Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12903


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Full Text
'^p
AMO XLIX "M1EBO 103
V
\
PAMA A CAPITAL E LUCABES SIIE ff&0 SE PAtiA PORTE.
Por tres mezes adiantados.............. 6$0
129000
249000
820
Por seis ditos dem
Por um almo dem
Cada numero avulso

TERCA FERA 0 DE MAJO DE 187$
-^ara i>i;vm<> fba x provincia.
Por tre* oaeJeMdiantados. ..... < ..... .
For seis ditos dem.........' ,.....
"Por nove ditos idem
Por uro anuo idem.
9Tlt
lttMO
topas
279000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE PARIA & FILHOS.
^~~------- ------------!-----------------.-----.________________________
Os Srs; Gerardo Antonio Alvosd Fos.fio Para; Goncalves d Pinto, no Maranhao; Joaquiro Jos de Oliveira Filho, no Ceara; Antonio de Le,^ Bra5a, no Aracaty ; Joao -ra Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Joa
Pere.ra d Almeida, om Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Pelarmino dos-antos Bulcao, em Santo Auto ; Domingos Jos da Costa Braga, .cm Nawreth;
Antonio FerrerA de A8uiar>em Govaaua; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Aives d C., na Bahia ;. e Leite, Cerquinho d C. no Rio ,de Janeiro.
PARTE OFFCIAL
Govcruo i!a provincia
_ I-EI R. 1082.
O baaruvl Henrique I'ereira de Lacena, commendador da im-
perial ordem da Rusa, :ava miro da do ChriatO, juiz de direito o
presideute da provincia de Pernambacp:
Faco saber a lodos os'scus habitantes que a assembla leaisla-
tiva provine al, sol pronosta da cmara municipal da vdla do Sal-
gete!, decretou os segliinles artigo* additivos de postaras :
CAPITULO i.
Art. A cmara municipal da vil a do Salgueiro para o bom
. I,"'!i d ,"'S """'t'^'*. am dos empregados de pie trata
a le do l de outubro de i82i, lera um zcl.idor do eemiieii /
CAPITULO 2.
Art. 2." Nmguom podcr edificar casas nesta villa som que ob-
tenna cenca dacainara, e seja feia a cj.-dcaf.lo, sob pana !le tua
de multa e demolioao da obra rusta do dono. A lieenca ser re-
queri la por mna policio, em que se indiquen) o lugar da cdilica-
nau e suas diineusoes.
Art. 3.- As-mas que se abrirein ter.o 80 palmos de largura e
"> beccos ou travossas til). '
Art. '. Niogueiu podar edilicar caras ou muros em frente da
nova matriz, de modo que lolluun sua vista para ai lados do nas-
Mna poewe, devendo os predios que se construirem no quadra
da referida matriz, licar U alinoaoieno de sua .rente
.. CAPITULO 3.'
Art. .).' Todos os creadores de gado deste municipio sarao abri-
gados a fazer registrar no prazu do um anuo as marcas, ferros e
signaos com que distingocm SOUS gad iS. Sob pena de 10i de inulta.
KNcregistro sera feto polo secretario da cmara em livrojiara esse
Um desuado, l,,.ne;.do por elle, numralo e rubricado pelo presi-
dente da mesnia cmara, pagando cada creador por esse servieo
por si e seus Wlus menores, so os ti ver, a importancia de l, sen-
do bO) rs para o core da cmara e i.) rs. para o secretario.
Ait. u. Mudando os creadores os ferros, marcas e afeaos, se-
ra) obligados a proceder a novo reglero no pi-a de nflzes, sob
pana do artigo antecdanla.
r,,i iA'\ 'i ,Nio f E**?* L'"'"' 8aJo d; esl,e(;iu slgu.na desde as
;t,1,CrradVll"^IS *'" ;,lJi^''"i;' urna legua, contada
do lugar denoni uado Muiulv-novo, s.b pona de 20j de mulla e de
ser o gad) que for encontrado ne.scs pontos retirada cusa de
Ni us donos.
CAPITULO i.*
.,..!"'', ?; 2 r''";1 dosta vil,,a lerJl mi Bbadoa, na casa de com-
mercio ul unain.-nte comprada para este e oulros miteres, sob pa-
nada 1$ de mulla. *
Art. 9.- s cavallos, qu- condiuirein cargas feira, logo que
iorem desearregados, serao retirados do centro dalla para lugares,
onde nao embar i.-em o transito, sub pena de U de mulla
CAPTULOS.
Art. 10 Os enteiramenios seria leitos das G horas d manh
as 0 da tarde, sob pena de 10 de mulla.
Art. Ik Rea prohibido o enlerrameiilo nos campos ou cemite-
nos privados, so!, pena de 30J de malta e 8 das de priso. ICm
leni|Mj de epidemia, como o colera-morbus ou tutia de igual ca-
rcter,sao, porui, permittidos os enterivimenlos nos luguvs, ano a
autondade competidle desiguar.
CAPITUL li.'
Art i_. So se podar matar gado para ( consumo publico das
\ loras da manila as 6 da lar le, e a carne su ser "mi* ven Ja
nqjfia s^iimle, sob-peum*} o de multa e i dias depriso.
Art. H. Hca Ues4giWlo para maadouro publico o lugar ni*
est aopoento desta villa, junto estrada que vai para o Cedro?
I-
lagar para anutanca do gado
CAPITULO 7.
Art. 14. Ao"zelador do cemiteriu compete :
I." Assistir abertura das co as, alim de ciue liquem os ca-
dveres beiu exterrados e ellas bem ecbadas.
g i.j Hever as catacumbas, alim deque nao sejam mal tapa-
das, mandando lser qnal pier concert que for necessario para 'a
couserya.ao e a.s.-io dolas, sendo as despezas desse concert or
canta dos luieressados. '
j5 3." Zelar p.:lo asseio, limpeza e coaservauao do cemit-rio
dando parte a cmara da necesidade de qualquer reparo '
Art. I.,- O fecal servir de cordeador ecomo tal lile compete :
* |. Allanar antes do comecaMi a edilicaplo de qnalqusr
pi-jdu, lia cmara, observando nasse anhamautoa maier svmetria nos-
_____I 2.-Examinar os ediflsios, para ftue'r reparar ou demolir os
*------------------.......-j j*w weu.i 'jtl tu jj,
os qua inatarem re/.js em o.itros lugares sorerao a inulta de IOS"
nea a cmara brigada a mandar construir um curial no referido
que estiverem arruinados, intimando os seus proprietarios para esse
lim.
CA ITL0 8.-
Art. 16. Os ordenados dos empregados da cmara serao mar
cados annualmento M respo.>tivo oreaniento, e, alm de seus ord>
nados, teran elles os sguintes emolumentos :
8 I. O secretario ier"500 rs do cada Hcen^a concedida pela
cmara, soja qnal fr o sen objeetn. e de cada Ululo que nassar 12.
CAPITULO 9."
Arl. 17. Todas as mulls e penas comminadas nestas postaras
serao duplicadas no caso de reincidencia de seus infractores.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
menta e execu.-as da presente rcsoluco pertencer que a cumpram
e facain tumprir tao inteiramente comonella se conlin.
. O tooratario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicare Correr.
Palacio da presideacia do Pcrnambuco, 2i de abril de 1873, 52-
da independencia e do imperio.
L. S. Benrqtu Pereir* de Lucemi.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de l'ernaiubueo, aos 2i de abril de 1873.
O secretario interino.
Joa Dittz Kibeitv da Cnnltu.
LE N. 4083.
O bacliarel Henrique Pennra de Lucena, commenadador da im-
perial ordem da Musa, cavalheiro da de Cbristo, juiz de direito e
presidenta da provincia de Pernambueo :
Faeo saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolu'.ao seguinte :
Artigo nico. Fica prorogado por mais do'us annos o prato
concedulo a Francisco Maria Duprat pela lei n. 7o2 de 21 de junlio
de 1807.
lievogadas as disp isi.oes em contrario
Mando, portanto, a todaa as autoridades a quem o conhecimen-
to e execufio da presente resolucao psrtaaear.que a cumpram e
Cacam cumpnr lio inteiramente como nella se contm.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambueo, 2i de abril de 1873, 52''
da independencia e do imperio.
C. S. Henrique Pertira de Lumia.
Sellada o publicada a presente resolucio Reata secretaria da
presidencia de Pernambueo, aos 2! de abril d 1873.
O secretario interino,
Joo Diniz Mmro da Ciiuhi.
LE N. 1084.
0 bacharel Henrique I'ereira de Lucena, commendador da im-
perialordem da llosa, cavalheiro da de Chrislo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambueo :
Fajo_ saber a todos os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei ti resoluQao seguinte :
Artigo unieo. Fica aparovado o eompromisso da irmaudade
de Nossa Senhora do Rosario dos homens prelos, erecta na igreia
da poyeacao do Ilosarinho. da freguezia do Divino Espirito-Santo de
Pao d Albo, com as alteranTes seguintes, alm das que forem pro-
postas pela autoridade ecclesiastica no acto da approvacao na parte
espiritual :
I.
Depois do art. 21, onde se diz mesa compete-anlcpnnham-
se as palavras-art. 22, a d'abi por diante se altere a numeracao
dos artigo* seguintes.
!
Xp art. 22, em lugar das palavras disposicoes do artigo ante-
cedeate-.diga-se disposiioes do art. 21.
V
Ao 4. do art. 24', em lugar das palavras -soffrer a pena que
pela mesa Ihe for imposta -diga-sc, solTi-er as multas que pela me-
sa lhe forem impostas, alm das penas legacs.
4.*.
No art. 38, onde se diz -a quai, tomando em consideracao, o
reformara-diga-se, a quai, toinando-a em consideracao, propora re-
forma em mesa geral.
lievogadas as disposicoes em contrario.
Mado,_portanto, a tollas as autoridades a quem o conheimen-
lo e execugj-.o da presente resolurao pertener, que a cumpram c
taeam eumprir lio inleframente como nella se conten.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar c correr.
Palacio da presidencia de Pernambueo, 2i de abril de 1873,32
da independencia e do imperio.
C. S. Henrique Pi reir de Vucrmi.
Sellada e publicada a presente resoltii-ao nesta secretaria da
presidencia de Pernambueo, aos 24 de abril de IS73.
O secretario interino,
Joii) Diniz Ubeiro da Cunlin.
^ 13 navios da ar-
iha no trimes-
BXFCNCirri do da 1udk aiiii. dk 1873.
Ir sucedo.
Acta:
O presidente da provincia, leudo em vista o
exposlo pelo I ir inspector da salido publica em
itcp de i de mareft prximo lindo, relativa-
mente i inconve.iieucia do ser construido no ter-
reno que iu parte > quartel do II ispicio o pro-
jeetado edificio que de#e servir de quartel coin-
panhia de cavallaria. res ilve nomear urna coin-
missao composta do raesmo inspector da sade pu-
blica, do presidente da llluu. cmara municipal e-,
do engeuheiro di -i obas militares, afim doesc-
Iher novo loe d apropriado para o dito offleio.
Portara : ,
Ficam apprevados os coulraetl que. segun-
do o termo anneso p copia ao sen offleio de 29
de mareo ultimo, celebrou o consellio de estupras
d' mariha par o ionice menlo .de vveres, die-
i \i oulros bieetos do consama "
ruada e estabeleciineutos de mi
tre de abril a junlio deste aun >, com excep;o, po-
rm, do contracto feito cjui^lellannine lves dej
Acocha para o supprimeuto de carne verde, vis-
i i d >ver esse f irneciuieiilo ir novaiiiente pra^a,
conform determina! em offleio de 29 dome?, pas-
sado.
OfficiOS :
Ao cqiitao do porto uterino.Fleo inteira-
do pelo seu offleio JI.27 de mez prximo lindo,
sob n. 72, de luveriito seguii at o Caxang as
cmbarca'.oes precisas, como determinei no meu of-
fleio daquella data. Oatro sun tentio a deelarar-
Ihe que approvo a medida lomada por Vas, de
xe.|uisitar ao arsenal de marinha o forueciinepto
necessario alimentaeo das guarnieres das refe-
ridas einbarcacois.
Ao engeuheiro oncarregado das obras mili-
tares.Tendo em consideradlo o que txpoz cin
ollieiode 29 d iinreo prximo lindo o inspector
da sau le publica relativamente inconveniencia
Mir construido n> terreno da quintal "do quar-
tel do Hospicio d i projectad) edilicio pira servir
de quartel a c enpauliia de cavaljaria, nomeei nes-
ta dala urna commissao cjinposta (le Vine, do
mesmo inspector e o presidente d Illma. cmara
municipal, alim de escother olro local mais apro-
priado dita construi.'co o que coinjiiiuiico a
Vmc. para sea conhecimenlo c direccao.
Ao capitao lenle commaudanto do vapor
de guerra l\e<:ie. lnteirado do que Vine, me
.'oinmunica cui seu Offleio du 31 do mez prximo
lindo, quanto ao desapparecimealo do seutenciado,
Francisco Antonio dj Silva Tereoiro, de bordo do
vapor Giqui, da coinpanliia pernambucan, que
vinha do presidio de oronlia sob a guarda do 2
tehente Joio Cliao Pereira Arouca, perleneente
guarnic-ao do vap<>rsob seu c mimando, tenho a di-
'r-lhe que proceda a respeto como for de di-
reito.
