Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12915


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Al\i\0-HJK. JVUMEKO US
'
i
VARA A. CAPITAL E LUG AJES OADE KO SE PAGA POBTE.
Por tres mezes adiautados.......' .' ....... 85000
Por seis ditos klera ... ", .' 12JO0O
Por um anuo idem.................. Si^ooo
Cada numero uvuLso.................... $>0
I .1 i
TERCA FEIRA 20 DE MAJO DE 1873.
^mmmm i
r ABA DEA TRO E IBA DA PRU VIS ti A.
Por tres meies adiantados.................
Por seis ditos idem. .'.................
Por nove ditos idem..................
Por um auno idera....................
~
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio .Uves & Filhos, do Tara; Goncaives & Pinto, no Maralo ; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cnu; Autonio de Leu** JsWgs, no Araeafy Jlo aria Julio Chaves, uo Ass; Antonio Marques da Silva, no fetal ota
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahjba ; Antonio Jos Gomes, ua'Tilia da Penha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo Aullo ; Domingos Jos da Costa Braga, emlfazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Costa, ert'AUgdas; Alves d C, na Babia; e Leite, Cerquiiho <& C. no Rio jde Janeiro.
J
PARTE OmCAL
Govemo da |i- .Seccao. Secretaria de pulir di- Pernam-
buco, em 8 de maio de 187:1. -.\. 87t. lllm. e
Exm. Sr. Cun e-te passo ;s niios de V. Bxe. o
incluso inqnerio a que praoo sobre n tanto de*
quo MU o Liberal Pernambnrano, de II de abril
prximo pateado, em um artigo sob a cpigr.apho
Um reo deoimbarfo o; e Liler-il de 2 refe-
rido mez, era nitro artigo en i <|uo so inscreve
Soviiadrs m fin, e a que se refere o flioio de
V. Kxc. de 30 do eilado mez. Dens gurdo a V.
Kxc.lllm. e Kxin. Sr. roinnienda'or l>r. Ilenri-
i|ue Pereira de Llieena, presdeme iln provincia.
O chefe de polica, Lniz Gtrreks de Qneiros
Harros.
Ao primeiro .lia do mez de maio di anuo do
naeimenlo de Nosso de Senhor Jess hristo de
mil cito ceios e setenta e lies, nesta eidade do
Recife de Pernambuco, em a> secretaria de polica,
presentes o Dr. Lniz Grrula de Queiroz Barros,
chefe do policia desia provine;.! a Dr. Manuel loa-
quim Silveira. promotor publico inr.-iiM.. |.ii polo
mesma Dr. cliefe de polteia aquerido ti baotiarel
ose Augusto Ferreira da (ota, com adiante se
vi ; d>) que para contar lavro sto termo. Eu
Candido Amtran da Mulla e Albiiqiierqii-% offleial
servindo, de eserivao (pieoeseievi :
Jos Angu.-lo Ferreira da Costa, natural .tosa
eidade, de 2o anuos de idade, solt.iro, empivgado
publico e residente nesla eidade, te-touiiinha jura-
da SOS Santos Evauvclhos, aos ro-tnmes disse
nada.
Perguntado o .pie sabia man referencia ao tes-
tamento falso a que se refere o Liberal n. 8 de 2>i
de abril ultimo, eui rujo final dis-e o articulista .ue
bem pode inlumiar o desembargador Aiexandre
ftornardino dos Heis e Silva ? Disse .pie sabe, por
ouvir dizer, que o brlfadeiru Joaipiim Bernard
de Kiguoiredo liera um testamento revocando as
dispoires de un oulra anterior, .pie liavia falto
nesla eidade, sto .piando le acbav.i na eidade de
Olinda. Declama mal que i testamento nao Cira
"cito as eseoiuidas, .pie u sa.a. assiin como que o
lostamonto fra lViti por Ubellito da eidade de
Olinda, onde elle se acliava.
Perguntado qneui fol eme tabelli'ii que em 'din-
da approvou o testamento de que se trata? Re-
(Miudeu "jue ouvio dizer que Ora um tabellio de
nome Tlieo.loir.iro.
Perguntada a queiu elle te-te;n in'i i otiviu Lso
Uernardino dos Res e Silva.
Perguntado se sabia aonde o brigadoiro loa-
quim Jernaido de l-'iguoiredo liavia teit>o testa-
mento revcalo pelo ultimo .le que elle testenm-
ola fallara Ilesponleu que ja disse quo havia
ida feit nesta eidade.
Perguntado qual o tabellia que o havia I'eito
ou approva.lo f lle.|M)ndeu que nao sabia.
Perguntado senio Ihe cnstava que olla luu-
vessefeito algum outro loMainento, sendo para
4*>so coagido oil*.....jilo em piena igaoRineia ? Ites-
:pondeu que uao !ie consta nada a esse respeo.
A requer ment do Dr. promotor publico adjun-
to re-potiden : que o testamento I'eito em Olinda,
<> a que se refere em sen lepounjnto, se Hie-
ra em- 2 de fevereiro ou marco desse auno,
uta podcod precisar o da e me/, setidoque nao
sabia se linda sido em livros de notas ou cerrado
Quo da]tielle testamento sabe, por ouvir der, das
neguinles disposii.iies :
A um lillio, ministro e> Roma, dous contos de
rus;a ama sobrinna,casada oonf o Dr. Antonio
.lonquim da Cuah i Miranda, um cont ou um eon-
lo e quiuhentus mil r<; a duas nelai, filha*do
Joo Fernandes da Cruz, um cont e quintientos
ao lein rase. Que nomea a sen prilttriro testa-
ineoiciro oJSxiu. desctnltargador Costa Multa, se-
gunda o Dr. Antonio Joaquim Cimeiri da Cunha
Miranda e lereeiro um tal Moreia, amii;o do
tentador, nao ahondo entretanto quaes as pessoas
|Ufl tivfssem otlii.'iado como lestemunlias de ap-
proracao do nies..o testameato. Que uuvira dizer
lambem a senhora lo primeiro testainenteiro. Jes-
embargador Cos i Mola, legara a testador a quan-
lia de um cont e .piinlient smil ris, nao sabendo
que pelo lucsnio testamento ss desse ao referido
testautenteiro a administrarjio dos bens do cazal.
Que o que teui dito oiivira di ExHi. desembarga-
dor Aiexandre Bernanlino dos Res e Silva. Disse
oais Que ao ttano da factura desse testamento ;s
relafdes de a timado quo enlrolint.a como testa-
dor, at ontao intimas, tin'am afrouxado por mo-
tivos particulares, do forma a nao ser ouvido ncn
consultado jiara o referido testamento; ao tempo,
porem; das boas relaeoes nunca inanifestou-llie o
testador a ntencao de instituir os legatarios e no-
ji.er os lestauenteiru- a que se referi aciuu,
dizendo-lbe entretanto por mais de una vez que
pretenda dispor de sua terca em favor de algnns
p ir 'tites eum ou outro ainijo particular, para nu-
Ihor aquinlioar aqueUese favoreceras tes; sendo
que nao poda aflirin.ir se o primeiro dos testa-
jiieiileiros nomeados era amigo particular do tes-
tador, nao obstante trata-lo por lio ; sendo eerto,
porem, que dos outros apenas era amigo o ercei-
W, 8 que o testador era visitado algabas ve/.es
pelo mencionado primeiro lestaawnteiro. Que
elle testemunlia mereeeu al certo lempo as maio-
re- proras de mnnanca do testador que comnu-
uicava-llie as mais intimas particularidades. Que
nao saina se na occasiao em que fora feil) o testa-
mento fazia companliia do testador algum dos in-
dividuos contemplados em seu testamento. Que
/< testamento que revogava o de que se trata fora
eito al;;uns das antes da inerte do testador, que
eve lugar no da 5 de abril prximo passad ', me
diaute entre um e outro um mez p indo mais ou
manos. Une esse testamento fora Cuto, segundo
cosita a elle testet.iunha, estando o testador em
.perfeito uso de sin razan, a pedido do mesrao tes-
tador, dirigido a seu geuro, o desembarga IV Ale
xandre Uernardin, a queui |wr occasiao de ir vi-
.sit.'-lo, declarara que eslava resolvido a t'azer novo
testamento par ramear o que liavia eito de man
commum com sua fallecida tiAillier, o que era sua
voatade que elle losse o Seu ti-stamenteiro, pre-
teudend entregar-llie a quanliade um cunto uito
lito;
seu
esta-
Io se
tiii.ia
isetn-
--------------------------------------------------------------------------------------------l:W'i. :------------------------------~
ilep es de deierir-lhe juramento, e pergunado so- la, mas que sabe nao intermediara muito lemaoi;fcfe' P^ "ni-j e benco
leva materia do um artigo esenpto no LHtral e qoanto segunda parte que nao sabe quem f adoravel Salvador.
lerifimlmviiHo n. 8, disse. Que tendo em junho jam os testamenteiro nomeados no ultimo testa- l>ep*is dos nefastos ae
I
o.
i, ao i
leis
deles
i.. \ i
ceios mil ris em diuheiro para o seu eiiti*"
dinlioiro o>se que nao quiz receber o n
genro, sobre pretexto de nao ser ejitao se,
menteiru ; ignorando se nessa mesma occ
izora o testameuto, sabendo, porem,. qu
sido fcito, convindo repetir que dj mesmo
Cargador sobera ludo quauto ba referido.
Ftnalmenle, <|ue nao sabia se o testador, ao tcni-
fio de sua molestia, teria eito recebimentos de
quanlias mais ou menos avulladas que delessem
ser encontradas em sua casa E por nada mais
responder nem llie ser jierxuotadj deu-se este n-
j]uerito por find), que, depois de Ibe ser litio o o
aclnr conforme asvgnou cun o Dr. chefe de po-
lica e o Dr. promotor publico adjunto, doqile dou
fe. Eu Candido .luirn da Multa e Albuquerqne,
offl.i.il.servindo de eserivao, que o esrrevi ~Qnei-
res Bi,-rui. Jusi: Auf/iislo fV/ieM da Goi'.t -
Manorl Jonqnim Silrera.
A-ist-ntad.-Aos dtMis das do mez de nnio do
aniio do uaseiineiilo de Nosso Swlwf Jess Clirulo
de mil oito contos e selenta e tivs, na Passagein
asa do-Exm. Sr. desembargador Aiexandre Ber-
ardiiio dos Res e Silva, onde abi contigo vieram
o Ur. Luiz Gcrreia ile Quciroz Barros, che:e de po-
licia desla provincia e o adjunto do Dr. promotor
publico, Dr. Manoel Joaquim Silveira, ahi presente
n Ruin, referido desembargador, o referido chefe,
de mil oiio ceiose setenta e um seu sogro, o bri-
gadeiro Jo;iquim Bernardo de Figueiredo, feito de
coinmuui accordo coiu sua mujher I). Izabel Joa-
qun t de Figueiredo um testamento cerrado de
mau commum, sendo elle brigadeiio o primeiro
testamntelo, elle lestemun a o segundo e Ma-
nuel llygino de Figueiredo terceiio testamenleiro.
Fhllecendo uo da ii de jullio de 1873 a mullier
do relrido brigadeiro. este inandou abrir e regis-
trar o testamento e den principio ao inventan
em rasao de liaverem oipliaos, uo entretanto em
dias de outubru d > i-.iesm.i anuo, mal acouselhado,
fez O leslamento aborto as notas do tabeliao Ma-
ranliin.nullilicandoo tcsta:neiitode mii) cotninum,
ii. i : i -.i 111.. test imeiiteiro o desembargador Jos
Pereira da Costa Meta, o Dr. Joaquim Antonio Car-
ueiro da Cun a Miranda e Jos- Moreira da Silva ;
feitO o que, retirou-je pira o povoudo dos Arrom-
bads.
Em Fevereiro do crrente auno mandn o refe-
rido brigadeiro dizer sua lillia, mullier delle les-
teiuunba, que acliando-se doente quena vir pan
sus casa aflu de ser tratado, em conseqnenc.ia do
que a mullier delle teslemunba o um lillio foram
Inucar para sua casa. Memorando da molestia,
disso a elle te.-temunlia e sua tilda que nao es-
lava coiu a sua eoiisciencia tranquilla depois que
liavia revogndo o teistaniento de mo commum ;
pelo que quera nu'lilicar aquelle alim de que Ii-
casse vigorando este, o que reali-ou. fazendo um
lerceiixi testamento aberto pelo carloiio do tabel-
lian Alincida. Passados alguns dias vollnu para o
Arrombado por aeliar-se muito nulborado dos
ineoniuiodos ipie solfria. Bm marea deste mesmo
anuo de 187:1 mandn pedir a elle lestemunha que
procurasse nina ca.-a em Olinda para mudar-se
para all, visto nao querer pastar o invern no Ar
combado.
Em cumprimento desse podido elle t >stemunba
eon-seguio una casa na ra do Passo Castelbano e
para all uiudou-se om vinle e tantos do mesmo
me/.. Dias depon fui informado elle testemunha
que n sobreditu brigadeiro, inducido por alguem,
lizera um quaito test, i ment, tambem aberto, pelo
eartorio do labelliao Tlieodouuro, ravsgandoo que
havia leito pelo ca ti rio do tabelliSo Almeida, e
mandando substituir o que liavio l'eilo pelo car-
torio do labelliao Maranliao. Indo elle lestemunlia
com sua iiiullier vel-o em 30 do supra dito u ez,
all encontrn 1). Mara l.uza, mullier do Dr. Mi
rauda, e na presenta desla e de pessoa de casa,
disse o mesmo brigadeiro que seuipre quiz e que-
ra que elle, leslemunlia fosse o seu lestanieiileiro,
e tirando debaiso do col ao um embrullio Ibe en-
tregoii. dizendo que para o seu enterro e que espe-
rava dsse eumprimento ai suas disposifAes testa-
m Hilarias, bem como de sua mullier, e fazendo ver
elle testemuiilia que nada disto poda cumprir por
Iba constar lia ver elle feilo lia poucou das um
.piarlo testamento, nomeaodo outras pessoas, a
saber : as constantes di segundo testamento, setis
testameuleiros, retorquio dizendo que nesle caso
quera revogar esse ultimo testainenlo para llcar
subsislindo o primeiro, e lugo deu nrdem para
cnanvir-se o tabellio e testemunhai sebn sede-
iiiorassem, mandou cbamal-os segunda vez. eifec-
luando esse ultimo seu testamento, tainbem aberto
no eartorio do mesmo labelliao Tbeodomiro.
Qnanlo as lestemnnhas de tudos os estamentos
elle teslemunba nao se lembra. Que Ibe consta
que no seguud i testamento ha mtiilos legados, en-
tre estes a mullier do primeiro e do segundo tes-
tainenteiro, nao llie constando que para esse ou
para outro qualquer testamento cima referido
nouvesse mmpressta moral por parte de alguem
para com o testador ; o quo declama elle teste
niuulia por ter perguntado o Dr. chafe de policia,
que a palavraindusido -de que cima smpregOU
considera comu synonmo de sonselho. A reque-
riinento do Dr. promotor adjunto, disse 'jue Ibe
coiistava, por ouvir dizer, que a pessoa enca re-
gada de chamar o labelliao Mar.inh.1o para o f.ui-
luento do segundo testamento Ora o lu: Joaquim
Antonio Cameiro da Canha Miranda, e quo a casa
de sen linado sogro era frequenlada urna OUoulra
v.--/. pelo Exm. desembargador Molla Disse, Onal-
inelte que o quinto e ullimo testamento fez vigorar
iu tolum ao de mao commuin, Beaadu desla arle
revogados es demais ; e que communicara grande
par i do que acaba de dizer ao Dr. Jos Augusto
Ferreira da Costa, pessoa da intimidado do luda a
sua f.unilij. E por nada mais dizer, nem Ibe ser
terguntads, deu-se jor Gado este auto, que, depois
de ido e o adiar conforme, ass?gnon-o com o Dr.
chefe de polica e Dr. promotor adjuuto, do que
tudo dou f. Eu, Candido Ataran da Malta e Al-
bii'inrrqve, ofAcial da secretaria de policia, ser-
vindo de eserivao, que o escrevi.Quriroz B-.
ros. -Abxtandre Uernardin i dos flWs e Silva.
Man el Joaquim Silvtira.
Asuntad*. Aos tres dias do mez de maio do
auno do nascimento de osm Sennor Jess C ris-
to de mil oilo centos e setenta c tres, nesta eidade
do Recife de Pernambuco e secroteria de policia,
onde se achav.t o Dr. Luiz Correa de Queiroz Bar-
ros, chefe de policia desla provincia, comigo oiB-
eial, servindo de eschv.lo e o Dr. promotor publi-
co adjunto de.-ta capital, Manoel Joaquim Silveira,
abi perante o Dr. Joaquim Antnio Carneiro da
Cunha Miranda, o referido chefe de policia, pergun-
laudo-llie o que saba com referencia a um artigo
no Literal Pernambucano n. 8, de 26 de abril ul-
timo, sob a epigraphe -Um reo desembargador,
e anda sobre um outro artigo no Liberal a. 10,
da mella mesma data, que se inscreve Xoeidadt no
foro, os quaes artigos Ihe foram lidos, disse :
Que, convidado pelo fallec lo brigadeiro Joa-
quim Bernardo de Figueiredo, ulllcra cmo ad-
vogado em dous testamentos letos por este falle-
cido, um nesta eidade em as notas di tabelliao o
lenente-coronel Aplinario Maranho e o outro na
eidade de Olinda, di labelliao iofio Tbeodomiro da
Costa Montero, ambos iberios com as solemnida-
des lgaos, assguados pelo testador de sua liyre e
espontanea vontade, sem seJuco ou violencia de
qualidade alguina, e que he consta que estes t;3-
lamenlos foram depois revogados pelo mesmo tes-
lador por outros fetos em as notas do labelliao
Almeida e pelo mesmo Tbeodomiro na eidade de
Olinda, aos quaes nao assislra elle respondente,
nem orno ndvogado, nem como espectador. '
Perguntado se no primeiro testamento feito etn
as notas de Tbeodomiro, cjiu a asistencia delle tes-
temunba, iu'lu.a d: qualquer forma para a sua
factura o Exm. Sr. desembargador Costa Motta ?
Responieu negativ.imenle, p.irqnanlo o Exm. des-
embargad >r Motta se achara em-lagar distante e
diverso, sto na eidade do Recife, quando foi
chamado elle rospundenle para assistir na eidade
de Olinda coufeecao ou factura do mencionado
testamento ; aeerescendo que o dito desembarga-
dor so teve setenis de qualquer dos testamentos,
depois de eitos e acabados o por Ihe lia ver dito o
inesm i n'spoudcntc.
Perguntado s o testador era amigo parlicular
do referido desmbirgadur, e se este frequentava
rom assidui I ule a raa do mesmo testador ? Res-
lioudeu i|he sabe que baviaiu relaralm'de boa ami-
sade entro as indicadas pessoas; nao pudendo, po-
rem, precisar a fivipiein a do Exm. desembarga-
dor Motta, por morar o testador e.;i municipio d-
verso da residencia delle respondente,^olle res-
pondente s frequenta-lo quando era chimado.
Perguntado se poda precisar o tempo que nter-
uieJiou enlre o quarlo e quinto testanento, a
que se referi, e se as disposipoej do ultimo eram
as mesmas relativamente aos leslamenteiros dp
quarto ? Respondeu que nta poda precisar a da-
mento. f)
Perguntado, liu.dm.mte, se pelo testador nta
Ihe fura manifestada a intencao do revogar o quat*
to testamento feito com a assistencla delle resmn-
dente na qualidade de advogado ? Respondeu qof
ni), o que ao contraro, ifepis de lulo em voz alta
o dito les intento em preseuca da testeuwuUajsi
raiptetivo labelliao que o lavrra, declarara elle,
testador ser aquella a sua vontade, que iiuenaj
fosse cimprida depois .lesna m irte, passanuo enV
seguida a assigna-lo; sendo que derase anda a
part miar circuinstancia de ter sido tesieuiiinha
do mencionado testamento Angelo Baptista do Xas-
cimento, em cuja casa fallecer o testador, e o ba-
cbarel J.iao Ferreira do Almeida Guimaraes, tesle-
munba do testamento feito em as notas do tabelliao
Apolinano Maranbau, alm do outras nao menos
qualificadas e importantes em seus depoimentos
por seren homens do commercio. inqulinos do
proprio testadur.
Perguntado se sabia quantos testamentos havia
feito o referido brigadeiro, e se c:n algum deg.
bouvera presslo ou violencia physlca ou nuiral da
parte de alguem para que o referido os lizesse /
Reqiondeu que sabe que nos dous feitos com assis?
tencii e direc.o delle respndeme neahuma pres-
sao ou violencia se dra para com o testador, quo
os assignra livre c espontneamente ; quauto, po-
rem, aos dentis fetos em as notas do tabello Al-
meida e ao ltimamente lavrado era as notas doTquerida.
era o Permetti, o' Filhos culpados e falvez ja
onteciiue.iii.s, que, ha
dr*, sorprehenderam ti) desagradaveluiiite a
nossa pacnica popuiacao, levando a .consternu;m
e o assom ro ao seio das familias, dttmoaaap a
justa Indignacio at mesmo dos in.liirereutes. sen-
timos a iinperiosi necsMidado de bwr-voj ouvir
a DbSM voz de l'asto'r ; Codornos ao velnniente
de?.jo de iu aile.ur-v,>s qu io dolorosas loram as
eensu.'o.'s de uoss.i alma em tito lutii.isa quadra ;
e nao podemos abalar as duridas queixa* que ex-
pontanras bri.iam de san e .racao em extremo
auioro-ii, leal o patriota Yrntrcm /noen, van-
trem intu* dile, seatms coris mei turbal! .san!
m me : non facebo (I)
Cuino pai solicito o carinhosi
vertir, aduioeslar e amorosamente
lilbos que, em um momento
lerarain as leis divinas e humanas, e violaran) o
sagrado pmeeilo da hospitalidad-*, Lio religiosa-
uiente obervado pelos nossos antepassa.los, inda
sentados sombra da m.rte, envollos as trovas
da idolatra e alimentado com o leite da barba-
ria.
Dirigiuio-nos a lodos ; mus com especialidade,
aquelles que directa ou indretamente eoueorre-
raui para os desmandos e desacatos que ora pro-
fundamente lastimamos, nao s por ser mu gra-
ve a uiTensa irrgala a Magostado Divina, se-
nao tambem urna uo loa indelevel, um estigma in-
famante, impresso na veneranda linagein da patria
de os governps, franeez, ingl /., italiano e peruano,
cujos subditos foram tao ignominiosamente desa-
catados t
Talvsi que ni resistan! tentacao de snppor*
nos menos hospitaleiros que os nossos aborigin.-s,
menos religiosos que os filhos de Confucio e me-
nos delicados que os decendentes de Nuiael.
O vos, que tiio desaiii-'dad.inieiite esiiancastes
essa nieia duza de sacerdotes paejfleos, uierm>-s e
iioireusivos, que aculberam-se sombra djuaonm
Chris-
. Pelas entranlias de Mxiem Senhor JtM
to rogames a vos todos, Pilhos cari.'ii .
vos deixeis -iluzir pelas palavra- fattacn,
aluciar \v\.\* proim-ssa* enpaimd ira< o> cnt*
'.unen- ardilosos que, tteboisr s> mu pmmt"->
bem e.dordos e titnlo oV patri"'i>iiK>, ssape
nli.iin-se aranosamente por fanrar-vo-i w* iltir>-
iu.'don'.o das des deas |>..putares. Paxri *mU'
le col|.K-ar-vo> semprn do Ir* , ........................................ ,|.....u.K-nr-vo- sempre uo srm , h",ni,!>" csiaiilarfe, e rom quem repartimos o pao l-u;i| c ifcitimimenie cniMiis# 1 em V
so ,ucn.be-nos ad-- da liosnialidade ; oavi de anin.n reV.us,,,!., epi- ag.^ ^SmmmmMk\ ^ tamT
MM reprehender (i, rito calmo e sangoe fno, as palavrasdo H>|k, que, cl,,vel rndenos ineil.. a., prtnrim, da autari-
i.levertigem.obl- por amor de vos. nao hesitar um s instante dadeque por Ma parte Bm iST^UltMlsltm
em verter a Ultima gota do seu sangos : dizei-nos esforca por aniquilar.
com franqueza sSaraldads, lilbos muito amados no |>,, intimo d'alma a
?nfrssann.-no"
tabelliao Tbeodomiro, depois do qual fallecer o I ferinetu, o runos culpados e larrea ja arre-
testador, nada sabe dizer porque nao era possivul I pendidos, que vos fallemos coiu toda liberdade
ter sido chamado para presenciar a revogaeao do apostlica e amor paternal. Us tristes e lamenta-
reis aoonteiimentos que na larde de (.|), es-
candalisaram a f dos homens probos e provoca-
rain a censura de todos, sao inauditos nos fastos
dosfa generosa, heroica e briosa provincia ; si)
sem exem >los na historia dos povos cultos e civi
testamento anteriormente feito; sendo certo, po-
rem, que nao sabe se neste ultimo e nos demais
que nao presenriou huve pressao ou vio'enria
para com o testador ; e pelo que respeita ao nu-
mero dos testamentos respuiideu, finahiiente, que
da existencia de dous sabe de sciencia propria por
b iver assistido a elles como advogado, e dos outros
tres por ouvir dizer.
E p ir nada mais dizer nem Ihe ser perguntado,
deu-se este aut por lin o, que, depois de Ihe ser
lido e o adiar conforme, assignou com o Dr.
chefe de polica e Dr. promotor publico adjunto ;
do que tudo duu f.
En, Candido Aalran da Malta e Albnqiurqiu,
o.'Bcial, servindo deescrivo, que o escrevi.Quti-
ras Barrot. Dr. Joaquim Antonio Carnvro da
Canha Miranda. Man el Joaquim Silceira.
Ausentada. Aos seis dias do mes de maio do
anuo do nasrimcHto Je Nosso Senhor JesusChris-
to de mil oito ceios e setenta e tres, nesla ctda
de do Recife de Pernambuco e secretaria de poli-
cia,-onde se achavam os doutores, Luiz Corre i a de
Queimz Barros, chefe de policia dosta provincia,
contigo oflieal, seivinl. de ...-rivo,' e Manoel
Joaquim Silveira. promotor publico adjunto d.-U
capital, ahi present' o tabelliao, eserivao do eiv.-l
e crime da coman-a de Olivia, Joi) Thefomiro
da Costa Montero, a quem, defermdo o mesmo
chefe de policia juramento dos Santos Evange-
Ibos em que p z a sua mao direita, promefleu dt-
zer a verdade do que soubesse e Ibe fosse |M;rgiin-
lado com referencia a um artigo do Liberal Per-
nainbiintno. n 8 em que se inscreve Um reo
desembargador e em referencia ao Liberal n. 16
em um artigo em que se inscreve Noi'dade no
foro, que tudo Ihe fui lido, disse :
Que estando em audiencia no jnizo de Olinda
no da vinte e site de marco fora chamal-o o doc-
tor Miranda para qne se din'gissc casa do bri-
gadeiro Joaquim Bernardo de Pigueired i ra de
Si) Pedro Apostlo, da freguezia deSlo Pedro
Mariyr, visto qiurer aquello brigadeiro "azor seu
testamento para o que inandava-o clamar ; che-
gando aquella casa, disse-lhe o referido brigadei-
ro que queria fazer testamento aberto em suas
notas, revogando outro que liavia feito em as no-
tas do labelliao Almeida, aflu de vigorar um ou-
tro feito em as notas do tabelliao Aplinario, e de
feito altara suas diq) isicoes constantes do testa-
mento a que se refere, sem cons'rangimcnto de
qualquer nalureza ou consoho de posmas presen-
tes a quem mandara chamar o testador para tes-
tewiunhas do referido testamento, nem mesmo de
outras que entravam e saham na oecasii) do ac-
to e das quaes nao se recordava elle lestemunha ;
entretanto, que poda alllrmar com certeza nao ter
sido prsente ao mesmo acto nem ter sido visto
por elle estemnn'.ia o excellentssimo desembar-
gador Costa Motta.
Que tres dias depois de feito o testamento, no
dia trnta de marco, receben em sua casa o dou-
tor Venancio da parte do mesmo brigadeiro qui
mandava-o chamar para fazer novo testamento, e
dirigindo-se elle te'stemunha referida casa cima,
ao meto dia poueo mais ou menos, foi-lhc mani-
festada por aquello brigadeiro a vontade de ievo-
gar o testamento por elle lestemunha feito ha tres
dias para fazer vigorar o testamento que tinha fei-
to em as notas do tabelliao Almeida, ao que mos-
trando-sc elle testemuuha promptoao cumplimen-
to de suas ordens, c perguntado-lhc se quera so-
mente augmentar o que podesse ler-lho escapado
naquelle testamento ou reformal-o Completamente,
respondera-lhe o brigadeiro que quera reformar
absolutamente j o testamento feito por elle tesle-
munba e j o que havia feito em as notas do ta-
belliao Aplinario, para fazer vigorare que tinha
sido feito cm as notas do tabelliao Almeida, e de
facto fez este seu seg ndo testamento tambem
aberto em suas notas e que foi astiguado pelo tes-
tador e as testetiiunbas presentes, sem constran-
gimento do mesmo testador e pela mesma forma
porque lizera o pnmeiro.
Perguntado, seas lestemuuhas do primeiro tes-
tamento foram as mesmas do segundo ? Respon-
deu que n i i.
Perguntado mais se o testador fallecer em ca-
sa de Angelo Baptista do Nascimento c se este nii
fora testemunba.em ambis os testamentos ? Res-
p.ni'1-ii que o testador ocoupara quando doente e
fallecer em urna casa do'supra dito Nascimento,
mas que ni) era de sua moradia e sim de alu-
guel, porquanto este mora na Torre, e que ser-
vira de teslemunba no primeiro testemento por
adiarse em Olinda, onde vai quasi sempre a tra-
tar de uina liquidadlo, em occasiao de fazer-se o
refei ido testamento as visinhaiieas da casa do
testador.
Perguntado, finalmente, se nao le constara pos-
teriormente ao primeiro testamento, e sobretudo
depois de ter esle ido revogado, que o testaUor
fosse induzo ao fasimcnlo daquelle testamento ?
Itespondeu que nada^Jlic conslava, e que, Cdiito
aciina disse, lelo qui observara em casa do tes-
tador, nada o autorisava a pensar ou julgar que
se houvesse dado o citado ndiuimoiito. E por
nada mais responder nem Ihe ser perguntado,
deu-se csteanto por lindo, que, depois de lido e o
adiar conforme, assignou com o doutor chefe de
policia e o douior promotor publico adjunto, do
que tudo dou fe Eu Candida Au'.run di Malla
e Albuquerqne, ufQcial desla reparticao, servindo
do eserivao, que o escrevi. Queiroz Barres.
Joiio Theoihinvro da Costa Monte/ro. Manoel
Joaquim Silveira. '
Usvcrns) UipHl*. )
, PASTORAL.
Dom Frei Vital Maris Goocalves de Olivei-
ra, por merc de Dos e da Sauta S Apos-
tlica, bispo de Olinda, do cooseUto de S.
M. o "Imperador. *
Aos dileclissimos Filhos e heis ds^dsde do R^-
lsados ; no ser em lempos da mais Jissolula e
demaggica anarchia, em paizei revolvidos pelo
tnrveliiib.i revolucinnario e em circumstaneias n-
teiramenii; anormaes
Cun iiiellavel cousolacto de nossa alma, vimos
que esses nqnalilleaveis desvarise excessosper-
etrado; por um diiiiinuto pugllo de homens pun-
corellivtid.)*, orain iistantanea e uinnimemente
Mrovados pela retigiusa e sensata impulacao ties-
ta eidade, que nao tem cessado de tosteniunhar ao
sen humilde Pastor os seus profundos sentimentos
e lrmes votos d<- adhesao.
Alim de convencermos ok'olhos daqulo que os
yvidos repelbaiii energir^meiite, dirigimos iu s-
jos passo ao theafro dos acotitecime Jtos; conhe-
(emos, entao, que a narra, i i ounda e a !>:a for-
Siada por nos tinbam tirado muito a pian da rea-
dade.
Nii pudetnosconter as lagrimas, anteo espec-
tacnlo que presentamos.
Com espanto e amargura deparamos por toda
parte com destroces, estragos e signaes de levas-
laci) vandlica. Vanos, compongido, as pacien-
Ws victimas coutuss e fcridas ; mas, resignad:
Brum o sorruo da innoemetn u labios. Coutem-
planios, con rwpeito e vener.icaodevi.los ao mar-
iyr, urna deltas Sobre quem des'fecharam golpes sa-
crilego', no proprio leito da dor no qual, ba .lias,
jazia enferma. Parece urrivel nem siquer ao
misero doente pouparain Vimos o tocamos as
suas ferid ts. Vimos, com pasmo e dr indsivel,
as I ages e as paredes tintas do seu Sangoe sacer-
dotal,
Oh Pernambuco Patria semine amada I ifc-
tria muito querida! Consentiste que dentro em
leus muros fosse derramado o pangue innocente !
Deixaste que alguns dos teas lilbos pozassfl mi
violqnla sobre o ungido do SMhor In alis luis
intentas est sanyuis animaran innoeenlivm (i),
Jerusidm, Jerusalw, qua o:cidis nropkelat et la-
pidas eos qui ad tmissi sunl (5)
Como escapareis aos rajos da Eterna JusH\a !
Que porvir te aguarda Meo Itoleo I
Filies da miaa alma os nossos raos desval*
rados nem ao menos acataran! o Sanctuario lo
Deas tres vezes santo J Antes pelo contrario, ahi
mais especialmente cevaram o su odio e o seu de-
lirio !
O Senhor, l do silencio do sacrano. no o sen
ini'iiiji anear a mao a todas as cotias mais pie-
ehwu ; vio entrar w> sen Sanctinuio pessoas qne
Elle Inicia prohibido entrassem em ana igre-
ja (6).
L vimos, bem'de pe lo, os vestigios dos moder-
nos icoaoiiocl:i.-tas. Com profunda mago a de nos*
sa alma, contmplame o pavim-nto da casado
Dens Vivo, assoalhado de restos, fragmentos e ru-
nas : as cortinas e ornatos delacerados; os can-
delabros e lustres em migalhas; a sagrada eadei-
ra da-verdade derribada ; o santo tribunal da pe-
nitencia disp.-dacado ; a mesa do banquete celes-
tial profanadi; as efflgies dos santos hroes da f
lacerada?; as imgens da Vihukm Mara impres-
so o ferrete da nestria iinpledade! I
Cos I Cos I que horrores I Obstnpescite cali
super hoc, et puto ejos desolamini rehemenler (7).
Alt! Nao satisfeitos com ultrajar, injuriar, vili-
pendiar nossa terna e carinhosa M ii celestial com
eseriplns immhndos, ousara anda destechar gol-
pes impos e sacrilegos contra a sua diviua llll-
gie !
Porque de profereucia eseolberam os insensatos
o mez de Muu.v ea hora justameule em que, na
capella, almas pias m reunam pie o altar da Ex-
celsa enhora, para cantar seus louvores, tribu-
tar-lbe homeuagt-ns e solicitar sua valiosa pro-
tecrao ?
Porque commelteram elles tamaitos, emites e
sacrilegios na preseuca do seu Divino Pilbo, que
inliniamer.te paciente, tudo soifreu sem fulmi-
na-lo ?
Filhos Filhos meus da mnha alma! Que de-
nuncia esta que de vos se apoderou ?!
O' lilbos ingratos e desnaturados 1 Qual a ra-
lis de Unto furor, de tanto odio e de tanta man-
eja vo'ados a una Sl tao boa I lio amavel lio
solcita! tio pressurosa I que nao cessa a cobrir-
nos com o real manto de sua divina protecci) r !
Quem nunca pensou que homens em cujas
veas corre o saugue summainente catholco de
Joau Fernandes Viera, de Andr Vidal de Negrei-
ros, do elippe Carnario e de Henrq ue Dias; qite
homens aliinenlados com o leite da santa rsnguo,
que nos legaram e.-ses vardes immortaes, e pela
quai derramaram elles o sangue nos campos de
batalba ; que homens, finalmente, creseidos e edu-
cados debaixo das vistas da VnMU Immaculaoa,
Padrocu-a do Iiniierio, se tornassem reos de to
execranda inquidade 1 .
Oh Filhos muito amada* I como ministro do
Senaor, se bem que indigno, mngra-nos o cora-
cao ; como Pernambucano, tingem-se nos as faces
de pudor.
J a esta hora tao verguohosa noticia tera, cqm a
rapidez do relmpago, tocado diurna a entra extre-
midade do Imperio : so que peusaro. a provin
cas aossas irms. dos senlimento religiosos de um
Kivo que, sende t Jo e havido do Amazonas ao
ata por eminentemente eatboloo, assim pro-
cede ?
m.uiha edlHeaeta e inmenso proveito de nossos da idade e rondi/ao A tala ronteal e afcrtno-
nati icios smenle agiad.-eni .s, e mu epi 11 ilifle ao*
Dizei-nos, lilbos dlectissimus, qual a razio por- Hlnis. e Rum. Srs. reprevntoim-sdfc nue>a aaism
que hostilisai.s essas senboras respeitaveis pie, hta provincial.
com animo varonil, desprenderam-se dos eslrette* Em igual da nossa vrvtamm erati lacos do najas, abauomnmm as dnenras ilo lar desafogo da nossa ternura paternal tnmim a m*>s
paterno, deixaram a Ierra que as vio naseer, aira- v.is, e n.m toda elTrnUo do n vessaram as salgadas ondas do Atlntico, para vi- beafSJn Pastoral, em nonir 'lo Padre, S> Nta) e SV
rom c msagrar, em clima quasi inhspito para ellas Espinlo-Santo.
e multares de leguas distantes do charo torra.) na- Dada e passada i;m o nn<*n palacio ia>n<|l d
tal, facilidades, sade, at a propria vida ao afor-Soledade, aos 19 de maio de 1*7.1.
inoseainenlo do coracao e do espirito de somas + Pr. 'i/ charas patricias ? ^___
Dizei-nos, emsumma, porque rasan vos raamos] 1 contra esses anjos de caridad.' que aos nossos in-'
saltos e atinges s i-esposjdem, orando por nos.
velando cabeciira dos nossos doentes, enxiigan-
do as lagrimas da vuva a dos orpbaosinbos, sacian-
do a lome do pobre mendigo, vestmdo o andrajoso,
consolando o allictn, em nina palavra accumulan-
do-Rosds beneficios innumeraveis f
Qual o crime desses hircos emissarios, segundo
a pbr.isenlogia dos livros santos, que sempre car-
regain com os pecados de Israel T
Ser nur ventura sern elles moralisados e vir-
tuosos ?
Neste caso reos do mesmo crime lio muilos pa-
tricios nossos, varoes distinctos, (pie, de modo al-
guiii ceden.lo-Ibes no saber nem na virtude. res-
cefldem de um coracio puro a celestial fragran-
cia da virtude e inundaflt de gloria e esplendor
a groja brasiloira.
Ser porventura nao lhes terem dado oberco as
nossas amenas e risonhas plagas ?
Neste caso, olhai em torno de v< : vede quan-
toa mitharos de homens em enndices SMMgs*,
vivem entre nos, no remansu da paz, frundo da
mais perfeita tranqullidade.
Ser porventura eram e ensinarem o que
manda erer e ensinar a santa Madre Igreja Calholi-
ca. Apostlica, Romana ; recniheeeroiii o Imnior-
tal Pi IX, como visarlo de lesus Christ) sobre a
lem, supremo Pastor da Igreja universal ?
Nesle caso sao reos do mesmo crime o por con-
Reglale merecedores de igual punicao todos os
bispos do imperio da Santa Cruz, todos os bispos estado-maior, no impedimento do orbe catholco e mais u vosso liuinil Je Pastor ; i virtude de autorisari) da presirt>iicia de 13 S-
p<)rqnanlo todos n*, merc de Dens, ahr.a.;amos,' ft-vereiro de 1871, u que por si !>' Um? dava m-
eonfessamos e defendemos esta mesma cren^a : perioridade sobre m demais nhViacs .le ignat c.i
todos nos professamos, onsinamos e pregamos ajf Hiegora, ain la quando mais antigos. ex-n d qu
de Ncea ; nella e por ella abnejamos exhalar o claramente spoem os avisos d> ti de dez^mbr
de I8..1, II de sete obro do iHM. r 1 de mm d.-
IS.VJ, aceresee que aclualm.-nte exenv. romo *
ligitimo substituto, na forma do art. .1* do decreto
n 1334, de 6 de atril de l."ii, o racgo de
mandante superior, a ipiem i arl t" do Stsho *
.r.-lorsconhecc romo eWfe de toda a fraarda a
i'ioual do respecliv i mii!iici|o. I'.r toda* e*n* n-
zoes, talgo improcedente a duvida nscitada
referido comaiandan!.. o que V. S. Ihe tara em**
Deas guarde a V S.Henrmae Pereira sV /.
reo i. Sr. Cicnmau lante siqicmir (n Rf^ife
C .iforme. -O se.-retario geral inlertao.
Marcen i Alves da Foihmh.
Ro-hl)iho Jo* trala de Al
Coronel ennmandante nper*
\}\ \UTKI. 1)0 I.OMMAMlll M l'KtttCIR IVTKIIW U\
r,i;.vi.i).v nacional no mi Niueio uoatio' .
lo" M maio k 1873.
O coronel comm.indante itprrior interiiin, pera
os lins ementamos, tal publicar > StnTSS qne re-
ceben do Exm. ci>minen.l.ntor pre*Hten*e db pro-
vincia, datado de lid i correle ni"!, abis. trans-
cripto :
Se.ro %.'Palario da presidencia de Plrmm-
buco, em I i de maio de 187-1.Hm dm nki."
sobre que versa a sua infrmai;o de 17 SV nun; i
ultimo, aoh n. 581,o lenle coronel conw4an>
do ii* batalho de infantera manife>ta davulu* mi
po ler ser cummandadn por V. S. qne. rate Sm*ti
as honras de coronel,! nao mais antqr ame alte
naquelle |h.s!o. Em sohi'.ao tenh" a diarr qne ad-
inilli to 1110.-1110 a anligiiiilade du posto de t-tv!
.oronel en favor d reclamante, o >mr n.m ve-
rifica da matricula da nvreteria do r*'"'"". '
sim que ambos foram nomeados em W d> .>-' i
de 1852, e teem as suas patentes datadas de d>-
outubro do mesmo anoo, o fact de tev n sito
conferidos a V. S por ptenle im|ierial ) 1 *
julhode 18i8as honra- .te enrnet, e cooieenile -
mente os privilegios, liberd.ides. i*-ncV> e fran
quezas inhercnt'>s a esse posto, lte da supervurida-
de sobre os demais tenentes-i .tronis, i|ue. ois>es-
tejam em idnticas condiries. Ab-tn de ipte ser-
vindo V. S. interinamente o lunar de ehe-- .to
l) lerem. 4, 1.
ti Debemns amtmf < corriprre. (S. Augasl.)
% Terceiro auniversario da morte do nuaca
sssaz praoleado D. J'rancisco Carduzo Ayres, de
nudosa e santa memoria.
Jerem. S, l.
Mam. M, V.
Lamen!. Jerem. i, 1*.
) Jerem. t, 11
ultimo suspiro.
Sao Igualmente culpados os verd.ideiros minis-
tros do Senhor, patricios nossos, qne abracan,
professara e ensinam essas mesmas verdades san-
tas. _
Sao igualmente culpados innmeros rda.l.s
prestrnosos, vultos proeminentes, iienemeritos d.t
patria, que viio culher n man celeste junto a este
pulidlo por vos abatido ; que purificamse as
ondas lmpidas e crystaln.is da penitencia sacra-
mental, as qua.-s jorran desse confesionario por
J re lazido a esUUtacoi; e que recebem o pia
dos anjos nessa mesa cuebaristica por vos desa-
catada.
Sao ualmeute culpados os autores dos nossos
dias, sobretudo, nossas mais afleeluosas, que ids
levaran pa baptsmal ; que nos lizeram beber
em sen coito lio sablhncs c celestes principios ; e
que solicitas rolaran o sagrado germen d. f, de-
positado as mais recnditas dobras de nosso co-
ra<;ao inl'antil.
Anda mais urna vez, vos perguntan k com amor
e ternura : porque persegu-os 1
Nihil tncento cansa:
Formemos, por um momento a hypothosc de que
esses homens sejam realmente culpados de_todos
os crimes quantos Ibes sao imputados, e mais an-
da de quintos fanlasiar possa a imaginacao huma-
na. Permitti. filhos carissimos, que vosso Pai, o
Pastor das vossas almas, dga-vos com franqueza,
que mesmo neste caso a nllim ralia tito impru-
aentemento aeoamlhada nao admissvel e o re-
curso de que vos valest's sobre modo Ilegal e
condemnavel.
Formula! as vossas acctisacdes contra elles ; ar-
raslai os barra dos Iribuuaos sejam elles jal-
gr.dos, e se forem culpados., sejam punidos com
todo o rigor da lei : leg-'m hw'iemus.
Quando nao estorvamos o protestante em seu
templo, nem o filho dt tinta em' suas offleinas ;
quando por cerio nao incommodariamos o jodeu
em sua synagnga, nem o pouco o mahometano
em sua-nesquita, se nos pedusMi itanlh >, qual
a raza) porque remas perturbar a humilde sup-
plics d i sacerdote catholco no Sanctuario do Ver-
dadeiro Deus 1
Ser possivel que o nobre e magnanim) povo
perHambucano negus alguns palmos de trra a
seis ou oito sacerdotes estraugeiros, (fue tta gene-
rosa e proficuamente nos retribuem o ambiente
que respirara I
Lcmbrai-vos, Filhos muito amados, que patri-
cios nossos, amigos, prenles e quic trataos, tam-
bem peregrinara por paizes longiquos e jegioes
mu remutas da cara patria. Ah I qual nao seria
a dor, a alOjecto, a amargara du coracto de nos-
sas mais e Qoeridas rmis, as nossas pronfias, m
soubessemos que esses entes amados foram vic-
timas de Iralamento idntico ao que receberam
os nossos hospedes?
Outros vos lisongeem as paixoes e vos te;am
fallaciosos encomios por esses excessos que tanto
empanaram o brilho de nossa historia. A nos
cumprenosdizer-vos opportuna e inopportuna-
mente a verdade inteira, em linguagem sincera,
clara e ao alcance de todos. Pcsdica vei-bnm, ins-
ta opport une, importune: argue obsecra, increpa
in omni patientia el doctrina (8)
Derramastes o sangue do justo e do nnoceate;
desacatastes a magestade divina em seu proprio
sanctuario: infelizes I allrahisles sobre a patria
querida os raios da justica divina, a qual nao dei-
xa o crime sem punicao, pela mesma razio por-
que nao deixa sem recompensa o mnimo e mais
insignificante acto de virtude. .
Crimes desla ordem sao geral mete expiados
pe >s flagellos da peste, pelas hecatombes humanas,
pelos horrores da tome, mexoraveis agentes da Jus-
tica divina. Qui ad mortem, ad mortem; et
giadium, ad gtadium ; el qui ad famem, ad fu -
mem (9)
Kraquanto tempo, esmeremo-nos era migar
(4) Segunda ad Tira. 4, 1
r-j) Jeroiu. 15,1
DIARIO DE PENMBUC
REdFK, 19 DE MARI DE 1873.
O* ttcu)iilcriiMml. 4e t4 r
Sobejamente tem sidodescripl.isebmianteram.;
san ronhr-eidos nesta eidade. edentroera bmw .
lo-bao no mundo inteiro, os tri>l* e laamnave.4
acoiilecitnentMde 14 do correle, mssis bu
senso Unto baquem, legando-oo* otas negra pa-
gina para a historia contempornea.
Ninguein ha, pensamos, que, em fae? da rtele
e deploraveis sienas de que fui tlieairo mta cida
de n'aquelle runestissirao dia, no teaka sesnta
puitgir-lhc n'alma tuna acerb i td>V. nao tenha ex
pjnmentado o rubor da vergonha pnipunar Um
as faces, ni t-nba entilo anirar-e-lhe o m-
raci, como m o nttlette de um Minhal stali-
vesse penetrado, como que para ananear tenas
de pranto ao sentimenlj palriutico, cuja fibra ue
em|ire vibrar dolnrosamente ne^ses momrotei s>
indizve'. amargor.
Pernambnco, seraiirc lida entre mas irmaa
como modelo de virtudes cvica, com a Klha e-
Iramost do consorcio da ordem com a lbermV,
n"io p idia deixar e lann-nter lio lgubres ae- a-
teciment s, nao poda deixar de estifpaaSizar
procedment) d'aqudles, qne, n,mm sm *)
billas do povo, compeliram algas tsmrmmmmmx
rellectidos para o abysrao da dsmtdsn, s smta
umitas vezes volta o rkladlo enm am omm SV
menos e com urna nodoa de mais. t
Nos acompanhamos tambem < era ff***^*9
lameuUcoes; e aqu deixamos o vestigm du te-
grimas qos choramos sobra ssss* misan pag
as da historia pernarobncana
Bsin sabemos que essas paginas ota apagar*.'
os brilhantes fogos que abi iltuminam
glorioso, que prenuncio de om par
.oso; mas tamben alo ignoramos nw
sempre urna nodoa, por im dtajon
nos ha constantoomsie tao desolaaVra h
para ledo o sempre teapermelvet. ^
E se assim nos maoitetmmi non s
qus do diremo d'aqaeik ajos ceras*
guns de seus irmtas seguirsn s aspara
da desordemT
Ah! aqu qne m nos antotoa om
coudemnaeoes para hmcw mata de las
sores cidadaos, e fazemo-lo tanto mais M
que cumprimos am derer, qnaate m oa
inimensammta criminoso quera, epofa e excifc
paixoes e odios na masa popular, n ~
scena e declina da rme^aM toas s>
que so e tao lramli
o anta e cara a parara
pillares, ja de si mmraas
O que foram raatauote n
14, omun traswrdamm
faliammte acobortado con n
da qasstta rslifiosa, a .jue tera
piriij ptatHco*
Quera ha ah que anda r
oatureca de isnsninlm nM
(10) Isrem. 10, ti.
tocta,
de
sV


