Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12918


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Full Text
AMVO XLIX. NUMERO U8
.'>

rABA A CAPITAL E JLUGJlBES OSDE S*0 SE PAISA PORTE.
Por tres raezes adiantados............ 69000
Por seis ditos dem" ". ...........:^^^!^ 12&000
Por um anno dem.................. 2*90(1
Cada numero avulso................... 320
Por tres meses adiantados.
Por 8eU"tos dem. .
Por nok ditos dena .
Por uienno idem. .
/* SAMADO U E M VIO DE 1873.
FABA 1HLXTMO E FBA DA PBOVIXClA,
69750
119600
309450
S79000
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILHOS.
fe 8. Gerardo Antonio Alves Filhos.no Tara; Connives Pinto, no Marauhfr; Joaquim. Jos de Olivoira & Filho, no Cear; Antonio de Leu** Braga, no Aracaty ; Joa* aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no total; Jotos Ju*a
Pereira d'Almeida, em.Mamanguape < Augusto GomesdaSilva.ua Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pen^a; Belarmino dos Santos Buleo, em Santo Anto ; bommgos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tarares da Costa, em Alagoas; Aires C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio Jde Janeiro.
PARTE OmCIAL
Mlulsterio da llariuha.
LE N. 2,236 I),-: 26 DK AHII1L DK 1873.
Fia a fori'a 'naval pira u .imu financcro de
1873 a lS7i.
O. Podro II, por grada de Deus e unnime ac-
dauuco dos povos, imperador constitucional e
defensor pe potuo do Brasil : Fascino* saber a
iodos os notsos subditos que a assembla geral
decretou e nos queremos a lei seguate :
Art I.* A forca naval activa para o auno finan-
ceiro de 1873 a 1874 constara :
1. Dos uflleiae da armada, e das dentis cas-
sos, que fOr preciso" embarcar nos navios do guer-
ra e transportes, conforme suas lotaeoes, e a dos
estados maiores das escuadras e divisos navaes.
2." Km circumstancias ordinarias de tres mil
jtracas de marinliage.il e de pret dos corpos da
inarinlia embarcadas, e de seis mil pravas em cir-
-cumstaucias extraordinarias.
3. Dos corpos de imperiaes marinlieiros,
das compon ias de aprendices marinlieiros, crea-
das por ei, e do batalhao naval, continuando a
aulorisicao para eleva-las a seu estado completo.
A.t. 2. Para preeiiclier a forca marcada no ar-
tigo antecedente o governo aoturiaadn a dar gra-
tilioacoes aos voluntarios i|ue se apresentarem para
o servido, a contratar nacionales e eslrangeiros,
melunte coucessiu de premios e a recrutar ua
furnia da lei.
Art. 3. E' permanente a dsposicao do art. 3.
da lei n. 1,097 de lJ de agosto de 1871.
Art. 4*0 governo autorisado :
I. Para reformar o regulamento dos arsenaos
de marinha, podeudo elevar os vencimentos dos
empregido das secretarias, das inspec.oes dos
mesnios arsenaes, dos directores das offkinas e
seos aj uantes, dos deseuliadores, dos pairos-
mores dos acenses, dos professores de 1" latirs
das oompanliias de aprendzes artfices, do lente
de geometra, dos escreveutes das directoras, do
patrio-mor e das oIBcinas ; comUnto que o aug-
mento nao exceda a ciieoenta por cento do que
actualmente vencem os referidos funceionarios.
2. Para reformar o regulamento dos mach-
aislas da armada e da escola creada para os mes-
uo, podendo alterar o respectivo quadro, assim
orno as tabellas das gratliuu.'des.
3.* Para elevar o sold dos pilotos, mestres e
guardies, comtanto que o augmento nao exceda
a raais de um lerco do que actualmente perco-
kcffl. .
Art. 5.' Ficam revogadas todas as dsposieoes
i*m contrario.
Mandamos, portauto, a todas as autoridades, a
qnem o conheciinento e exeeuco da referida lei
iwrtencer, queacumpram o faeam cumplir aguar-
dar tao inteiramente como nella se conten. O secre-
tario de estado dos negocios da marinlia a faca im-
primir, publicare correr. Palacio do Rio de Janeiro,
em 26 de abril de 1873, 5i da mdependenuia e
Cora a rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Joaqun De/fino Ribeiro Carta de lei pela qual Vossa Mage-taie Imperial
manda execatar o decreto da assembla geral, que
houve por bem sanecionar, para regular a forca
uaval no anno tiuancero. que lia de correr do 1*
4c julho de 1873 at o ultimo de jnnlio de 1871.
Chancellaria-mr do imperio. Manar/ Antonio
Vitarte de Azecedo.
Transitou em maio de 1873. Andre Augusto
k Ptidua Fleury, Publicada nesta secretaria de
sudo dos negocios da marinha em 16 de maio de
lT.-Sabino Etoy Pessa. '
l'ara Vossa Magcstade Imperial ver. Jos Pe-
reira de A nitrada, a fez.
Govcruo la i*ovucu.
D8SPACH0S DA WESIDKNCIA DK 21 DK MAIO IE
1873.
Anna de S Overa. Deferido com ofllcio des-
ta dala ao regedor interino do gymnasio provin-
cial.
Aununciada Camilla Alvcs da Silva.Nesta da-
ta foi desattendida a protencao da Illma. cmara
municipal do Rccfe, a que se refere a supli-
cante.
Barao de Mercs.-Deferido com ofllcio desta
dala tliesouraria de farenda.
li.irone/.a de Vera-Cruz. Ficam expedidas as
invenientes ordens no sentiJc em que requer a
supplicanle.
Irmandade de Nossa Senhora do 0" de Ipoju-
ca.Informe o Sr. inspec or da thesourara pro-
vincial.
Joaquina Francisca do Reg.-Deferido com of-
fieio desta data Illma. cmara municipal jjo Re-
cite.
Jlo Francisco Antunes. -Informe o Sr. inspec-
tor da thesourara provincial.
Joaquim Pereira Ramos da Silva Porto. -Infor-
me o Sr. inspector da thesourara de fazenda, ou-
vindo o collector de>Santo Anto.
Jos Mara Gonealves Pereira. -Dse.
T 'lente coronel Jos Soares de Mello Avellins.
Informe oSr. enjenheiro chefe da reparticao
Jas obras publicas.
Padre Manoel Ignacio Vieirado Amaral.->o-
meio o Dr. Pedro de Athavde Lobo Moscoso.
Marrolino FurUdo da Silva Cabral. Deferido
com ofllcio desta data thesourara provincial.
Manoel Emigdio do Espirito Santo. Deferid}
com ofllcio desta data dirigido a thesourara de fa-
wnda.
Mara Francisca las Chagas.Nada ha que de-
ferir, porqnanW nao consta que o lilho da suppli-
cante fosse recruuJo.
Secretaria da preaidencia de Pernambuco, 23
! maio de 1873.
O portelro,
Silvino A. Rodrigues.
Comiuando da* arma.
AVASTEL GENERAL 1)0 C0MMANIW) DAS ARMAS
^E PERSA3I5CC0,EM 23 DE MAIO DE 1873.
gada pela Ilustre assembla legislativa provincial
paraolinide felicitare Exm. Sr. presidente "da
provincia pela sua patritica e injralisada a lmi-
nistracao, cumpro o sen m inJato, sendo recebida
en palacio rom loJas^s honras deviJas prmei-
ra corpora'.ao poltica da provincia.
O orador da coniniissao prouunciou perante o
Exm. Sr. commendador llenri|ue Pereira de Lu-
celia, o segiiinte discurso, ao qual S. Exc. res-
Dondeu com as eloqiienles palavras que vio ap
s da mesnia eommissiio :
Illm. k Exm. Su. Commendador Hsnriqub Pk-
REiitv dk Luciha.-A assembla legislativa, couio
organ legitimo e fiel da opinao desla provincia,
que I he COaferio nos comicios eleiloraes o manda-
to de representa-la, nos enva a felicitar V. Exc.
pelos relevantes servieos preatadoJ nos mltiplos
e variados ramos da adtuinistncao publica, con-
fiada sabiainente ao zelo e patriotismo de V. Exc.
Associando aos raros dotes do notavel talento,
Ilustrado e enriquecido pela experiencia dos ne-
gocios pblicos, as energas intrnsecas aos carac-
teres de quilate superior, V. Exc. no curto espaeo
de sua administracaj UNO sabido c irresponder per
feilaineiite plena conlanea de seus comprovin-
cianos, e patenteado por acto doihivmos ejee
to da esculla do governo imperial, invuslindo-.i
com o arduo e elevado cargo que boje oceupa.
A's luzes e aos potentes recursos da activdade
de V. Exc. deve a provincia o impulso intelligen-
te o vigoroso ilos seus m?is importantes e anhela-
dos melhoramenlos.
Dispensando a matar souima de desvell >s fias
providenrias que lhe reclamavam instantemente a
administraran da justica e todos os trricos que
entendem com a preveeo e repressao do crime,
espteialmente contra a proprieude, que eslava
sendo objeclo de frequeutes accommetlimentos,
V. Exc. firmn pialicamente por fados iucontras-
taveis a verdade do grande prucipo que faz de-
pender do imperio da lei e do sua rigorosa e fiel
exeeuco, a inaralidade dos cosimnes sociaes e a
seguranca e trauquillidade publicas.
Som deixar de atlenJer s mas urgentes ne-
cessidades da adininistrac/io,e occorrendo ao mes
roo tempo com louvavel e escrupuloso criterio s
despezas reclamadas por serviros,, cuja esecu?ao
nao seria licito adiar, exhibi V. Exc. proras su-
bidas da seria e grave aitenci qu lhe merece-
ram a economa e flscalisaco dos dinheiros p-
blicos : o que nos pai/.es livres afere o grao de
moralidade dos governos constituidos.
mais pronunciados cuidados, mereceu incontesta-
velineiite especial solicilude' de V. Exc, proino-
vendo e animando o espirito da iniciativa inJivi-
dual para edifleacao ue casas apropriadas ao en-
sillo escolar, e esforcando-se por todos os modos
para que se dilun-ii na inaior escala possivel a
nstrneeo elementar, destinada s classes mago
favorecidas de metal pecuniarios.
Muitos actos e mais inie ludo o pensaniento
manifest da admiiiistracao de V. Exc. prometle
seguramente-desenha-la com tragos largos e pro-
fundos no tocante aos melliorainentos materiaes
compativeis cjni os recursos financeiros da pro-
vincia e determinadamente viaco publica, jae
neste seculo urna das condicoes essencaes do
verdadeiro progresso, e enlnosso paz desbravar
as florestas invias e terrenos incultos, abrindo pro-
digiosas fontes de riqueza e prosperidade na-
cional.
Anda mais. Os relevanlissmos servidos de
V. Exc, iniciando e coucorrendo para as obras
grandiosas da nstrucco popular e das vas de
communicacao, se hao de burilar cm caracteres
irideleveis as paginas da hist ria contempornea
como tantos outres inonumentos, que atlestaro
nos tempis por vr a sabia e fecunda administra-
cao de V. Exc.
E' assim que V. Exc, inspirado nos mais ge
nerosos e elevados sentimentos d Justica e tole-
rancia, leal tornado patente que sod o rgimen
das nossas nstitaicSes polticas a eo-existencia de
dilferentes partidos, longe de ser incompativel com
a ordein e os dretos individiiaes, ao contrario
una condicao de garanta para o jogo regular e
harmonioso do ss stema que felizineiite nos rege e
melhor meo de realisar tolos os progresso* possi-
vois e as mais uteis moralisadorai reformas.
A' administraco da provincia havia V. Ec.
procurado imprimir' o cunlio da mais saliente e
carateristca tolerancia poltica, revelada mesmo na
escollia do pessoal para os cargos pblicos.
Infelizmente, porm, nao obstante a eloqueu-
cia desses fados recouhecdos pela opinao, as
questoes religiosas que se tem ltimamente sus-
citado nesta capital converleram-se de subdito em
nefastos, que foram eiiipannar o brillio de urna fo
Iba da historia desta briosa e heroica provincia
repousa tranquilla na confianca que lhe inspiran)
as providencias, aconselhadas pela prudencia, ci-
vismo e sabedoria de V. Exc.
a A adhesao franca e solemne que teslemu
nhatn V. Exc. os elctos da provincia envolve a
mais firme e completa solidariededo com o pen
samento da aduimistrarao.
Sao esses, Exm. Sr., os sentlmnts de que
se acha possuida a assembla legislativa provin-
cial, e que nos, tomo seus obscuros interpretes, os
traduzimos perante V. Exc, cuja administraco
desejamos que se prolongue to brilhantementc
como foi encelada e assegura-nos o seu alto mere-
cimento.
Recife, 23 de maja de 1873 Franasco Gomes
Prente.Joo Vieira de Araujo. -Antonio Fran-
cisco Cerra de Araujo.Miguel de Alimida Per-
nambuco Filho. -Alvaro Ucha Caralcante.
truccao publica, de modo a se colhor d'ella o
maior proveito ; taes teem sido, senhores, os ob-
jectos sobrti que tem recahido a minhi alteuco e
soiicitude durante o curto perodo do meu go-
verno.
Se mas nao lenh > feto, acreditai me e assegu-
rai o nobre e patritica assembla provincial,
foi isto antes devido exiguidade do tempo e aos
poneos meios e recursos de que diqmz. do que
ininha vontade, que s quizera poder cora uiu
simples -fiat -erguer este helio torrao. berco de
lantas gloras e herosmo, ao apogeo do seu en-
grandecimiento.
Pena que espirito* cegos e desvairados p.das
paixes procuren! paralysar o seu progresso,
nao comprehendendo, ou melhor, na> queren-
do comprehender que a liberdade a ordem,
que ella prefere o despotismo anarchia, que
ama do coraco a tolerancia, em "todas as suas
relacoos e manifeslacies, porque tolerau :a, nm
ultima analyse, a propria l-eidade.
Dizei, senhores, assembla legislativa provin-
cial, que eu a acempaoho no seutimento de pezar
que lhe causa rain os tristsimos e lamentaveis
aconteeimentos de 14 do correte, acontecimentos
|ue iio p.lein e nao devem ser lanzados conta
do nobre povo pernambucano, porque este na
oecasiSo em que clles tn am lugar, achava-se
todo entregue ao trabalho honrado em seus esta-
belecmentos e officiiias.
Dize-li^e que a autoridalo publica est vigi-
lante, que e.la sabara se collocar na sua verda-
dera altura, e nao consentir jamis que a tur-
bulencia impere e dicte leis.
C'jncluindo, resta-me agradecer-vos as palavra*
obsequiosas com que cada vez mais soubesteis pe
adorar a mnha gratido j t) sobrecarregada
das reiteradas provas de apreco e couRanca om
que a vossa amisade e patriotismo me tem non
rado.
Palacio da presidencia do Pernambuco, 23 de
maio de 1873.
Henrique Pereira de Lucena.
\iti-ias do sisl d. imperio.
Amanheceu honte n em nosso porto o vapor in-
glezCordillera, trazando dalas: do Ro da Piala
11, do Ro de Janeiro 17 e da Rabia 21 do cor-
rente :
COLOMBIA.
Em Coliu houve um grande incendio que cau-
sou avallados prejnios-
PKB
A legajSo peruana que seguir para o Japao,
chegou a Yedo e foi benvolamente accolbida pelo
Mikado.
Segua para o Panam a commisso nome ida
para as-islir festa da nauguraco dos trabalhas
preliminares do canal do istimo.
Por le receatemente saneconada pelo congres-
so foram creadas diversas escolas norinaes para
preceptores de uslruccao primaria.
i) coogresso saucciouou a lei de amnista para os
criminosos polticos da ultima revoluco.
CHILE.
As noticias poltica^ sao de nteresse local.
A varila anda faz>.gumas victimas em Santia-
go e em Valparaizo.
Em Sirena manifestou-se- um incendio que de-
vastou dez casas, entre ellas o edificio do banco
nacional.
Receiava-se que os indios da Terra do Fogo in-
vadissem os acampamentos dos indios de Magas-
sanes.
EIO DA MATA
As mais importantes noticias dizem respeito
revoluco de Entre Ros, que se confirma ser en-
cabezada por Lpez Jordn, cujo nome era accla-
inado pelos rebeldes, e que fez-correr urna procla-
maco datada de 1 de maio, ao pisar o territorio
entre-riano.
Segundo as noticias lelegrap icas recebidas u'.ii-
maiiicute cm Buenos Ayres as forjas legaes iam
lomando activamente a offensiva, ao passo que os
rebeldes esqniram os combates formaes. Paran
e Uruguay estavam J livres do sitio que os rebel-
des Ihes puzeram. Occupavam anda estes a
Victoria, onde ultima tiora deviam ter ferdo
batallia com as lorias do governo. Esperava-se
Jue na Concordia su^cedesse o mesmo. Os rebel-
es continuavam a dominar de lodo em algumas
povoacoes, achaulo-se em ommunieacao com
Corrientes, Santa F e outros pontos.
Alem destas noticias publicam os jomaos varios
pormenores dos prmeiros actos da rebe'lio, e
bem assim de alguns pequeos combates. Os re-
Orem do da n
O brigadeiro commandarte
210
das armas faz pu-
!)Heo"para conhecmento da guamicao, que tendo-
ta data aposentado da licenca que gozava
fra da capital para tratamento de sua sade, o
Sr. major honorario do exercito ajudante de or-
gas deste coinmando Jos Bonifacio dos Santos
Mergulhlo, reassumio o exercicio de suas func-
coes, revertendo ao servico da companlua de ca-
vallara desta provincia, a qual se acha addido o
Sr. ienerrte honorario do exercito Jos Ignacio Ri-
beiro Roma, a qnem o commandante das armas
louva pelo bem que servio sob suas ordens.
Faz publico igualmente aue se apresentou vin-
tt Iwniein da corte no vapor Cruzeiro do Sal, o
Sr. alferes J*aquim Jorge de Mello Filho, que por
portaria do ministerb da guerra de 13 deste mez,
foi ispensado de praticar na escolla do tiro do
Campo Grande, e mandado regressar ao servico
4o seu batalhao de infantaria.
(Assignado.l-.WiMo!' da C. V. />''. .
iMtotmn.-JosB.ds Sanl -s Mrgulhao. aju lau-
to d'ordeos enc.rregado do detalhe.
OlAnlO DE PEHNAM UC
ftEaPE, U DE MAIO DE 1873.
MAMIFESTAiAO.
liontcui, 1 hora da tarde, a commissao dele
que-tao partidaria, procurando urna soluto ni- "beldes sao aecusados de terein degollado varios
possivel nos lamcntavcis acontecimentos do da 11 cidadaos que tomavam as suas correras. Ao
do corrente. mesmo tempo saqueavam as casas das -pqvoaces
A assembla deplorando-os como successos onde entravam. No parto do Paran fot tomado
um carregamento de armas, mandado nao se sabe
por quem, aos rebeldes.
As provincias liiuitrop es iam mobilsando as
suas forcas.
Na de San Juan, nao se tendo reunido os repre-
sentantes para eleger o governador, a commissao
de intervencao resolveu repor no cargo o governa-
dor i uterino D. Benjamn Bastos.
O governo geral resolveu abrir um osjadto ao
ministro da guerra e marinha para occorrer s
despezas que exige o estado de Entro Ros.
No meio de tao graves acontecimentos, correu
o boato de que em Salinas havia um acampa-
mento de indios, cm numero de dous mil e (autos,
espera de um reforjo que devia vir das ^tribus
c'leoas, para operarem juntos urna invaso. O
ministro da guerra recebeu posteriormente urna
carta de Patagones, dizendo que o irmao de Cal-
fucur desmenta a noticia de que as tribus chi-
lenas projedavam invadir o territorio argen-
tino.
Por motivo dos succes festeu-se na pra;a de Buenos Ayres um crise
monetaria. No dia 6 houve urna conferencia entre
o presidente do banco naci mal com o do banco da
provincia, c parece que assentaram nos meios de
nielhorar aquello estad) de cousas.
No dia 6 o general White apresentou ao presi-
dente da repblica Argentina as suas credencia ;s
de ministro plenipotenciario dos Estados-Uni-
do
No Estado Oriental o p >der exeeutivo apresen-
tou s cmaras urna proposla de autorisaeio p..ra
emittir qualro milhoes de pesos em ttulos da di
vida publica, que se denominar emprestiini ex-
traordinario S.' serie. Estes ttulos gozaro de
12"/. de juro- animal a contar de 1 de maio do
corrente anno e 3 / de amorlisacSu aecumula-
tiva.
RIO DK JANEIRO.
Pelo decreto n. 5,278, de 10 do corrente, foi
dada nova organisacao ao quartel-general de ma-
rinha.
Foi expedido o segunte aviso:
a 2.* seccio. -Ministerio dos negocios da justi-
ca. Rio de Janeiro, em 10 de maio de 1873 lllm.
eExm. Sr. 0 3" supplonte dojuiz municipal do
tormo de Pi ranga consulten a V. Exc. que, a vista
do aviso do .*> de marr<) ultiuw, defe dar audien-
cia no*districto especial que lhe foi designado, e
que nao o de sua residencia; e, nste caso,
se tenvmreito gratifleaco di arL 2S, J 13 da lei
n. 2,033 de 20 de setembro de 1871.
S. M. o Imperidor, a cuja presenca levei a so-
bredita consulta com o ofllcio densa presideacia de
31 daquclle mez, sob n. 90, manda declarar a V.
Exc. que, comquanta os suppletes dos juizes mu-,
oolpaes do vam dar audiencia nos distMcto espe-
ciaes qae lU.es forcm dosi^aajos, acgaa4o a dou-
trina ajo citado aviso, uo eslao inhibidos de da-las
em nutro lugar do termo, quaudo ahi re-id i'oin.
por sersjxtensiva a todo elle a cooper.tca 'le taes
supplentes, prjstadi de preferencia nos districtos
espocaes; e que a gr,-.iitio.a.,-o de que tratan
art. i'-', 113 da lei da reforma judici.iria s com-
pete ao supplente n > pleno exercicio das fuiic.'-oes
dejuiz municipal.
Dea i gnard&a V. Exc. Manoel A ntonio Hitar-
te de Azecedfi.Sr. presidente da provincia de Mi-
nas-Geraes.
Lomos no Jornal do Commerco :
t O resultado dos exames extraordinarios na
escola central, foi o segunte :
.4ii/'i primaria dn3' "nno. -Erneslo da Cunha
de Arauio Vianna, approvado smplesmenta com o
grao 2.
a* cadeira do 4' anno (botnica e zoologh).
Zeferiao Jos de Oliveira, approvado plenamente
com o grao 6.
o R;fere o Agricultor da Parihyba do Sul,
de l.'i :
" Ha das cahio sobre esta cidade urna grande
chuva acompaiihada de podras de diversos ta-
manhos. que deviam ter produzilo estragos na
lavoura. A chuva durou seguramente duas ho-
ras. >
Fallecer no dia I i em sua fazenda o com
mendador Joio Correa lavares, sogro do finado
baro de S. Hoque. Era um dos mais autigos fa-
zendeim daquelle municipio.
Communicam-nos:
. Foi celebrado na cidade de Ouro-Preto, com a
presidencia da provincia de Minas-Geraes, pelos
Drs. Jos de Rezende Texeira Guimares e Luir.
Augusto de Oliveira, engeoheiro civil, um contrato
para a conslruc;ao de urna estrada de ferro, com
I xtenso de 20 legoas, entre um ponto da de D.
Pedro II, as immediacoes das verteotes do rio das
Mortes e o Rio Grande, no lugar em que comeca
a sor, na vega vel.
O governo provincial nesse m*smo contrato
garante o juro de 7 /. sobre o capital de......
1,000:000i empregar-se, ou a subvenoo, de
9:0)01 por kilmetro de estrada construida.
a A estrada de ferro ligar-se-ha navegaco a
vapor do Rio Grande, entre o Hibeiro-Vermclho e
a Cachoeira da Bocaina, com um desenvoMmento
de 30 leguas.
Refere a t zeta de Colonia que se acha no-
meado o Sr. Krause, conselheiro de embaixada
em Londres, para o lugar de representante da
Prussia na corle do Brasil.
Em virlude de um teiegraramaexpedido pela
polica da corte foi preso em -Santos |ante-hoiitem
o pardo Felippe, que fugira de casa deeu senhor
Dr. Gusmo Lobo, levando lhe joias no valor de
fcflOOfOOA.
< O esrravo tinha em seu poder a quantia de
100^. Sendo interrogado sobre o destino que d-
ras joias furtadas deelarou que deixara empenha-
do em casa de Fuio Miranda, ra da AKandega,
um alfinete de brilUanles, e que doius aunis Iam-
bem de brilbantes tinham sido por ello entregues
a um pardo, criado do Dr. Mendos de Almeida.
t Proeedendo i9-*ecessaras diligencias a poli-
ca consegnio apprehender todas os objeclos furia-
dos. O pardo, eriado do Dr. Mendes de Almeida,
que a principio negara estar de pos-e daquelles
anneis, mas que. como- mais Urde se leconheceu,
os occulta'ra effectivamente, acha-setambem preso.
Eis as noticias commerciaes da ultima data :
Apresentou boje o nossso mercado de cambio
alguna oscillac-iio e pouca estabilidade as taxas.
l'ela masjj alguns bancos pretendern! .-acar so-
bre Londres a 2o 1/2 d. ; mas tarde, porm, ou-
tros estabeleciidontos enceiaram transaccoes a 2o
5/8 di, proco a que fechoa o mercado. Em papel
da praca pouco se fez a 23 3/4 d. Sobre Fran-
ca passaram-se sommas menos que regulares a
366 e 36 i rs. por franco.
t Continuaram as apolices geraes de 6 por cen-
to a mostrar pouca firmeza de preoos. Os lotes
que se negociaram s obtveram de 1:056i a-----
1.0o8i a dinheiro.
0 mercado conservou -se em apatha, prevale-
cendoxA motivos de que j nos temos oectipado
Regularaiu os seguintes presos : Banco do
Brasil 2o por accao, a dinheiro ; Banco Indus
trial e Mercantil 52i ; Cmpanhia d-- Carris de
Ferro de S. Chrstovo loOi por accao, ex-divi-
denlo.
As vendas effeetuadas no mercado do produc-
tos foram pequeas de caf e de assiicar para con-
sumo.
Sahiram, tainbem para conmino, cerca de
3,000 arrobas de carne secca.
o Fretaram-se dous navio*, sondo om para Lis-
boa ordem, caf, a 25 s., e o outro para o Can 1
ordem, via Santos, caf ou algodo, a 30 s. e 5,
por cento.
A alfandega rendeu de 1 a 16 do corrente
1,913:4131007.
-"ESP1H1TO SANTO.
As ultimas datas recebidas sao : Cachoeira de
Itapemrim II e capital 13 do corrente.
Realsara-se no dia 2 a installacao da sessao ex
traordinaria da assembla provincial.
A mesma assembla noraeara tima cammissio-
composti dos Srs Dr. Misael Nona, tenente-coro-
nel Ribeiro Colho, capitao Barcellos Freir e Ay-
res Towar para felicitar o presidente Dr. Joao To-
me da Silva, pela dedicado cora que tem dirigida
os negocios provinciacs.
, baha.
Os trabalhos da assembla provincial foram
prorogados at 31 do corrente.
Fallecoram : na capital, o antigo negociante
Jos Bernardo de Moura Guerra ; e em Villa No-
va da Raiuha, o Rvra. pareeho da reiuezia^ e vi-
gario geral da comarca ecclesiastica Luiz Cor.eia
Caldas Lima.
O Rvd. JosJgaquim de Brito! legou |arte de
sua fortuna a ama afiliada Manida e criada em
sua casa, de nome Cordiana Mara de Brito, a (pial
fallecen ha 3 annos, solleira e som ascendentes,
deixando em testamsnto livres quatro escravos
qae pessuia, de forma i|ac em monos de 7 annos
essa familia libeilou sem indemhisacao alguma a
27 escravos.
A alfandega rendeu de t a .20 do corrente
196:87! 371.
O c .mbio regulava sobre Londres 25 1/2 a
25 5/S d.
PERNAMBC
cpal do termo da C >nci<;ao do Arnii, o qual, se-
gundo se evidencia desses esrnptos, faz bow* a
macslralura do imperio.
lllm. Sr. ivdaetor. -Os.ib.iixo assigna.kiiLjl
cs|K>ntanea e l'-almente declarar mu- n > dia ti ?
mez prximo lindo de marco o llim. Sr. IV.
loa piiiii Ramos e Silva terminoii o trM qiul
cerno juiz municipal e de orphios eMe l ia, *
(Mir kso reJira-se [isr:i l'ernainlini-u i|' SUS. miiinOS DA COMMISSAO DA ASSEMBLI
LEGISLATIVA NtOTIMCIAL.
Aceito com profundo rocouliecimento o voto de
felicila-;ao, apoio e conlanea que a patritica as-
sembla legislativa provincial, polo vosso illu-tra-
dc orgo, acaba de dirigirme.
E'-me sobremaneira grato vr que a assembla
legislativa, que tanto Isa se desvellado principal-
mente no correr da presente sessao, por dotar a
provincia de melhorameijtos que a hao de impellir
poderosamente na va ascendente do progresso,
nao tenha querido deixar passar desapercebidos
servicos em pequea escala de um administrador
novel, que s pode se recommendar sua estima
e confianca pelo ardente desejo que nutre e pela
vontade firme em que est de acompanha-la nos
seus estmulos de sincero e acrysolado patrio
ismo.
Dar tregoas poliiica, sem todava deixar de
considera-la um ponto de mira ; alargar a es-
phera dentro da qual deve ella gyrar para q ie a
eseolha do merecimento se torne livre e nao obri-
gatoria ; velar sobre a tranquillidade publica e se
guranca individual, fontes primordiaes de todo o
bem social, com a attonco e cuidado que recia-
manf objeeto de lauta magnitiide ; nio tolerar
que a adminstrac-ao da justica se desvie da estra
da recta e larga' que lhe foi tracada para percor-
rer; nao consentir que a rrecada<;ao dos imposto
se convert em fontes de extorsdes e veixames
para o contrihunte, nom de defraud'icao para a
fazenda publica ; procurar as circumstancias
criticas em que se acham as financas da provin-
cia", estabeltccr o mais possivel o equilibrio en (re
a recalti f a despaza, sem descurar de promover
os melaornmentos de utilidade reconhocida e ur-
I gente; olhar com o mximo deevello para a ias-
Lcaos no Diario :
t Acmmde entrar no goso de plena liberdade
mal 7 en'. humano-, duas africanas e cinc fi-
laos, que viriaia na escravido como captivos da
Sra. D. MiqeHoa Mara de Brilo Machado, falleci-
da em casa de sua irrai a Exma. Sra. D. Felicia-
na Maria de Brito Lopes Al ves, no dia II do cor-
rente. Por testamento de mo commum que ella
tiuha feito com seu marido o Sr. Antonio Joaquim
Machado, fallecido ha quatro annos, nio tendo fi-
lhos, haviam-se instituido herdeiro? um do outro,
e libertado seus escravos com condicio de serv
rem ao sobrevivente at sua m .rte. Alm dos se
te que agora Acarara liberto?, hav.am os dous con
juges era sua yida libertado urna outra sua escra-
ra com tres filhos aos quaes trataram sempre des-
voladamente.
< Fados desles nao devem passar desapercibi-
dos : registram-se nao s para estimulo pratica
de oulros, como para prava do progresso das ideas
humanitarias.
A finada D. Miqualina Mara de Brito Macha-
de partencia a urna familia multo ronhecida, e
Ine se tem feito respeitavel por sua unio, actos
e caridade e abnegacao dos bens da fortnua.
< Em 1866 falleceu o irmao mais vclho da fa-
milia, o Rvm. padre Jos Joaquim de Brito, irmao
e cunhado dos nossos amigos e correligionarios
os >n. lA>ocadlo Jos de Bnt e Joo Jos de Sou-
za Meuexes, deixando por testamento livres sois
escravos mocos e robusto, e legando a seus irm m
o usufructo de seus escravos de raenoridada ; le-
gado que importou a ohrigacao -mposta a seus ir.
mios ao acabarnm de criar e eilucar aquella seis
crssjacas, o que os legatarios tora cumprido, arlun-
o-se h'oje os maores adestrados em ofileio> que
es podem garantir sua subsistencia, quando en-
trarem no goso da liberdade, para o quJJ
\m apeaas tres aaaos.
REVISTA DIARIA.
Assembla pro vineial -ILnlem a as-
sembla provincial funccioiiou com 20 ira. depn-
lados.
Approvada a acta da sessao anterior, o Sr. 1."
seereiaro deelarou nao baver expediente :
Ordein do dia.
Foram approvados: em 1" discusso o projecto
n. 72 desle anno, que concede tuna lotera gro-
ja de X. S. da Gloria desta cidade, sendo dispen-
sado o intersticio a requei iuiento do Sr. Joaquim
de Araujo; em nica o de u. 7., que approva t
compromisio da rmaiidade de Santo Antonio do
Bebedouro; em 2" discusso as emendas apresen-
tadas cm 3* ao projecto n. 23 deste anno, que au-
lorisa a reforma das reparti;oes provinciacs; em
1* o de n. 61, que concede um augmento no tem-
po da duiaoo do privilegio da cmpanhia de Be-
lieribe ; em > o de n. 62, que crea duas escolas
de instrucgAo primaria para o sexo eininino, rom
diversas emendas, depon da orarem os >r*. Gei
Cavaleanto e Oliveira Foneoca, c dispensado do in-
tersticio a lequerinieiilo do Sr. Ralis o Silva.
A I hora da larde, o Sr. presidente convidou a
comnisso Borneada a cumprimentar em nome da
assembla o ze-lo, e nao havendo numero para dolberar-se,
com a sabida daquelles senhores, suspenden a ses-
sao at a rolla da mesma commissao.
A 1/2 hora depois volteo a commissao e reuni-
dos novamenle proseguirara os trabalhos.
O Sr. Gomes Prenle, relator da commissao, ob-
tendo a palavra pela ordem.dtclarou que a ooimiiis-
sao havia cumprido a sua ms-iio, leudo a S. Exc. o
Sr. presidente da provincia um discurso, cuja lei-
lura repeli parante assembla, ao qual S. Exc.
agradecen c.ei!eloqueutes palavras, que tambem
foram recitadas pelo mesmo relator assembla.
0 Sr. presidente deelarou que a resposla de S.
Exc. o Sr. pre idete da provincia, tra recebida
com muito especial agrado.
O Sr. Toleiitno de Camino requeieu o foi re-
solvdo que lauto o discurso da com nis-a <. c un >
a resposla do Exm. Sr. presidente da provincia sa-
jara transcriptos na acta.
tamtuuando a 2' dscussao do proiectu do or-
camento provincial, foram apresentadas mais al-
gumas emendas sobre o art 15, e sendo approva-
do o requarniento da adiamanto presentado na
sessao passada, liou a discusso adiada al se-
ren publicadas as referidas emendas no jornal da
casa
Submellido discusso o art. 16. vericou-se
nao baver numero para votar-se, pelo que o Sr.
presidente levantou a sessao, designando para or-
dem do da o segujule: coulinuacio da anteceden-
te, nica discusso dos projectos ns. 51 e71 des-
te anno, 3' dos de us. 5a hirabera deste anuo, 07 e
70 do anno passado.
Gymnasio provincial.Pii" porlaria da
presidencia da provuca, du 23 do correle, foi
nomeado o Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
Santos para regador interino do gimnasio pro-
vincial.
Guanta nacional.-Por portaras da pre-
sidencia da provincia, de 21 do correte :
Foi dispensado do lapso de tempo, para poder
tirar patente dentro do prazo de 45 das, Manoel
Vicenta Ferreira Canuto, nomeado alferes para o
37.* batalhao de infantariagdo municipio de Cim-
bres.
Foi nomeado o guarda Luiz Thenorio de Albu-
querque alferes da I." cmpanhia do 13." esqua
dro de cavallana do niunbipio de Boui. Con-
sollio.
Termo de Floresta. Por portaria da
presidencia da provincia, de 21 do corrente, foi
nomeado Manoel Joaquim de S e Silva 2.
supplente do juiz municipal do tormo de Floresta,
em substituido de Mauocl Salvador da Cruz, que
nao tirou t'lulo nem prestou juramento.
Oriicios de jusliea.-Por aclo da presi
deuca da provincia, de 23 do corrente, foram
nomeados provisoriamente :.
Manoel Leonardo Lins Wanderley, escrivAO
de capellas e residuos do termo de Goyanna
Joajuim Jos Moreira de Aguiar, eserivo
do eral, civel e crime e tabellio publico do ju-
dicial e notas do mesmo termo de Goyanna, c
Jos Antonio da Silva Lemos, 2 tabellio do ju-
dicial e notas, e eserivo do civel, crime e execu-
coas do termo de S. Bento.
Jury. Presentes hontcm 44 juizes de fado,
foi subnietttido a julgamento Thom Jos dos San-
tos, pronunciado no artigo 257 combinado com o
34 do cdigo criminal, que foi absolvid); conti-
nuando, porem, a ser conservado preso por adiar-
se tainb mi pronunciado no artigo 143 combinado
com o 34 do mesmo cdigo criminal.
Telegramina-De Macci nos commun-
cam s 7 horas da noite o seguinte :
No dia 2 do corrente. s 11 horas da ma-
nha, foi interrompido o fio elctrico, daulo-sc as
providencias incontinente para sr reparado o
mal que se espera ficar sanado hoje a qualquor
hora do dia.
Comarca efe Flores.Carta da corte
diz que foi nomeado juiz de direto da comarca de
Flores, nesta provincia, o Sr. Dr. Joaquim Guedes
Correa Gondiii.
Comarca de Nazaretb.Anda carta da
corle diz que foi nomeado juiz de direto da co-
marca de Jazareth, nesta provincia, o Sr. Dr. Luiz
Correa de Queiroc Barros.
Reforma da guarda nacional.-Car-
tas da corte dizem,tambera que a commissao no-
meada para emittir parecer acerca da proposta
do governo, reformando a guarda nacional, ,z ti-
nha organsado esse trabalho ; e sr esta hora pro
vavelmente j o ter apresentado cmara tem-
poraria.
O parecer da commissao foi favoravel proposla,
na qual todava foram feiles ligeiros reparos, que
de nenhum modo lhe alteram o pensamento.
Exercito.Por porlaria do ministerio da
guerra, de 2 do corrente, mandon-se passar pa-
tentes de caples honorarios do exercito aos ex-
capites de voluntarios da patria Antonio Gracindo
de Gusmo Lobo e bacharel Joo Baptista Pinheiro
Corte-Real, e de tenente ao ex-tenente Felippe
Borges Leal.
Diarlo de PernambucoSe chegarem
hoje os vapores inglezes slay i era, da Europa",
distribuiremos amanli nosso numero de segunda-
fcica.
Cidade de Goyanna.Comecou a publi-
carle nessa cidade o jornal Gazeta ie Goyanna,
ue se diz rxilitco^noticioso, iliterario e comraer-
cial. Agradecemos a ryinessa do n. 1
Boa nomeadsv-Trancrevemos para aqu
algumas noticias e oplnides emitlidas pelos jornae?
de Porta-Alegre, acerca do nosso comprovinciano
t A esse digno magistrado danvis-lhe os i
embiras, di'-ojando Ib.' urna pio-pi-ra viasjem.e
nao podemos deixar d" agradee.-r-lhe a maosira
delicada com que sempre no* Iralon cunirt Jad e
nao menos como particular, tanto que soube caaj>
t.ir a symp.it i.; do< habitante d-' < A sua jii-tea foi s'-vera no cunnulsneote
le, n.lo di-liiigiiin n O pobre, a viov e o nrphSA, *'> viran n?i>
exemplos la um vordadi-iro tutor.
Retirase deste municipio sem d i\ai 4>al-
ocios no lugar, apena- nos deixa a raii- iva au
dado, e os seus actos como synopse para osfM
o succrtlerem.
ConceicSo do Arroio. 2 dp abril d W73.
Joo Antonio Tav;iP'-, empr.'gad > publico.
Manoi-I load de Nasconrello-, idem.
Joo Rodrigues Sallazar, criador.
Virgilio Jos R'rnarili-s. idem.
fosa Antonio Ignacio di* Oliveira. tabflliio.
Atinar Henar, iasasetaT da alfandega.
oio Antonio Maripios.
t'am.isio II. de Carvalbo, eserivo e tabello.
Manoel da Tem Osario.
Ezequi'l Francisco fiiimares emprcgaJo pabaSO.
Thoodoro Augiist i Un lilng, agrimensor.
Jos Aataaiu loti-lho, agencia.
Luiz Kli.-s da Silvoira. e MeCir.
Porfirio do Souza Baptista, fa enoViro.
Antonio Homing"- de Obveira Itraz, idem.
Tibor rio Domingues do oliveira Braz.
Maximiano M.iUius do Oliveira.
Zefenno Antonio ile Oliveira, empregado paUtse.
Zeferino Garra da Silva, idem.
Manoel Justino de Araujo
Ju.- Antonio Lessa
Clarmundo fe Souza Lima.
Francisco Canea de Andrade.
igaro Joaquim Ferreira Ramo-
Francisco Neurona.
Ilartln lomen Cavassa.
Jacob Gayar, ourives.
Paulo Granier.
(Do Jornal do Commerrm u. 80;.
Acha-se nesta capital o Sr. Dr. Joo Jisaaim
Ramos e Silva, que acaba de serrecoadasis 00
lugar da juiz municipal e de orph*.* do taimo da
Concei'.o dn Armio
O Sr. Dr. Ram s Silva servio com moto die-
Imcc.ao e imparcialidadc durante o seo piiauir >
qualrieniiio. conquistando as symsoatafos a sra-
ti lio de toda a populaos i do lugar.
n E' por isso que o que ha de mais grado na loca-
lidad, pedio a i i inistro da ju-lira a rceo^ndocefc
do joven e honrado juiz, assigoando atis tarde
una mauileslacio a-, mesmo juiz, que so rcra
para a sua provincia nat^l
Por nnssa parte estimaremos que o ?r. Dr
Ramos e Silva vollc a administrar nstca aa Con-
ceicao d> Arroio, satlsfazendo assim os votos ar-
dentes da populacio.
" (Jornal iln Cumm-'rtin n. 82).
a Achare na ridada o mos e Silva, juiz municipal da Coaeecao do Ar-
roio, e que acaba de seu recos^sjas no asesase
lugar.
O Sr. Dr. Rinius goza com ju-ti-.a dos fosas
de magislraln integro e tem angariado a sympa-
tia geral daquclle municipio, por >eu carcter as-
nesta c distiictas qnalidades asorass,
lA>/ormf a. SI).
Foi rocondu/i lo o Sr Dr. JoSa Jusjaim Ra-
m-.'S o Silva, no rarg" (!' juiz ni'iniriaal da ('oa-
ccic.io do Arroio ; cargo este, que I, s. tan aer-
oiilo com sumiiia dislm^co.
Pelii-itanios os mimoip.-s da Coiicei.ao do Ar-
roio, pola recoiidiii-ci'i do-sr magistrado.
i ll,o Graneen* o. W).
Com vista t rnlnecaa da Sfl*1****1*
da. Mandamos r.uii vista a r-Jarcio da r-
rincia. a rectifictrao assignada pelo Sr. Dr. anar
que de Mac 'd .. o p.ibl cada ao /ormf aV fije
de 22 e no n. 117 desle )iari>. .
Nesta rectificara > ver a redaeco da "roriafoj
a mais formal e positiva confirmarn do aas
sernos I!, com relacao a noticia que a 17 aabu-
cmos sobre os fados de Id do rorrete.
A verdade l-.n tal iii.kto que, dsssatts a*
capas esfrangalh.adas com qn" a qaanss ia
ver. apparece sempre e esmaga com o seo sos*>
aquellos que a perseguem.
O Sr. Dr. Iluarque e o Sr. Dr. Corte-Real nao
sao, nao podem, nem devem ser suspetlos redao -
cao da Produca. Pois liem : o qne disse e Sr.
Dr. Buarque jiMili' a a primoira parte da OSOS
ratilicaco de 19 ; veremos, porm. qne a Prorm-
ca ha-de tergiversar, lal a sua cegueira s ess-
l>erro poltico!
Como qner que saja, porom, a luz vai se produ
zinio; e estamos cortos de que ea ta de afeare-
cor com todo n seu brlho real, J llsne ja
vai acontecen lo, o publico ajuiaOri
Provincia para dizer quem c niimeOSa m amada
illdignidado. '
Par o sul do Imperta Seg. age*
tarde para a Bahia o Rio de Janeiro o **!** *
cez Ville de bahia, tirando mala no corra a t o-
ra da larde.
Vapores esperados. Hoje 0
os ingieres Stiident. I*lay o .V-ot, de Laaoi; S>
27 a 21., o franci-z Said e inid'-z />.
Vapores a sabir.A M o Cnrmtm
Mamanguape ; a 3t, o pojara para O J
atadas, a o Mand'ihn para Aracaj e
Instituto histrico c pat
Amanhi, reunir-se-ha esU soredade,OS OSr'
e lugar do costume. j__^_^.
Ordem do dia. 1/ parto, desonvoMl
these : Que beneficios Irome o hrist
relaco fanrla ? 2.* tarta, di sobre o facto histrico das cruzadas.
Club acadmico.llo|e haveri
traordinaria as o horas da tardo para Wl
negocios mili urgente i. _
Vuluntoriedatlc. -0 criminosa sk sss
Manoel de Carvilho Cavalchnte ttti*****- r*'
sentn-se voliintariainenla pna asraots orna
municipal do termo de Bom lAinsetOo. ^^
Tiro. Na noule de 5 do corrale,
Pantaleo ferio gravemente com unall
Baptista ilo Nascimento. no locar denoalaaapi
rajaico do 2. distrido policUl do leras
Anto, na orrasio em que este tegOSl orno asa
cavallo que lhe havia furtado.
Conilictn.-No dit l.'da al.nl nittsso.
Vi jira do Nascimento e teu prime mrsSai V,
gues da Silva es|iancaram no dislnclo pot
Tuoarat o sargento Pedro Anlvuio

