Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12924


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Full Text
I
AMO XLIX. NUMERO 124
i i i -' i 11 ii
PARA A CAPITAL E LFGARES OXV>K K.lO SE PAISA PORTA.
Por tres mczes adiantadoa................ 69000
Por seis ditos idem................ y 12JK)00
Por um anno idom................... JijJOOO
Catta numero avuh *............... 820
SABBADO 31 DE MI DE 1873.
PARA RES TRO R PORA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados...........-.....
Por seis ditos dem. '................
Por note ditos idem .."...-.. -........ '
Por um atino idem.......' ..........
r.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIRO A DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Gonc,alves-<& Pinto, no Maranho; Joaquira Jos" de Oliveira d Filho, no Cear; Antonio de-Lerin* Braga, no Aracaty ; Joo aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Rabal:. Joei Jtrt'
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares.da Costa, em Alagoas; Alves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio Jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL
(iivcriiK I pi*viuciit.
O*Sr.W:il0S DA rSEMMWCI.V 1)K \) UK MM') DK
187:.
Francisco Aineri ;o de Arag'u K ibollo. -Inlefe-
rido, era vista do ongonheiro chafe
da repartciio das obras (mblieas.
Francisco Xiviir Rlrigues eiuhero -Cmced i
a lieenca pedida, rom veicimenlo* no forma Hm Tato Ferreira Xavier. Cuino reijuer.
Juaquim Jos de Oliveira. -In deferido.
Jos liento de Oliveira. -Sellado o documento,
vello, (merend.
Jaio JiKt de Luna Freir.Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de faienda.
Tsset Frres. -Dirjam-se os supplieanles the-
soararia de fazenda, aJino de roceberem a impor-
tancia do frele da eaixa contend) impreca t para
n secretaria da presidencia Quanlo aos tii volu-
men, reqiieiram ao governo imperial o respectivo
(^amento. >
Secretaria da presidencia de Pernambueo, 30
1 maio de 1873.
O porteiro,
Silcino A. Rudriyues.
<
Reiiaticitu I.- seccao. Secretaria da polica de Pei'naiibuco,
30 de mam de 1873.
ti. 1814. lilin. e Exm. Sr.Cmpreme seden-
tutear a V. Exc que, das partiebacoes recebdas
boje nesla repartciio, consta que fot hontein re-
'oihido casa de detentan o individuo seguinte :
A' ordsin do subdelegado de Santo Antonio, Au-
no Hara da Conoeican, por disturbios.
Por olcio de 17 de abril ultimo, boje receido,
eoinmunicou me o delegado de polica de Gara-
n1 tins, que fora alli preso e recomido respectiva
fldnil. Luciano Moreira Borges, natural e mora-
dor n i districto de Varas do termo do Ingizeira
desta provincia, por haver fardado do engenio
Maito-troeso. de propriedade da major Belmiro de
AJboqnerque Lius, na comarca do Porto Gilvo da
provincia das Alagoas, un escravo de nome Deme-
trio, e dous cavallos portencentes ao inesino ma-
jor, sendo que, o escravo e os cavallos se achara
depositados cui poder do subdelegado daquclla
rula.
Em data de 8 de-te mez, cominuncou-me o
l>r. delegado de Jaboatao, que segundo, part -
. 'ipacao do subdelegado do districto A) Hur-
tad, fora encontrado s 2 horas da tard > dia
>7. prximo ao cercado do engeuho llulli. > da-
TBuelle districto, o cadver do preto Leandro, es-
e/avo do capitao Manoel Pires Ferreira, que da*
aerrtgaa'.-dos a que se proceder, verillcara-se que
a i norte fura o resultado de urna liemori haga na-
cal; e que, nao obstante, prosegua-se em ulterio-
rea indagaeSes, de cujo resultado me dara scien-
<- Finaliutnte, a ordem e trauquillidade publicas,
o.! soffreram alterac.u).
O que ludo participo V. Exc. orno me com-
pre.
l>>uis guarde a V. ExcIIlm. e Exm. Sr. com-
tnendadrtr Dr. Ilenri pie IVreira de Lacena, dig-
Oissinw presidente diota provincia.*) chefe de
jwli-ia iule.'ino Manoel Tertuliano Tliomtz Hm-
rtqun.
INTERIOR.
v.
RIO DK .1 '.VlliltO
Na sessao til cmara dos deputjdos.de 13 do
correute, fui apresentado, pela eommiss.io espe-
<:al, o seguinte pareen-:
t A cjinmissai e>|>ecial, incumbid por esta
augusta cmara de e.-tular a iroposla do governo
|i.i.' i reforma da lei da guarda pacloual, vem dos-
empenhar-se da obrigacao que lio fui imposta.
A commissao examiuou a materia I ir. dos
principios jjue determinan), Boa paizes livres, a
solueao dos problemas ana eutendem com a orga-
i\. aeio so.ial.
Uesejoso de dar ao cidadio brasileiw toda a
ni l .'pendencia, para que elle p issa intervir, com a
rtu. completa isenc.'io e liberdade, nos actos le-
gae< em que c .amalo a hunifestar-se sobre os
uegocios pblicos ;
u Convencida de que o que in.-iis importa, para
nuitutourfto das insMuJcoes fiindameiitaes, e que
estas se acbem rodeadas de leis complementares,
q i nao vexem era opprimam o cidadao, para
qu cada vez mais, nelie se fortaleca a creuca da
u.xcellencia das mesmas instituicoes ;
'< Certa de que abalad) esta o ediQci) social
qjando o cidadao sent se pesado no livre.exer-
' i -i i de suas faeuldades naturaes, o no legitimo
ui> de seus direitos :
. A commissao teve, antes da ludo, de exami-
ii ir escrupulosamente se, para conseguir o scu
itcnta, couvinlia abolir a ioslitoico da guarda
nacional, ou se bastavam as providencias do pro-
jecto, e quaesquer outras no mesjno sentido, pan
qja, sein perder-se um m;ioj organisalj e ac-
coito de acudir promptamen'e com os precisos re-
cursos uos dias agitados de guerra ou de cointno-
to interna, se aTcancasse o naa menos patritico
empenho de manter o cidadao des.i> nnbrado do
< .raes nos dias tranquillos, que felizmente tm
assigoalado o viver ordinario da naclonalidade
brasileira.
l.nauiraeinento decidi a commissao, depois
da mais aturada apreciagao desta questao preli-
ni.n.ir, que nada aeouselhav.i por em piante a
medida extrema da abolilo da guarda nacional ;
niiiUiica que, libertada dos abusos que sua
sombra se lm gento, pode anda continuar a
prestar em momentos arriscados, os mesraos ira-
pottantos servaos (pie tanto a lm ilustrado, e
q'ie tai nota veis foram Jurante a prolongada guer-
ra que ti vemos de sustentar coulra o Paraguay.
_ >< "wssa poca inemoravel de urna guerra po-
li ir, que 'lespertou, vivido, o natriotiamo no-
cin t!, e aiirou aos riscos dos combates os valeu-
tes e briosos voluntarios da palrij, sabidos de
IihIu-os pontos do territorio; reconbecemos que
nao foram de mais os servidos eminentes que
tevede prestar a guarda nacional.
Nao sao diversas das de ento a< condi;oes de
lioje, pelo que respem aos recursos de que po-
demos laocar mi o, se as uuuraas dolorosas cir-
odinstaocias infelizmente se repelirera.
O que, siguilicaria, pois, desbaralarmos e.n taes
( .'.unstancBU o miio que ja pussuimos de
mentar a forca encarregada da defeza naci
- da mauutenco da trauquillidade interna ;
de que dispdutn e usara Estados que nos sao vis:
nhoa?
Seria, n'uui paiz tao vasto em que as eommo-
Oieaoees nao sao facis e.seacba ;.uiio espalhada
a .popularlo, mais um elemento de fraquea pelo
inawr emnaraco e reunio de recurso', quando
< iii'iiil.is iiitvria-'i milis nao o idjsseiii ser paci-
li amento sol vidas, ma* oaixocj accesas os^oe-
ees-e u o caiitpo legal liara provocar as deplora-
lulas iotestioas,' que,cupi- rcroos
e aos povos evitar com o mximo caidn lo, para
ci recuarera no carainho da grandeza e da pi'i
peridade.
Sao podendo a coraraisso, lados mo-
tivos expojtos, concordar na. alwHcJw da guarda
nacional, passou a coniderar cada ura dos nus
a que Qca ella sujeita, depois de convenida era
lei i propo3ta do governo.
Estes anos sao :
Em lempo de paz, a rennio urna vez por anno,
cm dia designado pekt commandanle superior, para
revista de mostra e exreicios de instruceo ; reu-
niao que, entretanto, nao ter lugar dous mezes
antes ou depois de |ualquer eleirao.
Em |eni|io de guerra externa, rebelliao, sedi-
canvnlo, ou de corpos destacados, mas nica-
mente pelo lempo orcis >, e cora a obrigacao,
imposta ao sovemo, de dar conta assembla
geral dos motivos que o levaratn a exigir ess.-
' servico.
De corte, que, em teuipo de paz, nSo pode
exigir-se me ios da guarda nacional. Fica abo-
lido todo o servioo pan a guarda nacional da re-
serva ; c apenas, urna vez por anuo, em dia pre-
viamente designado, mas uunca em poca eiei-
toral, se reunir a guarda nacional do rriCO
activo para revista de mostra e exercicios de ios?
Ir ocelo.
Deveriam ser dispensados estes exercicios, e
com ellos a revista de mosira ?
N:lo parojeu commissao acertado decretar
essa me lida.
Sera vexnme, era constrangimento, pode a
guarda nacional reunir-se ura i vez por auno, e
receaer a instrueco que, enlao, se Ihe pode dar,
pequea, verdade, mas que, vantagem de dei-
xar-l e nocSes do serv;o militar, rene a de inan-
tero espirito de corporacao, que tanto contribu
para o mellior servioo.
as pocas aurma-'s entao chamada a
guarda nacional a desempsnhar todo o servico
que jutilica essa existencia ; tendo de curaprir
a obrigaeo constitucional imposta a todos os lira-
sileires de pegarera em arma? para sustenlarem
a independencia e integndade do imperio, e d-;-
fende-los de seus iniuiigos externos ou internos.
a Em preseoea dessa situaco extraordinaria
nao pode deixar a guarda nacional de prestar todo
o servio que as ctraamstaneias oxigirom, o ser-
vico onlinario, como o de destacamentos e ile cor-
pos destacados.
A garanta nica -que sa llie p le o deve
ilar a de assivurar-llie que se dispersar logo
que censaren! os imperiosos motivos que recia-
niaram a sua reuniao.
Esta garanta est na proposta, pots que o
governo nao pode decretar essa reuniao senao pelo
lempo preciso, liando conti do sen acto ao poder
legislativo, ao qual tica confiada a patritica ta-
refa de por cobro a qualquer excesso que por-
ventura se d as ordens expedidas.
O que a commissao pode bzer, no sentido das
opinoes que tem in inifestado, fui tornar bem sa-
liente, por urna das emeodas que tem de sujeitar
approvaejio da cmara, que o sorrico ha de re-
duzir-se ao terajio estrict m'iite necessario.-
Ficaudj multo Balitado, ou quasi desappare-
cendo o serrino da guarda nacional era terapo de
paz, ha, ao raesnio lempo, conveniencia era aug-
mentar o nuiniru de pravas dos batalbdes, c era
reduiir oquadro dos offlciaes; conveniencia a
que a proposta atiende satisfactoriamente, pois
(jue de modo algura priva de seus pastos os olH
Ciaes existentes.
E peciaos na linda de nossas fronteiras, nao se pode
deixar de raanter'a legislayao excepcional que
regula o servioo da guarda nacional as provin-
cias lunitrophes.
a Sendo, porem, inadmssivol que essa legisla-
cao excepcional se appliqae a todo o torntono
daquc'las provincias, ainda quando milito afastado
das fronteiras e cercado do de oulras em que vi-
gora e lei cotnmum, a proposta impoe ao governo
a ubrigacft) de limitar o rgimen especial aos
districlos das minias provioslas mais prximos
dos estados visinhos.
l'ma das maiores neeessidades a nttender,
dos le que se pretende, a bem da liberdade do ci-
dadao, extinguir o serviro da guarda nacional era
lempos normaos, a de cuidar na substituidlo
que se lera de dar no modo de fazer a polica das
povoacocs, interesso vital da sociedad", que com-
pre nao liquc ao desamparo.
IVdo acto addicional compete as asserablas
provneiaes fixar, sobre inforraaco do presidente
da provincia, a forra policial respectiva (art. 11
2) e legislar sobre a polica e e:onomia munici-
pal. (Art. 10, S 2- c art. 1" da lei de inlcrpre-
lagoes.) '
t Trata-se, em verdade de um serviro provin-
cial, entregue ao zeb e solicitude das asserablas
das provincias, que de certo proverao, do modo
mais conrenieule, para que nao perigoem n tran-
quillidade c seguranza publica, e nao cesse a
vigilancia indispensavel na prevencao e repressio
dos criuics.
t Tudo estara attendido, erabora dcsappare-
eesso o serrico policial, que era virtude da lei yi-
geute, p esta a guarda nacional, se as provincias
dispoze.'sem de recursos pecuniarios sulllcientes
para auguientar a forrea policial.
Ahi est, porem, o grande embaraeo a que
se real.se a copular reforma com que se oceupa
a commissao, a qual, ?e tem de atlender ao^jue
mais convem liberdade dos cidadlos, deve igual-
mente considerar o complexo de servido*, que se
ligara ordera de cousai existentes
t Em um paiz novo 'pode-se confiar no regular
tvescimento, assira da receita do estado, como das
rendas provneiaes ; e uutrir a esperanca de que,
era nao remoto futuro, podero as assembls
provneiaes desobrigar-se do dever que Ibes in
cumbido, quanto manuteno da precisa forca
pol.cIM.
Nao se pode, entreunto, desconhecer que, no
presento, ellas lutarao com as maiores difQculda-
des para curaprir esse dever, se os po ler-.'s geraes
nao as auxiliarem.
A proposta do governo reconluceu a urgen-
cia dii providencia ueste sentido, e, para auxilio
da despexa cora a forja polica!, destina s pro-
vincias o quo pellas se arrecadar do imposto pes-
soal e do sello e emolumentos {fas .patentes da
guara nacional.
Xa ullinu proposta do orcamentq. o produc-
to do imposto pessoal est calculado era 160:0004,
a, segundo inforraaroes prestadas pelo governo, o
termo medio, nos exercicios de 186667 a 1868
69, da venda dos direitos das patentes dos offl-
ciaes da guarda nacional nrrecadada as provin-
cias, foi de Ui:00>.
Nao se pode ter por suffieiente este auxilio
as circumstanrias actuaes. anda mais conside-
rando que o producto dos impostos sobre paten-
tes da guarda nacional ha de decrescer logo que
for a proposta convertida em le, pois que tem de
"uzir-se o numero de offlciaes.
Teve, portante, a commissao de atlender m-
mente ao que convinha adoptar para effec-
fTuar-sc, do modo o mais suave, a transilo do
systema actual para o que se deseja estabelocer
' c E considerando que nao est inhibida a as-
sembla Reral do decretar na lei annual de orea-
ment maior auxilio s provincias que delle w-
cessitarem, para que nellas se faja com toda a re-
fuwidadf1 o servico polirtal;
C mslIcrando que nao ?o pode deixar de es-
llorar que dssj auxilio ser votado na proiiorcao
iiecessaria, loo que se verificar que indi^pim-
savel ;
Considerando que. ainda quando nao soja pos-
sjvel votar em ama scssAo a lei do ornamento,
votar-se ha r.lguma"resolusio que prorogue a an-
leri r, na qual se tomarao as prpvjdonct .s i|ue a
experiencia aconselhar para o melhor servido des-
te imi ortante ramo da admi; is'.racao :
i A commissao julgou conveniente reservar pa-
ra ento a maiV adequada c. justa soluc-to desta
neres'idade, que altamente recon'ece.
Feitas estas ohservacoes sobre as principa^
disposigoes da proposla, pas-a a coimnissao a jus
tilirar as emendas que entende dever offerecer.
t Alera da que j foi apontada neste parecer, ha
duas outras, a primeira das quaes declara (pie
somente a guarda* narional do servico activo que
tica sujeita, ama vez por anno,. revista de mos-
tra e exercicios de in-trucro. Esta emendi, que
-dispensa demonstraco, nao lera por flm seno
tornar claro o pensamento da proposta.
A ontra emenda ver-a sobre o art. 1 8*, na
parte em que dispoe que nao liaver mais de ura
(ominando superior era cada comarca.
Alera de nao estabelecer-.-o aqu urna regra
precisa, pois, nao so sabe se quando deixa de ha-
ver cominando superior em urna comarca, ser
necessari) liga-la a outia para que a guarda na-
cional de ambas fique sol a jursdiceo do mes-
mn chefe, ou se pode fonrar-se o coininando su-
perior lera P'spcitar o principio da integridade
das comarcas, caso em que crear-sebiain verda-
deiros districlos do ominando superior, pareces
cimmis'slo me doria o servico da guarda na-
cional, regulado por lei geral, licar iiiteiraraente
ndepemlente de qoaliiuer acto da competencia
das asserablas provneiaes, tanto mais quanlo as
razoe> que militara para a rreacJio de comarcas
nao sao as mesmas ifiTfe infkiem para a de com-
i.iandos superiores.
A distribnirao dos commandos superiores as-
stmta em,o numero de guardas nacionaes quali-
fieados do serviro activo, E' rata a base ma a commissao na emenda que sujeita escla-
recida apreciarao da cmara.
*ssrat',*n emenda como se segu :
O governo. vista da quatillrarao da forra
activa da guarda nacional, crear era cada pro-
vincia districlos de commando superior, re.*|ietau-
do, o mais possivel, a diviso aMual ; e-no po-
den altcra-los senao de modo g^ral, ouvidos os
presidentes.
< Dando-se por base da diviso a qualifiraclo
da forra, ecumprindoao governo altendcr, o mais
possivel, aos commandos superiores existentes,
nao ha arbitrio nesta crea.ao. Ihi simplesmcnte
a liberdade de aci,;o, que o poder executivo deve
ter para remover os defeitas mais salientes que
so derem na divisan actual, desde que, no Jouva-
re empeniio de evitar a diviso e subdivisao, era
pocas prximas, de- commandos superiores, de
batalhoes e de esquadroes da guardi nacional, a
emenda eslabeleco que s se farao de modo geral
as alleray/ies futuras nos districlos Jos commandos
superiores.
A maior estahilidade, que a commissi.) de-
soja dar a estas divisos, j collocando-as lora da
ac.o das asserablas provinciaes, ja sujcitaiido
sua alterarlo a urna medida geral do pudor exe-
cutivo, parece aeonadhada pelas conveniencias d)
servico.
Assim, as alterates qoe se tUerem licaro
mais isentas de serem* deterin nadas por conside-
raefles ostranbas ao melhor rgimen da guardi
nacional^ que tambim um dos pontos que a
commissao deseja se eousig i na reforma de que
se lera Decapado, com a attenro que a honrosa
confianza da cmara Julia exiga.
Se nao aleancou realisar o intento, a sabedo-
ria da cmara snpprir a delieienciajo trabalbo
que a commissao sujeita sua illu-tr.ida delibe-
rar, o.
t Sala das eoiomissSes, 23 de maio de 1873. -
.Vnnorf Francisco Corre i.- Francisco X'-rier Pin-
to Limn. Francisc) Le-poldino de Gitsmdo Lo'io,
-Francisco Jos Cantoso Jnior.Antonio Can-
dido da Cruz Machada.
Emendas.
Art. 1" S V.m ve/, de pelo lempo qne for
preciso dgase pelo lempo que for estricta-
mente preciso.
i L* Em vez de a guarda nacional se reu-
nir dip-se a guarda nacional do servico
activo se reunir.
t 8' O governo, vista da qualfieacao da tar-
ca, activada guarda nacional, crear em cada pro-
vincia districlos de commando superior, respeitan-
do, o mais possivel, a diviso actual ; e nao pe-
der alterados sent de modo geral, ouvidos os
presidentes.
i Nao se crear mais de um batal o de servico
activo nos municipios cm que nao se orgauisarem
mais de oito cotnpaahias de guardas nacionas
com a forca de 100 pravas para as de carallara
e de 130 para as de infaularia.
nio. o DK maio dk 1873.
As reformas.
O orgo democrtico de liontein, sub a raesma
epigrapho de que agora nos servmos, diz que o
paiz .quer t nao reformas, mas as reformas
nos termos em que elle indica: accrescenta que
essa vasta reforma contrariada dosde 1811; e,
entre varias consideragSes que dobaixo do poni
de vista histrico falbam completamente ao fim a
que se propz o escriptor opposicionsla, ndigita e
distingue tres pocas as quaes encontra pronas
do poder adquirido pela opiuio manifestada e com-
primida desde 1811.
As pocas sao1833, 1861 e 1873.
IJa primeira v o orgao democrtico a transac-
cao olferecida pelos oppressores aos opprimidos; na
segunda a conquista l'eita pela idea liberal, do
concurso de membros do partido conservador, o na
ultima, a forca ganha pela grande idea ha 32 an-
nos conculcada. Analysarernos os raciocinios da
Reform i, tomando por base os faetos bem vivos
ainda na. memoria de todos que o acompauba-
rara.
E' rauito vag a asseverai.o de que o paiz quer
nao reformas, mas as reformas uos termos em qua
elle indica.
Quaes eerao, porm, csses termos ?
Se por ventura o orgo democrtico Iraz em
mente a eleicau directa e a aboliyo da guarda na-
cional, j se tera cabalmente demonstrado que nem
una, nem outra cousa satisfazem as necesidades
publicas e as aspiracoes do povo.
Al nisto eslo accordes vultos proerainentes do
partido liberal, cuja opinao du hoatom nao ser
destruida pe) parecer meramente convencional
de ho.e.
0 paizvai obtendo o ha de obter as reformas de
que carece nos termos em que o aconselhar a ex-
periencia e o bom senso nacioual.
Por melhores que ellas mostrera-se, por mais
meditadas que sejam, nunca serio agradaveis ao
partido que no poder afracou sempre ante a rea-
lisaro de seus dourados sonbos.
Depois, esso partido ao lestemunbaros iriumphos
da vontade daquolles que, abusando menos da pa-
lavra, confiam mais nos actos que exempliilcam,
recorre ao expediente de atacar, sem exam?, de
atacar era globo tudo quanto alias conslitue ttulos
valiossimos ao recoiiliecimenlo que o paiz nao
recusa ao legitimo merecmenlo.
Nao importa, pois, que a Reforma nada ache de
bom no empenho generoso de seus adversarios.
Est isto nos seus hbitos, entra mesura na oeo-
uoraia privativa do sua existencia,
0 principio conservador no Brasil nunca servio
do obstculo s "reformas reclamad, s e reeoiihe-
cidameule uteis. Nao. Pelo uratlaro. E a prova
BWldentissima est bem clara era ;ssa lgbl.icio,
oude os m.ii.s nut/i^s cararaettiiiieutos trazera o
cunho de urna proceduucu esseacialraeale coiiiti-
tucioual. /
Hora argumentar cura os faetos.
Perguntaraoa :.
Se desde 1841. o patz, pede reformas, como, as
comprehende o org.lo democrtico, o que fez em
tal sentido o partido liberal, nos periodo era qoe
foi chamado aaita gerencia dos negocios do Estado?
Acaso no poder, cora cmaras suas, dispondo de
elementos lodos seus, encontrara troperos creados
pelo partido conservador ?
Nao dado suppr.
Nos tres periodos consultados pela Reforma,
1833, 18G|; 1873, nada encontrara: que |iossa lo-
giramente.expliear a feiclo caracterstica qne agora
emprestad i a cada nina dellas.
Assim, a oonrliaco proclamada era 833 nao
foi transaccao olferecida pelos oppressores aos op-
primidoejAi' antes man protectora stendida an,|
transviatBfcrestes a tombar era ura abvsmo sera
fOlld.
Pode-se
paii, anteti
O partiil
a prodc
ciedade
ahafar Os
tavamse
guerra l
eerdar, proposito, o qus occorna no
aquella poca.
liberal pareca haver perdido de todo
>que s abandonan individuo ou a so-
sinistras int"n;oes conseguem
res estmulos da coiisciencia. Agi-
fachos do incendiu ; provorava-se a
k a lei de 3 de de'embo servia de pre-
i -xto para Incitamento; rovolia ; de todo se
lancou inw.
O K>m nso nacional, porem, foi a gide cm
que cunstaoteinente resvallaram os golpes estuda-
ilos e vibrflua pelos lberaes
Alinal, elles reconhecerain a iraprofteuidade de
mas tramas, urdidas com excessivo ardor. De dia
dia HOTOS planos abortavam. Os resultados des-
mentirn a nsneetatira e o arrependiineuto pare-
ceu rehabilitar os acodados, os mipacientes, os
descremes que, com o auxilio nao recusado do
marquez de Parau, liveram assenlo nos conselhns
da croa. Serenarnn-se os nimos ; porem, a
conciliario viogou, chegando a converter-se em
pomo de discordia entre aipielles que oiTereceram-
ua na niel or Wa fe, nao aos opprimidos, mas aos
intolerantes que, estabelecid i a ponte, precipita-
ram-se souregos em demanda do paraizo quo alera
Ibes sorria.
Succedeo-sc a isto oito ann- de esterilidad?,
de aridez nimplta liara o paiz.
Eis di -finido o primejro periodo que a Rcf rma
ebamoQ em ab>ono desuas eonclnson*.
Vejamos o segundo, 1861 Diz ella :- con-
quista frita pelo partido liberal do concurso de
membros do partid) conservador. Diremos nos;
consequeacia do acto de generosidado que nobilita
o principio conservador, que nio vardou diante do
sacrificio, no nioment* de salvar os dscolos, es
quaes, tomados d> vertigem, debriicavam-se sobre
0 priucipio que am-acava traga-los.
E depois, a historia do partido liberal est chea
d"ssas iransposico.s que tambera pela nossa parte
rlassifirareinos como assignauadas conquistas do
partido cun.ervador.
Para ura como para outro lado passam-se os
qoe, ou insoffridos. ou conveucidos, entendem que
1 es curapre acompanhar movimeuto estrauho ao
que antrrirraeate obedeciani.
A inodilicaran ou a aberrado de uraa inlelli-
genc.ia, em nada comprometi a pureza c o pres-
tigio de um i idea. >. .
Graijnislss, como as que attribue a Reform > ao
partido libM, se tem por vezes reproduzido as
lileins eoMMHioras.
Os louros de uns no sao inferiores aos irophtos
deoutius.
1863 o terreiro periodo apresentado pelo orgao
democrtico como revelador de forra ganha pela
grande idea ha 32 annos.
Mas, indagaremos, sem negar a forca, e nem a
conculcaco de grandes deas por quuin nunca as
pode converler em lados consumados : as nolaveis
refornr s estudadas, apresonladas pelo Rabinete de
7 de marco, seriara impedidas pelo vigor concen-
trado no partido liberal f
Inspirou se acaso o inesuio gabinete em oulros
spnlimetfos qne nao os seus, que nao os do par-
tido a qus perlence ?
A verdade esta :
Se atgum obstculo sobrevela aos importantes
mclborainentos legados ao paiz desde 18'8a 1873,
este obstarnlg provoio, s e nicamente, do par-
Ifdo liberal. O intento, perem, nao era patritico
e nem sincero. Ctmseguinteinente teve de ceder,
deixando apenas, como vestigio, escuros traeos no
pavilhilo erguido sobre as rniuas onde apenas se di-
visara aiabescs indecifraveis.
O partido conservador caininha e CSrainhar,
sempre animado pela confianca do povo, sempre
pelo direito de sua causa, sempre tranquillo pelo
testemunho da ronsciencia nacional.
Narrem-se os fados sem prejuzo do que conta
a historia.
E' dever reciproco entre os que, tomando espaO
as lutas do pensamento, nao atfagam outra espe-
ranea alera de esclarecer o 'paiz e formar a
opiuio.
j[ Naciio. )
UMAMBOCO.
REVISTA DIARIA.
Assembla provincial.Hontein func-
cionou cora 27 Srs. deputades.
Approvada a acjtaaaftsso anterior, o Sr. 1"
secretario leu a rodaejfio do projecto n 23 desle
anno, que aulorisa o presidente da provincia re-
formar as repart'ves proiinciaes.
Passando ordera do dia foijjpprovad) em 3.a
discussaffo projecto n. 6 desle afino, (pie approva
a prorogarao do contrato do calcamenlo desta c-
dado, com um substitutivo do Sr. Goni.alves Fer-
reira, ficando por isso dependente de una outra
dscussao.
Continan Jn a 2/ dscussao do or?iinento pro-
vincial, sobre o art. 33, que havia licado adiado,
oraran os Sxs. Oliveira Fonceca e Vieira de Arau-
jo e encerrada a dscussao foi approvado o art.
e bem assim os addilivos, declarando o Sr. Figuei-
roa que volou contra os referidos addilivos.
Km seguida foi approvado o art. 6, que tinha fi-
cado adiado, com una emenda, passando o pro-
jecto 3.* dscussao.
Entrando em 3.* dscussao o projecto o. 55 des-
te anno, quo aulorisa a jubilar de alguns pro-
fessores, foi ^ mesmo approvado e bem assim era
nica dscussao ura sub-titutivo e alguns addilivos
ao projecto n. 116 de 1872 ( posturas da cmara
municipal,do Recife); era 3." o de o. 51 desle an-
no, que aulorisa a revisao do contrato frito cora
Antonio da Cos* e S, para a e mduccao de carnes
verdes.
Finalmente foi approvado em 3.' dscussao, com
mais algumas emendas, o projecto n. 53, (orca-
raento municipal) depois de orarem os Srs. Joa-
quitn de Araujo, Marques da Silva, tirando o mes-
rao dependente de mais urna discusiao das emen-
das ltimamente apresentadas, o submeltdo ds-
cussao o de n. 74 deste anno, reennherendo-se4
nao haver mais numero para volar, foi levantada
a sesso.
A ordem do dia para boje : continuarlo da
antecedente., e 3." disrusso dos projertos ns. 48
o 54 desle jhino.
AiitorlilaJcs puliran.-Por portara
da (rt-esidenci.'i da provincia, de 28 o S9 do rorre-
le, oran uorafadMs subdeleglo do districto do
Pinenteiras, do trruio.Jo Bonito, o alteres do cor-
po di-pulira Feiix Antoitio de Alcntara ; delega
do do termo de llamb, o capilo do corpo de po-
lica Antonio Graciado de Gusmo Lobo ; delega-
do lo tormo de Floresta, o capilao do corpo de po-
lica Fernando Pacifico de Aguiar Monlarroyos.
Guarda nnrional-Por portaras da pre- teccdenle. Nao bavend eowdfclr, pona-
Siooocia da provincia, Je 28^ e 2 do rorrmte, ordem do dia e mlra-r-n na I* parto ott.-Cmi
mandou-se dar gua de- passagem para o mumci- nranicarOes verhaes e p po dp llecife : a Jo.- Jacome de. Araujo, capitio o Sr. Dr OxU Fernw
da 3.1 aompanhia do 42." batalho do rafanlaria,
do municipio do Serinhaem, e a Honorato Ferreira
Xavier, alferes aggregado ao 18.* batalho de in-
faularia do municipio de Nazareth.
Conectarlas pruviiiclaes. Por porta-
ra da presidencia da provincia, de 16 do mrenlo,
lorain creadas coUectnrias provneiaes nos muni-
cipios do Bonito, Caruar, Garanbuns, llora Cense-
Iho, Buiquc, Brejo e Cmlires.
Conectares provinciae. l\>r porta-
ras da presidencia da provincia, de 16 e 13 do
corrate, foram ir.me.ados : Firmino de Oliveira
Mello, Wenceslao de Carvalbo Paes de Andrade e
Aotero Cletnenlinn Leite, collerlores pn>vinci.ies
dos mUDJcipWS do Brejo, de Caraaiii e de (jiii-
bre..
Koeieilane I nio Bciirlli*riite Ma-
rtima.Por porlaiia da presidencia da provin-
cia, do 28 do currenle, foi approvada a rofnrma
feita |M)r essas sociedades nos seus respectivos es-
ltalos.
l*i-(r-ss(M-a publicaPor portara da
presidencia da provincia, de 211 do currenle, fi
nomeada Carolina Mllana d
uraa inspeceo e exame a qw > pruetm na l-
de marco prximo p:.>sado mmw (Mar tinado Antonio Rodrigues VtW.iii. ewfcal
por elle n.mmunicanle eoU dr Marca A* flIP.
tacto de qne rile den infomurao a i.-adiwia i
sessao de 16 -
dio cadver, exhumado *m 15 *> narr* 4* rar
tente anno, por ordem do Sr. proveer da Saafit
CasaH Wericorilia dr-fi n"**', arhava-se em e*
lado de perfeita lonscrva^in, r !i4 viln |c noi
grande concurso de ptim.
O Sr. Dr. B.-go Gbmt eomdr na e*- fatfi.
como quem eslava yieinli artn *-*-
peccM.
Entra-se de|mis ilcto na 2' |>ari- 4* ordea O
dia, rujo as>unipto v a tpidrmia ietn:n>.
a O Sr. presiden, ronsrlhein. Dr. I>rrira *1
abre a disen-so fazendii algumas ob-erva.-s m-
bre a graridade r.unpiraces e mtrafo* (U anales
lia que cunslitue a epidemia reinante, sibrr a axi
do por que funrctunam os encamment.t da raa*
los, constniido- pela c.-mpaubia Ot Imaroae-
nienls; e l algims ap re-peito do iiam^ro .Ir vezes que. durante im
e Carvallo para reger
interinamente a cadera de pritneiras lemas da os lilm canos ti.ram abenos'prta rmajuiati
freguezia da Varzta. doseniupi los. mostrando qne e-ie nnmer rt
Agencias poslaes. Por portara do mi-
nisterio da agricultura, de 5 do corrento, foram
creadas duas agendas poslaes orna na estacan das
Cinco Fontal e outra na de Bibeiro, ambas da es
Irada de ferro do llecife a S. Francisco, e foram
orneado! agentes da primeira Estevo Jos Coe-
Iho, e da segunda Antonio Paes Brrelo.
No I. de jiinho comecam a funecionar cssas
duas agencias.
Jury. Comparcccndn 12 ju/.i's de faci fo-
ram julgados os reos Candido Maxim ano dos San-
tos e Joaquina Ramos Machado ; o primeiro pro-
nenciado no artigo 209 do cdigo criminal, o se-
gundo tamben) nes.se mesmo artigo combinado
com u ,35.
Defendeu ao primeiro o"T)r. Angelo llenriques
da Silva, e ao segundo o Sr. Romualdo Alves de
Oliveira.
Em virtude das respostas do jury t'o.-am aiulxis
absolvidos.
Interlieciio.Aind t hoiilem fi intimada
a pena de interdicto lancada por S. Exc. Rvm. so-
bre a veneravel Ordem 3.* de S. Francisco c sua j0r .pie a epidemia
igreja ; constando-nos que o mesmo le dsra cora dade, e faz maiorr
t caeaaai
be a-Ha-'
a 157. que (juasi corr('sp(HMl< inH
do anno.
. Mosira o orador, .ilm di-l. qoe egonda r-
dados rstiiti-linis que lia, < enliipiwenli. (|n*4i-
tos canos pareccm nao pmvir tan Mnente da i'ait.
de agua ipn- favoreca o inovimenh corso 4a-
materias leraa; m>s qne, rmnn se ve p>+'* wft"
i idos dad s esiitisfiroH, quanlidade de agna qw
rabio das chova* qne houve npimane-iile na aa<-
foi muito maior do que hmive ent-
anieiiore t.mto que rato pjtkfta Ml||aV >
lor iiivus ancanarat'M addilivos da
ile agoa que erre das ntontania^ rsit^niviaiajka*
emlHira baja differenva na arrio da f na* mr t-
n.ailas regularmente as da* cnchurrada. **
sao as das grandes climas ; pois qne c-a qnaati-
dadr de agn devera lodavia exerrer inOamria no
lavel ni lav.agem e drs.-nliipiin nio d>* c-ino< para
estes se nao conservaran* tao oltruiAM rnaao f-
l.io ipiasi sempre, tornando se por i*-" nrri^anris
abri-los logo ap:s das grande uva*. e |>clos dados eslatislic-, pchi> .n..." n nUn a ora-
gr.issou .-"in luai-ir
-stri!" ifs lm>s e
.1. ili;r at-
onde houve maior numero >
entupidos.
0 Sr. Dr. Reg Cesar pr. \'- que. se |a Main
tera repetido as reclamaco.-s. :a-i>tindo na ja h*i-
las a res|>eito da falla de auua para os erf
relac.io a outras innandades e teuipbis.
Kniieit in^lez.A contar de anunb em
diante, jwr autorisacao da presidencia da provia-
cia o I..ni I ni llrasian Bank l.imiU'd, funcriona-
ra sob o titulo de The Bfii| London Braslisn
Bank Limiied. tos de esgoto da nmipanbia Ci!> linpr-vwiant*,
Oliida. Est convocada para reunir ama- as de seus deWtos, como elle <4\r prnp" in
nh, pelas 5 horas da tarde na igreja dos Milagres un)A ,i;is iajahi MVTrTM. >r fa;a m va naooana-
era Oiinda a sociedade beneliecnte installada na- tacan ao governo imperial acerca deles inenirvr-
qnella cidade. 'nionles. mui prejndiciaes .Hez Mariano -Pedera-nos a publ:caeao d.) ( a o Sr. Dr. C^*U Frrrat ptasia qnv maa>
seguinle: Insistir as rtproatoUrOf? ja frila.- a ovrraa fin
o Ainanha encerrain-so na igreja de S. Jos d> norial a este respaila, 1 academia nh-v ojoe -
Manguinho os piedosoe exercicios do mez Mariano, /afa nr relalorio bascado nos apotran**** aati-
havendo s 7 horas da mauha uraa raissa resada lUlicos lidos pelo Sr. presidente, a oaatrnA-
com coiiimunho geral pela paz e triumpho da mnx ex|to.ico de quanlo a academia leva fctlo e
Igreja catholica ; s 11 horas missa solemne, s 6 reclamado, aiiin de obsUr o inc< nveai.-am avu*
da tarde Te-Denm, era que orador o Rvm. Leo- graves que deste estado de consa usaHaai para a
nardo Jlo Grego. finalisandn rom cnticos e l.ym- :ande publica: qne e>te relalorio srja apre'a)t>1
nos sagrados Excelsa Itainha dos aujos. academia e por ella diseajido e aatoda, e red-
lmii ao officio. -Era Garanbuns foi preso pois de a|q>rorado e| poMirado. aura *V > u
era dias de abril ultimo, Luciano Moreira Borges, publico ciento do que a academia tera fnlo e *
natural e morador no districto de Varas do termo ,|Ue a ^p rc de Ingazera^ o qual furtara do engeuho ilatli O Sr. Dr. Pecanha da Silva, apoianda a idea
Gr-tta, do major Belmiro de Albuquerque Lins, da de fazer se e publicar se o rehtorio inipoMo pcl.-
coraar.a de fwft Cairo na provincia de Alagoas, Sr. Dr. Cosa rVmt, julpa, todava, (-onveninfite
ura escravo de norae Demetrio e dous cavallos de qUC se nao deve deixar de inrHir cua a gt.vtrt
propriedade do mesmo major. \ imperial relativamcnie .-ns d.-feilos d.s can. '
Felizmente pode-se appreh ender quer o escra- sy^to e falla de agua para regidaridi.V ,to rr-
vo. quer os cavallos que se achira depositados em viro, notando qne os nuiore* atrago* nm*^'
poderdojaubdelegadodavillaondesedeuaprislojpea epidemia remante ocrwreratn naabarr.^
do deliuquente. | ras e ontros lugares onde aiator nnanci tmve
Cadver.-As 2 horas da tarde do da 29 do de abertmas de can( para dalia!ag-las,
corrento foi encontrado o cadver do preto Lean- | Depois de fazemn varias iben'ar'V o* ?r-.
do, escravo do capitao Manoel Pires Ferreira, jan-, Drs. Pereira Reg Filho. Cta Perm e' uranlwi
lo ao cercado do engenho Bulhoes, sito no dstric- r Pereira Reg resolve-se o egniate:
to policial de Gurja, era Santo Amaro de Jaboatao. j y,,,. 0 sr, |iresiden|c. leudo era vial
Nao obstante ler-sc verificado haver resultado deas enunciadas na discusaio. aarseale a* i
a norte de Leandro de uraa hemorrbagia nasal;
a autoridade prosegue em ulteriores indagaedes.
ideas por cscriplo formando am reatori)!
lenha os fact Senado. Era nossa oilava pagina abrimos. panhados dos ap.intamentos lido par re seatr na
hoje espaco aos discursos pronunciados no senado efeitos dos canos de caglo e soas tartanas f re -
brasileiro, pelos Exms. Srs. v*con le do Rio-Bran-1 petdas ab-rturas, fritas para descarar n*. g*U
co, Candido Mendes e visconde de Souza Franco, 'companhia fJHv Improveinenls. nrtaadn te aa-
sobre os actos dos Exms. e Itvras. Srs. bispos dio- varaente para com o gorerno imperial. aaSaa Ce
cesanos de Pernarabueo e Para. Recommcnda- sercm ninediados e prevenidos os awlrf ejae del-
inos sua leitura aos nossos assigaanles, ]jes esuliara.
Casas para escolas publicas.-Da] j.. quc 0 theor desle relalorio er> aptesenUd..
oos ion seguida dous ufflcios sobre este assumpto.: i academia, e por ella discutido e votado ; e ejna
lilm. e Exm. Sr.-Tendo V. Exc. se dignado! depois de approvado, e nawOnia aa aura ha-
de nomear-me membro de urna corarassao encar- perial, seja puldica.lo no icNitaea diario, pata w-
regada de promover a edificacao de una cosa pa- nheciraeblo c esclarerimenlo d. publico.
Tendo dado a hora, levanta se a sessaa.
Dlstinee&e komttrideai Pede nw a
seguinle transcripcio:
L-se uo Brntil e PartafaV de 17 do correa*-,
jornal que se publica na corle do Re de Janeifa. e
dedicado aos intercales eos dala pala :
O governo imperial araba de uatadar' ao
muito Ilustrado advogaaa aiciaail Aatoaao Mo-
reira Tavares o offlciaUlo da iarial ariai da
ra escola publica nesta villa," procurei reunir os
raeus compaoheiros de commissao, afim de tralar-
nios de to importante assumpto ; a eslacio inver-
nosa porm nao ptrmittio, segundo creio que ti-
vesse lugar essa reuniao para hontein convo-
cada.
c E desejando eu corresponder honra que V.
Exc. rae fez, apresso-me em declarar Ihe que para
a ludida edificacao concorrerui com algumas ma-
deiras e oulros materiaes de que poder dispor, se- r,^ peto* inmrtantes serview par S. S.
gundo as nimbas forras e a oerasio em que to- ;,.. estado
re ni precisos, bera como com a qnantia de i:U0<
quo desde j licain dispos^o de V. Exc. para
mandar reeolbe-los thesourara provincial bu
onde entender convenienle.
. Protestando a Y. Exc. os meus bons desejo
de auxiliado no louvavel empenho cm que est de
animar o desenvolvimiento da instrueco publica
entre nos, apruveilo a occasio para assegurar-lhe
minha elevada estima e distincta consideracoo.
u Deus guarde a V. Exc. -Villa do Cabo, 28 de
maio de 1873. III u. e Exm. Sr. commeadador
Henrique Pereira de Lacena, digno presidente des-
ta provincia. Bardo de Jaboatao.