2' secaiu.
Acto :
O prasd-ot da provincia, sobre in."or.naer>
do juiz d' direiii da rom.irc do Uotoru, it- 21
do mei prximo passado^e de ConfornJa.l^ com
c disposio nu art. i do decreto n. 1291 de 16 de
dezemhro de 18)3 resolve nonaaajr o eidadaa Ma-
l 1 I eJro do Na*ciment8 Lima para interina-
mente exercer os offlcios de escrivito do jury e
primeiro taelliao do termo do Litnoeiro
OIBcios :
Ao Dr. chele de polica.-Remetiendo inclu-
o por copia o olhcio de 7 do mez prximo passado
do promotor publico da comarca de Cabrob te-
nho por lim reconimeudar a V. S. que providen-
cie, como entender cunveniente, no sentido de
(.Vitar, a reproducn dos factos, que so tem dado
na vida de Salguoiro, c que sio mencionados no
citado oHicu.
Ao mesmo.De bordo do vapor Qiquid. que
varo do presidio de Fernando de Noronha, desap-
pareceu o sentenciado Praneisco Antonio da Silva
terceiro, que com mais dezenove, (que devem ter si-
do aposentados a V. S.J vinlia sob a guarda do 2"
i inente da armada ni perial, Joao Cliao Pereira
Arouca, constando que o dito sentenciado padeca
de alieuacio mental, pelo que supp5e-se ler-se
laneado ao mar ; oque cjinmuuico a V. S. para
seu conlieciinenlo.Igual ao juiz das execu des
cnmiaaas.
Aojuiz do direito da commereio. llespon-
dendo o ofiicio de 4 do mez prximo passado;
l",l,Utl V' S- liaz a" "ieu''^"ilieeiuiento o flicio
de li do dito mez, do juiz seu substituto, expondo
as diffleulddes com que hita para fazer regular-
mente o servieo das citacocs e intimac,oes de que
deiiende a formapao da culpa, por falta de offlciaes
dejustica, tenho a dizor-lhe que pode aquellc juiz
nomear tantos offlciaes de iustca quantos forem
sullicienles para o servi;.o, c que, no caso de nao
acbar quem a isto se queira prestar, pode lancar
mao dos que servem perante os subdelegados e
juizes do paz.
Aojuiz de direito Je Flores.Em resposta ao
olllcio de Vnv;. de 17 do narco prximo passado,
tenho a dizer-lhe que d-se incompathilidade na
accumnlac/io do exercicio do cargo do supplenle
do juiz municipal com o de commandante de ha-
talbao da guarda nacional, devendo o respectivo
fiinceonano passar ao seu substituto um dos
referidos exercicios de conformidade com a lei.
Ao commandante do corpo de polica. -Pode
Vmc. desligar do corpo sob o seu coinmando,
como solicita em offleio de 28 do mex prximo pas-
sado, o sollado da .'i' ompanhia, Manoel Felippe
de Azevedo Santiago, lugo que lhe constar ter elle
sido pr munciado por ciime de tentativa de mortt
praticado na'possoa do soldado, Cypriano Gomes
de S.
Ao juiz municipa' do termo de Serinuaem.
Para ser junto aos autos respectivos, como soli-
cita o engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife a S. Francisco, e.n olllcio de 28 do
crrente, inclusa remetto~ por copia a Vmc. a pu-
blica forma da carta, que dirigi ao chefe do tra-
fego da uta estrada Francisco de Paula Cordeiro
Cintra, que est sendo proeessado n'esse j a izo, por
crime de defraudajo e falsiflcacao de bilhetes da
companhia.
Ao promotor publico de Goyanna. -Accuso o
recebimanto do offleio de 8 do corrente, com que
Vmc. remelle o inqueriio% que procedeu o dele-
gado desse termo sobre os factoi occorridos em
frente ao convento do Carmo dessa cidade, por oc-
casiao de ir tomar posse da administracao do mes-
mo convento nm novo prior, p pedindo eselaroci-
monto a cerca do-qne lhe cunipre fazer. Em. res-
posta tcnli i a dizer-lh que sendo rasoaveis as
eonsidonroes ^ue faz a resjeit deve no caso
variante proceder de conformidade com a lei.
. Ao promotor publico de Ouricnry.Remct-
lendo-'.he ipcluso por copia o offleio do 8 do mez
prximo passa lo que a esta ircsidencia dirigi o
delegado de polica do termo do Ex, recommendo
a Vmc. que procela a nyerignacao dos factos
menclanados no citado offleio, denunciando contra
o delnqueme nos termos da lei.
3." scalo.
0:11c ios:
i Ao inspector da thesouraria de foseada.
Para os lius convenientes cuinmunico a V. S. que
a 14 do mez prximo pascado, depois de gozar os
( 3 mezes da lieenca que lhe fo- concedida, assumio
j o exercicio do seu cargo o promotor publico da
comarca do Hjrejo, o bacliarel Cassiano Bernardino
dos lteis e Silva.
I Ao mesmo. -Para os fins convenientes com-
munico a V. S. que a 20 do nuz pr ximo passado
assumio o exercicio do cargo do promotor publico
da comarca do Rio Formse o bacharel Joao da
Costa llibeiro Machado.
Ao mesmo. -Declaro a V. S. para seu conhe-
cimento c fins convenientes que ao 3* escritura-
rio dessa thesouraria, bacnarel Aristides Cesar de
Almeida, nomeado para servir em commis>ao o
lugar de inspector da do Rio Grande do Norte,
fica marcado o praso de 30 dias alim de seguir a
seu destino, segundo me foi aulorisaio por aviso
do ministerio da fazenda de 21 de marco ulti-
mo.
Ao mesmo. -Nao existindo termo de proro-
gacao do contracto do arrendamento do predio em
que funecionam as aulas annexas faculdade d
direito do Recit, e sim urna ordem expedida pela
presidencia a essa inspectora em 5 de junho de
18oo, para pagamento do aluguel do mesmo predio
ao seu propriotario, tenente-coronel .\ntonio Car-
los de Pinho Borges, deixo por isso de satis
fazer ao que solicitou V. S em offleio de 21 de
marco ultimo, sob n. 332 serie C, ao qnal veio junta
a peticao que lhe reenvi.
Ao mesmo.-Transmiti a V. S, as 7 inclu-
sas ordena do thesouto nacional, sob ns. 59 a 66
e 69.
Ao mesmo Transmiti a V. S. a folha e
prets juntos em duplcala que me remetlcu o bri-
gadero commandante das armas interino com offl-
eio de boje, sob n. 34J, afim de que n.and* pagar
os vencimentos dos offlciaes, pracas e calcetas
empregados nj deposito de recruta; sendo os dos
offlciaes e calcetas relativos ao mez de marco ulti-
mo, e os das pracas segunda quinzena do mesmo
mez.
. Ao mesmo.Ao cirnrgiao mor de brigada
Dr. Flix Moreno Brandiio, que vai seguir para a
provincia do Para, afim de ali exercer o lugar de
delegado do cirurgiao mor do exerclo, mande V.
S. ajustar contas e passar a competente guia de
soccorrimento.
Ao mesmo.Tendo esta dala approvado os
contra/tos, constantes do termo ]unto por copia,
celebrados pi lo conselho de compras de marinha
para forneeimento, no trimestre de bril a junho
deste anno, de vveres, dietas e outros objectos de
consumo dos navios da armada e estabelecimentos
de marinha, menos o elfecluado com Bellarmino
Alves de Arocha para spprimenlo de carne verdo,
visto liaver resolvido que esse forneeimento v no-
vamente praca ; assim o communico a V. S. para
os devidos efTeitos.
Ao mesmo. TenJo S. Exc. o Sr. ministro da
fazenda resolyido que o 3" escriturario de.-sa the-
souraria, Arsenio Velloso Espnala, tenha exer-
cicio como addido na da Bahia at segunda or-
dem, cmforme declarou-me em aviso de 22 de
marco ultimo ; assm o communico aV. S. para
seu conheciment c fins coavenientes.'
Ao inspector da thesouraria provincial. -Al-
tendendo ao que solicitou o tenenle coronel com-
mandante do corpo de'polica, en offleio de 31
de margo ultimo, sob n.'183, mande V. S.. abonar
!***!? da1''lle r.rpo, Manoel Antonio Ca-1 a V. S. que nesta data expedio deo a tl.esoura-
villa do Limoeiro, um na provmeia/, no sentido de ser enyetando o abo-
me/lo, (|iie vai destacar na
laez de v,Mirmeiilos, a contar de h pje, e bem
asiim como ajada de cinto Je ida e volta.
4' teceo.
Actos :
O presidente da provincia, tendo em vista a
prlpusta do director gerallnterin o da insiruccii
publica, de t do Janeiro ultimo, que se refere
o Offleio de 11 do crenle, sob n. 72, relativa-
mente ao coneiirsii para provimento das deiras
vagas de inslrucco primaria do Sexo le.ninino,
resolve, de onf rmidadi cun os arts. 22 e 23 da
'?' J-JW9 de 14 de maio de I8i, nomear Maria
(andida de Figueiredo professora publica da ca-
dena da villa re Ingazeira ; Maria Isabel deJMello
Moura da de Tacaratu-; WtJdetradas Primitiva da
nmceca Telles da de Cabrob ; Vicencia Alves de
CarvaltM Otis da I" cadeira da povoavao de Afo-
gados de Imrazeira ; Felippa Floripes de Faria
Mello dadeOlInd'Aguados Bre.los ; Joaquina Av-
resTIe Lima da de Villa Bella; Ajina gnez di Silva
Kanios da di pivoacio de SMos de Ingazeira ;
Urania Nvmplia da Silva di da villa do Granito ;
Bernardina de Oliveira Cavalcante Machado da da
villa de Salgueiro ; LucinJa,Husulmda de Mello da
da villa de Otiricury ; Rita' Francisca dos Anjos
Chacn da da v lia de Boa-Vista e Mana Augusta
da Silveira d da villa de Petrolina.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Anua Elysa Pereira Dulra, profes-
sora de instruwo primaria da povoacao de Ta-
mandar, e tendo em vista a intormaeao do di-
rector gecal interino da insiruc.ao publica, de 26
do corrente sob n. 90, resolve conceder-me tres
metes de lieenca com vencimentos na forma da
lei para tratar de sua saude nesta capital.
Q presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Antonio Pniladelpln Pereira Dulra,
professor de instruc;4o primaria da povoacao de
TamanJar, e lend-t em vista a 'informa'/ao do
director geral interino da instrurijao publica, do 17
do corrente sob n. 8i, resolve conceder-I he dous
mezes de lieenca com venciinMtos na forma da
lei para tratar de sua saude nesta capitd, sendo
ohrigado a deixar na regencia da respectiva |ca-
deira pessoa idnea a opulento do delegado li-
terario.
O presidente da provincia, attendendo ao
qne requereu Francisco Serfico de Assis Carra-
Iho, e tendo em vista a informa.o do d.rector ge-
ral interino da instruccao publica, de 10 de man.
uitimo, sob n. 70, resolve nomeal-a para profes-
sora publica da cadeira de i lettras de Nossa
Senhora do O' de Marangnape, que se acha vaga.
Ofcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Ro
Gran le do Norte.Communico a V. Exc. para seu
conheciment que, em virtude do aviso do minis
terio da la enda de 21 de marejj ultimo, nesta
lata uiarquei ao 3- escripturaiio da Utesoorark de
fazeoda dvla proviuda, bachaiel Aristides tesar
de nomeado para servir em commissao
o Iu, \ stertor d theootiraria dessa provin-
l, ii -.i de 30 dias afim de seguir ao seu
desuno.
Ao commendador Dr. Joaquim de Aqiiino
Funeeea. -Acensando a recepjao do parecer do V.
S. sobre as coalas do gymnasio provincial, rela-
tivas ao anno prximo passado, agradeco-lhc esse
trabi'lho, que considero como um bom servieo pres-
tado niinlia administrarao.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Em re-posta ao offleio de V. S. de 28 de mareo
ultimo, tenho a dizer lhe que concedo a auloris-
cao s licitada pela junta administrativa dessa anta
(asa, afim de aoeeilar as olfertas para compra das
casas ns. 61 e o sitas s ras do Viscode de Al
buquerque e da matriz da Boa-Vista, e especifi-
cadas em seu dito, ollicio..
Ao inspector da saude publica. -A' vista
das fonsider.oes feilas em seu ol'Jco de 29 de
mareo ultimo, relativamente inconveniencia da
consii uccao, no terreno.dt) quintal do quartel do
Hospicio, di projectado edificio que deve servir
de quartel coinpanbta de cavallaria nomeei
nesta dafa urna commissiio com posta de V, S., do
presidente da Ilhna. cmara municipal e do euge-
nheiio das. ibras militares, afim de escolher utro
local mais apropriado para a dita construeca > ;
o que communico a V. .-, esperando do seu zelo
pelo publico servieo que se prestar ao dosempe-
nho dessa incumbencia. '
Ao presidente di cmara municipal do Re-
rife.-Tendo em eonsideraciio o que no ellicio de
29 de marco ultimo expoz o in-pector da sauds
publica, relativamente inconveniencia da cons-
ruecao, no terreno do quartel do|Hospicio, do pro-
jectado edilicio para servir de quartel compa-
nhia de cavallaria, nomeei nata data urna com-
missao coinp isla de V. S., do mesmo iiispector e
do engeuheiro das obras militares, afim do esco-
lher mitro local mais apropriado tal conslruc-
co ; o que communico a V. S., esperando do seu
zelo pelo publico servieo que se prestar ao des-
empenho dessa incumbencia.