, iQSf.Df.JolJJW

0 Silva, juiz ruum
Vas
por sua vez ferio gravemente com urna panbajada
ao primeiro daquelles o de nome J
o sargento foram presos em flagrante
evadir-so Seralim Domingues.
A auloridade local proceden de
com a lei.
Proclamas.-Foram lidos no dta e*i
na matriz de Santo Antonio:
t danunracio. ___t_ ___
Mantoel Mondes Goncalvcs, cono SfesadsM -
dsBrando. r
Joao da Molla Moolslro, com Marceas* da Ceo-
ce'^aoNerj.
-


QtfXip c Pernambuco SAh\Mo U de Malo de 1873,
8* denunciaco.
Alexandrc Salgado de Araujo, con) Ursulina
Pastora de Araujo.
Alfredo Soares de AaevoUo, coni Maria Leopol-
dina de Almeida Coiroura.
Tenente Gelasio iemtlo Alves de Araujo, coni
Filomena Senadora Xavtfr da Foneeca.
Antonio Lua de Carvalho Mediros, com Ida-
lina Alexandrina ; Santiago- Eerreira.
Jjfanoe) fojnnim dos Santos, com Joanna Goij-
-Ivs da Silva.
Francisco Carlos da Silva Fragoso, com Ama-
lia dn Silva Lima.
dentaciaedo.
Joao Autooio Vellos, com Thereza Julia Cuuti-
tiuho. .'"-!
Joao Ferreia u> Silva, com Engoma Candida
da Trindade.
Antonio. Sampai do N'aseimento, com Maria da
Natividadc Assis (ornes.
Al reres Mauocl Ignacio do Jess, com Anna
Auiceta de Castro e Silva
Alferes Jos Elisiario dos Santos, com Luiza Eu-
dociaJteplieda. _.
Joo Vctor Fian .-so da Gnu, com Epiphania
Gomes Perraz.
Lotera. -A que se acha a venda a 52*, a
beneficio da ipteja do Amparo de Goyanna, a qual
corre no_dia 30.
Lellao.Hojc, as 11 horas, effectua o agen le
Pinto o leiliio dos movis existentes no armazem
da ra do Bom lesus n. 6, sendo que tudo ser
vendido socorrer do martello.
A Wiwa da tarde vender- o mesmo agente a
-fiarte do sitio da Porta d'Agua, contorme est an
Munciado. sondo que dito leil.io deye ter lugar no
mesmo arma-eni n. 6 da ra do Rom Jess.
Passffcirs.-Viudos dos portos do sul,
uo vapor Cruzeiro to Sul:
Alfredo Brando, alferes F. da A nnunoiacao
Firmo, eapitao de mar e guerra Joaquin Jos "da
Silva, alteros Joaf|tiim G. de Mello Filho, Targino
Madoira, Antonio da Assnmpcao Borges, Fran-
cisco .Ferreira Monteiro, Liber'o Jos de Souaa,
B. Esmaty, Antonio Aprigio, j' africanos libertes,
43 piaras do exerolo, t desertor, i praras de po
lima, Diogem-s V. Cabral, Dr. Mauoe' Joaquim
Montenegro.
Vlndos des portos do sul, no vapor inglez
Cordillera :
James Barvy, -Frcderieo S. Pater, e Antonio V.
da SiWa Barroca.
Saludos pura a Europa no mesmo vapor
Manoel de l-Cates Gomes, Manuel Jos Pereira
da Cunta, Manoel Jos Maria (lomes Pereira, sua
senhora e urna lillia menor, Antonio Jos dos San-
tos, Joao Ffancisco, Ponciano Luiz, Etnmanuel
CanUt Antonio Cavalcanti Martins Marques, An
tumo* Goncalvcs e sua sciihora, l>. Jayinc Julio,
liento Q-d\trr<>-, 'ade Goiscppe Virgif, Doinin
gos B. Beiro de Almeida.
Casa ile Jet*n*fto. Movimento do di*
tt de maio de 1873 :
Exisiiam presos :>.', entrarain fi, sahiram 6,
existan '!'> .
A saber :
Nactoaaes 2:l>, mnllieres 10, estrangeiros :if>
-scravos 52, escravas 10.Total 3".
Alimentados acus'a dos cofres pblicos 283.
CeiHtfri [titlitit'o.-Obituario do da l'J
d corante :
Mari;, blanca, Pernambuco. G dias, Santo An
ionio.; entero-col i te.
Luir, pardo, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista ;
eolito.
Mana dos razeres, preta, Pernambuco, 19 i
uos, saltara, S. Jos : pblisica.
Josefa, eerrava, prcla, Pernambuco, 10 annos,
Boa-Vista ; indecardite.
Tlwin, scravo, pieln, Pernambuco, 30 annos,
it-'Jtciro, Ba-Vista ; congestao pulmonar.
Cosme Diiniai, preto, l'enianibnco, (o anuos,
casado. Ba-Vista, hospital Pedro II ; cancro no
.-! miago.
Fumino Ferrcira Uchda, pardo, rarahyba, 41
anuos, solteiro, fi-Vista, hospital Pedro l; aneu-
risHu.
Pedro de Medeiros Cabral, preto, Pernambuco,
75 anuos, rasado, Graca ; diarruea.
Antonio, branco, Pernambuco, i da's, Graca ;
oavulses.
Maria Gerlrudes de Mello Albuquerquc, branca,
Pernambuco, 80 annos, solteira, Grane : tosse
lirouiea.
0 -
Fclizarda, preta, frica, 80 annos, solteira, Boa-
Vista, hospital Pedro 11 ; apoplexia cerebral.
Baievjw Alves de Aqnino, pardo. Pernambuco,
i' anuos, vulto, Boa-Vista, hospital Pedro II; tu-
brculos iiuhininaivs.
Fr:iucisca Maria da Conceicao, preta, ignorase
sua naturalidade, annos, viuva, Santo Antonio;
febre perniciosa.
Vicencia Maria da Conceicao, Alagdas, 38 annos,
- >fi-ira, S. Jos : varilas,
Fclisbcrto Nicolao di Silva, pardo. Baha, 20 afi-
u >s. solteiro, S. os ; ebra typhoide.
Celina, parda, Pornantbuco, 7 mezes, S. Jos ;
eatairno uocanie.
losalina Epifana BanJeira do Mello,parda igno-
i'a-se a naturalidade, .'0 anuos, casada, Sudo An-
tonio ; ataque cerebral.
Jos, pardo, Pernambuco, 7 das, Ba-Vista
convalides.
Elias Antonio dt) Carmo, preto, Pernambuco, iO
annos, soltjiro, S. Jos ; lesou cardiaca.
t/ntwyn ^ dgp^ajHM|
secretaria.
i .lmpregadoii 3:802/500
Expediento ."G2
JlMPConaria. Conced si
losllotivospara sna anitaiS MP* *s. Onde
--it'.-ii-tf.ff-
Advncacia e procurador*.
2 Advogado no Ite-
cife e em Olinda
Solicitadores no Bcci-
e o era Olinda
Procurador no Be-
c-ife 2 1/2 por cunto
Dito em Olinda 10
por cento
Arrecadaeao
cial
Despejas judic'acs
'i:3G-000
judi-
4O)#O0O
iOOlOOO
1:060*000
392*000
SlXUO 0
1:000*000.
i \\w
es (fabril
o gatewm
tmpitul Pedro II.
3 Culto divino 1:200*000
Emprcgados e ser-
ventes 11:1)25*900
Diversas despezas 45:000** 00
Hospital dos lazaras.
4 Culto divino SOOiOOO
Empregados c ser-
ventes 2:344*000
Diversas despezas 8:600*000
Casa dos expostos.
.'> Culto divino 1:200*000
Empregados ser-
ventes 9:274*000
Diversas despszas Ili:()OO*0O0
Auspicio de alienados.
fi Cuho divino 600*000
Empregados e ser-
ventes 4:772000
Diversas despezas I2:00;)*(09
Divida passiva liquidada.
Diversos credares
Diversas despezas.
2:572*000
24:814*0 0
i:7fio*ooo
2:816*0(0
63*600
400*600
8 Servido religioso
Obras
Encargos pos
Respeza especial
Foros
Despeza eventual
32:425*000
154:640*000
fm<;.\MEXTO DA RKCKIT.V E BKSPEZA. DO PA-
TRIMONIO OS OKPUAOS TAFIA O ANXO ECO-
NMICO DK 1873
Iteceita oreada
Despeza
1871
76:310*009
76:310*009
Titulas da neeita.
1 Benda de [.redios 08:822*349
48>*000
239*391
2 Foros
3 Ladennos
4 Donativos e legados
5 Iteposieoes e resti-
tuicoes'
(i Mensalidades de
peBsionistas
7 Venda de utensilios
8 Divida activa
1:743*333
365*000
3:676*800
804000
903*136
76:310*001
Empregalos
Expediente
Adcocacio i
Advogado
Solicitador
.A r.eealacao judicial
Prociiiador,commis-
so de 2 I|.i por c.
Despezas judiciaes
.V ilareza da despeza.
Secretaria.
3:802*300
.)0250J
4:303*000
I (curadora.
200*000
130*000
120*000
1:900*000
1:000*000
Collegio dos orphaos.
Empregados e sr-
venles 10:368*0 O
Culto divino 400*000
Diversas despezas 16:690*000 27:368*000
Coltegio dut orphaas.
Empregados e ser-
ventes
Servico religioso
Culto divino
Diversas despezas
3:961*000
1:000*000
COOiOlK)
24:000*003
Divida passiva liqui-
dada
Dicirsai, despezas.
Diarias de 1 ex-con-
Santa Casa de Misericordia
do Rccie.
orcammftq da kobita k despeza dos esta-
iii;!.!t.imi:ntos.de garidade para o anno
econmico de 1873 a 1874.
Receita.
Patrimonio dos estabelelecimentos
de caridade
Patrimonio da exmela misericor-
dia de Olinda
Legados pios
Enfennaria de mendigos no hos-
pital Pedro II _
122:2805000
4:963*000
3:047*010
Despeza.
Secretaria 4:363*020
Advocada c procu-
radoria 3:432*000
Eslabelecimontos di
caridade 113:413*030
Divida passiva li-
quidada 983*000
Diversas despezas 32:425*000
I) licit*
Ttulos das rendas.
i Sulivenrao provine.al
2 Subsidio dos vnhos
3 Imposto do nieia ancoragem
'i Renda de predios no Itecife
3 Foros
G Laiidemios
7 Producto de loleiias
8 Fazeoda Carnauba
9 Trataraento no h: snital Pe-
dro II
10 dem das praras do corpo de
polica
Jl dem no hospicio dos alie-
nados
ti Hepo-ieo,>s e restituicoos
13 Donativos, legad ejoias
14 Premio de capitaes
15 A|iprehensao de gado sumo
e cabrum
16 Divida activa
Ttulos das reliaos da extinda
misericordia de Olinda.
17 Beoda do pre-
4:3441000
134:640*000
gregado
Obras
Despeza especial
Despeza eventual
584*000
9:016*409
1:G00000
400*000
or.CAME.YrO DA UECEITA E DESPEZA DO ASY-
LO DE MENHICIDADE PAHA O.ANNO ECON-
MICO DE 1873 1874.
Receita oreada
Despeza
. i'ac'I^^H
b-v.ir a a#>ja _*>. "
Petmm ^fws?
dccidil ;: ^ ^ **>ila
gootof.'i o.im'WP*^ *"W*do parte nesto nc-
.DQk tjeixoii que livremen te se reuns*
^ft^B nw^aWam repte mentar eeaira o
IS.
.. rfrjidflTi-s 4k!r&in ttTWtnente.
AtcnciaranrlM*tiH'iib asgnatora.
)a t iv-rt voTenhirain o tenaram as reprmenta*
fes ivre'siden4a. Esta ffe-thcs canuid, fax
ssm ajienas IrtSlnezos e mole !
Em mn ioforio melindrosn 'orno este, *i' de
s:432*009 espanta;' i|ue l*le paiz 9>)l>e Wao se faz moro-
samente. itdes-a uuestao/Ao tenha lie solucio
dcfiniOva W- X\^F
Dentis, onde a lei que marque > praso da de-
oisio r nM y\ e\ i y '
Ondr; os indicios que jusiifi^aeni a'hnnadeaom
7:823*W0 c a sRppeita r.s que o gveruo nao "decida eSSe "nc-
^jocto
fuereis a verdade ? preseutisleis. que a decisio
seria dada em \tt0ft, ..e para nao perMrsseis
esse movel de agitaco, promovestes a desordem.
porquo ogo*:rno actual vi realisando a pul lo (jue
lt:f44*0OO ^>or fofo orgttlho cii'endeis \s gmente de vossa
competencia... discutir !
0 que se den com as representafoes, deu-se
com os recursos das rmandades.
Intimada- para expulsaran os macons, respon
diaiu negativamente com os compromissos: iuter-
* dictas ms u menos,' inteipozeram recursos.
A presidencia recebeu mu desses recursos^ qne
pende de decisao do poder eompetcme.
Onde esl pois o facto do parcialidade mirr do
guverno geral, quer di d\ provincia neste negocio 1
Para nao haver dnvida o presdeme actiia* tra-
' tando da questao' religiosa em sna talla a assem-
bla provincial disso qual seria o sen proceder,
que nessa questao manter-sehia neutral, como
^ convem quo so mantenha a atiicrdadc que nao
representa a tiirltulenria ou o capricho, mas a or-
dem social, qne nao deve ouvir as pakoes e sim
a lei (
Mas isso o quo nao convin^a aos agitadores,
era-Ibes a todo transe preciso a desordem. e fise-
ranina !
E como ? deslealmente I
,X-
Assegurase- quer-se aiwnas ular nm toslemu-
nho d'apreci), llavora toda ordem, tudo correr
be mi O cumpriinentado isso dizia.
ATrenMio convocada para um ponto, esm vez
de nina eommissao toda a columna (|ue marcha,
eom generaos frente, porta machados em segui-
da, pracas em pelotoes, e curiosos em multido.
Fazetn-si as fallas, e de sbito os vndalos fin-
ge 'u desaccordo e em quanto osqai teni de repre-
sentar o papel'de pacificadores entretcm os curio-
sos, coirein os primeiros a fazerem os uctos de ci-
vismo que narramos.
Houve em tu Jo i*so proceder civalheiro .leal 1
Os bomens de bein pie nos respondam !
Chegnu a vez de oulra accusarAo.
O culpado foi o go-erno por ter sido inerte I di-'
zem os do manifest. .
J dmmaa a sc.iuranca dada, as pessoas que
tomaram parte na renmao, e lim della, o exemplo
d s anteriores devia conenrrer |ia a erenga que
neftti occasiao nao havia a receiar o que se deu.
Es ava ainila por saber-sc quetias classes supe-
riores havia menos nnralidade, menos ordem que
na- mais inferiores.
Ainda se nao tinha a cerleza de que a desordem
e o cridM eram necessarios para dar vida e movi-
mento a um partido.
Entretanto a presidencia nao se desemdou I
l'm bataHio leve ordem para acudir de promp-
to qual'pier ponto onde a -ierra publica fosse ne-
c.jssaria.
As autoridades policiaes por lei e.omutitentes
para velaieni i ordem e seguranca publica, foi
rccoinmendada toda a vigdaiieia.
O delegado de polica esta va presente na
renmao.
Quo mais poda fazer a presidencia Mandar a
priori guardar o collegio dos je do hispo f a imprensa da Unido ? etc.
Seria fazer una injuria nioralidade do povo.
O que diria o eslrangeiro se visse, por occasiao
de um ajuntam'nto de pesseas gradas, sem razo
previa, guardarse este ou aquella ponto ? O que
nao diria a opposicao vondo tal ?
Ploelaniaiia que a auUuilade era jesuta, que
injuriava o povo, que quera fazer ostentacao de
forea, que quera coaivtar ou Impedir a reuniao,
que olfi nlia os bros pernambuoanos, que desalia-
va mn partido em suas demonstracoes !
A grita seria unisona, e a msica cxeculada em
todas as claves I
O governo, porm, providenciou sem ostentcao,
confiou as palavras, no carcter dos indivi-
duos, nao pensou <|uo um testemunbo d> amisade
e de coneligionalidade podesse servir de capa
surpreza ou emboscada, no poda pensar que o
heroico povo pernanibucano, que o povo d seuti-
mentos nobles e generosos, (uiiiesse jmal ver o
sen iiiiiiie manchado com o epitlieta de assa'ssino
e de incendiario, e por isso acensado de Ur sido
inerte I
\quelle que se quera honrar diz : reconheco a
3:370*000
211:360*000
40J600
11:6 0*4''9
76:310*009
96:240*000
90:240*000
Ttulos da receita.
Subvencao da lliesou-
raria provinci a 1
proveniente do im-
posto addicional de
3 por cento
dem da mesma tbe-
sonraria para a
construccao do no-
vo asylo
Donativo do com-
mendador Antonio
Valenlim da Silva
Barroca
Xcsse e'd'ontros pontos falhou o plap pr,,n
para nova occasiao.
K-.-,a i.ccasiao devia ter lugar a Kdfa correnle
E senof vejamos!
_____ Timn.
jtreuniito po<,!*,. lle 14 j
M -.nenie.
TejMBlunha o-:cular dg fados' -corridos no
daBdo correntu, porcmasiao da feli5ittao po-
pua j rVi *** Sr' ^ **> "mit0 di15no de5
da 8e de Olhida, e rededor do gymnasio pernam-
bucano, como fcrasileiro, e como pai de fatnilia,
que somos, temos o direito de manifestar com
toda a franipMp e liberdade a nossa opiniao acer-
ca desses lanwataveis sucotssos.
E' o quo vamos fazer em poucas palavras.
Mada diremos sobre a (tata travada entre o Sr.
bispo e a fflacoriaria desUa diocesc. Oiitros, muito
mais competentes do que nos pelo saber e illus-
tracao, ja teem tratado de lo melindrosa questao
eom o tino c cireumcpecrlo, que ella requer. O
que lamentamos somente que o nosso governo
de accordo com a santa se, ja nao tenha posto
una paradeiro a semelhante estado de cousas.
O nosso lim e mitro. Armareremos em publi-
co para lavrarmos um protesto, mas s pelo inau-
dito altentado commettido contra a liberdade de
imprenta, quebrando-sc e incendiando-se urna ty-
pographia, que funecionava com todas as garan-
tas da lei, como tembem pelo modo criminoso
indigno e violento, porque foram enx'otados do
collegio de S. Francisco Xavier os fllhos de mui-
tos dignos patricios noss'is, praticando-se maio-
res desatinos contra a pessoa e propriedades de es-
trangeiros inermes c noffensivos.
Gusta realmente a acreditar-se que fossem al-
guns dos proprios redactores de jornae-, que se
puWicam nesta cidade, aquellos que se dizem os
verdadeiros apostlos da liberdade da imprensa,
que d'elra usam e abusam, como bem Mies parece,
os mesmos que se p izcssem frente do grupo dos
demolidores e in'endiarios das mas da Aurora e
do Hospicio 1.
Se nao corinecessemos a forra do enthusiasmo,
com que defendis a vosa dontrina e ps vossas
ideas, diriamos que impeflki-vos somente motivo
ignobil e reprovado contra os vossos adversa-
rios.
Proclamai-vos os defensores natos das nossas
liberdades, os sustentaeul s da imprensa do nos-
so paiz, os propagadores do cnsino livre, e no
mesmo dia, e mesma hora, queimais a nica
typograpbia, que vos era adversa, dcmolis um col-
legio do educafao da infancia, e enxotaes delle a
pedradas e a cacetadas os mestres e os disc-
pulos I I
Boa liberdade do imprensa !
ptima liberdade de ensino !
Quedis convencer-nos, a nos, que tinhamos
confiado a cdiieacSo dos nasos filhos aos padres
jesutas, de qne eslavamos em erro, d! (pie a edu-
cagao, por eltcs dada, era fal*a, ante-religiosa, e
ante-liberal ? Era com a discussao seria e cal-
manante dos factos, por meio da imprensa li-
vre e di sapaixonada, que devieis convencer-nos
do nosso erro.
O collegio de S. Francisco Xavier estere sem-
pre aberio a todos quanlos o quizesiem visitar.
Nem o seu rgimen interno, nem o sen methodo
de ensino, nem os scus livros, nem os scus esta-
tutos fo.'am jamis oceult i- a quem os quizesse
ver e examinar.
De todos os collegios, que aqui temos visto,
montados para a educacao da mocidade, foi o que
nos pareceu nielhor comprchender c desempe
nhar a su i dilBcl misso. Nao fazemos injnria
aos dignos directores de rnoitos outros colleftios,
que por ahi ha. Acreditamos iue muitos delles,
ou quosi todos, teem os inelbores desejos de acer-
tar, a fazem os matares esfbrcos para bem des-
empenli irem os seus deveres. Mas, ou porque
nao disponbain clles de grandes recursos, ou por-
que se deixem levar pelas condescendencias por-
inittidas pelos nossos usos e costante, ou, (inal-
iii nte, porque Ibes falten) o tino, e as dualidades
emendaos a um bom e verdadeiro instituidor, o
curto que, no nosso fraco modo e entender,
ncnlium delles mante:n o seu collegio na mesma
ordem, asseio, regularidade disciplina, que todos
observan no dos padres jesutas
Mas, dzeis v, que to* julgais os exclusivos
zeladores das nossas liberdades, sao esses padres
os qne aconselham o nosso bispo a se afastar dos
seus de veres.
Admittindo-se que assiiti soja, tiraes (leste mo-
do toda a resuonsabilidade do nosso bispo, como
se fosse elle um automato, incapaz do pensar por
si, para da-la aos dignos padres, que nenhum em ^
|irego publico exercem !
E em vez de travardes lula nobre c leal, pela
imprensa e pela tribuna, esgotand i lodos os nietas
legaees contra o que chamis abusos da igrjea,
lancai-vis ce-gos e desatinados contra nieia du/.i
padres traeos, mbelles, c at dosntes Em
m.is quo so retirara A convhe (ie um Tos
oradores da rcuiao.
Esta quo a verJaiH; c d'isto bem
sea pezar talvcs, veiodar tosteaiunho o Sr.
r. Buarquo do Macedo, roferindo o que
ouvira ao Sr. Dr. Corte Real, que naopode
ser suspeito redaccao da Provincia, cujas
iras, dignas de lastima, cahiram sobre a
redacto do Diario, por lor dito a ver-
dade !
E' ssim, pois, que, com o proprio tos-
temunho dos sous amigos e adeptos, vio
sendo o ho de ser confundidos os calum-
nia lores da Provincia, que nao trepidan
em faltar sua missiio, oceupando-se so-
mente em vomitar quanta billis se conten
no seu nauseabundo estomago !
O Diario est, pois, plena e satisfactoria-
mente justificado na primeva parlo da sita
rectificaro; e, cortamente no correr da
discussao, ha de ser justificado quanto A
I segunda parte, em que a verdade o somente
olla influio para que fosse feita.
O publico sensato e intolligento avalieem
consequencia quaes sao os indignosse os
redactores do Diario, quo fallaram a ver-
dade, ou se os da Provincia, que se aTasta-
ram d'elia !
Pnor.iON.
96:2';05(00
yatureza
134:640*000
20:000*000
:W:00O00O
21:531*000
31:893*000
1:093*0!'0
33*003
3:733*000
148*000
4:706*000
6.341*0*0
2:138*0^0
730*000
9:837*000
960*000
Secretaria
Culto divino
Director
Capelln
Medico
Amanuense
Mordomo
Portciro
Serventes
Gneros alimenticios,
fazenda, calcado,
lavagem de roupa,
utensilios, etc.
Obras do novo edi-
ficio
da despeza.
2:910*000
400*000
2:00'*000
6O050IKI
1:000*000
700*000
00*000
et'Oiooo
4:8005000
13:810*000
22:430*000
GO:060i090
96:2403000
if.-w-ue!'-a=jKcit** Vi '
s
s
243*000
2:814* 00
122:23C;0;0
Uos 3:254*001
13 Fas 19 Laudcmios 236*000
83*000
2J Premio de capi-
taes 7II50.T0
21 Divida, activa 679*000
<>.*< acuiitccictictiioM das lias
c fltt do correute.
VII
Ttulos das radas dos legados
2>Do padra Joao
deDeosdaCo^ta 867*000
23 De Joaquim da
Silva topes 2:1800r0
4:903*000
3:047/000
Titulos.das rendas da enfermara de
mendigos no h spital Pedro II.
24 Juros do capital
subscripto 3:696*000
23 Dividendo de ac-
coes da orapauaia de
fieborib.. 618*000
4:344*000
134:640*000
Qual o proceder da opposicao a taes rospoitos %
No primeiro momento o directorio, em lettraH
bem lesiyeis, nepeWo toda responsabilidade, lava
como Pilatos as m:\os o diz urbs el orbs nao foi
obra nossa I
' a mesma historia da rniio quo doixa cahir o
instrumento, alm dc*quc s elle crrogue com a
cuba Dcsta vez porm o instrumento revoltn*
se, e cbri.ou a mao a niostrar-se com ello t ao
Brasil
Que importa a incoherencia : nao a primaira!
Que importa o erro potinco ? E" s una prova
solemne de mais!
Era preciso una desculpaj era necessario urna
saluda, ei las.
Lancar ao povo os aconteeimentos.
Pazer delles responsavel o governo.
VIII
Nao fomos nos, dizem, mas o povo quem fez es-
ses actos de civismo n'um momento de exctalo.
Bem! Qiie-n o povo ? Todos nos.
Vj dizeis que o governo protege os jesutas,
logo nao foram os que spjjUAm ,o governo, que l-
zerarn taes desatino/. Se nao'/orara estes, quem
o sera ?
\ os I E para nao haver duvida eis a parte dos
que lizeram o servico, yue.vem annoxa ao vosso
manifest Eis vossa eonfissao ao Brasil!
Sua alma, sua. palma.
E' urna gloria como umitas deateiundo 1
Couoedamos porm que nao MiriUs nos e peni
vos, o povo : que, como sorratramente j se faz'
comjr, sao esses'ralharcs de estrangeiros que fal-
lando :.com->ns a mesma linua, euchem o cora,
' mercio, como diz nma de VossaS Ibjhas o sustemtam
inconveniencia da demonstruriio, HSI naoposso
imped tu. asegura que nao se pruticaram des-
ordent, que as ntencSes sita boas : o contrario se
[.pralica, e acensado de inerte aquelle que nao
|uiz dar privas (hanifestas de desconlianca !
3t.000*000 ,-l" fIuc gente estamos, meu Deus "
Pobre Pernambuco Acabou-sc a raca dos teus
nobres fllhos cavalheros pelos feitos e pelas pa-
lavras! A raca de boje, nem se quer herdoii
00:000*030 ""la gofa de sangue esse negro Agostnho dos
Henriques, que com seu nobre batalhao impeli
O saque do aecHe !... E* ultima gotla derra-
I ano-a Nunes Machado, morrendo conipromettido
240*000 Pla honra e pola palavra I
Por pie se doram esses factos ? Vejamos.
XI.
Vimos quaes as providencias da presidencia;
por sua observancia respondam os executadores.
O que, porm, se evidencia, que os aconteei-
mentos foram instantneos e rpidos. A polica
ignora va o plano, que foi executado com deligen
cia.
Ainda a columna eslava em frente-do gymnasio
e j os enesrregados do servics tinham ebegado
seu deslino I Geni ou mais forcam a iraca porta,
irrompem destruindo aeceleradamenlc quanto po-
dem, ferem, espancam a saliem ; foi negocio de
instantes! Mais cousas houvessem e mais seriara
destruidas I
E' a avaianche que n'um instante tudo arraza,
um tufo quo n'um momento tudo destroe !
O .grosso da pbalaugc oceupava a attencao da
polica; quaudo a guarda avanzada j tocava em
retirada depois de haver cumplido o seu dever.
Quando a polica avisada cliegou ao lugar ape-
nas achou victimas e destrozos 1 Foi obra de um
momento, porque os operarios do mal sao sempre
rpidos'
Quando a auloridade e a torca publica aecudi-
ram, j as mvc de rapia tiu am lenvanlado o
vo, deixandq apenas sangue e estragos !
Xll
Surpreheudida a antori lade policial supfjqz ao
principio quo nao houvesse plano, que depois dos
ro os dea,reco por palavras, se tive-sem conten-
tado com essa demonstracao por obra : que no
fossem adiantc!
Ontra cousa, poim, eslava concertado : a nova
empieza re.hsou-sel
Em rpido vo o bando se dirige typographa,
o mal alii chega, com a mesma rapidez executaa
segunda obra I
E' destruida a typographa, que por maos libe-
raes quemada em auto de f !
. Mal sabias, Guthemberg, que leu invento que
tem sorvilo para o progresso da humanidade,
para as conquistas da liberdade e d civilisacao
podesse ser condemnado ao fogo por aquellos quo
se dizem liberaes : mas liberaos que leniein a dis-
cussa liberaes que querem torear as conviccoes,
e que fazem autos d te da imprensa em nome da
liberdade Isto em pleno seculo XIX, nest i-terra
americana, n'uma cidade que quer ter foros de
ciilisada.! E ha um partido qne se responsabi-
isa.p r taes lados Ha individuos q;:e conside-
ran! um afilo digno de locor, urna prova de
civismo t*s attentados! I E' para Jescrer do fu-
tUFO 1 '
XIII
Entretanto dizem, por(juo .i aptodadc no
vez de eombatterdes os seus principios, as suas
dea, eom as nobres armas da intcitigenci e do
raciocinio, eom o ccele, eam a pedrada c com
a fogueira, que queris dicidir a grande pugna !
Julgacs matar o jesuitismo, injuriando maltra-
tando e cxpellindo do nosso paiz qnatTO, ou seis
jesutas I Enganaivos.
A historia, dessa admiravel ordem, diz um
sabio esc iplor, a narraco de una longa per-
segmeo ; mas na sua perseguico mesmo ella
invencivel; quanto mais a ferem, mais ella se
torna popular ; quanto mais o odio contra ella,
mais ella se fortalece.
Acabasles com o collegio, que Imitamos livre-
monle eseolbido para a ediicacao dos nossos fi-
lhos. Levasres avante o vosso criminoso intento.
Besta-vqs a gloria de terdes sido os autores dos
actos i,io vergonliosos para a nossa civilisacao I
E nos, pela nossa parle, cumpnndo um sagra-
do dever de cidadao, e de pai, temos assim larra*
do o mais solemne protesto contra semelhantes ac-
tos de selvageria e barbaridade.
Nao dos-jesutas, nem do nosso bispo que a
sociedade pernambucana tem que temer actual-
mente. J nos fms do seculo .YIX, n'um pai'. li-
vre, como o nesso, nao podemos admit ir que vol-
vamos nos horrorosos lempos da inqnisicao c do
fanalism >.
So outros os inimigos, que boje nos hatem
porta. Contra ellos que devenios voltar as nos-
sas armas. Sao os demolidores, os petrolciros,
e os incendiarios modernos, que presentemente
nos assustam e amcaram.
E'. finalmente, a desordenada .'.mbicSo de cer-
(05 mocos, vidos de gloria e de rome, qne vem
augmentar Os elementos de desordem e disso!u-
Novos Erostratos, elles nao toniem ser sepulta-
dos debaixo da- minas do nosso edificio social.
14
comanlo que d'alii lhes resulte afguma celebri-
dade I #
Becife, 19 de maio de 1873.
Um pnt de familia.
Os ncoiitccinieutos.
Sob o titulo de Rectificacao, e na parte
reservada s publicac.Oes solicitadas, appa-
receu aute-hontem no Jornal do Reci/'e, e
hontem no Diario de Pernambuco, urna
A Provincia.
O orgo do directorio liberal, ou antes dos ho-
mens do petrleo c do ardite, vcio furibundo em
on.^71 I
Nao quiz licar atraz do manifest, na lirenca da
lingnagem e no arrojo da mentira. Querem as-
sim fazer fortuna os uovissimospetroteases !...
Em balde, porm, se extorca para inuocenlar o
lim da reuniao do dia 16, e beatificar os seus au-
tores. "
O testemunbo dos Srs. Drs. Jos Mariano c
Corle-Real, basta contra a legilimldade de seme-
lhante reuniao : sao esses senbores quem, em
sua queixa ao directorio, se exprime assint
t... afim de pcdir-lhe (a S. Exc. o Sr. presiden-
te) que em vista do movimento popular, se dclibc-
rasse a empregar mcios para por fra dcsta cida-
de os jesutas, causa patente do descontentamento
do povj.t
Pode ser considerada legtima a reuniao popu-
lar, que tem por lim una tal exigencia ? qne pro-
poe se a obter da auloridade a pratica de um acto
violento, iujusto o iniquo ?
Deste mod) at onde podem levar os liberaos
de Pernambuco, o direito de rcumao ?
Consentisse a auloridade em receber una inti-
mado de expulsa dos jesutas, anianba outra
reuniao viria impor a retirada do Exin. bispo, e
mais larde lalvez a do proprio presidente.
No sjstcma representativo, certo, o governo
recebe a vonlado e a in.-pirarao da opiniao ; mas
mo serve' nem olirdece as ispiracocs e vontades
dos ajuntamentos populares.
Se s turbas fosse licito dar a lei a auloridade,
esta seria apenas nm agente da anarchu e nao
um poder constituido para aquilatar a juslca e o
direito de cada um.
Mcdit-mi bem os senbores do directorio, as tlieo-
rias que estao semeando, para que mais tarde nao
sejam victimas dolas.
E' falso c inconsistente o terreno cm (ne assen-
laram as suas tendas de guerra : nao lia motivo
para tanla grita.
A' auloridade nao nrommodavam as reunies
pacificas : nellas oonsentio por duas vezes, e ain-
da nma terceira. A frente desta eslavara os mem-
bros mais im loriantes do partido liberal, c dizia-
se ter por nico lim una ovacao ao deao Faria,
grado na poltica liberal e eniprrgado do go-
verno.
Esla circnmslancia c-pecial, devera tranquilli-
sar a autoridale, c crear-jlie a esperanca de. que a
reuniao seria, como as outras, de carcter parifi-
co. O Sr. deao, por todos os motivos, o at pelo
seu estado clerical, nao podia deixar de ser consi-
derado um elemento garantidor da ordem e do so-
reg de tal reuniao ; mas os factos vieram provar
que a espectativa da auloridade nao foi satisfeila.
O vandalismo foi o epilogo da ovacao.
Clino'.i depois a Provincia que a auloridade foi
imprevidente, e que a torca publica appareceu
larde !
Ora, se a auloridade pozesse a torca cm movi-
mento, e a flzesse sahir, antes de haverem factos
dignos de punico e represad ; gritariam corta-
mente 03pais da patria -amoacam o pov, pro-
v .cam conflictos. Como confiou no eonecita e poai-
cao dos chefes do partido liberal, e nao lermais do
que tomar as caulellas indispensaveis, sem fazer
oslenlaco de torea gritaa (arca publica s ap-
pareceu para ser tesleinunba nipassitel dos acon-
teeimentos !
Se os factos nao tivessem acontecido rpidos c
quasi que de improviso, e a torca chega.-se a tem-
po de peder ser empregada, nao baja duvida, o
manifest do dia 18 seria publicado no dia 15, e
com cores lalvez ainda mais carrejadas.
Os peirotcuses nao ptuderiam o ensejo de clamar
contra o acto legitimo da autoridado, para se in-
culcaren! amigos do povo, clles que teem sido os
seus carrascos.
Por tanto, continuem os liberdaderos do direc-
torio a aofrntar o sentimrnti publico, que nao te-
rao echo na provincia nem no paiz. O estado fe-
bril e de delirio em que se aedam, nao escapar a
ninguem.