8amare que ni
ni marcha orna graca ejoe I
e mesmo condiuir o aen boom i awaeriaae,]
minado pela aureola fulgente da gloria de]
cidadao.
O Sr. Dr. Antanie Moreira Tv
rii una ronna vicos que oataa peina Mn t
trado cidadao, e fa-ia se sentir a tahaeV
tinecao para ora brasileiro lio cheio 4a raerito e
pMriotisrao
i'sseus trabalhaaaa Otas caana delegada e>
polica e, depois, promotor pan* ce 4aata edrte, al
i> Gabinete da presidencia de Pernambuco, em testara o quanto foi eNezatote no eoaapriaoeaa de
28 de maio de 187.!. IIIra. e Exm. Sr. baro de seus tao ardaos devores.
Jaboatao. Era resposta ao seu offlcio desla dala, I Cumpriodo i
offerecendo a qnanlia de qualro cont* de ris, saudamo- em ame 4o
alg unas raadeiras e oulros materiaes deque po- jad vagado, glora do (ara
der dispor, para a edificacao de urna casa, onde Moreira Tavares.*
funcciunein as escolas de instrueco primaria da fto foram
villa do Cabo, lenho a dizer-lht que, louvando-o! moderador foram
por raas esse acto patriolico, agradego a V. Exc. dos reo :
o poderoso auxilio que presta para a realsacao Jcreraias Anniil i 1mi. caealamaMa am
de una idea de tanto nleresse instrueco publi- de maio de 1867 i pena
blica da localii'ade.de sua residencia. I virtude de decisio do jnn'da
< Satisfazendo aos seus- desejos, ticain nesta I provincia do Maraohn. par colmo 4a
data expedidas as precisas ordens, a fin de ser re- j cjraraeUido a 25 de outuara 4a MM.
colinda aos cofres da thesourara provincial a Zeferno Francisca
nuanlia alludida, que, a todo terapo pode acora- dezembro de 1871
. que, a todo terapo pode
ifiHso, da qual V. Exc. faz parte, levantar para
ser applieada obra era questao.
c Reitero a V. Exc. o protestos de estima e
eottiideracao com que seu de V. Exc. amigo, at-
teucioso venerador e criado, Henrique Pereirq di
Lvcena.
Academia imperial de medicina.
Limos no fu nal do Ciwiwa/rae do Rio de Ja-
neiro, o seguinte resumo da sesso da academia
imperial de-medic nr, na qual se tratou das teiri-
veis consequenclaa dos raaos serviros que presta
a eompaohia City Improviment*:
Sesso geral em 14 de abril de 1873. Presi-
dencia do Sr. qonselheiro Pr. Jos Pereira Reg. horas e raeia da Urde, o
Aberla a sessao, lida c r.pprovada a acia da ao- Gama,
pena de qaatro anteo 4a praae
simp'es, em virtude de dejiUe 4o jnry 4a termo
da capital do Maranhin. por cromada *
eommettido a 4 de eoMro4a mame
Vapor Wtnyieml. Ornean km
roanha, proce4mm de Lrvarpwl par U
amOaUnde em aaseuapar ter 4 se*
meo*? com o Aera, ajo
di* 1") do cor rum.
Saala Amara
ram-se amanhi, na capellada!
is, os exerrlrrM 4o mee de Mara, i
a tribuna sagrada na missa iliara. a L_
dia, o Rvm. Dr. Francisco do esa laia, o
S
\


Jiteric <<3c Peraambuco "Sacado 31- de Maio de 187S.

Arrt-'ti itaifbtm irovln<-a<-s.~lYm i No dia 40 pra*n
te a {una u i lliesouraria provincial vao prara : j cismo de \% < -
A' 5 de junho Mr-ciment i de moilica mritos | Hontavsis, pir^BBBsfl
c utonsis enfermara da c
imposto provincia* ua-
precos anima!
Taearatd
Piares
Villa-Bella s
Cabivb M
Boa-Vi ta
Ourieu
V I i, .1
do 3:7o
caa de ijet
arcas seguintes, pelos
l^brrui df
Consulado
mez que se devem
postos dadeciiaui>
:3()7|800
3:670*700
:i:ti70S7O
" i Muida
mu'
82IJJ
edSa^rvin>i.)
rquHT adjndi
kiAM.-tl" no crlente
t, Ht do multa, os im-
_ fiOis. por Bii'o de agur-
denle, e 5 O/o MPrc aluda dos iiens do raz per-
trneentes as cnrporarOoTtTe'mao mora. do 2" se-
mestre Uo exerciqia d 1872 1873, incorrendo na
multa de-6 O/o ni contribuidles que dentro do
mesmo prato nao snlisfizercm as respectivas
quotas.
Diario de Pcmaibiiii >o rheaarem
Inje os vap-re americano Merrimv:k e ingle
hlay, distribuiremos amanhi nosso numero de
srgtinda-feira.
Trilitos urbanos fcira deve reunirse a asscmhla geral dos accio-
nistas, alim de ouvir a leitura do relatorio o np-
provar as cantas do semestre Gndo em 31 de mar-
;o ultimo
Oesapiarees!5i. Estando Mani>'l Soares,
rasatlvcrioulo. pescando dentro do mosqnelro em
frente ao pharnl an eaeuneear de qiiinla-feira \M
do eorrent), etendo sido infeliz na pescara, con-
serrn so alii, seguirlo se julga, pira ver se a.
sirte llie era menos adversa/ Ai aiunlieiw, po-
rem, do honteni, foi encontrada vazia a jangada
e n que olla eslava, igiyirando-s o liin que teve.
I-ntcrla. A que se aelta a venia 6 a *)3', a
benuBeio di ign-ja >bi Rosario de Santo Antonio do
K .::>, a pial corre no (lia 6 de junho.
Casa ilt le te a nao. Mo vi: nenio do di&
i'} do maio de 1873 :
Existan) presos 3 li, entrn I, sahiram 6,
existem ."123.
A sal.er :
Nacionaes 2*0,, mnlhcres t), e-qrangeiros 37,
ascravos 50, eseravas 13.Total 32'..
Alimentados acsta dos corres pblicos iii.
Mavimeat i da enferman i do dia 21) de mi o
do 1S73.
Tiverauliaixa :
S :.; a li "zorra da Silva, clica*.
Fri-i-e'in i Hermenegildo, bronchite.
Felis'wrto fase Crrela, febrJ
: irisi ii, c-cravo e sen! .vi >. : ligcto.
Mu le, o< eollica.
Teve alta:
O mitin i Jos de Oliveira.
jP iiuir.i no bngue portngutez Clete.
Axob PKgno e I esrravo a entregar.
C(*iiti(cr1o publico.Obituario do dia 2)
d i ti ente :
M.iD-l, u:!i. p (rna h!i:i- 3 dia*, Boa-Vista :
ijtai.
sfi| iij Je Jess, p ota. PeMamhuea, 3) an-
II is, v::iv.i,'Santo Autiuio ; li ril)"i'i.
Quiteria Hara da C me -i.-a>, preta, Pernmbuco,
3) aun is, solteira, Boa Vista, hospital Pedro II ;
tubrculos pulmonares.
J o I is 1 j.Tn-i-e., biv.n.' i, \i ana h, stlt-iro,
Sun i Anti: i ; enterite ehrinica.
Vutviio Buian, prefi, Vfriei, 8J ano*, sol-
i-iri, lija-Vista, a Rice n-naseido, branca, Perna.'baeo, Santo An-
i :.; i; ai ruscer.
' cenlo Taom.u Piros de Figueiredi Camargo,
i raH i. I'er.i.iuilinc 3'i ains," i5a luber ::! s pufuiouares.
RfffOTtcl S&ttftlXfk
T2*hiiiinl - :^sa) jr.)::(\i!!A m n BS mam
!>!: 1873.
-::'i:\riv U1 rvi. s\ BHBSUIMIO KJARUn
FRA5CIJC0 Pra&TTI.
Seerehrie interino, o fieM Ton-.*.
Ao ineio dia adan lo-se presentes o* Srs d.s-
i'iir;a'loivs Silva iknmarms, Refe e Silva c Ae-
.i.i e os Srs. d *:>.!.i-I is (Hinto Basttn e snp
i'm.'Si !.e:t). i'.ilun loo ii p irli'Mpa-;..io n Sr.
dep i! 111 Candido Ale llorado, e o Sr. snnplenle
q io lira eonridala a tomar as-cnto en quanto
se inin issibitad i o Sr. Lopes Macaado S.
Bis?-, u Sr. consellioiw pratUtnu ab io a so-sVi.
Lida, foi approvaib a .-cu da sessao de i i.
AC00HDX0.
\ssignou-se o que lora Uvradoetu a prosinu
passa 11 sofi i entn parto- ;
\;ipi liantes S Anionni A- C. appellado >a!us-
li m i Sevwiaao Mauricio de Holland.i.
I" ITO fl BMKlTIL". V JlLliAMKNTO.
ApnaMia embafganto Bonifaeu Adeodato Pon-
Iniwe, a;;jiel!,idos embargados Singleliurst Xe-
pbin & C. Juir.es o- Srs. Silva iiiuiares. Reis e
silva. Si Leio o Olilo Bastos. -Foram oin parle
e toldos os embargos.
HHTM '.i'^j-aovHwi suinr, a hua.
Appelfaflte onliaiguiti' lioiaiardino Jos da Sil-
va, apio!l.i,!.is eji'iirwdos os enradore liscaes
ii massafalliila Ae M.ui-.-l Jos Lopes A Iroi.ao;
appetl o' e uba'gndo Domingos l'in a de Freias,
ap,ii-l!ado mbargaiiie Antonio Ferreira Braga,
.VV) f.Ji.ii luopr! is por nao estar proMO*e o Sr.
Candido Alci-orado, juj corlo en ditos feitos.
Appellantd Jacob Cali, boje sons herdeirQS.
appellada.eaibargada huirina Fr.'s da Mei-
i. N;o firan tamlism propicio-, pir nao
star prsenle o Sr. desembargado!" Doria, juiz re-
visor em ambos.cstes feitos.
PA< /UUHJ
Do Sr. desembirgalor Siba Gnim.iraes ai Sr.
d senibargador liis e Silva : appellanto Ivo An-
onio de llo'landa, appillado Vcerte Leopoldi-
iw de Mendonca ; rocorrnte a eouipanbia de se-
guros (ai-antia, recorrido Joaqun) Pereira de
.''aria.
Dj Sr desembarga)i' Beis e Silva ao Sr. des-
embargadnr Aceioli : appollautos Rocha Leal &
'".. afpellado (ioii'alo Alves da Silva.
AOGRAVO.
Aggravante Joio de Oliveira Leite e Souza, ag-
gravado Antonio los da Silva Maia ; aggravnt t
Man m;| Alves Guerra e ten filho de igual nome,
aggravado Deoclec'iano Rheiro de Brilo.
'i Exm. Sr. rm-o!v ro presidente negou provi-
mento.
Eucerrou-se a sessao urna hora da tarde.
prohibieao. pro
ERRATA.
Aetas das se*sdes de 19 e 23 de carrente.Em
lugar de aopellantes Tasso Iudos, appellado
Joao C. ristiani -leia-se appellantcs os curadores
es da roassa fallida de Fernando'Stopple. da
Silva, appellado Joao Cliristiani.
*5
-'. I'-"_. tUJ.
.------------------J.__
usucacoes mm.
A Provincia.
Timn, o dtutriavio, Timn, o profuor noce!,
-auda ao redactor da l'iocincia, e acode o >eu re-
lam>
Misntropo e solitario, Tmin encara as cousas
pelo que sai, e nao pode dizer, como Unios, que
o prcio branco, segundo o momento e a oeca-
sio.
Timn de niajj;, o diente, quer o justo e o
honesto, so ama o betlo c o bem I
Nunca foi femagogo de praca, nenv pretoriaoo
!e Cesar Sempre eitou Mario e Scylla !
Nunca lave, como Agrippa, tspeliws mgico e
ilumiias elctricas, nunca foi >nf tramontano, para depofs querer eqforcar reis as
'ipat Auspupn.
Vi Se ha ajguui topaqeur esse nao Timn, qut para comedia que v
apenas tem o riso de Demorrito !
Sim : ri-se de todos sses [oips fatuos -que ?>'
denotan) materias em putrefacro, eque seagftan-
do-aqu e alli s spantam o engaoam a quem
uo o*coahece I
Timn nao repisar oque dweapenas tara
ligeira* pen-Jerage?.
Como? N'io lomis a rwponsabilidade do
aoonteeiflaentos t E porque es apoiaes ? Porque
disfarcaas os do li, envenenaos e denegrs os de
115 e endoosaes os au^res de uqs de<*nt%44..
Como I nao compriilh.ws a.glorias il'esse's (ac-
tos e engrandecis o seu autor t quem corones no
.'os*) PiuHiunui, jieia mi do gurdi) e rotundo sa-
erdote, nfembro do vosgo Saaendiu I
Conv) separar. #f*to3 de 14 da reunan de )%
-. aquellos foram capitaneados palos promovedo-
res de i la, esses p.onnve'lorei que se gloriam
tos. sohs feitos, pertensem a vosso lado, fazera
yarto da redaccab de vossos or|o,_ sjo por vos
jorados e apros?ntado., como enfadaos
Wfortsset aetotprti!
tes a desorem, quiz-Stis a!Troul;w a atftorhlai
obriga-la a emprear a for^a para coater-w*,^
dpois com umachiateli tar contra a autoridade, fazendo^vos defensores
do povo que vos conheoe bastante, c sabe que
sois os cspaldciradores de 18U8, s liberaes de
pilatirbit quirtido em opposifao I
Timn toma ola de vossa thceria sdbre o di-
reito de. renniio, in la mesmo romo affronta au-
t rilade, como provocado de desordeas a com o
Tim de representafiocs Ilcitas!
VorenAs seqflando no poder respailareis esso
ilireiloJ Qual I-
l>ares ontao a explieacao que agora m smo
dstes as eepaldeiradas de 68.
Agora esses homens exerciamum direito, quan-
ttw ifnr das antes i aviam d'elle abusado para
pralicar os artos de civismo que praticaram, de-
viam reunir-sc para tuinultariamenle exigir a ex-
pulsa-i dos jesutas, como wm i8 a dos porlugne-
zos, nao podan) ser dispersados. Em G8, porm,
qando exigiam que um desordeiro preso em fla-
grante nao zombasse da lei, entao sim potlium
ser d'iiirxidos por sorpresi, pinna de espadi e
pona de b noneta l Entao vos defensores do povo
i i'.iris a apologa di autoridade, salvo um que na
Opinio Nac nal vos-profliga va e contava histo
rias de esorrtgos esle gratas! Tempera muan-
tur \
Se presidente tem havido que tenha respeitado
o direito de reuniao, o actual Sol) sua adnii-
nistrai;ao lionverali pr.meira, segunda e ter-'eira
reunios, o haveria a quarlase nao fossem os cri-
mes pralicad >s a 11, e se nao se livesse em vista
coiitijiua-ios, c provocar a desqrdcm o a anarebia!
Nao approvaes os actos de I i, n tu tomaes a
responsabilidade d'elles o proclamaes ser licita a
nova reuno quo linha por liin exigir una arbi-
trar ioda de, um acto vilenlo, o complemento a
continuara dos aclis de 14 !
A reuniao de li k i por vos convocada, isso cie-
ci.iioii o vossi) prestimoso e preclaro amiyo, a
quom quizestes dar esse testemunlio de anrco,
uaudo se enteiulendo co.n o presidente llie fez
ver que ros seas vieis si reunido, que elle ochava inctnrefUWtP.
mas /i iiopoda impedir: e tanto fostes vos,
que s O' do vosso lado zcrain fuUaces, ano-
lli meo qualqti! roulro que quizes-e fallar, mesia i
os meos, porque estes mandaran! suas couims-
lOfl pela niaiih I
Conlieccsteis que foi um erro poltico, e queris
fopir suas consequoacias I Tendo paciencia 1
Esptt-isle-co, o anda urna vez servs de pttoa '.
Nio 4 primeira, sabemos, c neai ser a ultima,
piis tendes ueaer.ei quo sai grandes em taes
triumphot! <
Sabemos que nao tendes priucipios, mas i ad-
mrave! quo o confossei! Xo< paizea em que os
princijiios regeni us individuos, em vez dos indi-
vi i is servireiu de prmcipios, a igreja Itere no
ei ao livre, constitue um dos que ormam o pro-
grmala da bandefra liberal. Vos, poriii, que
sois liberaes, que para nao discutir queimaes una
imoren a, e queris a pao e ferro fazer propagan
da, (ticis que os jesutas, isto n ultr .uunlunis-
m>, o tst'da na oreja i tutimpto astranko ao
proir.iimna liberal ..
Tendes razan a questlB ndigio-a nao vos im-
porta, o que vos importa e a agitac^io, a desorden,
i ver se por meio d'ella podis chegar ao poder !
Os principios sai nada, o poleiro, tudo Cegos !
que em quanU) das bieldas a ver se fazeis descer
os que esto em cima, nao veles que irapota
matreira cunta papar-vosa todos
JOBOS de nova especie, inostrac as faces dupla-!
PfOtlraos, toaiae as liguras que quizerdes O pa-
vo que a todos .conliece vos diz assisadamenle -
qnem gnr.rr que oo$ compre, vut eonheeo fur-
r !/.<
Ti non.
A Provincia ti. 74.
A Produca achou muilo conveniente jusllcar
o partido iilieral da imputara;) de responsabilidade
dos acoiitecimeiitos (lo dia li com o telegrama*!
dirigido pelo Exm. Sr. Dr. Lucena aogoverno ge-
ial o ir intermedio do presidente das Alagas.
O partido liberal quer arredar de s que taes
aconlecimenlos fossem o resultado de un plano
preconcebido, realisado e concertado e para che-
gar a esse desidertum, diz que o proprio presi-
lenle reconbeeen a falsa imputacao que relalou
osaconteeimefltos-de li como inttanta neos e mes-
pecad s, e fUkos da exuUacxk inomi'nto ao que
parece
Mas (io convencida e-t a Prooincit de que diz
una fal dade, queomitto nadeduecio de sua ar-
gumeatafo as pabvras no que pjrece do tele-
gramuia.
Argumealo a Provincia como julgar de sen di-
reito, mas nao t irt.ire as patarras aiheias, se tem
os aeoiitecimentus de ii por lastiuueeis, *< sin-
ceramente os lamenta, queixem-se os l:boraes
de si.
Se a venia le presidio a elaboraeo do lelugram-
ma, usando das palavras da Provincia, nao tenha
o partido liberal que S. E c reconheceu-o albeio ;
pela successao e presteza dos lastmaceis ...'onte-
nimentos do dia li, pareca causa de momento :
mas os tactos po -tenores vier in continuar q.:e a
poltica eslava envolvida Deesa questo.
Portanto Dea provado que S. Exc. nao asseve-
rou, neni elle o poda fazer, tendo-se em conside-
ra-.i i a hora emque'foi expedido otelegramnii, as
onze horas da noiite e no meio da maior gpnfusiio
e versos.
A acensada inercia de S. Exc, de que falla a
Provincia, seuao connivencia, est em S Exc. ter
querido respeitar um direito do povo c confiar nos
homens que se achavam empeuhados na mani-
festacao.
So o Exm. Sr. Dr. Lacena livesse dispersado a
reuniao na praca do Conde d"Eu, leria omiiietti-
do um atlentado inaudito, se livesse preparado
toda a for.;a pul.Mea e fOSS sentido, (o n.io podia
deixar de ser) leria prov icado a populaeao.
IIojo diz a Provincia aat S. Exc. responsavel
por nao haver feito ni dia li o que fm no dia 10.
Que homens !....
AMAaj qi
i mtisi'
Misino, ao
jEnganai-
usa oke ter-
, Ti cada
, cnhiain
iiaprenaa
, a ver-
fallar, e
ras que
lir. -
rente de notas ideal, oescerrand um" hirisofito
todo novo a ansso espirito.
i^MaUstas-a j|^. iicnSj
Uestes ui iNaflHsuiti
ateolutisifo, A*'*i a
t%.
\ Vni'm nao fiizia luniai
vja, so .' nos, qtrquc a
mentira, a cada principio fltr-
md biradas de ca la un dos o;
sobre ella, e a-1uz fazia-se 'Mais
dado uiaifHmlC 'lo qOC
assini era todos os das. AIT- as
nao erain p meas, serviam de no-
Dcixai a causa do despotisnio, da Intolerancia,
do ultranijiitismo procumr a luz da imprensa;
delxai-a, quo vem procurar o sen s ni cid i >.
Bani-la para lora da imprensa, e lax-la reco-
Iher-so is irevs, S dar-Ihe mais tempo de vida.
S o desespero e a cegueira da m cama, leva o
ultram nitiiiisnio i imprenta. O trrm nina ar-
ma fabricada exprissamcnle contra* o despotismo.
e de que elle nao p'ode fazer uso sem fcrlr-se.
O correctivo da iin|irensa s;lo sement a im-
prensa e a' opini.io.
Se ella mentirosa, hyio-rila e intrigante, a
imprensa a esmega: se inf;ime.Vm impdica, a
opiaiao a despieza ; sean respeita oque hade
mais delicado no sonti nento de un novo, se sola.
T.idas erramos, toda imprensa tem suas quedas.
Se forillos a quebrada toda voz que ella fe re o
nosso sentimento, cahimos uas trovas do despotis-
mo, por falta de liberdade na cnunciaejio da pata-
va impressa.
Sempiv ha nina imprensa com que coinbater
os erros, as quedas da nutra impiensa, sempre ha
o bom sons) para balar com despresis os seus
desvarios, quando ella cabe nelles.
Anda ha pouco a Verdade cxr.n urnas transcrip
coes que estampou em suas paginas, ferio o senti
menlo religioso dcste povo n i que elle tem de mais
venerandamente delicado, mas a opieo -la cou-
ter-se sem o povo levantar mo sacrilega contra
sua mae.
Si.n mi sacrilega levanta o pevo, jtfando a
levanta contra a imprensa, que nutre a liberdade
Jo povo. com seu leite quotidiano e perenne ; que
uulrclhe o coraran, e o espirito.
Deixai-que o* dspotas enraivecidos. BSbordoem
vossa mae; nao os imitemos, que ellos sao seus
e nossos inimigo'. Dcixai que prelendaui fazer
della seu instrumento, porque e!les so feriro.....
Nossa me de qualquer ni ido que s pronuncie,
nunca nos atraiooa, quando ella se pronuncia em
prol da Ivrannia ou dos tyrannos, esta escarnc-
cefldo delles, e.-l oj enchendo de si, pata elles
mais depressa eslourarem.
Os propros artistas lypigraphns quando com-
poem taes insolene.as esto esc.uneee.udo dos ul-
tiam nanos.
E o povo que destruio sem neeessidade e em
prcj'uizo seu a typugrapla da Uniao, nem ao me-
nos se lembrou que a deixar sem pao alguns ar
listas pacs de familia ?
Agora lica essa alluviao de orgaos liberaes sem
um corcunda. o.n quem discutir. Nao se loma
una propaganda estril e sem sabor-? O que nos
suscitar agora as asso-acoes de ideas Lio ricas
Coran muilas vezes s o adversario jM')de susci-
tar ?
Se cu estivera [iresenle (e nao o estivo or a-
charme doenlc ha mais do urna semana e lora da
eidade) avilara lodos os esforcos para que esse
sacrilegio senabd-se; que temo miuto os pro-
sedentes de la ordem da parte do povo.
Parece, que as influencias que assistlram aquel-
la scoia, nao initriam as mesmas apprehenses c
senlimentos, ou nao quizeram affrontar o ennti-
ineuto popular, nppohdo-loe oulros sentiuientos
mais puros, calmos e livres, por meio 9a patarra
de que e mi tanta tloquem-ia algumas dossas in-
fluencias jabera u-ar.
Teiih) visto muil-as vezes o pxler nttentar con-
tra a imprensa; nao me abala isto, nao efunde
senao p.-.ssageiramente a liberdade. Tenho, no-
riu, at horror vendo o povo co.n as suas pro-
prias niis qu>)ranlo o seu esuf 1 >, o seu redac-
to, a sede, o prin:ipio de seu poder, alavanca
mais poderosa do exercicio de sua sobe ran i a...
Hasta, que a ontinuar, seria um discorrer sem
lim.
Recife, lo de maio de 1873.
t. de .Vbnquerqiie Mello.
urna risada sardnica aquellos que Jutara. com o
desespero.
VamM
No su
TiOuroio dj
tive cohlieo
nla no tm
agn p
anhla, [finque ella nao se me mostru graLa.
Jo e tercolre artigo vem o Ir. Dr. fncana
os
to de
Z.
Srs. red clores do Diario de PeraaniDuco.Ea
lodos os casos graves, e facfos de alto alcance ou
ponderaci), sempre tenln dito minha opima ;
nao foi porque pense que tenha valorialgom a au-
toridade de minha palavra, quando a de poucos
eu ligo algum valor ; mas pelas razos -oro que a
fajo acompanhar. (*)
Den-me muitoo ufo de f que fez Imutem o
povo na typojrraphia da finido.
Filtto d.i imprensa. amigo da liberdade, idolatro
os lypos, a imprensa, como o seu primeiro instru-
mento.
Que importa que os typos da Unido derramen
a mentira, a intriga, a velhacaria, as doutrinas
ultram mtanas, a hypocrisia, em urna palavra; o
Jesuitismo f
Nunca ha palavra perniciosa, doutrtna perigosa,
qnando solta, derramada no meio da luz.
Ah I.. Nao isto o que faz mal !
Oque faz mal essa doutrina que se sopra, so
insina nesses ninhos cavernosos de infecciona los
abutres...
_Quc se sopra is enancas, s mu eres, onde
nao ha outra palavra a oppor e a desfazer a hy-
pocrisia e a intriga...
Essa intriga que so derrama no seio das inno-
centes criancas em nome de Deus, contra ;i lber*
dade, contra a sociedade, contra a familia, sem
que alguin possa ir aessas lnrridas trovas desva-
ler os embustes...
'Esses ninhos inferuaes, para os quaes se ca-
eanr os innocentes para fazer delles outros tantos
corvos c corvas, esses ninhos horrendos, sim, deve-
ram ser todos varrdos e sumidos da face da
trra.
Mas os typos I... Os nossos maos e atni-
i0V
Que importa, repito, que a Uniao escrovesso
mentiras e hypocrisias, e um sem conta de asi-
lencias, disparates e asneiras f
Se temos para cemoater suas doutrinas, para
desmascarar suas hypocrisias, desfaze.' suas raen--
tiras, o Liberal, o Liber I Pernambiicano, A Ver-
dad-', A Provincia, A America IBustrada. .1 11-
histraeo Pernambucana, A tus, O Bepabiico, o
Jornal do Retife, o Diario de Peiytantbuio ^
A palavra derramada luz do dia, p#'mals
falsa e intrigan c que seja, em vez de ser um mal,
nm bem, se ha outra palavra com que re
derllie ; poique em quanto se combate o erro ira
a ioiriga, mais forja de razSo se descobro em fa-
vor da verdade. Fallo da palavra imprensa, por-'
que a fallada iicm'inirfe'qitea)pj para respon-
der eo reftexao, nenwsalma para ouvir co n at-
teoeao.
Qaasi sempre aprendemos mais no escrp'o dos
adversarios, doipio no dos que pensara Ciramosco ;
O I C.;l|
Mosfo.-O ao [iii-
blica. (*) .\
Espero que me reievom a demora que tem ha-
vido na apresentaeao desla respusta : todos sabein
que eu tenh) outras oceupaeijes, o alm disso nao
postumo diser ai publico eousa alguma em du-
Se nao fosse* muito ro/pelto que devo ao iilus
irado nu'-'lico a quem me dirijo, eu tomara a li-
befdade de djzer que este Sr. Dr. ongenheiro, era
o homein mais innocente u/w so sustenta com o
'pao de NossoScnhor.
Como se tolera urna tolico destas ? Que tem o
parecer que eu dei ha quatro annot eoui o estado
actual das obras da companhia que o Sr. fiscal
lera consentido que se facam como ella muito bem
tem querido ?
Quo tem a opinio omittida sobre a abertura do
despejo em um pinto qtnlquer do mar com os
appareb os insupportaveis que estilo tomando as
casas inhabitaveis ?
. Se l'oi um parecer asni'ico, porque nao apparece
quem o combata com as armas scienlilicas ? Fa-
ce eu ineilo a niagueni, eu que sou o mais facis
3o todos ?
Oade e.-tao estes sabi >s da Grecia que no vem
anaiqvniar as opinies oaiittidas em meu relatorio?
Emlim o erro de /iliysict, e o relatori i que es-
lo sempre na berl nda, e o g-anle rival de Mr.
Law nada tem quo allegar em sua defeza.
I'epais de Mil is os meas rclatorios feitos em
1870, ninguera, que tenha bom senso, dir que o
meu intuito foi fazer favor companhia, visto
co.no, en nada propuz, e nada insinuei ao.gover-
no Tratei somante de mostrar que, una vez que
as materias fecaes naotlnham de ser desinfectadas
e aproveitadas cumo Mrame, pensava que tanto
mal faziA lan;a-las ao sul como ao norte, visto como
os pontos erara equidistantes e n'um ou n'outro
lado nao Iiaviam vantagens que lizessem preferir
um ponto a oulro.
Todos tora visto que eu principie) por chamar
alten.'.ao do Exm. Sr. presi lenle da provincia so-
bre o pessimo oslado dos apparclhos da eompanhia
Drainage, e nesso lempo quando nao havia ques-
illo alguma com o Sr. Law.
Depois tem-se descoberto certas colisas que nada
abonara ojelo de trn empregado de ;oniimea, e o
publico nio sabe ainda qnantas nutras concitas
mais esto dcsc iberias e se bao de descobrir nutras.
Temo dito que os apparelhos oStaa msupporta
velmente putridinesns,nao teem agua, esto tolos
entupidos; os eiicanamenlos extremamente estrei-
tos, uicapazes de satufazer as neeessidade do can-
tralo.
O Sr. dircctoRTdas obras publicas nao se 0|i-
po a neuhunia dattas a%Efir$des : fallou nos
dous erros tle p!tysf<&, e como isso era a maior par-
voice de que se podeha valer quem tiuha^ obnga-
cao r?slricta de dar ex'plicaces ao publico 6'aogo-
verno de seus deseuid is e "dos seu? muito aprc-
goarlos zelo e digoi.lade, apega-se o noso sabio lis-
cal em ter eu dito no meu primeiro artigo que o
Sr. Law gostou mais do meu parecer em 1870 do
que do que dei em 1873.
Ora, da-semaior estulticia? parece urna crianca
a fazer quest.io de quatro castanhas de caj.
Entretanto terceiro artigo de fundo que o
Sr. Tibureio publica para dizer que eu fui protec-
tor, fui advogado e at pa da eompanhia Drainage
e que"hoje sou algoz.
vida
(,) Por falta de espaco deixou de ser pul'licaa i
logo.
A reth::ciio.
I'eusei iwe o Sr. Jos Tibureio Pereira de Mag.i-
lliaes, director das obras publicas desta eidade,
ongenheiro fiscal de varios empreza--, e da feliz
lieeife Drainage dsse gracas a Deus por eu ha-
ve-lo dada p mora, e se BaJatse conieceiidj
quecsseactotiiouoralilhodeu.il ''oracao uiag-
nanino e generoso, pois nao quera estar a50u.au-
do nina pobre craatura que neuhuiusignal de vida
tinhadado, nem antes nem depois ; mas o Sr. Dr.
Tibureio faz como os fracos o covardes que apa-
n am at dar-so por morios, mas logo queosdei-
xaiii, e dao-lhe as costas, levantam a cabe.-a e in-
sultan, provocara do novo o seu castigador al que
elles veu'iam bal los aulra vez.
_E nao s eu cono toda esta eidade compadeca-
se de ver um ongenheiro chefe de urna repartieo
aecusado de gravissimos e inip udoaveis erros de
otlcio vir tres vasas ao IJiario contar a inesma
historia da um eroo de physic: quando elle dava
um cento e Qin quarUiirao de erros, nao s de
physica Majo de odici^i.
M;>> espirito aconselhou ao Sr. Dr. Tibureio para
na realidade sao se dar|por inorto, e aproveitar se
da f.'.voravel oceasiao que Iho ministrei di sabir
com a honra do campo de balalba. Sa.ialm-.
sua palma.
Nao ha remedio portauto, senio cahir outi'a
vez sobre esso rabiuho de colira que ainda bolle,
depois de morto, einacbuca-lo com geito, para que
nmguem mais tenha medo ou asco das contorses
Bessa parto mais repugnante do asqueroso reptil.
Est na consciencia de todos que esta popula-
ra)" luj victima innocente de um malfadado
pie-ente que as Bolsas anteriores adminislracoes
se dignaram dar-llie sem pensar as consequea-
cias futuras que dellc poderiam ori^inar-s, sem
consultaren! se feriam um contrato sobre urna em-
preza conhechfe bu /ustillcada pela experiencia de
outros paizes, e nem so lemtjrarem que para -
tisfazer as ambicoes de dous ou tres individuos,
mu agente, outros co nplinetsjs* sacricar a mais
bella.eidade da Brasil asordare vandalismo de
dous o tres especuladores.
II je nnguom sabe como deve aeabar esle nego-
cio, talvez o maimportantequese lenha debatido
desdo que somos irtcio ; ninguera sabe ^al e o
remedio heroico quo se deve applicar a um gan-
de mal quo anecia todos os nieresses sociaes de
urna grande populado ; ninguera sabe quem de-
ve pagar esses apparelhos podres que o governo
autorisou ineia duzia de malfeitores a introduzi-
rem em nossas ca-as, estragando-as, derrubando-
a, quebrando rebocos, pe airando es'.uqnes, eintim
convertendo-as em verdaderos f-os de miasmas,
em incomniodus e nocivos focos de infeccao, em-
li:n inu!ilisando-as por urna vez.
Has quando todos estremeeem idea cruel de
verem seus lilhos ou prenles eslorcerem-se
nos solTrimentos horriveis de una peste devas-
tadora, o director das obras publicas, o fes
cal da eompanhia, o grande, o nico autor de toda
essa imminetite desgraca olba para as suas victic-
mas calmo e tranquillo, da una risada amarella, e
pronuncia,"como oro leao a estrangular o manso
cordeiro Quando o povo seo patricio Iho pede con tas de
seus actos criminosos e mdesculpaveis, socegado
como urna giboia que acaba de saciar-se engotio-
do um boi, ainda rosna :
I),us aros de physica !!
L" nmito : n.io assim que se abusa da pacin-
ua publica : nao por esta fornu qae se zomba
c se escarne -e de um povo amigo, qua.bto mais de
um povo irin 1 ?
Mas j ningnem duvida que eu nao vhn pariici-
par a primeira autoridade da provincia facios que
nao estivessem bem averiguados.
Todos infelizmente saben a que mais para
sentir, por esp*riica propria, o estad/iiaiisea-
dnivlo, pestilento dos apparelhos' que %^eompa-
nhia Drainage tem collocado as casas, graSn'-
negligencia do Sr. igonheiro fiscal e directorit
obras publicas : o que nao se sabia, porm, que
esse senhor ti vesse a coragem de vir di'er pelo jor-
nal mais lidu delta provincia, que apenas um ou
uutro apparelho uio funecionava bem, quando nao
parlicao das obras publicas de P;rn mibuco nao
se encorara o perli!, o plano ; ja tenho medo ilc
ar em pbyatea ; a planta geral das obras, dos
anamentos, emlim, de tudo .panto relativo
segunpe tereaira vez que eu a maior e mais importante do ib las as empiezas
lo Tavfr que la fazer a eompa-. fquella a quera o governo deu o privilegio d-
:apo oi que doi a-iuelle parecer, e. que JTagar as nossas casas e era cima disso pagarmos-
irjdespi-iio ime venho tallar mal da co- llie bem caro,-e consumi a fazenda nacional
01110 caixera dessa feliz eompanhia, o em auna
disso serillo insultados por eslrangeiros dessa qui-
late, c lia brasileiros qae os ajudem. por 111 > rece
bem estipendio para isso !!!
Que reito do sa**uo do Felippo Can trio, de
Fernandes Vieira e de outros muit 1* brasileiros
que so sacrilicaram pela patria ? Verteram-no
lo lo por amor dVlla e nao ieoo. tima gotU para
atravessar as gerac-e passadas al Keracao pre-
sente e dar-Ihe estmulos para deixarem de lado
o atareasepecuniario e cuilarem dos negoci \ pu-
blicas e dos seus irmaus '!
Eniao aJiniram-se ? Pois b;m, na repail: "i 1
das obras publicas nao ha planta da compauhia
Drainage : o Sr. Dr. Tibureio nao CQQSta que a ti
vosso requisitailo da presidencia. \a sean!asta da
presidencia tambera nao existe planta !!! Pee-se
a planta que uecessariainen'o deve ter a eompa-
nhia e esta diz que n2o lem !!!
Quanla innocencia, quanta -ingeleza, quanti
hiineslidado. quanta h mi'3 !!
De surte que a mimosa e lao querida conipuibia
fez todas as suas obras a amo : nao se guiou por
urna planta esluda Ja e tracada de aiitemio, de
que deveriain haver unas epias, una na secreta-
ria do governo o outra no escriptorio da o;.ip 1
nhia : nenhuma dellas existe !
O Sr. Dr. Tibureio tem obrigacao de explicar a
este soberauo poro por que inaneira liscalisou as
obras da eompanhia Itccife Drainage sem plant l :
se era lambein a ollto. ou se jnkaado que isto
de planta era pela, queimou-a ou deitou-afra.
E um engenhoiro que fucalisa una obra itt-
portantissiina, que responde por ella, que lea de
dar miadas con as de seu proceder, que quando
se llie pergiinla pela planta, diz 00:11 toda plari I c
e sangue fro :
Nesta repartieto nao !a planta da eompanhia
Drainage.
E c um empregado desta qualidade que falla em
brio, 0111 _pundonor, em a*ki, em digniiasto, q
me vem ridicularisar com cisco de praias e aya u
Bajas do beccos e cacimbas e outras bajaras
iguaes.........
Qu i-sipte tndem abaten > .huta atatra '.".
Agora tuna pergiinlinua ao Sr. Law :
Quando o Exm. Sr. presi lente da provincia des-
vendou a notoria e torpe l'alsi;rarao ihi ar!. 11
da imiovacao do contrato, o Sr. Law licm inniio
quelite e blasonou como um posseaso : a labifica
pao foi julgada por sotmca : o Sr. Law ca-
loii-sc.
Quando eu eahi na esparrelia de fallar dessa
ditosa colina de que ha de salir mei de c r ja, o
Sr. Law reveslio-se do urna gravidade britannea e
disse : -Sen 11 y. s. e en engeftheiros B fw-
se a luz....
Harrea de ama vez u inspector da saue.....
e caularam hosauas os dous luestroa darle IJ
N.io se leiubraram, porm, que eu tenho ae 11-
panhado todos os movmtentos da eompanhia es-
de sen principio e observad) lodos os seis pasaos,
e esiiiilado os seus proceesos, e t|iic muitas e
inuilas vezes em conversa co:-i o Sr. coniuieiidador
Gomes Nelto llie dizia que os apparelbos da c un
panlu'a am mujlo mal : nunca ha disse outra
eousa, c o Sr. Gomes Nello alUan.'ando sempre a
sciencia do Sr. Law "' o ninii: saber lamli 111
queima os milos, e o Sr. Law fieou cora o juizo a
arder quando vio que wxi p.- muito mais da eompanhia do que o proprio Sr.
Law : quanto mais quando o Sr. Law souuer qae
quem menos sabe d'ella por hora s ni eu !!
Tenlia patencia. Si. Law, s. S. l.iolnal a,
lao condescendonto, e lao prestimoso, respoade
com tanta urbanidade as miabas perguntas, que
nao posso leixar de |he dirigir mais tunas abas :
I." ilouve duas plantas approvalas e assigoadas
na oceasiao do conirato, ou nao '
1* Como desappareceu ella da secretaria lo ;"-
veitio ?
3.* Quem a tirou do la 1
i-'1 Quem tiiha iatoresse aesse desappn i
ine.-.to t
'> O Sr. I^aw dirigi os iraualiios Ja eompanhia
sem planta t
ti.J O brioso e pun moroso director das obras
publicas lamban Bscalison as obras sem planta !
7.-' Foi o governo quem fez Jesapparecer a
planta ? '
Foi, sim. senhor. esta dito
J se ve, portanto, at onde chegam os talento-
dos deas eitgentieiros predestinados, um que Ca
ama obra cokwsal reno esta di t rainage, e
oulro que a fiscalisa sem punta. Que talento de
rapazes !
O Sr. director das ulnas publicas que j fez os-
tenlac.o de brio, de pundonor, zelo e dignidad .
faca tamben) da moralidade o seientifiiae ao nu-
bil o cyaio se faz urna llscalisacao de ama obra da
qualidade testa sem planta.
Naoqaero terminar se.11 fazer urna paqnena ob-
servay'o ao Sr. director das o;.ras publicas.
Insiste S. S. em que eu nao icnhocuilado n.is
focos de infeccao quj exist', pelas praias, ca .
ras, clCi C[C
Peco liceoea ao publico para dar um consclho
de amigo ao Sr. director das obras publicas, e
fazer como ea taco Traballie mais e dnnna
menos : estude al duas c tres horas da noite, a
prapare-se bem fas escondidas, ara qaando fer
oceasiao mostrar o que sabe ; e nao fazer como
cerlos ped nites que o saliera nada e querem se
incular per sabichoes, e quando (< nasoceasioes
aperladas, mostram desasadamente o que sao.
So o Sr. Dr. Tibureio lesse ao menos o que se
publica nos diarios desta eidade, (e olhe une s
com essa leitura se aprende muito) saberia que o
Dr. inspector da saiide, como vereador da cmara,
fez remover quatorzc rail tonc'ada* ou mais le
montaros aljacente* ais raes, fazeodo o que mal-
la genio ile bom senso eiaiso ulgava mhnm-
vel, e c/nn esse etulho fez-so uraa rna desde a
I'oulc Velha at o hospital de candado : tal vez
unas iOO a oOt) bracas d aterra, em algins lu-
gares de ti e lo palmos do prafundi la le : e se
n.io se removed o resto, foi porque a cmara ti-
nha de altender a outras despezas, e nao pode nm
tinuar com aquello servico.
Per vezes tenio representado nos meas rea-
torios ao governo provincial e geral sobre a ne-
eessidade de se dar urna quota patfa acabar rom
a remocao desses entulhos : c se o givern) nao
manda dar o dinheiro," ha do ser cora os mcus
iOOj annuaes de ordenado da saiide publica que
eu hei de fazer esso servi.o 1 Kntao d o Sr. Dr.
Tibureio a metade d > seu ordena lo, quo de
mais para o servico mo e bem mo que presta
S. S., que arada llie dea muito dinheiro.
E' raelhor que o Sr. Dr. Tibureio se ecetipe de
cousas serias, e nio se d em espectculo como
naquello seu monumental offlcio em que d as
mstrueces inathemaiicas para a lavagem das ma-
terias solidas que lica in nos seus protegidos ap-
parelhos.
Ainda falla o Sr. Tibureio em um parecer dado
pelo Sr. secretario da capitana do porto, servio
do interinamentede capillo do porto, contra a
minha opinfiio ennltida acerca da Daldeaco do
earvo de podra, como pilcado coucorrar p ira
aggravaQio da febre amarella, c que foi pela au-
toridade competente preferida a minha por ser
mais sentada. A isso nada posso responder, por
nao ter tido conhecimeuto desse fado.
Entretanto, para que o Sr. Dr. Tibureio, alera
l^0 BSBBJ '
o agrVi
1
por 2 pu cittto swim akafod 4** nn-ims eaaa-
tiran 11 coi vigor o iaapiiaa li-
sas de negocios das villas
< 2.a llera assin que mi-p* feasdar.aneas ja
diciaes que passarara a ser arrcm-1
n, ipadade .ei airiii.ii' dedi-
indiciara, no aefet do lera
lUr-, sejam arrcc-idad iIixm e
lo pua a receiu da caasara. Afr,>r> 1
Feliz lequei-ioeaio. porcrc-nus 1
agradec monto aaa votaaats, e aw
uiaior lir a iiorreeNagcm, m*
meiii 1 e iMn bcncflc*!* r<^ajl)Bti
ais 1 1- oprielari., alvos de Itrios m>p .asi.
Il-tis, eoiilia* rousa*, nHavammif* a NBp I"- e i,i,i5 ililpo-li -, 1 pie 11 pilifi' pnV'i i^la
vez mais oiirecarro-.-id eas a rnn a*> 1
'' que ileve-se t-miar *iri*< im-duls raw fn.-
Iwar-sc o- dis.iini os do .ha l> do e>irn*tr wat
'('in 1. (res rorpos roll.-dn-, a n*+ l f-
a-ii.blas provincia- o cunara*, sanerqaar
rreasai 1 qn >-i 1 4 ,. ,.. amins iiiRo*m; t-saar.-
i.uido se aqmdles mesinoi 1 au***, rio aV
da tribuna de l.non--<; .1 1 p \ jim rram nrr.
soni.-ntudurante a guerra d 1 11:11.1 rcri'ia qii'' pi
S iim sitio eslava coik-ctad 1 aw ti.o-i ,>u (
gamenta da ha* 1-1, p sea .1. -aram pHa fren"-
mesmo p,i-;1 afTa o Irru, i a
lacla por eaeu do irein.
S111 coi mii.i ni 1 prinei^a o ratVimiU n.
c inlina, r ilira-s dos arupiVl ir
parle c.i!,;ad.i, co:u 1 >*+
uuti 11 dizer qus .i-son arunter 1 a..
da San a Cruz da Ireg leja da BaAraU.
nes;rio--
traugeiras sempre f> de i n d-- !
: igualliaraui-wlo tr-
i; e ja 1 oiiw Masan qra a rtdadM de |-i;.m i-iii tiiiipi pagav.i nina nmlla <\< '.
cento sobre ;ts ditas qiunlias. *la Multa
pare eu, mas n < parece que aorta .- p.iff* 1^ si.
por rento.
o propik-uri 1 qunr lomar nina
() Por falta de espaco tem dentado de sabir a
mais tempo am artigo.
a disse ao Sr. Dr. Tibureio que antes quero ser
tachado da algoz da eompanhia Drainage, do que
dos meas patricios, a eompanhia o que quer
ganhar mais gastando menos, e quando Ihc con-
vier larga tudo pudre e fedendo c pe-se ao fres-
co : o os nossos patricios esto j soffrendo horri-
veluienie desses malditos apparelhos e ameacados
de nina grande calamidade. '
Ha grande quanlidade de casas em que ja se nao
pode enlrar:
O Sr. Pedro Lepes H idrignes j se mndon d 1
casa do Sr. Chrstiani ruado Bario da Victoria,
por nao p ,der soffror o fedor dos apparelhos, O
Sr. v iclorano Palhares j se mudou da-rua do Li-
vramento para a Ilha dos Hatos, por causa do fe-
dor. A rasa no pateo do Gollegio, onde "ura o
Sr. Joaquim Rodrigues Tararas e Mullo, est tres-
andaildo o fedor desde a porta da rna.
Era Santo Antonio c S. Jos nao ha casa era que
os apparelhos fur.ccionoin bem.
Entretanto, o Sr. Dr. Tibureio Jos Pereira Ma-
galh.ies, director das obras publicaste o nico cul-
pado de tudo, o nico resp ras ivel pranle Deus e
o mundo de todos esses males presentes e futuros.
A eompanhia tem feito o que bem llie tem pare-
ido : no art. %' da desgracada innovaran do con-
trato de 18to dezemhro de 1885, trata-se decanos
de 15 a 18 pollcgadas de dianetro : nem o princi-
pal conductor tem o di .metro coiivencionado ; a
eompanhia lera coll icado os canos do dimetro
que lem querido. E era a iiim que competa ve-
rir.ir esees dimetros ?
A eompanhia lem feito o que convm aos seus
interesses e o Sr. Tibureio calado e defeudendo-a
como o fez 110 esoriptorio deila, quando fomos exa-
minar uin nielhoraineato que ella havia pop Mo
que primeira vista a mira e ;.o Sr. Dr. vquino,
engenheiro, parecen una en.whoadi'lla, e o Sr. Dr.
Tibureio aceitou-a como un descobrmenlo da po-
dra philusophal.
Por consei'iiio'.e, s grtves aecusacoes que pe-
sara sobre a opulenta cabeca do Sr. Dr. Tibureio,
S. S. s responde ciini trivialidades, com dislates a
parvoices.
J tempo, senhor, de vir dar contas ao publico
do sen procedimento; j tempo de vir perante o
puhlico_ contestar que os apparelhos da compa-
uhia nao esto putridinosos, nao esto entupidos;
nio esto int"ramentc in rapazes de funecionar e
de s'ereni srtpporlados. O mais abusar do bom
senso do publico, o mais condemnaro publico
a grande sacrificio incomraensuraveis prejnizos
e males, e ainda em cima rir-se delles.
Nao se zomba-impunemente da opiaiao publica ;
nao se escarnece assim do publico a que devenios
satisfacao de nossos actos.
E' lempo que o Sr. Dr. Tibureio venha desmen-
tir o que eu tenln dito e lestemunhado e sentido
por loadl Venha dizer "que os eacananienlos nao
sao eslreitos, que os apparelhos nao esta) podre;:
o mais c eslul.ica.
Se a eompanhia tem feito tudo quanto tem que-
rido, abusado jnteiramentc da boa f ou simplhv-
dade do Sr. Dr. Tibureio : se at apreseniou as
contas indurado os encanamentos geraes, e n Sr.
Dr. Tibureio as deu como boas para pagar so
dahi proven) todos os males pblicos; se o Sr. Dr.
Tibureio na 1 opp/. refleiao alguma ao-meu pare-
cer, quer verbalmente, quer por escripto ;.se o Sr.
Dr. Tibureio nio se aprsenla seno advogando os
interesses da compan'ia, cncobrindo suas faltas,
iiludindo o governo e aggravando a triste sorle do
povo de Pernambuco, e se S. S. tem o destacamen-
to de dizer que nao quer ser algoz da eompanhia,
iiuando se trata smente do cumprimento de seus
devores como chefe de urna repartieo, engenhei-
ro fiscal da eompanhia e empregado de indeclina-
vel confianza do governo, como quer que o cha-
mem, quando a mim S. S. chama de pai, porque
dei um parecer contestando a sua opiniao.
Tenha paciencia meu charo amigo e senhor; eu
poderei ter sido pai da eompanhia, mas S. S. tem
sido um grandississiino paio, como chama o vul-
go a esses que commettem grandes erros sem ter
consciencia delles.
V o publico que nenhuma das proposites por
mim enunciadas lem sido combatidas pelo Sr. en-
genheiro das obr spublicas.nemposslvel que nin-
guem a.s combata, porque ellas sio verdades incon-
tcstaveis, reconhecidas, e infelizmente soffndas por
tod03 e n.io ha ninguera que nao esteja cncio de. re- do
ceios pelas consequencias fataes que podem trazer
lio desastrados apparelhos !* nao ha ninguera que
nao esteja indignado com o proceder do nosso di-
rectoras olivas publicas, mas trnham pariencia ;
elle nio quer ser algoz da eompanhia, quer s-lo
dos seus comprovinciano?.
O 8r. Dr. Tibureio tem restrictsima obrigacao
de dar ao publico a razo do estado em que se
acham as cousas; e nio vir todos os dias dizer-
Ihe que os apparelhos funeeionam bem, e que com
mais urna torre est tudo salvo; e para en-
cobrir os seus erros e faltas, vem repetir todos os
das urna historia d'almas d'outro mundo : o erro
de physica, a sabida das materi'is no Bi-um c o
Vtnalftito ios-meas, pareceres, sem ter coragem ao
menos de apuntar onde esta o erro; e ser isso
porque nao queira ? nao : porque nao pode e
nem sabe ; ouvio cantar o gallo, mas nao sabe
onde.
Todos os das a mes.na choradoira : j abor-
jrece.
y publico est sciente de muita eousa, porm
ainda nio sabe muitas unirs.
E qtfem o acreditarla"
Topas as obras da eompauhia Drainage teem
sldo/eitas a olho e fiscalisadas- olho f
co refsjvns 111...
inin liienca na niunirioalidadc di-
Contrario una mulla de 30*' "
Tcrrivel i- a sorle d 1 Inasileiro fc*^4orn: tM>.
paiz tan ajaste de passaraai a i"r i*i lao nr 1.
Fiiialuiciile na f.ida do iaiii Si preveas 4a
provincia p ir ocea-i 1 da agriura da
jii.ivini.il UM ped 1 ioiji .-l'is, |mrp3eX|M
m aaaisa :
O rciiiclio n,j est p i- nem it> anporuM Iw
iiii|ii.-io-creados, nem na rrcacii .K- unir-.-. "%
sim em cortar-aa par bataa as 4etptmn ibj m -
ihi.i- : ca d'cp'lar-se dentro a* unpr >! 1 m
a ti lia- que lorein alisiliilameiite imp
veis Win aul irisar > ni rero il> .
poderein lio se ron verter cu funti
A verdadi ira icmiroia chimsIi- BaasweotaaSj **>
Olil e ei,;|\eiiiL'lile.
(vi.n osla falla o Fxra. Sr. mriju l'oreir- A
Liiroua, pri sidi'iite da pr iviaru
>> d. i-ia a o 1 pridade de non palrM-i.-
Itecifc t.l de mu da H73.
Um rhefe 4' fnmlis.
iunrahiiat {ii-ilorial Ir- Retase;.
I'nr tiii'io da |i'>'lom,,a nir.i.i ilcslo ,-
'li'.i nv.sislivi-l, as :>iifiTini|.'i'|i'S da ;. .
O 'lo.-. |iul:ilu '.-. so (lis-i|iaill n so i!o-\
Cit.no por (iiii inaifio Ciiiaiilo. V.jix
ijiii- [i.i'l' civil il" astliiiia, os.- Mr.-iiii i
que priva los de guanl.ir 11:11a postea
soulal durante anuos uiteir.is, |iriiiripiau> a
respirar in:n facililla.I.: edorini-in trainj
llciilr ili'pnis i|e liivmvn toiil.'oiii .1 .
Jscs tiesto delicioso e a-lmiravd \ ir tv. i
lo' imaairtinai e uoloiita, as larle
panic. T san^uc ilis pulmes, a n
1: por t.4B>i;i mi/., o tu las as inolisti 1
to a ila tr.icliea, que lom una ti-iidiii
ilit\ -ira, se curara prouipta c radica!. 1
lUViliailte 11 li- liedle reine ll siiaM
lortilira e vafaviji usorg> do r.sj>ira_. ,
c os torna iiivulncravois s luulai:,
paaiiiias 'la temperatura atm isjilniuo ; c
como 111 sua el.ili ir.nl.i coni|o|li imc 1
ta iK'in exist' outra i-otisa mais do i|ii-- .
sa iris san lavis, pode-sc por isso nesrw
applicar rom to la a sssBSSjBsaa alo uavs 1
mais tenr.is o ileJicaiioa eruatura.
oMM0.
rii.X'lA X) UEIUFE .10 DE M'
DE 73.
K- I l/ZHOUA.- HA T4BI'li
Cotncdc aflirH<-..
XsMie.ii -1 111I1 Imhu Ii!)mp.ir la kltVts
AIl-.hIi.. de I" sorle libra forte UVitiu ;. t .
kilos, bontein.
HHm d- dita libra Iraca iOOil p.11 lo k
t-iii.
l^-al Sevc
iHi |iri'>id>nii.
A. I', de Una
l'eio stOT-lari-
..;.FA.\IF.i;*
ieiidiiiciil-i do da I a i9.
'dein do da JO ....
H0:l3:l^-
'3:i">;: -
mais nao passe por contador de historias,
bom que publique as pecas olHciaes i que allude,
porque iguoro ludo iss >.
Quanlo A nomeaco do uraa commissao para
dar sua opiniao a respeito do raen parecer, oigo
que o Exm. Sr. presidente da provincia nao care-
ce de conselhos para fazer o que fr de neeessi-
dade para o andamento do servico c bem publieui
enl.-slaulo, se o Sr. Tiburoio, na sua attribuladf
imaginacao pepsa que isso pode ser-lhe de algum
proviilo, tem loda liberdade do fazer ura rcnueii-
raeulo a S. Exc.. dando as razoes ca que se mola
para fazer semelhante exigencia ; e estau cerU)
que se nao forem deSsas que S. S. lem os'entado
com^toda a siinplicl'dade em seus arljgos de fumlo,
S. Exc. attender ao nobre director das obras pu
blieas e engen miro liscal da eompanhia Drai-
nage
lieeife, l de maio de 1873.
Dr. Lobb Hoscoso.
Uescarrcgam hoj 31 te man te ttJfi
Vapir inglez studenl merradonas pera at-
fandega.
Barra iii^itua -Fnsiliei inercadurias para Um-
assja.
Baa injileza Uazlle -mercadura- para ,.
ilega.
Bar 1 pori'.igiiea Dftpiam' II varios f-wr.-
para alfandega.
Brguc meeo -Esmeralda varios ternero ,.
'.raiiichc f.onriicao, para Oe->|ia>har
Patacho inglez Gloria raaos de barro |-
ir.ajiiclM' Omceicao, para daapacha:
P'iilinl*de americano HmrrieSe Huwettr-it.tr"-
ireneos para o trasArtie i:mc<-cao ...
l"-pachar.
Barca 1101 ueguensc Wraa-mWr eriama j dfspa-
1 hada para o 6* ponto
l'alliabole aniericaivi-lawNlNi-larinha ja O
diada para o 6' ponto.
Di iguc alloman Alay fannha t> damailiada p.-.#-
o caes do ApoUu.
Barca iugleza -r/ixinaa-farinha, e keroara* .
despachados para o e*e* do A|oU
Barca imanen anmenme Tell ferro ja #--
picludn para o itwairu.
Brigue eeuua nacional Georfitma -femer o
onaes para o Ir apir he da oup.i
lnip*rtMctt.
Liverpool por Llsbi^a, vapor inaiex StmLm -
signado a Saimders BrMhars C, inaaifestou :
Lisboa.
Amen loa lOcaixas a (toadas de AraesV.
Batatas 100 c.iixas a Lima A Silva, &W a Letm
Beis. .'Al a Antonio A nes, 90 a S. Salns, 5 a Car-
los A. Barbosa, SO a S. Amard, .'O a C RadrafBs
Mendes. .'00 a Goncalves Beltrao di Fhm, W
l aC/irga, 50 a Gonralx-es Bastos, t O a Aasooi*. F.
C'asiuara municipal sio
Na sesaso de 9 do corfente mez, o Sr. vereador
T eodoro Silva fez um requerimento nos seguin-
ID I
Requeiro que se offlcie ao Bjtm. Sr.' presioVmte-
de arvalao, loo a K. S. Gnimaraes, ,10 a Ku
4 Irmao, 5fl a Carramo af.iraes, .10 a Fraga 4 Ha-
cha, 50 a Goncalv* FoMas, So a F. da Coala, rtf
a S. Farids, He 170 l|J dhos a Rafa**) 4 C 9
a Barros Jnior 4 C, 00 a Lima 4 Siva.
Obollas 190 Ifl raizas a RaMto 4 &, X a
Amaral, 25 a Constantino 1. Meadw, Mfa Coma,
a a (inralves Bastos, % a F. da Camba,3D a
farros Jnior 4 C, tO a'ft Seatas, M a Lama.4
Silva CxMninho 8 sacras a Osadas e> Arauj
Conservas 18 caixas a Lima 4 Sva.iS a I', fiai-
na & C 25 a Oliveira -\ FHho. Carao saleada fcV
barris a KabeHo 4 C, t a Ba-ard.. C aferaada Cera
em grunic 8 barris a C. 1. SOra. CmBahai 3 L-
ricas an mesmo. Calcado ? cansas a J. P. Ara*!**
I a af.N. Foneeca 4.C., t a P. 4 Bastos, 1 a
da Silva, 3 a Cunha 4 C, I iD.M. Harlias, t j.
M. Gregorig 4 C
Figos 6 grades a F. da Cunha. Fvas 4 saces*
a C. fodrigaes Heodcs.
Linos I caixa a WaMredo t Sansa, I a De Le*-
Ihacar Lnguiras 4 caitas a Boltrao & Filao,
Merenrio 4 caftas a Prente Viaaaa 4 C.? a
Brekimold,
Maesa de lmate I raius a J. H. Palmeira
liras de prata caia Das Reg Ora'
caixas *y ^
J
V^


ffifurio le Bfcffcaittbuotf Strifaife 81 de Mate ele riffi&
:
)
- Fasel 1. raix* a Jhreisa llalli 4|v.,
Jila '.lujjiial
Reifr I aflos Jtfor jis. (
Sanues;ua.i .1 euiruA. Miranda.
TouemhoOO barris a Rosas & Filho.
39,805
do fornecimento dos n>
lisos enfermara da
Vhi & C, 12
-litas e 4 d ^a* a
P. Vianua & C la Annes, 1 a.
Breenleliedl. I a^^H^^^Ec< J. Ramos, I a i 'xas a
Alfreda M1da.8MTos, i a Souto Maior Raooso.
Vellas de fjlMkaixas.a; J. L.Joa^Avas FersVra,
-lilas steariaas 15 caixas a Rabello 4 C.
Liverpool.
Arroz 100 saceos a K. Gumaraes, [o0a Ha-
galliaes & Irmao, 50 aos consignatarios. 100 a Sil-
va. Paras, 130 u Oliveira Ancvedo. Agulnas i caixa
* D. T. bastos, so a Tinoco de Sen* AmoMras
2 emtruluos a KeDor fe C-, la Duarto & Irmao,
1 a Monhard c C, i a Otto Bohres, 2 a D. P.
WiL 2 a Cameiro s\ Nogueira, 1 aLyra i Yiau-
aa/l a Carvalho Guimares, 1 a Silva Neves.
Agurdente 20 oaixas a Tinoco de Sauza, 90 a
iiraem. _
BarrilKa 20 barris- a Sanios 4 Araujo. Biscou-
tos 3 caixas a J. J Alves, 10 rdem.
Cerveia 100 barricas a-onza Bastos *l->;3
dantos 4. Arau.\ 10> a eVrnandos da Cosa, 3o
a Tinoco d; Soma, 100
" Johnston & T. Cha l ca*-
o, 30 a Fernandas
iOIlMp
dfandega no aia 1 a 29.
Oilas ditas i .....
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarcngas ........
No trapiche Coaccicaa.....
1
qfafi
BS"
cas*de detenciio por tempo de um anno.
retara da tltesouraria provincial de Pe:
nambuco. 1873.
ificial-nuior,
"Migq^l" Alfonso Perreira.
blilm.'Sf. inspector (
se taz puun
dia 5 de Jnnho proxkn Vidal de Negreiros n. lili.
Mrquez do lie,
Travessa da
todi
'errian'
_ i thesouraro Brorin-
ciai manda lazar publico, que era camprfmento da
~~ ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 3o
71 do correte, vai novamente i praca no dia 14 de
ser arrematado a
GE-
junho prximo vindouro, para
quein mais der, o sitio dos Remedios, servalo de
base a quantia de 3:730/1 porque foi adjudicado a
RECKBKDORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBDCO
Rendjmento dn dia I a 29 3i:5o2S?S monda provincial,
dem lo dia M...... 2^88S*U)6 Yfa constar so mandou pubjjcar, o presente
54.511*710 pe,-j0rnal-
Dioijsio Ont
osart
Ipliina
Cs-
E
13*800
13*500
{38300 2*430- 1173720
Imperial n. 141. Elias .Hpptsta da Silva
Man..1*1. u
Pereira
Francisco Rodrigues da
-------
CONSULADO PROVINCIAL
rtendimento do dia 1 a 29. 129.7.13*946
dem do dia 30....... 3:923*501
Coronel Suassuna n. 90. Franeiico Jos
Burees
Ditan. 130. 1> hiesmo
Dita n. (48. Francisco Antonio das Cliagas
Jardim n. 41? U mesmo
Coronel Snassuna n. 186.
Cruz
Dita n. 188 O.-mesmo
DiUr n. W. O fiieeino
Secretaria da thNourara provincial de Pernam- Coronel Suassuna n. 19. Francisco Rodrigues da
buco, 27 de maio de 1*73.
O oCDcial .mawr.
M. A. Ferreira.
133:677*447
Edita! n. 131.
imo
100 a Correa Braga, 100
Milis Lathaiu, 2 a S. P.
a J. Leitao, 30 :i
1. i. Alvos, 18 a Lebre 4 Res, 10
da '"osla, 15 a
.. a Rosas Fi-
nio, ti a MagaMes 4 Irmao, 20 aos consignata-
rios, 5 a S. Junqueira & C.,8 a J. Almeida IC,
24 a J. J. Costa, 5 13/2 a Silva Bastos & C, oO a
P. da Cunha- AyC, >a C. Molaos 3 a Obveu-a
Aieredo. Cidra SO caixas a J. Cliristiani. Con-
serva 5 caixas ordem. Carne salgada 1 barril
a Mills Latham 4 C Cravo da India 14 saceos
a Remandes da Costa, 5 a Lebre 4 Res. Chapeos
i caixas a Ferreira & Matheu, 1 a Monljard 4 L.,
1 D. F. Bastos, 6 a Otto Bohres, 1 a J. A. Arau-
i. 4 C, 2 a M Grogorio \ C, t a Goncalves 4
Wio, 9 a l'hipps B 4 C, 1 a C Guimares, 3 a
Cramer Frev, ditos de sol la Amaral & Motta, 2
a Alcoferado Vieira 4 C. Calcado 2 caixas a D.
T. Bastos, i a J. P. Arante?, 2 a Lvra 4 Viauna.
Cntilaria 1 caixa a Prente V. & L, 3 a 8 1.
Johnston, 2 a J. A. Araujo 4 C, 3 a M. Halliday,
'. a Braga .N, Son, 1 a Rocba 4 C, 2 a Goncalves
Ferreira, 3 a Souza S 4 C.
Chales 2 caixas a Keller 4 C, 1 a Lunha 4 Man
ia. Cadeiras 2 caixas a Beltrao h Filho. Couro
1 caixa a Izidoro B.istos 4 C. ('.artas dajogar 8
ctam a Carvalho Guimares, I a D. T. Bastos-
Estopa t fardo aos consignatarios.
Barbadas 5 barricas a Samuel P. Johnston 4
i;
"Ferragem 6 caixas a Villaca. 3 a M. Gregorio fi
., 2 a S. Si 4 C, 6 a D. T. Bastos, 2 a OUo
Ko!i"rs. 1 ji Bastos ,V Silva, 3 a P irente v. 4
C,' 8 a M. Hallidav, 1 a Facias 4 Irmao, 9
a shaw Hawkes 61 C, S a S. P. Johnston 4 L, 2
V.u 4 Leal Filas 1 caixa a D. T. Bastos, 1 a
Ii ,rte -V Irma >, I a Ahneida 4 C, 2 a L. Guma-
les. Fio de Sapatelro 2 fardos a Prente V. & L.
6 1 S. P Johnston. Formas 60 a Cardoso 4 Ir-
m... Berro em chapas 55 a Companhia Pernam-
luana.
bim I caixa a H. Chcrburg, 1 a S S. Silva.
Lntu 1 caixa a Carvalho GuimarAes, 1 M. Hain-
day, 2 a Goncalves Ferreira. Lma 2 lardosa or-
, 2 a M. Halday." Manteiga 25 barris a Costa
4 Irrao, 6 a llosas 4 Filhos, 5 a Lima 4 Res, JW
a BeUra) 4 Filho, 10 a'Magalhaes 4 Irmao, o a
Luiz A. de *rqueira, 30 a Cosa Amorim AL .5
a J. J. Aevedo, 10 a S. Bastos 4 C, 5 a Th Lhns-
liansen, 3 a P. da C'inha eV C, 44 a Ohvetra Aze-
vedn. 23 a J. J. Costa, 14 a Barros Filho 4 C.,_ 40
.-ios consignatarios, 5Q a Antouio Corga, 5 a M llo-
clla 4 C, 5 a Ondoso Marlius 4 C, > a J. a. l ai-
meira 6 a Prisco Barbosa, .1 a ditos e 17 caixas
a Antonio F. Carvalho.
Mercadorias tiversas 2 caixas a Olivcira Sobn-
nho, I a A. 4 Molla. 7 a Otto Brohres, 1 a M.
Hallidav, I a Ferreira Maia 4 C, 10 a tanas 4
Irmio. 1 a M. Dias, 5 a J. A Araujo 4 L., i a
a Cunha 4 Manta, 3 a Basto Oliveira 4 C. Miude-
lia'4 caixas a C. Guimares 3 a Monhard 4 L.,
1 a Prente V. '. Machinismo o volnmos a J.
Daskv, 30 a Cardoso 4 Irmao, 3 ao ge-ente da
estrada de S. Francisco. Milho .5 saceas a Th.
<"hristiansen.
(Meo'de linha-a 10 barris a Barlho'omeu 4 U,
10 a F. Maia 4 C, 10 a Cunha 4 Manta. Objeetos
do escriptorio 2 caixas aos consignatsri is, 1 a I a-
rente V. 4 C. Dito de esgoto 17 ditas a campa-
nilla Drainag. Ohiad.) 1 fardo a Ferreira 4 Ma-
tlieus. Objeetos'de sjuz 12 volumes a Simpsom 4
C
"perfum'uras 1 caixa a. T, Baslos. Papel ti
caixas a Santos Agolar, 1 a Mgalhaes 4 Irmao.
13 a Paria 4 Irmio, 3 a Monhard 4 C. Piaro I
a Lldstrfne Rbelliard 4 C. Pregos I barril a Gon-
<-alves Beltrao 4 Filhos, 1 a S. P. J.lmston. Pre-
untis 3 caixas a Braga 4 So n, 3 a C Braga, 3
a Pires ; C. .
Renda 2 caixas a Bastos Oliveira 4 L., I 1 Ro-
cha 4 C, 2 a J A de Araujo 4 C
Toalhas 1 caixa a Cameiro 4 Nogueua, 2 a G.
4 Irma 1 Rana Slianimeteau, 1 aAlcoforado Viei-
ri & C-, i a Ri:lrig:ies Irmie i Guimares 1 a
Lunes Machado, 6 a Mills 4 C, 1.a Okell Blindlos
4 C Tecidos diversos 12 volumes a Okell Blindlos
6 a Linden >\ C, 4 Gregorio 4 C, 9 a Keller 4 C,
6 a Gaimaraes 4 C. 9 a Rabe Scliammoltau 4 C.,
M a a Borle-4 C, 2 a Cameiro 4 Nogueira, 92
a L. Siipicira, 11 a'Alcoforado V. 4 C, 2 a Bas-
.- 4 Silva, ti ordem, 44 a Pcrdigao Oliveira 4
C, 83 a Mesquita 4 Cardoso 7 a Silva Barroca 4
Kilhos, 82 a Ferreira 4 Matheus, 21 a Cunha 4
C 50 a Rodrigues Irmao'4 Guimarae-. 32 a Mills
Lstham 4 C, 7 a idamson 4 C, 41 a Simpsom 4
O. ti a J. L. Goncalves Ferreira, 2 a A. F. de Oli-
veira i V.,-2 a Vaa 4 Leal, 2 a Mendos de.Aze-
vedo 4 C 29 a Adriano Castro 4 C. 5 a P. de S.
4 Casco, 1 a Parias 4 Irmao, 2 a Doarte A Ir-
mas, 2 a D. T. Bastos, i a D. P. Wild, 2 a Basto
Oliveira \ C, 21 J. A. d; Araujo 4 C, 30 a Si-
queiw. 18 a Lopes 'a-hado, I a P. de. Mello, 23 a
Th. J-iTerss, 3 a Oliveira Sobrinho, 10 a Okell
Blin l!.s. 60 a l'hipps B. 4 C, 36 a Wiat, 33 aos
consignatarios,! a E. Fchton, 7 a Johnston Pa-
ter 4 C.
Vidro I caixa a Voa Scliosten 4 C, 1 J. A Pe-
reira 4C, 1 a P Ipps B. 4 C, 1 a Goncalves
Beltr^o^ Ftho.
Zarrio 10 barris a Bartholomeu 4 C.
RSCIf'E IJHAINAGE.
Reudimeuto do dia l a 29. .
dem do da 30......
MNWMENTO 8 P8BT0
Pela Inspectora da alfandega se faz publico que
I nao \fiofro sido arrematada a nie*cadora abaixo
5-9061502 declarada, por faltado concurrencia, se transare a
12344540 niesma arremataffo para as ll.horas.do da 31 do
JZ___ enrrete, porta tiesta repartido. "
i-141*042i 8'pedras de maimora para cousjIo, quera-
w '* avalladas por lOi, (jue faziam parte do con-
1 tedo da caixa marca G 4 M triangulo, o. m,
1 vinda de Hamburgo no navio hollandez Abram, e
abandonada aos direitos |.or Cunha & ManU.
Alfandega de Pernambuco, 28 de maio de I7J.
O inspector,
Fabo A. de Carvalho Res.
Navio entrado wt dia 30
Liverpool por Lisboa-27 dias sendo do ultimo
porto 15, vapor inglez Studitnt, de 461 tonela-.
das, commandante James Barnett, equipagem vncial Taz publico que
24 carga differentes gneros ; a Saunders Bro- o da 11 de junhojirQxuijo vm,dt}uro,as arrema-
OJOra. Sr. inspector da rtiesjjuraria pro-
vncial taz publico que foram transferidas para
thers 4 C.
Navio tahido no meiino dia.
Rio de Janeiro-Brgue portuguez Cotete, capitao
Jos Januario da Costa, carga assucar, algodao
e outros gneros.
tates dos seguintes pedagio^ :
Preco ainual.
7:361 JtOO
6:298*600
8034000
803*000
553*1*0
4:954*400
4:278#iOO
Magijalena
Giquia
Ponte dos Carvalh
Tacaruna
EEITAiS. S
---------------------------------------------------- Caxagga
- O lllm. Sr. inspector da thesourana provn MaouinAQeanunga^^u
cal, em cumprmento da ordem do Exm. Sr. pre- .Joto i-663*iOr
ra*jB^^aKKMK| b isas
jo, e 1 iinb.-cs como se acnavam huuuhcmuo, f" 7^ZJr ih.iem.rari nn
ter o mesmo Exm. Sr.de omformidade com o Secreten da thesoUrar a pr.
disposto no ari. .. do regulamento de 30 de abril. nambuco, JJ do mam de 1873
ultimo, creado collociorias as ditas comarcas; li-, AfTnnsn 1
cando, porm, para ser arrematados no da 5 de
junho prximo vindouro os referidos impostes
das comarcas seguintes :
Preco annual.
Tacarat 2:307*800
Flores 3:670*700
Villa-Bella 3:670*700
Cabmb l:6i6*678
Boa-Vista 823*339
maior,
Ferreira.
Pela thesoprgria vCOvWcial se faz publico
que foram /transferidas para 0 dia 11 de juubo
' prximo vindouro as seguintes arrematacQes.
Fornecimento da alimentacao e dietas aos pre-
sos pobres da casa de detencao por tempo de 3
! mezes a contar do i." de julho prximo vindouro.
Impressoes dos trabalhos das repartieses pro-
viuciaes ( menos secretaria do governo) por
a contar do l. de julho pro-
Ouricurv 833*339
E para constar so mandou publicar o presen- tempo de 1 anno,
fp neln inmil Y10 Vindouro. ,
lecretara da thesouraria provincial de Per- ^Secretera dailiesouraria provine. 1 de Pernam-
nambuco, 17 de maio de 1873. .buco, 30 e maio de 1873.
O offlcial -maior.
Miguel Alfonso Ferreira.
Cruz .
Padre Nobrega n. ik V|P> Dita n. 17. O mos
Dita n. 19. me.-1110
Vidal de Negreiros n. 34. Francisco Thomasio
da CoiicoiaoXunlia
Dita 11. 178. O mesmo
Dita n. 186. O mesmo
Dita n. 49. O mesmo
Travessa do Prala n. 1. O me*m
Dita n. 3. O mesmo
Dita n. 5. O mesmo
Travessa do Peixote n. 15. O mesmo
Dila-n. 17. O mesmo
Vidal do Negreiros 11. 143. Francisco Gomes de Sa
Leitio
Luiz de Ahneida n. 34. O inesnK
ila ii 36. O mesmo .
Assumpcao 11. 8. Fertunata, F. da Concoii.ao
S. Jos n. 27. A nesraa
Coronel Suassuna n. 176. Herdeiros de Francisca
Maria da Concecdo
Padre Nebrga n. 24. Francisco Camello Pessoa
Travessa do Forte n. 1. Monseulior Francisco Mu-
nu Ta vares
Travessa do Prata n. 20. Herdeiros do Francisco
Barbosa
Padro Fluiiano n. 40. Fojiziuina Maria da Con-
-eicao
Sante Oeoilia 11. 10. Pnmekca Emilia
Santa Rila n. 33. Francisco Xisto dos Anjos
S. Jos n. 64. Franciseo Pereira de Meirelles
Pescadores n. 13. Francisca Theodora do Hego
Travessa do Pexoto n. 26. Francisco Jos da
Costa
Imperial n. 44. Francisco Ribeiro Pavao Jnior
Dita n. 1''7. Francisco Lopes da Silva
Becco Azul n. 32. Firmiuo Santiago do, Vascon-
Travessa do Freitas n. 10. Fredtrico de Souza
Gomes
Dita n. 12. O mosuio
U
Padre Nobrega u. 25. Guilherme Augusto Rodri-
gues Settc
Coronel Siiassnna n. 187. Guilheruino Ri'eiro de
Ahneida Motta e outro
Travtssa da praca do Forte n. !0. Hermillo Du-
perron
Dita n. 8. O mesmo.
16*200
. 30*240
30*240
8*6i0
16*200
16*200
16A.200
16*200
3*400
5*400
5*400
13*500
10*800
8*640
3*400
5*400
5*400
10*800
6*480
7*560
10*800
16*200
25*381
13*300
58*980
13*500
8*640
O offlcial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
fa/.ondo
relaoao
. o procurador frscal da thesonrana provincial de Pernambuco, declara aos con\
buintes do imposto de dcima da freguezia de S.Jos, do cxercic.o de 1871 1872 que
Ibes fica marcado o prazo iraprorogavel de 30 das, acontar da publicacao dee, na con-
onnidade a ei n 891.Part. 53, Jara 'solicitare,.! da seccao do conteneso S >f^. W
alim de recolhereni sous dbitos provenientes dos mesmos impostes, cei tos de que nao
dentro deste prazo, proceder-sc-ha a cobranza judicialmente, publicando-se para isto a
dos devedores abaixo transcripta. ._.
Seccao do contencioso provincial de Pernambuco, 29 de maio de 18/3.
*^ O procurador liscal,
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
Helaro do deredores da decima da freyuezia de S. Jos que Meara* di pagar
dbitos no txeracio de 1811 a 1873.
3*400
5*400
6*480
22*500
6*i80
6*480
Irntandade do Senlior dos
I
Mar-
Assumpeo n. 76.
tyriag.
Domingos Theotonio n. 29. Amesma
Jardim n. 33. Irmandade de Nossa Sen hora da Paz
da Suledade
Santa Rita n. 67. A mesma
Vidal de Negreiros n. 19. Irmandade do Senhor
Bom Jess das Dores
Ddtningos Theotonio 11. 7. Iimandadu do Senhor
Buni Jess dos Aflictos
Santa Cecilia n. 19. Irmandade do Nossa Senhora
do Rosario do Santo Antonio
seus
1
%
3
I
c

Antonio Joaquim
A
Vaz de
Maia
Herdeiros de Antonio Jo-
ra
DU 29 DK
lE-.PAf:H S DE EXPOUTACAO NO
MAIO DE 1873.
P(wa os portas do exterior
No navio francez Alonme V. Cesar, para
Liverpool, carregaram : T. Jefferics & C 9J sac-
eas com 7;71& kilos e algodao.
. Na sumaca hespanhola Sol, para, o Rio da
t'rala, carregaram : J. S. I.oy 4 Filho 500 bar-
ricas Com 5H/k6 Kilos de assucar branc*.
No vapor inglez Oouro, para Southampton,
carregaram : T. Newbygny 2 caixas com diferen
les m Tcadcrias.'
?nra os porlos do interior.
Para Mossoro, na harcaca Fin- do Rio, carre-
garam-: Cameiro 4 Nogueira 20 barris com
t.920 litros de niel.
l'ara Santos, na sumaca hespanhoia Augus-
lint, carregaram : Ainorim limaos 4 C 20 pipas
>m 0 6'.JO lros de aguardeit?.
Para o Cear, no vapor nacional Ipojuci.
carregaram : J. J. da Bosa 26 barricas com 32
kiias'de assucar branco ; Coste 4 C. 47 ditas cora
2859 ditos de dito retinado ; J. F. S. Bastes i0
ditas com frlfditos de dito ; A. C. Araujo 30 ditas
f.92i ditos de dito; J. Paulo 2 barris cora
192 litros de alcool; M. F. Fontes I casco com 2i't
-ditos le aguariicnie. Para Aearaet, V. Giffon 1
.4 casco com 480 litros de agurdente ; J. L. Ro-
drigues 1 barril eoin 96 ditos de alcool. Para o
Natal, A. C. Araujo 6 barricas com 532 i)* kilos
de assucar retinado.
Para Aracaj, no vapor nacional Mandah,
tarregou : M. J. Alves 30 volumes com 73 kilos
de doce.
Para o Ro Grande do Sul, no lgir portu-
fat)* E*t" -aram : B^Oliveira A C.
00 barriqninhas com 49,5211 kilos de assucar
branco. ..
Pan o Rio Grande do Norte, na barraca
Tri*npho, eartegaram : Fraga 4 Bocha S barn-
c-ai com 48 k mear branco J. s, Piretti
4 dita com 73 dito de toe 1 bartU com 9C-litros
de afuardeaAe Faru 4 Filaos, i-barricas com
ttilos de atMiw: braoeo.
^aPATAZa
Coronel Suassuna 11. 96.
Miranda, reste
Marsilio Dias n. 78. Antonio e Josepha
Jardim n. lo. Os mesmos
Marsilio Dias 11. 96. Herdeiros de Antonio
Cortes
Coronel Suassuna n. 137.
s Pinte
Dita n. 145. Os mesmos
Dita n. 147. Os mesmos
Dita n. 149 Os mesmos
S. Joo n. 69. Antonio llenrique da Cunha
Das Cardozo 11. 2. Antonio Fernaudes de Figueire-
do Paiva
Dita n.' 86. Augusto Cyriaco do Oliveira Villas-
Boas
Dita n. 9?. Anua 'oaquina de Oliveira Campos
Padre Nobrega n. 4. Antonio Leal Ferreira
Vidal de Negreiros n 4. Antonia da Conceiy,ao
Oliveira Lius, parle
Dita n. 46. Auna Ignacia das Virgens
Dita 11. 172. Padre Antonio Jaome de Araujo
Dita n. L- Antonio Irancisco Pereira
Santa Rita n. 41. O mesmo
Dique n. 22. Antonio Nobre de Almeida
Dita n. 24. O mesmo
Travessa do Forte n. 2. Antsuio Jos Tavares
Lins
Domingos Theotonio n. 44. Antonie Marcelino de
Souza
S. Jos n. 23. O nesnio
Santa Rite n. 9. Antonio Pereira Souto
Dita n. 37. Antonio Adolpho Leite Ribeiro e
outro
S. Jos n. 70. Antonio Hypolito Vercosa
Imperial n. (18. Anua Joaquina da Silva
Dita n. 124. Antonio Fraucisco Pereira de Car-
v.tllo
Dita n. 280. Amaro Antonio de Farias
Dita u. 282. O mesmo .
Dita n. 284. O mesmo
Cabanga n. 26. Antonio Joaquim de Mello
27*000
16*200
13*500
38*340
36*000
30*240
29*160
5*400
7*200
27*0.0
16*200
H
648
4i86
2*916

10*00
8*640
13*500
6*750
9*000
13*500 2*430
38*140
36000
30*240
29*160
5*409
6*901
6'i80
5*443
:i48
972
78i8
94*166
29430
291*332
11*772
36*000 30*000 6*480 78*480
Coronel
II
Cyrjllo Dias
Bernardino Jos Leitio
de Cim-
toadimeata de di* ai1.'
< 1.UME.1
*o ala l a 29.
Prnneira porte nojd
' j porta
13:1*22*717
1*480
::i*8ft7
37,69*
Fuassuna n. 196. Belarmino
Fernandos
Antonio Henriques n. 22.
Dite n. 24. O mesmo
Padre Floriano n. 61. p mesmo e ulro
S. Jos n. 47. Herdeiros da Baronesa
bres
Travessa de Antonio llenrique n. 6. Bemardino Jos
Monteiro c outro
Pescadores n. 21. Benedicto'Jos Duarte Cedrim
Dita n. 23. O mesmo
Via Porrea n. 11. Boaventura Floriano das Cha-
Dita n. 13. O mesmo
Travessa da Via Frrea a. 2. O me^mo
Dita n. 4. O mesmo
Dit^> n. 6. mesmo
Nogueira q. 18. Benlo de Freitas Gumaros
C.
Marsilio Dias n. li. Claudina Martinha do Sacra-
mento
Vidal de Negreiros n. 158. A mesma
Dita n ItiO, A mesma
Dita n. 162. A mesma
Travessa do Forte n. 4. A mesma
Dite do Peixoto n. 1 A mesma
Dita n. 3. A mesma
Dita n. 5 A mesma
Dite n. 7. A mesma
Dita n. 9. A mesma
Dita n. H. A mesma
Dita n. 13. A mesma
Imperial n 197. A mesma
Dita n. 171. A mesma '
Lomas Vajentinas n. 53. Capella de Sant'Anna do
Cabo
Dias Cantero n. 8. Candida Isabel dos Santos
Alves
Vidal de Negreiros n. 113. A meema
Dita n. LW. Candido Jos*da Fonceca
Bita n 93 A. Coinpanhia Reeife Btaiinage
Dita n. 135. Candide Jos Lisboa
Santa Rita n8. Convento do Carme do Reeife
Largo.#lBiini--*3. OaetanO e Carwlho Ra-
poso
Imperial n. 227. .Cjaudio Dubaux-
i'an.229. O mesfho
Dita n. 261. Christ na Maria da Conceicao
Travessa do C> i. A mesma
Bata 1
13*500
10*8 W
13*320
13*300
30*600
10*800
4*320
3*409
7*360
31*300
8*100
4*320
2*700
32i
3*240
13*500
6*480
6*480
11*889
5*101
3*780
3*240
2*700
2*700
2*700
14*040
19*980
10*800
10*800
5*400
6*480
7*560
7*8 _
6*4*0
3*4*1
6*480
10*800
10*800
13*300
10*hOO
18*900
13*320
8*640
13*30-i
30*600
10*800
4*32*
5*400
5*400
7*560
10*800
7*560
51*300
8*100
18*900
53*100
4*520
2*700
3*240
3*240
13*300
6*4.80
6*480
11*880
9*720
4*802
13*300
135507
3*780
3*240
i*70
2*700
2*700
14*040
30*690
19*980
16*80
10*800
5*400
6*40
7*560
6*480
7*56')
6*480-
*W
6*750
0*750
10*800"
10*800
10*800
m
430*000
10*800
i?
16*200
6*750
750
2*430
1*944
1*701
2*397
977
2*430
3*508
1*944
777
972
.
486
680
972
'1*360
9*234
1-5458.
1*701
4*779
777
486
583
583
2*4.30
1*166
1*166
2*138
874
891
1*215
1*215
680
583
486
486
' 486
2*527
2*762
3*596
1*944
1*944
972
1*166
1*30
1*166
1*166
l$9H
C
972
1*944
S4|8
6430
tsSm
ilr
1*21:.
48C
29*430
23*344
20*6 1
29*037
9*417
29*430
90*232
21*189
5*886
20*012
16*480
11U834
176638
20*601
57*879
22*012
7*063
29*430
58*232
25*898
10*324
0*794,
29*430
3296I
39VHC
Mai silios Dias n. 112. Joanna Militana de Jess,
inetade
Coronel Suassuna n. 2S0. A mesma
Dita n. 288. A mesma
Dita 11. 113. A niesma
Vidal de Negreiros n. 164. A mesma
Dita n. 166. A memia
Dita n. 180. A mesma
Dita n. 182. A mesma
Dita n. 184. A.mesma
Ipiranga n 1. A netma
Dita 11. 3. A mesma
Dita n. 5. A mesma
Dita n. 7. A mesan
Imperial n. 169 A,mesma
bita n. 173. A niesma
Coronel Suassuna n. 278. Herdeiros de Jos Mana
de Jess Munz
Dita n 280. Os mesmos
Padre Nobrega n. 78. Os mesmos
Coronel Suassuna n. 135. Jos de Freitas Barbosa
S. Joao n. 2. O mesmo
Coronel Suassuna n. 233. Joao Rodrigues Lima
Vidal de Negreiros n. 2 0. O mesmo
Dita n. 212. O mesmo
Assumpcao n. 44. O nftsnio
Palma 11! 123. Herdeiros do Jos Hygino de Miran-
randa
Praia do Caldeireiro n. 19. Os mesmos
Imperial 11. 222. Os mesmos
Padre llenrique 11. 28. Jos Moreira da Silva
Imperial n. i83. O mesmo
Antonio llenrique n. 4. Filhos de Jos Rodrigues
dos Passos
Nova Je Santa Rita n. 36. Os mesmos
Dita n. 40. Os mesmos
Nogueira 11 2. Josepha Maria dos Pr.zeres
Santa Rita n. 0. A mesma
Pescadores n. 3. Joao Jacintho de Miranda Re-
zende
Travessa da praca do Forte n. 6. O mesmo
Lombas Valentinas n. 66 Joaquim Vieira de Barros
Traveswi do Poucinho 11. 23. Julio e Anna
Passo da Patria n. 3. Jo5j Francisco Monteiro
lula n. 3. O mesmo
Dita n. 7. O mesmo .
Dita n 9. O mesmo
Dita n. 11. O mesmo
Padre Nobrega n.'18.
Dita n 20. O mesmo
DiUi'n. 22 O mesmo
Dita n.113. J0S0 Ferreira Pinto Guimares e outro
Dita n. 37. Joo Ferreira Pinto Guimares
Dit ..n. 83. Joao Francisco de Albuquenjue Santiago
S. Jos n 3'1. Joaquim Pereira de Mendonca ,
Tiave.-sa do CalJeii eiro a. 7. Jos Domingues Lo-
diceira'
Vidal de Negreiros n. 31. Yiirva e herdeiros de
Jos Vaa de Oliveira
Diu 11. 93. Fflis de Jo Rodrigues de Souza
Dique u. 26. Jos Joaquim de Almeida Nobre _
Domingos Tlicotucio 11. 12. Jeroii\ mo de Souza Pa-
checo
Dita n. 22. Joao Pedro da Rocha
Dita n. 28. 0 mesmo
Dita u. 42. 0 mesmo
Dita n. 38. O mesmo -
Dita n. 60. Dr. Jos Huberto do. Moracs e silva
Padro floriano n. 70. Filhos de Jos Nicolao Re-
gueira Costa .,.,,.
Forte 11. 32 Herdeiros de Joaquim Juse de Spoza
Dita n. 58. Filhos de Joao Rodrigues de Moura
Travessa do Culdeireiro n. 6.' Joaquim Moreira Pinto
Antonio Henrinu'e n. 12. 0 p-esmo
Santa Cenlia 11. 47. Herdeicps de Juliana Malia da
Conceifo .
Santa Rita n. 8i. Je a rahn Ribeiro de -Aginar Mon-
tarme -.
Dita n. 33. Padre Jos Antonio Pereira Ibiapina
Nova n. 9. Joi5 de Brito Correia .
Ditan. 11. O mesmo
fesfadOres n. 7. Joaquim Lucio Monteiro da I-rauca
-a dd S. Jos*- 33. Jos Ignacio de Medei
ros Rogo "
Largo do Forte n. 4 Jos Francisco Rento
Peixolo n. 21. Joaquim Mara de car-
valho
30*000
36*000
13 f 500
47*700
6*40
5*4(0
6*480
7*560
41*200
17*820
9*720
8*100
8*640
8*640
7*020
10*800
18*360
Joao Luiz Ferreira da Costa
262*63
11*771
m*
ten- 23
n 23.
Dita 11. 27.
Dita n. 2f9.
Ditan. 3 .
Dita n. 33.
Bit n. 3o.
Ditn. 37.
Dita n. 41.
Dita n. 43.
Dita n. 43:
Imperial n
Dita vRo
U mes/no
0 nn
O me
O mesmO
O raespM
O me
O'Wjc-
0 me
Q mf,
O nip-
0 mesmo
O m<
7*360 '
5*403
4*320
6*480
33*480
39*420
13*500
13*500
8*100
3*780
8*640
5*400
36&720
18*000
8*100
10*800
9*720
9*720
10*800
10*800
10*800
9*0U0
6*48)
7*560
8*640
6*480
7*560
8*640
24*840
7*5ti0
4*3 0
7*560'
7*560
7*S60
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4*320
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13*500
13*500
6*480
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30*240
30*240
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"16*200
16*200
16*2'.0
16*2*0
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5*400
13*500
13*500
10*800
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5*400
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3*400
10*800
6*480
10*801
22*680
22*140
7560
10*800
16*200
25*380
5*400
13*500
55*980
7*560
13*500
7*560
8*640
6*480
13*500
8*100
4*320
5*400
5*400
6*480
22*300
6*480
6*480
7*560
4*860
10*800
8*640
13*500
6*750
9*000
30*690
10*800
18*800
6*730
9*720
9*720
13*300
9*000
9*000
XtOu
5*400
54400
5*400
8*640
10*80 i
36*000
36*000
13*300
47*7--0
6*48Q
5*400
6*480
7*560
43*200
17*820
9*720
8*100
6*480
10*800
8*640
n8*640
7*021
5*400
12*420
10*800
18*360
32*400
7*560
5*400
4*320
6*480
33*480
39*420
13*500
13*500
8* 00
6*480
85640
3*780
8*640
1*430
2*430
583
1*315
1*3 5
3*9 6
3*443
5*443
1*555
2*916
2*916"
2*916
2*916
972
973-
972
2*430
1*215
1*944
1*553
927
972
972
1*944
1*166
972
25041
1*992
1*360
1*944
2*916
4*568
486
5a860
7*063
29*430
101*239
81*758
useim
176*580
('onsulado^provincial.
Do jtrim
o prazo para pagamento do 1*
liiianceii de 1871a 1673, des
111 a urbana, 60 rs. por I
i o Mbrc a renda dos tint de tais
as eor.eraoSes de mai nana, 1 cr-
ia de 6 O/o, os contribuirte. |M
1110 prazo n.to salisri>eroi at
Consulado pnwfcaCial, 37^de

Santa Oasa d<
do Rocife.
A junte administrativa 4Mk Sarta Casa.
dous terrenos que poeeue a lugar do* Amrtu-
Jos, lioje Duirie GneUtB. wtt as. *f.r 4H veri*
aqaeHe .390 imIiho* e esto Sol de frente e aakm
do fundas at aliaixa Mar
Socrutaria da Sarta Can da aanriaariia *
Reeife, 7 de abril de 171.
oordia
159*310
60*63*
40*034
35*316
55*338
5*886
2*430 29*430
10*076
680
2*430
680
1*535
383
1*215
739
Pedro
Rdanfacl a aaata.
388
972
972
1*166
4*030
1*166
1*166
680
437
1*944
1*355
2*430
IJttl
1*620
2^762
972
972
607
874
874
1*2 5
810
810
486
486
486
486
777
972
6*480
6*480
2*4:W
7; 686
1*166
972
1*666
1*360
7*776
3*207
1*749
1*458
583
972
5*4CO
36*7 JO
18*000
8*100
22*500
(0*800
97i0
9 720
10*800
10*800
10*800
9*0'J0
6*480
7 560
8*640
1*355
1**53
1*263
486
1*117
1*944
3*3)4
2*916
1*360
972
777
1*166
6*026
7*093
2*430
2*430
1*458
583
777
680
1*535
972
3*609
3*240
1*458
2*025
1*944
1*749
1*749
1*944
1*944
1*944
iien
1*166
1*360
1*553
6*480 14166
7*560
10*800 "
7560
7*560
8*640
9*720
24*840
7*560

7*560-
7*560
6*480
. 5*4
4*330
- 4*430
5*40J
680
973.
1*360
1*360
1*555
874
4*471
1*360
7:7
1*360
1*360.
1*360
1*166
973
777
972
972
777
I .MI'.
u
'rnamJ> aei
Walrido
122*0:16
R4240
29*4:tO
8*240
18*835
7*063
14*715
8*829
4*708
23*514
14*126
49*050
28*352
13*337
42*379
39*4:;o
!44715
19*620
Em audiouci do lUra. Sr. Dr. juadr
cJireito Jai.* vara, da dia I de jaH aro
\imo ftitura, tom de ir em praca peraaae
mesmo juiz, depois da respectiva .indirewa.
Uima mubilia a Luiz XV, aiaadarn dr
mogno, compost doman, nm jsirdr
consolos com tam|K* da pedir m- nrirr.
urna mesa de meio e sala coaa laai" laaV
bem do pe-lra. qualro cadeera* .!< braf.
duas ditas do halancn e 18 cadeiras df gaar-
inraii, i'in liiiiii estaiio, avallada em..-......
4609000, cuja moltilia foi pea horada 1 Imr
Joaquim da Silva (lomrs por.awrucao aV
D. Maria Jos<.: da Aniuinciacao Eaplista.
no
BEBERIBE
O caixa desla comuanhia o Sr. Gorbiniaao
d'Aquino Fonceca, acha-se autorisado pa-
gar no seu escriptorio ra do Viaario Team-
rio n. 19,'das 10 horas as 1 da Urde, o
50. dividendo da mesma compaaliia, eor-
respondentu a 35000 por a plice.
Lsiriptorio da mmiiaiihia, 17 de l
de 1873.
O secretario,
Joa H. B. fe Menezm.
Obras militares.
Tm de ser tratadas, iwra 0
picio, a coilocaoM de nm appareM para ealraMr
' cacimba, oreado em 165 *dt, e a
a,ar
agua da
can dos reparos a faur-ee ao eao
calamento da entra la do arsenal
cados 0111 6t*85 as peaeoae i*ae
rem encarregar anresertem sua
carta fechada, a 4 de jnaln, ao meie a, aa re
parti.ao das obras publica*, on-le se aHiam m ar
eamaataa.
Pernambuco. 29 de maio de 1873.
O enjp'Bnnre
Clir\-'.iit'> V. !<> Osir>. Caaes*
r-jeefie n
dk, aa re
164*60-.
186*390
117*212
1,6*334
77*69*
TU!BLSAI.IK):0MMKHC.|(i DK rOl-
NAMBIT.O.
Pela secretaria do m 1 i.aaaldaea-
mercio se faz publico <|Oe na 24 !< feT1*" fr*
archivado o dlstralo d u la.le de Rrt* k VMa-
ca retiraadi-aeo aoti" V.rrnte y 1 ma de Sea
Kois com a quanlia de 4:000*. saldo de ea 1
tal o lucros, c exonoradi d.-1 da
dado, icando o socio Mu-I di Saates Velara
com o estabelerimenlo, e ram 1 1 britarae > sc<-
ceder a liipaidaqAo c arreeadara d 1 aotTa da ei -
tincta fina*.
as mema tupo contrata de nciedade de Prad-
cisco de Paula CameiM Uriana r Arcaiae Uadal-
pho da Silva Mafra, ambos hrasaeiroi *.* a aran
de Paula & Mafra com o capital > 3*060*, hw-
necidos (K'los socios na partes icuae*, erw
durar dita sociedade por lomp-
podendo ambos os socios asar da Arsaa
nas iransaecoes sociaes.
Secretaria do trilmnal da cuiaBMVW e> rVr-
uambuco 29 de maio de 1873.
O utkial-naia*
Innocencio Aalnnes de Farias fWrr
< onsulado da Suissa
Durante a ausencia do contal os SMMBina *><
consulado ficam a earg 1 d > Sr. R .Mpao Wr\4-
maa, euasal ad interim.
Pernimbnco. 28 de maio d 1X73
F. fiadas,
Coa 973
19*433
63! 568
35*316
16*480
194*236
76*518
7*063
9*417
8*'40
18)833
11*772
80*049
39*24!-
17*638
24*523
83*322
23*544
23*544
19*6*1
14*136
35*315
14*126
8*340
11*774
33*960
18*833
1055-14
34*151
THEVTRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
V mnior novlilwdc rin p*ri>*i !
Sa::&: 7)\ k m>.
Primeii a representa' io no lataerw da Pras J
grande e apparatoso drama paartMtieo eat I pe*-
lopo e 5 actos, dividido, em 8 qiudus. aj-j1
enes, 1 quadro panormico e l praade aa* anea
tinal, intitulado
jei mm
original do populanssioM romaaciste fraar
Kl tiUMO SLI.
e tradmido livremente pela aradciira
A. DE SOLX4 PINTli.
Pessoal de quarenta ii:i
Oito dccuracOes aovas, cxeeataas pelii irea
grapho
L. GHAPELIN
Vestuarios e acesesorios todas
lielmeiite dos figurinos e grararaS't
.iusica pr-.;piia
encentada em Pars e iaslrasaeelada
brasileiro
Tudo reun lo rolloca esta p>-ea na 1misara (la-
na entre todas as eomposi.-oos draaiattos repre-
sentadas al hoje nos meatres desta eieaie.
Ilomingo \ kuk
2.a representaxjo
DO
lcele wrfe Hdiiiilii
No dia
com o proramma m
) pelln
A emprea desaf J^^H
pesada urefa
podem
avii-
I7Lj

pes
40*500 40*500


4
Diario de Peniaaubuco Sabado 31 de Maio de 1871:

atistteae qoe terio (w aquello* qoe assisti-
rem aTopresenJ."cir> da mdeH Errante, peto ca-
pricho e esforeos eiuprsgadus para o *eu com-
pleto dosempentio.
Os .procos para as resreMnlacdes (teste drama
^ro, perianto, os segrnses:
Ciwoarotes de frente
Ojio* de lado
Gaiteras de primeirarfHaasc
. Dilatado sejuuda dito
Gene*
Reoebem-?e eneonnnesias
n>
llieatru at stsxia-feira s J>!ioras Ja tanta.
15J000
VOOO
34000
4000
eseriptorio d>t
g
S!PI13C\ & TOANTE
NwMsauo 31 lo trente
' ESTRA DA
Sra. Nuria da .loria.
Depois que a orchestra, dirigida pela hbil
maestro pernambue ano Marcelino, ver executa-
do ama das suas lindas symplvsias, subir
scena o apparatoso drama eni i actos e 1 prologo
intitulado :
As nulberes de inarmore.
Persosagens do prologo.
Phidias s Sr. Penante,
. Gorgias Sr. Bnga.
JJiogens Sr. Tbomaz.
Alcibiades Sr. Correia.
I.* Atneniense Fr. Lvra.
! dRo r. silva.
Strabon, c iada Sr. Paiva.
Tbea i). Henriqueta.
Aspasia, estatua
v l.ais, idem
Ptirina.iuam.
Escravos, povo ele.
l)Ulrbuii;a da
Raphael DeJier
Degenais
Conde de Frenes
Juliano
Mauleoa
Francis
Jonb, criado
Marco
Joseph
Julieta
Maria
Mine. Dcdier
A ai'i-a i do prologo passa-so 631
da teca em Paris. ni actnalidade.
Hepreseritar-M-ha a linda scena cmica pelo Sr.
Penante
Conipanhia amorifiia e hrasileira
k |iai|iiet^s a Yapar.
At dial" de unho esperado dos porlos
lo sul vapor americano Meninnuk, comman-
datite Weir, o qual dcpi* da demora do ros-
tume seguir para New-Toik, tocando no Para
e S. Thotnac
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
iienry ForXer & C, ra do commercio n. 8
Para
brigue Ruto recebe a frete o resto da carga
alta engajar para o referida porto : a tratar
suos consignatarios Aswriin Irmaos A C
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ea demoran) lindo o veleiro lugar ptfrtuguez Jos
Estevao.ie I* classe, por ter a maior parte da
carga engajada, e para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos Goncalves
Beltrao 4 Filho, ra do Commercio o 5.
a qual se acha bem Soriida de gneros de primei-
ra qualidade.
A's 11 >-oras do dia achaa.
LEUAO
DE
quatro lettran un importancia 3:9009000,
perteucentes massa fallida de Martins
& Leopoldo.
yl.NTA-FKIRA o liKJL.IHO
11 horas
Por mandad d iMin. Sr. Ur. pita de direito es-
pecial ilo r imiHoreio, o agente Pina* Burees le-
gar a leilao as referidas lettraa.
Em^eu eseriptorio, ra do Bom lesas n. 53
primeiro andar.
pee, a.
Sr. Penante.
Sr. Tilomas.
Sr Braga.
Sr. Correia.
Sr. tora.
Sr. Silva.
Sr Paiva.
D. Maria da Gloria,
i). Philoniila.
D. Joaqnina
D. Henriqueta.
D Olympia.
Alhenas,, e a
Fui a Paris
No ratervallo do prologo peca ser tocada pela
orchestra, a linda sobla, oirerecida empreza
pelo eu autor o Sr. Cndido Filho, intelligente
pernambucario, e intitulada :
A MMM
A empreza do theatro Gyionasio" Dramtico
sendo este o espectculo em que a Sra. D. Ma-
ria da Gloria enceta diffieii arte de Thalma,
pede ao sempra benevolente publico o seu ac-
Ihimcnto para a nova artista para quem novos lio-
nsantes se abrem, c que igualmente espera ani-
maeaq. r
Principiar s 8 l[2 horas.
Grande baile
de mascaras e sem mascaras
Sabbado e domingo
Vespera e da do Divino Espirito Santo, nos sa-
ldes do caes do Ramos.
Ser observado o regalamento policial. ,
ilIUS
Companbia franceza de navcgaclo a vajtor, lirtha
inensal entre o Havre, Lisboa, Pernambuco, Ra-
fia* Rio de Janeiro e Santos.
Avisa-se ao commercio que os vapores desta
nova liosa entraran sempre dentro deste porto,
quer na viuda, quer na volta para Europa ; e que
as merendonas sero entregues na alfandega
expensas da coinpanhia, sem o menor accrescimo
d9 despeza para o rarmgador, sendo ao mesmo
lempo os fretes, e preeo de passagns 20 25 O/U
menos "do pie as otitras grandes linhas.
Dentro do imperio os fretes sao guies aos da
tabella da compaihia brasileira, e preco de passa-
gens 10 0/0 menos, sem augmento por excessode
bajtagem quando nao for exagerado.
I'ara fretes, eneoinmend.is e passageiros, para
os qnaes'tem execllontes aeeominoda';>s e por
precos redazklos. trata-se com os consignatarios
Augusto F. de Oliveira ('.., ra do Commercio
n. 42, entrada pela na do Torres.
Para o Porto
o brigue pnrlujrucz Juilh segu com toda a bre-
vidade, tem a maior parte da carga, c para o
resto e passageiros, trata-se com os seus consigna-
tarios T. de Aquino Fonseca ;. C. Suceessores,
roa-do Vigario n. 19, Io andar.
DE
30 pegas de brini avariado.
QULNTA-FEIRA 5 DE JUNHO
. s 11 horas.
O agente tinto levar a leilao, por nutorisaco
do gerente do consulado de Franca, em presenca
de seu chanceller, e por conta e risco de quem per-
tencer, de orna caixa marca G F&Cn 1183,
avariada a bordo da barca franceza Fidelit.
O leilao ser eflectuado no armazem do largo
do Corpo Santo n. .., por ocasio do leilao dos
objectos de cscriptorio c movis all existentes
Leilao
I.EIL0ES.
(I
1 (ir jiiieir. k 1873.
A's 5 1| lloras da tai-de paca aca-
bar as S cin ponto
Espectac1 para rir.
Graode ralhnfa !
- Grande pandega I _
Vivoni e mais vivorio f !
Depois que o orchestra livor executado urna
das melhores pojaj do sen repertorio subir a
scena pela priineira-vez nes'o theatro a muito jo-
cosa comedia em 2 a Sr. Aristides Abranche?, autor do drama Mesli
Jeronymo.
fl COJOE DE
ou
Cinco millides no dinheirc de !t\!!
Personagens.
Bario Gaspar
Fernando de Almeida, pn)vn-
ciano
Jo da Silva, tenentc de lan-
eciros
Joauuim, criado
D. Adela;de, sobrtnha do Baiao
lona desconhecida
D. Emilia, mi de Jos da Silva
A scena passa-SO em Lisboa,
Leilao
DE
fazendas c iiiiudezas
SEGUNDA-FEIRA 2 DE JN'HO
s 11 horas.
Por conta de divervos, o agente Pinho Borges
vender em liliio, casimira prcta, las do cores,
cassa liza, chales de diversas qualidades, 1 caixa
"ontendo I0 zias d" linha de earritel, Hnba de meada, guarni-
eoes para camisas, asnillas noneezas, ir.-rrea de
caracal, chapos de palia, ditos ao Chile, iionets
pivtos. e i'.i.-to iiatrn artig* que estar pata-
les ti" dia do leilao.
Um s'-ii escrjptorio) rmi i Bom Jesn? n 53.
DE
Urna magnifica e solida btir-
ra fprova le f go) gruntle e pro-
pria para qualquer casa banca-
na, ou coniim retal, cartela?,
ba cao, pratiteira^ para fhzen
das, armarioft, rt)eh< s, mesas,
b' lauca* e t-sea Utna-porcSo ile cortiatleVtV*
res p ra armar r es.
Uin-t ea con prensa;
co.ar cartas, I s-cetari?, I
parlinnnti tle e^criptorio
mais accessorios.
Quint-feira 5 de junho
Pro inlerveiii'odo agonlc Pinto
Noarmazem do largo do Com-
mercio n. 48,
PROTECTORA DAS FAMILIAS
r,^. ESTAD0 EM 31 l)E MARCO D 1873
CAPITAL INSCRIPTO CAPITAL REALISaDO
Ris.25,521:167?6.98 R6m 6,287:1)21 m
Ris 8,338:700*000
(VALOR NOMINAL!)
.NUMERO DE COiNTIUCTOS
AS CERTIDOES DE VIDA
dos segurados devem ser apresetitadas
na corte, e dentro dos primeiros qua-
tro mezes dosannos de liquidado
de cada contrato: tal prazo linda
a 30 de abril.
05 CMTMTK
jKKlem fazer-se n3o' s com risco de
PERDA l)K CAPITAL E LUCHOS 110 C3SO
de norte ; mas tarub&n com re-
servado capital ou dos
lucros.
19,078
OS AVISOS PARA RESQSO
los contratos devem ser prawuw
corte, e al 90 de seterebro
do anuo anterior ao da
liquidarlo.
agente nao e autonsado pela associaeao para receberdinlieiros; pode reccbe-los
sobsua nica responsabilidade e risco de quem lh'os entregar; pois cjue o recibo do
Sr. thesoureiro do Banco Rural e Hypothecario 6 o nico documento queobrigaa asso-
ciaeao.
DO
GOLLEGIO
ara
re-
e
LEILAO
Ca
Sr. Pontea.
Sr. Ponante
Sr. Braga.
^r. Henrique.
D. Olympia.
D. Joaquina.
U. Marn,
poca actual.
0 (liabo alraz da |iorla.
Terniinar o espectculo com a segunda repre-
sentacao da muit) linda e applaudida comedia de
costumes portugueze?, em 1 acto.
AO
tlli.llllrll Vh
Toma parle teda a
iTicipiar s. S I |
cotnpan ia.
horas para terminar s 8.
4V1S0S MARTIMO?

US
movis, loiica e crysae.
ohjcctos do eloctro-plate, vinhos o livrosin-
glezes.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho porluguez Olinda, por ter
a maior parto da carga engajada, para o resto
que Ine falto tratase com' os consignatarios Joa
2uim Jos Goncalves Beltro & Filho : ra do
ommercio n. o.
Pacific Scam Navigatim Cumpan)
Boyal Hal Meamers.
I.inln |iiiiizal
E' esperado dos portos do sul at o dia 6 de
junho o vapor Cuzco, o qual seguir no mesmo
dia da chegada para Lisboa e Liverpool.
Para passagens e mais infonnaedes, dirijamse
aos agentes Wilson Rowe A C.
^ i Ra do Commercio. -14.
N. B.-Espera-se a todo o moineuto da Europa
o vapor desta coinpanhia Itlay, o qual seguir no
mesmo dia para o sdl, para onde nao se recebe
passageiros^em encommendas-emquaato durar a
quarentena no Rio da Prata.
TEHC.V-FL1UA 3 DE JUMO
A saber:
Sala de visita.
Um excellente piano novo e forte, do bem co-
nhecido fabricante Cari Scheelin Cassel, 1 mobi
lia de jacarandi a Luiz XIV, 1 porta-musica, 4
lindas cadeiras de papier mach douradas, 3 ta-
petes.de earneiro,- 2 lindos lampeoes faz dupla),
i jarros para llores, 5 qudros com finas gravu-
ras, 2 mesas de jogo e I secretaria.
Sala de jantar.
Urna mesa elstica para 24 pessoas, I apara-
dor com tampo de peora, I guarda-louca, t ca-
deiras de mogno, 2 ditas de lwlanco, 2 eihagers, o
quadros, I apparelho do porcellana para jantar,
1 dito para cha, 1 dito de electra-plate (obra de
gosto) 2 gallicteiros, fructeiras,. poria-queijos,
compoteiras, copos, clices e garrafas de fino crys-
tal, bandejas, trinchantes, garfos, facas, colheres,
quebra-iwzes, descancos de Cacas de electro-plato
pratos de vidros.
Saleta.
Urna meza redonda, 1 estante para livros,
guarda-comida, 2 lampeoes, 1 mesa para escre-
ver, 1 a|iarador, 1 caixa de ferramenta, 1 porta-
chapeos.
Sala de dormir.
Urna cama de latan, grande, e colchoes, 1 toilette
com podra, 1 lavatorio, 1 guarnicao, 1 commoda,
1 toucador, 1 guarda-vestido, 3 tapetes, 2 portas-
toalhas, 2 cabides, I espelho oval, grande.
oartos.
Um guarda-roupa, 2 comrnodas, 1 cama de erj-
ro, 2 lavatorios, 1 cesto para roupa, 1 cabide, I
espelho, S camas de vento, mesas e cadeiras.
DilTercntes lotes de livros inglezes e vinhos de
dill'erentes qualiddes.
Dispensa ecozmha.
Um fogao americano, mesas de cozinha, ditas
de engommar, 1 relogio de parede, 4 cadeiras
americanas, jarras, g abrir, potes, Flandres, carra demo, trem de jar-
dim e muitos outros obje tos de casa de familia
Na apmga, na da Ventu-
ra n. 22.
Joseph S. Lamblev tendo do fazer una viageff
Europa, levar a leilao por interveneao do agen-i
te Iluto, os movis e mais objectos existentes em
casa de sua residencia, ra da Ventura, casa n.
22 (Gipunga).
Trem.
A's 10 l|2 horas em ponto partir da estaeao
do arco de Santo Antonio um trem expresso, qite
servir de conduzir gratis os concurrentes ao lei-
lao.
** 'c*'*to p'iiripiai- as 11 horas.
DE
urna casa terrea na villa da Escada, no tor
mo de Santo Anto desta provincia, sita
ra da Barra, oiitr'ora do Compra Fiado,
propria para qualquer cstabclecimento.
QLMA-FEIRA 5 DE JUNHO
As 11 l|2 da maiiha
ao correr do marteUo.
O agente Pinho Borges competentemente auto-
risado, vender em leio a supiadita casa, no seu
escriptorio, ra do Bom Jess n. 53, primeiro an-
dar, onde desde ja os Srs. pretendentes podem lia-
ver as iiiformacoes c esclarecimontos.
E
MDANfA \
l \ Si'iilnmilj Mk |
P*RA g
Kdiirflrii de niniinas. y
A Directora deste collegio, abaixo assig- J*
nada, faz sciente nao s aos pais de suas a
alumnas, como a todos os chefes de fa- 's.
mip'a que quizerem confiar Ihe a educa- jf,
cao de sum fithas, que transferio o seu \g
collegio di freguezia do PiV;o da Panella Q
para a freguija da Jloa-Vista, sobrado Q
n. 2o, sito na PirtnoSa. v. Q
As .luiimas deste collegio refttberSo n
urna educa^ao esmerada soiS as bases da m
boa moral e da religiao, como cjnvm M
asenhoras de um paiz catholico; c te- g.
rao por mestres, professorts escolhidos jrj
entre os mais habis, os quacs sero en-
AVISO
Jos Jmtmiano Rodrigues,
Inspector gcral.
Irnandade do SS. Sacramen-
to da freguezia de S. Jos,
avisos OUFBSQS
CASA DA FOKTOA.
AOS 5:000|000.
BILHETES GAUWTIDOS.
i' ra Primsiro de Margo (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, dous meios n. 2*>S7 com 8003, um
meio n. 28 (4 com 3 0 i1)(K), c outras sortes de
lOOO e-2O500U da lotera que se acaten de ex-
trahir (52.), convida aos nossuidores a virso re
ceber na confjnnidade do costume sem descont
algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
Ja o' parte das luterias a beneficio da igreja do
Rosario do Santo Antonio (83*), que se extrahi-
r na sexta feira, 6 do mez vimlouro.
PRECOS.
Rilheto inteiro 6*000
Meiobilhete 3 000
Quarto 1500
EN PORC.VODE 1005000 TARA CIMA.
Dilliete inteiro 5500
Meio bilhete 2730
Quarto 1375
Mnnoel Martina Fiuzn
geographia, francez, inglez, msica vocal,
piano, desenlio, dansa, croch, labyrintho,
obras de la, bordados matiz e ouro etc.
E porque a abaixo assignada contiena
hoje, por urna longa experiencia, que
nao pode a atten.-ao de urna directora de
collegio subdividir-!*, p,r um crescido
numero de alumnas, sem prejuizo e gran-
des inconvenientes para a educaco des- n
jas e crdito do estabelecimento ; por H
isso est a mesma abaixo assignada re- m\
solvida a limiUr a vinte o numero de Jr
suas discipnlas, com o que julga dar ao
respeitavel publico desta cidade urna
Srova de quanto se acha compenetrada
e seus deveres e urna garanta aos
Q pais de suas alumnas de que ser suli-
fj cita c zelosa em cerca-las da vigilancia e
r carinhos que nunca, quando bem distri-
M\ buidos, sao de mais para to innocentes
'Jr creaturas.
, Quanto ao asseio da casa, acommoda-
) yoes c di^tribuicao do servijo, acha-
Sf tudo providenciado de forma que a
fzJ dem ser rigorosamente mantisa, e
(j n) serd alteradas as boas condicoes
\hygienicas da casa em que se acha
cstabelccido este collegio.
Boa-Vista, 29de maio de 1873.
. Maria Helena da Rocha
Engenho para arrendar
Arrcnda-so un engenho na freguezia de Agua
Prela, mnente c crrente, tem propor>;3es para sa-
frejar tres mil pes annuaes, um bom cercado, e
perto da estaeao urna legoa
los Henrique da Silva Guimaiaes declara Dlo
presente que pode ser procurado na ra da Sol-
dade n. 27, sitio onde morou o Dr. V illas-Boas,
para qualquer negocio leudaste a si ou com o
casal de ?eu fallecido pai Jlo Henrique da Silva,
por ter deixado de c dar da ra Duque de Caxias n. 3(1. E no caso de
notas ou recado, na botica da ra Nova n 51, de
Jooda Silva uimarVs.
Aluga-se a casa da ra do Vondego n. fil.
com commodos para familia : a tratar na mesma
ra, sitio do porto n. C t, que tem o titulo de
olaria. ,
Devemki ruiitpiir-se a disnosiro 4o
misso ese rege rala innan ladf, ninvida m> a i
os raaos i comparecern d-isiiago I Ar tesan
s 11 horas da maith, n.ira rm BBM fm>\ V-
ger-se a nova im-u que deve fuirciaar SO enf-
rente auno de 1873 a 71.
Consistorio da Iraundade S. Jos do Recite, 28 le niara dr 1873.
Jos Firmo IVrrira do Laf ,
. Ewt i van interino.
Fugio no dia 3 IH"1, o s-
cravo FHix, com os signan -guinte* : trm
annos de idade, esUtura inrtliana. nao > Son
rete, meio esmsMMe, rara laqia, nana rimo.
Aluga se ou vende-se urna rasa construida beiene grossos. falla SHSI arra-tada < hartow,
de ferro e madeira, sita em SanfAnna, perto da |x.rm, nao muilo frehado, salte Irr e e~m*
estaeao : para mlormacfcs trata-sc na ra do Im- quando sahio levan d>-llu unainw. nt. mil rrn "
perador n 4o, irmazem. As chaves estao enm o tal vea esteja dizendo riu,- f. rro uandn no m
guarda da mesma estaeao de SanfAnna.______ :| de maio roio un iilHass a fcii.'.u a moJhw
Cartorio de tabellio 1fo'1tt&?Z+,\^^
Faleo, ra do Imperador d0 corp
n. 12.
scriptnras d
silios, e trras do
Meia legua entre S. Joo e S. Rraz, Contra .
sude, Velho, demarcacao do engenho Mattos, Pe-! Maciel, smi que
timbu', Secopema, S. Antonio, .' Jos, Isabel de i os negar lveos
Faria, Suape, demarcacao do engenho Petimbu', [ ne.sla J*>J? ','.,::
3uc pa>sa p'r baixo los ollxis aguda, o
o^assim a lr..nle larga, p. i.m, o queixo t Eso.
I milito ladina, a falla I ariganada ; qoaao a-
Escripturas dos scalos passados, dos engenhos, 1i sahio foi muilo |irjada, ralrulo qur a tantos e
jiiiilin prefine vind/mm dar a loa. Foi tf> ftas-
cisco Cecilio Mauro, morador no termo e> Pe-
queira, que fez pagamento defle a Dedier do Ksj
este o tivesse recibida Qssst
ao seu d<>no no dito tense es
is. SivriiiM Instes C.ejsere-
terras junto a Pirapama, Capcchuma, Jardim de! cebera 200*900 de fnlilrseta. c o mesmo *w
Cabo.
5. Joo e S.
As-
Cima, firiri, Travassos, Tatuoca, Hutinate, S. Ma- i ro?a ? 'odas as autoridad eeseiete, iuspeeJeres.
theus, S. Joao, trras junto a Pantorra, Caranguei- Mpssea de rampo. a apprn ensao dos m-ncii na-
geira junto a Algodoaes, L'tiuga de Raixo, llha do I d s csrravus. a mulata li ni ^2_ann<* de idadf
capilao Antonio da Costa, Riacho Afogadinho,I" imaaaaa
liha de Isabel de Faria, Arandu", Pirapama, Ara-1 I kllSIHlll
riba de Cima, torras no engenho Pantorra, Hoto, I I JvvU
urna legua junto Arariba, llha de S. Jos, Ara-
riba da Peora, Arariba de Pinicntel, Inhama dos
Caldeiroes, Pedreiras, Angieo, Alasoa de S. Igna-
cio, 276 bracas no Arandu', Mamleuco, S. Joo,
Baranhem, Piloes, Contra Acude, Mulungu', Coa-
cei^i,, ioi.u juiv ,. Tiuiiicuo, ^lu uo rio Ara-
riba, Pu;.i.:i::, i'M-i <:. i Cab!,' t utre P. i '-rra e
Jr,rdim, .'.-.: :!;.n ? uioibn', Cnmirim, Hba
vena, sitio no eugeubu Aiarn.a, uemar
l'etimbu' l*-apu', I;.a L Ca'io junto
g'lu ::.:; '..'. rajniV'irar. Barra \VI!.a.
Ip juca.
^ Arenupc, Juisar e Sant'.Vnua, .; i i
'uu.a d SarAaiubL DoacAu u > etuuiho t
O l."''"t uc sarnatnUL L/ja;.o u eti^umu ue uea, ~
ha-se W j Cuucei^n, aiercita, Zuaiibn or- \af de Cima, iu.-tiiuivao o Morgado de P.in.'.ide
!_q_ue fW Cima, GauK>lieini,S^>-n,Caraii|iunza. Para. Ali vaca
Dase a quantia cima a quem pegar e cosu/n
a na do Itruin n 71, armazem de assncar. ea es-
cravos abaixo mencionad os : Vilalino, fgido em
23 de fevereiro do rorrente auno, preto, eriosio,
do 25 a 26 annos, alto a ehaie do corpo, pes gres
sos, quando falla rncolhe c lieico superior, sesea
I t i barba, e fumaras de valento ; Ibi arompashaso
dc de um csrravo de Manoel Francisco Narejsea, es-
en- jo escravo do Cear, para onde se sopaos sor
elles tenham seguido, natural de i. rrentes, mi
escravo do capitio Tbomaz Theaorio se Albu-
e! querque \ illanova, morador em Papa.-aca, cajo
. tinlta urna fazenda em Ruiqne, de que elle era
' asjMlra.
Caiveiro
PrrH-is;i-se de um no RiRar dis Arcos
junio Pindobiiiha, meia tegua junio .. Fe lau-
das, .',ii;ib:, Ulho juito a Tapei.!, AraUujil, si-
tio junto a Gempapo, Caet, trras em Tapera,
S. Paulo, II a do Saco, Chigruxi Tafera, Doraco, Prllioirl KolaMn
junto Tapera demarcacao de Cachoeira, trras 11,u^"' XVCKlt^i.
annexas ao Para, l imenteira, Propriedadee Tabl- CAUTAS A ENTREGAR.
tinga, Gcnipapo, Agua Comprida, junto a fuera, Os setiuintes Srs. qoeram vir a ra do Impera-
Carvalho, Qunubumbo, Hha do Alvaro do Hoi Sol, i dor n. 2i, Confcitaria do Cnmpos, rere-
e eutros muitos sitios. ber cartas que Ihe s*o dirigidas.-A saber
Serinhem, Una, Agua Prela, Barreiros, Porto i Aiutnio Goncalves Porto.
Cano, at Angdaa. i Canoa G as h
Cuiainbuc, meia legua as capoeiras de Cui- Klias Angosto da AleH li
tlinhuca, una e meia legoa Janarasdoba, Cacho- Francisco Augusto de Alimia
eir de Manocl Martins, Pirangy, Cacboera de S. Feliciano Prazercs
Rento, Buenus-Ayies. Cachoeira, Lvra, (jnnarao, Francisco Jos da Costa
quera pretender di
SahASs?'"" d IoV6rador n-50' que mTl#^inao^Dn^ QoeJisT' o* Mana da C^.tnkT. Hawein
in.. iniuimaiao.___________________________ daSi Tabalan, Junco, Morim, PassagM VeMia,' Jet sa8ln Fctiwra (iW>ls1i|
RstOVIVfkQ flIO'ilnQ Arassu', Tentugal, PerHoo, Bom Jardim, Caraiiassn', Jeao Americano
1JOUavuo iu0mus. Manguinho, Sapocaia, Abreu Vianna, Varzea de Jos Mein-lies de Sonza Ramos
Fugio do engenho Jaguaribe na madrugada do Una, llha do Grvala, S. Jos da Cora Grande, Jos Amando de Oliveira Gnimaras
A' cmara municipal e as
obras publicas.
Pede se a quem competir que olhe para o |>cs-
simo estado em que vai continuando a ra de S.
Miguel, freguezia dos Afogados acha se em tal
estado que_ nao (r possivel transar-se ; esperas
mos que coiii esta reclamaro seremos attendidos.
Algum mor nilones.
dia 28do corrente, os escravos seguintes : Luiz, Ponta da Pedra, una legua tjunto a lorio Calvo, Manoel Jos Fcireir ( R. uuivi)
cabra, baixo, cabellos carapinhos.testa larga, oflios Rio Manguaba, Araguab, Araguari. Rarra, Ma- Napnloo da C.sta Morcira
grandes, nariz gmsso, bocea regular, rosto oval, caita, Pixixi, coreado da Varzea Grande, Cunin- \ Pedro I"
barbado, tem as suissas muito carapinhas e pouca, gaba, Cabiceiras de fomingos Mendcs, Lages do Quintir
mais tendo em todo rosto, ps grossos e curtos, li- Faria, Barra da Lama. Gregorio Mendes, aloeaita, Theodo
Pedro (uimaraes
intino Morcira Dias
Theodoro IVreira da Silva
LEILAO
DE
urna- vacea turina.
lerru-feini 3 de junho.
Na Opunga, por opcasio do leilao na casa de
residencia do Sr. Joseph L Lambiey.
Ehsiio parliciilar
Salvador Henrique de Albuquerqaw, presta-se
a ensitar por casas particulares, Resta cidade e
seus suburbios, todas as materias do ensmo ele-
mentar, a alumnos de um e nutro sexo.
Eusina e prepara as senhoras que se quizerem
habilitar para os concursos s cadeiras de. ins-
Iruccao primaria; e aos Srs. sstrangeiros e cs-
trangeiras tambern pode apei-relcor nos conheci-
mentos indispensaveis di lingua nacionolrprin-
cipiando pela parte material dos vocabulos.
Todas as tardes em sua casa, pode leeVonar
aos estudantes de preparatorios que precisam de
habilitar-se para o exame de portuguez.
Tambera encina geometra e arithmetica oem
lodo o desenvolvimento e applicacoes a todos es
Srs. que quizerem tilisar-se de sen prestimo.
O curso da lingua. nacional para os estrangei-
ros noder ser Houte em casa, do anunciante ou
em localidade convencionada, logo que ahi se pos-
te reunir seis alumnos pelo menos.
Largo do Paraizo n. 8, segundo andar.
Lcao, cnouTo, idade de 25 annos, solteiro, sem Martins, Capini, urna legua no Rio das Anhumas'
oflicio, natural de Podras de Fogo, foi escravo de da Atalaia, Duas Bracas, Barra da Anta, Agua
Manuel Leilao, morador dentro da villa, quo ven-, Fria, urna legua no Pereira, Brcjo, Campia, Ala-1
deu a Alexandre Cavalcante Albuquerque, mora-' goa do Norte no lugar da Certa Torta, S< bastio I
dor em Cimpina Grande de S. Louronco da Matta,' Dias, Rio Mendau', urna legua pelo rio Araaragv, I
tem todos os dentes, olhos pequeos um pouco Piabas, uraa e meia legua Barra do Cuiab, Praia-
cncovados.nariz chato, bocea regular, cabellos ca-! da Gamella, Cachoeiriiilia, Trras, Palmeira, Ala
rapinhos, mos bcm|feitas e ps tinos, este escravo ; goa de S- Miguel, una
acode pelo nome de Leoncio.
Manoel, crioulo, filho do Brejo da Areia, foi alli
escrava de Antonio Isidoro Delgado Cavalcante,
tem todos os denles, olhos grandes e bonitos, nariz
grosso, orelhas pequeas, tendo a esquerda como
no eimo delta uraa beira aparada, na face esquer-
da urna secatriz, someta, bocea grande, ps pe-
queos e feios, 18 annos, altura baixa.
Simeao, cabra, idade 32 annos, cabellos do ca-
boclo, alto, rosto oval, olhos grandes, tendo a
. urna legua no rio ('anholo villa
da Atalaia, Quiznmya, orna legua em duas brabas
no rio das Auhumas, S. Antonio Macaco, Lages,
Gurjau' de Cima, Barra de Caracuipe, trras no
Passo de Camaragibe, o P do Viado, Conduca, "
Cabera de Negro, Conselho, Cachoeira, Junqueira, :fH*" '!!'"
Calabouco, Ferricosa, Tihiri, Pao Sangue, S. An-| !n?;ll,,n
ionio dos Pobres, sitio na venta do Candlo, Mundo u,..!'..?
Novo, Roncador, mitra legua no Pereira, Trapiche.
Lages, Bamburrl, urna legua junto a Mallo Gros-
so, Gamelleira, Mararanduba, Forges, (Cachoeira
palpehra soperior um pouco descida, nariz chato, Secca, Barra de Caracuipe, Nussu', mira legua no
orelhas grandes, bocea regular, beicos tinos, tem rio Canhoto, Vermelbo, Malta Rodos, Cutia-
na face ijireita urna pequea marca, e na esquerda ragibe de S. Antonio, una legua riacho do Pe-
Knlvn ,\,\ nlln um lln.ii. (ni .. kla .. ., v^ih O I .'. 11^.1-J- ** -*------ 1 i>____ .______
Fugio no dia 6 do corrente mez a escrava
oe nome Barbara, de idade 4o annos, altura* regu-
lar, magra, sem dentes na frente, bocea bem ras-
gada, com barba pelo rosto e andar pouco des-
cancado; cosluma trazer panno cabeca como
as bahianas : pede-se s autoridades policiaes e
capitles de campo, que dola touber, trada
ra do Bario do Triumpbo n. 104, que serao re-
compensados^_________
O Sr. Jos da Cruz Freitas rogado a vir
ra do Mrquez de Olinda n. 53, loja.
Para o Porto
Sretende sahir muito breve a gera portuguea
foca Poma II por ter grande parte do sen car-
regamento prompto. Recebe a carga que Ihe fal-
la a pteos mdicos, e tambern passageiros, para
os quaes tem ptimas aecommodaeoes: trata-se
om Tito Lirio Soares, u di Vg*rio a 17.
ez?
DA
irmco, gneros e mais pertencas da ta-
rerna da travess do Livra.-nento n. 28,
antigo boceo do Padre {garante-se a casa.)
Em um oa mais lotes vonlade dos compradores.
TKBCA-FEIRA 3 DE JUNHO Na ra do Rasgel 9 deseja-se maits (aliar
O agente Martins far leilao em lotes, d'arma- com o lllra. Sr. Domingos Martins Moaieko de
<;ao, gneros e mais perteocas da .averna cima,Barros, a negocio de eu atojaste.
0 abaixo assignado faz sciente ao publico e
com especialidade ao corpo do commercio, que
lera justo e contratado a armacao da loja de funi-
leiro, sita ra DireRa n. 139, livre e dtesembara-
cada de qualquer debito ,jue possa haver. Recife,
29 de maio de 1873.
_________Manoel Luiz da Silva.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mchameos e Libe-
raes.
De orden do Sr. director scien'flco a lodos os
socios desta sociedade, que as sesedes ordinarias
contiauam a ser oes dias de tercas-feiras. *
O 2. secretaria,
. Pedro Paulo do* Santos.
abaixo do olho um ligeiro tal o, ps e mo bem
feitos e grandes, lodos os denles, sendo limados os
dcima, filho de Piauc e foi alli escravo de Ma-
noel Roque jja Fonseca, morador na villa da Mi-
sericordia na provincia da Paralaba, leado sido
outr'ora escravo de um tal Lopinlio, alli niora'dor,
nao tem barba, em todo rosto apenas na ponta do
queixo e um pequeo bigode.
Hereulano, cabra, alto, de 30 annos, solteiro. com
principio de cozinheiro, filho da provincia da Pa-
rahyha, no logar Garga, foi escravo do Dr. Salus-
tin i Gomes da Silveira, que alli morava, e depois
pertenceu a Joo Alves da Cruz, be n fe'.o de
ps e mo, rosto oval e descarnado, barba a CS
vaignac, elbos pretos e tamanho regular, mu'to
expressivo,cabellos pouco carapinhns, mas grossos,
ventas largas, todos os dentes e bocea pequea ;
gratilica-se bem quem os apprenender, dirigin-
ao-se o mesmo ao engenho ou no Recife, ra No-
va n. 8.
DENTISTA BE PARS
19- RA NOVA19
J. M: Leroux, cirur- i
j gio dentista, succes-
*% sor de F. Gautier, es-
jt pera continuar ame-
W recera confianza dos
fe clientes da casa, e do
respeitavel publico em 3
fiiffffi m*mnm
Aluga-se o primeU*o andar do sobrado n. 47
da ra da itoperatriz; qoem o pretender encon-
trar as elunos na loja do mesmo sobrado, e se
teitender eam aeu proprietario roa do Hospicio
n. 33.
reir, S. Jos Roubado, Cabeca de Purco, Cama-
cari, Jaiflim, Cachoeira Fura la, Retiro, Gregorio,
Toco da Canoa, Aguas Claras, Pacas, Larangdras
(boje Senada, I.ni;. Morto junto Cachucha Fu-
rada, una legua junio a povoacao de S. Miguel,
Propriedade li lam Prainlia.
(Contina 1
CASAD00K0
Ao* &:00O?O00
Bilhetes garantidos
liua do Bario da Victoria (outr'ora Nova]
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de lUOfOOO em
quatro quartos de n. 646, alem do outr s sortes
menores de 40*000 e 20JC00 da lotera que se
acabou de exlrahi (52j ;,e ftmvida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serio
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesraos
annun ios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 5' parte da lotera (53) a beneficio da
igreja do Rosaaio da freguezia do santo Antonio,
3ue se extrahir no dia 6 do moi de junho rin-
ouro.
Prefs*
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1003000 parad
Inteiro 5*800
Meio 2*788
Quarto 1*375
Recife, 30 de maio de 18?3.
Joto Joaqum ia Costa Ltitt.
. i5oiooo jm
Xo engenho Massnassd, freguezia da lirada, m
Jar de gratificaeao a quantia acisM a i
prehender tres ravallos que naquclle
foram fuados na non te do dia 29 para 30 se eo-
rembro prximo passado : o ; tem 9 annos,
.-astanho e castrad i, tem a orWha direita bast
aseada, nma estrella na Us
do tem urna cruz ; o 1* meo, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, e< m o pes-
:oco lino, castrado, tea* oa qoadris feridos da
forrado rom a marca -1. R. do lado
tem a idade de 9 annos; o 3.* i rodas
Monaeed claro, curto pwi. um ^tooeo eamsiaft,
castrad pequeo, e cst.i ferrado com a marra
- Ono quarto direito : gratiftra-sc roe SO*tlHO
por rada um em prONSaa da pessoa, rm cojo po-
der for eiu-onlraiio qnai|uer nos ditos eafMos.
CAZA IIA FORTl \k
Rl'A 1.* DK MARCO OtTRORA DO CKESTO B. 29
Aos 20:IHN)$MI.
O abaixo assignado tem sempre exp<*sto vosas
os felizes bilhetes do Rio d Janeiro, pegaseo
nromptaincute, como costuma, al osresso so
1:000*.
Prccs>s.
Inteiro.......MJN*
Meio........tsasno
Quarto....... C*S0
-__________Maseel Martins Finia.
Do dia i.* de junho prximo futuro
em dimite o I.omloii dr Brazilian Bank li-
mitcl, por amorisaeo ( dent da provincia, funecionar debaitodo
titulo so The N-w l^ondon Brazilian Bank
Limited.
Os abaixo assignados latera
lili. e com especialidade ao corso
que a contar do dia 5 .do cor
amigavelmente a sociedade sse
de Monteiro & Ribeiro, na'H
Ha se awssas
isas Jes* o aetii
lesjire o sobo Rl-
rua do Livramento n. 32,
e passivo cargo do socio
beiro, pago>o satisdtoSBSeucasiUl e
Recife, 30 do maio de 1873.
nsnussn** Jee
O Sr. Jos Antonio Miranda, empregado na fe-
brfea do gas, ten ha a bondade do vir roa do
Hospicio n. SU, a tratar negocio de seu injereie*.
BaaaaaaasMBMi
Os abaixo assigoadoa I
mercio que nesla dala sssi
a sociedaJe que tskasi sa lasan ia roa
Chrisuivao Cofcxsbo a. It, asas*) a cargo es so-
cio Antosio Msto Lapa Sedo o active e pasan,
e o socio Manoel Luis da Silva sss* e staMehs-
dos lacros ase Me tocara. Berilo, M se aasfc
de 1873.
Antonio Pinto Lapa.
_______________Masnel Lsslam
Atten^o
Qoem precisar de boas amas teocaa de Wle
dirija-se ao pateo de S- Pedro 3, loja.
V
I


r-*-
Diario de Pernambuco Sabbadq ^1 de Maio de 1873.
......
N.
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
HA DO BARAO DA VICTORIA
7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar muito bojis pianos fortes e de
elegantes modelos dos mais notaveis e bem co-
ahecidos fabricantes; como sejam : Atphonse
Blondel, Henry Hers e Pie) el Wolff C. : no
vapor francs, ra do Barao da Victoria, ja>
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
diferentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
f apatihbos com salto ao rigor da moda, brancos
de cores para senhoras.
Boinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
IPerneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatdes de Snser para homens e meninos.
Sapatos de veraiz com salto para homens.
Abotinados de moitas qnalidadcs c presos para
meninos e meninas.
Sapatdes de verniz com sola de pao preprios para
sitios, jareSns e banhos, sortimento para homens
e sentaras.
Sapatos de tapete, eaemira, charlot avelludado,
i de tranca portuguez e francez.
Ne armazem do vapor francez. a rna do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Wnos'Bxtractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trince, agua de fl r de'laraaja, agua deloile-
te, "divina, florida, lavande, pos de arroz,-sabo-
netos, cosmticos, muitos rrtigos delicados em
perfuman a para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanhos d'agua de eologne, tuSo de pri-
meira qualidade flos bem conhecidos 'fabrican-
tes Piver e Condry,
JNo armazem do vapor francte, ra detBarao da
Victoria, outr'ora rva-n. 7.
Botas de montarla.
Novo sortimente de botas Napoleioe a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias peraeiras. para meninos.
No armazem 4o vapor france-, ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mo-foilias de vimes.
Cadeiras de fcalanco, de braco, dezmrmeles, sa-
fas, jardineiras, mesas, conversad' iras e coste-
reirs, tildo isto muito bom \m muni fortes -e
leves, e -es mais proprios movis para saletas*
gabinetes de resreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, entr'era Nova n. 7.
Quioquilhaias.
Artiga* le liflereutes goHimm e
phaiitttzinM.
Espelhos donratW para salas gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Lavas de Joavin, de o da Escocia e de carnerea.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retrates.
Diversas obras de euro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para reegios.
Brincos imitaoao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de Velludo e de couri
nho de cores.
Novos objeetos de phantazia para cima de mesa
e toilette,
Pincenez de edrea, de prata donrado, de a^o
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas as graduacees.
Bengalas de tuxo, caima, com eastes de marfim.
Beugalas diversas em grande -sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baeia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tai-racha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marfim muito fino?, para liinpar cabeca.
Escovas para'roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para horneas e para meninos,
Gravatas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mala para chamar criados,
Jogos da gloria, de ama, de nagatellas, de domi-
n e outros muitos differeines joguinhos alle-
mes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e caaii
nhos de ferro,
iMamadeiras de vidro de dar leite mui fcil as
crianzas.
Argolinhas de marfim para as crianzas morderea,
bom para os denles.
Berros de vimes para embalancar naneas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Orrinhos de quatro redas para passeios de crian-
cas.
Veuezianas transparentes para portas-e janellas.
Reverberos transitronlos para cjulieiros .le paz.
Esterescopos e eosmoE&mas com eseolhidas vis-
tas.
linternas mgicas com .nicas vistas de cores em
vidnots.
Vibras;ivulsos para eosmoramas.
Globos de papel de cores para iljumio&coes de
festas.
Balifes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadoros.de palha' e de pennas.
'esourinhas.e caivetes fiaos.
Tapetes com vlrilhos para mangas e lanternae.
Tinteiros de Jouca branca, modelo bonito e bora.
Tiras de molduras douradas ejwetas para qua
Ana,
.Qaadros j premilos com paysagens e phantazt
Estampas avulsaa de santos, payaageas e phanta
lias.
Objwtos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejss harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigo* de quinqui
lharias difflceis de iBeaeionar-se.
lio armazem do vapor francez, ra do Bao
Victoria, outr'ora Nova a. 7. *
Biinquedos para meninos.
A maior vanedade que se pode desejar de todas
os bonquedae fabricados em differenles parte*
da Europa para enlretenimento das erianeas
tudo a precos mais resumidos que possirel_:
no armazem do vapor francez, rna do Barao
da Victoria,- outr ira ra Nova a. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras do parafuso e forro
fado.
Ho armazem do Vapor Francez ra
Bario da Victoria (outr ora Nova] n. 7.
(Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegado ao armazem do Vapor Francez,
ra do Bario da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
Fogo, logo
Fogo de bengala.
Novos foguinhos chioexes artificiaos proprios de
saldes, varaHdass e jardhw chegaddi de encom-
menda propria, e especiar para os festejos de
Santo Antonio, S. Joio a 8. Pedros prejos re-
sumidos, tanto em pequeas catatas, como re-
alho : no armazem do vapor francez,rua do Ba-
rio da Victoria, outr'ora Nova a 7.
estu-
do
Hiysiobgla do malrinioiiio
HISTUM.V NATURAL E SfEW'A
honoe il;t lutihcr casados
as uas msis curiosas particularidades -
THEOBIA NOVA DA 1'ROCttEACAO DOS FII.UOS
do sexo masculino mi feminliwa vnjadedos ron-
jugos Esterili.laile lupotencia lmpw
coes penitaes : lucio de repara la.
llypieiie esp -cial da iimlli-r grvida c do
reeelii-nascido
POR
A. DEB.4Y.
Tr. da sexagsima-segunda edicSo franceza
[POR
A. I. F. dos Ueis.
1 volume em 8. 4*000.
I.\ i-aiiu Fraucczn.
'SC
Aluga-se
urna casa terrea sita na ra do Paysand n. 3,
com commodos para familia, com quintal mura-
do, agua encanada do Beberibo : a tratar na ra
do Rosario n. 31. ________
r-
D. Aurora Francisca Cnvalcanti
Lima.
D. Lucinda francisca de Oliveira manda resar
urna missa segunda-feira 2 de junho, aniversa-
rio do fallecimont de sua prima D. Aurora Fran
cisca Cavalcanti Lima, e pede a seus prenles e
daqUefia finada e mais pessoas da amisade, o
caridoso favor de onvirem a dita missa, que ter
lagar na matriz do Curpo Santo, pelas 7 horas do
da actaia mencionado.
o >>It.1')ii ii 7 'la na d> r.miHH-'ieiii v. o !rcei
nadar :I:i | ni, i : ladc n. Vi da na tu lt=: ''-us:
^^^KA."!''1^' "'I_________________
an Inr ilii Mijir.-ulu nn
a tratar ua ljada ni
g -e y-:: w tro
. hita ii. B :
do Duque de Caxias n. 41.
ra.!
PENHORES
Natravessa dama
dasCruzes n. 2, pri-
mciio andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mea-
mos metaesepedras.

D. Candida Emilia Delsuc
Jeronvmo Delsuc pungido do
mais doloroso sentimento pela irre-
paravel perda de sua sempre cho-
rada esposa D. Candila Emilia Del-
suc, manda resar una missa pelo
seu eleriw repens, segunda-feira
2 de jumo, naigreja
Manguind, as 8 horas da uianh.a ;
acto de verdadeiro christiio, roga a
todos os seus amigos e prenles.
de S Jos-de
e para este
sssislencia de
Pedro Rodrigues da
Sil\ra.
Pedro Ernesto Rodrigues da Sil-
Xa e Antonio Juveneio R^Silva nes-
5a cidade, Br. Manoel Juvenal R.
ilva, Jos Pedro H. Silva, Jos
Baptista Carnciro da Cunta, Auna
Generosa, Annclina de Caoia C. da
Cunha (ausentes), a ora e netos do
feliecido Jos Pedro R. Silva, feruios de pungeote
40r pelo passamento de seu sempre e asss chora-
do pai, sogro e av, inandam resar algunas inis-
sas pelo repouso eterno de sua alma, na ordem
terceira do Carino, no'dia quinta-feira 3 de junho,
pelas 6 tf2 horas da manh; e rogam aos amigos
e prenles daquelle e Uestes o piedoso coaipareci-
mento a este aclo de sincera c verdadeira religiao,
pelo que se confessam ja agradecidos. ____
D. boiza Hara d-js Res Padilna,
D. Maria Francisca Padllha ila Sil-
va, bacharel Paulino Ferreira d
Silva (ausentes), D Pranetsea Ma-
ria dos Reis e D. Elisia Padilna.
mulher, filha, genro, cunhada e
afilliada do fallecido Joao Francis-
co PadMha, agradecen! do fundo d'alma u canda
de que tiveram os amigos e prenles do mesino
fallecido em acompanhar o enterramento que teve
lugar o cemiterio publico no e os convida novamenle a assistirem as niss;)s do
stimo dia, que sere resadas na nuBris do Corpo
Santo, as 7 horas da manila do dia 3 de abril pr-
ximo passado.
cra
4 ## 9
COXSl'LTORIO
mico CIBUMICO 1
DO X&
llr. Mallos (uerra.
Es|iecialidades : molestias das mu- *>
Hieres, das criancas, molestias venreas w
e svpliililicas. g
Consultas das 8 s 10 horas da ma- W
nh. (Zi
Chamados qualquer hora do dia e *Sri
da limite. ,fj\
Gratis aos pobre?. S?
Ra da Inlperatriz n. 36, primeiro, m
andar. ^W
Precsa-se alugar una ou duas pretas boa
quilandeiras : quem Ihe onvier dirija se ma do
Alecrim n. til. quo achara eom quem tratar.
_Na nu datinperalriz u.i7, ta-sa com o solicitador Ilurg-i-'
! andar, precisa se de urna na do Duiue di Caxias.
' l:50$(IIIO.
TDi-^eesta qaantia a juros ori afpadMf*: tn
AMA
Ama
sobrati n. 2fi, na
a-lia liara .lavar e oiipo nmar Z r ..-i-a -c
ira
Pieci a-re |liigai un. ama forra ou
eserava, para coniuhar ; pagase bo.n :
nia Jova, foja n. 11,___________________
Precsa-sc alugar lima ama que saiba
' ihi : "
loria o. 28
4 M 4 cozinhar it:m~: ca do barao da
/A LU T Vicu.ria D. 28.______
- Precisa-se de urna ama para casa de familia mo onde so achar.
de duas pessoas : na na do Cabug n. t.loja.
II 1 i :
' Manoel Penunda' MaScari-iVi ivCraiMlo-se
para Europa e naopodeud". pir niilivosde fan-
de, despettir-si) pi;swalinenle .|e. t > los os sru<
a:nig is e < i"i"i 'i is, v ai p'd nvsontt' |>cdir dw
culpa Je til falta, e ulcrecc o seu pequeuo pres-
A Prcililo'la,
:u> |.uli!ieo f-.it v'i-ral tem |-'
i o; 11!"
.le
>|;i< o#
V J I

e
a -mar Escrava ou livre que faca
/% ni /l todo servifo domestico de ca-1
lTMxm. sa de um familia composta
de duas pessoas, paga-se 20OO : a tratar na j
ra Imperial n. 78._______________ |
AMA
da Cruz n. 28.
Na travessa da ra das Cruzes n. 14, 2*
andar, ha urna ama esgrava para alugar-sc.
Instruc^o.
O profossor Tliom Augusto da Silva Villar,
competentemente autorisad para enMiiar prinici
ras ledras e fran-c. lera aberto no sobrado gran-
P^fcA^AT5 tSSSSSi "u,na au,a par,icnl;,r ,,:,ra
Preeisa-se de urna ama somonte para
. coziuhar em casa de rapaz solteiro : a
tratar na ra do Crespo n. 17, laja.
Ama
MOFINA
Est encouracado II!
Aluga-se por 25a a casa n. 6 na ra do Li-
ma, em Santo Amaro, estando j concertada de
novo : a tratar na ra da Reataurae>i n, 54, ou-
tr'ora Guia.
COMPRAS.
AMO.
Compra-sc urna escrava de 25 a 30 annos de
idade, que saiba cozinhar e engommar : quem ti-
9

DOENCAS SECRETAS
Gh.ALBERT
CCRi RADICAL, FRURA S BUDKA PILO
V1HH0 DI StMirilllTiH : Impigem, |
Jporcas, borbulha8, nlceraa, vfcioi
I sangoe, debilidade, tumores.
I Trastes.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometten a'
realisar, pela ter
fins de dezembro
passou fevereiro e abril de 187,e nada cmprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e (piando o Sr. seu tilho se
chava nesta eidade.
_~*____________________ *
Os mutuarios, possnidores das cautelas ns.
312,144, m a 59, 422, 23, 99 a IHI, 1487, 1566, l
1897, 1918, 2109, 2044. 2084, 2164 e 2154, ve-
nham recober o excesso produzido no lei lio da fQ.
venda de seus penhnres, travessa da ra das i ^
Cruzes n. 2, \o dia 31 do corrente. @ @*
aiXX^O.XXXl i 0 1 vellas : quem as tiver querendo vender, annunriu
pelatereeira' ebamada desle jornal, em ; ver rtirija-se ra de Tliom de Souza, sobrado
zembro de 1871, e depois para Janeiro, n. 90. outr'ora da Lingoeta.
(5> .-

