Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12905


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Full Text
%
AMO XLIX. NUMERO 115
PARA A CAPITAL E LUGABES OS DE KAO SE PASA PORTE.
or tres nezes idiantados.......' .,........ 69000
JVor sek dtfc* idein.................. 12J00O
or um auiie idam...........' ........ 2ijK)00
Cala numero vulso.................. S20
gBlOTA FURA 8 PC 1HA10 DE 1875.
PARA VES TRO E FORA DA PROTUff CA.
Por tres mewa-adantados................
Por seis ditos Hem. .,....-............
Por nove ditos- idam.............'. .
Por um anuo dfe...................
W750
1P6M
KKHSO
27*000
DE PER^AMBUCO.
PRQPMEDADE DE MAN0EL FICUEIROA DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio AI ves & Filhos, no Para; Gon^alves & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Lei*,^ Braga, no Aracaty ; Joo ana Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Maraanguape ; Augusto Gomes da Silva, sa Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa d Penba; Belanaiao dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Frahcino Tarares da Costa, em Alageos; Alves & C, n Babia ; e Leite^Cerquinho & C. no Rio jde Janeiro.
1
PABTE OFnCIAL.
Govcruo da
pros, iiciu
1873.
F.XPEUlKNTi 1)') DA 3 l)P. AIIIUL UE
// seou.
Acto.
0 presdeme da provincia res-Jve conceder
a exonera.-o que pedia o lesete honorario do
exercito, Miguel Joapiim do Rege Barro Juaior,
do lugar de secretario do presidio de Fernando de
Noronha, que exercia interinamente o nornear
para subslitui-lo tambe.n interinamente o alfares
honorario d i exercito, Antonio Fraodseo Pereira
Gitirana.
Offieios :
Ao brigadeiro comminlante das armis in-
terino. Mande V. Exe. purera IItardada, visto ter
sido julgado incapaz, doservlcodoexercieiocono
i-onstado lerino d; mspecco aiiuexo ao sea c:!i-
cio do l. d > corrate, sob n. i'i, o recluta Inno-
ceuco Jos Ricardo.
Ao mesmo.-Mande V. Exe. alistar em um
dos hatalboes de linlia eni-guimieo ne-ta pro-
vincia 0 recluta Joo Jos do Soaza.
Ao director interino do arsenal de guerra,
Autoriso Vine, a mandar eli uiiiar da rompanuia
do aprendices men >res desse a. seal o de oomo
Evaristo Francisco Antonio, i| le, attingin'o ida-
de de ser considerad > mancebo, loi jalgaJoioca*
.paz do servico militar, como consta do termo de
tnspeeco ah-'.oxo ao sen oilicio do 1." do corren-
te sob n. 38S, que assim respondo.
Ao mesmo.Tendo por podara desla data
eopcedidu a exoneraco que pedio o teoente ho-
norario do exercito,' tgael Joaqun do Reg
'.arros Jnior, do lugar de secretario desse presi-
dio que exercia interinamente, e alineado para
substitu! o tambeni inicuamente o alferes hono-
rario do exercito, Autonio Francisco Pereira Giti-
raua ; assim o comnmnico a V. S. para seu conde-
cimento.
2.* Simio.
Acto :
presidente da provincia rcsolve con caler
ao bacharel Gaspar de Vaseonccllos Moneies de
Druminond a exonera;o que pe lio do lujar de
adjunclo do promotor publico da comarca da
Oiinda.
I >;i.-i o- :
Ao Dr. cliet'e do polica. -Tendo sido Hornea-
do por portara do ministerio da agricultura, eom-
mercio cobras iiublicas, de l' de marejo ultimo,
adjunto da commissao brasileira eocarregada de
representar o lrasil na exposicao universal de
Vienna d'Austria o liachare) Ruano Augusto de
Alineida, administrador da casa "de detenclo de>ta
provincia ; .issi.n o cuninunico a V. S. para o MU
ronheriineuto.
Ao couiinandante superior nteriiM da guar-
da nacional do Recite. -Exped V ;. suas ordens
para'|ue seja postada no da 6 u corrate 3 lio-
ras da larde eia frente da igreja de Nossa Senhora
do Rosario um dos batalhoes sobre sen comuian-
o superior, alini de acouipaiihar a iiiiagcm do Se-
nhor Boni Jess da Cliagas, que em solemne
precisso ser exposta vista dos liis na tarde
daquelle da.
Ao mesas. Providencie' V. S. para que o
3. baialia i de infamara da guarda nacional dcs-
te municipio recolba a> arsenal de guerra as ar-
mas que o respectivo coaimaniant?, diz carecern
de concert, alimde pie, examinad i pelos mestres
das oflicinas, se possa dMheoer e:u quanto monta
esse concert
Ao comniandante superior do Galio. Faca
Y. S. dissolver o destacamento dof'uarJa nacional
existente uessa villa.
Ao comniandante superior de Olindie Igua-
rass.Mande V. S. dispen-ar o nicial couiiiiau-
dante do destaca i ento liacidadede Unda. pas-
;uido este a ser c inviiaiidado por un inferior.
Ao coinman iante superior de Nazareth. -
Kxpeca V S. suas anteas no sentido de ser dissoi-
vido o destacamento da guarda nacional existente
nessa cid;:ile.
Ao comnvindanti! snperi ir de Agua l'reta.
Expeca V. S. suas anteas para que sejam dissul-
vidos os destacamentos da povoacao dos Montes e
da villa de Agua l'reta ; usado esta ordem ctiin-
prida na parle relativa ao ultimo desses destara-
meatos, logo que all clicgar o de polica que o
vai substituir.
Ao c.oinmanlante superior de Garuar.
Expi.M \'. S. suas ordens. para que da guarda na-
cional sob seu comiuando superior, destanuem 10
tiranas em S. Bento, commandadas por um infe-
rior.
Ao commandante superior de Flores, Villa
Bella e Ingazeira.Faca V. s. destacar da guar-
da uacbnal sob seu cumulando superior U' pa-
cas em Villa Bella e outras lautas em Flore?; sen-
il i esMB destacameiTliis commandados por sar-
gentos.
Ao commandante superior de Tacaran'! e
Floresta. Recoinniendo a V. S. que mande des-
t "ar em Floresta 10 pragas da guarda nacionai
sob scu ominando superior, as quaes deverao ser
eomoModMlas por um ioterior.
Ao ommaiidanti) do corpo de polica Pro-
videaais Vmc para que seis pravas do destaca-
mento de Garuar vao estacionar na villa de Pal-
mare-, e be:n assim para qae so recolba a esse
corpo o destacamento existente em Terra Nova,
10 praeas do de Villa Bella. 7 do de Ploras. 1'
do de Flores'a e 3 do de S Bento
Ao mesmo. Pode Vine, engajar no corpo
(I! .-cu ('ominando, sendo idneo, o paisano Manoe
Ignacio Fernandcs, a que se refere o seu oEcio
cindido.
3/ i'
Cilicios:
Ao hupoctor da thesouraria d^ fasenda. -De-
clan a V. S. tura os lins coivcnientes, que ne-U
dita conced ao bacharel Gaspar de Vascon.-ellos
Menezos de Brunim md a exoi^r icio une pedio
do lugar de adjunto do promotor publico da comar-
ca de Oiinda.
Ao mesmo.Reeommendo a V. S. que vista
da inclusa conta em duplcala mande pagar a Ma-
oel Figucira de Paria i Fil t,<, cjnforrae soliitou
o secretario servindo de sapitio do porto em ofl-
Cio de 31 di.marcoullim, sob n. 77, a quantiade
12*500, proveniente de annuneios publicados no
Diario de PernniHlmco, como sa v da mencionada
conta.
Ao me lajad nominal e pret juntos em duplicata, que rafl
retnetteu o commandante superior do municipio
de Flores coro offlcio de 1 de marro ultimo, aum
de que mande pagar a quem se mostrar competen-
temente habilitado os vencimentos do destaca-
mento da guarda nacional existente na villa de
Ingazeira, concernentes ao mez de feverein deste
auno. ,
Ao mesmo.Transmiti a >. S. para os flns
convenientes o incluso pernio de vestuario para
os senteiicjidos militaras eiisl pres'idi.i de
Fernando, vencido u-- segundo wasatrs da ann.i
paatuo.
- Ao m'-mo. T-mdo por p-.rliria dc-t.i data
cjucedid.i a neueraca que p Ru n teiica1'' non i-
rafia do exercito Migue! Joaquim do"Higo Barros
Juaior, do lugar de secr.-turio do presidio de Fer-
nando de Noronha, que exercia interinamente, e
nomeado sara subttuil-o tambei.1 fet
o alferes honorario do uxereto, Antoni.
Pereira Gitirana; a-
coakoeiajenlo,
Ao mesmo. -Reclaro a \. S. para seu conhe-
cimento e lins convenientes que nesla data mando
destacar 10 praeas da guarda nacional em cada
una das freguesas de, Villa-Bella, Flores, Floresta
e S. Reato; dovendo ser lodos esses destacamen-
tos commandados por inferiores.
- o mesmo. Attenclendo ao que expoz no n-
elaao requnrimento o jui: de direito do commercio,
Sebastin de llego Burros de Lcenla, autoriso V.
S a mandar pagar-tas o ordenado correspondente
aos di;is 5 a 17 de marco ultimo, em que p r d ien-
te deixon o exercicio de seu eiiiprego, consideran-
do assim abonadas esws rallas.
Ao insasetor da thesouraria provincial.Al-
ten.leu lo ao que expoz o Dr. chefe de polica em
oicio de boje, sob n. 8, recomineiido a V. S. qne,
nao obstante a difTerenca que e d nos vencimen-
tos da escolta que condusio criminosos do termo do
Buipin, eoininandada pelo alferes Bernardino Joa-
quim de Alneiil i, o a prncuracao passada ao men-
eionado alferes, mande pagar a este aquantia de.
7114311 em que segundo 0 calculo dessa thesou-
raria, importam taes veneinientos.aim de que possa
a referida escolla regressar quanto antes quelle
termo.
Ao mesmo.Gomniiinicoa V. S. para scuco-
Dliselmsatii que o bacharel Rufino Augusto de Al-
meida, administrador da casa de delencao dest i
piMvincia. foi nomeado por portara do ministerio
da agricultura, coinniercio e obra* publicas, de 1
de marco ultimo, adjunto da co;nniisso brasileira
encarregnda de representar 0 Brasil na exposicao
universal de Vienna d'Austria.
Ao mesmo. Gommunico a Y. para os fins
eonveuieates que, segundo consta de ollcios do
1 sseretario da assomUa legislativa provincial de
lionti-ni datados, sob as. 43 e 45, os Srs. siembros
''aquella assembla, Jos Maria de Albaqosrque
l.acerda reside na comarca do Gabo, e nao nesla
capital, como por engao foi mencionado na rela-
co nominal que acompanhou o ofBcio desta pre-
sidencia, de 31 de marco ultimo, e o vigario Tito de
Barros Correa vcio da Europa e nao de Qui-
pap, como tambem se declarou na mesma rea-,
cao.
Ao mesini.En vislada relaco e conta jun-
tas que me rsmetteU o Dr. chefe de polica com
ollhio de 31 de marco ultimo, sob a. 033, mande
\. S. pa:ar ai capitn Jos Laurentino de Azevedo
a quanta de 'l9(ijS0) em que importou a despeu
feila durante o mez de Janeiro desto auno com o
nsteato dos presos pobres da cadeia do termo de
Giranhuns.
Ao mesmo.Gommunico a V. S. para sen
condec liento e lins convenientes que acalu de.,
expedir as necessarias ordens no sentido de serena
dissulvidii-s os dest loanuintos da guarda nacional
existentes, ua cidade da Xazareth, as villas do
Gibo e Agu Preta e na povaco dos Montes;e
bam assim para que o da cidade de Oiinda seja
BOiamandado por um inferior, sendo dispensailo o
o!ll-ial qae se achava empregado nessa coni-
nisvo.
4.' scalo.
SActos: '"II *&*m'
O presidente da provincia, alten leudo ao que
requereu o Dr. Joao Gapistrano Bandeira de Mello,
lente calhedratico da facnldade de direito desta
cidade, resolve conceder-.llie tfs mezes de licenca
com vencimentos, na forma da le, para ta ar da
sua sade na provincia dj Gear, a coutar desta
data.
Oilicio :
Ao Dr. director geral interino da iastrucco
publica.-Respon leudo o oilicio de V. S, de 46
de marco ultimo o. 9>. toaba a dizer que lico in-
teirado de haver sido instaurado o processo de dis-
ciplins contra o professor de Pesqueira, Valeriano
Bezerra Gavalcante de Albuquerquc ; resolvendo
aflaal o eoosslho director i|u nao se devia proce-
da/ c ultra ello, por ler-se'justticado plenamente.
Devulvo" incluso o respectivo processo que acom-
panliou o seu olflcio.
Portara :
A' cmara municipal da villa de Niwsa Se-
nhora do O" de Ipojuca Em resposta ao ofBcio
da cmara municipal da villa de Nossa Senhora
do O' de Ipojuca, de iS de marco ultimo, tenlio a
dizer que, para conceder approvacao s arremata-
rles de <>0 rs. por caheca de gado v'accuui e 140
rs. do chao da feira por carga de leguines, de que
trata o mesm) offlcio, cuinpre que essa cmara
emita parecer sobre os preces das arrematacoes,
declarando se os julga vantajosos, e paraislo
convni que os compare com os dos annos ante-
riores.
5.* sccciTo.
Acto:
'O presidente da provincia resolve nornear
urna commissao composta dos Drs., commendador
Joaquim de Aquino Fonseca, como presidente,
Symphronio Gesar Goutindo, engenheiros, Manoel
Buarque de MaccJo, Paulo Jos de Oli 'eir e G. 0.
Mann, superintendente da estrada de ferro do Re-
cife ao S. Francisco, para examinar os apparelhos
da companhia Recife Drainagc, que se acliam
funccionamlo, e verificar, tendo em vista o res-
pectivo "contrasto, si esses apparelhos preenchem o
fita para que foram destinados.
O Tlcios:
Ao Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.Tendo
por acto desta data nomeado Y. S. para, com o Dr.
Svmpliroiio Gesar Coutinho e engenheiros,Manoel
Buarque de Macedo, Paulo Jos de Oliveira e G. O.
Mann, examinar os apparelhfc da companhia Re-
cife Bratnage, que se acham funecionaudo, e ve-
rificar em vUta do respectivo contracto, si esses
apparelhos pieenclicm o lim a que foram destina-
dos ; assim o commiinico a V. S., esperando do seu
zelo pelo servico publico nao se recusar ao des-
empen'po dessa incumbencia, na qualidade de pre-
sidente dessa co niuissao. Matatis mutandis aos
demais membros da commissao.
Ao engenheiro fiscal da companhia Recife
DrniniQe.Pira seu conhecimeato, commiinico a
Vmc. que por acto desta data nomeei una com-
missao composta dos Drs., commendador Joaquim
de Aquini Fonseca, como presidente, e Symphro-
nio Gesar Coutinho, dos engenheiros, Manoel Buar-
que de Macedo e Paulo Jos de Oliveira, e do su-
perintendente da estrada de ferro do Recife ao S.
Francisco, G. O. Mann, para examinar os appare-
lhos dessa empanhia que estao funecionando, e
rarificar, tendo era vista o respectivo contracto, si
preenchem siles o fim para que foram destinados.
Disso dewr Vmc. dar Gonhecimento ao gerente
daquella companhia, alim de nornear urna outra
commissao, si enteader conveniente, para proce-
der ao dito exame conjuactaineate com a que aca-
ba de ser Borneada por esta presiJencia.
Portaras:
Os Srs. agentes da compaa de navegacao
Brasileira niandem dar transporte para a Baha,
por conta d ministerio da mariana,. no vapor
Cruzeirn do Sul, que se espera do* aort, ao 4." l-
ente JooUiao Pereira. Arouca.
Os Srs. agentes da companhia de navegacao
Brasileira inandefn dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da mannha, no vapor Cru*
'h Sul, esperado d< norte, ao soldp/lo do
baUliio iiovl, Guiloerine Manuel Jorge." t> ao im-
perial iiuiiuilicii'o Manoel Rodrigues.
EXttrovrrE do sbcuktabAp.
/' secao.
OiBcios-: ,
- Ao brigadeiro uommajuUa das armas inte-
rino. S. Exe. o Sr. pcesuteata da pr.vincia, tendo
irlaria desta data c.oiii-eJido a demissao que
i ;nt honorar ,o, Miguel Joaquim do Reg
Barros Jnior, do luirle secretorio dn. presimn
(tuil-o o alferes tamb.em honorano Antonio Fran-
cisco Pereira Gitirana ; assim o manda commuai-
car V. Exe. para seu conliecimeato.
Ao capitio do porto interino. S. Exe. o Sr.
presidenta da provincia manda declarar a V. S.
iue expedio a conveniente ordem thesouraria de
fazcuda no sentido de ser paga a Manod da Figuci-
ra de Fata & Filhos a despesa de que trata o
seu oflci-i de 31 de marco ultimo sob n. 77.
Ao comiuandaute do vapor de guerra Recife.
S. Exe o m\ presidente da provincia manda de-
clarar a Y. S., em resposta ao seu oilicio de 4 do
corrate sob n. 333, que licam expedidas as con-
venientes ordens para o transporte aos seus des-
tino do ollicial e das duas praeas de que trata o
citado oilicio.
2.' secro.
Ollcios f
Ao Dr. chefe de policia.S. Exe. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta ao seu ofllcio de hoje, sob n. Gi8, que
acaba de recommeiidar ao inspector da thesoura-
ria provincial que faca pagar ao alferes Bernar-
dno Joaquim de Almida os vencimentos da escol-
ta a que se refere o seu citado oIH-mh.
- Ao mesmo. -O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia maula declarar a V. S. que a thesouraria
provincial foi nesla data auiorisada a pagar ao ca-
pito Jos Laurentino de Azevedo a quanta de
1905400, de qae trata o seu oillc.io de 31 de mar-
co ultimo sob n. 033.
- Ao mesmo.S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. para seu embici-
ment e lins convenientes que acaba de expedir
as necessarias orden* no seulido de seren dssol-
vidos os destacamentos da gu irda nacional, exis-
tentes na cidade de Nazareth, no povoado dos Mon-
tes e as villas do Cabo e Agua Preta ; sendo o
ultimo d'esses desuicamentos substituido por seis
praeas, tiradas do de polica actualmente em Ca-
ntar.
- Ao mesmo.S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia manda cominuuicar a V. S. para seu conhe-
cimento-e devidos lins que acaba de expedirs
convenientes ordens para se recolher ao corpo de
policia o destacamento de Terra-Nova, lo praeas
do de Villa-Bella. 7 do de nares, l do de Flo-
resta e 3 i)o de S. Bento ; devendo destacar dz
praeas da guarda nacional em cada urna daquellas
localidades, cora CXeepcao someiito do de Terra-
Nova.
Ao commandante superior de Flores.O Exm.
Sr. presidente da provincia mamla commuiicar a
V. S que nesla data autirisoii a thc*turara de fa-
zenda a pagar a quem se mostrar competentemente
habilitado os vencimentos do destacamento da
guarda nacional, de que trata o seu ofllcio do 1* d
marco ultimo.
' Ao juiz de direito de Oiinda.-=S. Exe. o Sr.
presidente da provincia manila declarar a Y. S.
para seu condeclmento e fins convenientes que
Desta data concedeu ao bacdarel Gaspar de Vas-
concelos Henena de- Drummond a exonera-o
que pedio do lugar de adjunto do promotor publico
dessa comarca.
Com minuto las arnias.
QUARTEL GE.NKIIAL DO COMMANDO DAS AKMAS
DE PEMIAJUlIOO, EM 7 DE MA10 DE 1873.
Ordem a dia n. 725.
0 brigadeiro ominan lauto das armas de-
clara para os lins convenientes que o Elin.
Sr. brigadeiro bouorario do exercito Fran-
cisco Joaquim Pereira J.obo, director do hos-
pital militar, entrou no gozo de, dois meses
de licenca com sold o etapa, cocedtda por
portara do ministerio da guerra de 27 de
marco ultimo, como se fez publico na ordem
do da da reparti$ao do ajudante general de
'i do me/, passado, sob o n. 930 : conseguin-
temente determina que c Sr. cirurgiao mor
de brigada, gradalo, Or. Fortunato Au-
gusto da Silva passe a exercer interinamen-
te as futirces do director, as de 1. medico
interino, o Sr. 2. cirurgiao Dr. Juviniano
Regenaldo Alvim, easde 1." cirurgiao in-
terino, o Sr. 2." cirurgiao Dr. Jos ^Marques
da Silva Bastos (emquanto nao segu para o
Rio Grande do N gado do cirurgiao mor do exercito nomear
os demais 2.' cirurgioes que devefh servir
no hospital.
O mesmo brigadeiro declara que appro-
vou o engajamento que a 3 do-crrante con-
trado para servir por mais seis an ios, per-
cebend alm dos vencimentos quop;ir lei
lhe competirem, o premio de -iUJJOOO, o
cabo de esquadra da 2.a companhia do 2.
batalho de infantaria Pedro Alexandrino
Damio
(Assgnado.) Mmoel da Cunlia Wanderley
Lins.
Conforme. -Jos Ignacio Ripeiro R >ma, tenente
ajudante de ordens interino encarregado do de-
talhu.
^-^-j- :
1TTERI0R.
O Mr. Itiii'o le llnii e a sin
condigaa reupostn a retine-
;.! la HeSin'jii:. >
O publico esl informado das circumstancias em
que se veriflcou o repto laucado ao honrado Sr.
bario de Mau pelo Sr. Silveira Martins.
O orgia democrtico, apenas conhecidas algu-
mas manirestacoes do segunio dstricto do Rio-
Grande do Sul, que nao exprimiam a legitima
raaioria dos 20G eleitores que naviam tomado, par-
le na eleijao secundaria, antes que essas taes ma-
nifestajoes fossem anauaciadas da tribuna e com-
municadas ao poder legislativo em termos que ex-
clu-sem toda a duvida, e fizessem certa a vonta-
de do colle^io eleitoral, entendnu chegada a occa-
sio de intimar ao Sr. baro d Mau que deixas-
se vaga a sua honrada cadeira na represenUcao
nacional.
O Ilustre Sr Mau acaba de responder a esta
indecente iasittencia com a carta que transcre-
vemos.
O Sr. baro de Mau pode renunciar a su ca
deira. E' un direito que ningnem pedera recu-
sar ao representante da naci
Mas esta renuncia nao a pode aceitar o poder
legislativo.
Esta questao merece ser discutida, e nos
deHa recusar se a cumplir a sua palavra taojno-
brmaentD empjuliada.
Assim (nitros o iinitetnt
Um desafio convida nutro : nm pronuaciament
de ser a vespera de ouiro proaunciamento
Deshonra e vergonlia ao inantadario do pota
ue -i ora a vanto recusar-ss .* imitar o nobre
veaiilo d i Sr. baro Je Masa.
Esta questao envolv: ipiestoos.
Demos lempo ao lempo.
Eis aqurs carta di hourtdo Sr. Mau-
O baro de Man compriineiita a redaeco da
Reforma a declara Ss. Ss., que sua reiuucia
est escripia des le miitos dias. porui nao
(( a aprsenla sea'io no dia em que lhe forera
prsenles assignaturas de lOi eleitores que
formara a inai ira dos 400 que votaram.
Deelari mais a Ss. Ss. que tora perguntado
todos os dias que falla com o san amigo o Sr.
Dr. Brnsque (e ainda h ratera o le ) perguntaa
c do-1 lio se o Sr. Dr. GasparyV tinha tupa as as-
i respondido que ainda nao.
t Bailas esta* exp.'ic.r.des, o baro de Mau dei-
ca a iel;.i-cio da Reforma o mereciinenlo de "oii-
tnuar sua obra de desra iralisalo at era sen ere-
dito coiuiiHrcial, o que ao se pralica em iien'iuui
outro ponto do mundo cvilisado seno com si in-
dividuos que nao tionram suas ebrigaeSos, e resta
provarem que alguma firmada pelo bario de
Mau deixou jamis de ser pouiualmente curapri-
da.
-Rio do Janeiro, Me abril de 187 '.
v. Da iV cao. j
dis
DlftlO DE PEHWftMBUCO
REC1FK, 8 DE MA10 DE 1873.
IX
A RKKO'MV KI.KITORAI..
O direito eleiloral m ilerno basa-se sera duvi-
da n'iiin prnci|iio lamo mais respeitavel e santo,
quanto elle decorrentc da razio e da justca.
guias seguras da poltica, qae Vlacauley cliamou
mais nobre eraii'e.'O da-> tac.uldales huniuias.
At ha bem pones lempo viviam coufun lidos,
b entre ns perdurara in geral n'esse estado,
dous principios, dous direitos, in'eiramente dis-
linctos, essencialmento diversos : o direito de de-
iso e o direito d^ representac.au.
Sempre que se trata em qualqiier ci>r|io delibe-
rativo de decidir ifln nefasto, de resolver 'obre
um dado object-i, lgico que inaioria numri-
ca deve caber a decisao. deve CbUr o direito de
la er predo'ienar osea mido de ver. E' aislo
que consiste o direito de decisio, ahi que deVe
prevalecer o numero. x
Quando se irata, porm, do direito de represan-
tacas, o neg icio muda inteirainente de aspecto,
visto conn esse direito inherente atlos os co-
participantes activos da sociedade, e a sua obli-
terariio importa no mutilamenti) da soberana na-
cional.
Spi um corto numero de individuos tem o direi-
to de eleger nm oatro numero de individuos que
os represontem, intuitivo que, datando estes ser
urna aspU lii'l .1'aquelles, s podero exprimir a
pensamento de todos islo a sua soberana, se
lodos os matizes polticos em que elles se dividem
se achareru debidamente incarnados n'esses re-
presentantes.
E' este, sera duvida, a direito de rcpresentai^ao
que assiste todas asopinies em que se divide
asocielade, ci deste principio que surge raan-
festamente o di eito de ler-m as minoras >piem
as represente, quera pugne pelos seus iatersssss,
ccrtamentcirespeiaveis, nocongresso nacional.
Nao basta, porm, salvaguardar o principio,
liara qae a liberdade elaitoral seja completa, nao;
prec so taubem qne. matara o minoras, te-
nlian todas as opiniiis a sua quola parle rela-
tiva na reoresenta;o, isto 6 necessprio qne
cada opinio. que cada grupo de individuos con-
corra para a for naeAn da repr sentaco com um
numero de delegados equipolente ao numero de
(breas activas de que dispfj;, alim de que os n-
meros de representantes dos diversos grupos este
jara entre si na mesma justa propor.o em que
se acharem aquellos que 09 elegerem.
E' s por semelhanle forma que se peder di-
zer ecrr que a representars de um paiz 6 fiel
imagem des -e paiz; s assim que se peder as-
segurar e proclamar que essa repr senta.ao ri-
gorosamente a exnrossSo palpitante e lgica da
soberana nacional.
E, effeclivamente; se mil individuo* tem de ele-
ger dez outros que deliberan por aquellas ; e se
esses mil individuos se dividem em tres grupos
de quindenios, trezentos'e duzentos, representan-
do opinioes diversas ; nada mais raz,oavel, nada
mais conforme justca do qne entrar cada um,
na composico dos dez, com urna quota parte re-
lativa ao numero de seus respectivos copartici-
pantes.
Assim, pos, de juslica e razo que o grupo
dequinhentos seja representado por cinco delega-
dos, o de Irezentos por tres, e o de duzentos por
dous. .
E' m'sto que consiste a plena e inteira liaorJaue
eleiloral; nisto que reside essencialmente o di-
reito de representaco. nico capaz de formar cor-
pos legislativos me sejam a fiel expresso da so-
berana nacional. _
E', pois, debaixo do ponto de vista da represen-
la?ao proporcional, garantida todas as opinioes,
maiona e minoras, que comprebendemo? e que-
remos a reforma eleitoral, tal como a almeja o
paiz era peso, sera enlretanlo alterar-se a base de
dous gros,.a eteicao inlirecta, tal como a prsco-
nsa mni sabiamente a cor^tituico politica do Im-
perio, tal como a entendem os jrablicistas moder-
nos, tal como a ideou em 18&4, e lera pugnado por
ella o Sr. Dr. Nabor, cujo livro-o direito eleitoral
moderno-to ntois salutares conselhes offere-
c3 quem e quer realmente insjiirar na sobera-
na nacional, livremento consultada e respeitosa-
mente obedecida.
Hem sabemos, e ningnem ignora, que diversos
svsteaas tem sido apresentados e aoregoados co-
mo capases do resolver praticameote o- problema
da representacao das minoras; mas landicm ao
igaoramo* qae iodos esses systemas, bis oa rae-
nos sao contrariados aa prlca pela fraude e pe-
lo vicio, e de ontinario proikuem cffeitos lesivos,
ora para as minoras, era para as tuaiorias, quan-
do os partidos que as representara nao dispocm
convenientemente dos seus esforcos.
D'ahi a prefereacia que se nos afttgnra mere-
cer o systema proporcional, que, posto que de dim-
cil execui-io, todava o correctivo para todos os vi-
cios e fraudes ; um salatr.conforto para todas as
aspirad; urna sabida fcil, boa e lgica para to-
das as manirestaooes; um ineioelBeassisimo de cor-
rigir a corrupeo eleitoral, tnrrivel ohaga que af-
flige tantas sociedades, e qua nos vai ftagellaudo.
tativo, e abalando os alicerces das instituiciies |>ar-
lamentares.
A,Dinamarca, que, lia de/, anuos, usa do sy-te-
ma eleitoral proporcional, tem col ido exeelliUe*
resultados da sua pratea, c nella progride to-
dos os dias a sombra das suas ustiluicojs e sen
recato pelo seu futuro.
IWeriiidn se esse paiz e ao systema prop^ir-
eonal dos Srs. Andr e liare, que uio outro
*eaao o do Sr. Dr. Nabor, qu-i iiiquesloiiavelraen-
to precedeu-os na sUa descoberia, escreveu o Sr.
Naville as scsuiules liabas dignas ile inoditacao, e
que trasladamos da pagina l'J4 do livro do Sr.
Dr. Nabor .
A luta dos dous partidos em presenca no
(i fundo, um elemento de barbaria. A evilisai;o
(ende a prolmir. |wr sea descaro!viraaMe na-
tural, urna varisdade fecunda e realcada, pelo
agrupaueuto (breado dos eleitores em dous- par-
tido somenta reforma estabelecida por I.
Aadr, e proposla por M. Une, pois essencial-
mente cvilisadora.
u No systema actual, os eleitores iiecessariainen-
le arreginentad.;.s para faz T urna raaioria, nao
obtero Iruuiplio com o preco de sua propria!
servidas. Os dous partidos sao agrupados ao
a redor dos programlas de seus chefe*. Todo o;
u candidato deve aceitar um programla ou ou-
iro, e ei-lo atado, e quas sempre de bocea fe-
abada. Todas as grandes m-ddas polticas sao
decididas de ante-mlo ; as d.-lberaQoes dos
Conselhos nao nao verdaderamente serias ; os
discursos w dirigcm < paixoes do pubiieo. i
(( nao intelligeiicia dos repiicut.inles, cujo voto
sa ido de alguma sorle da urna eleiloral.
Einiim, o systema actual, falseando a venia Ij-
ra reprosi-utaco da inaioria, perrailte quo se
estabeleca um desaccord.i fatal entre a naci <.
* os Corpus poltico* que, nascidos da luta d >s
' partidos, n.io ieireseutam verdad jiramente O ,
espirito ceral do povo.
t Km presenca destes fados, collocai as previ-
' soes legitimas do resaltado da reforma. (joaJ!
* a iulenco da le nova Sabtrabir os eleitoral
domiaaco absoluta dos abelas de partidos; aug-
* mentar o sentiinento da respousaliilidade in-
dividual na aeeo de cada edada sobre o ne-
> g'icios pabcos ; por a soascoacia dseadaele-
tur sob sua propria guarda, retirando-a das
mos dos manequim que respeitam pouco a
consciencia dos individuo* ; tal o fin prose-
< guido.
Una escolta livre e reilim'da, ura verda-le-
ro voto decoulianca ura acto.ipie levanta
dignidade do eieitor; o a lei qoi prescreve este'
acto ni iralineiile beinfeitora. O corpo eleito-
ral, elevndose progressivaiucnte ura nivel
< mais alto de intelligenca e de moralidade, ele-
vara por iss me*mo o valor do corpa repre-
sentativo. A* cadeias dos dou* partidos exclu-
svo* sendo quebradas, os denotados tornar se-
* b i o livres na exprassis de seus pegamentos, e
as delbera.ws tornar-si-lio seras. Emlim o
a accordo entre o corpo poltico e o corpo cl?itnral
ser estabelecdo ; a naijo ser verdadeira-
mente representada, e uraa represeutaco ver-
* dadeira era forte e raspetada.> .
Nestas sinceras c judiciosas patarras contem-se,
quem o negar ? una das mais dolorosas chagas
que fazem sangrar a nossa sociedade ; c o reme-
dio, que pie,e deve cura-la, a reforma eleitoral,
tal como a temos entendido e proclamado.
Assim, pos, e em conclusa, se se quer refor-
mar a lei eleitoral, i: indispeosavel assentar essa
reforma no direito de repres ntacao para todas as
opine*, garantindo toda* e a cada urna a sus
quola proporcional, e, por senelliinte meio, dan-
do feico verdadeira e real ao parlamento, alim
de que todas as rodas do systein i representativo
possam marchar em regulado concert e clreguem a
produ/.ir o bem estar da ci.nmunliio, asseguran-
do a tojos ordem e liberdade, isto progresas re-
Qsetid i, engrandecimentj moral, intelleutual e ma-
terial.
Para isso, porm, preciso ter sempre em risa-
que, se o voto tem por foule legitima a persona lia
dade jurdica do cidado, a represeutaco devi-
ter por base a populadlo do iaiz.
Eis ludo.
cutiremos.
A Reforma nos d a seguranca ds que os docu- Id nm modo assnstador.
mantos exigiitos pelo rnbre Sr. baro de Maua se-1 Se essa corropcao existe, como eremos, etia
r.v. oaatra em aluc apresentados com a devida \ um mal terribilssimo, que eumpre sanar, ecujo
soleranidade v sneaincnto dependo di irapirlancia que se uw ao
Gnm a /levi.la soleranidade Esneremo-lo*. '
o documento pololeo dn- Sr. Hado de Man
lea o orgao de nocratico a raelhir prova, a mais
esplendida e irrecu*avol, de que o hone'tissiia) tt-
bral antes de ludo un bomsm de bonra, que
sabe dssempanbar-se da sua palatta leAtmepote/
catnprometlida.
*0 Hlumrs eidartRiH fas- nao ss rbatS'-m a aeaimr
de forg&ado d Noronh;. n unaado para substi-' o i rapto do wtt otarta.nben de dJstrlsto, ottpo-
voto individual e ao direH de represent^ao ron-
ce i to as inTi n-i.isiio; justos limites da ?u i pro.
fpnreo.
So as-iui pKmttat regenerar o rarJammtaris-
mo, por queso a ir lazar d saup:
a perniciosa infiuei
o das mainrias numricas, q india o.
>so etmafa aunalwa o o indi
ao masa twnpo a esseucia do regmea jeiv
REVISTA DIARIA.
Assembla provincial. Funccionon
hontem com 46 Srs. deputados.
Approvada a acta da sessio antecedente, o Sr.
D secretario leu o segrate expediente ;
Um oilicio do secretario do governo da provin-
cia, remetiendo um projecto de posturas da c-
mara municipal do Recife, e copa das laforma-
ces prestadas pela mesma cmara rparlicao
das obras publicasA' commissao de posturas.
Una pelieo dos alumnos mestres da escola
normal, representando contra a praxe estabeleci-
da, que ts manda submetter a concurso, afini de
poderem ser prvidos nos lugares de professores.
A* commissao de inslruccjio publica.
Outra de Joaquim Pedro do Rogo Gavalcante,
offerecendo-se para fazer a obra da barreira man-
dada estabelecer pela lei n. 473, na estrada do
norte junto ao rio Timb.A' commissao de obras
publicas.
Outra da irmandado de Nossa Senhora das Do-
res da povoacao de Gapoeras, pedindo a approva-
cao de seu compromisso.A' commissao de nego-
cios ecclesiastcos.
Outra de Jos dos l'assos Juinteiro, olTereeendo-
se para contratar o fornecimento de pi e bola-
ehajao* habitantes do Recife. mediante um privi-
legio por40annos, olle-recendo para sso600:<'00
ao asylo de alienados.A' commissao do peticoes.
Outra de Manoel Goncalves GuimarAes, olfere-
cendo-se para contratar o fornecimento- de viclua-
Ihas aos habitantes do Recife, mediante um privi-
legio do 30 anuos, olerecenilo para isso 4i)0:i)00a.
A' commissao de peticoes.
outra de Francisco de Paula Araujo e los de
Ges Meirelles, pedindo um privilegio por 30 as-
nos para estalielocerem nesta ci iade um armazem
norma de fazendas de todas as qualdades, onde os
seus habitantes se possam dellas prover por ba-
rato preco.A' commissao de. peticoes.
Outra dos moradores da Capunga, pedindo a
creaco de duas cadeiras de instruccao primaria,
sendo urna para cada sex&A' commissao de ins-
trueca publica.
Passando. ordem' di dia foram approvados :
em X' diseussao o projecto n. 56 dest* anno so-
bro cdilos supplenientres lei do orcameoto
vigent ; em 2." as emendas apresentadas em 3."
ao projecto n. 3 deste anno sobre carnes verdes,
a bem assim o projecto.
Continuando a !. discussao adiada do prometo
b. iV deste anno, que reduz o imposto sobre casa
de compra e venia do eseravps, foi o mesmo ro-
jeitado, c approvado em 2." diseussio o de n. 48.
deste anno, que crea urna nova freguoza annexa
ao municipio de Panellas, sob a invocarad da Au-
gnsta Gonoe'irio.
li i\v-i ;|i3 numero para votar, oSr.
i para or-
ljate
clpUo anna e 67 da 1871.
Aiitoj'iilad<' palela ir portara
ram n.ora.ea,dia prlmeiro^segu sup,.
penles do subdelegado du districto de S. Vicente
do termo de Itainb : Luiz Guedes Aleofonafo.
Joo do Rogo Gavalcante, e J .i piim Camello aV
Andrade Li.na.
Dele^racras lUtcrarla-Por partarU.<
da presidencia da provincia de 6 di correte, lei
oreada mais u na delegada luterana na fregoaan
da Boa-Vista da cidade do Recife, nim prebenden-
do a primeira toda a freguezia, com nxcspei>i
de Santo Amara das Salinas, que onstitnira
segunda, sendo os seus limites os dos respnetivs*
distrctos politiciaKs.
I.'1 c-:kI( Iliterario. Por portara da
prcsiilem-ia da provincia, de 6 do crrenle, foi no-
meado Francisco Pacheco Soares, delegado litte-
rario do districto de Santo Amaro das Salina-"
Expasics'io ajerenla. Aluixo a>*ta Re-
vista publicara is d ije cd un ara >s a alten -o do
nossos lelores para o seu contexto. ces para a pnparacaj e reincssa dos productos
que tera de figurar na exposi.-.o agrie.ta. quv
pretende fazer a seeiadi le patritica Ona: de Se-
lembro, no dia 4 de dezembro do rurrcnte anno.
Nluticias la corte. -Por tele*:raninas V
Macei, edegados hoatea durante a dia, consta a
seguinte:
t O l'ar fndeos aqu hoje s 6 horas e meia
da manda, vindo do Rio.
* Gamb a sobre Londres faxia se a 4.'i 3/4 d, por
i jO'o (irme.
Pelo ministro do imperio foi apresoriaJo, na
sessio de 30 da abril, o projecto da reforma
eleiloral, conservando o sy*imm n lin-to. r
consagrando o da representacao das miaorias
IVi>p:i'jrailitra la lustrueco lNiluli-
ca. -Sobre esta sociedade ro'nctterain-iios o se-
guinte :
Esta |i!iilanTiopica associacao vai seincando o
importante elemento da civilizaran dos povos. Co-
mo f ira a n milicia do Uvera lugar no dia 5 do eor-
rente a inslallaco de dua* escolas nocturnas, onu
no p ivoado 111 Monlcim, outra na travessa da
Gruz da Almas, promovidas pelos conselhos paro-
chiaes das respectivas freguezia* Poco da Paael-
la a N. S. da Gra.a. ('. ira aquellas escolas sera
franqueada a instiuccAo aosi|ue por suas occl
pacoes diurnas ou falta do recursos, no poderem
receber as luzes da instrneeia as e-colas que
fueonain duran.e o dia. Ambas as installacoes
lorain elTecluad.is cora grande aniui.icao a entbn-
siasin i; assistndo soleranidade a maiona do
concclhos parochiaes da lialiJade de algans
membros do conselho laaerisr, inclusive o presi-
dente do consclh i superior da associaco, us o
director interino da instrucrao publica, delegad"
litterarios c umita* nutras pessoa- importante*
no commercio.
Em Cruz das Almas a festa literaria tivera
mais fulgor, por ser a primeira nstiiuicto deste
genera creada pelo respectivo conselho parechial.
As 7 horas da noite a casa em que tem de func-
ciouar a escola construida a pouco, e offerecendo
as memores condicoes hygienicas, perfeitament
ventilada, mobiliada para o lira a que destina-
da, Iluminada a gaz, eslava apinhada dos que
coivorrerain a assislir a installacao.
.Nao estando presente o presidente di conselbo
paiMchial, presidio a soleranidade o Sr. Luiz Goa-
i.alves da Silva, como vico-presidente e motor da
idea da creaco da asala, e nesta occasilo en
eloquente discurso inostr.ua a importancia e ao
vantagens de tal rastituic.io; sendo secundado pe-
la recita.o apropriada as assiimpto feiu peto
Dr. Luiz Carlea de Magalhcs Brflves, irabalho
bem elaborad) e digno de apre;o O Sr. Or.
Bento Jos da Costa Jnior nesla occasiio fuera
ollereeiuienlo de fon ver gratuitamente os hvros
que precisaran os alumnos iwbres qne freqoen-
tareni essa escola, ofTerta que f('>ra aceita ron
granee applauso do todos.
O professor quo tem de reger a escola, fuera
breve e apropriad.i discurso coucci nente ai as-
siimpto, c o Dr. Joo Jos Poito Jnior,quer como
director interino da instruir' publica, quer Co-
mo presidente do conselho superior da sociedad**
propagadora, dirigir expressoes de congratula-
edes e de animaco ao progresso e desenvolvi-
iicnlo das ideas que motivaran a '-reacao de tii
nobre associac"i.i.
Campanilla DrainagcO Sr. Dr. Joa-
quim de Aquino Fiwiceca, cuino presidente da
commissao eocarregada de examinar os appare-
llios desta cura,laiiliia, convida os demais mem-
bros da mesma commissao a s j reunirem no pala
eio da presidencia ao meio dia do 9 do correte.
Maconnria. -- A sociedade Seis de Marp>
de 1817-ao valle do Lavradio. convida saseos
membros para comparecerem lioje s 6 horas e
meia da tarde, conforme respectivo aimum-io.
Velo religioso.Pelas 5 horas da tarde do
domingo transacto effectuou-se no rcrolhimcnto
de Nossa Senhora da Glora, a edificante ceremo-
nia da benclo do SanUssirao Sacrameulo, a qual
tem de ser repetida todos os domingos.
O acto foi concorrido e de esperar que conti-
nu a s-lo.
Sempre elles -Clles, j se sabe, os la
droes, em 5 do coneote, conseguiram penetrar na
estacao d>s trlhos urbanos do Recife a Oiinda.
sita na ra do Principe e i falta de melhjr, leva-
ran! do quarto do viga que ahi permanece, um
hah ciiendo, alm de algumas |>ecas de roana.
114(000 em dinheim, um par de rosetas e um
annel de ouro. Gris a grao vio enrtiendo o
papo.
Socieiiadc recreativa Xova Hr-
moni.Flojo as 6 horas da tarde haver >s-
so ordinaria desta sociedade, ra do* MartT-
rios n. H4, i andar.
V(lmi!iivtra\-o do crrelo.-Ksla re-
particao arreoadou ao mez de abril 8c777|n\
sendo de:
Sellos 3:03MJ
Carlas t:4HIII
Premios 37*400
Assiunataras l:3U)*0f
Mullas 7**6 rt
Extraordinaria i:Sot>00t>
Movitaeato de Fundos iaiOOO
Comarca d .Santa .Vnte. =- Receba-
mos o Crrelo de Santo AutCn de 46 de abril a S
do cu-rente, de onde extrabimos o seguiale :
Em Gamassari deste termo, no dia 23 do car-
rente, foi bai liarainenlo asaassinado Jos Gortaia
de Queiroz p ir ura talL.cio, cujo malfeitor foi
logo preso no lugar do crin, e reaasfMa palo
respectiva autoridad cadeia desta ca
Sabbado 46 de abril, qoaado de so
Quandus para esta, dade, se diriga o Sr. teoen-
te Joaquim Gomes do Reg, ao passar en un
malta entre o usmo sen engenho e Solidada, aa-
hin-lhe ao enontco ojo sakto de asna Francis-
co Canzil.q'.ie o surpreheadsodo diaparuo-lbe osa
tiro a> pistola, empreando-se toda a carga, cons-
tante de 2 balas, cm o sea relogio, que desta-se
em pedaeos.
< Muilo feliz foi Sr. tenaoto Joaqun *3e
nte* I
< O malvado escapou aecio -da
ta-se do seu competente processo.
Ferlmento.- Anto-li
* da Silva Oa-
veira, ferio gravemente com ama lacada a Aa*-
u'erio Gomes de Arai tor i roa da-
tejticaatra-
i 'bares da




