Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12930


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Full Text
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ANNO XL1V. NUMERO HO.
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TERCA FEIRA 7 DE BflIL DE 1868.
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ENCARREGAD03 DA SUBSCRJTCAO.
Parabvba, o Sr. Antonio AlexasdriOo de Llmt;
Oar' o Sr. AaUHpto Marques da Silva; Aracily,
o Sr A de Lemoa Hraga ; Ceara, o. Sr. Joaqaim
Jos "de Olivelr;.Par. os Srs. Gerardo Amonio
Alies & Fitos; Amazonas, o Sr. Jeronyrao da
Costa- Alagoas, o Sr. FrancUeo Tetares da Cosa.
Babia* o Sr. Jos Marlinr- Al ves ; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos taro Gwaiint
-------
tro isliiupftiB* ti Auvoosii nrnm&oA &a fim tbdjb&So oros pawPMJff xmiros.
. =

partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Escada eestagdes da via Jarrea at
Agua Preta, lodos os di as.
Iguarass 8 Goyanna as segundas e sextas feiras
Altlto Aoto, Grvala Bizarros, Bonito, Carnar,
Sannbo, Garanhnns, Biqoe, S. Benio, Bom Con-
seibo, Agnas Bellas Tacarai, as largas felrras,
Pao d'Albo, Nazareib, Lirooeiro, Brejo, Pesqueira,
Iogazeira, Flores, Villa Bel/ay Cabrob, Bpa-Vis-
ta, Murkury, Salgueiro 9. Ei, as guanas feiraa
Serlnbera.'Rlo For rooso, Tamandar, Dea Barrei-
rc s, Agua Preta o Pimenleiras, nai (puntas feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segundas e qnlnlis. ~
Retaca: tercas e sabnados os 10 boros.
Pateada : quintas i< 19 horas.
Joizo do eommereio : sesjoadas as i i boros.
Dito de urpbos: tercas o sextas s 10 horas.
Pritotn fondo trtl: lercas osotas oo
dio.
SetfnodaTara o civol : qnarta labbades o
1 or da tarde.
EPHEMERIES DO HEZ DI ABRIC
7 Lsja ebeia as 7 at., 94 ro. 16 s. 4o ra."**
14 Qcarte miog. as 7 h., 42 es. e 9 s. da t.
n Loa Ma as 5 bn 27 m. e 33 a. d t,
Qoario cresc. as 3 b., 25 ro. e 33 s. da t.
MAS DA SEMANA.
6 Seg. Ss. Marcelino e Dlogepe* mm.
7 Trg. S. Eotphaoio b. ro., S. Rutio.
8 Qoart. de Treva. S. Amnelo b
9 Quiot. Ss. Demetrio e Acacio abb.
10 Sen. da Paiao 4 S. Ez? qui-l pro .
11 Sab. de AIMuia. S. L*8o Mago p. da igreja
113 Dom. da Resssrrelgo. S. dnstaotino.
PREAJARDEHOJS.
Prlmeir as 2 oras e 5 m. da torta.
Segunda si 3-ttoros 18 minuto a
PARTIDA DOS VAPORES COsTJflROS-
Para o sul t Alagoas alie 30; poro o
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; pora
cando oos das 14 dos motes Janeiro, mareo,
julho, setembro o novembro.
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PARTE OFFICIAL
OVRftUO OO niSPADO.
SEDE VACANTE. Upeditnle do ilt 12 de marco oe 18G8.
Offlcio ao Etm. presidente do Rio Grande do
Norte.Tenso a honra de acensar reeebidot dous
eismplares do relatorio coro que V. Sxc abri a
sessaV extraordinaria da assembla lefi-laiiva des-
ea proiloca no da 17 d feereiro ultimo.
Igaalmente acenso a recepcao do offlcio da 12
do eorrente, que acompanbou os meamos eiero
piares.- *
Dito ao Tigario de Serinbiem.Em resposta ao
sea offlcio de 5 do correte, teoho a diter-lbe.que
estando artgrrja de Nossa Senbora do Rosario des-
sa fregoezla em mao estado, s piruiiitiroi que .
{tara ella se transra a sla da matriz, q jan io es- i
tiverem concluidos os reparos oecessarios para a
decente admioistracao dos sacramento?.
Compre, porm. que me d pirte, logo que se
inlarem esses reparos, alim de que eu autorlse
deanitivamente a modanga. ,
14 -
Offlcio ao ligario da Boa-Vista desta cidade.
onformando-o>e com a infirmado que V. vma.
em que se acha a Igreja de Nossa Senbora do Ro-
sario desa reguexia, que esta' ctualmenta em
obras, e attendendo ao offlcio qoe a cemmisslo ad-
mlnfstrativa da mesma Igreja dirigi a' irmaodade
oo Senbor B>m Jesusea Cruz, e ero que declara
qae o eataio actual da Igreja do Rosario nao per-
mitid faier nella acto alum religioso, prohibo qoe
d'ora em diaote se exert na mesma Igreja qoal-
quar acto do eullo publicj, al qae se coni-Juam as
mermas obras, e eeese a indeceacia qae V. Rvma.
diz ser tal qoe Bo*admitte acto algom reli-
gioso.
Nesle sentido despache! o reqoerimento da ir
mandade do Senhor Bom Jess da Cruz, o qoe
communico a' V. Rima, para sen conbecimenio.
16
Offlcio ao Exra. presidate desta provincia.
Relativamente ao offlcio-de V. Exc. de 14 do cor-
rente, em que me pede as informscdss solicitadas
do Rvm. cooego gveroador do bjspado, em data
de Sdejolho do aooo prozimo Bndo, acerca do
projecto o. 93 daqoelia anuo, tenbo a dizer que
confirmo a aonoencia prestada pelo mesen o Rvm.
givernador ao refrido* projeeio n. 99, tal como
elle foi a imprimir, Islo conformo me com o pa-
recer que foi communieado a' V. Exc. em data de
8 de juoh) do anoo (lado.
Nao po?so, porm, concordar com as diversas
emendas que. I he f iram addlcionadas, e sobre as
quaes versa' o offlcio de V. Exc. de 5 de julho de
1867, e ao qual se refere o de 14 do corrente, a
que tenho a boora de assim responder.
Dito ao mesmo.Para satl?Iazer a deliberado
da isembia legislativa prosinotal, que exige o
mea parecer a'eerca do projecto o. 6o do 1* de
abril de 1864, como V. Eic. se dignou communi
eatme por odlcio d li do crreme, passo a exigir
do R cumttanciadi sjbre as vantageoi qae oaerece a
nota domar cacao di referida Ireguezia.
Oslo!?-" -*- ajti
Offlcio ao Exm. presidente desta provincia.
Tenho a bonr de passar s maps de V. Exc,
competentemente informado, o reqoerimento o
cluso, que ao governo".imperial dirige o Rvd. viga-
. : \
de mil unto offlcios qoe se sebam avolsos ni
tbdsouraria provincial, medanle a paga de 400J.
A' commissao de poMia.
Foram approvdos tres pareceres, que con-
dueo por projecto de lei : sendo dous da com-
missao de nego-.ios eccIesUsticos approiando os
compromiso* das rmandades de Nossa Senbora
da CoDceico dos Montes no povoado do mesmo
nome, da fregoeiia d Agua Preta, e do Santissi-
1 mo Sacramento da Fazenda Grande ; e aro da
'commissao de justiga civel e criminal, attendendo
i petieao de Amonio dos Sanios,,Pioueiro, lanel-
i lio de notas, escrivo de orpbaoi, capellas e resi-
duos do terino de Ijojuca, sopprifflindo um dos
logares de escrivo do termo de lpojoca que pri-
meiro vagar, por morte, remeci ou demlssSo de
' qoalqaer dos aetuaes serventnarlos.
Son proposta do Sr. Silva Ramo.', foi nomeada
orna commissao, comporta do mesmo senbor o dos
8rs. Hisbello e Jos de Vasconcellos, para repre-
sentareis a assembla na seseao da Astocvirao
Commeraat, em qui se tena de tratar do estabele
cimento de orna hoba telegraphica esia provin-
cia i de Alagdas
O Sr. Gaspar Druramond oceupon a atlencaoda
c'a fallando contra a materia do reqoerimento
oforeado em urna das sesudos anteriores pe'o Sr.
Maxlmiano Djarle, aetrea do trsblbo felto pelos
presos da casa de delencjio, e oSr. Amara) e Mel-
lo a favor, Bcando a discossao ainda adiada pela
hora.
Passando se a ordem do di approvoo-se em 2*
dlscosso o projecto o. 28 deste anoo, qae fixa o
subsidio e ajada de costo dos merobros da assem-
bla na futura legislatura; em 1* o de n. 44 tam-
ben) -deste aono, que approva ss alleracdes feltr s
no contrato celebrado com Eduardo Mornay,.para
o estabelecimento de trribos de ferro denomina-
dos iramways, no. interior da provincia, sendo dis-
pensado o Intersticio a reqoerimento dj Sr' Soares
BrandSo ; e bem assim o de n. 41, que permitie
serem prvidos independente de concurslos
pralicantes da thesourarla proviocial, que JPo
eram antes da lei n. 708, nos lugares de 3* es-
eriplurarios daqnella reparticao, lendo sobre a
materia fallado os Srs. Amaral e Mello e Lopes
Machado ; fei mals appnovado em 1* discussao o
de n. 38, que altera a diviso do dutrict j de Pax
da fregoezla da Vanea.
E discolindo se o parecer adiado da commissio
de petl(oes, acerca da petigo de ,T. F. do Amaral
para a confecQio do Altnanak da provin.ia, foio,
mesmo approvado, dep'ois de orarem os Srs. Silvei-
ra Lobo e Lopes Machado.
Sendo finalmente sobmettida a Ia discussao o
projecto n. 27 deste ando, que autorlsa o dispendio
de 10.0005 para preparo de am dos armazeos su-
periores da alfandega onde possa fonrcionar regu-
larmente o consulado provincial, foi o mesmo re
goma, e sem estados que habllitassem o eooboci-
mento do terreno.
Nao obstaste todas as dlfflcoldades, a llnha co-
roecoo-se, e pode ser acabada em 18 metes. Pos-
eo depols, verdade, Inierrompen-se a eommuni-
caco pelo fcto de se ter arromado o eabo sub-
marino, da qoe fot o nico culpado a prejodlcado
o fabricante. Todas essas contrariedades, diz oSr.
Boarqae, foram extraohas administradlo.
Tratando dos preeos de laseameato dos nossos
Sos telegraphico?, compara s Sr. Buarqoe o costo
das nossas linhas com as da Europa e com as de
Montevideo e Baenos Ayres, e mostr qoe o resul-
tado nos i niel rameo te favoravet, se alieodermos
s dlfflcoldades que temos a vencer.
Sobre o meio pralico de levar a efTeito a Idea da
assoclagio, emenda qne nenbom ostro preferivel
ao qua lembra Sr. presidente. O Sr. Buarqne in-
siste na nomea^So da cemmtssio, mas quer qae se
coroponha esta nao s de membros da direcelo da
Associacao, como de agricultores e ostros indivi-
duos que aqaella jalgar conveniente.
E neste sentido aprsenla a segointe proposta:
c Proponbo qae a direecao da -Associacao
oomeie nma commisslo de membros do seu
selo, de agricultores e de outras pessoas qoe
Jolgar habilitadas, para se entender com o director
feral dos telegraphos e promover os auxilios ne-
sssarios conslruccio de nma liona telegrfica
desta cidade do Recife a capital do imperio.Boar-
qae de Macedo.
Tomn t paUvra em seguida o Sr. Dr. Loop^l-
dlno Lobo. Applande o grandioso pensamenio da
Assoelaco, a qaem preti homenagem de apreso
pelo empenho qne mo-tra em despertar na provin-
cia a iniciativa das grandes empresas.
Eotende que a eommisso de qoe se trata esta'
por soa satureta nomeada. e qne deve ser a pro
priaiKdlreciao da AssoeiagSo.
Qnamo ao meio pratico de se levar i vante o
melhoramento, o Dr. Lobo de parecer que delle
nao se,euide por ora; que nioguem esta' prepara-
ndo para dizer qotl seja o raeloor; qae isto fi-
nalmente pertence aos profissienaes e aos estudos.
Parece Ihe que o Dr. Buarqoe embora cuando
dados estilsticos, que por si maito valem, nao con-
vencen qnal era o melbor systema de constrnir o
telegrapho; qae apezar de brilbante, o sea di-cur-
so nao demonstron se era preferivel construir o
iele;rapbo por admlnistraelo ou te por empreu
partieilar.
O Dr. Lobo abonda em outras consideracoes, e
manda i mesa a seguiste proposta :
c Proponbo que a AssoeiacSo Coromercial Bene-
fleente se'constita o orgo da provincia :>nde fdr
preciso, para lado qaaoto fdr de mister em respeito
ao estabelecimemo da liaba leligrapbica pnjecta-
da, podendo a AssoeiacSo acudlr-se dos auxiliares
geitado, depois fle fallarem os Srs. Amyntbis, Sil- fi, n,eios 0 concarso da provincia, reunir para este
veira Lobo, Ramos, Andr Cavalcanle, Gongalves -
da Silva e Arminio Tavares
A ordem de da-pera boje a'ro das materias
ja' designadas : a 1* discnsso do proiecto n. 34
deste anio ;'2> dos de ds. 37a 1858, 70 de 1864
e 44 deste anno ; e 3* do de^n. 99 do anoo pas-
sado.
O parecer da ecmroissSo de iostroeco pobi
ca que toi approvado na sosso de sabbado, nSo
foi o qne se acha adiado sobre a peOcio do proles-
sor de inslruCco primaria Juo Jos Barroso da
Silva Juvenis, como por engao foi pblieillo inde-
ferindo aquella petigao ; e sim o da mesma com-
missao acerca do projecto n. 60 de 1865, que trata
da preienco da professora jubilada Isabel Joaqoi-
rio da fresuezla de Nossa Senbora Ralnba dos ad- na de Albnqoerqne, declarando o referido parecer
jos de S. Miguel de Taip, aflm"de que V. Exc. se
digne dar-ltia o convenante destino.
Dita ao vigario de Grvala.Inclnso remetto por
copia o proiecto o. 5 do anno de 1864, que altera
os liiwtes deesa frtgpezia de Grayaja', aflu de que
V. Rvma., prestandoJoda a alten^io ao meuciooado
projecto, me informe qne vanlageus esplrituaes trz
essa nova demanagao, em que alia preferivel a
demarcado actual, que terrenos se addicionan ou
se supprimem a' e>sa freguezia, com que fregoe-
zlas emende essa nova demarcarlo, e quem Oca
preiudlcart com a execocijo desse projecto.
D V. Rvma. as.demais nformacoas, que devem
ser circomsianciadas quanlo fdr possivel, envi
fi.-sas dous officiss aos parooqos m. visinhos, e
dirjase em meu nome aos demais panchos, a
qasm competir dar os pteassarios esclarecimentos
para esta Oro.
18*
Offlcio ao inspecUr da tjas'arru provincial.
Tenho a honra de iccusar.recebido, com o offlcio
de V. S de 9 do crreme, um exemplar do relato-
rio dessa iaspectons, o qu>l rnuitj agradeeo.
Dito ao vig-,rio de Carabas.Rimetta V. S.
com a possivel brvldade os documontos tendentes
aos dous casameoto, de que trata no sen offleio de
28 do prximo passado. ovisia dos qnaes deliber-
rereomo f* de josiic. t-
Fiea assim respondido o seu citado offlcio.
20
Offlcio^ ao vigario de' TracanhSem.Informe V.
R.m.u q'uses as razoas que tem para de xar de
prestar o gaizameolo ao pad>~e Antonio Gmgalves
da Silva, que pralendia celebrar o sacrificio da
missa nessa matr-r. como elle mesmo me partiei-
roa em data de 3 do correte.
22 -
Offlcio ao administrador da recebedora.Acen-
so reeebido o offlcio de 20 do crreme, em que V.
S. me participa que, em virlode do disposto no
art 3 do decreto n. 3J77 de 12 de butnbro do
anuo passado, procodeu essa repartilo a' lotaco
do rendlmeoto episcopal desta diocese, na impor-
tancia de 12 cont; de ris, sendo oito oonlos e
qnatrooentos mil nns de emolumentos.
PERNMBUCO
REVISTA DIARIA
- A assembla provincial hontem fonecionon com
trinta e tresdeputados, sob a presidencia do Sr.
Dr. Angosto LeSo.
Approvada a acia da sessao antecedente, o Sr.
Ia metano len o seguan expediente :
< Um dfflelff d secretarlo do governo, transmit-
ilndo por copia lifo'maco ministrada pelo ins-
pector da Ibesonraria-provioelal acerea do projec-
to p. 37 de 1858.A' quem fez a requisigao.
Urna peligao de Heraclio Consiaqtlno de Pau-
la Momilro, coniriiiante do roroecimsol* do ob-
jectos do expediente das reprtlc5*< provisclaes,
pedindo qne a assombla faga o sea contrato ex-
tensivo por mais treo aonos.A" commissao de pe
ticSes.
Outra da adm; nislraglo da companbla de Be-
beribe, pedmdo a prorogago do prazo do sea pri-
vilegio por mais flote aHuos.A' commissao de
petigoes.
Oom da Irmanilade de Nossa Senbora do Ter-
co desta cidade, podindo ama qooU de 2:00Q e
preferencia para n extraego das partes de soas
loterias, pata coniinuagio das obras da mesma
ifrja.a,' commissao de orcamento.provincial,
s Oatra de J sqoim Antonio de Calro Nunes,
fff aildo da cadeira de loslrocplo prima,
rra da Cidade da Victoria, peindo qo se marqae
qoota n Ui doonjamento para pagamento do ra-
nfleoeloqu loa competa por atoar i otal d
seis alomaos, so exerciclo de 48*3 o 1867.-A*
eoanisooo do ortoaeito froriotuL
te, ofltfocenoo-.! para ueaaMr-M do registro
ser da competencia da presidencia a pretenco da
supplicaoie e cada ter a assembla deliberar. -
leve logar hontem,^como aununciamos, a
reuailo convocada pela Assojiac* Coromercial
Beneficentp, para se dlserJtir' e resolver sobre os
melos de auxiliar o estado oo eUabelecimeato de
urna liona, telegraphica desta cidade al a capital
do imperio.
A' ama.hora da tarde, naoiram-s no grande
salao da associago cerca de 180 pessoas, entre
as quaes se acbavam o Exm. Sr. presidente da
provincia, diversos" senhores deputados geraes e
provisciae?, negociantes,- proprietarios ele.
Tomando o presidente da Associago o Sr. Nea-
dham a cadeira da presidencia, disse que'no se
demorara em fazer conbecer a importancia de nm
telegrapho elctrico entre Pernambuco e o Rio de
Janeiro. Ero sua opioiao' necessidde de tao
grande melhoramento era viuf; e que era para so-
lisfaze-la pela melhor forma possivel, qpe bavia
convidado os cavalheiros que alii se acbavam. De-
ciaron que tinba fecebldo ama carta do Sr. Pr.
Capanema, director geral dos telegrapho.-, pedindo
o concarso do eommereio para a conslracgao de
urna lluba at ll-eei, que mais tarde se prenderla
que parte da cOrte. O Sr. Needbam diz, que dei-
xa aos hcmens-pratlcos e profisslonaes lembrarem
os 106108 de realuar o detideratuki d Sr director
dos telegrapbos. Concluindo o Sr. Naedbam con-
vida ao Etm. Sr..padente da provincia para pre-
sidir a teuniao.
Tomando o Sr. Villa,Bella a cadeira da presi-
doncia, convida o Sr. Dr. Bnarqos de Macedo para
socretario.
Em segnida S. Exc. declara que caa am dos
senhores presentes p9de emitir as suas ideas, sobre
o meio de se fazer effacliva a proposta da direegao-
da Associacao tlommeroial.
3. Exc. lembra romo medida mais acertada a
nomeagao de ama commissao para emender-se com
o director dos telegrapbos, e promover, os auxilios
com qne cada am podesse concorrer.
Submeltendo esta proposta discossao, toma a
palavra em prlmeiro lagar o Sr. Dr. Baarqae de
Macedo.
O Sr. Dr. Buarqoe agradece como peroambaea-
no a sollicitodecom qoe a Associago aqoiesceu aos
de-ejos doSr. Capanema. Diz qae dous las o iraiem
dlscosso :.o prlmeiro fazer desapparecer a m
impressao com que se recebe a idea da constrne-
gio de um telegrapho sob a direcgao'e administra-
gao do governo, e em segosdo logar, occopar-se
do meio pratico de se promoveros) auxilios exi-
gidos.
Declara qoe, Sendo qaksl seropre preferivel qne
os melboramenlos que etigem o emprego defrau-
des eapitaes sejam confiados s emprezas particu-
Iares, os telegrapbos,emsiderados boj complemen-
o los crrelo, fazem exeepcao.
Por toda a parte comeca a reeonhscer-ta qne
0 governo tem tu lo a ganbtr, tomando a si a direc-
gao das liabas lelegrapbicas. Do relatorio de um
inqoarito a que se raandou proceder, cita o Sr.
Buarqne o seguinte trecho Om apiio da soa opi-
oio.
< Em nenbnma especie de esprezai modernas
soffreram os varos goversos da Europa maiores
decepg5as do que nos contratos ^para estabeleci-
mentos de telegraphos, teitos com especuladores,
que se eocarreganj dessas obras, s6m disporem de
meios para sua execugio. Ha, na Europa ebxi-
mes de tal gente, qne, em vez de ceelerar, tem
retardado o progresso da telegraphia, e tem-lbe
augmentado o cus*. >
1 Foi levado por cosideragSes desU' ordem, diz o
Sr. Buarqoe, qae o governo lem rsolvido cons-
trnir por si as linhas lelegrapbicas.
E' certe qoe algans (actos pancera condemnar
ntrenos adirecglodo -estado,mas lacios
team completa expllesgao. A liaba do sol, -qne
teje danos a experiencia, (oi mandado construir
tpelO f ovoroo em dos Atetes, quaodo comegoo a
iftMB. Todo oa*em qae en semelhiote nmpo
rMpouivel ooottrar orna llosa totogtphiet d
O legos, eo qo paft tea reoors de especie al-
Om e qoando Ihe parecer necessaro os cidadao3
que se mostrarem (oteressados por esta empreta
Gusmao Lobo.
O Dr. Buarqne volta a dlscosso, e faz sentir
qne o orador que o preceden nio"0 coraprehendeu.
Declara que nao se trata mais de saber *e dote-
mos construir o telegrapho por emprtza ou se por
adminlstragao, mas simplesmente de promover an-
xihos para qae a llnha Ja' em conslrjcgao toqoe
ao porto dePernambncq.
Faz outras observacSas.
O Sr. Dr. Aguiar, usando** palavra, opina otra
qae a commissao se' componha da dlrecgo da As-
sociago e de agricultores, que era soa opioio-po
dem prestar grande concurse a empreza projec-
tada.
O Sr. Naedham de parecer que a commissao
se componha nao s de agricultores, como de en-
gen idT, s, negociantes, e membros da assembla
provincial. Mostroa o concurso que de cada ama
dessa* classes se pode esperar, e Insisti para qae
Ossim seja resoivido.
Ora em segaida o Sr. Dr. Jaeobina. Dapois de
iazer diversas conslderagoes sobre o qne dlssaram
os oradores qoe o precedaram, declara que a idea
do Sr-Nearttiara a^ais acsitavel.
O Sr. Jos de Vasconcllos levanta urna nova
questo. Depois de lr a carta do Dr. Capanema,
o orador declara qae este apenas perganta se a
provincia esta* d sposta a concorr;r para a linba
[projectadi: qae nao nos diz se o concurso pedido
i dado ao governo ou a quem. Em soa opiolo o
fim a qua sa propoza Associago Commerefal esla'
sati.-feito com arean!5o; que esse concarso todos
esto disposlos a prestar, e qae nada mais se de-
vi tralar.
f) Sr. Buarqoe responde ao Sr. Vasconcllos,
observando que oo se.lrata de prestar auxilio ao-j
Sr Capanama, mas slm ao estado.
Qoe amanado Sr. C>panema concisa, mas
que todo que elle pede para o estado, e qoe oa-
tro nao o, pensamento d'aquaile Ilustro brasi-
lero.
O concurso de qae se troto, diz o Sr. Baarqae,
concedido aos mesmos termos e coaaijosj qu o
|dss linhas do sol. '
O Sr. Bcarque l, em apoio do que afflrraa, a
parte ootelatorlo ultimo da presidencia, em qoe
trata do novo telegrapho, e conloe dizendo que
(em soa epinlo o auxilio de Pernemboeono deve
limitar-se construir a linba at Micei, mas sim
at onde poder, com tamo que ,o telegrapho desta
cidade para a capital do imperio seja orna reali-
dad.
Toma ainda a palawr o sr. Dr. Aguiar, qne
deseja saber se o Sr. Capanema autorisado pelo
governo para sollicitar esse auxilio.
f azendo ainda o SrrDr.- Jacobina algasias con-
sideragoes/prpeede-se depois a votacao, e appro-
v'ada por tres votos mals, a proposta do Sr. Gus-
mo Lobo.
Ficoo, portanto, a Associago Commerclal exclo-
isivamenle incumbida de promover o concorso e
auxiliares da provincia para o estabelecimento do
cabo telegrapblco desta cidade ao sol do Imperio.
Aobando-se em obras a finja do Rosario, da
tregoezia da Boa Vista desta cidade, acaba S. Exc.
Rvma. o Sr. vigario capitular, de prohibir que se
celebre nella qualquer aeto religioso, emquapto
durarem as mesmas obras.
Sabbado e domingo prolimo (11 e 12 do
crreme) ha bailles mascaradas so salo do Saoia
Isabel, que para laso est sendo preparad pea
empreu dramaii com todo o laxo compativel
om a magnificencia daquell edificio.
Na segunda feira prxima vindora, 13 do
correte, dar' o Sr. flermmaon, no Santa Isabel,
o seo qaarto e penltimo expectacolo de prestidi-
gita gao, sendo neste como no d 3 do correte au-
xiliado por sa excellentissima senbora, cuja por-
tentosa voz arrebatos ao publico desta cidade, bem
merecidas e verdadelrts palmas ao estrondear de
ovaco phrenelica.
V. Rosilia Hermmaoo, com a vox de qne dis-
p5em, com a graga com qae del la se serve,
ClalMloo do Rro Limt, eom Maria Bemvioda
PereWo 'Ollveira.
2' denonelagio.
Maooel Agosto Ramos de Mello, eom Jesoina
MarU dos Santos.
Jo Chrisostomo Wanderlev, com Aooa Claudi-
ca de Agolar.
Joo onsley Jasior, eom -Emiha Mara Laiza
Dumoor.
Ia deoooeiagio.
J s Amonio, com Ktrmiaa Maria da Cosr.eigo.
CapUoliso Elvldio Ribeiro Nevos, esm Helena
Concordia.
Quer se mostrar solteiro Flix olmbra de
Soasa.
Leoncio Viceote Antstaeie, com Joansa Celes-
lina deSaoiAnos.
Jos Candido da Silva Pessoa, com Igoez ll'.r-
mogeaes Cavaleaoti Velez-
Amonio Lopes Pereira de CaYvalho, com Joas-
oa Bntbalia Borges Leal.
Jote Antonio Lourenco de Sooza, com Anna
Angosta Soares.de Qneirot.'
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TOTAL.
ADVERTENCIA.
Na tolidade dos doentes existen) 201; sendo, tI3
homens, 91 mnlheres.
Foram visitadas as enfermaras :
As 7 lt2, 7 li2, 6 i|2, 6 Ii2,6 lp, pelo Dr. Ra-
mos.
As 9 1|2, fr. 8 li2, 8 1|2, 8 1|1,9, pelo Dr. Vil-
las Boas so impedimento do Dr. Sarment.
Fallectram :
Antonio de Soma Mendes, entente ebronica.
Bernardina, tubrculos pulmonares.
Oarolino Manoel Ferreira, cmaras de s Manoal Fraori-co da Conceico. enterlteohronicfl.
Casa ob DBTesgAO. Uoviraemac do da o
Je abril de 1868.
Existiam 348, eotrou 1, sahiram 2, existem
347. a saber :
Nacionies 233, mnlberas 3, estrangeiros 45, ma-
Iher 1, esotVos 60, esenvas 4, total 317.
Alimentados a casta dos cofres proviociaes 248
Movimeoto da enfermara do da 6 do cor-
reme.
Teve baixa :
Mieuel dos Aojos Olivera ; indigestao.-
Tiveram alia :
Jos Pedro da Ccnh?.
Jos Gomes de vaira.
Cemitetjo publico.Obituario do da \ de
abril de 1868.-
i Bartholomeo, Pernaaibuco, 8, mezes, Boa-Vista ;
espasmo.
Miria, frica, 10 annos, S. Jos'. Baryogile.
Jesoina, Pernambaco, S mezes. Rabile ; plbyslca
pulmonar.^ fc _
. Manoel Francisco da Cooceigao, Pernambuco,
49 anuos, Doa-Vista ; enterte chronica.
Francisca Rosa dasCbsgas, Peruamboco, 45 an-
pos, solleira, Boa-Vista tubarculos pulmonares.
Maooel, Perbajnbuco, 3 mezes, Boa-Vista ; dur-
rbe. **
Maria, Pernambaco, 2 mezes, Santo Antonio ;
iumor.
PASSACBKS.
i Sr. desembargador Santiago ao Sr. desem-
dorGiuraaa.Appellago^s erimes: appellan-
I, o Jolio; appellado, Amonio FeUx Tavares. Ap-
peliante, Vicenle Ferreira do Cooto; appellada,
a jostlta. Appeliante, o julio v appeiltdo, Hanri-
qnes Francisco de Oliveira. Apoellanie, o jolto ;
apoollado, Aodr Dias. AopeHago civel: appel-
laate, o Dr. Gaspar de Mesezes Vasconcllos de
DruDBond; appellados, os berdeiros de Joo
Benrlqnes da S iva
D Sr. desembargador Gitiraoa ao Sr. desembar-
gadorLonrengo Santiago.Appellagdes civeis: ap-
pellame, o promotor de capellas; appellado, o D.
bbade, de S. Benlo. Appellame, a Santa Casa da
Misericordia; appellado, Antonio Pontos da Silva
Guimares.
Ao Sr. desembargador Almeida Alboqoer-
que.Appellago sivei: appellante, Manoel Gon-
galves da Si oa; appellado, padre Jos Barbosa
Mandes Rocha.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago.AppellagSas civeis: ap-
pellante, Estevo de Albuquerque Mallo Montene-
gro; appeiltdo, Jeronymo Jos Barbosa. Aopel-
lame, Joaquina Ferreira da Costa; appellado, Mi-
noel Aplomo dos Santos Faroles.
Ao 'Sr. desenbargador Almeida Albaqaer-
que.Appellago civel: appellante,Maria Jo das
Trovas; appellado, Antonio Jos Viaona.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appella-
go crime: appellantes, Antonio Jos dos Sanios a
outro; appellada, a jusliga. ,
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Meta.Appellago crime: ap-
pellante, o juizo; appellado, Alexandre Honora-
to. Appellagdes civeis:' appellante, Beojamim de
Fringa Coalmbo dePaiva; appellado, Antonio Jos
de Bntio Rosado. Appellante, Joaquim Ribeiro de
Uoraes; appellado, Toomaz Antonio Pessoa de
Andrade. Appellame, Amonio Gomes da Mello ;
appellado, Antonio Leandro Wanderley.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Assis Appeilagoes erimes appellante. Anto-
nio Nones Nogoajra da Cosa ; appellado, Vicente
Virlato Ferreira Nobre. Appellante, Antonio Fran-
cisco de Soma; appellado, ojnito. Appellante, o
julzo; appellado, Manoel dos Sanios. Appellago
eivel: appnllaste, Justino Jos de Souza Campos '
appellado, Zeferino Ferreira Veoso.
Do Sr. desembargador Assis ao sr. desembarga-
dor Domingaes da SilvaAppellagSa Civeis: ap-
oBllanle, Joo Alves de Camino Cesar; appellado,
B.mholomeu Pereira de Vasconcllos. Appellame,
Mara por sea carador; appellado, Antonio Vas da
Costa.
Ao Sr. desembargador Soaia Leo. AppeiLgaG
rirel : appellame, Jos Antonio Machid ', appella-
da, a ir mandada de Nossa Senbora das Dores
i Ao Sr. deserabtrsdor Santiago.Appellago
civel: appellantes, o herdrirosjda Lourenco Jos
das Xeves; appellado, Jos da Rocha Paraobos.
Do Sr. desembargador Domingues daSilva ao Sr.
deseofbargador Soma Leo.AppelUgodS enmes :
appellaote, Francisco Jos de Sooza; appellada, a
jusiiga. Appellante, Manoel Pereira da Silva; ap-
pellada, a jostlga. Appellago civel: appellante,
Manoel-Barbosa da Silva; appellado, tente coro-
ncWeliciano Joaqoim dos Santos.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. dsem-
brgador Santiago.Appellago crime : appellante,
o )uizo; appeltados, Francisco Jos Licuno e ou-
tro. Appeilag5as civeis: appellaute, baeharel Be o
lo Jos da Costa; appellada, a Irmaudade de
Sani'Anna. Appellajiles, Thom Rodrigues da C.
e ootros: appMIadbs. o bao do.Liviameuto e
oulrs. Appellante, Jos Maria Romos Gurjo;
appellado, Heleodoro de Aquiuo Fonseca. Appl-
laote, Joaqaim Sevenano Wogueira.; appellados,
Passos & Irmos. Appelholes, Manoel Xavier e
OOtros; appellado, Jos Mariano do Nagreiros.
Oeugencia cmi.mk.Com vista ao Sr. desembar-
gador promotor da jostiga.Appellante, o juizo;
appellado, Jos Felippe Alvas. Appellaote, o jul
zo; appellado, Raymundo Jos do Sal'Anna. Ap-
pelhnte, Manoel Jos Teixeira; appellado, Frpc-
tuos.i Pereira Freir. Appellante, Francisco Jos
Ja Silva; appellado, Manoel Francisco de S'ti-
za. Apptillanle, Antonio do Nascimeoto; appella-
da, a josga. Appellaote, Juslino Corre de Mi-
randa ; appellado, Jos Soares de Oliveira. Appel-
lante, Francisco X vier de Miranda ; appellado, o
juizo. Appellame, Trajano Bautista da Silva; ap-
pellado, Messias Jos dos Sanios Palori. Appean-
le, M*ooal da Rocha Wanderley Si; appellad.-,
Antonio Hanrique de Barros. Appellante, hachare!
Pranciico B. Cordeiro; appellada, a justiga.
As duas horas em ponto da tarde eocema-se a
sessao.
-
Communicados
i .
. CHRONICA JDICIAMA.
THIBi^AI, DA RUL V(,iO
SESSAO EM 4 DS ABRIL
Presidencia do Bim. Sri eooselheiro F. A. Soita.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desam-
bargadores Sapliagp, Gliirana, Guerra procurador
da'cora.'Lounncd Santiago, Almeida Albuquer-
que, Molla, Assis, Domingues da Silva e Souza
Leo, abrio-se a sesao.
Passados os faitos' doraara os segnintes julga-
menios: .r\
cabjas TSSTEMONHAvgis.-Aggravante, Dr. Aolo-
nioBorgasda Fpnseca; aggravado/o juizo.Relator
b Sr. desembargador Sanliaco, sortiados os Srs. des-
embargadores Molta e Souza Leao.Deram proVI-
menio. Aggravanie, a Irmaudade do Santissimo
Sacramento de Sao Lourengo; .tggravado, o joi-
lo.Relator o Sr. desembargador S. LeSo, sortiados
os Srs. dasambargadores Gitiraoa e Domingues'
lia Silva.Deram provimento.
aeoRXvo db poTtCAO.Aggravanie, Beroardino
ilosLeiio; aggnvado, o jalao. Relator o Sr.
desembargador Gnerra procarador da cor6a, sor-
liado os Srs. desembargadores A. Albuquerque
e Assis.Negrm provimento.
habas ooopts.Pedido por Mari I"b(i e seos
jfilbos em sessao de 31 de margo passado, segaram
soltura aos pacientes, fleando em depsito,
i aprBL"C0S civbis.'Appellante, Joo Andr
Pereira Mendes; appellados, Beojtmim Pinto No-
gnflra e ootros.Despresados os embargos. Ap-
peluote,' D. Feticidade Maria do Nasclmento ;
pperiado, Dr. Antonio de C. Raposo.-Mandoo-se
(revalidar b tolo.
APLLAg5s chimes.Appellapte, o jnizo; p-
oellado, Manoel Raymnndo dj NaseimentO.A'
nova inryi Appellame Notberto Joo do Reg
BirYetjappTMt.'OJostrga.
Assigooo-se di para jolgamentos dos segnintes
re'8pBLL06W taviets.-ADpeMtoio, Jos Doarle
an- Rasgal,' oppoMado COltloMW de'oraes. Ap-
moito bem ser edosiderad a fada da harmona f
sos bocea a rotatoba de am aojo, soa vox a res-
pinga meldica de am edn.
No da 6 do correte foram ldos as matrl
zes dejatpt! os seguintes proclams
. 3* denunciago. ,
Amrieo Ovidio dos Santos, eom Rosa Alexia
drln Fefreira dos Siptps.
CoXstovio da Barros Gomes Porto, com Ano
Ferreira dos Samo. Coorsll-----
Aodr-Aire Rio, com Marta da CoieticiAo iPrrMri' o;5fl>- J^W&P-J** 3<*-
alna Bdrtrvo d Mjld; ipoUMo, Jos Joaqaim

NOTO BANCO DE PERNAMBUCO.
(em li-
Balaneele do Nevo Banco de Pernambaco,
qoidaco) em 3 i de margo de 4868
ACTIVO.
Apolicesda divida publica........ 44:(!005 Estrada de forro ds Baha........
Ttulos depositados......
Letras protestadas .
Francisco de Figtreiredo d>C, do
j. Rio de Janeiro........;r......
Jos AotoDio de Figueiredo Jauior
do Ro de Janeiro. ....
Fornecimenlo. v .
Aiuguel de casa ......
Juros..........................
Despezas geraes.......
Caixa..........................
Ris
tAtsivo. '
Capital.........<. .
Emissao.......................i
Contas correntes com juros .
Contas eorrentes simple......
Fundo de reserva. -. .
Ttulos em caugo ....
Knovrles <& Foster, (fe Londres.
Banco Mercantil Portaense.......
Saques..........................
Massas fallidas cargo do Banco.
Dividendos........
Premios ecommissSas- .
Decoolo s........................
Ris.
131:0743700
43:8435350
235:38656j'
431*042
2:0W)000
5:000*000
379*150
534*395
15:654*168
87:413*393
566*341*439
78:036*000
14:100*000
31:491*179
5.731*034
112:938*473
A 43:843*950
* 15*270
39d*070
53:804*733
7:62*95
2:688*200
87*243
15:566*702
566:341*480
Demoaslraeio da caixa.
Km ouro amoedado.............
Em notas do thesouro e da Cal-
[_ xa Filial do Banco do Brasil...
Em prata..................
Em cobre.....................
R6&..X. '
6:074*200
81:1561000
61*680
- 121*513
87:413*303
Delito te,1 podre Rioor do Jos Machado; tpnelladas,
ICordola Seaboriob e a irmia. Appellante,
loorOlfiM BOvrftdO de So*a' appeiltdo; Jos
BOrtft* d MUd
ro dr Meiw'lt
Monte.
Jos* Reinaldo do Oliveira, vinvo 4o Joarraloa _
Mtra da Goletelo, coa Francisca Mara CoM! ft,2!!*'i?AB?! Ppdos,o hrttfe
tiaa. Idjiwb d# Fraoga onvoira Lim,"
mor. AapelUsie, Casdidji
Demonstrafo 4a emissio.
39 nota do valor de 960*000
48
30
>
>
11

O
100*000
Ris.'
14:100*000
O guarda uvros.
ftm /o"*8' frarnemlQ
revs eonsrderaees sobre s abasos des
de sanidade om relaeio aos corpas do delic-
io, debaixo do pool de vista protica.
I
A lei tem exigido orna ganso* e reclamado do
medico uro juramento a foca da autoridad, par
bom e Belmente cumprir certa mtssao que Iba
cooflada: esia missso oos tribuna de jusiiga,
t-ooo por flm o descobrlmento da verdade oo cri-
me, ama ves que seja ella redozld a acto por me-
dios oabMitados, certifica e prova o fados, m-
lysa-os e apnsesta as eoosequasoiaa, qoe devem
ser fondadas na pratica e na sciencia, com todo o
rigor possivel: e todo isso o que*so chamacsr-
po 4e delicio.
Mas, como quer qae saceeda, qoe os corpa do
delicio sem sempre podem ser Jeitos por doutores
em medecina, o qae da se sos logares remotos
onde ba falta de mdicos; e qne al, sendo elle*
beohfllaborados, por pratico habilitados, as con-
clusdes mais bem fundadas sos principios da arto
e na observagao, podem falbar em seus resnlladet
por qoe cima da scieocia esta' Daos, e a natureza,
qae superior aos joizos e recorsos humanos; re-
sultando que muilas vezes o medico v seu pensar
desmentido, sem que ihe isso possa trazer detar, a
le, humosamente providente, lem permettido a*
autoridad, em proveito da jostiga, e a's parles em
proveit i de si pnprias, o direito de em corlo praso.
depois da feilo o corpo de delicio, Msoirem ostros,
peritos com o um de darem sna oplnio motivada,
oo para eonflrmarem oo pan invalidaren) as con-
elusoet dos prixeiros peritos.
K' Isso qae se chama siamt de sanidade.
Em verdade, se por ventura um corpo de delicia
mal redigido, por ter sido leiio por .boaess
alheios a' proOsso; se asile fallam os qaesitos do
lei, as conclssdes exigidas pela amoldase; que ba
ahi de mais natura, de mais justo, de maU til do
qoe reccorrer a melos mals segaros, a verdadeiros
peritos que levem clareas tos tactos e deduzam
mais raccional e scieoliflcameol a bem da jostiga T,
, Em lal cjso (nlao a forma pode ser alterada, o
proprio facto esseocial do corpo de delicio comes-
lado; e at todas as suas partes aniquiladas, quao-
do Ities faltem os priociplos, as bases e os reqaesi-
tos da le. E isso justo, porque em caso de erro a
de duvida, lulo a favor do reo; a qaem o grande e
verdadeiro principio de dlreito crimina!,soppor
sempre iaoocencia de pane dos acensados em vez
de crimer-prctege com justiga.
Assim tambem, se as dedacgdestiredas dos prin-
cipios da seteocia, fi.odados oa experiencia, per
mdicos asi acreditados, podem faibar, como so
lem visto ; por xemplo, qaindo el'es no corpo da
delicio assaveram, a vista de resceotes iezdas, qas
a matiiago de um dedo inevitave', a gangrena
infallivei, e no Om de certo praso se verifica o con-
trario nem orna nern oatra cousajue ba de
mals justo do qoe vir um juio posterior mostrar a'
vista do facto a faiiibiliiade do juizo dos homens,
as conclu.-Hs de um corpo de delicio ? Que ba
ahi qoJpossa desairar aos mi-dicos.' S o propo-
sito oo 6 erro podara' acbincalba-los, pagando tri-
buto a' mais supina ignorancia.
E lamo verdade o que cima ponderamos, qne
os proprios mdicos de um corpo de delicto podem
em consciencia, em umjpxame.do sanidade sobre
esse corpo da delicto, reformar seu juizi acerca das
conclosSes,.juizo esse emellido a' vista d:< marcha
natural da ofiensa physica, soB a ioQuencia de om
tratamento apropriado ou dos efTailus in-xp^rados
das orcas medicadoras da natureza; resultando
disso mais honrado que humiliagio e descrdito.
la' se v, pelo qua Oca dito, qua o tim de exame
de sanidade nao absoluto, se nao excepcional-
mente, quano se nao trata de joizos e cenclnsSes
seguras ae peritos qualilicados; mas nao destruir
terminantemente o corpo de daiicto,, suas bases esta-
beleci-Jas a' face do facto rescent?, que desapparece
com o lempo da modo a nao pidr ser mais apre-
ciado no exame de sanidade, que fallo sempre
semanas depois.
O flm do exame de sanidade, pols, como di-
zem Riyard e oolros medieos legistas, crnrjrmar
ou negar as concluses dos prlmeiros peritos:as
conclu-:s, repito, e oo as bases colhidas rio dia
do delicio sobre symptomas resceots immedh-
tos a's offausas physicas, que conslituem a ferga
oaior do exorne; nao e negar oo dovldar, por
Oxemplo, qoe fiouvesse taes e laes lesee?, qoando
ellas sao regular e scieplifleamente descriptas em
um corpo de delicto, feito por malcos mums ve-
zes superiores em saber, pratica e illustragao, a
tambem nos trios e na dignidade. O flm contes-
tar ou nao as conclosSes liradas das lesSes org-
nicas immedutas e soecessivas; por qoe as con-
cluses, como se ba dito, podem ser outras, de-
baixo das leis oa de am extraordinario ou de nm
possivel qiijjfsteja fon do domioio da sciencia.
JJ.a^ui vetti a proposito citar Orflla e o que ello
a respeitp diz, em sea grande tratado de medicina
legal: O medico deve vitar cm cuidado em
am tnbalbo deste genero (em am exame de sani-
dade) desfigurar os fados oa eaterpetra-los Incon-
venientemente, no intuito de aanollar os corpes de
delicto feitoj por seos collegas. Le tndecin do.c
mter avec som, dans vn travail de cegenre, de
denaturer tes fatts ou de les inlerprtrer mala-e
rop-.s, dans fespnr d'annuler es rapports de tes
confrres. E continua o mesmo Orflla ma s adiSG;
te: c...........etil attaquera les rapports ju'ou-
tant qu'ils seront essentutlement incomplets, rrci-
eux, ou contraires aux principes de l'arl. E's>
oppugbaroescorpos de deleto qoando eilesforem
essencialnunlt incompletos, viciados, oa contrarios
aos priociplos da arle. Log o medico que se es-
tima nao peda, como qaem qaer que ralada por
odio, abjeego e cobiga, destruir os fundamentos
de om corpo de delicio felto por collegas, ( coja
coosideraco s se Sega quem nao presa a propris
dignidad?), com todas as forma Idades legaes. de-
baixo de principlos.qje s podem ser ignorados co!
lergivarsadoi por algom nescio oo Insensato.
Nao Oa lei qoe xcloa a bonestidadee o decoro:
embora nao naja lai qae eoarcte a llberdade, por
ventara, licenciosa dos mdicos no exame de sani-
dade eom relago aos corpos de delicio?, ba o de-
ver ba adigoidade do hornera qoe se estima, pan
por termo ao desabrimesto das paixoas em ti actos
mais solemnes da proQsso.
E a nao ser assim, que garantas teriam. os cor-.
pos de delictos^coio e.-sencial sempre tirado dos
sgnaos resceitttorse offensas physicas, que maltas
vetes em pouco. se disslpam, deixando gerstoos do
profoodas e croasl cerus alteragesi aa dopiids-
sem absoluta mente em tildo do examo de sanld
Desta arte o enjne de snidada seria sempro o
corpo de delicto1; a o corpo de delicio nao passarJo
do orna formalidad : sempre qoe a corrongio o
proeorass aniquilar elle seria aniquilado; IWo
baveria eorfo de delicto qae se sssteotasse qaasdo
as ofensas ntrysicas so ossem t*^ que, os dei-
xissem" vestiglos esdelevais, oo dformUda, os
maslfesta dostrsigao de tecldos. 8 as opstOiOM^
com todos at soas cosseqaeseias travs, sao do-
riam sanca baso para a eropotlgao d pena, oo o
m raramosl ; porque bastarla qne ee i ea-
tem no exame de sanidade, os primeiros
Saitos dosjjaocadas os o qoo:stl*ira ao alcajteo"
da vista e do tacto, para qoe-sa nio cooslderassa
ffendldo eos chimo Igotaa o qaeixoso 1
: Mas, fellxineste. e le requer o cootrario disso.
o cootrario lambem determina a scienci.
O exame de sinidde nao pode, jimais, ser fir-
mado em Djeeloras; sua base panado resptt
a* esaeacia do corpo de dollcw. V 4o oorfof


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Mirto te
- !< Itffft f ie Abril de 1868.
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delicio qnasatte %ho pode prescindir pan consti-
UHr-se, isto *,fara ddoxfr soas coaeftfsoes'? da>
clarQei esW'p[ucDbeTM>fln e dom**-
*>m de facW, Ma o qaees wto**e ooast toos-
eivel nm pbrfeeta gxaiie dp^otfade, Gpaado D0-
4elxara" de baver exame de sanidade para ser el
fcorado om novo corro de de**** cutre onUJjr-
Sde delicto, roas, se m os INUNtitos eeseocues
prhwiro, que ja' nio peeam fiialir m rio es
WOeaiJinelr qoe, ode-ae te*, qoe a juslie,*
ten mais neeessidade do cecpo le delicio do qoe
mesmo do execre de raatcade; por qoe s por
meio deste ella ignorarla sempre ou qoul se more
a base easeocial pan a impeeicao 4a pana, base,
^oo ccDsi'ie do eoebtcftaenio da estarca resec-
te da (Densa physica, de onde procede oo pode
proceder f occessivameotc, de nm modo mais oo
meaos sercivel e aursclave, certa ordem de des-
orden?, manifeslada debaizo de om caracler sui-
gmriL, que tonstttoe n conctoToas ocnottivas.
De oais, os quesiljsde exame.de sanidade oio
podem ser exactamente os mesmos dos eorpos de
delicio. NetfcMratt a do presarte e do tolero ;
n'aajMUMfarajado* do nrekriio aoalysa se, par
bem diter, ura segando prsenle, e cooeloe-se coco
fundamentos nevos. E, a neo ser assim, i lea nao
4c%vroiaria o modo, por qoe deven) forrtular-?e
oe qoesilos no exaraodd sanidade, diversamente do
arfo de Wiclo. Eli nao dina : O julz. quan-
4o se proceder ao au ;o de same da saoldade, ter
seaopra jreseme o auto do corpo de Relicto aOm de
o eeofrootar e recliB:ar no mesmo exame. Rec
tincar, eorrigir e eMentar ; e nao annlqolar o
qoe mollas vezas au pode ser annlqoiladn, o qoe
m ffi-riptA p.nm fuajUmeotos, qoe, como, ja disse-
mo, oo podem oais ser alcancad.-s dos exames
de aaaidade. Para a ver emenda ttyter qoe
baja aodanca de qu3sitos, sem o que. tegoir-se-bo
sempre absordos. Como pode, por exemplo, o
ezame de saoldade saber, se om codioso foi for-
te oa oio ; se bouvs oa nSo por ella rcamorrbagia
interna ; oaal o (urameolo qoe a prudozio; se
oio Deontram fe vestigios de cootosao, vestiglos,
qoe podem desappstecer me; rao aDtes de estar co-
rado o i (Teodilo, se emom oo se leva em conta o
corvo de delicio I
Cerno saber-se a o mal corpreo mllanle do
fertmento oh da offensa pystca produzu ou nao
grave incommodo de saude ( ari. 05 du cod. crim.)
sem qoe < teraba era coosiderco o rorpo de de-
llcto, e smenie o eorpo de delicio, dos easjs em
qoe os fymDtomas das r-ffeosas pr.ysicas teabam
desaprjarecldo em rrenosde inoU da, mnito antes
do solo tfe saoiado, aperar de urem praduzdo
grave eaecmmolo da saodel
A 1er nao dlria aiada : Sobre os quesitos re-
golar-se ba o jolr, nao s p'o que a parte requena
coma pelas rearas inleceqi-otemeoie esubelec-idas
par elle?, oo caso de eorpo de delicio. Dama-
aira qoe, qelo qoe a parle reqoere qoe se de-
ver formular os qiiesll' s ; e pelas regras ( note-se
bem ) aotacedeoteteeBte establecidas : a lei nao
tt ejelos qututos antecedentemente MfalMMi
< E proseaoiodo, dii mal* a le: B o joia
lari os qoesitos reqoendo?, e os qoe entender De-
cenarios para dese>brlmeoto da verdade; e exem-
plifica. AssIiH psr exemplo, fe Utri decUraoo
o orpo de delicie que pod^ria r*soltar |ijao
oo deformldadedsver-seha oo exame de sanida-
de pergoiitarse cem efleilo resoltoo o aieiio ao
a deforrnidade referida do corpo de dellcto o qoal
a soa caosa, ou se ella pode anda verificarse ; se
ao corpo de delicio esilver declarada lohabililac^o
de servico por n*ai< de trila das, enantes de fio
dos for reqnerlo o eiame para rcosirar qoa o ori
oto oo ilTosa pftysica desanoarecera, a o lodl
Mm se resiabeleeeo antes 'esse pra'o, a ponto
da poder omtiooar a trabalhar, pergoolar o juic
so eom effeito a ferid esl sa oir arada di
do qoe o individuo u.-ssa trabalbar, etc.
II
Ji pelo qoe dissemns r-se bem qne nSo rolem
os qoesitos de um exarne de sanidade ser ns mes
bws em Lomero, f m formula. em naiareza qa
os de nm corpo du delirio. Um exemplo, P. re
e-be oo ventre orna focada qne Ibs far. eolranhas pela solo'Q > de contlnnidade : em tal
caso, na rigor da sciencia, o ferimento sempra
coo-iderarto grave e at mortal, p-la rffeosa de pe-
ritoneo, derramamento interno, etc. Ora, se n'esia
byi 0'hese, feilo o ;orpo de ttelw, os mdicos dis-
sessemque o mal era mortal, qoe havia grave eo-
commno de san/te, qoe iobabiiitava do servico
por rnals de tnnta dias, qoe avaliavam o damno
eaa-'fdo ero seis ccotns mil reis elles prncediriam
moi regnl.rmeote, rrm as bases da srltn-i, ero-
ora P. e*eapasse a fose corado em menos de irio-
ta os medirrs .e liVr'isem do o contrario no ^rpo de
delicio, Isto qoe o mal nao era mortal; qoe po-
derla estar o paciente corado ero menos de triol
dias ? Ccriaroente.
B-m se \, qoe no exame c"e saoidaiic, que
pri ced-sse em tal Caso, 0 qoesitos deveriam ser
aspee aes, como bm:se o fenmetto constante
do corpo de dellctD4em desapparecido ; se P. e-la
curado a poeto de enirar em f^ns trabalbos ; s<*
nao poder d'ahi resaltar directamente a iLorie,
etc.
De ootro modo seria confoodir todo, como por
ahi se tem f-no <;m prejoito da jostica recta e d
seieocia real cu mies eom o descrdito desta, qoe
nao pode fer respoosavel pelos abosns e encoD
tro da igooranc'a a oadrioh'dae garantida.
8xempl'6qaeDH>sanda. Arec^benmacareadabo
raneo ecahe, parda os sentidos e a vida de retablo
-\rv; '.oi:a< e.-t--, qoe lieixam ver qoe a pancada
reflectindo por seus preprios eflltos no cerebro o
pertnrbara sriamenle ; mas o inslromento cod-
tonrlent" oem frai foroo o crneo, aem deprimi
0^30. Bem dividi p-||p, prod'iodo apenas exterior-
mente urna BogtnrSo : slo chamad>s facnUtivos,
qoe proceden) exame pzra corpo de delicto ; .de-
p.iii de exporem ;\ oaioreza da ie-an eocoDtrada,
soa forra, extensiio, etc., respoDdendo ao qoesilos
da le, declarara joe tnove i (Tensa physica, que o
mal sr-ve, qoe prodozo grave incommodo de
saode, qoe inhabilita do servico por msg de triol
das ; mas Mecada, qoe antes dos irinta dias2*
dias, por axeropb, depols do facto,reqoer-se
exame de sanidad ; e qne, sendo chamados novos
facultativos, estes declaram, respondendo a lodos
os qoe-no- proprios de um corpo de dllete; qoe
Dio exilie offensa physica : qo asnalmente nao
existe grave locomraoda de saode ; qoa o cfT-n^i-
do acha se, por ls:o, re'tahe'ecidn. cj^b n funda-
mento de qoe /ttnininnndo riles o povto-. onde rete.
b*ra o pctenle a jancuda, nao enconltaram lesao
ahuma. Qo- nx descam(ao da cari- da epider-
me e sem eisodacilo, tamb rn encooirad. Ibes pa-
rada devida aop'lc?.c3o de topeo, mc. ; e qoe
qnanm jo damno ran-sdo qd a nrnhuma tniem-
fl/Tfdo Ihes pareci ter diefito o nffmdnio ri/o
cerno u acha em esiaio de vallar acs seus traba-
Ihoil.......
Como qoaoflear se nm tal exame de sanidade ?
Oo erro, oo despulo, od ignorancia.
Oa fallo, se a experiencia taoi mo-irado, qoa as
pane-das no eranoo ao p- nto da nrodotir a qoeda
do efundid", coro parda das facoldades a dos sep-
dos, sao i sa a xp- n-ni'ia t-ra mostrado, qoa os ff-itns rj.
Uriores da um- pancada, ou a Cuntnso poda em
poneos das desap^areeer.parmaceDqo forte predi*-
o.i, lo para oolra rdem oe graves e profundas alt
aseverar a cor* radical da-dBandidaj flrnx*fl,8a,.a*
flp.am^ne.tposo de^p0areelmwmWta*We-
**C5e#, qna&titapTe -nermnaceaa-os geraaeta de
optra ordem.de aJteTgSas gra,vpst. comp fejpajr-
tomores, sebh-ros. trevalgias rebeldes, ate l... **,
qoe oo Oo de qoioie'ou vibte' flias recfoer-e exa-
me de sanidade; e oa madicos nomtados, embora
eo lodo inferiores tos primetros, declarara, res-
pooeodo o a oo a toloa os qoesitos exigidos no
corpo de delicio, (iriiso o ,escrMiWue nao
existe lesio orgnica ; qna por B*f}-,a*eoDlrareai
mata vestigtoe de cootosao, embora oda etlstam
ellas, lio bem qoal o instrumento qoe a occa-
A. di^oraidade a relativa Impor
dala 'a bse*-dos orgaos : aoa o
orna amado com-titoirla daform
da og aafjftara, oo em sea seio, 6 um
nSodeve escapar ao verd
lidade^ogo
=
iu I Osando no corpo de dllelo eslava deca
a riWrex do lostrameDiol Que nao poda
Hmi a.>.^ ajiT^ Mu "na* vH| .
v"erdde qoa, artndo o Sr. director.sscreveu o sade para com-aeo amigo floado.
ten deeaatado pcqcio de forro, lioba vistas lar- Aprweilam tina tr opportonldade para agrade-
**>"1*ll'&.,m9r"" ser COQ3lderado u> vardadei- cerem ao Iilm. ir. De Caroiioo Branaisco-de Lima.
linlrv* eonsegoiotemeote soas idvi *a- Santos os relevantes servicos oae,. qae> como me-
TiaTrrebidaf*'pela assembia, eom aqaalla impor- dic*o,qaer como amigo, presin Ifeaasavel ao sem-
l.qotniVfeoba dedarseojuito ar>peiic Tanto, .uncia que presume elle de si mesmo; MMltoeo- pre leratrado finado* i' duranle a soa cruenta e
mt\>, qoe o da em qoe dera-se a offe.osa physicajte, porem, foi elleproprio testemooha do soberana pertinaz molestia, u* depjiade tea falleoimjato,
nto aquella em qoa te fe o exame de sanidadaj 4ei#lJfJrljdevidame.Dte mareeerai o aooo >i attV
'-sioaot
rada
re-nltar deforrnidade ; qoeaao iiihabilllava para o
servico'por mals de tnnta dias; que finalmente,
quanto ao daino cansado Ibes pareca nao ter di-
reno a offiAdida, visio supporemna raatabalaeida :
De-oanefra qoe o damno causado flqae sendo re-
geiudo, a avahado ao oame da aaaidade, qoe
, repito, o exame reformador das cooelosoes do
corpo de delicio, mas oo seo pleno destruidor,
s pelo estado ta qoe a aehe ablTeodlda, sem
qoe se leve em coota o que preceder e conste do
corpo de delicio I... Como deoomtoar-se umbem
om tal exame de sanidade T Todo, meaos um tra-
balbo digoo de medicas estudiopos '. a illnsirados,
qoa tem consclencla de seus deveres.
Mais om facto real, qne veo multo a proposito
relatar. Os boos exemplos nunca sao asis.
B. receban do forte pontap, dado por om ho-
rnera toboate-, oo exeesso da ira, na rpgiaoacifl=
tal, que Ihe coolODde largamente o tesilcolos, o |
escrotos e o resto dos orgios sexuaes ; coniusao,
que se mDifeatoa lo?a por ama-forte llvidet, aa-
la.
14 dias depois); a, por tanto, oio at poda davi
dar oe exame a' corpo de delicio, qoa o mal to-
masse laes proporcSea pela taflamoacao mais os
meos profuoda aoa orgaos* aasaaelalmenie aeosl-
vais a determlaar oo grande aopsraeo, oa det-
iraiclo de parte dos taetdos nb|sceotas a palle, oo
desta ms na. Ao respon teraai tio s >mente,
qoe ac/M/mnf nao; isto, que en qaantoallet
partios fariaro o exima da sanidad* oio 4e**4
grave incommodo de taude; re-post contraria ao
qoa a tfeaeilaeohg. oo corpo de delicio, que wa- aUa temporaria, oo e
disseque o mal tmh prodnndo e alndpodiapro- alia de ama s vet todas as
sado Miaa as soas Ideas; e feafa vista a celebre flc|0_ '
lembraoca ue leve de Ir visitar por espaco de 6 A ,0 Jog m feM, ^ m pir,iea|ir ge
meiM asilas do iniarlor da provloc a, coo neo mfessara os abaio asalgoadoa sincera a eleroa
apparalto da despeas de arreplar pello eeabell, oente gratos.
cbajao, cor, teosSo, escoriacao. etc. No mesmo
poocas horas depois do ssccasso, a-o pacieote
examinado por mdicos losospeilos, qoe pr.cedem
o corpo de delleta eom todas as regularidades da
lei e eoidaJo aeleoiifloo, declarando om resposta
aos qoesitos :qoe bavia cOeosa pbysifea, qoa Oio
era mortal, qoe o instrumento fra c sioodente,
qoe oo teodo haVido motJacao oo destroicio.po
deria esla dar-sese boovrsse gangrena, sobse-
qoente a algoma foni.-sima iollaroma?o. (E se o
peritos dissera rasifoi porque sendo mais prova-
el qoe o forte toolai-iado esa ebeio aggravasse
profuoda oste os tesliculos, nao podiam eom to-
do Isso aseV6ra-lo no mesmo Ola de exame e da
offenta); qoe poda resultar inb/bitacao do or
gao, sem que Ucasse destruido, se cbegas.se baver
arophia do mesmo, visto ser certo, qoe as eooio-
ses fortes dos testl ulos podem dar em resollado
airopliia.
( L'tvflammntion chromque, qu prodvtt as-
tet ordinairtment'hppertrophie, amne qaetque fots
l'tffrt contratre, lortque hs vatssemz atuinis se
rtrcissent el obtilertnt dans une pettte lrndue.
Ainst thpnttie, e>c, drr bfuchut.... TouK
cause qui empiche ou ralerttit t'aberd du sang dans
un organe en determine t'atrophie :dizem lodos
os punulogisias. Assiro, orna forie pancada MI
telicolos ooterminaodo orna inflammacao pode
produiir o qoe se disse que poda ser pridotido ;)
que poda resollar deformidade, se apparecesse hy
oroceie, qoe freqoentemecte tem por causa as pan-
cadas e cootutis do mano menor vollo, se por
rilas sobrevlesseo enaoreciment?, aogroeolo de
vo orne do orgo, etc., qoe o mal havia produiido
e pudia atada prodozr mais grave iocommodo da
sade, alienta a sensibiidade nslural da parta, as
lesdes encontradas e as ansas qoe as determina
ram ; que inbabilitava para o aervteo por mais de
trila, das, a vi-u da gravitada do mal, da. oeces-
sidade de grande repooso-e da profisso do pacieo-
te ; qoe avaliavam o damoo causado em
ctutos mil ris.
Pois Dem : no firo de vale a qoatro dias, re-
qoer-se exanre de sanidade, que.>- (ello come se
val ver.
Contra a disposlco terminanle da lei, qoe to-
da foodada na ia>o e na sciencia. os mdicos nao
descrevem coasa alaoma acerca do paciente, do
facto, e de soas circamstancias, aDtes de respoode
rem aos qoesilos legis lelalivosaoaiorea do au
lo ; e lemiiara-se a responder a qoesilos oo esorip-
tos pro formula peloeserivao ou apreseulados pelo
juiz oa em nuorudesve. Mas, a que qoesilosf Os se
gumles fse ha ferimeclj oo Censa physica ; se
que fattaaaafe disperloa a hilaridad* dos Srs. da-
putados, os qnas oem ao meos daram ai henras
de ol j-cto dt.delibraco a to estulla faniaaia 1
Para dasealpar-se depols do agaplete fin$e$ qoe
den, diiiat*Jr. Tavora que a presideocla aprecian-
de muito os seas servicos, e coosegoiolemeois a
coasaotia qae }MM3| .-
escolas do interior, a
^lir grava inc mmudn da aaude. \a por zonas; mas por l tj de zonas passou a xe-
ogo, ob deram a posgibilidade de arad* haver rc*,-o arHr. eon aa oa+avras do poeta, mot mudo
gravo ineommoa* da anide ; os tflrairta toe j' equedo ou'um roojudo a respeito de tao impurUD-
unba havidol E se ja'liaba havido oo poda na- t empentio, em cuja execoQo lamo coaflava, qua
ver grave iaeaaaaodo de-, saade, como ra*pa*4e- pdoa o convidar mais de um professor para com-
rem esses pernos do-referido eaaaoe da -saldada
So 9* cjuesiU) se inbabilna para o .-ervico por mis
a tnotdlSoaovisto qnroppfjem ao pacien-
te (neo ai meaos daram caneza Tj reaUaeJeoio.
oo sequer em e.-tado Ce poder continuar aocaor
eiiio de seos trabalbos anteriores 1 E' exiraordi
arlo I -
-EnLrelanlQ, vejimos .0 qae. djx_i geleoci a convencer da otilidade
respeito. Vetpeao-.-Dtec; 438 a 440,acerea daajcontUiet. Di o celebre ex-
eirorgiao oa caridade : As podiomSus dos-test-
culos teem por caus tambera as paneta Jas.......
Ellas dao logar fortes inflammatoes, -a nydrocs-
les. a prodacedes beterogeoeas, a tubrculos, a
tosnaiocela.a sebirro, ele.
Niogoem deve coodar em soa appareote benig-
nidada...-.... Por pooco exteaaal (continua) qae
S'-jara, conven) recorrer, desde o principio a mis-
ses sangoiaeas, qoor g-raes quer locaes, djlraes
sobretodo..... Bachos geraes, purgantas, sao
mortal ; qual o iostromento que o occasioaoo
racS-s, oo mesmo germen* de grandes desurdios;
se a experiencia t"m mostrado, qoe em (rila das
o tal &> ff'imenic oio ple desapjarecor total-
mente, a qoa o >ff-ndido tem ne'es-ida'te de multo
mais lempo de ref ouzo e. de trata ment para ao
ir-r no exercicio d seus trabalbos aoteri rev,
Coano duerem mdicosqoe em meos de triqta da-
esso doente esia ctirad -,* em estado da lrai>albai7|
Como na> dar-se ndi mnisacao cto o foodaxn',olo
da rio ter-se. nnooiitrado lalo no di do exiov de
sao-dada E l.-so apetar da eoD daiictoqoe houva damno cao-ado 1 Eos dias
deeairrido- a datar dnqnelle *m qoe o fl-odido r.
cebera a cacelada e caHira, at aotfm qo sh .ffee
Iooq o exame de saoldadann<*n, niio, jjninte eiam alie-. I' dispunsavan a cura da pe^u-na Utio
terur nao mais .nciintraia,nio ter mo c.psado
dataioaoofJeBrtidoT
Outro exena'o : M. receba ama mie pan-
caria no seio ua qoal iba re'olla ama l-re c< g..
tosjo, l^rg, escoriad, ecbjamosada ale.;.aro
code-sa rKgolaroeite n eorpo do Vlicto, a os me
dic declararaqti hnoe otTiosa pnasica. q->e o
fo'iroraenpj foi eortondenle, qoe podem Si.tTvJr
iaflammacao, .opparaco, a at deformidad se
oaver abertura de lomoreg, perda de leclduspcr
via de ama suppnncJo eopiosa i que o mal pro-
duzio grave iuoronodo de saode, qae lohabiUji
ara o servico por m-I< de trila dias, avjliaoflH
damno .causado ejn flo&tro cenl'f mil res etc.
E Uo digam ns mdicos, Orm ca. na ohserv>,ar, e m a priB<*pj/s da teUfiat
firmada em que gi f rts coo',o>$ dos ei... 5o
cm dralgrave^siria.pelQs.ffeio immedutps,
ameoospelM>iiesoaa||raL-s, jbIk qa O-
m ooa |eaappraiH^oi;fej*.d intoraeZ
** *^*ri4imcmaT signan |mj6|eosi
aalpavais do nal, *o peda servir do
se hoove ou resoliou molilacao de algom memoro
ou orgo ; se |le baver ou resultar essa mania-
ca o OO destrBijo; se pode haver oo resultar in-
habililaeo do membro ou orgo sato qoe fiqu.
elle deslrokio; se-de resollar algoma disforml
ilade e qoal ella sej* ; se o mal resultante do fen-
mento ou offeosa pnyslca prooz grave Iocommo-
do de saie ; se lonabilita para o tervlpo ptr ma s
de trala dias ; qual o damno cansado! Isto os
pantos reSftoDderam todos os quesitos, ura a oro
loaileraveis do eorpo de delicio I SeoUu cerlo, qoa
ora dos referidos peritos, nao sai porque especie
de agastamenio, enearregou-se do meDosmno-*
pe de rid/cu/arisar o corpo de delicio, i vista du
toda a gente que se a chava m juizo ; e eom ul
desconcert o fe, que ebegoo a travar se eom al-
guero, em discossc, sam qoe fosse esle da prorts-
so, e em assomos laes de ira, qoe se ergua al
o ledo e da la vioba aocbo^ode laucava lodj o
moco que coplosameute Ihe aehoia as Jaoces 1
Demaoeiratqueem resultado, as obseracoes
especiaes aos axames de saoidade, de e,ue ja iraia-
mos, e que acbau-se no butadaHo sobre a mar-
cha dos processos criramaes, ficaram do esqoeci-
mento, e nao foraro por neouum modocumprldas;
porque o juiz bavia lalvet eompieheodiOo, qoe
quaodo le diz : E passaodo os pernos a fazer
os exames ordemoados e luv*iifa;es necesa-
rias, declararo os. gninte (d-screver aqoi mino
cio*aroeole o qne liverem visto e leito), e porlaoto
respoodem :ao i* qncsito....., a respo-ia ; ao
2.......a resposta, ele. nao traa de mostrar a
maoeira porque dovem ser cooriiuados os quesi-
tos especiaes do exame de sanidade cora suas de-
vidas respotas ; oas slo, qoe os qoesitos a que
se refere a le sao os mesmos, tpsi ixrois, do cor-
po do delicio.
Erro esse manifest pelas razoes cima ponde-
radas, que expon ao absurdo as cooclusoes, a al
ao ndicdlo, quaodo sao estas ascravisadas a prin-
cipios falsos oo dovidosos, eorao sajara, qoesilos
formulados sobre bases, urnas exigentes ouiras
irapo-siveis, por ja nao .xistirem como por exem-
plo, os signaes rescept-s de orna ferela, os symp
tomas de orna eoDluso, qoe s. podem constar
do eorpe de delicio.
Porvenlora pode om queto formulado sobre
orna fractura rscenle ser igual i aquella que de-
va ser formulado sobre a rne-ma fractura consoli-
dada oo quasl consolidada oo Ba de trila d>as,
qnando lem |esapp-recioo na, parles melles, a
ella correspondentes, os (ffaiUiS da pancada ?
O cerlo que o juiz assim prucedeodo, como
cima dissecoo?, os me .icos i tudo se sogeitaram
reupondeodo a tes quesilo?; Om a om, e assig-
?aodo-se sem a miniwa advertencia I...........
111
Mas, eomo resnpnleram esses mdicos do exa-
me da sanidade T (E* incrive rj Ao i* qnesiln,
qoe oio exista ofieqsa. physica, quaodo cerlo.
qoe no corpo de delicio ia eotros mediei.s noham
dito OXiSU) offeosa.physica.; ao ique nao *r
mortal : quando do raesotu n o'o ja.bav* ido res-
po.idilo oo eorpo de del'cio ; ao 3- que nao po-
dti>m detotmnar ecUualmenle o instrumento que a
oeoustunou; qoaooo do Curpn de delicl c. n-iava,
que o lostromeoto era euntaadenin. (Nao o> fian-
te elles dtvrdavam, porqoe getutlmtnte Hdi* aa-
vim encontrado |) ; ao 4*qoe nu ; o mesmo
qoa se disse oo cprpo da a-licto ; ao 6>queo"
pedia resultar delraiQ do les'.iculo ; {-> eonlrariu
do qoe sa sena oo corno da delicio, oode se disse,
qoe pjdia. sa de ta-s offeosas iresollasse forte i*-
flamraacio, ghogreoa, ele)
Er pr ciso que a paseada dilacerase o rgao
paisa i-e poder eoijn dizer que pedia baver daetroi-d
cao, robora a experieDcla let-ba mostrad tod.s
as dsaa, da>troic4p dp tesucolp sobseqqeate a for-
te* pascadas. (Ostmedies dessa eiame deeoi-
dade qii?Ddnospitms d*m
a oa dados locam); 6* qoe oso : o contrario do
qoa coosla do curco a denoto, onde te dissa, que
poda resultar inhabiiiiacao, san qne Bra-se o or-
gia destruido ; fundaoOo-te os jeritos da qua* ao
to e que a irpbia sendo nm real laoaCiliUco.j
tem^por eans coDtUOte as pancadas.
a atoroza do ergio, da ana sosoaptbilidaie,
aBCrViiaiidde Opeoda o .vardadelro prngaoaii'-.
W, Has os medien.do .falUdo exam de aBie*de
aoxnnclnpm. a i .roarem gravo a fl-osa, qoando
dos pnrowro sjf.ojpp)n de la resoltaole *e-
gaacfcia onuos aoceessivameoto mais f tfte, al al
maoifestaeao.OAjtavidadTyd Wirwflio, da loba-
JW/f' ^^daollwcio dua a>aaa|l.gaas
allS,4*0de face lagccosi a cora.etio amil. adi-
Wft,,ri0 &W ""P"" **#r*V- 9'*
5BVce', offiaTurle caeeiaia oa cabrea "qne
IMbKjM/an vrttiitoi i* ocmlutfa os poni em
qoa rgvj aqualla dpsearretadk I
Ao 7*Aflda bavar CUf.rioidade o qsal ella
igual mele uieis, a cor segurancao cirurgiao
deve exigir r"oote-sebero) o emprego de laes matos,
de orecauce-, mutas amanas anda depois do
desapparecimento apparenle do mal. le arur
gien dott exiger l'emploi de oes moutns, de ce prt-
cauttons. plusieurs semmnes encor aprs ladetpai-
rations apparenle djt mal >
9a maueira qoe nao s hoove conlradijao pal-
navel do qnesito em relaco a outros, como erro
da p it- du periios, e erro'imperdoavel, em coo*
siderarem curado o c-fUnlido, em estado de eotrar
Mara Adelaida do Nascimento Pellosa.
Aotooio Vicenta, do Naiei melo Fe i tosa.
Vicente Angosta do Naseimealo Penosa.
Leoncio Godufredo do Nasefmaoto Peilosa.
Mara Adelaida Peitosa Lima.
Miguel Arcbanjo do Nascimento Peitosa.
Jc*Aa-trag>ldo Oodrigs** Lia.,
mmmmmmmammmmmmm^amsm.
A e timiea.. da mediem.
limadas deseobortas Importaotes, qoe a scien
cia medicachimica tem fgito ltimamente, qoe
as propnedadfs carativrs de qoalqoer substancia,
existe somante em Qma oa mais das partes oe qae
ella se eompde. Assim os effeitos medicioaes do
opio, sao Dicameotedevidos'a' morpboa qoa elle
projertos, asaado do soa. ojutorisada paUvra para
dos mesmos. Esperemos [_
poba-lo, lateado ibas asmis lisoagairas e alu-
cenles promessas de despezas por ejota da pro-
vincia, aM.
E'provavel qoe.agora, cao assaoto aaassem-
icordia
inertes oo off-n.ivos.
Foi o grande chlmico e medico americano Dr.
Ayer, ejoa --treette esta deseo berta oo pablieo oa
m!S damoa Ihe do cooselho. como m^ls vetbor tflID "ct0 coropo.tJ
feMg
que-oo va buHr cora o oommeVtio, qoe pode fa-
ze-lo andar assombrado.
Pasando a ultimo artigo, diremos qoe a crea-
q5o das caeJeiras de (raucez, para o sexo (emioino,
nao Ideado Sr. Tavora, em om artigo publicad)
aotariorineota, veo ella consignada. Entreunto
qoe o Sr. Tavora dea a eslroodosameole como soa,
e como se livesse euc nitrado apedra philosopba),
oa a quadratora do circulo, ou o m.-to coqiiquo, ele.
Temos demonstrado sem replica qae o Ul pro-
jecto nao merece a roADor.ifiiporiaucia; lotoira
menta pernicioso a'iosiruccao, sem fundamento
a'gum oa experieotia que 6 a verdade ra base em
que de vena le a>senur, para poder merecer al
guraa consideraco publica. Como se vio, naiat-
tiogio til om t>) d s mullos pontos que pedem re-
forma oa nos; a iostruccao publica, segando mostra
a experiencia.
Varaos agora, em couclaso, faier orna rpida
apreciado grammatical e loyica da circular cora
de salsaparrilha do Dr.
Ayer, para reaovar o saotznea porincaro systeraa,
deyqo ao seu systema' especial de eropregr fo-
mente as virtudes eoratteas das plantas, qoe en-
trara oa soa compasivo.
em seus trabalbos anteriores; acaricio, eutreaot), qo o Sr. Tavora, reeommeodou o sed projecto aos
bempateote o acert dos mdicos do eorpo da da-
licto.
E se os peritos do exame de saoidade erraran-.,
eo) assigoarem oai tai aoto, cujos quesitos ara'n
fura de proposit ; se erraram oa forma; sa erraran)
na ss>- ncia e oaiorera; te erraram ua parta seieo-
tiDca; erraram aioda graveraeoie no vaiojr d
'eWk
a; erraram anda gravemente no valor no
dantno causado, qoaodo disseraraque o cfemdo
a nenhuma inderntusaco pareca ter dVcito-r-vislo
qoe sa acriava. era estdo oe volur a seus traba-
lbos I Aneohomal___Obi. .. Eolio eUe nada
bavia S--(Trido ? Teftam os medios scogiudo of-
feosas physicas para grava-las do auloda coipo de
ddicio
S assim pensando os peritas do exame de sa-
oidade jodenacu dizerqae o offeadido oo linh .
direiio a oeDhoma loderaoisaeio, a nao estarem
attuciDados ; porqoe flaudo-se qo.-.lqoer offeosa
urna iodemeisaco qualquer nao poda ser m-gxria
qualro- n0 referido etemel E a ser que a plena megacao
aao fosse etfeu do aciote e do erro a stra de uraa
ljcflaosii* supposigao, eolao nao seria para es-
iranaar qo* es mdicos do corpo de delicto dis
sesseo, que os peni s do exame de saoidade alie-
narjm o decoro e o dever. Mas nao : o qoe bou
"O foi realeoie erro e este grave, igoorancU ta-
vez dos etyjos, falra anda de atteocao, qoe se
cunverte multas vezes-am deslate11, ero prejoizodo
qoe compre que se preze euidado-ameote.
EiL.fi u, onde quer qae os exames de sanidade
sajara assim elaborados, a os eorpos da delicto con-
siderados, a Justina sai a' a cooclosio da erro pelo
desrespeiio a' le; abosoa iraposlcao da peoa;
croeidade oa impuoidade cu punicio declinada-
o dever. E se o abuso nos reeiatos sagrados, e
a Iguoraaeia era estn1 aeas capciosas, cooiinoam
.oitraoceircs a' verdade oa seieooiaa na lei, a des-
J|morafesrcJo, consequenc Qual de todas as cautas*
mal d.rigraas, mal executidas, mal comprebeodi-
das, sera' sera limites : ass m teoha ella sempre
lempo e largo espaco para eorrar a epojarse sob-
reptiaiooaniaaiei
A humanidade soffre sempre assis a eom ella a
{tedies, por muito peqaeaa qoe seja ama lesio fri-
ta erosaa coutiooilade ; e mais artna se fio del-
ta exucutores aqaelles a' qusm a le e a jostica tem
eseuihido par, a'todo traosaj maate-la, pensa-la e
cura-la.
Dr. Coralino F. ds Lima $ant03.
_______.
Depols de ama looga demora d" dons m'ze?,
apres-nion-se Duvarneoie o Sr. Tiaoo6ase. no
DiartfAjdc correte, denunciando d ineu ami-
go. a:<3rgjpnfessor Jogonu Gora s de Souz. m>*
eiu vezdaVasar dis metas acooselbadeg por le, e
dignos de hornera da he-n, embuja se eom o manto
du aionyaio, para dest'aneferir rnals q salva
vicpma a quem des-ja molestar. Eogaoase pori)
em stns pro|eclos; a^ lusa aoloridajios no foram
edniiiuidas para iostroraeoto o> paJies ruuis,
.-en in para desaggravo da jusiica ttlealiaa.e triom-
pbo da razio.
E' necessarlo, pois, rasgar o veo da hypocresia,
e que o pnalico conheca quera o deooociani, e o
der.ooc de.
O profrssor Gomes om cidaio moilo respeita-
v-i, pela ao-larldadd de soa vida, pela probidade
de seu carcter, pela moralidade d seos oostome<
e pela observancia de seos deveres, quer como era-
pregado publico, qoer enmj eidadao, qoer fioat-
iiieii-, como pai de familia. Disto estoa Intima-
raetile conven.-id >. a creio que todos es bomeos
h' oe-tos qne o conhecem.
O deDaociaute fieoba paseieoeia, ji qoe rre col-
locoo nestas condn.03-) nm negociaute qae lendo
quebrado oesla praga, f baba; e como -li epeV>ntrase os oanos do pro-
fessor Gomes eom estabeleeimeotu da mesma
niireza, a oio podersa fa los soccorabir, como
i.reiendia, visto que elles dirigidos e acooseibad1 s
pelo professor snoberaro sustentarse; ei-lo lodo
enfurecido, e o> meo aro'go, poique o sao empregados pablie>,
atirar se sobre esiaampresuodo ao facto iDleDjdes
malignas.
Diz o Sr. 3\m6(iioiia#, qoe r rof-ssbr tem loja de
fazeadas na propu cas rm qua ni"r. E' verda-
de que a i.ja de {zeodas qoe o T'iBbabensa diz
ser do professor(seguuoo iotorun-oesBdeuigna ).
nio Da propria ea>a de resi lencia, sim em om
ce o ligua, bavaado communicacSo entra ellas; ma
porque nao disse tambem o Timbaaensa, qoe o
professor ten a escola eo om casa separad e
dls.aote da ds soa residencia? Seo duvida fu
para fazer crer que o prufessor tem a escola jon-
lamente' rom Lja ae faieortas; e quero assim
procede podara ser a'rertiia'<-t
QaaDtn ao rliror o jai Timbidriaosa qn eo nio
pruvo. o que tUrmei^oo Diario de, 8 de fevereirn
prximo paesado, em defer.a no meo amigo, isto
ura absurdo qoa nao merece re-posta seria; prev i
ntjoberan'emen!- rom a lei tudu quanto disse;
lease aqoel|e Diario, e ah sa encuuirar a Ver
dtde de rumbas aaser^oVs, atura da qoe ao aceosa-
dor qoe enropera provar o que allega, ano St
TioibaDanse nao o f-i.
Simplicio da r-ruz Ribetro.
delegad s Iliterarios da pr-viucia, como se v qo
Diario de Pftnambnco n 71 do auno pas.-alo.
Vejamos o seguipie trecho :.
O modo por qoa acha-se de presente orgaolsa-
do este imporlar.ttssimo rano de servicos publico,
H
C9MMEBCI0.

nao satisfaz. as oeeessidades de insume meloora- praso XO.
i-VLArttn Duro ii aniundnt _
Saca tista ou praso obre as cidarles
princij-aes de Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ajares, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitie cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho d. 7.
ALFANDEGA.
Raodimento do da 1 a 4 ..........
dem do dia 6..................
manto para as carnadas. >
Em nutra pane, como viraos, falloao Sr. Tavora
do meUicramento das classes; agora eil-o eom o
meihoramento das cornudas. Qae arrojadas elipses
lem admittido o Sr. Tavora n seo e-iylo proprio,
que, segoodo diz elle, para ao perder, ab-tem se
de ler os classicos! 11 Tem ra> ., S. S.devezeiar
bam essa< bailesas oratorias, que dio urna pbisto-
Doraia particalar a iuiaiuavel aos seus classicos es-
criutis I e
Contiua elle :
Assim vemos qoe, abstraccao feita das classes
que podem frequeolar, ele
Ahi te-nos anda o Sr. Tavora, de eovoltas eom
as oleasesl S-lM II I
Abstraccao publica, Sr. Tavora, um gal dacoosiroeco, d-snecessario na lingua purtugu ?.->
qoe lem os s-gurates juivaleotes : fazc-ido' abs-
trarQo, prescmilindo, ele.
E' da lastimar qaa oo director da lo*iraccao
publica ignore o qna taoomaziobua' sua pro-
pra lingua I Entreuoto reserva para si o dar pa-
recer sobce grammaliea anemia, e.-cripi os dutos, a verso da Nova Casiro, em verso
lambo.., do poriuguez para loidez 1
E amda mesroj oessa algara va em qo* ascreve
o Sr. Tavora, v-sa elle emharac^d> em fazer ora
oIBcio relalaado as oceuraencias da urna corarais-
sao de qae eocarregad), a pout de recorrer
aignem para ajuda lo, depols de ler louliiisado al
guraas flhas de papal, cjid-i succedeu na-ua Brigue in"glez-fiapctii/dem.
rubiicivds a pedido
...... >
embaixad'i eteitoral da Agua Prela, que lio pro
v.-ito.a ine Iji a despello de r.d) o desaso que ua-
oifestou nella.
Di?, ma.s :
< A bra-se, pois, eamiobo largo a* edocaco das
raoisns.
i O li lio d) povo quera se abre etc..
Ao me'-horamento Lis classes e deis carnadas
juntc-se edaC'i'jo d-.s massas ; e observemos aqu
ao S'. Tivor* que aqu-Ha preposc) qua val sob-
rabada, a qua raga a paUvraqucoiu.io precisa
da arceoto, vista qae no e-so de qae se lria oio
se di' elisio neto contraccaj da prepjsici-j a ar-
t'gAo
O pronome iodefloitaquem, oa conjaoctivo.
c roo qaerern aiguas, teado carcter indi vidual,
caj carece de artigo ; p-lo qae aaque o pra
cede e-radj simplesmenta preposijao, nio poda re-
cebar o aceeiilo.
Receba gratis esta Icao do graamatic*, e coate
qae nao sa>a' a ultima.
L -e aiodo :
Faca so da ConstUoico om catheetsmo, do Co
digo crimieal oto cU'necumo eld ,
Apil.vra calechismo, eorao esla' esenpta rape-'
lidaraeote peloSr. Tavora, q^> do Du. onnjgra
pbia. Recorra aos diccijoarios, por esta vnz ao me
nos, que oo perder' o sua onh)graKbi* uU Qt-
ntns, como ja o seo estylo. g .
Aira disto fastidiosa a re'paticao de palavras
n'e-ie irecno. Seria mais barra, nioso. dizerse :
faoa se da Cooslitoi;ao e do Godivo ora cap-ems
mo, oo entao : f-.ca-sa da Con su tai cao om cate-
cbismo, do Cdigo crimioal, outro.
D>7, rio ImeMe :
< A estes pontos eapitaes annexei Ideas qoejulgo
de necessidude epopulo de seretn uiaitodas, cuno
g.rantu real em lavor da Iosiruccao publica.
O qua Sea transcripto nao sera' iportogoez TI
'sajramos qua o Sr. Tavora regess fljfrniy iifr
rio de palavras que tao ancbameute subu-tiie A
apracivcio pablie.
Receba piis o Sr. director ora incoPtestavel qui-
nao de mesire, a atOeuda assim a sua algara>u :
A asas poutos capltaes anoexei ideas cuja ad-
missao julgo necessarta e proveitosa como garan-
ta e|C.
Nao acha S. S. qoe a pbrase assim 6 ajenuina-
wcDte poriogueza ?
Nao qoelra o Sr. Tavora oppdr nqssas cor-
reccoes os erros typograpbicos, pois oos coosta
qua o Sr. director c. sturaa Urir as provas de toou
o sea exatdieaie, e ai oieemo das peqoeoas doIi-
nas da grteti.ba fm qoe declara ter visitado 4
M)tV a es cala nocturna etc., ao qua obra bem,
pois assim procura zular os traeos pbydiooomicus
da seo ongioal estylo.
Asna de florida de Moi rav e Lanman.
Na *erdade 6 coosa estraoo a para admirar
qoa efte delicado e precioso perfume, teodo sido
manufacturado ba mal da viole anuos, exclusiva,
lenle para os mercados da America do Sol a das
rtaiuhas, e estimado por toda a popolacio da Ama-
nca Hespaohol, em preferencia a toda; as mais
ei*eBcias a igoas de theiro, -t ba poseo viasra a
ser Snalffleole mtrotfszido pela-vez pnmeira ne-te
i''z depo'8 de lo largas anoos ce existencia I O
aflkcu e l.jovavel premptideo qoe as oossaa bellas
patricias mostraran) na adopiacio a* mesma, pra-
va qua as seabombesuanaciii, as qoaea a prak-
rvaaa' propm etti ek etiogne, sao dio mais qae
Das oslo apreco,a delirada purea do arugo.
Novo Banco de Pernambuco
era liqui'faco,
Os senhores accionistas podem recebar o
4* dividendo de 4 OjO do capital, davendo
entregar as accoes para se inutilisarem,
das 10 horas ao meio dia,
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Descorita letras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dmbeiro em coota corrente e a


iOi:992474
56;930633
169!9a3A375
Movlmeoto da alfaodaga
Voloraes entrados era rateada:......
comgonoros.........
------
Volomes sabidos om fateodas......... 214
> eom cenaros......... -''J
------604
Descarrecam boje 7 de abril
Barca inglezalmogene carvo.
Barca iottlezaiVapf una-dem.
arca logleza Stmiramisdem
Sumaca bespaDbula TVaetaiavinbns.
Bngoo prasslaooFa/fiRi;Mar-farluba de trigo.
Bngue ooruenD-'nseKaronaacarva.
Bogue logiexfesuttdem.
I W i m
dicto, qoe decido* peitancer a Pr#oisco,Gomei
de-Aodrio*, rssldanT no^logar dabominMo To-
me, dr freuoezia da 6lcTra o Salla.
Secretaria da polica 4e Perneaba,#la abril
de V8. ti|BU ,www j
O secretarlo
___________Edgardo de Baja, F. de Lacerda.
Santa Gasa daMfienoordia
. do Recife.
A lllma. junu admloftlrativa da Saeta Casa da
Misericordia do Recife, manda faier s cente i
juera loteressar, qoe os baos pertencentes a ca-
paila da M. 8. (los Prazeres, oae s os doados pelo
Uestre de Campo Francisco Barrlo de Meoezes,
eomo os posterioaaeote adqoiridos eom diversc's
ooos pios, na Hita de curo primete dos qoaes
em de passar aos herdeiros do instituider, e cora
a exiiogo desles a mesma Sania Casa, nSo po-
dem ser alienados debano da qoalqoer pretext,
sob peoa de sareavarjftulladas l*e iran*acc5es.
Secretaria da Saeta' Casa da Mlencordla do
Recife, 38 de .overeiio de I86S
O es
.________Pedro RedrjgJ
Santa Car a de
do Becife.
De ordem da Iilma. jgta admlaisiraiiya da Sao-
la Casa da Misericordia convido a todos os res-
peltavels IrmSos, para qoe se-argnem eoapareaor
oo da 9 do correal* p 10r*ora a maaba, oa
Igreja de Nossa SeOhora do Parahto, a8m de assis-
lirera a exposieo solemne do Saotissirao Sacra-
mento, qae devnnesse dia ebora-ier logar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Be-
cife, 3 de abril da 1SG8.
O escrivao,
______________Pedro jftodrieoes de Sonta.____
Pela subcelegacra da fregorzta de S. fre Pe-
dro G -ocal < s do Recife e faz poblico, qoe acham-
sa lecoihidos casa de deteueao os escravos re-
gatles : Anfaoio, prelo, qoa Ci perlencer a Fran-
cisco Cavaleaolty Maonal, cabra, qoa diz parteo-
cer a An^r Avel.no de Paiva, morador oa Para-
hyb), e Firmim, preto, qoa diz oerieneer a Maxi-
miano Candido Fragoso, morado* em ljoarasi,
teodo sido tomado em roo desld aromo escravo
ura cavado alarc-, qoe diz ter Cortado f m torras
de engeobo Paste, qoem se juigar eom di aiio
aos ditos escravos e cavallo, coropareca nesta snb-
delegacia, qae provando Ihe seraoentrepues.
Subdelegada da Recife, 3 da abril de 1868.
O subdelegado,
Lniz Antonio Gooealves Peona.
Consulado de~Portugal em
Pernambuco.
Pelo presenta sao coovidados os Srs. credores i.
massa do aa-eole Joo Pinbelro Rocba, qoe leve
estabelecimeoio de milhados do pateo da Peona
o.... a irem ao consolado de Portugal era Per-
nambuco para receberem o qae Ibes tecoo em ra-
alo oa massa daqoee ausente.
Consolado da nacao portugoez em Pernamba-
eo, 3 de abril de ic6S.
- "Ochanceller
Anlnnes mmaraps.

RECRBUuzua fc. HK?iOAS LNT RNAS
GSRAE
ttaodlmeotoe-odia i a 4.............. 7:3844969
(aerado di 6.................<..-5:o38a8-,7
1 i ..,

I0:033856
CONSULABO PROVINCIAL
.^eedimemo do ou i a 4
icam oo da ..........

!9:.Wfi9H6
10793A79
30:326o64
.
MOTIMEfTO
DO FOBTO
Novias sakides no da 6.
ParaPalhab .ie aiciort! Protector, capilSo Joa-
qaim La i GoneolVes-Peana, earga assoear e oo
tros genero?.
Par^-PilbaD..ifl nacional Sobralensr, capitio An-
tonio G-imes Pareira, carga assoear, viobo a ou
tros gdoeros.
Barcelona Brign ha-panh I Irania, capitao
Juan UaoriUD, e* re* algodo.
Observaco.
Nao booveram entradas.
DGLAEiCOS.
__
Om-
Os ati-iiu asMiioados, viuva Vinos 40 Dr. F|.
rsar- to",cjmuari*irados do mals profundo reeooheci-
i raeotu, agradeeim i (odas as pesso qoe assiMi-
rara a exaouias, miasa do stimo di, a ao rae-
mtoto iuut.bre, qpe se celebrarara palo descanso
po
O aiajeelo do Sr. *reetr *>aklia
miodaaiactrueafffabhca.
.y
unS.^SS UmS\ u'wa u *''' m*ra* oaaatiaJ*ima .^dj ,uag4o naridoi pai, a especial
WO* (fia*a JOi'gipara o experfi p* dos deasa- niente agradeca a poradascurpora|5,qbepor
o. laieririo-, srunodo as localiddea: *o oliafo* meio da seas respectivas doataiMoa digoarajfcvs*
oltuno rra flHatro tadetras da liagea frawei pa- romparecer ao mesmo memeolo fuaabra.
ra o sexo reroujino, sendo om para wda frtgna- ^ loaos aqoal.es, que promovern) a oomrtapi
) d;capJJ. a<0 oar*^tajejwgao Cesta io)(MUBle nffragja,.
Ciuanio p> otilWadfl do pria-r* io% menaou- *&*..* at^gp. jsslgoadas 0 mais s|uero.
los art.g.., fleaca -iDaaa. coabeaid, aaitpio-, HM>a*> a rali dao. nao protesta cppaamr inae-
e qo- a prip'ia dircti.rU arai da ta> f*> *D j aveis en s-os cbrjo**. como inequvocas pr-vas
iliea o*'as niaio> daq.ieiias q aeiia. qo sope*- Beoessaria| prestado par easaa owgci a' memoria oo tajtaeoaj
So #o Ooado.
Habita Casa ala Misericordia da
Recife.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Kecife se coortta aos proprietarics de predios
e sitio* foretrs ao patria ooio do crphios a' car-
go desta Santa Casa, p'.ra qoe tratera de pagar os
foros qoe se aebm a devrr, a cojos eooboeimen-
tos estu era,poder do procurador Bercolaoo Ota
gario Ribeiro Castro, a qoem se podero dirigir na
roa da Coqceicio p. 3.
'Secretaria da Santa Casa dcdtfisericordia do Re-
cife 15 da fe veratro de 1868.
O escrivao,
" ________ Pedro Rodrgaos de Sonza.
Peranie a c m'-ra municipal desta ciade
coDlioaara' era praca no da 7 do correte, para
ser arrematad por qm-m menor preeo u&arecer
obra dos eoocertos que ajeassita o aoooRo^ co-
fctu'o da rreenrzla de S. Jos, ortaa* oa q a-.ua
do 9;6'>34>ifl0. aquelies qoe pret^ndi-rera arrema-
tar eompaiu-caBl do dia citado no paco moo>eipal,
mooidos de flagea idnea, e legalisada oa forma da
lei.
Pt* jaaamara moaiclpal do Recia era seiiJo
de I 08 lril de 1868
Luii >s Peveira smbocs,
Pro-praaidenie.
, PrancUco C da B a-viagea,
' Secretario.
Santa Gasa da Misericordia
d>> Recife.
Pela secratari* da Sam Ca*a da Misericordia
i i itialfli ao fas publico qae > Iliro. Sr. iftesourei-
ro Ce -Santa Cana, no da 38 do correte pelas
tuvieras da oaoria, aoait>aa easa o* exaos
lo, fara' pagamento as amas qua se aprasroiarea
coodnsBdo *s er tancas qoa loas forao confiadas.
Secretarla da Saafa i:as da Miaariearoia 4o
Renfai Ce abril de i-68.
O escrlvia,
-- -- IWro!BH*ri|oes da 3'osa.


SanU casa de Misericordia
do Recite
De ordem da lllma. junta administrativa da
Sama Casi da Misericordia do Recite convido a
todos os respectivos unaos para que se dignem
comparecer do dia 9 Cu correle as 10 horas da
maohaa oa Igreja da Nessa Senbora Paraito afira
de assisiiretn a exposic-r,o solemne do Santisslno
Saeramento que pasteen a hora ter' logar.
Secreiafia na Sama Casada Misericordia do Ke-
cife, 3 de abril de 1868.
O escrivao,
Pedro*Rodrigues de Se-uta.

s
THEATRO
DE


Sogiimln-lfiM 13 de ab i I
Mr. Hermana i-'in a honra de .- nouociar ao res-
peiiVel poblieo desta cidade que elie dar' seo
penltimo "per! nul i de preslidigna^o, segoo-
a-(e;n 13 do correte, r. m o auxilio de soa se-
nbora, sendo o prngramroa inteirameBte novo.
PRIMEIRA PARTE.
I.* -A bo'ea.
S#A ead^ira elctrica.
3.s velas maravlihosas.'
* 4-0- cerdcVs chmezes. '
8.A ilba das Canarias.
Iolervallb de SO minlos.
SEGUNDA PARTE.
Por Madama Rosala Hermano.
!.- Grande cavatinade Roberto do Diabo
de Mpy-rbe^r.
2.'-La Gicjagrande valsa de-Kieldel.
15 mino os de irtervallo.
TERCE1RA PARIE.
i *As tres bolas do dlabo.
2.*A caixinha mysteriosa.
3.aO eoniraoaDdisia.
*A dupla vista.
N B. Pdese precora-r bilhetes dsde ja no be-
tel da Ejropa, das ti as 5 Doras da tarde, e bo
dta do espeetaeolo nd*escripiarlo do iheatro.

1* ordem.
2' dita. .
3* dita. .
Cadeiras.
Plateas.
Galeras.

l%|OfO
15*010
IfOM
3*0
3a000
iA'OO
Cada camarote lem drelio a 6 entradas.
AVISOS MABITiMOS
b.e pra qoa alia aao podarla ezitUr.
erro, asseverar
, oo car-J] M
everarposr-
larn
ftj?l2?" .'.^:',", ari da,**aVaoj
a
par O0i^$,eol0> M.4,^t^ jk
i^a^T,,f,''Ir "*",'MMiaaP^.atUxaftj O baarao>*3a#iaeie Rrlogoei de Lorturcracsba
Hoaraana >raaa>aa.A>ijrMWaa^1gjfar coa itambrro dos abano assigq^a-spwlodo a ordiai,
^'-fiAl*1*?* r<^?,,r*" ; IW'dreinWto *e..., raiwa da raaawa, qaa aiMMapu
-.SqXS5!^,i **"-r*** i#r1p*|aaJ2 w 'frrM^o^-pir.to Saa> a-.*****. afva-
P*V^,&**^-&!^-^*^ *o^anWo.|oa
*' o> 4 *o Mqoar-I l> ^0.^^^; fa rer wur. a o.irlzla BJa-Visi.. u,
aWb qui o 4, Itaon^Mn uawMr*.|^. tero om voTo siocuro Beloeitrogm v r *!
ivia* pel's mis a' costa dos
TSHZ!
parn ceotcour a alfas tfeltgado aaia txigeatc.
Santa i}* t Misericordia
Pefl racremifda Sota Casa da llmriedrrlla
da Reclf- se (at publico qoa a 'lHm. junta admi-
nMrativa c> ncedeo alna* o prazo iniproregavet
de 30 das aes prrprieanp* dos predi,* da roa
da- Roda rorerra a* m'srn Santa Casa para paga-
remos for is qOH-e ac ar'defer, e previos a'
aqoelles qoe nas gara eoto qoe se loes propira* accao da commisso.
______ OaserivJo,
PVdrp ;cj|iitMyiai. '
Si
CQMPANHU. BRASILEIRil
BE
Paquetes a vapor
Dos por tos do or le espe-
rado al o illa 14 do correte
o vapoe Sonta Cruz, ewn-
maoeaftt D. Maoi-d Pernei-
ra, o qoal depois da decaer
do cusiume segoira' paca os
poikfCtfaaol.
Recebem-se desde ja passageiros a ogaja-se a
carga que o vapor poder coodozr a qoal Overa'
ser embarcaa do dia de soa ebegada, encetnmea-
ds e dinbelro a trate a t o da da sabida- aa* t '
horas. Previne-se aos Srs. passageiros que^soas
sassagens s se reeebero nesta sgencia roa 4a
Croz' o. 67, escrintorio de Antonio Loiz de Oiivei-
Ara zevedo & C
Nao sa n-cebera coma eorooaneodat *<*-
jacios de pequeo valor e que sao exreda a 8
palmo cbicos cu jacc'olot- o S arrobas de peso.
Tuda o qoa passar Oestes llaatles aovara' aar-am-
bareada corro carga. ,, ,. ..,;
Nho s reenho cjb r>?r c. Rio o> Jmoira.
COMPlHHIIrl
DE
Paquetes vapor
E" esperado dos .purtoa
te <>ep 8"do rorrete
C Guar, eommandanie P r
* ente Pedro HyplK'nto
__________o qp3ldYp.'is1}a demora
lome se^uua para s ptrrtus do corta.
Recebero-ge desde u passagairoso epgaja-ae a
carga que o vapor pr.ner coodtlzir a quj ara
ser embarcada oo da de sus .^afli.aMOMaai-
das e dioheiro a frete at o dia Ua ?ahld--a*ll*|o-
pas-sageiros om jate
nesta agenctt roa a
o de AntoDio toix
doleos-
asia.McrKari # oadapj.d^ipj.^r,
d* -aajNM.ja* raaaMiaa **m 4m, laa^taaadpa,. Wa ^acg*. (
UtttmbajMaaaiiMc* .- fpniaag,,
_ moneo?m Apfooeo; e ni_________________
eapeili, pruva pleoa de sia ptaoade e de so ami. uuiti 4a fieguezla da Boa-vuu.o eserivo Basa
ras. Previne-saja'
l-assagfDs si) s.
Crttt o, 87, t aad.
Ufe Olivaira /tze*l>IL-
Ifio.se 'ac8Dm como eocoomeodar>aalo
ieeto^ de pquaoo v^P' ^fluenao eaeeaam de *>
calmr tobifds db mad'ii oo i avroba aa^pbo.
Todo o ao* p-sar desles limites de vera' ser em-
barcada coair. cafga.
p^rfeira>rao(HrV
rmfrM.
^.abir:Bj^4>rafM barcal
aera nel atirter erregar nona anli>ader*aa po
Cirvaibo Niioeln, ostia do Apollo a. Mk
PAGINACAOINCORRETA
i
i:

i
I
1 '
i



-,#., -
IMfcuti*

COIlPANHIA PERNAABUCANA
rg^M ftr,ttf.
BiftiWmrv
O Tapar ftwM a Aftte M.GHM,Hn' para o
porto acia o ai 1 te abr*, as
*0 ora* te aaafaia. Recebe
carga eMoaaMBtea, faaoafei-
rg* fete do nafiotorto te forte do
"- 00 OO- 6
fSTlFBUCAH
iflrfl *w I
Nayegatfw Mira por vaper,
Soiwna. !
0 vapor MiHkangvape, commiu-
anteBWo-.aouira'par*o por-
lo aelmano M 11 do correte as
9 hora da norte. Recebe earfca,
___ eueomaaaote, passageiros e di-
roa o, no eserljKorio do Forlo do Maloa

-
*
IIV V.

O!
1
DA& -r-"m ti kH
Me&mg&teiImperiales
Al* odia II ropa o vapor fraoeei avarre, o qol depois da
demora 4o costone sefor' para Bataia o Rio de
Janeiro. -
Para eon*iieM, fretes epassagees, trata-se aa
agwwtowaoTrapichan. 9.
Imperial marheiro
Pan o Rio de Janeiro.
Segu'ero pouecs das o brlgne Imperial Man-
mheiro, tem boa parte de seo carregameoio promp-
lo : para test) atratjr cor Tasto Irroaoe.
~ MPATiHIA pernambuca^a
Navegaca eosteir* ir raier.
Parafayba, Na'al, Marta, Aracaly, Cear e
Aearaev
O vapor Ipajuta, commandan-
W MartiM, seguir para o- por-
tos aelna no dfa 13 do correte
,aso botada tarde, liceebecar-
__________ga a J o dia 11 as 3 boras da
tarae, roominmla?, passageiros e dioheiro a
(rete at as 2 boras da tarde do dia da sabida:
scnptorlo no Forte do Matos n. 1.
fMPASlIA PERM1BMNA
DE
ifavegitcjto costeira por vapor
Jiftcei,, es;alas,*PeQedo e Afacaj'.
O vapor Giqui, eomaiandante
Arevedo, segira' para os porlus
cima no dia 13 do correte a;
o horas da tarde. Recebe carga
at o da li, encommeojas, pas-
aages e dinhtiro a frota at as 2 bors di tarde
do dia da sabida no escriplorio do Porte do Ma-
to? o. i._______ '____________
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir cora maita brevidade o patacho
nacional Qualro tinaos, tendo parte do seo carre-
gimeolo prompto : para o resto qoe Ihe falta tra-
ta-se cora seos ^asignatarios Antonio Luiz Mar-
tin Arevedo & Os, no seu'escriptorio roa da Croz
B.S7.
e proprio para viageos te quera ora no carato,
como molto deaetotel pan quem sabe apreciar
Imi ventelo jga(loc^k .
" ll VSi **** #MKV a' roa do ti-
rarlo ffcfn i muer de hiendas des Srs.
... iwi...... -J
A8>i.9KM||[jgKB
** a^t en todas ai !
^^^rf^^flttti^'' Eari"
- lfatetei^iitlo na-ANbttffeiibeeido pelo
sitio do Vlllan, osn* tal cagagr{Dilos arvorelos
InrteWor e pretender procore tralar oo do
meamo s*tio oa no sillo vlinbodo Wr. Jseome Trla-
ti te AmoJo.
''' i,; %!' .' '. .11* mtmm*
Gosmkeira
peno.
RITINTES, 90 RlMTOim
jSes de Da, Atfh sio vendidas
Boticas e Drogaras do im
----------.oria,
f Sf T* ?*,riSem a *tt*sm tila e
ac. te utm,. i*. tac. !n? de .D!eosidade,' lecessilam
Atm, te.
paos 1004-86 ods efiaovios cootag)
qae so desprenden) da vegetado
Joapaotaoo das agua* eocbarcadai.
-
Precisa so te orna eosiatMira para asa te pe-
qoeoa famUia estraogeiM ;* Uattr na roatte^ta-
piche Novo o. 40. ,m .:l oi '"
ta.pureu.eo8Mii.ie.
T~------------"*-------
JUT.WQ b oope
Alogase o 2 andar te seDrtfAe tero te G ia
.33; atratar bo RecH ro d CateMtr'. .
mltV J^"c8Q*fficro0''^*Sff*^e9vl^T de'
parda, Idade te uuioze aonov.aprendi do me't
ped'reiro Manoel do Carmo Ribeiro, roga isial
dads policiaes. que laocem soa vigilaocu so
elle, por ter desappareeido iresde o dia 28 do pau-
sado, er apezar ooa esfonjos qoe tem eapregad;,
aioda nao pflde descobri-Io. Levara corasigo ora
colher de pedreiro, calca e camisa te: algsdio de
m
m II m wil lIlMH n~um, **. wprwwnii. oa wqewM pqdre
***mmm teRAUAPAiiiHA, wteofc- E;!ralK", t {dai.W cbarcadai. E'
htopetoDR. AYJ tiToi e aitcrantca <^h^ ^^>jA 4qb^^ pelos poiBnSes o penetra oo ian-
8JIte,^^JK^^y S >'Sf, m m* e toBVcif*. niiHKitmM. *? *-6 por oiuit lesftpe bo systema ants de
iaSS^^aaSBr^^^ 4fflalW.-ni8 6*aogue rece-
b ^..PWo.pitaoei, opera as sese da ma-
Eatae todas as molestias qn'e aStgem o genero humino, na Deira 8|tjyile } 9a DlfiDSa irritanaO 00 8YS-
^T,^^^T^"TJ:jr^^^%^^ ^-Bfwiodoi. sange no coTpo
fTmidadc? qur nlo lhc se feralmente attrUfeM**.' '' -; '|^^' eMrfl**r'0S iOtemOS, tf figsdo, OS
nina eausa dlreeU da Utica aHtmon0 frm^l l8, O [aaflCfeaaS O kWC*, eStODiagO el OS
fi9do, t Miomas, mffee^c, d terete, Khe,imafUmanxx\m^Sa e a#eee do* Si>u entre seo. rmptomai ka ss aegotates; I T. .
Falta de apetito, Fraquexa e moleta en toda carpo; 31*o
PERIJD0 FRI.
MMM 1%yfifa
fey
llil A
8 3
fl fe 1T*-Vtf^^pfei
IUM fll til
IUV i

Ib f
J VI6MS8":;''Vj(l 3 8si&L'i N. 55 RUADOIMPERADOR N. 55.
Os ptanoos desta anliga fabrica sao boje asss conbeaidos para qoe seja neces-
sario ^**l*ef*mm*U*f, valtagens 9gmm ty oJa>r#3m aos compra-
dores, qoalMafTO^c^s^cuflfBsxfeFS, que ellefter definitivamente eoqoistado ubre
todos os qne tem apparecido nes'a prac;
dpcem todas as ntadft" fcaiflichos
bricados de propos^.e t^sflfa^ ulgn^
o clima deste paiz
daris aos t ovide
issuindo ora teclado e rnachinismo qoe obe-
Atmslai, sena nufeca falhar, por serem fil-
ote mflloranienjHi importantissimos para
cieiro da boca, semblante plido e incluido, i vez*; tfotna CI6- 6 COTpO } 6 alrura transptrente, outr:u rezo corado e nraorcHa ao redor
d ; OlgeatSa fraca eapetito hrrpnlar; A'cntre iuciado"
e crscuaco irregular; Qoando atncu oa pnaMoe ulna cOr
arnlada mostra-se a roda dos olfaos, qaando i no estomaga
ao arermeHia dos, as pessens de dl.'posleo escrofulosa
riSCado e CbapO de palha : {|Oem p apprehendtr, mipareeeinfrequentementem dirija se a* bdtica ds" pateo do Terca a. 133, que -
sera recompensado.
: ;____ Ignacio Possoa Esteva te Silva.
i riilu c

J

_
Na ra da Cadeia te ftdcife o. 50 precita-se ie
o a a a ma para cosiiter.______________ i
"*--PretlsAse de ama preU, forrt oo escra'v,
para o servlco interno da casa de ama 56 pessoa
sorteira e par VcUtref na roa: atratar Harte
eslroita do Rosario n. 21 segundo anter..- ;, |
Preciaavae te aigumas eeatureiras para coier
vestidos. A tratar na roa do Imperador n. 23
prlmeiro andar; das 9 as 11 da manbaa e as 4 aa
tardo, .,. j ,- i
Gabriel Antoafd scientif ca a qaam interessair
possa qne psgot a eiecogSo qoe Ihe moram
Sr?. Guimaraes escrivo Fa'ca\ nao podenco consegaintemente
ter logar-k arremalacao qoe foi aonunciada por
edital de 12 de marco, visto como pelo pagamento
fleoo ettloeta a penbora.
jj i rii I
partes de corpo; lio predispSatas is nffec<;les dos pubnles, da
fi'iodo, dos i-iiu e dos orgos digestivos a nterlnos. Portanta
niio sio somente aqneUes qne padeecm das formal ulctrm
e tuberculosa* da atrofula que necessitam de'pTOteccia
contra oa sana oatragM todos aquello en ea>>aaagaexlata
o virus talftBtede9ietn-ivelflag,llo(eveea hereditario), TOtUrallUetlte SUCCBde t gl'andea agtaQOeS,
Ko^expostO. tambem a soflrer da. enflrmidada. que lie e O StinCtO do DOMO OrganBIOO \Vl abaD-
O-erecemo. a estas pessoa* nm abrigo seguro e amantt- ^0nar a teOtativa M qflO.reOlfbradaS SS OT-
dota cBcaz contra cata molestia e suas consequenolas, utr.
A mbre caosada pela reaccao, quao^tt
o s*flgue abaodQB os1 exretwibs internos
e arroja se superficie, corno r/um outro
esfor?o violent* para expulsar o veneno jh
trarez do otro excretorio chamada pello ;
t5o pooco- coi'segoe a natarezat ueste segoer
fio esforz Ipoto no priBieira
Depois segu o desuni e prostraejo *qi
16,^Rua da Cruis*16.
H* diariamente oeste estabelecirflioto mu sortimento de doces para cha",
ie-l, bolosjnglezes, podios, pastis de differentes qualidades, flambri etc.
Para Lisboa
Segoe sem demora a barca porlagoeza Constante
NI, por ter granle- parte da sna carga prompta,
para o r->t,"e passageiros trata-se com Olive-ira Fi-
Ibos & C; largo do C irpo-Sanlo n. 19, ou com o
capito, na pracs. do commetclo.______________
"Parado Rio ae Janei o.
Pretende seguir com muila brevidade o brigee
nacional Isabel, leudo parte do sea carreeamento
prorojto : para o resto que Ihe taita trata-se com
Azeedo
n. 57.
& C, no sen escriptorio a' roa da Cruz
te
orto
Para o referido porto pretendo sabir com a pos-
slvel brevidade o patacho portupuez Garibaldi, re-
cebe carpa a frete : a tratar- com David Farreira
Baltar, ma do Eirom n. 66, oa a bordo com o ca-
pitio.
BUHA
Segoe cora brevidade o patacho nacional Jtfon-
teiro, para o resto da carga qoe Ibe falta trata-se
com os eonsigrataro3 Aoioolo Luiz de Oliveira
Azevedo & C, roa da Croz o. 57.______________
Para o Rio de Jmeiro.
Pretende sah r com a mxima brevidade possl-
tal, por ter a maior parte do carregamento prom-
pto, o brigue brasilelro Trovador; para o resto
que Ihe falta e eseravos a frete. trata se com os
coasigaatarios Marque?, Barros Corpo Santo o, O, segando andar.
sima "'-11 -v ""^ msame***
LEUOSS.
Peixe vivo
Qnarta, quinta, sexta-feira e sabbado, peses m se
oa vivelros de iliramar, ao pe da ponto de Motoco- a MeBkor
lomb.
Peixe
peix^
Quinta e sexia-felra santa, pesca-so no afamado
vivdiro te Mumz. _________________^^
Diaheiro a premio
A'rna do Rosario da Boa-Vista b. 1, se dir
quera d l:iOO, e as conditoes com os quaes 3
effeetnaro._________________________________
Precisa-se de ldh ama para casa de bomem
solteiro na roa da Praia n. 7 armazem do Bol.
~ISstevo os da Motta, cididTlBrasileiro,
vai a Europa.
Salsaparitha de Ayer
qoe opera dlretamente sobre o sangne, pDrilcando-a e ax-
paitaudo dplle a corrnpe/io e o vtneno da molestia: penetnr
tudas as partes c todo es oTgfloJ do corpo Humano, llrrnndo^
os da soa aeco rielada e inipirando-llKa rorarlgar. lum
alterante poderosinsimo para a' renoracao do sanguc, e d oo
corpo j enfraqnecido pela doenca torca e energa renorada'
oonw as da juventudc.
TAMBEN O MELHOlt AirTI-STPBIX.XTICO
COlfBEttDO l
cura pormanenmente aa petores frmas^^e 8TPHIL8 a ai
Boas conecqaenclas. Pouca necessidndo ha de inforrB.it- o po*.
lico da inestimarel ralor de um remedio que, nomo cite, uvta
o sangue dessa corrupcio e arresata n vtetlnm das garran do'
moa marte lenta e ignominiosa, porm iuevitavel se o mal
tto. logo combatido com energa.
No pretendemos promulgar, iicm qneremtM qne e lnffra
que este remedio o infullvel para a cura de todos os nqjiMti.
tcentos hnmanos, o qne dizemos que a
SalsapariMia de Ayer
prcparaeo at hoje deflceberta para esta* e oatraa
molestia antio^as, que ama oembinur;HO dos altrnntra
Hala eflicazrs coq1kcw>s, o quo,temos coasoicncla de offerecer
ao mtUioo o mclhor rotnltuio que 6 po?svel prOUuzlr, dt
ixiUlllfltDeU e pericia medica des ossos lempos.

DE AYER PARA SEZOES
Inftlrel. as fobres intermittenteB, renrittentea,
Febrea Biliosas e tercas, mal do fijado, in-
cremento do ba;o, eegueira. Dor nos
ouvidoe e palpitares, qaando
sao cansados pelas
PEBRES INTERMITIENTES, OU REMITIENTES,
As preparnces de Dit. Ateb sao vendidas em toda, w
Boticas e Drogaras do Imperio.
SAXSAPARRILHA DE AYER
Para a cora ratliea! de
Escrfulas, ulceras, chsgas, ferklas velbas,
Fogio no Io do eorrenie aesr.rava pur uotoe*
Rosa, que representa ter de 26 a 27 annos, a ta,
secca do corpo, cr fula, lera orna perna alguna
cousa ruchada proveniente de eryslpella qae sof-
Ir. Esta escrava cotoma a embriagar-so e Bca
bs saus consigo liarles Antonio Luiz di Oliveltt; hbuo atrtvida, iolga se estar acoltada em-^letam:
Be nm sitio na. Capnnga porto do Lasserre n.
W, cera casa de pertra e cal, coctielra, senzala,
porio ao lado, nmtia cora excellecte agna,
tendo a casa grtnde sotao, o sitio lodo morado,
mullos arvoredisde frncto be^ como larangelra?,
sapoiiieiros, ficcia-p > etc. i u.
HOoJE
O agente Minios fara* leno antor8n4o por nm
estrange-ro qae se retira para a Europa, do sitio
aoim, oo armozem da roa do knperador n. 1G, ao
mel da.
--------------
LEILAO

De 49 cateas'com cerr1! allemSi, "9 caixas
cim vtnhos e M barris com presuntos
- HOJE
O agente Pe* ana vender' em leil) por conta
de que ib portee cer os geaeros asima avootade do
dti a.;ima as {I l| horas da manhaa do arma-
zem co Aone ilefronte da alfandega.,..

.
Alnga se o segondo andar do sobrado da re a i
Direita n. 8o e a loja do sobrado atrae da Mainz '
de Santo Antonio n. 12: a trataar no primeiro
aodar do sobrado da rna das Crozas o. .9.
Pogio no dia 29 orna pre'a de nomo Antonia,
de meia Idade, j tem cabellos brando?, ftia dej
cara e tem ella joda picaaa de bexigas: quem molestias syphiliticas, e mercurKes, enfer-
prender .leve a soa seniora na re do Amorim I mid des das OUlberes, COmo retenfao, mens-
n. 8 ou no trapiche do Cunha, qoe sera bem re- ji ... I A a
comp nsado. do|roso, ulceragao do tero, e flores
brancas. A nevralgia, convaleces, erysi-
pelas, enfermidades cutneas,: borbuvhas,
oascidas, etc.
. O extracto comporto desalsaparnlha, con-
focionado pelo Dr. Ayer,.- apu combina-
o dos melhores depurativos e alteran-
tes conhecidos medicina; composto
segundo as lets da sciencia, approvado e-
receitado pelos primeires mdicos dos Es-
tados-Uaidos, da America do Sul, do Mxi-
co, das ladias, e dos priocipaes estadol da
Europa.
A salsaparrilha de Ayer. 6 especialmente
eficaz na enra das mo estias que tem sna
origem Da escrfula, na infecfo veoerea,
do oso excessiro do raercorio ou em qul-
quer impureza do sangue.
Eotre todas as. molestias que alligem
o genero humano, nao ha urna mais univer-
sal e terrivel do que a escrfula, por si nao
to deslruiUv-a, porem aeaasa principal
de muitas enfermidades que nao Ibesao-ga-
ralmente attribuidas.
urna causa directa da .lisica pulmonar
do mal do figado, e estomago, ojfecgdes do
cerebro, rkeumatismo e affecees dos rins: en-
tre seussymptomashaosseguintes; Falta
de apetite, fraauea e moleza emtodo corpo;
mo ebeiro da bocea, sebante plido e incba-
do, s vezes d'umaalvura transparente, bu-
tras vczps crado e amarelfo ao redor da boc^
ca,; digeuao frica e apetite irregular,; een-
tre adiado e evacuaco irregular; qoando
ataca 03 putnes urna c6r azulada mostra-
se a roda dos o'los, quado no estomago
&lo avermelbados,Nas pesspasde disposicab
escrofolosa apparecem freqoentemente erup-
edes na pelle da cabera e ontras partes do
corpo; s8opredispstas saffeccdesiQ&pul-
,ndes, do figado, dos rins, e dos orgSes di-
gestivo e uterino. Por lauto, nao sao somen-
te aquellos que padecer das forreas ulcera-
ras e turberculcsas da escrfula que neces-
sitam de proteccSo conlra os seus estragos;
lodos aquelles em cujo sangue existe o virus-
latente deste terrivel flagello (e s vezes
hereditario)--estao expostos tambem aso-
cazebre em Saolo Amaro, aonde tem bstanles
conhecimentcs; proiesta-se com todo rigor.da le,
contra qoem a ti ver occulia. Roga-se as autorida-
e policiaes e capitaes de ompo, que a appreheo-
dam e levem ao sen seuhor Joo Pereira Ilootmbo,
morador na roa da Aurora o. 40, qAs ser bea
recompensado. ___________. ________
Ai-ha se recolbido a casa de detengio desde
o dia 30 de marco prximo passao, vordam do
subdelegado da freguezia de Santo Antonio do Re-
cite, o pardinho de nome Salustiano, qae diz ser
escravo de Manrel Joi-quim Fereira Meiio, mosador
Da comarca do Garanbuns; qoem tOf sea seonor,
que appareci neste Juizo manido de seas docu
mentos para Ihe ser eotregoo. .
Na ra da Aorora n. 24 segundo andar
contioua-se a precisar de ura cosinheiro^para o
servico de orna pequea familia.
Na roa do Imperador n.73 s'goodo andar,
precisa-se de orna cosiobeirp, e bsm assim do um
creado para compras e mais servio de caa._
Advertencia!
iuf
A verdadeiraloocaBarb>iho se venda oes-
te deposito do paleo do Terco o. 12. Aqai nao ha
alsikaco, nao acontece ai-sim, porm, na mais
partes que vendem I --uca fatincada em ootras offi-
cioas, com barro salgado, resollando engrasar e
nao adogjr era mesmo esfriar agoa, nao ob-taote
venderem por Barbalbo : veodem mais em coota e
isto basta para iliodirem a boa 1 de qaem com-
pra, cegos, ignorantes e sem conhecimeoto. aeoo-
tece, pois, qneixarem-se qoe olo presta sendo Bar-
balbo, nao faz boa agua I
Creio at^ ser mais apreff'coada, bem bruida
isto basta para esperieocia* pois sendo mais perfei
ta nni encocla !
Alerta coa oa traficantest !-f 'A e'asa acha-se
bem sorlida de nevo e variaveis postes de qu ;rli-
abas brancas incarcdas, conforme o barro.
Parte ,.36, Rna Trviennc.P1
JV4.S tNFKllMIADAS UBS 3EXUAES, AS AFRO
Jgoss CUTAW^.sS, E A/-TEIlACQgai>0 SAMOIM.
SO.O 3 cura, iu impinga*,
pufttila, ktrp$$, amo,
comixoa, acrimonia,ttv-
lercoet.weioiot do:anvtt
r-inti, < alteraf do sav
g.ie iXarope vegetal Sf ra carte. Beparatttf?--
**FMm*m DAIVHO MI!a."RAES WlMO-Se !.
*r stiiii'j. s:j;iiii-i o iraelinneule IMffiravo :
rtipr#K2|lb a^ mermas notes-ias. i
I^Tni*CfiR Ks!a Da um fflMpT vstio 3i arorello. nm dito de
nogueirarifuas rnobihas da amando com pooeo
ns, ama. eicjllmte oadain para Mudo e ao
mesmoteipfl1 fiara oMais a seia,. zias de cadelrds d amarello novas e de pao d'olo,
obra Porto idqiw tota?, 2, pamas fraoceu de
araarefle cora iioucq uso, daas grandes mesas de
Dogat*eomfmpo-da pedra', tres camas de ferro
ce* tofxiS'#4 ukjla. om jegotfe ba^ateH, mt'ti,
^0 bioar Pff 5. c*Bolbro>
bjects que estaro( pa-
para al
iioji;
JfJroa'
lempono, 'cmfthfr
lOPBdeNAFde
PE BELISI.BBIF.B
. SireB.uiikflapcitorts apprrad*-peti proHM
sores da Facultad de Medicina de FranoaV-* per *l
S0-MediM*di^*1tae# ficaro laalo a si^a supfrioridade sobra tdos oa
oulros PfttoraeS corao sna poderosa qtc.
vuitt'o p^ntfiacj vtinj BU
Qfli
umm
. nlco alimento
fas. renova no outro dia a lula desesperada.
a M vidente, pois-, que qoaiqttr remedio:
destinado a curar esta morWia deTO des-
troir ste veaeno no sangne, !i arroja-lo
fura elle. A preparacSo qoe qui oCere'
cemos ao- publico, se.lr empreada seguu;
to as nossas dtrecgoes, preenchem estas con-
dices, estimulando os grandes excretorios
internos o figado,- e.har;0, e os rins a
separar do sangue o veneno offeosivo e ar-
roj-lo do cprpo; i
rem-se offerecido moitos remedios para
cura destas molestias, porm oo nao tcem
ido bastante efficazes ou leem;produzido ef-
feitos prejudiciaes santo eni geral. -
. A quina, anda que seja o grande recuso,
s vezes produz effeitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicial sade.
- Entre os males produzidos por ella se en-
eootra diarrbj, dores de cabeca, coDges-
tes cerebraes, vertigens, mal do Dgado chro-
nico, incremento do baco, zuido nos ouvi-
dos, cegueira, surdez, delirio, somno lethar-
gico, causa tambem dores rbeumaticas e
nevralgicas. ,
O remedio do Dr. Ayer.
ma ssas"
Expulsa o eoeno do systema e restMue
a sade,
Vende-se na botica frauceza de P. Mau
rer C. roa Nova n. 23.
Fedegoso de 'eniambueo
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominacao de- ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
arista de gallo, o tiartum utilissimnv.
on tiandium elonna\um de Schuin, e o he-
liotropiumeurabsadium de Mart., pertence
familia da* boragioeas.
O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca pernamtwcana, corao urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e appHcado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysiu, astbraa, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recentes- e antigs, suffocaces,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimentos das vias respirato-
rias ; sendo nm excelleote Unitivo para
aqueles que padecera de phtistba polmooar.
Sua efcacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e ninguem ha que a desco-
u*heca.
Nao ignorando nos o que acabamos- de di-
zer,eesforcando-no? por ser til hujnanida-
de sbflfredora, preparamos o qoe abaiso indi-
camos, pondo a disposic3o dos distinctos m-
dicos, e dos doenles desta e das ootras pro-
vincias deste imperio nossas pregaraces,
que s3o:
em extracto nlcootico, cosplas-
tro. oleit, tintuva, pulan, xa-
rape e viaho.
A JUBUBEBA urna das substancias me-
dicamealosasque perlencem ao reino vegetal
e entram na casse dos tnicos e desobstrn-
entes, sendo empregada com ?anta?em con-
lra asfebres intermitentes acompanhadas de
eDgorgitameuto de figado e bace.
Ella, tem sido aplicada com incontestavel
jiroveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrbo da bexiga, e^nesmo para
excitar a menstruae/io difficil, resultante da
mesma anemia ou colse.
E' nrurto superior aos saropes de CUSf-
NIER, e dLARROT. De fcil digesto, a-
gradavel ao paladar e ao olphato, elle cura
radicalmente, sem mercurio, todas as affec-

per- a'a&enefmt'kdts-que-efre eatrsa;---------r^es'Vpefle, rmpigens, alpccas tumores,
ulceras, sarnas deg^a^s* escrfulas, es-
corbuto. E- sobre ludo poderoso as' moles-
tias rebelde ao oercurw e ao iodurto df*
Offerecemos a estas pessojs um abrigo
seguo e um afttidbto efifiz eontra esta
molestia e suas coseaUeoci, na
MaUaparrHba de Ayer
''^2"fS^O *>he opera dire^ctamente sobre o*sangue,pu-
sas> n flautadawe por isso muilo agra-
Fazem-se conforme as enoommepdasj- llo nesta far^it,como na doSr. Blot-
del, de Paria, tocio correspoudeifle de ). Vienes, efe cu|a cirjit foram sempre pre-
miados emtorfiaasetptecCes. **'-
No mesmo estabelecimento se achara sempee um explendido e variado sortimen-
to de msicas dos melM^4utoVe^d"E^t^^s^VrjWharmonr:os e pianos harm-
nicos, sendo tudo vendidap'oPrtoou:c#ftrirJs #fearj5iveis.
Novas conservas c licnre*, agua de rosas t de flr
e laranj em garrafas.
TRABALHS DE ASSUCAR.
Assocar candi. Bombona. _. .'o
Fructas seccas e crystalisada,. -, LL Xaropes de diversa qtttdades.
Ditas em1 calda. h Candilados.
Pastillas de assucar de differentes qoali
dades. .
Amendoas confeitadas.
Papis finos com estalo para sortes.
>b
Pastilbas de caf comleite.
Bombn fundaot.
Pastilbas de ros e lm3o. ,&?> sui
Ditas o Hortelaa pimenta. :z&
Recebem-se encommendas de trabalhos proprios de pastelaria para grandes
jactares, bailes, bapsados e casamentos, ha ven do para isso enfeiies ana!oos, bandejas
com bolinbos tanto de armago como sem ellas,paes-de-l e outros bollos diflereotet en-
eitados sendo o de cor feua com assucar.
O dono deste estabelecimento tem resolvido substituir oas bandejas as armarles
ie papelo e folha. por armacoes de assuca.r competentemente decoradas. Tanto pata a
provincia como para fra, sero as encommeodas 'bem acondicionadas.
Nest estabelecimento compra-s pevide de meiancia (milo).
i--------

' 'i'
lu i i11 ni /1 i i ni

Rcebeu-se urna factura dos acreditados charoles da fabrica.de Jos Fortado de Simas,
os quaes se acbam expsito dos apreciadores no grande bote! Central, ra larga do Rjsario o. 37.
Consta das excellentes marcas
.
Imperiaes.
Guanabaras.
ExpcslQao.
Liaes.
Vendemrse em grosso e a relalbo por presos mais
parte, oo grande hotel Central.
Napnlges.
Amadores.
Nova expsito.
NoFoias de Ha van a.
raioaveis do qne em oulra qoatijner
XAKOFE

ESPECIALIDADE
DE
BARTUOI.O^IIEU &.
Para a cura certa das tosses antigs e rfwntcs, catirrbos pulmn.r, astbma; lo?se ronvuls', catarrhoa

-

prorado pela Acade
m
pM*4-4e|*itaa,:-a!e*ni
raMo.e^A-cliltA Muprfytntflti j N*
levao temprt o ttUo t a \\rma Delanarenieri real; foorel bel
([Depoit2 ^p toda ii pharmaciaftiny' |tTiwT|^|
. taasaa pelaiosa !
dorpo j enfraquecido pela duenca forc% e
imergia renov>1as rjarno as da juvenu'de.
Jf TAUmH Q MBtfWR A?Tt 9Y!lfcrtlr-
ira permane^e^e, as 'r$tak& Prmas de
mpbili e as 8aasiCOBseQoeoct.K Pone-
>! deiBformr^- pnblfto di-
lestiravel valor de oro re^iWio que, como
-*ie, livra^vf^bJftM dessa corrupcao/arre-
ta.,viciaie daaogariasio.^jrna morte jen-
igBQBVAiossv mm imiual, U~*'
n3Q e logo> lo pFeteDdeaoftpKomnt%aaTb aen p>r-
[*i nios que se lolira que este reme rhllwt-1" 3
r Bu* i v|l pjra reorrU lds os padMimenlos h-" p
anos, o qnevdftem^-d\l L
KgatAk ^- .-.---^-.^^inn ^.conv
Ps Tcro^fftgti para mbrlgas.
Preparaco a maiSrsgura para a ewalJO .com-
pleta das-lJt)brl?as.e'oblros ver.nSes;: sa .acarre
,80-ajio preparcies. Sao do rabde a.ccJc vermiciya,
tfTad*vwsii paladar e?o*mparij'el com tot ft a|
ft^'cenJp!eis3e9, variando salcoTo o. qoao-
ffiW^rfto^^WA DOPA'RA.
t .-. ;-fcd 1-iUOP: '- LO-A U.,<-. 1!
lM:rUBAVlV4 *AMSCH
USADOS AS MOlBSnAB 08 MsL,; IsitlGKNS,'
.DOBISS WJKOJ^J^A^EiJfcGBB^ScVBiiliWU-
piLlfLAS A\1I PRBJOBKIS
I "O MULUNir teu>an^lo directa sobre os
Uniros QOTA^%isrOjS8SBllir iem
teterminwwaeacsr fl sangWinrcerebro
como o'ouirre^fflWinMra AWesloe "
oa. tumum ******* dmm]
&'ffi^
iODOS WB
broneliiss, c cu goral costra lodos os soll'rimi-.iit s das vias respiratorias.
DEPOSITO GERAL
BOTICA E DBOUHIA
3| Roa larga do Roiario 31.
PERNAMBUCO
Illm. Sr. Bartholomeo A- C O xarope vegetal americano, preparado em sua
conceitcadissima pharmaci?, um til remedio para combater terrivel astbma.
Sofra eu aquella molestia ba quatro mezes, sem aioda ter combatido os ataques
mensaes que linba; este ultimo que tive foi fortissimo que me prostou por 8 dias, usei,
j)crm o seu milagrose-xarope, tomando apenas tres dses, e al o prsenle nao fui
de novo atacado. Prasa Deus, que eu fique restabelecido por urna vez.
Rendo-lbe pois os meus "agrdecimenios por me ler aliviado de lo horrivel
mal. Com a mais significativa graiidao, subscrevo-me de Vmcs. affectuoso e reconhecido
criado.Seterino Duarte.
Sua Casa 14 de fevereiro de 1868.
Illms. Srs. BartholoBio C Depois de qnasi seisjnezes de soffrimento com urna
tosse incessante.fastio extratttdinario,f-'expectorac2o de um catarrbo amarellado, e perda
qnasi te tai das fireas, que o menor passcio me fatigava completamente, c,nsado de to-
mar muitos remedios sena resaltado, tive a-felicidado de.saber que Vmcs. preparavam
o xarope vegetal americano, e ccmellc, grabas a Deus, me acbo restabelecido ba mais de
deis mezes, e robnsto como, se nada tivesse soffrido.
A gratidSo me torca a esta dectarac3o, quo podero Vmcs. fazer o uso que
quizerem.
Son com estima de Vmcs. muitos respeitado'r e criadoAntonio Joaquim. de
Castro e Silva,
Recite 8 de-frvereiro de 1868.
Atiesto quo usei do xarope vegetal americano, de composicao dos Srs. Bartholo-
meuC. para cura de um forte defluxo, que me trouxe urna rouquidao, quo me nao
fazia entender, inflaramacSo e dor na" garganta, tosse, grande falta de respiracSe, .e fi-
quei completamente reslabelecido cora umi v'dro do mesmo xarope; pelo que Ibes pro-
testo' eterna gratid3o. Recite lOdejaneifO de .1868. Joaquim P'mira Arantes Jp-
E'tao reconbecidos.
mor.


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i

- ..

nmm
inciuJ
CHAPEOS DE SOL
W iba

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as mais importantes do norte do imperio, pois pode proiluz'r mais de mil chapeos
por semana.
Ro Nota n. 23.fRWBi0O=Rua:dijlib1igl 8. 8.
Participar Sos seuslinmefsos fregueze*s que pesar a grande difficuldade
que ha as traosaccoes iber^ntiiibpif^ Europat n a.ft*wi esto montada e provida par
sat9fazer a qualqaer pedido querjhi for feito, acceitando qualquer eocomraenda grande
oa peqoena, podendo at? o ettirW1)PRfcrlt;PrjreTiairi?ntB a.fazenda com que se h* de
confeccionar, o que** feUaf^conten* 6*eraire com aquella,modestia, depreco? que as
ref&^^m*pFinw^"*'c* (M Europa*-Ife^ permitiera fater.-pols- Bem>o-
do de Innga data qne seinre se tem veo^jdy* por baixo do preg geral.
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^Entrad feral ra Itrga do.B^Vio .n^ eip*.BiTit rw
Kste vasto e acreditado. estWWmeoto sep M^^ offerecodWJ BJj.nffjy*.
i (M bOeifedefliiWiario toda^ C*mWfi*'
,nMf p!H^WWn>r)iWol M
trato.
.JNAfllM
cmmvh
de
las 8 afet^B^BJ
oa U -;- -
ILEBtVEl


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*rf tw^tMn *fcttfrHI*e MU. ***
ANTIGA FABBIGA DE GHJ^OS DE SOL
3 MADAMA v!
; n. 4.
dades de chapi
GRANDE LIQBDICSO
EAZ
aisd A
CRESPN 4.
ente, o mais antigo d'esta provincia, o_tiooa-se a vender
chapeos de sol, e a fazer qailqoer concert e a-cobrir de doto
aa velha8 arnucSes, quer de seda e 13a,. qoer de algod5o, para cojo royster tem om h-
bil offlcial, viudo da corte. Achar:se-hSo fazeodas e armacSes proprias d'arte, Tontade
dos compradores, e por commodos precot, visto fecebr-se directamente deParis.
srr _-._*_. Tta
ESSEJf CA OH]ITBADA
DE
mffl

Qreparada jfrio por Auguste Caors,
FARMACUTICO PELA ESCOLA DE PARS E SUSSESSOR NESTA CIDADI
i

DE
ArUtldes SaiWf e *.
N. 22 Iva ia Cruz N.
sourn
-
rksi
saeral.
-.
V'.
TraUmento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ooro, aera outro qnalqoet
ra da Imperatriz
Verdadeiro purificador do sangoe sem azougne.
Especial para a cora de todas as molestias qoe tm sua origem na impureza de
MDgne, como {iejam as molestias boubatjcag, syphililicas, escropolosas, darthrosas, qoe
wobam ellas por hereiitariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas infec
donadas dos diversos viros qoe cootaminam o sangue e os humores.
A csiroba om remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e pussaodo seo oso de geracSe em geraclo, boje, um dos remedios, mai-
eohecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse Da-
ero a morpha ou elephaotiases, para cojo curativo os nossos sertanejos consideram a
caraba como remedio especifico.
Ha mqito tempo entroa a earoba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, anda hoje tembrado as pbarmacopas- com o nome.de seo
celebre autor Jlo A Ivs Cameiro: n3o ella portanto, remedio novo nem desconhecido,
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos immemo-
riaes cerno o mais apropriado- para o cura deje uso oubas e ulceras syphililicas srdidas.
4i empregedo com proveito ivo dasbeoficua de rimpppLicacSo de muilos ouiros agentes
therapeuticos enrgicos e dpois quotidiano.tl
Muitos dos nossos mdicos de consideraclo e entre elles o mnito distincto pra-
tico e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio
de experiencias repetidas, o que diz a fama das benficas propiedades da caroba no
tratamento das boubas, das diversas formas sob" qoe a ayphilis se apresenta e moito es-
pecialmente as qoe tm *aa sede na peHe, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
aaoderoa observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em qoe a caroba prodozio admiraveis
ffeitos, depois de inoteis e proloogadas applicacaes de salsaparrilha, mercurio, iodo,
ooro e seus preparados, etc., etc
Nao (ira possivel que urna planta Ufo notavel por suas inapreciaveis virtudes
Attendeodo as urgentissiaa wcessidades em que te echa o imperio da Santa
Cruz, de mandar forcea para o sol, o Mouro de Teneza, patriota como acaba de offe-
recer-se coaio fOlontario da patria, afim de n3o passar pelo dissabor de ser arbitraria-
mente duignado para o servico da guerra, como esees guardas nacionaes rebeldes, e por
leeotenao elle de seguir brevemente pira o Paraguay, approveita o ensejo de se despe-
dir dos seas numerosos amigos e freguezes, e ao mesmo tempo para Ibes lembrar que
1-^IV (fetslSo ma,s fawrave| de todas as pessoas surtirem suas dispensas, pois a mc-
lctdade dos precos dos gneros existentes no armazem do Mouro de Veoeza convida a
todos fezerem o mais briibante e ptimo sortimento dos gneros abaixo mencionados.
Adtmrem todos os precos seguintei. chegqem* vej3o e comprem, e depois con-
tasen! que so urna rpida retirada, poderia ser a causa dos seguintes gneros serem
vendidos por estes precos, a saber:
Ateitonasde Etvas latas de S garrafas a 800 Ti.
Ameixas francezae em latas cartees e boctas.
Assafates do Pono, terne de 10 por 100500.
Arroz do Maranhao. ,'
Albos a 80 res o molbo. -"
- Absintho verdadeiro a 1)51800 e garrafa.
Balaios em grande qoanlidade para diversos misteres, como sejam: guarda rou-
pa, costoreiras fi uieiras, e muito proprios para compras.
Concomas ioglezee a 900 rs. o frasco.
dem para peixe epimenta a 400 rs.
Ostras, latas grandes- a ^iOO.
Vassooras americanas a 40Ops. cada urna.
sal refinado em poted de vidro a 400 rs.
B8coitosingleze8, perola, craknel. captaos, arrovrote e outras marcas a 15400.
Latas comp5o-de-l torrado a 1(5(500, este bisooito magnifico e propriopara
debis estmagos.
Senooras a 640 rs. a lata.
1 DOCES
De gotaba fino em latas de 4 Ib. por 0200, h grande quantidade de caix5es para
diversos precos.
Melocotones excedente dece ntspanhol em latas de 2 Ib. por 800 rs cada urna.
Marmeladaem latas y* libra l, f*/* e 2 a 800 rs. a libra.
Fr utas de Lisboa em doce a 500 rs. a lata.
Ervilhas portoguezas e francezas.
Farelo de Lisboa a fJOOO o sacco.
Fariaha de milhobranco a 500 rs. a libra.
Farinba do Maranhao muito alva a 200 rs. a libra.
Farinba de araruta a 400 rs. a libra e gomma 160.
Graxaem latas para sapatos a 14200 a dozia.
Chocolate verdadeiro de Cuba a 1A200 a libra,
VLNHOS
Grande quantidade de vinhos engarrafados Malvazia verdadeiro a 24000 a garra-
fa. Lagrimas do Douro, Feitoria de Chamtegue, Cam5es, Abrantes e outras muitas mar-
cas para diversos precos em pipas, do Porto, Menezes e Chamisso, a 800 rs. a garrafa
'i Mt
ARMAZEM




songeiras oformacoas sobre as propriedades corativas da caroba e preconisando-a como, n. 15, isto com pequeas excepcoes, vinho braoco proprio para missa a 640 rs-
remedio poderosissimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou snppurativas, | a garrafa, lambem temos de Lisba em pipas a 500 rs. a garrafa e 35500 a caada, di-
dmbros de toda a qaalidade, eczemas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, ej rao alguns collegas que o Mouro de Veoeza, barateiro como se annuncia, venda o vinho
entras muitas molestias de ttoreza syphilitica ou boubaca. caro, mas qoe elle serio como nao deixa de dormir de noite para andar as rollas com
ro- ter-sar-generalisado muito o uso da Ensnela da Caroba que eu pre- as pipas pejaodo as de misturas nossivas,
pero e pilas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observacSes, de-1 LlLORgS FRANCEZES
berei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a accSo do fbgo,, o que La de mais estomacal e delicijso como sejam creme d'ouro, de amendoa, de alpt r-
!r-nt(iPKeju -ar as ProPr,edades medicamentosas; e d'ora em diante encontrar-se-ha,che, de nellio, pecego, moraDgos, ortelam, pimenta eMoka, destas marcas costam de
na minba pbamacia sempre e em porcao sufficiente para todos os pedidos a essencia con- urnas 1^500 e de outras 2500o a garrafa,
centrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para que nunca faltem aos senhores MANTEIGAS
mdicos
que quizerem experimentar to precioso agente medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de oatubro de 1866.
Agdste Caors.
Ra da Cruz n. 22.


LAFECT


Ingleza superior a 13200,1)5000e800 rs. a librada que vende'o Mouro por
10200 cusa 1 500 em ouira parte.
Presuntos seceos de Hamburgo superior a 640 rs. a libra.
Linguicas e lombos preparados no Arcbipelago, acoriano em latas de 5 libras por
3$300, mas bom.
Tijoio para limpar tacar, emp a lOOrs. a libra.
Figos em caixes de 8 libras por 25500, ha muito que nSo os b tSo boos.
Pasas em cartoos 14000 rs. cada um.
Velas de spermacete, de carnauba e compnslco a.
CHARUTOS DE HAVANA
m wfraafa necia i,t,;, ri;, a___, ,,, ,1,. Mouro de Vcnea, declara a seus. freguezesque acaba de receber por interme-
lecteor soaS do Zfsueviar^rnnTl rStl' 52 "efl ^ l '- de 00lra casa suPeriures cbrutoe da fabrica de Manoel de la Salla, denominados Regaa
S -De r diaestl) 5v i ^n nZZ 1S2T' & Une7 .-de,88,sa" BrilaBD,ca- em caixas de 50 por 50000 rs. cada orna, o Mouro declara em tempo que nao
parn.aa.ue bom aigestao, agradavel ao paladar, e ao olfato, elle cura radicalmente vende s aos freeuezes
MM mercurio, as affecSes da pelle, Implgen. alporcas, tumores, ul-
eera, sarna degenerada, eseorbuto, e os accidentes provindos dos partos,
da idale critica, e da acrimonia hereditaria dos humores.
O arrobe especialmente recommendado contra as doencas syphlliticas recen-
tes, inveteradas ou rebeldes ro mercurio, e ao iodoreto de potassio. *
nK UEbAINT-GERVAlS, ra Richer, 12, Pars.
Gra C Pep08it0 em p6,abuco.-P. Haorar C rea Nova n. 25, e J. M. da
UMINACO
AGAZ.
JOIAS


N. 2 D w N. 2 D
CtIRACAO DE OtJltO.
ERNESTO i LEOPOLDO
n iJ2i?Jl'?^i!i,lta,Id* Coti^ de 0aro M ra o Cabag,acha-se d'ora em dame offerecen-
tSE3?2?l2& Com esPecial"lde as pessoas qae bonram a moda, os objectos do ultimo ros-
lidez d obra! Pr C6nl d qaa em ulr* 1aa"aer Part. arantindo-se a qaattdade e a sc-
I [o an n'nS'SlL0-1"0* ,'al4nl, desio qae deve ter os propalarlos de um qovo estabelecimen-
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz m J^VKraa^
Casas e esUbelecimentos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens: I??0 pref de ,0*. "rineos moderos de onro e coVal para muTp%jmoFfmw&nS
1. Urna redueco consideravel nos procos dos canos, apparelhos e todos os mate-! boro) imm!E*!,1?J^ e madrePero,aobra moderno gosto (oqoe encoairario no coragio de
iaes precisos para a nstallac3o desta luz,
2.* O gaz fornecido hoje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
'ju ootro metal difireme, assim coms oenbum damno poder causar s pinturas, quadros.
tu amen tos, papel de forro mais delicado que seja, tornando-s
davel e mais econmico ootr-a qualquer luz, j conhecida
rucclo dos canos e tubos dos apparelhos.
3.* Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
as que necessiiam simplicidade e economa.
*.*
CMdftnm trfh,.h, nZ?,a comPelflD,e crualnna ricamente enfeilada pelo pequeo prto delS#,Vbnn.
^'ST0S^t^!T,tAWn.aoaiec Pre5.MSS ment N ... tD.d de,t0 *W'' Meis proprios Para botar "** e firma, dito para aaw
2SSS" h^ua/"!r^ls tm S^ao de Onro nm completo e bem variado soriimnto de diverso.
As pessoas que quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega da collocacio de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a respoDsabilidade pelo perfeilo cumprimento do mesmo, ou por outra, podem empregar
gnalqoer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista resDnsavel
pelo seo trabalho. v
^^ 5. A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz
-ofeetruccao de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamacao que possa baver, ^era dirigida ao
senptono da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
SSJrmto ^ i d?pedras Pelosas, ditos para tomem, diversas obras de brilbantes d
mStf Zi, K8if rnb)DS' 6sme,d>E' pSrol?s e bridantes, anneis com letras, eacoletas a?Mo. na tSJ* P"a,re'ral0 rontrri r*f".!ttnU* e 0bras de Cibtiio> on,ro8 m* ebects que os pretendentei eo
^Sn'^^^^^l'^^"^^^ >mabiUdade tos ncorrentes deiando-
oreos*S12 E\,fPJC*fle-0e,,0S ^r'09 Porque (desculpem a maneira detallar) ditendo-se os
preces u>hm; ajanen faca mao jmro da obra, por ser tio dlminnu qnantia a vista do seo valor.
tos* aTtSSTlI&SSS e "Ca'se ODro' p?u e PdrM Preciosas, e umbem recebe-se ooncer-
XotssSSissasL9 "8eobrM *taostttcm peDhor'*
Qualquer pespoa^jne se dirifir aoCoracao de Onro nio ce nodera' ensaar eom Sw?/iS8" /T m corac5 peDdarad0 pB,,d0 deamareHo, le de 0u?o qe 5u Im U
otaio (isto se adven em conseqnencta de terem ja' algtoa. pes^oaa ensaado coTeutra SI


tr

del
(0LLM1U
DE

SANTO AMARO
S Rectfe, na di Trapiche $,
Pandad* em anato de 1866;
Directo, o professor Jos Francisco Efbeiro de
Souza.
O director do eolletle e Sanio Amaro no iotmto de montar sen estabelecimento
conventenleoeot acaba de tan- arqablcao do eieetlenta edlflcio em oteaMb!
alisada a-8oei*dd* Clnb do Reeife.-aiu ,D, do Tnolcbe n ^ .!
sea coligo. A ti^caiS Mtmqto *mU*to5^*l?J^PS^
e ponefcs, sendo totalmente abol.do o east.Ro m.nnal. SnUnna* S ?5
aqnl, alnmnoe penclonistaft, melos peerioo.staa e ettera' aofcindti o uh^m.^
lo preparado coa lodo o useio e eomnodo,, e wovldo de nm nVotb?*^at H ,
lessores, qoe le^iooaro as sefolnt disciplinas : ^wewo pessoal de pro-
Instrocio eleaeotar Rettienea e potica. Baeriptoraeie roereantil
Linina latina Geeai*.. Miatoria Mosl^Sl mESmuI
Priioeea Geoaetriaa r>:enbo """
i Inlt-za PbilcMDM. Dnsa
A abertora da tola elemeotar toia' lasar De 4ia 7 de JaaHrs e aa demait do dia
3 de feverelro eie dlaote. A iospereio doe eoDartla*toe do olleg 0. -.,1
do mesmo, ottio f dispoaieio doe lutratiMa. Ootro aim, o dirwta imb oreado ama
eadeira de dtiaalM) anoexa a aola eiemeotax^Aa qoe por esta importante e m\ m\t-
nmitno elija maior iDMennlsaaia ^^ ?w
...... d,rMU>; tf* - ?*finjuS______
-- Na ra Imperial o. 26 precisa-se de
-- Ka praca da Independencia n. 33, loja .
oorives, compra-se onro, prau e pedras preciosas, I BratM nar STCL
lambem se faa qoalqaer obra de encommenda Preta8 para vender bolo,
odo e qnalqoer concert.
ATTENCAO
Contiena fagida desde principios de mareo pas
i saao, a escrava Itidora. crioola, idade 30 anno%
alta, bem p.recida, falla desembaraeada, moli re-
nata, tenn orna elciUia em om braco, proveniente
de orna tacada, denles limados : levoo ve>lldo e
cnale preto, costnma onaorfo foge andar deplro des-
ta eidade e pelua arrabaldes. Protesta-s empre.
gar o rigor da le contra qoem a tiver acnotadv,:
qnem a pegar leve a ao seobor SebasUio Marqoes
do Nascimeeto, oa roa da Imperatriz n. I, tola de
lauca, qoe sera* bem recoaip*nido.
Encomroa-se roopa de bomem com prsslea:
na roa do Caldeirelro n. 44.
. Boleeiro
Precisase de om boleeiro qne Jenna boa con-
roctt eseja flel, preferindo-se estrangelro on es,
davo de pooca idade : na rna das Cruzee n. 3
i* aadar.
EM A
Galera reereatira
170RA DA MPERATWa 17
Ester ao eifn ms luda- aa vota da Mor le e Pai-
iaodeNoo Seobor Jesos Cbrlte, s*de a eol-
leeeA de 100 vistas serio moadas lodo* os Aa
para ape o ptpuao pom awe-ta. ''
A^ deleite,
^J"-2S821.? *? """"V *** ae -
IrmaHdade d.s Almas erecta na ma
lriz do Saalisaime Sacramente da
Baa-Tisla.
Por delibera cao da mesa regedora desu irman-
eaoe convido a lodoa os eosioa iimos para qoe
ae-dif ne comparecer em noeso eqns glorio no dia
oo correte as 6 boras da manbaa para ancor-
poraeos acempanbarmos a procissao do Senbor aos
Kofermos qoe tem de sabir da mesma nutrs para
o qae fomoa convidados pela respeeUva irmanda-
de. Consistorio dairmandade daa Alma, da ma-
trli da Doa-vlsia 4 le abril de 1868.
Oescrlvlo,
Antoalo Francisco de aloraes.
.f Atonlo ioa* Per reir Monulro, valaoceart-
Oflereee-se om ealiwro brasleiro com praO-
? a?"r,>J ** a eafeeetaeu: na roa
da Peina n. 3flL


Trocan} s
MMtajtobaB - Com^ eeaiqaer doa batma
roa ntrelia do Heeario .
qSe
boa1 roa.
r a tfattr
1* andar.1
em
ia
VAPOR
- RA NOVA UV T.
PBRISAMBUCQw
Acaba de abogar efe Pana 4 este esUbelecimen-
[0 bom sortimento de calcado escolhido doa melbo-
tes fabricantes daqoella grande praca, auim co-
mo grande varledade de qoinqnllhsrla e de no-
vos btinqcedes para enancas, cojos artlgos se
acbam ezpostos a escolba e vootade dos compra-
dores, como sejam o* qne passamos a mencionar
e oatroi moltos os qnaes se veodem eom diminu-
tos lacros.
BOTTftAS PARA SENHORAS-setim branco.da-
raqne dito, preus e de outras iinerentes cores
eofeiUdas, a uliloia moda.
BOTINAS PARA MEM.VAS-bello sortimento
le maltas qaalidadea e precoe.
BOTINAS PARA CRANCAS-proprias para bap-
tlsados e passeos.
LUVAS DE PELLICAJo verdadeiro fabrican-
te Joovin, brancas, pretas e le ootras moitas t
res da moda e sempre frescas recebidas por todos
os vaporer.
ABRIDORES DE LOVAS-muito fiaos do ma-
deir.
LEQUE3de sndalo, le Jacaranda e de ootras
metas qaalldades de dlffereoles gostos e tambem
parallo.
PERFUMARAS FINAS extractos, banhas,
olos, pos d arroi.agoa de cologne, agua florida e
sabonete.
CHAPEOSINHOS-para senhoras a ultima moda
e de lindos gestes faltos a eaprlcbo de orna das
meihores modistas de Parte. b tV
ESPELHOSle differeotee modellos e umanfaos
para salas, gabinetes e ppqoenos mocadores.
CaIXLNHaS DE COSTURAS -le novos gostos,
ricamente guarnecidas e com iludas pecas de m-
sica.
BM NCOS-Ja onro bom e de lei escolbdos a
ultima moda de Pars para senboras e para me-
ninas.
PULCEIRAS de onro da mesma qaalidade
muito hnoitas para senboras e para meninas.
BOrOES-de pannos, de abertura, irancelios,
corremos e cbaves para relogios.
COFRESpequeos mui delicados para gnardar
jolas.
ALBUNSde velludo e de marroqnim de varios
lmannos para retratos.
BOLCINHAS E CESTINHAS-de seda e de Tal-
lado para presentes e importantes para braco de
mrninas a passelo. .
OBJECTOS DE PHANTASIA-mnito bellos para
toilet. .
COQUESpara senboras, de bom gosto e da ul-
tima moda.
SAPATOSde lastro e ae coarinbo branco com
saltos para senhoras. *
SAPATOS-de tapeto charlte, avelludados e
de Lisboa Dar senboras, horneas, e meninos.
SAPATOSde borracha para senboras, bomens
e meDlnas.
JARROSmuito pequeos e de porcellana.
OBJBOTOSde porcellaoa para botar banha.
BOUQUETSde flores de porcelana com linios
jarros para mesas e para .santuarios.
TBSOURINH\S FINAS-para costaras e para
OBMSi
CHAPE03 DE SOL DE SEDA- le cSres para
meninas e senhoras.
REGISTROS MUITO FL\03- delicados, feitos
de pape I d palba de arroz.
CAIXILHOS pequeos para collccar retra-
tos.
BRNGLLASmnito ricas le canoa verdadeira
e casino de marflro o melhor possivel.
BOTINASpara hornera bom sortln ento esco-
lhido <\m meihores Fabricantes.
BOTINASda differeaies qaalidades para me-
ninos, r
SAPA TOESde bezerro para bomens e meni-
nos p de m-tro para senhoras.
SAPxTOESde brlm hranco para bomens.
SAP^TuSde lustro com salto para bomens.
SAPATOSabotinados de maitas qaalidades para
meninos.
BOTASrnssianas e meias botas da melbcr qaa-
llda* qun tem vindo neste genero.
PERNERAS- e meias perueiras de igual qaali-
dade.
CHICOTESfortes para viagem, cabos de mar-
tellos e de oalras moitas qualidades.
MANTASSe faliro multo boas e de novos pa
drdes.
LUVAS de camurca proprias para mon-
tan.
LUVAS BE FIOda Escossia brancas e de co-
res para bomem e de novos gostos para senbo-
ras.
LUVASde seda braca, pretas e de outras co-
res para senboras.
BOLCASe saceos de tapete para viagens em
camiDbK de Ierro.
HALAS E BOLCASde differentes tamaitos
para viageos embarcada;.
CaIaINHAScom doce confeitado francez para
presentes.
PAPELarrendado proprio para enfeitar Kan-
deijasde boios e cixas de dece etc. etc.
TALHBRESBaos para meninos.
VEASpara meninos, para aenboras e para
horneos.
PE.MTESde desembarazar, ditos de traves.-a,
ditos para barbas, ditos de marfloi mui linos para
tirar aspas.
ESCOVaSpara facto, ditas para cabelo, ditas
para denle*, ditas para unbas.
CAIVETESnaos para penas e para costuras
com tesoorinba.
OULOSde bfalo e de ac o mais fino pos
sjvel.
LUNETASde tarlaroga e de bfalo e de ac.
BENGALASpara meninos e para borneas.
Cill iOTESde balela eabos de marflm e outros
de diSercotes qaalidades.
GRAVaTASde seda prela e de cores.
CARTEIRINHASde diversos gostos para di-
nheiro.
PONTEIRASpara famar cbamtos e eigarros
moli boas e fcil de qoilotar.
OBJECTOSde porcelana para depositar clnza
de cbaroto e cigarro.
CHARUTEIRAS-e cigarrelras de palba moito
toallas.
CAXlMBOSde bonitos modellos e moito bara-
tos de ama dozla para cima.
VELAS4 gaz nova invengo para candelabros
e lanternas.
VEN ESI ANAS-lransparente para anillas.
GaIOLINKASde rame de varios tamanbos e
modelos bonitos para passannbo.
GLOBOSde papel de cores para ilinmlnac^o.
ABaTJOURde papel transparente para cao-
dieirns t- para lanternas deaiano.
CORDaSpara violio. r
LANTEKNASmgicas, peqoenas e grandes
eom phaoiasmagorias.
FISURASpequ.-nas de percelana em pares
para cima de mesa.
PHOTOGRAPHIASmgicas.
OL A DOSpara mesas de muito boa qaalidade, |
ovos padres, e baratos de orna peca para orna.
MOLDURAS-duaradat de larguras tortidaa pa-
ra quadros.
ESTAMPASde paisageas, de cidades, de Ago-
ra e sdios.
ESTERIOSCOPOS-com intereisantes pbologra-
pbias coloridas e transparentes de Ogaras e das
aciberes roas, Boolewds, praca e passelo de
PlfiS.
Af.ORDlONS-e CMcerlioas o qoe ba de melbor
den* votMM.
COsMORAMASgrandes e peqo-nos com 50
oo mais vi-tas mui pitoreicas e escolbldas a vonta-
dedo comprador.
REALEJOSpequeos e grandes de 4 ftpeees
de msica, e com figoraa de movimeoto.
JOfiOSdn doBio e ootroa diversos.
CAIXINHAS-de munca e realtijos pequeo
para menino*.
OBJECTOSde migieas para divertir baiRag
C8STINHAS-de osee para miea* de escola.
a AKGDLASde marSm i-ara f.cilmr sabir os
deni* t nriancas sem si ffrereffl eocoromodo.
Tyin?fH \8 sapatinno* de lia para criaaca.
' GAUhINH3-de quauo rodea pa eoaduir
crlancs.
Ca VALUNHOS-de pea para aaaaidat da I a
s^srspBiM
calcado, nem todos artigo*de
!2W?*,,'\^ Bnttooi da grande vari
trt dffevos brioemedos? pede-se.ao publico om
imiSP^E?**!'** toratlialmos
se va^rn.^1^-2^
KLTUtTON
J. Fernlra Villela, pbotograpbo da casa Impe-
rial e premiado nai dns oilimas exposiedes de
186<), continua a tirar refales por todos os sys-
temas photographlcos na suaaniiga cfflcioa a' rna
do Cabagl o. 18, entrada peto paleo da matriz.
Rbtratj3 em vidro, em porcelana e em talco com
as cores ratones,
Retratos em papel,
Retrates earle-album 4 w
Retratos em candes de visita a 9|000 a dozla.
Ha 12 modelos divanes de can5es de loxo brl-
tol, porcelana, dooYado e labograpbadoe para col-
larem se os retratos, eartdes de visita a escarna
da pessoa qne se retrato, sem por isto baver aug-
mento de preco, .
Tem um variado sortimento de ealziahaa, paase*
par-tonts e moldaras pretas e donradas,
de alneles simples, e de alfioetes eom folbaaens
e cravagSss com peoras preetosas, assioa como
cassoleas de ooro e vidro >pra eollocarem se re-
tratos. As jeias sao de curo* de lei.
Para liquidar ae veude-ae
a 23000 a dozia de lindas e perfeilas vistas stereos-
copicas de qaas todos os paires da Earopa, as-im
como vendem-se excelleoles stereczeopo por ba-
rato preco.
Chamase a aiiencio do publico para os retrato*
feiios na nossa^hotograpbla e expostos na livrarla
Econmica do Sr. Nogoeira de Sjuza, i rna do
Crespo; na sala de cortar cabellos do Sr. Jos
Ricardo Coelho, i ra Nova ; na easa de baabes,
no pateo do Carmo, e oa possa galeria a ra de
Cabuga' n. 18.
Andr Manoel de Arroda,subditon'ortdzmez
val a Eorbpa. __________-, ^
Perdease um livro com diversos papelee
recibos de Hyppoltto Maitlns Gomes de Picho, da
ra doSeb3 atea estrada de Saot'Aona qoem o
tlver achado fara' favor de entregar no Gabinete
Portogoez de Le tura, qae sera' gratificado.
fleBMM*JII*XM*HBHsH*amBBSMSflSMsMBXM*YHe
Aona Pjotes da Fouseca Figaelredo, Aooa Joa-
quina de feotes M-riobo, Joaquina de Pontes M-
richo, Goilhermioa Carolina de Pontes Marioho,
Guilbermina Bezerra de Pontes Marlnho a Fran-
celina Bezerra do Valle Hamos, toolber, sogra,
cuobados e ennbadas do teoente Francisco da
Fonseca Fgueired*i fallecido na tomada do Esta-
beleciBaento, convidara aos amigos e prenles do
fallecido para oolrem ama missa por sna alma
na igreja de Santa Hit, tergs-feira 1 do corrente
pelas 7 boras da manbaa, desde ]a gradecem a
todas aqnelles que se prestaren! a tao pi quo
caridrso nhppaofo.
Veneravel ordem terceira de
Nossa Senhora do Carmo
De ordem da mesa regedora convido aos nossos
carissimos irmos a oomparecerem no nosso con-
sisiorio, paramentados cora seus hbltjs nos das
5, 9,10, II e 12 do correnta aQrn de asststirmos
aos artos da semana santa que tem de serem ce-
lebrados no convenio, a convite do Rmd. provin-
cial do mesmo convento.
Secretaria 3 de abril de 1869.
O secretario,
Francisco Jos dos Pas.-oi Gaimares.
Na raa Direita d. 68, officina de oa-
rives, compra-se ouro e prata e relogios
velhos de todas as qaalidades.
'
LOJA
DE
RELOJIMBIRO
.
DE
Vctor Grahdin
Raa da t'adeia do Recite N. 40
O proprietarlo deste estabeleci-
mento, premiado com a medalha
da expoMco universal de Paris
no auno deiSoo, tem expoto a
venda em sua loja, om grande
soi timento de relogios para algi-
belra como sejam : de ouro e
praia, seodo dos meihores fabricantes, de pa'en-
tes icgleles, suissos e orisontaes.' Tambem tem
urna grande quantidade de relogios para parede,
e qae batem Doras, ditos para embarcares e para
cima de mes*, todos estes relogios sae dos mais
bonitos model O mesmo concerta relogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bsm concuna cbronomelros de algibeira e marti-
mos : recebe sempre por todos os vapores, um
completo sortimento de correntes e trancelins,
sendo ludo de ouro de le e de modelos os mais
moderaos, assim como diversos obj-cto de bea-
tera dos mais bonitos e modernos, gostos.
. No pateo de S. Pedro n. 26 eagomma-se con
assio e por preco ratoavel.
mmmmmimmm mmmm
O t;r. G. A. Raposo da Ornara (med- M
co) tem aherto o seu escriptorio o* ra da ^^
Cadeia o. 531* andar, onde pode ser ?2jS
procurado das 9 boras da manbaa a's 3
da urde.
'SSaam
Precisase de um caixeiro para taberna, nao
seolba a ordenado : na ra do Rangel o. 69.____
liquidadlo de ornamentos
de- igrejs. *
Na ra da Cadeia n. 55, 2* andar, vende-s or-
namentos de igreja de todas as cores, umbella* e
capas d'apergos, de damasco e de diversa* qaali-
dades, por ledo preco, pois para acabar.
Aloga-se na roa-irCadta"3o Recife o. 36,
urna sala mebiliada e alcatifada tendo urna boa
alcova e mais nm qatrlo peqaeoo, mallo proprio
para bomem solleiro, a tambem aluga-ae sem mo-
bilia : a tratar no escriptorio da mesma casa t*
andar.____________________________^^__
. Methodo Castilho
Secnadino Jos de Faria Slmees, frofesaor par-
ticnlar de Instraccio elementar pelo roethodo Cas-
tilbo, avisa ao respeitavel poblfco e eom eapecia-
lidade aos pas de familia que no (Ma 13 de abril
esta' abena sna aula aa rna da Cruz do Recita
o. 14, 2* andar, aorfda recebe peosijoistas e oeios
pensionistas por grecos enmmodoa. O faesmo pro-
fesror prometa moito se esmerar em adlaolar os
eeos alomaos.
Aenco
Traspana-se o arreadamento do eogeiiho
Poeta, perto da povoafSo do Caxanga", por
tres anuas, a qoem convier comprar a ma-
cina a vapor do mesmo eogenho e orna sa-
fra fondada : a fallar com o actual reodeiro,
rio sobrado ao p da caixa d'ataa, na Boa-
Vista. -a_f_j_i
\mm\
Msica
Leeciona-se por soiftjo a a tacar Tarto
lostrumeotoi, daido-se as lices |afa
bnras da lar Je as 9 da ooito : a trata; i
roa Aogosta a.
^aci*'
tal na Boa Viu, ou om
m 1_!Ji_,'___*!fi WTH
i-


WW'JMJP'I
-"i Bf*
-i.-w

*.
i
0
i f Ter^a felra | le Abril ele 1818,



]
A'i*aw Cbbspo N. S3 k casas do costme.
MneterfrttdJUpwoxIfitri a qne se acaben d
extrtfcjr a bMto dM ((Iw dos vaiuatarios
Oa/natrta, os segnintes premio? :
. 3080 do ele na a son 4a 4:O00fe i "1
E outras moiui; sones de 100*. 40* e 10*
O postuldofes rwdem vtr recebar eos respecti-
vo* praoalos sean o* desooMei das lefi na casa da
Forlaoi rna do Crespo n. 23-
Acuam-se a venda os da Ia parta das lateras
a baneSelo de matriz de Buiqae, que se extrnilra*
a i i docerrent.
Proco. *
Bilhcta. .... 44000
Meio......3*000
o de 100(J para cima.
tete.....5*500
lelo. 10500
_ ._______________lfanoet ManUft Pin.
"'> SaMna'rvrt, a vendaje na livraria Eneyclo-
Jaici de losa Barbosa da Vello, rta da Croa n.
88, a obra atgataw
FelIClAWl
6114 MEDICA
ijne corre* a destriplo da todos os medicamentos,
soas dses, a as ra<*esiias era que sao emprefados;
Magnas tolneran; as plantas medidnaes Indge-
nas da Brasil; os symptotrres a o tratamento resa-
la I do das molestias; todas as frmalas do novo
cdigo ti barmacfulico, assma como a eseolha da
mettoTes formlas osadasta praxe medica, e mof
tas anstracgoes atis
Peto Dr, Chernotz
Qtttna edicto, conslderavelmente augmentada, e
reformada segundo o franeez de 1806, adoptado como pfanrmacopa le-
al do Brasil ;
o volme de 97? pagina, coro numerosas figo
tfas do texto, preco 7J encadernado. .
Outras obras do Dr. Cher nariz
A' venda na mesoia rrwaria
Dieeionam de medicina po-
pular
lertxira tdifH, imito aagmeetada, 3 volames
com 231 figuras intercaladas no'ieirn, contendo ac
todo 1,848 pagtoas. Paris, 186S.Preco 20*000.
Historia natural recreativa
Uro volme, elegantemente encadernado, ana 8*, de
176 paginas, cota 134 figuras intercaladas no lexJ
: to. Pars, .-Preco 4*.
Modo de^^eonhecer a idade do:
cavalb
Preco iOOC,
Precisa-sede am bomem idneo otra aerear o
tocar de cecscr de na collegio de rapaza, nio
^ndo pesa que tenha BecetsHal de sabir
ddmament* par* algoma oecopacao: qaem se
aehar eem aa tamades precisas para oecupar es-
se etnorego devera' deixar am carta fechada nesta
tyeograpbia, com o sohscripto a M. P. da C, o en
nona, idade, profliako que leoba eiercldo, e mora'
dte actual. ________
45Ku* Direita--45r
Pa a pocha ictul a melhor peehincba.
Borseg ams para senboras ai, 31, 33, 34. 3*000
Ideo para nwniuas. ..... J
dem trancares, iuglezes, hespanhes a
brafttalros para bornea. ....
Sapa tos da lona para borneo ....
idea tngtetes ........
ideas de borracha para se beras. .
idem aveludados e encooracados .
Cbieeloes do Porto .......
Tfiistem oeste esubelecivento um completo sor-
tmenlo de calcados Anos e mviio modernos, ana
se venda em cenia. *
tu Direite45
m .Ir I ,; .....-______________...
Preeisa-sa. de un criado para ama cas ess
traogelra: na Toa da Saudade n. 17.
Precist-se da um caiero para a taberna
da roa do Npjgoeirn o. 49.
3*000
5*000
S*'O0
4*000
1*000
1*300
1*800
SEGUROS
IHARITinOS
OXTRA DG0
A coapatihia ItitanoisaJura, establecida
tiesta 'praca, toma segaros marittanos sobre
navios e seas carregameMos e costra fogo
era diflctos, mwcadorias 6 mobias: na
rea^tio Vicario b. 4, pavimento terreo
Collares
ffc Aio4iios el
Uja da agaia-rBhpc
do
do.4>ioimadp a-1
Apregoartpiitos prodigiosos e
JI SEGaiSa
Wb i^>iyd)ti(>lmado b. 4,
^ja de.miudezas de Jos* d'Ate TeJo Haia e Silva,
Apresenta de novo a todos os seas fre-
sfflcacia tem-se tacto estendido, e os seas
feltzes resoltados i tal altara elevado, qae
aoje rara a pessoa que por ferien
propria, oa lOr intermedio de ieus aig
a parentes, ifjore oa deseofSh?a w virtu-
des desses seonpre apreciareis Collares
Reyer.
A aguia braBca porm se groria de concor
'er para do Ho justo fim, se nao por oa-
ro modo ao Bienes por ter lempre, e cons-
.ntemeDte um completo sortimento dessst
collares magBoticos, qae bem se pode ohs-
marsava IMas das rtaneas.
Resta anda que os oenbores pas de fa-
milia se facam convencer (de que conve
aao esperar que t criancas sejaaa atacada
do mal, e por issc necessario ob eemve-
aiecte qae eos antecedencia se deHe na
enanca um desset collares taro assim estar
ella preservada das convaleces o se coatar
livre dos rigores da denttcSo,
A aguia tranca ra de Qoeimado a. 8
contina e receber por lodos francezes -a quantidade qrre ba contratado e
por jsso coa-se ella setapte prvida dos ver-
dadeiros collares Reyer 'eletrioos magne-
ticos.
tsKfseleciiaeato^e desetrocar l-
fodio.J
Vecde-se nm estabe{ec.imento a "vapor de desea*
rocar algodaocomicelleote casa de pedra e cil
sita'aa estrada no/a da 'villa do Llnloeiro, *tn
ctres fortiros a amara municipal, com grande
siiio com fructetras, na beira ^fo rio, tanda um
vapor de forca d"6 cavallos, O machinas srwides
de faci, prenda'caberla e todos os mais peeten^es
-sobreallentes : a tratar a armazem n. iS. ra
Seguro coitra fogo n0^-_______________L
Antonio Lu!z e> dacompanbia FtSetidafde, stabelectda no Rio de Pedro de Soasa Soare, vendo-se pelos[benrssiajos
?*00
3*206
630
m
40
o
^ollares" Royer > nao emiar oa qsifO('igoetes os sefaintes objectos e miudezas,
iEtroduzir novidad&s, porque i famadesoa todos nvese muito baratos.
Janeiro, torneo) seguros eoutra foco em predio ta
aercadorlag,emea esciptorio ra aa Cruz nu-
mero 57.
ANJeS.

Ve^tera-se-arjjo?, c.m gosto e esmera, endoas
roopas tods novas, e por pregos rasoaveis i P'ajj da Indepjndencla ns. C7 e 39 sedira' raem
os vfte.
.
AMA
Preena-se de orna ama Torra oa captiva para
comprar oa c/sinhar p*ra-uma casa de penca fa-
milia; ama das Cruzes n. 28, 1 andar-______
Qoem precisar de*00*000 sob bypothfca
de a gura eteravo: dirija so a ra do Padr-e Flo-
riano n. 71.______________________-
Diario do Kh de Janeiro
O-agentes do Liana (o Rio de Janar-o, cesta
praca, ace>tam assigoaioras e pubiicacoes para o
mesmo Diark; a' tratar aarua da Cruz o.-3, es-
criptorio.
AOMVOeKASlLEIBO
Na-do LVfaiucnlo i? 33
Sapatari nacional.
Neste estabelecimeolo se encooirara'constan!?-
mente am grande sorlioisnto de aleado nacionel,
tanto para hemero, para seoboea e meninos, em
porcos a-retalbo, o oais barate possivel e tam-
bem se recabe encomneendas.
recisa-se
de o amajpara casa de pooea familia ;aaraa
do_CaNnjaVB. 9,.loj8.___________
Preeisa-se de-urna boa eosmbeira : abitar-
se na ra do Trapiche Novo n.2 andar etn-
sulado americano.
Acpaee umaescrava nefl-v cosmbmm s
eogocimadeira e com do padre Floruno o. 712' andar.
COUPRftS
Aluga-se.
Um grande armaiem oa^onte VeJha r. ti.
Ssiane F<;wer Joostoj & liorasoabii
Ra a Senzala Nova n. 42.
A.GKKCU DA
Fraaricao de ILow Moor.
Machinas a-vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendas e -meias moeadas para engeabo
Taixas de ferro coadoe batido para esge-
nho.
4 Arreios de.osrro para em e dens cavatoi.
Selogios de Gro paioBie inglez.
irados ameR.canos.
.'achinaspar-a descarriar algodo.
Motores a ditos.
.^achinas de costura.
reclia-fe -de urna smt (Jtra casa te r.:as
vdszioa : a (rsiaraa roa de 3. Franci-co o. 18.
_ra-se
Urna eaecykva de meia idade. qoe saiba cmukli
e engommar : na ra do Qoeimado d. 46, lo/a.
Compra-s ouro e praia em obras veibas
oapfaoa da iodepeodercia s. 22.
Compra-se um pequeo sitio prru da cidade
ou mesmo nta casa terrea que seja na Boa-Vista e
com bom qnloiai : a tratar na ra da Imperatri
n. 39. pr4jhe>ro andar.
ClPRa-SE. .
Na ra do Aaorim n. 33, orna escrava qaa-.sai-,
ba engurruar e coser bem.________________
Sempre per raas do que em outra parte, pmta
e curo da todas ?. qualidades em monda : na c\ia
da Cadeia, l(4a do aiulejo n. j*. n
Moedas de our> e prata
Pagase por mais do que em catra qnal te : na leja de onrives areo da Cooceigo o compra
onro e prata velba e pudras preciosas.
oregos os seguiotes objectos^:
Liofaas de novellos n?. 40-li0, libra a*.
Dita muito seperior a......-.......-..-..
uitas em cateas de 60 novelfos muito be
Dnzias de nrtoes de superior lionas pro-
tas e traecas a........................
Calas eomobreias de cotaa...........-..
Ditas com nemes a.......................
peonasde60Oa.............. 2*0(K
Ditas eom
Pegas de fitas de lia de cores a.........'. ~09
Grozas de*ot5as de madripella a......... 09'
Ditas de eco a.....................,...> 840
Ditas de looca lizos a................... 400
Ditas donrados paraponhesa.......... 3*000
Dnzias de facas e partos cabo de oco a.. 2*800
Gravitaspretas e de cores a............ 00
Duziae de pares de metas cruas para bo-
mem mnito boas a~-............^____ 4S0OO
Dozlas de baralhos francezes muito finos a S*8 Ditos portugueses a................... 700
Latas com superior baoha fraoceza a___ 280
Garrafas com agua florida verdadeira a.. J*i(i0
Eccvis para roupa muito finas a....... 500
Pentes para alisar com cbapas de metal a 5) 0
Ditos para luzos, doza a.............. '4!#S00
Sabonetos finos dnzia a................ -1*00
Pentes voltiados a 3O................. 400
Sapatos de tranga a..................'.... 1*600
Caizas de pbospboros de cera, duia a... 400
Ditos em ditas de fotba a.......,....... 4*400
Caias de soldados de cbnmbo para me
Dinosa..............,................. 140
Duzas de caixas cora corchetes*. ........ 800
Ditas de grampas cabo de vidro de mollas
. cores-a............................- 160
Precos ademiravti?, candieiros dos mais aper-
feicoados gestos, perieocsparaos mesmos-eooiros
tos artiges que so com a vista do comprador,
-eocionara' os pvecos.
roa Nova u.-fS, Antonio Pedro de Scoea Soa-
a saber:
Carretis de lit.ha de 400 jardas, fabri-
MEte Atexandre, 400 rs.
' Caisas de obrtias de massa, 40 rs.
Ditas de dius de colla. 80 rs.
Carretis de retrs preto com duas oi-
tavss.BOOrs.
Duzia de agolhas para machina 25000.
Ooiia de linha de 400 jardas, propria
para as machines, 1200.
A libra* de pregos francezes de todos os
tamanhos, 240 ra.
Dozia de tasouras ordinarias, 480 rs.
Redes pretas para cabello, fazenda boa,
320 rs.
Grosas de peoras de ac muito boas,
480 rs, *
Gaixa de liaba de gas com 30 novellos,
800 rs.
Livros com estampas para meniaos,
320 rs.
Ditos para rol de roapas, 120 rs.
Duzia de mdas para senbora, feftenda
boa, 400O.
Pecas de gta de ta de todas as cores,
600 rs.
prosas de boloes de louca Hsos'. 100 rs.
Caixas de papel amizade muito fino,
700 rs*
Ditas de envejopes contendo 100, 700 rs.
Resmas de papel alnaasso muito fino,
3400G.
Pares de botoes para punho muito Snos,
120 rs.
Talberes' para meninos, fazeada una,
240 rs.
Toaltaas de labyrinto muito saperiores,
gravatas gretas e de cores muito finas,
80 rs.
Carretis de linha imperial cea 400 jar-
das, 30 T8.
"Cerdees e fitas proprias paraspartiluos,
pO rs.
Duziasde mews cruas moitofieas, 44000.
' Resmas de papel almasso pautado, 4)5000.
Duzia de basaltos iraocezes muito finos.
28t.
Latas cOm superior baa francesa,
320 ts.
Frascos com -agua para dentos muito fina,
500 rs.
----------- .---------aj------------------------------------
fSftrsemseguti>.
Esta qudlmaudo tudo'bjm barato para
acabar e fazer novo sortimento - de todas" as qualidides, podem' vir ver o
qoe bom muito oarato.
Pirres de sapa los de tranca para nfen-
nos, Ii5 rs.
Var Varas de bico franeez a 40 rs.
Rico praadi para todo o prego.
Pentes volteados para meninos, a 320 rs.
SaDonetes muitos finos, a 60 100 200
210 SiO e 500 rs.
Focos de fil pao menina, a -120 rs.
Thizouras muito oas para unhas e cos-
tura, a 500 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete mui-
to finos, a 1*500.
Frascos grandes com Unta muito preta
ingleza. 500 rs.
Pentes prelos com cbapas de metal, a
500 to.
Varas de Traoja branca de liuho para loa-
Ibas, a 160 rs.
Litros das missoes abreviadas, 2^ rs.
Roldes para vestidos de todas as cores e
baratos.
Escovas para roopa muito finas, 500 rs.
Cat tas de alfinetes francezes muito tinos
a 120 rs.
Massos decontas prelas miulas, 8120 rs.
Frascoedeagua colocha muitJ fina, 500 rs.
Caixas com 0 frascos de cheirc muito
fino, 800 rs.
Ditas com 12 frascos, 1,5500.
Esnelos dourados raui o Onos, 1 5200
Caixas de fsforos de seguranza, 20 rs.
Caixas com soldados de chumbo para me-
ninos, a 100 rs.
Qaadernosda papel peoueno.muito bom,
20 rs.
Navalhas cabo de marfim que se garante
a qualidade, 2 rs.
Libras de la p"ara bordar fazenda Cna,
Caixas de clcheles muito grande que a
vista faz fe, 120 rs.
Raralbos francezes muito finos, 200 rs.
Carrileis com retroz de todas as cures a
iO e 80 rs.
. Novellos de linha que tem 400 jardas a
80 rs
Sabonetes inglezes muito fiaos a 500 e
1.5 rs.
Pepafinas de todas as larguras e todos os
precos.
Postas de babdinbos estreitos com 10
viras, a 8U0 rs.
Perfume Inratiagnlv-e?,
pira lenao, teacaar e banbe.
$&&&
Atten N. .25Roa de LivrameloN. ^5
'Daposlto de t^maoco e calcado nacional, o pro-
piietrio deste beroconbecido astabelecimealo tem
a timara de participar aes seus-namero-os fregu-
-6P queseacha de covameote sortido ctm um
(*ranae completo sortimento decalgados de todas
as qoaltades, vende *>or menos precedo que em
ooi'a qu^i^oer partp,*omo si-ja zapatos de tapetes
a 11*200 ao par, ditos francezes de tmrada-baixa
para boawai a 34000. -botinas gaepeadas de cooro
de lustro a 24301 : t no deposito de tamancos e
calcados da roa d> Livramnti n. 25.
A LSOOU
Ciispraoi'-s escravas
Compram-se, vendem-se e trocam-se scravos
de ambos os setos e de todas as idades : a ra
do Imperador o. 77, i andar.
de onro e prata, eempram-.se por maicr preco-qoe
em outra paite ;ca roa doOrespon. 404' ot'ar.
Praa ^ ^ouro
na praca
Em moeda paga-se bem :
peodencia n. 23.
da lode-
Com muito maior vantagem;
Compra o corai.o (te curo o, 3 D, raa do Ct-
faaea'. rnoedas de ouro e prata e cedras preciosas.
Moedas de ouro e prata
Compram Ferreira^ Matb=ns, naraa da Cadeia
n.6*.______ _____
Guarda lou^a
Pfpcisa-se comprar nm nsado, quem o ti ver pa-
ra vanner va' a roa da Cadeia do Recia loja d. 9,
para ira:sr-se o preco, .
j.irmandarta do Sam^s'imo Sacramento da fro-
guezla de S. Jos, Je acord com o respectivo re-
verenfissimo vigaro.por motivosiustos, transfer '
A prodsso do Saiitlssimo Viatico -'os enfermo-,
>ara.deaois da paseboa, cojo dia sera' aouoociado.
Apr^veiando a occiv.-o scientiflea a todos os fiis,
qoe qoiata-feira santa, palas 11 horas da manha
ser celebrada mise cantada paca a exposlcio do
Sanlississo Sacraro-nti, -. ficara* exposto em
laosperenne, pelo rt>to de da. at 10 horas da
mN.% coca o bHlbao4temo que for poseivel.
O escrito,
Jas Ellas d'Ottveira.
O tBesourero da mandada do Sanbor Rom
Jesat dos Pasees de Corpo Santo, pede aos irroaos
que tra em seo poder napas pertenceetes a ir-
mandade, o !vor 3 as ir entc^a^r ao-Sr. Viaana,
na igreja._______.___________<'________
No dia -5 i'o correnle fqgio a cabocola
Loiza. de 2 *nnos, eheia do corpo, altura n-:u-
lar, Cib-lb ip-irjdr, y-an^e U)i\ de d-ce", io-
vando nata treoxa rom 4 vestidos e S chales,' seo-
'Jo aoo de merja autl e ouiro. "3;ponas, consta quo seictitulaorraeomo ja fez
ew Podras de Pojto aonle ba7ia tido nitimameoie
cajtarada : graliSca-sea qoem a spreee.ofar na
r.JiJo Apoiio n. 30, armazem de aesacar.
^-----------------.-----------------r~~~--------------------------- -i-------ii i i___________
* fionfraria de S. Jas d'gooja
or J(-liberac3odo nossotrmo prqveior, con-
v;4o a lodos os'nusscs rbaria>mos irmos a coa-
parecauui nos da S, 10, 11 a 12 do crrante,
em 'Cfso rBOKSiorio ais de em cor^erados as-
sittirmos.aos actos soltaaa* da semana santa,, no
coovecto de 5?asa robora do Carmo.
GcnMtwio 6 de .brtf de 1838.
O secretario,
Antonio de Aievedo Neveg.
Psdro a Cucba Gavaleanh morador no en-
genko BeligeoiMj fiegoexia de 8. Vicente, comarca
debamb, fat ppbliro qua sgio boj san eseravo
de ame Kylario.no dia 2i de mareo do cerrente
auno, con os aifaais s. guile* : pr^io criou'o, de
Idade ti anno?. sea 1er barba aiaairA, da fetedes
de roilo gro>seira, a pelo meamo rttio conse/va
espiaba?, ft olboa ra&wt, narii tttti belfos^
frossos, tem falta de nm dente na frente, (alia
grassa a dascaneada, de altera e greesnra regular,
aeradavel para o seivfQo, eqoe pelo sea espirita-
rol ao delxara' da ser cnofeeeido que captivo,
'm oas palmas das inaos ero secco de' ealr de
gado, sapd san iienhor infortnado qoa -esme
f> S via do Linailro, e d'ah) para Bogail**,
onde iem mi, h|tos, tomando d'^bl nesiino
par o aariao, on ,jara a capital de Pernambnco
on sao* arrabaide, n qoe aa jucoisa lar forr pira
m'-^f*0 par J>jrajF} a avista deoia* leffllr-
**JPT /Sa as aiiioridaae* pnheiae a captura p. 0, bam afregoeraio : quem a pretender dtrji-se
nana onde qor quu te apresante e aos capitaes meto*.
.*5>Pi>r fqaaiqjiar ne*soa do pavo qua o na-
^^mmmemUatnmiimt9 deseo
Ouro e prata
Comprare moedas de ouro e prata com bastan-
i" premio: na ra da Imperatr n. 12, Joja de
chapeos. ____
Compra urna negrmba de 10 a \S aonos, bata que saiba
coslnhar : a tratar na raa do Hospicio o 40.
Compra- de Carmo n. 52.
Vdese sapatos de Canga para homense e-
nhoras a 15: na bem coiibicida loja de mlude-
eos da roa da .-Cadeia o. 80 A, paredo-meia ao Sr.
Campos.
Farinha de mandwoa,
(frisentemeae chfpda de Saala Ca-
IhariBo.)
Tensara vender Joaquimjos Gv"calvas Bel-
tro, a tordo do palhabote G*ullurm*i, /ondea-
do deroate do trapiche do Exra. barao da Livra
menso, .para tratar a bordo do referido navio
com o cap ti o ou na roa do Trapiche o. 17.
Ver.de se por preco commodo
cam's do Remedio: a tratar com
no : na ruada Santa Gran n. 22.
a olaria da
o proprhdo-
Vendevseescrivjoiutias proprias para viagero
astureira?, ealxmhas, proprias para senboras
guardar ioias, iodo de madalra e obra mu delica
da, com bonitos dexenhos embutidos na mesma
mateira. a precos commodos i na roa do Ro-ario
lojaj. 38, de M a noel Jos Lopes & Irmao.
'Vende-se urna bonita crionli, moca," perfeita
engoaamadalra e cozuibeira.e coateutras hat inoa-
de.", e ca eiiouiinha de 14 anno-, eom principio
de cotufa, ambas sem vicios nem deftito algum -
na ruadaSoledade o. S2.
Bitos com leo de babosa muilo fioo,
326 rs.
Garrafas- eom agua florida verdadeira,
fflW.______________________
4 AGUIA BRANCA
4 roa do Qoeinao o. 8.
Por suas iocessantes Cncommeadas tem ltima-
mente recebido variado sbrtiraento de diflereoes
objectos, Fempre de gosto e ultimas modas.
Ella porm usando da franqueza com qae sem-
pre se tem distiagatdo, oonfesva qoe, os precos ae-
Unaea nao podem ser to eommodos como a' lem-
pos eraro, verdade essa que .todos reeonbecem e
tpenmentam em qualqoer genero que desejam
omprar ; aioia assim, ella levada por seus prin-
cipios de barateiro, eonuoa a's-lo em relaco as
-aciuaes.clrco*faocidS. Ao menos em cc-mpeusa-
cao tas pequeas alteragues qae ba em alguos
pregos, supre a botiezae boa quatidade des cbjec-
tos sefaintes :
Bonnas goaroiai pretas pata^asquinas e ves-
tidos.
Graaee variado si'rtimento de trancas pretal
de vidriHios cca progenies e sera H'.es.
Ootro dito de ditas brar>eas conforme as pretas.
utro dito de ditas de cores jacnoera com vidri-
laos, sendo eom pinpeotes e sem eite?.
Outro Bello sortimento de gaioes e enfeltes de
seda, direitos e recodados, eom vidriibos e sem el-
las, e todos de novos e lindos desechos.
Ootro sonimento de botSes pretos e de cores
todos enfeitados com vidrilbos, e aleaos com pm-
gentes, notndose entre elles o bo gosto dos mol-
des ioterameote novos o-eqol nunca vistes.
Bonitos e modeross peqtes dourados.
Benitos pentes de tartaruga obra?, modernas e
de apurado goto. .-
Ouiros ditcs Igualmente bem feito?, para desem-
bafgar.
fbtros tambem de tartaruga para tirar bichs.
E bem assim maitos oatres objec03 que tero'
presentes ao comprador.
AUjubs.
A Aguia Branca a ra do Qosimado n. 8 acaba
de receber ama nova collecgo de altane para 24
a 200 noratos. Nease swt'imeolo vieram algoos
qoe por suas perfeigSes, riqoezas e bom go.sio se
nrnaoi noiaveis e merecedores de serem possuidos
por qoempassa, e saiba apreciar tlobeliasobras.
k proposito deAibuo*
A Agola Branca-lambem recebeu ama pequea
qoanlidade de retratos noiaveis, cojos caracteres
sae os stguifites :
Pamiia imperial fianceza.
Rei e raioha de Portugal.
Imperador e imperatrix da Ch:na.
Lamar'lne eAlexandre Dumas.
Vietor Bogo, e Tbies.
Washington, j bnson e Linele.
Tambcsi recebeq
Grande a variado sortimento de vigas para ste-
reotcoposi as qnaes por suas oovidades sero apre-
%&g Julio Cesar Pinto de Oliveira. i

m
^iW (tociaote matriculado, preieurteoo
SW 'ireveairnte relirar-se para Ear. pa, g\^
nM) vende Shu esiabi-lecimeoio de fazen- 3*
fo das inglezas e francezas; e pedo a -
ggg aquellas pesoas de quem credor, ?i
j^,, leoham a bondade de saldart-m *3as X&.
mS comas visto que blendas vencidas m&
^T CL,(n illimiudos prasos, certameate "^-'^
^| vai naboaf, deencootro a:s cte- 'fM
Zg resses de sea acreditado estabelecl-'aSs
^ ment.
^g) Este bello estabelecimento, monta-
do n'um dos melbores locaes, ra da
Imperatriz n. 28, oft*erce numerosas
vantagens a quem se quizer estabele-
cer, porque nao t eta bem sonido Sffi
de fazendas. quasi todas ingiezase ^S

ra Barajas, como especialmente o arma
Jm effl. 'em comraodidades para se mo- ^
.Sj^SS ^nirodomesmoestabeloeimento. r^S
Contion.1 a mesma liquidag-.-:

m
'g^s ra da Imperatriz n. 28.
>-|, Cassas fraicczas a 320 e 210 rs o
^S covado.
y^l Estas cassas (chamadas oreaody-) ^>
^V tem a vantaReoj de nao desbotarem *'-;'
mt, w P'dro.-.s sao .naderoos, teera b ni SM
<^y panno, eos desechos do mais at irado
^ffl Rosto, s se vende a 320 e 240 r. o
%~* rnvarto.
Cltits asearas a 200 rs. o ovada.

' V;
m
Vendem-se chitas escuras, iogle/as. *^
padres francezes miudmho?, do bita '&% paDn' e M0 ftesbetaro, que para ser- ffig
i vigj de casa sao excelleutes a 00 r3. '^
n o covato.
Vellulo prcto a 6$.
A MU afamada
AGIH DEFLOniDA
DE
MURRAY tt-'JLANMAN
li' o mais delicado e mime so e ao mesmo
lempo o mais e.-iavel d todos os .eifumes,
e encerra em si, no seo maior auge de ex-
celleooia, o proprio aroma das verdaderas
flores, quaodo aitida Da soa florescenc'a e
fragrancia natural. Como nm meio seguro
e rpido alfivio contra as dores de cabeca,
nervosidade, debilidade, desmaios, flatos^
assim como contra todas a-> formas ordioa-
rios de acdenles byslericos; de snmma
efficacai e n3o tem oulro que o igoale.
Igualonenie, quando deslemperada-com agua
torna se um dentrificto o mais agradavol e
excellente, dando ao? dente?, aquella alvura
apc::S: ppar^ O jmenle apre-
ciada e desejada pelas senbora?.
Coao um rcDedio contra o ruo balito da
bocea, dopois de diluida tm asua, sum-
mamerte excellente, faz remover e neutrali-
zar todas as materias impuras que se crlsm
roda dos denles e das gengivas, tornan-
do-as duras, sadias e de urna linda eflr en-
carnaba. Quanlo a delicadeza, riqueza, $
purmanenc'ra do seu fragr nte aroma, ella
por ccrlo hile leu igol; e a sua supen'ori-
dade sem rival. Ella igualmente loma-se
um meio mui excellente, para fazer Temo-
ver d sobre a pelle do rosto, toda a quali-
dade de hrot.ejas, ebullicoes, sardas, pan-
nos, manchas, impingens e espinhos. Quan-
do se queira servir u'ella como remedio
para fazer desapparecer qaalqtier destes des-
liguramenios, e que lano desfeiam as lindas
feicoes do bello soso ; devera-se usa la em
um e lado de dilluicao, destemperando-am
um pouco d'agua; porm. bo tFai*mento
de qualquer urna espiona, usar-se ha 'e\['u
pu-a em toda a su f<>rca. Fin>|^;ente como
um admirayel meio <'e communicar as fei-
f5es Ingueiras e pulidas, gpia pelle macia
e de urna lraosp?rfn!e alvura,' dano,-.'^
urna linda cor de rosa: pira- uintaf lim,,
ella leva a palma a toJos os perfumes que ,
se leem inventado ate hojtr, e exisle em
plena soberana sem rival, em entendido
tudo tsto se refere unicamenio Aatia
de Fiorlda de Jlurrav tfc Lan-
maa.
As Hritac5e3 que se teem feito na*Franca,
Allemanba, assim como em muitas cutras
parles: sao inteiramente inuttis e iova'lio-
sas ; portanto recommenda se mui especial-
mente s senhoras, que tenham toda a pre-
cauto e cuidado, de quando compraren?,
estejam^certas que compran).
A GENIKA
AGU M FL0B1DA
( TflURRiy & UNNIAN
A qtal e preparada smenie pelos nicos
propfiei arios
los ai'iiiazens de Tarso lr-
inaos.
mm
m
s
V,-nde-se velludo preio de superior %W
ecalidade a 6 o covado.
Cliis fraimas a 3G0 c Ors. e
cuTadi.
E-tas chitas francezas,escuras,c.m ;*'~~i
#8$ ,l0js desechos do mais apurado tros- g !
mfi to e de corfs fixas, fazeada muito boa

r?
*:;
18
m
m
m
vades a 2.
Vendem-se cortes da cbfta ingleza ,",''
ara v-siido, Uv vx que nao deshora t^vei
decores flus a 25 o corte com iV-WM
ovados. 'TJ?*.
Vndese orna oda eserava,
de 20 annos, mnito aadia, a qaai
coztnbar e fazer todo
VENDAS
llen$ao
caora de idade
sabe lavar, en-
geminar, coitnbar e razer todo o mais servico de
ana en* de (amina, qoem a pretenner dirij-se a
e.trasa real do Daogninho n. 7, -'as 9 horas da ma-
iiha .s ti da-tarde; na mesma casa tambem se
compra am negro de meia idade, a casa antes de
ctregar o ttqnelrao da Estaoeia.
Vende;* .tenasie lijlos d'e alveoaria batida
45o mlthero, dito d ad/llho a 380, dito de

'ULhmm: .*,M ,0 avoatts Riu n. tX\
*~*'+f**tor" *e abrs m rsparavnm rs
eaaaa, m** Orem at q. t03Tt9 ^mr nes-
Uapos.fc umgrBJe tortioMBlo Bovamapie ctiB-
Pa'iao } Taroo a 11
Vende-se nm eseravo de meia idade por prego
commodo, proprio para o lervien de campe, traba-
Iba de eDxada, enlode de pi-int^a e lamtem serve
p.ra (ornar eonta de slgom sino : qoem pretnde-
lo diriga se a* rna do P lar n. 71 f andar, arralar
d- s 6 is 0 a mala taras da manha e de 5 da Urde
em diant*. _________
Vende-se o seaoeuo sitio, na estrada de J.io
de Barras o. 7: a tratar na roa do 8rto n. 64.
0 mouro de Veneza
!* ala ImperatrizE&
_________Saccoi de farelio a 4|8t0.
Vndese
Fabrica de slgarro adepos to da rna do Vigario
"Folha de flandres
prega eanaindo : oa roa da Cadeia n. 4, raa
Brroea.
* n
ciadas pelos apaixonasos de lo^ello enweiiment.
Cotsparegsm, pois, os prenndenis^je sero
bem servido?, na ra do Qoeimado loja da Aguio
Branca n. 8.
Copos latas com superior baoha
A Aguia Branca a roa do Qoeimado n. 8 rece-
beu de novo nm completo sortwnento de perfuma-
rlas fioas, viodo em dito sortimento os copo?, litas
e vasos de porcelana doorada coma bem conbeci-
da e apreciada baoha fina.
Extracto* fiaos de sgradayels ebeiros
pan ieacos
Visos com p de arro e pioce).
apamenro largd,s a *)*, ditos dito es.reos"a"lY; P.oceTsToos JS Z?1
e por muita asaos do qoe em outra qoaluaer nT. o ^ ?' '" ,
te, eoxamei?, mortravess.r, ripas, I %ianc L.?m eaJuntias Invernlsadas, conlendo finas
reta,areia de fingir, ciojent' e ba ro : na ro l> "'^'if L^tiP/6"016/-
bncria, armaieo do Sol n. M "" oJ;Lrlien?oafill0' ^6a n,Q1 ben> raojadas
para o mesmo fim.
Elixir odontalgia) para o rxesme.
AgDa denbfrice.
Baoha Japoneza e transparente.
S assim as demais perfnmariag de prlmeira
qoalldade sempre encentradas em dita icia da
Agola Branca-a rna do Qcemado o: O. -"
Fl< rea irticiaes perfeipo d'arle.
A Aaua Branca a rna do Queimado o. 8 acaba
de receuer nova sortimento de Soas flores artifi-
ciae.s coja pericia d-'arie se cotihece na perfeita
imitarlo da Dororvainada.
Nease bello sortimento acharo os apredadiires
do bom, delicadas rosas e ramos para ebfenes le
senhoras, chapeos ele. etc.
leailis arrenteade cabellos cm trncelas dou-
radas. '
Vendnmsa aa loja da Aguia Branca t roa do
Quaimado n 8.________
para
e
do
Crles.de cassas francezas com 6 SSfs
/?) varas ou W covad-.s a ?,g00 e :'$. g*-'-.;
Filo d,eTBdaprtj, com llores, pro- -S'
prio para veos a 10 o covado. fijg
Oravatiohas do seda de cures, es- ^S
*^ lreitinba, cada urna 310 rs. 2t%i
: ^' Pfetas tambera fazenda mno S^
3&B boa a 800 e 5*08 rs.
%^* Toalni* de GuimarSes de Iloh
SS ro CJU btc encarnada a 1.
3Xfi icos cbales de fil de seda preto. glf
2^, arrendados, a lofi. ?SE
ffift P'10* *to* de algodao a 5#. :M
@" Reondas pretas a arrendadas, do ^
pnVado gostoji 300. %g&
Ns srma;ec5 de TMsso limaos.
Joaqniu Jjj* Goocaleea folirao l^Tpara -
vender no na escriptorio na ra do Trtpicbo
Brim de sigodio da Babia, muito proprio cara
ronia de eseravo. *
Fio de algodao -'a Babia.
Panno de fllgodio da fabrica do Illm. Sr. cem-
meodador Pt-droso.
Vioo do Porto, ero caixas de orna dcia
D.to do dito em barris de erimo.
Hacblnas (ara descarogar alsodo.
Toros de j?.car?.nda'.
C3AD. s ds mm
para jai dios, porteiras, etc.
jfo^rfliozoagdo Tassi Irmos,
V?500
lo pa-

ganga, fazenda
Sor
a luja ale eurivea do arca
da Coneeteio,
telo ultimo vapor, mala brincos a imperatrir, as-
sim como de maosiolia de novos modelos, a ontros
moitos de apurada gotto e das alomas modas de
Pars.
tamajPJJn^
dOC8.
Vaade-e por preeo eommodo o engenbo Piodc-
bloba.correniee moeote, silo no termo de Iuoinr
comarca do Cabo, desta provincia o nal umuL
tema sofflefeules, qner para o platrtlo da can.
ns, l^rIf?n0m.Mrta Ja: traur
da Cajj do Recite o. H, aactinlorio. -
lo5J2V7.* ^ ,t,Qe"8 ,M,t,h
iS^xZJX.J>s ""opilas, qoa se vp/
mWJL\2SSS>0' If* v^onnia* e la.
d.lmow.iriM.00, *" *]nnAn An P,i
1000 o y Xir WtttStt'vl.'v? d Joao
cea
OCfloearnadaImparatrlzn.04 acaba de re-
earnr palo n \Um>p da |ova da nlwa brancas a de rana Dae borneas
lgoddo da tohiifyfrca'd
Peiroio
Vsooost i ra ova o. ie.
*^ Cortes de ca7ga de
^f> moilo boa a 1.
^ Cambraus brancas mno Soa?
transpareoi/s e V^orias, brim bran- m
co, orn pardo, gaffgas frB5ezas e
Pcs pretas, mu;lo Poa Meada. ^>
Roopa fcita nscional. &3b
Palit ti de casimira, prews e de c- XS5
res, obra mullo bem acabada, caigas '^S}
de casimira prcta e dd cores. /
Paliiots de alinea, brancas, fazenda ^!
boa a 4 5.
iaquetes de brim pardo a dot6re=
|^-a3ea#500.
ObjfC'os de eandiyroa a gaz.
Laropartoas a gas de bocal ameri-
cano a i60f.
> Candielrinbs americanos de mnlto
b,a oicbinimu. dajido qua Iqz bri-
Ihante e clara a 30 00.
Ditos grandes donrados a 10.
Ditos da crystal a 6 70.
Candieiros de su.-peus3o para esca-
da cu mel desalas, obia molto as-
saiada.
Boeaes de drlterenles,'fiumeros e
'fldaia%ea900,8t)0ol#000r..
Coneenam se candieiios a gaa e mais
?! ohjer-tj de vidros purcelaoa, flean-
" fl Com siiranca solide?.
b'Mftr00* Mnd'e,r(W a *r WO
^sl** chamins de cryiaJ, carao-
jlj*** *"* mltures f,b loates da
^.tti*!1** '*a".de'ien
*'r5aJi'w' M cihdade.sz, rafc.tom f da tem*
era se venden na rna da Jroptr^ri/,
.ata demandas n. w, a *ot) m
ra. OM>dMia-essB nMWoanmOa 10
por eento.
e 4^500
Chales pretos de renda, pelo preco m* na
a da Imperatriz n. 52, |,j do L-ao jodio a pa-
ro
dara franetza.
.va
tncito
M'-'s urna Icjadeolndeasi rna do Qoeimado c,
. &a nova loja que se aprsenla e comprimen-
la a todos com o otra de-Nova E>peraoea-cr.Cs
vida aoTspeitavi publico e cspeciim>;nte aabel-
.o sexo em {-(ral se dirnem de vlr visiti la, certo-
rt qae e comprarem voitarocootenles e reoelin*
d-
Dcsia vea micha bolsa nao offreu i
?A NOVA ESPERARA
21Ruado Queimado21
E-ifit s para vestdos
Esta nova e elrgante M.j% de miudezas tem om
lineo sortim nlo dos modernos enteites pa^a vesti-
dos de seda sendo alguos delles ornados com pin-'
gentes de seda e ootrr.s com vids^ho branca ot-
ttetos de gj>to e perf-ico til, qoe o vestido que
oa tiver, por ceno nao sera' completo e s os tem
a nova espera oca na ra do Qoeimado o. 81.
c eqaea moderona
Mimoos leque*, sendo o sen lodo de marfim
com baiiua deenhe, ootros de marttm e seda, a
ontros Analmente (gtos de banos prxprios para
tinto e do nal* parado go,w e s t eocootra de-
rnnd?0! '^* d" D0V* eperan5a m d0 One-
n:Sr.ie*bo,M eonralauo)
l g cfe-p-liica di ro-lor que possivel a qne
Rap iiutlez-
Veode-se rap ingle da real fabrica de W.
erimstoo, o|.-rior ao m> Lir.6a : aa rna estren
do Rosarlo n. IS, typoa/apoia Comoerca).
Vndese nm cano para cahriolel. nsuil
godo; na rnaOo Rangal n. 9.
ra de bonitas cores tem a Iota- da nova esne-
raDca na ro co Qoeiqaulo n, f, on> perMw str-
umento e esta' vendondo por coromeoo preco tm
re'c*o a b.ia qoIM>de.
Vervjotfeiro (oU oofa marcar roaoo
fiM Mina qne im a ooa esperaaca natos do
Qaeimndo o. 21 "realmeM (detetef e uroban
vende a da soperlr qojicfada Aara esete verse;
wh 1sto ratoa no Qoeimado '- Si, lea daOsiBr
danta a non aaperat>et. ~**- ^*-
Bouitos vasos con los da arref
|aova esnraoea na roa 0o Queimado n 1!,
tea nm bellj sornmegto da-vasos coro t de ar-
ree a as roas complenles nonecas, tamb-m tem do
mesaio pd em pnoaoos pacot- e cuxii li >s da pa-
p>-lio para vender a satisfacio o c inarador na
ra do Queimado n. 21 i> ja oa nnv e(.,>a.
Trancas pretse* v\A<'lies
A nova espmttca tem om eoDtnnt) Mirmnan'.n
da trancas preui ctm vidrtlhu, v.*. pasgenMs n
sem ellas, a a*u' vendando por eeaanwOa preco.


!'. '.'-1 ifc. 11 m
Tt


~ ifl 'n'r mk '*~^ itij aial yna^
UUm-* la.aHuiai
-anu
exposicao
D8fdzendas pretas proprias para a qaaresma, ra daj'
Imperatriz ns. 56, e 72 de Louren^o Pereira Men
de GuimarSes.
Fant filo prett a J800 covadf.
Vende-se panaprelo proprio para caigas,
fletes e palijots ff60O. i ,5800, 20000,
peratrfjns 5tif$.
.ros Je di pies preto a 10280
a eovaUo
Liquida-se orna pocc3o de grosdenaples
preto para vestios1 d senhoras e meninas
a WB-, tW\ .0601). 1080, 2, 2500
308,10. Por estes precos so ua loia da
Arara, roa da iMpratriz ns. 56 e 72.
Casemira pieta a 10800 o covado. '
Vede-se casimira prea muito boa para
. cafc'>s a 1800.S!$, 2|500e 30000.
Moreanttqae preto a2#*00 o covado.
Vende se.mQroantjqfipreto para vestidos
de senhora a 2*lQ0, 2C00 e 30000 o co-
vado.
Mldac de cortes de casia
a 2*000.
Lijuida-se uiia grande porco de cortes
de cassa para vestidos de senhora a 2 20500, 30, 303 Algodas m pecas SjjfOOO.
Vendem-s p*frs de algodao americano
50, U, 80 e rn^oo.
Cassas framjfiMS a 240 o covado.
Vende-se cassa* francens Coas para ves-
tidos de senaora a 4o, 3o, 360 e 4oo rs.
. o cava .'o.
Atoalhado de Itabo a 20580 a vara.
Vende-se atoalhado de linbo a 20500 e
30000 a vara.
Lencos de liabo.finos a 70 a dzia.
Vende-se lencos de esguiSo de linbo e de
cambria de linbo fiaos a 70, 705O e 80.
Mpias craas para homem muito boas a
U 40, 50 e li.
Roupa feita nacional.
Vende-se pslitots de panno fino sobreca-
sacas a i 20, .60, 200 e 250. .
Ditos pretos fraques e saceos de casemi-
ra a 50. 60 e 80,
Vende-se palilols de alpaca pretos e de
cores a-305O e 4*000.
Ditos pretos a 30, 3 500 e 40.
Ditos de meia casemira a 30500 e 40.
Ditos de brim a 20, 20500 e 30500. e
multas oulras obras fe i tas que se vendem
mais barates do que em outra qualquer
parle.
ColeTes de casemira a 30 e 35000 cada
am.
Ditos de tria a 10600 e 20.
Algoo de Blsta a 2oo re o
covado.
Veode-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covado.
Orles de gaaga a 10400.
Vendase cortes de ganga para caigas
de hornera a 10400 e 10600 o corte.
LaaiiniM a 320.
Vende-se lan:inbas estampadas para ves-
tidos de senhora a 320, 360 e 400 rs. o i
covado.
PilfocbfvrcalOOO
Liq ida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nome poil
de cbevre a 10 o covado.
Sdias de fil a 40500.
Vende se chalas de fil de linbo a 40500
9 55000.
Chales de laa a 10000.
Vende-se chales de 12a de cores a 10.
Ditos do mirin finos a 30, 40, 50 e 00.
Cassas organdys a 32o rs. o covado,
Vende-se cassas organdys a 32o, 36o e
4oo rs. o co-ado.
Alpacfs de cores a 5oo.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhoras a 5oo e 72o rs. o covado.
Espartilhos a 50000.
Vende-se ricos espartilhos para senhoras a
80 e 60OCO.
G aue pechiucha.
Saias bordadas para stuuora a 30500,60,
a 70000.
Biarado frasees a 240 reis o co-
vado.
Vende-se riscado francez para vestidos a
240,280 e 320 o covado.
Roupa feita
de todas
as qaalidades.
Vende-se cal as de casimira preta a 50,
0 e 80000.
Dias'de casiraira de cor a 50, 00000 e
80000.
Cortes de casemi'a a 3$.
Vende-se cortes de casimira preta para
S ,, i -t -r" I "'C do-bomem 30, 30000, 40, 50, 60,
20.00, 35-, 40 e ft# o covado, ra da Im- ifi e 8W0. 7 T
>

Chitas escoras a 200
Vende-se chita sesenras e claras miudas,
para vestidos a ioo e 940 ti. o-covado-.
Arara vende murim [trelo a 20.
Vende-se murim preto para calcas < pv"
litots a 10,10200, 20, fl&OOe 30 cova-
do, Alpaca preta a floo, 640,800 e f'0ooo
o cu vado.
Oulras fazndas pretas que servem para a
propria estacJo.
Pecbincba cora toque de vari,'
Oousa mnilo pouca)
Peras de madapoio a 50W)
Vende-se pecas demadapolao con pe^
queno toque de avaria a 50, 60,-70, 8"0, e
100000.
Chitas francesas finas a 32o o covado.
Vende-se chitas francezras finas a 320,360,
400, 440 e 500 M. o covad.
Peehtacha nova
Lerdos d; seda a 800* reis.
Vende-so urna grande porco do- teooos
de seda de cores a 800 e 1-J009 cada bbb.
Algodo col simio 1JOO.
Vende-se algodoes eofestado para len^es
e toalbas a 10 a vara, e entranedo a 10ka
a vara.
. Cambraias lisas a 50.
Vende-se pecas de cambraias fhas lisas *
40500,50,60 6 70000.
Cobertores a 10600.
Vende-se cobertores de algodSo a-1^600,
10800 e 20000.
Cobersas de eba a 2^090.
Vende-se cobertas de chita a 20 e-205oo.
Organdy de cores a 640.
Vende-se organdy de cores para vestidos
le senhora e meninos a 040 e 720 rs. o
vadO.
Cortes de casemira a 20ooo.
Vende-se cortes de caaecaira para ralea a
10800,21 e 20500.
Organdy de qoadros a 5oo rs.
Vndese organdys de quadros- com flores
de cores a 5oo a vara.
Brim de cores para calcas--a t028O.
Vende-se brim de cores para calca* a
10280, 10600 e 20 a vara.
Hogalina de citbs- linas 500 rs.
Vende-se muculioa muito fina padrees
miudiehos para vestidos de senhora e ropa
de meninos a 5oo rs. o covado^ .
Lanzinbas de quadrinnos caiudos a 2:0 rs.
o covado.
Vende-se lanzinhas de quadrinhos miados
a 280 rs. o covado.
Alpacas de lista branca.
Veode-se alpacas de Hita e setioada toda
Oranca para vestidos de senhora a 10890 e
20 o covado.
La .iuins com listas d.' seda
Vende-se ISasinbas para vestidos a 240,
180, 320 o 400 rs. o covado.
Alpacas de cores para vestidos a 640 rs. o
covado.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
e sonhora a 640 e 720 rs. o covado.
Cortes de cotim para calca a*10.
Vndese cortes de eolito- para calca de
homem a 10 e 10200 o corte.
0 cordeiro
aotifa taja de

.
.
' PAM- UZ0 4NTERNO
PWPARADOS SDtLSS,
Xarope de jarbeba galraa.. ....,,..
Vinbode
Pilaba-de- W vidto........ 106oo
# un oji-
A
I
I
7*1 *"
''

10000
W600
Tintura de. *>'
64o
'



Brim pardo a 040.
Vende-se brim pardo de linbo a 6*0, 800
10 e 10200.
Grande liquidacSo de corles da cassa a 20.
Liquida-se grande porco de cortes de
cassa para vestidos de senhora a 20, 30 e
40ooo.
Chitas para cobert?s a 320.
Vende-se chitas para cobertas a 320, 360
e 4oo o covado.
(asinina de cares a 280 rds o
covado.
Vende-se lasinhas de qc3driuhos de cores
para vestidos de senhora a 28:-, 32o e 400
rs. o covado, ma da Imperatriz ns. 56 e
72, loja da Arara.
Grvalas prelas.
Vende-se um grande sortimento de grava-
tas pretas e de cores a 320, 5oo, 64o, 8oo e
10000.
Damascos para cobrir piaus a 10400.
Vende-se damasco propno para cobrir
pianos por serena de duas larguras a 104oo
e 106oo o covado.
Chitas francczss flrrs a 240 rs.
o covado.
Vende-se orna grande porcSo de chitas
Extracto hydralcodlicd de jarabeo 1205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jnrubeba ferrogiaoso garrafa. 20ooo
Xarope > *06oo
Pillas Tidro... 20ooo
Oleo de jorobeba vidros. 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro > libra. ___ 20ooo
PARA VZO EXTERNO
-:, JL lUKUBEllt
& afecCaffr boje- reconhecida como o mais poderoso tnico, cose mu excei
bfite desobstruente, e como tal appficada nos engorgitamentos do ligado e baco, na-
boit ites proprianenU\ ditas, oo aMh complicadas com anaiarebas, as iBflamwefes
sefojeiquentes as febres iniermitentes- o durezas, nos abceesos internos, nos ramorw ee-
peciabaente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na aaazarcha, as hydrope-
zia, erysipallas; e associada as preparacoes ferruginosas, anda de grande vaotagem
as aoemias^ebloroses, faltas de menstruac3o, leucarreias, desarranjos atnicos do esto-
razfo, debilidade orgnicas, e pobreza de sangae, etc.
O que-dizemos alfirmaaa os mais istioetos medico desta cidade, entre os quaes
po reka do Carmo, Firmo Xavier, Silva os. Todos elles reconhcem aexcellencia d'este po-
deroso medicamento son re os- demais at- hoh ronheoidos para todos os casos citados,
taafra que todos os (lias fazem d'elle appcacr.
Apreseatando aos mdicos, e ao publico em geral diversos preparados da jaro-
beba tivemos por m generaliaac mais o oso 'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje^entiana os doemes de asar dos preparados-empiricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qse tinbam anda a dcsvautagem de nao
ser calcabda a dse conveniente a appfiear-se, o que torna muitas vezes impreficuo um
medioameoto, que-pedera prodazir ptimos resaltados.
Os nossos prepados s fosam apresentados depois de bavermos convenientemente
estiiado a jurubeba, faxendo as- expeneBctas precisas parabem conheeer as prepredades
meJieamentosas-d'esu planta em suas ras, folhas fruGtas ou bagas, e a dose convenien*
ea applicaclo, tsndoatetn d'isto procurado levar es nossos preparados ao maior-gro de
tperfeicSo possivel, para o que sao poapamos es)rcos, nao nos importando o ponco la-
cro que possamos tirar.
Por tanto03 qae se dignarem recesrer aos. nossos ppeparados^ podem te* a certeza
de que elles offerecena a garanta, de que se pode encontrar a prometa e infaihvol cura
de qnalque dos- soffrmentos, qae deixamos innutserados, se forem om tempo applicados
tendo aJm d'isso, medico ou deente a vaotagem de escolhor as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melbor Ibe pode co*ir, j pela fcil applicaco, e ja pela complicaco i
das molestias, id^de, sexo, oa ainda natoreza de cada individuo. S
As nossas preparacoes ferruginosas s3o fitas de forma qoe-se tornan compJe'u-
mente soluveis eos suecos gstricos, porque procaramos os somposios de ferro que ce to
taes esto boje reeenbecidos.
ente
r. tf|
* i-i BW pii* bte eonhftfll Mp t Biaeens
do QaHmrto o. 16, achare receniesieDle pr-
vida de mnilos e diflerentes onjectos de gosto e
otkhule, sm como esU' l(WildJnt8 sortWa d
lodM w hsm qns propiciamente pertesMD
ariaeiu, pelo qae o Cordero PrevidesaMMera
de sn boa e eooeuon freftej, t eteHoaiW* *
saa vaMoN ptotecSo,ao MMoelte oa iDeepa-
ravel mancido, jawo a cooiieseeadeKia e agrado
de que osio -booe-pMtort?; assls; poh; omp?e-
?am os jetocm a boto frto qoe serio iMls
feitos t contento. _________'
Woe e booUos enfef para* basqoines e vesitdos ptelojda semoras e me-
Dina?, sendo goamigSes pretas com vidrilos, tran-
cas lambtt pretas e com vldrbos, sortidas de dif-
fereniea largaras e gostos, coa pingantes e sem
elles.
Btoes correspondetaet aos enfeiles cima ditos.
Ontro ortltwmto
de traecas e bordes- nu mesmar etrcamsUnelas
porm da differente cores. E como ja' lwm sa-
bido e conbecido, todo se renda por pregrs eom-
odos,
Ena do Queimado n. 16.
O.Cordeiro previdente receben e coa*
tinca a rece be r
ap Panto Cordeiro Viajado, dito Gasse, floo,
meio grosso e grosso. Tambem vende o de Meu-
ftsj*.
i \ova remema
dos eogracados passariDhoa de metal qae cantan e
nio eomem, a' loia do Cordeiro Providente a' ra
do Qaeimado o. 16, receben oova remessa desses
engraeadoa pasaarlnboad* metal que cantam e nao
eomoa, o quaao servem bellamente para diverti-
mento do%rian?as, e por costtrem a 500 serao lo
dlspensavelmeoto comprados por lods, na ra do
Queimado loja do Cordeiro PrevMente b. 16.
Albums baratos
o Cordeiro Prndente a' rea do Qaelmalo n. 16,
esta veadendo baratamente albnns para 50 retra-
tos, toso por lerem pequeos defaitos' no donrado
08 apraVIadores do barato con pareeam qanto an-
te na loj do Cordeiro Providente, a* rna do Quei
mado o. 16.
it.mitas ceatlabaa cana fruetas
. d ora
veodem-se bonitas cestiobas cora frustas de cera-,
Biai proprias para enfeites de sala, e por anas aa
lameras e perfei(5es sao baratsimas a 500 e
15000, os pretendentes as achirlo patentes aa loja
do Cordeiro Prevfdente, a* rna de Queimado n. 16.
I3a de vivas e bonitas eres pa-
vende-so na ra do Queimado n. 16. loja do Cor
4eiro PreTidente.
PeckiBchas qne se liquidam a dinheira
na loja e armazem 9 pavo, ru
da fiperatriz n. 60, de Flix Pe
reir da Silva, sdecessar de Gana
i Silva.
O propietario desta importante estabeleclmento,
tem revolvido vender todas as soas lazendas por
preco muito mais barato, com o fira de apurar i-
nbeiro e diminuir o grande deposito das (resmas ;
de todas da' amostras deixando Scar penhor, as
sim como se mandam levar em casa das Exroa?.
familias pelos seus caiseiros, assim como as pes
soas noe negoeiam em peqnera escala, neste ea-
beieclmento encontrarao nm grande sortimento
tanto de (ajeadas de tei ermo de pbantasia, e se
Ihes vender' pelos meamos custo das casas in-
glea=, ganbando-se apenas o descoat).
Pechincha admiravel
Enfeites para cabecaa 15000 e i5609
loja de- Pav3o.
Vende-sa nma grande porgSo dos mais bonitos o
moderos enfeites para caneja, sendo enfeitados
com lindas litas de seda, de velado, com lindas fio
res, e outros enfeitados eom aljofares, plumas, tro
eos etc., etc. ; tendo iambm> moitos a imltacao de
chapel as com lampos de seda, que se vendem a
fiOOO a outros muito elegante com lampo de fila,
que se vendem a 34000, garantlndo-se que te do
sao de fetlto moderno e que se vendem por estes
haratissimos prego3 por se ter leitouroa grande
LcoCOS brancas finos com bica a 4$ efrancezas em relalbos a 240 rs. o covado.
Veode-se leocos forneos finos com bico a
40, 50 e U.
Colsrinbos de papel a 500 rs. a dnzia.
\nde-se co.arinbos de papel a 5oo rs. a
inziaV.
----------......----------------------.
Sedas de cores a U280.
Vende se sedas de cores para vestidos de
senbora a l2eO, 1^600 c 1800 o co-
vado.
Grosdenaples de cores [ara vestidos a 25
o covado.
f

HERCAO D8 HONRA
Tendq-ae em fratoos
DE FIGADOS FRESCOS DE BACALHAO emeio & tripu-
lares, pharmacU Hom,
a, rna de Castiglione,
em Paria.
, ',L,'Br^<*!ah??^e^' *leo" ***** f( cheiro foi
dvpettw oofomaiu, ues corao o jua.'o, a arroa, pAoca, a .
- m ***?** *" *'' Bata oleo. o.
e maU composltoei feitaa com leos
dos armadres-pf.teoir$,
o oleot
verdadeiroa oleo* de
obtjdo mi in lustri por prscoa
fresed do relativamente muito caro, visto qua pan obteNo
Este oleoo comnrans ou
.S^S S?!??^? M I^dadelro.oHto. de ligado da
1*
Vm'om 4 Bocalla** de T,
grande vigilaiiCia e ler o maiorea caidados nos un
St. HogfTleB paearam i*ra este precite medlcametonmT'f.ma mTenal gu ^o!e22^o^af!JE?!*
Mrp^iai e tvmpkotiuu, *opt%a do, aaemoi.ma.^ por io, dararnlapr nSS.f.'ftr*'
Nofa. O.oleo de
cor de palhm, o aep cheiro nave e
m< ht da digerir, dhtkmMe entra oa oatroa oleta ala n
delicado, e ato, sexto de aardinh* fresca. '" *
O WiVt*KMfilUkaikl do 'ehefe dos trabaJBoa dnaaioM da rACDmADE DB MPTiim., ..
$?J!Pitdo.1u* ot oleo* p*rb* Mi fruikta tlgum io, TT^maw^ fZM
or n"effef, evento ao ehiito e ttbor
Veht esa todita im ~
I
tere* p*U U m^S.
de che^ar os sabonetes de
alcaMo
O aso destes sabonetes tem apresentado os aals
betneos eBeltos contra as impigens, pannos, sar-
nas, tiuha, cuspa, comKbQes, e tedas as damais
molestias do pella.
Vende-se
M BOTICA E DROGVBU
DE
Bartholomea. 4k C
34Kaa larga do Rosario\
Chocolate vermicida
TdHdVs&na raajNoy ^5 pharmaciafranceza do
>.
.^
1MURER t:

f5-JfBOO %*
DK
Afitonio Saacs d"e Castro,
Desde 1857 que s3o as labellas tomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efflcaz para a expulsan das lom-
brigas, qae tao graves padecimei&tos caasam,
0 que qoasi sempro se suppe ellas a ori-
gem.
Este virmifogo e preterivel a qaalqner
outro pelo sen agradavel paladar e fcil ap-
plicaclo s enancas, as qpaes geralmente
So mais atacadas de semelba^te mal.
Aos agricultores,
Sannders Bratbers & C. aeanam de recebet
de Liverpool vapores de forca de 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, o moi proprios para faie-
xem movtr machinas ao descaro^ar aliedao, po
denlo cada vapor trabalhar ite com ft serrs,
tamtem servara para enfardar lpodao, on para
outro qoalqner servigo em qne nsam de trabalhar
com animaos. Os mesmos tambem tm a" venda
machinas americanas de 35 a W> sorras.
Os pretndeme dirijam-sa o larg do Coypo-
^anto n. 11.
r.AA ------------
i/OCOrS e^Uti
Na roa do Oodornl n. 8, constantemente nm grande sortimento de doce de
diversas qaalidades, em latas o Sflaltrj, proprio
para negocio o por prego maito conMrjodo.
Biratis^o
Calcado nacjonat na fabricado Joi Vicaqta.flo'-
dlnho & C, a rna do Jardlm n. 10, avisan aoa
sea i fregrjeies desta capila'l e do iniaxiof, qoa o-
tlccam a fabricar raleado em alta escala, e oBere-
oerx as melbores eondgSe, tatto em nreco e. qoa-
Ildade i oj proprieiarloa ?> elfcfieietrnrento
cbamam altengSo doisenbores consomarldores do
iotfter, qtnj os (jilIlBreHL^oirar un saa fregoe-
ta, especificantfl^m.MoiufllSiala ojoroeraeio, offerateafcaelalraf al enligar bem
acondicionado em ta laHial Borr<>ondenies
esta praca. %J
na-
compra junta com ontros artigos-: Isto na loja e
Para aquelles qre mais minaciosamenta queiram conbecer as propriedades ol *rmaMro 6o P-tvao. roa da imperatriz n. 60, de Pe-
jurnbeba, e saberes* a appcagao de- nossos preparados, destribuimos gratuitamentep^-9!1
em nossa deposito una folbelo, onde tratamos mais extensamente d'&sta planta e dos a?.'-
rao; preparados
Deposito serd de tedas os ^^reparadaa
Ilolea e drogara
34Ru* larga do-P.ozario31 "^
&AZ gaz m
No armazem defazendas
Santos Coelho.rua do Qwi^ffi>^u^"CMi*n,itMtt**
^ Ghegou ao antigo deposito de Henry Forster
13., rna do Imperador, nm carregamento de gax di
primoira qnalldade.o- qnal se vende era partidas
i retalno por menos proco do qae em outr* qu:!
9aer oarte.
.Nota sorUinontft de flores finas ominadas.
O Cordeiro Prevldente a ro do Queimado n. 16
1 recebeo nova soriimento de flores Unas, sendo de
I licadas rosas e ramos proprios para coqoes, enfei
jg tes de ebapos etc. etc. Os pretendentes compare-
- roa do
(runde aniiaze __
tas mcicameatos ete
Productos chjmicos e pharna-
anticos os mtte embregados i
.medicina.
Tintas para todo o genero de pin-1
tura e para tinturara.
Productos industriaes e tintas
para flores, coso notCes de fiares
e modelos- emgesso para imitar
fruetas .o passaros com o compe-
tente desenho^
Productos cbimicos e industriaes
para pbotographia, tintaram, pin-
tara, pyrotecuia etc.
Montado em graade^elWrlre sup- ]
prido direcumente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvefs e Lisboa
podo offaey)rodnjct0* e plena
confianca e satisfazer qnaiqaer en-
commnda a grosso tratrj e a reta-
mo a por proco commodo.
Roa da imperatriz a. 70.
O propietario daste estabelacimeot teaa hon-
ra de levar ao conbecimento do respeMavei poWico
qne acaba de receber pea nltimo vapor nm gran-
de e variado-seflimente de artigos de gosto e fan-
tasas, como sejam :
- i Cintos
Reqoissimos cintos com ponta9 eaem ellas, en-
feitados com vrtrHhor, tnw pretor eemo^eo-
res.
Ponbos
LindUsimos poatog eom'gollinbds bordadas em
fino panno, assm cemo fimssimos entremaiM s>
babaarabos. ; .-. ^ *
Thesooras
A; perfeitas thesooras de poro ago para obas
costaras, bem cerno caivetes de cabo da atarflm
e madreperola, garaate-se a qnaiidade.
Pentes
Um grande e variado sortimento de pentes para
coco e tarobem para alisar, sendo de borracha
marflm e ntalo.
Estovas
Finas e?eovas para facto, onhas, denles e cabet-
I de lodos os lamanbos e de varios precos.
Lavas
As verdadeirM lovas de Joavin a flo de escocia,
branca, de cores e pretas.
Perfumaras
Dos melbores perfamistas que tem appareeido,
como sejam : Sociedade Hygenica, Plve'r, Lobim e
Gondr.ii. comesliqae grandes e pequeos.
Espeibos
Com os raelhores vidros que possivel, de qoa-
dro, caixa e tocadores de todos os lmannos.
Coques
Lisos e eefeitados com mnilo gosto.
Lecres
Lecres de sndalo de maito bom gosto, os- me-
lbores qae bem viudo neste genero.
Enfeites para-vestido
Um grande e variada soriimento ir fita de sar-
ja e seda lisa e limadas, trancas de seda, laa e
algodao de todis as largona e ontros morios arti-
gos qne se tornara' enladonbo menetona-ios, mas
qne sao inifpensavels afirmar o perteito toille
do bello se^o._____-
Vapores.
Yende-seem easa de Sannders Brothers A
o largo do Gorpo Santo n. lt, vapores pato
om todos os pertences proprios para fazer m
m on qnatro machinas para descajogar aig
madon 19.
Bom e barato
Cortes de organdy branca muito fina com 10 jar-
das a 9 j.
Gambraia branca mailoflna, peca com 10 ardas
a 3*. 6**, 73,8,5 e 9J.
Dita branca upada, pecas de 13 jardas 6a. 85
e 9000. ',
Dita soissa fios com 8 varas, a peca por 8S.
Dita adamascada para coi tinado, peca com 2C
varas a 124.
Dita para forro, peca rom 10 jardas a 35.
Dita de cores Bnas a SKhrs. o covado.
Dita de cores mutto fioas, a 700 rs. a vara.
Dita de lioho muito lina a 95 a vara.
Ba!5es de 2o e 30 arcos a 25 e 25500.
Ditos de 40 e SO ditos, nesgados a 45. '
Ditos de musselida a 45500.
Ditos de dita, esqaios a '5.
Ditos de crochel a 45500.
Ditos de mnsselina, oara menina3 a 35.
Saias bordadas a 45300.
Pil de linho com salpicos a 900 rs. a vara.
Dito de linbo liso a 720 r3. a vara.'
Grosoenaple preto, toro, a 1*800, 94 e 2J800 o
covado. -
Moriantiqne saperior a 25800 o covado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs. a vari.
Planella de cores a 800 rs. o covado.
Bramante de linho com palmos de largara a
1S200 a vara.
Maadapoloes finos a 6, 7, 85, 95,105 e 121 a
peca.
Plaiilha de algodie, saperior fazenda para saias,
pefacpm 10 varas a .jOO.
Atoalhado adanwscado de linho com 7 \ palmo
de largura a 35 jrvara.
Dito dito de algodao a 25000 a vara.
.Atgodoenfestado com a mesma largura a 13100
a vara.
Cobertas fle cbita de ra
, Colxas de fosto a 8551 _
Leor;5es do bamburgo de Untjo a 25400. 3
. Ditos de bramante a13J55OT**''
EsparliTbos finos a 5a- "^ AV Q
^nos de lea adamasca*.^.a>'a o*''^WW a
25500.
Com utes on cadeias daeabeHos para rrlogios.
JS'a-.'oj do Cordeiro Previdente a ra do Queiroa-
do d. 16 vendem-se bonitas correales de cabello
com passador dourado para re'osios.
Barretes trancos an car;puras dealgodie.
Yeodem-se na loja do Cordeiro Previdente, a
rna do Queimado n. 16.
Mtias retas tara padre*.
Vendem.se na loja do Cordeiro providente a rna
do Queimado o. 16. .
GfUNDE BAZAR
RA NOVA N. 20 E 82
Francisco Jos Germana
{RA NOVA N. 2i,
acaba de reeeber nm lindo e ma-gnifico aor
tinionto de ocnlos, lnnetos, binocuioi, do xl
timo e mais apurado gosto da Europa ecc
los de alcance* para observagues e par
martimos.
VINdeQUINQUINA
FERfiUGINEUXdeMBITIER
Com Malaga s Pyfophosphato de ferro.'
Este vinho foi preconizado por toda a empnnsa,
medical como sendo o mais poderoso tnica
empregado para curar a Chlorosis. Anemia
Exhanstacao do aAMOtna Deposito geral em
Paris, em casa da Laursnckl, pharmaoeutiao-
aroguista, ra dos Lombarda, H.
Deosito na pnarmaea de P. Maurer
C. em Pernambnco.
Machinas para descaroear algodSo. dome
;lhor antor qne tem apparecido na America-
E' tal a execnco do macbinismo, que o al-
godSo sahe qoasi Ufo perfeilocomo o debo'
laodeira. Recommenda-se a attenf3o doi
Srs. agricultores, estas machinas. -
;.de qaatr
Qtttiaat'aij M.
aloes moderDiti
ella A OlvainiaaamawdecM>**
complete n vrja4a mtimaoto Se baWlf tH*1
Gaardaoapos de linbo adamascados a J a dula.
Toalbas de linbo, lisas eaJccboadw a 115000 a
dgiia.
< .Ditas de algolo felpudas a 125000 a dnzia.
n Lencos de cambria finos de 15800, 25. 25500,
35?00 e 3J6O0 a Juila. ^^
v Assim como ontras muitas faiendas qne se ven-
de rqr menos que era, outra qualquer parta, e da-
le amostras de jado. t
|^____ ST B
Pu-a a qaaresma u |
I Paafo preto a 1^600.
; ^pde se bom panno 0na preto, pelo barata fia
C_,fe 'OPO o covado, seodq_ azeoda que lemore
00. dilos mais fines para ?5. 'i, 11
00, Isto na loia aarmasem de
da Impejatru p, 60, da Fe|i>v,-CKpe>>
WiTMnai, inaniapiw nnnaa eaei
,t 4t rKi
ofaain
>d#.der*4itti
; ookj i ceani'

fjaMtV
^
m
iuutvurl
Vende-se piche oo gaz proprio para
asphalto, calafeto* de candas,
assoalhadof, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agna,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gas, e
a retalho, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
Veode-ie orna eserava de 40 anoos, parda
boa cesinbetra, eagommadeirae lavadelra. prefere-
se qoa seja para o mallo; na roa do Bmm n. 86.
Cemento liydranlieo da etHir qoHidade para
edifleaces n'aptra, taeqoes. afireronnjfcnanuViininaa.
los decanos., etc., em barricaspraflflN.a itf,
1 Drto eommum cu romane a 10J.
Km porcaij superior a differengaH) preco conferoma fnantidade :
TmSotoiirwBntHtivo
QUINA ___________
IGE*B
w-

