^m
Europa, levar a leilao por ntervenco do agen-
te Pinto, os movis e mais objectos existentes em
casa de sua residencia, ra da Ventura, casa n.
22 (Capunga).
Trem.
A's 10 I|2 horas em ponto partir da estaco
do arco de Santo Antonio iuii trem expresso, que
sen-ir de eondiuir gratis os concurrentes ao lei-
lao.
O leiltto principiar sll horas.
LEILO
DE
urna vacca turinn.
Terca-foira 3 de jnceo.
Na Capunga, por occasio do leilao na casa de
residencia do Sr. Joseph L. Lambley.
DE
urna casa terrea na villa da Escada, no ter
mo de Santo Anto desta provincia, sita
ra da Barra, outr'ora do Compra Fiado,
propria para qualquer estabelecimento.
QUINTA-FEIRA 5 DE JUNHO
As 11 1|2 da inanh
ao correr do marteUo.
O agente Pinho Borges competentemente auto-
risado, vender em leo a supradita casa, no seu
escriptorio, ra do Bom Jesns n. 53, primeiro an-
dar, onde desde j os Srs. pretendentes poden) ha-
ver as informar-oes e esclarecimentos.
AVISOS DVERSOS
(ASA DA FORilA.
AOS 5:000$000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro Je Margo (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
lizes bilhetes, dous meios n. 2587 com 800J, um
meion. 28 i com 3ii0000, e outras sortes de
iOOOO e 20^000 da lotera que se acabqu de ex-
trahir (52.*), convida aos possuidores a 'virsm re-
ceber na conformidade do costume sem descont
algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 'i' parte das loteras a beneficio da igreja do
Bosario do Santo Antonio (53*), que se extrahi-
r na sexta-feira, 6 do mez vindonro.
PBEfOS.
Bilheto inteiro 6J0OO
Meiobilhete 3^000
Quarto U500
EM PORg,\0 DE lOOfOOO PARA CIMA.
Blhle inteiro 5 500
Meio bilhete 2750
Quarto 1*375
_____________Manoel Martins Fiuza
Atten<;o
Os abaixo assignados, tendo recebido do Araca-
j, do Sr. Joaquim Frocopio Freir de Andrade,
urna carta captando diversas coritas e papis rea
tivo? ao embarque de 150 saccas ou fardos com
algodo em rama, all feito para Liverpool na bar-
ca ingleza Douglas, de conta dos eouimerciantes,
marcadas com as suas iniciaes F. F. & C, bem
assim os conhecimentos respectivos assignados
pelo capillo da dita barca.de nome Bobert Woorc,
se nao nos falla a memoria ; acoutece,porm, que
sendo pelo Sr. Fortunato Jos da Cunha mettido
taes conhecimentos na algibeira, os perder em 25
do ebrrente, pelo que desde j protestam por toda
e qualquer Iransaccao que dos mesmos se possa
fazer, mesmo porque taes conhecimentos sao pas-
sados em nome do dito Joaquim Procopio Freir
de Andrade, e sua ordem, protestando tainbem
de usar de todos os meios permittidos em direito
para fazer valer o seu direito contra toda a alhea-
co qne de sua propriedade exclusiva se pretenda
fazer, e caso feita da competente accao commer
cil, promettendd gratificar a quem os entregar.
Bahia, 26 de maio de 1873.
Fortunato Filho & C.
>
Ensillo particular
Salvador Henrique de Albuquerque, presta-se
a ensir.ar por casas particulares, nesta cdade e
seus suburbios, todas as materias do ensino ele-
mentar, a alumnos de um e outro sexo.
Eosina e prepara as senhoras que se quizerem
habilitar para os concursos s cadeiras de ins-
trneco primaria; e aos Srs. estrangeiros e es-
trangeiras tambem pode aperfecoar nos conheci-
mentos indispensaveis da lingua nacionol, prin-
cipiando pela parte material dos vocabulos.
Todas as tardes em sua casa, pode leccionar
aos estudantes de preparatorios qne pretisam de
hablitar-se para o exame de portuguez.
Tambem ensina geometra e arithmetica com
todo o desenvolvimento e applicacoes a todos es
Srs que quizerem tilisar-se de seu prestmo.
O curso da lingna nacional para os estrangei-
ros poder ser Boute em casa do anunciante ou
em locaiidade convencionada, logo que ahi se pos-
sa reunir seis alumnos pelo menos.
Largo do Paraizo n. 8, segundo andar.______
as
DA
arma^ao, gonero** mais perten^as da-ta-
verna da travessa do Livramento n. 28,
antigo beceo do Padre 'garante-se a casa.)
Em um ou mais totes < ontade dos compradores.
TERCA-FLIRA 3 DE JUNHO
A' cmara municipal e
obras publicas.
Pede se a qnem competir me olhe para o pes-
simo estado em que vai continuando a ra de S.
Miguel, freguezia dos Afogados I I acha se em tal
estado que nao possivel Iransitar-se ; esperas
mos que com esta reclamadlo seremos attendidos.
^________________Alguns timadores._______
O r~ Jos da Cruz Freitas rogado a vir~
ra do Marqacz de ljnda n. 53, loja.
nos Aflictos, e Zf no
gadinho.
AAouio Jos nlrigues
trminos de seus sitios de ierra* proprjns,
t'rento para.'riM(xtfU l ferro <{
(?litla e oitao pwraoatK tviila-w lado do
mesmo sitia; a tndar emu Sr. Trista*
Francisco Torres, tw the^Mrara 4as lote-
ras.
A|uga-se um escravo para padaria, do que
tem pratica.T no & andar do sobrado n. 34, ra
das Cruiet.
Comedorias.
Fornece-se comedarias para fw, no sobrado
da ra estrella do Rosario h. 38 : as peswM que
precisaren) dirijani-se a dita casa qpe achare
com quem tratar.
Joaquim Jos Gonqalves
Beltrao.
Boa do Commerel K, i. andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e obre .os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
_ Baroellos.
Beja.
Chave^.
Coimbra. ,
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandelle.
Mongao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castcllo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famaliclo
Villa Nova do Portimio.
Villa Beal.
Vizeu.
Valenc^.
Figueira. *'-
-f
SHERRY KINA
(VINUO DE QUINQLTNA HYGIENCO
PREPARADO COM OS MELIIORES VINHOS DE HES-
PAMIA DA FIRMA
CALVAIRAC A. G. C, OESEViLHA
FDRSKCKDOR
DA SHA MACFSTADK
&*HKSPANHA.
POH
A HAIMIA
THOMMERET GELIS
l*hai*maccutico
EX-1NTERN0 DOS IIOSPITAES DE PARS
O SHER41Y-KI.NA o vinhode Quinquina
que hojo .preferem a maior parte dos mdi-
cos de liospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua esplicaco nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se proenram nos productos desse genero em
que mutas vezes se sac.rificam as qimlida-
DF.S T.\0 ESSENCIAES QL'ER DO V1NH0, QIER
do QUixyMNA- (as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESPECCLACAO (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.a ed<;5o.
NICO DEPOSITO
PHARMACIA E DROGARA
DE
B4RTH0L0MEU & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
PHOTECfORA DAS FAMILIAS
ESTADO EM .11 BE MAftCO DE 1873
CAPITAL INSCRIPTO CAPITAL RBA USADO
Ris25,521:16#698 Ris 6,287:021434
MKAC^S HV 1UVUV\ VOIIA1A, JOUI I>. K\ POH 4XVUI
Ris 8,338:700^000
(VALOR KOIRALI)
INUMERO DE CONTRACTOS
OS SCJOCTCS
A8 CERTIDOE8 DE VIDA
i.
dos segurados -devera ser apresentadas
na corte, e dentro dos pri me i ros qbtK
tro rnezes dosannos de .Iiquida<;ao
de cadt contrato: tal prazo linda
a 30 de abril.
poden fazer-se nao s com risco de
PERDA DK CAPITAL E LUCHOS DO dlSO
de morte ; mas tambera com re-
lervado capital ou dos
lucros.

KUI78
OS AVISOS PARA RESCISO
dos contratos devem ser apresentadoi
''""te, c ate 30 de setembre
ilo anno anterior ao da sua
liquidadlo.
O agente nao autorisado pela associacao para receherdinheiros; pode recche-k)!
sob sua nica responsabilidade e risco de quem lli'os entregar; [>ois que o recibo do
Sr. thesoureiro do Banco Rural e Hypothecario o nico documento que obriga a asso-
ciacao.


~~
-.-
Jos Justiniano Rodrigues,
Inspector geral. ,
Radical para
Escrfulas, Chaoas Antigs, Ulceras,
Fkkidas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERPQOS, HERPES
Implntrn, Lepra, Tlnha
e todas as Molestias di Pello
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
A* molestia* Syphiliticas
Febresamarella eTyphide
TRAT.IHEXTO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e lEGONSTITUINTE
DDDEL0R, do Pars
DEPOSITO k, bouhtvard St-Martin. Paius
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDB (ao grande maeo), roa do
OuTidor, 118, Rio di Janeiro.
MUDANA
DO .
8 COLLEGIO
N/SenboradaSade g
P^RA Q
Eduraci de meninas. %
A Directora deste eollegio, abaixo assig- 0\
nada, faz seiente nao s aos pais de suas ft)
alumnas, como a todos os cheles de fa-
milia que quizervtn confiar flie a educa-
cao de suas lilhas, que transfero o sea
eollegio da freguezia d"o Poco da Panella
para a frei^ieta da Brfc-Vfeta, sobrado
n. 25, site ru'Formaos. .-
As .lumnas deste eollegio recebero
urna edueacao esmerada son as bases da
boa moral e da religiio, como eonvm
a senhoras de um paiz catholieo; e te-
rao por mestres, profeasors seolhidos
entre os mais habis, os qnaes sero cn-
carregados do ensino de leilura de prosa
e verso, calligraphia, arirhmetica, srsfe-
ma mtrico, lingua verncula, historia,
geographia, francez, ingles, msica vocal,
piano, desenho, dansa, croch, labyrintho,
obras de la, bordados matiz e ouro etc.
E porque a abaixo asignada conheca
hoje, por tima longa experiencia, que
nio pode a aStesrio de urna directora de
eollegio subdividir-se, por um crescido
numero de alumnas, sem prejuizo c gran-
des inconvenientes para a educado des-
tas e crdito do estabelecimento ; por
isso est a mesma abaixo assignada re-
solvida alimitir a vinte o numero de
suas discipulas, eom o que julga dar ao
respeitavel publico desta cidade urna
pro va Ae quanto se acha compenetrada
de seus deveres e urna garanta aos
pais de suas alumnas de que ser 8u li-
cita e zelosa em cerca-las da vigilancia e
carinhos que nunca, quando bem distri-
buidos, sao de mais 'para to innocentes
creaturas.
Quanto ao assew da casa, acommoda-
coes e distribuigSo do servico, acha-se
tudo providenciado de forma que a or-
dem ser rigorosamente mantiaa. e que
nao serd alteradas as boas condiedes
hygienicas da casa em que se acha
estabelecido este eollegio.
Boa-Vista, 2de maio de 1873.
Maria Helena da Mocha

AVISO
los Henrique da Silva Guimares declara pelo
presente que pode ser procurado na ra da Sole-
dade n. 27, sitio ondo morou o Dr. Villas-Boas,
para qualquer negocio tendente a si ou eom o
Dase a qiuntia cima a quem pegar e co
i roa do Brum n 71, armazn de assocar, os t-
cravos abaixo mencionad- : Viuoo, fgido sa
de fevereiro do crrenle auno, prrto, rrioK
de 25 a 26 anuos, alto e rlieio do ci-rp'>, p-s gros-
Engenho para arrendar
Arrenda-se um engenho na freguezia de Agua
Preta, moente e eorrente, tem pnpor;5es para sa-
frejar tres mil paes annuaes, um bom cercado, e
perto da estarao urna legoa : quem pretender di-
rija-se no Recife ra do Imperador n. 50, que
Ihe informa rao.
\ samme*'
deVAUQUELIN
Resulta das obserrtcoes coltndaj pelas ummi-
dades medicas dm hospltae* da Par?, qu.o Xarope
eitoral balsmico do distiiicW e Ilustre profeso*
Vacqieu.i einpregado com successo sempre igual
para curar
as nrumucon dos noicnot i mtfkt n ron
condecidas plo nome de
BRONCHITES AGUDAS 00 CHAONIRM
asthuas, orTaratDt, CATsaaaos
Definios, Toases rebeldes, Extiuccio da vea,
A MASSAipelo seu Uso fcil e agradare I sabor, um
precioso medicamento para as peseoastjue riajan, em
to ubriqgda a faltar muito. Pana, Pharmacia
VADQ5LJN-DrSLACn.IERS, ruadeO||:, 31.
I|NOsm alu u Hurmstu icmm at )n*u -
r*KPflsnn cEia
mcia de P. Maatter &
Escravos fgidos.
Fugio do engenho Jaguaribe na madrugada do
dia 28 do eorrente, os escravos segumtes : Luiz,'
cabra, baixo, cabellos carapinlios,tesla larga, olhos
i grandes, nariz grosso, bocea regular, rosto oval,
' barbado, tem as suissas muito carapinhas e pouca,
mais tendo em todo rosto, ps grossos e curtos, fi-
lho do lugar Maria Preta, da comarca de Paje,
foi cscravo do finado major Antonio Bernardo, e
depois passou a ser do tenente Vicente Ferreira!
Lima, morador no Cajoeiro de Paje. |
Lcao, erioulo, idade de 25 annos, solteiro, sem
ofllcip, natural de Pedras de Fogo, foi escravo de
. Manoel Leilao, morador dentro da villa, que ven-
i deu a Alexandre i'avalcante Albuquerque, mora-
i dor em Campia Grande de S. Loumneo da Malta,
tem todos os denles, olhos pequeos um poueo
encovados,nariz chato, bocea regular, cabellos ea-
rapinhos, maos bcralfeitas e ps finos, este escravo
acode pelo nome de Leoncio.
Manoel, erioulo, filho do Breio da Areia, fui alli
escrava de Antonio Isidoro Delgado Cavalcante,
tem todos os denles, olhos grandes e bonitos, nariz
grosso, erelhas. pequeas, tendo a esquerda como
Mo cimo della urna beira aparada, na face esquer-
da urna secatriz, surrado, bocea grande, ps pe-
queos e feios, 18 annos, altura baixa.
Simeio, cabra, idade 32 annos, cabellos de ca-
boclo, alto*, rosto oval, olhos grandes, tendo a
palpebra superior um pouco descida, nariz chato,
orelhas grandes, bocea regular, beicos finos, tem
na face direita urna pequea marea, e na esquerda
abaixo do olho um ligeiro tal o, ps e mao bem
feitos e grandes, todos ostentes, sendo limados os | Na ra do Kangel n. 9 deseja-se muits fallar
de cima, filho de Pianc e foi all escravo de Ma- com o lllm. Sr. Domingos Martins Montciro de
noel Roque da Fon^eca, morador na villa da Mi- Barros, a negocio de seu interesse.
( sericordia na provincia da Parahyba, tendo sido l^^^-,-^^^^-,-^--^-^^-vx
outr ora escravo de um tal Lopinho, alli morador, JCGSjCSjQQ *' 5lJ3lJlXS3JW
nao tem barba, em todo rosto apenas na pona do I "/*/ _. _
queixo e um pequeo bigode. I OI o
Herculano, cabra, alio, de 30 annos, solteiro, com' a = x
principio de cozinheiro, filho da provincia da Pa- 'm
rahyba, no lugar Garga, foi escravo do Dr. Salus- Q"^, *
tino Gemes da Silveira, que alli morava, e depois' rV g "i a s
pertenceu a Joo Alves da Cruz, be.n feio de I
ps e mao, rosto oval e descarnado, barba a ca-1
vaignac, olhos preos e tamanho regular, muito
expressivo,cabelfiJs pouco carapinhos, mas grossos,
ventas larga?, lodos os denles e bocea pequea ;
casal de seu fallecido pai Joio Henrique da Silva, sos. quando falla encollie e lieicn suprior, pran
por ter deixado de ontinuar a oceupar o l" an- '
dar da ra Duque de Caitas n. 36. K no caso de
notas ou recade, na botica da ra Nova n 51, de
Joao da Silva Gnimaril-s. ______________
Aluga-se a casa da ra do Mondego n. 61,
com commodos para familia : a tratar na mesma
ra, sitio do porto n. G I, que tem o titulo de
otaria.
Aluga se ou vende-?e nina casa construida
de ferro e madeira, sita em Sant'Anna, perto da
estacao : para informaeoes trata-se na ra do Im-1
perador n. 45, armazem. As chaves esUo com o '
guarda da mesma estacao de Sant'Anna.
GASA DO OUKO
Aos 5:0O0?O0O
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova}
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 1004000 em
quatro quartos de n. 646, alem de ouirs sortes
menores de iOOOO e SOJCOO da lotera qne se
acabou de extrnhi (52'j; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vii ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixaro de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Achara-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 5" parte da lotera (53) a beneficio da
igreja do Bosaaio da freguezia do Santo Antonio,
que se extrahir no dia 6 do mez de junho vin-
douro.
Preces
Inteiro G000
Veio 3*000
Quarto 1*500
De 1003000 para cima.
Inteiro 51500
Meio 2750
Quarto 1*375
Recife, 30 de maio de 1873.
JoiTo Joaquim da Cosa \.etr
TASSOIRMOS & C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavns para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Ciment Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de desenroenr algodao.
Machinas de padaria.*
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes. .
Sevadinha em garrames.
Lentiihas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Schsrry.
Vinho da Madeira.
Potes cora linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Frercs.
Latas de toucinho nglez.
Barra com repolho em salmoura.
O abaixo assignado faz sciente ao publico e
com especialidade ao corpo do commercio, que
tem justo e contratado a armarao da leja de funi-
leiro, sita ra Direita n. 139, livre e desembara-
zada de qualquer debito cue possa haver. Recife,
29 de maio de 1871
Manoel Luiz da Rita.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mchameos e Libe-
barba, e funucas de vnk-nlao ; tv>i .ironipanhadn
de um cscraro de Mamel Francisco Marqn". co-
jo ejeravo do Ceara, para onoV m sup^iz qi
"lies tenham seguido, natural de OrniHar. f*
SSSWfS do capitAo Thomas Tteaorio de Albn-
quen|ue Villanova, morador rm Paparaca, caj"
linha urna fazenda em Buiqnt, le que rli> rs
vaipieira.
Primeii-a Relaco.
CAUTAS A E.TTMGAR.
Os seguintes Srs. qoerara vir a na do lmp-;ra-
dor n. 2i, Confcittiri do C'rtinpoai. nre-
ber carias que llie sin ilirigi>Ls. A alarr
Aaotais Goncalve Porto.
Fijas Augusto de Almeida
Francisco Augusto do Almeida
Feliciano Platera
Francisco Jos da CssfJ
Jos Maria da Onncoieio Ferreira
Jote da Silva Ferreira (alfaiate)
Jeao Americano
Jos Meirellos de Sonza Ramos
Jos Amancio de Oliveira iiimnai.".,-
Manoel Jos Ferreira ( R. mim )
Napolno da Chista Moreira
Pedro Qassnrtea
Quintn Moreira Dias
Theoduro Pcreira da Silva
Prerisa-se de um criado para hotel: a Ta'
lar na ra da Roda n. 48.
Escravo fgido
150^000
No engenho Massnassd, freguezia da Escada, e
dar de gratifiraco a i|uantia arana a quero as-
prehender tres cavados que oaquelle eafoato
r.iran furlados na noute do dia W para 30 oose-
vembro prximo passado : o '. lesa t SSSMO,
a.-unh e castrado, tem a orolha direita I
aseada, urna estrella na testa, e no quarto
do tem urna cruz ; o 1 meo, rom piolas
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pos-
joco fino, castrado, tem os quadris ferdos da
rangalha, ferrado coma marea-1. R.-do lado
direito, e tem a.idade de 9 annos; o i* rodado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado rom a marca
- Ono quarto direito : gratificase com 50*1)00
por cada um em nresenes da pessoa, em cojo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavados.
CAZA I) Y FORTUNA
RCA 1.* DE MARIJO OUTR'ORA DO CRESPO I*. i3
Aos 20:008000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes Mitotes do Rio de Janeiro, pagando
Eromptamente, como rostnma, at o premio de
.000*.
Preco*.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... GilfO
Manuel Martins Fioza.
Os abaixo assignados fazem sciente ao po-
blico e com especialidade ao corpo do commer-io
que a contar do dia 5 do eorrente di amigavehnenle a sociedade que linliam sob a Ar-
de Montciro & Rbeiro, na loja de fazendas a
ra do Livramento n. 32, finando lodo o activo
e passivo cargo do socio Monteiro e o ocio Ri-
beiro, pago e satsfeto de seo capital e lucro*.
Recife, 30 de maio de 1873.
Bernardino Jos Monteiro.
Jos Ganealves Rib'iro.
Os abaixo sssIjBSalBi fazem sciente ao com-
mercio que nesta data dissolveram amigavclmenlo
a sociedale q!;e tinham na taverna sita rita do
Christovo Colomlw n. 14, tirando a cargo do SS-
cio Antonio Pinto Lapa todo o activo e passivo,
e o socio Manoel Luiz da Silva pago e satisfeik>
dos lucros que Ihe locaran. Recife. 26 de maio
de 1873.
Antonio Pinto tapa.
Manoel Luiz da Silva
raes.
De ordem do Sr. director scientifico a todos os
socios desta sociedade, qu as sessoes ordinarias! ro"jUe"niais commodo offerece em geral,coaese
continuam a sernos das de tereas-feiras. cialidade so beHo rexo, o PaHIS NA AMEHI I
\0 l'lllIJCIi
(JueiM mais Mivfc (ITerere 1
Incoutestavi4mente a l 0 2. secretarij,
Pedro Paulo dos Santos.
S"3
s
gratifica-se bem quera os appre^ender, dirigin-
do-se o mesmo ao eugenho ou no Recife, ra No-
va n. 8.
s-
**#
(fu-
S-
>rH-
KIITISTA DE PARS
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirnr-
giao dentista, succes-
sprde F. Gautier, es-
pera continuar ame^
recera confianc.a dos
| clientes da casa, e do
respeitavel publico em
ifllrftfffmm
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 47
da ros da bnporatriz; quem o pretender encon-
trara ai obaves na loja do mesmo sobrado, e se
ton.
a> g =
5 i o
o. i-1 a | s
fifi*
lis
fi 8 5..*!
i si I?I I
ffl -as r !
s
l
re
s
-ral
Precisa-se
ra Duque de Caxias n. #, primeiro anlar (an-
tiga do Qaeima lo) e a razan ? a razio simples :
um cavalheiro (amante do chqxr) por certo se
in.'ominoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forcado a experimenta-la soliro um
pequeo e pueroso pedaco de tapete <\sienta ma-
carronicol nao pudendo desta forma conhecer se
a bolina Ihe tica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estragoe dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do ladnlho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conherer-se se fira bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impcssivel, qne
nh ira (do bom tom) queira sujeilar-rc a
montar calcado ao lado de nm baleao, onde os-
tra quem quer, anda mesmo para comprar
Pars ta America nao roseote-sc desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. qne alli poderao estar em perfeito commo-
do para a csrolha do calcado.
Nao terminan! a* i as vantagens oo rommod'x
do Pars na America i ra Dnqne de Casias n.
59, primeiro andar, consiste tan bem no hosa sor-
ti ment de botinas para hnmens, dos mtame
mais afamados tabncantes da Kumpa, como atc-
lis, Suscr, l'ol.ik. etc., etc., egrande variedade de
chinellos e snalos, assim tambem nm lindo sor-
limento de botinas para senhors, o sspanobos de
militas qualidades <|Ue poderao salisfaser a eseo-
Iha da mais capichosa senhors (do tosa fasto) ;
pelo que tica expendido, sti claro qne a nfs 4e
calcado estrangeiro, que mais vantagens ofloreeo,
o Pars na Amerito, ras Duque de Casias o.
59, primeiro andar, antigs ras do Queiossdo
Imperial socdide dos artistas
Pede-seaoSr. diaector das aulas nt kaja do pro-
hibir que o professor de prtssssiss Issjrss derzo o
discossdes sobro o bispo os ton dos solos
desta mancira nio s elle nio s las, eso
xs os outros professores tsuresa, pois
trotidos com a mesma discusoio,
porque desejo o adian (menlo "
____________Um socio
Preisa-se de um bomeo
pooo
J entender eom seu proprictario roa do Hospicio de uta citor : a tratar nt loja do Passo, ros do [para feilor de um engenho : as ras
lo. 33. Crespo, jonto ao arco de Santo Antonio. B. 30, se informara.