_V^


l'A /;.)ft&|ho de Pernambuco Wa folia 20 de Maio de 1873. ^

aSSaQIKBall
O
I* W<&-
gm da manifestad, O
vista? rn
EncaloieiBjAaa aclos.
U:n incng^HMfroroit o
-*enmentus]M^r--trazoia
reunir i uxdtvdtfila) e.cotim-agadjijr wvprimen
ar um eminente cidadao, que de seu superior ha
va recebite unu
pavo, o.ti ita;n dos
despertado,- para se
torta
pie alguns espiritos des va irados
Prima facie,
i'aaoavel, le ra
tracSes ; do qi
dos senmew
J *. expandir-
niScencia ?
Realmente
manifeslacio
poltico, taiio
mando,
ria sido gpnioso,
vado os icesso-
praticaram como cogoa nstrument >s dos signata-
rios do celebre protesto, qne a im prensa registrou.
Se o espirito investigador, e felizmente os lia
*tniro utt da rgida taaspera,
dos faetos, o que ve 6 o seguinte tenebroso plan
n;n partido, que M diz imeral, conspirando as
trevas o, abusando dos sentimrnlos do povo, ex-
ente*. ae*tetem, couj o fin doro o manilos
le de desmorahsar o governo, e dossa dcsmorali-
ea*4o i|iierendo faMr csca*Ja para galgar o poder.
Outra cousa se n.io po lo deduzir da linguagem
los arengadnres da ivunio, ncm Un poueo lici-
to tirar outra tllacao d > celebre protesto dos onze
aratonsoa nimia* U-i paritto lili. ral.
Lam-sc o org.ns da opposi$o, medilo-se so-
bf,^*j disiawsi dt IV, estudc-si: /o protesto dos
uue,e sobre ludo U*uiia-se anU; os olhos os no-
iimv, Uoje desviados, dos autores do festejo e o
daqiielle qui'iu trai'str volado ; e cortamente
.faise-ba aui.ei^ todo; .), rspiitos, e 6 plano
poiitieo s; desenliara desde logo com todas as suas
wtJu&Wi tm\*
son iodo.
l'ara une, pors voto o novo protesto dos hher;
Ao'mnisi de onze, mas asamatlo por quiew '^'V Miff?
daos, lanra* a responsabilidad* dos tacto* dV'fv-
sobne o .pr .-' Se lia rosponsavel por taes fados, quein e este
hresponsavel, se nao os promotores da reuuiao de
me ua-s-!U oaaTb* iemo
s de t. saao sigaatarfj
Pois nio era issa o miedle:
cerWi'o i((ie se llifi angu
ao ile inestrc na dt afio *-oi
Pois nie sao es-es os rcsu
curavam attin.L'ir, bn.aado o p
rors da deso-diuj> na so apresnitajreni
aaala-ios, como 3efo*BOtes te poVo,
rtyres tl-M^adame ftnmkifm -A.
Ali! bem diziamos que o niysterio es
venda lo ; c certaanjeta* *i* n
surge do ludo
com todo o seu
an evame) &>iaptn>aire-se-o povo parnambucauo da
de do que iho dizeinos, e creia que os seus incul-
cados defensores s teeincni vista atiral-oaoabys-
iiio, para que elles, fazendo degro dos seus bro
e pundonor, galguem o poder, vo anin do tijo
reprovada especiilaeo.
Amamos 4e r,ora?o os nossos oomprovineiaims,
o por isso que llie dizomos que elles esto sendo
itlmli los, e que a qnestao -aotnal ja nao -rettgio"
sa, mas sim e nicamente poltica.
ombrioe a fuaerarias coros !
fjj o poyo r ou purguntarao.
juta
Ak 1 poyo I... mi mois urna vez a victima im-
Vlle, esjolbdijpda liyjiocrisia poltica, que como
ttda a bvpocr.su uxidemnavel 1 Fui mais nina
vyjiiaturia d.s auibi^i desregraJss!
fui luais uu voz o degru de que se quizerasn
serva os pretensos jnttioUs para cliegarein s
cuwiailas do pedrr e d'i rirem da crednlidade
ufautil de i|uem I us servio de instrumento!
Os jialjnuros da nio da dusurdem, como o ma-
riulieiro que adovinlw o boui vento antes que este
sopee, fari'jaram o nimuiejar do aquillo, c en-
iiiaram as velas como cpicm se prepara para a
:uqui-ta Jos marea o ardentemoiilo eoUicados.
I) plano, como se ve, oi bijn preparado, eo po-
'.',-, illudidu coiii a i-aulileua das falsas serei.is,
aceorroii ao tbamaui'iito e foi testa politisa co-
mo se si; tratasse de urna festa s\m|)uthic-a sua
tuuta, com se se tratasse de una remara de
"honra
Chibado ao kical (toda o levar.im, emViUnram-
S'.-llio as esperancas com as primeiivis palavras
ali puniiuiciadas; mas. depois ( o proprio orgai
jip-sieion.staqut'.m p diz,) faiu-se-lhe de politi-
cw. o desde eulo i|sta lumiiioj, a em seu no-
jne CiUiclaraai-se os espiritos para a luta> derra-
HHM-seo veneno nos eoraces simplie^s de miii-
%tt ridadao, o d'alii iwsieii a ttoipestade que rn-
j;i.i na prara publica, e uwviii nina onda al in-
vadir .i pr.iprieJada privada, .pie foi destruida
i*omo um brinco !
! ijuem toiaculpa, pi.rm A" qaem cabo
a resitonsabiluflae dessi-s f.irtas ?
Kvidi-ntemf'nto ao aitm-s lh festa, e de modo
M''H!;im ao |Mie.
Ni i ; ao p.ivii iirnliuma culpa cabe pelas sce-
HMl.niii'iii.tviiis de,IV; nio, ao povo nenliuma
MUIINi |>ode tocar, pun|ue cor.ipellirain-iro ao
mai, e *-lt*. alir.ni se ao son campo seui medir a<
c.u-i'iuenr'as -Ui s. i leito.
.\ iesponsa.'iil.d i.l.'. p i nwis trem-mda (pie ella
*^a, cabe leda e inteiia as auloivs da l'esta,
.i i> orailores \uUm liiii.mi clla a r!i-aud mi oropiio pevo !
n i|ii3 o or >csio d.is uc, se nao a propria
i:0!i.ciuiia<':Vi d'i* seus si^'nal iiio< .'
-reunido, i'Xoit.i-s<- iiic as paixes, aeonscllia-se-
IIm p;o' assiin ilizj;r a deserdem; e, djepois, recusa
se a resiiousabilida-le d.is aciosiiralieados em nonic
dos proprius c.ii.-ulkei'HS .''
Ali veji b'iii o*lom puno pornaiobacano co-
m o Iratuu os. seas pivteiuoeoj guias, como O
acensan-o, diiectoies -da reuuiao de IV !
-iein qu lalk a verdade, elles, que se dos-
lacaraiu do p.ivo, >M1 is que Ibes desvendamos
us niysleiios da sybiliiia poltica ."?
uire'.anto, ciista ,i af !... escreve o ort'ao
dos pro'.eslautes o= < Ueer.nheeoiuo?, porni, e a!-
lirm.iiiijs sem iveio de seria toutestaeio, que
se nio teriam dado os prenotados faetos, se
u:u lempo hoiivt'ssem sabido cuniprir o seu de-
* ver os agentes da publica auioridade civil, que,
i de-empeiihando-o, como de sua rigorosa obri-
O que ha de mais altanieule injusto do que
esta ace.isacao?
P.ms a auioridade pedia prever e prevenir os
NKMtMM da dia IV, i|'iando corlo que a reu-
ma i fcira aniiuneiada sol* as mais pacificas o ho-
ii sii- appareucias :
,1'ois r orivtil qni' a a:iloridade se deixassa ce-
jar ao ponto de es pie :er-se que o seu dever
eia e" garantir a vida e a proprie ladejlo cula-
d i, pilguan 1 o pe i ni: nuleiicio da ordem pu-
biiea J *
S o uiai- .ulen;- desejo de relaxar o princi-
_ p; i da auioridade, em que repousa a ordem, poda
:ir Miselbar ti falso conceito, com o que exhi-
bi a loica opposici isla.
Nao a auioridade nao ileixou de cuniprir o
m :i dever; e, se nao evilou no todo as tristes
cesas do IV, Coi porque a rapidez da oxeca<*o
do plano liberal eveeueu espectativa, neni mes-
mo era licito SUppur Que os signatarios do pro-
1 v-Io serkim tfo desleaes para com o poro.
U essa desleal la le torn ouse. se p issivel, tan-
oMMafcjpatMlB, ipiant, ,lluiliJ:is (,-i is IMsps pan-
tos das sereas, congregaram-se algans ridadios
ai) Campo das Prineizas, i |G, e alli nao appa-
receu um s, se quer, dos celebres signatarios do
proteefc.de R I
Eiitreijiito, os cartazes de convite, pregados
uas esquinas das ras, tiveram sem duvida a
iiiesma origem do precedente cbmamenlo Eu-
i.-etaoto, para alli se coavidou o novo sob o un
IUO ajiparent i pretexto que aeobertou os lilis da
leutiiao de IV I
E, se nao liavia fun o:culto nesta nova reu-
uiao ; se iiiio bai'ia a inten^ao formada de des-
cspeitar a auioridade e de praticar as mesillas
senas de IV ; se nao se acliava ne.i envol-
vido um peusameiito poltico ; para que ess
novo aancio, tutanda e certa que a festa do da
ti tiulia preenchido o seu tiin apparente, que era
lelicitar um personagem altamente enllocado ?
R, pergunlareinos: aihando-se ainda excita-
das as paixoes; sentindo-se ainda vibrar a corda
dos odios polticos da opposieo ; conlieci 11- os
N.-:; tia< reaes ; devia a auioridade consentir
ni reunifio, devia fechar os olhos e deixar que
a desordein imperasse voz dos orculos' das
pretensas sybillas populares ?
- Sao, di-lo francamente o proprio orgao da
opjiosi'^io, as palavras texues ipio cima dei-
xamos exaradas I Nao. di lo aindo o bom senso
liratieo. JCaq, e nao, inzem finalmente todos os
verdadeiros p:.lritas, queso eompreherdem a
ijerdade coiil as garantas da ordem. e de modo
nenhum auerein ver ^aerificados os iegilimos in-
toress.s da sociedade em noine da anarchia, ar-
vorada em principio potitico.
Cnpre en leudo o sea l'ver, como Ihc aconse-
ihaau^as eircumslancias imperiosas do mumento,
a antoridade urocaroa dissover a reuniao. Em-
liregou para islo osmeio legaes, intimando aps
e lgregados do Cat; o das Pnueezas em nonio da
lei que se .diVperssssenr.
O que li/.erain, porein, os nradnres de palanque ?
Coneiiaran o povo ficar, cnstfcaram-n'o, se-
ffitndo se di/, a resistir s'ordeus da antoii-
dade. r
E devia a autofidade ernaaf os bra^is, e ddxar
que a ordem fosse sulivcrtida?
Sito; e, pois./oi fatalmente levada cropregai*
a furca.
Ai'ui, pTern, porgue negaf-o ?.. Bdbre-se-nol
e doro yeil o, e pungenteol nossa alma crMtantea
angustia*. Sin doe-uos flzel-o, mas torea con
fessar aue hoiive.algtim *xcs. lmeniavd sim,
mas faevitavel ftril les emergencia-, e sem graves
o.1sorJi3n,f-,c
Terfa
na onde havla slgun, harris do pahn
litros fosos d>
i''-Vr.,sW513 c ";I
trien i.tdXJi plvora e fojos,
fis*PWd?nJ eiiberta, deirobou
.Vi-.i "H'*l
vilji pobre Iraalliador de Joo Lniz de Castro, u qual
receheu imme liatamente os soccorros mdicos do
\f .*

iriido, Pocas & ('... Pedro Joaqiff.AngTisffifff'
Paulino Josi1 T.-rresJtogrY,ninaiin 1'homaz,
t) Jos de Brillo, Vijo^riApo, Antonio Mar-
levanlou-se a sesso.
Loureneo Bezerra CatWfir* Cimba, sacre-
tai i a snbscr'evi. t-. .
Manoel Jo.wuim do Reg e Almquerque, pre-
sidente Jos i* Silva Layo Junor Theodg-
Freiri
res Gui.
Jos
REVISTA DIARIA.
Assi-inhlca pro\ int-ial. Hontcm a
assembla provinciaifunecionoa con)J4 Srs. depu
tados.
Approvada a acta da sessai antecedeale, o Si*.
I." secretario deu cunta do seguinte exnedieute :
Um ofBdo do serretario do governo da pruvm-
cia, remettend) as informales da thesouraria pro-
vincia!, sobre a p-t rio de Flavio Perreira Cato
A' quem fez a requisic.lo.
Tina peti'.ao dos moradores de Apipucos, pe-
duido a collocaeao de doze comlmstores degaa^-i
A" eoiniuissao de ornamento provincial.
Krr?m lidos e approvados flou jiareceres da
commissao de posturas de cmaras, os quacs con-
eluein por projectos, que -ipurovam eom algumas
knodifleacoes as posturas das cmaras municpaes
de Becerros e Pao d'Allio, sendo ambos considera-
dos objeeto de ddiberaco e manda I) imprimir,
e dispensado da im|iressao um projecto dos Srs.
Marques ila Silva e Barros Wanderley, designan-
do os juizes peraute os quacs devein serviros seis
actuaes escrivaes do civel desta eidade.
Em seguida o Sr. presidente nomeou para fa-
ter liarte da commissao que tem de felicitarlo Exm.
Sr. presidente da provincia, os Srs. Gomes Paren-
te, Alvaro Uchoa, Peniuubuco Filio, Antonio de
Araujo o Joan Viera.
Passando or.lem do dia", forain approvados
sem dbale em I" disru sao o projecto n. 83 des-
le anuo, que divide as delegadas Iliterarias das
freguezias d i municipio do Recite ; e cm 2* de n,
.'"i, tambem dste anuo, qub iuitorisa o presidente
da provincia a jubilar cuto bulos seus veuciuiou-
los ao pro.'cssor da 2" cadeira de latim do gyiniia-
io provincial, com urna emenda, fazendo exten-
sivo ao professor Luna.
Continuando a discussaV do orcnniento munici-
pal foraru approvados todos o; arligos da despeza.
cando a diseussao adiada pela a liora.
r.-innaoii a 2' ilis'iiss.io di projecto do orna-
mento provincial, olijpdo da 2" parte da ordem
do dia, e foraui discutidos e approvados os arts.
i 12 com seus paiagraplios e bem assiinalgii-
uias das emendas a ellos apresentadas, e nao lia-
vendo mais qn rum para votar, sobre o art. 3", ti-
COtl a disrussao adiada e levantada a sessK
A ordem do dia para boje 6 : I* parte coii-
nna'.ao da anterior, discusso do projecto n.
01 e 3" dos de ns. :iO e Si, todos deste auno ; i'
parle -continuara)4a j designada.
Gunr/Ia n-.-nal. Por portara da pre-
sidencia da provincia, de lo e 17 do corrente :
Toram nomeadoi : Tiburcio Valeriano Bapiis-
ta l'ilho, 2' lente da .*> coiiipanhia do 1'bata-
Iho de artilliaria, do municipio do Recite, Fran-
cisco (oncalves de Siquera Jnior e Antonio da
Gnu Rinefro, alteres da 2' e da conip.uiluA do
J- lutail) de iiiantaria do mesnio municipio.
Dispeiisoii-se o lapso de tempo, para poder tirar
patente dentro de trinta dias, a Manuel Flix da
Rocha Mangiieira, ncineado alferes do 30" bala-
Ibao de infantaria do municipio do Biuime.
.Vutoriilailc polieial. Por portaras da
presidencia da iirovinca, de 17 do corrente, fortn
Horneados : Jos Ilayniiindo Pereira c Manoel da
Siiva Juca, subdelegado e I" supplentc do I' dis-
trcto do termo do Triumplio.
Comniissa ciicdioa. Por poiiariada
nrcsdencia da provincia, de 17 do corrente, fo^
nonieada una commissao com;>osta dos Drs. em
medicina Joaquim de Aquino Fonceca e Adriao
JBM
ment das eufi
o seguinte
fallecern) 7, exjstm
L*lrrUi,~A #oNwisba i veada a H1*V l
benelieio da matriz do Rio Formse, a qual corre
MudMi "*" 't i mcmii *h k ulii'f
I.cllops.-lloje effeclna" o agente Martins s
11 liaras lo. diksfea*,alrf armario, fazendas ei
mais perteni.Ms da luja do fazendas da ra do Ba
rio da A'icturia n. V. _
ttoje, 50, deve rer lugar'o IclMo de moversr
louea eerystaes-aMHinciiute pira a casa de asi-
deuda da familia do genera!) Barros Falcan, ra
da Imperatria n. 90.
A iiianti elleetoar a mesmo agente linto o
ieilao de fazendas aiariadas, e mais olifectos fisr
lentes no armasem do Sr. Chapuian, a ra do Im-
perador n. 45.
Casi le .letrmao. Movimenlo do di*.
18 de maio de 1*73 :
Existiam presos 331, entraram 2, salijiain 3.
ex is 1 e.n i 3fl.
A saber : i s rj
Nacioitaes it, iimmeres II, stranfein*' 44,
* Alimentades a costa des eofros pblicos 28V. i
Moviniento da enleriilaria do dia 18 de niaki
le 1873.
Hm haixa : -
Manuel Monto Ferreira da Hilva, indige^to.
DOS B?
HA DA
IFK, lufrifl
A MVBf.() tW
ctctofcfe M
T^MI'A
Ido do mpz de fseipmbrojiro-
xitioi.do.........in-.m&p
o llertta arrocadaila nos mo/.cs
' JIHIUII \J J% TTlfirrTJ'
"A A(npalia'p^rnlrn*tKo SfifeT ffnitoiy.'teto
reeebido em 12 docorrenlo mez un olliciii do ii-
genboiro Use I, em que Ibe rummaaka ave V.Bxc
liarla rCsokid.: pro se nao collocasselinha dtmla
la ponU- Sote de Satambro. vooi respcilosAiiK-oin
pedir a. V. Exc.se dgue recoQSderar aquella sua
resolucao, attendendo as coiis teraces seguintes.
Eis oquenedeosupplicante.
secreta* m prctpN^Ta dfJernazhic >. 17
lo t|iv', hiu Ya-
.-()
pptican
l'agO* de emidunfelMs 82V res.
ilB esideacia ow Pernarabuc
I.s7l-4i"/jw lixlr
19
r
Dt$PZA
Tt|)orUiiicia .lespendlda nos
loezes dii jaiuiim a marco.
Saldo que passa para o ine/. sc-
8ul"'e..........
MAW
inspeccionar o pro-
padre Ma-
ra?.
, smt) lvtd.i, m*rs conveniente iae
la-Jj^L
E s ainda, que o presiden
le Ja'pfdvlncia renh ordettado f-)*
So A. Exc. nao o ordenan c, pelo contrario,
Acouseftwu tiih a moderaclo. Mas, eomdseirtpre
e acontecer, a forc.1 puWiea foi menos o?fleotida
tdai os excesses que ooflliduAi'onio* deplorar.
Estamos cortos do que o digno presidenta da
ro Wncia, como uj, deplora estes acontecimenios,
Luiz Pereira da Silva, para
fe'ssor publico deiu-trucciio primaria
noel Ignacio Bezerra do Amaral
Gyinnaslo provini-ial.Por parlarla da
presidencia da provincia, de 17 do corrente, foi
exonerado, seu pedido, de regedor do gymnasio
provincial o Bvm. conego Joaipiiin Francisco de
Parias.
Jury. Ilontem, com asistencia do iV Srs.
jurados Toi julgado o reo Luiz Francisco Teles, pro-
lu'.uciado no aft l'.1** '"o codig criminal, tendo por
advogado o Dr. '-uiz Emydiu Rodrigues \ ianna.
Foi o reo coiidenmado a 1 anno c 2 mezes de
[lisio.
Iloje entra em jnlganvnto o reo Rento Sabino.
.dcsi-aniina. As 8 horas noute. Expe-
dido ilafslacao do Macei para a do Recite.
En/rou esta tarde n 11> irlo desta eidade un va-
por que julgava-se ser o costeiro da Babia.
Foi hontcm a nonte assassinada una preta for-
ra por Dome Mara da Conceico, por um eseravo
do negociante Andrade, o motivo (segundo consta)
foi iumes. O assassino foi logo preso.
Ari*eii|ata\!cK proviuciacs -Foram
tranferidas : para o dia 20-do^ennente as ane-
mataces do fornedmento de aKme|tacao e die-
tas para os presos pobres da casa de"*Hetencao, e
dos objectos precisos para o expediente das repar-
ticoes [irovinciaes, bem cuno a impressao dos tra-
ballios provinciaes, meiics os da secretaria do go-
verno ; e para o dia .*> de junho as arreinataeoes
do fornecimenlo de medieainent',s e utensis preci-
sos enfermarla da casa de deten 5o, e os impos-
tes provinciaes as comarcas segiuntcs, pelo preco
anima'
Tacarat
Flores
Villa-Bella
Cabrob
.ia-Visia
Ouriciiry
Compau'iia
desta companhia,
2:3073800
3:67o:0il
3:070^703
1:6V6678
82313)0
I2|839
il< C5i'ln*rl!c. O canxa
ra do Vigario Thenorio n.
19, paga o 50 dividendo najazao de 35 wr cada
apatice.
Luso Itrasilcira. Iloje pelas sete horas
da noute rennir-se-ha esta "SsociacSo beueficente
em assembrea geral, alim de tratar do trans-
porte de um socio enfermo para a Europa-
Comarca de M:ai AntAi.Hecbemos
c Maniapio, jornal da eidade da Victoria, flo 0
do corrente, do qua! extrabimos o seguinte s
Ao amanheeer do dia 5, appareceu mort no
lugar Man, distante desta' eidade meia legua, o
Sr. Antonio Aotiine?, morador em Campias, con-
tinuo quelle lugar.
A auioridade.fez o compleme eorpndede-
Poto,e recpnbeceraQj os peritos ler silo a uorle
proveniente d um apoplexia.
t O linado era casado e tinha cinco fllhos, era
homem conceitnado o gnzava da estima publica.
Xa vespera do fallecimento condnzio p.ira o
ccmitciio desta eidade um cadver do lugar Maus,
de vulti na casi, sente-se atacado lo pengoso
mal que r icrHo-lhe aexi'tencia ; e, nao podendo
cCgar at ella, cahe i borda dos maltes do ca-
minio e ahi conduio rens das
Na ijiouto de h, no lugar denominado ilnripi-
cv, Best termo, sopen iim tiro Jo5d Bptisla, o
qual foi dado por, Manuel Pantatea .'
i Ambos erara tPnwos, no mesmo diado coh-
flcto rinlia Joo Baptistasambado na edfti Pn-
tale.lo; porm, este '"o- retirndola aRa-itoiife,
vltr'c val Hsitftr a e?irisara de Pnulnle5i ; este
|u ni o gosta d VPffyBcJirJ'enV s*s estr'rbaria
mim :n nftf Hrrt. Evqne o mi amig",
rtSo queda tURtt pn^findo pda pnt'tt, qnert :-,r sen conirn :Jo rpontalo eavallo; m foi
infeliz em sua erapreza" porque reeebea m pre-
sente a de nao esperava.
a A urna hora da tarde do dia 6, Incendiou-se
nesta cidadira casa da-oIBcia *) artisti fogue-
teiro loaquim Sevariano. 0 mesmo foi experimen-
tar um foguete e com tanta, infelicidad e que fa-
tal foguete veio estourar dentro da propria <>rci*
SESSAO EXT lAORm.VARlA AOS T DE
HE 1873.
i-F.'-smK.xr.i.v no sn. RUfiO e AUOQCEttOdit
Presentes os Si*s.fameiro, I.oyo. Jnior, Ncves,
Tbeid'iro Silva, Ciinha r.uimaraes, eDr. I.oho
Hoscoso, abrio-se a sessao, e oi lida e appro-
vada a acta da antecedente.
Leu-su o segu'uUe
RXIsSl>I\TI! :
Fin olflcln do Exm. lil-esidente da provincia, re-
coinmendando i cmara municipal que coraba
maior brovilade possivel I he remeta nina rebivio
dos tiiolhoramenlos'realisa'los no municipio a cos-
ta dos respectivos cofres durante o ultimo qniu-
(iiienio, i-necijcaiido o local da receita arrecadada
dentro do mesmo periodo de lempo. Ao conta-
dor para satisiazer.
Oulro do mesmo, autorisando cmara munici-
pal a contratar C-ifU o arreiuatanle Manoel Ansel-
mo Correia de Figueiiedo, para fazer a obra dos
conrrrtos da estrada da povoacao da .Varzcapel
quahtia de 1:I7!I*'(KV Que se lavre lermo.
Oulro do Dr. cnefe de polica, remetiendo ao
Exm. |Mes lente ila provincia um oftlclo d.) sub-
delegado d i fregueza de 5. J sjj, rom dcspadio
de S. Exc. mandando a cmara iiiforniar. Que
se informe.
Ontro do mesmo e no ni 'smo sentido com des-
paclio do Exm. pre.-Mcule da provincia. Que sr
informe.
Ontro do Exm. proVedor da Santa Casa de Mise-
licorda. participando que a junta ridminisjrativ.i
da ni-snia .*>aiita'Csji,.eiu sesso de 1 do ci>rrenfe
resolveii, cia que fosse reedificado o predio n.-t7 na ruada
Moeda.que se c'a em ruiuas, e que oc-ie sentido
trata ella de providenciar'. "ntelraaa.
(tulro do juiz de direilo do 0 districto eiiininal,
pediu lo cainara municipal, abem do servico pu-
blico, a remessa, por copia, das actas das e.leicdes
procedidas o aijio passa I > na l're^nezia .dfls Ato-
gados [tara juizes de paz o vrreadores, e aiilinlla
das por aviso-da 2de fevereiro deste auno. Que
se remella)
Ontro do advogado da enmara, em referencia no
solicitador da mesma. Iuteirada.
Ontro do mesmo, sobre igual assumpto. A'
coni'tiissan judicaria.
Um parecer do mesmo, sobre a petic'io do des-
embrgador Manoel Jos da Silva Xeiva. Man-
doii-.-e pasar mandado de pagamento. '
Otilio do contador, desfavoravel ptlicito de Vi-
cente Ji;- do'Brillo. lodeferio-se.
Outro do engenbeiro cordeador, desfavoravel
petieao de Loureneo. Ribeiro la Cunha Olivcira.-
Indeerio-se.
Um olTIciodo Qseal da fregueza de S. Fre Pedro
Gonca.lves, remetiendo dous conhecimentos dos
quacs oodSm) as importancias ltimamente recriil-
ttas e recolhidasao cofre da Santa Casa n Mis---
nconlla desta eidade, sendo as importancias pro-
ductos lquidos de arremataco de animaos appre
hendidos naouella freguezia. Que conlinoe.
Ontro do fiscal da fregueza de 8. Josi4, infor-'
mando o abaixo assignado de diversos negociantes
do largo da Ribcira. Inleirada.
Oulro do mesmo, eommunienndo lerTeeolhido
ao cofre municipal a importancia de una multa
impasta a Domingos Jos Avila, e o mestre da obra
Canudo Francisco (Jomes. -Inleirada.
Outro do fiscal da fregueza da Roa Vista, re-
metiendo tres termos lavrados outra Jos Maria
sodr da Motta. Ao procuaador.
Oulro do mesmo, communicando que o pasta-
dico da ra do Hospicio, acha-se cora as li-
nhas cjinpletamente arruinada<. Ao fiscal pa
ra fazer.
Outro do fiscal da freguezia do Poco da Panel-
la, coiuinuiicando o mo estado da estrada que
segu da Casa Forte para o matadouro. Ao
mesmo fiscal para dar una onta mais minncio-
sa do estado da estrada, o quanto pode montar
aproximadamente o concert.
Fina petico de Jos Augusto de Araujo. Ao
contador.
Outra do mesmo. A' commissao de poliia.
Ou**ra de Francisco Olympio lereira de Olivei-
ra. Ao contador.
Outra de riorenCio Rodrigues de Miranda Fran1
eo Ao coutador.
Outra do barao de Remlica. Ao engenhoiro
cordeador.
ITm abaixo sjgnado da irrtinndad^ de Xoss
Senhora do'tirramento desta eidade. Ao ad-
ministrador do ceinitrio para enmprir de confor-
miiladriom o regnlnmento.
Outro dos negociantes de carnes verdes.--A"
commissao do matadouro.
Um parecer da commss3o de }io(jea nos se-
guintes termos :
A conmiissAode polica a quem foi pri
o/ncios do sUbdofegaflo dp Sao Jos s'
mandn info
vincia
cimento
inesmn freguczii, Eresfino Cavulcanfe' de*
qnerque, ijeando a cmara scicntc que elle
cura cnniprir sehs dercres eom telo e pnrdecra,
jitteudi-n'ld-a iss jtalga que i mesmo snbVlegadvr
nao fundamerrtnu suas qliehtas. *
Paco da cmara mnmcipsl o> Recite, *7idfl
maio (le-l7*. ---JosiV Peiro das Neves. -> 'rMcidc-
ro Maceado Freir Pereira da Silva. Appro-
vado. *
A cmara municipal resol ven 'effl scsstt-'deho-:
je, que se^iediss autorisacSo ao ExrO. pi-csidun-'
te da provincia, [Jara gastar mais a qnajitja.de
3003 pea vetha eventnaes.ilo^ Cemiterios,' Vslb!
achar-se ella extincta. ,**>
Dcspacharapi-ftAs'flctlcBcs'de'; Antdtftb Jot"
quim dos Sanios, ArttMiio 'hs. de Azc-MW: AH-'
na Mara d- Coni-ec>, Arttnio Fr.irfejsf o V ^,l
randa, Braga 4 Pi-neptel. Barao de Cnijip Ale-
gre, DamiaoLHpeiPercii'a Crihn.nfafis 'F*r;,nelSt*
Dias Marqrics' i'C.", T^anrerntr) Qdymptd''l-erel!
iicteoSfar:
Gfr-
onnar o Exm Sr, presidente
ria, de parecer qne se laca chegar ao bj
cnto tic S.'EAc qn'ccnd onrMo o lisi-
os
fe
I"
de Olivelra, rfl
da Cosa, Francisco Borges de Medeiro*,"te\fihia
raes & Braga, JoaqtlinT TjapdlitO, FeJTelr?; o
Antupes.Guiowriiefc Jusg igp.^ciA.4*%,1Itla!)lAn,
,|omp Carp,iol.if\J^ai*. Pftflcisw.dflL-f '
outros, JoiiOjOa dm Gjimaracs, Ju~
Cosln, Joaquim Manpe) Beoevjil
de Souza Beirao, Jos Auusa Je.
Cabral de Medeiros, ManoeC-FjU"X
Jos da Silva, desa^aritailar ,Uaui
va Xeiva, Ma**r^5ViC
Moreira da Silva Bezerra, 'Paulino,
,otfr
u.itmm