P. S.Manda a justica que se declare o se-
guinte :
Entre os fabricitantes da liberdade, nao soja con-
tado o hacharel capito Corte-Beal. E' um joven
inevidente, e tanto que, apear da certeza que ti-
nha de sera reuniao do dia 16 de carcter pacifi-
co e fins lcitos, munio-se do seu titulo de ca-
valleiro da ordem da Rosa e p-lo no bolso.
Cautela e caldo de galhnha nunca fez mal a
doenleesta a lei em que vi ve .o Ilustre conde-
corado.
Que talento !

Souza CarvanVi,
mos ponto.
nada mais tn qe*
fcn-*
V.
O cslailo do hM*.
O autor d artigo da Provincia, que tem a epi-
graphe cima, certamenle (salva a imitar uM
espirito prrrrrstmenlr mentirrm, mi ntenlma-
mtnte perverso.
Ora, a cidade em estado de sitfa, os troeos de
cavaliaria (ercorrendo dnrante a nie as mas e
ncominodaiido o somno da gene* do dire-Wrw,
com o som cavado das patas ferradas dos cavaie,
o largo do palacio transformado em praca iTar-
mas, o palacio guardado per numerosa forra t
infamara e de iinperiaes marnheite etc. ele !_.
! muito cynismo, seno I li.inwln o cvre-
ver-se c.utsas taes nesta cilade, que inraate o di
e a noitu v c presencia os factos !
Appre(*a nucm se atreva a dizer qne vio nm
so vez torca de infanlaria e de im|ieriaes marinbei-
ros, de dia ou de noite, no palacio da preaidenea
ou no paleo, a nao ser a guarda do costuro?, qRM
continua a inesina c som rebirco.
Coineffeito !... Mentir assim...
Ser acaso ceg o autor de semrlliaiUe
liara escrever o ipie nao v 1
Com cffeilo !.._
Talvez scia esse artigo a impress* de algvm
sonbo. Os liberaes de IVrnaiubur parece fn*
sao dados aosmos soitbo-...
E' lem p.ssivel que ludo que fazem e tren
feilo nao passe de sonh.i. % ^^^ .
E' bem possivel que no da li esliMtm cues
em aturado sonho, vendo-se n'iMHM em
sitio, elles convertidos cm sobUdesra da enmoMS-
na, e ao acordar, ainda al rd-ta+.s. |*pram do
machado c do punbal, do arcliotc e do pcirele, e,
como vndalos, lizeram attentados -em nome
Por isso, c paia parecer qne estao em **)
lierinanenle, escreverara o artigo-Estado de Como sao pcrversamenle mentintsos '.
I
A IRRISORIA VALENTA DO HV
MNO PEPITO.
Entao meu Pepito, meu niacaqninbo de chfim,
a mo do leu amigo -Baso- fui que te serv*
de escudo ao nariz ; quebrando-se contra fBa o
projeclil que le arrenie- cando na mao do pobre -'Raso os estrago* qne
deveriam ter ficado na !ua fucinheira. para tf
cnsinar a ser mais comedido as toas palavr.s.
(Mha, meu menino loma nmcon'elho d- amigo:
d:ixa-le dessas valenta- le... Ilnfea ;. .rq*
bem sabes que no podes com o lempo,
quer dia podem lUxai-d' as efnllni.
Tu s um raxorrinho geo, ladras inuilo js-n-m
de longe e no meio dos teus amigos, apena" um
homein se b.iixa. fazendo que apanha u.-.a pe-
dra, das logo s de viila Diogo batendo rom
os ealcanhares as nadegas.
Nunca digas a pcsoa alguma. que lia fra
de>feitiada por quanto negro ha. p. i- e uineo qjne
l>.ide ser desfeiado por negros > t. ,,u lidac
eom elles. Esse a quem to quizesl tnn-
ra foi d.-sfeiliado por qncm quer que seja m-
freu nicamente as ronceqtiehrias de I a ver es-
tampado cinco dolos na cara de um MreiHi
nho como Id. Para li, porm, no iircrifo un-
to, hasta urna puxadellasila de orcinas par
fazer eonhecer o leu lugar e medir a distancia
qne te sepa- a das pessoas que prettM in?ommo*
dar com teus latidos.
O continHo Mr ?
^MMEMN.
Banco Commercial de lVr-
nambuoo.
O bancosacca portlos os paquete* *>-
re as pr ras de I.isha e Porto.
Segura eiUilra-ty'i
COMPAMHA
IX0RTHERN.
Capital..... i9,000.00099 f
Fundo de reserva. 8,000:0009000
Agentes,
Mill.s l.othamC.
RA DA CRtZ *. 38.
preven:', porr|ile n5 marfdlu torea'? porquo tol
inerte, i;to porque nao obrou com energa?
A aiitondatle fez o qne podia I logo que conhe-
ceu que de ponto em ponto o bando .das aves de
rapia tinham de realisar, seu curso, precavi e
m -
Col!
ne anda pula precaver, o palacio episcopal, u tionavcl ius ao respeito do todos,
ullegio do anta Dorotha", efe. o Diario, rectifican Jo a nulicm
pre
U prelado espefava os aSsartantes em seu pala-
cio illuminado, que teria ficado com tapete de seu
ie, se a fcr;n publica 'iJS'i houvesse coegado
a tempo I
declarando do Sr. Dr. Manoel Buarquc de
.Macedo, contestando que tivesso dito em
palacio quo o Sr. Dr. Jos Mariano Cameiro
(la Cunha I he houvesse declarado ter o
povo abido voluntariamente do jardim.
para lim de ouvir o seu discurso, na
tarde de 16 do corrente. Mas declarou o
Sr. Dr. Ruarqtto, que ouvira o Sr. Dr.
Corte Real dizer que elle convidara o povo
a sahir d'al i.
Pondo de partea circumstancia, narrada
com o costameiro criterio, de ter ido o
Sr. Dr. Buarque palacio com o fim de
tratar de objocto da estrada de -ferro do
Caxang, como se S. S. so quizesse defen-
der contra quaiquer suspeita dos seus pres-
rnosos correligionarios; pondo ainda de
parte a circumstancia de que, como quiz
alardearse, o digno presidente da -pro-
vincia referir, de seu motuproprio,
as oceurrencias do 16 ; e, finalmente,
pondo >le parto o nome do Sr Dr. Jos
Mariano, de quo ninguem laz questao;
corrvtn-qiic o qne resta da declnraijSo do
Sr. Dr Buarque de Macedo n5o passe des-
percebido.-espciabnento para a Provincia,
quo tudo v ao invz das pessoas reflectidas
e sensatas, para quem a vorJade tem -inques-
l'nia i'(-ci*ilnc-ao.
Nao consentimos que passe desapercebido o ar-
tigo que, em forma de romance, deu luz a Pro-
vincia n. 71.
Sao em verdade um bello adiado os episodios
qne arranjou e roncertou o autor de tal artigo ;
mesmo urna cousa de fazer effeito !
Temos mais um principio escripto no sylabo-po-
litico do directorio liberal as crencas c convic-
coes polticas sao traiismitlidas por heraoca.
Entretanto, nao foram ainda sujeitos ao anathe
ma-sil os Srs Villa-Bella, Aprigio, Epaminondas,
Correa de Brilo e outros, limos de conservadores
tradicionaes.
Accresce mais urna circunstancia aggravante,
e que o Sr. bario de Villa-Helia era conservador
enrag quando o coronel Manrique Pefcira de La-
cena fura preso como revoltoso e mandado para
Fernando.
O entao major Guimares, bem conhecido do
Sr. Dr. Aprigio, fazia parte das Jorcas do governo
que batiam os revoltosos.
O Sr. Correa de Brito, empregado da secretaria
do governo, escrevia para o Diario de Pernambu-
co as noticias 1os combates, sempre animadas do
entliusiasaio eprazer, e abundantes de intrementes
e galharda galhardi.
Ora, se o Sr. Villa-Bella pode ser actualmente
chefe do partido do qual foi, em 1818, um dos al-
gozes ; se o Sr. Dr. Aprigio pode ser o fogoso ora-
dor dosse partido, e o Sr. Correa de Brilo o pre-
goeiro mais promulo ; quo muito que o Exm
Sr. commendador Lucena, crian; ue collsgio
naquella poca, seja o actualmente presdeme de
Pernambuco ?
Porque _ha de elle ser intimado a mudar de
nomo, quando o Sr. Villa Bella ainda ledo e o
Sr. Aprigio nao qner assignar-seAprigio-Ivo ?
E' o caso-fVem-nos a ponto um arligo escripto
pela hbil penna do Dr. Souza Carvalho c publi-
cado no Diario de Pernambuco, ao lempo em qu
COMPNHIA ALLIANQ4
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Babia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL -i.OOO-.OOOTOOO.
Toma seguro de meivadorias e dinheir'-> a
risco martimo em navio de vela e Ttpore
para dentro e fra do imperio, assim com
contra fogo sobre predios, gneros e a-
zendas.
Agente : Joaquim Jos Gonr^tlves Be'trik,
ra do Com mercio n. 5, l8 andar.
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IMPERIAL
Una do i o ni-norrio n. S. pri
luciro andar.
i Agmte,
W. G. FEXNEIXY.
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THE I.IVKRPOOI. .0ND05 GLO
INSURANCE COMPANY
SAUNDF.RS BH0TIIERS4C
11Corpo Santo11
p ..cia que dora
dos aconteeimentos de 1G, disse quo o p>vo
nao fra mandado retirar do jardim do
Campo tas -Prinoezas por ordem officml,
o Sr. Dr. Aprigio abri praca o livro-meslre "do
batalhao do finado Dr. Feitosa.
-Nsse artigo aquelle faceto escriptor demons-
trava_ a verdade da transmigrarlo das almas, em
relajo poltica, c afflrmava que o Dr. Nunes
Machado passra a mstllar-se no corpo do Sr. Dr.
Aprigio.
Est, pois, dofmida a posfeo e auloridade poli-
tic i do Sr. Dr. no seio do partido liberal.
Representa alii a alma de Nunes Machado, as-
sim como o Sr. Vilia-Bella a alma do Tira-deutes.-
A ajina q ta (trama o Sr. Correa de Unto 6 que
nao conhecida : parece apenas que dainada
a que lite inetieram nos coiros.
ra, explicada a cousa pelos priucipios do Sr.
AnjnshF.fWiYPiTiiC.
A rasa commercial e bancaria do Aupi-ki
V. d'Oliveira C."., ra iHCommercio n.
12, encarrega-se de cxccucao de ordens para
embarque do productos, c de todos os na
negocios de eommissao, qui-r commerciaot,
qur bancarios.
Desconta lottras, o toma dinheiaos a
mi, compra cambiaos, o saca fala, e
pra/o, vontado do tomador, aohm as *M
guintos pracas ostrangeiras o naciy :
l,oiilrc;.Sobro o isi(HI nA?ni T
london (de responsabilidade illimitala) e
varias Armas de 1.a classe.
Paria.Sobre os Srs. marcoard a-
or d C*P. GIL, e A. BLACQVE \1G?AL
C* BANQL'EIROS.
Iliiiiibur^o. Sobre os Srs. JoAf>9arc
BAGK < HUIOS.
Lisboa.Sobre os Srs. roffSECM, sti-
ros & VIANNA, O SBBASTIAO bS n'ABSCO.
Porto.Sobro o banco i niao do lloa-
ro, 0 0 Sr. JOAQUIM PINTO da roM*.
Paro.Sobro o r.AN'c.o conttCHi o
PARA, O OS Srs. FRANCISCO GAIOENao DA l
TA & FILHOS.-
Haranhi*.Sobre o Sr. jolmstv*
RA DA SILVA Jl'NIOR.
OcarA.""Sobrc os Srs. >. %. tu TMONV*
CELLOS d SORS.
Baha.Sobre os Srs. jui.\nos d
Rio do Jam-iro.-SohreoBAKC.o w-
OOSTRIAL F. MERCANTIL DO RIO DE JAHEltO, *
O BANCO NACIONAL.







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Diario 'ieamktt) SabMo M d ao de 1873.
PIUCA DO
MAIO
REqifE 22 DS
m mi-,
t 3 1/2 IIJUAS DA T.VODE.
dtcdes officiaes.
Ajsnear-itfuto supor'ior 2i00 por 15 kilos.
Assucar-i ruto bom 15960 por 13 kilos.
Assucar americano oaixo 1*800 o i83) por 15
kili.
Algodo -de Vlaeei V sorte 9*300 por 15 kilos
po.slu a bordo a frote de 7p3 d. e 5 0|0,
eoi 21 do eocrente.
lg-vFn-da Paradvb.i sorte 10/1300 por 15
kilo.-* posto a bordo a frete do 1[2 d. e 5
OlO, hoje.
Cambio sobre Londres a 90 djv. 23 1(2 d. por
140JO. era 21 do crrante
Dito -.abra sido a 'JOdiy. 23 1.2 d. por 13000,
_ hoje.
AM sobrio R o do Janeiro a 8 d|v. ao par,
hoje.
Leal Ser
Polo presidente.
i. da Cruz Macedo
Pelo secretario.
ALFANDEA
Keiidirneulo dudia 1 a21. 6)3:0005702
Idmdo da 21......27:682*918
Frac
CeiCiO
32,836
9EHYICO MARITIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da atfandefea no da 1 a 21. .
Oilas ditas no dia 23......
Vivios atracados no-trap. da alfaudega
Alvarengas........
No trapiche Conceicao.....
50
|
2
M
GE-
670:68*4680
Daeearregam hojc 21 de malo de 1873
Barca fraacea GuiUurms Tell diversos gen iros
para alfandega.
8iakingli;i-i/ii mercadorias para alian-
^Wr dega.
Barca ingleza-G-mercaderas para alfan-
dega.
Lugar inglez Resoluto gesso para o trapiche
Conceicao, para despachar.
Brigue sueco Esmeralda varios gneros para o
trapiche Conceieo, para despachar.
PaHiabole americano Harriete Breioetervarios
geieros para o trapiche Conceicao, para
despachar.
Patacho americanoLionari Mejus farinlia j
despachada pira o caes do Apollo.
Patacho hollando?. La Crele farinha j des-
pachada para o caes di Apollo.
Brigue austraco -Albino farinha e ac j des-
pachado para o caes do Apolo.
Iniportncilo.
Partos do sal, vapor nacional Cruzeiro do Sul,
consignado a Pereira V. & C, manifestiu :
Cigarros 8 barricas a S. Reg Braga, 31 a Cu-
nha 4 Manta. Caf 2 saccas a M. Rolim. Colla 8
barricas a Soares da Silva & C.
Fumo 1 rolo c 1 oaixas a Francisco de Paula
Ramos, 4 latas a Magalhes & Irmo, 593 rolos,
00 pacatos, 4 caixa* e luO latas a Candido Sodr
da M rife, 3 caixas a J. Ramos Machado, 5 a J. M.
Palmeira, 44 rolos a Oliveira Azevedo, 32 caixas
aos consignatarios, 3 encapados a Bernardo dos
Reis.
Livros 1 calza a Walfrcdo & Souza, 1 a J. N.
d; Souza.
M letrinas de costura 3 caixas a H. Forster 4 C.
Papel 1 caixa a J. (J. do Frcilas, 1 aos con-
signatarios.,
Sola 3 amarrado a J llamos & Machado. .
Tinta vilela 3 barricas a Bourgard t C.
i _____
Liverpool, barca franccza SilverStar, consigna-
da a Simpson & C, mnnifestou :
CarVao ue pedra i 18 toneladas aos consignata-
rios.
Liverpool, barca inglcza Gazelle, consignada a
Joiinston Pater i C, manife-tou :
Arroz .30 s.iccas a J. M. Palmcira, 30 a A. F.
1 rga, 10) a I', da Cunha A Irmos, 100 a S. Bastos
& C. Aduellas de ferro 'JO atados a J. Santos Ol-
I .'ira. Ac 83 cunhetes a M. llaliiday.
Burras de ferro 3 aSIiaw llwakes & C, G a Phip-
ps B. A C. Biicoutos 25 caixas ordem.
Cimento 30 barricas a Samuel P. Johnston.
Chumbo un volume a Palmeira. Cerveja 30 bar-
ricas a ordem, 23U a Bellro & Pililo, t a Maga-
lhaes Irmo, 30 a Forreiea de Carvalho, 20 a Costa
Amorim A C, 10) a M. de Barros Filho i C Cha
40/2 caixas a P. da Cuaba & Irmaos. Conserva
20 caixas aos mesinos. Ca leiras 40 volumes a C.
& Manta. Cabos de linho 06 volumes a Mills La-
thain A C. Carrito 11 toneladas a Simpson & C.
Drogas e medicamentos 8 volumes a Silva Pa-
rias, I a M. 13. de Mello, 3 a Al ves Barbosa.
Kstanho 10 barris a Carvalho Moraes. Estopa
i fardos a Adainson Ilowie & C.
Ferragens 1 volumes a M. llaliiday, 2 a Santos
Oliveira, i a L Machado & C, 2.'aS. P. Johns-
ton, 19 ordem. Ferro galvanisado 6 volumes
ordem, dito bruto 8 barras e 10 toneladas c 13
p .-w ordem, 3S barras a S. P. Johnston. Fios
de sapaleiro I fardo a Sliaw llwakcs t C *
Louca 43 volumes ordem, 50 a Corga, 40 a
Costa A Soares, 23 a Oliveira Azevedo, 8 a T. Cliris-
tiinsen.
Machinismo e seus pertencos 13 voluines a Shaw
Ilwakos 4 C, 3 a Tii. Dockray, 3 ordem. Jer-
cadorias I volme a Magalhes & Irmo, 1 M. de
Barros & C, 1 a C. Amorim & C. Miudezas 4 cai-
xas a D. T. Bastos
Objeotus de gaz 436 volumes a Simpln & C, 1
a Campanliia de Sania Thereza. Dito de escrip-
torio i a Phipps B. & C.
Papel 1 fardos a P. da Cunha <5t Irmo, 2 caixas
a M. llaliiday. Pas de ferro 60 alados a M. llalii-
day. Pregos 5 barris ordem. Pimenia 10 sac-
cas a J. M. Palmeira.
Rsw e perlen^as 2 volumes a Cardo30 & Ir-
mo.
.Salitre 10 barris a Silva Faria.
Tecido 20 lardosa Mills Latliam & C., 2 a Pliin-
ps B. k. C.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 21. 38:0564933
dem do dia 23...... 2:2484900
40:3054835
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 21.
dem do dia 23. .
RECIPE DRAINAGE.
Rendimento dadia 1 a 21. .
dem do dia 23. .
117:7444245
1:8194692
119:5634937;
4:1894734
4314982
4:6114716
Maranhi
para o Bltica,
saccas com 708
para o Bltico,
380 fardos com
New-York, palbabote inglez Impune, consignado
a II. Forster & ('.., manifestou :
Barricas abaiidas 2,320 volumes Farinha de
trigo 927 barricas. Kerozone 1,900 caixas, ludo
tos coasignatarios,
UEiPACHCS DE EXPORTACAO NO DIA 21 DE
M.VIO DE 1873.
Para os /ortos do. exterior
Ne navio franeez Mfhonse V. Cerard, para
. Liverpool, carregaram : T. Jeferles & c 339 sac-
i com 30,071 kilos 'e algodao.
Na barca alterna Eslda,
carregaram : G. Neesen t C 11
kilos de algodo.
Na oarca russa Frederici,
'arrrtgaram : G. Neesen 4 C.
63,373 kilos de algodio.
No navio ingloi Vmtt, para o Canal, carre-
gou : L. J. S. Guimares 3 )0 saceos com 22,50)
kiios de assucar masca vado.
' Na barca portugueza Diana, para o Rio da
Prata, carregaram : J. S. Loyo & Filho 408 bar-
ri is cora 41,770 kilos de assucar branco.
No navio allemo Miranda, para o Rio da
. Prata. .carregaram : B. Oliveira 4 C. 230 barricas
com,23.451 kilos de assucar branco e 100 ditas
'.'com 12,482 ditos de ditomascavado.
Na galera portugueza Nova Fama, para o
Parto, carregou : J. B. Moreira 60 couros espi-
chados com i.ii kilos.
No vapor inglez Cordillera, para Liverpool,
carregaram : M. J. da Molla 1 caixa com 13 kilos
de doce ; P. Brothers 4 C. 1 dita com 7 ditos de
(lito.
. '.'ara os portos do interior.
Para Santos, na sumaca hespanhola Preciosa,
carregou : P. M. Maury.20 pipas c >m 9,660 litres
de agurdente.
Para o Rio Grande do Sul, patacho brasilei-
ro S. Bartholomeu, carregaram : Amorim Irmos
& C. 30. pipas com 14,401/ litros de agurdente.
Para MaranhJo, no vapor brasileiro Cruzeiro
do Sul, carregaram : M. M. Pinto 70 saceos com
. 3.250 kilos-de assucar branco e 20 ditos com 1,500
ditos de dito.mascavado ; B. Oliveira 4 C 2 barri-
era 53 ditos de dito branco. Para o Para, I!.
Ohvejra 4 C. 20 barricas com 775 kilos do assu-
car branco.
Para Macei, no-Vapor brasileiro Mrquez
de Casias, carregou : J R. da Silva 1 barrica com
, 104 kilos de assucar crystalisado.
Para o Rio Grande do Norte, na baraga
amha dos Anjos, carregou : A. S. Campos 2
barricas com 120 kilos de assucar branco e 2 di-
tas com 158 ditos de dito refinado.
Para Mara, na barcaca lodo VoAie, carre-
gou M. M. Pinto 9 cascos com, 1,140 litros de
agurdente.
CiPATAZlA DA ALFANDEGA
Rendimento o dia 1 a 21. 10:7734639
Ideul do dia 23. 3904536
MOtflMENTD 00 PORTO.
Navios saludos no dia 22.
Aracaty Hiate brasileiro D. Luiza, capitaa Ma-
uoel de C. Pessoa, carga vanos genoros.
CanalBrigue inglez Accidental Starr, capitao
Aitkeahead, carga assucar.
Canal -Patacln inglez Princess, capitao R. Wil-
liam, carga assucar.
Rio da Prata-Escuna hollandeza Pleyaden, capi-
tao A. \Y. do Jong, carga assucar e agur-
dente.
Observando.
Suspendern) do lama rio :
Para a ilha de S. Miguel, lugar poituguez Al-
medina, capitao Dias, com o mesmo lastro que
trouxe do Rio de Janeiro.
Para Wcsl Indies, o brigue inglez J. B. S., capitao
Jones, com o mesmo lastro que trouxe do Rio
de Janeiro.
Nwios entrados no dia 23.
Calho de Lima o portos intermedios-33 dias,
vapor inglez Cordillera, do 1,791 toneladas,
commaiiilante Hall, equipagem 120, carga va-
rios g.meros; a Wilson Rowe 4 C.
New-York -40 dias, hiate inglez Impulse, de 168
toneladas, capitao Curts, equipagem 7, carga
varios gneros ; a Henry Forster 4 C.
Rio de Janeiro-14 dias, escuna allem Anna &
Ge-sena, de 120 toneladas, capitao S. Sahuldt,
equipagem 5, ca rga 3,500 quintaos de carne ; a
Jos da Silva Loyo 4 Friho.
Navios suhidos no mesmo dia.
Portos do norteVapor brasileiro Cruzeiro do
Sul, commandanto o 1. lente Waddington,
carga assucar e outros genero?.
Liverpool e portos intermediosVapor inglez Cor-
dillera, commandanlc Hall, com a mesrna car-
ga que trouxe dos portos do sul.
El
11:1044195
?OLUMES SAHIDOS
Tocal a 21......
^rnneirapariaao-diata. .
Seguiida porta ......
Terceira porta .
31,413
26
282
8
Faculdade de Direito.
LISTA DOS ESTl'l)AN'TLS QUE FIZERAM EXAMES
EM FEVERE1UO B MAR(;0 DE 1873.
I'hilosophia.
Approvados plenamente.
1 Alfredo Abdou de Loyolla.
2 Arlindo Francisco Nogueira.
3 Augusto Jos Teixeira de Freitas.
4 Feliciano do llego Barros e Araujo Jnior.
5 Joo Ferreira da Silva.
6 Jos Marcelino da Rosa e Silva.
7 Jos Paulino de Brillo c Araujo.
'8 Manoel Balthazar Pereira Diegens Jnior.]
9 Mancel Carneiro de Souza Bandeira.
10 Manoel de Carvalho e Souza.
11 Theodoro Al ves PacJieco.
Approvados.
12 Adolpho Accioly Wanderley.
13 Alfonso Olindeuse Bibeiro de Souza.
14 Albanodo Prado Pimentel.
18 Antonio Dias de Arruda Falcao.
16 Antonio Pinhciro Lobo de Menezes.
17 Antonio Pires de Souza.
18 Beajamim Roun-pics do Freitas -Caraciolo.
19 Becnardino de Senna Bibeiro Jnior.
20 Casemiro Dias Vieira Jnior.
21 Cypriano Jos Velloso Vianna.
2 Ernesto Marques da Silva.
23 Euclides de Aquino Fnnccca.
24 Francisco de Assis Bezcrra Jnior.
2" Francisco de Assis Rosa e Silva.
26 Francisco de Castro S Barretto.
27 Francisco Dias de Arruda Faleo.
28 Francisco do Paula i.'orreia de Araujo J-
nior.
29 Francisco Ribeiro de Teive c Argollo.
30 Francisco de Salles Meira o S.
31 Gregorio Magno Borges Oa Fonceca.
32 Guilhecme Vieira da Cunha.
33 Henriqae Hermeto M.irtins.
34 Ilenrique Joio de Miranda.
33 Jo o Augusto de Albuquerqu Maranhao.
30 Joo Cabral de Mello.
37 Joao Ilenrique Vieira da Cunha.
38 Joao do Rogo Barros.
39 Joviniano Avelino Pereira Duarte.
40 Jos Moreira Alves da -ilva.
41 Lourenfo Justimano lavaros e Holland.
42 Manoel Estellita Cavalcante Pessoa.
43 Manoel Falcao de Azevedo.
44 Odllon da Cunha.
45 Pacifico da Silva Caslello Branco Jnior.
46 Paulo da Costa Espinheira.
47 Pedro Vicente Vianna.
48 Vicente Ferrer de Barros Wanderley
raujo.
49 Vitalino CorJeiro Lins.
50 Victorino Pereira Maia Vinagre.
Foram reprovados 38, sendo 14 com
do bacharel Jesuino Lopes de Miranda,
charel Antonio Columbnno Seraphico
Carvalho, 5 de Francisco Jos Ribeiro de Souza, 4
do bacharel Antonio Berculano de Souza Bandei-
ra, 3 do bacharel Jos Soares de Azevedo, 3 d
bacharel Francisco Jos Rabello e 3 do professor
Sebastiao Antonio de Albuquerqu Mello: deixas
rain de fazer examos por nao teretn comparecido
s chamadas 8.
Rhetorica e potica.
Approvados com distineco.
1 Antonio Luiz de Arauj > Maciel Sobrinho.
2 Antonio Sergio Lopes Lima.
3 Arlindo Francisco Nogueira.
4 Francisco.de Assis Rosa e Silva.
5 Francisco de Castro Nunes.
6 Juliao Tenorio de Albuquerqu.
7 Lyndolphp Isbello Correia de Araujo.
8 Manoel Eugenio da Rocha Samico.
Approvados plenamente
9 Adalberto C. Correia de S.
10 Alfredo Moreira Gomes.
11 Alvaro de Assis Osorio Mendes.
1! Americo Wanderley Jacques.
13 Antonio Baptista de Mello Peixolo Jnior.
14 Anf.nio Bazilio Ferreira Barros._
13 Antonio oolho Pinheiro.
16 Antonio Marques de Amorim Jnior.
17 Antonio Martins da Silva Porto.
18 Antonio Pacheco Soares da Silva.
19 Antonio Peres de Souza.
20 Antonio da Trindade Antunes Meira.
21 Argemiro Alves Archa.
22 Arthur Orlando da Silva.
23 Augusto Jos Teixeira de Freitas.
24 Basilio da Silva Santiago.
23 Capitulino Pereira de Barros e Silva.
26 Carlos Alves Arxa. ,
27 Casemiro Dias Vieira Jnior. *A
28 Chrystcvo Brekonfeld Vieira da Silva.
29 Edelberto Licinio da ''osla Campello.
30 Ernesto Marques da Silva.
31 stevo Carneiro Leao.
32 Felippe Nery do SlqueiM Salles.
33 Firmino Antonio Dourado da Silva.
34 Francisco de Castro S Barceto.
35 Francisco Ferreira da (k>sta Mello.
66 Francisco Ribeiro de Teive e Argollo,
37 Francisco Rodrigue vMimso.
38 Francisco de Salles Ribeiro Campos.
39 Francia Eugenio de Mngalhfkes Seve.
40 FranWkn Washington da Silva e Almeida.
41 Gercino Ferreira do Lemos Rabello.
42 Guilberme Aristarco.
43 Honorio de Barros Wanderjey.
44 Innoceacio Peregrino Alves Arxa.
45 Jacintho d'AssumpQao Pes de Headonja.
4# J*rfntlr>ttf^ e ftWda Soare*
47 Jayme de-Albii(|nerifte Rosa.
48 Joao Ayguo de Albntjuerque Miranhao.
49 Joiio Baptisla de Mello Peixoto. ,
30 Jao Ilenrique Tieira da Cunha.
51 loo Pedro Bamterra de Mello.
52 Joaquim HomenBm"Pessoa d
53 Joaquim Ignacio Tosa.
54 Joaquim Rodesino de Albnqn
53 Jos Antonio Saraiva Sobrinho.
56 Jos Callistralo Carriflio de Vasconcellos.
57 Jos Flix Garcez.
58 JosJ-'rancisco de Siipteira Salle?.
59 Jos Heraelio Ferreira.
60 Jos Joaquim Seabra Jnior.
61 Jos Marcellmo da Rosa e Filho.
62 Jos Moreira Alves da Silva.
63 Jos Umbelino de Albuquerqu
Mallos.
64 Jusiiniano Barbosa de Lucen.
65 Lauro Augusto CastolloBrenco c Silva.
66 Litto Clothyldes de Azevedo e Silva.
67 Luiz Antonio Pires de Carvalho e Albuquer-
qu.
68 Luiz Francisco da Paula Mosquita.
69 Lniz Gonzaga de Almeida Aranjo.
70 Luiz SaJazar da Veiga Pessoa.
71 Manoel Aureliano de Gusmflo.
72 Manoel Joaquim de Albuquerqu Lins.
73 Manoel Mana Tavares da Silva.
74 Octaviano Augusto de Figuelredo.
75 Pedro Cavalcante de Almeiaa.
76 Pedro Nolasco dos Reis Lima.
77 Priscillo Prisciliano dos Passos Vianna.
78 Sebastian Magi Tarqninio da Silva.
79 Themistocles Pompeo de Albuquerqu Flguei-
redo.
80 Thom Alfonso de Monra.
81 Vicente Nunes Serra Filho.
Approvados.
82 Alfonso Lopes do Miranda.
83 Albaao do Prado Pimentel.
4 Angelo Ribeiro Soares.
85 Antonio Gomes de Macedo Coutinho.
K6 Antonio Wanderley Navarro Lins.
87 Augusto Leopoldo Raposo da Cmara,
88 Candido Aicoforado.
89 Eparaiooiidas da Costa Travasso.
90 Ernesto da Cunha.
91 Felciauo do Reg Barros e Araujo Jnior.
92 Francisco Barbosa de Paula Pessoa.
93 Franciseo de Carvalho Goncalves da Rocha
94 Francisco Jerouymo de Albuquerqu Mara-
nhV
95 Francisco Jos Rabello Filho.
96 Francisco da Rccha Wanderley.
97 Isidoro de Carvalho Goncalves da Rocha.
98 Joao Baptista de Brito.
99 Joo Baptisla Tourinho.
100 Joao Evangelhla Carneiro da Cunha.
101 Joo Lopes de Siqueira Santos.
102 Joaqnim Alcibiades Travasso de Holland.
103 Joaquim Cavalcanti de Sa e Albuquerqu.
104 Joaquim Filgueiras de Menezes.
105 Joaquim Pedro Cavalcanti de Albuquerqu.
M6 Jovino Maria Rodrigues do Nascimento.
107 Jos Alves Villcla.
108 Jos Maria Carneiro de Agniar Cavalcanti.
Jos de Souza Castro Feituza.
eA-
attestado
7 do ha-
de Assis
109
110 Malaquias de Lagos Ferreira Costa Jnior.
111 Manoel Carlos Mayrink Monteiro de An-
drade.
112 Manoel Marques da Fonceca Mello.
113 Manoel do liego Mello
114 Paulo da Costa Espinheira.
115 IVnnino de Araujo Lima.
116 Pompilie Jorgo de Campos.
117 Raymundo Fernandes de Vasconcellos.
118 Raymundo Pereira Castello-Branco.
119 Sebastio Lins Wanderley Chaves.
120 Telesphoro Gomes de Araujo.
121 Thom Alvhj Arxa.
122 Viceotfl Faria Gurjao Sobrinho.
Foram reprovados 12, sendo 4 com attestado do
bacharel Jesoino Lopes de Miranda, 3 do bacharel
Anlonio Columbano Serfico de Assis Carvalho, 2
de Jos Francisco do Rejo Maia, 1 do padre Sil-
vestre Jos da Roc'ia Pinto, 1 de Flix Joaquim
Ferreira de Carvalho, 1 de Sebastio Antonio de
Albuquerqu Mello e 9 nao compareceram s cha-
madas.
ICmitiiiuitr-s;- lio).
O Illm. Sr. inspector da (honoraria pro-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da pr ivincia de lo do corrente mez, man-
da fazer publico que no dia 29 do mesmo mor,
perante a junta da fazenda da mesma thesoura-
ria, val praca para ser arrematado por quem
mais der, o imposto de pedagio das seguinles bar-
reiras.
Preco annual.
Magdalena 7:3614200
Giqui 6:2984600
Jaboalao 4:9544408
Caxang 4:2754400
Manguinhoe Capunga 2:6334200
S. Joo 2:0014750
Morenos 1:6634400
Motocolomb 1:6514100
Tapacur 1:4904500
Ponte dos Carvallos 8034000
Tacaruna 803400
Bujaiy 3334300
As arremataces sero teitas por lempo de 3
annos, a contar do 1. de julho prximo vin-
douro.
As pessoas que se propozerem a ellas, compa-
reijam na sala das sessSes da referida junta, no
dia cima mencionado pelo mcio dia e competen-
temente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 12 de maio de 1873.
O oflicial-maior,
M. Affonso Ferreira.
O lllin. Sr. inspector da thesouraria provin
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 16 do corrente mez, man-
da fazer publi 'o que deixam de ser arrematados
oa impostos provinciaes das comarcas do Bonito,
Caruard, Garanhuns, Bom-Conselho,Duique, Bre-
jo, e Cimbres como se acharara annunciados, por
ter o mesmo Exm. Sr., de conformidade com o
disposto no an. I." do regulamento de 30 de abril
ultimo, creado collectorias as ditas comarcas; fi-
cando, poim, para ser arrematados no dia 5 de
junho prxima vindouro os referidos impostos
das comarcas seguintes :
Pre?o annual.
f^part^^^iflniftifrs^^f^H^ de
tabellio diljudWal o not*, e tKrivit do civel,
crune eexeoores diran! O- secreataro ijit^riorr,
., Juo p\nt ffbein/ d: Cnnka.
2,*sec{io. -Secret-.ri; di prtfsiJeuiia de Per -
nambuco, em 23 de maio de f73.
Por esta secreiaria se faz puotteo. que., de con-
formidade enm o disposto no;rt. l-'S*' do de-
creto 4668 de 3 de Janeiro de 1871, foi nesta dau
meado o cldado Joaquim Jos Sfcreira de
Aginar para provisoriamento servir os olcios de
escruan do geral, civel e crime, etabeBiAo do pu-
blico judicial e notas do termovde Goyanna.
O secretario interino,
(_________Joo Diniz Ribeiro-fr Ciinha.
O I>r. Subasfto do llego Barro Je Laeer-
d, joi ilo (lireiff) especial do eunamcfr-
ri da cidado do Recite de Pemarabuco,
porSua Magestade Imperial, que Deus.
guarde, etc.
Fae sober aos credores do commTcwnle ma-
triculado Joaqnim da Silva Costa, establecido
gj*** adaJe, impetrante da morafciria O; mero-
mslmo tribunal do commerefo, que pelo presente
edita I sao chamados para Compa recerem penante
este juizo, na sala das anflicncias, s 11 hora do
da 9 A> mez de jiitWio prximo fOtnro, aftnn de
<*servar-?fe e dar-se inudro comprimento ao dis-
Psto no art. 900 do cdigo commernal, de con-
rormidadc com as disposicoes dos artigos BM,
844 e 847 do mewno codino, certos os ditos cre^
dores de que orto senw admiuidos por procura-
uor. sera que este exhiba procoracao especial, *
qual nao poden sor conferida a -dvedor do im-
pelrante nao prnlende. oirtro sim, rrm siS indivi-
duo representar por dpus diversos credores, e aue
sera havido o credor que .nao coniparecpr, como
adhereute s resmncos que tomar a maioria de
votos d credores que comparecerein ; sendo
necessario para a eoncessio que nella canvenha
a maioria de credores em numero, e que repre-
sente dous tercos da ti>lolidade das dividas dos
credores sujeitos aos effeiiVs da mesma moratoria.
E uara qaechegue noticia de todos, mandei
passar a presente, que ser aflixada nos lugares
do costume e publicada pelos jornaes..
Dada e passada nesta cidade do Rc-cifc de Per-'
nambuco, aos 29 di abril de 1873.
Eu.Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivo o escrevi.
Seb stio dt Reg Barros de Laceria
i
lilAB4Cpet.