V.
f


"*BWS*
jf *i
*
Diario de Pernambuco Domingo
de Junh
de
jp.
VAPOR FBAHCEZ
HA DO BARAO DA VICTORIA
tf. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de ehegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais nota veis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam i Abnense
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wr>ln C. : no
vapor francs, i roa do Barao da Vietoria, m-
tr'ora Nova a. 7. .
Calcado francez.
Botinas de laxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para sarihoras, opa
ra meninas.
Sapatinhoe com salta rio ifor da moda, braacos
e de cores para senhoras.
Botinas de Bfelia, de suser e de PolaKj para ho-
mens:
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Bolinas para menina de qualquer tamaito.
Perneiras e meias-pemeiras tanto pan homens
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de vernix com salto para homens.
Abotinados de militas qualidades e preces para
meninos e meninas.
Sapatoes de vernz com sola de pao propros para
sitios, jardms e banhos, sortlmento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, ca^emra, charlot avelludado,
de tranca portugus e francs.
No armazem do vapor francs, ra do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Pinos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
. trifice, agua de fbr de laranja, agua de toile-
te, -divina, florida, lavande, pos de arros, sabo-
aetes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes ootn frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes lmannos d'agtia de eologne, tudo de pri-
meira qaalidade dos bem conheeidos fabrican-
tes Pfrver e Coudray,
No armazem do vapor francs, ra do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Botas de montara.
Novo linimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france', ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnieres, go-
fas, jar die i ras, mesas, conversaderas e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leveg, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreies.
No armazem do vapor francs, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de liflereutcs gostos
Jihantazias.
as para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de So da Escocia e de camorra.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de le garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos imitacao e bot5es de pannos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de asesa
e toilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas. as graduales.
Bengalas de luxo, canna, com castes de marfim;
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marflm' muito finos, para limpar cabeca.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para dea-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Ueias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar.e cami
nhos de ierro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil ai
enancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morderem,
bom para os dentes.
Barcos de vimes para embalancar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de cran-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para e-ndieiros de gaz.
Esterescopos e cosmorama* com escolhidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de eores em
vidros.
Vidros avulsos p?ra cosmoramas.
Globos de papel de cores pata illuminaoes de
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas -de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
i'esourinhas caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dtos.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsae de santos, paysagens e phanta
zias.
bjectos de mgicas para divertimentoe em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios cora lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqu-
haras difnces de mencionar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Bario
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Briaquedos para meninos.
A msior variedade que se pode desejar de todo?
os briaquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para entretenimento das eriancas
tudo a procos mais resumidos que possi vel_:
no armazem do vapor francez, ra do Barao
da Vietoria, outr'ora ra Nova n, 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de para fuso e forro
fado.
No armazem do Vapor Francez ra
Bario da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez
ra do Baro da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
Fogo, fogo
Fojo di bengala.
Novos foguinhos chinezes artini-iaes proprios de
galSes, varandasat jardins chegados de encom-
monda propria, e especial para os festejos de
Santo Antonio, S. Joao e S. Pedros precos re
sumidos, tanto em pequeas caixas, como re
alfio ; no armazem do vapor rancesjrua do Ba
rio da Vietoria, outr'ora Nota n. 7. ,
urna casa terrea sita na ra do Paysand n. 3,
eom commpilftt, aara familia,'com quintal mura-
do, agua encanada do Beberibe : a tratar na ra
do BM*qjM01.
Pliysiokgia di malrmiiiio
lI15TOltt NATCHAL-E HfiDICV
na
iioiiieitfei uiiHkt casados
as -uas maie chnosas partic.ularidaA*'
THEORIA NOVA DA PROCREADO DOS PILHOS
do sexo masculino ou femiiiino a vonttde dos con-
jugas Ktfi'rlidadti ln|M.tencia-* Imperfe-
e5es gcnilae :soemd repara la.
Ilygieuo especial da mullier gnrld^eido
receni-BJiscido
POR
A. DKBA1
Tr. da sexagsima-segunda edicto franceza
A. I. F. d4K Res.
I voiume era 8. 44000.
Liti-aria Franceza.

Aluga-se
rancNC
Urna.
D. Lucinda francisca de Otlveira manda resar
urna missa segunda-feir 2 de junho, anniversa-
rio do fallecimaata de sua prima D. Aurora Fraa
cisca Cavalcanti Lima, e pede a seus prenles e
daquella finada e mais pessoas da araisade, 9
eandoso favor de otivlrem a dita missa, que ter
lugar na nutrs do Corpo Santo, pelas 7 horas do
da cima mencionada.
D^Sdida Emilia Delsuc

Jeronvmo Delsuc pungido do
mais doloroso sentimento pela ir re-
paravel perda de sua sempre cho-
rada esposa D. Candida Emilia Del-
suc, manda resar 'urna missa pelo
seu eterno repouso, Reguuda-fera
2 de junho, na igreja de S Jos do
Manguinho, s 8 horas da manha; e para esto
acto de verdadeiro cbristao, roga a assistencia de
todos os seus amigos e prenles.
Jos
iro Rodrigues
Silva.
estu-
do
.ItlRfMC.
lirado i:. 7 da ru* Ammeivift <; Wtlfepq
ambir da nopre.Ude. mi .ra ru;i 1 IVilil i.
1 il:i A;nra,u. SI.
"-' Ah.!
V; rmei rS .1 n IS ilTsuTirijT
ta .le S.ini Rita n. ii r-* trataf ni fi.jaa ma
...,. ,1., r,v.;. .. si '
do Duque de Caxias n.
H.
|.NalS
aTiappari
^ mnnf
1 Iniperatris u. 37,
reci se de urna
kvar enpoinniar
Timsii'-s l<* ewrava, pari fl../inlnr ; JTigk-se ImWI
na
ma d Mar
- Mrt
alagar urna preta nuiiheifa
0, paymdo-ae hoin alugnrt.
an.les M:sirenln t"lrwlo-se
para Europa c nao podendo, por mitivoadesan-
de, dspedir-se pefsnahppfit de lo-los os sens
jir.'-i'iil.- ;..'lir .!-
* ^|v\ loja II.N taiigiiS 1: e ei'i: !'.:'<. v :.! pr! pfl'Wilh' ;.. dir <\:
II A ooaiMiar bei : na doilarao da mn "dc s ac|,ar.____________________
lilrl Victoria n. 48. Na traves-a da roa das LrKC-4 u. U, 2*
Precia-s il
Na travessa da ra
J|aruw6 tt..2ipri-
meiro andar, d-6e
dinheiro sobre pe*
nhores de ouro, pra-
ta e briltantes, seja
o^ual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
todo servico domestico de ca
sa da un familia composta
|e duas pessoas, faga-se OOe.0 : a tratar na
na Imperial n. 78.______________________
co intrao : a traur aa rda


Podro Ernesto Rodrigues da Sil-
va e Antonio Juvencio R. Silva fies-
ta idade, Dr. Manoel Juvenal R.
Suva, Jos Pedro R. Silva, Jos
Raptista Carneiro da Cunha, Anna
Generosa, Annelina de Cacia C. da
Cunha (ausentes), a ora e netos do
fallecido Jos Pedro R. Silva, feridos de pungeote
dr pelo passamento de seu sempre e asss cnora-
do.pai, sogro e av, manHaa rsr algumaa mis-
sa> peto repouso eterno de san alma, na ordem
lerceira do Carmo, no di i|ai*a-feiraij de Junho,
pelas 4 li horas da manha; e.rogatn aos amigos
e parentes daquelle uestes o piedoso compareci-
mento a este acto de smcera e vefflacrelra religiao,
pelo que se confessam j agradecidos.
D. Luzla Hara dos Reis Pardelha,
D. Maria Francisca Pardelha da Sil-
va, bacharel Paulino Ferreira d
Silva {ausentes), D Francisca Ma-
ria dos Reis e D. Elisia Pardelha.
mulher, fillra, gomo, cunhada e
afilhada do fallecido Joao Francis-
co Pardellia, agradecem do fundo d'alma a canda
de que tiveram os amigos e prenles d3 mesmo
fallecida'em acompanhar o enlerramento que teve
lugar no cemiterio publico no dia 2S do corrente,
e os convida novamenle a assistirem as missas do
stimo dia, que serio resadas na matriz do Corpo
Santo, s 7 horas da manha du dia 3 do corrente.
D. Justa Rufina dos Santos
Portugal.
^j Pompea Colonna Casa-
nova, Virginia Casanova de
Aguiar, 'Leopoldina Casa-
nova La e Silva, Josephi-
na Maria Magdalena Casa-
nova, Eugenio Colonna Ca-
sanova Angelina Mariana
Casanova, capitao Alvaro Conrado Kerreira de
Aguiar, Maria Emilia de Figueiredo Casanova,
Joao Manoel da Luz e Silva Jnior, Albos, genros
e ora, agradecem cordialmenle a todas aquellas
pessoas que se dignararn acompanhar ao cemi-
terio .publico os restos mortaes de sua sempre
lembrada ma e sogra Justa Rufina dos Santos Por-
tugal, e de novo convidam para assistir algumas
missas no dia quarta-feira 4 de junho, pelas 7
horas da manha, stimo dia depnis do seu:falle-
ciniento, na igreja convento do Carmo, pelo desde j se confessam eternamente gratos.
#****;wj>-.fc 11 imWtipMllli W
Vicente Thoniaz Tires te Figuei-
redo Camargo.
Julia Clementina Camargo, filha e mais parea-
tes do finado Vicente Camargo, agradecem cor-
dialmente as pessoas qne tiveram a bondade de
assistir os ltimos sufragios feitos ao dito finado,
com especialidado ao Sr. tenente-coronel Decio de
Aquino Fonoeca e seus ofliciaes e de novo os
convidara para asistirem a missa do stimo dia
que se tem de rezar na matriz da Boa-Vista as 7
horas da mailhi no dia i de junho.
Vicente Tliomuz Pires F-
^uefredo Camargo.
4) bacharel Manoel Innoeencio Pires de Figuei-
redo Camargo Rusente), D. Isabel Aunla Pires
d Figueiredo Camargo, D. Maria Isabel Camar-
go da Silva, D. Ermelinda Henriqueta Camargo de
Albuauerque, major Myppolito da Silva, Antonio
Bezefra Cavalcanti de Albuquer nhados, agradecem ordiulmente a todas as pes-
soas que se dignaram acompankar ao cemiterio
publico os restos mortaes do sea prezado iraiao
e cunhado Vicente Thomaz Pires de Figueiredo
Camargo, e de novo convidam para assi>tirem a
missa do timo dia que ter lugar no dia i. de
unho, na igreja da Santa Cruz, 7 horas da
manha._________________
CQMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Oiiiida e Beberibe.
De brderr da directora
convido os Srs. accio-
nistas para, no dia 2 de
junho prximo, pelas i 1
horas da manh.se reu-
nirern no lugar do cos-
tume, afim do proceder se leitura d rela-
torio e cont&s do semestre lindo em 31 de
marco prximo passado, visto nao se ter reu-
nido numero legal nos dias 30 do prximo
passado e 25 do corrente.
Escriptorio da companhia, 27 de maio
d 1873.
0 1.' secretario,
Laurentino Jos de Miranda.
Escravo fgido
Ausentou-se da casa de seu senhor, e vaga pe-
las ras desta cidade, o escravo Manoel, crioulo,
cor preta e de 32 annos de idade, altura boa, olhos
vesgos, hartado e tem o vicio de embriaguez,
do qual torna-se muito fcil a prisao por no oc-
cultar-.se e dedicar-se ao servico de descarrego
de candas, na Boa-Vista, Santo Amaro e outros
lugares. Pede-se as autoridades policiaes e capi-
tes de campo a sua priso, e leva-Io ra larga
do Rosario a. 4i, t.^-ahdar, que se giatifloar.
CONSULTORIO
MEDICO CISE&ICO
DO
Dr. Mallos Guerra.
Especialidades : molestias das ma-
_JJ Hieres, das criancas, molestias venreas
e syphililicas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nha.
Chamados qualquer hnra do dia e
da noute.
Gratis aos pobres.
Bna da Imperatriz n. 36, primeiro,
andar.
DOENCAS SECRETAS
Gh.ALBERT
cdka badioal, ntmrtk m mim tilo
THTS0 DI BlLllPillILHA 1 Inspigena,!
[ alporcas, borbulhas, ulceras, vicios de |
I sangne, debilidade, tnmoiea.
BOLOS ranos : Corrimentos recenta I
on antigos flores hraacas, cre pallidaa I
Parit, 19, r. Montorgue. FoUieio gratif I
Deporito en PrrnanMnK, A. BSOOBB.I
Est fgida a escrava de noine Bernarda, de
idade i5 annos pouco mais ou menos, levo sala
de ganga e carniza de algodo, tem marca de fu-
jona na perna direita, e tem os olhos grandes e
abotuados : roga-se s autoridades poKciaes e ca-
pitaes de campo o obzeqtiio de pega-la e leva-la a
seu senbor no Camiaho Novo n. i le, sitio, ou na
ra da Cacimba n. 1, que sero generosamente
recompensados. __________
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S a. =1.5 -
EiiibiH
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89?
Si:
35 3q o S
' "t => e; $ 2 2 -
Engeuli para arrendar,
Arrendasa <
povoaco de Jabo
uno, w pa'foa dfl
renro Cananduba, prximo a
a tratar no mesmo enge-
larmiez de Olinda. n. 4.
Arrendam-se os engenhosSerra Grande eBa
Es|ier;uicji- simados no termo da cidada da Vic-
toria, e distante desta cerca de duas legnas.
Assim como, tambera vendo-se a safra do refe-
rido enjjonnoSerra Grandej- e todos os escra-
vos, a excepeao de oito raoleques ; sendo desses
escravos, cineo carreiros, dous bons mestres de
assucar, e m outros tambem bonitas pecas, por se-
rem mocos, sadios, sem vicios e acoslumados ao
servico de engenho, dando-se por meaos a quem
comprar todos.
Vende-se igualmente os b*s e cavalles das fa-
bricas dos mesmos engenhos e um alanbique de co-
bre,/novo e por preco coinmodo.
Os pretendentcs podem se dirigir ao engenho
Quands do mesmoormo da Victoria, a entender-
se com o senhor deote engenho Joaquim Gomes do
liego, ou com o rondero do engenho Soledade,
Ladislao Gomes do Reg, os quaes est.ls habilita-
dos para darem os eselarecimentos necessarios e
contratar.__________________
Antonio Joaqntm Cavalcanti de Albuquer-
que, -senhor do engenlio Pantorra, da comarca do
Cabo, a/risa a quem r senor da preta Mara, que
foi escrava de seu eunliado Manoel os Vicioria-
no de Sorba, que mande quanto antes a ejso en-
genho para Ihe ser enlregue. visto que nao se
responsabUisa por ousa alguma que Ihe possa
succeder, de fuga ou morte, tanto mais tendo
ella chegado em dito engenho doente e ueste es-
tado continuar.
-su il<; nina lina para casa de ^tinilia :
oas ; n.1 1114 d i'ulAgJiv f, lia.
r 1 a .acrava u.|lrvr fa-.a ^
jlj.j andar, ha nma ama escr.iva par.i ahii.ii'-se.
Iustruc^o.
... 1 ^
se de urna ama omento para
ar em casa de rapaz solteiro : a
1 1
tratar na roa do Crespo a. I7,laj?.
MOFINA
Est encounwjado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de azareth desta provincia, o
fcvor de vir i roa Duque de Caxias n. 38, con-
cluir aquelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira ctuunada desta jornal, em
flns de dezembro de W7I, e dsacli para Janeiro,
passou .fevereiro a abril de 187i,e nada cumpro;
e por este motivo de novo chamada para dito
flm, pois S. S. s deve lembrar que este negocio
4* mais de alto annos, e quando o Sr. sen iilho se
chava esta cidad*.
Ausentou-se de casa de sua senhora, no dia
6 de maio, o roelato Matheus, e tem os signaes
seguintes.- alto, ps e mos grandes, cor de laran-
&bons dentes, h'la mansa e um pouco Gna,
rba um pono branca, cabellos crespos e re-
presenta ter 40 annos 1 pede-se a quem o appre-
hender de leva-Io ra do Hospicio n. 81, que
ser gratificado.
professer Thom Augnsto da Silva Villar,
competenteineiitc autorisado para enrnar prinM-i-
ras (ettras e francez. tem aberto no sohrado gran-
de da Sclodade 11. 58, unta aula particular para o
scio masculino.________^__________________
Aluga-se por %i a casa n. ti na ra 4o Li-
ma, em Santo Amaro, estando j concertada de
novo : a tratar na ra da Restauracao n, Z\, ou-
tr'ora Guia.
no empeaho do'bem s.nira>wi rn* frr|DM
jii piil.iico iiii vr.il 1-iM | |tH' ll.'l ilf l!l lll"l" di IllTll
i.-.- .i- Ku ...... i'.n.. \p
ln> .(. ..11 <'>i- :!''. -I-' 1*1 -| 1
|ido> amai.ts ihi \* c l.-ir.i. ; pa*a a
i.n:.ii al..'iuis ii'er.lnf-cll
Al.lil'S, o- lii"ii> ; leui imk a
mercado, com rapas de aadruamifa,
tartaruga, Marfim, vcjlmla e ibagrte.
ADEIIE(,*/)S preto e vhai pT!|Ts \P*}*I'
asMW mom, na tm la mUsms*) m
ditos de |iiai|ii>'% obra tina e maito bes
acaladi.
UOTOESpaia puiiiw-, n qne se pdf W*
loeltior em pt*iw* lartanp, madre
Iterla, marlim e "r1".
BOLCAS de velludo, (oda, pallia a (*>agrm,
ha de mais iiindt:rau c 1 udas.
BICOS de seda de il^oliio, ixuu* hnnro txm
preto, d<' variado* desenlio
CASSULKTAS imoUs rola.
.. "\IXI.NHAS para o-tnra, nr.'.'M ricas c da d-
- Compra-se um sol>rado d.? um andar, de ^, ^JJ, {)nu ^ c mukt t
duas ou tres portas do frente, ou urna casa terrea
de tres ou quatro portas de frente, nos burros de
Santo Antonio, Boa-Vista ou S. Jos : a tratar na
leja da ra do Queimado n. i.
MI
COMPRAS.
-
VrKDAS.
Trapassa-se
Aluga-se
A excellente casa sita na Ca: unga, ra da
Ventura n. .% una grandes aceomoiodagueg, e
excellente quintal todo murado e plantado com
grandes ps de fructeiras : para tratar ra
larga do Rosario 0. 3i, bolica.
Atieii<5ao
Quera precisar de boas amas feccas e de leite :
dirija-fteao pateo de S.-^gdro n. 3, loja. "
Avisa-sc
a quera der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-foronel Feliciano loaquim dos Sao-
tos, e depois comprada ao Bario de azareth.
representa ter 28 annos,"tem falta de dentes na
frente e as mos coai cicairizes de queimadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado
&-* 9*0* 0 00
0
MEDICO-CIRIRGICO *
W DO 0
0, Dr. J. M. Curio 0
IffC Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri- 2K
ineiro andar. cg
& Consulta das 9 horas s 11 da manha. t
& Chamados a qualquer hora. A
0 0 000000 000*0
Aluga-se o 2o andar do sobrado n. 30 da
roa da Imperatriz, com 2 grandes satas e 2 gran-
des quartos, forrado e pintado a gosto do locata-
rio vaMfatar no 3o andar____
O Sr. Manoel Bernardino Vieira Cavalcante
rogado a que mande, ou dirija-se ra do
Amorim n. 37, a negocio de mntuo interesse.
=Oobaixo assignado tendo contratado comprar
a Elisio Alves da Silva Filgueiras, a taverna
sita ra Imperial n. 42, oao quer realisar dito
negocio sem ciencia dos redores da casa;. e
Sor isso os convido a apreseatarem-se no praso
1 tres dias, soc pena de nao ser atlsndida qual-
quer reclamaclo.
Recife, 31 de maio de 1873.
Maooel Pacheco da fclveir,
A loja da ra da Imperatriz n. 7, com bonita
armaco e casa para morar familia : a tratar na
roa do Commercio a. 12 Hotel d'Europa.
yfeiLjii.ir-Lj^ji m
l
1
)
GIBOETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73,1* ANDAR;
0 DR. HUMES Di GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operares de oihos.
Cora radical e iDiUotanea dos
estreitamentos da uretra.
Consultas : Da 7 1 10 horas
da manha.
Chamados: A qualquer hora.