Ao presidenta da cmara mnnicipal da vdla
de Salgueiro. -Em resposta ao offleio de Vmc, di,
11 de inar.'o lindo, tenUo a dizer-lhe que nao deve
haver dem >ra em mandar abrir a estrada de que
trata, com o que prestar um sdrvieo a essa loca-
lidade, por quanto, a continuar o balde do acude
a servir de estrada para as boiadas, em pouco lam-
po ficar deteriorado.
5." seccao.
fffleos:
Ao Sr. Severino Alexandre Villarim, m m-
bro da commissAo'censitaria do Limoer '.Accuso
recebido o ottlcio d- Vmc, de 24 d marco prxi-
mo lindo, o em resposta len o a dizer que confio
do zelo e patriotismo da commissao censitaria
dessa parocliia, quo nao deixar de dar fie! eiim-
primeuto tarefa de que foi encaiegada.
Portara:
Os Srs agentes da companhia do navegacao
brasleira inandem dar transporte para a provin-
cia do Para, por conta do ministerio da guerra, ao
cirorgiao-mr de brigada, Dr. Flix Moreno Bran-
diio c sua familia, composta de sua mulher, um
filho do quatro mezes e urna ama.
expediente do secretario.
1" eccilo.
Orncios :
Ao brigadeiro commandante das armas inte-
rino. S. Exc. o Sr. presidente jja provincia, tendo
expedido as convenientes ordens para que nao so
se ajuste contas e de guia de soccorrimento ao ci -
rurgiao mor de brigada.Dr. Flix Moreno Brandao,
mas taninem para que ao mesmo doutor e sua
familia so d transporte para a provincia do Para,
assim o manda commuiucar a V. Exc. em respos-
ta ao seu offleio de 31 do passado sob n. 338.
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha. De ordem do S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, passo s maos de V. S. o diploma
junto da mencao honrosa pelos productos por V.
S. exposlos, e que lhe foi conferido pelo jury gerat
da ex.poscjio ltimamente havida nesta provin-
cia.
3.' seccao.
Offlciof :
Ao jui di direito do Limoeiro.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda cniinimiicar a V.
S. que por portara desia data, e de conformidade
com a sua informa/a > ni o Ucio de 21 do mez
prximo passado, noineuu o cidadio Manuel Pedro
do Nasciinonto Lima para exercer interinamente
os offl.ios de esciivao e primeiro laUelo do ter-
mo de Limoeiro.
Ao commandante da corpo de noi.eia.-0
Exm. Sr. presidente, da uroviucui mana declarar
no de que trata o seu olllcio de 31 de marco ulti-
mo, sob n. 181.
Ao Itacharel Joao daost i llibeiro Machado.
0 Exm. presidente da proviu ia manda acensar
o recebimento do offleio de V. S. de 2) do nuz
prximo passado, participando ter naqneda dan
assiimido o exercicio de cargo de pioin >lor publi-
co da comarca do Rio-Pormoso.
- Ao promotor publico da comarca do 'rejo.-
0 Exm. sr prcidonle da provincia manda acen-
sar o recebimento do offleio de V. S' de 14 do
mez prximo passado, participando haver naquel-
la data assiimido o exercicio do seu cargo
4' seerio.
Olidos :
Ao Dr. Joaquim C >rrea de Araujo, primeiro
Secretarlo da assembla legidativa provincial.N.
55. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, transmilto a V. S., afim de sena pre-
sentes assembla legislativa provincial, as coala*,
balancm e((remenlos que pira Ul destino foram
remetlidos au mesmo Exm. Sr. pelas cmaras mu-
nicipaes do Cabo, VIctona.Brejo BbaHo e Carur,
como ver dos offlcios por copia.
Ao mesmo.-N. 36. -Do ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, rom ito a V. S., para
ser presente a essa (Ilustre assembla a inclusa
copia do aviso do ministerio da agricultura, com-
uiercip c obras publicas, de 22 do me/, prximo
passado, nomean lo o bacharel lliilino Augoshr da
Almeida, administrador da cata de deteocao desta
cidade, adjunete da commissao brasleira encarre-
gadi de representar o Brasil na exp isieao DMver-
sal de Vienna d'Austria.
Ao uiesnlo X, ."7. De ordem de S Exc.
Sr. prcidonte da provincia, passo s unos de V.
S. para ser presente a essa Ilustre assembla, aue.
lomar na cousiib-ra.ao que lhe merecer, o inclu-
so abaix'o assignade em original de alguns pro-
prietarios de casas sitas nesta Cidade contra a
companhia Recife Drajnage, atina ds que ella se
conten&a nos justos niies do sen privdeaia.
Ao mesmo.N. ."8. De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente, da provincia, transmilto a V. S.,
afim de serem presentes assembla legislativa
provincial, as contas, balanceos e breamaatos de
receita e despeta, que para "tal destino foram en-
viados ao mesmo Exm. Sr. pelas cmaras munici-
pas do Recife, Olinda e Iguarasso', con se v
dos offlcios por copia inclusos.
DKSl'ACIIOS DA ir.HSIDKNia.V DE 2 DK MAM) IE
1873.
Commendador Antonio Joaquim do Mello. In-
forme o Sr. inspector d Ihasouracia provincial,
con urgencia.
Cunha 4 Manta. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Francisco Tito Xaxier de Lima. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Gu Iherinua Maria. Informe o Sr. inspector
do arsenal do marinha
Jos de Almeida Sotiza Costa. .Deferido com ol"-
Ach desta data thesouraria de fazenda.
Joao Alfonso Rigucira. -Sim
Jos Emigdio da Cruz. -- Passo portarla.
Luciano Magalhaes Ribeiro. Indeferilo.
Maria Pereira Lop- s. Sim, sendo nesta dala
expedidas as convenientes ordens.
Secretaria da presidencia de Penvimbii'O, 2 d.
maio de 1873.
0 porteir,
Silvino .1. lioilriqnes.
INTERIOR,
Curvesjjilc;.ic*ia t\* ai lliai-io Se
l'ei'nnnilinro.
Puruhybu. S de maio de 1873.
Continiiam a.s leiues a grassar epidmicamente
m villa de Banajiciras, fazendo numerosa> victi-
mns ; a |K>pulacao. poram, est mais animadaom
a presenca do medico contratada neta presidencia
para Iratmiento dos accoimnettidos e rom o for-
neeimento dos medicamentos assim allop.il iros
como homeopat icos, de dietas para os po-
bres, etc.
Nesta capital, assm como n'outros lugares do
interior a sulubrdade publica regular.
Fallecen no dia W do mez prximo lindo o
bario de Maraii, um dos mais abastados agricul-
tores e proprietarios da provincia, eixou nume-
rosa descendencia; era memoro importante e pros-
limtno do partido liberal, e geralmente eslimado.
Na povoacao de Facundes do lerm i de am-
pina Grande, foi brbaramente assassinudo o ne-
gociante portuguez all residente, Francisco Fer-
nandos Abrcnhora, em a noite de 2 de abril pre-
terito. Os assassinos evadiram-sc, masas auto-
ridades perseguem-os activamente c instauaram
o competente processo.
A infeliz victima defendeu-se com valenta con-
tra seusaggressores em numero de seis, tres dos
quaes sahiram feridos. No confalo foi grave-
mente ferida a mulher do Abrenhora, que acudi-
r em soccorro de sea marido, mis declara nao
ter conhecido os sicarios.
Este faci lamentavel deu occasio demissSo
do delegado do termo, capiii Manoel Gustav) de
Farias Leite, que era intrigado com o fallecido;
posto que geralmente reputado innoc me do cri-
me, mas podia a sua posijo prejudicar a confian-
za publiCa as pesquizas polciaes.
Procedea-sa no ihesoiiro provincial arre-
matacao des dzimos do fado vacemn e cavallar
da provincia, da produccao do anno passado.
x E' grande a concurrencia d i pretendemos; o
que provavelraente far elevar milito as bases
propostas, e avultar esse importante ramo da nos-
sa receita publica.
Alguns pretendentes, contando com as facilida-
des de outr'ora nos proeessos de habilitaran, so-
licitaran! concessoes e dispensas, que llies foram
redondamente denegadas pelo Exm. Sr. Dr. Tei-
xeira de S, que se tem mostrado severo cumpri-
dor da lei e zeloso dos interessjs da fazenda.
RIO DE .11 vi; I no
22 PE ABRIL DR 1873
ili'iui'tci'i dt mandato.
OSr. Io sscretaiio da, cmara dos Srs. dopula-
dos leu na sessao de hontem, a segninte commu-
nicacao que recebera do honrado Sr. bario de
Mana.
Publicamos este importantissi no documento po-
ltico sem nenhuin cominentaro, roservandomos o
direilo de discutir; Uo profundamente como merc-
eem, as questoes que o assumpto envolve.
O honrado Sr. baro de Man julgou opportuna
a solucao que annunciou cmara, tirando sobre-
ludo conselho de sna honra, de sua lealdade, da
inmaculada probidade que por nenhum aclo de
sua longa vida put lie i e privada deixou suspi-
tada.
Acto voluntario como a renuncia d) Sr. bajo
de Mau a mais eloqueate resposta_^ws-qiienos
altribuiramopensamenlo de nTajtter'iutoressera-
ineute a cadeira que o honrad/frio-grandense oc-
Ctipou com lo illiiiIraJartlt^peudeBCiS.
A^omjiuiH^faTr^o^.Sr. baro de Mau foi re-
*"ifWrta commissao de eoii>iiiuieao ^^Bre-.
Aguardemos o juizo da i
>'M- n
Elevam-sa pwanle o seu
for alcano*.
A independenria da cadeira de rrpreseatanie da
naci est sob una verJ.ideira aineara.
Illm. e Exm. Sr. A augusta cantara dH Srs.
di-putados tem conhecimenlo do di-sarem-ila SV
idea* qu* se deu enlre miiii e o nntirc depu
pelo 2* dislrirto e.eilural da provincia de 8. Pt
do ido Qraada do Sul, o Sr. Dr. MKatn MasMsi.
em consequencia d i seu J-curso pr-nium-ndo S>a
fossao de 27 de dexembro proxium pactado.
< Sendo eu um dos deputados elfilix |>Ho PKtf-
mo di-triclo, nio p-cJia deixa-- p*sar vn proh^l.
as ideas manifestadas nes>o discurso, i|ii patea-
teavam asiiracao, nao equiroca, a reahsacjii SV
outro syslema puliliiro, que nao oquelle, qne rege
os destinos dosta imperio.
A aprocia^o exagerada de fados. q s* de-
ram durante as nltieaas eteieoas, poda eu dcixai
sem reparo, a na ser o espinlo de >isii;a q-
me anima e ipie me !'/. enxergir na desegpr*>
SSHses faetm a paixo ardente d- parMariaa so-
bro qu.'in deve reiabir a responsahihiladr dosa-
cessos deploraveis coiiimeUitlus, e nao sbre fa-
vonio |Ue os Coiideuuia. que km tanlu "U saataor
direilo a ser acreditado, romo .p que o amnam.
sendo alias rerto que o te propli Sr.
Siivaira Hartins |Mde ser invocado a favur da ida
por iiiim enunciada, de se nao te, envolvido o m-
uislero as cleicoo de uiiiiha provincia, |mh' re<
pondendi a um aparte d> di^uu ex presidee o
sr. Costa I'ereira. reronh-ceu S. Exc que esse da-
legado do govarno impe al se abslivera ; e ron>.
a> eleijoes se rcalisaram durante sua admimstra
cao, clara que o ist-mo govenio m> poda fc*r
exercd i a repressao donancMa.
Na sessao de 28 de Janeiro fi* eu -eniir
jii"ii de-acendo com as ideas do nohre depou*
n.io quoiend'i que ellas con esin, nein por miaba
conta (porque o Sr. doalsr Mkm s nansa 4* sV-
I' n i o) iiem |x>r r inta da briosa provincia qm-
me vio u:i a peasaataate aHaataa etssanaaasa achariacoa-
trarada com easa ssauifoslaco. S. Exc di-e me
em aparte, que eu me devia lor pronunciado m
san Jornia mies da aM.-io aas aasM em aV-
clarailhe que ar-ii *r i.i agora asSM antes o jui <
da* eleitores do i- di^lriciu. e que se estes eav
maioria. se manl'estassem contra nimbas ideas,
nao se lana esperar mmlia renuncia do mandato
ana me fui confiado.