Faco saber aue em meu cartorio existe urna
otra de eambio da quantia de 2120 franro1, taca-
da era Paris, a 13 dias de visla, por Opigez Gago-
lin & Filho, ordem de A. Costraigein que a en-
dossou ao portador O. London Brasilian Banck,
Limited, contra Jos Pwto de Lomos. E sendo
desconhecida a residencia do sacado Jos Pinto
de Lemos, pelo presente o noiilW para aceitada
ou dar a razo por que o nao faz; Acanta desde
j intimado do respectivo r.rotesto se i nao aceitar.
Recife, 21 de maio de 1873.
O escrivo dos protestos
Antonio Jos Alves de Brito.
Capitana do porto.
Para cumprir o que Iho fora ordenado por a iso
do secretafi^ de estado dos negocios da Mariana
de 24 de abril ultime, determina esta repartido a
todos os senil ores csiiimandantes c propietarios
dos navios mercantes nacionaes que tenham ra
da bociaos nomes dos ditos navios em caracteres
b3m logiveis, como se acha estabelecido e gcral-
mente adoptado na navegac,o exlerna dos pwtos,
visto as im convir s"rela:joes comme/ciaes, e ao
servico da polieia c soccorros no litoral, e alto
mar ; o que quanto antes devem pr em ese-
cufio.
Capitana do porto de Pernambuco 10 de maio
de 1873.
O capitao do porto interino -
Recio de Aquino Fonceca
'
Tacara t
Flores
Villa-Bella
Cabrob
Boa-Vista
Ouricury
para constar se
2:3074800
" 3:6704700
3:6704700
1:6490678
8234339
8334339
mandou publicar o presen
te pelo jornal
Secretaria da thesouraria provincial de
nambuco, 17 de maio de 1873.
O ofQcial-maior.
Miguel Affonso Ferreira.
Per-
Pela thesouraria. provincial se az publico
que foi transferida para o dia 5 de junho prximo
vindouro, a arrematacao do forneeimento dos me
dicamenlos e utencis precisos cnfermaiia da
casa de detencao, por tempo de um anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
narabuce, 16 de maio de 1873.
O official-nuior,
_______________ Miguel Alfonso Ferreira.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foram transferidas para o dia 29 do corrente
as arrematares abaixo declaradas:
Alimentario _e dietas para os presos pobres da
casa de detengan.
Forneeimento dos dbjeetos precise* para o ex-
pediente das reparticoes provinciaes.
Impresso dos trabamos das repartiepes provin-
ciaes. menos os da secretaria do governo por
2:8004000.
As arrema tacoes supra serio por tempo de um
anno.
Secretaria da thesouraria provinci 1 de Pernam-
buco, 16 de maio de 1873.
O offlrial-raaior,
Miguel Affonso-Ferreira.
*
2." seceo.Secretaria da presidencia do Per-
nambuco em 23 de 1873.
Por eMa secretaria se*faz publico, de conformi-
dade com o disposto no art. !. 1 do decreto
n 4668 de 5 de janerro de 1871, que nesta dat,a.
-foi nomeado o cidadaq, Manoel Ednardo Lins
Wanderley para provisoriamente servir o offleio
de escrivo de capeas e residuos do termo de-
floyanna.
O secretario interino, .
Joo Dniz Ribeiro da Cunha.
2.* secgao- Secretaria da presidencia de Per^
nambuco, em 23 de maio de 1873. m
Por esta secretaria se faz publico aue, de con-
formidade eorn o disposto no art. l.'fa.1 do de-
creto n. 4668 de 51 de Janeiro de 1871. foi neata
data nomeado o cidadSo Jos Antonio da Silva Le-
O caixa dosta esmpanhia o Sr. (')rbiniano
il'Aquiao Fonceca, acha-se.autorisado a pa-
gar no seu cscriptorio ra do Vigaiio Teno-
rio n. 19, das 10 horas s 3 da tarde, o
50. dividendo da mesma cornpanhia, cor-
respondente a 33LO00 por apolice.
Escriptorio da cornpanhia, 17 de maio
ie 1873.
'O secretario,
_______Jos II. B. de Menezes.
Pela thesouraria provincial se az publico
3ue as arrematarles dos impostos das comarcas
e Tacarat, Flores, Villa Bella, C;ibrob, Boa-Vis-
ta e Ouricury, tambera comprehendido o dizimo
do gado vaceuni.
Secretaria da thosouraria provincia! de Pernam-
bueo, 20 de mais de 873.
O oficial-maior,
___________________ M. a. Ferreira._________
Obras militares.
Tem de ser posta em concurrencia a exeeucjto da
obra Doeessarfa no xadrez do quartel da Soidade,
on.ada em 3264280 : quera pretender concorrer
ella, aprsenle sua propostp em carta fechada,
30 do corrente, ao meio dia, na reparticao das
obras publicas, onde se acha o orcamento.
PernambCO, 23 de maio de 1873.
i) uigenheiio,
Chryssolito F de Castro Chaves.
TRIBUNAL DO f.OMMERGIO DE PEl-
NA.iinrco.
Pela secretaria do meretissimo tribunal do com-
mercio de Pernambucu se faz publico que se acham
era as datas adianto mencionadas e de contormid.i-
de com o dispOsto no decreto n. 4394, registrados
os contratos e distratos soeiaes que- se seguem.
Em '.) de abril.
Conlrato social de Manoel de Souza Azevedo Pi-
res e Justino Francisco Ilenrique, portuguezes, re-
sidentes nesta cidade do Recife, e um commandi-
tario, sob a razio de Azevedo Pires A C, sendo o
fin social o comraercio de gneros de estiva em
grosso e a retalho nos estabelecimentos silos
travessa do Duque de Caxias ns. 1 e 3 por tempo
de tres annos, contados de 2i de dezembro de
1872 a 22 de igual mez de 87 i", se qntes naore-
solverem o con.rario, sendo o capital social de
20:3924486, e competindo o uso da firma social
exclusivamente ao socio A. Pires.
dem, idem de Jos Joaquim Alves, Jos Gomesj
da Silva Santos e Panlo Jos Alves, todos portu-
guezes e residentes nesta cidade do Recife, asso-
ciados sob a firma de Jos Joaqui n Alves & C,
para a compra e venda de gneros no esUbeleci-
ineuto n. 59 silo ruii do Baro da Victoria, cora
pToapitai de 60,00'/ em gneros, armario c divi-
das activas, competindo a todos os socios a geren-
cia do etabeleciniento, e durando" sociedade por
tcrapjde um anno, acontar de 2 de Janeiro l-
timo.
dem, idem de Silvcira & C. firma composta de
Jos Joaquim Alves e Jos Mar pies da Sveiaa,
ambos partuguezes, sendo, o lim social o commer-
cio de fazendas nacionaes c estrangeiras, na loja
a elle (lertenceute, sita raa do Baro da Victo-
ria n. 60,sir tempo de dous annos, a contar de 2
de Janeiro ultimo, com o capital de 30:0004, for-
necido 20:0004 pe i socio Alves, e 10:0004 per
Sil veira, competindo a ambos o uso da firma so-
cial.
dem, idem de Antonio Gomes da Silva Junier
C, que se compoo de Antonio Gomes da Silva
Jnior e Florindo Jos Baptisla, sendo o tira social
o commercio de gneros na (averna sita ra do
Occidente n, 13, lendo tido coine.o no da 1" de
Janeiro do corrente anno, c durar em quanto
ronvier aos associados. o capital, social de
3:2824982, oiaecido pelo socio Silva Jnior
2:235459Mi#)lpcio BaptisU 1:0174388.
Idenvidem de Joaquim Antonio ^e Araujo 4 (1,
fifraa que se-compde do dito Joaqnim Anlonio de
Araujo e de dous cnminaudiurios, com o fim de
commerolar por grosso em miudezas estrnngetras,
com o rpita! de t0.37li244. seiido 23:33472t)
'mecido pelo socio solidario, e i restante pelos.
commaaditarios, durando a sociedade por tempo
de tres annos, salvo o accordo > de todos os socios,
lendo tido principio em 1 de Janeiro prximo
passao.
idem idem de Lemos & Souza, que se ctmipoe
de Antonio Ferreira de Lima, portaguez, e Anto-
nio ManQoI-Fxreir de Soma, brasileiro, dumici-
liaosnMtApraca, sendo osSns sociae* e
do de ^PaeTos u tverna sita ra de
Segrero5.l. com o canfta oV3-:863*. pfrlcn-
cendo ao l" asso^iado a quantiai de 2:76*4, c ao
2U 1:10(% tendo tido principio *ta sociedade em
Io ftt'temteiro prximo pasader a liualisar em
igual dia do auno de 1876. al\-i o accnnlo de
ambos os socio-, competindo a Ferreira d Lima
oliso di firma social aos papis de responsabili-
dade coinmercial.
Em t de abril.
Distrato da Silva & Joaquim Felippe, firma dis-
sotvida em marco de 1872, de- guo procedendose
sua liquidai;o coube ao socio J aquim Felippe da
Costa de sen capital e lucros 361114945, eaa so-
cio Antonio Jos Silva de-Brasil 64:8774792, fi-
cando em poder deste a quanlu de 7:1494636,
sendo &-.4384570 pertencente a nwssa fallida de
Antonio Pedro de Mello, da qual era administra-
dora aquella firma social, e 7114066 para pagar
as dividapnssivas ddila limia.
dem da firma social Viuva Guilheme da Silva
Guimiraes A C. representada por D. Umbelina
Libania de Lemos Guimares, Gregorio. Paai do
"Amaral, Cesario Accenc da Silva Paponta e Joo
da Silva Lemos Guimares, estabelcendO' que a
liqmd.icao da dita firma fkaria a *argo da nova
firma Goimaries Irmo C, composta de ft Um-
belina Libania de Lemos Guimares, Joao de- Le-
mos Guimares, Guilherme-da Silva Goimaries.e
Manoel de Souza Leal Flores.
Era 29 do mesmo mez.
Estatutos do New Londorr and Brasilian Brmk
Limited e o decreto imperial sem a carta de- au-
torisacioda agencia do mesmo banco creada nes-
ta cidade.
Secretaria do tribunal do mmeme de Per-
nambuco 19 de maio de 1873.
O olDcial-maior interino
_______Innocenco-Antunes de Faria Torres
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta adininislnvliva tlt-t.i Santa Casa, aft>ra
dous terrenos que possue no lugar dos Arrodilla-
dos, hoje Duirte Coellio, sob ns. 30 e 40, tendo
aquelle 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues du Soasa.
Marra!
Goraldo
Meninos ai
"apiar m 8 ir] toras.
Sr. Flavld.
Sr Pedro Anguila.
s 8lK>ras
Stima reprcseatoc* 4t immi ili
aplaudida opereta burlesca em > tetm,
do Sr. Dr. Macedo :
Sfnsira d*) maestro Cils.
Finalisaado com o graaaV
CalerH
Cantado e daacado por toiW as |
THEATRO
!rt \\ WSIO DRAM4TIG0
ESPU3CA. k VEKIi^Tl.
SahaMii i\ df Wk
Recita em favor do ponto Micoam
Representar-se-ha o magnifico nmm ora* a>
Santa casa da miseiicordm
do Recife
Pla secretaria da.santa casa da miserirda
do Recife so faz constar a quem inleress-ir, que
tendo a junta administrativa, com aMrovaeao da
presidencia, fixado em 8f> o pessoal d educandos
do collegio dos orphos, e em I2i) o do das or-
pliiis, lica suspensa a admiss.o de nienore iiiis
referidos estabelecimentor at que com as sabidas
fiquem reduzidos aquellos muneros.
Secretaria da santa casa da misericordia ia
Recife, 10 de maio de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues do Souza.
Santa
casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da santa casa da misericordia
do Recife, de ordem da junta administrativa, sao
convidados os prenles dos educandos do collegio
de orphos, em seguida declarados, para que ve-
nham requerer a presidf.icia a sua entrega, visto
que nJo podem mais all contiiuar em virtude 11
que dispoo o art. 45 do respectivo regu amento
por j terem attingido a idade de 14 anuos.
Joao da Cruz Mello e Maia, sobrinho de Rotea-
da Umbelina Ferreira de Mello.
Secretaria da smta casa da misericordia do
Recife, i2 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de :oaza.
Pela rec bedoria
se faz publico que
FAMILIA MOREL
DOS
MYSTEHOS DE PARS
Scgue-se a aria da balaba 4 Mmmmti, em-
tada pelo Sr. Santos Silva.
Terminar o espectculo com a tagracada ra-
incdia do Sr. Pina :
Quem casa quer casa.
P) iiicipiar ia S tat
hmm 1
A 5
1|2 HORAS PAMA ACABAR S 8 El
PUNTO,
Grande paniega !
Grande folia k
Grande gargalkada '
apastNaja para rir '. '. f
Primeira represciilacio da aparatosa c
em I acto de costnmes | rlu n .iora 4e
sicas populares
k ROM A RA

Pers'inagens.
Pautaleo, bacalhoeiro rim m-. Tle ni'.
Sinhi Chica, crioula da
Rabia D Maria.
Lconarda, filha de Panta-
h'o 1). rNy'npia
Maninha, idem n Joh pa
Alfredo, Janota portuense Sr. Br
R'din, idem Saato* Silva.
de rendas interna- garas*,
neate mez de maio <.
pie tem 'de ser pago, sem mulla, o imposto pes: t^i^'1 q **
soal, relativo ao 2. semestre do exercicio cor-
rente de 1872 a 73, depois de findo o referido
mez, ser cobrado c> m a multa do 0 0/(j.
Recebcdoria de Pernambuco, 3 de maio de
1873.
O administrador.
Manoel Carneiro de Soma Lacerda
(/on.iiiilaila |ii*oviictil.
Por esta repart^ao avisa-se a quem inieressar
possa, que com o praso de 30 dias soccessivos, a
contar do I* de maio prximo vindouro, est aber-
to o re;eb i enio da importancia dos apparelkaa
collocados pela Recife Drainaije Comp.ny l -
predios silos s mas abalxo desgnadu, e igual-
mente da respectiva annuidade at o tillimo de
junho de 1872.
Outro sim, de conformidade com a portara do
Illm. ?r. inspector da thesouraria provincial de 19
do corrente mez de abril, faz-se sciente que lica
para opporlunamenle ser recebi lo o custo da ca-
nalisacao interior dos mesmos predios, tendente ao
lornecnnento d'agua aos apparelhos, visto depen-
der ainda de medtejio ; bom como que os 204000
de difTerenca no proejados apparelhos da 3' rla-se
e dos de louea, que estao em uso, devein os pro-
prietariospagr.-los directamente a Recife Drainage
Compnni/.
_ As localidades a que se refere o reeebimeflto
sao as seguinles, contonne a nota (onecida pela
cornpanhia.
Campo das Princezas, ra de Santa babel, ra
la Florentina, ra Relia, ra de 9. Fraadaeo, ho-
co do Ciume, ra da Roda, travessa da ra Helia,
largo do Paraizo, travessa do Ouvidor, ra dos
Quarteis, becco tapado da matriz, travessa da
mesma. ra dos Expostos, ra dos Palos, na de
S. Rom Jess, ra do Calabou.o, becco do Caj,
ra de Santo Amaro, ruajdo Sol, ra Duque d
Caxias, ra do Crespo, ra do Cabug, ra Nova,
caes 22 de Nove libro, ra do Im erador ra lar-
ga do Rosario, ra dasLarangelras, ruadas Trin-
cheiras, ra da Camba do Carino, travessa do
Carmo, ra das Flores, ra da Paz, ra eslreita
do Rosario, travessa das Cruzes, ra do Livra-
nienlo, ra Direita, ra da Viracio, roa do Fogo,
travessa de S. Pedro, becco do Padre, becco do
Sarapatel, becco da Bomba, largo, de S. Pedro,
ra das Aguas-Verdes, largo do Carmo. ra de
Hortas, ra da Palma, largo da Concorlia, ra da
,mesma, ra do Bartholomeu, becco da Itamella.
travessa dos Martyrios, largo do Collegio, iravessa
do Queimado, ra de Santa There a, ra das Cal-
cadas, ra dos Aeouguinhos c ra do Jardim.
Consulado provincial, 22 de abril de '873.
Serrindo de administrador
A. Witruvio P. B. de Accioly e Vasconcellos
DMINISTRACAO DOS COIIKEIOS DK l'EUNAM-
BCO 24 DE MAIO HE 1873.
Malas pelo vapor francez Yille de Bakia.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (2i) pelo vapor cima mencionado para a
Baha e Ro de Janeiro, ser recebida pela manei-
ra seguinte :
Macos de jornaes, impressos de qualqucr natu-
reza o cartas a registrar, at o meio dia, cartas
ordiaarias at 1 hora da tarde.
O administrador interino
Vicente Ferreira da Porciuncula.
fVnaale:
A..:
.RI
ral lina F-pi >
Sr. 1.'
Au.
\ iraale.
t Paira
i., s
be beber
Manoel, vendedor de trem-i-
. i no arraial
.! ma, fi-ilid-ira da.- espe-
I idas dem
Laura, menina de (i anuo-
e !ia:ifraga da galera
Triii'l'i'h-
0 i ador do Z Pereira
1." honiem
2. dito.
3 o dili
I-v-ieiros. eampoaaaM e rmnoiras.
A vena passa la no largo da atraial
nlor de Mattozinhos perto da cidide d-i
no dia da grande festa.
E'Ii eomsdia lem can-.ido crd.ileir
nos ilieatros do Porto. O autor nao MBac.'
das canroes p iralarN Chula a etninha verde
o Malh i o Z Pereira e i utras. O que. p-
rcm, i irna, oaaia lypica esta -oie.ba, a
i ene vio pagar ae tai I
oa nufragos da galera aorliif a Tn
di'la na barra do Porto, quande n^resaa >
Pernambuco. A melodiosa o :
eni-ada pelos nfelizes iiaufragos, >Wura-eaar
sua sublimidade de toda a ronf'.i" .
quella romaria.
Ordem do e 1 'Comedia em I arlo :
OIEM CASA QUE* CASA
S"Scena cmica do Penante :
FU A PARS '
- Ari da batalha d Motereai, pat*
Sr. Saotoe Silva.
4-'-Heeominenda'lo de Lisboa.
3." Romaria ao Seohor de M:
Priacipir 3 l|2 horas e acabar ie 8 mt
pt nti).
A empreza pele d.--culpa s
fcenles que Ihe prestara si u valioso
para a assignalura de 4 recitas, o aao poder re
presentar j o drama original do Dr. Caiaeir-*
Villela,
Os macons e os jesutas.
-
4VIS0 MARITMOt
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-VICENTE.
Sabbado Vi (h mrnk
ESTRA DA ACTRIZ
losepluna le Canallio.
Representar-se-ha a inulo applaudida comeda
drama em 4 actos, ornada de msica :
AS HEMDACOES
MOCIDADE
DENOMLNAGOES.
1. acto.-O caf das artes.
2, Urna pandega nocturna.
3.* Os amores da costureira.
4. Os amigos d'outro tempo.
A aejao passada era Paris.
Terminar o espectculo com a primeira re-
presentacao do disparate quasi cmico em 1 acto,
original do Sr. V. F. Chavos Jnior : .
Em calcas tardas.
Mia
Personagens.
Cornpanhia franceza de navegaajil a vapor, labe,
mensal entre o Havre. Lisboa Pern.imtajee,
I ia, Rio" de Janeiro c Santoe.
O vapor Yiile de Bikia. segae viafei aa dia 24
do corrente as 2 horas da tarde, pera a Baha.
Rio de Janeiro a >anlos.
Recaba carga a bordo ate as 6 hars da tarde
do dia 2't, e eucoinmendas at as II hieras da au-
nh di dia 24, no cscriptorio dea
Auusio F. de Oliveira 4 C, na de i
n. 42. entrada pela ra di Torre*.
X. B. Xa viageni de volla para a
paaeifairai fi mkmmm rom antielfiriis wk--
gares seguros, so lera de dirigiraanse a al
sem que tenham de suppartar aui
das passageus.
Real cornpanhia de paquetes
inglezes a vnpor.
At o da 27 do corren* da Een-
pa o vapor inglez era, colintli1 I
o qual depois da demora de roet
para Bucooe-Ayres. tocaixk- nos
Rio de Janeiro e Moalevido.
Xo dia W do corrente '"gera-iie
sul o vapor inglez Dtiro,
o qual depois da demora
South ampton, tocando me aafMa e I
Lisboa.
Para treles, passagens etc., \amu
ra do (kimmerclo n 40.