EKftKtode Pemambuco. Quinta feira 8 de Malo de 1873.
ssss&r.:
*

se, afia de oavir as dedaracr os fie Invada tUJ-
rio e mandar proceder ao corno ile delteto.
O fcrimeuto fti .'{tuiliflcajn grave, andan
0 ferelo ter sido isa-efea.soi u indicad) menor.
Observando a indigencia de Angelo Rogerie, vi
Sr. subdelegad) Dr. AnWrico Net.o de Monteara,
lave a r'JitcmbrMtca de indicar una snbsorip-
cao qire elle Coi o pdmcro a satiafaier para "apu-
rativo de s* dstrfetnM>w
E' mais am acto nwntorio do Si. Dr. subdele-
gado, qne foi gamas do registrar.
Lotera a q w s ai-.ht ''ciWa a 39*. a
beneficio dn matriz de Etem-oaetlho, qae corre no
14 do corrent&
Leudes.-Hojd- effectua o gente Martin* s
li hora do da o loilio de nina grande casa ter-
Tea que fiea e frenta da i gruja da Poca c diver-
sa < o bras de -lir.ito e liiteenjarii e d prepara-
torios ; no armaxein n 48, da ma do Impera-
dor.
Maje, s ti bofas, tem lg_ar no Caes de Ca-
pibaribe, arnuzeni doSr. bara) do Livramen o,
o leilaa de 219 fondadas de carvo do pedra, con-
formo esa annuncado por interveneo do agente
Pinto.
- Amanhaa effectua e agente Pinto o leilo de
- annnnciado para e armazcui da rua da Cruz n. t.
C WAR1 MUNICIPAL.
SESSO EXT.iAORMJURlA AOS 16 DE ARRIL
DE 187:.
prksioknc.m aa sa. roo k m.buquqhqe.
Presents os Srs. (aineiro, Theodoro Silva, Ne-
ve-, Sonsa Lean, Cuaba Guimaros e Loyo Jnior,
abri-se a sent, e foi lida e approvada a
acta da antecedente,
Leu-se o seguate
MCi'KMESTK
Uin cilicio do Exm. presidente da provincia,
communican lo ter providenciado acerca da recla-
maco da cmara sobre as excavadles dekadas
'poli colloeaeao dos canos da companhia Recit
Urainage na fregiiezia da Boa Vista. Inteirad.
o.it.M do inesmo, lemhranju cmara que d
providencia* no sentido de destinar para despejo
do lixu o lugar que se tem destn do para o jar-
dim publico alim le ser atterrado com maior bre-
viihnin. Aos Atoaos.
Outro d) dese.u targa lor Manoel Jos da Silva
Xeiva Ao contador.
Cm.parecer do ingonhero corleador, desfavo-
ravel ao reqnerimento de Rosa Soares. Inde-
ferio-se.
Outro do mesmo, desfavoravel ao requerimento
de Francisco Maia Orle. Indelerio-se.
lia offleio do amanuense, Jlo Xavier da Fon-
<-e\i Canibaribe, commnnieando i seu impedi-
mento actual ao'servio i da cmara. Inteirad.
Outro da administrador do cemiterio de Jabea*
Iao. Ao procurador.
Outro do fiscal di frjgnezia de S. Jos, aatisfa-
zendo as inlintncoes.qne I e foram pedidas si re
a venda de carnes verdes. a" ommisso do.
matadoure.
M.nro do fiscal da freguezia da Boa Vista, o
mearan reatado. A' ommisso do inatadon.ro.
l'm ronneroenlo de Francisco M mt :iro Gen-
calves i! i l,!i/,. Ao fiscal
.itro de Manoel Antonio Correia de Figudre-
ilo, acarea da arrematara-i d >s reparos da estrada
munMpal da freguezuda Vanea. A praea'a
dia ?i da enrreute
Outro de Silva Siuidei ^ Coalho. Ao fiscal,
u itru da viuv.i de J rwjuiui da Costa Moreira:
A'i Uscal.
Un leqicritivit) do Sr. vereador Xevas nos
sejulotes tenn is :
lie |ueiiiqtie alimpeza das roas desta cidade
seja feta provisjrtaineule do conforinidado com o
art. .V' 5 das p-ntraa de JO de n ivembro de
IS'i) ate jue sejam approvadaa as suas postaras.
Paeu da eainara inunicipal do llecie, lii de
abril 'de 187-1. Jos Pedro das Xeves. Ap-
provad i.
OntrodiSr. viivalir Gameiro, lanilj-.n ms
segnintes leaos:
Deveodi a cam ira municipal por fo-ci da le
do ta cre.Ti curar >\xs necessUIalw do muai-
cipio, e sen i i de palpitante orguacia a c nstrne-
eao de una pente qae lijie o b.nrro da lioa Vis-
ta ao de Sao Jos, pirtinlo dos Codlns. ao atierro
dos Afogados, o que nao s urna com u kUdade
para a popolijao, porque encontra as distancias,
cion un meio pilerosissinii de promover a
'iici.o dos terrenos ein .iberio que existen! pa-
ra o lado do sal do luira da lioa vista, no lugar
dos Coelhos, e dos terreno; as minas circums-
Unciai no atierro dos Afogados, 6 que traz sem
duvidn rendas para a provincia com augmento das
dcimas, por esta rai (mnalro que se represente
convenientemente assemiila provincial a decre-
la.- i dessa obra. "
l'aco da cmara municipal do R 'cifep 10 de
abril de" 187). J is M aria Freir Gameiro.
Apnrovado.
un parecer da commlsslo de petieoes, entran-
do o eonneeimento dos relevantes servidos pres-
tados ptlo solicitador dos. presos pobres e capti-
vos. sjtuviu.il Ja grande economa que resulta
r-m favor >la anua por t.i's servicos, di pare-
cer que se deve marcar a quota de seu pesado
trabatho solicitando da assemblea provincial om
vot > para osse fia E aproveilando a occa-iao in-
dita ajse meio como ma;s curial para que igual-
menta so peca assm 'lea p r intermodio do pre
sidente da provincia, a graflfleacio de qninhentos
mil reis para o a Ivogado dos presos pobres em
offl -io addilivo ao ano se fez para esse fim sem mar-
rar a quanlia.
Paco da cmara municipal do Recife, 2 do
abril de I87J. Jos Mari Freir Gam.iro.-
Approvado.
A reqaariraento do Sr presidenic, a cmara rc-
solven que as importancias que os fincaos reco-
1 erem provenientes do multas, fosse d*ora em
diante cobradas e reeolbdas pelo procurador.
Despac aram-se as peticOeS de Braga & Punen-
tel (i), Bernardo Jo Pereira, r'i'ederico Cezar
Burutmaqne, Pranci co Crrala da Silva e antros,
"us Franeisode Sonsa Magalhass (), Jos Jlo
de Araorim Jumor, Joaqiim Jos Gancalyes Bel-
tro, Joao Marinli i de Garvalho, Rosa Soares,
Tilomas de Carval o Soares Braadae e ievantou-
s" a sessio.
Eu, L nireneo Bezerra Camero da Cnnha, secre-
tan), subscrivi.
Jos Pedro das Seces, pro-presidente. Ju
t tria Freir Gnineiro; Jos di Silva Loyo J-
nior. Jd/io di Cunha Soares Gaimiraes. Dr.
Pedro de Altiiydt l.ibo .Hoscoso.
wlas; **, ^acM*,; gwvstifar^atPB*?; *** Tiitrante o oatnj quo o Esn, Sr. Dr,
(1n.ilii(|.... .Ia hua .1.. ficarifi,' iruirnj n !< no. *
=
Xlraludas da casca de'r'iversas rvires, c da pa
iba do cc
. 2* cl.vsS raowOTds .vobicoi.vs.
I, assoc\ii.-Diversas especies, brciiici, siiae-
nos, mjscarade. Mel. Agurdente. Aleool. Can-
as de diversas dualidades.
, algoda8. -Arbreo o trebaceo, tm caroco-e
ilenearneado om Imladeiras e UMchiaais.
'- Eio (tabaco) -En!; follu, em no e em po.
4* radas. ,
5 Mano. -Diversas (|ualidades, em espiga, de-
bulhado, e em farinha.
fi">Roz.-Em grao e em farinha.
7 FaaXo. -FC(s, amndoim, ervifaas e outros
legumes seceos, e de cuns rva.
OtKos. Mamona, copaiba, coco, dead e outros
alimenticio? e industriis.
Frcctas.;eccas, de conserva, c em doces.
cocos.
3a CI.ASSK.TLORir.ULTURA.
Floiks.De todas as qualidades devidamente
acoadieiouadas, em vasos apropriados. Semeulcs e
batatas.
4a CI..VSSE.GADO.
Espkcimk.ns. De gado vaeeum, cavallar, muNar
langero e suino, devendo escolber-se os melliores
exemplares.
Todos os productos devem vir aeompanhados
de urna succinta expicag.\o de seu custo, e suas
applicacoes, meiicionando-se aproximadamente o
seu l'rete a capital ou s eslacoes da estrada de
ferro.
Os productos devem ser remettidos contis-
ate central da Sociedade Patritica Doze de Se-
tembro, al o dta 31 de outubro.
COMMUNICADOS.
\o
advogado
Naciedmle pntriotica Iface le
SSPOSBjAo AOniCOtA DA PaOVINCIV DE PtUSASBDC)
SO Dl.\2 DB DZEKHIt.l DS 1873.
iii-'.ii'.-i-des pir.i a prepnr-irJkt e retuesta dos pro
dntos.'
A exposico c eiuar.t dos producios naturaes e S)5 do empresino ; quaesquer que ellas 109-
Sr. Hr. I.nnreiuM Bezerra
Carneiro ila Ciinha.
Antes le responder aos artigos de aecusa-
coque V. S. forinulou, devo dizer-llie que
na i temo os estragos que penan p oder
me causar o estimo milito ter occasio de
discutir qualqucr acto meu, quer como cni-
pregado publico, quer como simples parti-
cular.
Pergunta S. S. em primeiro lugar se anda
sou, fui, c continuo a ser advogido dacom-
panhia l'ernambuco Street Ralway ; ver-
adcqiicfui, sou'oestou certo deque conti-
hnare a ser advogado da mesma eotnpanbia,
omquanto merecer a eonfianca da sua di-
roctoria e poder prastar-lhe os meus servi-
dos como advogado, ante as autoridades |u-
diciaras, administrativas c na imprensa.
Ha cerca de tres anuos que SOU advogado
dessa coinpanliia, medante o honorario de
ftSOOgl por auno; des le logo quero declarar
para que se fique sabendo nao p?di esse par-
tido e netn outros que tenbo.
O Exm. Sr. bario do Livrameato, amigo
do Sr. B. Wltitman, o o Sr. Dr. Francisco
do llego Barros de Lacerda, amigo do Sr.
Swil't, foram os que espontneamente se in-
leressaram pira que eu fosse advogado da
eomnanhia.
E" verdade tambera que como
dacompanhia liz um requerimento assem-
bla provincial pe liudu ilispens do paga-
m-'iito do imposto do tiansferoucia de privi-
legio, que se exige pela cessaoque fez o ne-
gociante do Rio de Janeiro Moitinho a actual
eotnpanbia.
Esse requerimento foi por inim feito como]
advogado da < ompanhii e nao estova inhibi-
do de tal requever por ser denotado prorin-
cial ; o regiment da as&mbla nao me pro-
hibe de cora) advogado fazer qualquer re
querimento que se tenba de discutir na mis-
ma assembla ; nao o cKscutindo eu e nona
votando, creio que nao posso ser censurado.
8o nao fosse advoga lo da companhia nao
me enerrregava de fazer o seu requerimento,
assiin como nao quiz ser advogado do Sr.
capitoJos Antonio I'ereira, que me foi
procurar para ser seu advogado de partido,
porque tioba elle urna pretencao na assem-
bla provincial.
O requerimento nao feito por minba
letra ; foi copiado pelo Sr. Gustavo A.
Sebmidt, digno gerente da empreza. Os
documentos que acompanbaraui o requeri-
menl sao os estatutos impressos ; nAo ha
outro documento e portauto nem nos docu-
mentos, nem no requerimenlo se v a mi-
nha letra.
Proceden lo assiin, iulgo nao ter sacrifica-
dos os meus deveres. Qualquer que soja a
soite do requerimento, nao terei outra p?ga
nlm do meu honorario, pois que nenhum
lervico extraordinarioJorestei companhia e
ao contrario apenas Cumpl o dever de na
qualidade de advogado requerer o que jul-
guei de justiga.
Finalmente declaro que no pedi a colle-
ga algum que votasse a favor do dito reque-
rimento. Se nao verdale, que me con-
testen!.
Creio que o 1. capitulo da aecusaco
lica respondido e por isso passo ao 2..
Principia S. S. o 2. capitulo peguntndo-
me se nao fui advogado do bati do Kio-
Negro c outros que se propuzeram contratar
com a provincia o emppestimo de mais de
dous mil contos.
K' tambem verdade que fui autorisado
pelos Srs. baro do Rio-Negro, J. M. Corne-
lio dos Santos c Tuemistocles Petrocochino
para contratar o emprestimo de tres mil
contos de ris que a provincia estava auto-
risada a contrahir.
.Nao tenbo necessidade de discutir ae ba-
Por'IU i.Nleve na..pesideuch, uio eontM-
tei urna s causa de p.irli 11 pira o escrip-
tori.i. Se (i Sr. Dr. Oariioiro ala %Miht
sabe do contrario, que o declare, porque
terei occasio de provar aue, S. S, est en-
canallo. 9
_ Devo aiuja'-accrescaaitai' qjae, a excepeio
de dous reajlMrimenU feito* por mim para
a coinpannM' l'erumbuco Stfcit Ralway,
nao tito causa- algtiina administrativa na
admiuistra(;ao de S. Exc.
Eis a que se reduzeni os captulos de
aecnsac^io, que contra mi foram a presen-
ta dos pelo Sr. .Dr. Carneiro da (einha, que
parece ter se esqueejdo da obrigacao que-
contrahio de articular os favores, que disse
ter eu feito, em troca do altos donativos,
quando secretario da presidencia.
Peco a S. S. que nao pon pe os meus
actos, que os aprecie todos.
S. S. mostrou-se sorprendido por ter
eu pedido judicialmente a responsabilidade
do sen primeiro artigo; nao ha razio para
sorpresa, pois que desde que lhe respond
disso-lhi) que no tribunal c mpetonte nos
discutiramos as injurias que continha
aquello artigo.
Nao quero olfender a pessoa alguma, mas
nao desejo ser olendido e sempre que o
for, procurorei com os recursos legaes con-
fundir o meu aggrcssor.
Hecife, 7 de maio de 1873.
Dr. Joiu/tiini Correia ile Aranjo.
rfeorionade em as notas ds tabellii Aptfifcrrto, lamMtUo^iN aaaavia c*pa!ia.I:) na fivgnctra, de
O communicado do Sr. Dr. Lotirenco Bezerra
Carneiro da (inlia, publicado no Jornal do Hecife
dt boje, obriga-me a vir a imprensa declarar:
i. Que o Sr. Dr. Joaquim Correa de Araulo
nunca foi niu sasfo no escriptorio de advocada
que tenbo lia 17 auno*.
As-umindo eu a adoraiistracao desta provincia
era 3 de maio de 1871, fcaram encarregados das
causas confalas ao meu patrocinio os Srs. Dr. Joa-
jquim Corada de Araujo eOlympio Marques da Sil-
*"va, senique nenhum delles auferisse o iniiimo in-
ter.-sse por nenliuma dellas.
2." Que durante o lempo em que estivo na ad-
ministraeao da provincia (de 3 de maio 2*> de
onlubr ) meu eseriptorio nao adquiri unilnx mi-
sas de partido e sim urna.apenas, a dos Srs Julio
Isaac & C, mediante o honorario annnal de 800J,
e por intej-medio dos meus constituimos os Srs.
Leiimann Krres.
3." Que nao ine record de haver o Sr. Dr. J. Cor-
rea de Araujo advogado perante mim causas adini-
nistraliva?, lembraiido-ine a|>eaas que live occasio
de despachar duas petii.oes da companhia Per-
nimbuc Street Railwau de que elle era e ainda
advogado. Nenhum impedimento tinha elle de
requerer peante niiui ein favor de quem quer que
fosse.
O Sr. Dr. Correa de Araujo tem muito mrito e
muitas babilita.oes para nao precisar de proteecao
offlcial na nobre prolissao de advogado que lio
dignamente exerce.
Hecife, 7 de maio de 1873.
Dr. Manoel do Nasciutsnfo Mirhado Portilla.
r grande decifrador de duradas
para penetrar onde home seducan e vial, acia,
e uunl i estamento imposto ao tostador.
'Todtria horrorisa dixer qn-#ilustro luigadei-
i si-ui foTeas as vesperas do sua morte, ti-
vesse soffrido ainda um embate ltimo contra sua
vontade, apresentando finalmente um quinto e
ul:iuu i^sUinent'i mi f|ue roatibototi o que lia-
via IWto esa fisa de se* ffonro, mira o jual ]i
s kavia maniesudo duas vezes.
'E, pois, s houve a verdadeirasedmscSo e vio-
lencia, cosao- dcixo deduzilo, ser ou nao o ul-
timo testamento o complementa desta prova f
O tremitente que se reatabclce o a que se
pretende dar execncao, um testamento real-
praco ou de tno commum feito pelo fallecido bri-
gadeiro em vid o de sua' uiulher. Ou este testa-
mento roclproco tu t-tHM, ou i reciproco na
terca smenle, ein que os testadores se institui-
rn! Se in totmn nuil* de pleno direito
porque ninguem pode fazer testamento reciproco
ou de mao commum, tendo descendentes legti-
mos ; e se na ter^a smente e agora elle pode
ser cuinprido, vem a dar ein resultado executar-
e um test .monto em que o testador legara sua
terca sua mnlher qne J estava mora.
Entretanto O testamento revogado e n que o
testador manifestara sua priuieira ventada de tos-
tar depois do fallecimenlo de sua inulher, contm
diversos legados pos e alorrias de escravos, que
se procura inutiiisar, e nao pode por isso deixar
deixar de merecer a seria alinelo das autorida-
des do paiz.
Recite, i de maio de 1873.
Dr. Jo-iqiiim Ant nio Cjrneiro di Canha Mi-
randa.
O Imehurcl Uauoel IBiti*hu>>in ilo
as segundes
agrcolas que se co nprelienerem
das-es :
1.* CL.VSSE.PRODUCTOS NATUHAES.
1.*macRARs : Rochas app!caceis cons
trueco, como ar(mitos, crystal de rocha .om?
raredades, pedia calcare, dits de amolar, di-
ta para caicamtnto, d-tas conteni conch i t
outros corpas amoriscos; tetra cegetal de di-
rersas qualidades, carvo de pedra, mtneraes
de ferro, ekumb >, coftr e outro quilquer metal
Os expo iteres devem mendonar^ a applicncio
das diversas pedra< de conslruccao, seu lugar,
preeo porque se oblem e fu quantidade. Eoi re-
la.do trra vegetal, seria do alta conveniencia
ueelarar-se qual a sua produccao, em urna super-
ficie dada, ou por carta quanilide de sement.
As amostras das ro;has deven vir em triplicn-
la, tendo cada urna pelo meaos meio kitograinma
de peso, as trras, om latas de 1 kilogramma ; o
carvao de pedra e os inineraes" n daliferos, toda
a quantidade que se poder obler, para os esludos
e detenninaeio ao valor industrial e eeonomieo
outras materias primas.
2.' VKOfcTAeS. Madeiras deconstrucg&o.
As amostras devem comprebender lodo o di-
metro da arvore, sendo para este :im serrada com
a grossura de i poilegadas, levendo-se, para mais
s-.'guranpa pregar a casca, nao sendoxossivel pre-
para-los assim, poderao vir em laminas ou em
toros.
Casca.medicinnes, com eipeeificacao das mo
lestas para que sio apphcada
_ pregar-se.
Casasque sirvam para cortme.
Flh>v ediciaaes esua-ap|)licaco.
Bihtu -hlem dem,
Cipos -seu emprogo na eoa.trac.;io, na indus-
tria o na medicina.
Pur*sMedicinaos. As amostras davm vir
em.quaniidade-sufllcieatepara :ie faaer estado, e;
analyse.
Datatas.-dem ideal.
Rtfis.Da ahg'co, : Jn\ jitoitd, e outras que
tenham aflrfieaco na .iridustiia} devendo vir a
maior porc5o possivel.^
Tm\.r.'I!:a dv anantiz e stlaj freras prpi-
sem, ao presidente da provincia que com-
peta aprecia-las e decidir o que julgasse
conveniente.
A proposta foi por mim receida, quando
era presidente da provincia o Sr. couselhei-
ro Junquera, e nem e. S. txc.uomaosseus
successores pedi que fii'.essem o contrato :
por ditTerentes vezes discut as bases da
mestna proposta, porein nunca pedi que
lizessem o contrato, que, alias, estou con-
vencido seria esnvenieoto para a provincia.
E' falso que me estivesse promettido o
honorario de vinte contos de ris; quando
porm fosse exacto, nao sei que seja preju-
dicial reputado de quem quer que seja
receber essa ou aquella paga pelos servicos,
que prestei como advogado.
Sei que o contrato nao foi feito por nao
teremos proponontes aoeitado as condicoes,
que apreentou o Esa. Sr. conselheiro
lunqueira. ^
E falso que-me tenba associado com
qualquer advogado. Por obsequio ao meu
amigo, o Exm. Sr. Dr. Porte!la, oacarre-
guei-me de tratar de algumas das suas cau-
inodo de em- >s, assim como boje estou encarregado de
tratar das causas do meu eologa e amigo,
o Exm. Sr. Dr. Tarquinio. So tenho,
porm,. o menor lucro em taos questes;
inda, ha pouoo, quan.l aqu esteveo Exm.
Si-. Dr. Tarquinio, ntreguei-lbe a quantia
de qoinhehtoSTiii ri, que rcebi como
honorario de causas qt.e me fora.fi remetti-
das pelos saus contribaintes, e apencar delle
instar para que recebass para raim tal
honoari a if*Jteeeiisei-me, porque nao
sei fazer avctrefSpor dinheiro, nio estou
acost maio a isojo. $/
__L
Lendo no Liberal P.rnambucano de 26 do pas-
sado um longo artigo em que se narra a historia
de um testamenta eilo as escondidas, frncto da
violencia e da seduraio, que deixaca legados a mu-
Iher de um desem'ni<:jadir e a outras pessoa cm-
plices ; e tendo sido o advogado chamado pelo tes-
tador para confeccionar dous testamentos que ef-
fectivamente foram Untados com todj a publieida-
de e sol.unidades legaes, nao posso deixar de con-
testar o modo fal o e calumnioso porque se pre-
tender manchar a reputacao do honrado desem-
bargador a que se alinde, o qual nenhutm parte
tomara directa nem indirectamente na couleci;ao
de laes testamentos, que s ebugaram ao seu co-
nhedmento depois de feitos e eunclnidos.
Em 30 de outubro do anuo panada fui chama-
do pelo- fallecido brigadeiro Joaquim Bernardo de
rigneiredq para la-er um testamento ein que pre-
tenda revogar uin primeiro que liavia feito ein
vida de sua fallecida mnlher, dispondo de sua ter-
sa em legados diversas passsoas de sua amisade
e parentesco.
Dirigi-me aimediatamente a cartorio do tabelliao
pablico o Sr. tenante coronel Ap^linario, e coodu-
zindo-o a casa do testador no pateo do Carino, ahi
em |iresenca de cinco testeinunbas se lavrara um
testamento aberto, que foi assiguado p^io testad ir
com as solemnidades legaes, segundo asdisposic.es
de sua ultima vontade, expressas. com toda a ca
reza e expontaneidr.Je ; sendo, urna das 4estemu
nhas o Dr. iuao Ferreira de Almeida Guimaraes
para quem appello, alem do testemunho insuspei
to do reicrido tabelliao.
E' certo que ueste testamente se instituir i
Exm. Sr. desembargador Jos I'ereira da Costa
Motta primeiro '.eslamenteiro, ei.carregado do cum
primeiilo de diversos legados all consignados
mas, cumpre dizer, que islo se fez por indicacao li
vre e exponlanea do testador expressa naquelle
acto, pelo qual nao pode ser responsavel o referido
Sr. nesembarjjador. que se nao achara presente a
elle.
Se houve violencia e sedneeSo s eu a poderla
ter exercido, poripie fui au nica pessoa que se
achara sos com o testad .r, antes do comparec-
ment do taballiao e lestemonnas, em quanio elle
me eonsul'.ava acerca do primeiro testamento por
cuja nullidade me projiunciei.
E' necessario, pois, que baja alguma coiisa d
rasoavel na acensado para ser aceita, mas n.io o
inverosmil e o impossive:. Que exerea ala.-cao e
violencia quem est em presen.a de outrein, con-
cebese ; mas que exerea cssa seduedio o violen-
cia quem est ausente em lugar muito diverso,
ineoucetivel.
Concluido o teslameuto dei parte ao Exm. Sr.
desembargador Motta queme disse inmediatamen-
te que nao aceitara semeliiaute testamentaria por
ter de retirar-se para Europa ; e s nesta occasie
leve elle seieucia do que se havia feito.
O referido brigadeiro, porm, retirndose para
Ohnda, poneo lempo depois, regressara para casa
de seu genro o Sr. desembargador Alexandre, a
convite desle, e ahi passara a fazer outro testa-
mento em as notas do tabelliao-.Almeida, revogan-
do o que me havia encarregado de fazer em as no-
tas d> tabelliao o lente coronel Apolinario.
A molestia progre lia a pas-os largos e o falle-
cido brigadeiro, tentando ainda vollar para Olinda,
ah m; mandara chamar segunda vez. dizendo-me
ter voitado discontente de casa de seu genro ende
se dera mal, e que quera revogar o testamento
que em cas; desle havia feito, reslabelecendo o
primeiro lavrado em as notas do referido tabelliao
Apolinario.
V se, pois, que n3o pode ter havido seduccao
nem violencia para a tetara do primeiro e segun->
do testamento, ua ordem dos que porque se a
violencia o impeto extraordinario exercido sobre
o animo ou vontade de outrem para ohri/ar a
contratar ou expr a 'fortona de qualquer a om
mal presen e, su|eitando o violentado a vontade
do violentador: tiurooio mpetu in aliquem irruere
nio possivel conceber que aquelle, que tem pas-
sado p-la furia do violentador, v segunda vez su-
jeitar-se a ella expontaneamjne, 0r<*cjrando de
novo o Di coactus id feci; tanto mais quanto em
direito a violencia nao basta ser figurada simples-
mente, mas deve ser sempre o resultado de um
impulso extranho, isto 6, manifestar-se por actos
externos de um modo capaz de influir no animo
varonil, e nao deve ser o impulso natural d s pro-
prias paixoes de cada um ; excepte se se trata da
coac.o ou violencia produsida por ama parao
amoiosa que a nica capaz de se introduzr mo-
ramente no espirito independente daaccao phy-
sica da ameaca, e nio pode todava trazer urna
excusa peremptoria ao agente do delicio, ou autor
dos desregraoientos. Violentando teu amor em
too indigna c >rrtsponencia, sem ter canta cem o
espirito que o violtntava, disse Lemos, Cercos de
Malaca. Neceait ate toactus id fc>, tratando do
constrangimonto moral ou desea especie de forefc
3ue nos arrota independente da noeao physiea
a yioiencia, a que em leniido semflHiante disse-
ainaa Terentio : vis hno quidem est.
Se nao desta forea de que se trata, en nao
sei, por certo, que especie de coaccao possa ter
havido nos testamentos que Oz, quando fura ainda
em tudo isto euido expontaoeamente o tes-
tador.
\ Reconheeido, portanio,.que o faltecido brigadei.-
ro, ao retirar-se de casa de sen.genro, passfaim-
metliata mente-* revwar o testamente ah faite
em as. notas de reslabe!e??r em Olinda o que eu deixra con-
Ak-aiijo. ao publico.
