Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12941


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Full Text
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ANNO HJV. NUMERO 91.
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61000
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*i-*wTERA FEIRA 21 DE ABRIL DE 1868.
*ABA DENTBO E Wt'MA VA PBOVINt 14.
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lawjggmwwft i8taum>vii i oabhl nwras&M s>i t ama tcaaros, ras romomu^
ENCABREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
P.irahyba, o Sr. Antonio Alaxaadnao da Lima ;|
i-
Ceari tt*r. Antonio Marqoes da Silva ; Aracaty, Igoarass 8 Goyaooa oas segundas e sexta farras
. A.de Lemos Braga ; Ceara, o 8r. Joaqaim) Alllto Antlo, Grvala Beterros, Bonito, Caroar,
p.PkAR!?DA.. D0S B?APr*8- perlnhaem, Rio Formeeo, -Tamandar\ Una Barrel- IPrinjelra vara do elral tarcas a mtiu n alo
""PI -*b?: %"** e ?* 'i *rea at re, Agua Preta e .Pimeoieiras, as .oaiasf airas. | a. *'" wrc"s mtts mu>
AUlflalICIAS DOS TRIBNAES DA CkfTTAt.
1
i .


i
Agna Preta, lodos os Mas.
Jos de Oliveira; Para, o Srs. Gerardo Antonio Sannho, Garaobno, B.qoe, S. Bento, Bom Con-
jures ilagoas, p Sr. Francisco Tararea da CosU ;| Pao d'Alho, Nazaretb, Lirooeiro Brejo, Pesqueira,
Babia,, o Sr. Jos Martior Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas jariobo
Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Cabrob, Boa-Vis
ta, Morlcury, Salgneirc a Ea, as qoarus feiras
:.'.:;'
a'e-a
IB
i
I I
Ttlamnal do comroercia: segnodas a qcraus.
Ratacio: tercas e sabnadee as 10 boras.
Fazenda : quintas a 10 horas.
Juiz* ae coromercio: legendas s 11 noraev
Dlto e urpbos: tergas e senas a 10 boras.
PARTE OFFICIAL
^T^*?'* d0 eml : ai asabbadei a
i ora da tarde.
EPHEMERIDES DO HEZ VS ABRiC
T Lira ebeia ai 7 b., 24 m. a 16 t. da ra.
aarto mfng. as 7 h., 45 m. a 9s. da I.
" Loa nova as 5 b.. 27 m. e 33 s, da t.
29 Qoarto erase. as.3 b., 25 ro. e 33 t. da t
DAS DA SEMANA.
30 Seg. Os Praterea de Nossa Senbora.
21 Tere. S. Anselmo are. de Caotnaria.
22 Qosrt. Ss. Soler e Caio pp. mm.
23 Qoint. S. Jorga di., S. Adalberto.
24 Sext. S. Pidetis de Sigmarioga ro.
25 Sab. 9. Marcos Evangelista. S. Hermino b. m
26 Dom. S. Pedro Ralis b., S. Cielo.
PREArfAR DE BOJE.
Primeira as 2 oras e 6 m. da Urda.
Segunda as 2 boras a 30 minutos da
PARTIDA DOS VAPORES COTKIROS.
Para o tal at Alagoas a 14 a 30; para o
at a Granja a 16 a 30 de cada mex; pan
naado nos das 14 des atexes jaaairo, mareo,
jalbo, setembro a novembro.
M

II
""
UliIHTERIO DA IliHIMIi
Comroando da eorreta ncoaraea-Ja Colomb, da
2" divisao da esqaaflra em operacoas. B-ardo da re-
ferida no rio Paraguay, etn frente a Hamaita, 2 de
margo de 1868.
Ulm. e Exm. Sr. Eoavlrtade de ordem de V.
Exc: nmjlei aeender s logos w 2 horas da ma-
nta 3, e prepara! me para suspende'. por oorir-se D
tortU descargas a> urilana e alguas tiros de^r- ''j.0.? m*^.in,8U, '*!' NonW Ayre9'
Depois vio-se o sigaal
tilbaria na nossa.vanguarda
da foguates, qas indicava achar se abordado o na-
vio chele da vanguarda.
ft's' horas, tBndi>Jegaido V. Exe. no Brasil pa-
ra a vanguarda, enlrtgaalo-rae a guarda dos qos-
^os depsitos de mtoicSe? baldeas, chata carrega-
da de plvora, chita banibardeira RiachHtlo, bate-
ra do morteiro otloeado no pjrto Etisiario, vapor
Linioya, orna ootra ebata qae se ach a carrega da
de artilbata volante, cbalaaas doa transportes, o
contingente do batalbio naval e o comtceroio abi
estabeleeido.
Logo qoe o Brasil dobron a poota em frente ao
Flacha d'Oaro, ouvimos perfeitamenta que se as-
soviava namargsm paraguaya, e que bavia algom
ni vjmaan no matto.
Fu destacar o Ltnioya para qae observasse esse
ponto, com ordem de melralhar e retirar-se para
a proteecao de mnnas bateras.
Cbegado em frente ao ponto Indicado, oovio qae
bavla rumor de gente a senlio que cortavam o ma-
to a' copada, fax algons tiros de metralba nesse
ponto e relirou-se para o mea costado.
Souba depois pelo capitao da cavallaria pira
naya Tnomaz Cspedes, qae lomei pnsiooeiro,
jua o barulho ouvido era oe candas qae, sobas
ordens dos tenantes da marinba Horrapelleta e Pe-
reira, estavam naquella margem (iue, como V.
Exc. sabe, esta parte do terreno se aeba alagada,
capax de navegar navios) para abordaren) esta
corveta. Descobertos a lempo e metralbados pelo
Ltndoya, se retiraran), sem se animaren) a sabir
da mata.
Logo que clareou o da a batera paraguaya, col-
locada pelo lado superior de Curupaity, rompea
fago sobre este navio e o commercio; respondi-lbe
com as doas pecas da pdpa e a Ai callar.
Esqueci-me dlier qae tmba di-tribuido o contin-
gente naval por este navio, Lmdoya e a cbata Ra
chuelo.
A's 9 boras, tendo ancorado neste porlo o Caferaf.
o seo eommaodante ma disse que, por ordem de
V. Exc, segaisse para a vangaarda com o ccotin-
geala naval. Reeolbi-o todo a mea bordo, e s 10
boras tendo entregado a pro'.ecgio do orto ao re-
ferido Cabrai, sagui aguas cima. Em frente ao
Rucho d'Ojro encontrai o pratleo 2* t-neata de
commissao Bernardlno Gostavino, que V. Exc. me
enviava para coodatlr esta navio pelo canal junto
a' margem paraguaya, na quai bavm maUas ca-
ndas e om escaler do Lima Barros, que estavam
em poder do Inimigo.
Tomel esse camiobo, a, segoindo om todo o va
-gar possivel, sorprendemos os Paraguayos que se
acbam alampados nesse lagar; metraloei os, i
algumas descargas de futilana para o acampamen-
to e ancorei em frente dalle.
fi largar nm escalar com 40 horneas armados,
o guarda-marinea Aogusto de Aoorade Valdetaro
e o pratico Gasta vino, lavando um cabo para de
bordo arrestar se o escaler do Lima Barros, o qual
seando se amarrado jacto do acampamento f ji
abordado. Cortn se-ltie a bosss, amarrou-se a es-
pa e foi arrastado para borda.
O mesmo se fez a mais 11 canoas, das qaaes ama
perteocia ao Cabral.
Dapois de indo a bordo reforcei mais a gente, e
z desembrcala no acampamento para destru-lo,
o que foi executado, tomando se tado qoe existia
nos ranchos, como carne verde raagrissima, herva
to Paraguay, tabacos, macas d couro, mantas de
! >, algumas espadas das com que tiubam elles
vindo armados na aboHagem dada aos aosos en-
couracados, grandes facas de ponta, calx?s de
gaardar roupa, booets, cadeiras de ceuro, daas es-
cadas de mo, orna picareta, panellas, milbo, fei-
jo, aboboras e melancias.
AS rogas foram destruidas a' espada; e foram
retomados os segnlntes objectos qoeelles haviam
roubadodos encooragados abordados: urna caixa
de guerra, um escaler, ama chalana, duas pisto-
las, ama boia de salrago, um polvarinho e um
tergzdo. .
Ao retirar-me maodei incendiar es ranchos que,
cio podendo s-lo por seren feitos de couro, foram.
deitados em trra,
i Cmpreme dlxer a V. Exc. qae o Sr. Io lente
Antonio Pedro Aires de Barros, qae servia de meu
inmediato por acnar-sa em servigo no Caru: o
1* tente Manoel Marqaes Mancebo, dirigi a fu-
zilaria estendida na borda falsa, e se portn bem.
O Sr. gnarda-marinha Augusto de Aodrade Val-
detaro commandou a forga de desembarque e se
portn mnito bem, bem como o destimldo pratteo
Bernardlno, qae tambera derjembarcou por me na-
ver pedido.
O Sr. guarda-marinba Leopoldo Jos dos Passos
Janior dirigi o fugo da casamata de r e o dirigi
bem.
Os Srs. eommissarios Alfredo Amerieo de Fi-
^aeiredo Barros e escrivo Rodolpbo Marqaei^er-
d gao tambera qatzeram desembarcar, porem nao
consenti.
- O pratleo Miooel Ferreira esteva sempre a meo
lado.
live a satisfagao de nao fer era um b?mem le-
vemente locado, e so o 1* escaler crivado de balas
de fuxil.
Recommendo a V. Exe. os fmperiaes raarinhel-
ros de 2- elasse Gablnio de Sour.a Barahuna e o
grumete Manoel Francisco, qoe fjram as pnmei-
ras pragas que saltaram dentro do escaler do Lima
Barros e trataram de corlar a bossa e amarrar Ine
a espa.
Todas as mais pragas portaram-se bem.
A's 2 horas da tarde ancorei em escarpa com o
St'vaio.
O 8r. guarda-marloha Francisco Flaviano Can-
talice, qoe commandava o cootiogente do batalhao
naval, esteva tambera na telda sob as ordens do
Sr. 1* tenente Barros, deseavolvea malta activida-
da e se mos'ruu sempre calmo.
Daos gaarde a V. ExcUlm. e Exm. Sr. vice-
almirante bario da Iabama, commandaote em
ebefe da esquadra em operacoas no rio Paraguay.
Bernardino Jos de Queiroz, capio-tenente com-
mandante.
Religa) dos offlciaet e pragas elogiadas pslo3 leas
respectivos commandaoles.
Elogiados palo commandaote do Urna Barros:
napiiao-ttnenio Forlonalo Foster Vida.
Pritneiros tenantes Manoel Soares Pinto e Octavia-
no Antonio ViUl de Oilveira.
Segando dito de commissao pratico Bernardino
Gflstavino.
Goardamarinba Jos Roqae da Silva.
Coramissarlo de tarceira elasse Marciano Marqaes
aos Santos.
E-crivo extra-namerario Firmo Alves de Sonta.
Prlmeiro macbinlata Archibild Gairy.
Segando din Nicolao Jeukim.
T.erc,e'rs alto Wiiiiam Walioa a Jos Anwnie
Nontelro Braga.
Mestre Jos Colho de BrJto
Goardiio Rodrigo Gongalve's,
Elogiado, pelo conuMnuaoto do Mat > Bar-
roa .
S/guodo elrargiao Dr. SeverlanoBraalioMon-
teiro.
Elogiados pelo eommandanle do Sitvado :
Capitao-teaenle Francisco Goolart Rolim.
Primairos tenentes AroTdo Leopoldo de Morineily
e Joio de Gomeusjro WaodMokolk.
Guardas marinha Francisco Calheirot da Graga e
Jos Carlos de Carvalbe Filno.
Segando cirurgiio Dr. Luix Carnelro da Rocha.
Pbaranceutico exlra-nomarario Jos Rodrigae da
Axevedo Soares.
Pratico Jos Picardo.
Guardiao Jos Ignacio 2*.
Imoerial mariobeiro Manoel Jos do Nasclmento.
Elogiados pelo eommaodante do Herval :
Segundo cirurgio Dr. Joaqaim Carlos da Rosa.
Commissano extra-numerarlo Antonio Capistrano
de Moora.
Prlmeiro roachlnlsta Frederico H. Savryer.
Bordo do vapor crasit, no cono Elislarlo, 4 de
marg) de 1838. Baro de Iohama, commandaote
em ebefe.
Commindo em chafe da forga naval do Brasil
em operacoas contra o ?oeroo do Paraguay.
Bordo do vapor Brasil, no porto Elisiario, 4 de
margo de 1868.
Illm. e Exm..Sr.Logo qoe a terceira divisao
desta esquadra transpoz o Hamaita, eoubeci qoe
era insuficiente o numero de navios da segunda
dtvisio qGe Mcava para goaroecer os tres pontis
qua tinba debaixo da soa guarda.
Mas os pontos de Curaz, Cerrilo, Pass) da Pa-
tria. Corrientes e o alto Paran' exiglam tambera
forga, e nao me parec* prudente desguarnece-los,
tirando Ihes a qae tloha.
O assalto, porm, que o inimigo dea a' parte da
segunda divisao qoe se acha na vanguarda, as-alto
para elle mallogrado, e do qual sabimos lao espen
didaminta vencedores, cooArmou a opioiio em
que eslava. Era preciso reforcar a vangaarda, ter
na retaguarda nma forga que impoxesse silencio
a Curupaity e assegorasse nossos foruecimentos;
sustentar um ponto medio pelo qual se podessem
eommanicar as snas foreas por meio de sigoaes,
e transitar sem ser Incommodado pelas guardas
que o inimigo ode conservar em um oo oatro
ponto mais elevado de saa costa ainda nao inun-
dada com a prodigiosa enebeote do rio, o pequeo
transporte Lyndota, que condaz diariamente os
foroecimenlos a' vanguarda.
Ordenei, poig, ao eommaodante da segnnda
grande divido que na madrugada de 3 do corren-
te Bzesse forgar o passo de Carnpaity pelos vapo-
res de madeira ilage Bebertbe, este eowmandado
pelo capitSo lente Francisco Jos C'.lho iNetlo,
o jw-imeiro pelo capitao de fragata Ignacio Joaqaim
da Fonseca, e ambos debaixo das ordens do capi-
tao de mar e gaerra Antonio Alfonso Lima, no-
meado commandante da segunda divisao.
A passagem effeclaou-se coma mais decidida
facilidade, o Mag levou trs balas e teve um feri-
do omito levemente ; o Bebenbe fleoo intacto I Tal
boje essa grande fortiBcacio que M. Realas diz,
na Revista dos Dous Mundos de 13 de dezembro do
anuo pasaado, ser guarnecida com 130 pegas, qae
impsdiriam completamente a volta da esqaadra a
Curui, sa fosse eu obrigado a tenala I
O modo por qae fu effecluado esta servigo,
coasta das pariicipagoas qoe tenho a honra de
apresentar a' V. Exc. jautas era proprio origioal.
Acho digoos de conslderagao do governo impe
ra', e como taes os recomraealo, o capitao de
mar e gaerra Antonio Affonso L'ma/o capitao de
fragata Fonseca, e o capitao tenente Coelho Nelto,
e bem asslm todos os offlelaes e pragas de qae es
tes offlciaes fazem mngio as partes qae me en
fiaran,
E' esta passagem mais om acto da bravura e
pericia, que deve merecer a' esquadra o reco-
nheriraento do paiz ; narrando-o, V. Exc. permta-
me que por elle me congratule com o governo im-
perial.
Para substituir o Mag e o Bebenbe, em Caruzt.
maodei que viessem as doas caohoneiras que es
tavam no Cerrito e no Passo da Patria. No Cerni
ficara' a Parnahyba, qoe eslava fazendo algum fa-
brico afim de seguir para a corte, e para o Passo
da Patria ira' a Araguary, ou outra qualqoer, logo
que aquella chegua de Montevideo, oude se tem de
morado por motivos que nao foram ainda commu-
oicados.
Deus guarde a' V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Dr. Affonso Celso de Assis Figoeiredo,
ministro e secretario de estado dos negocios da
marinha.Barao de Iabama, eommandanle em
ebefe.
tbesoararla provincial, para nelle fazar o cemiterlo
qne caraca aquella freguaiia.A' commiseao de
orgameato municipal.
Urna petigio da Jos Kfcacio da Silva, arofes-
sor interino da Ia cadelra de latim do gymnasio
provincial, pedindo que a M^Ma nabina panoraiMoVn^
an nrnanaiiA a a ana i ftn ra Imi>:_____i.
mA '<,W d*6S*5 Sr. Dr. Ramos, tfeve ser
nma caosa querida de lodo aquellos qae se desva-
m ea>\ tm Ver Bonef,r Panambnco aas lettras e
>nTii 's, deT9 er Pdnnbatfa por tb^os
qoeites qoe sentero qwanto bello e as-agwtoso o
abonar a di fe renga entre o seo ordenado a o que
percebia o ex professor PoraVio da Cuoba Morein
Commando da segunda divisao."Bordo do vapor
Hig, o porto Elisiario, 3 da margo de 1868.
lra. Sr.Era cumprimento da ordem de S.
Exc. o Sr. ebefe de estado-maior da esquadra e da
segunda grande ilviso, receida bontem pelas 4
1|2 horas da tarde, deixei hoje pelas 2 boras da
roadrogada o ancoradonro de Caraz com os va-
pores Mag e Bebertbe, e leudo felizinente trans-
posto as bateras de Curupaity, ancoremos s 3
horas e 15 mioatos neste porto.
O inimigo nos fezalguos tiros, a qoe tivemos de
responder com 439, sendo 63 desta vapor, no qaal
acertaram tres balas; nma atravesson a borda
a' proa, outra Ocoo encravada na pdpa, e outra
chocando a pega de pros, delioo-lbe nma mossa,
e, espedagando se, os seas estiloagos feriram rouito
leveiiente o soldado do batalbo naval AbM Ter-
rano e o imperial marinbeiro Manoel Roberto do
Bomflm, que estavam em seos pistos.
As partes untas dos commandaoles dos vapores
mencionados narram com mais minaciosidade as
occarrenclas desta passigero.
Os commandaoles e offlciaes portaram-se como
erada esperar que o fkessem, e appeoso ama re-
la gao nominal des offlciaes de proa, a qaem se re-
fere o comman lana deste vapor.
Haja V. Exc, de levar o exposto ao conhecimen
todo Exm. Sr. vice almirante eommaodante em
chele da esquadra.
Deas gaarde a V. Ex.-Illm. Sr. Antonio Manoel
ternandes, ebefe do estado-maior da primeira
grande divisao.Antonio Affonso Lima, eomman-
danle. '
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
A assembla provincial bontem foneclonon com
29 depatados, sob a presidencia do Sr. Dr. Augus-
Approvida a acta da sessao antecedente, o Sr. i
secretario lea o segainte expediente
t Um offlclo do secretarlo do governo, remet
tendo as inlormacSas pedidas ao chele a repart
cao das obras publicas e o eogenheiro do 3 dlsJ
tricto, acerca do eslado em qae se acham os esta
dos para o pro ecto da ponte sobre o rio Capibari
ba, na villa da Pi d'Alho.A* qaem fez a requisl-
gao. "
f Oatro da cmara mooiclpal desta cldade, pef
dindo antorisago para despender a qaantia da
400J al o tim do exereielo correte com os era-
pregados 9o eemiterio da Vanea.A' commissao
de orgamento manieipal.
f Oatro da me*ma, pedindo qoe aassembli
comidera como proprledade manieipal o terreno
na mesma fregaetia dos Afogados, qae servio da
eemiterio, oo (ampo do cholera, boje pertencente i
Alves.A' commissao de ordenados.
< Outra de Victorino Antonio de Alcntara, pro-
fessor publico de lostroeca primaria da vrHa do-
Cabo, pedindo qoe se eleve a anota de 10 man
saes qae actualmente percebe para alognel da ta-
sa em qae fanoclona soa aula.A' commissao de
peiigo-s. -___
< Outra da irmandade do Sr. Bom Jess d
Bom-Fim, da cidade de Olinda, pediodo approva-
gao de seu compromisso, j approvado na* parte
religiosa.A' commissao da negocios ecclesiasti-
cos.
Outra de Antonio Jos Teixeira de Mendonga
Beln, pedindo nm emprestimo da qnantia da
20:000 para a impressa| de um Jornal diario qne
pretende publicar.A cimpsisso de petlg5es. <
Foram approvados os segoiotes pareceres:
< Tres da commissao de obras publicas, nm
mandaado ouvir,, por intermedio da presidencia
da provincia, a cmara municipal de Ipojuea, acer-
ca da petigo de Pedro Giogalves da Roca ; oatro
declinando para a presidencia da provincia, por
ser objecto de sna attribolgao o qoe pedem em
sua petigo os moradores de Santo Amaro das Sa-
iiuas; e outro indeferlodo a petlgao dos morado-
res das povoagois de Lorto, Venda Grande e Pie-
dade, da rregoezia de Muribeca, qae pediam a
constrnegao de nma estrada, da estago dos Pra-
zeres que f se tocar a aqaelles povoados; e outro
flaalmeale da commissao de satide publica, o qual
fiada por um projecto, qoe eoneede a' ordem 3* de
S. Francisco da cidade de Olinda, licenga para en-
terrar as catacumbas de sea eemiterio as cada-
veres de seos irmsos.
Em seguida approvaram se as redacgSss dos
projeetos o 36 deste aono que antorlsao presiden-
te da provincia a reformar o regulameoto do thea-
tro de Santa Isabel e o da al tambem deste au-
no, qae aatorisa a abanara de am canal no rio
Una, e bem asslm a das postara addicionaes da
cmara manieipal do Bonito.
Consideroa objecto ae deliberado mandando im-
primir ossegalotes projeetos de le :
< Ar'Jgo uoieo. Fiea creada nma cadeira de
iojtrocgo primaria para o sexo femenino uo po-
voado de Quipapa'. Ravogadas as disposigoas em
contrario.
t S. R.Pago da assembla legislativa provin-
cial de Peroamboco, 2 de abril de 18d8.Miguel
Amorim, Jos Gitirana, Jansen de Castro, Lopes
Machado, Epaminonias.
< Art, 1. Fiea o presidente da provincia aatorl-
sado a mandar construir ama ponte com a precisa
solidez sobre o rio Inhumas, oo povoado de Palmei
ra de Garantaos.
Art. 2. O presidente da croviacia, para occor-
rer as despezas cora a referida obra, podara' des-
pender at a guarna de 8:Q!Xi.
t Art. 3. Ficam revogadas as dlspo igoes em
contrario.
c Pago da assembla legislativa provincial d
Pernambnco, 20 de abril da 1868 S. R.Miguel
Amorim, Jos Gttirana, Jansen de Castro, Lopes
Machado, Epaminondas, E. Coutinho, Lopes de
Barros, Silva Burgos, B. tiogueira
i Art. 1. Pica concedido a' Victoriano Palbares,
ama mansalidade da 50 durante o tempo qae ella
frequenlar a Academia Jurdica do Recite.
t Recife, 20 de abril de 1868. Silva Ra-
mos.
Artigo uoieo. Fiea concedido ao professor po
blico da povoago de Bazerros padre Francisco Sea-
bra de Aodrade Lima, am aono de licenga caui to-
dos os vencimentos para tratar de soa saude onde
Ibe coovler. Ravogadas as disposigoas em con-
trario.
c Sala das sessSes, 20 da abril de 1868.Epa
minondas, Miguel Amorim, J. B. Gifirana, E. Cou-
tinho, Jansen de Castro, Silva Burgos, Lopes de
Barros, Maranhao.
c Artigo uoieo. A idade de 16 aooos Sea Gxada
como termo necessario para a matricula na Escola
Normal. Revogadas as di-p:sieoes em contrario.
f Pago da assembla, 20 de abril Je 1868.Reg
Barros.
Passando-se a ordem do dia approvoo-se em 1*
discassao, depofs de orarem os Srs. Armluio Tava-
res e Guiraoa, o projecto n. 63 deste auno que crea
mai3 nm districto de paz no termo do Bonito ; em
3a o de n. 58 deste anno, qae concede am privile-
gio para a navegago a vapor nos rios desta cida-
de ; em 2' com diversos additivos, o de o. 29, qae
crea diversas cadeiras de instrueco primaria para
ambos os sexos em diferentes lagares, fallando
sobra ellas os Srs. Lopes Machado e T.vora tam-
bem em 2a o de n. 62, que determina que a apo-
sentara dos empregados que conlarem mais de 4'.
annos de servigos seja com todos os vencimentos,
fallando sobro a materia os Srs. Silva Ramos, Mi-
guel Amonm, Puntual e Amaral a Mello, sendo
igualmente approvado am additivo apreseotado
pelos S.s. Miguel Amorlm e Epaminondas. no qaal
manda qae na aposeotadoria dos empregados pro
viociaes, qae llverem mais de 39 aooos de ssrvj-
co se pague as gralili-acoes proporcionalm^nte ;
em 3* diseasso o projecto 0. 57, qae altera os li-
mites dos disiricto de paz dreidade de Nazaratb ;
em 1' o de n. 43, qne eleva a 2 diarios os venci-
mentos dos guardas da casa de detencio desta cida-
de, depois de orarem os Srs. Reg Barros e Silva
foeo de Intelgeoeia.
A assembla de Pera*mbnco
por ceno nao del-
Kamos; e entrando em discassio o parecer adia-
do da commissao de peticoes sobre a de qaeixas
Guilherme Francisco de Assis, preso da casa de
detenga:., ficoa o mesmo adiado por falta de Dame-
ro de pis ae orarem os Srs. Reg Bar sis, A a Ir
Cavalcaote, Googalves da Silva e Maximiano Da-
arte.
A ordem do dia para a sessao da boje : alm
das materias j designadas, a 1* discassao dos pro-
ectos ns. 43, 65, 66 e 77 ; 2* doa de ns. 10 e 63 ;
e 3' do? de a. 17 e 48 todos leste anoo pareceres
adiados.
"Foi marcado em 16 do correte, o dia 28 de
janho prximo vindooro para ter lagar a eleigao
da eleltores e o dia 2 de agosto segaiote para a
reaolo dos collegtos eleiloraes qae tem de eleger
nm senador.
Homero, na assembla provincial, o Sr. Dr.
Ramos apresentoa am projecto qae eoneede ao Sr.
Victoriano Palbares ama nemaltdade de SOjjOOO,
para a|oda-lo a' aostentar-s?, at qae consiga for-
mar se em dlreito.
Nao nossa intengo fazer aqni nm elogio ao
Sr. Palbares : por abi nio ba qaem o oio conbegij
Seus versos correm mondo sempre osm aeeltos
apreciados, e a prosa qoe sae de saa pena sem-
pre nogioda pela sagrado oleo da Inteligencia.
Talento vigoroso, inteligencia robusta, o 8r. Pa-
nares prometa a' provincia, qne tem a ventara
ae o abragar como fllho, nm lindo florlo par soa
cor de princeza. r
Votando este auxilio, qae propoi o Sr. Dr. Ra-
mos, os reprasentantas da Pernambnco langam
urna pedra valiosa no edifleto da gratldao da seas
comprovincianos, porque dio nma prova de apre-
claglo a esse talento qoe, anda em t|ao, ja der-
rama na patria lltteraiara irebrianw perfams.
G nos, conscios de qae as boas accOes nao del
xana nanea de calar em espiritos esclarecidos, des-
de Ja nos congratalanaos pelo trlnmpho qae ha de
otter a cansa da iltteratara na conseeogao daaae
Ven;.' OSmT^ **' "''' llh0,
xara de apreveltar esta eccasio de roamfestar-se
apreciadora de soa trra distingaiodo esse seo
comprovinciano com easa prova de aprego. "
m 7" Ante".BonIe,n companbia dramtica do San-
i-'_anei, den pela segunda vex o draaa Cabo
muo,i Daja enefiente real corou os esforgos
da empma para lvalo a' sceoa.
apeoas notamos ponco estudo nos Srs. Brochado e
rearo; isso, porm, bcil de remediar,
tr -, ,Ja10',n Augusto fui o alvo dos mais es-
{reP"-o*os applausos; a platea eleclrisot se como
na bem tempo a nao vemos; o drama fax furor, e
merece o.
Hoje sobe elle a' sceoa pela terceira vez, e sera'
mais. urna linda noite para o Santa Isabel.
Convidamos o publico a* ir Julgar por si mesmo
no drama. e admirar o trabalno estopeado do Sr.
Joaquina Angosto.
7", *mor-da nossa impardalidade, damos
boje lugar em nossas colnirna* a' ajaj epedidoie
uro S>r. Christovo da Rocha Cunba Souto Maior,
contra o joii muolclpal de Nazareib, o Sr. Dr. Joo
Baptista do Amaral e MIIo, viclima naquella loca-
lidade daqaelles a' qaem lem perseguido com a
aegao da jostiga, certos da qae.o Sr. Dr. Amaral
polverisara' completamente esse Sr. Souio Malor.
Damos em seguida a carta de psames que
depoie das exequias solemnes aqu feilas ao gene-
ral Flores, foi dirigida, pela commissao incumbida
desse funeral, a Exraa. Sra. b. Mara Garcia.de
Flores, mu digna viuva daqaelle benemrito ci-
dadao Oriental, qua to amigo se taoatrou sempre
ao Brasil.
Exma. Sra. D. Mana Garca de Flores.Res-
peitavel e disiincta Senbora.A morte do iilustre
general qne adoptara nma vida de sacrificios por
bem de soa patria e qua pela elevagao de sent-
meatos se fuera a personiOcago' da urna pnMl'ca
eivilisadora e generosa toda de am trocando pelas conveniencias da boa vlsinbanga e
mutua dlgnidade, as antigs divergencias dos d %us
povos,causou oaproviocia de Pernambnco o pro-I
fundo pezar qoe geralmeote tem prodozido lio la-'
mentavel aconlecimento.
Para manifestar este pezar, urna commissao
composta de um reprasatante da provincia, de oa-
tru que representa, especialmente os Riograoden
ses do Sol a do consol da repblica Oriental, ra-
8ileiro como os doas priareiros, como elles igaal-
mete dominados dos masmos*senii raen tos de res-
pailo, grajidao e amisade qae o Brasil deve a me-
moria do bravoe honrad) u. V-'oaoclo Plores, alem
dos que iba sao peculiares como agente do gover-
no orlenial, encarregou-sa de mandar celebrar so-
lemnes exequias em honra, e por alma da alio per-
sooagem em qaem o Brasil perder am de seos
mtft sinceros alliadas e amigos, e a repblica
Oriental do Uruguay a mais benemrito cidadSo.
< A. V. Exc. sua digna viava cabe recolber as
honras tributadas ao grande mar tyr oriental ; e
por Isso qao nos os membros da commissao men
cionada trazemos ao copheclmeoto de V. Exc. cora
nossas manifestages de sincera condolencia, os
Impressos juntos dos qaaes ver V. Exc. como foi
honrada aqni a memeria de seu virtuoso marido.
Nao temos respeitavel senbora, a preteogao de
abraodar a dor qoe em V. Exc. laoto mais jus-
ta qua oto a pessoa que mais conhece e s*be
apreciar devidamenta as virtudes e superiores qua-
lidades da nobre victima sacrificada em 29 de fe-
varead queremos somente significar a V. Exc. a
commonbo de sentimeotos em que os Brasileiros
representados par nos, esto com V. Exc. e com
o povo oriental, e demonstrar que as preces de fa-
milia e dos concidados, se rsana as da umatiago
amiga, pelo eterno repouso e felicidade de am ex-
callenta e prestante amigo, de am grande hornero,
como os contemporneos, acclaraam, e a posteri-
dada julgar o beoetnento D. Venancio Flores.
c Somos com o maior acatameoto e profunda
veneragao aos psDe V. Etc. rauito attenciosos
criados.Baro da Soledade.Jjaquim Francisco
do Espirito Santo.Antonio Vleniim da Silva
Barroca,
t Peroarobuco, 30 de margo de 1868. i
O Sr. gerente da eompaohia do gaz tendo de
fazer grandes concertos no deposito, visto ser pre-
ciso maior quantidade de gaz, para as illumlnagoas
que se pretendem (az-r por occaslSo da ebegada
da noticia da conclosao da go*rra, obteve do Exm.
presidente da provincia a' eoncessSo de apagar os
cerabostores da illnminagao publica, meia hora
depois de meia noite ; attaniendo o fin da preteo-
gao, parece ser jada essa concesso.
Severno Gomes da Silva.
Marcelino Caroeiro da Sirva.
Francisco Jos de Saot'Anna.
Passagelros do hlate nacional Sergypano, sa-
bido para a liba de Fernando :
Manoel Saturnino Santus Neves e sna senbora,
Jeromina Mara da Conceigio.
Cemiterio pvblico.Obituario do dia 18 de
abri de 1868.
Gaido, Pernambaco, 5 metes, Boa Vista ; es-
pasmo. >
Aniceto, Pernambaco, 8 horas, Santo Antonio ;
espasmo.
Aleandrina, Pernambaco, 5 mezes, Recife; tu-
brculos pulmonares.
Justina Mara dos Aojos, Pernambaco, 34 annos,
solteia, Boa-Vlsta ; beanorrbagia.
Maximiano Ribeiro da Costa, Pernambaco, 45
aooos, Boa-Vista ; amolectmeoto ctrebril-
Mana, Pernambaco, 7 dias, S. Jos; esoasmo.
Manoel, Pdrnamouco, 8 mezes, Boa-Vista ; es-
pasmo.
19
Anglica, frica, 16 aanos, S. Jos ; pthysica
pulmonar.
Jannaria Gertrodes, Pernambnco, 13 annos,
soileira, Boa-Vista ; rardile.
Leocadio Jos deOiiveira, Pernambnco, 42 anaos,
vlavo, Boa-Vista; bexigas.
E>peraoca, Pemambaeo, 11 mezes, escrava, Boa
Vista ; eonvalsoas.
Lonrenca, Pernambaco, 30 annos, escrava, S.
Jos; pthysica pulmonar.
Joaquina, Pernambaco, 4 anuos, escrava, Santo
Aotonjo; ttano.
Isabel, Pernambno, 40 annes, escrava, Boa
Vista; polmooi?.
Joo, Pernambuco, 13 annos, escravo, Boa-Vis-
ta ; aspbixia.
E' hoje o concurso para provimento do lugar
Ja 3 escripturarlo da secgSo do coatencioso da tbe-
souraria provincial.
usiaiiou-se bontem a 2* sessao jadfciaria do
jarp detta capital, sob a presidencia do Sr. Dr. juiz
de dlreito da i' 7ara Joio Antonio da Araujo Frei-
(as Hennques, deixando de fuacciunar a falla de
numero legal de jaiiesdafacto.
Em vista disto, proceded se ao competeute sor-
teie, para coraplemanto do numero.
Conforme esta' annanclado tem boje lagar o
lello de movis e mais objecto* da casa de resi-
dencia do major Porfirio, o qaal retlroa se com toa
familia para o sal.
Lotera.A qae se acha a venda
a 62* (em letra preta), a beneficio do patri-
monio dos orphlos, que corre hoje.
ReparticXo da policaBttracio das par-
tas dos das 19 e 20 de abril de 168.
Foram recolbidos a casa de detengo no dia 18
do crrante :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe.de polica, Pedro,
escravo da viuva Sillas, at que saja pir esta re-
clamado, e Jernymo,escravo do Manoel Vieira da
Caoba, seohor do engenho Caga fogo, por fgido.
A ordem do sobdelegaio do Recife, Benedicto, es-
cravo de Joio Biptista de Madeiro9, para corree-
- 19 -
A' ordem do subdelado do Recife. Jos Gomas
do Espirito-Santo, por lasados. A ordem do de
Santo Antonio, luoocencia Manoela Borges, por
brlga, e Antonio; escravo de Victorino Domingoes
de Sjuxa, a reqaenmeato deste.
\ Por estarfiesma repart ;o, no da 20 do" corren-
te, remettea-se recrutas
Para o exeroito.......... 5
O chele da 2* seegao
J. t. de Mesquita.
Casa de DmffCA.o. Mov meato do dia 19
de abril de 1868.
Existiaro (presos) 340, entraran) 3, sahiram 1,
exis'tem 342.
A saber :
Nacionaes 831, malheres 4, estrangairos 39, ma-
Iher 1, eeeravos 64, escravas 3, teUl 34.
Alimentados a custa'dos cofres pro viociaes 350.
Movimaoto da enfermarla do dia 10 de cor-
rente.
Tiveram balia:
Maaoel daLat di Espirito Santo.
Iildoro Jas de Sanl'Anoa Dial.
Tiveram alta :
Ivo Alvee da Silva,
JtRV DO BECIFE
SESSAO DO DIA 20 DE ABRIL DE 1868.
PRESIDENCIA DO SR. I'K. JOO ANTONIO DE ARAUJO
FBEITAS HENR10UB
Promotor publico o Sr. Dr. Celso Tertuliano Fer-
nandes Quinlella.
Eserivao J. F. P. Estevas Clemente.
Fefta a chamada as dez horas da manbaa acha-
ran) se presentes 29 Srs. jurados.
Foram maltados,em 2 cada am dos seobores
sega i otes:
Dr. Jos Maria de Alboqaerque Lima.
Dr. Bartbolomea Torqoaio de Sooza e Silva.
Bernardino de Senoa Pcntaal.
Antonio Mximo de Barros Leite.
Joaquim de Sooza de M.rsnda Cont.
Mariano de Sa Albuquerqoe.
Francisco de Piobo Borges.
Deixaram de sereno multados os de mais jara
dos qne nao comparecern) por nao terem sido no-
tificados, sen 1oo numero de 29 jorados losuffl
cente para haver sessao, foram sorteados 19 ju-
rados que 8oos seguimos:
Jote Joaqaim Xavier Sobreira. .
Flix Crrela Cavalcanli de Albaqnerqae.
Francisco Jos Ha pozo.
Capitn Francisco Gongalves de A;evedo.
Fraocisco de Paula Aodrade.
Francisco LalzCarvalfw de Andrale,
Augusto Coelho Leite.
Vieenta Cyiinu da Costa Catnpello.
Francisco Geraldo Mnreira Temporal.
Francisco Gongalves Torres.
Capitn Henriqna Eduardo da Costa Gomes.
Joo da Matta li-.itr" \
r. Antonio Annes Jaccme Pires.
Joaqaim Cardozo Ayres.
Joaqaim de Souza Rapozo.
Francisco Manoel da Rosa
Antonio Jos Cordelro Simojs Jonior.
Guilherme Bassone de Almeida.
Tnomaz de Carvalho Paes de Aodrade.
Concluido o sorteio passaram-se o? mandados
para serem ooiiOeados, e levantou-se a sessao qae
foi adiada para o dia segainte petas' dez horas da
maohaa.
Disse esse Vi. nm allodidas razoes, qoe ndo atf-
mtUiu dialogo comnoseo. e esperava ter sempre o
poder de nia admitir t
Ora, se Isto nao ama verdadelra quichottteh,
nao passa de ama nauseabunda baforada da asi
habito, qoe loeommodara' ainda aos qoe nao foreko
dolados d olfacto delicado.
O Sr. Dr. Amaral'e Mello eom poder de nio d-
mittir dialogo comnoseo ? Onde foi esse novo ha-
ch de tres caudas encontrar tanto poder t Car-
tamente na aotorldade que exerce; pois qae, por
outro qnalqaer lado, o Sr. Dr. Amaral tem... fwoi
pooco poder.
Fiqae, pois, sabendo esse barba de nova espeeia
qae a sna aot iridade dSo poer4' ehegar qoelbss
qne conbeeem os seas direitos, e teem a neceaea-
ria forga para obrigar a autoridade a respei-
ta-los.
O poder do Sr. Dr. Amara! jfimais nos podir
ainangar, por roals esforgos que elle faga : fique
dist bem tlente e entendido.
Temos dito qoantj baste para que o publico,
qoe nos val apreciar, jnlgae do procedimento ose
ha vemos tido em represalia ao magistrado qoe. do
alto da cadeira da juiz, e com abos da aotorldade
qoe exerce, nos atirou a' imprensa.
Cidade de Nazsretb, 14 de abril de 4868.
Ckristorao da Rocha Cunhet Sonto matar.
/I. I ni -ilV.
Publicares a pedido
Ao publico.
Se na ordem dos premios en
nao vejo om s qae sirva para
bem compencar o mrito de nm
magistrado digno da o ser ;
nao ha na elasse das penas al-
guma qae baste para o magis-
trado ignorante e cerropto.
Dr. Mendes da Cunha.
Desde qua na audiencia de 6 de dezembro pr-
ximo findo, o Dr. juiz municipal Joo Baptista do
Amaral e Mello nos atirou a' face es in-ultcs de
qua fizemos mengo as razoes de recurso qae
abaiio vo publicadas, absentamos era dar-lhes pa-
bHcidade eom o duplo Sa de repellir o procedi-
meoto sem qaaliOcaglo daqaelle jaiz, e tornar mais
eonbecido esse modelo da magistratura brasiltira,
com qaem podera aprender a mocidade esperan-
cosa, qae se dedicar a' vida da magistratura
Urna circomstaocia, porm, nos demoroa em fa-
zer essa poblieago, e foi ter aqaee jaiz recalci-
trado as razSes com qae sastenloa o sea despa-
cho de pronuncia, e logo depois em am celebrrimo
nter locutorio, em qae fazeodo ama estulta insi-
naagao ao Sr. Dr. jaiz de dlreito, pede com o mais
profundo respeito que sejam riscadas de nossas
razoes certas e determinadas palavras.
Aguardei, pois, qae tivesse am despacho aqaelle
mmitavel tnterlocutorio, para poder levar a effsito
publicagao qae ora fago ; e, como qaer qae s-
nviiij agora apparecesse o desejado despacho, nos
damos pressa em levar ao conbecimeoto do publi-
co esse chef-d'ceore da jurisprudencia moderna.
as razoes com qae snstantoa aqaelle jaiz o
seu despacho de pronuncia, esqoeceo sem dovida
a missao de jaiz, e qaix talvex escrover nm tene-
broso romance, onde Agorase ama popalagao es-
tremecida*, am assassioato no dia da paixo de
de Cbristo, nma mo occalta levando victimas
para junto do algoz, etc. etc. ele. II
Sendo esta a razo por qne foi ponco escrupu-
loso em avaogar propostgoes inexactas.
A nm romancista sao permittidas as InvengSes;
a nm jola, porm, isso ridiculo, se nao om cri-
me. Entreunto, o Sr. Dr. Amaral e Mello foi infe-
liz at no apurado eslglo qae adoptoa, porque,
esmerndose taato em imitar o estylo sentencioso
de Vctor Hago, aflea! nao pode ser comprebeadi-
do em diversos periodos de saa raides, como
apreciara' o respeltavei publico na ieilura qae vai
faser.
O protesto mal vivo, qne se levanta coaira as
propostgoes avangadas pelo Sr. Dr. Amaral e
Meiio, atadamente o aummarlo cria por elle
pro-essaH.
Nao exacto qne tivesse sido intimado o teen,
te Joio Hyppolilo, e menos que fosse citado o es-
cravo Simao, para responder a sotos de pergontss
no engenho Manimb, como com a maior sem ce-
remonia afirma o Sr. Dr. Amaral.
Sendo nm. principio crrante em direilcque
simal meniax,, semper vresumuur mendaz, abs
temo-nos da anafy>e qae se prestam as memora
vels.satSss desse aialeu da Jurisprudencia cri
mlnal.
Devemos, porm, osa respotu ao Sr. Dr. Ama-
rJl e Mello, e vamos satisfaie-lo.
Illm. Sr. juiz manieipal soppleate em exercieio.
Cbrlstovao da Rocha Cunha Sootomaior, a bem
do sen direito precisa, que V. S. mande ao escri-
vo Barreno Maranhao, que em visla dos autos de
recurso crime, inlerposio pelo seohor do escravo
Loiz Antonio, da prononcia contra o mesmo es-
cravo proferida ji-lo Dr. Joo Baptista de Amaral
e Mello, certifique ao p desia o theor das ras s
do recurso, o despacho do mesmo dootor susten-
tando a prononcia e o atteslado do obaelegado e
revando os autos crime Instaurado ex cffleio pelo
mesmo joiz, contra p referido aseravo, igualmente
certifique o despacho do referido dcator, mandan-
do devolver os autos ao Dr. juiz de direfto, para
mandar riscar certas c determinadas palavras, das
mencionadas razoes do recurso ; e finalmente se
foram riscadas as ditas palavras, e no caso nega-
tivo, qual o despacho dos jaizes, qoe funccionararn
oo mesmo proeesso, depois do requerimeolo ao
despacho do Dr. Amrai e Mello, na qnaitdade da
joiz de direito ; certificando todo de modo qne (a-
ga f. Nestes termos pede a V. S., dgnese assint
o mandar.E li. M.
O eserivao certifique.Nazaretb, 7 de abril da
1868.Brrelo Cavalcanli.
Francisco de Paula Brrelo e Albuquerqoe Mara-
raoho, eserivao ioterlqo do jury desta comarca
de Nazaretb, em viitude da lei etc.
Certifico, em virtude da petlgao_e despacho re-
tro, que revendo os autos de recurso crime, inter-
posio pelo seohor do escravo Loiz Antonio, da pro-
nuncia contra o mesmo eacrave proferida pelo Dr.
juiz municipal iio Baptista do Amaral e Mello,
delles consta, que as razoes de recurso sao do theor
segolote :
Para V. S., Ulm. Sr. Dr. jola de direito, recor-
ren Reinaldo Gomes da Cuoba Pedroza, da procua-
cla proferida pelo Dr. jaiz municipal nos aulcf,
crime instaurado, ex-ofticio, pelo mesmo Dr. jaiz
municipal contra o eserivao Loiz Antonio, proprle-
dade do recorreole, sendo ai razoes em que fun-
da menDu o seu recurso as qae passa a es-
pender.
A iostraego oo forroago da colpa, sendo a ba-
se do procedimento criro.nal, tambero a fonie
onde o juiz vai ceriiiicar-se da existencia do crime
tm todas as suas circunstancias ; visto como nao
pode haver effailo sem caosa, oa criminoso sem
a existencia do crime : depois de conhectdo este,
colige-se as provas e indicios que o nossa habilitar
a coDhecer eoto quem seja o delioqnente, aBm de
poder fazer a tea appllcago da pena, sem o peri-
go de airopeilar ao innocente ?m seus mais sagra-
dos direitos, ou de delxar impone ao culpado.
Do criterio, pois, imparcialidade e lUusiracao do
jaiz da instrocgo do proeesso depende sempre o
descobrimento da verdade. Quando o juiz se nao
compenetra da alta e impcrtaoilssima missao, que
a lei depositoa em suas roaos, e levado por preven-
gdas, se deixa arrastar por paixoes, proprias oa
alheias, por via de regra, longe de inspirar garan-
tas a sociedade, torna se om flagello e o terror
dos qoe vivem sob saa jarisdiego.
Esses jaizes, diz um illastre escriptor, quando
proendem ex-ofQcie, constltuem-se simultneamen-
te julgador e parte adveisa do delinquenle : da' a
denuncia a si proprio, escolhe as testemunbas,ava-
lia as provas que elle proprio creon, e pronuncia
oo nao, cunfo'me quer e enlende. Multas vezo po-
rm acontece, que nm jniz bem intenciona io ceda
a forga das suspeitas sem attengo as provas qua
Ibe sao apreseotadas; porque se acha sob a pres-
so das suspeitas que creou cu fizeram crear em
sea espint'.
No proeesso em qaesto, onde eJtamos persua-
didos de qae o Sr. Dr. juiz manieipal proceden.
cid a pureza de suas iotengoes e somenta com o
lonvavel pensamento da descobrir nm crimiso so-
bre quem devesse descarregar a espada da instiga.
convencen) nos de que, apezar, repetimos, da pe-
reza de suas sempre e lonvaveis iotengoes, des-
vioa-se da senda da ju.-tiga, do direito e oa raaao,
levado sem duvida pelo zelo e no ioteresse de bem
administrar a justiga. E-queceu-se por momentos,
talvex no ardor do entbosiasmo de bem servir a
causa publica, da sublime missao de juiz e desear
ao ingrato papel de a:cosador, coarciaido os malos
de defeza a' aquelle que por sen mandato compa-
reca a sna presenga para se defeoder do bor-
roso crime de haver assassinado saa propria ma-
Iher I .
Isto posto, pedimos licenga ao Illm. Sr. Dr. jaiz
de direito para, antes de mostrarmos a improce-
dencia da prononcia, demonstrarmos que o reo fot
privado da defeza pelo Dr. jais da instrocgo. E
para qae semeihaete procedimento seno reprodu-
za em detrimento do mais sagrado direito, qual
da defeza, espera o recrreme qoe V. S. provi-
dencie como entender em saa sabedoria de modo
qae ao menos neste foro, fique comodoolrina cer-
ta e loconcussa, qae am juii formador de culpa
nao pJe privar e nem masmo coaretar oo limitar
a defeza dos reos que peraote elle comparecen) pa-
ra se defender.
Para demonstrarmos cora evtdeneia qaeoSr.
Dr. joiz manieipal no proeesso da formacao da
colpa do escrav odo recrreme desviou-se do ca-
miobo da jastiga'e negou o direfto de delata, bas-
tara' a aoalyse dos actos por elle prallcados at o
depolmeoto da segunda testemonha. Comecemoe,
pois, pela portara de Os. 2.
Conforme a dootnaa do art. 237 do rrgalaawav
lo n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, cuando a au-
toridade tem de preceder por si, independeala de
qneixa, denuncia oo panicipagao offlcial, nos do-
lidos qne nSo tiveram deixado vestigios oa ojian-
do estes ja nao existam, deve declarar na portara .
qae vai ser a base de proeesso a nottaia qne tava
da existencia do crime, com toda%|a toas circums-
taneas.
A portarla de Qs 2, porat,rirt s deixoa de de-
clarar a uatareta do crime, como, nao fez meneao
da menor circnmsuncia, senda qae pela mesma
portarla, somente por iadoeeao se poda colligtr
qae o escravo do recorreata ia ser piooassado palo
faci de haver parecido ti mnlbar.
. Nasta portara, concebida em termos tnaaes
preoisos e contrarios a' dootrioa *o iiraBltdafa-
galamaato (art. a&7> se mandos timar.- aea-Dr.
promoto e carador para atsistereojk-.^ Proeait-
caento offieiai nc da 6 de eorrema, sendo lia da-
tad* do di V
ata
m



