Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12938


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Full Text

***
ANNO XLIV. NUMERO h8.
PABA X CAFIIM*. LI C1MS OMI U *J. rA P0BTI,
f,r Irss esas tdiaali'ss, ..,......... *
PT Wi l84B .. .1 ..i...,, i. .......
Per un ut iaVm *..........
lait BUIW TttiM ;

6*000
24*000
320
Ktfei*-* pi***
SEXTA FEIRA DE ABRIL DE 1868.
fAUA DKNTBO FM1 BA PB9V1NCIA.
Per tres mrzes adiistad]. ..- ..- ".' w (. .. ,'.' ii i.' -> fTJ 6*7M
Per Mil dilos Htm ,........................ .. .. .. 1S*0*
Per aere ditos den .. .. .. ,................ .... .. ...
Per nm idm id 51 .. .. .,....., ,. Vf............. *< 17*00

o
j
i
:. e
A&8B&a Km pisurumuNv n* astairip atas aa mHfcaik -mov ao&QA aa tMS fsamas, sana ipai^ir^XaiiiiMS,
ENGARRB6AD03 DA SUBSCRIPCAO.
P.irahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
G'*r* o Sr. Antonia Marques da Silva ; Aracaiy,
o S.. A.de Lomos Braga ; C*ara, o Sr. Joaquim
Js de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Amonio
Atves & Filftos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Cosa;
Babia, o Sr. Jos Martin-- Alv?s; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasosrinbu.
Partida dos esjapet\s.
Oiinda, Cabo. Estada a estacos da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarass s Goyanna as segundas e sextas feiras
Altlto Aoto, Grvala Bezerros, Bonito, Caroar,
Sannbo, Garanbnn?, Biqne, S. Bento, Bom Gob-
selbo, Agnas Bellas Tacarai, as tercas felrras,
Pao d'Albo, Nszaretb, Lirnoeiro, firejo, Pesqueira,
Igazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Uurlcury, Salgueir Serlnbaem, Rio Formoso, amandar, Una Barrel-
ros, Agua Preta a Pimenteiras, as qolnlas feiras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas a quintas.
Relaco: tercas e sabbados s iOboras.
Fatenda : quintas s 16 horas.
Juizo do commereio: segandas s 11 oras.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 bolas.
PrlTjeira wa tfo cvel: tercas a sexlas ao Balo
Segunda Mfj lo el Tal : qnartas asabbades a
I acra 4a urda.
EPHEMERIDES DO MEZ DE ABR1C
7 Lna eaeia as 7 h., 24 m. a 16 s. da ro.
1* Quarto ming. as 7 b., 42 ro. e 9 s. da t.
28 Lna nova as 5 b., 27 ro. e 33 s. da t.
29 Qoarto rese, as 3 b., 2a ro. e 33 s. da t.

DAS DA SEMANA.
13 Seg. S. Hermenegildo m., S. Urso b.
14 Tere. S. Dominico b.. SvTiborcio m.
13 Qoarl. Ss. Pancracio e Eolhiquio rom.
16 Qoint. S. Engracia, S. Calislo.
17 St-xt. S. Aniceto p. m.S. Elias monge.
18 Sab. S. Galdioo b.card., S. Apolonto.
19 Dom. S. Himogenes, S. Scrates ro.
PREArfAR DE HOJI.
Primaira as 11 oras e 42 m. da nuabia.
Segonda as 12 boras a 6 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTKIROS-
Para o sul at Alagoas a 14 a 30; pan a
at a Granja a 15 e 30 da cada mex; para
Dando nos dias 14 dos mexes Janeiro, marco,
julbo, setembro e novembro.






