Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12917


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Full Text
--.

_.


\
AVVO XLI\. MINERO H7
mmm-----------------------------------------------------,-----.
PABA A CAPITAL E LUGABES OVUJi $0 SE PAGA P<
Por tres mozes ndiantados......... .
Por seis ditos idem .........H ..-1
Por untt anuo dem..........fj ....
Cada numero avulso...........Tv ^^^v .
'820
SEXTA FEIRA 25 DE MAIO DE 1873.
M --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
PABA VK.\TBO E FBA DA PllOVI\CIA.
Por tres toezes adinritados. ".............
P<>r seis ditos idem...................
Por nove ditos idem..................
Por um aimo idem................ .
W7M
\tmm
S7900

PROPRIEDADE DE MANOEL FIGglROA DE FARIA & FILHOS.

Os Srs, Gerardo Antonio Alves& Filhos, no Tara; Goncaives & Pinto, no Maranhfio; Joaquim Jos de Oliveira Plho, no Cear; Antonio de tetina Braga, no Aracaty ; Joo aria Julio Chaves, do Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Josa' Juatia
Pereira d'Ahupida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Paoha; Bclarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em IS'azareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Franciuo Tavares da Costa, em Alagas;5Alves & C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.
=
parte ornciAL
__________________________________________f
Governo da provincia.
Ki^ACHOSDA inKSIDKNCI \ HK- 18 BK MAIO IiE
1873. .
Antonio Jo <1.i Silva. Bj.eri 1 co.n ofliro
desta data thesouraria da fazenda.
Audr Francolino de! Son', i. Vi > I endo a con-
rnissio ('ensilara da paroehia di' Barraros pro-
posto retribuic 01 pecuniaria nos termos do S '1'
do art. 9' do regulameno de :iil do dezemhro lie
1871, nao pode ser alleii-.liJn u siippliraule.
Bento da Cosa Martin*. V vista de que nfor
111a o Sr. inspector da thesauraria d" lazenda, lui-
da ha a deferir.
Candido Rodriguen m of-
(Icio desta data a llie (tirara de fazenda.
Clariudo Hcrin -lo Litis. Informe o Sr. general
comiuandanie das armas.
Fieldcn Brpthers. Deferido rom ofllcio desta
dala thcsour.ai ia de lazenda.
Francisco Montero *le Ar.mjo. Pa.-so portara
Cuticedendo guia ile passagem para o iiuinieipio
de Garanhuns.
Franklin Alves de Souza Paiva. Passe p .rlaria
na forma requerida.
Francolina Brgida Soares Monteiro.Indeferi-
do. por nao havur vaga,
Hermino Laurcntino d'Andrade:Deferid ni
ofllcio desta data tlicsooraria di fazenda.
Horacio da I! ocha e Silva. Deferido com ofll-
cio desta data tbesourara d fazenda
babel Mana Ferreira. Em vista da informacu
da tUesou tarto do fazenda nada lia a deferir
autpneaata.
Joaquini Carneiro Lins d'Allinqueri|iie.Defe-
rido com olbcio de.-ta Jala thesouraria, lie fa-
zenda.
Tenenie-eom.'iel Jim'1 de Mnrnes Gomes Ferroi-
ra. Deferido com ufflrio de-la dala thteourarto
de fc.zenda.
Joao dos Santos Ferreira Barros. -Pasto porta-
ria na forma requerida.
Jos Rodrigues. Deferido com officio deal> da-
la thesouraria provincial.
Major Jos Tii unaz Pirca Hacha lo Pnrtella. -
Em vista da informa ;iu dn inspeclor da lltesoiira
ri< de fazenda nada iia a deferir.
Itacharel Joao Antonio Corra 1 Lins Wa.idorley.
Informe o Sr. inspect ir' da thesouraria de fa-
zenda.
Capio Lui/ Jos de Mello Teixcira.-Deferid >
1 111 cilicio desta da ti thesoararia de fazenda.
Manuel Vicente Ferreira Canuto. Sun.
Pedro Antonio da Silva. Informe o 3f. eom-
mandaute do eorpo d polica.
Siive-lre Ribetro d'AIbu pierquo. Informe o
Sr. inspector da thesnurara dn fazenda.
Secretaria da prc.-i lencia de "Vernam'mco,
de mao de 1873.
O norteiro,
Sihinu A. iitdriijues.
DIAHIQ DE PiNftM8UC
RECIPE, 23 DE MAIO DE 1873.
'aiiacias tl< Cear c escal!a.s.,
Amanbeecn ante-honi'-ni em nosso porto o
vapar lirasleir 1 Ipojiici, (razendo joma.'* do Goar
fie 13 e li, o da l'ar.ihylia al 20 do jrrente.
Eis o que collieinos :
CHAMA*.
Em eonse>|iiaiMta d > dosfaliine de I07:12021')
que apresentou o tliesoureiro Thomaz Louronco
de Castro Silva no cofre da thesouraria provin-
cial, a sea carg i, o antiirisado pelo s 7* do art. 10
da M do oreaminio vigente, o presiilente da' pre-
viaeia autonsoo a referida t esonraria a conlrahf
um empiYstimt de olcuitosde ri<.
O diocesano pretenda sabir em visita pas-
toral sua dioce-e no inez de junh > vinlouro.
percorrendas seguintcs fresuezias: Quixad. Qiii-
ieramoli1ni,{Boa-Viagem, Maia Pereira, S. Matjieus,
Assar, BrejoSeceo, Sahoi'iio, Arneimz, 5 Jeao do
Principe, Tamboril, Ipu', Vicjsa o Granj Em
todasessas matrize* acapellat tilia s S.Exc. admi-
11. har o sacramento da coolrmac^o.
Cartas de Arneiroz conunnaicain a noticia
de urna gande eheia que all ii mw. t) rio levou
-'i- aguas at dentro da villa, suliindo alii ai
aguas a i palmos Os estragos forain consi,le-
raveis, Bcando grande nnmero de casas arruinadas.
Escrevem de Sant'Anna :
Tend fallado no rigorosissinio invern, devo
dizer-lhe qae ha eseedidu o do anao passado, e
teffl sido de certo a causa de liaver reapparecido
a febre de mo carcter qne aqu tem grasando
de um modo assustador, de orle que uestes dina
tem feto varias victimas nuasi repenUnaniente
A popula^ao est quas toda atacida c a pobreza
alnm da peste soffre a fome e a nudez
Na notite de domingo (II) perecen afogado,
por occasiio de Uanhar-so no mar com mitro
companbeiro, o portognex Antonio Adelina Alves,
caixeiro do estabel'.TinenL) Centro Coinmercal.
O infeliz ini|)rudentemenres metteu-se a nadar em
um cavalete, lorem desastradamente foi envolvido
pelas ondas, de modo que, quando chegarani-lhes
M'ioccorros que pedia em altos gritos, j liavia
succumlid).
Lemos no Cearrnsc :
Acha-se entre nos o Rvd. Jos Tbomix de
Albuquerque, sacerdote iutelligente, Ilustrado e
de preclaras virtudes.
tima excedente banda de msica, ammaram o
banqueta, durante o qual mais de una vez fo
pronunciado e applaudido o nome do Exm. Sr.
I)r Maciel, do presidente justieer.- e ;elosoj a
quem denm os paoalubUOi o melhoramento que
eat&o i'eslejavain. Concluio-sc o jamar com o brin-
de de honra a S. M. o Imperador, proposto pelo
coronel Sombra, a fervorosamente correspondido.
A' noute houve na mesma casa um baile ; e
toda villa illuoiinoii-se, -si.'iido notavel a illumi-
nacio de algons edilicos.
a E anda para maior demonstracao de jubilo,
no da seguinte, DO sala da nova cmara, teve
lugar um grande bae, pie foi sem duvida o
ineihnr que temo- visto na Pacaluba.
Eis como ftsiejamos a inauguraran
villa ; e Deus nucir que breve nutro lauto
mos na da estrada &> ferro, -anciosamenle
rtda.
Kl I CHANDE R l'.vnAIIVUV.
Nada occorreuv 'I1'" neroca ineneo.
desla
faca-
espe-
\ili:-"us il.it Alunitas.
Tambera amanbeeau quarta-fetra em nosso
porto o vapor brasileiro Mtrqaei de Caxiat, Ira-
cendn dalas de Maeei at 21) do enrrente.
- Foii suspenso de ordens, pjr S. Exc. Kvma.,
o padre Antonio Jos da Cosa, proprielario do Dia-
rio Hat Alugoat.
Lemos no/sraa/: ^
< Sabbado, 17, foi aasauinada a preta livre
Mariadi Concerao par Joo Cailai, oseravo do
Sr. Francisco Ferreira de Andrade, no logar deno-
minado Cambnna. O assassino fo iminediatamen-
te preso pela polica.
A polaca italiana Sals-i, capitio laio da Rosa,
om viagem do Rio da Prata para Pernambnco,
co.o carga de fono, uaufragoii na uonie de ante-
houteui (12, e das 7 para as 8 liorasj nos arrecifes
que bordara o nosso porto.
Consta-nos que o navio tendo se aproximado
rauto de tena, fui Mtrprehendtdo por urna eahna-
ria, que nao llie permiltio virar de bonlo para
tazer-s ao mar, indo ca ir sobre as podras onde
abri logo agua.
A capitana do p. rio fez signal desoecorroe
dirigi-le os que erara necessarios, mas nada se
piiie conseguir.
A ripolaci 1 e capitn saitaram hontcm para
Ierra, leudo o Sr. v.v-consul britannico, na falla do
de Italia, que nao ionios, de harmona com a al-
fandega, tomado todas as providencias para ar-
recadar iu lo quauto podesse salvar-so do uaofra-
RO.
--z& .\ Qiiarta-I'era depos de nielo da fundeou era
nosso porto o vapor franco Vil/e (le Baha, da li-
nha de Brdeos, trazendo datas de Lisboa atJ 6
iio crreme.
Dos joinaes e cartas eolhemos o seguinte :
rilAKGA.
E" plenamente eonbecidu orosuliado geral das
eleieduS no dia 27 de ;.brl. N
E01 Paji* a lula foi das mais animadas, e nunca
se vio semelhante numero de efeilores concorrer
as armas no departamento ce Sena :
De 116,859 inscriptos, obteve o Sr. RrausaJ
I33.W7 votos e o S'. Barodel 180,116 ; o tercehjo
candidato o Sr. Stolfel obteve s 27.088.
O Sr. larod>-t, candidato radical, obteve pois
maioria absoluta.
Nos departamentos em que houve deicoes obti-
veram maioria candidaturas republicanas c urna
conservadora. No de ariamente do Gronde o Sr.
Dupony republicano obteve 71,633 votos contra o
Sr. Ifatlra 38,137 e o Sr. Dunias que teve 1,^88.
No Jura o Sr. Gagneur republicano teve .'lo/tO
votos contra o Sr. Harona que- so teve 14,600.
No departamento das Boceas do Rhodano o Sr.
Loekroy, radical ficoo victorioso por 53,993 votos
eootra 16,131 que teve o sett oppositor o Sr. I'assy.
No llame o Sr. l'card renubucano fo cleitn por
i 1.226 votos contra 31,033 votos que fora Sidos pelos seus oppositores. No Corrze o r.
Latrade republicano teve 33.376 votos contra
17,503 do Sr. Banef.
S no "Morbihan o Sr. de libodau candidato le-
gUimsU foi elcito por 17,993 votos, con'ra o can-
didato republicano o Sr. Beauvais que teve 32,676.
As eleices n;io deram lugar a desordena alga-
mas, em nenhum dos departamentos.
Djzia-se que o Sr. de Rmusat pedira a sua
demssao em consequencia de sua derrota eleto-
ral por Pars. AJnanea-se, porm, que este boato
destituido do fun lamento.
Teni-se querido diminuir o effeito poltico da
elecao do Sr. Barodetpnr Paris em oppusciio ao
Sr. Rmusat ; at niesmo o Times depois da ele-
cao mndou de lingoagem ; apreciando o, movi-
niento eleitoral diz que seria tnelhor que tivesse
triunipliado o Sr. de Rmusat, mas parece-I e que
a elecao Jo Sr. Barddel nao justi"
guns <( 0 Sr. Uarodet.,
tficar receios al-
diz a follia inglezi pro
1 vou que era um hornera de ordem ; a sua ele-
a cao um protesto contra o cerceamenlo das
t franquas niunicipaes em Lyon e em Pars, e
t contra as ameacas de restriecao do sulfrago
a universal.
Quanto ao Sr. Thiers, parece ter-lhe causado
pouco abalo o resultado da eleicao por Pars, e
nenhum espanto, porque sempre pensara que se-
ria nmito diflkil urna cidade como Pars, fazer elc-
ger um memoro do governo.
Ailribue-se llie a aflirmacio de que o ministerio
actual nao soffrer modificacao c que o resultado
da votaeao ma o far adoptar nenhuma poltica
extrema ; de que os projectos consttuconaes ser
9 O seu nomo respeinyol lembrado tiesta pro-- apresentados assembla, logo que ella recome-
vncia, que lera percorrdo, com verdadeiro reco-
nherimentoe gratido, achralo-se ligado amis
de urna obra pia.
Doze igrejas, oito .-einiterios, acudes, estradas
povo, sempre arrebatado pelo verbo inspirado do
virtuoso e venerando apostlo da caridade, ah
4ieam para recordar sua passagem por esses lu-
gare--.
Por alguna annos re-idio na sorra da Meruoca,
oude'teut-iti a cultura do trigo, obtendo os mellio-
ros resultados.
b A sna vida apostlica, tem sido um continuo
triumplw para a religiao santa do Christo, embora
as provaroes, exjiosto ao -ol, chuva, ao relalo.
Sem auxilio nenhum do govtrno, emprelicn-
deu elle agora a catechesn dos indios do Alto
Amazonas, para onde segu no vapor esperado do
8ul.
Lemos na Constituido :
t No da 26 do mez lindo tomou posse a nossa
cmara (Pacatuba), e festejou-se brillantemente a
inauguracao d'esta villa.
O regosijo foi geral entre os bons pacatuba-
nos, sem distinecao publica ; pois que felizmente
comprehenderam que a inauguracao d'uma villa
nlo festa somonte dura partido, e sm de todos
01 seus habitantes : a festa da lavoura, da in-
Dstr'rs e do commereio, do progresso emfim !
t Teve lugar a po-se da cmara n'iun bonito
sobrado, ltimamente concluido para esse Rtn.
E esse edificio acbava-se enfeitado de bandeirasj
colchas, e llores ; e urna banda de masilla e (i-
randolas annunciavam a Testa e traduzi 1111 a ale-
gra dos pacatuba nos.
Findo ^ acto, houve um grande banquete
emeasa do major Chrisanto, offerecido pela nova
villa ao presidente da cmara municipal de Marn
ce os seus trabadlos, e que esses projectos serio
redigdos em sentido liberal, mas conservador.
Diz-se que o presidente recebeu communica^ocs
garantindo-lhe que a impressao produzda no es-
trangeiro fo raudo menos desfavoravel do que se
poderla crer.
* Escrevem de Belfort que o ttnvimento de
evacnaeSo pelas tropas .-.iicmas comecari no dia
23 de iaio para terminar em 26 de jullto. Calen
la-sc que serao precisos trinta comboyos de 15
wagODJ para transportar inmenso material que
esta aecumulado naquella praca.
Na reunan do dia 6 de abril da commissao
permanente, o Sr. Adnel pedio explcacoes ao mi-
nistro do interior sobre algumas reclamacoes diri-
gidas ao presidente da repblica, pelos represen-
tantes de muitas coraminas dos Baixos Pyrneus
vizinhps da fron'eira de Hespanha. Essas recla-
iuacoe*s versa vara a respeilo da inlerpretacao que
se dever dar as nstruccoes do governo relativas
aos carlistas.
O Sr. Delille protestou na commiwo permanen-
te contra as palavras pronunciadas na Sorbonna
pelo Sr. Jules Simn, ministro da instruecan pu-
lilca, attrbnindo exclusivamente ao Sr. Thiers a
gloria da lilicrlaeao a territorio.
O ministro do interfOT o Sr. Goulard, respondeu
a urna e outra interpellacSo.
Os jomaos francezes azem a proposito destes
incidentes comii^glirioi pouco favoraves direi-
la da assembia*
ITALIA.
O santo padre oi.lina melliorando; espera-se
que possa dzer missa solemne no dia da festa de
S. Pedro.
Nocda 28 rebentou una bomba lancada jun-
to da porta Ja baslica de Santa Hara de TranstU
bere. A igreja eslava c eia de fiis. Acudi a
guape, o coronel Sombra, que dera pas^ a nossa I forea publica. Nao houve victimas.
.amara.
O ministro da fazenda do reino de Italia pe-
tapao da cmara que ajiprovou as desjiezas do es-
tabeleeimeuto do arsenal de Trente, proposta que
era combatida pelo governo.
A maioria da cmara pede porm a conserva-
cao do ministerio para a elabnracao da le de cor-
poracoes religiosas.
A cmara dosdepulados celebra duas sessTies
por dia.
SUI-SA.
O celebre paire Jacintbo, a qncm os jornaes cao
Iholieos c amara h je TTSTrJacintho Loyson, res-
pondendo ao convite que II12 fora feto para o ca-
rato de Gencbra, dealarou que.era mssionario, e
que nao poda aceita-lo ; mas propoz em seu lu-
gar um padre, conego em una cadc de Franca,
o qual e.-l proinpto a aceitar, e escrcvju urna
carta de adhesao aos principios dos velhos catho-
lieos.
IXOLXTHIinA.
O subsecretario da -.".erra marqurz de Lans-
down, respondendo ltimamente na cmara dos
lords a urna interpollac.lo do nmrquez de LanJer-
dale, que ctiamou a attencao do governo para os
aperlecoaraentos que s nacojs do ronlininte es
tao inlroduzindo om todo o material de guerra, e
especialmente na arllhera, disse que o ministerio
da guerra c>t a*> fado de todos os progresos fei-
tos, e que exstem era Woohvch martellos a va-
por dtias vezes mais jioderosos que todos os que
at agora sao condecidos; que all sepnleriam fa-
bricar, se fosse necessario pecas de cera ral kilo-
grammas e que tambera em rel.icao a fabrcacao
da plvora, c liberdade com que se procede a
mutipKcadas experiencias nada teem a desejar
anda os mais exigentes.
Krupp envin pnaieao de. Vianda quatro pe-
vas de artilheria pesando a raaior 36 mil kilogram-
mas. Tem da comprimento 8,n,38 e perfora cou-
raras de 3 centmetros de espesura com balas dn
300 kilogrammas de peso; o seu calibre de 33
centmetros, destinada defeca das copias.
Dos arsenaes de Woohvch j sa j una peca
cora 35,560 klograiuuias e atiran lo coiu uina car-
ga de 49 kilogrammas um projeciil de 317 kilo-
granimas.
Na cmara dos communs lera sido nmito ani-
mados os debates sobre os impostes locaes. Os
Srs Lowe e Gosc en defendern! as propostas do
govirno, contra o Sr. Smlli, cuja moc3o era sus-
teut'd. pela opposicao.
O representante da Hespanha foi encarrga-
do do agradecer ao govenio inglez as deelaraedes
do Sr. Gladstone, na cmara dos co:nmun<, relati-
vas ;is snbscriproes Caitas a f vor dos carlistas.
Teve solucao satisfactoria o conflicto entre o
governo do Paraguay e o seu agente lnancial em
Lonlres ; fez-se um accordo que concla os in'c-
resses daquelle paiz com os dos seus cred ir*. O
Piuaguav receber o producto do seu segundo
emprestimo, icando porm o agente cora os fun-
dos necessarios para o pagamento dos juros e
amortiaaco dos dona emprostimos at 1873.
IlOLLA.MiA.
0 governo bollandez est tomando meddaseuer-
gcas para reJbroar as forc.is militares e m ^pmas
assira como o material de guerra das Indias. Ha
1 vapores de dilfercules i-melagens destinados a
esta expcdiqao ; serao expedidas grandes quanti-
dades de mun(,'oes,de armas e artilheria.
A opinao publica est vivamente excitada, c
pede que se facain todos o-, esforc is para restad
rar as Indias o prestigio da metropole.
ALLKMAMIA.
A cmara dos Srs. de Berlim adopten ^cn altera-
cao a le conccni'-nle ao poder disciplinar eTcle-
siastico. No decurso da discusso o presidente
do conseibo disse que senta multo a linguageui
apaixonada da appsicao conservadora ; e accrc-
centou que um voto de desconfanos dirigido con-
tra o ministro dos cultos ira ferir lodo o ministe-
rio, o qual solidario nestes projectos de le.
No i'ia 29 abriram-se em Falda as conferen-
cias dos bispos prusianos contra as novas les. As
conferencias sao presididas pelo arcobispo do o-
Ionio.
J terminou no reichslag a discusso sobre a lei
monetaria; o Sr. DoJbrnck respondendo a umi in-
terpellMao declarou qneo numerario em ouro exis-
tente nos cofres do imperio de 83mil oes de tia-
lera, e terminou dizeudo que o governo para
acederar a fabricacfio da moeda de ouro tonciona
restabeleeer a casa da moeda de Strasburgo.
Declara a Gazetn in AUemanka doN.rtenio
ler fundamento a noticia de ter o governo manda-
do abrir urna syndcancia sobre a questao Wa-
gner.
Por proposta do ministro da ustica, foi jjncar-
regado o procurador geFal Luek de rodigir o li-
bello aecusatorio.
O reiclisag adoptou um projecto de lei de-
terminando iv.\e. dentro em curto prazo, que s o
Osado pelo cnaneeller do imperio, com o assen'.-
raento dos governos federaes sejam retiradas da
circulaco todas as notas do banco oue nao tive-
rera a garanta do imperio. Alera da poca fixa
da, s notas de cem marcos podero circular.
AUSTRIA.
Abrio-se no dia de maio ao meo-dia a exposi-
cio universal de Vienna d'Austria. Os principes e
archiduques chegaram ao pavilhao s 11 horas, o
imperador e inperalrz ao meo-dia. A sua che-
gada fo saudada por salvas de arllharia ; urna
banda militar executou no exterior o hymno na
cional a que correspondeu no interior urna bella
orchestra regida por Stranp ; os discursos l'orara
apresentados pelos Srs. i'atamogao o general
Farpares. Ss. Mm. e altezas, a c-jrte e os minis-
tros visitaram em seguida as vastas galleras da
exposicin, sendo recebdos pelos commssarios.
As galleras estao em geral incompletas. A Ame-
rica do norte, o Brasil, Franca, Inglaterra, Ral a,
Allemanha, Turqua e Japao acham-se era parte,
anda fe-hadas. A Blgica, Hollan la, Portugal,
sao das que teem os seus trabalhos mais adan-
lados.
Diz-se que o imperador profero palavras ex-
tremamente lisongeiras acerca da exposcao por-
tngiieza, cujos productos foram perfeitaraente a-
colhdos pelo publico, com especialidade os pro-
ductos cermicos, os de orivesaria, chitas, pannes,
sedas e instrumentos de precsio.
a dispo3icao destes diversos productos do tra-
balho poitujruez produz o mais bello effpin. *'*
seis horas da taid'> houve um banquete a que as-
sstram o imperador e os commssarios das di-
versas nacoes.
DOUMAMA.
Um despacho de Bucharest noticia que o prn-
iipe soberano da Roumania convocou o grande
Synodo para o primeiro do correnle, para a elei
cao do arcobispo metropolitano e dos bispos, con
forme a nova lei ecclesiastca.
?uhqia
Annuncia o Letant Herald que Seid-Effendi en-
viado extraordinario do sulto de Atehin chegara
a Coustantinopla no dia 23 de abril para solicitar
os bous offlco3 do sultio no conflicto com os hol-
landezes.
Tendo o governo inglez feto opposicSo a
proposta do Sr de Ijossep* para se subraettor ao
louselh'" di estado a queaua do augmento de
proco de passagem no canal genhero propoe agora submetler essa questo ao
veredictuin d'uin conseho compostn dos ministra
ottomanos e de homens especiaes e eminentes,
pertencenles a diversas nacionalidades, e residen-
tes enr Conslantinopla. devendo a opiniio desse
conseho ser submettida ao sultSo qne deve resol-
ver definitivamente a questao.
O governo inglez deu a sna apprvacJto ao
projecto de reforma judcari do Egypte.
Altlanca-S' q:ie sera n lineado brevemente gran-
vizir Midha Pacha. Est se fonnando o processo
aoex-grao-vuir .Malimoud-Pachi, que provavel
mente lera bando.
Corre o boato de que o sulto padece de al-
gnm desarranjo mental, ea ess-s solruieiitos,
conseqnencas dos exentaos da mocMade, se attri-
buem as fnipientes mulancas polticas porque
aquellejjiaz tem ltimamente passad".
presentam-s das potencias receberam
ime-Port nina circular prevenindo-os
nle os tres meses sena prohibida a ex-
de cereaes dos districtos do valle do Da-
cjnse(|uenca da escazez das colhoi-
pelo governador e festeja-
RISSIA.
a S. Petersburgu no dia 2>, o impera-
nanha. Immensaranltido o esperava
o trajec-o da eslacao \ti o palacio do in-
sto eslava postada unta guarda de honra
do rcgiAenlo de Preobrajenski
1 O iropHador d'Allemanha fo milito obsequiado
pelo imperador da Russia e familia imperial.
Chegaram a Praga no~dia 27 cora destn) a
Venna^o principe herdero da Prn*sia e sua es-
posa, sendo recebdos
dos peh. multido
O governo do Japo acaba Je eslabelocor em
S. Petwwbiirgo nina legacao permanente. Foi no-
tneailoAnbaxador o conde Sava-Naboniossi, que
pertene.' a um ,ta mais anli;.'a- familias di c."ir-
te do JBva lo, conhcida pelo nome de koiigo
Poticj) depois da insiallacao do regi iien actnal
no Japao o conde Sava-Nabonios-i foi nomead 1
governjon geral da illi 1 de Kion-Sou, e oceupou
depois, (luante tres anuos, o cargo de ministro
dos negocios estrangeiros.
O Japo tambera no:neo 1 agora ministros resi-
dentes em Berlim e em Vienna d'Austria. Em
Londres tem um ministro plenip'.tenoiar 1 acre-
dlado desde I8;"f, e desde aqneile ano > tem um
ministro residente em Pars e um encarregado de
negocios em Washington.
mor ama.
N<)SSii correspondente de Lisboa ese/eve o se-
guinte sobre o reino viznho :
Por nni decreto foram dissoividos os I,*, 3.",
6J, 7.*, 8", 9. o 10. batallioes de voluntarios d 1
repblica, e os de sapadores, cavallaria e vetera-
nos, orden 111 lo se que eu'r.'guem as armas o
muntcoes. Todos estes corp is^lomaram parte no
niovirento de Madrid, que I lies annuneiei em mi
nha ultima correspondencia.
N'iiin dos das prximos fui gerai o pnica
as i mme.li a c/ies d; Barcelona, accudnlo a igre-
ja de Santa Mara d'el-'Slr, varios paisanos arma-
dos que oeennaram a entrada das nas e portas
dolempli. O alcaide do barm e a junta dlpa-
ochia coiiqiirecerain logo e abriram a igreja para
que sc.convencesseui que 11 io era certo e.-tar alli
reunidos pin club carlista.
Cmthman a ser batidos os guerrillas carlis-
tas.
O ijbp 1 de Zamora pedio ao governo que se-
jaiii paaps nimon irari- s do clero da sua docesc.
os quaSj p'issam de tres annos.
l^sia HmvjTompdasJfc linlia- terreas de Bar-
celona pura Geroni, Tarragona e Sarajor 1.
Foram protstalas leltras du Heqianha em
Londres, representam iniportantes quanlias.
Entro as disp-i-icJes que .0 governo tomou
pouco cVpois de reunida a assembla, foi pofent-
se frente dos corpu di gnarnieAo os generad*
Hidalgo, Moriones, Pierrad o Milaus del l'asch.
O I." general foi substituir Bava no eommaiido
da guarnco de Midrid, por aqneile ler peldo
a sna deuiis-o.
t Ao cahir da tarde de 22 ouvio-se uma-gran-
de descarga na ra de Alcal. Foi dada no gene-
ral Cuntieras, pelo piquete da avanzada dforca
qne eslava na pra;a de Touros, na occasiiio em
que o general se apresen! m com o seu estado
raaior,-dando vivas a repblica federal. O gene-
ral sabio Ileso, havendo comtud ferinie^los gra-
ves e algumas morios.
O corpo diplomtico estrangoiro tora ordens
positivas ile se retirar de Madrid^ apenas se cons-
titda o governo de modo violento e que estoja 'em
desaccordo com a assembla.
t Os olllciaes dos balalhoes republicinos rece-
beram ordens de estar nos seus postes, Sendo con-|
siderada como deserco o como grave delict^
qualquer falta.
Serrano e Topete fugiram de Madrid, por ei-
tarein implicadtis no ultimo movimento. As casas
foram Ibes revistadas.
Afllrma-se que o movimento cirlisn va con-
cluir. As derrotas saceessivas que teem soWdo,
por um lado, o ter falhado o imprestnvi que qui-
zeram contrahr, por outro, e sobretudo a incu-
ria do fea eliefe, fazem de corto dep.ir as armas
a um partido que era todas as pocas tem sido a
principal causa das desgracas de Hespanha.
Gintinuain as scenas de afrlci;ao e repetidos
'desacatos uas prncpaes trras de Hespanha
Teem parido alguas combolos do caminal de
ferro.
O aspecto do ministerio da governaco ulti-
ma hora da noute de 28 era animadissimo. Os
pateos o oseadas viam-se oceupados por voluuta-
ros da repblica. No andar principal litivia
grande numero de pessoas, vendse mutos uni-
formes de chefes de voluntarios c do exercito, re-
presentando altas graduacoes. Todos os bala-
lhoes implicados entregaram as armas, e parle das
pracas se recolheram para suas-easas.
*Di edificios em iu? so'aeham eUabelecilos as
difTerentes embaixadas, tiveram desde 21 do pr-
ximo findo mez, cadas as bandeiras das naciona-
lidades respectivas, como medida de precaucaq
para evitar ignorancia dado o caso que houvcssc
desacatos a lamentar.
t Teem sido revistadas en Madrid muitas casas
de pessoas elevadas.
Fo instaurado o competente summano pela in-
tentada inanfeitac>.lo feita em Madrid. Esio im-
plicados asprincpaes notabilidades de Hespanha.
Ha crise ministerial. Sahe Castellar. Figueras
encarreaou-se da pasta da guerr.. Actualmente
lia socego em Madrid. Continuara as buscas em
algumas casas prinoipaes, tsndo-se encaiitrado em
dtTerentes aliaua.'H ^ >"'"
. b.u oi^uns corpos continan a manifostar-se
lacios de insubordinaco. '
Falleceu o bsiw de S. Thiagode Galiza.
Nesta provincia reina um socego que contrasta
com o estado de agitacao de qua todo o resto da
Hespanha.
Foram publicados os decretos aceitando a de-
mssao do Sr. Acostt, de ministro da guerr.. sen-
do substituido pelo general Nouvillas. I erara f0
nomeado seeretaro e encarregado da pasta duran
te a ausencia d'aque-le.
i listamente para os batalhoes movis aug-
menta rpidamente. ,
Avala-se em 8 mlnoes de reales, o valor das
notas falsas de 1,000 reales do banco de Hespa-
nha que andam era circulaco. Muitas pessoas
foram presas, n'um destes das, na oecaso em
que apreeatavam taes notas para trocar, mas pa-
rece que nenhuma dellas era cmplice.
Os fundos conservam-se baixos.
Parece que o general r.ontreras rompen comple-
tamente com o governo e que se prepara wa na
mestacao que tem por lim pedir oestabelecimento
inmoSiato da repblica federal.
lOgoverno vaiexigirnina coninbutf 10 extraor-
dinaria equivalente a urna arinualidade das con-
irbuieoes diriM-tas, om oxeepcao das quotas qne
nao tenham cifra determinada. CaWnla-se que ss-
sm se obteriapara cima de 400 railhoes, em pa-
gamento dos quaes serionepitos eonn linheiro os
coupons vencidos, e lei tos amorlisado; a veaci-
menios contra e ti souro.
Urna parle dos ca'oecllias carlinas da Ctala-
nha, retirarara-se para o estraiv-'i-iro, obedecen h
ai ordens de t). Carlos. E' um partido que vai
descansar por era quanto.
O general Cundas 11). Manoel) foi preso.
h Olio e Dmr-garay dirigeiu-sopara Rioja. Non-
villas chegou a Madrid para lomar cuntaai
n'um trem de mercad mies do norte, foi preso era
To Telodones.
Eslava con o :alo para o dia i um merlino de
republicanos federaos, al'nn de pelir a minen ata
proclaraaeo da repblica feJeraL Corra em Ma-
drid o boato Je 1 ue brevemente deixario de pu-
Miear-se alguus
Ac isla roso
rh Dotiro a coordenar, em rirtuoV do tratad
[lectivo, fi-ilo 11II1111,menle cora Hespanha.
O p'verno francs pt-dw ao pirlugiicz na
nota exireniaraenle cmveniente, fin- nao fe
para aqneile paiz eim^rad-is liesp.joJi^, pii, ^
que j l esto bastante traba I ho e Jespeta cas-
laoi a Franca (I governo pnrtuiroM annuio a
i'-1 tal peilido. alia* josli-sirao.
Reunise no da I* do rirrent<> a riisaasifsV
1 SBSSjB- ,|,. oi'grai-o. dmiparecersm ponen mriol.r".
teno da guerra em vez de ir para a Navarra. ,FaMou-s.- na necess.dade de pedir ao gov.rn.. qor
Redas, i|iie fngia de Madiid, eni|.....|,a que o Brasil modificas*- .1 sua l^yi-lac-i *.il>r^
colmio-, para que os portugm-zes li-i mi.liiineni
alli sujetos a um rgimen nmito prej uhcial. T^s
tem se inoslmu a necessidade de euipregar to*"
os ineios para dilatar 1 aeco das ih;.is mip Tlan-
i'-s siM-ii'daJi's de benelceiicia, que Ua no BraNl.
FalliMi-s.- tambera das grvea.
Construrara-se por conta do llKwiuru at t
fim de di-zeinbro ultimo '161 leguas (de 3 kitoase-
tros)d- eitradas reaes ordinarias, ti.'! de estrada*
Oi-li ictae- e 23 de e-Ira las iiiiiiiici|ae..
Em S. Tooin e Prncipe, nimia pioprieibid*
do vi-conde dAjliia-lzi1, foi desc-ilfr'.a una abn.i-
d'infe mina de pelroleii que vai ser fodvemeete-"
mente explorada.
lleei'lieraiii a honra de ofllcial-inor da ca real o Sr. I). Caetano Saldanha Lencastre, r o can-
de Sobra! Hermano.
Foram re'uivad-is os destacameMo infa 1
taria das trras junto a fronteira llequnhola. a.i:
de ser cuMveiiieiiteiu -nte vigiada.
Tem i-orrido, como lualo. qu- s<: |HHi-a na
ainiiislia dos individuos implicados ultimo pro
ce-so de revolia era Lisboa. Ati Iu que 11111
ilos r is presos eser vera urna carta ao angosto
chele de estado, |M-ibndo penlo promeitendo nina conlr.ccio completa
Entretanto isto nao pasa de puro l> .al", ac-
c-scimiandose ipie o Sr. Fonti-s se oppos -
cessao lia amai-lia
S. M. ol-rei D. Luiz tem passado in<-'Hni''la-
1I0 uestes ltimos das, pjslo que nao seja le gra-
v la-Je o incoininodo.
u Ch-,'iu o vapor Bemjn proeelenl; dos p-rt-
da frica, e nelle vieram os Srs Hurta, ex-povr
andar, a Balsemo, ex sei-retario (-eral do liovemo
( novo governador, o Sr. Andrade. lia va -. re-
cebidocasa t tnai. r enthusiasmo.
n estado sanitario de Loaada p-<-ioi'. I
per,li,],. o estado dos deinhos, e qnasi que esnlSSSaai
CSrearaslancias, se Ihe nao valle actual g
nadar, o Galungo Alto e Sande. Esp-u pi '
nnvi govnraaaar pasas raadaasrir aptaianiiai
pirtuguez com o auxilio do batalhao eX|>rdicio-
inro.
i A Boyrat, chegou Luanda a 12 de asare
com lima ptima ftaanOV
Em BeiiKuella, o invern tem sil 1
mo, especialinenle n'uma note, em q" ab.il
maltas casas e muros com as iniin-11 ;"< c ven-
tana, havendo morrillo algunas |n-s-
t Di- Calio-Veide. a-ll"'icia< siio IMUlt > I
Foi Horneado govi'n id ,r de Ouiliinane > I-
lores le abatana, Adoba* Abel Casis da Osas
O- jui/.es de I* in-la :cia de lytaada. repr*-
sentaram ,10 pov, rno contra o acta, procurador
da roroae (sacuda, o Sr l"ariof Bolrllm e Tas
Mivellos.
Era lugar como ilisse, parti para Vieeas d'.\ i*tna. Itena
encarregado do consulado, o chanc<-ll. r. o Sr. Ja-
s de Faria Ro\s.
A rennio que houve eiu casa nwiri|uei dr
Valla las. e u- norie na miilia uiiina, ct<'c
nsguiOeaate.
1 Ningucni toni ni a asrin, a mafnmjaa ; "< ver un preseaass, apea as, 8 toMHMns de varUa
eprea poUticas.
O Sr inarqui' ap zar d- uiu I..I rcsaluAi.
leu 11111 papel indicando o ti u para que convoca
ra os ravalleros pmseates.
< ( Muria dn fommi publiioii ; l"i ai qual
se Considerara livies de direilo de sabida. < fe-
neriM reexportados da inctro|>ole pan os Acores r
Madeira
n Igualmente, pnblicou mitra em i| 1
risa a condasa da nova alfandega de Punta De!
gada I S. Miguel, Acores |;f ron-lrucco 4-
tinia n iva alfandega.
O iaar< nnc'-on-l wMrmm-rkn de IJtkta.
pastou 8i retornes de ciu|Mw da divida aeaaa-
nhola. -
A Caite de rreililo industrial, em La4ua.
emitlo a l." aatai de 2,."i00 arc-Vs rom o presaa>
de ."i /. ou MI res por accao.
Fanal svultados os |H lulos. E-t.i til mstitni
eso continua desenvolvendo-se duin modo ex-
traordinario
O capital depositado na sua cax;> econoasca
actualmente de Si.OOOiUOO.
A cmara municipal de Lisboa resolveu r^-
raecar os trabalhos do aterro que deve lagar a
alfandega cora a eslacao do caminho de ferro.
t J entraram no respectivo inini-terio. e co-
niecou a sua discusso no consdho, o pmjerto*
dasooras h\drau!icas, panal e caes, para aqorl
la iiu|Mirtautc conimuncacao.
E" no da 19 do correnle que comer,* o jul
pamento dos reos implicados na ultima revulta >
Lisboa em audiencia de jury. Gamillo CastrUV
Branco vem assistir ao julgamenlo do seu anago
viseante de Ouguella.
t A c nninissao da< fortilU-aciV-s, cma o Sr. nsar-
quez de Si, frente, andou explorando a sarra
de Monsanto, e procedendo s averiguac/ics ees-
tudos nece-sarios para se poder elaborar o |>rojfr
to definitivo das forlifieaees a construir naipieUr
ponto.
(i O caminho de ferro americano de l.i-bua, tasa
tomado nestes ltimos das um grande desenvol-
vimento J est prximo da estaca" do ramiate
de ferro do norte e leste.
Fallecen, ha das, o capitalista de Lisboa, Jow
Silverio Romano,
f Deixou urna avallada fortuna, e legados ias-
portantissraos aos asylos de Lisboa, t aeo fo-
neral foi muto concorrido.
Foram agraciados : visconde de Onip, Seva-
rano Ribeiro da Cunha, cranmen-iante no Oara .
commendador da Conceicao, Francisco Coelho s
Fonceca, vicepresidente da cmara municipal da
Fortaleza, no Cear.
oticists In Inserir*.
Por va de Lisboa recebemos as segni
rnaes conservadores.
80 afaslar si^ da polica.
Os fundos hespaulioes, internos, i-slavara de
I7.3S. Os extiTnos le ivam a 21,10. Bilhetes hy-
pothecariosa 101,50. Bonds do Ibcsouro 61,-i".
Cambio .-obre Londres 18.15: dem sobre Pars
5,05.
Cbalos parti da Havana para Hespanha. s
Foi pobbcadu pela OasMa om decreto com-
bando a lei do estado rvil, e una circular di
ministro interino da guerra ao exercito.
t A do da 5. (liontem) publica a orden do da
le Nouvillas, diz que a repblica nao decidir ja-
mis da orto dooxereitopor sorpresa; ossials
torio submetter constituinte as grandes refec-
ma que projecta. anoto proelamou arepobll-
ea ; mas a coostitninte a oraafllsara. Ossoldadbi
devem seguir o chefu cora lanordinari 1 <' uso, ter-
minar goarra civil expirante e issegurar a or-
dem. E'esieo resumo da proclamacAo.
Poi tainliem publicada na folhaOtRcialde Ma-
drid urna circular dj governo ao; otoaras. DiS
que a assembla fez 1 lei da convoca': "10 rrevoga-
vel ; e que p ir esta razio o g (Veffl > proendeo ea Nr
gicaraente contra os que qoeriam llera >rar o voto
da 11 icio o convocar a assem'oli fra das condi-
co.'s da lei que empregara a mesma eaergla con-
Ira os que prelendercm perturbar os actos eleto
raes, on te recnsarem a roeonliecer o :eu re-
sultado.
A festa cvica do dia 2 do corrate foi cele-
brada com grande soleinaidado, assistin 1 > o minis-
terio, as autoridades civis e militares, o exerdto e
os voluntario-. Reinon aocgo. A bolsa lechou-
se |ior causa dos fe-lejos.
0 governo na circular a qu' ac na me retiro
prometi eleices librrimas p irqae as dimito, o beffl da repabltoa, o nterosse do go-
verno e o futuro da Uospanb .
O governo recommendou positiva e terminan-
temente aos gpvernadores alvis que retiraasen as
candidaturas dos seus prente-;. OU dessera a de-
mssao. Isto obrgou o governador d Badajoz a
retirar a candidatura de sen Bino, imilaeio (diz
ana folln de Madrid) daqoehe celebre eonds l'g-
lino que comeo os lillns com o generoso iutenl
de Ibes conservas e pai.
Annnuxiam-se nnnifestos de lodos os partidos
au.es das eb.oes.]
Tent eerrid i era Madrid, bilhetes tobos do
anco.
Dos carlistas nj ha Bovidades inioorlantes.
\s fothas do Madrid publicara o indulto mandado
publicar por Veanlo, em cujo prembulo se diz
que o infante I). Alfonso entrara era Franca O in-
dulto dtalo de 19de abril.
1'OiniGAL.
Era o do correnle cscreve oosso correspon-
dente de Lisboa :
o- Contina felizmente a nao ha ver do rortogal,
grandes novidades. T.no melhor Fallase ou-
ira vez nas-prolia'oili'ladi's d'uma fuso 011 juii'-
cao dos dssdentes do gremio progressiste hist-
rico, cora os dissidentes do gremio reformista, sob
a iniciativa do caudilhu histrico Santos Silva e do
caudilho reformista Mariaono ile Garvalno.
Parece, que deste novo gremio iiiulo mais
avan.uido era principios democrticos se formara
0 ncleo d'uin eonlro quas republicau >, ou cra-
sa que o ralba.
t Todava o Diario Popular, orgao reformista,
ga o facto aos ps juntos, c de certo nada
consta.
a Chegou Lisboa o Sr. Ponte c Hurto, ex-go-
vernador.le Angola, cora as cicatrizes anda milito
visveis da rija paulada que em Luanda, mis des-
con-iecdos Ihe descarregaram na cabeca por cau-
sa de rxas particulares, n'uuia espera que trai-
coeiiaraiiiile llie lizerain. *
Kalla-se agora na mudanca do novo governa-
dor geral de Angola, o Sr. Jos Bap'sta do Andra-
de para o governo geral da ludia juilugueza, in-
do para Angola o Sr. Grasa, como governador.
As colonias de Portugal, ina'.erial e coininer-
cialinente prosperara ; mas administrativamente i
cpie nao podem ter cabal desenvolvintenio em-
uanto se andar sempre a mudar a cabeceira ao
doeoto ; eraquanto nao houver um s exercito tia-
ra Portugal e seus dominios; eraquanto os gover-
nos geraes foram capitanas militares ; cmquaiilo
as colonias de raaior Importancia nao tivercm or-
caatentos seus e congressos lcaos para descenlra-
lisar a adranstracao da metropole, que ludo re-
tarda.
De Maco vieram noticias de 17 de marco. O
visconde de S. Januario, governador d'aquella co-
lonia e ministro plenipotenciario de Portugal na
China, Japao eSo sahirad'alli a 11 do marco par
Hong-kong em direceo ao reino de Sito em des-
empenho de niiss.to diplomaba, sendo arompa-
nhado pelos Srs. Pedro Mesniero, como secretario,
e pelo lenle Alberto de Moraes Carvalho, como
adddo.
11 Ao embargue asssram muitos funecon arios
pulilic-is, e una torca do batalhao de liuha com
bandeira, salvando as fortalezas com 21 tiros. Na
ausencia do governador ficava fazendo as suas
vezes o secretario do governo da provincia. Na-
da mais liavi 1 importante, sento alguns contlic-
los de autoridades, o que alli nao novidade dcs-
gra.admente. Era bom o estado sanitario.
Vai-se realisar una convenco postal om a
repblica de Buenos-Avies, por quanto era jtilho
prximo termina o privilegio ou tratado com as
companhias Meuageries ntaritimes de U trdeaux
e Hoya! Miil Sleam Packet de .^oulhamptoo para
a condueco das matos, recebendo-as directamen-
te dos seus agentes, tendo os destinatarios de pa-
gar os portes estabelecdos.
Annuncia um jornal desta manh, em Lisboa,
que se dao por concluidos os trabalhos preparato-
rios para a opera.'o financera que tem por fim a
entesad da primeira serie de obrigacocs para o
*"mnho de ferro do Monho, e que se diz que to-
da wsa emissao se acha tomada pelos bancos do
Porto, raga Guimares.
t Vai ii.angui-.se os trabalhos nos 1,690 me-
tros da caminho de '.,rro do Minll0( que ^ n5l)
tinham comecado, por_ ..jenderem da approva-
co do proieclo definitivo da .ninta MC(.5o ^0 ca.
minho de ferro do norte.
1 O governo jmandm proceder a .qe,.5es Da.
ra deputados pelo ultramar, visto ser 'iroxma
scsso do parlamento a-ultima da legislatura.^',
candidatos a deputados os actuaos da maioria,.
mais os >rs. lvate Moniz, Ponte e Horta, e vis-
conde da Arriaga. Que lhes toea rauld bora pro
veltn.
O Sr. Joao Patha Faria de Laeerda^ levo nina
BSTAO S IMlHiv
Mr. Kichardson decretou a venia na saca V
maio de seis milhoes em oiro, a compra de nw
inilho em obrigacocs. Ordenon alcm diso. que
1 seria anticipado o agamonto dos rounnns se*
descont algum.
Os indios Mod.icks atacaran! a^ tropa ame
rcanas perto do largo Garr;
Assegiira-se que 7 mil indios em Taakten
Tonteo amearain as |wssess5os dos coteaos asaa-
rcanos.
Urna companhia de infantera coai duas
a fazer um recoshecimento. quanda tai
lien li la pelo fogo cruzado dos indios.
As tropas viram-se obligadas a bater em
rada.
. "Miro tanto succedeu a quatro -
,l>ra'VV soccorro daqudU. CnaUn-n I
1""a >'' 'os e muitos extraviados.
Os indios i,.
Oregon tam'iem
Lonferenca com o Sr. Ifcredia, drectod da altan- attilude hostil.
dega de Lisboa, para resolverem algans pontos Pitram^eu^ados mii 1,01
duvidosos ac* regula ment para a navegac,ao do os trabalhos do 1
w *
jm
ferro da Mdico.