Correa o appello aas eadavaa de mu mod
totalmente inesperado para uni ; em vez de uan
dscuss osera e grave, em icuuioes do* resaae-
tivos eleitores ein que o debate versae sotiro o>
princijMos pataleos dos apa^sanasaa. os etemeatan
demagojiicos se as-anharam contra mim e desdr
log o vomito negro da calumnia me tul adrado a
face inorecendo a honra da assignalura da asea
contendor (que s de mim ouvira palavras de osr-
tezia) um escriplo .ni que no s se alacaram
miir as ideas polticas, e o modo pirque fra per
mim apreciada a situarlo, mas IiiiiImiu ci>m,'viru-
lenciaiiK'Xplicavel fez-se sobresahir a aiMicw dr
deprimir at o ineu crdito commer<-ialJji|ue, mar-
e de Dcus, est ao abrigo de S. Exc, e i. acto-
de mirilla vida, de mais de VI aiuiu honr^->
labor, foram cruelmente maltratados.
A lora que me foi laucada em jionie de pria-
cipios pblicos ou a apanhei iminedialameale.
pois apezar do nao te: aspira.o aljiuma [iolilica,
tanda apenas em nossa Ierra um humilde ohr.-ir
do paograaiOj nao aeeitava, nn aeaOo, solida
riedade algunas cun as il.is enun<*ida< pelcSt^
Df. *'!v-!.'a aartins, no uiseurso a que m.rrtr.
A l'iva que me foi alirada em nome de sea-
t nenioi qne maoaprtsam o asr humano, esaa
n'io poda eu levantar,
aos meua amigos da pratataii anaaval aam
que na, aceilassem o lebate em >emclh;m'etrr-
reiio ; que deiaasssm correr desiiop'Jilo o car
ro da diffaini.-ao, BOis, cunan preciso defender-
me eoutra semtnantos ataques: i alraja aa as
julio de lodos os homens hoaastos da .>iedasV.
brasleira e de uitros onde nao sou dcx-uuhi-cidn
Nao conheeo nutras armas para discutir, .
nao as da morabdade e da raza >.
Pelo Diodo porque orreram as cousas, icub-
conscencia de que irlo borne lealdade no pro
'--o dasaa pleito : alm do emataas das lmsina-
do p.artidti ultra-Icmc.ciata, que su.irain rem vi i-
lencia contra mim. huscou-sc por I id H uiems
e mudos o apoto de alguns ponis icdividuup
(nao passam de seis ou seis) que se jnlgava in-
iluiriain decisivamen'e na volitado da inainn
dos elcit u-es da 2." districto e por essa furnia as-
signatura- favoraveis ao nii-u ; ntaguni-la f.iraiu
colindas em numero sulBoiente para represvatar
nina pequena maiuria dos que votaram rnibura
nao da maioria absoluta dos eleitores do 2.* dis-
lrirto que fui sem duvida a mencao do eompro-
misso que a diga!Jada paasaat asa impunha a
ambos.
Tanto hasta, porm, para qae eu considere
comproinellida a mili a palavra. e renuncie >
mandato que me foi confiado, pois nio cootpa-
tivel com a altura em ana ci cnisidero o man-
dato, representar na cmara,priucipi is e deas que
nao sao os que professo.
< IV sol vendo o diploma, que assim me aa->
honrarla, eu niio serei menos grato, nem menos
dedicado provincia do Hio-lii ande do Sul, na
nha trra natal
c Esse diploma exprima um duplo erro de
apreciarlo: por parle dos eleitores, em snppor pi-- "
eu poda acompanhar as idea- do Sr Dr. Silveira.
Marlins ; da minia parle, em arredilar que x
maioria dos eleitores do 2- dislric'u r-pnsentav
a idea liberal dentro da letlra do espirito da nos-
sa roiislitul'.-ao poltica. Dcsfcito o erro, cada,
3ual fica em sen posto : os clerton em liberdad<-
ecs'ol-er quem melhor reprsenle suas ideas,
e eu, firme nos nossos principios, entregue s la-
boriosas lides de niinh.a vida, que habana e* so-
bram paA oceupar a actvdade la meu espiriw.
fazendo-o bem compalvel rom minhas forcas,
pie entend samare ser i nassis do linmem so-
bre a ierra : cammao osle, de que nao Ha desgi-
tos nem contrariedades aaa |ssam de-viar-me.
lar augusta cmara dos Srs. deputados a imaha.
renuncia irrevrfgavcl, arauiianliaila do meu pro-
fundo reconhecmenlo pela disiincao com qne tai
tratado |ior mcus illustres collegas.
Bio de Janeiro, 19 de abril de 1873. IHm.
Exm. Sr Dr. Joaquim Jos de Campos da Cosa
de Modeiros e Albuquerqae, dgnissimo I.' secre-
tario da augusta cmara dos Srs. deputados.
Bniio ib' Man.
( t* A m lo. j
DIARIO DE PERHAMBUCO
RECIFE, C'DE MAIO DE t87?.
A nKKonl V U.KITSML.
^.-- Vfll
l'eoois do.<|ii,.' i oos expendido hos nossos pro-
cedentes, artigos bem pouco nos resta diaer sa-
br a reforma que urge decretar aa nossa tai atei-
toral, visto como j deixamo* mais oa SM
lineado ou esbocado o plano que se ao<
ser o mais accommodado ao nosso estado
a moral, e que, ao ver de lodos os publicistas sal-
demos, o mais concent meo com a rasaa, asan
direito e com a Jusii.a, ou, em nma palavra, a
mais accorde com a soberana aanonsl
Eileclivamenta dissenioialgiires aneo aafsa
remedio de que careca esto paz ein materia ami-
toral era : corrigir e incinerar o* osnmas pa-
bUcos1 dando pac bate essa correc,*o iastuc
^^ip^* *t>nj*
!'


--------------
^B
_*
.1


cao moral 6 reffghka, B rsttTr 1 soberana na-
cional .Hla a sua libe.rdadc, toda a
neidade.
Bem sabenweque ee nao poilc corrigir e mdho-
rar os costuim de mi* povo cm poucos mezes ou
annos, o, em cerlo diodo, j nos fizamos explcitos
sobre este objeaflj, quando fallamos do repullo qtre
todos devir.m ihtaifeslacfes da soberana naci-
nal, s ti-is do pan.
Isto, porau, nao tmr dizer de sesbum modo
queso dexe a han* navejsr .i ffiza ios vento?
as paixoes, sem henela mi leme, pedtedo din-
ptesuionte ao lemfM cujeados no reclamam os
viajores que dlfl|. aciikej ; nao. Sem tempo
deve o fori;oiin(aBjra de'entrar con demonio
* valiossimo para a rons-coco do almejado Im,
nom por i so ddxaeW ser de primeira ntnicS) a
necessi Jado de se mear a loa sement na trra que
possuimss, desune fue pos-a, poacoo poseo, des-
envolver-se o jermea niojjd, que Unto se nos faz
mister, e u'e pi e.i revernos, ali.it de qne nao es-
taquemos de sbito na carreira que temos (ra/ido
depois da nossa emandpar-o poltica.
felizmente a neeessidade da inslrucfao est boje
arraigada em todos os espirito, o ja ninguem ou-
sa encarar com RltBS othos esse pilo do espirito,
como outrora faziam os emperrados, que vam na
iguorancia do povo una base segura para o seu
predominio.
Todas as classes da nossa sociedade mostram-se
vidas de imtrue.o, todas proeuram apprender e
ensinar ; e essa grandiosa aspiraco, elevando-se
desde a lase at o vrtice da pyramidc poltica,
si'in duvida lia de produzir, num futuro nao lon-
gin po, os mais bellos thesouros de que se pode or-
gulhar um povo, o mais brillantes resultados de
q;ie se -pode vangloriar urna naci, e naco ame-
ricana.
Approvada a acia da jSsto antecedente, o Sr.Jachava no carcter de segundo suppkm
;*3'W!qMMyt*l<,ret.io-l!oo '***;<* 4*|*dlerie ; I le ao sen gabinete de estudo, tendo ni*
Um offlcio do secretario dn governo da
Diario de Pernambuco fer^a feira 6 de Maio de 1373.
m

ao secretario do governo da provm
da, comniHiticaud que Rsm. hispo diewwHMrl
declara-a em oficio 4c 6 dj pioxutvi.pas.sado,
que para-fder informar sobre o projocio n. 311
deste anno, liavia exigido os esclaredmentos prc
[cisos aes respectivos paioeho*. hiteirada.
Otitro do mesmo, remetiendo |wr copia o offlcio
do F.xur hispo diocesano, no qual daxiu parecer
sobre o prqfect > n. 13 de 1871. A' quem fez a
reaqtsicao,
Ontro do mesmo, remetiendo por copia a nter-
macan ministrada pela reparticao das obras pu
blicas acerca da peticao do coronel Joaquim Ca
valcante de Alhuquerque, procurador do Dr. Joao
Canteante de Albuquerqne. A' quem fot a re-
q tetele.
Foi lido, julgado objectid delibera?o e mu
dado Imprimir o projecto assignado e!o r. Fi
gncira e outro?, determinando que fique sol a
diroccaoda Santa Casa de Misericordia distaeida-
de o servico mortuaris e de carros fnebres, po-
dendo a mesma Santa Casa contratar eom Afra 4
C, ou com quem melhores vantagens ofterecer,
soh as dffercn'es bases conlidas.no mesmo pro-
jecto.
Foi tamhem lido e approvado o seguinte reque-
rimento :
Requero que se peca eom urgencia a presiden-
cia da provincia : 1* Copia dos contratos celebra-
dos para a conslrueco na estrada de ierro de Ja-
boatiee victoria. S Copia das alteradles teitas
neses contratos em vil tnde da lei n. 1,000. 3.
Copia das allcracoes fcitas no contrato da estrada
de Ierre do l.imoero em virtude da lei n. 99i. 4'
(Jual o estado em que se aclum os negocios desta
estrada e se o seu contratante ja deu cumpriraen-
Para um to auspicioso estado de ebuNeio dos to ao disposto no art. 3' do referido contrato, o no
espirites, no tocaute a instruc.ao, sen duvida lemlcaso negativo, qual a medida tomada sobre o seu
objecto e sobre o disposto no art. 4".S. R Ti-
gueha.
l'assaudo ordein do dia foram approvados :
em I" discussao o pijecto n. 50 deste anuo, que
abre crditos siipplementares lei do orcamento
viginte ; cm 5" o do n. 30 tambem deste anuo,
que autnrisa o presidente da provincia a conceder
seis mezes de licenca a Manoel Lourenr^o de Mal-
los e a Levino Augusto de Hollanda Chacn, com
algumas emendas, concedendo igual favor s pro-
fessoras de Venda Grande D. Anna Bezerra Ca-
valcant da Silva Cosa, da Gloria de Gjit D. Mar-
colna Furtado da Silva Cabra!; de Grivalde
Jabnr I). Mria Emigdia Je Almeida Mon'.eiro ;
de Queimadas D. Guilberiiima Basilissa de Olvei-
ra ; de Malhadinb D. Mara Leopoldina Machado
caos Dr. Manoel de Figueiroa "Varias, baeluirel
Rulino Augusto de Almeida, Jos Lucio de Albu-
querque Mello e Joo Jos Rodrigue?, depois de
orarem os Srs. Joaquini de 'Araujo, Tolentino de
Camino, Joaquim de Mello Reg e Pinto Jnior ;
em nica discussao o de n. 117 do auno passado,
jueanprovaas posturas da cmara municipal da
villa do Triunipho, e em 1'o de n. 51 deste anno
que autorisa nndificacoes no contrato celebrado
para couducc.ao de carnes vcrdi, orando sobre
sna materia os Srs. Oliveira Fonceca (duas veze),
Joao Vieira (duas veze?) e Gomes Prente.
C niti.uiando a 2" discussao do projecto n. 54 do
anuo passado, que reforma o ensno, foi approva
do o 'irt. 51 com una emenda do Sr. Batis e Silva,
e entrando em discussao o art. 52, depois de Boni-
tos um substitutivo e do.is additivos do Sr. Alva-
ro Udia, referentes ao gymnasio, vei ilicando-se
nao ha ver mais numero para vo'ar, foi levantada a
sef siii i
A ordem do dia para hoje- : alm das materias
ja designadas, 2' discussao dos projectos ns. 48 e
56 deste anuo ; 3* dos de ns. 37 c 13 de 1872 c
37 ( corrente anuo.
sidenila da provincia, de 3 ilo corrente, man Ion-M
lar gua de passagem para o munfeipio de Santo
Antao, ao lente Manoel da Rocha Ferazde Azc-
vedu, do 2 >." batathi de abalarla do municipio
da Kscada.
Muchjuista.l'or portara da presidencia
da provincia,do 3"do curente, nandou se nassar
carta de habilitacao para ejercer o lugar de i ma-
cnrnisla de barcas a vapor a Antonio Gom;alves
dos Sanios, en vista do resultado do exame que
elle nrestou no arsenal de marinha.
IMvisao judiciai'i. Por portaras da
presidencia da provincia, de 2 do corrente, da con-
formdade cun o disposto no art. 6 i" parte 2*
do decreto n. 4,824 de 23 de novemhro de 1871,
foi divid lo o termo de Paridlas ein tres districtos
judiciarios, em cada un dos quacs exercei as al-
tribuieoes do que trata o eilado art. 3* o sup-
plente do respectivo juiz municipal: Io districto,
o districto de Pauellas ; 2', a freguezia de Quipa-
p; 3", o csiricfo de Lagoa de Gatos.