D. Josephina.

II
Rio Grande d*. Sal
Para o referido parto preleaia negoir
demora o lindo e veMra Ufar

m


Diario de Pernambuco gabbado 24 de Maio de 1873,
Ettero.ie 1* dasse, por ler
carga engajada, e para o resto
se con os consignatarios foaqu'rra los Goncaives
Beltro k Filho, ra do Commercw n. S.
a maior prte da
pit roe falta trata-
Pacific Sleam toigalian C'Jinpan;
Boyal Hail Stcamers.
Liaba quiuzenal
At o dia 23 do corrente esperado da Europa
o vapor M y, e seguir depois para Baha e Rio-de
Janeiro.
N. B.Eniquanto durar a' quarentena no Rio
da Prata nao se recebe passageiros netn encom-
mendas para os portes do sul, e para informales,
aos agentes Wilson Rowe 4 C.
iV RA DO COMMERCIO li.
Grande e
LEILA(T
DE
lotiza ecrystaes
compaa
MESSAGERIESMARITIMES.
Do dia 27 do correte mez ein diante espera-se
dos nortes do sul o vapor traneez sald, coinman-
daute Berard, o qual depois da demira do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para condices, fretes e passagous, trata-se na
agencia, ra do Commereio n. 9.
COMFANHIA I'EKN'A.MBICN'A
DE
Umvegnffto costclru a vapor.
iuanguape.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 28 do
corren te, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiroa
frete at as 2 huras da tarde do dia da sabida :
e*eriptorio no Porte do Mallos n. 12.________
COMPANHIA
I'KRNAMBUCANA
DE
!\'avcgacao co.xtMrti a vapor.
PAIUHYBA, NATAL, MAC.VO, MOSSOUO', AlUCx
TY, CEAR, MANDAIIU, ACAIUC' E GRANJA.
O vapor Ipnjuca,
commandante Honra,
seguir para es por-
tes cima no dia .'II
do corrente, s 5 ho
ras da tarde,
dia 29, eneommendas at
o dia 30, paslagens e dinheiro a frete al as 2 lio-
ras, da tarde do dia da sabida : escritorio no
For'.e do Mallos o. 12.
Recebe carga at o
ohjectos ilc electro-plate, vinhos e livros in-
vienes.
TERCA-FCiftA 3 REJUNDO
A walicr :
Sala de visita.
Um excellente piano novo, e forte, do bem ro
nhecido fabricante Cari Scheelin Cassel, i niobi
lia de jacarandi a Luiz XIV, 1 porta-msica, 4
lindas cadeiras de papier mach douradas, 3 ta-
petes de carueiro, 2 lindos lampees (luz dupla),
i jarros para flores, 5 quadros com finas grava-
ras, 2 mesas de jogo e 1 secretaria.
Sala de jamar.
Urna mesa elstica para 24 pessoas, apara-
dor com lampo de pedra, 1 guarda-louca, 6 ca-
deiras de mogno, 2 ditas de balanco, 2 eih.igers, 5
quadros, 1 apparelho de porcellana para jan ti
1 dito para cha, 1 dito de electro-plate (obra de
gosto) 2 galheteiros, fructeiras, poria-queijos,
compoteiras, copos, clices e garrafas de fino crys-
tal, bandejas, trinchantes, garfos, facas, colheres,
quebia-nozcs, descaneos de facas de electro-plate
e ora tos de vidrs.
Saleta.
Urna meza redonda, 1 estante para livros,- I
guarda-comida, 2 lampees, i mesa para escre-
ver, i aparador, 1 caixa de ferramenta, i porta-
chapos.
Sala de dormir.
Urna cama de lati, grande, e colchSes, 1 toilette
com pedra, 1 lavatorio, 1 guarnido, 1 commoda,
1 toucador, 1 guarda^ vestido, 3 tapetes, 2 portas
toalhas, 2 cahides, I cspelho oval, grande.
Qnartos.
Um guarda-roupa, 2 commodas, l cama de fer
ro, 2 lavatorios, I resto para roupa, 4 cabide, t
eselho, o camas de vento, mesas e cadeiras.
Dilfcn ntes lo'es de livros inglezes e vinhos de
dillerentcs qualid^-des.
Dispensa e cozinha.
Um fogao americano, mesas de cozinha, ditas
de engoinmar, 1 relogio de parede, 4 cadeiras
americanas, junas, ya da-comida, escadas de
abrir, poles, Flandres, carro de mao, trem de jar
dim c muitos ontros obje tos de casa de familia.
a Capunga, ra da Ventu-
ra n. 22.
Joseph S. Lambley lento de fazer urna viagem
Europa, levar a cilao por intervencao do agen-
te Pint, os movis e mais objectos existentes em
casa de sua residencia, ra da Ventura, casa n.
22 (Capunga).
Trem.
A's 10 1)2 horas em ponto partir da estaeao
do arco de Santo Antonio um trem expresso, que
servir de conduzir gratis os concurrentes ao lei-
lio.
O lelito principiar s horas.
f.OMPANIiIA 1'KKNAMlilCANA
DE
\!ev<'s;k':1o costeira a vapor.
ICEI, PENEDO E ARACAJU'.
O vapor Mandaki,
c:mmandante Julio,
seguir para os por-
tes cima no dia 31
do corrente, s 3
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 29, eneommendas at
o dia 30, dinheiro a frete e passagens at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte
ilo Matios n. 12.
rara o Porto
o brigue portujmcz Juiith segu com toda a bre-
vidade, tem a maior parle da carga, c para o
resto e passageiros, trata-s cmn os seus consigna-
tarios T. de Aqaino Fbnsoca i C Saccessores,
ruado Vicario n. 19, 1 andar.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o patacho portagnes Oliiuln, por ter
a raaior paite da carga engajada, pira o resto
que le falla traase com os consignatarios Joa
juini Jos Goncaives Beltro & Firho : amado
Commereio n. o.
Para o Rio Grande do Ssl
pretende seguir com nanita brevidade o patacho
nacional Arthnr, tem parte de sea earregamento
promplo : para o resto que Ihe falta trata se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra do Bom
Jess n. ."7, outr'ora-rua da Cruz.
quatro lettras na importancia 3:900^000,
pertoncontes n massa fallMa de Martins
it Leopoldo.
QLLNTA-FLIRA 5 DEJUNHO
s 11 horas
Por mandado di Illm. Sr. Dr. juiz de direit es
pecial do commercio, o agente Pinito Burgcs le
vara a leilo as referidas lettras.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53
primeiro andar.
DE
urna casa torrea na villa da Escada, no ter
rio de Santo Alllo desta provincia, sita
ra da Barra, oiitr'ora do Compra Fiado,
propria para qualqiiertstabelecimcnto.
QUINTA-FEIHA 5 DE JIMIO
As l I l[-2 da manila
ao correr do marteUo.
O acento Pinho Borges competentemente auto-
rsado, vender em leilo a supradita casa, no seu
escriptorio, ra do Bom Jess n. 33, primeiro an-
dar, onde desde j os Srs. pretendemos podem ha-
ver as informadles e csclareciniontos.
Para o Porto
pretende sabir muo breve a gilera portugueza
A'ora Fama II por ter grande parte do seu ear-
regamento promnto. Recebe a carga que llie fal-
ta a pnces mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem ptimas accommodaeoes : trata-se
com Tito Livio toares, rus di Vigrio n. 17.
LEILOES.
DE
7
s 11 horas.
No ariiiazcni da ra da Cruz n. 6.
A SABER:
Una magnifica mobilia de Jacaranda a Luiz-XV
1 dita de mogno, 1 mesa elstica, 1 mesa redon-
da com pedra, 1 consolo com espelho, i mesa de
Jacaranda para junto de sof, t guarda louca, ca-
mas, cadeiras avulsas e muitos outros > bjectes
rOlt INTERVENCAO DO AGENTE PINTO
( ao correr do martello )
sem rc-erva de preep visto que tem o mesmo
agente de entregar as chaves do armazem em 2i
horas depois.
LEILIO
DA
casa grande, olaria c baixa de capin, parte
j^d propriedado e sitio da Porta d'Agua
Hoje
Ao lucio dia
O agente Pinto, comprimi o despacho do lllm.
Sr. Dr. juiz de orpliaos, exarado na peticao da
vava do finado Joatmim Pires Cirneiro Monteiro,
tutora de seus til hosmen ores, levar a leilo parte
da propriedade pertencente a aquelle casal, sendo
a casa grande edificada ao lado esquerdo da estra-
da que vai para Apipucos, assim como a olaria
e baixa de capin, visto que com esta parte nao
existe duvida algn.
O leilo ser effectuado no escriptorio do refe-
rido agente, ra do Bom Jess n. 43.
MISOS D VERSOS
Contraria de S. Benedicto.
De ordem do irmo prender-te da mesma con-
fraria, sao convidados todos os nossos raos para
mesa geral domingo 2.3 do crrante s 10 horas
da manb para eleger a nova mesa.
Consistorio, 21 de maio de 1873.
O secretario.
________________Libanio Luiz da Cunha,
O abaixo assignado declara a quem nteres-
sar possa, que nao assignon documento algum au-
torizando a venda da casa da ra do Falco n. 12,
e que falso o documenta que diz a Sra. D. Buti-
na Custodia de Luna Cavalcantc ter para este fim,
c desde j protesta contra qualquer venda ou hy-
potheca. Becife, 20 de maio de 1873.
Joaquim Mauricio Accioli Lias.
CASA i)A WHA.
AOS 5:000|000.
BILIIETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Margo (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
llzes bilhetes, um inteiro n. 1438 com 3<)04, tres
qnartos n. 2>26 com 100 e outras sortes de
*0000 e 20000 da lotera que se acabou de ex-
trahir (31.'), convida aos possuidores a virsm re-
ceber na conformidade do costume sem descont
algum. x
Aeham-se venda os felizes bilhetes garantidos
Ja ') parte das loteras a beneficio da igreja do
Amparo de Goyanna (32"), que se extrahir na
sexta -reir, 3u do corrente mez.
PBECOS.
Bilhete inteiro 6|000
Mciobilhete 3000
Quarto 1300
EM PORQAOOE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
- Manat Martins Fiuxa
DE
louc,a, contendo cerca de 60 fgigos fechados
eporgo de dita em lotes, existente na
loja de louca do finado Manoel Antonio
Vieira.
Para acabar.
0etiiid-feira 9B do corrente.
6 agente Pestaa far leilo, pr.ra Acabar, de 60
v--*i0 o pycjo de louca avulsa cima dita, e espe-
"-onflurrpppia dos' compradores para lindar a
xa ** *0 liS horas dita loja,.... j*' '
Jttrquez de Oliniia ...
A Exma. Sra. D, Anna do
Reg Barros
que ira mandar ra do Commerco n. 10, arma-
zem Naval, dos Srs. Beltro Oliveira & C, rece-
ber a chave de sua casa da Estrada de Joao de
Barros, onde morava o abaixo assignado, e os alu-
gueis. O mesmo abaixo assignado faz est e por
nao saber a sua residencia ou quem seja seu pro-
curador nesta cidade.
Becife, 19 do maio de 1873.
Francisco Eustaquio Rodrigues.
O abaixo assignado lendo no Diario n. 117
do da 23 do corrente, um annnncio do Sr. Fran-
cisco Coelno prevenindo as pessoas com quem
tem relacao, que o Sr. Joaquim Vianna deixou de
ser seu caixeiro, declara que nao se entende com
o abaixo assignado, por quanto nao caixeiro de
pessoa alguma e sim negociante. Becife, 2i de
maio de t873.
____________Joaquim Ftrnandes Vianna.
)|(QSSfi3SKlSOO i SOQKX5 ft
tlonsiillorio mrdiro
DO
Ir. Wurill-
TfA BA CHUZ N. 16, ANDAR.
Becem-chegado da Europa, onde.fr,
quentou os hospitacs de Londres e Paris. fj
pode ser procurado a qualqurr hora do (5
4ia ou da noute para objecto de sua >1j
(irnfisso. n
CniL-ulias de meio dia as 2 horas. S.
Gratis aos pobres. 'm.
Especialidades.Molestias da pelle, de j
crianza e de inullier. (J
Emprega no (ralamente das mnltiiljn J
de sua especial idade as I lucha* t bauhu.i ?A
a vi'por, para os quaes trouxe os appa- q
; relbos mais modernamente empregados ij
na Europa.
Tambem applica com grande snecesso
no tratamente das molestias do tero a
electridade, pelo processo do Dr. Tripier.
Aluga-se
una rasa terrea sita i ra do Pa>sanld n. 3, com
commodos para familia, eom quintal murado e
agua enraioda do Beberibe : a tratar na ra do
Vigario n. 31._____________________
Atten^o
Precisa-se de urna ama de leite que nao traga
filho : na ra da Camboa do Carmo n. 20.
Aviso.
O curador da massa fallida de Antonio Esopo
de Lima communica aos Srs. credores da mesma
massa que Ihe devem presentar os seu ttulos
no prazo de nito dia*, afim de poderem ser ad-
mittidos ao concurso de preferencia nos termos
dos arts. 93 do decrete de 1 de maio de 1833, e
839 do cod. cominercial. Na ra do Imperador
ns. 16 ou 48._______________
Ajudante de cozinha.
Precisa-se de um no hotel do Universo : ra
do Commcrcion. 2.________'
Copeiro.
Precisa-se de um bom copeiro para urna casa
de familia,.no Monteiro : a tratar na ra do Mr-
quez de Olinda n. 35.____________________
Ao Sr. chefe da
blica.
Podem as ph-rmacias da ra do Rangel n, 62,
e ra dos Quarteis, antiga pharmacia do Pinto,
em vista do edital publicado em 11 de abril do
anno lindo e dos artigos 52, Si e 56 do regula-
mente de 29 de setembro de 1851, estarem mani-
pulando sem pharmaceuticos competentemente ha-
bilitados ?...
Um profis-ion.il.
sade
pu-
&iXK5Q>QS P C*X0S30&
Pul)licaco importante
DICCIONARIO
DE
BOTNICA BRASILEIRO
Ou compendio
dos vegetaes do Brasil, tanto indgenas como acli-
mados.
Bevista por urna commissao da sociedado vello-
sianna e npprovada pela.facullade de medicina da
corte.
t.'ontendo : urna dcscripcao scicntifira de cada
familia ipie pertencem, e outra vulgar ao alcan-
ce de qualquer atelligencia, seu emprego e as
propriedades medicas e venenosas, sua til idade
as arles, industrias, economa domestica
E S\ VETIRINARIA
coorilcnado e redimido
em gtandepai-te sobre os manuscriptos do Dr.
Arrodt Cmara
POB
Joaquim de Almeida Pinto
Pharmaceutico pela escola especial de Pa-
rs e mandado imprimir por seu irmo o
bacharel Zeferino de Almeida Pinto.
Acaba de chegar do Bio de Janeiro esta obra
recentementa publicada. Boga-se aos Illms. Srs.
assignantes de procurarem os exeinplares de sua
assignatura, na livraria Econmica, roa Primeiro
de Marro n. 2, onde se acha tambem venda dita
obra.
r1 s si 3
= 3 < < 3 "O W D
e m m fi X #|
erg B % a.Sra 3 o.=&-3
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I u
-i r CS*
MK'I
,R8Ssif3
? *E ai'r o SSp
I P w yi X M j 5
31-!
"fiF
- < ?
Terrenos bsratos de 3$ a 6f Gabinete portuguez c
nos Afflctos, e 3$ no Sal-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza
vende-
terrendtde seus sitios de trras proprias, aos
palmos, em a nova ra quai em frente a
igreja dos Affitctos ; e do Sulgadinho com
a frente para a estrada do ferro le
Olinda o oito para outra estrada no lado do
mesmo sitio ; a tralar com o Sr. Tristo
Francisco Torres, na thesouraria das l(5t<(-
rins.
Escravos fgidos,
Contina evadido, desde fevereiro, o mulato Sa-
bino, de 22 annos de idade, typo acaboclado,
baixo, eorpo fornido, testa e olhos pequeos e
vivos, denles iguaes pequeos e limados, muito
regrista e conhece bem o sul e os sertdes da pro-
vincia.
Kvadio-se em flns de abril o escravo Ivo, preto,
27 annos, estatura regular, pouca barba, falla
um tanto ronca e dado a bebidas ; consta va
gar pelo engonho Santo Antonio e outros da fre-
guezia da Luz, onde tem prenles e conhecidos.
Gratifica-se bem a quem capturar ditos escra-
vos e con-uzi-los ra do Corredor do Bispo n.
57, ou do Mrquez do Olinda n. 61. segundo an-
dar.
PENHORESI
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Trapassa-sc
A loja da rna da Imperatriz n. 7, com bonita
armacao e casa para morar familia : a tratar na
ra do Commrcio n. 12, Hotel d'Kuropa.
Precisa se de um criado de 12 a lt annos de
idade, livre ou escravo, para compras e manda-
dos : quem tiver annuncie por este Diario, ou di-
rija-se Psssagem da Magdalena a entender-se
com o respectivo professor.
COLUTORIO
MEDICO CISUE5IC0
mmmm mmmmamm
g ******* mivirat qp
Dr. Salios Guerra, o

0
Especialidades : molestias das mu-
lheres, das criancas, molestias venreas.
e'syphiliticas.
Consultas das 8 s 10 horas da ma-
nh.
Chamados qnalqncr hora do dia c
da noute.
Gratis aos pobre?.
Ba da Imperalriz n. 3G, primeiro,
andar.
e
&
Escravo fgido.
Fugiram ha dias de bordo do patacho brasiltiro
Atikirfie escravos niarinheiros Joaipii.n e Antonio
aquelle alto, magro, ps grandes, levou vestido
palitot cinzenlo, calca igual, chapeo preto baixo;
este altura regular, falla muito mansa, levou ves-
tido calqa branca c palitot preto. Qaein os pegar
ou delles der noticia no escriplorio do Antonio
Luiz Oliveira Azevedo & C. ou abordo do dilo na-
vio, ser recompensado.
.
lluga-se
O predio n. 161 ra Augusta, boje do Coronel
Suassuna, contendo alm do pavimento terreo, 2
andares e um grande sotao, ou smente os dous
andares e sotao, quo tem bastar tes commodos : o
predio est limpo "e muito fresco : a tratar no
largo do Corpo Santo, armazem n. 9.
Para sitio.
Precisa-se de um trabalhador para tratar de um
pequeo sitio nerto da praca : a fallar na ra No-
va n. 19, andar.
B
S33o^S|
.8 2.8'
Os mutuarios, possuidores das cautelas ns.
312, 144, a*} a 289, 422, 23, 99 a IIH, 1487, 1566,
1897, 1918, 2169, 2044. 2084, 2164 e 2154, ve-
nham recober o excesso prodnzido no leilo da
venda de seus penhores, travessa da ra das
Cruzes n. 2. at o da 31 do corrente.
SHERRY KINA
(VINHO DE QUINQUINA HYGIENICO
PREPARADO COM OS .MEI.110RES VINHOS DE 11ES-
PANHA DA FIRMA
CALVAIRAC A. G. C, DESEVILHA
f0rneced01 da sla macfstadb a rainha
d'hespanha.
POR
THOHMERET GLIS
I'harnmccutico
F.X-IHTERNO DOS HOSPITAES DE PARS
0 SHERRY-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da aeademia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicado nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que muitas vezes se sacrificam as qcalida-
DES TO ESSENCIAES QUER DO VINHO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especulado (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.a edicto.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTH0L0MEO & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
ra em Pernamb
Directora
Para conhecimento dos senliores soMos, qner
elfectivos, mier subscriptores, se publica a se-
guinte
PORTARA :
Por dem da directora se ib-termina no S.\ bi-
bliotbecario o fiel cumpriiiiento d-i pie dispfle os
estatutus no aligo i.
Os SOOiot pcim inhibiilos tle levar lirros to a-
binete:
1" Quaiid'iileitarnn ile tftttifattr nmnuati
diules de que trola o $2- d> arl. 12 por m*it tres mezes ; undolSi rettabeltctdoi us dirtitus
logo que paguem o que decerem.
Safa das sessocs da directora aos 20 de maio
de 1873.
(Assignados)
Manoel da Silva Nogueira
\ ice-director.
V. Ferreira Chaves Juni r
1 secretario.
Chaves Jnior
Secroiarh.
Conforme.
200S000.
Evadi-se no dia 15 do corrente o escravo Hen-
riques, com 23 annos de idade, mulato bem claro,
cabellos crespos, falla um ponco descancada, o
rosto liso e sem barba, a perna direita um poooo
aberta, dedo grande do p sem ter unhas prove-
niente de urna ferida que leve, tem o andar um
pouco banzeiro, tem as costas clieias de pannos
[trancos, j foi vaqueiro. natural da Parah\ba ;
morador na serra do Teixeira, foi escravo de U
Victoria Mara dos Anjo, viuva de Manoel Joa-
quim da Silva, ambos j fallecidos, coube depois
por heranca a D. Joaquina Mara da Conccicao,
filha legitima da finada D. Victoria M ria dos An-
jos e ManoM Joaquim da Silva, mulher do finado
capitao S.lvestre Rodrigues de Carvalho, e depois
do fallecimento do referido capitao Silvestre |ias-
sou a seus herdeiros, e elles venderam a Antonio
Cesario Italiano, e este venden ao Raro de Nata-
reth, onde o comprei ; levou um cavallo iJwin
dourado, frente aberta, crinas, topete e cauda com-
primas, boa altura, tres ps calcados, pernas um
pouco tinas, muito ardigo, bem novo, tem a cabe-
ra acarncirada, muito rinchao, inteiro : quem o
prender e quizer restitui-lo ao seu dono traga ao
engenho Canzanza, ipie ser recompensado rom i
Juantia cima ; e no caso dellfl j ter vendido'n
ito cavallo e alguem achar e quizer o trazer, a-il
rci pelo cavallo iiOs.______^_____
Precisa-se
de urna ama que compre c faca o mais servico de
una casa de pouca familia : no largo da Penha
n. 14, sobrado.
Precisa-se de um trabalhador de masseira
na ra das Crioulas,.na Capunga. n. 37.
Caixeiro
.Precisa-se de um caixeiro com ortica detaver-
na, que regule 16 annos e que d Cianea s
conducta
n. 87.
a tratar na ra do Conde da Boa-Vista
Ha para alugar na ra Nova de Santa Rita
n. 61, urna preta escrava que lava e engomma.
ALWU-SE
E tambem se vende a excellen'.e casa da
ra de Santa Thercza n. 19 (em Olinda) a (pial
tem 3 salas, 6 quartns, totao, cozinha indepen-
dente, sala para engommado, gahnheiro de pedra
e cal, estribara para 6 eavallos, eoeheira, c quin
tal murado ; e um grande viveiro : a tratar na
casa n. 1, na mesma ra.
Bario de Amaragy.
A baroneza de Amarauy,
sea genro e filhos, convi
dam seus amigos e paren
tes para assistirem urna
missa, que ser celebrada
na eapella do engenho
Amaragy, na frep.iezia da
Esc.ida, s 10 horas do dia 27 do corrente p"r
occasio de serem guardados al I i os restos mor-
tne* do finado Sarao de Amaragy.
Jo.lo Francisco de Oliveira P'Mho,
Jo- Miguel de Souza MagalKaee,
Angosta Carlos de Souza Mapa-
lhaes, Aureliano Rodolpho de Sou-
za Magalhes, esposo e manos da
tallecida Hara Carlota de Oliveira
Magalhes agradecen eonUalnwa-
te s pessoas que se dignnram aeojnpanhaf os
restos mortaes da mesma ao cemiierio publico,
e de novo convidan] para assistirem a missa do
stimo dia, que ter lugar no dia 27 do enrrente
mez, na matriz da Rna-Vista, s 7 horas da iua-
nh.
fc^ailiilliHHIIHIIIII ilHMUHIMIH ^9
Escravo uaido
150P00
No engenho Massuassd, freguezia da Escada, se
Jar de gratilicaco a quantia cima a quem ap-
rehender tres eavallos que naquelle engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo paseado : o '.' tem 9 anuos,
Bastando e castrada, tem a orelha direita bastante
aseada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
Jo tem una cruz ; o 2. meo, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, c< m o pes-
:oc jangalha, ferrado com a marca F. R. do lado
direito, c tem a idad de 9 annos; o 3.* rudado
snhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
i castrad-, pequeo, e est ferrado com a marca
- Ono quarto direito : gratiOca-se com ."iOOt
por cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer nos ditos cavados.
Dinheiro juros.
1 No l. andar da rna do Duque de Curias n.
ha quem tenha "OOOOO para dar juros.
M
Gratifica-se com 20$000
Autos perdiilos.
Anda nao appareceram os autos de inventario,
que por esquecimento licaram em um dos wa-
gons do trem da linln do Recifc Caxang, na
noute de quinta-feira 8 do corrente mez de maio.
cujo trem parti da eslaco do arco de Santo
Antonio s a horas e 1|2 da citada noute, o j
annnciado desde o dia 9 por esta folba, anda
que com erro na data, erro que Cica reparado
no presente annuncio. Sao esses autos os do in-
ventario que procede-se pelo fallecimento do fi-
nado los Adriao da Costa Moreira, eserivao Atha-
hyde, c no qual at o presente esto os interessa-
dos na maior harmona. Assim, rogase a quem
os achou, a bondade de manda-Ios levar ao esta-
belecimento de molhados do Sr. Antonio Jos
Pires, caes 22 de Novembro, onde param os trens,
ou ao dono do hotel de Caxang ; e era qualquer
das parles pagar se-ha a gratifieacao cima.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado na
ra de Santa Rita n. 2o : a tratar na loja da rna
do Duque de Caxias n. 44,.
0 abaixo assignado e sua senhora vai a Eu-
ropa e deixa por bastantes procuradores de
seus negoeios particulares durante sua ausencia,
em primeiro lugar Antonio do Carmo Ferreira,
em segundo seu socio Jos Baptista da Silva e Al-
meida e em terceiro Antonio Joaquim Goncaives
Fraga.
Reeife, 3 de maio d^l873.
____________RieardoJp* ij.onies da Luz.
Aluga-se urna ama quft .coaahe perfecta-
mente e engorame, para W1J honiem solteira : na
ra do Fogo n. 18, 2." andar,
Escravo fgido
Ausentou-se da casa de seu senhor, e vaga" pe-
las ras desta cidade, o escrafo Manoel, crioulo,
cor preta e de 32 annos de idade, altura boa, olhos
vesgos, barrado e tem o vicio de embriaguez,
do qual torna-se muito faejl a prisio por nao oc-
cultar-se e dedicar-se ao servico de descarrego
de canoas, na Boa-Vista, Santo Amaro e outros
lugares. Pede-so as autoridades policiaas e capi-
taes de campo a sua prisco, e leva-Io roa larga
do Rosario a. 44, I.* andar, que se giatflcar.
Urna easa terrea com sitio, na ra do Viscotjde
Unio Commercial Benefi-
cente.
CONSELHO DIRECTOR.
-De ordem do Sr. presidente convido to-
dos os socios para a sesso que ter lugar no
dia 25 do corrente (segunda-feira) pelas 7 ho-
ras da tarde na sede da sociedadv Nova Unio
ra do Baro da Victoria n. 63, afim de tra-
tar-se de negocio urgentissimo e de su mina
importancia para a associacjlo.
Secretara,'21 de maio de 1873.
0 secretario,
Medeiros Jnior.


de Goyanna n. 161 (Estancia) : a tratar" Pn largolofBrecendQ seus pretimos em Inglaterra
da matriz de Santo Antonio n, i, i. soda/, /tQfal.
r- Francisco Antonio Carvalho Cantoso, vai a
Shropa e nao podendo pela presteza da viagem
despedir-sp de seus amigos o faz pelo presente,
ou Por-
DENTISTA DE PARS
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame-
recera confianza dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
geral..
Hfffffff f f ^ff f f f ff-fffffff
AiTEirgio
Precisa-se fallar ao Sr. Lcvno Brasiliense do
Reg Barras, morador no engenho Catende : na
ra do Livranjento n. 16, a negocio fue S, S. nao
ignora. "
-^.

f*-
:*-
3
m
*-
a
-i.'...
4
rtr
9
1
Art$mm
AO ARMAZEM
ii*>
VAPOR FRANCEZ
ItUA IK) HIHAO DA VICTOHIA
t, 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Aeabam de chegar muito boas pianos fortsse *)
elegantes io.m1^o>, dos rna mttavns e eo-
nhecidos faliricantes; como sejam : AIpSiisni
Rlond.-I, ll.-nry llcrs e PleyW Wolff C. : a
vapor rraorez, roa do Bario da Victoria, .>
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de bixo < phantaria, brancas jertas e
dilb reules cores, unto para seaboraa, i
ra meninas.
ipatinhos com salto no rigor da moda,'
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suner e de Polak, pan ko-
mens.
Sapatos de cordavSo Milie spara homens.
Botinas para menino de qualqurr ti imano
Pcrneiras e meias-pemeiras tanto pan ksSttSB
como pa/a nu-ninos.
Sapatoes de Sum para homens e meninos.
Sapatos de verniz com sallo para horneo*.
Abotinados de muitas quabdades e prvoss para
meninos e meninas.
Sapatoes de verniz com sola de pao n
sitios, jardins e banhos, soi tmenlo para I
e senhoras.
Sapatos de tapete, ra*emira, chariot avrlhadni,
de tranca |>ortuguez e francez.
No armazem do vapor francez, roa do Bao 4
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, lianhas, leos, o|>iaia e p* den-
iriee, agua dr ti r de lar.-mja. arna de laite-
te, divina, florida, lavamle, ps ite airuz, a-
neles, cosmticos, muitos aitip d
perfumara para presentes cmn frase 4a ci-
frarlos, caixinhas ortidas e garrafa* de dHhv
rentes tamaitos d'agua de cologne, tudo da an-
meira qualidade dos beo conheriiios tabrieaa-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, ra di Baria da
Victoria, oui'ora Nova n. 7.
Botas de montara.
Novo sortment de botas a Napotelo e a Gi
me, pcrneiras e meias pcroeira* para
e mei.is aarneirns para meninos.
No armazem do sonar france-, ruz de Bario
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
"adiras de balanco, de braco, de guarmedes, so-
f*, jardineiras, mesas, conversad- ras e co reiras, ludo isto muito bom por nMal fortes e
llaves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recrekis.
No armazem do vapor francez, roa o Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
ilo iiirVroiitcM 9/mBBtm. 9
ihaiitMcian.
>s para salas e gabinetes.
I.equis para senhoras e para menina*.
Lavas de Jacote, de lio da Kscocia e de camorra.
Cailinbns de costura ornadas com mnsira.
Auins e sjanrlnnai nm retratos.
Calimbas com vidro de augmentar retratos.
Diversas ohras de ouro Ixim de lei garantido.
Corronses de plaqu muito bonitas pata relogws.
Brincos imitaran e botoes de punhos de plaqu
llolsinhas c cofres de seda, de velludo e de conr-
nho de cores.
Novos ohjectos de phantazia para cima de nv*A
e toilette,
Pincencz de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oi-ulos de aro fina e de todas as graduacoes.
Rngalas de luxo, canna, com enjalal Je nurfin>
Bengalas diversas em grande sortimento para no-
incns o meninos
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidaOes i-
vers-as.
Ssperas de tarracha para saltos de liot'is.
Ponteirns de espuma para charutos e cigarro*.
I'i'iites de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marlm muito finos, para limpsr rabee*
Escovas para roupa, eaMIo, r.nha- pan ien-
tes.
Carteirinhas de madrepernh para dinheim.
Meias para harneas e para loi-nocis,
ravatas hrancas a ns MES arda para homens ?
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
I ig.is da gloria, de dama, de bagatella.*. de demi-
no e outros muitos dilferenles joguinbos alle-
maes e fiancezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mai fcil as
enancas.
Argolinhas de marfim para as erianras morderem.
bom para os denles.
Barcos de vimes pan embalancar crianzas.
Ci'slinlia< de vimes para braco de nienna-
Carrinfa a de ipiatro rodas para passeios de eran-
cas.
Veoozianas transparentes para portas e janelia*
Reverberos transparentes para cuidieiros de gas.
Esterescopos e cosmoramas com escomidas vis-
tas.
Laotcmas ng^ftl com ricas vistas de cores cm
vdros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para Iluminaron de
festas.
Baloes aereostalic. de papel de seda mni faetl
de subir.
Encerados bonitos para coaervar as mezas a
jantar.
Machinas de vai os systemas para cale,
Esoanndoros de pal'ia e de peiinas.
i'esourinhas c caivetes fin>)s.
Tpeles rom vidrilhos pan mangas e linterna*.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito a bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para na-
dros.
Quadros j promptos rom jiaysagens e phantnsa)
Estompas avulsas de santos, |>a\sagras e pbaata
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos en fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com linda* pecas
Realejos harmnicos ou arrordions de lanas os
tamaitos, e outros muitos artigo* de aainnoi
Miaras dillireis de menctinar-se.
No armazem do vapor franrez, roa d > Baro
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
S"
A maior variedade que se (Mide desojar do
os brinquedos fabricados em diderente* |
da Europa para entretenimento das tTiaaca
tudo a procos mais resumidos que posaros! :
no armazem do vapor fnnrex, rna do Baria
da Virtoria, outr'ora roa Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro entu-
fado.
No armazem do Vapor Francs roo o
Bario da Victoria (outr ora Nova) n. 7.
Oslinhas pira coslira.
Grande sortimento de bonitos modesto
chegados ao armazem do Vapor Francas,
rna do Bario da Victoria (outr'ora Itn-
va) n. 7.
Fogo, fogo
Fogo de bengala.
Novos foguinhos chinezes artiuriaes proprias do
saldes, varandass e jardins rretidas de oneom-
monda propria, e especial para os faUeJm $
Santo Antonio, S. Joao e S. Pedros i aromo ro-
sumidos, tanto em peqaenas caixas, romo i ro-
taino : no armazem do vapor fraacez,"raa do Bn-
rao da Victoria, outr'ora. oa n. T.
L ImSmi






Diario de Periambuca Sabbade 24, de Maftt b IM&

nroviU/% ne
PIANOS E MSICAS
*

AtfTOCTO JOS IWE IKEVSDO
Raa do Bur&o da Victoria u, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
publico em geral encontr, hempre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
lone
Acaha da abrir no priraeiro anar do obrada n. (2 confronte i
oonea Murer, aai grande sa:o onde esto expnstos os magnficos
1 UtMlfS de armario, de Pleyel.
------- de meia eanda, do mesmo autor.
------- de H. Henrt.