JL-



Mario: de PeniaiD.pco Sexta eira 3 tte ilai de 18?3.
O conresso do PeriJ vnt m suicidios par* os bar* ajRO es&at reftate* le-estrePm elf **
professoves europeas quo forera estemstacer se.
para o Per.
Lord Oranvlle u o averno allanto fizer/iu
representacoos ao ^resikentc Pardo, a.rcspeo du
monopolio do salitre, que Mies eoasideraruud co"
mo delermjnaco riouco neniar debaixo do pon-
to de vista poltico.
\il le* 1 *m1 I* iin-i*i.
Amauhsreu hoatatn em nosso. porto, u vapor
''.ruzniroio StU, ruando datas : do Riu de J\-
neiro t\ da Baha'! e das Alagoas SI do cor-
rate, li-'s o q*o ralbemos dos joraaes :
MINAS*KI\AFS.
Datas al tt do con ente.
Refero o WHrin de ilimu : "No da de
abrtl, das 7 vara as V lloras da nnuftti, deu-se a
seguinte oecurrencio iiiartcl do destacamento
do Ar-xn, onde se achava aq isa rielada n forca
viuda deliberaba.
EsUndo os soldados, pratican.lo toda a tocto!
m*w -"oh iri us|icjs d urna potWra justa. Ci;
r*4a c getivosa.
.A cmra navio cem sausfasae. que tirara, troea-
oas as i an.icacocs dos tratados do BXJradiecio com
os reinos do Portugal, GnVBfetanha e Italia, c tic
ama convenga* postal cora Repblica do tVrn' ;
e nntre a esperanca de que delles- se co horao es
Tesaltados, descjaveU
A segwanc,a da tntntraillidade publica eftoito,
Scuhor, Ai excllenci de nossas inslitaoi>es c di*
sentirtortos de ordom, que .felwinonte caroete-
risun apopulacao bresiletra. Recoabeteiiflo com
V. M Imperial que "a aeran da lei c inda iiopro-
ficua om hossos sartoes, a" cmara dos doprftados
antuca ao governo de Vessa MajicsUde todo o seu
oonevno ; para c,e, resucitadas, auno tanto con-
de rtesprojpitiwe-Mpancand > tuna meBher, lau-
caran) mao de Antonio 'Jarlos itilieim
aram naoue Antonio utrios mneiro, |uo pass*-
va eni trente do \[uacti;l, o igualmente o esnar.-
erair. e deraoHie un tm pie produzio-He a
fracf.ra'de u* braco. Km seguid dispararan!
dous outros Un que causaran! a morte Instant-
nea do -soldadr Jos': Aflama da Wlv.
Perpetrado este asasasinato, ennltauaraai os
.l-oidciro- x espantar t-Sita Garlos, que ene esta-
do deplorivci condiuiran para a adela jretex-
" de sor ote o autor >" as-.-psiwUo
ACeudJido diver^a-s re-sstwsao lugar >a cou-
lielo, os atinados enwecidos {nteiiderai faxer
n;.'o sobre ellas aU- fne por t'.ia, clienawlo o juiz
laialntpal wu exerr.ics"i eneiile-coroirel Antonio
Mainel dn ApifteOJttoso,.ronseguio (imi^er os
s'jtdad'K Jo> Uiuause tie Tapia, Juse t'rancisen
l'errrira, J;s Kjiimwi, Antonio Jos Lot'-'S, Hono-
rio deirl e tasa tardo o oetnai&adaate l-ijilestar*
ment'-:.- Uberaao, que a si-u taino araticava un-
irs iV'.sonlens eoi tun muro ponto dividade.
.*.:refeeido> m aaitnmnam a pnno daailas-
i'idii'-> o juizHiuainipal pos estes'. diapooajio
de v.bdidega**, pMipvmJer ao wuerilo |i"!i
.i.tl. i-!"/. so aala do eorpo de eiic* no nuoi" e
fnrid''<. t) !kr, ii>cle ilefeiicia iulek.o tenJoc*-:
nberiinciit') sales hatas'iewaunanoii a autart-
ij.td-- rmnprtortlnTnln nnrtiTirindT ; CerattOM4a
rtieM eoalra soriuiinoes.
I ora eaptolltda na uMadl doie Novo, dftaRo
.i-r!. itel Sarlanaa, o wpiirtanaoaienoso de aaer-
le no termo-do S. Kidi., proviHeia do Bte4te
.t noiro, de .une. .'.Lnnnil i i- JaOjfneS-
i vijarn i!:' iVcrwnia d > Ganan. Rvot .Vlanm-I
b'iiz Mentts wsolwra m'toistrar a Sarrameut do
i::-.pti i'.i' Dompate.
Kallecim : iuaaa -. cipio de iti.-i.ngui, o ri.ronel Jas 1-uiz AJv^ies
:i S:lva ;au r.i|iita'-o rartocaci da Uuiuiawiria
li Ibienda tonwsoojde l'auta A^sis.
--.. paulo.
BaNnaN li it oorrontet
:-ii iMawefneneia da uo appfovafAo daad-
la'i.s !ipreBtail.>s, arJia-s.jal!rsto, pelo (iiaro de
t menaw, ivi. noncnnwji adna de lente-aubsU'
i ato .Ia academia da dasito, Que trata le pw-
ver-so.
.Va rilta de l'a-.i.ua^aiiou*, a 14 Ai m pro-
\iuin lindi*. dera-si: taire inliW'O eolia; Manannu
itndrignes da Silva,-.aa niiiU'.tr. Joaquina Nanea
\ ; ii-ir.1 -e san tillo. Modesto, un ascravo-da mes-
ii i Mogaeia, de numa Bdtwrio e quaura cmara-
,..-: resfthaiJo llcarem feridas Xogaeira, Bariau-
i i \v, i-::; u -. a oaili l deshj o MudttStO : os doas
primeiros, grave, e ns daos ullin >s levemente.
< respectivo delega loarueeileni a |i i de den 4-i uw efl n Hilos, qu.: foraui lago ruco-
Ihi: is i eadeii -.ii. u escrsvtj Eduardo, s udo de
;t.i- posU :i lil i : i.!.-, I..:i:|!.'iai .Yne> Ngneira,
ai virio .' f i/*i. c ni -e.liilo peio Dr.
j'.tlz <\: i!ir.-i'. .i i '--eil irea.
A mesmi asi ir*.de riwintJiieiavasoUr.ja cap-
11 a .1 >> quaU i miar.uias, que roiiseguiran eva-
so.
O sesagdiMRM Sriq.iiir, vital ti) l>ialu IV.ia a.<-
ms>iia lo e mu ata lira de eaj iugaeda, por sen gen-
ii Alvaro l'i i>i le JiverrApor ler iaiervindo em
lav-u- do ia lilil Hultaer daassassioo, na ocea-
sil: om < i i e4j a nallratava eom pancadas.
i uto.
Nasesi) ii.- l. di cmara-dos deputados,
i .i approvadu em V discusso o projecto que
urea a nova provineta do Bio de >. Francisco.
Approvou Laniaem em I" discusso o projeelo
que muida adinittir ao quadro efleciivo uo exer-
citio lente reformado Jos.- liiiaiii nibeiro Ro-
ma, sol. rcjeit-ula a emenda do ir. Dr- Campos
ie Medeiroa, estendende esta Bonccsslo a mais
dous ollii-iae-: do oxercito. .
Km seguida lYcupou-se &)in.i3" discusso do
projecio o. 150, que elevan numero dos sonado-
rus e deputados da provincia do rara, com as
emendas apoiailas.
I'o; apr.-senta I. seguate rei|aerinea Proponho que as emendas ou*er el i em discussa i sejam remettidas commissao
e.-i irregad. de estad ir u pr ijc;So de reforma elei-
t ral.
a I'.i.m .la i-amara, l) de maie de I8~:t Can-
diiin Torrts.a
Oran......s Sr. Florearie de Abreu,osmao
l.-ibo, Tarqninio >le So za e Carneiro da Guaba.
Fui aprescuiada a cguint emenda substitutiva
de rei|uerimcnto do Sr Candido Torres :
He piona que o projectu com as emendas effo
rceiiias va a commissao especial da reforma eici-
toral para ser altoudidj coaxeaiculemcnte, to-
mando nmi base peral para a representacao das
provincias. -Cartuiro da Cimln.a
No dia Ij. essa cmara oecpnu-se eom a
iliscossao d.is rcquerlmentos .! 5rs. Candido Tor-
res e Cacoeiro da Cunna, maullando adiar o pro-
jeelo que augmenta a repivsenta.ao parlamentar
la provineta do Para, eom as emendas apoiailas
"rauo Sr. Pinlieiro tuimaraes, llcaado a discus-
-ao adiada.
Km seguida traten do projeelo, viudo do sena-
.eiF, as pessoas b propriedades, .-possain selliorar
as > ondicoes meraes daquullaa Tegiocs.
Regosija-se acamara con a cresceate prospen-
Bnde das rundas publica, e pensando omino Vussa
"Magestade, qae tao lisonjeiras ebditjos_ perrailti-
ro minorar os onus de noesns contritututos, ella
procurar ecnciliar quanto -seja posavel cssa ue-
cessidatfe com os pesados enenrgos, a iiltiiitit geerra, e com os melhoramcnlos que s.
exigidos pW riqueza, e engraudeeimento do Im-
perio.
O f.xerrito e a arntada, e as cetras ordens fe
funectenarios pblicos, eoatemplados as-recoiiies
disps3iaifes legislativas, eran cortamente mnrf.ee-
doirs Ao augmento coneeido ei seus respic*iTos
soHosc vencioienios ; a entencndo tambem que
limito:acia a adaiinisTracao ocm un iiessoal me
i! *s erogo, porm melor retribuido, e aerera-
iwnte osiimulado no cumpriicnto do s;us, deve-
ma, a cmara d-js deputados auxiliar < governo
Imperial na oheenacia Je tio importante pria-
<"ipk'.
Aguardando a proposla -do governo de Vossa
Mogestadc acerca de um f teo mais largo eaper-
fenoado para a educaeaojpupular, e diffasa da?
leaes neeessarias ss dilftire'ntes classes aecians, x
enmara folg de que -na 'rcalisa.;ao de lio fecundo
pensamento tenham -sWe os pairi ticos desvelos
'Jo governo voirespondtdes pelos ci.foir.os beneme-:
" 'ritos, que w manifesta u por tola a parle, e que
tanto aboita o carcter de nossu* cimipiU iotas.
Convencida de ,que bracos uteis, eastno prole-
sional, estradas e Imlias tulegrapliicas sao instru-
mentos poderosos "do maior e niats rajiido lesea-
volvimetit de nossos interesses eoenomieos e da
segoranga futu-a da imssa (riucip! industria, a
cmara dos depotatles, Seuliut, se nao recusar
aos sacrifieies hidispensaveis para que pwsa effec-
tuar-se sen abalo, nem prejuiz > as iransf.irina-
edes, une een o andar do tempo se irao operando
no trabalk agriutla, o sua constituirio lyiritorial.
Beses merficios, realisndoB com preesae e pru
dencia, kerio le eerto amplameate compensa los
pela cemmed dadje dos poyos, pruie.va ae traba-
llio e inereutonto da riqueza publica.
Liionga-se a cmara com a certeza de que -se
estudam os nrOlongaaienlos das estradas de ferro
de Pernambueo, llahia e S. Paulo, e de que pro
gride o da estrada, que corta os turril ocios do Bii
de Janeiro e Minas Geraes eiu demanda do Itia de
S. Francisco; assim como deque varias oulra<
empreas de iaioiativa particular e las admiois-
n.icojs provinciaes, procurando ligr*-se aos prin-
eipaes ranos de nossn systema de vas frreas,
lenhaia sido coatratadas sem onus ao e.-tadj.
Persuadida lainbem de que a sog'.irauc, l e es
elomeatoj do prosneridade, que por sua suaeao
geograuhiea, e importancia da produecao, e com^
mercio oOereeo a provincia de S. Pedro do Itio
Griu le da Sal. dizem merecer a mais seria alten-
cao dos poderes do oslado, a cmara dos deputa-
dos, Senlior, ai'.i.'iipanlianl; taj patriotiei iifteut',
concorrer eom as medidas a sea alcance, para
i] te, por molo de una estrada de ferro que en-
curte as distancias entre o liltoral e a fronteira
do I ruguay, e corresponda :s conslruccdes da
ntestna aalureza, que ge esli esteodendo pelq ter-
ritorio 'I is usl idos viziubos em diraecao ; povoa-
enes liuiiiropics, passam melhurar as cm Ucees
de i o bellae im;n>rtaula provincia.
do, que regula as promocoesna armada. Oraram
i s Srs. I'inli.'iro Guimariea e ministro da ma-
rmita.
.\o dia l.'>, essa cmara approvou <^n 3a dis-
issao, eom a seg'uiuto emenda, o projeelo que
.iiDrisa o governo a ..oncede a graduatjae no
pesio de bnente de infaniaria ao alfercs Joaquim
'><<': de -Mello :
Depois daspx'avras graduaeao de tenentc,-
aeereseento-ae eom antiguida le de O de oulu-
bra de 187, bus termos do art. :i" da lei n.
I.8fc:i daquelle ando.
Sala das stissosa, O de maio de 1873 CariotO
Jnior. EtcragoUe Tutuay.Mello liego.'.
Approvou em seguida cm fe 2* discusso as
resolucOes que autorisam o governo a promover o
guir.da-iuarinlia Jos da Gunlia Ribeiro Kspiu lola
ao post de tenle 4i armada ; a conceder ao
5 escrip'.urario da thesorraria de (alenda da pro-
vincia do Paran, PlieliDlo Elysio de Paula, um
anuo de lieenca com os seus vencinientos para tra-
tar de toa aaude e a eonceder aos religiosos ca-
pucbinbos da provincia de-Pernambuco, i-eiieai
de dircitos de importae.U) para os materiaes desti-
nados a coiKiuccao da fgreja daPenia da cidade
.do Reeife.
Occupoii-se depois com a disctttsrio dos reque-
rimenlos d >s Jrs. Gandido Torres e, Carneiro da
Gunha, mandando adiar o projecto que augmrnla
.a representacio parlamentar da provincia do Pa ,
coni as emendas apreseutadas. Orou o Sr. Si-
'leira ejends.
Oeeupoti-se mais.com a ') discusso ,da lei que
regula a uromofio ea armada, a qual UCQQ encer-
rada, tendo orado o r. CardOso Jnior.
Fui aprcentado o seguintc projecto de^sjjos-
i a falla da llirono :
leobof As expresfOes com que V. M. Impe-
rial Je dignou agradecer mais de urna vez o pear
io; represeutames da uafio pelo passamentu de
s. M. a Imperatrii Viuva, nnqucza de Bi-agan'.ia, e
augusta madrasta le Vossa Mage'tade, to indele-
vel testeinunho do amor filial e das virtudes que
muito ex.il'ain a V. M. Imperial.
G rn V. M. Imperial a eamara dos deputados
rende gragas Divina l'rovldoneia pelo dcsappa-
reeimeu'o qoe com a entrada da aova estagao se
vai observando em quasi todas as cidades mariti-
mas, da epidemia, de due infelizmente foram ellas
.ccoimncttidas; e -e deplora que molestias de di
verso carcter e consideravei* inundagSf tenliam
llagellado afgumas de nossas localidades, ernbura
sera a. int-nsidade e prouore<5js dos estragos, de
jue por eifeita de causas aaJ^ga* lem sido vieti-
mas oulros povos oestes ltimos tempos, a cmara
dos deputados congralula-se com > ossa Maeftaa>
fel proimiJidao"'com uitn o uovp.rno e seus dele-
..ixu, unida os soccorroj do Estado aos da bene-
ficencia particular, quo em casos e sem
mcxgotavel, satisfieranj ao precito da lei '
-orrtjponderam aos sehtim.-nins di hinv-taade.
Inteirada da transferencia eompanbia do cabo
transatiantico, que lia le ligar o Brasil Europa,
da coneossao que linlia sido feita a outros empre-
z.uios para asseiitameuio de um telegrapho sub-
marino entre nortee o sul do imperio, faz votos
a cmara dos deputados para que as modiliea.oes
operadas por essa nceasiSo roasem a es^aclj I
tan importante mellioramenlo no menor pr.t/.i pos-
si vel.
A cmara, Senlior, tein uo maior apreca a re
commendav de V. M. Imperial ;erca dos pro
ji'i.los quo lho foram reeeuie.nmte ^presentados
em nooie do gaveruo, coma dos que previeran) da
iniciativa parlamentar. Tendo arajl!.-s par ob-
jeetu a reforma da guarda nacional o r'o no-so
systema de eloicoes, e estos as promocous da ar
mada, o reerutamenlo. ejustica de segn la ius-
tancia, e a eraaeio Ge ama n iva provincia, sa.t,
orno \. M. Imperial reeonlieee em sua alta sabe-
dona, de grande utilidade e alcance.
Alliviar a guarila nacional do pesado onas que
na lauto tempo supporta com Uo assignajado
antuca, oceorrendo por onlro moda s nocesslda-
des da polica local, ha verdade providencia, que
i- insulta ao raesmo lempo o interesse suprema da
ordom publica e a liberdade dj cidadao.
Propondo-so a reforma eleitoral a assegaraf a
primeira das condieoes da nossa forma de governo,
a genuina fxproso do voto popular, a cmara
dos deputados, bcohor, empen ara toda a sua soli-
eltude para manter to importante cmdiea, alvo
dos mais vivos eslbrcos dos povos livres, cuja forja
residt! principalmente as inspiracocs da opinip
publica, o no respeilo i aulondadc da lei
Foi j adoptado pela cunara o projecto concer-
nen* a juitiea de segunda entrancia, eestem
discusso o das prounifdes da armada, dependen-
do de rosolacao do senado o que respeila ao re-
erutamenio.
lima nova eiream3fripc3o aiministraliva, que
comprebenda as feriis margeos do Rio de S Fran-
cisco privadas at aqu dos benficas iulluxos c
vanlagens da civilisat;o, constituindo um novo
cenlro de vida e de progresso, 5 medida que, no
zz:
'f Cavanetms : Lu'. Je Rac iipiucntes liisuuicjs cm la-im'a,
cla l?. Gariagoi'j ^dadi frin
Wvm natui.ilrsados ns s.ihJip
Jk^BJirdo Josi do l-Veii.is CarnoiM
Vaseonuellex. tj segando macbinista e1...
rsrio da aiihida Mrgliel TeixeiraFgundes.
Foram anneedidas :
As paanHles de 4^ veis diarios aos soldados do
8* cfii-po de cavaUria Antonio Jos de Mello, e no
reCurmadn de exerriio Mauricio J^'- de Santa An-
A, es qc,c$i e* Cjisoqueaeia de fernnentos re-
eidos in-ceottvite, ftcatam impossihiUladss de
procurar os meras ,|u sulisslencia.
As honras le conego da apena imperial ao pa-
dre Joaquim ogueira, Fenid vigarie calado da
freguezia da cidade iU Rouilim, ni (tiA ncia: de
Hias Geraes.
Pato'J
Raptisla Seares, vigano collado da" SretJTjezi.
As' ultras de concho concedidas ao
concedo da cmara dos deputados, muito importa
aos interosses materiaes e moraes daquella extensa
e afastada zonado territorio nacional.
Senlior I ,\ cmara dos deputados felicita-so
pela ronfianca que aeu patriotismo tem a fortuna
de inspirar a V. M. Imperial; e chota da mais
grata e fundada esperan-a na sbedoria, e acriso-
lado civismo, eom que V. M Imperial exerce a>
preroganvas da corda, e na aJhesao que os Rrasi-
leiros tao extrumosameute tribitam pessoa de
Vossa Magos ade e dvnaslia imperial, ella depo-
sita tambem a mais robusta le nesse porvir gran-
dioso, une esl reservado nossa pnvincia.
>ala das c-iiinjissoes, li de maio de 187:1 An-
tonio Jos: Henriqut. Francisco Xaeier Pinto
Lima.Antonio titxbriel de Pititn Fonceca
- Por decreto n S,i67 de 26 de abril foi crea-
do mi) lugar de juiz municipal e le orpbaos no
termo de l'edras de Fogo, na provincia da Pa-
rahyba.
-- Relacao des subalternos da arma de caval-
laria promovidos por decreto de 3 do corrente, e
que por portara de 12 do mesmo sio classifiedos
nos corpos abaixo mencionados :
!. regiment. Tmente Frcderico Rodrigues de
Olivcira Vercza ; alfercs Amonio Carlos Fernan-
dos Le.io.
i.' dito.AlAues Garlos da Fonloura Brrelo
d. dito. -Alferes .Mauoel Bautista de Escobar
Bueno.
|>dito.-lenentes Joaquim Brrelo, da Gama
Lobo Pita e Antonio Machado dos Santos; alferes
Julio Soares de Mello.
aV dito. -Alferes Boaventura.Magossi de Castro
rereira.
,,
Joa*
_.zia Je
v Miguel das taireiras, da [irovincia, demjrnaia
lauco p*r despacho-de 3 do corrate, s56> data-
Ihcdntl la dioeese do iwiuda e n* a eimellaiiin
peripl, romo por engao puWicoo-so.
Per decreta de 3 do correte mez foi conce-
dida a* bacharcA Aristides AngtisSo Milln a exo
nernco iibb ie o pbios do tesno de Santa Isabel de Paraguass,
na provincia ta Rabia.
Por tlejrete to 10 foi Humeado o bacliarel Aris-
tides Augusto Milton, 5-juiz snbstituio d comar
a da capital da provine da Babia.
Foram meados i
O bacitarcl Amador Atvcs da Silva,juiz mura-
ripalc leorphos do termo de Sabara, ua provin-
cia de Minas Geraes, fieanco sem fiTeKo o decre-
to de 3 dcsie me que o nomeou pra o de Pitan-
goy, na mesma provincia
Por decretos de I') do corrente :
Forap nouieadi*:
AJnwsarife do liospitil militar da provincia de
Pemaatbneo o canilo reformado do exercito Tra-
jano Atildo de GarvalUo >'endnii;a.
Secretario do arsenal cia o bacliarel Flix de Figueiroa Faria.
Goncedcu-se traulferenoia : -
Para a 2* c.ouipanhia do 3' batallo de iuiaii
lana ao capilao do 7 da mesma arma Fernn lo
'Jos da Gama Loba
Gmcedou-se reforma de coiifnrinidadefbm as
dlaaesicdei do 3" do plano que baixou cem > de
cretH de 1 de desembro de 181.1, com o pespec.ti
vo sold por inleiro, vi^to ac arem-se infjayfsibjli'
ladeo para o servieo o exercif, em cousepnencia
de feriinentos recebidos em combate, ao 2o argen-
to do 10 batallan de intanlaria Maximiano Jos
leplista do Obveira, e ao soldado do 4" da mesma
anua Joo Francisco d<>s Sanios.
Por portara de lO do correte foi nomeadoo
lente honorario do exercito, Antonio Alves lien
riquo, para o lagar de ajudante do director da co-
lunia militar de llicay, ni provincia de Matto-
Gjosso.
Por portaras de 18 do corrente foram transi
ridos:
i 2- para o 3- baUliio de arlilliana a pe, o 2"
tenente Pedro Iva Velloso da Silveira.
Di 14" para o 18' de iufantaria, o tenente Joo
liipiista de -Miiiza, e para o 12' o alferes Manuel
Ignacio de Ohvei:a Leitio
Do 17'. para o 19* e alferes Antonio Correa de
Oliveir.i. e deste para aqrelie -b.itallio o alferes
Benjamn) Paulo ('.orna.
lio 20* batalbo paca o 21" da nesma arma, o
a!f"res Joao Gapislrano de Olivoira, o deste para
aquello o alferes Joo Ignacio Penua Jnior.
Por portara de 9 do corrente, foi llameado q
bacliarel lauoel Clemoiitino Carneiro da Guuh
Aranha, cncnheirode 21 classe com os venciuien-
tos usados na labella Minexa ao decreto n. 2,922
de lOderaaiodetSB.
-"Foi expedido o seguiile aviso :
< 2' soecao. -Ministerio dos negocios dajostiea.
Kio de Janeiro, em 9 de maio de 1873. Illm. o
Ekm. m'. G-uiiolHcia ii. 18 do 8 de abril prximo
lindo V. K\e. i'eiiii'teu copia do que Ihe dirigir o
uiz de direilo da cowrea das Alaooas, acerca de
sua .i-- impotencia para presidirn jury dlerm ida
laperalriz, da coaiarea lo mesmo noaie, na falta
do respectivo juiz de direilo e dos seus substituios,
do iui< de direilo d.i comarca do Ata'.aia e seus
substituto'.
Erilende o juiz de direilo da 'oinarca das Ala-
goas que, vista de decreto ir 3,371 de 7 de Ja-
neiro .le iSi'i.'i, smenle ai juiz de direito da de
Alalaia ou a seus substitutos cabe a presidencia
do jury no raso de que se trata, por ser esta co
marea a mais prxima la [mperatnx.
< E.ii rososla declaro a V. Exc. que 0 citado
decreto, conforme explicou u aviso n. 30 Je 29 de
dezembro de 1839, faculta a substitoicTlo juiz
de direilo, impedido de pfesidir aojuty^peloajui-
zes ila .lircto das comarcas ni ais prximas i nao
po lend i, poi lauto, prevalecer a inielligeneia dada
por aquelle juiz, a quem V Exc. a far constar.
Heos -guarde a V. Exe. Min.-cl Antonio
Vu trie de AzectixSr. presidente da provincia
das Alaguaa.
Li'mos no Jornal do Cominercio':
<( Hontem (li) petas 9 toras da naanhi, o Sr.
conselheiro minislro da guerra chegou escola
Militar, onde examino;! as obras que se esto coas-
truindo dentro do recinto da fortaleza da Praia-
N'ermelaa,percorreu os alojamientos, ouvio missa
e assisti i ao exercicio de esgrima de baioneta dos
artilheiros e ao almoco dos a umnos.
Finda a visita, o balaluo de engenheiro. ar-
mn na cascada de Bolafogo, em frente a fortaleza,
una ponte de borracha, conform o systema do
general George \V. t'.ullen e que foi comprada l-
timamente nos Estados-Unidos. Sobre ella os Sr?.
ministro e viseando le Santa Tnereza, varios oIB-
eii.es o muilos alumnos c pracas foram levadas
por um vae-vm at urna especie de barcaca quo
serve de escola de nataco e que se acba a algu-
ma distanciada praia.
i Segundo nos infbrmaram, 'oi satisfactoria a
experiencia-deesa ponte.
i A I i n lia te'.egraphica que da mi vai camjnho
do norte para eulronear-se as que l se acho j
assentes e em va de assentainento, chegou noidia
ti a llapemiiim, provincia do Espirito Santo.
Por asee motivo troearam-se os seguintes te-
legramnias:
>< Estacao de Nlieroliy. II de maio de 1871,
n. 3'i, de Francisco Ferreira Correa aos Exms.
rs viseonde do Rio-Branco presidente do conse-
ho, e mais membros do ministerio. Procedent'
da esla^ao de S. Joo da Barra, apresenlado s .1
horas e lo minutos da tarde de 10.
S'ido a V Exe, pela inauguraco do telegra-
pho em territorio da provincia do Espirito-Santo, e
felicito o gabineto de 7 de mar^o por mais este
inelli irainento introduzido no paiz.
Esti'ode Itapemirim, no dia 6 di corrente :
_ Do Dr. Rocia Barros.Inaugurei hojo a esta-
cao de Itapemirim e felicito a V Exc. pela entra-
da do lelegianuo na provincia do Espirito Santo.
De Augusto Ce-ar. Cougratulo-me com S.
Exfi. pela inauguraco da linlia telegraphica, por
ser S. Exc. o promotor de to til inelluraraento
ueste lugar.
Do pre.-idenle da cmara.A caqjara roni-
cipal de Itapemirim recebeu os parabens de V.
Exc. e ha do schpre leinbrar-.se com saudades da
adminislracae de V. Exc, quando presidente des-
la provincia, c a quem este municipio tanto deve.
O Sr. presidente do cousclno re?pondeu n >s ter-
saos abaixo :
Br si
do euh-etanto em
do fcia a piisto eiyi
C-itvaiho, e\-secrefarw <
i'e pUas-Gern. re>:.|enf*- na ciilad.- de tiaro
Preto, o.'fcreci.Tam-lhe, co.ni signal do apreco e
consideracao, urna escrivaninh de prata, primo-
rosamente trabalhada.
Aate-houtem (12) das 10 para as 11 horas da
noate, um hoinein caba soltando un grito horr-
vel ne largo da Harmooia, esquina de. beceu do
Prepsito, e via-se outro hemein fugindo apressa-
damenlo daquelle lugar.
Algumas pessiias aproximaram-sc, c reeonhe-
oeram no homem que cal|ic, e que recebera duas
Tacadas, runa na regio do ventre e oulra sobre o
eoracio, Julio Cesar Tupinamb ; este ainda res-
pirava, niass pode dizer que o sea .issassino era
Jos Garca Goncalvt?, que com elle viera al
aquelle lugar.
^Gom elfeito, recordavaa-*e aiguma das pes-
sas que liaviam acudido, de terem visto pouco
antes Gon;alvese Tupinamb altercareln na rna
do Monte e assim cnnlinuarain al ao largo da
Harmona.
O Sr. desembargador chefe de polica, tendo
noticia do facto, ditigio-se ao lugar onde elle se
dra, acompanhado do 3. delegado, du comman
dante geral da guarda urbana e do esorivo da 3.
dckgacia. Saben lo da declaracao feita pelo as
sassinado e combinando varia informacoes que
Ihe foram dadas, ordenou o Sr. chefe de polica
que a casa n. S da ladeira do Livramento fossa
cerrada, e pela madrugada, penetrando all o com-
mambinlii gera< da guarda urbana, prenden Jos
Garca Gnnralvos, que estava deiladu em umqnar-
to onde dorinia um menor.
O dono da casa informen que Goncalves en
trara all dizendo que o oceultasse. porque quera
pregar um logro a alguns amigos que deviain pro-
enra-le.
Quando se reconlieceu que a casa eslava cer-
cada pela polica, e assassum correu para o quar-
to do menor c all cscondeu-se, pensando talvez
que nao dariam busca naquelle aposenta. .
Na.necasiO'da priso um policial observou
que Goncalves linka as mos algumas nodaas de
sangue.
Interrogado, disse o preso que ellectivaiuenlc
liyera urna altercaco com Tupinamb, mas que
nao fra elle que u ferira.
cede na forma da lei.
Eis as noticias coinin-rciaes da ultima data:
Foi hojo pouco activo o movinienio do mer-
cado de cambio.
c Sobre Londres passarain-se pequeas somnias
a 21 3/i d papel bauca io, 2-1 7/8 d. particular c
regulares sobre Franca de 3C8 a 361 rs. por fran-
co, tambera napel da praca
o As aponaos geraes de 6 0/0 apresentaran
menos lirmeza de pretjos. S se uegociaraffi pe-
queos lotes a l:O'ij adinheiro.
No mercado de aci-ocs o desanimo continuou
a actuar sensiveliiieute.
Os precos pagos boje as dlferentes transac-
foes que se elfeciuaram foram os seguales: Banco
Industrial e Mercantil 521300 por acc.io a dinhei-
ro ; comp iiihia da estrada de ferro de Macaba
e. Campos 1I2 e c iinp.iiihia das Do-as de I>. Pe-
dro II 39*.
As vendas effeetuadas hoje do mercado de
productos, foram pequeas de caf e de assncar
para consumo.
Sahiram t unbem para coiisuiiii, cerca de
.1,000 arrobas de carne secea.
Sao ios constou hoje frctamenti algum.
A alfahdega redeu de 1 a 14 do corrente
1,688:927.822.
Sahiram para ^rnamboeo ; no dia 14, o
patacho brasilen Mtrii Emilio, e no dia 11, 0
patacho portugnoi ('tnteila.
II.VIIIA.
No dia 18 devia proeeder-se, no o." diatricto
eleitoral, eleicAo de um deputalo geral. Sao
coudiilitos as Srs. Dr. Rosendo Ifnniz Brrelo e
desembargador Heinique Jorge Rabello.
Falloceu em Valonea o major Fcaneisco
Ferreira Dures.
A alf.uilega renden 4i8:927C2"-.
O cambio regulara sobre Londres 25 3,1 a
2o 7/8
\i.\co\s.
Nada occorreu digno de menco
i