Tcrin de Pancllas Por portara da
presidencia da provincia, de 2 do corrente, foram
Horneados supplentes do j.iz municipal do termo
do Panellis, da comarca,de Caruar : Cesario Be-
nevdes Paleto, Claudino Jos de Mello, Jos da
Silva Sotua Serodio.
Termo de Scrlnliaein. -Por portara da
presidencia da provincia, de 2 do corrente, foi no-
meado Mathias de Albuquerqne Mello Jnior para
servir interinamente os oflieios de tabellio de no
tas e esocivio do civel e mais aunexos do termo
de Serinhaem.
Dinlieiro. 0 vapor Ptrapamn Irouxe pan :
concorrido e va enneorreudo o govemo do paz,
que, cm boa hora o dizemos, cm seos variados
matizes tem dado arrhas do seu patriotismo, do
seu amor aos progressos do povo brasileiro, sob
0 ponto de vista instructivo, *d<,slendcndo tanto
quanto Ihe tem sido possivcl os horisontes da li-
herdado de ensinar e de'apprmaer, o, como esse
flestendimcntn, alargando o circulo de <'omprehen-
sio dos direitos e deveres individuaos e collectivos
da nossa sociedade.
Assim, pois, em tal objecto, tem sido bem eom-
jirehendida a ordem e a liberdade, entendendo se
por ordein a seguranca e a garanta para os re-
sultados adquiridos, e por liberdade a faeildade
de adquirir, tanto no sentido ntelleclual e moral,
conip no sentido material.
' > que eonvm evi.tentemente pees, nao des-
animar um sil insbinte uesse caminhar magestoso,
e, p lo contrario, cada ve/, mais apressar o passo,
e subir, subir sempre, de forma que, medida
que se eleve o ponto de ohservacao, cresea do
importancia e se dilate convenientemente o hori-
MRte visivel. o que da maior conveniencia na
terina de governo ipie us rege.
Com a in jpiezas imeisuiav( s; e, se o respeiti s leis acom-
panliar piri-piun o dcsenvolvinient) intelleCtaal,
fcil de comprehender que, em ponco tempe, te-
reui i; ranqolMadn bIm eostumes, excellentes ha-
tiilo.-,que sem duvida assegurarao a nossa riqu za
absoluta, sob todos os ns joctos, e d.'terminarao o
fivre jugo das nossas instt;iive?. que para sempre
Mgwarao na soberana nacional.
Tenrnos, pois, assim nvilisado o priineiro reme-
dio de nweicirocem os Bostas males. Quanto ao
teguillo e t in: i mais fcil a sua realiJacio, quan'.o
pouco dependo otie do lempo, e principalmente se
refere ao desejo e U'ia vontade de pratica-lo, de-
M'jo f iioa vonlide que inquestionavelmente ani-
mam, n.o s o povo, mst tambem o governo.
Oua! es-e outro ram-dio ? Restituir solie-
raua nacional, reconheeida, como i o disse nos,
na n issa cinsti'uic', tuda a sua liberdade, toda
a sua ex pinta neidaile.
Qases sao a< qucixas articuladas em materia
< Icitural ? A prmieira e mais importante a pies-
sao administrativa, directa ou desfalcada.'
iz se que o governo protege quem o apoia
persegue quem llic contrario ; que violen-
ta ou corrompe as consciencias; que viola os mais
legtimos interosses, c que pire entraves liber-
dade di ridado.
Tudo isto se reduz ao segninte : a elcicao nao
1 vre ; nao ha liberdade eloitoral.
le nao temos esla berdade, a primeira de todas
as liberdades, num puiz constitucional representa-
tivo, tratemos, pois, de adquiri-la, tratemos d
restituir ao eidadlo essa plena liberdade.
Para ese fim de myster regenerar a adminis-
tracao, e indispensavel impedir toda e qualquer
ingerencia do guverno na escolba dos represenian-
tr. da n.icao.
Juaes sao as armas de que se tem servido o go-
verno para essa intervengan I
Inquesiionavelmentc tem ido : a lei do recru-
tanisnio, a lei da guarda nacional, a lei indiciara,
que Ira! confundidas a polica e a justica, e fi-
nalmente a eorrupco por meio de gracas e favo-
res.
J temos reformada a lei judiciaria, de tal sorle
jue adiase quebiantala a farca dessa arma de
persegniodes poiiticas.
Ja temos urna proposta de reforma da guarda
nacional, que, logo que seja tran-formada em lei,
pora o cidatu acobc/to dos golpes de to tcrrivel
arma.
O que nos"resto, pyis ? Peformar a le do re-
Tutamento, e extinguir a corrnpiao.
A primeira reforma ha de sem duvida seguir de
perlo a reforma da guarda nacional, e, como a
desta ha de sem du .'ida preservar o cidadao das
violencias e arbitrariedades feitas sua liberdade.
Quanto extinecao da eorrupco, depende ella
da reforma dos eostumes; depende de urna moral
iililica, que, cerno j o temos dito, nao se adqure
le momento, num s-- consegue por simples deexe-
lacio de un dos poderes dj estado.
Se as <|ueixas sao estas; se outras nao sao for-
muladas ; conseguidas as relonnas'apuntadas, bas-
ta nicamente retocar a lei actual que regula o
Tragio nacional para que a soberana do povo
triumphe, para que a eleico seja alie! expressao
da vontade nacional.
Mas, aqu, divergimos nos escenrialmente, visto
como nao nos podemos acomjnodar com esse modo
de ver, o eremos, aooj os modernos publicistas,
que o principio da soberana so respeitad qnan
do todas as opiuies em que se devide a sociedade
-e fazem representar no congresso nacional, por
meio de delegados ^eus, em numero proporcional
s suas torcas vivas e activas.
Efectivamente. SupponHamo-Bos no mellior dos
mundos; admitamos que o governo nem cor-
ruptor netn corrompido, e que nao pode ntervir
na eleico, porque nao dispoe de nenhuma arma,
denenlium meij para isso; e supponhamos anda
que a liberdade deidddio completa, e elle asss
moralisado para eseolher por si mesmo o seu
representante uu quem o escolba. Ser per
t fcila a liberdade deitoral ? O resultado do
escrutinio sera a ncaloaeo da soberana na-
cional ?
Sim, diz o Sr. Vite!, se basla tao somonte asse-
gnrar a Independencia material do voto; nao, se
convem ainda e pricipalmento atleuder algum
outro principio de jutia e de razo.
E nao haver, para o nosso caso, esse principio
de justica e d razio, que cumprc, que indispen-
avel atleuder r
Para nos isto evidente, e, neste pouto, o sufra-
gio universal, tal como o emende o direito eleito-
raf moderno, nao exprime urna idea vaga, na)
significa o myscismo que condemnamis na elei-
co directa cenaitaria.
Se a soberana nacional- como nao se pode
contestar, a uuiversalidade do suffragio, iivremen-
:e consultado e respeitosimene obedecido ; e se a
represen ac) do paiz deve ser a fiel expresante
proporco das forcas activas de cada um delles;
( lgico que a liberdade eleitoral s ser perfei'a
e complea quando forcm respeitadas todas as opi-
nioes, c quando cada urna Tiestas contribuir c ira o
sen contingente relativo para a ormacao dessa re
presentaco.
Logo, para que a reforma eleitoral seja completa
e penda, e indispeiis.ud dar ao suffragio um tal
mechanismo 'pie pouh i em jogo e utilise todas as
suas manifestares, que dgaruliis todas as
opiniSes, attendendo assim ao principio de razo e
de justica,.deque falla o Sr. Vitel, e produzindo
na ortica o que a theoria mostra e reclama como
eminentemente-(v*UUco e vital.
Nem se pense que, por wuea. Jornia, seja possi-
vel acalmar as paixoes partidaria?, U4;n ?e crea
que, per outro meio, seja possivel ovitarVricio, a
fraude o a corrupto partidaria, to fataeS, teo
abjectas sempre que se trata do intoresse primor-
dial, do pai'.
gabinete ne esitirto, tendo niel .
nime appiauso. a explemlentc mani^dav
paiarj tanto tWai* rspoitavol quanto a primeira
.neose gaiier l'-! qtlc hivemo* noticia.
Anda urna vea :
Honra autoridade zdosa no ilesempedno-W
serrs dereres f
ffill(.nraa) incansavel o Ilustrado Sr. Dr. Ama-
rico NaMo d ifaidonca l
Imposto pessoal. _E" o corrente,mez
:c di:ve ser pago, sea multa, o imposto pej
com
que
relativo ao ** eeiiestr Vi exareici.)
?872-1873
Arwaiatacies mrovisMaes.
te a junta da tbosouram provmalal ve a
nd dia 15 do corrente.: a aliiaemacao, Jlet;
dicamuios <> uteasis noeersaros i casa de
cao, sendo-is duas printairas dorante otri._
dejulho asetembr preirmo, eos ltimos no
lio a decorrer a' 30 de junlin de 1874; a impres-
sq duj traballios das reparfi;oes proviuciaes (ina-
ot a arcrutaria do goterno), por oai anno, aco-
mec.r no Io de ju*i prximo, tersiud* de base i
Moreira do Val, eom Porcina Tofodora da
Mara Cor-
(iimhda!
OTOJ
Joajfcim Rodrigues das Cotia*, enm
ddro Alviin.
Juafuim Servido Vieira da Paz, eom
Paraira Oiimbra.
Manoel Henriques Pires de Carvalho, com Ma-
ra Xavier de Brito.
Vicente Ferrcira Raposo, com Joaquina Perera
de>4)eeam -.
2' denOBCiar;io.
VMInsj arreto Lins do I tarros, crcu Amelia Ca-
rolina doRefo Barros.
Silvestreyeiro d'Albuquerejao, con Mara Ir-
HoraUas Pessoa.
MartoalOJfinio dos Santos, eom TIoraMnia de.
Souza.
Gomes Amjusto Gaio de Miranda, com OmheJina
Leonor Ptato de Miranda.
Benedicto los d'Almeida, com Claudina Mara
da Conceico.
Fi-ancuiu Pires Licate, com D. Mara Joaquina
da Concd'.-o Patricia.
Coustanlino de Souza Barros, com Joaquina Ma-
licitaco o preco de 2:80 '000, e o fornedmette fin do Santissimo oraco de Jess.
dos-olijectos precisos ao oxpedicnte das repartcoes
provincias, por na atina, servindo de base'I ar-
remataco os prtcos e condedes constantes das
tabellas presentes no acto.
Ks|ianeameato. Polas 7 1/2 horas da
noile de 2 do curreute, o cidado Guilliermc Gomas
de Lima foi espancado por Manoel dos Sanios
Cosa, na freguezia de S. Jos.
Por gracas de Deus foi o delinquente preso em
flagrante.'
Ferimento. Em Paridlas nm mdmduo de
nome ioio Garda ferio gravemente em 20 do mez
lindo o cscravo Antonio, de D. Thereza Ferreini
Callado, em quem descarregou 1S lacadas; fdto
o ipie evudio-se. A autoridade teve conhecimento
do facto.
Fratricida. No lugar denominad j-Angi-
cos do termo do tom Consdho, Flix Ribdro fe-
rio seu proprio irmo Antonio Jos Ribeirop* no
da 2-i do mez lindo.
Armas defezas. Foram ree elidas re-
partidlo competente 13, apprehendidaspela subde-
legacia do Recfe.
aores esperados. De boje ate ama-
nha um francs da liaba de Brdeos, o e inglez
Gallkia, ambos da Europa; de 7 a | o brasileiro
Para, do Rio de Janoiro e escala;*, o frincez Men-
doza e o inglez P'il goma, ambos do Rio da Prata
escalas.
Ciaras morenas c trl^uciras.Em
sua primeira idado a inulher a primavera ; mas,
cm geni, i mulher slara o invern, a morena o
estio, e y'trigueira o iHitomno.
A clara a ucvatja morena o calor natural, a tri-
gUi ira 0 fogO.
Aclara agrada re, a morona graciosa e a iri-
gueira engracada.
A clara formosa, a'torena bonita a trigneira
bflla.
A clara tem feticos, a morena gracas o a triguei-
ra altractos.
A clara a poesa, a morena a docura e a ti i-
guera a boudade.
A dar causa o desojo da adm iraca i, a morena
o da possesso e a trgueira o d<> agrado.
A clara tem olhos a/.ues, a morena cosannos e
a trgueira negros.
O c ira;.io da clara move-se, o da morena e o da
trgueira oscilla.
A clara usa de coquettisrno; a morena de o%qaet-
tarta, e a trgueira le domirt.
O amor da clara commove, o da morena subju-
ga e o da trgueira arrebata.
Recitativo. -Encontramos n'um j mal da
corte o seguinte iitleressaute recitativo:
Miiih'alma triste como o urub preto
Que chora, chora da crnica coca,
Minh'alma triste qual per de roda
Que cava a trra p'ra coaer minhoca.
Minhalma triste como o camondongo
Que i orne queijo sem gas'ar vntem,
Minh'alma triste como o percovejo
Que uiorde a todos sem poupar ninguem.