Para S. Joan
rrclsa-sefa%rao Sr. Jitfo Mancel da Fonseca hfvi*irB0 ,?.de ""^ ff10 4V>
Un*, morador fatf ngenlw Rinehao : na ma.do !!?5ue^ufplrU!L0lo^,50n'cc,do^PfJ0?PA4e
Lvrament6H. K3, a nogoolo, ntfe S. 3. n*o ignora Msg : no b"ar acadmico, ra da Imperatrii
Escravo fgido;
Ao amarillecer do da 20 do torrente mez fugio
o engenho S. Rarmolomeu, freguezia d. Muribe-
ca, o escravo.de nomo hfdrer com os signaos se-
gmtttes : caara acahodadu, alto, grosso, cabellos
estiradesejnuito nruto, nariz alilado, venta* re-
picadas, lientos limados, rosto muit liso, sem
barba, e ja foi surrado : qsem o apprchonder le-
ve-o so referido engenho, ou nesta cidade na
do Rangel n. 8. que ser generosamente reeom-
pensado. E' natural da Villa da Floresta._______
\tTia Precisase de un ama que eoziahe
-c*-^"* com perfeieao, para casa de familia : a
ra Buque de Casias n. 91._________________
A "mar a Precisa-se com brevidadc
/m A de uina ama forra ou escrava, meira Imperial, rosciras de qualidade,
*-*--*-?--- para todo o servido de urna'
casa de familia : raa da Conceien n. 45._____
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Baro
bTco. j da Victoria n. 46 para a na
ili
AMA
Precisa-se de urna ana para
andar com meninos : na ra da
Imperatrii n. 37, 1.* andar.
Precisase de urna ama pa-
r cozinhar: a tratar na ra
Primeiro de Marjo n. 1, loja'
DR. FERREIRA
medico operador, ra larga do. Rosa-
rio n. 20, vaccina gratuitamente as
quintas-feiras.
IffM& ~
De iO palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, frucla-pao, oiti-cor, ariticum-a-pe, aba-
cate, laranja-cravo, flanboyant ou brilhante, pal-
meira imperial, rosciras de qualidade, alecrinss
!>arreiras confo da india, romeiras e outra,
antas : na Capunga, ra da Ventura numero 20.
. zjnhar bem : na ra do Bario
lona n:28.
da
-------- de Araede Thiboni.
Coico agente nesta cidade, dos celebres afamados
PUOS DE flUCHER FRSRES
Temalos em diversas exposi.oss om II medalhss de oure e prata.
Sao s rneos piaoo< qua aqu vero da Europa, perfertamente afina-
tos, felos com siegan :ia e solidez.
Tambem receben, grande sortimento de mnsieas pm piano, pino e
:anto e entre ella; as lindas compo?i$*s do multo ympathico maes.ro
A SABER :
Voc roe qaer Walsa.
Olga Maturka.
L* Separacin P.ra canto.
A Lnt elctrica, grande Walsa.
Franco Biileiro Polka.
Tomada di Vllela Galope.
Josnioha Walsa.
A Lihertadnra Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A ItiM Lyra Walsa.
A Natalicia Pjlka
Stadente Po'ka.
(Vaqu emplaste continuar a aoBuneiar todas as publicares que S6 oreiu trzeajo uas suas offlcioas de msicas.
rHItnas publicar***
Failas as officioa de mq-icas
do annoncianle.
Emilia, poika per I. Sroolti.
Cireacieaa, tebqlea, por Stp.-itu
Jardjm do Campo das Pricets,
quadrirha, por J. Pupre.
Chuv ae llosas, VFatae, por H. At-
bertazi.
AMA
Offercee-sc ama
cozinhar e comprar : quem pro
cisar dirija-so a ra da Senzalla
Vfcllia n k\ 3. andar.
A cimpanhia Rorife Orainage recebe pro-
postas para o forucciutento de capim para seus
animaes : a tratar na rna do Imperador n. 26
primeire andar.
Vic' de-Mrquez de Olin'da n. 34,
?XiE primeiro andar.
Engenho Macaco.
No dia 27 de maio cor-
Ajudante de cozinha. i'epn Vai a Pra?a Por **"$>
.- flp nnvf anriKi n ronda nr\
P-ccisa-se de um de un oido : no hotel da
independencia, ra 4, Imperadorn. 32._______ engenho MOCRCO, StO 110 ter-
Solicitador.
;mo de Ipqjuca, por execujao
Honorato For-reira Xavier, rna das Gruzes
. primeiro .dar. _____________j que move Jos 1 rancisco
E,lril- Lavra Penna contra os her-
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
ASEA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que, os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mosma cor, cujo GeserAo se pd
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao seren engaados ver que
os botes tragam o noma de MEURON & C, e a desig-
napao de AEEA PRETA.
Manocl Feraandes
na e deixa por iseus bastantes piijcucaores, em
primeiro lugar o Sr. Ant nio do Larnw Ferreira,! .!. ,i^ G 1 1? U C*
em segundo o Sr. Francisco Jos le Araujo e em eil'OS 00 IlIiaUO t elippC fean-
terceiro o Sr. Antonio Ferreira Albema, para tra- 'x*____Tri i f\ u
tarem de seus necooios. I tia^O \ IGIV2L da (jUllUa '. CU)a
Recifc, 23 de fnaio de 1873. J i i i
renda c avahada em dous
contos de ris por anno.
Bom engenho.
Vende-seum engenho raoen-
te e corrente, distante da
prat^a 4 leguas, com boas
obras e trras para safrejar
2,500 pes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pographia que achara com
quem tratar.
* fMBNETE ~'
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
O DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTE1R0.
ESPrClALIoADES.
Molestia! e opfrafoes de olho?.
Cura radical e LS'aolauea do
esireiUmenls da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 Loras
da mar'bS.
Chamados: A qualquer hora.
MU
Quem a;liou duas chaves de porta ( fecha-
dura franceza),. querendo cntresrs-las dirija-se
ra do fJBeimado, luja de nmulexas n. 77 A, fue
ser recompensado.________
CASA DO OURO
Aoj* 5:000?C900
Bilhees garantidos
Wc do Baro da Victoria [outr'ora Nova)
n. 63, e casa de costime.
abftxo rsst?nado acaba Revender nos seus
mRito- felies hllhetes asope de 3:IHI4"00 em
deus meiasde n. i8i|, a irte de 8'IOaOO em
quatro qnartiis-de n. tuo.o-a sorte de 100^ em
quatro quart's-.lo n- 2I6(. alem de oiilr s sortes
menores de eaOO e 2ff000 da loteria que se
aealiou de extrahi (ol*.:; e-c mvida'aos isssuid-
pres a virrtn Tecebor, que prompiaineate sorao
pagos na foiwa do costume.
mesmo al.aixo assigndo convida ao respeita-
vel pufotico para vi ao sen estaneleciiiK-nto com-
prar os mir'i fclizes'bilhates,qne nao doixarao de
tirar qnalquer tremi,-como prova polos mesmos
aruiun ios.
Acham-se a venda os reuito tefltes ln'lhetc- ga-
rantidos da S' parle da Ir* ria i."i) .i b-neficio da
igreja do Amparo de Go\aana, que se trahir na
dia 30 do nvn, crrente.
Preeos
Iritro 6000
Meio 3*000'
Qunrto laSOO
Be i OO para rliua.
y
Inteiro
Mcio
Quarto
Recife.l de maio de 873.
.......Jodo Joofim da Costa Leile.
sitio
73
U37a
Precisa-cc de urna ama forra ou escrava,
que saiba corinhar, e um criado que se preste ao
servico de copeiro : a tratar na tliesunira das
loteras, ou no Monleiro, em casa de Aatoow Jote
Rodrigues <\ Souia.
Ignorando se a residenci.i dos Srs. Luir de Oh-
veira Lima Jnior e Ji lo Rafao (este eserivo da
villa do Cabo), sao rogados a apparecerem rna
Dti.jiie de Caxias n. 73 a Mg x"ii fc mu int-rena
Precisa-se
de um caixeiro, brasileiro ou pitrtagan, qe M
fiador de sua conducta : na ra de Hurtas n. 5,
padaria.
I'rccisa-se de um caixeiro de l\ a 16 annos"
na ra do Rangel n. 9.
A 0 Dr. Jn.i i Mara Seve. medico parleiro WL
5 e operador, miidoi a sra residencia para J
W a ra do Riacliiielii (>HTfdor <\ Hispo i J
AL sobrado n. .'3, onde pmle sur procurado M
para o exerricio de sua pronVao, das 6 S
as 9 boras da manha e das ,' da tarde em i
9. diantc. jK
kmt-m
a quem der noticia da iKHVa flulh.'iuiina q'i:
foi do leiicnte-curonel Feliciano Joaqtiim du< sit-
ios, e aepois comprada ao Bario de Nazaretfc,
representa ler 2." anims^ teni falta de denle" ux
frente e as mos rom ncairiies d-' q
de gaz, serca do corno e muitn icgrisia. <|n <\<*
appareceu da casa de Mbnd n. Sf>. da na dop
Cuelhos, que wr generusameiile rfcorapfat.
= Precisa-si um ealxrro | :ira lavprna : c
;ni caixer pateo da Rilieira n 2).
Balanceador.
Joao do Omto pode M NT procurad"
Duque de Caxias n. '^^ A, armatem da |>or:.i b
Vcnliam ver para crer: lan-
zinhas finas a 320.
A llosa Branca receben urna pjrciu_jj.- \\
cura*, de quadro*, i- l:-..-. c rsi.i qn. imai: I;
320 rs. o novad i ti i-irciul.-i i..
de lavar : na rutf'da Impi'iainz
llosa llranra.
Chapos do sol iiulezcs a
12^000.
A Rosa Rraiici rrceen v va re
condecidos chapeos de sol qne c > tanta a w
0 continua a vender neto mera i pteri i.
da linperatrir. n. 56, Ija da li"-a rai.ra.
la e que n
n. di, !., i ila
( ozinheiro.
Preeiza-sc do um, livre ou mu avo, e qurse ei-
carreguen tambem de comprar, nrataai
Msaoaa : a Iralar ni CofTed r i? > lsr
-i i n 59.
Antonio Joaquira da (lama i .
res abaixo enchanad de i M indW-se c afl
negocio picos meamos nnharai nbe bjM
Felinto do Reg BMTta taaat
Preci*a-sc de una
Caldeireiro, casa de
Bruto.
En2T>mmadeiia
ama Ir.i* ou esern
Erar i l ia mJM I
Aluga-su un a escrava uari i .1 servi-
tratar na rna da Gloria n. v
MEU
GR4MDE DESCOSERA
DO
Composto de manac ante-rheumatico e depurativo
PELO
E' preparado esto xarope de manac e mais algumas plantf.s indgenas do Amazonas,
nao contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nosossos
erupees syphiliticas e dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
desses virus. A sua composico foi approvada pela junta central de hygiene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicar;o para a forma de usar,
urna 3?000.
'^ nico deposito nosta provincia roa do Baro
Monteiro & Silva.
I'reco
da Victoria n. 38, chapllaria do
<^=>
DE
CABELLEIREIRO
. PUBLICt
(taeiH oaiscommad)tfhfmt?
Licontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo oBerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PARS NA AMERICA
.iua Duque de Caxias n. o9, primeiro anlar (an-
tiga do Queimado) e a razao ? a razo simples:
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
injommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se /oreado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de lapete (iystema ma-
carrnico) nao podendo ilesta forma conhecer se
a botina lhe fica boa, pois, nio tcm espado para
experimenta-la, ao menos que nio a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao inmun-
do ladrilho ; o que nao acontece no P America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhcecr-sc se fica bom b calcado : para o
bello sexo, entao quasi impcssvel, qne urna se-
ahora (do bom tom) qiieira sujeilar-se a expeli-
do cada mentar calgado ao lado de um baleao, ouik en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Parts na America nao resenfe-se desta falta ; tera
nm benj preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam ah as vantagens ou commodos
do Pars na Amrica ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tambem no bom ser-'
tmenlo de botinas para bomens, dos melbores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me
bes. Suscr, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chincllos e sapatos, assim tambem nm Imdi)'sor-
tmenlo de botinas para senliora, e snpatinhos de
muilas qnfflidades que poderao satisfazer a esco-
i da mais capichosa aoabora (do bom goslo);
Atten^o
Quem |*ocisar de boas amas seccas e de leite:
dirijfl-se.aoilargo de S.P-edi-o n. 3, Jtja.
MOFINA^"
Est encoura^ado 1!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
eserivo na cidade de Nazare desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprornetteu a
realsar, pela le-ceira chamada deMe jornal, em
Qns de dezembro de t87i, e depois para Janeiro,
pasaou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo eiamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anaos, e arando o Sr. sea nlho se
achava nesta cidade.
Precisa-se alujar urna preta para cozinhar:
na rna do Rangel n. 9.
fugio no dia 18 do corrente a prela Seve-
nanna, de nacSo, representa 45 annos de idade, i r
cor fula, tcm os olbos amarcllados, sobre a testa i V"ias Jl. riv^l sem segund
una cicatriz, ollia espantajo, uttula-se forra, le- i 0@@-fifil von chale de chita, vestido do aleodo de lislras''
ames : quem a pegar leve a casa do abaixo as-
signarfo, na Capunga, ra das Pernambucanas,
casa contigna ao sitio do L'r. Pereira do Carmo,
que ser recompensado.
Precisa-se de um caixeiro para tavenuc d
fiador sua conducta, que tenlia piatica necessa-
ria : na ra Duque de Caxias n. 20.
Esta s de jesuta !
O Sr. J. C. A. de F. nao quer ainda allcnder
aos reclamos da pobre" viuva que exige os alo-
quis e chaves de sua casa, montando i os ala-
guis at 30 de abril a 300O ; o que sobre
ludo se torna revoltante o inquilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e nem chaves e
nem alugues.
A verdade
E' bom dizer a verdade; ha cemento de Por
tland e cemento Portland ; o mesmo artista s de-
po.s de o haver empregado (em delle alguma idea,
se bem que s o lempo o qualiica : no annazem
da bola amarella tem de um e de oulro, ah tem-
se franqueza na occasio da venda e fidelidade na
entrega.
Aluga-sc una ln>a casa em Jli al
muitis commiid is c fresca : a iralar na n
Mrquez deOlnda. nrmazem n. 61
Procisa-ae de um caixeiro de II a ifi 7u?#
na rna do Kangel n. 0..
Denlista e Fa*
19 IU \ MIVA |)
FREDEItICO t;.\ni!,U, agra.l-.ndn :, ,.
tavel publico em ger.d t em particalar
amigos e numerosos clcnt.-. i f >\. rn
an^a que lhe dispensaraii'ur.vit. n qnin;
de sua residencia nesta liada cid le, snn a a m
lhe participar que o de i n 'i :',
dentista ao sen sobri&bo e di ipnloj y. i.
O qual chando-se h.ina:-.! in ism
companlia. est de sobejn li.ibilil.id > p u
toda a soa eonRMci e exerutai o. i .
maisdifficeis e delicados da pn>iv--i..
O inesiKo aproveiu i i a-ii i
peesoas ime loe sao dcw vi- i *sf ,! ..
de inanda-ls pagar Mato artes, |
se iiiniio brere pan Parte, leadi a : .
pre proaipto para que pudor i-re-tar.
AVISO.
Precisase de um eoalnheiro ou cozinbeira
para casa de homem sojteiro : na ra Duque de
0
*
*
*
Aiiseiitaraiii-se no dia l de |ao iru i rreau.
anuo, do engenho Oiteiro de !'
da Luz, eomarra de Pan d'Alh i, don-
marida e nuillier. man i rrii ul m ,5
annis, a escrava V>. Mareo. j ]',,,_
poura barba, altara regalar, d,. ^
grandes e largos, mies gross: -
lhe rravos nos pea ; e Escoiaslioa | ,
la, poueo corpo, faltam lhe os
qncixo superior, ps pequeos e e-pali.i..
la grande.
Consta ao abaixo aadpMla ter sil* earoUrail
a escrava cm tora de porla, mi: lera
entrega-Ios a pesaoa que os pegar, a sano
de Sonsa Randeira, na na da Penha 1 ." qae
receber a gratifieaeAo de JOjJ^oi aa 1
assgnado em sea eageaho.
O.tciro de Pedro, ndejadm i
_______ Joaquim CaeHiii l.
*
MKDICO-CIRl'RCICO |
Desappareceu de um sitio na Paasaxem da Mag-
dalena um cachorro de ra.a de Terra Nova, cas-
trado, cabellos prctos e eamprldos, mulo grande e
gordo, e traz uula collelra de eonro : quem o trou-
xer pana o racriptorio da ra da Cruz (Bom Jess)
tai 55, ser recompensado.
Aluga-se urna ewa na estrada dos AfOictos
n, 10, lendo um graade sitio, e junto da eslaco da
linha frrea do Caxang : a tratar no Chora-me-
nino, sitio da Capellinha, oa com o Sr. Jos Lu1z
de Mace* Catakaote, na loja de calcados do Sr. I e francez.
DO
Dr. .1. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olnda n. 2o, pri- &
meiro andar. >|
Consulta das 7 horas s 10 da manh. '
Chamad is a qualquer hora. A
LfOes de francez, piano
e
Silgar waflers
(VtNIU.V.
A melhor babehinha at boje eya\
para dieta como para cha.
\a eonfeianria de> rn<
RIA 1)0 IMPERAhOR R. 21.

COMPRAS
O Sr e a Sra. Bachelery, chegados ltimamente
de Paris dio lieoes :
O Sr. Bachelery lecciona francez, geographia,
historia e litteratura; e a Sra. Bachelery, discipu-
la de Henrque Herlz, d ticedes de pianno, canto
9&&&QQ&&
Arantes, na praga da Independencia.
Precisa-so de pretas para vende:
rna larga do Rosario n. 28, 2' andar.
boles: na
frrgntta-se
Ra do Imperador n. 381. andar.
O artista Andrnde, aotigo e acreditado offi-ial da casa de Delsuc, participa as Exmas.
famltas cao respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir esto novo salo, aonde
se aprompta com perfeieao toda e qualquer encommenda tendente sua arte*
Prepara-se pentendeados e postigos, pentea-se coques, cabelleiras e cache-peignes,
coneerta-se toda e qualquer obra em cabellos e faz-se com perfeigo toda obra de cabellei-
retro sobre encommenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra qualquer
parte. ,f
Alm desta grande vantagem compromettese em servir com pontualidade, perfei-
{8o e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimente completo de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernsimos
gostos.
Ra do Imperador n. 38 1. andar. ?
pelo que fica expendido, f st claro que a foja de
calcado eslrangeiro, que mais vantagens Oflercce,
o Paris na America, ra Duque de Casias nV
59, nrimetro andar, antiga rna do dneiinado
Ao comuerek
Os herderos do finado Jos do Reg Pacheco
pedem aos credores do m tarem os seus crditos no praro de oito das,
ra da (Zamboa d Carino n. e\ *ara serem verifi-
cados. Jtec.fe, 21 de maio de 1873.
se um moleque de 12 annos para o
no de casa de fawlia : a tratar na
Marcilio Dias, (DireiU) a. 82, segundo an-
Alttga-sc
o sobrado n. 7 da ra do Cornmercio o o lercero
andar da prorrriedade n. 13 dstua do Bom Jess:
na ra da Aurora n, 51.
aos collectores da freguzia de Santo Antonio e g.
Jos, se os mscales e. vendeltoes, pagam direi-
09" para egoeiaPem cculiatnnte com trastes,
comprenda oTendenda ; taando assim os direitos
aos estabelecmentos, industria, artes e profissdes.
Maria* Nuaes de Aadrade yia ao twblico
quo nao taija oegcio com Joo Antonio da Silva
Pereira sdbre o escrvo Demetrio, por ser este
cscravo pfrmHpfl.idfe da abaixo assigrrada, como
cm prte competente vi demonstrar.
Serinhaem, 17 de maio de 1873.
. Hacia N'uncs de Andrade.
Podem ser procurados no Hotel Universo.
,Quem avisa ami-

biolketra
No engenho da Sapucala de Beberibe preci-
sa-se de um ffiitor que tenha as habilitafoes ne-
cessarias : a tratar na rna do Sol n. 31, segundo
andar.
D se 3:000 a juros sobre hvpotheca :
qirem pretfH*.r dWla-se a esta typographia a fal-
lar com o Sr. Eerreira.
N* rea-do impeeldar b. 76, leja, preeisa-ee de
ama cozinheira, quar forra, ou rava.
O Sr. Manoel Bernardino Vieira Cavahnnte
rogado a que mande, ou dirija-se ra do
Aniormj n. 37. a negocio de mutuo nteresse.
PMUgUVIU UC III.UUU
'ortas
yo Rio Grande do ^Norte, onde caram algumas
portas ainericanaa^i, se vende por 16* e 20,5000
cada urna; eaH nbiicp, jorm, com esta
quantia anda seWbpr* umtsaacas; no arma-
zem da bola anMl^^H mta* do Impe-
rador

*^, go e.
Os proprielarios da confeitaria do Campos pede
aoe seus amigos e fregueaes que-lhe esto a dever,
o obsequio de virem saldar suas contas no prato
de oito dias, pois esto resolvidos a chamar nomi-
nalmente por este jornal a todos aquellos que nio
observar a risco este annuneio. flecife, 19 de
malo de 1873.
Trastes.
Compra se e rrnde-se baMea awf
e usados : no ariiiazem da ra I"
i orador n. 48.


A( ( orador n. te.
VENDAS.
CONSULTORIO
FOGO
Arlilhial
Valdivino da plvora, no seu armazeai de al
ra imperial n. 207, faz scient
blico desta cidade, que se acha sati-adoriaeeffcto
revenido de lodo o fogo que
estejos de Santo Antonio, S. Joie e 8. fedro
assim como um excellenle soriiinesto de hm 4*
ar, bomba real e pistolas de qiuir a seis balas,
ditas de duas c tres balas, unido a urna l
colleei.o de oulros foguinhos para brnquedoi de
vrian^as que costomam divertir-se cow as aura
cilhosas rodmhas de salas
CASA.
m
i
Do
Dr. J. M. Seve
Parleiro e Aerador.
Ra do Mrquez dOlinda n. 36, 1 fR,
andar.
Consultas Das 11 horas da manh asi w
da larde! 9
Yeade-se um sobrado em urna boa ra
I ar ea roa da Imperatriz n. 8, loja.
ira-

Charutos de Ilutas.
Novo sortimento e per prceos mdico1:
dem Boucgard C. a ma do Marque de OHn-h
n. 15._______
Massa batida^
Vende-se maesa batida de I
ogos artificiaes a 640 rs. a libr
avariada a 200 rs. : no arma
mperial n. 207, de Valdivino



I.....
~
Diario de Fbruanibuca &d)bftda^4 de lfaie-.de 18713.
*
Triumpho da
1


ae(|iiisi(!io.
Em tempos modernos nenhuin descubri-
mento operou maior revoluoo no modo de
curar anteriormente oa voga do que o
PEfTORAL DE IMMk!
TAMO SO TKATAMENTO
DA
Toase, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquido, Resfriamentos.
Broueliites,
Tosse Convulsa,
Dores de Pcito,
Expectarago do Sangue.
Luido em toda a grande serie de unformi-
dades da Ciargnuiu, do Peltoedos
Oi-gAos da reN-trucito, que tanto
atormentara e fazcm soffrer a humanidade.
A maieira antiga de curar consista geral-
mente na applicagao de vesicatorios, san-
gras sarjar ou npplicar exteriormente un-
gentos fortissimos cranoslos de substan-
cias vesicantes, am de produzir empolhas ;
cujos dilTerentes modos de curar, nao faziam
senjo eifraquecer e diminuir as torcas do
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'u;iia maneira mais fcil e certa para a cn-
fermidade a destruirao inivitavel de sua
. victima Quam diavnte pois o effeito
adroiravel do
PSIMEAl.DZmCABIIAI
bm vez de irritar, moi tiliear c cauzar iuuu-
diUjs sollrimentos ao doente,
Calma, modifica 'c suavisa a dor,
Alliviaairritaco,
Desenvolve o enlondimento,
Fortifica o corpo
a faz coni que o sistema
esaloje d'uma maneira prompta e rpida
ate o ultimo vestigio la enfermidade. Os
memores votos em medicina Ja Europa, (os
entes 'Jos collsgios de medicina de Bcrlim)
ficam seren exactas c verdadeiras estas
relaces analgicas, e edn disso a expe-
icia de milhares de pessoas da America
H ihola, as qaaes foram turadas com
lai ixilhoso remedio, sao mais quo suffi-
; p ira sustentarem a opinio do
PEITORAI DE ANACAB1 ITA!
i notar que esto remedio se aclia
trmente sonto de venenos, tanto minc-
Prseu dono terde retirar-se para
a Europa, onde vai residir algum
lempo, vende-se um ptimo predio
de um andar e sotao, n'uma das me-
lhoros localidades de Olinda, da qual se
descortina nao s todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinhr) at muito alem da
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
torra, as lindas paysagens do poente e sul;
tendoum quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annoa, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos o tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de co-
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a pica do anno ; com llu-
minago gaz ; e em vesperas de ten agoa
canalisada. Acha-se preparado con-enien-
tumente, nao s dos movis hidispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinba e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acba, ou retirando os
ouiveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na mo do Sr. Luiz do Reg
Barros, Fegente do hospicio de alienados: e
a tratar nesta typographia, das 9 horas da
manh s 3 da tarde, ou no Poco da Panella,
l.-rgo da matriz, palacete amarello, dessa
hora at 7 e meia da manh.
Adereces de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubio e perolas,
voltasde perolas.
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidades.
Sitio
mu LOiM m JoiAs
2 ArUw do CaJbusN. 2 A
DE
FikLno
Acaandrsc^campletamenje reformado este estabelecimento, e
tendo os seus prfprietarios feito urna importante acquisi^o de
jotas as mais modernas viftdas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ac respeitavel publico a fazer urna visita1 ao seu es-
tabalecimento, afn de apreciar eeomprar urna joit de gosto por
pve.<;o razoav.
Vende-sc o sitio n. 42, ra do Vr-eonde de
Goyanna, antiga na do Cotovello : a trafer roa
do Livramento n. 6, loja.
raes, como vegetas, emquanto que alguns
destes ltimos, e particularmente aquellos
3 i lados b a I ma do opio, e aoi-
c. Irocianic i [ >rtaam a base da maior
dos Xaropes, com os quaes lio. t'a-
(ii i se engaa a crodulidado do J>u-
i. coi nacahuita peito-
i o linda e curiosamente engarrafada
m irascos da m i la de cerca de moio
uartho cada um,( como adose que se
; -'> d'u i i lli i" pequea, basta
iapplicai,i i d'uto ou dous fras-
- para a effectnac,ao de qualquer cura.
ba-sea venia em lulas as b ticas.
11. I'rosters C, ai ut( s.
Para ab oaconscr vacilo
YOSSOCAffiLM
l.U UO
'I
-__U
um preventivo seguro o corto contra
a cal y ice.
I I tl e restaura forcae sanidade pelle da
cabeca.
npto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
Elled grande riqueza do lustro aos ca-
Uos.
d .m faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posico que se dese-
ie, n'um estado formoso, liso e macio.
i'.e faz creseer'os cabellos bastos e compri-
dos,
conserva a pollo -o o casco da cabeca
limpo c livre de toda a especie do caspa.
previne os cabellos de so tornar-em bran-
cos.
conserva a cabera n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
n i demasiadamente oleoso, gordu-
rentD ou pegadico.
nao deixa o menor chairo desagrada-
vel.
tle o melhor artigo para os cabellos das
changas.
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conserv<;ao o arranjo dos ca-
bellos das senlioras.
V- .ico artigo proprio para o pentea-
. :!i" 1 ios i barbas dos senhores.
NEKhuH rOCADOR DE SENHORA SE
l'ODECO.NSIDEHAR COMO COM-
PLi:rosi;Mu
T0NC0 ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica o aformosea
O CABELLO.
Acha-SO venda nos estabelecimentos do
H. Forster & C., agentes. E em todas as
principaes lejas do perfumaras e boticas.
E baralissimo
Basquinas e casaquinbos de seda ricamente en-
feitados e em muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 7000.
Pecliiiichs.
Chapenas e chapeos de palha, velludo e seda-
para senioras e meninas, por procos baratissimos
de U, Si e 4S.
Ainda pechincha.
Baloes em perfeito estado para senhoras< e me-
ninas a 1UOO,
Para acabar.
Biquissiraos cintos com lagos e sem elle e di
gestos muilo chiques a 400 e 5'Ors.
ntremelos e babadinhos a 400 e 500 rs. *peca
Saias de la para senhora, 16-
Estas pechinchas s se encontram na loja de{
Passo, ra >.' de Mar;o n. 7 A, antiya do Crespo.
As nicas e-verJ>dRiras bichas hamburgue'
zas que vm este mercado : se vendem na> roa*
do Mrquez de Olinda n. 5!, 1 andar.
Vende-se
pos de larangcira do umbigo e da Chjna, ps do
fructa-pao, pinna, sapotase sapotnis, tudo em'ces-
tos : na Ponte de Ucha a. |(
Rival sem sonulo.
GRANDE UOOIDACAO NO BARATEIRO
SAZAK NACIONAL
Ktia- da Imperatrz n. 72
DE
LoamicoPerd'* McndesGnimares
CASEMiKA PRETA A 25S0O d CORTE. I COLXAS DE FISTAO A 2>o0h
Vende-se-cortes de caaemira prtta para cal-, Vende-se ffolxas de fustao, Vas de homem a 23)500, 4J5O0, ^e 65000. 25J500 cada urna.
PANNOPRETO FIK> A 2?500. CORERTORES DE PEI.I.OS A 1*260.
Vende-eei panno enfestftdo proprio para I Vende-se cobertores de pellos e papados
Cheg rain agulhas para machinas, do fabricante
Crowvr 4 Haker. Duzia por 24000.
Saceos de estopav
A variados pira niilho e farinlia a 320 dada ura
S 5 do Crespo n. 20.
BICHAS BE HAIBUfiGO
As mais recentes o melhoros.
Vendem-se na pharnacia e drogara de Bar-
tholomeu AC, ra Larga dosario o Un. 3i.
Vende-se duzias de linhas de carretel de i<0
jardas pe'o diminuto precn de 5 0 rs.: venhan
ao rival do Recife, roa do Mrquez de Olinda nu
mero 50 A.
Vende-se o engenho Barra, no municipio de
Santo Aiitio, perto da cidade da Victoria menos de-
uma legoa, inoente e corrente, de animaes, e com
capacidade para moer com agua na mesma cas,
com boas obras e bem p ramentadas, com excel-
lenles (erras para caimas, e tuda qualidade de la
vouras, boas matas para serventa do mesrao en-
geaho, o .seu terreno de ptima produccao
taiiihem se vende com a safra pendente, e os ani-
maes de roda, se assim convicr ao comprador :
2uem pretender pode nesta praea enteuder-se com
oo Jos da Silveira, na cidade de Olinda, no Va-
radouro, c na cid.de da Victoria com o~proprieta-
rio, no iiiesmo eugeiiho com o abaixo assipnado.
Jos Barbosa de Barros Cavalcante.
Na ra da Imperatriz n. 6,
oja ne jouea de -^eLastiao Marques do Nasri-
mento, vende-se em porcoes grandts ou a reta-
Iho todo l>';a existente na mesma, por pregos
mude dint:,.utps por ter o mismo proprietario
de faiei u viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanio, todos os freguezes que precisar
d^se ?ortir ''estea^rtigos, apresentau-se quanto
ante. _<___-_________^__
Vende urna arroasao em buui estado ; ua
pato do Terco u. 19.
Urna peca de chita com
toque de mofo
Chitas rochas miudas com toque de mofo, com
34 a 36 covados por 7000, muito barato : na
ra ilo Crespo n. 20.
Grande liquidacao de fazen-
das, miudezas, ferragens
e taboas de louro e ama-
relio.
Tuomaz Jos de Gusniao, eslabelecido em Olin-
da com loja de Duendas c miudezas c tambem
com armazem do madeiras e materiaes, faz li-
qudacao de todas as mercadorias existentes em
seus estabelecimentos, com grande reduccao de
pregos, por ter de mudar-se : tambem tein gran-
de quantidade de cera em vells.
Yende-se
a taverna da ra de Vidal de Xegreiros n. 105,
bem afreguezada e em bom lugar : a tratar na
mesma.
Toallias a 6^000 a duzia
pechincha.
Toalhas alcoxoadas, sao grandes, a Qf a duzia -.
na ra do Crespo n. 20.
Chitas verdes e de cores a
200 e 2i0 o covado.
Xa ra do Crespo n. 20.
Cassa-La a 200 rs, o covado, na
do Crespo n. 20.
Todos querem -
Casse-laine, padros miudos, pelo baratissimo
prego de 200 res o coVado.
Baptistas lisas
com 4 1|2 palmos de largura a 400 rs. o covado,
muito barato : na ru do Crespo n. 20._____
Sitio na. Torre
Vende-se ou aluga-se por dous on tres annos
um pequeo sitio no ponto mais saudavel e apra-
zivel do alto da Torre, perto da jgreja, bem trata-
do, com muitas arvores de fructo e muitos commo-
dos : a fallar na ra Nova n. 19, i andar.
Moraes <& Irmo
Em seu escriptorio ra da Madre Deus
n. 5, A." andar, tem para vender por pre$o
comraodo : ^fc.
Vinho dp Porto superior engarrafado.
Cerveja Bass.
Gb verde miudinbo de Superior qujfli-
dade,
calcas e pattts* 2S50O, 35?, 4J? e 5??000 o
covado.
AtPAGA PRETA A- 500 RS.
Vende-sespttpreta Ib'* 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES J* BRIMiA l#50O;
Vende-se cortes de bria para caifas de
homem a lS&aOO-e 2*000.
CHITAS BARATABA 240 RS. .
Vende-6e clita* frarictaas largas>. para e 43000.
vestido* 240, 28, 320 o 30 r*. o covado. I IJ>'gOS BRAMOS A 2^000 A DUZIA.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. Vende-so lentos braneos a 25000 a du-
Vende-se chita. lBas pa# obertas-a 280 zia.
rs.o-covado. G-ROSDENAPI.ES PRET9 A 1^800
MUSSELL\A DE CORES A 400 RS: Vende-se grosdnapls prete- para vestidas^
Vende-se musselina. linas,. 6* cores- para a 1-7300, 2JP, 2*f5O0, 3$, 4000 e 5?00ft o
vestidos a 400 rs. o covado.- covado.
a-1?200 e 15400.
SAIAS BRANCAS- A 25000.
Vende-se saias brancas s de cores a 2500*
e 25500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias pare
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA YIAGKPS A 35O0O.
Vende-se bolsas para viagens a 35, 35O0
FUST AQ-B8iJH0O'AaWI RS.
Vende-se teto brance* para, vostidos -a
3-20 rs. o covado.
CASSAS FRAiNCEZAS FIBU A 360RS.
Vende-se cassas de cores muito firrasli'360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptktn para yoalMhs
de senhora a VOO rs. o covado.
MADAPOLAO FINO A 45000.
BAZAR
D*A RA IIIREITA
HOJE
MARCILIO DAS N. Si
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico o mais completo wrtMMMo
de miudezas, chapeos, calcado francez e artigos de luxo; e recebendo quasi todos os awa
artigos de propna encommenda de Europa, acha-se as condiedes de retalhar nms barate
do que qualquer outro, e quem duvidar veja :
Ricos transparentes para janellas, a
105000.
Diademas dourados de 15300, a 29500.
Ditos de tartaruga, a 35.
Ditos debtalo, a .500 rs. e 19500.
Gravatas de seda para senhora, a 19300.
Parares de seda muito finos cora 2 iacoe,
do 35 a 55.
Fivelas de madreperola, a lf.
Vestuarios para baptisados, ricamente en-
festados, a 259.
Cachos de flores muito fina, contendo
ramos, por SJP.
Caixinbas com perfumaras, muito pro- 29500 a 39.
&cov*s finas para lientos, a re.
Ditas mais inferiores, a 200 rs.
Caimas de metal muito lindas coas sos aV
arroz, a 1.
Abafadores finos com lago, a IftOf.
Ditos ditos, a 29500.
Ditos ditas sem lacos, a 15400.
Ricos espelhos de diversos tamaabo, com
moldura dourada, modelo oval, de 39 a
125.
Ditos dito cora moldura en veranado, a
25500.
Ditos dito oom colasanas de jacanad, oV
pnas para mimo9Tde 45500 a 09-
Ricos vasos de prcellana com fina ba-
ftba, de 15 a 25.
Boies com dita dita, a 500 re.
Latas grandes com dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pescoco, com cora-
coes-de madreperola, a 500 rs.
Lmha de carritel de 200 jardas, a 80* rs.
a duzia, excellente para machina.
Dita de dito de cores, d 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita uV dito branca, de 60 dita, a 280 r.
Entreraoios e babadinhos bordados, de
400 rs. a 25500 a pega.
Galues de seda de 1920O a 25600 a
peca.
Ditos de algodo de 100 a 200 rs. a
pec,a.
Trancas branca de caracot a 40 rs. a
pega
Caixinha* com 4 papis de agalhas fran-l
cezas por 240 rs.
Ricas cestinhas para o brar;o, rauito bem
enfeitadas, de 29 a 35.
Ricas gonhas cora manguitos, para so-
nhoras, a 45.
Camizinhas-para senhoras, ricamente en-
feitadas, a 49800.
Casaquinhos de la para ditas, muito bo-
nitinhos, a 75500.
Collarinhos bordados para ditas de 500 rs.
a 15.
Espartilhos muito fiaos, a 45.e'5#.
Gravatas para homem, pretas e de cores,
a 240, 400, 500 rs. e 25500.
LS para bordar, a 55500 a libra com-
pleta.
Finissimos leques de marfim, a 85.
Ditos dito de dito, a 59.
Leques de sndalo, a 55.
Dit s de madeira imitando, a 29.
Ditos de papel, a 15800.
Bengalas, a 15.
SoUarmhos de papol a 400 re., a da-
zi.
Cbapo^nbos de palh para sentaorw, s
6W#0.
Ditos de dita para meninas, a 29600.
Ditoade .lila para criao^a, a ItfttO.
Ricos chapeos de palba escura para se-
nhora, 169000.
Ditos ditos de Italia para ditas, a 119.
Gorros da veludo para meninos, a
45000.
Chapeos de palha inajleza para hnmsn
;a35.
Ditos de fe I tro finos para ditos, le 39 a
i 45500.
Ditos desold merino, muito lindas, core
cabo de metal, a 65.
Ditos de seda com cabos e pegadores de
I marfim, a 105
Meias chapelinas para senhora a 09.
Buzia de camisns d* cretona de odres I-
xas.para homens, a 339.
Bolinas francezas para sonhoras, *4T-*i00.
Ditas ditas finas enfeitadas, de cano alto.
a 69 c79.
Sapatos Charlot com salto e sem salte
para homens c senhoras, de 35 a 3?WOO.
Sapatos do Porto, de tranca, a l*?90O.
Sapatos de tapete, a KP400.
Fotos para meninos, de 25 a 2C500.
Alfinetcs e brincos de podra cravados,
15500.
Ditos ditos de parola e filagran, a
2v000.
PaasSfMrtouts para nitratos, a 500 rs.
Agulhas se crochel com calxis de mar
fim, a8O0 rs. a carea.
Granadme com listras de seda, azeiida
para vestidos, a 700 o covado.
Corrernos de plaqut para relogios, de tt
a 3--NJ0O.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador poder ccitilirar-so da *:di-
Vonde-se pe^as de madapolo, a 4500O,- eidade dos presos, por quanto vende O BAZAR DA ROA DIREITA N. 51.
45500, 55, 65, 75000 e 85000. j--------------------------------------------------------------------------------------------------------
ALGODAO A 45000.
Vende-se pegas de algodto bom a -S;
49500, 55, e 69000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 900 rs. e
metro.
SOBERANA E INF ALL VEL
IiNJECCAO
DO '
MATTE!
1>R.
I
EBNTB
Da IMhk de rmjMm k Pars, cavaiiieiro (la ^m d homtv.
A blennorrhagia, ou.purgagao, urna inllammaeao do -canal da uretra, occasio:i-
da a maior parte das vezes pola comiauuicagao impura. Nao urna alTeceaogeral, que
d logar," como a syphlis a accidentes secundarios. E' urna affecgo puramente local.
Electivamente, os medicamentos que-ha muito teem sido applieados interiormente con-
tra este mal, taes como a copabiba, cabobas etc., nao produatsq effeito seno communi-
cando s-ourinas algumasdassuas composigo, que, pela sua passagem atravez do canal,
se tornara urna verdadeira injeegao.
Para quesera necessario carregar o estomago com essas preparagCes nauseabundas o
repugnantes? Para que preciso fatigar os intestinos com a sua acg irritante? Ares-
posta simples :Nao se tinha ainda descoberto urna mistura que, introduzida directa-
mente no canal, produzisse os mesmos effeitos sem*temor mos resultados. As injecooes
to falladas at aqui, conseguem bnr parar a [lurgago, porai pela irritaco consecutiva
que produzera no canal, sao urna atneac,a permanente do aporto, affeceao muito mais t:r-
rivel que o mal so pretende curar. Eis aq*i porque a maior parte des. mdicos, que recu-
sara, com razo, de as empregar.
Presentemente, este fundado-temor uo existe. A njecgao que-nos apresentainos ao
publico, que conta dez anuos de bons resultados, nao interrompidos,, nao irritante. Y.'
anti-blennorrhagica em toda a extensaodapalavra.' Queremosdizer, u causado mal,
que ella destroe decompondo oselemenios da purgaco o tonificando a mucetza e as
glndulas donde-provm a sua origem. A sua applicagao nao dolor-osa, e se una li-
geira impressao se segu sua introduego, essa impressao de pouca dura, e segue-lbe
urna sensagao immediata e nao desagradavel. 0. seu tratanieuto- nao precisa de nenhum
utro auxiliar para fazer parar em muito poiao tempo as purgages, ainda as-mais ro-
beldes.
Quasi sempro basta uins frasco para a cura, pois nao iso consta quehouvesse pur-
gagao que resistisse ao emprego. de dois.
Afim de chegar a urna prompta cura, o. doente devora seguir o soguinto
iti i.ic.ii;\ :
1 De dois em dois dias, totnar.um grande banho, e permanecer nelleduas horas,
sendo possivel.
2. Lavar tres vezes por da a parte doente com agua fria.
3. Dar tres injeegoes por dia : do manh, ao meta dia, o i noito. Aportar lige-
ramente o orificio do canal, afim,de conservar nelle o Squido um minuto.
4. lisar ura suspensorio.
5. Abster-se do uso de bebidas espirituosas, ou alcoolicas durante o trata-
miento.
m:\uoiivs.
Ha muito tempoque as fldros brancas, leucorrhoas, etc., teem sido consideradas as
senhoras como causal, a constituigao anmica, que na linguagem vulgar lhes chamam
fallidas coros, quando ellas sao ao contrario, a causa do enfraaquecimento, e pobreza
do sangue. D'ahi provem o erro que muitos mdicos commettern ainda, de tratar do
estado geral, em logar de cuidar do estado local, que a causa dos symptoraas geraes.
Nao logar proprio este de tartarmos theoricamonte o fado que avangaroos, mas acredi-
tamos que basta aponta-lo para que todo o medico consoiencioso o reconhega o seu
valor.
A nossa injeegao tende seqapre a suspender esses corrimentos sempre rebeldes qual-
quer medicamento ; mas para obter esse resultado preciso que seja dada com o maior
cuidado, e que penetre at as mais pequeas pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza que est a causa da affocgao, Nos convidamos as pessoas que recorrerem
possa injeegao, a servirem-se, de preferencia a outra qualquer, da seringa direita, form-
is d'um tubo de vidro do qual a extremidade redonda tem alguns buracos. Estas se-
r*-as tem sobre as cuitras a vantagem d'abrir largamente a vagina, e por toda a muco-
za/im contacto com o liquido injectado, condigno indispensavel para cura.
Duaftrfs*Aj^sjsj^!gMMNMk%W d'agua suliciente
para encjier,a serj,[uja, bastara para urna injecco, que de ve ser repetida tres vezes
por dia.
HOCO, phannxtte*. t, tm^*t> Casllll**-, I'arii, mmtf prfirtrlcfc>
DE
OLEOE3HOGG
DE F10ADOS FRESCOS DE BACALHAO
Tsica, affeceos escrofulosas, tosse chronica. rheumatismoa, traqMH
Idos membros. otha, debllidade geral (engorda fortalece), doce e fcil
|de tomar. Mencfto honrosa.
Exigir a marca de fabrica abaixo indicada encobrindo a capsula de j
cada frasco de forma triangular.
Deposito em Pernamlmco, A. REGORD, e as principaes phannaciaft.
Na tavei-na n. 22, na (la
Imperatriz
VENDE-SE :
Rap areia-Ona a 9()0 rs. a libra.
Raji superior a 900" rs.
Rarffi areia-preta a 14000.
Hanteiga inglesa a I28J.
Dita francesa a 800 rs.
E outros bons objectus a precos conimodcs.
J chogaram os mar-tvilhosos i'ogos arlili-
eiaes da China, para seren sollos ne saldes e jar-
dina : eaixinhas com variado sortimeato e a pro-
cos desde !Q| at i'i05 cada caixa : no armazem
n i do caes da alfandega.
Cassas a va riadas a 240 rs.
o covado.
O P.ivao vendo flnissi i franrrav
C.*.ri's p.iin (.s mais ,],|i, ;:.|n i.; |.r iCTPm
um peqaesn loque de a... r*r
barato prono do dor.i i i-madu. K p-chin-
cha : na loja do Pava, ra da Imp.-: atrii a
:o.
Farinha de mandioca.
A messor do rrtrr
Venda J. F. S. Cotmbra Gsimaries : i ra Ab
Marques de Olinda n. 1. I. sal r
por
A nossa inje^o prpphylati^a, ist evita o mal. Ura*. injeegao basta, depois
d'um contacto suspeito, para por ao abrigo de todo o receio de doenga.
Na
HttBMAOA E1 ORAR#
BA.RTH0L0HE k G.;
34R larga do Rosario34
Wilsou Rowe C.
i iiv o sen armazem na do Commercio n. li,
teem par* vender r
O verdadeiro algodio azul americano de su-
perior qualidade.
Fio de vola do inelhor.
Cognac marca J. lilbciro.
\ infio deliorde.iux
E em seus depsitos cairas de peJra Jo todas
as qualidades.
Comniendador Euzebio Rapbael Rabtllo, teii-
do de reliiar-sc para Europa com sua familia,
vende o seu sitio no Caldeireiro comsahida para o
rio Capibaribc, chao pruprio, murado me lados e
na frente um port.io de ferro, boa casa de viven-
da muita fresca e ventilada, com 2 salas, 3 quar-
tos, send um muito grande, copiar puxado fora, o
um sobrado no lado da casa cima, edificado w i-
ma do nivel da casa junta 6 palmos, com urna
grande cozinha, sala de janlar para criados, sala
de engommado. despen#a e serventa em separado,
e o andar superior convenientemente dividido, o
corredor e urna sala forrada a estuque. Tem BMW
o mesmo sitio cochsira, estribara, quartos para
criados, tanque ou deposito de agua, urna grande
la lula de ferro, muitos arvoreios do fructo, euma
pequea baixa para capim : quem o pretender
comprar enienda se com o co-rotor geral liunealo
Jus Alfonso, encarcegado da venda.
Salsa-parrlha
da mais nova que hi n