?
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO MARIO DE PERXiHBUCO
27 de marco d 1868.
Eff'ctaonse a 21 a efcico geral para depotados.
Grande roaioria para o ministerio; espantosa malo-
ria; roaioria que faz desejar_agora ao governo qne
o Sr. Kontes seja eleito as eeiedes sopplemenla-
re>, ] qne fot considera velroenia derrotado na -ge-
raes par nm dos cireplos da'capital. MaioMa que
pode, para o goveroo, ter os mesroos efleilos qae o
excesso de nutricio para os individuos. Maioria
que principiar a .*aadildir-se deatro em pooco
no seto do parlamento, fazeodo eoBvetitleolos, f r-
jando seis5a., multiplicando os cooriMabolo-, dis-
putando primasla', at que, ja gasta a sitna^aa eom
taes allrite?, cero vezes mais fanesto; do que os
que Ibe poderia mover orna opposicao parlamentar
illuMrada e vigoro;*, inleiramente compativel com
as praxes ccnstiiucionae-, desabrida mesmo, mas
leal, inciero.Dte e tosiera, mas definida, a situaco,
digo eu, baja de se amesqninhar d> todo, legande
o poder nova situacao que se ba de ir lentameo
te preparando sob as minas triumphaes de tao
opulenta maioria como esta qde a urna eleitoral
acaba de pateotear ao Sr. conde d'Avila e aos seus
coliagas.
Serio, serio : nao se pode ser borda d'agua em
poliUca. Os diagoo-licos mais exartos, ero sempre
atrvem de fundamentar com preclso mathematica
um pregaostico seguro. Mas, o que succedera' cora
tal anojadora de maioria ?
E' que, eroquanto os ministros tiverem qne dar.
tiao de ser todos elles rauito boa- pessoas. Agora
que molbar a vella, apesar do programmajlas
economas qne est servindo de lbaro i situado.
llavera nanitas exigencia?, militas remlssas eleito-
raes, muitos promotores de voto, mullos alquilado-
res de conseiencias, muitfssimos galopins de escru-
tinio queestejam famlicos de recompensas;urna
fita a um, urna ahocucao a ontro;a este o des-
pacho de um ti) que Ibe pesa mesa ;qoelie
ana conezia ao amigo abbade que prgou s tur-
bas e arrebaobou as ovelbas na sachristia quelle
outro a regedoria porque suspira ha lempos, que!-
les urna moratoria para ss decimas atrazadas, etc.,
etc., etc., ior urna cornucopia de grafas, merc*,
condescendencias, sorn.-os, UberaliJadPs (| se sa
be) da fatia do noss-o compadre---- E depois. Fe-
bam-se as caldas. ComeQam os zum zuns nos cor-
redores de S. Bento ; desavem-se as comadres, di-
zero-se verdades; o uiiolstro de tal tibio;aquel-
lo, nao oifadou Dos para a tribuna; o ontro gr-
rulo e falla de mais \-ttle i de lao boa fe que des
cobre o jogo e comprometi os collegasootro
malcriado e d escndalo as reunioes intimas da
maioria. ludo sao sendas, ludo sao pequices, eos
minisierialismos da vespera das eleic5es, ja' inde-
pendente na segn la-f.-ira 23 do correte, come-
^aro a pensar no proloquio um tanto macarrni-
co, roas sempre letcorado ; nos qwquegens sumur.
Cha e bolos dTs'.cretarla da guerra on do reino,
e se ja" Ozer calor, sorvetes do Ferrari, barquilbas
e orebata nevada cm grandes d^es. Sentidas ja-
culatorias dos Srs. min stros a' cohorte slmi rebel-
de. Fantasmagora>, promessas e apertos de roao
cada vez mais aperlados e brltanniccs. O Sr. con-
de d'Avila, em ve? de um dedo que cosloma dar
apertar, dar' as djas roaos a cada grana Jeiro da
maioria. Baldado empenbo. Os bolos vo-se os es-
cndalos ata l
Sao favas contada?. Novos rumores de Insubor-
dinado animo, promoveram orna reun'o extraor-
dinaria do conselbc de ministros. Os mais afFectos
e familiares esprellar?m peas fhgas mysteriosas
da porta de baeta verde. Ralba se no gabinete em
voz aUa. Discuietr-ss os altos destinos do estado.
Ninguem deseja sor o bode expiatorio. O deuses
querem urna victima. Deve-se recompro gabine-
te 1 PSe-se a volost idos dizem que sim, mas
nioguem cubica o papel de sacrificado. Decide se
a liual que, tendo sabido o gabinete da ra, islo ,
da InsurreiQo, e nao se tendo a^proveitado dos
insurgidos se nao nm mini-tro para as nnangas, o
Sr. Dr. Dias Ferr ra, mister que para o gabine-
te venba ontro que corresse iguaes risco?, qje ti
vesse ditcuiido na ponte d'Alcantara, com a polica
civil, qne bonvesse exgrimilo eom os muoicipats,
que fosse feito parle da commlssao de eximios que
correo ao paco, que fltesse em flm pela patria af-
ilela, e que (no seio do gabinete) s o Sr. Das
Ferreira fez e mais ninguem.
A final, l se decide alijar pela borda f ra o Sr.
ministro da marioba, contra quem a patuleia gri-
ta porque despedlo os aprendlzes de calafate e de
machado, concbegtndo em santa paz o conselho
ultramarino, e multas outras sup^rfetacois de alto
bordo que tem navegado com maos da rosas e
Tent em popa nos mares do ornamento.
Toca ento a escolher d'entre os chafes da onio-
ria (porgue ja' pelo S. Joo hlo de ser tantos os
ebefes como os sinos do Nafra) sera que morra por
ser ministro da msrioha e por ajudar o Sr. Coelho
do Araaral a p V acriptos.
Recrease o ministerio com o Sr. Santos Silva,
por exeroplo.
Novas reunidas da maioria as 8 da noite. O Sr.
Santos Silva citara' o Deus nobis has ola fecit do
Maotuano e afinan' peto diapaso das economas
com os seos collegas.
Novsimos rumores na phalange ministerial.
Os ebefes e cabos da signal cabisbaixos, tramara
as meditacSes da noite. Querem engulir-se uns
aosoatros. A maioria dea de si tres grapo3 ds-
linctos.
Os deputados su: juris dizem a' bocea ebeia que
?e estao all porque o davem as suas lafla'n:ias,
a' soa fortuna, s sympinias loctes, ao sea cam-
panario e g mais ninguem. Qne se o ministerio
nao traba pensameoto Qxo, que se entre os Srs.
ministros nao havia anidade de aeco eprogramma
definido, largassem as pasta?, e ao pretende;sem
jgarrar pelos cabellos o poder e o prestigio pilitico
semgraoiei adbe0J3 no parlamento etc. etc., e
mil ootros cooceitos bombsticos multo asados
neslas eerracSes e agaaceiros polticos. Algn> do
segando grupo, Ira) eogrossar as fileiras da oppo-
sico, a' espera do sol qae ba de' nascer, asslm qae
virem del'.ar o prioneiro remend no ministerio.
A velba goarda histrica, aquella que encarnou no
Sr. doqae de Loul, e qae mesan o adora em espi-
rito e em pessoa apezar de o vr ligado anda
fusao, procurara' consolidarse e entrara' a escre-
ver eartinhas perfumadas a ons, e mandar emisa-
rios aoatros, a fazer pagodas qaasl secretos alga-
res, al qae ama billa mannaa se resclva a impe-
dir aimogar ao nobre doqoe no sea velbo solar d
Bom Successo. Dpois de maitas finezas para l,
muitos monosyllabM para c, muilas cortetlas a
xolloquios ternos, c Sr. doqoe dar-lhes-ba esperan-
as de atirar com a fusao para as ortigas a todo
cara' provisoriam mte tratado.
Deste pacto ad referendum resaltara mais dia
menos dia o desfeixo esperado :a fusSo faflnal)
esfasiciotutase. Os Srs. Martins Ferro Footes
Si C lro eocoojrar o Sr. duque ninilo sisado
augmentado eom os dissidentrs da opDosic) e com
os dissieole. do primeiro grapo. Escolher se tu
ama questioncoia de Jaaacnprina : d-se um che-
que ao mioi-teno, declara-se a crisa a em dia e
mel a resolve o chefe do estado, encarregando o
Sr. duque de organisar a nova sitaajao. O Sr. con-
de d'Avil'a para Mad i l e manda-se o visconle
d'Alto por exeroplo para Roma. OSr..Lobo d'Avi-
la (qae esta' morreado por ser ministro' oalra vez)
lera' a dita de tornar a ser ministro cora o duque
de Loul ; a base ou casco do novo misterio e fela, os ootros papis distribuem-se-a capricho,
baptisa-se o novo ministerio eom o ltalo do ras-
garoento histrico e rasgadamente progressista a
ah Acara' durando seis annos oa mezes, conforme
Ibe soprar a fortuna, para ao eabo desse lampo lo-
do se ler visto qne nao ebegoa a fazer grande cou-
sa, e asstm pordlante.
Todo Isto, meas amigos, nao passara' de nm so-
nho de accordado. Bem sel que as sitaacoes nao se
repetem, mas estoa convencido de qae o progres30
lento, e qae dos pdeos estadistas que teans por
c, nos peccam por aprensados de mais. Morrem-
Ibes aas roaos as situacoes por excesso de iniciati-
va. Sao como ama galinha qae liana ama comadre
de Felmto Ensao. aquello b m velbo que, m-stno
no exilio tloba pelas para tudo e para lodos. E-a
urna gaiinha pedrez, boa p.ileir?, mas to feeonda
qaa ponba, paoba, puoba tres vezes ao dia. Os
ovos j por flm sahiam-lhe casqoimolles ;e por
ultimo, com gema e seo clara, oa s com a ciara
e sem gema. Afinal a gaiiuba dea a casca.
Assim sao eerios bomeos de estado d Portugal.
Sitaaco em que elles c,iam, tam de eabir pir su-
perabundancia da movimeoto. Sa Ibas der para
capiullsar, deixam os juri-tas por portas. Sa se
lembra de. reformar, o So Sea pedra sobre pedra ;
ama rasl*sobre as velhartas. Sa ao mesan lem-
po se aventaram a bolir oascontriba'cd:?, l fica
tribotado tudo quaolo se come, se bebe, se ebeira,
faltando s laooar a derrama soDre aquillo que
apenas se v. A intenco ptima, mas a impa-
ciencia tal ju- antas de germiaar a sement j
elles a vo por ao sol, como fuera as criaoc'iS qae
nao querem esperar om dia mais oa doos.
Ha oatra ra;a de caracteres conspicuos nesta
trra. E' a dos qae nada fazem.
Gravitam planetas de terceira grandeza, entre
uns e ootros no no-so firmamento poltico. Sao es-
tes os estadistas que tanto fazera como desfazao.
Marchara sempre no rossmo terreno. Querem e
nao querem. Tem furias de leo e paradas.... de
extrema inercia.
Muito valerla quem podesse dizer-nos quaea sao
os que mais cenvm ao paiz as aclaaes ctreums
tandas:os qae fazem mono e sao precipitados,
ou os que nada fazem e deixam ao tempo a aeQlo
lenta mas gradual cora que cria, destra e trans-
forma, horneas e coasas ?
Quem sabe porm se desses e ootros elementos,
sabia e discretamente combinados, nao resaltara
Mima staselo fecunda ? E quem ha de comsiua-
los ? Que pharmacopa poltica indicar as dses,
e as prooorgSas do preparado ?
E' esse om segredo qae anda o systema repre
'colativo nao reve'oo.
Voltemos todava aos (actos oa para roelhor di-
zer, comecemos a resenba delles nesta quinzena,
pois os oossos leltores qae tem afeado estes loa-
gos periodos e qaerem mais noticias do qae prlo-
gos e commcnlario, teem dlreito a qae m'as d,
chochas oa sobstanciaes, magras oa succalenlas,
mas emfim noticias.
Parece qaa a 17 de abril se abrem as cortes.
Vera multa geute nova na vida poltica. O minis-
terio passado vio levantar na orna om protesto
quasi unnime contra a sua adminisiraeao, on,
para melbor dlzer, como os circuios eleitoraes sao
da am s deputa Jo, o campanario soltoa om ora-
do vleme contra es bomeos que ousarara tocar-
he as prerogalivas avoeogas. a autoridade nao
lavou as suas roaos do resollado eloiloral. Inter-
ven e nao nouco, mas quando qae a autoridade
se absiem ? S ha memoria a'ura celebre ministe-
rio alcunbado o primavera, que se deixou cabir
por nao iotervir absolutamente no acto eleiloral.
Relnou socego em quase toda a parte. Apenas al-
guna paqueaos disturbios se nolaram, mas transi-
torio?.
S. M. a rainba vai d'aqui a dias para Italia.
Parece que leva o Sr. inaote D. AfTanso. Ficar
com sea augusto pai o principe real D. Carlos.
Diz-se que S. M. nao vai por mar.
Sua santdade dignou se ennrerir o brrele
cardloalicio a moosenbor Ferrieri, arcebispo de
Sida, e nuncio apostlico nesta corte. No Diario
de bonlem vinha o programma da cerimooia. O
barren ser Imposto por S. M. el-rei o Sr. D. Lulz
amanba (28) pelas 11 boras da roanbaa na capel-
la real da Ajuda. Deve ser urna soiemoidade
pomposa. Em seguida erimonia haver ao
diencia publica no pago da Ajada so novo cardeal.
A falta de traballn para os operarios de
quasi todos os officios torna-se cada vez mais sen-
sivel. A corara sso nomeada palo goverao para
iaJagar e estudar as causas a qaa deve atribuir-
se esta falta da traballn, em diversas pontos do
reino, analysa dus como principaes deste grave
mal : a m colheiu dos ltimos annos, e a crisa
cammercial e monetaria do Brasil, que to intima-
mente roflue no eslado econmico de Portugal.
As PupiUas do Sr. eitor de Julio Dintr
fpseudooymo) mas que ja todos sabara ser do Sr.
Joaquina Gomes -Colho, demonstrados da escola
medico-cirorglca do Porto, tem feilo toror no
mundo luterano. O romance tem j duas edices.
O Sr. E. Biester aproprton do romance nm drama
para o tbeatro da Trindade. Teve ama ovaco
completa. O Sr. Biester, chamado por estrepito-
sos bravos ao proscenio, pediu venia ao publico
para Iha apresentar o autor do romance o Sr. Go-
mes Colbo. Salvas de innmeras palmas victo-
riaram o fez escrlplor. A pega conservarse ha
muito tempo em sceoa.
E l se iradazindo em francez para se mandar
para Faris.
Nem sempre bavemos de ser nos os traJacto-
resl
No tbeatro lyrlco pz a empresa em scana o
Arco de Sant'Anna do insigue maestro porluguez,
o-Sr. S de Noronha, que o Brasil conhece e tem
applaudido. Na opera nao caniam as primeiras
partes, o seeoario visto, os coros estao mal ver-
tidos, pois apesar dessa Inopia poaco patritica,
tanto agrdou a partitura, que os applausos tem
sido extraordinarios. E' a segunda opera do Sr.
S de Noronha qae se poa em sceoa. A primera
foi a Beatriz de Portugal em 1863 no tbeatro ly-
rico do Porto.
O libreto do Arco de Saot'Anoa, como todos
sabem, tirado do romance de Alraeida Garren. O
enredo presta-se ponco aos effeitos seenicos, por
isso mallo maiores foram as difflculdades qae o
compositor teve de vencer. A contextura musical
dizem ser no genero de Verdl.
Sinto nao ter assistido a estes trlampbos tbea-
traes, para Ibas dar mais largas InformacSes.
Entretanto, pelas folbas d'aqoi vero os meas
amigos que enlbasiasmo nao tem cansado qoer o
drama de Gomes Colbo, qoer a epera de S o-
lro eocooarar o _
mato de manto de seda, moito roas avaro de pa- ronha.
lavras que de costme ; o Sr. Pontos que mais No Prtncipe ifof.contioua a
p5o po, queijo qaeljo dj'qae ningaem, despacha- todas as nones a Groo duqueza
89 ento com amas explicagoes qae provocara oa-, Offanbaeb, e sempre eom eiito.
tras ; a opposicao na cmara resente-se daquellas
desloielllgeneias n principia a osclllar; o gropo
da veiha guarda histrica declara qae abre as suas
portas a (odas as cootriccSas verdadeiras oa appa-
reaUa, da simples grapo que era, representando
am ter^o, ao quTto on nm quinto da maioria,
seta-* dt a da para entro, mais correcto e
cantarse quase
]m Gtrolstein de
as Variedades en-aa se a apparatosa oratoria
S. Jorge. Dizem qae ser magnifico o seeoario.
O Gimnasio val tivendo como pede. O Tabor-
da (que est na Tnniade faz-lhe immensa tana.
No thealro normal (D. Ma/la II) voltou sceoa
a'Ddtdo de Montmaytur em que protogonlsla a
Emilia dasNeves, aa tsa primeira trgica.
A grande scea qae tem reinado est coro
prometiendo moilissimo as futuras colbeitas. Vo-
se ordenar preces ad pelendam pluvial. Nos
campos todas as novidades estao atrazadas, o qae
alada mais aggrava a falta de irabalbo.
O conselho federal da Allemanba do Norte
j approvoo o tratado de^ommercio do Zolvereim
com Portugal.
A cmara municipal de Lisboa resolvea pe-
dir ai governo nm augmento de ciocoenta cantos
no sea subsidio flra de emprebeoder diversos me-
Ihoramentos e dar irabalbo aos operarios.
A commlssao encarregada de propr a re*
forma do tribunal de coolas, tem os seas traba-
Idos qaase coaclaidos.
A corveta Dnmilo, que ebegou da Loanda a
2 de feverelro oltlmo, largoo na dia 24 para S.
Tbom. Desta liba deve seguir para Ajada, atina
de receber os embaxadores do rei de Dabom e
con Jazl-los a Liboa.
t- Em todo o reino s ha 6 circuios em que
seja necessario baver segunda elelcao.
O paquete da frica nao trooxe noticias Im-
portantes.' Continaava era Loanda o desgoso con-
tra o governadnr eral. A corveta Duque d: Pal-
mella parti edeclivameote no da 6 de feverelro
para e Rio de Janeiro. Pelo oaquele qae ebegar do
Rrasil amaobaa oa depois, e natural reeeberem-se
aqu noticias da corveta.
O aotigo depolado legitimista Pinto Colbo,
nao foi desla vez eleito. Propozera-se por Braga,
mas foi derrotado. As reliquias daquelle partido fl-
cara, sa pode dizer, sem representantes na cmara
popular.
Est com bexigas o Sr. Casal Ribairo, minis-
tro que foi dos negoeios estraogeiros. Em Lisboa
tem bavido multas bexigas nao s em enancas
mas era pessoas adultas.
Est extiucta a epidemia da febres qu; por
mais de seis mezes grassou ero Odeneira.
Parece qne o sr. viscoode de Seabra, minis-
tro da ju-tici, foi agraciado eom o litlo de coode.
O marqaez de S da Bandelra acompanba S.
M. a rainba a Italia.
O Sr. Mandes Leal est compondo om drama
Giralda sem pavor.
O portador do barrete cardioaliclo para o
buuco de S. Saolidade, o mirquez da Amat,
goarda nobre pontificio.
Cbegou tambera a Lisboa magr. Calogoesl ca-
marista do papa, auditor d nunciatura e nomeado
abJelegado em Lisboa para a entrega do chapeo
cardioaiielo.
Ha fome no districto da Guarda; moito gado
langero tem morrido. As perdas de gadoi repe-
tem-se soccessivaaeota. O qne a alguos vale, sao
anda as pal tus e fenos; porm esse recurso est
quasi exhausto.
Diz-se que de centeos e cavadas ja auno nao
pode seriarlo. Os favaas estao muito compromet-
idos nos campos do Riba Tejo, que n^ste anuo fl
caram privados uos naleiros, qae Ibes trazom a sua
manr lertilidade.
Falleceo de phtysica pulmonar o Sr. Frao-
cisco-Augusto Nogueira da Suva, gravador dis-
lincio. f, i .
O Archivo PUloresco encerra grande numero de
trabalbos do maliogrado artista. Sao suas tambera
as moito chistosas lilnsiracSes da bella edico das
poesas de Nieolao Toleo'.ino fella pelos editores
do Archivo. A gravura que o Sr. Nogueira da Sil-
va esta ii ltimamente faiendo era o qoadro do
Juizo final do oosso grande pialar Seqaeira. Era
desligada para o Archivo.
Coobeci de peno o Ilustre gravador. Carcter
independenle, demcrata sincero, tinba dotes de
orador, e escrevia com bastante correceo e graca
natural. Collaborou comigo no JornalPara nr
pubiieaco inoffansiva que, em 1865 (salvo erro)
nos trabamos encontrado, elle como deseobador e
eu como redactor. Nunca vi lapis porluguez mais
apigramraatico do que o delle. Nunca re fez ama
(oilia de caricaturas mais bonacbeirona e indulgen-
la do qae a nos*a. Ninguem era all personalisa-
do. N'outras coodic33 nem elle, era eu, a acei-
taramos ; nem... (revele-se o segredo qaa ja l
Vdo 12 annos) nem o meo amigo e respeitavel mes-
tre Aotonio Feliciano da Caslilho, teria, tantas va-
zes gracejado naquellas pagioas solas. Por isso,
nao passou da um anno a pubiieaco, por que o
publico vido de escaadalos.
Foi muito depois que viram a luz da pablicidade
os Asmodeus os Luafers os Torniquetes e rail ou-
tras diabruras infernaos e sataoicas, onda a vida
privada, a'reputac.o individual, o proprio santua-
rio da familia erara lalibriados e escarnecidos, co-
nbeceraos esses pampletos, qaasi por ouvir dizer.
Nara o liamos. Elle, o nosso gravador, creio que
nunca r resnu o seu boarado buril a taes escaada-
los e torpezas.
N'Jgoeira da Silva e Leonal Tavaros (tambem ja
fallecidos,) filho do celebre patriota, publicaran)
pouco depoii am almanack Ilustrado. As gravu-
ras e muitos artigas rae Nogueira. A su> memoria sara lembrada por lo-
dos que presan as artas e os seos progressos. A'
gravara em madeira, lol elle dos qae deram em
Portugal maior impulso.
No genoro cbarge, se nao ebegava a hombreaP