,;
, !*


BJWP
m JLiaa/. aa is Afiiai /jflai *,,,


do o tameditUs sem kimcu 4
en eegredo eert, V ttlge 0
il eon\soa.esortvioii .para .e.n*f".
la" procede a* autos de pergott-
, dess oaftoNb; i umoaVo dff
_____________i traelth' nava a-eapera *>
enToloeite Vn cotrojfdlvUoo
va de ser liberto, mar---------------------------
uUa de MaoimM.

m;^^'
r, pele Dr. orador e
rqoe cao foram eates
InjvoMigacao e previ-
ftaatcloal jal|ou noces-
de direito sera* suffleleote para convenc-lo de qae neross, escrav de francisco Al:
etu' por trovar o tacto jbaterial,.la o, 'CM^Qtfnbieltra Mo e livrameoto. O
pha fl a essassinada, e consequenteowiKe ,|ja.n43 dado de peiso contra o rao e I
po'de Vave'r respoosavel por eea erte. rZBnh* y""; pagas pelo mesi
' Oreyteddo V setfteocs de'prOeniWa wT^j^pJ^SifBe'fljondemao e remolla este
oes aalos da pergooiao'C deootaco* dHWi *lrMaV*pal do termo.
Este facto revela o ai
igaorado pela Dr. pr
pelo recorrente, e aei
citados para issistir a
ocia qoeoSr. Dr. 1
"porque nio neeotoa oaweaK) Sr. or. Jot ara
aioipal cbamar atalles *Mhvos para seram In-
terrogados nesla cidade onde je acbava e Dr. pro-
motor, e onde poda o Dr. curador asastir a esse
acto e por su ve lambem taier perguotas no seo-
ida de eraslaar a aoontao 4ater paewer v*r>
C^aal o pemimento marrada 00 medida alta-
oeoie previente, qne acooselhou o Dr. juiz mo-
nicipai a tomar o rocommodo' de Ir em segrefle o
euaiafcj Maromeo, seta qae ae senos previaawvi
te fliesse consur nem ao proprio eserivae que o
acompinhou T
Bis a qoe rasoavolmente nio aodeca' o#* P"'
oodo wmd mesme pelo Sr. Br, Joii municipal, em
sjajBjniTT'o------' *- r-----TT maitaillostracio, va-
riados cnbecimeoto, paTvpicsi intalligeocia. agu-
do eogeubo e admiravel -hcilidade de prau ca em
jetar tota os prioeiptes da jorisprodenoie oh-
S arocediaseoto doSr. Dr. Jol* moaicipal po-
de-se eonclotr com o Mostr publicista, a* quem Ja
oes referimos, que depois de dar a denuncia a si
aaesmo, creou fugitivos indicios qoe certamecH
sao ruistem a menor analyse e por elles ]aig>o.
Mas, nao Aado sofflcieote esse precedimenlo que
oaalificareoios de lojusto e contraria s. garantas
eociiama iao altamente recommeodadas pela legisla-
cae en vigor, o Sr. Dr. jnit municipal fui alm.
Na aodidocia de 6 do crreme, perante o Dr..
promotor pebiiea, o D'. carador de reo, o Dr-os
Ignacio da Aortrada Lima, as panes, as testeuiu
oaas e etoeciedores, por um seotimento ultra M-
irerai. ostenten toda, a forc* de su autorMade por
ama trax, sem exemplo em aaaaes do foro, nao
a coarctando a defeza do reo, como al man 'aa-
io sr.rever o cooirario do que se passava naqaej
la aodieat.ia 11 I Negoa a defeca, aegaodoo direi-
ta de conloar o advogado do recrrante a reqoa-
rerjue se flie.Me a te.-teojolia pergooias em fsa-
lido de eciarecer o mesmo depoimeolo em faier
aparecer a verdade, nao coosealiodo anda qoe
s requerimentos fossem coasigaados no proces-
ta, oem cerno o iadekrimanto, sefldo para isso
requerido.
Maofloo escrever o contrario do que se passon
naqur-lla audiencia, nao so ordenando qoe uo fos-
sem consigaados no proeesso os predilos r^qoerl-
naeatos, como mandando escrever na contastacao o
ae nao (01 dito pelo advocado do recorrente ; por
no, lando dte o aiesmo advogado, qoatdo ibe f. I
dada a palavra paracootesur que naoofaria, por-
que nao sabia os termos que fossem agradaveis ao
Sr. Dr. jala municipal, qae alias ja Ibe havia
oarciado os melos de deesa, a isso se oppoi o
awsmo Dr. juiz maolelpal, .declarando que nao
maodava eecrever o quebavia ditu o referiduad-
vogado a ordenoa ao escrivo qae declaraste
fae o advogado nao contestava a testemooba, a u-
oalmente maadoo aluda o escrivao dec arar que
O mesmo advogado se negava a a-.-icnar o depui-
saent > da testemunna sem que fizessa constar do
ffoeesso a ratao porque.
Bs oasfvel, contrario todas as regras, preceitos, e
proueas srgoidas em lodos os auditorios, foi o-te.i-
jaivameote pratie-tda na audiencia de 6 di cor-
rente i Has, nao foi anda bastante, para o com-
pleto iriuoipbo do Sr. Dr. ju>z da ius ticca \
' Br^ necessario, qae do alto da cadelra da ni',
esmagisse o hunniide aJvngalo, que leve o arrojo
ie requerer em sua preseoca contra o que elle
entenda, e delerroinavi. Foi por Isso que calr;o-
ladamente no iniiuehto da segunda testemunna,
nao coneedeu a palavra ao meoelooado advogado,
oem para reqnerer o qoe entendesse bem da de-
feza, oem para contestar a lestemunba, sobre o
joe, reclamando o mesmo advogado, leve como
der.ua 1. que eslava fra do jaita.
Pooderaodo o mesmo advogado que nem om s
Jastante se havia levantado da cadeira da defea,
respoodeo-ine o Sr. Juii municipal, que nao tendo
ella querido asignar o depoimedto da primeira
testemunna, considetava-o fra de jutzo : ma, ja
qae quena cootiouar, que da terceira tesiemanha
em diants Ihe coticederia a palavra, nao conceden-
do-a u'aquf lie depoimento da ngaada testemonha,
por ja se >chajr Bodo I Anda se animou o advoga-
do a reclamar contfa esta deciso, mas o incom-
oien cussao, declarando em bom e puro porlugnez, >joe
seo qoeria ver ccllccado em sua frente ao adv. ga-
do, que rtdamava centra sua decisao I... Assim
esm'-gado e humhado, aguardou o advogado en.
-aejo ae poder dtfender o seo constuinie i erante
ora outro juiz, que neo se ]ulsassa to incnmmen-
soravelmeole collocado, a que mais considera?o
prestasse a humilde Basaos do defenor e ao direi-
to da delez, evitando desfame que fosse mareado,
pela appr>xima$a do ob curo aefsBSnt, a prover-
bial repotJQflo do Sr. Dr. juis da ins;ruccao, que
Seta na altura era que, propria 011 impropriamen-
te se collocou. Jipetar, porm, de todo o respailo
e acatamento que presta o recrrante as dar taina
jurdicas do profundo 8r. Dr. juiz municipal, en
ten de que. se as soas douirioas pasearen) incolu
Bies, as fumares de culoa nao serio roas do que
ama (arca ridicula, onde smente Imperara a voa-
Ude ao uiz da instrueco do processo, 00, em mi-
tros tomos, nao p*sar de um procesa iaquisi-
torial, onde a defesa sera repellida. E oara qo*
aenelbante dooinna oao tome proporcSes, que
ceriameote assuslaro a todo booesto tid ida, es-
pera o recirrenie qoe. em omeng-ra ao direito,
a 00 interesse e garaot>a do bem publico, o Ilim.
8r. Dr. juiz de direito providenciara de molo a
sao ser repelido o exemplo ptrniciosissimo e de
assustadorss aflato, que dea o 8r. Dr. juiz marji-
ipi.
As testamoohas, cojo' depoimentos nao se
aebam asslgnados pelo advogado do retrreat
Dio podem ter o valor jurdico, qua Ibes qoiz aar
o Jnit recorrido.
Teams ebegado ao pon'.o de deixar em relevo os
actos do Dr. juiz municipal, que altamente recia-
nam a n>oaraco, qoe Ins pode dar o toentlssi-
mo 8r. Dr. joit de direito. Restaos porm de-
OMostrar a tmprocedencia dos fundamentos em
qoe nazcan o jute recornd > o rtspeho de pronun-
cia de foi has,.. que 1 unos nao sao mais do que os
amos de pergontae fritas escrav^s, qoe, segua-
4o a doutnna de artigo 89 di eoiign do processn,
Oo pouem me'peer alinelo do jolgador, senn
fosado ferem looito eircum potmeoto de dez testemunnas, qoe de msdo vano
siogular, cooiraditonos e incooclodentes depozs
ram 00 presente tiroes-.o, que certameote nao po
dem autorizar orna pronuncia sobre a autora de
osd facto, que fleoo por provar
Para qua o e-cravo Lqz Antonio pode^sn ssr
prean Mado pelo facto do desappareetmeato e
xoorte de saa mclher, a prela Josepna, era iodis
peoi>ave| que, 00 pelo auto de vustori, < u or de
poimenus cculares se hoavesse certiDCadO a su
toridada processante, que a mencionad* J uv-pna
Jieovrg T do duenmsnto, que se offereee il nitrada
aporeciacS' do Sr. Dr jiiz de direito, pastado p'-
4a amormada eooipetaote. e qae eiammon o cada-
ver de J isepbi, qae oenbum sigoal, un indicio
asila m mesan cadver, que aatonzasse o joiio
de qae a morle losse violenta, e oo oatural.
Dos diversos decoimeoio* aioda se v a po?=ibi-
Made dn Mr JMi'ph suceumei lo om ataqae de
que i ffria, no a dentada de cebra, senda qun os
depoiroeotos que e referom ao dHos de Simau,
IMio a fiaada Josepba s\o iao loverbslmels, que
feo reisfm a menor investtgtein, m ffe se
contradizerem ; por ezeDlo, diz Simio, qoe o ca-
dver d'i J.iseoh coaiioha talaos do pescocfl, a io-
foea o lesi-mooco de Henrtqu-, qae em sea de
Oona-mio (fl. miste process^ aega haver visto di
iNtalbos.
A arOMira ttemodba, ao lTOleo'ed)o d
crkDitiar o eseravo do recurrente, nio s tlrateo-
octuttar o fado de f9 biver certiflead) eom
.antfK* ^Menrirtoa oeste protse) d^ afta
O eecravo Loif Aatobio, 00 da s ita felraj
de eoveuiPro tdo agaera B eSsa camo
leo ti MW'lsItn om bel Ir aohado, dela-
qoe-n eadavervjoBtiaa. sigaaes o pffKaad
* puUoi a> baver lir**o a-pella.
Serta eoraaso., a awb sraviihoso. qeeam
eadaver, exposto S sraao de teespo-pw espaco 4a
tros 'das, la o eompleto 'e*tae'd potrerseo,
-Tesrao** ao eooiacio das ios. qoe asile agarra-
aaiiaawaalo d'oode e-sam, sem qoe dei xas-
Oe estas liana tw
-H*e es prete msreeer a-pena araos so ara.
lateo a aoalysar aa contradievoas a ncobereo.
ates do daeotmaato das lasuaoobas A simples
dUora, que deU Sur o moriuailmo Sr. Dr. jota
o%as, a sendo corto qae oem os sotos de partan
rfltoK fartas a Smeatt a6pato Ktnrtdl
se eontradaent, 4 claro- qot alo pode proceder i
sesma teclees, digna por eerto da ser reforma-
da pela saos proprios fandamentos.
Da iotan-eta a reetidio ceta qae eastana o me-
rttissina'8r. lr. jais de dimito daemtifcr justtfa,
esper o recrreme pravimento ao presaote recar-
ao.Aa tpenibttmm.O adrogado-Obtlttova da
(focha Cauda Sonta Malor.
Gerilnce mais, qae o allestado, te qae falla a
peticio retro, do ttoeor sagolnle : m^
Dectaro qoe foi a engeoho MaairoMi, convida-
do pelo cldsdio tfomlngos Rsifcas ds ndrad ''
tta para tttWbar caBaver de oma preti, qne
era de Reinaldo Gomes da Cucha Pedresa, e dis
seram ebamanse Jesepba; mas, ao ni o exam*j
por acbar aqoelle cadver em estado de putrefa-
cto, e ali nio ase eoostoo, qne ileeaso iaaass.de
assassinada a diU prela, cajo cadver ja JJ" }'
cootrei no legar onde foi aooado. Sasaretb 11 da
dezembro de t867.OsubdeiegdoAnteot Um
Ferreira da Cuaba. N. 18Res OO.Poa
-284 reterNatarem ti de detembra de 18*7.
Braga.Alves Gomes.
Certifico mais que o despacho de sustenta cae
pronuncia do Dr. Amara! e Mello i do
guinte:
Illm. Sr. Dr. juiz da direito.Anda os habitan-
tes desta comarca estremecidos n.rrara comu fui
o assassinaio do Infeliz H-noel Corumba em a nol-
1e de orna sexta (aira da paixo de Cbtrstol O
preto Luiz Aoiooio, awasado, como autor, ful ab-
soivido. Has a sociedade Alo acboa a assassloo,
qoe ensanguentoa o dia da penitencia.
O appfrecimeoto do cadver da parda Josepna
em ierras do eoceaho Manimfc torna a" ergaer a
ao oeeulta, que arruta Lait Antonio para junto
das victimas.
Aos 4 das do crrante mex, Reinaldo-Gomes da
Caona Pedreta aprsente neste jaiio. Laiz Antelo
reo eseravo preso. Tarda ja era para deliberar a
exomacao do cadver de Joepba, e por cooselno
do Dr. Ermyno Cesar Couupho, nao fiz : aitendi
a conveniencia da salnbridada publica ; n ttva-se
tecdencia para epidemia, e penco se podarla co-
Iher sobre o estraogolamsnlo da malner de Lnit
Aitoaio.
Aos S das descorrete mex fit do ogeobo Has
nimb anto de perguotas lambem ao eseravo 81-
mo, que raandei buscar -no engenho Lmeira,
pelaotticijl de juaica ioao Fcrnandr-s do Amaral,
loiimado o teneote Joio Hyppolito Pereta de Mo-
Al*rU e 868.
16 0H3MJK
fu*1j
T"
_n mB*t 'llSIWWSj ana* ta ,*n\**t *X*
Neste respelioella te assaoelba a' origl- Barca loglea-
da Faria,, a preferida per Paucbo portugne
Subdelegacia da Alagoa-Secea, M de
4 1867. ^"iJWfloraeaflJIl li i.
Segua te a snsteataao da proanncla n'estes
os :
Vistos es autos etc.Sasteota o despacoq
o nac a a folbas^ por sefrttolsrtneo direito a apr
va faita ; e pagas o reo ae costas. O escrfcio Iao
o oome do reo torc dos culpados, e devotos
preeesso ao jai', d'oade vele.
Nio (oi regalar o proeedimento na loqnirlcio da
.sexta testemonha, qne tenho aaoso alo aoMfets,
em vista do disposto m art. MO do regulameoto n.
O de 31 de-taaeico 4a 1843.
as Aotiloas, io obs
as heos, e qne bonve aboso S diffa'lo.
iihecando o engeobo le dador w nai agoa de-eolonia
Om, que no caso dos entesa joml toda a Am tica do SuL e
pelete para a cooees-ao dJ f tanto o valor o costo dojradu .daqjaeaAotrq pqr-
a dootrlna do aviso da i| M fanle. ^.^^ y.
; |ulo iDSUfflclenie s nal la k-v^aeillla e Achf-86 'k fBOlft DaS flnaf A*
e mando qne seja o recorrido citado para, Q3Qn Barbota
VTJSiSSM S.'flBiiL a-
la pristo, a ser castadJCpeonrraaiodado; lomea & G.
castas psio recorrido. *
3 de marco de IMS.Jos Jeroiyoo
la Albaqnerqae Msraaaao.
mais se Continua em daos sosos cota re-
ecas pedidas pela supplicantsea ua ps-
j ; do que tado don f.O esenvio lote-
iryFrancisco da Paola Barreto a Alba-
qaplaci|fn os anieadidos osconbaclmentos jori. Aigodae ,4a jMaceW l' o'rte_liOJ por arroba
fbtaVBtt; f .e4atenjWo 4e 1M7.-Joio Bapassa &*> fc Jofoiapista do Amarsl e Melle.
preciem os soten da
"Natareta,'IS
raes, seotior de Simio.
A Inquirigao de olio testemnnhas e dnas referi-
dos em aulos de pergontas a qoe proced foram o
motivo da prjoaocia que prefer e nao revogo.
O mol lo que para mim merece o magistrado que
vai coobec-.r destes autos determina J*' explica-
cao da-asaoeira por que proced na formaco da
colpa.'
A boa dontrina do Et>. vlsconde de S. Vicente
contra o processe ex-cUlcto anda nao esta' sane
ciooada por le, e por isso farel instaurar ex oficio
os sumarios qoe ao juiz iocambe, sempre que o
Dr. promotor publico nao evitar esse proced
ment.
A simples suspeita de que um facto o resolta
do do enme nao permute na portara mais do qua
0 ji o nliecido. Farel sotos de perguntas seoi-a
preseoca dos culpados, toda vez que nao (dr pos-
sivel assistirem. Tenbo maior einuenho em que os
processos de reos p esos sejam foitos con a brevi-
dade recommeodada na lei. Sei que a defeza no
sommario da colpa mais limitada do que no jul-
io dos julgameotos.
Boj observancia ao que esta' disposto no art.
142 do cdigo do proeesso criminal, quero a con-
Uouaco das leslemonbas tem as interromper. Na
mquiricao fago pergontas a requerimenio das par-
tes ; mas oo (seo perguotas imperiineotes. A
conteslaco que mando escrever a deflolua pelo
decreto de 17 (Se abril de 18ii. Nao admilto per-
genias iraeeriioenles; dso cooenli que se escre-
ve.--o-ii protestos nos depoimemos para qne os
depoimentos nao tomassem direc$5o differeale da
qu destinada pelo legislador. Nao qoiz o advo-
gado a'sloar o primelro riepuimenlo, cuniinuei a
iinniriijo neme com o Dr. curador, a promotor
pohlieo, al que se resolvesse o advogado a figurar
no procedo sem a exigencia d j- protestos, e mulla
cousa mai*.
Nao admitti dialogo com o advogado, e espeor
sempre ter o poder da oo admliiir. Esloa con-
vencido de qoe o Ilustrado Sr. Dr juii de direito
nao permiilira qua se estabeleca o almso de ser o
recurso para o juiz ad quem trao formado em arma
de insulto ao luiz a guo. Aguardo rsspeiio:amenle
a dteisio de V. S.
Natareib, 24 do dezemtro de I87.O juiz aa-
oicipal.Joo Baplisia do Amaral a Mello.
Segua outro i->; r.'.> nos autos, do qaal trata a
peii(o retro, o qual concebido uos segoiotes ter-
mos :
T-iini) em atidojao que o advogado do recorren-
te as aliejagoes do recurso appenso esqoeceo a
restricta obrig^ga> de ac lar a respelur ao jai?,
usando sempre de tormos comedidos ;soO as penas
da lei, nao compeliodo a esle juizo mandar cance1-
lar as expressoes offensivas, cumorida a du'ibera-
cao do Illm. Sr. Dr. juiz da direito, mando que o
escrlvi i devolva asles autos ao Illm. Sr. Dt juiz
de direito, a quem com o mais pro'unds respailo
peco que se digne maod a 0. 21 verso, as etpres5e.sdesviou se da seada
da iosbca, di direito a da raio ; de>ceu ao inralo
panel de 3ccnsador a fl. 23, ainda as expressoes
proceaimen'.n inaudito e setn qua-ificajo.
Nataro), 24 de jnoeiro de 1868.Joio Baptisla
do Amoral e Mello.
Cortil .;i mais, qua as palavra; pedidas pelo Dr.
Amaral e Mello, em sen despacho rer), para se-
rem m>ndaoss riscar pelo Dr. juiz de direito o nao
foram e que os juizes que fuocuiuoaram nos aulos,
daoois <>e au.> despacho, na qoalidade de juizes. da
direito interino ; por me terem sido devolvidos os
autos pelo Br. tata de direito eflVctivj sem despa-
cOo aigum, foram os que esto designados uos des-
pachos segumts :
Jaro saoeicao o*ests ato?.-Nazaretb, 2 de
marco de i868Mello &vilcanti.
E^iou Imuedido por sr curador do escavo.
Nazarelb, li demarcado 1861- Barata de Ol-
vetra.
Acbando-me exercendo a presidencia do conse
1 lio de renors dos cinrnias, como primelro |aiz
de na nao pvsso funecionar nos prsenlas auto*.
Naaaretb, 12 de marco de 18o8. H^rcalaoo Ca-
valcantl de 8a Albajnerqae.
Sendo que ainda f r-m conclusos ao inmediato
o major Francisco de Paula arreto Coollnbo, que
na'os devolven sem despacho ; do qtn lavre c-rii-
dio nos mesmos antos : dipois do qne voltaram
coeeias; ao Dr. juiz de direito effectivo, que dea
o de-Deho seguiole :
ViiSaatiasHi autos aojolzo mnnleipal para se-
rem preoarudos para o jury.Natareth, 3 de abril
de 18fi8. Moeteiroda Aoiride.
E oada mais se continua em ditos auPs.com re-
i/Cio ss pecas p-oidas pelo suopiieante em saa p-
tieo retro ; iodo todo sem coosi qae davida faca,
do qae don f.
Cidade da Natareth, 13 da abril de ifiOS O es-
envo inianuo do inry, Francisco de Paula Brre-
lo e Albuquarqne Mauohio.
Iilm. 8r. Dr. jols mnnleipal.O major AffoosO de
Hiiianda de Aibuqaerqae M^rsoheo oecessiia a
bem de son direito, qne V. 8. mande ao eser>vao
Barraio M-tranh&o, qoe em visia dos ant's erirae
iior flansas physicas prapcadas por DelBno J s
Pesfoa na escrava Generosa, de Francisco Alves de
Melk), eertHtqae so p de !.Os despa;bos de pronuncia e sua sasteo-
taeao.
8.l/iodos dos peritos qne avaliaratn o damno
e cosus do processo, p 3.O detpaebj eonesdeodo a flanea com o aog-
manto un ja'z municipal, Dr. Amaral e Mello.
*.* Senienija tue uigou valiosa a mesm flanea.
fl. RatflHS do ecorso.
6."S^nieeca qoe reforman a flanea; indo de
molo qoe f asim o mandar e reeebera merr
Sausf-.ca o eicnvao NazaretB, 34 de marco de
1868.Brrelo Csvaleaoti.
Francisco de Paoia Barreto e Albuqifr%ia Mara-
oho, e'crr*ao inierioe do jorjr d'esta comarca
demsaretn, em-vlrtadeda leiote.
CertiSo em vim da petieo e daspaebo retro,
in- reveadu o processo Instaurado contra Delfloo
Depoit Bswvatn os tandas dos peritos nrjs.ternnji
Avallo o dtra'oo causado em'lfcOOe as enstas
d'este processo,.ata aos ltimos julgados em SOsV
salvo o direito da parte.'
Natareth, 30 de dezembro d 1867. Manoel Ba
rata de (Viverra flello.
Concordo, salvo prejqlza de^-rceiro. Cidade de
Nazarelb, 20 de dezembro de I8u7.Cavalcaoli t
Albuqu-rqpe.
S-guia-se o despacho do theor seguiote :
A' quantla arbiirda accreseento a de 150J000,
na forma da lei, e pelo t. tal de 30OJ000 or.U-sea
flaoja.Nazarelb, 20 de dezembro de 187.Ama-
ral e Mello.
Depois do qae eslava a seguale seotaaca : .
Julgo idnea a flanea cuntante de folha. O es-
crivao passe contra mandado em favor) do reo, de-
pois de asslgoar eila termo de compareciraento no
jury, lodepenaeoie de nolicago, al ser a Una I jai
g'do.
Natareth, 30 de dezembro de 1857.Joo Bpv
tbta do Amaral e Mello.
sgaiam-sa as razSes seguintes :
Francisco Alves de Malio, baseado as disposi-
?r3es do % *. o arl. 69 da le de 3 de dezembro de
I8ii. e 3 do art. 438 do regolamenio n. 120 de
31 de jaoelro de 1842, recorre para V. S. Illm. Sr.
Dr. juiz de direito da concessao e arbitramento da
flanea prestada por Detflao Jos Pessoa, na accao
crlme, por rerimentos leves, praticados na pessoa
de urna escrava do recorrente, de come Generosa,
sendo ss raides de sen recorso as que passa a ex-
pender.
A looobservancia das lels regaladoras no proces-
so da flanea concedida pelo Sr. Dr. joit rhuoicip'-l
Joo Baptista do Amaral e Mello ao reo Delfloo Jo-
s Pessoa, torna impo'sivel a valdale da me-ma
flan .a ; por is-o que alm da Inobservancia da lei,
o Ilustrado Sr. Dr. joit municipal, (talvez sem in-
tencao), exerceu aiinbui(0es que a mesma lei Ibe
prohibe, e concoma com a. sua aotoruade para
am acto evideolemeote nollo.
Para com evidencia demonsirarmos esta verda-
de, dividimos as presemos ratSes em qnatro par-
tes, afim de chegarmos s seguales coucluses:
frimeira, qne a fatenda pui.lica foi defraudada
em seos direilos.
Segunda, que a procurarlo de fiador insoffl-
ciente para o flm qae se propot o mandatario.
Tercet-a, qoe a bypotbeca aulla, nao pode pro
dazir o effeilo desej^do.
Q jarla, que o Sr. Dr. |uit municipal era, e io-
competeote para conceder a referida tiaoca.
Primeira parta _0 ari. li 9 do Codio do Pro-
cesso com seas tres pmgrapbos preceituam a ma-
neira por que devem ser arbitradas as flanean
Pela letra do citado art'go claramente se v qne,
aos pernos incumbe avaliar o d costas do processo at os oliimos julgados, e ao
juizo o aceresclmo da qoaolia proporciuaada pe-
ni, e possibllidade do delinqneale, regalanlo-se pe-
las regras estabelecidas nu i* do citado art. 100.
Esle paragrapho estatu que cada dia de prisao
simples teja avalisdo de dez a trima tusides, urna
vet que a pena nao exceda um anno, e somente
buaodo exceder daquelle lemoo, lera o juiz o ar-
bitrio qoe Ihe faculta o 2* do mesmo artigo.
Ora, o reo DelQoj J<; Persoa acba se pronun-
ciado, como ioc,ur-o as penas do art. 201 do C-
digo Penal, cujo mximum um aooo.
Cooeque3iemente oo liona e oem tem o Ilus-
trado Sr. Dr. juiz municipal o arourio concedido
pele i' do precitado ar. 109 de Codio do pro-
cesso para accrescemar como accresceot >c, menos
de dez lustOe?, por cada dia de prisao ; visto camo
devend.i se regular pelo mximum d* pena Avi-
so de 22 da selemb'O de 1842, qua na qoesio ver-
lente ji-iaoenP nra anno, o accrescimo nao de
via ser inferior a 365(K0, em quinto av^ltaram
os peritos o damno e custas do processo, prefaz a
quaslia de >7S, em qnanto nos (erraos fie direito,
deverja ser prestada a funja.
Mas, o Sr. Dr. juiz municipal, a quem alus nao
falla inielligencia e muita pralica, e illnstraco.
esqueceadu se de dever, que lem, de examioar a
legisla$r>, qoaolo taro da jnlgar das direitos dos
que vivero sob a sua jurisdiceBo, para fazer boa
atplicacao da lef, desvion-sa das regras e precei-
tos do direito ; o. por om arbilrh, qoe certaraeoie
nao p: lera jusnflear, redauo a flanea intiilU .en-
te quamia de 3605, em pasa perda dos direitos oa-
ciooae.-, e cora meaospresu as disposicoes das leu
cima citadas.
Segunda parle.O fiador coo!ituo um procu-
rador, para simplesmanle asslgoar om termo de
Baoca,sem Iba conceder outro algurofirtiio. Eo
lia auto o procurador coosiiluido exceden o mau-
dato, byootbecando o engenho do eu coistltuet9;
a o Sr. Dr. 'Uiz mumcipal, oci opado sem duvida,
com negocios de mais alta impo-.-iaocia, n8o ztieo-
d u pera a falla de pode es da proemaco. nem
mismo para a circumstaacia d^ ser casado o fia-
dor, e nio pod-r byp necar beos da raiz sem oa-
torga de saa mu he'; deai'arte admutio e autorl-
soo o excesso do mmditari \ praticanio um acto
nullo, em prejuizo de terceiros, com offeoss do dl-
reo.
Feizmenle, porm, dontrina que nao soffre
contasiacio; que tado quanto praticado pelo
mandatario com exesso do mandato nullo, e nao
prejudica o mandante.
Terceira parte.A byDOtheca nao pode produzir
efleiP, n3o pela insuCQcieocia e iocompePn'ia
do procurador, como por qne a lei, nomeio 1,237
de 24 de setambro da 1864 estatua as solemnida-
des esseociaes para a validada das bypotbecas ; e
na da qoe se Iral foram ell>8 completamente es
anacidas; sem duvida oor qua o etcessivo expe-,
dienta a melhores trabalho qoe se da o Sr. Dr.
juiz municipal, rio Ibe dcix-u lempo para consul-
tar a precita la le, que, sendo nova, aioda *l se
acham decoradas as soas DlSoosIcoa*; sendo^sta
a ratio por que oSo furara lemhrados os preepiinu
do regniamentn n. 3 451 d" 26 de abr'l de f855,
(arts. i 10 135, 162, 218, 231. 233. 235, e ootros,
teito para eieeucao da citada lei.
Qoarta parte__(fio leodo o moito lllostrado Sr.
Dr, joit municipal formado cnloa, e pronunciado o
afilancado, oem mesjno o capturado nao poda, por
ser incomn-tenin, tfs termos do aviso de 14 de ju-
nbo de 1841, conceder a ganga de qoe se recorre,
A doutnna deste previdente aviso l m sido geral-
mela segeida por 1-ifl-a os ma^i-irados, lovocada
e eosioada pelo Dr. rs-rcmaoo Olegario de A-iolno
e Castro, empana obraPrailca das Correc5es
e por ootros criminalistas.
Chegtmos aSB a ultima cdhclosio, tendo dei-
xado bem patefro a improcedencia da flanes, e
exuberantemente probado qoe o i|latrado Sr. Dr.
juiz municipal, por mais e ama vet, claodlcon no
resnecrivo proceeso.
Bsoeramos, ^r tanto,
mo Sr. Dr. jo'z ad qoum, qne teja Jnlgada nnlla e
de nenhnm i-ffelto a mfoima flanea de qoe so re-
corre, ordenando igoalmente qoe seja cassado o
coofamaodado da prisao. e qoe *e expela nnro
T.
PRAGA DO RECIFE 20 DE ABRIL DE 1808.
As IH leras 4a Urda.
(Hoje)
Ao lUn. Sr. Or. ch'fe de p*licia
Criaos pisarla jor ama cerrla oa Soafda-
doecissidade de um correctivo.
O ladrndoe parto 4e nome Pedro da >
h ontam tratamos oi aassateeoMca sob igoai
gr,pe_, efl-ctivamana twre : a certsio e
aapusnra oomque seqner iludir a boa ( e S. S.,
nao prooaae ; parqoanto erob ira naseido es :ravo o
individuo a que aos referimos, e.como tal baulisa-
Oo foi cumiado trbertu por en -finado setrhor pon
eos das amias de soa marte, devendo existir em
notas es-a caria entre os anoos de 1851 ou 1882.
S-odo, como ista exacto, o qne prora a oer-
ndif
E qne prova pode nastea caaos prodntlr retios
jarceos, estabeleceodo os arenos de propriedada
e posse, sano o formal de partubas, visto come o
incaieado eseravo, de qns se trata, a ?-le, se lo-
bia como parta de ama neraoca, em que alm de
inventario neave parlUtea judicial T
Attaoci?, r. Dr^ o rapase de genio, vi lente e
pitare de proteccao ; entreunto multo coniiamos
em V. Exc, de quem esperamos jo-nca
O Vtgtlantt.
AOLICO
Para qne o poblico, que ja conhece oa ef-
feitos benficos dos remedios do Dr. Ayer
nao teja iludido pelos especuladores, juga-
mos ser do oosso dever declarar que todos
os remedios do Dr. yer, preparados espe-
cialmente para o clima calido do Brasil, tra-
zeos di' acedes e rtulos na liogua portugue-
2a; e para evitar toda discussa sobre este
ponto, publicamos um ?viso qoe se acba no
Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer
para o anno de 486S.
Eis o proprio Dr. Ayer fallando dos seas
remedios:
a Nenbom verdadeiro sem o oome de
H. M. LAE, bronzeado na capa. Como
todas as capas que v5o para o Brasil s5o im-
pressas em portuguez, e moito improvavel
que qualqoer preparacSo com o nome de
Ayer, mas sem a capa portugueza, seja ge-
nuioa.
Urna das qoalidades que tem tornado as
preparacoes medicinaes do Dr. Ayer to re-
conbecklas e apreciadas, alm a de n5o se-
rem feitas com especial attenco s exigen-
cias de cada clima e povo, porque a expe-
riencia tem mostra'o qoe o me^o medi-
camento aplicado a mesma molestia em.di-
versos climas nao produz os mesmos effailos
e d'abi nasce a aecessidade de fazer modifi-
cacoes importantes nos remedios para os
diierentes paizes para que s5o destina-
dos ; de son que as preparacoes do Dr.
Ayer para a China trazem direcces na
liugua cbineza e sao preparadas com at-
tenco especial ao clima e povo daquelle
paiz: as que sao d. stiuadas ao norte da
Europa e os Estados-oides as trazem em
allemo e inglez, o sio especialmente adop-
taveis ao clima e povo; e as para Brasil tem
direcoSes claras e explcitas na liegua por-
tugueza, e sao feitas com modificae5us im-
portantes para o clima calido dos trpicos.
Nao seria possivel assegurar bons resultados
aqui no Bra-il aos remedios do r. Ayer
que foram fetos especialmente para o clima
fri e povo fleugmatico da America do
Norte.
Portanto ileve-so ter moito cuidado a pr-
ciaraco cima do Dr. Ayer.
posto a bordo (sabbado).
Alfosio da Perattybe 4' aortal*j300 por arroba
posto a bfao^aboadu)
Cambios som bandyaa. 90d/v. )i, Vfi/t e l i.
por 1*000 (sabbado).
Cambio sonre Loudres-90 d/v %0y d. par, U0O0
Jos d'Aqalno Foaeeoa
pMsidaate.
FrAoetsco Mamada d'Aimelda
iSecrsuria.
Patacho brasl
Janeiro, qiaw(d
6,970 alqaeiras
I4r4a0livelay|tevs
ECBB
_jiosaos.
viada do Rio de
de niadiocs
AS INTERNA
I A.
artiaiento do dia i a 18.^....... J3:J3C#ie
Mam do ditlO.. ........*........ 3:186*464
26:417*393
\
CQIBLAWWW'vnNCIAL
Rendbaeato do dia 1 a 19.....
IdatD do da W.............-
67-.83U64
8:306*688
76:140*862
MOYIMlITO BO PttTO
V
Nov Banco de Pernambuco
Os senhores accionistas podem recabar o
4* dividendo de 4 0(0 do capital, devendo
entregar as aeces para se inutilisarem,
das 10 horas ao meio dia,
ENGUSHBANK s
Of Rio de Janeiro Limited
Descont letras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinbeiro em cont corrente e a
prasefixo.
Saca vista oa praso sobre as ctdades
principaes de Europa, tem agencias na Ba-
ha, Boenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleaos, e imitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinbo n. 7.
Baneo Mau# t>*
Ra do Trap che n. 84.
Oescoota letras commerciaes a taxa convencio-
nal. Recebe diohelro, a premio convencional, por
luirs e em eoota correte.
Confere crdito, sacca sobre as prloclpaes pra-
vas do imperio, Rio da Prata e Europa, e compra
cambtaes sobre as mesmas pracas.
Eocarrega se por eommtesao, da compra e ven-
da de fundos pblicos e accSes da C6mpanblas, da
cobransa de letras e diVideudo?, oa de seo paga-
meoto, e de qoalquer oulra operacio bancaria.
O expediente para o publico comecara' as 10 ho-
ras da manha e terminara' as 4 horas da tarde
ALFAlvDEGA.
Rsndimsnto do lia la 18...........3I3:2JI*30S>
dem do di, 20.................. 14:785*760
-------------- &*.
Navio nitrato no Ha f9.
Rfo de Jaoelro13 da?, patsttto **",'2,r* t-aroft-
a, e lTtonelada, ttprlnBofMaoel tor-
rea, eqopagm 9, carga 6.700 ltroeires tf rl-
nha de mandioca ; a Antonio Lora ae Ollveirt
Atevcdo 4 C. ~ -..
Navtos entrados no ita 20.
Balilmore-38 das, harca laflea g*perador, de
281 toneladas capiio WUllam Beard, equipa-
gem 10, carga 2.300 barrlras eoTjrfcrroha de tri-
jo e outros geoeros; a Matheos Austln &C
Beba5 alas, aorca pnroisiuttB.A-iatsIa de 0
loeelsda?, aapilao B> rkroano, equipagtm 13, em
lauro ; a Saonders Brolber C.
As-10 da- biale brasileiro Rosa, de 120 tonela-
da, cspUo Aoiooio Francisco de Ollveia. equi-
pagem 9, carga sai ; a parques Barro? & C.
Rio de Janeiro9 das ka lDlfZ 4? Waoi-
kenese, de 158 toneladas, capilo Daniel 8. Eddy,
eqopagem 6, carga madeira para o arsenal de
marioba ; a J bo-ton Pater A C
Navios sahiios no Husmo dta.
liba de Fernando-bi-te naeiooal Strgypouo, capi-
to Henry Jos Vieira da Silva, carga diferentes
gneros.
Liverpoolgalera inglesa Btrmone, capillo Joba
Gregory, carga assoear e aigooo.
Rio Grande do Sal patacho bratilsiro Arroto
Grande, capi asimcar e ootros generes, e 1 eseravo a.entregar.
Portot>rigue ponogues Adelaida, eapliajoao lia-
ra PebSia, carga a-socar e outros gneros;
Observaele.
Suspenden do lamerlo para a pesca o hiato ame-
ricano Charles U. Cook, capilo Joseeb S. Golelte,
com a mesma carga qoe tronie da pesca.
Fundeoo no lamarao orai barca Inglsti, 0113
nao leve cemwonieacao eom a trra.