G publico desta cidade deve ter /ido estupe-
facto a contestacao assignada pela mesa parochial
da freguezia da Oda-Vista, e publicada neste Diaria
em 3 do crrente, m resposta ao protesto que,
contra os vicios e nullidades da erafoto ltima-
mente havida nesta freguezia, apreseutarain alguns
cidadios votante* aqui residentes.
Como vio o publico limitaram-se os autores do
protesto a historiar os factos, indicar os poni* de
nullidade, sem declinar nemes, e muito menos
procurar ofender susceptibilidades por menos
justilicaveis que fossem.
Ataearam os vicios da cleicao, respailando as
pessas de seus adversarios.
Na contestacao, porein, tomou se rumo opposto,
os lacios foram despresados ou narrados com a
maior indelidade possivel, smente para se tra-
tar de minha pessoa, e com o lim nico de des-
apreciar-nie perante a opiuiao publica.
No meio de tudo isso. nao sei o que deva admi-
rar mais : se a deslealdade dos assignalai ios do
contro-protesto, ferindomie iudividualinenle em
una lula collectiva, ou os unios deque lanca-
ram mo para denegrir a minlra reputa^ao do
empregado publico e bomein poltico.
Ein qualquer das hypolheses, creio que anda-
rain mal, seguindo caramba improprio de horneas
que se estimam e de cavalhoiros que se presanif
Todo aipielle que capaz de mentir, diz o sa-
bio bispo de Cambraa, indigno do ser contado
no numero dos Uenses ; pois bem, vou mostrar
quo longe da verdade, licaram desta vez os au-
tores do c nitra-prolesto,
8ou aecusado :
l*jde, sendo empregado da secretaria da presi-
dencia, ter pleiteado a eleii-.io para juizes de paz
desta freguezia;
t, de ter sido minha i lettra e ledaeeao do pro-
testo apreseutado ;
3*. de ter, na qualidade de empregado de con-
fianza, subltrahid) di secretaria a aulheulica da
qualicacao ;
4o, linalmeate de er o nico autor da ques-
to de cor, suscitada na freguezia.
Antes de daar rtcineao de cada um dos
pontos cima indicados, seja me permiltdo expli-
car n* causas que inotvaram a minha dissiden-
ca, ben como os motivos da prsenle liria. _
Entendeudo que as dasaveneafl de familia nao
desdan nunca ser levadas ao dominio do publico,
procura sempre ocultar as raides que me sepa-
raram de alguns daquelles assignatarios, deizaado
que elles contassem a historia de nossa dcsavenea
a seu talante e segundo sua frtil imaginario.
Meu sd-nco, pnem, annou a calumnia, e den
aso ao despudor.
Nesta conjunctura sou constrangid a desmas-
carar a hypocrsia, e apresentar ao publico os
meus adversarios, laes quaes ellos sio.
Na idade que teuho e ) com vinte e tres an-
uos de vida poltica, hei presenciado muitas tricas,
multes enredos eleitoraes ; tenbo visto muila des-
lealdade c ingratidao de amigos ; o 411c, porein,
nao linlia rfsb) ainda, e eslava sonHOto reservado
aos autores do.contra-protesto, foi o pa|iel ver-
gonhoso (pie acaharam de representar, cencer-
reado com as suas proprias uessoas para prova-
rein a farra eleitoral de 7 de setembro do asno
panado f
N'aqnella elei'.ao sem que bonvesse lula dos
partidas, e antes completo abandono 08 proprios
amigos, foi o seu resu'tadode mil oilocenlos e tantos
votos; isto quasi a totalidade do i cidadios
qual ticados, inclusive os mudados da freguezia,
e creio que at os morios !
Na eleicao a que acabase de proceder, eleicao
alias desplala palmo a palmo, e qua1 compa-
recern] muitiiS liberaes, apenas votarain dten-
los e noventa e oito cidadaos I
Est, pois, o governo justificado pela nuHidade
da referida eleicao, e provado de quanto sao capa-
zes os assignatarios do contra-protesto.
.Mas dcixemos de parte essas c outras yergo
nheiras, e cheguemos ao pon o principal, isto ,
historia de minha dissidencia
E' urna historia que ha de fazer corar a muili
gente, e que por isso inesmo eu nunca a quiz
contar.
Logo que aqui chegou a noticia da dissolu?ao
dajcauara dos 'rs. deputados, c foi marcado o dia
16 de agosto aliono para a elci;ao dos novos elei-
tores, correu a boato de que urna chapa tinha
sido confeccionada pelo Sr. viscondo de Cama-
ragibe, de aecrdo com o Sr. tenente-coronel
Theodoro H. Freir Fereira da Suva, para a fre-
guezia da Boa-Vista.
Devo dizer que nessa chapa, alem de outros
Bornes, foram incluidos o meu e os dos meus
amigos, Dr. Gypriano Fenelon Guedes Alcoforadn,
Candido Casimiro Guedes Alcoforado e Jofu d' s
Santos Ferreira Barros-
Dias depois encontrando -me com o Sr. profes-
sor Simplicio da Cruz Rineiro na rua da Iiupera-
triz, e, se nao me engao, confronte porta do
nosso amigo o Sr. Francisco Joaquim da Costa
Fiallio Jnior, deu-me elle noticia daquella chapa,
dizendo ser isso urna prova da nenhuma conside-
rac,ao que se nos llgava, pelo que a freguezia se
devia levantar contra semehantc proceder, afim
de sustentar a sua autonoma e a influencia do
Sr. tenente-coronel Antonio Carneiro Machado
Ros.
Em seguida conviddu-mc para urna reuniao,
que devia ter lugar no dia inmediato s seis ho-
ras da tarde, em casa do Sr. major Joao Fran-
cisco Antunes. Abundando as jnesmas ideas do
Sr. Simplicio, lembrei-lhe a conveniencia de serem
convidados pelos joraaes todos os eleitores, disi-
dentes ou nao, para que o resultado da referida
reuno exprimisse a verdadeira vontade do corpo
eleitoral da freguezia
Poriderando-me o Sr. Cruz Ribeiro que lalvez
n3o fosse mais possivel fazer se tal convite polos
jomaos, por ser um pouco tarde, lembrei-lhe o
J mal do Recif, e o Sr. Simplicio me disse que
ia ver o que a respeito se poderia anda con-
seguir.
No dia seguinte e hora indicada, comparec
ao lugar designado, e nao vendo presentes todos os
eleitores, depois que o Sr Dr. Cypriano expoz,
pelo Sr. tenenle- coronel Carneiro, o objecto .d'
aquella reuniao, pedi a palavra, e perguntei si por
ventura tinhain sido convocados todos -s eleitores
da freftuezia, conforme havia eu iembrado na ves-
pera ao Sr. Cruz Ribeiro. Ao que se me respon -
deu que, nao havenda mais tempo para se fazer
annunckis pelos jo.naes, c nem convindo retardar
a reuniao, se limitaran a convidar o mais conhe-
eidos e os que foram encontrando.
Tendo-sc ahi as'sentado em que se devia pleitear
a Bleico, apresentando a freguezia a sua chapa,
eonvieram todas em que fosse encarregado de sua
cnfeoeto qae declioon de si similharto responsabilidade;
fikj 4 accordou-se na nomeacao de urna com-
misso, que ficou as im composta : tenente coro-
nel Carneiro, major Raposo, major Antunes, Can-
nido Alcoferado, Joao dos Santos Ferretea Barros,
profe-sor Simplicio e bacharel Manoel Barbosa de
granja.
j iasBiedatameale pedi escasa (que nao foi aecei-
ta> de similhante incumbencia, allegando os meas
muitos afazeres.
Entrando o Sr. tenante coronel Theodoro e sen
do orientado da que at all se havia passado, pe-
dio a palavra para protestar contra o boato ca-
q.ie elle tiu'ia organisad 1 nhapt para eloit
Disse ser verdade que una peis >a altam
colloi'a la procurara para iu licarllie alguns no
mes leoibrand 1 elle, cutre o:it o-, os de lodosos
que haviam llgurado na oletcio passada.
Disse ser esse um direito que ninguem lhe po-
da contestar como mero cidadao, visto que nun-
a llie passara pela eabiva imp ir agio hastJo
de i-liefe do partido da f-egueza, e ([o era tao
dignamente empnnliado pelo Sr. tennente onfonel
Antonio laaneiro Machado Rios. Depois do qne
leyantou-so a sesso, mananio-se dia para a reu-
na da commissao.
Nao podendo cu comparecer mais cedo no da
apresado, quando cheguei, j ache um esboco de
chapa, ao que parece, organisada pelos Srs. t-
ente coronel Carneiro, A titanes, Candido e Sim-
plicio nicos que estavam presentes.
Fiz algumas consideracoes a respeito, mostean-
do a conveniencia de subslliiirmos os nnmes de
a|gous individuos por outros que, por sua posi-
cao social, na" i podiam deixar de fazer. parte do
como eleitoral da freguezia.
Entre outros lembrei os nomes do Dr. Joao Jo-
s Ferreia de Aguar, lente da faculdade de di-
reito e presidente da assembla provincial, do Dr.
I'edro de Attayde Cobo Hoscoso, do capitao Jos
Maria Freir i-'ameiro, e do Dr. Adolphp Laine-
nba l.ins, meu companheiro de reparticao, e por
enja entrada eu muito me interessava.
A respeito do primeiro e do ultimo, pouca rt
sistencia civentrei, sendo ella formil quanto y
entrada do Dr. Mosco-o o di capitao (ameiro.
Disse que nao se adiando presentes os outrs
amigos, nada definitivo podamos assenlar, sen-
do levantada a sessao, dirigi-me casa do Dr.
Fenelon, com quem me endendi sobre a conve-
niencia da entrarla do Dr. Moscoso e docapitaj
G.imeiro, prometlen lo-me elle fallar a seu irmVi
Candido nesse sentido.
Quan lo proceda cu assim no intuito de acabar
com a dissidencia na freguezia, foram surprehen-
didos com a noticia de una reuniiM do outro gru-
po em casa do tenente coronel ecio de Aqumo
ronceca, logo aps com a de outra em casa do
Dr. Joaquim Correia de Araujo, e afina I rm casa
do Dr. Lamen a," a qual elTeclivamente tere lugar
e saben lo que ahi buhamos sido tod is formal-
mjnte excluidos, tractamos de organisar a nossa
chapa, exclundo-os tinibem.
Quando as colisas estavam nesse pe, e entao
como boje, era BU acensado pelo grupo rx-adeer-
so,de motor de toda a lula enlo Iravada, inlT-
veio na queslo um nosso amigo, altamente col-
locado que. levado .-omento do desejo de evitar
sce7as desagradavei-.e.mostrando a ieonvenieu.'ia
de sinlhantc desavenca entre amigos, conseguid
chega-semos todos a 11:11 accordo.
Anda por essa occasio live de fazer "sinceras
consideracoes aos amigos, e nomeadainente ao Sr.
iirofessor Simplicio da Cruz Ribeiro, mostrando-
1 e a inconveniencia da lula, e as coiiscqneitdas
quedella podiam resultar para nos e para M
anigiisque nos acompaahavam ; o queden Inga
a que o Sr. major Joao Francisco Antones, fue
hoje me cJtaiii 1 de enancla, dssesse que nunca
me vira to frou.ro como 'naquella elei .-.i0.
Os amigos de ento e mana iniminos boje sa-
bem perfeitamcate i| tanto concern, alim de -que
o accordo a qne alinal chegamos. fosse feito com
toda a honra e vtnUgePI para nos.
Appello para o propro Sr. lante coronel Car-
neiro, de cujo carcter nio me dado ainda du-
vidar, e que comigo muito se esforcon para aquel-
le honroso desenlace.
/*P,oi'llo |iara todos os membros da cenimieal
organisadora da chapa, am de que digam q au-
to tiabalhei no intuito de serem conservados nella
os Sis. professor Giminiano, Fialh >, Santos Porto,
Seto, Penha, propondo-me eu e os Srs. candido,
Antunes e Raposo a sirmos, comanlo qne tiles
Qcvsem.
Digam isses mesmos Srs si. n.io obstante rea-
P inshilisareui se os Srs. tci".it" coronel Carnei-
ro e Cruz Ribeiro pela s.t ida de laes awros, al-
Armando nao fariam ellas uuesto Jisso, declarei
011 nao que, por inaneira alguma, consenta fosse
riseado o nem: do Sr. Penha, nosso velho c dedi-
cado amigo.
Entreaiito todos esses eamarada asUo 1 aje
contra mim, pieisneia, tmpora mutauturl
Nao estou arrcpendiilo. porque diz-nie a coa-
scienci ter cumpri lo o meu dever, e de nada ter
que corar na historia de minha dissidencia.
Terminada a lula, e havendo corrido pariiici-
menle a eieicio, vio logo depois a dejuizesde
paz, marcada para o da 7 de setembro.
Dizendo-me o profesaor Simplicio, que
muito conveniente a entrada do major Raposo na
Chapa de vereadores, inmediatamente pude con-
seguir qne o Sr. Viscondo de '.amaragibe o aec d-
lasse, garntanlo eu ao amigo, cent quem DM en-
tend, ser esse um meio >! 1 n abar-se cemplela-
inente com a tal dlsaMencia, H inte irm...
Satisfeito com o resultado obi lo, e por ver pie
as rousas se iam dispondo para um < ingracanieato
geral, camranniqnei todo o eeeorrido aos amigos
porm, qual nao foi a inieb adarira^ao, ou antes
pasmo, quando, rennindo-nos en caen de Sr. ma-
jor Raposo, alim de confec:io!ir.r.nos a chapa para
juizes de paz, o que ficou coraposta, por iinaninie-
dade de votos, dos Srs. tenciite-corouel Antonio
Carneiro, major Raposo, major Antunes a Joao dos
Santos Ferreira Barros, se disse que na preciso
traetarmos tambem da de vereadores i .
Pedrada a palavra, mosirei a inconveniencia de
imilhante chapa, desde que o Sr. Yisonde tinha
de to boa vontade aceeitado o nesso candidao.
A' isso se me responden que. por um, n;io se
devia sacrificar os outros, c que domis, constando
haver grandes desgostos as oulras freguezias, era
bem provavel que ellas se qnisesaem reunir a nos,
e ealo a cousa seria outra.
jiiaui 1 ao 1* ponto, respond (ue o nosso dedi-
cado amigo o Sr. major Raposo mereca muit),
ipie por elle sacrificassenios o restante da chapa ;
e quanto ao 2, que j deviamos ter bastante expe-
riencia das difflculdadcs de ebegar-se um accor-
do com as oulras freguesas ein materia dessa or-
dem.
Disse mais que nao tinha em vista impor chapa
a ninguem, e antes me snjeitava deliberadlo da
malicia da commissao, una vez que me fosse dado
o direito de retirar o pedido feito a respeito da en-
trada do major Raposo na chapa do Sr. Viseen le.
Nada ticando assentado por 0SM occasiio, tive-
mos ainda segunda reuniao ein casi do inesmo
major, e dessa vez apresentoil o Sr. tenente-coro-
nel Carneiro o seu sobrinho, o Dr. Nabor Carneiro
Bezerra Cavalcauto, como seu candidato ^"verea-
dores da cmara municipal.
Oppnz-mo inmediatamente ;i esta apresentacao,
nicamente por nao commungar o candidato aprc-
sentado as nossas cren;as polticas.
Nao podendo chegarmos a um accordo pela mi-
nha insistencia em aecdtar-se a chapa alludida,
pedi urna reuniao em casa do Dr. Cypriano, como
pessoa que pelas suas luzes, cordura c tino polti-
co, nos poderia ene>minhar pira una solucao ra-
soavel e de harmona com os nossos interesses
polticos. y
Efectivamente leudo lugar em casa do Dr. Fe-
nelon a reuniao solicitada, ahi traclou-se de novo
da apresenlacao do candidato do tenente-coronel
Carneiro, que foi repellida por todos, inclusivo pelo
Sr. major Antunes, declarando o Dr. Fenelon que,
a accet\r-se aquelle candidato, tinha tambem o
seu, e era o capitao Vicente de Pauia de Oliveira
Villasboas, por quem j me havia fallado, no in-
tuito de se lhe dar alguma votaco.
Respond a todos que persista na minha idea,
isto na su-tenlacio da chapa do Sr. Visconde,
pois o contrario me pareca urna deslealdade. ou
antes urna trahicao, e que por inaneira alguma me
prestara a represeentar similhante papel.
Nao se podendo chogar a um accordo, disse qne.
ficando-me salvo o direito de retirar o nome do
major Raposo da chapa em questio, nao punba
duvida om annuir confeecao de outra, em que
enlrassem os amigos da freguezia, indicando entre
outros os Srs. Joao Francisco Antunes, Candido
Alcoforado e Raposo, que pela sua dedicacio e
amor ao partido bem nos mereriam aqne la prova
de consideraclo.
O Sr. Candido Alcoforado, pedndo a palavra, e
abundando as mesaias ideas, disse que em seu
lugar lembrava o nosso amigo o Sr. Jos Martins
do Rio Jnior; e como uada ficasse asseotado ain
da dessa vez, pediram-me os amigos que eu nada
dssesse com re afo retirada do nomo 80 major
Raposo da chapa do Sr. Visconde, at ulterior de-
liberaco.
Passaram-sc dias, e nao mais tracton-se de cha-
pa para vereadores.
No dia 6 de setembro a noute, voliand) eu da
sociedade dos artista*, onde lecciono francez. en-
contr, em frente d botica do Sr. Gameiro b Sr.
Candido Alcoforado que, dando-me o braco e le-
vaudo-mepara juntoaojardim do conde d'Eu, per-
guiitou me que figura triste era a qne estavamos
representando na qoeslao de chapa, pois sendo o
dia seguinte o daeleicao, nada sabamos a respeito.
Perguntpu-me-o que diramos aos amigos, quan-
do nos inquiriesen) por ella. Se por ventura aere-1
ditariaai ellea, se lhe dissessemos ^ue nada saba-
mos. v
A esta intcrpellaila, afa* jndi>i.w. i-e-rar
qtte elle era o orneo cra>* dr mu swsilte ; m
pergnntaad-hC pr+ teaeMn rnmrl iVartt
disse ue' qno at aquella iij um a
le nio era s-nda appartrnti.
Uiriiimo-nos eatiw aas In. Aalaan, Napoae r
Simplicio, que se arha*am aa b<4ici rV -r Ga-
meiro, e os convidamos para urna, mferencia ao
al;. 1 do um sobrado, quast contiguo ri'tda h-
tica
Na ntrala dwsa-me o 8r. Siragda* que en r
Dr. Miguel l'einaaabuco irmos aera a asesa, *
que rcspondi-lhc nao aavsr Hrmda alguma.
Cono qne snln, e depois lir--ve p.-ui-a, diri-
me ao Si. Simplicio, |ientiMiland i-lhe se oa nao chapa nara vareadores ; as*e respaa*
me qne a chapa j estava fdta.
Pergiiulando-lhc imr qacn, diser-im- que avio
Sr. tenente coronel Carneiro.
Replicando, tornci-llie : e a rommisao ntcarra-
gada de 1 ainfeccional-a t
Pergiiatea mu se nao tinhamos eonfianca ue m-
iieiue coronel Carneiro.
ilespnndi-lhe que toda ; porem este, ao aad pa-
reca, era quem nio dciHisitava em mk ;
sen l.i o dia seguinte o da eleifi". e ja
lima i-hapa feia, al aquella hora, nos '
mos, cousa que nenhum dos nos->s amigos arre-
ditaria.
A vista dessa declarar), o Sr. Candido Ale**
ral 1 pedio que o .Sr. I.ruz Rilteiro lhe UHaf~r
quaes os candi latos que componb en a chapa, *
entao este deelinoa os nmes dos Sr-. IH". Nat-*
Joo Ignacio de Med.iro llego, Dn. Otsme 4r Sa.
Ma oel T-oxdra. major ilaposo, elc^ etc.
Pronunciadas anas nomes, todos xa maa*n*a-
ram contra tal chapa, por nao ter ella ama sarm-
li'av.ri p'ililira, p revelar airt>- ra;iricl*t pn^ '
a.li na a oposicao ipie, desde i
havian ni."irado na apeesentacao do prnn<*iro *>
candidatos.
Tomando pu a palavra, dedard bi/o que *
aceilava aquella chapa ; e como 1110 pretenda em
baracar o Sr t-n-nt coimihH l'.aniem **_**
eleii.-i.i. r-liravi-me lira ca-a, oVixsndj-Mieo <
to de prucanr, rumo to-m llie apronvese p>
quanto i-sicWi, a qw 1
na p estava dispo-m a sujdtar-nie.
Aproyeito a ori-asiao. ap|-lland para as Vrs
Raposo. Candido e Antiim-. para ibzer qae *at
por riles aroinpanhado nesa manife-iaco. decMi-
ranlo --lis Srs. apeo is oo>- icinn no >lu s-ga4>
i matriz dar o su voto v. nada mais
Em vista de to solemne e eral proles! *
amigos, disse-nos o Sr. Cruz RiU-in.. quasi d~
oponalo, que se q:iizp>-snms iria chasaac o >r
tiiienie i oijiiel (Hiriieiro, e iiniiK-iii^iamoale fa-
poudi-lli que nao.
Balan pergaatia-aai elle te negavaaans ao te-
nenie e eonel Cirnd o o direito de levar
brinho na rliapa para TPn-.ntnrrs.
Respond lhe que sim, di mesato randa qae *
tinha negado a 1 Sr, vis
levar a -eu -ohrinho. Dr. ManoH Arlhnr. era aa
chapa para bmImW,
e o Sr. siinjiiirio oaa tildo a araaraOsM
airogand > a si auloridade que nao linba, #Wte
rou-nos que arhapa era aquella quer quianaa-
mis, fuer nio, pirquen Sr. tem-nteroruncl 1'm
neiro so ira i matriz para faaer triumpbar a
chapa.
Lavaiilando-iiie disse-lh'' que eslava engaad.
e qne beta rae devia ataaaanr, para ana era pf
sivel qn- ni. que minea b ivia itobrado a cerrm
iinpoMeo de ninguem, me sujei1 el.a
occasio ao jugo do Sr. (iarnsiro.
Que nada valia em |nditica, e por io iuc rre
Ihia vida doiiieslii-a, donde nunca ih-vera ter sa-
bido ; que jug por jugo prefera antes o dn-i
viscoiidi1 que ao menos era o rtete legitimora>
partido. minea 11 is litera impitsic.ies A-ssa ar-
dcm.
Fui acompanbad nesse pnilestii por todas as
amigos, piduido al o Sr. maj r lta|isn --a ar
casia 1 ao Si. -implico. que co-.i--.- < sea rajraj ^
chapa do gf, leii'-nle coronel lUirneiro. pois fj
bara havia de figurar n'uma 00 n'ontra.
Ness'- eniretanlocliegar.ini os >r- lte deiro, perante os quaes saasiran mai< eraa>-
pteta siteneio ; e I p-i apt'x nHtrand :rux
Ritieini. creio que se dirigi imrimtmenle SSaa
o >r. tenenle caraaai Carneiro.
II que la accordarin nao sei.a|ieaas s labe aj a,
spguiule ( 7 de setembro ) ter u tenenle i-arwn '
Carneiro passada .1 vara de juir. is ara aa Sr. ma-
jor Antunes. allegando encom modos que o f.r:*
naide presidir eleicao; bem como que este bV
fi'iia pedir com toda a instancia, lu- l.izer a *-
i;.io. como Imji ||n- apcouvesse.
Nidia 7 dirigi-m.' greja em eiimpanlua d>>
Sr. majo!' Raposo, leudo no< antes atado I
caa do Dr. Fenelon, onde di-aois rlK-garara tasa
bem as Sis. Di. Miiiuel Jos de Almeida l'eraarn
buco e Candido Aleo! nado e al i -endo por W
P'latadcs os acoiiti-ciinciitos da nate paesaila.
accordanios lodos ein naos igraja dar e araa
voto e nada mars.
IWecii lamente fui groja, votei aa di apa *
Sr. Carneir 1 para a cldco da mesa. 1 rm romo r.
de juizp; de paz. sobre a qual nao houve co
lacio aljama, ranada a de raraad tm n
na do Sr. viseonde.
Eis a eo isa da minha disb*nci
sedea, seraalterealo deraj iranrararaMBaj
e que mando com vista an Srs. Raposo, Antona
Candido Alcoforado, Drs. Fenelon e IN-rnarnt-err
Filan para me enntestarem qualquer do- pfta
allegados no que des for relativo.
Vejamos agora os motivos da presente luu.
E' bom que o publico fique desde ja aberafr
que, nao obstante ter sido eleito inembro da naa-
inisso organisadora da chapa, o Sr. Joao dr- v
Ferreira Marros nunca assisUra a unta m> nur,
por se acbar fura da cidade, no lup.tr rienmiWM
i>Chacnein virtnde de sans inennirnoHn
mas que ine havia delegado si'us pdenos, diz 1
concordar com Indo o qtif n anvgo<> zeaaem
K bom anda que o publico s.aiha qne a re
peito da chapa de juizes de paz no honre rta-.
cootestaco alguma, sendo todos aecordes aos eaa-
tro cladios supra mencionado*.
Ainda melhor ser que o poblien fique infrr
atada de que, no dia 7 de setembro (dia da m.-
.;ol, ebegando o Sr. Joao dos Santos Perrera
Barcas matriz, a ello se dirigind o Sr. Siiap; -
do e logo depois o Sr. Antunes, qne ja eatao pea
sava de modo diverso do que na n-rite do da a-
tenor, e perguutandn a estes n qne havia de novo,
espomleu-liip o Sr. Simpudo que qnanto i chafa
para jodies d" paz, se tinha assentad oee -jara-
tos Barro-, Carneico, Antunes e Raposo bav--
do urna pequea divergenda quanto a de ven -r
dores, par causa de nina birra aiinha
E propondo-se o Sr. major Aniones a espliaii
lhe o fado da noiic passada. na i'le eranrarar
por ter chegado o Sr. Piavio Cali, parante qwni
se procura va ainda guardar segredo a respeito a
occorrido.
Cana o pmretso eleitoral, e don* dias
sou informado de que o meu amigo Santos
ros estava endo cortado, e em seu lagar
o tenente-coronel Silvcira I
Nio quiz acreditar em seindhante proeediracn
ti, que me esenso de qualilicar ; porm qaal sdr
foi a minha admiradlo e a dos amig is. qinnd "
final da eleicao vimos o lente-coronel Sdrajraa
votado para i.* jniz de pax, e Joao dos Santos Pe,
reir Barros, horritule tlict* ao terceiro lugar
dos supplentes II!I
Comprohendi logo a vinganca panaesrara ara*
se procurou lomar da mintta oasadia, aa graaaa
de um amigo que me era Iao cara; aras *a4
disse, resignei-mc, admirando calada o raraesar
dos nossos liomens.
Foram as eteicoes para a curte, e o taranto pe
ral as annullou, pelos fundament de qae o pa-
blico j tem sriencia ; e aqai ebegando a aeSitt
de soa nullidade, procurou me o meu 1
tos Barros para declarar-ara ara se 1
candidato, e saber se coala va <
Diga agora o pablico, 1
que sabem anda o peso e a signihracto da 1
vea amigo, o que devia eu fazer nesta*
tandas f
Abandonar a causa de um
por meu respeito T
Nio, por certo.
Esposa-la como nmpria ?
Foi o que uz, e eis a causa da resaala I
Entremos agora aa aprncracaa daaaaaaraaV
contra-protesto.
I- pontoSou aecusado do,
da secretaria da presid neis, ter
Cao para juizes (te paz da fr*|
Semai ante despraporaw rato
Pois as empregado* da 1
nao sao tambera brastrairos,
tura dos direrios pohticoa que a
rante a lodo as eidadio* ?
AqaiUo que perralMidu ara iraaeaaaaw *
eowulado. do arsenal de goerra, di aaaasalfraV
dade e aos iwotessores snancua, a ser arara*.
B
para aaaaies faci de ser eaoprepda aa 1
da piasideocte 1 Ukntm smwmb aararatf
A nio ser semedhante toJiee awig
gos, dir-se-hia pilheria de algara laarairat,"ea*