Mnh alma triste camo um burro inorto
Que mpesla a uenle por tr^s mezes feitos,
Minh'ahna triste como o Man-ceo
Mirando as bellas, a lazer tregeitos.
Minha alma (liste qual a mo lepmsa
Que se desfar.a sob a braaca I uva,
Minha alma triste como o pobre urb
Que ronda a uoite, sem capoto, che
^ t
do
REVISTA DIARU.
Assembla provinciaL Funccionou
aijte-hontem om 23 Srs. epatados.
Joo Carlos Bastos de liv ira 3:96l%0
H. de Lagrange"' 3:000000
Fraga 4 Rocha 2:403' 00
Julio Cesar P. Barrete 2:000*0 0
Alfredo Garca Ajlrmao I:4"'i4o00
Joo Ramos & Machado 1:3G0 JO Hl
Gui maraes Junior-4 C. 1:303* MJ-0
Gimes S Card)so i.-SOOlOH
Adriano, Castro & C. 883*000
Severino Irmao A C. 800*000
Beltrao, Oliveira i C. 3765000
Alheiro, Oliveira \ C 401*800
Francisco Leal de Miranda 200*'H)(i
Barros Jnior & C. 2004000
.\nniversario. -Completam-se 'ote 212 an
nos que foi cread) o corpo capitular de Olinda.
Aguas ptridas.E' ctranhavel o proce-
dimento de certas casas ero diversas ruis desta c-
dade, as quaes, nao obstante acharem-se j provi-
das dos respectivos appard-us de despejo, couti
nuam a laucar pelas janellas tora agua ptrida ;
como se observa por excmplo com refagan s mas
da Moeda c Amorim, da freguezia de Sao Frei Pe-
dro Goncalves.
Convidamos a muucipalidade a lomar serias
providencias a resuelto do exposto.
Manifcstaca popular. Pedem-nos a
seguinte publieaoad :Ante-hontem pula.s 8 liaras
da noute, numerosa colleccjo de pessoas, resideu-
tes no Io districto policial da freguezia de. S. Jos,
acompanuada de urna banda de msica militar di-
rigio-se residencia do Sr. Dr. Americo Netto de
Mendon.a, digno subdelegado em exercicio nesse
districto, expressar-lhe votos de applauso e era-
lidio maneira pela qual tem o Sr. r. Netto ues-
etnpenhado os seus trabalhos policiaes.
Ahi chegando a directora do festejo recitou
pelo orgo do seu orador um discurso laudatorio, c
ofTereceu ao Sr. Dr. Netto dous ramos de flores na-
turaes, e um artificial primorosamente trabalhado.
0 Sr. Dr Netto, depois de agradecer' enterne-
cido tao valioso testemunho de apreeo, veio va-
randa e sob a indizivel commocao de que eslava
possuido, proferto um discur-o que arrebatou en-
thusiastioos applausos, conelundo ein erguer vi.as
aos seus briosos dislrctanos, ao Illm. Sr. Dr.
chefe de p"o!icia, a S. Esc. o Sr. commendador
prosdente da provincia, a S. M. o Imperador o
familia imperial. Em seguida vohou a directo-
ra a convida-lo que acouipaiihasse urna passciata
Salas ras prineipaes da freguezia at o palacio
i presidencia. Aceito o convite, percorreram
essas ras e outras da freguezia de anto Antonio
em cam nho a palacio.
; S. Exc. o Sr. commendador presidente da pro-
vincia recebou e onvio a directora com aquella
generosa affahildade que em extremo o dis-
tingue.
Em homenagem a esta eo^tezia e aos relevantes
servicos que o honrado pernambucano tem pres-
tado provincia que o vio nascer, o Sr Dr. Netto
e seu querido filho subirain a palacio e offerece-
ram a S. Ex., que se dignon aceitar com agrado
nmi penhorativo, aquella trplice corta de flores
mimosas que a gratido popular Ihe liuha ofer-
tado.
Feitas as despedidas, apresenta-se S. Exc.
varanda e ouve ao Sr: Dr. Netto, qoe em abrenia-
das, porai eloiiuentes frases, descreve a illus-
trada administraeao de S. Exc. nesta legendaria
provincia.
Vivas da parte do Sr. Dr. Netto, de S. Exc. o
Sr commendador presidente da provincia, dos
distrclanos da freguezia de 8. Jos, o hymno na-
cional s girndolas terminaran) a manifestado
pupuLr; o posto qu a mullidlo excedesse a
mil pessoa?, nao se dea a rats leve discordia.
Por ultimo, o Sr. Dr. Netto aceitn um- -decente
copo d'agua, qoe em nome de seu9 districtafnw
Iba offereceu a directora.
0 Sr Dr Netto passa ao primeirn o exercicio
do carfx d stflidelegado.de polica em que se
Minha abna triste como a velha dengue.
Sem cabellera, sem a saia dura,
Minha alma triste como a perua fina
Do pernongo e mais da saracura.
Asj lo de alienados. ContinuaQo
pi uduelo do benelicio do asyto do tieuados.
Transporte do Diario de 23 de abril 3 293*000
Flix Venancio Cantalice, cadeira 000
Baro de Nazareth, eamarote 2O*0j0
Coninieudader Albino Jos da Silva,
idem 20*000
Jos Baptista de Castro e Silva, cadeira 5*00 >
Dr. Ermro Cesar Coutinho, idem SfOJO
Dr. Manoel do Nascimeuto Macliade
Portella, idem O^OCO
Dr. Antonio Domingos Pinlo Jnior,
dem 103000
Manoel Azevado de Andrade, dem SjflOO
AndradcA Maia, iden a$'-0.i
Manoel Antonio Bodrigues Pinheiro,
idem 3|0fl
Antonio Pereira de Faria, idem 10*WJ
Candido Jos da Silva Guimares,
idem 10*000
I.uz Jos da Silva Guimares, dem 501000
Cunha A Manta, dem 10*000
Jos Amanco do Ouleiro, idem 3*009
Dr. Antonio Herculano de Souza
Bandeira, dem 10*000
Teente-coronet Ernesto Machado
Freir Pereira da Silva, dem 10*000
Desombargador Manoel Jos da Silva
Neiva, idem 10* Francisco Mamede de Almeida, idem 102000
Ernesto Vieira de Araujo, idem 10**0
Tisset Frercs, idem 10|WO
Dr. Luciano de Moraes Sarment,
idem 10*000
Jos da Silva Loyo Jnior, idem 10*000
Baro de Bemica, camarote 20*000
Izidoro Bastos & C, cadeira 1OJ000
Augusto Levino Chacn, 2 caderss, 10*000
Coronel Domingos ATonso Nery Fer-
reira, idem 10*000
Dr. Jos Joaquim lavares Belfort,
idem 10*000
Corbinano de Aquino Fonceca, idem 3*000
Thomaz de Aquino Fonseca & Filhos
Sucessores, idem 10*000
Porto & Bastos, dem 6*0u0
Bastos & Silva, idem 3*000
Dr. Miguel de Figueiroa Faria, idem 10*00(1
Jos Raymundo dos Reis, idem 3*001)
Jos Moreira da Silva, idam 10*000
Guimares 3 Luz, idem 10*0 0"
Jlo Joaquim da Costa Leite, idem lOaOOO
Antonio Pinto da Botelho Mosquita.
idem 3<0C0
Jlo Mara Cordeiro Lima, idem 3*000
Dr. Jos Hygno Duarte Pereira, idem 3*000
Dr. Antonio Columbano de Assis Sera-
phico Carvalho, idem 10*000
Commendador Joao do Reg Lima, idem 10*0 0
Mendes Azevedo A Cunha, dem 10*000
Major Lrflz Augusto Coelho Cintra,
idem 5*009
Dr. Jesuino Lopes de Miranda, idem 10*- 00
Dr. Manoel Squeira Cavalcante, idem 3*000
Cunha Irmaos & C., 2 caderas 10*000
Tenente coronel Jeronymo de Soma
Le Jo, il m 10*000
Dr. Jeo Mara Feve, idem 10#0n0
lysses & Irmao, idem 3|000
Commendador Jos da Silva Loyo,
dem JOJOOO
?:?70J0
At esla data s se ha recebjda essa quantia,
faltando muitos sentaros a pagar.
-f Logo o,oe se rece.ber a restante -onantia ser pu-
blicada.
s Paaradorla da thesourarla de fa-
zenda. Pagam-se hole as seguintes folhas ;
navios de armada, Pensionistas.
Pnwlanias.Foram ldos no-dia 4 de maio,
na matriz de Santo'Antonio:
1'* denonciaQo.
Jos Moreira da Silva Porto, com Justa Amelia
da Gloria.
Pedro Nunes, eom Lucinda Mara da Conceico.
Jos Caetano de Oliveirajlastos, com Mara Cla-
ra da Cunta.
'- Joaquim Lucas Evangdista, com Felisbella Yic-
toriana de Jess.
Manoel Fernandos Lins, com Josepha da Silva
Lima
Jos Campos Torras de Mederos, com Mara de
Albiiquerque Goacalvcs Lima.
3* denunciacio.
Antonia Ferreira da Lu, om Lourenca Paula
de Oliveira.
Jos Loorenco da Silva Oliveira, com Isabel
Francisca da llosa Licio.
Antonio Gome* Valentim, com Cecilia Mara do
Livrameulo.
Autono Jos Gomes de Oliveira, com Perseve-
rania Gomes de Mendonca.
Antonio Cavalcanti d Albuquerqne Pimentel,
com D. Mara Cesara Cavalcanti de Alhuquerque.
Francisco 0)rra Furtado, com Mara Senhori-
nha das Chagas Mederos.
Manod Bernardo Gomes Silverio, coin Mara
Esperdana Bezerra.
Joo de Souza Pereira, com Mara Ferreira
Soares.
Francolino Saturnino da Silva, com gueda
Mara da Concdcao.
Joo Martins Pernandes, com Emilia Fraucisca
de Souza.
Lotera. A (pie se acba a venda a 49*, a
benelicio da matriz de Barrero*, que corre no
dia 7.
Leiloes. Hoje,as II horas do da,far o agen
te Martins o ldlo da taverna da praca do Conde
d'Eu u. 9, constando da armaeao e alguns gene-
ros.
Hoe, t, elfectua o agente Pinto, a teilo de
movis, bin.-a, crystaes, vinhos, obras oVouroc
prata, coofornie esl annuncia lo para. rasa da
ra do Hospicio n. 34, casa em que residi o Sr.
Manoel Ribeiro de Carvalho.
A man ha, deve ter lugar o leilao de chapea,
fazendas francesas e nglezas avaradas e existen-
tes np escriptoro do agente Pinto, roa do Bom
Jess n. 43.
Quinta feira, vender o mesmo agente, 219
toneladas de carvo de podra no armazcm do ba-
ro do Livramento, caes do Capibanbe (na fregue-
zia da Boa-Vista).
Hospital Pedro II.O movimento deste
estabelecimento, le 28 de abril ao dia 4 de maio
foi o seguinte : existiam 319, entra rain 3t, sahi-
ram 43, falleceram 7, existes) 323, sendo : 219 no-
mens e 106 mulhercs.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes das s 7
1/3, 8, 8, 7 1/3, 8, 7 1/2, pelo Dr. Beltro, por
ausencia do Dr. Ramos; as 111/2, 11,12,11
1/2, 12 1/2,1, pelo Dr Sarniento ; s 9 i/2, II, 8
i/2, 10, 8 1/3, 8 1/2,9, pelo Dr. Malaquias ; s 8
1/2, 8 1/2, 8 1/3, 8 l/, 9 1/2, 8 1/2, pelo Dr.
Vianna.
Fallect'los.
Andis Wilhcm Salberg ; labre amarella.
Mara Joaquina da Luz ; tubrculos pulmonares.
Augusto Albino Holmetreni; febre amarella.
FraNtz l'ardicli; febre amarella.
Manoel Goncalves Rodrigues ; peritonile chronica.
Sevcrina Mara da (Conceico ; hepato splenile.
Alexandro Lechs ; febre amarella.
Casa de deteneao. Movimento do da
4 de maio de 1873 :
Existiam ( presos ) 317*, entrou I, existem
318.
A saber :
Nacionaes 25', mulheres 3, estrangeros 37.
escravos 43, esclavas 10.Total 318.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 300.
Movimento da enfermara do da 4 de maio
de 1873.
Tiveram baixa :
Vicenie, escravo de Manoel Tinoco, odena.
Manoel, escravo da Jos do Couto Aniorm, febre.
Passoyeiros.-Entrado do norte no va-
por Piniji.nu i : Vicente Nunes Magalhes, Ca-
mlo B. de Hollanda Cavalcanti. Severiano M
Leite, Vicente Ferrara Santos Caminha, Joo
Ferreira Bastos, Fraucisco Gomes da Silva, Frau-
cisco Antonio Xifone, Jos Abilo de Barros, lien-
rique E. Almeida Coutinho, Fraucisco Carneiro
da Cunha, .Manod 33 Borges R. Cmara, Joo
Gomes Vasconcdlos Itorla, Antonio Cimpello Ma-
risco, Joaquim Ignacio Pessoa eum filho, Jo^ Go-
mes de Souza, Isabel Mara da ApreseulacOo c um
neto, Julio Franciso de Azevedo, Antonio Temis-
tles Seinonete. Paulino Jos Ribeiro, Jos Paulino
da Cunha Medeiros, padre J. Francisco Vasconcd-
los, Joo Baptista Xavier, tenente-cfaonel o um
criado, Marcolino de Souza Travasso, Francisco
Ramos da Cruz, 4 maxinheiros do brgue italiano
Anteniett' Curcett, Antonio Jtiftno Pereita da
Silva, 1 cabo de esquadra, 3 piacas do corpo de
(polica e nina oscrava a entregar.