s
i
V7:928!>227
'' '' | E '** '~~L
l:OO3930i




Cunara nuucipal >lo Recite,
de 1873.
17:928-227
19 lo maio
O procurador,
Jos Simplicio k Sd Esteve*.
UBUMCflFS A PEIIDO.
'Xa exposicao felta pelo Sr. Dr. Joiio Barbalho
no hrnnl d> llrcifr de lo do corrente encontr
referencia, a acto de miiilia administragao, que nio
possp deixar sen repare.
Diz o Sr Dr. Joo Barbalho que contra o meu
offlcio de II de agosto de 1871 prohibiudo a com-
panhia Pernanibqc-) Street Riilway enllocar lnha
du-iLa na ponte Sote de Setembro, fizera urna pe-
titio extensa para o gerente,4a mesma companhia;
que nao send > esta petieao par mim defei ida. como
Ihe dissera o gerenta, lisera outra qu*. niio tere
ainda deferment, anexar d-; ler por si a opiniao
do eijgenhuiro liscid e de ser bancada e.n pare-
ceres de dous adyogados e de engenheiros da pro-
vincia e de fura delta, e que temi o gerente con-
fiado a |iretoncao ao Sr. Dr. Correia de Araujo foi
atendido, risolvamlo eu entao a questio da linha
duida em tuur da cotnjiauhia.
,>ao me 0 licito inle.slar que o Sr. Dr. Joiio
llaibalho houvesse felto, cuno assevera, nao s a
priuieira como a segunda petieao de que falla :
llevo, porm, dizer que nao me" foram entregues
e iiem por tanto foram iudefei das.
A nica petica que a respeilo de iiuha dupJ i
na ponte Sele de Setembro fez-iue o gerente da
companhia fui em data de 21 de agosto o foi defe-
rida em i de setembro. Era isto o que eu tinha
em leuibraiica mas nao querendo confiar smen-
te em miulia memoria, requer a certidao abaixo
sob n. i.'
Do pro;.ri.i theor do prmero periodi da petieao
mostra-se ser ella a |i iuieira que o gerente le/.-nie,
reclamando contra o meu ollicio de il de agoslo.
E se ella foi deferida em i de setembro. lica claro
ler sido a nica uibiuettda a de.-pacho.
Podera liinllar-iiie ao que tica dito ; accrescen-
tarei, porm, algumas palavmis para tornar bem
patente o m- do porque proced.
)ulorinando uie verlialuiente o Sr Dr Tibuifi', di-
rs-tor das obras publicas, q.ie a couipau a prepa
rava se para eollocar Iiuha dupla na ponte Sete
le Setembro e que com elli ticaiia muito dilllcul-
lado o transito publico pela mesma ponte, dirig
ouj21deiulho ao Sr. Dr. Manoel de Barros, en-
genneim fiscal da c miiaiiiiia o ollicio abaixo, sob
Prcslou-n|ie. o Sr. engenbeiro li.-ca'. em dala de
1 de agosta ii iuforinacio constante do otieio sob
U-1?. E o Sr. director das oh\ s publicas, eontl-
,nuou a insistir na inconveniencia da linha dupla,
&zando-ujc coiisidea^es que me pareeeraiu pro-
JTralava-SL' de um servien novo pa provincia e
de iin: eu nio tinha Coiilieciuionto: cumpria-me,
pois, evitar o mal o nao deixar que elle appareces*
se para entoser reparado. Enleiklii, como anda
boje entendo, que a le n. 971 de i de abril de
17I nao eoiifere to pleno direito companhia
que pos;
apiouvec. A clausul;i=sei rejuizo para o tran-
sita jiuliticnC- dependonte do aprcciac/io d> ad-
iiiini-;acao. E lano assim o entendo 1 o presi-
aeoto nue saiicciouoii aquella lei que no regula-
meiili) por elle dado i dias dep >is assiin dispjz -
a diiopaubta poJer eollocar hullas duplas em to-
das as ras, Iradas e puntes, onde for sao naces*
s^u'io ;i .facilidado lo fraiisilo, precedetido sempre
accot'do eojn o ej/tJieiro, fiscal
estas eondi.o s, opinando o director das obras
publicas em sentido coulrario c.illocac.io de linha
dqpla na.ponle e o proprio fiscal nao o desconhe-
cenilo absohitmcnt e antes ponderando (e com
toda a razio) que niio devera ter-se permitlido
jic n mesmo liui a simples, oumpria-tne nao con-
sentir que se collocass"! na de Sele le Siembro
lilil; dupla. Xesla coiit'ormidade exped em 11
de agosto o offlcio n. 3.
Procuren me onlo o gerente da cimpaiuda, di-
zcdo-ine que intimado do meu offlcio, corria-lbe
a obrigaeao de reclamar contra a ordem uelle co-
uda, por quanlo sem a linha dupla o mu vintenio
dos carros seria muito difflcultado, principalmente
por j estar enllocada no bairro do Recue a esta
cao principa!: respond-Ihe que fizc.-se por es-
cruto a sua lerlamacao.
Xo mesmo dia ou no seguinte foi-me smlregue o
requurimento datado de 21, que despachei a 23,
mandando informar ao engeliciro fiscal, me un
i de seleiubro deu a infoiiiiiitao couslaute do olli-
cio sob n. i.
Cora aquello rqueriment foi-me entregne o pa-
recer do Sr. engenr.eiro Elissu; que abaixo faeo
publicar.
Reunidos no gallineto da presidencia diversos
.engenheiros, entr elles o Sr. Dr. Gervasio, Felippe
Figncirda, Silva, Mahoel de Barros, e nao sei so
taiTnem o Sr. Dr. Tmnrcio, expuz-llie? a questa.
e pedi-lhes que emitlissem o seu juizo. A pro-
longada dis'-ussao havida levou-me a p3Us;ir que
maiur iiicuiivenienie haveria para o transito publi-
co na existencia da linha simples do que na
dupla.
Mas como a responsabilidade pela prtuibacao
o Jransito publico teria de reanir sobre mi n,
ai uo mesriio dia bu bo outr.) com o Sr. director
das obras publicas ponte Seto de Setembro, para
ahi por mim proprio verificar a procedencia da?
razoes em um e outro sentido.
Eolio defer a policio do gerente por despnpho
de i de setembro, e ainda assim com as condooes
constantes da "offlcio' (rf. S) que'na mesma data
dirig ao engenhero fiscal, as quaes me parece-
rn) indspensavi-is.
Eis como proced : o publico que ajuze de
neq procedimento.
A' necessldadc de fazer exlra'ir as certides
abaixo,' den logar que smente hoje podesse eu
"azer esta exposicao.
Tpecife, 19 tic riiarjo de 1873.
Dr. manoel So yuscimentp Machado Potiella.
Illm.V Exnt Sr. presidente da"provicia-
Dr. ilanool dw Xaseimchto Machado Portella pre-
cisa que v.Kc. se digne mandar -tdria'da presidtMta seTh Certifique .
I.* Se slm ti* reqnta*tnienTo da companhia
Penianibnro Street "RailiVy, deferido em i de se-
lenihro de 1871, houve'-micriorinenle (a contar de
31 di iulho) sobre b msifh oBleclo nlgum cutro
rcb.ueriine'hto da 'mesma 'cbinpaWiia, qber deferido
e^quer inde?tt'i4o. '
t.' Qual a data de dito refraerimento e db de$-
pfhq qe randuii' informar1 ao
fiscal.
3.* Qnal'o theor de primttrriodo de dito re
lyffqiid'.t'erelrtt fltlerimenW?" -'i 'ff-
Mh-afrtli/f M* VPede i V.- Ese. ^erimemo-iB. R. M.
'fteaKi't^''^ttiao de 1R73.
. "Mtiiml tin X*tfiime>rto mAtido Pmietla.
"vD"-s.' Wtfca "dh presidencia de Pernambuco
18de maio de IS73. Lucerna. ''
Em cumprijnrnto-dtr despacho retro certifico
que aawcrtatmile arfreifaewnpnirnoxMa companlflA
Pernambuco Sjjftty. Rajlivay, deferido em 4 de'sc-
*libro de (871, nao houie outra requeriment da1
aCfllrtpal^ai^l^nrb'm;eslTjobbje'ctoT,, ''.
/. dirfiionnls- qtio r4f*uTimante;aiia)a rnh-
, Cerftsq .linafmente que o pri>Tro. periodo \
qneffc-T3per!menlo''* do theor ghJltte:T
Illm. e Exm. Sf. presidente da provincia.O
Dr. MaMcl do Xas-inentii Machado l'orielia pre-
cisa ijinj V. Exe. so digne mandar dar-ihe por
eerlidao :
1." O offlcio do presidente ao engioiheiro lis al
la ooinpatiut* Peruamlmco Street llailwav, em 31
de jiiHiodlSfL .
?.* A mfonuacao preslaiL) pelo mesmo enge-
lilieiro fiscal, cmlu agosto.
3." 0 offlcio da presidencia ao eiigenhciro, em 11
de agosto.
i." A iuforaiaeio prestada |ielo engenheiro fiscal,
em ii de agosto.'
o." O ollicio da presideucia, de i de setembro ao
eugeuheao fiscal.
Pede a V. Exc. duferinienlo. K. II. M.
Iteeife, Id de maio de 1873.
Dr. Manoel do Mascimenia Marltudo P.rtell-t
Em cumplimento do despacho retro e.-rtilie
!.? Que o alllcio da presidencia ao engenii-iru
Ik-i ai da companhia Pernambuco Street nailway.
em 3l do juliio de 1*71. e lo tin-or seguinte :
4.* secco. Palacio da presidencia do P'-r-
nambuco, ein3l de julho de 1871.
Informe Vine, rom urgencia sobre a preUin'.ao
que OMata ter^a coiupaoltia do Itonds de collor.ir
va dupla na ponte Sete de SclombiM ; sobres-
tando na execucao do qualquer accordo a pie le-
uha chi-gad-i Com a i-ompanhia. al -jue pela pie
sidenci.i seja apreciada sua inlormai-ao, e resolv-
do a respeito. Deiis guarde a VmcDr. Mn-iel
do .\ascimenio Muckwlo Vurtella. Sr. engeiibero
fiscal da companhia Street Itailway.
Secundo, que a iutormacao prestada p--lo dito
eilgeiiheiro fiscal ein i 1.* de agosto, do Iheor se-
guite :
Escriplorio do eng.-nlieiio fiscal da companhia
Pernambuco Stie.tl Hailwav, cm :tl de afasia
de 1871.
Illm. e E.viu Sr. -Km ciimprimento s ordens
eontidas no o Ucio de V. Kxc. Litado le hoiilem,
inundando informar com urgencia .-obro a preicn-
;ao da companhia l'ernainhueo Street Kailway,
para eoiiocar buhas duplas rra ponle Sele de Se-
tembro, e mandando sobrestar al ulterior delibe-
racAo iu exeeuea > di qualipier acoinlo sobre essa
obra, tenho a informar a V. Exc- pie honiem
mesino j offlciei ao gerente da me.sma companhia
para suspender a exeeuciio de pialquer obra eon-
cernenle ao itferitocalcameHlo.
Quanlo preteneo da coni|ianhia. ella funJa-sc
na lei provincial u. !74 da Si de abril do corn-nte
auno, que aulorisa a eoMaeaaio de lin'ias duplas
nos lugares de seu trac me hiuver espaco
sulliciente eulre os passeios, sem prejuizo para o
transito. Salvo o direito que tem o gov-rno, se-
gundo di-pe o art. 1.- da imana lei !.* ao
art. 8.'- do regulanieiito de 28 de abril iilliiiui, de
obligar a conipanbia a remover nina das Matas, so
a experiencia uemonslrar que d-i es|abi!eciin>-iiH<
da buha dupla resulta iuconvenienl a-i IraiHlO,
sendo nes.o caso a remoc.to f>ta pela companhia
dentro do praz i iftaa Ihe for Hxado, sab pena 1--
sor ella eleeluada por ordem do governo cuta
la mesma companhia.
Tal o fundamento da prclciirao da companhia.
Devo observar a V. Exc. que ein minha humilde
mhUii nao se ileteria ler auturisadi a tUocmetio
i tiillfs saine tul ponte : o bem assim as nas
do Oabug, Mrquez de (lliiula e outros poMM sa*
uielhantos. Esse trabalho, porem, j se acln BX-
eulado em virtude da lei, naila mais poitar.lo resta
a fazer.
Quanlo Collueacao la linha dupla na nonti-
Sele de Setembro cuuipre-me observar que a linha
simples ao deixa espayo livre para a passagem d--
una nica lila de carros Irausitand > -ni sentido
contraro direci-ao seguida |n>r un carro da
companhia. Portante (piando der-se o caso le se
eneoiilrarein na ponle dous carros da coni|anliia
seguiudo dit eceoes op|oslas, e |ue ao mesmo lem-
po laaban paatau um ou mais carros particu-
lares,, estes s poderao ir asilar segumdo ou pre-
cedendoo carro da companhia. que for na direc-
io por ellos ditsejsda S assim se eifeetuara a
ciiv.ulaca Se com a collocico da Iiuha -imples
Ocassa espaco sutflciente para conjuuctameute
passarem dous carros emparelhados ao mesmo
tempo que transilasse um can la companhia.
duvida nenliuma existira i|uauto a tan vaulatrMB
em relacao lacilidade do transito. Picando,
por-ni, depon da colloca-;ao da linn simples s'.-
uienle espago para a passageuj de nina unir fila de
jarros, a eirculaeo sj podar elTecluar-se como
lica cima meuciauado ; <- se testa sorlc resul -
lar inconveniente ao transita, tem o governo em
todo o lempo direito demandar remover cus la
da rompan.da urna las liulias, O aocaww, paran,
se tutim entender, Y. Kxc. pod-r desde j nttmnUr
sobre'sl -r a c U-curti dalinlm dupla. Deliberacao
esla pie nao julgo de minha attribui'o. Umis
guardo a Y. Exc-Illm. e Exm. r. Dr. Manoel lo
Xascimenlo Machado Portella, dignssimo vice-
presidente da 8 da provincia..Manoel do barros
Brrelo, engeuheiro fiscal.
Ti-rceiro que o oflicio da predanoia ao mesmo
engenbajro em II de agosto, do theor seguinte :
Secrao *.--Palacio da presideucia de l'eniainbueo,
em II de agoslo de 1871. \ erificando, om vista
do art. 1" da lei n. 931 de 24 de abril do cr-
lenle auno, do lermo Iavrado a 28 daquelle mez,
modificativo do contrato celebrado em 21) de mar-
eo do anno passade, e do acto pie na data do
referido termo foi espedido por esla pre-idemia,
que se a companhia Pernambuco SireelRallway
leve permissao para assenlar liana dupla nos
lagares de seu traen, todava a mesma permissao
est sujeita condiciio de havef espaco suflicienie
cutre os passeios sem prejuizo para o transito
tilico, o que ainda mais claro se torr.a cm lace
do art. 8o Io do regulamenlo expedido em dala
dos preditos lermo e acto, < enlcnaendo quo, se a
cidlocarao de linha dupla na ponte Sete do Setem-
bro pode nao Inzer dilllculdades para o transito
de carros e mais vehculos, como pondera Vmc.
em seu offlcio do 1* do corrente, nao podera dei-
xar de embara-.ar o transito de animaos turran-
dos, que em numero muito creseido traus oem dita
ponte, mxime durante os mezes da safra de as-
sucar, la, etc., tenho resolvan que se nio eolio-
que Iiuha dupla na mesma ponte ; o que com-
munico a Vine, para seu conhecimenlo e devides
lins. Deus guarde a VmcDr. Manoel do Xasci-
iiieiito Machado Portella. Ao Sr. cigcnheiro fiscal
da companhia Pernambuco Street Railway.
Quanlo, pie a informaran do engenhero
fiscal coi 21 do agosto do theor s-'nuinlc : Ks-
1/ *f
transito poMim, deve ser inu da I
da m eK|wieitru n-r 4a um^nr i
Qual | uw wir itMerprei ara* p--> i
I un iriain iiile.rann-nli- i:mli-i gt* ptla.-ra- "m
prejuizo 4o ri.<1'> pahlitK ,
Tao tstM.-qM a a pjrela part- Jo ssmmsm
artigo sera nfflrienle. se < fnase pemiMIaV an-
urimir urna la linlia*. I n *r Mta a \#-
rmicia la Itaha du|dD. fawfrKiali. o ftnmst.
Nao adnaaeivei f- a luwnialia di lata
Trlluas.
de muso a.-arda ni > ngemVir-. .<*.
asm do aasaatiiMada de tata dupas jn fiq*>
pelo t I- lo ad V d r-ntad -ni-i .! 1 4c atril
ultimo, seria iateiraaariiv ta->rio te amalai -
se a opiniao atirarada \"kt pr<-n r.
Portanto, ealeniwaie aaa |>l<- a n-apaa*:..
eollocar Imtoi duplas a a*u l-lpraz-r. <+**
aebar e>pa*o mire os |w*"i-i, apiHInaia -
n--nii< para removi-r urna das linha*. experiencia dcinonxtrar qu- d'alM r-^olta ia
nieule ao transito pnldicn.
Quanl i a secunda ipi>- l cii-?-nrr-ia>*dtars<.-
JA tire a honra le informar a V. T.xe. enTnaV*
do 1.* do corn-nte, sobre m< 'ar.
effecluar a cimilara d- carros na pial* SP*
Niembro e em .i jdilamonlu a qiituu fO" *iUi
apenas accr<-sccnlarei que urna vn qnv fr-
uiiiiio a eolio a-an de linha imple* M, a tato
dupla nao |mmI<> a''jiiTot.ir i:** memvMjifinaa, wa>
ante'.ipa laun-iite se pos-a as<-gniar n-* **
si-r banila urna la* linha- nli- la ^porwwi
maniiesiar-e. Acli t tiu'e >'*-
Ver na |mii,'.- s^.|,. ,|,. Selend.ro niV pjnaa-
la safra, ul^nm toki -H-ruoono a -arrula^in *
aniuaes c.irregad.* e rara, porn iw-icn.
um caito nmix-ro de guara* r**ld"*-^i r> a-
venientoiiienle a rirralcio Ptadaaana aVa*
qn IP-1-v.eio de baliadjpta m jr>nfrMe te
Selembrol justamente o ra> prev- aw nrt. t
h lei ariida citada, e que a eiptriinaanf -
tirar (odas as duvida* : e se lia for -nrar -
coma o K->vernorurroclivona mesmaki. Sa-*a
mais ocniviiienie irfonnar sobn- a pstan *"
gerente da companhia l*eruanatacn :Hrrai ta*-
v ay. Deus truarde a V. Kvc. IHm. Bvn. Dr. Uanix-I da taataasate Marinado rtoBta.dir-
nissimu vice-piesidene da pniviacia. Mmm rl -'
Itarro* II '((/, -it|ri-nh<'iro fiscal.
Quii que o Ola d, iiir-Htenria da i e
tcuihro, lo ougenhi-iro fiscal do Umut afaal*
i.' sec;ao Pala -m a pivsideiirta k* Pira-i:-
liun, cm i de sel-:nbr,i d- 1871. Em *-rU .
iuformaraii que, ein data le ii do aatt pfi'Mil-)
prestou Vate, solire a |wMican da cnanfianna-1 >*-
nambuco tHmt Kailway e lo faci de ja la* r
aesonlaoo ua collocaeao de buba Seto de Setciuliro, ante- de Ihe ler -ate nfatoto
o meu olli-io id- II do uh-mau utei tVofe-' i
vido que fique sem IT.-ii. a ordcM unida "'
dito iiflle.io ; cuiupriiidii, pon-m, pie srtaai *ten
radas as eoiidiciVs |Tcscri|la aa lei a. 971 e r -
giilameuto de 2't de abril do corrate ann te
forma que a c .uipati'.u remo-a asna tte iittiid*.
i-aso se verifique ser a dupla prejudeial *>
silo public i : i- que ab;m da* dttmais c..iul.'t. |-i
Vin-_ Jatear coinemenles uo deixcmtesar afc-rr-
vada- a > ser expressamenie prohilH-l- >(
reiu os carros da conqouhia -ai qualquei p-'''
ila i ferina |Minti, salvo o ra*<> de for*a ** '
b ni como a de conservar a companhia extens.io di ponte linios .-oanla-, |uant"* i< i-
por Vme exigitlo e aecessarios, para facib
o irausil'i publico, vitarse o inrmiveaii l
| cada no meu rila-I > ollicio ; <> que late U;e
munico para seu coaliecitw uto e tos hhm-
les.Deus giiar-e a VmcDr. Mnmtrl *; W
meut-i Machad i Pnrlea. Ao Sr. eiif<*ate-ii-* l-
i al da companhia Peraauiliuco Street Hatiova;.
Eis o que ped-i o siippi.i'ante. Seirraaaru-!.
presidencia de l'i-ru luihueo. 17 de huh .le \K
O chote do archivo, Joo Yileuhm VHrl.
Em mposta as |ergiiiilas em relae.i < a
cae < dos trilitos da >< r-iit-iaiiliia IVrna-
Street Railway tenlio a dizer que .hu1 -
que lano para a coiummlidaile M viVTito8 *r
afta, aniuaes e u.i-i- :n,i--- I pe. c-hio pr
os carros da supradita c icpaaii. roavem i
lar lilil t dapia teariitoi apante Sea-tefi tratero,
limitando a malchi los carros d. claaaai ao
l.rmo uieio d'aqncila do trafego ordinari-t h-.iuiV*
a passagein da |xmle. slain-b-eead assno
correntes de uioviou-iito -ni-eus liv.r-- -
lo prnh bido a parada dos rarr I.- da ponte sob qualquer preiexlo. salvo fea ea**-<
de fiirea maior. Acrescealo que sendo f ,
le iilillai im largo lo arsenal de uurink., !*>:
principal lo movimeiiln as vanas buhas*-*., ra-
ma!s da compinbii. **ri lifacil. *;* i >. *i--
pla, pMporcioual a- |HiblitaaWl servido U dr*"
jada regularidade.
W. >'. KH't*.
^ ---iili-c iiitriito JM.I.
Sr*. redictmr*. Permita mine Ys. S<. i *
seu mu conceitnado Marte, um vol te k-a** a"
Illm. Sr. subdelegado la frepumi d> S. I.-*.
Americo Netlo de Men-lom-i. pelo servi-. qm- a< -
ba .le prestar ais moradores da rn iV S. *a*-.
reroUicmlo a resperliva prisio urna imtllutr ,
que, assislindo ein nina .la- cas;.* dfw-a nw. nao
leixa em soreg as familias que ahi ka, a* .fis*-
d'srespeitaiid>i, pronuncia rom gritos orrof i.*
os nanea m is imatiiraes pie fianrad, ***-a ai-
leue.io ao menos as innocentes rriaura* >
prximas, que vio assiin receb. ndo aaan I*""- *
imnulidtde I!'
Sem iffender a modestia do Sr Dr. \
vam estas linhasmal tracada* como pr.va de c-.'
agrade,im-uto c apreci auioridade -te *
quem espero, como morador la me-ina rM<
fe de familia, a continua'.-ac de anas |M I
a tal respeito.
Sou de Vv. Ss.. etc. efr.
(mlherme Palrkio bVswm i ...
Recife, I! de maio d.- 187 I
&o Mi*, lar. ckcle de psls Por ordem do Si. Dr. chele de |vl*ria p
da no />i>K-io n. Iii, sao dirigados os 9r*. ant"
ranles a ferharem seus eslalK-h^imenio* ..-
ras da noile.
Em vi ao Sr. Dr. chefe de poliria que fe*-hanlo cra*te
pavte dis eslabeleeia.eiitos s H h..ra* da tj *'.
seria de supina vanlagem para o aaaanamn
bem da Iranquilidade publica que a* hijas a ftea-
Iho se feehas-em C< te tarde.
Accresce mais que lepiis deta h ira p
as asasa retalho qie i.-u.nn negocio, tornafai.*.
ponto le reuuiao, onde *e apiuha gr.nd-
de pessoas eommentanlt os tarn* o- IV i *'
conente, altere:.ndo rom ralor, dando as-im a a
conflictos desagrada veis. Portauto. o* aavtfir -
las casa* a r t.lhn na ri.ladc do IVi-id, pr.tem .-'*
ne I.**
a lar.le
M
a
muito digno chefe de polica ii
nenlos se fe-hcn as 6 horas d:
iranquilidad.1 e seguran a pnMira.
eeiiV, I! .le maio de 1873.
i-
.a
ci iptorio do er.genhe.ro fiscal da companhia Per-
nambuco Street Uaiway.- Illm. e Exm. Sr, Com*
5rindo o rcspjitavcl despacho de V. Exc. datado
c 23 do corrente, exarado na peti.ao do gerente
da campanilla Pernambuco Street Railway, na
qual pede a revogacao 'Ja deliberacao do govora*
mandando sobiVstar nos txabalhos^da collocaeao
de linha dupla na ponle Sete de Setembro, tenho
de submetter considerara de V. Exc. as se
uiutes reflexoes : A referida petieao compre
icndc duas queslocs di tiuc as, das quaes vou
tratar separadamente. A primeira cousisie em
saber se o governo tem o direito u'e impedir pie
seja eollocada linha dupla em qualquer tajar
do trago dos carris da mesma companhia, ante
q e a ejiperiencia venha demonstrar que U'alii
resulte prejuizo ao transito publico. A segunda
qneslSo limlta-se a saber seo assentament> de
linha dupla na ponte Sete d* Setembro pode tra-
tar taes inconvenientes ao transito publico, que
o governo desde j deva impedir a sua execu
cjUTsem guardar o resultado da experiencia.
Qnanto a primeira questio divirjo mteiranien
te da opiniao do gerenw,* manltatda na referida
petieao, e entendo que o governo desle :a p/nle
engclhelro' impedir qmj eja coHocidn linlra dupla em qualiiiier
lugar du naco dos carris da mesma eompaulua.
onde piviamenle entnder qnedesse trabalho re-
sulta prejuizo ao transito publico.
Para prova basta a s.mples l**itura do art- i.* da
lei n. 974, f/ue o seguinte :
-' A" companhia rWnmbteo Street Raihcay, fxt
peroiHtdo assentar lintta dupla ou desvos n-s lu-
garas aY'teu ti'tteo otle Itoucer espado sufliciti te
entre os pnsseidsi sem prejuizo do transito publico
Scfdendo toda; a a presidencia obrigar a compa-
i ia a remover Orna das lindas ein qualquer pim-
o em que a experiencia demonstre que della re-
sultan* ineohvenicnte.s para o mtswo traiisito.
Xa primeira parte'dest'c artigo vd-se,- qne onde
Cliaro doutor.
Oim esta epigrapbe j nos dirigimos a Si
como mo lossemos attcadMos volianeK d i
a pedir Ihe o favor do evitar ehrgar te urte-aw
chambre sua varanda, como co-toaia fa?er A*--
easo ser S. S. refmterio s l.-is da !- cei a T *
Ou (eremos entre ue algum desertor de HM a Vi -
les ? No primeiro caso firco*i toiaarasns a
oosso cargo moralisa-K no segundo rhansanan*
a atienen.i da junta adiiiinistmiva da Santa lasa
le Miseric irdia, em cojo compromi*o se v'- e ar-
tigo que diz i fazer Iran.-qwrtar an b .-pi-io te aV--
nados os doii\|o*g|ue se aeharem na rihd<*, o
nisti ando Hies dianamenie abnndanle na
l.ise de raz te gamelleira.
" ". S. esuiHteeer a diHrenca catre Traa *
sea ra lo Duque de Caxia*, nao \>mm
reim's mais o espectculo nojento que t\>* ,n>-
i diariameate S. S. quando traja sata ttmmix
I inca.
Ga/te Cuhern ,ir Dr**.
-jas
IiiiiHtilte.i^tiva)l^udt|,de.^t^stQJ o foi desna- houver prej'r-zo do transito publico nao peje a
chado em i de seteinDro ,df ^endonadoipnd'' cnmpariliia ajUMrtitr'linha dupla, o do final sade-
hrtilc-, f-a-'e bride for ella assentada, eml}ra
TOnHB.XT0l>* ABCA.-Itap _
prevlam'pnt fWgass* n5o resultar' pre}aiz dff gestao,sefuida-telate ana iatariav
dobn<;as CITANEAS DOSTWITWMn >e
p izes <|nentes a pello se arha estimlate na
a-(fdo ezcess).-, e dahi remita nina
le cnmlchao exieraa, sem grante i
rente, erupedes escamosas,
|.rbullias dagua lrotttejas nteite rn
(ateo, eriipetes fttHUfimmm. torpas.
otagre e ebulKcdea ejnpigcnosas te s especies e cares, te*te o rosado tesmaiata, ate
ao mais escuro carmisim^ potein ser mendaaada"
ueste numero. Todas estas (atermfdaaVv tasan
como toda* as erapete *xlBi4ore<* cansadas acto
cala-, saofirontpla afuiamaui rrawvidaa ate-
dia-leo ueo-daSataliarilta te tafatat, inate
salutfero prrtenao te late* t
taes ; o rentfv* tarta
bararado -ante w daTMHta imaiaraiai dr
Brtotol, cinjaiKiameafa ota a ftoaparrita

\
s
II
L


I



r

Diario le f^attbt^>!'Cir^feiia^^'.WQ,r'lo im.
I ill
mSm
>^K
raatlsa~e^ian"t^9 dores 3c cabera ner-ff
rue ra agona o desatinadas dores, miando nm
corso, e era slguns casos, ama sedse da Pilulas
azucaradas de Bristol, nao si (iodo remover a
ratu, (nm:) tamban as eonseqnenria;? Dores de
"abura eh-orneas, de um carcter o ouis obsti-
yj, invaiiavelmente cedem esto Ibmadio de
Hh, o mais brando e ornis eftleaz de quanlps
'-tnartlfos antibiliojas medicinas existem as
|u*m* nenhuma enfermidade procedente d'nm es-
eniagj desarrtnjado, um estado morboso do fi-
ta*, irreguariaaae ou prisa) do ventre, ou as
aifllruldadcs inherentes ao bello seso,podera re-
sistir pw mnito lempo. Em todo? os casos em que
o figado ^! ache seriamente aneciado, a Salsapar-
jilha de Bristol, o purifieador o mais potente dos
Huidos animaos se e mundo jamis con eceu
acan-l* ui'utv facilitar* a cura. As pilulas achant-
an mellidas dentro di frasininho* de vidros, e
jtc issj cousonar-*eJ4.o purtoila em indos os
-clfas' Ambas ests medicinas encoutra-se-ha
venda em tolas as urincipaoa- lojas de drogas e
boticas.
ACTA FLOIUDA DE MJJRRAY LANUAX a
Jgyfc-Na^sJade 6 omisa ealtanha e para ad-
t*ane est- delicado e precioso perfume, tendo
sid\> aJiuufjUfcifNdo na ais da vinte annos exelu-
sJramjni!' jrnrVes mercados da Anu-rioa do Sal e
(ft filias, o^stinad* p>r toda a popularlo da
Aweriel heatpnhola ean orefeFeHCja todas as
aUs taenciaes a aguas de caeiro, so ha pouro vi-
etit a ser finalmente iiifrodiizido pela vez prime!-
ran^paizdapjist.Jeio largos annos de exis-
tencia O ratai-oe fnuvavel promptio que as nos-
so* batas [tridas m-ostearam aa adopcao di mes-
uta, pmva que as senhoras- hespanholas, as quaes
^-arreferem m'opria Euu da C/oi-mc, nao dito mais
tia-fTi ust* apre;o delicada pareza do arlig.

**len paro medicinal de Agudo de
an-.'*;i:uMl. I.anm a A Kcmp Aphti-
ste Cima iHileitia* insidiosa. Urna vez que te-
nha principiad a destrnirad dos pulmoca. a en-
fermidade segu a sua marcha rpidamente, e
iHl soni que a suspeite. Todos os niedicos con-
Ms afta, |ii' para esla molestia ludo intil, exeep-
tvn stap dii^ifigalo do. baeallo. A dificuldadc
porcm so esta nm se o'iter o artigo puro. A adul-
tera;a q^aat qoe universal ; porem os que se
daixaai e og'auar, d -veni p.'ir a culpa em si mesmos
pis i|;:e bem tnbil > que ueste mercad > o oleo
puro m li nal d" ligado de bacalho, de Lanman
A le np, tanto o branco como o preto, extrahido
do figad > dnpeixc fresco, e em toios os sentidos
o lypu mais lino desta adrairavel pulmonico, o
qal em aen um outro paiz se podo conseguir,
wuihum risc: sj corre, quando a saude se acha
eii. perigo, previsto ([U) se tenha inaonm re-
rvJjii coaliecido da maior cxcelloncia.
ste o grande antidoto para todas as molestias
dos pulales o di garganta, para asaffe;coes do
%!-!) e da escrfulas. Assiin o allirmam cente-
ix' -s d; mii.'.os e innmera veis doeates. O oleo
pan medicinal de figado de bacallao, de Lanman
fcA'oiap, nunca se deteriora em clima algum e
o) u:n rini'lio de primoira orden, a;ha-se
wada e n todas as prineipaes.lojas do drogas.