ra da Vigario n. 7, ) an
Caf de Java
i> hampos da cocfeHana, revebe r* t*fc* &
vapores o to precmisado Ca i. m
em latas que vene a 600 M, a libra.
So nal.' .i-itariadoCaMsaw.
.NA RLA 1)0 IMKsUDORH. 24.
Fiambres preparadas.
AS LIBRAS E IMT.liKV
Com insetip "!la =
O verdadeiro eli >'
caravanas chinezas.
S ua Ctrafeitaria >lo Campos.
RA DO IMIFIlADOtt >. i
A 280 rs. o covado
Cambraia muito fina e do lindos p-dr"es a
rs. o covado. baratissimo : na loja Ca
ra 1" de .Vareo n. 7 A. anuya do O
Taverna
Vende-se a taverna da ra Direita. n. 7i, e a
raza por que se vendo se dir ao comprador :
a tratar na mesim.
Queijos do Serid.
Venle-se os afamados quoijips do Serid. por
prego commodo, em porgJo o a retalho, ebegado
no dlimo vapor :.na ra daLjvramertio n 3.
Taverna
Vende-se a taverna da Gamboa do Garmo n. 2 :
a tratar na ra do Conde da Boa-Vista p- 87, ou
na mesma.______
f Cera e veimde iMrmvba
' Vela? de cera e de ospermacete : na ra do XI-
garn n l1), Io andar.
Vende-se.
afisa-.n. 134 da ra do Coronel Suassuna (antiga
da Mart\iiii.s): a tratar n ra do Vigario Tlie-
nsrion. 3, 2' andar.
Lizkilias mmm a 280
h o ovado.
Ra do Crespo n. 20.
LSzinfis escocezas, padrSes inteiramente no-
vos, pelo diminuto proco de t80\rs. o covado, leite : (ruern prasaMsr iriia^s i nu
pechincha e do-se amostras ua loja de Guilier- Hita n. 48, a tratar com o dono, SeversM JoaP
me C. da Cunha 4 C. 'guelra d^Henet.
Vende-se a taverna da na Imperial 4S.
bem afroguezada para a trrra c coaa bastas*^
commodos : a tratar na. mesma.____________
Engenhos venda.
Vende-?e os ergeahos: Gamelaira, com ar*
de dous mil paes, s tuadn ao tejar denonnls
sfaira de Fanella*. margem ''i) ii> Pi:..n,\.
a 4 leguas da estafo de t'na non terreno pan
sarejar annualoente de 4 a 5 mil pasa : CofTiea-
tes, com safra de dous mil pies, Mluido no sss-
tricto de Agua-l*reta e 5 leguas da < lacio >
l'na : o pn-UMidcilo a amlios. M a qualsjsir SSB
dos dous referidos engenhos. enteda-se com
Joaquim Rodrigues Tavares de M.-lio. no Recife,
praca do Corj Santo n 17. ou com lo? 5 RapUs-
ta itorqtes Dias, no povoado 4o Mc-tte.
Vnflcsc urna canoa de amarello. qrasj nova.
3S palmos de comprimento a tratar na s*a lar-
ga do Kuuri. n. li, |u ao ear* do Kam msb. ti,
com o Sr. Ticiursno.
Oidade da Wtorm
sita
Vende-se nes cisde ama
do Barro, umita arSfiria pura se
prediu por taraatta -largara _
ter a meia<.~A> oimeve Ira- Lm
proprio para egnoio, > casa assis*
Sra. D. Joanna : a tratar em Alogadas,!
Paan. 3. ________________1
sapar ca
GavalMra de-Vara
i,'rrenetfa de *fp*id, a margen 4
le WMaori. A 'pnmrfratte tat tasa se
aasobradaa, ajade, aoaa vaneas, matas,
tes fructeiras, e lugar anronriado pare vafeas
ieite : quem presandm rijis ras ds



Diario de Pernambileo Sabbado 24 de Maio de 1873.
MIGHIII!
Sosres I.cito & Innios, pcdem as Exmas familia; osti li.la le, para vircm sorlir-sa
de um completo sortimento du miudczas e pt-rhinarias, por [negos bar.itissimos, a
aber: i
Caixa de linha branca muito boa com 40 Caixa de pcnuas Perry, a 800 rs.
oovellos, a SOO rs. dem dem, a V00 rs.
dem dem de marca, a 200 rs. Caixa de enveiopes atajados de preto, a
Maro de fiU chineza, a 900 rs. 500 rs.
Duzia: de pec,as de cordo imperial, a( Leques para senhoras, a 2?000 e-435000
80 rs. j dem idem de osso, a tiflOOO c 89000.
dem em carritel de linha branca, a 320 Indispensaveis de couro da Russia, a
10?W00.
Tivrospara notas, a 320.
Redes enfeitadas, a 19300.
Duzia de collarinhos boroados para ho-
rnera, a 89000.
dem idem lisos, a 69000.
DE
(MO SAO LINDOS!! !|v-8.d-T^jeb
fleques todos de madrc|icrela._ bia.r w'iul
corc*C que tr.v.cm o di-tiroCN'IAO-c.u le:;.1^ i u.
leu N*as f*m2i+m d* <-r.-
nitn Tnmr.-. n< do-nd: e nmt pr-
ra.
dem idem carritel 200 jardas, a 19000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 19000.
Abotoaduras para collete^(sao baratas), a
200 rs.
Duzia de peras de trancas caracol branca,
1 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Talheres cabe de viado (imitacjio) a 39000
duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a 39600.
dem idem boira lisa, a 29500.
Grinaldas para casamento, a 29 e 59000.
Garrafa de tinta roa extra-fina, a 19000.' 500 rs. e 19000.
Caixa 4q botes de osso para caichi, a. Mago de sabonetes inglezes muito supe-
ro "' ores, a 600 rs.
Cocjacs modernos, a 39500. Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
Mi*ro de tranca lisa de cores, a 240 rsJ e 39600.
fispelhos-touoadores, a 29000. | dem de sabonetes de anjinho transparen-
Resraa de papel pautado e Uso, a 29600^ tes, a 29200.
s4980, 39500, 49000 e 69000. dem de sabonetcs com flores, a 19i>00.
COSTURA DE HOWE
MIS l'OMM
SOARES LEITE, IRfflAOS
NICOS AGENTES
Ra do Bardo da Victoria n. 28
ai*\;i' !: :.iadtv\r '' f"':i ,;
nando se. Mr isio ..pr< i1 I |*
ERnordaverda"deira a i93oo' As irais simples, as maisbaratas e as melhores do mundo!
Garrafa de agua
dem kananga do JapQ, a 1(8200.
dem divina, a 19000 y> 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antique muito b opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
Ra expsito de Pars, era 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalhadeouro e a condecora-
do da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha e ouro, conferida a E. Howe Junier, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
A 90W00
Cabe-nos o dever de annunoiar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
sade, a 600 rs. Lindas e elegantes caixinhas com perfu- York, estabeleceu tiesta cidade i ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
dem idem idem beira dourada, a 800 rs. 'mes do autor E. Cudray t; GelW Frres, pro-'geral, para em Pernambuco e mais provincias se vendecem as afamadas machinas de_cos-
Caixa de enveiopes forrados, a 700 rs. prias para presentes. tura de Howe. Estes machinas sao justamente apreciadas pela perfeic^o de scirtrabaIho.
Luvasde pellicacom pequeo toque, a Sabonetes Glycerino transparentes, 19 empregando urna agulha mais curta com a mesma qoahdade de linha que qualquer^outra
e pela introduego dos mais aperfeicoados apparerhos, estamos actualmente anuiiaaos a
I *00 rs. e I9OOO.
Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de boHas de borracha e calungas por baratissimo preco,
tofttabjectos que se tornara longo mencionar.
28 M do Bara da Victoria 28
JUNDIfjO DOBOWMAN
BA DO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenbo e ontros agricultores, e-emprega dores de m
sbinismo o favor de ama visita a seu estabelecimento, para verem o lovo sortimento
compleu qoe ahitera; seudo todo superior em quaJidade e fortido; o que com a ins
pecco pess jal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
VfttinrAl A rnriafi r!9A7^o dos mais molernos fystetiias cem ta-
<* ct|JU>. o O rUUoSf U dg^* maohos convenientes paia as diversas
circuastanc-ias dos seDhores proprietarios e psra descaroenr algodo.
Moendas de canna ^sl?ems S t'dm3Dh08' a8-melhores qw aqDi
Rodas dentadas ^ "**** "** *wpw-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Altmbiqnos e fundos de alambiques.
ofterecer o exame. publico s melhores machinas do mundo
As varUagens destas mackmas sao as seguirUes:
Primeira.O publico sabe que ellas so duTadouras, para, isto prova incontestavel, a
c wmi- circunsstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda,Contem o material preciso paca reparar qualqoer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fricc4o entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponro cmese tira feto mo.
Quinta.Pcrmitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se nJo consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um a outro lado,
e logo em seguida, sera moditicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maiorfacilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao come^ar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tra tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sSo hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu,fabrico, e hoje n attende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccie* em portuguez.
> v
' .! ixa, a SO'
VA K.Si'KHAM'.A run \-iu\\a ifc C.-iXia* n. OI
(nntiga do Qiuntuado) 6 qunn 61 tan.
Sao de kuiuiiiya
O* brincos, broches, indos aderbCM, cruw!',
coracoes e casoletas, que 'sfcio ox|wsas itia
escolha Jas Exmas. (amantes Jo cliii|iie) vendo se
na Nova Fspeanca, i ra Duque de C:ixa
n. 63.
Aos meninos
A Nova Eperanca ra Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo >ortimento de bo-
necas de muitas qualidades, vindo entre ella* as
engrafadas bonecas de borracha, assim lambem
urna pequea quanlidade de bonecas pelas que
se torn;un apreciadas pela &ua novidade.
bem ut
A Nova Esperanca na Duque de Caxias n.
63, eeebeu verdadeiro rimenio inpler. prepara
cao para concertar porcelana liem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido tnrna-se intHramente
feio, somente por estar mal enf^tado : l Nova Ks-
peranra ra Duque de Caxias n. 83, remove
este mal; porque est bcru prvida do- melhores
gales e franjas de todas as cores, onde pode es
colher-se a vontade sobresahlndo entre estas as
modernas franjas masabas, |iie pela sua variada-
de de cores, llea bem em qua A ella antes que se acabem.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanlio-- ra Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Cabellos broncos s tem quem
quer
A Nova Esperanca ra Puque de Caxias n
63, acata de reeebr a verdadeira tintura de Das-
nous para tingir os cabellos, o que se consepue
(empreeandoa)com muita facilulade, e |>or este
motivo, cabellos brancos s tem qocm quer.
Esto na moda
Os cinturoes de couro, proprios para senhoras.
qne recebeu a Nova Esperanca .1 roa Duque d
Caxias n. 63. esto, sim, nahora, eslo na anda '.
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos c.ravos brancos para o vosso casamento,
ou para outro flu apropriado, mcessario ir
Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os niel .ores porta b BfMfl
que se pode desejar.
Talaya rea
A NOVA ESPERANCA ra Duque de Caxias
n. 63, vende talagareaparabordar se de toda- M
grossuras
.1. .-i. *-.
axias n
.m '.'i
, pin-- n.ir.i n'T.ij'"'
A,r.i"isec<;!:ur r'-ctiicoB
A h.a *tfrti !; nc.i a roa K'.ijur i C*Tia
1,. ;,il. |-.-. |n-:i v:i M-
i,,'i- iMi'i ('Iim-ik, itdiMtMi
::hii.-.-.hia-aic, peto que sMfre *ri irwMb a
taes nhjf rlna
Diademas douralos
A loja dafnia anana a rna lmqoe4r r***'*_
30, reediaa uuvaanati baawM rtuian mmmm
e enfeitados com pctlra- alj- I
loe ph.itit.iMa. Taintinn rerelu-n """?_!"** *
pretos ou allinel.-s ron frire para a rjw'C-
Leques com boiKjucts c ou-
tros cliinezes.
A luja d'aBUia branca na Patay B 1
n. 80, rccclM-ii nina p.-qiiria qnaaniaaw^aaaann
nonios h'ipks com ...laqnct* e ana aMaana.
Cold crenic para refrescare
aniaeiar a pcllc
A lojad'atiu ;: li.anca a roa Duque n Caaaai
n. :f), v 1 Id rr.un- i|>s afama.tas fakSrxaa-
le- Lu la, '.-ara r. l*ond ay
Diademas e gi.impos de
aeo.
A loja da ig:iia Iomm- a. a rw
Caxias n. a", i
ma* e gra \r<* 'I" 'r*'-
Bicos de seda pitaos com
flores u" cores.
A kija da afn hn aea, mi Dr* V
Caxias rece' e. ni le ta>nn fi a>
seda prei'.s roni fi r ''<--. ***imM*l* ari-
les o prctn 11.ni f^'t*'-
|ara barras a i.n'r..- eajNan de t-4i*h >
oailine, mi nieiiia. c ra* fae.ida aranajar*-
les. a^faiajaajaae* tac tac-
inin-se mai oiiii.kIi.s f fHa aaattaaV > f"^".
::lK
Podendo todos
'ser movidos a mao
por agua, vapor,
do patente, garantidas........ |ou animaos.
Todas as machinas e *eca8de qoe 8e cos,oaM precisar-
de machi:.;ico, a prego mui
Machicisnos EESSuff*1
Bombas
recimido.
A90>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Ba-rao da Victoria n. 28.
Seda pura a 1#50O o eovado.
Sedaie cores de muito lindos e difterentes padr5es, gostos, modernas, pelo baratis-
mo precio de 155500 ocovado, vende narui. de marceo (antiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas de Antonio Correa de Vasconcellos.
Lindos vestidos a 5$ o corte
Faz qualqasr concert
!7na*m*CS fio fttlI'Ji ,em 3S ra('-lore8 emai9 baratas xistntes no mer-j Superiores cortes de cassa de cor, de organdy de percalia cora barra e de daus
JtlidS U.\5 lam ca,l0 | MfiSf .acompanha.dos dos competentes figurines a 9$ cada corte. Vendem na ra Pri-
"Vtna r\rt\ m an I l a lacumbe-se de mandar virfloalquGr mach'nismo von-|raeiro de Marco (antiga doCrespo) n. 13,4oja das columnas de Antonio Correa de Vas-
,-edLLCUIUlUfc?I-S*3 ta(je )S clieat^e, iembrsndo-lhes a vanlagem de fazenm[xqUm.
juas coopra8 por intermedio <3e pessoa entendida, e qne em qualquer nectssdade pode
.bes prestar auxilio.
.Aracs americanos
e in8trnmeoios >giicola.
RA DO BRUM N. 52
No ariiazeit de Joapim Lopes Machado $
Travessa do Corpo
Santo K 25.
Vapores locomoveis de for^a de 2 a i cavallos.
Correias para maehinas.
Pollas de diversos tamanhos.
"^aquetas para Robertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
fontas de Janea para carro.
Chicotes para carro.
Cales largo e estreito para carro.
Pregos com eabeca de^iarlm, idem.
irados para lavrar a trra,
arrinhos de mo.
.Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descansar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
M CASA DE SHAW HAWKES RA DO BOM JESS N. 4.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM I0DURET0 DE FERRO IHULTERAVEl.
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Ponuindo as propriedadei do iodo e do ferro, ellas convem especialmente bu Amc-
es atcaOFOLOSAS, a Tiiku no principio, a fraqutia de temperamento e lambem noi cmoi
Palta di cOb,ahbih>mhia, em que necessario re agir sobke o saugi teja par Ihe
natotr sua riqueza e abundaHcia normaes, ou para provocar e regular o wu cuno perto-
co.
JV. B. O MnrHo 4c ferro Impuro ou tlttrrio i um medleimtnto inflrl,
irrltaotc. Cono prova > paren e autbentlcldide du veratedelraa
rilla, i* aaeara. dere-ie eiitlr nono oella ae prata reae-
M e boom ; aqu reproduzca, que te cha na parte Inferior
I um raala ocrale. Dere-ie deeeonflar dai fliflcac.oe.
aoao-oo mai taaaa ata harataalM /'Aarmoceuieo, rut. Bonaparte, 1, tutu.
nico deposito, a onde se acha avenda na casa de P, Mauror & C.
Ra do barSo da Victoria n. 2l.
EXOSIQXO DHiffaSAL DE 1855
MEDALHA OE I- CLASSE
ALT. LABARRAQE & C"
QDINIDI LABARRAQDB
APPROVAOO PELA MCADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
0 Qnlniim Labarraqne,
um vinho eminentemente t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas as outras pre-
paraees de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mente erapregados na medicina
preparam-se com cascas de quina
cuja riqueza em principios acti-
vos extremamente vaiiavel;
' parte disso, em razo de seu
modo de prcpararo, estes vin-
hos contem apenas vestigios de
principios activos, et em pro-
' porefies sempre variaveis.
O Quiiiiini I.ilari isqiu-,
approvado pela Acadamia de me-
dicina, constitue pelo contrario
um medicamento de coinposi-
50 determinada, ric em prin-
cipios activos, e cora o qual 09
f
mdicos e os deentes podan
sempre contar.
0 Qiiiiiium Lalwrraque
proscripto com grande xito s
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'esgota-
mento, seja por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenca, s meni-
nas quj tem difficuldade em se
formar e desenvolver; s niullte-
res depois dos partos; aos velhos
enflaquecidos pela tlnde ou
docnca.
No cazo de chlorosis, anemia,
tires plidas, este vinho um
poderoso auxiliar dos ferrogino-
sos. Tomado junto, par exemplo,
com as pilulas de Vallet, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rpida ac^ao.
Depoalt* ra Parlo, l~ FRERB, rae Jaeoa, I.
Pharmacia de P. Maurer & C.
SaldoAssi YENDE-SE
urna casa de taipa com nm terreno proprio com
o00 alqneires a bordo do hiate Mam Amelia, 0 palmos de frente e 400 de fundo, .tem 2 fren-
fundeado cpnfronte aojrapiche. da companhia : tes, urna para o beco do Efpinheiro e outra para
trata-sd. bri" J0 mesmo hiate, ou na ra do a ra Nova : a tratar na roa larga do Rosario
Amorira n. 0. I"-. ?*. Bbrica de cigarros,
Toaquim Jos Goncalvos
Beltrao & Filhos
Tcem para veader no seu eaeripoano ra do
Commercio n. 5, o sesiotc :
AGURDENTE de caj : caixa da 12 garrafas.
< de laran a, idem idem,
ARCOS de nao para barra.
CAL de Lisboa, rcccutemeiilc eliegada.
CHAPEOS de sol, para Inmein e scnliora, rabo
de niaflim e s FEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Babia, da fabrica do comincn-
mendador I'edrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de pali-etn.
PANNO de algodao da Rabia, da fabrica do MR
mendador Pedr-izo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
R0LHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
vELA' de cera de todos os tasBaabos.
VINHQ engarrafado do Porto, caixas de T2 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem i i m.
t dito Setubal, caixas de 1 o i tafias.
da Italia engarrafado, caixas de f> BBT-
rafal,
de Collares superior, era aneorataa.
do caj, caixas de 12 gar aha,
Malvasia do Douro, cai\as com 12 gar
rafas.
Carcavcllos, idem idem.
'" iaoiDACo
* DE J
FAZElMUAS
Lija do tan
A' ra Io de Marco n. 7 A (an-
tiga do Crespo)
Resolvemos da' um pequeo resumo das quali
dades e pregos de diversas mercaduras, alin de
que vista delles powam apreciar que a 1 quida-
gao de no-sas fazendas 6 una pura verdade.
Escolhei bem a vontade :
Cbapelmas, chapeos de palba. velludo, seda
fil(') para senhoras e meninas de :3 a J.
Rasquias e casaniinbos de leda de '.' a 2.'i.
Casaquinhos e romeiras de crochel pretos e
brancos de 2| a t*.
Vestidos de ca nbraia branca com lindos bor-
dados a 53 e I0.
Camizinbas de cambraia branca a .*00 e 6C0 rs
Manguitos e gullinbas a 2i (, 240 e 320 rs.
Cintos de todas as qualidades para senhoras de
500 a l6()0.
Lencos bordados e de labyrinlho de 600 a Iflj.
Coque de lia U500.
.'. .|iifs de madreperola e mardm de .11 a 103.
r-.aioal3.
Chalen a imitacao de bornus de merino prcto
de 8* e J.
Saias de 1.1 de cambraia de ii. 53 c 63.
Camisas bordadas para senhora, para todos os
prec-os.
(apellas de cera a 500 rs.
Redes para coimes a 320 e 5' 0 rs.
Cortes de cambraia a .'l.
Corte de tarlatana borijados a seda de 13, 54
Cambraia de cor cera lindos padrflc o eovado
a 320 rs..-
Alpacas de lindas cores lisas e com listas de
sedas de 400 e 600 rs. o eovado.
Grande sortimento de U para todos os pregos
Crochet branco e preto eovado a 800 rs.
Fil de linho liso preto e branco de 400 a 600
rs. a vara.
Vestuarios de fustao branco e de cores para
meninos de 33 a 6 .
Gravatas e mantas de 320 a 13 cada urna.
Chapeos de castor branco a 73 e 83.
Chapeos de etim e de merino preto "para ho-
mem a 33.
Collarinhos de linho lisos e bordados a 3/ e
43 a duzia.
Peitos de linho a 600 rs.
Ditos bordados a U200.
Cortes de velludo bordados para rolletes a 13
Brkn preto vara 13.
i fronhas de linho ricamente bordadas sendo 1
grandes e 2 menores por 203, c outros muitos ar-
tigos por precos baratissimos.
< hapoN para crianca e m-
iiiiias Je escola.
Vende-se lindos chapos de velludo, palhinba e
de seda ricamente enfeitados cem fitas e bicos
de blond, proprios para cnanc-as c n eniuas de
escola, pelo baratissimo preoo de 23 e 33 cada
um : na loja do Passo, ra do Crespo, jauto ao
arco de Santo Antonio.
Loja do Paco roa 1 de Marco a.
7 A. ^
preferiveis qn.T ," lawam
Veos ou m:;ulinhaW }>r
A I- jn da ; :. bran a. a raafetaapi i
\ias n. ;', rec I hw rr<* *m *
pretas de seda com fl r---. rtra* a IbbIbc*' aa
croclic, c v,. '" "f;"- *" 1-
3 e 6*. A !.. I "' pt'itm
estado, prl que o :.' ..i a i. r rraaaaa raBrac-
gao
Diademas e aderecos de m*-
drcperola.
A loja da Aania Man raa 4n toaar* a>
(ixias n. M, wwMi aaaa r*qiirr-4 .*p de
diadema-; e adeivc m idr*frTala, aw* **
apurado go;!o.
Perfeita novidadt*.
(rinpos cimh"' ur< Wb-
nhnlus il'inra !"s r> c
A |.>ja d.i Bfaa I awm, raa o l-#ja a>
i avias n. H\ receh i b rTanaax c*
iioioia^. betoaros e aatai i
lr(eila novnl |ior is-o em bre\
Novas imlliitliasoii -b* pelueia ou arminlio
A l'j.i du ni' hnaai alM I de Caria*
. .M>. i.>llad- e> bj-
s e novas oidnln-. H .' I -da. -
aaMaaeaaB anaaalBa, ot.-a* e aaaa|aaa>
e inteiraiiioiile n
Qrampos, brincos c rozetas
dourado
Aloja da a._ lia kaara, a IHptda
Caxiae n. I >. -' >
pos. brincos < i '< .' <
uovoa adema d
na .i vp id-'-lo? par p:
Caixinhas com pos <
e plateados, para cal*
Wtlde-so na I*' da '. i I':
qoe d" i acial b R
Luvas de pellica prHa* e de
Otilias i-re*.
A I .ja da Ap>iia IrMN a r a Daja d
lili n. 60. rece! i ii i.....rliiiwal* *V ive de
pellica. pn.'tas < le ou!ra-
(r^llal !\P!l V-lliL*!* '
Veaa
tO 11.1 fre:!l.'7.i Pre'a. II.
. legua da e-l'.a- de t na, anvo, d.
U ranpv. din I i safrejar mat< I
ft analro aaitrca eV a- *ucar, cora aaarU.
Qi uismo perfeilo e de -ystnaa awaWoi
a ii.ii ojiliioo ,'i-soiibnic'rfo, dtatataala <*J
jT. A tratar na raa d Beaj
j/t rsciipiono iL ik ntc
V Ramos, v na di Im.^nuW i;
Q nieiro andar.
Lihrns siernas.
'-nto-*o no ;:rm.iiem d fazendas aV
K. de OKvrin '... a na do Ijiwwci-' n

%
is ira veinkT s
eni: olio Piranf. \ \
B-Vl
Joaquim F. dos Santos Coimbra Guimaraes,
vende em seu escriptorio ra do Mrquez de
Olinda n. 3 i. andar :
Caf do Rio
Cha c a em latas de 1 libra
Fumo em latas
Farinha de mandioca
Vinho de Thomar, em decimos-
VMDE-'E
o hotel da ru de Lomas Valentinas n. 61, muito
rfreguezado : quem oretender dirija se ra da
Paaia n. 47,Ipara ratar.
TASSO IMAOS&C.
Em sens armazens ni <\o rri"
n. 37 c caes do Apollo n. fc7.
tem para vcruler por progos Bjajajaj ^dot |
Tijolos encarnados srita'-o para !d>ril^,.
Canos de barr i para rsp4>.
Cimento Poitland.
Ciiih'nto Mvdranlicc.
Machinas de descarogar alendan
Mar linas de padaria.
p,,,.,.*** da Russia r**i barrS
Phosphoro; ^'^J-
Safu em paralo.
Sevadinha em parraoV*.
Lenti has em parrafdo.
Itliiim da aJmaica.
Vinho do Prio clho enami rarae
Vinho do Porto superior. Na.
Vinho de Pordeam, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira*.
Potes com liagnas c dobrsdaa aftaa
Licores finos stmidua.
ripiar Gaulhier Frerea.
Latas de tourinho ingiea.
Barris com re Iho era salBBoara
VENDE-SE
um moleqoe de 17 aaaaa de ntade, |
copeiro, robuslii : oawa aval
rija se i raa da Imperatr a

- Na ra da lado a. (i, das 7 bara* da aav
aha al t 9 l|2 edas 2 kafM al a* 3 da i
vndese una r.beca em boa
milito rom modo.____________
\endose una eaaa aa taa
dos Montes, em bom pnaao de
quem nella tem aegacia*, ale se lea
dido, porque realmente d
gock) naquelle lugar ; quea
n. I, na ra do Lirramealo.
falaj.
Sapatos de transa
chave a 1/1500
E" esta a nael'or
e a Rosa Branca rata
da Imperatriz a. M.
n taaaaaade
Chitas claras a 160 ra.
S o
eovado
Mato
Viaaaa
ra lareade
eaaras a M n