Ceuiiterio pulilico. Obituario do dia 3
do corrente :
Savenana Mara da Conce-o, parda, Pernam-
bueo,40 anuos, soiteira, Boa-Vista, hospital Pedro
II ; hepatite.
Joi Jos dos Santos, pardo, Pernanibueo, 26
anno, viuvo, S. Antonio, casa de delencu ; be-
riberi.
Ddfina Mara da Conceico, branca, IVrnam
buco, 35 annos, viuva, S. Jos ; bexigas.
Joaquim, pardo, Pernambuco, 2 annos, Graca
conv gistes.
.r"acio, pardo, Pernambuco, 2 mezes, Boa Vis-
ta ; convufc&es.
Manoel Goncalves Rodrigues, pardo, Pernam-
buco, 18 annos, solteiro, Boa Vista ; peretone.
Umbelina, parda, Pernambuco, 5 mezes, Boa-
Vista ; espasmo.
Joao, bran:o, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista ;
denticao. 9
Albino, branco, Pernambuco, 3 niezes, S. Anto
nio ; enteritis.
Joann, escrava, prcta, frica, 03 annos, soitei-
ra, Boa-Vista ; enteritis.
Bemvindo Moutinbo, branco, Rio Grande do
Sul, 4u annos, viuvo, Recife : tuberculaco pul-
monar.
Jos, preto, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; con-
vulsdes.
Dr. Pedro Doroellas Pessoa, pardo, Pernambu-
co, 73 annos, casado, S. Antonio ; amolecimento
cerebral.
Mara Francisca.de Souza Ramos, branca, Per-
nambueo, 88 annos, viuva, Graca ;diarrhea chro-
nica.
There'a,parda, Pernambuco, o mezes, Boa-Vis-
ta ; espasmo.
= 4 =
Alexandre Lechs, branco, Russia, 14 annos, sol-
teiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; febre.
Reeemnascida Mana, branca, Pernambuco, Boa-
Vista ; espasmo.
Cardna, branca, Pernambuco, 32 mezes, S. Jo-
s ; sarampo ivcolhido.
Bernardino Antonio da Suva, branco, Portugal,
38 annos, casado, Boa-Vista ; febre amarella,
Francisco Mara Pimentel, branco; Afogados, 18
annos, soltdro, Boa-Vista ; bexigas.
Antonia Rosa da Cruz Neves, tranca, Pernam-
buco, 11 annos, soiteira, Graca ; febre typbica.
Candida Albina da Cunha, branca, Pernambu-
co, 60 aunes, easada, Afogados, oongesto cere-
bral.
Isabel, branca, Pernambuco, 3 niezes, S. Jos ;
djarrhea. m
coate ctfiotoc eral dcsu pfaca. e resalveo o-ri-
fwiini fjnf se parfir.ipasse junta' dos correteros.
. F.X.PKDI.KKTK.
Ollicio do secretarle do tribunal da capital impirio, reniettiiiido a rda.o dos conimerciantcs
miUriculados aquelie tribunal nos meses de fe-
verciro e marco prximo passado.Para e ar-
chivo.
OMeio do secretario deste tribunal, participando
nao poMer camparocer.-rara o arca*.
Ofllcio da Associaco Commereial de, Penedo,
cominiinicand a sua nstallaco e quaes os mem-
bros eleitos para represenU-la neste anno.-O in-
bunal ficou mlerado, e nandou proceder na for-
ma do estylo e responder.
Jornal otBcial de ns. 91 a 92. -Pira o archivo.
Distiibuiramse os seguintes livros :
Diario de Jos Antonio de Oliveira & C, dito de
New Lnndon and Brasilian Bank Limited, e copia-
dor de Pereira da Cunha & Irmao.
DKSPACBOS.
Requcrimeatos :.' .
De Antonio los de Azevedo e Guisepjie Cni,
assoriados sob a firma de Jos Cini A C., oiri e-
cendo a rogistro o seu contrato em dupheatt.-
Visla ao Sr. desembargador fiscal.
De Almeida & vianna, registro danomeaco de
seus caixeiros Mathias Leal de Lomos, Tertuliano
da Souto Rival e Torqualo Dantas Rapizo da Ca
niara.Regstre-se a nonie.aco junta pelos sup-
piteantes, que declararan), mas" na i provaram que
sao brasileiros os caixeiros Horneados.
Da companha ingleza Union Marine Iusurance,
para que se archive a cerlid.io junta da carta im
perial expedida em virtude do decreto n. 5,083 de
II de setenibro do anno prximo passado e os es-
tatutos da mesma companha, afm de que possa
a suppleanle funedonar nesta cidade. Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
De Antonio do Carmo Serallm da Silva, pedindo
que certifique se Antonio Seralim da Silva
ou nao negociante matriculado, e
ou nao seu caixeiro. Cuno re
tela (WvWla ourir a esta caara ; aV nar#-
rer qm se adopte o regulamenio pr-'P""' fd
vereanor F)r. Mrtsrwo, pti df jnnh > rfr l*She
nue se reiuosta c,.ia detle ao Ex. Sr. |
da provinria.
Paco da cmara miincqial d. Rerifr, | t
atril de 1873.Cunta Guimares e Souza l>
- De novo a comtnissio.
Dous reqnermentos de Sr. erealor Gameir*.
nos seguintes termos :
i.* Hcqueiroque so peca a#s.'mlil cial, a derogar do art. 5.* do* regulaiixiMo ?
cemitero publico, na par c em
presiitente da provincia a nomoat-',k- do ariinir..-
irador do ceimieri pnblicu, deven I > tal nnesea-
Co passar a ser fcila por e>ta cmara, vi sendo o administrador emprugad) da rainara, pj*
enjo cofre se Ihe pagao o ordenaio, swo r iwirl
curial que continu a ser este empregudo de -
meaoio da prositencia da provincia, tanto raai*
quando lodos os actnacs e^upregados que irceNiH
seus vencimentos dos cofres municip.ies, inclorf
os demas empregados do remite publico,
de n nucac.io desta cmara, a exrep^io do
nstradir do cririu-rio qu |tor urna anomala 4
citado regulameuto foi remmettida a presiitente da
provincia.
Paco da cmara municipal d. Rrrfc, 9 Ir
abril de 1873.Jos Mara Freir Gabeiro M "
provado.
2. Requdro que se consulte ao Exm. prn-
denle da provincia, M e vereadirr ejSH jniz de jar.
e nesta qualidade leni de presidir a junta de tpa-
licacao |K)di! d-xar de. ir a esta por d tinuar a ir as leBtsssi da easaara e asnl e pnoe-
dimento que deve ter a cmara para veresyfc>r
que estiver neste caso.
Paco da cmara niuncqial do Rente, "
abril de 1873. os Mara Freir Grineinit \p-
pmvadn.
Dous requerimentus do Sr. vereadi* T\l i i
Silva, lainb.'in nos seguintes tennos
I.* Requero (|ue se acal rom a de-i-
mensa I de KtiijOOO c ni o actual planto dr ano-
re, tirando o mesmo a carpo dos resiwvtvn lis ...
em suas regoczas, ajudada p.T um servente d"
*>
O.te
abril de 1873.-Theodoro Silva.
2* Rf-qndro que quando os fiscaes, tenha..
de entregar ao procurador da cmara os prodo^**
das multas sejam ronferidns pelo tala-
Paco da cmara municipal do Recite. 9 t*'
abril de 1*73. -Tneodoro Silva. Approvado*
Foi nomealo o cidado Delphim Lnii (jvalr'
Pessoa para o lugar de fiscal da freguezia tee
Afiqrado s.
Despacharan)-so as petic'ics de Antonio Fenur
des dos Santos, Amorim C, Hermelinda Ama!.
da Cunha, Faustino Jos da Fonceca, Franei"'
Maia Cortes, Felipne Jronte da osla, lad >r>
Bastos de Oliveira, Joaquan Plaswssfai Gamatv. !"-
s Faustino de Lcmos, Jos Antonio de Sa Leiljo,
Lnz de Franca Soares, Man-d Mana Ltlnri
Marcelino Jos Lopes, Pedro de Alcntara dos lu-
marle rVtXOtO (2|, Raphael Braneo (jnedo ; f
levanten-se a MMt
Eu, Lourenco Bezerra Cantero da Cunha. eci. -
tari >, subscrivi.
Manoel Jnaqiiim do llego MUuqiiniiH. \ -
sidentc / s Mara Freir Gameirn. Tfceici
Uifhuli) Fiei'-e Perrini da Silra. Jo*r Pedir, i-
Seres. -Je oinjmo de S U* I. u: Jiro ii t -
nha Soares Gaimare*. -Jos da Sifra f/>yo Jh-
nior.
COMMUNICADOS.
se o supplicaute
rei|iier.
De Joo Fernandes Baptista, submettendo a re-
gistro duas procurar/ies. Sim.
D^j Moreira Montero A C, solicindo o regis-
*ZMSZl 'le ,ca'St'ro despacliante que q0 se empregam a lini|i da< roas
deram Jsstofrwira Uns Soriano J-ter. -Ha (.a?0 da cmara municipal -to-lte-i
registrada a nomeacao junta pelos snpphcantes
que n:u) provaram ser brasileiro, como isseram,
o caxtro nomeado.
De Jacob Joaquim da Silva, para certificar-se-
ibo se elle faz ou nao parle da sociedade das car-
nes verdes, cujo contrato se ada registrado neste
tribunal.Dse a certdo requerida. v
De Antonio Beteiho Pinto de Mosquita, apresen-
lando o coiiheciriiento do imposto do ollicio do
corretor gcrul relativo o segundo semestre do
presente exercicio.Seja registrado o conheci-
mento junto, e depois entregue ao supplicante.
De kiei uardiiio de Vasconeellos, corretor geral,
dem dito.-Entregue-se ao supplicaute o conhe-
cmento junto depois de registrado.
De Augusto Pinto de Lemas, corretor geral,
dem dito.-Seja registrado o conhe ment, e de-
pois entregue ao supplicante.
Do corretor geral francisco de Miranda Leal
Seve, dem dito.Registrado o conhecimento jun-
to, seja entregue ao suiplicante.
De Lnz Amavd Dubourcq, corretor geral,
dem dito.Dejiois de registrado o conhecimento,
seja entregue ao supplicante.
De llenrique Gu Inerme Stepple, corretor geral,
dem dito.Regstrense o conlieciiMto annexo, c
depois entregue-se ao supplicante. "^
De Joo da Cruz Macedo, Cikrelor geral, idem
dito. Registre-so o conhccimcnti) annexo, e de-
|K)is entregne-se ao supplicante.
Do corretor peral Pedro Jos Pinto, idem dito
hoje ncsla secretaria s 9 e meia hora*. Seja
entregue ao supplicante o conhecimento que juu-
tou, depois de registrado. Assgnouse veucdo
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente, pois que
o eonheeiinento foi apreseutado fon de lempo.
Do corretor geral SBoalo Jos Alt mso, dem
dito, sendo a|resentado hojo s 10 horas. Entre-
gne-so ao supplicante o conhecimento junto, de-
pois de registrado. Assignouse vencido S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente, por isso que foi o co-
nhocimenlo de que se trata ap.esciitado na secre-
tara fura de tempo.
Do agente de leiloes Antonio de Pinito Borges,
apreseniaudo tambem o eouheeimento do imposto
do seu ollicio. -Entregue se o conhecimento an-
nexo, depois de registrado.
De agente de ldloes Jos Isidoro Martins, idem
dito.Entregue-se ao suppleanle ocon eeimenio
junto, depois que hovver sido registrado.
Do agente de leiloes Francisco Ignacio Pinlo.
dem dito hojo s 10 horas. Depois de registrado
o conhecimento junto, seja entregue ao suppli-
cante. Assigiiou-se vencido S. Exc. o Sr. nonse-
Ihero presidente, pirque foi aprescnlado fura de
tempo o conhecimento a que se alinde.
De Jos Rodrigues Ferreira, registro da procu-
radlo que junta ollerece.Deferido.
De Manoel llbeiro Fernandes e Goncallo Pereira
de Magalhes, registro do contrato da" firma Fer-
nandos A Magalhes.Vista ao S.\ deesmbargador
fiscal.
De Satyro Serallm da Silva, brasileiro, de 43
anuos, casado, domiciliado e oslabetecdo nesta c-
da le com casa de mercaderas estrangeiras em
grosso e a retalho pedindo que se o admita a ma-
tricula.Yisla ao Sr. desmbargador fiscal, '
De Francsao da Costa Maia, portiiguez com 30
annos de idsde, negociante ostabelecido nesta ci-
aade com escriptoro de conimssoes de gneros
nacionaes o estrangeiros, tambem solicitando ma-
tricula.-Vista ao Sr. desembargador fiscal.