cora os Gavarni e Cbam, a culpa de ter nascido
aqui. Isto limitado de mais para aquella genero
travesso. A parodia porca degenera fcilmente em
ofensa. Para meree;r as honras da parodia pre-
ciso transpor as raias da volgaridade Depois a
moltiplicidade dos lypos qae por l abundara asea-
celara aqui. Apezar disso Nogneira|daSilva sonbe
tirar partido do nosso poaco. As charges do Nico-
lao Toleatino tem moito valor, e polem se -dizer
oaciou?es.
As gravuras de paisagem, de monumentos e de
costamos que fez para o Archivo sao de ootavel
perfeico qaasl todas. Perd nelle tambem am
amigo. L.
DARO DE PERNAMBUCO
De Liverpool e Lisboa chegou bontem o vapor
inglez Saphyre, trazando jornaes de Lisboa at o 1*
do correte, tres dias mais do que as qae dos trea-
xe o vapor fraooez Navarre.
De doas oameros do Jornal do Commereio de
Lisboa extrabimos as segintes noticias polticas:
< A liogaagem das folbas semi-offlclaes de Bar-
lin actoalmente mais pacifica. O resallado das
eleicoes para o parlamento aduaoeiro, qae acabara
de ter lagar nos estados da Allemaoha do Sal, tor-
aoa talvet mais cauteloso Mr. de Bismark, nao
delxaodo canamente, segando certas opiniOas, de o
praoecopar.
< Em Berilo, a Correspondencia Provincial, qoe
se diz recebar inspiracin do primeiro ministro do
rei Goilberme, assegora qae alo existe agora neo
hura ponto negro no borisonte poltico.
i E' aqoelle mesmo jornal que aecrescenta qoe
as novas preoccupacSas do Orienta, qae polerlam
adquirir.amacena gravidade, e alguma grande
c potencia se tivesse tentado a provocar seria? eom
i plicacoas, esto affastadas em presanca das dls
c poslcdas pacificas qoe dominara geralmente sa
i Europa.
t O eoode de Bismark acaba de ser Borneado
pelo re Gullharme membro hereditario te cmara
dos senhores.
c E' ana nova recompensa dos sarvioos pesu-
de? pelo primeiro iotstro ; mas a hiavgtnientia
Belga julga provavel qua tenha sido nm meto ima-
ginado pela eari para tornar a oratoria d'aquella
assembla menos rebelde s inu*tac.Se exigidas
qae ja oatr'ora o presidente do cooselbo de minis*
tros prossiano tambem soobe faier acceitar pelo
seo partido na cmara dos denotados.
Escrevem de Visanaao Memorial Diplomtico
qae o Imperador Francisco Jos nao saneelonar a
le sobre o casamento civil, approvada pela cmara
dos deputados e pela dos senhores, se dw quando
tiver sido igualmente votada a qua diz raspeito
inMroccao publica.
< Tendo a comroissao dos seobores introduzco
algomas modiScacoe< importantes as disposicoes
d'esta ultima le, segundo foi volada pelos depota-
dos, essas emendas davem ser mandadas cmara
dos deputados, para que, pela sua parte, adh'.ra a
ellas.
Davem, pois, decorrer aioda algomas semanas
aotas qae a lei sobre a iostroeeo publica possa
ser om faeto coosanmado. At eolio deve o ga-
binete anstriaco receoer urna resposta definitiva,
acerca dos onze pontos que formara a basa da revi-
sao da concordata reclamada pela Austria.
i Parece dever ser, segnodo vemos escripto da
natareza d'essa respasta. qie depender activarse
oo adiarse a promolgacao da lei da qne se trata.
A discossSo sobre o Imposto de moagem con-
tinao!! na cmara dos deputados italianos. O mi
nistro da hienda usoa da palavra. Nos telegram-
roas eoeontra-se o eztracta do qoe se passou n'essa
sesso, qne se resuma no seeninle :
t Q miolslro da fizen la aprasenioa algans pro
jectos relativos ao excaden'.e das despezas, acerca
dos precedentes orcamento?.
O Sr. Siccardi pedio pa'a inierpellar o minis-
terio na sesso Irnmedla'a, acerca da tuppressao de
algans profesores da universidade de Bolooha e
da Parraa. O mialstro da instroegao publica p-
di) qoe essrinterpellacao fl:assepara depois da
discas'o sobre o imposto de moagem, e a cmara
asslm decidi.
t O Sr. Siccardi pargootou se o governo tinba
temado as saas disp)sic5ss para garant.- os naci-
naes italianos no Japo.
t O general Menabrea responden, que se est
armando actualmente com essa proposito a corveta
Clotilde, alia de ser maodada para as aguas do Ja-
po. No entretanto a embaixada italiana toma
enrgicamente a peito os interesaos das pessoas e
das propriedades italianas domiciliadas n'aqaelle
paiz.
< O ministro da raanla disse dapais qoa josto
a legal applicar o impo-to sobre a riqueza [nobilia-
ria renda pnblica postuida pelos nacionaes, mas
nao ao qae-est em polar dos estraogeiros qua se
achara u'uraa situacao muito ditTereole. Faz Ob-
servar o ministro que de 328 roilhdes -le imposlos
pagos, s 88 assemam sobra a riqueza movel.
< O ministroada fazenda combaleu em seguida
maitas proposias-; apresentou considerages gene-
ricas sobre economas, e sobre a base linanceira
doimposto e do rend'maoto, manifest.nda a espe-
raiga deobter 45 mllhoes, a saber : 16 milbSes de
imposlos snbjivi propriedade ; 8 sobre a riqueza
movel; u y^f as randas publicas.
c O mu ula que obter 21 milhes de
imposto* % stro amello, .A-mihStos.obre,
as eoncduSli governimenraes. Acreseetrtotrqoe,
pelo qoe diz rospeito a moagem, acceita a proposia
da comroissao, salvo algomas modiflcacSes qua sa
devem introdozlr na applicago dasse imposto Era
fla, o ministro estabelocen a comoarago entre es
orcameotes italiano o francez. A discassao conli
nnava.
c Na cmara dos depota de apresentar-se um projeeto da deploraveis ten-
daneias. Este despacho, da qae se encontra nm
resumo n'um despacho telegraphico da Jassy data-
do de 24 do passado, deve ser resabido desfavora
velmenta na Europa, oode taraos visto condemnar
na imprensa todas as persegnicoas, qae naquelle
paiz sa tem exercido contra os israelitas ; perse
goicojs qoe fazem recordar as medidas odiosas qoe
oolr'ora tomou o general russo MourawiefT contra
os polacos.
c Tiinta a um radicae?, diz o despacho talegra-
phico. em cuja numero enira o presidenta da c-
mara apresentaram aquella assembla um projecto
de lei, concobido nestes termos :
i 1.* Os judeos nao podera eslabelecer-se nos
campos; e as cidades -lbas necassario urna aulo-
nsacsro especial; '
2. Os contraventores sero considerados como
vagabundos, e deportados pelas raanicipalidades;
c 3. Os judeus ne podara veader, nem com-
prar casas ;
c 4*. Os jaleos nao podera possulr tiras, era
florestas, nem vinhas, nem ohegoarias, nem mi-
nhos, nem boleqoios oa casa de pasto ;
c 5. Os judeos nao podem concorrer em ne-
nbam emprego, nem associar-se cora os cbristos
para esse Qm;
c 6*. Os jadeos n3o podem fazer neoham com-
mereio, sem autorisacao da roanicipalidade. Us
contraventores sero punidos cem mulla, e os seos
processos nao sero ulgados pelas autoridades ;
c 7. Os jodeos nao podem vender bebidas e co-
mestiveis se nao aos seas correligionarios- As
commissoes israelitas ficain supprimidas; e Gcam
derrogadas as lels em contrario daste regulamento.
t Este projacto foi maadado a' commisso.i
i Correio da noite.O Wurtemberg nao envia-
ra' o parlamento aduaoeiro se nao deputados antl-
prnssianos.
c Da dezesete circuios ja' os jornaes apontam os
nomes dos eleitos par dezeseis. Todos os candida-
tos que se aprasentaram como bostis a' poltica de
absorpeo da Prassia obtlveram urna grande maio-
.' A derrota dos aoiuoistas foi completa. No
circulo 17, dere baver escrutinio (oreado, e parece
qae all raesmo Inevitavel, a derrota do candida-
to prosslano.
t Suppe se que o triompno pelo partido do po-
vo nao deixe de f >zer reflectlr Mr. de Bismaik, a
respeito dos seos planos. O sufragio qae acaba de
ter lugar naquelle paiz deixa claramente ver a re-
pugnancia que senlem os wartemburgaezes em se
deixar prassiaoisar.
i Aquellas povos qaizeram naturalmente, nesta
ooeaslo solemne, testemonhar o amor que tem a'
autonoma e a' liberdade, e protestar ao mesmo
tempo contra o systema de violencia e de espolia-
cao, segundo dizem os jornaes inaugurado desde
1866 pelo gabloele de Berlim.
Comprobeodera' a Prassia bem este aconteci-
mento.
t Pi IX acaba de instituir orna condecorado
especial para as tropas francozas de trra e de
mar e para todos aquellos qoe tomaram parte as
fiteir'as do etercito, em defeza da santa s, e do sen
territorio, na o I tima expedico contra os garibaldi-
nos. E' ama cruz esmaltada de branca, pendente
de ama Ota azul e branca.
c Os resaltados das graves comegam a appare-
cer. Na Blgica tem bavido graves desordeas, em
qae tem sido necessario empregar a torca, baveo-
do a lamentar ferimsntos e mesmo mortes.
i Na Suissa a sitaacio a mesma. As cartas
de Geaebra fallara dotrabalbos qne naquelle paiz
tem feto a associacdo internacional, a qual dlspoe
de dinheiros remanidos de Londres e de Paris.
, Na Blgica marchou tropa para Cbarleroi e
ootros pontos.
Em Usada comecaram, no dia 31 dd passa-
do, preees oobHcas para pedir cbova.
No dia M cao do barreta -cardloalicio ao nuncio apostlico
monsenhor Perreri, com o ceremonial mencionado
oa carta de nosso correspondente.
Foi agradado com o tolo de viscoode de Ar-
ronches, o. bao de Baxcellinbos.
No dia 31 o descont regalava pela seguate ta-
bella, as diversas praeas da Earopa :
Banco de Inglaterra .... 20/0
Franca......a /l
> Hespaoba.....5 0/0
> Francfort.....2 (/O
Hambarguez. ... 2 i/
> Breroen......3 1/2
Holiaada.....2 1/2
Chegou a' Lisboa, no dia 28, procedente d Per-
nambuce, o brigue porluguez Constante I.
O vapor Inglez Augusttne, da Imba de Liverpool,
devia partir de Lisboa, para o Cear, Maraobo e
Para, oo dia 10 on 11 do crrente.
O vapor inglez, portador da mala de Soutbamp
ton, no correte mez, o Shannon.
A' ultima hora reteberam-se os segaites lele-
grammas :
Paris 30. Diz a Patrie, que o conseibo de mi-
nistros, e o conselho privado, sob a presidencia do
Imperado, bao de examinar amanba a questo
das eteicoes.
< O Standart assegora qoe est actoalmente
abandonada toda atdt dadissolnco antecipada
das cmaras. Em Haoiliires e Cbarleroi, boove
bentem novas desordens; bo;a al esta bora(melo
dia) existe traoqoilidadv.
< Mooich 29 Por occasio da revisao Landwabr
em muius localidades da alia Baviera, boaveram
sceoas tumultuosas, qua foram reprimidas pelas
tropas. >
Berim 24. Reichslag.-A eleicao da presideo-
cia l)i adiada, em coasequeocia de (altarera qua-
tro votos para o numero legalmenla necessario.
'Mr. Simson aooacciou a representaco dos
projecios do goverao enumerados no discurso do
tbrono. Anda nao esta' fizado o dia da nova reo-
ne. >
Copenhague 24. O Berhngske Ttdende diz qae
a Dinamarca nao solicilou a inierveneo da Aus-
tria.
c KIoreBca 24. O Correio italiano annuncia qne
o ministro des negocios estraagetros, de accordo
coro o governo francez, oomaoo orna coramissao
internacional para estabelecer as boas pralicas de
om systema adaaoelro appliciival sos caminaos de
ferro, no qaal sera' comprehendido o tuanel da
monte Oris.
c Flareoca 24. A Gazela 0/ficial publica om de
crelo qie mauda por em fxeeuco a declaradlo
assignada em Paris a 21 de fevereiro de 1868 en-
tre o goveroo italiaoo e o francez, a qaal concede
aos uacionaes respectivos dos dois pau.es todos os
favores e todos os privilegios de qae gozam os na-
cionaes da outro estado. O mesmo jornal desmente
o boato do appareetmento de bandos de guerrllbas
as provincias napolitanas. >
< Flor-ncai. Cmara dos deputados. Coooa
a discassao acerca do imposto sobre a moagem.
t O Sr. Ccrrentl disse qua aquella imposto
moito oneroso e muito impopular, no entretanto
qaa elle o votara' em consequoncia da crise fioan-
ceira a qne necessario dar remedio.
c O ministro das financas osou da palavra para
responder a ronitos oradores que combateram ss
proposias. A discassao contina.
< Roma 24 Diz o Jornal de Homa qae, durada
o anno de 1867, se exponou dos estados pontifi-
cios, em pioiuras a escolpturas aotigas e moder-
nas, nm valor total de 21,623:310 francos.
Londres 2o. Cbegou a Londres lord Derbv. O
principe Arthur fara' prximamente urna vigem
ao crente. Esta noile, o novo Foring Office, sera'
ioangurado por ama grande soir, dada por Mr.
Diwaeli. Ffzira em Dublm grandes preparativos
para receber o principa de Galles.
< Haya 24. Cmara dos depntados. A proposta
Bo-k Keraper, tendete a apresentar orna roens-
gera, foi combatida por (odas as fraccSas da cma-
ra e rejaitida por 69 votos contra 3.
Ainsterdam 24 O banco bollandez baixou o
seu dfsnntodo 3 a 21/2 O/).
t CoastaDirao^la 24. A Porta rejeitou definitiva-
mente os pedidos do Montenegro. Os delegados
mootauegrioos partirara no sabbado.
c Man Iba 2o. as cartas da Constanlinopla, de
18, ditera que o novo ccaselho de estado compre-
heuJera' notareis chrislo?, perteocentes s diver-
sas provincias; e, qae, entre as suas attriboicBes;
se oceupar' de urna melbor repartirlo dos impos-
tos, e do todas as qnestoas tendentes a melborar a
adminislraco.
Alguna novos bandos vlndos da servia, entra-
rain na Bulgaria, roas foram repelliios pelas tro-
pas, e pela populacho mussalmaoa.
O sulto receb'-u com elevada distloccio o ao-
t'h i lord Maire, que no anno passado recebea S.
M. I., por occaslc da sua viagera a Loodres.
Washington 2i. A cmara dos representantes
apresentou a sua replica a' resposta dada por Mr.
Johnson, ao acto de aecasagao. E>la replica man-
iera todas as aecusaedes precedentemente forma-
s.
O senado decidlo qes o processo comecasse na
qointa-feira.
PEHNAMBUCO
REVISTA DIARIA
A assembla legislativa provincial bontem nao
fanecionoa por falta de numero.
A empreza dramtica do Santa Isabel fez re-
presentar anle-bootem, como anounoara, o dra
roaCaoo Simaoda, peona dos dramaturgos ran-
eezes Dumanoir e Dtmey.
. Como peca luterana nao ba nada a' admirar
nesse drama, qoe pelo lado paramente dramtico
assnme as proporcoes de am collosso.
"O papel de cabo Simio de orna difReaUade,
de nm trabalbo artstico tao grande, que assombra
como baja om bomem quo o possa desempeobar I
S o Sr. Joaquina Angosto seria capaz de tocar
a nota mais elevada da escala dialonica-drama-
tlca I
Ante a revelaclo do trabalbo desse genio-artista
oo cabo Simio, ante a exbibicio desse mono-
mental documento de om talento transcendente,
nao ba palavras que possam exprimir os pensameo-
to', qoe exprlmam as sensacSes porqoe passa a al-
ma. Uahi para cima o destino escreveo o sempre
fatdico iroposslvel i
Nanea h auve e nem h? om ontro Joaquina Au-
gusto oo Brasil, nunca boove e nem ba por tanto
quera reallse com igual moslria. eom Igoaes lta-
los, o importaotissimo papel de cabo Simio.
O drama esta' montado com o necessario apara-
to, e todos os artistas se esmeraram em fazelo
avaotajar na scena pelo altorado estado de seos
papis.
A Sra. Brozado agradoo-nos bastante, e ontro
tanto accontecea em referencia a Sra. Mara Vel
loti.
A Sra. Clelia, bem que om tanto deslocada, son-
be tirar vantagem do sen papel.
O Sr. Pedro trabtlboa bem regularmente.
Em Qm todos portaram-se bem, nos limites de
suas forcas.
A empreza deve levar esse drama maitas vezes:
9espirito nao se contenta com v lo orna s, nao,
preciso qae o admire repetidas vezes.
Ao oosso publico recommeodamos instantemente
o drama, e especialmente o admrate! irabalbo do
Sr. Joaquina Augusto.
Ba bem tempo qoe o Santa Isabel nao sent o
rumor de tantas palmas e bravos como na noite de
ante-hontem. O motivo dellas_ pergoote qaem o
qalier saber ao novo eabo Sloiao.
Pedem-nos que recommendemos a' atteneao
da competente autoridad, om Sr. escrivao de sub-
delegado que mora la' para as baodas dos Afoga-
dos, o qual padece da molestia do insulto aos va-
nnos que gostam de resar, e desse modo da' escn-
dalos ofTeosivos da moral publica, qnando deixa
despenhar-se de seos latios a cscala das bellas
palavra I
Pela presidencia da provincia foram sane-
donados como lels, os segninins projeclos da as-
sembla provincial,sobos ns. 781 e782 :
< Art. 1.a Fica abe-rt om crdito soppleoBeour
na importancia da 30ci, ao 4* do art 2* do or-
namento vigente.
Art. 2.* Ficam revogadas as disposices em
contrario.
c Art. 1.* Fica mareado o prazo de doaa mexes
para serena retirados, pe os respectivos (fonos, os
gados qae pastara nos lagares Eoeroiilbada
Lage, Baa-Vista e Quemada do moolclplo de Plo-
res, para os lugares le crca$ao, vislo serem os re-
feridos lagares designados, pelo art. 1* do til. 7
das posturas desla cmara, para a agricultura : os
infractores pagaro a malta de 2f> por cada cabe-
ra de cabra, ovelba e poreo, que for encontrada
sem pastor, e 4$ por caneca da gadj vaeeaoa eea-
vallar, alm du damDo que caasarem aos agricul-
tores.
Art. 2.* Nos lagares de agricultura, onde for
necessario fazer se cerca, sera' esta feita a* costa.
tanto dos agricultores comd ojs creadotes, seodo a
despeza feita na razo do terreno, qoe cada aro
possair, marcando o respectivo fiscal o numere de
bragas qae devem fazer : pena de pagarem 10J
de mulla os qoe a isso se negaren).
t Art 3. As cercas, que liverem de passar
pelos lugares balxos, dividindo as trras de agri-
cultura das de crear, devem ser feitas de sorte que
prohibam a eoirada para as lavooras, nao s dos
animaes vaccom e cava I lar, mas lambam de ca-
bras, ovelbas e porcos : os infractores pagaro a
molla da -20-3, e o dupla na reincidencia.
c Art 4. Ficam revogadas as disposicSes em
contrario.
Reunio-se bontem a Ioitiloto Archeologico a
Geograpbico Peroambuoaoo, em sesso ordinaria,
sob a presidencia do Exm. cooselbelro nnnsenhor
Mumz Tavares e com assistencia dos Srs. Drs. Joa-
quina Porlella, Amaro de Alboqoerqae e os Srs.
coronel Leal, Salvador Henrlqae, Freir Gameiro,
padre Lino do Monte Carmelo e Ferreira de Al-
raeida.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
O Sr. 2* secretario, no impedimento do Sr. se-
cretario perpetuo, da' leilora do seguale expe-
diente :
Um oCBco do Sr. jdiz de paz desta fregaezia da
Santo Antonio, convidando o Iastiloto para assislir
a am offlelo solame oo convento do Carmo, pe|a
alma do oosso fallecido sacio o Sr. Dr. Fetosa,
mandado celebrar por varios eldadias.Assislio a
esse acto urna coramissao do Iastiloto.
Outro do Sr. Owplo Laport, manifestando ao Ios-
tftot, o sea grande seotraeoto pelo passamento
do oosso eloquente orador o Sr. Dr. Feltosa e pe-
dra do desca pa por nao poder comparecer sesso
de boje.Ioteirado.
Outro do Sr. secretario perpetuo, commanicaala
nao poder comparecer a sesso de boje, por acbar-
se presidiado aos exames de babilitaco para o
magisterio primario, na quaiidade da dire:tor inte-
rino da iustrucca publica.Iatairado.
0 mesmo Sr. 2 secretario menciona as seguales
oflertas :
Varios oumeros do Diario de Pernambuco, pela
respectiva redago.
Doos nmeros da Opimito Nacional, pela respec-
tiva redaccao.
Ambas estas otTerlas sao receidas com agrado a
manJam-se archivar.
Entrara em discassao doas pareceres da cora-
missao de faodos e orcamenlos approvando os dous
bala neos segintes trimensaes de receila e despeza
relativos ao 3' e 4* trimestre do anuo acadmica
Qodo que sao approvados :
Anno acadmico de 1867 a 1868, trimestre da
ontubro a dezembro:
RECEITA.
1 Mensalidades......
2 Rendimento da Revista ....
3 Jola de socios ......
4 Deposito no banco
1
Saldo em 30 da setembro.
84*000
13*000
603000
: 7843070
9995055
2:942*125
DESPEZA.
1 Expediente. ....... 74*600
2 Ordenado do amanaeuse 75OrO
3 Gratificaco ao continuo .... 15*000
4- Porceotagem de 159* ao mesmo 31*800
Saldo em deposito......1:784*070
Saldo em caixa.......961*655