I
i
i
330:307*069
Hovlmento da alfandega
Voloroes entrados oooj (azenaas......
> oom ^ 475
Volames sabidos com faiendas......... _44
com gneros.....
20*
------233
1
DECL1BA(0ES.
Descarregam hoje 21 de abril
Palacbo nacionalJaeoa/omercaduras.
Brigue porlogoetLaia J/fid-m
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A lllastrlssima jonta administrativa da Santo
da Misrricordia do Reelfe, manda fater publico,
que na sata de soas sessees no da 23 do corrente,
pelas i boras da tarde, fe ba de arrematar as rea-
da dos sitios reonidos n?. 13 e 18, no logar das
Salinas devendo t arrematante fater a soa enMa
os concertos de qie preeisam as casas qae existes
em am dis ditos sitios.
Os pretenderes deverio apresentar-se com soas
propostas em cartas fechadas, acoropaohados de
spos fladores, ou molidos de carias d esle.
Secretarla 17 de abril de 1868.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Soott.
SANTA-


Tberciiles palmoRares.
II
Gs principaes syr>-iomas da formagao de tuber-
cuics nos pu'iuCc-, : j :
L'tua ios.-e secca quaudo se levanta d? manba ;
respirai;ao curia, dilliullosa e rpida quando se fat
etercicto.
Paliidez eitracrdmaria, molleza nos mo9Colos,
emmagrecimeolo em iodo o cotila, dtulculdade em
faier esforc., qaer phy^lco qaer menul.
Esies syaiptomas podem coDiiouar por mullo
lempo sem augmeaUr-se o mal ; porem cedo ou
tarae appareeero tignaes do aea prugresso : o
polso se turnara' mais rpido, seotir-se-ba fro pelo
espiuosco de uiaobe e do tarde, seguida por fo
Ore. D ah em maoie o doeole passa a ooite tn
quieto, losse secca e irritante todas as vetes que se
vira na cama.
Neste primelro periodo de pbtysica tobercolosa
os puimocs ooutm ja' mais oa meaos dos dtp ..si-
los tuberculosos.
A transilo do primelro ao segando periodo
dejta molestia em Iguus vagarosa e aueoas vtsi-
vel, e ootros rpida e evidente. No segundo
-penooo a tusse aagm-mta-se na frequencu e na
violencia, e a espectoracao 6 m:ls ahundaote e
muitas vetes ceatem poqueoas aodoas de saogae.
U fro, a feore, iosomnia, suur de noie, sao mais
octavis, e a febre beciioa mosira-se clara-,
mt-nt-.
O semblante pallido de mauti. e de tarde tor-
na-se corado.
O terceiro periodo' simplesmente o segando,
gradualmeiiie aU|TU)eeUdo.
A sevndade,*a rapidez dos syroptomas e o pro-
gresso da molestia dlflerem uiuuoem diflrfrenles
casos, e depeodem da ceosutuicao da pessoa e do
clima, lempo, etc. Bm a'suus a marcha gra-
da', sem uor e com ppoea tos-e, aeumunhdo 6f
oiarrna, soor, He., e o doeote anda nos ltimos
das mosire-se cbeio decoragem e esperanca. Em
ostros, e pela-maior parte, a marcha>desta terrivel,
molestia rpida e dolorosa e a luta mertal otra
a spdranca e'o desespero moura a stvendada da
dof>oea e o sonVimt-eto do doenie.
Bm iodos o tres periodos nao ooohocemo re-
medio roelhor do ooe o PmTO.a. BtnN-0
Da. A-no, se for lomado a im o, a cur e qo*i
certa, e mesmo quand a lorie protima ello mi-
titia a dore ailivi o suffrMDeoto.
Orna wsse por mala leve qoe sej perigosa e
deve ser tratada imatedtatamente antes qo- lome
mandato de captara contra o ir", DelBno J^Pes-1 assento sobre os uoin.6"s; len sempre em case
soa, caso o) preste laoc> rdnnea, e nos termos de om poco deste Patroaat. oaaaaai e siga as di-
direita, sendo o sajo Diflao eoodemoado Das reeedea qoe acoesi*ooai eada lreo.
enstas e mais prOBun espera o advogado Chrlstovo da fcooha Goooa Roo- .lomar o fioivaiua. debahio a direecao de om me-
to Uator. I dico eoteodidu. Observando ao me-m> iwnpo
Segoia-sea oltioa peca pedida t*lo-sapDlleantJ,-toda a mtela possive', qoaoto A dieta oao;
em so* petie'ao retro, que a sedteeajB do temj lempo,
seg'iinte :
Yisto estes aalos de rdeorso crt^ loterpnsto
pelo rrorrente, rei*eo'Rlves de Mello, contra
o recorrido,:l>eUla > JodPereira. prooooclado por
fennjKOtos pradieadcw.^ia eeereva eneres do re
EMPREZA-DRAMATICA
TEI^l FEIRi 1 BE -BUII
Terceira reprtsentaco do grande drama em o actas
ACTOHES.
J. Augusto.
Toomaz.
Rarr-to.
Brorbado.
C. Rocba.
Graea.
G"mes.
PERSONAGKNS.
Sim5o(<*a'0 de esqadra de granadeiros.)
Taherny (commssarloi. .......
Ogeoeial Rooqoeberl........
Pedro Frocbrd..........
Picard (cassador.)........
G-rniroi (labfllio.........
Poticboo (caroponez.)......'
Lncianno.............Pedro,
Pigocbe (soldado)..........P. Goimarae?.
Loorerco {criado.).........S,ota "8a-
Um capillo............Goi;r,e,,-
Mma de Raotiberg..........Sr.* M Velluti.
6enoveva..............Carolina.
Camarina (vivandeira.).........J""*-
Marlcita.............' 0*
9 Soldados, caroponetes de ambos os setos.
.. atco'passa-se o 1 acto na Allemanhaem 1805, os ootros qoatro ero S. wnrenjo
r Comecara' as 8 bous. t
No so de qae chegne o vapar eom favoraveis
noticias do theatro da guerra, e expeetaculo ser. em
grande gala.
em 1916.
Afta e Florida de Mirruy & LiBrein.
Qoe os poetas erobr-ra failem dus ortt odotifti
ros a Mt'saaaieo Arabia -r Porm apetar de iodo
* *d0' 'kraoj.es prortaiiraooo derramarlo loceoro e nerj
lame mais ratrmtaotee deluiUvel, do qoe squelle
delicioso-edelieadj ^rema qne exbala a diroanai
datu adatravel essenea, coloida aos cao pos vir-
A aimospbera, a qual roeba o
' qossi todas as mais aguas
tir bsm pouco B"ito sobre
reoie eic. .
Considerando qne o joit, para enneeder llanca
ao re He Mrarse ao*to, aoaaaa de ooe o
a pttm oaoeicedaa om aooo de arao,
dele aruma, a qual perlones
BSSiSrrE His tt^^fstezi
aor aoTarljneoloi leves T^ i? KuflS l S2 peders etaecUea' o aiaaaradar 9uiie tr ilde eteetU a' oou prolongada evapor.eao oa
EJHPBE2EA IIIllMATICi
(Juarta-fera 2< rtft abril
BENEFICIO DE J0i(]IM AUGUSTO.
Representa se oacreoilaao drama em 8 atice
0 Uene8ciado desemproba o papel do mannaeiro Jorge Mauricio. *
Comedia em 1 acto ornada de mosica ___
<>* OVO* BE OUBO
3. Rogosto moito cea e mdoospera do
Os tilbetesach.m se a venda uo tbearo.
%
Jfo %
los.rado publico.
Quinta-feir 2S de abril de 1868,
Granae e oltima represeotagSoexiraordioaria de prestldigHacSo e canto por Mr. e Madama
Hermano, e em beneficio de Madama Rosala Herroaon, prima dona do Ibeatro de Utir-Torlr.
PrograoMBavarii.rtooooiendo al ornas surte.-oovas. .,.
A orebestra exten ara* no principio a maturk Bermann eomposta em obsequio por Mr. tm-
baro. discpulo premiaao tom o premio de bior dd conservatorio imperial de Parts.
Prime ira parte.
i.Serte de cartas. >
S,A chave mestra.
3. O caf do Grlo Mogol,
t*As rolas sympaibicas.
5*O avarent".
IMERVALLO DE 20 MINUTOS.
Segunda parte.
A rcoestra exeeotara' a pbanlana omtante la fe Bowe*or, por %t. Qm**-
MadaoM Hermann cantara'
!4 cavatma de Behtih de TeodsReUlni.
"..^Borerolieoro tovieihh>. 15 mun UB INTERVALWX a%mka^
A oreoestra ewWkt*.' a oo4ia Rooalia Hermann eomposta pur Mr. *"
8golr-6fi-bapor Mr. Hermano
4A fabricada doces. KmraL.i
3.*-Eui qoeiogar nuereis acha-lo T
.jj.-v-JO.ov.> T.ihm Tehim.
4 -0 diobeiroviaianle. ..i, endaMfMaa. <.-
,Mm eneaatUdea aa aa b*^*"*
i\
I
C8i trm coa 6 eatraas.
o?-0Bai
pREt; f
Camarotes (le < erdem
Diios de dru.
Ditos de 'dlt.....
Caieiras.
1M0
8#000
^. ___ "',,,*: Lu^mI. das' li horas da mantea as 5 da tarde, so bftJMft
ttto-^ pooWW prewrados as Hi"^ll"ll,tfe.
Eorop ; mi fll o especiaenio oo eicrlptorlo do tbeatro.



w
'
^^Bp especial
do Recife
. etc.
edital Tirom
vate e ana d
ooze hora!
dos auditorios a'
fallida de Pella
tridas as dispoilcdes
8 qnareota e dou e segua
Pero*
f*00
teUaH
abril de
da manbia,
reuaiao do*
Souvage, afita
dos artigo* oito een
las 4o
dorse
ver yodara* tapad fama o acto, eai a aroaorar
ifaiMlUray ser dada a aavsaanqoa teja dei-edari
a Malte isa a a paaaoudir repraatn
t* por doa* aarartoa eradoras, a em a poieal*
^^^^r^S^S Mwqttfo Wttira Km tKajror
Macei, escolas e Paoedo.
O apar Volmti, ommaBr
LMkWg'W'**' o aenhum ere.
ni* tWlliaV Jasajai aiador, i. este nao tu
C0MPANH1& PERNABfBUCANA
ri
r. SBMra H
#r rapar.
4**% Ceari
ma, e-minan
W0 para o
lIMHrao do cori
finSSi'J!* tarde. Recebe
"$B&ffrs&
as t horas da tarde, Bdscripiorio do Forte do
LeEto
a nobilia de tala #s^^HM
dra a Loiz XV (qaasiliova.)
Je si crre>e.J

datroelles (rae nao eompareeerem.
E para goe ebegue ao coaaaeiaianlo da lados
maadei passar o presente, cae sera* pabheado pela
impraasa aAtado ni lagar da costme.
Raetfe, 11 de dneabra de 1857.
Eo SeouBdaaa giiedoro a Caoba escreveni jo- ,
ra anata da, o eaarevl.
danta Pareira, seguir' ara
os portes cima no dia 39 do
orearte as 5 Hora* da tarde.
Recebe carga al o dia ti ;
passageiros, encommaadaa e
treta al x % turas da urde do da
escriptorlo do Forte do Matos n. L
X
engaar oj dftrJIAon i
afim J5I1 fil
WlMlIMIM
saceos
dito mulatioho e 31 latas com fumo pica-
do para eia/arffls- ^
O WteP*atm f*!?.lfif d 70 aaoaos eso' 8?rad m frascos <*^ fetjao preto.16 d.toicom dita. maUtiabe viodoe Y aa-
de F*rnsBdo de NoroocH > 31 latas coa fumo pi-
cado para cigarra : boje
do arjrf, posto qoe, sota* Miu***. ipoi* 3t rjoAri^^las juoU, de bygiw*
Salsa parnJba -, yae sao computas de atfbstewias dr neoaoma virtode medicinal E
IJ* *"!^Dj^\^/^frt^ i1 eos aotoret
adaeo-gosio-aoiadavel das misturas, que r verdad* nao tea ootras ntxmn d*aW
itanies e embolsar os loaos que resoltara oecessariameote rJemisWws esta ordem. ^^*
I
ms mm,
>> >o5
mximo de remedio paro e efficaz, que se pode fornecer ao doente pelos, precos porqua
.......i
ilicb as^n^fDtm W^J* Ubra de extracto poro dos memores deprjratfres conhecf* ua- medWoa, e* otfcrece
a, u bora, d. papb* b iw a^r^ e ^ f-Q ^ & pessoa podendo
i. .j.1....... exactamente de que o composto o ramedioque quer tomar. .

Segae com brevidade o patacbo nacional Uon-
teiro, para o resto da carga que Ibe falta irau-se
com os consignatarios Antonio Lalr de OHveira
Ed Manoel alaria Rodrigues do Nasciaeato, es- dlnbelro a
crerao, o subscrevl. da sabida
_______ liiMtit dt AUnctr Ararip$-
Coisclhos de compras do arseoarde
goerra, 17 4t abril de i868.
Be ordem do Illro. Sr. presidente do conselbo,
se faz ponjicoane o anooncio falto para o da 21
do e^reaiaitfKftraosfrldo para o dra 8 ; assim i Azevedo 4 C, roa da Crntn. 57.
aao qaa as O arrobas 4a plvora annanciada
sao da plvora graaaa propria para salva
Cnsela de compras do arsenal de guerra, 17
de abril de 18S8. '
FranolscQ la Peala Correia da Sllv,
Secretario.____________
O e'onselbo de compras do arsenal de guerra
pracis comprar o seguate:
2500 varas de algodao-sioho e 37C0 varas da
brira branco.
s pessja qaa qolzaram vendar ditos artigos
aprsente soas propostas na sala do censeibo, as
11 horas do da 23 do corrate.
Conselbo de compras do arsenal de gnerra, 17
de abril da 1868. ,
Jos M. I. J. da Valga P. a Mallo.
Coronel presidente._________
Ocuuselbo deT.ompras do arsenal de gaer-
TS precisa comprar o segainte :
Botlns 3i pares, lavas brancas de algodlo 62
pares. _
As passoas qae qaizerem vender ditos artigos
apresentem soas propostas na sala do conseibo no
dia 22 do correle palas 11 horas da roanhaa.
Conseno de aasiifvat do arteaal de gnerra de
Pernaiboeo ea lilafb abril de 1868.
J. U. I. Jacosaa da Veiga Pesso de Mello.
Coronel presidente.
Francisco de Paula Sjngalves da Silva
_________________Secreta no,
Santa Casa da Misericordia
do Recife,
Pela secretaria da Saava Casa da Misericordia
do Reelfe se taz publico que o Film. Sr. tbesoarei-
ro desta Santa Casa, na dia 90 do correte pelas
10 beras da manbaa, nesalao da casa dos expos-
tos, fra' pagamento as amas que se apreseotareo
oondazindo as crianzas que Ibes foram confladas.
Secretaria da S-.nta Casa da Misericordia do
Recife 4 de abril o 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues do Souza.
'Tribunal do cominercioT
Nesta secretaria Ocaro registrados :
O distrito da sociedade de Antonio Pedro de
Souza Soares e Jos Alves de Seoza Soares, que
girn sob a' firma Soma Soares & Irmao, coja II-
quidafo Oca a cargo do ei socio Antonio Pedro.
O contrato da sociedade de Joo remandes Lo-
pes e Manofl Jo.' da Silva Blaij, eitabelecidos
sesta cidade com negocio de fazeodas em grosso e
a retaibo, sob a firma de Manoel Jos da Silva
Mala dt (X, e o capital de 15:000^000 fornectdo
pelo.socio Lopes, em commandita.
O distraio da sociedade de Manoel Francisco de
Azevdo, Francisco Jos de Azevdo e Antonio da
Costa Ribetro, que girn sob a ArmaRibeiro A
AzevI j?, coja liquldacio fica a cargo dos ei-so-
cios Manoel e Francisco.
A enripiara de dotaco feita por Maooel Gomes
Viesas e sua mulher seo Oibo Manoel Gomes
Viegas Janlor de doos predios sitos a roa das
Triochsir.is n. 16 e ra do Destino n. 11 no valor
de 8:000000.
A esenptura de doUcao feita pelo cimm.9ndador
Thomai de Aqoino Fcnseca, a sua fllha D. Prlscil-
la Carolina da Fcnssca, da 1 sbralo sito ra
Nova o. 31, de nma escrava, maveis e iotas, ludo
no valor de.22:950^000.
Seeretari do tribiiu*! do commercio da Per-
nambuco, S de abril de 1868
Oofficialmaior
Julio Gnimares.

P4R4 LISBOA
Vae sabir com brevidadeoPatacho Por-
tuguez Maria da Gloria, capitSo YaleBte,
anda recebe algoma carga e passageiros,
trata-se com E. R. Rabelio roa do Trapixa
n. 44, 2.a andar. __________________
COMPaNHIA BR4SILEIRA
DE
Paquetes a vapor
E' aspando dos por tos do norte
al o dia 37 do corrate o vapor
Guar, commandaate o primeiro
teneate Pedro Hyppolilo Duarte,
o qual depuis da demora do cos-
tme seguir1 para os portos do sol.
Recebem-se dasde ja passagetros e engaja-se a
carga que o vapor. Doder condunr a qual devora*
ser embarcada no dia de sua ehegada, encommen-
dr.s e diDhelro a frete at o dia da sabida as 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros qne anas
passagens s se recebara nesta agenda roa da
Cruz n. 57, eseripterio de Aatonio Luii de Olive!-
Ara zevado & C
Nao se recebeo como encommendas seaia ob-
jectos de pequeo valor e que nao exceda a 8
palmos cbicos da medicSo cu 2 arrobas de peso.
Tudo o que passar destes limites devera" ser em-
barcada como carga. _________^^_
COMPATWIA PERNAMBUCANA
na
Navegaco costeira por vapor.
Rio-Pormoso.
O vapor Pirahyba, comman-
dante M. Costa, seguir' para o
porto cima no dia 21 de abril, as
7 oras da maoba. Recebe
carga, encommendas, passagei-
ros e dintoMro a frete no escriptorlo "do Forte do
Matos n. I.
ao pi-
sabas*