9

Compra se e vende-se trastes novos ^v
e usados : no armazem da ra do lu- 5?
I erador n. 48. *Ti
Consultorio medico %
sua morada.
THILHOS UBASOS
DO
Recite a Alinda e Bebente.
Deordemda directora
convido os Srs. accio-
nistas para, no dia 2 le
junlio prximo, pelas i i
horas da m*ha, se reu-
nirem no kigar do cos-
tume, afim de proceder se .leiUira do rela-
torio e contas do semestre linda em 31 de
margo prximo passado, visto.u se ter reu-
nido numero legal nos dias 30 d> prximo
pasuda e 25 do corrente.
Escrjptorio da companhi.i, 87 de maio
de 1873. -
O." secretario,
Laurentino Jos de Hinawl'i.
ana -*:**
I CONSULTORIO 5
MDICO-CmiJRGICO *
W DO
^ Br. .1. II. Curio
jg* llua do Mrquez de Oliada n. 2o, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas II da manhS.
jQ Chamad x' a qualquer bora.
**###&### m^im
Santo Anaa.ro dag Salinas
l'im do uicz inariiuio.
.Domingo 1 de junho lera lugar na capella de
Santo Amaro o encerramento dos louvaveis exerei-
cios do mez de Maria
A's $ horas da nianli seca celebrada uma missa
cantada, pregando ao Evangelho o illus'ado-ura-
dor o U'tn'. Sr. Dr. Francisoa do Reg Kaia,
A' larde, pelas G t| horas, se cantar unta la-
daiuha, antes da qual se far ouvir o sympatliico
(t eloi|uente orador sagrado o B tin. Sr. Manoel Mo-
tira da Gama.
Os encarregados do mez mari.uuo cordialmente
agradecem a todas as Etmas. seuhoras e mala
pessoas que se d gnaram abrilhantar o culto da
Excetsa Kainha dos Alijos.____________________
Aluga-se.o 2 andar do sobrado n. 30 da
ra da Imperatriz. com 2 grandes salas a 2grayi
des quartos. forrado e pintado a gusto do locai
ro : a tratar no il" andar.
0
0
DEPURATIF
du SANG
O Sr. Manoel Hernardino Vieira Cavalcante
rogad?i a que mande, ou dirija-se ra do
Amorira n. 37, a negocio de mutuo interesse.
Paris, 36, Ba Vivienne, Dr
IHSMi.M HDRCIN SPrilL
nts MmttiDiD'a ns SFAUAES, as AFFECCOB
B-Ttv AI.TP.myOFS DO 3AHGUE.
11,000curas das impin-
inis, pstulas, topes,
nonin, e allerpoes, vi-
ciosas do songue, vi-
ras, euuc ...os uj tiaijue. (Xarope vegetal
sem nwneurio). Vepnrall ?((
nmiM MiXEiiARS tiimao-se dous por
semana, seguindo iractainenio Depuralivo:
empregtrln as mesmas molestias.
Este Xarope Curado de
ferro de CHA BLE, cura
inimdiatamenie qual- .
i|uer purgucao, rea-
ca^ao, lebilidade,
e igiuiuiiii.c us j.u-iu, e flores brancas das
mulberes. Esta iujec com o Xarope de cUraeto de ferro.
raaarraMafliPomada que as cura emS dias
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: asajfeccoescutneas e comixoti.
PILULAS VEGEfAES DEPURATIVAS
do Ohahle, cada frasco vrai accompahado
de un foineto.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cara eaurrkos, ustss
coqueluches irritafss
I ntrvosas $a dos bron-
I ehios t lodos as dotnco*
i do peito: baeU ao doeoU
BOLOS lUCIHIOS : Corrimentoa recentes |
| ou an tigos florea brancas, cores pallida
Part, 1, r. MontorgneO. oheto gratis-1
Depotlto em Ptrnamovoo, A. REOORD.|
Est fgida a escrava de nome Bernarda, de
idade 23 annos pouco mais ou menos, levou saia
de ganga e carniza de algodao, tem marca de ta-
jona na perna direita, e tem os olhos grandes e
abotuados : roga-se s autoridades policiaes e ca-
a
na
pitaes de campo o obzequio de pega-la e leva-la
seu senhor no Caminho Novo n. 11", sitio, ou i
ra da Cacimba n. 1, que serao generosamente
recompensados.
8s5b2S9SI'1 "
6.8 o

5 1*1
- 5 S ^ rp
C3 -re
^sllls lili
3a ** -5 a.i'f S1*!
a 8 |s f.2 2 5 s m *
- -- -
8 8*2 B
= 5 $ < =
a *t v *
33- 4-.f s.s? 8-
i V ." il ~ Tr
DO
Dr. Hu Mo
RA DA CRUZ N. 26, 2.' ANDAR.
Recem-cliegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Londres e Paris,
pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noute para objecto de sua
/5 profisso.
m Consultas de meio dia s 2 horas.
' Gratis aos pobres.
s Especialidades.Molestias da palle, de
W enanca o de mulher.
fg Eraprega no tratamento das molestias
fj de sua especialidade as Duchas e banhos
f*j a vapor, para os quaes trouxe os appa-
XX relhos mais modernamente empregados
?f na Europa.
(jf Tambem applica com grande successo
j no tratamento das molestias do tero a
U electridade, pele processo do Dr. Tripier.
Ausentou-se de casa de sua senhora, no dia
6 de maio, o melato Matheus, e tem os signaes
A Compra-3e una escrava rela, d
|f de, boa cozinheira e engommadeira e (
'JB. saiba lavar roupa ; paga-se bem :
meia ida-
I ir tambem
na na do
Mrquez de Olinda n. 37, armazem.
I Compra-se um sobrado de um andar, de
duas ou tres portas de frente, ou una casa tem a
S1. de tres ou quatro portas de frente, nos bairros de
5f, Santo Antonio, Boa-Vista on S. Jos : a tratar na
Cf loja da ra do Qucimado n. M.
VrN0AS.
Boa acquisico.
Pi,r seu dono ter de retirar-se para
a Europa, onde vai residir alguin
tempo, vende-se um ptimo predio
de um andar esoto, n uinadas mc-
llioros localidados de Olinda, da qual M
descortina nao s todo o ocano di-sdo o
ja, bons denles, fa'la mansa e um pouco fina, | )ta de Olinda, bem como
barba um pouco branca, cabellos crespos e re- l .
presenta ter 40 annos : pede-se a quem o appre-
hender de leva-lo ra do Hospicio n. 81, que
ser gratificado. ________^______
PLUS D
COPAHU
Sirop du
um* eolhe rende derte tarap IV FoactT.
ir. UtU m Paris, wmm VMcauM,
Deposito emeasa de augusto Caors n. 22J
rus da Cruz.
A. i i ENCAO
An-endam-se os engenhos-Serra Grande e Boa
Esperauca situados no termo da culade da Vic-
toria, e distante desta cerca de duas legnas.
As.-im euio, tambem yende-se a saira do refe-
rido eligen'oSerra GrandeJ-e todos os escra-
vos, a excqicao de oito moiejues ; sendo desses
esclavos, cinco carreiros, dous boas mestres de
assucar, e os outros tambem bonilas pecas, por se-
ren mocus, sadio.3, sem \ icios e acoslumados ao
servieo de engenho, dando-se por menos a quem
comprar todoe.
Ven le-se igualmente os hojs e eavallos das fa-
llirs dos niesmcs engenhos e um alanbique de co-
bre,'novo e por preco commodo.
(s pretendentes podem se dirigir ao engenho
Qiiauds do mesme tormo da Victoria, a entender-
se eum o senhor desle engenho Joaqinm Gomes do
Reg, ou com o rendajro do engenho Soledade,
Ladislao Gomes d Reg, os quaes ests habilita-
dos para darem os esdareeimentos necessarios e
contratar. ^____________
Antonia Joaquina Cavalcanti de Albuqucr-
que, sentar do engenho Pantorra, da comarca do
.Cabo, avisa a quem fr senhor da preta Maria, que
fui escrava de seu cunhado Manoel Jos Viejona-
no de Rorba, me mande quanto antes a ejso en-
gento para Ihe ser entregue, visto que nao se
respoflsabisa por emsa alguma que Ihe possa
succeder, de fuga ou morte, tanto mais tendo
eJla iGjMfado em dito engenho doente e neste es-
tado continuar.
Sociedade Beneficnte Luso-
Brasileira.
A directora desta sociedade resol vendo fazer
urna scsso de assembla geral pan tratar de
negocios que diz respeito aos interesses da mes-
ma sociedade, e nao se podendo prescindir da
maior urgencia, convida-se a todos os Srs. socios
eccrora na sessso que ter lugar domin-
Kio)o-w II horas d-i dia.
-Saladas scs-rs da -oi-iedaile Beneficente Luso-
Braailelra, 29 de maio d.i 187:1.
1 t.* secretario,
ito de Souza Mira.
seguintes :'alto, ps e mos grandes, cor de laran- ] cab0 de Santo Agostinho al muito alem da
pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e sul ;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (pOQn) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
A loja da ra da Imperatriz n. 7, com bonita' graH(je armazem o que pode servir de co-
armaco e casa para morar familia : a tratar na (J res(Jencia Je escravos, al.n de
ruado Commercio n. '
Trapassa-se
12
Hotel d'Europa.
1
)
J
: um soto, proprio para dormida ; muilo aro-
mado em toda a ep cado atino ; com illu-
! mmagao gaz ; e em vesperas de ter agua
icanalisada. Aclia-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
! tos do cosinha e de mesa. Vende-se a di-
[nheiro, ou como se aclia, ou retirndoos
'ouiveis. Quem quizer ve-lo, pode pmcu-
rar a chave na mao do Sr. Luiz do Bflgo
Barros, regente do hospicio de alienados : e
ja tratar nesta tvpographia, das 9 horas da
' ianh s 3 da tarde, ou no Poco da 1'aiiulla,
l.-rgo da matriz, palacete amarello, dessa
hora at 7 e meia da tnaiih.
J chegaiam os maravi I liosos fosos artifl-
ciaes da China, para serem solios nos saldes e jar-
dins: caixinhas eom variado sortimento e a pre-
sos desde 204 at 30 cada caixa : no fin
I do caes da alfandega.____________________
Salsa-parriilia
TiO boa como a mellior que ha no marcado,
para acabar vende-se por muito menos do pie
em oulra qualquer parle a pouca poreao que res-
ta : ra do Vigario n. 16, Bscriptono._________
densta-aosu sobrinho e discipulVJ. M. Leroux QaSSaS aVariadaS a 240 TS.
o qual chando-se hamais de dez annos na sua ^*maavma ttm-a
o covado.
0 Pavao vende finissimas cassas franeczas f,
cores com os mais delicados Manv-s, por le:em
o- ..i.g.i.- si* Ix-m acreri*
|x-!vs amantes du Ix-iii <
merar al'tuns >l *< -^mn '
Al.r.l" S, i- mai> re-. i|i:i- km viadn a erta
metTado, <** rapas 4o man.'f pndi,
tartarfp^ iu.iri.in, vHIudo e rnagra.
ADEREOOS pnlos e vitas prnphas para tal ;
assim (' ii Ht, um Um u sortia' da
dito* de plaque, 4ra Una c aaMa bem
acabad i.
BOTOES para punVis, .> ipic se |H'lf ilc-ejr t
melli r en (daqun tartarap, madre-
|ielol.i, liiarlini e iMO.
IMH.CAS (I velluda, s da, pallu e ch igriw, o jn*
lia ile mais iim^Utoo c I nda"
BICOS de s da e d.. alg.-lo, tanto hranen <
pr<-to, de variadds 4r#*liia
CASSOLEl'AS pelas de meal e de mftrtfe-
rola.
CAIXINHAS para cosnir! mi'ito rica* e 4e di-
vi raoi forn tos, i-im utosiea mm
eHa
COQUES a imii.v.-io. e que paii haver de
iHino e t"cn ? '-'i.
DEADEMAS, neste },<" a Predik-cla afTC-
s. na um grainle e lindo sartMrui*
r-ipai. ile s raMWM de
qu.ilqiiir HfllMM pw mais '-xifaaln
rja.
roRT-BOryCET de niadref-erla, marlun r dma,
r este um objerlo imlisp
nhoras do hma toin, alim do aspirar
o aroma das ti ores seni o incmvtaie-
le il- n loare'n ** \rn\ ou inawta-
i. ni ;i' delicada* iiai*.
PEXTES de Uitaniga. : martim d. baflfl, pa-
ra :ili-i.ir ns calillo* C toar birli-..s. .
l'ERK'MAMIAS. g ijMda ito pnWifi que a Pm- '
dileela mpre ei..i"iv, um Mnlt
le soi-|i!ii-uio de |<
imIoi- ilos iihm afaiiindos fabncaMei,
Lultin, Piver, *rii lade I
dray, IJosnes e Rtanl, |oc incusa-
bidu da esculla ** armn-s nais be*i
ai-citos pila M-UiboV elearant^ 4a
EuraM, e poi i.oiio, arluiu-se M
(Hissil'iJ:! nir aos anur.
tes dos perllliiie*.
A PREDILECTA d.-ixa d- .iinmerar lima in-
nensidaili' de arlig r.iim de mu u-s-
sar aos leilores e se jede i lea-'. -
lencia d i res;*'ilaI publin tm li-
ripir-se a ro do atufa n. A
rs conveneer-s.' ciHiirr
a que i- Nao tentaj i*snr._
FACHAS ricas e iiiMleruas de tiqnin : cumai-
s*la
MENSVETTOS. Rico* ve-iim.
or tentaptaa ppft
FLORESTA Pn-ilileta prima em cmsirvar i
Im'IIo sortilll'-ilto ite flores jujir.....
de qualquer bol a ain-I
teja Ik>hi reph cta de dinbeira.
FITAS. l ja bem sabiilo do pi;M;c* -i
Predilecta e que p >m em -nTrar i.iu
grande sortimento dr Uta
  • tafeta. v. Iliclo, linho r *
    ConiilMl i p-eco.
    GUAMPAS de taara?," imitara o de-e. pe-
    los e (le cores, o qnr ihhIi (W-j.ir
    il<^ mais inodrTiM e b.-n.
    GRAVATAS de seda e de camhraa pm Matan,
    lacos o ft-''inhas de benitas rAm,m>
    bem tei nm htm tafUmmm de gr-
    valas e lpalas para Immem.
    JARROS de panetei c de vidm muit botet.-
    Sara omat< de aate.
    lei s de seda, de IS r de algodao, pa-
    ra senhora. mnlna r henm.
    LEQUES. Kico-leipi-s .!e aaadreperda, hrtanfa,
    niarfun e ile tej os mais muden**
    por taran pran,
    LITAS de pellica, de seda n A" algodio, para
    tan i"" Mtitara.
    LIVItOS pan missa, a Predilfta aproseDta a -
    i-ollia i'o respeitavel publico um Mh:
    soilinieiito desli's livr >s fum rapa* de
    AKIAKTE
    Medico-cirurgico
    BA DO IMPKRAORN. 73, l' ANDAR
    0 DR. NUNES DA GOSTA
    MEDICO OPERADOR E PARTE1R0.
    ESPECI.ALriADES.
    Molestia? e operaces de olhos.
    Cara radical e instantnea jos
    estreiUmentos da nretra.
    Consulus : Das 7 s 10 boras
    da manba.
    (llamados : a qualquer bora.
    Dentista de Paris
    19 RA NOVA 19
    FHEDERICO GAUTIER, agraderendo ao respei-
    tavel publico em geral e em particular aos seus
    amigos e numerosos clientes, os favores e a conli-
    anca quedhe dispensaram durante os quinze annos
    de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
    Ihe participar que cedeu o seu gabinetelde cirurgio
    m
    qual
    companhia, est de sobejo habilitado para merecer
    toda a sua confianpa e executar os trabalhos os
    mais difllceis e delicados da profissso
    0 mesmo aproveita a occasio para pedir s
    madreperola. tartaruga, marfim,
    velludo e ehtpte, pte ftV^
    r7.o'avi-is.
    INovidade.
    A Predilecta, ra, do Qatag a. I A. acata
    de re eber |ielo ajfJtan paquete etaffado da
    ropa, um bello sortimento de.corpialm do eaav
    braia bordados para senhoras e mentea*, gnNi-
    nhas c punhos lainbeni bordados e de
    saias I torda das, ditas m entremoios rura
    ras, boaRai faMnhat de tami tanadmhi.*
    e transparentes para meninas, qae rodo venid*
    por barato piv. o.
    Rap!
    I
    Priuceza!
    O rapi' l'rinceza fal
    da Rocha no Rio de
    deposite i ra ilo
    lUrba !
    "a-iro ka para vender no
    . Icario u 7, !. andar.
    va Qn;
    0.
    As nicas e verJadeiiis bichas hamburgue
    zas que vm este mercado : se vendem na rua-
    do Mrquez de Olinda n. 51, Ia andar.
    Vende-se una casa terrea, na ra do Forle n*
    10 : a tratar na ra larga do Rosario, tavern
    n. ii.
    Aluga-se
    A exeellenle casa sita na Ca-unga, ra da
    Ventura iv 23, com grandes aecommodacoes, e
    excedente quintal todo murado e plantado com
    grandes ps de fructeiras : para tratar ra
    larga do Rosario n. 3i, botica.________________
    Cozinheiro.
    Preciza-se de um, livre ou esvravo, o quese en-"
    carregue n tambem de comprar, para easa de 2
    ess-ias: a tratar no Corred r do Bispo n. 59.
    Irmandade do SS. Sacramen-
    to da matriz da Boa-Vista.
    Em virdnde do disposto no art. 39 do respectivo
    compromisso; convido a todos os aossos irmaos a
    se reanirem em mesa geral no dia l. de junbo
    prximo futuro pelas 10 horas da manha para o
    fim de so eleger a me-a regedora que tem de di-
    rigir a irmandade no anno compromissal de 1873
    a 1874.
    Consistorio da irmandade do SS. da matriz da
    BoaViita; 26 de maio de 1873.
    O escrivao,
    ________ Simplicio da Cruz Riheiro.
    Avsa-se
    a quem der noticia da escrava Guilhermina qut
    foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dm San-
    toe, e aepois comprada ao Daro de Nazareth.
    represent ter 23 annos, tem falta de denles na
    frente e as mos com cicatrizes de queimadura
    de^az, secca de corno e muito regrista, que des-
    appareceu da easa de sobrado n. 26, da roa dor
    Coflhos. qu geri generosamente reeeropisido.j
    pessoas que Ihe sao devedoras o especial favor um pequeo loque de avaria de agua doce, pele
    de manda-ls pagar quanto antes, pois retira- barato prc.-o do doze vintens o covado. pecbin-
    se muito breve para Paris, anude se achara sem- |dtt : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
    pre prompto para o que puder prestar.
    Nao ha mais cabellos
    brancos.
    TINTURARA JAPONEZA.
    Se nica approvada pelas academias de
    sciencias, reconnecida superior a toda que
    tem apparecido at hoje. Deposito princi-
    pal ra da Cadeia do Recite, hoje Mr-
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
    lodas as boticas e casas de cabellei-
    reiro. ____________________
    Engenho para arrendar,
    * ""Irada do* afti n II, da
    itella, la para vender p*s de l.arn--
    >*. enxerladas. di< melh res qn.ilitada m9 pede
    haver neste genero^___
    CASA.
    Vende-se um sobrado em nroa boa na
    ar_na na da laperatrli n. 8, loja
    i tri-
    E mnito barato
    Cortes de cmbraia brancos com palmas de co
    res : na ra do Queimado n. 76, loja de Gqilherme
    Porto & C confronte ao boceo da Congregaco.
    VENDE-SE
    casa moderna, com ga-, emleneno de marinba,
    sita a ra da Concordia n. 133 : a tratar com Mar-
    celino Jos Lopes, ra do Visconde de Goyanna,
    anliga Mondego, sitio do porto n. 63. ISo mesino
    lugir vende-se um piano de mesa em bom estado,
    para aprender, por barato preco-
    le Jabo tratar no mesmo enge-1 ~ yendt-se Ula Por' do'leaha para olarla
    ou padaria : no sitio de Marcelino Jos Lop s jun-
    te do ponto Mangabeira, na estrada do Arraial.
    Arrenla-se o engenho Canaiuluba, prximo a
    IVO
    hho, ou na ra do Mrquez de Olinda n. i.
    David Fleuh, retirando se provisoriamente^
    para a Europa, deixa como seus procuradores*]
    !srs. Lehmann Frres c o Sr. Emilio Sehwaf^
    ctiild.
    Recife, 28 de maio de 1873.
    David Fleuh c e ,He'nor "e l0 l0s os f8l>s so so obtem com
    -------5:-------------------------------------:------------- a limalha do ac, de ferrro, de lineo, de cobre e
    Permuta-se por outro em iguaes condicoes de aaullia, que se vende por menos na phar-
    pouco mais ou menos, voltando-se de 500i para macia e drogara <,e" Bartholomeu & C, n. 3i,
    nao, um sitio cr.m urna casa de taipa, ha pouco Drua larga do Rosario,
    acabada, e muito bem construida, em um dos ar- F
    rabaldes desta cidade : os pretendentes podem di-
    rigir-e ra Augusta n. 2Vfi, taverna.
    rogo, logo
    Esta s de jesuta !
    O Sr. J. C A. de F. n5o quer >inda altender
    aos reclamos da pobre viuva qae exige os alo-
    quis e ehaves de sua casa, montando j os alu-
    gueis at 30 de abril a 3204000 ; o que sobre
    tudo se torna revoltante o aquilino ter a casa
    fechada ha mais de seis meaes, e ncm chaves e
    iiemalugueis.
    Precisase de um cozinheiro ou cozinheira
    para casa de homem solteiro : na ra Duque de
    Caxias n. 91, rival sera segundo.
    Obras de direita
    Cireito natural, por Tapare lli, i vo-
    t volu
    Vende-se
    lames.
    Direito administrativo, por M. Macarel,
    me<.
    Largo do Paraizo n. 8, segundo andar.
    = Vende-se na ilha de S. Miguel, meio nioio
    de terreno muilo perto da cidade : a tratar na
    ra Direita n. 91, taverna.
    Cidade de Gt>vanna.
    Vende-se a casa de pedra e cal, sita ra do
    Rio n. 31, edificada em chao proprio, com 2 salas
    - Sahindo desta cidade para o engenho Raiz \e J 1uartos. na Puco r*ediHcad, com um excel-
    da freguezia da Escada, no principio do corrente lente 1uintal com S00 palmus de rando, pouco
    mez. a preta Mareollna, eserm da Eima. Sra.'mau ou ,nenos. con'endo algumas arvores do fruc-
    baronea de Amaragy, at esta daU nio chegou!t0 : ('u,:m.a P.retender poda-se dirigir para qual-
    ao rtferido engenho, o que faz acredilar que est i auer plicap com o Sr. Francehn) FArreira
    fgida ; crioula, de 42 annos de idade pouco CresP. naquella cidade, enast prao com o sea
    mais ou menos, alta, corpo regular, rosto compri-' /oprieuno, na travessa de Joan Francisco ij. H,
    do e caberto-de esplnhasrsabe cozinhar e engom- i bairrJ ?a Boa-VisM, ou na ra do eapito Auto-
    mar : quem a apprebeader e entrega-la neste ci-, mo de Lemos n. 38. ___________________
    dad ao,Sr. Adoipho Targioo Accwi, ra Duque Vende-se um solo de um terreno proprio,
    Grande peehincha
    \o mpieta Aanb vemle se mnito nov\ pelo barato prec.1 de 54, rmmmio
    dez entes, para acabar.
    Vende seo engewta Utajeta, dando a mr^
    legua de distancia do porto de eadMnw di cMa-
    dc do Rio Formoso, com proporciV-s para iiadi
    safras, e inda con Ierren dispon.v.-l Se ia>
    mensa fertiliilade para levantarse um nonseagr-
    nho, nata abundante de maius o nHhnr pat-
    sivel de inoagcm de agua ; lrata-e aest endt
    da Recife, na do.Drum n. 81, andar.
    Cha, |rclo e verde.
    Amaral, .\abuco k C. vendem cha prete e ar-
    de, de muito boa qualiJ de e etagade ao atan
    va|Mir e rap francez : no Bazar Victoria, m 4o
    Barao da V doria n. 1
    masnicas.
    Amaral, Naboro A C. avisam *m seos
    que estao suppridos de fitas manato* de
    graos para os que quizerem asistir a graade te-
    ta que cstuma se i fazer a S. I Vi. in4rimi
    das n-speitaveis hijas maromeas ao dte M da Ja
    nho.
    Sanio Antonio. $.
    e & Pedro.
    Joao
    de Caite n. Il, segundo andar, ou ao sobiedito no fim da ra Duque de. Caxias : a traUr
    ageoawwr recompensado generosamente. de Hortas n. 86.
    iu. ra
    Amaral, Nabuco k C veadm sortes para
    vertimenti e fe-tejos das nonies de 'aate
    S. Joo c S. Pedro, svsteau TiMitahea Qaer-
    belet etc. Sao as mais engranadas m tem riud
    ao mercado c proprias para saBo; asetei rama
    carias de confetas bomboat e tedtes de papel
    proprios para illjmiaaeoes caaapeatrea, etr. etc.:
    na ra qp Bario da l'irtori a. % Bazar Vietaria.
    Silio a vMla, m Trrf.
    Se ha preteadeate *rio para ontaaaaaa>
    dado ha dia, no alto da Torre, parto a terete,
    appareea oestes, ota dte, a eoatar da data er.,
    a fallar na roa Nora a. i
    Recife, J8 de maio de 1871
    |3H
    Vende-Mam arele i
    de idade, de boa. eoaducta
    aos deidad), perleka caU-
    alganu ooesa, e daas cataotai toa'
    nos com prteeipk) de lubilidaic Mas de tapar*
    Unte figura : na*ra do Coronel Siuvwa a
    outr'ora de Hortas,



    6
    Diario de Pornambuco Sabbado ol de Maio de. 1873.
    Triuniplio da
    !
    Em tt>mpos modernos oenhum descubri-
    xl ment operou maior revolugao no modo de
    curaf anteriormente om voga do que o
    PlITllUl fll JUMMIIIftI
    TANTO NO TRATA VIENTO
    DA
    Tosse, Crupo,
    Asthma, Thisica,
    Rosquidao, Resfriamentos.
    Bronchrtes,
    Tosse Convulsa,
    Dores do Peito,
    Evpecturago do Sangue.
    Como em toda a grande serie de enfermi-
    dades da Gitrguntn, do Peito e dos
    Orgitus la re-Nplrncilo, que tanto
    atonnntam a fazeui solfrer a humanidade.
    A maneira antiga de curar consista goral-
    mento na apphcarao de vesicatorios, san-
    gras sarjar oU applicar exteriormente un-
    gentos fortissimos compostos de substan-
    cias vesicantes, afim de prodorir empolhas ;
    cujos diferentes modos de curar, nao faziam
    seno enfr;iquecer e diminuir as forcas do
    pobre tente, contribuiudo por esta forma
    ii'u:na maneira mais fcil o certa para a en-
    fenhidado a destruir.So inivitavel de sur
    victhn Quam dilTerente pois o effeito
    admiravel do
    FBII3&AL DE iSACAHIU!
    Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
    ditos soflrimentos ao doente,
    telina, modifica e suavisa a dor,
    Alliviaa irritago,
    Deseavolve o entendimento,
    Fortifica o corpo
    e faz com que o syslerna
    desalojo d'unia maneira prompta o rpida
    ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
    melhores votos em medicina da Europa, (os
    entes dos collegos de medicina de BerlimJ
    testifica ni seren exactas e verdadeiras estas
    relajos analgicas, e alm disso a expe- j
    rienda du raimares de pessoas da America
    Hespanliola, as qoaes foram curadas com
    esto m,va\d lioso remedio, sao mais que suffi-
    cien'es para sustentarem a opiniao do
    PETORAi DI ANACAHUTA!
    Devc-se notar que este remedio se acha
    inteiramente isento de venenos, tanto mine-
    raes, como vegetaes, emquanto que alguns
    destes ltimos, e particularmente aquelles
    que si i dados sob a forma de opio, e aci-
    :'te dos Xaropes, com os quacs to fa-
    nente se engaa a credulidade do pu-
    o. A composico de auacabuita peito-
    acha-sa linda c curiosamente engarrafada
    i frascos da medida de cerca de meio
    artilbo cada 'um, e como a dso que se
    na s d'unia colher pequea, basta
    -ralmcule applicagl d'uin ou dous fras-
    es para a effeetuaco de qualquer cura.
    A'ua-sea venda em todas as b tic
    i I. Frosters &.C., agentes.
    Para
    Livros venda
    Aos Srs. acadmicos
    Vende-se as segnintes obras de dirwto, hUtoria
    e lilteratura, por ooinmodos precos:
    Pardessos:Droit Commercal.
    Villiaiin: Rcvolutioh francaise.
    Loo.li Blanc:Histoire (1e dix anns.
    Valle! :Droit des jens.
    Ventara :^-Le'Pouvoirpub!ic.
    Portera : Gours de droil nattrrel.
    Klauer : Droit des gegs.
    Rogron : Code dp conmerce.
    N'esta typographia acharo essas obras para se-
    r ero Tendidas. .____________________
    SF.GREDO ECONOMA E CELERDADE.
    Obtem-se com o uso-
    DA
    1NJECC0 SIOST
    nica, hygienica,radicaleinfailivel nca-
    ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
    toda especie, recentes ou chronicas; e que
    offerece como garanta desahitares resoltados
    a continuada applicacio que sempre com a
    maior vantagen se tem feto della nos hos-
    pitaes de Pars.
    -nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
    & C, ra Larga do Rosario n. 34.
    Xarope d'agrio do Para
    Antigo e conceituado medicamento para
    cura das molestias dos prgos respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicado ainda com ptimos resultados no
    escorbuto.
    Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
    tholomeu & C.t ra Larga do Rosario n. 34.
    E' baralissino
    Basquiaas e casaquinhos de seda ricamente en-
    feitados e em muito bom estado, para sonhoras e
    meninas a "l'O'i.
    Pechinchs.
    ChapHinas e chapeos de palha, velludo e soda
    Sara sonhoras e meninas, por precos baratissimo*
    e U, U c 41.
    GRANDES NOYISPES
    Em fazeudas de gosto
    PATO
    60
    NA
    LOJA E ARMAZEM DO
    N. 60 Ra da Wratiiz N.
    PEREIRA DA SILVA & GUIMARES
    Os apritanos desto importante estabelecimeuto, participan! ao respeltatel publico
    desta cidade o aos seus numerosos fregueses que acabam de receber pelos ltimos rapo-
    res de Europa, um grande sortimento das mais lindasentis modernas fazeudas de gosto
    e muita pbantasia para vestidos de sonhoras e meninos, assm como tambem um grande
    sortimento das mebores fazendas de lei, que se venden por pregas muito em conta, s
    com o ti.n de apurar diutieiro.
    As peeoas quo nefoeiam ero pequea escala, nosie estabelecimento podero fazur
    os seus sottMifutos, porque se Ihes icnder pelos preces que compram nas> casas cslran-
    geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou mandaro>se levar em
    casa das Limas, familias pelos caneiros.
    Este estabelecimento est constantemente aberto da6 6 horas da manh s 9 BL'RJiOt'8 A 109000.
    0 Pavo receheu pelo ultimo vapor de
    A 15500, 19200,
    800
    e 640 rs.
    Ainda pechincha.
    perfeito estado para sei
    Para acabar.
    BalSes em perfeito estado para senhoras e me-
    ninas a ijuoo.
    de
    Riquissiraos cintos com lacos e sem elle e
    gostos muito chiques a 400 e 5<0 rs.
    ntremelos e babadinhos a 400 e 500 rs. a pega.
    Saias de la para senhora, 11.
    Estas pechinchs s se encontram na loja do
    l'asso, ra >. de Mar.o n. 7 A, antiga do Crespo.
    Rival sem segundo.
    Cheg ram agulhas para machinas, do fabricante
    Crower & Baker. Duzia por 2000.
    Saceos de estopa
    AvariadoSpara millio e farinln a 320 dada nm
    na ra do Crespo n. 20.
    llCHAS DE HAMBRGiT
    As mais recentes e melhores.
    Vendem-se na pharmacia edrogaria de Bar-
    tholomeu dC, ra Larga dosario o Rn. 34.
    Europa, burnoos dos mais lindos" ostos
    0 Pwao recebeu un brtlbante sortimento ^ at hoje sao conhecidos e em relajo
    das mais lindas granadioes pteta com deh- ^ excasaiva barate,, contidam-s as
    cadas hstrasde cores e.pretas, qoc.vendo pelo Uims. Sras. para verem o que ha de rn^s
    barato prego de 19300 o c jvado. Ditas to-; novklade neste artigo,
    das de cores com listras miudinhas em una I BR \MA!VTES P IBA ElfCOFS
    s edr a 19200 e 19000 o covado, Ditas o Pavo vende superior bramante de al-
    pretas'oom hstrasde seda roas a SOOrs. Di- g0d3ofteirfo 10 palmes delargora, queso
    ts pretas comhstras brancas, azues ever- preci Jb-1 1/4 vara para uro lencol a
    des a 640 r. o evado. Assim como bom- 196OO0 metro ou 19800 a vara,
    tas barejes de seda paravestidos comas Dito de Knho fino superior e muito en-
    mais liadas cores a 19000. L pechmeha, corpado, com a mesma laroira a 29400 a
    na loja do PavSb*. vara ^
    POUl'LLI>ASAl9000E290uOCOVAW).| Ditos froacrae moilo finos 29500 e
    O Pavo recebeu un'elegante sortimeirto 35,000.
    das mais lindas poupehnas de seda com es PeCa's e Kamborgo e panno de-Itabo-, ten-
    ticas.
    aooaconservac,ao
    DE
    VOSSO CABELLO
    rsAi no
    Elle 11 n preventivo seguro ecerto contra
    a calvice.
    Klle 1 (! restaura fon;a e sanidade pclle da
    cal
    Lile de prompta faz cessar a queda prema-
    tura dos cabelles.
    Klle d grande riqueza de lustre aos ca-
    bellos.
    KHe doma e faz preservar os cabellos, em
    qnalqnor forma ou psito que se dese-
    jo, n'tun estado formoso, lsoemacio.
    Lile faz crescer os cabellos bastos e compri-
    dos.
    Lile conserva a polla e o casco da cabera
    limpo- e livre de toda a especie de caspa.
    Lile pre.vine os cabellos de se tornarem brin-
    cos.
    Rile conserva a caheca n'um estado defres-
    (ura refrigeranlo e agradavcl.
    Elle nao demasi:i lamente oleoso, gordu-
    ront > ou pegadizo.
    Elle nao ileixa o menor chero desagrada-
    vel
    Ello o noJhor artigo para ,os cabellos das
    (nangas.
    Elle e o melhor comis aprasivel arlig 1
    . para a boa conservado e arranjo dos ca-
    beHos das senhoras.
    Elle o un60 artigvi propro para o pentea-
    do dos uabeUog e barbas dos senhores.
    NT.M:M TOCADOR DE SKNllOBV SE
    PODE CONSIDERAR COMO COM-
    PLETJIXSEMO
    TOiSCO OHIKNTAL
    o qual preserva, lirnpa, i^rtilrca e aformosea
    O CABELLO.
    Acha-s venda nos estabelecimeirtos do
    U. PorSb otes. E em todas as
    principnos lojas du perfumaras e boticas.
    Liiziiilii.s es(ceias a 280
    rs. o colado.
    Ba do Crespo n..20.
    poebjnr
    da Ca
    :e no-
    c de 281) rs. eja<
    -riottras na 1 ia de G
    Grande liquidaqo de fazen-
    das, miudezas, ferragens
    e taboas de louro e ama-
    relio.
    Thomaz Jos de Gusmao, establecido em Olin-
    da com loja de fazendas e miadozas o tamhem
    com armazpm de madriras o maleriaes. faz li-
    quidacao de todas as mercadorias existentes em
    seus cstahelecimciitos, com grande reduccao de-
    preeos, por ter de mudar-se : tambem tem gran-
    de quantidade de cera em vellss.
    Cera e veas de carnauba
    Vela de cera e de espermaceto : na ra do Vi-
    gario n 19, Io andar.
    Toalhas a 6#000 a duzia
    pechincha.
    Toadlas alcoxoadas, sao grandes, a 6# a duzia
    na na do Crespo n. 20.
    Chitas verdes e de cores a
    200 o 240 o covado.
    Na ra do Crespo n. 20.
    Moraes & Imiao
    Km seu cscriptorio ra da Madre Deas
    n. 5, I.0 andar, tem para vender por preco
    commodo :
    Vinho do Porto superior engarrafado.
    Carreja Bass.
    Cha verde miudinho de superior quli-
    dade.
    Na ra da Imperatriz n. 6,
    loja ne louca de Sebastiao Marques do Nasci-
    mtnto, vende-se cm porgies grandes ou a rcla-
    tho todo lou^a existente na mesma, por precos
    muito diminutos por ter o mmo propnetario
    de fazer urna viagein a Europa a tratar de sua
    sade; pnrlanto, todos os freguezes que precisar
    de se surtir dcsics artigo?, apreseutem-se quanto
    antes.
    Vende-se.
    a casa n. 154 da na do Coronel Suassnna (amiga
    dos Martyrins): a tratar na ra do Vigaro Thi-
    noiio n. 3, 2' andar.
    FOttO
    . Artificial
    Valdivino da plvora, no sen armazem de sal
    ra imperial n. 207, faz scienle ao respeilavel pu-
    blico desta cidade. que se aclia satisfactoriamente
    prevenido .de todo o fugo que mister para os
    festejos de Sanio Antonio, S. Joo e 4, Pedro
    assim como un cxcrltente sortimento de fogo do
    ar, bomba real e pistolas de quatro a seis bal:
    ditas de duas e tres balas, unido a urna Ix
    collecco de ontros fuguinlios para b/inqoedos
    vriancas que costumam divertir-se com as mar
    cilhosas rodinhas de salas.
    mais lindos defcflAhos e mais- bonitas cores-,
    que vende a J5fb"0O e 2-5000.
    SEDAS DE CORES A 2^300 RS.
    O Pavao recebeu um bonito sortiaientc*
    das'mais linda* sedmhas1 de oiwa s c0> com
    delicados desenboj niiudinbos, que vende a
    2#500 o c vado. Dkas com lisrinbas, mui-
    to boa faienda a 3P000. E' pechincha, na
    na loja do Pavo.
    CAMBRAIS ABERTAS A 9JJ E 1035000
    O Pavo recebe: um elegante sortimento
    das mais finas cambraiaa branca abertas,
    bordadas para vestid-,, que vendo pelo barato
    preco de99'o 1O5J0O0 o corte, tende fazenda
    bastante para vestid i. E' pechincha, na loja
    do Paveo ra da Imperatriz n. 60.
    LaZIKHAS BORHADAvSA 40 RS.
    O COVADO.
    O Pavao- recebeu um elegante sertimento
    das mais lindos lzinhas transparentes- com
    Borinhas, bordadas, tendo delodaaas cores
    inclusive! rocha propri-para viuva,.e ven-
    de pelo baratissimo pre^o de iOO rs o co-
    vado. E' peehlnclia, na loja do Pavao ra
    da Imperatriz n. 60.
    LAS M0DERM8.
    O Pavo vend um bonito sortimento de
    lzinhas listradas sendo das mais modernas
    que tem viado ao mercado, pelo baratissimo
    proco de 560 eOOO o rs^-o covado. E' pe-
    chincha, na-loja do Pavao i ra da Impe-
    ratriz n. 60.
    ALPACAS LAVRADAS A 640RS. f. OVADO.
    Chegou para a-loja do Pavo um legante
    sortimento das mais lindas alpacas lvradas
    de cores sendo as cores mais modernas que
    tom viudo para vestidos,^ vende-se pelo ba-
    ratissimo preco de OiOirs. o covado. E'
    pechincha, na loja do Pavo.
    CAvSSAS l'RAiNCEZAS A 600 E 6*0 ISS. 0
    METRO.
    O-Pavo-n'Obeu um magnifico-sortimen-
    to- das mais-lindas cassas fran'.czc%.d cor,
    com os mais- bonitos desenh s mii'rios e
    grados, lando padroes escaros e cutr'os que
    servem para luto, o vende a 60O o 6V0 rs.
    o metro oiti369 e 400 r, o covaito^N
    LZINHA9 MODERNAS COM LISMA DE
    SEOA A 640 rs. e 1J52O..
    O Pavo receben ura legante- sor-amento
    de las com listras de se asmis miwlernas que tem viniloa/merca-
    do e com as mais delicadas cores-,. e vende
    pelos baratos pregos-de 640 rs- 1JJ200..
    Assim como outras rauito bonitas-6jm listras
    sem sec de seda, que vende a 500-,.610 e 800
    rs., todas estas lsso modenussiaias. E*
    pechincha, na loja do Pavo.
    i hitas n IO. SO, 39c30 rs.
    8lunuo no ingnr uenonunsuo
    margem do rio Pirui.y,\
    cao de Una, com terreno para
    ate de'4 5 mil pies! Corrien-
    Engenhos venda.
    - Vende-se os engenhos! Gameleira, com safra
    de dou mil paes, s tuad no lugar denominado
    Uarra de Panellas
    a 4 leguas da estacao
    safrejar anrtualinente de 4 5 mil pa
    tes, com safra de dous mil pSes, situ&do no dis-
    tricto de Agua-Preta e 1 leguas da estaeJo de
    Una : o pretndanla ambos, ou a qualquer un
    dos dous referidos engenhos, entenda-se com
    Joaqnim Rodrigues lavares de Mello, no Recife,
    praca do Corpo Santo n. 17, ou com Jos -Bap'is
    ta Marques Dias, no povoado
    dos Montes.
    A 280 rs. o covado
    Caiibraia
    rs o covad
    ra i de 'Uareo n.'.7 A, auiiga do-Crespo.
    Wilson R>we & C.
    em o sen armazem. ra do Conuhercio n. 14,
    leem para vender :
    O verdadeiw algodo azul amerioano de su-
    pericr qnaltdade.
    Fio de vela do ielhor.
    Cognac marra J. lbeini.
    io de ftordeaux.
    em seus deposites car vo de pedrada toda
    as Dualidades.
    ior e arre-
    IrmaO} ^