Esta nova combinacao KrnH fto 'OtmiMMtiil
ass agradavel e wn*en4elM j
d)o*v'a jria qne !**!
< keelleDela, eoeiol
lllta'Hta veotfceeidc
Hacsf naonraga efmt 6 maiet .
d is naiMas teas, setJrlfeMtls.V-vJif
d i appetite, Jlgestoes dlffic
el,ale e



- .
"V
Mari*
* *W#m**wimvilbt'r't
StaaM BaMftt'l
ventea tela
254*
ki
!
'

\l
u
t

i4ttS0 Btanos, a 710 i.
*e>a**mafctafi V ifi.'Mwlio. da marear a
Doila? de rart&ai brancas a pretos. a 16* rs.
Bitas de irritis d i liaba ara oca e de cores, a
460 rs. .
Bitas de carretela c!e liaba braac**ataja*das,
fiiai d pares de nietas de ras, a 2*000.
DiusdaerMKo'a bnlao, 1*0*0. ^^
BKaa de>ttawa< aiwitadaa, 200 rs.
Massos deditos golbairos piolados a 180 rs. a dazia.
Pares de OoiSes de moedlnbas para pan
doxlaa2*2O0.
Oaazaa w iwtes de aiadreperola para eamita, a
Ditas de dito de ac para ealja, a SOO rs.
Ganas coco soldados de chambo a !60 rs.
ajbs de muldun doorada a-l*800 a dazta.
Bostasda MaJles :.4u Ho datoaaos uos, a
Mjm,
D.tas de dita com pudras muito liados,.a 35*.
Orias de ditos com flores ellees e oatros muitos
modellos per precos oooiroodos.
Bdaes maies e f mkwOo, finos, a 280 rs. a
daa. ..; j^^. ,
Clchete* ac caxas a 900 rs. a dona.
Pitas de ees sord* i tit O rs. a peca.
Ditas d. i l(% da aelim com nove metros a 300
rs-asaaca.
Pesia* de cadas iura seroaUs a 700 r. a
daifa.
Las de cores para tardar a 75500 rs.
brete* de" eolia em cartas 400 rs. a dozla. .
Pacas a garpbes cabo de osso a 2*800 rs. a
daiia.
Continan) a.ter graade sortimento de caoielros
a gas, perfumara?, enleites pira cabec, objectos
Pora escriplorio, etc.
A' ra JVova 28
a i iit
0
.
i !
j*8b H-j.!t|a eb
HIAVifi i 81
WUPlO 4a rna aja I-aperador
-li' v
Acabada chefarpWb tiipor Qttmiu, um variadissimo sortimento da, fazendis qoe dlr.m os
09*01 correspaoewea qoe faram as melhore, as de mina gosto. e aorldadi VfoT encontraran) m
K*nt.:t por isso mmto reaomaendamoe a apraciacio dacaapaiuval publico, os segatntaa artigo* qoe
s encomrarao na loja do Pasto.

R
mente bordados, eom
creiincas se baplisar.
todos os perteacas para


-i/s finio -oq

Ota. rtfi
tu u Imaarafrii d. 60
nm nuMm mn
tu vas de ^Uca-'fprctas e de
, wkm cores.
i A loja do CordetromUioia, a' roa do Quel-
ando n. 16, recebeo boto sorIrmeplo -de le. vis do
, pellica de diversas.cana;
eiis raacaa de las fia*, para ba-
ncos a acatara?.
Volto pretat, lapidadas para
n p,ip,*s?* >. f te.



;SJQtps*OR DE
OliMA 4b SILVA*
ni'al. >eira ^ Silva, terjdo dissoWidoamigavelmeote a sociedade qoe tioha com
.0 Sf. Antonio Pererr* da Cesta Gama na loja e armazem do Pa?3o tem resolvido ?eDder

Biqoissloiaa coates da seda de coras, eoo liados Riqolssimos Tastimentas de cambralas primorosa-
mames aoroaietamente novidade.
Lindissimos vestidos da cambraia branca bodados
com gosio. ..
Ricos basnolaes, primerosamente bordado*, e oJU-
ma moda em Jar(r. S** "^^
Rlqals3imas cbapelioas de seda, palba 'ioUfiao
e eofeltadas com muito gosto. .
Goqoes para senboras, sendo estes da ultima moda
am Parl. -
lodissimas gravatinhas para senbora. .
indos colares e voltas de vi irilao e seda/ ultima
moda e lotelra novidade.
Collarinhos, poubas e gravatinhas de Cbany, ccbt-
plett novidade.
Riflnissimos leqaes de marflm vfc* abertos e de
uumo gosto em Pariz; assiucomo da sndalo
madrep erla.
icos vestuarios de cores, todos completos, para
meninos de 3 a 4 aooos.
Mantai de blonda para noivas.
Molrianiiqoe, groideaapla sadas prea, branca
, e dd cores.
Riqaisslmos ciatos, allima moda.
Ricos enfoites para senboras e nenlass.
Liodisiimas cbapelioas da eeda e de palba para
menioas.
Riqusimos cortas da fantasa para vestidos da se-
nbora, .
Lindos cortes a"e lia para vestido, nevidade.
Chapees de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Para.
Grande deposito de luvss de Jouvin recebe-se por
todos os vapores grande soctimento.
&qas tendas- muito mais baratas' com o fim ie aparar dinheiro, e diminuir o grande de-
ROsrtoqtie tem das msmas,'ssim cqtio tem recabido altimameoto orna grande porcao
d fateodas hoaar, tanto tngjezas como fraocezas, allemies e suissas, dando de todas el-
as amastras detiando ficarpifeber. n marrda aelevar em casa das Exmas. familias pe-
los seas caixeiros', estando este e&labelecimetuo aberto desde as 6 boras da manba as 8
da ooite, e participa as pessoas qoe negociara em pequea escala, qne neste estabeleci-
mente comprarSo pelos mesmos preces que comprara as caaes3 inglesas, ginhando-se
apenak descont podendeassim fater metbor sortimenio.
^- P.V. ,n(. ,.M p(]U|!VCHj|
6, rerebeo
imado o.
fboo.tas e ioderias vltaa rin la-
55 coauaf m* '-i(0t propr" P'r ">*
yo?, coques, att, e>eata >umuIi, h i *.*
Baiilss grTaiahas'aam paladares de
ianloo, otr* de. gos4e eara *r>
Dhorat. i*,
^?8-b*?'l.i e mod"D** Utavalinaas. veodeaa-
nfado 2\ er PrevM8Dt6- a'r" lo Qb"-
Caserofras, cambraias, lias, ransselinas, precallae, chitas e orna Inflnidade da objectos ae
deiamos da mencionar por se toraar macante.
.
Isto s na loja do ass rna do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.


-
ilEua do Queinido11
AUGUSTO PORTO i C.

Receteram os mais superiores vestidos prelos bordados c oatros, sendo todos do melbor
gorgarao.
Saperferes sedas pretas, moreaotique e grosdenapje para veslilos.
Vestidos de btaad para nol?d> com mantas e empellas riqulssimas.
LOJA DO GALLO VIGI
LANTE ROA 00 CRES
Os proprietartos deste bem conbecido es-
tabeleotflueeto tem a satisfazlo de levar ao
oonbeoimeoto do respeitavel pnblico que ac-
bam de reeeber pelo ultimo vapor da Euro-
pa um completo sor tmenlo de objecto sde
apurado gosto e de intei> a novidade; [os
quaes esto resolvidos a vender por pre-
?05 moi razoaveis, come sejam :
Liados cintos com puntas, bordados ve-
drirb'i8, fazenda que n5o haver quera con-
teste ser a melhor que ha neste artigo, isto I
s na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo!
n. 7.
Lequea de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., cora lindos desechos.
iiara'ces de palhaa,
Riouis9imas guami^es e trancas de finas
pamas de Italia, cmti veiriltio, pingentes e
sen etles, e outras com betes da mesma
palba muito proprias para guarnecer vesti-
dos, ehapellinas, etc.
IJndas bolsinbas ou caase para as me-
nmes trazerem nos bracos, cada qual mais
bon$a.
|Teiouras.
Fmissimas tesouras para unbas, costuras,
cabeuetieiros e ailaimes, as quaes guarni-
mos ao comprador a sua boa qualidade.
NaTalitaa.
Soperiores navalbas com cabo e tartaru-
ga- e marfim as qnaes os fabricantes aaran-
tetn.
Lnvaa.l
Lavas de Jouvin, camurca e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Psatea.
Grande variedade tanto para coqoes como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo, de tartaruga e bu-
fete com pedriohas e ser ellas, etc.
Pr ESotjtjtiets.
Muito lindos port booquets com cabo de
maArepiTola, proprios para casamentos, bai-
les ele. etc.
Escoto a
Finas escovas para roopa, cabello, chapeos,
Dabas, dentes e para limpar pentes:
Abotoadnr^s
Lindas aboiuaduras para Golletes, ponboc
e eollarinhos.
Perfuma rias
ftaas e de todas as qualidades e dos me-
lbores perfumistas at o presente coobe-
tmk
Collares te Roypr
Bletricos magnticos, contra as eooani-
s*s das creancas e facMitar a denti(So das
nonnas. Ja tao coobeaMo os prodigios
destes collares anodinas que n5o ha quem
(kmde de sene efBcases effeitos, e o Vigilan-
te, beodo recebeddf desies collares, ten
empre grande quanfnide en deposito, isto
1* tejado GaOo Vigilante, roa do Crespo
n. 1.

*.
Frotihasde cambraia de liobo bordadas para cama de notvado.
Toaibs de cambraia h obo bordadas.
Colzas de se4a para cama e ditas de croch com Modos desenbos.
Cortinados de-cambraia bordados para camas e janeilas.
Lindas basqaiaas de seda preta para caberas.
Sedas de listas de cores e ditas fizas mono [indas.
Tapetes para sof', para camas, e puos e tpeles pequeos e para entradas de porta de sala,
alcatifas e tapetes em pe$as largas e estrellas dosmelQores gostns e qu:.lidides.
Halas para vwgeas nos 'vapores a' Europa e superiores saceos pequeos tambem para
nagem.
Camisas nglezas de linfco para tome/n.
Ricos vesiido brancos de eamdp ia bordados a' agolha.
Casemiras pretas e de edr para roopa de bomero, pannos Qnos pretos e zoes, bombasinas,
merinos.
Bnm de linho branco o da edr, cambraias, silecia?, crgandys brancos e de cor, laas de d-versas
qaalidades emuias que Augusto Porto i C, vaodeui por eommodos presos para agradar aos seas
Iregueies.
Ccnlinaam sempre a ter o melbor sorlimeoto da

Esteiras da ludia para forrar salas.
_
-
Lioos cfjrtes de seda
Acabaro de rbagar a loja do Alvaro, i roa do
**# a. Se B. Modos orla* de seda pretos a de
Boro, aaai coma teda liwa de tipda rftres. .,
" V.arte.! UtBa.ha.de Ierro tatidi a 400rs. a
libra; na roa do Broa n. 61.
" ftadavaasa earifepi an btm aaiada esm
o-pwaM^ paira *oi, ae cavaJiu: a tratar,nfra-
ga da independencia n. 39. '_________
Vrnde-aa orna earroca am bmn estado n
Sitio no pflp*oa Arada dt>S Affl >-t"S Obde tem
nn p* de den a trente; nu iowow |Uo se
*'! baiz para qnalqaer pianiaeo e tem casi*
"Jwaara m^radi .^._. _____
l*olvijra!
toeio &i*>foHor( -f i^fr!*t,'*"l*,,,'Woew*c,,IW
IIL1JI1 ^STtlIi
aaerwhiada bbriea dos lira. Pi.ner BraTnsoartS
C de H-w-York, por presos raxoavf |5. ww" a
DO
lili. EVI1L.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, ,eris-e-
ai, rheumaiismo, bobas, gota, debibdade do estomago, infiammacoes ebrooicas do figarto
tbaco, dores seiaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, penn-
os, gonorrbeas ebronicas e em ge al todas as molestias em que se ten na em vista apn-
"Scaco do sys tema sangoineo.
CoaalderaeSes geraes >
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao eni
armo o avalia-lo. .
noontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos oslador
tacado por orna infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
aioadas crcumstancias, a alterar o regular exercicio das funcedes orgnicas, resultanbo
esse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada,- d
ondo as investigacoas. e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
?co dos humores geraes, consequencia da acelo maligna desses mesmos agentes mora e
icos introduzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela va digestiva, pele contacto
^mediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra deduvi-
jm que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
nstituicoe8 robnstas, produzindo matilaces, e corundo ainda em flor da idade vidas
ireciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar a massa geral doi
tumores tem sido desde lempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em priroeiro lugar para preeneber csse desiteratum ou fim.
0 Eticcir depurativo do Dr. Sevial pa-ece merecer a preferencia sobre todos: 01
mmensos successos obtiilos palo uso deste salutar agente tanto na Altemanba^ como em
ranga e Italia, o tornam ocompanbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima diseemos, devidas s alteracdes dos humores, o
ilixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy
elas, rbeomatiames, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammag'oes ebronicas do
{gado e taco, dores seiaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias,
jeorisias, gonorrbeas chronkas etc. e em geral em todas as molestias era que se tenba
m vista a purificafip do sy&tema sanguneo; pois que urna pralica constante tem feito
*er que elle (V indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
)arar o doente para .medkaces superiores ; e as meaos graves a cura a conse-
cuencia do seo uso, convenientemente repelido.
As substancias que entram na eomposico do Flixir depurativo o Dr. Savia
ertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande*cathegoria, das substan-
ias depurativas e antisyphilUicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
ussao, efimiuando os principios nocivos saode, pelo mecanismo natural das evao-
des ovinas, neutral isa ao mesoio lempo o virua sypmlitico quando este virjem.
em feito erpcie ao exterior debaos de suas miutiplicadas formas; e previne tam
tem es estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
tado de mouap&o, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beoefieio
amenso, tanto mais quante aaste estado os individuos igneram completamente Se es-
i conuminados por este terrivel inimigo.
O sabor agrada ve 1 d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accSe so-
re o tubo intestinal A suave e benigna, e d neobuma forma prodoz molestias meit-
amentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, qu na sua qualidade fte ras-
ico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ido, moiUs vezas, bydropesias, qne quasi sempre tarminam pela morte >lo doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabaimente as aes-
u lu&maf/bw, nprajujo sendo um medicamento tlio simples na saa aenmoWcao, a
-or^oaua uiidade.
Unleo dcpoalo esa PerBamimco
t' Ifei botica e ctagaria
Barifwtomeolb CompanhUi______
W-WJAO ROSAR IAJWaJ
i' "lili) *ai||'j anaian ;i n> .........
Pavo
Veade-se setim da Cbipa com 6 palmos de
largura proprio pa'ca vestidos a 26 ocovado,
aaiiohas.pFetas lisas, alpacas com Ustra bran-
ca a i o covado, cassas brancas com listras
pretas a Soo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a'SSo.n. ditas fraocezas
com listras e ramagens vara a 800 rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do qoe em outra qoalquer parte, na loja do
Pavo^rua dalmperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
p-chincha em casimiras a i600 s o
Pavao.
Vende-se ama gradde porc5ode~easiBiras supe-
riores eofesiadas, sendo escoras e alegres proprias
para calcas, poletots, eoiete6 e roopas para meol-
j nos pelo baratlssimo prego de 1{800 o covado ou
a 2*800 o corte de calva, grande pecbincba na
loja e armaiem do Paveo: ruada Imperalriz o. 60.
PUNHOS COM GOL1NHS.
a 1*000 res.
Vende-se ama grande porcao de puntaos com
goiinhas de esgnlao de Uubo, coro os mais libio
bordados pelo barato preco de 1*000 o temo, di-" 90.
tos bordados de edr a 640 res, sendo grande pe>
chincha-felo preco, na roa da Imperalriz u. 60.
Baldes espas.
a 500.
Chegaram os mais modernas baloes esgaios sen-
do verdadeiramente americanos e vendem-se pelo
barato preco de 2*500, na Jeja do Pavao roa das
imperalriz o. 60
cassas a 14o rs. s o pavao.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res fixas pelo barato preco de 240 rs, o ce-
vado, ditas franeezas fazenda maito fina com
padres listrados e de flores, assim como com
|palminas miuas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 8oo rs. a vara : pe-
cbincba- na leja e armazem do Pavao roa da
Imperatriz n. 6o
Itiilies a 25, 305oo e 30
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou bafes de arcos-para senbora pelos
baratos precos de 20, 30ooo e 30 por haver
grande porcao, Da loja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o, .
LSnzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Vendem-se ranzmbas maiisadas, padres
modernos e muito bonitas pelo barato prego
de 240 e 300 rs.
e bales te renda.
Vendem-se superiores chales pretos d
renda, pelo barato preco de 3*500 rs. cada
um, assim como ditos de guipure fazen-
da muito soporior a 10* e 420000, e um
benito sortimento de capas e retondas.
Os ensaquinhos do Pavao a 46.000
Cbegou am elegante sortimento dos mais mo-
deraos e mais bem eofeitados easaqoiobos de
grosdeoapls preto sendo com siotara e sem 113,6
oatros a toiacao de j.iqueiiunas e vendem-se pe-
los baratos pregas de 6*. 2o*, 25* e 30* : na
loji e aromen) do Pavao ruada Imperatriz a, 60,
de F. Pereira aa Silva.
Vendem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de chita franceza que
facilita fazer-se um bom vestido com 10 ou
12 covados, teodo entre ellas algumas pro-
prias para luto, pelo barato preeo de 20 o
covado, assim oemo sedas tizas de todas as
cores per precos mais eommodos qo6 em
outra qoalquer parte.
Panno preto a 106HO e 20ooo.
Veade-se panno preto superior 'om seis
palmos de largura proprio para oaletots e
calcas pelos baratissimos precos de 10600 e
20600 o covado, grande pecbincba.
Meias baratas, duzia 20ooo rs.
Vendem-se dozias de meias de cor escura
sendo meias de mnito mais dinbeiro porm
liqui mofo; ditas ioglozas cruas muito encorpa-
dis a 50 a duzia.
Sao muit liadas as novas poopeliaas
qoe chepram para-a laja da Pa-
vao a oO rs. o covado.
Vemdem-sa as mais liadas pqopelioas chegadas
pelo nliiuio vapor, seodo transparentes e eofeitadas
ecm qaadrinhos miad'iobos e cesa as edres mais
modrnas como sejam : mageaia, solferino, verde,
lyrio, rozo, aioi, canoa e ra etc. etc., garantlodo-
se qae oeste genero o que tem viodo de mais
moderno ao mercado, para vestidas roopas de
enancas e veadem-ae pelo baratsimo preco de 600
ris o covado, nicamente na Jola a arniaim do
Pavao, roa ida Imperatriz n. 60lde F. Pexeira da.
Silva,
Grande perbineha
' i
-
4^)00
Em cortes de la
Vendem-se superiores rrles de 13a malliada
com (5 rvados, "pelo barato pre?o de 4* o corte,
isto na loja e armazem do pavao, ra da Impera-
trir n. 60,
Cambraias largas a 1000 e f,$28Q
t a vara.
VeDde-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
vestido com quatro varas, a 10 e 10280 a
vara r na loja e 8rmazem do Pavo, ra da
Imperatriz n 60, ,
Ifcpartilhos.
Vende-se om grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
Corllnadna para caaanen'os.
Vende-se
Y aou'.'s, perfeitaseasotimadrjrs e caslorer, Jt
moleques pecas de Idade d' 18 annos, seod.i qm
bom copolro, I dito bom corrieiro; i dito por 00*
proprio para siHo on cocelrvi dito bum caoba-
dor: na traversa doCaraj^ u. i.
BB
J^jBseravos- fayfdos
de
gratifico cao
^Cfnlioa a estar e{ido o eferavo Maoeel, qae
representa lar de idade 40 annos, coro os MMB
segu.oies : ba.zo. pernas arfla4das para fra.
tem o brico Hsqaerdo ampdtaao' afeito do ect-
vello irespullecrt8s,cpiunia fzer uj.lu fero ama
s raao, e presnoie-se qoe ealeja.em alguna otaria-
dase a gratiflcacn arima a ouem o prpar e en-
tregir no engenbo Uacauaoti.freguezia da Escada,
nq na roa da Senralla-ncan. 38
' 'J,

J50^000
Pngio no da 25 do correle me de rotubro, de
eaeoho Limeetro, frgueta da Becada o estrave
Francisco, com c Iseguinles, sjgnaes : cabra,,
alto, com boro orpo, bonita figura, cara fceif-
gosa, bsr'oa pnaeo serrada, estem raspar o bf-
godeea peira, cabellos om unto* ciiapinbado,
um pouco gag >, ctm ; Iguroas sl.airiies velbas d
chicote as cosas, n'oroa p e n'om braco, levon
camisa de dlgoo da mata,ralea e paletot de b'ria
pardo, chapeo de baea

prelp, leva vara de car-
om grande Sortimento dos me- | relro, qoe ,e . Ibores cortinados" bordados, proprios para voluDlitno 5 f' encontrado no biytjo de Fugundes
^ttsitaT preM,d6 asssassrsjssrvjr saa
luo, tO0, &)& e 2O0OOU 0 par; da- peeiaes, cm especiahdade as doRiuFormeso
masco de la imitac5o de sea, com 8 pal- Uoa^agua Prea... Beoto e Pono civo, e a oa-
mos de largnra, a 40 00 ; colchas de ero- tr* (iai,|(iu,'r tes'oa > pprebeDo do duo mn-
Che; ditas de fust5o brancas e de cor ; ero- laj lcXm 'efer",p "8eDb0' qDe *TiU'
ches proprios para cadeiras, sofs, cadeiras i r A Anri"^--------------~h--------------
de balanco, para cobrir presentes, etc. etc,:! U^UUl) de gTtUCaCO
oa loja e armazem do Pavo, ra da Impe-' Conutia s esta%ogid. a preta crenla de nome
rtriz n. GO, -i Marlanna de dad de i, annos, de tOr fula olbcs
flfflTllA i-tPalinnlia (\a rvi-nc i reqppoos e foorffls bjeos revirada, de estaiura
Ult.llU.ti [iCOlUULil de grOS- regularle secca do rpo, aqaal lem o cosime de
canear, (em mana astucia e labia, tero sido vista
nesia cidade, e sopo5e-se estar neila ou ero al-
gam dos arrabaldes oceulta, e cjue s saia a roa a'
ooile, cu de da com rotula catiiela. y3-se a to-
das as autoridades pollclaes e capujes dj camp3 o
faror de aprehende la e entrega la nesta praca sos
Srs. Oliveira Filho & C, ou no eotenho Cdlegio
ao seu proprietario, de quem rectbcrj a graiica-
eao su|.ra.
denaples pintos
na leja do Pavie.
Grosdenaples 1*280
Grosdenaples a 10800
Grosdenaples a 20000
Grosdenaples a 20200 I
Grosdenaples a 20500 -
. Grosdenaples a 20800
Grcsdenaples a 30000
Grosdenaples a 30200
Grosdenaples a 30500
Neste grande estabelecimento encontra o
respeitavel publico um-avultado sortimento
dos melhores grosdenaples pretos tanto
largos como estreitos, que se vendem muito ,
mais barato do qoe em outra qualqoer parte orna parte por debauo do br.cn. D.-coofia se que
em rasO de se ter feito uma grande COm- esl acontada, e ja se deram providencias pa-
pra antes que aogmentassem os direitos na ra se Procteder. cn> t^do o rigor da Ih cootra quem
alfandega, assim como om bonito sortimento a hoover h""^o ; Q^m p^der dar noiima da

Fogm de casa de sea senher a parda Mara de
25 innosde idade, de estatura bm>, bemeb^ta do
corpo, testa estrena e cabellos carapmbados muito
crescidos; quando falla e Cos ; levou vestidos de chius de c chales de loa com barra de rres vivas, dcroioan Jo
o eocaroado. Anda embruibada
de moireantiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
retma e luto, daodo-se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo. ra da Imperatriz n. 60
GRANOS FECHINCHA
em laostabaa na loja do Pavo.
Vendem se as mais modernas e muito bonitas lao-
stnbas de croa s edr, tendo entre ellas cores muito
360
T
lT,i

'ao i.
ovoe
CTfJfat
mjmoT ovao de Gwtif
IfeCd
ro6-de-naple preto.'a 40500 reis^) covad
so a loja o iavo,.
aa vende argada-naple arelo, muito boa fazenda
para vestidos i na toja e armazem.do Pavo, ra
da Irofrairi a. o", de PeirtPereira da Silva.
Modernsimas
Chales de cacbmira a <0 Ba loja do f ario
ebegaram oV mam lD"dos chalas de verdadera
9iA*mmi oo os aaie mala leUbaiU^ e >endo-
BMtt traal!, *o*oat>-e putos aaratos precos
de tuj, 15* h a0*OU0. S na loja e arnateai do
Pava, roa da Iroperat iz o. 60, a Flix Pwaifa
da Suva. -*
CWUafr^ea^i^lraa.ttO
veoaai^a rtritat frataetas-vardadeira eombw-
roa dalmperatrk b. W, aftx Beretra da Skng,
delicadas pelo barati prego de covado.
Ollas de coree dilferenles com pala, robas e
" lisias, covado ....... 400
Ditas mallsadas mono lindas, covado. 320
Ditas listadas dem, covado..... 000
Ditss transparentes com listas de seda, co-
vado...... ; 560
a outras multas qualidades de laosinbas de gosto,
qa se esto rec-neodo por todos os-vapores, na,
* wja e armazem do Pavo, roa da Imperalriz n. 60,
de Feliz Pereira da Silva.
Bonitas alpacas na loja do Pavao.
Vende-se nm eb-ganle sortimento das mais lin-
das alpacas de cores lavradas para vestidos a 1*
o covado, ditas mais a. *, 1*2*0
Ditas de Sorlnhas a 500 rs. e 660
Ditas lisas de todas as cores a 640 e 800
na loja a armaiem do Pavo, rta da Imperalriz o.
60, de Feliz Pereira da Silva.
Poil de Chvre oa loja do PavSo.
Vende se o mais moderno pon deChvre largo, de
ama s cor, sendo mais lustroso que a naetma se-
da, pelo preco da........2*000
Duo oais abaizo, porem com as cores
molto lindas, covado. 12100
Dito com listas de >eda a 860 rs. e. -1*000
na loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Fe-
liz Pmira da Silva.
. Chales de merino a 20000.
Vende-se h iniios cbales de merm a| 2*000,
^SdOO, 4*< Og, 8*000 e 6*000, na loja e armatem
do Pavo, oa rna> da Imperatriz n.k60,;|de Feliz
Pereira da Silva.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
Vendem-sa superiores gangas trancezas muito
ene rpadas para c*!c,as e palitots, pelo barato pre-
go de 400 rs. covad >, superiores brisa de oho
pardos, trancados e lisas, assim come ditos da co-
res, fazenda muito sooerktr, na luja e'armazem
do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Feliv Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 100 rs. o covado.
Vende-se chita preta ingina lisa a 100 rs. o eo
vado ou a pessa por ti*, eom 38 eovados, ditas coro
palmrobas, melfyir (aaeoda, a 20u rs. o covad ou
a peca por 7*800, d'la franceza, largas, a 3K0 rs.
o covado. oiu^seliuas preas a 400 rs. o covado, na
loja e aromen 4o Pavo, raa da imperatriz ?. 60,
de Fi'lls Cereira da Silva. ,
Fazendas para.luuaa loja do Pavie.
Veadeisa sniiericr sea ,0a Gntna, endo orna
fawoda toda de U seto lustro, cm 6 palmos Be
largura, que facilita fater-sB om vestido apenas
eomOcovaios a lOOrs. >*. 4*2(10
Soperinr booioasma ana 4 palmos a
cUSQtot. ...... fcj- i
Superior aantao sem lastro, entilo
Laosianas usas, covado 400 b .
Cansas prei* I**--na jw'weos Wm
listas, vara a 800, 860 e 40a ... 800
lkasceDaaiBreia*j; cowdo..... 400
ootras owUas (azeaaa proprias pata loto, na loja e
aiatenfoo P*va% oa roa da Imperatriz o, 9%, ie
i Pereira da Silva.
mesma ra s apprebender, dirjase ao Urgo do
Corpo Santo n. 19, qoe receber boas alvicaras.
Alteiico.
Fogio no mez correte de marc\ a escrava Be-
nedicta, coro os sigaaes seguiotes : negra bem pre-
a. esiaica reguljr, secca do corpa, h icuda, anda
moca, cabellos carapmbos, olhos, ps e ifeioa gran-
des, denles pefe>tos, bocea grande, nanz nm ponco
chato, testa regular, orelhas peqpena, assim como
o seio larohem, tem falla regular, levoa vectdo de
chita com ramagem "desbolaia, soppcie-se qoe ron-
dn a roopa, em consequencia de tt-r levado uma
trouza de roopa_; rega-se, porlanto, asaut ridades
polieiaes e capnaes de campo a apprebeoso da
mesma, e leva la a seu senbor u Cantina roo o. 21, priroeiro andar, que sera gratificado.
----------------"------------------------------------------------


*
..
at-i
Novidade em chales a 60000..
a>M-* a aaat mutaaa w^lnta.
Sfjao aa ooa t car, com lindas
uilBaanda. laaToa^wwai bnl
^T|aa miM( aela barata
bfiaaMaaa>iaain>in> aatroja?*!,fea.
a tmw.ir a. dO. <* Fat pereira da Silva.
Alpaca monstro. covado a 280 rs.
rWi se'j
1 % aw-fs' wa luaaaj
avaa,1 MaaiaaWtaia. mi'
4b Fatt Parelra da Silva.
ESCRAVO FGIDO
1000000 de gratiicacSo
Continua a estar fgido desde o da 20 Be
jolbo do annno prximo passado, o escrava
Vicente, por alcooba Cangalba, de ida 40 annos, pouco mais oo meos, de narjSo
M cambi jue, altura regular, secc-> do corpo; .
peinas arquead s, sendo nma mais do qoe
outra, dando lugar com o andir' jugar com
ushombros, rosto comprido, piuca barba
tem oa sola dos ps alguus travos, e nos
nadegas marcas de castigos amibos, muito
ladino e tem maneiras de Iludir, intituia-se
de forro, usa de apergatas, levoo bstanle
roupa, e tem por cos om camisa de algodozmbo por cima das
calcas. Recommenda.se a captura rio dita
escravo, gialiieandu-se com a uuaiitia cima
a quem leva-lo roa dasCruzes n. 37 se-
gundo andar.
r*
1
mm mn.
.
tahafciM !e.:aaa a aoaHo trnaarador n. 1
defiaoaa d S. Fraoefppa, oeoHiie : horas
amana saou,.ripan e mano) da s^mj
rlcaoente encart'ernad.', enn.penav
ras da
a santa
e-rOr grimle a p4eaai*e'*'*iiq!
le com as rdrm ai an iOaajati|iat o
__ casa
Veftfr,*Wse4
Orveja Bass em _
Caf .apertor. ajara',
m3&s&&smffz>
Caf sapertor. t'. ,,_ K.
Maatwga traaa^eatlaiaada 1 a 1 llbraa^Ji
EscraTa fu*? ida;
Fogjo no 1. oe abril a escra a pfr n^me
Ri.sa. oue representa ter'.pouc man oti
minos 26 a i.7 annos; alta, secca do
corp), de edr fula, tem Dina perna aiuma
cnusa ncbada. proveniente de hrrisipela, de
que soffre. Est escrava levou c-msitro th-
rta a n.upa que tmba, por isso de supprif
qoaaude sen.pre muito limpa. Pr testa t
occli. Quem a pegar leve-a a seo se'hot
Juiiv.Pereira Mi-utioho, morador paia/jlr*
Amurim n. 40, que >er rec mveoaado.
L
Pngio o meoasoravo L-aoii#ret<\ erioar
'lo. m 5>, e 'leoda "aieildo o crime da ter levad e sidoaid* .
o iTioulioho fyrro de noe L'ntritinr, o 8 aesos
de' idade. que *!*** a aro** l>roi*rcao gotT-
da : peoNsto prae*** mdIbiio* tiv.r azllla.
?i, iaa:- rdc podata teva-kw a raa da
'.olaria o. 13.
*
Sterata fvHiiio
Poeto o bO'ier do abano as** Bada wWl .
atraa, o escrava Baaiatoaa-aoUa Bwgeaea, *>i
te ** o- Madu aovan iaau c an-a '
a.iaturi ban. grosso, pooca B^rna,
fe,
eil rte cawpin, e eate tfrmttu I rr. a\B>
ai a w U'iaadra aoririMa a pr aav-anao, fia*
tfH***i casDo aoptea^neao, tev'nn
I-. per.inz B. ol, taja iaSr. P.wdesP.4B^
rij rtMBfVasaeoa.