'
8
Diario de Peraambuco Sabbado 24 de Maio de 1873.
AGRICULTURA
CULTURA FLORESTAL
( Excerpto. do Dr: Mucller )
GIUNDE UTILIOa.DE DO EUCALYTPO
(Conchisao.)
A forma deve'ser hemisphoi ica e estando a
meda construida cobrem-so com duas- ca-
ma las, urna du tomada o leiva e outra ex-
terior de trra plstica, com preferencia tr-
ra do matto. E' noccssario, porm, que
osla carnada facilito a evaporarlo. K' ab-
solutamente preciso abrigar a meda do ven-
to ; a cosedura para ser pcrfuita deve tazar-
se com toiupo socegado. O
fogo
a lea-so
por urna abertura que se doixa do proposi-
to na base do monto c queso fecha duran
te o procosso. Deve-se prevenir a cxplosao
em quanto arde Se a combusto nao
igual em todos os pontos praticam-so algu-
mas aberturas para entrada do ar a sota-
vento.
Se os gazes omittidos sao d'uma cor azu-
lada indicio que o monte arde com az-
ridade, e neste caso obsta-se ao ingresa
d'ar, fechand -se as aberturas, ou dcixan-
do-se aquellas indispnsaveis.
Minora-se'tambcm a aclividade do fugo
regando com agua a meda, ou engrossan-
do-llio a carnada exterior com nova Ierre.
Urna deprosso em qnalquer ponto da co
berta indica urna maior ou menor com-
bustao do ca va o ue obrigar a prehen-
cher o vazio com mi lena ou carvao, re-
construido a meda de modo a licar como
na primitiva. O procosso termina pelo des-
abamenlo da cpula, e o carvao vinte o
[ iatro boras depois adiase pmmpto.
t'elo inoll.oJo de carbmisar a madeira
'm ramos, obtom-se alcatro e outros pro-
-uui^ps volitis. A madeira de que se faz
carvao des+mmlo -para plvora principal-
mente salguero, lamo, e til, preieriiido-so
as aores ai a Ja novas. As madeiras que
abundam em saes higroscpicos, taes como
olma, pinheiro e carvalho, nao se prestam
para este effeito. Deve evilar-sc um exces-
sivo grao de calor no processo do carvao
-que tem de se eraprgar na fabrica da pl-
vora, porque alias a suaignieao menos
prompta.
A paralina que entra largamente na eoin-
posiga ) das velas que usamos as nossas
salas, nao s se obtem de picana betumino-
sa (ardozia) de tufo e carvao mineral, como
ambem do aquecimeuto de madeira c >m
exelusao do ar. Esta substancia a.lm dis-
so um hydrocarbonico purissimo o sendo
econmico o processo nos sitios das maltas,
dever constituir um artigo do grande valor,
fia escolente obra A cliimica applicada s
artes o manufacturas, pelo professor Mus-
pratt, adiaremos informacoes dos produc-
tos obtidos deste processo o dos apparelbos
empregados na distillaco a secco.
Das madeiras mais ordinarias extrabe-se
alcatro, acido actico, o alcool. 0 alcatro
produ/.i-lu pelo cucolvpto d'um bello pre-
to lustroso e de grande duraeao.
Outro producto digno de meneo a po-
tassa, inuito mais que este alkali obtem-se
daqucllas partes das arvores que nao se uti-
lisam para outros effeitos. A madeira, a
casca, os ramos e a folbagem so reduzidas
a cinzas, em covas de 3 ou 4 ps de profun--]
didade ; contiuuando-se a incincraco at
que a cova esteja cheia de driza. Os nov s
rebentos e as folhas sao mais ricos -de potassa
do que a madeira do tronco, e por conse-
guate nao convm despreza los. A cin-
za depositada sobro pallia em ceibas ou
outras vazilhas desfundadas. Agua fria em
quantidades moderadas deitala sobre a
cinza, e o primoiroliquido que escorre pe se
a evaporar sobre taboleiros de ferro, apro-
veitando-se as segn las aguas ou mais iracas
. para a lixiviado de nova cinza.
Emquanto progride a evaporaro, novas
porces de lixivia fortevoseaccresccntando
at "que o (luido em ebulie.ao tomo bastante
corpo. Finalmente, a fogo brando e me-
chendo constantemente, a evaporarn cessa
deixando a potassa secca. Esta massa re-
presenta potassa bruta, mais ou menos im-
pura conforme a qualidade da madeira que
se empregou.
Depois vai a foruos medianamente queli-
tes para cxpellir coinbitiaces sulphorosas,
agua c substancias empj reumticas; como
tambem para a decorap>sco de materias
colorantes. D'esto modo obtem-se a potas-
sa fina.
A madeira da casuarina suberosa e da ca-
suarina quadrivalvis, como tambem da aca-
cia decurrons, um tanto mais rica do que
o carvalho em potassa, mas sem compara-
rn mais rica que o pinbo ordinario.
O eucalyptus glbulos o a Melalenca eri-
cefolia, produzem aproximadamente tanta
potassa como prodtiz a -.ya. Urna tonela-
da do ramos* e folhas do ejicalyptus pro-
duz tros libras de potassa pura o a mesma
quandade de madeira de casuarina tem
cllgado a dar seis e meia.
Todo o processo do fabrico da potassa
simples e pouco dispendioso. A procura
d'este artigo ha de sorsempre grande, visto
entrar na composirodo nitro, das crystaes,
da pedra hume, do sabio, tintas e varias
preparaces chimicas.
A potassaigualm rato um dos agentes mais
activos nos eslrumes, sendo particularmen-
te necossaria vinlia e ao miliio ; nem po-
dem as outras plantas dispensa-la, inda que
emquantidade menor.
As forragens conteem saes de potassa
mcessarios ao sustento d'animaes herbiva-
ros. Da sua diminuiro originam varias do-
eneas, tanto no reino animal como vege-
tal.
Os msculos da construc;o humana re-
querom comparativament*uoia consdera-
vel quanlida le de carbonato de potassa;
absolutamente necessaria no sangue, predo-
miunndo nos tomos rubros.'
Podemos estimar em 10 por cento a po-
tassa bruta cxtr.ihida da cinza do eucalypto
ordinario igual a o por cento de plassa fi-
na. Um baile, por exemplo, ebeio
do cinza, poder pesar 25 libras e,
como lica dito, pode dar 2 1/2 libras de po-
tassa ordinaria ou I 1/4 de potassa superior,
valen lo a primeira G pence (140 ris) por
libra e a segunda o dobro d esta quantia.
Urna outra industria florestal, exclusiva da
Australia c a distillaro Jo oleo voltil do
eucalypto. Emquanto das mattas de qual-
quer paiz oblemos o carvao vegetal, alcatro,
vinagre, espirito de madeira, tanino, e po-
tassa, a Australia tem um grande recursopro-
prio no oleo do eucalypto o da sua alliada
myrtaceae, arvore que se nao encontra em
outra qualqner regiodo globo ; na Europa
s se encontra a murta dos antigos.
Sobre o eucalypto glbulo l-se mxAbail-
le medcale o seguintc :
0 eucalypto glbulo, diz o Dr. Ginebert
(de Caiines; est destinado a fazer urna* re-
volugo econmica, Poucas arvores, effec-
tivamente, merecem tanto oceupar a atten-
go dos amigos do progresso. Por sua na-
turuza luxuriante, por scu desenvolvimerrto
prodigiosamente rpido, por suas propor-
coes gigantescas, dureza e consistencias da
madeira, e nao menos por suas virtudes me-
dicinaes, o eucalypto glbulo satisfaz a urna
multido de necessidades de primeira or-
dem.
No anno passado Mr. Gubler fez duas
preleccoes sobr o emprego therapeutico do
eucalypto-globulo. Estas preleccoes colhi-
das pelo Dr. Ernest Labbe, ecorrigidas pelo
professor, foram publicadas no llullelin di
Therapeutiquc (ns. de 30 de agosto e 15
do setembro de 1871). Ahi se v que as
provincias hespanholas de Valencia, Cadix,
Sevilha e Cordova, aonde elle se acha gene-
ralisa lo, o eucalypto glbulo gosa urna re-
putaco to bem merecida de febrfugo, que
adquiri o nome d'arvore da febre, e que
conserva de tampbinmemorial na Australia.
Na C -rsega, o Dr. Carlotti, d'Ajaccio, tem
i:ulmente dado f dos servidos que o eu-
i l'pto presta as febres ptridas rebeldes
ao sulphato de quinino. Mr. Gubler nao
te ve >; cea si i de o experimentar em escala
suflicicntemente larga para determinar pre-
cisamente a superiorida le d'este febrfugo,
mas tem a convicQo que, n'um caso de fe-
bres tercas das mais bem ciracterisadas,
urna doso de 8 grammas de pj de eucalyp-
to, administrada muitos (lias seguidos nos
intervallos dos excessos, os havia feito dcsap-
pareccr, sern que tivesse havido reciviva,
Em alguna casos, segundo Mr. Gubler,
as propriedades do uucalypto, muito anlo-
gas aquellas das substancias tnicas, balsa-
micas e adstringentes, podem ser applicadas
com successo externa e internamente.
No tratamento de feridas tvalcoolato
do Eucalypto muito superiqj|| este pro-
fessor, agurdente campw RTou m
acido thvmico ; d'outro lado, iu bellissi-
mo perfume o torna altamente preferivel ao
acido phenico. Mas sobretudo por occa-
sio das affecedes mucopurulentas do tero
e da vagina que Mr. Gubler tem tirado
melnor; resultado no emprego tpico dos
preparados do uucalypto.
Injec^des do cozimento das folhas desta
arvore tem modificado* ventajosamente
bleunorrhagias subagudas ou chronicas no
hornem ; mas frequentemente ainda, ellas
tem melhorado leucorrheas (fluxo branco)
inveteradas e rebeldes.
Para uso interno, as preparaces de fo-
lhas do uucalypto ou da sua essencia, que
Mr. Cloez desiguou com o nome de eucaly-
tol, tem proporcionado a Mr. Gubler re-
sultados surprehendentes as atlecroes pul-
monares e broncneas com predominancia
catharral. Os resultados obtidos sao de tal
modo satisfactorios que a acclimayo, cada
vez mais prospera do eucalypto rw Pro-
venga, no lloussilloi, na Corsega e Alge-
ria, leva a crer que em pouco lempo os
numerosos doentes que ogem ao rigor de
nossos invernos experimentarlo n'estas rs-
gies favorecidas, nao s or clima mais do-
ce, mas ainda um excellente remedio espa-
Ibada em reilor delles em proosio.
napeas dos demonstrages succintas que
acabamos de fazer sobre o eucalypto' glbu-
lo, parece-nos a proposito assigmtar cada
uina dit preparages que possan servir de
base na el i nica.
Mr Gubler, de opinio que as- fwhas
reduzidas a p excedem todas as oui>s-fibr-
inas pnarinaceulica, por isso que elfes re-
nem todos os principios activos do eucaly-
pto : o tanino, a resina, o principio amar-
go e a essouciav
Segucm-se as difieren* preparagt1 e
doses em que se poden empregar, mas sen*
doonosso fim demonstrar to somonte- a'
utilidado da planta' e a conveniencia da sua1
propagarlo, absteme nos d'eutrar no campo'
da medicina ; podem-se vrr porm, no nt-
3 do referido j 'mal, Jibe-i te Medcale de-
9 de fevereiro deste anno.
ARRIBAN te MODJ>
A quatro kilmetros-da cidade, no lugar
da Faja de Cima, e en* sitio- perfeitamente
abrigado dos ventos do qjiadrairte- do norte
pelas trras altas confinantes,, formando um
ameno valle, edificou Exma. Sra. Ba-
roneza de Nossa Senhora- d'Oliveira urna
arribana qwe pela feliz escolha d' locali-
[_dade, espagosa, rea que oceupoy condi-
ges hygienicas e preceitos d'arte qjue pre-
sidiram sua construcgo> tornarse digna
de ser estudada, na mxima- parte das suas
disposices, como modelo no- seu> genero,
e constitue urna importante feic,io no futuro
d'esta ilba, sendo-o j na. historia ago-
riana.
Entrando para um espaco quadrilatero
pelo lado do poente, tenaos duas casas
iguaes em architectura e dimenses. A da
direita a queijeira, aonde se attendeu a
todas as condigoes necessaria* t ventila-
go franca, escrupuloso asseio. e completa
exelusao de ratos e insectos. Um- farto tor-
no d'agua traz serapre cheia urna- pa de
marmore, aonde se lavam os- uiensws do
estabelecimento A mxima possivel sepa-
rago do sroy e- arejamento dto& queijps na
sua superficie inferior foi providenciado na
particular constructo das prateleira.
A da esquerda foi recenlemente apro-
priada para gallinbeiro com quanto nio
nos pareceu ser esse o sci primitivo destino,
alias terse hia attendido mais sua ventila-
co, objecto impprtanW na criac,ao> d'aves
domesticas. Poleiros ai dstanciaa conve-
nientes da parede, e eaire- si, circulara o
interior da casa e para ofr quaes- sobem as
aves per escadas de bamb.
Ninhos do vime fixados em deferentes al-
turas as paredes propo'ciooam-lhes excel-
lentes condices para a postura e incuba-
?c:
E' evidentemente um eosaio era pequea
escala, mas pode ser o germen d'uma nova J
industria que o consumo j eiige e se tor-
nar urna nocessidade, logo que o nossoj
porto seja mais frequentado
Da lado do norte e em toda a sua oxten*
sao est a arribana, grande tolheiro susr
que
A
tentado por trinta solidas columnas de al- importantes agricultura, mas, para cobrir
vinaria. urna rea, onde so fabrica 500 a 600 carros
0 interior tem tres divises ; a do centro d estrume objecto tio dispendioso, que,
o curral dos bezerros e comporta vinte sem perturbar a harmona geral que carac-
iodiviJuos. A um lado deste esto 1C tensa todo este bello cstabeleciment, mu-
baias para igual numero de vaccas e ao toduvidosose os beneficios colhidos d'este
entro 17 para bois d'engorda. Por traz systema, to recommendado pela moderna
das mangedouras e em to lo o comprimoto sciencia correspouderiam despeza. Para
de telheiro urna passagem permilte ao tra- atteuuar em parte esta falla arborisou-sc a
tador ministrar o alimento ao gado sem o estrumeira da margem exteror.protegendo a
deslocar nos seus lugares, e sem se expr a muito dos raiosdo sol no esto,
ser molestado. 0 vo do telheiro foi bem O machinismo da granja foi tambem es-
aproveitado, correudo-ihe um ligeiro viga- tildado em seus dill'erentes ramos o to sim-
meutoeni grade, aonde conservara abeterra- plilicado que o pessoal empregado corapOe-
ba, destinada para forragsm, o que [>or este se apenas de tres houiens e um rapaz,
systema nao tem a facii lade de se arrui- O Exm. Dr. Jos Pereira Botelho,
nar, como acontece ticando a lastro em ca- superiormente dirigi esta obra, desenvol-
sas lageadas e menos arejadas. ven -na parto scicntijica a sua vasta c rica in-
N'uma das extremidades d'esta passagem telligencia, o se ella em algumas partes fa-
ou carredor, a nossa attenco chamada lha, como acontece em todas as industrias
para um pequeo espaco fechado por tres na sua infancia, o lempo e a experiencia
lados, aonde a folha recebe urna ligera fer- demonslraro o que convem melbor.
mentai;o, cujo processo consiste cm a Aqui vemos um grande melboramento
salpicar de sal, regando-a em seguida e agrcola, um emprego ulilissimo e abeacoa-
deisando-a ficar algumas horas. Deste mo- do do capital, e um incoativo para a creado
do a f Iharemolhada, principalmente a de de outros estabelecimentos iguaes.
massaVoca, ms secca e spera e menos ---------
doce q appeteoida d > animal, orna-se maca' O GUIA SOL
e mais do seu agrado. Este systema doria-! (cOMMi'.MCto K james m.m^pmkiiso.n.)
se gneraisar e tornar-se extensivo aos ani-' Ein 180!) ogovernoda IndJo pedio esda-
rwaes do cFga com aproveitamenSO', j por rcementos poTMorven^lo de Lora lyons
qjne comeriam'com mais avidez, ejpir cmboixador d;r Inglaterra em Pars, sobre
ujue o sal corXribue Muito para saude e os e&itosda cu^m-j d'esta pan* por isso
inrtri<;o ilas differente especies. l que Me consta va que tinlia a pfMndhdl
-Cada cabec de g.vte consom -Baria- de ni-tetralisar o pntcioso etleito lssexha-
mento-JO klogxamuias-de pens, qnwseja lardes dos pantano.- Estas investigarles ci-
folhiT^oalha, or cevada- pelo da adiarte, e fraram-so porm evse averiguar qwo gira
os bois- destinados- para c acougue, elem sol fora> cultivado n llollanda para aqaifla
desta raeji', sao tratados- com farinlia* de mesmo fon eque qucic tivesse o cui d
millio .t!1 r.izo de meo alqjuere por df\ *0 plantar nos terrenos sfrebatados s aguas
metade '! manh e metade 6 noitc. dolago de'llaarletn, nSoteria j a teicer as
Afariiilta conveaientemeHte preparaiia febres nteirmttontes. Parque se nao Ide
com agua fria e temperada desaL Com es-.experimentar1 a virtude dista planta naf-'-cr-
te tratamento e algumes horas- (te pastagem ras pantanosti? O azeite tUi- sement, di*e
por dia, os- bois no fim, ordh:riamente, ser superior mesmo ao MMte d'oliveira e
de tres mezw, esto era termos-de serem co oleo d'ainendoa, j com applicaeo I S
abatidos. I bricaro de vdlas. subo, e manufactura da
Do telheirepassa-se para' urna iijja ainda tecidos de la, ej para consumo. A llr for-
!por guarnocer, aonde urna prensa de con- jnece urna tinnqne se diz de-cor fixa. A so
jsideratel forpv reduz* a nm terco do seu : mente iguatmenae engulle-com vida*
original volwnr as diffrenles comidas, pe-las^aves domesticat. A abeln particn-
ilque depois seo arrumadas-em armazeus: larmeote amig d* Sor, e a 'lha fumad
eontignos. Estemethodo tem! mais van-! til* as molestias- de [teito. Esto planta
tagem de conservar as diversas espeips de tem as qualidades- de alguni-is- palrneiras ;
fvjrragmn por mais tempo eem mdliores
condiijes.
Acevada ceiiada quande cometa a- es-
alqueire de sementirmn prodz/dous litros
de azerte. O p da-cal um esivllente ado-
bo para as trras onde ella se cultiva. \ dis-
pigar, de modo qo* a eanna* conserva- tO-- tancia entro as pl-inta deve ser de i e meio
das-as suas propriedades nutrientes.
Atrovessando notamente o estabulo e en-
trande-oo largo, passamos aocurral, se-s-
sira 0' pedemos cfca'nar, das ovelhas. E'
uma'casa que con Utue a Cace-' oriental do
estabalccimento. Bfomeio, e d'uma a ou-
tra extreraidade, corre um grateament Mt
forma* de V de cerca-' de dois metros de lar-
go na< parto superior e termiitando em n-
gulo agudo. 0 eixremento recojbklo
em estrumeira especia,. casa eoberta com
apenas-urna abertura'suflicientc-pora a sua
limpeza Pareoeumos insuffieiente a ventilaba
d'esteoarral, e com quanto deserte ao tem-
po que-O'visitamos,, adiamos aatmospher*
abafadaa impregnada-, d'amonlaco. O ga-
do oveHram, que ahiiserecolli, consta de
cento e-tantas caberas-*
Pelb'lado do sul tamos urna etsterna pa-
ra o abastecimento d'agua, quaado por um
aconteeimento qualquar faltasse a do en-
canamento. Por cinta della levanta-so urna
bellai e espagoza sala destinada-ao descanso
dos dones do estabelseimanto qmaBdo o vi- o mais neopenso a-i este mal e,-.sc fcil.
p, e entre cada reg de 2 e mora, A quan-
tidade de-sementeijnde-se aogmaotor capan-
do a pfana no teaipo* proprio.
O valor economio) do gira sol tem sido
mal avaiktdo: a foi na-- um bom=peito para
animaes-e- o talo, oh se I he aprnveita a fi-
bra, ou: potassa que so Ihe evtraue das
cinzas.
YETK1UNAKIA.
Mlto,CIi COMI'AIIAOA
Duas palabras sobe urna vamdaiie de
clicas ;-cavallo,, attribuida ao < rgimen
exclusivo da palha deereaes.
0 antmai que t\perinieiita dores abdo-
minaes traduz seicksotfriinento por movi-
mentos desordenadeo t elle escarra o etio
continuamente, mina o ventre, deita-se, le-
vauta-so- ete Estes-signaes, maio ou. menos
pronunciados, seguudo a irritabilidtule do
individuo e a causaqu* os deterrai.-, mas
sempre woiibrnies^ onstituem o. que se
designa com o nome de clicas.
Entre os animaes-domesticos^-o- cavallo
4 CORVETA
ORIGINAL BRASILEIRO
pou
A. vonllooiiholtz.
(ContinuaQo do n. 117J
V
1'ASSEtO, DESASTRE E ENCONTR.
3'assied, croise les bras, baisse la tete, et picure.
(Delill.)
Passemos por alto a primeira semana em-
pregada pelos oliciaes da Diana em con-
trahir novas relages, e deixemos algum lem-
po Fernando e Alberto cntinuarem em paz
e segredo os seus namoricos ; sigamos Al-
fredo e Gustavo e vejamos para onde se en-
caminham. Os mocos entraram em urna
cocheira, alugaram dois fogosos coreis e
depois de montados dirigiram-se Praia de
fra.
E' um dos poucos prazeres que me de-
leitam disse Alfredo, a muito gosto d'um
passeioa cavallo, n'uma tarde amena, por
sitios tio romnticos e sobretudo em um ani-
mal como este; sim, meu fogoso ginete, se
soubesses os encantos que tem para mim es-
tes teus movimentos vivos, teus saltos re-
pentinos e o modo garboso e altivo porque
caminhas fazendo menear as tuas crinas, por
corto que tambem te ufanaras de carregar
hoje um cavalheiro que tanto aprecia as tuas
qualidades.
Realmente um lindo animal o teu ca-
vallo, disse Gustavo, olhando para a caval-
gadura de Alfredo com esse ar de entende-
dor que toma todo o Rio-Grandense quando
se falla na raga cavallar i sua vista.
Mas...... igueuta-te! gritn elle, pois no
mesmo instante o cavallo perceboQdo um
menino sentado borda do caminho, deu
jalto para a esquerda, sentou-se as an-
cas e rodou sobre ellas com incrivel rapi-
dez, bufando com urna forga extraordinaria
e dando pulos continuos e. descomps/a-
sados.
Alfredo nao perdeu sequer o estribo, e
impassivel sobre o animal, afagava-o, ba-
tendo com a palma da rno na larga tboa
do seu pescoro ; somonte os olhos do man-
cebo brilhavam com mais fulgor, e denoto-
vam urna especie de alegra selvagem.
Safaste-te bem da rascada, Alfredo, porm
toma cuidado porque se urna destas te en-
contrar desprevenido, fazes da quilha pr-
talo.
Nao teulias cuidado, estou mais certo
de nao sossobrar neste buque, do que se es-
tivesse a bordo da Diana.
0 passeio contnuou aprazivel por urna
bonita estrada bordada d'espinheiros, e so-
mente d'espaco espaco passavam por algu-
ma casnha ou chcara ; finalmente chega-
ram a um lugar mais largo e onde, d'um
lado, se presentara vista toda a praia e
barra do norte, e direita, na distancia de
cem bragas pouco mais ou menos, se via um
gradil com porto de ferro, em frente ao qual
meia duzia de mogas e um homem doso con-
versavam e tomavam caf; pouco antes
urna ponte de 12 ps do altura e sem para-
peito facilitava a passagem por cima d'um
riacho que desaguava no mar.
Passa para a direita, Gustavo, o meu
animal d sempre pulos( para a esquerda e
n'um delles pode molestar-te.
Gustavo fez o seu cavallo caracolar e
postando-so direita tornou a recommendar
todo o cuidado ; o em que raontava Alfredo
cada vez se tornava mais inquieto e fogoso
e antes de pisar sobre as taboas do pontilho
agachou-se, gyrou sobre os ps e coraecou
de novo a bufar como um demonio, mas era-
fim, obrigado a obedecer atirou-se sobre a
ponte e quando estava justamente no meio
della, urna das mocas levantou-se, talvez
com medo fingido, e correndo para dentro
virou a cadeira; o cavallo espantou-se, deu
um furioso salto para a esquerda, e preci-
pitou-se da ponte a baixo cora o seu infeliz
cavalleiro.
Um s grito de dor se escapou de todos os
pedos, e correram pressurosos em soccorro
do desgranado mogo; Gustavo j tinha sal-
tado do cavallo e procurava arrestar para
fra da agua o seu companheiro, que, tendo
ficado por baixo do animal lutara algum tem-
po para se desvencbard'aquello peso enor-
me que o opprimia, 9 acabara por perder os
sentidos COTO, o at-ji-doamcrdo das contuses
sitara, o cujas janefias domnam as die-
rentes repartices da que se-compoe. O
lageament desta cosa -de hssima pe-
dra-o faz honra aos operarios que a trzba-
1 harem, pela igualdade o oxactido das
juncedes do enxadrczado.
No centro do quadrilatero e n'uma lar-
ga. excavaQo, praticada na arcunferencia
fachada, por paredo circular, esto os. re-
siduos da arribana emdescoberto. As-uri-
aas sao- todas canalisadas {ara um deposito
no meio da estrumeira aonde, aspiradas
por urna bomba, vo irrigar e fertiUsar os
estrumes, aeselerando a sua fermenta-
5o.
Sem telheiro que as proteja das aguas plu-
viaes e ac$4o solar,, escapara gazes volateis
0 mancebo foi condudo a bracos jara
a mesma casa em cujo porto se acha vam, as,
mogas que involuntariamente haviam. sido
causadoras de tal desastre ; Alfredo, aquelle
joven cheio de vida que poucos momentos
antes governava com tanto garbo o seu. gi-
nete, e com os olhos radiantes de pezer di-
vertia-se em fusga-lo com o fino. chicotU
nho, zombando da sua raiva e das. repetidas
cabriolas com que intenta va arroja-lo ao chito;
Alfredo, agora, fri o inanimado, com as
vestes rotas e molhadas, e o rosto o cabellos
emplastados pelo sangue, deixava-se condu-
zir para urna casa estranha n'um. estado ver-
daderamente deploravel.
Quando recobrou os sentidos era noite,
vio-se em urna cama larga e macia, n'um
quarto mobiliado com elegancia, e gragas a
duas velas que ardiarn sobre um aparador,
pode distinguir, ainda que com a vista mui-
to turva, seu camarada Gustavo conversan-
do com urna senhora sentada na outra ex-
tremidade do quarto.
Onde estou ? I murmurou elle com voz
traca, e levando a mo fronte, encontrou
um lenco atado fortemente.
Veio a si ldisse baixinho urna voz,
e macia e pequea mi afastou da testa a
do mancebo que forcejava por tirar o
lenco.
Alfredo pareceu sorprendido, -voltou o
rosto para o lado d'onde sabira aquella raio-
zinha e seus olhos se encontraram com os de
Amelia, que sentada cabeceira da cama,
observava inquieta os seus menores movi-
mentos.
Ah! exclamou elle parece-me que
sonhn I.... o fazendo um esforco para se
erguer, nao o conseguio, a dobilidade era
recob ia cabera e em diversas partes do e assim q
urpe. I sobre a. c
extrema e pois cahio outra vez sem sentidos
sobre as almofadas.
A moga tornou-se ainda mais pallida, po-
rm destampou rpidamente um vidrinho
de etber que tinha junto si e aproximou-o
dos orgaos respiratorios do ferido, at sentir
que se reanima va.
Est salvo desta e prompto para outra
disse Gustavo gracejando, agora o que con-
vem deixa-lo repousr e nao perturbar o
seusomno. >
Dito o que sahio do quarto as pontos dos
ps, acompanhado pela moca que estivera
sentada junto delle, e pelo moleque que ahi
fazia guarda. Agte^sj^Bkcom a vista
ti reclinou-se
ardente beijo
na face do joven por qaem sentir, taes sau-
dades, que s para ve4o pretextara um gra-
ve incommodo,, afwn de vira eidode, mas a
quem tornava a encontrar, por ura infeliaj
acaso, em to pergoso e lastimavel estado
quando tornou a sentar-se, suas faces quei-
mavam e esta.vam rubras como carmiai,
seus labios, seceos contrahiam-se em tresaor
nervoso e no entonto as. suas mos frias
como geto pareciam de ura corpo sera
vida.
Mais tarde o dono da casa, o hora Dr.
Carvalho, veio applica* novos pannos, com
rnica as coutuies do moc,o, e recolheu-se
aos seus aposentos, mandando urna preta de
confianea e o seu pagem para o quarto do
teen te.
Um silencio profundo reinava ah, quando
pela Yolta das H horas, Alfredo estreraceeu
e exclamou:
Larguom-me, soltem-me.... 'quero sal-
va-la.... ella morrer?.... Nao, meu
Deusl..... Amelia 1.... Amelia l..,. Ah!
malvados.... agora raorre tambem t.....
o t.....et....., morrara todos tres, j que
estou nadando era sangue.......... Depois
soltou um gemido longo e afflictivo, seu
peito arfava e o coraban bata com violen-
cia ; a moca ficara ainda mais agitada e suf-
focava os solucos comprimindo o rosto sobre
o travesseiro em que o enfermo repou-
sava.
* Pelas oito horas da manh
fredo despertou, e seu olhar pareca mais
calmo; o sangue que perder na vespera
enfraquecera-o muito, mas, nao obstante,
reconheceu sem custo o seu amigo Gustavo
o as orphis da casa amarella, que nao sabia
como alli se achavam; mas recordando-se
aos poucos do que lhe acontecer, agrade-
ceu com sinceras expressoes o carraoso
tratamento, o dirigindo-se ao seu compa-
nheiro.
mesmo ao meti?.exerciudo receuheeer
primeira. vista a clica, nae acontece o
mesmo quando s-trata das causas.
Nos principios de novembto. a herva,
tomada, aquosa, tem j perdido .suas qua-
lidades-.nutritil|SB.e a intemperie da estacao
nao permitte a.conlinuai.io dos- animaes
nos pastos, recotheaido-se portento aos es-
tabulos. Por i.in utro lado o-cultivador
abandona os trabalhos da lavoura para se
entregar laveura.
Em.quanto tea lugar estos trabalhos da
granja, a palha ou fo'ha constitue em
grande parte a alimentac,o di>s animaes
quo-comem cun avidez isso a.qpw chamara
imanes luilliti, palha ou folha.miuda, en-
trando aqu, a palha de cevada. E' ent>
que se declarara m mkku caen
especialmente no cavallo que pasea
mente d'uma comida aguada paraWra
extremamente secca.
As eolicas raanifestam-se de aeed se-
guiute :
Symptoma$. 0 cavallo deixa de rs>
p.nle de comer, t irna-se triste, aliena a
cabera e deixa t-ahir as oretliee; depeiu
comeca a esrarvar a Ierra, mira ventre,
ergue e agita a rauda, cheira a cama,
eiicolhe o estende as maos e as pernas e
aproximando-as du centro da grividade
leixa-se cahir lentamente no chao. To
depressa adquire esta posicAo deita-se de
lo.lo, estende os membros e abeca e fita
assim rom em somnolencia algum lepe.
fazendo ouvir cada vez que respira *
gemido pi-tdongedo. Cs ravallos vigorosos
e faltareis rolam-sc a mido e debatem-se
violentamente, dumiit.- as primeiras horas.
Depois d'eslar altziuii ti'inpn n'esta posi^ao
o iinimal ei|-' se estivesse ikr piTfeita sn'i.lc intensa
mesmo comer a rama; jntgar-s<;-l'ia curW.
No entonto os s\ mtomas ib? san le sao dr
curta durac.no ; depressa rvMristece de noto.
lnx-'-j.-i com freqnenria, cabe nn soniaietaa)-
tia edto-M calafri-*; milita vwtes n'es-
tes iii'iiH'iilos de lia.ioiilid.-i'l-, nptrimen-
ta sua* ilteraris e expulsa (Mimas nteosat.
(fc borborygmos flatos iut-sliwes ) sao
IrqiH-iitf! c quando clin w diimaijiram.
0 OSMiml tfifTM-se irm|instii, as M*r* saw
inaij- vivas, h llmros tnmem *m mon-
uieii'"> afdtoaV; ento mir*o rende e dei*
ta-se..!- nnvo p,ira inai> t.i'le IrMNiiar.
Kst..-* altoriffUivas de n-Tudi lUSHie r
d'intermiUeiicM sao mais ni mema> M>-
nunciad'is-c varram de dur^in-coerfSe individuos.
Estas cdii-as 8 horas ; tenho a visto proli
m oito dras, aiiKfci qii", or-
tranquillos, o animal cimia pifa ;'
raso, ellas sao sempre mais vi1"
primeiras done liorav Iterante
totopo o doeirte te>m bocea -cea
o ventre chalo e o Antro ajila lo. (h far-
! mo gratos re|ieteni-se eom expulsie-dt a-
es- rtijoativos ; mas fx'r.-ini-n- ea
pq.ii*iM quanti'.He, atari-l)o. lluro efcr-
'nado de palha on folfay mal triturada e
limito competo-. Se vt-terinarioj para
rxpforar o abdomen inwhi2 o brf na
icetum, ada a bexiga vaatee o intusM na
s^ia curvatura diekide aln.-Hiit. eiklucio,
t-4a -pirv- do iiros-i inW-*Ma> c doloiase ao
tOSJMK.
O' animal and indoimepomite, cfaf*
mismo- a cambaleer. A m-spiracio -s
agitada no momento -das tire intonjs* e
hsubretudo nos in'livideo irritaveis. O
mesm succede com a cir 'W.*,i.>, o patea
nao se torna frequeme -* vigorosos e sangiiincos.
fiiagtKKfKV. Pan oruipp>rsem dunda,
o cavallo que aprsenla esle* signa**, est
atorado de clica. Mas isto aio deve jeaie-
fazet ao veterinario, a-quera canpre, 'auto
quauto'lhe ior possivei, rosaosstor i caasa
que a .determinoii.
Ora, estas clicas tem. uk raubo parti-
cular; .mais veies suidas qjar viatentas,sao
relativamente de longa- durara; at certn
ponto intermitientes i os- ausnentoi de
bem estar sao curtos e osaaeaseos sempre
piolongadus. O aui.nal aduvswlo ma>-sa
entrega a esees inoxuiieulo d***>r violentos e continuos> acorapoiilia los de
hemcrrli.igi.is que dcDumuun ries graves
du in'.'jstuio esli angia^j,. *uL\* e%c.| elle
rola-se s vezes, mas quaei seaapre est
traimuill, sem uiovenlo,esteadido saber
a ce ..a, soltando gbmidus xrokaipaoosk
A exfd^Ttt^ao do jite>liu- recto d a < -
nlvecer une aonde a. mo pude chebas ha
diueza, dilatarn e dr ; aquella massa
aci."mulada d'alim.-'.t-j coaaprime e irrita
os ocgo genitai-s dt que provm aa ahe-
ra^s Crequentes.
Coordenando estes sjiaptomas e eoaabi-
itaudoos co.n as causas espeiiaes qi e ticam
dita, knoi.nenie a. traasieio d< verde
aquosopra o rgimen eadesivoo. palha,
ji il de lei-nnh'ier que- esta vanadade de
clicos provm d unta atcumula-. > Je ma-
.etkis iii.ii.-nii.-i;-..s secca& as a;rai:des cav-
idades do intestino, aoade resistei i acfli
digestiva. (Caariraa.)
causado oiepois de minha tni a senho--
na a quem, eu mais estimo..,., o a imagem
da virgen* que velousobre mira urna noite
nteira........ nunca, mais se me apagar da
mente........ porm,sou militar e tonlio-do-
veres, a cumprr....... alera disto, nopsso
continuar a tratarsne em, uina casa onde s
vejo senhoras....... todas mocas e boni-
tas,...... que podem vir a soflrec no seu
crdito se este acto de bninanidade......che-
gar ao dominio do publico, desse ente phan-
tastco que ninguoin conhece mas-cujosmi-
Uiaros de linguas a&wlas s se oceupam da
vida alheia !.......,
Nao me sirva isto de pretexto, disse Ma-
riqunhas, esta casa de nosso Carvalho, que foi quera hontora o curou e
j esta manh parti para a cidado, afira de
referir o occorrdo ao seu commandante e
pedir-Ihe urna licenga pra oSr. tratar-se
aqui at prfeitomento restablecido.
Meu Uo um escolente homem, e hon-
tora tanto se impressionou com o desastre
que lhe sobreveio por culpa d'uma visita
nossa, que levou toda a noite a passear na
sala em grande afllicQo.
Hoje sahio mais consolado, porque, alm
de dizermos que o Sr. nosso conhecido ve-
lho, promettemos servir-lhe de enfermeiras
dedicadas.
E como poderei eu mostrar-lh.es o meu
reconhecimeuto ? perguntou Alfredo com-
seguinte Al- movido.
Amando-nos, disse baixinho Amelia.
Nos nos damos por bem pgas com a
sua amisade, retorquo Nariquinhas.
Houve um momento de silencio durante
o qual Gustavo tomando o pulso do seu ca-
marada, perguniou-lhe:
De veras te sontos bem, Alfredo? nao
tens ainda a cabeca atordoada ?
Nao, respondeu este ; estou completa-
mente bom...... o se as Sras. me concedes-
Gustavo, disse, manda apromptar os ca- sem licen^a por alguns momentos procura-
vallos. ra o menos levantar-me.
Para que? prguntou est. Mas para que ?disse Amelia0 Sr.
Para irrao-nos embora, retorquio Al- ainda est muiRffraco, fiquo pois hoje de
fredo, basta de incommodar estas senhoras, cama e ent amanh se levantar.
e demais preciso ir quanto antes nara- Se a Sra. soubesse quanto ime custa es-
bordo. m deitado I dc-me licenr,a para sahr da
En to est assim to aborreaHo da cama, minha cara enfermeira, que prometi
nossa compnhia ? perguntou Amelia, e sua nao deixar o quailo hoje..... nem un-smo
voz chorosa quasi que a trado. 'amanh. E o moco acompauhju a sup-
a Nao me julgQe com tanta njusga, D. plica cora um olhar tal que Amcln nlO poJe
Amelia, replicou elle e continuou em tom recusar,
sumido e frequen \
vento'lea emquanto oSr. esti/er dosna>-;
espe um poco que vou mandjr-llie xv|m
de niou tio,e sahio corruodo.
Alguns mi montos depois umapreti.. antra-
va no quarto com urna bandeja, subn aquel
vinha roupi branca ongoaunjja eiatpro-
pria c.il',.1 j enxuta e escorada.
A moca que na noite precedente uvera
conservadlo com Gustavo, eque era Ro-
sinha, a fi i ha nica do Dr. Carvalho. eotrou
tambera trazendo ura rbe-dc-ckunbre for-
rado de seda (carate.
Agora vista-se coia lodo o. vagar, dis-
se a enfenneira-mor, c as rateas sahirau
todas do quarto.
Gustavo fochou a porto, apvoximou-se do
leito e dispz-se a aja-lar o amigo a leva*
tor-se, mas nesta o,easio o doente fazendo
um raoviraento brnscu seutio urna dir agu-
dissima no hombro esqueedo c deixcu cahii
o bra^'i para o lado.
Que tens ? dc-te aauito a cabt\a ?
-. Nao, nao a cabera, o sata bray.
que esta quebrado....... talvez a ctovior-
la,..... ah,..... que dr tau aguda! -
o enfermo bandado em glido suor n BlMtf
se outra vez sobre os travesseirac, em quan-
to Gustavo ahrindo-lbe a camisa exami-
na va o hombro extraordinariamente inlasa
na lo pa fractura.
0 negocio est mo, disse este, dando
um passo po aposento, e alistad* cosa a
mo a sua longa barba,mas tesa pseata-
cia, Alfredo, felizmente ainda conserva a
meu cavallo aqui o me fcil ira cidade e
voltar com o Dr. Alberto em meoot de aaeia
hora ; preciso que se trate disto qaaato
antes. E pegou no booet; abri a porto t
sahio.
Euto o Sr. Alfredo j etUdep*
prguntou Amelia qu* lhe veio aa eaeaa-
tro.
Qual, minha senhora, osa
sofTreu muito com a queda, e aaw
do levantar-se descobrio aae tinha o !
esquerdo fracturado.
Meu Iteus exclamou ella, 9i.
vo v chamar depressa o doutot para o pe-
bre do seu amigo,.,,, e von para* aoarto
do mogo.
(Vonlimmr *e %>.


PVP 00 DLVaiD tiik DtfVS Oft CA1UI

IK


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