Dentista de Pars
19 RA JiOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agrade* endo ao respei-
tavel publico em geral e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anza que Ihe dispensaram durante os quin/.e annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
Ihe participar que cedeu o seu gabinetelde cirurgio
dentista-ao seu sobrnho ediscpulo J. M. Leroux
o qual echando-se hamais de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua coofianca e executar os trabalhos o
mais difficeis e delicados da profisssao
O mesmo aproveita a occasio para pedir s
pessoas que Ihe sao devedoras o especial favor
de raanda-ls pagar quanto antes, pois retira-
se muito breve para Pars, aonde se achara sem-
pre prompto para o que puder prestar._________
A
Nao ha mais cabellos
U
TINTURARA JAPONEZft.
So e nica approvada pelas acad-mias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de OThda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Permutase por outro em iguaes condieoes
pouco mais ou menos, voltando-se de 5004 para
baixo, um sitio ci.m urna casa de tapa, ha pouco
acabada, e muito bem construida, em um dos ar-
rabaldes desta cidade : os pretendentes podem di-
rigir-e ra Augusta n. 296, taverna.
Esta s de jesuta !
O Sr. J. C. A. de F. nao quer anda altender
aos reclamos da pobre vuva que exigo os alu-
ques e ehaves de sua casa, montando j os alu-
goeis at 30 de abril a 320G00 ; o que sobre
tudo se torna revoltante o inquilino ter a casa
fachada ha mais de seis mezes, e era chaves e
era .alugues._______________________________
Precisase de um cozluheiro ou cozinheira
para asa de homem solteiro : na ra Duque de
Caxias a. 91, rival sem segundo._________ '
Ao
commercio.
O abaixo assignado, tendo comprado ao Sr.
Francisco Goncalves Maia a sua taverna, livre e
desembarazada de qualquer debito, m s quera se
jultiar credor tenha a bondade de dirigir-se ra
larga do Rosario n. 6, loja de cigarros, a enten-
derse com o abaixo assignado, no prazo jle 2
diis, (Indo o qual nao se attende reclamacao al- J 6j.
gUma Cambraia de cor c> m lindos padrocs
Recife, 31 de maio de 1873. a 320 "
Francisco Nunes de Pauta.
Boa acqiiisifao.
Por seu dono ter de retirar-se para
a Europa, onde vai residir ulgum
tempo, vende-so uin ptimo predio
de um andar e soto, u'uma das me-
Ihoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao s todo o oeeano desde o
cabo de Santo Agostiubo at muito alein dn
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e sul;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agia para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
graade armazem o que pode servir de co-
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um soto, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a ep ca do anuo ; com illu-
minaco gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Acha-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vendc-so a di-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
ouiveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na raao do Sr. Luiz do llego
Barros, regente do hospicio de alienados : e
a tratar nesta typographia, das !> horas da
manh s 3 da tarde, ou no Poco da Panella,
lprgo da matriz, palacete amarello, dessa
hora at 7 e meia da manh.
Merino preto a 800 rs. o co-
vado.
Merino preto a 800 rs. o covado, proprio para
vestido serve para luto, por scr'scm lustro, na loja
das 6 portas em frente do Livramento.
Entremeios, tiras e bicos a
500 rs,apega.
Vende-se entremeios, tiras e bicos bordados a
retroz, proprios para enfeitar vestidos, ejoupi-
nhas de crinca, pelo baratsimo preco de OO rs.
a peca na loja" das 6 portas em frente do Livra-
mento, dao-se pecas a mostra com penhor.______
Grande pechincha
No trapiche Angelo vende se saceos eom mlllio
muito novo, pelo barato preep de %i>J, regulando
dez cuias, para aeabar. _____________
LIQUIMCO
DE
FAZENDAS
Loja k Pass
A' ra Io de Marin. 7 A (an-
tiga do Crespo)
Resolvemos dar um pequeo resumo das quali-
dades e precos de diversas mercaduras, afim de
que vista delles possam apreciar que a Iquida-
cao de nossas fazendas urna pura verdade.
Esoolhei bem a vontade :
Chapeliaas, chapeos de palha, velludo, seda c
fil para senhoras e meninas de 33 a 6.
Basquinas e casajuinhos do seda de 94 a io$.
Casaquinhos e romeiras de crochet pretos e
brancos de 2 a 6.
Vestidos de ca nbraia branca com lindos bor-
dados a :>s e 1QI.
Camizinhas de cambraia branca a 501 e 6f0 rs
Manguitos e gollinhas a 2t'0, 240 e 320 rs.
Cintos de todas as qualidades para senhoras de
500 a i i;no.
Lencos bordados e de labyriniho de 600 a 10a.
Coque de 14 a l.-i00.
Leques de madreperola e marfim de 3 J a 101.
Balio a I i.
Chales a imitacao de bornus do merino preto
de 8* e 9*.
Saias de l de cambraia de 4, fij e 6.
Camisas bordadas para senhora, para lodos os
precos.
Capellas de cera a 300 rs.
Redes para comies a 320 e o( 0 rs.
Cortes de cambraia a 'M.
Cortes de tarlatana bordados a seda de 1, o
t05,
Hla.
COQUES a imita-o, n .ue |V haver 4e Sai
lionil-i e hiin fasta,
DEADEMAS, este genero a Predilecta pre-
senta um ^iranile e Kndo soflisMSM*
capaz de salisfazer < rapriflio r
qualipur seultma pur ais cxigwH"
me seja.
roitT-DOUQL'Er de m:uln-|eiMa, marflsa esn
i esta um ufcfccjo inAsfiiasiawsl Sjl-
nhoras d o aroma das llores se o mnmieaitu-
le de n i ir.i M l'ivn, mi niaucli-
ron u driiialas un-.
PENTES de tartWga, de ni.utiin -le bfalo, i*-
ra alisar ps caN-ll'H e tirar bi'hoa.
l'EltRM.VItl.VS. E* sabido U p'i!i!i.-. que a Pre-
dileeia sempre conserva um Mpartaa-
te sitftimei:t.i de perfumaras te fcn
odor d<>s mais afamad
Lubin, Ilver, sf-cieda* I; giraica, Gss>
dray, ars e liimel, que ii
ludo da ew-illia iV* aromas mais \
areitos \*ii soeiedaile Ic^ai.li' da
Eurona, e jior lauta, achani-se ta
nossimlidada de I m rvir aos amac-
les ifcis SUffeBMB,
A PREDILECTA fea de ewMMIW nma m-
inen>id.ide >l. utig <. al.m de uu atu-
sar ao leitores e se ,V a benev-
lencia di ro?i*itavel publico em ripir-se na do al>ni n. I A. ; -
ra convi'neer--- ;< c<*mH*r
o que I "iii toral i. a- :* como:
FACHAS ricas e m se la
IMENSVETTfi. Rims w-tini-nt < par mmmiw,
por baratis-imo swwca.
FLORES.; A rredilecta prima em saawsfW BU
beflo sortimento l> Horcn tr alnas
de qitalinior Imi| s riti SJM ni es-
ti-ja liem P-pl'-eta de dinli<
FITAS. j bem saludo do pw'ltfi SJSWa na
Predilecta que p din i ntrar un
grande tafet, velludo, Un!
< mundo p'i'i'
GUAMPOS de tartaruga,' imitac.ui u>-'
tos C cVi Coles, O qil'
de mais mo4 GRAVATAS de seda c de cambraia pan -nhora,
lacos c golinhas do I irnos crm, tam-
bem tem um I .n >rtimeni)> de fra-
valas e rjalas paia Ihmui m.
JARROS de |iorcelana c de -iilro amito kaaitas
para anal de s.i!.'..
Mei s de seda, de la e de alpmUfl, ra-
ra senhora, meninas li-rfi.
LEQUES. Ricos leques de m:.:..-p.-nU, tartarafS,
niailini 8 de '- ais moderas
por barata preco.
LUVAS de pellica, t PMB
homem e senhora.
LIVROS para miss, a Predil. da aprsrala es-
rollia do respetavel pnl
sultiiiiento destes Ivms rom
niadn-pep !.i larUimca. marfim, t
velludo < i, [ir preci* mw
ramaveis.
]No\id'ide.
A Predilecta, rna do Caasg n I A. aeaU
deieeher pelo ultimo paquete 'lucao da Ka-
ropa, um bello sartiamata aa corpi*aos du ai<
luaia bordados para senhoras c incniaas,
nhas e punlms tassasn barasV s V
saias bordadas, dilas com entrcmet>s para i
ras, bonitas cakiahas de diveros lamii m
e transparentes para meninas, que taV mfc
por barato |reco. _____
Um oiano de mesa em bom estado para
aprender e por preco barata': a tratar na ra do
Mondego, sitio do porlo n. 63.
A firma commercial Rodrigues 4 (', com ta-
verna biea de S. Pedro n. 2. cidade de Olinda,
chama seus credores para amanli, segunda-feira,
2 do corrente, para deliberarem acerca de seus
negocios commerciaes
o covado
com listas de
De 10 pannos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pl-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanbovant ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrinss
parreiras coracio da india, romeiras e outra,
fantas : na Capunga, roa da Ventura numero 20
-v- Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio j
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar. ,
Alpacas de lindas cores lisas e
sedas de 400 e 600 rs. o covado.
Grande sortimento de l para todos os precos
Crochet branco e preto covado a fcOO rs.
Fil de linho liso preto e branco de V00 a 600
rs. a vara.
Vestuarios de fustao branco e de cores para
meninos de 3j a 6..
Gravitas e mantas de 320 a I J cada urna;
Chapeos de castor branco a 74 e 8i.
L Chapeos de s etim e de merino preto para ho-
mem a 3a.
Collarinhos de linho lisos e berdados a 3a e
l a duzi.i.
Peitos de linho a 600 rs:
Ditos bordados a.I 200.
Cortes de velludo bordados para rolletes a la.
Brkn preto vara i a.
4 fronhas de linho ricamente bordadas sendo 2
grandes e 2 menores por 20a, e outros muitos ar-
tigos por precos baralissimos.
Chapeos para oriuiu/ns e me-
ninas de escola.
Vende-se lindos chapeos de velludo, palhinha e
de seda ricamente enfeitados om fitas e bicos
de blond, proprios para criancas o n eninas de
escola, pelo baratissimo preco de 24 e 34 cada
um : -na loja dajasso, ra do Crespo, junto ao
arco ile Santo Antonio.
Loja do Paoo a rna 1' de Marco n.
9 A.
Engenho
Arrenda-se ou vende-se parte de dous engenhos
sitos na freguezia de Ipojuca, sendo um movido
por auimaes e outro movido a agua, bem obrados,
de opflmos terrenos, e com proporcoes para satre-
jar de tres a quatro mil pies, distando do porto
de embarque apenas urna legoa, e da estrada de
ferro tres legoas : quem pretender dirija-se ra
do Apollo n. 575, 2- andar, que achara com quem
tratar.
Cozinheiro.
Preciza-sa da um, ivre ou estravo, e quese
arasfuem tambem de comprar, para easa de t
>*m3: a rraur no Corrasfido Bispo o. W.
Nao ha falta de telhas
nem de alvenaria batida, ladrlko eompndo e dito
quadrado, tem na olaria de Jos Carneiro da Cu-
Juba 60 miHieiros da molhor qualidade, o vendes
mito em conta a dinheiro : na ra do Corone
Lamenha n. 80.
i w<|f lilla
Vende-se duzias de linhas de carretel de 2f 0
ardas pe o diminuto preco de 5 0 rs.: venham
ao rival do Recife, ra do' Mrquez de Olinda nu-
mero 50 A.
Vende-se a taverna da roa I:.:peri;
a tratar na mesma.
:l42
Kji!
Priiiceza!
ii
O rap Piinccza Cabrieao por J.*s; Francisco
da Rocha no Rio de Janeiro lia para veader aa
deposito i na do Viaria n. 7, l. andar.
- Na estrada dns AiHictos, sitio n. H. da rio-
va Quintilla, ta para vender pw d Lanmjrrira*
j enxerladas, dis mellures qualidades w podr
haver ueste peero.
Vende-seo enpenho M npnilo mnd a m*ia
legua dedManria do porto de e:imamjae da cida-
de do Rio Formoso, cVsi para f rsmtae
safras, e anda com terrea di>j'xia>vel a de im-
mensa fertliilade para Icraatar-M u;: aovo nsfe-
nho, mnita abaaaaals de maiu -, s mesasr pat-
sivcl de mon-ciii de ajaa ; tratase smta cidada
do Recife, ra do Brum i. 81, 3* andar.
Obras de di i cito.
Vende-se : Direita natnral, por Taparen, I to*
tamas.
Direito administrativo, por M. Macar-I. | whl-
mes.
Largo do Paraso n. 8. -'rundo i slar.
= Vndese na ilhadc s. Mignel, mrw i
de terreno mullo |nrlo da ci.lade : a tratar ni
ra Direita a. 9, taverna._________
Cidade de Goyanna.
Vende se a casa de podra e cal, sita a raa da
Ro n. 31, edificada em chao proprio, e-m i satas
e 2 quartos, ha pouco reedificada, com um excat-
lente quintal com 200 palmos de fundo, poaca
mais ou menos, contando algumas an'i-res de frac-
to : quem a pretender p-'de- Suer explicaran com o Sr. Fnmcelin i F-rreira
resno. naquella cidade, e nc broprietaro, na travessa de Jola Francisco a. 14,
nairroda Boa-Vista, ou na ra di capitao Aato-
nio de I^mos n. 38. _______
Vendc-se um sido do mu ten-rao arapria,
no lim da ra Duqua.de Caxi:is : a tratar na roa
de Uoitas 86. ,____________________
\eade-se nm preto cozinheiro le 3n raaas
de idade, de ba conducta urna rioula de IS aa
nos deidad', perft-ita eagomnndera e eaamba
alguma cni nos r.un principio de aabilda Je, todas ta impar.
tinte figura: na roa da Coroool Saassiina a. IM,
outr'ora de Ib i tas.
E mnito barato
A i-
Curies de cambraia brancos com palmas da ca-
res : na raa do Queimado n. 76. loja de Gaserme
Porto 4 <',.. controata ao boceo da Coajivfaria.
VENDE-PE
a casa moderna, com ga-, era tariaas de
sita ra da Concordia n. 133 : a traUr
colino Jos Lopes, rna do Viseoads da
antiga Mondego, sitio do porlo a. di. Ita
lug.tr vende-se um piano da
paraga prender, por barato araty
Venden
urna negrnhi de 13 aanos,.
de liida figura, com r-rincipta da
dadas, podendo-se adcar qne a v
degrinha por preeisio e nao por di
no caes do Capibariba, casa a. Ja,
di-ouirada de 7 al 9 horas da
pe em dianta.
enda da
a 4 u.. s
I
i