r**-*%
tifati do PdraiRibuff Qi*
v3
=
*'
TCj llOS
ira piver-l
Christo do
orou a seu cierno Pai pelos que o
JjtttVffimiftf-illis, HOfmnn
ifirovt itra da boa f da
^Hfchial ih frcaifida BsecoiUlul fc. u. porque Jess
raciiicaram
-tcinnt f< 1
1* ponto.-fj LW^fcUrQ) c redaa-J* do
protesto aprejeH mus rtwlembrar o cn-
rae de. Ligara, ^^mjHntrn-et ante huno df'
inauditnm, disso irnicamente o orador romano,
lal e o ineu <*n nc, crimj novo e at buje ahila
nao fallado" nos aunaos da historia1 eleitora!, o
ter redigido e oseripto com a mioha propria leUra
^aqui que est o'pwc.-iT'o) um nroteSto para ser
presentad o inuito alta e soberana mesa paro-
rhiai da fregueaia dn S wttiseimo a boa-Vi^ta 1 U'ium lee 3.* ponto. -Ter, na quahdade de.ei*prejMki Maj
coofiaoca, i-atimhid i da societaria da presidencia
a auraraiicada qnalifieaeao.
A'.-jwusa asara prrec inats Nerfa ; mas feliz-
mente os proprjoa.aut.inw do contra-protesto se
oncarregaram de desfazer a gravidado da acensa-
dlo, quandi nao nusam afu/mar so bu apiesentvi
a PrtWria authenljoa 011 copia dola.
HaWnc isso lembraro fbula do leao-eirn.s a
4 -neuye abuso de o*nlin,a, logo eston implicad
m um grave crine Taame anima calestibus
fr& !
A4miua-S(> -rwr hyp'olnse, qne cu cffectiva-
iiieflte tvesse trazido pan casa a authentiea da
fualificacao, ein que |iena do regalameato teria
inrorrdo ?
l'ois o sapienlissimo autor do contra protesto
rrar porventura, que somos nos os empra-
la secretaria os unios responsaveis pelo ex*
navio de,todos os papis do archivo, e que eu, na
qualidade de ofcefo do secciio posso t-Ios al em
rninha casa, q:ianJii para adiantar os trabalhos
de minhj see.-.ao delles houver m.ster ?
muais (pi segrerto onvolve una aathontica de
quatjttcacio qnu en empregadode confianza, como
oonfeasam os proprkis ass.gnataroa^ple a podesse
ter em ineu poder, um ou mais Jiaa para couliri-la
com alguma copia ?
Para que ella remettida secretaria da presi-
dencia, seno afim de voriEcar-se qoalquer divi-
da que apparei'er possa a esse respeito '
Alem de que nao a cleicao um lito .publieo,
que pode ser inspeccionado por todos os eidadaos
volantes! e cuno qaaliliear-se de criminoso o pro-
odimemo do empralo, que tivesse. em eu po-
der,, e sob sua responsabilidada, um doemenlo
oflBcial, tj'K.I a authentiea de urna qualifieacio,
para certificar-se deque com ella confera ou Bao
a lista geral da chamad i ?
Entretanto bom que o publico fique sabendo
que as taes c >pias, de que se serviram os amigos,
nao foraui snitrahidas da secretaria, sendo urna
dellas, segundo me informan), fornecida por nm
amigo do tencnte-ooronel Docio, aoutra creio que
tirada dosia, aln) de diversos quarteiroes destaca-
dos, que Ihes foram da los por pessoas muito da
.amizaile dos autores do contra-protesto.
4." finalmente sereu o anteo autor da questao
de cor suscitada na freguc-zia.
Creio ser cssa umi pdheria jugada 6j sem *a-
a, qual a de queso serviram os taesassignatarios.
dizendo cin sua cantTtarao que a chamada lora
feita toda pe'o tenente coronel Carneiro mas
^omo "esto se achava roneo, ia lendo baixiriho os
nemes, que erain repelidos em altas vozes pelos rs.
Simppio e Autuues.
Ah, Co'-tjil'iii, Conjilon, qmv la dmentia ceja 11
Pois'os a- >rm do contra protesto osqueceram-
se do que nao fallavam se nenie para peMMS es-
tranhaf lua, e sim tainhem para os moradores
da freguezia, e principalmente para os seus pro-
paos amigo^ que an lam aiii dizendo ser cousa.
muito feia negar-se assim escandalosamente a ver-
dade!
, Se este artigo ja nao fosap tio longo, talvez
podesse eu mostrar ao pblico quem foi o
aulor da uestao do cor suscitada ni fregue-
zia.
Sao fui cu por cerlo o mesari, que grttoo ao
professor Jos Vicente l'erreira llarros na occasiao,
mu que este apresentou o protesto ao juiz de paz,
que presidia os Irabalhttf, que sen irmao Joio dos
Santos Ferreira Barros no seria mais nunca juiz
do pa na ffeguesia da Itoa-Vista, porque confiava
no bom senso dos rrsi.ecvos parochiamis......
Mas como os autores do contra protesto appel-
laram para o publico, este que nos litigue, cerlos
de que ja tenho em mea favor o testemun'io so-
lemne une me deram es homens brancos da fre-
SUCia, indo volar ao m u amigo Joo dos Santos
Kerreira Barros.
I'kn villa d i que dicto liea, avaliom.os homens
de boai quem tem sido o motor de loda a intriga
se ha levantado e ateado na freguezia da Boa-
\ e o (rasador da desavenga poltica do par-
tido conservador na mesma freguezia.
bigam se quem procede corno cu, soube alguma
wm qneimjr incensos no altar da bajulaeao. reo-
d odo insinuutir s m^romiS a ( Nunca fui, merco de Deus, fingido, e os autores
da contra protesto, mais lo que ninguem, sabem
perfoitamente iue son amigo is direitas, e qno
mais me mostr na adversidade do que na prosoe-
ridad___c >;no provarei se preciso fr.
Dapolit''i nada tenho lucrado, senSo serios
desgostos o orol'nn lo arrependimento....
"Eston, a 17 annos, nosta provincia, e apenas, ha
tras annos, son fucefonario publico, devendo esse
emprego ao mou distinelo amigo Dr. Cypriano F.
. 0. Alcoforado.
ao sirva isso de aggravo aos meus adversa-
rios de aoje, tumo dnt, iund non habrf.
Paro aqu pois julgo ler satisfeito bastante a
espectacao do publico, prometiendo somonte voltar
impreisa, depois que esta Sel narracao for co-
testada coin as as-dgnaturas dos Srs. Raposo, An-
tunes, Candido e Dr. Cypriano.
Quanio ais Ruis fundamentos do contraprotes-
,o no que relativo eleicao, deixo de emittir jui-
7.0, pois qne, eabendo ao Exm.'Sr. Presidente da
provincia pesorver a respeto, nada me licito di-
tat sobre sioiilhante materia.
EstW corto do que os autores do protesto pre
nUfao em leaipo oppo:luno as peoras de seus
aaaerlo&
' UM-Vsla, .'i de maio de 187i.
JowmJ lirb,za rio Arnuju.
U'MMERCKL
CAPATAZIA HA AI.FANtWiA
Hendiment lo da I a 6 3:63U46fi j
-lOem do-dta 7...... 3789l
4:rJJ5*3oD
illPf*
Vtvden, para O C-
O
, 'jh-.galaii;: BjkW Jones iO kcJs
com lo,OI)J kilos de assucar masca vado.
Na barca ingleza Clifton, para Hamptop
mcRlH^9fr1(i c- 2,0J M'
"ara os ip]Qk{\mtenor.
Para Urugtfiyan^, nCnJHgne hespaliol fli
litros do cachnin.. i |
Para o llio Grando do Sul, nn-paiaolto ns-
clonal Sultyi'tdh, carirgaram "X. L. O. Azeved >
& U OJ saceos com i6,03e-tkiw.np(.->si.-a-
branco.
Para o Rio ie Janeiro, no brigue brasileiro
Veloz, earwgaruin Carplnteiro. FffiL Sobrinho
300 wwoes eoi 9ilWO*tKi9 i> -antftar mascai-
radi. I
Para Mar3olao, no paitoi^ho brasileiro Par,.
carregou i T. Cliiistiansc iOO saceos ciuu 7,80t
Icilfjs de assucar mascavado.
Para Santos n lugar lng!ez Viola, carregai
ram : J. S. Loyo de Filho lfl>M> saceos eoat 60,oO|)
kilos dt aiwuar uSs -avado.
Para Alagoas, na barcaca Benig i Aaretm-
tanto; carregaram : nevfls iTmo 4 C. I barrica- ><
com 56 k.los de assucar branco
Para Mnmanguap, n -bareaija Boa Viageii^
carreyaram : B. (unes fit C. 1 barrica com o
kilos de assucar branco.
Para o Rio Ciando do Norte, na barca..*
D/ws Amigos, oar-egaram : Fraga & RoWia 8 bar-'
ricas con*001 kilos de a sucar branco, 14 cascos,
com 1,618 litros di cachaca, 1 caixa com 30 kilos
lo doce ; l. C. Fituetra 4 barricas cora 464 I
kilos de assucar branco, o i ditas com 256 ditos de
dito refinado.
para ser- vendida as pedras esatentee m armazem f #to.V
sito a roa do Calabouc, que pretender- ateeisaj- 3. Wfe. Atbala e a lefcfio.
;
VOLUMES SAHIOOS
Xo da 1 a 6......
Pnmeira perla no dia 7 .
segunda porta.....
lerceicajiorla _. .
Capicho Couceieao .
SflftVICO MARTIMO
Alvarengas desea rre'gadas no trapiche
da aaadtfia un ifia i a li .
Ditas ditas no da 7* .
Navios alracados no Irap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Concoicao.....
6,932
91
18
20
803
7,831
28
I
i
30
RECEEDOlUA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do di:. 1- a '. '. 13:577 880
dem do dia 7 -. 1:900*189
- U -----TZ
lo:*18*069
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia i a 6 81:4634282
dem do di 7...... 3:021 759
84:48>3 y?ov;MKTa-tt(f pckt^
- JVr/c entrado no dia 7.
Riu (iramlc Jo Sul2G dias, patacho portu-
guez Rochik, de 200 toneladas, capiao
Manoel lVroira da Silva, equlpagem 9,
carga 11,700 arrobad de carne ; a Amo-
rim Lrmo Navios sahidm no mesmo dia.
ParaIkigue porrtuguez Ligriro III, capi-
to Jos de Oliveira Nobre, carga assu-
car e ontrn goneros.
Rio da PrataBrigue porluguez Relmpa-
go, capitn oSo Francisco Moreira, carga
assucar e agurdente.
New-OrleansVapor inglez t'ere (Jipen,
com mandante John Coroishleg, an las-
tro.
S^m!C^%Wftijfe!S{
em praca
de #7X-
Mamiel
Loureneo
Saqrelrio.
Sal
1a lo
TMM8B>jhrrER*>k' s*r/
A junta admioistrattffc'tfe Santa Casa da Mist -
'rieordia do Reefe, competetwtmente Mitorftada,
leva pela ultima
V ftril prante
suas seBoes, te prelosfef*in1es', Wnmido por ^anuV. nos pnn!*U,fermedi>
base os presos-ja oiterwiaws :
Largo da Campia
Mfeia agna de ih 6 ^ .. 4 Roa de-S. Jerge. ,.-,
so.
, applaudida ope-'
nal do Dr. Mace
3 jandlas de fl|f|fmfl#i "<> ol3e- 2 **>t
i quartos, quintal em TOeito; um qnarto e ea-
ira ao lado, avallada e I^SOS; JeT{W Jf%:
pilmos de'rem-e,'43 ditos dernhde; I jaBefe rtohwkau$
de frente o fuar porta avanada ltfoio, fim. v '
pagamento das execueeespor deelnias contra la-, A,-.'fflltftH IMf
noel Antonio Rlbeiro. W .,* 1 I flHIlr. I.ll
Recife,'2ae abril de 1873. L' f IVlUW JU
- ^fllcifidoi'idj-ftiepda prrjfleiy
J. Frrhilrto Correa de; Arafljo._,
rjENOTHNAf^VES
!. aetb. Os dons candidatos.
Vermelhus e marellos.
_ .lefcao.
tar asgapedia*,compawepo.p>counicipaltnD Toma parle
dia 4 do indicado mea peJ-.s ti horas da nuntai. l'M PK^SO.tL DR 35 I Il.l IC \*.
pagoda oanara municipal db Recifo, 7 da mam eitecutando nojfjual do 3. acto o
.iftlPfDE CATERET.
.tef (b iltcslr.) G4bs.
E
ade.
No armazn da roa do Imperador h. i8, s II
toras do dia cima.
Para rpialquer informa cao entendani-e como
agente.
.JoaqBm do Re|,c AlhiqtiBquo. Ti-rminara con'a.soipre appUudida eomdia
IrroiideDle. piolar em I ac(b : P .
noB8ieS..!!r^r,>,UOlB,hr^ "** la* aJ.ua* e pe nln
Irriroei llvrcs.
Principiar s 8 1/2 horas.
\msmt ..... Iw}
tom.
te mesma ja, na sala de Ael para, ADIUGOS

Casa terrea n.94 e a de 8a dos (tiara.
raaes.Tl/ IV \i V T.W:3nO*O00
Sobrdo-dB'trm rodar n: M .l V Vi:()0OO:(l
Difc inei-lgua xutt .,1- ? SQQttOO
^ii^d*MMi*itllansii|iies.
Meia agua n. 2o........ W#0 D
Hna da Ueaoorarao.
Sobrado n, 57....... 6:0000^
Ruad Amparo (Olnda)
Casa terrea n. Wf .... 1:6804000
Bicca de S. Pedro.
Casa terrea n. 8. 1:0604000
Forte do laltos.
Mi-tade do sobrado de- tres andares n.
13 por.........3:^003600
Reveo do Abren. .
A 3 parle do solnrado n. 1 2665666
Becco-d Tehteira.
Casa terrea n. 5. 'SSOJflfJO
Largo das Cinco Ponas.
Terreno.........ItMOJOOO
Ra da Assunnteao. ,
Terreno f 4000:lp
Secretaria da'Sata Gaadr Misericordia db
Recife, 29 de iixrr?o de 18V8.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Soma.
........... y----------1---------- i !,
De ordem do Illm. Sr, inspeclor desta lliesou-
r-ria se declara que, nao necessaria a exhibida
de folia corrida palos pretendeafcs aos lugai'cs de
praticautes desta repartido, como por equivoco
se exigi no annuneio de 26 do me/, prximo pas
sado deveodo, poim, os mosmos apreseotar do-
cumento que prove a sua boa conduela.
Thesouraria de fazenda de Pernainbuco, 3 de
maio de 1873.
O 2." escripturario serviudo d3 secretario,
Carlos JoiodeSouzi Correia.
As 8 Horas en pout>.
a em 3" acfos:'

rw m concursa
e a i- Um ii-uia*** dan aliaaw- e pe-
dri'iriw livise*..
EBITAES.
Edital n. 121.
Pela inspectora da alfandega se faz publico pie
nao tendo sido airematalas as merca lorias abai-
xo declaradas, annunriadas a leibro por editaos
OS. i li e 119 por falta de concurrencia, se Irans-
fe're a mesma arrematacao para as II horas do
dia 8 do corrate, porta desta roparticao.
Armazem n. o.
MarcaJ L M : Csem numero 1 ro a de fer-
ro fundido, simples, para moinho, padatia ou se-
melhautes, iicsando 90 Kilos, avahada powloi.
vinda no navio inglez Edith, desrarregada em 3
de abril de 1871, .j consignada i 1. Lopes fflacaado
& Companhia.
Marca-F-sem numero 3 potes dejouca vidra-
da, vastos e quebrados, sem valor, viudos no bri-
gue inglez Hbi, dascarregados em 6 de :-iiril de
1872 c consignad-isa Saunders Brabera & C.
Araizem n. 6.
MarcaT F5 cateas vasias sem valor, vindas
de Bordeaux no v.ipor francez Anasme, descar-
regadas em 9 de abril de 1872 e consignadas
Tisset Freres.
Alfandega de Pernambueo, 6 de maio- de 1873.
O inspector
Falli A. de Carvallio Reis.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RKCIFE.
A Rima, junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de sua? sessOes, no- dia 8 de maio, pelas
horas da tarde, lem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a
Ir s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTARELECIMEXTOS DE CARIDADE
Rna do Cabuga.
Loja u. 1 C.
Ra da Alegra.
6C04010
370OOO
20:O06
1244'. 00
240.5000
AVISOS MARTIMOS
Para o Porto,
Segu cora tuguez Jiidtk. Para carga e passageiros trata-
se com os consignatarios Thomaz de Aquino Eon-
ceca & C. sneeessonw, roa do 'igarwin.l9.
coila* a\uiv
DE
\AVEGAC\0 BVSILE1RA.
pon res do poite.
DOS polios do sul
t esmerado at o dia
8 do eorrente o va-
p.T Par, o i|ual do-
l'ois da daniura do
coslume segtf ir para
os portbs do norte.
Para eawa-, encommendas, valores e passagei-
ros, dirija-se ao escriptorio (la agencia, ra do
Vigario n. 7.
Casa terrea n. 7 .
Ra de Santa Therezn.
dem n. 5.........
Rna do H rtas.
Loja do sobrado n. 41 .....
Ra da Yira-ao." ]_
Casa terrea n. 19. .. .
Ra db Padre Floriano
dem n. 43........200*OCO
Ra do Senhor Rom Jess.
Loja do sobrade n. 35.....8005000
Ra de Sania Rita.
Idcmn. 3i.........261O0O
Ra da Ponte-Velha.
n. 31.....136500,)
Caas terrea Ra da Gnia.
dem n. 29..........2005000
Rna do Pharol..
Casa frrea n 80......1825000
Ra do Amorini.
Sobrado de 2 andares n. 26. 3C3JJO00
PATRIMONIO ROS ORPHOS.
Ra da Son;ala-ve!ha.
Casa terrea n. 16...... 2093000
Os pretendentes dever:o apresen'.ar no aclo da
arrematado as suas Cianeas, ou comparecerem
acompannados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia eti-
que for seguro o predio qu contiver eslab elvp
nieiiio commercial, asefen como o servieo da liui-
peza e preces dos apparelhos.
Secretaria da santa cosa da misericordia do Re-
cife, 21 de abril de 1873. W
O escrivao
Pedro Rodrigues de Soitza.
Ctui:namlo superior.
O Illm. Sr. coronel cointnandante supe-
rior interino, tendo designado o dia 9 docor-
Rio Grande do Sul
Pura o referido poi^o pretende seguir com ppn-
ca dcanora o lindo e vel-iro lugar porlilguez Jos
KstevSofie \" chs*e, por tor a maior parte da
carga engajada, e para o resto que Ihe falta trata-
se com os.consignatarios Joaquim.Jos Goncalves
Beltr'o & Filho, ra do Cominercio n. 5.
Para o Porto
pretende sabir muito breve a glleva porlngueza
Afora Fama II por ler grande parte do sen car-
regamento prompto. Rnoefte a carga que lhe fal-
ta a ineos mdicos, e tambem passageiros, para
os quacs tem ptimas accommodayocs: trata-se
com Tito Livio Soare?, ra d > Vigario n. 17.
'^rrtwi, ttin grniidn"torrwo-*o lar^eoiV
tro no fuudo, frente murada rom poflm
de ferro, granite quintal com alguna ar-
voredos, sendo as ditas salas na frente
assoolhadaB. '
HOJE i
0 agente Martina far leilo do predio cima'
Jcaa terroa ediftcada a moderna, em torrar
" roprio e n'nm dos primeiros arrabaldcs da c-
LEILAO
K
urna cas terrea na vU da KacWj. M fcir-.
mn de tonto Antee tata puniente, tila
rna da ftarra, prpria para
estabelecimento.
SARRAIk) 10 Dt MAIO
fe 11 tara* rearrhi.
O agente Pinho Ibirges rw)w.tw>gBieWe
risado, vender em leltae a wn esriptorio, r d 9&m levtt *l HL|
o aud.v, oede desde ja os So. |
ratrr as Mtwmur?** n
DOS
P^ (iljjectos existentos na cas onde est n hotel
Americano a run do Commcrcio n. li, i
que foi de Adamson $. C.
A rei]uerimeulo de EJiurdeTurpim <>. por man- ;
dado do IjlB. Sf. Or. jidx deilrmlo- especial do
commercio, o agente Pestaa far leilao de lodos
os oujectosdemoliilia, bebidas, loucase vidros exis- ;
lentes no hotel Americano sito na do Comniercio
n. 12. e ludo ser vendido em lotes, segundo o in-
ventario, no dia cima, 3' feira 8 do corrente, as
11 oras da man. a, no mesmo eslabeleciir.ento.
LEILAO
DE
219 toneladas de car vio de pedra.
Hqje
s 11 horas cm potito.
>'o armazem do barao do Livramcnlo, caos
Capibaribe.
0 agente Pinto levar a leilSo, a reipierimeni i
de Tisset Freres, por aut risaciio do gerente do
consulado de Franca, empresenta de sen chao-
celler e por coat c.-rlsco de qncm p*rt.*;-i -r, d.
219,600kilos (219 toneladas) de carvio de pedra,
desembarcado do brigue (ranea -Iiyii'V, de l>iin-
kerque, e existente nos annazens do bario do Li-
Traniento, caes do Capibaribe, onde ser ve idido
s 11 horas do dia cima dito.
LEILAO
DAS
sefiiiiitos aocOe>:
20 da componliia |M-rnarrrbwaoa.
10 da dos trilitos urbanos e (XmkU.
it) da de Santit Thnreu.
1 da dos boii'ls, mi l'crinwtmiii
Rairvav C.
SK(,UM>A-FtlRA li Dt MUi
k ;n'i;) d
O geme Pinho Rore**. nt.
. o -TU
leilao as ~iipradita- a-r.- >
quem |Mrl^m-er. ix> o <
J.--U- ii ,"i:j, priuicirn au-lir
r r(i
LEILAO
' DE
bons movis
movis, loiira e mslMs.
obyectos de e|i-i trn-|,|;i.v, | fugan d<- f ro americano rom \ a<-enios para I rae9a, r
1 dito rom eiTgfcw, iHira > tAo t tafvet aaa
ca visto, para I ou dons ciiK-m.
TKRO-FKIKA 13 DtMlTO
Na rna Kor-nn-1 .i-. n. 21.
Em que residi o Sr l .uyinn Crm^ah'-
l'.a-l.
Todos os objectos wn bom o perfei|e>eta)k>
< ci>iiM-r\a<;A iiagenl.- ilc l.-ilm-- P. I l'nilo aat(ifhad |mI<
Sr. Jos Joaquim (ionralre- HaHm, flnder ei
d-iiao lio dia I-'! dii ri< nt-*. ik> ni-iv. i mi-
iibjeclos exislenle- em casa i.
PRACA DO KRC1FE 7 DE MAIO .
DE 1373.
AS 3 1/2HOIU5 DA TIHDB.
Cotu?3c.*) officiaes.
A:ssucar-()e Maeeio 2200 |>or 15 kttos, posto a.
bordo a frote de .'J'>'j sem capa, hontein.
Abodo do Kaeei 1" sirte IOJoO por 15 kilos
7|8 d. e 5 0(0, hontem.
Dito de dito 2* sorte 9J7D0 por 15 kilos 78 d. e 5
0|0, hontem.
Algodao da Parahyba lOjiaOOpor lo kilos l|2
d. c 5 OO, hoie.
do sobre Londres a 90 dv. 25 3iS d., 25
1(2 d. e 25 5|S d., e do banco 25 3|8 d.
pir 130)0, hontem.
KiDourcq
Presidente.
Leal Seve
Secretario"
ALFANDEGA
'ijndimonlo do dia 1 a 1 .
dem do dia 7.....
23:326.4I6
29:3i5364

273:172*280
D'escarregam hoje 8 de maio de L873
PataciiO ingloz-Ftf/iiimei'cado'nas para alfan-
defa.
Brigue hollandez Thosbeck varios gneros para
o trapiche Coneeic.io, para despachar.
Palliabfe americano llatlie liaskette-varios g-
neros para o trapiche Cooceirto, para
despachar.
Barea alle;n-/Wi/a varios gneros para o tra-
piche Conceiclo, para despachar.
Brigue inglez Miranda- varios gneros para
o trapiche Conceicao, para despachar.
Barca americanaCasco taboado j despachado
uara o caes do Applla.
Patacho inglez- Princess carvao j despacha-
do para o caes do Apollo.
Brigue ingles Jan* Gosdycar carvaj despa-
chado para o i* ponto.
GEiPACHOS DE EXPOUTAGAO NO DI \ 6 DE
MAIO DE 1873.
Pitra os Dorios do exterior
No navio inglez Mwnnra, para o Bltico,
carregaram: G. Nceseu 4 a 40J saecas com
I,i6t kilos de algodao
No vapor ingle Putagonia, para Liverpool,
caiTegaramE. R. Rabello & C. 400 saecas com
*,8M Idleflb algodo- Para Lisboa, J. A. de
Albuquerque 1 caixa com 60 ditos de doce.
a gakira.p )i$ugtKa AuitQia, ,para o Porto,
carregaram : T. A.Tonseca & C.-Successorcs lli
accas com 8,697 1|2 kilos ae algodao.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira, inajor
c lmmandanto interino do 1. batalbo de
infantaria da guarda nacional do muni-
cipio do Recife, e presidente do conselh 1
de quali(icac,ao da freguezia de Sanio An-
tonia, por S. M. Imperial, a quem Deus
guarde, ele.
Fago saber que em virtude do disposto
nos arts. 20 e 21 da lei n. 602 de 19 de
setembro de 1850, e arts. 1 e 9 do decreto
11. 1,130 de 12 de marco de 1833, se reuni-
r no consistorio da respectiva matriz, s 9
horas da manhS do dia 18 do corrente, o
conselho de qualilicaijo e reviso da guar-
da nacional dessa freguezia.
E para que ejiegue 0. noticia a todos, man-
dei publicar pelos jornaes e fixar o presente
edital na porta da referida matriz.
Quartcl do co'mmando interino do 1. ba-
ialhao de infantaria da guarda nacional do
municipio do Recife, 3 de maio de 1373.
Caetano Cyriaco daCosta Moreira,
Major commandante interino.
i
i'JlARACOES.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda, se faz publico, que no dia 21
do corrente mez, perante a junta da mesma the-
souraria, pelas 2 horas da tarda, ser arremata-
do por quem maior vacta$em offerecer fazen-
da, o fornecimenlo dos objectos necessarios para
o expediente do secretario do comniando superior
da guarda nacional dcstoimunicipio, e dos res-
pectivos consellios de qualicaco.
Thesouraria de fazenda de Pernambueo, 6 de
maio de 1873. "
O 2.* escripturario, sci viudo de secretario,
_____ Caros Joo de Souza Correa.
Pela secretaria da temara municipal desta
cidade, se faz publi;o, que a mesma cmara prin-
cipia sua 21 sesso ordinaria deste anno, em o dia
9 do corrente:
Secretaria da cmara municipal do Recife, 7 de
maio de 1873.
Loureneo Bezerra Carneiro da Cunha,
_______________Secretario. 1 '
Juiz.)^ Uf m$fc\
EscrivAo Torres B.inilera.
Sxta feira 9 de maio prximo fo.ture, na sala
das audiencias, pecante o Sr. Dr juiz substitu-
to dos feitos n tatenda, s lf boras.do .
iro praca por venda as casas ns. 20 e 22 ac
largo dos Remedies, freguezia dos- Afbgailos, ten-
do urna 40 palmos d frente, 69 ditos de fundo,'
rounio da junta medica, .manda con
aos Srs. oliciacs que requereram ser insv
peccionados a comparecerem no menciona-;
do dia s 10 horas da manh.
Secretaria do commando superior guarda nacional do municipio do Recife,^
de maio do 1873.
3,
WASHIA
SAGERIESMARITIMES.
Al odia p do crrente mez espera-se da Eu-
ru|ia um dos vapores desta companhia, o qual de-
pois da demora do ci.stume segnir para Santos,
tocando na Haba e Rio do Janeiro.
Para condicoes, Dassagens, frotes, etc: trata-se
n agen.'ia, na do uunmorcie 11. 9.
No dia 10 do corrate mez espera-se dos portos
do sul o vapor franeez Mendoza, commandante
Benigni, o qual depois dadem>ra do costume, se-
guir para Bordos, locando em Dakar (Gore) e
Lisboa.
Para edMcfies, frates e passagens, trata-se na
igencia, ra do Commercio n. 9.
SENDO:
nfbilias (le i .-toara 11 'a n Luiss rna rWeMN n. aV
vv i_-i- 1 1 1 A SABER
AV, I mobill.i to amare li> ?- 1! Cu peeee fcrta, i eaeMa de jererie, leej*
I-, _. e ... 1 ,1 1 Ibo uval di.iiiail.i, iiu. i> ja.i.i< liara ll ita preta frauceza tulis c m |(Wra4i ,,,,., ,,,.. ,|.,,.,.i,., aiSS
tampos iWpedrB, lindos umr r^mra%,ima ,,ep.-a(,,d,, 1 .-.^a
la roupa e guarda vestidos, me-! rio tambem tejemeali, .ll.i jmn
. .. imarquezas, l>ilelle. in.-i. : -4idt r*****
sas elasticaa e (riveras t-ma- roupa c guarda-\ \.i-. f cadena 4* ..
h_ l 1- I Cma oiotiilia de |o 'i'.''' p'"o lamr dee--
P, par.;dores eUl p* ra e re,eandieim*a| I nrotefc.
semeiid, cum.i.. s par. t-s, ri|> rma .,,, ,,|,.|r:i la^fw
torio, COtmu.las, oamas frttl- *** areatrio nm |tedra t di|.w emw i- tor
. jnead.ts, I i|oartinhe,ra. I s.fa. ISraHra*. I r-
cezas ee* Jacaranda e ama. ello, kio de pared*, 1 f-wanirx 1 apparrib o.
1*1 101 e-llana para jaotii. I dilo i.ara eba, rnM*. ra
l dudo Irano. z de .rordas,1
piano Irano. z
reloj/ios de pare.le e cima de
m sa, 1"UP!, crytans-, cade i as
avulsas de diversos fettioc, so-
f*, cadeiras de balance, ber-
ros para cranq s, objeotus
ouro e prata, retarles de 011ro
e prata pa 1 ?*lo;.beira, maohi-
nas de cjblur-), aaartiuUelraa
sortid;;s, Citdeiras oom sea
para escriptorio e jiiato, tap"!i>;
e iitfni lade < e obje?losdo u o
lotustioo.
16
ro. eoiiip-ili-ir.i>. garrata*. p oLa-qii.-ijs r mu-t 1
antros objtcew de eryaUl lacas ereo*.--
res dr el-i-tro-pl-iii-.
l'm hfi'i de ie-ro .-un ric :ii n
mesas de engommadus, latas .1- li 1 .i -. '
mais ac.'e-ori.i- de rasa de familia.
O leilao |irinr piara .1- I
li'-le j aiuga-se a re.Wid
.l.j as li-oifeit.ria- ii 'canilieiros a gai e ootro* 1 L; -i ____
LEILAO

secretaria^pa{,i|]c jj^ ^jflj.CoBpfflJ
THEilTRO
(iVMiiSio wmm
ESlrll3G\ S PEWiVlVlE
Ouinafrfra 8 de im
Representar-saha pela primeira vez nests thoa
tra o importante drama original portugus do
Exm. Sr. conselheiro MendCs Leal .
Tomam parle os Srs. Braga, Silva Bastos,Saft-
kis Silva, Henrique Ponles. Corrt'a, Thomaz, Pai-
!a e as Sras. D. Olimpia, D. Bernardina e BPi-
nilla.
Finda o espectculo om a multo applaadida
comedia em 1 acto, orhada de msica :
t_
-iii
Itoi'oiiniieiiilail de Lislfi
Principiar s 8 lj2 horas.
Preparase para a prxima semana o grande
e apparatoso drama em o actos, do Dr. Canvin
Vilella :
Os macons e os jesutas.
Acha-se venda as lvrarlas'Franceza, Indus-
trial e Econoni1c%, as3im como no bilheteir'o'j 3
theatro, a scena cemi?a do rMlmte :
.
etewita na girgaito

1
Rinal M\ Slcaners.
I.i'ilj quinzcnnl
At o dia 8 do corrente nvz 6 e-perado dos
porlosdosul o vapor desta companh'a l'atagmia,
o qual seguir no mesmo dia da chegada para Lis-
boa e Liverpool.
Para passagens e mais informagoes, dram-se
aos agentes wilson Bowe 4 C.
li -Ba do CqnimcrcK}.14.
Ate o dia H do corrente esperado da Europa
o vapor Gahci 1, e seguir para Rabia, Biode Ja-
neiro, etc.
Para passageiros, encommendas, etc, : a tratar
com os agentes Wilson Bowe .V ('.
li BA DO COMMEBCIO li.
NA
rELHA SEMANAL
i6=rua to imperador
A.rmzem.
n.-
DE
una casa terrea
Quinta-feira 8 do corrci/to
AO MK10 DIA.
Urna casa terrea com 2 janellas e 1 porta, sita
na ra de S. Joo n 79, tendo a mesma 2 salas, i
quarlos e toda forrada, 1 quarto e 1 cozinha no
quintal.
Rende presentemente .IjOOi).
Os pretndanles podem examinar desde j.
0 leilo ser eSectaado
na
Feira Semanal
IIlina di li^hiiln'-l)
Arninzeui.
me veis, lou^a o erysae^. 1
cava lio o selim.
OlARIA-liiHV li IMICORK
Nos Allli A saber:
Uin piano lurte, I niobilu de jararaifl, car.
dieiros a gaz, lo .
sal is e qnarli -. e q i m inas gravura.
Caaudelatao,ditas de fr ..oi-ri.-, gaar
da roupa, ca.l iras d balan.", uie-at t mi peM.
I excellente machiiia d- costura e I aaat-aeae 4V
engonuear.
L'ma Beta elstica, I rnaHa
re*, cadeiras. I..':,;i. app-ireiSi
pan e!,ac )antar, c ipo,
l'm fog.io amorkrapn, tren
olije l i- Je casa de famili;..
l'm cavaJJo c rrm luu iaei /
(ai-l.i-lVir.i I t Ir (mu*
H. J. Cannian. Ludo de i. i.- -1 una viapera a
Eoeopa, tara ie4lw p r .1. nvnrl 1 da ageale
Pinto, dos mo\ .-iim 4#s<*ra>-
-, exialiades en eaaa ie leuda, ti
nietos.
As 10 1 horas d di 1 adaaa dito paiiin Ai
-1 ario de are j- San 1
so que servir de eoi ita* ea aeele
ao leilao.
O l*lito|ti'm*i{ar II
aparaeV-
d.- forcHba
e.ziahe eealr
Leilao
Hoje
DE

10
SMFd'PMIO*
- EMPREZA
SttaM (Me maio.
Rio de J aneiro
o bigue portujuez Cotetti vai salar ooin brevida-
de, e ainda pode receber. alguma carga a frote :
trata-se com E. R. Rabello i i.\, roa do Commer-
cioji.48. ____________
" COMPAMUU TERNAJIBLCANA
DE
tAveca^Sa costeara a vapar.
60YAKNA.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
correle, s 9 horas
da noate.
'ecebeWrga, encommendas, rtassageiros e di-
nliciro a frete ao escriptorio no Forte do Mattos
COMPANHIA PEUNAMBfCANA
DE
XavcgacteTeewe-teira a vapor.
"AMANGLAPE.
O vapor Coruripe, coni-
.^^^tirSo-
corrente, iti'-'i horas da tardfc.
Recebe eatga, encommed-
ds, passagens, e dinheiroa
frete at as 2 hora* da tarde do dia da sahida :
irio do Porte do Mattot n. 12.
*'
unveraade predio no f 0^0 da Panella, mi
frenw il^reja, -tendo 3 salas, 7 quatos;
DE D1UEITO, LITTLRATCKA E
RATOKIOS.
Ao correr do martello.
Pelo agente Martius.
No armazem da ra do Imperador n. 48.
A'S 11 HORAS DA MANH
Leilo
DE
novis em bom estado
Sexta-feira 9 do corrente
Por inlmencaO do agente Pinto
No armazem da ra do Bom
Jess n. 6.
USA Di FOiim
AOS 5:000000.
BILIIETES ULIKTIBOS.
I* ra Primviro dr Marpo (otitr'ora pejg i
Crespo' n. S3c casis doroxlumt.
Oabaixo assignado i.-nd wadid aras Ir-
lizes liilhetes. don- ni.-..< n. |R|(l rom :*r- .
I'lll l'\- uaiinleiro n. li.li rom MNiHMil, um m-m a. HH
com 1004(U() e entras -fie* d> eOfMV SKI
da lotera que so acaboii de exlrahir (W.").r.iv
da aos possiiidores a virem pivbT am eeatnai
dade do costnme sem de*cnl algum.
Acham--e i venda os felizes Inlhet* garan-
da 1' parte das loteras a beneficio da matrfat de
Rom Cons-lho jSO ), que se extrsMr
feira, li do crlenle Baae.
mocos.
Rilhete inlririi *#0W
Meio bilhete 3 JOOO
Quarto l*aW
ex roag.xom: lOOrOOOranA ca.
iti'ti M leeetre "tal
Meio bilhete 2*7
Quarto 1*37
Manoel Martint Fixza.


Grande e importante
DE
movis
SEXTA-FHRA 9 DO CORRENTE
Por inlervenfo do agente Pinto.
No armazem da roa do Bom Jess n. 6, (Recife)
A saber :
L'm piano forte, una excellenie mobilia de ja-
caranda a Ltz XV, 1 masa de charlo, 1 e.-pelbo. |
1 cama de Jacaranda, 1 guarda-vestido, 2 comino-
das, 1 prensa de copiar, 1 moinho grande de fero,
3 camas de ferro com colehoes, jarros o quadros,
1 mobilia de inogno coi padra, 1 di a de amarel-
lo, 1 grande e magillco guarda louca, envidra^i-
W, (qu bera. pode servir de estante para hvros)
1 'mesa redonda com pedra, i mea de sof, cadei-
ras de balanco, sofs, mesas e cadeiras, e muitas,
otros movis existentes no armazem da ra da ,
Crui n. 6.
0 leilao principiar s 10 oras.
Yencravcl Innandade deN.
S. da Luz.
Tendo em vista o que dipoe o art t-t de **
compromisso, convido a ludaii ea aeaeV
| i raos, para que no do-i.ingo 11 dn eafeeaa>
. mez, a 10 horas da niaato, aaaaawrer.ia eaei-
' sistorio de nosea irmainlaoV, aftm e> e^ei
nidos em asamblea geral, lra!ar-*c 4a elew i
i para os iwvos fu o qne lene da adawi-
1 nistrar a innandade n aaao le l*~ a 71.
Secretario da rrmandade de eesa reabon 4a
Luz, 8 de maio 4> 1873. ,
Maniiel Rodngn > de Odreara.
*_ reiaro interia
Aliento.
"Sd?
Oliveira k
Alheiro. Oliveira 5r '.. fazeni
que ninguem faca negocio eam
Sertibim, no curato do Rma f
ao Sr. Antonio Canda Gnimar
casa hypothecada a^s Srs.
C, por quantia Oaperier.
Recife, 9 de maio de 1873. m___
Alaxaf*. aHeajare tC_____
-'Arrenda se o arenaeM a t, da brp da
assembMa : que erWeeler, dinja-te ee
zem n. 5, no caes da ilhaarfi
*p
aV


Diario dePernambuco Jainta fek* 8 do Maio de 1873.
EmHcipatfo de escravos.
A junta de etaaacipaoa* k^cravos cread pe-
loan. 2S do decreC jl o'.llo de 13 Je novemliro
de 1872, Taz public ijuo est lunceionando no
paco da cmara municipal lodos os das uteis de
nove horas da manha as 3 da tarde e que, slo
obri^ados todos os snhores de escravos deste;
municipio a dt.r no praio de i mezos una rcU-
rt'iinliipljcata de lodos s scus escravos, alira,
eiem elassilieadus, decorando nclla o notne,
idade, estado, prolissao, aptido para o trabalhi*
Observando-se que a elassillcacao ser feita,
por /amilias e individuos e que, na libertaeao por
familias pretiriro :
1.a Os coiijuges que furem escravo de difieren -
tes senhores.
i.* Os amjages que -swerem Blnos nascidos li-
vres em virtftJe da le e nwnores de 8 annos.
3. Os conjuges que tiverem filhos livres mena-,
res de 21 annas.
4. Os conjuges con filaos menores escravos.
5.* As mais com filhos menores escravos.
6. Os conjuges sera fimos menores.
Que na libertarao por iudividuos preferirn :
l* A mi ou pai couifilhos livres.
! Os de 11 a 30 annos, corneando pelos mais
mojos no sexo feuiiiiino pelos mais velhos no
eso masculiuo.
Que no ordent da emaaeipacao das familias e
individuos serlo preferidos:
1.* Os que por si ou por outrem entrarem com
certa quota para sua libtrtacao.
2.* Os mais morigerados a juizo dos senhores.
Em igualdade de eondicoes a. sorte decidir.
Que liualmente incorrero na pena de prisao
aquelles que de m f nao derein na classificacao
ou nomos de seus escravos.
Olinda, i de'maib de 1873.
Manoel Antonio dos Passos e SHva,
Presidente da junta.
Braz Florentino Henriques de Souza.
__________Francisco Antonio da Silva.
Cavados iirlados.
Pela subdelegada de Bcberibe oram deposita-
dos dous cavatios alazoe*, que consta terem sido
furtados no rancho de Jos Fernandes, na es-
trada nova do Caxang, e pertcncerem a mora-
dores do Brejo da Madre de Deus : quem se jul-
gar com direito a ellos trate de reclama-Ios pe-
rante a mesma uhdelegacia.
O subddelegado,
Paes de Andnde Gouvin.
\'m empolladas,
funracnlosas e ulceradas, viciimas de humores es-
crofulosos, que arrastais vossas immundas pessoas
*a i ompanhia de gente melhor, toniai a salsapar-
rillia de Ayer c purgai a corrupto de vosso
mangue.
Hestaurai vossa saude e nao lomete gosareis
melhor existencia, porm lomareis a vossa com-
pauhia mais toleiavel aquelles em cuja sociedade
vivis.
*gXKK$ CW6?QOO$
Cunsult incaico
Dr.
no
lluiilU.