DOOL
ASSE^IBLSi PRDYINCIAL
r *. Mntu atoo
main-se to hjbcI
illa inn a]
0 aHpi.Vjo limitaiulo-se a estas cou-
sideraeojs*, i'- ai ;.s quaes julga le. coiubalidoas
ideas do iiobre orador que o proeodeu c susten-
tado o pcojecto, declara que nao voliar mais
discusso para insistir no assumplo.
Encerrada a aisoussao e posta a votos a emenda,
foi regeitada e approvado o pruiecto.
1* discusso do projecto n. 49 desle anno, que
auiorisa o presidente da provincia a conceder pri-
vilegio a quem melhores garantas offereeer para
a construceo de urna estrada de ferro de Goyau-
na TiuiUaba e outras econmicas, que parando
do villas e cidades do litliral deem coinmunica-
co dsta cidade ao interior da provincia.E" ap-
provado.
3' discusso do projecto n. tf deste auno, que
crea diversas comarcas.
Vo mesa e apoaui-se oesegun!es ariigus ad-
ditvos e substitutivos :
IIca transferida a sede do nunicpio d'Agua
Prcta para o povoado dos Montes que llca eleva-
da a villa sob a denoinuaco de Palmares. J. de
Mello Reg.Joo Vieira.G mcalre Fermra.-
Cchoa Cacalointi. Pcrnambuco Filko.- A. Cor-
rea de Arai'jo..illiK'iHerqtte Licerda. Olivciru
Antlrade. Vietrtt tlf Mell
Fica c iii.-iiiuindo mumeipio a freguezia da
Alagda de Baixo, cuja sede sera na freguezia des-
le nome. que'lica elevada villa sob a mesma de-
nominacao. -Cautlnntt Cambtim.Freir O tmei-
ro.Joo Fisura.
< A villa da Escada llca elevada calbegoria de
cidade Fijnciredo -Ges Cotilleante.
a Fica elevada a cathegora de villa o povoado
dos Montes. /. de Mello Reg.
Fica supiirimido o art. 2* do projecto que
crea villa em Taquarclinga. Joo Vieira.
O Su. i ii.Mioo Hanooan justifica e manda a me
sa a segniute emenda :
O eserivo do jury do termo da Escada exer-
cer por distribuicao como actual offlcio de tabel-
lio de notas. Morques da Silva. lleiiriiiite Mi-
mede.
Encerrada a discusso, approvado o projecto,
bem assim as emendas, eom excepgio da do Sr
J. de Mello Bego, elevando cathegora de villa o
povoado dos Montes, que ficou prejudicada.
O Su. l'n sidlntk de dar que a. emendas Icam
depead'.'iites de nova discusso"na forma do regi-
niento.
Entra em diseusslo a emeuda additiva enuiaia-
da na sesso anterior, olTerecida ao projecto n. 23
deste anuo.
0 Sn. Tito dr Baiuios nao dev.dvou o seu dis-
curso.
Encerrada a discusso, approvada
Contina a 2' discusso adiada do
51, qae reforma o ensoto primario c
da provincia.
Verlicando-se nao luver numero para vol.ii-se,
o Sr. presidente designa a ordem do dia e levan-
ta a sessao.
Companhia de guaruicao de-Peruambueo. -Te-
nente Julio Alves Chaves'.
Dita de guarnicio da Babia.*Teneme l.opo de
Almeida Ileurique Botelho o Moli.
- Por decretos de 9 do corrente foram i efe*
mados :
No posto de almirante e com o respectivo sold,
o vice-almirante baro do Amazonas, por contar
ais de 5 anuos de servieo e.soffrer de molestia
chronica e incuravel.
No posto de prmeiro tenente e com o sollo por
inleiro, o priineu'o lente de segunda classe da
armada Francisco da Cunta Galvo, "visto cono'
27 aunof- de servido e soltrer de molestias eluvi-
cas e icur.aveis
Por decj-eto da mesma dala-tVi60*** a pena
de um aimo de prisao a p** '}ri condemnado o
soldado do bataihao najefi S***"^ dos Sailtos-
Por decreto n. 's*7* de 10 lo corrente, de-
lenuinou-se-, de, -o'ii'oniiJade com o dinosb) 'o
$6'do art ,3.,ei D- -o> Je !- de sele.nbr
Recebi o seu telegramma, e ongratulo-nie,
bem como os" mcus c allegas, com V. Etc. pela
inauguraco da buha telegraphica do Espirito San-
to, para qual V. Exc. concorreu' com o seu cos-
tumado zelo.
SESSAO ORDINARIA KM 21 DK ABRIL
t KSIDKIfCIA DO Sil. raMBIRA DI 011 vil
Ao indo dia, feila a chamada, achain-sc presen-
es os seguintes Srs. deputados : Itatis e Silva, A.
Carreia de Araujo, Silva llego, \'ieira de Araujo,
Albiiquerque Lacerda, Mello Reg. raoslo Vie-
ra, Almeida l'ernambuco,-Goncalves Ferreira. J.
' rrea de Araujo, Tilo Concia, Firmino de No-
vaos, Calicinal Camboim, Hcnrque Maincde, Fer
reir de Aguiar, Pinto Jnior, Fclppe 'Figueiroa,
Barios Waiiderley, Uchoa Cavalcanle, Ges Gaval-
canle e Lamenha Lias.
Abre-se a sesso.
E' lida e apprrvada a acta di aaterior.
0 Sr. i secretario da canta d i segnmte
EXPEDi:Sr:
Peliees :
De Gustavo Adolpho Schmidl, ge.ente de com-
panhiaPernanibiico Slreet Railwav, pedio lo que
seja interpretado o art. 16 58 da lei n. 90 i, que
trata do imposto de transferencia, visto como a re-
ferida companhia nao est obrigada ao pagamento
do dito imposto. -A' commissao do legislaeo.
De Anua Bezerra Cavalcanle Ja Silva Costa, pro-
fessara da povoacao da Venda-Grande, pedindo 0
meses do lieenca.-A' commissao de petic5es.
E' filio, anotado, posto em discusso e approva-
do sem debate o seguintc parecer :
A' commissao de ordenados, quem foi pr-
senle a petiijo de Lourenco Justiniano da Rocha
Ferreira, que pede a esta assembla se digne de-
signar quola para pagamento da remunera;o que
Ihe devida por servicos prestados na casa das
expostos c hospital dos lazaros, servidos alheios aos
de sou cargo de barbeiro e cabelleireiro do hospital
de cardade consideaanlo que a junta administrati-
va da Santa Gasa Je Misencordja, que contratou os
servicos do supplicante nao Ihe reconbeceu direito
remunera;ao alguma por esse accresciio de 1ra-
balho ; de parcer que seja indeferida a prc-
t Me.io do supplicante.
Paco da assembla provincial, 2o de abril de
1873.-A. de Araujo. Albuquerque iMcerda-
lra de Mello.
0RDKM ID DIA.
0 Sr. Vieiba du Abaujo requer urgencia para
ser apresentado discusso o projecto n. 1G deste
anuo.
Posto a votos, foi approva Ja. Terceira discusso
do projecto n. 16 d.-ste anno, que manda compu-
tar, segundo o padrao monetario, o subsidio dos
membros da assembla provincial estahelecido na
lei provincia/) n. 4 de.30 d maio de Is31.
\ ai_ mesa e apolada a segunte emenda :
< Supurraa-se o art 2".Joao Vieira.
0 Sr. Silva Reg faz diversas consideracoes em
justificaeo do seu vol, manifestndose contra o
projecto.
0 Sr. Vieira dz Arauo sustentando as ideas do
projecto, e as emendas que apres8ntou, e respon-
dendo ao orador que o precedeu diz, que o.nobre
deputado mostrava-se contrario ao projecto ; po-
rm que tinha dito quo votara pela emenda; e
- V|ut provincia for^ demnisa.o da qoanlia de *:C2SU*>7
dem do theaouro lm dirigado a paga
do llego Banasta, sen fiel, durank
que foi p.( elle snbstiinidcA' c-"ri!MieKto de h-
zonda.
De Joaquim Jet Ramos. [n'JtmK prlla%|ai per
90 anuos para montar fabricas a vapor de fasor
cabos, linhas, barbantes, Lmas e brtas. prop
d" embarca.-oes, e i-encaO rk direito* para machi-
na > e acresMirios indispensavels a taes fabrican.
As com ni ssoes de aenmerrie, industria e arles,
c de fazenda.
llirspit-io de atlItriindkMt. Dmmsen se-
guida dous ofHc'os sobre mu im duanlpri Wav
para as obras do novo IwspH de alie
Illm. eF.xm. Sr. (mupre inelB
cwenio de V. Exc. que. em o da) 13 do rio-Pe*
mez, Uve a distancia honra le recebar a caria de
V. Exc, datada de 4 pial digna se V. Exc. declarara- liumanitano de-
sejo po nutre, de melhorar J"rondic*o dtM sMb-
uados, reformando o seu hospicio. Esta pbiiantro-
picae felii lembranca que pe peina o m SKI to-
sen autor, dispoc-mea r.igar a \. Evr. queqttrtr
concederinc a grara den aqu incluir o m-u i>--
qmno conligeule mn favor do aWaim-nlo la-
quclles infcbzcs. Deus guarde a V. Kv I
Vista, tS de maio de 18?:. \\\,,,. r Kxm Sr. ir.
Ilenrique Pereira de Lacena, Sgniniino pn> lant'
di provincia.-Por parle de n.u mando Km
Buptist* do Silca. (en rita. Bm* <\* Slii-
(abinete da pn-sub-nria de I', in i' n.-... !T
de maio de l7:i Illm. Sr. rmimliil ir Klia*
BapsU da Silva-AejMo r.--, i.ido M
V. S. de 1.1 .li i-orrenle. e di er-lhe que agradecen lo obom acidlucHujlj itv
Ihe mereceu a min-h.t caria .K 4 V ja*Hr.i ukm,
o louva |k-Io procedim -nio 1 um.tini
lico cpic leve, euv,ando-u*c a pianlia .le )**>
para a coiisiruc.ao do asylo de .1.. ud |i- \
S. aliento venerador e criado. Hrnr*f*c Pr.w
de l.itcrno. 1
ILuteria. A que se acia a venda a i .
beuelicio da igreja do Aiiiuaro de (joviana, a ajiuJ
corre no dia 30.
I.rilao.-Amanb. ii, vende ., apateNNe
todas os movas exteutai 110 arinaatsm d ruada)
Cruz 11. C. confornii: .'sL. anmi:ii >.|
inarlello.
Cms 2U de maio de 187.1 .
Existiam presos :i',r,. euirarai ti
xisiem Na.
A saber :
Naeona.-s 212, niulheres 'J, e-irangetrwf o>,
iscrav..- .12. escrava* IIT.ul: i:.
Aliuieiiudos a cu-la dos cofres pnbtort* SW.
Movim -ni da enfeniiaria do dia 2* de .nm
de 1873.
Tivcrain bai.xa :
Prancisen Albertinodo Medeiros : ncHi-a
Ignacio Jos Gomes; bemorrb.mli-
Joo liarlos toad de tam h re
Joaquim de Briai Vasenncetl h ; idasn.
tfwkmnmntrm*.Vnd .....?>
no vapor brasileiro l/uijura :
Kxin. Uapa de s paulo, Dr. Jo .. <-ip.--i.i*o
llana na de Mello. Dr Anloino l'..lnfAel -4t*->
e sua senhora, VieeMe Gcifon. IVilrn MI
OUveira, Jos (1. dos Sanios, --mipli. 10 Jo-. .0*
C -la. Cos;,,. J,,.,'. Ilainia .. Iloming. s de I!.
conceller, Jos Antonio Fagandea, ijbmIh bafl*
suasculiora e 2 liliios. Jos Antonio le
Manuel It. M. Mar.pi s. Ca-innro Penan M.r:oe.
Manuel M. da Silva, Franc l fc M M:-
nervino Joaquim Dias. M.-Jena Maria d- i-.-u-o-
Santo, Itraz Fim. A11I01110 Mano-I SaNapaio. Uf
Giirgel dii Ainaral .Vello. Frtnan 1 de tmm 111
nambueo, Jo..quiiu A. da Ne\ >. Joaqo.ni J '
d. silva, Antonio Ciiiyel de Ainaial Vtente
A. Pereira, Anloni > Joaquim S*v, 1 Hlb e I
tria lo. Jos A. Pereira. Jos Joaquim lna. P ir-i
da Rocha, Kduard G Vatante, 2 lii.ao. l -.4.iia*>'>
c. 2 criados. Gustavo P. Brauur. M.pu Lobo, Autoniu Fenel Brai F \-:\ .1. Jo-.
Bezerra, Liberato Ferreira Lima. Idaliir. \ !
Oveira, Antonio G da Silva, Jrli.V. II !.- .-.inu),
C-msUntino <;. ('.. Lobal.. Xicida \n iin 1 ato
A. O. Baptistn, B. da Silva Anun->. J
liaiio C. Aracagy. PoiiqH.u E. de Sauz < SaHtiafn
e I escravo. Fraiikhn J. A. Pnpgt, M. M IV H I.. -
liin, Joao Ferreira. Manad de Oliirira em ae-
nhoia. Joaquim P. tUnlrigUM di -ilv-. J .1 I..
Seiuia, Miguel I! Leal, l'-iin'od. 1 / V|;,. de
Jess. Aureliano G. de MeJeir..-. J< ai|iiiin J
reir, Juvencio F. Marinho. J..-.- Moren
Pinto. Flix llermogenes, F. da Silva I .
l/.i loro Flocli, Joao Patricio Wai.il.il. \. !,.,.-.-<.
da Silva I Ma lentam, Miguel RaOtVh, '
Aiitonio i ereira t iiugre, 7 escrav. a uitre^ar.
Euiiados dos pomni daEnrapa 11 tapar f..n-
cez l7//c d^ Baha :
Francisco Gomes de Arauj .. 1M ntflbn < t
lilil. Ariliur Ga-tello Braneo.
a emenda.
projecto n.
secundario
? _j
RJS7ISTA DIARIA.
Vsst-iuldc: pruviitfial. -Ante-bciileni
assembla provincial funecionou coai 2o .-rs depa
lados.
Approvada a acta da sossi 1 anterior, o Sr. I.'
sccre:ario deu conta do seguintc e.X|iediente :
I'ni olucio d ) secretario do governo da provincia,
romeUendo um exeri piar impreese da falla com
que S. M. o Imperador tucerrou.i I' e abri 1 2.
sesso da assembla geral no dia 3 do correle.
Archivo se.
O Sr. Ralis c Silva, pela ordem, pe le para ser
dado para ordem do dia o projecto 11. 6.1 denle anuo.
Paseando 1 parle da ordem do dia foram ap-
prova los : em I." discusso o projecto n. 62. de*l 1
;nno, que crea escolas de instrucc.o primaria
para o sexo reminino e dispensado o intersticio 1
requerimento do Sr. Vieira de Mello ; en i.' o de
n. OS, tambem desle anno, que aatorisa o presi-
dente da provincia a aposentar o ex-lenente do
eorpo depo!cia Joo Pereira Lagos, sendo dispen-
sado do intersticio a requerimeulo do r. Tole itino
de Carvalh j; em 3." os do US. 08 de 1872, que
revoga a lei u. 1,01 >, e t-l desle ano, que auto-
risa a reforma das eparlii.-oes publicas provbi-
ciaes, com algumas emendas, orndoos Srs. Mello
l.amenba Luis que
discusses do pro-
.^ imanaes, a principiar de boje,( que a emeuda tamben) continua inconstitucioua
vai uT,"ntr^, V ',ld'de co"u projecto, foi enlao que o nobre de-
s do Pomba escrevem nos com aaw puwoo ^\MJa <{*<, v'ot:,ria conJ.a. E- verdade
de 86& dU a amertisa/.iJ das notas do Banco
d lt-=" Pontinue a eiactuir-se durante o. anno
O Grande Oriente Uuido resolveu darconfe- s depois de haver-Iho redexionado o seu collega,
rencias publlcae eipanaes, -
na sua sala da
. De Merc
de 2 do corrente : fue oaclo addiclonal estabelcce que na primeka
0 dono de urna fazenda distante deste lunar sessao le cada legislatura ser marcado o ubsi-
fegua e meia venden ha das ao Sr. Fernando Ca- dio que devem vencer os diputados na sesean vin-
ndo, do Rio Nov>, urna familia de escraVos cpm J
posla de um casal.e quatro lillios.
a A V do passado o nova senlior velo tomas
conta de seus esoravos que Ihe forajq entregues;
no va seguime, pnrm, elles desappareceram.
Soube-se mais tarde que o escravo assassi-
rlara a inul.'ier, urna lillia de onze annos e 4a li
jho de aove e atirara-os a. Ulo-Pomba, que passa
junto da fazenda de seu nrimeiro seunor e em se-
Reg, Gomes Prenle, Laine-aha Lias e IVrnaui
buco Fil o, declarando o Sr.
nao volou e;n Hen'iiiiiia das
Jeeto.
t" parte da ordem do dia.
Continuou a 2' discu.-so do ornamento pioviu-
CiaJ e foram approvados successivamenle sem de-
bite os aru Me 14.
Entrando em dtseassio o artigo !", feram -pre-
sentadas diversas emendas e seudo requerido pelo
Sr. Pernamboeo Filho o adiamenlo da discusso
at que as referidas emendas sujain impressas 110
jornal da casa, orou o Sr. Guana de Figueirdo,
.-obre a materia do requerinenio depois do que
foi levantada a sesso, por falla de fWM i para
votarse.
A ordem do dia para boje : eonlinuaelo da
antecedente ; I.1 discusso do projeelo n. li'i ; aV
dos de ns 02 e 65. lodos desle anno el 11 de 1872,
e 3.' dos de ns. 11, 38 e f.8 do c irreiite auno.
Cmiuarca ,1< H-ile.Por portara da
presidencia da provincia, de 19 do corrente, foi
nonieado Manoel Ferreira Xavier para exercer in-
terinamente o ollicio de eserivo do civel e eriine
do termo do Hoee, em quanto durar o impedi-
mento do eilectivo.
Guarda nacional. Por portara da pre-
sidencia ua provincia, de O do corrente, mandjKi-
se dar guia de passagem para o municipio de Ga-
rauliuns, ao alferes da |. couipan la do lo. es-
quadr de cavallaria, do niunieio de Boa Canse-
luo, Francisco Martins de Araujo.
Jury. Ante-hontem foi condolido barra
desse tribunal que lunccioiiuu com 44 Sis. jura-
dos, o reo Jos .oares da Silva, iiicurso no art. 20.1
do cdigo criminal, tendo por advogado o Dr l.uiz
Eiiiygdio Rodrigues Vianna. Em vi.-la das res-
postas aos qaesitos foi condemnado o mesmo reo
a 5 anuos e tres mezes de prisao. grao medio.
Hispo de K. Paulo.-A bordo do vapor
Ipojnca veio quifta-feira o Exm. e Rvm. Sr. D.
Lino, bispo de S. Paulo. S. Ene. Rvuia. acha-se
hospedad} no palacio da Soledade, em aunado
aguarda a viuda de um vapor que o c maneo
corte.
'.$MCACQt$~A' ^WWfli.
Presidente de provincia.-Ainda a
bordo desse vapor veio tambem do Cear o Exm
Sr. Dr. Joo Gapistrano Randeira de Mello Filho,
presidente nonieado para a provincia do Rio Gran-
de do Norte. S. Exc. segu dentro em pouco para
o seu desliuo.
Capitauia do portoVeio hontem da
corte, no Cruzeiro do Sul, o Sr. capilo de mar e
guerra Joaquim Jos da Silva, para assumir o ex
ercicio de capito do porto desta provincia.
Chefe tle polica.farras da orle dizem
que foi nonieado c efe de polica desta provincia
oSr. Dr. Amonio Francisco Correa d; Araujo.
Uiufiei-o. 1) vapor Ipojact trouxe para:
gurda lancou tambem na agua os dous filhi'nhos^
Evadise depois e nao ha noticias dedle. .Julj.
ir-
Jem
Certa de i|uo permanecjm inllV^,*8, as boa3
relasoe do Imperio com as dep-?''s potencias, a
"amara dos deputados ten nr-rnaior aprqco o era-
l*?nho eon^qneo govern* V
..icario de i2 a 1873, na razi do i por ceato
ue sua iuip rlansa primitiva.
Por despac' o de 10 do C9rrente fez-se merc
do titulo de baratf le Aragiury a vice-almiratite
graduado Joo M.vi Wandenkolk.
Foram nomeados;
Ordem da Rosa. Gfciu-cruz honoririo o conde
Ludolf, subdito auMriac?,
ga se que suicidou-se. A auto, idade procedeu a
eorpo de debelo, em cinco cadveres: me foram
encontrados no r;o hoje.
" So!,1"e o que un-e lugar na nossa baha na nou-
te de 2o. de abr;l,.communicam-nos o seguate :
" Or. 2 delegado de polica, a quem foi af-
fecto o fach do abalr.namenW do vap r de rebo-
que Gamo com o escaler de viga da alfandega na
non te-de 21 de abrd pnrtimo passado, de quere-
saltou a tnoit de Jos- da Rosa, Iripolante do dito
escaler, procedeu ao respectivo
vendo criminalidade contra o capillo do referido
aoura, porem, o projecto d aue se trata nao pode
Ser julgado auti-constilucional, visto que a assem-
bla goraJ que devo marcar, segundo a conal lui-
cao, o subsidio de seus membros na ultima sesso
de cada legislatura para a vindourai, inter|.retrou
entretanto neste armo Jis anteriores sobre o sub
sidio como o fez esu assembla.
Quanto ao nobre diputado votar a favor do pro-
jecto qu eontra ello nada tem que ver com isso.
lem r-orao diz o nobre deputado nao produzio elle
na opimao o mo effeito que enxergou o nobre
Henry Foster & C.
London and Rrasilian Dan).
Alfredo & C.
Arminio & Moreira
Julio Cesar Pes Harreto
Jos Duarte das Ncves
Mendes Jnior iV Fernaudes
Jos Luiz Goncalves Ferreira t* C.
Netto Ganii>o A C.
Cunba & vauta
Domingos da Silva Torres
Severino Irmao 4 C.
Joaquim Jos^oncalves Reltro &
Antonio Gomes da* Cuaba e Silva
Beltrao, Oliveira St G
Barros Jnior .C.
Moraes & Irmao
Filho
I1:9*4IIK)
3:8<:U220
3:30j#00
3:000 4000
3:i-00 000
:iiO0 ilion
1:9I600
1-433 4000,
l:"7Ki0O0
1:000 4000
7774810
127000
oOtt* (W
3 0400-)
2834830
230000
I52I-I00
vapor, William Smith, remetteu 9 mesmo nqu-
rito ao jui de dlrifo do i' dislricto crimina!, pon-
Anida, qqaudo o pn^ecto tivesse atacado nossa
cniBtiiuicau s emendas apreseutadas, corlara te-
das asiduvidas.
De mais, qual o jornal que como orgis da oai-
nlao tem censurado o proecto ?
Apwasumdoj(jrnaesdaoppt>sicao eonsiderou-
0 deploravel iratatao, o calou se. S se a opinio
a que forma as palestras dos maldizentes, que
veera em tudo o mat e interesses inconfessaveis ;
inaucrilo, o ha-, jato portanto nio pide,proluzir eiTeito lal que pos
^a actuar no animo dos nobres deputados, porque
doverao estar bem cortos, como se apreeiam apai-
xonadament<" os actos pblicos.
0 vapor Cruzeiro do Stff Irou.xe para
Amorim Irmaos 4 C 7:800O.TO
Jos Rodrigues de Sonza ?:0H*0)0
Jos da Conceicao de Oliveira Figuei-
rdo 203*0 0
Antonio Jos Leal Reis 200
Augustos viajantes.SS. AA. II. o Sr.
cande e eondessa d'Eu chegaram a Lisboa jio dia
5 do corrale, a bordo do vapor francs Gir nde.
Aniiiversarios.Hontem completou 11111
anuo, que saltou nesta cidlaoo Exn. Sr. D. Frei
Vital, e amalaba tambem um anno, que o niesmc
Exm. Sr. fez sua entrada solemne na cidade epis-
copal de Olinda ; achando-se presante o Exm bis-
po do Para D. Antonio de MacedV Ojsta.
Navio arribado. -Ao porto do Rio de Ja-
neiro arribou, no dia 8 do corrente, a barca bra-
sileira MariuhiIV, anis 36 dias de viagea d > por-
to de Pernambuco para o de Montevideo, em ota-.
sequencia de ter avarias na mastreaiao o estar de
agua aberta. np
Cmara dos deputados. Na sessao do
dia 8 doeorrente foram lidos os dous seguintes-re-
quer sien tos*t
De Franciscode Oliveira Mello e Silva, thesou-
reiro d.i alandega do Peraarabuco, pedindo io-.
Oidadaos pernamhucaii(w!!l
A sxp ioocU lem Jo;i.ni.-tia.l-> al,
deeom queoslioiikn)?|iolilit< d.-sl
torra, para CotldaglHr altas pcanj;dtj e M
o DonW, >! para ismooi >.. \-.
daodo os \ atorosos feitos ic vossoe antojassa-
ilus, e revolvcixlo as suas preci -as11 izas.
A .'.\|Na:Jiioia tein ilcnioiist.nilo 1.011...
venlugos sobre a sombra de pala\ ras p .id|.ih-
sas o discursos [Nitriotiios pr iiiain
der seus interesses pnlitic s. mm\iiii!o-~
venladeiros embustes para iUadir voss. r..-
lulidadt'.
A liberdade a apa qut eiiu'ivi
bypocritas, que s aprcseiiUin ante vs pre-
gnatJoQBia Mutrna quo elles na* prata im.
O que lioje n.-provaui linraan ln.;
lariio anianb, e o povo i soiuprc v;
MCI'licarada na pvra do absolutismo.
Di/ein hoja: preciso vin^ar aaanjfi
neatos irmaos.
Malditos! nao so Icmbnitii, .pu- li n,
na propcia ra do Imperador, em <'.>. -^
leu o facto, qne todos laslima:n, mai:
tambem espal Abril de 1867 est ainda bem k' vado eo
vossa memoria.
E deveis lei)brar-vosque os autores a>
dos esses inanilestos a |irote.-bis. que iar
ahi so dislribuoin diaria i!, nte, f.irain ospra-
prios que mandaram espsrdt'ii.ir-vos.J
Malditos! .aio se lemhram que enlao tafti-
bt'm foi derramado o sanguu pt'rnainbuoaon,
c que urna crian.;a foi atra ossmla petas
bayonetas dos borneas da libertada que
boje e sempre que precisan!, sedi/cm ami-
|oa do pavo.
Malditos I Nao selemliaiuqn.-nolia I
sangraran) a chaga que atoim<'nta vou>
corarlo, aninando-vos contra o Jesutas, e
no dia seguate protestaren) contra os ac-
conlecimenlos resultantes de seu ap|iello |^-
ra vossa honra, ntiramlo tola < liositlaA
dos n>esinos accontecimcntos solo.- roa m-
tlusivamente.
E convidain vos para loipiinhar a ar-
mas 11!
Cuidado! Kilos procuran) cavara \ ruina. No dia lo solTriuientu vos li.-nreis. >
abrigo do vossas proprinsfireas, elles nr*9at
lio de vossa t'relulidaie, abaiHkmantlo-vo,
e protestando contra a> *Hv'S ut-, em que
il'es tambem tomaram parto.
Se conseguircm seus intentos, e vos prty*
curardes salvaguardar vossos dirteva oflatf-
lidos, elles mandaro ispaldeirar-vos, sea
se lembrarein que vos fosteiaoa neis eompa
nheiros, lidndores d'outr'ora.
E o |xJvo ser sempre a victima sacrificada
na pyra do absolutismo.
Cuidado I Povo peruambucano, voaaaa
consciencias atlestaro a verdade deataapa
lavras, e a vossa prudencia vos livrara de
cahir as estroitas inalhas da rede iotarnal '
que vos atiram.
Cuidado tidiI/Ios! I Vede que esta rede
geralmeiito tirada pelos grandes, e sja-
nhadoros, levaudo como ci o pvo, al
que nq occos.no dos que governnm
un lugarsinbo....... Edepojs
^j^^L '.^I.



-'
Mode P^amlwd r~ Sexta feira 3'id Halo de l87?
r

'.i
*


poder, isca fora, rodo seoslas, e >do no
povo.
O acontecimientos los das 14
e O do corrento.
I
'/........ .... "idos de paixSes os espiritos se
desva?^'*- '"Prensa, restabelecendo a
aesvairara, enmare .Ka opnia0
vertid.} doT toctos, jul*. 1Cintecmentos sejam
rara wi, precisa que o. ..^ porcm pcia
n istos nao pelo prisma d s prevet>v
razao raima e luz da ireflexao. !lientos
Vamos pois tratar dos ltimos aconlf&K. .,ej '.
cu ultima necessidafle declinaremos noi.
' oluntariamente molestaremos quem quer qm>
Queremos respeitar para que se nos respcite,
Ruur o nao injuriar, persuadir e nao malestar.
II
Qual ianf da agitado que vemos? Urna daVeTVu#T'Sr. J* ,wd Mariano roe'referir ter
dao religiosa ; dir nos ha :-nma estrateftl *Q !^[li(Jo vo,un^riamentc do jardiiir o para
Ha, as ehammus do panol p da madeira*eelaram
urna das roas m;iU oubiieas e os obreiros crnlen-
tes batem pal as vdtonera (Wto o servieo I
Orgulha-te, Brasil, ji tens filhos que rivalisam
com os hroe da communa I
Nao somos nos que "dizemos, sao as fallas pu-
blicas que simples e naturalmente narran esses
tactos, sao aquellos que verbalmente o? elogiam,
o partido que os adopta, o manifest ao Brasil
que os justifica e eternisa !
Poltica I Poltica !... Nao de agora que fa-
zos de um Thiago Clemente um santo, de Marat
um sera i deus.
Tono.
( Contn i.)

Rectifieacfto..
En n.,"' miSo o biaro, sob a epigrapho -ao
\rtido cHlw.'."va'' ~ dlz-s" n>ic en*palacio do-
,
poltica, dizemns nos.
Que mista o uliramnntanismo, que, "como ^ob
Gregorio vil queira o Summo Pontilice estabeser
sobro nevos e governos sua supremaca, que entre
os soja o diocesano sectario desta poltica, que
procurando estaboleee-la buseasse combater a ma-
eonaria ; que os jesutas sejam seus auxiliares:
nao o discutiremos : conceda-se que assim seja.
Mas a qnestlo religiosa ama questao social
nos, o inesmo tanto a nacionaes como a est'ran-
lros : effeciivamente ella agilon-se no terreno
da livre dlseftsaa'aa grapas lberdade de impren-
sa deque gozamos c abusamos,.conservoii-se
nos limites da lei, pende dos tribunaes, tcm de ser
decidida pelo governo. Os interessados inmedia-
tosmais ou menos impacientes aguardam a dc-
ciso, mas por corto nao foi a maeonaria, nao fo-
ram as irmandades que prepararam as violencias,
08 crimes, as desordens que forano praticados a
14 do corrento.
A mafonaria, dizemns, poraue (n3o citaremos -
como pederamos, os nomos de muitos macons de
todos os gr.ios, que isto asseguram) pela sua indo-
16 pelos sena !in<, pela sua organisaoao nao poda
lao tistes faetos praticar : por sua ndole perqu
urna a*sotJmc de paz, de tolerancia, de har-
mona, em que se nao discute crencas nem se
abrigam crimes, e esses fados reveam into-
lerancia, desordens e sao delituosos ; por seus
Ani porque de beneficencia e auxilio mutuo :
por sua organisacao, porque tem adeptos de todas
as crencas, de todos os credos, de todos os parti-
das e nacaos Os macons, pois, nao podm ser
responsaveis pelos aeoiitccimontos do da i\, pela
agitaran dos das posteriores. Se nao assim to-
I s .u to eavalhcirainente de viseira erguida se
pronunciarain contra o bispo, que o contrario de-
claren e nos desuiintam.
Quem poh promove taes reunioes? Quem ap-
prova os desolad res acnterimontos que tiveram
lugar a t Quem approva e promove a desor-
den, esperando com ella a aproveitar ? O mes-
quinho espirito de partido... ijue ate faz tecer en-
comios ao crime e queimar incensos desordem !
seniio, vejamos.
III
Quem des!;! a prmeira rennio se aprsenla
re le d i agRacio ? Quaes os individuos que as
promovem e nellas bnscam concitar o animo do
povo ?
A'inelles que pertencem ao partidoque deseo-
biindo-se afina! snlcmiiementc doclara-se ante o
Brasil solidaria por todos os faetos occorridos e
ao que paroce, addrede organisados !
Siin, lendo-se o vulso ao Brasil -cm que os
. pefes di partido tom.am toda a responsabilidado
dos acorrteeimentos ; chefes, a (|ncm em nina pepa
em seguida publicada d ns dos seus adeptos dao
c.ma do mandato :-mandato, que nSo mats
<\\h< l oteencao de crimescrimes, que em todos
os lempos e em todos os pivos sempre tive-am
co&deranaco ; ningnemdeixar de dzcr que taes
primes nao sao obra desse partido !
Mas ilir-nos-hao nessas reuniiJes viam-se indi-
vidu de ontros credo?. Que importa isso ? On-
de est a prova ib sua adesao, de sua compart-
cipaejio ? Bsaes partidos nao lizeram como um,
da desorden o sen grito de guerra, nao apresen-
taram romo ervi.os" crimes praticados; n.io se
proelamaram solidarios e responsaveis, como au-
tores dos crimes e fados eommcttidos a 14do cor-
te ; faetos que poaco antes haran condem-
iudn e repelli lo !
Basa incoherencia e erro poltico, s o fez um
partido, esse, cujos crefes tragaran urna negra
historia ou antes sentenca que passar em julga-
do, listo hasear-se em propriac livre conlisso de
i'do com oulras prova?, no sen sempre metno-
r>ve! manifest ao Brasil, assignado a IS do cir-
rnn'- : i
A juanto polo levar aspaisoes polticas !
IV
Deixando ai reades anteriores, es udemos os
acontecimentos de !'t do corrente e de 16, conse-
qoep.r: i dnque'les.
C mo, p irque o para que fim foi feita avreunito
d" 14 deste me/. ?
Amigos 9e urna dignidade religiosa ha ponco
ensa o seus correligionarios, convidaram o
pi i para ara i manifestaco que tendo por moti-
v. ostensivo dar um lestenraaho de apreop-a esse
amigo, tinha por fim pccnlto Ta/.-r urna ostnta-
de popalarUftde improvisada, e promovendo
lo-- buscar prejudicar a actualidadc.
etribuirajn-se os papis ; poneos tiveram a
[ i ra i fazer Impimen'e o xeroir). Poueos basta-
ii), a cariosdade fazia o msior nu-
mero.
As samidades do urtilo tomaram e eommao-
do la colu una, formada de gente limpa, que pare-
cia ser ama garant'n da ordem, e cortos de darem
e oior loaros, embora manchados de sangne,
dirigiram-se in t duro, e nHodepHtandoeemmisso,
a oJilico publico em qae dovia ter lugar a pri-
Veirt pane do drama I
A execnclo foi cabal, havendo a nofar que
bres criaoeas se desse a triste liciii de des-
i siei!o s auiaridades e lei e o mod'o pela qnal
podem ser agitados os nimos do povo !
Segaio se a segunda parte.
V
A' voz de um agitador um grupo de patrilas
j. -se em ntdvimentn e opasso acelerado precedo
acolamna. O eathnsiasmo o afervora, abren as
-_e os 'hroes vio a>> ponto que Ihes fora mar-
es realisar o primeiro cto de civismo de um
iji'imle pirl-dt!
"laes de Xunes Machado, curvai a fronte A
8 !! detembro elle faw'a resisiencia ao crime c
desorden: estes, que vo invocan vos v.o cobrir
de I euros !....
Fina proprieiade ao mesmo tempo retiro de mi-
nistros do Senlior. cuja imagem tem em una ca-
peta o collegio on !e demias de crianzas receben)
mstraecao, de sbito invadido por um grupo
o. cstroem-se u.ovis, rasgam-te mppas
e livros, qiiehram-^e os vasos do jardim, profana-
'apella, pobres crianoas espavoridas fogem
vendo de porto o crime, sehoras que se achavam
na capella para orar, correm ou dssmaiam, um
pobre padre arrancado do leito da dor, maltra-
tado e ferido a punhal, ontro e.-pancado expira
dous dias depon, este junto ao altar fsrido e
M -a corn sea sangne os degros que pisa,
lies sSo espancadns, e uin a quem se quer
poapar por ser brasiloiro responde nobremente
nao. tambero son jesuta, e hoje s me enver-
aron lio de ser brasileiro.
Ps bem, tudo isto que a le qnalifica crime, 1
nao s'i entre nos, como em t'.da a parte, muda de
noto" na bocea dos agitadores. Nao sao crimes,
#:"i' artos <\" rirism\ e estes actos, um partido es-
rrwe como put<$ de soa historia e junta como
fr qinfo sua bandeira l !
nvergonhai-vos heroe de Guararapes Sois
pigmeas efl) face destes gigantes! Vossos ferroi
domou o tatavo aguerrido.... estes venceram o
(t'tsmo... ferindo e offendendo alguns inermes
padres.
Que eoraeao g||eroso doixar de applaudir t3o
ioeiytas facanhasr
Quem haver tio obcecado qae Ihes negu lou-
ros ?
As foi has publicas nao acharara faetos queen-
loas-en hyranos, mas em simples prosa narraran
. o .o estrarthavel facto.!
Essa propriedade. f sses padres, esses movis,
capeHa eram da companhia de Jess : iou-
vores aos hroes que tP.vestiraitl os caes ania-
dos i
Espend ; p0 ficsr,,m aSps felts dos inclytog
v.iroes! 'mjj hayia servir .
u fim de ouvr o seu div."urso- Tvnho o dever
do rectificar esta referencia
Achando me em palacio no d'i 17 pela manh
em nina conferencia sobre objecto da estrada de
ferro do Caxang, S. Eac. o Sr. president da pro-
vincia dignou-se de seu motu proprio referir-me
as oceurrencias do dia 16. o arguia do inexadas
as nutcias dos dous jomaos diarios.
Observei a S Ese. que poda haver inoxactdo
mas que era aquella a opiniao geral na eidade,
menos quanto ao fado do jardim, que eu proprio
hafja ouvido ao Sr. Dr. Corte Beal dizer que ello
convidara o povo a sahir d'alli.
Nao liz nenhuma Potra observado, nen falle
no nomo do Sr. Dr. Jos Mariano.
Becife, 21 de inaio de 1873.
Buarque de M'ietdo.
\ s reunioes.
Os acontecimentos do dia 14 do corrente nos
suggorcra as mais graves e serias reflexoes.
nnniiciada para aqneile una reunan com o
fim de felicitar o Sr. deao Dr. Faria que havia sido
Suspensa de seu beneficio e ordens sacras pelo
Exai. diocesano, nao transpareceu logo a verda-
dera a cor da manilostacao projectada: isto explica
o facto do se. haverem adiado presentes ao acto
algumas pessoas pertencentes ao partido consor-
vador.
Satfsfeitos os intuitos apparentes e ostensivos da
reoniao presidida por quasi todo directorio do par-
tido liberal, que applaudia os discursos vehemen-
tes e apaixonadis de seus mais notaveis oradores,
vieram os faetos conse penles presenciados nesta
capital na tarde e nouto do dia li.
Uin grupo numeroso dirigido por liberaos um
dos quaes redactor em chefe e proprietario do
jornal Lber'il, invadi o collegio dos jesutas e ,seus_autores ou outras causas que n.ao a nter-
ira contra os direitos do novo, como se
osle-attentai coaiLa proorFedade o oa direii
dos outros ?
O governo e autoridades constituidas garante
o mais ampio exercick) da manifestaeao do pensa-
ment e de todos os outros direitos, de que o cida-
dao pode gozar era um paz que prospera a olhos
vistos sob o rgimen das mais livros instituifSes.
O gtivorno e a opiniJj quo o sustenta e que nao
e a de um partido, ma4 ufe lodos quantos a.nam a
ordem o o progresso; n*>' podem tolerar a pratica
de fictos que importara" violaco flagrante e ma-
nifest das leis que 3 protegem os mais sagrados
direitos e rc|KTikweis intoresses do todo? quantos
se acham sob.i egide de nossas Instituicdes.
O governo e autorldSdes e'xecutoras da leLpo
dem permanecer impasslveis diante da desodoro
oda pratica do crime? '
Blles seriam os primeiros re-ponsaveis perante
o paz e a opinilo d; todos os partidos se assim
proeedessem.
Os direitos individnaes s podem ser exercidos
livremento -quando o respelto lei garantido pe-
los que estao encarregados de torna-la urna reali-
dade ortica.
Os largos e benficos"resultados da ordem s
podem ser mantidos sob a preteceao da lei.
Os poderes constituido para fazo-la obdeeer e
respeitar nao pode deixar de ser apoado pela opi-
ni.lo publica, que nio a desordem que gera o
crime o anarenia.
Nao
W ''I MU nik>.
A ordflh."e a P/otecao de todos os
eond5<}es q\u'"m la prosperidado
esta provincia.
Confiemos na sabedora e patriotismo do gover-
" e os agitadores abandonarlo a sua improba
direitfl to '
e grande
no
tarefa.
IMFEBZAL
INSTITUTO
-oro
de Campos, filho
Bibetro de (Um-
\. S. (I.) Bo.ii Concilio
se phantasie inimigos grotesco?, nem se
crem pongos imaginarios a combater e repel-
lir.
Estraha dos interesses partidarios nconfessa-
veis quem quizer ver O ftm c intuitos dos agitado-
res.
^ Invoca-so o direito de reiinio : lelle nunea foi
lao respeitado como na situacao actual.
E' notavel porem qae na situa.ao progrtsgiitn
as reunioes populares coineidisseh com a admi-
nistracao do Sr. Manoel Clementino que nao era
reputado pelo partido a cujo governo ervia como
correligionario.
E' fcil de ver por ah o systema de por trope-
cos e diRIculdados aceao das autoridades, quan-
do na governanea nao "se tem adiado os homens
da Privincia.
Ero outra poca en que dominavam os homens
da Provincia ma reuniao que nSo foi conrijcada,
mas provocada por nm acto reputado irregular do
chefe de polica de enlao, foi dissolvida por mui
repetidas e numerosas cargas de bayoneta.
Sao especimens histricos dos homens da Pro-
vinci'i que apregoaro hoje o respeito ao direito de
reuniao que todava nao foi atacada, nem deseo-
nhecido na situacao actual.
A populacho desta capital tem presenciado reu-
nios feitas por diversos motivos desfeitas por
capella, destruiudo e estragando movis e decora-
fes, vros e objectos do vahr.
Ascena foi a d .sordera e a fuga precpilada dos
collegiaes,. de grande numero de sehoras que
oravam no templo, do espaneamentos de alguns
jesutas, iucluindo um qne se achata no leito da
dr I
Em seguida na ra da Aurora plena luz do
dia era arrombada a casa da typogn phia onde so
imprima o "jornal a Unido: e destruida ella, ar-
rcinessando-se os typos mar e queiraando-se no
meio da ra todos os objectos coinbustiveis a!Ji
encontrados.
A sorpresa cora que foram praticados tiio Bada-
les e escandalosos attentados e crimes evitou quo
podessein ser obstados apezar das medidas ten-
dentes a prcvini-los que tomaran) as autoridades
respectivas.
J noute daqnelle dia pode ser guardado o pa-
lacio episcopal qae ora o alvo de oufra invasao e
quica de quantos crimes!
Os cheles do partido liberal protestaran asna
isenco na respoa -.aiiilidade dos lamentaveis acon-
tencimentos, publicando um abaixo assignado de
parte de seu directorio e c .ndemnando o emprego
de nietos materiaes e violentos como se exprimi
a Provincia do dia 16 do*corrente.
Mas visvel % hypocrisia e m f dos homens
da t'n.cincia.
Coadeainam os actos de aggressao de que foram
objecto o collegio dos jesutas e a trpograpbJa da
lua i, nao se lembrando que atiraram para o
terreno da violencia e do crime cidadaos Iludidos
por malvolos sugestoes e guiados por pessoas liga
das ao proprio centro do partido liberal.
Laucando mi > da mais inhbil e descabida in-
triga insina naquello numero da Provincia os
pretensos liberan que o povo foi evado a commet-
ter alicatados o desatinos, pelo menos prego vi-
svel do governo ks represeutacoes e raanifesta-
{des pacificas de milhares do cidadaos sobre as
questoes religiosas ipie ltimamente se ten agitado
nesta provincia.
Que se explore questojs de toda casta a prol de
intoresses partidarios um meio de que se tem
s o, ido mais de urna vez a situacao decaMda, mas
causada, que os homens di Provincia seientes e
conscientes do man expediente que adoptaran che-
guem a avancar que ao governo era licito o pos-
sivel resolver sem demora a alludida representa-
c.ao que reelamava a expaK-io dos jesutas d> ter
rilono do imperio.
llasgou-se o veo e hoje a questao religiosa agi-
tada e alimentada com o o lio pirtidario a5c podo
mais encubrir os interesses incontessaveis de al-
guns homens da Provincia, que qorem eleval a
a altura de questao poltica.
Sim; porque a queslao poltica meSmo liberal
nao pode envolver a defeza das ideas e dos supos-
tos direlt no terreno extra-legal.
O ataque Mguranca individual e proprieiade
que se acharo ao abrigo das lois e das nsTituiooes
nao pode constituir o programraa, fim e ibject do
ncnluim partilu 'regularmente constituido e que
aspira a ser governo.
Coudeninr crimes e actos violentov-como os do
da li e anealis conta do governo, justifican-
do-os com rasoes tao futeis que sao rcpellidas pelos
espirites os mais prevenidos, sombar do bon
sensoe legtima-los.
Decididamente forcoso reconhecer nos planos
dos homens da Provincia a intengio de" salvar a
sua respon-abidale de qnalquer comprometti-
niento e nlirar ao crime e alternados de todo ge-
nero seus propnos 'correligionarios menos avisa-
dos o cautelosos.
Provocara directamente as reunioes. concitan os
nimos mais apiixonados a Uesordom, e julgam
declinar a autora dos fictos que promovern),
condemnando os.
E" irrisorio !
Os homens que repelliam eo'm as bayonetas at
os proprios liberaes que concorriam abs comicios.
populares, que nos dias de festas nacionaes em
regosijo de nossas esplendidas victorias no sul,
mandaran espaldeirar os que davam vivas aos
VI
paizes atrazados orno a Inglaterra o os Es
rados-Unidos nao se teme a disousso. O prelo
alli nao teme autos de f, os escripjores, nodem
bater-sc mas os typos nao tornara,bjnhos salgados
nem as caixetas fazem fogn.-iras Ilberdade !
li' que alli ba a toleima do se respeitar a ,op-
aiao de cada qual, e nao como eatre nos o'salu-
Ulc principio de fazer propagandas forca, c im-
',-Dcase opinioes.
Iiepois do collegio a iraprensa: Xima-outra pro-
pio .'dade violentada ; urna typographia destrui-
nossos goneraes, falla o hoje en nome do povo !
Pois que ?! Vos mesmos nao eris liontem go-
verno e nao respeitaveis o povo 1
J se varreu da vossa memoria as scenas de de-
solag.io e de dr promovidas por vossos agentes a
titulo de recrulamento ?
Queris, porm, salvar as vossas personalidades
Iraosviando e compromettendo os incautos e sim-
plsrios.
Ninguem vos contesta que represenlais a opi-
nio, porque os vossos proprios correligionarios
desapprovam os vossos actos na direccao do par-
tido.
Representis mal o vos so partido, porque sois
desloaos bastante para resguardar vos e oompro-
melter os vossos em emprezas-criminosas o arris-
cadas.
Concilai a deserdein de viseira levantada ou
recuai ainda a lempo de nao vos descobrirem como
traidores.
Approvai ou condemnai francamente o ttentado
e o crirae.
A opiniao do.vosso proprio partido vos ser in-
fensa de todo no dia de amanha, quando os aconte-
cimentos su succiiderem e illuminarein os la.byrin-
thos que tragaste, com a mysficagao para vos
acobei lardes da responsfcbilidade perante o paz e 03
vossos amigos.
Queris invocar como cmplices dos alienados o
proprio governo e as nossas instluc,oes ?
A opiniao do paz que o sustenta e por ellos
representada, nao tem sido sempre consultada e
correspondida ?
Os dscolos pdifm constituir a opinijto ? .
Viverenios porventura em un\paiz sm governo
o om apMHtaiitos ?
A questao reliziosa msna apezar de com-
plexa e compJicida nao foi objecto e contina a
s-lo da mais aturada atten<;ao ?
_Nao foi discutida na cmara dos daputados e
nao se manara, ouvr o bifpo a respeito t
Os recursos ir.lerpo=t)s por algnmas irmandades
quer per;in!; as fustigas ordinarias, quer perante
ai autoridades adninistrativtkiao teem lido o de-
vido aila monto ?
A fin:iora da solacio de snvjlharrtes quea
autorisa i perturhaeao ifa ordem publica c a pra-
tca de crimes o attentados luz do dia e face
da imporunto populagao desta capital
Desde que nerihum poder, nenjmma entidade
vencao daautorilade.
A'tranqnilidade porem de todos os nimos foi
triste e cruetmento despertada pelo lamentaveis
successos do dia IV ,
As nossas leis que garanteni o direito de reuniao
nao tem sido lettra morta.
Os faetos sao patentes infelizmente, envolvendo
muiros, conflictos e desordens de todo o genero.-
A renniao do da 14 tinha o carcter de paz e
nnnsuetude dignas do fun que disserain ter era
vista os seas aurores.
O re-nltado todos conhecem.
O protesto do abaixo assignado do directorio do
partido liberal e a Provincia do dia 16 condem-
naram o attentados eommcttidos.
A execrocio publica pesa sobro taes acto?.
Nao o ha portanlo duas opinioes a respeito.
Voj-mos agora a attitnde do partido liberal em
faco da reuniao do da 16 do corrente.
O manifest do respectivo directorio dirigido .-lo
Brasil contrasta infelizmente para os seu< autores
com a escrupulosa e severa imparcialdade do
digno presidente de provincia as quesles intitu-
ladas religiosas e reunioes qu ten sido feitas sob
tal protoxlo.
Esse modo de proceder da presidencia reconhe-
cc-se al na malvola insnnaeio que fez o mani-
fest de qae S. Ese. foi aeoiraado de connivente
por nao ter previnido o> attentados do dia 14 ; que
alias foram praticados illudindo as mais acertadas
providencias.
O manifest desmascara os homens daiVooi'n-
cia que no dia anterior condemnaranl os alienta-
dos do dia 14 por elles concitados c cuja respon-
sabili lado foi .negada com a mais uqualilicavel
flaqueza.
A narrativa que faz essa peca (' o resumo como
ella declara dorelatorio que ao directorio di par-
tido liberal fazem o> autores da reuniao.
E' urna exposicao calculadamente" apaxonada c-j
evidentemente infiel para produzr effeito em reia-
'..Iti a retin.o do dia 16.
A referencia qae faz o manifest ao Diario de
Pernamlmco nao tem a signitlcacio que se Ihc
attribuo.
O Di'ino narran sraplesmente o facto sen coni-
menlario, e era artigo editorial esposa a verdade-
ra causa.
As cimimst.ocias que caraterisou o facto ex-
plcara-n'o perfeitamente em face da lei.
A lei que faculta o direito de reuniao armou a
aulordade inuito providentemente de meins para
impedir que ella podesse ter por fin a pratica de
attentados que perturbassem a ordem publica e a
segnranen individual.
-Niogum dir isento de >reven;oes que a reu-
niito do dia 16 nao era Ilegitima, illicita, ao me-
nos suspeita. s
Seus fins s foram conliecidos pelo manifest
.posterior reuniao, era nada menos que pedir ao
presidente t que em vista do moviraento popular,
se deliberasse empregar mos para langar lora
desta eidade e provincia aos jesutas, causa paten-
te do descontenta ment do povo.
O objecto de reuniao caracterisa o facto.
Felizmente vivemos sob o rgimen da liberdade
consorciada com a orden, raintidas arabas, pelas
instituicoes c autoridades coastlunas.
Os nossos nogo os politices esociaes ou priva-
dos, se resol vero perante o= poderes pblicos dele-
gados pela naci que renresentam.
O povo nao os prefere resolver na praga publi-
ca guiado pelos tlibtisteins politieos.
Se qualquer promovendo urna reuniao e con-
tando com o_apoo dos dscolos, tivesse a treslou-
cada pretencao de arvorar-se era juii de nossas
questoes publicas, ou privadas, onde iriam parar
as nossas instituicoes, se nao ?ar3ntissero ella- I
o emprego da forga para prevenir taes attenta-
dos 1
A opiniao publica est de osso todo.
A reuniao do dia 16 com o fim a que- se propu-
nha teria sem duvida nenhuma como resulta-
do a tentativa, senao a realisacao de attentados
iguaesou peiores do que os do dia 14.
Espiritos mal intencionados procuraran fazer
revi ver programmas incendiarlos e degradantes
desde -milito esqueci Jos por homens que tentaran)
outr'ora agitar cm seu iroveito esta bella a lieioi-
ca provincia. 'sk-
Ero taes circumstancias a impassibilidade e
inercia das autoridades legalmente constituidas
serio condemnadas pelos proprios homens da Pro-
vincia.
A fruit-ao dos beneficios da orden e tranquilli-
dade publica interessa n todos.
A reuniao do dia 16 no polia ser tolerada.
Convocada ora avisos anonynos sem fim espe-
cialisado, era-4inia eminente orneara a lodosos di
rodos abrigados simbra da lei.
Os attentados do dia 14 podeiriam ser repelidos
em escala que nao era dado prever.
Dahi a Irisle necessidade de empregar em maior
somma a forga legal.
Os agitadores nao trepidaram en fazer a reu-
niao dia 16 apezar de tudo quanto so havia pasea-
do na ante-vespora e da conderanf.ao do seu acto,
embora apparente de seus proprios correligiona-
rios.
Keaniram-se e um dos oradores fallou-
O commandante das armas devda o legalmen-
te autorisado intiroou a dispersao dos que compu-
nhain a reuniao
Nao s nao foi attendido, como at desacatado
cora epithetos pouco respeitosos dirigidos a um
funccionario altamente colIocadj,que ia cumprir
o seu dever.
Nessa emergencia, nao se effeetuando a disper-
so por iraproficudade dos relos suasorios lgaos,
empregados, interyeio a forca publica como ultimo .
recurso que resta va. '
Os homens da Provincia que carregam o qua-
dro de cores desagradaveis, esquecem-se uu
pocas que uap vao muito longe, e quando Os
offendidos eran) bomens do povo que elles hoje
procurara Iludir, o sabr e a bayoneta era o,nieto
ordinario de desfazer ajuntamentos t
As reunioes de outr'ora teriam carcter mais
hostil o attentalorin da ordem publica do qne as
de hoje t
I'ez-se questao politica da questao religiosa, ap-
pel!da-se de thoocratas os quo nao especlam com
a desordem, linea-se o odioso sobre ds mais ho-
nestos e tespeitaveis caractare*, o. alp de. tudo
quer-se que a autoridade fecho osolho e cruzo
os bragos, comante as ooi nteneifs dos i(o-:
raenj da Provincia.
Dintiino PELO
-Bacharcl Antonio Culumbano Serapliico de
Ais Carvlhi).
\ae abaixo a relagao d>>s alumnos ntornos e
ia^irn0s r**0 lnsli!u, 'I111' :inno de 187S a
lo/.l, foram apbrovados no eximas de linguas e
sciencias, prestados na Faculdade de Direito, cuja
relagao", por diflieuldades do sor obtida, s agora
pode ser publicada.
Porliujnez
I Adolpho Tacio Crne Urna, filho de Jnho da
Costa Cirne, natural da Parahyba, approvado.
x Antonio Epiroacho Cavalcait de Albuquer-
que, filho de Joanuim Cavalcante de lbuquer-
que, natural de Vernarobuco. idero.
3 Antonio Pereira da Cmara Lima, filho do
roajor Antonio Pereira da Cmara Um, na-
tur.il do Pernarobujo, dem.
4 Christov.io Brekcnfeld Veira da Silva, filho
de Jos Caetano Vielra da Silra, natural de
^ Pernambueo, iden.
o Krmo Antonm Qonr.ulo da Silva, lilhode An-
tonio-Jose Dourado da Silva, natural de Per-
nambueo. dem.
6 Francisco de Castro S Barreto filho do ca-
pitao Aiis'ricltno de Castro S Barreto, natural
de Pornambui. idero.
7 Franklin Washington Silva e Alroeida, filho
do Dr^ Aristides Cesar de Alnieida, natural
do Piauhv, den.
8 Gustavo Olympio de Miranda Fontoura, filho
de Bernardo de Miranda Fontoura, natural do
Para, idem.
9 Heraclio Colombo ile Cantalicc, filho de Flix
Venancio deJCantalice, natural de Pernarabu-
co, idem.
10 Henrique Maia Pereira Vinagre, filho de Jos
Antonio Pereira Vinagre, natural da Parahv-
ba, idem.
11 Homero de Oliveira Itibeiro, filho de Domin-
go- de Oliveira Hibeiro, natural de Scrgipe,
idem.
12 Irineu Lima Verde, lilho de D. Mara Vcen-
cia Lima Verde, natural do Cear, idem.
13 Joao Henrique Vieira da Silva, filho do com-
mendador Lniz Vieira da Silva, natural do
Maranho, idero.
14 Joo Vieira da Cunta, filho do lenle coro-
nel Antero Vi. ira da Cunha, natural de Per-
nambueo, idem.
lo Joaquini Cavalcante de S e Albuquerque, fi-
lho do eoronel Joao de S e Albuquerque, na-
tural de Pernambueo, idem..
16 Joao Antiines de Araujo Pinheiro, filho de An-
tonio Antuncs da Silva, natural de Pernam-
bueo, dem.
17 Jos Bernardo Carneiro da Cunha, filho do
capito Tertuliano Carneuo da Cunha, natu-
ral de Pernambueo, idem.
18 Jos Moreira Alvos o Silva, filho do Dr. Kran-
riso Al ves da Silva, natural de Pernambueo,
doin.
19 Manoel Pinto Brandan do Vasconcellos, filho
do tenente-coronel Manoel Joaquim de Souza
Vasconcellos, natural do Cear, idem.
20 Marcelino Jos Lopes Filho, filho de Mareeli-
no Jos Lopes, natural do Pernambueo,
idem.
SI Mareolioo Doradlas Cmara, filho de Marco-
. lino Dornellas Cmara, natural de Pernambu-
eo, idem
22 Baymurftlo Fernandos de Vasconodlos,filoo[do
eoronel Antonio Fernandos fle Vasconcellos,
natural de Piauhv. dem.
23 Vicente Ferrer de \asconcellos Barros Arau-
jo, lilho de Manoel Jn.sc d% Vasconcellos Arau-
jo, natural de Pernambueo, idem.
Lnlim.
24 Abden Fdmto Melanez Jnior, filho do Dr,
Abdou Kelinto Melanez, natural da Parahyba.
approvado.
2o Adolpho Tacio da Costa Cirne, filho de Julio
da 'tosa Cirne. natural da Parihvba. idem.
26 Alvaro de Assis Osera Mondes, filho do Dr.
Simplicio de Souza Mendos, natural do Piau-
hv, dem.
27 Antonio- Cosario Bibeiro, filio do Antonio
Kiniho Rtbeiro, natural de Pernambueo.
dem.
28 4jtonio Epimacho Cavalcante de. Albuquer-
que. filho de Joaquim Cavalcante do lbuquer-
(iue, natural de Pernambueo, idem.
29 Chnstovao Brekenfeld Veira da Silva, filho
de Jos Caetano Vieira da Silva, natural de
Pernambugo, idem.
30 Firmo Antonio Dourado da Silva, filho de An-
tonio Jos Dourado di Silva, natural de Per-
nambueo, idem
31 Francisca Paulino de Alnieida Albuquerque.
lilho de Francisco Antonio de Almoiia Alba-
querque, natural da Paralaba, idem.
32 Francisco de Salles Riboiro Campos, lilho do
tenente-coronel Felippe lbeiro de Campos,
natural do Cear. idem.
33 Fraiklin Washington Silva e"Alraoida, filho da
Dr. Aristires Cesar de Alraeida, natural do
Piauhv, idem.
34 Ignacio Amerieo de Miranda, filho de Ignacio
Americo de Miranda, natural de Pernambu-
eo, idem.
3*j Irineu Lima Verde, lilho de D. Vicencia Lima
verde, natural do Cear, idem.
36 Joo Lnstosa da Qanha Pdrosa, filho do co-.
ronol Manoel Gomes tt Cunha Pedresa, natu-
ral de Pernambueo, idem.
37 Joaquim de Azcvedo do Carvalho Squera
V'arejdo, filho do Jiaquim Jos de Carvalho,
Siqneira vatejlo, natural de Pernambueo.
dem.
m Joaqun de S Cavalcante do Albuquerque,
lilho do coronel Joao de S Cavalcante de Al-
buquerque. natural de Pernambueo, idem.
39 Joaqun Pedro Cavalcante de Albuquerque,
lilho do# Dr. Delfino Augusto Cavalcante de
Albuquerque. natural de Pernambueo, idem.
40 Joaquim Bedosino. de llmquerque filfo do
tenente-coronel Pedro Francisco deAIbuquer-
.que, natural de Pernambueo, dem.
41 Jos Alvos Villela. filuo de Antonio Alvos V-
lella, na 'ural do Pernambueo, idem.
42 Jos- Bernardo Carneiro da Cunha, filho do
capitao Tertuliano Carneiro da Cunha, natu-
ral de Pernambueo, idem.
43 Jos Dantos Itapicur, filho do barao do Rio
Real, nulural da Babia, dem.
44 Jos Ernesto do Moraes Sarniento, filho do
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarniento, natu-
ral de Pernambueo, ideni.
4.o Jos de Souza Castro Feitosa, filho-do coro-
nel Leandro Custodio de Oliveira Castro.^lia-
tnral do Cear, idem.
46 Manoel Pinto Brandan de Vasconcellos, filho
do tenente-cor >nel Manoel Joaquim de' Souza
Vasconcellos, natusal do Cear. idem.
47 Marcelino Jos Lopes, lilho de Marcelino Jos
Lopes, natural de Pernambueo. idero.
48 Pedro Celestino de Souza Macioira, filho de
Joao Jos de Souza Macieira, natural da Ba-
ha, idem.
49 Baymiin.lo Fornandes de Vasconcelos, filho
do coronel Antonio Fernandes de Vasconcel-
lo?, natural do Cear, dem.
30 Taciano Luiz Meira de Vasconcellos, filho do
Dr Jos Lourenco Meira de Vasconcellos, na-
tural da Parahyba, idom.
51 Affonso Octaviano Pinto Guimares, filho do
baro de Sainaren, natural da Baha, dem.
Francez.
)i Abdon Felinto Melanez, filho do Dr. Abdon
Felinto Melanez. natural da Parahyba, appro-
vado.
53 Adolpho Tacio Carne Lima, lilho do Julio Or-
ne Lima, natural da Parahyba, dem.
34 Alberto Vaz de VasconceUos, filho de Antonio
Bernardo Vaz de Vasconcellos, natural de
Pernambnco, ideo.
B Antonio Alves Vleia, filho de Luiz Alves Vil-
lela, natural de- Pernambueo, idem. .
"56 Antonio Alves da Silva Accioli, filho de Seba3-
tiao Alves da Silva, natural de Pernambueo,
idem.
37 Antonio Francisco.de Al^uqnerque, filho do
tenente-coronel Pedro Francisco de Albuquer-
. que, natural de Pernambueo, idtra.
38 Aristhoda Costa Lima, fll)n< de M-.noel da
Costa Lima, natural de Pernambueo, idero.
S9 Aurelano Rodrigues Ijraa, filho do Jos An-
topJo Rodrigues Lima, natural da Parahyba,
idem.
f)Q Eutropio Perbin de Parias, filho de Ricardo
. >. natural do Pcrnambaco,
IVMfifnrK '
idem.
01 Francisco f Safle Rn*.
do tenente'corrmel Pdfpp
eos, natnral do Cear, toViw. < Flix Ve-
6? Herac'o Colombo Cania|c> fflfw *. "nbuco,
nancio de Cantalicc, natural de Vtrn*.
idero.
03 Homero de Oliveira Ribeiro, filio de Domto-
gps de Oliveira Bibeiro, nalural de Sergpr,
dem.
64 Ignacio Ameriro de Miranda, flw de Ignado
Americo de Miranda, natural dr Pernambueo.
dem.
63 Irinrto de Lima Verde, lilho de D. Mara Vi-
cencia Lima Verde, natural do Cear. idero.
66 Jeronymo Camerino dos Santos, filho do capi-
too Ahpio Camerino dos Santos, natural de
- Pernambueo, Mem.
67 Joao Henrique Vieira da Silva, filh do- com-
mendador Luiz Vieira da Silva, natural do
Maranho, idem.
68 Joaquim de Azevedo de Carvalho Siqueira
Varejao, lilho do Dr. Joaquim Jos da I :rva-
Iho Siqueira Varejao, natural de Pernambueo,
dem.
69 Joaquim de S Cavalcante de Albuquerque.
filho do coronel Joao de S Ctvalcanle de Al-
buquerque, natural de Pernambueo, idem.
70 Joaquim Pedro Cavalcante de Albuquerque,
filho do Dr. Delfino Augusto Cavalcante de
Albuquerqne, natural de Pernambueo, idem
71 Joaquim Bedosino de Albuquerque, filho do
tenente coronel Pedro Francisco de Albuquer-
que, natural do Pernambueo, duro.
72 Jos Alves Villela. filho de Antonio Alves Vil-
lela, natural de Pernambueo, idem.
73 Jos Henriques Salles de Abren, lilho InJce
llenriques Salles de Abreu, natural de Per-
nambueo, idem.
74 Jos .Solano Carneiro da Cunha, filho do capi-
to Aristoles Carneiro da Cunha e Albuquer-
que, natural de Perjiamburo, idem.
73 Libanio Myltoi de Aguiar, ftllio de Eduardo
Augusto de Aguiar, natural de AlagAas, idem.
76 Manoel Pinto Brandan de Vasconcellos. lilho
do tenente-coronel Manoel Joaquim de Souza
Vasconcellos, natural do Cear, idem.
77 Marcelino Jos Lopes, filho de Marcelino Jos
Lopes, natural de Pernambueo. idem.
79 Ilayinundo Fornandes de Vasconcellos, filho
do coronel Amonio Fernandes de Vasconcel-
los, natural do Piauhv, idem.
79 Ricardo Pereira de Farias, filho de Bicardo
Pereira de Farias, natural de Pernambueo,
idem.
80 Themstocles Pompen de lbuquer pi- l'i
gueiredo, filho do Dr. Serapio Kiuebio. da
Assumpco, natural de Pernaiiibuco. idem.
81 Taciano Luiz de Meira Vasconcellos, filho do
Dr. Jos Loureng i .Meira de Vasconcellos, na-
tural da Parahyba. idem.
Inglez.
Alberto Vaz de Vasconcellos, filho de Antonio
Bernardo Vaz de Vasconcellos, natural de Per-
nambueo, approvado.
Al 'aro de Assis Osorio Mendes, lilho do Dr.
Simplicio de Souza Mendos, natural do Piauhv,
idem.
81 Antonio Epimacho Cavalcante de Albuquer-
que, filho de Joaquim Cavalcante de Albu-
querque, natural de Pernambueo. idem.
Antonio Martins da Silva Porto, filho de Jo-
s Marlins da Silva Porto, natural do P ira,
dem.
Antonio Pinheiro Lobo de Monezes, filho do
coronel Soio Tollo de Menezes, natural l
Cear. idom.
Arthur de Barros Falcao de Lcenla, lilho do
Dr. Eduardo do Barros Falca o d. l.acerda, na-
tural do Pernambueo, idem.
Francisco do Assis Borges da Fonceca. filho
do Dr. Antonio Borges da Fonceca, natural de
Pernambueo, idem.
89 Francisco Baptista Vieira, filho fio baro de
Aqniraz, natural do Cear, idem.
90 Francisco Manoel de Oliveira Buarque. filho
de Pedro Chrysologo deOliveia Buarque, na-
tural de .olagiias, idem.
Francisco Paulino de Alnieida lbuquer que,
filho de Francisco Antonio de Alnieida Altu-
querque, na toral da Paralnba, idem.
Francisco do Salles Bibeiro de Campos, filho
do tenente-coronel Felippe Bibeiro d Can-
- pos, natural do Cear, idom.
93 Franklin Washington Silva e Aimeida.filh i do
Dr. Arislides Cesar e Almcida, natural do Loa-
r, idem.
Gabriel Jos Barbosa e Silva, filho de los
Joaquim Barbos. e Silva, natural de Pernain-
buco. dem.
Henrique Maia Pereira Vinagre, filho de los
Antonio Pereira Vinagre, natural da Parahy-
ba, dem.
96 Heraclio Colombo de Cautaliee. filh i dfl Pettt
Venancio de Canlalice, nalural de Pernanibu-
co, dem.
97 Homero do Oliveira Ribeiro, filho de Domin-
gos de Oliveira Bibeiro, natural de Sergipo,
idem.
128 Francisco Manoel de Oiveira L
de Pedro Chrisoto*, de OtfHral
toral de 'lagoViW
129 Manoel Pinto Bnmdi de
do lenente-coronel Jajasjntai a |
celias, natural do Cear, iesa.
I !0 Pedro \ cenle Vaaa, Nstel
na, natural da Bah.a. idem.
Ce tnetrim.
Vntonio Pinli. im \*tbo de Mcsinus, Mm
oel Simeao Telles de Mesxsm, nmiinl s>
rot>.. '"uro vado.
Cear '"macho
132 Antn h).. de
ante Cjinkam,
Pernambueo, ulcm.
i ou,; no uin., vente. Mno Je IX Mana ?.-
cenca de lama, n.iiiral do ln, imm.
Joaqun Fernand.s < Carvalho. Um 4a
nente c-niuel Jote F rnaanlo t i j nH.
\l
142
143
144
82
83
83
cG
S-<
91
M
94
!i:
191
133 CaniiJumo Jos de OWk.
no Jos de Oh\draf
idem.
131 Felisb-rto Kksio Iteayra
mejor Uni Januan.
/Ulgikli, idew.
133 Fr.iirisco de L.siro Su Barret,.. M V r+f**
Ur Ausirirlmft de (jitro Sft Brralo, *wl >.
(lo riTiiaiiibucr, iikau
8 'r;,JC!H" MlUMM Ui' 9mfmt, M>
d! PWro Cbris.,!.*, de Otiveirj Bturaa*. h-
liiraf de Alagoas. ,*,.
13 Irineu de Una Verde. Ha Marta fi-
COncia di Ijmn ntritr! As* *~^m
138
nenio o
nalural da rVahyha,. dem.
I-I Luiz Antunio Pires de Carvallm
filho do Eftr. Jom Pires de Carvalh
qne. natnral da Babia idem
140 Manuel Jos Fernando Mam, lili* A-
Ignacio fernandes RirpM, nator.t -, Mr
Grande do 4We, idem.
141 Manuel PinSaTnran.lo dr Vaw-mr)4 fty.
do trn.-nl.--(Mrone| .,,.* J., ,, Imu
J Bseniicillun. natural do Oais i \c*.
Min-oiiiio r>.niclla- Cunara, liilm de MStrw
natural do Pernaniburo. ilem.
Pedro I,, fio Vellos,, lilho 4o Ir. fVdr.i Ui
Velloso, nalural da Baha, tana
Peora \ icens Vtamm, lilli do Iwran Je %*
na. natural lio llioior Mhmo de Meara, ufe. de Ifcw- M
fon-o Parata de M'.ura. natnral da lanta.
idom
146 Vinnie Kerrer de 4a*-(mrtfc^ Rarros Aran-
jo, filho de Manod lus V Va-irnislii Ara
jo, natural de Pernambic>, i km
ArMmtk
147-Antonio Pinheiro L.l,.i de Me-.eir., Mbn dr
Simeao Telk's de M ajesas, ntannl d (easn
ap.irovado.
14 Canlidanu J..M- de Oliveira Mbo de Jos Mar
celino de Oliveira, natural dr >tii*>. *rr
149 PWisberto EIM > ftraem M.nw. srQata *
matar Man el jjnuaro Dierra, n^aral *
Alagoas, idem.
I'0 Francisco >anod de ir- i Bi nmi, fJi
do Pedr. Ca finita Huarifnr. na-
toral de Alagoas, jilem
IM Francise-i de Salles ll.l.eir. d.- iin. AnV'
do teo.-nte-coronel Felipix: lUta-iri d> t:i
natnral do Cear, id.-ni.
lol Ildefonso Augusto Olivara Azevi
de Manoel lldefonvi de rjntanha Atfvrd, na-
tural do Bio Grande i oVm.
133 Joaquim Fernandes ik l m-alha. SIN d te
nenie-coronel lata Frrnandn de *^rvaaW
. natnral da Paral.; ia, taav
i'i'i L.oreii.o i InaaaaMHjn. Uta d-
raot io Josd Cantaaa do Ajanaiinai. ante
ral do Pcriiambiin. hbim.
loo Man-.i-l .11 Na-ciinenlo Vicia lii.uiiha.afla
dn tenente-coronel Antera Vii-ira da i nana
nalural de l ernaii,buc... n|.
136 Manuel Pinto Branda" I \ .nre*.. f.:.
'; 1'Oiente cor......I \l \ J : -,-,i de >zi
\asconc ||os, natnral 4 i. r, i lean
l.7 Pedro Leao VeHos. fllh lar. i'.-lr La>
\ -!l'so. n.iiM.il da I
t."8 P.- lio \ cenle \ i.inna. ilim la anana le Vao.
i, natural da Babia, id-ai
i9 Tii un, Air .n-. ,i m nr.i, iUb.> da Dr. 1kaa>-
AITon-o Pereira de Unir, natnral da tatas
dem.
.
160 Adalberto i rrea .
(ni i de Si. iialor.i I | .
Iiil Anli Dio Baptista de
outro. natural de Pern
Ifii Antonta Pires d; So
ral de Perna'iihne | '
161 Antonio da Triad I
outro, natnrald i P
1 1 Angas! i Im- y
\J
on**, satis
98 Joao Alilune.s de Araujo Pinheiro.. lilho do .Vn-
tonio Autunes da Silva, natural de Pernam-
bueo, dem.
99 Joao Candido de Moraes Rogo, filho de I >io
Candido de Moraes Bogo, natural do Mara-
nho, Mem.
100 Joao Henrique Vieira da Silva, lilho do com-
mendador Luiz Vieira da Silva, natural do
Maranho, idom.
'.01 Joaqun) Pedro Cavalcante de Amaquerqtie,
filho do Dr. Delfinio Augusto Cavalcante de
Albuquerque, nalural de Pernambueo. idem.
I0 Jo.iquim Bedosimo de Albuquerque, lilho do
tenente-coronel Pedro Francisco de Albuquer-
que, natural de Pernambueo. doro. -
103 Jos Antonio Saraiva Sobrinho, filho de Joa-
quim Augusto Saraiva, nalural da Baha,
idem.
104 Jos Bernardo Carneiio da Cunha, lilho do ca-
pitn Tertuliano Carneiro da Cunha. Idem.
105 Jos Solano Carneiro da C'.ioha, filho do ca-
pitn Aristteles Carneiro da Cunha o Albu-
querque, idom.
!' 6 Jos Bonifacio da ?ilva Cmara, filho de An-
tonio Rodrigues da Silva Sonta, natural do
Cear dem.
107 Jos Henrique de Salles Abren, filho de Jos
Henrique de Salles Abren, natural de Per-
nambueo, idem.
108 Manoel Camillo Ferreira Landiin, filho de los
Eduardo de Souza Landim, natural de Per-
nambueo, idem.
!C9 Manoel Jos Fernandas Barros, albo de Josa
Ignacio Fernandes Barros, natnral de Bio
Grande do Norte, idem.
110 Manoel do Nasrimento Vieira da Cunha, filho
de Antero Vieira da Cunha, natural de Per
namhuco, idem.
111 Manoel Pinto Branda de Vasconcellos, filho
do tenente-coronel Manoel Joaquim de Souza
Vasconcellos, natural do Cear, idem.
il Matheus Vaz de Oliveira. filho do MalhMUVa
de Oliveira. natural da Parahyba, idero.
113 Raymundo Fernandos do Vasconcellos. lillio
do coronel Antonio Fernandes de Vasconcel-
los, nalural do Piauhv, idem.
114 Vicente Ferrer de Vasconcellos Barros Arau-
jo, filho de Manoel Jos do Vasconcellos Arau-
jo, natural de Pernambueo. dem.
Plulosophia.
115 Antonio Pinheiro Lobo de Menezes, filho do
coronel Simeio Telles de Menezes, natural do
Cear, approvado.
FraiicisojLde Castro S Barreto. lilho do ca-
pito Aomtaehno de Castro Sa Barreto, natu-
ral de flnftmrabueo, idem.
JoviniaBajSvelino Pereira Duarte, filho de
Jos Avelino Pereira Dnarte, dem.
118 Pedro Vicente Vianna, lilho do barao de Van-
na, natural da Baha, itero.
119 Victorino Maia Pereira Vinagre, filho de Jas
Antonio Pereira Vinagre, natural da Parahy-
ba, idem.
Gcographia.
120 Antonio Firmino Dourado da Silva, filho do
Antonio Jos Dourado da Silva, natural de
Pernambueo, approvado.
Jos Henriques de Salios Abreu, filho de ou-
tro, natural de Pernambueo, idem.
Franklin Eugenio de Magalhaes Sevo, lilho
do teen:e-coronel Francisco de Miranda Leal
. Seve, natural de Pernambueo, dem.
153 Manoel Pinto Brando de V.^conccllos, filho
do tenente-coronel Mano A Joaquim de Souza
- Vasconcellos, natural do Cear dem.
154 Marcolino Dornellas Cmara, filho de outro,
natural de Pernambueo, dem.
Historia universal.
12o Antonio Epimacho Cavalcanli, filho do Joa-
quim Cavalcanti de Albuquerque, natural de
Pernambueo, approvado.
126 Jos Maria Correa das Noves, filho do Dr.
Lindotnho Correa das Nevcs, natural da Para-
hyba, dem.
127 Joaquim Fernandos de Carva'ho, filho dote-
nenie-coronel Jos Fernandos de
natural da Parahyba, idem.
lo*
nalnr.il .lo B>
16
117
121
122
'
Jos Tei\eiia d l'i
hia, Ideo.
'"'"' ': .-K'iliii.. Farnira d H nfao <*
Fran< ira de ],
de Pernambueo, idem
1**6 Carlos Alves Ar i
Arouxa, n.itural de I n
Francisco de Assis ; < \
;,|!'-!l I..... da -.
dem
168 Feltaue Sen ] ;,,,,, ,>.... .;.
naate eoruau lata P an
los. iatiir.il .1- p ,,;
lJ Firmino Ani mi i
An! n i J.- |) .iii
Pernea meo. |
17'- Francisco de Ci-i, .
pil a .'io.tr. lino i
de Pernambucn, i i m
171 Francisc. Pemba da i sal
Jos Ferreira da Ci.
Cl'iiide dn \ i
175 Ti:,. .
do tei m< e >r< n-l '
naiiii.d do Cena, i leoi.
17-1 Franklin Eugi-niodo
tncate-c t H Pra -onOa \m
Seve. natural d Pi i n uot.uco. io>m.'
7'i Pranklin Washing n s.l
do |)r. Aristid
do Paiiliy. idero.
175 Prnoctasn Perafrind Uvas tammn, Wk
Belannino Alvos Aioiu.i. '
buco, dem.
176 Joo Baptisla de Meil
nio Baptisla de M
Pernambueo. idem.
177 Jos Henrique V ira da Sita, nata da c
nel Luiz Veira da .>i>.., .aiurnl I. Mar.,
dem.
178 Jos Flix (arce1, lillio .1
Oes, nalural d>M
179 Jos Fraii.;i-e, ,| I
los Francisco de Farias Aahes, natanl
IVrnaiiibuco. i
Hl Jos Mareeliao da Bou e -ilv.i, MN I
ion o Jota da Silva, natnral -i
idom.
181 Undtdph i Hbsello Correa as aanaln, Gil.
Jlo Firmino Correa d Araujo. na'
Pernambueo, idem.
182 Luiz Antonio Pires de Cu
que, fllho di Dr. Jota t rralao Al-
buqneri|ue, natural da Babia, klein.
Mano. I Mara lavaras da Silva, lilao d.> !
Abilio Jos Tavares da Silva, natural do i
ra, idem,
rhonta Afcasna Moura. liltodo Dr. Thoata
Affonso Paraizo de Moura. natura: i
idem
Matrieiilar.ini-se na Paraiaade de Dir. i
gnintes alumnos :
i Antonio Pinheiro Lobo de Menezes.
2 Antonio Piros de S.
;i Adolpho Tacio Cie Lima.
4 Francisco Baptista Vieira.
o Joaquim Fernandos do Calvante. "
6 Luiz Antonio Pires de CarvaHio Altaiaaerana.
7 Manoel Jos Fernandes Barros.
8 Manoei Pinlo Brando de V -ene
9 Pedro Lean Velloso.
10 Pedro Vicente Vianna.
11 Vrenle Kerrer de Vac ncellos Barr-
la Victorino Maia Pereira
l'ecife, jode iniin de 1173
H
1S
A IRRISORIA VALKNTIA DO MK-
MXO PEPITO.
Ento meu Pepito, meii maeaqaiaaa da '
a rolo do teu mf o Baso Im qne le
de escudo ao nar.;: quebrando se i
project qae lo arrcmossaraia a cara,
cando na inao ds pobre Baso en i
deveriara ter ftcado na ina tatlnJitlra, nasa
ensinar a ser mais c mi-dida as anas aalavras.
. Olna, meu menino, loma um caselas de asaii
dixa-te dossaa^aJe;iUaain|fc.. liafna,
bem sabes qoetBaVJBjjsaHB o temav
quer dia podem r--o
Tu s um raxor#ttha asta,
de longe c "D" meio dos teas
homen
Carvn'ho, dr*_ ?illt
anhares as nadeps.



_----------------------------_
Diario de Pernamtyico Sexta fe;;a 23 de Malo de 1873.
>rauca digas a pessoa alguraa, qae ella tora
dcsfeitiada por quauto negro ha, pois o nnico que
pode ser des feitiado por negros es lii, que- lillas
ora tilles. Esse a quem to quizeste dirigir, nun-
ca oi desfeitiado por quem quer que seja ; sof-
Treu nicamente as cousequencas de haver es-
tampado cinco dedos na cara de um atrevid-
nho como til. Para li, porm, nao preciso lan-
o/ basta tuna puxadell.iMta de orellias para te
fazer coniecer o tea lugar e medir a di>tane'
que te sepa a das pessoa* que procuras neo'*- i
dar oom tous latidos. -ii'>-
O continuo r
< ----------- oilcn.
ronebites, perda d'
ca de ares nao cura o bror .* va.A mudan-
pur n o oloo puro uie^' ..ehites ou perda da vos,
de Lanman A h>- -cinal de figado de bacalho,
Rapelye, de M'1' >up, o curar. O Rvd. Heber
Ayres, p>' .waukee, presentemente em Buenos
ar tro,: ade foi com a esperanen de que o
Jf ..ico o curara d'uma dor de garganta ckro-
lKr a de que padeca j baria muitos anuos, escre-
|{/** ve o seguinte: -A mudanca nao me pmduzio bem
ulgum, porem aqi ma aprovoitei do uso ex> oleo
Je figado de bacalho, de Lanman & Kemp, e de-
p jis de o tomar pelo espaco do dous inexes, posso
assegurar-vos que me ache momor, mia'na voz
tao clara e forte como que me hei-de curar perfeilamerite. tiraras a
Providencia devo sem duvida alguma este resul-
tado a exeelleuio preparago de Lanman & Kcrap.
Outros leos Je ligados de bacal lian poderlo ser
effleates, porem ronsta-mo que este o na reali-
dad*, e isto em summo itrio, o msisso o recom-
uieudo como tal.-"O Reo N. \V. Simmonds, de
S. Lua, e o Reo. John Handford Jones, de Bangor,
jpnbliearara recentemeirte (sem para isso serem so-
licitados) seus testemimhos relativamente ao mes-
an particular. Evite se pois o mais possivel os
leos ordinarios de ligados de bacalho, porque
sao falsificados e para nada servem. Este especi-
fico puro conserva-se perfeito em todas as latitudes
e pode obter-sc em todas as principaes boticas c
lojas de drogas.
Agua de Florida de Lanman A
Meiup. Todas a* prepartfcoes rbiinicas envol-
veni em si imita.-Oes grosseiras de essencias de
flores extrahidjs de umita casta de ingrediente?
de una nattireza acre e revoltaiite; porem o re-
frigerante e deleilavel aroma que dimana do natu-
ral incens das verdadeiras llores da nattireza,
quando, por i*sim drzer, ainda n'um estado virgi-
nal de adolescencia sendo docemente embaladas
pela geutis brizas dos trpicos, jamis pode ser
simulada. Daqui provem e nasce toda a superio-
ridade deste admiravel e tao afamado perfume, a
concentrada csseneia de llores, eolhidas/por entre
os enramadosjardins da Florida, sobre lodosos de
mais perfumes existentes e finalmente dahi nasce
essa ipmHa tenacidafle eom que ella se apega
tudo guatoca, sem jamis variar on desmerecer.
Nao eouneteinos pou couza alguma oeste genero
que apenas de leve se possa aproximar ou com-
parar em delicadeza e persistente diuabilidade,
cxcep.ao dos extractos mais linos de I* ris; e no
entairto a agua Florida de boamente preferida
pelas Sras. de America Central e ilo Sul, Mxico e
Antilbas ate mesmo ao melner delles. e para mais
ajnda, o seu eusto segundo nos coosla, nao chega
exceder a metade d'aquelles outros. Como por
ahi existan mokas imitaedes coitlrafeitts e frau-
dulentas, bom sena haver o cuidado de se exami-
nar e ver .pie ns noines de Murray e Lanman
se aeUem transcriptos per sobre cada envoltorio e
letrero, e os mesuios arhar-sc bao igualmente im-
butidos no vidro das propiias garrafas, claro pois
est que na ausencia dos sobreditoa Domes, todas
as mais imitaroes sao falsas.
1 a Pereira t C.
Tasso Irtno 4 C. Dito de vid1'
Ditodo ac t eaixa a Otto a
Pie o 2 barris a Gjp- ."p- r,
nlio U72 granel*- -.Ivs Beltro A Filho. Fl-
fardos a Keller ao consignatario. Panol 7
fardos aSilv iC,l caixas a Aramo 4 C, 7
phoros 8 .. Parta, 10 a Prente V. C. Phos-
Pare caixas a D. T. Bastos, 10 a Corga, SO a
r! ..(e V. & C, Ha Parias 4 Irn&o. Perfuma-
.. 6 caixa- a J. Araujo 4 C Pi'.rtenta 3J saceos
a Silva-Fari. >K
Realejo 1 a Oito liohers.
Tintas 3 caixas a Oitn Uobers.
Vi Ira 7 caixas a TU. Cniisiiausen, i> a Wild%4
C, lia OltoIlohcrs, 10 a CosU 4 Soares. Vellas
Mea linas ."lo c.ixas a J. J. Canta, 304 ordem, -i'i *
i. Azevedo.
GE-
RSOEbEDORIA DB RENDAS INTERNAS
RAE* DE PERNAMRUCO
Rendimento do dia I a 40. 37:l3iJM
dem do dia lt. v 92i407i
38:0o6,933
CONSUI^D PROVINCIAL
Havre, barea franeexa GuUhernu Tcl!, cnsig-
ignado a Tisset Frres, manifeslou :
Agua mineral 30 ixas ao consignatario.
Calcado 3 caixas a S. Castro 4 AlmeiHa, 1 a J.
Araujo & C, 2 a P. da Mello 4 C. Coure l caixa
a P. da -Cuerna 4 Jvmao, 1 a P. de M(* 4 C. Car-
tas de jugar 4 caixas a S. Castro 4 Almcida.
Crystal 1 r-arxaa Gonclves Fontes. Chales i a
M. A'evedo 4 C- Champania li caixas a Th.
ChrtaMse. Campainhas 1 barrica a Prente V.
& C. r.liap_t caixa a P de Mello & C.
Espelhos I cixa a J. Araujo 4 C.
Instrumento de msica I a H. obert.
Licor 23 caixas a Th. Christianse.
Mercaduras caixas a J. Araujo 4 C., a IJ.
R. &|C. Miudczas 1 caixa a Prente V. *
Machina 2 a Araujo 4 C, Movis 1
mo. Msicas I caixa a II. cAert.
1opftnnarias 4 caixas a v Castro 4 Almeid
Porcelana 2 ditos a J. Araujo 4 C. Papel 3
km a Sodr da Motta, 1 a P. de Mello 4 C.
Quinqttilbaras 22 volumes a Araujo 4 C, 1
Castro A Almeida.
Siglas 1 caixa a D. J. Ferrcira.
Tecido 3 caixas a Carneiro 4 Nogueira, 2
fie Melh 4 C. ....
Vidrw 8 caixas a M. Halliday, 1 a Araujo C.
Vinbo 2 caixas e 8 barris a Th. Cristianse, 3 a
Saner 4 Filho, 30 a Lima & Res. 100 caixas a
Fernandos da Costa.
Ville de Bu-
C, manifes-
C.
ao mes-
cai'
aS.
aP.
Rcndimmto do da tal),
dem do dia 21. -.
K.ttfK DltAINAGE.
RenAmeatA .1^ di* I a i). .
dem de di* 1......-
HG:44.iitl4
l:2W7l)
II7.71U8..7
2:fi"i7K,.ll
1.531 *8tt)
.:ttli7.14
importacao e vend le meretedetias estrangeiras e. engenho Tres Bracos avahadas em 2:500| ao-
que extiguwseem 3i de dttembro do anno pro- nuaes, sendo aarrematacao por tres annos, a re-
ximo paasadas cuja sociqdade se compe dos socios qaerimento dos consenhores e o Dr. curador ge-
responsavois loaqrim Ferreira Mendes Gumaracs, ral de orphaos. O engento dista daquella villa i
^ ..___I. I ..;_ J /\l; i-n! f\ 4 ioi'A>li\ n I.i.,'i 4ntAnn
^mmnm,
PIUCA DO RECIFE 21 DE MAJO
DE 1873.
AS 3 1/2 IIOIUS D\ TARUE.
CotacScs olllcinus.
Algodio -de Macelo 1' surte lOffQO por 13 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 d. e 5 0|0
Dito-de dito R. 8^70 por 13 kilos posto a bordo
a frete de 7|8 d. e 5 0|0
Coaros salgados seceos 66ii rs. o kilo, hon'ein.
Cambio sobre Londres a 90 dv. 23 Ii2 il. por
UOtiO. hontem.
Dito sobre dito a 8 d[v. 23 1|8 d, por I000,
jywtem.
Ditosobre dito a 90 div. 23 l|l i. por U, do
base, note.
Cambio sobre Rara vista 332 rs. o franco, do
banco, hontem.
Cambio sobre o R o de Janeiro a 13 djv. l2 o0
de descont, hontem.
! 4H .i 8 d|v. ao par, boje.
i..> al Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
tal!
:diii) do Jia
ALFANPBGA
do dia I ai. .
C13:090593o
-19(909*817
0)3:0)05702
Desearregam hoje 13 de inaio de 1873
Barca (nODeULGuiuiHU Tell -diversos gen tos
pira alfandega.
Vapor francez Ville il>' Bnliia mercad -iras para
alfandega.
Barca inglezanuiliermercaduras para alfan-
dega.
tapor nacional Cmzeio do Sul (esperado) g-
neros nacionaes para n trapiche da cem-
panbia.
Vapor nacional Mrquez de Caxiai gneros
na:ionaes para o trapiche da companlua.
Vapor nacionalIpoiucagneros nacionaes para
Q trapiche da companhta pernamhucana.
Brigue anacoEsiaertild i varios gneros para o
trapiche Coneeic.to, para despachar.
Palbabole aokericauo uarriete BreweUrnxio
gneros para o trapiche Oinceico, para
despachar.
Lugar nglez Resoluto farhiha j despachada
para o caes do Apollo,
Brigue austracoAjh-uio farinha }-despachada
para o caes do Ano lo.
Brgne dinamarqus -ar$ farinha j despacha-
da para o caes do Apollo.
Patacho americanoLiotvud Mejtu farinha ja
despachada para o 3 ponto.
Patacho hollandez Lx Crele farinha j des-
pachada para o >" pontos.
iaipurtaco.
Hamburgo, brigue sueco Btmeratn consignado
a D. A. Matlieus, manifestou :
Amostra I votme a S. Neves, 2 ordem, 2 a
Prente V. 4 C Alpista 10 barricas a Carvalho
Moraes, 10 a J. Santos Jnior^ 20 a I. II. Palme!-
ra. Acatrao 40 barris e il) meios ditos a Gon-
jalves Bellro 4 Filho.
Duioes para tinta 4 barricas a Ferreira Maia &
C. Barbante 1 caixa a P. Simoes 4 C, 2 a P-
rente V. ic il Batatas de dalias, 1 caixa a J. F.
Santos Jnior.
Cemento lu) barris a Carvalho Moraes. Cerve-
ja 73 barris a Prisco Barbosa, 23 a J. J. Azevodo,
30 a Monhard 4 C. Conserva 3 caixas a P. San-
to Jtnor. Chapeos 2 earxas a Monhard 4 C.
Carta de Jogar 4 a Prente V. 4 C. Coaro 2 cai-
xas a os mesmos, t a '.. Moraes. Candieiros 3
caixas a M. Jieves. Carvao 2 toneladas ao con-
siguatario.
Drogas 2 caixas a Silva Farias.
Espoletas 1 caixa a Vaz J. C, 1 a Monluard
& C, 2 a Otto Bohers. Espingardas l ordem.
Espelhos 1 lito ?. Dttarte 4 frmao. Envel ipes 1
mbrulho a Pereira 4 C.
Feno 30 fardes ordem Fazenda de ajgodo
t caixas a Parate V 4 C., 3 a Keer 4 C. Fer-
ragem 4 caixas a D. F. Bastos, 1 a S. P. Jobnston.
Fogo artificial 6 caixas a P. da C. 4 lrmo,! a F. A.
Paebeco. Farinha do trigo 50 barricas a Ferreira
Carvalho.
Genebra 80 caixa a F. dos Santos Jnior, 800
rasqueiras, 100 caixas, 90 barris ao consignata-
rio. Garrafoes vazios 47> ao consignatario.
lmpresses 1 caixa a Ferreira Maia & C, 1 a F.
31. Silva. Instrumento eirurgjco 1 caixa a Ferrei-
ra Maia 4 c.
Lona 2 fardos a Otto Bo ers.
Muiudezas I eaixa a Silva Gumarcs, 2 a Fa-
rias 4 Iwuilo, 4 a I. S. Araujo 4 C, 1 i -Ramos
Peisoto A C, ij 3. Prente V. 4 C, 1 a Monhard &
C, 5 a Otto Bohers. Movis 2 eaixa* a JuSo Ra-
-aws, i A. 4 Iforeira, 2 a P. Vianna 4 C 16 a
J" *arf. 4 a Pachsco t- Azevedo, 14.a Tas-
-*; 2iSilva Paria. Karnaora 4Has a
na, Meias 2 .caixas 1^*.
J^.A 9,i. Ferreira 4
Omeetos de lytnograplna 4 caix... Ponsesler
C OBjVctoa de madeira caixas a ~-t4
i a Otto Bohers 4 C. 4 a U...
Soares. i a ?:Iva Gimarac% i a Silva Nev, 1 a.
Havre por Lisboa, vapor Irancez
kia, consignado .1 A F. Ol veira 4
tou :
Lisboa.
Azeitonas 3 caixas a Costa & Ferreira.
Batatas SO meias caixas a D. C. Ferreira, luu
meias a Lima 4 Silva, 20u meias a Habello 4 C,
50 meias a Barros J. & C, 240 meias a GueUes
Araujo, 30 a Beltro 4 Eilho.
Ceblas 30 caixas a Barros J. 4 C, 2!) a Guedes
Araujo. .
Farello ICO saceos a A. Morera, 1,000 a or-
den.
Retrox l caixa a V. 4 Leal.
Sardinhas 30 caixas a Beltrao A Filho.
Vinho 4 pipas e 2. quintos a Rabello 4 C, 7 di-
tos e 13 ditos a C. Amonio 4 C, 50 quintos a
Olvera Filho, l dito a Siqueira.
Havre. .
Amostra 1 volume a Monhard 4 C, 1 a. L. oc
Nogueira, 1 a Lemos 4 Guerenenu, i a Adriano
A Castro, 1 a Cramcr. Anuas 1 caixa a Prente
V. 4 C. Agulha 1 caixa a M. Halliday.
Bonecas 1 caixa a Aranjo 4 C.
Calcado 9 caixas a J. A. Araujo 4 C, 1 a Bor-
ne!, 12 a l.vra 4 Vianna, 3 a Burle 4 C, I a Mon-
des Lobo 4 C, I a J. Azevedo, 1 a S4 Leitao 4
Coimbra. Couro 1 caixa a J. P, Neves, l a tt.
Robert, 1 a Halliday. Cartas de jogar 9 a J. Al-
enla. Cntilaria 1 caixa a C Nogueira.
Drogas 1 caixas a liartholomeu 4 C, 9 a or-
dem.
Essencial caixa ordem. Espelho 1 caixa a
Araujo 4 C.
Harmnico 2 a C. 4 Manta.
Manteiga tS barris c 30 meios ditos a C Mar
lina, 30 ditos e 3o meios a J. J. Costa. Mercado-
rias 1 caixa' ordem, laLcnden, 1 a Prente V.
k C., 3 a S. Castro A Almeila, 1 a Fara 4 L, 1
a Adour, 1 a C. .Moraes, l a Chrstiansen, 1 a
Araujo a C, I a C. Freias.
Piano 1 a C. 4 Frcitas. Papel i caixa a Arau-
jo 4 C, 1 crdem, 1 a Lenden. Perfumara i
Otto Bohers.
Tecido 2 caixas a liemos 4 Guereneau, 7 a \ az
J. 4 C, 2 a Siqueira, la J. F Lopes, 1 a A. L.
Vasconeellos, l a B. Oliveira 4 '-., 2 a Atenorado
V. 4C ,4 a Monhard 4 C, 7 a Rabo Schmeteau
4 C, 10 a Keller & C, 4 a C. i Nogueira, 6 a
Cramer Frev, I Ferreira Matheus, 1 a Pinto Cas-
cao. I a Adriano 4 Castro, 1 a Silva & Cardozo.
Babia e portes intermedios, vapor nacional Du-
que de Cosas, manifestou .'
Agodao 1,922 saccas a diversos. _
i harutos 4 caixas a Bourgard 4 C, 7 a D. A.
Maiheus.
Ferragem 5 barricas ordem.
Objectos de Barro 33 volumes a M. S. .No-
gueira.
MOVIMENTO 00 <*0BTD
...
Navios entrados no dia ti.
Granja e portos intermedios8 das, vapor
brasileiro Ipojuca, de 360toneladas coin-
mandante Moura, equipagom 30, carga
VilTerentes gneros; a corapanhia Per-
nambucana.
Bahia e portos iutermodios 5 das, vapor
nacional Mrquez deCaxiat, de 4>71 to-
neladas, commandante Santos, tjuipagein
23, carga algodo e outros generes; a
Antonio L. de 0. Azevedo de C.
Havre por Lisboa17 das, vapor irancez
Ville de Bahia, de 817 toneladas, com
mandante Robert, equipageta 39, carga
mercadorias; a Augusto F. de Olivei-
ra & C.
Rio Grande do Sul32 das, patacho na-
cional Henifica, de 217 toneladas, cap i tao
Manuel Vieira das Neves, equipagein 10,
carga 10,200 arrobas de carne; a Baltar
Oliveira d C.
Bahia 6 dias, patacho portuguez Cysnedo
Vouga, de 16o toneladas, capUao Carlos
Jos dos Santos ; equipagein 10, carga
13,193 arrobas decante; a Manoel da
Silva Maia & C.
Hamburgo+1 dias, brigue sueco Esmeral-
da, do 210 toneladas, capitoC. R. Terns-
ton, equipagem 10, carga varos gneros;
a Domingos Alves Matheus.
Havre48 dias, barca frariceza Guillaume
Tell, de 396 toneladas, capitao Lemaistre,
equipagem 15, carga varios gneros; a
Tisset Freres.
Navios saltillos no mesmo dia.
LisboaBrigue portuguez lklla Figueren-
se, capito Antonio B. Valente, carga as
sucar e outros gneros.
Rio da PrataBrigue liespanbol Recarso II,
capito G. Argunon, carga assucare agur-
dente.
MarselhaSumaca hespanbola Eulalia, ca-
pitao Francisco .Millet, carga assucar.
Rio da PrataPatacho inglez Slyboots, ca-
pito C. Siiiikens, carga assucar e agur-
dente.
Navios entrados no dia 22.
Rio de Janeiro e Babia -6 1/2 dias, vapor
brasileiro Cruzeiro do Sul, de 1,11 I-to-
neladas, commandante 1." tenenteGui-
lherme Waddengton, equipagem 60, carga
dillerentes gneros; a Pereira Vianna & C.
Liverpool44 dias, barca franceza Seker
Star, do 287 toneladas, capito F. Hen-
ry, equipagem 10, carga carvo ; or-
dem. i
Nucios sahid 'S no mesmo dia.
Rio Grande do SulBrigue-escuna nacio-
nal Cijsiv, capito Jos Monteiro de Al-
meida, carga assucar e agurdenle.
Rio Grande do
Thorbecke, cap
s^icar c agurdente.
BlticoBarca ingleza Mtirmora,
Granja, vapor nacional pahua manifestou :
Algodo i'.i saccas a Crom Neeson, 48 a P. Car-
neiro 4 C., 31 a Bolim, 170 ordem.
Caf ;. lado i" saccas ordem. Cecante o cai-
xas a Barros J. 4 C. Conros 62 a S. LeitSo 4
C, 106 J. B. Oliveira, 93 a Femandes & C, 96 a
C. Neeson. Corrente 36 bracas a J. A. A. Cabo
do linho 1 roda a S. Neve>.
Enxadas 1 barrica a Vianna 4 Guimaraes. Es-
leirs 92 rolos ordem.
Gomma 2 saceos a J. S. Silva, 43 a JoSo Ra-
mos.
Peas de ema 1 caixa ordem.
Sardinha 10 caixas a J. de Barros Filho & C
Vella de carnauba 1 caixa a J. S. Souza.
Rio Grande do Sul, patacho brasileiro Bem/ica,
consignado a Baltar Oliveira 4 C, manifestou :
Couro 60.
Graxaem bexiga 3,346 k.
Xanme 131,472 k. aos consignatarios.
Babia patacho portuguez Cysiu; consignadla
Beltro 4 Filho, manifestou :
Graxa 1,313 k.
Sebos 41 barricas.
Xarque 193,792 kilos aos consignatarios.
)E-iPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 20 DK
MAIO DE 1873.
Para os ortos do exterior
Na barca aMema Eslida, para Liverpool,
earregaram: G. Neescn 4 C. 460 saccas com
34,3'JO kilos de algotlao.
Na barca rus-a Frederica, para o Bltico,
earregaram : G. Xeesen 4 C. 3iX) saeeai com
31,494 kilos de algodio.
No brigue nglez Jtie Goodyear, para Liver-
pool, earregaram ; S. Brothers 4 C. 300 saccas
com 22,382 kilos de algodo.
No brigue inglez Principe, para o Canal,
earregaram : R. Schmmettaa < C. 500 saceos
com 37,300 kilos de assucar mascavado.
No vapor francez Pi'We Rso de Janeiro, para
o Havre, earregaram : D. Flaak 1 barrica com
30 kilos de caf e i caixa cora fumo e charutos ;
Robert Miijol I barril com 120 kilos de doce ; L.
G. da Silva Pinto I dita com 22 ditos de dito.
Na galera portugueza Nova Fmia, para o
Porto, earregaram Oliveira Filhos 4 C. 69 cou-
ros espichados com 483 kilos.
i'ara os portos do intettor.
Para Maranhao, no vapor brasileiro Cruzeiro
do Sul, carregou : k J. S. Guimaraes 30 barricas
com 3,36b' kilos de assucar branco.
Para o Ro de Janeiro, no brigue portuguez
Cntete, earregaram : P. Vianna 4 G. 500 saceos
com 37,30-J kilos de assucar branco ; F. R. Pinto
Guimaraes 330 ditos eom 39,730 ditos de Sito.
Para o Ro Grande do Norte, na barcaca Joao
Valle, earregaram : Fernandos & Irmio 4 saceos
com 300 kilos de assucar branco.
Para Macei, na barcaca Hortencia, earre-
garam : Femandes & lrmo 2 barricas com lt2
kilos de assucar branco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Heudimento do dia 1 a 20 10:543*748
dem do dia 21...... 229*470
Francisco Lui de Oliveira Azevedo e Jos Antonio
Pinto Serorfio e de mais dous commanditarios,
coni|Kjtindo o uso da firma social a qualipicr dos
ditos re e saques ao socio Mondes, e na sua falta a Sero-
, e na fwtta deste a Azevedo.
Distra'.ode Manuel Hibeiro de Carvalho 'o Joao
Bapri |4m4e ew 16 de levereiro de l8ti!l fui regislrado
no I" de w:ir>;o lio mesmo tuno, retiraiulu-se o so-
o Carvallii com 0 restuite -l seu capital em
kttais a veiicercm se em dill'ereuie- poca, livreo
ilussaintnf ir uln de rompromisfos da praca.e ftean-
do adargo do socio Peixotu lu > o activo u passi-
vo social.
(jontrato celebrado em 2 de Janeiro do corrente
anno, por Francisco Gabriel das (higas e Castro
& Soares, aquelle brasileiro e estes portuguezes,
todos domiciliados nesta pra.a, sendo o objecio so-
cial o ciiinmercio de fundera com o capital de
4:863*030, sendo 300* em dinheiro e 1:594*980
m mercadorias' fornecido pelo socio Cbagas, 700
em dinheiroe 2:268*070 em mercadorias forneci-
do pelos socios Castro 4 Soares, competindo a to-
dos os socios o uso da lirma social, durando a so-
ciedade por tem >o de tres annos, que termnarao
em jan -iro de 1876, sob a lirma de Chacas 4 C.
dem de Antonio Vasco de Algonez Cabral e Jos
Pereira de Carvalho, acuelle brasileiro e este por
tuguez, domiciliados nesta cidade, sob a firma de
Algonez di Carvalho, sendo o lim social a compra e
renda de molhados no estabelecimento da pa de
Pedro Afonso n. 9. com o capital de 12:000^000,
sendo forneeidos 10:000* pelo socio Algonez, e
2:0i0* por Carvalho, competindo a ambos o uso
da firma social, e durando a socedade por tempo
de tres annos.
dem da firma Pereira da Silva 4 Guimaraes,
Lxomposla de Flix Pereira da Silva e Jos Joaquim
Alfonso Guimaraes, portuguezes, domiciliados nes-
ta praja, estabelecendo-se que o lira social sera
aci-mpra e venda de mercaderas nacionaes e es-
trangeiras no estabelecimento que constituiram na
loja n. 60 da ra da Imperatriz desta cidade do
Recife, com o capital de 61,4G6*782, perteHcendo
ao socio Silva 57:338*643 em fazendas, armacao,
dividas activas, bens do raz e es ravos, e.......
4:108*139 ao socio Guimaraes, saldo que se veri-
ticou pertencer-lbe no bataneo de 31 de dezembro
prximo passado : a ambos os socios compete o
uso da firma social, durando ella por
nutro annos, que se Bnalisaro em 3
bro de 18/6.
Em 7 de abril.
Contrato social entre Pedro Bruno
rancez, e Joao Ferreira dos Santos,
sendo o fin social o commercio no hotel sito
Passagein da Magdalena n. 29, pertencente ao
associado, sendo obrigado o 2 a permanecer em
dito esta beleci Tiento como empregado do Io por
tempo de seis annos, tendo a quarta parte dos lu-
cros e mais 305 ineusaes pelos sous servicos ; li-
cando estatuido que o 1* associado e responsavel
ter direto ao joro de 8 0/0 das quantias que for
foruecendo e excederem de 4:000*.
Distrato social celebrado em 6 de marco ultimo
por Jo* Targino Gonclves Fialho, D. Maria Rosa
de Mello e Joao Pereira da Sdvfcira, que se ha-
viain associado na pharmacia popular -ita ra
da Imperatriz ns. 69 e 71, euja socedade gyrou
sob a firma deC. Cato \ i'.., retirando-se o ultimo
associado pago e satisfeto, e livre de qualquer res-
ponsabilidade, continuando porm dita socedade
com a firma ltimamente adoptada de G. Fialho 4
Companha.
Secretara do .tribunal do coinmercio de Per-
nambuco 10 de inaio de 1873.
O o'fieial-maior interino
Iiinoceucio Antunes de Farias Torres.
leguas, 6 bastante grande e bem montado, com
boa casa de vi venda e bons commodos e por isso
conveniente a quem vive da agricultura. Os pre-
tendentes dever.to apresenla"cin-sc habilitados
com feus fiadores livres e.desembaracidos pata
garantir a arremataefio pelos 3 annos, seii n mn
no poderao offeroear lance algtun em jnizo
Praca.
croula da
PaU-
.1.
SulPatacho hollandez
o P. Woltiers, carga as-
G. Yule, carga algodo
Montreal Barca ingleza Yirk-iood,
James Forbes, carga assucar.
capito
capito
ECfTAES,
Edita!- n. 128.
Pela nspect ira da alfandega so Cu publico que
s 11 horas do dia 2J do corrente, se hao de ar-
rematar, livres de direitos, porta desta repart-
pao, as mercadorias abaixo declaradas :
Ajuman n 4.
3 podras de marmore para consol, uuebra-
das, avahadas por 40*, que fuziam parte do con-
tedo da caixa marca G M triauculo, n. 350, via-
da de Hamburgo no navio hollandez ioraM e
abandonada aos direitos |ior Cunha & Manta.
Alfandega de Pernambuco, 20 de maio de
1873.
O inspector,
Fahio A. de Carvalho Res.
0
VOLUMES SAKIDOS
No dia I a 21......
Pnmeira porta no dia 2J. .
Segunda porta .....
rerceira porta.....
rrapicho Conceiejio .
SERVIO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia i a 20. .
Ditas ditas no dia 21.....
Vavios atracados no trap. da alf&nduga
Alvarengas........
Ne .trapiche Conceico.....
J0:773*2I8
30,712
233
53
39
376
3L4T3
47
I
I
Dr. Sebastio do Rogo Barros de Lacer-
da, juiz de liroito especial do coinmer-
cio da cidade do Rocife de Pernambuco,
por Sua Magostado Imperial, que Dus-
guarde, etc.
Faco saber pele presente que no dia 23 de
maio do carrente anno, se liar de arrematar por
venda quem mais der, em praca publica deste
juizo, depois da respectiva audiencia, metade do
sobrado de dous andaros da ra da Imperatriz n.
65, tendo tres andares pela parla de detraz, com
32 e meto palmos de largo e no vio 62 de com-
primen to, com 2 salas e \ qnartos em cada anlar,
tendo no primeiro costaba lora ou lempo, em to-
da a largura do predio, cacimba propria, quintal
murado com 96 palmos de comprimento, 33 de
largo com um portao que deita para o terreno em
seguimento, o qual tem 620 palmos de compri-
mento, 33 de largo e- 43 no tim, tendo trm muro
com portao que deita para o caes de Capibaribe, o
a vista do estado em que se acha, foi avahado todo
o predio em 26:O00, setiijo uor 13:000* a metade
que vai a praca por exccu'.'ao de Jos Gonclves
da Cruz contra Francisco Rodrigo dos Santos,
quem perlence a dita metade do sobrado, e na
falta de licitantes a ariemataco ser feta pelo
preco da adjudicaco com o abatmento da lei.
para que cheguc a noticia de todos, mandei
passar a presente, que sera afilxada nos lugares
do costume e publicada pelos jornaes.
Dada e passada nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 29 de abril de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivo o escrevi.
Seb ututo d) Reijo Barros de Lcenla
O Dr. Joao Augusto do Reg Barros, juiz substi-
tuto de orphes supplente em exerciiio em vir-
tude da lei.
Faco saber que a audiencia do dia 23 do cor-
rente do meu juizo nao ter lugar s 11 horas do
dia, e sim s 10 horas e meta do referido dia 23
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 21 de
maio de 1873
E eu Hypoiito Silva, escrivo, escrevi
Dr. Joao Augusto.
litLARACOES.
TRIBUNAL DO COMMERGIO DE PER-
NAMBUCO:
Pela secretaria do meretissimo tribunal do cra-
me rcio de Pemambuctrte faz publico que se acham
em as datas adiante mencionadas e de contormida-
de com o diiposto no decreto n. 4394, registrados
os contratos e distratos soeiaes que se seguem.
Em 29 de marco ultimo.
Diitrato sd4al de Francisco Nunes da Silva e
Julio da Costa Hibeiro, havendo este dado a aquel-
lo plena quita cao da quantia de 1:813*874 com
que estava debitado no bataneo social, ficando a
cargo de Nunes da Silva a recepeo das dividas
activas da ex ti neta socedade.
En 31 do sobredito mez.
Contrato de Mndes, .Azevedo 4 C, prorogando
60' por mais dous anoos-c cejtrato que traham para
lempo de
de dezem-
Saupquet,
brasileiro,

1*
Polo juizo 'le orphaos de-te termo, escrixao Bnlte,
val a praca por tempo de 3 anuos", na andigue-',
do dia 23 do corrente mez, por arrendara''Tito, o
sitioAlto-no lugar da Boa-viagen, fregnezia
dos Affogados, servindi de base i nestna arre-
matacao a quantia de oito^entos mil ris, silio de
grandes prwporcoes, com casa de vivenda, terre-
no de plantaco, ereaeio n natas, caliendo ao
rendoiro o dreito de reecber a renda anAua ip^e
pagam os diversos moradores dn mesmo silio,
cumprindo aos pretendeutes examinaren o as-
cripto em poder do porteiro dos auditorios, onde
se acha afflxado o edital respectivo.
Recife, 18 de maio de 1873._________________
No dia sexta-mira 23 do corrente mez vio
pra?a de vend, linda a audiencia do Dr. juiz de
orphos, o dominio e nosse de dous terrenos em
Beberibe. e a posse com alicerces de um terreno
na travessa do Irindade, na fregueza de S. Jos,
o que tudo consta do escrpto em mao do porteiro
das audiencias.______________________________
Capitana do porto.
Para cumprir o que Ihe fra ordenado por a sn
do secretario de estado dos negocias da marmita
de 24 de abril ultimo, determina esta repartirn a
todos os senhores cominandantes e proprietarios
dos navios mercantes nacionaes que tenham fra
da bo da os mimes dos ditos navios em caracteres
bem legiveis, como se acha estabelecido e geral-
mente adoptado na navegacao externa dos portos,
visto as im convir as relaeoes commerciaes, e to
sorvico da t-olicia e soccorros no litoral, c alto
mar ;' o ((ue qnanto antes devem p<*>r em exc-
CUCiiO.
Capitana do porto de Pernambuco 10 de maio
de 1873.
O capitao do porto interino
Decio de Aquuo Fonceca
D. Maria.
J5
Sr. Braga.
Sao>< sil
' IViMai*.
Anl<>iiW>.
II FiU.*Ui.
E-nrr:.llili:i K
Si. Lwa.
t Autmst".
Virentr-
Paiva.
dos-
Porto,
Por esta secretaria se manda publicar para
conhecimento de todos e alim de queninzuem
possa allegar ignorancia, os seguinles artigos do
cdigo criminal com referencia ao crimo de
Uso de armas defezas (I).
Ait. 297. Usar de armas oflensivas que forem
prohibidasPenas de prisao por quinzea sessenta
das, alni de nerda das armas (2).
Art. 298. Nao ncorrerao as penas do artigo an-
tecedente :
I.0 Os oilkiaes de justica andando em dili-
gencia.
>; 2.* Os militares de primeira e segunda linlia
e ordenancas, andando em diligencia ou exercicio,
na forma de seus regulamentos.
3* Os que obliverem lioenca dos juzes de
paz (3):
Art. 299. As cmaras munioioaes declararan
em edlaes quaes sejam as armas oif usivas, cujo
uso poderao permittir, e bem assim quaes as ar-
mas ofTensivas que ser licito trazer e usar sem
lieenea aos oceupados em trabalhos para pie
ellas forem necessarias.
(1) Devem soradmdtidas a despacho as alfan-
degas, visto que pelas disposieoes deste cdigo e
da lei de 26 de mimbro do 1831, a ninguem ve-
dado ter armas em casa, e de todas se pode usar
em publico, nos. casos especificados no art. 298
subsecuente e art. 3." da citada lei. Portara de
II de Janeiro de 1837.
(2) Vede o art. 3.' da lei de 26 de outubro de
1831.
(3) t A jurisdiccao poliejsl e criminal dos juizes
de paz lica limitada a que Ibes conferida pelos
4., 5.-, 6., 7., 9. e li.do art. o." da lei de 13
de outubro de 1827. Art 91 da lei de 3 de de-
zembro de 1841, e art. 63 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro de 1812.
As atlribuicoes eriramaes e policiaes que ac-
tualmente pertencem aos juizes de paz, e que por
esta lei nao forem especialmente devolvidas s
autoridades que cria, ficam pertencendo aos dele-
gados e subdelegados. Citada lei de 3 de de-
zembro de lSil, art. 6..
Tambem compete aos juizes municipaes as at-
tribu eOes crminaes e policiaes quo pertenciam
aos juizes de paz. Art. 17 2.* da mesma le..
D'estas disposieoes se collige a quem pertence
hoje o conceder licencas para o uso do armas de-
fezas, sendo esta attriimcao policial, e nao a ten-
do a lei da reforma devolvida especialmenje au-
toridade alguma.
Secretaria ds pjlicia de Pernambuco, 21 de
maio de 1873.
Pelo secretario,
_______Francisco Gerahl. da Silva Barroso
Por esta reparticao so faz sciente, que lica
de neahum etTeito o cilla! publicado em data de
18 do corrente, quanto a nao se conservaren)
abortos depois de oito horas da noite os estabele-
cimentos commerciaes.
Secretaria de polica de Pernambuco, 21 de
maio de 1873.
Pelo secretario,
Francisco Geraldo da Silva Banvso.
Faco saber aue em meu cartoro existe urna
etra de cambio da quantia de 2120 franco?, ac-
da em Paris, a lo dias de vista, por Opigoz Gage-
lin & Filho, ordem d-5 A. Costraigein que a en-
dosaba ao portador 0. London Brasilian Banck,
Limitel. contra Jos P nto de Lemos. K sendo
descoohecida a rssideneia do sacado Jos Pinto
de Lemos, pelo presente o notifico para aceitada
ou dar a razio por que o nao faz; ficando desde
j intimado do respectivo protesto se a nao aceitar.
Recife, 21 de maio de 1873.
O escrivo dos protestos
Antonio Jos Alves de Brito.
JUIZO SUBSTITUTO DOS FEITOS DA FA-
ZENDA
Escrivo Torres Bandeira.
- No dia 30 do corrente, depois da respectiva au-
diencia, s 11 horas da nianha, irlo em praca, por
venda, os seguintes predios :
A casa n. 59 ra de Santa Rita, cora 31 pal-
mos de frente, 68 ditos de fundo, 2 salas, 5 quar-
tos, coziuha fra, quintal murado, cacimba e um
tclheiro que serve de cocheira, situada em solo
proprio, avahada em 1:000*, pertencente a Rosa
Mara da Conceico e outros.
dem sem ni mero, sita no lugar da Porta d'A-
gua, com frente para o poente, na qual tem 2 ja-
nellas e 1 porta, 4 ditas do lado do nascente, ou-
tras 4 do.lado do sul, corrida de um copiar com
gradeamento de ferro, tendo o dito predio 31 pal-
mos, e 4 pollegadas, e de fundo 73 ditos, 2
salas e 4 quartos, sendo urna puxada ao lado do
sul, cozinha fra, com um grande sitio e baixa de
capim, tudo em mo estado, edificado em terreno
foreiro, pertencente a dita casa viuva e herdei
ros de Joaquira Pires Carneiro Monteiro, avahada
em 4:000*000.
Recife, 18 de maio de 1873.
O solicitador dos feitos da fazenda,
____________J. F. Correa de Araujo._________
Arrematado das rendas por tres annos do
engenho Tres Bracos na villa da Escada.
No dia 23 do correte, ao meio dia, depois da
audiencia do Sr. Dr. iulz de orphos do termo da
villa da Escala, vai de novo praca as rendas do
Sinhi Chica,
Baha
I.eonarda, filha de
leo
Martinha. idein
Alfredo, Janota poitiiruse
Rolin, idem
Paynerk. inglez que nansa-
be beber
Msnoet, vindcdord-' in.:'''...
eo no arraial
Jnanua, fritad"ir7|,is rspe-
Lulas idci",
.Cuii-a, '^iiina de asmes
uautraga da g.ilera
Trhi-hulr
0 locador do li Pereira
l. Iwmein
2.* dito
:( dito
Festeiros, eanipoaMM e roineiros.
A scena passada no largo do arraial
n1 or de Maltozinhn* porto da ridade do
no dia da grande ftsta.
Esta oiinedia tem causado erdadeiro soccsse
nos theatro do Porto, o autor nao se esqoece
das caneos imputaros Chula a etainha ver*e
o M.illia-i O 24 Pereira e i.ulra. O qne, po-
rm, torna mais lypic.i esta conM-dia. a pro-
messa que vo pagar ao Senhor de MaltosiMMS.
os nufragos da galera portugueza Triuade, per-
dida na barra do Porto, quando retreava de
Pernambueo. A melodiosa oracao do Bemdieto,
entoada pelos infeliies nufragos, destaca-se por
sua sublimidadc de toda a con fu sin propria da-
quella romaria.
Ordem do cqierlarul.
1 Comedia em I acto :
QKM CASA QCER CASA.
2."Scena cmica do Penante :
Fl'I A PARS !
3.* Aria e coros da batalla de Montcreau, i*m
Sr. Santos Silva.
4 -llecoiiimendado de Lisboa.
5.a Romaria ao Senhor de Mattozinhn*.
Priucipir s 3 l|2 horas e araban s 8 c
ponto.
A empreza pede desculpa as assoriaf'Vs bene-
licentes que Iho presiarain sen nWsw wnie
para a assignatura de 4 recitas, n n*n p nler re-
presentar j 8 drama original do Dr. l*.arwni
Villela,
CMffAMU
DO
BEB

Os majons c os jesutas.
VISO* MARTIMOS.
0 caixa ilesta companhia o Sr. Corbiniano
d'Aquino Fonceca, acha-se nutorisaiio a pa-
gar no seu escriptorio ruado Vigario Teno-
rio n. 19, das 10 horas s 3 da tardo, o
50. dividendo da mesma companhia, cor-
respondente a 33000 por apolice.
Escriptorio da companhia, 17 de maio
le 1873.
O secretario,
Jos tt. B. de Menezes.
Pela thesourara provincial se faz publico
3ue as arremataces dos impostos das comarcas
e Tacarat, Flores, Villa B da, Cabrob, Boa-Vis-
ta e (Juricury, tambem comprehendido o dizimo
do gado vaceum.
Secretaria da thjsouraria provincial de Pernam-
buco, 20 de maio de 1873.
O oflicial-maior,
M. A. Ferreira.
ADMJMSTRACAO DOS CORREIOS lig PERNAM-
BUCO 23 DE MAIO l'E 1873.
Malas pelo vapor Cruzeiro do Sul da companhia
brasiieira.
A correspondencia que tem do ser expedida
boje (23) pelo vapor cima mencionado para os
portos do norte, ser recebida pela maneira sc-
guint- :
Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reza cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 i|2,
pagando porte duplo
O administrador interino
Vicente Ferreira da Porciuncula.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
- At o dia 27 do Trente epera-se da Euro-
pa o vapor inglez eca, rominandante II. Bax,
o qual depois da demora do rostiime, s*guira
para Buenos-Ayres, tocando nos palta da Rahia,
Ro de Janeiro c Montevideo.
No dia 29 do corrente esperase dos |*.rt.i- lo
sul o vapor inglez Domo, commandante Thwailes.
o qual depois da demora de enstane, segnira para
6oiithamton, tocando nos ikhIos k- S. Vicente e
Lisboa.
Para retes. pasaagaM etc., trala-sc na agencia,
ra do Commercio n. \0.

THI
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-VICENTE.
Sahhadi 24 A) utmk
ESTRA DA ACTRIZ
Jostepliiiia de Citnisi.
Reprcsentar-sc-ha a muto applaudida comedia
drama em i actos, ornada de msica :
AS RECORDACOES
DA
MOCIDADE
DENOMINACES.
1. acto.O caf das artes.
2. Urna pandega nocturna.
3." -Os amores da costureira.
4." Os amigos d'ontro tempQ.
A aci;o passada em Pars.
Terminar o espectculo com a primeira re-
piesentaco di disparate quasi cmico em 1 acto,
original do- Sr. V. F. Chaves Jnior :
Em calcas pardas.
Personagens.
Maria D. Josephina.
Marcal S'. Flavio.
(eraldo Sr. Pedro Augusto.
Meninos e meninas.
Principiar s 8 Ij2 horas.
.ESPU3GA & PECANTE
SthaWe \ de mi.
Recita em favor do ponto do theatro
Representar-se-ha o magnifico drama ornado de
msica :
FAMILIA MOREL
DOS
MYSTERIOS DE PARS
Segue-se a aria da batal a do Montereau, can-
tada pelo Sr. Santos Silva.
Terminar o espectculo com a engracada eo-
media do Sr. Pena :
Quem casa quer casa.
Principiar s 8 1)2 horas.
Pacific Sleam Xavigaliiin Company
Itoyal M\ SIhihkts.
I.alia (|iiiiKcnl
E* esperado dos portos do sul at a da 23 do
corrente o vapor Cordillera, u qual seguir no
nesno da da chegada para Lisboa e Liverpool.
Para passagens e mais informacoes. dinjasW SI
aos agentes Wilson Rowe & C.
[\ Ra do Commercio. II.
Ate o dia 25 do corrente esperado da Europa
o vapor /. Janeiro.
N. R.-Emquanlo Jurar a qnarent.na no Ro
da Prata nao se reeebe peenfeires m-m encimi-
inendas para M p rl is omL e para informar1*.,
a"S agentes Wls.ni Roire & ',
ti ra Dt)t>ijiMi;acio-ii.________
Rio Grande do Sul
Para o referido porto preb-nde s<*gur rom pon-
ca demora o lindo e veleiro lugar portiigoex J*si
Esteco, de f etosse, por ter a maior psrte da
carga engajada, e pan o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim J* Gon;alv^
Beltro A Filho, ra do Oimmercio n ."i.
niruii*
UESSAGERIES MARITIMES.
Do dia 27 do corrente n*J em dintc ese*ra-e
dos portos lo sul o vapor francez Sot, rouinun-
dante Berard.o qual depois da demra do cost-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar 'flo-
ree) e Lisboa.
Para condicoes, freles e passagens, tratt-'e re
igencia, ra do Commercio n. 9.
COM' iNHIA PtKNAMBlC4NT"
DE
\ive;aril c*t uiiMWii
O vapor Comripe, com-
mandante Silva, semiir pan
o porto arima no dia 2f #
corrente, as 5 horas da tarde.
Recebe carga, enhwnmM*-
das, pssagens. f dinheiro a>
2 horas da tarde do dia da sabida
no Forte do Mattos a. II
frete atf as
escriptorio
Domingo 25.
AS 5 1(2 HORAS PARA ACABAR S 8 EM
PONTO,
Grande pandega I
. Grande folia t
Grande gargalhada 1
Espectculo para rir I I I
Primeira representacao da apparatosa comedia
em I actodecostumesportuenses,adornado de m-
sicas populares
A ROMARIA
AO
COMPANHIA PKRNAMBITANA
DK
.VivrgrtS ceMtelra m \
MRAHYBA, SA*T.VL, JIAC\0, MOSSORO, ARACh-
TY, CEAnA, MANIUIIU, ACAKACt' E CtASJA.
O vapor lp>yu:,
commandante Xoora,
seguir para es par-
ios arima no dia U
do crrenle, s 5 ho-
ras dataria.
Recebe carga at o dia 1, eoenmnmdas al
o dia 30, passagens e dinheiro a frete atf as t he-
ras da tarde do dia da sabida : e Foi e do Mallos a. II m
Personagens.
Pantaleao, bacalhpeiro rico Sr. Thomas.
COMPANHIA PERNA.MBKANA
DB
\av<*gare> eeMiteirn a-apar.
MACEI, TE?IEDO E ARACAJT'.
O vapor Mnoomm,
c .mmandaaae Jaaa,
fiar para es par-
tos acaaa ao Ha 11
de forrate, s S
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 29, cnrommeashw ate
o dia'30, dinheiro a frete e passapeas ate as SI
ras da tarde-do dia da sabida : ucriptera r~'
do Manos n. II
Para o Porto
o brigue portuguez Judtk segu con leda a ere
vidade, tem a maior parle da carga, e para e
resto e passageiros, tratase con ea ma eeatipn
taris T. de Aquino Fonsfca C Sacpesores,
roa do Vigario d. 19, i andar.
--


- I! .1



Diario de Pemanibuco Sexta feira 23 de Maio de 1873.
_
la propriedade pertenccntc a aquello CaaaJ, sendo
; ca>. j*r.inj-ordillead ao l:i lo ^i-i-r-11 da estra-
Para o referido porto pretende seguir eom pon.
a demora o patacho porlugn Olindtt, por l a maior parte da carga engajada, para o resto
que 1' e falta tratase cora os consignatarios Joa
2uim Jos Goncalves Beltrao 4 Filho : ra do
ommercio n. 8.________
Para o Rio Grande do Ski
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Arthitr, tem parte de seu carregamcnto
prompio : para o resto que Ihe falta trata se com
es seus consignatarios Antonio Luir de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra do Bom
Jess n. 57, eutr'ora ra da Cruz. ________
>
*'

Para o Porto
pretende sahir muito breve a gilera portugueza
Nova Fama II por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que lhe fal-
ta a prt eos mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem optfmas accommodacoes : trata-se
com Tito Livio Soares, ra d> Vigario n. 17.
IEIL0ES.
LEILAO
DE
magnficos aparadores com armarios
Bjmpos de pedra, obra nova e de
o,
oje
Por intervencao do agente Pinto, ra do Bom
Jess n. 6.
LEILAO
if
DE
urna casa terrea de taipa
QUim-FEIRA 2* DE MAIO
16-Ra di) Imperador-10
Os proprietarios da feira emanal, acham
torisados a vender em leilo 1 casa terrea
vada 4o Monteiro, tendo a mesma 2 salas, 3 quar-
tos e quintal, tendo na frente 1 porta e t jancllas.
O basto na porta. Acha-se pintada de novo e
renda 144 mensaes. _____
LEILO
da
a
da (|iu) val flora
e baixl de rajmn.
existe 4avi la aiiMim.i.
() k'ilao sci.'i i llW:t:iad i II i'-ci ipl i; i m<1 i IvfiV
rico agente, ra ilu Un ii Jess i. i.'t.
A|K|"IC
Vl-I <||.
i muh" n Wari >
i;.i.il r-.a tVtC llil
Precisa-se
de UMiamia qu uraa a4a de punca familia: it'i largo -la l'enha
II. 12, llbt.'l fil
____*_.__*_, %
de
louija, coiiIom lo fiorr-a i
o porco de dita mn I le*, nstoiile na
lojadetuuca ilo lina l<> M.iiii.I \utniio
Yieira.
Para acaban
Segundu-fi-ira 'iil do currante
-- So lia ii di crreme mez, pidas 'i malla
nuute,apur-receiieni casa do Bario de Bonifica
nina criouiiqha do nome Francisca, de U annos de
idade, dizundo ter-se perdido de sna m*i, e rt per-
gtintando o nomo da nesma, respondeu nao sabir,
l,. un iwlanh t",., -1-i l.i* dizeudo jmente ser lav.,deira e inutadour- oh &
s Lnorenco : i|uem liver diroiu imesma, provaa*,
lhe ser entregue.
Precisase do uin irabailiador de masseira :
na ra das Crioulas, na Capunga. n. 37.________
Caixeiro
Precisase de uin cslxeira com ortica detaver-
0 agente Postaua ar leilo, para acabar, de 60 na, que regule 16 annos^e que d liauca a si a
gigos e poreo de Ion?* avulsa cima dita, e espe- conducta : a tratar na ra do Conde da Boa-Vista
ra a concurrencia dos compradores para lindar a n. 87.____________________________________
Ha para alugar na ra Nova de Santa Rita
n. 61, urna preta escrava que lava e engomma.
dita loja, s 10 1-. horas "da manh, na na .do
Mrquez do Olinda n. 23._____________________
Grande c variado
LEILO
DE
movis, tonca c-instaos
objectos de electro-plate, vinhos e livrosin-
glezes.
TERQA-FEIUA 3 DE JUNHO
A saber:
Sala de visita,
Um excellente plano novo e forte do bem co-
nhecido fabricante Cari Scheellrt Cassel, i mobi-
lia de jafar.iml i a Luiz XIV, 1 porta-musica, 4
lindas cadeiras de panier mach douradas, 3 la
ALUGA-SB
E tambem se vende a excellente casa da
ra de Santa Thereza n. 19 (em Olinda) a qal
tem 3 salas, 6 quartos, soto, cozinha indepen-
dente, sala para engommado, galinheiro de pedra
e cal, estribara para 6 cavallos, cocheira, c quin-
tal murado ; e um grande viveiro : a tratar na
casa n. 1, na mesma rua.___________________
t
Precisa-ce de urna ama forra ou escrava,
que saiba cozinhar, e um criado que se preste-ao
servico de copeiro : a tratar na thesouraria das
loteras, ou no Monteiro, em casa de Antonio Jos
Rodrigues de Souza.___________________________
^Tenorandose a residencia dos >'rs. Luiz de OH-
< *------ I.___l_. I. 2 li.T.., n /natA A-AVIl-ai-k (l'l

Attencao
Precisa-se fallar ao Sr. J 3o Mainel da fttnsera
Un, niira'l'ir un PtiK**,>' H'"'^' ":1 I'1'1'1"
LlViailiiMiti n lti, a in^.iciii i| u: S. >. n v> i.::;-ir.i.
Jos Mnreira ila"siva' e sua sibriulia Hi rni^
nn Mnreira da Siivj tenI) ivcehido a iufaiiiti no-
ticia do Mleeimentd de seu presado irmfw e pai
Vicente Mnreira da Silyi,J|Hr isso convidan! aj*
sens ainigiK e paruni.'s l im!>e,ii os d > tinado.
lua a-MstiriMii a uua lo trigsimo i'u do sen
passamentn, sabbado II do crrante, no convento
do Carino, pelas 7 horas da manha ; e desde ja se
confessam agradecidos.________________________
Escravo fgido.
-Ao amanhecer do da 20 do crrente mez fugio
do engenho S. Bartholomeu, reguezia de Murbe-
ca, o escravo de nome Izklro, com os sgnaos se-
guimos : cabra acaboclado, alto, grosso, cabellos
estirados e muito pretos, nariz afilado, ventas re-
Sacadas, denles limados, rusto muito lis), sem
arba, e ja fui surrado : qxem o apprebender le-
ve-o ao referido engenho, ou nesta cidade roa
do Rangel n. 8. que ser generosamente recom-
pensado. E' natural da Villa da Floresta. _______
AMA
solteiro : na
Praia n. 38
\rr\ Precisa se de urna ama que coziuhe
-"-U1<* com perleicao, para casa de familia : a
ra Duque de Caxias n. 91.___________________
A M \ Precisa-se de urna mullier livre ou
______ escrava poniente para lavar roupa : a
tratar na ra do Apollo n. 32.
Precisa-se de urna ama que
saida cozinhar, lavar e engom-
mar para casa de um homem
ra de Pedro Alfonso, antiga da
Sala de jantar.
Urna mesa elstica para 24 pessoas, 1 apara-
dor com tampo do pedra, 1 guarda-lou?a, t ca-
deiras de mogno, 2 ditas de balanco, 2 ethagers, o
quadros, 1 apparelho de porcellana para jantar,
1 dito para cha, 1 dito de electro-piale (obra de
gosto) 2 galheteiros, frtteteras, pona-queijos, f-,------.---------prq-------
compoteiras, copos, clices e garrafas de fino crys- j ljieVIIlO 1 IieniOteO Ca
tal, bandejas, trinchantes, garfos, facas, colheres,
quebra-nozes, descancos de facas de electro-piale
e pratos de vidros. ____ ctmvida aos filhos, parantes e ami
S3",13' .. _^_^"^j_l Ros de sea muito presado amigo e
Urna meza redonda, i estante para hvros, 1 K^iffl I collega Vicente Moreira da .Uva,
Precisa-se
de um caixeiro, brasileiro ou portuguez, que de
fiador de sua conducta : na ra de Hurtas n. 5,
padaria.
ceicao
guard-a-comida, 2 lampeos, 1 mesa para escre-
ver, l aparador, 1 caixa de ferramenta, 1 porta*
chapos.
Sala de dormir.
1.-** ; \
para a-sistirem urna missa pela al-
ma do nn sino que. falleceu no dia
7 de abril deste anno, na cidade do
Porto, que ser celebrada na igreja
Urna cama de lata^ gran le, o cr?,-hoes, i toilette; Sa_u C;1Ja da Mseric0Vdiai s 7 noras da manha
com podra, 1 lavatorio, i guarnirn, 1 commoda,, d dja 26 de ma0 ^, d(J Saor BolI1 Je.
1 toucador, i guarda-vestido, 3 tapetes, 2 portas- ._.__^i____.
Precisa-se com brev
Gabinete portuguez de leitu-
ra em PernambucO.
llre<*toc*ia
Para eon'.| 'iu -ni i d* < iho-(M "+*, ua.-r
ill'.' [,-.)._ .. .( '"i -.----i- ; ;i '.i :i : c-
plinto
f-IHTAlUA :
P'U' urdem di itirmt-iria so i-tenniia aoS; b-
llH)th_art9 n IW MttnyrMa.' i I 'po d_|_i i
i-s'.itlitis n.) .i 1ij{y -".
l iiuiat fie un iJtibtdos de levar livrot do ga-
binete :
i Qunndo deitarem de tattsfnzer iismcn.wli'
diules ik que trata o J mi. 12 p<>r at*$ tren mezes ; VMolSt retiabeteemot os direitos
logo que paguem o que devena.
Sala das sessoes da directora aos 20 de mai
do 1873. .
(Assignadog)
Manoel da Silva Nogueira
Vice-director.
V. Ferreira Chaves Juni r
Io secretario.
Conforme.
Chavos Jnior
* Sccrelarji._________
Precisa-se de um caixeiro para la ver na c d4
fiadora sua conduela, que tculia pratica neressa-
ria : na ra Duque de Caxias n. 20.___________
Esta so de jesuta !
O Sr. J. C A. de ?. _M ipier iada
O iii'l.iino da pobre viuv qui*
i|iiii< r chaves de sna raa, nvmi
giii-is "' '' d ',;'1 '
ni, .. ,..''
,i ::>.--, o ana
ni'iii ni'i^:.-s.______________________
\ ven
lade
E" Imhh diter a ventale : t.. n I i _
llaml erciili'iiln i'nrl'ail u' '* V__*
|his de.ii Ii.ivit ciiii-ri 1*4 < I :n Mt* alfww i*t**
se bou que i o h-uip) o quaHI ; m' n_*^M-
i!a b-.la amarclla tem de ii.n a(n t>-
se fraiii|iii'za na ocoasjAo da vc;nl i lil''li'iaitj na
entrega.______________ "____ _
Precisa si-1!.- um nMiriKii 4\ i-.ii
para casa de hnmem s toiw : na
Caxias n. N, rival ira HfMI',
00O* 50 A'<4MS\Wk
#

EWKW
g MEDICO-'(MiWaGO
i
6
w*. J. H. CrU
0,,,<':,.\i)('ii i: partki
Hua. Ji.Mar.Hi'' de "Min.l. I -, I ri-
loi'iri andar.
Consulta das 7 Iwas I" .la naiih*.
(".llamad s a i|uah|ur h.-ra.

*
m
i
Desappareceu de um sitio na I\.-a.em da Vaj-
dalena um cachorro de raca de Terra Nova, c? ...
trado, cabellos pretos o compridm, muito jrrar ,e 0

vidade, gordo, e traz urna colleira de cuuro : quem (, tri)U.
de urna ama forra ou escrava, xer para o escriptorio da na da Cruz (urJtu jesus)
e urna n. 55, ser recompensado.__________
-i.TJ-X-L para todo p servico de
casa de familia --a ra daConeeico n. 45.
Amn Precisase de urna mullier que en;
.vllltl gonune bem, para casa do familia :
tratar no principio da estrada dos Aillictos, sitio
n. 33._____________________________________
Procisa-so de urna a na pira
andar com. meninos.: na ra da
AMA?
mperatrit n. 37, l. andar.
\mn Precisa-se de urna ama boa coziahei-
_-lIldi ra na rua DuqUe e Caxias n. 75, loja.
AMA
Precisa se de urna ama pa-
ra cozinhar: a tratar na rua
Prmeiro de Marjo t, loja
Mara \ntnnia
Ti-ixi-ii i >'.
Ama
Precisa-se de urna ama qus saiba co-
zinkar bem : na rua do Bario da Vic-
toria n. .8.
A cempanhia Recife Dramage recebe pro-
postas para o foraecimcnto'de apiro para seus
ammaes : a tratar w rua de Imperador 26
primero andar. .;________
DE
bons movis
Magnificas m bilia de jaca-
ran-l com lampos de pedra
m armo re, dita deamarello com
dito?, liados aparadore~, o_m-
mo tas de mogao com lampos
de pedra, guarda loma <+e va-
rios feitios, mesas e asticas de
di/ierenles tamanhos, guatda-
ronpa, gu< rda-5e9tido, i piano
Jacaranda, ditas de amarello,
mesas glandes para jantar, ca- s
teiras para escriptorio, berqo-
para criancas,toilette dejacan-
d cem tampo de pedra mar-
ra or teira homeopathica com 240
frascos sofs, consolos, quartinheiras,
objeclos de ouro e pr.ta, urna
porqao de chapeos para -senho-
ra-, meias commodas, louqa,
cudeir-s com roscas para piano
e escriptorio, duzias de e<*deira
de junco brauco e preto, cadei t
ras de abrir, cadeirinhafl para
erianqa comer^m mesa, me-
ses para escriptorio, cabides,
grande quantidade de ^trastes
8bJ_o_ e muito-j objectos do
uso domestico.
Qiiinta-feira 22 de maio
:NA
FEIRA SEMANAL
16=tua do Imperador n.16.
Arm;'7>em.
LEILAO
DE
movis louga viilros, porcelaaas chrustaes,
prata etc
Hoje
Fedro R. de Oliveira, Jendo de retirarle com
sua familia para a Europa a tratar de sua saude,
far leilo por intervencao do agente Pestaa de
toda a sua mobilia e mais objectos existentes na
casa de sua residencia, na Capunga, rua do Las
serr a. 6 casa de azulejo, consistindo em sofs,
cadeiras, poltronas, eadeiras de vime com bracos,
piano, espelho, quadio, camas, guardas vestidos,
um rico toillete, urna secretaria gr nde espelho e
pedra ; mesa elstica, jarros, apparelhos, louca,
vidros e muitos outr s objectos que serao especi-
ficados no dia do leilo-em um catalogo no lonal
do Recife.
Ter um trem especial s 10 horas da manh no
arco de aftto Antonio, para os Srs. concurrente*.
Leilo
DE
Sabbado 24 de maio
as 11 horas.
No armazem da rua da Cruz n. 6.
A6ABER:
Urna magnifica mobilia de Jacaranda a Luiz XV
1 dita de mogno, I mesa elstica, 1 mesa redon-
da com pedra, 1 consol eom espelho, i mesa de
Jacaranda para junto de sof, I guarda louca, ca-
mas, cadeiras avulsas e muitos outros i bjectos
PO INTERVENCAO DO AGENTE PINTO
(ao cfrer do niartello )
sem reserva de prejo visto nue tem o mesmo
agente de entregar as chaves do armazem em i
horas depois.
LEILAO
DA
casa grande, olaria e baixa de capira, parte
j_da propriedade e sitio da Porta d'Agua
SABBADO 24 DO C0RB.ENTE
Ao meio dia
O agente Pinto, curaprindo o despajo de JHm.
6r. Dr. juiz do orphaos, exarado na peticSo da
yiuva do flnado Joaquim Pires Carnho Monteiro,
intora de seos filhos menores, levar* a leilo parte
toalhas, 2 cabidos, t espelho oval, grande.
- Quartos.
m guarda-roupa, 2 commodas, 1 cama de fer-
ro, 2 lavatorios, 1 cesto para roupa, A -cabide, 1
espelho, 5 oamas de vento, mesas e cadoiras.
Differentes lotes de Mvros inglezes'e vinhos de
diifercntes\]ualid. des.
Dispense, e cozinha.
Um fogao americano; m
de engotnmar, 1 relogio de .
americanas, jarras, g-a da-comida, escadas de
abnr, potes, Flandres, carro denio, trem de jar-
dim e muitos outros obje tos de casa de familia.
a Capimga, ruada Ventu-
ra n. 22,
de fazer urna viagem
sus das Cha gas.
a
Jeseph S. Lambley tendo
i Europa, levar a leilo p<
Ofementina Philomena de
Souxa jLeite
loao da S Iva Lete, Jos Antonio Fernandes Fra-
dique, Joanna Izidia da Costa Fradique, Mara Fe-
cozmlla-___., ., >.a lisborta de Souza Cardoso abello, Antonio Alves
esas de^ozmha,ditas!CcSouzaFradi qne Edaardo Dan{ei f____r> LllTl 3oao Cardoso Raljell., marido nii,padrasto ir-
maos e cunhado da finada D Clementina Philome-
na de Sofla Leite, extremosamente penhorados
a todos os seus prenles e amigos, como a todas
as mais pes oas que Ikeram o ca idoso obsequio
de acompanhar ao cemtero publico os restos
mortacs da mesma finada; de novo os convidam
para a missa do stimo da, sexta-feira 23 do cor-
rente, que ter lugar na matriz de S. Fr. Pedro.
Ajudante de cozinha.
Precisa-se de um e de um criado : no hotel da
In3ependenci, rua do Imperador n. 32._______
\l
Aluga-se urna casa na .-strad? lifli AOUetm
n, 40, tendo um graade sitio, njua da estacao da
li'nha frrea do Caxang ; a iralar no Chora-me-
nino, sitio da Capellinna,, ou com o Sr. Jos Luiz
de Seedi) Cavalcanti, na loja do calcados do Sr.
Arantes, na praca d'a l/idepender.cia._____________
Precisa-as rua larga do Ros-vio n. 28, 2* andar._____________
Pergnta-sfi
aos 4N60t-M da fregueiia de Santo Antonio c S.
Jos, se oa lascates e vemkHi6es, pagam din-
os para, negociarem occuilamenic com trasl s,
'Comprando e vend\do ; tirando Mata os direitos
aos esUbelecuKrttfos, mdastria, artes e prol-
'Mara Sanes te Andrade avisa ao iiuhlo
quo nao faoa. wgocio eom loio Antonio da Silva
Pereira sol- o escravo Demetrio, por ser ata
escravo prepredade da abaixo assignada, como
em juta oroplente vai demonstrar.
Serinhiem, 17 s maio de 1873.
Mara Nune* de Andrade.
Oiziiihcira
a rua o 1mi>eiad,ir n. 75, loja, pratalrM de
orea cozinheira, quer forra, ou escrava
quem infn-sar y-**, 1 '1"' "
no Saliailii.ho. com i" l'-l.u
por n. ranea de |_ .l'Himil i
lo. por comi.r.i luiU Sa*a 1|"'
da ; e que aaata dio si'i" ""
guio.
I GONSILTOHO
l'O
Dr. J. M. Scvo
Pailoir. <--r:Ur
K'ia do Va..; Oiimli n. .'.
andar.
g Elir.K'- '"10
m
m
m
Caxeiw
Precisa se de um com pratica le i-id ,
d liador de sua ...n lucia : na i aa k ^
Negreta* u. 1-7.
". .ii-iilT.-.s Dw 11 haraa Aa
i
i
>
1,1
r_ss_*5__s ^k=
te Pinto, os movis c mais objectos existentes em
casa de sua residencia, rua da Ventura, casa n.
22 (Capunga).
Trem.
A's 10 lf2-horas empento partir da estaco
do arco de Santo Antonio um trem expresso, que
servir de conduzir gratis os concurrentes ao lei-
lo.
O leila* priucipSar s 1.liaras.
Sarao de Amaragy.
>} Abaronezade Amaragy,
sou genro e filhos, convi-
dara seus amigse paren-
LEILO
OueiK mais cinuiod (fferec. ?
InconWStavelmentc a loja de calcado estrangei-
ro que mais commoo offerece em geral.com espe-
cialidade ao bello sexo, o PAWS NA AMEHICA
rua Duque de Canias n. 39, primeiro andar (an-
tiga to Queimado) e a razao a razao simples :
um cavalheiro (amante do hique) ptir eerto se
iB*emmoda quaudo, para comprar um par de bo-
linas, v-se foreado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco "le tapete (systema ma-
carrnico) nao ^podendo desta forma oonhecer se
a botina lhe fica boa, pets, nao tem esparto para
e:pcrimenta-la,ao menos ^qne nao a esirague dan-
do apenas um jasso, jue-chegartaj ao immun-
no ladrlho ; e que nao acontece ao 'Pars na
j nterica, onde pode se passear voutade e desla
firma conttecer-se se rica bom o calado : para o
ello sexo, Btao q uasi impesaive), que una se-
a sujeitar-si' .i experi-
um balead, onde en-
= Preoisa-se um calxc;ro para laverna
pateo da TVibeira n. 23.___________________
Precisa-se de um eaix
Tic l\ i .
no
Portas
;
No Rio Grande do Norte, onde ficaram agn>"
Dortas-araericanas, j se vende por 16* e w)0-i
cada urna ; em Pernambuco, porem, com e.-ta
quantia anda se compra urnas poucas; no arma-
zem da bola amarella, travessa da rua do Impe-
rador_________________________________________.
Para S. Joao
"Soviseimo lvrode sortes ao gosto moderno, o
brinquedos espirituosos, conhecidos wrjofosde
cesta : 310 bazar acadmico, rua da Inmeralru
13.
11a rua do Hangcl n. il.
tes ara assisttrem urna
missa, quesera celebrada -hora'dabow tom 1 qiraii.
na capella do engenho mentar calcado ao lado ue
Amaragy, na frsguezia da tra quera fluer, anda mesmo para comprar :
Esc-da, s 10 horas do dia 27 do corrente por
DE
occasio de seren guardados all os Testos mor-
taes do flna_o Bano de Amaragy.
quatro iettras na importancia 3:O0D000,; liOliDO
perteneentes Hiassa fallida de Martina; Pede-se a quem for offerecido ora canno do
& Leopoldo. 'Chumbo furia do na noute de 16 do corrente, per-
QINTA-FEIRA 5 DEJLNflO
s II horas
.encent horaba da cacimba do sitio da Capunga.
em que reside o abaiKo assignado, e este pagara e
preco do mesmo canno como se fra novo, vist*
Por aoaado diWrn. Sr. Dr. juiz de direito es-1 WJj J g ^8a73di,a b-b*-
pecial do cjmmercio, o agente Piano Borges le- -Recife, f7 de r
vara a leilo as referidas Iettras.
Em seu escriptorio, rua do Bom Jess n. 5;
primeiro .andar. ____________
V.G. Femelly
LEILAO
DE
Francisco Luiz Co3lho previne as pessoa*
feom quenHem relacas '] na, nesta data deixoa de ser seu caixeiro. Recife,
J 19 de maio de 1873.________________________
O inventarame dos bens do finado Domin-
gos Frncweo Alves Ferreira, pelo presente cop-
vida a todos que forem credores da mesma massa
nventariada-queiram apresentar ao-Jfltn, Sr. Dr.
juiz de irphos os seus requerimentos documenta-
dos com seas ttulos de relitos, para serem to-
uma casa terrea na villa da Escada, no ter-
mo de-.-arito Aatodesta provincia, sita
rua da Barra, otrora do Compra Fiado,{ mados na devala considerado pelo mesmo Sr. Dr.
nmnria nara iukuiAr iM_h<_M_m_i_ I Juiz de OT-^S conforme a natureza dos mesmos
^^L^TStmm lul05- iemao ug ni) 'to oi,
As 11 1|2 da manh
aowrrer do irujrtHo.
O agente Piajio Borges competentemente auto-
risado"', vender em.leilioa supraditacasa, no seu
escriptorio, rua dar, onde desde j os Srs. pretendentes podem ha-
ver as int'oriu_oes c eseiarecinifcntos.
ttulos, o que deverao fazer no prazo de oito das,
sob pena de nao serem attend dos se nao pela va
ordinaria. Recife, l'J de maio de 1873.
. Joaqun* Cavalcante Hollanda Alhnquerqne.
D-se 4U0 sobre penlior em una escrava :
na rua de H_ttasn.:86, sobrado._______________
Quem avisa ami-
1
go
.
AVISOS OJf-BSOS
Confraria de S. JBeredieto.
De ordera do btmo prrwMnrt da raeaota con- observar a 1
fraria, sao convidados todos os nossos irmi>3 para "
mesa geral domingo 2o do corrente s .10 horas
da manh para eleger a nova mesa.
Consistorio, 21 de maio de t73.
O secretario.
I.roanin Luiz da Cunha,,
Os prcprielarios da confeitaria do Campos pede
aos seus amigos creguezes qae lhe estoa dever,
o obsequio de virem saldar suas cuntas no prazo
de oito dias, pois e_o resolvidde a chamar nomi-
nalmente por estejornal a todos aquelles que nao
risco este annuncio. Recife, l'J de
Aluga-se a casa que devia servir para asylo
das convertidas, em Santo Amiro, na ruada
I.emtranea do Gomes, om bastantes commodos
para grande familia e proporces para algum co4-
| lego : a tratar na rua do Cap'ibanbe, casa n, 34,
-- O abaixo assignado declara a quem nteres-. com Ignacio Barroso.
sar possa, que nao assigneu doc_mento algum au-, 85 engenho da Sapucaia de Beberibe preci-
torsaado a veuda da casada rua to Falco.n. 1^, sa-sedeum feitor que tenha as habilila^oes ne
e que falso o documenta que di* a Sra. D. Ruti- cessarias : a tratar na rua d t Sol n. 31, segundo
na Custodia de Luna Cavalcante tarpn este, tira, andar.
e desde j protesta contra qualijter venda 011 hy
polJieca. Recife, 20 de maio de 1873.
Joaqun* Mauricio Accioli -a?-_____
(M DA FORTIA.
AOS 5:000J00'0.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de, Marco (outr'ora rua de
Crespo) n. 23 e casas do costume."
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
llzes Iiilhetes, um inteiro n. 1438 com 300J, tres
quartos n. 2126 com 100* e outras sortes de
10*000 e 20.1000 da lotera que se acabou de ex-
trahir (51.*), convida aos pussuidores a viram re-
ceber na conformidade do costume sem descont
algum.
Acham-se venda os feiizes blhetes garantidos
da 5* parte das loteras a beneicjo da igreja do
Amparo de Goyann (52"), ifue se extrahir na
sexta-feira, 3U do corrente mez.
PREfOS.
Bilhete inteiro 6*000
* Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORFO DE 100"J>000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Fiuzn
A pe^tioa que tiver em seu poder uns aulos
de exe'U'.'Sojde Jiaquim Salvador Pessoa de6i-
queira Cavbante contra Salvador de Siqueira Ca-
valeante, que orrem pelo juizo de direito da 2*
vara desta cidade, escrivo Baptista, quera leva-
los aa i.'artorio tete. _____________
Um rapaz coiu pratica de copranfa e neg-
dos de rua, deseja se empregr pesias condicoes :
quem 1 reeisar de seus servicos deixe carta "ne*ta
imnrensa eom as nlciso J. B. para ger procu-
rado.
Dase 3:000* a juros sobre hypolheca :
quem pretender drija-se a esta typographia a fal-
lar com o Sr. Ferreira.
Aluga-se
Uceos de franeez, piano
e canto.
O r. e a Sra. Bachelery, chegados ltimamente
de Pars do li-.-Ses :
O Sr. Bachelery leeciona franeez, peographia,
historia e lilteratura; e a Sra. Bachelery, discipu-
la de Henrique Hertz, d liccSes de pianno, canto
e franeez.
Podem se.r prijcurados no Hotel Universo.
Paris na Ataerica nao *resente-sc desta falla ; tem.
nm beta preparado gabinete reservado, para asi
Exmas. que all pod do. tiara a-esculla do calcado.
Nao tt'rmwiain a-i as vantagens ou commodosl
do Paris/na America -a rua Duque de Caxias n_
59, pnoieiro andar, eoasiste taudtem no bom sor-
timento de botinas para homens, mais afamados tabneaates da Europa, como Me-
Iis. Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade da
chneJlos-e sapatos. assiin tambem um lindo sor-
lini-mt-j de botinas para senhora, e sapatinhos da
muitas qual'dades ifne poderlo satisfazer a esco-
llia da miis capickesa senhora (do bom gosto) ;
pelo que tica expendido, f st claro que a loja da
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
0 dirima Atunca, t_a Duque de Caxias 11.
59, pritneiri andar, antiga rua do Queimado.
OSA DO orno
Aos 5:000-000
Bhetes garantidos
Hua do {fardo da Victoria (outr'ora Aova)
i. <63, e casa do costume.
O abaixo .assign_-0 acaia de vender bos seus
muito felizes blhetes a sorte de 3:6o0i<'00 em
4ous meiosde n. I8U, a sorte da 800*)00 em
quatro quartos de n. 105, e_ sorte de 180* em
quatro quartos de n- 2!6tS.a!em do outr s sortes
menores de 40*000 e 20*0 da lotera que se
acabou de extra-i (51-..; ecmvida aos peseudo
res a virem receber, qie j_omptamcnte serao
pagos na fnna do costume.
U mesmo abaix assignado convida ao respeita-
vel publico para si ao seu esa-elecimento oom
prar os muito felizes bjlueti**vjue nao deixaro de
tirar qualquer t reciio, como prava pelos mesmos
annun ios.
Acham-se a venda os muito feliies bilhete- ga-
rantidos da 5" parte da lol> ra (5t) a ibeneficio aa
igreja do Amparo de Go^anna, que**eettrahir no
da 30 do mez corrente.
Proco*
Inteiro 6*000
IKeio 3*000
Quarto 1*500
lOO-rOOO paradina.
DR. FERREIR
medico operador, rua larga do Rosa-
rio n, 20, vacciua gratuitamente M
qointas-feiraa
__
\\ casa lern 1 roa i < ''amaw\ -naio<. 1
154, annnnriada ve ni a" a"ra
signado, do qu.' se da -'i. :-. :"S ;:re.*aw.*n
in.'sina. __.__
I'niii.is. .1 Jo** I
S0_l4B|Ci<-
O Dr. Joai M.uia Sove, m-diei p.-.n .r
e operador, muw a sea resMrn ,
jgr a ron do Riachuelo (Corred* d-. i
j_* sobrado n. 53, onde pode priieaioa ^
*5 para n exerriclo !' #oa pi ''; -" da* S ^
W as '.i liaras Ja BHM-i i lat p1" J
S diantc <>
4vis-se
waa der noticia d. GnaVrataa qu
do tcnviit.'-i-oriiiicl PaNcnM J-~'|ii*iw #* aa -
N.-izara-,
4hM< a.
jicmadnn
di o i>" e muito n crista, qn d^s-
aquem uer n<*wr- ->y'...... _*"____
-vwvr^-c *i.w*m_*.;?* Ubi do tenste-.oriMiel reiioaim **-_*
&-&"*- _SSi^t_H tm e oenois co-iirad.i >" I '
ERREIRA _r* frente e as 111a..* n n.nrr.-s d qn-n
( do gaz, secca
^
-*.---
\'h"_
De 10 palillos.
Saprtiseiros e sapoteiros, e dah |iara baixo, pi-
-beiras, frucUi^po, oiti-cor, articiim-a-p, aba-
cate, iaranjaemvo, llaiiboyant ou brilhante, pal-
esra imirial, roseiras de qualidade, alocrinss
-farrearas eoraaia da india, ronieiras e ontra.
hataa : na Capianga, rua da Ventura numero 30.
Francisco Jos Cardo-
so. artista alfaiate, transferio
sua. officina da ra do Baro
da Yictoria n. 46 para a rua
doManfuez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Jo-
l)iU|Ued
De
Inteiro
Meio
Quarto
5*500
2*750
l*37o
Reeife,21 de maio de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
Precisase fallar ao Sr. Levino Brasiliense'do
urna casa terrea sita i ruado Pa^sanl n. 3, com Reg Barros, morador do engenho Calende : na
comraodos para familia, com quintal murado e foa do Livrtmento n. {#, a negocia que S. S. nao
agua encanada do Beberibe 5 a tratar na rua do ignora.
Vigario n. 31.
Attenco
Precisa-se de nma ama d leite que na raga
filho : na rua da Camba do Carmo n. 20.5,1
Ahga-se
o sobrado n. 7 da na do Commercio a o terceiro
andar da pronriedajfl n. 13 dar
a da Aurora n. 6i,
Jess:
Fugio no dia 18 do correte a preta Seve-
rianna, de naco, representa 45 annos de idade,
cor fula, tem os olhos amarellados, sobre a testa
urna cicatriz, olha espantado, iutitula-se forra, le-
tou chale de chita, vestido do algodo de listras
azues: quem a pegar leve a casa do abaixo as-
signado, na Capunga, rua das Pernambucanas,
casa contigua ao sitio do Ur. Pereira do Carmo,
que ser recompensado.
Ao conimercio.
Os herdeiros do finado Jos do Reg Faeheco
pedem aos credores do mesmo o favor le apresen-
tarem os seus crditos no prazo de oito das,
rua da Camba do Carmo n. 6 para serem verifi-
cados. Rec fe, 21 de maio de 1873.______________
MOFINA
Est encouracado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
8m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho se
achava nesta iidade.
Aluga-se urna ama que coznbe nerfeit-
mente e engomrae, para um homem solteiro : na
rua do Pogo n. 18, andar. *________
_o dia 27 de maio cor-
rente vai a praca por tempo
de nove annos a renda do
engenho Macaco, sito no ter-
mo de Ipojuca, por execucao
que move Jos Francisco
Lavra Penna contra os her-
deiros do finado Felippe San-
tiago Vieira da Cunha; cuja
renda avallada em dous
contos de ris por anno.
apnareceuda casa d *i a. H,a_ rm m
Cuellios, que >ei g';'!iL2_l! __,
Balanceador.
-, ,;.;. _raa i r
de CMi."f n. i I A. annize 1
Veuhain ver para ettr : lau-
zinlias iuasa^20.
A Rosa Branca receben nma 1 ;v-5o 1!
curas, de quaaVoi a IMraa, t eat atte'mtmia a
320 rs. o covado ; fazeada 1 \\-.-U e que re
de lavar : na nn da l:n> ... n. a. *. k.ja da
Rosa Branca.
Chapeos do sol iuglezcs a
12.000,
A Rosa feraaea raaa_n tm mm o. h$m
conliocida* chapi'- d- s,,| ,,...... ,nnw -#-gw
enaBda a vender pelo im-smo orara : u
da Imperatriz a. .Mi. | j., .)., |;os Branca.
Adiase fgido., .... n.irti...__, alt- -
regular, cor preta. gr.^-o do eorpo e s-m bar._
i muito ladino ciwlnma andar cal. _ii cora na
bol. a na mo, vestido de b j cwn a i>
praheaiui eonduti-kt i ,-......1 Sna*ij-
na. outrora Augusta, 3. 27, -ratificar-ra-ha ai-
nerosamentj.
Attei
Bom engenho.
Vende-seum engenho moen-
te e corrente, distante da
praqa 4 leguas, com boas
obras e trras para safrejar
2,500 pes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pographia que achara com
quem tratar.
fci^_fct->-a-_gpgp mttM
.%I_ET
Medico-cirurgico
ROA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. NONES DA G0ST4
Cozinheiro.
Preeiza-> d nm, livre on esaro, e amtm en-
carregnen tambem de ;>inprar. para eana *- 2
pesaoaa: a tratar o Corred r lo Bis^> n :;
O taeliarel Gaspar de V;.*3aeel!o7 liaa
de Druimnoiid ad oga no .-irel peranl.- aaftl-
rm do termo de Santo Anuo e la Evada, o,
principalmente reside e rtde do sua .-asa junto esUcio da tra.U d.- erra
Para qualqui-r communc-ai-i i, ,|a<. s,. qU,.ira 4^,.
gir-lhe ji..M all ruin a mior proinpii.|_i ha-er.
possibilKlade n-s'a rid.nl.- ;, r;;, ,'a Aur.ra n
ou rua do Imperador n. *'.
Antonio Jonq.iim da Tom.-. ptfe _rf Mat^-
res abaixo mencionados de ent- mkr-e coa ola a
negocio que os mesmos ^enhw nao :gn'>ram
Peumo do Rogo larra Paaaaft,
Engomma rrecisa-sc de urna auu I\t- oo escrava ao
Caldeireiro, casa de Francisco JoaqaH R e
Bntto.
MEDICO OPERADOR E PARTK1R0.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operarles de olhoo.
Cora radical e instantnea dos
esirpumentoa di nrelra.
ConsolUs : Das 7 s 10 horas
da raanbS.
Chamadoi':
A qualquer bora. I

39IO
Quem precisar da boas amas secci? e de leite: rogado a.
dirija-se ao largo da S, Pedro n. 3, loja.
*.
% | Cmnpia 9 ^tma-t Mmm mima X
J e usados : ao Halla roa 4o \t%- ,
OK I tradur n. 18. _&
0 Sr. Manoel Bernardino Vieira Cavalcante ^0
(erogado a, que mande, ou dirija-so rua do I jftt, _& g_ JS _:._>. __>_a____w______
' Amorim n. 37, a negocio de mutuo interaaae. ^J w W 9 w W-w 9WWW
Aluga-se uir.a escrava pam lodo sen i 1, ".
tratar na rua da Gloria n. 116.
_ iii.pn..... h. ..... ^._ ^imn,, tm
muitjs coinmodos e fresca : a tratar na nu 4o
Mrquez de Olinda. armazem n. 62.
Precisa-se de um caixeiro Je 11 a 16
na rua do Rangel n. 9..
M-Hk.
0 abaixo assignado faz acianto ao rr/metUnt
corpo do commerc o que nesta dala l.-m tamtu-
do como seu socio em sua tavema rna 4* Mr-
quez do Herval n. SU, ao Sr. Mawwi -calv*
dos Santos Perrira, formando orna nociad>4a ajae
gyrar sob a razio social de Pialo GwaaNaa.
a enjo cargo Oca todo o activo e pa*>i>o m re-
ferida Uverna.
Recife, I i de maio 4c 1873.
Franci-co Altmo 4o Soma I
____________Manoel Goncalves 4aa 8aaaa I
- Aluga-e urna casa gnw4e
e alvoredo fructferos, na
namoucanas n. 9 : tratar
COMPRAS.