-'3Kfj?w>
PK.%QA DO IlECIFB 19 DE MAIO
DE 1873.
AS 3 1/2HOUAS DA TAUDK.
A -- u mascavado purgado 22i0 por l-* kilos,
saMiado
Ajjuear bruto baixo I70D por 13 kilos, sab-
bado.
A;g.Jio-de '.iacei 2'sorte il-'iOi) por 13 kilos
posto a bordo a frete de 7|3 c 5 0[0,
boje.
CaoNO sobre Londres a 90 d|V. 23 3|S c 2o 1|2
d. por 1 0 ;0, sabbado.
i<;.. -sobre dito a 90 U|v. 23 3|8 e 2o l|2 por 1$.
boje,
tato de letras 10 0|0 ao anno.
Leal Sove
Ralo presidento.
A. P. de Lemos
* ^ Pelo secretario.
' ento
; din
lio
19.
ALFANPEGA
.lia I a 17. .
568:346*903
26:0*74916
592:3941819
iscarregam noj*2)dfl mato de 1873
Vapet fraucei-Fife Boaia-(esperado) merca-
d oias para alfandega.
B.trra nflela Ftutliernuivadorias para alian-
d ga.
PaUeliO inglez-I'cji'm -mercalorias para alfan-
dega.
Brigae dinamarquei -Van -farinha j despacha-
da para o caes do Apollo.
Mng'i- ;: is'i'ia :i Albrtni) (ariaha j despachada
para o caes r\> A o lo.
rar mglez fnsolnto farinba j despaihada
para o 3" pon).
li-s|,ai ,,l.i Agustina gneros nacio-
naej para o trapiche da eompaohia.
. '; llandez La Crele barricas abati-
das j despachadas para o Io 0 2" pontos.
No-vimeoto c transac(;5os coniiiicrciaes da
praQa do Recife, na semana de 12 a 17
ie tnaio do 1S";.
VENDAS ;
v, I De iaeei, 2.;i sorte. posto abordo a
fe de 7/8 e 3 /* 930) por lo kil.
icar. Americano purgado 23200 por 13
kil
Bruto, bom 23 00 por IS kil.
De Canal 1*600 per 13 kil.
Cambios. -Sobre Londres 90 d/v,233/8, por
l| Sobf o Rio de Janeiro 8 d/v, no par.
fteseeatos de lettras, !0 c 13 .', ao anno.
Entradas de assaear o algodo :
). 591 saceos de avocar.
I accas il. algodao.
Associaeao Commercal Bencficento, 17 de mato
t- 1873.
J. V. Ferreira I)pe.<.
Archivista.
lsi]i*aciTu.
L-i.aa, barca portuguesa BespiqutU, esqetg-
GoacjWes Beltro & C, maniestou :
Agua ingleza 2 caixas ao Dr. J. S. Ramos. Dita
ruosca l a M. S. Parla. Azulejo 31 caixotes
a Costa A S lares, ti a Martins das Nevos, l" a H.
It. de Oliveira. Azeite de Uliveira 40 barris de 5*
a-Costa Amorim \ C, 23 ditos aos consignatarios.
iteHoBAsS caixas a uaore & Heis, 400 ancore-
: u aos consignatarios. Alpiste 20 saceos a Gon-
'i'ves Fontes.
Broxas 1 eaixa a A. Caor, Ditos e drogas 1
a Abreu Bibeiro II >| iclia i caixas a Fonceca
& Sacessores.
t.icvad.a 6 barris a Bartholomeu k C, 23 a Ko
->is & Irmio. Coiiiinho'IO saecgea Martins de B.
Fabos k C
Drogas i ojalxaa a Ferreira Maia A C, 1 a M. 1
Varia & '..
Srvadosc 10 saceos a Martins de 0. Fillins A
1 Ervn ni'lieinaes 1 eaixa a Bartnolomeu
A C
Fatelle 30 saceos a P. Caneiro & C, 500 aos
ttgaatarioa, 430 a Rosas A Irmaos, 173 or-
. 100 a Th tmaz J. de Oliveira, 73 a Tassolr-
, i A C. Fio de linho I fardo a Bartholomeu A
(', Flor de sabugo 2 fardis aos mesmos. Flores
mclicinaci 3 ditos a Manoel A. Barboza.
L.i"?;edo SO varas no baro do Livramenio.
Mime 13 barris a E. Babello & C Macella 2
fart is a Bartholomeu A C 2 barricas a Maaool.A.
Barbosa. Mobilia 8 gradas a J. Pereira MeaHtfiho.
Ms*'.a de tomate 4 caixas a Fonceca A Stfceesso-
8 a Martins do B. Filhos A C.
Passas 10 fardos a Sfartn3 de B. Filhos 4 C.
IIaspa de viado 1 eaixa a M S. Farias A C.
Sena tas 100 saceos a Ferreira de Almeida A C,
100 a Santos A Snbrinho. '
Touoinho .30 barris a P. Carneiro A C, 60 a
Mibello & C.
Vinagres pipas e 23 barris de 5" a Rabcllo &
a9/8 ditos a F dos Santos Jnior. Vinho
ipas e 40 banris da .V aos conoigna'tarios, 13
ditas e 10/5 dito a Amorim frrmo A C, 28 diUie
.10/3 ditos a a Bastos A C, 13 ditos e 10/3 ditos a
ftaWlo A (,., 41 ditos e 20/3 ditos a Corta Amo-
rmt C, lOpfpas a Antonio J. Dantas, 60 barris
S-ifca Foncen A Successoros, 1/3 dito a M. F
F8at09 2/10 a F!. f. 0!h-eira, 2/2 pipas aos con-
j>natarios.
fate do Sal, patacho hesp.^.?] WwmTteo:
-f"11' > WtrffS Flllitf, nrarw'ft?Il,u :
Coaros 60.
Xarque 112,224 kilos aos conslgararla.

Santos, sumaca hespanhola Agutine, cotik:"*-
da a Amorim Irmao 4 C, rnaairestmi:
Barricas vazias330 ao m-sino caplio. j / i
Rio Grande do Sul, patacho portuguei. Mo
Grande, consignado M. da Silva Maia iafiJfiX-
tou:
Couros 60.
Feijo 400 saceos.
Graxa em bexiga 3083 kilos
Xarque 176,503 kilos aos consignat rios.
Buenos Ayre?, paUcho hespjai'rol Imtnfi,
consignado a Bailar Oliveira A C. manilo*-
toa :
Xanjae 400D qulntaes aos consignatariost ,'
DESPACHOS DE EXPOBTAgAO IfO DI \ 17 DR
MAIO DE 1871.
Para os vorlos do extei ior
Na barca alleins Eslida, para Liverpool,
carregaram : G. Meoscn A C. 40 saccas cem 2,934
1|2 kilos de algodao.
No brigue franuez Typhes, para o Canal* car-
regaram : R. Schmmeltaa 4 C. 4,000 saceos com
i300,09D 'tilos de asiucar mascavado.
No brigue inglez Principe, para o Canal,
carregaram : R. -Schmmettatt & C. 600 saceos
com 43,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue inglez Accidental, para o Ca%al,
carregaram : R. Schmmettau 4 C. 1,000 saceos
com 75,000 kdos de assncar mascavado.
No brigue inglez Resolute, p*ra o Canal, car-
regaram : J. Pater A (1 5,"00 sacos com 373,000
kilos de assu ar mascavado ; L. J. S. Guimaraes
1,800 ditos rom 135,000 ditos de dito.
No brigue bespanhol; Recurso II, para o Rio
da IVaia. carregaram : P. Carneiro A C. 130 bar-
ricas com 18,30ti kilos de assucar branco.
No navio allemao Miranda, para o Rio da
Prala corrogftram : B. Oliveira A u 40 pipas com
19,200 litros de cachaca.
Para os portos do interior.
Para Santos, na sumaca hespanhola Preciosa,
carregou: P. M. Maury 4,000 cocos (fructa).
Para o Rio Gran le do Sul, ne patacho hol-
landez Thorbeck, carregaram : Amorim Irmaos A
C. I eaixa com 50 espanadores de penna.
Para o Rio Grande do Sl, na escuna nacio-
nal Ci/sne, carregaram : Amorim Irmaos & C.
650 barricas com 33,032 1|2 kilos de assucar
branco.
Para o Ri Grande do Norto, na baara
AToi Beberibe, carregaram : A. R. de Almeida
Braga 1 harnea com 60 kilos de assucar branco ;
B. Oliveira A C. i dita com 58 ditos de dito.
. GAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 17. 9:231*871
dem do dia 19...... 6)2*583
9:8345456
VOLUMES SABIDOS
No dial a 17...... 28,29i
Pnmeira porta no dia 19. 18 i
Segunda porta..... 162
Terccira porta 867
Trapiche Conceieao 633
fs,d:4h,*!f^TO(w,,ar"
Armazem n:. ^
Marea E A B, a 6. T ITmtsaectf lindo .UfMar-
seHle no Visvto franet rellana, db)arMgMo em
eonleno <9 kilos dGpt^ffllfrocta cl p?amlJ
dojpor 9B600. ,.
1 Jdem fV L, n. I. llria c;rfxa vinfl., do Havre
no wvio fi.ancez Grauviile, descarregafla a 23 de
maio de-' i97z, consignada' a J. P. Lemos, cintndo
(toas viaros para espflho, ov^es, aprabadpi por
JdemJ J)PR,n. 38.-f ma ca,ixa vinda dolit
vre no nurio francez Orannlie, descarregadr eH
29 de maio de 1872 consignada a J. de Piulm Bor-
ges, contendo folhas avufsas ImpYBsss,'aviiads?
por 7W>0. ;
^ dem Rafie.ScbmmeHtaiir 4 C,'Wm* 'nnvm'erev-'
Ion embrillw vindo np vap A' inglez Al'ur, desear*
regado em tf de Janeiro V f87zVconsignadi>a Rs-
lie ScUnimettau A C, codtendo amostras se:u va-
lor.
dem Yaz A Leal, n. 5)6, L'm dito viado, de
Southampton no vapor iglez ftowo, descarttgade
em 26 de janeirp de 1874", consignad a Taz A
Leal, contendo amostras seui va(lor.
dem Joauaim A. A/JUjo A i., sannumero.^
lUm dito vinao de Liverpool no vapor inglez Stu-
.dent, descarregado era 30 de januiao de 172| oon1
signado Joaqulm A. Araujo 4 C.
ttem C. F. C.; n. 9 i/%. 'Cip-dilo. idein dem
idem, consignado a Kellet 4 C, contendo amostras
seui valor.
Alfandega', 9 de maio de 1473.
Fibio .1. dt Ownailfi liis.-
i a ). i .i
. :.- 1'
0 D_*. Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, juiz subiiitu-
.t da vara oommcrcial da cid.iie do Ro<;i(.i de
Pernambuco.por S. M. I. que Dos guarde etc.
Faro saber pedo presente, que no dia 29 do cor-
rente mz se ha de arrematar por venda em prara
publica dent juizo, depois da audiencia respeeii-
va. a quem mais der, os movis seguintes : I
duzia de cadeiras de anmeo com aasento de patita
e ps torneados a 4, 48* ; I mesa redonda di
mesma madeira por lo* ; 2 bancas com ps do
columna por 13* ; 1 sof de amarelto por 20 j ;
1 marqueza da mesma madeira por 13* ; 2 espe-
Ibos grandes com moldhra donrada a W, 20* ; 2
cadeiras de lia lauco de amanillo a 10* 20-5 ; I
pequeo relogio de" parede por 5* ; oujos movis
vio praoa por execucio de Francisca de Salles
Camilla Costa contra Jos Aive Thenorio, a quem
pertence ditos movis, e na falta de licitantes que
cuoram o preco da avaliacao, ser a arrematarao
feita pelo preco d adjudicaijio com aliatimento
da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presento edital, que ser afflxado
nos lugares do costume e publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 13 dias de maio de 1873.Escrivo,
Ernesto Silva.
Luiz Ferreira Muciel Pinheiro.
Recif'. 13 de mno de 1871. Escribi, Emesia
Silva.-Ao sello 303 rs. -V. S. S encausa.-Ma-
ciel Pinheiro.
""vcaneas que la
l' Las,.. f)S*nwrf
ra del mismo docu,
'Vlo^IW' ;-^pruvonesde
x los ariiJuros sobrantes de
2*^W5,asi como la earftidad di cQdl
orn qe"conduzca para r| cnsnmo*
fuere d* vrJor.
ErnMsino su llegada ni ptiert
np'. y en el acto de la TisW de sai
ra el sobefd certificado por el ron!
fiesto general del cargamento al jefe
6 d*l resguardo.
' Si un buque salisse eo lastre, el capitn pre-
soplaxa al cpaul vico-otsiil nota duplicada ipie
asi lo ex pro y *e pruoeder del misino modo que
coni Sjobord^. .esto es, .pie el 'sul ceriilkrar
amos documentos, en llegando, na ejemplar ao ea-
Pi^'-Servndose er-olroi para ronotirlo al.in-
presentado rl miiiiie.5-
nroceder en la forma indicada ea las
c 'rjr"';ioinn 'ovn ffoijesie tipo sfi.Biiidrjpor n.
ott K) escudos de V3.to : y<(
pre5b"ites reglas.
29 ~ Los ,utrones ^ barcos pescadores vive
ros que desd
cado lastre
dan exentos
iW*"**,6 de nyo Je im.
Juan us H,
'_______ Ylce-cMisql ^
Pe ordea do lllm 8r. J)r. diractor geral inieri-
, entrega -
y el man-
aduaneros
la..

costas vecinas entren con pes
ros de fas Antillas, que-
' certificados cou^u-
atar it.
Mili
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
30^1
SERVICO MARITIMO
\lvarengas dcscarre'gadas no trapiche
da aifauifta no dia I a 17. .
Ditas ditas no dia 19......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Conceieao.....
41
ti
GE-
RECE8EDORIA DE RENDAS INTERNAS
RABA DE PERNAMBGO
Rendimento do dia I a 17. 3):740469
dem do dia 19...... 0:'i09*461
36*9*930
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia
dem do dia 19. .
I a 17.
RCIFE DRAINAGE.
Rendimento do dia 1 a 17. .
dem do dia 19......
108:331*034
2:866 021
i'.1:417 073
1:263*614
581186
1:314*070
mmn n pobti
.Vicio entrado no dia 18.
Rio Grande do Sul 20 dias, patacho bespanhol
Tlimiuleo do 111 toneladas, capilao Ezequiol
Pages, e |upagem 9, ci.ra 7,69.1 arrobas de
carne: a .1. J. G. Beltrai A Filho.
Navios sahidos no menino dia.
S. Thomaz -Barca americana Cairo, eapitSo W.
Pi'nny, em lastro de areia.
Liverpool -Bftcoa italiana Dti, capilao Nicolao Tixe,
carga algodao e assucar.
Navios entrados no dia 19.
Rio Grande do Sullo dias, lugar portuaMI Rio
Grande, de 267 toneladas, capito Francisco Al-
ves de Oliveira, equipagem 12, carga 12,000 ar-
robas de carne ; a Manoel da Silva Maia k C.
Buenos-Ayrns 29 dia=, patacho bespanhol Inren-
cbel,Ac 107 toneladas, capilao Francisco Ma-
ristany, equipagem 10, carga 4,000 qointaes
bespan oes de carne ; a Baltar Oliveira A C
Lisboa-29 das, barca portu ueza Despique II. de
401 toneladas, capito Faustino Jos de Carva-
Iho, cquipsgem 17. carga differenles gneros ;
a Ferreira Loureiro.
Santos -14 dias, sumaca hespanhola Agostim. de
122 toneladas, capito Pedro Fabregas, equipa-
geni 9, em lastro ; a Amorim Irmao A C.
Rio de Janeiro12 dias, brigue inglez J. B. S., d?
219 toneladas, capito Jam?s Jones, equipagem
8, em lastro ; < orden.
Rosario de Santa Fe, via S. Nicolao no Bia da
Prala 39 dias, barca brasileira Ripi/o, feTSO'i
toneladas, capito Joao S. Martins, -equipagem
.12, carga farello, pasto; ao bario do I.ivra-
mento.
Navio sahido no memo dia.
ParahybaVapor brasilciro Gigitii, cootinaadan-
te Martins, em lastro.
URACOES.
EC1TAE1
O Dr. Scbastiao do llego Barros do Laceria.,
juiz de dimito espacial do commercio da
cidade do Recite de Pernambuco, por S.
M. I.,etc.
Face saber aos que o presente edital viran e
delle noticia tiverem, que no dia 13 de junho do
corrente anno; se ha de arrematar por venda, a
quem mais d;r, em praca publica deste juizo, de-
depois da respectiva audiencia, o seguinte : una
casa de tijolio e cal, no lugar da Torre, ra do
Bom Goslo, com pc-rta e jauella, tendo 23 palmos
de largo e ii de cumprimento, comduas pequeas
salas e dous quartos, quintal em aberto, por 330*.
Urna dita no mesmo lugar com as mesmas dime-
mens5e, por 3 0*. Urna dita no mesmo lugar,
com porta e janella, tendo 25 palmos de large e
33 de cumprimento, com duas saletas e um miar-
lo, por 30 J*. Urna no mesmo lugar com idnti-
cas dimensoesjpor 300*. Urna dita no referido lagar
com iguaes dimensoes por 303*. As quaes foram
penhoradas por execucao do baro de Bemfica con-
tra Jeaquim Francisco Franco e saa mulher. E nao
havendo lancador que cubra o pre;o da avalrajo,
ajarrematacao ser feita pelo prega da adjudica-
?o nafrma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente edital, que
ser alkado nos lugares do costume e pu-j
bcado pela imprensa.
Cidade do Reci.re de f i iiMaMiTii 17 de maio de
1873. +
F". Manoel Marja RoJrigHvfo Nascimento, es-
crivao o subscrevi. Ucs, 17 de maio de 1373.
Sebasti'io do Rajo Barros de Lac-rdi.
WilllaJ ii 199.
Pela inspectora da alfa.ndega, so faz publico que
nao tendo sido arrematarlas por falta de concurren-
cia, a- marcadorias. aUjixo declaradas, annuncia-
m- 122 e" 123, solransfere
'ia, a- tnerc
las a leimo
da? a leiP
pcTat-rcin vez ai
na arranatacao para as 11
(]m\\M\) de Porliigal.
Pelo presonte se faz publico que m de prote-
der-se a liquidai.lo do espolio do subdito portu-
gui'Z Joan Baptista Fernandes, o qual consta de
urna lo ja de fazendas sita na ra do Queimado n.
67, e d'outros valores que podem ser vistos lelos
inleressados, nos autos existentes n'este consula-
do, a tendo sido apre-entada por alguns crediires
daquelle fallecido una proposta lirmada pelo Sr.
Manoel Ferreira Garrido, a qual do theor se-
guinte :
Eu abaixo assignado proponlio aos Srs. credo-
res do tinado Joao Baptista Fernandes a compra
do espolio do mesmo finado, que se comooe de
dividas activas no valor de 22:34*593, fazendas
existentes no es!abelecim;nto 14:344*733, arma-
pan e utensdiorcommerciaes-LOOOOOO; obrigan-
do-ine a satisfazer o pagamento de todo passivo
consignado nos livros do tinado, o qual sobo
quantia de 30:029*392, em lettras de mea aceite
a ordem dos respectivos credores, a prazos de 6,
Ii e 18 mezes, saceadas em 30 do corrente mes,
sendo-me transferido os poderes e direitos necea-
garios para liquidar dito espoHo por minha cunta
e sob minha responsaliilidade, obrigando-me
igualmente ao pagamento de emolumentos consu-
lares e contas juntas aos autos e a quantia de
760*0 O, ifueoSr consu) Domingos Maria Gon-
calves despenden por aulorisaqo dos Srs. credo-
res no lonvavel empenho de perseguir legabnente
o assassino do infeliz Joao Baptista Fernandes.
Recife, 10 de maio de 1873.-.WVio..' Fcrein Gar-
rido. -Concordamos o mais 23 assignaturas.
E que leudo sido esta proposta aceita por todos
os credores que a assignaram, e pela maioria dos
membros do conseibo d'este consulado assiin se
faz constar, para qae dentro do prazo de quatro
dias, contados da data deste, qualquer outra pes-
soa que pretenda licitar sobre a massa do mesmo
espolio, o possa fazer, tomando como base a pro-
posta aciaia referida, enviando as propostas que
pretendem fazer sob as condiedes cima declara-
das, en cartas fechadas a este consulado, e eom-
parecendo no mesmo dia 20 do corrente, as 11
horas da manli, afim de seren abettas as suas
pronoslas, e dar-so conhecimento d'ellas aos cre-
cieres do dito Joao i!. Fernandes, que para es(e
lim e para o de resolveren) sobre a aeeaco das
mesmas propostas, e da garanta dada a ellas,
sao pelo presente convidados tambem a compare-
cerem.
No referido prazo de quatro dias pode qnalqner
pretndeme a licitar na liquidado da massa do
mencionado espolio, examinar n'este consulado
o bataneo de seu activo e passivo. -Recife 56 de
maio de' 1873.
O cnsul e chancellar encarregado do cnanAA-
do. Domingos Maria Goncalres.
Vice-consulado de Espaa
em Pernambuco.
Para conocimiento de los capitanas Espaoles y
de otras naciones que se dirijan de este Puerto
com sus tiuques a las Antillas Espaoles, se pnbli
ca el presente reglamento de orden del Gobierno
de Espaa, que dever reguir 30 dias despus de
la fecha.
Reglas para gobierno do los Cptanos y sobre-
cargos de boques Espaoles de otras naciones
que bagan el comercio de importacin, desde pu-
ertos Extranjeros los de las islas de Cuba v Pu-
erto Bico.
1." Los capitanes de buques que de-de puertos
estrangeros se dirijan los de las illas de Cuba v
Puerto Rico presentaran al cnsul vicecnsul
espaol sobordo duplicado y sen eninienla que
exprese.
1. La clase, bandera, nombre del buque y el
numero exacto de toneladas espaolas que mida.
En el primer viaje que haga cada buque di
chas islas se declara el numero de las toneladas
que mida segnn el arqueo de construccin, aun
cuando no sean aquellas espaolas, y en los via-
jes sucesivos estarn obrigados a exhibir cerili
cado del arqueo que se habr practica! i c el
primer arribo por orden de la administracin de
aduanas para la exacucion de! derecho de tone-
laje
2. El nombre del capitn patrn.
,3.* El puerto puertos de su procedencia.
4." Los nombres de los cargadores, y l. de los
dueos consignatarios quines vaya dirigido el
cargament >.
3. Los fardos, pacas, toneles, barriles, cajas, y
dems cabos bultos con sus marcas y nmeros
correspondientes expresndose por guarismos y
letra la cantidad de cada clase de aquelles.
Ii1 La clase genrica de las mercadorias del
contenido de los bultos, y suparado bruto.
No se admitar para determinar la clase gene-
rica las palabras mercancas, viveres, provisiones
otras de la mesma vaguedad.
7.* La mesma razn de lo que vaya destinada a
deposito de transito.
8. Y concluir expresndose contimiacton
que el buqne no conduce otras merca larias.
2." Si el todo parte del cargamento fuere jfi
bicoro en barras em planchas, metales en gala
liago- 6 lingotes, raaderas.jlasajo, sal, cacao ogs
efectos granel se manifestar por peso medida
decimal, segn su clase, en el duplicad} del subr>
do de que queda hepba mencin.
3.* Los sobordos sern certificados por el c"P
sul vice-cnsul espaol, quien entregat uno A
toa ejemplares al capitn del buque, quedo,
con el otro que remitir direejamente, al inte*
deote do la isla donde el buque ""se a rija lia
de sirva de comprobante en el acto HlAcono-
cimiento del cargamento por la aduaW resn
liva.
4. Et capitn pondr al terminar stfQ
clon nota en el ejemplar del sobordo que d
servar en su poder explicando :
el Gastan -sobrecargo iw.prescnl.ise so-i
bordo w nota fe iram |aslre el iuijb fcjLat-.o
Je la vm*i, ajBwan varifirai a al eaor en andn.cn
el puerto de sn dcstm->. quedar sujetos a la
raulia ile 4*i eseutio por la falta ihrai|uel docn
"*> ; i en el m> constare ti ccrtilcacwn ates-
ta* conslW, pagar-ln de iOO escude por care-
cer a eaa totwadad ,- yai no.ounftiviese las cir-
cwbnoi*s, que ajaren- la regla,l; aatkd'ar la
ddO-studo paread una de ellas- qu umita
exprese con inesactttud, sen que eteste easo pue-
* "IT'BaBBBf* atas awltas de MO ajen-
jos.
As*UMsmo of capitn stracargo]nae reqperido
por trtjoto de+resguardo d qiw lilla sus veces
no presente en eli actu da-risita e* sMerbo v ma-
nilmsto d la carga ineuprir ei la mita tan-1090
escudo*, a inemiS qne lo* ai-cklentaS. do mnr le
hayaa obligado entrar pre-ipilad amerita en el
puerto, euyo heebo se ju^ltcara por medio de una
inormatiun-sumarv
8/ Bn ei-caeo uV notaase emminnda alteracin
en los espresados documentos inedrn sujetos
los capitanes patrones r-spondiT ante el tribu-
nal competente del delito de falsiftcaeio.i, iaeur-
Sieado en igul reponsaJ)ilida I Miando los bu egen en Ia9tre con eafga.
9.* La presentacin del subqrdo ser obligatoria,
y se verificar en todos los puertos, calas e fon-
deaderos de la isla a que-arriben lusmnqnp, aun-
que sea por causa forana, quedndose los admi-
nistradores con copia y devolviend > e! original al
capitn para que pueda entregarlo m el puerto
de su destino.
1" Los buques del resgnardn podrn reclamar
el sob ardo del capitn patrn de los 23 kilme-
tros de distancia del puerto de su (festino.
H.* Los misino- capitanes estn obligados
presentar al cnsul vire cnsul espaol del puer-
to de su salida una nota del valor aproximado dn
su cargamento con el Im de que sirva de dato pa-
ra la estadstica comercial, de cuya formacin es-
tn encargados dichos nmcvi-onarios.
12.' El capitn qne.no d clare el nmero exac-
to de tono adas espaolas que mida el buque, pa-
gar los gastos que cause el arqueo si el exceso
resultare pasar de 10 por 100.
13.a Los capitanes que obligados por el mar
tiempo por otro acconlecimento frotuilo arroja-
sen al mar liarte del cargamento loa notarn tam-
blen cu el manifiisto expresando, aunqne.se por
mayor, las cantidades, bultos y clames espe-
cies, qivdando oblgales a prestar en la adua-
na la declaracin correspondiente, y exhibir el
cuaderno de bitcora en comprobacin de sus aser-
tos.
Ii.' Los cquioa?es do los pasajeros se presen-
taran en el almacn de la aduana para su recono-
cimiento, y si e:i olios se encontrasen gneros de
comercio pw valor hasta de 200 escudos, adeuda-
ran los derechos de arancel con presencia de la
nota relacin circunstanciada ano los inter. si-
dos debern presentar al administrad ir de la
aduana. Si el valor de aquellos gneros exce-
diese do 2 HJ escudos, y no pasase de 400, adeuda)
rn doble derecho, mas si ascendisen mayor
suma, incurrirn en la pena do comiso, me-
nos que en uno en Dtre caso hubiesen antici-
padamente presentado nota de dichos gneros,
pues entonces solo quedarn sujetos al pago do
los derechos de consumo asignados en el aran-
cel.
IV Queda absolutamente prohibida toda mejo-
ra adiccion al'eraci m del manifiesto o subor-
do y las ni mifeslaciones la orden, siendo nena-
dos con arreglo a-inslrucion las diferencia? que
resultaran entre dichos documentos.
16.' Cuando los cargamentos procedan de puer-
to donde no haya cnsul vice-cnsul. y la re-
sidencia lo estos agentes exceda la distancia de
30 kilo metaos del punto de embarque se poder
dispensar a 1 -. capitanes y sobrec irgos de la forma-
lidad de tos sobordos, mas para poder disfrutar de
esta exencin es necesario que los cargamentos
sean homogneos y compuestos precisamente em
su totalidad de cualquiera.de los efectos seguien-,
tes : eneros; maderas, duelas,palos tintreos, car-
bn de piedra, astas de buey, siempre que estos
artculos seam produto del pais de la salida na-
tural del buque, que la navegacin sea directa y
que el adeudo se haga por la totalidad de la mer-
canca.
17." Todos los bultos, que se emitan en e so-
bordo manifiesto incurrirau en la pena de comi-
so, imponindose ademas al Capitn la mulla de
otro tinto de su valor siempre que ci importe del
derecho del genero que contonga no pase de SO
escudos porque s excediese, y los artculos fue-
sen do la proprieiad consignacin del dueo, ca-
pitn sobrecargo del' buque, quedar sen efecto
lamulla y en su lugar sera decomisado el buque
con sus fletes y todo otro aprovechamiento.
16' Si coaelaida la descarga de la embarca-
cin faltare alguno algunos bultos manifestados
sin que se hubiese presentado oportunamente fac-
tura de su contenido, se entender que el Capitn
o sobrecargo cometi fraude eoatra a Hacienda,
imponindole la multa de 400 esculos porcada
uno de ios bultos, que resultare de mms.
19.* Si el noeno consignatario Je un gnero
d ja lo de mani'-star por el capitn prsenla a la
administracin dentro de las 48 horas la factura
de dicho genero, no se le har cargo alguno y se
le entregaran los efectos; pero el capital so-
no raen publico para que cifjie do professor publico da cadena da DOVOneJO de
Viceucia, Heurique ''loriado Taylor, qne o conse-
llio director em sesso do 24 de abril ultimo o de
eonl'oniiidade com o-art. 94 da lei n. 369 de 14 de
maio de lH.i">, resolveu suspende-lo por um mez
como incurso no art. 98 n. 1 da citada lei, visto
noler atoda assumido o exercicto do sua eadoira,
eonr Ibc compri, tendo terminado a 2 de Janei-
ro do corrente nono a snspen posta por delfcasijto do mesmo conselho de 23
de noverolm>*uiTO proxiao lindo, devendo co-
meyar a contarle a predira snspenso da data
em que o presente edital fr rnibli.ado no jornal
ofliciaivisto continuara ignorar-se a residencia
do mesmo profesor, qnn nao est na sede tto sua
cadafr
Secretaria da mstriiceao publica de Pernambu-
co, 17 de maio de 1623.
O secretario,
Jureliam A.P. dr CamaUto.
brecargo en tal caso quedar sujeto, pagar una
multa igual al total valor de los gneros efecto
no manifestados.
2V Sin permiso de administrador y reconoci-
miento del j -fe del resguardo n podra desem-
barre cosa alguna. Por el simple hecho del de-
sembarco, aunque sean objectos de poca entidad,
y aun cuando sean libres do derechos, pagaran el
capitn sobrecargo la multa de al>0 escudos,
incurrirn enetcomiso todos los efectos aprehendi-
dos y el bote lancha qie l"s conduzca, siempre
que el valor que hubiese que pagar dichos efectos
no pase de 400 escudos, porque se excede de esta
suma se suprimir la umita y se decomisar el
buque.
Ii.* Tampoco podran trasbordarse efectos den-
tro de baha en pea mucha cantidad sin tos
requisitos de instruehn, quedando ou otro cso
lo; capitanes sobrecargos sujetos las punas es-
tablecidas en la misma.
22 Si se descargaren efectos de pucha poca
entidad en puerto que no sea habilitado ser de-
comisado con todos sus' enseres el buque con-
ductor,
23." Si consecuencia de la visita de funden
qne ha de pasarse lodo buque autes de espedir-
le el registro con que deba navegar, resultase en
el cargamento exceso, se decomisar ste impo-
niendo adems al capitn una multa igual al va
lor di mismo exceso.
21.-' Al mismo comiso y multa que empresa el
artculo anterior estarn sujetas las aprehensiones
qne se hagan de gneros, fruios efetos que ?e
intentan embarcar fraudulentamente.
2o.- Si I )J capitanes sobaecargos no tuviesen
con (ne satisfaeets el imaore de' sus condenas
se Usara para sera el pago detestas \ de las costas
le las embarcaciones que manden, a menos qne
sus, consignatarios se presenten voluntariamente
satisfacerlos.
20.a No's proceder la traduccin y- despa-
cho de iiingun manifiesto ni sobordo sea que el
capitn coasignatario del buque ha- aprsenla-
do en la aduana ia correspondiente patente'de sa-
nidad.
pT* Xs capitanes -sobrecargos dlos buques
eorreos de vapor, erarujaiebcse no deb:n ser con-
sideado3 si n> los que" adems do conducir cor-
resjjoudicifl con ptenle jije su, ebiiirno tienen
dias p-Tiolicmente determinados, de salida de Io3
pesp^vos paerits, p^uf^ogdtko fiastai 10 to-
neladas' de car.y%. 'P181"' w cerlifica-
i-ieu e oisulajULqc^ddjno^oljslaalE' obligados
a pres.mUr'haBmaHI^^Bargament > en el tiem-
po y fornia prevenaos Veatas regla* .
I." Si e.l cargamento que c
res-coreos excediese de 10 tanelaih, seri
toria la presentacin do st>bfcrbo registe
de Espaa ea lo-
' caso rrtdp
'O^manfes'ti-,.
hito c
Arremattatp' das rendas por tres anuos do
engonlio Tres Bracos na villa da Eseada.
Ko da 25 do crrante, ao meto dia, depois da
audiencia do Sr. Dr: juiz de urphos do termo da
villa da Eseada, val de novo praca as rendas do
engenho Tres Bracs avahadas em 2:oOV# an-
nnaes, seodo a arrematarao por tres annos, a re
querimeiito dos consenlires e o l)r. curador ge-
ral de orphaos. O-engento dista daquella villa 2
leguas, bastaote- grande e bem montad, com
boa casa do vvenla e bous comtnolos e por isso
conveniente a quem vive-da agricultura. Os pru-
leudentes devero apresentarem-.se habilitados
com seus fiadores Hvres e de^embaracados para
garantir a arreiuataco pelos 3 anuos, sen o que
nao poderao offerecer lance algum em juizo.
,,_ "frti 21 ite Hait.
V-Mlu*- .-clusto lw
Roerla etn benoflein rt* ?.
das cnlacumuM da
Iriiiaiilailc da SS. Trtabir
Representarse-ha a nrao awlMhMl efrrftt
burlesca em 3 actos, orfinal du Sr. Dr. Marr
A TORRE EMCOin
flasiad,i.ii,vslraCis.
Principiar f/i hrra*.
A mes refedora espera orn rtayeataiel pnMir.
toda a coadjuvacao, ih-Jj qne aaaviM agradece, e aos Srs. Vicente r mi menpaalwtiu.
se mostra ignaimenie rt-cmbe-ida, por se lerer
dignado conceder-lhe osse beneUri.
iVISOS MABITWW.
Prap.
Pelo juizo de orphaos deste termo, escrixo Brillo,.
vai a praqa por tempo de 3 anuos, na audiencia
do dia 23 do corrente mez, por anendamrnlo, o
sitioAltono lugar da Boa-viagem, freguezia
dos Affogados, servind-i de base a mesma aare-
matacao a quantia de oiloenlos mil ris, sitio de
grandes prepon.-es, com casa de vivenda, Ierro-
no de plantago, creacao o matas, cabendo ao
rendeiro o dircito de receber a renda annua que
pagara os dlver-os. moradores do mesmo sitio,
cumprindo aos pretendenles examinarem o es-
cripto em poder do porteiro dos auditorios, oude
se acha aflxado o edital respectivo.
Recife, 18 de maio de 1873.
No dia seita-feira 23 do corrente mez vo
praga de venda, linda a audiencia do Dr. juiz de
orphaos, o dominio e posse de dous terrenos em
Beberibe. c a posse com alicorees de um terreno
na travessa do Tunlale, na freguezia de S. Jo-',
o qno tudo consta do ewripto em mao do porteiio
das audiencias.
Obras militares
A' 13 do corrente, ao meio dia, serie postas em
arremataco a execucio e eullora.-o de nm appa-
-rellio com baldes e corrente de ferro para o .
do quartel lo Hospicio, e a enfaldara e (tintura do
hospital militar, oreadas estas em l:734760 e
aquellas em !6o6S.i. As pessoas que pretenda-
rem exeootar qualquer destes sern.'os, aunes ten
no referido dia e hora, na reparlieao das obras
publicas, suas propoetas em carta IseKaaa. Os
orcamentos aenam-se na mesma repartiej.
Pernambuco, lo de maio de 1873.
O encarregado das obras mili: ires
(ibryssolito F. de Castro Chavos.
Capitana do porto.
Para cumprir 0 que Ihe fra ordenado por a so
do secretario de estado dos negocios da marinha
de 2i de abril ultimo, determina esla repartic, n a
todos os senhores conmandantes e proprietarios
dos navios mercantes nacionaes que t.-nham fra
da bo da os nomes dos dito navios em caracteres
bem legiveis, como se acha estabelecido e gem-
mente adoptado na navigae i externa dos portos,
visto as im convr s relae"ios com nerciaes. e 10
servico da [olicia e SOCCOITOI no litoral, e alto
mar;" o que quanto antes deven) por em exe-
cucao.
Capitana do porto de Pernambuco 10 de maio
de 1873.
0 capitn do porto interino
Decio de Aquiu > Fonceca
lU
IOUPi\HIl
\AVEGAC.\o'l}IL\SILaRA.
nnTis no *o*te.
Iii- p c*prrto at>- aa
21 do corral i u ra-
par fruzrtrnj) Hm>
o qual oVpoH da V-
mora do aaUBM an-
gira para os porto* do norte-.
Para carea, eneomineudhs-, valores e nassagev
ros, dii-ijam-se ao escript'ri.i da aaenciv ma *>
Vigario n. 7.
AOE.NTES PEREIRA VtWN \ 4 C.
Real companhia do paquete^
nglezes a vapor.
At o dia 27 do ronvnic aafaaVcn da Eam-
pa o vapor inglez Nevo, romnantante H. Bat.
o qual de|ois da demora d. aa!
para ltu.-n i-Ayres. tiH-audn no- purt-- da I!
Rio de Janeiro e Montevideo
No dia 211 do eoitMa1a e-|n-ra-se sa |Hrt
sul o vap.ir inglez o*ro, roniiiiamiinle Tb
0 qual depois da dem.ira de nxtnino, slf*nin pan
Southampton, tocando nos j^rt* d- S -," :<
(Jafaon.
Para fele;, passagens etc., trata-*.1 na ajfaaa,
ra di lummorci i n. 4(X______________\^
Linhn fiti/onnl
E' esperado ds port >s ito t .
corrente o vapor Carilk
nesmo dia da rbegada para Lisl
Para passagens c mais i-d i ; ...^
aos agentes Wilson Rowe A (..
14 Ra d > ''. .
St o dia 2' di eorreata e*p -1.. t la Km \
i vapor / Janeiro.
>'. I>. -Km-juanto l:ir..r a ,
da Pr la na i se recebe ; .--1..
mend. s para os p ros d
ios i{ nies Wnssa ltoan> ftC
4 hl'ADOCOMM I
SANTA CASA DA hLSKUICOKIUA
RECIPE.
A Hlina. junta administrativa da Santa t isa da
misericordia do Recife. manda fa/.er publica que
na sala de suas sessOes, no dia 22 de maio, pela-
horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer. p -11 lempo de um a
tr s annos, as rendas dos prodios em seguida
declarados.
ESTABELECIMaWWS DE CARIDADE
Ra da Viracao.
Casa terrea n 7 ...'.. 245
Ra do Padre Fl< riano
dem n. 43........20Q W 0
Ilua da Guia.
dem n. 29..........200*000
Caas terrea n. 31....... IMjOOj
Ra do Amorim.
Coja do sobrade n. 3j.....30000(i
Ra do Seuhor Bom Jess.
Sobrado de 2 andares n. 2fi. 3C3*OO0
PATRIMONIO BPII DOS OAOS.
Ra da Senala-ve=ha.
Casa terrea n. 16...... 209*000
Os pretenderes devero apresen'ar no arto da
arremataco as suas flaneas, ou comparecern
acoopanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia eci-
que for seguro o predio que contiver estab eLiop
ment commercal, assim como o servi^-i da lim-
peza e presos dos aporramos
Sccreana da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de abril de 1873.
O eeerivo
Pero Rodrigues de Souza.

m

.
W

Companhia fi ic<-za de nawc?ci-i
mens.il ente- 'I ivre. I.i bia, Rio de Janeara c s
i va|or YiUr dr
do ni d li i 11 I
te. dorando de,
Lisboa e Havre.