RA DA CRUZ IfJ 16, & ANDAR, fifi
'g. Recem chegado da uropa, onde fre- Q
y quentou os hospitues de Landres e Pars, "
fj (tole sur procurado a ipialquor hora do
rJ da ou da no uto pira objecto de sua
fj piolissao.
Pi Consultas de moto diaais 2 horas.
M\ Gratis aos pobre. jt
jL Etpeci'ilidudtt. Molestias da polle, de JL
XX crianza e do mullier. JK
fy Emprega.no trataraento das molestias O
rl de sua especialldade'as Dmchns e hanhos ffl
F\ a vapor, para os quaes troujte os appa- m
Jf\ relhos mais modernamente empregados M
na Fu ropa. s
Tambera applica eom grande su'-cesso ,
no tratamento da.- molestias do tero a V
|electricidade, pelo procos o do Dr. Tripier. O
Aiidam alerta.
Pedc-sc ao Sr. Francisco de Paula Rosa, ma-
ckinista da estrada de Ierro de Olinda, o favor
de entender-se, na travessa de S. Jos n. 27, so-'
lire a canora que estava em seu poder alugada,
e que nao s os alugueis, coma dita carroca at
o presente nao lera dado solucao, isto desde 25 de
Janeiro do csrretile arrio.
&&& 8**$ft0$#*ir
gk O Dr. Enni io Contrallo mudou o seu A
J consultorio medico para o primeiro an- X
9 dar da casa n. 37, ra do Mrquez de fiar
fj Olinda, onde contina no exercicio de fi
5 sna profissao. ^
9 Consultas de 1 s 3 horas da larde.- w
fioui engenho.
Vende-se m engenho moen-
te e corrente, distante da
praca 4 leguas, com boas
obras e trras para safrejar
2,500 pes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pograpliia que achara com
quem tratar.
Ausentaram-se no da 1* de Janeiro So corrente
anuo, do engubt OMrqjde P 4n;Luz, a'marc*d|kidd"AUmJ dous scratos,
warido e mulber, an* VrioutH o^sra*o te 4f>
annos, *esorava ?5. Marcos, cor preta/ ara larga,
puucasarba, altura n^uLar, cinto d corpe, |>s
i!iandes e largos, miasflrmx*as, tutuma apparecer-
fhe cravos nos ps; e Ecoiastica, .baisa, c la, pon,-o cirpo, taltag Ibu un dediles da frente rx>
queixo superior, |s pequeos (f<3S4linado.s,e tes
ti grand
Consla ao abaixo a ter sido ttcoolrada
a escrava em forado paitas, u:> 'q\. rife. Poder
entrega-Ios a pessoa que os pegar, ao Sr Belisario
de Souza Bandeira, a ra da Penha n. 5, que
receber a gratificaco de SO0|We ; ou ao abaixo
assignado em seu engenho.
Oileiro de Pedro, W de Jnlho 4e 1871
_____________imam Cxis> Leite.
Desde o da 14 do corrente at o da 18 esta-
r na estaco da Escada iiaia grande e bonita por-
ra de burros venda. Bavendo lindissiinas pa-
rellias para carro, de tamanho e cores iguaes,
aniraaes reforcados para o servioo de carmeas,
cargas e almocreves : do dia 18 em diante seguir
para as iramediacSes de Apipueo, onde ter al-
guns dias de demora. O proprietaro e vendedor
convida aos Srs. de engenhos e mais pessoas bem
como ao gerente d compatihia dot bonds, a sorti-
rem-se n'esta occasiio; pois nao o podero fazor
em 187i, em razo da grande scea qne lavra as
provincias da Pahia e Minas, a qual nao permute
o transito de tropas muars em urna extendi de
161 leguas. A tropa pode ser vista eesedhida l
vontade.
Engenho.
Arrenda-se o engenho Mearim, da (repnezia do
Bonito, boa A'*gu a de excellcnte prwiuccao, pu-
dendo safrejar de 3 a 4,000 pes de asuuca, sendo
distante das staso*s do Agua Preta ou Una ape
as tees teguas:: quem pretender pode dirigir-se
a Paulo Cavakaoite de Albuquerque, no engenho
Pearaca,<) esta praca (trapos. Raposo 4
C, no largo da .Carino n. di<
O Barao do Palmares, testament. iro de D.
Margarida Francisca da Silva, por mais diligen-
cias que at agora ha empregado, anda nao pode
descubrir quem sejam os liihos de Mara Joaqui-
na, casada com Francisco Jos Xogucira, aos quaes
a testadora dcixou un legado da quantia de it 0,
e por isso recorre ao presente annuncio, pelo qual
convida os ditos legatarios a quo se apresentem
devidamenle habilitados, podendo elle para tal fin
entender-se com o Dr. Innocencio Seraphico, no
seu escriptorio, na estreita do Rosario n. 23, Io
andar.
Pede-se ao Sr. Antonio Manoel do Sacramen-
to, Quicial de pedreiro, e a Sra, D. Anna de Sou?a,
moradora no paleo do Carino, o favor de virein
pagar o que devem na ra da Penha n. 4
O Sr. Manoel Bernardino Vieira Cavalcante
rogado a que mande, ou dirija-se ra do
Aiuorim n. 37, a negocio de mutuo interesse.
Saunders Broiers & C mudaram o seu
estabelecimento de lazendas, da rua do Viga ro n.
1 para o largo do Carpo Santo n. 11. primeiro
andar.
8i
m 2 = sr ^ =
100S000
de gratificaco receber quem pegar e levar a
rua da Madre de Deus n. 36 o moleqne Elesbao.
Este molequu foi visto liontem I. do corrente na
Itibeira pelo seu antigo senhor o Sr. Jos Rodri-
gues Pereira, que soube depois estar elle ser-
vindo como criado com o nome de Luiz a um lo-
gista na rua Direita. Promette-se nao ser casti-
gado.
fcfO^SSkVK i*X?OC Alagarse
o andar terreo do sobrado n. 80 a rua do Hospicio
cora ura salao estucado, deposito de agua do t'rata,
jacconiraodagoes para pe mena familia, por nro-
oieo proco : a tratar nj raesnu sobrad i, das 4
onrasda t arde em diante.
Attengo
->a rua do Arago n. 32 contina a preparar-se
bandejas de armacao com beiintaoa, ditas com
pastis de nata, bom boceado, pao-de-l, bolo
fle baca, dito nglez, bolo de tlairo, arroz de lei-
te, cangica, man do co, doces, papos de anjo,
aletria de ovos, com armacao, o semdo. I're-
para-sc presente com asselo. e enfetados, enche-se
pers, lombos, gallinhas e peixe;, faz-se empadas
de todas as qualidades e bouquets tanto de gom-
ma como naiuraes; encarrega-se de preparar
qualquer mesa para baptisado." casamentos, ai-
Jes e partidas, tudo cora limpeza, promptrdao e
commodo pre.o : qualquer pessoa que quizer fa-
ter suas encommendas, poder dirigir-se a
mesma casa a toda qualquer bor do dia, e com
oito dias antes. A me-ma casa ja bem conhe-
cida pelas encommendas que tem t'eito para di-
versas pesMAl do commercio.
Offerece-se um hornera para l'eitor de sitio,
com pratica de hnrtalica e de Jardim: a tratar
na rua do Mrquez de Olinda n. SO, loja.
Terrenos baratos de 3$ a 6$
nos Aflictos, e 3$ no Sal-
gadinho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza vende-
terrenos de seus sitios de tenas proprias, aos
palmos, em a novarua quai em frente a
igreja dos AlHtctos; e do Salgadinho com
a frente para a estrada de ferro de
Olinda e oito paraoutra estrada ao lado do
mesmo sitio ; a Jralar com o Sr. Tristao
Francisco Torres, na thesouraria das lote-
ras.
Os abaixo assignados Ueclaram ao publico e
especialmente ao corpo do coininercio quo dssol-
veram no dia 22 de abril do crrente anno a
sociedale entre ambos existentes, e que gyrou
netta praca sobre a razao e Joaquim Al ves da
Silva & C, ficaudo o socio Alves encarregado da
sua liquidacao.
Joaquim Alves da Silva.
Antn) i .los dos Pantos.
AOS 5:00"0#000^
Esto vendaos Mlzes bRhetes da lotera daBa.
hia, na casafeuz. do arco da Conceicao, loja!'. |
ourives, no Recife.
Preeisa se do 3:00t t a premio de 1 l|2 por
cento sobre hypotheca em casas : qnem quizer
aiinuncie para ser procurado.
D-se de 0 a 5004 a juros com garanta:
nesla typographia dir-se-ha quem d, e quem deve
ser procurado, das 10 horas ao meio da.
Ao -commercio.
O abaixo assignaqp faz publico que nesta data
vendeu a sua taverna sita no pateo do Carino n.
39, ao Sr. Manoel Duarte Rodrigues Pinto, livre
e desembarcado de todo e qualqner debito.
Recife, 3 de maio de 1873.
Salvador Correia de S.
uxeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
molhados e d fiador a sua conducta : na rua
larga do Rosario n. 11.
Alaga se duas casas com commodos para fa-
milia, sendo urna na freguezia de Santo Antonio e
oulra na Capunga : a tratar na Capunga, rua das
Crioulas n. 25. _______
Precisa-se alugar urna preta que seja escra-
va, para o servieo de casa de pouca familia :
ratar no cies de Capibaribe n. 2.
D. Mara Francisca de Sou-
za Ramos. /
Antonio Francisco Areias, Jos Antonio da Sil-
va Araujo, D. Can lina de Souza Ramos Areias,
. Franrelina de Souza Hamos Arauj > e Antonio
Francisco Areias Jnior, tubas, genros e neto,
agradeeem cordialmente aos seus prenles e ami-
gos o caridoso obzeqnio, que lizeram de acom-
panhar os restos moraos de sua prezada mai
av e sagra D. Mara Francisca de Souza Ramos,
sua ultima morada, comidando-cs a assistir a
missa do stimo dia que mandara dizer no dia !l
do corrente, na.Ordera Terceira de S Francisco,
pelas 7 i [2 horas da manha.

Declarac,o.
Comnissao encarregci'la de e.caniinar
apparelhos du companhia Recife
, Drainage.
O abaixo assignado convida os membros da
coinmiss) supramencionada a se reunirem no
palacio da presidencia da provincia a i meio dia
de 9 do corrente mez.
Recife, 7 de maio de 1873.
Dr. Joaquaii J" Aqu no Fonreca.
Cs
Confraria de N. .tnst- da
A>onia.
Por deibcracao da mesa regedora, convido aos
nossos irmos, ex-provedores, vice-provednres e
secretarios para asistir a consulta para a mesa
regedora de 1873 1874, que ter lugar quarta-
eira 7 do corrente as qualro horas da tarde.
Secretaria, 4 de maio de 1873.
O secretario interino,
Manoel Pereira de Magalhes Jnior.
Carolina Francisca de Magaihes e Silva,
viuva de Francisco Jos Gonealves n Silva, es-
tabelecdo cora loa de miudezas rua da Im-
peratriz n. 78 A, participa todas as pessoas que
entretinham relaeocs commerciaes no estabeleci-
mento de seu finado marido, que vendeu esse es-
tabelecimento ao Sr. Joao Dias Martins, que'fiou
com todo o seu activo, responsabilisaudo-so elle
pelo respectivo paesivo, do qual Um a annun-
ciante plena (|uitacao, segundo o balaneo ltima-
mente ctrectuado. A annundanlo est," pois, exo-
nerada de tudo quan-o p'ssa diztr respe to esse
estabeleciinfcnto.
Recife, 4 de raaiu de 1873.
Os abaixo assignados tendo comprado aos Srs.
Faria & Lessa a armarlo e mais pertencas da
sua loja sita rua da Iinperatrz n. 26, fazem pu-
blico, para quem se Julgar com direito a mesma,
se dirija rua do Conde da Boa-Vista n. 26, no
prazo de 3 dias, a contar do dia de hoje.
i Recife, 6 de maio de 1873.
Miguel Antonio de Figueiredo.
_____________Antonio Figueiredo da Oliveira.
Engenho para arrendar
Arrenda-se o engenho Goiabeira, prximo a po-
voacao de Jaboato : a tratar na rua do Mrquez
de Olinda n. 4.
O abaixo assignado liando de retirar-se para
fra da provincia vera por meio deste pedir a to-
dos os seus devedores o obsequio de virem paear
seu crdito por estes dir.s. Assim como os meus
devedores de transaccocs na taverna da rua da
Penha at o dia 30 do corrente, e dessa data em
diantc sern cobradas judicialmente, para isto me
acharao no rua da Penha n. 4. Aproveito a occa-
sio para pedir des ulpa do meu proceder a mui-
tos senhores que merecem muita consideraco.
Manoel Lopes Ferreir.
Aluga-se o sobrado de umaniar na rua dos
Copiares n. 3 : a tratar na rua das Cinco Ponas
n. 31.
Fogo, fogo
tm de bengala.
Notos foguinhos chinezes artiliciaes proprios de
Baldes, varandass e jardins cregados de eucom-
raenda propria, e especial para os fes"5.jos de
Santo Antonio, S. Joo e S. Pedros pfecos re-
sumidos, tanto em pequeas caixas, con/s-v ce-
talho : no arinazera do vapor francez^rua do B-
rao da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Seis de Marco de 1817. g
Lavradio.
Convida a todos os scus II.\ para comparece-
rem sessio magna de nossa chara Irma Con-
ciba cao-boje 8 do corrente, s 6 l2 horas da
tarde, na rua do Cabug.
Recife, 8 de maio do 187).
S. adok.-.
_________________J. F. da Sirva._______
Atten^ao
Offerece-se utn /eitor pralico para engeaho :
quem precisar dirija-se rua da Roda n. 48.
gno de attencao,
RovolU erte proceder. Conserorr a casa fe-
chana eatando vaa, km pagar os alugueis des-
de agoste aauo passmlo, e a pi/bre da proprie-
tnria sem a di^ de ma casa e seni os alu-
fui-feS vendv: iiir<;.nla a recorrer a juslca para
obter seu dinheiro e chaves de sua casa. Se com
esto pubcacao nio for attendida, no fim de
tres das sahir eom as iniciaes e se anda nao
produiir efTeito.cm seguida sahir o nome por
inteiro : o debito monta j a 320^000.
fc Q NOVO MEZ OE MARA
Nova edlf ao cometa e acrescen-
tasla.
Este livrinho, alem do mez de maio, seguido
da devocao do Coracio de Mara, offlcio das al-
mas do purgatorio, noticia da medaiha milagrosa,
novena de N. S. da Penha e da Conceicao, medi-
tacao do Rosario, modo de ouvir missa e oraedes
para confissao e communho, etc., encadernado,
pelo coiumodo prego de i& : na livraria dos edi-
tores, nj^d^Jmpmdwn^^^_________
MEZ DE MARA
Cnticos eliymoos devotos
1*8 CNTICOS DIFFERENTES
reunidos em ura bonito volurae encadernado.
Rs. -IOOO.
LIVRARIA FR.\.\CEZA.
Protesto
O abaixo assignado protesta contra a venda do
hotel da rua das Larangeiras n. 29, por estar su-
jeito ao pagamento da quntia de 258/300, im-
portancia de objeetps que para o mesmo vendeu,
e que pelo juizo competente r haver dita quan-
ita de guem quer que o comprar, o que declara
para nao se chamaren ignorancia.
H'Ce, 6 de maio de 18/3.
Martinho Jos de Faria.
200S000.
Bonfraria de S. Jos de ago-
na
Por deliberacao da mesa regedora, djlpacho do
Exm. Dr. pnnedor de capeoas, e em cumpri-
menlo do art. 48 do nosso compromisso, convido
a lodos os nossos irmos que esliverem no goso
de todos os seus direitos," para comparecer era
nosso consistorio, no domingo 11 do corrente,
para em reunio de mesa feral, proceder-se a
eleig.io da mesa regedora, qu"a tem de funecionar
da 1873 a 187i, o que ter lugar s dez horas da
manha.
^Secretaria, 7 de maio de 1873.
O secretario,
Manoel Vieira de Magalhes Jnior.
Autos perdidos.
Tendo o abaixo assignado perdido os autos de
inventario do seu fallecido sogro o Exm. Sr. com-
mendador Antonio de Siqueira Cavalcante, da es-
tacao da rua d Aurora, da estrada de ferro de
Olinda, do Varadouro ; pede, portante, a quem
os tverachado, que osqueira entregar ao Sr. ad-
vogado A. de Siqeira, na mesma rua, casa conti-
gua a dita cstacao, que ser generosamente gra-
tificado. Recife, 7 de maio de 1873.
Antonio da Costa e S.
Urna senhora competentemente habilitada,
propoe-se -ensinar em qualquer engenho, por
commodo preco : na travessa de 3*Joo n 13.-
0 advogado Antonio d'Assumpcao Cabral
mudou sua residencia para a rua das Cruzes, so-
brado n. 22, 1. andar.
Aiuga-se a ca a terrea da rua do Caronel
Laraenha n. 26 (outr'ora Prazeres): a tratar na
rua do Boro Jess n. 31, Io andar.
Aluga-se urna boa casa em Jaboato, com
muitas commodos e fresca : a tratar na na do
Mrquez de Olinda, armazem a. 62.
Para S. Joao
Novissimo-1 vro de sortcs ao posto moderno, e
brinque Jos espirituosos, conhecioos porjegos'de
cesta : no bazar acadmico, roa da Imperatriz
. 13-
Ao commercio
O abaixo assignado faz publico que nesta data
vendeu aos Sre. Borges Costa 4 C., a sua ta-
verna sita rua 24 de maio n. 15, outr'ora rua
da Cadeia, livre e desembaracad i de todo e qual-
quer onas.
Recife, 30 de abril de 1873.
Francisco Ribeiro Guimares.
illouco.
Dous criados.
Precisa-se em ura collegio para servicu interno,
de dous criados, quer livres quer escravos : a
tratar na rua de Imperador n. 71, Io andar.
CASA DO 0RO~
Aos 5:(MHVMKH
Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito fetzes bilhetes a sorte de 300 em qualro
quartos de n. 2695 e nm inteiro de n. 2450 com a
sorte de tO0, a(em de outr-s sortes menores de
40*000 e 20000 da lutcria que se acabou de
extrahi (49a;; convida aos pessuidores a virem
receber, que promplamente serao pagos na forma
do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi- no seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer i remio, corto prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se a venda os muko felires bilhetes ga-
rantidos da 1* parte das loli ras a beneficio da
igreja matriz do Bom Conseibo, que se extrahir
no dia 14 do mez corrente.
Presta
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*360
De fOOsOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 7 de maio de 1873.
Joao Joaqun da Costa UU*
Evadi se no dia 15 do corrente e escravo Hen-
riques, com 23 annos de idade, mulato bem claro,
cabellos crespos, falla um pouco descancada, o
rosto liso e sem barba, a perna direita nm pouco
aborta, o dedo grande do pe sem.ter unhas prove-
niente de urna ferida qne teve, tem o andar ura
ponco banzeiro, tem as costas cheias de pannos
brancos, j foi vaqueiro. natural da Parah\ba ;
morador na serra do Teixeira, foi escravo de D.
Victoria Mara dos Anjo*, viuva de Manoel Joa-
quim da Silva, ambos j fallecidos, couhe depois
por heranca a D. Joaquina Maria da Conceicao,
lillia legitima da finada D. V doria M ra dos An-
jos e Manool Joaquim da Silva, mulber do finado
eapito Silvestre Ri>dri?Hes de Carvalho, e dopois
do fallecimento do referido eapito Silvestre pas-
sou a seus herdeiros, e elles venderam a Antonio
Cosario Italiano, e este vendeu ao Barao de 'aza-
reth, onde o comprei ; levou um cavallo alaso
dourado, frente aberta, crinas, topete e cauda com-
pridas, boa altura, tres ps calcados, pernas um
pouco finas, muito ardigo, bem novo, tem a cabe-
ca acarneirada, muito rincbo, inteiro : quem o
prender c quizer restitui-lo ao seu dono traga ao
engenho Canzanza, que ser recompensado com a
quanlia cima; e ao caso delle ja ter vendido o
dito cavallo e alguera achar e quizer o trazer, da-
rei pelo cavallo 50*.
DR. FERREIR
medico operador, rua larga do Rosa-
rio n. 20, vaccina gratuitamente s
intos-feiras,
Fugio do engenho Mamucaia, freguezia de
N. S. da Luz, no dia Io do corrente mez, o escra-
vo Luiz, preto, de 33 annos de idade, natural des-
la provincia, o qual tem os signaes seguintes :
baixo, grosso do corpo, barbado, usando somente
de bigodo, olhos uai tanto vesgos, fafia grossa,
Cernas finas; suppoe-se ter elle seguido para as
andas de Iguarass, d'onde foi e uatural : o-
ga-se, pois, a captara do mesmo escravo, gratifi-
cando se bem a quem o couduzir ao dito engenho,
ou ao Sr. niajor Luiz Jos Pereira Simoes, nesta
cidade.
. Troca-se
a moradia de una casa na rua do Hospicio, com
quintal, agua encanada, banheiro, etc.. etc., por
nmaem guaes condicoes as ras dar Concordia,
Cambia do Carmo, etc., etc., sendo perlo da rua
Nova : trata-se ni rua do Barao da Vic'.ora nu-
mero 36.
Cozinheiro.
Preciza-se de um, livre ou esvravo, e traen en-
carregnem tambera de comprar, para easa de 2
pessoas : a tratar no Corred r do Bispo n. 59.
4ltei$io.
Deseja-se alugar duas escravas, sendo urna co-
zinheira e outra para ama secca, agradaneo, paga-
se bem.
Precisa-se do um copeiro feitamente deste servieo, e que d fiador a sua
conducta : na rua da Aurora n. 49.
Jos Francisco do Reg, encarregado da li-
quidacao da firma de Jos dos Santos Neves A Ir-
mo, cujos socio- sao fallecidos, convidaos que se
julgarem credores da mesma firma que lhe
apresentem seus ttulos no prazo de 15 dias, con-
tados da presente data, para o qne pode ser pro-
curado na rua do Crespo n. 17, Io andar, dp meio
dia s 3 horas da tarde. Recife, de maio de
1873.
DICCIONARIO UNIVERSAL
DE
EDUCACAO ERSBO
TIL V MOGIDADR DK AMBOS OS SEXOS, AS MAIS DE Ma. US
PHOFESSORES. AOS DIRECTORES K DIRECTORAS II. COl.I.EC.IOS, AOS
ALUMNOS QOE SE PREPARAN PARA IAOILS.
Contendo o mais essencial da sabedoria humana
E
:::: sczsstcia ;::::::;;::s:;:: appucatsi m*z ::;::*:::
f,- Do ednerjtaa.
Conhecimento e direceo dos carnctnrps, faculdmiRs, defeitos, mritos e flplhlo>*.- J[tM
giao, moral, philosophia.Lgica, rhetorica, potica.Litterattira, pedagoga, ci-
vtlidade, esenptores antigos e modernos.Agudezas, proverlmis, maiiisas 'em*
gramtnas, etc. ^^
."1> iistiucrilo prlmaHa.
Leitura, escripta, clculos, problemas, formulas, svstema mtrico, moral n ligios*.__
Lingua porttigueza, orthographia usual e grammatical, rodacro, estylo rpitolsji
homonjmos, synonymos, rnizes, ctymologia..Motlnidos, nsfisn. meios pratica
de execuco.Historia universal de cada Meato, vanVs insipnes, dnenbrmvntot
factos assignalavets.-Ccographia descriptiva, cidades printipaos, ndole e rostunses
e productos de todos os paizes, monumentos cclebn>s, panoramas, curiosidad Je.
toda a especie.Noticia das sciencias usuaes, artes, mileres e pndissoes, etc.
9.'lnst riirrilo necmidarin.
Linguas : portugueza, fracceza, latina, hespanhola o ingleza. Ceologia, mineralocM
botnica, zoologa.Physica, chimica, astronoma, mochanica.Arithmetca, fc-'
bra, geometraIndustria, hygiene, desenho, agrimensura, commenn, agriru-
SEGU
""UlIlaUtW
Tudo simplificado ao alcance dos alumnos epessoas meramentednrjnsa* de instruo-
(ao, com elncidacoes ido proficuas aos mest res nuantoproit tosas no trato da < familia
REDEGIDO COM A COLI.ARORACAO DE ES(.rflPTOKES PFtlLlARES '
POR
DIRECTOR DE COI.LECIO

Trasladado portuguez
POR

(MILLO CASTELLO BRWCO
E
AMPLIADO PF.LO TRADUCTOR NOS RTICOS DEFICIENTES E. ASSUKITOS RELATI\OS A
PORTUGAL E BRASIL.
A obra constante de 50 cadernetas ser terminada no corre-r de 1873
A assignatura razo de 300 rs. a cadernota, divide-se para maior' faclklade era
duas senes, ca la urna de 25 cadernetas, ou 7*500. As 10 primeras cadernetas entreaam
se desde j. *
LIVRARIA FRNACEZA
MOMA
Est encouracado !!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na" cidade de Nazareth dcsta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, cou-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
(ins de dezerabro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e ahril de 1872, o nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oi:o annos, e quando o Sr. seu lilho se
achava nesta cidade.
Compra-se nm cofre prova de foro
travessa da rua do Vigaro n. 1.
V1NDAS.
Attencao
O abaixo assignado previne a todas as pes-
soas que ficaram a dever na loja de ourives a
rua estreita do Rosario n. 10, que srt com elle,
ou com seu procurador Joo Raptsta Gitirana, a
3uem deu poderes para cobrar amigavel ou ju-
icialmente, se podera entender acerca de scus
dbitos, visto ter tomado conla do acivo e pas-
sivo desde Janeiro prximo passado. Outro sira :
pede a seus devedores da loja do arco da Concei-
cao, que venham saldar seus dbitos at o dia 13
do prximo mez. scientificando a tod s que d.v
quella data em diante promover o seu direito.
Jos da C. Oliveira e Figueiredo.
gundo.
Precisa-se de nina ama que engomr
me com perfeiro : na rua DiK|ue de
Caxias n.OI, loja do rival sem se-
/i
gon nar
Precisa-se de urna
que saiba bem en-
e fazer o mais ser-
vico interno de una casa de
pequea familia : no tercei-
ro andar desta typographia
se dir.
A M A
na n. 161.
Precisa-se de urna ama
para cozinhar e engommar
jiara casa de pouca familia,
prefere-se estrangeira : na
rua Jo Visconde de Govan-
A rtlfl ^ raa da IraPeratriz n. 37, primeiro
'llua andar, precisase de una ama forra mi
escrava, que seja de boa conducta para andar e
lavar roupa de meninos.
Vende-se a taverna da pra..a do Conde d'Eu
9 : a tratar na mesma.
SrIi de toslre.
Vendcni Pereira da Cunha Irmos, rua Mar
qiicz de Olinda u. 21. em pnreo e a retalho.
Escravo cosinheiro
Vemle-se por 1:500* um escravo cozinheiro.
rao: e sadio : na rua Duque de tCaiias n. 5. t>
andar.
Farinha de mandioca.
A melhor do mercado.
Vende J. F. ?. Coimhra Guimaraes : na da
Mrquez de Olinda n. 3, l. andar.
Man^abcira
Vende-se ou aluga-se mn sitio com urna casa
de laipa e cacimba, perlo da estaco da casa an-
rclla, tend 10 palmos de frente e 600 de funV;
parta i aUir-sc rua Direita n. i, loja de funileiro
Grande queima!
CALCADOS BARATO
V-MIA DO BAli.U) DA VluTORIA-8
Bolinas ingieras para .senhora a 5KM>
Ditas de duraque de cores para dita a SjiOO
Ditas gaspiadas de verniz a 1*400
Rutinas de hezciro par meninos a 3jM0
Ditas de verniz, Mn grossa, para ditos a 3|VW>
Ditas de pellica ingiera a 34ttl>
Ditas de vaqu la a 34000
Focos de vaqueta a #500
Dilos de cores, punta de metal, a IJtWO
_________Loja de Lyra Vianna.
OlEADOS
De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, fructa-po, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanboyant ou brilhante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrinss
parreiras, coraro da india, romeiras e outra,
[antas : na Capunga, rua da Ventura numero 20.
I
AMA
cisco.
Precisase de nina ama torra
o escrava : na rua do Impera-
dor n. 17, confronte ao S. Fran-
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar, para casa de familia de duas pessoas:
na rua Direita n. 28, 2. andar.
AMA
Precisa-se de una ama que
. saiba cozinhar e comprar para
l' iX casa Je hora solteiro : na rua
de Pedro Alfonso n. 7, amiga rua da Praia.
Precisa-se. de una ama para com-
prar e cozinhar para casa de peqaena
familia : na rua do Crespo n. 18, se-
AMA
girado andar.
Precisa-se de urna ama para casa de hornera
solteiro na rua Direita u. 10.
.%! \BT
Medico-cirurgico
RUA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR5|
0 DR. NUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e opengoes de olhos.
Cora radical e iclantanea dos M
estreitamentos da uretra.
Consultas: Das 7 s lOborss
da mabi.
Chamados: A qualquer bora.
A HA
Precisase de urna ama que
eozinhe bem : na rua do Ra-
rao da Victoria n. 28.
Ama
Precisa se de urna para cozinhar, rua
do Corredor do Rispo n. II,
Ama
n.5i.
Precisase de urna ama para cozinhar c
comprar : na rua Duque de Caxias
Ama de leite

Ao publico.
Aluga-se a casa terrea que devia servir para
asyld das convertidas, em Santo Amaro, na rua da
Lembranca do Gomes, com bastantes commodos
para grande familia, e pro orces para algum eol-
legio : a trotar na rua Jo Capibaribe, caea n. 31,
com Ignacio Bai roso.
Irmandade do Divino ifepi-
rito Santo.
O irmio procurador fiscal, era, cumplimento do
disposto no rL M do compromisso, convida ao
irmos, meinlros 4o cousetho fiscal, a reunir-sa
em nosso consistorio domingo 11 do correnta.
A abaixo assignada declara que tem vendido ao
Sr. Joapuim Crreia Vieira de Mascarenhas o seu
hotel, da rua das Laraageiras nr 29, livre e desen-
baracado de qualquer debito que possa apparecer.
Reccife 18 de Janeiro de 1873.
_________Anna Theresa da Silva.
Manoel de Fontes Gomes, subdito portuguez,
retira se temporariamente para Portugal, e deixa
encarregados de seus nogocios, durante sua au-
sencia, como procuradores aos Srs. Jos dos San-
tos Moreira, Manoel Fonseea de Medeiros c Fran-
cisco dos Santos Morolra._______________
Attencao.
0 abaixo assignado pede ao Sr. Joo Henriques
Pessoa o favor de vir entender-se com elle sobre
Na rua do Barao da Victoria n 5", 1* andar, pre-
cisa-se de urna ama de leite. _____________
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para casa de pouca familia : no pateo do
Carino n. 20, segundo andar.
A \f A Precisa-se de una ama para com-
2\.J3xx. pfjr cozinhar e engommar para duas
pessoas : a tratar na rua de S. Francisco n. 31.
M:inrcos pariai a oleados para me-*, de i a
10 palmos de largara, com pello e sem pello, Br-
eos mdicos : na praca da lnd>-|>endencia ns. f* t
20, loja de l'inheiro a II rtholo.
Vende-se duas casas de laipa, as areia.- #o
Giqui, leudo cada urna Ul palmos de frente r 30i
de fundo, com plantacoes, sendo o chao foreir
perpetuo : quera as pretender, pdc dirigirse eaj
(pialipier lempo ao dito lugar, ou a esta typogra-
pliia, qne se dir quem vende.
Vende-so feijo mulaMilio novo alia caa:
na i na Direita u. 8.
Por fMM cada um, e por precisao, veade-
dous prelis de iOairnos, roimstos, proprios para
refinatao, padaria ou sitio, ou mesmo gando a
rua, sao baratis-inios : n rua d Hortas n. 96.
Vndese dou< moleque- j ik | annos
perito* cozinheiros, o de 20 engomma e Imleia, sea-
in perito nestas tres hahi idades, sio prca< aa
rua de Hortas n. 96.
Antonio Joaquim da Gama pede aos senho-
res abaixo mencionados de entender-se com elle a
negocio que os mesmos sen* ores nao ignnram :
Francisco Augusto de Almeida.
Felinto do Reg Barros Pessoa.
Luir da Veiga Pessoa.
pelas 9 horas da manha, aflm de dar-se execuco acuelle negocio qne o msalo Bao ignora, sob
"I diSpOStO nO art- 97 do mesmo aorapromiun I np.n.i dp VAr ivnr pc inr
Secretaria da irmaadade, 7 de Httio
o disposto no art- 97 do mesmo aorapromisso.' I pena de ver"por este jornal a especie 3o negocio" 11 o il naA~i~*Ji~
de 1873. J ^ MajwsdeA.TiHvi, M anclar, escriptorio.
Padaria
Vendes*- urna pequea Bafajli eom fon nova-
emaisperlences, propria para principiante: qnam
pretender dirija-se a rua do Visconde de Albu-
guerque, outr'ora rua da Matriz da Boa-VisU a.
A. que adiar cora quem tratar.
vende-se una taverna bera aregueada
qnem .-. pretendur dirija se ao pateo do Tero" .
11.0 m >nvo se dir ao comprador.
---------;__k____________________________:_______.
Lazinlias escomas a 280
rs. o covado.
Rua do Crespo n. 20.
Lriohas escocers, padriies inteirameote ao-
vos, pelo diminuto preco de 280 rs. o covado,
pechincha e dio-se amostras na loja de Gaacr-
rae C. da Cunha & C.
A 6J000 a peca
de majapola > francer com duas larguras e iaa
Cambraia Victoria.
verdadeira e fina a 400u a peca para acabar :
na ra do Cabug n. 14, loja d America.
Xarope d'agrio do Para
Arrtigo e conceituado medicamento pan
cura das molestias dos ergios i aapaTBjafio,
CU bom Portado travpqfl >mo a phtysica. broncha*, asthma, etc..
em oom es^ao, na ira\ essa ^^^ uni Mm op.imoi r,^!!,,!^ a
do Vigario, no Recife, n. 1, escorbuto.
'' Vende-se na pharmaTia* dragara de Ba>
tboiomeu d C, rua Larga do Rosario a. 14.
COMPRAS.
Burra
Compra-se um cofre pro-
va de fogo, quer seja novo ou
uzado, comtanto que esteja
j


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Diario de Praambuco Quinta feira 8 de Maio de 1873.
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'J l\v
Soares Lei^ miudezus c pcruinaiius, [n.ir procos baiiit;.sM:nus, a
unen lo
!
do
de uin coajajieto sorti
"aber'! WtUr
Saixa de linha branca muito boa com 40
noreUos, a SOO rs.
dem idem de marca, a 200 rs.
Mago de fita chineza, 900 rs.
Duzia de peras de cordo imperial, a
380 rs.
dem era carritel de linha branca, a 320
rs.
dem idem carritel 200 jardas, a 19000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 19000.
Abotoaduras para collete (sao baratas), a
800 rs. |
Duzia de pegas de trancas caracol branca,
a 400 rs.
dem idem lisas/ a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Talberes cabe de viado (imitaco) a 39000
duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a 39600.
dem idem beira lisa, a 29500.
Grinaldas para casamento, a 29 e 59000.
Garra/a de tinta roza extra-fina, a 19000.
i i-i
Csixa do pemas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de envelnos irajados de preto, a
500 rs.
Leques para senhoras, a 29000 e 49000
dem idom de osso, a 09000 e 89000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
109000. N
livros para notas, a 320.
Redes en fritadas, a 19300.
Duzia de collarinhos boruados para ho-
tnem, 89000.
dem idem lisos, a 69000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19300
Idemkananga do Japio, a 1200.
dem divina, a 19000 e 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19008.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antique muito b mi, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Maco de sabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
x Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
a 240 rs. e 39600.
-. I"'
DE
Il PITOS
SOARES HITE, IRMA
nicos Acatas
Ra do tomo lorian, tt
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
GRANDES NOVfDADES
Em fazendas NA

LOJA E ARMAZEM DO PAVAO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
i i;
/
Caixa de botdes de osso para caiga, a
200 rs.
Coques moderaos, a 39500.
Maco de trinca lisa de odres,
Espeihes-toucadores, a 29000. Idom de sabonetes de anjinho traasparen-
Resma de papel patriado e Uso, a 29600, tes, a 29200.
29800, 3*500, 49000 e 69000. dem de sabonetes com flores, a 19500.
Caixa de papel aimsade, a 600 rs. Lindas e elegantes camuas com perfu-
Idem idem idem beira dourada, a 800 rs. | mes do autor E. Cudray e Gell Freres, pro-
Caiza de envelopes forrados, a 700 rs. prias para presentes.
Luvas de pellica rom pequeo toque, a Sabonetes Glycermo transparentes,
500 rs. 19000, i Chapeos para senhoras e menmas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo prego,
tas objectos que se tornara longo mencionar.
28 Ra do Barao da Victoria 28
15
e mui-
raVis, em 1867,
a medalha de ouro
foi
concedido a
a condecora-
Ka exposicSo d
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e
gao da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junier, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina da cos-
tura. .
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditam
estas machinas. 11 \ \
908000
FUNDIDO DO BOWMAN
Mi DO BRUM N. 52
(Passando o ehafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e outros agricultores, e empregadorea de ra
cbioismo o favor de urna visita a seo estabeleclmento, para verem o novo ortimeDto
compet que ahitem; sendo todo superior em qoalidade e fortidlo; o que com a ios
peceso pess jal Bode-se verificar. ^ _
ESPECIAL ATTENCOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQO
tr A _fl(iQfl AVacrn** dos mais ouolerQS Ternas eem ta
VapOroo O rOUttS ll agud maohos convenientes para as diversas
circunstancias dos senbores proprietarios e para descarofir algodSo.
Moendas de canna ost,manb09' 38me,bores qae ,qDi
Rodas dentadas para animae8'agoa e vapor"
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques o fundos da alambiques.
'ftToMiniftmri* Pat nftndioca e agodio.l Podando todos
iULctUJlllllbUlUa e para serrar madeira. ser movidos a mab
lOAUDaiO de patente, garantidas........ |oo animaes.
Todas as machinas *" *w*# *"*
Faz qualquer concert *-** '"<> oi resid0-
Formas de ferro ;"*'""*- mr-
VnAnmmanilaB lacumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo von-
AnCOlIlUlDUUtiS. tade loa clientes, lembrando-lhes a vantagem' de fazerem
suas compras por intermedio de pessoa enteodida, e qae em qualquer necessidade pode
ibe? prestar auxilio.
Arados americanos e ia8troment08 gricola8'
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFAR1Z
No ariDeiH Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de- fsrga- de 2 a 4 favallos.
Correias para machina?.
Poliis de diversos tamanhos.
"aquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
fontas de Janea para earro.
Qiieotes para carro.
Galie* largo e estreito para carro.
fregos com cabeca de marfim, idem.
Cabe-aos o dever de armunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Bario da Victoria n. 28, ora deposito e agencia
feral, para m Pernambuco e mais provincias se veoderem as afamadas machinas de eos-
Hura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seu trabalho,
empregando urna aguha mais curta com a roesraa qualidada de linha que qualquer outra,
e pela introduego dos mass aperfeiooados appareihos, estamos actualmente habilitados a
oerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagms destas machmas sao as seguinies:
Primeira.-^O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
ircuinstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Seguada.Contem o material pneciso para reparar qualquer desarranco.
Terceira.Ha nellas aenor ncoio entre'as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que uas outras.
Quartt.Formam o^onto cmase frafeito mi.
Quinta.Permitte que se examine ^ trabalho de ambos os os, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponte miudo em casemira, atravessando o fio de um utro lado,
o logo em seguida, sem modlicar-se a tensao da nha, corem a fazenda mais
fina. *
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sd hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radcaes parapoderem substituir :. entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mostr em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machmas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruectes em portuguez.
A 90^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
PEREIRA DA SILVA & GUIMARAES
Os proprietarios deste importante estahelecimento, par|icipaM a^i ns|H'it.ivel piiWitt
desta cidade e aos seus numerosos freguezes que acabara do noaar peto ltimos rapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fnzendas de gotfo
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, nssim como tamhem um graad*
sortimento das melhores fazendas de lei, que se vendem por pracjW muito em conta, %
com o fim de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, neste cstalMjWimcnto po os seus sorttmentos, porque se Ihes tender pelos pre<.os qu.- romnram as rasase geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixaudo penhor, ou inaiwlam-sc levar ero
casa das Exmas. familias pelos caxeiros. "
Este estahelecimento est constantemente aborto das 6 horas da immia as Jt da norte.
HUtNOlS A irioo.
O I'avo rervbcu pelo ultimo vapor da
Europa, humos dos mais lindos godos
O Pavo recebeu um brilhante sortimento que ate boje sito conhoridos e era reanlo i
das mais lindas granadines preta com deli-'Sua exressiva harat./.i, ronvidam-se as
cadas listrasde cores epretas, que vende pelo Eumb. Sros. p.-.ra vcreni o que ha d<. ma;s
barato preco de 15500 o c vade. Ditas to-1 novidade neste artigo,
das de cores cora listras miudinhas em urna | BRAMANTES TAHA llrOG3.
s cor a 15P200 e 15000 o covado. Ditas O Patio ewde superior braman!
pretas com listras de seda roas a 800 rs. Di- godsn, tetulo 10 palmos de largura, queso
tas pretas com listras brancas, azuesever- precisa do I I,.'l vara para nra l;n-;el a
des a 640 rs. o c ,vado. Assim como boni- I50o motro m l?800 a vara,
tas barejes de seda para vestidos comas Dito de liiihu fino superior e muito m-
mais lindas cores a I??000. E' pechincha, cornado, cora a mesma largura a W4#0 a
na loia doPavao. vara.
PODPELINAS A 1600 E 29000 O COVADO.. Hitos francezes muito finos a WN
0 Pavo recebeu um elegante sortimento 35000.
das mais lindas poupehnas de seda com osj pecas dellainhurgoe panno Jetiuho,
mais lindos desenhos e mais bonitas cores, j0 c m 20 e :I0 varas para toJtsos prados
A 15>500, i$200, 800 e6i0rs.
A'
Ra do Bao da Victoria n.
2 8.
Lindos vestidos a 5$ o corte
Superiores cortes de cassa do cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 5?> cada corte. Vendem na ra Pri-
meiro de Marco (antiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
cellos.
CHEG0U AFN AL
Queijos do sertao.
Vendc-se na ra Direiu b. 3S maisjbarato do
r"em outra qualquer parte.______________ A EXCELLENTE E JA MUITO CO.MltUUA
'bichas de hambdrgo : AGUAcircassiana
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar
tholomeu di C, ra Larga d*Bario o Un. 34.
Caf do Rio.
Vende Joaquira F. S. Coimbra
ra do Mrquez de Olinda n. 3,
PEBm-iin m\\\
nica usada por tolas as familias reaes e no-
breza da Europa Approtada pelos mdicos mhis
eminentes e por toda a imprensa estrangeirar Tor-
na os cabellos brancos sua Jantiga cor, louro,
eastanho ou preto.
Nao enchovalha o facto, tira completamente a
caspa ik cabeca. Na Franca, Inglaterra, Allema-
aha e America o uso da AGUA CIRCASSIANA
Guimaree: na dispfnsa hoje todas as outras preparacSes e tintu-
1. andar. ras to damnosas para o cabello ; a sua applica-
, cao pode ser feita sem a menor precaucao.
nico deposito
NA PHARMACIA CEXTRAl-
Vende- se pergo de sepos, solciras e cordoes :
na ra Nova n. 27, loja de selleiro.
Ra do Imperador n. 38.
Na ra do Rangel n t
em muito hoa localidade
Attenqo
vende-se urna tverna'
a tratar na mesma.
Arados para lavrar aterra.
Carrinhos de mffo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para lid
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodSo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balances, pesos e medidas.
m GASA DE SHAW HAWKES RA DO BOM JESS *.
Novidade.
Na ra Primeiro de Marco n. 8, esquina, ven
de-se panno de linho do Porto, toalhas de laby-
rintho e bordadas, guarnifdes para cama, e guar-
danapos de diversos tamanhos ; ludo por precos
commodog.
CASA.
Vende-se um sobrado em urna boa ra : tra-
tar na ra da Imperatriz n. 8, loja. _______
Aos devotos do mez
de maio.
Na ra estreita do Rosario n. 35, sobrado de ura
andar, tem flores de todas as qualiades para en-
feites, sendo arcos, apellas, palmas, rosas, bou-
quets, tudo por pre;o muito commodo, tanto de
panno como de cera e de papel, qualquer encora-
menda para fra que se queira acbarao prompti,
bcida-sc fitas a ouro para lacos, enfeitam-se velas
para enfeitar se altares e capelas para a< meni-
nas, tudo proprio para o mez de maio. Na mes-
ma casa "faz-se gorros bordados a ouro, cnarutei-
ras, fitas para noivas, ricos bouquets para noivas
e para bolos e vende-se grosas de folhas de flo-
res, sendo de papel alfa grosa.
VENDE-SE
una boa casa terrrea, quartos, i salas, cozioha externa, cacimba, gran:
de quintal, plantado e murado, sita na roa das
Crioula? (Capunga) : tratar na ra da'.Florea-
tina n. 11.
Seda pura a 1#500 o covado.
Soda de cores de muito lindos e differentes padroes, gostos moderna, pelo baras-
mo preco de 1J>500 o covado, vende na ra 1. de marco (antiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas de Antonio Correa de Vasconcelos. ,
Escmvos.
VENDE-SE
Vende-se ous, sendo orn mulato de 40 annos urna casa de taipa cora um terreno proprio com
de dade, apto para qualquer servico e muito el, urna preta boa cozinheira
na ra do Cuj n. 40.
VENDE-SE
e lavadeira
a tratar
Vende-se urna escrava que cozinha o diario
para urna casa, o engomma alguma cousa : a tra-
tar na ra do Visconde de Pelotas, outr'ora do
Aragae, n. 18.
urna escrava
tna, cozinha e
Hospicio B. 81.
25 annc d boa ttiitahdelra ; na ra do
tes, urna para o beco do Epinbelro e outra para
a ra Nova : a tratar na ra larga do Rosario
n. 14. fabrica de cigarros.
Olinda^
Vende s o sobrado de um andar e sotio com
frente para o pateo de S. Pedro e oitao pan o pa-
teo do i armo, as melhores cindicSes pawlveis,
nao so para negocio, como para morada e uso da
banhos salgados : quera-o pretender diriMe ao
Sr. Bernardino de Sena Pontual, 4 ra Madre
de Dos n. 36, escriptorio.
Boa aci|iiisir;lii.
Por seu donoterde retirar-se para
a Europa, onde vai residir algum
tempo, vende-se um ptimo predio
de um andar esotao, n'umadas me-
lhoros localidades de Olinda, da qual se
descortina n3o s todo o ocano desde o
cabo de Santo Agostinho at muito alera da
ponta de Olinda, bem como, pelo lado de
trra, as lindas paysagens do poente e sul;
tendo um quiutal regular, com arvoredo novo
plantado ha dous anuos, terreno muito fr-
til ; urna cacimba (poco) d'agua para o gas-
to diario, e urna cisterna de agua potavel;
tendo onze quartos e tres ptimas salas, um
grande armazem o que pode \ servir de co-
xeira ou de residencia de escravos, alm de
um sotao, proprio para dormida ; muito are-
jado em toda a epteado anno ; com- illu-
minaco gaz ; e em vesperas de ter agua
canalisada. Acha-se preparado convenien-
temente, nao s dos movis indispensavefs
qualquer familia, como de todos os apres-
tos de cosinha e de mesa. Vende-se a di-
nheiro, ou como se acba, ou retirando os
movis. Quem quizer ve-lo, pode procu-
rar a chave na mo do Sr. Luiz do Bego
Barros, regente do hospicio de alienados : e
a tratar nesta tvpographia, das 9 horas da
inanli as 3 da tarde, ou no Poco da Panella,
lergo da matriz," palacete amarello^ dessa
hora at 7 e meia da manh.
Livros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguintes obras de di reno, historia
e litteratura, por commodos precos :
Pardesss:Droi; Commercial.
Villiaun:-Rvolution francai9e.
Loulz Blanc:Histoire de dix anns.
*attel iDroit des gen.
Ventura :Le Pouvoir public.
Pcrters: oours de droit naturel.
Kkber .-Droit des fens.
Rogron : Code de commerce.
Nesta tvpographia achario essar obras para se-
r em vendidas.
- Po de alfodao da Baha e cal de Lisboa, ra-
santemente chegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquira Jo- Ooncalve* Beltrito & Fr-
bo, I n-4o OpJnmercio a. B.

que vende a 13W00 e $?00.0.
SEDAS DE COKES A 2^00 RS.
0 Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas de urna s cor com
delicados desenhos miudinhos, que vende a
2^500 o c 'Vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazenda a 2?M)00. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAMBRAJS ABEUTAS A 9 E 10?JO00
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende polo barato
prego de 95 e i0?J000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid i. E' pechincha, na loga
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LZINHAS BORDADASA 400 RS.
0 COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinhas transparentes com
florinbas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo preco de iOO rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo. vende um bonito sortimento de
lzinhaslistradas sendo das mais molcrnas
que tem vindo ao mercado, peloba-atissimo
preco de 560 e 600 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na lujado Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPArAS LAVRADAS A 6i0RS. U COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas Ypacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de 610 rs. o covado. E'
pe'liinclia, na loja do Pavo.
CASSAS FRANCESAS A 600 E610RS. 0
METRO.
0 Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fran czas, le cor,
com os mais bonitos desenh s miiidos e
grados, tendo padroes escuros e outros que
servem para luto, c vendo a 600 e 6i0 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM I.1STRA DE
SEDA A 640 rs. e 1JS00.
O Pavo recebeu um elegante, sorlimcnto
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais .delicadas cores, e vende
pelos baratos presos de 640 rs e l-"200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernsimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Chitas a 40, SO, S90e 30 rs.
O Pavo recebeu um grande sortimento d<
chitas de coros fixas, que vene pelos bara-
tos prec s de 240 e 280 rs. o covado. Dita
escuras fazenda muito superior, com novos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muit i finas padroes claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
semilla a 360 e 400rs.
Ditas pretas com tecido de cretone, fazen-
da muito superior a 3:0 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas'le cores, miudinhas,.prnprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado. E'
peehiucha, na loja do Pavo.
Bautistas a 500 rs. covado
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padroes miudinhos e grados seudo proprios
para vestidos e roupa de crianza, pelo bara-
tissimo preco de 500 rs. o covado, amanean-
do ser grande pechincha I
Corles de cambraia. altinia no-
vidade. a 9-rOOO.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiepte para vestido*de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 9JN>00. E' grande pe-
chincha, no Bazar do I avo ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavo recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
vende pelo barato prec,o de 20$ e 3030OO.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corto de cam-
braia branca com listras, assetinadass que
?ende pelo barato pre-o de 69000.
Ditos c jm listras de cOres, tendo 8 veras a
49 e59000. E'pechincha.
ESPART1LHOS.
50 PavJo recebeu um grande sortimento
esparhlhos tanto para seuhora como para
menina, que vende pelo barato pre,o de
39000.
Ditos muito finos a 49 o 59000. Sao dos
mais moderos que tem vindo ao raer-
jcado.
c Dualidades.
Ditas de bretanha de puro buho, tciHiTOX'-
jardas, pelos preros mais buraUs que se U-m
visto.
Pechinchas do finissimo esgitiil ou sik-tia
com G jardas a "9000.
NfM de liniima sihv.ia com 30 jarJa
a 359000.
Atoalhado idjmascadu c. ni 8 palm> s *.
largura a 2C000 a vara.
Calcas de casemira.
O Pavo tem um grande sortimerilj de
calcas ile casemira, assim como cortes os
mais modernos que t-m vindo nos ltimos
figurinos e um fazenda, dos mais linos
mais novos que tem vindo o marcad. <
vonde-sc por barato prec,o para apurar nheiro, assim como cairas de bnin brui.i j
de cores, por pregos muito raz<
LKNCOS ABAl.MIAIlOS A 19b00 1. iftlj.
0 Pavo vende duzias de iMfDf brji.cos
abainliados, sendo fazenda muito lon, palo
barato preco de 0tM a duzia.
Ditos tambem abainhados, com boira de
cor a 19800.
Dit s grandes, fazenda muito tina
todos brancos a 3?000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 3-r600
MEUS t Rl'AS A 4? I! 59000 A DIZlA.
O Pavo vende duziasdc mciascruas, m-
glczas polo barato pnr/l s i^O<)( | S^tKW.
Assim como ditas moil i fituis c muito ea-
corpadosa 6T000, 7vO(i,M9000 e It ~0n,
e um prande sortimento de rneias ingb/
francezas, para PMklMMS, que ven-!' M
praco muito eooMsodo.
MADAPOI.AO FRAIICa I 6?OO0 | 1? 0 Pavo vende pecas de mad;ij>olao fran-
cez, que sompro n v ndeu y r nuito mais
dinheiro e liquii!-so pelo baratissimo pre?o
C9000 o 7C>OO, por ter feito urna 'miau
compra. E'pecaiorha.
A!p;odAozln!io a 4*000.
O Pavo vende |:\n> de aUo.!.
muito boa hienda, pelo barato prejo a
I* a MMt.
Dito largo muito eiicorpaoo, projiri [
toalhas e kn.es i Mfl e 7--(KK>.
CAMBKAIAS.
O Pavo vende cortos de cambraia t-ar>>
prente propria para vestidos a Spo*0
3-rooo.
Pegas de dita muito tina, com 10 jarda.
Upada como transparente a i-?, 59 e C900C)
at a mais lina que vem ao morcado.
PANNOS DI. CHOCHLI PARA CADOR4S
O Pavo tem um glande sortiuMMo da
pannos de croclu t proprios para radeira de
balanco, para ditas de guarnico e para s>
f, que se vendem muito COI.XAS Df.CROCHET A 6? I WO00.
O Pavo vende rohas do crochet pr para cama de casal, pelo baratiaaimo f*%Q
de 69 e 89000.
Ditas de fusto aeolvadas, scinlo de (-
res e brancas, pelo barato prego de 46Mt.
E grande sorliincnto de ditas do damasco,
cretone e de chita, que vende por prego
muito rasMvatBa
CORTES DE PERCAI.LES COM MJAS SAIAS
a 49000.
0 Pavo vende bonitos cortos de percsflss
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 49000. E' pechincha na loja do T-
vo i ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SKNHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. #9.
IYivm da Silva d Guimaraes rccsbtTsan
pelo ultimo vapor de Europa um eleax.*at
sortimento de botinas pretas e com dolicaH
enfeitos decr, proprias para sonhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas aue ba
no mercado, assim como a boa quali'a'",
tor terom sido remettidas por un do ^
lioros fabricantes de Pars, e vendas p
barato prego de 69, na loja do Pavo.
SAIAS BORDADAS A 59, 6 e 890tf.
O Pavo vende saias ricamente bardada!
de 4 pannos cada urna, pelos barsasisra
pregos de 59, 69 e 8*000.
Ditas de um panno s c com muita rodas
guarnecida de pregas, palos baratos prego,
de 29000 e 23300.
Ditas com guarnigo de Bregas e
dos a 3r500.
Alfolian enfcMlado a
O Pavo vende ilgodo imaricS
tado e muito encorpado, proprio
Iha e lengos, pelo barato prego da'19900
vara.
Dit i francez sendo trancado a
corpado, pelo haratissiroo prego da i
metro.
Cascaiiras a 4*9#t># e
O Pavo vende cortes decasMral
za, sendo fazenda muito superior q
pro se vandott por mais dinheiro.
dam-sea 79000 ocrt.
Ditos a 69000.
ixyf
\


-.
6
Diaai^ do Pprnaiiiluoo Qjjmta fe-ira 8 de. Mmo de 1873.
Vasos de crystal para toillet
A toja da Aguia B unen, a rua da Djuqpe.Je
Caxias n. ol), r coica benitas garninHas de cos-
tal ein par com ramagens douradas e mui prc^
prias para arfnijos de toilet, ote,
Armis e colares elctricos
A lo;a d'aguia branca rua Duque de Caxias
h. 50, recebeu nova remessa dos nroveitosos au-
nis e eolares elctricos, e continua a recebe-loa
mns.iliiieiiif', ^elo que sertpre estar provida de
taes objectos
Diademas dourados
A toja d'agnia branca rna Duque de Caxias n.
80, recibeu nvamente bonitos diademas dourafleS
e enOftaduu eom pul as e ajjoiiuvs, obras d* gos-
- to e pliantosia. T.unbem reeeleu uotos gtampos
pretos ou alfinetes com llores para a cabeea,
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A toja d'aguia branca rua Duque de Caxias
n 50, recebeu urna pequea quantidade daqueHes
bonitos leques com bouquets e outros chmeies.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pelle
A toja d'aguia branca a rua Duque de Caxias
n. 50, receben cold creme dos afamados fabrican-
tes Lubia, Legram e Condrav.
' Diademas e grampos de
ac.
A toja da aguia branca, rua do Duque de
riias e gra r pos de ac.
Bicos de seda pretos com
ores de cores.
A toja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias receben, como novidade bonitos bicos de
soda pretos con fl' ros de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
pica barras o uniros enfeites de vestidos de gra-
nadino, oa moilinn. c ontras fazendas transparen-
tes. Pela commodidade dos procos esses bicos tor-
nam-se inai ewnmodo.s e pela novidade de gosto,
proferiveis a quaesquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A toja di atiui i branca, rua do Duque de Ca-
xi^jL-/ft, receben bonitos veos ou mantinhas
p as lo seda com flores, e outras a imitaoao de
^crocit, c vende as pelos baratos pre.os de 3j,
43 e 6J000. A fazenda boa e est em per'eito
es!Jo, pelo que contina a ter prompta extrac-
tk
Diademas e aderemos de ma-
dreperola.,
A !ji ila Aguia branca rua do Duque de
Caxias n. 50, recHieu una pequea porcao de
diademas e aderemos de nudreperola, obras de
apurado posto.
ferieitar novidade.
Grampos cera horboletas, bezouros e gafa-
.nhotos dourados e coloridos.
A toja da aguia branca, ru;1 do D que de
Caxias u. 50, recebeu novos grampos com bor-
baletas, bexouros" e trafanhotos, o que de certo
prfei!a novid de. A qnanndsde pepuena, e
par is-ii em breve se acabar!
I
Pre%ta,
-.

j i
Novas gol I i nhas ora ad a s com
pelucia ou arminho
A luja d'aguia branca rua Duque de Caxias
- 50. recebeu ama pequea quanfcdade de boni
s e novas gollinhas, trabalho de la c seda, en
neitadas com arminho, obras estas do multo gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e ro zetas
dourados.
loja da aguia branca, ruado Duque de
Caxias n. 50, receben aovamente bonitos gram-
po b neos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas I" apo, e como sempre conti-
na .i rende-I por precos-razoavels.
Caixinhs com pos dourados
( prateados, para cabellos.
V :1o--- na laja da Agnfa Branca rua do Dn-
111 axias n ii.
I Airas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agnia Branca, rua Duque de Ca-
li. 50, recebeu n vo soctimeoto de luvas de
% |'. outras cores.
Nao ha mais cabellos
brancos.
,. 1PMH JAPONFZA. .
S4e nicaapproTada pelas academias-df
sciencias, roconiecida superior a toda que
teai appar ci 11 at-; boje. Deposito princi-
pal rea i!.i Cadeia do'Recite, bo|e Mw-
quez de.Oiila, n. 51, andar, e em
todas as boticas c casas de. eabellei-
reiro.
Curso pralico de pedagoga
POR
Mr. Datgaurt.
Destinado a > alumnos-mestres das escotas nor-
maes primarias, traduxklo en portnguez, I vol.
Bm8.*, pre i 3 IOOJ : na livraria Universal, rua
( i Imperador n. 54.
Novidade
Jiaquim iines dos Santos teni para vender
violto puro de uva branca, cm especial paladar
o uni.) viodo a este mercado, em Larris de e
10', armazn ido no i-apiclie do Machado, e a re-
tili > a 8;)J rs. a carrafa : no armazem conser-
vativo, largo do Terco n. 23.
no empenho e^eh sen rafes seus reguezes !e
ao publico em geraf lem procuajflo |prover-se do
3ue ha de nwHiur e da ultima moda nos mrca-
os de Kurona para expe-to aqui i venda, cer-
tas de que os seus artigos serao bem apreciados
pelos amantes do boui c barato ; passa a ennti
merar alguns d'eatre elles, como sejam :
ALBU 6, os ni ais lieos que* tem vindje a este
J/ tierrado,'tom capas de inadroperla,
tartaruga, inarfini/ vefludo etchagrin.
ADEREC05 pretes-e vokas. proprias para -lut ;
assim como, nin bonito sortimento fie
ditos de plaqu, obra fina e niuito bdm
^^^ acabada.
BOTK para rmnho^ (fvhhUasoiM d
' / mejher
peitl, r._.
BOLEAS de velludo, seda, palfia e'cnagTffi,
ha de mais moderno e LrMas.
BICOS de seda e de algiidao, tanto branca- eeino
preto, de variados dnteabaf -
CASSOLETAS pretas de metal e< de madre*e-
rola- ,-. Lt^l
CAISCINHXS para costni, muito ricas"'** BH
versos form Ws, com ulsie* e sem
eMa. Lj
COQUES a imita-;, o que pode baVer de mbis
bonito e bom gosto. a
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
seHta un grande e lindo soMimenW
capaa de mtirfasw o caprichos de
qualqner seaUor* por mais txigehte
que soja.
POHT-BOUQUET de madreperela. marm e oisj
e este uin objecfo ndfspensavel s se?
nhoras do bem tom, afkn do aspirar
o aroma das flores sem o iaeoreoeaten-
te de nodoarem as luvas, ou manotia-
rein as delicada maos.
PENTES de tartaruga, de harfim e de buftte-, pa-
ra alisar os cabellos e-Urar5 bteH
PERPUMABIAS. F sabido do publioo diloota sempre coacerva un importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fbrfeaUtes,
Lubin, Piver, sociedade hygeaiea, Cou-
dray, Gosnes e liimel que wcam-
bido da escolha dos aromas mais tem'
aceitos pela sociedade elegante d*
Europa, o por tanto, acham-sc! na
possiliiliilada de bem servir aos aman-
tes dos perfume*.
A PREDILECTA deixa do enumerar urna im-
mensidade de artigos, afim de nao iaas-
sar aos leitores e se pede a" benevo-
lencia do respeitavel publico m di-
rigir-se rua do i abug t. 1 A, pa-
ra convenecr-se aoude pode eomprar
o que hum o barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuqim e grg1|rao
sela
VESTIMENTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo preoo.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
beHo sortimento de flores ao alCanee
de qualqucr bol.a rinda que naoes-
. teja bem replota de diaheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar m
grande sortimento de filas de s'etm,
tafet, velludo, llnho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos c fie cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
mMvium m joias
A
X- ,h\&Rw do^ Cabug-K 2
;ll BAItROS FIIJIO
Achando-se completamente reformado esto estabelecipento, e
terido os'seus propnetaTios1 telto urna importante acqutsiao de
jeiaraarnairmodernas viflda ao Mercado^.o de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
preo itzeaveL
GRANDE LIQUIDACAO NO BARATEIRO
BAAB NACIONAL
'" d-Imperatriz n. 72
Lourenco Percira MendcsGuiniaracs
GRAVATAS de seda e de cambraia jiara senhora,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
Lem tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana c de vidro multo bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algode, pa-
ra enhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
mailim e de sso, os mais moderaos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, do seda e de algodo, para
homem e seuhora.
LIVROS para misa, a Predilecta apresenta es-
culla do respeitavel publico um bello
sortimento oestes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marm, jso,
velludo e chagrn, por preeos mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cabngi n. 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tamben) bordados e de pbautazla,
saias bordadas, ditas rom eutremeios para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
por barato preco.
CSMIRA MlETA A 2$SaO'OC01tTfi. f CLICAS DE FUSTAOA 2t:;oo. '
Vcnde-sc cortes de casemira preta paramal- j Vende-se colxas de fosto, decores,
cas db'homem a 2?5oOO, 4JP500, 8#e G&Q40.' ^300 cada urna.
PANINO PRETO FINO A 2#500. COBERTORES DE PELLOS A 1^200.
Vende-se panno enfestado proprio para Vende-se cobertores de pellos e papados
Calcas e palftls' a 2J?500, &$, W e 55O0O o a 1??200 s 1*400.
covad. SAIAS BRANCAS A 2?000.
ALPACA PRKTA A 500 RS. Vende-se saias brancas e de cores a 2?000
Vende-se alpaca prcta fina a 500 e 6*0ts. e 2?500.
o covado. TOALHAS A 800 RS.
CORTES DE BRLM A 5500. Vende-se toalbas felpudas proprias par
Vende-se cortes de brim para calcas de*iUsto a 800 rs. cada urna,
bemem a 15*500 e 25000, BOLSAS PARA VIAGENS A 3^900.
CHITAS BARATAS A 2i0 RS. Yende-sc bolsas para viagens a 3??, 35500
Vende-se chitas francezas largas para e 4J5O0O.
vo*lido a 240, 280, 320 o 360 rs. o cvado.' LENCOS BRANCOS A 25000 A IH7IA.
CUITAS PARA COBERTA A 280 RS. | Vende-se lencos brancos a 25000 a du-
Vende-se chita finas para cobertas a 280 zia.
rs.o covado. GROSDENAPLES PRETO A 15800
MUSSELINA DECORES A 400 RS. Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
Vende-se musselina finas, de cores para a 15800, 25, 25500, 35, 4-5000 e 55000 o
vestidos a 400 rs. o covado.' covado.
FHSTAJHIANC(JA32RS.
Vende-*e ftijto fcSuoo pfcra vtdos a
320 rs. o covado. '
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de ceres rauito finas a-360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTSTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
NADAPOLAO FINO A 4*000.
Veitle^se pecis de maapolo, a 45000,
45M)0; 5?, 65, 75000 i8*000.
ALGODO A 45000.
Vende-se pecas de algodao bom a 4*.
4*500, 5*, e 65000.
ALGODAO HNFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodao enfestado a 900 rs. o
metro. _
BAZAR
DA RUA DIREITA
HOJE
MARC1U0 DAS N. 51 *'
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico o mais completo sortimento
de ratudezas, chapeos, calcado francez e artigos de luxo; e recebendo quasi todos os seus
artigos de propria encommenda de Europa, acha-se as coodicoes de retainar vais barato
do que qualqucr outro, e quera duvidar veja :
Ricos transparentes para janellas, a
105000.
Diademas dourados de 1*300, a WWO.
Ditos de tartaruga, a 3*.
Ditos de bfalo, a 500 rs. e 15500.
Gravaras de seda para senhora, a 13301.
Parures de seda muito finos eom 9 Iwijos,
de 3a 5*.
Fivelas de madreperola, a 1*.
?estuarios para baptisados, ricamente en-
festados, a 25*.
Cachos de flores muito finas, contendo 6
ramos, por 3*.
Caixinhs com perfumaras, muito pro- 2*500 a 3*.
r'nc ii-in ipim<\e A,\ I. -*K Escovas finas para denles, a 400 rs.
Bitas tnais inferiores, a H> ts.
Caitas de metal muito lindas com pos de
arrot,.a f*.
Abafadores finos com lacos, a 1*500.
Ditos ditos, a 2*500.
Ditos ditas sem lacos, a 1*400.
Ricos espelhos de diversos tamanhos, crtm
moldura dourada, modelo oral, de 3* a
125.
Ditos dito com moldura
25500.
Ditos dito com columnas de Jacaranda, dV
envernisados, a
prias para mimos, do 4*500 a 6*.
Ricos vasos de p rcellana com fina ba-
nlia, de 1* a i*.
Boies com dita dita, a 500 rs.
Latas grandes com dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pesclo, com cora-
5es de madreperola, a 600 rs.
Linha de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duzia, excellente para machina.
Dita de dito de cores, de 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita, a 280 rs.
Entremeios e babadinhos bordados, de
iOO rs. a 2*500 a peca.
Gales de seda de 1*200 a 2*600 a
peca.
Ditos de algodao de 100 a 200 rs. a
peca.
Trancas brancas de caracol a 0 rs. a
pe^a.
Caixinhs com i
cezas por 140 rs.
Ricas cestinhas para o brago, muito bem
enfeitadas, de 2* a 3*.
Ricas golinhas com manguitos, para se-
nhoras, a 4*t,0
Camizitthas para senhoras, ri ament en-
feitadas, a 45500.
Casaquinhos de la para ditas, muito bo-
l itiohos, a 7*500.
Collarinhos bordados pana ditas de 500 rs.
al*.
Espartilhos muito finos, a 45 e 5$.
(iravatas para liuincn, pretas- oda cores,
a 240, 400, 00 rs. c 2*ti00.
I.a para bordar, a 5*500 a libra com-
pleta.
Finissimos leques de marfim, a 8-"\
Ditos dito de dito, a 5*.
Eeques de sndalo, a 5*.
Dit 6 de madoira juntando, a 25.
Ditos de papel, a 15800.
flu
or^f.' #
papis de agulhas fran-
Bengalas, a l?f.
Collarinhos de papel a 400 rs., a
zia.
Chapasinhos de palha para senb
65000.
Ditos de dita para meninas, a 25G06.
Ditos de dita para criawcas, a f*t80.
Ricos chapeos de palha escura para se-
nhora, a 16*000.
Ditos ditos de Italia para ditas, a 11*.
?iorros de velud para meninos, a
45000.
Chapos de palha inglesa para heanen*.
a 3*.
Ditos de feltro finos para ditos, de 35 i
4*500.
Ditos do sol do merino, muilo lindos, com
cabo de metal, a <*.
Ditos de seda com cabo* e pegadores d.
ma*imra W5
iNeias diapolinas pana senhora a 65.
Ikizia do camisas dccNlonc de cores fi-
xas, para horaeii6, a 335.
Botinas francezas para senhoras, a 15300.
Ditas ditas finas enfeitadas, de cano alto.
a t* c 7*.
9b patos Charlo* eom salto c sem salto
para homens c senhoras, de 35 a 3-rS00.
Sapatos do Porto, de tranca, a 1*906.
Bapatos de tapte, a 1500.
Focos para merinos, de 2* a 2-""50#.
Alinales e brincos de podra era vades, a
15500.
Ditos ditos de porola c filagran, a
5000.
Passspnrtffits pnaa retratos, a 500 rs.
Agulhas de crochet com cabos de mar
fim, a 800 rs. a caixa.
Granadino com listras de seda, fazenda
para vestidos, a 700 o covado.
Correles de plaqut para relogios, de 2r
a 3*000.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador poiW cortilicar-sc da moli
cidade dos presos, por quanto vende O BAZAR DA RUA DIRK1TA N. 51.
E' baratissimo
Basauinas e casaquinhos de seda' ricamente cn-
foilados e em amito bom osla jo, para sonlioras o
meninas a 7<9.
Pecliinchas.
diapolinas e t-liapos do palha, velludo e seda
para senioras o mollinas, por prefOS baratissimos
do 2jt, 3# e M.
Ainda pechincha.
Baliies em perfeito estado para senhoras e me-
ninas a li.Oo.
Para acabar.
Riqusimos cintos com heos e sem elle e de
gestos mnitn chiques a 100 e 5 0 rs.
Entremeios e baba llnhos a 400 e 500 rs. a pe^a.
Saias de la para senhora, 1 .
Estas pecliinchas s se encontram na laja do
Passo, rua t. de Mar.o n. 7 A, antiga do Crespo.
- r
-\-
-i
*y

PJe obter e;n ponco tmpo com o oso do melhor dos licoresi frtm
ddb este precioso tnico, e difficil adiar ama \^.
experimentado pessoalmeole, nao falle em sen favor, ja com hoo. Mus'i
r, tomando um ca'ix del!? antes de janlar, eo como hd'i'aror da diffai'.^
iionnii
IESPE
Faz'oito anuos que 6 conb
qne, tendo
e apetisador
tomaodo-ae depoiB.
o.
Al
56 a-
ra rua do Coimercio n. 32, 2." an-
dar, entrada pela rua do Torres, vende-se
o seguate :
Couro de lustre.
Bezerros.
Oleo de Hamaca.
Cadeiras americanas.
Ditas de balanco.
Ditas para crianca.
Palhinha preparada^
Gomma-taca, superior qualidade.
I'iilha de Flandres.
Viilros para vidraQa.
Chumbo de mublcAo.
Cafo do Rio de Janeiro.
Manteiga ingleza.
Dita franceza.
I'aosphoros de segurnnea.
Vende-se rua do Commercio n.
2.a andar, entrada pela rua do
res.
E NI TEH

im
Rua do Mrquez de Olinda 56 a
(outVorn rua la Cadeia)
DE MACHIMAS
A BASE
da BESPERIDINA a URANJA AM\RCA, nSn hi rm 10 binttanta d BRASIt. ftitaT.
aranjas) qce bit co:i!c;a as prop;:-:-,:, s mdi.-ioai-.P da d.wrs.Ja *rt aos
Pela pi'imeira veas aqu
aiuaulcs lo caf.
Caf de lava.
E*o caf moido meHicr que se pode desejar ; e
s se vende na cunfeilaria do Campos, rua do Im-
perador n. 2i.
A respeito de acepipes nao precisamos mais
annunciar, pois est no dominio de todos que a
confeitaria do Campos um verdadeiro centro do
que c bom c grato ao paladar.
Panno de algodao da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
Gi.uoalvos beltrao di Filho, rua do cuuij ere o
n. o.
32,
Tor-
WISO
>
Na taverna n. 22, rua da
Imperatriz
VENLlE-SR :
Rap areia-fina a 900 rs. a libra.
Rap superior a 900 rs.
Rap areia-preta a lU>00.
Mante;a ingleza a 1*280.
liufrair-.v.a a 800 rs.
E oUtros bons objectos a procos c^miuodos.
\ ende-sc a (averna da .ru*-l)neita n. 7i |
lmente porque o dono nb pode admrnBti'a-la
arse negocio'commodi), a tratar aa mesma.
Ao commercio.
Vende-se urna (averna bem afreguezada nos
rahaldes desta ci*
ra informacoe.s, no
arrahaldes desta cidade, faz-se todo negocio.: pa-
^aial, taverna nova.
Sixla este.antigo estahfelecimento assaz conbeci lo como principal e recommon-
dado pelos fl-ando depsitos e' bons sortitnent9s com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras niacliiaut aaiericauas para al^o-
dTo, desdlo GOserras, e iiajendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e mellioranTentos para perfeito e rpido descaroramento ; toniam-se digna's de^
screm vistas e aprecia;las pelos Srs. agricultores; os qu.ios, nlm disto, enconlrarao
tambem mais :
Boa aequisiejio.
Vende se urna excellente casa terrea, sita i
Passagem da Magdalena, no lugar denominado
liba do Retiro, em um terreno ubrrimo, com 300
palmos de fundo, margem do precioso e pitores-
co Capibarihe, com todas as comraodjdadet para
urna grande familia. A casa tem na frente tres
janellas e urna porta, e um copiar rodeado de as-
sentos, muito proprio para as palestras familia-
res; alem disto ella aprsenla duas grandes salas,
1 gabinete junto a da frente, 7 quartos espacosps_.
e bom arejdos, connha ro-a e um quarlo a ellas ,
contiguo, estribara, l telheiro no "correr desta,
quinuu meio murado com portao que da saluda
para a parte que est em aberlo, um lindo copiar
coberto e com urna grade de ferro ao redor, o que
da muito realce e valor a sala de jantaf.. O la-
gar nao pode ser melhor e mais sauavel, nao $
or causa do Capibariba, que offerece optiiafs
banbos, mas at por causa da frescura e amenl-
dade do clima; alem disto tem a vantagein. de
ficar mito porto da linha los londs : quem pre-
tender dirija-se a rua ruque 4e Caxias, loja do
fazendas n. 7a, que acara tom que, rataft .,
Vende-sa 1 machina de oosUira, i cieos qa^-
dros sacros, mais 2 ditos mais pequeos : na pi
do5ebon. i. Na mesma casa,afuga'se tres^
cravos muito bons para servico de campo e cr
epreeisa-se de uina mulher capaz qu lave
de varrella e sabao, e eagomme eom perfcicao rou-
pa de homem e senhora.
Apurailos vapores locomoveis, de forja
de a*/i e Z{% cavallos com todos pertcncas
precisps para trabalharem $ madiinas para :
algodao, ou para outro qualqucr mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e lado':-
ra.
Carros de rnSo para atterros.
Tinas de madeiras. -
Baldes de, dita.
Ditos de ferro pstnnbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins. '
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratqs.
Tarracbas para fazer panfuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que s avista e neste estabelecimento poderSo 3s
examinados.
Temos de bandeijas Anas.
Correntes para arrastar madeira.
Cvlindros auiorkuios para padarias.
Pertcncas milcos .para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho o ca.
Debtilhadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de ierro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Rolles para ferreiros.
especial da*
ora bem, a
em sen estado Datoral tem om goslo ponco agradavel, e o merilo da HeaperidiDa re-
siste em reter snas boas propriefladfs, e an mesico tttrpo >preeul3-ls como
EXQUISITO LICOR
A HKSPERIDINA coro) INDUSTRIA NAi.IONAL n5o \em a aa qn i0Vur li
melhores importacfies eeropas de cattieporia s>'mU>M*>. "isba, qaatdo ooito p'oJ#B
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaclo perfeita do
p AGRADAVEL E SAUDAYEL
Para prova de qoe nm sr'go no qrjal pde-se ter ioteira coDrianca, por aar para
a innocente, basta dizer-sa que oi pit-nameMe api.rovada e autorisadi peU
m.
E
do Rio de Janeiro, permiilindo saa li-.ru elaboracio do imperio; cutra
e a aceeiurao grral *ju.e tem em indas as p?rtes onde apies<>Dtada. Isn 1864/slt^-
leoewo a pritaetra fan>ca em Buenos-Ajres; orfl86!) 3 segunda em Moetevid; >
nodisjdacbjpgada des.-M. O IMPERADOR naogorou-se a fahrici q.e actuaMnu
tb3rha aa corte. EnrTalparaixo e em toda a costa do Pacifico ten ^oa aceete^lo.
tanto qne rara a casa qne considera completo seo aparador sem rima gtrnft de
I
liJk un
O homem velho toma Hesperidioa par3 obler
VIGOR
O bornea duente toma llespendina para abtor
Samuel Power J(ias-
{on & C. .
i Faiem sciente aos seus fregneie? que teqm
Mii mudado o seu deposito de.maciilnp.s a va
& por, (nocedas e'ustt da- moAe acreditada
38 e iti, nije cowiuuam* tej o Masaoo sor
tfmenlo 'do.Cotund.
Fazem scinme umbem qce tetrn iailo nm
arraajo oota a fiadifin eral, pelo que p-
m^
6s omprirtarins da fnndicao geral farem
scientes aos aantiore

pessoas, qa* teem etubeleeide tuna tund- >rV
.cao de forro a brouia a roa do Brom, Jnn w
ior, moeWafc e taxa? abrica 4 LnwMeor pa rua do. Apello n. qaalquer obra da sncomraenda com perJi- *
cao e pramplidao.
0 me-mos io*aa) as pessoas aae qnei-
rara ntisar se de seus servicos de deixa-
rera as eneommendas em casa dos Srs. 5a-
do Apol-
habili-
0 hornero dbil toma Hepperidina para obter
Nos bailes as donzellas e os mocos tomaui a fenperhrmj para obter boa ebr
f>nico3c5o dorante os loacos gvros da
BARROS JNIOR grande especifico, e aanoem-oo nos depsitos aegtrintes:
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zciferino Carne'ro, rua do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia B. 1.
Antonio Gomes Pires C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires A C,, caes 22 de Novembro.
Gomes dV IrrJo bolel d.; Pai33gem.
WJiSfON GENTREFGAL
lateosaBOte *to fundigo jeral.
Para tratar em seu escciptonw-a. rua do Apolo n, 38 40.
Cassas
avaiiadas a
a cvado.
240
rs.
Ven ps de parreiraa.de dvorsae qualidades, j em
cestos proprios para mudar-se.por preco commo-'
do, no sitio Junto a entrada do encanamento, em um pequeo toque tre avara fle ar
iarnameinm, e muito boa gomma de araruta em" barato preco do dore vintn* o covado aeeG-
porcao e a retalho : na rua Duque de Caxias, an- cha : na loja do Pavao, rua da Impcntiii
O Pavao vende Onissimaa aKSta fnifien de
cures com os mais delirados padrees, por leren
um pequeo toque de a varia de agua dAea,
Rival sem segundo.
Cnag-ram agulbas para macffinas, do I
Crower & Baker. Duzia.por 2*000.
o.

Vende-so urna -oegrtrperii fHitrr'HL aa-
mmadeira, Uvadeira e boa qniUwMra par* i-
rgutho, ou fura.da tena, o motivo se dir ao cea
radar : na rnadaImperalrizn. f., funlo a
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Diario de Pertaiabuco Quinta, feira 8 de Mato de I88.

%t?, *?>, -;v,'.. prl; ^j,, ^/f^^/ss^,/, *w*^^^fv

,!
PIANOS E MSICAS
A*l Ra do Btro da Victoria u, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra N >va
non le o publico em ijerdl encontru'sempre o maior t mais esplendido sortimento depiauos de
Pianos, msicas-e instrumentos de msicas para banda miliar
.s


j%, m' i s a
-.
e orchestra.
Actba de abrir no primelro andar do sobrado d. 12 confronte i
con-d Msurer, uiu grande sa ao oiiJe esli expoMos os magnifico?
M.% A "W d armario, de Pleyel.
-------- de roeia cauda, do mesmo autor.
------- de H. Den.
------- de Aroed? Thiboot.
Unicu agente nesta cidade, dos celebres afamados
PUOS OE RUCHER FRISES
Terciado' e:v diferas exposioss om K medaibas de ouru e prata.
Sao o* raucos piSMM qoe'a^M vero da Europa, lerfeitarr.erite a!
eos, eitoe com ? .-u.,u -ia a solidex.
na-
Tamben! receben rMjdt otmenlo de musliiJ p;ra piano, piano
cacto e entre ellas as lindas eompoMeJH do muii ^vrrpaihico mae? ro
F. S.lITTIiVI
A SABER :
Voc me quer Walsa.
Olga Manira.
Li eparacioni. P*f* cai-to.
A Lu elctrica, grande Walsa.
Fran.-o Brasiiriro Polka.
Tomada do Vllela G'lope.
Joaninh* Walsa.
A.Libertadora Polka.
A Primeir espada Wal-a.
A Mnlu l.yra W.lsa.
A Natalicia Polka
Stuiente Poka.
Ultimas pblloa^es
Feitas as pActol* de msicas
do annoneuflle..
Emilia, polka per I. Smoltz.
Ciroaciana, rchoich, por Smolti.
Jardira d> Csm>. das Pifet,
qcadrilha, p>r J. P "k
Cha? de lto.-a.-, Wtfce, P"r H. Ai
b D'aqui Murf'asle eooimuar a aucuuciar todas M oublicae,- avm e forem Inundo as soas oficinas de msicas.
TODA ATIMO
Ao sexo amavel.
Venliam morcas e nao tnrdcm
L'm Urdo leque comprar,
Olhem.. que pelo preQo de graca,
Se tardarem nao ho de encontrar.
I id leque de aiarli.-ii por $.000.
Qual a senhora que se escusar possuir
um loque, objecto este tao til no seu sexo,
o alm disto por una ridiculara ?
l"in osjiai illm porS&SflO!
Oual a que deixar de munir-se (e por tal
prefio) do um tao inp)rt.into auxiliar para
a feitura de um esbelto corpiubo ?
Urna facha de seda por 9$,
Qual a que nao desojar possuir urna lin-
da facha de seda, ede um effeito magnifico
por tao diminuta quanlia ?
pal
Finalmente a que, leudo cora a devida at-
tencao este annuwio, nao deixar escapar de
seus labios as seguimos palavras I
PARECE INGRIVEL!
Nenhuma por corto. Todos estes artigos,
assim como inuitos outros se encotitram no
VAPOR DAS .NOVIBADKS.
aos compradores do bsm conhecido acre iitr-tdo rap
REA PRETA, que reparem nos botes e m ri^s botes, ^.
pcis que os ha de rap de outra fabrica 9 neme (iiv*r- &\j
sn o ot\m nanpl Aa mAsma p.Ar. finio lirs*nho 5 Difi fcf
Kua da Imperalriz 11. .".<>
Engenhos veuda.
VeB4e>-se os engenhos
Dar
j. i leguas da est.vao
de l'm, ora terreno para '
safrejar annualmente de i i mil pes : Corrien-
tes, com aira de triclo do .Agua-l'reU i>| leguas da et:icao de
Ira : o pcetendente a ambos, ou a qualqucrum
dos dous inferidos engenhos, eBtenda-se com
Joaquim Rodrigues Tames de JWlo, no Reeife,
jraa do Corpo Santo n. 11, 00 con Jos Bajis-
ta Marques Dias, no povo.ido las Montes.
Vinho Collares
A especialidad) do vinho Ci.llarts, t se pode
encontrar no armazn de Jos Fernandes Lima St
TASSOIRMAOS & C.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos :
Tijolos encarnados sextavos para ladrllio.
Canos de barro iara esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaro^ar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoras de cera. ,
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafie?.
Lentiihas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
.Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Hdate.
Potes com linguas e dohradas ingieza.-.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho ingler.
Barris com repolho em salmoura___________
LIMA & WYELM
Cahelleireiros
DA
.Vmerica meridional.
Tendo comprado o cstabelecimento Tranca
monstro que o Sr. Pabia Jos de Moraes pos-
*% oro sortimento de machinas para fui:l ," *lo.Du.,ue do Caxias n 28, nelle ac-
1 bam de lazer grandes reformas no sentido de
bern satisfazer ao respeitavel publico deata ci-
dado.
O gosto o asscio com que est urganisado .este
estabelecimento, o capriiho e presteza em seus
trabalhos, sao a nica divisa dos novos propnta-
ros, sendo que seus p.is ardenlcs desojos sjam
merecer a honra d;t ccncurrencia publica, afliw
de que possam couvencor-se da realidade do
lejevam dito.
Alm da execueao, coral nos trabalhos de ca-
que mota costuraras pode Mios ,.ni.aregam.s0 ,flui especialmente dos nen-
iare r rjjanamente e cozem com tanta per-, teados de senhoras, para o que receban por to-
feieo Gomo as mais perfeitas costoreirae., "los os paquetes da Europa o jornal dos cabelleirei-
Garantwe a sea boa qaalidade e ensioa-se! r0f' fluo os collocam em mutuo
a trabalbar eom perfeirgo em menos de ama jm as c Tar.is' s w, ,
hora, e os presos ?5o i5o commodos qoe' Liima & VV yelm
devoro-agrdar aos preendentes.
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que q-nizerem do verdaeiro ARE A
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o noms de MEURON & C, e a d
napo de REA PRETA.
peto*.
No-
Gbegaram ao Bazar Universal da rea
| va n.
;costora, das meinores qualiciades que existe
na America, das quaes mnitas j s5o betr.
.conhecidas pelos tena autores, como sejam;
j Weller 4 Wilsoo, Grover 4 Boka, Silen-
ioaaa, Weed e Imperiaes e ontras muitas
Gameteira, enm safra que com a vista dever5n agradar aos com-

" W-"
Ha rua da Imperatrz n. 6,
loja ne louca-dc fiebastiao Marques do Nasci-
inento, vende-se etn porcOej grand qu a reta-
tlw todo IvufA cxiieut* na iiiisma, por, pwgos
muito diminutos por ter, o ru'-sino .proprietaxio
de fazer um viagem a EiiVopa a tratar de sua
sade; portantb, todos os fregUces-" que precisar !
d se sortir destes artigos, apresenteni.se quanto
antos. | Resolvemos dar um pequeo resumo das quali-
dades e precos de diversas mercadorias, atim de
qu vista delles possam apreciar que a I quida-
cao de nosas fazendas urna pura verdade.
1 Escolhfi bi-in a vontade :
CbpeliHas, ehapos de palha, velludo, seda e
LIQUIDACAO
DE
FAZE^D
Loja do htsso
rV rua r deMarc,on. 7 A (an-
tiga do Crespo)
SEGHfiDO ECONOMA E CELEKLDADE.
Obtem-se com. o uso
INJECCu" SHOST i
L'nica, bygieuica, ralicai e iafijllwol na cu-
ra daa goiutrbeas, flores brancas e lluxos de
recentes ou ebronicas;
fil para senhoras e meninas de 34 a G5.
Basquinas e casa^uihhos de seda de 9* a i'4.
Casaqninhos e romeiras de crochet Dfeto* e
brancos de 2 a 6.
Vestidos, de ca obr.iia branca com lindos bor-
,.M'la*>i"Te, recentes ou cnronicas; e que
ollertce coinu garantadcsalutarosresultauos dados a :>j e 103.
a,^madaplicacoquesomp.e com a'
maior vaiitagen.se tem frita dola nos hos-
pitaes de Paris.
e dous mil paes, tuado no lugar denominado juradores,
larra de Panellas nurgem d rio Pitanuy. e, Eslas macbiosfi le-m a vantagem de fazer!ll,
l'ni.-i.di-p'isito p;uao Brasil, Bartboiomeu
& C, rua Larga do Rosar^ ti, 34.
o trabadlo
A 280 rfi. o covado
iCABELLElREIROS DA AMERIC \ MERIDIONAL
Rua Buque de toias n. 28.
Montes Em seu escri)toro 4 rua da Madre Deus
n. 9, l- andar, terp para vender por pre.50
ontacDcom a'commodo :
Viubo do Porte; superior, engarrafado.
Cerveja Bass.
CU verde miuddte de superior quli-
;dade.
Manguitos e gollinhas a a O, 240 e ;taj rs.
Cintos de todas as qnalidades para senhoras de
oooa neg.
Lencos bordados e de labyrintho de 600 a 10S.
Coque de J a 1.*00.
Leques de madreperola o tnarflm de 3* a iQf.
Ralao a I i.
Cninde sortimento de I* para | 4h f
Crochet branro e piel" *< I Km r-.
. Fil de liulio Uto 0MM e bnac de 400 a M9
rs. a vara
Vc-lnnrios de fu-tan branco r d-' c r>' psra
meiiini'S de .'<4 a ll.
Cravatase mantas de 320 a i i cada una
Chapeos de eMtot branco a "i c S.
Chapaoa ie Fttm e t in.riii" nrete | ira b
mem a 3|.
Collarinhos de linho li-os e I. id.'- 1
\ 5 a tato.
Peitos de linho a 600 r<.
Ditos bordadosa 1**10
Cortes de velludo boNata para c.Ileb i !>
Brkn preto vara \ |.
4 fronhas de linho ricamonte U>rd.la- n
grandes e 2 meivre por 20, e milros 101.it. u-
tipos per pro.os bantnsin -
Ciiapow pnra tlfaBMI c ri > -
ninas do <*ncu!.i.
Veade-M lindos rhanro" >i- 1
ia seda neamenv amtedof f n 1.......
de blnid, |ii'.i|iiio- para eriaacax 1
escola, pelo Laraii*iu l Itapt J- t 9 H J^.
um : na loja do l'a-su, na i Cre.-iK', ju .. m,
arco de Sanio .\nt. ni<
Loja do Puf o rua 1 Ir Xan.o 11
Olinda.
Fende-S'.' um obrad d.' iimi aJar u.i '1

Chales a imitado de bornus de merino preto d-'Aljubc ao de 8 e 94. pretender dinto-M a tratar a rna dn On !'-
res n. it*>.
Cambraia muito fina e de lindos padrSes a 280 Vende-se dou* es'Tavos proprios para todo
rs. o corado, baratisshuo : na loja do passo, qnalquer servico. e por pouco diuhelro : na
rua 1- de Mareo n.|7 A, amiga do Crespo. rua Duque de Casias n. i I A. '_________
Libras,., sterliuas.
ia '. deQIiveita i C, rua do Conimercio nt 42.
su
Saia* de 15, de cambraiade M, 34 e 65.
Camisas bordadas para senhora, para todos os
precos.
Capellas de cera a 500 rs.
Redes para coques a 320 e !k0 rs.
Cortes de cambraia a 3i.
Cortes de tarlatana bordados a seda de i, o
C6.
Cambraia de cor com lindos padrdes o eovado .
a320rs. rjdins:
Alpacas de indas cores lisas e com listas dedeos desde 20 at Oj mdi
sedas de 100 e 600 rs. o eovado. ". I do caes da alfandega.
ttoagio
Vende-se a taverna da roa luvirial n \i tm
muito boin local e com |ijsia!ii.>> i.niiiii I 1
to propria para principiante : alistar 11.....-mu.
-r- J chegaram os tnaravilhosos fugo* rtrfl
cues da China, para lerwn solio- mu .il.. 1*-
caixinhas com variado -i:.i.. i.i ^
raixa*: no :in..'Wr.
49
_______- DOS PREMIOS DA 6. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PR3VINCIAL N. 370; AfKlfEnCIO DA M-VTRfZ DE RARRE1R0S, EXTRAH10A EM ___________________________!------1.--------------, 1 ------------------------------------r^-----------------'_____ 7 DE MAIO DE 1873.
Nf. 1 ^RE.\!S. NS. PtEMS. \S. PPEMS.'NS. PREMS. N^. PEMS.INS. PREMS. NS. fREMS. .\S. PREMS. NS. PRBMS, NS. PREMS. NS. PREMS. H------- NS. PREMS. NS. PREMS. INS. PREMS. NS PREMS. NS m
l J 210 1 401 64 574 H 77;; m 959 60 1159 , 6 1347 U 1545 U 1748 U 1965 64 2183 6^ 2353 60 2530 60 2690 64 2K51 i
22 6 8 76 84 63 60 48 - ,46 waj 49 86 86 or 63 32 95 SOO0 * i*
7 42 11 84 92 _^ 5 61 2 60 ~ 51 uto 00 - 87 78 M| 38 98 60 81 c|
JO 105 46 ! 12 88 800 67 66 65 66 52 7 97, 79 60 40 2703 81
16 6* 51 6A 13 90 4 76 73- 69 69 1OO0 57 8 - 98 80 42 -i ,4 86
19 53 15 93 5 _ 83 83 75 79 m 59 - 11 2205 82 47 _ 26 >s
20 60 t 16 98 7 ^_ 84 .84 86 - 82 63 15 16 . 90 49 mmm. 30 90
30 62 U 21 601 __ 8 M 86 10,5 90 _ 97 91 - '68 ta 17 18 92 51 __ 33 91
36 66 31 2 __ 15 ... 93 6 99 1400 w 93 - 76 -1 ,20 19 95 53 41 95 M|
37 70 32 5 19 _ 94 1208 __ 19 u I60 79 24 20 96 55 46 291". M
39 74 36 11 - 27 _ 99 10 20 1 93 ,29 25 97 56 63 17 *
45 81 40 13 38 _ 1004 14 _L 22 3 " 94 30 - 32 98 60 64 .
52 85 43 38 44 MM 6 r 20 29 X 23 - 95 1 -35 - 38 99 63 67 2
58 92 49 41 45 7 25 . 32 ,25 ,-, . 97 .48 48 2401 67 69 23
66 93 51 42 52 11 32 34 OO 31 *o 1H10 A:0OO> 52 49 6 9 69 76 28
84 94 to 57 45 53 10 --- 34 39 te 92 H 20 U *60 52 71 77 30
88 300 i 61 60 __ 60 24 ---; 44 44 ttU 39 - n - .66 J- 55 20 iO 74 78 34
90 13 m 62 t 72 66 -T 33 --- 48 49 ** rr 48 - 59 21 60 75 81 37
too 17 63 Ci. 76 71 --- 34 --- 51 52. 43 53 96 |.-rf i97 .' Uta 0 26 IO0 80 86 3 ^~
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34 41 tm 8 707 98 --- 65 71 m 92 fll 'i64 -m 4902 - 16 93 49 22 17 51 ----
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37 50 --- 14 404 11. ; 12 --- 78 80 itt 98 m 70 - 22 W 33 93 97 ' H 60 42 1O0 20 62
51 56 aV 23 69 43 15 --- 1103 i 85 99 ..li 1 _ 23 6> 56 57 44 t#i| 25 0 4
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73 4 85 42 41 24 31 11 ^ 21 1700 36 . 51 - 28 ___ 94 52 32 83 ---
79 87 52 46 25 39 __ 15 - 22 11 - 39 56 - 35 _ 99 58 -' 34 87
83 88 eo 51 26 40 17 30 ---- 15 47 - 60 41 _ 2S05 60 - 40
91 90 M| 61 52 -i- 37 41 20 33 i 18 - 40 66 60 ^1^ 14 . 72 ""I " 95
207 91 W 64 53 te 42 . 32 34 1 20 - 51 74 - 52 20 78 ~! 42 97
8 96 66 65 52 .43 39 35 40 50 - 82 - 56 ^ 27 81 i " 99
9 97 r 71 71 53 p- 53 42 30 i
\
0


i
a
* 8
Diario de Pernambuco Quinta feira 8 de Maio de 1873.
ASSEMBLSA GEiUL
SENADO
discurso pronunciado na sess.lo de 14 de
amlil pblo sr. senador jacintuo paes
de'menoonca.
'r.ontinuiiao;
O avisu de 27 Je abril de 18G1,declara
-quo os adiamoiilos devein ser considerados
como medida extrema, que- s pode ser
legitimada-|>or circumstancias cxtraordina
lias.
D'aqui so cnclue que s motivos impe-
riosos, s razos de oidora publica devein
resolver o presidente if provincia a lanzar
mu d"o recurso grave do adiamento da
assembla legislativa.
Impedir que ella se renna no tempo
marcado por lei sob frivolo pretexto,
atleutar contra um poder indepeudeute o
soberano, como o legislativo.
Ora, das palavras do acto do presidente,
a provincia, que acabei de lr, resulta que
Denbum motivo serio, nenimma razio plau-
sivel, nenbuma circumstancia extraordinaria
coneorreu para legitimar o emprego da fa-
'culdade do adiamento : fui somonte o ca-
pricho,.o arbitrio e violencia para encubrir
a decopgo pela derrota do candidato
oflicial.
E um acto iojustifi-
0 Su. SiMjIUL'
Carel.
O Su. Caes de
pois, que S. Bxc.
.Mendonca : O motivo,
figura na. sua portara,
verdadeiro corpo de delicio, liiho da pro-
potencia e da mentira, ndigo > de fazer
parte de may) pera ollicial; revela (|ue,
quaudo a autondade transvia-se do cum-
plimento de seus develes, nao respeila nono
a decencia. O presidente da provincia,
cabalando, alicianuo deputados, dando-Ibes
jantares, aconselbaudo-os pira nao irem s
sessoes, nmeagando os empregados pblicos,
nao teui criterio preciso para deseuipcnhar
o n ..fco, (pie occupa.
J adiameut de urna assembla j; ins-
tllada, pelo faci de em tres das nao liaver
sesso, quando tal motivo fosse real e pro
cedesse do eausr.s regulares, um acto sen
iplicacao. Se prcvaleccsse somelbante
razo, entao o Sr. presidente do conselbo
j tea adiado muitas ve/.es a assembla
geral, porque temos lido semanas quasi n-
teiras, sein que funccione a cmara dos
deputados. (Mudus opoiados.)
O .presidente das Magdas, -portante,
violou aJci constitucional; privou a pro-
vincia, que administra, do coneursondis-
pensavel de seus representantes, para a con-
fecg&o de l.-is e resolugoes necessarias aos
interesses viUies da niesma, principalinente
na *etualidade em que ella lula com urna
grande clise finaneeira por causa do des-
equilibrio entre a receita e a dcspeza, pa-
'tenteado pelo proprio presidente em seu
relalorio assembla, que elle adou, no
qual pedio autorisaco para contrabir um
emprestimo de 20:00?000, afun deoccor-
rer s dospezas j fuitas, pagamento de
dividas u at veucimentos dos empregados
pblicos !
Entretanto, foi uessas circumstancias que
o presidente de miaba iufeli/. provincia se
juigu com autoridade para dispersar a
assembla, aliando-a violentamente at'1 i
de jullio vindouro, isto para poca pos-
terior ao exercici Quaoceiro corrente, do
sorle que elle musmo deterininou que nao
haja lei aunua para regular o novo anuo
econmico i
Um tal acto, Sr. presidente, nao deve por
corlo passar desapercibido (apoiados); Hi-
rese severa punico para que aos escndalos,
que todos os dias se accuinulam e que tanto
teeni actuado para a decadencia o desmo-
rasago das platicas constitucionaes, nao
se jante niais este.
O presidente da provincia, pois que calca
assim os preceitos da lei fundamental do
paiz, para exarcebar paixes polticas e fazer
triumpbar seus caprichos e velleidade; que
desee at ao emprego da mentira em um
documento ollicial, tem-so eurarregado de
demonstrar que nao est as condiees de
continuar a exercer o importante cargo, que
hii ponfiaram ; tein demonstrado que, em
/. la cadeira.de presidente de urna pro
vi .'.ia, deve ir sentar-se na dos reos pe-
rante os tribunaes do paiz!
Felizmente, por liorna e dignidade de mi-
nha provincia, as arbitrariedades do Sr.
" mulo nao tem passado sein uin protesto,
que se levanta boje de toda parte o, de todos
, os bomens de bem, sein distincc&o de cores
polticas.
Conservadores e liberaes estigma-
m-no, tolos os jornaes o censuran,
BXCOpc&O do que elle maudou levantar
custa das secretas da polica. S. Exc. est
bandopadoe circumscreveu-se a urna ca-
"marilba de seis a seto individuos, sendo
ap mas dous lilbos da provincia ; sao poli-
ticos to importantes, que, iulitulando-se
conservadores, tecm as pocas dillicieis
acompanhado a tolos os governos, e por
n i? de una vez bao sacrificado as credas
polticas a interesses puramente pessoaes ; e
se nao exacto isso, cu provoco ao nobre
proeilente do conselbo, para que decline os
nomos dos conservadores da capital e das
influencias da provincia que apoiam a
administracao, condemnada por todos os
partidos do Sr. Romulo.
Sr. presidente, tal o odio e o furor da-
quelle administrador contra a assembla
provincial, que elle nao cou satsfeitocom
providencia do adiamento ; em artigo
que escreveu ou fez publicar no seu peri-
dico, o Jornal das Alagoas, lamentou a im-
providencia e o desacert do acto addicio-
nal em nao ter confiado aos presidentes a
medida salvadora de dissolver as assem-
bleas provinciaes.
" Eis o jornal 'mostrando) de 22 de margo
prximo passado, em artigo edictoral sob a
epigraphe adiamento da assembla ; lerei
dmente o*- trechos que encerram os desejos
o aspirages do presidente das Alagoas :
S. xc. o Sr. l)r. Euiz Romulo Peres
de Moreno, muito digno presidente desta
provincia, usando do poder que lhe con-
fere o 2o do art. 2i do acto addicional,
houve por bem adiar, para o dia 4 de ju-
lbo prximo vindouro, a presente sesso da
assembla provincial.
Era tal o estado de exaltado dos nimos,
era .to impossivel o trabalbo da presente
sesso, at mesmo pela falta de maioria bas-
tante, que em nossa opinio s urna disso-
lucdo satisfara completamente os interesses
polticos e s conveniencias da provincia.
r.onvindoainda untar que a Uustre mi-
ori'i. jiii- acompanba S. Exc. deve, ino-
ralmenle ser Hila pela maioria, em vista
dos prestrnosos e intelligntes cidades de
que se ella compite, sendo todos elles princi-
e j reconbecidos pela brilhante figuraque
tem sempro feito no parlamento.
Por esta oocasio nao poden** tacar do
notar a anomala do acto addicional, que
nao l'acultou aos presidentes de provincia a
prudente medida de dissolver as atsembUas
provinciaes.
fHa diversos npartesj.
Decretado que foi o adiamento, eomegou
o presidente a disparatar o a onmraeoer
tolas as violencias contra os depuladoa,
que oceupavam empregos pblicos o que
nao so avassalaram. A pnmeira victima
foi o digno director geral da instrueco pu-
blica I)r. L-uiz Moreira, domittido logo a
bem do servico publico ; demittio tarabem
do-cargo de promotor publico da comarca
de Porto Calvo o Dr. Julio Cesar, outro di-
putado provincial ; tinha deliberado, sa-
bida do ultimo va>or, a demisslo e lufflo-
cao de outros que tal la vara anda. J an-
tes bavia comegado a reaeco poltica, exone-
rando conservadores de cargos policiaes,
de.nittindo a empregados da repartido do
obras publicas.
Anda nao parou abi o presidente nossus
desatinos; eucaminbou a perseguido con
tra o Diario das Alagoas, folba ollicial,
para lhe arrancar o contrato da publicado
do expediente, alim de mimosear o jornal
privado: jiara isso era preciso pretexto, na
forma das clausulas do contrato. Uesolveu
o proprio presidente escrever um artigo
insultaiido-me, a todos os membros do mi-
nlia familia e a todos os mehs amigos po-
liticos, com o lim de ser publicado editorial-
mente no Diario das Alagoas, que foi sem-
pro o defensor das i l.is o do partido con-
servador. No dia 2(5 de mareo prximo
passado remetteu para a typograpbia o
artigo, qno depois de examinado pelo pro-
priotario o nao estando em termos, pois
continha materia de discu-so'pcssoal e vi-
rolenta, devolveu-o rospeitosamente a S.
Exc, sobreti.do nao se acbando as obri-
garoes do contrato a nser$o de escriptos
daquelle quilate : todava, a empreza lem-
brou a S. Exc. por intermedio do emprega-
do da secretaria do governo, oflicial de ga-
binete o portador do artigo do presidente,]
que o Diario publicaria-o sob a parte- ofli-
cial, se a secretaria legalisasse-o, na forma
do contrato.
Eis a carta que, por parte da empreza do
Diario, foi enderezada ao empregalo da
secretaria (Lcndo) :
Macei, 23 de mareo de 1877. Illm.
Sr. Ildefonso Cantidianav da Silva. Devol-
HO-lhe o autograpbo do artigo que V. S.j
boje me apresentou.dizendo ter sido enviado
porS. Exc. o Sr. presidente da provincia,
para ser publicado em editorial do Diario
de amanb.
Mandei-0 apresentar em Bebedouro ao
Kvm. Sr. padre Antonio Jos da Costa, o
qual autorisou-ine para declarar-lbe que a
redaeco do Duirio dus Alagoas nao pode
aceitor o mencionado artigo, j porque tem
deliberado abster-se, por ora, de discusso
politica, j porque o mesmo artigo, alm da
virulencia do linguagem, entra em conside-
racoes de poltica pessoal, o que est tora do
programma do Diario.
Jio o publicando como editorial, nem
como pensainputo da redaccao do Diario,
po lora todava admitli-lo se S. Exc. o qui-
zer, debixo da parto ollicial ; mas neste
caso devo ser elle remettido pela secretaria
do govrno, trazendo a declarado consig-
nada no liual da clausula 5' do contrato ce-
lebrado em 23 de setembro de 1870.
Coma maiorestima assgno-me De
V. S. attento amigo o criado. Jodo Alber-
to lliheiro.
Sabe V. Exc sabe o senado, o que fez
o presidente f
No dia seguinte fez voltar o artigo com-
petentemente legalisadoe com a nota da se-
cretaria do governo datada e assignada o
com a recommenda'ao escripta de para ser
publicado no Diario das Alagoas logo de-
pois do expediente do governo, sob'a epi-
graphe Publicaco. Yei em i 1 paginas.
Secretaria do governo das Alagos, 27 de
marco de 1873.0 archivista, Ildefonso.
Todo este fa,cto com suas circumstancias
est comprovado com documentos autheu-
ticos, que nao podem sor contestados. Fe-
lizmente nao se poder dizer agora que
houve engao de copia, como j alludio o
Sr. presidente do couselho com relaco
confidencial do Sr. Slvino, que tiveocca-
siao de ler no senado, porque apresentoa
publica forma (mostrando', extrabida do
proprio autograpbo presidencial, com a
competente, nota da secretaria.
Para nao fatigar o senado com a leitura
desta pega, rogo licenea para inseri-la np
lugar comuetente em meu discurso, alim
de deixar bem evidente a leviandade do
actual presidente das Alagoas o o proced-1
ment desses reguos, quesahem daqu para
administrar as provincias : ao menos isso
lo poder deixar de trazer alguma vanta-
gem, eo governo imperial ter meios de
providenciar.
O Su. Pompeu e tros : t- E S. Exc.
acredita nisso 7
O Sr. F. OcrAViANO :Ao menos servir
para a hist ria desle quatriennio.
0 Sr. Paes de Mendon<;a : Eis a pu-
blica forma, a queme referi...
Publica forma.
O governo da provincia eos dissidentes.
Contina o Constitucional na infructfera
tarefa de atacar o Exm. Sr. preeidente e o
faz de urna maneira virulenta e descome-
dida, alterando a verdade dos fados e attr-
buindo a S. Exc. os mais mesquinhos sen-
timentos. Est na consciencia de todos a
raoderac,o ejustm, qnc tem caracterisado
a actual adminismico; nenhuma- queixa
das localidades contra as autoridades poli-
ciaes deixou de ser a Hendida, sem discrimi-
naban de coros polticas ; dizemos mais, atJ
em favor dos adversarios de.situac.ao actual,
porquanto tem S. Exc. em vista fzer rei-
nar o imperio da lei, profligando os abu-
sos de quem quer que seja. Quando o
Exm. Sr. Dr. Romulo assumio a adminis-
tracaff, encontrou na comarca da Impera-
triz os nimos na maior exaltaco ; quei-
xas amargas levantaram-se contra o juiz de
direito Dr. Barbosa Lomos, e este tarabem
sustentava-se em sua posicQ ; dahi era ine-
vitavel resultarem os mais serios confliotos,
se np se tomasse providencias adequadas.
Quem removou estas difficuldades prestando
ao mesmo tempo toda a torca s autoridades
constituidas ? Aquelle que taxado de le-
viano, inconsi lerado e imprudente pela fo-
lba oppqsicionista, Quem restabeleceu o
socego e garanti a tranqnillidade publica
no Meirim e no Arrasto plas promptas
., l \i i;-i i.iram tomadas
s flnaocas da provincia estavam em
completo descalabroJ em razio de despezas
MtraordinariM foitas (kraate as dnrtnistra-
Qes anteriores ; era, portanto
maior jwenomia uo dispendio
publioos e a ettincglo de toi
que iilo fosse considerada in(
quntn- affrontou os odi s e i
particulares, extinguindo o cOnsehos' do
discKna no corpo dtpolcia em que se des-
penda iuut luiente purto de 10:000? por
anuo e propo/ a suppasso de afguns em-
pregos o oiittas medidBf constantes do Cela-
torio apresentado assembla provincial f
Aquello que o Constitucional e h alter egl
o pasquim intitula b Partido Liberal accu
sara do falta do tino administrativo, boatom inscientes de que o cullsso asseuUiva
aue tem a fraqueza de ceder.a quantoroe ps de barro o persuali los de qno a
dieo) seus familiares e deixa-so levar pelo
contra o presidente da provincia, e sogun- destes documentos e jomaos, que aquitenho
do so diz, o artigo da fundo foi de lavra (mostrando), reyo I cenca para publicar
doemissario do El Supremo. Qual a posi- o que julgar mais conveniente, traqspripto
$o que dos le ento devia assumir o dle- delles.
gado do ministerio Rio-Branco? Sr,. presidente, depois da exposuSo dos
Erguo-s altura de sua misso e esperar fados pratcados pelo indiscreto presidente
dessassombrado o embate de seus inimigos, das Alagoas, nutro a esperanza do quo o
foi este o procedimiento de S Exc. e nin- Sr. presidente do conselho, que tem dado
guem poder contestar-lbe a gloriado bavera honra de ouvir-me, resistindo s exigen-
ligidlaleo
a maior
e (
ines^uiulio espirito de vinganca, descuiJan-
do-se d"S interesses da provincia.
Pondo de lado o despeito, encarai co
imparcialidade os actos do actual adminis-
trador o baveis de concordar que no curto
periodo de sua administracao lu prestado
servicos, profligando os abusos, restabele-
cende a ordem c a tranquillida le o fazenlo
justigaa amigse a adversarios. Ahi, po-
rm, nao est o mal ; quaquer que fosse
o proceder de S. Exc. relativamente aos n-
ter jssos da provincia, por mais que se esfor-
casse em attendo-los e cumprir os de veres
de seu elevado cafgo, collocanlo-se emes-
phora superior a essas questes, que nada
interessam a ordem social, nao -p r'ui satis
fazer aos poucos que, aggrogados a urna
familia acostumada ao man lo, quereui
aqui constituir um verdadeiro feudo, umi
olygarcbia insupportavol o ropollida pela
maioria dos alaglos.
Era preciso (|ue o presidente fosso um
dcil instrumento de seus caprichos, execu-
tor de suas vontades e cbanceller de seus
actos, que pozesse a um lado toda a digni-
dade para obedecer aos acenos do grupo se-
nsorial, segrotlanlo-so do homeus quo tem
prestado relevantes servidos ao partido, j
na tribuna, j na impreusa ; ora, desde o
principio conheccrain que o actual adminis-
trador nao descia a representar sumelbante
papel udocoroso j e se nao, analvsemos
os fados. Era apenas chegado o Exm. Sr.
Dr. Romulo e poucos dias tinha de adminis-
tracao, quaudo veio a palacio o Exm. Sr.
baro de Anadia para oirerecer-lho lodo o
seu apoio, nao obstante a opposico feta
ao ministerio por tres deputados e o Exm.
Sr. senador Jacintbo de Mendonca; seu offe-
recimeuto foi aceito com o maior prazer e
para mostrar suas intensos, o desojo quo
tinha de marchar de aecordo cora todos os
conservadores, annuio a algumas propostas
de demissoos de autoridades policiaes c
mandou nomearos individuos por S. Exc.
indicados. Jesses das tratou-se da apre-
sen taco do um candidato vaga qua havia
na assembla provincial em razo de ter
fallecido o Dr. Magalhies Bastos ; e qual
foi o nomo escolhido peto Sr. baro e seus
amigos ? 0 captci -Pedro de Barros, o
bomem que na oieicao para depudos geraes
guerreara as candidaturas legitimas dosSrs.
Sobral Pinto e Teixera da Roclw, declaran-
do-so em aborta bostilidado a estes distinc-
tos cidadOs, boje dignos represei>tantes da
provincia pelo 2. districto, omie eucontra-
ram o mais leal, c decidido aporc. Quera-
se pois, recompensar servicos elek raes, por
quanto nenbune outros ttulos otTerecia o
proposto para ter um assento na assembla.
Um grito de indignaeao resporuteu a m
cartel de desafio, e os conservadores ami^js
daquelles cidados levantaram a candida-
tura do Dr. Manoel Fernandos de Araujo
Jorge, correligionario distincto e-filho de
um dos bomens que mais servidos tem pres-
tado a esta provincia, o Sr. dezembargador
Silverio Fernandes do Araujo Jorge, magis-
trado integerrimo, rtotavel pela nobreza de
seu carcter e pela firmeza de suas eonvic-
qos. Ante esta manifesta^o o Sr. baro e
seus amigos, recoikecendo a imprudencia
do passo que haviam dado, tiverain-o bom
sonso de rocuar, e o nome do capito Pedro
de Barros foi substituido pelo do Dr. Pontos
de .Miranda, candidatura a que S. Exc. o
Sr.#presidente da provincia nao oppoz ne-
nhuma objecijo, declarando-s neutro na
luta, porquanto nao- ignorava a apresonta-
o do Dr. Manoel Fernandes. Correu o
pleito eleitoral, pugnando cada lado pelo seu
candidato sem a maisjleve intervengo por
parte da presidencia, o quo se pro*a com a
eleico do coliegio da capital, onde nao se
fez a mnima pressao eo silencio- do Cons-
titucional, que a pos o resultado nada disse
em referencia a esto assumpto, apezar de
ter S. Exc. demittido- varias autoridades
policiaes da cidade do Pilar; que intervie-
ram para que tivesse lugar urna acta clan-
destina forgicada como nico salvaterio para
o candidato Mendonca, immoraldade bas-
tante para justificar esse acto do governo.
Como se anima o Constitucional a aecu-
sar hoje a S. Exc. de desleal por ter, con-
tra o que promettera, iuterviodo na clei-
qSo, quando, em seguida sua ullimacao,
gardou absoluto silencio ? Urna de duas :
ou falto'u a seus redactores a coragm bas-
tante para nessa occasioatacarem S. Exc,
ou as queixas de agora sao infundadas e
adredes preparadas para justificar urna op-
posigo tresloncada, filhado capricho ou da
m vontde do pastor da grey. Quem ignora
que depois desses acontec montos, hoje pre-
texto para rompimento, os principiaos do
grupo ostiveram em palacio, Qntretiveram
com S. Exc. relacoes amistosas e cordiaes ?
Neguem, se sao capazes, terem por vezes
concorrido s recepces, haver recebido o
mais delicado tratamento e significativas de-
monstrares de deferenciajB apreso ; sto
um fado de dominio publico e que esses
senhores, apesar de ..sua audacia em tortu-
rar a verdade, nao se animarb a contsta-
los.
Proseguiam as cousas nesta p, havendo
da parte de 3. xc. a maior prudencia e
circumspecjo, deixando de dar crdito aos
boatos que corriam de que adberentes do
senador Jacintbo de Mendonca atassalhavam
a presidencia as esquinas e atiravam sobre
ella affrontosos epilhets, quando ebegou o
Sr. Dr. Bernardo de Meedonca cora a fami-
gerada noticia da queda do gabinete presi-
dido pelo grande estadista visconde do Rio-
Branco, e como consequencia necessara, d-
misso do presidente. Nada mais foi preci-
so ; em falta do Messias eslava S. Pelro e
a guerra toi declarada, tenlo-se procurado
anganara coadjuvacAo dealgiins Srs deputa-
dos era a falsa nova deque o administrador
ostava trabin lo o ministerio, do.piotn rece-
ben instrucefos para siMMisbsTvientee tit-
var-se auto as exigencias das influencias do
paenque arregineniava.n se os partida- Espero que S. Exc.nao ter o proce-limento,
n rios da assembla e soltava-se o grito de que teve com relaco s graves aecusaefles
alTrontido com tola a
calma tolo o furor o desabrido o treslonca-
da clamor da familia oligarubica e seus Ilu-
didos adeptos.
J su foi o lempo em quo o franzir do
sobrolbo de Jjpter Olympico fazia tremer
um sua cadeira os delegados do governo-,
cias do Sr. visconde de N'itheroiv, protector
do Sr. liomulo, e que a causa primor
dial la luta, em que so acha hojo-S. Exc.
com os seus amigos amigos das provincias,
uo s de Alagoas como do outras...
O Su. Po.Mi'rX r. ouruos : --Apoiado.
0 0 Sr. Paf.s de Meni>ox';\ :... dar
providencias para que actos* e violencias
uessa ordem nao se ropitam, para quo o
sou acceno levantar-se-hia a provincia em presidente Rainulo nao continuo a conllagar
irmis para aconpanln-lo ; ji se foi o tem- a provincia das Maguas.
para consegur-se a no:nen;ao do
juizes municipaes supplentes e depos entra-
Mi so em conchavos, sacrifican lo os amigos ;
mitras sao as eras, dilferoute a directo da
poltica n.i provincia : cima de tudo a dig-
nidade do governo e dos bomens distinctos
que o acompanham, inlorpreles liis dos ge
documentadas, que bz ao ex-presidente da
provincia das Alagoas, 0 baeharel Silvio o
Elvidio Carnoiroda.Cunha, oaoseuchefe do
polica, que ain la continuara, aquello a
administrar a provincia do .Maranho e
este BO cargo de chefe de polica das Ala-
goas, auxiliando o presidente actual na obra
eros is sentimentos do povo alagoano, que de perseguico e exterminio,
ergueso com toda a .nobreza contra urna 0 requeriinonto que acabei do justificar
suzerania abominavol, oso predominio in- concebido nos segrales termos ( Ion-
debito que quer arrogarse urna familia Sara do) :
passad > de gloria, e a que rallara dementes O SK. VISCONDE DO RIO-BRANCO 'pre-
e ttulos para adquirido. sideotodocofUelho) ;Os discursos do no-
E no verso da pnmeira tira achava-se es- bro senador pela provincia das Alagoas con-
cripta a responsabilidad!} do theor seguinte.: tra o gabinete actual, que'por muito lempo
Publiq:ie-se no ufarlo dos Alagoas, logo merecen o apoio de S. Exc,.; em geral coo-
ilepois do expeliente do governo, sob a epi- tra >s delegados desle gabinete, deiuoustra-
grapho : Publicarles. Vai em unzo pagi- rain evidentemente a pililo do ipie o no-
nas. Secretaria do governo das Alagoas, bro senador se acha possuido...
ti de niarce-de 1873. 0 archivista Ilde- O Su. Paes de Medi)0.m;.v -.Ealieogana-
fonso. Reconhoco vordadoira a firma su- do, em mira nao ha paixb.
pra de Ildefonso Cantidiano di Silva. Ma- O Su. VlSCOMC do R|0-Bra.1C0 [presi-
coi, 28 de marco de 1873. I'i testeoiu- dente do conselho) ::..porque o> negocios
nho-ile ver lado (eslava o signal publico daipiella provincia nao correm s;gi>ulo a
com as iniciaos H. E. A. j o labellio pnbli- opinio ou vontalo de S. Exc.
co, .Manoel Estoves Alvos. Esta vara selladas 0 Sr,. Paes dk Mendonca :Est enga-
as doze tiras do original desta pub.ic i-forma- nado ; j nesta casa dei razos pelas quaesto-
com eslainpilhas do sello adhesivo, na ira- nhoTecusulo raiiiha confiaucao raiiHsterio.
prtancia de 200 ris cada ama, competen- O Su. Visconde do Rio-Bu Arfo fpresi-
tomonto inutlisa las pelo nasibo tabelliao dente do conselho^ : Vou 0pD0rr Sr.
publico Manoel Estoves Alvos. E mais se piresidente, alguns embargos seiitenr, que
nao continha em as ditas tiras, quo rao fo- o nobre senador julgou-se corapetonte pura
rain apresenta las palo telante Joo Alves lavnu* contra o ministerio de 7 de marcp
Bjbeiro, quede como recobeu o original contra os amigos polticos que nos auxilimir
vai abaixo assgnado, Cidade de Macei, como' presidentes de provincia.
28 ile margo de 1873. Eur Manoel Estoves O Sa. Paes de Menikxs'^a : Nao Intrei
|pes, tabelliao publico que o fiz eserover, sentenca contra o gabinete, protesto,
subscrevi o assignoi com meu signal publi- 0 Siv. Visconde do Rio-Branco ipreaf-
cr do que us'. Em tostomoubo do, ver la- dente do conselbo) : -O nobre sonador
dade. O escrivo publico, Manad Esteces disse par sua conta, e pea bocea de vm
Alves. correspondente da Reforma, cujo artigo iu-
Lerei agora ao senado n trecho de urna serio no seu discurso, que nossa politica era
carta que a redaccao do Diario cscreveu- fazer tuifo-quanto elle censurou ; e appelli-
nos, referindo tolas, as circumstancias iki dou, em geral, com o epitlieto de reguos os
entrega o publicaeo do celebre artigo (L-).. 'presidentes de provincia.
Diz, p is, essa carta que o presidente,.1 0 Sr. 1V:s oe Mendonca: Aquellesquo
desapon la lo com a publicaco do artigo,, sao encarrogados de misso especial,
porque elle quera que o devolvessem, para 0 Sr. Visconde do Rio-Branco 'presi-
ser o proprietario multa lo, visto que a mu dente do conselho) : Desde-j noto esta
ta repetida faculta a reciso, formuloU'urna circumstancia, que parecc-me muito signi-
errata para salr no Diario do 2*de mar- ficativa : quando o nobre senador estiva
C0, dia posterior ao-da publicaeo do arli- plenamente satisfeho com a direceo dos
go, lizendo quo por engao de oomposr- negocios pblicos na provincia das Alagoas,
gao foi aquella publicaco feila aparte of- nesta cmara levantara-so meis de una vez
Acial, ercata que o- Diario nao devia enom o -nobre sonador que polo lado liberal re-
quiz publicar, porque elle nada errou, o presenta a mesma pnivincia, para queixar-
sim cumpri i as ordens do presidente- se era nmade seus amigos |>elilicos. Enlo
Eis a errata n proprio original: o nobre senador, a quera estou respundon-
Hecti/icaco.Declaramos que por eng do, acha va que tudo ia perfeiUnnente bem,
no de composicao deraou do sal r entre duas nao havia abusos.
linhas, conformo costumo na subdiviso 0 Siu P.ws de Mendonca :Enlo eu de-
das materias deste jornal, o titulo Publica- fendia o governo do -ecusaees que me pa-
co+ que procede o artigo estampado no rociara injustas, boje estou no meu direito,
Diario de 28doc rreute, era seguida, ao aecusando.
expediento do governo-, soba epigraphe O O Sn. Visconde do Rio-Blanco [pceii
governo da provincia o es dtieidbntes, dente do conselbo) : A provincia das
o pela mosina razo deixou a referida epi- Alagoas iiosse terap,-cstava sob a influencia
graphe de ser destocada do c rpo do artigo do nobre senador.
e com caracteres apropiados. 0 Sr. Paes de Mendonca:^Nao ha tal.
Pitblt'jae-se no boletim do Diario das O Su. Visconde do Rio Pranco (prosi-
i logos. I dente do conselbo) : Pego ao nobre sena-
Secretaria dogicrno em Macei, J"> de dor quo onca o mou discurso,..
marco de Ji73. 0 archivista,, Ildefonso. : OSr. Paes de Mendonca :llei de ouvi-
Assim-, espera va o Diario naquello dia lo com toda a calma.
(29 demarco) comocar a ser multado era; O Sr. Visconde do RiBft-ANco 'presi-
IOOJ, mximo do contrato, o queso ropo- dente do- conselho) ... com. ratania tole-
tina tantas vezes quantas o proprietario in- rancia fie.que lhe dei prova, quandoS. Exc.
sistisse em nao publicar a errata, afun do'articulava a sua apaixonada accusn;o.
induzir a multa. Hoje .-pie o Ilustro representante do par-
lo nao ser urna deasas notabili<:
dora btor passaporto do nobre
presidir provincia das Alagoas... .
OSr. Paes de Mendonca : Queaid
passaporte quem d iiistruccoes para per-
seguir.
0 Sr. Visconde do Rio-Bkanco prea-
dente do conselho; :... nao roe admira
que S. Exc. nao dvesse noticia previa da es-
culla desse cidado, porque, rom effeila,
certixpio uo consltame o nobre snaMhlor
para uoiucar o novo presidente das Alago.
O Sr. Paks de Mendonca : Eu nao esla-
va no caso lo ser consultado por V. fcs-.
0 S. Viscosa* do Rio Ikahco (preaiJtni-
te do conselho:Tambera n<> preciso ec-
cultar ao senado que o nobre l|aajBj| le
Nithernliy conhecia o Sr. Ir. I.uii K-niiuto.
o conversando coinnosco, quando tratava-
mos^dr* sulstituir alguns dis pr.si-l.-iit *,
quo tinham do vir tomar a*wtrto no parla-
monto, nos illdicou esse i i ladao runo m n
to apto pira presidir urna .las forim-is do
imperio. A recommendai.ao do illiMtre vi*-
coii'le de Nitherohv, nvm ex (Dfga ministerio, meu particular amigo e d*stH><~-
to inembro do s-'iia lo, Sr. prosidii*r, neo
podo sr sefli um titulo honroso para w no-
meado.
Obenque o nobre visc-ml" de .>itbe-
h) 0 o ledas* do ministerio e seu prot*r.
lar..*.
O Sr. Paes m Mkndoncv : lie fui ew
que o chamei.
OSr. Visconde im> Kio I'.i deato do conselho,:Aceito qw4qu-r >\ *~
las di-iKiinioai-iV-s, porque l.'uho ^ir.i mim
quesera, tedo tempo, um lioil..- h.tums<<
o saber-ae ou gabinete actual t-m ^k.iu-
traB da parte do nobro vintonlr .V-NrlV'-
rohv um BpMo dnotca-lo, mrtvidu iiui>.-inw-n-
to pidos seus elevados -nitiiieiilo>, |Kir r*n
liten**.' quo ella voto causa publica e r-*
qual nto desanima, pnajaj mm s'j.i a al f 4<
tantas injnsticas. E'jsti urna li.ir.i|r.r
nos, re[ta-o o nobcr scividor quaotas \
quizer, qw com isso nos di grande satisfa-
r e consol. Se, porm, o nobre s>3iiad< r
pretendeu rfaet (pie-o aateeaMneail f^cra-
s isa lo ao il;stro viscon le, nem el I o nunca
aspiroo a aase ppela.
O Sr. Vm4.onoe iik .Nnia:Apoia-
do.
O Sr. Visconde do Rio Rk.vm p*>ni.1iii-
te do cons-dlio) :... ii.mii u idun-Ati i se
prestara a Isso. O Ilustre visconde- na i
amigo que pese sobre o govorno-: sen cou-
enrso esse que ell. ostfisivamentc pr-sta :
nao ha amigo monos exigente.
O Dr. Luiz Romulo, seguu.to onoln -
Dador, era um obscuro advoga lo do \as#>u
ras, i ni le distingui seunicamento cotno Un
cabalista as ultimas eiei^Oes e romo joa^-
dor de voitarete.
9- Sr. Paes de Mendonca :Antes mim outros tinham ihto isto no senado.
O' S. Visconde do Rio Brasco (prole-
dente do conselho:,Sr. presidente, o Sr.
Dr. R in-ilo nao tem diploma de notabdi-
dade corno parece exigir o n >bre senador
para os presidentes de provincia.
OSr. Paes k Mf.n*oncx : -Nie dtsee
tsn ; trate-ine cora a delicadeza con que o
tratei.
OSr. Visconde do Rio-Branco presiden
te do conselbo, :Disse S. Exc queo Sr.
Dn. Romulo era uiu desc*nliecido.
OSr. Zacaras :Isso-.
OSr. Visoonde-do HjoBraxo proM
dent do conselho):E' desoonhejieo d
V. Iac, mas V. K\c. noraaou uirumu '
seu lempo presidentes que-<*aa) dofceaheci-
duspaia i mi los.
0 Su. Zacaras :Para conh*er .se ra
preciso consoltara bistorw ntmana...
O Sr. Visconde do Hu Bu anco paesi
dente do conselho ) :Tra'fm iaa seriamente. >.io quero molestar o n >
l>rc senador jela provincia das Alag vs, >
tni respon leudo o-S. Exc. ao p da letra t,
portanto, rom a mesma detocadeza de qu<-
elle so servio para comn-co. 0 Sr. Ilr.
Romulo nao s'r um i notabibda le raaao -
(juizera o senador : era d."ScoHbe. ido de S.
Exc...
> Su. Zacaras:E do paiz.
O Su. Visconde do Rio Bkanco pre-ulr.i
te do o 'iisdh'; :___ o nobre sena tomar pira qualilica-Io um t-rmo qce os*-.
ia m da c quo so tem appliciido a mii*o>
le nossos amigos
no nossos amigos da ontr.- cmara, ma*
0 Sr. Visconde do- Rio-Branco ( presi- tido liberal da provincia das Alagoas, mera- (juaoi eonheco o Sr. Dr. Romulo sabe qu.
dente-do conselho d um aparte. bro desta casa, entende comrmioute guardarL||0 cr<1 llin c.|a,| muito istima lo i
0 Sr. Paes de MD0KQA : O Diario silenciov justamente quando o nobre sena- si, lera do em Vassouras, oeMa Barrio ai n
das Uugoas tem sido sempro poltico muito dor se levanta para 'dizer-nos : 0 presi-
firmo-, nao faz caso do contrato... dente daquella provincia um regulo...
O'Sr. Visconde do Rio-Branco (presi- OSr. Paes-de Mendonca.:Nao allei da
dente-do conselho) : -Por ahi uiostra-so presidencia daqueJla provincia, isso o de
muito digno de confianza. V. Exc, protesto.
O Sr. Pal de Mendonca.: Aqui 0 Su. \'isc:onde do Rio-Buanco presi-
nao.setrata de contianca, mas do urna wl-;dente do conselho) ...noso partido li-
sidade, do um acto escandaloso, que com- beral como o conservador sao por olio espe-
metteu o presidenta da provincia, e-que nao,zinlsados. Esta circumstancia digna da
: apreciago do senado, laen umita luz so >re
as aecusaces do nobra senador.
0 Sr. Paes de Menionca : Accusares
furadanaentadas.
O Si. Vise NDE do Rio-Branco ( presi
dente do'conselhul :Dir-se-hia que o n >-
devia Bear em segredo. ( Apoia-os
OSr. Visconde do Rw-Brasco- (presi-
dente do consollio) :A sor oxaclo urna
grande deslealdade.
0 Sr. Pa*;s. de. Mendonca :No pensar
de Y. Exc, quo nao pode deixar ajp estar
OCoxttUucioiirt qno responda e negu partido, representado pela familia Mendou-
paes e verdadeiras influencias to* diversas os factos. apezar de sefi habite te adultera ca ; a 13 do crrante appareceu o lonsti-
localidadesda provincia, oradores disi a; i us !u, o da sua eorage a para taltar verdade. | tucional de viseira descidae lance em nste

contrariado por ver no dominio-do.'publico bity senador tem a pietenro de aterrar des-
ilib acto, que prova incontestawelmoiite a ta tribuna os presidentes da provincia das
falta de senso do seu delegado- Alagoas ; emeu empoolio deve ser o da-lhes
OSr. Visconde do Rio-Brxnco (presi- torga moral, anima-tos para que observem
dente do conselho) d um aparte. a fci e se colloquem cima de quaesquer in-
OSr. Paesdh Mendonca :0 Diario das fluencias pessoaes...
Alagoas est altamente collocado para usar 0 Sr. Paes de Mendonca :llei do res-
do sophismas. aqui nao se amoaca, mas poudor.
preciso que V.. Exc. fique sabondo que nem o, OSr. Visconde do Rio-Branco (presi-
diario, nem o partido conservador das Ala-dent do conselh i) :... somtemor deque
goas teme as'violencias do seu delegado. as censuras nao cncontrem defeza, e- ogabi-
Elle espera a reciso do contrato... note esraorega, recusando o apoio devido a
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi- seus delegados, quo bem souberem cumprir
dente do couselho) :Enlo anda nao foi a misso que Ibes incumbe a lei" e o inte-
rescindido? resse publico.
OSr. Paes de Mendonca:Nao so in-' 0 nobre sonador, querenlo amesquinher
comraode V. E;c^ nao preciso que v o mrito do^actual presidente da provincia
ordem para isso ; lia de chegar noticia do das Alagoas, o Sr. Dr. Luiz Romulo Peres
queo presidente consumou suas vistas. de Moreno, nos disseque nao tinha, quando
Actos de tanta leviandade e precipitago, esso cidado foi noineado, noticia alguma"
como os que tem praticado o Sr. Romulo, dello.
teem sido reprovados por todos os bous ca- 0 Sr. Paes de Mendonca : era achei
racteres da provincia : at o Alustre pai do no senado quem me dissesso que o conhecia;
candidato, por quem S. Exc. abri a luta appello para o senado inteiro; perguntei a
desabrida com a assembla; ateo Sr. des- diversos amigos.
emeargador Silverio, carcter serio e hones- 0 Sr. Vis.onde do Rio Bra.nxo (presi-
to... dente do conselho :0 nobre senador, para
0 Sr. Visconde do Rio-Branco ( presi- dar-me prova da moderagao e jnstigl com
dente do conselho)-.Apoiado. que costonia influir nos negocios da pro-
0 Sr. Paes de Mendonca:...conver- vincia das Alagoas, coraecepor permittir-rae
san lo com um digno magistrado, em Per- a niesma Nberdade-de tribuna que respetoi
nambuco, sobre os ltimos actos da admi- quando S. Exc. fallava ; mas vejo queso
nlstr.ic.'i i las Alagoas, ennunciou sou pen- ineommoda muito e quer ntorroraper-me a
rinonto; con-tante do trecho desta carta todo instante.
(leu lo ) : A prova mais evidente de quo 0 Sr. Paes di; Mendoncv : V. E\.*.
o Romulo nao too bom senso querer- arcar attribue-me intcnces que nao tenho, nao
cora um partido forte e arregimentado, posso deixar de protestar,
como o partido conservador as Alagoas. 0 Sr. Visconde do Jlio Branco (presi-
No devo fatigar o senado cora a leitura dente do conselho) :0 Sr. Dr, Luiz Romu-
jncco os cargos do promotor publico e .!
logado de polica, onde -?dquirio <-i !:: e
B6ma pelos seus taleiTtos e |xla severidad*
do seu carcter no ex.tmo de dro-
gado.
O Sr. Paf5 n Mf.ndov. v :Nao arh*i
quem me Man noticia delle.
O Sr. Visconde do R:o Biivnco pn-i
dente do conselho) :E' porque V. kxc. es-
tiva muito afastado lo nos. S' me tive
perguntadoquem ora <> Sr. Dr. Ro nal",
eu lhe daria as nformacoos quo outnr>
nao souberam ou nao quizeram dar-lh*
Nao sei so-ello sabe jogar o voitarete, m.i
nao (' isso um crime
0 Sr. acarivs:Ite corto, alias...
O Sn. Visarte* ih> Rio Branco 'pr
dente do eonselho, :Eu tambem jogo 4-
reKS, por passa tempo, o voitarete.
0-Sr.Z.xcvriaslEu nao sabia lisio ;
tico saliendo.
0 Su. Visconi* iwi Rio Branco presi-
dente do coiiseHx : Nao sou hbil j *ga-
dor, nunca pude concentrar mdia altonajij
em jogo algum ; sou, si posso comparar-
me a este respeito com um grande homein,
como Adam Smith as suas abstrar;oes ; o
meu cs[>irito nao tem alguma torca de coo-
tonso, fra deaens trabalhos hahituaes.
Dos procedentes do Sr. Dr. Romulo, ac-
tual presidente das Alagoas, nao podia o ih>
bro senador, se fosse bom in'orinado, se hou-
vesse recorrido tonto pura, tirar motivo
para as apprchensoes que o assaltaram, se-
gundo ouvimos a S. Exc. Vamos ver se o
primeiros factos allegados pelo nobre sena-
dor confirmam o juizo desfavor ivel que elle
desde logo formou contra esse desc nheride
cidado, nomeado sem quo S. Exc. tivesaa
noticia da noraeago. .
0 Sr. Paes de Mendonca :PretencAo
que eu nao tinha nem podia ter.
0 Sr. Visconde do Rio Branco (peaai-
dentedo conselbo', :... masque tinha em
seu favor informaran lo iu>usp>-ila e dujM
.le fe cuno a do nobre viscoaJe de NiuW
n.hv e de nutras pessoaa qu.o tarabem o -
aru,
(Uontinuar-+e-ka.l
PYP VjO AA\


mam ~\


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