XAROPE
?SPECIALIDADE
DB
.ss :;
s antigs e recentes, eat.rrhos pnlmoa.r, asihaa; tost coavalsi, eatarrha'6
Urna mobiiia de Jacaranda' com 1 sof', i mesa
redonda, 2 consolos com lampos de pedrv, f ca-
deiras de bataneo e 12 ditas de guaroicie. 1 piano
de armarlo amigo. 1 cartelra cim mocho, 1 relo
glo Je parede, 1 espelho, 1 secretarla da" Jacaran-
da' obra do-Porto, 2 marquez59S, 2 aparadores, 1
mesa elstica com 4 laboas, 10 cadeiras, 1 com-
moda de jacareada', 1 lavatorio com pedra, 1
marqaexa, 1 mocho, 1 porta licor, 1 barco, mesas
de coslnha, looca, livros e muitos ontros objectos
de easa de familia.
Qaarta-felra 22 de abril
(no 2a andar do sobrado da roa da Cadeia n. 15.)
O agente Pinto (ara' leilao dos objectos cima
descriptor existentes no 2* andar do sobrado da
ra da Cadeia n. 15, e perlenceotes a casa de re-
sidencia do Sr. Antonio Leal de Barros, o qual sa
retirara no dia 15 do corrate para Lisboa, o leilao
sera,' efLetuado as 10 oras de dia cima dito na
referida casa:
leil
M
Urna mobia de jacarapda'coa pedra, 2 dazias:-
de cadeiras de amareiio novas, 4 ditas de pao PW qoe Dosjuigamos aoiortsados a compor o xarope que agora apresentamos, e aoffe-
d'olo obra do Porto, 1 -cama de amarello nova, rece-k) aos mdicos e ao publico. "
' I Provamos com os atlestados abaixo o qae levamos dito, e contamos qae o conceito
de qne j gosa o xarope vegetal americano crescer de dia a dh, deixando muito aps de
si todos os peitoraes em voga.
Illro. Sr. Birtholomeu & C O
conceitoadissima
braaehias, e rra goral centra ledos os soffrimcntf.s das vias rc'spiratorizs
DEPOSITO GERAL
BOTICA 13 DROCiARU
34 Roa larga do Rotaria 34.
PERNAHBUCO
tfoba. Duaaeroso exemplos de caras feiUs
fJOM*.
As preparac5es do Dr. Ayer 93o prepara-
das com especial atfeoeo ao clima dos taro-
picos, o tea modifleacoe* importantes sote
as qae s5o feias para outros paizes.
Porta nto de ve-se no lar com muito cuida-
dos, para que rio baja engao, que os re-
medios do Dr. Ayer, preparados para
Brasil, trazem rotulo e direecSo mi-
nuctosr na ingaa portogueza. Portanto
coavem notar com maito cuidado qu ro-
tulo ou envoltorio de cada frasco traz aa
frente o nomo do remedio e descripcSo a*>
seu oso na liogua portugueza.
Deve-se recusar todo e qaalqost
toerapeutica das diversas molestias do peito, desde a pbaryogite ou mal da que for offerecido com rotlo en i*
garganta ate a tobercolacao pulmonar, passaado polas diversas bronchites catbarraes e o : que no tenha impresso em um dos
empbysema acaba de ser enreqaectda com mais este medicamento, que tomar a primeira I do rotulo o nome do agente
ordem entre todos at boje conbecidos.
O xarope vegetal ameri ano, garantindo puramente vegetal, nio contera em sua
composicao um tomo de opio, e sim somente suecos de plantas indgenas, cajas pro-
priedades benficas na cora das molestias que pertencem aos org3os da respir'acao foram
por nos observadas por longo lempo, com ptimos resultados cada'vez mais cresceotes ;
o
lado
geral par e
Santa Casa da Misericordia
do Eecife.
Pela secretarla da Snta Casa da Misericordia
do Recifa se faz publico que a Iilm." unta admi-
nistrativa cencede ainda o prazo iojprorogavel
de 30 das aos propietarios dos predios da ra
da Roda foreiro a'ioesma Santa Casa para paga-
remos foros que se acb;m a dever, e previne a'
aqaelles que nesse prar.o nao realisarem dito pa-
gamento qtu se loes propora' accao de commisso.
Secretarle da Santa Casa de Misericordia do Re-
cito 2 de abril do 1868.J
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonta.
rjQJBiRilllO) IRM
Pela airoioistracio do "orreio de.-ta cidade se
faz publico a quera interessar possa, que nao se
demorando os vapores da Compaobia Messageira
Imperiales oeste porto em seu regresso do Rio de
JaDeiro, o tempo preciso para se fazer a eipedicio
das malas com dire^ao a' Europa, dando assim
logar a qae delxasse le ser devidameote processa-
as, tem resolvido qae d'ora em diaote as malas sa
fechem as (i. da tarde do dia aaterior ao da ebega-
Adminisiricao do correio de Peroambuco, 20 de
abril de 1868.
O administrador,
Domingos dos Pi-s.s Miranda.
AVISOS Miiraios
COMPAHiABRSILEinfi
DE
Paqufites a vapor
l3os portos do sol esperado
at o la 22 do correte o vapor
Tucantins, commaodante o capi-
tn tfnenie Jos Raymuodo Pa-
rla, o qoal depois da demora do
cosame seguir' para os portos do norte.
Resabem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qne o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no diado sua ebegada, encommen-
das e-dinbetro a frets at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-so aos Srs. passageiros qne soas
passagens sp a receben) nesta agencia roa da
Cruz o. 57, 1* andar, escritorio de Antonio Luiz
de Olivetra Azovedo & C
Nao se resebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam de 8
palmos cbicos de tredlco os 2 arrobas da paso.
Tudo o qae passar dsstes limites devera' ser em-
barcada coqxe carga.
Nao se recebe carga para o Ceara'.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI '
Naregaelo cosleira por yapar,
Goianna.
. O vapor Uamanguape, comman-
dante Melle, seguir' para o por*
to aciu a oo dia 2o do correte as
9 horas da notte. Recebe earga,
. encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, no escriptorio do Forte do Matos
o. L_______
Para.
Segu com brevidade o h.aie Lindo Paquete, ca-
pilo e pratico Prancisco Ripalru Birros, admiti
anda algoma cirga, para o qae se trata com o
respectivo consignatario Antonio de Almeida Go-
mes, a ra da Croz q. 23, Io andar.
T'ar
Segu em poneos das o p\lhabote Emilia ; an-
da recebe alguma carga, a tratar com Sa Leito
Irmlos rna da Madre de Dos.
Para o Rio de Janei o.
Pretende seguir Com muita brevidade o brlgne
nacional Isabel, tendo parte do sea carreeamento
promtto : parado resto que Ibe falta trata-se com
es seas consignatarios Antonio Luiz dsOliveira
Azevedo & C, po sea escripiorio a' ra da Craz
n. fi.__________________
mu 0 BORTO
A barca portugueza TAMEGA, qae j tem parte
de sea carregamento prompto, pretende por isso
sabir em poucos das, para o resto da carga tra-
ta-se com es consignatarios Carvalbo & Nogceira
na ra do Apa j o. 20.
poaco aso, 1 rico aparelbo de porcelana .para
janur, 1 commoda. diversas marquezas, mesas
para jaotar, marqaeiSes, consolos, quadros. com
rica* eslampas, mesas pata Jogo, |arros de mar-
more, am aparelbo de metal para almoco, 1
barril com tinu Gna para asb de typograpoia e
ontros monos objectos.
Quarta-feira 22 do correte.
O agente Mirlms tara' leilao dos objectos cima
mencionados no aromen da roa do Imperador n.
16, as i 1 boras em poeto.
Leilao
De dous transelins de ouro de lei obra do
Porto.
Qaarla felra 22 do corrente.
O geme Martina fara' leao por auteilsagao do
iilm. Sr. Claudino ce Araujo Goimarjies cnsul
de Portugal, dos transelins cima perteneentes ao
espolio da Joaqoim Francisco da Silva Coelbo, no
armazem da ra do Imperador n. 16, as 11 boras
em panto.
ra
Dd-djias casas terreas meiaaguas
dasCarrocas n. 2 e 10.
O agent Martins fara' lelUo por ordem do
Ilim. Sr. Dr. Claadino de Araojo Goimares cn-
sul de Portugal, das casas cima pertencantes ao
espolio de J^aquim Francisco da ilva Coelbo.
Quinta frira 23 do correte.
No armazem da ra do Imperador n. 76, as 11
boras.
sua
arapa vegetal americano, preparado em
pbarmacia, am til remedio para combater terrivel aslbma.
Sofriaeu aquella molestia haquatro mezes, sera anda ter combatido os ataques
mensaes qae linba; este ultimo que tive foi fortissimo que me prostou por 8 dias, usei,
porm o sea milagroso xarope, tomando apenas tres dses, e al o presente nao fui
de novo atacado. Prasa Deus, que eu fique restabelecido por urna vez.
Rendo-lhe pols os meos agrdecimentos por me ter aliviado de l"o borrivel
mal. Coma mais significativa gratidao, subscrevo-me de Vmcs. affectuoso e reconhecido
criado.Seoerino Duartt.
Saa Casa 14 de fevereiro de 1M6.
imperio do Brasil.
nico deposito ra Direita n, 15.
Vende-se Pa botica francesa deP. Maorar
dt G roa Nova n. 25.
LOJA
DB
REL0J01.IRO
DB
Vctor Grandin
Saa da Cadeia do Btcife S. 49
O proprietarlo deste estabelaci-
mento, premiada com a medaiDa
da exposigSo universal de Parts
no anno de 1855, tea expott a
venda em sua loja, ora grande
sol tmenlo de reiogios para algi-
belra como sejm : de ouro a
praia, sendo dos melbores fabricantes, de paten-
tes icglezes, snisses e ensoataes. Taaabem tem
uoa grande quanlidads de reiogias para parede,
ISSiSSESiSr Depos de.qo!si seis m.de ******com uma cirdSSs'Ses^io^rsft,6 es
o aso que
orto
Para o referido porto pretende sabir com a pis-
sivel brevidade o patacbo portugoez Garibaldi, re-
cebe carga a frete : a tratar com David Ferrelra
Baltar, ra do Orara n. 66, ou a bordo com o ca-
pilao.
vi.
Aluga-se
o segundo andar e a hj do sobrado da roa de
Aguas-verdes n. 48, multo fresco e com bastantes
commodos como beio om grande salao para aula
de meninas oo escriptorio : na ra dos Martyrios
n. 4.
Ama de leite.
de leite :
na rna das
Precisarse de nma ama
Laraogeiras n. 10, hotel.
Em consideraco de novos trabalhos
nocessarios para o augmento do gaz que
provavelcoerite ser preciso para as gran-
des illuminacoes que devem haver por oc-
casio da noticia da conclusao da gera,
n5o podendo a empreza do gaz fazer estes
trabalhos cootinuando a fornejer a il omina
Cao pablica segundo as horas do contracto,
o gerente da dita empreza obteve do Exm.
Sr. presidenta da provincia a con;esso
por algans dias para apagar a illumtnaco
meia hora depois de meia noute. O mes-
mo gerente agradece mais de uma vez a
bem reconhecida benevolencia do respeita-
vel publico para a com.innhia.
tosse incessante.fastio extraordinario, expectoraf5o de um catarrho amarellado, e perda
quasi total das frcas, que o menor passeio me fatigava completamente, cansado de 'to-
mar maitos remedios sera resallado, tive a felicidade de saber que Vmcs. preparavam
o xarope vegetal americano, e cora elle, gracas a Dos, me acbo restabelecido ha mais de
dois mezes, e robusto como se nada livesse soffrido.
A gratidao me forca a esti declaracao, que poderlo Vmcs. fazer
quizerem.
Son com estima de Vmcs. maitos respeilador e criadoAntonio Joaquim di
Castro e Silva.
Recite 8 de fevereiro de 18r6.
Atiesto que usei do xarope vegetal americano, de composicao dos Srs. Bartbolo*
meu&C. para cura de um forte delluxn, que me trouxe uma rouquidao, que me nao
fazia enteder, inflamroaco e dor na gargatta, tosse, grande falta de respirado, e fi-
quei completamente reslahelecido comumi vidro do mesmoxarope; pelo que Ibes pro-
testo eterna gratido. Recife 10 de Janeiro Ge .1868. Joaquim Pereira Arantes J-
nior.
Eitao reconhecidos.
Salsaparrilha de Ayer.
Chamamos de novo a altencSo do
em 1470, e ypocrates e Cleso poem fra
de davida sua antiguidade ; porem certo
:: que boje existe em todo o
todos estes relogios sao dos mais
bonitos model *. O mesmo concerta relogies de
todas as qoalidades existentes, assim como tam-
bam concerta ebronometros da algibeira e martU-
mos : receba setnpre por todos os vapores, ana
completo sortimeoto de eorrentos e trancalias,
seodo tudo de ooro de let e de modelos os mais
modernos, assim como diversos obj*elos de tnjoa-
tena dos mais bonitos e modernos gostos.
Diario do Kio de Janeiro
O agentes do Diario do Rio de Janevro, nesta
praca, ace'tam assigoatoras e publicacow para s
mesmo Diario; a' tratar na ra da Cruz n. 66, es-
criptorio. ^^^
a tenco
Na roa estreita do Rosario sobrado de um an-
dar n. 35 avisa se a todas as pessoas que feslc-
jamo Mez Mi'ianno qae tem nm grande sart-
meoto de flores proprias para enfeltes de orotorio
e altares, arcos, palmas, festSes o rosas, boquets,
i flores de panno e de papel de todas as cores e
mundo, eque|efaz-se mi.-, e qoalijoer encomroenda pira fora
2ZTloZl%:afSo SS?ttlf* denm^odo **** *****^~*^j&5*&S&*
tracto composto da salsaparnltia do Dr. E> mpossvel achar 00tra moleslia
Ayer; este nome fot-lhe dado nao por se- de tal maacira afftjcte toda ^^fl
a feogredin icnie principal, mas porr que Ppparega Kh WltiS frmaSj e ataque
I o bomem de tantas maneiras diversas.
A syphilis primaria muito conhecida,
LEUDES.
De orna carraca (da a:fandegi) e
um boj,
IIOJU
vercafeira 21, em frente da alfandega as 11 boras
Pelo agente Pontual.
SOOET GNfiRALE
DI
de jaatar, 1 mesa de jogo, 2 cadeiras espregaica
i ranaporsmaritxmeS a VCipeUr deiras e ontros Object. s de casa de familia.
Aloya so a paaaru n. 1 no paleo da Sinta
Cro?, com os seus atencilics e pela sua anliguida-
de esta' bem afreguzada : qam a pretender diri-
ga-s j a travessa da Madre de Dos n. 15.
CfiS Dfl FORTfl~
Aos 40000
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'ra do-Crespo n. 23 e casas docostdme.
O abaixo sssiguado venden nos seus muito feli-
zes bilbetes garantidos da lotera qne se acabon dt
extrabir a beneficio da matriz de Buiqae os
segaintes premios:
N. 2299 am meto com a sorte de 4:000.
N. 287* um meio com a sorte de 3< 01.
E outras moltas sones de 1005, 40 e 20$.
Os possuidores podem vir receber seus respecti
vos premios sem os descont; as lels na casa d
Fortunr roa do Crespo n. 33..
Acnam-se a veuda os da 3' parte da lotera
a beneficio do patrimonio dos orpMos (2?) que
se extrabir a' terca-leira 21 do corrente.
Freco.
Bilbete.....000
Meio......2*000
Em por cao de 100$ para cima.
MUnte. .... 3*500
Meio......1*500
Manoel Martl3 Fioza. "
Cemiterio pnblico*
As pessoas*qne setentificaram ao adminis-
trador querer trasladar os restos mortaes
daquelles que Ibes pertencem para depsi-
tos tas igrejas, cojo tempo para e&bumacao
acha-se findo, teobam a bondade de, do
prazo de oito dias, tratare de requerer, do
contrario serlo abenas as catacumbas em
que esi3o sobredttos restos mortaes.
Admiaistraco do cemiterio publico. 14
de abril de 1868.
O administrador,
______________lfcaoal LnizViraes.
510,1 o^d'l^aial?^.B^
aa franceza, 1 berco, consoles e 1 cadeiras de vaneas He maasapa a aaa, tta^SS
ttaCos de Jacaranda, 1.masa para jaotar, I apa- dos a roda da moenda, mu tos mangue, ema?S
rador. 1 sof'. % consptos e 12 cadeita. para sala prximo ao embarque, aluv da omm^'
avai-Inda* e llmpas.
A 2i do corrente.
O agente Oliveira ara* leilao por conta e risco
de qoem perlencer de porQ5es de estopas, brins
lisos e mais fazeodas avai-jad**, assim como de
diversidades de outra em psrfeito estado
iio.ii;
as 11 boras da maoba em ponto, em seo escrip-
torio ra da Cdeia n. K, 1* andar, por cima do
armazem do Sr. Barroca.
" "-
LE2IL40
DE
A SABER .
Um piano forte (excedente), 1 machina de cos-
tara. 1 mobilia com 1 sof, 1 mesa oval, 2 conso-
Atodia
por fra
depais
I
TS FrUMCAIS
corrala apara a do Mi o a- (no sobrado do la'go do Paraito o. M)
umaadante Alesais, o qoal O agente Pinto fara' leilio dos ob}*Mo8 cima
arado cosame egiira.' par Qk" daj^npis exlstenlano sobrado ta largo d Ea.-
Vicente, Santa Crox de Te- raizo o. 24 e pertencentas a casa de residencia
oajfrfa, GiotaUar a Matelba!
P*ra conJic5es, fmtes a passagens tratase na
afeada roa da Craif p. W. H9 Hv "
do BMiof aUaoul Porfirio da Castro Arau
lieteva' Htetaado as 10 horas do da
na referida easa.
o iei-
a di
a tratar roa da Aurora P. 20.
Aloga-ea a luja do sobrado da roa do Ano
o, 17 propria para qiialqor artista : a ttat.r na
evndadaru>daMeda,n.39.
Precisa-se de uma ama de I ella que nao tra-
ga filtw : na rea, do Ti^mcfte p, U.
Precisase de oroa.ama protapira saivf
e de casa ; usj Ctoea Pius n, 1 seg
ua _
ndar.
que este nome geralraente connecido e d
uma idea clara do medicamento e os seus
usos.
A raz da salsaparrilha dos tpicos co-
nhecida como .um dos melbores alterantes
que possuimos, porem os mdicos todus sa-
bem qae ha ootros tan bons como ella, e
que em combmagao com a salsa s3o rruito
mais cffieazes" do qm qoalquer droga pode
ser por si s; portanto, este composlo de
salsa, labaca, stilliogia, madragira, etc.,
possue muito mais poder sobre as enfermi-
dades do qua quaiquer dessas drogas s.
E' preciz notar qu nao uma prepa-
racao secreta, pois a formula de tua prepa-
rado tem sido publicada muitas .vezes e
submettida s juntas da hygiene "publica,
mostrando exactamente as drogas qae en
tram na sua composicao e o seu medus fa-
cient. A grande vantagem de remedios
desta qualidade fcilmente percebida; o
medico sabe exactamente o qae est reeei-
t?.ndo e os resultados que se devem espe-.
rar, e o doente saoe o que est tomando, o
que nao acontece com a maior parte dos es-
pecficos que por abi se apregoam ; no em-
prego de preparages- medicinaes como as
que o doutor confecciona, evita-se um sem
numero de males que resultam do uso de
remedios secretos que tem quasi sempre
por base alguma droga perigosa, amo seje
mercurio, arsnico, etc.
O extracto composto de salsaparrilha do
Dr. Ayer especialmente efficaz ua cura das
molestias que tem suu origem na escrfula,
na infecgo sypbilitica em todas as suas for-
mas, ulceras, chagas, mal do ligado, dar-
thros, empingens, sarna, corajchOes, tumor
res-, rboumatisme, pstulas, rtoda quai-
dade de erupges, ele, e em quaiquer im-
pureza do sangne, pois opet^i directamente
sobre o sar.gue e as secreces, purificndo-
os e expulsando o veneno, e livraodo-os da
acgSo viciada inspira-Ibes novo vigor e no-
vas forcas.
SALSAPARRILHA DE AYER
, sem du-vida, o mais poderoso renovador
do sangne, conhecida a medicina, pois o
odco remedio da que se tem tirado vanta-
gens permanentes no traiameeto da syphilis
e escrfula,'
De todas as molestias que aflligem o bo-
rne, talvez nao baja ama qne infunda tan-
to terror, netn orna qne-, seja tao ioeioravel
e horrorosa nos sens estragos como a sy-
philis, mal syphitico on m3l venreo.
E' piovavj que esta mi-lestta teaba exis^
tido desde os lempos mais remotes da his-
toria, entre o judeus, ^rogos e romanos,
porenr algans autores* pensam qoe fot in-
rrnduzida na Europa da |america depois de
Coiombo; poreqr ha prtxvas. positivas do
contrario.
Segunda Valerras, a, calvicie e as ulceras
ni Cara de-Therias, da qua falla Tcito, fb-
rm- caosada*, peh> sypitts. Ha provapa-
sitiv** :poe ariiai.80 anno pelo menos, at-
es de Coiombo.
G. da Salicito diz qae. 'rstio ea Millao
em 1J09.
Wtrs de Argelatofaa reThaaBblool
qaer parte, faz se capillas para toenidas e senbo-
ras e flores para enfeites de chapeos e tocas para
criancSfb'ijoeis e fljre3 naturaes para casa-
mentos com bus bordadas a ouro e letreros pro-
prios, boquets para bandeljas de bohs, tem (olbas
de flores a groza a 1* a vender-se de papel pro-
prioa para rosas, dallas e imi flores.
Casa de conimissfio de es-
cravos.
Na antiga casa de commissao de escravos a rna
do IoiperaJor n. 4j', terceiro aedar, continna-sa a
receber escravos por ccmmis ao para serem ven-
didos. O abaixo assignado nao poupa eatWsoa psra
que os mesmes sejam vendidos com premptidao,
ailm de em ludo agradar a todas as pessoas qoe o
queiram honrar com a sua conflanca. A segaran-
e c bom tratamento, e proiipia venda, deve ani-
mar a todos qce se qaizerem desfazer dea'gaa sea
escravo. Ne.-ta casa ha seropre para vender es-
cravos de ambos os sexos, mecos e velbos.
^^^^^ Antonio Jos Vieira de ouza.
porem a secundaria ou constitucional toma
formas differentes que o primeiro sympto-
ma de ve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os symptomas premonitorios mais com-
muns sao: languidez, abatimento moral e
physico, falta de appetite, insomnia, olhos
pesados, dores rheumaticas, particularmen-
te de noute, pallidez, tonteiras de cabeca,
magreza,' dores nocturnas e s vezes peque-
as erupcoes com Cebra; depois vem os
verdadeiros, irritago na garganta acompa-
nhada de leve febre, dures as jautas,
queda d'S cabellos erupcoes, dartbros, tu-
mores nos ossos, cceras, manchas na pelle,
dores de cabega (as dores syphiliticas sao
menos fortes durante o dia, geralmente co-
mecam a angmentar ao por do sol),* snrdez,
tum res malignos, zuido nos ouvidos.
As erupcoes syphiltiicas sao de muitas
especies, como erupcoes escamosas, erup-
ges ulcerosas, erupgoes pustulosas e erup-
g5o na pelle da cabeca fazeodo cahir os
cabellos.
Salsaparrilha do Dr. Ayer.
Para assegurar uma cura permanente es-
te remedio deve ser lomado com regnlari
dade e constancia, observando escrupulosa-
mente as direegocs qae acompanbam cada
frasco em ponoguez, e ao mesmo tempo
deve-se evitar excessos do todas as qual'i-
dades.
taCarecembem especial attencao o
Peitoral de cereja
Do Dr.Ayer
para cura radical e certa de todas as mo-
lestias do peito e garganta, tosse, consti-
pafes, bronchites, astbma, defluxos, rou-
quidao, coqeulucne angina e dipberia.
A grande fama qae tem grangeado este
remedio devida s adrak-aveis curas da t-
sica pulmonar, molesta esta lo penosa e
fatal em soas coaseqoencias, que aquelles tr o
que 850 atacados dos priaieiros symptomas ^eitadatado usana ioterasaes.
Hmrom c <>.n^nn ,; .j mccinoi necne, w ue aorn oe isos.
ROUBO
Um par do brincas de corsllloa (de ouro) fe lio-
de um ramo, 1 par de brincos de corallma branca
(de ouro),' 1 aifinete do mesmo, 1 par de argollas
de anienti-tas com om aljfar, 1 par de argollas
esmaltadas coa 3 aljofares, em cada urna, 1 alfi-
nete da mesma, porm com mais ds 3 alj.fares, i
crociflxo grande de ooro, com os cravos com am
diamante em cada nm, 1 alnoete de ooro esmalta-
do de azul, com um ramo de perola3 e om rubim
no meio, 1 alfiaele de ooro com ama firma feita da
cabellos com as segnintas iniciaes M. E. L. A.,
atraz do alflnete tem ss segn'Bles palavrasAml-
sade e gramlo, 3 aneis, sendo 2 pequero* e ca
com om grande coral oo mel, 1 cordo de ooro
com diversas tteias de se bular no peseoco do
criaoca, 1 cordao de ouro com nm denle encasto-
do, 1 polseira de cabellos eastanhos-, encasioaos
cm onro, 2 nozes contendo denlro prrparos para
costara, porm lado em ponto pequeo, f pares da
oiots de ouro para pannos, 2 ditos de onro para,
abortara, 1 cero* de curo de Nossa Senhora da
Coneeic>, orna poreio de caraes sollos, algomas
podras entrefina?, 1 calza pequea de madotra,
onde tinba todos* estes objectos.. Quem .".ppreben-
der qulUj'.er um destes objectos qoeira levar ao
Clnb Pernamboeano, oo a ra da Aurora n. 12,
qoe ser recompensad.
Os abano assigoados, tendo disolviio amf-
gavetmente a sociedade qoe tinbam t loja de la-
zendas da ra do Qaeimado n. i6, sob a firma com-
mercial de Goimares dt Basto?, a qoal durou al
13 de lezembro do anno passado pela, presaata
fazem sciente ao respeitavel cerpo de commerat
desta cidade, que do dia 1- de janairo d j corraala
sobo em diaota conUauou o mesmo estabeleciotea*
to a cargo da nova ArmaBastos Irmos; a gata
ficoa pertensendo todo o activo e passivo, po^aa-
snclo Guimares at aquella data pago q sa-
devem ser tratados q mais cedo possivel,
e o primeiro remedio que se appliea deve
ser efficaz, pois nao ba tempo de fazer ex-
periencia. As pessoas atacadas da tsica,
geralmente fazem pouco caso de seu mal, f
at que soja tarda- par, cural-o ; nes,
mais do que em qaalqoer outra ootra
c -osa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal ue uma molestia que mostra os;
seus esiragda com inna*ero3 e assombroeos
casos na estalislica da mortaodade. Por-
tanto o dever de todos procurar o alivio1
mata certo e mais prompto qne podem en-
costrar para a cura de qudqoer symptoma
oo principio desta terrivel molestia; bem
cono todos os mates que podem conduzir
a alta, como tosses, resfriadas, defluxos,
dor de garganta e da broocbitas; qualtjaar
rouquidao deve ser tratada immediatamente.
A experlericra mostra qoa o pertorirt de
cereia d Dr. Ayer cora todos estes padec- m
ment* qrast sam exeepa e rara o.ra-
Prapcieo J s Alyes Gaimari*!.
Joaquim Olilo Bastos. -
Demetrio Accacio de Araujo Basto.
Papjgiio.
Ka domiaganliimadasUlJorai para meia d*
vooa da varaada. da sobrado da roa do Crespo
o. 10 um papagaio teado no p um podaco d*
corrente emendada com corda ; a pessea qaa o
pego, quereado resumir, pJe-o levar a' dita,
caaa.
s
W**sBse aK>gar mi teftS
vico interno eexterao da 1
I tratar na rea da Madra da Daru
gar, nos panes ooda coabacido qae tt*)|i>tH *ruj'.c;a capela t
teopithea d ?&*<
Mw O L, Plaho.
Aeabade ebegar eb* de primeira
para so das pawoaa- nae se araiam ho%
meopatteamaote Yeaiie-e e paootw el
libra.
Rol fova-ii:3.
sorte
;
.-
:t
tS


ao&na&tm&ix&m. wfiSFtR'BswAa'
S^RiwraSWfWraWeas-f"
,
..<>

ANT1C1A FABBIC4 DE
MarU 4e pernaa*
DUf
M
fc.#f"*Mi
GRANDE LIQUIDADO
MAJ>AMAWFI
-N. 4.=*UA lX> CRESPO=N. 4.
Neste eslabelecimento, o mais antigo d'esta provincia, continna-se vender
todas as qualrdades dechapeos de sol, o a faier qaalquer concert e a cobrir de novo
as Velhas armacoes, quer de seda e 13a, qoer de algodao, para cojo myster tena am h-
bil oficial, vintio da corle. Achar-se-bao fazeodas e armacQes proprias lYarta, vontade
dos comprador*, e P*r dommodos presos, visto recebr-se dirclamenle de Paria.
ii



ESSENCIA CONCEPTUADA
lo ra da Imperefri;
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DE
-inr.
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-SBJ I
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-ioi
CABOBA
Qreparada a'fri por AugusteCaors,
PMRMACKT1C0 PELA ESCOLA DE PARS 8 SCSSESSOR NISTA CIDADI
db XlJLl.iX.fi J
ArlstMea Salsa ct e di. ioum
N. 22 Ra da Cruz N, 22.
i __=____ na*
Tratamento paramente vegetal sem mercario, iodo, ouro, nem oatre qaalqaei
Verdadeiro purificador do sangoe sem azoagne.
Especial para a cara de todas, as molestias que tm sua origem na impureza do
langue, como sejam as molestias boubatiras, syphiliticas, escropalosas, darthrosas, qne
veobam ellas por here litariedade, qoer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas infec
clonadas dos diversos viros qne contaminar o sangoe e os humores.
A caroba uin remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
4a Brasil, e passaodo sen uso de geranio em geranio, boje, am dos remedios, mai-
eooaecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morpha oa elephantiases, para cajo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha moito tempo entrn a caroba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda boje lembrado as pbarmacopas com o nome de seo
celebre autor Jlo Alves Carneiro: nao ella portante remedio novo nem desconbecido,
O ungento d caroba da mesma sorte preconisado desde lempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o cura defe uso oubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e empregeda com proveito ivo dasbeoficua de limpppcaco de muos ouiros agentes
tberapenticos enrgicos e dpois quotidiano.tl
Muitos dos nossos mdicos de cbnsideracjfc) e entre elles o maito distincto pra-
tko e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
de experiencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedadaa da caroba no
tratamento das boubas, das diversas formas sob que a ayphilis se apreienta e muito es-
pecialmente as que tm sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a caroba produzio admiraveis
affeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacSes de salsaparrilha, mercurio, iodo,
i i wm

pa,
Attendendo s urgeiitissimas necessidades em que se acba o imperio da Santa
Cruz, da mandar forjas para o sol, o Monro de Veneza, patriota orno acaba de offe
recer-se como voluntario da patria, aflm de nio pastar pelo dissabor (toser arbitraria-
mente disignado para o servicp da guerra, como esses guardas nacionaes rebeldes, e por
sso tendo elle de segoir brevemerite para o Paraguay, approveiu o ensejo de se despe
dir des seos numerosos amigos e freguezes, e ao mesmo tempo para Ihes lembrar que
esta a cccasiao mais favoravel do todas as pessoas sortirem suas dispensas, pois me-
dicidade dos precos dos gneros existentes no armazem do Mouro de Veneza convida a
todos [azerem o mais briihante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Admirem todos os precos segointes, chegoem vejio e comprem, e depois con-
fessem que s ama rpida retirada, poderia ser a cansa dos segointes gneros serem
vendidos por estes precos. a saber:
Azei tonas de El vas latas de 2 garrafas a 800 rs.
Ameixas francezas em lates cartees e boctas.
Assafates do Pono, temo de 10 por 100500.
Arroz do Maranbo.
*s Albos a 80 reis o molho.
Absiotho verdadeiro a 1#800 a garrafa. -
Balaios em grande quantidade para diverso misteres, como sejam : guarda roa-
costareirasfruteiras, e muito proprios para compras.
Concervas inglezes a 900 rs. o frasco.
dem para peixe e pimenta a 400 rs.
Ostras, latas gnndes a 1^200.
Yassouras americanas a 40O rs. cada urna.
sal refinado em potes de vidro a 400 rs.
Biscoitosioglezes, perola, crakoel, captaos, arrovrote e outras marcas a 15400.
Latas com pao-de-l torrado a 10500, este biscoito magnifico e propriopara
debis estmagos. -
Senouras a 640 rs. a lata.
DOCES
De goiaba 6no em latas de 4 Ib. por 20200, h grande quantidade de caix5es para
diversos precos.
Melocotones excellente dece hespanhol em latas de 2 Ib. por 800 rs cada urna.
-Marmelada em latas /i libra 1, 1 '/ e 2 a 800 rs. a libra.
Frutas de Lisboa em doce a 500 rs. a lata.
Ervilbas portoguezas e francezas.
Fareio de Lisboa a 60000 o sacco.
Farioha de milbo branco a 5CO rs. a libra.
Farioba do Maranhao muiti alva a 200 rs. a libra.
Farinna de araruta a 400 rs. a libra e gomma 160.
Graxaem latas para sapatos a 10200 a duzia.
Chocolate verdadeiro de Cuba a 1200 a libra.
VINHOS
Grande quantidade de vinhos engarrafados Malvazia verdadeiro a 20000 a garra-
fa. Lagrimas do Doaro, Feitoria de Chamtegue, Carnees, branles e outras muitas mar-
800 rs. a garrafa
ooxo eseus preparad e ,e napreciaveis virtudes'cas para diversos precos em 9]^***^*^'* f
escapasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados praticos europeos, qoe se ap- Moscatel de Setubal, ob 1 que pinga! digna do m or aprojo, eeom preferencia para o
En com especialidade ao estado e tratamento das molestias sypbiliticas e berpeticas, e bello sexo, F.gueira superior a 560 rs. a garrafa des e gejero todos di em ser bom m s
para prova abi eslo os Srs. Drs. Casanava, Schorfer, Ricord e ouiros dando as mais li- i desenganem-se que o verdade.ro so ha no activo Mouro ode Vejen a r J, imperatra
fongeiras ioformacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como, n. 15, isto e, cora pequeas excepcoes, vmbo braoco proprio para missa a 640 r
remedio poderosissimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas,! a garrafa, tambera temos de Lisboa era pipisa ^^P^ff(te
darthros de toda a qualidade, eoenus, ulceras de diienas naturezas, tumores osseos, e raoalguns collegas que o Mouro de Veneza, ^SRSXSSSiJSl
outras muitas molestia* de ntureza syphilitica ou boubaca. caro, mas e que elle seno como e, d5o de.xa de dormir de noite para andar as rollas com
Por ter-se generalisado muito o uso da Easencia da Caroba que eu pre- as pipas pejando-as de misturas jossivas, -
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaces, de-! LlLORLb rKAiNLt/.ts __ ,
iiberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do fogo, o que ha de mais estomacal e delicioso como sejam crome d ouro, de amendoa deuflper-
para n5o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ha che, de nettio, pecego, morangos, orlelam, pimenta eMoka, (
na minba phamacia sempre e em porejio sufficiente para todos os pedidos a essencia con- unas 10500 e de outras 20000 a garrafa. -
MANTEIGAS
Ingleza superior a 10200,10000 e800 rs. a librada que vndelo Mouro por
10200 custa 1 5U0 em oulra parte.
Presuntos seceos de llamburgo superior a 640 rs. a libra.
Linguigas e lombos preparados no ArchipelagO, acoriano em latas de 5 libras por
30300, mas bom.
Tijoio para limpar acar, em p a 100 rs. a libra.
Figos emcaixoes de 8 libras por 20500, ha muito qae nSo os h to bons.
Passas em cartes 10000 rs. cada um.
centrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para que nunca faltem aos senbores
mdicos que quizerem experimentar to precioso agente medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de outubro de 1866.
Aogste Caors. .
Ra da Cruz n. 22.

O arrobe vegetal Laf-

Approvado em Francs, Russia, Austria e Blgica.
fectenr s' autorisado, mui superior os xaropes de Cuisinier,
parrilba.De fcil digestSo, agraavel ao paladar, e ao olfato, elle cura radicalmente
sena mercurio, as affecoes da pelle, Implgeas. a I percas, l amores, ul-
ceras, sarna degenerada, eseorbuto, e os accidentes provindos dos partos,
da idale critica, e da acrimonia hereditaria dos humores.
O arrobe especialmente recommendado contra as doengas syphiliticas recen-
tes, inveteradas ou rebeldes o mercurio e ao iodoreto de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFECTEUR, em casa do Dr. G1RARDAU
DESA1NT-GERVAIS, ra Richer, 12, Paris.
Depsitos' em Pernambuco.P. Maurer C roa Nova n. 25, e J. M. da
Craz Correa.
Velas de spermacete, de carnauba e composicSo a.
CHARUTOS DE HAVANA
O Mouro de Veneza, declara a seus freguezesque acaba de receber por interme-
dio deootra casa superiores charutos da fabrica de Manoel de la Salla, denominados Regala
de Larrey e de salsa- Britannica. em caixas de 50 por 50000 rs. cida ama, o Mouro declara em tempo que n5o
'vende s aos freguezes.
ILLMINACAO
A GAZ.
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar feralmente o uso do gaz na
tasas e estabelecimentos particulares, offerece desde j as seguiDtes vantagens:
1. Urna redcelo consideravel nos precos dos canos, apparelbos e todos os mate-
riaes precisos para a inslallaco desta luz,
2.* O gaz fornecido boje de extrema pureza e n5o offender a prata, o bronze
ou ontro metal difireme, assim como nenbum damno poder causar s pinturas, quadros,
ornamentos, papel de forro mais delicado que seja, tornando-se ao mesmo tempo t5o sau-
davel e mais econmico outra qualquer luz, j conbecida, afinal, evitar tambem a obs-
troccSo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os senbores que preferem luxo e elegancia, como para
oe qne necessitam simplicidde e economa.
4.* As pessoas que quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega da collocacjio de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qaalquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seo trabalbo.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de loz,
obstruccao de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forera,
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco qae possa baver, sei dirigida ao
eacriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, am de ser logo providenciada.
C0LLEG10 DE SANTO AHABO
H. 5 Recife, roa di Trapiche n. 5,
Fundado em o anno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Eibeiro de
Souza.
V O director do colietio da Santo Amaro, no iotnito de montar sen estabelecimento
convenientemente, acaba de tazer arqoisIcSo do excellente edificio em qae achava-se lo-
aliuda iSociedade Club do Recife,sita a' roa do Trapicbe'n. 5, para onde modon
sao eotlego. A educafid e tnstructfo baseada no novo systema especial de premios
e pnniedes, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber onjpo at
aqui, alumnos pendonistas, meios pencionistas e externos ; acbando-se o estabelfUmen-
to preparado coa todo o asseio e eommodos, e prvido de um eaeolbido pessoal do pro-
fessores, qne leccionario as segointes disciplinas :
Instrnecio elementar Retborica e potica. Escriptoracio mercantil
Lingoa latina Geograpbia e historia Mostea tocai e instrumental
Franeeza Geometriaa Detenho
* Ingiera Pbllosophi Daosa
A abertura da aola elementar teta' logar no dia 7 de Janeiro as dmala do dia
2 da fevereiro em diaote. A Inspeccio dos eompartimiotos do collegio e oa estatotea
mesmo, esli a disposlcio dos interessados. Ontro slm, o director tea creado ama
de detenbo aniexa a aola elemenr, sea qoe por este importante e ukl oelbo-
maior indemnisacio.
empregara' todo o afflnco e eoidado nio s, na parto relativa ao boa
adlanumento de seas alomaos, como tambem, na boa orden e regoiarida*
N
2 D W N. 2 D
13
ERNESTO & LEOPOLDO
A loja n. 2 D intitulada Coracio de Ouro na roa do Cabngi, acha-se d'ora em diante odo.ecsn-
do ao resoeitavet pnblico, com especialidade as pessoas qae bonram a moda, os objectos do ultimo ges-
to de Paris per menos 20 por cento de que em outra qualquer parte, garantiudo-se a qaaiidade e a so-
lidez da obras.
O respeitavel pnblico, avallando o desejo qae deve ter os propietarios de om novo estabelecimen-
to qae qoer progresso em sea negocie, devebegar immediatamente ao coracao de oaro a comprar
aoeis com perfeitos nrilhantes, esmeraldas, rnbius e perolas, verdadeiras em agarras modernas, pele
diminuto preco de 10J, brineos modernos de onro e coral para menina pelo preco de 3, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola, obra de moderno gesto (o qae encontrarao no coracio de
oaro) voltas de oaro com a competente crasina ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12j, bria-
cos de am trabalho perfeito por um modicc preco, cassoletas, traneelins, palceiras aifinetes para re-
tratos, e oatros modeles tado de alto posto ; aneis preptios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento. o artigo rosetas tem o Coracao de Oaro am completo e nem variado sortimento de diversos
gostos, butts para pnnbos com diamante, ruLins e esmeraldas, obras estas importantes ja' pelo sea va-
lor ja' pelo gosto do desenbo, brincos de forma da delicada moslnha de moca com piogente contendo
esmeraldas, rnbins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alfinete para gravata no mesmo gosto, reo-
slos para sennora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilbantes de
omito gosto, crosinhas de rnbins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aunis, com letras, cacoletas de
crygial e onro desenberta para retrato (a iagleza) brincos de franja, ditos a imperatrix toda e qoal-
quor jola, para se col car retratos e obras de cabello, e oatros muitos objectos qae os pretendemos en-
contrarao no Coracao de Onro qae se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixando-
se de aqnl mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se os
preges talvex alguem faca mo jmxo da obra, por ser to diminuta qoantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, e troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambem recebe-se concer-
t!, por menos do qne em outra qualquer parte, e dio-se obras a amostra com peobor, conservando-so
o Coracao de Ouro aberto at as 8 horas da noile.
Qualquer pesroa qae se dirigir ao Coracao de Oaro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se ua sua frente om coracio peodurado pintado deamarello, alem de outro qoe se neta m om
rotlo (isto se advert em consequencia de terern ja' algumas pessoaa engaado com outra casa-
Na praca da Independencia n. 33, loja de
oorives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
t tambem se fax qualquer obra de encommenda e
odo e qnalqner concert.______________^^^^
Seguro contra fogo
Antonio Lniz de Oliveira Axevedo & C, agentes
da compaobia Pidelidade, estabeiecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predio ss
mercadorias, em sea escriptorio roa aa Crox no-
mero 57.
do
Ama e criado.
Na roa do Imperador n. 73 srgondd andar,
precisa-se de orna cosinbeira, e bem assim de om
creado para compras e mais servico de caaa.
Arrendase a proprledade denominadaBar-
ra de SerlDbem,sita na (regueiia derte ultimo
nome ; a qnal tem muitos foros a perceber e mui-
tos c< qaeiros a desfroctar, assim como offerece as
melbores propor^des para qoalqner commerclo a'
rettlbo por ser em nm novoado bastante freqoenta-
do, e aa rara poslco de beira-mar e beira-no ao
mesmo tempo; a tratar i roa da Aurora o. 26.
AMA
Boleeiro
Precisa-se de am boleeiro qae tenba boa con-
meta e seja fiel, preferindo-se estrangeiro oo es,
davo de pouca Idade : na ra das Croxes n. 36-
1* andar.
Trocamse
as notas do banco do Brasil e das alias flliaes-
dom descont muito rasoavel na praca da Inda,
pendencia n. 21.____________________________
Offerecese orna senbora de meia Idade para
ama de casa de ponca familia (portas a' dentro):
a tratar na roa do Amonm n. i._______________
O senbor qoe mora na roa de Santa Rita na
casa terrea da qual proprieUrio o Illa. Sr. Joao
Jos de Camino Horaes, queira ter a bondade de
vlr saldar o seo debito do aloguel da casa em
que morn na roa Nova da Praia de Santa Rila
visto estar a dever 28J. _.
Precisa-seflde orna ama para todo o servico
de urna caa : na roa do Besa Jess das Crionlas
n. 41, sobrado. ____,
Precisa-se de orna ama forra oa captiva para
comprar ou eesiobar para ama casa de pouca fa-
mma; na roa das Croxes n. 28, 1* andar.
Na roa da Anrora 24 segundo aoaar,
coniUJoa-ee a precissr de um coslobairo, para o
servico de orna peqoeoa familia.
Pr&aa^ de algomas costureirai para cosf r
vestidos. A tratar oa raa do Imperador 23
priateiroaadar;\u9ai 11MmanMa ml
darte.
O* Srs. abaixo qneiram vlr ao correio rece,
berem cartas e oficios reeommendados :
Casitairo Borges de Assis Goodlobo, Miguel Joa-
qolm Ribeiro de Carvalbo Jooior (2), Pedro Tava-
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
RA NOVA K. 7.
PEKNATHBCCO
Coniiuua chegar de Parts a este estabeleci-
mento bom sortimento de calcadotscolbldo dos me-
lbores fabricantes daqaella grande praca, assim
como grande variedade de quiuquilbaria e de no
vos brlnqoedos para enancas, cojos artigos se
acham exposlos a escolba e vontade dos compra-
dores, como sejam os qoe passamos a mencionar
e ostros mallos os quaes se vendem coa diminu-
tos lacros.
Botinas pan srnhoras
setim, daraqt.e branco, pretas e de corts.
Botiau para meninas
duraque branco, pretas e de outras mnitas cores
Lavas de pellica
brancas, pretas e de lindas cores da moda, Joavin
verdadeiro, rindas por todos os vapores.
Luyas de seda
brancas, pretas e de outras crea.
La'as de lo da Esctssia
moito boas, braecas e de cores.
* Lutas de eamarca
finas, proprias para montara.
Obras de oaro ios
brineos de ooro de lei para senhoras e meninas,
palselras, boiSes de poohos e de abortara, tranee-
lins, correles e cbaves de reloglos.
Botinas para boraem
lastre, bezerro, cordavo, e de outras qoall-
dades.
Bolinas para meninos
de diversos modelos e qaalldades.
' Perfumaras
linos e i tracto3, banbas, leos, pos de .arroz, agua
de eologne, agua florida, sabonetes, etc.
Leqnes
sndalo, Jacaranda e de outras qaalldades.
Cbapelinas'
para senboras a' ultima moda de Paris.
Espellios doorados
de difierentes lmannos, e bons para salas.
Albnns
de velludo e de marroqaim para retratos.
Itelsinhas e cestinhas
de seda e de velludo para meninas a' passeio.
Objectos de phansia
maito bellos para tollels.
Coquis modernos
dos melbores gostes da ultima meda.
Sapatos de lustre
com salto, para senhoras e para horneas.
Sapatos de borracha
para hornees, senhoras e meninos.
Sapatos de tape e
de muitas qaalidades de tranca de Lisboa para be-
mens, senboras e meninos.
Sapales de invern
bezerro taxiados para bom ns e meninos.
Botas rnssianas
melas bolas, perneiras e meias perneiras.
Chicotes
de muitas qualidsdes para passelos e viagens.
Halas, bolsas e saceos
de todos os tamanbos para viagens.
Mcias
para horneas, senhoras e meninos.
Pentes
de desembarazar, ditos de iravessa, ditos para
barba, e muito fiaos demaiflm para caspas.
Escoras
para fado, para denles, para cabello e para unbas.
Bengalas
de muitos modelos para borneas e meninos.
Confcito francs
caixinbas com dore confeitado para preiente.
Papelzi rendido
para enfeitar bandeijas de tolo e de doce.
Rico presente
importantes bengalas de canoa verdadeira, cem os
mais delicados castSes de maiQm.
Lunetas
da tartaruga, de ac e de blalo.
Oculos
de prata dourada, de ac o de bfalo.
Grvalas
de seda multo boa, pretas e de cores.
Novas carteirinhas
de lindos gostos para dinbeiro.
Bonitas ponteiras
de espuma para lomarse charutos e cigarros.
Churu leiras
bellas charoteiras e cigarreiras de palca.
Cachimbos
de varios modelos, taratos em dazias.
Vcneziauas
transparentes com paysageos para janeila.
Gaiolas ele rame'
de differenles modelos para passarinbos.
Globos para iiluminaeo
lindos glebas de papel de cores para illumin&cjic.
Abat-jour ,
para candieiros e para laoternas de piano.
Oleados para mesa
de muito boa qaaiidade e novos padroes.
Moldaras douradas
de largaras sertidas para qaadro.
Estampas
de paysagt:n?,cidades, santos e figuras.
Esterescopos
com interessantes vistas escolbidas.
Accordeons
e concertinas de todos os tamanbos.
Cosmoramas
com as mais pittorescas vistas da Europa.
Realejos
pequeos e grande?, de quatro e seis pecas de
msica.
Jogos
de domin e cutres moltos differenles.
Cestinhas
de palba para meninas de escola.
Argas de niarfim
para facilitar sahir os dentes das crianzas sem
soffrerem incommodos.
Toncas e sapatinhes
de lia, muito bem feitos, para crianca.
Carrinhes
de quatro rodas para eondozir crlancas.
Bonecas
de todas as qaalidades e tamanhos para meninas,
e ontros monos brioqoedos proprios para enancas
de 1 a 10 annos.
Atlenco
Nio sendo posslvel mencionar se aqui todas as
qualidades de calcado, nem todos os artigos de
qainqailbarlas, e moito menos da grande variedade
de novos brlnqoedos, pede-se ao pnblico am passeio
a este estabe ecimento, certo de qae encontrarao
bastante paciencia para bem escolberem o qne de-
sejarea comprar, e precos baratissimos, em virio-
de de baver em todts estes artgos grande quanti-
dade. e terem sido eomprados mesmo aa Europa
pelo dono do dito estabelecimento, armazem do va-
por francez, roa Nova n, 7.
Desappareceo em a noite de 14 de abril, de
om sitio de Beberlbe, ou cavalllabo alazio com
marcas de eangalba principalmente do lado direl
to, novo e oarregador baixo : qoem delle der
noticia nesta typograpbla sera' bem graliQcado.
No escridtorlo de Marques Barros & C., na
praga do Corpo Santo n. 6, segando andar, exls
tem cartas rindas do norte para os segointes se
nbores:
Antonio Perelra Castello Branco.
Prancisco Antonio de Oliveira Sobrinbo.
RETRATOS
J. Fernlra Villela, pootograpbo da casa Impe-
rial e premiado oas dais tamas espoeitfes da
1864, co"tio*aurar retrato* por todoa sys-
temas pbotograBhieos na sua aotlg-a oaktaa raa
do Cabog o. 18-, entrada pelo paleo da malve.
Retratt em vidro, em porcelana e a talco coas
as cores nalnraea,
Retratos em papel,
Retrates earte albou e
Retratos em cartees d visita a 9*000 a dotla.
Ha 12 modelos diversos de carifies de loxo bris-
tol, porcelana, doorados e litbograpbados paracol-
larem se os retratos, candes de visita a escoto
da pessoa qne se retrata, sea por Islo baver aug-
mento de preco.
Tem om variado sortimento de caixinbas, passa-
par-touts e moldaras pretas e douradas,
de alQoetes simples, e de alfioetes com folnsteos
e cravafdes com pedra preciosas, assim como
cassoletas de ooro e vidro para eollocarem se re-
tratos. As joias sao de ooro de lef.
Para Ilqaildar-se ve4e-ae
a 2*000 a duiia de lindas e perfeius vistas stereos-
copicas de qoasi todos os paltas da Europa, assin
cuero vendem-se exceileotes slereoscopos por ba-
rato preco.
Chama- se a silencio do publico para os retratos
feitos na nossa photograpbla e exposlos oa livrarla
Econmica do Sr. Nogoetra de Souza, a roa o
Crespo; na sala de cortar cabellos do Sr. Jos
Ricardo Coelbo, raa Nota ; na easa de baobos,
no pateo do Carmo, e na nossa galera i raa o
Caboga' n. 18.______________________________
Fedegoso de Pernambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
aominaco de fedegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sal deste irnperio pela de
jrisia de gallo, o tiaridtum utilissimtnn
on tiartdium elongalum de Scbnm, e o he-
lio ir opium curaisadium de Mart., pertence
familia das boragineas.
' O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca pernambacana, como orna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu*
rativas, e applicado interna e externamen-
le, como calmante do systema nervoso, na
paraljsia, sstkaia, tb'sse convulsa ou ceqoe-
luche, tosses recente? e antigs, suffocaces,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimentos das vas respirato-
rias ; sendo nm excellente Unitivo para
aquees que padecem de pbtisica pulmoaar.
Sna eficacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, niDguem na que a desco-
nheca.
N3o ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcando-nos por ser til humanida-
de soffredora, preparamos o qne abaixo indi-
camos, pondo a disposico dos distinctos me*
dicos, e dos doentes desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparares,
que s5o:
J. IURUBCRJl
em extracto alcoolleo, emplas-
tro, oleo, tintura, pllulas, xa-
rope e vioho.
A JURUBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que perieacem ao reino vegetal
e entram na classe dos tnicos e desobstru-
entes, sendo empregada com vantagem con-
tra asfebres intermiienles acompanbadas da
eogorgitamento de ligado e bago.
Ella tem sido aplicada com incontestavel
proveito contra a anemia ou cblorose, hy-
dropesia catarrbo da bexiga, e mesmo para
excitar a meustruago difficil, resultante da
mesma anemia ou cblose.
O ARMBHEGETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e de LARROY. De facdigesto, a-
gradavel ao paladar e ao olpbato, elle cura
radicalmeDte, sem mercurio, todas as affec-
ges da pelle, impigens, a)porcas tamores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodurto di
potassid.
Pos Termlf ngoa para Icmbrlga*.
Preparaco a mais segura para a expulso com-
pleta das lmbrigas e ouiros vermes, sem acarre-
to jeiincoovenieotes qae se tem dado com outras
preparacoes. Sao de grande accac vermiciva
agr.idavais ao paladar e compaliveis com tcd. s as
idades e compleigoes, variando smenlo ua qaao-
tidade.
XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PARA;
ou
DEPURATIVO OO SAIfGUE
USADOS AS MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGENS,
DORES RHEOMATICAS E ULCERAS VENREAS
PIX1/IAS A\TI PERIDICAS
Contra as febres inl'rmenles, on sexes
O MULUNGU' tem aegao directa sobre oa
centros nervosos, e por isto faz dormir sem
determinar allluencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples qae delle
se extrabem, pelo qae o somno' tranquillo
e reparador, calma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de astbma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR-
Joaquim d'lmeida Pinto.
PHARMACETI .0 EH PERNAMBUCO.
Raa larga da Rosario N. 10
VJunto. ao qnartelde p licia.
res da Costa, Prancisco Gonealvea Prente, Joaqni-1 Z"?aV S'rVrtra flac a
na da Silva Pregado, Pedro Antonio Barroso do "'nc'KQ Margal da Sllvelra Garca.
SMftaeoto, Miguel Garca Alves Lima, Loix Precisase de orna ama para to
-----------------todo o servico
Franco de Vello, Pedro E. silva Ros, Francisco de nma casa : na roa do Senbor Bom Jess das
Avelloo Bastos, Joaqoim Francisco de Arroda (2), Cftolas o. 41. sobrado.
Manoel G. Alejwaatro Aotrao. '
--------------rr--------- "" Precha-se de orna ama cuiinbar : na loja t
Diqieira preaio e wtuta it letras ro* i crespo n. 6.
Na roa Nova loja n. lL,*e dita qoem da dlnheira I Precisa se de nma ama para eosinhr pora
a premio, em peaoeoas maiores qoiatlas, assim casa de homem sollero : na ra do Amorlm
como desoease *e letras oo aneme seoiido. o. i6.
Club Pernambucano.
A partida do corrente mez ter lagar na
noite do dia 30.
SGOROS
MARTIMOS
COMTRA FOGO, M
A companhia Indemnisadora, esubelecida
nesta praca, toma segaros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
om edificios, mercadorias e mobilias: na
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
"^"PrMisa-se denmaami *";'
Matriz da Boa-vista o. J8, segoado andar
- A pessoa qoe anoonclon BoUtarw^lS cerj
rente querer comprar om plaooo *'".
pouco uso : dirija sea roa do .^"^ra. 7, W
segoodo andar MjepoisJeJ^orasJajardo._____
' Agencia de passaportes e portarias.
Claodlno do Rogo Da, despaofctag de pina-
portes e porurlas pela repartlcaod polica, Ura-oa
cara deniro e fura do imperio por commodo preca
andar.
Precisa-se de am cosinheiro, escravo:
c tratar oa travessa da roa do Vijirio, es-
o_n.
O Sr. Manoel Pereira MagalbSes qae
fot solicitador de causas, queira apparecer
nesU typographia a negocio.

/


---------,. __,
*{. II
? *
t


\
itltii^T rg rif iilf f
'rea

Mt*
DO ROSABIC^11
connrrntSa publica $tQ dgante e bem
que, situado em ama piico iateiramnte fan^til, e sendo coastan
temen te so prado pelos doces zephiros da tarde, torua-se p^ferirel a qoalquer outnr
tfeste en.
3omidas:Neste genero, para finjo desemperno temes om excellente cosinheiro
riBCBk, tartb toda sbora os sennores Brasileros, Portogoeies, Franceses, AUemSes
e Italianos, toda a diversidade de pratos feitos a.o costana de seos paizes, e ludo com i
maior limpesa e esmero ; recebem-se assigna'.cras idneas para fornecimento de comidas
ne hotel e em casa dos assigoantes.
No genero bebidas, ba semprj o inatsftasavel flgueira, boa, o excellente lagrimas
do Door, bordeaux e cognac, cerveza Bass, Best, nacional superior e dita inferior etc.
* Todos os dias de noite Gavera ptimo sorvete e charutos dos memores fabrican*
les da Bahia, (erra par eieellencia do bow tabaco.
Jogos:J os Ilustres arcadores d'este entrelenimeato verdadeiramente euro-
En, sabem que temos um dos memores bilbares, e o pueril jogo do' domin, e em breve
vw o divertido e ip/aocente )ogo das bagatellas.

L 45-Eua D
Pira a pocba ictol
fvWsegaras pira senbora
Ideo para moni
dem rinceiecl
braislelros p*fl
Sapatos de lona
dem Ingleies .
dem de borracha
dem aveladados e e
Cbioeloes do Porto
Eiislem neale ef|*l)<
lmenlo de calcados
e vende em coDta.
____________4i>toa Direite>>'45 ____
Joaquim Jos GoacaiveS
Beltrao
RA DO TRAPICHE N. i7, 1." ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e obre os legnio-
tes lugares em Portugal:
Lisboa. >V*
jto ora comp
i vito moderno,
*

Boas comidas, bons tinhos, tndo ha I..
Divertidos jogos de biihar e domin ;
Povo, familias, p'ra todos ba lugar,
Vinde, vinde todos, nao fallis um dia s...

NORTHERN ASSURANCE COMPANY EM LONDRES
CAPITAIi. LIBRAS 9.000,000 _^
AUTORISADA NESTA PRAGA
POR
DECRETO IMPERIAtt
A compaubia cima mencionada toma seguros contra fogo em Edificios, Mor-
ca&tias e Mobiiia por seus Agentes
SITIAS LATH4M & C.
ROA DA CRUZ N. 38.
HOTEL
RESTAURANT A LA CARTE
Entrada geral roa larga do Rosado b. 37 e pera familias i
Porto.
Valenca.
Guimarles.
Goimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Copde
Arcos de Val de Vez.
Viaona do Castello.
Ponte do Lime.
Villa Real.
Villa-Nova de Famalka).
Lauaego.
Lagos.
CovilhSa.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
larga do Rosaiio a.
eslieta do Rosario
37 e jnsra
i!. A A.
tiste vario e acreditado estabeleojcaento sera devtda o que offerece maiores rantagecs per es
precw mdicos e por torrear o centro em cujo raio se actom as estacSes dos eaminhos. de (erro*
oaes Vate e Sons de novnbro e o theatro.
Os hospedes acharas toda coromodidade de grandes alas e as-sotados qaartos.
Ha.seia para eitu.-a de jernaes nacieras estmjgeiros; natnesma na va mageiflec pianc
recreio.
Hauoa ootra sate i>ara jamares particulares.
Come se a mesa redgnda a la carie e manda-se domicilios.
'Os vinhos ma's fieos do mercado acham se no estabelecimento.
A' nolte ba servis e refrescos, caf, cba' e ctocolate a toda a hora. Tea magnifleos bilba-
de magno para dwertiraento.
Palia se hespaoio1, francez, italiano e inglet.
Qoosi jalgar credsr 4o faltaido Vicente Ai-
ves da Costa e Silva, qiwta apresentar sna cottta
na leja de terreos de Bastos : a roa a Cadeia
do Reoife n. S A.
Ao commercio
Teixoto & C. declarara que o Sr llanoel Jos
de Araujo deittra de iareo caixeiro desde o dia
6 do correle, a rja* am tempo algara fez eise se
tihor parte ra tirw.a social da raeswia easa.
Reclfe, 17 de abril de 1868.
__________________________PoHoto & .____
O aba'fto assigoado tai soieote ao respeitmi
publico, qae niogerom faca negocio agum com
orna casa terrea eiim terreno cont'gui a mesma,
sito na cidade de linda, ra do Jogo da Bola, per-
(encent a Sra. Catharina Hara de Sena, caja
casa e terreno so acba sujeita a quanlia de466$a00
e qae a rnesma senbora toaoa >> juros ao abaixo
assigiwKlo par a compra drs mesmos beos, cotru
provar com o docujaiHo pstalo petameswa
senhora. Recile, 18 o atril de 1868.
Franccteo Jos de Freitas Gzmaraes.
Veude-se um npoia m boui esiarto
da Soledade ao entrar mortlneiriau.41.
res
Recebee-fe orna factara dos acreditados charolos da fabrica de Jet Furtado de
es qate-c se acbam^-e^osigo dos apreciadores no grande betel Central, ra larga do Rosario
Consta das excellentes marcas
Simas-,
n. 37..
Iraperiaes.
Guacabaras.
Btposiftio.
Liaos.
Vende<8-se em grosso e
rte, a retalho por presos mavs
NapoleSes.
Amadore.
Nova exposico.
Normas de Ravana.
razoaveis do que em entra qaalquer

Aluge.-so armara n. 7, na ra da Cruz,
ipor prec.< commotos ; a tratar no f ateo do Car-
mo- o. 2, t^quina fe zaa de Hortac
Preeisa-sedewra^aixeiro para taberna qao
tenhapraca : a tratar na ra Imperial n. 201.
OsSrs. Dr.'Pom!ilio Nnma fessoa, Joaqn-ira
Meudes-de.Soaza Ribeiro, e Antooio Borges Ga!
v Uchoa, (essadaS^Lourengo tlaaia) lenbam a
bondade de annuactar sna residencia ou dirigirem-
se ra deHortas o/)6, onde precisa-se fater-
Ibes a^negocio v aaos inieresss
f recisase 4e maa ama de leite : na rea da
Cadeia n. 4, o em Exmflca sttio do Sr. Barroca.
raado i, 8.
r coas incessiotes aoeommendas tem ltima-
mente recebldo variado sbrtimenio de differenles
Mlw, semtre de getto e ultimas modas.
Ella porm osando da frioajezs Coffi qu sem-
pre ae tem distin|oido, eonfesa que, os precos ac-
oaea Dio aodem ler tao eommodos como a' lem-
po! erim, verdad* ess quo todos reeonbecera e
experimenlam em qaalqoer genero que desejam
comprar; aiola assim, ella levada por seus prin-
cipios de barateiro, contina a s-lo em rel:;o as
actoaes circumstancias. Ao menos em compensa-
cao dai pequeas alieraces qoe ha em alguns
prefoa, inpre a belleza e boa qualidade dos ~objec-
lo* seguimos:
Bonitas guarnieses pretas para basquinas e ves-
tidos.
Grande e variado sortimento da trancas preta
de vidrilho* com plngenles e sem elles.
Outro dito de ditas brancas conforme as pretas.
Oniro dito de ditas de cores tambero tom vidri-
lbos, sendo com progentes e sem elles.
Outro bollo sortimento de galdes e enfeites de.
seda, direltos o recortados, eom vidrilbos o sem el-
les, o todos de novos a lindos desenbos.
Oniro sortimento de boldes pretos e de eflres,
todos enfadados eom vidrilbos, e alguns com pi-
lenles, notndose entre elles obom gosto dos mol-
des integramente novos o aqu nanea vistos.
Bonitos e uiodeross pentes doorados.
Bonitos pentes do tartaruga obras, modernas o
do aparado gosto.
Ootros ditos igualmente bem feitos, para desem-
barazar.
Ontros lambem de tartaruga para tirar blcbos.
E bem assim multos oatros objectos qae serio
presentes ao comprador.
Aibuks.
A Agoia Branca a ra do Qaeimado n. 8 acaba
de receber urna aova colleccio de albuns para 24
a 200 retratos. Kesse so: tmenlo vieram alguns
qae por suas perfeigOes, riquezas e bom goslo se
torntil nota veis e merecedores de serem possuidos
por quem possa, e saiba apreciar tao bellas obras.
A ireposito de Albuns
A Agola Branca lambem recebeu urna pequea
qnantidade de retratos notaveis, cojos caracteres
sio os seguales :
Familia imperial francesa.
Rei e raioba de Portugal.
Imperador o imperatnz da China.
Lamartine e Aleaodre Damas.
. Vctor Hugo, e-Tbies.
Washington, Johnson Lincoln.
Tanbem receben
Grande o variado sortimenio de vistas para ste-
reoscoposi as quaes por suas oovldades serio apre-
ciadas peles apaixonados do tao bello eulreti jiento
Comparecam, poi>, os pretendemos uuj sero
bem servldes, na ra do Qaeimado loja da Aguio
Branca o. 8.
Cps e latas eom superior banha
A Aguia Branca a ra do Quolmado n. 8 '.-ce-
ben de-aovo om completo sortimento de perfuma-
as usas, viudo em uito sortimento os copos, latas
eivasos de porcelana dourada com a bem conheci-
da e apreciada banha fina.
ar para leos
Vasos com p de arroz e pincel.
Dito cem rito sem ptocel.
Pinceissoitos para tfitos.
Bonitas eaixinhas ravtmisadas, conlendo oes
perfumaras para ptesentes.
Xintros de papsllo, porm mu tiem arranjadas
para o o^esmo fim.
Elixir odontalgice para o mesmo.
Agua Baana japoneza e transparente.
E ass-rm as domis perfumaras de
Jallo Cesar Piolo de Oli veira, ,
g^cianio matriculado, Jir.e.lfn1edT;o
brevemtnie retirar-se. para Europa,
',vcode seo estafcelecimenio de fwep das iogleus a fraocetaf; pede a
aquellas pessoas de quem credor,
tenbam a bondade de saldareis suas
conta, visto qoe (alendas vendidas >j:
coro lllimllados prasos, crtarpetite
ai na boa f, de eneoatro aos inte- '?
res-es de sc-u acreditado estvbeleci- \Jt&
ment. S^(4
Esle bello eslabelecira-olo, djoiiU- ^^
do n'nm dos memores locaes, ra da -
Imperatrii n. 28, offerece nnmerosas
vaniageqs a quem so quizer eslabele-
l5 eer, porque nao esti bem otlido
SSp de faKndas, quasl todas ingleiis o
baratas, como especialroenle o ai
zem, lem commodidades
para sa mo-
rar dentro do mesmoeslabelecimento.
Contina a mesma liquidado: na
roa da Imperairz n. 28.
Cjpss francezas a 320 e 240 rs. o
covado.
Estas cassas (chamadas orgaodys)
- tem a vantagem de nao desbotarern ;
't% os padroes sao modernos teeia baro
'tM panno, e os desechos do mals aparado
gosto, s se vende 320 e 240 r?. o
covado.
Chitas escuris a 200 rs. o carado.
Vendem-se cbitas escara.', ingieras,
padroes francezes miudiobo?, de bom
paono, e nao desbotam, que para ser-
vido de casa sao exeellentes a 200 rs.
o covado.
Velludo preto a 6#.
Vende-so vilodo prelo de soperior fM
qualidade a 6 o covado. '^
Chitas francezas a 360 e 440 rs. t "a~.
tanio.
Estas cbitas franceiai, escurfs, com ':"?;'.
lindos desecho do tois aparado gos- W^<
to e de cores rizas, fazenda mullo boa <^^
que ja se veoderam a 560 rs. boje se >;.:,*,
vt-nde o covado a 360 e 410 r..
Corles, de chita escura otni 11 cora ,
vados a 3|. g
Vendem-se cortea de chita Ingleza g^
para vestido, fazenda que nao desbota ^>
e de (ores lizas s 2J o corte cem II gM
covados. "^4*
Corles de cassas francezas coro 6, varas oo 10 covados a 2,5500 e 3J. &,
Fl! de seda preto, com flor*,.<, pro- (ev^
prio para vcs a i> o covado. >*>--'
Gravatinhas de sed*, de core?, es- %&%
,5 ireitinhas, cada urna '}q rs. aggj
& uitas pretas tar^oem fazenda toailo y
t^i boa a 80a e OO r..
Toalhas ^ Guimares de iiuho pu
(OaS
A MU AFAMADA
\m m FL01D4
DE
MURRAY & LANMAN
. E' o mais delicado e mimoso e ao raesmo
lempo o mais estavel d todos os f erfumes,
e encirra em si, no seo maior auge de ex-
cellencta, o proprio aroma das verdadeira
flores, quaodo aioda ja sua florescencia e
fragrancia natural. Como um meio seguro
e rpido allivio conlra as dores de cabeca.
nervosidade, debiWade, desmaios, flatos,
assim como contra todas as formas ordina-
rios de acdenles byslericos; de snmma
eflkacai e n5o tem outro quo o igoale.
Igualmeole, quando deslemperada com agua
torna se um dentriflcio o mais agradare!- e
excellente, dando aos dentes, aquella alvura
e aperolada appareda tao altanante apre-
ciada e desejada pelas senbora?.
Como um remedio coDtra o tto balito da
bocea, depois de diluida em agua, sum-
marcetjte excellente, faz remover e neutrali-
zar todas as materias impuras que se criam
roda dos denles e das gengiva, tornan-
do-as duras, sadhs e de urna linda cor en-
carnada. Quanto a delicadeza, riqueza -
permanencia do seu fragrant, aroma,
por certo nao tem igual; e
dade sem rival.
"gi
*m
y ro cora harra encaroa.la a t^.
Ricos chales de 610 de sedi pr arrendados, a 1SS.
Ditos ditos de algojo a 35.
Rclondas preUs e rrtoddas, do
~fg>f mais aperado gosto a 55-i'QO.
'%&P Cortes de caf^a de gsnga, fazeoda
S^f muito boa a 15.
Gambraias braocs muilo lie;.--,
iranspareoles o Viclorias, brim bran
^ ti'.
$K*
m
it-
mw$
16,Ra da Crua16.
Ha diariamente neste estabelecimento um sortimento de doce* para cb.
ie-l, bolos inglezes, podios, pastis de diferentes quadades, flambre etc.
Novas conservas e licore^ agna de rosas e de Sor
de larauja m garrafas
TRABALHOS DE ASSUCAR.
P5es-
Assocar candi,
Fruotas seccas e ctvystalisadas.
Ditae em calda.
Pastiteas de assucar de differenlos quali-
ades.
Ameodoas confeitadas.
Papis finos com e9ta!o para sortes.
Bom bons.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
PastHbas de caf com leite.
Bombom /ondant.
Pasiilhas de rosa e lim5o.
Ditas do llorlelaa pimenla.
Contina fiifdaa escrava dosa, crioui, Wade
30 ranos, alta rag lem ema cicsKIt em unrbrago provenieale
de a facaoa, denles liundos, tovoa vestido e
cbsies preto, consta.-gee se-aeia aooutada em-ama
casa.parucBiai"; protesta-se emprear todo o riger
daiei contra ^uero a tem acootaSa e eair os
dias de serco: quoui a pecsr !*v a a sen seohor
Sebaetlio Narqaea Nz.cimen(o na ra da Impera-
irz n. 6 loja oe touea, que sergeaterosamente re-
compensado.
Enber Power, subida oencana, retirase
-para os Eita rrflelsa-s*dfl.n
wnh*r oara pro* pessoa s : no fcacco do Oa^id&r
. 28, 2* andar.
*recisa-se e^oaia ama
lacerador o.U.
deleite, na roa do
. /2S* ^ *Sw3 ffiftfos a iO.
Aguia Branca a roa do Qcemado n. 8.
&tres arfiSciaes fttf^io d'arte.
A Acuia Branca a ra do Queibiado n. 8 acaba
de receber novo sortimento -de Anas dores artiQ-
ciaes coja pericia d'arte se conbece na perteita
ImttacG da Borrvalbada.
Nesse t>eilo soriimento acbaro os apreoladores
do bom, delicadas rosas e ramos para enfeites de
sennors, chapeos etc. etc.
Baocs conrate de cabelles^em tran^iirtjs dv-
radas.
Veadem-se na loja da Aguia Branca a roa do
Queioado n 8.
Farinha de mandiooa
(Rewotemejoxe cegada de Santa Ca-
tharna.)
Tem para veeoer Joaquim "Jos Gon<;alves Bel-
tro, a bordo do iialbabote Gmtkermina, fondea-
do dsfrome do (rapiebe do Exm. baro do Livra-
meato* e para tra com o eapiloou ca ra de Trapiche o. 17.
es
fe*
co, orim fardo, gangas frarc?zs e
p-K pacas pretas, muito boa fazeuda.
Roupa fr-ifa nacional.
Palitf is de.casimira, prelos e de cu-
res, obra muilo bem acabada, calcas
de casimira prcla e de cures.
Paliirts de alpaca, braceos, faicna
Pg) boa a 4.
Jaquetfies de brim pardo e de cures %&
a 3 e a 2500. g.:'.;
ObjcclGs de eaudieiros a |U. f0<,
Lamparmas a gai de bocal ameri- gj
cano a l60l'. )i^
.;-'? (>.ndieiiinnos americauos de uioito '*->;-
/ft^/ bom machinismo, dando urna luz bri- M%*
r^
I ;
m
i& "
m

Ditos de crvtal a f$ e 7^.
Candieiros de suspesao para esca-
':. 00 meio de salas, obra muilo as-
seiada.
Bosaes de dtflerentes onnieros e
qnalidades a SOO, 800 e iOOO r.
,Aoda fogida a pr^ta Viceocia re Anela, (ae
fuieorava doSr. Or J.jo Bernarda Alcoforao,
cheia d oorp. tera-se ooconlrado /ia cawa d'agua.- coilnbeira, e
lavdM. pode ser encostrada pelos Jugares, ande
se lararaupa aettacidade, oa no Poco; quema
pegar ie-ve-a na ra 60.
'Vende-so arve com casca em saceos gran-
des por preco commodo : no caes do Ramos n. 4.
tCeode-se cera de carnobi i 85300 a arro-
ta ; ao ra da Senseila Veiha 0.48.
Jtecebem-se enGommendas de trabalhos proprios de pastelaria para grande
jaosres, bailes, baptisados e casamentos, havendo para isso enfehes anlogos, bandejas
com bolifrtios tanto de armado como sem ellas,pes-de-l e outros bollos differeates en-
altados sendo o de cor feta ?om assucar.
0 dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas as anaacoes
de papelo e folba. por armaces de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para 9
provincia como para lora, sero as eocommendas bem acondicionadas.
Neste estabelecimento compra-se pevide de me'ancia (milo).
.
COMPRAS
FABRIC4 BE CHAPEOS OE SOL
DE
as mais importantes do norte do imperio, pois pode produzir mais de mil chapeos
por semana.
M1TOEL & C.
Roa Nora n. 23.PERNAMBUCO=Raa do Cabug n. 8;
Parlicipam aos seus numerosos freguezes que apesar da grande difficuldad
que bi ais traosaccSes mereamis com a Europa, sua fabrica est montada e provida pare
satisfaz a qualqaer pedido que lhe for feito, acceitando qualquer encommenda grande
ou peqoeoa, podendo at o comprador escolher previamente a fazenda com que se ha de
confeccionar, o que ser feito a contento e serapre eom aquella modestia de precos que as
suas elacde com as priocipaes fabricas da Europa lhe permittem fazer, pois bem eo-
nhecjdo de looga data qae sempre se tem.vendido por bsixo do preco'geraJ.
4empre per oais do que era ootra parle, prata
pro de lodae as qualidades em moeda : a ra
da .Cadeia, lo)? .so azulejo o. jf.
Boedas de ouro e prata""
paga-se por maic do que em oulra qKalqner par-
te : oa la de oarives arco da Coneeigao e compra
ouro fl prata velba e pedras preciosas.
{ompram-se eacntos"
Compraro-ne, vendem-ce e irocam-se eseravos
de ambos os sexos e de todas as idades: a roa
do Imperador o, TI, Io andar.
n^m
DE
DE
J. VIGNES
N. 35 RUADOIMPERADOR N. 55.
Os ptannos desta ailiga fabrica sao boje asss conhecidos para qoe seja neces-
sario insi-tir sobre sua saperioridade, vatagens e garantas que offerecem aos compra-
dores, qaalidades estas incontestaveis, que elles tem defloitivamenle corquistado sabr
todos os que tem apparecido nesta praca ; possuindo um teclado e machinismo que obe-
decer todas as vantades e caprichos das pianistas, sem nunca falhar, por serem fa-
bricados de proposito e ter-se -feito ltimamente mellioramentos importantissimos para
o clima deste paiz; quanto as vozes sao melodiosa e flautadas e por isso muito agra-
dareis aos c vidos do# apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas. tanto nesta fabrica como na do Sr. Blon-
del, de Parig, socio correspondente de h Vigne-s, em caja capital foram nmpre pre-
miados em todas as exposices.
No n.esmo 'estabelecimento se achara sempre um explendido a yariado sortimen-
to do moscas dos melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harm-
nico!, soodo todo vwriop porprocos commodoj e razoareis,
de coro e prata, compram-se por maior prego que
em txura parte ; na ra do Crespo n. 16-1- andar.
Com muito maior vantagem
Compra o coricio de ouro n. 2 D, roa do Ca
buga', moedas de onro e pita e pedras preciosas.
Moedas de ouro e prata
comprara Ferreira & Ualbens.na roa da Cadeia
0. 61
Ouro e prata
Km moeda e em obras inntiilsadas, comprase
por bom prego : na praca da Independencia n. ti.
Compra-se
Por maior prego do que em ootra parte, moedas
de onro e prata melooaes e estraogeiras : roa do
Trapiebe n. 16, Adriaoo, (Castro & C, e ra do
Crespo o. 30, Alvaro Augusto da Almelda.
r COMPRASE.
Coropra-86 ama eserava jque seja moga e que
entenda bem de costara e eogommaoio : ni praga
do Corpo Saolo a. 17, andar.
P atacts
Compram-se moedas de prata de qualquer va-
ior : na roa da Imperatrii n. 60, l?J do Pavo
CO]91PRl-G
ama eserava 00 eacravo de meia idade, da boa
coodaeta qa silba bem coslobir: no segondo
andar da ra dos Mariyrtoa n. i._______
no balrro de
Acba-se a venda a aova edlcg5oo mez de Ma
ria, ntidamente impreesa, com trida e lanas es-
tampas aorta I fg as aos dias do mez jnariano, e
mais a mise lambem com as soas eslampas prc-
prias ; a para que ebecoe a todcs vndese o res-
tante a rasao de IjOO eada llvro : tambera os
versos em caderoos proprioe, e os resistos Je Nos-
sa Senbora da-Conceigo de differenles padroes e
laasanhos: na roa do imperador o. 15, defronie
de S. Francisco.
TflCiO
No armazem de fazendas dt
Santos Coelho,ruu do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Azsiahi roesclada fazenda iateiramnte nova a
700 rs. o covado.
Dita pojl de cbevre a 900 rs. o cavado.
Basquinas modernas e superior fazenda a 30.
Cortes de orgaodys branca maito fina a 9f.
Cambraia braoca transpirante Boa pecas com
10 jardas a 5,8, 6, 7fi, 8& e 9#.
Dita dita lapada muito fina a 7oOO, 82, 81300
e 921X0.
Dita dita saissa Boa a 8.
Dita dita para forro pega com 10 jardas 35.
Dita dita adamascada para conloados peca com
J0arsl32, *
Dita de liohomoito Sna a 92 a vara.
Balaes de 25 e 30 arcos a 22.
Ditos de iO e 80 arcos a 42.
Ditos de murgulina esgaks a 52000.
Saias bordadas a 42500.
Fil de linbo com salpicos |a 900 a vari.
Dita de dito liso a 700 a vara.
Tarlalana de cores a 800 rs. a vara.
Flaoella de cores a 900 o covado.
Bramante de linbo com 5 palmos de largura a
i 200 a vara.
Diu de dito eom 19 palmos de largura a 32 a
var.
tfsdapolio soperior de 6#, 72, 82,92,102, lis
H2- ,
Atoalhido adamascado de algodo com 7 li2
palmos de largura a 22 a vara.
Dito dito de linbo com a mesma largara a 32.
Algodo entestado proprio para toalla* e leu-
cots a 12100 a vara.
Cuberas de cbita de ramagem a 22600.
Celias de fostio a 62.
Lences de bamburgo de Harto a 22400.
Ditos do bramaste de linbo a 32000.
EspartilboB fiaos a 52.
Pannos da li aiamaicados para mesa redonda
'a 42500.
Gaardanapos da linbo adamascados a 42,
Toalbas de linbo alcocboadas a 112 a duzia.
Ditos de aigojo felpados a 122 e 142.
Lencos de cambra! branca floo a 12800
S2*0, 32O0 e 32600 a duzla. *
Camisas fraicexas maito loas a 312 a da ta
Ditas ieglsiis de linbo a 502 e 602.
Colar lobos da linbo multo fios a 62 a dona
Assim como ootras manas fazendas
< '',
P 15
CoDcertam se candieiros a guz e mals'.'<*
js?) objeetjs de vidros e porcelana, fican- (&%
f*/ io com segoranca e solidez. fflff
*?i Chamlns de candieiros a gti a 400 %82
e500r?. 28
^X El'1s cbamins de crvr-tal, ?aran- S?^
^2> ?'las pe,os "nelbores fi&rioantes da '>5^
<=( Europa, lem a vantagem/le resi tirem tJf3\
^> a urna luz ardeale, sem que com fa-
cuidado se rebtniem ; s desta tem- 2^
pera se veniem na roa da Impcratriz, -v
ii loja de fazendas o. 28, a WO e SCO
rs. e por duzia tem abatimecto do 13
e
,, ella
a sua superiori-
Ella igualmente torna-se
um meio nmi excellente, para fazer remo-
ver de sobre a pelle do rosto, toda a quali-
dade de broMas, ehullices, sardas, pan-
nos, manchas, ioopingens e espmhos. Quan-
do se queira servir d'ella como remedio
pira fazer desparecer qualquer destet.es-
liguramenios, e que tanto desfeiam as lindas
felaes do bello sexo ; aV;r?-se sa^cnj
um e tido de dilluicSo, destemperanlo- "
um pouco d'agua; porm no tralamento
de qualquer urna espinha, usar-se ha d'ella
pura em toda a sua forca. Finalcente como
ura admiravel meio de comejonicar s fei-
coes tngueiras c palMds, urna pelle macia
e de urna transparente alvura, dando-.
urna linda cor de rosa: pira um tal fim,
ella leva a palma a to'os os.perrmes que
se teera inventado at hoje, e exisle fin
pleoa soberana/ fem rjyaj, Btm BVecTao
lu''o ist So refere nicamente At,t$a
de Florida de Hnrray <& Lan-
lao.
As imilaces que e teem feito na Frane/i,
Allemauba, assim. como em muitas oulras
parles: sao iuleiramente inuteis e incali-
sas; portento recommenda se mui especial-
menlt; s ser.hnras, que tenbam toda a pre-
cauto e cuidado, de quando compraren),
estejam"cenas que compiul.
A CENINA
AGUA M FLOBtDA
^nsw o i i
nlli & U
preparada smei.lo pelos nicos
proprielarios
UMMIJ & KSMP____
CERA
Vflode-socM :le faroj'.' superior : ca raa Ja
ajadre de Dos n. IX armazem.-
~ Vndese om escravo'ii idade de 2
-6 aim^s : > iraiar tn raes di Rinios n. 6.
Farllo
mof.
A qual
pva
superior: n'jsarmstens do falso ir-

as
?* ^h ? '*> &*>, <*/?
^!
i-se doai ejsas terreas n
por cecio.
i
Rival sem segundo.
Est gueimando tudo bnm e barato para
acabar e fazer novo soriimento de miudezas
de todas as qaalidde?, podem vir ver o
qoe bom muito barato.
Pares de sapalos de tranca para meni-
nos, i 4 rs.
Varas de renda franceza a 20 r?.
Bico preto para todo o preco.
Pentes volteados para meninas, a 320 rs.
Sabonetes muitos finos, a 60 160 200
2i0'320 e 500 rs.
Focos de fil paia menina, a 320 rs.
Thizouras muito fioas para nnhas e cos-
tura, a 500 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete mui-
to h'nos, a l 500.
Frascos grandes com tinta muito preta
ingleza. 500 rs.
Pentes pretos com capas de metal, a
500 rs.
Varas de fraDja branca de linbo para toa-
lbas, a 160 rs.
Livros das missoes abreviadas, 2$ rs.
Botoes para vestidos de todas as cores e
baratos.
Escotas para roupa muito fioas, 500 rs.
Caitasde alfinetes francezes muito fieos
a!20rs.
Massos decontas pretas miadas^ a 120 rs.
Frascos de agua colonba muito fina, 500 rs.
Caixas com 6 frascos de cheiro muito
fino, 800 rs.
Ditas com 12 frascos, 1^500,
j Espelbos doorados mui o finos, 1 200
Caixas de fsforos de seguranca, 20 rs.
Caixas com soldados de chumbo para me-
ninos, a 100 rs.
Qoadernos de papel pequeo maito bom,
20 rs.
Navalhas cabo de mar fim que se garante
a qualidade, id rs.
Libras de la para bordar fazenda fina,
Caixas de eolebetes muito grande que a
vista faz f, 120 rs.
Baralhos francezes muito fiaos, JOOrs.
Carriteis com retro* de todas as cores a
40e80rs.
Novenos delinha que tem 400 jardas a
80 rs., ;
Sabonetes ingleses muito finos a 500 e
'A rs.
Papaflnas de todas as larguras
precos.
Postas de babadiobos
varas, a 800 rs.
Calcado brafST
Botinas de ii(brete* iraatidMes pira h'.mew a
i'; latinas rata senil ras
o a..inas a 2:ca
de Arantes & L\ra, pra?a da Iodepeo-teocia o.
ia
Luvas baratan
12C00, 13-iOO, 22 e 24?:00.
Vende-se lavas de pellica de cores (Jouvoi veN
aa-eir.) clieeada- Poialpuos toq-.tea de irofa <'ai
c.nseqBfia do tempo ivernjso
n. 7, >rrr.a/fm do vapor frsnc.or.
ai
oa ra Nova
\
7
5
SE
cerveja braoca do afamado Bass, em cast
Eduard Fer.too, frac* do Commercio n. 2i.
de
Feijao raultiaho.
Vende se ftijo niulalinbo ailo S""cial 3.
2I760 rs. o alqaelre e a 700 a caia : no nam do
le rijo o. 34.
V6nde-se orna boa casa de pedr e cal a
estrada do Eoccamento unto a estag^o dos trho
(iihos urbanos em chao tproprlo, coia bastatta
terreno : trata-se no mesmo lagar na taberna d.
S, on oa ra da Senzala Velba b. 126 das 8 as 2
boras da larde.
6 todos OS
ebtreitos com 10
Labyrintios na loja do
PSSO.'
Chegja a' loja do Passo am rico e completo sor-
coeiiDde labyrioiho, cnoio sejam : toalhas para-"
baptizados, laocos de ijbynuibo, froabas rica bi-
tos largos.e estrelt >.-. '
^os arroar-fns de Tasso A Irmo?.
Vende se urna molis que cote, Uva, en-
amraa e coilnba : na roa do Crespo o. 13.
Vndese a arroaco envidiada da loja da
rna Direih o. 't, truo propiia para qualquer
oegoi io : a iraiar oa mesaa.
CBADrS M FERFO
para jardlos, porteiras, ele.
IvV ymizens de Tuo Irmios
PASTA eXAROPBdeN^
E lELAN6BENIEB
Sio os nicos peitorai approvadoa pelo prorea
ore da Tacnltad de Medicina do Franca, e por
50 Medico do Hoopitae M Pariz, os qbaes certi-
ncaro tant a na aoperiorttU* oe todos os]
oulroa pitoraei como sna poderosa efleicia contraj
01 DeaVx, tirtppm, Irrlla^Aea e as Affei
V*tm do i>c4< o d gmrfuwttm.
RACAHOT DBSlRiBtS
me BBL*xf\n*nnm
OaleaaUBMRM approvido pela Academia de Me-]
dtcjna de Parii. Elle restabeleco as pessoas qae
sol d Taaja e dos tataMmi forta-
lece a* eriancaa e as peaaoaa dehiMaMi. alen
iNos armazens d!
maor?.
GESSO
Nos iroaxeM* Tatao Irmios.
irHare
aa erlincaa e aa pessoas .
em virtude de soa propWade
\t o mellior preservativo das
atnBMtale,
Cada franco e cada calxinha da{
Ara* Miare a ttto e a firma Di
Si'Ltej, so, em Paria (Cuidado com
'.Depositarioa eta todas as pharm
Awnda na pharBacia de P. t
* C, em Peroambuco.
IIEBfVEl



tarto si
PerUMlt0 i-erca felra 11 de Alarla 4c 1SC8.
^h
exposicao
De faenKs^r^ proprias para a cuaresma, ua da
Imperatriz ns. 56, e 72 4e Lourenco Pereira Men-
des Guimares,
Pal to ret a 4 $800 cavado.
Veadeso pao preto proprio para caigas,
coleles e patriota 1*600, U8O, 2*000,
2*500, U, ** b5. o ovado, ra da Im-
peratriz ns6e 7a.
Grosdenaples preto a 1*280
o covado
( Uqaidafo ).
Ltqaida-se ama porco de grosdenaples
preio para vestidos de senhoras e meninas
a 1418. 1*40., 1*600, 1*800, 2*, 24500
e 3*000. Por estos presos so na toja da
4rara, ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Cas emir a preta a 1*800 o covado.
Vende-se osimira preta muito boa para
calcas a 1*808,2*,; 2*500 e 3*000.
Moreaatiqoe preto a 2*400 o covado.
Vende se moreantique preto para vestidos
de seabora a 2*460, 2*500 e 3*000 o co-
vado.
Ltaaldaco de cortes de casta
a 2*000.
Liquida-se urna grande porcSo de cortes
de cassa para vestidos de senhora a 2*000,
2*500, 3*. 3*500 e 4*.
Algodo em prcas ^000.
Vendem-se pegas de *algod5o americano
6*, 6*, 8* e 10*000.
Gassas francesas a 240 o covado.
Vende-se cassas francezas finas para ves-
tidos de senhora a 24o, 32o, 360 e 4oo rs.
o cava lo.
Amainado de liabo a 2*500 a vara.
Vende-sa aloalna Jo de linbo a 2*500 e
3*000 a vara.
Lencos de linbo finos a 7* a dnzia.
Veode-se lencos de esguiSo de linbo e de
cambra a de linbo finos a 7*. 70500 e 8*.
Mcias cruss para bomem mwto boas a
3*, 4*, 5* e 7*.
Roupa feita nacional.
Vende-se palitots de panno fino sobreca-
aacas a 12*. 163, 20* o 25*.
Ditos pretos fraques e saceos de casemi-
ra a 5*. 6* e 8*,
Vende-se palitots de alpaca pretos e de
cores a 3*500 o 4*000.
Ditos pretos a 4/3 5500 e i*.
Ditos de meia casemira a 3*500 e 4*.
Ditos de brim a 2*. 2*500 e 3*500, e
militas outras obras (citas que se vendem
mais baratas do que em outra qualquer
parte.
Colotes de casemira a 3* e 35*00 cada
0D).
Ditos de brim a 1*600 e 20.
Algod&o de fita a loo res o
covado.
Vende-se algodSo de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covado.
Curtes de ganga a 1*400.
Cortes de casemira a 3j.
Vende-se cortes de casemira preta para
caigas de homem 3*, 3*500, 4*. 8*, &|,
7* e 8*000.
Caitas escoras a 200
Vende-se chita seseuras e el ras miadas,
para vestidos a 2oo e 24o rs. o covado.
Arara vende mnriin preto a 2*.
Vende-se morim preto para calcas e pa-
litots a 1*, 1*200, 2*, 2*500 e 3* o cora-
do. Alpaca preta a 5oo, 640, 8q e l*ooo
o covado.
Outras fazendas pretas que servem para a
propria estaco.
Pechincha com toque de avaria,
(i'oosa muito pouca)
Pecas de madapoln a 5id60
Vende-se pecas de madapolao com pe-
queo toque de avaria a 50, 6*, 7*, 8*, e
10*000.
Chitas francezas finas a 32o o covado.
Vende-se chitas francezas finas a 320,360,
400, 440 e 500 rs. o covado.
Pecblncba nova
Lencos do seda a 800 reis.
Vende-se ama grande porc9o de lencos
de seda de cores a 8oo e l*0i 0 cada um.
AlgodSo entestado a, IJOOOO.
Vende-se algodes enfestado para lences
e toalhas a 1* a vara, e entrabado a l*2do
a vara.
Cambraias lisas a 5*.
Vende-se pecas de cambraias finas lisas a
4*5CO,5*,6*e7*000.
Cobertores a 1*600.
Vende-se cobertores de algodSo a 1*600,
1*800 e 2*000.
Cobertas de cbla a 20O0.
Vende-se cobertas de chita a 2* e 2*5oo.
Organdy de cores, a 640.
Vende-se organdy de cores para vestidos
le senhora e meninos a 640 e 720 rs. o
jovado.
Cortes de casemira ^a 2*ooo.
Vende-se cortes de casemira para calca a
1*800,23 e 2*500.
Organdy de quadros a Boo rs,
Vende-se organdys de quadraa eo* fieres
de cores a 5oo a vara.
Brim de cores para calcas a 1*280.
Vende-se brim de cores para calcas- a
1*280, 1*600 e 2* a vara.
licOliM de cores finas a 500 rs.
Vende-se moculina muito fina padrees
miudiohos para vestidos de senhora c roupa
de meninos a 5oo rs. o covado.
Lanzinhas de quadrinhos mii:dos- a 2S0 rs.
ocovado.
Vende-se lanzinhas de quadrinhos miudes
a 280 rs. o covado.
Alpacas de lista branca.
Vende-se alpacas de lista e setioada toda
Vende-se cortes de ganga para calcas branca para vestidos de senhora a 1*800 e
te faoinem a 1*400 e l*GOO o corle.
L-auiuhss a 320.
Vende-se lanzinhas estampadas para ves-
tidos de senhora a 320, 360 e 400 rs. o
covado.
Pildccuevreai*0GO
Liq ida-se esta nova fazonda para vesti-
dos de seoboras e meninas por neme poil
de chevre a 1* o covado.
Saias de Al a 4*500.
Vende-se chales de fil de linho a 4*500
e 5/5000.
Chales de laa a 1*000.
Vende-se chales do laa de erres al*.
Ditos de mirin finos a 3*. 4*, 55 e 6*.
Cassas organdys a 32o rs. o covado,
Vede-se cassas organdys a 32o, 36o e
4oo rs. o coado.
Alpacas de cores a 5oo.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhoras a 5oo e 72o rs. o covado.
Espartilhos a 5*000.
Vende-se ricos espartnos para senhoras a
5* e 6*000.
Gande pechincha.
Saias bordadas para stuiiora a 3*500,6*,
e 7*000.
Eiscado fraucez a 240 reis o co-
vado.
Vende-so riscado francez para vestidos a
240, 280 e 320 o covado.
Roupa eita
de todas
as qualidades.
Vende-se calcas de casimira preta a 5*,
6* e 8*000.
Ditas de casimira de cor a 5*. 6*000 e
8*C00.
Lesees brancos daos com bico a 4* e
8*000-
Vende se lencos brancos finos com bico a
4*, 5 e 6*.
Colarir.hos de papel a 500 rs. a dozia.
Vende-se co.arinhys de papel a 5oo rs. a
dnzia.
Sedas de cores a 1*280.
Vende se sedas de cores para vestidos de
senhora a l*2t0, 10600 e 1*800 o co-
vado.
Grosdenaples de cores para vestidos a 2*
e ro va^o.
2* o covado.
Lasinlias com listas de seda
Vende-se lasinhas para vestidos a 240r
S80, 320 e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores para vestidos a 640 rs. e
covado.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
ie sonhora a 640 e 720 rs. o covado.
Corles de cotim para calca a 1*.
Vende-se cortes de colim para calca de
homem a 1* e 1*200 o corte.
Brim pardo a 640.
Vende-se brim pardo de linho a 640, 800
1* e1*200.
Grande liquidaco de cortes do cassa a 2*.
Liquida-se grande porcSo de cortes de
cassa para vestidos de senhora a 2*, 3* e
4*ooo.
Chitas para cobertas a 320.
Vende-se chitas para cobertas a 320, 360
e 4oo o covado.
Lasinhas de cores a 280 Hit o
covado.
Vende-se lasinhas de quadrinhos de cores
para vestidos de senhora a 28c, 32o e 400
rs. o covado, ra da Imperatriz ns. 56 e
7, loja da Arara.
Gravatas pretas.
Vende-se um grande sortimento de grava-
tas pretas e de cores a 320, ioo, 64o, 8oo e
1*000.
Damascos para cobrir pianos a 13400.
Vende-se damasco proprio para cobrir
pianos por serem de duas larguras a l*4oo
e latino o covado.
r
PARA UZU INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... l*ooo
Vinhode l*6oo
Pillas do vidro......... l*6oo
Tintara de 64o
Extracto hjdralcooHco dejorobeba 12*5oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbe de jurubeba ferruginoso garrafa. 2*ooo
Xarope > l*6oo
Pillas > vidro... 2*ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 64o
Emplastro fibra..... 2*5oo
PARA ZO EXTERNO
A JUIUJBEBA.
Esta plantafs boje xeconhecida como o mais poderoso tnico, como am excei
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
bepatites propriameste ditas, ou anda complicadas ca anu jasabas, as inflaramacea
sobsequentes as febres- intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero % abdomen, nos tumores glandalosos, na almarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e asaociada as preaaraces ferruginosas, anda de grande vaotagem
as anemias, choroses, falta de menstruacSo, teucorrheias, dasarranjos atnicos do esto-
mago) debilidade organisas; e pobreza de sangae, etc.
O que dizemos afrmam os mar distinctos meiess desta Gidade, entre os qaaes
podemos citar o^ lllms. 3rs, Drs. Silva Ramos, Aquino JEonseea-, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carme, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reaMtititi$$pi a Ktaaia d*es(a po-
deroso medicamento sobre os domis at hqi? ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazcm d'elle applicacar.
Apresentando aos mdicos e ao publico en geral diversos preparado da joro-
beba, tivemos por fim generatisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at aoje sentiam os doentes de usar dos preparado empricos d'elle, o
mais das vezes repagnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de n5o
sor calculada a dose conveniente a applica^-se, o que torna auitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produsir ptimo resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de bavermo convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencia precisas para bem conbecsr as propriedades
medicamentosas d'esta planta era soas raizes, folhas frnetas ou bagas, e a dose convenien*
ea applicaco, tendo alm d'isto procurado lavar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possvel, para o que nao ponpamos esforco, n5o nes importando o poaco la-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nosses preparados podem ter a certeza SSS^!?Stt SSSe
fill^ nfTAPOAam ^ narinto rio nno am ivul/i an/'Aot, ~,^ n l*fn___i____ OM Oe gOlpOM asSIOl pOls Compare
OS
50).
Grande pecbiuclia.
Chapeos de sol seda de 8, 12 e 16 ates
que sempre se venderam por 10*, 12*, 14
e 16*000, boje a Arara vende a 6*. 8*,
10* e t2C00 cada um, por ter ama gran-
de porco: isto na ra da Imperatriz loja"
da Arara os. 56 e 72.
Chitas feuceus finas a 240 rs,
t covado.
- Vende-se ama grande porc5o do chitas
francezas em retalhos a 24 j rs. o covado.
ir
wvm*
MENCJAO DE HONRA
Veode-ie em fmoos
FIG1D0S FRESCOS DE BACALBAO ^ <"x* .ngu-
lW, phwtBci Hoco,
I, mt do Cwglione,
m Parii.
As e+mtrmre6c', o
* *> fcr, e mah com
de peiie.eMuaiui, ttee orno ism.'o, orraU, ik^lLrZ' ^liJSSZl*** tomJolet>*
Www sao reluiTtaeata m3u> qne per. obtel-o. fS^Zt^0 fc b*&*
ir.nrieTltu.nci. M> Mm.ioree cuid.do. do. proprte, tapS oeST Z r'1",DPreJex*c'
fl. Hoggdadeo MnodeiSW. Bstleo,
tpaagBirvn pmra einijflfluo edicunento
t*crofulot faniwcoe*.
HoIm. O *1m de > zmil f.dl de (jerii, tabigas-ee entre n
dr e p.lh, o roo chebo u.ve e dalkad*, teo gocto de ttrdinhi treta,
O RELATORIO fporavtl do chafo des intalliot ehjmieee' d ttUX&k
PARS conclBB como legue i 0 oleo cor de polka ie "
tmkom mettumm tnaU do que o$ olea, patio* nio
-le, quanto a ckeiro a ubor.
...
t*4a mi
urna Urea parta e
dos vaeanvtixiamiu qut
de que elle&offerecem a garanta,, de que se pode encontrar a prompta e infalhvet cara
de qualque dos so&imentos, que deixamos iaaomeradc, se forem em tompo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doeotea.vantigsm de escolber as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor I he pode convir, j pela fcil applicae, e j pela complkaeo
das molestias, idado, sexo, ob aioda natoreza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma qne se ternam competa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os oomposto do-forro que eomo
taes estao hoje reeonbecidos.
Para aquees que mais minuciosamente queiraaa conhacer as propriedadss da
jurubeba, e saberem a appUcacao de nossos preparados, destribuimos- gratuitamente
em nosso deposito-um folheto, onde tratamos- mais extensamente d'esta planta e dos?*
nos preparados,
Dcposia geral de todos os preparados
Bstlca e dragarla
34Roa larga do llozario34
AsjM
se reeeirwiBiift prt-
ilirtntereniMtoe di|joe
icttofo etta' fnuimeits n#wm *
arUgos qne propriametne perWBcem
miodeMs, pelo que o Cordelro Prevideote twper
da sa bok e eoasum frefnerU, a cootinnacio
fu Mitos protecas, nio oltldwdo elle sea ioMp*
ravel mans'idio, judio eoodesceodeoeia e agrado
de qoe osao boo-pastores; assim, pols, conapan-
Sn os velhos e notos (regaezes qae serlo satis-
WeaeoDieaUo.
N#v e elicaias lentes
O Cordelro PrevKtaate, a' roa 4* Ouetoado d.
16. recebeu dovos e delicados leqaes cuj varieda-
de d gasto e qeaUUdw os tornam recommendadoa
seodo ;
Todos de sndalo com bonitos latores.
Oolros de saadalo seda com liados deaeiboe.
Ootros de dito dito entenados com laotejoulas de
ac o douradas.
Ootros de ac pollldo imitando marflm e igaalmea-
t modernos e enfeltados.
Ootros das qaaliJades cima cem os memos en-
fetes e desenbos para meninas.
Oolros pretos para loto. .
Ootros analmente de madreperola eoaa ricos aese
nbos para noivas. '
A vista pois de to bello e completo sqraaMMo,
oo prodencia dos pastora a da mansido do cor-
deiro pretidenie a roa do Qoeinudo a- 16 indis-
I pensavelmente qoem se dirigir a dita loja sera sa-
nsfaterianaenle servido.
Copos e latas com fcanha fioa esotras
saperiares perfaaiariat.
O cor4elro^)nlld^>ota, roa o Qoeimado n. 10,
acaba de receoer nm novo sorumento de perfuma-
tas Soas, inclusive os bam costiecidos copo e la-
trtcora banba fina. Especificar os nemes de to-
dos os cbjectos se turnarla enfadona o ler esse ex-
tenso eat logo, sela peis Ac isso wpprido com o
dizer-se qoe qaesn qaiter e rover m boas e aw-
vas perfumarlas dirija-fe a roa do yueimado a. 16
loja do eordelro providente.
Toaqaifihas de cambraia bordadas e
enfeitai'as
Ontras de 016 e e renda bem bordad eafeO
*udas.
Ootros a ponto de crochel.
Outra de cambraia bordada e a forma de chapeo-
siobo para baptisados.
Essas bon.las e bem enaltadas toochiobas vea-
dem-se na roa do Qoe'mado loja do eordelro provi-
dente n- 16.
uarnices de filas para eafeUes de
vestidos
O eordelro prevideote recebeu ltimamente no-
vas e lindas goarnlcSes de Otas para en frites de
vestidos, consietindo ellas de orna peca larga para
a barra, onira estreita para o carpo cu basquina,
e ambas goarnecidas com orna traoca tecida da
mesma fila, e outras com ama lista lie stiira no
entro e os lados eom listas rallando corda?, cajo
alo relevo malta graga Ibes *' e m-Hir- apreciara'
a ioteliigencia da pessoa qoe se dirigir a loja do
cordelro providente a roa do Qoeimado o. 16.
Franjas?, gal5es e trancas para
enelke de vestidas
O cordeiro prevideote recebeu novamente om
bello e variado sortimeoto aa franjas, trancas e
gaides de seda com vidrllbos, pingaates e sem el-
les e proprios para eofeitar vestidos de sennoras,
meninas etc. O aparado gosto dos novos moldes e
a belleza dos desenos tornam essas obras sua-
mmente agradaveis, em quanto que a eommodida-
de dos precos anima o eomr.ridor e prover-se sa-
sfatoriamente em dita loja do cerdeiro providente
i roa do Queimdo n. 16.
Bteos c rendas e snlpnrt*
O cordeiro prevideote a roa do (Juewnado n. 16,
bicos e reo-
ecam os pre-
WsTJSh
de ohe^arossabonetesde
alcaMa
O oso destes sabonptes tem apreseotado os mai?
fcenecos efTeltos contra as kopigens, pannos, sar-
nas, tinha, caspa, comichees, e todas as decais
molestias de pella.
iVende-se
M BOTICA E DR0G.UU
DE
Barthoenaen ft O.
34toa larga da Besa ro34
Chocolate vermicida
DE
Antonio Rimes de Castra,
Desde 1857 qae sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulso das lom-
bi igas, qae (So graves padecimeotos caasam,
e qae qaasi seoipre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este Tirmifago e prefervel a qualqaer
outro pelo sea agradavel paladar e fcil ap-
plicaco s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
Aos agricultores.
Saunders Bralhers & C. aeaDam de recebe!
de Liverpool vapores de torca de 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, e moi proprios para taza-
tem mover machinas de descarocar algedo, pe
dtndo cada vapor trabalbar at com 140 serias.
.ambara servan para enfardar algodo, oo pan
outro qualquer servigo em qoe osam de trabalbar
com animaos. Os mesmos tambera tm a' vendi
machinas americanas de 35 a 40 serr&s.
Os pretendentes dirnam-sa ao largo do Corpo-
Samo n. 11.
tendentes que sero bem servidos.
BAZAR
RA iNOVA N. -0 E 22
Baratissimo
Calcado nacional na fabrica de Jos Vicente Go-
al abo & C, a roa do Jardim a. 19, avisan aos
seas fregoezes desta capital e do interior, qoe con-
tfDoam a fabricar Migado em alta escala, e offare-
cem as melbores condic5es, tanto em prego e qua-
lidade : os proprietarios d'este. esiabeieeimento
cbamsm attengao dos senbores consommidores dd
interior, qne os qonerem honrar com sua fregu-
zic, especificando em seos pedidos a qoalidade e
noinerago, offereceodo-se para os entregar bem
acondicionados, em casa de seas correspondentes
B'esta praga.
al"
Vendem-se as trras d nova fazeeda sitasi
no serlo dos Garirls Velhos, comarca de S. Joao.i
na estrada de Pajea, com corraos e casa ordinaria, I
com muito boa agua e permanente, boas trras de {
criago e plantago, com mais de om quartode,
legoa de testada e tres leguas de fundos e muito r
tasuK
RWt da Iapertf',
Productos chiajeog e taima- \
ceticos os mais empugadoa
medicina, *
Tintaa para todo o genero da ia.
tara e para tinturara.
Productos industriae* a tintas
para flores, como botoas de flaraa
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenbo.
Productos chimicos e indastriaes
para pbotograpbia, tiotoraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directameote de Paria, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offare&er prodactos de plena
confianza e satisfazor qualqaer en-
eommenda a grosso trato e a reta-
Ibo e por prego conmodo.
mm MnW MlUna
m vn iiiiiiii
Lealdade
Rna da Inri O proprletarlo deste esiabeieeimento tem a hon-
ra de lear aoeonbeclmento do respeilavel publico
qoe acaba de rereber pelo oltimo vapor om gran-
de e variado sortimemo de arligos de gesto e fan-
tasas, como sejam:
Cintos
Reqaisslmos cintos com ponas e sem ellas en-
feltados com vidriraos, Unto pretos como de co-
res.
Ponbos
Lindsimos ponbos com gollfnbas bordadas em
'fino panno, assim cerno flnissimos ntremelos
babadiabos.
Tbesooras
As per feitas tbesooras de poro ac para uobas a
eosloras, bem como caivetes de cabo de marflm
e madreperola, garntese a qoalidade.
Peines
Um grande e variado sortimento de pernos para
coca e tambera para alisar, sendo de borracha
marflm e btalo.
Escovas
Finas eseevas para facto, libas, dentes e eabel-
g{ de todas os lmannos e de varios preces.
Lata*
As verdadelras lovas de Joavio e fio de escocia,
branca, de cores e pretas.
Perfumaras
Dos melbores perfumistas qoe tem ipparecido,
como sejam : Sociedade Hygeolca, Piver, Labim
Coodrai. comestiqae grandes e pequeos.
E?pelhos
Com os melhores vidros que possivel, de qoa-
dro, caia e tocadores* de todos os lmannos.
Coques
Lisos e enfeitados com muito gosto.
Lecres
Lecres de sndalo de moilo bom goslo, os ras-
Ibores qoe tem viudo oeste genero.
Eofeites para vestido
Um grande e variado sortimento d fita de sar-
ja e seda lisa e lavradas, trancas de seda, laa
algodJo de todas as larguras e ontros monos rti-
cos qoe se tornara' enfadonbo mencinalos, mas
qoe sao indpensaveis a formar o perfeito loille
do bello seso.__________
Vapores,
Vende-sa em casa de Saonders Brothers 4
o largo do Corpo Santo a. II, vapores pal
om todos os pertences proprios para fazer m
es on ouatro machinas para descarocar ala;
proprias para solas; valem mais de 150(5 e ven
de-se por 1:000 moeda a vista : qoem as preten-
der dirija-se a vkla do Cabo ao escrivao de or-
2 Ja os.
Em casa de .Toen. Just, no caes da Alfaodega
Vilba, vendem-se superiores machinas de costara
da acreditad fabrica dos Srs. Planer Brnosdorf A
0. de Naw-York. por precos razoavel.s.
Vende-si 'doa's cas terreas no Campe Verde,
raa do Socego, assloj cerno am terreno : a iralar
naj^ads_Pme| ^o. 5C
- Vende-se por' ar
por jreco commodo a olari la
^".^flo,lni8(N8i.a,aur cara o ptaprio dono
pa raa da Santa Croz n. 21.
Vende-se moli superior banba braslleira
eom composigo para* a queda dos cabelljs, mes-
rro occask>oada por molestia, assim como om cha-
rope yindodo serlio para toda a sorie de molestia*
dos pulmSes, na mesma casa fsz-se bollos, podios,
engomma-se mu to bem rcopa de homem e seobo-
ra : no Corredor do Bispo n. i>.
Collares Koyer
0c Anadiaos elctricos magaeticas
Deposito acrcdlltado.
toja da aguia branca raa do Qoeimado n. 8
Apregoar ainda os prodigiosos effeitos dos
bollares Royer j nao ensinar oa qaerer
iBtroduzir uovidades, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e os seas
felizes resaltados a tal altura elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
s parentes, ignore ou desconbeja as virto*
des desses sempre apreciayes collares
Royer.
aguia branca porm se gloria de concor-
rer para am to justo flm, se nao por on-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemete um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta ainda que os senhores pis de fa-
milia se facam convencer de qae convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
io mal, e por isso necessario ou conve-
aiente qae com antecedencia se deite nu
crianga om-desses collares para assim e6tar
alia preservada das convulces e se contar
livre dos rigores da dentic5o.
A aguia branca ra do Qoejmado n. 8
mtina a receber por todos os vapores
francezes a qaantidade qae ha contratado e
por isso acha-se alia sempre provida dos ver-
iadeiros collares Royer eletricos magn-
ticos.
Eugeno
Vende-se o eogenno Pindobinbe, correte e
moenta, sito oo termo de Ipojuca, comarca do Ca-
bo, nesta provincia. Tem elle muito boas trras
proprias para o- planto de canoas, sendo qne na
criacao de gado se tirara' vaotagem em razio de
baver sempre abundancia de pisto ; a tratar na
roa da Cadea do fleJlTen. Si, escriptrio.
------
Machinas para descarocar algodao. do me
tbor autor que tem apparecido na Americ?
E' tal a execucao do macbinismo, que o al-
godo sabe quasi to perfeito como o debo
iandeira. Recommenda-se a' attenco do
Srs. agricultores, estas machinas.
I o-
2- a
a> S B c
3.
BSg5'
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SSB.3
B ai
B -" o el
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Grvz m m
Chegou ao aotigo deposito de Henry Forater d
d, roa do Imperador, nm carregamento de gai di
prineira qoalidade.o qoal se venda em partidas
retalbo por tsenoa preco do que en ontrlual
mar parla. ,
Farinba de mandioca Isspenor : ao a/ia>
ieni de Tasso Irmaos.
PeehiBcaas qae se liquidam a dinkeira
oa laja e armazetn de pava, raa
da Imperatriz a. 60, de Flix Pe-
reir da Silva, saccessar de Gama
i Silva.
O propietario deste importante estabelecimento,
Oem r*aolvlde vender todas as seas faenadas por
preco muito mais barato, com o fim de apurar di-
dbeiro e diminuir o grande deposito das mesmas ;
de todas da' amostras deixaodo rkar penher, as-
sim como se mandam levar em casa das Bxmas.
familias pelos seos calxelros, assim como as pes-
soas qoe negociara em pequea escala, oeste esta-
belecimento encontrars om grande sortimento
tanto de lateadas de lei como de ptisntasia, e se
ibes vender' pelos memos costos das casas in-
glezas, gaDbando-se apenas o descont).
Pechincha admiravel
Enfeiles para cabeca a 15000 e i60 na
roja do Pavo.
Vende-se nina grande porcao dos mais boajlos e
modernos enfulles para cabeca, sendo enfeitados
com lindas fitas de seda, de velodo, com linda flo-
res, e ootros enfeltados coro aljdfares, plomas, fro-
eos etc., etc.; tendo tambem moitos a -Imitacao de
lb^%K osp con> """P08 de wda, que ae vendem a
510QQ,e oqtrog multo elegante com lampo de fil,
que se vendem a 34000, garanilndb-se qoe todos
sao de fetio moderno e que se vendem por estes
baratissios procos por se ter feto orna grande
ainra junta epn oot/o, Wiigoe.,: Isto na loja
armaiem do Pavao. roa da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da Sllia,.
Franciseo Jos Germann
RUA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico so?
timento de oculps, lunetos, binculo*, do ni
timo e mais apurado gosto da Europa e oett
los de alcance para observacoes e par a
martimos.
VIN de QUINQUINA
FERROGINEUXdeMBITIER
. Cora Malaga e Pyropliosphato da ferie;
Este vinho foi preconizado por toda a empranat
medical como sendo o mais poderoso tonie*
empregado para curar a Chlorosis, Anemia
ExhanstaCao do sakoub. Deposito geral m
Pwis, em casa de Laurencel, pharraaeeueo-
droguista, ra dos Lombards, U.
Deosito na pnarmacia deP. Manrar
. em Pemambuco.
ICHE
Veodc-se piche do paz ;,proprio pan
aspbalto, etiUletos de canoas,
asaoalbados, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agua,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gai, e
a retalbo, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador. .
Cemeoto
Cemento bydraoHco da melhtr qnalidade para
edicacoes n agoa, tanqoes, algeroies, aasettaoaa-
tos de canos, etc., em barricas grandes.a 124,
Dito commum on romane a 105.
Em porga o superior a SL barricas se faz mu
differenca no prego conforme a quantidade :
Tinhofonieo nutritivo-
QUINA E CACAO
RGAUD
Esta nov combinacao reone em orna bebida
assas agradavel e conveniente a todos os orgaaiB-
mos, aqoioa oa om medicamento tonco per
excellencia. e eecjae conim pnetiplos no-
irilivos asss reconbecldoi.
Elle se emprega com o malor sa* Dan^Hfl
das plidas cOres, soflmenlos do esttP
deappeiite, dgestSea dlfflcolleaw meostroatoea
''Kstr/siSc-ai ri^lim+
PolTora em la^i
Aotoeio Cesarte Moretra Diap
anakDa,inrtaenBtaa fcl
18
dar.
ii da CMH
x. smti
iBMWKarn aoVl
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mr -i -<,m '"iSi-i,-.^


Bitf
ite^yku/? % ifctifrja^jsfc
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lis .td

1
.
DO GALLO VIGI
kNTE ROA DO CRES
I. 7.
fe afaprlearws deste bem ceohecido es-
"beteeraeoto tem a satisfacao de Iwar ao
eeohecimoeto do respeitavel publico qae aca-
ban de recebar pelo ultimo vapor da Euro-
pa nm completo sortimento de objecto sde
aparado foato e de nteira novtdade; [os
fom estSo resolvidoa a vender por pre-
eo mu razoaveis, como sejam :
Lindos ciatos com ponas, bordados ve*
driraos, faienda que nSe ha ver quem con-
teste ser a imita que ba oeste artigo, isto
si na to;a do Gallo Vigilante, ra do Crespo
1.7.
Leques de madreperola, sndalo, marfim,
madcira e osso, etc., com liados desenbos.
iuarnlces de pal has,
' Riqutssimas goarnices e trancas de finas
palbas de Italia, cota vedrilbo, progenies e
sem elles. e outras com botoes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
lindas bolsinbas ou cabases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
jTcsouras.
Fioissimas tesoaras para nabas, costaras,
cabellen eiros e aifaiates, as quaes garanti-
mos ao comprador a sua boa quslidade.
Mtvalhas.
Superiores navalhas com cabo de tartaru-
ga marfim as quaes os fabricantes garan-
ten.
tapan
Lavas de Joovin, (amurca ede seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Pentes.
Grande variedade lauto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e bu-
fido com pedrrobas e sem ellas, etc.
Port Ke tquets.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madreperola, proprios para casamentes, bai-
les etc. etc.
Escoras
Finas escovas para roupa, cabello, chapeos,
unhas, dtntes e para limpar pentes.
Afrotoadurss
Lindas aboluadoras para colletes, puchos
e oHarinhos.
Perfumarlas
Finas e de todas as qualidades e dos me-
mores perfumistas at o presente conde-
cidos.
Collares de Hoyer
Eletncos magnticos, contra as convul-
soes das cranlas e facilitar a deetigo das
mesmas. Ja tao conhecido r s prodigios
destes collares anodinos qne nao ba quem
duvidede seus aleases effeitos, e o Vigilan-
te, seodo .recebedor desies collares, tero
sempre grande'quantdade em deposito, isto
6 na lofc do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
j Mq iBtxpacnq
IIRw 4 Queimado11
AUGUSTO PORTO X C.
feceberatt s mais superiores vestidos pretos bordados ootro, sendo todtN doBNlbor
iorgorlo.
Superiores tedas pretas, oraaotlqae groseoaple para vest los.
Vestidos de blood par oolvado com maulas e capeilas riqusimas.
Pronoasde cambrala de linho bordadas, para cama de oolvado.
Toalnis de caabraia de Hnno bordada?.
Colias de seda {ara cana e dttas de eroeb coa liados deseabos.
Cortinados de ambraia bordados para eaas ejauellas.
Liadas basquinas da seda preta para senboras. l
Sedas de lisias de cores e ditas Bxss mona liadas.
Tapetes para ora', pira eeinss, e panos tapetes pequeos e para eaWadat de por *.]_,
alcatifas e tapetes em pecas largas e estrellas dos mclaores gostos e qualidadsa.
Halas para viagens nos vapores a' Europa e superiores saceos pequeos tamba pa
riagem.
Camisas irjftlezas de Unto para borneo.
Ricos vestidos braceos de ca roera bordados a' -agulha.
Casemiraa pretas e de cor para roopa da bomem, pannos Anos pretos e zoes, aombisiaa
Mrios. '
Brim de lioho branco e de cor, cambraias, sHecia?, organdys braneos e de cor, laas de diversa*
qoalidudes e maltas que Augusto Porto & C, veodem por comraodos precos para agradar aos seas'
fregaezes.
Conlfaaam sempre a ter o melnor sorlimeoto de

prmeipiar o amio
HA
LOJA E ARMAHBI
no ~
iom n
:
....
ail-t>;
PVAO
Rna da ImperatrU d. 60
mm num, i. mm
SUCCESSOR DE
JAMA St SIL VA.
Yendo-se litnniha'rta torro
libra; ca ra do Broto o.61.
bad-j a 400 rs. a
il I
Antonio Ccsario Horeira Dias, antigo negociante
de plvora, chombo e fallir, fas scieote sos seos
"regoezes rjae continua a vender os MOSTOS cima,
or barato prego a vista de suas qaalidades Ro-
deado i*t procurado em sea escriptono a' raa da
Croi o. 80l' andar.
Urnco
21
Mais urna leja de miadezas roa do Qoeimado o.
21. E'ta nova toja que se aprsenla e comprimen-
ta a tods como Mttr* deNova Esperanzaecos
vida ao respeKael publico e e?ppeiim"pte ao bel-
lo sexo mi geral se di&oem de vir Tinta la, certo-
de qoe se compraren) vinario comeles e repeta-
do rala om comsigo mesmo estas doces palavras :
Desta vz micha bolsa rao ofJreo I
NOVA ESPERANCA
-Rua do Queimado21
Eufeit s p>ra veftt'dos
Esta nova e elrfan'e luja de-miudezas tem nm
lindo sortlm oto dos modernos enf-iiaspara vasti
dos de seda sendo alguns dtlies ornados com po-
gentes de seda e ootros com vidrilho braceo *
jeol de g-wlo e perNico |a>, qoe o vestido qoe
lo uver, por eerto nao sera' combieto o f os tem
a oova eaperaDca na ra do Qoeimado o. 21.
I.etguts moderitos
Tlimofoj lejjUH*" serdu osea todo de-marfim
com bellos oe*eobos, uoiros de oarliru e seda, e
ooiros fioalotf ata pretos de ebaous.pruprios pra
joto e do mm,- apurado go.>!o e t se eaeootra dea
tea laques pa loja da nova esperaoca, roa do Qoei
mado n. i\.
Tara senboras e m^ataas
Ligas de pellica do m-ibor que pussivel e qoe
te preMam perfumete ao goslo das excelieaiis
armas, > encootrar-se-ba por.preco muito nommo-
de na irja da nova esperanfa, roa do Qoeimado
O. H. '
L,Is para bordar
Lia de bonitas cores tem a luja da nova aspe
ra*ca na roa do Qoeimado d. W, o perfeitasor
limeoto e esta' veudei-do por commoOo piejo em
relae/o a b> a qoalld^de.
lerdadeira tinta para marear rcapa
Emb una qoe t> m a ne*a esperanza oa raa do
Oaeimado n. 24 realm~ate hjdelevei e lumbem
veude a de superior qoaddade para escrever se
lodo talo oa roa de Oueusado n. i|, lija de mia-
Aaaaa 4a ova esperauca. "
Benilos vasos eos pito da airas
A nova esperaofa oa ra eo,Quimado o 21,
tem om bello surnmeito de vasos com nos de ar-
m e w ^aasomptestel) boneeas, lam^ro lem do
axmao p pequeos pacni-o e aaizn h.- da pa
p*in para vender a salvia cao do comprador na
raa do Queimado n. 21 lija oa nova n.-peranca.
Trancas prel s cm vjaiibas -
Ann asperanca tem nm eenapRo sorumnto
le tranca pretas c m vidnlboa, -com-pinaotes e
Wb*Hh, e-eata*'Ti(sdHadi> ioraaB*do.preeo.
A Nova dJpetanca i-nVrarfQ4itjr om re-
loduqueiia oa^*'iimeBteim si de bom e-
fcaraio, bou e aaradiV'-is extractos, boa agoafle
oleoia, verdadeira agn -florida, tfo de pbrloeo-
#.atiba dedivenMi'traaiidadea, fltwe aabowtes,
pia iogkes, peous para alisar icabeM<, saaaisr
4e-dlVi4e qhmliiUrt^ fl*ffrtf >*" nnhm n ol.
lnra,.tHMu*a de boa qBaiidade para twgir cabel-
los e boas noneeas de diversas qoaliiade, nal-
mete diversas e variadas qoioquibaiias, qne se
veodem por presos ommodos e a comento das
aassaai qae bou ajeo esta nossa casa.
Esteiras da ludia para forrar salas.
Flix Peraira da Silva, teodo dissolvido amigaveloiente a soeiedade qae tioha com
-O Sr. Antonio Peraira da Costa Gama na loja e armazem do Pav3o tem resolvido vender
suas faienda awl siaii baratas como fim le aparar dinheiro, a diminuir o grande de-
posito qoe tem das mesmas, assim como tem recebido ltimamente ama grande porcao
de {aseadas novas, tanto inglezas como francesas, allem3es e suissas, dando de todas el-
las aasslras deixaodo ficarpenhor. oa manda as levar em casa das Exmas. familias pe-
los seas caixeiros, estando este estabelecimento aborto desde as 6 horas da manha as 8
danoite, e participa aspessoas qoe oegociam em peqaena escala, qne neste estabeleci-
arerto comprario pelos mesmos precos que cjmpram as casas1 inglesas, ganhando-se
apenas o descont podendo assim fazer melnor sorlimeoto.
na leja do
----------------------------------!-------------------------------------------------------------------------------------_------------------------
_---------------------------------------
_---------------
ffllR DEPUBATIVO
DO
Fazeadas para luto
ParSo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largnra proprio para vestidos a 20 o covado,
lazinbas.pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1|J o avado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Usas e
coms-ilpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e prinoezas, mais barato
do qneem outra qualquer parte, na toja do
Pavao, rna da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
pechiichaem casimiras a 4#600 ao
Pavao.
Vende-se uma gradde porcao de casimiras supe-
riores entestadas, sendo escaras e alegres proprias
para calcas, poletots, coletas e roopas para meni-
nos pelo baratsimo preco de !80 o covado oa
a 2J800 o corte de calca, grande pecbmeba na
Para o tratamento e cora rpida a completa das molestias syphiliticas, ,erise-
m, rhenmatismo, bobas, gota, debilidade de estomago,inammaces ebronicas do figado
abaco, dores sciatieas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, pleori-
as, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a pn-
ilcacao do systema sanguneo.
CoasIderarSes geraea
k saude um bem inapreoiavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en
fsrmo o avalia-lo. .
incoutestavel que o hornera neste mundo constantemente, e por todos oslador leja e armaym do Pavao: ruads'imperatriz n. bO,
ttacado por uma infinidade de agentes morbifleos que todos tendem, dadas certas e deter- j wwn a j^qqq relJ
niadas cirenmstancias, a alterar o regular eiercicio das funeces orgnicas, resultanbo ^^ nm rMe -0 e ^ m
issse desequilibrio o que se chamamolestia. gonbas de esgniao de linho, com os mat lindos
A molestia nao mais do que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada,-d bordados pelo barato prego de i^ooo o temo, di-
fundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mesares da sciencia, pela depm-, tos bordados de cor a 640 res, sendo grande pe
aco dos humores -genes, consequencia da aeco maligna desees mesmos agentes mora e 'co, di
icos introduztdos no organismo pelo acto da respirago, pela via digestiva, pelo contacto
mediato etc. etc. etc.
A syphilis inrelzmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de dnvi-
la que esse terrivel Proteo da medicina uma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
;onstituicoes robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar a massa geral do
tumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e es purgati
ros figunm em primeiro lugar para preencher esse desiteratuyi ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agente tanto na Allemanba, como em
franca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
l'ctr depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
>elas, rhenmatismos, bobas, gola, debilidade do estomago, inammaces chronicas do
igado e baco, dores sciatieas, cephalalgias, nevralgias. ulceras chronicas, hydropesias,
jleurisias, gonorrheas chroaicas etc. e em geral em todas as molestias em que se techa
un vista a purificaco do systema sanguneo; pois que uma pratica constante tem feito
'er que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
janr o doente para medlcacoes superiores ; e as menos gnves a cun a conse-
raencia do sen uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicao do Elixir dcpttrattvo do Dr. Sevia
ertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substaa-
ias depurativas e antisyphililicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
lismo, eliminando es principios nocivos sauda, pelo mecanismo natural das eyaa-
Ces alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico qoando este viriem.
em feito erupgSo bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
wm os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
tado de enctapfio, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
nmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos igneratn completamente se es-
o contaminados por este -terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a ana accio so-
re o tubo intestinal sueve e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medu
tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
;ico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
sdo, mnitas vezes, hydropesias, qne qnasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
f asseveracOes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicao,
em con-rmzdo sua utilidade.
Bales espios.
a 21500.
Cbegaram os mais moderos baldes esgnios sen-
do verdadeiramente americanos e vendem*se pelo
barato prego de 200, na ioja do Pavao roa das
Imperatriz n. 60.
Cassas a to ra. s o pavSo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res fixas pelo barato p-reco de 24o rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padres listrados e de dores, assim como com
palminas miudas proprias para mebinos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. 5 vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavo rna da
Imperatriz n. 6o
BalSes a 25, 3uoo e 3#
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou bales de arcos para senhora pelos
baratos precos de 20, 20000 e 3J por haver
grande porcao, na loja o armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o,
Lanzinhas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se lanzinhas matisadas, padroes
modernos e muito bonitas pelo barato prego
de 240 e 300 rs.
t bales de renda.
Veodem-se superiores chales pretos de
renda pelo barato prego de 3500 rs. cada
um, assim como ditos de guipure fazen-
da muito superior a 10(5 e 120000, e um
bonito sortimento de capas e retondas.
As casaquinbos do IV. 'i a 16.000
begoa om elegante sortimento dos mais mo-
deraos e mais bem enfeitados ca;aqQiohos de
grosdenapls preto sendo com sintora e sem ella, o
os a imltscjio de jaquetinas e veodnn-e
tralos pragos de i(i, 2e#, Ti e 30 :
pe-
na
60,
IMfeo deposMo em Percambco
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA3*




TRATAMENTO m CHA BLE, m PAWS
Medico (.-.pedal, conuircei, Ci ra Viviana* '
EUlon SC ITfiriiTrc El amn o que i'e todoa os aairea am arsads natr* ir
Ra eataa ca-
rado, tomei &h
b*bi, CopaUba
sob Udaa ai
(vreasem opia-
to, capailas,
coefeita, Udo
o Miomaio ar-
estou eavanoV tise-e chmci d um gmade numera it itiaecc^oaB, aua llalli ii'
corar em diaa. c ettou ainda m,is deentrs.
UA MilS SO Al.!.ftS
que caro raliralmtnte aem recanidas, Curnnno, Ht'axacao do casal, Cttrrk 4$ Umig,
r oi-a tmunoes, curado.pnm.'ira a causa ViriAlta iridainniatorki d'essas doeouas sexnies,
coa alfins Vidro?, -t ni>-. uvitmATivu doutodi, para parar essas afleeeoea, tetar o
fi
caual e ihe tornar a dar sua regidez dou para acabar mcuexeeHeotc xahopk a aTUT* be
fbho el tniuha iivjecv*o. K cura e radical, as KNBoaca para os luioa aranni,
o caesaM traUUBesto. {Veja-te a uxieta explicativa.)
40.000 DOEWTES CURADOS
erdadaro tnnacMo depuran* do sancae. J< Urtu omu* notarada,
vrurtdc, tria, eaaaai affectOet MMrwt, eamorea, todas a* doeecaa oa aiterta a airezs
do tanque sao curadas ea pouco trapo por mea Xa aura pkvuhativo ato sanoci -Bea*
ANHUa ihkaii. ounaas plelas bkpdbativa e miaba Ptmmnda ahi-BAS.TtaA.
*) oo a maaeira de (ratar-ae. A aoueta iie se da (rata to daeusita do a
menloa. Eaac eicelleote trataiaento sao eaoiea mercoruft soa supcnartdaaaa ksa
nao ka aua ao a qoe peaM eoaiu es presentar untas otti-Maeat da asna.
ffa aria. atmiuUatau to tmfr Cteala i *or ort woaawux+i.
PlLULAS de HOGG
da PUalau iiauaaiiafnai de Hogy, cosa ftcpaloa. aeSdiareada, contra aa affttfim
ftutralyiciu, iy^xpsitM, te-, e nos casos em qoe as tiyutOt* to ia*, e da vwet, anv
avan nma ailOkt aptes c depoia de cada oonvda. .............
OaaaaW-ado aenao uma substancia bauta sem nerthoBia virtaie mrtrhuantal por ai-cana,
-^epCa^S.VCD- "CIe"COnVISART, medico de S. M. o .mperaSdrdosFr*aoeHl)
PUalava e Qonn.coai pepsina onMa esa ferro rodtaa aclo baviiaaae%
contra as molcias ihrS&as, e-affeecSex -ue d'ellaa resulta, fiom bruiGca,chormttHenrua&
tf/iil, fortifican os temptrsananiatxkbHados.
Do*:.dafspi!iUas.catla dia. ^j.^.. isnnrnun'iai
O ferro, redu ido pelo Sivdrogeneo, a melliaT da prprara^aeg.feffiagiBeeaa.tBUHUHAKUAT.)
Com aJudaJaYatoaaiti a?* eomao .p*psii3a,>os oiiinenios transfonoam-oe em wranctaMt.
PHula de Honn, aom nepsina e proto-iodujato ferreo .inaltanvel, contra aa MeMIai
arcro/taiwai, ^mphatitZ%'t^mtK*,-a tsica, ehexta *tm>afi^*Ulimgtlt**
naieooatHBia.
jiou.- d^ a Ji pWa* aia dio.
A pa*w, petow nni*> wmo'ferweo lodo, modifica a aceaa'aieJtaaed'eaaa,alojapvadoaoa
" .. aMiiiiii^riiia^raaroliai.iTWIiiaiaar'rwiii ou irriuveis. Memoria apretentada a Atrtartt
U moeinaM.PiaH. BaHasfaBSaflaH ataai
KM
_oaa, plmrmace^co-chrmieo, na a CaMigilaae, onito prc|alaarai a aii|irada'.
ratees de O* daiB*|aaiB **rm*mmei\it Utoaiot.
II.....aa^alt>ci|)aaliaraaafcvs,
U) V*d. u obru lotttolaaau : Dfffila CauumreU. MetaU sAtavaa Muialii araa*aaaga>j
Veode-se na pbarmaia firanceza na roa Nova de P. Maorer C
outros
los baratos .
loji e armaiem do Pavu raa da Imperatriz o,
de F. Pereira da Silva.
V< ndem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, ten Jo largura de cbita fraifceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
\t covados, teudo entre ellas al urnas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 25 o
covado, assim oomo sedas rizas de todus as
cores per precos mais commodos que em
outra qualquer parte.
Meias baratas, duzia 2ooo rs.
Vendem-se dozias de meias de cor escura
sendo meias de muito mais dinbeiro porm
lujaidam-se a 25, por ter algum toque de
mofo; ditas inglezas cruas muito encorpa-
das a 53 a duzia.
Sao muito lindas as novas poupelinas
qne chegaram para a loja do Pa-
veo'a 500 rs. o covado.
Vemdem-se as erais liadas poopelioas ebeftadas
pelo oliioio vapor, seodo iraaspareules e entenadas
coa) quadnohos ailodlobos e coa as cores mais
aiodernas gooio sejam : magenta, solferioo, verde,
lyrio,r6xo, azal, canoa e rosa etc. etc., Raraotiodo
se qoe neste genero o que tem viao de mais
moderno ao mpseado, para -vestidos roopas de
enancas e veudem-se pelo baratsimo preco de 500
res o covado, anlcampote na loja e armazem do
Pavao, raa |di Imperatriz n. 60 de F. Pereira da
Silva.
Grande ppf.nincha
Gros-de-naple preto a 15500 reis o covado
Ub a loja do ta*o.
SP vende grosde-oaple prelo, moito boa faienda
mra vestidos; na loj arroaiem do Pavao, roa
a imperatriz n. 6", de PeH Pereira da Silva.
Mod'rubsimas
Chales ecaobimira a 105, 12$ e 205000.
Ba loja do Pavo
etaeaaram caebemira, com os padr&es mais delicadas, e .^eodo
meito trandes, veortendo-se pelos tralos precos
e PaioT'ro- ** imper1"- -0. de Flix Pereira
"tiiUas francezas erdadeiras a 480
ris
HIintr chitas francezas verdadeiras com boni-
tos pr&>s escoros, pelo baratlssimo prego le 483
ris o covado,-eendo fazenda qne sempre se venden
s or mal* dmbeiro; na loja e armazem do Pavo,
Ma Ja Jiopeaairii d.^0, de Flix Pereira da Siiva.
Novtdade em chales a 6*5000.
Vendem-se os .mais modernos e ttats bonito*,
chales i Ixabel, sendo de ama s car, com 'lindas,
rendas da mesma faienda, guarnecidas com tol-
as* antas 'de aijores, sendo ueste artigo o mais
Miderfio one tem vtndo e vende-se felo harato
oreo de W&K onicamerA na loja- do Paao, f oa
t Ittperatrtt -d.0, *teiii Pereira >Uva.
Alpaca monstro, covado a 280 -rs.
IBesdewse^^atMaviiiaiaoeaenras para veslldos,
unan K otiBOB de largura, qoe faculta ram-se
oofvesiido com 8 ***M*, S8rs. on a Wo
corte na Hoja do-pifvlo, roa oa Imperaim o. W),
meas para- caltas a 400 rs. o ovada
VaDdem-se afariaras gaBgas franeeus-Binno
ene- rpa*w -pera caicas e palrtol
coieAWrs. o covo, sopt:
pWs,ir6M'e1-oa, a*
im foda mallo saperiur,
do Pavao, roa da Imperitflx n.
ra da Suva.
PEcra
4^000
Em corles de la
Vendem-se superiores cortes de lia matizada
com 15 ovados, pelo barato preco de 45 o corte,
isto na leja e armazem do pavo, roa da Impera-
triz b. 60,
Cambraias largas a 1000 e 1280
a vara.
Vende-se cambraia transparente com cito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
vestido com quatro varas, a 15 e 15286 a
vara : na loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz n. 60,
Espartllboa.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilbos dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz c. 60,
Cortluados para casamen os.
Vende-se om grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos b ratos precos de
95, 105, 155, 205 e 255000 o par; da-
masco de la imitacio de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 45 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fustao brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balauco, para cobrir presentes, etc. etc,:
na loja e armazem do PavSo, roa da Impe-
ratriz n. CO,
Grande pechincha de gros-
deuaples pretos
na loja do Pavo.
Grosdeoaples 10280
Grosdenaples a 15800
lirosdenaples a 25000
Grosdenaples a 25200
Grosdenaples a 25500
Grosdeoaples a 25800
Grosdenaples a 35000
Grosdenaples a 3(5200
Grosdenaples a 35500
Neste grande estabelecitnento encootra o
respeitavel publico um avultado sortimento
dos melhores grosdenaples pretos tanto
largos como estreitos, que se vendem muito
mais barato do que em outra qualquer parte
em rasSo de se ter feito uma grande com-
pra antes que augmentassem os direilos na
alfandega, assim como nm bonito sortimento
de moireantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
retma e luto, (-'anclo-se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pav5o, ra da Iroperatm n. 60
GRANDE PECHINCHA
eE* lansiKtia* na loja do B*avo.
Vtcdem se as mais modernas o muito botillas lao-
sianas do osa *cr,tcndo entro ella? cores ao'io
Xa Tria loelaasdo n. 4.
M*ia e Silva,
os seos 're-
e miudzas,
I-.:
*
Loja ie m
Apresen
guezes os segurntes7 objectos
todos novos e muito baratos,
* a rter ;
Carretis de linba de 400 jardas, fabri-
cante Alexandre. 200 .
Caixas de obreias Se massa, 40 rs*
Ditas de ditas de colla. 80 rs.
Carretis de retrs preto com duas oi-
tavas, 500 rs.
Duzia de agulbas para machina 2^000.
Dozia de linha de 2t0 jardas, propra
para as machinas, 1200.
A libra de pregos Irancezes de todos os
'amachos, 240 rs.
Duzia de tesooras ordinarias, 480 rs.
Redes pretas para cabello, fazenda boa.
320 rs.
G rosas de pencas de ago muito boa*v
480 rs,
Gaixa de linha de gaz com 30 no vellos,
500 rs.
Livros com estampas para meninos,
320 rs.
Ditos para rol de roopas, 120 rs.
Duzia de m ias para senhora, fazenda
boa, 45000.
Pecas de fita de 15a de todas as cores,
600 rs.
Grosas de botes de looca lisos, 160 rs.
papel amizade muito fioo,
de
Drtto pe-
-de liMo
flitea de co-.
30
delicadas pelo barato preco de covado.
Ditas decores billareares com palminbas s
e lisias, covado....... 400
Ditas mailsaas muito lindas, covado. 320
Ditas listadas dem, covado..... 500
Ditas transparentes com listas de seda, co-
vado...........'560
e oolras mullas qualidades de iaosinbas de gosto,
que se estao. rec'beodo por todos os vapores, na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Feliz Pejreira da Silva.
Bonitas alpacas na loja do Pavo.
Vende-se om el- sanie sortimento das mais lin-
das alpacas de cores lavradas para vestidos a 15
ocovado, d.las maijja. *JJ qne M do Pimenta.
Duas de Oorlnbas a 500 rs. e ... 3M)
Ditas Usa de todas as cores a 640 e 800
na loja e armarem da Pavo, raa da Imperatriz n.
60, de Feliz Pereira da Silva.
Poil de Cbvre na loja do Pavo.
Veode seomaismoderoopoiidehvre largo.de
nma s cor, sendo mais lustroso qae a mesma se-
rta, pelo prego de.......2000
Dito mais abaizo, porem com as cores
rouilo Iludas, covado......1S'U0
Dito com listas de seda a 860 rs.e. 15000
na loja do Psvo, rna da Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da Silva.
Chales de merino a 25000.
Vende-se bonitos chales de merm a| 2000,
2500, 4o0o,55000 e 65000, na loja e armazem
do Pavo, na ra, da Imperatriz n.60Jde Flix
Pereira da Silva.
Chitas pretas-a 160 n. o covado.
Vende-se cbita preta ingiera lisa a 160 rs. o co
vado oo a pessa por 65, com 38 covados, ditas com
palmii bas, melh.ir fczeoda, a 200 rs. o covado oa
a prca por 75300, dita fraoceza, largas, a 360 rs.
o covado, ansselinas*jretas a 400 rs. o eovado, na
luja e atmazem do Pavao, roa da imperatriz o. 60,
de Feliz Pereira da Siw*.
Fazendas para luto na loja do Pavo.
Vende-se snpenor setim da China, sendo nma
fa:en.da toda de la e sem lastro, eum 6 palmos de
largora, qne facilita faier-ae om vestido apenas
com 6 covados a 25000 rs......25500
Soprior bomnasma com 4 palmos a
l56te..........15800
Superior canlo sem lastro, eovado 15200
Lanlobas lisas, cavado 400 e 500
Cassas pretas lisas eom sa'picos e com
listas, v raa 500, 560 o 640 e 800
Mosselinas pretas, covado..... *
ooiras mnitas fazenda proprias para lato, na loja e
armazem do Pavo, ea roa a Imperatriz n. 60, de
Feliz Pereira da Silva._____________m______^_
Em casa d Tbeo. Jnat,3no|cae8 da Alandeg
Velba, vndese :
CervHja Basa em botijas.
Caf soperior do Ceara*.
Manteca fresca o tatas-Aa I 1 libras.
Vcode >x telbas e njol/s le a(*enari. H
ttida a 465 o mllfielro, ditos 0> tadnMio J
fl| a 385, Altos fle tapameni lardos a 205,
Hitos dito estrenos a 1F5- e por moli
menos do qoe em onira qoalqoer par-
to, enzamels, as liave>as, rapas, cal
'branca e preta, arela fle flojnr, imroio
bai*ro : a roa da CuMoroia, araaxem
4n 8el n. 26
Caixas
700 rs.
Ditas de envelopes centendo 100, 700 r*.
Resmas de papel almasso muito fino,
30C0.
Pares de botQes para ponho muito Bnos,
120 rs.
Talheres para meninos, fazenda Una,
240 rs.
Toalbas de labyrinto muito superiores,
gravatas pretas e de cores muito finas,
500 rs.
Carretis de linha imperial com. 100 jar-
das, 30 rs.
Cordoes e fitas proprias para espartilhos,
60 rs.
Duzis de meias cruas muito finas, 4'080.
Resmas de papel almasso pautado, 45CQO.
Duzia de baralhos irancezes muio finos,
28 0.
Latas cOm superior banha franceza,
320 rs.
Frascos com agua para denles moito fina
500 rs.
Ditcs com oleo de babosa muito fino,
320 rs.
Garrafas com agua florida verdadeira,
51500.__________________________
A' ra Nova n. 28.
Souza oa>es & Irma, vendem pelos
differeatcs precos.
Liabas de novellos ns. 40-120,'libra a..
Dita mullo superior a..................
tinas em calzas de 50 povellos muio boa
Dozias de rarlSes de superior lionas pre-
tas e braneas a........................
Caizas com obreias de eolia a............
Ditas com nuojas a.....................
Duas com pe coas de 600 a..............
Pecas de fitas ris la de reres a..........
Grozas de botSes de madripella a........
Uias de oco a..........................
Ditas de looQa lizos a........,..........
Ditas doorados para poo^is a.......... 23'iflO
Do/ias de facas e | davalas pretas e de eorts a............ 500
Duzias de pares do rocas cruas para bo-
mem multo boas a................... .'COO
Duzias do baralbos fraocezes muito Qus a 1$%(i
Ditos poricaezes a................... 15700
Latas c< m superior hmln franceza a.... 280
Garrafas com afiua Q E-i-' v.s para roopa mnito Boas a....... 500
l\-ii para all-ar com cbapasde metal a 5<0
Ditos para luzos, doria a.............. 1,5500
SahoDeies flous dazia a............... 15100
Pe di. s voltiados a 320.............'... 406
Sapatos de tranca a...................... 15609
Caizas de phosphoros de cera, duia a... 400
Ditos em ditas de fultia a............... 15l0t
Caixas de soldados de ebumbo para me-
I nios a................................ 140
Do/ a- de caizas com colchetesa........ 816
Duas de urumpas cabo de vidrode muitas
rore3 a............................. lok)
Precos ademiraveis candieiros dos mais aper-
fecoados foaioa, pertences para os mesmos e ootros
muitos artigis que s tu a vista do comprador,
se mencionara' os precos.
A' roa Nova n. 28, Antonio Pedro de Scoza Soa-
res.
rimo
25200
680
160
40
60
250-JP
fOO
500
240
160
Aos babianles do ceife.
Friiha de mandioca a 320 rs. a cnia.
Ctrfff.i auimami-nie de Sania Caioanoa so-
periures qoilmades, esla' se realbando a 310 r#.
a ma : na taberna da roa do Amorim n. 36,
Sevada
Veode-se sevada moito nova a 35500 a arroba
na ra DireUa n. 30.
^ende-se
o engenboS. Bartholomen, sito no vale de Morj-
beca, moito perlo desta cldade e da est^go dos
Praze.- s. com ezcel ente* partidos de aneas de
massat e de paoes, as quaes lem capseidade para
graodes safras, me cem o rio JaboaiS, qne tam-
bera se pro-la a' condoeco da maior parle das
caonas para oeogeoho^tem alm disso muias en-
tras v-mugen', que melbur serio apreciadas pelos
preteoA-oies, os qoaes podero <-nteunei -se c tn
osen proprMarlo a' raa de S. Gongalo n... qae
faiw' negocio razoavel.
Veade-se urna taberna na ra do Coelbos
trav(s.-a do Ji-ciini n 10 quem aqmzer cra-
piar tem puuco fondo dirija se a mesma que
aebara' com quem tratar. _____ .
1 \
Engenho-
Vende-se om -en|eiib6 perro*lHaV*Jiij(K*
Sr"ande prOduccao, ea brad .a^roe mrm****
irVbies amrues w roa ida Cadaia evacu*-
21, escriptorio.
Nova peAineha
O proprieiaro da loja e armazem da Arara a raa
da Imperatriz o. 56 e 71, recebeu oovo sor imiento
de chapeos ae sol de aipara preta que esta fasendo
si rprn.a. pois, cnsioo 65OOO ebeje a Arara vende
por 450fO e sendo de seis para rima fara ba|i-
nteaiu de 5 por cnto, l.-to por ti-r glande porcia
para vender d-pres-a e recatar mais; chai eos de
>oi roiieriu cum dons forro,"Oe vende rada om a
15000, um grande Bonlme** chapeos de sal de
8 12 16 ses qoe ia oaadjiaodn rielo Oimlooto
u'n-co de 61000, 85000, KaVK e 1?5' 00; larlatana
eme gara vestidos qoe vende a 500 rs. a vara ;
cbales de merm estampados moito oos a 55000
ada nm : isso s na lija e araiazim da Araia oa
roa da Imperatriz a. 56 e 72.
s500--4|50O
Cbales prets de renda, pelo prego aelma :
fna da Imperatriz B. 52, loja Do Leio, jonto a
dara frant-eta. ,
Vende-se' nma moleta ile mela ltade,-eoiiaja
o diario de nma casa, engomo e laa rdkBilr-
na
pa-
mente
a tratar na roa de S.;6"Pt'
Escravos i'urid
so.
Aofeaioo-se desde d>a dp feverWra'**
edrr.nte aeno, #scrv-rj aonve Deiphm, *oe
Lid' bngade.rofdaqoWnertJfcraJo .fPmjH^
Z;^.* B^him Loli CavaJ
T*e.sM. imda o *W"pMt*$J+
jioaiDoooomais 00 menos, preta,c-m ritt ne wa-
ts estator rfgnlar, seca daWrpo, anda saaigra
Ort, vestida Je-aaicla, Osa ota aaoo 800-. aag-
fie*a eharae Ola acollada e alfum caa^ea
jaiuj awia pra^a
ou prga-la, lea 11
dito sehbe'r eiphhn
wrt'-ffaVTiaada.
ella acollada esa aigoma raaa.ee
K:.za&KVaae
iiporm ioitCa*1aai Nam, >aaa