Para frete.-. enOumii!
s quaes lem exc-ll l
redmid u, a ti
\ugusto F. de 'liveira & C. ra da V.;.-i
i. 11 ntra i 4a roa .1 f anu
E-|e va|
Liverpool
o vapor fraucei Villr pjMaii 1a
Europa at o da 2:t d c irrenle, fiiinaa t$mc
da demora precisa para m fMaalS ad.
Para fr ;
os quaes tem exceltontes ;.r ontaandar
laziJos, .i tr,! ir r .
Augusto !'. de Oliveira h :. a rn '.
n ':2. entrada pe! i re*
DO
vapo-
obl!-
BEBERIBE
O eaixa desta companhia o Sr. Corbininno
d'Aquino Fonceca, acha-se autorisaJo a pa-
gar no seu escriptorio rui do Vigario Teno-
rio n. 19, das 10 horas s 3 da tarde, o
50." dividendo da mesma companhia, cor-
respondente a 35090 por apolice.
Escriptorio da companhia, 17 de maio
de 1873.
Ost-cretariu,
Jos H. li. de Menczes.
.-?

. **--

(IMKItt

\AVEGACA0 BVIIIWA
Para Mcele, Pcnrilo. traraj
Oorreio geral
R'lacao dos objectos registrados uUstenL'S
na administmeo dos cerreios.lMta pro-
vintia, pira as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonia Luiza Barbosa la Cunlia, Alfredo Cois
de Oliveira, Antonio Gomes Maciel, Antonio de
Carvalho, Dr. Cypriano Jos Velloso Vianna,
Eduardo Frederico Banx, Eduardo Jos dos San-
t s, Princisco Antonio de Dos e Cosa, Fran
Ribeiro da Freir e Argollo, Goovanni La Rosa,
Joaquim Anselmo de Sant'Anna, Joaquim GoneW-
ves Vieira Guimaraes, Jos Ribeiro da Silva, Dr.
Jos Vicente Duarte Brandan, JHo Antonio Gomos
Guimaraes, Joto de Siquc-ira FerrSo. leniza Edel-
vina Ribeiro Fortes, Leopolda Joaquina do Sacra-
mento, Luiz llaphael Cairo, Dr. Leurencn de S e
Albuq^erqueJana Auausta Bastos, i'arcoiina de
Souia'Cas:roDr. Mauooi Ignacio de Csrqueira
Leite, lir. Minnel Nunes da CosU, Dr. Mauoel T.
Thomaz Henrque, Petronila Ignacia Lage,*tt>edro
da Rocha-Cavaicante. padre Thomaz Coelho Es-
tima
Al iiinistracSo do cocaaio do Ponumbue-
de malo de 1&73.
Jase Candido del!..
Seando de encarregado do a^^H
E' esperado at o dia M Jfl "f
Mrquez de Carias.
Recebe carga, passafeiros e dnlvro a fri;
ra os pnrlosacima a tratar asan afen-
fs Antonio Ida-^de Oliveira A i-U
Bom J-sna mmk*
Para o g-io Grande pretende seguir com inaitt Ln-tMa4a pnlc%B
nacional ilruur. tem parte* de seu i irref ira ala
PCmpto : para o festn que Ihe falU traUajacnm
os -eu*#eosiguatariu.- Antonio Lnii aV
Au vedo h'\ no 8%u e#crMono ma
JmP n. 7, ootr'ora ra daaCriu
PAKA'.
Para o n 1o f retende M-pr cui
ea demora o patacho portu^uea OUnda, parW,
a maior parte da carga en tajada. p..ra o rrs-
que le falla ti ata se
ic^pas B-dtrio k t
s
mmrcio n.
*
farr^J-
iRiode Janeiro
IJJ-Brt'Kurz Catite vai sabjir com brdviaav
, Je, e amia pode recabar algum rarfa a frrta :
com E. R. Riheiio 1 L, ra da C

^m





^mmm

**
=1 ==
Diario dePemambueo Terca feii& 20 de Maio de ISTi
=
Vende-se e eoahoqi'do aiate nacional, Flor do
Ria-Qrande 4o Jta** fabricado "do itovo,
Jorrado de cobre, *K le. com liIs as pertcn-
sjas, teudo 4 velaa-sead daas novas. A trafr
em Santo Amaro, mu Antonio Jos da Costa, on-
de est Ih hiate. rita Manuel de Ofinda n. SI.
Rio Grande do Sui
SEXTA-FEIRA 2!l DE MATO
Por intervencao do ageutc Tinto, ra do 8o>S
Jess n. 6.
Precisa-se
de un caixeiro, brasileiro ou portuguez, que le
dador do sua conducta : na ra de Hortas n. 5,
padaria.
Para o referido pojlo ^reieadc seguir com pou-
lugar portngucz Jo*
ei demora o lin'lo e veleiro
EstetUo-, 2 l* elasse, por ter a maior parte da
. ''iVga engajada, e para.q resto que llie falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos Gonralves
Beltrao k Filho, ra do Counuercto n. o.
Para o Porto
pretende sabir muito breve a galera portuguesa
mea Fama 11 por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Hecebe a carga que lbe fal-
ta a prt eos mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem ptimas accommodacoes trata-se
com Tito Liviu Soarea, ra d Vigario n <7.
TmosT
DE
movis louc,a, vidros e machinas para
tura.
a il 1)2 boras.
Ha antinzem da ra do Ylgario
Tenorio n. 11.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertencer, de 1 rica mobilia de Jacaranda
com tanips de pedra, a Luiz XV, ditas de junco,
ditas de amarello, ditas de faia, 1 rico sanetuario
de mais gusto que tem vindo a esta provincia, ca-
mas de:jacarand para casal, ditas de amarello o
de ferro, candieiros a gaz de muito posto, qua-
dros, espellios, toilettes de Jacaranda, guardas-
inuea, guardas-vestido, cabides, quartinheiras,
cadeiras de bracos, ditas de bahnco, 'rem de co-
zinha, bacas de rame, aparadores, mesas re-
dondas, concollos, marquezoes, marquetas, tape-
tes, sofs, 1 meio guarda lou<;a, 1 cofre inglez
prova de fogj, em perteito estado, com 2 portas,
1 faqueiro de prata, talheres com facas de cabo
deinarlim, colheres para sopa, ditas para cha,
louca parajantar, dita para almoro, garrafas, co
pos, jarros, revolwers, c outros mu tos objectos
que se torna cnfadonbo numralos. *
TERCA-FE1R1 20 1)0 COMIENTE
No armazem da ra do Vigario Tenorio n. II.
AS II l|2 HORAS .V MANH.
DE
vw.
Hcjc
A saber:
l'iiia mobilia de mognn com t sof, I jardineira,
2 consolos, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarn-
cao, tim espelho oval, grande e dourado, jarros
para llores, escarradeirs, tapete*.
l'ma cama, i loilet, 1 lavatorio, camas de ferro,
machinas de costara e 2 cabides.
Urna fecrct.ii ia de mogno, I mesa de jantar, 1
guarda-louca, 2 apparadores, 12 cadeiras de ama-
rello.
l'm relogio grande, I commoda, 1 cosmorama, 2
camas de vento, irem de tozinha e outros objec-
tos de casa de familia, como sejam, louca, crys-
taes, copos,clices, garrafas, ele, etc.
No segundo andar do sobrado da ra da Impe-
ratrii n.~20.
O agente Pinto, aulorisado pela familia do ge-
neral Barros Falcio, levar a leilao os movis e
mais objectos cima mencionados, existentes no
segunda andar do sobrado da ra da Emperatriz
n. 20, onde eifectuara o leilao.
Principiar as n horas.
ith
DE
uina casa terrea de taipa
QUINTA-FEIIU il DE MAIO
JO -Ra d) nperadarK
Ariuaxem.
Os propietarios da feira emana!, acham se au-
torisados a vender em leilao 1 casa terrea na to-
rada do Monteiro, tendo a mesma 2 salas, 3 mar-
tos e quintal, tendo na frente 1 porta e i janellas.
O banlio na porta. Acha-se pintada de novo e
rende Vtf mensaes._______________^
LEILAO
DE
bons movis
.Va guieas m bilias de jaca-
ranJ con* tampos de pedra
marmore, dita de amarello com
dito?, lindos aparadores, com-
modas de mogno com tampos
de pedr'-<, guarda loutja >'e. va-
rios Celtio, mesas e'a&tiras de
diffcrentes tamatthoff, gualda-
roiipa, gu; rda-.^( estillo, piam
de iirniario, cama** francezas de
Jacaranda, Hilas de amarello,
mesas grande s para jantar, car-
ter; s >arrt escriptorio, berc/s
para criaaga,toilette <-'ejac.-tii
cl com tattipo de pedra niar-
morp, relogio8 de pa-ede, l car-
teira bomeopathiCa com 240
frateos le tintura, niarque^oe-',
e >fs, consolpa, quaitinlieiras
objeetoj de ouro e pf-tta, urna
porqao de chapeoj para senho-
ras meias commoda?, louc,a,
cadeiras com roscas para piano
e escriptorio, duzins de c ideiras
de junco branco e preto, cadei
ras de abrir, cadeiriithas para
crianzas comer >m mesa, me-
sas para escriptorio, cab'df-s,
grande qtiau'i !ade de trastes
. valeos e muitos objectos do
oso domestico,
Quinta-feira 22 de maio
.NA
PEIKA SEMANAL
i (i==rua 10 moerador n.16
Armasen!.
cm>
DAS
fazendas, annacJo e utensilios Jo estabele-
cimento da ra lo Bario <1 Victoria n.
i \.
Hoje
O agente Martins, antorisado peta fuma cern-
id deOliveira k Carvalho, representada na
pessoa do soria [''rancisco Antonio de Carvalho
procuradores pes de Oliveira, far leilao das fazendas, armacao
e ntensilics existentes njj>t;1belecimtnto sito
na do Bario da Victoria n. i, eujo producto
ser applcado no agomento do credores aetuaes
da referida Orna.
A's 11 horas do da cima no mesmo estabele-
cimen*.,
Leilao
Hoje s 11 lioras
De 1 espelho grande e oval, i relogio grande
proprio para igreja, l secretaria com Fcgredos,
1 mobilja i mogno (solida i e muitos outros mo-
vis.
Por tnferrencio do agente Pinto no i.' andar
do sol.rado da na da Imperatriz n. 20, em (me
morou a familia d > general Barros Paleto.
'Al! A
liquidadlo
No armazem da ruado Impe-
rador n. 45.
De eandieiros a gaz, de bronze e erystal, aran-
lellas, ibafarizea, lavatorios, porta-chapeos, bom-
bas para jardim, mesas d.e ferro, tabos, fogareiros,
mangas de vidro, barmetros, lamparillas, esta-
tuas de bronze, ferro e porcellana, e muitos outros
objectos que estarlo ao esame dos concurrentes.
QUARIA-FEIBA 21 DOCOURENTE
s 11 horas
Por intervencao do agente Pinto, em seu es-
criptorio, ra do Bom Jess n. 13.
JoaiVdo Reno Pacheco, Rufino do
Reg Pacheco, Kirtnion Jos 4o Be-
go e Joan Baptistn di| liego, t uuil
prenles, agradecen) a todas a pes-
soa* que bes fi/cram o caidiee
ihsequio de aompajihar ao eemi-
tefio publico us restos mortaes de seu muito pre-
sado irniao, cimbado n prente Jos do Reg Pa-
checo ; e de novo convidara a todos os seus amigos
e prenles para que se dignen) asistir as mi que mandara rusar por ua alma, mi tena feira
20 do eurrente, s 1/t horas da manhs, a Igre-
ja matriz de S los.
Heeife, 6 de maio de lj 73._______
O
m
descmbargaduT Custo-
dio Goimaraes convida e
roga a todos os seu paren-
tes e amigos a fazercm-!he
o caridoao obsequio de as
sisrir as missas, nue man-
da rezar, terca-feira 80 do
coiTente as 7 l\i horas da maahi na matriz
da Boa-Vista, por alma de sua muito prezada ir-
mi D. Francisca Emilia da Silva Guimaraes, fal-
lecida no dia 14.
vir-.
Antonio Jos de Castro Azevedo
agradece a todas as pessoas que
Ike fizeram o caridoso obsequio de
aeompanbar ao cemiterio os restos
mortaes de sua mui prezada espo-
sa D. Rita Mara Roposo de Azeve-
do, e de novo convida a todos os
seus prenles e amigos para que se dignem assis-
tir as missas que manda rezar por alma da mes-
ma tinada, quarta-feira SI do crreme as 6 1)2
horas da man' i na igreja de Santa Rita desta' ri-
dade e na matric do Cabo.
LEILAO
DE
in ovis
lou
prata etc.
SEXTA-FEIBA 23 DO COMIENTE.
Pedro II. de Oliveira, tendo de retirar-se com
sua familia para a Europa a tratar de sua saude,
far leilao por intervencao do agente Pestaa de
toda a sua mobilia e mais objectos existentes na
casa de sua residencia, na Capunga, ra do Las
sene n. 6 casa de azulejo, consistindo em sofs,
cadeiras, poltronas, cadeiras de vime com bracos,
piano, espelho, quadros, camas, guardas vestidos,
un rico toillete, urna secretaria gr nde espelho e
pedra ; mesa clstica, jarros, apparethos, tonca,
vidros o muitos outr s objectos que serao especi-
licados no dia do leilao em um catalogo no Jornal
do Reciff.
Ter um trem especial s 10 boras da manhano
arco de anto Antonio, para os Srs. concurrentes.
Leilao
J)E
fj
DA
armacao, gneros e mais pertcneas da ta-
verna da travessa do I.ivramento n. 28,
antigo becco do Padre. ,Jj
O agente Martins far leilao em lotes, de urna
exeellente armacao de louro, grande qnanlidade
de gneros de pnmeira qualidade e mais perten-
eas da taverna n. 28 do becco do Padre, :uja ca-
sa se acba bastante afreguezada.
A's il horas do dia cima.
Scxta-eira, -23 de maio
s 11 lioras.
No armazem da ra da Crol n. 6.
A SABER:
l'ma magnifica mobilia de Jacaranda a Luif XV
1 dita de mogno, 1 mesa elstica, 1 mesa redon-
da com pedra, 1 consolo com espelho, I mesa de
Jacaranda para junto de sof, l guarda lou?a, ca-
mas, cadeiras avulsas e muitos outros < bjectos
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO
( ao correr do martello )
sem rcerva de proco visto que tem o mesmo
agente de entregar as chaves do annazem em 2i
horas depois.
LEILAO
DA
casa grande, olaria e baixa de capim, parte
j da [iropriedade e sitio da Porta d'Agua
SABBADO 14 DO CBRENTE
Ao sucio dia
O agente Pinto, cumprindo o despacio do lllm.
Sr. Dr. juiz de orphos, exarado na petico da
vi uva do finado Joaqmm Pires Carneiro Monteiro.
totora d seus filhos menores, levar a leilao parte
da propriedade pertenc^nte a aquelle casal, sendo
a casa grande edillcada ao lado esquerdo da estra-
da que vai para Apipucos, assim como a olaria
e baixa de capim, visto que com esta parte nao
existe duvida alguma.
O leilao ser ellectuado no escnplorio do refe-
rido agente, ra do Bom Jess n. 43.
Lievino Themoteo da Con-
ceico
convida aos filhos, prenles e ami-"
gos de seu muito presado amigo e
collega Vicente Moreira da m va,
para assislirem urna missa pela al-
ma do mesmo que fallecen no dia
7 do abril deste anno. na cidade do
Porto, que ser celebrada na igreja
Santa Casa da Misericordia, s 7 horas da mnh
do dia 2(> de maio, e no altar do Senhor Bom Je-
sus das Chigas.
. Clementina Philomena de
Souza jLeite
Joao da S Iva Leite, Jos Antonio Fernandes Fra-
dique, Joanna Izidia da Costa Fradique, Mara Fe-
lisberta de Souza Cardoso Rabello, Antonio AI ves
de Souza Fradique, Eduardo Daniel de Souza e
Joo Cardoso Rabello, marido, mi, padrasto, ir-
miios e cunhado da finada 0 Clementina Philome-
na de Souza Leite, extremosamente penhorados
a todos os seus prenles e amigos, como a todas
as mais pessoas que lizeram o caridoso obsequio
de acompanhar ao cemiterio publico os restos
mortaes da mesma finada; de novo os convidam
para a missa do stimo da, sexta-feira 23 do cor-
rente, que ter lugar na matriz de S. Fr. Pedro
Goncalves, s 7 horas da manha.
^ffiMHMHBnHBHBB3B3nRBKn9UBBBRr
A companhia Recife Drainage recebe pro-
postas tara o fornecimento de capim para seus
animaes : a trat.ir na ra do Imperador n. 26,
primeiro andar.
Engenho Macare.
No aja- 27 de malo cor-
rente vai a praca por tempo
de nove annos a renda do
engenho Macaco> sito no ter-
mo de Ipojuca, por execnc,o
qne move Jos Frahcisco
Lavra Penna contra os lier-
deiros do finado Felippe San-
tiago Vieira da Cunha; cuja
renda avahada em dous
contos de reis por anno.
=
Iirno Precisase de urna ama que
-maixa' com perleicao, para casa de familia
ma-Duque do Caxias n. 91.^^
AMA
erava.
A* ra Nova n. 6, precisa-se de urna
para comprar e cozinhar, .preferc-se es-
AMA r0
Precisase de urna ama para
de duas pessoas : no largo
'.orpo Santo n. 17, loja.
AMA
Rrccisa.-se de urna
escrava someute para
tratar na ra do Vpollo n. :)2
mulhcr livre ou
lavar ronpa : a
Precisase de
escravas sem iilito :
Dina ama de Intr. luna ol
na ra Direita n. WP, hija.
AMA
casa de familia
Precisare cim hretMade*
de urna ama forra ou eteraTV
para todo o servico de nma
ra da (^onceico n. 45.
Ama
p Ajudante de cozinha.
Precisa-se de um e de un criado : no hotel da
Independencia, ra do Imperador n. 32
Oiioii Hiiis eoHtito lereee ?
Incontestavelmente a loja de calcado estrangei-
ro que mais commodo olTerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PARS NA AMERICA
roa Duque de Casias n. 39, primeiro andar (an-
tiga do Queima Jol e a razio ? a razo simples :
um cavaibeiro (amante do chique) por ceito so
iujonimoda miando, para comprar um par de bo-
tinas,-v se forrado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systetna ma-
carrnico) nao podendo desta forma conbecerse
a botina he lica boa, pofs, nao tem cspa;o para
experimenta-la,ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um jiasso, (|uc chegarlogo ao immun-
do ladtilho ; o que nao acontece no Parts na
Americo', onde pode se passear voniade e desta
forma conhecer-se se lica bom u calcado : paia o
bello sexo, entao quasi impcssivel, que nma se-
nhora (do bom tom) quclra snjeilar-sea experi-
mentar calcado ao lado do nm balciio, onde en-
tra quem qner, anda mesmo para comprar: o
Pars na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete resrvalo, para as
Exmas. que alli poderao estar ero perfeito commo-
do para a esculla do calcado.
Nao terpiinam a' i as vantagens ou eommodos
do Pars na America ra Duquo de Casias n.
39, pnmeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timento de botinas para homcn, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Ve-
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos. assim tambem um lindo sor-
timsnto de botinas para scnbora, e sapalinhos de
muitas quahdades nue poderao atisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhoia (do bom gosto);
pelo nue lica expendido, est claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offereco,
o Pars na Amerc,Tm Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antigi ra do Queimado.
Bom engenho.
Vende-seum engenho moen-
te e corrente, distante da
praca 4 leguas, com boas
obras e trras para safrejar
2,500 paes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pographia que achara com
quem tratar.
Santo Amaro das Salinas.
De hontem para o amanhecer de hoje os la-
droes roubaram do sitio junto capella, una
porco de gallinhas e penis; dase boa gratifica-
cao a quem descobrir os autores de semelhante
attentado propriedade alheia, e perante as au-
toridades policlaes.
Recife. 10 de maio de 187
Escravos igidos,
Contina evadido, desde fevereiro, o mulato Sa-
bino, de 22 annos de idade, typo acaboclado,
baixo, corpo fornido, testa e olhos pequeos e
vivos, dentes iguaes pequeos e limados, muito
regrista e conhece bem o sul e os sertoes da pro-
vincia
Evadise em fins de abril o escravo Ivo, preto,
27 annos, estatura regular, pouca barba, falla
um tanto ronca e dado a bebidas ; consta va
gar pelo engenho Santo Antonio e outros da fre-
guezia da Luz, onde tem prenles e conbecidos.
Gratifica-se bem a quem capturar ditos escra-
vos e conjtizi-los ra do Corredor do Bispo n.
37, ou do Mrquez de Olinda n. 60, segundo an-
dar.
Antonio Joaquim da Gama pede aos senho-
res abaixo mencionados de entender-se com elle a
negocio que os mesmos senhores n" ignoran):
Felinto do Regp Barros Pessoa.
Na ra de Maicilio Das n. 66,loja, precisa-se
fallar com o Sr. Ignacio da Costa Reg Monteiro.
a negocio de urgencia c de seu particular interesse.
Esta s de jesuta !
O Sr. J. C. A. de F. nao quer Pinda attender
aos reclamos da pobre viuva que exige os alu-
queis e chaves de sua casa, montando j os alu-
gueis at 30 de abril a 3202000 ; o que sobre
tudo se torna revollante o inquilino ter a casa
fechada ha mais de seis mezes, e nem chaves e
nem al liguis.
Precisa-se de urna mulhcr que en-
gomme bem, para casa de familia :
tratar no principio da estrada dos Alictos, sitio
n. :il._________________________________
Precisa se de una ama para
andar com meninos : na ra da
nperatriz n. 37, \t andar.
AMA,
Ama
PrecS2-se de urna ama boa cozinbei-
ra : na ra Dnqne de Caxias n. 75, bija.
Dentista de Pars
19 B.PA NOVA 19
FREDERICO GAUTIER, agradci endo ao respei-
tal publico em geral e em particular aos seus
amigos e numerosos clientes, os favores e a confi-
anca que lhe dispensaran durante os quinze annos
de sua residencia nesta linda cidade, tem a honra de
lhe participar que cedeu o seu gabinetelde cirurgio
dentista ao seu sobrinho e discpulo J. M. Leroux
o qual echando-se hamais de dez annos na sua
companhia, est de sobejo habilitado para merecer
toda a sua conflanca e executar os trabalhos os
mais diulcets e delicados da proftsssfio
O mesmo aproveita a oceasiio para pedir s
pessoas que lhe silo devedoras o especial favor
de manaa-ls pagar quanlo antes, pois retira-
se muito breve para Pars, aonde se achara sem-
pre prompto para o que puder prestar.
Engommadeira
Precisa-se de urna ama livre ou escrava :
Caldeiroiro, casa de Francisco Joaquim R.
Britlo.
Terrenos baratos de 3f a 6J
nos Afflictos, e 3# do Stl-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigue* terrenos |)li(ts, :in n nova ma quai vm frpj
igreja dos Alliifto- u du Sal^aj
a frento par* i- estrada Jfl
Olinda e oiln para ultra itslrawW latin*
mesmo shio ; -n trnlar com o Sr. TrwU
Francisco Torres, na thesouraria das Ur-
rias.
Balanceador.
Joao do Cnuio pode ser ser procurado roa <
Duque de Caxias n. II A, armazem da porta lar
Sil
Portas
AVISOS DVERSOS
LEILAO
DE
Fazendas agriadas
Quarta-feira 21 de maio
s 11 horas em ponto.
Por intorvencao do agente into
Na ra do Imperador n. 5* armazem do
Chapm.m e por occasSp do le'ilo que
' --------------------------------------------------------------------------*<
alli
r.
deve
LEILAO
DE
Magnficos aparadores com armarios
e tatnpo de podra, obra nova
gosto,
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
' ra Primeiro de Maro (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
ilzes bilhctes, tres quartos n. 2377 eom o:000,
um quarto n. 988 conl 3C0#. e outras sortes de
40tXX) e 20*0110 da lotera que se acabou de ex-
traliir (30.*), convida aos possuidores a viram re-
ceber na conformidade do costume sem descont
algum.
Acham-se venda os fe) izes bilhetes garantidos
da i" parte das loteras a beneficio da matriz do
Rio Formoso (3J'), que se extrahir na quarta-
feira, 21 do corrente mez.
TRECOS. m
Bilhete inteiro 6W00
Meio bilhete II000
Quarto 1*800
EM rOR?AODE 100J>000PARA CIMA
Di! hete inteiro 8*500
Meio nilheie 2*780
Quarto 1*378
anoel Martins Fivzo
So Rio Grande do Norte, on le ficaran algumas
noi tas americanas, j se vende por 16* e 2u00)
cada una ; em Pcrnanilnico, porm, com esta
quantia auda se compra unas poiicas; no arma-
zem da bola amarella, travessa da ra do Impe-
rador;__________
Para S. Joao
Novissimo 1 vro de sortes*o R0*10 moderno, e
brnqucios espirituosos, conhecidos por jogos de
cesta : no bazar acadmico, ra da Imneralriz
. 13.
Pulseira
Hontem pelas 7 l|2 horas da noute perdeu-se
urna pulseira de ouro, da ra da Imperatriz at a
esta'.ao das offleinas : rogase a quem a tirar
adiado e quizer entrega-la na ra da Imperatriz
n. lo, i" andar, ou da roa da Cadeia n. 35, e a
pessoa ser bem gratificada.
l-^PP
US
ppfAUl^j
GABII>TTi:
Medico-cirurgico
f:A DO iMPERAUOIiN. 737i' ANDAR
0 DR. NNES DA GOST
BDICO OPERADOR E PARTEIRO.
i:SPECl.-LI'A>tS.
Mol Ffiaae i)pv*C'1Jl ('o olboi.
Cura radical e iritlaokoea dos
iAv; n
Est enconracado!!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir na Duque de Caxias n. 36j con-
cluir aquelle negocio que S. S. se compromelleu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oo annos, e quando o Sr. seu tilho se
achava nesta cidade._______________________
Aluga-sc urna ama que cozmhe perfeta-
mente e engomme, para um homem solleiro : na
ra do Fogo n. 18, 2.a andar._______________
Sugr waflers
(VANILLA.)
A mellior bolaelinha at hoje conhecida, tanto
para dieta como para cha.
\se fiifVi RA DO IMPEIUDOK N. f.
eslreiU inepto:
CDiiitas :
da mat'ha.
Chamado!:
da
Das
uretra.
7 a* horas
A raalqoer hora. (\
Hmmc
IBBRi'jTLT.P [ WBHWCT1
erdade
E' bom dizer a verdade; ha cemento de Por-
tland e cemento Portland ; o mesmo artista s de-
pois de o liaver empregado tem delle alguufa idea,
?e bem que s o lempo o qualifica :' no armazem
da bola amarella tem de um e de outro, ah tem-
se franqueza na occasi.lo da venda e fidelidade na
entrega.
Engenho para arrendar
. Arrenda-se o engenho Cananduba, prximo a
povoacao de Jaboato ; a tratar na ra do Mar-
qez de Olinda n. 4.______________________
0 Sr. Manoel Bernardino Vieira Cavalcante
rogado a que mande, ou dirija-se ra do
Amorim n. 37, a negocio de mutuo interesse.
Precisase de um cozinheiro ou coznheira
para casa de homem solteiro : na ra Duque de
Caxias n. 91, rival sem segundo.
9&
DR. FERREIRA
medico operador, ra larga do Rosa-
rio n. 20, vaccina gratuitamente s
! quutas-feiras.
De 10 palmos.
Sapotseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, fructa-po, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanbovant ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras ae qualidade, alecrmss
iarreiras coracio da india, romeiras e outra,
antas : na Capunga, ra da Ventura numero 20.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Perdeu-se urna carteira contendo urna letra
aceita pelo Sr. Francisco de S Barreto, a vencer-
se no dia 23 do corrente mez, urna dita de 50,
aceita pelo Sr. Bezerra, escrevente do Sr. Hypolito
Machado, urna dita de 1 03, aceita por Alfonso da
Cruz Muni sacada por Pedro Aureliano da Cruz
Muniz, e un vale de 10*000 de Antonio Broxado
Soarcs Guimaraes, o outros papis: quem a achou
e resttui-Ia ra do Rangel n. 5i, ser recom-
pensado.
| CONSULTORIO
0 MEDICO-CIRURGICO I
m do m
Dr. .1. II. Curio J
0
0

Dr. .1. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manhs.
Chamad >s a qualquer hora.
a
0$ 0-000000 00*010
Ao publico.
Maria Antonia Teixeira de Castro declara a
quem interessar po no Salgadinho, com 300 palmos de frente, obteve
por heran^a de seu pa o dominio til e o direc-
to, por compra feta a Santa Casa de Misericor-
dia ; e que sobre dito sitio nao existe onus al-
gum.
m
0
0
0
0
0
0
0
0
CONSULTORIO
0
0
0
0
0
0
Calxeiro
Ium menino de 12 a
i taverna, e que
o becco do Poc
Dr. J. M. Seve
Parteiro e operador.
Ra do Mrquez de Olinda m 36, i.
andar.
Consultas Das 11 horas da manha as l
da tarde.
000$ &0000 0003!
Caxeiro
se de um com pratica de padaria e que
de sua conducta : na ra. de Vidal de
n. 147.
Sahindo desta cidade para o engenho Raz
da freguezia da Espada, no principio do corrente
mez, a preta Marcolina, escr*va da Exma. Sra.
baroneza de Amaragy, at esta data nao chegou
ao referido engenho, o que faz arredilar que est
fgida ; crioula, de 42 anuos de idade pouco
mais ou menos, alta, corpo regular, rosto compri-
do e coberto de espinhas, sabe coxinhar e engom-
mar : quem a apprehender e entrega-la nesta ci-
dade ao Sr. Adolplio Targino Accioli, ra Duque
de Caxias n. Ii, segundo andar, ou ao sobredito
engenho, ser recompensado generosamente.
IEWISTA DE PARS
19 RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur- |
: gio dentista, succes- ;
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame- :
| recer a confianza dos
W clientes da casa; edo
: respeitavel publico em
geral.
!, t.>:< -* .....;>.
O tacharel Gaspar de Vasconcellos Menezes
de Druirmmd ad oga no civel perante os audito-
rios do termo de Santo Anio e da Escada, onle
principalmente reside e pode ser sempre procura-
do sua easa. junto estaedo da c trada de ferro.
Para qualquer communicacAo, iuie so queira diri-
gir-lhe para alli com a mior promptrdo, haver
pos^ibilidade nesta cidade ra da Aurora n. 6.',
en a ra do Imperador n. 20._______________
Roga-se ao Sr. Joaquim Goncalves Ferreira
Jnior o favor de vir ra do Imperador n. 18,
a negocio de particular interesse^____________
Perdeu-se, existind ein poder do abaixo a<-
signado, urna letra da quantia de l:o00i sacada
no dia f do corrente mez, a 30 dias de prazo, e
aceita por Manoel de Almeida Nogueira, sem que
esteja ainda firmada pelo abaixo assignado, nico
propietario della. Previne-se, pois, geralmente,
que ninguem faja transac?Ao alguma com dita le-
tra, visto que pode ella ter sido achada por al-
guem, que 5e queira constituir proprietano, assig-
nando-a como tal. No sello que foi pago na re-
particao na villa do Pa;o de Camaragibe conten
a referida letra numero (0.
Francisco J.is Pires.
Cozinheiro.
Precixa-se de um, livre ou esrraro, e quese en-
carreguem tambem de comprar, para casa de 2
pessoas: a tratar no Corred r do Bi^po n. M
Antonio Jos dos Santos retira-se para Por-
tugal__________________________________
Ignorando-se a residencia dos Srs. Dr. Joa-
quim Pereira da Silva Guimaraes, Luiz deOliveira
Lima Jnior e Joao Rufino (este escrivo. da villa
do Cabo), sao rogados a apparecercnv 4 ra Du-
que de Caxias n. 73 a negocio de seu interesse.
Aliiga-se
Urna casa terrea com sitio, na ra do Visconde
de Goyanna n. 161 (Estancia) : a tratar no largo
da matriz de Santo Antonio n. 2, 1.* andar.
AVISO.
Ausentaram-se no dia 1* de Janeiro do corrente
anno, do engenho Oileiro de Pedro, da freguezia
da Luz, comarca de Pau d'Alho, dous escravos,
marido e mulher, ambos crioulos, o escravo tem 45
annos, a escrava 38. Marcos, cor preta, cara larga,
pouca barba, altura regular, cneio do corpo, ps
grandes e largos, mos grossas, costuma apparecer-
fie cravos nos ps; e Escolstica, baixa, cor pre-
ta, pouco corpo, faltam lhe os dentes da frente no
queixo superior, ps pequeos e empalmados, e tes-
ta grande.
Consta ao abaixo assignado ter sido encontrada
a escrava em fra de poi tas, no Recife. Poder
entrega-Ios a pessoa que os pegar, ao Sr Belisario
de Souza Bandeira, na ra da Penhan.o, que
receber a gratifieacao de 200*000 ,.m ao abaixo
assignado em seu engenho.
Oiteiro de Pedro, 20 de julho de 1872.
______________Joaquim Coclho Leite._____
2
$'*?> $$a 0**00*0
gri O Dr. Joao Maria Sev, modiro parleiro Wk
5^ c operador, mudoii a sua residencia para -
W a ra do lUadMeta (Carrete do Bipo) f
para o excrcicio de sua profi^sn. das ?
aa '.' horas da manha e das 5 da tarde era
(*. diante.
#&039 0000000
MEZ DE MAMA
Cnticos e hymiios devotos
148 CNTICOS DIFFEREMiS
reunidos em um bonito voIihik' enradrrn <';
Hs. ilHN).
_________I.IVRAItlA FRANCEZA.__________
Avis-sc
a quem der noticia da esrra\-a GnUticrmina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim d>>s Sao-
tos, e aepois comprada ao liar de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de dentes u
frente e as mos com fi<-alrizes de quemadora
de gaz, secea do corno e muito regrista, que det-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ruto
Coelhos, que ser generosamente rtcnmi^usaa.
PENHORESl /
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-sc
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro. pra-
ta e brilhantes, soja
qual fora (j'.Diiuia.
Na mesma casa
compra-sc os mes-
mos metaos e podras.
Venham ver para crer: lan-
zinhas finas a 320.
A Rosa Branca recelteu urna p- r;o de l* -
curas, de quadros e listras, e esta queimando a
320 rs. o covado ; fazenda tapada e m s,> pO-
ile lavar : na rui da Iinperatrix n. ''*'>, loja da
Rosa Branca.
Chapeos de sol iuglezcs a
12*000, '
A Rosa Branca receitcii nova reines* dos bem
coahecidos chapos de sol que co turna a vesfcr
e contina a vender pelo mesmo preco : oa roa
da Imperatriz n. 56, loja da Rosa Branca.
itmmm
mumm
TIUSPAM
A loja da ra da Imperatriz n. 7, com
bonita armacAo, e casa para morar familia :
a tratar na mesma casa^_______________
A casa terrea ra do 'nronel >nassinu .
C'i\, annunciada venda. < forcira ao abano as-
signado, do que se da seiencia aos prrtendente* a
misma.
Francisco Jos Leite.
Os mutuarios, possuidores da* cnidas as.
312, 114, S-i a 259, 422, 23, 99 a lili. I%*7, !Mt,
1897, 1918, 2109, 20. 208%, SKI e 2154, v*-
nham recober o exeesso pruduzido ma IriUw 4&
venda de seus penliores, travessa da ma m
Cruzes n. 2. ale o dia 31 do corrale.
Acha-se fgido.o escravo Bartholomeu, altura
regufar, cr preta, grosso do corpo e sem barba;
muito ladino c costuma andar calcado com urna
bol;a na mo, vestido de paletot ; a quem o ap-
prehender e conduzi-lo roa do Coronel Suassu-
na, outr'ora Augusta, n. 278, gr|g|flk-tu ?e
ncrosamente.
Tri|issa-se
A loja da ra da Inqieratru n. 7, m .
armario e casa para morar familia : a tratar
ra do (^ommarcio n. 12, Hotel i""
Aluira-se
O predio n. 161 roa Augu-ta, koie
Suassuna, conteado m 4 pa "
andares e um grande aoUo, a
andares e soto, que
paedia est limpo e muito me*:
largo do Corpo Sauto, -araaaea u. 9.