    280 Verdadeiro biter hesperidina, supe
    passo, du nda no amMer e
    IC)raadoAmortmn,37',
    0 Pavo recebeu um grande Sdrtimentode
    chitas de cores lixas, que vestde pelos bara--
    tos preg s de 240* e 280 rs. o cunado. Di las-
    escuras fazanda muito superior, com novos
    padros. a .'120 c 364) rs. o colado.
    Ditas muito fiaas padroes- claros cm teci-
    dos de percales, com barra.de cor ao lado e
    sem ella a 3G0 e 400 rs.
    Ditas'pretas-com tecido.de' crctoue, fazen-
    da muito suf.eriqr a 3ft e 400 rs.o co-
    vado.
    Ditas de aires, miudfohas, propruis para
    roupa de ci-iangas a 36> rs. o covado. '
    pechincha, na loja do Pavo.
    Rnptisd. a 3*X> rs. o ovado
    O Pavo recebeu um elegante sortimento
    das mais modernas baptistas de ores com
    padres miudinhose grados sendo-proprios
    para vestidos e roupa de enanca*, pelo bara-
    tissimo'prc;o de 500.rs. o cov'atb, aliangaai-
    do ser grande pechincha 1
    Cortes ir> eambrnia. ultima no-
    vMe, a *C*0.
    O Pavao recebeu pelo ultimo vapor de
    ropa, cortes de cambraia branca cora ba-
    jjjhos ricamente bordalosv tendo fazenda
    sufliciento para vestido de qualquer jnodeto,
    estes vestidjas sao os mais modernos que tem
    vindo ao mercado, e pela sua excessixa ba-
    rateaa tornam-so rccwamendaveis s. senho-
    ras de bom gosto.
    Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
    tros do babad s a 9K)00. E' grande pe-
    chincha, no Bai..:- doftvao rua da Impe-
    ratriz n. 60.
    do c m 20 e 30 varas para todoses-pr^os
    e qualidades.
    Dita de brefanba oV poto bnh<>, tendo 30
    Laates, pel(j$-pro<}06.iBbarats / se-ton
    /teto.
    Pcbiachas de-finissia esgu) ow silzi
    colt 0 jardas a 79060.
    ft<;iide fm5sTra>siteak com '.ib urtus
    a-MOOO.
    Aoalbado adaBsaseado-om 8-pahww<.Ie
    latjnra a 2?JWB,'a vara*
    CaIyiM 9'tem unt gmnde sortimento d
    cakfe de-casemira, assim wmo corte* os
    mais modernos que tem viwlo nos ultimo?
    ligurinos e em fazenda-dos-mais finos e
    mais novo que tem rindo ao' mercado, e
    vonde-se por barato precA) para' apurar di-
    nboiro,.assim como calcas dobw branco e
    do cores-,, per precos minto razoave.
    LECOS AAINHADOS A 125800 E2000.
    Pavo vende duzias de lenco brancos
    abainhadosj sendo fazcBdamuko boa, pelo
    barato preco* de 2J600 a-duzia.
    Ditos tambem abainhados, com bdra de
    cora 1 $800..
    Dit-s grandes, fazenda muito hia, sendo
    todos branco 39000,
    Dito de cambraia branca',- seno-ero peca
    a 33600
    ME1AS- C1UTAS..14> K5BOO0 A. DtZIA.
    O'Pavo vende duzias Je meiasoruasv in-
    glezas pelo barato prego de 49000o 5 Assim comoditas muito finas e muito en-
    corpadosa 6W0O-, 7-3O00\J00O o 105^00,
    c usa grauds sortimento de meias ingieras e
    fransezas, para. senborasr que se vende por
    pre;o-muito>comMMlo.
    MADAPOLNEllAMCEZ a 6W)0O R 7900.
    O Pavao vende pecas de madaiotao- fian-
    cez,que seaprese vundci por muito mais
    diniaeiro e kq 6VM0 e 751**0,. ]>or ter Kilo uiaa. grande
    compra. pechincha.
    Alg*iioziailio l-IMM.
    & Pavo vende pecas de. algedoziiio,
    maito boa fhsenda, pelo barato prec. de
    4$ e 5900t>. -
    Dito largomui-to encojado, poprio- para
    tsalhns o lKMfes ar-OJrOOttc 79000,
    CA31B11AUS.
    O Pavo -/ende cortes do cambraia tirans-
    pairen te prcuria para vestidos a.2J360O
    XHIOO.
    Pegas de -dila muito as, com 10: janla,
    tapada co^o transpareniea49, 3!e 6J5O00
    at a mais Jia que vera, ao mercado..
    PANDOS DE CROCHET PARA (UDEJRAS.
    0 Pavao tem um grande sortimeato de
    pannos da- crochet proprios paracadeira de
    balanco, para ditas dc-guarnigo e para se
    f, que se vemlera muito em canta.
    COI.XAS. DE CROCHET A 69 E 890*.
    0 Pavao vende cnlxas' de crochet proprias
    para cama de casal, pelo baaatisskao prego
    de 05 e-85000.
    Ditas.de Hastio acolxoadasv sen res o brancas, polo barato prego te 46000.
    E grande sortimcnto.de ditas de damasco,
    cri'touo e de chitav que vende por precos
    muite, razna veis.
    COttXES DE PEU8AU.ES COM WIAS SAIAS
    a 45000.
    .alar *-
    56 aRa do Mrquez de Olnda 56 a
    (otitr'ora ra m Caia)
    LOJA DE MACHINAS
    Sendo este antigo estabelecimento assaz contiendo como principal e
    dado pelos grandes depsitos e boas sortimentos com que sempre prtau
    melhores, mais acreditadas e verdadeiras maoliinns nTrlraam para
    tlSo, desde 10 60 ser ras, e ha vendo em todos os tamaitos diversidades fe siste-
    mas e meihoramentos pora perfeito e rpido descarocamouto ; tarnaa sr difMI 4>
    serem vistas e apreciada pelos Srs. agricultores; os quaes, alm dista), cnwoaari
    tambem mais :
    Apurados vapores locomoveis, de forca
    de 2_V e 3'/* eavalles com todos pertangas'
    precisos para rabalharem 4 machinas para '
    algodo, ou para ontro qualquer mister.
    Machinas par lavar roupa.
    Arados amerieaoos para varze e
    lade;-
    ra.
    Carros de mo para atterros.
    linas de madeiras.
    Baldes de dita.
    Ditos de ferro estantkado.
    Ditos com vlvula pera lavatorios.
    Ditos de madeira para compras.
    Apparelhos para jawhns.
    Guards-comidas.
    Tampos para cobrir pratos.
    Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
    Dita dita ditos do madeiras.
    Trens para cozinha.
    Envfim muitos outos artigos, que-so-arista e neste estabetecimento podtrio
    m laminados.
    Ternos de bandeijas finas.
    Covreutes para arrestar raadewa.
    0} tindros americanos para nadar
    Pertengas avulsos para machina*
    Salitre refinado.
    Bren superior.
    Moinhos de diversos fabricantes par*tT-
    lho e caf.
    Debulhaoores para milbo.
    Azaite de sperinacete para chutas.
    Camas de farro.
    Bombas de Japv.
    Ditas americanas.
    Cofres de ferro patente.
    Camos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito eftsnhado.
    Ditos de chumbo.
    Ditos de borraeka.
    Folies para ferraros.
    f LMU0L) IVUVill
    Pede obter em poucc* lempo com o uso do meihnr dos liowesa i^^asad*
    HESPERIDINA
    Faz oite annos que conhecido este precioso tnico, e dApt acbar dbj peas**
    qa#, tendo esperimentado possoalmente, Dio falle em seu favor, ja ceno boc Miottau
    a ao(H;sador, tomando nm calii della antes de jantar, oo cobo isciiitador da iftni*
    Seantlo-so depois.
    A BASE
    ds SES'PERIDWA a LAHANJA AMADGA, uso ba um s cA-\iu'x i BRASIL (IMrr.
    ttpHCtW das araujas)
    beai.
    qne r-Jfc conhecs as proor;ep^;cinr da oera'ta fr^ct.

    L fii.ii.li
    eo-3.i estado natural t-m um fottn nouco a(fra<''ivel, t m**riio la Mwpmx tu -
    sSMl^eaB i-etcr Hjas boas propriedaoVs, e ao mesreo lempo preatnU-:a ci.aae
    EXQUISITO IIOR
    A HESP&RIDINA com.. INDUSTRIA NAl.hNAL a* lem sjptfe q** \f t
    w*tewe8 iiui'OF'^goes cnn.-pas da tathegoria n|telbiPte. Bstu, -
    MpytMto-tas. parea a Heiperidiiu ^ combinaeJo perfrita do
    A.vli.aSJjBL v irk aj aAuXJjm -:,
    Pa*.i pro' -!e qnp, um artigo no qnal p^-le-st-, ter laica CvftJtoaa. pvi r
    9 i.^a-icei te, bajta dizm-se qne !oi pienaaiai.te ati,..,vau c mu ^efa
    li II i M J L i I I U i hw Vd i
    df> Jtio de Janairo, pertnittindo sua livre elaboracSo do imperio: oatf
    Hl% PROIM
    :- <-icoitigao geral que tem es l< das as parlen onde npieseolada. Em tattl wt*U
    le*nsb a prlmeira abrea eru Bueiios-Ayres; em 1869 a stgoeda ntidia (%a cbegaila de S. M. O IMPERADOR inauguron-se a fab.-:ca qce icti
    trabalfcj na corte. Etn Vilparaizo e em toda acesia do Ps:fii tem ba accr '
    ta^toqrie rara a casa que eowidera completo sec aparador .sem- nw gar.-aa i-
    TEII
    O homsm velho toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    O hornern doente tom Hespendioa para obt"
    SADDE
    O boaem dbil toma Hesperidina para ohier
    Nc i railes as donashas e os mogos- temam
    whuag3o durante oa louoos gjros da
    mam*
    i
    ya* >-bi*i boa ^
    BARROS JNiOa 4 C, a roa do Vigar.o Tti>- rio a. 7. f asdar. recr*-!
    felravao ven.b.bonitos.cortesde percalas. ^vA^^V.a '? '
    m duas saias. sendo fazenda de muito ros- *nda especifico e ven^m-no nos tas* Segnmiei :
    CORTES DE CU1BRA1A BORDADOS.
    O Pavo recbenos mais ricos cortes de
    cambraia brartijl bordados para vestido, que
    vende pelo barato pre^o do oJ e 30000.
    CORTES DE aiHfiftAlA BRANCA.
    0 Pavo recebeu ura lm lo corto de cam-
    hraia branca com listras assetinad,ass que
    vende pelqbaiaUyprejjH Ditos c un listras de eres, tendo 8 var.M a
    0 iPanio recebeu um gnaoite sortimento
    dees,
    menia, que >to m$o ao
    30C
    Ditos uiuiitf inos a 49
    noderaos q^ie le
    cao.
    com uuas satas senuo tazentia e muito ges-
    to a 49000. K' peciiischa tta loja do Par
    vo ra da Iaiperalrs?, n. 6ft.
    BOTINAS PARA SESHUOIU, A ^000,
    aloja do lkw^io rea. da Ivnperatriz n. ftO.
    Perei-a da. Silva i^. (iuinaraes receberam
    pelo ultimo vapor da- Europa um elegante
    sortimento de botinas proias e com delicados
    enfejtes de-cr, proprias para senhora, garan-
    tindo-se sema das io.hs modernas que haj
    no merisdo, assim- como a boa qualrdade,
    por tcrm sido remctiidas pop um dosm
    Ihoresfabricantes do Paris, c. vende-se peii
    barato prego de O?, na loja do Pa-iao'..
    SAIAS BORDADAS A 59, U e 89000.
    O Pavao vende saias ricamente bordadas
    de 4 papaos cada urna, pelos baratissimos
    precos de-59, G9e89000.
    Ditas de ura panno s e com muita rodas
    guarnecida- de pnegas, polos baratos prego,
    de 29000 o 29500.
    Ditas com guarnigao de pregas e borda-
    dos a 395Q0.
    Al^odao cuJesiAdo a 19000 s
    viera.
    0 Pavo vende algodo americano enfus-
    itado ftm^itp, epcorpado, preprio para toa-
    Iba e iences, polo barato prego ile 19000 a
    jara. >
    Djt vfrajicez senilo irangado e muito en-
    porpado, pelo baratissimp, prego de 19280 o
    metro.
    ,0-iPwao seude cortes de.casanura frauce-
    :a, asedo fazenda muito superior que setaP*
    se venden por mais dinheiro, e
    JO o crte.
    Joaquim Ferris Lobo, roa da Imperalri.
    Zeferino Carneiro, roa do CWMMrcto.
    Marcelino Jos tioncaives ua Eoaie, roa da Cadeta
    Antonio Gomes Pires & C, ra a Cadeia.
    Antonio Gomes Pires A G., caes 22 de Novembro.
    Gomes 4 Imito hotel d.i Passagem.
    n. t.
    liniiL
    s a 69000.
    CKMTBIFUC30
    Acaba de ser experimentado no engepbo Fragozo o spparelbo para cprom.Ur ss-
    iiucar pelo syetema Centrifugo.
    0 PROCESSO
    E'eniiito simples.
    Tirase a mehdnra das laxas de cesar, bot-'a-se Ueaire de^sals^er Tiiifts para
    coalhar.
    * Logo que esteja coabado passa-sa pira o appar-iba tm partidas de 1 i# irrokas
    iecad^vez.
    Ssodi'a.-sim obtio e po.-t> em uoviuaenlo, dentro da 5 m utes estar* asasaer
    psomptje.em e.stao de ser logo rsraetUdo para ser vMdido.
    0,. ^saltado
    Fol tixer-e de 4 i/i pSes de-assoaar 2! arrobas de soenos 1/ serte, f mel
    xtrahido pelo apparelbo tema sil) em nada prejuica^a^fe procssq yasya>fi. h
    bindo mjtl. d'eu^ftlo */&> win'Umvj. j)resloo 4 / jsfVas\eea|f miit> ' .ppwellw *tao* ie-qtnfkiv.e inferior ao
    mesmo as formas lat bor. e<9e fosse pi.t
    [-alas, aproveilaodo-se a*f$. ;<-ns mets SqmJo tiq evidet tzjdas po:
    llera ser verificada fli- i#>bar*s dvng.
    ipparelbe, depws-drisso qaee.wsrensw
    ] eccSo. dos illustraos senberea d'eajasoho.
    1 V tratar con os Srs. Samuel Power Jobastoo C, WittJ>m. W.
    )
    r as






    I
    ;
    .Diario dePernambuco tifabado U 4 Mujo de 1S.I&

    7
    >


    ir

    MUJDEZA^
    itt
    tdli uo
    ras.
    Soart* Leite A
    de ura completo
    iher:
    adelinli jj^H^Sla com 10
    ooveUoi? a 400 r
    lo malea, a 200 rs. _
    HHEa 900 rs.
    Duz'dajS s fi cordo imperial, a
    80 rs. j
    dem em c'rritl^cfc liha branca, a 320
    . Viera Joro axritcr 200 jardas, a i000.-
    I.amparipi i'gaz, dando uiua luz muito
    !.03, a 15J000,
    ^botoaduraspflklJllote (sao. baratas), a
    200 rs.
    Duzia de pegas de trancas earacol branca,
    i iOO rs.
    dem dem lisas, a 200 rs.
    Fita de velludo de todas as cores e largu-
    Ide.ii idom de sarja dem idem.
    lalherescabcde viado'( imitado) a 35W00
    duzia.
    Duzia de baralhos francezes canto doura-
    i), a 35600.
    dem idembeira lisa, a 23)300.
    "irinaldas.para casamento, a 2$ c 55JOOO.
    lrrafa de tinta roxa extra-fina, a 1#000.
    Caixa de botdes de osso para caiga, a
    200 rs.
    boques modernos, a 3-J500.
    Mago do tranca lisa de cores, a 240 rs..
    Kspelhos-touoadoros, a 2#000.
    Resma do papel pautado e liso, a 2$600,
    *3\S00, H>50Q, 455000 o ti5M)00.
    Caixa de papel amisade, a 600 rs.
    dem idemidem boira dourada, a 800 rs.
    Caita de envelopes forrados, a700rs.
    Luvasde pellica com pequeo toquo, a
    500 bs. e 1J&000.
    BOLLAS DE

    ?rfumarias,
    Miar
    Caixa do pennas Perry, a 800 rs.
    dem idem, a 400 rs.
    Caixa deenvlopes traiados de preto, a
    500 rs.
    Leques para senhoras, a 2JW00 e +5000
    dem idem de osso, a G5000 e8p000.
    Indispensaveis de couro da Russia, a
    lOfOOO.
    livmapara notas, a 320. _
    Kodes afeitadas, a JO300.
    Duzia de collftrinbos bor. tads para ho-
    naem, a 85000.
    dem idem lisos, a 69*000.
    PERFUMARAS.
    Garrafa de agua florida verdadoira a 19300
    dem kananga do JapSo, a Ii200.
    dem divina, a 19000 e 19200.
    dem idem Magdalena Jnovidado) a 15300.
    Frasco com tnico oriental a 19000.
    dem do oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
    dem idem nntique muito b >m, a 400 rs.
    Opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
    o frasco.
    Caixa de pos para dentes, a 200 re.
    dem idem de pos chinez, muito bom, a
    500 rs. e 15000.
    Mago de sabonetes inglezes m'uit supe-
    riores, a 600 re.
    Duzia de sabonetes de amendoa, a 25300
    e 39000.
    dem de sabonetes de anjinho transparen-
    tes, a 29200.
    dem de sabonetas com flores, a 19500.
    Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
    mes do autor E. Cudray e (lell Frres, pro-
    prias para presentes.
    Sabonetes Glycerino transparentes, 19
    Cbapos para senhoras e meninas.
    o mu-
    COSTURA
    DO

    r.mliafei.1-
    reatar* |.r
    rfaf
    i

    UNIG0S
    Riia do 'Bario da Victoria u. 28
    As mais simples, as mais baratas c as uaelWes do mundo!
    Ml/' Na...epos^o de Yati^ em 1807, fo concedido a
    Elias Howc Junior, a medalha'deoufo. e a condecora-
    cAo da Legiao de tforir, por seren rs machinas mais per.
    ftias do mundo.
    A medalha do uuro, conferida a T.. Howe Jnior, nos
    Kstados-l'nklos por-B iuvonttr da machina' de eos-
    COMO SlO LINDOS!!! v^SESlB?J2?:
    Caxia* 0.50, r celta U.n...> gamlinli* de ctyt-
    i t s leques todos de madii'piTuln,. bra.iew e de tal em par coin raanage: > duuradat e mui pro-
    ceres ([lie Uvuem u di-ticoUNIAO cin lcltrus p,.^ pjn arranjo* de 11
    tamhem do Tnadrpper la em airo relevo, U-
    nnndo-se por isto^ppopriados para noiras, a SO-
    VA ESPKHAH'A na l'u^juw de Caxias n. 63
    (anga do QuoLuado) quem os tom.
    Sao de tartaruga
    Os brinco*, lii-ulps, meios aderemos, eruze,
    atracos e casa lelas, que eslao ex postas a boa
    ascolha das lixia. (ainaiues do chique) vendo se
    na Nova pspcianca, ra Duque de Caxias
    n. 63.
    Aos meninos
    A -Nova Kperanca ra Duque de Casia* n. nrei ou alunlos cout
    I, aealia4 rccelier 11.11 Rudo orliraento de bo-
    _ 'oas de mullas inalidades, vindo rntre ellas as
    engranadas bmieeas de borracl, mim \tnmm
    una pequea quaitidadi de kouet'as pelas qu :
    so toniam aprecia'' pela tua novidade.
    bem til
    de Cxttl n.
    Anneis e cofclVMkcu i
    A d'agui braa^^^^^^Mb Ca
    n. M, rec. beii nova lomam
    neise colares el. I I
    mensalmeuie, pelo q : I
    ues objeetos
    Diademas
    A luja d'agtiia branca a ra
    TO, rcccbcu iiiivanniite Ih mtos
    e cnfeitadis com nc4raa e alj
    loe pliaiii.uiia. Yiiuibeiii lee
    imento iiijIi-z. prepara
    lieni til.
    A medalha de orno frir-expesK'io 4e Unidles acreditara
    i 1
    estas machinas..
    A 90*000
    C;d)C-nos o dever ile annunciar que u companhia das machinas de Howe
    York, estabelcceu nesta cidade ra doBonio 4a-Victoria n. 28, um deposito
    Grande sortimento de bollas de borracha e catangas -por baratissimo prego,
    , t-is ohjectos'que se tornara longo mencionar.
    28 lina ib Bar il;i Victoria 28
    ) PDQAOlfl B0f MAN
    RA DO BRM N. S2
    (Passando o chafariz)
    PEDEM AOS senborei de engenho e ontros agricnliores, e mpregadjres de m
    -fcini?mo o fvofnde orna visita a seu est-belecimento, para verem o novo orlimeoto
    xjmpleti que abiiem; sendo todo superior em qoalidade e foriidSo; o que com a ios
    oeclo pe9s >al po^e-se verificar.
    ESPECIAL ATTENGOAO NUMERO E'LUGAR DE SA FUNDIQAO
    s Vflinrfl a rnrlaa 'i'io'ni dos raais mo1era,s fy;temas eem u
    VapUJioa U iuuao u. agua machos ccovemeotes para as diversas
    circomstancis do senhores propriefarios e para descarog:>r !gori5o.
    Moendas de canna 5? 8 ,amanhos" a8-m,hom qae aqui
    RodaS dentadas P-~taaea.igo,evapor.
    Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
    AUmbiqne3 o fundos de alambiques.
    ^Tnr>t% terrino l'a:'a mandiocae algodao,
    JiaCillxSmOS e para Perrar madeira.
    OOmOaS ue patente, garantidas.......
    Toda* as machinas
    Faz qualquer concert
    Formas de ferro ~-w-*Wbwii..^Diei no mCr.
    Ennr\m menro o Incumbe-se de mandar vir qualqoer mac dsoqo von-
    -ll/Jiillloililcto. |a(je dos clientes, lembrando-ihes a vanlage.ru de fazerem
    os compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
    bes prestar aoxilio.
    Arados americanos
    de Nova-
    c agencia
    geral, para em l'crnanibuco e mais provincihs se venderem as afamadas machinas de cos-
    tura de Howe. Estas machinas sao justaineiite-iiprociaas-pala porfeic,ao do 6ou trabalho,
    empregando urna agulha mais curta com a nesma qualidade de linha que qualquer outra,
    epelaintrodiiPo dos mais aperfei^oados apjwreUios, estamos afetualmente habilitados a
    olerecer ao c.vaine publico as mclhores maohinas do mundo.
    As vantagens tiestas miichinas sao as seguintes:
    ' Primcira. publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova iiuontestavel, a
    circumstamia de nunca terern apparocido no mercado inacbjas d Hwe em sogun-
    da mo. .
    Segunda.-Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Terceira.lia nellas inuiiui l'iic<4io cutre as diversas peas, e menos rpido estrago
    do que as outras.
    . Quarti.Formara o ponto como s Idra fuito mo.
    Quinta.Permitto que se examine o trabalho de ambos os (ios, o que se nao consega
    as outras. .. -^
    Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravussaudo o fio de um outro lado,
    e logo cm seguida, scm. modificar-so a tenso da liaba, cozein a fazenda mais
    fina.
    Stima.0 compressdr levantado, com a maiorfacilidade, quando so tero de.muda
    de agulha ao comc.ar nova costura. .
    Oitava.-Muitas companhias do iiiacliina du costura^tem tido pocas de
    decadencia. Machinas outr'ora populares, 5o hoje quasi dcscoiiluxidas, t
    mudancas radicaes paitipoderem .substituir : untretajito x co>)paj)hia das machinas le Howe
    adoptando a opiniao de Elias Howe, nWre em artos inrchanicas, tcm constantemente
    augmentado o seu fabrico, e buje nao attondfi.0 procura, gusto que, Caja G.Q0 iu.atb.mai ^pixES de t-jnu, para purta.
    por dia.
    Podendo"todos
    ser'movidos a m5o
    por agria, vapor,
    | ou animaes.
    e pe^as de que se eostuaa precisar.
    de machiuismo, a prego mui resumido.
    e instrumentos agrcolas.
    RU DO BRM N. 52
    .graudeza e
    outras soflreram
    Cada machina acompauha livrotosicoiniinstrucoes em
    A
    A Nova Eperanra ra uquo
    63, ecebeu verda
    (ao pava crncei tur
    Vesta Hdo
    Multas vies um w- aso Interranieirta
    feio, sornenw p-" lo: a Notu Ba-
    peranoa rua i. 03. rcim.vo
    ttUi mal por<|u> d" mcltiorcs
    oaloes e franjas <. onde pode es-
    colner-se Vontade rntre Mte as
    modernas franjas m i la sua \ ai ioda-
    de de cores, liea bem odas as fazenilas.
    A ella antes nue se a
    Bolas a .racha
    Vendem-se de lodo* o #hinanlio rua uijue
    de Cutas n. 03, na Nova Espciaii(,a.
    Cabellos brumos s tem quem
    quer
    A Nova Esporaiica i rua I u.|uo de Caxias n.
    63, acal a de r.veOtT a verd;idoiia linliir.i dti Dea-
    nous una tingii" os cabellus, u que se cous
    (eniprecatdo ) com molla facilidade. o por -to
    motivo, cibMlos brincos s jen quem quer.
    Estao na moda
    Os cinluioes de muro, proorit para ^eabenD,
    ano reeebeu a Xuva Espcraura rua Duque de
    Caxl n 03. oslan, .-ni. senbbra, estn na ni"da
    8e quereis Ur M prapMW um ranialtiete de er-n-lir, > reade u> \H
    ebeirosos cravns brancos para o vosso casamcuto, I U e 0t)iH). A lamida
    ou para ouU'n tiiu apiupiado, u necaasariu r estallo^ pelo qut
    Nova Esperanea na Duque de Casias n. ft3, |;a
    ijiie all eneontrareis os meldores
    que ;e pod desatar.
    Takujarra
    A XuVA ESl'EftANQA rua Duque de Caxial
    n. 63, vende talagarca'parab.iidarsj de todas as
    grosuras ______
    .lnre* pan a amp.
    Leques com bouquete e ou-
    tros chinezes.
    A loja d'auuia biaiuu a na Dutpe
    a. j, receben urna pequea quandade
    lionitos leques ;'>:i I : | : I- e outra^HHBL
    Cold crome para refrescar c
    nmemra pclle
    A lujad'aguia branca a rea Daqoe de C-
    n. SO, receben eold rtvme 4< s afin>4o* Mi.
    tes Luhin, Legram e (.ouliay.
    Diademas e grampoe t1
    ac,o.
    A hija da afilia branca, a rma do Dit
    Caxias n. 50, recah Bwvaoaflli bw.i diade-
    ma- e gra i |>os de a>,o.
    Bicos de soda pretoi ooni
    llores le cores.
    A luja ilaaguia branca, a rua d l uqu<
    Caxias recebtu, e.an
    seda pretos coni lli re* <> i-t, elrtaaliin*ii
    les o prvlo i'ora eiiearnadn. e ttoloa mni pn^ri >
    para anas e i.u. > .es ile -
    . uii medina. e i pira :"':
    les. Pida e liuiiodida '. '. <
    nam-se mai e-Mnino I''.- pe.". n"\:
    pref>'iive> a q i 'ifi n< s.
    Veos ou miritiThasri
    A l.j.i da aguia bianea
    xias n. .iO, reo'hen !> -ilt .s v is m i
    prelas de seda rmn tTe;.-.. i.iilra* a i:
    laiax* f**. '
    la t <
    c< nliiia a U'i prui. | i
    Joaquim Jo.s Gonc,alves
    Bcltro & Filhos
    Teem para veider no sen psrn[>tono_ rua do
    Commercio n. o, o segwtta :
    AGURDENTE de caj : caixa de 18 garrafas.
    de laran a, idem idem,
    ARCOS de pao para barril.
    CAL de Lisboa, recntenteme Chegada.
    CHAPEOS de lo), para hniiein e senlk>r:i. f;ilo
    de marlini
    SOARES lii
    A'
    do Barao da Victoria n. .28.



    RaJhBMl ('f ^?ilfii' Lopes Sachado AC
    Travesear do Ceipo
    San '"'" b"lHtilI Diademas e a dreperohu
    A lija da Aguia !u.ui<*a rua
    Caxias n. 50, reerttea nma pr^oeii .
    diademas e aderte/* de mtdirpT'
    purado gaaln.
    Perfeiia novidade.
    lrainpos com burli dtas, htBMrr^ p V
    nh"tns dourados h i>d.in
    A loja Algala branca, i rns tV- 4.
    | Caxias n. o-', nicebeii nnvus frramp
    boletas, bezoums e ntankolaii, ipte i
    perfeiia novid de. a luanhdade > ,
    |x>r isso cm breve se .eabar.
    Novas golfnhasoraadasc
    pelucia ou arminho
    A loja d'atmia tajRn rna P:t ne :
    - .fiO, receli'Mi tima" pe>|U*>na qn r '
    s e novas pillinlias. irabalhn ie li t at*, i-
    nfiifTii mrr arwinfco, ufara e^a* de nh
    e inteiraacnte novas.
    KliJ de ajjoiao da"Rabia, da fabrica do Coro.'.eii-
    miidador l'cdrozo. >
    LINHA de roi-iz.
    08RAS de pal' eta.
    PANNO de algodao da Balita, da fabrica do com
    mendador Pedrozo.
    RETROZ de to.las as qualida.les, das fabrica? de rj...,,inn..c l,riiirn Peres e Etfuard.i Milita.'. IxiailipoS, (JllIlCU.^C IW90M!
    Vapores locomoveis da^lortadje Sai iwwUo*'-
    Correias para maciiinas.
    Pobas de diversos tamanhos. -
    baquetas para coberts de carros.
    Solas de rastro para guanta lama.
    t'ontas de au<,a para c jicotes.para mito.
    Galoes largo e estreito .para carro.
    Fregos com cabe<;a de marfim, ideni.
    ROLDAS pioprias para botica.
    SALSAPARR1LIIA do Para.
    vELAa.de cera de lodos os taniaultos.
    VINDO engarrafado do Porto, caixas de It gar-
    rafas.
    dito Moscatel do Douro, idem idem.
    dito Selubal, caixas de 1 e i dmia<.
    da Italia engarrafa.lo, caixas de 6 gar-
    rafas,
    de Collares superior, em ancoretas.
    de caj, caixas de 12 gar rifas.
    Malvasia do Douro, caixas com l gar-
    rafas.
    Careavellos, idem idem.
    Joaquim F. dos Santos Coimbra Goknari,
    vende em seu escriplorio a rua do. Maripaez de
    Olinda n. 3 l. ai dar :
    Caf do Rio
    Cita t u em latas de 1 libia
    Fumo cm latas
    Fariuba de mandioca
    Vinho de Thomar, em decimos- _______
    Massa batida.
    dourados.
    A loja da aguia branca, rua 'i
    Caxias n. 50, reeek u ninenl b
    POS, IllilKM? C f"^"
    inovos diademas di .. e .......-<>', i- '
    ma a vetule-bjs por pi'";o< r:m< vr
    Caixinhas com [ios doumii
    e prateados. para cabe '<
    Veude-se na ioja da Agina i.iu..
    que de ( axias n. 'M.
    Lavas de pellica juei..
    outras cre-v
    A loja da Aguia Branca, a na lo
    xias n. 50, receben hoto sertit ie* ivs e
    pellica, pelas e de outras core1
    VEDE-SE ""
    um moleque de 17 annos de ida
    copeiro, robusto : uem preta idcr n
    rija se a rua da Imperatrii n. 36, prtutu'
    1 -
    Vende-se massa batida de 1* qualidade para
    ogos artificiaes a 640 rs. a libia, dita de \ olvora
    a variada a 2G0 rs. : no arniazem de Sal da rua
    mperial n. 307, de Valdivino da palvora.______ i
    Vndese urna mulata moca perleita cozi-'
    nheira, engoramadeiraocstureira, paraengmho:' Vende-so a fabrica de cigarros e
    na rua do Imperador n. 2 se dir quem vende. rua Varcio Dijk o lll : tratar i i laeffta.
    AlIfiClii.
    r>2

    DOS IfiilliOS DA 0 TARTf: HAS LOTERA CONCEDIDAS I'OR LE PROVINCIAL N. VUMk BfiHBFIGlO DA IGRtJA DO AMPARO DE G0YANNA
    EXTRAHIDA EM 30 DE MAIO DE 1873.
    7
    13
    18
    47
    19
    23
    33
    3o
    44
    48
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    60
    03
    64
    69
    71
    80
    92
    90
    93
    100
    7
    1C
    12
    lii
    18
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    26
    29
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    34
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    40
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    52
    4
    56


    4
    U
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    >i


    "~-
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    8
    Diario de Pemambuco gabbado 31 de Maio de 1873.
    \
    sangrando em
    ASSEBBLEA geeal
    SE.N'ADO.
    DISCUSSO HAVtD. rOR OCCASAO 1>E SETItATAR
    DO REQUKR1MKNTO DO Sil. VIKIRA 1>A SILVA
    SOBRE OS AC^Hnt^l'06 Di: PERNAMBl-
    00 t DO PA
    O SR. JOBIM : Sr. presidente, tratan-
    (lo-se deste requerimciito, ou peco a V. Exc.
    que tonha alguma tolerancia, ijuanJo cu
    rtisser alguma cousa que tia s ja absoluta-
    mente sofira a materia, mas q; vcyiha a sn'
    relativa a ella c ao lim que t. -1 em vista.
    Fago este pelillo, poiijn- ordinal amento V.
    Exc. me adverte mais depressa do que a
    outros, quando pensa que eslou fra da or-
    dena, ou quando digo alguma cousa que nao
    inmediatamente ligada materia.
    OSr. Zacaras :Est-se
    sade.
    O Sr. Jobtm :... porque s vozes ne-
    cessario usannos de circuinluquios, para
    chegar ao fu a que nos propomos; como
    quando se dirige um tiro, que preciso
    afastarmn-nos um pouco do objeeto para
    melhor acertar.
    Principiarci citando estas palavras, que
    foram reproduzidas em outro recinto:
    E' invciicivel aquello que resiste aos ho-
    mens .para obedecer a Deus.
    Sao palavras que !i em un dbcurso que
    se dislribnio com profuso nesta casa e que
    sao de um arcebispo que desobedeceu dcs-
    piedadamonte ao sen governo. Enecrssa-
    rio que atindanlos ao sentido em que ellas
    foram proferidas-. O que seu autor quiz
    entender por Deus ? Pelo coute lo do seu
    discurso cntende-sc que Deus a curia ro-
    mana ou O papa, e por homens quiz dizer
    os governos. os chis, os soberanos do todas
    as nacoes. Este sentido evidente.
    Poraonsequencia, a propositan do verda-
    deiro sontiilo que lbe qui/. dar o seu autor,
    urna blasphe.nia urna impiedado. Nao se
    p le lizor, no sent lo em que elle a toinou
    que inveiicivel aquello que resiste ao go-
    verno de sua nago como resisti Haneman
    para obedecer ao papa ; isso 6 urna blasphc-
    mia boirivel.
    Isto, Sr. presidente, e inadmissivel, anar-
    cbico e muito perigoso, porque a historia
    ecclesiastica que pode ser ostudada, e con-
    sultada por todos, nosmostra quintos papas
    tem havi lo que tem errado mesmo em ma-
    terias de religio ; houve um que sustentou
    urna beresia horrorosa, que se assemclhava
    de alguma maneira ao atheismo, ou arianis-
    mo, que foi o papa Honorio, que sustentou
    o monotheismo, e em consequencia disto
    nao smente foi considerado hereje, mas des-
    tituido do poder pontifical. Nao bou ve os-
    tros papas que coiiimetteram tambem erros
    que (orara reconhecidos pela mesma groja
    o buiidos della?
    E nao houve um papa cha nudo Estevao
    VII, cuja historia e couhecida? Tendo um
    portuguez hispo do Porto*, chamado Poroto
    so ido para liorna, por suas virtudes couse-
    gi:io ser eleito papa, mas como fosse um ri-
    val desse Estevao, que tambem pretenda en-
    to a thira, logo que morrn Estevao, al-
    canzando o pontilicado, mandou desenter-
    rar o cadver do papa fallecido, cortar-llie a
    cabeca, em plena curia os dedos, os bracos e
    atirar ao Tibre o corpo assira mutilado, que
    depois foi recolhido por pescadores e enter-
    rado por una mulher piedosa em logar que
    nao era sagrado. Nao houve um Joo VIII
    a papest como lbe chamara os fraucezes, e
    um Alexandre VI, etc., etc.
    Como, pois, podemos dizer que obedecer
    ao papa obedecer a Deas? deixam ellos de
    ser homens As apparencias nao sao essas.
    E' certo que quein vai Koma ve, como
    eu tire occasao de ver, no Vaticano, que
    quando passaopapa todos se ajoclham o ba-
    tem nos peitos. entretanto que quando passa
    o sacramento parece-uie que fazom menos
    caso. Eu po aceito, portanto, esta doutri-
    na ; o papa para mim nao Deus, para que
    se deva obedecer-Ihc em tudo, c por tudo,
    nao senhor.
    Sr. presidente, se fosse licito a qualquer
    em algum caso regosijar-se com as desgra-
    nas do seu paiz, seria cortamente occasio
    para isso o procedhnento que tem tido ago-
    ra os nossos bispos, seria motivo para rego-
    sijo, digo, daquelles que aqu se oppuzeram
    cm todas suarf Jorcas ao decreto, que abo-
    li o recurso cora das decises dos bis-
    pos, abolico, ainda que nao absoluta, mas
    que muito os auimou como muito beni foi
    aqui previsto. Entre os que fizeram essa
    opposiQo muito se distingui o nosso colle-
    ga, de saudosa-memoria (apoiados), o Sr.
    Furtado, que em um discurso que todos po-
    dem ver nos nossos anuaes, mostrou eviden-
    temente a illegalidade com que esse decre-
    to tinha sillo publicado, porque revogou cla-
    ra e manifeslainentc muitas leis e nao se
    respondeu sohjeccocs queapresentou aquel-
    lo nobre senador mostrando que inteira-
    inente millo semelhaute decreto; nao se lbe
    res[>ondeu seno com sophismas, com para-
    logismos e declamaQes ocas, com argu-
    mentos a contrario sensu, com argumentos
    de analoga, com argumentos que nenhum
    valor tinham, eom consideraces genricas
    quenada valem. Ninguem at boje foi ca-
    paz de refutar o discurs) do nosso finado
    collega, que podemos consultar em nossas
    col I echos.
    Senhores, necessario que nos nao per-
    camos de vstaarecommondac,o que fez um
    nobre portuguez hpinem vellio, experimen-
    tado as cousas deste mundo, que foi aio de
    El-Rei I). Sebastio, at a idade de 10 an-
    uos, em que ello o entregou ao jesuta Con-
    nives por ordem da av do re:, D. Catha-
    rina, ento regente. Elle lbe disse : A
    igreja, Senhor, a porta por onde tem en-
    trado muitos desgostos para esta monar-
    chia. E, com effeito, senhores, desde o
    principio da monarebiaportuguoza. D. Af-
    fonso Henriques foi obrigado a consttuir-se
    foreiro do Roma; porque T Para que Roma
    nao lbe fizesse o mal que poda fazer jia sua
    omnipotencia uesse tempo de trevas, uuin-
    do-se a Uespanha, por isso obrgou-se elle
    a pagar-lhe como frO"todos os anuos quatro
    on^as de ouro.
    Essa sujeinte de Affonso Henriques ao papa
    animou-o, como animouaos bispos tambem
    assim como os animo agora este decreto
    que revogou o direito do recurso eoroa de
    quem era direito soberano em todos os ca-
    sos. O resultado foi que os bispos assenta-
    ri.n que tinham em Portugal direito de le-
    gislar LO' lulas as epu-
    lola.ao rom a ro-
    1 ":" !".;>; ] : d tal maueira quoobri-
    n aos p isus a d 'i\ar em testamento
    guiis beus de raz aos convenios, aos bispos
    e as igrejas pro bono anima mee: de sorte
    que o resultado era a ruina completa do rei-
    no de Portugal que vinha a ficar pertbnccn-
    te na sua totalidade a Roma ou ao papa que
    era o senhorio directo daquelle paiz.
    Ento o 4." rei de Portugal D. Sancho II
    oppoz-so a isto por um decreto, e contra esta
    opposi'co sabio a campo o arcebispo de Bra-
    ga, nao querendo que se cumprisse o decre-
    to do rei, que deterrainava que nenhum
    sacerdote, hispo, irmandade, ou convento
    pdese possuir por compra ou legado mais
    bens de raiz sem o sen consentimeuto. Des-
    prezando o rei esta representaco do arcebis-
    po de Braga veio em soccorro o papa ex-
    commuugando o re, o desligando o povo
    portuguez do juramento da obediencia
    que Ihe devia, de sorte que Sancho
    II te ve de perder a corda, eser subs-
    tituido por seu note Affonso III, o qual
    achava-se nessa occasao em Paris, aondo
    linda ido aprender algmntf'cousa, porque at
    entao os res de Portugal nern assignar seu
    nome sabiam.
    O Su. Zacaras:Em toda a Europa
    assi.n era.
    O Sr. Jobim :
    Affonso IIIesta-
    verem Paris,
    se tinha pass-
    tica sanecao,
    zes da Europ
    dominio uni
    dido, veio p:%
    sistir s protn.
    effeito, e ella nao
    furmar-se e cala:
    lempo se via em g .
    to conhecido que
    .elido a 1er e escre-
    mbe tambem o que
    ' uiz ua pragma-
    (iie outros pai-
    .s pretences de
    .a. Teodo apren-
    _ na intent;o de re-
    cama ; resisti com
    unedio, senao con-
    onpjo tambem nesse
    .des ditliculdades com
    a questao dos Ailiigcnces, dos quaes um
    dos preceitos era 'oudoninar os padres, ir-
    mandades e ordeus religiosas que possuis-
    sem-bens do raiz. Estas didiculdc.des fize-
    ram com que Alfonso III e depois el -rei D.
    Dinizseu lilho consoguissem oque deseja-
    vain, libertar-se do dominio de Roma.
    Foi tambem no reinado de l>. Diniz que
    se estabeleceu optacitum regtim, irnita-
    (;o do que estava estabelecido em outros
    paizes ila Europa ; e este placitum regiutn
    subsisti at I). Joao II, deixando ento de
    existir, porque nos governos absolutos mui-
    tas vezes grandes resultados se obsorvam,
    podessem.
    PermitU V. Esc que eu leia u
    gem desta obra em que se faz re,
    esses actos. (I.) : Quand la hberlA
    proscrito, arrote dans son cours, et son ex-
    pansin naturelle, elle so ereuse au lit s>u
    terrain, elle chemine daos les tenbres par
    des voies tortueuses, elle devient c nspira-
    tion. Quand le despotismo croit l'avoir tue
    et enterre ; penetrar un peu la couehe po*
    pulaired'uno nation, qui semble iminobile
    el voue un morue asservissement, vous
    trouverez la libert letal latent, et mena
    ant le pouvoir que l'opprime. Elle s'orga-
    nise en conjuration, et s'appelle Cbilde
    communc jure, Franc Macnnerie, Saint
    Wahme, Jacquerie etc.
    E depois de descrever essas leis barbaras
    fritas pelos bispos, das quaes apresenta va-
    rios extractos, como por xomplo de arran-
    carem-se reciprocamente os cabellos e as
    barbas, quando erain apanha los nestas so-
    ciedades, contina dizendo : Non, le vrai
    christianisme, le veriable drnit humain, ne
    sont pas dans l'eglise, mais daus les ChilJes,
    dans le Franc-Magonerie, dans les conjura-
    tions de ees pauvres esclaves, de ees artisants
    de ees paysans asservis, qui s'unissent pour
    rever la conqute d leur libert.
    Eis aqui a origem verdadeira da macona-
    ria, senhores, nao foi ontra. As demais so-
    ciodadas pelas perseguces que solriam,
    foram so transformando de outro modo e
    dcsapp ireeendo, mas esta pela sua discrico
    e pela sua bondade foi continuando at nos
    sos dias. Em Portugal, ella so entrou em
    1797 quando l foi urna foreja ingleza des-
    tinada a assegurar a independencia e liber-
    ilade de Portugal, pela qual sempro os in-
    glezestieram muito zelo, talvez mais por
    a versa o a Uespanha, do que por amor a
    Portugal.
    O Sr. Candido Mkmus : Es pouco
    inteirado dflSH historia.
    O Sr. Joh:m :V Exc. est mais intei-
    rado do que e autor desta obra 1 Pois uo I
    Nao acredito ; pode pregar quauto quizer,
    nao o creio.
    Mas, Sr. presidente, no requerimento de
    rtar o pscoen,
    dro I,
    por um motivo ftil e ridiculo relativamente que se trata purgunta-se quaes sao as med-
    aos interesses geraes das nac,6es. Assiin f >i
    que D. Joo II revogou o pheitum regium
    para que o papo reconhecesse como legitimo
    um lilho natural que tinha e muito amava
    de nome Jorge ; e a consequencia dessa re-
    vogacte foi virem depois para Portugal os
    jesutase a santa inquisico.
    O Sr. Viscondk di: Sooza Franco : D.
    Joo II dentro de sete anuos, revogou essa
    determinante, tantos foram os abusos da
    curia romana.
    O Su. Candido Mendes : Tudo isso
    inexact'.
    O Sr. Jobim : Vierara os jesutas e a
    santa inquisico, que tanto se afastavam da
    ndole da religio de Christo, como aterra
    est longo do sol, porque se Jess Christo
    manda que amemos o prximo como a nos
    mesraos, como admissivcl que por diffe-
    rencas de religio, por simpls pensa-
    mento, por una so palavra se leve um ho-
    mem a ser queimado vivo I
    I. o que fazia a santa inquisico, e o que
    se desoja que reapparec,a entre nos, esse
    predominio de Roma sobre nos, que se pre-
    tende quando sustenta-se quo a igreja in-
    dependente, e que preciso revogar o que
    est sabiamente estabelecido na nossa cons-
    lituico, isto,oplacltum regium, para que
    toda a milicia jesutica do papa possa fazer
    quanto quizer, e o nosso governo abaixe a
    usbeca. Isto nao posSivel, nao admis-
    sivcl ueste seculo, deseiifanem-se.
    Sr. presidente, aqui se disse que a maco-
    llara vhiha desde o templo de Jerusalem,
    que foi destruido por Vespasiauo e princi-
    palmente, por seu iiiho Tito ; e que os ma-
    <;ons nao tem outro fun seno restabelecer
    o templo de Salomeo. E' natural que um
    ou outro macn escreva cousas queno-se-
    jam exactas, porque a vaidade natural no
    coracte humano :presume-se que ajantigui-
    dade augmenta a nobreza, e que quanto mais
    antiga urna instituico mais nobre ella.
    Mas a origem da maconaria data de poca
    mais prxima nossa, data da idade media.
    Tenho aqui urna obra escripta com muita
    gravidade, a historia da groja e da escra-
    viite na idade media, obra dedicada ao his-
    po de S. Diniz por Armando Rivire ; ahi
    se mostra de maneira bem evidente qual foi
    a origem da maconaria.
    Naquella poca particularmente no VIII e
    IX seculo os bispos exerciam crueldades
    inauditas contra seus captivos ; eram ellos,
    as irmanda les o os conventos quepossuiam
    moior numero de escravos ; e como os ti-
    nham em grande quantidade, exerciam, para
    os conter, as crueldades que desta obra es-
    to transcriptas dos] Capitulares de Carlos
    Magno e das leis religiosas de Alfredo, rei
    de Inglaterra. Por essa legislante barbara
    foita pedos bispos tinha o senhor sobre o es-
    cravo o direito de arrancar o nariz, de cor-
    tar-lln; a lingua, de corter-Ihe os dedos, de-
    ceparliioasmaos, emlim, tinha o direito de
    castiga-lo de qualquer maneira, com tanto
    que o nao matasse immediatainente, porque
    ueste caso era preso ; mas se o escravo mor-
    ria 3 dias depois do castigo, nao havia mo-
    tivo para priso. Alm disto o escravo nao
    tinha o direito de queixar-se de qualquer
    homcm livre, porque era considerado homo
    infamis, e os homens livres eram (gentis
    homens] donde vem gentil homem e os es-
    cravos constituala quasi motada da popu-
    laco da Europa.
    O SR. VlSCONDE DE SOL'ZA FRANCO
    Uouve lempo em que coustituiam mais da
    motado.
    O Sr. Jobim : Nao eram escravos s-
    mente os povos conquistados, mas tambom
    por muitos motivos se obrigava um homem
    livre a tornarse captivo: assiin se um indi-
    viduo contrada dividas, e nao tinha meios
    da paga-las ficava captivo de seu credor, e
    estepodia vndelo porque era pecunia sua.
    Tinham os bispos esse poder, e legisla-
    vain os inouarchas Carlos Magno e Alfredo
    de Inglaterra era com os bispos que davam
    a lei, porque somente estes eram os que sa-
    biam ler, escrever e fazer alguma cousa :
    os proprios livres, quo sabiam eram raros.
    Ora, essas crueldades extraordinarias pra-
    ticadas pelos proprios bispos, que eram os
    legisladores dessa poca, fizeram com que
    apparecessem essas sociedades do mutuo
    soccorro, porque no meio dessa barbaridade
    sempre havia alguns homens que acreditas-
    sem 00 preceito esscnoial de Jess Ch-isto :
    nuiurmos a Deus sobre todas as cousas e o
    piovimo como a nos mesmos ; sempre hou-
    ve quem arr''a-i' oeste grande prcoito ;
    uousoquencia '.r.iiavam essas "sociedades
    ton. quecntravam alguns livres, verdadeiros
    ciristos benfazejos, para soccorrer ps des-
    Sroados, \,ur.y lihorta-los, para emlim bene-
    icittrios e protege-los de lodo o iludo que
    das que o governo tem tomado a respeito
    do proco limento dos nossos bispos. Eu nao
    sei quaes sejam as providencias que o go-
    verno possa tomar a respeito do que os bis-
    pos eslo platicando, elle o dir.
    Em outro tempo, no tempo do despotismo,
    a conliscac,o das temporalidades era um
    grando recurso, deque lancavam mo os
    governos para cqnter os bispos...
    O Sr. Candido Mendes : Magnifico
    conselho !
    O Sr. Jobim : ... mas boje ellos po-
    dem levar seu fanatismo a um ponto extraor-
    dinario, e acham apoio, porque infelizmen-
    te o nosso povo em materia de religio esti
    muito dado ao fanatismo e s superstigdes.
    O Sr. visconde dr Soza Franco :
    Nao tanto como se pensa, est resistind"
    por toda a parte.
    O Sr. Jobim -. Os barbadinhos, que
    veem aqui vender amuletos, nominas, pa-
    tus e bentinbos (apoiados e nao apoiados)
    estou persuadido que nos fazem grande mal,
    promovendo o fanatismo e a supersticte,
    sem nada ensinarem que preste. Este mal
    muito maior do que algum bneficio que
    nos possam ter feito ; um ou outro beneficio
    que driles ten ha resultado nao compensa o
    grande mal, que nos fazem vendendo ben-
    tinhos e patus.
    O Sr. Paes oe Mendonca : Os servidos
    que ellos tem prestado sao bem conhecidos
    no paiz.
    O Sr. Jobim : Aqui mesmo em cima
    da serra andn ellesfazendo esse negocio.
    O Sr. Candido Mendes : E a moral
    que pregam ?
    O Sr. Jobim : Eu sei qual a moral
    de Boma ; venham com a moral, tambem
    l esti ve, e soube de muito boas cousas, nao
    faz aMeroiioa de qualquer outra grande ci-
    dade da Europa.
    Se em materia de religio ha em nosso
    povo muito fanatismo, muita superstictee
    bem pouca religio verdadeira, ba tambem
    em poltica muita propenste para a anarebia;
    por tanto necessario que procuremos por
    todos os modos sahir das circumstancias des-
    granadas em que nos achamos, e eu nao ve-
    jo outro meio seno promovermos a instruc-
    i.ao publica o mais que frpossivel, e por
    todos os modos possiveis, porque assira fi-
    car o povo em circumstancias de poder re-
    sistir s seduccoes do fanatismo e da dema-
    gogia. (Apoiados.)
    Alm disso nos vemos quanto o nosso
    povo contina a ser victima de urna avareza
    fundador'deste imperio. Acooitaado
    be que tinha sjdo ao mes-
    residente, nao sei mo U ito para o cargo de chele ad-
    podor dar a estetequo- junto u *>sos homens mais respeita-
    clrcuinstancias enV que nos ve;s, quehojoj nao existe, o Sr. Portado,1
    adiamos, visto o decreto a meu ver nuil, vtambem considerado c mo perfeito catho-
    relatjvo a x-mfunnnta am/cientlh: Nao uro. Portanto, estava eu muito longe'de
    sei se o governo lera coragem como devo ter, prever quo O que fra pormittido a Sr.
    de acabar com esse decirlo inleiraraento Jos Clemente l'eroira, provedor da Santa
    nullo, quo tirou ao governo o direito de 10- Casa de Misericordia, por muitos anuos, ao
    mar conhei imento de todos os rocursosqoe Sr. marque/, da branles, que Ihe succodeu
    os padres era geral poliam procurar, ou na a ministraco da mesma Santa Osa, fos-
    aquellesque sao eiouinmungalos poliam se um crimo, una Jieresia, urna oITcusa
    ter para o governo, o poder soberano da religio do estado, quando platicado por
    naco. mim.
    O Su. vis(:ond: de Soza I'hanco : O Accoito o encargo dos macona do circulo
    governo tem UJo o direito do fazer acabar do I.avra lio, e nao mo arrependo : decretem
    com isso. os nobres serradores, segundo a >ua thoolo-
    0 Su. Jobim : N i continuarei, Sr. gia o direito cannico, quantas excommu-
    presiduite, paro aqu, porque para ser con- nhoes quizerom ; m nh a consciencin est
    dorado herege como tenho sido, basta o tranquilla, mmhas relaQes com Deus sao
    que j tenho dito no interesse do paiz e por as de um perfeito christu.
    amor da verdade. Nao julgo convenient", Sr. presiden':,
    O SB. VlSCONDE DO RIO BRANCO defender a religio do estado, como o fazrn
    ( presidente do conselho) : -Nao me propo- os ultramontanos; desojara, que os espiri-
    nho discutir liirgamente o assuinpo dr que tos Iluminados, que, como o nobre senador
    trata o requerimento, uu antes sobre que palo Maranho, possilo tanto saber ecele-
    versou o discurso do autor, o menos podi a siastico, promovessem os interesses da reli-
    palavra para contestar a famosa oraco do gio no Brasil por outro modo, coiicorrendo
    nobre senador pelo Maranbao, o Sr. (/indi- para que se eduque melhor o nosso clero,
    do Mendes de Aluieida, oraco que corre im- para queso regenere o actual (apjiado-j,
    pressa em folheto, com titulo especial, nao para que os prelados ediftquem os seus re-
    do discurso proferido peanle o senado banhos, evangelisando, dilVun lindo a luz e
    sobre o voto de gracas, mas como so lora a f religiosa comas palavras apostlicas;
    um pampltleto contra a denominada poltica com o exomplode sua dedicacio a Dense i
    religiosa do gabinete. sociedade, do quem sao pastores. E' assiin
    Oque mu cumpre fazer nesta occasao i- queso lleve fallar s consciencias o nao co-
    informar ao senado, um nome do governo,; mocando por expellrda igreja catbolioa os
    que esse assumpto ha de ter um a duciste mombros de una associacao, cpie existia no
    tomada sobren recurso que ama das confia- Brasil ha tantos anuos, sempre como mo-
    nos da cidade do llecifu Oterpoz para a co- ciar jo pacifica e beiieliceiite. ( Apoia-
    ra, contra o interdicto quo Ihe puzora o dos.)
    Rvm, prelado daquelia diocese. Este lie- E' dilli'il a discossti eom o nobre seae-
    gocio foi coinmetti lo ao estado di Ilustra la dor pelo Maranho nestas materias, porque,
    secgo do conselho de estado, que consulta alm de ser elle muito competente por sua
    sobre o negocio do imperio; provavolmeii-. uridieco, o que digo sem irona, tem o
    te ser ouvido tambara O conselho de esta- Jdefeito de suppor que os outros nada labom
    do pleno, e ento o governo ha de proferir j inteiramente da historia e direito ecclesias-
    a deciso que fr de sita competencia e que tiro.
    o caso exigir. O Su. Mkndks de Almkiirv :Perdoe-
    Creo, como disse ha pouco O nobre sena- mu ; defeito que s V. Exc. descobre,
    dor pelo Para em sen aparte, que ha rjcur- O Sn. Visc.onde di> Bio-Branco (presi-
    so, e que nosso direito ecclesiaslico nao eidente do conselho, :De sorte que nein
    felizmente o que expozo nobre sena lor pe- mesmo quanto maconaria, que estou ven-
    lo Maranho, quando nogou ate a legkimiti-
    dade do pinrel, entenden lo que em eonjectu-
    ras como esta nao ha outrj remedio se-
    no ir Boma.
    Ao prestar esta informaco ao senado, eu
    nao posso deixar de accrescentar algumas
    reflexjs, que soro muito breves, porque
    desejo nao prejudicar o discurso do nobre
    senador pela Baha, alm da promessa so-
    lemne qu ha pouco Ihe fiz. As reflexoes,
    a que acabo de allulir, sao as quo deri-
    vam naturalmente de minha pstete espe-
    cial relativamente maconaria brasileira....i
    O Sr. F. Octaviado tApoiado.
    O Sr. Visconde do Rio Ruanco [presiden-
    te do conselho; :O nobre senador pelo
    Maranho, que tomou a si defender os
    actos dos prelados, exorceu um exanie ver-
    dadeiramento inquisitorial sobro tudo
    quant i se tem publicado contra ou por par-
    te dessas associa<;oes em todo o mundo ; e
    dahi concluio que a maconaria brasileira
    est identificada com a da Europa, nao s
    nos fins que sao cummuns a to las, mas at
    nos interesses especiaos das sociedades em
    meio das quaes ellas vivem. Por essa l-
    gica absoluta e fatal, o nobre senador che-
    gou a deduzir que a maconaria tem por
    consequencia, prxima e inevitavel, acom-
    muna de Pars. Proporcaies desta ordem,
    Sr. presidente, s as pode inundar Auem
    .!.-i
    lo, que estou praticando, mo permtte S:
    Exc. que eu saiba alguma cousa.
    Seja-mo, porni, relevado o recordar que
    em outros lempos foi a maconaria muito
    favorecida polos papas ; quando os macons
    tinham o nomo de pedral roa livre, gosa-
    rara de privilegios como corporaces me-
    cnicas ou de artistas, e aesses obreiros se
    devem os grandes monumentos do christa-
    nismo na Europa.
    O Su. F. Octaviado : As catbedraesdo
    Meio-Dia da Europa....
    O Su. Viscondk do Bio-BiiANCo (presi-
    dente do conselho):Bonifacio IV, Nicolao
    111, Benedicto Xll protegern! os pedreros
    livres, conferin lo-Ibes importantes privile-
    gios. (Apoiados).
    O Su. Mendes de Ilxbida V. Exc. faz
    um descobrimento maior do que o de Co-
    lombo 1
    O Sr. Visconde do Rio-BiUNCo (presi-
    est allucinado por um principio, ou pt
    defeza de urna causa, e nao conhece o que
    a maconaria no Brasil.
    O Sr. Mendes de Almeida :Como V.
    Exc, nao ? Pego a V. Exc. que nao so
    exceda ; eu o rospeitei,
    O Sr. Visconde do RioBuanco (presiden-
    te do conselho) :Creio que as palavras
    que acabo de proferir n i ha offensa ao no-
    bre senador. (Apoia los.j Dizer quo elle
    est alluciuado por um principi i ou pela
    causa que defende, e quo nao conhece u
    franco-maconaria do Brasil, nao Irrogar-
    lbe urna injuria. Dizer, porm, que urna
    associago a que tenho a honra de perlencor
    se parece com a communa do Paris, certa-
    mente urna proposico offonsiva...
    O Sr. Mendes de Almeida : -Onde est
    isso em meuuiscurso?
    O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
    dente do'consolho ) :...nao s ao orador
    que ora se dirige ao sonado, mais anda a
    muito reprehensivel, que necessario tratar-. '*m grando numero de brasileiros.
    mos de acabar. Ouvi aumdos nossos res- OSr. Mendes de Almeida:Nao profe-
    .:.___:____n_,___.__________ ______j: _: ...i ______ r ... i....... i
    peitaveis collegas e em quem muito acredi-
    to, que os bispos boje esto recommendan-
    do a todos os vigarios que lhes mandera
    dinheiro e mais dinheiro para ser remettido
    para Boma. Ora, se isto exacto, como
    creio que pois tenho muita confianca na
    pessoa que m'o referi, pergunto eu : Que
    direito tem os bispos do levantar desta ma-
    neira um tributo ? Se o desgranado vigario
    nao remette dinheiro tem o hispo sua dis-
    posir;o a ex-informala conscienlia que po-
    de ser elstica, suspende-o, e o governo nte
    tem mais direito de reintegra-lo. Por con-
    seguinte, ainda hoje, os bispos podem deste
    modo estabelecer tributos.
    Demais, estamos vendo as quantias ex-
    traordinarias que elles exigem por qualquer
    dispensa de casamento. O senado deve lem-
    brar-se do requerimento que aqui fiz ha
    tempos, pedindo ao governo que maudasse
    perguntar ao Sr. hispo do Rio Grande com
    que direito exiga 5009 e 1:0009 por qual-
    quer dispensa de casamento ; eo hispo res-
    pondeu que tinha direito, nao sei fundado
    em que, de exigir 2 1/2 0/0 da fortuna de
    qualquer pessoa por essse motivo. Ora, se
    o individuo tem duzentos contos, o bispo
    tem direito a exigir cinco contos por urna
    dispensa; onde vai isto parar Sr. presiden-
    te ? e como pode elle saber ao certo que o
    individuo possue duzentos contos T
    A' vista deste procediraento parece que
    alguns dos nossos bispos, depois de terera
    estado em Roma, onde se portaram de ma-
    neira pouco airosa ao nosso paiz, porque
    foram collocar-se s sopas do papa, o que
    foi muito reparado por um vigario nosso,
    o qual achou extraordinario que os bispos
    allomaos e do outras nacoes procurassem ha-
    bitanosua e vivessom sua custa, ao passo
    que os nossos foram ser commensacs do
    papa, piita estarem por tudo quanto elle
    quizesse ;parece-me, dizia eu, quo os bis-
    pos vieram com a espennna do troltar depois
    de arruiijarein muito dinheiro para sefaze-
    iciii curJooiW. Ser satisfactorio para nos
    vermos brasilefros cardeaea, e mesmo papas,
    masMi ocontocer-lues oqueacuntecdfao
    bispo do Porto, Formosq, a cujo cad^rer
    ri tal cousa; V. Exc, est levantan lo um
    castello.
    0 Sr. Visconde do RioBranco presiden-
    te do conselho ) :0 nobre senador disso
    que era consequencia dos principios profes-
    sados pelas sociedades maconicasa commu-
    na de Paris ou a internacional; se isto nao
    est no seu discurso, eu creio tor-lbo ou-
    vido. .
    0 Sr. Mexdes de Almeida :Eu nao dis-
    se isso ; V. Exc. est engaado.
    0 Sr. Visconde do Rio Bkanco presi-
    dente do conselho ) :Soja assiin...
    0 Sr. Mendes de Almeida :E' preciso
    por as cousas no seu lugar.
    0 Sr. Visconde do Bio Bkanco (presi-
    dente do conselho) :... at estimo a rec-
    tilicacw do nobre senador, isto que S.
    Exc. nao maldissesse tanto a maconaria bra-
    sileira como eu suppunha ter-lhe ouvido.
    Sr. presidente, eu eutrei na manonaria
    ha muitos anuos, e nunca vi que ella se oc-
    cupasse com a religio era com a poltica
    do estado ; foi sempre a mous olbos, pela
    experiencia que tenho, urna associago des-
    tinada a soccorrer os seus membros e a pro-
    mover o aperfeijoamento moral e intellec-
    tual do homem. So ella faz pouco oeste
    segundo empenho, se tem creado poucas
    escolas, osados de beneficencia ste incon-
    teslaveis (apoiados) ; muitas familias rece-
    bem auxilio dossas sociedades, que se pre-
    tende estigmatisar, a que se pretende mes-
    mo negar os foros de cidade no Brasil.
    Ainda mono fui convidado para urna das
    lojas maromeas, em que filiei-me; deixei
    depois de frequouta-la durante muitos an-
    uos, at que em 1869 fui chamado ao cargo
    que hoje oxerco dechefe de um dos circuios
    macoiMCOS. Nesta posino fui precedido
    por homens to reconhocdamente bous ca-
    tholicos, como eram os Srs. Jos Clemente
    l'nvira, marquez de brante*, Marcelino
    deBrilo, visconde do Uruguav ..
    0 Su. 0ciAYi.vNO,:-Cavr...
    J SR. VlSCONUt DO, RlO-IhlANCO [[
    dente do conselho) :... barao de
    visconde de Adbuquerque,
    patriarcha da independen<
    e or.
    dentedo conselho):E' quo V. Evc. conhe
    ce a rojeonaria pelos livros de seus detrac-
    tores, hileressados em quebrar o que jul-
    gam um extenso o forte elemento do pro-
    gresso social.
    Depois que, n principio do seculo XVIII,
    a maconaria m ceuverteuemaoeictepb-
    losoptiica e em alguns paizrs tomou parte
    activa na poltica do ilia, desde ento come-
    cou a perseguico contra ella. Essa perse-
    guico, Sr. presidente, nao so limitou ex-
    com.uuiibao ; muitos macons subiram ao
    cadaf.dso, foram victimados. 0 que, porem,
    ganhou com isso a religio e a poltica 1
    Triumphou a verdade; a maconaria con-
    linuou a existir, propagou-se ainda mais e
    hoje por toda parte respailada ; apenas em
    dous ou tres estados era aiu la prohibida at
    poca moderna, creio que na Austria, na
    Bussia e na Despalilla ; ueste ultimo paiz, o
    senado sabe que a maconaria est restaura-
    da ; em tola a Allemanba ella floread
    Os macons nao |>ram perseguidos si'imen-
    te em nome do catholicismo ; at o Sultn
    de Coustantinopla os perseguio : donde se
    vr quo a perseguinio tinha outra origem
    que nao a religio ; provinha da nfluoooa
    que elles exonerara por esses tempos sobre
    os successos politices le alguns paizes. Sa-
    be-se,porexe:nplo,que na (ira-brelanha a ma
    cenara concorreu para a restaurando da mo-
    narehia destruida por Crumwoll ; Carlos 11
    subi ao throno de seu pai por influencia
    dos macons da Inglaterra e principalmente
    dos do Escossia.
    Mas no Brasil a maconaria quasi que tem
    sido intil para a poltica ; tem vivido in-
    teiramente parte, pacifica e neutra, de
    sorte que polticos de todos os credos encou-
    tram se nossas reunios com a maior frater-
    nidado.
    Os symbolds maoonioos, de que tanto se
    1'allou, sao allegorias e tradiccoes quo nada
    siguificam contra a religio ; riam-se delles
    o nobres senadores, que com tanta piedade
    dizom unten excommunho dos manons
    brasileiros, mas uo alleguem isso como
    pro va deque somos herticos ou heresiar-
    cas. 0 templo de Salamo, cuja allegona
    o nobre senador considerou como urna las
    suas pedras de escndalo, nao seno a
    primeira manifostac,o do dogma de um s
    Deus verdadeiro, mu-i recordnco al tusiva
    s obras de arte dos autigos pedreiros livres,
    um symbolo do templo moral o universal
    em que a civilisocte christa deve reunir to-
    da a humanidade, Todos esses symb los
    sao tirados da historia sagrada, e, pois, nao
    soi como os que nao se dediguan de usar da
    m vthologa creada polo paganismo, ate veem
    una blasphemia na expresso supremo ar-
    chithocto do universo, como se Deus nao
    fosse o creador do mundo, e por essa formu-
    la nao se adoro a sua sabodoria, o seu |>oder
    e a sua bondade. (Apoiados.)
    Emlim, Sr. presidente, tudo o que sei da
    maconaria que suas mximas sao o amor do
    Deus, do prximo e da virtule. Pens, pois,
    que nao s urna injustic,a. msate um erro,
    e erro grave, na poltica e na religio, o
    quoror-se levantar essa cruzada perseguido-
    ra contra sociedades to numerosas, to ra-
    dicadas no paiz, at hoje to pacifica, s
    quaes muitas familias devem os auxilios de
    que vivem, contra sociela les em que a reli-
    gio catholica tem a tupios sincerse dedica-
    dos, exemplos vivos das virtudes domesticas
    e sociaes.
    Os actos do prelado de Prrn imlr.ie i s
    cit.iain una qu.'slatjdc direito ou
    paemia, q:itu^uj>iii-tiida ao
    suaduci.
    ci cm
    gravidade e ale
    Pelo que recita i questao do fado, pe?
    pelo Maanee qoe, qnn-
    i quo a lopmacu no
    Brasil...
    0 Sr. Zacaras : Soja aucou. .
    0 Sn. F. 0<:taviano : Era o melaor
    moio.
    U Sr. \isco.m> do Rii HBBH-'prm-
    dente do < oiisclho I m**tir com
    algum marn lna>ileil% ; naC doiioUvat
    penque os inquoidores.i Mraio Aw>
    associacoes, ou pelo que um OO OOtrO MM-
    con escrr e n BraMl, usando da su* pieiM
    liberdalr Je penviuientO.
    nao se escrevom sobre a reli 00
    pie os proprios rathoHcOI |0Um O
    deinnam ? guantas lierosios nio se diwm
    a respeito do nosso diruil constitucional.
    sem qui' u, autores seiam proscriptos di
    nossa c mmunho ptdia ? Eu nte seria
    muito temerario se, anotad* na autoridad*:
    do nobre senador p lo Pri e em outras dr
    igual importancia, oba-rvi ao nobre08-
    uador pelo Maranho que em mim Uii.-orias.
    que me permittir qualiflearde nlt r,imonta -
    as, ha verdadeiras heresias potincas, sendo
    quoencontram iom mximas e>pressM 4o
    u sso direito constitucional, como a ajee
    relativa ao placel.
    O Sr. Mkndks di, Ai.mkida. Poco a V.
    Exc, quj relea >-si i irle do meu dt*ur-"
    O Su. Vis,:omik uo KkvBbamo (prn-
    dente do i oiis llu, :O nobre senador nao
    julgii" mal da maconaria, porque ella pr..
    fi'ssa a tolerancia religiosa, porque em seu
    seio |ii:,i Ui)far todas 5 cmtcaae toda -,
    arii.nali'lailes. Se isto um eriaoe, a V-
    ciedade civil o est rnmmetteudo a todo mu
    monto, porque (mmiso. Si. pr.idenle, que >
    Brasil, p r ser unta uaco catholica, nao
    Joila de ter boas nla<;o
    proleslaiiles a ale rom a Turqua.
    Desde que a maconaria nao trata o-m le
    potinca, nein de religio desde H sua
    inisso puramente ui-ir-o e b'iH'liceiile,
    essa fraternida le natural e muito conforme
    religio christa e aos interesa-, ^,-raes da
    humanidade.
    OSr,. Miniosok \i.mkiua :4) juiz rom-
    petente nao diz ist...
    O Su. VtS4.o.xin: w. Sot'ZA Franco : Jui-
    jos somos nos moo,
    O Su. Vim.omo. no Bio Boanco presiib-n-
    tedo conselho, : -Eu creio, Sr. presi.lente,
    i|ue esta materia -a magotiaria no Brrsil
    est sobo blica, que nao um |>onto de Ir. '\poia-
    dos.) Deus nos livrn de qaopasseMMnelban-
    te principio, quo ne^a-no o direito de apre-
    ciar o carcter e tendencias de urna associa-
    i;te civil brasileira, sob o fun l.vn-mto que o poder espiritual a declaMu aiiti-reli-
    giosa. Se hoje admittir-se esse principio
    em relaru maconaria, omanb o mesmo
    |KMler dir que outra iustitmcio rivil in-
    corre no anathema, proscrever os s^us
    membros, e a este uo restar outro recurso
    seno calar, obedecer e soffrer.
    O Sr. Mkndks dk .Almeida:Como V.
    Exc. est afastado do christianismo !
    Sr. \ isco.mo: do Rio Bra.m.o (prew
    dente do conselho, :... e quem respon-
    dera sociedade civil pelos profundo aba-
    Ios que proviessem de to extrama douthaa.
    qual o nobre senador pelo Maranho po-
    derla com propriedade chamar poltica reb-
    giosa f
    Nao, Sr. presideute, o carcter das socie-
    dades masnicas no Brasil e em toda parte
    nao dogma., nao materia de f reiigtoa.
    questao de facto, que est sol o pleno do-
    minio da razo publica. (Apoiados.) 3ao
    pretenda, portanto, o nobre sanador impor-
    inc silencio com a palavra de um juiz supe-
    rior, que se diz ter condeinuado a marooa-
    ria.
    Neg i(ne leja tal condemnaco contra
    as sociedades brasHeiras; a mi<;onanacon
    demnada foi a da Europa em tempos remo-
    tos, e ainda pelo pontfice actual, mas por
    outros motivos e sera os enanos mis que se
    quer dar entre nos a essa censura ecclesias-
    tica. O anathema laucado sobre a institu
    nao maromea na Europa leve por causa a
    contusas ila poltica com a religio; es*-
    auatlieiii foi modernaoMOU renovado, m&-
    no coma intolerancia que ora se aprega n-
    Brasil, em consequencia dos successos da
    Italia, successos que esto ameacando exer-
    cer urna perigosa influencia sobre os seult-
    meutos raliuiosns de tola a rhristaolaaV
    porque nao ha bastante prudenen da parte
    ilaquelles que se dizent os m. Inores infc-r-
    pretese os nais estrenuos defensores do ca
    tbolicismo.
    Tenho concluido, (to liem; muitc
    bem.)
    O SB. \ ESCOND- DE SOIZA FBA.NC : -
    Ped i [nlavra, Sr. presiden!", para apresen -
    tar um requrrimenjo a respeito dos actos d-
    invaso das autoridades ecclesiasticas sobrr
    o poder temporal, que assombram o Bra
    sil mtoiro e poem em risco a sua ti inquilb-
    da le.
    Nao provavel que dahi r..->ulr derra-
    inaraento de Magao : mas i possivei ; e na
    minha qualidade de re|>r<-senlante iminedia-
    to da provincia do Para, eu me julgo dupla-
    mente ongado a entrar na questao, sem
    |erar a discusso tardia do outro requer
    monto que trata de mat-nareligiosa. porque
    na provincia do Para quecomei.ou a luta
    e nella est excitado o espirito publico, tal-
    vez n < menos do que era qualquer outra
    provincia.
    Boronheco a necessidade que te n o sena-
    ilo de entrar as discussoes importantes de
    orcameato, que hoje cometa e da resposU
    falla do throno que se acaba de ler. Como
    porm, nao costumo lomar muito lempo
    casa, espero que o sonado me desculpe se
    Ihe tomar meia hora com a discusso de ma-
    teria to importante.
    0 Sr. Jobim : A potado.
    0 Sr. Visconm: de Soez a Franco : Mo
    vou tratar das qucstoeStlieologicas; nterou
    convorter ou continuar a converter o senado
    em concilio ou sala da conferencias thel-
    gicas ; e a razo princip I porque essas
    d scussos, embora importantes, nao trazem
    resultad spraticos. (.ipoiados). Osoaado
    nao decide, nao resolve nada sobre ellas.
    A minha questao outra : aocegar o es-
    pirito de algunssqos habitantes do imperio
    que ainda tornera pela tranquilbdade pub
    ca, denv rstnmtoi' Miriituf.ii r
    n isl-is do imnafl -mogover-
    it'- -r-tofM PHwastiras na rbita
    isu as ttribuicjjes...
    A potado.
    am tiiii.i qa.sian ut'
    naja q:ieuAU#ulci,-'
    \
    i

    PVi' tM) DLUU ;tfc CAXU?
    X


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