/
6

pLlas
VEGETAE3
ni:

BRl
los bofes sadios e ses
rjma digpstdo. vigorosa,
l'm excoHculc appelite,
sfto algui d< bonelicius que. se podem de-
mar, fazendo-se um uso regular das
Piliiluv vegetnes de Rv.t Croa cura certa e efficaz dos intestinos,
L ni remedie admiravel para os rins,
Wui torttoopoderoso para estomago,
Sao as inapreciavers quadades medicas
qwo se podera encontrar, usando-se das
PUmIm vegetara tleBi-lsiol.
lima medicina que nao prodaz dores nem
clicas.
l;m purganto qfce nio debilita nem on-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
causea.
Forman? urna das muitas virtudes que
posstif rn a s
l'ilul'is vegefaes le Bi>nIo1.
Um modicamento suave e favornvel para
o bello sexo.
Un? correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao os eleitos sen? falla, resultantes do
usOeemprego das
PImIah vcgetfues de Oriwtol.
Urna complejo clara, alva e transparente,
Urna pelle macia o delicada e um
Hlito doce e agradavel.
Sao os resultados certoseinfalliveis, de-
pois do se
haver tomado algumas dses deste
mc-lhor dos
Remo 1 ios as
1*Iu9mn vc^^ni'M de Baaistl>
En todos os casos de molestias d'uma na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou syphilitica ;
ou qnando a massa do sanguo se haja tor-
nado torva ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualquer substancia
ni- Tal a
:*t:>3sii|:)i-3'IItit de Bristol.
dever Sur usada de conjuncto -con? as pilu-
las, e assiin obrando-so, em restricta con-
formida.le com as dirc-res inscriptas id
envolto; os doontes podem iicar certos que,
"urna ea usada conjunciamunlc urna com a
outra, nenhuma eufermilaJe ou molestia,
por rnais severa ou arraigada que se acho,
nao po lera resistir ao combinado poder se-
cretorio o sanitario destes dous
D&rfo >-mw*Mr(* ItaAigM- Jr-tjJaritff 1
Livros a \*hu t
os Srs. acadmicos
Vende-se as segffintes obras de direito, historia
o litteratura, por commodus precos:
Pardessus:Droit Commereial.
Villraun: Revotution francaise.
Louiz Blanc:Histoire de dix anns.
Vattel :Droit des gens. .,1
Ventura :Le Pouvoir pubfie: *
PtiMe:-Gdurs de droit natdfolj-
KJuber :-Droit des gens.
Itogron : Codo de comnierco. I yjn
Nesta typographia acbaro essas obras pan M-
r em vendidas.
ni i
/
-! i.| O
O'OH
cp
lirll
, L HlU
Esa<;siKi4>>.
Amtns estas medicinas acham-se < venda
eiu todas as principes boticas e
I >jas de drogas.
Aeh i-se a venda em todas as boticas.
H. Forster & C.
AGENTES.
i sifo aiwsen'iHla nrpiUfi
Durante o espaco
I)K
4 0 A N N 0 S.
S\l,$\P\lllillAI\
SEtiREDO ECONOMA I BLIIIABE.
' '! Otrertt-se com o oso
DA
~~HUKCgiO SMST
nica, hygiemca, radical afalBivdl na cu-
ra das gonorbeas, flores brancas e flts^de
toda especie, recentes oh ebronicas; e ue
offerece como garant desguatares resultados
a continuada appucacio quesempre con?
maior vantagea? se lein feto della nos hos-
nico deposito parao Brasil, Bartholome>j
& C, ra Larga do Rosario i. 34.
Xarope d'agro dolar
Antigo 0 conecituado raedicaafetito para
cura das molestias dol orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asfcma, etc.,
applicade anda com ptimos resultado no
escorbuto.
Vende-se na pbarmacia e drogara (fe Bar-
tbolomeu C ra Larga do Rceaeio n. 34*
RBISTOL
.
VP ~

i
'"-'-' "',
J
y
<
OSCAfOS MAIS DESESPERADOS
v -\ >Ai\V!UUI.HA MBP.IST01. puri-
i n? adosangoe, expolie para lora
:is m lisias c fezes viciosas e impuras,
das a; secretes, d vitali lade e
a to !us os orgaos, e d Jorga o ?*
garao systema alim de poder mclhor resis-
tira todos os aLi.prs da enermidade. E'
pois esto u m remedio constitucional. I'.llc
DtUMta ifitros afun de poder curar ; porn?
MostanteaMoU aatiste a natnreza. I'ortanto
en to las as doengas conslUuciottfte c om to-
das as mofeslta locaes dependente d'itm es-
tadovicioso o imperfeito dosyslenia emgv-
ral, achar-se-ba que a Salsapakuiliia df.
Bnstol um remedio- seguro e eilicassissi-
dm>, possiiindo inestimaveis e incontestaveis
TOtedes,
As curas milagrosas de
F..*craiciin.i,
I leers,
4 'tangas antigs.
ENPERMIDADRS SVI'Hl!.ITIC.AS
EaiSUEUS,
aflEUMATlSMO,
REYRALGUS,
ESCORBUTO,
ETC., 1/T,., EXCt,
tem grang ia ro e dado o alto renome
Sa!.s;i})aiiiilia de Bristol
>a jiirtes do universo, sao tao so-
meirte devidas
I SICA LEGiriMA E Ol'.iGINAI.
Stt'r'xrrril/ta lt Bristol
D. feer&C.
AGENTES.
XA PHARMACIA CKN'TRAL
Ra do Imperador n. 38.
Iuno;:;r >, pardo, vrnambuco, \ meze?, S. Jo-
s ; i'Ti n.i M a n o esla.
Lizias escomas a 280
rs. o covado.
Ra do Oespo n. '20.
Lizinhas escocers, padroes inteiramentc no
TOS, pe! i dimiaulo pre.;o de 880 rs. o cavado,
pechincha e Alo-so aa?qstrja na- loja de Guiher-
me C. da CunUa k C
A 280 rs. o covado
Cafn^raia uiuito lina e de lindos padres a 280
rs. o covado, baratlssimo : na loja do nasso,
ra I* do Man,-on. 7 A, amiga do Crespo.
Fogo, fogo
c o mr-Ihir de to los os fogos s se obtem com
a liioalha de. ac, de /errro, de ijnco, de Cobre c
d* agulha. f^io se vende por menoa na phar-
niacia e drenara - rui larga dojtusario. _____________^^.'
Vende-?* runa por^o do leaha para olaria
o? aadaria : nd sitio de Marcelino Jos Lops jun-
to to ponto Mangabcira, na estrada de Arraial.
E' baralissiino
Basquinas e casaquinhos de seda ricaente en-
eitados e em muito bora estado, para sonhoras e
meninas a 7U0:>.
Pechincliis.
Chapelinas e chapeos de palla, velludo e seda
Sara sea' oras e meninas, por precos baratissimos
e U, 3* e 4.
Anda pechincha.
Baloi's em perfeito estado para seahpras e me
ninas a luOo.
Para acabar*
Bquissiraos ontos com lact e sem eHe e de
gostos muito chiques a 400 e 5f rs.
Entremeios e babadinhos a 400 e 500 rs. a pega
Salas de la para senhora, M.
Estas pechinehas s se eneontram na loja do
Passo, ra i. de Marro n. 7 A, antiga doCre>r)o.
Rival sem segundo.
Cheg ram agnlliaa para machinas, do fabricante
Crower A Baker. Duzia por 2000._________
Saceos de estopa
Avaiiados para milln c farinlia a 320 dada um
na ra do Crespo n. 30.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendwn-sena pbarmacia e drogara de B-
tholomeu & C, ra Larga dosario o Un. 3*.
Grande liquidacSo de fazen-
das, miudezas, femgens
e taboas de louro eania*
relio.
Thomaz Jos de Gusmao, estabelecido em Olifl
da com loja de fazendas c miudezas o tambem
com armaz"m de madeiras c materiaes, faz li-
qnidaco de todas as mercadorias existentes em
sens estabelecimentos, com grande reduecao de
presos, por ter de mudarse tambem tem gran-
de quaiitidade de cera em vellas.
Toalhas a 6#000 a duzia i
pechincha.
Toalb.is alcoxoadas, sao grandes, a 6 a duzia
na ra do Crespo n. 20.
Chitas verdes c de cores a
200 e 240 o covado.
Na rita do Crespo n. 20. ____
Moraes & Irmao
En? seu cscriptorio ra da Madre Deus
n. 5, I. andar, tem para vender por prec,o
commodo :
Vinho do Porto superior engarrafado.
Ccrveja Bass.
Cha verde miudinho de superior quali-
dade.
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne louca do Sebastiao Marques do Nasci-
mento, vende-se em por^Ses grandes ou a reta-
mo todo lotiza existente na n>e?ma, por preeos
muito diminutos por ter o m>smo proprietario
de fazer nma viagem a Europa a tratar de sua
sade; porlanto, todos os freguezes qme precisar
de se sorlir dostes artigos, apresentem-se quanto
antes.
Vende-se_.
a casa n. 154 da ra do Coronel wassuna (antiga
dps Martyri'is): a tratar na roa do Vigario The
norion. 3, 2' andar.
FOGO
Artiicial
ValJivino da plvora, no sen armazem de sal ;
ra imperial n. 207, faz seientc ao respeiravel pu
buco desta cidade, que se acha satisfactoriamente
irf.venido de todo o fogo que mister para os
estejos de Santo Antonio, S. Joao e 8. Pedro
assiin como um excel lente sortimento de fogo do
ar, bomba rea! e pistolas de quatro a sers balas,
ditas de duas e tres balas, unido a urna bella
collccco do outros foguinhos para brinqnedos de
vriiincas que eostnmam divertir-se com as mara-
cilhosas rodiuhas de salas.
Engenhos venda.
Vendc-se os engenhos : Garaeleira, com safra
de dous mil paes, s tuado no lugar denominado
Barra dePanellas marpem do rio Piran;y,i-
a 4 leguas da estacao de Una, cora terreno para
safrejar annualmente de 4 5 mil pes : Comen-
to?, com safra de dous mil pites, situido'ni (As-
tricto do Agua-Preta tal lagnas da estacao de
l'na : o pi-'-tciuleiile.a ambos, un a quatqaar om
dos dous referidos engenhos, entenda-se com
Joaqun) Rodrigues Tararos de Meti, no Becife,
praca do Corpo Santo n. 17, ou com Jase Baplis-
ta Marques Das, no povoodo A jdos Montes.
Hespente
!. in

fazeidasde gosto
TI
h
I
;< j.'.i.iu.I 0)01 *b
m
f
. | M
ain fif) iwaovfn) pK
u
cegu^ws,
timento das mi
senhoras jo>
Ide le, que i
e*JM|)ena
| trfs tender
..-a^'sc (ro amostras^
casa das I'unas, familias pelos caxeires.
fiate toieUrcimanto est nsUutenmnte
wmm
A fW9,-i^Stn; fW etttOrsV
O Pavo reCebtu um bcilliaoto sortimento
das mais lindas gXMdioes- preU ooaa deli-
cadas listrasde cores epreta*,qe'VtKl& pelo
barato pre^ de IJKiOO o e.v'i.
.i
Os-
flattf cl^dtfao^nutaer
res de Europa,' um graneesort
e muita phitafi,
sortimento As
con? o ir
As*
os sebs'sb
geiras; dt todas rs 1
'80Wrt>aW^^yi ao^r^peifevarpu
icabam di5 reeebcr j)efos ltimos i_r
lasJi'WliU -ttWtrtlls tetudas de gost
aSsirj?
iip^LfflWfPBTt">, U1" 'r^
BITIiJ.
neste esta Iiereci ment
ro'enl com
i li)\ i JJi)
ment podero
pc*^iie imiprairi' nas^csas estran-
"idft^uhor, ^u, naaotlwB-se levar m
o .iwt & hori da ianh& s 9 da noute.
fiUUUU&AAJSOOQ. .
eoebsa pela ultimo vapor de
a ruos dos. mais lidos gostos
je sao tnhecidos e era relapso
exce
as. S
nKHT*!82?^ ,f BVidam-seOB
rM.tyinhekcra 6 que ha de mais
ida2S2S*TI
IWI*VRI1l(IIOI!S.
iiAas-to-
das-de core? cem'HstrBS rrmidthhas em nma'
so cor a i*200' o 1JW00 o colado. Ditas ?-( pavo vende superior brara/rnte de al-
p*etas(a-fistrasdsed)Bas.a8(Wrs4 Di- godo, tenjHO palmas de largura, queso
to predas oom iisWac hranoas, aiuesever- precisa del 1/i vara para um lenQol a
dos a 6*0 t, O' itade. 'Assitn, como boni- $$600 o metro ou 1JP80 a vara,
tas barajes de seda pata, safas con? as jn|>to de linho pnp superior e muito en-
mais !'n(ias^^5^M^'P, pecn'nclia cWpdb, co,n a n?esma largura a 2$400 a
EOUPELlNASAU00WP00OCOVADb.] rp*tosfrancczes muito finos a 2JJ600 e
0 M&p roeebtu 40? elugonUi sortimonto 30000.
das mais lindas poupeitnas de aada couv os
iitais lindai duM^iaaMMJtas cores,
fe^as deamburgo e panno de linho, ten-
de c >in 20 e 30 varas para Unios os precos
-ijuarralre#^
waoa de puro hubo, tendo Su
i'
\'-)nml l'ii.i
.56 a-ttqa do Marqjuez de Otnda-W
MACHINAS
ment aasaz conhecido como principal e reo
dado pelos grandeslpositQS e boas soatimentos cosa que oate pena era
melhores, naais acreditadas' e verdadeiras achia aMM*#0MMM aaia a
dfto. desde 10 to Ncrra, o ha vendo em todos 05 tamanhos diversiaades de tjralr-
mas e melhoramentes para permito e rpido descaro^araouto ; toroan-M difoas V
serem vistas e apreciadas petos Srs. agricultores; os quacs, alm disto^ eneaaMray
tambem mais :
Apurados vapores LecosiovEis, de forra
"fe **' c 34/j cavallos com tt>r!os pert?ras
precisos para tralxdharern 4 machinas pera '
algodo, ou para nutro qualquer mister. I
qoe-vende a 195600 e 2-5000.
sEr#MjE|fi|bflf.iB.
0 Pavo recebeu um benito, aorlimeato
daamais lindas sedinhas d urnfl s cor cdn
delkados'desetifiOi miudrnrofe, que vend a
2#00 o TaA ItaJt dUXlisHifes, mai-
to Ida faaonda a &m. K' pechincha, pa
naaoja do PaVto.
CAMBRAIS ABERTAS A 0 E OVOOM
0 Pavo recoboa una elegante sortimento
dal mais finas eambraias' brancas abert,
botdadaspera vesttlo, q'e veade pelo barato
prco de 9?> e 10JJ000 o corte, tendo fazena
batantcrparrvestdi. K' pechincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz 11. 60.
iArTII5W*0Hr5A TW US.
O Pavo recebeu ym elegante sortimento
das mais1 Unas lazinhus transparentes com
florinhas, bordadas, temi de todas as cores
inclusive! rocha propria. para viuva, e ven-
de pelo baratissimo proco do 400 rs. o co-
vado. .' pcbjfltria, na lojado Pavo ra
da Imperatriz n. 00.
I.S NODERWAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
razinhas listradas sendo das ma4s modernas
que tem vindo ao m,ercado, pelo baratissimo
proco de 560 e 600 o rs. o covado. E* pe-
chincha, aa loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACASlAyRADAS A 640RS. 0 COVADO.
ChegDu, pra,/i loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas pacas'laTTndas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidas, e vando-se pelo ba-
ratissimo prece do Mil rs. o covado. E'
pechinchai na loja do Pavo.
CASSAS F1UHCH3US A 600 E640RS. 0
MEDRO.
O Pavo rcebeu um magnifico sortimen-
to das mais-lindas cassas fran ezas, de cor,
cornos mais bonitos deseuh s njidos e
grados, tendo padrea-escuros e-"butros que
servem para luto, e -vende a 600 e 6V0 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINffAS MODERNAS COM LISTUA DE
SEDA A 640 rs. e 1#200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas q*ie ton? viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos prefos de 640 rs e 1$200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 300, 640 e 800
rs., todas estas ls~sao modernsimas. E'
Verdadciro bter hesperidina^upeaor e acre
ditado : veuda, np arinazein tliiTassa Irmao &
C, ra do AmoFfm.q. 37.
Cassas avariadas a 40 rs.
.0 00vaco,
O Pavao vende- flnissfmas cassas francezas de
cores com os mais delicadas padrea, por terem
um pequeo loqae.d av^w dt agua doce, 4ele
barato prcro do doc vintcns o covae. pecriin-
cha : na Voja do Pavao, S r* da Impertri d,
0._____________________________________
J chegaram os maravilboss" jjjgos''artlQ-
aaes da Chfna, para serem sottos nos'salje e
Baa; caixiolas com variado sorlma&toa a
eos desde 20* at 504 oada caixa : ne
p. i do caes da alfaadep.

pechincha, na loja do Pavo.
-lilln*! 3.I. NO. *cBOrs.
0 Pavo recebeu um grande, sortimento de
chitas de cOrcs fixas, que vende pelos bara-
tos prefr s-de ?4'0 e 280 rs. o covado. Ditas
esearas fazenda muito superior, com novos
padres a J20 e 980 rs. o covado.
Ditas muito finas padres claros em tosi-
dos do percales, com berra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com teckTo de crctone, fazen-
da muito superior a 3:Oe 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de crianzas a 360 rs. o covado. E'
pechitreha, na loja do Pavo.
Bapiiaias a 500 rn. o covatio.
0 Pavo recebeu un? elegante sortimento
das mais nio Jemas naptistas de edres com
padres miu-linhos egrafidos^endo proprios
para vestidos e roupa de crianca, pelo bara-
tissimo preco de 500 rs. o coyado, alRangan-
do ser-arande pechjneha I
Corte* do caaibriain. iiltiaia no-
-rllnWe a -V9000.
O Pavo receJCN pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de eamhraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao es mais modernos que tem
vindp ao mercado, e pela sua exeessrva ba-
raleaa tomam-se recommendaveis ds senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de bjbad s a 9|>000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Ipe-<
ralnz n. 60.
CORTES DE CAMBRATA BORBAeOS
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
-Jcambraia branca-bordados paca vestido, que
vehde pelo bar*o prec,o de 2O8Tea30600.
CORTe&m MpalAT SltWCA.
O Pavo receben ^rrfriyJtj crtede eam-
hraia branca -com listras assetinada que
tendo pelo La 1 ato prajo de 69000.
Ditos cm listras de cores, tendo 8 vera a
O Pavo petebau un? gvande saHimaMaii
de espartaba fcm'fc pitra* serthra como psifa'
menina que vende polo barato preco dfr
,oii''ti '\7T
cofl
larj
-imo esguia ou, silezi.
iima-siioai.i cun UUjaaJis
ih8nVadajj?*(C*do oem 8 palmea de
naifliaiJOa Tara.
.+
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea o taeV
ra.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos do madeira para compras.
Apparelhos para ardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de feTro.
Dita dita ditos de madeiras.
Turnos de bandejas finas.
Correntos para arrastar
Cilindros americanos para
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Brcu superior.
Moinhos de diversas fabriaantes para mi-
lho c caf.
Debulhadores para mimo.
Azaito de sperinaoete paca auclitas.
Caaaaa de farra.
Bombas de lap_.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltad
Wtes de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Dito* de korracaa.
Folies para ferreiroa.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que so avista e neste estabelceimento podera-i
examinados.
/.na, gsande sortimento
ca,PBlpBBBr> mm caaio cortes- ps
mais modernos que tem viudo nos ltimos
figurines e em fazenda, dos mais tinos e
mais nnvos que tem vindo ao mercado, e
vonde-se par barato prec,o para apurar di-
pheiro, assim como calcas de briih branco e
de cores* por pvecos muito razoaveis.
LEPM,^S ABAINHADOS A 1^80 E 2*00.
0 Pavo vende duzias de lencos brancos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 9000 a duti.
Ditos tambem "abainhados, com berra de
cor a 19800.
Dit s grandes, fazenda muito fina, sendo
tedoa'braucos a 33?00O,
Dito de cainbraia branca,-sendo em pega
a3?000
METAS CRIAS A 49 E 59000 A DUZIA.
O Pavo vende duzias de meiaseruas, in-
gieras pelo barato prego de 45000 e 59000.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa 6?000, 79000,85000 e 109000,
e,um grande sortimento de meias inglezas e
francezas, para senhoras, que se vende por
prego muito commodo.
MADAPOLO nUNC;/. a 69000 E 75000.
O Pavo vende pegas de madapolo fran-
cez, que Jtmf rase vendeu por muito mais
dinheiro e!iaida-se pelo baratissimo prego
G?000 e 79000, por ter feito urna grande
coaipra. E'pecBinelia.
Algodaozinlio a 49OOO.
O Pavo vende pegas de algodozinho,
muito boa fazenda, pelo barato prego de
49 o 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio para
toalhas c lenr-es a 65000 e 79000.
' CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 29500
3?000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 c 69000s
ate a mais fina que ven? ao mercado.
PACHOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
0 Pavo tem um grande sortimento de
pannos de" crochet proprios para cadeira de
balancn, para ditas do guarnigo e para so
f, que se venden? muito en? conta.
COLXAS DECnOCHT A 69 E 89000.
0 Pavo vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prego
de 09 e 89000.
Ditas de fustiio acokoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato prego de 46000.
E grande sortimento de ditas de damasco,
cretonc c de chita, que vdnde por pregos
muito razoaveis
.CORTES DE PERCALI.ES COM DUAS SATAS
a 49000.
0 Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duassaias, sendo fazenda de muito gos-
to a 45000. E paoumcha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 55000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
poctimento de botinas prptas e com delicados
enfeites decr, proprias para senhora, garan-
tindo-sc serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa quaidade,
por terem sido reractlidas por um dos..nr
ihereefalnipatties de Pars,. e veiule-se peto
barato prego de (9, na loja do Pavo.
SAI AS BORDADAS".*. 89. 01 e 85000.
O Pavo vende saas-'rieanWnte bordadas
dp 4 pannos cada Ha, pidos baratissimos
precos de 55, 65 e 85000.
Ditas de mq pftnao.tf e.apm.juiita rodas
uarnecida de pregas, pelos baratos prego,
O25000 e25500.
DitaS'com guarnigo do pregas e borda-
daHa 35500. n i
Ugadto onTe*im. a l?OW a
V4sra.
O Pfrio vende algodo americano enfes-
tado c multo eneorpddO, proprio pafa toa-
lua e lenges, pelo barato prego de 19000 a
vfer.a.
Di'francez sendo Lrangado o muito en-
cprnA(Jo, pelo baratissimo prego de 19280 0
Caaeaalras m O9OOO e t9 O PavAo vende cortes de c^somia france-
a J s#dp'toda muo sunorior que .Sfern-
p e se' vendu por mais dlnneifp,
Pede obter em pooco teatpo com o oso do melhor dos licoreaa
HESPERIDINA
Faz'oito annos qne conbecido est precioso tonteo, e A dilQcil aahar orna peas-
que, tendo experimentado pessoalmeote, nSo falle em sea favor, ji com > boa? e*t ac*
e apetitador, tomando om ealix della ardes de jantar, 00 ceao facilitador da dtaaaU*
tomando-se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ha om s habilaote do BRASIL (a larr.
especial das iaranja!) que cSo conheca as propriedades medicinaas da doarada froo.
or: bepi, s
por sai jr-
JMTA BE lGIEUE
em seu estsdo aalcral tem om gesto pooco agrariive, a o mrito da Ut : ,
sist cm ieter soas boas propriedades, e ao mesmo lempo aprerenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL oto tfm nada qne :ov., r a.
melhoras jmportsees europeas de cathegori? ssmelbaiilc Estas, qoando sMito, r- laa
ser gettoaas, porai a HesoeridiDa. a combin?{3o perfeHa do
AG1UD&VEL E SADAVa
Para prova de qoa nra artigo no qnal pde-se ter Usira cal:anfa
a ionoceute, basta dizet-se que loi plenameolc api r. > J. e aotoi^aii* pe-
do Rio de Jaueiio, permittitido sna vrs a^hancia no iiuperiu; culra
BOA PA
a cceitag3o gral qne leal em b-daa as partes onde apre-'entada. Em #64atab*
lecen-se a primen-a febren em Boeros-Ayres ; em 1860 a sefccnd en Mte*rH
do dia da chegada de S. M. 0 IMPERADOR innnguron-se a fabrica que actaataasia
trabalha na cftrte. Em Valparairo e em toda a cesta do Pacifico tea boa acceiUcar
tanto qne rara a casa que considera completo seo aparador sea aaa tarrifa da
wmmmk
0 homem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
O bomom doette toma Hespendiua para obter
SAUDE
O homem dbil loma Heaperidina para obter
Nts bailes as donzellas e os mogos tomam a Hesperidioa pan o&ie: ^0 :r
animaco dorante os Ioocos gyros da
BARROS JRIOR C, I roa do Vigario Tenorio n. 7, andar, re^brr;a: mu
grande especifleo, e ven iem-no nos depsitos seguintes :
Joaquina Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zofermo Camero, ra do CoTroercio.
Marcelino Jos Gongalves da Fouie, roa da Cadea n. i.
Antonio Gomes Pires de C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao hotel Passageru.
Ci:VTi*IFaiO
Acaba de ser experimentado do engenbq Croatas appar
locar pelo sy-tema CenU-ifugo.
e p3ra,apcaa?pbro as-
ios muito fiaos,, A9.(^^QP. Sao mais moderaos. aaajjMni vindo ao maiv. d m-se a 79000 o corte,
do. j I)itoaa90W.

0PR0CESS0
E' moito simples.
Tira se a meladura das taxas de coser,
oalhar.
I a-se dtfllro le qaatqoar aailaa para
Logo que esteja coalhado pasta-se para o apparelbo em partidas de % i/i arrobas
4e cada vez. 01 0/liVJ 'L
Send) assiaftcneio e posto em movimecto, dentro da 5 m notos astara o macar
jrempt-j e em esta 4o de ser logo re me tt ido para ser vendido.
0 resultado
Foi.ozer-se de 4 ifi pSes.de assocar 21 arrobas do 8oa)|oos
xtrahido pelo apparelbo tendo sido em nada prgudjcalf &vP
aindeaei d'eDgenho e nft-) mei dafaroV prslou se a l^loiaben
ppwelho asooar de qnalidsr'e e pooco inferi'
r ao do 1.* nrucesso, toti
i fflrmastS/bPmjesultsdocomo sarosse pwsa.4y!|**/)#i SPH.fF11 **
na?, aproveitand-se assim mais matada do miel do qoe com (Tapujo lyttmk.
Seo to evjdeijla, juMaV .fW"d P*' sernslaaaU osareis*. M-
IpfV^iwfra 1? ptaJB l&toTad'Ogeahft. aeran os oreariatariea t K
e liqni- 'Ipparelho, depois, do rjfl W com setnJlb'6te.ei.erienda;meterap t |n>
eccip dos ill { A' trasar com os Srs.l aW JatusUo A G., i roa do^oUaM. 3i|W.
------


r^T
I
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'V
r1
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Dfkiio d ^krfftmco' '^fWAiingo*4^^wSofee^.
*> "= iflll-l rlTiri/i^/l'Vl ''' a oJ.wir.tip
SparoftJLeitft&krafrMtffttfetn as Exmas familias desta ciclado, para virem sortir**fe
de um completo sortimento de miudezas. perfctnarii*'* pw^r^oS'^baiBMsiiiilo, o
sAer:..!./:: aoimjaVad oawoK .** > ouflte -. Hit ate) snp n*?-*oqonq r, uol
Ca desala braHeW rt J.J m ,y: /mu/
'dem MtaiW'idOrt-.

uu vellos, a 500 rs.
lieaaiituda.iBarwi, aMO ."' "
Maco d ta-ctonfeaav a *: ; I
Duzia de pec,as de cordo imperial,.
18 re.. ;*!/. r.uajM .* '
-dem em carritel ddkiiba taranta, a a0
rs. i i ,'viu' I :i.i'.".'i' ./i* O
Idom idemarfiteV20d jardas, a OOOC.
Lampwrinas g*z, dando unia ttz. ouuto
bda, 49000.
Abotowd*r para ebllete^^io. baratas); a
iOO rs. -)
Duzia depec,asde'tr{a eararol braiwa,
iOO rs. -.' "'',l
fdm>'ideift4isa, ti 100 ni-<> .'"'< *
Fita de YCrVudo d* 'todas, as orea o largu-
ras. "'ij ii" .< r- .^.'11 i (_ tutu
dem idem d satj'*dem idom.
Talheros cabodetiodo (wortacto) a*fO00
dura1.'
Ouza 4o baralhns franceiea canto doma-
do, a 39600.
fdm'-Mem tota lisa,* 29KKK"
tolnaldfcs pa;oasMaen*ov io99e 89000.
Carrafa de tinta rosa MtraWtl; a IJPOOO.: qO rs. e ij^dob,,'
Caixa- !de iyoWfls de osao para lc{ a, '' Wo do sainctes nglezes muilo supe-
100-rs. ,: "!' "': a o* id ^IriASfi aW^
Cogo mocrnos, a'JRtoOO. fe de' saiopctcs e /p^'oW, a #oOO
Maco detrsaCa'isa decora, a 2V0 rs. o 39600.
Espttos-lOpaores," 29000. dem de saboneta de anjtnho trartSpareD-
Resmadeppelpit&'lls,a^00, tes, a 2$20 ,'
5800, 39500, 49000 fej*0. l &* a<5 ?abpneb3S V' Vres' 3 l" (.'
' Caixa de nacT amisdc'.'A'COifJ'rs. | Lindas e tlcgantcs caixinlias wpgW
dem i.femifem'beira'oWau'!, a 800 rs. mes do autor E. Cudray e GeTle Frcrcs, pro-
nas para, presentes. .,[.,,.
Sanetes Cacerina, transparentes, 1$)
(apeos para senlioras c menmas.
i/- np

SWft?'"-'* "'*< '
Lequespara seuhoras, a'#00o e 49000
VMa idett de osso, H 9000 '8WO0-.
''fadfepen'savs 'oCHro -da Rssia, a
10B000.
'nvrdstfira trotas, a 320. '
ttldes Alfeitadt;l TW6%."
'-' tWH* deollarihrtos- tibrt&m park ht^
'rrim, a89000. rl',"?,",.v
demiemUso.'65JOOO. ''''.
ERWMllLttlAI?.' ,"L
1 '*^flfiiwaBbrhv^MeWYi30b
IdJmTiahkttl do apa1, a 1^200'. "J''
""lm.'divha/ a f^Otfoe 1^200.;i""'"'
dem idfe'm'Jlagdalena (novida>]'? 930.
Mscb'cbr'toni'cd' orierttal a1/190,0p.
Idem'6^bleO'^rh!;V(Mla( dem idem antique' muito b m, a 4,0Cirs.
Opiata multo boa, a ''9, 15*500 o 2^00
o frasco. ': "' ; "' ','
Caixa de pos para dcn'tes, a 200 rs.
dem idem de b5s hiiicr,' muito botri,
i-.il amale wl ti-
si UOllIal
ib si,
I ;
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-n.( r 11>) oti "/Ihji 1 >.
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A9'maiisBw>les,''ai8 hwslwra** asiiwAbopcs^o mundo!
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Na espoi^o 4e Prp,. na 1867, 1'41AC jfeSi-niJIUti1
con.
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ir-.. i.. iu.C'J-U' :ii'l(8"' .MH6 1 M3n
,.,,., ..HWWWyUW&i^-jnql^AOT* llC1
mi* fe., u.-toda 4?glo de.oura^por #eM afi.i|M,boasjaais(pvJ
1 ''-' fetas^o; Mrtuidoi *' jonq til twIm issinj
IB1H ; i <"**t ( JulUi. 0> & jL uJ3TJjL I Ii [ .hft
< .'A-raeilh de ouro, conferida a E. llowe Juuioi
B!q \T* 4 'l.
arao da Victoria
IV-STliiA RA NOVA.
II.
4

I
......i
W'jSft w c,o, Je-..,ircs cjuih, Anueis c colares elcctiicos
I I '
3SBS3S KTiffi S*0 LIMIOS!!!
Cutas n. 50, r cvbeu Lomia garratiubu de crys-
.-.
dUir^oi tiifi
J libetimi
iit-Ji
to >'W
PlfKi "fesU'Biaohin
/i|Ti .
I Ivl'j ''"i i;k,jii

BOIMS DE BORRACHA
Grande sortimento deWfas de Doffacjia, e' qaiungas por baratissno prego, p mo-
tos objectos que se tornara longo tBen/yoar. .....
28 Kna do liaran ta Victoria 28
...
.

/
Estas mac tundo lloro
empregando urna agullia raais curta con\
i:Uam*t(te apreciadas pela perfeicSo 'de se tra
:q a^'esnra, qualldauo delinha q(te quafqiu^r c

m -wmw-m 6ova-
Um deposito e agencie
al'ama,das machinas tfetds-
traralho,
botra,
e.pela introdc'iio.d.os ma's 'apqrfcicpados pparelhos, estiuns 'actualmente habilitados a
olfcrecer aowsame publico as niellioresipatbjnas do mundo.
As vanUag6i6 desi^ncMmss sao a&svgmdes:
FrimeiM.4) potico sabe qie etas sm duVadooras, para tKffpmt ineontestatel, a
cfropmstetwt de iftwca tcn*m afqiret*! no ttletcedo machinas d Mowe emsagun-
da' m.r. "' <- ''
BSgdhda.'J^Jsnfem o dteMM ip>tl8b partrtparar qualli* Tofceit-a.-Ha'rteflas inow#^a tenfWs as do ifill'lWl OMsl
RA DO BRUM N. 52

(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhorea de engeuho e otttros gricoltores.' e emprend rea *fa m
ct^ismo o faur de um visita a seu estabelecimento, para cerera o dovo sotlimoatb
.ToapletJ que ahitem; sendo tudo soperiorom qsadade e fortidSo; o que un* os
ccccSo peas^JportcsofeTiMtir.
ESPECIAL ATTliNCAO AO NUMERO E LUGAR DE SOA FNBICAO
17 ufclW Alatvna ^os ma^ olemos E?sem*p oeac ta
V apui oi O rOUUo U ttgUd manbos cenveniemes para as dwrsas
reaniMflMft iMMMMIafliMWMM e para descansar algotlao.
d8 todo9 os tamaobos.j t^ttMnOTM qae aqai
existera.
Qtarta.4Cormam' oprtocoHW9 Mr-a fetto--to.
^umta:Permittc quo^e*a^n^^iaklb*\le'mb09O , ^o qoeseaoeoB6egu
nesoutras. .: '"' :1- '" ite"
Sexta-.J-JFttem ptmto ^do'ttfWMiira, atravessando o fio de um outro^lado,
4' logo e seguid*, 'B*m motltlle'r^e a >lensM dlibai;'eeni a -fazenda- mais
Arta. >-..-.-
Stima.O cmpreoste"liiwuitado com a maioracilidade, quando' telo moda
de aglba-ne como?r ttova costara. ?*- '
OttattuMdit* companhias do;taf*H!Wde P8tttf, tm 4ido-*pop de grandea e
decadenoifl. Machins,Mtr,ora popik^ee,' sao hojo quasi desconhecidas, outras sbffreram
mudancstradicae6par*poderem substoii'f entretentcctWNmiplmittilannathfcas de- Howe
adoptando a opinid 'd Elias 'Ho*e, mestre emoril nschiniiMB, Xim crtistanternente
augmefttedo o seu-fabo, e iwje ns attudo a:fr<#ton,- posto ^e-*c'<00 machinas
por'da.
"CkHM machina atomprniha livMtds (EohrrSltrwepoe' om' poMuguea.
Soendaa de canna
para animaes. agoa e vapor.