I
Diario de Fernambueo Terca feira 20 de ,}|w."4e 1873.
11 t
11

M
Roubo
Pedos a tem forcuerenlo mp eaiia do
chumbo filtrad* ua pato'de 16 d^r cwi?pf |er-
tr-ucPMb a+oiiiWr-B.Tirlurfft d > JWi> da ftiimnga.
.m que K'-iliir 11 abai
lriin*m.i ral
o canno fui foii.i
eeiai, 17 de maifie 1873.
i >':,. k
^Pa-a-*^- ^~~na*-"a-

Para sitio,
Precisa-so doma transitado pa trjUr do um
fallar na ra No-
pequeno siio perto da praca
va. a. rt, 1 andar.
HIOVID;%Di:
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS E AZEVED
Ra do Bario da Victoria d, 11, armasera, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aontie o publtco em geral [encontr, ]sempre o maior e mais esplendido sortimento de ptauos de
Pianos, msicas e instrumentos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba da abrir no primeiro andar do sobrado n. 12 confronte i
tica Hanrar, na grande aaiio onde esli expostos os marnifleos
aPI A 31 OS de rar.o, da PleyeL
-------- de awia canda, do mesmo anior.
-----r- de H. Hean.
-------- da Amede Thibont.
nico agente nesta eidade, dos celebres afamados
PIAROS DE AUCHER FRRES
remiados em diversas expos*oss om 14 medalbas de onro e prata.
Sao os onicos pianos que aqni vern da Bnropa, perfeitamente afina-
so*, fetos com clegaa a e solides.
D'aqni emgdiante continuar a annnneur todas as pnblicac5es que se orem friendo as soas officmzs de msicas.
Tambem receben grande sortimento de msicas pira piano, piano e
canto e entre ellas as lindas composicito do moito ympathico maestro
F. sivn^i
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Olga
L* Separaeicmi
A Lu elctrica.
Mazorka.
Para canto.!
grande Wstsa.
Fr.nco Bfasileiro Polka.
Tomada de Vllela Galopa.
Joaninha Wal?a.
A Libertadora Polka.
A Primeira enada Wal-a.
A Mmha Lyra Walsa.
A Natalicia Polka
Studlenle Po'ka.
Ultimas publlea^oes
Feitas as offlcioss de mnstcas
do annonciante.
Emilia, polka por I. SmolU.
Circacrans, schotcb, por Smoltr.
Jardim do Campo dts Pricezis,
quadrilha, por ). Poone.
Chava de Rosas, Walsa, por H. Al
bertazzi.
i l'DUIti 1
ti u ilU uollib;
aj_rf^
- F/anrtsc Jji~Coe[ho previn_<
na. ahtaatad/xoude aer scuftS.
19 de masa da 73. .
Pfeemsodeuuioria.il do-Xa1 a 11 4unos de
dada, livrn u oi-r.iv.i, para ixHiipra? o otanda-
S^_Jtldii : i|i:em tivvr anuuucic yut uate Din o, mi d-
as poaoaf jijtvae l\uagoiii da Magdalena -iIoimIci-.-o
com o respectivo profu>-r.
iin *iaatf! r
KehV
in*
O aMxorl UignaaV) ?cretaJib tk na
Conga e Mis afc-det afrieanas, de/afs que indo
secretaria4-jr. Dr.eaefsdo poffete pedir son
(testado de euaducta e o de JnacMm te Aqu no
Foneeca, goveraador das mesinas UaeSes, obteve
a necessana lleanoa para si, sed otie a os subdi-
tos de suas aaeSes para poderea transitar nesta
eidade, visto toma irada tm que vef ora as no-
viinentos palitieos, e para constar faco o presente
de brdeavdo nosso gojveraador, para que todos oa
nossos subditos saibam e cumprara*
Recife, 19 de raaio de 1873. _/
_______________Antonio da Silva Bravo.
Veiioravel Canfraria de Santa Rita de
Cassia.
Em nome do conselho administrativo sao con-
vidados todos os nossos chamamos irmos a as-
sisfirera a festa da nossa Excelsa Nalriarcba,
quinta-feira 22 do correte e a ladainba 7 ho-
ras da noute.
O inventaranta dos bens do finado Domio-
gos Francisco Alves Ferreira, pelo presente cop-
vida a todos que orem credores da mesma inassa
inventariada queiram apresenlar ao Illm, Sr. Dr.
juiz de irpbaoa os seus reqaerimentos documenta-
dos com seus ttulos de crelitos, para serem to-
mados na devida omsidoracao pelo mesmo Sr. Dr.
juiz de orphSo, coufuruie a natureza dos mesmos
ttulos, oqne deverao fazer no praso de oito das,
sob pena de nao serem atfend dos se nao pela va
ordinaria. Recife, 1'.* de maio de 1873.
Joaquim Cavalcante Hollanda Albuquerque.
D-o 600| sobre penhor em urna eserava
na ra de Hurtas a. 86, sobrado.
Caixeiro.
Precisa-ge de um caixeiro e de um criado para
o hotel universo.

CAITE
isi
ras
ras
A W M S
aos compradores do bem conhecido e aere litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem. do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e
na 153
v
t'-i
a
desig-
MEURON & G.
! t-'i
GRANDE DESCOBERTA
DO
Composto de manac ante-rheumatico e depurativo
PELO
E' preparado este xarope de manac e mais algumas plantrs ndigenas do Amazonas,
nao contm preparado algum mercurial. Cara com rapidez rheumatismo, dores nos ossos
erupces syphiliticas' e dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
desses virus. A, sua composi^o foi approvada pela junta central de hygtene pu-
iilioi *
A cada garrafa acompanha urna explicado para a forma de usar. Preco de cada
urna 89000. '. ,
| L'nico deposito nosU pfovincia ra do Baro da Victoria n. 38, chapellana de
Monteiro Silva.
DE
CABELLEIREIRO
Ra do Imperador n. 381. audar.
O artista Aadrade, anligo e acreditado oflicial da casa de Delsuc, participa as Exmas.
amlias e aq respeitavel publico desta capital, que acaba de abrir este novo salSo, aonde
se aprompt com perei^o toda e quaquer encommenda tendente sua arte.
Prepara-se pentendeados e postiops, pentea-se coques, cabelleiras e oache-peignes,
concerta-se toda e quaquer obra em cabellos e faz-se com perfeico toda obra de cabellei-
reiro sobre enoc-mmenda ;tudo 10 por cento mais barato do que em outra quaquer
parte. .
Alm (leste, grande vantagem compromette-se em servir com pontualidade, prfei-
9o e asseio, para o que tem habilissimos artistas.
Outro sim, avisa as mesmas Exmas. familias que em seu grande salo, ha continua-
damente sortimente combato de coques, cache-peignes e topetes, tudo de modernissimos
^ostos.
Ra do Imperador n. 381. andar.
Publicacao importante
DICCIONARIO
DE
BOTNICA BRASILEIRO
Ou compendio
do? vegetae do Brasil, tanto indgenas eomo acli-
mados.
Revista por una commisso da sociedade vello-
sianna e ajiprovada pela_faculJade de medicina da
corle.
Contendo : urna dcscripcao scientifica de cada
familia que pertencem, e oulra vulgar ao alean
ce de quaquer nlelligenca, seu emprego e as
propriodades medicas e venenosas, sua utilidade
as artes, industrias, economa domestica
E NA VETIR1NARIA
coordenado c rcdlgido
em grandeparte sobre o> manuscrptos do Dr.
Arrudt Cmara
POR
Joaquim de Almeida Pinto
Pharmaceutico pela escola especial de Pa-
rs e mandado imprimir por seu irmo o
bacliarel Zeforino de Almeida Pinto.
Acaba de chogar do Rio de Janeiro esta obra
recenlementa publicada. Roga-se aos Illms. Srs.
asignantes de procuraren! os exemplares de sua
assignatura, na livraiia Econmica, ra Primeiro
de Marro n. 2, onde se acha tambem venda dita
obra.
Quem avisa ami-
go .
Os proprietarios da confeitaria do Campos pede
aos seus amigos e fregueses que lhe estao a dever,
o obsequio de virem saldar suas cuntas no prazo
de oitodias, pois estao resolvidos a chamar nomi-
nalmente por este jornal a todos aquelles que nao
observar a risco este annuncio. Recife, 19 de
maio de 1873._________________________.
Aluga-se a casa que devia servir para asylo
das convertidas, em Santo Am: re, na ra da
Lembranca do Gomes, com bastantes commodos
[tara grande familia e pronorcjoes, para algum col-
egio : a tratar na ra do Capibaribe, casa n, 34,
com Ignacio Barroso.
Ron tem pelas 7 horas da noute, indo a parda
Rita, da ra da Santa Cruz ra do Hospicio, em
oompanhia de um menino e at boje nao voltas-
ae eoosidera-se perdida : qnem encontrar queira
ter a bondade de a levar ra da Santa Cruz n.
J, que ser recompensado.
Recife, 16 de maiu de 1873. .
19

9

No engenho da Sapucaia de Beberibu pjeci-
sa-se de um feitor que tenha as habilitares ne-
cessarias : a tratar na ra da Sol n. 31, segundo
andar._______________________________^
A pessoa que tiver em seu poder uns aulos
de execii'io de Joaquim Salvador Pe?soa de Si-
queira Cavalcante contra Salvador de Siqueira Ca-
valcante, que correm pelo juzo de direilo da 2*
vara desta eidade, escrivo Baptista, queira leva-
Ios ao cartorio deste.____________________
m rapaz com pralica de cobranza e nego-
cios de ra, deseja se empregar nestas condicSes:
quem i recisar de seus servicos deixe carta nesta
imprensa com as iniciaes J. B. para ser procu-
rado.
Pase 3:000 a juros sobre hypotheca:
quem pretender dirija-se a esta typographia a fal-
lar com o Sr. Ferreira._____________________
Jos Mara Goncalves Pereira, sua mulher a
um filho menor, retiram-se para Europa pare
tratar de sua sade.
n
Na ra do Imperador n. 7o, loja, precsi-sc de
una cozinheira, quer forra, ou eserava. _____
Sociedade
Ao publico.
Ao.
CONSULTORIO
MEDICO crcmeo
1)0
Dr. liados duerra.
Especialidades : molestias das mu-
Iheres, das crianzas, molestias venreas
e syphiliticas.
Consultas das 8 as 10 horas da ma-
nha.
Chamados qunlqticr hora do dia e
da noute.
Gratis aos pobre?.
Ra da Imperalriz n 36, primeiro,
andar.
Padeiro.
Offorecc-se um com pralica de amassar e (ornear:
quem precisar procure na ra da Conceieao nu-
mero 23^_______
Aluga-se urna boa casa em Jaboalao, com
mullos commodos e fresca : a tratar na ra do
Mrquez de Olinda, arniazem n. 62.__________
Precia-se de um caixeiro de 14 a 16 annos:
na ra dojangel n. 9..__________
scravo fgido.
Fugiram ha dias de bordo do patacho brasikro
Arthur,a& escravos marinheiros Joaquim e Antonio
aquelle alto, magro, jr-s grandes, levou vestido
palitot cnzenlo, calca igual, chapeo proto baixo;
este altura regular, falla muito mansa, levou ves-
tido calc,a branca e palitot prelo. Quem os pegar
ou delles der noticia no eserpiorio de Antonio
Luiz Olveira Azovedo & C. ou abordo do dito na-
vio, ser recompensado.____________________
Escravo fgido
Ausentou-se da casa de seu senhor, e vaga pe-
tea ras desta eidade, o escravo Manoel, croulo,
cor prela e de 32 annos de idade, altura boa, olhos
vesgos, bar ado e tem o vicio de embriaguez,
do qual torna-se muito fcil a prisao por nao oc-
citltar-se e dedicar-sc ao servico de descarrego
de canoas, na Boa-Vista, Santo Amaro e outros
lugares. Pede-se as autoridades poikutt c eapi-
taes de campo a sua priso, c leva-Io ra larga
do Rosario n. 44, t.' andar, que se giatificar.
Ilua acijiiisicao.
P. i ;ara
a I alfeai
\ ii i
ni .ni i.ii 'soto, o untadas m-
llinros Iik.t idades di la qtial w
ifcpcot tina nao sy icsJc O
calxi ili- Santo Agusliulioatc muito alea da
punta de Olinda, beta otni, plo lado de
Usrra, is lindas pa; lo poente a aai;
leudo tirn quintal regalar, com ai vorodo travo
Ilimitado ta dous anuos, Uirrcnn mu
lil; nina cacimba |hh;hJ < 1 'agu par d gas-
to diario; c urna cisterna le agua potaval;
leudo unza quarios e tros op'm.assala*, um
graHdt- armazi-in o que piVIe servir de oe~
xeira ou do residencia do escravos, aln de
um sotan, proprio para donfeUt; muito are-
jado em toda a cp ta do auno ; com lu-
miiiayao gaz ; e um vesperas de ter agaa
canalisada. Adiase prepara lo conveuien-
temciiUs, nio s dos movis indispensavefil i
qual.iuor familia, como de todos os apres-
tos do cosiulia o de mesa. Veadc-se a i!i-
nheiro, ou como se ada, ou retirando os
oouvcis. Quem quise? >e-!o, poda pr
rar a chave na m.io do Sr. Luiz do Reg
Barros, regente do li >spiiio de alienados: e
a tratar nesla typographia, dat 0 Iwraada
manh s 3 da tarde, on no IWi da Panela,
I.Tgo da matriz, palacele amardlo, deasa
hora al 7 u meia da inaulia.
~~Aviso
Na taverna n. 22, i ta da
Impcratrs
VKNDK SF :
Rap areia-fna a UO rs. ht>ra.
Rap apertm aixK is.
Rajx: arcia-|inMa a 1 j 410. *
Mantci.-a iaften a l?W).
Dita Iraaeeaa i IM r*.
K outns liins nlijoctue a preeo
em cont de partcipacAo.
m consequencia de ter havido as duas foiras
desta semana !,< 0 bois. a preco de 70O.j a ar-
robo, contin a ser vendida carne gorda a 480
rs. o kilo, na ribeira de S. Jos, onde esta socie-
dade tem a maiorio de seus lalhs.___________
Attenc,o
Dase costuras de alfaiale c paga-se bem, as-
sim como, tambem vende BU ama machina ame-
ricana, nropria para costura : no pateo de S. Pe-
dro n. 6, 1." andar.______
"Gratifica-se com 20#000
Autos perdidos.
Anda nao appareceram os autos de inventario,
que por esquecimento ficaram em um dos wa-
gn* do trem da linhi do Recife Caxang, na
noute de quinta-feira 8 do corrente mez de maio.
cujo trem parti da estadio do arco de Santo
Antonio s horas e lr2 da diada noute, ei
annunciado desde o dia 9 por esta folha, anda
que com erro na data, erro que fica reparado
no presente annuncio. Sao esses autos os do in-
ventario que procede-se pelo fallecimento do fi-
nado los Adnao da Costa Moreira, escrivo Atha-
hyde, e no qual at o presente estio os interessa-
dos na maior harmona. Assm, rogase a quem
os achou, a bondade de manda-Ios levar ao esta-
belecimento de molhados do Sr. Antonio Jos
Pires, caes 22 de Novcmbro, onde param os trensf
ou ao dono do hotel de Caxang ; e em quaquer
das partes pagar se-ha a gratificacao cima.
Escravo fgido
15(0000
No engenho Massuass, freguezia da Encada, se
dar de. gratificacao a quanta cima a quem ap
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o ;. tem 9 annos,
Basteaba, e castrado, tem a orelha drcita bastante
aseada, urna estrella na testa, e noquarto esquor-
do tem urna cruz ; o 2. ruco, com pinias vor-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o |>es-
.coen fino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalha, ferrado coma marea-I. R. do lado
dirito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco eambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
- Ono quartu diroito : giatifica-se com 50000
por cada um em preseoea da pessoa, em eujo |>o-
dor for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
Massa batida.
Vende-so tn.vsa balda de I* qualidade pata
fagos artiitriaes a 6M rs. a Rbra, >'it." de p-i.
tvarteda n 2oo r<. : nn anaaaaai rte Sal da raa
Imperial n. 207. de \':I lmn da palvnve.
J rln'garam os maravilh* fofM artlH-
enes da China, ira m'-ni s.dios n->* **\ir% < ir-
cos desde 20 at flili cada raixa : no ano
n i do caos da alfaii Ao publico.
O abaixo assignado proprietario do engenho Jus-
sara de Serrai-aem, declara s Exmas. autorida-
des e respeitavel publico para inteiro conheci-
meato da verdade, que q engenho Cachoeira do
termo da Escada, sempre se hmitou pelo rio Si-
bir cima, servindo tambem aquelle rio de limi-
te aos dous ter.nos e fregurzias de Serinhaem e
Escada, por cuja razo nao podendo os conse-
nhores do engenho Cachoeira pelo simples motivo
de serem consenhores de duas pequeas partes
de trras no engenho Jussara do termo de Seri-
nhem annexarem ao engenho Cachoeira do ter-
mo da Escada, terrenos indivisos e pertencentes
a outro engenho de differente termo e freguezia,
como o abaixo assignado em quaquer lempo pro-
testa provar se preciso for.
Sermhein, 13 de maio de 1873.
Jo.io Florentino Cavalcante de Albuquerque.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado na
ra de Santa Rita n. 25 : a tratar na loja da ra
do Duque de Caxias n. 44.
Aluga-se urna casa em Santo Amaro das
Salinas, na linha dos bonds, na estrada de Olin-
da n. 15, propria pan familia, estreada e acha-
te em bom estado : a tratar no n, 19..
Aluga-se urna casa grande com bom quintal
o alvoredo fructferos, na Capuuga, ra das Per-
namoucanas n. 9 : tratar junto a mesma.
Precisa-se alugar urna prela para coznhar:
na ra do Rangel n. 9..
Dinheiro juros.
No !. andar da ra do Duque de Caxias n. 26,
ha quem tenha 7o0i000 para dar juros______
Que gia? !
PaH-Aat.
Pergunta-se aos senhores empresarios de car-
ros fnebres, ou a cmara, de que ordem os
carros 9em plumas?..._______________^__
Atiendo.
O abaixo assignado faz cenle ao respeitavel
corpo do commerco que nesta data tem admitti
de como seu socio em sua taverna ra do Mar
quez do Herval n. 21 i, ao Sr. Manoel Goncalves
dos Santos Pereira, formando urna sociedade que
gyrar sob a razio social de Pinto & Goncalves,
a eujo eargo flcaJodo o activo e passivo da re-
ferida taverna.
Recife, 14 de maio de 1873.
Francisco Albino de Sonta Pinto.
Manoel Goncalves dos Santos Pereira.
'4tt
CASA DO OTO
Aos a:UOO-000
Billietes garantidos
Uua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do coslume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 8uO|"00 no bi-
Ihete inteiro n. 1461, a de 300* em dous quar-
tos de n. 988, alom de outr s sortes menores
de 40000 e 20*000 da lotera que se acabou de
extrahi (50*); convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente sero pagos na forma
do coslume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi no seu estabeleciniento com
prar os muito felizel blhetes.que nao deixaro de
tirar quaquer i remio, como arara pelos mesmos
annun ios.
Acham se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da I* parle das loteras a beneficio oa
igreja matriz do Rio Formoso, que se extrahir no
dia 21 do mez corrente.
Pftaaa
Inteiro 6*000 i
Meio 3*000
Quarto 1*500
Ite lOOrOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 7 de maio de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
Joaquim Jos Goncalves
Bekro.
Ra lo Conamerelo n. 5, 1." andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, c sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Animarlas
Lamcgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira. ^^___
WilaoRowe t C.
em o seu armazn na d i Oiramercio a. i\.
tcein para vender :
O verdadeiro algodio azul anuTieano perier qualidail.'.
Fio de vela do molhor.
Cogaae arca J. MMra.
Mnho de iaraaatai.
K em seus depsitos earvao de pedra i!>.'
as qualidades. ___
Engenlios venda.
Vendi'-se os engenhos : Gameleira, rom afr
do dous mil paos, s luado no lugar deiioinioadi
Barra de Panellas iiiargem do rio Piraa
a 4 leguas da estarlo de l'm. eoin terrono
safrejar annualmente de V a 5 mil pies. <'. irr ..
tes. com safra do dous mil p\f<. mIiuiIo n" ('. -
trelo de Agua l'rola e 2 leguns da eslava
Una : o pretendente a ambos, ou a quaquer oa
dos dous referidos engenho*, eateda-sc ei.-.i
Joaquim Rmlrgnes T.avaro de MHIo. no R
praea do Corpo Sanio n. 17. ou com M_| II.
ta Marques Dias, no \> ivoado do* Montes.
\rlihial
Valdiviao da potrn, no wa araavaai de
ra imperial n. 207, faz tiente a-j re=p iiavo! -
bliro desta cdado. que > acba aati
prrveaMo de lodo a hfi qu- i mi--- ,
festejos de Santo Aatn*ii s r
a-sin como um excollente s-tnim-lo de d
.ir. bomba rea! e pistolas de quatro a ei '
ditas de duas c tees balas, unic a nina l>e, a
oolk'c.ao de oulrw foguinhos ii.iri brinque!
vrianfas que costuniam divc'rr-s-
eilliosas rodiiihas do salas.
A'ende-se.
a casa n. l'i da na d Coronel Sua<- .na laaif
dos Martyoe): i tratar na ruado | Th
norio n. 3, 2 a miar_____________________
Salsa-parrilha
da mais nova que ha no mercad): vvnd
ra do igario n. 7, i* andar.
Vende-so 20 > |ialmos de, trra aa eamA
do Lea, lugar dos lomedios. com exceUeul-
barro, para toda qual I., lo de otra, que eflV t
queira fabricar : qoem prc'ender pode drijrir -
a tratar com Ignacio de Suiza Lto, no atesi.v
lugar.
^tX*OOOtC^>? XV?O,>XV
% Engonlio para pry
Q Vendse o engenho Piranjrf-Ass, i- '
A lo na freguezia de Agua-ProU, a una
j logua da eslc-;ao de Loa, nova, de agua,
V ni ionio o corrente, a margen, o rio Pi-
O rangy, com ierras para safrejar atis d-
(5 qnairo mil paca de assuear, raa machi
Q iiismo perfeilo e do syslema moderno.
Bj uai ptimo assentamento. distdlacao, etc.
A tratar na ra do limn Jesos a. H, ao
escriptorio do nepo^iante Joaqun.
Ranos, c ra do Imperador n 48. pri
metro andar.
Antonio Domingos Pinto, roa do Bario da
Victoria n. 57, tem para vender arreiei para don.-
cavallos com lenagen-i lnaaea awareBa.______
Em Tegipi.
Vendse duas casas, sendo aae em mi ta*
todos as pertencas de uau aadana, e raada aav-
ulmenle 25*000 : traU-ee aa raa de aata Raa
n. 14, I.* andar. ________
Aluga-se urna eserava
tratar na ra da Gloria n. 146.
todo servico : a
V:N0AS.
as nicas e verdadeiras bichas harabnrgue-
zas que veat asta mercado : se vandem na roa
da Mrquez de Olinda a. 51,1* andar.
- Commeadador BoaeMo Raaaaet
do de retirarse para Earapa ron i
vende o seu sitio ao CaMereira ca aabida |
rio Capibariae, chao imiaa, awrada am tade
na frente um portan de Ierro, aaa cana de vtraa-
da mnita fresca e ventilada, coa 2 asas, 2 asar-
los, send > um muito grande, ripiar pasado ara, *
um sobrado no lado da casa aciaa, edaada aci-
as do nivel da casa jaata pelaos, aaa aaa
rnde ctinha, sala de jaata para
engoiiuuada, daaaaaa
e o andar sapa
corredor e aaa sala tarada ai
o mesmo sitio.eoebaira,
criados, taaM aa deaaaa da
tatada de forro, muas aore Ja da Irada, e i
pequea baa para capia : asa a
comprar alteada se can a i
Jos ACsaso,
All(ii
Vende-se aaa vicaria coa
ca-se or am carro fechado; o
muito boa, prerisaadn iarrar, para asa a
?altos : para ver e iralar i raa do
maro 17.
oulra
Slt
10
Vaade-ae%o
ate a. U, a raa do V
Goyanna, aatifa raa do Cotoreflo : a
do LivraiBeato a. 6, loja.
ia
ara*

j.
r
i


Diakode-!Pertitbfco--~' fttp/ftlra 2ft-&4fai'e'-l&7&
O INKXTIWitJVRL
'PERFUME
i"
**
4 celebre
a
HE
mi nniv a i,nHA\.
I.'ma pura distitlaoao das mais raras flo-
res dos trpicos. Conten, para assim di-
zer, quasi o odor odorfero das flores do
trpico da Amrica, e sua fragancia quasi
inexhausta ainda mesmo por continuada
evaporacao e diffusao. N'este respeito
iicomparavel a qualquer outro perfume
qne hade venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
CARECA, DERILIDADE E
1! YSTERICOS.
E um cerlo e ligeiro allivio. Com o bom
-ton, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, as Indias Occidentaes, Cuba,
ico, Amrica Central, o do Sul e nos
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado,. Taqnhem faz remover
da pella:
ASPEREZAS, E.YIPOI.AS,
QUEIMADl ItAS DO SOL,
SARDAS E B0KBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urna
excellonte mistura para banhar a pelle,
dando, um aroseado e cor clara a complei-
cSo nubada, sendo applicada depois de
barluar, evita a irritaco que geralmente
occorre, assim como tambem gargantendo-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e ine-
lhora a condicSo dos denles e gengivas.
Como ha mofetas imitaces, as quaes nao
possuem uenhumas d'estas proprieJades,
deve-se tomar cuidado e contar smente o
o famoso perfume e cosmtico do sul da
Aiiv rica, chamado :
MI FLORIDA
di:
M3 Itlt VY ai 3 .\im.
Se ocha venda em todos os droguistas
e perfumaras da muda.
UBTRETO
M E1) I*C IN A
Preparado por
Lanman&Kemp
para thisica e
toda a qualidade
de doen^as, quer
teja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escnlhidodosme-
Ihorocfgadosdos
quaes se exlcahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
clmenle, e suas
v aluaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidctdo,*"emtodo
o frasco se garan-
te pe rfeit a men-
te puro.
Este oleo tem
sido submellido
a umexame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
tlenlo, do g
verno hespanhol
em Cuba e foj
pronunciado por
elle a contar
MAIOR PQRCO DOIHNA
i que i :lro qualquer oleo, quo elle tem
minado
10D1N0 Y. Hi'OHFR SALVADOR.
Em mdo o oleo de ligado de bacalho, e na-
quelleno oual cont'm a maior porcao desta
invaTuavel propriedado, o nico meio para
curar tod eneje de*
garanta, peito, bofes, picado,
l'htysica, broncliistes, asthma, calharrho,
tiisse, ''esfriamontos, etc.
I ns poucos irascos d carnes ao muito
jro que soja, clarea a vista, e d vigor
a todo o corpa. Nenhufn outro artigo co-
cido na medicina ou sciencia, d'tanto
i.utimento ao sistema e incommodando quasi
t la o estomagr.
As pessoas cija organisaeo tem sido des-
truida pelas affec\oi-- das
ESCRFULAS 01 RHEUMATISMO
todas aquellas cujn digesto se acha com-
mente desarrancada, devem tomar
O OLEO I>E FIGtfDO DE BACALH \0
ni:
LilHUSI A- KKMP
Se que desejatn ver se livres e sentas
enfermidadea.
Acha-se venda c.li todas as boticas e
drog .rias. II. Psnter I'., agentes.
4 YMlela,
inpenho d n. befmam a
ao publico era gem lem procurado prover-se do
Ine ha de mellior e da olflppjnoda nos mrca-
os do Europa para espo-Io aqui venda, eer-
tos de que os seus rticos serSo bem apreciados
pelos amantes do bom a t>ar;*M ; passa a nnO
aerar ajfuos d'eatre elle?, como sefam :
ALBU>S, os mais ricos que te vinds a este*
mercado, coja tapas de mdrperola1
Urtanm^jnarBijfLjelludo e chagrn.
ABERECOS ffyo* olu* !** jrfl luto ;
a|ittttmo:^ mAaMtMplo de
diW e i*nu, okri flb ixmk bem
acabada,
BOTOES para puiiho?, o qne w pode desojar de
melhor em plaque,, tartaruga, madre-
perola, marnro e ftsso.
BOLfAS de velludo, seda, palfia e hagrm, o qu
ha de mats moderno e Indas.
BICOS de seda e de algoflan, tanto bnneo como
preto, de variados desenlio?
CASSOLETAS pretas de metal e de Madree-
rola. ~ 5
CAIMNHAS para costura, muito ricas e de di-
versos fni tos, tom-aasia e seat ?
eHa.
COQKS a imitaro, o qdepode1er* m
bonito e boro goNo.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
seata um .grande e Irado sertimente
capas de satisfezer os caprichos d
qualquer seahora por mais exigente! I
que seja. '.j ),
PORT-BOUQUET de madreperola, matfm e (teso,
este um objecto indisueasavel as se-
nhoras do bom tom, afim do aspirar
o aroma das flores sem o loconvenieo-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rem as delicadas raaos.
PE.NTES de tartaruga, de marlim e de Lufalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido -do publicu que a Pre-
dilecta sempre conserva um importas-
te sortiraento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Rimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade' elegante da
Europa, e por tatito, acham-se ua-
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa db enumerar urna im-
mensidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos Jeitores e se pede a benevo-
lencia ti i respeitavei publico em di-
rigir-se ra do i abug n. i A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o qne bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e Kurgtrrao
seia
VESTIMENTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo preo.
FLORES. A Predilecta prima em conservar rnn
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol;a anda que nao es-
teja bem replecta de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido Uo publico que s na
Predilecja que podem encontrar um
grande sortimento de fila* de setim,
tafet, velludo, finho e de algodao, por
commodo pre^o.
GUAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e Oe c3res, o que se pode desejar
d" ruis moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lafos c golinhas de bonitas cores, tam-
bera tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para hornern.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mai 6 de seda, de la e de algodio, pa-
ra senhoraj meninas e homem.
LEQUES.,Ricos loques de madre(eroIa, tartaruga,
marfim o de sso, os mais modernos e
por barato preeo.
LUYAS de pellica, de seda e de algodSo, para
hornera c senhora.
LIVROS para missa, a Predilecta apresenta es-
colln do respeitavei publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marOm, sso,
vellud) e chagrn, por preces mu
razoaveis.
I
NOVA UWA DE JOIAS
,N. 2 "'J^Uat' do CabugN. 2
i<4 A
RAfitROM rt I II.KO
- ACiuuado-se omjdeUraente Pifonmado este estabelecimento,
tend os seus proprteUrio6 feito urna importaate acq*tiaico de
joias la modema vinaas ao mercado, e.de_qnalida|les supeiio-
re, contMrte'o respetar! pblico a faaor fama visita ao sen es-
tbe4ecjmento, ajinv do apreciar e comprar urna joia de gosto por
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabug\ n. 1 A, acaba
de re'cbcr pelo ultimo paqnete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
uhas e punhos tambem bordados e de phaiitazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calorabas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
por barato preeo.
Mowfs & Irmao
Um seo escriptori rita da Madre Dos
ii. j, I." andar, tem para vender por proco
. :
Vm>m do Porto superior engarrafado.
>rven Bass.
Ch.1 vi rdo miudinlio de superior quali-
dade.
-----------,---------u........
{Mi de hn
O Campos da co:ifi'itana, reeeb por tolos os'
vap.ii-e; n tao precmisado Caf de Jata, moido
enfl ende a 600 rs. a libra.
Si na Confeiaria du Campos.
' \ RA lx AU'ERA^OR N. 24.
Fiambrra preparados.
-, S blllU> K INJ'EHH>
rase fywfojioaunT ellas.
ven'Wif eM a
\ airas ^binezas.
itariado Campos.
.! \ .-O MIMUADO >. ai.
E' baratissimo
Basquinas e casaquinhos de seda ricamente en-
feitados e era muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 7C0).
Pecliinchas.
Chapenas e chapeos de palha, velludo e seda
para (entona e mennas, por precos baratissimos
de2, Ucki.
Ainda >ecliiacha.
BalSes era perfeito estado para senhoras e me-
ninas a 1U0.
Para acabar.
Biquissimos cintos com laces e sera elle e de
gostos muito chiques a 400 e a: 0 rs.
Entremeios e babadinhos a 400 e 500 rs. a peca.
Saias de la para senhora, 1.
Estas pechinchas s se encontram na loja do
Passo, ra i. de Mar ...o n. 7 A, antiga do Crespo.
tasso mmk.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados -sextaves para ladrilho.
Cus de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar aJgodo.
Machinas de nadara.
Potassa da Russia em barril.
I'hosphoros de cera.
Sag em garrames.
Scvadinha em garrafoes.
Lentihas em garrafOes.
Rhum da aJmaica.
Viuho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vintao de Bordeaos, dito,
v Vinho de Scherry.
Vinho da MaJeira.
Potes cosdPKnguas e dobradas inglezas. .
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Ereres.
Latas de toucinho inglcz.
Barris com rop..Iho em salmoura
GRANDE LIIDAG&NO BARATEIRO
,110
BAZAR NACIONAL
Sua da Imperatriz n. 72
LonreiifoPercira .MeadosGuimaracs
CASEMIRA l'RETA A 2^*00 OCORTE. j COLAAS DE FUSTOA 2P500.
Vende-se cortesd casemira pret para-cal- Vende-se colxas de fustao de cores
cas de bornena a 255500, 4500, 6j? e GTO00. 2-?5O0 caila urna.
. PANNO METO FINOA S&500. ; COBERTORES DE PE. IOS A ir200.
Vende-e panno enfeetado proprio para Vende-se cobertore de pellos e papado'
calcas e palitts a 28500, 38, 48 Soeo o a in e 18400.
covado. SAIAS BRANQKS A 28000.
ALPACA PRETA A 500 RS. Vend-se saias brancas e do edivs a 28000
Vende-se alpaca preU fina a 500 e 640 rs., o 28500.
ooovado. TOA.HAS A 800 RS.
CORTES DE BRIM A 18600. Vende-se toalhas felpudas proprias pars
Vende-se cortes do brirn para calcas de rosto a 800 rs. cada urna,
homem a 18500 e 28000. BOLSAS PARA VIAGKNS A 38000.
CHITAS BARATAS A 240 RS. Vendc-se bolsas para viagens a 38, 38500
Vende-se chitas francezas largas, para e 48O00.
vestido a 240, 280, 320 c 3G0 rs. o covado.' LENCOS BRANCOS A 28000 A DUZIA.
CHITAS PARA COttEHXA A 280 RS. | Vende-se lencos brancos a 28000 a du
Vende-se ebrta finas para oobertas a 480 zia.
re. o covado. OOSDE.NAPLES PRETO A 18800
MUSSELINA DE CORES A 400 RS. Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
Vende-se musselina finas, de cores para a 18806, 28, 28500, 38, 48000 e 58000 o
vestidos a 400 rs. o covado. covado.
FUSTAO MANGO A 320 RS. MADAPOLO FINO A 48000.
Vende-se fustao bronco para vestidos a Vende-se pecas de madapolao, a 48000.
320 rs. o covado. 48500, 58, 68, 78000 e 88000.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 300 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 3C0
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cajnbraia baptista nara vestidos
de senhora a 400 rs. o coxudo.
ALGODAO A 48000.
Vende-se pegas de algodo bom
48500, 58, e G8000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vendc-se algodo enfestado a 900 rs.
metro.
a 4$,
SOBERANA E INF4LL1VEL
IMKCC.U)
DO ,
:atte:

Lua t^A
,espscTai das iaranja)
ffleMo honra,!be, a
VENDE-SE
ama boa casa terrrea, m chao proptvj com. o
quartos, 2 salas, cozinha externa, cacimpa, gra-
dte quintal, plantado e murado, sita'na, fai das
Grioulas (Capunga) : tratar a' ra ai. PlnMi-
Una n. 14.
i-SO m
re

o ,cpv.
^^Bim lo
ado
padres a 280
do passo,
-po.
CALCADO
DO
PORTO
Antonio-Pereira deOliveira Maia vend em seu
ettabelecimento ra da Senzala-nova n. 1, cbi-
nellas para honj-m e senhora, umancos ,s*pes
de tranca para os mesmos, ludo de -superion" |us-
lipsde; e proprio para o invern.
I.IOVS'IC
Da faculdade de medicina de Pars, cavalheiro
A bleimorrliagia, ou .urgajao, urna inflammai.ao do canal da uretra, occasiona-
da a maior par'e das veze pola eo:n:iiuiicrao impura. Nao urna aIfec(;o geral, quo
d logar, como a syplilis a accidentes secundarios. E' urna afielo puramente local.
Effectivamente, os meJicancntos que ha muito teem sido'epplieados interiormente con-
tra este mal, taes como a copahiba, cubebas ete., nao produzem elTeito senao communi-
cando s ourinas algumas das suas composi.oes, quoj pela sua passagem atravez do canal,
so tornam urna vordadeira injfeccAo.
Para que ser neceSsario carregar x> estomago com essas preparaeoes nauseabundas e
repugnantes ? Pira que preciso fatigar os intestinos com a sua ac^irritante? Ares-
posta 6 simples:Nao se traba ainda doscobeit > urna mistura que, introdazida directa-
mente no canal, produzisso os mesmos effeitos sem temer mos resultados. As injeegoes
to falladas at aqui, conseguem fazer parar a purgarao. porai pela irritaco consecutiva
que produzem no canal, sao urna orneara permanente de aperto, affeccao muito mais er-
rivel que o mal se pretende curar. Eis aqui porque a maior parle d js mdicos, que recu-
sam, com razo, de as empregar.
, Presentemente, este fundado temor no existe. A injecc,ao que nos apreseniamos ao
publico, que conla dez annos de bous resultados, nao interrompidos, nao irritante. 1"
anli-lilfinoirhagica em toda a.exteiiso da palavra. Queremos dizer, a causa do mal,
que ella destroc decompondo os elementos da pi ra i a n tonificando a mueoza e as
glndulas donde pprJvM a suajorigorn. A sua applieafap, ti;V> dolorosa, o se inna li-
geira impresst) se segu ;'t sua introluicao, essa mpressno de pouca dura, e segue-lhe
urna sensago immediata e nao desagrada re. O seu tratomgi^o nq precian de ionhum
outro auxiliar para fazer parar em muito poueo tmpr as purgares, ainda as mais re-
beldes.
Quasi sempro basta um s frasco para a cura, pois nao nos consta quehou\esse pur-
gago que resistisse ao oiuprego de dois.
Afim di chogar a.uma prompta cura, o doeflte lever seguir o seguinto
1.' De dois em dois dias, lo .mar um grande banho, o permanecer uelle ditas horas,
sendo posi vl.
2." Lavar tres veaes pordia a parte doente com aguo tria.
3. hhr tres ihjecgoes por dia : do manlia. ao meio da, c noite. Aportar ligei-
ramente o orificio do canal, afim de conservar nellc o liquida um minuto.
4. Tsar um suspensorio.
5. Abster-se do uso de bebidas espirituosas, ou- alcoolicas durante o trata-
mento.
&\HOK4S.
Ha muito tempaque as flores brancas, lejucorrhas, etc., ioemsido consideradas tas
senhoras como causal, a constuicio anmica', qaena liiigtmgtra vulgar Ibes cluman
pllidus cores, quando ellas s3o ao contrario, a causa do enfranquecimento, e pobreza
do sanguft. D'ahi provem o erro' que muitos mdicos commettem aiuda, de tratar do
estado geral, em logar, de.-ouidac do estado local, que e a causa dos symptomas geraes.
-lio logar proprio erte de tartarmos ttieoricamu-ute o facto que avancamos, mas acredi-
tamos valor. .
A nossa inj. ci tande sompr a sospnJqressscorrimentos.sempre rebeldes a qual-
quer medcame: o ; mas para Crbter esse resultado preciso que seja dada com o "maior
epidado, e^ue enetre at,naf|wi(s[pequr'na^ pregas da mucoza, pois quo ao fundo
da mucgza que >. a causa da aueccao, N4 convidamos as pessoas que recorrerem
nossa injec^o, a sorvirem-se, de pFetexeacia a.'outra qualquer, da sfrja|iliteiia, forrmi-
da d'um tubo de-yideo do qual a extremidade redonoo tei* Iguns .fccos. Esta
rfngas tem sobre as d*s b'A'rfagem d'abrifjargaifete angina, e ||r tola a p.Um*|
zjt, em contarlo ixnf oIiqHtlc|#ty%;tado, coniliao'adSpentatuI p
|uaafede
l rep
DA RA DIREITA
HOJE
MARC4LI0 DAS N. 54
Neste estabelecimeOlo encootier o respeitavei publico o mais completo
de miudezas, chapeos, calcado frapcez e artigos de luxo; e recebendo quasi
artigos de propria encommenda de Europ, acha-sc as condieOes de retalhar
d"o que qualquer outro, e quem duvidar veja :
ortimenb.
ioaosaeu*
Mis barate
Ricos transparentes
108000.
Diadamas d*r*dos 4*
Ditos de tartaruga, a 38.
Ditos de bfalo, a 500 rs. e 18600.
para anellas, a
o, afpaoo.
*o*
Graiaits de sla'para senhora^"* IIW.
Parares de seda muito finos com 1 leos,
de 3a .8.
Fivelas de temlreperolr, a Ifk *
Vestuarios para baplisados, ricaraonte en-
festados, tt 258;
Gachos de flores muito finas, comeado C
ramos, por 38-
Gaixinhas com perfumaras, muito pro-
prias para ramos, de 4c"00 a 88.
Ricos vasos de p rcellan com fina ba-
nda, de 18 a i8.
Roioes com dita dita, a 500 rs.
Latas graudescom dita, a 200 rs.
Vollas de veludo para pesclo, com cora-
c.6cs de madreperola, a 500 rs.
I.inha de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duzia, excellente para; machina.
Dita de dito de cores, do 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita, a 280 rs.
. Entremeios e babadinhos bordados, de
i00 rs. a 28500 a pega.
Cales do seda de 18200 a 28G00 a
peca.
Ditos de algodo de 100 a 200 rs. a
pe?a.
Trancas brancas de caracol a 40 rs. a
pega.
Caixinhas com 4 papis de agulhas fran-
cezas por 240 rs.
Ricas cestinhas para o brago, muito bem
enfeitadas, de 28 a 38.
Ricas golinhas com manguitos, para se-
nhoras, a 48.
Camiznhas para senhoras, ricamente en-
feitadas, a 48500.
Casaquinhos de la para ditas, muito bo-
nitinhos, a 78500.
Collarinbos bordados para ditas de 500 rs.
a 19.
Esparlilhos muito finos, a 48 e 55.
Gravatas para homem, pretas e de cores,
a 240, 400, 500 rs. e 28500.
La para bordar, a 58500 a libra com-
pleta.
Finissimos lequesde marfim, a 88.
Ditos dito de dito, a 58.
Leques de sndalo, a 58.
Dit s de madeira imitando, a 28.
Escovas finas j tdeo*j|J_*iO
arroz, a 19.
j Ajfcfcdfcres finos com lacos, a 19500.
DiDffdfcos, a 2*500.
* Dios dttes sem lacos, a 19400.
Ricws peloe*de diversos tamanbos, corr
roolcKrra dourada, modelo oval, de 19 *
128.
Hilos dito eom moldura mi Misados, a
28500.
Ditos dito com columnas de Jacaranda, 28500 a 39.
Bengalas, a19.
Cllarinhos de papel a 100 *s., a da
zia.
Chapcesinhos de palha para seobons, a
G8000. .