I I

6
Diario de Peimmkioo 'Sexta feira 23 de Maio de 1-871
O INEXTIKGUIViL
PERFUME
Boa acquisicio.
iiinRii
lua pura uffitlfcf*
res dos trpicos.
ar, quasi o odor
fcopico iia America
icexhaustii ainda
DI?
1 M\Ht\.
~o das raais raras Ilo-
;m, para assim di-
VbBfc ('as flres do
Jd?rrfe. *ancia quasi
o sus frat, continuada
mcsrr.o por '''>poito l
irwporaeao e diffuso. -Preste \ wfume
ancompuravcl a qualquer o'rtro v
ne ha de venda para : OR
M5MAIOS, ATAQUES NEftfOSiS. K
|)L CABKCA, DEBIUMDK
HISTRICOS.
a certo e ligeiro allivio. Com o boro
tem conservado sua influencia para
aal de vifile e cinco anuos sobro todos os
adames, as Indias Occidentaes, Cuba,
SmIco, America Central, e do Sul e nos
n toda a cpnfiahga o recommendamos
rom um artigo, pelo seu aroma muito de*
Ueado, riqueza de olorepermanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
S pello :
ESPEREZAS, EMPOtAS,
Ql'EIMADURAS l) SOL,
SARDAS I- BOKBUI.HAS.
Sendo reduzida com agua, so torna urna
eseellcnte mistura para banhar a pello,
lo um arpsead o cor clara a complei-
ti/< nn'.thx.lr, sciv'o npplieada dopois de
tarboar, evita a irritacio que gcralmeute
iccorre, assim como tambem garganteando -
, o ebeiro do cigarro desappareoe, cine-
i con lirao dos dentes e gongivas.
do ha inuitis imitacoes, as quaes nao
-uem nenbnmas d'estas propriedales,
tomar cuidado e contar smente o
Cunse perfume e cosmtico do sul da
Imeriea, chamado
DE
fiIl'ffiR.41' 4& I.VVtlAV
Se ach venda cm todos os droguistas
- '1,1 II mI;i.
P rseu dono ter de retirar-so para
a Europa, onde vai residir algum
lempo, vndese ura ptimo predio
de um andar esftto, n'umadasme-
Ihoros localidades de Olinda, da qual se
descortina no s todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinho at muito alem da
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do puente e sul;
tendo um quintal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos o tres optimas-salas, um
grande armazera o que p'ie servir de co-
xeira ou do residencia de escravos, alera de
un sotao, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a ep ca do anno ; com illu-
mu.iac.ao gaz ; e em vesperas de ter agua
canaltsada. Acha -se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensvefs
qualquer familia, como* de todos os apres-
tos de csinha e de mesa. Vendo-se a d-
nheiro, ou como se acba, ou retirando os
oiuveis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na m do Sr. Luiz do Reg
barros, regente do hospicio de alienados : e
-atar nosta tjpographia, das 9 horas da
v ^ s 3 da tar(le' ou "o Poco da Pauella,
ESVda "f1""' ,,ala,Cete ama"eo, dessa
U-rgo a n e meia da manh
hora, ate
Adereces de bri-
Ihantee, esmeraldas
rubms e perolas,
vollasde perolas.
NOVA
2 A-
Sitio
Goyanna, amiga ra do Cotovello
do I.Trmenlo n. 6, toja.
''conde de!
a tratar a u?
DE JOAS
do Cabug-N. 2
DE
N. 2 ARua
BAitno* 11 i no
.pni,C;oanedrSeCOn^lftamff'e *<***> este estabelecimenf
?* JT- PrP"e,ar0S feito ma importante acquisico .
JrIntvl mm0dernaS ***** a0 merc,,d0' de -"Mal- suri
res convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu e
tabelecimentoafim de apreciar e comprar urna ioia de osto
prejo razoavel. J B
BAZAR DA BA DIBEfTA
HOJE
MARCILIO DAS N. Si
H Jf^aeslai,e,t5'meilloe"co 5k Ha aP60S, ^ ? fTf artigos ,UI e rcehendo qiaei tote Ot se
arugos de propna encommenda de Europa, acha-se as condices de reialhar mais barato
uo que qualquer outro, c quem duvidar veja :
Bieos transparentes para janellas, a
105000. -
Diademas dourados de 19300, a 15500.
Ditos do tartaruga, a 3#.
Ditos de bfalo, a 500 rs. o 13J50Q.
Gravatas de seda para senbora, a 19300.
Parures de seda muito finos com 2 lagos,
do 39 a 5^.
Escovas finas para dentes, a 400 rs.
Ditas mais inferiores, a 200 rs.
C'*s de metal muito lindas cora nos oV
arroz, a 19. ^
Abafadores finos com laros, a iT500.
Ditos ditos, a 27500.
Ditos ditos sem lac/w, a IJHOO.
Ricos espelhos de diversos tamaolios, coa
dourada, modeb oval, de JT t
E baralissiiiio
Basquinas e casaquinhos d3 seda ricamente en-
feitados e em muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 7(:0 .
Pechinchas.
Cbapelinas e chapeos de palba, velludo e seda
para sen'oras e meninas, por prefos baratissnos
de 2, 3 c 4.
Anda pechincha.
Baldes em perfeito eslado para senhoras e me-
ninas a_lcU.
Para acabar.
Riquissimos cintos com lapos e sem elle e de
gestos muito chiques a VO e 5' 0 rs.
Bntremeioa e baha'linhos a iOO e 500 rs. a peca.
SaiaYde la para senliora, \i.
Estas pechinchas s se encontram na loja do
Passo, ra I.* de Mar.o 11 7 A, antiga do Crespo.
As nicas e'verJadeins bichas hamburgue
za? que vn .'ste mercado : se vendem na rua-
do Mrquez de Olinda n. o', Io andar. ______
SMBEflIO
K
R 1) IGIN A

-

:M
A

Preparado por
Lanmand Kemp
para tliisica e
toda a qualdade
de doen^as, quer
s-jii na garganta,
peito qu bofes.
Kxpressamente
1 scolhidodosme-
Ihresfi gados dos
quaes se extrahe
n oleo no banco
da Tei ra Novo
purilieadochimi-
Iclmenle, e suas
I valuareis propri-
Yende-se
ps de laraogeira de nmbigo e da China, ps de
fructa-pao, pigha, sapotase *anotnis, tudo em ees
tos: na Ponte1 de Uchoa n. 1".
ival sem segundo.
Che;.' rafti agulhas para macliinas, do fab cante
Crown- & Baker. Duzia per 2000.
Saceos de estopa
a! is p ir milho e farinba a 320 dada
g E do Crespo n. 20.
um
BICHAS DE H4HBDRG0
As mais recentes o melhores.
Vendem-se na phannaciae drogara de Bar-
tholomeu & C, rua-Larga dosario o Un. 34.
''-
i
v



das com iodo o
cuidado, emtodo
o frasco se garan-
te pe rfeit amon-
te puro.
k l-ste oleo tem
sido subinettido
aumexame mui-
to severo, pelo
cbimico de mais
talento, do go-
verno liespanhol
em Cuba e i'oi
pronuuciado por
elle a conter
'.IK PORCO D'IODINA
que ou'ro qualquer oleo, que elle tem
IODINO UM PODER SALVADOR.
iodo o oleo de flgado de bacalhio, e Da-
lle no qual contm a maior porco desta
BTaluarel proprieJado, 6 o nico meio para
as doencas de
GARGANTA, PK1TO, BOFES, FIGADO,
tysica, bronchistes, astbma, catharrh,
toase, resfriamentos, etc.
- poucos frascos da carnes ao muito
Toque ija, clarea'a vista, e d vigor
1 corpo. Nenhum outro artigo co-
cido p medicina ou sciencia, d tanto
itimonto aosvsteraa e incommodando quasi
Bada 0 estomago.
As 1 issoas cuja organisaijo tem sido des-
11 pelas affeci '<< das
ESCRFULAS 01 RHEUM4TISM0
laa 1 1 illas 1 uja iligesto se acha coin-
1 imente des iri ij 1 la, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACAfflAO
DE
I.A.NMAN iV KEMP
rae d isej un ver-se livres e isentaj
I* enfermi lados.
Acha-se ven la cm todas as boticas e
rias. II. Forster & C, agentes.
de carretel de 2r0
venham
o rival do Recfe, na do Mrquez de Olinda nu-
mero 50 A.
v*Wodadesconserva- Rndese duzas
.5_ v i;-.rdas peo diminuto pn'cn de 0 rs.
das COm todo O I.....;,-,i .1, i,..;-., ,.....
. .'1
i
Veed-se o engenho Barra, no municipio de
Santo Anio, perto da cidado da Victoria menos de
urna legoa. motante e crranle, de animaos, e com
caparidade para moer com agua na mesma casa,
con. boas (liras e bem n ramantadas, com excel-
lentes trras para caimas, e toda qualidade de la
vouras. boas mata' para serventa do mesino en-
genho, o seu terreno de ptima produccao
tambem se vende com a safra pendente, e os ani-
maos de roda, se assim convier ao comprador
quem pretender podo neala praca entender-se com
Jo;ii> Jos da Silveira, na ciliado de Olinda, no Va
ro, e na cid de. da victoria com o proprieta
rio, no mesnio engenho com o abatato assignado.
Jos Barbosa do Barros Cavalcante.
Urna pega de chita com
toque de mofo
Chitas rochas miudas com toque de mofo, com
31 a :6 covados por 7000, muito barato : na
ra do Ciespo n. 20.
3J
OtSB
MHrU
latdivia i da plvora, no eu armazem de sal
imperial n. 207, faz setenta ao respeilavel pu-
juco desta cidade, que se acba s.iti.-actonamente
jrcveiiido de todo o toga que niister para os
stejos de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro ;
Ksim corr j um escolente sortimento de fogo do
ir, bomba rea! e pistolas de quatro a seis balas,
fitas de duas e tres halas, unido a urna bella
ecSo de oulros fnguinhos para brtnqudos de
wiani-:" qde costil mam divertr-se com as mar-
I i das.
tra-
. ja wa aa
7ende-se um sobrado em urna boa na
u na rt'-t da Imperalriz n. 8, loja. .
Cbarulos de Havana.
Noto sortimento e per preces mdicos: ven-
an Ru.-g;ird i C. ra do Mrquez de Olinda
Maa batirla.
1 batida de I" qualidade para
jfiwartiiiri.-.es a 6'.0 rs. a iibra, dita de plvora
jaruida a oo rs. : n > ar,nzein de Sal da ra
:agatial n. n7. de Valdivmo da palvora.
Grande liquidacao de fazen-
das, miudezas, ferragens
e taboas de louro eama-
nUo.
Tiiuinaz Jos de Giismao, estabeiecido em Olin-
da com loja de fazendas e miudezas c tambem
com armazera de madeiras e materiaes, faz li-
qoidaeio de todas as mercadorias existentes em
sens estabelecimentos, com grande reducaao de
precos, por ter de mudar-se : tambem tem gran-
de quantidade de cera em vellas.
Vende-se
a (averna da ra de Vidal de Xegreiros n. 105,
bem afreraezada c em bom lugar : a tratar na
mesma.
Toalhas a 6|00"a duzia
pechincha.
Toalh ia aJeoxpadaa, so grandes, a 6i a duzia .
na ra do Crespo n. 20.
Chitas verdes e de cores a
200 e 240 o covado.
Na ra do Crespo n. 20.
tea-La a 200 rs, o mmt na
i) foespa n. 20.
Todos querem. -
Casse-laine, padraos miudos, pelo baratissimol
prego de 200 reis o covado.
Baptistas lisas
com 4 |2 palmos de largura a 'i00 rs. o covado,
muito barato : na ra do Crespo n. 20.
GRANDE LIQUIDACAO NO BARATEIRO
DO
BAZAB NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
Loiireni'o Pereira Alendes Goimarcs
CASEMIRA PRETA A 2-7500 O CORTE, j COLXAS DE FUSTAO A 2T506.
Vende-so cortesde casemira pretaparacal-; Vende-se tolxas de fusto, uV cores
^s de homem a 29500, 43P500, 5?? e 6J000.' 2?500 cada urna.
PANNO TRETO FINO A 2#500.
Vende-se panno enfestado proprio para
cargas e patts a 25P500, 3??, 49 e 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 6'0 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 19500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 9500 e 29000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 300 rs. o covado. I
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para coberlas a 280
rs. o covado.
MUSSENA DE CORES A 400 AS.
COBERTORES DE PEM.OS A l?200.
Vende-se cobertores de pellos o papados
a 19200 e 19400.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se soias brancas e de cores j> 29000
e 29500.
TOALHAS A 800 RS.
Vande-se toalhas folpudas propriao par*
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS'PARA V1AC.LNS A 39000.
Vende-se bolsas para viagens a 39, 3950(l
e 49000.
I.I.NCOS BRAMOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se lencos brancos a 29000 a du-
zia.
GROSDENAPLES PRETO A 19800
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
Fivelas de maJrcp'erola, a 19.
Vestuarios para baptisados, ricamente en-' 12?.
festados, a 239. i Ditos dito com moldura
Cachos de flores muito finas, contendo 6 19500.
ramos, por 39. Ditos dito com columnas de jacarauda A
Caixinhas com perfumaras, muito pro- 29500 a 39.
enveniisados.
Vende-se musselina finas, de cores para a 19800, 29, .29500, 39, 49000 e59000 c
vestidos a 400 rs. o covado. covado.
FUSTAO BKANCO A 320 RS.
Vendc-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 300
e 400 rs. o covado.
CAMBRALA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
MADAPOLAO FINO A 49000.
Vende-se pecas de madapolo, a 49000
49500, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGODO A 49000.
Vende-se pecas de algodo bom a 49.
49500, 59, e 69000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodao enfestado a 900 rs. (
metro.
SOBERANA E INPALL1VBL
WECGAO
DO J
ravEn
a:

gjmp na Tofte
Vndese ou aluga-se por dous ou tres annos
um pequeo sitio no ponto mais saadavel e apr
zivel do alto da Torre, porto da igreja, bem trata-
do, com muitas arvores de fructo e mullos coinmo-
dos : a fallar na ra Nova n. 19, Io andar.
Moraes & Irmo
Em seu cscriptorio ra da Madre Deu
n. 5, 1. andar, tem jara vender por nrero
commodo :
Ylnho do Porto superior engarrafarlo.
(arveja Bass.
Cha verde miudjnho de superior quali-
dade. t
JLVJB-.A
LEXTH
!)a facHhhde iteffledittti de reis, eaYalheifo ilaLogino dfcwra.
A bleunorrbagia, ou purgado, urna inlammorao do canal da uretra, occasiona-
da a maior parte das vezo, pula eomimiiiieaeo impura. Nao urna alecco geral,.que
d logar, como a syphlis a Decdanles secundarios. E' urna affecco puramente local.
Eflectivaineute, ts medicamentos que ha muito teem sido applieados interiormente con-
tra este nial, taes como a copahiba, cubabas etc., nao produzcm eleito seno cornmuni-
cando s ourinas algumas das suas composiecs, -\no, pela sua passagem atravoz do canal,
se tornam urna vordadeira injeegao.
Para quesera necessario car regar o estomago com essas preparadnos nauseabundas e
repugnantes? Para que ^preciso fatigar os intestinos com a sua aega irritante? Ares-
posta simples :Nao se tinha anda descoberto nina mistura que, introduzida directa-
mente no canal, produzisse os mesmos etTeitos sem temer mos resultados. As injeegoes
to falladas at aqui, conseguem fazer parar a purgaco, porm pela irritaeao consecutiva
que produzem no canal, sao urna amea^a permanente de apello, affecco multa mais ter-
rivel que o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte d.s mdicos, querecu-
sam, com razo, de as empregar.
Presentemente, esto fundado temor no existe. A injeor/So que nos apresentamos ao
publico, que conla dez annos de bons resaltados, nao interrompidos, nao irritante. I"
anlj-bleituonhagica em toda a extensao dapalavra. Queremos dizer, a caus'a do mal,
que ella deslroe decompondo os elementos da purgnrao e. tonificando a muco/a e as
glndulas donde provm a sua origera. A sua a|pliearo nao dolorosa, e se urna li-
geira impressao se segu sua introdcelo, essa impressao de pouca dura, e scgue-lho
urna sensnco immediata e no desagradavel. O seu tratamento nao precisa de nenhum
eutro auxiliar para fazer parar em muito pouco tempo as purgaces, ainda as mais re-
beldes.
Quasi semprc basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehouvesse pur-
garlo que resisisse ao emprego de dois.
Afim de chegar a urna prompta cura, o doenle devora seguir o seginte
RE<;illK%:
1. De dois em dois dias, tomar um grande b'anho, e permanecer nelle duas horas,
sendo possivel.
2. Lavar tres vezes por da a parte doente com agua fra.
3. par tres injec$des por dia : do manh, ao meio dia, e noite. Aportar ligei-
ramentc o orificio do canal, afim de conservar nelle o Kquido um minuto.
4." Usar um suspensorio.
5. Abster-se do uso de bebidas ^espirituosas, ou alcoelicas durante o trata-
mento.
SKXIIOIt.iS.
Ha muito tempo que as flores brancas, leucorrhas, etc., teem sido consideradas as
senhoras como causal, a consituicao anmica, que na linguagem vulgar lhes chamam
pallidas cre, quaudo ellas sao ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
do sangue. D'ahi provem o erro que muitos nwdicos commettem ainda, do tratar do
estado geral* em logar de cuidar do estado local, que a causa dos sj mptoma"s geraes.
Nao logar proprio este de tarlarmos theoricameute o facto que ayancamos, mas acredi-
tamos que basta aponta-lo para que todj o meJica consciencioso o reconhera o seu
valor.
A nossa ihji o tende sempre a suspender esss corrimentos serfrpre rebeldes a qual-
quer medcame o; mas para oater esse resultado preciso que seja dada com o maior
.cuidado, e que onetre at as mais pequeos pregas da mucoza, pois que ao fundo
da mucoza flue e t a causa da. a'ffecQo, Nos convidamos as pessoas- que recorrerem
:nossa injecaa, a servirem-se, de preferencia a outra qualquer, da seringa direita, forma:
da d'm tubo de vdro do qual a extremidadb redonda tem alguns buracos. Estas se-
ringas tem sobre as outras o vantagom d'abrir largamente a vagina, por toda a muco-
za, em contacto com o liquido injectado, cndilo indispensavel para cura.
Duas colheres de sopa da nossa injeegao Jangadas n'uma quaptidade d'agua sufficent
para encher a seringa, bastam para urna injecgo, que de ve ser repetida tres vezes
por dia. %
A nossa injetylo prophjlutica, isto evita o mal. Una s injecc,8o basta, depois
d'um contactosuspelt, iiara-pr ao'obrt de todo o receipi.dfl doeiiga.
NA -1
prias para mimos, do 49500 a 69.
Ricos vasos de p rcellana com fina ba-
nha, de 19 a 29.
Boies com dita dita, a 500 rs.
Latas grandes com dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pescogo, com cora-
ges de madreperola, a 500 rs.
Linha de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duzia, excellcnte para machina.
Dita de dito de cores, de 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita, a 280 rs.
ntremelos e babadinhos bordados, de
400 rs. a 29500 a pega.
Cales de seda de 19200 a 29CO0 a
pega.
Ditos de algodao de 100 a 200 rs. a
pega.
Trancas brancas de caracol a 40 rs. a1
pega.
Caixinhas com 4
cezas por 240 rs.
Ricas cestinhas para o brtgo, muito bem
enfeitadas, de 29 a 39.
Ricas golinhas coin manguitos, para se-
nhoras, a 49.
Camizinhas para senhoras, ricamente en-
feitadas, a 49500.
papis de agulhas fran-
Bengalas, 119,
Collariiihos de papel a 400 rs., a du
zia.
Chaposinhos de pal lia para senhoras,
69000.
Ditos de dita para meninas, a 29890.
Ditos de dita para criangas, a 19280.
Ricos chapeos de palba escura para se
nhora, a 169000.
Ditos ditos de Italia tara ditas, a 119.
Gorros de veludo para moninos, a
49000.
Chapos de paHia ingleza para bomens
a 39.
I Ditos de fcltro finos para ditos, de 39
i 49500. -
Ditos de sol de merino, muito lindos, eorr
cabo de metal, a 69.
Ditos de seda com cabo o pegadores dV
marfim, a 169
Meias cbapelinas para senhora a 69.
Duz.a de camisas de cretone de cores f.
xas, para homens, a 339.
Botinas francezas para senhoras a 4?.00
Ditas ditas finas enfeitadas, d cano alf.
a m e 79. -
Sapatos Charlo* com salto r sem salte
i para homens o senhoras, de 39 a 3?ti00.
Sapatos do Porto, de tranca, a ICWO.
Sapatos de tapete, a 19100.
Focos para meninos, de 29 a 27500.
Alfinetes e brincos de ix^dra rr.ivadi*
19500.
Casaquinbos de la para ditas, muito bo-
nitinhos, a 79500.
Collarinhos bordados para ditas de 500 rs.
a 19.
Espartilhos muito finos, a 49 e 5,-5.
Gravatas para homem, pretas e de cores,! Ditos ditos de perola c fdasrran
a 240, 400, 500 rs. e 2?500. 2^000.
U para bordar, a 59500 a libra com-' Passepartouts para r.-tratos, a 500 rs.
plata.
Finissimos loques de marfim, a 89.
Ditos dito de dito, a 59.
Loques de sndalo, a 59.
Dit s de madaira imitando, a -29.
Ditos de papel, a 19800.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador poder certiliear-sc
cidade dos pregos, p.r quanto vende-O BAZAR DA RA DIREITA N. 51.
AjjuJiub do crochet com cabos de mar
fim, a 800 rs. a caixa.
Granadme com lislras de seda, fazenda
para vestidos, a 700 o covado.
Correntes de plaqu! para relogios, de &
: a 39000.
da mi-'-b
al >
^
IKM.l.. pbnrmacenllpo, i. r. de (aNil(iionc, Parir. utro prnprirtnrio r prrpar
DE
PEPSINA
PE
mu! -tas
1 Pilulas alimentosas de Hogg com pepsina acidula, proorfn pr
gstricas d.v&pepticns, etc., c no casoa de digestio dlfficil on mpo>hl
2o Pilulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzido pelo hydromneo
para molestias chromcas e as doencas que das mcmi- n-mltAo (cscorrimrntoo -1------' riatnn.
menstniacOes difficcis) e para reslabileccr as BMidea debflirada.
Pilulas de Hogg com pepsina e proto-ioduro frreo inalteravel, pura mokwtia* I
escrofulosas, lymphaticas e syphrliticas. por a tsica, a cachexia chlorotc c para as aftVicw
atnicas geracs do corpo.
Em. frascos triangulares de 100 ct 50 pilulas; procos indicados sobre o frasco.
Deposito em Pcrnambuco. A. RECORD, e as priucipaes phanna-i;i-
ff f
Cassas avadadas a 240
o covado.
rs
Nataverna n. 22. ruada
Imperatriz
VNDESE :
Rap areia-ina a 900 rs. a lil>ra.
Rap superiur a 900 rs.
Rap areia-preta a SfO.
Haateiga iileza a 14280.
Dita franceza a 800 rs.
E oulros bons objeetos a prers comnouos.
Ja chegaram os maravilhosos fujius artili-
ciaes da China, para seren sollos nos salees e Jar-
dins: caixinhas com variado sortimento e a pre-
cos desde 20 al 305 cada caixa : no armazem
n t do caes da alfandega.
_0 Pava vende Onisaa fraaceias i-
c-res ni os mais delc or l
um pe.|tien< loque de av.-irta 'i'- agna **, pe*--
barato proco do don : peena
cha : na loja do P.ivao. i ra da impentrit a
0.
Farinha de mandioca.
A inelhor do mercado.
Vende J. F. S. Coinibra fininiares
Mrquez de Olinda n. .1. !. andar.
ra d
Wilson Rowe < C.
em o seu armazem ra do Cominercio n. li,
teem para vender :
O vefdadeirb algodio azul americano de su-
perior qualidade.
Fio de vela do inelhor.
Cognac marca J. Hibeiro.
Vinho de Bordeaux.
E em seus depsitos earvao de pedra de todas
as qualidade?.
Commcndador Euzebiu Raphael Rabello, leu-
do de retirarse para Europa com sua familia,
vende o seu sitio no fddeireiro com sahida para o
rio Capiharibe, eho proprio, murado nos lados e
na frente um porto de ferro, boa casa de viven-
cia muita fresca e ventilada, com 2 salas, 3 quar-
tos, send i um muito grande, copiar puxado fora, e
um subrado no lado da casa cima, edificado ci-
ma do nivel da casa junta 6 palmos, com urna
grande cozinha, sala de jantar para criados, sala
de engommado, despensa e serventa em separado,
e o andar superior convenientemente dividido, o
corredor e una sala forrada a eduque. Tem mais
o mesnio sitio cocheira, estribara, quartos para
criados, tanque ou deposito de agua, urna grande
latada de ferro, muitos ai voredos de fructo, e urna
pequea baixa para capim : quem o pretender
comprar entenda se com o oorretor geral Goncalo
Jos Alfonso, enearregado da venda.
Aliento.
Vcnde-se urna victoria com pouco uso, ou tro-
ca-se por um carro fechado; o v-mde-se outra
muito boa, precisando forrar, para mu e dous ca-
vallos : para ver e tratar ra do Imperador nu-
mero 27.
Salsa-parrilha
da mais nova que ha un mercado : aBla-M
ra de \ igario n. 7. i* anlar.
Gaf de Java
Campos, da confeitaria. rwl i i r lalaiaa
vapores o tao preconisado Ca[' de .hita. :'
em latas que vende a 600 rs. a libr?
Si't na Confeitaria do Cam>os.
- NA 111A UO IMPERADO! V 14.
Fiambres preparados.
AS LIBRAS EINTETRO
Com inscriaedea ou sea ril.
0 verdadeiro rli d
caravanas chinout.
So na Confeitaria do Campea,
____RA DO 1MPER A POR .U.
A 280 rs. o covado
Cambraia muito fina e de limkK padroes a Mu
rs. o covado, baratissimo : na liqa do p\mo.
na 1 de Marfo n. 7 A, amiga 4o f,repo.
Vende-se a laverna da na Imperial a 12
bcni afreguezada para a terr e com ha.:,antf
commodos : a tratar na mesma
Taverna
#
PIIARHACIA
BABTHOL
S4Ra Larga
mum
Vende-se a taverna da ra Tiireita n. 72, e a
razao por que se vende se dir ao comprador i
a tratar, na mesan.
Qneijosdo Serid.
Vende-se os afamados queijos do Serid por
prego commo.do, em poreio e a relalho, chegado
no ultimo vapor : na ra do Livramcnto n. 3.
Taverna
Vende-se a taverna da Camina do .Carino n. 2 :
a tratar na rua do Conde da Boa-Vista n. S7, ou
na mesma.__________________________^
J Cera e veas de carnauba
Velas de cora e de epermaerte : na rua do Vi
gario n. 10, t anJr.___________^^^
-- Vende se unv.armacjlo em bom estado : n6l
pateo o Tnrro n. 19.
Ensrcnhos venda.
Vende-se os ergenhos : Ganideira. con safi
de dous ind fim, s toado no lugar denomina*-
Barra de Panillas margem do rio Piran
a 1 leguas da e.-tacao de l na, roa terrfBo par
safrejar annualmente de i 5 mil ple: Corriaa-
tcs, com safra de dou mil pacs, situado no >-
iricto de Agua-Preta e i 2 k-guas da esUeo a>
Coa : o preteudeiUe a amboN., u ;i t|uak|uer um
dos dous referidos engtalux, pniendi-sr ca
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, no Recua.
praca do Corpo Santo n, 17, mi rom ot Bafis-
ta Marques Dias, no powado dos Mola.
lina canoa.
Vende-se ama cani de amarcllo, quas1 aoja,
3," palmos de comprimento : a tratar ni na lar
ga do Rosario n. ft, ou no raes de Ramw a H.
com o Sr. Victoriuo.______^^^___-
Cidade da Victoria
Vende-se ntasa eldatic urna ca sita
do Barre, muito propria para se liucr un
predio por ter rouia largura e graocV quin&A, e
ter i meiarao nos oite*. dkjicdra e cal, em lugar
proprio para negocio, cuja casa oae atora a
Sra. D. Joanna : a tratar em .\foga4m, largo 4a
Paz n. 33.
Uja

Vend-so ou troca-se fr* rasa Mala t*b*
proprieiJ.'Kle-lJawiHeiro de Fn-fa erf Tt-
ipi, fre^'.iezia de .Afogado, a margen, da estra*
. _e Jahoao. A nropriedae ten fu* de rutada
Vm-i/Ia o assohradaJa, a.ude, b\as Varitas matu, baitaf-
> tmuc-Mtt. it0i fructeirtis, eluar 4nro*riao par.v vaettala
n. I5i da rua do Coronel'Suassuna (antiga jefte : rrtrem prtWiier dirij-* a itti -*":"): a tratar na rua fo Vicario The- .Rita n. W, a traur com o rwa*. Se wlaa l^ri.
andar. > 'glra oVUeoeaei,



U.



'> -
.'

^
Diario efe Pemarabuco Sexta feir 2S de Maro de 1873.
ixr-
iULUUMLlfll
Soart(Lurte kiaios, pedeni as Exmas familias destn eklade, para virem sortir-se
di uitt ecflipleto sorlimonto de miudezas e perfumaras, por presos baratsimos, a
aber:
^ha'ctatnhn branca muit bda com 40 Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
ooVllbs, a 500 f. dem dem, a 400 rs.
dem idem de marea, a 200 rs. Caixa de euvelopes trajados de preto, a
Maco de Uta chinea,'a 000 rs. 500 rs.
Ditfa de pejas de cordo imperial, Leques para senhoras, a 23WO0 e 45JOOO
2*0'rs. i dem dem do osso, a 6J5OO0 e 8*000.
dem em carritel de finha branca, a 320 Iudispensaveis de couro da Russia, a
rs.
dem dem calritel 200 jardas, a 19000.
Lara'parinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 18O00.
Abdtoaduras para collete (sao baratas), a
400 Ys.
Ouzia de percas de trancas caracol branca,
s 00 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
l'ita de velludo ele todas as cores e larga-
ras.
Ide.n idem de sarja idem idem.
TalherescabGde viado (iraitac,ao) a3??000
duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
lo, a 33600.
dem idem beira lisa, a 2$500.
Orinaldas para casamento, a 23 e 5JP000.
'larrafa de tinta rosa oxtra-fina, a 13000.
Caisa de botos do osso para calca, a
*00rs,
Coqoes moderaos, a 3J>500.
Mago de tranca lisa de cores, a 240 rs,
Lspelbos-toucadores, a 2-5000.
Resma de papel pautado.0 liso, a 23609, les, a 23200.
'23800, 33300, 43000 e G3000. dem de sabonetes com Adres, a 13o00.
Caixa de papel amisRde, a 600 rs. Lindas c elegantes caixinhas com perfu-
Idem idem idem boira dourada, a 800 rs.! mes do autor E. Curay c Gell Frrcs, pro-
Gaixa de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas do pellica com pequeo toqRU, a Sabonetes Glyccrino transparentes, 1-3
300 rs. c 15*00. i Chapeos para senhoras c meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas per barajissimo preco, e mi-
tos objectos que -so tornara longo mencionar.
28 Ra ( Barao da Victoria 28
103000.
lvrospara notas, a 320.
Redes enfetadas, a 13300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mom, a 83000.
dem idem lisos, a 63000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15J300
Idcmkananga do Japilo, a 1(2200.
dem divina, a 13000 e 1JJ200.
dem idem Magdalena (novidade) a 13500.
Frasco com tnico oriental a 15000.
dem do oleo Oriza verdadelro, a 15000.
dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 13, 13500 o 25000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem do pos chinez, muito boro, a
500 rs. e 15000.
Maco de sabonetos inglczes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes do amendoa, a 25500
c 33600.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
I DE
FUNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRUIH I. 82
(Passando o chafariz)
FGBEM AS seubores de engouo e ontros agricnltores, caiprega dores de m
:niDisme o favor de orna visita a sea esta-belecicoento, para verem o novo sortimento
omplet qoe ahi leal; sendo tudo superior em qaalidade e fortido; o que com a ios
ueccio pess tal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LOCAR DE SU A FNDlQ.iQ
Y apUSU t) lUcio U ngild, raeabos convenientes para as diversas
jircumsUficies dos senliares proprietario* e para descansar algod5o. -
atoenas de canna tSm. 8 (amanbos, a--mel0re8 qoe iqu'
Rodas dentadas paca animae?'*" e v,por-
Taixas e ferro fando, batido e de cobre.
Alambiques 0 fandosnie alambiques.
para mandioca e algodSo.J Podeodo todos
e par-a errarmadeira. fser movidos a mao
/por agua, vapor,
do patente, garantidas........ |ou aniroaes.
Todas as machinas eP8casdo Faz quaiquer concert da raacbiisrao'a ^ ***resuDiido-
Formas e ferro
ncommeda3.
sismos
tsm as melhores e'mais baratas existentes no mer-
CfllO.
Incueabe-se de mandar vir quaiquer macbinismo von-
iade dos clientes, lemferando-lbes a vantagem de fazerem
*uas compras por iatermedio de peseea entendida, e qr.e em quaiquer iie'tS8idade pode
.lies prestar auxilio.
Ar&dos americanos e in8,rQme1108 ^,ico!as-
SOARES LEItE, IRMOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Barao da Vkloria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposiefio de Paris, em 1867, foi concedido a
libas Howe Jnior, a medalba de ouro e a condeoora-
rtio da Legio de Honra, por sorem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditan)
estas machinas.
A
Cabe-nos o dever de annunciar que a cotnpanhia das machinas de Howe de Rova-
brk, estabeleceu nesta cidade i ra do Bnro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
gcral, para em Pemambuco r; mais provincias se vonderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais-curta com a mesma qualidade de linhaquo quaiquer outra,
e pela introdaego dos mais nperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
olerecer ao exanre publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas madiinas sao as seguints:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incoutestavel, a
circumstaucia de nunca terem apparucido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Conten o material preciso para reparar quaiquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fi ict;o entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra fcito mao.
(Quinta.Permite que se examine o trabalho de ambos os ios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazeru ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e kigo em seguida, sem inodiiiear-so a tcnso da linhn, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compresst levantado com a maior facilidade, quando so tem de muda
de agulha ao comecar nova costura.
Oitaya. Muitas companhias de machinas do costura, tm tlo pocas do grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudaucas radicaes para poderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao allende a procura, posto que faca 600 machinas
por dia.
Cada" machina acompanha livretos com instrucres em porluguez.
A 90^000 A 9Qd00
SOARES LEITE, IRMOS '
A"
do Bariio da Vict'oria n. 2 8.
!
j Orleques todos de madieperola,. branos c le
eores e ! tambem de mdwperila em alto relevo, tor-
nndose por isto apropriados para noras, a NO-
I VA ESPERANZA na Duque de Caxias n. W
(antijB do Queimado) qnem os tem. i
Sao de tartaruga j
Os brinco?, broches, meios aderecos, enutt,
corac,i5es e eaMoletas, <|ue esto oxpostas :i Wia
escolha das Exmas. (amantes do chique) vende se Resolvemos dar uiu itcqueno
na Nova Esperan?, na Puque de Caxits dades e pree/JS de diversas
D. 63. que a vista delles possam ar
Aqo w/jyiMi/io {'M o0"* hienas '> Pw
1S
l/!ja do Pass;
Vrual0deMarcon.7A(;
tiga do Crespo)
esta .mal; porque Mti bcra prvida dju melhores de 8 e !>.
galoes e franjas do todas as cores, onde pode es- Saiaa IJ & eammia ..e II, .< c ti.
colher-se vontade sobresahlndo entre estas as Camisas bord*djs wr- nhora, para Jmm m
modernas franjas nesaiMM, que pah sua varieda- pr*t*<
de de cures, flea bom em quai todas as fazendas. Ca|iellas de cera a M
A ella notes que se acauem. IMes para tamm i :!i) i .* o r.v
JWUVi UOn Otfia rortes de Urktau \M |,Ju* a sHa d !, M
Vendem-se de todos os tamanhos ra Dnqno Z <*
meninos
A Nova Espcranca ra Duque de
Kscolliei bemn vonUide
. Caxias ii. Cliapcliaas, chap.>s de palha, veMk. *
03, acaba de receber um lindo sortimento de bo- fil para senhoras e iiieniua* de l a Ca-
necas de militas qualidadcs, vindo entre ellas as
engracadas bonecas de borracha, assim lamhom
urna pequea quantidade do honecas pretas que
se tornan) apreciadas pela sua novidade.
Ebem ntil
A Nova Esperanza roa Duque de Caxias n.
63, lerebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
^o para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-so intoiramentc
feio, somente por estar mal enfeitado : a Nora Es-
peranza ra l'uquc de Caxias n. 03, remove
Rasquias e casa uiuhos de seda de 91 a!
Qasaqninhos e romeiras de crochel
brancos de i.i a 64.
Vestidos de H ubraia braaca com lii
dados aoje IOS.
Camizinhas de cambraia branca a "KM f.
Manguitos e g.dlinhas a o, o cMn
Cintos de todas as qualidadcs para icakorv 4i
300 a lG'IO.
I.c:ic;k bordados de lab\iintho d<- Mt a IQ|V
Coque de 4 a I 300.
I.equcs de madrepend i i niarfun de 34 a 1*0.
Balan a 14.
Chales a imila(aode Iwrjtis de nwrao pMt
de Caxias n. 03, na Nova Esperanra
Cabellos brancos s tem qnem
quer
A Nova Esperanra rtu Pinpie de Caxias n.
63, acaha de receber a verdadeira tintura Ib IV-'-
nous para tingir os cabellos, que (empregando-a) rom milita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos > tem qnem quer.
Estdo na moda
Os cinturfies de couro, proprios para senhoras,
que recebeu a Nova Espeanea a na Duque de
Caxias n 63. estao, sin, senlioxa, eslanna tunda !
Se queris ter ou preparar um ramalhete de
eheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
ou para outro fin apropriado, necessai o ir
Nova Esperanza ra Duque de Caxias n. 63,
que all encontrareis os mejores fOTU hvqttrts
que se pode desejar.
Talagarca
A NOVA ESPERANCA roa Duque de Caxiai
n. 63, vende talagarca para bordar-SJ de todas as
grossuras
* romt
Jaquim Jos Goncalves
Bcltrao & Filhos
Teeni para ve ador no seu escriptorio ra do
Cnmmercio n. o, o seguialfl :
AGURDENTE de caj : caixa de 12 garrafas.
de laran a, idem idem,
ARCOS de pao para bail.
CAL de Lisboa, receiileineiile cliegada.
CHAPEOS de sol, para horneo) e senhora, cabo
de marfhn e sso.
FFIXES de ferro, |iara porta.
FIO de algodu da Rabia, da fabrica do comnien-
mendador l'edrozo.
LINDA de roriz.
03RASde pal-eta.
PANNO de algodao da Rabia, da fabrica do com
mendador Pedmzo.
a i -.
Cambraia dt elrfan nioi patries
3 HH rs.
Alii.u..- de li' i e coa 1km*>
tedas de infle 800 rt, e 7vlo.
Grande fortimeatii h lijara todos yn
Crocln-t i.rjico e i re;. n v <|,> a tflf t.
Fil de linho lio-r-lo e l.. :i.dj i09 1
n a vara
Vestuarios Jeftistii hunco e a-i ere? |
meninos de ''-i a 0 .
Grvalas e nacas d 390 a 1:. >-.i 11 :.
Chajteos de casi,ir Sffa a ~ I K
ttajiaoi de :c'im e de merino preto para
iinnn a 34.
Collarinhos de liolvi li.os
i5 a duzia.
I'cilos de linho a t-m).-.
Ditos bordados a M2U0
lurtes de velbi.'.-i bordad para cortases ali
Bi-kii preto vara l.
I fmnhas da linho tiammM bordadas
grandes e 2 menores por <
tigospe c pracM i> i.. .i- -n]
<'!i|o# |hi*u criaaraa e mc-
iiiiiim de 'SOolS.
Vente se lindos cli |k'-o I- vettad<>. | :
de seda rica mente enfeitadoK c m ls e Inch*
de blond, proprios para cnaaea* e n cnius 4*
e.-cula, pelo LaratissiiiM preco d.< 24 e 31 eads
um : na hija do Passo, na do '".res|i". j
arco de Sant i Antni .
Loja do Pui; \WM\I
Lindos veslidos a.5$ o corte
Superiores cortos lo cassa de cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 53* cada corte: Vondom na ra Pri-
meiro de Manjo (antiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
cellos.
Rd ra da Impentris i. 6,
loja ne loura de Sebastin Mar.pi di N
meuto, venie-se em porrees graml
tho todo toa;a exbleule m >ik-iii. | i
muito diminutos (ir ter o m sin
de tuer una viagem a l>n>pa ti ir .-
saiide; portanto, lodos .< ir.-;notes
RETROZ de toda* as qualidades, das fabricas de ; de se surtir de-, ai i>>
Peres e Eduardo Mililao. antes
ROLDAS proprias para botica.
SALSAPARRLHA do Para.
vELAS de cera de todos os tamaitos.
VIN1IO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
t dito Setubal, caixas del e 2 duzia-.
da Italia engarrafado, eaixas de 0 gar
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de caj, caixas de 12 gar afas.
Malvasia do Douro, cairas com 12 gar-
rafas.
,.:
Joaquim F. d .s Santos Cnimtai G4Em
vende em seu escriptor." i na do Xa<
Olinda n. 3 I andar :
UN 0 Hi
Cha < rm lasai da l I hra
Fumo < eii IMaa
Parinha de niindioca
Viiilu de Tliomnr. *
C
Seda pura a 1#500 o covado.
. Seila de coros de muito lindos e differentes padroes, gosfoa moJern s, pelo baratis-
mo prego de 12300 ocova-lo, vende na ra 1. de marco (rtiga do Crespo) n. 13, "
las Columnas de Antonio Correa de Vasconcellos.
loja
Sal do As
su
R DO BRUM I. 52
, .. I "ma casa de taipa com um terreno proprio com
oOO alqueires a bordo do Inate Mana Amella, 60 palmos do frente e i'O de fundo, tem 2 fren-
lundeado confronto ao trapiche da companhia: tes, urna para o becco do E-pinheiro e outra para
trata-se a bordo do mesmo hiate, ou na ra do a ra Nova : a tratar na ra larga do Rosario
Amonm n. 60. i n. ii, fabrica de cigarros.
Lazinlias escoeezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas escoeezas, padroes inteiramente no-
vos, pelo diminuio preco de 280 rs. o" covado,
pechincha e du-se amostras na loja de Guiller-
mo C. da Cunha 4 C.
VENDER
o hotel da ra de Lomas Valentinas n. 61, muito
afreguezado : quem pretender dirija se ra da
Praia n. 47, para tratar.
S
Engolillo )ara vender
Carcavellos, idem idem.
\ende-se o engenho masif] <, tt-
lo. na fn'Kuezia de Agua Frea,
legua da eshvao de I ua,
moeiile e corren' >, a margon d i i
| \j rangv, com lena- para si
; Q qualro mil .us de assoc
i fa nismo peifoito e de s\-.
un opliino assentamento. iti'
A tratar na i i.a do II
cscriptoiio do nejorianie Joaquim 4m
. Ramos, e ra do luipcradnr a. iS, p.-,
j, meiro andar. m
Libras sterlinas.
-.nJe-se no arm.i/.em de fazt ndas de Kr.fr. i
F. de Oliveira H,i ra do Ctwi.noc n ii
U
DOS PREMIOS DA I. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 481, A BENEFICIO DA MATRIZ DO RIO FORMOSO. EXTRAHIDA EM 21 DE MAIO DE 1873.
NS. TREMS.'NS. I PREA1S. NS. PREMS. NS. PREMS.,NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. INS. PREMS.jNS. PREUS. -dj| NS. 1
1 61,181 6 370 H 585 6 7S7 fio 989 6d 1211 li "~* *' 72 91 na 91 lo 11 52 47 iii 7 85 40 84 23 38 28
O. ""' 89 74 96 98 - 92 16 i 14 60 52- n '14 _ 86 lOd 85 mmm 28 _ 45 30
27 ~" 91 78 608 803 94 17 20 69 62 16 ^m 96" U , '86 ^^ 39 46 H
2 - 92 84 15 11 95 Mtfl 22 24 73 63 - 20 mmi 2100 89 43 48 _ 36
49 "** 94 91 _ 17 15 1012 6d 25 26 77 s 70 - 22 mm 11 ^^ 94 44 52 _ 43
50 mmm 203 92 20 18 22 29 27 -' 80 _ i 74 .- 27 _ 17 ^m^. 2312 45 53 mmml 44
57 "^ 6 95 25 23 24 38 33 93 _ 89 - 35 21 M 14 48 54 -_ 9
58- "~* 12 97 28 28 25 40 3 i 96' _ 1807 37 26 27 io 16 _ 54 56 ^^ 9
68 f* '15 *# 99 41 48 26 44 38 SOOA 6^ 97 aa. 9 ;,43 6a 22 62 57 mmm 6f
69' . * 18 6 404 45 50 28 52 40 f61* ' 10 - 48 __ 32 - 23 , 68 61 66 11
88' " , 20 7 55 55 32 V 73 42 12- __ II :X> * 57 ^^ 36 25 ^^^ 70 66 ^. 7
90 "" 1 26- 13 64 70 44 N 75 18 -! '1,;' m 17 6J ' 60 48 *m 26 -_ 74 ^mm 67 5 77
93 *" 34' 15 69 - 72 - 47 80 50 > ,15 64 21 - 69 66 1004 27 toa 77 74 6 70
95 '35 - 17 71 83 48 ~ 83 51 17 ^_ 23 - 75 . 68 64 34 65 79 _ 84 95 11
LI7 mm ,50 21 m'* 74 90 52 --- 86' 52 z 18 mm 30 81 76 35 92 86 90I
105 SOQB 54 29 --- 77 95 53 --- 89 ti bf '21"' 34' 85 77 mm\ 41 _ 95 _ 91 mm II
7 U 55 43 --- 78 901 57 --- 97 5 22 ' U 3G i. , 78 42 2506 mmm 92 ^ 13
8 60 64 --- 81 4 63 --- 98 56 .,^25 _ , 37 - 87 __ 90 ... 48 _ 8 mmmi 2701 ^J li
9 63' 78- 4 88 8 64 . --- 1300 58 35" *b i 38 "rr 44 i 91 mm 50 12 4 ^_ 17
13 , 67 98 6*' 89 10 68 --- 1 00 ' 371 65 ; 46" - 92 6 #0* 58 17 _ 8 io 18
19 69 501 - 90 13 90 --- 2 02 ; 38 , 38,'' 7 ^^^ 60 26 ^^^ 22 ' 64 24
:2 80' 9 91 16 a^_ 1113 --- , 8 65 ;,;40 ,.59 8000 ! io _ 66 43 _ 26 27
34 85 17 93 26 --- 17 i 11 -r 67 __ i- 4*-' _' qt6- 9 mm, 17 68 49 29' 33
:i6 87 18 *05 96 28 --- 22" _-jl ' 13 --- 68'1 49 lt- -i | 16,: mm* 20 73 M 61 46 37
37 99 38 60 99 32 ' 23 y --- W . :. _^ " 74^ 2 19" _^. '' ?jf, 74 mi 66 60 l #42
u 311 41 700. t i 37 --- .37 '21 ib'L "" ,f:j.,' mm 3 76 ^_ 69 64 64 61
45 6 45 6 u ; kZ --- 50 --- 22 --- 92 - ;; 77 :M '-^ _^. 45' 79 ^a^ 7Q _ 74 44
47 22 w 1 48' 7 tA 44 i_ 52 __ 1 28 --- 1507 79 85" -* -43-- 51 -^_ 81 mma 71 _|| . 76 48
30 24 H 54 12 64 49 --- 58' --- 42' --- 8 _ 89 - _ 86 - 47 mtm 64 aolf 82- ^^ 8 87 49
56 28- 55 '21 50 60 --*- 64 --- Jo0 90 88 48 mi 68 _' 83 __ 87 _ w 53
58 5f 29 .. 56 49 - 51 63 ~ 66 --- * 91 V 91 **>& 57 m+t 69 ^ 88 ^ ._ 88 _ 93 60
. 34 mt^ 68 53 55 --- 73 78 --- 21 64 97 . 92 83 58 M. 70 ^_ 90 mm 98 - _*801 7
i5 40 _ 70 61 56 --- 78 --- 83 --- 24 1715 95 64 04 73 t*4 93 2603 _ 2 60
bb V 44 _^ 72 62 59 i.* 91 O0 92 25 18 97 - 64 64 2407 15 7 * n
69 47 mm 74 79 60 64 94 64 96 --- 3G " 25 io 98 -I fev % 16 24 llA 64 85
72 51 77 . 83 73 ,97 1 1400 ^ggfcg ^ 27 to . 99 I f -4 79 O | !* / 30 ^_ 13 90
73 61 --- 78 ; 86 - 76 ' 6
>




"8
Diario de Pemambuc Sexta feira 23 de Maio de 1873.
ftKLT.