Bodas dentadas
Taixas le ferro andida, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
WanliincjurtC para iuandioc? e itgodio.j Podeodojtedos
uLaviAii2AaiKv/o e para ferrar roadeira. \ ser movidos a -tnSo
Bombas
Todas as
Faz qualqaer concert
Formas ie ferro
Eneommendas.
Os legues UninS J<; Ui.iiiiyin l_t.. i
cOrcs e ijiie tr...'-ii o iL'tity M LO
lamhrai de ma'lr.-p iKii:iln si- |im si" |)rofri.id.i |<-i.<
lMlllMlil lilil I 'r- tuiue de Gaxiaa VA KS1'KHAM'.A IM ***** 4 i^imb fc-
a.5 rmnova remeda dos Uososan- Uuhga U .^uU., ,.,u.......
neis e colare* eldricns, e mnliniil a ro.rp!>e-h>.-. 0 11*' fffntli'i'lfCl
mens/dmenf, pelo"le senmrc estara prvida de. ^ brjn.( ^ ^ ,, ,,.; .^ ^
taWobjM^ ri ,..,,.,-,, ,. r.iss.j,.!-*, nao k-
'' Dinu'ema.s tlouraaos ..-...m* .* tu.**. (.....w,> j...
Xluia guta Lauca ra Baque de Taxias n.^ *** '^^, ^ |: .
*0 recetittrn(ittn:.-iiie IwnitoS alnas onrados n- ',-
fWtndf fm pedias e aljfan*, obra* de pa- ^l^.v ;;/,' // /II<:S
toet'auuu-u. l'aubaui1 rec-lnai iw\.s gram|H : Q
Leques com bouquets e ou- ecas nmia> .|U.i.i.!-.-. *j..
T x engranadas I m. ,s ile* hu-'h'.
tl'OS ChmezeS. ama |i|uena qua*i* : Atmttpi
A lojaalVw'uia branca ama buque de Caxias ''"'"' '!'' .-......"J "
a 50, recebeu una pequea quantidade daquells /r! ^p?// f.-f,'
bonito* loques com onqitets e outros clnneres.
Cold reme para refrescar c^^^^2^'k^^
_,~1J cao liara nifwitar |"ffiHana < i u util.
A lojad-agolabranca a ra Dnqne de Caxias s"JO l" '""
tf'30'feeotoea.ettld creme dos afamados fabrican- Multas vete* um veeUdo M11.1- ni
ts Lbia, l^eeraa e Cundrav. Wo, s-imente |H,r estar mal ein. il*K.:
i-r\- J __ ,-^,r. lrt IIja i-Ha 1 uqw de n. r-r.c
!Diademas e grampos de K lml. |lori|,.....,,;i i,..n pr..v.i, d *
galKS e I: alijas .le ludas -s ivi -. i
at^O. eolberse a vonlailu
A l.ija
Canas 1
mas e grao pos de ac.
1
VRES LEIE, 1M0S
i?
!
u/\jKj> eolher-sc a vonuae sniir.-saiiin.i -mu.-
toja da atuia,branca. ra do Duque de modernas franjas aMtfea*. 13 n 50, recebeuaovamentB bonitos diade- de de cures, liea Um em qu.1-1 i.kI.i-;.-
1 trrin ru.s He arn A ell ailte* UUe se ac.ilKlll.
Bofas i\e bointch
VeMem-sr-dMod.!* us lairar.bo
de Casias 11. til. na .S.iv.i K*|ciani

-**k*^--
por agua, ^-apor,
de patente, garaatidas........ |ou animae?.
e per-es de que so costutna-precisar.
i.
de machiiiismo, a pKfO mui resomido.
eo mer-
tem as meikorea e-raais baratas eaistentes
cado.
Itscombe-se de msndar vir qnalqoer raachnismo von-
wde.dos clientes, lembrando-lhes a aotagem deazerem
ifces pr-estar aoxilio.
Arados americanos e iD?l"meDt09 a8rico:as-
RA DO BRUM N. 52
GRANDEIIOBIMCAO W BAMTEIRG
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja daagura branca ra de.Dngne de ('^C^OS brUtoCO*StJll W"
Caxias recebeu, como novidade bonitos mros ae *
seda pretos com flores de cores, sobresahindo nel-1 (IHC)'
les o preo com encarnado, e lodos mu pn.prKis I~
parabarrae i outros enfeites de restidus de gra- A Sota fcp.Tjnra a rna Pnqn. de i
nadine, ou/piedina. e outras laiendas transparen- 63. aea'a de rwelier a wl hImU
tes Pela commoddade dos pre-.-os esses bicos tor- nous para Ungir as abdtax.u .|u-- f. n-
nain-se mai commodo.s e pela novidade de gosto, (emprecando ai rom mu.la '
preferiyeis a quaesquer outros eufeiles. molivo, caMw branc
Veos ou mantinhas pretas. | Estona uioaa
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca- Os cinlures de cor... pr-.pi h
siasn 50, recebeu bonitos veos on mantinhas uw recdieu a .Vva Miaranra a na l> .
pretoa^a seda com flores, e ontras a imitacao de Gaxb* n M. estn
crocli, e voado as pelos baratos pce-.os de 33, be qnen-ts Htm I" !
A e 0*000. A fazenda boa e est em P'-r'eito clveir.iv.s cnv..* i-iancs p-r a .
estado, pelo que contina a ter prompta exlrac-
cao
Diademas e adereeos de ma-
f.H-ili. r
U"la "
4%

Ra u
DE
*
iorejiPtrek fleflflesuiiiraes
CASEMIftA PRETA A 2?o00 0 CORTE. CGI.XAS DE Ft'STO A 2?500.
Vende-se cortde casemira prcta paraca!-' Veude-se colxas de fusto, decores,
cas de bomem a 25500, K'0i\ 55 e fTJoOO.! 59500 cada urna.
PANN0tfcET0FLNO A 25500. I COBERTORES DE PELLOS A 15200.
Vende-se panuo entestado proprio para Vende-se coberto:-es de pellas e papados
oalc^s e pautte a 25500, St, fa e 55000 o \ a 15200 o 15400.
covado.
l\o armazn! k Jo^iiiiu Uf
Travessa do Coipo
Santo N. 25. '
Vapores locomoveis de forja de 2 a 4 cavallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
Taquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
tontas de langa para carro.
Uiieotes paTa carro.
Calos largo e estreito para carro.
ttvgos com caneca de marfim, idem.
ALPAC4 PRETA A *00 RS.
"T-edc-se alpaca preta tina a 500 e 640 ts.
covado.
CORTES DE BRIM A 45500.
Vende-se cortes de brim ;para cajeas de
a ir boi^m a 1^500o 25000.
CHITAS BARATAS A 2i0"RS.
.
BATAS BRANCAS A 85000.
Vende-se satas btaficas e de cores a 25000
2530O.
TOAMIASA'80!RS.
Veodo-s toa lhas .felpudas proprias paw
rosto a'GOO rs. cada tuna.
BObSAS PARA V1AENS A 5000.
Veode-se bolsas pera viagene a 85, 355O0
Vende-se chitas francezas largas, pert'e 4^000.
vestido a 240, 260, 320 o 300 rs. o corado.! LESeoS1 BRINCOS A 25000 A DEZIA.
UTAS PARA COBERTA A 230 RS. Vei^do-se len?os Jwancos a 5000 a du-
Vende-sc chita dinas para tdberts 88 zia.
rs. o covado. GR60ENAPLES PRTO A 15B00
MUSSEIANA m CORES A 400' RS. Vendo-se grsdena^Ies preto para vestidos,
Vende-se museh'na fina?, de cores pare [a 15800, 25, 2550, 55,'4500 e 55000 c
estidos, a 400 rs. *> covado. Ucwado.
i
Fl'STAO BRANCO A 320SS.
Vende-se fusto rauco para vestidos *
320 f6. o covavto.
CASSAS FRANCGEAS FINAS A '860'RS.
Vende-se cassas de cores muito tiuas a 360
e 400 -. o eovada^
OkMBRAIA BAUTISTA A 400S.
Vend&-se cambraia ibaptista para prestidos
de senhaw a 4O0 rs.-aovado.
MDAPOLQJUNO A KWO.
Vende-se pegas de mdopolSa, a *50)0,
45500,35, 5, .75000 .e &5000.
ALGODO A 55000.
Vetido-se pecas de algodo bam a 45:
#5 ^LGODO pNFESTATX) A 900 RS.
' Vndele lgdo enfesdo f<)0 rs.
metro.
_^_-----\i.....! f, 1., .It------------t_.----
dreperola.
A l'ija da Aguia branca roa do Duque de
Casias n. 50, raieebeu urna pequea porra d-
diademas e aderemos de madreperla, obras de
apurado gosto.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do V. que de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-,
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quanbdade pepuena, e,
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pehicia ou arminho
A loja d'agnia branca rna Duque de Caxias \
50, recebeu una pequea quanUdade de boni-.
s e novas gollinhas, trabalho do l. o seda, en- I
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiraraente novas.
Grampos, brincos e rozetas1
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque de f
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-,
pos, brincos e rozetas dourados ; asan a ni i
novos diademas de ac, e como sempre conti-
na a vendc-los por pregos razoaveis.
Caixialias com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de Caxias n. 50. -j
Luvas 4e pellica pretas e de
outras cores.
A laja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-1
xias 50, recebeu novo sortimento de lavas de
pellica, preta e de ontras coces.___________
Joaquim Jos Goncalves
Beltro & Filhos
ou para oulru lim aprupriaA
> va Efperaaca .. na \h ./..< >i N i
qr.o alli e/ontrai-1- ni r.
i|U>' m' |i''de d.'M ar.
T<'ln<"rc A NO\A ISI'KKaN' \ r-... i' ,,
n. 63. vemk UUgare para b rU -
grossuras_________________
Joa.u;-M F. .!. Sai,l 5 ('.in.l ra
vende em MI rt0*ftmm a na iW' Maiq<'-
Olinda n. : t ai dar :
i .alo do itio
l'h t u em lata- de 1 Hn
Fumo em latas
Farinha Je mandioca
Vinho de Tbomar. em dccin*<
Aderemos da
lhantes, esmeraldas")
rubins e perolas, ]
voltasde prela.
i'
i

l
Obras de ouro'e
prata de todas as
qualidades.
NOVA
2 A-
i
rRua,
QE
OabugW. 2 A'

-.i/

do
Oe
ItllUtOS il 1 U.IIO
Aohandose completamente refirmado es^e eslabelectmento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante aectuisigo de
joias as niais moderoas viadas ao mercado e de qyalidapes superio-
res, convidam ao respeitaitel publico a azer, uma,_v,isita,iio seu es-
taMedirrtenito, afim de apreciar ecomprarumajoia.de gosto por
preep razoavel.
PRODUCTOS Ae J,nP. 4*ABOZE
. ^f.^-.tilica. 1,JJJl Ut i*m*mvWi,Tms. ,,
V6.IO. utttm lWIBTO de rOTASI
tartto de potas*io um vtzetro alterante, wat iefwnot4iatt>temfft -
eaeia; aecabinado cora o xaz;cp da cuaca* U |wi|iliiipalllmi fliannda
sem pemrbaflo alguina pajo lemporaieM <**N* 1nfmH*ifitonr *<
do nionaga. As doses naathematicas
ptn i*da*as couiph*t(*s auffe*^
rosa. ao. a c cid te tatrnriUet.. erMlMlfMUin^iflK, *
agenta o mu* podarow couira aa dffnsan rhoumaticas. 11
R6PE TflUtt) WMIEBWSQ Tfflitt nUKUf^^
d xmf$**. 4>cMCMdlMi>JM > iml wan.
SannosdesBc9Mtesoa*jlef6- E'*Afom4qliMa^waiiIatlm-
oacia par curar: u dotagu n^rawsoH le**fmtfi\fi*4trt*; **M hma^prafe-
M^tffurkr0*i^t*tmlri4*,,4Mrair rivel at plul^t^^i-t^M*^
Massa batida.
Vtude-c Mana batida de I m
ogos artcMM i 640 rs. a libra, i i
avariada a 300 r* : M armaiein ...
mperial n. 407, d>- \abi.iu i -
Pari8~36, Ra VlTt#nne. D*
IHIMHM mu\\ STflH.
B.i< Mff.im.ino I ni lita, *i n>,
OEPUrUTtF
d SA\>
c
I IfH'.pminUi hr JK.
I *WIMI, ('' *^
!. 4- mm i
rtu, t'mu "/. dj angtn. Namfc '
soui iih'I'ciiipV Dcfim il
wuk*w* hi\ui*i. t '
Mmaoa, rfgaindo o tractimcm* Drpmratn* -4
finfO'1 Timnia iiiulcslii
IKslfXo *t
rrrnrCn>M *"*
ntmuUmMmtm* n al-
c iKuuitMcn.c o uj- i* Jftm 'r##** -
mulhercs. -- Kst:i inji'; bH$a fWfirsa-'
con o Xarnpe do Citract i ite ftrf.
fBtrr*MM.rR; diun a*rnrfi' 1*
POMADA ANTIHCRPETI.A
Contra- aasajicfwt a...ma* t nnum
PILUCAS VEGETIS DEPURATIVAS
to CkahWv rada frase vrai aMMafakat
de uia fuifielo
AVISO AOS 8R8. MEOiCS.
Cmn
PLUS Q
COPAH'U
Sirop du
DrF0RGET
UMcaM idMlaa 4-U aarp D" lii.n
cMw tyn
lu-U.>
lleem para vender no seu escriptono ra do
3ommercio n. 5, o seguate :
AGURDENTE de caj : caixa de II garrafas.
< de lacan a, idem idem,
ARCOS de f o para barril.
CAL de Lisboa, recntenteme chegada.
CHAPEOS de sol, paca homom o seoliora, cabo
de mariiiu e sso.
PE1XES de ierro, para por la.
FIO de algodao da Babia, da fabrica do commen-
endadorPedrero.
LWHA 4*-rorie,
OBRAS PANNO e algodo da Babia, da fabrica do eoffi-
'"aaeodaor Pern.
RETR2 .de tojaa as qualidades, das fabricas de S. Joan e S Pedro, svsteaaa
J'eres e Eduardo MjJiuo. i betel ele, Sio as utais eogracad;.* <|iie u
ROLHAS proprias para botica. ao mercado c proprias para sala.; aataai <
SALSAP.wWtHA do Para. caixas de confe.io bmabom e Icle* de
vF^.AS'do'oera de ledos os tannos. [proprio* para iUjmtaariVa rampesires. ev .k.
VINHO nsarralado do Porto, caixas de i i gar- na rtu doJeVao da rcturia n. 1 Batar V trame
jam.
tmeu ca Pa, ra i UtaM, 9*
Depositu em casa do lugust.i
ra da Cruz.
Santo Antonio. S. Joo
e S. Pedrj.
Amara!, Nabuco k C. vondem sjIc*
vertiaeno e fe*teo* das a. ales a> -aW
DE NI IF.B ICIOS VAlUffXE
o
con IwA.i'Wi^i^rrfW^r uab
, ifara a ahura e ten-
dentes, turando at dires
C
^
**!%>
la caria ou prodnxidu pelo
coudo d eatOr a do fri
cau$ada_
para a airara e coneemeio do* denles,
prorenindo a descarnadura, prarocando o
trtaro da qee eoreede a reprit*.
D*plto tai JH i* Itnire, |. f-***U4; f Parntwlt*. +.'Mm***V pi+mMauio,
rito* Mm PiUliu, A.ier* Le*; **, lLMte tmHrh Ai*tr*. **
Bell, m Maranhio Ferrelra C*i ta , Rehuid; em Mo*Uvidea 9. IMherli tm But*M-frei, *U*efT*tr4m.
I- ^ i
Ihti,
Unco'depsitrj. a onde se ha avenda'na, c*s* &if- Maurr V.~ Rita do >ftf jo Ja V m
.sao*]
ditd SetobaJ, caixas de t e 2 duzia;.
ia Itaite eafarrafado, caixa* de 6 gar-
rafas,
4e, frOiarbs. uperior, QLAncorOas.
u de ca]ij, caixas de 42 gar afas.
^sia'doDoufo/'dusa com ti gar-
js. *
Jaaaveliee>.Mlem idem.
Cha, jirclo e vcnV.
I
VETTDE-SE
AmaraJ, nuatoea C re
de, 4* maito. toa aulieVie e
vapor e ian francez : ao Bazar V
Barao da V ctoria n. 1
ra <
Insignias m^onicns.
AmaraJ, Nabueo C aviaam aea aaa*
*i
LU
Atiendo.
Vende-se a fabrica de cigarros e charutos da
roa Ai Marcilio Dia. H4 : tratar na mesma.
Vende-se ma mulata mo?a perfeita uttyt
engommadeira e o stureira, para engento'.
a'do imperador a. toe. dir quem reode,
nho.
CASA.
Veaiose ina obrado em en boa ra :
ax na rna da taferatrii a 8, ktfa.