Ditos de dita para menina*, a
Ditos de da para erianftr,
1S
Ricos chapeos de palha escura para se-
nhora, a 1C8000.
Ditos ditos de Italia para ditas, a 119.
Gorros de velado para meninos, a
48000.
Chapeos de palha i*f leza naaa axanen1-.
a.
Ditos de feltro finos para ditos, de 38 a
48500.
Ditos de sol de merino, omito lindos, com
cabo de metal, a 09.
Ditos de seda com cabos c pegadores d-
mafUm, a 169
Meias cliapclinas para aaiahora a ff.
Duz!a de camisas d ctetone de corsa i-
xas, para homens, a 338.
Hotmae francos paa senhoras, a 4JH0-
Ditas ditas linas cnaaHadas, de canoaito,
a 08 a 79.
Sapatos Charlot casa salto e sem aalst
para bomeos e senhoasO, de 38 a 38600.
Snalos do Parto, de tranca, a 18009.
Sapatos de tapte, a I8'"0.
Focos para menino*, de 2? a 28500.
Alflnctes e brincos de pedra cravadOa, a
1C500.
Ditos ditos de perola c filagran, a
28000.
Passepartouls para retratos, a 500 ra,
Agulhas de crochet com cabos de mar-
fim, a 800 rs. a caixa.
Granadino com listras de seda, faatnda
para vestidos, a 700 o covado.
Correntes de plaque para relogios, de 9
Ditos de papel, a 18800. a 38000.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador poder certificar-se da aaodi-
cidade dos presos, por quanto vende O BAZAR DA Rt'A DIREITA N. 51.



01
lEelonr no
P le ebter em poico lempo com o uso do
Faz'oito aDnos que eoooeleidfl esta precioso inico, f
Itoresi siviica^
UNA
difiici! acbar ama pei.^
qoe, ten do experimentado pessoalmeole, cao falle em sen fe*ur, j* rom lim aalaanjn
e apetisador, tomando om cx dea arte? de pnltr, ; cor f '.' '- di >.ui>
tc-saando-sa dopcia.
i
oj
HESPERIDINA

A BASE
i
a LABANJa AMARGA, cao ba on a babiUQte d i BRASIL (aterr.
qne l5c con:iet;a as proprieaates medicinaes da ^fradi f/nct*.
?'AAiJB
em sen estado natcral tem nm gosio
Baapnri'irj -
pon-.-o agradivel, e o rr.ario
liste em reter anas boa3 propriedades, e oo mesmo lempo apraaeau-ta como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL Dio tem MOa (i I
meieres imporlacoos europeas de calhagoria strnetaote. Estss, qrzdo i 4ob
ser gastosas, porm a Hesperidina a combinarSo perfaita do
p AGRADVEL SADAVEL
Para prova de qoa om artigo no qaal pde-ae ter inteira craiaipi pw ar pon
e tonocete, basta dizer-se qne oi pienamente approvada e aut-,n-s ^a pela
JUNTA DE HY6IEME
1o Rio da Janeiro, perw'Klindo sna lina elaboraco do tawri'); outra
BOl PRMV
a acceitac^o geral q>?.o tem em todas as parte. M
lecea se a primeira fabrica em Boeros-Ayres; ei
ede apresentsda. Fl864fci-
. em 18d9 a seg-ra tr.t M< uiavi.lt'
aodta dachegada S. M. O IMPRRADOR mrtgnroa-sa a fchca ^ea scluaixt-au
trabslha na corle. Em Valparaizo e em toda a costa do Pitflco tea I
tanto qae rara a casa qae considera completo sea aparador san it jrra da
II
l Hm
O bomem velho toma Hesperidma pan obter
VIGOR
0 bomam doente toma Hesperidina para oblar

u
E
)btar boa aM
O aomem dbil toma HesparidiD para oM*r
Nos bailes as donzeas e es mogos tomam a HespafMaia par
animac3o dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR C, rna aVVlflrio tmrM n. 7, f -foflr. recebar ata
grande especifico, e venem-no nos djposit n aegoiitea :
Joaqoim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferiuo Garoejo, ra d^ Gouuercu>., m
MarcelioO % Gon*]v*tff FOntaL ro|da |a4<* uMA
-
Libras feterririts.
Duae^olheiiwdo sopi da- iwminjeccb liuca b"b* %
riat* enflreT a SWiBga,'1>*st4in para urna injdccc^ cywieyj
A nossa nyecf^^||("|^viatica :
^l'lSMsC^aslk00
I
dfi
taWlr:-^sW<
6c?b
,u raenURJ
wansntii juauuwi iy mmiua ae kmm
ft. de Oliveira k C.,y fc Vcnae^se
oa9 tufc de' TMati*'MMIfW t. 100;
ifi|ueawfe to v
Jnesma.
4 Ma -itP-r a
BA.RX.ttO.LfJ MI lin
^-Kuajuar^aijb Rosario
Antonio GoAea Pre# 4 G, ru da Cali
Antonio Gomes Pires & C., caes 22 de Novembro.
Gomes d Irmo, botoi d Pfeaaogem.


Rival sem segundo.
Chegiram agulhas para macWtt'as. do fabiicante
Grwrer o l^aker. Piftia por Um_________
Saceos de estopa
A variad is para milhn c farinlia a 310 dada nm
,^5'do Crespo n. 20.
Cssaa avariadaw a
o o*>va4o-
0 Pao, veadr
rs.
BICHAS m HAMBRGO
As mais recentes e melhores.
lem-senapharmaaia pdrogarijdeRa^ J
olomeu di C., ra Lafga dosario o Rn. 84.
cores com uisi*
um petynio umj
barato pre-o do sois
E
*
fcrSw fc w&t^sr"
i rea a


fo
Diario de Petoiaii&buoo Terca fMv'flOiid^Obioi>di 7
i
i
4

r
s

v
\
i
r
v
K.
bares Ltiie firmaos, peder as Ekmas^BBtfiaadesini ciliada,; para viren wntir-se
de uru completo so'rt'uuento de miudezaS e peAnaariaBj.'-por prefCB aatfatisjinos, a
. ii
>aber:
Ciu detona. hraiu,rauitQ boa cera
noveUos, 400 rs.
dem idem de manea, 300 r. .
Mago de fiU Imiezs, t 900 W*
[>uzia defdpfe de cordio
iSO-rs.
Wew A wrstel doliaka branca, a
Idea k* nmtol 2i jade, a W.
Lamparillas a a*, dand ua la uito
boa, a 19000.
Ybotoaduras para coUateJsao baratas), a
200 rs.
Duzia de pegas de traiga oaraool branca,
i 400 re.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fito-de aelrodo de todas as cores e largu-
-as.
Mem dem de sarja idea idea*.
Talheroscubcde tiado (knteote)*8000
docto.
l)z sm baralhos franceses canto doura-
idem dem boira lisa, 2JW400,
Garran do'tinto rosa tfxtra-lipa, a 19000.
Caita- de botaos de esso para caica, a
20 rs.
Cbqies modernos, a 39500.
Mcd de trsnca lisa fle cores, a 2i0 rs.
Esplhos-toucadores.'a 23JOOO.
Resma da papel pautado o Kso, a 99600, tes, a 29200.
ii
*0 'afia d* pWMratffcjrry, a 800 rs.
[ dem dem-, a *i>0 r*.
f" Caita deenvetopea (rajados de preto,.*
90 rs. ""
Loques para senheras a 29000 e 49000
dem dem de osse, a 69000 e 89000.
Indispehsnveis de cooro da Russia, a
109000.
vrospara notas, a 390.
Redes onfeicadas, a 9300.
Duzia de collarinhs bordados para ho-
mem, a89000.
Mem idem lisos, a 69000.
PEKPUSIAMA8.
Garrafa de agoa florida terdadeira a 19306
dem kananga do JapSo, a 1^200.
dem divina, a 19000 e19300.
dem dem Magdalena (aovidade) a 19500.
Frasco com ion ico oriental a 19006.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antiqne muito b Opiata muito boa, a 19, 19500 e 99000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos cbinez, muito bom, a
500 rs. e 19060.
Mago de sabonetes ingieres muito supe-
riores, a 606 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
e 39600.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
29800, 39500, 49000e 69000.
Caita depapel amisade, a 600 rs.
dem idem idem boira dourada, a 800 rs.
Caixa de envclopes forrados, a 700 rs.
Lvas de pellica com pequeo toque, a
500 rs. e 19660.
dem de sabonetes com flores, a 19500.
Lindas e elegantes cantabas com perfu-
mes do autor E. Codray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 19
Cbapos parra senhoras e meninas.
tam
v
ii>-

mm
0$ Wques todos da udreperola, brancas cdj
que tra*:ia o disticoL'NTAO-am ledra*
bw)M de madreperola cm alta relevo, tor-
' *a^*bhif*fcifl*)prS*do9 taWnoi'ras, l NO-
VA*S#ESCA Toa ,tiu#as daCaaia n.o3
(antaga. lo Auoi mada) .queso s tea.
mfo'de tartaruga
Os nrfncr*; btecHes, etos adereco?, enia*,
corstOs* swwsolelaa, que esli oxpostas boa
escoma das Exmaa. (aiBaate-i do chique) vende-se
na Xpva Espetanea, ra Duque o Caxias
.Aos meninos
mili uo BiiiH) ua Virtriii o. >*o
As mais simples, as mais baratas e as naslhores do mundo!
Na expsito de 'Taris, em 1867, oi concedido a
Elias IIowc Jnior, a medafca de eore e a condecora
cao da Lesro de Honra, por sefeni Si mahnas mais per.
* o n *ni i \ii* ,
fehas do mued*. i ..^ ni .
A medalba de ouro cQnfenJa a'"%. 'n^lunioR, nos
Estados-lnidos ^sw'edBireiiter da machina de coi-
tura. 'i\_y ":
A medalha de ou^Orra'cxposaD, de Londres acreditan
csUs macbinas. .,.
90$000
BOLLAS DE BORRACHA
~---------
Grande sormeato de bollas de borracha e catangas por baratsimo preco,
u)s ebjectoe que se tornara longo mencionar.
o mu-
28 Ra do Barto da Victoria 28
DO BO-WMAN
RUADO BRUIB N. 52
(Passando o chafariz)
P6DEM aOS seobores de engenho e outros agricultores, eempregadores de m
cinismo o favor de cma visita a sau estbelecimento, para verem o oovo orumento
ujaiplet) que .tai lem; seado tudu superior em qoalidade e ortidao; o que com a ios
pcelo MMeei pode-s verificar. inintA
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAH DE SUA FUNDigAO
rr jM J.<* dos mais moderos fystemas eem ta
VapOrOS 0 rOCtaS Cl'agaa manbos conveoientes para as diversas
virenrastancias dos senbores propietarios e p?ra descarocar algado.
Xoendaa de canna ** 08lamaDb0S, a9" qe iq'
Rodas dentadas p* "**
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre,
x^lambiques e fundos de alambiques.
Podeodo todos
'ser movidos a raao
[por agua, vapor,
de patate, garantidas........ jou animaes.
Todas as machinas ^de que "cos'"""prec,sir-
de raachiisrao, a preco mu resumido
llaClimiSmOS 5 pin urnr madeira.
Bombas
Cabe-nos o dever de annunciar que a companbia das machinas de llowe de Nota-
York, estabeleceu nesta ciade ra do Horno da Tfctorfa n. 88, un deposito agencia
geral, para cm Pernambuto e mais provincias se voneeem as afamadas machinas de oo
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pfela perfec.a i de scu trabaltw,
empregando urna agutha mais curta com a mesma qualidadad* liaba que qualquor outra,
e pela introdcelo dos mais ;iperfeoados apparelhos, estamo actuanentf. bahriitodos a
offerecer ao exame publico as melhores machinas dn mundo.
As vantagens tiestas machinas sao as neguintes:
Primeira.O puldieo sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestovel, a
circumstancia de nunca tcrein opparecido no mercado aachinaa d Howe om segun-
da mo.
Segunda.Conten o matori.-rf preciso para reparar qualquer dosarraiyp. _
Tcrceira.Ha nellas menor fric<;o entre as diversas pe^as, e menos rpido estrago
do que ijas outras.
Quarta.-Formam o ponto como se fura feto mo.
Quinta.'Pcrmitte que se examine o trabalho de ambos OS !fips, o que se nao consegu
as outras. r.
Sexta.Fazem ponte miudo em casemira, atravessando o'.fio de um a outro lado,
e logo em seguida, sem modmeer^se a tensaoi de linba, coiem a fazeuda mais
fina. .
- Stima.O compressor levantado com a maior facilidade, quando se tem.de mudar
de agulha ao comecar nova costura-
Otava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas ue grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi descpiihecidas, outras softreram
mudancasradicaespara.poderem substituir: eiUcUiitua adoptando a opinio de Elias Howe, mostr em artos mecluuiicas, lem constantemente
augmentado oseu fabrico, e boje nao allende a procura, posto que tasa G00 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com istxucfiocs em, por-tuyuez.
A Sova-lu-pranga rea Ouijue de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo sorliraento de bo-
iiecas de muilas fpiafidades, vindo mitre eflas a
engrandas boneras V borrha, atsim lambem
una papiena ijuantidade lo boneeas pretas que
te toroMn apgfwailaa ptU sua aovidade.
bem id
A Sbva BsperaiTCa ra Daquo le Caxits n.
W, refiAltt' vprtteoeiro rimento mKtez. prepara
cao para concertar porcelana kan til.
Vestido perdido
iiiba vetes um vestido t(ii*na-so inteiramente
feie, somentc por *>tar mal esfeittdo: a Nava Es-
peraarn- ra roque de Caxiaa n. i'-), reroove
este mi ; punaie c.-u bem provida dos raalhores
galoes e franjas de todas as -oros, onde pie es
colner-se vontade sobresahindo entre estas as
modernas franjas nwtssieas, que pela sua varieda-
de de eros, llea bem em quasi todas as fazendas.
A ella antea que se acauein.
Bolas de borracha
Vendem-se le Mns os lmannos ra Duque
de taas n. 6.% na Nova E Cabellos breos s tem quem
quer
A Nova Esperanra ra llnqu de Caxias n.
63, ai'aW de rix-nlit-r a vordadeira liulura de Des-
nous para ungir os cabellos, o que se cunsegue
(empreeando a) com nuiila facilidade, e por esta
motivo, rabenos brancos s tem qnem pier.
Esto na moda
Osxintuioes de cuuro, proprios para senhora*,
que recebeu a Nova Esiwranca ra Duque de
Caxias n 63. eslo, sim, senuo'ra, eslo na moda !
So queris.'ter m pteiiarar um ramalhete de
Aeirosos ernvos.braaeos pura o vosso casaiaento,
ou paca outro fiui apropriado, necessario ir
Ncva Espcsanca ra Du|ue de Caxias n. 63,
que atli encontrareis os melhores poiis b-uqtutt
que se |ide desejar.
Talagarca
A NOVA ESI'ERANCA ra Duque de Caxias
n. 63, vende talagarca para bordar s: de todas as
grossiirai.
A 90^000 A


II
rn*
H


A'
ua do Barao da Yictaria n. 2 8.
Lindos vestidos a S$:o corte
l:qiim(;o
FAZENDAS
Lfijfl di fas
A' ra Io delfcnjon. 7 A (an-.
tiga do Crespo)
Resolvemos dar om peqnano re-amo 4w qu. ::
dades e presos de tnras 'erraaoms. aim de
que vista denos nopaai apresiar fnc a I >u4a-
Escoth'i bem a Tontada :
C.liapeliHas, rbapoa te [ulna, vstnft, sana e
fil para senboras e meamos de H a *.
Basqnmss e r.isa juinhas de SSis da tf-a S|.
Cauqoiirhos e raaeira* ds tfocnet satos
braaeos le ti a %4.
Vestidos do ca ubriia branca coa Hnns bor-
dados a 5J e ll.
Camizmhas de eamfcrals branca St> e t 0 r
MaafuitM e fdltahna a SM iJttrt
Galos de UnLu as nulidades para i Libaras de
500 a U&XI.
Lencos bordados e-de labrrintho de a l0#.
Coque de 14 a I4.
Leques de madreperlae laaifim da 11 a l*
Balsas i.
diales a imita cao de bornus de ssarini prcto
de 8t e i*.
Saia> UdetnwH>mad>4, lltli
Cninisas bordadas para saanara, pwa tad- r
precos.
(apellas de cera a 500 rs.
Redes para coques a 3t0 e f ff r*.
Corte* de ranfhraia a 3|.
cortes de tarUlaaa n>rdadm a seda ds U- *
:*
Caubraia de sur com lindos iwlrdas o ecvao
a320rs.
Alpacas d<> lin*i< cores lisas eom ImSs- a
sedas de Wtt e QUO-ra. o asnada.
Crande sortimento de la para lodos os pre--
Crochel 1/ranco epreto covado a frOO r*.
Pil de fuiho liso preto e branco de '.0 a W>
rs a Tara.
Veslnsftas ilefamao nraar e da cores pssa
meninos da 34 a 4 .
(".iav:.tis e mSLta.s l: 320 a H cada ui.*.
Chn|ieos de castor braueo a 74 e 8*.
Chapeos de ensa de laexm preto par ba-
mem a 3J.
Cullarinlio* le nata li.-as e txrilados -.i a
i i ;-. duzia.
Hcitos.de Mnho aWOrs
Ditos borlados a IdMO
Ciirii* de velludo Inmiados para cJIeJe* s (#.
Brkw preto vara 14-
i fronhas de linlw r'araeiile burdad.i
grandes e i menores p"r 50*, c outro* mua .
tigospir prefos bantissiaios.
'hapwsi parta criaara e u-
iimn le rnroln.
,Venle-s>- Nodos chapaos le v.llu.k., p "
de seda mmente licitados c m litas
de blaud, piuurios para enancas c n '
escola, pelo baralisdmo prero Ir 5* < >J rada
um : na loja do Pstsso, roa do i'respo, ju i >
arco de Santo Antoaic.
l.oj:t lo Puv** a, rmis t *- HartM ti.

no mer-
Superiores cortes de catea decor, de oVgandv e de percolia com barra e
saias, acompanhados dos competentes figurines n 53 cada cc>te. Vcndem na
meiro de Margo (antiga lo Crespo) n. 13, loja das indormias-lo Antonio Correa
cellos.
de daus
ra Pr-
de Vas-

___
Faz qualqusr concert
Formas de ferro g-*---*-<*
E,lWmJofl Iocumbe-se de mandar vir qualquer machinismo von-
UCOIUIIiOIlUaa* \^ os clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
loas compras por iaiermedio de pessoa entendida, e que era qualquer necessidade pdeJ A |o;a d..lguia branca a
fies prestar auxilio. ,
Arados americanos e iMlromeo,*>8"'0'"-
RA DO BRUM I. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
s e novas gollinlias, trabalho do If, o sala, en-
neiladas ooui anniuho, obras estas de muito gosto
e intuiraixenie uuvah.
Grampos, brincos e roaetas
douxados.

Lfli
,
DE
ff No armazem de Joaqum Lopes Machado yC

Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia B anca, a rna do Duque de
Caxias n. 30, r cebeu bonitas garraniiss de crys-
tal em par com ramagens douradas e nu pro-
prias para arranjus de toilct, etc,
Aunis e COlareS eleCtriCOS" A ,oja:da ASU3L branca, A ra do Duque de
Duque de Caxias Csua* u. 50, recebau novamente bonitos gram-
a/aO.recibunova remessa dos proveitosos an- pos, brincos e rozetas dourados ; asim como
neis e colares elctricos, e contina a recebe-los novos diademas de a-.ro, e como sampn conu-
menp.ilinente, pelo quo sempre estar provida de nda a wi*e-los por .prmos raKvei>.
taesobjectos Oaixhhas eom pos dourados
Diademas dourados | ^.^^a^^ noa.a oahcllos
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n. e prateaOb, paia CaiX-US.
30, recebeu novamente bonios diademas dourados; Vende-se na loja da Aguia Brauca a ra ao un-
e enfeitados com pedias e aljofare?, obras de gos que de Caxias n. oO. _
loepbautasia. Tambem recebeu novos grawus t uva d DOlCa pretati C .C
prelos ou ailinetes com flores para a caneca. 1Jl" 3 r^ a
Leques com bouquets e ou- \ outras cores.
1 A iliaca Agnia Branca, ra Duque de Ca-
trOS CineZeS. xias 1?% rSSSx aovo surlimemo de lavas de
A loja d'aguia branca ra Duijue de Caxias pellica, pretas e de outras cores.
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de for;a de 2
Cor reas para machinas.
Polias de diversos tainanbos.
'aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama,
tontas de tanca para carro,
s'iiicotes para carro.
Galoes largo e estrello para cairo,
fregos com cabeca de marfim, wem.
a 4 cavallos.
_^_
Arados para lav'rar a trra.
Carrinbos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fld
Fogcs de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento. '
Salitre.
Balancas, pesos e medidas.
m CASA DE SHAW HAWRES & C.
RA DO BOM JESS N.
Vende-se
laralo wm aasaers 4inda, na ra do Cabra'l
qneprecisarepii.hr; a *atar na ra lara do
utiar'T ti, oaalugase.p
A fin. f^affeims.
Fun-n. wdn, de Gs*at do:Sk>,Hovo, o
melbocano. tem 'Vindo ao-mescadn: venOem iiour-
gard & C., ra do Marques de Oboda n. 15.
liiinliiis

l
Seda pura a 1^500 o coyado.
SeJB de core de muilo ndos e differentes padroes, gostos modera's, pelobaratis-
nn preQO dtf f950d 'ocovilo, vende na ra 1. de marco (antiga do Crespo) n. 13, loja
das ColtlrmiflS de Antonio Correa de Vascoacellos. ______
Sal do Assi
i
VENDE-

urna casa de taipa com um terreno proprio com
500 alqueires a bordo dohiate Varia ApieV.a, 60 palmos de frente e V'O de fundo, tem 2 fren-
fundeado confronte ao trapiche da companhia r tes, ama para o beeeo do E-pinheiro e outra para
trata-se a bordo do.raesmo.tnate, ou na ra do a ra Nova : a .tratar na ra larga do Rosara
Amorn u. 60. n. 14, fabrica de cigarros,
n. 50, recebeu urna pe|uena quantidade daquelles
bonitos leques com bouquets e outros chinea, i
Cold creme para refrescar e
amaciar a pelle
A loja d'aguia branca a ra Duque.de Caxias
o. 50, recebeu cold reme dos afamados fabrican-
tes Lubin, Legrara e Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, rna do Duque de
Caxias n. 50, raosheu novamente bonitos diade-
mas e gr&'i pos de ac.
Bicos de seda preto&com
flores de cOres.
A loja da aguia branca, ra do, Duque
Caxias recebeu, como novidade bonitos pico
seda pretes com "nres de cores, sobresaWnito nd-
les o preto com escamado, e todos, mni proprios
para barras e outros enfeites vestido* de gra-
nadine. ou.medina, e outras fazendas transparen-
tes. Pela cotumodidada dos precos es?es bieos tor-
nam-sc mai commodo.s e pela novidade de gosto,
prefer veis a qaaeaquer outros enfeites. '
Veos ou matinhas pretas.
A loja da agina Branca, ra d.o Duque de Ca-
xias n. 150, recebeu bonitos veos o.u mantftihss
pretas de seda com flores, e oatras
croch,.e rende as pelos baratos pwiw de .fti,
e 64QOU A fazeHd'a boa e.est era per'eitp
estado, pelo que c?ptini)a a te'r promta extrac-
jo
Diademas & ader^^ps de ma-
dreperola.
A loja da Aguia; tranca ma do'Dpf
Caxias n. 50, recaben nfn> pequea poT
diademas e adanes de uaoreperoja, sb
apurado gostq.
Perfe'ita novidad.
Grampos Cf>n\ borbolotas, bezouro6 e g^fe-
. A loja dAuiaP?a1icaf a a%W deij.
Caxias n. W, receben novos gtamp..s com t-orf f>m.e ,;.p rtn mp:
boletas, bezourds e gafanhotos, o quo d rerto^S
rs, o.<
^Rft 'do"C?espo n. 20.
Llzinhas escoerza?, padroes inteiramente no^
vx, r^dimnuiofrecdaa80rs. covado, e
pBeMdid*>-s0 asalws-a toi,uil^r-
nafl.jC.r,da;CmibB.-''.___________ ,
jarope d'agrio do Para
Antig..cpncfiUwMQ rne.cameptQ para
cuaJa^^ple^iAS dos ^rgSpi/espifaiorios,
como a phtysica, UrowN1^' *im* et<5-
ajjdkad^^dacpmoptnws resultados no
^fe'Pa|bWW^e rggaria de Bar-
COSTURA
Cnegararoao Bazar Uaivorsal daros No-
va n. ti, om m>MMmMo de machinas para
cos'.ura, das melhores qaalidades qae existe
na America, das quaes multas j sio bem
eonbffidas pelos seas autores, como sejam;
WelleT*'Wilson, Grover & Bok?, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras modas
que com a vista dc\erao agradar aos com
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costoreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feiclo como as mais perfeitas cosloreirai.
Garante-se a stia boa qoalidade e ensina-se
a trababar rom perfeic3o em menos do ama
hora, e os precos sio 3o commodca que
devem agradar aos pretendentes.
Joaquim Jos GoncaJves
Beltro & Filhos
Teem |.ara veader no seu escriptorio ra do
Comuiercio n. 5, o seguinte :
/GURDENTE de caj : caixa de t garrafas.
> de laran a, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CM. Je l.i-ba, receuteineute chegada.
CHAl'OS de sol, para homem e senhora, cabo
de inarlim e Osso.
FFIXES de ferro, para porta.
FIO dti.algodao da bahia, da fabrica do commen-
iui!ndador i*i'dr.oio.
UNHA de roriz.
03RAS de palheta.
PAX7O de algodao da Bahia, da fabrica do con
mendador Pedros).
RETROZ de todas as quahdades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
VELAS de cera do lodos os taraaobos.
YINHO engarraiado do Porto, eaixas de U gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, dem wem.
dito Setubal, eaixas de i e 2 dunas.
da Italia eagarrafado, stfas.de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, era ancoretas.
d caj, eaixas d'l gar afs.
Malvasia do Douro,' caisas cora 12 gar-
rafas.
Carcavallos, ibun idem.
Livros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-so as seguiste* obras de dirnto. !i.
c lilteralnra, por commodos precos :
Pardcssus :--r.u ConNfTaL
Villiann:-Rcvi>liitton fmw(stot.
I^iniz Blanc :II>Um dedix anas.
Vatlel :Droit Asa gen.
Ventura : Im Poiivnir public
Porten : Ooars Inx nalurd.
Kluher : Droit des gen*.
Rogron : C*le de esnnaeree.
.NeiOa tynognipliia acuario cs&us ofcras t...
rein vendidas._______
SLGRtDO tCONOJA K CE1.WIM ,
Olillilll W 'cm u uso
na
INJECCO SBOST
Linca, bygieiuca,radicalciufnlln
ra das^nnorhoas, flon-s brancas l T.
toda cspj:ie. recentes u rlirni as; ;.
offerece como garanta de salutar--i
a coutinuada applicatao que sempre >m a
maior vantagem se tem fcit-i di-.-i i b-s-
pitaes de Pars.
Cinc deposito para o Brasii, Br. i::
d C, ra Larga do Rosario n. 3i.________
Na ma da Imperatriz n. <,
loja ne tonca de Febastiao Mar.|tir d. S
ment, vende-se em porefie gran* tto todo tonca existente ua nie-ma. |
mnito diminutos por tero wam
de fazer urna viag.-m a Europa a Ir..I. r J
sade; portanto, M" os frejnwses <|o* presar
de se sortir destes artigo^, apreses* tve (|aat>
antes. ___
Joaquim F. ks Sauk* U-imUa lii
vende em ?eu eseripUtrio a ra i-> Mai ,
Olinda u. I i" andar :
Caf do Rio
Cha em latas de I libra
Fumo e*n latas
Farinba de mandioca
Vinho de Thomar, cm decimos
Vende-se no pateo do Paraixo
verna com poucos fundos, armaci
bem afreguesada para a torra : a traU
i. t"
lili.! .
Vende-se dnrfss de linlisi ds rr
jardas pe'o diminuto
ao rival da Recua, roa
mero 80 A.
de 10 rs
d-
H&2
(Xu
-:.;.