MODESTIA DA BATATA.
| Continuado)
Aquino O"Fungo, o osle estado no de-
curso da doonc.1 nao se opera por meio de
nfd&oionameolo rom a larva do Fungo.
O FungBiiicsta su n'um estado nais
. adiantado da dtwnei, vem com a decompo-
sico obrOnica ilas partes apodrocidas do
mesmo modo (ue se deseriYolye ein outros
corpos putrefactos o bolorcntos, cuino por
evemplo no pao ou na fineta com bolor A
ljpposicaodc que una s especie ele Fiiu-
gus, soja* Pcionospora ou Fusisporium ac-
ta sobre as batatas podres, errada.
As especies sao numerosas conforme as
diferontes condiooos. Tenhu especialmen-
te nota lo nina grande dilTerenca as espa-
cies de Fungo Das duas ditTerentes formas da
molestia da batata, no estado secco e hmi-
do ou de poilrido. No primeiro caso eu-
<.oiilra;n-se muitas variedades'de bolor per-
iciicentes s especies viscosas, nao s da
Fusisporium e Ferospor, mas tambera da
Botntes, Asfcrgillus, l'onicilium.e Sporotre-
ehurfi ; emquant (jue no segn lo, e aondo
> Fungo mais raro, as especies sao do
Mucovini, na qual o .Mucor raucedo ordi-
nario abunda irais.
Por tanto, em relaeo s especies de bolor
que so alimentan! nj batata pobre, nadaba
que difflra do que temos encontrado en ou-
Irasjosteriasveg'taosem decoinposigao, eo'
bolor Da batata tanto origem da sua doen-
<.:i co.no no pao bolorento. (lista tbeo-
ria, diz o autor do artigo, quasi insus-
k.uavel, restringi loa mesmo ; molestia
das batatas, e est en opposieao na sua
generalidaJe A opiuies da maior parte dos
Icyuem da scioncia. Plantas e animaos
o5o sao nerassariamento (lenles antes da
inoculaco do Fungo e uiais fcilmente o
consideramos* causa da molestia ou decom-
posioo, como succele com alforra em inul-
tas plantas, inda que em alguns casos de-
venios cone rr que consecuencia necessaria
dadoonca ou que concorre para ella.; Eu-
contramos o mesmo Fungo na batata consu-
mida pela gcada, ou alforra la, o pjr tanto
- nao pojemos attribuir a decoinposico da
batata rgela la s iullnencias do Fungo.
como ra o podemos sujeitar jjl Htode
clima c lempo, procurme* (esos
terrenos e exposicoes vantajosas. I'ti'ter-
reno sollo, leve e um tanto aroenta, que
conservo a sua liumi la le e que resiste aos
raios do sol mais adequado, por isso que
as alternativas nao se fazem to rpidamen-
te como acontece em terrenos mais pesados
o argilosos. '
bogo, se o Fung i nao a causa primaria da
molestia da batata, de pouco nos servira a
sua aniquilado, a lmittin lo mesmo que a
marcha rpida do Fungo possa apressar ou
modificar ocurso da doenea.
b" claro, pois, que a vordadeira causa da
molestia da batata devo ser procurada em
ontra parlo. As causas nao podem ser nu-
tras que o apodrecimeuto de seus tecidos e
priueipio da sua decomposioo cbimica, ef-
l'uito d'u.na sbita mudanca de temperatura
e bumidade, fazenlo com que se decompo-
nna o catilo e o tubrculo na ausencia com-
pleta do Fungo.
A batata um planta montanhosa dos
trpicos, que no seu solo natural goza urna
temperatura fresca de maio com bumidade
constante na raiz ; de modo que durante o
crescimento pao se ada exposta nem ao
fri, nem s variares constantes almosphe-
ricas como acontece na Europa. Km
Bramlenbur, accrescenta. Herr von Sch-
ciltzenstem, freqoenta baver na esta-
o da molestia das batatas um calor arden-
te a ponto que o solo adquire iO;' graus de
calor Rhcumur iguala 1:22 de Fannghcit
e es tubrculos mais em contacto com a su-
perficie, erost m maisTw menos e se se nio
arruinam de prorflplo, a molestia pode
mais tardo desenvlver-se. So queremos
extinguir a verdadeira cans da molestia
da baati, precisamos: dar planta, tan-
to quanto for possive, as mosmas con-
digoes que ella goza no seu pai/. natal ; mas
O FIJO
.NOVO SYSTKMA M FABRICO
O fabrico do queijo est hoje passando
por urna completa revolueao. O novo sys-
lem arraigounos Estados-Un idos e no Ca-
nad, onde lia j para cima de 1000 fabri-
cas, o comec,a a ser adoptado na^ Ingla-
terra.
0 grande melborameato do quoijo ame-
ricano, que aatigamante tinha um piquo e
um amargo que Ibodava urna baixa classi-
lioaco, hoje rivalisa com os melhorcs da
Europa e justifica a grande demanda que
lia boje na lran Bretanha do queijo ameri-
cano a ponto que, sigundo urna publicaco
ingleza, este tem completamente supplanta-
do o queijo ingle/., cojo consumo hoje es-
t na razo de um para trinta do ame4
ricino. -
As fabricas americanas, abrangendo o
Canad, proluzeiu animalmente.........
2-it,OiO,0(K) de libras de queijo em quanto
que a produeco ngJoza eescoceza, antiga-
mento muilo superior, nao passa de.....
180,000,0.08 de libras. No Estado do Illi-
nois existom hoja III estabelecimentos
queijeiros quo manipulara o leitede 33,631
vaccas, enjo producto em queijo de.....
10,000,700 1 bras, no valar de 92,218,217.
C) capital empregado n'estas fabricas, diz-
se, ser 91,070,000.
Tem ellas incontestavelmente o mrito de
facilida le e economia, sendo o custo des-
tes e-Jificics raras vezes superiores a 500
libras, e compoe-segeralmente de duas ni-
cas divisos, urna rez de chaussee para o
fabrico do queijo e outra no andar superior
para o armazenar. Os dois requisitos es-
senciaes parecem bem, boa pastagem e agua
cerrente e limpa.
Dados estas cireumslancias, e juntarruV
Ihe asseioe vigilancia, a scioncia da fabrica^
cao do queijo reduz-se a principios cortos
e um born artigo de- comuiorcicio produz"-
so com exactido. Nada cabe ao acaso e
pouco intelligencia. Em entrando bom
leite por um lado, queijo igualmente bom
de valor corto, sahir pelo outro. A con-
ta crrante d'uma deesas fabricas roostra que
comecando seus trabalh is em 30 de marco
concluindoem 10 de iwvembro, traba-
lliando por consecuencia 23>1 disf. e eonsu-
mindo 1,310,510 libras de leito f >i a pro-
lucco em queijo; 2iC,831 libras, que ten-
didos importaram em 7,870 libras, reali-
sando-se um nteresse de 6,772 libras q/ie
se ralearam pelos socios na razo da qiwn-
lidade de leite com que cada uro contei.
buio ; porque devomos ter orrt vista q.nie
i s ii iodado nao s concorre com capital
para as c mstruccoes precisas e forragem,.
masentram com a materia prima. Nao ,.
porra, obligatoria esta forma, por que-
um individuo ple montar o estabele-
cimento sua custa e contratar com s
lavradoros vizinhos o fornecimooto do'
leito.
Recentemonto iutroluzio-se urna novida-
de no formato de queijos que promette du-
raco e prospero resultado
1.. O roalbo e vasado n'um cubo em
quantidade do 10 a 1000 libras ou mais,
solTre urna for te pressao c depois albado
c-v oaos do tamanbo que se quer. Estes
; sao entao ligados, postos na prensa e
iiovjinente espremidos, escorrendo maior
porco do sro.
Desto modo fazem-se qUeijos de- i a
\ mun diana
aomcsxA&muo
ORIGINAL BRASILE1RO
POR
A. von lIonhoHz.
IV
COSFIDKNCIAS.
(Continuado do n.116.)
Agradec dona da casa as informa-
co, e essa noite*foi de verdadeiras amar-
guras para mim ; o amor que nutria por
aquello anjo de caridura e a idea de ser o
causador dos seussoffrimentos me atormen-
tavam por tal sorte que nao pude conciliar o
somno o cborei at pela manha de desespe-
ro e saudade. Escrevi no da seguinle ao
doutor fazendo-lho sentir quanlo me inte-
ressava pela sadfe de sua filba, e tive o pra-
zcr de receber no fim de 20 dias urna carta
na qual depois de muitos protestos de sua
amisade e deagradecimentos da enferma, me
annunciava ter resolvido tornar corte den-
tro em unmez, pois Julieta dissera passar
muito melhor no Hio de Janeiro. Ella me
ama andaexclamei contente-p r tanto
nao ha consideraco que me deinova do
proposito de pedi-la em casamento logo que
chogue, para effectuar esta uniao, que para
mim a nica felicidade possivel neste mundo,
assim que lcancar as divisas de oflicial de
patente.'
Rccebi anda urna segunda carta do Dr.
Hermogenes pedind -me para ir busca-Ios a
bordo do vapor de 15 de dezembro (esta-
vamosem finsde novembro) ; choreideale-
100 libras cada um, accomoa^dados s ne-
cessidadrjij^^^Bdo.
2.* O dBwra^nta fazendo-se por meio
de evaporagao, ajudado por esto fonttto,
por isso que, jo de cima parabaixo, estos pesou cubos,
sendo voltados do tempos a, lempos deacre-
vondo s<) um quarto dJ*circulo ua sua rota-
$o, em lugar de volver para centr do
3ueijo, como succede, quando elle redou-
, virado como em ngulos rectos, pen-
de semprc para o exterior ; e assim extra-
hido pela prosso e eveporaco est muito
menos eujeilo docomposicio.
3: Os pies, eataudo ligados esto livros
da mosca.
4.* Sao voltados con maior fcil i-
dade.
5." Sao exportados em caixas de quaes-
quer dimensoos e sendo quadradas sao me-
nos dispendiosas do que as circulares, e esta
verba c importante.
As travessas exteriores das quatro faces
evita-o demasiado contacto dos volumes
uns con os outros, no navio ou no afina-
zem, pennittindo a ventilaco. Ha igual-
mente economia ras taras.
6." Para a venda a retalho ha vanta
gens neste formato. O vendedor pelo pe-
sar o queijo e, servindo-se da escala m-
trica, partir com exactido asquantias exi
gidas.
7." Para o uso domestico, este queijo
tem a vantagem do se conservar fresco, por
que as ligaduras vo-se descabezando pro-
pongo ilo consumo.
8." Escapando os gazes com mais faci-
lidadif pelas differentes faces do queijo cu-
rado melhor.
9." Oecupain menos espado no secca-
douro.
0 procesa observado neste systoma o
seguinle :
Qoando o eIba est em termos vasa-
do na forma, pe? retanguW, urna faee da
qual abre sobre gonzos, liii de facilitar a
remocao do pao depois de incensado. De-
pois do csalho tomr orina que I he d a
operacao da prensa vertic*lment3 corta-
do em dois su mais pwbos e emolvido e:n
cassa fina: N'este estado e postos em ca-
rnadas, entre-as quaes se iuirodusetiVtaboas
delgadas ou laminas, vokam- ao molde ou
prensa aondo recebem iva1 pressO para
esgotar o sro qjac Ibes ftcou da prkneira
Dpera<;o. Em seguida so transperhidos
pora os prateleires aondo o restante- soro
sabe por evaporado.
Assevera-se que sstes prcwessos facilita-
dos pelo formato especial do queijo extrabe
to eompietamente o- sro que- a decomj:f>-
sico nao se faz, dispensando assim a capa
gordorosa, que co*tume etnpregar no
outros para os preser-var do eontacto de
ar.
trapo do lltiho, ou d'outras materias mais principio
ordinarias.
Fallando do bamb da India, disse o Dr. jjKida hiunido a ferida nao cka-
Alxandre Hunter n'um discurso asocela- triza" fcilmente, e o fungo 'provavelmcnte
deBotonica d'Edimburgo. o botribys infestaos) desenvolve-se com urna
A^folhas quando tenras sorvem de for- rapidez extraordinaria. Assim que. diz o
m# v
ul nasce da picada d'um (sempre quantidades d'area e ciuaa*.
picti, e viridis. Se em Duas niuhadas depois de deacaat
ovos, sao a-unidas em um tobando de
rage
varios animaes.
O grao d-sc ao Dr., se manifesta a molestia as Lilias e
gadofli forma de cozimenb. coino remedio preciso supprimir os ramoso cubrir a planta
prWwbre. Dos rebenl s da planta fe- com torra ; os tubrculos continuarlo a
mea fazem-se dardos, emi|Manto que aquel- amadurecer.
los do macho sao exportados para a Europa Nao reclama o mrito da descoberla : to-
em grande escala, para remataras carinas do elle pertence ao Dr. Maclean de Colches-
de pescar. Os aguiliis la turnes servem; ter, to profundo investigador como grande
dallinetes. As bastes empregam-so como es-naturalista, que me mostrou ludo que acabo
tacas, tapumes, fonos de casas, cancellas !d'e.\|>r.
persianas. Alguoias casas sao cuiiatrui lis I --------
inleiainente de bamb. .Manufacturase! BETEKUABA.
d'elle papel e panno. Ksti planta, d'anno para anuo-, ganha
Os rebeutos tenros ii.-aii-sc em conserva|mais sympatbias. Das variedades cultiva-
e constituem um dos componentes do cele- 'das tem-se cnnbecid seren as melhorcs a
bre doce chamado cbow ebow. Do baui- vermelba e a amarella de forma loriga e-as
bu fa/.em cestos ecaixas. As caixas e vasos espbericas das mesillas cores, as primeiras
euvernizidos demirma sao notavelmentei|iara terreuos argilosos, as segundas jiarr
lindos. Entre outros usos servem de varas! trras leves C delgadas.As quabdades Un
pira palaiiquius, para encaliur iigua, para sido do tal modo niidboradas, que 6 diflicr
srrga'i ks Uircos nos nos, para jangadas,
para carrosas le-ves, oseadas de maj, canoas
aep-.'scadi.r, lauras, cadeiras caoipestres,
estates para plantas, tubos de dislillarao e
frechi.s. Os canu 1 s cortado^ convenien-
temente empiigaiii-se c.mio bldese garrafas
para eonduzir ou guardar papis que se nao
quer dobrar, Como tajubem instrumentos
msicos, e s vezes pnia usos culinarios,
cbegaii-lo yj naturaes' d'Arakan a rozor
encontrar urna variedad; m, e a producjjao
inacrodilavel. Urna soi iedale d'agricultu-
n offereceu um premio a quem npresen-
lasse a melhor cothota. Brote competi-
dores ecnnbeceu-ae que por maior que fos-
sein asdespezas de cultora, o resultado com-
pensa vi amplainento ocnprego de capital a
traballio.
0 compet lor premiado colhea 62 toaeh-
ilas de um acre (tres alqueires) no valor de
n'elles o arroz, o em llangoon 'India) nao sessentae quatro libras o ;0 sliillins,
raro ver-senrro/. doce veiHla nos bazares
n'estes vasoS.
oor'ooo
amia
MAT9RIA PRIMA BABA PA5L.
O cnsul geral 1 mi tai ir ico na Harona,, no
seu relatorio-do auno de-18707H^.chama
a attenco do*- fabricantes-de papel na In-
glaterra par>.o grande material que peesuem
para as suas- officinas as- enormes inani-
dades de plasta fibrosas qpa abundan em
Cul>a. Varias experiencias om bom resul-
tado teem sido^fitas pelos &bricantes depa-
pel da torra goto a $bra do bamb, (esta
planta attingeoonsideravel altara nos Arpees,
e vimo-la floresconle em *bopar, impor-
tada do Brasil,. iek Sr. coe Thomar), e
que para a Jamaica se tnh.Jeito eneeni-
rm-ndas d'ell paca as fabrisa* de pape! nos
fetatlos-Unidosr. Esta magjaifica plante
abluida em Cnbay aonde poca- ser eomprtuia
e macerada pw> preeo comraaite. Diz-so q exoede todas as-otras plantas fibrosas ulB-
maoiente emregadas no faBnieo do papal,
neorporando-se- fcilmente fina a polpa da
_____________________,---------------;------
gria, ri-me, brjnquei, o para dar expanso
ao meu contentamente mostrei a todos de
casa a feliz carta'......
Bem cara me custou a pouca reserva do
meu procedimento, mas eu sentia-mc to
venturoso ia em fim tornar a ver aquella
por quem tanto suspirara 1
\hi Octavio fez urna pausa, levantou-se e
encaminhando-so para r fingi procurar al-
guma cousalla cmara, tossio, tirou o lenco
e como se limpasse o rosto enxugou pessa
os olhos ; depois voltou, apoiou-se ao en-
cost d'uma cadeira e proseguio assim a sua
narraco:
No dia 15-de dezembro, nesse dia que
dovia terminaros mens soffrimentos e mar-
car urna nova era na lomba vi la, nesse dia
em que dous coractk-s que so i lol itravam
.deviam palpitar unidos e:n estreito ahrac.1,
depois de transposta a barreira quo por lau-
to tempo os separara ; uosse lia, repito, tros
vapores de guerra fundeavam no porto de
Montevidj e em um delles me achava eu I
Paro aqui, o desespero e os acerbos
desgostos produzidos por este golpe tesrivel,
quasi me enlouqueceram, e quando-aps
vinte e dous mezes consegu ser retirado da
maldita divisao dO Rio da Prata, j mou pai
arrarijara clandestinamonte urna nova orden),
para eu ser mandado immediatamente In-
glaterra afim deservir como oflicial n'um
dos vapores que ahi se ostavam construindo.
Nos poneos dias de demora no Rio baldados
foram todos os meus passos para doscobrir
a mora la do Dr. Hermogenes, e s6 no meu
regresso da Europa tive a noticia de que elle
se bavia retirado de novo para S. Paulo,
ond Julieta se casara com um rico fazen-
deiro a quem seu pai devia, alcm.de muitos
favores, quantia superior a todos os seus
bous.
Nunca mais ouvi urna s palavra a res-
peito dossa familia, nem mesmo procurei
tomar informales; tudo eslava acabado
entre nos....... AlgunS annos ainda me
consorvei soltciro, sem poder esquece-la, mas
afuial casei-me com o fim de banir para
sempre da idea aquella mulher a quem tan-
to amara e que eu aecusava acremente por
ter to depressa olvidado os seus protestos,
ao passo que ella por sua parte talvez amal-
di?oasse tambera o meu incomprehensivel
procedimento.
Imaginai-vos agora qual sena a minha
sorpresa, o meu espanto, quo turbilho de
pensamentos e recordages tristes me afflui-
riam ao espirito, emfim, qual soria a com-
moco que soffri hontem no baile do presi-
dente, quando sbitamente me encontrei com
aquella por quem eu sentir o primeiro
amor, o amor louco e delirante dos 15 an-
nos Nao vos posso dizer qual de nos sof-
freu mais duro choque, s sei que ella en-
carou-me, soltou um pequeo grito e ficou
paluda e immovel no meio da sala como es-
sas estatuas de marmore que ornam os pe-
ristyllos dos grandes palacios; quanto a
mim, um horrivel calafrio percorreu-me o
corpo, tremeram-me os labios e faltou-me a
voz quando lhe quizdirigir a palavra; achei
pois acertado retirar-rae sera mais tardan-
za para outro salo, onde deparei cora o
Dr. Hermogenes, que sempre bom amigo,
offereceu-me sua casa e pedio-me com ins-
tancia para visita-lo ; por algumas palavras
suas as quaes entrevi claramente as tortu-
ras porque passara seu corado de pai, pude
colligir que Julieta fora infeliz no casamento,
porm que a Justica Divina nao querendo
ver mais tempo martyrisado aquello anjo,
chamara a contas o malvado que to mal
soubera apreciar o dom que a sorte lhe con-
ceder.
Eis-ahi as miuhas impresses da pasca-
da noite, e por certo que para mim nopo-
diam ser msis tocantes.
Hoje tardo vou cumprir o meu devor,
apezir de custar-nw "riw-a dar este passo
do que a s irver d'um trago todo o f'-l que
amarguroua parto mus 1 111 '
ci-lad?.
ti Xttfih'' ^0I
CLTI KA DA BATATA
MSTIZlNOiKCS f,*S KAHKICAS W. WVEBSOS
PKODUCTO* ARSENIOSOS
O Grrdmer's Chatmck, n'um d<> seus
uMibo numeras, diz era jornal framea de-
gricnbnr, relata um faeto que nos awece
digno ife' meditaco, e sdue o qual fbama
a nttenftrde todos os bomensqoe se eirtre-
gam ^rpu-stes d'iqtereSsejn-al. Refranse
moleeffa das batatas, to- fretpiente o f.?e-
jidicial em- lodas as regios do inundo.
-Heta-sw a aweancta do mal o certossitio
rB' Inglaterra, espectalmcntonos arre lores
das fabricas- eVdtnerentes productos arse-
niosos. E Cin- eilbilo nao sao1 srneiite os
homens que seft'rin d'esTas enwaegoea; mas
tambe.m os animaos : qnalquer especie nao
lhe resisto e sol>retudo insectos.
ev^se altribuir esles bous rrsiilt.Axs
infloeneifl das emenefees toxicases fae-
to fr l'.ern ilomonetraib, vera-nos confirmar
a opiniCO d^ilguire-Silm, queso r.i lado
ao estudo d'este assmpto, attrAaiude o
mal da batata a cortos insectos microscpi-
cos ; entrrelles citsmos o Dr. Wallaee:
Vejamos que Jir/o Brdener'a Ghm-
nik.
Cong mando o aevos remetti SBrai
amencia do-mal da fentat uns yirintoiraps
das"fundicCeSHle materiaes .urseiiiosos. exa-
mpeiboje, kdeseteipbro-de 187-2, i|uatri>
cMspos de Nena-u'estos- uiiiusnaUnctaai- &
usahnm syiaejtoiea euaoetoei de molestia.
A maior parle das plairias-ter o talo t sa-
Jceomo o mb ha dousroese. A atvnos-
pbera est do- tal mode> impregnada rJeatoi
vemno que 03-sapos, fueses e lesruas aa-
podem ahia vi ver ; as stores-esto resen-
tida.- Nada mais vi abi npe juntas orli-
nariav-
Fjrad'ossa ^oiia a batata-est com a mo-
lestie-ern granda escalla.
E. nr mesmo numero do- Gardcaeo'-.A
Chrewii4e lo-jo seguiac-::-
0 Dr; Wallne, ColclwiaWr,. item conhe-
cido ne -circulo dos hurtioaUorcs, escrevetti
209^240 forte* A ilrspe/.a na cultura o
estrames importa ero 90 libras ou
(fe nw loque aperar do ser avuhada
ganhou 119:240, oque corresponde a um
ncru de 39?J7'iG, em alqueire, mood.i
fotti?. Nao devenios- regulafmcntcr dar a
cada acre urna producr^o superior a 50 to-
neladasv Os adobos ecnpregndos s.V> na
nihioe parta guano pefuviano, sperfboe-
pbato^samjue, sal e estraeae ordinario. A
quanlAsdeque soemprejra- enorme, mas
nao so eos-dez. Entendemos, pornt. q**e
se podetie obter bellas colheiias com muito
menor despendi. .
e entregues a urna nica gallinba para criar,
ri'gn-ssaiido a outra para o seu respectivo
viveiro, para recomecar as posturas. Tao
depressa sao os pintos abandonados pela mJ,
sao transportados ao viveiro que llis des-
tinado, 50 em cada grupo, e asgnllinhass
suas respectivas localidades.
As gallinbas sao tratadas tres ve/mo dia,
e a sua dieta regulada de modo que apr-
sente sempre variedade com quanto seja a
avaabasedo seu alimento o que nunca
Ibes falta as lapadas, l'm da dio-lbe s-
rinbade milbo escaldada ministrada anda
quelite ; outros, miiiistram-lbes ceteda:
depois batatas c-zi las e csmag.idas de mis-
tura com migallias de carne e fardos, milho
estorroado c assim por liante alternativa-
monte. Oss s carbonizados, conchas pila-
das em gral, ocal estn sempre no seu al-
cance era profusao. Estotra!aim-uto cm
que ellas |mr si arranjam piando seem a
(orragear, produ/ una cxlraordiiiaria quau-
tidade d'ovos.
Durante a estarn pluvial uo te toneae
s mas nem por isso s-iliem inni esta prisao.
N'estas oiiasi-S augmt.-utaui Ibes a ra^i<
do alimento animal.
O pessoal -m|>iegi lo no traan, -nto d'es-
tas 10)0% galliiib.is, oooipov-s- l'me beaeeae
e qualre rapaz*. Os viveir
nina vez |or semana e e interior lae casa*
ceaedo de tres i;m t*is m?zes. Toioseedias
pela iiianb cada gaMinha 1 vnnimeive se
alguina encontrada .lenle cMirteBida im-
irtom t*-
GALLINHAS
(s u .v 1: r 1 a ; ,\ e)
Defcrovi-sios uirr viveiro moi.tro ifestos
eesque existo no Chile, aonde* a estar
pluvial de sei-mezes eonlinado:- to n -
crea como podsm-ser ea rigores dos* invetrnos
na-Europa esoet-re-galliiiacia.
BeaS. Fuentes'cmneeoa a sue>enrpreza
de cseacAo de gaUlinhae* com 200 eabocaSi
quantidaile quo fwi ai)amentando- d'anno
para asmo at ebesjar a 9M0, quo tantas sao
aprosiwadaiiienteas que boje postee. A
rea ;;ue-occupam- iUimitada, visto-sor a
sua proj-edaile-le 3000 jnadras, igaiaes a
37o meras.
A caula grapo do U gallinbas e 2 gallos
dado-w vivein), les jwaes ha &tb ou
700 no'vedi-). |)s m-uns dos outros 200
pos, isosedod'este medocada grupo.
Os poletrosso de simples coustmcfjo,
robertoe-de eelmo. t^ada toibeiro contem
o agusbeiaospara a postura. Na presisai-
dado da i-osidi.iicia da fcsaslii lia um rande
edificio para a consorv;s; do grao o dos
ovos, enfermara para .-.ves rana atloeesea,
repartiinantopara a iucabeejio c finabasto
outro oni.i-.iii--ellas sao incitase di-perniadas.
Na enfermara lia una serio de caixas eid
cada ave doe-nte.est com seeamodidede c
aonde tutora coiivouieitt;ineiite, obser-
vando-so com ellas tanto-cuidado c|uo a
mostodadeestna razao- da 1 para so.
O grande viveiro das gallinbas oceupadea na
criaeo ituilem para cimatle 300 i-iubos,
para aqui i taeaida a gallinba logo que soraani-
ha pew?o parco rima a rescato la rao i,.sla aineubacaoe collocvs*; sobro a sua
meii.'>t;meii(,! para o hospital e cat
ifvria tarde os rafzes pswuwiui asi
brzer a i-ollteila dos ovos, que uiml
hio me lio a 200 .nzias por lia.
lia dois {triodos no aun para a Seatmi-
<;a, na primavera e antes de -iinwcar a se-
ta(;o das chova.
Os bangos s*> vendidos v.-ntaj'watirite
e as gallinhas lr mais de dea* annrK >k
igolada* para lar lugar a ief* gera;.'.-*,
visto j iitu ssrftoeei para seasejlto
Os intereses Pan anno foram 11,000
patacas. Vendoraia^se 72,00 .Aizias Je
ovse perto le 20,000 trancos e *illinbas
* mtmos Ir 2 anuos-..
D. S. Kuens lllflslra-s satisfeito mn o
resellado, e pretende lograr a sua ^em;o
de-auno a aonvat qne caila 200 lcs da
sua edmieea 500 mrradoros. A esto eposi^in,
l'eitfi era vista la flnztUt XgriaoOi eV
landres, laremns-no stgirde- iw aere en
esSmcto lo pie sobre estr atijacto esrreee
Mr. !.aij?iit Ee-lic-ts, vetrinariese Hbwif,
Franca, no Junml cf".tynaWa 4e
lestia-da batottn. Seguiaio-oslo- sabio, o>,
amores, o roge>a> Dees que esto encoati)
inesperado n*>- venba roubar-: rais urna "a
a tran uillidaiie da. minha eonsciencia e-e
paz de meu espirito^
O-auditorio eontinuou aade por algjua
terapo mudo, e- finalmente aompendo o 9tt.
Alberto o silencio, esclamoa-c:
Na verdode, commandante, bem-ia.
tesessantc sua historia, mas- confosso ceai
franqueza qu-noseu caso nao meaniaaa-
ria. a estreitardo novo relaeoas com essajfa
milia, pois d'afai. podom resultar couseqara-
cias esagradas'eis e mesmo fdnestas. N
minha humibssima opinie.nao sei 0*00
possa a polvera viver de braco dado ceavo
ogosein que tudo ve peios-.ares.
Mas a plvora est melbada replico u
Octavio, o-de mais a longa ausencia eos
serios deveces que me imguz, abafaram.de
urna vez esse amor desgranado, e hoje o meu
fri corarao est encerrado, n'um involucro
de ferro.
Nao se confie tanto assim no involu-
cro que contm a sua plvora molhada,
ajuntou Alfredo, porque se o deixar largo
tempo junto ao fogoso.rgido metal acabaii
por ineandescer-se, a plvora se inlammaDi
e a desgrana ser infallivel.
Octavio parecenceflectir, depois tomando
o bonet dirigi-se- para a escotUba da cma-
ra exclamando t
Nao, nada teceio, a mioba cabeca pode
mais do que o meu corarao,, e subi
tolda onde principiou a caminhar a passos
largos de r para vanto e Yice-versa.
Quora viver ver,disse Ricardo
Agora hamos a outra, estou hoje disposto
a oubir as nubellas de todos bsses, para ver
se ha algura to desempeado que rae fi-
zesse sombra aos meus binte e cinco. '*
Ora boaacudi Fernandopois
queres comparar os mogos d'agora cora os
de 1700 ?
Urna risada geral acolbeu o dito do guarda-
marinha, e o Dr. Alberto batendo as mos
bradon : Silencio, meus senhores, e bamos
ds nubellas.Novas risadas e mais alguns
ditos applaudiram a satyra do doutor, e de-
pois de alguns momentos de bilaridade pai -
tilhada tambera pelo commissario, que per-
cebera mui bem onde fra bater aquella po-
dra, o silencio se restabeleceu, e como 11 i n-
guera quizesso tomar a palavra, apossou-se
del la o gdarda-marinba.
Vamos a ver que mentiras nos prega
o tal senhor gaiatinhomurmurou Ricardo.
leus senhores, disse Fernando, as
minhas aventuras nao remontam aos meus
primeaos anuos, nem tiveram o seu princi-
pio antes de chegarmos a eslo porto, por
isso p uco podem intesessar a quem nao so
tenha convencido por ex periencia propria de
que o fogo abrasador d'uns olhos arJeirtrs
fazem mais estragos om urna noite, do que's
a chiimmii lanzada polos desesperados ros-
que s4.oui.coi*KHftpla-las- fiuam&e electrisf.-
dose-esqueciojicJ desto muudo o de'Bafn
'mfesraos.
Vi-a,.pedi-!j>? urna ala depois umai
quadwlha o per ultime- moa polka, sea
todo-seduzi-tae, seus otiGS me magneBa-
ram^ebem contra a mnha vontade, sua
imagemnao sa me tem desviado um momen-
to da-lembr-Ua, suas palavras ainda sum
doeemento-nos meus feyoipaHWB eclioaja
por todas as-tibras da inhiba a'.ma.
laura, rni^a querida Laura, eis-ahi a
primeira phiaso que mt-vom aos labios sem-
pre- qpe pietendo fa lar ; ora, so me nao- en-
gao, queaisto dizer (ue estou seriamente
apaionado por ella..
dos.carrancas, mea-Eemauiinho, disse Ri-
cardo, tovantando-ae-o batendo mansamente
no.hombro do guard-marinha, no man
tempo os quatis {*) nao piavam e- muito
menos- leva vara oseu arrojo ao ponto de 'a-
morarem to escandalosaiuente n'um baile
dado pelo presidente d'uma provincia
(*) Denomiaaco. pela qual so conheci-
dos os gurdas-marinha a bordo^
E' que no. seu tempo ainda nao
se tinha iaventado o namoro, replicn
Adriano.
Viva o escrivo 1 bravo l exclainaram,
todos.
No ssu caso, Ricardo eu proteslava
contra este insulto, gritou o Dr. ;*pois.uo,
isto mesmo que dizer que o comunssario
anti-dtluviano!
Vejam l se quorem entrar, aieus me-
ninos, olhem que j, fixei lojaresmoneou
o velbo. '
Nvese estrepitosas gargalbadas fizeram
coro a este dito muito usado pelo commis-
sario, e em seguida, tomando o Dr. Alberto
a palavra, principiou nestes termos:
Pois e. fiz hontera urna preciosa con-
quisa por um systema novo e original,
para o qual heido requercr umbrevet
d'inventionj que hoje a mania pedir
privilegios para tudo.
E' um novo methodo de vencer os mais
quota d'ovos. Alera da ceseida e asjsje ha
Pois-uatolia sen hora* .nao .sabe VLSic.
o quo ptede, nao lia estado alguin tpie se
compare com o de casado; imagine V.
Exc. por un momento, SJSH contrai:issemos
matrimonio, e que na mauh BSgUSBto ao
casamento. V. Exc. me tisse com o maior
satis fa)Hr applicar a sale direita. quei-
xa la superior e dando im pequenji movi-
meuto tirar da miaba bacas esto 1'u.lu den-
tadura, que baixinbo Hm digo, tfOstj,]
e ponik'^a dentro da Iwcia comei-ara esco-f* possivef. por
va-la em todos os sentidos sem incestar as 'ao da minha cab^leira coa ca
i-abcva, l:.io observar com 1
- TATTl HA FLORESTAL
{Exrrrpto (/" l)r. .Vntrffcr)
orakci irii.niAir. no Eias.rrro
Lina das- primeiras industria1 tos naatta*
o t-ibriso tb> carvo, que faz*eeaan seoo-
to, on envisuu fornoe O medsedo mai-
seginloc a;ellede moti, ne ma Ierra dispe-se ein ^-lem coespecto, cir-
culando um p-te que i>aa esse* M se era-
va db> risoiV.aJmcnta, ou mel'wr nimlav erticel-
mon as samadas feriares. Deve-sr
einp.'ogar tai: Mmente a madeesa a/ee neo
sirva wra ol re, : a q i.il.ilade den :r tuna.
mas,, sendo L;versas, cneserets js grao
do cilor somy-igual |>re que s*-eduzani
a canAo. lVe estar |rteitoa sca. O
tern no aoudt-te-in d'a~-. '.itar a inaitoprepa-
ra-s*l.r/.enloiwoa queirjeda de lana mia-
da, tira lhe estrehir i^e-ehianeeie.
corjo eu, [cssa> distralida com :eeemara
vitttos.
A moca roninu-sc paluda, eeetext-m
c."usaco c podio-me que a torease per
sc lugar, .nido anti (ahio sebee a ra-
il aira que sentou-se.
l'.-nsa'ii .i.v-'sipie .xrdi coHiieto? pois
meus amig.iuibfis onguum-se etduedemfu
'i-, as mulhervs sao c triosaspeei sestorea t
anain tuib* quanto original, esto pois far
i or ver se descobte legar 1
gongivus..
ftltsu Deas, exclamou a moee, pois os^
seus diites sao postiios 1
Beque se admira, rn i nha. senhora? e
seria, pequeo prazer para -ninha chara
motadei poder aprcetar assim le perto udjj
obrsetai) delicada como talvKvnunoa tivosse
occasiao de ver aipii Desto provincia *
E.entao quando eu me fosse jtentear, e
tlsamlo esta soberba cabeleira que me co-
bre toda a eabeca mostrasse a V. E>. at
cyie poeto tem ebegado a arto no nosso paiz
e quanto se ton esmerado os cabellbileiros
rdn ra do Ouvidor pe* aperfeicorem a arte
Eite fazer cahclleiras, de modo a ningucm
iser capaz de dizer que estes cabellos nao.
sao meus; entao, minha senhorvv nao setia
um verdadairo prazer para V. Exc. pler
examinar bem de perto o grao de perfeicao
a que Iota attingido a industria no nosso
paiz ? .
Desto vez a moca nao responden, ntirou-
mo somonte de csguelha cora urna carinha
que indicava njo, o mais duas veaes olhou
s urtadelas para o meu caliello, que estova
na realidade muito bem penteadv
Ainda mais, minha seidwra, continuei
no tom mais ingenuo do mundo, e quan-
do ou acabasse de lavar o rosto e lhe ap-
parocesso sem esta bolla e fina cor, que o
melhor cold-cream conhecido e V. Exc. visse
as manchas amarellas o pardas que me co-
brem as faces e a testa, o que ficam to bom
oceultas com a tinta que quasi qo se per-
cobcm, X. Exc. nao so regosijaria verdadei-
enfa
-
nha rao- sos na soberba cidade de Moskow ; dir-
mtudo, que hontem encontrei no
mo;a como tenho visto poucas,
de arrebatar, urna dessas bellezas
duros coraces, agradando s mocas por lamente com mais este molhoramento in-
modo muito differente do namoro corriquei-! troduzido ueste paiz florescente e j tao adi-
ro que vosss todos usara sem alteraco om antado as Bellas Artes, que sua visto om
urna syllaba desde o nosso pai Ado, quan- menos d'uma hora, um marido magrinho,
do renda suas finezas mi Eva, 'ate os careca, e raalhado como urna onca, appa-
dandys dos nossos dias. Eu ce, nao se- recesse transformado n'um rapago como
nhor, fu> priraeira moga que me deu na.pareco agora, gracas aos dentistas, perfu-
vista, pedi-lhe urna quadrilba e depois' mistas o at alfaiatos que ltimamente se
levei-a a passear pelos outros sales; era'tem tornado to eelebres nos seus collctcs
urna d'essas meninas bonitas, mas que do'alcoxoados o anquinhas de crina?..........
tudo se assustam o esto sempre com um.Diga-mo com franqueza, V. Exc. nao se
faniquito de sobresalente pata a occasiao'gloriara em ter nascido nosto segunda par-
opporiuna. ,to dp seeote o ci tor-es casado opte um
Minha sonhora, coraecei ou, V. Exc. danJy d corte ?.......porquo do contrario
desiiii.T a iodiscrico, sohvira ou ca- como conseguira ter diariamente Tira es-
la? pe-taculo destes, una acea asasB ao vivo
Sou solleira I... e v.:a suspiro tnvolun- d'es^aj ver.lalsiras tueta:iiorphsos? Case-
._ ....._ I .........i.. *. .',., r...\...............f.
lariu se escapoQ do seu peito,
Alas nao tem voatade do casar se,
nha senhora?
'mi eu?...- ao seiiln
s-j, na'.i.i sonhora, no casamuulo o pie
i- est a verdadeira p ,-.-ia, e .uliaoco-lbe que
' gos mojos da mo-la nao prensa (-;>.iher
tehaf um raarido gamenba yi
a ver se distingue ; mancUa de qe H
fallei, e se purcelic- a mulada ra nha Jen
ladina; no final das cuntas atta acoetaeaai -
so-ha ia>to a olb.o. jara micaeSBeaeeo pera
os meu olhos verse tambera elgem i de
vdro,.quc depois Fuma, seesea iseseera
a achar-me necessario o coavuteenoe bb Ja
falsii'.ade tic tu 1-..quanto lhe darse, eeeber.'i"
por. amar-me iKTdidamenie.
0ue occurrcncia 1 disse
vess que bonito, mai
guiria adquiir sympatlaas.
ou rendendolhis algumas *
E' ahi onde tu-lo*, se
cou Alberto porquo ."**
a reac^ao ( sempre mais vinil qn*'
propria afjeccao; se eu prind|
quosta-li |>elo ni.-iho.lo antoj
quando ella .* onamorasse d
para votarme essa affeieio eaJesaera e
mesmo fra quo acaba no toe 4
dous mezes, entretanto que, corejepevir
aborreccr-me, a rea<:cao ha de ser un
intenso cu jo germen nunca eaai
guir.1 E' urna theoria ejore
por em pratica parj ver a e eec
Basta de carrancismo e mi o
Agora conta-nos tambera el
turas, Alfredo, accresceutou fl deW
Nada, nada, intorrorajieu
esto nao leve tempo lo pensar
d'aqui, porque deixou o juieo
coraeao n'aquelle niiiho de eMrtil
Caieiras.
Se aquelles anjinlios fsese erebes
por corto quo havias le iuvotot e eotto le
asno morto, replicn Adriano.
Morto nao I acudi iseeTrlo.
Pois entao seja asno vivo.
Fernando.
Applausos, vivas a Ricardo e eo *
jo de ser asno vivo, risadas e p
plaudiram de novo cato toeaferea
Hm de cada eonfuienaa, mitos
e eommovente, bavia um dito qH
nava a seriila lo do asJ^H
passar repen'.inamontc do i
silencio o sonsihili'dade pe
[.tosas gargalbadas e
alegra.
Eis-ahi poum mai
urna palestra de o 'i.
lias horas de folga
iuc>n da praea-d'araJI
____ll
Il> e>tef-
iceuas de
1 tomo da

/


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