r
*^ WWIJ^r^BwM*^ ^ttta*H^#ijL
Tns]4in~ reprehender pelo propbta Ha-
floani morreo: suredenda-lltfFPjBbc. Jo-
naph, ""reino anno do mond 9H, qoe
Pirque rein fil
aado-
ns virtudes da l
r
I eleetrlclade
!!
A homanidade tem s
nos dul. |oro)M{|gati jVi
Por ua piedade^lWigiosa e dedrcfSo t Ssponar oi
Dos, alent as armavfoi "legitimo descea- ^ina(lo m ftfo df-ari das brisas
'jai,'dente deDvid. Reinou33 ano)se morrea ba)am a ^aginacSo.
O hornero perde-se n'um ddalo
e
e algoma coo
do espirito
si.
-A Gedeao sucwJeu Abmelecb,
que e, torr.no dioso a Deas naos homens som grsode repgtagao.
pela mbito d poder e fra ncidio qoe pra- Succedeu-lhe sea Gibo JorSo 8 ret, ma- ^ C0Dfct9Tas quando a alma trans^
liceo, teve morte desgracia as mas de urna ndo de Aibalia, im.do crueiissmo, avaro e do umbraM do ioexplicavel volta-se
indigno da humanidade. Fui assasstoo de y 0 ^^ & ?i,]a em Dusca do go|
seus irmlos para roai|Bf-lhes a beranga. deve ||OOJoar.irrt as escabrosidades.
Castigadi p .r Deus depois da remar oitoaiK ^ phmtasisfaz entfo sua entrada trura-
pbal no espirito humano, adornada com as
florea da poesa, 0 circnmda por ama au-
sciencia, oa de om dos ramos de urna scien- De mais, existe orna tal ligarlo entr as
a. Sn : electricidades da mesma pilhj^gfe 'no c*8**
-i A electricidade est n'este caso. ; do actoamento de duaa prnun presen-
i Da physica f electricidade, i oosso ver, ea, forgosamade se estabeleC duas cor-
.0 ramo mais ieltressaate, vialjLcomo a elle rentes. T5?"->
desconbecido t *cb9iotimameDte "ados o magnetismo, I E como a forc sympatica a resalta
qU9 m a luz e o, calor. | das influencias reciprocas du electricidades
Quando na massa total de um corpo as em presenca e da relacSo das intensidadesdas
molculas sao obrigadas por ama cansa correales, segoe-se que esa torca partici-
miJher, e governou trsnaos
Morto Abmetach saccederam-he Thola.
*2juiz', que governou 22 annos, eJar, a"
juiz, que governou 23 annos, em cajo gover-Ipos roorreu apodrecenito em vida
nocahiram os jadeos na idolatra. .
Por este gravissimo crine foram castiga-
dos, com 18 annos .deesoravid), sob os ri-
gores dos PbilisleaVl amonitas 14* juizes;
por arrepeodido*, leve o Omnipotente mi-
sericordia deltos., foram liberados por
Jeptbe, 15 juiz. qse os vencen, como ven-
cen e desbiratou os rebeldes epbraioltas.
Rutbe pela secunda vez tasa coai Booz,
o de cojo consorcio leve Obed, avo de David.
A Jepth snecederam Abesan 10 juir que
governou sete annos, e Abialio 17 juiz que
governoa 10, Abdo 19 juiz, 8 annos.
Captivo o povo hebrea pe a sexta vez, go-
vernano H;li. IV ju'u, toi libertado por
Sanso, 20" juiz, qu desbaratou os Philis-
! Os infortunio.! e mor ti de Sanso cansa-
dos pela traiclo de >alila fez que Heli. 21
juiz, entrando paraog*verno o dirigi.-se por
40 anuos.
O povo hebreu do ciptiveiro e j sem
torcas fi)i de.-b.iratido por orna borrivel
nnrtao.l.ide, nio escap;rado os proprios fi-
mos de.He.
Sendo roubada a arca do testamento, foi
laograndeo senl.imento que'teve ll;li, qoe
em poucos das mirreu.
O ultimo juia: que governou Israel foi o
propheta Samuel, successor de Ileli no an-
no 2*87; e como j tosse velho, desejaodo
a sccessSo em seos "filhos, vendo nao se-
rem elles c nveitintes para o governo do
povo, o povo pedio a Samuel Ice desse uoi
rei.
Samuel f>;z lhe a vontade, escolhendo e
sagraado o pastor Sal, fijho de Cis, da tri-
bu de Benjamn, na occ sultar a re.peito do descaminbo dos jumen-
tos deseu pi que elle pasiorava.
Sal, pritn iro r^i de Israel, tmba 40 aa
nos quando Samuel osagrou; de posse do
pjderabusn de sua autoridade e foi deso-
bedieole a Deus, e por bao o seobor mao-
ou dizer a Simuel, que nao lameotas?e a
taita de Sanl, prjmeiro ungido, porque nos
campos de U;tbelem adiara am mancebo
pasturando os rebano OS de seu pai, talnadcr
aos seus (Jesejjl para ser rei de Israel. Era
David Sino de Jess, da tribu de Jud, o
esiolbido de Deus pelas virude>, porque
nao o'ba D?us (& homens pelo qua sao, e
-impelo que pralicam ; e como David, era
tilho das suas obra?, foi ungido por Samuel j
THra futuro rei de Israel. Era David esfor
plo na guerra e dexiro na fund, eporaa
coragem e -lesl'eza roUf'U o gigante Guatb
em frete mesmo do exercito dos Pbilis-
leoa ; e Sal, orejse da gloria de David,
*c conslluio o seu maior inimigo.
Aband)rado de Deus o primeiro rei un-
gido, foi consultar a pyihonisa a respeito do
jsuccesso Ja I.atilba que dea aos philisteos
no mone Gjlboc, o a feiiiceira lhe mostrou
o pbantasma de Samuel, vatcinandc-lbe a
mofle nirqne destru los os exercitos dos
phi&UaS awbou Sal alravessado na, sua
esma espada no mesmo monte Gelboe
acompanhando-o na morte seu too Jonatha
inimo amigo de David. ._!_.
David segaado re.de brael era o favore-
cidd de.Deos, edeyois de rnuitos trinm-
phos, liroa-lhe Deus a espada pelo crime
que praticou err, Urias, rnaado da furmosa
BepiB. e o castiga permiiflndo que con-
tra- ele se rebelle seu r\lho Absalao, mo lo
i Succedea Ochasis 9* rei a sea pai JorJo,
t5o impo como elle e governou um anno, '--[~ DrilTiaoe7i|ua omv paldo "reflexo
porque Jeh re de Israel, destinado por d>esM |Q a,y3terj03a qQe iiiamioa o iofl-
Deus o matoa e aos filhos d-j sous irmaos.
Athalia saa m! mu>to ambiciosa se apode-
roa do governo e rejnoo seis annos; porm
como Josabeth, malber do pontfice Joiada,
e filba do rei JorJo podesse salvar no tem-
plo a Joas fllho de Oa.asias, no stimo an-
no, Joiada des "obrio ao povo o incgnito
principe Joas, foi acclama lo o dcimo rei
de Jud, subindo ao tbrono de sete annos.
Pela influencia e eonselbos do propheta Joia-
da se constitaio um principe perfeito, po-
rm depos de sua morte, mudoa de vida e
se tornou um imp o de-espendo, e foi t5o
iograto a memoria do poniilice Jjiada, a
nuera devia- o reino, que mandou matar a
seu liiho Z icarias,
Foi Joi.is castigado, corra o moni em
seu anno de 3163, por tantas maldades, ven-
do hoirivt luiente assolalo os seus esta lis
por~ Fazael, rei da Syna, acabando elle des-
grncadamente com 4U annos de reinido as
raaos de seas domsticos.
Sen flho Amisias, dcimo rei de Jud
succedeu-lbe no tbrono, o qnat segurado as
pegadas do impio pai foi to desgranado que
acabou assa^sinado com 29 annos de gover-
no. O propheta Joas viva por este teoopo,
o qua! desobedecendo a Deus, foi c.stigado,
sendo lineado ao mar em viagem para- Nini-
e recolbido ao ventre de urna balea, foi por
ella lascado a praia, consegundo depoie ijae
reconheccu o milagre a converter os Niaivi-
tas e obter o oerdao de Deus.
Ozias, \-" rei de Jud, succeden a seu-
pai Amasias; no coraeco do sea reinadofoi
multo favorecido por Deus.emquanto seem-
pregoa em boas Abras com o augmento- da
agricultura, as fortificaces e muros de Je^
rusalem, porm querendo usurpar o olfeio
aos sacerdotes descendentes de Arao e otfe-
recer o incens no altar de Tbimama, com
despreso de Deus e di lei, foi coberto de le-
pra e della raorreu com 52 annos de go-
verno, porm venerado pelos principes vi*
sinlios.
Joa han 13 rei de Jada soccadeu a seu pai
Oseas. Sendo muilo obediente a Deas te*e
um reinado de 16 annos muito foliz e asskn
acabou sompre liel ao Senbor.
Succedeu-ihe seu impio filbo Achaz k&*
rei.q'ie red.izio o reino de Jud a to las-
timoso estado, por suas maldades, que os
seus povos foram morios, e captivas as au-
Iheres pela invasao dos Aesyrios, Israeluas,
[dmeos e Philisteus.
A sua impiedade foi lao grande que sbe-
gou a levantar altares as ras de Jerusa-
leui aos idoios, e morrendo aos 16 anoos-de
escandaloso governo, o po*o lhe negou* se-
pultura junio a de seus pais. Isaas pophe-
ta, mandado por Deus, para refrear as- im-
piedades de Achaz, nada conseguio. No en-
lanto sobe ao trono seu filbo Ezecb'as- Sr
rei, restaura o culto divino, ao verdadejro
senhor, e arraza em Jud os altares do Baal.
DltO.
Quero que chegando a idade de tirar
aos quatro pontos cardiaes do eapaco am
punlii lo de pensamealos, nao de.isa o espi-
rito ailar-se as azas da pbaotasia at as
regie8 elbereas onde vive o desconbecido
em toda,sua grandeza ?
A pbaotasia a deosi que mais toril s
imagioaces fogosas ; p philtro mgico qoe
embevece a alma, fazeodo-a vagar absorta
pelo muodo do inexplicavel; a pedra pby-
losopba] da mocidade ardilosa e inspirada
do seclo XIX 1
Percorra-se a historia da humanidade
desde saa entrada oa vida terrquea at os
nossos dias ; estade-se con microscopio
da raz5o esse nada que se & o nome de
homem ; interrogue se a creaco em todas
as suas pilases; tudo responder : pban-
tasia, e s phaniasia.
Deas tambero ehantasiou!
A bumanidadev estudada sob o ponte de
vista da pbantasia, aprsenla o- aspecto de
om mitbo. *
Os principes da ebantasia de- ha mtiito*|
levanRaram orna crussda gloriosa contra es-
espiritos timoratos.
Espir i tos fortes, ells esperam reinado
da imaginarlo com mavsconfianca do qoe
seita judaica a vinda do- Sftssias. Para elles
qoe seTevm-com deavaoecimenlo- em V.
Hugo, Xs de iVla ha irepossivei: a pbanfesia resol vs!bes os
mais di Hice s probler&e,. pondo em evi-
dencia o desceoftecido.
Todo-o muod pbantaoi;
Desde o reir preguicosamente rdinaio
na sua poltronas at o paseador, indolente-
mente sentadon banco de seu barco; to-
dos faaea) navegar pelos nares booancosos
da pbaotasia a vel^r narodos pensaaaentos;
todos eje va m os- aereostas do espirito at
as regies da pbaotasia. rins ebegam aos
d
nalmccte contea-iam-se com alcao$arem a
superficie da espbera qoe- tem cono raio o
semidimetro da trra augmentado com a
altura de seus oorpos.
(Jfuaodo o Amrjfinerr iwr*M-wr=,
isto qnaodo o indicador do Mflftneito
est no rjontOrBerffho, aijidiedades de
electricidade deseavolvidas e accomoiadas
nos polos *3o rapreseatad fel onidade.
ConseaBeoiemeoie as n\t@M Mre edi
qoantids ect3o represenUflaJ peU tmlr
dde, isto apreseotarao a maior sipipliar
qualquer deixar sua posico de equilibrio, j pa das oatoreis das correte! Da razio de de, e serio definidas o melbor possiveL
" snas intensidades. lgalmeo'.e as intensidades das wrrerrtes
Essas intensidadess5o represegadaspelas e]eclrca ier5o a unidade para a eipreo3o
respectivas relacSes eatre as qwntidades DUaeriea represntate e saa relacao ser
de electricidade dos polos de oomes oppos- aDlj3 sjmp|issima, porqoe ter para valor a
tos do mesmo elemeato das duas pflbas. unidad tambeta.
Diversas sao ascaosas qoe eoncorren; Eis a rJZ50 por que chaamos a ene
para determinar a intensidade das correntes; ponto ,j, scanaPonto perfeito.
a que mais sobresae, porm, o desenvol-, y.sa n>^\9 a forCi stnpatica part*
vinento moral dos iadrvidoo deaccordo Cipa em igoal dse dos aMoed'alma e do-
com seu desenvol vimento pbjsico. | corpo, isto e, qoe o=*Ainor=*; *a rigorosa
O predominio de om o ooira das duas ttm^o do termo e de accordo con a nossa
oa materia tmpooderavel ertebe todo o uni- crrente? no circuito dymmico dar maior pisoria, tem tanto de ideal como de mate-
00 menor grao de iatensidade- forca? sym- riatf y,'e do fogo ^ ^ e das labaredas de
representa se am drama intimo no interior
d'essa massa, e nos temos conbecimento
d'esse desequilibrio instanlaneo por inter-
medio dos effeitos qoe d'elle resultara.
'as.suas novia posiges relativas as mo-
lcula goardam as leis do equilibrio, de-
senvolvendo todava entre si diversas forcas,
qoe se nos toroam ap eciaveis pelos pbeno-
menos mais-eo nenes interesantes queaf-
fectam nossos sentidos.
Na opioio de Cdgard Saveney, o elber
4verso e forma" em torno das molculas de
todos os coros ama especie de atbmospbe-
ra. E* por mefo d'essa atmnosphera que
se produzem os pheuomeoes da for, do ca-
lor e da electricidade.
No caso da electricidade, esta produ-
zrda palo mov ment longitodroai de orna
eo mais molculas de ether, qu, partiw-
pando do desequilibrio da massa- d-is cor-
sos produzklo por una causa qualquer-,
atravessa a massa impooderavel do ether
qae eircunda as meldcalas- do corp', sobre
que acta a forca motris geradora do phe-
Doraeao inicial, e assim predus os effeitos
que sao conbecidos sob o- none de elec-
trices.
Seguado este nodo de ve7, a elecfrici-
dade sois, um movimeoto particular de
orna ou nais molculas impooderves do
elber que* circala aa molcula dos corpos.
Tratemos agora de- definir, de accordo
eom a nosaa theori. as duas cotras ent-
(f>Nles da tMBdade que tomamo paraep
.graphedo omso estado; mas antes diss;
tacaos algunas ligeiras observpes, dao-
quaes deveu> resultar essas defioi^oes;
DHatando-sa a definicSo de pi7* dada por
ptica, que por isso mesmo, arcara oa
escaria do /mrimttro om pento nais ou
meos elevado.
Djas sao pois as condices prirreipaes
guarrJar m forojajc3o do Amorimttro', por-
que duas sp as caosas primqriiaes da for-
ca synpaticl.
Essas coadiges-s5o:
i.*aintensibdes das correntas:
2.*a relacio entre essas intensidades1.
A primeira evidentemente determinada
pela intensrdade da electricidades dar pi'
IHhf, iteosidade qne, como j dissemos,
depende de varias.causas-,
A segunda a simples-razao diz que* se
determina comparando- os osmeros repre-
sentativos das intensidades- das correates.
As-qoantidades-de electricidade das pilbss
variara de modo* inGoito er per gr>s inS--
niteskaos, de accordo com' a id finid arte
d vaftacons que experimeatanv os seus ele
mentor.
Coreqoentemejle-sef'in6nto o nume-
ro de suas relar;oes-e infisitamenite variavel
a iotensidade das correntes.-
A-relacS porm entre essasinfensidades
:Vulta\ Wollaston, Gay &ossac e toos os phy- nao appresenta o raesmo carcter de varia-
sicos-aotigos e modernos, pode-se consid-ibtlrdailer porque ellasoscilam-entr limites
rar o-bomem como ura$tVm. cojo-amorto;determinados, e teodem snplificar-ee e
l-forondo pele- espirito e pela materia, pela jomarse- bem definida?,
alma e pelo corpo, acteaodo reciproeamen- A' pilha bumma damos onome-de pi-
!te um sobre o aolro. Iba natura, e, por" causa s sea demento
E' aeto de observado qqe quaade sof-
Jte o. corpa a alma padece, e reciproca-
mente qoando sofire a'alna o cc*po pa-
lidece.
Considerada, pois, sob-o ponto de-vista
das mflaeneias ?aci|)roc;> a pilha bamaaa
Sob
espaco9,planetariesi.outri^DaopodWexce- st de ac^dojm a oilta elctrica Sob
der os limites da atbmo3pbera, oou-os fi- L P0Qto de vis!<-03 &** a maior ana-
im-in ^n-.m r. nu^w.,rQm a iocia aiedi se nota entre as. duas pinas.
logia a.odi se neta entre as. duas p-.;i
Nao sero de- faci eBitos dyoaovcos e
luminosos da piska bumaaa os vo&d'alma
para as- regioes- infinitas onde vive o des-
A pbaotasia nao eapasagio de asguem 3TEmL '"crS'e
ralt* ella confcodem^ o plebao com o- J S .S 1^*71
pera
nobre- 6 o pobracom o rico.
A natureza tcacoa eras torno de cada lio-
mora>a rbita de suns evoluces ; ninfi-iem
pode oltrapassar a. linha limitroebe d'esse
circoto de ferro, sem romper o sea equili-
brio-bo mundo. O pintasilgo enbalde'tao-
tarja imitar o canto do sabia;, -a abelba
miEca poden elevar-so s aliaras onde-as
agolas acoitam com as snas azas as candidas
e transparentes roupagens qae envolcan o
nesso planeta.
A perspectiva de um novo Icaro nada tem
de deslumbrante. Proouraremos* pois nao
sos aproximarnos do tocco da loa e do
espiritual, anda a. cbamamos- pilha-innata.
Com eflSito; de3d* que o individuo entra
ao mondo traz em si>-o binan qoe- consti
iae a pilha, e, se seas elfeiles s se saaorfes-
'analgun-tempo aps sua aparigo,^ isso
devido a s-se achare seu tasral apto para
as influencias reciprocas em sna > pleoiCude
guando o-pbysico tem lomado un> cerlo
'desenvolv meo to.
Essas infidencias 160 se faaendo pcogres-
MvamenU-sealir medida que os ilois-ele-
mentos vo &e preJ-spondo para as fanGces
; aoinplicadae, qoe coostitaem a vida do>cerpo
3 a vida da alma.
D'hi se v que sao tambora compimadas
sesas infl-aaocias e dependentes-de caueasqe
atrseatam. n ordena e disposicao do corpo,
lo no deseavolvimecto das a^aldades doele-
sua tradoeco pela palavra.ungida da scien
cia ?
Quen nos dizque nao* sao effeitos calo-
rificoe chymieos d'essa pilha as enferm-
dades que "aloraeniam o> corpo e p^ostam o nenio mais activo da pilha.
espirito ? \) E\ s ^aando os affeitos eloatricos pilha
Adc Ezecbias, acontecen o ioaodito ^torpara q;iese.cos n5o derretara. as azas.
com 3 lancadas por J ab ; qoe Semey o 10-
iurie strezmeate, e por fim qua urna peste
cruel arrebate z seus olhos, 70,000 de seus
vjssalos.
Fj em presenta d taatos maies, que o
re peniteaB, eutregaodo-se a Deus receoea
o dom proBbetco e arrependido chorando a
sua desgraca escreveu as obras admirareis
ene nos servem do guia no cammbo da vi-
da, l fregado de annos e presenndo
as visiananoas da morte fez sagrar a seo fi-
IboSaloma na idade de 21 anuos, dando
he por mentores ao propheta Natbau e sua
niM Beths'ib. ti*>'-.
\ ambico de Adonis, trrn39 de Salomao,
ana priva-lo do tbrono, p >rm n*o o eonse-
S por ser Saloraao amado de Deas. F*
Wcreatara mats favorecida do Senhor,
e por isso elk, cheio de sincero reeonhest-
menu) mando-i-lh construir ura templo em
Morreu
em
de Jud,
Jrusalcm, p:ra nele ser o Senbor digna-
nlciila adorado. ; ,
' Sendo SalomSo o mais sabio dos bomens
e o mais rico., nao obstante as snas crencas
se deixou arrastar na velhice pelas formosas
Moabitas quo sendo idolatras estragaram-
IUe e perverl,eram-lbe o coracao. Mor
SalonSo com 61 annos, lendo reinado
Israel 40, correno o mundo 3,029.
Roboao 4C rei, divida o remo
em consequencia dos peccados de sen pai
S'alomao, com Jeroboo oficial de sua corte,
homem ambicioso impio e cruel, ITqual leu-
do fgido da presenca deSalomo 'JJn0
EiYPto donde veio logo que soube da-Bnor-
te da rei, para seapoieratdo governo das
10 tribus, o que cooseguio, mudando logo a
religiao, dando deuses para sea cello, abu-
sando como principe da piedade, para seus
fins; preferido o ibteresse propno a aea
de coito do verdadeiro Deus. Robo5o mex-
perienle, ouvinJo os seus ulicos tratava mal
o povo, contra O parecer dos anciSos que
procuravam g'ui?-lo ao bem. Robo5o su-
biudo ao tbrono de Jud de 41 annos, rei-
Durante o seu reinado Sezac no SSostris,
rei do Egyfto, expugna Jerasalem, rouba-
rhe os thesoaros e v8sos sagrados do templo
de SalomSo. .
As enormidades das colpas dos homens e
aa continuas guerras contra Jeroboo eas
maldades e desacatos costra Deas poz ter-
mo a vida de Robo3o no anno do nondo
3046, sobic do seu fllho A-bas, quinto rei a
ihrono qae goversoatres aflnoa e nos quaes
fez-croa gnurra a Jerobp5o morrodo na im-
piedade. Saccedea-lbe a seu Jliho Asa^ 6o
), que rtiioa 41 asnos com fortaleza- e
edade.
Destroida os dolos promovea as virtu-
des e resbe'ecea o oeito do verdadeiro
Deus; gansoa maitas victorias abatteodo a
arrogancia dos ogypcios por ema sangtfoe*
lenta mortndade e recolbimento de grande*
deapojos. Por d^ibedecer i Dea qae 4
prodigio dos relogios pblicos em vez
eompeqem o da ce 3 horas; e porque nao
faltasse a f do orculo que promedia a Eie-
qaiaa mais 15 annos de Vida, o sai desandoa
o seu curso.
Por este tempo, senacberib, re dos as-
syrios, vindo tiar Jerusalmv as orafes
de Es'equias e as do propheta Jeremas,
fizero que se alcancass'e a miracolosa vic-
toria sobre os assyrios. Foi no seu rei-
nado que se (xtioguiu o reirao de Israel,
e levbu Salaraaoazar, ra dos assyrios,
captivas aS dez tribus com o seu rei Osias,
preso em Samara.
Ao pie loso Ezequias succ d3n sea filbo
Manasss, 16 rei de Jud. Este rei fot]
um impio crael; mandou cerrar pelo meio
ao >elho propheta Isaas, quera seu pai
tanto respeitou; *Sendo as suas accoss es-
candalosas, foi atacado pelos Assyrios, que
assollando o reino, o levarao carregado de
ferros para BTbylobia: Elle ali conbeceu a
enormidado de suas maldades, e imploran-
do a mserioordia'>fli?ina, fot perdoado por
Deas, com o perdo lhe foi restituido o
reino, ende ainda governoa 33 annos, que
so todo fliwrao lia de governo.
(Continuar-se-ha.)
Iwm
A' Victorias Peinares.
Jt/ew amigo.
Sei e coraprehendq q'ianlo bom e sin-
cero o corac3b. qde te bate no peito ; sei e
comprehende qoanto nobre e generosa
essa ama de poeta inspirado qae palpita no
tea crneo; e por isso ,te offereco este tos-
co trabalbo de a.lgumas horas de digresso
pelos mundos da pbantasia.'
Felizmente para mitr, eston no caso de
poder avahar de seu mrito, e e que
limitadsimo; no entanto, nao me acanho
em l'o offerecer, porqoe estoa convencido
de que queimas como ea o incens da ami*
sade no altar do corado, envolvendo mi-
nha imagem as nuveni d'esse fumo ben-
dictOj como en e'sllas i azolvo a toa
O insenso da amisarJe o balsamo qae
nos cura as feridas que nos faz- a sociedade.
Era-ma-preciso escrever, um nome de
oaronoaltod'este esludo para fazer dea
Desde que a elestricidade eotrou.com. seus
passos fuclaios no sagrado recinta das
sceneias physicas, e que, depois de estu-
cada e qnallticada pelos homens da sciencia,.
dorramou-se entre os profanos, apresentanr
do-se na praca publica de olhos vendados
que a phantasia, apossando-se de sna pee-
soa, ttulos e qualidades,. e, adaptando-a
todos e tudo, toroou-a cosmopolita e di-
visivel ao infinito, adorooa-a com as mais
bellas cores do iris, e e4a passeiarv de
mos dadas com o calor, a luz e o magne-
tismo, pelas roas-etbereas do possivel e do
impGssivel, em busca de um inundo melbor
onde ella fos.se deificada.
v.Foi assimeque, na mais memoravel poca
da historia f'ranceza1789 Volta, genera-
lisando os principios estabelecidos sobre
esse agente intim dos corpos, detarminou
como lei que sempre que ka contacto t
dms substancias heterogeiws quaesquer de-
compde-se o fluido natural.
Esta idea errnea e at absurda, como
mais tarde elle propjo reconheceu, deu
logar urna grave discussao entre muitos
bomens Ilustres do secuto XVIH, no nume-
ro dos quaes flgurou Galvani, e foroepeu
mataria para Os vos da pbantasia, nao obs-
tante ser a pbysica, urna sciencia q^e qb^er-
vacao. -,
Os espirites desvairados pelo deslumbran-
te futuro queprsmeHia sciencia a des-
ooberta por demais interessante dos fluidos
elctricos, voaraia para os setos da pban-
tasia, e subjeitaram sua i afluencia tudo o
que o cO cobre.
-Anda hoe a electridade presta-se com. a
melhor boa vontade do mundo s mais ex-
travagantes explicacs que phantasia apraz
subjeita-la. E liados n'essa proverbial
boa vontade que nos atiramos ao campo da
theorta elctrica diamir,,qM, eremos, bSo
desagradar aos que1 vivem envoltos na
athmosphera do positivismo, p-ftqne para
estes as azas de um mosquito poderj^er-'
vir de taboa da salvaco no ocano revolto
de suas ideas, urna vez que* lhe offeregam
ama probabilidad^ de om xito.
N5o se cncloa d'abs).porn), qoe,temos
a preteqcaode fornecer-lbes essa probabi-
idade, n3o: as irevas toma-se maitas ve-
es por luz o que apenas simples phes-
forescencia; iuso possivel, mas nem por l
O homem ama machina elctrica do
mesmo modo uue a pilha elctrica o A
forca motriz d'essa mashina a influencia
reciproca de seus elementos, alma, o corpo >
e saa forca viva aprovekavel sao os pensa-
mentos, as palavras e as obras.
X humanidade una baterie elctrica-
composta de tantas pilha3 quar.tos s5o os
individuos qa.e a formara ; a trra e o re-
eeptaculo que a contera ; a Dmadade o
(to de uni3o entre as. pilhas.
Cada voz que passa urna corrate dyaa-
raica atravz dos elementos da batera, o
mundo sent am choque ; un clarJio, um
effeilo luminoso produz-se ; ama idea gran-
diosa, rasgando o involucro de trevas que a
occultava, apfraroce luz da dia,. e atiesta
a torga viva da. batera.
Como todas as pilhas,. a pilha humana
tem seus.dois polos, qua sao o sorcSo
e a cabega ; diverge porm d'aqoellas
em que os noraes qnalitativos d'essss polos
nao sao fixos e iovariaveis.
O crneo do hornera o poto' positivo
d'essa pilha, e o corado consequenlementa
o negativo..
. as mulheres tena lugar o inverso.
ornam se appreclaveis, que o Amoriraetro
pode marcar na ca escalla, o grao da .for.ca
sympatica.
N'essa. escalla sobresaem algans- pontos
prncipaes que correspeadem relages
mais oot.menos bem definidas entre as qaan-
tidade de electricidades desprendaos pe-
los polos.
Ao ponto in3mo da ascalla, qiecorres-
pondo> aos primeiros smplomas das influ-
encias de duas pilbas em presenou.damos o
nome de ponto ingenuo-; n'ellc o Amori-
metro marca=*Tendencia.
Depois de variar por graos iaSajfesimes
sempre crescentes, a Tendencia torna-se em
=-Ioxlinac5o Amorosa^ e seu ponto cor
respndent da escalla tem o nome de pon-
to ie aCtesso.
Em segaida e depois de cresser^progres-
siyamepte, a Inclina?ao Amorosa torna-se
m==Smor=e o seo ponto correspondente
da esoalla no instraraento toma oniome de
ponto p&feito.
A e*ste segue-se- orna serie de pontos in-
termedios em qns o instrumento marca ac-
cossos coratinuades do amor at chegar
Paixao Delirante, cujo ponto correspon-
infemo, ameota-se com o nctar tto anjbs
e com o fel dos demonios.,
No ponto intimo da escalla, aa reJafSee
entre aa qaaotidades de electricidade dos
polos to complicadiasitms, e essas qnarjli-
dades dlminutissimas.
A partir desse ponto; as qoaotidader *e
electricidade rflo augmentando, esa relactos-
entre ella vao-se simplificando, mas de mo-
do qae predomina sempre a mtensidade >
corrente do soracSes.
No Ponfb' perfeito j vimos que essa;
quanlidades e essas relaCfis sao iguaes
oedade.
Desse ponto- en dianle coatteasn a aug-
mentar as efettricidades. e coaspcam-se
iiovamente a relaces, mas de medo qoe
predomina sempre a rntensidadrdacsrrente
dos crneos.
No ponto de ttipinra, era qoe o amcrime-
tro rsarca loutara, ha ama to grande
tllffereoca entre as- ialensidades das corren-
es, ba orna tal desproporcoDalidade' entre
is'qnaotidades de- electricidade accanuledas
nos polos de uma'da silbas, qneproduz-
ser un desequilibrio^ no ajstema, desequili-
brio qoe se manifastt pek> ronpimento de
a-lguas vasos do sraneo, d'onde resulta- a
p3rda d ras3o no iadivi*so.
Bste*easo, posto qpe- raro, tem sido obser-
vado al goma 3 veze; e tem-se vistebomene
inteigeotes ficareo>tooce por amor:
gando elle se dy-j' disemos, a-itensi-
dade-da corrente dos crneos muifiemaior
que- a de* eoncoes, peruolo toda a eiencia>
medica-erapregada paraconbater essegeoe-
ro de-loucsra deve pedoair-se fazsrsym-
plifiear' a. relac3o estro- a cantidades de^
electricidade da piHsa- ataeada. Tmria.
cau3a>ctsta 0 effeito.
Esoolheraos o coraeie e crneo- para
palos da pitka innafcf^.porqpe pernKtta-se-
nos aexpressio, o coraoo a sede ds-vda-
do corpa-e a"eabe?a a-da-alna.
Devoraos plena liberdade *cada onde
constroir o amorimerro cot- lhe apprea
ver. "ia ves que setenba e vista arcon-:
diges qoo apresentames, qaeiqaer forma'
pode coavir ao instrumento.
Qoanto ao qoe a phaotas sos indica, s
o descreveremos a qoon*-iev*,- tem, 03 4iver
o poder de formar comoose om systena
elctrica, pondo em aetfcidade-a nossa elec-
tricidade..
Segando a nossa theori om individuo
pode amar em epchas-diversas, ao mesmo
tempe, e-al com o mesmo grao de amor,
diversos ootros. Toda a-difficoldade.-da.
cousa- coniste em achar-elte- nos polos do
mesmo nome d'esses ootros- % mesma quan*
tidade de electricidade, do nodo qaa as
correntes elctricas de cada elemento pos-
sam *.er a mesma inteasidade-.
De accordo ainda cora a nossa tbeoria
pode c -amor augmentar at a loucora oa
dimiEHir 8t tendaocia, bastando pasa-isso
Homens ha, porm em quera d-SO-J dente da escaUa chamamos fPf0 ^9j|f'
raesm pbenomeooque as mulheres, e rau-
angmentarem-se oa dimnuirem-se, asqaan-
tidades de electricidad accumulaa nos
polos. .
Paro qne se d, porm, a repsisao, o
raj'ste?- que urna das pilbas em presenca.
faga excepeo saa regra, isto fa-se pre-
ciso que ambas as pilbas sej-m electrisadas
do mesmo modo, qaa teaham amboses cr-
neos a mesma qualidaoe de electricidade,. e
cbnsequentemaote ambos O3xorac5es a mes-
roa qoalidade e de-nome opposto adoscr-
neos.
A nossa difUaicSo de amor exclae a possi-
bilidade de sua-existencia para am s iad-
OUrO no aiiu-uvaio imuuup- >-" -'- iuimwuv. .. 1-.^
vanecer a m-i*press5o que por ventara jSSo menos gcosseira, que poe, a pezar ae
posea causar o meu, qae de chumbo; qae tudo, causar impressao n'esses espiruos
abysmados na pbysicb^mania
Rasguemos, porm, 0 veo da nossa tbeo-
posca causar o meu, qu
melbor nome poderla eu escolher qae o de
am amigo, qae o ten?
Foi taivet urna ousadia, mas ema ousa- ria, e apresentemos ao mundo o sea corpo
dia toe n3o ultrapassa as raas da aafeader dissecado pelo escapellO.da pbantasia, ae
ama oasada auctorisada pela bondade que, modo que se possa ver e cauto que sentir
me dispensas. es e*oloc5es dos fluidos elctricos que n ene
Qoem melhor do que ta-pode.saber a ne- circulara. -*
essidade qae tenhe.de esqaecer^me de mim ge nao enmprimos epngramms, nem por
mesmo embalando o mea espirito as azas mq nos deixarems apossar* pela cta
. 1.1.1.. um^ao n QnUgn '. antes de
que o abra com tea nome.
F. de
Ida pbantasia? Niogoem; porque s ta tens enfermidddos iogleze^jSplan"; antes de^
vjsto figrarmea corac5o; ningnem, por- tado aomoa so w*^.4le,os Cl
Iheres q^e parlicipam du mesmo phenome-
no que tem lugar para com os homens.
Essas excepcoes produzem na vida real
umaordem de f .clos, caja apreciaba f-
cil de accordo com a tbeoria que tratamos
4e desenvolver.
Assim por ex mplo: o individuo que
nunca amou urna excepto para a regra
que rege o sexo que elle pertence ; a
mulher que subjuga o marido e bem como
ste, ama excepca mesma regra,'.
Como consequencia da inverso das elec-
tricidades nos polos de duas pilbas huma-
nas, deduz-se, que, sempre que dais in-
dividuos estiverem em relago de presenca
elctrica, suas electricidad* estarao em re-
laco de sympathia. "
E' essa relagao de sympathia que ch-
manosamor. ,,_ _
1 Oamori, pojs.aVesullioledas iouuen
cias reciprocas le dois. coragoes e 1
begas diversamente eletrisadas.
1 Postos em presenga os dois individuos ou
pilbas ecommunicando-se.suas eleolrlcades
travz da mss athmospherica, na razao
de snas intensidades estabelece-se entre
elles urna dupla corrente dynamica de
fluido. ." '
W lgico que, qoanto maior for a inten;
sidade das correntes maior ser a torga
sympathin, e por tanto mais pronunciado
o amor. ... ,
D'ahi se v que o amor e suscenlivel de
ama classiflcagao methdica.
Essa dassifioaglj faz-se por meto de um
nstrumento '^be chanaremoi=Amonme-
ro=isto medidor do smor, o qual, em
ima escalla apropriada, marca o grao da
ntensidade da torga sympatica. m
Dissemos qae formava-se am circaiio
elctrico e estibelecia-se ama dupla corren-
te, convm que distingamos essas correo-
lo*- j.
! 'Urna estabelece-se^ntre oaeraaeos a
orrente dos espiritos: pon meio della a
forca sympatica ecaminha separa o iaeat ;
a ooira produz-se entre os coragoes, a
nrranto tu <*/rno 00r meto d'ella S for-
Dopois deste vem na*mesma ordem as- a0t' [)e f^to nao ha meio tesno: oa
cendente e depois dos respectivos mtervaHos fj0s jividuosso qlectrisados diversaiaen-
progressivos o ponto supremo, no qaal o
Amorimelro marca Delirio Amoroso*-, e
fiaalmente o ponto mximo no qual o instru-
mento marca Loucma oae-qnai de-
signamos pelo nome de ponto Sao, pois, em Doat3ro de seis 03 pontos
principies da escalla do Amorimetro, e de
cinco os kitevaltos entre esses pontos, com-
prehendendo-se na escalla todos os graos
da torga sympatica resaltante das influencias
elctricas.
Esses intervalles sao divididos no maamo
numero de partes, cada ma das'queos dif-
iere da antecedente de orna quantidade in-
finitsima da mesma ordem.
AsUivise& ou graos da escala do Amori-
metro formara orna progressao ascendente
por diflerenga, cuja razao ama quantidade
infinitsima, qae designamos por Coeficien-
te Sympathico, e qoe satisfaz atecerto ponto
a le? de continaidade. *
Se fbsse possivel precisar o numero de
partes de cada intervallo e avahar a gran-
deza arithmelica do CoefUmnmSyntpatieo,
seria fcil determinar o valor de'cada ponto
da escalla, dando-se ao primeiro termo da
progress5o, isto ao ponto em qua o ins-
trumento marca Tendencia, am valor arbi-
trario qualquer.
be, e ueste casa pelo menos" tendea am-
para o ontroi-oaanelectrisados no mesmo
sentido, e nesto caso repellsra-se. Tudo
mais nao passa do Bngimenlo de um dos
iois: oa ara nao ama oa o eutro nao abor-
reco- A V
Dois individuos ,qae se aaam pedem vir
a se aborreceren; basta para-isso que em
dos dois soffra nma mutacjfc as. qualidades
das electricidades de seas.polos.
De dois iodivdpos que se amam iw-\
pode ser mais 00 meaos nteressado no
amor do que o outro; a rasao d'isto est
m que.0 inieresse de ada am depende das
quantidaues de electricidade com qde eos.-,
corre para-a tormagei das correntes.
Pela relago das intensidades das corren-
tes e conparacao das. electricidades opposta*
de cada urna, pdele determinar entre dojs
individuos qae se amam qual rafina mais a
torga sympalbica e qual, degenera-a mais, j
isto qaal -se aproxima mas do ideal e
qaal mais do materialismo.
O caso em qoe o amorraetro marca amor
o nico em que ambos os individuos pn?.
tram-eom partes iguaes de electricidades-
oppostas para a tormagSo das comales.
A mesma rasao qoe ha pare qae dois,in-
dividuos, qae se amam, veobsn 1 se ator-
Por esse modo saber-se-hia qeantas vezes fecerem, milita para qae dois iatttvidaos
a raz3o entrara na formado de cada termo
que se aborrecem veOham a amat-se.
Concluiremos com esta tbese geril:
A tendenevi dos sfjm i tana lei nattral
regida pelaphisica.e (ftfertrrtrtaoVpetosfn-
fTl
de 1868.
IPWCO
que s ta sabea em qu almosphera de dea-j^isa tmtytarm non fteit OM^nm.-- 4^ svmuathica tende para o materialismo,
espero vive immersa mmb'alma. ,% ( a daalidade e differanca qaalilativa das
Em nome, pois, dcwa amtsade pejjRe a-0ir3o asw-lcwreotes prede-se, pois, duaWade e
qae acol meu trabalho, perm.tUndo J^^^^^^%mmSR ffoseca'e primordial do ele-
F. F. jKde; masiiie qoaedo ae'Wa- de?ffl\wdn da piiba hqmaoa,

da progress5o, e dlr-se-bia por exemplo
aritbmeticamente : o .4mor H igual 4 Ten-^
dencia mais tantas veles o Coeficiente sym- [
ptico ; exprimir^^Ma^slgelj^camente o' ^'^j elctricas.
valor do amor pela Tendencia e r/Bo CoefB- m-
cente Sympatico escrevendo-se a igaaldade:
A == T -f- x C. S.
na qaal A representara o Amor, T a Ten-
dencia, x o non ero de termos que na' pro-
gressao precedem o ponto perfeito, e C S
o GoefrcMntt Symputhico.
Era to Jo caso, pelo qae levamos dito, sa-1 Tn -
J3? que 'qua^uer um dos pontos princi-' *?" Dft,^PIJr Pfffaracao
Cs meto Woreional entre deas 5oaes. dos Aesgn> o ^ d^owe te
TssimT-^or i meio proporcio- [ f
nal entre a Inclinacio amtrosa e a Pdxo Sjgj.Jf* H^
delirante, ou entre a Tendtncia eo Deli- r'
rio amoroso. O que"se exprime ilgabriea-
meot eecreveed"';
F. .de F, F.
IICM
,w .
f "II
-TYP DO DURIO-RA b&'VkSffTXC.
I1HK1 1


Full Text
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