8
Diario de Pernambuco Domingo 1 de Juuko de 1873.
ASSEMBLEA GERAl/-4
SENADO.
Ficeira de Mello :E fez mui-
obrou do conformdade com as
DJSCCSSAO 11 VIDA WROCCASIAO DE SE TRAJA*
DO REQtlERIMENIO )0 SR. VIEHA DA SM.VR
sobre os actos i>oa^auy>> di; ver^ambu-
GO E DO PARA.
(Contiuuagio)
O Sr. visconsE de Soez* Franco:
......Jo ns impedir de soemolvercm as
.dos poderes teaiapraes, usurpando jurisdic-
iju> temporal.- -* (levemos tor esperanzas
que o governo h de cumprir o seu dever
sustentando a constituigo do Impela c as
leis ; mesmo porque na constituino do
estado que est firmada a sua autoridade;
" das leis que proven a sua torga governa-
tiva; coma execugo da con;tituigo e
das leis que um governo-rfide galibar a
gloria de contribuir para a (elivdadc do paiz,
Alguma demora te n havido as provi-
dencias. Nao serei eu quein a censure, se
bem que tonha,sido dos que desojaren
promptas decisoes. Mas observo que dessa
demora mesmo se pode tirar argumento fa-
voravel, e que o governo tcm tido todas
as attenges com a autoridade ecolesiastica ;
tem-modado tempo para relfctir nos piafes
que viro a acarretar ao paiz as suas ulti-
mas tentativas, osseusactos invasores. Por-
tante, sem escusar a demora, ou Censura-la,
espero da energa di* governo, energa que
nunca exclue a prudencia, que elle tomar
as providencias autorisadas pela constituigo
e pelas leis e decretos em vigor.
Senhores, a questo vai-se tornando em-
m iranhada pela confuso que se faz entre
religiao e igreja; pela falta de descrimina-
gao dos actos espirituaes ou religiosos des
temporaes ou mixtos, altribuiudo autori-
dade ecclesiastica poderos que nao tena, que
por sua natureza nao pode ter. A naoao o
o senado nao podem consentir que contra a
constituido do Imperio, que juramos Os-
tentar, se pratiqui-oi impunemente taes
actos.
O Sr. Teixeika Jinioh:Apoiado.
O Sr. visco.vde de Soiza Franco : -
Senhores, a hita comecou na provincia do
Para. Em o (lia 2 de dezeinbro de 1871,
appareceu publicada urna portara to Hvm.
bispo do Para coudemnaudo doutrinas de
urna folln e prohibndo a sua leitura,
assim como a de outras diversas ful has ou
jornaes.
O Sr
to bem ;
leis.
O Sr. Mkndes de Almeida : Apoiado.
O Sn. Presidente :Attengo.
O Sr. visconde de Souza Franco :
l'ois eu vou mostrar o contrario. O nobre
senador sabe que iio me atrapalham os
apartes, mas em una questSo d'esla, em
que preciso sustentar o fio das ideas
(apoiado), elles podem ser algumas vezes
incon ven entes. (Apoiados.) Nao una
censura que fag ao nobre senador ; de S.
Exc. quautos apartos entender ; eu tomarei
nota d'aquelles que em miuha humilde
opiniao pareja que mereccm i-mmediata
resposta.
O Hvd. hispo do l'ar, declarou na por-
tara que condeinnava as doutrinas de
algumas folbas diarias ou peridicas.
Nenhum catholco negar a S. Exc. Kvm. o
direito religiao ile Jess Christo. Sou muito bom
catholco para que \ at ah. Mas a con-
demnago diz ruis alguna cousa do que
reprov.n-ao e suppe julgamento, depois da
audiencia das partes. E com tudo nao fa-
rei grande queslo sobre esta expresso in-
conveniente da portara. N'ella, porm,
contina o Kvd hispo dizendo : e prohi-
bimos os nossos citaros diocesanos a leitu-
ra d'esse jornal(u o Liberal do Para, J
assim como de do as outros intitulados a
Tribuna e o Santo Offkio .... c decla-
ramos (ae cominette peceudo grave...
0 Sr. I'igi'eika de Mello : E' um
Santo dever.
O Sr. Presidente :Attengo.
O Sr. visconde de Soiza Franco :
A impreusa est salvaguardada das liberdades
publicas, esta alavauca do progresso e da
civhsacao, est sob a protecgo da consti-
tuico do Imperio. A impreusa c livre em
nosso paiz, c embora alguns males cause,
esses males cura-os a mesraa imprensa.
O que diz a constituigo? Diz no art.
179 i...... Vou h?r as proprios pala-
vras : (lendqj a IV. Todos podem com-
municar os seus pensamentos por palavras
e escriptos; e publica-los pela imprensa
som dependencia de censura...
Na expresso communicar se compre-
hondem dous elementos: esenptura e lei-
tura. Prohibir que se escreva, prohibir
que se leia : prohibir que se lea, prohi-
bir que se escreva, porque ninguem escre-
ver, ninguem far pubhcacoes pela im-
prensa para nao screm lidas.
Conhego legislacao para regular as pu-
bhcacoes e mesmo impedi-las; mas nao ha
legislacao nenhuma contra a leitura de fo-
lhas peridicas. Foi o bispo do Para quem
primeiro lembrou-se de prohibir a leitura
dos jornaes.
Esta prohibico uina violceo da cons-
tituigo ; e se ella passasse como regra o
Rvm. bispo do Para teria riscado este 4."
da conslituigo. E tendo tentado riscar ou
fsito riscar este 4." do art. 179 da consti-
tuigo, tinba incorrido na disposico do
art. 8t do cdigo penal que diz: Tentar
directamente c por factos destruir algum ou
alguns artigos da constituido : Penas de
priso com trabalbo por 3 a 12 anuos. Se
o crime so "consummar : Penas de priso
com trabalho por 20 annos no grao mximo,
por 12 no medio o por 6 no mnimo.
Os bispos nao sSo irresponsaveis e sagra-
dos no nosso nem em nenhum paiz; teem
no Brasil um tribunal para os julgar, o su-
premo tribunal de justiga do Imperio, pela
le do 18 de agosto de 1851. Respondem
pois pelos seus actos, sao passveis de pena
pela violago da constituigo e das leis.
No entretanto esta)questo que nao causara
perturbago da ordena publica, se as pro-
vincias os presidentes comprehendessem os
seus deveres, causou grande barulho na
provincia do Para. 0 Rvd. bispo quereu-
do fazer calar a prensa liberal obteve o
resultado contrario ; sustentada a foi ha libe-
ral do Para como que pela populaco toda,
augmentado o numero de seas assignantes e
leiteres, ella iomou acji vqinr uor defon-
Hj* as liborilail.-s pnblkyS, as le $9 im-
perio contra as tentativas de que. o ivr-'rn.
bispo instrumento: ^
Eu disse que'a ^u provincia dande tompa aatoverno imperial provii;";^; yyi, j- irjv.\;v\* pan tomar qualqur resofugao qqg asna mu ,1,-i v j.ir'..-i.1io'pv,Jtis a3*<;;ijv.<>j
sabedoria loe dictasae, PJM^**^ nvJ''' -ciae^ peio ott.-ji ~m to so d>>
------------------------------------- 1 .! .
ma^io contr 1 usrpago do poder t ju-
risdiega : ,1 commettida piSo Revm.
bispo. A iiiiprensa um estaDelecim'ento
lemparal sjb a salvaguarda da constituigo,)
sob a protecgo das leis; ninguem podia
manda-la calar : o mesmo governo nio o
poda, qf presidente! n rOviaciaj menos ; e
o Sr. bispo jinda ^npnos b pod]a, porque
nao tem jurisdiego henhdma "nos negocios
temporoes.
Caba ento ao desembargador procura-
dor da Corda nterpor recurso Corda, ex-
o/firjp, porJtUBofrr). 10 do decreto rt 1711
de 28 de marco d 1867 diz que ve n-
terpr. ** "V/i '
Cabia ao presidente da provincia pelo art.j
3o do mesmo decreto decidir provisoria-
mente a questo. como conflicto de jurisdie-
go.
E dado ao recurso ex-o/jicio ou recia
mae,o das partos o effeito suspensivo (rt
I-i ilu deoreto ajtado) a portara- do bispo fi-
i.-aria suspMsH e serenavam os n mos at a
deciso do governo imperial.
Reclamaca bou ve e logo, porm o pre*
sidente di plovnoia'rocebendo-a remettou ao
governo rmperial sem declarar que comd
effeito suspensivo, como- eajajajajsJaVanM
nimos continuar,un excitados.
A impreusa |Krm advrsOriomoilo pon-
deroso para que os bispos e a curia romana,
cujas ordens dizem que cumprem, persstis-
sem em lutarcom ella. Parou-seahi. Nao
ecuou o Rev.n. bispo do Par-e tanto nao
recuon que as condusoes de sua portara
de 23 de margo do nnfto crrante, repetio a
prohibigo, que alias nao den grande anda-
mento, e a lula tomou outra direcg >. Es-
colhida a sociedade magonica para alvo da
perseguigao comegou ella e ratiito activa
contra este supposto inimigo da religiao.
Sabemos todos que a congregagio dos je-
sutas antiga adversaria da magonaria, e
dominando ella actualmente a caria roma-
na nao quiz perder a occasio dos aggre-
dir. /j .)
ExpeUidos da Allomanba,. mal vistos na
Italia, sem guarida na liespanha, com o po-
der e a influencia diminuidas na Franga, na
Suissa e om tola a Europa, escolbem o Bra-
sil como o -anima ville das si^as tentativas.
O Sr. Jobim : Apoiado.
O Sr. Vsconde de S'.>cza Franco :
Extincto pela oceupago de Boma o poder
temporal do papa, quest < que nao nos por-
teare porm aos romanos, pensam os jesutas
em restabelece-lo e era estende lo a t -do o
mundo christao. E porque que nao co-
megam pela Italia e vera perturbar o paci-
fico solo brasileiro ? Mostrem primeiro la
seu poder rec nheeido sobre a curia roma-
na, sobro tudo depois que oancio resDoita-
vel e respeitado que oceupa o pontificado,
trabalhado pelos achaques de urna grande
idade, e pelus desgostos de urna longa vida
amargueada, nao tem forgas para os cohibir
nos seus excessos.
Neste proposito de comegar pela magona-
ria, e escolhida a provincia de Pernambuco
para seu primeiro tbeatro, expedio seu
Revm. bispo doicesano a circular de 27 de
dezeinbro de 1872, em que manda aos vi-
garios de Santo Antonio do Recife, da Boa-
Vista, do Recife, de S. Jos, da Capunga, e
ao guardio de S. Francisco e provincial do
Carmo que dirigiudo se sem perda da lempo
s irmanddes, ordenem a seus juizes que
exortcm a irmaos, cujos nomes'as circulares
designara, a que abjurem a magonaria. ,E
se dsses e raais macos nao abjurassem, man-'
dou que inmediatamente fossem experbos
das irmanddes, por quanto de taes institu i-
goes sao excluidos os excommungados.
A luta comegava de noao mal, porquo as
f ii.-indades esto, neste ponto da excluso
de seus membros, sujeitas s leis e autori-
didesjudiciaras. As irmanddes, portan-
te, nao curapriram a ordem do Revm. his-
po : se o tivessein fuito, incorreriam em
responsabilidade, e seriara obrigadas a in-
demuisar seus irmaos, illegalmonte expul-
sos, dos damnos, injuria e prejuizos. Tai-
vez tambera Ibes pesasse na consciencia o
couheciinento que tinham da religiosiJade
e catholicismo dos irmaos mandados expel-
lir. Nao sao so os bispos que teem cons-
ciencia, e a de ninguem isenta de respeitar
as leis o autoridades.
Ha at contradigo om suppor que a ma-
gonaria urna sociedade poltica conspira-
dora no mundo inteiro, e entendern mes-
mo lempo que ella escolhe religioes e obr-
ga seus inerabros a deixar a catholica, per-
deudo assim desnecessariameute forgas.
Acredta-so pelo contraro, e ou tambem
acredito, que a magonaria nao tem princi-
pios religiosos exclusivos.
Tivesse-os embora (admttamos o que di-
zem dos magons, os que os consideram ant-
christaosy1, nao cabia ao bispo expedir a por-
tara para os expellir das irmanddes, por
que esta excluso excede as suas attrbui-
ges. As irmanddes sao instituiges mix-
tas, cm muito pequea parte religiosas, em
quasi tudo civis.
Diz-se que em outro terapo as irmand-
des foram meramente religiosas ; ignoro. O
que se que as irmanddes precsaram
sempre de alguns recursos para as despezas
do seu culto. Desde qu adquiriam pro-
priedade e me i os, precisa vam autorisago
para possui-los. Nenhuma corporago. pdde
possur juridcaaneiUe e appareCer em juizo
sem ser encorporada pelo poder compe-
tente.
Outra razo havia para precisarem a in-
tervengio do poder temporal; o thesoureiro
de urna irmandade nao encorporada pelo
poder competente poda delapidar seus bens
sem receio de aecusago pir falta de
pessoa jurdica aceite em juizo em nomo da
ass ciago.
As irmanddes podem coatrahir grandes
dividas e os irmaos nao sao respoosaveis se
nao pelas joias e mensalidades com que sio
obrigados a contribuir, porque a sua res-
ponsabilidade limitada. Ora, nao pos-
srtel que governo nenhum deixasse de exi-
gir conhecimento de corporagoes com res-
ponsabtlidade limitada capazes no entretanto
de c mtrahir grandes dividas, com prejuizo
de seus credores ; nem haveria individuos
que incorressem em responsabilidade Ilimi-
tada entrando em taes corporagdes nio ap-
provadas. 0 resultado sera que taes irmap-
dandes dio exist^ram seniocoma responst-
bilidado limitada caufurida pk poder tem-
QM^
tes para decretarem lois sobre as associages conclusb que os magons devem ser perse-,
polticas e religiosas da respectiva provincia, giiidos...
A ntelligencia que dea ao actonddiconal 0 Sa. Mensks de Almeida :Nao diz tal
que as assemblas decretan a* regras para eous.
a encorporagao e as appliquem os presiden* 0 Sr. Visconde de Sodza Franco ; E'
tos das paesineias, N*f acho ynito uro- a conclusio que tiro das proposigOes da lon-
prio das asseinlal^is cousa
Of^j^ENuts Di: Awieida :4-K
uito'dilTerente.
muito
O Sr. V|jcoxde dii Souza Franco :
nhei'ituerta der acto*^piirtiojilares ^ a)a
tem sido a pratica na falta de le.
A le n. 1082 de 22 de agffb) df
assim como e decreto n. 271 fi)%%MW'C#ieqe uifi homem expulso de una
zembro do mesmo anno, nos arts. 27 a 33, irmandade cono incapaz de nella, permane-
firmaram e e-Wieata a ojian aompat|ap-'car era iazo de sas uptnfcas religiosas o
provar as irmaJAftil ufjj j Ip^hicas, esse bomem qao nao p le ser
A approvago -do"grjvsmo brangq ^fca^i sapportad *m nina innanil iHe, menos pd '
todas as disposgoes doCooia|roa|i-aW| *' serttipfoitaihiiiif familias ua sucieda In, as
da autoridade eccIesiasctV linaWsa )0b,-' coluvnfM r ift^ds expulso de toda a par-
lo poucas, porque a parte relgtesa nwito' te, pois perseguido.
pequea, sobre tmtojios ultimps aimoiBiii'' O Sr. Hinde de .%meida : E" <
que os irmandaJfe> vil t^veiteiidiferq'fjuso qqe V. |^. hra.
jassociagdes beneficentes, de soccorros mu-] O Sr. Visconde m Souza Franco r-So
.WflaWifi|>49pBjda'moofepios.. ej*o.oonclus#e& fogicas : a'etpTilso das irman-
irmandades j estavam sujeitas ao poder[dadessefana snruir a excluso da entra la
judiaiario. Seis tribuna e juizes desda das 1'auHas catiolcas, que,os ullramonta-
tmnos immemoriae^conhecem dos negocios nos oxigiri.ijii ou siimoufc. isiuuariam sj
das irmanddes segundo o reposto na or-!tonce5si>m as exclusoos das 'jrman la Jes.
dehages 'do reino, leis e jgnlamhtos. j Logo thea jiimens e suas associngoes es-
Queiu o quizer saber 1-ia principalmente o Ido senJo perseguidos e o rio clrtez
osis... f
-O Sr./Mkndes na Almeida : Por quem ?
O Su. Vlscode de So/.a Franco:Pe-
los bispos do Para, de Pernambuco e do Rio
Janeiro-2 isvj o p jder temporal competente
nao impedir taes excessos, a autoridade ec-
art. i6 do decreto de 2 de outubro de 1851,
das correadas*!. 1 b!<
^ Como, portante, em um bello da o Revm.
bispo de Pernambuco os mandar por
urna circular que sejara expulsos das irman-
ddes alguns Je seus membros ? Era Ile-
gal o seu acto ; as irmaQdades nao podim efcsisn'ca, ou o jesutas iro ao ponto de
obedecer-Ibes nesta usurpagao de attribui-
gdes do poder temporal, nesta ujsurpacjoxlo
jurisdiego temporal que p|J| "trazeriros
disturbios.
Noorajdiilwiracalmar a agitagooin que
tem estado a provincia de Pernambuco, se
o procurador' da Corda ntorpozsse logo o
recurso que Jlie determina o art. 10 do de-
creto de 28 de margo de 18o", se o presi-
dente da provincia decidisse logo a quest&o
provisoriamente, como conflictos de juris-
diego (art, 3- do decrete citado) ou se in-
terposto o reedro, dealarasse o presidente
que tinha etfei te suspensivo por versar sobre
usrpago do poder temporal (art. 12;.
0 effeito suspensivo repunba as cousas
no mitigo estado, suspenda a ordem de e\-
pulso, as excommuuhoas, os interdictos d*a
igrejas, at deciso do governo imperial,
cessando assim a agitago dos espritus,
O Sh. M en des de Almeida :Nao ha de
ser com esses meios, nem cora outros
mais-
0 Sr. Viscondemb Souza Franco : Nem
com a observancia da constituigo? nem
bom a das leis?
0 Sr. Mendes de Almeida : Nio com
esses meios que se ha de impedir esses
actos I
0 Sr. Prndente :Atienoio I
0 Sr. Visconde de Souza Franco i
Ob I estas palavras do meo nobre collega
revelara cousa muito estrondosa I Ha plano
de nao obedecer constituigo, de nao res-
peitar s las 1 lo seria obedecida a deci-
so de presidente da provincia, nSo teria ef-
feito o recurso interposto pelo desembarga-
dor procurador da corda 1 As leis se cala-
rn porque ha ama forga superior que as
ha de dominar.
OSr. Mendes de Almeida : Anda que
fagam leis draconias nao ho de impedir
urna sentenga do poder ecclesiastico 1
0 Sr. Visconde de Souza Franco :Eis
as palavras da um senador em pen) sona-
do 1 As leis nao valem nada contra os ac-
tos dos bispos...
0 Sr. Mendes de Almeida :Nao dlsse
tal com. ,
O Sr; Visconde de Souza Franco :...
as disposigoes da constituigo, os dictamas
das leis, as sentengas dos juizes legas, nao
X>Sr.
nao tem fo
0 Su. Vi
aawr vxtitrio imperio os magons e todos
ipialles a gera Ibes approuver chamar
?reges. ^
dks de Almeida :Poder que
ip^de perseguir ?
ta' conflssao'de V. Kxc. satisfaz-me umi
pouco; Ivra-*Qe de algum desassoeego.
Nao tem forca, nao p le ter frga para iras
pedir a xecug'o das leis
O Sr. Mendes de Almeida :E' urna fu-
tilidad essa silpposta perseguigao.
O Su. ItsMOom deSobA FrjMco : Vra-
me alongando mais do que desejo, mais
mesmo do que pruraetti. Nao pode, po-
rm, deixar de ser assim, visto que preciso
demonstrar que nao tem baso, a maior parte
dos crimesque o prelado do Para attrihue
magonaria, uo a urna ou outra luja, mas
a todas, fazendo responsavel, pete menos
oralmente, todos os magons, pelos crimes
da comrauna de Pars, pelos exiy6S08 da re-
volugAade 1789 eivada por cueto de grandes
attontados, mas revqlugao de que o mundo
tem tirado muitis vantagens para sua civili-
sagio e progresso.
Esses excessos sao imputados magonaria
na pastoral do bispo do Para como se os fi-
lhos e netos devessem responder pelos actos
dos pais e dos a vos; como se os magons se
entendessen por toda a parte, lossem solida-
rios e o crime de um fosse o crime de todos
Todas essas aecusagoes absurdas, na j en-
traua na cabega de ninguem que tenha senso
comimi'n. Ninguem acredita que tantos
horaens respuitaveis, pertencentes mago-
naria, sejara criminosos e nem anda moral-
mente cmplices de violencias, de atrocida-
des e de escndalos comtnettidos por una
ou outra loja, So memo nesta cidade a
magonaria uo se ntende entre si teda ella
e nem, obra de accordo, como se poder
admiuir que a magonaria do todo o mundo
se eutenda e concorra para actos criminosos
Jue se do ain* um ooofitro paiz ? Era dar
ma^ouaria uraai'rgj decoheso superior
que ella tem...
Em todo o caso, o que tem cora isso a au-
toridade ecclesiastica? D'onde tir>u ella o
poder de regular ou punir estes actos pura-
mente temporaes? Somos mudo obrigadas
ao pai commura dos ebristes pelo zelo que
teem forga contra as dos bispos em materia j mostra na prosperidade temporal dos esta-
tempora, quena Ihes compete I 0 que dos; mas ninguem o incumbi de promo-
quer dizer isto que o senado ouve de corte ve-la drectanirnte, de decretar os maios, de
com pasmo? fisaalisar-ttieja p.e 0 Sr. Mendes de Almeida :Para isso
Dio tem ; o caso muito differeote. Pe-
go a palavra.
0 Sr.Dias de Car valu (3* secretario):
Nao ha requerimento apoiado sobre a me- j
en nan D9S90 nc(i tdes temporaes influencia superior kdos po-
deres do estado. Nao lbo perteneci taes
attribuigoes, esin ao poder temporal.
Se fosse verdade tudo quanto diz o Rvm.
bispo do l'ar contra a magonaria. meros
sa : nao posso nscrever o nobre sena-.conselhos deveriara partir dellee nunca sen-
dor. I tengas e ordens. 0 gaverno tomara as pro-
0 Sr. Visconde de Souza Franco :0! videncias necessarias, ello que sabe perfeita-
meu nobre collega parece ter contado com, mente que nada tem a temer das lujas maro-
ma demonio, do qual se faz omprego nes-nicas do imperio, pois que tem influencia
tas occasiOes : o fanatismo df populago, a na mesma magonaria por agentes seus, e at
desobediencia ao governo e s leis. Feliz-
mente o que observamos por toda a parte
que a populaco obedeoe s leis e ao gover-
no, esperando as decisdes do poder compe-
tente. Aquellos que contavam com esses
pelo presidente do conselho de ministros.
Mas diz-se: um gremio preparado para
a todo o tempu iufluir na poltica. Senho-
res, esta doutriua revoltante! Porque
pode'a magonaria tomar outros'fins o cons-
meios illegaes, com esses meios capazes de pirar no futuro, persigam-na desde j ? A
fazer retrogradar a prosperidade do impe- regra applicada aos individuos e s associa-
rio, de fazer baquear as suas instituiges, 'goes sena inloleravel: puna-se desde j os
essos eu creio que devem deseoganar-se que podem c rnmetter crimes ou conspirar
vista das provasdecivilisago e de patriotis-!d'aqui a 10, 20 ou 30 annos 1 Porque po-
mo que nesta questo teem dado os habitan- dem alguns individuos vir a ser grandes cri-
tes das provincias e da corte do imperio, ramosos ou somente perigosos ao paiz se-
(Apoiados). I jam desde j perseguidos e punidos 1 Vin
Admitamos, porm, como verdade tudo verdade que estes receios se possam ter da
quanto sa diz contra o catholicismo dos raa- actual magonaria do Brasil, nem justa a
gons. A autoridade ecclesiastica nio poda' punig preventiva !
excluidos por acto propriodas irmanddes;! Dz_se aill(la Jesus Chrst0 prohp0
nao pudia fulminar xotrdicto contra as sociedades secretas. Ser verdade? As
ignyas... nossas leis as autorisam ; a le de 20 de ou-
,0 S. Mendes de Almeida :Poda, tubro de 1823f que reVOgou a do 1818,
sitn sennor. 'est anda em vigor; ellas esto muito le-
0 Sr. ViscondedeSooza Frasco:-A au- gemente estabelecidas, sem duvida porque
tojidade ecolesiastica faru meamo muito mal mo095m legisladores nao aereditavam aa
R, para corrigir dm ou outrojndviduo que verajaidade da prohibilo divina, e que nem
tendessesfral *aean, decrasseinterdio- a ^rejaiicredrta o prova a existencia da con-
poral, nico comieteite'parfi Jigislar sobre
a proprodade e fchi "il
Desde annos iramoaioria*. as, irmaud.i \i.
sao ci vis; foram cnCorporadas atrtiguo^rrt pe
lodeserabargo (te pag ; passaramdepois po|
le de 22 de >>te;m>r d 1828, a ser auti-
rjjj l,ii pelo ^c.ov.u ; : ./u o acto ad'lJct-
mi, que yiur.il da> ^Ut, 4uqMt^ls
gao queprivasse a Orudosdevotos catho- gregago jesuta, a mais secreta de quantas
hws dos officAOS dmeos^asjgrajas mtardicta*. assoepo^ wnteCK0<.
0 Sr. NeMs m kunm>:+*** toando 0twm o sab6i pot%m a 0^0,,.^
T.Exc. com a autoridade do governo le- nio socieda le secreta entre ua.io rigor
M!aI0vn Ct*"* 2 l ** k! dotermo ?A (kswRago nio bem explicada,
OSa.Vu^NMiSoouFiutco:--E8tas ao menos emrgr a sociedades X.onicas
palavras nio sio dirigidas a mim; siodirigi- no imperio. Sociedade secreta aquella
das no goveroo imperial cuja autoridade o cuj0 cnefe> ^ autordads, cujas doutri
nobre senador contesta. Nio procuris, daOgj,^ tambera secretas; e a sociedade ma-
ntn senadtr ao governo, sustentar a oons- ^^ nho mi nostw cm> ^^ ns ^
OMigAo... !chefe dconhecido, sao conhecidos os outros
w. leM*WS D* "VV^ '**igre^. membros officiaes^seps etos sao "sabidos,
mrecorso. __,-yn-. J" publicados at emloletius.
rO Sr. Visenos e Sobza Franco i.... No entretanto, o tal ou qual desgostu, k
fgaos eaeontar as iois, porque nio tal 00 qual indisposigo dos goveftos para
es forga para as sustentar. com as sociedades secretas foi um 'jos raoti-
upponhamos que, como dkia, verda- vos que fez que a guerra contra os, magons
que os ma^MftejpAealholieos, qae'tivesse aar^Piade? -%
>m entra naTns\cmar1a dita de ser bom' Centanao os Rvms. ftispos do far, de
qkotico ; deriam os bispN)s esperar a dedi1-' PemrfmBurr. c do Rio de Janeiro com o apoie
sio do poder competente soW* efpulso do governo pata notirijir e^cip
qVjs magons das irmanddes a que.pertencem'gonica, ou ao menos diminuir o" ni
pala escolba dos ooiros,*Mmbfos. ses membrt^ txouiwa.m, lyja
de ma-
ero de
ra estp
por todos os christaos.
0 meu douto collega que fea o primeiro
requerimento e cuja ausencia snto...
0 Sr. Mendes de Almeida :E ea tam-
bem.
0 Sr. Viscoxhe de Souza Franco :...
aveutou a proposigio que esta luta effeito
de urna propaganda, na qual a curia roma-
na tem vistas polticas, e as quaes alguns
bispos do imperio a acompaubam ; conles-
tou-se,'porm, esta assergflo do Ilustrado
Sr. Vicir^daSdva.,
O Sr. Me.ndes de Almeida :.' propa-
gan la qile dat-i do principiu do ch istia-
nisrao. ,
O Sr. Visconde de Solza Franiui :Da-
ta sm dos secutes da idade media, dos secu-
tes de harharisiuu ; leve inteirupcoes, e,
vencida fnuitas vezes, se levanta le novo
l-'s-l" alguns annos, a cora insistencia agora
no Brasil com esperangas de roelhor resulla-
do. Agosa qu o summo-potifke foi pri-
va lo do sua soberania era parte da ludia,
lentani os jesiutas-rtsLibelece-la no seu in-
turosii> proprio. LevaiU.un, pois, do novo a
questo, exctm-n'a por toda a parte, o
brasil fui esculhido cuino um dos pazes em
que ella devo.ooroegar.
O S'jllabas prevenio os rejs e os povos de
(pie o summo-potifce c superior as ques-
tes m-.'Sjuu tciupuraos, e as deve^exercer
em todos os paizes catholicos.
'Senhores, esta propaganda v-se, pois, at
do Syllabus. Dsse-se que o Syllabaii era
a cousa raais innocente do mundo. Nio o
lorei ao senado para seu melhor conheci-
mento para nao le tomar tempe : direi, po-
rm, que o SyfUtbus urna compdago de
diversas pegas, a saber : ene vlicas, alloeu-
gops (Jo papa, lettras apostlicas, c a come-
?ir da elicyclica de 20 de novembro de
BVO, primeiro flo actual pontificado foram
publicadas e vem colligidas no Syllabus.
Na encclica de 8 de dezerabiro*'dc 186i, o
sum'mo-ponti'ic, fazendo resumo de tolas,
as disposlfoes, ordena quo ellas tenbam Tor-
ga e que vigorera da surte ijue anathema
sil a todos aquellcs que as coutustem.
Ora, nessa ene vlica de 8 'le dezeinbro se
diz que tambera o be.n-estar temporal dos
povos que sua santidade promove. E uo
tendo essas encvclicas, lettras apostlicas,
allocugoes re ebido o jdacet do governo do
imperio, sao todos os seus principios,' era
grande paite sobre materia temporal, postes
em execugo.pelos bispos do brasil! E' em
vrtude do Syllabus quo tentara fazer calar
a impreusa, expurgar .irmanddes de alguns
de seus membros a pretexto de magons, ese
o conseguisseui pcoscrereriara a hberdaxle
da consciencia que a constituigo garante e
o Syllabus condemna.
Como amostra do que conten o Syllabus
citarei alguns dos80 nmeros era que est
distribuido ; e dejro declarar que me siree
da edigioauthentica da 5.* pastoral do Rvm.
bispo do Maranhao, na qual vem a eiicyclica
de 8 de dezeinbro, e o Syllabus traduzido
na lingua nacional.
Soreprovadas, proscriptas o condemnadas
pela ene) clica as seguiutes doutrinas ou prin-
cipios :
N. 24. Que a igreja nao tem podar A
emjireyar forca nem poder ulgitm temporal
directo ou indirecto.
Condemnadojassm pela eneyelica de 180,
com referencia s lettras apostlicas do 2
de agosto do 1851, o principio que a igre-
ja nao tem poder de empregar a forra, nem
poder temporal algum, O que su seguu
que a curia romana entende ajue a igreja tem
poder temporal e pode empregar a forga.
K porque uenhura paiz civilisado lhe tem
concedido este poder, deve entender-se que
a curia romana o reclama : que coraegou a
propaganda desde 186"1 pelo menos; e que
os actos dos bispos do Para, de Pernambuco
e do Rio de Janeiro conlra as irmanddes,
instituiges mixtas, e na sua parte temporal,
sao o coinego da usrpago dos poderes do
estado.
E' urna das provas da propaganda de que
fallou o Ilustrado senador pelo Maranhao.
N. 23. Alm do poder inlisrente ao
episcopado t-ilie uttribuido outro poder tem-
poral, concedido expressa ou tcitamente
>elo imperio civil que o mesmo imperio civil
pode revogar guando Vi uprouccr. (Let-
tras apostlicas supra.)
* Da conderauago deste principio se segu
que os bispos nao sao empregados da uago;
que os bispos nao podem ser incumbidos
lo poder civil do imperio de nenhuma
funego publica que elle possa exercer ; ou
que conferida a autoridade, uo lhe pode
mais ser retirada, porque o governo do es
tado nao lhe superior o nem elle subdito
brasileiro.
Ouein admiti estas proposigoes, admitte
que a soberania da nagao bsasilcira nao
completa a respeito de todos seus funecio-
narios ; que o art. 1. ..da constituigo que
diz que a naco indepandente, nao ad-
mitte Jago algum de unio ou de federagao
que sa opponha so.i independencia, lettra
mora. Com taes principios a respeito dos
funecionarios denominados bispos, o art. I.8
estara nullilicado, o, seriam os bispos sub-
ditos do chefo da igreja e nao do impera-
dor. A obediencia ao chefo do estado as
materias temporaes estara coarclada e csta-
belecida urna especie de federagao sob a su-
prema direcgo do chefe da igreja.
Proclamar estas proposigoes e executa-las
riscar o art. 1." da constituigo, tentar
pelo menos risca-lo ; e se ellas vgorassem
na pratica, estara riscado por esses que pro-
clamam e estq pondo em execugo os prin-
cipioj do-Syllabus.
Ora, tentar contra os pderos do chefe do
estado, riscar artigos da fistitugo do m-
perio,*so crimes previstos pelo cdigo cri-
minar .
0 SR. Mr.NDESDE Almeida :Qual o ar-
tigo da coiiititmcao?
0 Su. VisoftiDE ubour Franco :Eu
lhe citarei o art* 68,art.6, o art. 87 na
segunda parte,*" e o art. W" do cdigo pe-
nal. JL* #a
0 Sr. MENPK8DE Almeida :Ah nao se
diz nada.
O Sr. Visconde de SouzaVranco : Arw|
Brasil
OSr. Visconde de Soria Franoo
Nio se dis so ho; a aira se aa pmrm
teem forga e poder temporal, logo teas lar-
ga e poder temporal sobre o Brasil a algas
hispa a estio exeroendo em aa atera tesafn-
ral.
O Sa. Menbcs m Almeis>a iNa se ato
tai cusa; Y. Kx. enUo nao attandwi rwm
o artigo. .r
O Sr. VasstiDK k Sotia Franco :
Eu os li; eeaaWiM os h ae aenaie aje sk
uve. 1
<> Sr. Mendes OE Almeida :Tansfeaui
tenh.i li.lu rhmum veaea.
0 Sr. Visconde k Soza Franco:
Nao duvi.te. Lerti anda algasss ; nlti-
mo.n.OOdiz: Op t den transigir com o pragres*, am !
keraiitmo, com a ciotlmco moderno.
Os que tul dizem sio aftathf-fiMtiaaee, r
taes prioripios iejmndos, proscripVM r
condemuados na aaejvsmi 11 8 >: dauoibr"
de 186i,ena aliw. de W demafr^l# MSI.
e pois o suiouui pontifine se walara atiui
inimigo do progresso, com quem io pJ^
transigir; miuiru do liberalisiNO, oh* qn:..
nao pode trasasigM-; e inimigo da vilaucw
moderna, com quem nao pode tremigir
e nem acanipaiitiar era sua warclia tnu;.
phante.
OSr. Mkmrcs k Almuima : Cueaernif
Mrtemlciif os, rapHNMMaatas ; nunca a igreja
se op|>z eiriksagao.
O ha. VtecoKM: m SotzA Franco i
So do n. 80 se conrlue quf o suinn.o po:i
tificc nao p li transigir com < pmgn** .
com o 'ralL>niu e com a cmlMtio u.<
derna ; segue-se que e luelbui o *ir*/
despotismo e o barliarismo da idade media :
c que os s;us aguut>s fies o d pauhar na propaganda pira voltar a e**^
tempos feliies da igreja. Isuitos p<.
peusaraui o contrario.
O Sr. Mendes de Ai.meiha.Com esaa
doutrinas sm.
O Su. Zacaras:yual c o nuc 1
Syllabus t _
OSK. VMH.0KDK 1*. aVautx tmv:-
(Ditenai: se V. Exc. o qnfar ler, t^j Ui
eulregarei.
O Sa. Ha rao de Cotegim: :Ellos j sa-
l u sto de cor.
O Sr. Visconde de Soiza Franco:
Se enUndeni que no brasil v licito c.-u-p, 1
para privar o rlw&' do ando, o ov-ruo le
algumas de suas nttribiugoes 1 uiistitu i-
naes...
0 Sr. Menes de Almeida :Nao ha k
ser a igreja a coift>pirara.
O Sr. ViMcoXDt e iWza Franco : ...
permttam ao menos que tambem proclam<'-
mos o dever do obedecer i constituir;*o e >
leis. Se membros da igreja os que se di-
zem unidos e que recobem ardura do sura-
mo pontfice, ordens que a catholicos do
imperio teem entendido parureui da cougre-
gago dos jesutas.
[Cout inoar-or-lim.;
LITTimTBA.