4* trimestre de janefro a marco
RECEITA.
1 Mensalidades......
2 Rendimentp da Revista .
3 Jolas de socios.....
4 Deposito no banco ....
Saldo em 31 dezembro .
DESPEZA.
1 Expediente........
2 Ordenado ao amanuense. .
3 Gratificaco ao continuo .
4 Porcenttgem ao mesmo ,
5 Impresso dos ns. 9 e 10 da Re-
vista..........
Saldo em deposito.....
Saldo em caixa ....,-.
2:941*125
90*009
40*000
20*000
i:839*!4t
961*655
2:950*797
137*20
75*000
15*000
30*000
339*000
1:859*142
495*375
2:960*797
E' lido mais om paracer da mesm commissio
de fondos e orcamenlos, acompaobado do segoinie
projecto de orcamento para o anno acadmico de
1868 a 1869, o qaal vai a imprimir para entrar em
discassao oa prxima sesso.
NATREZA DA RECEITA.
1 Jolas de socios effecilvos. 20*000
2 Cootriboicio trimeosal .... 480*000
3 Jolas de socios correspondentes 1503000
4 Donativos........ 3:039*141
5 Mollas...... | } X
6 Reeita liquida da Revista 60300O
7 Saldo do anno Ando 493*375
4:244*517
As observaedas de cada nm destes paragraphos
fundamentara a procedencia dessas rendas : t
NATREZA DA DESPEZA.
1 Expediente, reparos e conservaco 913
3 Ordenado ao amanuense. 30l'j
3 GraliOcacao ao cootloto .... 60j
4 Porceotagem ao mesmo .... 10
5 Impresso da Revista..... 56
6 Pubiieaco de memerlas. ... 12
7 Compra de llvros e manoscriplos .
8 Premios por desempenbo de pro-
grmalas ......... 100*000
9 Deposito......... 1:889*14*
4-244*517
As observares de cada nm destes paragraphos
foDdamentam a procedencia dessas despexas.
O 8r. Dr. Amaro de Albuqurqne tu a tallar