Vende-se um
utna
da Iniperatriz.n. 8,h
uniskiaaom nin* grande casa terrea flerlSa-
%tf noKd?jedra e cal, sontendo 90 palmos
perfe novid de. A quantidade pqpuena
por isso em breve se acabar.
Novas gollinliag ornadas com
-iia w ^minho
ua
M> Sil
namn,An#M -^ #' 4 ^^
-
a
Toalhas a 6^000 a duzia
pechincha.
Toaffins alcoxoadas, sio grandes, a 6* duaia .
na rus ch> Crepo n. 10.
(?ytas verdes e de cores a
200 e 2^0 o covado.
Na' rna da Crespo n. 20.
te*t a iW rs, o covaH, m
do mp ii. U.
Todbs querem.
Casae-lame, padrios miados, peto baou.ssu
preonde 2*U tia o ovado.
Baptistas lisas
com 4'Iij patmos de largura-a 00 rs. o covado,
muito burato :' na ra do Oresno n. 20.
VeBdfeMueoftni Barra, no Riuaicipw
Santo Antio, perts da eidade da VMoria mtmm da
urna legoa, moaato e correis, de lima. -. a esa
capaci4adn.HCauMsr coai *(na na pfsma eara,
com boas obras e bera p riwentadis. ws ans-
enles tcrrai para canna*, e toda piadasds la-
vourait sosa aulas para s rvonlia lo
genbo, o seu terreno do ptima .
lambem se vende cosa a safra pariente, s as w-
- ao rtmdjsaanr :
atandrr-st vm
_daBds,naVa-
radouro, e na cid do da \ totoria ca a |frarteu>-
maerde roda, se asas eoavtor
swa pmsndrr pies nesto praca
Joio Jos da Silveira,na odada
7P00
Urna peca de chita com
toque de mofo
Chju* rhas miadastm gf*g'fr 31 a 36covados por^7 ra do.Cfesno a


A loja d'aguia kranqa; i'ra Pu>jue daCapia*
50, recebeu' urna pequea quanlidade d do?"-
CIwhiIos
iovo
rii.uc "-' ^
. -*- ^S? na Torre
Vende se ou alsga-ss por daos om tres asnos
ara. pequeo sitio no ponto mais sandavel o apra-
riveldo alto da Torre^perto da igreja. bera trata-
do, com multas arroces de frueto e mditos comtns
dos; a fallar na roa Nova a. 19,1* andar,
Grande liqaidac^Q de faze-
das, raiuderas. fempeiw
e taboaA d Uniro e ama-
relio.
TboaaaaJosi
saetn loa de
com anaaiem i
quida^So de
VeaiSa
frente ds roa,
altoerce para casa, .
porto da amasas* drsssaamros pal
domessao, mk da IMimIiJu a
ra WwiU das-Alapdns i.
i


8
Diario de Ptfnambuco TerQa feira 20 de Maio de 1873.
aummarksinPi
X
t* constitM
Utlvo i*
-r> leirls-
Dizom ilgirti ovou ello, que esta
alteraglu i reito d v ^^Hireitos adqui-
ridos ij astxi HP* v0,ar '' ''u
ser vola to de pessoas
qiy> antes o f.iziarn em virlndo do artigo
rogulameutar qi.e deswjamos ver alterado.
iri\eipt) l;i$ar nio haial direito
jeta d vfo : um dev-
i t'i;i l imental impoe .vis
mais capazes pea soa independencia e polo
seu bom sonso, para escolher aquellas, que
derom fazor a le o administrar o municipio.
Onde est;i, pois, o direito de ser eleitor,
juiz de paz, deputasloou senador ?
Tanto considerado um de ver o acto
de votar e nao urh direito, como so diz,
que as nossas luis regularmentares acerca de
eleig&es estalieleoem uro*. $>ena (multa de
109000) para todo aquelle que nao lr vo-
tar as eleiges das carnaras-'-rntincpaes que
se jnlgam as mais 'importantes por isso
mesmo que se WftreM *o municipio onde
O cidado active deve tomar parto mms offi-
caz, visto que tem uello o sen domicilio. Do
mesmo modo multados eleitor que sem
causa justificada faitea reunan do collcgio
cleitoral a que pertenco.
*E' portando .claro, como a luz meridia-
na, quB nao ettite tal direito de votar nem
de ser miado : um encargo, como outro
qualquer, um onus' social e nada mais
(pag. 272.)
E como so a luz meridiana nao fosse ani-
da bastante clara, o eseriptor accrescenta
mais adiante o seguidle:
a Parliudo do principio de que o votar
c ser votado nao c um direito, mas dever e
dever to sagrado como o rio pegar em ar-
mas a favor da liberdade, da independencia,
da integridade ou da defina do territorio ;
ou como ser jurado, ou de concorrer para
as despezas do estado, etc., segu se que o
dever ou obrigac'o de votar ou ser votado
nao entra na categora dos direitos polti-
cos ; direitos que, a meu ver, Dio san indi-
viduaos mas que perlencem naco na
conformidade do art. 12 da nossa constitui-
do. ( pag. 287 a 288
guantas blasfemias e.* to poucas
nhas!
Com effeiU, o mais accorriino defensor do
despotismo nao podia pregar doulrina mais
contraria liberdade do que essa que ah
vac c nsignada, propagada por membros
proeminentes dop-'tido liberal pernambu
cano ; pois que se o votar nao um.direito
do cidado brasil.Uo, o se roesfio este nao
tem nenhuns ir ttos polticos porque todos
pertencem nugc, nenbuma razo de ser
tem o partido liberal !
O governo'sei ludo e os cidadaos na-
da I
E quem nao abraca esta e outras seine-
lhantes doutrinas, e nao se rondo a estos e
outros que taes argumentos, sem [eiJade
declarado estpido ou corrompido I
O leitor que nao se render a estas ra-
zos, diz outro collaborador da bra o Sr.
Dr Sarment ) estara decididamente ceg
pelo nteresse ou pela amhico (pag. lii.)
E como se isto nao for.i ja demais, accres-
centa anda :
Se depois do que tica exposto nos prece-
cedentes artigos o particularmente no ultimo,
ainda huter quem seja ou finja ser par-
tidista do voto universal directo, ou le sua
especio degenerada, eleigo indirecto, inven-
tada para disfamar as possibilidades de
realisar a concopcilo radical do voto dir to
universal, nenhum esforgo, nenhnm meio
mais nos resta para convencormos to em-
perrados adversarios
Se os sublimes dicta mes da alta philo-
sophia de Tiedemans, se as admira veis con-
sideragoes de Helio, se os dizeres ingenuos
de Ferrer os nao tiyerom convertido sa
doulrina da eleigo directa e censitaria, ne-
nhuma esperanca da sua, converso podemos
conceber, e com magua nossa seremos leva
dos a suppr falha na intellcdo ou no co-
radlo do leitor, Ninguem pode incutir
nma convicca-o nuquelles cuja intelli-gencia
nao cheya para abranger as razesemque
ella se funda, e ainda menos te deve espe-
rar que a covfessem aquelles cujos interes-
ses lhes insinuara simnlarem-se persuadidos
do contrario I pag; li) 'l)
(1) Tincamos publicado alguns artigos
no Diario do Recife, combateudo a eleigo
directa censitaria e mostrando que nao era
possivel estabolece-Ia entre nos sem que
Como se v, opropesso
I dos MuMaft: or .-(I m*M
Se nao te convence o que tenho dito
porque es estupido ou ests corrompido I
Mas que dira o illustre escriptof se al-
guem, aprovoitaudo a Sua lic,io, mpregasse
o seu mesmo metbdo e lhe dieesse tam-
bem ; se nao o convence o quo toaho dito
porqu o st'OorrtxripiUr?
Sem dnvida nenbuma rir-s.|ia de to
ostravagante methodoole argumentar e de
to esdruxala pretenco. : I
Poi o1 rftemo'quo'ttzenrs't^nlMji^ ao
lermos.a sua estravag^ante e oflehsiv i de-
i;laracio,N V acreVlrtarpbs' que todos os peus
.vlversarifl flzefariYi o mesmb parque ella
uo merece butra ousa.
J mostrdin<)s. pela razo que tudas os
meiqbros da socladado civil tem direitos po-
lticos e nS r smente deven, como preten-
do i) Ilustre eseriptor a\que cima nos,re
erimos, mostremos agora que isto mesmtt
se acba consignado ein a npssa coustitui-
eao, e que se con olla quiz a(iadrinbaf
sua opinio foi porque, nao} a ontnJeo por
falla de fazor a tlovida deslincco entre po-
der e "direito, c entro direito o dever.
Com effeito, se elle tivesse prestado mais
Seria attenco .1 disposico do artigo a que
se refere (12 ,', soliro tudo se o tivesso com-
hiuado com os artigo 7 8. 178 e 179,
ca -lamente nao loria foito ao nosso legisla-
dor constituinte a injuria do negar direitos
ao cidado brasleiro e do concentra-los to-
dos uo estado.
Teria riste, que no primeiro destes arti-
gos a cpnstituieo so refere, nao a direitos po-
litices Como elle diz, mis,ios poderos p liticos
que consituem a soberana de toda a nacao
o qucTttli ahi reconbece com pertencendo
tambem naro brasileira. Teria visto mais
que nos dous artigos seguintes nosso pacto
fundamental nao s reconhece nos mombros
docorpo social brasleiro direitos cvis e di-
reitos polticos senao que determina os casos
em que o cidado perdo esses direitos e as
causas pelas quaes lliu susppenso o exercicio
dos direitos p diticos, teria visto ainda que
nos dous ltimos artigos elle procura por
disposices apropriadas garantir a inviola-
bilidade daquelles desses direitos que tem
por base a lberadade, a seguran;: indivi-
dual c a propriedade.
E se tivesso releclido mais detidamente
sobre to importante assumpto, ter-sc-hia
convencido de que nao e a lei quem crea,
d ou outorga os poderes o os direitos po-
lticos de que ahi se trata, mas que ella
limtase a recouhecer, affirmar e garantir
esses poderes o esses direitos que as na-
dos tiram do sua propria natureza e do
seu fina, e os cidadaos do sua qualidade de
membros do estado.
Elle roconheceria assm a falsidade de
doulrina que sustentou dizendo que to
clara como a luz meridiana e (icaria con-
vencido de que qualquer que seja a condi-
cao social de um individuo, rico ou pobre,
sabio ou ignorante, bom ou mau, esse in-
dividuo tem direitos como homem e direitos
como cidado, direitos que smente a sua in-
capacidade pessoal pide empedi-lo de exer-
cor.
Nao acontece, porm, com os direitos
polticos e mesmo que com os direitos ci-
vis.
Como estes sao meios para o homem con-
seguir o seu tiiii, a lei deixa-o senhor de
exerce-los ou de nao excrce-los como lhe
paraca mais conveniente pois elle o me-
lhor juiz do seu intoresse.
Quanto aos direitos politicos, como nao
se referem ao fim particular do homem, mas
i lo estado, a lei pode muito bem, no inte-
i- .m deste, tornar obrigatorio o seu exerci-
cio, de facultativo que em si por quanto
muilos cidadaos baveria que sem esta
obrigacao, nao duvidariam esquivar-so a
esse trabalbo, podeudo dabi provir grandes
nales para o estado, nao sendo por essa ra-
zo eleitos aquelles que deveriam se-lo e sira
outros menos capazes
E' assiffi que em muitas naees, como en-
tre nos, o acto de votar tambem um de-
ver imposto pela lei sem deixar por isso de
ser um direito do cidado por quanto o que
a todos interessa por lodos deve ser tra-
tado.
A lei nao da a ninguem o direito de votar, el
lalimita-sea reconheceraquollesqueesto no
caso do exercer este direito e faz desse exer-
cicio um devur.
Mas, se o votar em alguns paizes nao
smente um direito seno tambem um de-
ver do cidado, o sor votado nao nao foi,
sena o
surdo.
Ninguom.'pls"
do nem o direito
direkode votar e
que diffjjronto, e estes direitos acha"jjn-se
Tecoiihecidosjifire n 94, 9 c 17f>*> JJso p**i riidamn-
tal. ,
E tanto esta e a verdtuleit* deutrin.i que
a par do artigo em questo lm-se outros no
mesmo litro, 'fts'qilties os eollegns du il-
lustro e manifestad doulrina por elle sustentada.
Quem nao ve, diz um* desses collegas
{ o Sr. Dr. Figueredo ), que em essencia, o
direito poltico concedido a ambos o mes-
mo ? Qucu nq v que tanto os eleitores
de com mil res como.ui.eleitcres ileduzentos
mil ris se dirigem no mesmo alvo es-
colha dos representantes? 0 voto, eiso di-
mito que uo pMe ser arrancado a ne-
nhum das cidadaos activos : o mo lo in-
directo, eis a firma, o accidente que p le
ser substituido pele moi(|iMr|c|o; Sem pre-
juizo do 'direito politic\Jif^^ il do 1" grao, quer dos eleitores do 2* grao
( pag. 219 e i<>.)
Gozar da sua liberdade, diz outro citando
umescriptor estrangeiro, ser Hgado segundo
o seu direito, ser punido s pela le, fazor
contrato, testar, istopertence a todo oboinem
porque sao direitos ciis. Ecercer urna
poredo do poder nacional, ekyer, ser ele.i-
to, sao direitos politicos que nao sao o lim
necesariamente da socieuade. Ninguem
f>i predestinado pela sua nalnreta para fa-
zer leis ou asexeciftar ; to Jos precisam para
isso de urna delegacao (porque tratas-so ues-
tes dous casos de ponieres e nio do direito) ;
mas urna vez reconherido pela let escripta,
o cidado activo, sabe do seu domicilio
onde todos os cidadaos exorcem os direito
civis que a sociedado Ibes garante : sabe pa-
ra as pracas publicas, julga, administra, tem
por diversos titolos autoridade e influencia
sobro as pessoas e a propriedade de outrem.
Esta diffvrcnea entre o estado passivo do di-
reito civil cuja nica pretenco ser prote-
gido, e a energa do direito poltico, que
acta, bem ou mal, sobre os outros, ser
cousa inventada ou ser cousa que existe ?
Se existe ser legitimo, ser permittido por
condiedes ao exercicio de um direito activo 1
Estas condiges ligadas nao i qualidade das
pessoas mas a condices sociaes accessiveis
para todos, constituirlo por ventura privi-
legio ? Nao de corto ; nada se parece me-
nos com um privilegio, (pag. 113
Eis aqui reduzido a tretas aquMo que pa-
ra o illustre eseriptor era to claro como a
luz meridiana!
Dr.F.. Collaco.
(Contina.
FOLHETIM
A CORVETA DIANA
mLKi mnw:
ORIGINAL BRASLEIRO
POR
A. van lloonhollz.
. IH
FES1A, BAILE E ORGIA.
(Continuaijo do n. llty
m
Vv. Ss. ordenanrf alguma cousa ? per-
guntou o soldado.
a Nada, camarada, respondeu Alfredo,
diga apenas a S. Exc. que agradecemos a
attcngo e -l iremos esta noute.
t- Onde vai,' Sr. Fernando ? perguntou
Adriano, dirjgindo-se ao guarda-marinha
que j ia no corredor, olhe que vamos
jantar, pois sao mau de tres e meia.
a Quando so tem no bolso um convite de
baile nao se pensa em comer, Sr. Adriano;
vou comprar luvas que agora o objecto
que mais me preoecupa, e depois tratarei
de jantar, ou enlao, se nio chegar a tempo,
Gcarei saiisfeito com os olhares requebrados
das amaveis catbarinenses. Trate o senbor
de comer porque j beccosem sahida, gri-
tou do corredor, e dizendo isto.desappare-
ecu na escada do pavimento terreo.
A's oito horas o commandante e officiaes
da Diana sahirjm juntos do hotel, em pri-
moiro uniforme, e dirigiram-se a palacio.
Santa Camarina estva realmente festiva;
a cres varias dos lampeo -s que pendiam.
qnatro quatro do ca la toqooiro, o reflec-
tiam nos toctos brancos das Inn-icis ; a
multido que eobria Buraca, part
em linbas de (Uiuoiras, parla deitila na
grama ; as risadas quasi constantes dos me-
ninos agrupado! em frente ao theatrinho,.
tudo emfim, os apresentava d'este hdo u-w
primeiro se roformnssc a consttuic-) neste
sentido; portanto pareco-nos que h que ahi
fica dito, em parte n fra dirigido.
dos mais apraziveis quadros das scenas cam-
pestres, entretanto que, de outro lado, um
palacio se drguia altivo e soberbo, regorgi-
tando do galas e luz e por cujas janellas se
viam perpassar da parte interna grupos ele-
gantes e aristocrticos. Uin morno silencio
reinava nos sales entrada dos nossos co-
nhecidos, que, habituados aos bailes de
primeira plana e tendo quasi todos fre-
quentado as melhores sociedades europeas,
fizeram garbosamente a sua entrada ao lado
do presidente que os veio receber no topo-
da escada.
Depois de apresentados sua esposa, e a
algumas outras senhoras, derramaram-se
pelas sal^s, tirando pares, j saudando
com certa distineco as pessoas que lhes
eram apresentadas. E' geralmente sabido
o grao dej npathia de que gozam os offi-
ciaes de i rinha em Santa Catharina, por
tanto ninguei ^W admirar quando lhes dis-
sermos qutr Wexo amavel ficou radiante de
alegra a^| i deste reforco de jovens cujo
uniforme rico era geral tanto influe no co-
rago das bellas.
Rompeu o baile, cada um dos recem-che-
gados esmerava-se por mais agradar^ sua
dama e nada desmerecer do conceito vanta-
tajoso que a sua nobre classe soubera gran-
gear. Terminada a primeira quadrilha se-
guio-se urna valsa e ento q baile se foi
animando ; a6 mogas, com o peito arfando
de emoo e fadiga, a cabeca recostada ao
hombro dos seus cavalhoiros, as faces ru-
bras e abrazadas, e os olhos lnguidos e
semi-morto, pareciam esquecidas Tleste
mundo e deixavam arrebatar-se como em
sonho vertiginoso por entre aquelle turbi-
lho que gyrava em torno da sala.
Est fatiga Ja, minha senhora ? pergun-
tou Fernando sua dama, bonita moga de
olhos grandes o expressivos. *
o senhor, podemos continuar, que-
W* respirar um pouco.
^Brda-mariuha passnu novamenteo
bffigo d'roito ;>-!a i:--.'.,:'-i do si.'e formosu
p*<, iv.f.oiivn o'co.mpas.ij da fraiiiVa e preci-
t'.lh'm dos valsan-
nem poder ser jamis un d>er;para
comojdizo mesmo illustre criptor, por
quanto absurdo sef impor-se ao cidado,
como um dever, um acto que dlte nao
depende.
CdrA.
vor dHsef
factoii, mis ifelW
A lei pode impor
um dever, o exercicio w
for votado, lm de sef'
mas im
aarer He'se
^A uma adella apanhra tambem cinco' tal qual era. Ento V. era o alvodequan-
mil Jfrancos. ta injuria, de quanta infamia Iba podiain
O tribunal condemnou a re em (res assacar ; e eu nao o podia tolerar. Urq da
pBees de "pfftSo e cincoenta fraucos de tiveto calorosadispuUfcomo proptioSA^-
multa. ta.hder a seu respeito. que me obrigou a
'+% y pedir minhas lettras de retiro, e voltei para
i J**f IGNACIO JfBMlim ELIMA. uZuiia; mas logo tomei a Bogot com R-
| S (fepoij da morto i comp^tri- i,ASEta e a^livisodAlulia clamado do
general Aiikku E r-|^H^^^^p libertador. Ciiegando Bogot em 1827,
bravuras ieem sido debidamente eu nao quiz iiuar al por causado Santw-
_ ; o ollas talvez. nunca o fnsfcett i.i:, nem ir para o Sul, preferiudo ir como
as autoridades cathrdicas ile fe*-, chele do B-. M. para o departamento do Mag-
Ilf1led>*jfe"cailaver uma sa- dalena ; onde servi at 1831; udo entro-
4-seJl ceilif*0, na tivesso attra- tanlo duas veze ao Bogot, uma ein 1829
NMHfceido-a mim-o geral. ou 1830, quando o general Bolvar me on-
IfftfQos t*n d-'^WWpAbrec e Lima oseroveu urna can-ou, .1 vista de t .dos os seu documen-
fa*HVbtado, o Uxoria rio /;, sd que por multo tempo tos, que pz miaba disposico, de escre-
servio de compendio as aulas do seu pro- Ver mu esbot* da sua vida publica para
prio paii. Ko.tNvm, como historiador, mandar aoAitc.VDE de Pkat que acalma
fas Ionio giap sokli I o que o seu nomo de dofondo-lo na Europa do uma tremenda
merece-nos maior respoito. Como se sabo, accusa.;o de Bemjaw.1 Co.\sta>t. V. nao
ello tomou paito actrviaima as lulas que faz idea como o liborta.lor me fkou agrado-
estabeloceramam lependencia da Venezuela e c' |0 [y>r OSsetrabalho, e de que fez por mm
da t/ilom!)i.r. Elle bauihou so! o general anloi do morror. E' a olio a qquui dovo o
J. A. I'akz.u primeiro presi lento do Veno- meu poslode general, cujo diploma foi ex-
zuel n o be:\m direito' de Bolvar, do p^JMo por RBASETA. Saina V. que oun-
qiiem .>ste disse urna vez que lhe devia os servo todos os ineus diplomas, attostados,
lourus dessas lulas. carias particulares, com poucas que so per-
Depois de ututos a.mos do silencio, o dorara ; e que de V. conservo mu tos docu-
geaer.il I'aez,, que anda vive era New York, montos honrosos.
escreyeu iAubi Ijma uma carta. A sua Geueral! ninguem sabia quem eu ora;
sua resposta e a que se l abaixo. Este nmguem sabia que eu pertoncia 4 unja das
documento importantsimo para a biogra- ,s distinctas familias deste paz; quo ti-
phia i o illurtro brasifeiro, agora publica-'llua ascilo rico, quetiuha tdo uma edca-
lo pela primeira vez em sua. mesuv lingna,' go je prnci1)e. quo pf(iSUa varos tjtu[os

VARIEDADE
UM VIVO DEMONIO.
(Concl uso,.
Foi assim que ellas em lugar de manda-
rea directamente as solicitadas esmolas
espertalhona, contestaram pedindo-lhe que
houvesse de indicar em que sitio era a
morada das desafortunadas familias, para
quem se pedia commiseraco.
No plenario a falsa viscondessa nao pide
negar ter recebido um grande numero de
cartas em que lhe eram dados os ttulos de
viscondessa e de marquesa; mas ao mesmo
tempo adduzia que ella nao tinha meios de
impedir que de tal forma a tratassem.
Negou, porm, todas as artimanha des
que a arguem, incluindo o attribuir-se
ttulos de nobreza. Diz que os seus recur'
sos provm da sua pensao de 309 francos-
de outros 300 francos de um donativo even-
tual ; recursos aos quaes juntava a litera-
tura e a pintura; arranjando assim modo
de viver sem recorrer a embustes e dolos.
L'ma das cartas que lhe forana apprehen-
didas, era por ella dirigida a uma senhora
Hottot, rogando-lhe de diligenciar alcan-
car-lhe collocaco em casa de um padre ou
um viuvo, ou em casa de senhora s;
em ultimo caso educar meninas.
suppuzeram que V. me havia abandonado
se arrojaran! sobre mim ; porm eu eslava
to irritado, to irado, que commetti a lou-
cura de acutellar O primeiro canalba que
me proiocou. 0 que eu solri ento, sabo
V. melhor do quo ninguem... ; porm
aquelles infames nao triurafaram de mim.
Separei-mede V., levando'uma chaga noco-
ra<;o, e quasi com a corteza de quo Colom-
bia dosappa rece r pela gangrena de Venezuela.
E porm quer V. saber urna cousa muito
importante 1 K qae briguei em Bogot com
a Santander por causa de V. em lins de 182 5
ou principios do 1827 1 V., mea General,
nao condeca, nem nunca pede conhocer a
Santander pelo que li as suas Memorias.
tes. Acabada a valsa alguns pares se senta-
ra tn, Fernando, p'irm, to'rnou a perguntar
sua dama se esta ve fatigada e recebendo
resposta negativa, conduzio-a a outro salo
e principiaram a passeiar.
<( Minha senhora, disse elle, nao tenho
expressoos com que possa agradecer a V. Exc.
os deliciosos instantes que me tem feto
passar boje, talvez sejara estes os nicos
momentos de felicidadede que gozo ha ami-
tos annos. -
E' extrema bomlade sua, repondeu
ella, e talvez que o senhor pense justamente
o contrario do que me diz, pois j duas
vezes tem-rae perguntado se estou fatigada.
Quem sabe se nao ser um expediente para
fazer-me sentar ir rendar suas' homenagens
a outra mais bella.?
Oh I minha senhora, que injustica I
Separar-me agora de V. Exc. seria o mes-
mo que dizer minha alma que fugisse
para Ion ge do meu corpo ; aeria o mesmo
3ue rasgar o meo peito e arracar de dentro
'elle o meu coraco ; seria....
- Muito bem, muio bem,disse uma
voz grave e pausada.
Fernando voltou-se sobresaltado e deu
com o presidente, que passava de braco
com o commandante, dizendo Assim
que eu gosto de ver um par, ambos moeps,
bonitos e cheios de esperanzas ; essa a
nica poaa em que se goza, no resto da
vida nao se taz mais do que carregar o peso
do corpo.
cootiouou animado e brilhante ati
hora4) Fernando convgrande escndalo
u aindamis luna vasa e uma quadri-
lha com a sua bella, que soube chamar-se
Laura, e quanlo so recolherm casa, artes
dous jovens nao gozavam de muila paz de
espirito, porque as [HiUvraa d'ura, e UMk^a
res furtivos da utra, nao P gravar-se em suas imagmfl jas
rydo fng (bs vite anuos.
Antes apri da eia-aojia^ Alfredo, que
acornpanfira os camarada aomente peral
estudar a sociedade de Santa Catharina e
fazer sobr> ella o seu juizo, retirra-se d6
e seguirlo o seu propri mamucripto.
aaraclerutico do eseriptor: como elle
mo'di*,^ um testamento lo racoi- lar-
de meioseeulo.
l'ernambuco, 18 de setombro de 188.
Exm. Sr: general J. A. I'aez.Meu querido
Me O scientficos; que tuha silo capilo, do arti-
,n;!S- Iharianaidadede 18 aun s; e ltimamente
que tuha sido victima da primeira revolu-
to, que se Mera no Brasil (1817,1 pola in-
"epen lenca deste paiz; ein que meu pai
general o amigo :
Ha trinta airaos que nao oscrevo o hespa-
nhol; portanto va era porluguez, quo' V.
fora fuzilado, e ou escapei por milagre, da
cadeia da Baha. Esem embargo servi em
Colombia cora os mais dislinctos chefes; o
apozar de militas intrigas, de quo fui victi-
enteu lera to bem como ) hesp.nho!, por- ma> adquir a reputado do umchofe valen-
que pmea ilifferenc.a laze;n entro si as duas t,,f |lustrlo o muito fiel acompanhei a
lingnas. Deceb a sua preciosa carta de 16 Colombia at sepultura! Ento eu nio
do julho ultimo desde o tlio de Janeiro ; e tinjia 1>:,tpr, e 11/. de Colombia a minha pa-
declaM-iho quo ha muito nao tenho uma
sorpresa to agradavel : saber de V., e sa-
ber que mo uo havia olvidado, erara duas
noticias, que deviam encher-me de prazer
e de serio contentamento. Emlim, vivo o
general I'aez, que eu suppunlia morlo, des-
de que li em um jornal, quo V, havia suc-
cumbido em Cuman por elfeito do um ter-
remoto, que havia abatido o quarlel sobre
V. Donde diabo parti essa noticia 1 Serfa
mais um de tantos embustes, com que o
odio poltico costuma alimentar-so ? O diabo
leve a guerra civil
Quando jne record <
sos, das Queceras del Indio BoyacJ, deali
al-br|oClbll;dealiexpadio do Nr
e a misso aos Estadoc-l'nidos, (anda m*
lembro da nossa despedida tm Porta Cabel-
lo) e que ainda tire parte a oIrm aae-
ceaao de armas no Prtete da Tarqui; qm
i com oa mais dtstMKlaa genaraw da
America, com Bolvar don Pan, mm
Soi'RLr.rre, com Urmseta, e^m Montiua
(Marwo com Sucre, e ^m todoaa pro-
digalisarara os mais subidos elogio*; quM-
do me record que B. me distingoia eom o
titulo de gn4tpoguape m sua bocea era o
maior elogio que se podia Casar oa Colam
bia a um chefe f declaro fnrmalmanle oa
tenho ergulho de haver servido a Cotombaa.
Quando um official era donfMdo por T.
como valente, todos lhe abaixavam a cabe-
ca ; e pssa reputarn de bravura a adquir
eu debeiro de suas ordons.
fContin na i
o svguiule na
Ha V3 annos quo o nao vejo, e separei-me
de V. bem deseoutente. Eu era embarazo
paraos intrigantes de Venezuela por causa
da intimidado que eu gozava junto de V. ;
portanto inlrgaram-me cora V. o quando
tria. Eu vi nascer Colombia as Queceras
del Medio; eu vi a V. com 150 homens ar-
rojar to lo o exercito do MORILLO; cu vi
fugir a cavallaria liesp.iuhola dianto dos
polotoes de V.; cu vi a infantera iniuiiga
recuar at a orelha do monte tudo vi em
companha dosdeneraesSouBLErrE o Bol-
var da margom direita do Arauca; o fui eu
quem oseroveu o bolletiin dessa joma A nossos ps vinbam cahir as ba|b da arti-
lhara hespanhola, ou passavain por sobre
nossas cabecas.
Tambem assist infancia de Colombia
na Nova Granada. Son dos poucos de
Vargas, de Topaga, dos Molinas, o lti-
mamente do Boyac Anda conservo a
mesma modalha, que me deu Santander
do seu uso com a esmeralda de Muzo, pelo
arrojo cora que passei a ponte cora os guias,
creio que de Mugca. lo Bogot vira com
Soublette p ira o norte, como seu chefe de
E. .M.bati-mo era Cuenta, o salvei nesse
da a divisan, que se havia embriagado
cora agurdente*. D'ali vira ao Agere,
estivo cOm V. e.n Achaguos, e rao fui cora
Soi'bi.ette ao Oriente buscar a lego iran-
deza. Ali rae abanlonarara moribundo;
e por um milagre dos cos vira para An-
gustura mais morto que vivo. Porm,
apezar do ser Edecn o secretario de Sou-
bletie, logo que rae restabelec, fui expon-
Lmeamente para o .\guore a servir com Y.;
o lhe tomei to grande amisade, quo prefe-
ra ser seu ajudanto de campo a sor chefe do
V. sabe que en Uve com olio intimdade, e E- M-,,e Venezuela c Agere, ou a qualquer
lhe juro que o conbeci perfeilameute era commando de armas.
Bogot ; e posso assegurar-lhe, (jue nunca E ainda quando eu tivesso outras com-
conheci um intrigante e um perverso to|misadas, vofltfa sempre ao seu quarlel go-
subtil, to fino e to astucioso. Elle foi a lleral- Eu lhe era to dedicado, queme
causa primaria da sua aecusaco ante o se-
nado; elle concorreu para a desrnoralisaco
e revolta do exercito do Colombia no Per o
em Bolivia : assim como para o attentado
de 25 de setembro om Bogot ; e deixou
plantado o germen da revoluto le Cordova
em Medollim, udo assassinato de Sucre ;
porque elle eslava om immediatas relacoos
com Lopes e OrandoLopes que V. conne-
ceu tanto e servio cora V. de 1821 a 1823.
V. sabe quo fui para o Zulia cumprir a
sonteuca do conselho do guerra, que so fez.
na sua propria residencia ein Caracas; mas
todo esse artifacto desabou e eu fui logo no-
memeado chefe do E. M. do Zulia para ser-
vir com Urdaneta. Dalli meenvou Urda?
neta a B gota a cntender-me com Santan-
der por certas desavengas entre os dous.
Aplanei tudo, mas conheci a Santander, por
occasio los grandes successos de Venezuela
e nessas circunstancias se revellou elle
baile evoltando ao seu quarto mudou o uni-
forme, e vestio um sobretodo do pello por
cima da sobrecasaca, pflz um bonet e sabio
com tengo do assistir festa popular.
Na praga o povo anda se conservavajunto
palacio, e ernquanto aguardava o fogo
d'artificio, deleitava-se em ouvira msica e
ver dansar nos sumptuosos saldos.
O joven passou por entre a multido,
subi ao adro da greja, ento solitario, e
sentou-se n'um dos bancos de podra que o
circulam, onde recostou-se com negligencia
errando com a vista, ira pela turbamulta
que ondea va na praga e ira atravz das ras-
gadas janellas, pelas quaes se divisavam
redomoinhando os membros d'aquella soce-
dade elegante, to, invejada por alguns dos
espectadores da platea dos pobres, e que elle
entretanto voluntariamente trocara pelo iso-
lamento d'aquelle tsco banca de pe ln !
Esta posico acabou em fim por fatiga-lo,
ergueu-se portanto e seguio com todo o vagar
para o lado norte da cidade, onde deu al-
gumas voltas, achando-se em breve n'uma
ra comprida e mal calcada que seguo pa-
rallela praia at um morro ingreme esem
casas; parou na primeira esquina para orien-
tar-se, e gracas claridade da atmosphera
que n'esta noite disponsava felizmente a
illuminaco outr'ora existente e supprimi.la
pela cmara* por falta de metal sonante,
poulelr este nome Ra da Fgueira ;
satisfeito proseguio no passeo e apenas tinha
dado alguns passos quando o p direito res-
falando em uma pedra do ex-calcamento,
ftl-o escorregar ate quasi sentar-se no chao.
Aprel eis-ahi um nome bem applicado,
pensou elle comjigo, e a prva bem sonsi-
vel acabo de tel-a agora ; o nome de na da
F>guoira'foi lembrado, indnbitr.velment',
por causa do seu numero de Figueiras'
plant id.is ;>.;lo.; pobres transentes quo por'
aqu te aviiti.rim.
Aiuda pensanln n'isso caminlnva coi
mais cautela quando alguns gritse vozes
tumultuosas, que pareoiam no fogo le acalo-
rada discussao, o distrahiram deste soliloquio'
e chamaram a sua attenco para tuna pe-
batia por V. como se fosse meu pai e nao
meu chefe. Carabobo, onde vert o meu
siigu", Savana de la Guardia, porto Cabel-
lo, me viram sempre de langa em punho
como o mais simples Panero ; porque V.
era tudo para mim, eu o adorara.
A V. eu devi a minha carreira ; os postos
de tenente-c-oronel o de coronel foram-me
dados por proposta sua. Eu viv no eentr<
da sua familia, a quem devo nulobsequios,
mil favores; uo me c-squeco, general, de
Barba rita, da boa esympatlnra R.vrrarita,
de sua irm D. I.lzia, de suas sobrinhas;
emfim nao me esquecb Aciiagoes, Valencia
e Maracay. Porque, pois, me separam de
V. os intiigai^os? General, quando me
lembro de Naris, Carabano, (Iusman, I.an-
der, Pedro P. Das e outros, tenho gana
de fazor a todos o que fiz a GflMIAJf. a esso
misoravel que V. diz as suas memorias,
que se jada va de ser son inimigo : canalha !
quena casa de porta e janolla, da qual par-
tiara mprecages de todo o genero, de en-
volta com frenticos huirs o cenges desjfi-
nadasque algumas vozes roucasse esforga-
vam por eutoar.
J agora vamos assistir a mais esta fes-
ta, mumurou Alfredo, quantas emogocs no
espago d'algumas horas I Tenho hoje per-
corrido toda a#scala de divertimentos so-
ciaes, comegando pelo bailo aristocrtico
nos perfumados saldes, descendo depois
festa ilo povo no meio de bandeiras, msi-
cas e foguetes, e fur.Imente assislindo talvez
a algumascena de agona, como sem acabar
estes bacchicos festins.
Aproximou-so da casa; a janella esta va
aborta, e a porta escancarada, na sala rei-
nava a mais profunda escurido, mas no
interior via-se luz e ahi pareca ser o lugar
do foslim ; o mogo entrou pois, e collando-se
com a paredo, penetrou, at junto d'uma
saleta onde havia uma mesa negra e sebo-
sa, sobre tapial cstavam em desordem al-
guns pratos do diversas cores e tamanhos,
contendo restos de comida,, e coreados por
grande quantidade de ossose espinhas; a um
canto do aposento esta vara atiradas urnas 15
:0u 20 garrafas quebradas ou vasias, que
doviam ter comido vinho; no meio da mesa
um grande garrafo despejava de quando em
quando, eem borbotes, jorros do cachaca
amarellada e de cheiro forte e desagradavel,
urnas vezes nos cipos, outras tantas as
raaos o as vestes de seis marinheros mer-
cantes e quatro mulheros em completa em-
briaguez, que circumdavam a mesa em bi-
sarras e indecentes posiges.
Pondurada a um dos' portaes ardia uma
candeia de asqueroso azeito, queespargia sua
luz enfumacada por todo aquelle recinto,
cujo ambiente se transformara n'uma atmos-
phera carroga la com os vapores do alcool,
da cambusto do azoite, do fumo do ca-
ciim'jrt i do tolos os ai-i i-, nausca^undot
armas inueronfes a uma coapteU orgia.
a l-:'s muito atrevido, ijrge, grito om
dos marinheiros, erguciido-so a cambalear
c olbando furiaso para outro, quo, do lado
IHKKVEKKNCU.U-
Ckronica,iio Bodajoz :
Pelo "que se ve. o povo de Burguillos
ompenha-se em crear uma tristo oalebndade.
Na sexta-feira santa, ao pasmr a paaaiaaao de
Jess Nazareno, imagen mbrm wmwn U
n'aquella povoago, por defroartt daa casa
i-onsistoriaes, oude eslao preaaa alguos ho-
mens dos que tomaram parte aa destruigao
das propriedades, erapenitaraaR-M aa mae-
sas em fazer entrar a rever ociada
no local onde estavam os presos,
do que esta os libertasse. O alcaide oppoc-
se, e eutu os revoltosas, de uaralba em pa-
lillo, quizeram levar i CaStm oa seus in-
tentos ; gracas. porem, tropa e i attitule
enrgica de seu chefe, que sa dtspoz a reDel-
lir a torca, com a forga, desistirn aquelle-
do sen proposito.
AI.BIM DE ESTAMPILUAS. Foi otfc-
recido a sua magestado el-rti o Sr. I). Luiz
I, polo Sr. D. Jos de Saldanha de Otiveira
e louaa, digno director da casa da moe-la,
um precioso lbum eooten lo 350 sellos,
estarapillias o carinrbos que teen serviilo
para a cobranca do imposto do sello desde
a sua primeira lei em 1M0 al bofe. Tem
alm disto dous sellos de 1661 e 1661, e ami-
tos do 1797 a 1801. K' uma cottaogao
completa do estamprHias que ten servido
para os diversos impostos do estado.
ESTATISTICA CURIOSA. |etebemos
o agradecemos alguns uit-inpUaes de un
mappa estatistico da imprensa peridica
portugueza, desde lVt at'- 1871.
K um trabalbo de muito meraoneato,
nao s pelo seu valor patyrio, cono ton
hora pela parieacia e naostigagoes que foi
preciso fazer-se para a sua execucAo. O
autor deste trabalbo o Sr. H. de Canraibo
Prostcs, tomou como ponte de partida da
sua estatistica, o auno de 16U, primeira
data om que consta oflkiBaante ter exis-
tido um jornal em Portugal.
Nesta data publicavam-se era Lisboa 3
jomaos, depois foi augmentado o numere
progressi va mente, tanto em Lisboa como
as provincias, de modo que hoje os jor-
naes que se publicam sobem a 111.
BITO DE 1 M JORmiSTA.Talterm
na flor dos annos Mr. Art luir de Beiw.-n.
redactor da Gazette de Franee, suecuro-
bindo urna enfermidade de pituco das.
Lastimando o passamenU- d'aipielle om-
frade nestas speras lides da imprensa quo-
tidana, escreve Mr. louis Ratisbonne, re-
dactor do Journal des ItbaU, estas pala-
vras ;
Kra um mancebo de murta bonra e
talento, de espirito assz cultivado e recto.
Pertencia por suas opinies a um partido
ipie nao o nosso o que todos os das cofti-
bateinos; mas nem por isso deixamos de
ser dolorosamentc impressionados com a
inopinada infelicidide que o arrebatou s
sympathias geraes.
GRANDIOSO PROJECTO.I^mos n'um
jornal estrangeiro que em Nova York se
formn uma sociedado, da qual sao fun-
dadores varios industriaos e capitalistas,
sendo o seu proposito levaiem realisegao
o projecto grandioso de edificarem urna
nova colonia, destinada a ser habitada pur
emigrados de todos os paizes, e especial-
mente aos da Alsacia e da l.orena.
0 ponto escolhido ser nos valles de Ra-
nawh > ( Virginia Oocideutal I, onde se en-
contrara vastos terrenos incultos e facis de
se apropriarem ao intento.
opposto, passra o brago era roda do pesco-
go d'uma das tes megrase lhe dra um
estrondoso beijo, eu c te aviso que se
tornares a festejar aquella mulher quebrte
este pucaro na lata.
Bai cusinhari a mona, s cara de Ju-
das, o viva a minha querida Maracas, retru-
co u Jorge; e virando de um trago o copo
Je cacbaga, deu um estlo cora a lingua a
bateu com elle sobre a mesa.
x Ento tmala, disse o outro, e alganlo
o brago arromegou cora forga o pucaro so-
bre a fronte do seu rival, cujo rosto ficou
incontinente lavado no sangue quo conevu
a jorrar negro e abundante.
Jorge ficou um momento atordoado; po-
rm instantes depois soltou um rugido de
clera, e atirou-se sobre a mesa, enterrando
as unhas as faces do seu adversario, o
qual puxou com toda a forga para si. Tra-
vou-sc ento uma luta eocarnicada, rada um
se esforgava em arrancar o outro do seu en-
trincheiramento, os cipos, pratos a o gar-
rafo cabiram despedacados, as mulberes
gritavam e agarrando os contendores polas
ponase pela roupa, procuravam dabale
scpara-los; o outro marinhoiro que ainda sa
conservara sentado (por que tres resonavam
forteraente, debruga ios sobre a mesa) tea lo-
se mettido na briga le vou um forte narro
sobre o nariz que o atirou sem sentidos no
chao. 0 assoalho trema, a mesa estalava,
e nao podend resistir por mais tenpo 4 Un-
tos choques, te ve do ceder cabio mrayi
tesamente em cima dos tres convivn quo
dormiam ; Jorca na conuso d'aquelle con-
hato singular, ficou con a meca e o adver-
sario sobre si, e .1 lula promettia toraar-se
honorisa; |wis ambos estavam cobertos de
sangue c o preferido a a ante do Mnica,
vendo-sopor baixo, procurava um objecto
para forir o seu rival.
1 \Gbnthniaf^se-l,
PVP DO DUniU !iA UCUfE US CAJLUa
4
I

J
< l


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EF23N0JBZ_E0I56D INGEST_TIME 2013-09-19T20:45:50Z PACKAGE AA00011611_12915
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES