Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12909


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Full Text

_*.
>
N.



I'
AMO XLIX. NUMERO 109
PARA A CAPITAL B LUGARES OXIDE i\ O SE PACA PORTE.
or tres noces adiantados.............s* g^oo
For seis ditos dem ............. f ljpooo
iPor um anno idem ....*................ 84#000
tCada -numero .awtlso.................. 320
TERCA FEIRA 13 DE HA10 E 73.
PABAREXTRO E VRA DA PROVINCIA.
Por tre nenes adiantadosv...........
Por sei ctaa* idem..............
Por nw dk idem..........- .
Por um mm dem..............
1
9730
139500
M9t*9
a-9000
DEP
PROPBIEDADE DE MAKOEL FIGEIROA DE FARIA & FILHOS.
9s 6rs. Gerardo Antonio Alvos d Filhos, no Tara; Connives Tinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Olivara d Fillio, uoCeara; Antonio de Lew Braga, no A*aatj ; Joo .ra-Julio Chaves, o Ass; Antonio Marques da.Silva,ncJfeUl; Jos Jurn
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, Ka Paraijha ; Antonio Jos Gomes^n* Villa da Pfciha; Belanano. do* Santo Bkao, em Santo-Asito ; ltoraiiigos Jos da Costa Bn^a, ern tfosareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Govanna; Fraiicino TavaresdaCosta, e Alagoas; Alves d C.r na-Bahaj e- laite, Cerquinho d G. no Rio ;dt>Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Govcrn llKSOACIIOS DA PIIKSIDK.MMA DK i) DE SI.V1U DE
1873. '
Padre Albino de Carvalbo Lessa. En-aminhe-
SI".
Aatnio Serapi o da Rocha.-rDirja-se ao Sr.
coiuniaiidante superior Jo uiuuioipo le Garaiihuus,
a quem cabe inauJur passar a guia de que trata u
suppllcaate,
Antonio Aureiiann Lopes Coutinlio Jnior In-
rtne o Sr. coronel commandante superior da
guarda nacional do municipio de .Vazarel 1.
Augusto Palor Cesar. Di rija-se a j coronel com-
nundanle superior interino deste municipiu, ,1
quem se expode ordeui para mandar pausar a
guia que alinde o supplicaiile.
Coronel Alexandre de llanos e Albu pierque. -
Passe portara Horneando i uterinamente o suppli-
eante para commandaute do dopa lite dos rera-
las.
AJolplio Ferreira Lopes. -Cuino reqnor.
Rcrnardiuo Ces.i do Mello..ouio requar.
Baronesa de Auiaragy. Deferido coin oflicio
desta data i liiestniraria de fazenda.
Francisco de Pinito Burgos.Dirjase o suppli-
rante ao inspector do arsenal de marmita, a quem
se expede a convenante ordein.
Ploriuda Anselma de Muiia.Informe o Sr. bri-
gadero ooiuin andante d s armas.
Francisco lavare; Concia.Ar> Si. inspector d:i
thesouraria de fazenda para deferir ao suppl-
anta.
Gustavo Adolpho Sclimi.lt.-*Indeferido.
Joo Antonio da Silva Cabial.Eiieaininhe-se.
Joaqun Gomes P.-ssoa.informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Luiz de Franca Venlauia.Indeferido.
Luiz Antonio Cordeiro. -Pica n expedidas as
convenientes ordena ao comraandaate superior do
municipio de Canard no sentido do que reuuer u
sapplieaafe.
Manuel do Carino Hibeiro.-Informe o ?r. ins-
pector da thesouraria de falenda.
Maaoel Antonio llamos.Nao tora lugar o que
requar o suplicante, a vista do que informa a
secretaria.
-10-
Braz Marcelino do Sacramento. -Passe portara
Horneando n supplicantc interinamente.
Clarlndo Jos Soarcs. Entregue-so mediante
recibo.
Coaipaahia Santa Tiieresa.Sim.
Estanislao Koslik de Albuquerque,-Informe o
Sr inspector da thesouraria provincial.
Francisca Leao di S. Pedro.Informe o Sr. Dr.
ciiee de polica.
Hermenegildo Eduardo do llego Monteiro. Diri-
a-se O supplicante ao Sr. eapilio do porto, aliiu
de que o atienda, nrs termos de sua iiiformaeo.
Jos Francisco de Almeida Dgma>Sim, medi-
ante recibo, Dio bnvendo inconveniente.
loao Ferreira Pinto Guimares. -Prove o sup-
pbeante cuino nao dispOs il ineios de fortuna.
Mr'. Luiz los Corris de Si. -Deferido coin
oflicio desla dala thesouraria de fazenda. *
Manuel Pedro de Vasconoellos.-Indeferdo.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 12 di
maio de 1873.
O porteiro,
SUvino A. Rodrigues.
DAHIO DE Pt^NASVIBUC
BJSCFE, 13 DE MAIO DE 187:!.
\ot4-'.ls lia 10 uro j a.
\'u domingo, i tarde, rliag o a nosso p >rto o
va 1 or francs SaiJ, da lini.i de Brdeos, que sabio
de Lisboa ufo da i de abril, vespera da saiiidu
.1 i!i d 1 vapor ingl /. G tllitia, da linda do Pacili-
v. 1. Bem que na> adiante.11 .13 noticias p rolle
ti lasas que recebemos pelo Gnllktn, vimos
dar a. leitoros b m lis que eolhemos dos juroaes e
as racebidus.
ra.\xg.v.
/ Sr. Thiers coinpletou no da 15 de abril
'. inaos. Poi multo cumpriumntadouo diadoseu
aanrfWsario.
Italia.
0 pa|.a est quasi restabelecid >; as dores rhen-
m itic.is cessaraiu c:n e.nisequeuca da copiosa
i:'.'ii--ii'acao.
Usante padre nceb-u algumas congregaffles
..ticas no da l.
No da 0, depois d
uus per
nh,iro di
e cele'
guns peroaagens que
S, Pedro.
>rar missa, receben al-
traziam olleras paraodi-
Diz a Uberl que o partido catboco esta
thteio assignar pot'muito< inglezea residentes em
H ina umi ptica> peJindo um nquerito sobre a
nxa que bmve nlumamente sabida da groja
de Gjs. e na qaal foi ferd 1 um ingle;..
A pelillo dirigida a 1 Sr. A. B. Pagel.
Estao encerrados os preliminares da revisao
i tratados de commercio coma Franca. Urna
das Boas di-posi.-.oc-; Jiie os azeites importados
de Italia continuaran a pagar apenas tres fran-
cos de entrada em Franca em vez de !) fran-
cos. .
guisas.
Dizein de Soleare une no da 17 o chefe de
\a se dirigi M palacio do bispo, e fez sabir
d'elle a Mr. Lachait.
As negociares entre a Franca e a Suissa
proseguem cora aclividade.
O ministro da Fr.in.a submelteu ao goveruo
,j'"0 as propostas do goveruo francez.
Sao de d las especies; as primeiras dizein res
paila eoastrneeio do caminho de ferro entre An-
us.nasse c Colloiiges ; as segn las ;i exlensao das
franquas aduaneiras quaSussa concedeuou-
tr'ora ao vnhjs exportados da Alta-Saboia.
Segundo am correspotdents do Jornal bra ai populacdei eatholicas do Jura conlinuam
tr.mquillas, e notam-se no clero sgnaes de desa-
nhn >.
.Por toda a parte 1 entrega dos registros do es-
tado civil as autoridades eoneelbias fez-s; sem fe-
s.stencia, a nao ser em Bieune, ondeo cura Jecker
em Porrenlruy o cura Vautrey pretendern! rea-
gir, submetteudo so pjr li:n. ^^
Nfu verdadeiro que << g **de Benu tives-
se tido inteoeao de fechar as igrejas.
0 conseibo federal comecouj o exame dos nu-
merosos recurss que lie teein chegado de todos
os lados sobre as qiestojs ecclesiasticas que agi-
tan o pas.
A lar-volada pelo grande conseibo do canto
de Soleure e de que o clero do caotao recorreu
pasa o cunsiflbu federal,, sem resultado, estipula
nos arts. f c *> que as paruehias tero para o fu-
turo o dircito da a presenta cao dos "panchos e
qu o consePio de eilT.it, :;o qu.il soriiu agifre-
dos 10 caladlos idiiDs (lulo gran le coihciIi >, lef
Ifreito de noniea.a 1. E,ta se valiosa p ir 8
N) un d'.lies os paroclus poJrloser
rceleuos
JEm um Daragra,)lK estatue-sc que os acluafs
. sero tamben sul.meltidos a urna reale'-ai de 6
anaoa depois le co.nei.ur a vigorar a le, e pjJsro
se-lo immediatamente, se os paroebiauos assm o
fxigirem.
A le anda ser appcaj
o pertence aoes;
Mil, s igrcias cuja eolio
%
coaflrmar a escolba que
se reserva o dinito de
flmr o padroeiro.
Fuialineiili! m demissoes sao da attribuica j do
grande coiiselh.i, segundo as disposi.;oes da la)
que regula a respousabilidade dos funecioua-
rios.
A Ubi; t publica urna caria em qira se diz
que o papa nomeari proximuneute mvos car-
deaes, entre os quaes se contam Mis. Mermillod e
Lchat, bisgos suissos, nxpttlsus das suas dioeses,"
por opjnsii.-io s decisois das autorid.des civis e
as leis.
IM'.I.ATKRIU.
Teve logar em Xovcastle nina grande mauifes-
tapao a favor dj'sulragio uaiveraal; eonuocreran
ao m -eling mais de cont e trnta mil pessoas. le-
vando os operario^ mineiros de Durbam a Sur-
thumbjilanI riquissimas bandeiras preparadas de
propo-to para esta occasio.
O Tan u, escrevendo proposito de uina car-
ta era que \> general Lauesnee, um dos que lizeram
|iare da expedicao ingleza de I8l!t ao Afghanis-
tan, indica os pangos e os embaiacos que resulta-
riara para a Inglaterra de urna "iutervencao as
i|uestoes dos Argbani, declara que addenudo
npiniao oxpressa pelo general Laurenee, acerca da
existencia desses pergos. mais politieos, que mili-
tares, jujga que a Gran-H.-etanha pode aceitar as
obrigacoes que importem consjrvaco da neu-
tralidade do afghanistan.
0 mosmo jornal, respondendo mpredsa russa,
quo insiste na necessidado de annexar Khiva, di
me a Grau-Bfetanba nao roconhece necessidade
de inlervir a favor> de Khiva, uiu de impedir os
russos de civiUsar as trillos da Asia menor, mas
que se, contra as promessa- fonnies do conde
Se ouvalow, o liin dos russos por fazer de Khiva,
a base de operaedes eontra a Persa c contra o
Afghanistan, prevoaarian aasira a divergencia en-
tre a politica dos dous imperios da Asia, quo o
iuujerador Alexandre pretenda querer evitar.
O goverao inglez, reconhecendo os incoare-
nientes para as fabricas de reunnean deassucar,
da redacjilo simultanea dos diretos no assucar
e bruto, e id refinado, ordenou que a reduc.-ao
do prmeiro princpiasse a 8 da inao, e a do se-
gundo a 28.
Dizein de Dnhlin que os pescadores de Kiusale
fiteram gravo e como fossem all pescadores fran-
co-es vendar, ollas destruirn) o peixe e maltrata-
ran) os vendedores.
Teve de inlervir a polica c no conflicto bouve
um homem morto.
d;.nam uu.
Os cbeTes da e.-querda duigiram ao povo dina-
marquez um manifest, em que protestan) contra
as tendencias do ministerio e contra os esforew do
goveruo para nntralsar a inllueuca da segunda
cmara (Folkslhing) oppon lo-lbo o Lamlitlinij e a
corda.
_0 manifest declara que i: didicil sabir da silua-
ao eiil que se aclia actualmente o goveruo da Di-
namarca enllocado entre duas cmaras, diameti'al-
uieiite oppostas em opinies.
acooipanhada de 7 desenh >
, barcas. Que'deven) ficar aoradas n'uma luiiii
Diz que a linca mane,.-, de sabir desta dimcul- .YAtM^ .ya das ,,0,e,, ., diatanri. d* ISO
dade fazenlo um appello ao povo. Ti.otr..-. Assim flram aspontes abr
Convida portanto os oleitoresa combater a cia-
lisao dos interesses reaccionarios as prximas
eleicocs.
Au.kmv.niia.
Os representantes dos pequeos estados fia con-
ferencia de Berln) para nmflcacJo da organisa-
ci judicial di Allemanha conlinuam a oppor-sea
ella, recusando-so abolieo dos supremos tribu-
naos particulares a cada oslado confederado.
Apenas consentirn) na creaco de um tribunal
impenal, mas cuja eampetencia se limite a conhe-
cer dos negocios que dopendaui da applicacao do
direito creado pelo iuaario.
O iivji'i-i.i de le pava a deinoli.-ao de militas
pracis fortes da Allemanha ser aprsenla lo ao
reictistag durante a actl sesso. As fortazezas
que, devem ser arrazadas sao as d- Graudentz,
Kolberg, Slralsund Steltn, Uinden, Witemberg c
Neisse.
- A le quo modifica os artigos 13.'e 18.*da
constlui'.ao concernentos ;is nlacoesda igreja com
o calado, j.i foi sanecionada pelo'imperador c pu
blicada na folha oll-id.
O- estados do ducado de Brunswick acabain
de aprsenla!' ao sen principe una niensagein
em qu 1 pedeni a iueorporaejao dj contingente
brnoswinguez o exercito prussiaoo.
O du.pi porem, bel aos sen- sentiroentos par-
ticularistas, rospondeunegativamente, dizendo que
ni ha motivos suJBcientes para mudar a osle res-
peilo as disposicoes di eonstituicao.
AUSTDOHUNOniA.
Comeearm no dia 17 as festas solemnes por
occasio do casamento da arqui-duqueza Gsella
com o principe Leopoldo da Baviera.
O banco astro otioinano de Vieuua, de accordo
im O banco imperial ottoinain o o crdito geral
de Constantinopla, fez um emprastimo de 30 mi-
ihoes ds iibras larcas, destinado construcco dos
cam'mhs de ferro da Asia-Menor, e ao acabaiuon-
10 dos caminhos de ferro da Romela.
Eserevem de Belgad>qne em consequencia da
ni irle do presidente do conselho, todos os minis-
tros, segundo as praxes consti'.ucionaes, deram a
sua'diuiissa 1.
En presenca da nova le eleitoral a opposi-
fo resolveu na.i se abster. Os eeosjornaea dizcm
que a opposicao ir urna, nao para reconbecer
as vantageos da nova le, mas para evitar que se-
jam eleilas pessoas que nao represeutom as op-
nics do paiz.
V-so que a opposicao judicada pela nova lei," visto que Ihe deixa meios
de regular at cerlo ponto a eleicao, segundo ella
propria alllriiia.
njaouiA.
Essad Pacha, grau-vizir foi demiltido. Foi no-
mead j para o substituir Mehe.r.cdel'.uschdi Chr-
vanizade, que en ininisln da'fazenda.
(RKCIA.
O ministerio est recebando felieieilacoes de to-
dos ns pontos do paiz pela soluto da questio dj
Laurium.
Anda que a opini.io publica seja favoiavel ao
gabinete actual e que elle gozo simultneamente
da conlianga completa do rei, a opposic.o, na c-
mara doaylepuiado.-, continua os seus esfor.-os para
o derrabar.
Na cmara dos deputados votouse em urna
sessio a anuulla<;o do mandato de um depulado.
Cacto ;j que o governo se oppunba ; na sessao so-
gunte o goveruo oppz-se a approvacao da acta
que considerava Ilegal, e depois de larga discus-
so, a cmara approvou a acta por 93 votos con-
tra 8.1.
Dtda-se qle o ministerio a pedir a sua demis-
sao em consequencia deste cheque.
I'OHTUUAL.
Nosso correspondente de Lisboa escreve :
O aiverno abste.n-se, de inlervir em qualquer
accordo internacional que tenba por objecto inlro-
metter-ie com a administraejo poltica da nossa
turbulenta visinha, a Hesnanba. Assim o assen-
tni delibjrad 1 mente, ao espalhar-se o boato de
que seria convidado a inlervir. ua c.wptualidade
de sr preciso haveruma intervengo estrangeira
caacerneiit.! aos negocios internos d'aquelle uial-
fid*do paiz.
l'epetidas tem sido as redimae, "es da imprensa
de Lisboa conlra as possiuas condees de desem-
barque de passageii'js dos paquetes para o lsa-
rjta da Tone VaTha, na tnargem esqrzerda do Xejo,
defronte de Beleni. ,
Ha diados.ministros do reino e das.obras pu-
olicas, caa, o director da, afaadega, varios func-
conarios, eugenheiros I). Antonio do Almeidft, o
delegado deside, o capitalistff Mello e Faro, o di-
rector da Associaca Conmx-cial de Lisboa, fofaill
exaniii):ir detidamento 110 lazareto o lugar omle> se
deve construir^ com tola a brevidade, uiui jkutte
de desembarque que conven) fazer no caes, e ou-
tros mellioramentos de maior urgencia. A Asso-
ci.n; 1.1 Coimncrcal tinba representado novauxmte.
O "goverao tcmcmseu poder ha meses, nm
Ikhii relatorib da coinnisso especial que fi'ir.i in-
cumbid:' de estudar os mellitrainentos a rdisar
no dito lazareto.
O inovimeuto dos paquetes de diversas pro-
cedencias. mas_s ibretu.lo da America A Sul, no
nosso porto, cada vez mus importante. Os M-
nunei'is das sabidas quasi queja eucliom as qu.irlas
paginas do nossos jornaes da capital. E' preciso
apraseuiar aos passageiros o inaior nunejo de
commodidades, ssin |wrd')r do vista o quant > ur-
ge garantir a cidade do ris;o em que est de in-
eccionamento das molestias epidemleas, que in-'
felizmente grassam nos portos d'onde procedein
mutos dos paquete* ransatlanlicos.
Acaba o Sr. Fontes de roceber um alto teste-
munho d'apreco do presidunlo da republica fian-
ceza, sendo agraciado coin a Gr-Cruz da Legiao
le Honra. Elloctivamente esta distineco conce-
dida polo Sr. Thiers ao presiden!; do gabinete
portuguez mais urna prova das relacoes cor-
daes que existen) entre as duas nacoe's. OSr.
Thiers Gr-)ruz da ordom portugueza de S
Thiago do mrito litterario, artstico o scientilii,
e. da Torre e Espada do Valor, Loaldade e Mrito.
Cenata que njorreu o celebre Bonga Em Mo
caiHbiquft, por falta de numerario foi necessario
emittir 30 contos de res em papel inoeda.
O govecnador llorta esta em convaleseen?a
dos terriveis ferimentos que Ihe fizeram n'unia
esperado que foi victima.
A' Mossamedes cbogoii a crvela de guerra
portugueza Duque di 'Cerceint, levando o govor-
nador geral da provincia e mais 108 pracas do
piel; priooneiros pretos do ex-demb i, convales-
cenes e soldados depredados. O governalor le-
ve urna bella recep.ao. A" noute bouve Ilumina-
yo publica e muito fugo.
O concert com o navio Napier, de que fallei
na niinha ultima, imnortou em 2:O'J0000. Ficou
liada em boas condicos de snico. -Contina a
guerra ao governadir Harta, de Angola. Parece
que ha nolavei injustica. Verse-la quando aquelle
lunccionario ebegar LsIhwi. !
Pelo tiltim 1 paquete d'frica, o Pei'o, vio-
ram 3,100 carta*, s para .Lisboa. Isto prova o
sentando contra o |Nroju*lo. n. H>dBsle a**.-A'
coinmifeao de petico\ Poi libo, jtilgaJo objecto de- delaaera.-iv, e man-
' ''1"''1""' no j"*ni-dsi c-isa, mii> iMiijerfo do
Sr. Katis e Si|va, crwindo tanas dbfognoiasi litlc-
rarias quantas forent as ateobs dt; iunJiuivo pri-
maria pasta edade, iclusive a fraguarla da Gri-
ta, dente de jusiiftaKhi por sen autor.
I'asjtfjdo ordeiuub di.v contituuHt a segnnda
disi-u.ssfMi) art. -do prnjecln (te- occ.iHeHto pro
viii.ial,'edepois de- sobre a materia ofarem os
Sis. Vigueira e Cunliii de I-IgneireiU)-, foi levanta-
da a sessao, por Uta have- ajs numero pira
votar.
A or.lem do iba para hnje >': con'inuaco da
mleeedauie, prlmeira dbiaueaaa. dos prqectos ns.
53 e W asegunda d-> d.; 11. .>>, todos deste anno.
Autrifliule*i. ih!j<-;,-s Pnr portaras
da presidencia prvhnia da 8 do. corrente :
Poraili Horneados : Joaquim Pereira da Mandn-
H Jnior, :i-suppJente do snbd.-V'gaito da fregue-
zia de Santo Antnoto do Hecife c- Hanoel Gomes
Gabral; snbdKtagoito goalio.
4;.i:n-,l:!k mittsfiMMl.Por piriarias da pre-
sidencia da |*MviiK;ia, do 9 do frrenle :
Mandou se dar guia tle pas nicipio do. Muta Conselho ao altores secretario d
27" baialbiio de nl'antaria do municipio de Carua
ni. Luis Antonio Cordeiro.
Porara transferidos para o servjco da reserva, a,
seu pedido : o lente Bernardo Cesar de Hola,
e o alforei Ad(il>li 1 Taixeira Lopes, ambos do. 9
batalto d.,- ufaalaria do municijiio de Olinda.
n>vls:>jntlel;irin. Por pOrtarias da
presidencia da provincia, de "9 do crreme, do con-
foraiidade com o art. il | 4* parte % do eereto n.
4,8 de 2 i de noveinbra, de 1871, foram dvidi-
d is em tres districlos jud:iario> especiaos os ler-
nas de Buique e de Aguas-Bella--, em cada um
dos qnaes oxercer as atlribuicoos de ipw trata o
diado artigo 3* o supplente do respetivo munici-
pal e de orph'io* '
Jrm it ti ni que.
1." districto. l.iique e povoaeo do Curneiro.
i:1 distrcto. -Freguezia da Podra. (
3o dstricto.Povoarao de Gamelloira.
IWmode Ayiau Brllas.
I." distrcto. 0 distrcto da subdelegada da
villa.
Io distrcto.0 distrcto da dita de Assurema.
3.' distrido. Povoacoes Mocambo, Aguazinha,
Lavagem e.'Casa-Nova.
I iir di K -eir- Nao se realisou houlem
augmento espantoso (pie est tendo .oeominercio 1 a iistallac.Vi da 1* sessao do jury do Hcn'ife,.por
s ti-i-cm coinparrfido ti juizes defacto, pelo quo
portuguez com a frica.
J foi entregue no respectivo ministerio o
plano do quebra-mar llucluante para abrigo das
projectadas pontes da alfandoga de Lisboa. E' u
sin autor, o engenlieira naval, portuguez, Julio
Cesar de Yaseoneellos Correa.
O projecto cousla de um 1 memoria descriptiva.
Compoe-se de duas
gadis pejo la-
do do sul. Dos lados dolaste e oeste, o abrigo
formado i.or dos lluctuadores gradeados, de 90
metros de comprmeme, fieand entre ellos as
barcas descriptas, c as pontes, abertura de 30 me-
tros para a entrada dos navios. A arca das agaas
abrigadas 6 de M),O00 .metros quadrados. As
barcas sao destinadas a depsitos de caiv.io
ou dequaesquer outros gneros que a alfand iga
conveiilia aellas arrecadar. E' de 30Q^0010 >
o ore amento, sendo o rendiniento liquido calcu-
lado" em mais de 00:0004000. Ve se, portanto,
que aleo das vantagens de abrigar as 1101r.es o os
navios a ellas atracados, ha a ile rer mellnralo 0
servilla de embarque docarvao aos vapores das
dill'erentes carreiras, o qu al feito al agora, por
meio de falas. O projecto da; pontes est qua-
si concluido.
t O bispo de Visen olfereceu ao instituto indus-
trial c eomraereial de Lisboa 8.) amostras de ma-
l-iras do Brasil, prometiendo completar esta va-
liosa c illecco com nutras amostras que espera
brevemente d* Bio de Janeiro.
FaileeVu na sua casa do Cabo, (Barcellos, Mi-
nbo) o general reformado, visconde Leiria, Jos
de Vasconcellos Bandeira de Lwio*. Grandes
serviros deven o paiz a este Ilustre militar, que na
opiniad das pessoas entendidas, hi sempre um
soldido valente, desteinido ehonrad).
O brigue portuguez DomiAo apaahou possi-
mo lampo na sua viagem de Pernambuco para
Lisboa. No dia 10 do corrcnie na latitude, 33
IV long. 32J 23" foi toreado ahijar cerca de 30!)
saccas e 30 barricas de assucar.
O vapor Julio Diniz, nertoncente empieza
Progresse Martimo do Port, eostruido nosesta-
leiro3 dosSrs. Mac Laren & C, de Dumbart lanzado ao mar no dia 29 de marco, demandando
6 ps e pousando elegantemente n'agua.
Em seguida operaco do lanc.amento, reali-
sada coin feliz exilo, bouve um sumptuoso lunch,
ao (pial assistirara mais de cem pessoas, entre
ellas as autoridades de Dunibarton, o vicecnsul
portuguez n'aquella cidade, o? inspectores de
Lloyd's e do Board of Trad, os eugenheiros de
Greenock, varios constructores e o commandanle
do vapor, o Sr. Luiz Asccnsio Totnasini. A esposa
deste seiror foi a inadrinlii da ceremonia do bap-
lismo da nova embarcacao.
t O Julio Diniz devia ter sabido no dia 5 do
corren e para Greenock, alim de all Ir receber a
machina.
Todas as pessoas que assistiram ao acto felici-
taran) o cominandante, o S Tomasiu, pela soli-
dez da construccao, elegancia da forma e superior
distribuicio dos arranjoSjinteriores do novo barco.
PERM1BC0.
REVISTA DIARIA.
Assembla pruvin;inl. Funccionou
honlein oom 24 Srs. deputados.
Lida e approvada a acta da sessio antecedente,
o Sr. I. secretario deu conta do seguinte expe-
diente :
Um oflicio do secretario do governo da provin-
cia, remetiendo o requeriineoto dos contratantes
da estrada de ferro de Goyauaa a Itamb, no qual
solicitan) uue a partida da inesma estrada seja do
porto de Japomim, e a copia do acto da presiden-
cii de 30 de julho do anno passado.-A' cominis-
sao de obras publicas.
Ouiro do iiie.-ino, declarando que o Exm. bispo
diocesano, para poder dar seu parecer sobre o
projecto n. 48 deste anno, communicou haver
exigido uformacao do respectivo parocbo.-Intei
rada.
Outro do raesmo, rumettendo a peticao da socie-
dade Propagadora da Instrucco Publica da paro
chia de Nossa Seu hora da (iraca, em que pede a
remocao da segunda cadeira do sexo femininn da
ra do Paysaud para o povoado da Capuriga. -
A' comiuissao le instrucciio publica.
Oiiir- do mesmn, transmittindu a informacao do
director da inslruccao publica acerca da. pet^-ao
do professor Alexandre Jos Uoruellas. A quem
fez a requsigao.
Urna pelicao de Jos Lzaro das Nevas, ex-pra-
ca do corpo de polica, pedindo o. pagamento-de
4Cz260. -A' commissao de ornamento provincial.
pa de uiestres e duciaeMtonador, ropie-
ac*dciuad.
i
foram sorb'ao >s os segninles :
Frnjuezia'tkS. Fre l'ed.10 Gok;ilces.
Jos Jj.H|uim Dias Fernandos Jnior.
Rr. Silvino Cavalcanlc de Albuquerque.
Antonio Ivs Barbo-a.
Luiz GoncaUei da Silva.
G mcilo o.-e Alfonso
los rT'idrignes Pereira.
9 Dr. Francia 1 Augusto da Fonceca e Silva.
Antonio Bernardo Quinteto.
Dr. Alexandre Jos da Costa Valente.
Dr. Luciano X. de Moraes Sarniento.
Francisco Xavier dos Santos.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, -
S. Jos'.
Dr. laaquioi las Ferreira da Bocha.
Cactano da Silveira Aiuaral.
Antonio Dias da Silva Carde:,!.
\i 1 cu 1 l 1 Irigiws .i Albuquerque.
Jos d)s santos Lagos.
/o(i- filia.
Joaquim de Gusmao Goalho.
Joo Hermenegildo Borges Diniz
Viren le M. Freir Pereira da Silva.
Jo 1 Pedro de lesna da Malla.
Francisco Lucio de Castro.
Dr. Manuel Ferreira da Silva.
Francisco do Lera a Balarte Junior.
Heliodoro de Aqnino Fonceca.
los Honriques Machad).
Francisco Augusto de ArauQ.
Dr Luiz Carlos de MagalhawP Breves.
Dr. Custodio Uanoel da Silva Gomes Jnior.
Tenante-coronel Francisco de Miran la Leal Seve.
Manuel Gomes de .
Dr. Augusto C Yaz d Oiivera.
Joaquim Jos^de Parias Noves.
Afogad ..
Tertuliano de Moraes Carvalbo.
Antonio Gtnaatires de Moraes.
Joo Cavalcmte Lanieiiha Lins.
Poco.
Francisco de Paula d) Reg Barros.
Ser^ipe Alsrrns. 'JhegOU hmlem o
vapor Munduh, Irazondo jornaes do Aracaj al
4 e de Macei at 12 do correa'.e.
Lomos no J>rn d do Avacuj :
a Antebontem (25) expoz no salao notare do
Alheen Sergipense o Sr. engenhiro civil Dr. Ro-
ben,. Koscki, o seu importante trabalho de ex-
plora.o da estrada ao norte da provincia, pela
qual tem de passar a buha tel.'grapbica que vai
ser construida pelo governo geral.
Foi apreciado o mesmo por varias pessoas
que aili concorreram, inclusive lodos os Srs. de-
putados provnciaes, convidados especialmente pe-
lo referido engenheiro
AS. Exc. o Sr. presidente da provincia tam-
beo foi aquella planta pateuteada em um dos sa-
ldos de palacio.
Na cidade de Larangeiras foi ltimamente fe-
rdo gravemente Manuel Antonio de Jess, praca
do destacamento da mesma c dade, por un indi-
viduo de nomo Pantaleo de Siqueira.
O faci durase em consequencia de una dili-
gencia que o delegado mandou proceder em um
sitio nos suburbios daquella localida lov por de-
nuasia que recabeu contra dito Pantaleo. Diri-
gindo-se a escolta ao mesmo, lngara elle a faca
que trazia sobre o soldado que tomara a frente
no recoiiliecimento.
i O criminoso foi preso em flagrante, c proce-
de-sa na forma da le para que seja devidamente
punido.a
D9 Macei nada ha digno de mencac
Vuiii versaro. Complet hoje 81 anuos o
venerando politice Pi IX, o Grande.
Este acontec ment, que para o verdadeiro ca-
tholico um grande motivo de jubilo, solemnisa-
mos os com indicacao das pocas principaes da
vida daquelle incyto ancio.
Ei-las :
Pi IX uasceu em Sinigaglia aos 13 de maio de
1792. Celebrou sua priraeira missa em Roma aos
II de abril de 1819. Em 1823 foi enviado pela
Santa S America Meridional, e ahi durante dous
anuos grangeou o a privo de todos em razao de
seus desvelos pelo bem daquellas almas. Foi con-
sagrado arcebispo de S|oleto no dia de Pentecos-
ts do anuo de 1827 ; trasladado S de Imola
pelo papa Gregorio XVI aos 14 de dezembro de
1832 creado cardeal no da 14 de dezembro de
1840. Subi ao Ihrono pontifical no dia 16 de ju-
nbo de 1816. Estove desterrado ero Gasta desde
2"ide novembioat 12 de-abril ao WJ0. Resti-
tai. ajerarelda catholiea ni Inglaterra a 29 de
seleuibro de 1830, e na Hollauda a C de marco de
18.'i3. Delino o Dogma da Inimaculada a 8 de
dezembro de 18,'ii. Vislou seus estados no anno
de 1837. Perdeu Bolonha e as legaQoes em jun o
de 1839 ; as Marcas e a Umbra em setembro de
I80O. Canonisou os marlyes do Japao a Sdeju-
nho de 1862. Proraukpm o Sj/llabut no- dia 8 de
dozembfu-de 18lii. (J!brou o XVIH centenario-
do S. Pedro a 29 do 1867. Cuntaoh o con -In
ecumnico a 29 de jtnkbo-de I8fts. -ocmletoa -rt!
anuos de sacerdocio a 11 de a'M'ik de ISIi'.l. Abri
o concilio-"tMtioiuio a 8 de deaemliro de 1809. I'o-
liuio o dogtna da infaUbilidade p*ntilicia a '.8 de
j.unfio de |8I0; Perdeu'Boma, e licoo prisionero
a 21 ile setenibro d 1870. PriM-lainou uadroeiro
da igreja S. Jos a 8 ib; dezembro de 1870. Su-
pero) o. pontificad de- todos seus predoeoantes
no dia 34-de datemhlii de islo. Canbfoa sen ju-
bileuponlilical a IGde jnnlw de 1871. Superou os
anuos de S. Pedro em Roma a 23 de 18/1.
Conserve Deus os preciosos dias de to santo
varan ;.loma*o hen aventurado aa Ierra, a vre-o
dos iranias dos seus incarnic-idos ininigos.?
Xiutloi a^rteiiido in data daMia
abril foi indcferiiki a patif4o.de graca ib Belchior
dos Reis JParoy condomado em i2 de dazaobro
de 18? 1 pena de I i anuos de pristo com traba-
lho> em vi iludo de dee.so do jury da terin 1 .|,-
Iw ciio. em K'tnambuce, por cime dii homddu>
ceuimeltido a '.) de feveroiro de 1870.
l'>rti>stntVt*eiin:i'l:>s. fel junta de
svjJi; de Listtoa. furnia declarados infeccionadas
e ebro aiuarella, desde 19 de fcveretr, M partos |
ibi piMviucia das Alagoaf, aa 11.-.1-.-1.
litstuti la onlein ili :ul\o- uilos
braMilelros. Presidencia iuli-iina do Si", cm-
selbeuo Saldanha Marinbo. -Aos 12 de (Vezeinlno
de 1872, presentes os Sis. eon Marinho a Tilo Franco de Almeida e Dxs. GuMo,
Gillinig. Meindles e Silva Costa, abarla a sasaao.
E' lida e approvada a arta da se Continuando em discu>sao 0 rel.voi'io du Si',
coiiselfieiro Tito Franco sobre o liuWi-coiniui-iso, ;
au baveudo mais qnea padisse a pajavra san en-
cerrados os debates, e proe dondb-se a rotacao
das eonclusoes do i-.latorio sao ollas uiiauimemeu-
u approvaibis, resetveado o institua 4.00 :
!. Sao-pennettiilo- pela |agisla;ao iiatria "> b-
dei-commissos .je mais de um grajo.
2. A declarado foits pelo testador da quo anda
fiduciario sueeessivaimmte ora mais lo
ni
cons
de
tral;
da p
novella 159, desde que passe da quarta subslitui-
ao.
Nada mais havendo a tralar-se, levanta se a
sessao, sendo dada para ordein do dia o relalorio
do Sr. Dr. Luiz Alvaro-'.
\11va raMirapA.A' iivrariado Sr. Jos
Xogueira de Sotiza, ra Prmeiro le Marco n.
2, acabamdo chegar alguns exemplares do D nuriu de botnica brusileira ou compendio geluu do "Brasil, tunlo nUgeuus cum ocehmau,
trabalho esse coordenado e redgido em grande
parle sobre os maiiuscriptos do Dr. Anu la C-
mara, pelo finado Joaquim de Almeida Pinto, phar- ^ All!n;o y ^
macotitico pela esc fia especial do pharui icia de. mm '
Paris, onatendo ma desc -i,-;ao n^^'f.;'(''! c;-] Alfares Joft Hkiario J. Saulus.. 11. I
da lamilla a que pertenconi, o nutra vulgar ao al-1 ,im i>...:,..
canee uoiiaJ..!..!.-. ......r'. .., .;:,,,.,.,,. u ..; !' '.'
difTereiits deiw-iniiacos las provmeimwfo impc- coin cier.ieiiun le > nrz.V if.ViS...*!" Eswrite-SaiU.,
rio, as prapriedade- medicas e vcoumasas, sua nl-1 Manuel Ignacio de Josas, aiin-auo pnaj \
id.i 1 as as arles, industrias, 'economa domosii- ijiyIa d* f>,|ro c s,|va.
lea, c na veterinaria. Anlorio Sampain do Nasciincnlo, rom Mal
Meira.
.Nada mondo maio j fular. depois de de>iguai- a or.lem do 1W.1. encerrou *
sessio ;'v-2 e 11101a lu m ,U lardo.
S..Ji.-0. N>. Ur. subdelega In .le i^mh
daasa Magnesia cscnvon-atM n segamla
Recfe, II de nuio de 1873. Srs. redacten*
lo Ditirio de l*r.mWK l.vp.,n lomlu ao arti-
go de sua miciiiuad.. IUci*f*. de*la dali. n
saabdl de leraxtiih-to o grupo I v.nb team-
bos ts'sexos que se aglomerain fiort d das tavoruas (alias- diversa......cada to pa*>
do TV-r -.i, a 1 ib uder as familias boneilas, 1110 Ifc
liemutlindo chegar as faneUa-. pir c.'^ibwiii
ni.ite, a.lii lao com fcMia a siivri.l.it- do que *w
rapaz, qtM Immo sido eser.i inipl. .vel ci*lr,.
case e oiUiM-.ii,-^siii-.-.iiin-m >. pi-i.i q d'aMme
.idv,i|ii:i n desa 'M.11 iusolio n is niesni.is paawas
do IUl,,u,. em ju,- un Morad r ute paleo ano
arnja os epilhelos do arhitruiio o mlemm,wo
laclo de encontrar ni-.-m sua esoa a proridrn-
ciar a.x'ira de leaeibaata dapnvag 11
AgzadpcomJjk aV... n .|uai'V.,iiviaehMo-
que a bemwidtufo de \... n-vdirige, praHMi-
aceito): qii;djiw:r judici..sa leinbr.ni;a, cuja km-
ii.We na especie .....ti wa"-> apririi>aa>
'l!!1',':-I-K' "lr- Am-.i.o >;a< il>- kium
Tiro.\o dia i do corro!*: me-, J,,si Mfri.
da Sdva,,mu (erras d i engonl o -Ubi-do iUtarir-
M do Cabo, ileslocbou um i-o em l'i ji..jco Kn
drigmm PMHira de Carral, 1 la.
O di4jii|uenlo, que no'&ira nreso em.flapraiv
te, apn*eiilou-s; dep .is .uuntaii.iiix^le. djsr^-
Sjc.-i 1 la jusli.-a.
tauli-. Pelas Iki meia oras da lana-*-
ldi eui-rente. Joa.pivu W do Saata Ann*4is
parou-ujia pistola sobre C iiIIicidu Giwfahn*.
fiaao, que so arlt..va 001 sua \ quuu tonJM -!
raarein........ sita Mn la alaa.
tldoiinquonie toi iire-o em llay^nle.
TrmaMfereawla. Km ':oii milita carga a iuh-Imt no-io p rio vano? tmtm,
l" liaii-lorid.l fiara buje | M\% s.,liida.
ros II, ,o asyn de inendicidado MI, 11.....1!
dosovphaos 100. no das orplws lV, in d.-
exntiios 92. muniud era cria-.aa 7H-Total fJ\
talai le <->ibrllrir.iro do \nlr,
Ir.-Rata novo wh aaaha abrn--.- tmm i>*)<
B issaia o liix., na ra do luiporador 11. II rfi-
inoiro and ir.
l*r>*lniiiiis.-Foraiu lid-.s 1. dia II (i-uai
na matriz do Sanio- Antonio:
rdomiiiciacao.
I JoAo Viciar Fi.mcisc) da Cruz, rom Eme
; Gomos Ferraz.
mais complehi'que ora p issnc
Essa obra, 11a opin:"io de dous distinclos prol
sires di es^a de medicina do Rio de Janeiro, o
de grande iiqioriainia e uJ|dade. sobretudopor
ser ella no genero a mais eoTup
o Brasil
A edic-.ao nilida o muito expurgada de o-
ros
iieooniniendaino-h aos no-sos leitoros, sobretu-
do aquellos que resid ni loilge d is'capil.o s das
provincias, cerno meiu de trataromde moilaa mo-
lestias, sem o grande dispendio com mdicos e bo-
tica.
Delgado Iliterario. Por portara da
presidencia da provincia, de 8 do crrante, foi Bo-
rneado o bacbarel 'oaqnim Francisco de lanos
Brrelo delegad) lit'eraiio da freguezia de Sania
gueda.
Passnxaento.Aps long u padecimenlos
dcuonlem a alma ao Creador, j.i em avancada
idade, a Exm. Sra. D. Joanna do Rosario Gul-
maraes Machado, mi do nosfO amigo o Sr. Joa-
quim Lopes Machado, deputado do tribunal do
commercio.
A seus dignos iil'.io. nossos sinceros pezames,
Ou i:-.). -No domingo ultimo pelas dua< horas
i^a tarde fallecen, victima de molestias ehroneas,
rom idade superior a 60 anuos o Sr. oniiunend.i-
dor Manool Luiz Viraos, administrador dosjardiu<
pblicos.
Por servidos relevantes por elle prestados du-
rante o lempo que oxerceu o emproho de admi-
nistrador do cemiterio publico, fui ello honrado
com diversas condecuraees estraugeias.
Seu enterramenlo realisou-se booteffl tarde
com assistenc'ia de grande numero de seus amigos.
Koi'icdaile l*stti'ioti.*a !>/> Se
tembi'o. No djtjl-'i do crrante, s (i horas da
tarde, havei sessao ordinaria desta socitdade,
ra da Uuio n. 23.
Ordein dos trabalho.
Expediente, propostas c admjsso de socios
Regulamento para a expusi.o agrcola de 2 de
dezembro, e trabadlios preparatorios desta.
Pareceres de commissoes :
Secretaria da soeicdade Patritica Dozc de Se-
tembro, 12 de maio de 1873. -A Lumcnha, Io se-
tario.
Porto de Liverpool. Devem ter sabido
para Pernambuco a 2G do abriLo navio Jtoarri .!-
dersn, e a 6 do crranle o navio Onnerinda.
Oinlieiro. -O vapor Said levou para o Rio
de Janeiro 20.000J.
Para o sul do imperio Com 8 recebi-
dos em nosso (wrto, levou o vapor francez Said
i!' passageiros.
Si>eii-ilale Reereativa !Vova Har-
mona.Amanlia, s 1 horas di tarde, deve ha-
ver sesso desta sociedade.
Instituto Historien e Pliili>spliieo
-Ante-honlein rounio-se esta sociedade, sob a
presidencia do Sr. Bandeira de Millo.
Foi lida e approvada a asta da sessio an-
terior.
0 Sr. 1. secretario deu conta do sagunle expe-
diente :
Um oflicio do Sr. 0. Santos, communcandp nao
poder comparecer sesso.-Inlciralo.
Varias proposlas para socios effectivos e cor-
respodentes. A' commsso de syndicancia.
Ac ando-se presentes os Srs. loares da Silva,
Cypriano v"ianna e Dias Vieira, so:os propostos e
aceitos, sao introduiidos no recinto rom as forma-
lidades do estylo, e felicitados pelo adjunto do ora-
dor, a quem responderain agradecendo.
Passando-se prmeira parle da ordein do dia, o
?r. B. de Mello deu o desenvolvmento de sua
Ihese : O recurso cora ser incomp itnel com a
liberdide e independencia da iijreja ?
Depois do que entrou-se na segunda parte, ds
cussao da ihese Ser necessario pura o bem es-
piituul dos pocos a conservar/to do poder tempo-
ril dos papas ? Oraran) os Srs'. Moreira Alves, A.
Meira, F. Borges c B. de Mello.
Encerrada a discusso destapese, sortedu-se
una outra, a seguinte, do SrWsaias Guods :
Al cruzadas influiram giandemente na idade me-
dia : foram nleis aos pwos, e tiveram cmsequen-
cims benficas.
Foram sorteados para a discussaq da mesma
os Srs. Soares da Silva, Bandeira de Mello e A. \ Anselmo Ferreira Gualberto, Max.
Naliviia-e A Jo..i Ferreira da Suva, am En:-- "; '"'
la Tria a le,
2' ib-niiuciac'io.
Jos,'- Mov:;, da Silva P ll ', c 111 Ja-
da Clora.
Pedro Kanes, rom Lucinda Maris da C ncH
Jas Cactano de OHveira taatas, rom Man 11 -
ra da Cun: a
Jnaqnim Lucas Evangelista, o. m Penal la Ti
loriana de Jaras.
Manoel Fernandos Lins, rom Joroplia da S h 1
Lima
Joo Moreira do Val, con Porrina T eaWa 4>
BomSm.
Jjiqr.im Rodrigues das Com h .V.iu1
deiro. Alvim.
Joaquim Servlo Vieira da Paz. coin Gandid 1
Ferreira '".oiinbra.
Manoel Heariqnes Pires de Carvalbo, com Ma-
ra Xavier de Brito.
Virante Ferreira Raposo, rom Joaquua l'ereii 1
ile S 0* rio.
3- denuncia-,10.
Tnomaz Barrido Lins deliairo-. c,.m AinJia Ca-
rolina do Itego Barros
Silvestre Iti'.oiro f Albnaneiquc, n Mario Ir-
mina Dornellas P.-ssi.-i.
.M mo 1 Orgioio dos Santos, rom Flora Mara d-'
So uza.
Gome* Augusto Gaio de Miranda, cora UnaMiui.
Leonor Pinto do Miranda.
Benedicto Jos d'Almeida. com Claudina Mari,
da Conceico.
Francisco Pires Licato, com D. Mara Joaqu.
da Conceico Patricia.
Constantino de Sotiza Barros, rom Joaquina Ma-
ra do Santsimo l'oracio do Josns.
Lotera.A que se acha a venda tl a 5>. a
beneficio da matriz de Bom-Conselho, que corre m
dia II ib> corronii
Lellrs. Hoje 13, enVcta o agei.te Pinte
o leilo de movis, louca e cr\ slaes, na roa For*
ajMI n.2i.
Ainanhi s |ft e meia huras partir o trrm
expresan do reo de Santo Antonio, rom os enn-
ciirrentos ao leil.lo que deve ter lugar nos Afitc-
los, sitio n. H.
QninU-feira l.* de corrate vender o nses-
mo agente di Arenles fazendas e chapeos a varia-
dos d agua salgada, existentes em seu escrptorio
ra do Bom Jess 11. 43.
Hospital Pedro II. -O movmenl. Ie*t>
eslabelccimcnlo, de ." ao dia II de maio de 1873,
foi o seguinte : existan) 32.'. entraran) SA. Mhi-
ram 33, f.illocorain 15, existen) 33<. sendo : 130 ho-
niens e 10G mulheres.
ArfrrilVnfin.
Foram visitadas as enfermaras nestes das ** 9.
.8, 8, 8 1/3, 7 1/2, 8 1/2, pelo Dr. Brllrao. Mr
ausencia do Dr. Ramos ; s 1 1/2, I |/1 |J, 11
I/i, 12 1/2, polo Dr Sarment ; as 8 I 3,9 l,t.
8 1/2, i, 8. pelo Dr. Malaquias ; s 8 l/l. 91/1.
7 1/2, 8, 8, 8, pelo Dr. Vianna.
FiillecHka.
Antonio Joso; Lima; tubrculos pulinonares.
Jos Alexandre ; tubrculos pulmonares.
Conrad Joberg ; febre amarella.
Jos Martins ; anemia e diarrbea.
Mara Francisca de Jess : tastrile aguda.
Joanna Marta da Conceico ; pbtysica pulmonar.
Joaqun) Bezcrra ; beinorhagia cerebral.
Jacob Vander Vccr ; Wre amarella.
Francisca Luurcnca dos Sanios ; tubrculos 'pul-
monares.
Antonio Joaquim de .una varilas couflnealas.
Manuel Moreira ; febre amarella.
Maria Francisca d Conceico ; cancro no seto.
Jofu da Cruz ; piieum ma tuben-ulosa.
Joaiuini Antonio Papas varilas conflueMe.
Flornda Mara da Conc.-ico ; dysenteria.
Passageiros.-Sabidos para a Europa, no
vapor francez Mendoza :
Jos Francisco Manoel, sua inulher, t
o I criado, Donato Cupido. R. Rabio, Antonia!
vino Cas.r, Franco Roberto Poilomnaa,
Felljce, Z-imbrolia Gui*ppe Micheli,
Caris, Angelo-Caetano, sua niulber e I menina.
Sabidos para o sul, no vapor franco 1 fr4 :
1
-J


*-
'2
HU'i^WffA* Pcraaiatow Ter^| feha 13 ik Maio de 1873.
-Jos TupSnamp, Or. llertrigneM. L. de Almeid,
Joaquim F. d > Meirellei. ceronel Jos InqUrn de-
Carvalhe e 1 criado.
COMMiHtiCADOS,
O piibllCO.
Provocado pota Sr Dr. Lourenco Bezejra Caeneiro
"da Cunta escrevi alguni artgns defendcndo-me de
aceusacoes vagas e completamente destituidas, de
$rova ; w eHs de lar para que se apontasse
os meus pretemHdos tales, o mea ngvTesserfor-
mulou una acensara, que se acha completamen-
te refutada.
Em o artigo panucado no Ja-nal i, t,rifa de
2 de maio o Sr. be. I, lureoco B. C. rt* Cunha c-
eusonme por adveiar da oeicdade causas admi-
nistrativas e por ter cecehido donativos en'tetra
de favores, que x corno secretario .da presidencia
Por mais que pedsse fossem declarados os fa-
vores e os donativos, nada consegu e ao contrario
o Sr. Dr acaba de fugir questio. dizendo no Jor-
nal de II do corrente qu^o r.rmrrtario da pre-
sidencia exercMoAlo ni permuta de favores por
acuitad* dnnatic s, i mtUto coukeda ; uo pre-
ciso,nem so* tikrigailo a indicar seu nome ; quem
sejulgar culpaio, que confesse as suus pulpas.
Por esta forma entendeu e Sr. Br. que estava
nispeasado da brgaco que contrahio. Se S. S.
quer referr-se a mim e se nao especifica os faetos,
poique neeia que eu o chame responsabilidade,
asseguro lbe qae mir eme motivo nao o levarei a
Unzo; dou-lbetoda a lie ariete parunpreciar os
lavoros i|ue liz e referir os donativo* qne recebi.
Em quauto Sl S. nio <. fizer, nao voltarei Jtn-
prensa para discutir cent quem sejulga autorisa-
do a avadar prnpoetaoes, que nao psde provee.
Eu atllnaei quereu permiesao para sor sentada tinha dupla
para os boa I* na ponte do etecifo. S. S. diz que
mismo ftr. no so requere, como .ot replcou;
porm por rtela nio proenrou os reqnerimen-
os, nio publica eortido dees, e o nuii por esta
i orina.
lYometti publicar algn documentas, (|uc nao
declare! a quem se reforjara, e S. S. dtase logo qse
se tal fiteees Ora, falsario< qnern falsifica, anda nao Tora
publicados o* i.'oenmentos e S. S. alarma logo que
ojies esto falsificados ; entretanto algnns dalles
furam publicados, ha algn* annos, e at boje
oinguem difse esteren) falsificados.
Nesta* elretnnstancas deixn de -responder aos
eseriptos do Sr. Dr. Lourenco ttezeraa Carneiro fia
Cunha.
Pode i, S. continuar a sua iagloria missao.; ..
8. ti'in MBi4< Creio que tenh i dito bastante para onlieeer-ee
a injustit;a e improcedencia das aecnsaedes que
me ioram i.-:.i-
l'.r. JatujHm CoiTcia de Arauja.
cenvpanmfls qao se cx\m a eventtwMadcs de( dccrepUo, que se precipita *eHr* w vawndaa flft
^"xf bt1 .**,,'la,' citc apptio aJ ftanlo ; nns que guanlamos, om> pr^ceito svnte
\ecife 9rm*ge. \ 'm violav^t, acuelle quan'ts foi man Jado gttarflaT
:i)m.:?.n a "'^ Draimiat- /io 6 frapria- ,iela fei'do yss iias fraiavras -tli!t(iespmiimm

-----
A a
mente empreza mercantil e not cun^panbia'. h-.
geita a eventHdHtofa*..
Nao <6 certo qac os contraos inda rommer-
ciaes ou metcalis nao iktssam *>er w.riullados;
urna vez convencidos de fraude, dol ou simula-
ac*o.(:art. 189 do cod, com.)
A lea Verificada por tnes meies d logar a
*esciso (art. 210 do cod-com.*)
Dcss opiniao uarlilha Tei ceira* Freita ; em e
nota 2.a dn art. 560 de sua ronsendacio.
V ior ahi o articulista qne andou mal oca-
minhade.
Deslecaodo do pareoer proposicoes harmnicas
e confinadas o acheu censuravel e. anU-juridieo,
lendo a ebnsolidae>o em p fie que Ihe pareca
apmw;itavel. enunciou propasiros falsas, nao -au-
torisudas pela citai-ae que fez, visto nio ter eWaJ
afipficacao algiinw a livpdieee.
I*iz a nota 2.a do art- peta Provincia:
'. A regra do texto, qse faculta em crol res-'
cindir por leso-eiioeme contractos commutat -
it-w *icM ir, tfMMw;- onttini, nos que em tin, &')
tmnot por voidade Deas, e soineutc Deas? %
K shios atbens 4 E a excommunhae que se
uos aura po efiegar al nos, sendo aceita por
esse Dens, Quem amamos, e Que sane quem
JWHs? **..-.
Ejccommuiigafie* verdamrameut* atbens sio
esscs tilhos de Santo )gmio-de LmraaK^ue desde
I5tt constitndnv o ooin|iieto flagele da humant-
ade!
l.iile a histeria e veris, rme* malte de Hxnri-
que IV, as tentaflvas contra Blisanetb, a eonlpira-
ao-contra llaarlcio fle Nassau, os tnassacies do
apao, a qneda dos Stuarts, a marte de Gang
nelli, e outrw tantos fartos melliante foram obra
dcii.-s i
Corruptores de toda a moral, mercaderes da re-
ligi^o, inimigos, at o asMssinalc, do poder civil,
quo'eUesaaopodtain apederar-se, corruptures dos
coiTptares Jo* costmnes da nwcidade, pascando
do juramento ao perjurio, do cnumerdo banca-
ruta, efles contavam |or isso cem a animadversao
reir de tucena, proninoiado neste terjio por ten-
la ti va de homicidio, Acmohia ao d'^ntrntiMo co-
mo ju mniMoipalipara prndelo, 'afim de que
fjsse ellohilgadn-c punido,
l/inge de -9im proceder, o denunciado desde
vos, nao procede as essoes de crditos, direi- publica, os res, os papas, es pjvos todos os re-
p-'lliraw cun horror!
I" as*ini que vemos um Fvederico, um Alexaa-
dre, um Napoleao, um Clemente XIV, um J )s H,
um Mrquez de l'ombal u uutros, depois de os
aceitar como uteis para educa(o da inocidade, e
santos para o ministerio da religiao, depois de seus
feitos. os repcllir com korror.
Por toda a parte elles armados da astucia c dis-
famados com a mascara da hypocrisia, elles e
proolamam m poder gigantesco por suas virtudes
e saber, mas, a idea de urna Cornelia Barochia
anda escapa c se ouve do deserto de um tmulo
para denunciar um Pedro Arbuei I
E'enfadar-vos proseguir na descripeap minucio-
sa dessa historia cheia de tantos horrores, que
nao vos de ve ser estranita. -
Pois bem ; eu nao proseguirei, e accilai os meas
arabeas, como eu tambeni aceito os vosso por
tos, aces, Jwranpis, e en gtrat nempre pie o
objecto 4t contracto .forduvidotn, ependtrdi fu*.
turas ereumalMoA^t, eapomdo adquiremte a
* perder o gmthm: Repet' das Ords, Toin. i pag.
m.
Essas palarras transcripus por Teixeir de
Freitaa applicacao ao caso, como a dcnouiiacao de con-
trato mercantil ao contrato em questao.
Em rii.' r nio ha ll illlnpjb. ^mtrato, negocio
de qualiuade alguinii que nao seja sujeiloa even-'
tualidades.
Tudo ueste mundo fallivcl ou duvidosa.
Os igaos jornalisticos de um partid quando:
menos esperam altam-lbe os assignantesque pa-
reiiam xjbrir o custeio da euipreza datada ab
cabo.
As (naneas'do advogado compromeJtm-se anda
qiiauJo elle coativa, seno com a sejeneia do ju- maisessa festa que hqje solemnisamos, a quai nao
risconsulto ao menos com os ardis da uuis re-
finada cliirana.
E' bem coukecido o dizer do poeta :
Mnha Marilia, tudo passa
A gorfe deste mundo nial segara
Se vem depois dos males a veutura
Ven depois dos pnizeres a desgraca.
^JBUCACOES A PEDIDO.
!< nublico.
Para se dir urna prora d:) apreco e cansidea-
.ti ao lustie e diitinoto pernambac nio, Exm.
Sr. dedo Dr. Joaquim Francisco de Parias,
e ao mesmo lempa una publica nianifostaeo de
rej.r.-vaeao ao -acto violento que para com elle
a ."aba 'le prarky S. Y.\c. o Sr. hispo, eonvida-se
aos h 'itantgnesia e.idade, inimigos da destetavel
fij\., '-nijp. !]<<'. lautas desordens e perturba-
'.'.os ieuypK.'itadii nos astados e as familia*, e
q;ii'ajid#|rdist) *. i|iiT grusseira i' violentamente
implauMjr enlre nos. a *e reunirn! boje 13 le
ni ti i pelas i hora* da tarde na raa do Conde
l'Eo, aliiu de ir-mos cumplimentar ao nosso digno
ciiuprovindano, que pela sua HlostracdO e ad'he
ao aa liberdades patrias, veio a torur-se o alvo
das seas do oais perjgoso e abom uavel ab-o|n-
lisni >.
*ua-
von
9r. llxcliit'l.
E' cortamente estrairaavei que o Sr. I>
ehad depois do ma vergo'nliosa derrota as pa-
ginas jL..-:,; Diario, continu eneoberto a nsoltar-
ned> Uber.il. Volto ai mesmo Diario,assigne
os seus eseriptos que ontio Ihe responderei acer-
ca ili tal portara do Dr. chefe de polica, da de-
ularacao Ju reo em pimo jury, da invasad do se-
gumli distiiii.i policial da freguezia de S. Jos,
d >s atravossadores de farinha, do* protectores
destes, da cunara municipal, em lim re mai
adiante do qne lalvw eoufie o Sr. Dr. Machado :
do contrario, ja odisse, pode esganicar
tade.
m>* cae JoaaiM frwwKihm 'na,-.,.
M.'ifc. i2 de maio Je 1871.
Amrir.) fletto de Venima.
d'.Miijmiita Ucci'u llana^^
Sobcssa epgraphc apreciou boje a Proriucit
o parecer da c^mmissiij Ja aaseniMea provincial
obre as i|nestocs que ltimamente se tem agitado
entre a presidencia o aquella eompaohia,
Sem qnerormoa ontestac a influencia que
possa ter no ostrangeiro em prejuizo da provincia
a fjlta de cumpriiuente de contratos por parte
dos poderes publico*, podemos assentar, seni-re-
oeiode senas contestacoes, que a quostao apre-*
ciada jiel orgao da opuoshjao nao esla nesse caso,
ao contraro est no dominio da opinio que a as-
sembia provincial e a presidencia, respeilando
fuelle principio da fe las convencoes, procoram
salvaguardar importantes interesss da provincia
dos partieulaies, obrigando a companhia a
desempenhar o nfle prometteu regular e legal-
mente, e oppoudo-se a exigencias que rep lasarem na fraude ou m t'.e quenao podem
ser imputadas a provincia ou aos poderes que a
representan.
O presidente da provincia e a asscmbl nao
pudiam ser indifferentes aos faetos sabidos de al-
teracao do contrato celebrada com a companhia,
pessima ou nulla exeeoeao dos lavfiaa a que se
obrigou e exigencias tendentes ao rece'bimento de
juantia* Ilquidas e ndevidas,
Sugeito Judo sso ao conheeimento da assembla.
a eommissao nomeada especialmente para dar pa-
recer a respeito, nao fez maU do <|iie armar a'
administracao de autorisacoes qne consideren in-
lisponsaveis para fazer a companliia chegar a
aeeordo ou abrir man do contrato.
.No extenso parecer que deu a commissao, en-
earoa as qnestSejs sngeiUs a sen exame por todas
as suas luces; e em resumo expeiiden o seu juizo
u do seguinte modo : se o contratante viciou o
termo do contrato pode este ser rescindido.
Se apparecer a prova, (ora d dnvkii, que o
-dolo do contratante ou as rasuras do termo do
contrato, con-tituirao a mais jurdica e solida base
I da competente aeco.
A commissao consideran lugar importante do
lermu do contrata, o artigo alterado.
A Pree ii', p )!.;:u, entende qjie assm nao
acinteceu, porque a i-onimissao poe em dnvida
que fosse estipulada o preeo em questo comido
uo artigo alterado.
Na descobiinioi onde est a lgica de seme-
Ihante argumento.
O preeo de que se trata poda nao ter sido esti-
pulado uo contrato, mas coustituir ponto mpor-
tante de eonveneao ; e o que se infere anta.
Em um contrato dad >, especialmente quaudo
elle destina ly a regularisar um servico que im-
porta administra-fio e ais particulares, muiio
natural, e at de constante i.ratica que ?e estpu-
lem licarem certos servicosou o seu preeo depn-
dente de conmncao posterior.
A adininistra;ao pode precisar de 'informacoes
para resolver o caso, e o interesso publico exigir
que o contrato seja logo efectuado.
Agora, o reverso.
Aera urna das partes cssa clausula da conven-
ci, verilica-se a existmeia de. rasuras no termo
respectivo, o pre;o estipuladu no artigo alterado
importa o duplo do pre;o real da eousa, piide-se
dizer seriamente que o dolo ou o vicio existente
qaalquer dalles provado, nio autorisam a reicisio
do contrato f-
a commissao o responde p;la affirmatva fun-
dada em disposicocs de diroito patrio que nao tem
sido objecto de controversia.
_A Provincia ainda ataca o parecer da commis-
ao na parte em que eonsiderou o coatrato rescin-
divel por lesao enorme
O principio invocado pelo articulista de que a
Arenca do precos sobre que versa a les.lo
dove ser considralo as lempo em que foi feilo o
contrato, 6 Lio corriqueiro que c mo lcito nio
pod approveilar aos dignos inembros da coni-
'tnissao.
A commissao deve ter aonsiderado a differenca
de prepo em relacao ao lempo em quo foi eftec-
Inado o contrato.
A lesio existe e se revela de modo o. mais claro
f indubitavel.
Abandonemos porem esses corolarios a que nos
leva a doutrina do jurisconsulto provinciano e
mostremos que o verdadeiro sentido da uota cita-
da nio tem ajtplicacao ao caso vertente.
Quem lor com attencio o contrato, estirer em
da na ajireciacao dos negocios da ju"ovincia e
fallar de boa "fe e com conheeimento de causa
uo deixar de convir quo a einpreza Drainage
nao avenluiou-se a perder ou a ganhar.
QuanJo Mornay apezar de contratar tramoias
c nao as fazer lucTou na einpreza, quanto mas
aipiella com pan a (|ue continua arrogantemente
a ailinnar que cumprio o contrato na factura das
sua- obras, e aa exeeuc&o dos servicos de que se
encarregou !
Quem estudar o contrato dessa companhia ver
uuo o pceo dos apparellios colbcados por ella
ujs casas uesta cidade, o da canalisafao parcial, o
privilegio, obrigatoriedade do servico da empieza
erfabelecido para os proprietarios, senciio do im-
iwslos de jiiporlaeJo, dos provincacs e munci-
paes e todas nutras vantagens compeiisain per-
letameute o valor do capiu.l que ella empregou.
_Os lucros ella auferir.j das animidades que
vao augmentando ua nroporcio da edilicacio e
ainnitiracij do capital.
Sendo" asshn a tal empieza nao est sujeita a
eventualidades como pareceu ao articulista.
Cousognintemente a disposicao citada pelo arti-
culista nao ti'in a ininima appeacao especie ;'
salvo se f.ir para se preservar at nas partes po-
dres os [nietos- rfn progress,'.
Nmgnein dir porlauttf seriamenle para ser
acreditado que a provincia nao foi lesada pagando
pelo duplo um servico qr.c parece nio ter sido
apre.al entre etla.e a outra parte contratante.
A citac.ii do articulista trazida como bom adia-
do para a discussao, nada prova
O repertorio da ordenaco na parte citada, pode
ter appleac/io v. g. compra de urna beranea gra-
vada de dividas, ou sujeita a una condi5o reso-
lutiva^ e quando multo por dentidade de razSes a
contratos niercantis como o de seguros ou de
cambios martimo*, se nao tiver utervindo o dolo,
fraude ou simulacao, porque estes vicios dIo lu-
gar resci-o se houve lesao (citado art. 0 do
cdigo commeicial.) ,_._ ...,. ,
""" !>-. e.miparar tac* contratos ao da
Recite Drainage -.para considera-la urna empreza
sujeita a even!ualidau*e> ?-
Iteduzse a cnca da Provincia a considera.'.es
laes .,".te dio a medida exacta do sua opinilo na
qnestao.
Ella nao advoga os interesss da companhia
deseja una severa liscalisarao para regularisar o
ervico da einpreza, e ac a sympafhica a causa
da popularan desta cidade contra a companhia
etc.
A populaoao da cidade infensa errtprea
nao por irregularidades desta, mas porque ella
nao presta os serviros a quo se obrigou.
A liscalisac/io j nao pode ser efii ;az.
Ha infraccoesdo contrato, estesuspeito de falsi-
liea.ao, e o systema empregado nao corresponde
ao um ou ao objecto priHeip.il do cntralo.
Perianto este deve ser innovado ou rescindido.
E' o que a assembla promove fazendo passar
o orejelo apreciado pela Provincia.
-Negar o dircito e a aejao que pode trnalo
exequivel, porque falta a prova para defender aquel-
lo que liquido e aquella qne cabvel, nio de
jurisconsulto, nem do publicista que se devem
enllocar em esphera superior e encarar de um
lado a justica e a razio e do otro o faeto e suas
circumstancias.
Banir o direto porque a sua, applicicSo pode
ser burlada polos manejos subterrneos da fraude,
reduzi-lo a entidade descon'iecida nas socieda-
des regularmente .constituidas.
Assim pensa
O legu'eio.
suplesmente.uma festa maromea, |iassada entre
nos, aqu recolbidos ueste Aug. Temp .' raals
queisto: um exempfo para a humaudade, urna
loria para os contemporneos de boje, e urna lie-
ce para os viudouros de amanh, porque toda
esta festa revela o adianlainento do secuto, o ef-
feito da revolucao das iik!a<, quando vemos que
proseguimos e triuiupuatuns sobre os obsUoulos
oppostos por esse poder jesutico', que s pode fa-
zer victimas, o proclamar-so gigante l nesm tem-
|ios da ignorancia, em quo um Torre-Queimada
penelrava o leito da virgem, profanava o thalamo
conjugal, com a mascara da livpocrisia e o des-
potismo do poder, para pasto do sua lbidinagem I
^ Meus ebar.*, e Itesp.*. II.*. recem-incados.
Folgainos milito con a vossa acquisiclo, |iorque
sois outros tantos soldados que se ahstam no bata-
lhao dos marlvres para resistir e debellar com
honra e dignidade, o mimigo que temos frente
com a banleira do exterminio contra uos.
Estamos certos de que com as vossas luzes e
virtudes, turemos de nos instruir, e chegaremos
perfeeJ0 do trabalho, que a nossa divisa, dei-
xando por esse modo o iuimigo astucioso cheo de
confusao e envolvido no p da indiherenca e do
equecimento.
A le que nos iege man la que neste momento
eu, como quajquer-de nossos I rs veteranos no
trabalho darte real, vos instra como novieos so-
bre o lim e mysterios da nossa santa instituirn;
a vos que ainda ha pouco tinheis e veadiaosolhis,
e a cibeca preoecupada, desses prejuizos, dessas
instnucSes malignas, que os nos-ms inimigos vos
deveriam ler feito crer para embaracar o passo
acertado que acabastes do d.ir. -
Nao posso euiiipi ir o preceito da e nesta parte,
como, desejava, e hmtar-me-hei a dizer-vos: i|ue
esta socedade nao nada do que querin os ca-
lumniadores intrigantes, que l uo mundo profano
so trabalbam por ueprcia-a, com o fm do extiu-
guil-a; esta sociedade c tudo do que Deus quer,
poique a r.ossa divisa aqui amar i Deussjbre
tu lo e ao priximo como a nos mesmos.
Temos mysterios em ir;ssas palavrat, smbolos,
toques e siguaes, mas nada disto importa urna of-
fensa ao Marlyr do G iluotha; ao contrario nina,
homenagem s suas les, porque nesUs signaos el
palavras, uestes symbolos, em tudo, tontos semprc
em vista Deus sobre todas as Colisas.
. Assim, pois, peruiilti que ei tirmnn, dexaiulo
que a lieao sobre essas verdades, ros seja dada
com a pratica, na qual veris que as miabas pala-
vras do boje seraoauanha verdades para vos; pa-
ra vos que, se boje ainda nao leudes um desenlio
poricito e bem acabado do uu.idi une < vos anre-
hmo. amanlia o tereis em alto relevo, e oiit.ii vos
Motareis peto passo acertado que acabaste- de
dar.
Oisse.
Recife, : de abr] de 187,1.
Miguel Ainorim.
Janeiro de 3866, lempo em me, ontro no exerci-
cio de seu carge, cruzou os bracos e deixou que
andasse em publico o referido Lucena, que em
1869, aa povoacao de Cruangv, te ve a ousadia de
aprescabvr-i.|l#Jace do ditojntz.
Este ehando-sr nessa otcasio azendo H in-
vcaMft, .e lea* em sua companhia, almde ou-
tra pmK, ahjAns olllcaes de iostica e o escri-
Ti6' 5eu **2er e,ret'liva a prisaa do mesmo
crimmsas, dstpehon-lks reqimiwntos e jan/ni
esm elle a inedma mesa, como prova a in/ormacao
janta .11. n. L
Heprebendausk-se do ipte fica exooste, ue o
ienuiK-iadocnnlietteu o cime jirevislo no art. 129
S'S" do cod. orim^-o supplieante aprsenla esta "de-
uncw, afim deque V. S. instaure o competente
tiisoeaso e tenba lugar a ptinieao legal. Offereco
<-,omo lestenuinhas para a formaco da culpa BaD
floino Amando Freir, Malaquas Jos de SanfAn-
na,Manoel Gomes do Mour, Joao tendido de
Mello Lima, Custodio Jos de Souza Pinto e Jos
Feliciano Cabral de Vasconcellus, moradores os
tres primeiros nesta villa e os ltimos em Cruan-
gv. gestes termos, pede a V. S. se digne com a
brevidade que a lei rceommenda mandar, que au-
toada esU c ouvdo o denunciado, se prweda Uos
tramites legaes.-ER. M.
Itambc, t7de junho de l871.-yoo-/iin Guedei
Correa Gondim.
Van juntos a ordem do presidente da provincia,
a informa.ao ministrada pelo juz de direto desta
comarca e os documentos a que a mesma infor-
macao se refere.
PRO.MOCO.
A' vista da deficiencia de prova, pois as teste-
muuhas que juraram na lormaru da culpa nada
disscram que sustente os pontos delictuosos da pe-
ticao de denuncia de fls. 2, stndo mesmo
nseui*so
PROFERIDO HA LO*.*. SKIS -DE UAJlCO I
1817, AO VAL DO LAVRAMO, PELO IR
OU.'i 18 1)P.. JilOLEL REnNAKDO VIKIRA
DE AMOIUM, NA NOUTE DE 5 l)K AliKI. E
187:$, EM SESS\0 MAGNA DE INI0A(;\O.
A' Olor. do Sup. '. Arch.'. do Un.-.
Resp. I. Ven. c vs todos meus irmiios,
que ornaos esta Aug '. c Ven.-. Col.- cu vos
laudo.
Esta sauda'/So, meus charos c respeitaveis r-
mos, nao smenle o cumprimento de um de ver,
que a corlezia e a civilisaco do secuto mandam
que rendamos reciprocamente, nao: mais do que
sto, porque, para mim, hoje, um aperto de mi,
um abraco fraternal, urna felieit.vao, urna
demontraro sincera de jubilo, para exprimir tu-
do, os parabens que vos dou pelo espectculo
grandioso, ebeio de esplendor que aqui presencia-
mos.
Sim, por esta (usn de iniciaco, que, se em ou-
tros lempos nos devia encher de prazer c justo or-
gulho, boje, jinis que nun;a, porque a cruzada
que se arma contra nos para fazer sobresahir e
triumphar o jesuitismo, essa cruzada ainda nao fez
echo l no mundo profano para deixarmos de po-
mar essas col.--. com Hr.'. de l conduzidos por
entre as trevas da ignorancia, a receberem a jui a
luz da sabedoria.
E porque ? E' porque em nossa institnigo
existe tudo quanto [uklo haver de santo e grato a
Deus, e Deus, esse Deus que o jesuitismo, & para
seus lins, quer fazer crer aos incautos que o nao
amamos, o nao reconheeemos como verdadeiro,
Para o Exm. Sr. iul ro da juw-
lien ver.
DEFEZA 1)0 Jf 17. ML'.MCIPAI. E DE OttPIllOS DO
FERMO DE ITAMP.E, BACHAHE1 MENEI.O DOS
SANTOS DA EOXSECA LIS8, EM O PROCESSO
DE RKSI'ONSARII.IIIADE CONTRA ELLE [RSTAU-
RAIlll POR DEMXCIA DA PROMOTOAIA PU-
BLICA'.
E' sol) a pressio da mais atroz perseguicio que
venir) imprensa fazer publica a defeza, que o-
fereci ao venerando e sempre respetalo tribunal
da relaro no recurso, que nterpuz do despacho
de pronuncia cintra mim proferiJo pelojuiz de
dreito, Dr. Joao Francisco da Silva Braga.
Cumpro um dever rendando ueste lugar um vo-
to de agradeeimeuto a esse Ilustrado e egregio
tribunal, cujos inembros venerandos, como ver-
dadeiros atalaias vieilantes da le, acabam de fa-
zer-me a justica, a que eu tinha dreito, dando
proyimento ao meii recurso e supplantando o ar-
bitrio, qne de cllo aleado tentou esmagar-me.
O tacto pon|ue fui denunciado e pronunciado
est fielmente descripto nas principaes pecas dos
autos, que vao transcriptas.
Por ellas verlo claramente o Exm. Sr. ministro
ua justica e o publico a mais negra violencia de
que fui victima e o grao de perseguido, que me
tem acompanhad > no lugar que exerj.
Correspondencias sobre correspondencias-ou
antes immundos pasquins debaixo da responsbili
dado de individuos perfeitamente miseraveis e de
verdadeirns phosphnns teem apparecido contra
mim uaimprensa liberal edentro militares, filhos
da calumnia c que a todo transe me querem em-
prestar, o de que me oceupo foi o nico que pode
sortir os elfeitos aspirados pelo meu pequenino
perseguidor! .
Mxima sorpreza causou a todos, com rarissi-
mas exceptes, o despacho do uiz de dreito, Joao
francisco da Silva Braga, em virtude do qual fui
pronunciado e ainda mais sujeto pristi -pena
que ainda condemnado nao poda soffrer !
A pronuncia j ten em Itanib, segundo a nova
jurisprudencia do juiz de Braga, maores efeitos
ijue a condemnaco !
Sis te temiinhasVontraprolucentes.oofficio do
conselheiro Diogo Velho, que mandou a promoto
ra syndicardo tacto e proceder na forma da lei,
a informaco do juizde direto, Dr. Fennto, os
documentos (que nao coustam dos autos) em que
cst se firmn, e a possbiblidade" de estar eu com
um criminoso inscientemente, foram a base da
pronuncia decretada contra mi n !
que ao
contrario ellas al explican de maneira a nao dei-
xar dnvida que inscientemente o denunciado Dr.
Menelo dos Santos da Fon*, ca Lius ulmVcira em
casa de Joao Candido de Mello Lima com Serafin
A. I'ereira de Lucena, que ento se aeliava pro-
nunciado em crime de tentativa de.inorle, pois o
mesmo denunciudo uo o c.jnliecia e s snube des-
te faci de/mis que Sern/im te ausentara da casa
de lao Candida ; vista desta deficiencia de pro-
yas, digo quo a denuncia de fls. nenknma proce-
dencia tem. Este Ilustrado juizo, porm, decidir
comojulgar mais conforme adireito.
Itanib, i publico interino, Jos Eustaquio de Oliveira e
Silva.
Scutenca de pronuncia.Vistos estes autos
Julgo procedente a denuncia de 11. 2 ;ontra o
Dr juiz municipal Menelo dos Santos da Fonse-
ca Lius, em fac; do o/ficio do Exm. ex-presideute
desta provincia conselheiro Diogo Velho Cavalcan-
te de Albuquerque, a II. 4 : informaco do juiz de
dreito da comarca, a qne se refera o mesmo offi-
cio, e consta de fls. e documentas a que ailude dita
informaco : respostas do denunciado, constan es
de fls. e lis., das quaes se v que o mesmo denun-
ciado nao nega.o facto porque accusado, ao con-
trario declara a poisibilidwk de sua existencia, al~
legando, porm, tui[alta de sriencia ou conheei-
mento do faci na ocensio : depoim-.nto das tes-
temunJias de fls. a fls., especialmente da quinta
testemunha. Joo Candido de Mello l.ima. em cuja
casa esteve aboletado o Dr. juiz municipal Mene-
lo, declarando dita testeniunlia ter o mesmo juiz
ahiioeado em su i cisa na mesma mesa com o reo
pronunciado, Seralim Anselmo i'ereira de Lucena,
tend) o referido doutor, logo depois do alm >co scien-
cia di facto nao obstante o que, nio s dt nina peluo do mesim Sera/iin, oino nao deu na
occasiao providencia alguma para sua priso, co-
mo tudo u i ftdoHCim destes autos : portante aclnu-
do-se provado o facto delictuoso deque faz men-
cao a denuncia de lis., o u/i) potlenih-se. na f irmi-
cio ila culpa tomar con ecimeuto das cirennstan
cas justificativas dcw crimes, inclusive a d,i art. H
do od. crim, com i erpresso n s avisos de 11 de
fevereiro le 1851 e 11 de abril de, 1851, pronificio
ao Dr. Menelo dos Santos da Fonseca.' Linsiowo
ncurso /ioSJi/#i url. 123 do citado cod. crim.
e tujeito ti prisiio e livrainento, deremlo prestar
fi.incu no valor de iHij, inclusive a importancia
do sollo, como se acha determinado no despacho
de 11. 5i v. O cscrvao pas contra o peonunciado,ile\6ilolue-lo em duplca-
la na forma da lei de 2) de sefemb-o de 1871, de-
clarando nos mesmos mand alos o valor da punca,
lance o nome do mesm) pronunciado no rol dos
culpados, pagas as cusas por elle, em que o con-
deinno. cun um tudo como seu regiment.
Itamb, I i de abril de 1873. -Julo Francisco da
Silva li,, 11/1.
Em additainento ao despacho de pronueia su-
pla e de conl'ormdade com a doutrina, do aviso de
12 d" Janeiro de 1854, escrivao faca estes autos
com vista ao Dr. promotor publico d comarca pa-
ra l'ere;er o libello acusatorio na primeira au-
diencia deste juizo, sem intimacao deste despacho
ao denunciado, visto nao ter prestado pama.' Era
ut supra. Joo Francisco du Silva Braipi.
Informadlo do juiz de direilo, Di\ Fetiiito llenri-
gne de Atmeida, cjuecrnente ao ponto em altes-
Itlo '
Qtiapto ao 1 ponto : que d.i volta de tima de
suas naceos pov aeao de Cruaugy deste termo
alguns dos que o acompnharam fize.am correr
como arlo nesta villa o faeto do que elle acen-
sada accrescentando-se ainda a rvumstancia de
ter Seralim Anselmo I'ereira de Lucena requerido
por si iterante dito juizo. Este facto me lo logo
Nao tem a minila procedemia a argamentacjlo
Jejio caber a lesao a emprezaj mercantis e
esse mesmo Deus que protege a nossajeausa, por-
que Elle, o somonte Elle,- quem pode perscrutar
a arcano da nossa conseieneia para saber o que
somos e o que fazemos.
Deus, sim,' Deus a Quem chamamos com toda a
propriedado e reverencia o Stip. -. Areh.-. do
Un. ponpio na i.ninensidatie do que, vemos, ve-
mos tambom a belleza de una forma que nc-s en-
che do maravilha c contemplacao, e que nao eendo
ebra do acaso,.devendo ter um creador, ontro nao
foi senao esse Deus, a Quem adoramos, porque s
de mas mos e de sua cabeca. podoria sabir a obra
tao cheia de magnitude e assombro I
E, entretanto, esse titulo, esse nome que, com
tanta propriedade e sabedoria damos ao nosso
Creador, esse nore deu nome, deu mjtivo ao je-
suitismo nos acoimar de at eus, e-sobre nos atirar
o anathema, boje tao barateado, quo j cabe no
ridiculo I
is atheus I nos excouimungados! I.. Nos
que protegemos o orpho desvalido, dando-lbe o
amparo de que precisa;. nos que olhamos para a
viuva desolada, com oJnos de piedade e proteceo;
nos que amparamos os pas; j tiopegos do anciao
Nao imp jrtaran ao Dr. Braga a presumpeao de
boa e, que me assista e cuja prova em contraro
caba ao meu denunciante o parecer da promo-
torii publica e ausencia absoluta de prova, que
demonstrasso que por alTeicao, contemplacao, ou
para promover nteresse pesscal meu (art. "129 do
cod. crim.) deixei de prender a Seralim Ansel-
mo I'ereira de Lucena e nem sobre isto foram per-
guntadas as testemunlias.
Alienas procurou-sc saber se Seralim esteve co-
migo a mesma mesa em casa de Joo Candido de
Mello Lima em 1869 e, obtida a affirmatva do fac-
to, nenhiim valor nierocerara as respostas contcs-
tej e uniformes de todas a* lestemunhas : qne eti
nao eonhceia a Seralim, que promov a prisao del-
le logo que tive scencia de que era criminoso e
que o consegu prender, como consta e se v do
respectivo mandado.
Era mster que oo fosse pronunciado, suspenso,
que soffressG urna ordem de priso, me sujiitasse
a nina fianza imaginaria e emfim fosse injuriado
no exercieie de meu lugar.
Protesto sobre qnaesquer sacrificios levar o jui?.
do diroito, Joao Francisco da Silva Braga, ao tri-
bunal competente e faze-lo expiar com a pea le-
gal a que irregular e violentamente me infligi.
denuncia.
Illm. Sr. Br. juiz de direilo de Itamb. j pro-
motor publica des comarca abafxo assignado,
em cumprimento da ordem junta do Exm. Sr. pre'
sidente da proviecia, vera "erante V. S. denunciar
oAacharel Menelo dos Santas da Fonseca Lins
pelo crime gu passa expo : Estando ha seto
annos poucd.mais otvnicaos seraflm Anselmo Pe-
referido em confianca por pessoa digna tic ft, que
alli esteve. O-juiz municipal, porm, defende-sc
admittindoa possibili-lade do facto, mis sem srien-
cia sua, E' verdade que .-'eralm eio estaca pro-
nunciado em crime de tentativa de raerle, do qual
foi depois desprononciado em recurso ?e nao em
crime de morte, como diz o jornal. -Ao segundo
facto. eic
Infrmtctlo do escrivao, re diva as documentos
em que se fanl i Illm. c Exm. Sr. conselheiro presidente do tri-
bunal da relacao. -O bacharel Menelo dos San-
tos d;i Fonceca Lns precisa, bem de seu dreito,
que V. Exc. se digna de mandar, por seu respeita-
vel despacho, que o escrivao Peres, em vista do
processo de respousabilidade, instaurado contra o
supplieante pelo juizo de dreito de Itamb, Ihe d
por certido vtri tul verbum os documentos com
que o juiz de direto, Dr. Felinto Manrique de Al-
meida, instruio o primeiro ponto de sua informa-
cao ao presidente da provincia, refereute a Sera-
lim Anselmo Pereira de Lucena. Pede de'enmeu-
10. -E. B. M.
Recife, 9 do maio de 1873. Menelo dos Santos
da Fonceca Luis. (Est sellado.) Como pede.
Kecife, 9 de maio de 1873.Santiago, presidente.
Illm. e Exm. Sr. conselhe.ro presidente da rela-
co. -Nao posso dar certido requerida na pre-
sente peticao por nao constar dos autos documento
alijam com relacao ao primeiro ponto da informa-
cao do juiz de dreito, Dr. Felinto Henriquo de
Ahneida, referente a Serapm Anselmo Pereira de
Lucena. Recife, 9 de maio de 1873.O cscrvao
de appella;5es, Jos Peres Compeli de Almeidi.
Depoimenlo achilles da 5' testemunlut, Joao Candi-
do de Mello Lima.
Joao Candido de Mello Lima, de idade de 38 an-
nos, casado, commerciantc, morador em Tiinba-
ba e natural da cidade de Goyanna, sabe ler c es-
crever, aos costumes disse ser amigo testemunha
jurada aos Santos Evangelhos em um livro dslles,
em que poz sua mo direita e prometteu dizer a
verdade do que soubesse o Ihe fosse pprguntado.
E sendo inquenda sebre os faetos constantes da
petn;ao de dennnea, que toda Ihe foi lida. Disse
que o exacto que em urna das occasoas em que
se aboletou em sua casa o Dr. Menelo, ahi se
acliavam differentes pessoas, entre ellas Seralim
Anselmo Pereira de Lucena. e por occasiao do al
muco ostiveram mesmi mesa, entre outros o Dr
Menelo e Seralim ; mas que Serafim durante o
tempo que estece em sua casa, mo foi conhecido
pelo Dr. Menelo, e sim depois fn que este soube
que Seratm alli estivera, por.que d*pois do almici
acabado, o Dr. Menelo proeurou saber delle teste-
munha, quem eram as pessoas, que assistiram ao
almoco. foi entilo quando elle testemunha, nao que-
rendo oceultar a verdade, declarou ter all estado
tamben Serafim Lucena, o que den lugar a ficar
vevado o Dr. Menelo; pelo que elle testemunha,
fez communicar a Serapm o occorrido, estando Se-
rafim em urna nutra 'casa fazendo urna peticao
enderecada ao Dr. Menelo ; nada mais sabe alm
disto.^peloquelriefoi perguniado se sabe que
peticao que estava Seralim sa fazendo se foi alinal
presentada ao Dr. Menelo t
Respondeu que sabe que oi apresentada urna
peticao de Serafim ao mesmo doutor, pelo procu-
rador Franklin Celestino de Mendonca ; mas qne
nao pode saber sa essa peticao foi a mesma que
Serafim estava fazendo ou alguma outra feita por
sea procurador.
Pergunlado se sabe se a apresentaco da peticao
i jpresencio a Beticioi
erguido seojHiz leelae depois quo sonbo
que rserallm tuiHa ahnocjide- a mesma mesa coa)
elle juiz e se achava no nvsmo lugar se deu algu-
ma providencia para captura de Seralim'?
Respondeu que ignara se foram dadas ou na,
as providencias para a captura de Serafim isto
em relacao ao mesmo da ailudido ; m is sabe que
depois foram dadas providencias pele juiz Menelo
para a prisao de Serafim.
Porguutad* que espaco de tempo doccorreu para
apiiarecerem essas providencias ?
ijRespondeu que nao pode determinar com certo-
ta o lempo decorrido, hmj sabe que decorreram
piucos dios.
Perguntado se sabe se depois de dadas essas
providencias foi de fasto preso Seralim ?
nespondeu que sim.
E por nada mais dizer e nem Ihe ser pergunta-
do, ueu-se por lindo este depoiinenlo ao depois da
Ihe ser litio e achar conforme, asigna coai o juiz
e o promotor ; do qus dou f. Eu, Joo Jos de
Capistrano, escrivao interino do jury, o escrevi.
Silva Braga.Joa i Candido de Melle Lima.Jos
Eustaquio de Oliveira e Silva.
rasos* de tcuaso.
Senhor !Para Vossa Magestade Imperial recor-
re o bacharel Menelo-dos Santos da Fonceca Lins,
da pronuncia contra elle proferida pelo Dr. juiz de
dreito da comarca de Itamb, Joao Francisco da
Silva Braga, e conta alean.ar, no juizo Je Vossa
Magosta le Imperial a justica, que Ihe foi negada
ai instancia inferior, aonde, alm da inquidade
son que se pronunciuu ao recrreme, por mu cri-
me apenas inventado e do qual fo: elle defendido
pelas proprias lesteniuiihas da aecusaco, oiumct-
teuse mais o revoltante acto de se o mandar pren-
der, estandoio exercico de suas .'altribuicoes por
um crime de responsabilidade, a que o cdigo nao
iullinge iiena'de priso!
Mais tarde se oceupar o reccorrcntc desse pon-
to, bem como da analyse do despacho de pronun-
cia em virtude do quafui preso, nio se recolhendo
cadea por ter prestado fianca de um crime em
que admissivel livrar seo l solt, indepeudente
da mesma fianca.
Comecar-0 recrreme, Senhor. historiiando o
facto, que fez objecto do presente processo de res-
ponsabilidade, para que Vossa Magestade mais
una vez se digne de apreciar a |ne eventualida-
de se acha sujeito o fiincconario publico por mais
zeloso que seja no cumprimento de seus devores.
Insultado o termo e tomare de Itamb no anuo
de 1868 obtende o recrreme remocao para
elle, assumo nesse mesuio auno o respectivo
excreten e sem que tivesse cnhecJmen'o no lu-
gar, nao imssivel crer-se que sentiinenlos in-
confessaveis e n.io o fiel cumprimento da lei po-
dessem ac.uar no seu espirito como liomcm e
como juiz na pratica dos actos inherentes s suas
funecoas.
Mas, Senhor, por mais rigoroso e escrupuloso
que seja o magistrado no desempenho da espi-
nosa inissao, que Ihe confiada, nao deixa de
adquirir desatTeii.ioes, Urnas do despeno daquelles
a quem a justica > b a quando favona seus
Ilegitimes interesces.
Assim o roeorrente cabio dentro em pouco tem-
po, j porque nao lsongeava paixocs llegaos, ja
porque nao coiimiungava politicamente os princi-
pios de alguem, na animadversao desse tdijttem,
que, fomentando intrigas, nao hesilava cilum-
nia-lo, iiiiputando-lbe faatos nunca ao menos co-
gitados |wlo iccorrente.
Foi assim que no Uberal, n. 90, de i de no-
vembro de 1870 se deu como corto que o recr-
rante em Cruangy so ban nieteara com o crimi-
noso de morte Seralim Ansdmo Pereira de Lu-
cena, alera de outros beles, que nao cabe aqui
apreciar por nao fazerem parte da denuncia no
presente processo.
Por virtude de nina tal denuncia feita na impren-
sa, tantas veces rendida a odise paixSes partidarios
e militas vezes a odios particulares, o Exm presi-
dente da provincia em o do mesmo mes e auno,
por um otlicij reservado pedio ao juiz de direto
desta comarca informacoes sobre os diversos pon-
tos articulados em dita denuncia. En cunipr-
ment exigencia do Exm. presidente o juiz de
direilo, depois de ouvir o recrrante, ministran a
nfnrma.ao constante do documento a fls. 3 dos
presentes autos, que va sublnhada na parte, que
diz respeito ao facto por pie acensado o recor-
ren te.
, Nessa tiformaeao diz o juiz de direto ter-se
dado nc-sa villa como certo que .o recrreme es-
tivera com Serafim nessa viagem que fez a Cruyi-
gy, onde despaehou petiedes do mesmo Serafim.
A fls. 18 destes autos ve-so a resposta que deu '
o recurrente ao juiz de direto em relacao ao
facto porque hoje acensado, .cuja resposta est
nas palavras subiinhadas.
Pediudo venia a V. M. chama s a preciosa at-
tenao sobre essas mesmas palavras, afim de, con-
frontando-as com os considerandos dase.ntenca re-
corrida, verse leve o juiz recorrido razio para
dizer que o recrreme confessara ler estado com
um criminoso, Mixando de o prender! Porque a
imprensa aleivosamente arga tactos delictuosos
ao recrreme ; porque o Exm. presidenta man-
dn que em juizo competente se elueidasse sobre
a exactidao da existencia densos faetos : porouc
o juiz da direilo, Filinto Henriqne de Alm'ida
inforinou que pessoa fidedigna lbe dissera ter es-
tado o recrreme com Seralim ; porque o recr-
tenlo admittio a possibilidade de ter estado com
esse individuo, sera alias o eonhecer, est provada
a existencia do crime porque foi decretada a pro-
nuncia ?!
Vejamos :
Diz o o- do art. 129 do cod. penal : Deixar
Je proceder contra os delinquentes que a Id Ihes
manda prender, acensar, proeessar e punir.
Aonde est a prova nestes autos de que tenha
se transgredido esse preceito legal ? Nao fallara
por ventura multo alto e euquentemente os docu-
mentos us. 1,2, 3 e 3, pelos quaes evidentemente
se v a aclividade e zelo do recrreme na prisao
Jos criminosos de seu termo ?
Estar por acaso a violaco des?e artigo de lei
no tacto de deixar de proceder contra seraina ?
Nao, de certo, porqnauto se verdade que Se-
rafim sem ser couhecido pelo roeorrente atinasen
um da na mesma mesa que este, vndo seme;
Ihante facto ao conheeimento do recrreme depoi-
que Serafim se havia ausentado, as ordens expe-
didas posteriormente nao. attestam as intencoes
legaes do recrreme, concernentes ao mesmo Se-
rafim e consegumtemente a fiel observancia do
art. 129 do cod. criminal?
Consistir ainda a violaco da lei no facto de o
reeorrente nao ter mandado prender Serafim em
acto continuado noticia, que teve de que elle
era criminoso ?
Nao, certaraente, porquanto nao tinha o recor-
rente na. oicasio olllcaes de justica, nao sabia
onde se refugiara Seralim, onde para va, nem cer-
teza tinha do artigo em que estava ello inenrso.
Como, pos, se devia dirig r o recrreme em taes
circumstancias?
Provou-se, por ventura, que o recrreme dis-
puntia de torca naquelle momento ; que tinha of-
licial para cumprir a diligencia e que nao apro-
veitou esses recursos ?
Nada disto provou-se e antes o promotor pu-
blico encarregou se de fazer prova em contraro,
isto que se Seralim nio foi preso naquella oc
casio deveu essa sua felicidade falla .dos meios
legaes de que ento no dispunha n re:orrente ;
tanto que saliendo da existencia de Serafim em
Cruangv, niadoit logo effectaar sua prisao, o que
se cumprio, segundo v-se dos documentos ote-
recidos |ielo mesmo promotor a fls. 63 nsque 63.
sao de Serafim.
Iiifi-liz.ni ute para os pcrseguMures do r
rente actrttu (testa >rdein nao searham prova*-
em parte alguma dos ante* ; e aotes o r
para mostrar quo nao ,-ra inactivo, junta In
meato-, por vi dos quaes dem mstra sao ter et nesse dulce [amiente.
Assim : tendo chegado a este lermo, too qsw
entrou uo CJihecuuMMo da exiBSHi> de diverso*
reos pronunciados, rec oren ao expediente legal
de reqnisilar a prisao dcHes ao* siifc4.lega.liw do
respectivos di-lrictos, enviando-l es as r>lacdw
dos individuo* pronunciados, que pelos procesos
conliocia-se seren resideules em ditos distrii-t.w
Porventiira quem assim pi tica, nogligeaca o1
cuinprhnento du dever, qu' Ihe imposto -r
citado | 5. do artigo 129 do cdigo penal f
O recrreme prova o que acaba de expender
eom os ,1 H-nnieulos a m-'nciwiados de n*. I, .(
e '>, do* quaes se v que tambera requistou a pri-
sao de Seralim.
E quem assim tem procedido nio lera dreito *
ser acreditado quando diz :K" p.>sivel que em
estivsse cora Seralim. mas inscientemente, u
nao conhecia ?
Alm de nao envolveren) estas palavras a coa-
fissao de um crime, accresre que ellas .Mi cu<
pe feita harmona com os depoimoutos oV todas ao
lc*tcmunhas do processo, em vista dos qua." o
por urna aberraco da nature/.i *e p ul.ra di.vr
como icz o juiz reorrido em seu deqtarho *>
pronuncia, qne o facto argido conira o rerorren-
ta estava pn.vadi |wr psm* depniment<.s.
I) bom seu-n repel--que se rcciMibr a a exis-
tencia H um delirio n nnastria de mn faeto, qui-
nan esla cercado dos elementos constitutivos Ja
criininalidade, eoSM acontece no cini vrteme.
O recrreme nio poda sonhar esm i i itesenri
de mu criminuso em casa de Joo ( andido, t.n>.
nafa) quanto alli serenam grnes asnann de i^--
SOSS descoHhccida* do recorstnite, tanto mais
quanto alli se aeliava o -nlideli-gad.. de r.'-p.
vo districto, une devia cnhi-cer a Seralim e a-
Iwr que se acfcasi pr iiiinca.lo i: que no da
alludido eslava presente o snUdd.gado ees eam
de Joao (andido, v se claramente do docuin.
n. i, que i; um auto de |>eiguiitas feiUs ao iih-h.i >
Seralim.
Em taes condiciVs pia 1 dizer que o ic-.r-
renle tinha sciencia de estar NTaliiu pronuncu-
'<, p'.rem que nao o ciibecendo. nao aat
nem poda ligar o nom.' a pessoa ; pelo qne na i
se o pole dizer negligente por t-k> enconii t.l., .
nao prendido o mesmo Serafim. tanto mais quan-
to snube ser elle o mesmo individuo pronon i.i..
quando jj *,. |,ava retirado. (Veja-se o depoimen-
to de Joo Candido, quima testemunlia. em q te
principaliueiile se rmou o juiz nrorrido, s aV
cuniento n. :i.^
Mas e que un relacao ao remrente panel r--
ver oulro desojo que io o rumpriutcnln da Im *>
da justica ; e laes atis cala no animo do recr-
ente esla bem fundada suspeita, quanto *e olecr-
va a marcha que teve o presente procriso.
Antes de proferir o sea d pacho de prono
in..ndu o juiz recurrido que se pivp ira* termos da li.inea. nvaliando-se e>la c m:indan*>
que o promotor sobro ella falla*.e.
Lomo se nas crians lineados tivesse o jiiz
Carencia de uai tal procedtrr.ento em face da U-
bella annexa ao regulamento de 21 de noveiot.ro
de 1871, aonde se acha definido o iiiinino e o m-
ximo de todas as liani-as, nao anatanea a toja de
avaliaoao, para ua pronuinia deterininar a eWBB*
t'iin da liinca provisoria em face do i 2." Jo art.
3.1 do citado rgidamente.
Entrelanto essa errnea maneira de v.-r a ii i
lia da nveni.io rJa una nova cal-'goria de cri-
me* afiancavi.'i*. que se (trocara ve acata ea-
ra arca.
Pela Batnrnsa das penas lem-se dividido ella
emires cjteg.irias susceptivei* de laaaa, desde
que na i cxcedereui a un certo termo, n-m torera
inferiores a ontro.
Alm dess terntos a penalidad.', aseas. raes siijeitos a essa ordiai de aaana lanaan-ea m-
aUlancavcis, bem como inafflancaveis lia antraa
j pela natureza da pena, laes mu i aquello a
qM 6 imposta a pona de gales, e ja por ccp,-...
clara e definida na lei, conform- se v do 11.
do MI :I8 da lei de .1 dedezembro de MU.
Por nato, todos as erisaaa que nao aaMsaaan na
excepcao e tamlH'iii aquelles a que l..rein impos-
tas penas diveras da de priaia simples por I a x
annos, prisao com trabalho at (i in/- e inal-
inenle a pena de degredo ou desterro ate i) anuo?,
sao iiilubitavelmente daqasiss em que os ri>
livram sollos independento de fianca.
Ora : o crime por quo se acha pronunciado
Conforme o documento de fls. 63, v-se (fue
Serafim fofa pronunciado em abril de 1867, sendo
sustentada a pronuncia a 3 de maio do mesmo
auno.
Decorreram longo* mezes sera que o juiz muni-
cipal ento do termo de Goyanna e sem que o
subdelegado de Cruangy prendessem a Serafim
Entretanto nunca por igual facto se levantou ca-
pitulo de aecusacao contra essas autoridades.
Foi o roeorrente eseolhido como a vctima, que
tinha de cevar as iras dos Deuses. tanto mais
quanto era mister una arma de opposi^o sempre
afiada e prompta adescarrtagar golpes no intuito de
ver se era possivel cortar-lie a carreira na ma
gstratora 1 E para isto, na ausencia de faetos
que autonsassem qualquer procedimento legal
contra o recrreme, soccorreram-se dessa mesqu-
nha invengan porque foi denunciado, para se po-
der atngir o tim almejado I Todas' as autori-
dades anteriores ao recorrente e que deixaram
de realisar a priso de Serafim sao innocentes e
sobre ellas nao se tentou fazer recahir a sanccld
do 3a do art. 129 do cod., que s ficou reser-
vada ao recrreme, que alus por seu mandado
effectuoa a prisao do roesmo Serafim.
Se foi t) recorrente quem prendeu a Serafim,
como dizer-se que elle deixou de proseguir contra
esse presumido criminoso ? Aonde a infraccao da
1 Porventura expedir mandado de prisao con-
tra um delinquente, obter que se realse essa pri-
- sao, na pbrase aa o. do art. I2J citado, dei-
ao juiz fot antes u depois que teve o juir scencia xar de proceW'cantna os delnqueates ?t
de ter alitrocndo um Serafim ? Mas, diz 'a petico'de denuncia que o i
Respondeu que n^
lembra se foi
- que o recorren-
antes oulte cruzou os hraros, deisanlo de promover a pii-
recorrenle. na > esa* sujeito a pean alguma dastr
uue temos fallad j ; logo nao poda o juiz re* ni-
do, para aggravar mais a sor a do recorren^,
ere ir nina nova ordem de erienes aiii.mijaveis.
O ari. 1| do n.digo do afferesse diz : -no* cri-
mes em que nao etiver imposta maior pena que
a de n metes de f risio ou desterro paralara la
comarca, peder o reo Bvrar-se sollo. Eis o prin
cipio supremo e absoluto regulador das tuncas.
Ora : o crime do art. li.' ; .V do cdigo penal
nio lem pena"ile priso, ou aarterre para fura aa
comarca, nTu, tem pena de gales, n. in d especi-
h ad is no I.- do art. ."!S da tula le de :t d- de-
zembro de 1811 : a elle se iu|mV siuqitesmenu-
pena do parda de entalego coa multa mi anaana-
so do mesmo eatprego multa. cMifurm o
xiui i, medio ou iniiiuio ; logo peta naturez;. la.
llena esta elle subordinad o ao prin-ipio esHMati-
00 in art 101 do cdigo do proraaw, tendo i
a mcuMade de Kvrar-w salto,
No conceito do n;coriente. ciinquauto res|ieite as
convicces alheias, indo que lor coiilrario a este
modo de ver, nos arraslar ao maK dos absunlw*
jurdicos.
Assim teriamos que no cime de que nos u
paraos, caso o reo nao se aalsia.lana. ira para a
pnsao pjr forca da twawtia, a praaegaind -1
no Julgamento. caso f0fse ronJeinnaJo, si-ria p -
em liberdade, para sollo cuinpnr a |Kna !
>e .-lo nao .' o maior dos eoiiti asensos, enUo se
convencer o recurrente que chegado o tomi-o
emane o vicio virtude e a mentira verdade.
Por for.ad.-.ssa errnea inti'lligenea dada a c.
eque existe nestes autos um mandado de pr
contsa o recurrente, que. a nao afllancar-se. iria
seguramente para a cadea.
Em que se fundar nasa nova jurispruV>
anda nao ensatada nesta comarca ?
Naturalmente fundou-sc o juiz recorrido ua
razao de ser um dos clfetos da pronuncia sujeitai
o reo priso.
E' ceno, porm, que, se attendermos para o '*
posto no art. lii do cdigo do pro ,. a
nosso espirito locado de nina luz, que nos far ver
a toda a evidencia que nem sempre a pronuncia
traz como elfoito a priso do pronun< .nio Han
como esses effeitos dan se nicamente quando a
prisao adinissivel. ou para usar da oxpn ssa i o i
cdigono caso em que osla tem lugar.
E |ile ter lugar a priso em virtude da i n
unniia, quando a endemnaco em nada offemU a
liberdade do individuo, allectando irii.antease,
cuino uo eaao vrteme, o exeretete de attr.i
files, que sao conferidas em virtude de um e.v ,i-
publico ?
Nem se queira argumentar com o disposU
I 3.a do art. 1(." aa cdigo citado ; aaaejaaHa <'ra
isto ver a lei somentc cmn as olhos da carne, n-
baraanniaada a de orina que ella nao ai destiua
em seus diversos artigo?. E seguramente a ts-
posig;io desse s 3.a nao pode deixar de eatender-
se -quando a prisao tiver lugartal como n *
Clanes do responsabilidade a que as aduja im-
postas, alm de ontras. a pena de pi
Nem se diga que nao pod-m distinguir o
a lei nao distingue, porque oi ella mesma quea
distingui, quando antes do 5 3.a do art. 165 ja
tinha estatuido a materia do art. IIV, sendo que
era materia cr.minal, ainda quando a lei seja d.i-
vidosa, deve seguir-se o principio d- hermenu-
tica -odiosa restrinijenda t te
Assm, pos. prendende-sc cora) se prendeu -o
recorrente, alm de o Ihe fazer injustiea, bz-se*
Ihe mais una injuria, havendo infraccao da tai
por parte do juiz quenjecretou a pri
Quando asscveranW que ha casos em que 1
pronuncia nio obriga a prisao, ma* somentc a l-
vramento, como no caso de que se trata, > porque,
alm de ser essa a doutrina racional, nos ella
tambera ensinada pelo Sr. marques de S. Vicenta
nos seus apontamentos sobre o pmcesso rrimiaai
Tit. 2.a Cap. i i, quando. tratando da sentenea de
pronuncia e seus effcitos diz a senlenca de
pronuncia deve declarar : 2.a se obriga a prisa
livramento ou smente a este e ma.- adiantoae
numero 181, anda tratando doseffeitos da pronun-
cia, assgnala em l. lugar a prisao do indiciado.
quando a isso o obrigam, salvo a lian .-a, a ter lugar,
e assim o diz elle firmado no art. I Vi do Coi a
238 do Reg. de 31 de Janeiro de 18 ti.
Por Unto, certo que ha casos em qne a pre-
nuncia nao obriga a prisao, e quaes sern estol
desde que se exceptuar o de que fallamos ?
Decididamente a pronuncia s pode abrigar a
priso quando ao crime est imposta essa fena
que deveri ser cumprida nas cadeias publica?,
em um certo e determinad territorio, tal aanns
pena de degredo ou desterra calvo > Canea.
4
I
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L*>f,

Kl
r, sinjstic.a .la
Ve-so anda, Senhoi
U. ,l II i-j V ""J="'\' |IHIIUIIUIB,
alem da .Ilegalidad,- dn proeedinicnto luvido nal
*m o recurrente, mandando-seo prender, uo fuo-
nuK 6m ,U0 jU'Z recorrido basda 9Ua Prt-
..;1.MIIr.e,!e 1"e. i"1^ Procedente a denuncia etn
virtude do fflcio do Exm. ex presidente desta pro-
p'a'/Uj" 0,Hcio acna-se > n*- '* d Ilul09-
k admiravel que se aceite como prova aquillo
que taz, por assim djzcr, parte integrante da de-
nuncia e o digno cx-presidente tanto considorou
que seu offlcb nao era nm cvangelho que, dirigi-
oo-se por via delle ao promotor publico, ordenou he
que no juizo competente elueidasse o descotri-
mento dos faetos, quo fazem objecto do-dito olllcio.
..Nao procede, portanto, a primeira base sobre
. que assenta a pronuncia.
Forma asegunda base da pronuncia a informa-
{ao do r. Minio llenriquo de Almeida, ento juiz
Essa uformaeao nao documento comprobato-
rio dos faetns allegados contra o recrreme, sendo
-antes urna pega que os denuncia autoridade. su-
perior ; e como toda denuncia precisa ser provada,
'lem a referida denuncia carencia de sel-o ; sendo
mais para notar que ella est destruida na parte
*cierente ao fado a-que alludimos, visto que, fir-
mando-so no dito de uma pessoa fidedigna, con-
trapoe-so ao deprimente de pessoas tambem fide-
oignas, dado sob juramenta
v Entretanto, fo alem do juiz recorrido -baseou-
se nos documentos, que acompanharam a infor-
marao do Dr. Felinto.
Ou o juiz recorrido nio leu os documentos cons-
tantes de ns. lia 17, ou o recrreme os leu sob
alguma irapressio magntica, vendo tudo de cores
o Itrenles, o ben aprecindoos eonvenceuse qu
lies nenliuma relacao teem com o ponto da accu-
sacio, que nao ter o recrreme prendido a Se-
ralira de Lacena: ese V. M. I. dignarse de lan-
zar suas vistas sobre elles, reconheeer a verdade,
(U8 enuiiciamo-.
Ainda baseou-se o juiz recorrido na resposta do
recorrente, Musante de fls.
Se as patarras, de que se servio o recorrente
nasa rasosla, prona que elle n.o negou o laclo,
havendo nesse modo de proceder urna c-nfissao,'
ento temos que as palavras j nao exprimem
ideas e pausan cutos, segundo a convenci univer-
sal, mas sin o capricho das pessoas conforme o
lira que se tem cm mira.
Finalmente liaseia se o juiz recorrido nos tle-
pmmentes de fls. a Hs. e prneipament* no d.t o."
testemunlia, J.j Candido de Mello Lima.
E' para ler e admirar I
As testemunhas todas produzem contra a denun-
cia e contra a veracidade desse facto, que impu-
ta m ao recorrente como um crime.
as precisa analyse.
Con vem, entretanto, nao deixar sem reparo a
proposito da pronuncia quando diz, qne est pro-
vado o fado, porque tendo o recorrente sciencia
de que Serallm almocara mesma mesa que elle
( embora fosse isto em um dia de (tira e Sorafim
j se houvesse retirado quando ao recorrente che-
gou essa sciencia) todava- depois despaehou urna
petizo assigoa la prr este.
O iJepoimento da 3.* testeinunlia, UaMoino Aman-
do Freir, tira luda uispein a essa circunstancia,
porque, seguade ob-erva-sc nesse depoimento, com
quaata a p--.-o estsvesse asignada por Sorafim,
COmtHdo fui apres^utada ao recorrente e ao escri-
vao por mu solicitador de causas, o qual exhibi
proruraco de Serafim ; pelo que patente' que
este individuo niio esteve em contacto com o re-
corrente e nein era crime despachar peticoes des-
di; que erara apresentadas por um procurador, tan-
to mais quando ditas peticoes versavam sobre ne-
ga los civeis.
Para ipie V. M. se eonvenca que nesta comarca
a aspirado mais ardonle era sospender-se ao re-
corrente, taJvez para a oblencao de fins inconfes-
savee, basta attender a uma considefacao e ven
n ser :
Que tendo o recorrente feito prender a esse Se-
r i m uo dia 20 de agosto de 1870 (doc. a (1. 6i)
.:rnente veio-si i juizo denoneial-o, "por nao pren-
del-o no dia 19 dejunho fle 1871, lempo em que
ja Scraliui eslava Rbsolvido desse crime porque
tora preso a pandado do recorrente ; que adornie-
cendo o desejo de suspensao contra o recorrerte o,
ncando incubado desde 7 de setembro de 1871 al
1(1 (l.....rereiro deste anuo, despertou e eomecou
a ileutar-se esse desejo desta. data em diante at
odia lt de abrildia memorare!, em que fez ex-
ii sao a mina sobre que ltimamente o eollo-
-.iran
E te: tal o fracasso dessa exploso que logo o
promotor poblico, offerecendo seu libello accusalo-
rio, joiga aebar meiu de provar cireamstansias,
iue na sna prom ico de lis. VJ v. nao enxergou,
pedindo a despnmancia do recorrente !
C inTm ainda observar qae nao verdadeira a
proposii-io aeniurada na denuncia que o Me r-
ite nao tomn providencias para prender a Sera-
un, quando Soube que este estivera na mesma casa
que tile recorr' ite, apezar de tercomsigo ofciaes
istiivi e escrtvdes!
A |; tesieinunlias s.io justamente os duus
nicos Dfflclaes de Justina do juizo e ambos deda-
ram qoe nao es'avara presentes, sendo que o uni-
i eacrlv5o existente na occasiao era o de orpbios,
i te tambem lepz neste processo.
A que oilii'ial, portanto, incumbiria essa dili-
- tcia .'
B* obvio, pois, que o promotor publico faltou
v >r lado n ssa sua asseverecio.
Vlin di-! a prisao de Serafim nao era sangra
lesatada e pula soreffeetuada com as solemmds-
des lgaos, como o foi, logo que o recrranle, ten-
11 PCiencia do logar em que elle se achava, expe-
dio a dHIgenda regalar.
D i i te Sea ''\;i tsto vd-se que nao ha prova nos
i cao i/, de convencer, ou antes que gera a
m 'i- I ira insuin i-a. de que o recorrente tivesse
por negligencia >:i connivenciadeiudo-de prender
i um criminoso, sabendo que o era.
rom-so demonstrado tambem quo sendo o crime,
' o ii houvesso, daquelles em que o reo se livra
lio, dea-m arbitrio e violencia da parte do juiz
ceu&te, quino mandou prender ao recor-
. ule.
Resta agora mostrar que o juiz recorrido nao
v iciou legalmnte a causa quando disse na sua
sentenca de pronuncia, que nao podia na formacao
da colpa tomar conheciraento de circomstancias
it is, inc! isv a do art 3. do cdigo eri-
al.
Bita doutrina i|iie verdadeira qnasdo se trata
d'is pracessos de erime coinraum, nao pode ler ap-
plicacao razoavel quando se trata de crime de res-
ponsabHidado.
Alli o juiz que jiilga do direito nao o mesmo,
que julga do faco e juntamente a ra;ao pela
qual nao pode entrar na apreciacao da jostifieabi-
'i la le d um delicio, pois esta dependo da verifl-
;ac5o de um facto, jue nao cabe na aleada do
jui. procossarte a |ui ojuii conhece do facto a
d i direito, nioh i mi ler, portanto, de um laxo e
itaclo de rigor, pronunciando para depois ab-
,: "' quando o mesmo joiz com a precisa illus-
io ve qne o lado nao se deu com as circoms-
Uncas caraeteristicas de crime; e principalmente
em um tacto da nrdein do de que se falla, cnio ele-
mento principal, para ser elle considerado crmi-
n i-o. r i sciencia que deveria provar-sc da pan.'
Ao juiz de que es-1 se achava etn convivencia com
i i criminoso, saliendo que o era c couneeendo a
identidadode pessoa.
Assim, pois, apreciar'essa eireumstaaeia mo era
entrar na apreciacSo de clreumstancias justificati-
d i delicio, era antes render o devido pivito
i il autos, vi-i i todas as testemunhas depo-
o qae" tambem se prova com os documentos
juntos, que o recorrente nao conhecia a Serafim.
IVIa fijrina porque se pronunciou ao recorrente,
-e mu larg porta mais tremenda perse-
guicao
Diaria'de PeUi^mbuco Tn;a era' 13 de Maio de J1
E quando ca um crime de nnpni>iabiliibi*V a
que no esta imposta pena de pristo, aqu se tem
lvrado outros sollos e iadependeoto do llanca, eis
que para o recorrente cria-se, como j se fez sen-
tir, mais esse onus!
Se a justira nao foi observada, pronuneiajidO-se
o recorrente por uin crime niio provado : se o ar-
bitrio prodomiiiou nf effeitos, que s pretendeii
dar pronuncia, nao menos ludibriada Ibi a loi,
que creou as garan.ias j em favor dos aecusados
o j em favor do poder publico.
Nos crim em que tem lugar a denuncia o nu-
men) legal de testemunhas de 5 a 8 (art.-48 da
lei de 3 de dezembro de 1841 e 266 do reglame.!-
to respectivo); entretanto, tirada a prova real no
presente processo, temos que so foram inquiridas
tres tstemenlias cajiazes de ser consideradas co-
mo de numere-legal pela sasneico em me facof
rem as outras suspeco que as devia constituir
meras informaates para terem seus depoioientos
o valor em direito permittido.
A primeira e segunda testemunhas, s?ndo ofll-
caes de jostica e por isso mesmo subordinadas ao
recorrente, nao sio eertamente pessoas aptas para
dizerem a verdade, |nanto a este, nornteresse da
Justina.
A terceira testennitiba dedaraa ser inimiga ca-
pital do recorrente, Inimisadc que bem se revela
em diversas pecas deste auto ; e nao Obstante foi
admittda a jurar!
Entretanto^ Senhor, como quer que se conside-
ran tae3 depoimenios, manifestamerilc produzem
elles contra a denuncia desde, a primeira al a ul-
tima palavra.
'O recorrente nao passa em silencio estas cir-
cumstancias para tornar bem patente o serttimen-
to quo presido a fonnaco de sua culp; o tanto
mais insiste nellas qnanto sabe que a pretericao
de (iiialquer formaldade que o senhor de S. V-
cente chama expressao meditada da lei e qne diz
formar o metliodo'e syStema creados cora o linid
mostrar o caminho a seguir se no descobrlitiimto
da verdade, nao pode deixar de imbuir nullidade
no feito.
Diz anda o mesmo escrptor que a formacao di
culpa tem numero previsto de testemunhas, que
nao licito minorar; por tanto desde que no se
observa o preceito legal, ouvindo-se o numero do
testemunhas indicado as leis j citadas, tem-se
violado um preceito imperativo da lei um pura
perda da juslica e da causa, que, como a presen-
te, torna-se milla.
Vt-se, por conseguinte, que alm de nao ter o
recorrente cpmmetlhlo crime algum, acha-se an-
da assim pronunciado era um processo nullo, nao
sendo para estranhar que V. M. I., como atalaia
vigilante da lei inutilise o arbitrio e a violencia,
que de eolio erguido protestara anniquilar o recur-
rente para que assim fique restablecido o impe-
rio do direito e da juMiea.
Itamb. 2 de abril de 1873. -Mmelo d)s San-
tos da Fonceca Li*s.
Documento n. 1.
Illm. Sr. Dr. Monelo dos Santos da Fonceca Lins.
fiespondendo carta presente, tenho dizer que
verdade o qne nell.i exige V. s., ist<> *, nasso as-
severar (pie tem exigido relacoes dos reos pro-
nnneados e as remetlido a difierentes antoridades
da comarca, isto jiiuirei, sendo mister. Pode V. S.
usar desla resposta como quzer.
Itamb, 18 de abril de 1871. Joo Jos de Ca-
pistrnno, escrivao interino do jury.
Documento n. 2"
Illm. Sr. major Antonio Vaz da Silva.Queira
V. S. per amor verdade declarar ao p desla se
na qualidade de subdelegado de polica de Cruan
gy, recebra relacoes de reos pronunciados nesse
districto com oficios meus exigindo a eaptura dos
mesmos reos e se em algumas dessas rela<;oes se
incluia o noine de Serafim Anselmo Pereira de
Lacena. Permita me usar de sua resposta como
me convier.
Itamb, 18 de abril de 1873. De V. S. muito
atiento venerador e criado. Meneto dos Santos
da Fonceca Lins.
Resposta.-Illm. Sr. Dr. Menelo dos Santos da
Fonceca Lins Resp.ndendo carta deX. S., pas-
so dizer que so recib uma relacao de reos pro-
nunciados ueste districto no mez "do novembro ou
dezembro do auno de 1869, a qual relacao vinlia
coberta com oficio de V. S, recommendando mui-
to a prisao dos criminosos, de que tratara a rea-
C-ao, na qual se inclu i os nomes' dejncu sobrinbo
Serafim Anselmo l'crera de Lucna A mea ir-
mo Alexanlre Vaz da Silva, quo foram procossa-
dos pelo subdelegado Monte-Negro, por crime qu
este inventou ; que nao sei se V. S. deoois man-
dou outras relacoes. ao subdelegado effectivo, nao
obstante estar eu em exercicio quasi sempre como
primeira sopplente at lins de r70 quando fui de-
nuttido a pedido de V. S. na qualidade de delega-
do da coninrca, que era entao, e finalmente que
por foYea desta relacao prend alguns criminosos,
inclusive do processo do mesmo Serafim, isto
tudo juran-i se r.*.r ui-cessario. Pode V. S. fazer
o uso que quizer desla resposta.
Cruangy, 19 de abril de 1873.Antonio Vaz du
Suva.
Documento n. 3.
Illm. Sr. solicitador Franklin Celestino de Men-
donca. Convicto de que V. S. prezaa verdade .de-
sojo que por amor dola so digne de responder o
segumte : Io se V. S. acceitou procurarlo de Sera-
lim Ansolmo lVreira de Lucena enruma qneslo
sobre a praea de urna escravinba : na afirma-
tiva, se essa procuraco foi passada cm Cruangi;
3* se foi V. S. ou o mosmo Serafim etc.
^ Hesposta.fllnl. Sr. Dr. Menelo dos Santos da
Fonceca Lins.-So por aun>r verdade que sel
prezar e que faco sobresahirem todos os meus ao*
los, respondo a is itns: nrimeiro e segundo afir-
mativamente, ao terceiro qne fui eu que submet-
teu a despacho as petices que tjz cm nonie de
Serafim Anselmo Peivira de Lucena, quajto, que
\. S. nao conhecia o mesmo Serafim c disto te.-
plio certeza, primeiro porque, depois de despacha-
das essas petiCoes encoiitrei-ine-com Joao Candi-
do de Mello Lima, em cuja casi eslava V. S., o
qual disse a Serafim em minha presenta que V.
S. l'-mlo-lbe perguntado que pessoas eram aquel-
las com quem bava almoeado elle, Joao Can lido
dlssera-lhe a verdal.'., sto que o mesmo Sera-
phim era um dos pronunciados por Monte Negro,
accresceulaodo o mesmo Joao Candido que V. S.
S. muito se enconimod.'ra com esta noticia ; se-
gundo, porque, ausentando-se Serafim de Luce-
na logo depois dessa communcacao de Joao Can-
dido e regresando V. S. comigo no mesmo dia
para esta villa, mosrrou-se muito contrariado:
terceiro, porque dias depois soube que V. S. ha-
via mandado uma reiaco de crimin sos subdele-
gada de Cruangy, fncluino nclla Serafim c ou-
tros pronunciados no processo a que alludo; quin-
to finalmente, que nada mas sei, alm do que aca-
bo de referir, senio que V. S. expedir depois
mandado Je prisao contra Serafim do Lacena,
que foi capturado, senda acompanlia lo n oficial de
justieapor uma fbrea tirada do destacamento. Po-
de *. S. fazer o uso que Ihe aprouver desta mi
nha resposta.
Itamb, 19 de abril d3 1873.-FYiiiA7/n Celes-
tino de MenJonni.
Documento n.4.
Illm. Sr. subdelegado de Cruangy. -O bacharel
Menelao dos Santos da Fonceca Lins precisa quo
V. S. proceda a um auto de perguntas sob jura-
mento a Serafim Anselmo
tarios do crill (e fdMMadlb elle responderte
e a outros, rlownafafaftoAca pelo tribunal
da relacao, eiMMnVHwMMMi>beni absolvido
com i aseguraram-lhe muita pessaa em qnein
tinha razos para confiar.; ao sazuwjo, negativa-
inerte, 'Me,\h nio cenhewcan^ir<-imW4loa
visto o supplicante e que depois oao te*re mais oC-
casio de v#k> i n trceire-r lmierte, qoe
preso e recolhido i cadeia de ftanrti po manda-
do e ordora do supplicante, conforme Hie foi lijo
aciuelle pel oficial de |nstica e consta esta da no-
la da culpa, que Ihe foi aprsenla!* '? **" *
E por nada mais dizer e nem Ihe ser pergnnta-
-Jo, deu o- subdelegado vor lindo o presento auto,
que 'donis-'de Ihe ser lido o a*hr 'eonformoV**-
sigiioucom otnesinn sttbdelelegado. o requetente
o as testemunhas j mencionadas, do qn8 pra
coBstar, hvro este tormo o dou fe.Ka, Felicissimo
Guedes Ateoforado, escrivao o escrevi.
Jo> Nunet Pertira ia Suva. -Strafim Amelmo
Perora de Lumia. ~Meneltiaot Santos 4a Foncea
Lins. -JoUotitimaco de Antojo Lana. Noval da
Mva Peretra de Lucena.
Documento n. 5.
Resposta. Illm.'Sr. Dr. Menelo dos Santos da
Foucoca Lins. | utttm
Ktispoudii carta supra pela maaera seguinto:
ao Io tem, que tenbo sempre, na qualidade de es-
crivao do geral, escripto nudados.de prisao- f or
ordem do V. S., contra reos pronunciados geste
termo; ao 2' qui tenbo constantemente copiado
minutas deoluoiosdo V. 8. s subdelegadas da
comarca, recommenilaudo expresameiile a cap-
tura desses reos ; ao 3' que tenho eit > relacoes
parciaei de reos pronunciados, tiradas da relacao
Seral do car torio do jury.-assim como- do neu rol
e culpados e as reiiiettido com oficios V. S. <
subdelegacias do termo; ao 4 fiualincnte, que to-
nho perfeil-JeiHBranca- enviou sudelegacia de Criuingy ero fins du auno
1869, mandar incluir o orne de Serafim Ansel-
mo Pereira de Lucena, Alaxandre Vaz da Silva e
outro3 processados com estes.
TSm concluso declaro a V. S., que tudo que
hei referido consta de autos pelas respectivas cer-
tidoes e das portaras de V. S., existentes em met
poder, e.que tudo afirmo-sob- a fe-do meu cargo,
e jurarei, sendo preciso.
Pode fazer desta o uso que Ihe aprouver.
Iiainbi-, 1 de abril do 187:) Do V. S. aliento
criado, etc. Francisco de Araujo lima.
Documento de lis. iii.
O Dr. Menelo dos SautoS da Fonceca Lins, juiz
municipal e deorphaos com aleada no crime, nes-
ta villa de Podras do Fogo e comarca de Itamb,
da provincia do Pernambuco, por S. M. o Impera-
dor, que Deus guarde, ec.
Mando a quaiqer oficial de justica deste juizo,
a quem fr este apresentado indo -por mim ru-
bricado, qae em seu cumprimento prenda a Sera-
fim Anselmo Pereira do Lucena, casado, inora-^
dor no lugar Cruangi VelhO deste termo, ou em
qualquer lugar do termo onde for encontrado,
visto achar-se pronuncalo por este juizo, como
ocurso no art. 192 do cod. crim., no processo
que se Uie Rstaurou como mandante no crime de
tentativa de morie na pessoa de Domingos Ramos
Pimentel, na povoai-ao de Cruangy, procedendo-se
a todas as buscas c diligencias, que para isso se
lizerem mhtor, sob as pena3 da lei -O que cun-
pra.
Villa de Peoras do Fogo, 19 de agosto de 1870.
Eu, Baldoino Amando Freir, escrivao interino
do jury, o escrevt"*'FjMMcd Lins.
Certil o que em virkide do mandado retro, (ui
ao lugar denominado Cruangy Velho deste termo,
e ah prend ao individuo Seralin Anselmo Perei-
ra de Lucena para o contedo no mesmo manda-
do, e elle se deu por intimado, -enlregaiidu-se i
escolla para a cadeia desla villa, onde se acha re-
cullido ; pelo que dou f.
Cruangy Velli. 20 de Agosto de 1870.-0 ofi-
cial de justica, omimjos da Silcu Pereira.
Accordao.
Accordo em rela.-ao. que feito o Sortero e re-
Jatorio dos autos, julgam procedente o recurso
interposto pelo bacharel .Menelo dos Sabios da
Fonceca Lins, do despacho de pronuncia a fls.
para despronunciar, como despronuneiam ao refe-
rido bacharel, em vista dos autos e condmnarn
as custas a municipalidade.
Recife, ti dejiiaio de 1873.Santitnjo P.Do-
ria. Domingum Silva. -Snuza Lean.
Recife, 10 dd niaio de 1873.
Menelo dos Santos da Fonceca Lina.
i
I
ole
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fmiriio da em-
''jfiflr/O JHS q
par ti
r* 'JI0 P*a imrmr n pronesso
le na dos, as uMaWe reouw*ewJyow d gaverao paa
oondamoa(odteteu*|ii1a*dt.reee^. .
Dir-se-hia me nada |>en na- eonsciencia dos
jBizos, a coasjdjera^to aV rp ottfes pobr* pais de
ilia, de soi-prezu* adrados- na miseria, a nada
Hoclov rircst f cnix*,? IrnK'fo' Sonveroche, J
a Lallhacar.
Papel 1 raixa a laiyhnindo V. Siifueira.
Queijo 6o a Martins o>- Barros Filho & C, 93
ordem. 33 a GoncA'res EHrrao-4 Filbo, t Sonza
BasroffftC, 18 a i. da Costa. SO a Mag.ilhes Iriaa, C a J. Alvos A C, 3Tja Sfonteiro Bodia A
C, tOai Aires Lebre. 40 a Rosas' & Filho, 17 ai J.
Braga & C.
muir i'pio *, Hocife, ) ^ ,,. ^ ,,,
Cutiano Cyri>Ko 4a Cosa ttoreim.
________.Major cominau lante interino.
roicao contra a judicatura de primeira instancia ;
eilamen'.e nao ha juiz ou autoridade que nio
Mioja as eondigoos de ser pronunciado no ^ 8* do
art. 129 do cdigo penal e desde logo arrastado
prisio, porque oto ha cartor^) qae nao regorgite
em pcocessos. de reos ausentes, a quem o juiz nao
connoce, nem lem obrigaco de procurar com uma
luz em pleno dia. principalmente depois que ex
p"de as ordens convenientes e legaes, como fez o
recorrente, cumpriinlo seu-dever.
Deus, este Mpreroo Sennor Universo, como om-
nipoloote podia ler criado o mundo em um s dia,
nao o fox ; tatvez devesse ser aecusado pord,
ess* sen descanco, assim como acensado hoie o
^ recorrente por nao ler em um so dia prendido a
\ tedos os criminosos existentes em sen termo !
l Entretanto, se recorrer se ao cartera do jurv,
tngem deixar de convencer-se da activdade
oiiwegada pelo recorrente na perseguicae dos cri-
minosos, sendo esta comarca talvez a nica que
teoj visto sorem julgados todos os criminosos pro-
nunciadas com muto raras ex repeles.
Passa A recorrerte a outra ordem de considera-
res tendentes a mostrar que foi at pronunciado
era u:n proceso nullo.
Ninguera se\ punido seno pela autoridade
o ptente, em^rtude de lei anterior e na forma
por ella prescrpta\consi art. 179 li).
Esta preceito de Aossa lei fundamental, preceito
.d? alta justica c sunima previsao, encon'trou sua4
- Pereira de Lucena,
morador em Cruangv-Velho deste districto acer-
ca dos pontos seguirtes: primeiro, se o supplica-
do em um dos mezes d) anno de 1869 estuve com
o supplicante na casa do cidado Joao Can-
dido de Mello Lima em companhia de seu tjo, o
maji.r Antonio Vaz da Silva, enlao subdelegado
em exercicio ; segundo na afirmativa, se o suppli-
oado antes disso j canhecia ou tnha visto o sup-
plicante, assim como se depois este frequentou
sua casa ou liuia com elle relacoes de amlsade ;
terceiro, a ordem do que autoridade foi $ppl-
oado preso e recolhido cadeia de Itamb. Nes-
tes termos: pede deferimento. E.
uma
R. M. estava
devidamonte
pede
eslampilha da duzentos ris
inutilisada.
Cruangy. 16 de setembro de 1871. Menelo
dos Santos in Fonceca Lins.
Auto de perguntas feites a Serafim Anselmo Pe-
reira de Lucena;
Anno do nascimento de Nosso Senhor Jess
Ciristo de 187i a is 16 dias do mez de setembro do
dito anno, ne-ta povoaefio de Cruangy, em casa de
Custodio Jos de Souza Pinte, onde~fo vind o sub-
delegado gupplente em exercicio, 'o alferes Joao
N'unes Pereira da Silva, comigo escrivio de seu
cargoabaixonomeado, ah presentes o mesmo sub-
delegado, o peticionario bacharel Menelo dos San-
tos da Fonceca Lins, Jo o Cllmaco de Araujo Li-
ma, Noval da Silva Pereira de Lncena e o snppli-
cado Serafim Anselmo Pereira de Lucena, a este
foi deferido pelo subdelegado e juramento dos San-
tos Evartp-elhos emuai lirrodalles em que pozua
mao direita e Ihe ordenou, que dissesse a verdade
sobre os nonios da petinilo retro ; e recebido palo
dito supplicado esse juramento, assim o prometteu
cunipnr.
E senda perguntido polos pontos da petco que
OJl'.-i-.M-iilu ao ilion iini-o i i -1-11. j- < l
Vin;!i(llio de MeiMlon<*a, no :i(V
lia do passunii-iito de sua pro-
atada inn D. Vilolina lte-inviaila
de Hendoiiea.
De fulba em tuina
. A flor- e esfollia
tem cedo!e ollia ;
Es como a flor...
J. de D.)
Ei-lo aQotado pela viracio! Ei-lo que treme do
roseiro ao galbo! Mira-so di costo na gdttado
orvalho, presa folhinba, di ler*O botiot
Baila na liaste; o colibr doseja-o; arde a Ma-
cona a enamora-do t Mas... quanto espiobo o ro-
deando est ?.. Nem mesmo a brisa, que se es
pinha, beija-o!
Abre uma pet'h, duas peflas.ties... Seoao or-
valho... quer o sol queima-la Ms.... quanta vr-
gem querer ata-lo s trancas negras ?!.. sol, o
nao murcheis !
E quasi noite Negligente e lvida, a la av.n-
ca por detraz das campas! Se curva esguia do
eypreste a liaste, ao spro golido, que vem dos
pampas I
E' quasi noite! Aos mausoleos trepado, se ca-
la o mocho e d feral risada! Clarea ao long > o
vagalme e segue-o, filando o fatuo, a mariposa
ousada!
Vai rijo o vento e faz dobrar o goivo pedra
na la d'alcova eterna E as lolhas seeeai do vi-
zinho bosque, voam, dos cvros feral luserna!
Dos! qnanto cyio arde alli... alli... naquello
tum'ulo qu'uma cruz deirura-se!!... Croa de
virgem.... branco veo j hmido... Ah !.. nesse
veo urna vestal embuea-se !
Fallida sombra de ropilo rendado Estatua, em
que bruna palidez de louca!.. Scisma "detada
n"um monto de lousas, da la oceulta a clariiade
poucaI
luda lie mo;a!. aj!., ella sonha... falla..
Pal... minha mi... oh!., meus ir.naos queridos...
L'e perto o echo vem dizer virgem-Oh! Fillia,
lilha... eis teusirmios unido*!..
wtt enorme protellacao, refugio para estes, e ter-
"^tortura para aqun?
-Srs. juizes E^eai nomo de omitas (arailia^, de
muiU alUicrai, de muilas bgrimas, qoe so pedo
menos trro- ds'respnsabildad'e inherente no
carg, e mais proniplidao no'cumprimen'h> do de-
nraimot f! !! !
Recito, !1 deraaio d 1873.
w r a n^l-fi*+-m-%m-a,h9W
ACL'A PlORIDA.s ^ostos sao lovd
riaveis relativamente a perfumes cproo os
vunos. Com tudo todos os gmrfaets ad-
mirmeapi>twini a champo i.bu do Ciiqoot i
c s setilwras Jo brmgoilo o refinadas per-
e0pc^es,.adfnitle que fragancia da Agua
Florida d Miirray e Lanman. oxecue a
totla-e qualqtior eulra essenca floral. E' o
'nico perfiiin'o usado na America do Sol,-ese
bem que pouco ha qne ella fb iiirtrtKhiida
neste mercado, com tildo encontra igual fa-
vor e aceitar!) por meio ilasnossas bollas pa-
tricias. Kl|a e]extraluda de llorosos colhidas
em toda a sua fresquido, porm desde que
a vegetan&Q aromtica da Florida mais
odorifora do que a da Europa, a Agua Flo-
rid (da marca'conimercial acimt mencio-
uadnj, possue por sem duvida, um aroma
mais rico e deHeado do que qualquer urna
outra coiuposic/io europea.
oi.ko rei\(y mkdicixu. de vigadd
CE BACALIO, DE LCSMASN' o: K KMP.
as molestias que conduzem pbtvsica, nao
ha tempo .1 perdr-se om exrwvimivitacoes
utis. Ellas sao rpidas o as mais das ro-
zos fataes. A tosse quo lioje se despreza,
pode converter-se n'uma sqmana depois em
Urna pneumona, bronchitos ou phtysica.
S existe um remedio para' os casos agudos
da molestia pulmonar, quer ella seja chroni-,
M pu reeento. Tul e assim o prachtmu
toja a fatuldaile-medicao oIih) extrahido
do ligado de baealho. Porm mistar que o
doente esteja perfilamonte seguro e certo
que possue o ronie lio verdadeiro. So o
mesmo for o oleo puro medicinal de ligado
de Baealho, de Lanman 06SS6 caso ter a melliorpreparaco possivel
do pulmonico o mais seguro o ellicaz que
se conhece. Lanman & Ketnp ein'pregam
agentes peritos que residem as pescaras,
os quaes os colhern para este ftm, os ligados
sao do peive mais lino que se colhe nos
bancos da Terrn-.Nova. Delles se extrahe o
oleo era ijuanto cstao ainda porfeiamente
frescos, e depois de concluida a operacaor
toina-so to transparente* como mbar ou
crystal. t' o melhor especifico moderno no
seu estado mais ellicaz, e nao tem igual nos
casos, de tosse, resfriamentos, asthma, an-
gina^'iRfatinia^o'dos pulmoesobronchios;
debilidad^, emmagrecimento, e todas as mais
oiifermiitades que terminam em phtysica ou
na alTeecia tuberculosa confirmada do bofe
PRACA DO RECIFE 12 DE M.UO
13 lOTO.
\s 3 1/2 horas da mitra.
ro houve cotacoe?.
iaDoiici-q
Fresideute.
Leal Seve
Secretario.
Ais Sanios A.
Keller 4 C, 7
_ Cr 3 ordem,
1 a Larval o Moraes.
Vinho 8 eaixas a Gir, 10 ditas ordbm, 3 bar-
ns a Tasso Irmio A C, 1 a C F. Alcolbrado, 4 *
Thomaz Christianscn, 30 a M. S.' Faria, I a M. B.
de Mello, 6 a M. Gregorio & (', i a Craner Frey.
Tllas 1 ctixa a L. C Bayle & C, 150 ordem.
ffio Grande do Sul, barca brasileira JVor Ma-
riunni, consigaada a Oliveira A Filho, maoifes
ti ni:
Couro*-seccos 6o.
Graxa 87 pipas.
Selio 230 barris.
Xarque 191,368 kilo aos eonsigna'arios.
Rio Grande do Sul, patacho portuguez Novo S.
iVwwif*-, consignado a Thonnz de Aquiuo Fonti-
ca A Sucessores, maniestou :
Couros seceos 30.
Feijao 36 barricas.
Xarque 126,302 kilos aos consignatarios.
oespa;ii.s de exportacao no di a iode
MAIO DE 187 J.
Para os portos do exterior
So vapor francez Meinl sa, para Bordeaos,
earregaram : J. J. Manoel 3 eaixas com 2i litros
a vinho de caj e Idita com 17 kilo> de doce ;
J. F. da Costa 1 dita com 32 ditos de dito ; F. A.
R. Vianna 1 dita com 23 ditos de dito ; K. Fabio
diversos passaros e auimaes,
No patacho hollandez It'iade.n, para Bor-
deaux, earregaram : B. Oliveira & C. 40 pipas
com 19,200 litros de cachara.
Na galera portuguesa Nova Fuma, para o
Porto, carregou : M. J. da Molla 10 couros salga-
dos com 120 kilos.
."ara os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no brigue portuguez
Cotele, earregaram : B. Oliveira A V.. 2,000 cocos
(fructa) ; J. M. da Costa 13 pipas com 7'20O litros
de aleool.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Velo:, carregou : II. J. (1 Sobrinbo 20 pipas com
9,600 litros de agurdente.
Para Santos, no lugar inglez Viola, earrega-
ram : J. S. Loyo A Filho 400 saceos com oi.'JOO
kilos de asucar masca vado.
Para Santos, na sumaca hespanhola Preci -sa,
carregou : P. 51. Haary 6,000 cocos (fructa).
Para Acaraen, no vapor nacional Pirapama,
carregou : J. L. Radich 4 barricas com 404 kilos
de assucar refina lo.
Para Macei, na barcaca Paragnass, earre-
garam : A. Lopes ct- C. 1 barrica com 60 kilos de
assucar branco.
Para o Rio Grande* do .Norte, na barca.a
Do m Amigos, earregaram : J. A. de Albuqucrquc
4 barricas com 240 kilos de assucar retinado ;
M J. Gomes Ferreira 4 ditas com 311 ditos d
dito branco e 2 barris com 192 litros de agur-
dente.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Hendimento do dia 1
(dera do dia 12. .
a 10.
j:'.wi:W8
536*194
6:5(7*882
VOLUMES SAHIDOS Xodia 1 a 10...... Primeira porta no dia 12. Segunda porta..... Terceira porta Trapicho Concei^io . 20,030 13:! 23 6 120 20,411
O Dr. Sebastta efe Reo Barros e LaeT
da, ju z do dirrito especial do
rio, nessa cidade do Recife de
buco, por S. M. I., etc.
Pa^o sabor aos que o presente edital nrtvi
delle noticia tiverem, i/oc ujr este juizo rianch
do rommerrio desta cibidc do Rocie, correa >
autos i}e arcao ordinaria de Kenvo ka Ramos A-
Oliveira, couira os herdeirs de Clirstovlo Siarr
AC. E acbaodo-se a herddra Mara Asradh Stsrr
na Inglaterra, rei|uereu a dUo- aulas por pr*rk>
habilita, ao ki mewia herdeira, cuja povSpao A>
neor seipiinte:
Illm. Sr. Dr. juiz do conimcwio. Diz Beato jW
Baniiis de (lireira que, quereaA> fazer estar U
ria Azenclh Starr. pan babilital, como hMSMra-
de George Gosland Siarr, emboo j o Irak **
como hi-rdcira deChristovio SUrr, AC, e ti^aa*
ella na Inglatma, quer o supitU-nate jiisiirar
ausenria da niesmB, para que a rifaci) bina hspr
por.fdiios. Pede a V. S. deferioieiit... K R. M
Recife 24 de marco de 1873.G Alroforado. Bs-
tava o sello de esCtmpilha da imj rtan-ia .W !
rs., Icgalmenle rmitilisada na fnn da lei. .fs
qual dei o despacho -cgiiim.-.
Sim. U>cife, de marco de 1871-Barrot ir
1.a cerda.
E temVi o aotof pniAuzido sua< trntesnuahas.
que juraram ser a suppcada herdeir.- ile Geetfr
Boslanl Siarr, e betn aasft achar-,-e arta, sil-
lados e preparados os autos, fez o rsii.'...rmm%m-
sos, e nelles profer a sentenra do meur
Jlgo procedente a jestifiracao d aunniru >
Maria Azcneih starr, (}. ... hi f !i na, e
pora ser citada, eooso se recaer il- f ,ium>-
se passar eifitaes de tn;s infw* d.- |n.i/u, asaxa-
dos o piiblicailiw; as cintas allend. i aliaal. -He-
cife 10 de maio de 1873.Scln.-tia i d Raja Bar
ros-de LaeerJh.
K mais se uo continln to dita minlu wotenca
aipi transcriba b enpiaoB.
I'or forea Ireta minha sentenca, i es-mio 1>-r.
pa---ai- i. presente p.-!.. qual rluaM, nt> ? lu por
intimada a Maria AzeOoMl Sl.nr. para que qp<-
l>oni scii'iite dotoA) o cxpeaduln.
E para qtM ebegue ao onhecimente oV todrK
nuinl.-i passar o pieseole. BSM sari publicad aeL
itnprensa o afBxaAi ims lugares d-> riKtume.
i'idadc do Recifi' de Pemamboco, 10 de inaio 4>
mt
Eu. Haanel Maria R.Klrigoes do Nasrhnrato, es-
Clivao. o subseivvi.
Selmstiait d > liego Ha i iris de Laceria.
ioaquim Albinn de Cusuia. cavalbeiM da itaaf>--
rial onleni da Rosa. r.ijMta <*omnuabnte inte-
rino do .(.* hatalno de infantaria da pjSMfi
nacional do municipio du Recite, e pridoii
du consellM de quililicacan da panx-bia Ai Ba-
Vista, por S. MI, a quem Deus guanie, ele.
Rafa saber fon, em virtude da lei e n-yaaaseit-
t a i-:n rigor, se deve reoair n i eonsMena da
respectiva igreja matriz; no dia l do rorrrad
mez, as 9 huras da manila, o consclln u> ipialili-
cii-.ih da guarda nacional da nx-smi paruc ia.
E para que ekefM M coii'ecimento de lou.v
niandei publicar o presente edilal qu^ era aliv.i
do na porta da referida ifreja.
Quirlel do coiinn.iiulo interiao do 3." lulaln.
.le infaiiiaria da guarda nacional du luuuicipi i
Recife, 10 de uiaio de 1873.
Jooi/"iiii .lllmri
Capillo i-oniinainlai
SERVICO MARTIMO
.Alvarengas descarregadas no trapiche
da allanJega no dia 1 a 10. .
Ditas ditas uo dia 12......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
Xo trapiche Conceieao ,
33
ALFANDEGA
rtendimanlo do dia 1 alo. .
dera do dia 12.....
332:tt4A13
37;iJ616'i2
3'.*0:30357;
''-......., .
Era o boto vermelho, que tiemia, entre os es-
pinhos do roseiro ao galh >' A virgem mira-se
na embacada pedra, como o bolao na gotta do or-
valho !
;;;;;.;?;;........
Ah !.. essa imagen, que, amigo, buscas, entre
os Cruzeiros com tao funda dr, Adelina... tua
irma... que canta, no EJn cora as virgens. hvm-
nos ao Senhor !.
h qup do drama a drradeira scena, muda e
serena foi rolar nos cos!! GkOro do virgens,
que em iriumpho abrcam a viifera mora, que
olegera Dos I...
13 de maio de 1873.
Descarregain boje 13 de mao de 1873
Patacho inglez-IViiKs-mercadonas para alfan-
dega.
Palhabote ihglcz-Qanu Colii-fariulii de trigo j
despachada para o caes do Apollo.
Barca americanaCascotaboado ja despachado
para o caes do Apollo.
Brigue dgtefJHe tsbiycay maleriaes j des-
pachados para a estrada de ferro de S.
Francisco para o trapiche Concesfio, pa-
ra conferir.
Vaiur nacional Mandak gneros nacionaes
para o trapiche da conipanhia pernam-
bucaoa.
COTAOOCS OKFU'.IAKS D.V l'P.A(;.\ NA SKMVNA DE
5 A 10 DF. maio di: 1H7 '..
Assucar.-De Mac 2i20D por 13 kilos posto a
bordo, a frote de 23/ sem cap.
De Pernambuco, bruto baixo 183J.
Do Canal, l630e lS6l>0.
Couros.Seceos salgados 60 rs.
Algodiio. De Macei, 2.a sirte. 970) po.-to a
bordo a frete de 7/8 e 3 %.
dem r.' sorte, OjS'iJO, posto a bordo a frete de
7/ie S Do Rio Grande do Norte, 9I03, sem Inspceao.
Do Penedo. 920.>, sem inspeceo.
Da Parahvba, 10^300 posto a bordo afrete de I 2
e 5.8.
De Pernaaibubo, 10i00 105303.
Cambios,-Sobre Londres 00 d/v. 23 1/2, 2i 3 1,
23 3/8, 23 3/8, banco.
Pars 375 por frs. 330 dem; banco.
Porto -110"/. de premio pagavel em Londres a
90 d/v 26 d. por 15000, 90 d/v 109 /. de premio,
13 d/v 112 /, de premio vista 413 ,.
Lisboa.-llS*/.-
Descontos de ledras, 11 /fc
Associaco Commercial Beneticente, 12 do maio
de 18/3.
/. IV Ferreira Lop< -.
Ai'chi vista.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
endnente do dia 1 a lo. 90:1504067
dem do dia 12. ^ 'i:2362I2
25:4065279
CONSULADO PROVINCIAL
Rendirnento do da l a 10.
[dera do dia 12. .

niaaaai 11 n ai Si
90:055*711
4:317/517
94:571*938
.liistlrii a*prerAUa
Faz boje um anno, dia por dia, oueTovam de-
mittidos e mandados processar ara g ande nume-
ro de empregados da alfandega.
Gracas as imparcines nformacOos de dous mo-
'co9, que aqui vieram e que entenderam dever vm-
gar-se atede quem rommetlia o grande crime de
nio-bajula-los cote lisngeiros cumprimento?, 0
raio despedido pelo Exm: Sr. ministro da fazenda,,
lulminou Innocentes e culpados, drto mesmo est
boje capacitado o Ilustre ministro, que entretanto
nio quer reparar o acto sem que o poder judicia-
no Ihe tornera A prova p\mi 8a intiocWicia *a
jiiedles que tem direito a'isto.
Iinportnpfto.
Portos da Europa, vapor francez Said, con-
signado a Tisset Freres, manifestou :
Agu da N 2 eaixas a A. Bonrgard. Amostra e
artigos de Pars 1 caixa a J. de Almeida i C. Ar-
macao de cliapos de sol 4 eaixas a Manoel &
SflostralL Amostras de vinho 1 barril a Gir.
Artigas d .diapellaria 1 caix a P. Vianna A C.
Ditos de dourador 1 dita a J. S. Guima'raes.
Batatas 30 eaixas a Rosas A Filho.
Ceblas 60 eaixas a Lima A Silva. Cognae~30
eaixas aos consignatarios, lUOa Tasso Irmo A C,
30 a Lemps A Gureneau. Couservas 6 eaixas a
E. Turpin, '6 ordem. Cflnfekjao 1 eaxa a A.
Porto. Cal/ado 1 caixa a S. L. A Coinibra, 2 a
Lyra & Vianna, 1 a Moraes & Irmo, 4 a J. P.
,U ante?, 2 a Mendes Lobo & C, a Porto A Bas-
tos, 8 a_Oliveira Sobrinbo. .Chales 1 a P. da Silva
A Csco. Camisas 2 eaixas a Vaz Jnior A C.-> i
U Bastos A C. Ceroulas 1 caixa a Pinto 'A Cascao.
CrU5 de.jdga'r 3 eaixas'a. Oliveira A Sobrinbo.
Chabeos d
k Almeida-
signatarios.
Joias 3
Krres.
Livros 1 eaixas a Valfredo A Souza. Luyas 1
dita a L. A Guerneau.
Miadeas 2 caicas a Can'aluo A Gainurjes,'! a.
Surte A C, 1 a 1. GitirfiaHes-, I aCutih i A Manta.
Midas 1 caixa a Santos Aauiar, 1 a P. SimSes A
V.utlhho. Medicamentos 5 eaixas a A Ca:
Cobre era folhas2i cunlietes aos coa
c^xas a llyvernant 1 a Lehniap.
:
Mwmwn n PORTO.
yario.i entrado* no dia 1.
Rio-Grande do Sul-30 dias, hiato portuguez No-
-i S. r.mren-y. 1e til toneladas, capTto Jos
Manoel Vieira", equipagem 8. carga 8.600 arro-
bas de carne ; a Thomaz de Aquino Fonceca
' Ai".
Rio-Grande do Sul-22 dias, barca brasileira No-
va Mariana, de 307 toneladas, capito Hermino
F. M. da Costa, equipagem II, carga 13,00.) ar-
robas de carne ; a Oliveira Filho & C. -
liba de Fernando 60 horas vapor nacional Giqn id,
de 223 tonelada?, commandante Martins, equi-
pagem 2 ', carga alguns gneros ; a corapauhia
pernanibucana.
fiordeaux e portos ioterraedios 16 das, vapor
francez Said, de 1,038 toneladas, coitniandaiile
Barrad, equipagem 107, carga difierentes gene-
ros ; a Tisset Freres.
Navio sahido no mesmo dia.
Canal-Barca ingleza Lumia, capito P. Me.
Kcuzie, carga assucar.
Navios entrados no dia i.
Araeaj e ddiIos interinemos* 4 dias, vapor na-
cional Maniahu, do 22 toneladas, coniuianJan-
te Julio G. da Silva, equipagom 17, carga varios
gneros : a companhia pernambucana
Rio-Grando do Sal-10 disa, brigue nacional .li-
roh Mallo, de 323 toneladas, eapitao Vital los
da Molta, equipagem 14, carga 14,00J arrobas
de carne; a Silva A Cascao..
Aavios sal idos no mesmo dia.
New-York Hiato americano Hattie Haskcll, eapi-
tao Younig, carga assucar.
llainpton Rooas-Barca iugleza Clifton, capillo
Raflle, carga assucar.
Santos-Lugre brasileiro Amelia, capito Augusto
Venceslao dos Sants, carga assucar e agur-
dente.
Santos-Lugre portuguez Lima, capillo Ignacio
Ferreira Netto. carga assucar e agurdente.
MamanguapoVapor brasileiro Cnruripe, cora-
mandante Silva, carga varios gneros.
Portos do Sul -Vapor francez 'Said, commandante
Barrad, carga parte da qae trcuxe dos portos
da Europa.
Joaquim Custodio de Oliveira. capta
dame nterin i do 4" balalhio .te liNaKria guarda nacional do uMinu-ipiodu Iterifs, rtc.
K:n;o saber a quem Irteresnar pos a, ajan rv> dia
18 do eorrente lera de instalar-s..... il.-
ipiacii-lo i' revisaoda iruu-.la nirlusial das frr-
gnezi.is ilo Poro .la PanVlla eTarze.i. i'.i-trict
4- balalhao sol. mea Uterlao rommi.n lo. < qu
fnnccionarSo nos consistorios da< r
Btttrizes, dando principio aos seos I
horas da maahi do indicado dia. e dunrii
cspai.o ,ie 13 da- ronseeotivi -.
8 para eoastar mas I i bzer n pr
W niiinassignilo. e sera publicad i peh inipi
sa eafflxados nos logares mais pal lie i u
rregaMias.
4' La tal bao de infantaria da f
niuilii-ipio do Recite. 10 ite nii i I
Joaquim Cusi li I.*
O tenenle-coi'oiicl Decio de Aqitiao Fncers, i
ci.il da iirperial ordem da R za, | -i ..
paroi-hit de grfrei l'e.lr.'."!.'.'.'^?.'^
por S. M. o Imperador etc.
Faz saber q ic ni : .temin.... d
se Manir o eooseibo de qaalifirario a -i i paro-
clia, para u lim deekrae na M, e nrntodssposi
que logem a guarda nacional, e p-rante n qua'
poderao os interossadoj re p'.e.-cr <-., is .iir it..s
Para constar lavroo--'o prii'-ni pu-
blicado pela impreos*, e sflxadu nos \n\i
pblicos da paroehia
ou niel do commaudu du balalh < >[ arliib
ria da guarda nacional Ai muoiripio do Re
10 de maio de 1871
Decio de .'quiln FHCi .
Francisco Fauslino de Bril >. ci,iitVi comniaada
te interino do balalhio deinfanUriaao gnar
da nacional do municipio ,;, Rwf,., era virtudc
da lei. etc. etc.
Kaeo constai easasa assi aa d.a is
do eorreate u 9 hst/u da ataaaa. d
lugar no eonsistorio da res i natrk.i
nio .lo eonsolho de qualinVa( l
cional da referida freguezia e so i
E para que cbcg.ie ao i-i.nheciiu
niaiiile publicar o presen! p 4os |
xar na porta da matriz
Qoartel do eommao i i tal i bataaAo
de infantaria da guan., nacional du niuui ripi
Recife. :i de maio de 1873.
Francisco Faus'i.....k- Itri! >.
fOlTACS.
Castalio Cyriaco da Costa Moreira, major
commanJaiite interino do !. batalho de-
infantaria da guarda nacional do muni-
cipio do-llecile, e presidente do consolhj
de qualiflcacSS dafroguezia de Santo An-
tonio', por S. M. Imperial, a quem Deus
\ guarde, etc.
Faco saber que em virtude do disposto
ol I caixa V,, Kalque, la S. Castro, nos arts. 20 e 21 da lei n. 602 de l'J do
setembro de 18S.0, e arts. 1 o ) do decreto
rjj 1,13*0 do 12 de marco de 183.3, se reuni-
r no consistorio da respectiva matriz, s 9
hOras da mauh do dia 18 do.corrate, d
oonselho de qualicago e reviso da guar-
da nacional dessa freguezia.
E para que chegue a noticia a todos, man-
doi publicar pelos jomaos e fixar o presente
f*
urca-otiis 3 Eaixas a.Bastos Oliveira 3t C, rT;darirr"m l7"TJ11SS.''JT- "
Vaz&LeaLiaJ.A. Araglo. U Lopes Machado edl\al ^ porta da referida matriz
>'Entretanto-faz'hojeum nnoqae'o prdr/eSSu'Kil A C., 1 D. t. Ijstos, 5 "a'Oivera sbrinho, l a Vuartel do commando interino do 1. ba-
ordemnado, e at hofe nao est res olvido ainda [Vaz Jnior 4C.
talbao de infantaria da guarda
nacional do.
Jezuno da Costa Al I Mello, major cosa-
mandanle interino do k. talbo le
ria da guarda nacional d muniripia d R
e p.iesidenie do emwaMio de qualfic >
freguezia de Jaboatio, en virtude ite
etc. etc.
Faco saber que, em v:r!n.le i|, ,h.. ,-i, nes aro.
20 e 21 da le n. 602. de l'.t de setmal.ro de
e art. 18!)'do decreto n. 7130 de 19de n.r.
1853, se reunir no consisl rio da respectiv i
triz. s !) li iras da inan'' do dia 18 do con
o conse.lho ite qaaluici...... r..oda $n
nacional dessa freguelia.
E para que chegue ao inhwjimap de :
quem interessar possn, mandei puldica* o prt -
saate pelos jornaes e a.'lixar na p matriz.
Quarlel do commando interino do 8. batalli >
de infantaria da guarda nac, nal do inun.cipi > [ <
Recife, 6 de maio de 187.!.
Juz'in > da Caita de Albuquerque Me
Deliim Lins Cavalcanle l'es>,ia, major romman-
danle interino do fi* batalho de infantaria da
guarda nacuma! do municipio do Recife. r ai -
sidente do conseibo de qualilieac da I
zia dos Afogados, etc.
Faco saber que era vk-lule do disponte nos ai -
20 e 21 da lei n. C02 de IV de setembro de 1
e arts. 1 e 'J do decreto n. 1130 de 1J de
de 1833, se reunir no consistorio da usauslia
matriz, s 9 hora- da nunba do dia 18 A
te,p conselho de qualilicac i > e revaM) da guada
nacional desta freguezia.
E para que chegue ao conhecimonlo de i
mandei publicar pelo jornaes e fixar o
edital na referidajnatiiz.
Quartel do enramando interino do S
de infantaria la guardi nacional do Re.-ito lt de
maio de 1873.
* DclfliuL.il- i ivalcante Pe-\oa.
^CURACBti.

De ordem do Illm. Sr. ins
raria se declara que, nao necessaria a exhil
de foi na corrida pelos pretendentcs aos lugar,
praticautes desla ropirtirn. c mo par (qai
se exigi no anrmncio de 2t do Mez pr..
sado ; devendo, porra, os mesmos apreseular do-
cumenlo que prove a sua boa conijuctt.
Tbcsouraria de fazenda de Pernambaeo, 3 da
maio de 1873.
O i.* escripturario serviudo de secrwario,
_________Carhs Joao de Souza Cenca.
Capitana do parto.
Para caraprir o que Ihe lora ordenado por aja
do secretario de estado dos negocias da uurioh*
de 24 de abril ultimo, determina esta repartifaV a
os senhoros coatauudaates e proprietacios
'
_


Diario dePernambuao Tertja. feka 13 de Jiaio.de J873.

^
'
dw wvios mercantes acionaes que aunara fra
da'-burda os nomes dos ditos navios enr caracteres
*emfcgivei*, como ao cha estabeleoido e geral-
unte adoptado na juvegaco externa 'dos partos,
'YiMo as im convir as rala^oes coimueraiaes, e ao
-servico da polici t socorro mv'litoral, o alto
jiur ; o que quauti-antes doveni,q'>r era exe-
:Ufi0.
Capitana do porte fio Pernaubnco 10 do maio
-4M 73.
- O e ipiJio da porto wfcrino
Decio de Apirao Olivcira.
Dcrclo n. 4,tfSi d 28 de de.ehro do 1870.
jVpprova o novo rvguluineiito da< repartidlo dos
elegraphos.
Tendo as conveniencias do servijo da telegra-
phia no Imperio tomado deficiente as disposices
-ilo regulamento para -a repartidlo dos telegrapnos
-appi ovado pelo decreto n. 3,2*8 de .20 de junho
1864, hi por bem, uundo da autorisaeao conce-
dida pelo decreto o. 1718 de 9 de julho deste anuo,
approva o novo regutamento para a mencionada
repartidlo, que com -este baixa assignado pelo
Dr. Joao Alfredo* Correia de Ofiveira, do mea con-
selho, ministro o secretario de estado dos negocios
ilo Imperio e* interinamente dos da agricultura,
commercio e obras -publicas, que assim o tenha
entendido e faca, executar,
Palacio do Hio de Janeiro, -em 28 de dezembro
de 1870,19* da independencia-e do Imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador. Dr. Joo Al-
fredo torreia de OveiraT
Art. 288. K' prohibido -qualquer possa :
I." Plantar arvores ou quaesjiiier vegetaes que
se embareceui nasnhasj ou fazer qualquer cul-
tura obstruado o caminho de ervico dos guardas.
2.a Atar aniones aos postes.
3. Fazer covas ein lugares d'onde as chuvas
possam levar trras .que estraguem os postes,
impecam o transito dos guardas ou obstruam os
sgotos feitos para egnratrca -da linlia.
4. Vedar Je qnalquer .modo o escoamento da
linha.
5.* Depositar materias -ou quaesquer objectos
quer na linha, quer em.lagar d'onde possain cor-
rer .para ella.
6.* Fazer queiiuadas as proximidades das li-
nlias, de modo que.possam estraga-las.
7.* Jogar qualquer objecto sobre os (los ou
accusar-Thes danino o qualquer modo. Penas :
mulla de 30 a 1C0J alera da obrigacao de repa-
.rar o damno causado, e de remover os obsta-
culos creados as linlias.
Na reincidencia a multa ser elevada at J00.
Art. 283. E" Umbem prohibido;
i." Derribar postes, quer tenham sido (lacados,
quer sejam nativos.
2 Destruir qualqncr dbra, ou servicos feitos
as linhas.
3.* Cortar ou arrancar, madeiras plantadas ou
reservadas para o servico -das linhas.
Aos infractores ser applicada a disposicao do
art. 178 dj-cdigo criniitnU.
Art. 2S4. Qualquer pessa (|uo impedir o tran-
sito dos guardas das linhas por qualqner modo,
ser punidocom a multa -de a a 100 e priso
de uin a dous mezes, conforme a gravidade do
laclo.
Art. 288. Se qnalquer possoa estranha repar-
tirlo, a quern for imposta MU inulta recusar pa-
ga-la, o director geral, o encarregado geral das
fiaba*, o chefe de districto ou de estaces, que a
.fiver ini|iosta, remetter autoridade policial mais
prxima um termo lavrado e assignado na confor-
niidadc do art. 281, afm de que ella proceda como
l'ur de direito
Art. 289. Para a imposicao das multas decreta-
das contra pessoas*stranhas repartilo dos tele-
graplios, O empregado competente para impolas,
lera a autoridade que lem os liscacs das cmaras
munic/paes para as multas por infrac.-ao de pos-
turas.
Art. 290. Com a deelaraeno das multas impostas
.a estranhos, competentemente assignada na forma
do art. antecedente dos, arls. 281, 282 e 283, ellas
serao cobradas administrativamente.
Art. 291. No caso de imposicao da pena de mul-
ta pessoas que n.lo teniiam meios de satisfaze-
las, ser a dita pena substituida pela de prizao na
forma do cdigo.
Art. 293. Os juizes de dir-ito,nas correieoes que
lizerem, investigaran s-3 as autoridades a quern a
administraco telegraphica recorre em virtudo das
disposices deste regulamento, sao activas e dili-
gentes em satis fazer essas requisiees, procedendo
conforme a lei; achando-as em negligencia pode-
lira impor-lhes a multa de ,"0 a 10.
Art. 294. No caso de se apresentar queixa da
directora dos telegraplios centra autoridades re;
missas, os juizes maudarao responsabilizar aasa
autoridade que deixou de cumplir as obrigacSee
impostas por este regulamento, impondo-lhes mol-
ta.la KM i a. ... .......... vuijuf |in-
so Je un ate tres mezes.
Art. 2i>3. .Vnhuma autoridade embarazar os
guardas das linhas, estacionarios ou lelegrapbris-
tas. no servii.o sea cargo, e (nando qnalquer
delle3 tenha de ser prez nos casos em que a lei
permute, a autoridade competentedever entender-
se previamente sempre que for possivel, com
respectivo clin fe, para dar as providencias.noces-
erias, afim le que o empregado sojefto a prisio
seja logo substituido e nao se interrumpa por esta
cauza o servico da liona.
Art. 26. As autoridades c vis e militares dos
lugares por onde passar qualquer linha, ou houver
cstai;iio cu trabalho telegraphico, deverao prestar
tod s os auxilios que lies foreni requisitados pelos
respectivos empregados, e que dependerem dellas
para o bom desempenho do servico.
Art. 297. Sao considerados dignos de apreso
para seren atendidos pelo governo os servicos
jue as autoridades ou particulares prestarem pa
ra a construccao das linhas telegrapliicas e para
ludo qoanto for conoernente ao desenvolvimento
da teJegraphia elctrica do Brasil.
Art :J0. As linhas telegraphicas e suas depen-
dencias nao serio snjeltas polica municipal.
Ao goveruo compete exclusivamente lazel-as
Huaeeelooar e punir nfranvoes^pelos meios deferi-
dos neste regalamento.
TARIFA DOS TELEGRAM3IAS.
A. O telegramma simples, isto aquelles que
nao lera mais de 20 paMtvras, sujeito taxa
de Ml'On, percorrendo distancia que nao exceda
a 20U kilmetros.
i. O telegramiua que tiver 21, 22 palavr.K
ate 3' pagara mais melade da taxa do telegram-
ma simples, ou de 20 palavras. O que tiver 81,
32, 33 palavras at 40 pagara mais outra meta-
de da taxa do telegramma simples e essim por
diante augmentando metade da taxa simples por
cada au ment de 10 ou meos de 10 palavras.
! A taxa crecer cora a distancia do modo
egainle
carreira dos carros da pra?a e mais outras estaefies
at a distancia de 1 knra. da mesma.
!. Alemdesscs limites a parte deveri pagar a
condnc^o do telegramma segundo os presos des
lugares.
2." Da carta telegraphica que tiver de ser po
no correio a urte pagar o sello do porte esta
registro. da
SANIA CASA l>4 MISERICORDIA DQ
HECIFK.
A llhna. junta administrativa Ala santa casa da
misencnnlia do ecife, manda 'fazer publico que
na sala de suas sessdes, no da|l?de nuio, pelas
horas da tarde, tem de ser arrematadas a ouohi
mais vantagens ollerecer, pelo :tempo "de um a
tr s annos, >s rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECrMENTOS DE CARIDADE -
Hua do Cahuga.
Lojaoi^........-t -600*000
Roa da Alegra.
Casa terrea n. 7 37/O0O
Rita de Santa Thereza.
dem n. 5. ......s .. 201*006
Rna de Hortas.
LojadosobradoB.il ..." Ml/fOO
Hua da Viracao.
Casa terrea n. 19........6*000
Ra do Padre Floriano
dem n. 43 ....... 200*000
Ra do Senbor Rom 'Jess.
Loja do sobrade n. 35 .. 800*000
Ra de Santa Rita.
dem n. 34........ 261*000
Ra da Ponte-Velha.
n. 31......156*00o
Caas terrea Ra da Gnia.
dem n. 29...... 200*000
Ra do Pharol.
Casa terrea n 80......182*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26. : 303*000
PATRIMONIO DOS RPHAOS.
Ra da Semala-vema.
Casa terrea n. 10 ...... 109000
Os pretendentes develo apresenlar no acto da
arremtacT) as suas llancas, ou compareccreni
acotrpatinados dos resieetivos Kadores, devendo
pagar alera da renda, o premio da quantia eei
que for seguro o predio que contiver estab eljop
ment commercial, a peza e presos dos apparelhos.
Secretara da santa casa da misericordia do Re-
cife, 21 de abril de 1873.
O eserivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa casa da .misericordia
do Recife
Pela secretaria da santa casa da misericordia
do Recife se faz constar a quem interess'iT, que
tendo a junta administrativa, com approvacao da
presidencia, fixado em 80 o pessoal de educandos
do collegio dos orphos, e em 120 o do das or-
phs, tica suspensa a admisso de menores nos
referidos cstabelccimentos, at que com as saludas
fiquem reduzidos aquelles numen.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 10 de maio de 1873.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Obras militares.
No dia 14 do corrente, pelas II horas da ma
njti, serao postos em arrematacao os concertos
autorisados pelo Exm. Sr. presidente da provin
cia ; no hospital militar: os da fenda do itao e os
do asp' altameito e caiadura do xadrez, oreados
estes em 1;>9870, e aquelles em 191*460, "o no
quartel das Cinco Ponts, o encalicamenio da co
berta da casa do rancho e parte da arrecaaco,
oreado em 325*490. As pessoas que pretende-
rem executar qualquer distes servidos apresen
tem no referido dia, na repartico das obras
publicas, as suas propostas em carta lechada. Os
orcamentos acham-se na mesma repartico.
Pernambuco, 8 de maio de 1873.
Chrysolito F. de Castro Chaves.
____ Engcnheiro das obras militares
Fiscalisaqao da freguezia de
Santo Antonio.
No dia 11 do corrente haver arrematacao de
poreos perante a audiencia do Sr.juiz de pazdes-
ta freguezia.
O fiscal,
JoaUllilll FVanei,-.-. Aum /guindo.
De i at 200 kilom. o telegramma simples pa-
ga 1*00'>.
De 200 a
De 4oO a 600
De C00 a 800
De 80J a 1,000
De 1,000 a 1,300
D-1,300 a 1,600
De 1,600 a 2,0!)0
Oe 2,000 a 2. i 00
De 2,400 a 2,800
e 2,8(0 a 3,200
De 3.200 a 3,6 0
e 3,600 a 4,000
fie 4,000 a 4,o(i0
De 4,?)0 a 3,000 >
400 paga fiOOn.
300O.
45000.
oOOO.
64000.
7*000.
8*000.
9*000.
10*000.
11*000.
12*000.
13*010.
14*000.
15*000.
SANTO ANTONIO,
Terca-eira \7uk mm
I'ispectucufo extraordinario em
boncllcio lo artista aero-'
bata
Joao Miguel de Faria
no qual toma parte a companhia
Irania tica do Sr. Vicente Pn-
tcs de Oliveira, que gene-
rosamente .se presta- a coadjuvar o
henefleiado sem rcinuneraco
aljama.
r-:i-raniiia.
Pela companhia dramtica a importante e mui-
to bem aceita comedia em 3 actos :
1YELM EM ACCAO
"ou i *
::;::::: pasa c?m paisss :,:-
XdRCAS
' Aos intcrvallos e depois da comedia o benefi-
ciado executar os segu ntes trabalhos :
1.1
O trapesio gigante.
DilIIcil e importante trabalho, oude o artista fa-
r diversas posicoes.
2."
Difficeis equilibrios no queixo
1." urna espada, 2. duas espadas cruzadas, 3>
urna rozeta de espadas, 4. a pallha do marty-
rio, 5.' eadeirasJ -6.' a mesa dos martyrios.
3.* e ultimo.
Grande einilibrio sobre jarraras
c eadeiras.
Muito applaudido trabalho, linalisando cora o
sao mortal por cima de 2 eadeiras, lomando do
urna moerfa de prata com o corpo horison-
PARA'
Para o sendo porto pretende seguir com pou-
ca demora patacho portngnez Otinda, por ter
a maior parte da carga* gafada, para, u resto
me he falta trat-ae-om os consignatario Joa-
vas Baltrio 4 Frtho : a rna do
quira *aa Caa^aii
Commercm a.
Attenco*
Vende-se e eonhecido hiale nacional, Flor 4"
Rin-Gninde do Verte, fabr cado todu dtt nove,
torrado de cobre, -ele. etc. com todas as pertcq-
cas, tendo 4 velas sendo duas novas. A tranr
em Santo Amaro, eom Antonio Jos da Costa, en-
de esta dito hiate, ou com Loyo Sobrinho : a
rna Mrquez de Onda n. 81.___________
GOMPAVafll PERNAMBUCANA
DE
.Kave^aeao ejatelra m vapor.
PARAHYBA, NiriL, MACAO, MOSSORO', ARACx
TT, CUil^ ACARAC' E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Felippe,
seguir para os per-
tos cima no dia 15
do eorrento, as S no
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas at
o dia 14, patt*afens e dinheiro a frete al as 2 ho-
ras da tarde do da da sahida : escriptorio no
Forte do Xattos n. ti
Companhia americana e lirasileir
de paquetes a vapor. .
At o dia 15 do corrente esperado de New-
Vork e S. Thomaz, o vapor americano Merrimack,
commandante Weir, o qual depois da demora do
costume, seguir para Os portos do sul.
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
tes Ilenrv Forster i C, ra do Commercio n. 8.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavegaetto costelra a vapor.
PORTO DEGAUMIA, RIO FORMOSO ETAMANDAR
. O vapor Parahyba, com-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os portos
cima no dia 13 do cor-
rente, as 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12._________________________________
< OHIWMIII
RiTEG\(iODBUSILDBA.
Portos do sul.
At dia 13 do corrente
esperado dos portos do
norte o vapor Guar,
o qual depois da demora
do costume, seguir para
os do sul.
Para carga, encommendas, valores passagens,
[-trata-se no escriptorio da agencia, ra do Vigario
n. 7.
AGENTES PEREIRA VIANNA 4 C.'
Besde i aln|a-se a reaarida casa, cedend-se
as bemfertorias constantes de-tapete, torro de sata,
eandieiros a gas e ontros dbjectos.
LEILAO
DE
meveLs, louca e crystaes, 1
cavao e selim.
00ARTA-Fr:iRA I i I>0 CORRENTE
Sus Afllictos, sitio n. 15.
A saber t
" Um piano torte, 1 mobilia de Jacaranda, can-
diifiro a gas, i'Jilfes, tapetes e esleirs forro das
alas e enanos, e quadros com finas gravuras.
Cama de lati, ditas de ferro, commods, guar-
da roupa, eadeiras de balanco, mesas com pedaa,
1 escellenle machina de costura e 1 machina, de
engommar.
Lina mesa elstica, I guarda lou.-a, aparado-
res, eadeiras, louca, apparelhos de porcellana
para cb e jantar, copos, clices, garrafas.
Um fogio americano, trem de cozinha e ontros
obiectos de casa de familia.
Um ca vallo e um selim inglez.
Quarta-feira 14 .U-m
H. J. Can man, tendo de fazer urna viagem a
Europa, far leiUo por intervencao do agente
Pinto, dos movis e mais objectos cima descrip-
tos, existentes em casa de sua residencia, nos Af-
relos.
A's 101/1 horas do dia cima dito partir da
estacad do arco de Santo Antonio o trem exprs-
so que servir de eonduzir gratis os pretendentes
ao I cilio.
O lellto principiar A s ti horas.
LEILAO
DE
lo pe;as de brim, 1,200 caixinhas com linha para
marcar roupa, e 100 duzias de chapeos de la,
com avaria d'agua salgada.
QUINTA-FEIRA 15 DE MAIO
s 10 1(2 horas em ponto.
O agente Pinto autorisado pelo gerente do con-
sulado de Franca, levar a leilo era presenca de
sen chanciller, e por conta e risco de quem per-
tencer, os seguintes volumes avariados a bordo da
barca franeeza Fidelit, a saber : a requerimento
de Mendes Azevedo k C. 1 caixa marca S diaman-
te n. 41, e a requerimento de Jos Luiz Goncal-
ves Ferreira 4 C. 2 uxrs marcas G E & C ns.
1184 e 1104, cora as mercaduras cima declara-
das.
0 leilo ter lugar s 10 1|2 oras do dia cima
dito, no escriptorio do referido agente, ra do
Bom Jess n. 43.
LEILAO
DE
duas casas no largo da povoacao de Apipucos ns
26 e 44, tendo' a primeira na mesma proprie.
dade urna parte no valor de 100, e a segunda
igual parte no valor de 200*000.
QUINTA-FEIRA 15 DE MAIO
Ao naeio dia ein ponto.
Por intervencao do agente Pinto, em seu es-
jriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
Lcililll
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o lindo e veleiro lugar portuguez Jos
Estevao, de l* classe, por ter a mair parte da
carga engajada, e para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jos Goncalves
BellrSo 4 Filho, rna do Commercio n. 8.
O
Rio de Janeiro
o brigue portuguez Coleta vai sabir cora brevida-
e, e ainda pode recebar alguma carga a frete
trata-se rom E. R. Rabello & C, ra do Commer-
cio n. 48.
Para o Porto
pretende sahir muito breve a gilera portugueza
Nova Fama II por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que lhe fal-
ta a prtcos mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem ptimas accomnioJacoes : trata-se
cora Tito Livio Soares, ra di Vigario n. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
HavegactEo costeira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor flf indulta
commandante J Julio
.seguir para os por-
tos cima no da lo
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13, encommendas at
o dia 14, dinheiro a frete e passagens at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte
do Mattos n. 12.
com
DE
tima caixa com sapatos de tranca
avaria)
As 10 1(2 da manii
QUINTA-FEIRA 15 DE MAIO
O agente Pinto far leilo, por autorisacao do
Sr. gerente do consulado de Franca, em presenca
de seu chancller, e por conta e risco de quem
pertencer, de urna caixa marca A N n. 4, conten-
do 100 duzias de sapatos de tranca, avariados de
agua salgada a bordo da barca franeeza Mu
Grande; o leilo ser effectuado s 10 Vz horas do
dia cima dito, no escriptorio do referido agente
ra do Bom Jess n. 43.__________________
LEILAO
DE
204 chapos do Chile com avaria.
Quinta-feira 15 de maio
A's 11 horas.
Por intervencao do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua*do Bom Jess n. 43.
Em continuac,o
vender o mesmo agente differentes qualidades
de chapos de feltro, massa, seda, e palha, para
horacns c senhoras.
LEILO
DE
bons trastes
_3. telegramma em lingua estrangeira ou em
cfra pagar o dobro das laxas precedentes.
4.a -guern para verificar a exactido do tele-
gramma exigir que elle s< ja repetido pela estaco
receptora pagara dnpla taxa.
3." Igualmente pagar taxa dupla quera apre
sentar o telegramma para ser passado depois de
entrar o sol a' ao nascer do da segrate, e quem
obtivcr preferencia por urgencia.
N. B.-Aos jornaes que aiustarem ;om o tele-
grapho a communicacao de noticias peridica-
mente, farse-fia urna rdaselo de 20 % das la-
xas cima, e ilie ser licito effectuar o pagamen-
to (fes telegramra no lim de cada mez.
CtD telegrainma que tiver de ser passado por
semapfeoras ou por ostros quaesquer signaes ma-
rtimos, lm da tax gne Jhe coinpeto em rela-
io ao numero de palavras e distancia a per-
correr, tem de pagar mais 4000.
\~9a Ir1"*; M comuieicio o das estacoes es-
laoelecidas em portos quaagquer, mediante assig-
naturas me.nsaes de 54000 pagas adiantadas, se
enviara a quem for asi^nante, a noticia de todo
o movimento njaritimo do porto.
E.- Simples perguma sobre navio, seguida de
re?posta, se esta ao longo, se vera entrando ou
sahindo etc., paga 1400-J. Se a resposta tem de
ser levada a casa de quem fpz a pergunta ODO.
r.-Por avisos de for?a maior, dados pelo tele-
rapho, tem de pagar o raterossado, assignanta oq
nao, a taxa de 104000.
G.-Todas as taras estipuladas nos arts que
jjjreeedem, sao para os telegrammas ou particlpa-
e, gue devem ser entregues na corte at o limi-
t Jes arcados pela polica para o primeiro preco da
chao
jal.
Principiar s 8 1/2 horas.
Precos os do eoslame.
O beneficiado pede a prote^cao do bemfazejo
puii.-o fpernambueano, assegurando-lhe sua sin-
cera fratido.
visas martimos.
Para o Porto,
Segu com a possivel hrevidade o brigue por-
tuguez Judith. Para carga e passageiros trata-
se com os consignatarios Thomaz de Aquino Fon-
ceca k C. suceessores, ra do vigario n. 19.
IEIL0ES.
\AVE0ACA0 BAHIANA
Para Macei, Penedo, lra-aju
e Balita.
E' esperado at o dia 20 Je crreme o vapor
Mrquez de Caxias.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete pa-
ra os portos cima : a tratar com os seus agen-
tes Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra do
Bom Jess n. 57.
Para o Ro (irande do Sul
pretende seguir com mnila brevidade o patacho
nacional Arthur, tein parte de seu carregamento
prompto : para o resto que lhe falta trata se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C, no seu escriptorio ra do Bom:
Jess n, 57, ontr'ora ra da Cruz. J
movis, louca t erjslaes,
objectos de electro-plate, 1 fogao de ferro, 1 car-
ro americano com 4 assenios para 1 cavallo, e
1 dito com arreios, obra de gosto e tal vez nun-
ca visto, para 1 ou dous carneiros.
Hoje
Na ra Formosa casa n. 24.
Em que residi o Sr. Jos Joaquim Goncalves
Bastos.
Todos es objectos em bom e parfeito estado
e conservado.
O agente de leudes F. I. Pinto autorisado pelo
:>r._Jos Joaquim Goncalves Bastos, vender em
leilo no dia 13 do corrente, os movis e mais
objectos existentes em casa de sua residencia,
ra Formosa n. 24.
A SABER :
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, 1 espe-
Iho oval dourado, finos jarros para flores, escarra-
delras, tapetes, pannos de crochet e I machina de
costara.
Urna eama de Jacaranda, 1 commoda e santua-
rio tambem de Jacaranda, camas para meninos,
raarquezs, toilette, magnficos e solidos guardas-
roupa e guardas-vestidos, e eadeiras de balanco.
Lma mobilia de junco preto com tampos de po-
dra, eandieiros a gaz, jarres e tapetes, 1 mezinha
de ferro e enfeites de cima de mesa.
Urna mesa elstica, 1 guarda-lonca, 2 appara-
dores de armario cora pedra, 2 ditos com ps tor-
neados, 1 quartinheira, 1 sof, 12 eadeiras, 1 re-
logio de parede, 1 costureira, 1 apparelho de por-
cellana para jantar, 1 dito para cb, copos, cau-
ces, compoteiras, garrafas, porta-ijneijoj e muitos
outros objectos de cryta, farro*, Cwas e*o!he-
res de electro-plate.
m fogao de ferro americano, .^em de co^'nha,
mesas de engommados, latas de flanJres, poto" e
mais accessorios de casa de familia.
O leilo prThelpiar s 10 lj2 horas, j
Mobilias completas de jaca-
ranJp, pmarello ejunco, todas
com tampos de pedra raarmo-
re, excellentes guardas roupa,
carteiras para escriptorio, apa-
radores com tampos de pedra e
sem elles, commods com pe-
dra e sem ella, relogios de pare-
de, ditos de algibeira (de ouro
e prata), correntes e mais arti-
gos de ouro de lei, camas fran-
cezas de Jacaranda e : marello,
magnficos guardas Jouqa, ma-
chinas de c stura de varios fa-
bricante s, 1 piano de 3 cordas,
raarquezos para casal, marque-
zas largas e estreitas, mesas els-
ticas novas e~usada?, berjo?, ea-
deiras de balanqo, tapete?, ca-
deirap, sof?, arandellas, facas e
gario;, quartinheira?, caifoides,
eandieiros a gaz, e muitos outros
artigos do mo domestico. Na
mesma occasio se vender urna
bonita e boa vacca touriua.
Quinta-feira 15 do corrente
NA
FEIRA SEMANAL
16=-ruado Imperador n.16.
Armazem.
____firade c importante
eadeiras de balanco, sofs, mecas, eadeiras, u-
tos outros movis existentes no armaiem da ra
do Bo.m Jess n. 6.
Principiando s 10 horas do lia
^_______ *
nRsosWEiisos
INST TUTO ARCHEOLOG
GRAPHICO PERMIMB
Cfl t CEO-
UCANQ-
Haver scaso ordinaria quinta-feira", 15
do corrente maio, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORBEM DO DIA.
Io Discusso do oramento que tem de
servir no anno social de 187374.
2.c Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes. |
Secretaria do Instituto, 12 de mato de
1873.
J. Soares Azevedo,
Secretario perpetuo.
Bom engeiilio.
Vende-se umengenho mben-
te e corrente, distante da
praca 4 leguas, com boas
obras e trras para safrejar
2,500 pes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pographia que achara com
quem tratar.
-- O abaixo assignado tendo de retirar-se para
fra da provincia vem por meio deste pedir a to-
dos os seus devedores o obsequio de virem pasar
seu crdito por estes dias. Assim como os mem
devedores de transaccSes na taverna da ra da
Penha ate o dia 30 do corrente, e dessa data em
diante sero cobradas judicialmente, para isto me
acharan no ra da Penha n. i. Aprovcito a occa-
sio para pedir des ulpa do mcu proceder a mui-
tos senhores que merecera muita consideradlo.
____________________Manoel Lopes Fcrp-ira'
Autos perdidos.
Tendo o abaixo assignado perdido os autos de
inventario do seu fallecido sogro o Exm. Sr. eom-
mendador Antonio de Siqueira Cavalcante, da es-
lacio da ra da Aurora, da estrada de ferro de
Olinda, do Varadouro; pede, portantn, a quem
os tiver achado, que es queira entregar ao Sr. ad-
vogado A. de Siqueira, na mesma ra, casa conti-
gua a dila estacao, que ser generosamente gra-
tificado. Recife, 7 de maio de 1873.
Antonio da Costa e S.
J
<

Arrenda se o armazem n. 9, do largo da
assembia : quera prelender, dirija-se ao arma-
zera n. 5, no caes da alfandega.
NUTRIMENTO
MEDICINA
Preparado por
Laman & Kemp
para thisica e
toda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peilo ou bofes.
Expressamente
espolhidodosme-
lhorcsfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
calmente, e suas
valuaveisprupri-
edades conserva-
das com todo o
cuida.do,emtO'lo
o frasco se garan-
te pe re it a me li-
te puro.
Este oleo tem
sido submetlido
a umexame mui-
to severo, polo
chimico de mais
talento, do go-
veruo hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO D'IODLNA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
lODLNO UM PObER SALVADOR.
Em todo o oleo do ligado de bacalho, e na-
quolle no qual contm a maior porlo.dcsta
invaluavel propriedade, o nico meio para
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, 80FES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Dos poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e d vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo eo-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutimento aosystema e ineommodandoqunsi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisa;o tem sido des-
truida pelas aiTeceoes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cuja digesto se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BAC4LIIVO
DR
I.ANSIAN & KEMP
Se que desejain ver-se livres e Mentas
de enfermidades.
Acha-se venda em todas as boticas e
drogaras. H. Forster & C, agentes.

AS MOCAS
que costumam
fazer uso do
\ HilIR DI C4RELU
DE
AYER
nos seus terillcfefl,
i'in breve
ficam sendo
NOTAVEIS
pola abundancia.
encante)
E LUSA BELLEZA
DO SEU CABELLO

pie vem a sr
v

(I iho e a iiixja das conipaiiheinvv
o mais porfolio encanta la
BFJ.1,0 SEXO
Vede
essas senhoras que o tem usado
L'onstaiilciiionk'r
Autos perdidos.
que do Rjeife para o Caxang par-
7 do corrente pelas 9 horas e meia
No trem
tio hontem
da noute, por esquecinienlo ficou um emorulho
contendo uns autos de inventario ; a quem o
acnou roga-se que leve casa de raoltadosdo
Sr. Pires, onde param os trens, na estaco do
arco de Santo Antonio, iue sera gratificado.
Recife, 8 de maio de 1873.
Santo Amaro das Salinas.
Leilo
DE
Sexta-feira 16 do corrente
Por intervenan do agente Pinto
No armazem da ra do Bom Jess n. 6,
. (Recife.)
A SABER:
Um piano for e, 1 excel lente mobilia de Jacaran-
da a Luiz XV, 1 mesa de chtrio, 1 spelho, 1 ca-
ma de Jacaranda, 1 guarda-vestidos, i commods,
1 prensa de copiar, 1 machina grande de ferro,
3 camas de ferro com colcho, jarros e quadros.
Urna mobilia de mogno com pedra, 1 dita de
amarello, 1 grande e magnifico guarda louca en-
vidracado (que bm pode servir para estante de
JivrosJ, mesa rcdo*da. com pedra, mesa de sof,
De hontem para o amanhecer de hoje os la
droes roubarara do sitio junto capella, urna
porcia de gallinhas e pers; dase boa gratifica-
?o a quem descobrir os autores de semelhante
attentado propriedade alheia, e perante as au-
toridades polfeiaes.
Recife. 10 de maio de 187
Ao publico.
0 abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
blico, tor assim lhe convir, que nio mais o ren-
deiro do engenho Genipapo, da freguezia de Ma-
ranguape, termo de Olinda, e isto desde maio do
anno prximo passado, e que mora presentemente
em trras do engenho Timb. 1(1 de-maio de 1873.
Jos Cavalcante de Lacerda Campillo.
o.!",?? I"S,u*ri08i possuidores das cautelas ns.
312, 144, a^ a S59, 4, 23, 99 a lili, 1487, 156
1897,1918 2109,2044:1084. 2164 e 2154, to-
nham recocer o excesso produzido no leilo da
venda de seus penhores, travessa da ra das
(pxies n. 2, at o da 31 do corrente.
W. B.-t) VSar da Cabella deve
ser applicado de dous em dous dias, tem nh
cudir o frasco. Quando c para restaurar
cor j perdida, ou curar a calvice, eoUo
que se deve mecher o liquido, e pplica-lo
todos os dias, durante duas ou tres sem*-
nas.



\
i
.'
Diario de Pernambuco Terca -feira 13 de Maio de 1873.
VA i



.1
i
; MOm'BOAOaE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOSfi DE AXEVEllO
Ra do Bario da Victoria u, 11, armasera, e 12 1. andar, antiga ra Nova
fine mm&beib
o pubfcc* em gerai encontr}sempre maior t mais esplendido sortimento deptauot de
msicas e iastramentos de msicas para banda militar
6 orchcstra.
MOFINA
Est fcufa&r&c,ado *!!
.Roga-sofu, Min. *. Ign:.. to v',eira de Mello,! ,j "
*acriva> ua eidade de Naaroi. desta provincia, o* {jna
Mor de vir ;i toa l)ui|uc de laxias n- ;* ooo-"
clulr aqueile negwk que S."S. se comprometum u
realisar, pela trtvutra ch:oda deste jornal, em
flus de deeembm di? fM, e denote para Janeiro,
paseoa %erciro o toril de 1872, e nada cumprio;
e jwt este motiv de novo chamado para dito
firo,poisS. S. se tan lembrar que este negocio
de Mfc de oito amos, e quaado o Sr. sen Blho te
aenava acata eidade. '________
Ao corpo do commercio.
Devendo ra>|>oiider ao eootmnnicado que o Sr.
Jos Goncalves Ribeiro fez publicar no Jorunl *>
nrcift de 10 do cifren!', tff-cfiv.tmcntc o r s;, >n
lo aXT-, iif' !c";'.. i ;......i .tu :
' <-.< ii. wr.IV
AMA
gundo.
Precho-se de ama ama que engom-
me cem perfefrlo : ao ra Duque de
Casias n. 91, toja de rival sem. se-
AMA
Da !
4MA
Aeaba es rtrtr o primeiro andar do sobrado n. VI eonrronie
tica Voorer, un grande sali onde-esli exportes os mafniRsea
fJ-A.WvS^e armar:o,oo Pleyet
-de meia erada, do mesas olor.
-------- deH.'Heim.
de Amede Thibont.
Cnito ifeute-neta eidade, dos celebres afamados
FIMOS DE AUCHEB FR miados eovdrvenas exposic>s om ti medalhas de obyo e prata.
Sao o* onteos pianos qae aqai vem da Europa, perfeitamenteafina-
01, felos con legan :a e solidez.
Tambera receben grande sonhuuulo de masicas pira piaae, ptaao al 'T-------
canto e entre -ellas as liadas competcTSes do amito sysnpatUeo aaoasiro S-ATria
f. s.4 vrnri
A SABER :
Voe ritlma pJlleai;*e
Prectsvse de urna ama
pare eoxinhar e engommar
paa asa de poaea familia,
prefere-se estrangeira : na
ra do Visconde de Goyan-
.m .__
Precisase de una ama torra
ou escrara ; na ra do Impera-
dot a. 17, confronte ao 8. Fran-
WCO. _______-
*?reelsa-se de urna ama que saiba coztahar e
eogammar, para casa de familia de duas pessoas:
na Tua Direita 28, 2.' andar._______
IJb&a
Olga Maiarlca.
La Separad, ai Pra talo.
A "Lu elctrica, grande Wala.
Franco Biasilefro Polka.
Tomada de Vllete G'lopa
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal.-a.
A Uraha Lyra Walsa.
A 'Natalicia Polka
atedente Polka.
Peitas oes offleinaa de mostea ,
6 annonciarte.
Emilia, Q'Uu por L Smolti.
Ciroaoiaia, scholck, por Smollt
Jardioa do Campo das Prict*,
qcadrilna, por J. Popne.
Cbuva de Rosas, Waba, por IV Al-
bmaisi.
9'aqni esnfdiante ixntiooari a annoneiar todas as publicarles qae se forem friendo nas-saas offlcioas da msicas.
CAUTELA!
MEURON&C.
AVIS A. :1
Precisa-se de urna per* coziobar, a ra
do'Corredor do Rispo a. H,_________
fVecisa se de urna ama que eorinhe
oem perfoicio, par tasa de familia a
'Duqae'de Caxiu n. 91._________________
A raa Precisa-se de ma ama para cozinhir
-vi HA.,. comprar : na Vfta do Duque de Caxias
h. l. '____________
Nobecct ffasDarreirasn. ^lava-se
e engomma-se"roupa de hnreme de
senheta ; e tamaem cofce-se qualquer costura a
macMna, para hetnem% eambem para senhora.
Aviso
j mS a Wecisa-se de ma ama
M MU Jk para cozinhar, Defere-se _esj
Iwperial n. IM.
'orava e pagase bem: na ra
' Precisa-
Itt, and*.
Ana de leilt
de >'uno : a raa do
imperador a.
orava.
A'Tuaovaa. 6, (recisa-se de urna ama
para comprar e cerinhar, prefre-se es--
Mlcnca.
ufi: i'riav .trsfti >1e -li fo-
to rtWO (!:. !".iccc';iiIo tp.V brJiBiS
com n nbaixo M'lgoada, porque lau'&ne nio
ImuvvontraU) escriptu e registra 1... nao nM -
tuisse a soeicd.iik', visto oin-j na loj.i de faaidas
rUa do Livranic'iitn n. i n Sr. Uibtiro teiia de
ligurar como um socio, cujo fundo capital sena
apenas e somente a sua industria e trabalho, ncr-
eebendo entao um lucro no apurado, assim a mo-
do de um eaixeiro mais graduado e do conhacra.
E aiba-sc mais, que esse projerto c proroese
foi feila a pedido do Sr. Antonio da Costa Ribeiro,
irmao do Sr. Jos Goncalves Ribeiro, na occasiio
em que dissolvera a sociedade que na mova kja
tinha com o abaixo assignado.
Q e descansando, portento, a pretendida socie-
dade na conlianca que merecesse o Sr. Ribeiro,
essa desappareceu. logo que appareeeram noticias
e presumpcSes de que o Sr. Ribeiro proceda cal-
culadamente.
E nesla coniunctura oquefarer? Nada nuis
prudente que lomar o alvitre de declarar dissolvi-
da e extineta a sociedade, como fez o abaixo as-
signado pelo Diario de Pernambuco : loado que
neste proposito anda persiste, at que coiulua o
bataneo que est dando, allm de forftear o '/..-
tum ao desfalque, para pro|K)rcionalmente dcUizn
dok lucros do Sr. Ribeiro, ou liaver a respectiva
indemnisacao. ; .. al
Deu-se, portante, que uao existe escnitura de
conrato social, desde que o que ha apenas una
intenco de beneficiar, conforme o merecimento ao
beneficiando; a providencia mais segura a temar loi
a que tomou o abaixo assignado, prevenindo, como
ainda agora previne ao publico, e especialnicnte ao
respeitavel corno do commercio, que o Sr. Jos
Goncalves Ribeiro nSo contina como socio do
abaixo assignado na loja defazendas a ra do l.i-
vramento n. 2, e que por tanto nnila e toda e
qualquer transaccSo Teita pelo Sr. Ribeiro no ca-
rcter de seu seio, ou em qualquer ouiro em re-
lami ao mencionado estabelecimento.
Em ultima analyse, resta dizer que nao carece
que o Sr. Ribeiro, ou alguein por elle, inoralisc u
procedimento do abaixo assignado. Nao, na se
de a esse trabalho, porque em tempo. oppoi tuuo
ter o abaLxo assignado o cuidado de chamar o
Sr. Ribeiro ao tribunal competente : e entao Rear-
sc-ha sabendo quera procedeu de ma fe, se o Sr.
Ribeh-e, que parece tV abusado da conlianca que
tarronerosamente lli fot datla, ou se o abaixo
assigaado, que tomou a deliberarn de dcs|edil-fl
como a um socio sem capilacs, e que procura ca-
iitalisar sob o manto de urna sociedade so c. pa-
avras, e pela condolencia e generosldade daqmnle
a.ue, acolhendo-o em seu seio, mal previa aquocer
a vbora que o tn'l>a de lacerar.
O mundo assim mesmo : o benefici quasi
LIQUin.VtlO
M ra 1" lc>faivon. 7 A (ih-
tig-a do Crespo)
Resolvemos dar um peqoeae e,yy.*,1Jaa*:
dades e precos le diversas uie.cadortao, aHi de
que vista delte |>o*sam apreciar irae;a ljqutdA-
^o d no-sas ranmdas nina pura veraoa.
Escolhei bem I vonUde : .
OupebaaL-ehapiM de p-lli;, vcltado sea
fil para senioras e meninas de Ji a # _
Basipiinos c casa piiiihos le seda d> a* a aw#
Casaquinhos romeiras de cmebel |>ret *
brancos de 2 a 6.
Vestido* de ca nl>r:.a brinca rom !* D*r-
dados a o* I 10J. .
Camizinhas de cambraia branca a -iO-i c o rs.
Manguitos e gllinbas a *!0; 2M) e 3 r.
Cintos de todas as qualidadcs para seaaorai
.iOOa 1*600. ._ in,
Uncos bordado-; c do labvriniho de 600 a 10*-
C|uede Ua UW- ... lft,
Leques de madrenda ? marflm d> 3* a I0#.
Bailo al*.
Chales a imitaao de borntis de rrteria ajelo
deic9. m .. a.
Saias de I i de cambraia de U, 51 e a*.
Camisas bord.ida< para senhora, para todos os
precos.
Capellas de cera a jO rs.
Redes para coques a .1*) e 10 rs.
Cortes de cambraia a 3J.
Cortes de tarlatana bordados a seda de #,
6f.
Cambraia de cor cem lindos padroes o
5*
rovad)
cora listas de
Alheioo,^liveira & C. fazem stwnte ao pulfteo,
que ninguem faca negocio com a asa sita m
Serubn, lio curato do Bom Jardiw, perteuoeate
ao Sr. Antonio- Canda Guimaraes, por estar a dita
casa fcypolheefida a-?s Srs. Alheiro, -Iwelra k
C, por quantia superior.
Becife,'. de maio de 1873.
Alheiro/Oliveira AC
Hotel Agu.a d*Douro
Preciaa-se de am eaixeiro qae tenba pratic?
deste camd de servico, tratar ne -mesmo, rux
estreila*lo"Rosarioo. 23.
sempre ten por paga a ingratidao ; esta a retn-
buijao que o 'Sr. Jos Goncalves HMN M
eruardino Joaquim Mbnleiid.____
dando a
Caixeiro
Cm mor^ habilitadissmo para negocio de mo-
Hiados, dejja se arrumar, quem precisar annun-
cie.
a :lO rs.
Alpacas de Hadas eocoi MM
sedas de l<>0 c G'.nt rs. invada
Grande sortimento de li par* lodosos pre?>s
Crochet branen c pieto covado a H rs.
Fil de linho liso pro e branco de .00 a WU
rs. a vara. .,,
Yclnaris .le fniu;jco e de cores p-.a
mciiinos dc-U a O. i .
Grvalas c niaras de MI U cada ama.
Chalos de ea.4 bram* -y-* ha.
Clk-qwos de Atii e de ineniio preto V*r* ,w
"ToHartLsdcKiitoBfOi eb rd.do, a M -
i ailii/1'.
peitoj li liaba a C<0 r*.
mea bordados a U2W1.
Qrjdea de velludo Kr'.nl' |. n c-dlelcs til.
Brta preto van i.
\ fronhas de lnho rica rara te b> riladas seado 5
araadei e neo rao por Mi,.....tros mnitos ar-
iifospor preeoa baratiMimot.
ninN dt" cncoI*.
Vndese lindos rha|NVjs de v. Ilmt... palliin
de seda riramenle rnfeilados c m las i
de blond, pr.^irios para tmi-. > :i <: '
Comtih
oiro.
OSOOO
Precixa-se de nm,livre ou esvravo, e quese en-
-.arregnem tambem de comprar, praoasa de 2
jlpessoas: a tratar no Corred r do Hispo n. 9.
escola, pelo- baralssimj p
um : na hija do l'asso, ra do
arco da Santo AateaoO.
I.oja ilo 1*.ci> a ra I
1 A.
I-

l.re*|>
de 1I:n-;o n.
de gndifrcaQio reeber quera pegar e levar a
ra da Madre de Deus n. 36. o moleqne Elesb o.
E9te moleque foi visto hontera L* do correnle i aa
Ribeira.pelo seu auu'go senhor o Sr. Jos Rodili-
gues ercira, que oube ^lepois estar elle sea"-
vindo como -criado cem o nomo de Luir a um I a>
gsta na ra Direiu. Prometto-se nao ser cas li-
gado. _________^___________
j Sociedade beneficente luso-
brasileira.
m& compradores do bem conkecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so^ e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
^nftmdir com o d'aquelks.
Os apreciadores que qxdzerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, Q a desig-
nado de REA PRETA.
mr
vi-i
Em camprimento e delbera^oee tomadas em
oessSo de directora de 8 do crreme, sao convi-
dados todos es-socios quese acham a dever liilhe-l1
lee dos beneficias obtidos de dirersas em|>rezas
ra favor desta sociedade. que se dignein entrar
Attenqo
'Quem precisar 9e boas amas Meeaa e de I'ite
dirija-se ao pateo deS. Pedro n. 3, loja, que acha-
ra com qnem tratar.______________________
D-se 3:0001 a premio do um e meio sobre
ypotheca em predio nesla eidade : quem preten-
der dirija-se a esta lypographia, a fallar com o
Sr. Ferreira.__________
Pede-se ao Sr. Antonio Manoel do Sacramen-
to, offijial de pedreiro, e a Sra. Anna do Sova*
oradora no pateo do Carmo. o favor de virem
pagar o que devem na ra da Ponha n. i_______
Precisa-so de una ama para casa de fam-
lia, para cozinhar : a tratar na ra do H sario da
oa-Vista n. 18.
ara os cefres aiciaes com a quaali.i qce se acnam
a dever, para o queacaa-se com poderes de elfeo
luar a cohranea de ditos billietas o nossi consoco
Antonio loaquin da Gama pede tos Mono-
na abaixo mencionados de entend.?r-sc com elle
negocio que os raesmos seuhores nao ignoram :
Fento do Reg Barres Pessoa.
Para S. Joo
Hovissimo I vm de wrtes ao go-to moderno, .<
brinque Jos espirituosos, conhendos por jogos de
eoata no hazir acadmico, ra da Imoeratrii
. 13.
n i
de
VINDAS.
MEURON 8- C.
tmum Sreet RaHvay 4 C.
0 abaixo assignado ex-thesoureiro da compa-
nh Pernambuco Street Railway, declara pelo pr-
senle que, de accordo com o contrato celebrado
no Bio de Janeiro, em lo de mareo do corrente
ann,), entre a direetoria designataria da dita coni-
panhia e a adininiatraco provisoria da mesma,
tendo entregado ao Sr. Gustavo Adolpho Sch-
midt rente actual da companhia e procura-
dor da administraeo provisoria, todo o dinheiro
perteneenle a mesma companbia a seu cargo,
tanto em conta geral como em conta especial,
para o rsgate de bilbetes da companhia com
sua asignatura, fica o abaixo assignado livre e
desembarazado de toda e qualftier responsabili-
dade dos dama bilhetes actualtaeu te em circula-
<^o. Os bilhetes sero recebidos como sempre
GRANDE DESCOSERA
Antonio da Silva Santos de Muraos, morador na
ra da Roda n. H ; iguafcnente pede-se aos socios
em atrasos de fuas mensaudads, que se dignem
por-ae em da.
A directora adiando-se.prxima a deixar a ge-
rencia admnfetrativa da aociedad, c desejando.
entrega-la na eanlbrmidade do que determina o*i Kno'OTnnindoivi
nossos estatutos, ton resolvido crear urna biblio-! a^jgwuaiixtiuiiai
theca ; para stu realidade espera o concurso de f n Brodsa-se de ama aaaa Bvro ou esrrava :
todos os socios e do publico .em geraj, que aju- ("ildeirer.., casa de Francisco Joaquim I'.,
dando a levar avante esta idea, se dignar ollc- L Titio.
rocer-lhe alguns vcJames de qualquer obra, po-
dendo e;e j endereca-los esta secretaria.
Continua a directora a fazer suas sessoes as
quintas-feiras is v horas da noute o nos domin-
gos s 11 da manila, podendo em qualquer deltas
inieiaremse os canehdatos j approvados. Aos
senliores socios dou conhecimento que nesta data
o Sr. tbesoureiro Lrecoliieu a um dos bancos desta
capital a quantia ultiatamente designada.
Secretaria da ^oceilade beneficente luso-brasi-
eira, 10 4e maio de 1873.
O i secretario,
Benlo de Souza Mira.
" Aloga-se urna ama oae fozinhe perfeita-1 = v tndose um travo nova, de qrjali.iade. j
mente e engomme, pera um .homem solteiro : na' apparcihada, m-n 32 palmos de co-nprida : na Ct-
ruadoFogo.n. 18, 2 andar.________________'Bpoga,1^ da Veatgra, casa n. 15.
J clu'garam "s maravilhiw '
eiaeo da China, para seren siglos m
dios: c.iixinhas com variado orl:menl |
cus desde O;i al -:l i eadi f.iixa : no annaOMI
n I do caes da alfand-ya.
Xa ra da Im pea diz u. 6,
loja nc loara de SeaaMiio Uapajaei d v
monto, vooo-M en iora5ea |iaaiii aaj a
tlu lodo Ion. a existente na latina, por [
nmito diminnios por tero m'sino propfsttrio
de fazer una viagem a Europa a tratar de ac
s.uile; p.ir'.a:re>. indos i>fi.. que ,:
desesortir dc-tes aitig.'S, ,; nh-m
antes. _^_^____^___
I. CKl.tRlDAl'E.
.. i -i-i
SHC.KKIH)
ECOOMIA
0!;'.i'[i
'JJECCO'
t'u-i i, bgrgi i-i- n, r,. li.-.l
ra as yuiiuriieas, Ion
toda especie, reeaMM nu c
00 rece como mnftetakumtmdmSm
* conlinuaila applic.uo .,
maior rantagrv se to.n f. i;-, ,!.!ia nos haa>
pifoea U Parid.
Uniea dep-Kto \- .... i ", Birt!..l< ...-.u
& C, nral.arga.il) Rosario n. M,
SHOST
mUK i
' !. .i, r,s;
Por(X c.ida um, e por precisao, vende-e
dous protae le 40 anuos, robustos, proprios para
retina.(o, padaria ou sitio, ou mesmo ganho na
yua, sV> baratissimus : na ra d<; Hortas n. 36.
Saceos de estopa
Averiados para milho e farinha a 320 cada um
na ras do Crespo a. 20.
Moraes < Inno
En sot escritorio roa da
i', o, |. andar
commodo \
JJrtovlo Porto superar engarraf
Cerveja Bass.
lli verde miuilinljo
lado.
Un '
ten para vender por |
fe superior q
Ao puhlico
Francisco Borges de Mederos, proprietaro da
cocheira ita travessa do Ouvidw n. 12, se pro-
foe a fazer conduccoes para fra da eidade, para
A/Jipi.
Na ra. do Vigaro n. 33,, vende-se queijos
serto em ai roba e muito rescaes.
de
DO
Composto de manac ante-rlieuniatico e depurativo
PELO
o que tero, earros proprios, assim cont para pas-1 *enf Mn 'll t ^ f' Z v'- tnon,ma '*'
seio, em bom estado, por meaos do que om outra J *^ fr, m mU> Je res: quem pre-
aualuucr narte tender dirija-se atrai da matriz de banto Antonio
Libras sterlinas.
'rnle-seno.irm.vem d-f.uendas de ;
K. de Olvcira 4 C
rairp
ja '.. a raa .1. Ocnmercio p

qualquer parte.
Itegenle.
n. 2i.
E' preparado eate xarope de manac e maisalgumas plantes indgenas do Amazonas,
mo contm preparado^algum mercurial. Cura com rapidez rheumattno, dores nos ossos
os carros da campanha em pagamento de Das-'erupges syphiliticas o dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerom
^TLladM por dinheiro no escriptorio da! ^55^ virus A Sna eomposico o approvada pelajunU central de hygiene pu-
blica,
A eada garrafa acompanha urna explicarao para a forma de usar. Prego de cada
urna 55O00.
!| nico deposito nosta provincia ra Jo Baro da Victoria n. 38, chapellari de
Monteiro & Silva.
ra do Brum.
Recie, 8 de maio de 1873.
Por J. J. Suft
Ex. asst. Treasurer,
Alfred C. Surft.
Coznheira e engommadeira
>a ra do Imperador n. 75, loja, precisa-se de
urna ama coznheira e engommadeira, quer seja
e sera va ou forra.
Ven.fe'Se melode de una casa terrea na
travessa do (iarcereiro n. 6, e urna casa terrea na
ra do Forte n. 10: a Iratar na rus Jrga rfo Ro-
Precisa-ee de urna senhora j de idade, que sanoltaverna n. 14.
saiba 1er, escrever, cozer e cortar vestidos, para
reger urna casa de pouea familia a tratar no lar-1 "
go de Ped-o II n. 81, 2. e 3. andar, das 6 as 81
horas da inanh, ou das 5 a 7 da tarde e ua pra-1
ca do Corpo Santo n. 17, !. andar, a qualquer
hora do dia. ______^______________
Deseja-t saber se vive e onde reside An- j Valdivino da plvora, no seu armazem de sal
Ionio Vital dos Santos, senhor de engenho na ci- ra imperial n. 207, faz sciente ao respeitavel pu-
dsde da Parahyba e sobrinho do Sr, coronel de buco desa eidade, que se acha satisfactoriamente
milicias Manoel Jos Fernandas, senhor do enge- prevenido de todo o fogo que uiister para os
nho Bananeiras, tendo como, seu rorrespon- festejos de Santo Antonio, S. Jodo e S. J'ejro ;
dente, nest eidade, o fallecido Antonio Roberto assim como um exeellente sortimento de fogo do
Artificial
i*
Criado .
Precisa-se de um criado gue ejb copero e pa-
i-ie bem : na ra la Unjao n. i 7.'
A verdade
E' bom dzer a verdade; ha cemento de Por-
iland e cemento Portland ; o mesmo artista s de-
pois de o haver empregado tem delle alguma idea,
1 se bem que s o lempo o qualitira -' no armazem
I da bola amarella tem de nm e de outro, ahi tem-
' se franqueza na occasiSo da venda e fidelidade na
entrega. ________
No Rio Grande do Norte, onde ficaram algumas
T?CirTD 4 Ti i TiT7 UFA Dortas americanas, jase vende por 16* e SOfOOO
JjJjllAJL/A JJlJ i; JjllXiv/|Ca<,a uma em Pernambuco, porra, com esta
Portas
DO
Rccifc ao S. Francisco.
Aviso.
Bernardino Jo- Monteiro, estabeleeido ra
do Livramento n. 32, sob a firma Monteiro & Ri-
beiro, participa ao publico e especialmente ao cor
po do commercio, que tendo reseindido o contrato
de sociedade com Jos Goncalves Ribeiro, (seu
socio apenas de industria), desta data em diante
nao se responsabilisa por qualquer transaecao feita
por este sob aquella firma commercial, nem 'mes-
mo por qualquer negocio particular, sendo de ne-
nhun etfeito todos os actos praticados por este.
Recife, 9 de maio de 1873. '
Joo Christiani, tendo de'seguir para Europa,
declara pelo presente que flcou encarregado de
seus negocios particulares;seu filho R. A. Chris
tiani e na falta deste, seu genrb Thomaz Fer-
reira de Carvalho. Outro siro, aproveita-se des-
te meio para despedirse das pessoas de sua
amizade, de quem ee nao tenha despedido pes-
pedindo desculpa
da Silva na ra larga do Rosario n. 34.
Caixeiro.
Preeisase de um caixeiro de idade de 12 a 18
annos; com pratica de molhados, para a villa da >
Escada: a tratar no pateo do Terco n. 23. I
quafro a seis fcias,
ar, bomba real pistolas de
ditas de duas e tres balas, unido a. uma bella
cojlecco de outro foguinhos para brinquedos de
eriaricas qne costiimam divertir-se com as mar-
vilhosas rodjhas de salas.
quantia ainda se compra urnas poucas; no arma- soalmente por falta de tempo,
zem da bola amarella, travesea da ra do Impe- desta falta involuntaria,
rador. Recife, 9 de maio de 1873.
Vende-se 3 bous cavallos, os quaes eslo a
vista na cocheira da estacao das Cineo-Ponlas : a
tratar na mesma cochft:ra.
Vende-se a casa terrea n. 133.. moderna, com
Balanceador.
Joe do Couto pode ser ser procurado ra do
Duque de Caxias n. 41 A, armazem da porta larga
ro dia 28 de abril de 1873, fugio o meu
escravo Jos, mulato, idade de 20 annos, esta-
lura de sete palmos, cabellos corridos, com falta gaz, em terreno de marmitas, sita ra do Mar-
de dous dentes na frente, no queixo superior os quez do Herval, outr'ora Concordia ; a iraiar Cvm
denles podres, os iedos dos pea curtos, e ps acha- Marcelino Jos Lopes, ra do Mondeg*, sitio do
tados ; levou 1 camizolla curta, calca de cazeinira porto n. 63.
ou li parda escura, chapeo preto de massa: nutin I No mesmo sitio cima vende-se um piano de
o pesar-e levar a seu senhor Sebastiao Jos Man-' mesa, por prego commodo, e proprio para prin-
des da Silva, nos Afogados, sitio do Bo, ser \ cipiante.
bem recompensado.
Alnga-se
o primeiro andar do sobrado sito ra de Vis-
conde de Pelotas n. I, antiga do AragSo : a tra-
Felo presente sao convidados os srs. ac- tar ra do Baro do Triumpbo n. 56, antiga do
ciftnistas desta companbia a receberem na. Pram> reflnaffio.______________n
estaco de Tinco Pontas 0 19. dividendo Cozillheira
sobre suas aceces, concernentei ao semestre
findo em 31 de dezembro de 1872.
Precisa-se de um de 14 a 16 anuos, com
bastante pratica de taverna e que d fiador a sua
conducta : a tralar no becco do Pocinho n. 7.
f
Villa dotabo,' 10 de maio de 1873.
G. O. Mann
Superintendente.
Attencao
OArece-se um hornera bastante habilitado para
fazer cobranca no mato ; quem precisar dirija-se
j roa do Passeio n. g6.
I Na ra Diraita n. 8, 1" andar, precisa-se de uma
ama para cozinhar.________________________
] Aluga-ge uma boa casa em Jaboato, com | Roga-se ao Sr. Jrtaqukn Goncalves Ferreira
mutos commodos e fresca : a tftN "
. Mrquez de Olinda, armazem n. 62.
na ra dp Juncr o favor de vir roa do Imperador n. 18,
' a negocio de particular iateresse.
I No sito do Arraial do Sr. Marcelino Jos
] Lopes, junto ao porto Mangabeira, venJe-se uma
1 porco de lenha radiada, para padaria e olaria.
Charutos de Havana.
ao0Rnr^r?nr ** ^Ww* mdicos .ven-
do Conde d'Eu n. 9, Ilvre e desembarcada de oem..Bourgard 4 C. ra do Mrquez de Olinda
qualquer debito. Recife, 12 de maio de 1873. D- ,0,
_______ Joaquim Gomes Jardim.
Criado.
Nesta typographia precis-se de um rapaz para
criado._______ "_____________
O abaixo assignado declara ao publico e com
especialidade ao corpo do commercio, que vendeu
aos Srs. Silva de Beiris a sua taverna sita i praca
Aos Srs. cigarreiros.
Engenho para arrendar
Airenda-se o engenho Goiabeira, prximo a po- [ Fumo em- rolo, de Gova e do Rio Novo, o
a tratar na ra do Mrquez melhor que tem vindo ao mercado: vendem Bour-
gard & ., ra do Mrquez de Olinda n. 15.
voacao de Jaboato
de Olinda n. i.
0 Sr. Manoel Bernardino Vieira Cavalcante
rogado a que aiandc, ou dirija-se tilC do
Amorta n. 37, a negociQ de mutuo inleresse.
= Vende-sea quarta parte de uum sobrado na
ronh do Coronel Suassuna, e de iperana ra do
imperador: a tratar na roa do sararojdor n. 67-
1 mim m
\o sexo ainavcl.
Veiiliam mocas fMoMMMJI
I ni lii-do laojM comprar
Olliem que pelo pre. o de m
>e tar-larem nao ho de encontrar.
I 1 l(l(|IIO fc Mrfhi |;!r lsM.
Oual i senhora que se lhJIJ
um Ittjue, ohjccto esto to u!l| ^ ^ snc
e alem disto por urna ri.li, ularia f
LuesfMrfilhi prt$M!
yual a que deuara le niuinr-se 'e por ul
prew) de um Uo importante auxiliaVpan
a fetura /le um eslielto corpiuin *
Urna facha de seda por9e|
Oual a que nao desejar possuir tuna lm-
da facha de seda, ede um elleito raamifua
por (o diminuta quantia ? ^^^
E pal
Finalmente a que, lcndocora a devida at-
to*;o este annuncio, nao deixar escapar j
seus labios as seguintes palavtas I
, PARECE BCRIYEL!
>enhuma por certo. Todos coles artig,.,.
assim como 111 tutos outros so encontram
-vapor das wmuam.
Ra da Impemz n. >(.
Padaria
Vende-se uma pequea padaria com fafM aooo
e mais 1 t.--nres, propria para principtaale: oaosa
pretender dirija-se A roa do Thrnada de AJaa-
querque, outr'ora na da Matriz da loa-Vista a
4. que adiara com quem tratar.
Vende-se feijo mulahnbo aovo alia casia;
na ma Direita n. 8.
Massa batida.
Vende-se massa batida do 1'
fogos artiliciaes a 640 ra. a abra, dita de
avinada a 200 rs. : no arroaxeca aa Sal
Imperial 11. 207, de Valdivia da patora.
aorta
i
fiel.
Vende-se 60 pipas om barrh p rompan a 1
que ; ao caes do Rameo a. 41

---------



6
(i


Vasos de crystal para toillet.
faJfn dsn tt \">* rua do Duque de
S^LR nraitogens dourad;is e mui pro-
- prw para arranjos de toifei, ate, P
Anneise colares elctricos
Hnl0ri;.dKguial)ra,lcarua Du'l,ie de Caxias
,',: i eU 10va lenessa ** proveitosos an-
mi;cic"ires e,?c'l'--. e contina a recebe-los
mensalmonte, pelo que sempre estar provida de
laes oiyei't Diademas dourados
A Io;a d'aguia branca ra Duque de Caxia* n
T:LCC^,m nvame2,e boni,.s diademas dourados
e enfunados con. pedras e aljofaro?, obras de eos!
o e phauusia. Tainbem recebeu ovos er^mi
pretos oa aJfineles com flores para a cateca
Leqnfts com bouquefs e ou-
tros chinezes.
n ^'id^gUa branca a a Duque de Caxias
Oold creme para refrescar e
amaciar a pelle
A I >ja d'aguia branca a roa Duauo de r*ba
Diademas e grampos de
ac,
' !Jn S i*"*? f>ra'lca> a rua Ao Du s ><>, receben novairfmr
gra. pos de ac.
A Mtefla,
Caxia* n i> / T ""*'""> rua o uque de
s ?gS Sub* nova,ftca,e tronilos *ade-
Bicos de seda pretos com
ores de cores.
A lojii da aguia branca, rua do Daque de I
Caxias rasaban, romo novidade bonitos bicos de!
seda pretos com flures de cores, sobresahindo nel-
{: o preto com encamado, c todos mui proprios
para barras e oulros enhiles de vestidos de gra-
nadme, ou medina, e outras fazendas transparen-
tes. Peta eymmodida.de dos presos esses bicos tor-
nam-se mai oimiiiiodo,s e pela novidade de gosto,
preferiveis a Veos ou mantinhas pretas.
A luja da aguia branca, rua do Duque de Ca-
xias n. U, receben bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flore?, e outras a imitacao de
croch, e vende as pelos baratos pre-.os de 3|,
i e 600. A fazeuda boa e est em per'eito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
Diademas e aderecos de ma-
drepcrola.
\ l> ja da Aguia branca rua do Duque
das n. SO, roeebeu urna pequea porcao
A
Caxias n. au, roceiieu urna pequea porcao
diademas e aderecos de madreperola, obras
apurado (tost.
Perfeita novidade.
Grampos com bnrboletas, buzouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Dique de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bexonros c gafanbotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantjdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelueia ou arminlio
V loja d'agoia bracea rua Duque de Caxias
- recebeu urna pequea quanfdade de boni-
- novas gullinhas, traballio de la e seda, en-
neitadascou) arminho, obras estas de moito gosto
teirameote novas.
Grampos, brincos e rozetas
domados.
Al^ja da aguia branca, na do Duque de
aa? 1. 50, recebeu nevamente bonitos gram-
;>. brincos e rozetas dourados ; assim como
. Irmas de ac, e como sempre conti-
1 1 1 le-los por procos meareis.
ixinhas com pos dourados
e plateados, para cabellos.
V !' <' 11 1 lu.i'i rl-i Ajiuia Uriinon rua uu Du-
1 asas II. 30.
vas de pellica pretas e de
outras cores.
1 ,i la Aguia liranea, rua Duque de Ca-
. n. 50, receben novo sorlimento de luvas de
. ica, pretas e de outras cores.
O NEXTIKGIVEL
PERFUME
S!K?nlu) de bem servir aos'seus freguozes r
** p?5 e,n, 6eraI tm procurado provese do
que ha de uiellior q da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-Jo aqui venda, cer-
M>s ue que os seus artigos scrao bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennn
Tmht oguns d"e8tre e|les co|no sejam :
AUiL.vS, os tois ricos que tm vindoa este
mercado, com capas de rnadreperdla,
Ar)T.p/Y.5,ami;uga' inarBl"' vel!udo echari?-!
AiifiHK^os pretos e votas proferas pa,ra luto ; I
assim como, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e mmto bem
a acabada,
BOTOES para punhe, o que so pudo desojar de
melbor em plaqo,, tartaruga, raadre-
or.f nin a Pero'a, marllm e Osso.
bullas de velludo, seda, palfia e chagrn, o que
nime na ^ mai moderno e Indas.
iuk> de seda e de aJgodao, tanto branco como
n. ,! "Preto, de variados' dsenhos
CAZOLETAS pretas de metal e-d madrepe-
rola. <*
CAIXIIHAS para costura, muito ricas e de di-
versos orm los. com msica e sem
COQUES a imitacao, o que pode haver de ais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, este genero a Predilecta apr-
senla um grande e u'ndo sortiroeMo
. capaz de satisfaz** 09 caprichos de
qualquer seohora por .ruis exigen
, que soja.
P0R7-B0UQUET de madre|)er*Ia, marfim e Bsso,'
este mn ofcjeelo indispensavet s se-
nhoras do bm tom, aflm do aspirar
o aroma das flores sen o incorrvenien-
te de nodoarem as ftrv, ou mancha-
ren? as delicadas ruaos.
PESTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e Arar bichos.
PERFUMARAS. sabido dt. pnblico que a Pre-
dilecta sempre comerva um impoTtiin-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais- afamados fabricante,
Lubin, Fiver, socledade hygienica; Co-
dray, Gosnes e Rimelj que incum-
bido da eseoiba Jdos aromas mais- bem!
aceitos prta sociedade*. elegante d>
Europa, e- pors t*nto, aeSiam-se na
possibilidaife de beio serrir' aos amnu
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerav urna u*
mensldade de artigos, afim de* nao mae-
sar aos leitores e se pedr a- benevo-
lencia do rcspeitvel publico em di'
rigir-se rua do 1 abug n. i A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim orno:
FACHAS ricas e modernas de tnquim e turguroi
seia I
VESTIMENTOS. Ricos vesttmentos para meninos,]:
por baratsimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conserrVar um
bello sortimento- de flores ao aleanee
de qualquer boKa anda que nao es-
teja hem replfcta de dinheiro.
FITAS. E j bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de tilas de setiin,
tafet, velludo, buho e de algodao, por
commodo prego.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
Aderecos de br-
llianles, esmeraldas
rubias e peclas,,
vollasde peiroiaa.
Obras de ouroe
prata de todas as
qualidades.
HOVUflQtfA DE JOIAS
% 2 4-4BaJdo CabugJST. 2 A
RtRHOS rt lilil) t
^'Aciland(>-^eoinplflilmente reformado este esabelecimeno- e
tendo os seus propietarios feito um* importante aequisice-' de
jotas as mais materna* viadas ao mercado, e de quafidades superio-
n, corrf idam ao- rasportarel publico a fioer uma viett ao i seu es-
e
errvernisados,
tarbeieciriento'.'aii cte-apreewr
nroavel
e comprai* uma jota
Rta 3a Impe-ratriz rn 72
l DE
CASDURA NIETA A 29500 0 CORTE. I
Vende-se cortes de easemira pretparacid-j
S'

Mi
^



^~
i.
- i.
'f*6..:',.. ''-..- ./S
l -n
Florida
agua
DE
' ;; BBAY rt LA.M4J1.
lina pura dislillai.o das mais raras llo-
. trpicos. Cotitm, para assim di-
quasi o.oddr odorfero das flores do
tico da Amrica, esua fragancia < quai
inexhausta ajada mesroo por continuada
poraco djffuso. N'este respeho
mparavel a qualquer putro perfume
qno lia de venda para :
DESMAIOS, itlAQLES NERVOSOS, Oll
D CABEQ.V., DEBILIDADE E
HISTRICOS.
ir corlo e ligeiro allivio. Com o boin
. .:, tero oenservado sua afluencia para
i do vinle e cinco aunos sobro todos os
p fumes, lias [odias Occidentaes, Coba,
ico, America Central, c do Sul o us
ota to:Ja a coanga o reconunendamos
. > m artigo, pelo seu aroma muito de-
!), riqueza de odor o permanencia, nao
lo igualado. Tambem faz remover
daTpelle:
AS, EMI'l.VS,
QUEiMAtRAS 10 SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
S ud i reduzida com agua, se torna uma
excllente mistura para banhar a pelle,
dando una arosead o tr clara a complei-
c3o nublada, scnJo appliiada depois de
barbear, evita a irritaco que geralmento
ure, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lhora a~ condico dos tientes e gongivas.
.10 ha multas imitaces, as quaes nao
possueni neiihumas d'estas proprredades,
deve-so tomar cuidado e contar.smente o
o famoso perfume o cosmtico do sul da
Amrica, chamado:
km FLM1HA
DE
III HI1AV H IAM1W.
Se acha venda em todos os droguistas
b perfurnarias da moda.
Meias inglezas para meni-
nos.
A rosa nram-a tem as sinores meias inglezas
para m.i> e veude burato.
- V.\: i uma excllente carraca e um boi
tos c c'e cores, o rjue se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
I a eos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para homem.
MltliOS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodo, pa-
ra'senhora, menina o homem.
LEQLES. Ricos jeques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
UVHOS para missa, a Predilecta aprsenla es-
colfia do respelavel |iuliIico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marflin, Osso,
velludo e chagrn, por precos mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, rua, do CahutM A- <><<-*>
Je le.euer pelo ultimo paquete ctegado da Eu-
ropa, um bello sortiinento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e menina?, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phanlazia,
saias bordadas, dilas conuentremeios para-senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
per barato preco.
C01XAS DE FUST0A2J500.
Vende-se colsa*- de fustita?. ,ie cores>
500, 5?J e G$W)0.
PANNOfRETO'WNe A 2?50i
Vende-se panno eHsstado proprio para
feacas e patate* 25J300-,. 35, *$ e 590o& o
corado.
ALPAGA FRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca pret. i t-a- 500 e 840 re.
o ewado.
CORTESA BRUMA 10500.
Vende-se cortes! de brim para calfroa dk rosto a-800 rs. cada-urna.
laera a lf^OO 2fj000. BOLSAS PARA VL4GENS A.3*000.
Vende-se bolsas para viagens-a 3*, 32550O
e 4?N)00.
2WO0 cada urna..
COBERTORES M PELLOS- A 1*200.
Vende-se cobertaes de poltes-.- papado?
a 1*200 e 1?100.--
. saias brwcas a arww.
Vende-se" saias brancas ede ejre a 2-20GO
e 2*500.
T0ALH4*A800 1^-.-
Vende-se toalhas-folpudas proprias par
CHITAS BAiTASA 240 RS.
Vende-se ohias fraacezas largas,, pora
v#stidoa 240r284), 320-0^3*0 rs. o ovado.
CHITAS PARA CORERTA A 280 RS.
Vende-se tfcit finas jar* cobertas-a 280
rstO-covado-
LE.NCOS BRANCOSA 2-3000 A-DUZIA.
Vende-se lencos braocos a 2^000 a du-
zia.
E' baralissime
Basquinas e casaquinhos de seda ricamente en-
feilados e em muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 7l0U.
Pecliinchas.
Chapelinas e chapeos de palha, vaBuda ceda
para sen! oras e meninas, por precos baratissimos
de la, 3.3 e 4.
Anda pechinelia.
Baloes em perfeito estado para senhoras e me-
ninas a lJOOO.
Para acabar.
Rlquissimos cintos com la^os e sem elle e de
gustos muito chiques a 4"0 e'O rs.
ntremelos e babadinhos a 400 e 500-rs. i pec,a.
Saias de la para senhora, I i.
Estas pecliinchas s se encontrara na loja do
Passo, rua !. de Mar.o n. 7 A, antiga do Crespo.
[ NI TERRA
l*clu ii'iueii'a ven a<|iii aos
amantes lo caf.
Caf do Java.
E' o caf motdo mellicr que se pode desojar
.'.ampos, rua do Im-
Jue Si
o C
perador n. i\. '
A respeilo de acepipes nao precisames mais
annuneiar, pois est no dominio de lodes que
eonfeilaria do Campos 6 um verdadeiro centro do
que boin e grato ao paladar.
Panno de algodo da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escrir.torio Joaquim Jos
Goncaivcs liolliao & Fillio, rua do comiercio
n. 5.
Mangabeira
Vende-se ou aluga-se um s:io cora uma asa
em boas carnes, podendp |on'ir mesmo para car- de taipa e cacimba, perto da estacao da casa ama-
ro de quatro *odas: a tratar na rua das Pejnara- relia, tendo 10'> palmo de frente e 600 de fundo;
bucaaas n. 33 (Capunga), tavoraa a. 38. paru ratar-se rua-Direila n. 1, loj* de funileir.
TASSOIRMAOS & C.
Era seus arinazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos comrriodos :
Tijolos encarnados sextavos para -iadrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar algodao.
Machinas de nadara.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cora.
Sag em garrames.
Sevadinha em garrafes.
Lenti has em garrafes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o. -
Vinho de Bordeaos, dito.
Vinho de Scherry. ~x .j(
Vinho da .Vadeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Preres.
Latas de toucinho nglez.
Barris com repoltio em,saIraoura-
GROS1 Hl.WPLES PRETO A 1J00
MlSSEUM DE CORES A 400 RSv Vende-se grosdeoiptes preto para vestidos v
Vende-se ransselma.roas, de-coto para, a l80O, 25", 2$?50O, 3, 4?>00O e-5??000 o
vestidos a 400< rs, o cowdo* covado.
FST.W) BRANCOA.320 RS.. MADAPOLO F1R0 A 45000.
Veode-se isto brano para vesdos a Vende-se pecas do madapolo^a. AJJOOO-
^0 rs. o covado. A&OO, o?, C5>, 7?000 e S5008.
CASSAS FR-WCEZAS IfLVAS A 30 RS. | ALCODAO A 43000.
Vende-se cassas de copes- muito -fin*s a 3G01 Vende-se peras de algodao borra
eiOOrs. oc*ado. 43300,5?, e ft?000t
CAMBRAIA BATKTA A 400-RS. I ALGODO L.MESTADO t 900 RS.
Vende-se cambraia boptista pare vestidos Vende-se algodao onfestado a.900
d^senbora a 400 rs. o-covado. metro.
a 4*
MZAK DA RUA DIREITA
HOJE
MARCILIO DAS N. 51
Neste cstabelecimento encontrar o respeitavel publico o mais completo sortimenK
de miudezas, chapeos, calsado francez e argos de luxo; e recebendo quasi todos oa sew
artigos de propna encommenda de Europa, acha-se as condicoes de retalbar mais barat<-
do que qualquer outro, e quem duvidar veja
Ricos transparentes, para janellas, a
i00000.
Diademas dourados de 10800, a 25500.
Ditos de tartaruga, a 3J.
Ditos dobufalo, a 500 rs. e 10500.
Gravataa de seda parf senOort, i 5J3O0.
Parares^de seda muito finos com 2 lagos,
de 90a 55.
' Plvelas de madreperola, a W. '
Vestuarios para baptisados, ricamente en-
testados, a 255.
Cachos de'flores muito finas, eontendo 6
ramos, por 35. *
Caixinhas- com perfumaras, muito pro-
prias para mimos, de 45300-a 65.
Ricos vjsos depjrcellana com fina ba-
nha, de. 15 *5.
Roies com dita dita, a 500 rs.
Latas grandescom dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pesceco, con* eora-
Qes-de madreperola, a 500 re.
Liaba de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duaa, excllente para machina.
Dit*de dito de coces, de 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita,, a 280 r.
ntremelos e babadinhos boniados, de
40O rs. a 25500 a pe^a.
Galoes- do seda de 15200 a 25600 a
pega.
Ditos de algodo de 100 a 200- rs. a
pega.
Trangas-brancas do caracol a 40 rs. a
pesa-
Caixinhas com 4 papis de agulhas-fran-
cezas por 240 rs.
Ricas cestinhas para o braco, muito bem
enfeitadas, de 25 a 35.
Ricas golinhas com manguitos, para'se-
nhoras, a 45.
Camizinhas para senhoras, ricamenteen-
fcitadas, a 45500.
Casaquinhos de l para ditas, muito bo-
nitinhos, a 75500.
Collarinhos-bordados para ditas de 500-rs.
a 15.
Espartilhos muito finos, a 45 e 5.
Grava tas para homem, pretas e de coresj
a 240, 400, 500 rs. e 25500
L para bordar, a 55500 a libra com-
pleta.
Finissimos loques do marfim, a 85.
Ditos dito de dito, a 55.
Leques de sndalo, a 55.
Dit' s de madeira imitando, a 2?.
Ditos de papeL-a 15800.
Jscovaa liaas-pera dMtas, a 400 rs.
Ditas mak%iferiores, lOOfs.
Caiaas d>'rifttal trmito ffmhfrrora pf V
arroz, a 15.
A taladores finos com lac/,
Ditos ditos, a 25500.
Ditos dites sem lacos, a fJM^,
Ricos espdhos de diversos tami
moldura dourada, modelo tal,
125.
" Ditos dito cora moldura
25500.
Ditos dito com columnas de acaraa. dv
25500 a 35.
Bengala, a 15.
Collariubos de ppel a iOO rs., a u-
zia.
Cbapeosiiikos de palha para seokorw,
G500O.
Ditos- de dita para meninas, a 9800.
Ditos-de dita para criancas, a 15280.
Ricos- chapeo de palha escura para se-
nhora, 165000.
Ditos ditos de Italia par ditas, a 115.
Gorros de velude para meninos, a
45000.
Chapoa de palha ingles i*ra homens.
a 85.
Ditos de feltro finos para ditos, de 85 *
45500.
Ditos do sel de merino, mwrto lindos, con-,
cabo de metal; a 65.
Ditos de soda com cabos e pegadores d
marfim, a 165
Metas cnepeiinaa para seahera a 05.
Duza de camisas de cretone de cores fi
tos, para hotaens, a 335.
Botinas lVanrezaa:para senhoras, a 45500.
Ditas ditas tinas-efeitadas, de cano al'.-
a 55 e 75.
Sapatos Charlot oom salto e sem sal".
para homens e senhoras, de 3? a 30800.
Sapatos do Porto,-de tranca, a 10000.
Sapatos de tapete, a 15400.
Focos para meninos, de i? a 20500.
Alfinetes e brincos de podra cravados, i
IfBOO.
l>itos ditos de perola e tilairran, 1
25000.
I'a.-separtouts pam retrato*, a 500 rs.
Agulhas de crochet com cabos de mar
fim, a 800 rs. a caixa.
Cranadinc com listras de tate, facendt
para vestidos, a 700 o covado.
Correles de plaqut para relogios, de 2?
a 33000.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador poder! cnrtifteaa-ae da modi
ctdade dos precos, por quanto vende O RAZAR DA IUA DIREITA N. 51.
TS.
FAZEMDAS
K, 2%Rw do Cres,>o=y: 20
Pede oblar 8m pouco teapo com o eso do
HESPE
I
samada
Faz^oito anDos que conbecido este precioso- torneo, e difficil aobar urca pasto,
qce, tendo experimentado passoaimeote, nao falle M seu [avor, j como bou; attoua *
e apetigador, tomaedo um calix deila antes de janJar, oo coco facilitador da faciiie
iomsado-sa de pota.
A BASE
Casse-aino com padroos lindos peto di-
minuto preso de 200 rs. o covado.
Lasinkis de cOres, padrees inteiramente
novos, a 280 rs. o covadov
Poupelina de seda, a 15200 o covado.
Dita de U-liiiho, a 800 rs. o covado.
Merino assetinado, proprio para vestidos,
a 360 rs. o covado.
wtistas fina&d> cOreseemi 12 palmos
de largura, a 400: rs. o covado.
Merino transado furta-cor, de 2 larguras
proprio para reups, a 25000 o covado.
Cambraia Victoria lina a 35800 a gaga.
Dita transparente fina 49500 a peca.
Lencos de cassa com barras, a 10000 a
duzia.
Brira pardo trancado, pouco mfo, a 360-j
rs. o covado. Ditos de i Tila bramcos abainhados, a 2 -^OOO
Cobertores escurs, a 25000 um. a duzia.
Toalhas felpudas, a 500 rs. uma. Lences 'e liramantes, a 2^000 um.
PARA ACABAR'
LOJA DE
Guilherme Carneiro da Ctraha & C.
lima& wmk
da HESPERID1?A a LARANJA AMARGA, nao t>am s hatotenta do BRASA, (a ter.-.
espec-al das aranjas) que Dio conbega as j^ooriedates medn-maes di dnnrai frotii.
ora bem, a
i;
s
DA

America meridional.
Tendo cmnpradii.o estabelecimeuto Tranca i
monslro que o Sr. ^atyro Jes de Horaes pos-
suia rua do Du.jue do Caxias n 28, nclle ac-
bam de azer grandes refouna no sentido de
bem satisfazer ao respeitavel publico desla ei.
dade.
O gosto o asselo com que e>t organisado este
"estabelecimenlo, o capricho e presteza era seus
trabalhos, sao a nica divisa dos novos preprieta-
ries, _sendo que seus mais ardentes desejos sejnm
merecer a honra da ccncnrrencia publica, afim
de que possam couvencec-se da realidade do
que ievam dito. ^SB ->*
Alm da oxecufao geral nos trabalhos de ca-
bellos, encaregam-se mui 'especialmente dos pen-
teados de senhoras, para o que reoebem por to-
dos os paquetes da Europa o jornal dos cabellciroi-
ros, que os cotlocam em jirntuo contactD com as,
modas de Paris.
Lima & 'Wylm
CABELLEIREIROS DA AMERIC V MERIDIONAL
Biia Duque de Caxias a. 28.
Engenhos venda.
Vende-se os eegenhos: Grtmeleira, cpm afra
de dous mil pues, s tuado no-lugar, denominado
Barra de Pancllas margem do rio Piran.y, e
a 4 leguas da e?tacao de Una, tom terrerto para
safrejar anualmente de 4 3 mil pies : Corrien-
tes, com safra de dous ral paes, situado rio dis
trelo de, Agua-I'reta e 2 leguas da estacao de
Una : o pretndeme a'amliu?. ou a qualquer um
dos dous referidos engenhos, entenda-se com
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, no Recite,
praca do Corpo Santo n. 17, ou com Io? Bap'is-
Marques Das, no povwdo dos Montes.
1 ^'^C
M>f-

em sea. astado natural tem nm gosto pouco agrdate!, e o mero a Hesper!:Dj eoo-
sista em re ter anas boas rropriedades, e ao mesmo tpmpo aprese nta-ia como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem oada ja iavt.tr to
meihores imporaces eoropas de csthegoria semeihante. Estas, qnando aa*to, poda
ser gostosas, porm a Hesperidina a combioaQao perfeita do
p AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de que nm artigo no qoal pde-se teprntetrconnicj, oor ser
e ianocectfr, basta dizer-se que oi plenaeieie approvada e aotorisada pea
mu DE
do Ro de Janeiro, permutado sea vre elaboraco no iapi rio ; outra.
BOA PROVA
e a Jccritac3o geral que tem em t"das m partes osde apreseatada. Em lc>>4 auo-
lecen-83 a primeira fabrica em Bnecos-Avres ; era 1869 a segned* ara 'Montevideo ;
no da da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR inangerr-n-se a Mrics qoe actcalseot
trahalaa aa corle. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifica lee boa acc*ivo.
t3rji0.qae rara a casa qoe considera completo seo. aparador sem ca garnfa da
HYSIE

0 bomem velho toma Hespefidioa para obter
VIGOR
0 bomem doeats toma HesperidiDa para obter
A
MACHINAS
DE
COSTUR

ta
1U
A 280 rs. o covado
Can*bra muito Una e de lindes padrees a 280
rs. o covado, baratsimo ; na loja do passo,
rua 4-de-MarjG--B:|7 A, amiga do Crespo.
IxflcoirejS
Gbegaram no-azar Uaivarsal da rua No-
va Dk i. oiri'sortimento de'macliinas para
costura, dasmelbores qualidades qoe existe
'na Amsrt./.a, das qrjaes'ranitas j s5o bem
ccobecidas pelos seus autores, como sejam;
Weller A Wilsop, Graver 4 Boka, Silen-
tiosas, Weed e Imperiaes e outras muitas.
(ne com-a vista doverlo sgrsdar aos com-
pradores.
'Eatas'mac, injs tem a vatsgem de fuer
a trabalbo que b-ii.ta costoreiras podem
r?
0 bomem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as doozeas e os mogos tonam a Hesperidina para obter boa C*
^oimagao dorante oa loncos gyros da
BARROS JNIOR A C, roa de Vigario Tenorio n. 7, Ia *ou, recebaraa
grande especifico, e ventiem-oo nos depsitos segointea :
Joaquim Terreira Lobo, rua da Imperalm.
Zeferino Carneiro, rua de' Commercio.
Marcelino Jos Goca|ves*da Fonle, rna da Cadea n. 1.
AEtonio Gomes Pires A C, rua da Cadeia.
Acionio Gomes Prea A C, aaee .2'de-Novembro.
Gomes A Irmao hotel da Paasagem.
___________________________/ .
IOS'.
r^ jfjzer diariamente;ensotta icom tanta per
fi^ao como aa mais perfeitae cosiureim.
' Apsa branca temm mais pelantes t modar- dajunte^e sha boa ualidadee easina-*
t^i'Ael5f meI^ 1.r^f.Pf'e^'a trabalbarcomperfeico em menos-de rj
d f; de-e

corr penhorTnTra da Impcrafrfe: W56,>i da! hl*" m F*c<*sa> t2o coamo4of ft\W
rosa branca.
lerm agrrdfraas'ppeteodeQtes,
Rival sem segundo.
Cheg;ram agulhas para machinas, do fabiicante
Crowfr & Baker. Duzia por 3*000.
Novidadi
Joaquim Simoe9 dos' Sanios tem-para vender
inho puro de uva branca, com especial paladar,
b unice vindo a este mercado, em barris de 6
, ann"enado no trapiche do Machado, e a re-
taino a 800 rs. a garrafa : no annajcm" wnsw-
vavvj, largo do ferjo a. 83.
Cassas- a variadas a 240 i,
o c^vdfifio.
O Pavo vende flnisimas fassas frncez.v> n
Cores com os mais delicado fadres, por tersa
um pequeo toque de avaria de agua doce, ni
barato preco do doze vintens o covado. p^mt-
cha :' na loja do Pavao, rua da IfTniliu r
Farinha de laaHdiooa;
A melhor do meicado.
Vende L U Cwmira Guimaries
arquu i& tumbal, t.. aadai.


roa W


'
Diario de Ferranibuco Ter$a feiwrlr3 de Maio de 183.
V
k:
Soares Leite & rnosos, pedem as Eimas familias desta cidede, para virera aortir-ee
de um completo wrtinjento de miudezas e perfumaras, por precos baratissimos, a
saber:
aixa de linha branca muito boa oom 40
novellos, a S00 -rs.
dem idem de marca, a 200- rs.
Majo de uta chineza, a 000 rs.
Duzia de pecas de cordo imperial, a;
280 rs. i
dem era carrilel de linha branca, a 320
rs.
dem idem carritel 200 jardas, a 13000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
- boa, a 1*090. s
Abotoaduras para collete (sao baratas), a
200 rs.
Duzia de pecas de trancas caracol branca,
a 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Talherescabcde viado (imitao) a 33000
i duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a 35600.
dem idem boira lisa, a 2*500.
Grinaldas para casamento, a 2* e 53000.
Garrafa de tinta roa extra-fina, a 1*000.1500 rs. e 1*000.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelopes trajados de preto, a
50Ors.
Loques para senhoras, a 2*000 e 4*000
dem idem de osso, a 6*000 e 8*000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
10*000.
I ivros para notas, a 320.
Redes afeitadas, a 1*300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
raem, a 8*000.
dem idem lisos, a 6*000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 1*300
dem kananga do Japo, a 1&200.
dem divina, a 1*000 e 1*200.
dem idem Magdalena (novidade) a 1*500.
Frasco com tnico oriental a 1*000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 1*000.
dem idem antiqHe muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a l*, 1*500 e 2*000
o frasco.
Caixa do pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinee, muito bom, a
Caixa de botes de osso para calca, a
200 rs.
Coques modernos, a 3*500.
Maco de tranca, lisa de cores, a 240 rs.
Espdhos-toucadores, a 29000.
Resma de papel pautado e liso, a 2*600',
29800, S3500, 49000 c 6*000.
Caixa de papel amisade, a 600 rs.
dem idem idem beira dourada, a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque, a
300 rs. e 19000.
Maco de sabonetes ingiezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 2*500
e 39600.
dem do sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 2*200.
dem de sabonetes com flores, a 19500.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray c Gell Frres, pro-
prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 1*
Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimeuto de bollas de borracha e caluugas por baratsimo prego, e nsi-
tos objectos que se tornara longo mencionar.
28 lina da fem da Victoria 28
FNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRM N. 82
(Passando o chafariz)"
PflSKH AOS seabores de eagenho e oafc>3S agricultores, N.fMgt4rct de m
cbioismo o favor de orna visita a ssu eslabdlecimento, para verem o nove sortimento
uru;>6*. i que abite; sendo todo superior eai qualidade e rortidao; o que com aras
peccie pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENg AO NUMSM E LUGAH DE A FUNDICO
Vnnnrps. a rnrldfi 9fLfrntL dS m8is roolerDOS ysle,E,9 ?* ta
icipuio w xuuaa \x agan manhos cowenientes para as diversas
ircnosslaocias do*enhorea prendarios e pira desearocar algodo.
Moradas de caana 09Ua,aBb06' a8melbor<* qoe *
Rodas dentadas p--^;>*"p-
Talxas ie ferr fundido, batido e de cobre.
Alimbiqces<9 indos de alambiques.
Machiismo para maDdica ^^
Bombas
e pera cerrar mdera.
Podeodo todos
ser motidos a mo
'por aga, vapor,
e pateBte, garantidas...L... |on animaes.
Todas as machinas wi^""^"^-*.
de machidisma, a preco coi
resumido.
no -raer-
SOARES LEIE, IRMOS
NICOS AGENTES
A'
Kua do lanlo da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na exposico de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
c4o da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mando.
A- medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposico do Londres acreditam
estas machinas.
A 90S000
C.ibe-nos o dever dcannunciar que companhia das machinas' de Howe do Nova-
York, estabekceu nestaoidade ra do fero da Victoria n. 28, um deposito e agencia
feral, para em Pcrnambuco c mais provincias se vendern as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas achinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de scu trabalho,
empregando urna aguttw mais curta cem a mesmtfqualidad* de linha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperfeiooados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
oferecor -ao exame peblico as melhores machinas do mundo.
As va/nfagens desdas machinas sao as segmntes:
Primeira.O publico sabe que alas sao duradouras, para isto prova ncontestavel,
circurastaiicia de ranea terem afiparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da m&o.
Segunda.Contem o material preciso pararopararqualquer desarranjo.
Terceira.Ba nellas menorfriego entro as diversas pegas, menos rpido estrago
do-qu'e uas outras.
Quarta.formam o ponte-como se fdra foto-A mo.
Quinta.Permute que se enamine o trahaifco de*ambos os fies, o que se nao coasegH
bus outras.
Sexta.Far.em ponto miudo em casesswa, atravessando o o de um outro lado,
* logo em -seguida, sem modilicar-se tensao da linha, ozem a aEonda mais
ffina.
Stima.O compressor- levantado oom a maior facilidad^, quando se tem de mudar
de agulhaao'oomear nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm 1ido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr-'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, owtffas trtreram
mudancas-redicaes paranodeem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Hiss Howe, roestre em artes mechanieas, tem constantemente
augmentado-o seu fabrico,-e boje nao atiende a procura, posto que faca 000 machinas
por dia.
Cadannechina acompanha livretos com infl*wcc,dcs em portuguez.
A 90^)000 A 90^000
SOARES LETE, IRMOS
oa do Baro
A'
da
Arict<*ria 28.
Lindos vestidos a 5 $ o corte
Superiores cortes doc.issa decc, de otgandy e de;nercalia eom barra e
saias, acompanhados dosd:upetcntes Jigui-ijfa a 6? cada corto. Vendem na
meiro de -Marco (antiga do celbw. *
de daus
ra Pri-
Fas qualquar concert
Formas ^e ferro ," m**e mais wtairxisleDtw
ifr%f^rrtrtyQT%eioP iacumbe-se de mandar vir qoalqner mach'oismo ; von-
CiUO J*IuIolllc-. ta(je ,jog dieot^ lembrando-loea a vaotagea de fa.zerem
oas ccoapras por insermedio de pessoa enteodida, e que em qoalquer nectssiadj pode
.ics prestar auxilio.
ArAdcs americanos ""io. veowi
RA DO BRM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
No uvero de .Joaquim Lopes llacliado $ C
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapore* locomoveis de forga de 2 a 4 mallos.
Crrelas para machinas.
Pollas de diversos tamaitos.
baquetas para cobertos de carros;
Solas de lustro para guarda lana.
ontas de Un? para carro.
'"iiicotes para carro.
Cales largo e etrelto para carro.
fregos com eabeca de marfirn, idem.
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres deferrq. i
Cestos d'arame para fi
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
- Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanbado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento. '
Salitre.
Balancas, pesos e medidas. .
M CASA DE.SHAW HAWKES k C.
KUA 0 BOM JESS N. 4.
BICHAS DE HAMBURG6
As maifr recentes e melhores.
Vd""fein-se na phannaoia e drogara dediar-
tholomeu C, ra Larga dosario o Rn. SA.
Cale do fiio.
Vende Joaqaim F. S. Coinfara Guimaraee: na
ma do Mrquez de Olin/la n. 3, 1. ndar.
CASA.
Vede-se nm-sobrado em urna boa na
tar na na da Iinperatriz n. 8, liga.
tea-
|* \wk fueBia!
CALCADOS BARATOS
-RUA D8 BABG OA VICTOIEA 8
i-Botinas inglezas para sorthora a 5|000
| Ditas de duraque de core* |ura dita a o 000
DiUs gaspiadas de vorniz a 4*00'.)
Botinas de bezaero para meninos a 3O0
\ Ditis-dc verniz, sla ^rossa, para ditos a 3000
i Dila*de pellica ingleza a 3000
Ditsde vaqufta a ^OOi)
; Focos -de vaqueta a 2i00
Ditos.de cores, pona de metal, a 1*000
I Loja de Lyra 4 Vianna. _____
VENDE-SE
ama boa casa tenrrea, t m chao ,propri<\ com 5
quartos, 2 salas, cozinlu externa, cacimba, gran-
de quintal, plantado e murado, sita na ra das
Crioulas tina n. 14.
Casa em Oliuda.
Vende-se una casa terrea com qoatro quartos,
na ra de Mathias Perreira, muito panto dos ba-
nhos saldados e por muito barato prego : a tratar
no grande armazem du tinas da ra de Impera-
dor n. 21
Laziiiks escoeezas a 280
rs. o covado.
Ra do Crespo n. 20.
Lzinhas escoeezas, padroes inteiramenle v
vos, pelo diminuto pre?o de 280 rs. o cavado,
pechincba e do-se amostras najoja de Guil icr-
me C. da Cunha & ('.
Xarope d'agriao (Jo Para
Antigoe conceituado medhUmento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, sthma, etc.,
applicado ainda com ptimos 'Resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e droearia de Bar-
tholomeu C, ra Larga do Iteario n. 84.
Seda pura a 1#500 ocovado.
Seda de cores de muito lindos e differentes padroes, gostos modernas, pelo baratis-
mo pre^o de i^MC. ocovado, vende na ra 1." de marco (antiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas de Antonio Correa de Vasconcellos.
VENDE-SE
urna casa de taipa com um terreno proprio com
60 palmos-de frente MQe fundo, tem 2 fren-
te*, ama para o becco-l pnhere outra para
" a ra Nova: a tratar na ra larga do Rosario
, n. 14, fabricada cigarros.
A 6000 a pe^a
de ma Japolio francez com duas larguras e fino.
Cambraia Victoria.
verdadeira e fina a *000 a pe^a para acabar :
a ra do Cabug n. 10, Jfa d America.
Camisas bordadas a 5$000
Na Rosa 'Branca.'
Sao camisas com peito de esguiao bordado e
panno muito fino que valenr 8*000.
UMA VEZ POR TODAS.
Repelilas que a Rosa Branca nao exagera a
fialidade de suas fazendas, aqnillo que annuncia
justamente o que se encontra.
Rna da Iinperatriz n. 36.
Aviamentos para carros
Antonio Domingos Pinto tem para vender em
seu- armazem ra de Bario da Victoria n. ;>7,
os seguinte.s aviamentos para carros: peles de va-
iuetas muito grandes, seda e panno azul para
orro, galo largo e estreito, encerado grosso para
guardar chuva, dito Uno para forro, dito pintado
parips, tapete azul, virola branca e amarolla,
peles de camurca, chicotes para dous e quatro ca-
vallos, e cabos de chicotes, latas com graja para
liaipar arelos, botoes de cores e bolotas para al-
cochoar, pregos de cabeca de marfirn e botes de
metal brancos e amarellos do cabeja torneada,
bracos para coleiras, lanterRas, e muitos outros
objectos propiios para carros, esco.vaa para lavar
cavallos, etc.
lioa arqfflsicil.
Por seu dono ter de retirar-se para
a Europa, oude vai residir algum
lempo, votide-se um ptimo predio
de um andar e soto, n'uraa das me-
tbocos localidades de OMiud, da qual se
descortina nao s todo o ocano desde
cabo de Sauto Agostinhoat muito alem da
pota de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poentc e'sul;
tendoum quiutal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous annos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos c tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode servir de ct>-
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a ep^ca do anno ; com illu-
minaco gaz ; e em vesperas de ter agua
eanalisada. Acha^se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensaveis
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vendo-se a di-
nheiro, ou como se acha, ou retirando os
movis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na-mfio do Sr. Luiz do Bego
Barros, regente do hospicio de alienados : e
a tratar nesta typographia, das 9 horas da
manh s 3 da tarde, ou no Poco da Panella,
iprgo da matriz, palacete amarello, dessa
hora at 7 e meia da manh.
3NGV1DADES
Em fazendas de gosto
LOJA E ARMAZEM DO PAVAO
N. 60 Ra da Iraperatriz N. 60
DE
PREIRA DA SILVA & GUIMARES
Os propnetarios deste importante estabelecimento, participam ao respeitavel publica
desta cidade e aos scus numerosos freguezes que acabam de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas c mais modernas fazendas de gasto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das melhores fazendas de loi, que se vendem por precos muito em cunta, a-
com o fim de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimento podlo faier
os seus sortimentos, porque se lhes tender pelos precos que compram nas casas estran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando penhor, ou uiandam-sc levar ero
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est^onstantemente aborto das 6 horas da manh s 9 da non'.*.
1! l\ U MUS BIRNOIS A iccooo.
tiltltlint.^ O Pavo recebeu pelo ultimo vapor l
A 15500, 15)200, 800 e 640 rs. Europa, burnoos dos mais lindos gostos
O Pavao recebeu umbrilhante sortimento qU0 atj hojeso conhecidos e em relajo 4
A,
das mais lindas grnnadines preta com deli- sua excessiva barateza, convidam-se s
cadas listras de corrscpretas.que vende polo Exmas. Sras. para verem o que .ha dt l
barato prego de 19500 o c vado. Ditas to-' novidade neste artigo.
das de cores com listras miudinhas em urna BRAMANTES PARA I-ENQOES.
s cor a 200 e 1^000 o covado. Ditas o Pavo vende superior brainant dcal-
pretas com listras de seda roxas a SOOrs. Di- godoo, tendo 10 palmos de largura, queso
tas pretas com listras brancas, azues e ver- precisa de 1 I i vara para um lencol i
des a 610 rs. o c vado. Assim como boni- tycoo o metro ou 1-^800 a vara.
tas barejes de seda para vestidos com as Dito de linho fino superior c muito en-
mais limlas cores a 1^000. K' pechincba, corpado, com a mesma largura a 2C400 a
ua loja do Pavo. vara.
POLPELINAS A 1&600 E 2J000 O COVADO. Ditos francezes muito
Li vros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguintes obras de direito, historia
e litteratura, por commodos precos :
Pordessos: Droit Commereiai
Villiaoai-Hvoluan francaise.
Louiz Blanc:Histoire de dix anns.
Vattei :Droit des gens.
Ventura :--LePouvoirBublle.
Porters: -Cours de droit natareL
Kluber :- Droit des gene.
Rogron : Code de commerce.
Nesta typographia achara? essas obras para se-
r em vendidas.
Fio de algodo da- Bahia e cal de Lisboa, re-
centemenle chegado:ha para vender no es-
criptorio de Joaquira Jo? Gencalves Beltrio i Fi-
ho, ra do Coounercio a. S.
Vende-se dous moloques de 18 e 90 annos
peritos coiinheiros, o de 20 engorama e boleia, sen-
do perito nestas tres habildaoes, sao pecas; na
ra de Hortas n. 98.
O Paveo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas poupelinas de seda com os
mais lindos deseuhos e mais bonitas cores,
que vende a 1-5000 e 23000.
SEDAS Dt CORES A 23500 RS.
O Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas de urna s cor coin
delicados desenlio; miudinhos, que vende a
23500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazenda a 23000. E' pechincba, na
na loja do Pavo.
CAMRRAIS ABERTAS A 98 E 103000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abortas,
bordadaspara vestido, que vende pelo barato
preco ile 93 e 103000 o corte, tendo fazenda
bstanlo para vestid i. E' pechincba, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LZINHAS BORDADASA 400 RS.
0 COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinlias transparentes com
Homilas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
do pelo baratissimo preco de 400 rs. o co-
vado. E' pechincba, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. GO-
LAS MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
l&sinhas listradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo bartissimo
proco de 560 e 600 o rs. o covado. E' pe-
chincba, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LAVRADAS A 640 RS. O COVADO.
Chegou para loja do Pavo um elegante
-sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
Watioaimo preco de 640 rs. o covado. E'
pecliincha, na loja do Pavo.
C1SSAS FRANCESAS A 600 E 640 RS. O
METRO.
O Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais liadas cassas fian ezas, de cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padrees oscuros e outros que
servem para luto, e vende a 600 e 640 rs.
o metro on 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 13200.
O Pavo recebeu um elegante' sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
asmis modernas que tem vindo ao merca-
do-e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos precos de 640 rs e 13200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernissimas. E'
pechincba, na loja do Pavo.
Chita* n 'JO. SO,3SOe3GO rs.
0 Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fixas, que vende pelos bara-
tos prec s de 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com no vos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muito finas padroes claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de cretone, fazen-
da muito superior a 30 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cures, miudinhas, proprias para
roupa de criaucas a 360 rs. o covado. E'
pechiocba, na loja do Pavo.
Balaustas a AOO rs. o covado.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padroes miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianga, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o covado, amanean-
do ser grande pechincha !
Cortes de cambraia. ultima no-
vidade, a COOO.
O Pavo recebeu pero ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de baba* a 93000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BARDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato preco de 203 e 303000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de am-
braia branca com listras assetinadass que
vande pelo batato prego de 6f000.
Ditos om listras de cores, tendo 8 was a
43 e 53000. E" pechincha.
ESPARTILHOS.
O Pavo Mcebeu um grande sortimento,
de espartihwPtanto para senhoratomo para
menina, que vende pelo barato pi
3*000.
Ditos muito finos a 43 e 53000. H^H
mm modernos
cado.
finos a 2?50-fl
3TO00.
Pegas de Hamburgo e panno de iulio, ten-
do c m 20 e 30 varas para lodosos pn|H
e qualidades.
tilas de hretanha de puro linho, tendo 30
jardas, pelos pregos mais baratos ijiio se tem
visto.
Pcchinchas de finissimo esguiao ou >ihzia
com 6 jardas a "3000..
Pegas de liniisinia silezia com lio jarda*
a 353000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos < V
largura a 23000 a vara.
Cairas de caseiuira.
O Pavo tem um grande- sortimento de
caigas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo nos ultimo*
ligurinos e em fazenda, dos mais Unos <.
mais novos que tem vindo ao limitado, u
vonde-se por barato prego para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brn. raneo c
de cores, por pregos muito MBHVWi
LENCOS ABAINHADOS A 13800 1. 23000.
O Pavo vende duzias de longos bramos
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelo
barato prego de 23000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira do
cor a 13800.
Mti s grandes, fazenda muito fina, sendo
todos brancos a 33000,
Dito de cambraia branca sendo em \h\
a 33600
MEIAS CRIAS A 43 E 53000 A MZIA.
O Pavo vende duiius de mcias croa-., n -
glezas pelo barato prego de 43000 e 5COO0.
Assim como ditas muito finas e muittt
corpadosa 63O00, 7C000,830>!0 e K30CP,
e um grande sortimento de mcias ii
francezas, para senhoras, que so vende \i
prego muito coenmodo.
MADAPOI.AO FRANCS a 630O0 E 7?P.
O Pavo vende pegas de Niap 1
cez, que sempreso vendeu por n uito mais
dinheiro c liquida-ac pelo baratissimo prego
63000 e 73000, por ter feito urna grMl
compra. L' pechincha.
Vi-u.Mozmh* a JcOOO.
O Pavo vende pegas de aiajudozinbO',
muito boa fazenda, pelo barato prego de
43 c 53000.
- Dito largo muito encorpado, proj;.> para
toalhas e lenges a.63000 c 73000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes dc-cam! ..... trans-
parente propria para vestidos a sr.'ioo
33000,
Pegas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 3, 53 e COOO
at a mais fina que vera ao mercado.
PANNOS DE CROCHET l'AB.V CADEifUS.
0 Pavo tem um grande sortimenb
pannos de crochet proprios para cadrira de
balango, para ditas deguarnigo c p; :a so-
f, que se vendem muito em tonta.
COLXAS DE CROCHET A 63 E 83000.
0 Pavo vende eolias de crochet
para cama de casal, pelo baratissi.i
de 63 e 83000.
Ditas de ftisto acolxoadas, send<
res e brancas, pelo barato prego d<
E grande sortimento de ditas de dan
[.cretone e de chita, que vende por [ .*
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DIAS SAIA
a 43000.
6 Pavo vende bonit >s cortes de percaes
com duas saias, sendo fazenda de muiti gus-
to a 43000. E' pechincha na loj.
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA. A -,00.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Pereira da Silva & Coima raes reecberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicado*
enfeites de cor, proprias para asahora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que La
no mercado, assim como a boa Tjnaiidade,
por terem sido remettidas por um dosm:
mores fabricantes de Paris, e vende-se pafe
barato proco de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 53, 6,1 e 83000.
0 Pavo vende saias ricasaea
de 4 pannos cada ama, pelos
precos de 53, 69 89000.
Ditas de um panno si e osas muita rodas
guarnecida de pregas, peles besitos preco,
de 29000 e 29*00.
Ditas com guarnigio de pregas e borda-
dos a 33500.
Algsd** -atestad a ti
que tem vindo ao mer-jdam-se a 7|^^H
Ditos a 63000.
O Pavao
tado e muito >
I ha e lenges, pelo barato preeo >r 19000 a
vara.
Dito francex sendo mugado e n6s-
corpado, pelo baratissimo prega de I9M0 o
metro. ____
Casenalraa a SVOO e J###.
O Pavo vende cortes de tmairi france-
za, sendo fazenda muit soperior que
pre se w mais i uhet r i
V


8
Diario de Pernambuco Twga-feira 13 de Maio de 1873.
LHTEMTURI
imcii rnHe.
Inveni portiiinspes, et fortuna, vlete l
E-lol... aqur*o vnlld socegado,
Em que para meus (lias foragidos
A chai sereno asylo.
' E nos errodio ps- >. achei ppueo
llumilflo, mas tranquila.
Tu na.) vers vastas campias
Su estn lorem t on le a vista alcanga,
.Nem larris horisontes,
Quo vo pord m--s;<-hos romoios piucaros '
Dos zulados montes.
Nem dos topos dos serros alterosos
Turbulentas cscalas so dfesponham,
Ein brancas espadaas;
Ou om brilhantes perspectivas surdem
Palacios o choupanas.
Em lin jidas lagoas nao so ospolha
O coazul, nem nalam niveas gragas
Rea velhus arelos
Em aleas se astea lera sussurran lo
Em longo dos vargodos.
l'orentreo borbotar de frescas fontes
A* cada passoaipri nao brotara rosas,
Nem lyrios e assnconns f
Nora phantasticospa.ssarosmenoam
As deslumbrantes peonas.
Nem pelos vales, em festivos dias.
Vers gentis pastoras entre OS mrrtos
Tccendo alegres dancas ;
Nem pegureiro descantando sombra '
De amor doces, Icmbrangas.
Mas ueste socegado, estreito valle
A ventura encontrei, porque minli' alma
Suspira, ha muito, em vo ;
Acliei niiiilias perdidas osporangas
E paz do coradlo.
Aqui minh'alma expande-se tranquilla ;
Aqu auras de amor e de ventura
- A fronte me bafejam ;
E olera destes outeiros, que me cercam,
Mutis votos no'adejam.
Como a andorinha quoseu ninho esconde
Entre os muros da torre derrocada
Na mais occtilta feuda,
Assini eu vim,-noseio das montanhas
Pousar a minha tonda.
fi'um canto retrahido da vallada
Teulio entre verdes moitis sombra amiga
ElD chao de fresca relva.
l'ela ene sta d'alm ondeia coma
De verde negra selva.
Todas as tardos, na estaeao do amores,
Ira velho sabia, que (lestes sitios
Alado Vnaereonte,
Osseus pousados trinos cadonceia
Pousado alli defrontc.
Alm, por essa nberta dos outejros
Foge-me a vista livre a expairecer-sc
Por longes nebulosos,
Onde campearad'altaserranas
Os pincaros rugosos.
E quando Agosto vem nos horisontes
Desdobrando cora mi misteriosa
Diaphanas cortinas,
Velando a luz do sol, que embate frouxa
Por montes e campias ;
Quando a brise a ramagem sacodindo
De vicejante arbusto entorna llores
Na desbotada gramma,
E un perfume de mgica dogHra
Nos ares se derrama ;
E o sabia nestas saudosas tardos
Seus mais sentidos, lnguidos acentos
Moula com ternura,
E mal murmura o corrego do valle
Das sombras na espessura ;
Eiito minh'alma scisma doccmenle,
Entao cu cuido ouvir a voz de uai anjo
Eallar-me ao coracao ;
E sobre a minha fronte vir baixando
Celeste nispiagao.
E.do alade tateando as cor Jas
Foge-me d'alma u'na cango singolla,
Como ao passar d'aragem -
Suss'urra pela copa do arvorodo
A trmula folhagem.
C ilguem me escuta; alguem segu os meus passos
as sendas solitarias lo meu ermo,
Como o anjo de Tobas;
E meu lado com parte da existencia
As dores e alegras.
Em quieto valle, un horisonte aberto, ,
"Meu amor, minha lyra, eis os-encantos
De minha solido;
E quanto basta p'ra deixa'r-mo a vida
Encher-me o coracao.
Destes vergeis sombra vim sentar-me,
O caneado bordo de peregrino
Larguei no p da estrada,
Enehugei o suor que me corra
- Da fronte tresvairada.
A vida c curta, sonh de um momento,
Se assim, busquemos sonbar sempre
O sonho da Natura.
Pois nem males sonhar nos ser dado
Dentro da sepultura.
Adeus, Ovidio ; o dia desfallece,
O sol se atufa entre vermelhas nuvens,
Do acaso no esplendor ;
J". o sabia, que canta alli defronte,
Me faz scisnlar de amor.
Bernardo Glimares.
yabiedade
A, le de Deu. .
(Conclusao).
E se o prximo nio foi sempre.amavel
e acontecer offender-nos, para prevenir
uosso odio, Deus disse-nosPerdoe a teus
devedores para serdes perdoado de vossas
dividas por vosso Pai celeste.E para que
nao offendamos uns aos outros, elle nos
dissoNao facas aos outros o que nao que-
ro "que ellos t-; facam.Proliibiudo as per-
.s. guigoes, as masticas o vngangas, Deus
iifi'ir i sabedoria de Deus manifest se
pela Tojlas mle
gislagees tiveraoi om vista a bem estar dos
povos, e o fespitn as dlritos dos cida-"
dios; porm s a fe^islaiao divipa-pde
cortr o mal p^a fraj. robilindo o
furto, Deus condemna a cubica dos bens
alheis que leva^ i apoderago injusta da
propriclado^e'eutrern,, prohibe o homici-
dio, .! pira o prevenir infallivplinefilS, don-
demna o deS"jo da vinianga, ipje arrasa o
assassinato; e assim imped o crime, suff-
ca-loem o corceo os mit.ssentimentos, que
podefiam produzir.. A justiga humana s
pune os crimes consummados, emutilas vu-
zs, errando o golpe, ella deixa cabir a sita
espada sobre a cabera do innocente, doi*an-
do impune o culpado. I.ivre destos fotaes
engaos, a justiga divina s castiga o culpa-
do, e nonhum lhe escapa, e se a falta s
interna, e nao passa de ms intenges, en-
tao o culpado julgado por um tribunal
secreto, porm rigoroso; este tribunal
a conscienoia, e o remorso a pena que
elle impe ao culpado.
A lei (segundo a definem) um preceito
gerar, justo o permaneute, publica lo pelo
interesse de una sociedade, por aquello que
tora direito de govoin.ir. -
A lei de Deus como todas as leis, um
pp;wto, mas a de Dcus um preceito mais
garnl; porque ella ordena a pratica de todas
as vil ludes (i c (iidemna lodosos vicios e tildo
y que a ellos p lo eonduzir. K' um pre-
ceito tAo extPisu qocf a elle est sujeito o
eorp;> c a alma, a recompensa dos que o ob-
svam vai alm do tnniuio, e a morte nao
a ultima pena dos seus transgressores. E
por iss) v mais respeitavet do que todas as
leis humanas, que s ttn poder sobre o ho-
mem durante a sua curHi e rpida passagem
sobre a torra.
A lei de Deus a mais justa de todas as
leis, ella como di/, a escriptura, sein ma-
cula o derrama a alegra nos coracoes, lu-
minosos sao os sous preceitos e illustram as
almas.
O lillio do Deus nos deu urna sublime li-
gao de justica e nina grande pruva do amor
que ello liaba a esta virtude, quando disse :
D a Deus o que de Deus, e a Cesar o
que de Cesar. A lei de Deus justa e
della nasce toda a equidade.
Ella de tolas as leis a nica que ver-
Yessar o lago, desembarcar na margem. Qjfr
posta e desapparecer. Eudoro n;V
ue os giultzes confiara s mu bel
iais importantes segredos, o por vees
jeitaui ao conselho de suas filbas negocios
que nSo pedern ecidr; rfToma
la mulo*
teriqsa. lVlj tr brindo-as com um saial, e \a sentar-so s
ribeiras do lago, no lugar que Uw hvfl|
ipdcadoos soldados. Deitemo-lo #otlfir
scena de que foi tostemunjifl.
"\ i VfTf T
Eucobortn cea jmdn aHi lglo...-
Nenhtiin riim.ir <|tk> m^oft.-Ei tra-me o,4>
Sons la do lago, o os pousa ein. meus ouviJos.
Apuro o ouvir, distingo voz liunxma:
lho.-Eis n'uma onda acajiellaia ansonia
Balel, que ora resvala, ora se enterra,
Entro una vaga, mire outra. Eis solo, eis sarde
Sobre mu rtilo i^pumaBle, e poja em luir.
Regen una dama, e eo'a tormenta lula ;
E caBta, o xomba do arrojado Eolo,
Vassalo della o crereis Tanto impvida
Arrosta o mar que brama, o vento que arra !
Vin a laucando ao lago, em sacrificio,
Tosoes de ovelhas l--is d'alvo hnho,
Raeilas de ouro e prat>, e pies de cera.
Ja a pri.i coa p- trilba, e n'um "nfgnera
Prend'' o bate!, c einbrenba pelo mato,
Abordo ada n'um" popule o ramo
Soni dsr tent de iiiiin, junio a niim passa.

Hen, ests ahi teu commodo 1
Muito bem.
Podesdormir? .
Muito a meu gsto, meu amigo.
Est bem fechada aportinhola?
Gertameute. .
lio seates fri ?
Nonhum. '
t Entao passi para o meu lugar, deixa-
iae ir pan'o ton.
* *
i- as-
t'iein
dadeiramonte permanente. Passaro o-co
o a torra e ella subsistir sempre. Em seus
dogmas, preceitos o 'iioral ser immutavol.
Ella o que foi o o que ser sempre, o vi-
cio que condemnou urna vez condemnar
sempre, e ordenar sempre as mesmas vir-
tudes
A le humana est continuamente sen-
do reformada, solron lo eihendas o revoga-
fcs, ter de passar por muitas transfor-
maces nunca chegar perfei^o desejit-
vel, porque natural a mperfeicao as
obras dos homons. S a lei do Deus pode
ser nermanonto, porque s ella perfeita.
A lei de Deus de grande interesso para a
sociodade. Mandan lo evitar o que pode
pe turbar ordem e a paz publica, e parti-
cular, ordenando a pratica de tudo que fe-
licita o homcm c engrandece a sociedade,
ella concorre pola sua moral divina para a
conservaran da sado e llorescimento dar *r-
tes, industrias e desenvolvimento das virtu-
des ; a lei de Deus, pois, como diz o livro
santo: Mais para desojar que o ouro e as
podras preciosas, mais doce que um favo
de mel. a 0 servo do senbor, que guarda
a sua lei, aoha grande recompensa em sua
observancia. E' a nica lei que pode con-
correr para a perfeita felicidade dos esta-
dos.
Finalmente, ningueiu tem mais direito de
governar do que Deus, que o creador, o
conservador, o rei eo senbor do genero hu-
mano, se os seulioios leem diretos sbreos
seus escravos, os pais sobre os lilhos, os reis
sobre os vassallos, Deus tem tambem sobre
o homem, pois entre este o Deus oxistem
todas aquellas relacoes.
Para liualisar, diremos, que sendo a lei
de Deus to justa, tao perfeita e de tao fcil
observancia, e que sondo nos obrigados a
sujeitar-nos ordem do supremo legislador,
devenios concluir que chegariamos mais de-
pressa ao grao de civilisacao que todos as-
piram, se procurassemos observar fiel e sim-
plesmente os mandamientos da lei de Deus.
Nao na multiplici lade de leis quo est
a civilisacao e moralidade de um paiz, mas
sim no respeito o fiel cumplimento dessas
leis.
O povo que observar com fidolidalo a
lei de Deus observar tambem as de seu
paiz, o d'ahi nascor o respeito para as au-
toridades o o temor do crime. Esso povo
ser feliz, fcil de governar-se o bem de-
pressa chegar prosperida le; mas o qua
nao teme a Deus o viola as suas santas leis,
nao respeitar tambem as leis, nem as au-
toridades de sua patria, ozombando das pe-
nas, nao trepidar em commetter todos os
crimes.
Nao sao s as autoridades ecclesiasticas
que devom zelar pela observado da le de
Deus, as autoridades civsque amarem a sua
patria e desejarem a felicidade de seus con-
cidadaos, devem trabalhar para que estes
aprendam e observem zelosamente tanto as
leis de Deus como as do paiz. E muito
desojo que assim acontega no Brasil.
Emilia Ai-gusta C-omide Penido.
Esta mulher i Velleila. Eudoro a segu
em algunia distancia. Atravessa um couto,
cujas arvores, idosas como o tempo, esta-
vam quasi socca nos cume. Camiuha por
mais de uma hora por entre musgo o feto :
entram dopois em uma selva, em mcio da
qual|ia outra charneca do algumas millns
em redondo. Nunca ah fra amanhada a
torra, o semearam-a de podras para que lo*-
se inaccessivol fouco e charra.
Na extremidhde da charneca elevaa-se
um dolmen. Para a dama no Kinge desse
peuhasci'i, e 'nato tres vezes com a uio,
pronuncian lo em alta voz uma formula sa-
grada. No nesmo instante milhares lo lu
zes brlham na'-ptunJidaJe da torra.
Cadacarvalh, (tizo autor, crea, por
sim dizer, um gaulez ; os Kirbaros s;
em multidao de seus repairos, uns co\nplo
tamente armados, outros Irazeado na derq
um raiiHf de euzmia, e- um arclwjte ua si-
nistra.
Eudoro assiste a urna ceremonia religiosa
presidida por Velleda, que touwv o lugar de-
archi-dfui.1,de quem descend. Pronun-
cia com voz inspirada um discurso para es-
citar os gtuhwjM se reunirem s-Uibus dos
francos e a coinbater os romanos. A mul-
tidao fanatisuila approva suas palavras, e
pede com gniudes gritos o sacrificio de urna
victima humana, alim de melhor conhecer a
vontade do cea. Vem urna bac de fono,
sobre a qual se preparara a degolar um po-
bre velho ; num o dia que despunta- impede
a consummago do homicidio. Eudoro vol-
ta apressado ao castello, convoca as tribus
gaulezas, declava-lhes que sabe de suas ma-
chinagoes, ameuQa-as com a vingauga de
Koma, o oxige que lhe entreguom a druida
Velleda e seu poi Segenan, o priraeiro ma-
gistrado dos rbedons. Na mesma tarde tra-
zem-lhe os dou refons, e elle Ihos d o
castello por asido.
A segunda parle do episodio no-se pren-
de prhneira por lago necessario. A rpi-
da analyse que demos bastar para, indicar
o carcter que M. Maindron deva traduzir
em sua arte, o para apreciar a mancipa por
que o conseguk). Nao tinba de represen-
tar una belleza.absolutamente selva^rao -Jse
Velleda, por suas uperstices, pettence a
urna raga a trazada, nao todava cstranha
aos beneficios d* civilisago avaonjada do
tempo. Educada para ser da ordena sabia
dos sacerdotes gaulezes, tem conhecimonto
profundo das lettras gregas o da bsitosia de
seu paiz. A esta barbara dominava o or-
gulho, diz o poeta, o a exaltagao do seus
sentimentos, cliegaya s vezes desordem.
M. Maindron parece ter reproduzidorfom I
elicidado a lula das trovas o da luz la ex^|
presso do rosto, entretanto quo a forga do
corpo e a elegante altivez da postura deno-
tan! a energa nao dominada iki livre e sel-
vtica dos gaulezes. Esta escttlptura, que
faz subir o pensameuto s fontes mais dis-
tantos das tradiges naconaos, e que o uma
homenagem tributada a um dos primores da
linguagem franceza, attraho por duplicado
titulo a altengo o teve uma dirocco que
a publica approvago justameuto animou.
f A ewa de Italia, msica marcial.
Le Uegate Veneziane, Le Lupa 1
3tane, dedicados a Veneza, ende Rossini
teve os seus primeiros triumphos.
' i Soile de Natal, Adtus d vida. Valsa
luyntrre, Dizem quo este ollimo trecho,
tocado pelo maestro, arrancava lagrimas a
to los quo 9 ouviram
l'ma palavra a Paganini, composico
para rabega.
Os Mendigos [ frtelass&xax de sbreme-
TO mito de inlerroi/ufyio um rapaz, ?a.)
que com boca aberto, e o*dorso curvado, 1."Os Figos. l'/t eslon, minlta se-
vos faz uma porguntae espftri a resposta. nhv.-a ; 2,Asamendoas.-Meia-twilt jd
,.1 virgula botiio (lo meio do vos- deu- boas noites, senliora ; 3.Asavels.
ti lo preto da phrase. Serve pira doixar A' minha cadelHnka; O hors-d'auore :
ver o collete iTaneo da idea, o as bellezas do manteiga, rabanetes, conserva, e camares;
ostylo. O ultimo Ricardo, dedicado u sua mulita- :
0 ponto um canap molle, onde o // fundidlo stnarrito : Tarantdla : Menwit-
loitor descanga durante o tempo que o autor lo, homo : La Pusseggiala.
so assa. 0 meu preludio hygienico da manh
A visca ou llnha, a cama de campo ( Mero turtro) ; a Valsa a oleo de ricino;
tendida do lado alado para adigestaomo- um combogo de recreio comico-imitatioo ;
raentanea do prato servido. Canto fnebre a Meyerbcer.
IO ponto ds admirar/lo, urna flecha A proposito (leste ultimo trecho, c'onta
esguia e veloz, que vai direita o coragao um jornal nina anedocta chistosa :
para ahi acordar emoges, e muitas vezes Quando Meyerbeer niorreu, o sobriuho
nao fez mais do quo produzir o tedio. do grande maestro, compositor tambem,
;9ponto e virgula, obotooa casa cscreveu urna marcha fnebre para o en-
lo vestido da phrase, queseabutoa (piando trro do tio, o foi toca-la a Hossini. Este
o cohete de urna elegancia equivoca. ouvio, o quando o sobriuho de Meyerbeer
:Os dous pontos, sao dous bateutes de Iho perguntou a su opinio, foi esta a res
janella que se abrom aos olhos do leitor |y).sta do malicioso au tor do Ihtrbeiro :
para liie indicar novos horisontos. Paroce-me muito bem; era comludo, melhor
... A reticencia, sao o silencio do qie fosse osenhor que tivesse morrillo, e
houiein que tem felto um calembour oes- quefosse seu tie quem escrevesse a marcha
|iora que vos acabis de rir. funeiwo.
------O risco ou vinheta, a cortina quo
cabe, c que mnuncia que a farra acabou. FA ELE CIMENTO DE l'M 110ME.U DIS-
lsso que ahi tica, declaro-o,., p.iuco mais TINC'FO, Morrn o distbicto chimisiy alle-
um ittenoso que li n'um jornal francez. NflO mo o barao.lustus I.iebig. Nasceu em Vi
que eutendrn'aguns pontos, mas pode ser de inaiodo 1803 em Darinsta I, omle fez
que o kitor soja mais feliz do que en. os seos primoiros estu los, Ainda imii no-
#\ vu foi consktrado digno i>ara ser enviaiij a
A ii.M.i\ [Phrjg, c iKsta do governo, alii dse ayer-
A caiKa da maior parte dos males, que feigoar no eimhecimento da cbimica. A
affligem a humanid le desdo o seus pri- saa priiueira- meinoria sobre o 'acido fitln-
Selros das, incoritcstaveluiente lingua. nico, sendo a>fesenlada Academia tas
A serpentc com suas fallas fac nossa Sciencias, raureceu-the a nomeagflo, em-
mi Eva uero fructo>da arvoro prahibida, 18V, de professor adjunto de- ehiniica M
d'onde dimoua-toda a nsssa desgray- inclu- uni^ersidadedeCiessm.
sivo e morte-, Eavl836, fo4< uomeado professor propric
A lingua, conformo a passoa quo ama- tario^ao esplendor das suas preloeges ^ciencia...
neja, oo modo porque -manejada, ou tor-'que esta univeisidade deveo sea rpido e [Vicosprohstjsd esauerda .
na-se um instrumento cortante, enessecaso legitimo renome. o Sr. presidente.k ass;ir.Wt'
fere morlalmcnte, ou o-um instrumento! Em 1830, passeu a professor em Heidel-
eontundeute, qjue deixa pa*a sempre man-'brg, e-dis annos- mais tarde oesupou a ca-
chas negras na pessoa olfendida o que equi- daira de- cbimica em Miinic
OSr. ptuiienk.
insolencia. Imagiuam que prwiteMr
pode periittir taes |nUvrs ?
Emquanto expressao que mm ao
improviso do Sf. Le Royer... (jniiuiaii t
dtrea) pareceu-mc ataaaa coa
mas nao a julguei com Unta stterkbde
ossenhores-. !
O Sr. I-e Royer aprcaMra-se a __
la e suavisa-la (Mnilo bem, muito km
etguerdu). Todos os dias se diz urna baga-
geni litteraria, sem que n'isao baja oaaai al-
guma olfensiva [Muito btm.\ d uqmr,.
< 0 Sr. de GrammorM ton a palavra para
explicarnos.
O Sr. de (rammont sobe tribuna n
ocio da agitaeo que continua.
0 Sr. de cagioser muito simples.
Quando o Sr. I-e Royer, fallando n.-
parecer, disse que o relator accroMatra a
sua bagagein ao parecer, aclioi qu a rtpre-
so era muito anti-parlamentnr 'itiphiuu,
direita). Quando vio Sr. Le Royer re-
petir a sua expressao r qnc o Sr. prcjilun
a nao censnrava...
O Sr. presidente.'^'S a rvpetio par.
a explicar 'utocimento e harnUio ddirf\lal
O Sr. do Grwmmonh Entaa dase <
Sr. Eo Royer qHO a sua espressio era uma
insolencia. Ouvimos jior oatro lado quak-
Uearem-se os desenvolvimpi4>s- do Sr. re-
lator com urna pskivra que .kvw ter I
retir.ila... a de calumnia.
l oz'x diversas.NingucM oM se-
melh.Hite palavra.
(hitms vozes. -Movimos iw*.
m OSr. dttivamiitoiit.A e\pnssao %l
Sr: Ee Kmer |uirocuu-tn! urna inoolenci*
Disse a pn-iwvra e re|to-#. Se o Sr. Le Wnj-
erquiizerlirar o que dtose, nao tenlio !(
villa em iwta-lo. [Apphyuou ti direita-, >
agilitado CMtiuua)^*. '
O Sr. prettente.DseUm de novo que
nao posso a--.iiiiilar a epr"^sio que aaHBN
aoSr. I.(! Hoyer, eiiuaelleexplicou, di
Sr. de (rammont. Repita^ ;dii-se tod-w i -
dias urna bnuageui liiterarm, eainda repi-
to, isso nada tmi de offensr/o. Parece-mc
quo me nao ;i^anei na iiiir-ha a pro -iji/r
[Protestos d direita).
Urna voz d reita.Com mo na con
valem s vezes--morte lenta, e dolorosa.
Liebig:era cons Entretanto ha quem sustento que o dcar^ mais concorreo pmvj o desenvolvimento da
nanl da vida alheia to sabonoso como doce |)hilosoybia eliiinieav- e como um dos crea-
de- ovos !
Infelizmente a-pratica daivida nos mos-
tr quo milharvs. de pessoas- assi' pensami.
Segus, le toros*, o voss' caminho ; a!*
guem vos chamas ficaes indecisos se devo-
ris- attondor ou nao ao chamado : se, .pon
riSy o sujeito disser que teiB' urna novidado-
a eaotar-vos, immediatameiite voltaes.
'Nagicu pdenlo lingua !
t
dores J* cbimica orjonca.
Ao seu poderoso- espirito de generalisago
conseguir explicar asmo effeito de reaeges
chimcas-muitos dos-mais obscuro* pheno-
rnenos iSa.vida, tanto no estado regular, co-
mo no estado patbotbgieo.
AEFAITE POOL.0 Sport algumas
particulasidades curiosas a respeiio do cele-
bre e opulento alfa'iate inglez. Pool, onde
Ba. gente quo falla por todos os poros-! oonvida toJos os annos os seus nobres fne-
sem que oliendo.a pessoa ou cousa alguma, tmezes : ,
excepto a grammatica. 0 viahode Cliampagno, da o Sport,
Nessa classe soachan aquellos que nao, al i corre em ondas, l'ool .tratado com fa^
sabom o que diatniv ou dizem. o quo nao iniliarid;dn por tods,.somquc o prove te a
sabem ; quandofallam, escrovoni ua areia ; oortezia dos seus hospedus para olvidar as
o que se doduz que nao o fallar muito attences- quo sao dividas sua gerarebia.
que traz sempreicoiivciiioiitcEis:.pios. l'ma'Tem-se notado que, sempre qe se apro-
phrase jogada de certo mod una veneno subtil que mata ? 0 quo jamis 'sas do modo que evite um aclo do poli le
se com aquejas pessoas, cuja lingua tem' do seu interlocutoc qpc chegue a estender-
resolvido o problema do motti continuo, mas. lhe a nao. Nao quer (po nem mu s d'essos
as quaes a gente- sensata considera como um senhoros se julguo obrigado a isso.
dique de asnestas, que se lampe a cada: Quando Pooa^quo possuc asmis bollos
passo. I cavados de Londres,, vai [irovar algum fato
O individuo que tem tendencias para dar ( ao domicilio dos seus freguezo., nunca a sua
desenvolvimento lingua, segu o mesiao carruagsm para i porta do ftegez, para nao
d,
uiiiia i pinio qjouido estivar mkuios ni-
'muda 'bumlli e inUrrupro, Uns
' -t/-aploren]. Sao (cera direito* me iu-
bniMiipor, e ou ipie sou ojuiz i)oquedev..
fanr. [Iiurullnuftrsistente i diifHa,.
O Sr. nrshlefWt [continuando-. Nomea
ini-mes(Mi [ircfenie. No fui eu qu>-
soltcUei estas fimagoes. Se as ni oVsem-
pflnho a seu gosl*. expliquem-se frnncamen-
tc; (.1 ppluusos i filtrados destpteim). Ese
nao poder contar rom a sua justim, sei o
q'ie me resta a faaer. [Aplausos -i ei'/tur-
ikn e movimenlo irolo/tif-mb
. .1 assembli
(Wf.va/to.
0 rettra-tt no nt:
VIVO
curso do violinista, d?ah a metaphora nuii-
to usada pela (jual sao' conhucidos os fajlii-
dores.
0 aprendiz desaboca comega pelas ^ca-
las, estas servem para fazo-lo cou'iccerbem
a figura o dar-lbe o dev.ido valor. Aps
ellas, vem os ejercicios, que tem o prstamo
Ido adextrar-lbfi os dcilos, depois as varia-
ges facis, o finalmente as dilliceis, tta-e
aprendiz tomar-so mostr, arrancando do
livrou-nos de sobresaltos, temores, e pelo
|ue tranquillaraento Yernos o#rrer nossos
lias, sem medido punhal do Hwhio'e da
violencia, do ambicioso sedento"-de ouro.
;
A ESTATUA DE VELLEDA, POR MAIN-
DRON.
c Curta, sem mangas, tnica enlutada
Mal lhe cobre a nudez e a alta estatura ;
De ahoneo cinto pende-llie urea fouco,
E d um ramo de enziio a faz diadema.
Alvo rosto, alvos bracos, azues olhos,
Roxos labios, madeixa leura e langa,
Que ps-pnrz'nia lhe ondeia, e a ponto a inculca
Das Gallias fllha, em quem contrasta o affago
Co'altivo porte, co'ademan selvtico...
Mulher extraordinaria Possuia,
Com rasgos de capricho e de anegaga
(Como as da Gallia todas) o olhar vife,
Subtil, meigo o sorri, desdem as fallas,
Voluptuoso o admeman, talvez altivo,
E, a par c'o senhoril,arte e descuido.
Assim em seus Martyres pintou M.- de
Chateaubriand Velleda, archi-druida, urna
de suas mais bellas creagbes. Para dar
forga s recordagoes de nossos leitores,
lembraremos smente os principaes tragos
do comego do episodio em que ella figura
nos livros IX e X.
0 here do poema, Eudoro, pago con-
vertido, nomeado por Cesar commandan-
to das regios armoricas. Elle parte para
essas provincias, onde dresela ainda a re-
ligiao dos dwidas, e estabelece-se om urna
antka fortalera rudeza do paiz dos lbe-
te.} Os soldados
is das so tem visto
urna mulher sabir dos bosques entrada da
, njettn||S2 so om um:i barca, atra-
DefiucSen.
A mulher a roseira do todo anno.
A moca um volume do muitas paginas
com poucotexto, que para ter aceitag&o, devo
sai dor sur tronche.
A vetha a raposa da fbula : para ella
todas as uvas estao verdes.
O casamento um sabo vegetal que lava
muitas nodoas.
0 publico a reuniao de muitos tolos
formando um todo ntelligente.
0 homem um ttere com que se diverte
o acaso.
0 amor um barco que nos conduz len-
tamente para o porto da morte.
0 marido um editor responsajel.
As itluses sao andorinhas quo fogem
quando se aproxima o invern da vida.
0 namoro uma escada, cujos dous pri-
mnos dogros sao de difficil accesso.
Os Iliteratos entre nos sao urnas massas
folhadasque fazem muito barulhoe occii-
pam muito lugar, e no omtanto pesam bem
pouco.
0 coracao de uma meuina de dez annos
um caderno em branco.
0 do uma moga de vinte annos um livro
escrpto regularmente.
0 de uma mulher de trinta annos um
livro em que por falta de espago, comega-se
a escrever as entrelinhas.
0 de uma mulher velha de quarenta annos
um documento histrico.
Os partidos pblicos sao como-asamen-
doas da confeitoria ; tem diversos nomes e
diversas cores, roas o gosto sempre o mes-
mo.
A virtude de uma mulher como crjstal
que una vez quebrado,. nunca mais tine
por melhor que liguem os pedagos.
0 estado matrimonial seria o paraizo na
trra, se nao bouvesse a mulher.
0 nariz grande e vermelho de uma mu-
lher um ferro em braza que afugenta os
melhores desejos de um homem.
0 casamento um leilo, que tem lugar
quer chova quer nfio- e era que se com-
pra tudo no estado em que se acha.
0 coracao4inmano umcahos para o
qual ainda nao houve fat lux.
As namoradeiras sao como as caizinhas
e bolsas com que os pelo;iqueiros (azora
suas mgicas -passam de mo em mo.
Moca pobre que quer casar um anzol
semisca.
Em caminho de ferro ;
parecer que vai ia/.er una visita, porque elle
ndoqueo quepessoaalgumaso-illuda; para a
trinta passos da porta, depois-apeia-se e en-
tra na. casa eo mo lato dcbai.to do braco.
Em sua casa om Lolidivs, ha mesa pos- ,
ta opj. Dormantncia. QueiAquor examinar
uma fazpinla nova, ou unk novo figurn,,
vai Qlumlta.
l'ooT alto, bem feito,. do manchas ele-
gantes, usa suissas rnivaMamplissiina-, Beq>
bigode, como um lord da cmara alta, ou
zoilo
instrumento sous que oxtasiam. Digodo, como um
Assim, o violinista por metapboca. um principe nisso.
Elle comega por* dar apartes, que corres- Osou fino tacto,, mais anda talvczdpquo
pondem s escalas. Por ellos j os. mestres,a sua habiUdade toebnica a0 seu gostotdicio
podem enuttir juizosobro sua habilidade. [do iniciativa, contribuio para lhe arranjar
Depois, osujoUo comega a desembuchar ] unta posico exc|pcioQal, ap'utoque- che-
gou a roceber IVeqaeiitemente a visita db- S.
A. 11. o principe de Galles, hordiro. pre-
sumjilivo do throuo do Inglaterra.
0 abbade Eiszt deu um concocto. em
Pesth, depois de vinte coito anuos de at\sen-
cia do theatro. Foi a pedido do impsea-
dor de Austria. 0 grande pianista usa an-
da os cabellos compridos que bojo esto
completamente braucos.
alguma cousa arrancada com certo
pelos mostressao os exercicios.
Mais tardo, nao ha necessi lade de pro-
vocago ; o discpulo torna-so uma ebro-
nica viva do quo vai pola trra, mas com
certa reservasao as variages ; at que
afinal desappareeem os escrpulos, o eis o
nosso here a dar por paos e pi podras.
Isto corresponde aos ltimos ostudos, (indos
os quaes, obtem o diploma de mostr.
*
* *
Entre os violinistas, propriamente ditos,
alguns ha que nao dizem mais ilem menos
do que aquillo quo est na pauta ; outros
nao se limitara a isso, vo alm : fazem por
sua conta e risco serios ritornellos, que dao
muita graga exocugao.
ASSHBLEA NACIONAL FRANCEZA.
h'lirado da sassdo do assembla, relaticc
ao~inciilcnp que deu origem d dcinissao
do presidenta Grrij.
Na sessfo do 1." de abril o presidente Gr-
vy, indignado com as manifestaces hostis
da direita, lovantou a sossao, dando a en-
Assim, os violinistas por metaphora ; uns tender qua tencionava demittir-se. Mando o
limilam-se a fallar do (udo o de todos, mas extracto da sosso, na jiarte que diz respeiio
sem afastar-ie da verdade ; outros vo adian-[a osse deplora vel incidente que produzio uma
te, em falta do materia inventam factos, e grande agitaco em Paris.
sobre elles faze horrorosos comracntarios. I Fallava o viscondo do Maux, mombro da
Para estes, a.honra uma palavra va,'direita, relatar da commisso, c adverso
e a dignidad^ cousa inteiramente deseo- existencia da rnaire central de Lyo. Res-
pondeu-lhe o Sr. Le Royer, mombro da es-
mais simples querda com moderago o vigor. Seguo-se
I
nhecida. *
Sobre qualquer thema, por
que ello seja," fazem taes variages, que agora o extracto.
roduziriam a ipsignificancias as decantadas i 0 orador accrosconla quo nao seguir
arcadas do immortal Paganini. o relator na bagagein, com quo elle acom-
E que chuyeiro de applausos tem a lin-jpanhou o parecor. [Vivos protestos d di-
ua ferina 1 $' que de toes artistas ha boje reita).
8
um auditorionumerosissimo.c o que e mais,
artistas consummados e espectadores phre
neticos se encontra tanto em um como em
outro sexo 1
Entretanto, oode a gente livrar-se das
ms liguas.
Em outro numero apresentarei algumas
receitas.
0 Sr. Le Royer. Nao posso imaginar
que a palavra bagagem soja uma expresso
que possa ferir pessoa alguma. Todo so ser-
vem d'ella d'um modo muito lilterario.
0 mart/uez de Crammont^ E' uma in-
solencia. *
O Sr. Le Royer. Ouvi agora esta fra-
se : E'-uma insolencia. So o iuterruptor nao
fr chamado ordem, deseo da tribuna,
as obras' [Longa agitaco no meio ta qual o Sr. pre-
ROSSINI.Vo ser publicadas
posthumas, deRossini. Constam principal-1 sidente chama d ordem o Sr. marguez de
mate do cento e cincoeuta trechos para pia- Grammont).
no, porque o grande maestro nunca deixava! O Sr. presidente. Cbainei ordem o-
de ir iraduzindo om mnsica as suas impres- Sr. marquozdo Grammont por dous motivos;
ses tristes ou alegres. E lhe digo os titu- primeiro porque, apezar das minlns obser-
los dos principaes trechos ; alguns sao curio- vagos, persisti em lovantar-sce em inter-
sos, e om todo o casos seus leitores ho pellar o orador; o o segundo motivo, que
de tostar de tor estas nformages. > o mais grave, se nao fosse o qual, o Sr. do
OAmorem Pekn, ou a Gamma Chine- Grammont nao seria chamado ordem,
za, espcimen do anligo rgimen e especi- porque o Sr. do Grammont dirigi auna
men do meu lempo e do futuro ; um trecho seu collega uma expressao que ninguem po-
dinodadeOffettbach; a Pesares, lembran-' de supportar,(rumuls ga de Pesaro, cidade natal do maestror Uma voz a direita. Expliqe-se.
Na sossao d Voecupaido suac*teir-
presidencial, no meie do applausoe-da di-
reito, o Sr. Ikilfet' proBMtM-iou o apimt
d;surso :
. Mou -uiiIi.tc*. dranjMndo-me 4ipre*i
dteocia da assembla naaonal, dWstes
ui!M pi-ova de couManga que st-r ; Honra
le minha vida. Commo-ve-me piofuu I .
mente, mas simVi *V'a m.i*> vi-ramn!
quanto sao gravas o i'illicvt os devaYes qw
essa honra me imp.
Para os ciimprir, esA)rcar-me-hw por
proveitaraalices do coiega eminente Maguera desejaaia iiias qie eu ver .timl
ueste lugar... (Muito lin muito bem
: ulgnns bancos esipicnfa) que eMb oceu-
bave tao digQaaeaato, e onde tinba o con-
eurso siinpithii.o de tol*. as fracgded'e*
.'noiara. M^jto bem muito bvw T.
venia le !
m Se esta unanimutede fula boje
presi lente qpe acabis de oteger posso /.ei que i a'.:s"ii( ia dessa preciosa ^urta_
nao podia nodificar a idea quo destas altas funeges^ (Muito bwu ir...
bem ) '
Sempre pensei i^ue estas iinccfs J^
viam apagar, ntomentanaaineiiSi1- ao ineoco.
a porsoa-didade pililica d'.i exerce. f'Muito bem muii brm h
primeiiv dever de um presidente soi m
gotosamente iwpaat id; mas nio basta qw
a iui[ (ambara que se acredite netta. Mu:..#
tem ,.
( Appello, |tort.in(o, para a eonliinca de
(odos os meusc-ollegas. Muito btnu mui-
to bem Deixem-ma esjwrar qua a
obtere, visto que a reelmi, monos par.
mira, meus senhoros, do que nn intsaeisr
dos nossos trabalbos, intoresse <|u nosoVv
ser igualmente caro.
A '.rdem, a maluroza, a digindad.
das deliberages sao as co^diges indispau-
saveis da autoridado moral de uma assem-
bla poltica. Tudo o que tendease a en-
flaquecer essa autoridado seria, as circums-
tancias actuaos .sobretodo, urna desfreca
publica. Muito bem muito bei >
centro c direita
Nao seria so a causa desta isawnila
i|ue poderia correr risco, mas a das assasa-
blas... (muito bem!, do regimom parla
mentar, da verdadeira liberdade. Nao date
essa nobre causa, sojam alias quaes forecn'
as nossas divisos, reunir-nos n'um sent-
ment commum f (Muito bem '
Cumplimos com o concurso nonti
patiiotico do presdante da repblica a pri-
moira pacte da nossa tarefa. A seguna
nao nem monos importante, nem menea
diflicil. Resta-nos dar ao nosso pais, ex-
perimentado por to crueis catastropbes,
todas as garantias de seguraftea e de fu-
turo que nos forem possiveis. (Mnilo bem'
muito bem I na direito e no centro .
Nao faltaremos a esse de*-
ira, sfl Bbres, *
Urfl p tive a
nm aosae-
Emquanto a mira
me esmagar uma
presumpi/io de ambi
nos con-esponder vossa ed penca com
uma dodicago absoluta aos dtreitos da as-
sembla. (Muito bem! Bravos e ap-
plausos repetidos na direita e no centro.
PYP DO DIARW- UA DGQU1 DE CAXUS
r
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