ILtGfR )


\-J
Mirlo de
exta lelra ir de Abril de 1868

o
i

H i
)---
h dirigs! so Sr. ajlalstro da (tunda o [mes
8 InMit E?araai *o tempo-de o ieraola*i queHa tnesoararlaroSr rWfhfeo los **
(jbalidilr Idlbesoureiro, depois.da flt dJ?*: | S?^ 8ob-B004a,aWo ^ 1" o Sr.
tribae aKif'ii7S:w8.tt*eiP(> /I*torio,
mlitm de grdecln>enlPi*l dos o Instillo naquelle W- .,,,. n.
Vera mesa a lido na requerlmento do Dr.
Amaro para que tosa saneada ama sommlisio
aflm de inspeccionar o astado da escriptoracio da
tbesourariaa de todos Os ocnawatos telativo i
"Entrando em dlscossio, e depois de fallarem
sobre elle os Srt. Dr. Portella a coronel Leal, do
sentido da neohaoi oeceasldade dessa eommlssio,
posto a' votos fol resaltado.
Em seguida corre o escrutinio a sao approvados
para socios effeelivo o Sr. Dr. Jos Joaquim Taca-
res Belfort e correspondentes o Srs. Drs. Fraocis-
e. Augusto da Coala, Alfonso de Albaquerque
Mello, JostlnoJDomingues d Silva, barao na Aras-
sagy e coronel Praoelsco Antonio de Barros e
Silva.
Mo havendo mais nada a tratar, levanta se a
soasad.
Ka adregdi de hontem temaram os la-
dros peaetrar na loja de ourives n. 15 da ra do
Qaaimado, qoa nao lograran), per ser de umita,
ejaruea a fechadura.
Na capital do Maraohio reunlram-se, sob
denominacao de loeitdade dos 40 mo, diferentes
pertojroewa en tal numero para tolejarero, em
esplendida passeMa a patriticamente tratados,
qaalqoer noticia liscogeira as notsas armas, viudas
all ebegada do leairo da guerra.
S' una graciosa maoifestaco de Irmao?. que se
preaam, e aos quaes por consegoioie nada recipro-
camente iodillerenie.
Na eomarea a Itamb, Diurnamente creada,
4 ajodanta do Sr. procurador fiscal da tb8Suorria
provioalal o Sr. Dr. Maximiano Jos Inojosa Va-
rejo.
Lotera.A qae se a cha a veada
a 62* (em letra preta) a beneficio do patri-
monio dos orpba"os, qae corre terca-feira 21.
porqu ajbr- ama
Correspondencias
Srs. redactores.- Leudo no Diario de 30 do pr-
ximo passado a proposta no Sr. Dr. chafe e po
lela para organisacao dos astrictos do que se com
p5a a nova rieguen* de Gamelleira e oomeago de
autoridades, depare i que se achava comprebendido
em ora desles listrictos o meo aneenbo denomina-
do Oriental, conbeci iraojed aum-uio o engaoe
qae laborava o Illms Sr. Dr. chefa de polica, por
quanio pela le provincial n. 763 que decretoa a
desmembrado de Garaelleira a-< reguetla da S-ri
obaem ni j estando dito eogenho dentro dos llmiies
trabados pela mesma lai como se ver do art. 2 da
rslerida lei que esclarecer' nao so ao Sr. D.-. che-
e da polica como tambera as demais autoridades
subalternas a qoem possa interessar tal divisan,
nao podia perteocer a n-nhuw destes districtos,
por Unto venho protestar com tempo e pela irn
prensa para evitar cooflicios e exigencias das ao
laridades da nova fregarla.
Eogenbo Oriental, 13 de abril da 188.
Joviniano Inneo Paes brrelo.
.....l i \wmmmi^mmmmmagmt
Publicares a pedido
() Srs. redactores da Revista Diaria.Cueheci-
do de a mullo tempo oesta proviuca ondo oasci. o
pactoaodo sempre o meo vi ver com as mlobas Tra-
cas (oreas, nao posso sustentar orna discasso pelo
jornal, como talvez alguem supponba pode lo fazer;
nao s por ser contra as mlobas f roas em nao
poder dlspor de ura Jornal como VV. SS., e como
tambem ser cooira o meo genio discosdes que na
da approveltam sa nao aos maldssentes, porm, roe
vejo toreado a drzer alguma coosa por ter si-to of-
tendido oltimamenta a considerado por VV". SS.
do vio.
Muito ter qua responder se oio fosse a lem-
braoga que anda conservo do meo velho amigo
e por roim reverenciado, o comroeodador Maootl
Plgoerda de Parla, e s isso mais jue sufflctenie
para nao diier o que sicto, e davoem resposta a
nota que ao mea aranzel de 13 do correte, VV.
SS. botaram (prora do quaato tem para dar a'
aqaelle que sempre os traioa enm de ftVrenca).
Permfctam-sp, portante-, que devolva lotacto o
que me aiiram a qoem quizer acceitar, nao como
doodo, pois assim anda me oo coosideroo a so-
cledadeem que vivemos, nem lo pcoco como edu
cados em paites estrangeiros, node olve se apreo
da melnor a jogar pedralas, porm cpim um em-
pregado pobre que sempre fui considerado pelos
bomens honestos desta provincia c.mo honrado e
sem nota.
Nao o major Caeino Ptnlo de Veras quera res-
ponda a VV. SS., porm sioj o fiscal da frrgaezia
de Sanio Antonio.
Recite, 14 de abril de 1868
Caetano Pinto de Veras.
-ipiisti nao tloha. desetapenbado neubanu
das conrmlssods qae lhe foram encrieadas 1
VO. Sbmel BSfeirt'tea mfcfta 'perf'erfla*ia
de cqracao provada par seos v-ios, a nao Ile da
a coasciencia de lacritiear a innocencia a o mrito
alhelo, contanto qae d pasto aos seas maas Ins-
tintos.
f Velo elle (infeliimente)^le Inspeetor da tbe-
sooraria desta provincia; ebegoo no dia 13 de
agosto, e tomou pesse ao oui-o dia. ;
No principio de satembro levantou ama cru-
zada de pers> galeao contra os aotpregados da
ibesoararia a altaodega; e diiia qae muilas lagri-
mas se derramaran); e de quem?
t Das familias dos empreados, qoa serlam
demittidaa e oairos removidos.
Qaando Isto dizia eochia-se de prazer quil
aqoeHe qoa tendo urna alma bemfazeja, maoifosia
quaodo falla em ama aecao de beniBcencia e gran-
de merec ment.
c Nao tardou qo o Sr. (omei Pereira desse
cometo ao sea mau dasjgnlo, abrindo lucia com
os empregados de ambas as reparilcSisde (atend,
qae sempre feram respailados por seas antecesso-
res, e que eontavam anoos de servieo.
i Pille com seus embastes e Msidades cons-:-
guir a remocao de algous, e se nao de todos, que
pretenda, fui por baver entre ellas quem Uvessa
seos protectdres.
*. Um dos removidos (oi o ebefe da seceo Jos
Tnomaz Perrelra Neves, qne tinba bastantes annos
de servido, bomem que nao Haba um s lolmig;
fji sacrificado ao cholera no Para.
Hanlinba e Sr. Gomes Pereira boas relac-s
de amisade com o Sr. Jos Pedro Rodrigaas da
Silva, qua era o tbescureiro, e raeebia deile favo-
res, que um bomem da uo.'r, col locad o na catoe-
goria do Sr. Gomes Pereira, se ponparie, e teria
pejo de os etilr de sea soba Hamo I >
f Nao obstante-a>ou da perfidia da dirigir a j Sr.
mloii-i.i'o da fazenda ama iGforoiacao, cbaia de (al
sldades, pediodo a aposentadora doSr. Jos Pedro;
isto para satisfazer a ambicio de qnem pretenda o
logar de tbesonreiro, a a qoem o Sr. Gomes Perei-
ra por -u baixeza e vilaia oo pedia deiiar da
presi*r-s.
t Sorpreheodido o Sr. Jos Pedro com o acto de
soa prematura aposenta testo, porque ella lhe fol dada, rpresentoa contra
essa acto de man'festa oj'aslica, ooe se Iba fazia,
eibibiodo docomentos a "a peti^ao, em vista dos
quaes o Sr. ministro da lateoda fieoa completa-
mele convencido de ter sido Iludido cora a infor-
macao falsa, qoa lhe dea o Sr. Francisco Jos Go-
mes Pereira, abasando da t f, qae deve mere
cer o chefe de orna reparticao; e tanto conhecea o
Sr. miafelro a illoso, em que cahio, que nao man-
dou expedir o decreto dessa aposeutadoria, man-
dando [ir ceder averigoac.d"4S.
S fui lavrado essa decreto depois qoa entrn
para a pasta da fazenda o Sr. conselhairo Soasa
Franco.
t Anda nao era bstanlo que o mal qoa o Sr.
Gomes Pereira causn a > pai do Sr. Joo Baptista,
a da qaaotos Iba pretend u fazer injustamente ;
anda quiz mais ama victima na pessoi do sea
Olho!'
c Esperamos que o Sr. Joo Baptista nao deia-
r de apre.senur dutulientos, que destruam ac
lumoia e falsidada das lolorniteoes qoa contra elle
dirigi ao Sr. ministre da fazenda aquella inspec-
tor, emoora nao tenba elle o reparo do mal qae
acaba de soffrer, assim como nao leva o seu pai.
t A jastica de D.-us erecta, e nSo dentara de
un dia eabir sobre a cabeca de om bomem que sa
alimenta da lagrimas da suas victimas inoocentes
a euto pagara com a punico divioa as gentil-zas,
qoa HUMEO na thesour^na da fizeodi desta pro-
vincia, o qua pode attestar o mu probo e honrado
Sr. J ^ Francisco de Maura, ioo inspector da
tbesourarla do Pari. ^
Com eiiii') o acto do Sr. Zacariis, sob informa
cao do relaisado a jesuta Gomes P-reira, da a
justa medida da perversidale daste riomem.
O Sr. Joio Baptista om fuucciooario iliustrado,
activo a laborioso.
Nanea nos engaamos com aqu -!e bomem logra
to a oiiteTraio.
As pureas traficaocias que. (ez na tbesouraria de
fas-oda desta provincia, daras lajar um tnque-
rito. que o tiuvia de fuimiaar para o resto de aua
vida.
Iofeiitmeote elle passoa por .vm ncola ne e
retlrou se p ra a sua prcvincia, onde esta sarvindo
a posto desta siluaco podre e corrompida, qoe
alada poregue esta mfelit pftz.
Elle faz destas a outras, porque anda nao encon-
troa urna victima, qoa o arrastasse aos tribu-
oaes.
J um velho e honrado pai de f .raia foi victima
daquella vbora.
(Do Jornal da Parahyba, da do correat)
preces para n
as do Seohor.
i* coal as suppilcas faca deslRPI
ve|no#re soa desolada familia qiH| o
inconsolavel a pran l.
1 OsnAgraos do Omnipotencia fio imperseruta
veis, nao procuremos conbacer a caosa porque *
materia de D. liarla Leonor S. Pairo Magatbies,
fai dad* a trra e o espirito ao Seobor.
Cafemos o nossos sentlmentos, enchajuemos
as nossas lagrimas, es anjos enlam cantigas de
gloria pela alma de nm justo a quaodo o cu rl-se
oo dava a trra chorar.
Toda a soa familia procara a consolacao na soa
dr e so balsamo qua o chrstianismo derrama so-
bre os desconsolados e aflictos.
Componglodo-nos com vpassamento rpida da
Exma. Sra. L). Mara Leonor S. Pedro Magalhaes,
aiompanbamos ana Eiraa. familia na i r de que
martyr.
Os ceas a bsmdirio.
13 de abril da 1808.
J. P. C
Theatro
A empreza do Sania I-abel nao faltn promes-
sa, que fez ao publico, de levar sceua na noile de
nana feira o famoso e bem acabado dramaO
cabo Simad. Fui nm espectculo lindissimo e de
indelevais recordacoes. O nunca assas vicloriado
Joaqaim Augusto, o mais bello ornamento da sceoa
brasileira na actnalidada, adquiri nessa noile mais
nm titulo a estima a admiraco do paiz, exibin 10
as maravilbas*do sea explendido e poderoso talen
to ; derramo com profusao as mais lindas e chei
rosas flores as aras da arle ; deu a Ierra que o
vio nascer mais om looro e senlio na fronte lan
reada os mais ardeotes beljos da gloria. Foi orna
aoile da delirio I Nunca vimes tanto entbosiasmo
Bao mentido, era tantos hvainos d'alma em loovor
de um artista. Imperando no coracao dos espec
tadorese dominando Ibes os seolimeolns os mais id
timos, Joaquim Aogaslo ouvia dos camarotes e da
platea, de espaco a espajo, estrepitosos e esooata-
neos spplaaso! que fallavam bm alto do sobidu
2Dilate do seo iocbntesiavl mrito artstico. Isto
o qu se chama verdadeira gloria ; isto o que
consume o justo e loovavel orgolflo do artista que
s e nicamente ao sea talento deve lautos Irium
pbos.
Nao entraremos na anal y se do trabalbo de Joa-
OBim Augusto no papel d Cabo Simio-porque
om trabalbo tal tem a .- ua critica nos applaasus e
adtniraco de ora povo.
O' mais arti.-tas bouveram se bem. E* digna,
porm dos mais sinceros etogns a Sra. D. Valot
pela oaturlidade a vehemencia de ceotimentos qne
manifestou na brilbante sceoa em qua Mina reco
Bhece sa filba.
O scenario est bonito na altura das grandezas
do drama.
Brevemente Joaqolm Augusto far o seo benefl
co cem o magnifico dramaA Dama de S. Troprz
lio eminente em lance e mritos hilera ros, como
O cabo Simao. E' urna das mais Hadas flores da
loa eora.
Becommendando grande vulto da sceoa & pro-
teccao a generosidade dos habitantes de?ta cidada,
temos certesa de que estes llmbrarao em mo-t'ar
qae aniabam n'alma o aeslamento e aprego em qoe
todos os povos amigos do grande e do bello, tem os
aais develados sacerdotes do ttmploda gloria edas
Parahyba, 4 de abril.
MBUbao.Kis o que sob este mulo aos eoviou
m a Pul demiltldo do Itijar da Ia escriptarario da
tbesooraria de fazeoda de Maranbo o Sr. J .ao
Baprata C. da Cunha, oua cootava mais de 23
asnos B* elle Dio do ftosso amigo o Sr. Jota Pedro
Jlodrigae da Silva, qoe servio por moito tempo o
logar de thesoateiro da ibesourafia de Lsenda
desta provincia.
* Consta qoe esta demis^ao fol dada por iofor-
() Publicamos alada boje o artigo cima, do Sr.
fea/ d" Santo Antonio, para dar logar a' poder
8. desao.far a' vostade soa colera, motivada
patas observa8es, maja qoe Jostas, qae fizemos
aaerea do atolbo, qoe obstroe a roa das Cruzas ;
Batas porm com ellas nada ganbamos e mallo
tesos o publico, nao mais Ibe dare09s cabimento
em nosso Dturto, e nem lia ponco descaramos a'
responder a' mal contldos desoeitos qaalqaer qoe
B*i o {Bar qoe os pobliqoe.'
O Sr. fUcal de Santo Antonio oo adaotou om
Paseo lubre o qoe dissemos acerca do tal entulko.
Imlton-M anda joiarnot amabilidades a' qoe
par aossa difoldade nao respondemos. Aos fofM
t^SSSsSR.iaU9omi "!*di

A Atiacco.
uataca lo pele.
Hoje a moda descobrvr plantas novas da Bomas
descoabecidos, natorr sempre de algum paia dis-
taotn a inculto. < Tero virtudes maravilhosas I I
dizem os seos descubridores, e abraca toda qualida-
de de mal qae affl'ge o genero humano de ama
maneira to suave e doce que, al os qae nao es-
li doeotes, qoerem o sef pera seram corados por
lio maravilh&so remedio. Porm o bom senso du
povo ooasi sempre repugaa semelhante chartataots
mo. Todo mondo sabe que os lempos dos mtiagres
ja' la' se foram ha roaitos seclos, e boje nio te
cora molestia algama se oio Irttaodo a segundo os
prinerplos da sciencia.
t Nao se despreza lio fcilmente a experiencia
de 2,003 anoos* assim diz o Dr. Ayer, e quaodo
confeaciooou sea grande remedia par molestias
do peno a garganta, o peitoral de onteit, tomn
por base da seus estudos a eipeneocla dos sabios
da sciencia, qae ten existido desde o lempo* de
Hyppocrat'S at hoja. E o remedio qae elle con-
seguio prodazir, temi por ingredieata principal o
extracto da casca interior da earejeira brava,
ora monumento de tnumpbo da s lencia sobre o
ciar-alani.-mo.
A ancao daste remedio sobre qaalqaer Psse,
bronehite, inflamma;e da garganta ou plaO:s
rpida e iflkat.
{Medical Rtview).
IDITIES.
Prjmeira seccio.-SifitiUria de p licia 1C
de abril e 1868.Edlial.-Da ordero do II m. Sr.
Dr. chele da polica, faeo publica, para conhecl-
mello de qoem interessar possa, que vleram da
provincia do Maranbo, a' bordo do yapar Santa
Cru, foram entregues nesu rapariicio ifim de
serea guarda ios na casa de delencao, at qae se-
jam reclamados, os escravos crloulot Tito, de 21
anoos de Idade, Simplicio, de cncoanta e t.olos,
Jo., dalS anoos, Caibarna, de 46, Mellamia de
20 annw e Francisca, de 15, os qoaes dizem ser
escravos de Joo Rodrigos Viaon Bavtna, e -
cam recolhidos na referida casa, onde Igualmente
foi recolhido para s mesmo flm," o preto de norne
Benedicto, que diz ser escravo da Jos Piolo
Costa.
O secretario,
Eduardo de Barros Falcode Laoerda.
DEGLABi{OES.
Santa Casa da Misericordia
do Recite.
oras. 0.-. bronebites declarados iacuravas pelos
mdicos, se alllviam a a's vezas se eran em urna
semana, com esta preciosa e excellente proparaco
vegetal; a melhor e a mais exceilente de todas
quantas an-iuro em voga. Robustece a vigansa os
orgaos da respiraban; faz expeliir todas as muco-
sidades e a phlegma; cura a aslbma chroaica; o'u-
id a palavra nao ha nem exlale um s caso de des-
saraojo ou molestia dos orgaos pulmonares oa da
garganta, que nao se|am carados logo a' piioieira
dote, e gtrl nenie fijara permaoeniemenla cara-
dos.
Pela lecretariada Santa Casa da M-sericordia
do Racifa se faz publico que a Illm.* junta admi
uistratlva cencedea anda o prazo improrogave
de 30 das aos propietarios dos predios da ra
da Roda forelroV mesrca Santa Casa para paga-
rem os foros qoe .a aebsm a dever, e previne a'
aquelks que ues3e prazo noYaalisarern dito pa-
gamento que se loes propora' arcao de commi=o.
Secretarte da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite 2 da abril de 1868.]
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Soaza.
SANTA
EMPREZA-DRAMATICA
Grande e ultima represntacao
de Mr. Hermane, eom e concurso da soa sVobora. prima dooa do ihaalro de New York.
SEXTA FEIRA 17 DE ABRIL
Prlmelra parte.
1 O j"go da cab a cega.
2*O relogio voador.
3O lenco ser pe me.
?.O banqoeiro.
i O chapeo do diabo.
1NTERVALL0* IB 20 MINUTOS.
Segunda parte.
Mdama Hermana cadara'
!.A cavatina de Beatriz de TendaBeilinl.
j.*A valss da opera Olepim a la C-iroareRicaj. ,-r rw '^ \' tw
U WM. UE INTEJVAUO.
-*-
Tereeira parte
1 *O lenco indio.
2.*-O arroz encantado.
3.'Qnairo que s valem nm.
4 Os objectot voadores/
'1
As preparaces desprczlvels.
Apenas de ordinario eslo em voga por algum
lempo, peroro a sua proloogacae geralmanta de
pouca dura, e em breve passa; em qnaolo que, qm
grande antidoto por exc-llnela como o peitoral de
anachuita, om coustaule a perpeao beueficio pu-
blico, um verdadelro tbesouro ioesgotavel. Poda-
se asseverar como um axioma inconlestavel, que
qualqaer classe de tosse, eonstipaco oa eaUrrbo,
se alivia e cara medanla o seu uso dentro do ai
paco de poneos das, a's vezas dentro em pouca cas da mesa 3\ garlos de dita 30, praios de folba
O cousellio de compras do arsenal de
guerra precia comprar o se-
goiBte:
Cambas de inaia i, camisolas de brim 177, eo-
bertas de chita 2, colchos 60, chioeilas de couro
142 pares, fronhas da brim 127, lences de brim
com 10 palmos de com primelo e 2 pannos de lar-
gura 223, mama de algodo I, guardanapos de
brim 20, loalhas de brim quatre, iravesseiros 60,
bacas de iouca 7, chicaras de looei 3, clices de
vidro 7, copos graudes da vidro 10, jarra de barro
1, ourioes da Iouca 18, pralos de looca 11, pires
de Iouca 3, iig.-as de lonca 53, bule pequeo de
metal principe i, dito graode da folba 1, dito pe
queno do folba 1, cassarolas de porcelana o. 8
2, ditas o. 10 2, cnaleira d-. ferro I, cohere de
cueial para sopa 30, escarradeiras da lalao 20, fa-
Desde j podem ser procurados os bilbetes, das 11 boras damanbaaas 9 da ttrd>, no betel da
turopa ; e no dia do especiacnlo no escnpiorio do ibealro. -
pre<; .
Camarotes de ordem. IMOOO"
Ditos de t* dita...... JoiflOO
Ditos de 3* dita......8*000
Cada nm com 6 entradas.
Cadeiras........3J>CC0
Platea......... 2#(O0
Para a 4* ordem de camarotes se vende roo entradas separadas a 1JO0O por pesioa.
EMPREZA DRAMTICA. '
Em consecuencia de se acbar bastante dneDle o
artista J. Auguslo, flea o espectculo de hontem 16
transferido para om dos das desta semana, sean-
do se desda ja'a venda os biihe'es para a 2* re-
cita do bem aceito drama em 5 actos
o cabo um
A empreza garanta a entrada dos bilhetes j
vendidos para a protirna recua do dito drama as-
sim como as encommeodas.

LEIL6IS.
Limo
Aljamas patarras ditas ?ute o cadver da Eima.
Sra. D. Baria Leonor S. Pedro M gallies, of-
fcrecidssa sua Exma. familii especialmente ao
seo sentidissimo espiso a I lu Sr Jo.<6 Pinte
lagalhies e ao sen greadissimo lilbo (ausente
co Para) a lila. Sr. Dr. Jos Trburcio Partir
Magsibes. ,
Mo o astro dasestieoes o que
meda a dura-.ao da nossa verda-
deira existencia : que a faltar a
virtode, menino morre o qae vi-
vido uvera nm seculo.
Youwj.
Paz aqaelles qne opprime a frrea noote
Paz a seus rt stos.
A. Cas'.ilho.
Desabrocha a flor ao orvalhar da aurora ao so-
prar das brisas da manba, veceja aos vivlcaates
calores do mel da, oomurebecida inclina a fron
te para a ierra is fortes rajadas do nordeste da
tarde.
O qae de manba desabrochar de tarde les-
folbar, o que de manba vida de tarde mora.
Si-melhaote a vida aas llores 6 a vida do bo-
mem.
Embalado no selo materno s sonba vida, na
idade juvenil amores, aprox.ma-se a tarde cabe o
tafo e a morte com pesada e horrenda mo as-
senu om guipe n'am ente, qaebraa plaa morre
a flor.
Desapparace v.da e amores s resta p e cinxa.
No grande livro da bumanidade de in-taute a
instante se risea nm noma sa dobra ama folba.
E' a morte qoa impvida affrontando ludo quaa-
to bamano, amor, amisade e carlnbos, ruca esse
noma dobra essa folba.
H.i]e, seobores, abre-se um tmalo, inclina se
um cyre.-ie e recebe a larra mais am corpo, ass
urna parte do sea todo.
E* um cadavr que se deoruoou sobfe o sepul-
coro e nelid vai dormir o somao da etarnidade.
Alm atba-se orna familia em lagrimas, per-
gontai Iha qoa r essa lo laciaanta, ella apon-
tar-vos ba para es'.e cadver, nao proferir' ama
palavra, porque o silencio as grandes dores a
sublimidade da eioquencia.
O templo do Senhor coberto de vardadeiro d,
a msica insta da morte acompaabando as ulti-
mas preces dos sacerdotes, assim como o campana-
rio dando ao vento os seus lamentos ; lado uto,
seobores, n diz qae a morte dau mais um Kolpe,
qae a virtode receben mais um hroe e a elerai-
dada mais um jasto.
E este silencio, seohores, que alada nos segu
aqu, e esta tristeza que se acba e*lampada em
nossos rosios, e este trajar rigoraso qa<* vesiimos
o que nos dia seno a morte de urna ureatara,
E qaem essa craaiora ?
E' a Exma. Sra. D. Maxia Laooor S. Pedro Mi
aipaas.
,.-*' "trea,8. posa sincera, filba respeltosa e
irmaa dedieada : Eis asea elogio
ni a ." ermo em <>M 00 saraos no* iz qae
aqu a sa* darradelra morada.
vao consumir nos aononciam a nossa rsgihdade.
a nossa peuaaaei o eosso nada.
Alh eocerraBj-sa as aidades do mando e a puV
losophia dos sepleos. *
Sobre as pedras dos lmalos cabea* o* aaaoe e
os seoaios porqaa ubre ella caaam os bameus e
as gara edas.
econbecamos Deas aa vida e na mora.
A Exma. Sra. IX Mara Leonor S. Pedro Maga-
Ibes, rendamos as n tima* bomeoagena ios iwa
eoirelecamas a cerda da saadade decabamos
no sea tmalo.
A ella qoe vai ser presente ao Creador, peca-
PRACA DO RECIFE 16 DK ABRIL DE 1868.
as 3 yi horas da tarde.
(Hoje)
Algodo; da Pernamrucj 1* sorta 119303, por
arroba (nonten).
Algodo da Peroambnco sera inspeccio IOf por
arroba (bootera).
Cambios sobre Londres90 d/v. 20X 1&H Por
1*000.
Jos d'Aquioo Foaseca
Presidente.
' Francisco Mameded'Almeida
Secreta".
Novo Baco de Pt. jbuco
em liqui.'acao.
Os senbores accioolslas podetn rec^ber o
4o dividendo de 4 0(0 do capital, devendo
entregar as accoas para se iauliltsarem,
das' 10 boras at> meio dia,
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta letras da praca taxa a con-
vencional-.
Recebe dimbeiro em conta corrente e a
praso xo.
Saca vista oa praso sobre as cidades
principaes de Europa, tem agencias Da Da-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitie cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Peloarinho n. 7,
Banco Mau Se 13'
Ra do Trap.ehe o. S4.
Descoma letras eummerciaes a taxa convencio-
nal. Recebe dioheiro, a premio convencional, por
letras e em conta corrente.
Contera crdito*, sacca sobre as primeiras pra-
cas do imperio, Rio da Prata e Europa, e compra
camblaes sobre as mesmas pravas.
Encarrega se por commisso, da compra e ven-
da de fundos pblicos a aecfos da eompanbias, da
cobranza de letras e dividendos, ou de seu paga-
mentos, e de qaalqaer ontra operac&o bancaria.
O exoedienta para o publico oomecara' as 10 bo-
ras da manbae terminara' as 4 boras da larde
"alpandega.
Rsndimenio do lia i a 18...........27r>:63-?965
dem da dia 16.................. 8:9U5iz
18, colheres de metal para cha 5, panallas da ferro
para 6 (aloes, ditas do dito para 8 ditos 2, dita de
dito para 12 ditos 1, plvora 40 arrobas.
As pessoas qae quizerero vender ditos artigo,
apresentem suas proposlas na salla do conselbu s
11 horas do dia 20 do corrent.
Conselho de compras 15 da abril de 1868.
Jos Mana Ildefonso locme da V. Pessoa e Mello,
Coronel presidenta.
Francisco dt Paula Goncalvcs da Silva,
Secretario.
Compra se para| fardameDlo das pracas do
corpo provisorio de polica : 50 pe$as dt b'im
branco liso para jaqos a caiga?, 100 grvalas de
conro de lustre e 200 pares de sapatos; as pessoas
que pretenderen vender ditos artigas deverau com-
parecer na secretaria desta corpo no du 20 do
corrente al as 1 boras da tarde, com as competen-
tes amostras.
Qoarlel du commando interino do corpo provi-
sorio de polica, 15 da abril de 1868.
Miguel da Ponseca Soares e Silva
Capillo fiscal.
Santa Gasa da Misericordia
do Recife.
A lllma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer scieot a
quepa Interessan. qae os be.ns, pertencentes i ca
petia da i. S. dhs Prazeras, nao s Os doados pelo
diestra de Campo Francisco Brrelo de Menezes,
como os posteriormente adquiridos com diversos
ocu? pios, na falta de eumprimeotr dos quaes
em de passar aos herdeiros do instituder, a c m
a extincao destes mesma Santa Casa, nso po-
dem ser alienados debaixo da qualquar pretexto,
sob pena da seram aonoiladas laes transaecces.
Secretaria da Sama Casa da Misericordia do
Recife, 28 de fevereiro de 188.
O escrivSo,
Pedro Redngaes de Soaza.
284:568*007
Mov manto da alfandega
Volotees entrados com aiendas.....
* cora {eneros........
Voiumes sabidos om fazenda?......... 4
> eom genero!......... 44
48
Desear re'am boje 17 de abril
Patacho naslonalJaftoa (domercadorlas.
Vapor iogletSapireIde -,
Brlgae poriaguezLata IIid*m.
Sumaca hespanhola7Vapia/avlobos.
Barca Inglesa-Smtramtscarvao.
RECEBEDOHIA LH KENDA8 NTFRNA
GRtAB
sndimento do dia i a 15............. 20:096*088
fdemdo dia 16................... 422*168
20:519*141
CONSULADO PROVINCIAL
Readimento de dia 1 a 15......-.. 88:182*466
(deaa do dia 16................... 1:969*496
57:151*962
BSOYIMITO 00 POETO
Natnos entrados to da 16.
Llrerpool por Lisboa21 das do urmeiro porto
e 15 do segando, vanor togtnz SflpB*ir de 489
toneladas, capitio Franels Williaro, equipagem
24, carga fazendas e outros gneros; aSaunders
Bromara e C.
Rio da Janeiro18 das, patacho portogoes Ftr-
momBW. de 192 toneladas apil> Juaqulm-da
Suva Rioa, eqapaiem 9, carga 8flft saceos eoa
fariob de mandioca e outro naroa; a dato-
Bia Luis da Olvaira Aawedo 4 C.
f Ivaada tfMit aa wusme dsa.
LiverpoolBrigo iagi*a Pv, capitio GrlH
carga asauoare algodo.
_ Observacio.
Fundeoa no lamario ama ba'rca Ingiera, mal
Bao tere eoaMaaaicacao eom a tana.
.Da ordem do Illm. S-. inspector da thesoara-
ria de fazeoda desta provincia, se fax publico a
quem interessar possa, qne no dia 17 do norronte
roei, comecaro na referida ihesnoraria, os naga
montos dss pensdes do Monte Po Geral dos Servi-
dores do Estado, vencido at o ultimo demarco
prximo fiodo.
Secretarla da tbesonrana de fazenda em Pernam-
bnco, 13 de abril de 1868.
O offlcial-msior,
Manoel Mamede da SilvaCosta.
Santa Gasa da Misericordia
do Becife.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Becife sa faz publico que o Illm. Sr. tbesourei-
ro desta Santa Casa, no dia 20 do corrente pelas
10 horas da nanha, no salo da casa dos expos-
tos, fra' pagamento as amas qae se apresenlarem
condazindo as enancas qoe Ibes foram confiadas.
Secretaria da Saota Casa da Misericordia do
Recite 4 de abril de 1868.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Ttonselho de compras na-
vaes,
O conselho prora :.ve no dia 20 do corrente mez.
a isla de propostss receidas em earias fechadas
at as 11 horas da manba, a compra dos segra-
les ohjnetos do material da armada :
8 ancoretas para baleideo, 10 dazias da broxas
sortidas para pintora, 6 ditas de das ditas para
calar, 12 baodeiras nationaes de dons pannos, 12
ditas de 3 ditos, 12 ditas de qualro ditos, 45 bra-
cas de crreme de ferro de mela nollegada refor-
cada. 108 cobertores de algodo, 5 pacas de cabo
de flebo de ama poilegads, 4 ditas de orna e mela
dita, 6 ditas de daas ditas, 5 ditas de tres ditas,
40 cadeados de farro sonidos, 20 esoova* loglezas,
100 pecas de lona larga da Rassia, 200 p- de
aiangosira de*sola cravada, plvora marca torra,
10" dnzias de taboas de costado de pao carga, H)
dius de costa-inoh de dito, 10 ditas de laboas de
pioho de Riga de doas pollagadas, 140 ramos de
faia sonidos, 200 vidros de vidraca de 28 3|4 pol-
legadas de comprimento e 16 1|2 de largo, 1 ver-
gpniea de pioho de 34 pes de comprimen!", 10
poilagadas de grossara bc p e 8 na poma.
Sala das aessoe* 16 de abril de 1868.
O secretarlo,
Afeandre Rodrigues dos Aojos.
AVISOS MARTIMOS
COMPAHift BRASILEiRA
DE
Paquetes a vapor
Djs portos do sol e=perado
at o ia 22 do correle o vapor
Tocantins, commandante o capi-
tn uiienta Jos Raymundo Pa-
na, o qoal depois da demora do
costme seguir' para os portos do norte.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, eucumman-
das e dioheiro a trate i t o dia da sabida as 2 bo-
ras. Previne-se ae3 Srs. passageiros qoe saas
passagens s se receben) nesta agencia roa da
Cruz n. 57, andar, escriptorio de Antooio Lui:
de Oliveira Azevedo & C
Nio se recebara como encommendas seno ob-
jacto> de pequeo valor e que nao excedan de 8
palm-s cubaos da medigij ou 2 arrobas da paso.
Tudo o qae"passar destes limites devera' ser. em-
barcada como carga.
Nao se recebe carga para o Ceara'.
COMPANHIA PtltNAMBUCANA
DE
pvegaeo costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Pircpama, cmalan-
dante Torres, seguir' para os
portos cima no da 30 do cor-
"renta as 5 horas da tarde. Recebe
carga al o dia 28, encommendas,
passageiros e dioheiro a frea al o da da sabida
as 2 horas da tardo, no escriptorio do Forte do
Mal s o. 1. ______
rmnmii mvmtm
DB
Navegago costeira por vapor
Macei. escalas e Peoedo.
O vapor Pofcno, comman-
daoie Pereira, seguir' para
os portos cima no da 30 do
eorenle as 5 boras da tarde.
Reeehe carga at o dia 28 ;
passageiros, encommendas e
dioheiro a (rete at as 2 baras da tarde do da
da saluda : escriptorio do Porte do Matos n. 1.
DE MOVIS.
Constando de
Um pb de mogoo, .1 mobHia com 1 sof, t
i mesa ovl, i consolos, 2 cadeiras da balaocjo l
Idilasde guarnicao, 1 pao da mesa, 1 tapeta, 2
escarradeiras, 2 candleiros a gaz, 2 eagticaes e"
mangas 8 Oguras de cima de mesa, 3 albais, 4
jarros para florar, 8 qoadros cora fitinas gravaras,
5 pannos de croch, 1 cama fraoceza, 1 cpala e
conloado, 1 mesa de cama? 1 berco, 2 lavatorios
e Iouca, 1 cabide, 1 espelho, 1 mesa de janlar, 1
aparador, 1 quariinheiF?, 1 marqueta, 12 cadei-
ras, 1 banca, i jarra e ouiros objeclos.
BOl
O agente Pinto [levara' a leilo por conta do
urna pessoa qoe relira se desta provincia, os mo-
vis e mais objeclos cima mencionados, existen-
tes no segondo andar do sobrado a roa da Cruz
n. 21, onde se effectuara' o leilo as 10 horas de
da cima dito.
M'hM
vapor.
DE
pvegaco cas tema por
Goiaona.
O vapor Mamanguape, comman-
dante Mallo, seguir'para o por*
to cima no dia 18 do corrente as
9 horas da noite. Recebe carga,
encommendas, passageiros e di-
nbeiro a frea, no escriptorio do Forte do Matos
o. 1.
BUHA
Segu com brevidade o patacho nacional Mon-
tetro, para o resto da carga que iba falta trata-sa
com os consignatarios Antonn X'z de Olivatra
Azevedo d C, roa da Crnz n. 57.
par4 mm
Vae sahir com brevidaele o Patacho Por-
tugoez Maria ra Gloria, capillo Valeate,
ainda recebe algum carga e passageiros,
trata-se com E. R. Rabello ra do Trapixe
n. 44, 2. andar.
a
Hoja 17 de abril.
A. C da Abren concluir' o sea ieilio de fa-
zeudas ioglezas e fraorezas, por mlervcnco do
ageole Pesiana : hoje 17 as 11 horas da manba
em sea armazem ra da Cadei.
Leilao
De cerca de 400 garrafas eom
vluho do Porto e cerveja e
nm sacc com caf.
Sabbado 18 iie abril as i i horas em poni.
u agente Pmio fara' leilo a reqaerimento de
Manoel Antonio d>s Santo* Pootss a por despacho
do Illm. Sr. Dr. juiz .-especial do commercia dos
bens cima menciooados peoborados por execuco
do dito Pontos, e existente* na taberna da rna do
Cordooii o. 29, aoode se effectuara' o leilao as 11
horas do dia cima dito._____________
n. 38, em
2 e
Urna rasa terrea sita na ra das Cinco Poetas n.
2o, em chaos propnos.
Urna dita dita na roa de santa Thereza
solo foreiro.
Duas d'as mei aguas na roa da; Carrocas n.
10, forelras a cmara municipal de Olinda.
O rgeuie Martins fara* leilo per autoflsacao do
Iilm. Sr. Dr. Claudia: de Aranjo Guimares, con-
sol de Portugal, das casas cima pertencenirs ao
espolia de Joaquim Francisco da Silva Coelho.
Segonda-feira 20 d^prrente.
No armazem da roa do Imperador n. 16, as II
horas do dia.
Para
Segu em poneos das o paibabote Emilia ; ala-
da recebe alguma erg, a tratar com Sa Leilao
Irmos rna da Madre de Ueos.____________'
Para .o Rio de Janei o.
Pretende seanir com moita brevidade o brlgae
nacional /aabrf, tendo parte do sea carrteamanto
promilo : para o resto qae Ibe falta trata-sa.com
es seos consignatarios Antonio Luiz d < Oliveira
Axpvado & C, no seu escriptorio a' ra da Cruz
n. 57.
PARA O PORtO
A barca portuguesa TAMEGA, qoa j tara puta
de seo carregameato prompto, preleode por isso
sabir em poneos das, para resto da csrga ira-
ta-se com es consignatarios Car val b o & Sogteira
na roa do Apollo n. 20.
Porto
Relaoao, das carias registradas ex'slaotes aa d>
Buaisiraee do correio deala cldade, para os
Sra, abaixo declarados :
D. Aona Mara Machado da Silva, Andr Ale-
jandre Gama. Dr. Alvaro Camloba Tavares da
Silva (2), Alfredo Garca & irmo, Aristides Pom-
peo Lopes Feruande8, Bravo A C. Candido Xavier
da Brlto, Cbrl-lovo Gomes Pereira, commeodador
Ellas Baptiatada Silva, major Firmino Jof da Oli- Para 0 referi4o porlo pretenda sahir com a pos
veira, Fraocisco de Panla Re', J-aquira Antonio tw] brBviaadB-o patacho portaftiex QwiHldi,Ira-
Carneiro Joaquim Hflano d As.oroa4o, Joaqolm odbe carga a ime: a aUr eoo David Perretra
de Ovelra Caoba, Ds. Joaquias SoBOatMa Lima, Bl|, doom b. v ou a bordo com o oa-
Joao da Crax Paixio, Joo Ferreira Villela, Jjao -ju^ ,...._
Jo.- Henrlqoe*, Dr. Jos Ayres do Nascimooto, Dr. r ..... % ,
JLs4 Beato da Coaba e Figueiredo laaior, Jps Para o Rio da Janeiro.
ardairo dos Santos (Bom Coowlbo). Jca Jron>-1 Pratende sabir oom a mxima bravidada possir
Jos Joaquim lo Epirto Santo, J ai val, por ter a maior parla do carregamenio prom-
" Barbosa de VascoBBallos, D. Ma- ato, o brigua brasiNro Ttvsuian ; para o reato
ia Anna, Miguel J laquim Rl- que lhe falta a escravos a (reta, traa aa eom es
Jnior, Pradente Hornera da consignatarios Marques, Barios & C. praca do
de Aleacar Ararlpaj i Corpo Santo n, 6, aagoado andar.
AVISOS DIVERSOS.
Como K. Franco....
O fiiho do commendador om maganio da ca-
bresto (honra Ibe seja leita) este heroico nao an-
da de___pora cmara mooiclpal nao dar licen-
ga, tenbo peona de quem- boae, oo seria tno
qpe se visse a om espelbo e nal le apreciasse eoa
obistonomia de objecto da China. Nao sabemos
o moliro qoe o laven a dizer, oo Ton ao embar-
que do eapiio C oral, porque te s anda ro*
aeado da ama sacia..... Nao seria mo qae se
conbecesse esse meco. Nos desojaramos saber
qaem foi sea mestre para loe agradecermos a boa
educaco que Iba dea.
Por boje oo ba mais nada
Porque mais, eos sao convm,
Cada nm diz oquo sabe
Cada qual da' e que teja.
_____ Os oflecdldot.
Aiua.
Precisa se de ama ama para o eervieo ie doas
pessoas : a tratar na ra eetrelta do Rosarlo o.
36, 2 andar.__________________
Paasaro.
Ante-hontem as I oras da noite VOM de tardo-
do vapor Sania Cruz orna araruaa, coja oar
toda azul e tem os oihos amarados. Descort-se
qoe fora apaobada em algam dos navios sartas
oeste pono : a nessoa qae qoiier restitu la diri-
ja-se a' ra da Aurora o. 7a, certa da que sarar
generosamente resliteida.
Hospital Portugiwz de Be-
neficencia. ,
Domingo 19 do corrate is 7 floras da raanMa,
tem da mmisirar-se" o Pi Espiritual aos enfarsaes
de*te Hospital
O lilm. Sr. provedor convida aos mamaros da
jaota regadora e a lodos os Srs. socios, para aam-
parecerrm naauelle da e bota, para loiemataar
este religioso acto.
Saereiaria do Hospital PortagOex da Baneffceo-
cia, 10 da abril do MO.
J. P. da Costa Sotna,
2* secreurto._______
Precisa-sa de oma ama para todo o swica-
da ama casa: aa roa do Seobor Bom iaaaa di
Ctmtn a. ai> aolwado.
Preesa se de ama ama para coaiobr *aora
casa de Bornea soluiro : oa ra d
n. 46.
d ^ D'W Pralra de Soau, YedMn' vH
Babia a tratar da asas interesa*.
1 HuamciiD wcuhreib

l
X





T^9?PW?S>awj
Ama
Precia a se den* ata para o'i da boaum
solteiro para coslnhar e erajommar : no pateo da
ribeira o. 7. ^
O abati asslgnado fax setenta 10 respeltavel pu-
blico e especialmente ao corpo do commercio, que
utan so residencia laberoa da roa do Pharol
n. 8 toara roa.da. Cacimba o. 2. em frente a roa
do Tigarfo, onde pode ser procurado.
Recife, iSdeabWt de 1868.
__________________Jos Mirla Ama de leite.
Ni raa da Penba n. 2o, 2* andar, si precisa de
orna qge techa bom e abundante leite.
m eugenho
Arrendase o eogeobo Comportas, na fregaexla
tMaribeca, moeDte ecorrete, de grande prodne-
, cora muito bons partidos devaneas e com
proporedes parasafrejar doos ai! pie.", excellenle
cercado todo de vallado, boa casa devivtnda.de
engenho, seniala e todos os commodos necessarios:
tratar no eageobi Soledad como proprietario
Antonio Carneiro Soares Brandio.
GratiSea
troca com
do co: rente,
ci o. 17, onda poda ser pila entrego*.
A Salsaparilha
B ATEB. ^
**** a oum r-ulioal d
Miau liiihiiitiiiini
Pcmaiikae* sexta fdra 1* Je Abril ic 1858.

As preparacSes de
em todas as Botica
perio.
F^?rtf!rtKS
pendidas
**_' JSSS
ou nalfilaa. Mi Mu, raaRen
biliostf, febrefraid*sa iamuna toril,
BKMftlH, atoras, thagu.br.
ida telAsa, molestia frphil.'
S'LTSZ!' -tod!? l?B? j ***** M rnesin cawae gwoi doen^lTgTOde^^^
teto ..t^0wJ-TiiT P8*'0 DM8fflM eBlt0S> P01"60!m aHm de Pder ?de-las pw procos exborbitintei e embolsar os lacros que resallan necesariamente de mistaras dwUrorte.
s grao differente de intensidade; oecessitam; A f f\ 'I r_ "* '>
' i mesmo Iratamento. /il \V /1 \v /il II
A caosa cba-ise nos efitovios eontagioso *
qoe se desprende da- vegetable podre n_L.r-_.ji
ios pantano* e das aguas encharcadas. E' veodda
um veneno subtitissimo e insedioso qoe se
-aoa irasco conim quasi orna libra de extracto paro dos menores deparativos conhecidos na medicina, e ofifcrece ao pa-
em irascos contendo o mximo de remedio puro e efficaz, que se pode ornecer ao doente pelos precos porqa 6
9 AKerralgil, Co.vnl.5e, Zrf d me*m lTti
sipelas, EnfennMaei Cutan*,
borbulha, naacid, etc.
O exfrmcto e+mpott* e SALSAPARILHA, confeccin.
do plo Dr. AYER, una eemblnaeo do melhores depur*-
uro8eaitrtecoah<_4o.imedietn;co_iposto.egB*, basorve petos palates e penetra no san- .,.,0^dua rasco coniem quasi orna libra de extracto paro dos merhores depnrativos conhecidos na medicina, e oferece
e.^F^!_n?arova01^^ rfjS**" 8*8 desorte qoe a molestia svezesacumu- "(7I,'far**tws de.8er preparada por om medico babil e consciencioso, e de nao ser secreta, qualquer pessoa podendo
Z^Zlt^^lt^t^^^00' U-se por mnito lempo no sy.tem antes de ____Men-e de que e composto o remedioque quer tomar.
fazer sentir-se. ,_
Methodo castilho "
SeeoodiBO Jos de Parlas Sim3es, proessor par-
ir de lo troeco elementar pelo methodo Cas-
sabar
A SALSAPABILOA de AYEK o e*pe_Ulmente efficaz n
r da molotia que toa sna srlgm na escrfula, as
infce* Ttnerca, 00140"cxcesilro do mercurio ou era qualqucr
lmpirrez da Saiigue.
Entre udas a mole* tan que affllgem o genero humano, mi
---
Eet veneno effluvial, qoe o sangue rece-
be pelos pulmoes, opera as sesoes da ma-
neira seguiste: soa intensa irritaco do sts-
hauma mala uniTcrsal e terrlvel d"o que a acro/_a; por il lema faZ ODCerrar todo O SaOffUe DO COrpO i L,^'>,:"'8* 0 r6*P*el POblIc e C0B9 eipeetali-
motaodetnioUT,poreinacaa.priueJpaldemulten- pTrrAt,,Pin<, Inlprno .0 fi->(lo OS I h^T t0t. Pai8,de 'a"",a I"" St' berta Sita aula
ftrmidades que nao Ue ate g.ratmenteattribukUa. D.os MCreiariOS internos, O DgHUU, desde o da 12, na roa da Crui do Recife n f4
t um enus directa da tutea pulmonar de nuil _o rins, 0 pncreas, 0 baCO, 0 estomago 6 OS 1 segundo andar, onde recebe pens'cBitas e mei
Antonio do Couto Vieira agradece cordealmente
a todas as pessoas qoe no da 12 do corrtnte
acompanharam ao cemiteno pnblico os resfos mor- i
Caes de sua prasada muiber O. Guiitiermioa da
PaixoGotmaraes Vieira, e de novo convida as
mesmis e a seos amigos, ao caridso obsequio de |
asststir a missa do sptimo da que ter lugar no '
da" saboado 48 do corrente, no convento de S.
pranetsco as 6 poras da maoBia. I
Irmandde deN. S. Mai dos i
Homens. erecta naigrejai
da Ma'dr&fl Deie.
frite
airara transparente, outrus vezc corado aaarcNe ao redor
da boca; Digeato Iraca c apetite irregular; Ventre incitado
Taanaeio irregular; Qwuido atncu oa pulmoca urna c3r
azulada noetra-ae a roda dos olhos, qaando ao Itomngo
o aiermelha do, Na pesseaa de dlspoilc.o escrofulosa
apparecem fraque-tomante ernpriu napelle da cabeea e outras
partes do corpo ; sao predispSstas s afftecia dos pimlet, do
figado, des rn e dos orgos digestiros e ateraos. Portonto,
nio sao sement unielles que pndeccm das formas ulcerosa*
e ttibertulotas da utroful que necessltam de proteceie
contra os o virus latente deste terrlrel tagrilo (e s vezes c hereditario),
este expostos tambora a soflrer dos enfinniu-das que ella
causa.
Offrecemos a estas pessoas um abrigo seguro e nm anti-
doto cfflcaz contra asta molestia e suas eonsequencias, na
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangue, purifleando-o e ex-
pulsando delle a corropco e o veneno dn molestia: penetra
todas os partes e todos os orgos do corpo humano, livrando-
03 da soa accao viciada c inspiraado-liies novo vigor. E' um
alterante poderosissimo para a reuov;u;::o do sangue, e d ao
cerpo j enfraipiecldo pela doencaMorca e energa renovadas.
como as da jurentude.
iajkbem o irxi.nor. AXTI-SmrZLITICO
COXIECtOO;
D ordem do l! a. ir. jii sao ernvidados todos
scjiarissimos irmabs a se rtuoirem no u< n*i-io-
rio da innaniiae, domingo 19 do corrate s 7 ho-
ras da mauba, llin de meorpora.'os aeompanba-
Kara o Sagrado Viatiso aos enferraos qoe ba de sa-
bir en proemio sclMinne da igreja matriz, acce-
dendo assim- ao convite da irmandade do Santlssi-
aco Saerameots da referjda matrix.
CoasistoTr, U%i V&i* mt.
& escriva,
Joaquim Xavier Vieira Ligo.
ItM
cora permanenmente as peiores formas de SYPHILI8
Cas cease^ueaeia. Ponen necessidade ha de informar o
oe do iacstkmvsl valor de um remedio que, com este,..
o sangac dessa corropeo arrbela a victimo das garras
urna marte lenta e ignomt-iosn, porm incvitarel se e mol
nao logo combatido com energa.
Kao pretendemos promulgar, nem queremos que se lrfHra
1 que este remedio InfallvcT para a curu de todos os padecl-
mentos Uumauos, o que dizemos que a
Salsaparilha de Ayer
* a mclhor preparaco at hoje desceberta para eetas e outras
molestias naalop?, que o urna com'.iinac.io dos alterantes
mais emeazes couliccidos, e que temos couscienoa dc,offsreoer
ao rusbltoo o mclhor resultado que possfvcl predostr, sla
(ateHigencla e pericia median' des -estos lera)".
Atraz da matriz da Boa Vista, n. 26, 1* an-
dar, ba oma ama escrava para alugar-se.
Club Pernambueano.
A partida do correte mez ter lugar na
noite do dia 30.
Jas Joaqaim da Cosa Maia, testamenteiro
de Manod da Suva Perrelr, fallecido em Portu-
gal, e que tioba taberna do tateo do Paraizo n. 20
desociedade com Aotcnlo Loit Dias, estando pro-
cedendo a inventario dos tens delxaos peto mes
mo flodo e pelo jaiio manicipal na 2* vara. Es-
crivo Ferreira, convida a qualqoer pessoa que
por qualquer Ululo se jtlgue credor, a vir apre-
tent-los ao mesroo ioveonrlante legalis-.dos aBm
de serem attendido, isto no prasu de 6 dias
Recite, i5 da abril de 1868.________________
Sociedade dos Artistas Me-
eaanicase liberaesdePer-
nanibubo.
. De ordem do lllm. Sr. director sao convidados
todos os seohores socios, a virem as>istir a sesso
extraordinaria no da 17 do cercote, a's 7 hiras
da tarde, scao seu objeclo negocio de summa im-
portancia.
tala das sessoa', 16 de abril d 1858.
Basilio Carros
{ cpcreiario inierin".
Ao publico
O.abalxo assignado sciintiflca ao re;poitave! pu-
blico com o-oecialidade ao corpo do co^nmi'rclo
que desn data de 16 docorrente j saptisflzera a
altima soa letra do seu ex socio Bernardino Jos
de Mdeiros, caja so::idaie que gyrava sob a Qr-
ma de Medeiros S Coato, a q
Full Text
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