-

AMnrriai
Na plaga azul em que brincar.
As nebuloM* de amor,
D'um enlovo no regago
Miuh'alnia colhe urna flor.
Essa vi sil o encantada
Etherea linda aljofra la
De ambrosias e de luz.
as estrellas de seu manto
Preudeu minh'aliua ao encante
!>o mystuno que a seduz.
Por entra flocos de scisiua;
Cheirosaa, puras do reo,
l'mhucaudo-se a su alma
Do extase no casto veo.
Serena vai as alturas
A coinmetter travessuras
(.0111 os alijos n'araplido
Era uus movendo ctume,
llauriiido d'oulros perfume
as rosas do corago.
.AragemT.ii a campia
Das estrellas sontj)Q>
bar arrutes a biOMsH.
Lhe furtando san amor.
As vezes fulge-lbe a idea
l>e correr a branca areia
lia praianoiva do mar
Tirar lhe a conbfta de ro>a
Oue a 011 a troaole amoro^a^
Talismn do sou amor.
Toda travessa se involve
No veo de espumas do lago.
Onde o cysue a nivea la
Modula um proteste mago :
E vai acordar as maguas
1 >o mogo canter das aguas
Na alma cheia de luz,"
Lembrando a virgem querida
Ouc um cauto rouhou-lh'a vi la
as ondas botando Oux.
Auronsonhoda noute
Eterna virgem do reo
Despoiita trazendu bella
A estrella no collar sea :
Ella faz que o da chore,
Oue a sua face colldre
A pallidez do sentir
Geniovai i immensidale
Oscular a divindade
Em seu rogago dormir.
E n 'essas horas silentes
Ua eternjdade oscisuur,
ijuando as campas se lamentara
A seo amanteo luta-**
La tai ou vir os mysterioa
Deseas a moas* feseos
Queo goivoeante ttnatsasn,
EimpbnJo o pranto das rosa
One fe dohnajin saodos
Pelas. 1 ufad da al

!. da constifuiglo: 0 imperio do
a aasociago poltica de todos os brasilei-
ros ; elles formam urna nago livre e in-'
deperfdentc, que nao admitte com qualquer
outro lago...
0 Sr. Mendes de Almeida":... tempo-
ral.
OS:;. V'isconi)!- de Sor/.x Franco:
Oh!
io entre[ 0 Sr. Mendcse Almeida :Gom o osni-
, quanj qkyaf ost mmm e muito a'"
1 .1 relij- 0?t. '.'i-i-.u.mi:- 1; So-:,
a igrejl c: : ,>s soij
bispusi US';. M,:n..

/.er, -aOuaflH^ite^pistacaos qae elle pabii- gio sjnta^qbe nitJoi
cou, ora data de- 2a de margo deste an- se fji orgaijisaudo e tendo ^slur.j
110, trazera diveras outras razoes e motivos patriarchas, at chegu-se sujeicVi o hist-T.c ina#ejs|n
temporaes, e destes,notivos temporaes tira a pode Roma, chefe aceito successiv ament 0 Su.. P:.-;-'jn i.: '-.
K.xvni. ^-5u-
Depols su'alma se oasata.
A magua tin|e-lbe a tez I
Auras, ceas, estratlaf, flores.
Quera (trouxe essa pallidez *
Scismdora o cee-tem lases.
Nao tenhas me lo das ur^
^ A.rtolhn deba es eni'ios :
Mal di febro dosarKek
cuba o teucoragao.
' -
Rettfri li raimasn de tg7
o*.

.V7*


_
C ILHsS


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