~3r


0
;
LI
i.
POR
B. Con
IA.
b notas que Felici-
{Qortiwii
A Sra. Ver
ciosa ; Feljwidade
cam qi; m devesse seguirJ
un fjctii qoe a
notas do liado e
fjde ap.m!ira do
Agora venbam c 1 disse o doeote de-
p,i de longo flaacto. I to urna ventura
lO-grande, que pbdem causar-me a raor-
4$ peia clegria, porJm eu siotc-m i vigo.
rose e tranquillo. Vi ol^aes para mira
. admiradas, o que bem natural ; cusla-vos
crer como tornamos a ser ricos e estaes
ancfosas por saber come isto se operou Eu
quasi o esquecera tambera, mas agora come-
Co a letnbrr m4. Ouve, Loureng; oove
VOTO E
coobgo de
Cssi la le de
coordear as
dagoes... Ah I
murou elle, sorri
"ifr^BMfhi* ;:ra?,* KAAMU'tM..*
dize-to, mas qoizeres, masi
- sava-lhe es tu dar e
co'eoceoasfiafi-. ^^^i^'^.^^JW M-jEugenia, consola-te; en tatfibem lastimo
fie (^Vl
**fuBaT
7liTTSBllUro MtlTladlclotM moes coosi coiYqae possacontar pira principiar positoo em i
te o trabo feto dorarte e*es*rjitVqtt*re'pfettvlwse denUtr comprehendidoisso lo edificio domestico. I -xTtoai
annos?... Pois sira, mas nao ser neces- ba mais tempo. Prometteu-lbe que d'alli O mogo porm,cojo4orJaefe^JHIrftf*Jii
io, porque me sinto com bastad** for- em Catite seria mais grU e applieada emjEugenia, pedio a seo pai ss mezes para" tes que tos conste'a minha morte, qoe lo
i te foro a isso a
listencia.
que ficara
ai, e por to pe-j
_fcS
indicilas razSes
m, cojo joraole ai'tjnrl #or cofl od i&RdteMde nao
flUisse-
paluda e sileu- r
ARS-, Tino" Qando ia Damascada, wa iss- ?Cpo3oaf lenlSoa refl rtoquseu
nnBn ;a-Tn lhe : Pa 'M *ssert a lastimar, internameote a
lvaralli eueeram T Ttn ,GS a'gum3 C0U8 W**** C!1- sorte de guras* de suas anigas. cria forte
"dalo, o5.,e assim?... Eo aderiifao.oqueij invejra qeando seo pai ainda^We nao
; mis nao receeis. Ides deisar me s tioha proporcionado o ensejo de refletir. e
ero os meas pensamentos e eu assim terei'que sabia viverem na .corte muito commo-
meio de desvanecer asdurila) que we'daraente e at com u*o, nnicamente Badas
confundem as loas. Fic?, pois, tranquil- nos bons ordenados que liohSo seo pas,
las o vosso receio desaporcar compie-' sem que Ibes desee o menor coidado o fatu-
tamente, ro homilbaote qoe se Ibes preparava.
Amparado pelas dan senhores, soblo a Ni casa contigua do Sr. Antones (que
oseada. esse era O nome do pai de Eugenia) mora-
Momentos depois, ellas desceram as pon^ ya um velho militar reformad* chamado
tas dos pos, e a penas harnea cerrado a por- Beoto Peniche, coja riqoen nica cooeistia
t.i, lanciram-se nos bracos urna da outra, na posse de nm bom filtio chamado Alberto,
derramando copiosas lagrimas.
Jejwidade Yo desapparecer. todas as vos-; Ft|jcidadei desembaragando-se d'aqusiles
sa dnvdss e dare.s rafas a Daus por a>>racol febncitarntes, exclamou :
seus. inesperados beneficios! o papa corar-se-h. restabelecer-w-
iproxi ; o Sr. Verboord ha f Somog denovo rJC)S L- 0 qaedira
Raphael quand.^0 sotiber ?
A Sra. Verlioord, impondo silencio a soa
lillia disse-'be a meia voz:
Nao pronuncies esse nome ; teo pai
-..?lo, e bem viste como esse no-
dos., "oo ler-vos a carta ficareis conven
abrindo a aria, disse
. Jiembra'.me que eslava s^ O car-
ieiro ent^ou e entregou-me" ma carti. A
notic a que eliaroG dava proiuzio em mim
m abalo l3o violento, que whi sem sent-1 jeri3 0_f:
rae o agita e impressiooa.
ler-vos a
ridas da nossa ventura. E-cutai .. Aij !
sqo'ecia-me djzer-vos : a -carta vem de An-
tuerpia e.do banqueixo Wulf, em cuja
casa tiv.e n'outro tempo es ineuj fuados.
EiS'o que.elle diz:
i Antuerpia,15 de julho de 4857. Sr.
"Sferboofil : de .ordem da cisa baocaria Sta-
onope 4 G. de iQPdces Jenhp a honra de
ibTorma-lo de que Hen-iquc Orlad', filho
de Uhristovam Orlado, e Clurleston, re-
solveu pagar as dividas de seu fallecido par
03 seus crditos, segu 5do a escriptnrac3o
por elle deisaJa, montam a qu renta e tres
mil dofiars ; se, porm, liver alguma duvi-
da acerca da quantia, pecolbe que I quide
a sua conta directamenie com a casa Or-
tedq.
At definitiva lquidafao, aqu !he en-
ve em papis de crdito belga a qnantia de
quarenla mil doars. que o Sr. Stanhope me
ped'n lfce remetiese immedialamente. A
casa Orado solver os seus dbitos em dez
pe-laces trimestraes, mas, em todo ocaso
dentro d'esie aano ser embolsado, pelo
menos, da quantia de doze mil dollars por
coala do seu crdito.
Soube qoe a sua sande sr.Tria, e por
isso nao se d.ve iheommodar em vir ci-
dade. Brevemente terei a honra de pes-
soalmente o procurar. N'essa occasi a en-
tregar-me-ba o recibo e fallaremos largamen
te dVie importante assumpto.
l)iaoe-se r*ceber os protestos da minha
sjmpathiaWulf & C
Fel cidade, douda de alegra, lanfou-se
ao pescoco de sea pai, mas a mai devertio-a
de que devii moderar as suas manifesiares.
Nio era s a acqoisicr>o da riqueza que en-
chiao Ci.raco '.'.e Felicidad} de alegra, mas
jjriBcpalmeutea esperanza, senao a certeza
que d'aqui lhe resulta**, do sbito restabe-
lecimento da saude de seu pai.
Enlo. Lucrenca, disse o velho, sa-
bes que n-s restituida urna fortunad.
ttoZBOtos e rmte e um mil francos ? Autes
de Imiar o anno prximo estiremos embol-
sados, pouco mais ou menos, de sessenta e
cinco mil francos I... Nao sei como posso
ser superior a tal vralura Nao ror mim
mas por' ti, pela nossa- (Una I Era um
cruel mariyila para o meu coracao de pai
pnsar qbe a pobreza e humilhacao seriam
a vussa sorte sobre a ierra, que o futuro da
nossa nica filha eslava perdido para sem-
piel... Mas, minha boa Lourenca, nao
me p treces tao alegre como era de espe-
rar 1 ..
Eu agradeto a Deas e considero-:ne
muito feliz, resoon leu e'la; com tivio en-
teodo que (levemos ser rasoaveis e nao per-
aer a iranquillidale de espirito na ventura
r>em na desgraga.
N desgraca? repetio elle, olltando ad-
mirado em volta de si.
A Sra. Verboord disse em voz profunda-
mente triste :
Concede-me urna graa, meu bom
aua'igo ?
(Jasa grapa Loorenpa ? Manda e ros
decer-ti-he com prazer.
Pois bem; o men desejo 6 que se nao
desassocegue. Tem soffrido maito, Verboord
e aioua que pareca agora restabeleeido, nao
se deve agitar. Tranquillise-ie, nao falle
tanto, porque lhe poder fazer mal. Este
receio d-nos muito coidado e ser-lhemos
since- ament reconhecidas se nos conceder
a graca pedida.
O Sr. Verboord contemplou sua muther
com ceno ar de admirado, fazendo po mes-
mo tempo visiveis esforpos para dominar a
agitagao era que se achava.
Felicida e esua m3i nao perdiam o me-
nor movimento da sua pbysionomia, qae]
pouco a pooco se foi tornando sombra. Em'
seguida, como fallando comsigo. mesmo, o
velho perguntou :
Mas o .que me aconteceu ?... un i
meu Dens, a carta datada de julho de
f85 1 Qa-tro anuos 1 Como se passaram
tiles ? Parece-me que nao~teem tido maior
durac/to para mim do que om da... Teoho
estado drate. Original doe -ca : um som-
do de qoatro anuos I E nao me lembra
nada, nao me recfdo do que me tiaba acon-
tecido... O' Loar'enca, que doenca incom-
preheotivel tem do a miaba, que parece
que a vida se me interrompeu pelo mais
profundo abysmo do esqaecimento /
Urna doenca que nao 'completamen-
te extraordinaria, respondeaiSr. Verbo ard
urna fehre nervosa, que, todava, est cura-
da ; mas, anda ifciup, n5o deve excilar-se,
meu caro amigo.
O velbo ab'aixoa a cabega e recabio ni
sua meJitacao. Em aegaida repetio em voz
baixa :
.Urna febre nervosa, febre ne.vosa I
Calou-se e foi-se absorveodo*cada vez
mais. profundamente as suas graves medi-
tavoes. A espbsa comeco a temer que
no-o ataque de ervos o fizesse enlouqoe-
cer e peg^oio-lhi na mi disse-lhe :
Verboord, nlo se recose a seguir o
parecer da sua Loarenca. V descamar
om pooco ; nos vamos acompanaa-lo ao
quann. Quan4o eitiver com o espirito
mais tranquilh, conversaremos e regozijar-
no?-heiBu sem receio de que Ibe faca mal
Atienda a esto pedido, meu amigo i
Agradecido, Lourenga, respondea o
Sim. mama, responden Felicidade,
ten razao ; nSo deremos fa iar rtelle. em
quanto o pap n5o esiiver completamente
bom ; ma< en hSo posso dem'rnar a moba
alegra, preciso de fallar, commonicar a
minha ventora, aioda que nSo- seja senao as
paredes deste quarto 1
I'ehcidadi!, disse a m5. pegtndo-lbe
na mo, nao esquejamos d'oorfe o bomem
recebe tola a ventnra, todos os bens ; ete
vaos n'.'Ssas almas para o co, qu ouvio
os nossos rogos !
O Deus de aisericordia, seja bemd'
to o voaao nome exclamou Felicidade.
E cahirara ajoelhadas diante do emeifixo,
entregando-se mais profundo i fervorosa
oraco.
(Continuar-se-ho)
A ral lade corrgida
C )NTO MORAL
Exista em S. Goocalo no anao.de 485""'
urna cisinba baixa, assaz prxima praia. e
conhecidapelo nome de: casa da feiticeira.
A vida myjteri>:a da nica habitante d'es-
sa casa dava lugar aos mais extravagantes
themas de onversacao; mxime- ntreos
que OjUenam primar em saberem de ludo e
conliecerem a ledos.
Netilioma rlis pessoas existentes no logar
vira -ainda as eigoes da feiticeira, excep-
caoda urna prea velha, chamada Margarida,
que ia diariamente levar-lhe o sustento e
fazer os servigos mais pesados, retirando-sa
logo que era al ti intil a soa presenta.
Nlolonge d'usse lugar iiavia alguns annos
viera morar um viuvo, pai de urna linda
raoiinha que elle se dedicava em instruir.
Eugenia, que assim sa ctiamava a moca, era
um composto de gracas e bondade; lenha
um s defeito, era um pouco vaidosa; em-
bora fosse esse sentimento pooco desen-
volvido n'ella n5c deixava por isso de in-
quietar a seo extremoso pai, que nunca des-
prezava urna occasio que se lhe offereeesse
para admoesta-la sobre esse defeito oo in-
tuito de corrigi-la.
Para que iosiste Vrac. em qae eo es-
tude alm de occiipar-me com a casa, d zia
ella um da a seu pai, se pela vida retirada
em que vivemos desde a morte de miaba mi
d3q Unhoonde apparecer nemha"aqai quem
possa aprecier a iostrccSo qne to afanosa-
mente me d?
Sempre vaidosa, minha filha? en o
pensas que ( para ostentares o Uu saber
que me afadigo tanto? Eu quero que te ns-
iroas, disse o velho, porque tere'Cem breve
tempo de retirar-me d'entre os vivos e, como
sabes, cessa por minha morte z mdica peo-
sao de que tiramos a nossa subsistencia; e
por isso que me esforz em qoe te instroas
nos misteres da casa, e n'ejsas poucas cou-
sas oue te puder ir ecsinando gara langa-
res mo do magisterio e ganuares o pao de-
pois da minha morte e"bao seres pesada a
ninguem. LemkraTe, minha filha, do que
diz Degouy sobre o trabalho: O trabalho
c eleva o bomem e derrama em seu caminho
inmensas satisfacoes; o ocio degrada-o e
atlrabe sobre elle a vergonha, o desprezo
e a desgrana. Urna vida tranquilla e la
botiosa como essas pedras preciosas qoe
eocerram um grande valor em um pjque-
co espaco ; o preguicoso assemelha-se ao
insensato que possuindo um grande the-
souro dissipa-o em loucas extravagancias
em vez de erapregalo em assegorara
sua indepndete.!. U tempo mais pre-
cioso que o ouro, pois sendo devidamen-
. .1- _. .. ...Annr.H.ini l:m

I
a
9
1
<
I
a
I
ie empregado nao s nos proporciona um
bem estar n'este mundo, como aioda nos
t pode assegutir a felicidade na vida fatu-
t ra. E eileim razo, minba filha; e nao
s elle, como mu'uosouiros nolaveis escrip-
tores tm estigmasado o ocio e a preguica;
nao penses que s5o s o homens que assim
fallam; muilas mulheres pensara do mes-
mo modo ; entre as muilas que ha, Mlle de
Ssvan diz que: So trabalho pode afas-
tar-nos da miseria e garaatir-nos a vir-
lude. Mas o trabalho que aproveita nao
como o qoe vs executar diariamente por
essas pessoas que se jactam de trabalba-
rem, mas quelxam-se que Ibes lio ebe-
de soa fadi.a
qoe era gaarda-livfos de urna grande casa de
comiercio na cftrte.
as repetidaa visitas qne o moco fizera
a se? pai raamorara-se de Eugenia, e fcom
ella dsejou casar-se. r^ '
Eugenia por seu lado tambem goslou do
rapaz, e por isso aceitou a corte que elle lhe
szia.
Grande foi sua alegra quanio Alberto
communcou-lhe que tenconava pedil-a em
casamento a sea par, de quem espiar va obter
o consenlimento, visto Hr elle mogo honesto
e irabalbador.
No domingo immedialo qnelle em que
Alberto tiiei a essa conversa? com Eugenia
(o .qoe sempre tioba lugar estando cada om
em tm ianeila, visto serena contiguas as ca-
sas) rogou elle a sea pai que fosse podirao
Sr. Antones a mo de sua filha fiara elle,
caso tambem approvasse essa ttiH5o. De
bom grado prestoo-se* Bento Peniclie ao pe-
diiio de se fi;ho, pois simpathiaeva com
a filha do seo vsb. Para esse fe es-
crevea urna carta a ilotuoes pediado-lbe
urna entrevista a sos eor sua casa, para fallar-
)he eo coiisa qoe a ambos interessava.
Depois do recBbimentO" d'essa carta dase
Aatunes sualilba que nao a acompanbaa
n'esse- dia ao pasteio liygieaieo qoe dava
diariamente, e que se faria substituir poi
velhStargarida.
Eugenia quiz eximir-se de passear, visto-
n3o poder ir com seu pai; mas- este que
precisa** dar s para a entrevista q.ie Ibe
pedir Peniche insist- para que-ella fosse
com a preta.
Mediante- urna modiaa retribnwaV vinha
Margarida fazer diariamente os servicos mais
pesados da Gasa de Eugenia, pois qoe a mo-
dicidade das rendas de Antones opptmham-
se a que tivesse urna criada; qoandoporm
preisuvam d'&lla para maiy alguma eousa do
que de ordlaano'dlziam-lh._a ella a isso se
prestava. "Por isso que foi Eogenia pas-
sear com a preta.
A passarem porm diante da caadafei-
licetra lembrou*se Margarid3 qne n'esse dia
anda nao bavia feito n'essa- casa o servieo
do costure,, e por isso exclawota:
Ai/minba boa nhaab, Vmc ha de
me dar licenca para que en entre por m
instante na casa da feiticeira, qoe assim tam-j
bem a chamava ella apezar de lh# saber do
nome. A esta bora este lugar nlo o de
passagem, por isso fique aqui por um instan-
te apanhando coecinhas, que eo vollo n'um
momento.
Eugenia ficou esperando pela- preta, mas
nao sam um certo receio dev*r sabir aeada
instante a feiticeira montada em algo a pao
de vassonra; cu sentir um forte cheiro de
enxofre. Nada disto porm acontecen mas
vendo que Margarida demoravase mai* do
que prometiera comcoo a moca a arrepen-
der-se de tc-la deixado entrar.
Pouco depois da ter comegado a sua.im-
paciencia vio ella chegar Margarida com ar
preuceupado, que chegando-se a ella disse-
lhe :
Per Je a minha demora, nbaab, mas
nao pode vir to depressa como desejava
porque a feiticeira fal!onae boje.
Pois ella nunca te bavia fallado?! per-
guntou Eugenia.
Nao, senhora.
Mas como sabes entao o querella quer
que Ibe fagas ?
O servigo, nhaDb, sempre omesme
e desde o tempo de minha m5i sei qaao^]
sao as minhas obrigagois.
Gomo / Pois ests a seu servigo oes-
de o tempo de tua m5i 1 Ha pois maitos an
nos que ella vive all encerrada? "
Qaantos annos ha n3o sei dizer; ape-
nas sei que ella forroo mmhamai com a obn-
gragao de fazer-lhe osservigos, que-bo^e ra-
go, e deixar-me no caso de morte em seu lu-
gar. Para isso deu-aos dinheiro que chegue
para viver-mos.
Eugenia ia continuar em suas pergonias
qnando Margarida disse-lbe qe em vez oe
irem mais longe dc-viam voltar para a casa,
pois se prolngassem por mais tempo a sua
ausencia poderiam causar cuidados a seu
pai, e mesmo que tinhi precisao de taiiar-
Ihe relalivamente ao que ibe dissera a tem-
ceira. .
Durante a ausencia do Eugenia foi Peni-
che cisa do Sr. Aotunes pedio-lhe pn-
forme promeitera a seu filho) a mao de bo-
genia para Alberto; com a differenga porem
que mo.trou a Antunes o desejo de sanei-se
soa filha possuia algum dote, com qfl
lhoiwdesse entrar de socio na casa aeque
era guarda-Iivros; pois qoe, apezar de ser-
Ihe summamente agradavel a uni5o ae seu
filho com urna moca como Eugenia, desap-
provava que elle quizesse fundar orna ia-
railia contando nicamente com a boa vonta-
pensar, antes de renunciar grata esperan- poder tardar, pois sioto qoe ella
ga de casar-se com o objecto de seu primei- paisbs largos. 0\ f venba ella alli
ebegaa Co
nao ter Alberto por mea filho, mas espera ;
elle te ijnp wrdadeiraou
'horar btMBUe
meiofl^H Alea'na
M
irabalba*
conselhos,
elle
habilita-
boa von-
qnanto fordes
os filhos, onde
goes; appl
viar-me 4ade creio qoe pq|
o amor, esperando qu durante* esse'tempo 3o"ps da isencia que me esmaga.j Sim, mifwTilbi --,
lembrar-lhe-bia namelo de sabir da diffioul--J'enho soffrido assaz I disse eIla-ajpejyndo-M0DS, mas, qofndo vieren?, v
dade em que se achava. se aos ps do Redemptor, e esquecida da acharas o lempo pi p*a trabalbar ?
O velbo coucedeo-lh'os, e retomaram a presenca de Eugenia, qoe instoctivamente E logo que o aoxitio de ten tral nfalte
vida como d'antes. tambem aioelbra como ella. Perdi I per- D3C diminolrl i receta ? E o fim fti-
Qnando Eugenia ebegoo casa j o velbo dao minba mSi, de todas as dores que rg0 augmentar a despeza ? E qni b enes
Penicbe bavia sabido. Ao entrar bracou vos caosou a minba taidade. Meo volunta-jte pedirem pSo e o n5o tiverea nara
seu pai e disse-lhe: tario castigo e a boa icgo n,oe boje pratico ]|,'0> uu^i-ios-has coa as poticas i
NSo sabe ? Margarida traz um recado sirva de alivio s minhas penas. Oh I mi- j qae me apresentas boje para a reansacSo c
da feiticeira para Vmc. I nha pobre mi, exclamou de novo escon-' tea desejo?
Para mim ? disse elle voltando-se para deado o rosto entre as descarnadas maos. m0 \ nc i meo par, j me ifogoei-
Margarida. J Assim estere por algum tempo, e depois x0 r qU9 qnadro pinloome agora f urna
Para Vmc, nao senbor; maseu qne como qoe acordando deom sonbo levantou-mg sero p|0 pra seos flbos? Eo iot-
lenbo de contar-lbe o qae entre mim e ella se, olbon quasi desvairada para Eugenia e rera a fa se tal censa me1 viesie a aeon-
hoje se passou.
Escolheste-me para ser eu coafideote?
Pois bem, dize l o qoe bou ve.
Margarida comegoa ento contar-lbe
por qoe modo e desde qnando eslava ao ser-
vigo da feiticeira, conforme j contara a Eu-
genia ; e disse-lbe mais que o primeiro dia
em que lhe ouvira a voz (ora esse.
E que te disse ella? Pergnnlon-lhe
Aotunes.
Disse-me qoe quera dar om? caitnba
para guardar a urna moca pobre d'este lu-
gar, mas como nao conbecia ninguem1 pedi-
me que lhe ndicasse orna. Fiqaei de le-
var-lbe a resposla, e lembrei-me de que
nhanba Eagenia est- no caso de ficar com a
caixinba da feti^ira;: mas embora estivesse
com elfcr perto da casa n3o a 6z entrar sem
primeiro- pevir dir a meu seebor se comente
qoe eua leve para fa liar com ella.
disse-lbe:
A inda eslaveis aqui ? Vistes a minba
ddr ? lde, ide-vos embora, levai a caixinha,
abr a depois da moba morte e acbareis n'el-
la a narrad de minha vida, qne eu nao
tenbo a eoragem de fazer-vos. pois morre-
rii de vergonha ; quero merrer com a cer-
teza de qoe s depois da minba morte sabe-
ro das culpas qoe a vaidade me fez com-
melter. (lde; e promeitei-rns qoe em-
quaoto um sopro de vida me alentar a nin-
guem diris o qae be pouco vistes.
Prometi, disse Eugenia, 'com voz
tremola deemogo; mas vos soffrejs mui-
to, e eu n5o vos posso deixar s, quero
fazer-vos companivia e consolar-vos se eo
soober; meo pai no se ha de oppr ao
meo desej^
Nao I rSo I exc'amou fifeiena, eu n3o
merego qoe te compadegam de mim, por
Ah f meu pai! exclamo a moga, eu'qoe en nunca me compadec das lagrimas
tercio medo d'aquella mnlher, rwo me forc que z derramar a minba desdi-losa o, a i ;
a ir ftllar-lhe, pode fazer-me atgwn malefl- devo orrer abandonac^i assim como a
ci r'feiticeira l jabandbnei. Ide;: edeixai-me s com o Re-
Nhanha, retorqoio a>preta, ella n9o demptor do mundo a qoem pedirei at o
ga o producto que tiram de sua
para snstentarem a misera existencia que ^'^nLle"^^^ seu emprego
Antunes declarou a Peniche
peoosamente*rrastam ; esses que assim fal
lam, minha filha, er que se isso Ibes acn
sraceridade, qne o dote de
com toda a
Eogenia era o
tece porque trabalham muito mal oipor- = q^^a por dar-lhe e
que n50 tm ordem no que faiem
falla esti
que embora a pessoa se exieoue no traba-
lho nur,ca chega a establecer urna recU pro-
porg5o entre a sua fadiga e o lucro qae de
ella tira Cr, minha filha, que a ordem no
trabalbo faz a metade da tarefa. Achas tal-
suas virtudes.
Penicbe retrou-se manifestando a Antu-
nes o seu sincero pezar pela nlo po?sibiliaa-
, de d'essa uniao, visto a falla de meios que
amb*stinham.
Cbegando casa disse a Alberto, qne an-
,^r^rlW^i,^i^i>^^"^?i^^*^^
feiticeira; esse flome qoe lhe dSo- porque
vive retirada e misteriosamente.
Minha filb. disse por sua vez Antu-
nes, nada nos autorisa a termes por feiticei-
ra a pessoa de que se trata pois- nao temos
dado algum para iss al n
que vive, e da voz publica que todo esplica
a seu modo, porque nao quer" admitiir'qae
!baja um enigma que ella nao de-cifre.
Mas papai, apezar d'isso* eu1 teabo
medo.
Pois fates mal, Sigeoia, porque eRe
- infundado eirreflectrdev Pensa um po-
eo e v que se ella fosse realmenl* feticei
ra.equiaesse fzer-te mal; nao precisara
soceorrer-se b- auxilio- de Margarida para
esse fim, pois ser-lbe-h- orna testemunba
ioattldo mal ojne ella fiaesse. O medo r-
releetido, minba filha, dep&e sempre con-
tra o bom sens da pessoa qae o tem. Quem
sabeae n3o algoma infeiiz^qne fatigada da
loDga-reclusao ea qne v?e precise derra-vj
rmar as suas magoas paca seatir alh;w, e
tomo entao este--pretexta*
Mas porqse-dar ella preferencia a>ama
moga pobre em vezdenma"riea Engenta.
Obi minha filha, disse Antones, isso
tao claro com a luz do meio-dia. Pois
nao vs que ella- teme o escarneo da rica e
cont com a benevolencia da pobre quena
ir cbasqaear de sen triste-aWergoe ?
-I-.m raz5o> meu pa-s E vou.
Vai, minha filha, qoo- tal?ez ella pre-
cise de teas cuidados, tacaba primero a
minba bengao e sal>e que fiico orgulhoso-de
ti quaado te ve}o ceder raao. N'ist,
como ero outras coosas mai&> espero quese-
ras urna Ibriloante excepgao do teu soso,
que faz ordmarFamente aiasda de sua irre-
flectida obstinaoo, sem querer, nem sabar
dar a razao da sua teima. Qb l se toa fal-
lecida m5i hoa*'93se-sido educada coroeo
le adoco; digo- se tivesse tido urna edoca-
g i razoavel, como houveramos sido felaes 1
mas infelizmente bavia sido criada corno o
geral das mogas o sao. Paciencia, ao menos
tu, minha Eugenia, se casares, l nho o or-
gulho de esperar que sers o thesoaro da
familia.
Partiu Eugenia com Margarida e pensoo
em todo o caminho no que seu pai acabava
de dizer-lfce, sm quepudesse bem compre-
hender o sentido de suas ultimas palavras.
Parecia-ihe, como a quasi todas ,as mogas
parece, qce para ser feliz no casamento
bastava-lhe ser bona, ter a cintura delga-
da, as maos finas, com unhas bem compri^j
das, guiza de garras, ser indifferente aos
interesses do casal, entoldo qao-s-ao
marido cumpria. zela-los; obstinada por
systema e um pouco vaidosa.
A vaidade, segando ella cria, dava. um
certo realce s mogas; e apezar da cons
tanta coedeBwaco que sea pai fazia d'esse
deffeito, ainda nao pudera conseguir emenda-
la d'esse nico seno que tinha.
No meio d'essas ,reQex5es chegaram
casa da feiticeira, que as veio receber com
semblante melanclico, mas agiadecido pe-
la acqoiescencia a seu pedido.
Entrae, minha filha, lhe disse ella;
entra tambem. Margarida. Podes deixar a
porta aberta sem receio de que a'guem aqui
se inirodoza, pois todos se temem de mim.
A mobilia da casa constava de urna meza,
urna cadeira, urna cama e um crucifixo em
frente de um genuflexorio, que pelo grande
uso cue tinba denuociava^ o grao de religi-
osidam da dona. *.
Minba filha, disse novamente a feiti-
ceira mal fez Eugenia sentar-se na nica ca-
deira qoe possuia, vossas feiges denotara
medo; tranquiliisai-vos; e ellai segura de
que eu nao fago mal a ninguem desde que
a graga de Dos me fez sentir o remorso do
meu aotigo procedimento. Eu n5o seo
feiticeira, como sei que me chamam; .o
meu nome Helena de Aguiar, outr'ora co-
nhecida por vaidosa, que beofo mereca;
e por t la sida que por lo longos annos
me. encerrei n'este misero alvergue, onde
lenho expiado com usura todos os males que
causou a minba vaidade.
A' medida qoe Helena fallara, que assim
biiuam suas ftlhas a mufolgares.quesemeiam
flores em sen caminho eas nao affligem com
estudos nem misteres domsticos amam-as
mais do que eu te amo, nao assim? como
te engaa, querida/ esses Pf]nPre"2;-
es s dao ai suas filoas a felicidade presen-
te sem cuidarem do futuro em que ja
meu oltioM) suspir que ves livre da vai-
dade.
Dlzend isto Heleoa empwrou Bogenia
para1 a-porta, onde ttaba ido aentar-se Mar-
garida emqaanto ellas fallavam$abengooo a
meca eseurdar-lbe tempo pararespooder-
Ibepuxou a porta para si e ficou1 tido no
habitual silencio.
Eugenia fiera 15q cemmovida com c-eoe
acabava de presenciar, e to altHbe dwia
seo etremoso'eorag3o ene se ella partease
decidir Heleoa a receber por vezes soa
visita toroar-lfce-bia a vida mai amena,
que qa+z bater para que se lhe reabrisse a
porta qoeacabav defecbar-e; ma^ope-
se a isa Margarida dizeodo-Ihe qce'sei ia
intil tal intenio,- perqu Helena mais fcil-
mente deixaria arrombar do que abrir
qoem batease.
Foi pois com snmmo pesar que Eugenia
wltou para a cae de sen pw, levsado a
mysteriosa caixioba'sobragada<.
Foi per todo o caminbe-reflectind no
qne acabava de oovir e dizeodo comsigo
mesma r qae mai* pode causar a mim ou
aos outree- a vaidade que tanto me resom-
mendam de nao ter-? Ella dw-qe ba n'este
cofre explicagao de coosas qoenoteria ani-
mo de dizer-me, nem a eoragem de qoe se
soubesse em sua vida, e que por isso me pe-
dia de abri-k) s qoafido me-eoostasse a sua
morte rrQoe mysterio f
Cbegaado casa, referi a>se*pai tudo o^
que baviai de passar-se, occsltano-lhe, po-
rm, a recommendegao que- lhe fizera He-
lena de nao ser vatdeaa, papa nao ouvit de
seu pai o cflstumad sermo..
Fiobre senbora I excismoa Antones,
se teve culpas, teaa sido assaa castigada
Guardaba caixinha, minha filba, e s fiel ao
que promettesie, pois cousa sagrada urna
promes8a. Pede- a Deus em toas oracoes,
que se ansercie pobre ^leea, e espae-
mos pela explicagao do enigma at depois
de soa. morte.
Margarida ao saber que a^ caixinha s en-
cerrava revelagoas acerca da vida de Helena
exelamon:
- Ento sbisso ? Oran5o valia a pena
qua levasse nbanb Eugenia para l por tao
peuca cousa; quando eu me lembrei delta
foi porque soppnz que a- feiticeira Ibe qui-
zesse dar maito dinbeiro para o seo dol.
Cala-te-, Margarida,. Ibe disse Antunes,
nao inspires minha filba sentimentos de in-
tresse; folgo mais que este cofre s conte-
nba a explicagSo da vida daquella pobre se-
nhora, qua pode talvez conter prove tosas
liges paca Eugenia, do que sa contivesse
milbes, que serviriam para desenvolver
ainda mais n'esta menina as tendencias que
lem para a vaidade.
A vaidads t e sempre a vaidade pen-
sou Eugenia; parece que todos sabem que
sou vaidosa t Considerando-me um pouco
mais linda e instruida da que as outras,
nSo fago mal a ninguem, nem sai que o
possa fazer esse sentimento que todos cha-
mam defeito.
Eugenia incumbi a Margarida de inquirir
diariamente, em seo nome, da saude de He-
lena.
Logo da primeira vez que a preta desera-
penbou essa commissao, foi-he respondido
por Helena que agradeca moito menina
que por ella se ioteressava, mas que lhe pe-
dia de considera-la como mora, pois tinba
cortado com o mundo toda e qoalqner rela-
cao.
A' vista dessa resposta, deixou Eugenia
de inquirir noticias desse ente que a desgra-
ga lhe t rnSra caro, e d'alli em diante s
soube que Helena anda existia porque Mar-
garida faza-lhe diariamente os servigos do
costume.
No prximo domingo soube Eogenia, por
Alberto, que fra pedir em casamento a seu
pai, no dia em qae elle a nao acompanhra
i passeio, e que elle dra o seu consent-
ment,-mas que Bento Denic.be (seu pai), ao
saber que ella nada possuia, negara o seo.
Eugenia caorou muito, e lastimn que
suas virtudes nao fossem moedas assaz agra-
daveis aos fros clculos do pai de Alberto.
Nem por um momento Ibes veio idea
tecer, lembrando-me qoe fort a minba irre-
flexao a causa d'essa desgraga. Ea saberei
esperar amando sempre Alberto/ 9 seBeo
nSo permittir qae nos casemos saberei re-
signar-me com a lembraoca de> qoe toaba
de dizer-me.
Estoo feliz minha filba, dliae rtbties
chorando de prazer; nao appellel debalde para
ten bello coragSo e too boa senie. Veris
no futuro qoanto josto o orgulho que tm
tenho de ti e qnanto Mrae. Sirey quando di'
zia qoe pelo sacrificio qoe a alma se eleva
e purifica.
Eugenia e Alberto eontienaram a amar-se
como d'ntes : aquella resignando-ie e ap-
peiando para o futuro, e este fazendo-ibe
mil protestos de-qoe adqoiriria forga de
tr*balho es neios qae ora Ibes feltavam pa-
ra fazelos felizes.
Deconeram semanas e mezes, dorante os
quaes nSo-se passon nraa noiie sem que Eu-
genia nao pedisse a Deus, em saas ragoes,
pela pobre*Helena; atruardia ao-amanhe-
cer, depois- de urna procellosa noite veio
Margarida dfeer-lhe que aquella a qne todos
chamavam dafeiliceira fbra encontrada mor-
a as ruioaa da soa propria casa, que de-
sabra durante a tempestado da noite.
Cuitada exclamou a moga, nisguem a
soceorreu.
Pozase a chorar e pedio a seu pai, que
igualmente lamestava o triste fim qoe-iivera
essa desgragada, qoe fizesseo enterro d'essa
infel; ao qoe de bom grado se prestou
Antunes, apezar da exigaidade de- seus
meios,
Eugenia espargiosaudades-sobre a caspa
de Helena de Aguiar, e tere por muito
lempo um sincero* pezar d'essa desastrada
morte,
Alberto tambe vivia tristr; mas divew
era o motivo. Poneos dias feltavam pa
expirar o prazo qpa- pedir a seo pai para
resolver-se a abandonar a esperanca de ea-
sar-se com Eugenia-, e ainda ni descubrir,
um ademento assaz>convincente para apre-
sentar-lfee- e cooveaee-lo de que senao am-
bos trabajadores nenhum inconvenien'A
bavia eiaqoe se caGassem, esabora ella nae
tivesse dote nem elle urna postpo for-
mada.
J pensava em pedir urna non prorog?-
gSo de prazo, qoando nm dia eotrou ra-
diante de alegra em: casa de sea pai dizen
do-lbe:
Vou ser muito-feliz de boje em diante
j que Vmc acha que s bavendo dinheiro
pode haver felicidade no casamento, vou ca-
sar-me com urna moga rica 1
Eu- nio disse que s-ba felicidade
quando ha dinheiro, o qoe se pede enten-
der come riqueza; o que eu disse qne
ella naa pode 'existir sem pao Mas cnta-
me ent3; sempre consentes em casar-te
com a sobrioha de ten amo, oo caso qae
elle e eia queiram, nao assim ?
(Continw*-Jse-ka.)
o-
^
DM POUCO
DE Tl'DO
nao podero ganbar o pao e que ellas por
inbabeis e nao avezadas ao trabalbo tero de
Srer caxidade a.heia. co casarem- e
por necessidade. Eo quero qne te cwea se
esse amor, porque, visto ter s o sen em
prego e ella nao possuir dote com que pu
des&3 sustentar convenientemente o estado
de casado e ter pao para seus Albos-, nao se
poda effetuar. Disse-lbe mais qoe em vis-
ta das circumstancias qoe mallogravam esse
casamento lembrra-se de i^pedlr para ene
a mao de urna sobrioha de seo amo, que
sabia ser orpb e ter algum dinheiro.
Alberto tjz provar a seu pai qae suppr.-
ria a falta Setos pelo seu t
por um
'ora avante feiticeira, 'vistode casarem-seia despeitcida vontade paterna,
que j lhe sabemos do nome, ia tranquil- pois a edacago que ambos hayiam receb.do
nsandVse o coracao de Eugenia, e pareca-1 -uj fZfig 0Dl5 fel,z d8*
tornando menos fea )a,xo e
lhe que ella ia-se
medida que lhe a renasceodo a confianga e
a certeza de que sahiria d'alli inclume,
podando^ justificar da injusta aecusago que
Ine fazism.
As exprobacbes qoe Helena fazia a i
mesma eram intelligiveis para Eugema,, consorcio pela oppostoio do pai de Alberto
Percebenda Antunes que sua filha defi-
nbava, inquiri a cansa desse mal occulto ;
ella, que nada sabia esconder a sea pai, con-
fessou-lhe que sabia do pedido quo fra fei-
to de sua mi e da nao possibilidade desse
B* do Sr. Dt. Gnimares-Jttictf- este snelo :.
TRISTH.
Trst& ver d'hb moaieato asillosoes aaii-parss,
Ksiadas de dr> rolarem pelo chao..
E' sspolur sornadoomortcorco,
E seaiir baga a baga um pntt de amargaras;
Trtfl pedir dskalda aocu looeas ventara?,
E' r;jr na postra ardenio de paixo
A Irobte codo se eftaaip* aioda a maldieao
D'um passad&de amor e-de iaferoaes loriaras.
S' oovir pasco a pa?so um cOro de harmonas
Como infame cartel %pe a vossos ps Uqqoq.
'Jta dedme venal eivado de ironas;
E' rr.of ira? limpa e cachola a face qoe choroo
Coberta de prazer, ornada de alegras-..
Trisie, ir..-te, moa Dos, ser o qae ea ja* son .'
MA TRAGEDIA. NO CANAOl,--!fc Sldea
d'Alice, ao p do burgo de Pembroke, can-
ijo d'Ontario, morava nma famiUa ilema
chamada Weber, que se compuoha de pai,
maje e seis filhos, quatro meninas e dois ra-
pazes. Weber era alfayato e estimado na
trra. Sua molber era ma escolente m5e
de familia, exacta cumpridora dos seas de-.
veres e muito amiga de seus filhos.
Ha dez annos que ella tinba dado signa-
es de alienagao; mas com o tempo desagpa-
receram de todo estes trines indicios.
No dia 31 de janeia estava o pai traba
lhando ra de casa, a mulher de Weber
chrmou a filha mais velha, de 15 a 16 an-
cos de idade, que estava a tratar das vac-
cas. j
Qual n3o foi a admiragao da pobre rapa-
riga ao ver no limiar da porta, com om
machado sujo do sangae na mao a mae,,
que a recebe com orna risada, ibe diz:
Estn todos mortos!
A misera apenas leve tempo de laucar
um olhar para dentro de casa, olbar quo
foi encontrar banbados no proprio sangue
os irmaos e as irmSs. Ia indobitavelmente
ter a mesma sorte, mas fugio da morte, a
tempo de a evitar, e saia para a ra em
grandes brados. Quando os vlsinbos aco-
diram, ainda acbaram a m5e brandjndo a
sua terrivel arma, e a muito costo HS' ar-
ranca ram das ni aos.
Tres dos filhos eslavam mortos, outro
expirou lof, e om, que tinba a eabega
aberta e urna mo cortada, viven inda dois
dias. _^,
A desasada mulher, agarrada e levada
para a pfflP de Pembroke, recobroo depo-
is o uso da rasao. Sent o seo infortunio
0 est n'um dessespero roedonho. E' im-
possivel arrancar-lbe explicagoes ou lem-
brangas do que se passou, e receia-se qoe a
i ofortonuda, po meio de tantas aoguatia, se
torne doida furiosa.
1 ------------------------------
V
V^
Bem^eprisia porm aj comprehendfia vep-1 Minha to, disse Antones abracando I TOdq BiAmO-RPA.PA8 GRZtS ir.M


Full Text
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