COM 0 PARKCKR FISCAL .
De Alfredo Prisco Barbosa, matrcula de com-
merciante. -Adiado a pedido do Sr. deputado Lo-
pes Machado.
De Jos Antonio de Souza Bastos e Manoel Joa-
quim Lou eiro, commmunicaudo ao tribunal a re-
soluco em que eslo de continuaren) na socieda-
de que tnham seb a firma de Souza Basto A C. e
apresentando as razies pelas quaes oto juntan o
competente instrumento de prorogaco. Gurde-
se no archivo
De Candido Alberto Sodr da Molla e Jos Do -
mingues do Carmo o Silva registro de seu dslra-
tg. Registre se nos termos do decreto n 4394.
De Souza Baste A C,apresentando o instrumen-
to de prurogasio de sua sodedade, afim de ser re-
gistrado. Satsfacam o parecer fiscal.
De Joaquim Pereira de Carvalho e Damio Pe-
reira dos Santos, registro do sen e intrato j se
aciando cumprido o despacho do tribunal,'de 17
do mez lindo. -Informe a secretaria.
' De Guimares Irmo A C, contrato social para
ser registra do.-Seja registrado na forma do de-
creto n. 4394.
Nao ha vendo nda mais a despacbar S. Ex*, o
Sr. conselheiro presidejte encerron a sesso ao
meio da. *
SESSAO
CMARA MUNICIPAL.
AOS 9 DE ABRIL
4 fti*. Dr. I lOurrnre Bci
Cnrariro das C'niikw.
Disso V. S. em seu artigo publicailri ir.
Jornal do ftect/e do I tojo que nao me formu-
lava urna accusar,o em termos juri'
porque cutre os nonios que devia citar ha-
via o otipar :
bem se ve que V. S. procurou urna sabida
para a lifliril posirao cm que se collocot :
provoco-o iliiiiiivo a declarar quacs os dona-
tivos que, como secretario da |wcsii!cii
recebi em troca do favores, quacs as causa*
que advoguci de sociedade. Se S. S. o que
quer c poupar um nome, narre o facto,d
qual foi o donativo, qual foi o favor, c so-
mente assim ter cumprido a obnga^Ao em
que se acha pew publicacio do seu prinvi
ro artigo.
Tenlio certeza de que S. S. nao aceita
provocarn que Um faco, mas neste caso con-
tinuar a Mff jul^ado como menve.
Kecil'e, de maio de 1873.
. Dr. Joaquim Correa 'Aranj .
DE
CHRONICA JIJWI.4BI1L
IVihunal de cominercio.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 1
MAIO DE 1873.
PRESIDENCIA DO EXM. SH. C.IMSEUIEIHO A.NSEL.Y0
FRAUCISCO PERBTTI.
A's 10 horas da manhi, presentes os Srs de-
butados, Candido Alcoforado, Lopes Machado c o
Sr. supplente S Lcto, faltando com causa parti-
cipada por escripto o Sr. deputado tilinto Bastos,
o nomeado o referido Sr. deputado Candido Aleo-
forado para servir de secretario "pela ausencia
do mosmo Sr. Oh'nto Bastos, o Exm. Sr. conse-
lhoiro presidente abri' a sesso.
Poi lida e approvada a acta da sesso de 38
do passado.
Presten juramente Antonio Leandro Rodrigues,
EXTRAORDINARIA
DE 1873.
rRESIDENCIA DO SR. REG E aUUOUQBQ'JE.
Presentes os Srs. Gameiro, Neves, Loyo Jnior,
Theodoro Silva, Cunha Guimares e Beute Costa,
abrio-se a sesso, e foi lula e approvada a
acia da antecedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE '.
Um offlcio do Exm. presidente da provincia,
communiCand) ter oflic alo ao chefe de polica no
sentido de competir cmara municipal, nos ter-
mos do % 1 do art. 1 das no-turas de 18 de iu
Iho de 1835 passar os titules dos bolieiros dos
bonds da companha Pernambuco Street Railway.
Inteirada.
Outro do secretario da assembla provincial ao
secretario da presidencia da provincia com despa-
cho do Exm. presidente da provincia, mandando
informar.Que se informe.
Outro do fiscal da freguezia do S. Frei Pedro
Goncalves,"communicaudo ter entrado para os co-
fres inunicipaes com a importancia da multa com-
mettida pela compau ia Peruambueana. Intei-
rada.
Outro do mesmo, confirmando a verdade do que
allegara! os pedreiros Joo Marinhe de' Araujo e
Ant nio Ribeiro de Arau'o, os quaes pediam o pa-
gamente'de urna vistoria. -Mandou-so pagar.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos, pedindo
autorisaco para mandar pintar lodos os varoes e
escapas do mercado publam. Concedeu-se e or-
denou-se ao procurador para pagar as despeus.
Ontro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, com-
munisando o estado de ruteas em que s* aciia a
ponte do Maduro. -Ao engenbeiro para fazer o or-
camento.
lm requedtmento de Ribeiro A Gamito.Ao
ical para dizer se est no permetro.
Outro da sociedade Amor -Beneficencia dos ta-
Ihadores.A commsso do maladouro.
tm parecer da-coinmsso do matad.,uro desta
cidade, nos seguintes termos :
t A comraisao do matadouro publico desta ci-
dade, tendo examinado o requerimento da socie-
dade Amor Beneficencia dos (Ihadores de carnes
verde, sobre que mandou o Exm. Sr. presiden-
PUBUCACflES PEniOQ,
Ao |tnhIco. *
Acabo de ser umea<;ado de um modo vojj.',
ambiguo, visto como, nao deiva cunbecer a
ameaco se, dovo temer a faca do sicario, o
a lingua do calumniador : isto porque se ote
suppc autor de alguns artigos publicados
no Diario de Pernambuco em defeza de > n
direito, ora disputado pelos Srs. laltia i
de carnes verdes.
Nao desc,o a explicar se sou ou nao au'.. i
de taes artigos: esta declarago, tomen,
como q ii i/.ere, n.
Estou previnido.
Um homem um himem ; umtoit < >
boi. *
Yiclortauo Palhctrt*.
1 mupko!
Ainda urna vez triumphou o direito ;
mais urna pajiDutencia que cabe I
A Illm1 cmara municipal do Recite aca-
ba de p>olvur sabiamente sobro alioqui-
tionaJa pretendo dc>s talhadores de carnes
verdes, a qual fkdia ai jioderes munici-
pacs por amor ordem c moralidad; a
creacao sa* urna matricula a que kaseean
sujeitos os que se quizessem sujeiter qoee
mister, assim como, por amor ao principio
de associae, >, aexcluso do escravo de sa;
corpora^o. -
A exemplo de outras provincias, a de !' i
nambuco pode j contar essm triumpho mo-
ral, excluindo de urna corporaeao oue tea
direito a aspirar unta posi^o condigua ao
nzeio social cm que vive, o elemento escra-
vo, quesob todos os potitos de vista tender ia
sempre a amesquinhar-lhe os intuitos, per
mais generosos que fossem estes
Pede-se, pois, a Illm' cmara municipal s
pitblicaco quanto antes do acto que to al-
tamente ,t distingue no momento em quo
muitos iam a desesperar da justica, de quo
esse acto, alias, elocuente manifesta-
co.

0 delegado de pulira de Oviev).
Nenhum ponte do iulerior da pro>incia estar*
sem duvida mais garantido em sua ti aaquiUdadr
e na seguranca individual de seus babstaaSes A
que o termo do Ouricury
Ao capiUo e delegado' de polica Ali Jete
de Andrade, moco intelligenle, activo e de reco-
nheeida probidad, se deve lio hsoageiro eslae dr
paz e seguranca.
Exerceiido ji duas vezes o duplo carao de dese-
cado e commandanle do d 'slacameeto aste termo
o capito Andrade lem-se mostrado hoeaem safe
rior, pelo seu aterro ao- princ Unsbem da di-dplma militar que '
o carater do soldado.
Moralisado em te la a campreAeoeao da |
toas ordens sao fielmente observadas,
e sempre com respeilo aos dirimas e
Com nm tal embregado, o Our cor* eeu ssM
das verdaderas delicias da paz *
Fazemos votos pela sua rooservaeio mw eaffcs
qtfe exerc, e cntao o Ouricury, qoe al cortos es
pos era a torra dos vis enredos e r""
seguicoes, estar
cifico terrao do'.
r
i
i


te piucas palavras qmlic:un escripias os i
sugeridas pelo hrilliaafc eompdrtailento-Jo JigV
- JiSrial de quem nos oi-c.ip.imos.
rocinal .lu iYt-Xur7a 4 Bi#-
Os abaixo assigiudos testemunhas oculares do
procediiHenlo do Sr. l)r. Mauocl Barbosa de Arau-
jo, dorante eleicao que se procedeu ltimamen-
te para juizes de fiar na freguezia da Moa-Vista,
eom*adniiraro feram o contra-protesto assguado
pelos muirespeitaveis Srs. memoro* da mesa pa-
roehial, inserido no Di rio de Permmtnuso, de 3
do corrento..
Adniiraram-sc os abaixo assignadisd TicHda-
de eom quo (oran irrogadas ao Sr. Dr. Barbosa
tanas aleivosias ; mas quera souber o motivo por-
que asim procedam aquellos, que so diziam ami-
gosh-ontem e inlinrgos boje, do referido dontor,
toado elle ti do durante o proosso eleitoral toda a
prudencia, despiezando os insulte* apodos que
pelos seas adversarios Ihe eratu dirigidos, recomi-
ceri finenelles ha o intuito de depreciar o carc-
ter 4o Dr. Barbosa, que feralmente conhecido,
masan dos autores da contra protesto.
O Sr. profcssor Simplicio lembre-se do que disse
na ipja a u;n votante ; cotn relacio .a humos
- jna',' levantada pelo Sr. Dr. Barbosa.
Os abaixe assignados julgam que os ilustres
membros la mesa parochial leriam seguido o ca-
uiraho hus houroso, aceitando a questo no p
** qte etabelecerarn os autores do protesto, para
disent la no- terreno lega*, mesmo porque devem-
90 eondoer dos opprimlds c fracos, aqueHes qne
lee ai o poJer o a moralidade, comprovada na elei-
<*io de setembro prximo paseado com os seus mil
e oitocentos e tantos votos I !....
Assim, pois, os abaixo assignados, protestaado
contra as iasinuances c.ilntnm'as deixam qee go-
verna e o publico sensato apreciem o protesto e o
ostra protesto, dando Cesar o que de Cesar.
Jos Vicente Ferreira Barras.
Joviniano Xivier ile Sonza.
Joaados Santos Ferreira Barros.
Augusto Jos Teireira
aphael Archanja da Risa Limi.
Pedro Paulo dos Sinles.
Antonio Lenidas Durville Srfvu.
A mir' Alces Ros.
Jote Feiix de Oliveira e Silva.
Antjnio Ferreira Gueies.
O reliiloro lo Exm. Sr. coita-
luciiiltlor II. P. Ir Lticenn
' ainrecinrio pela orjsito 'I.i oppi><('io.
A Provincia, orgao do partid' liberal, continuan-
do sempre no sen eterno estribilho de guerra ao
UNO, ni o n. 57 ile 28 de marco censura o Bita.
Sr. presidente-sobre parle do rclalerioque trata
da noticia.
E' S. Exc. classificado de t ventoinba, revellan-
r il > a sua oenhuma retlexo, a versatilidade de
a sen temperamento, a leviandadc com que eoetu-
ma fallar de malcras graves c que demandam
o cireumspec;a i e elevada prijncia.
E oorqui! ludo isto
Porque, diz a Provine!', P. Exc. que ehamou a
a'.tencao do Sr. Dr. chele de p ilicia sobre a piuca
seguranra publica* individual, expondo assim pu-
blicamente a fniuxidio desso unecionario, assim
orno de seus subalternos, en seu relatorii o elo-
yia, assim com > auloridadoj policiaca, a el >$te
de funecionurios mait ditjna de loucor e gratiddo
naoanal na irfirase do Sr. Dr. Lueena.
E' aiiuia censuado o Exm. Sr. Dr. Lueena por
que fallando' do corpa de polica, disse ter fcito
cesMr varios abusos j mu tanto arraigados-.
Ora, roaio S. Exc. nao falln apone o eomman-
danle do corpo e das extorses dis dinheiros, ques-
tao ja debatida e prvida a evidencia ; mas que
o mi querer e n desojo de opposicao duramente
(vuitesta, foi S. Exc. considerada de urna estranha-
vel concisa) e de una e.-cacez lastimase!! I....
Deve una opposicao circumspeela juntar foreas
pira crear aerusa./es sublis ?
E' sabido o eslado deplorare! a que tinlia che-
gado a seguranca depropriedade n-sta cidade, no
lempo em que o Sr. Dr. Lueena tomou conta da
presidencia, a audacia dos larapios era tal que
iiem respeitava a luz dodia, o morimento da po-
/i'ilaeao e a forra publica.
S. !-;\.-. chaman a attenoSo do Sr. Dr. chefe de
|i iicia. sobre esse estado, que era preciso l'azer
lesapparfeer, lemhrando quaess medidas a per-
a exeeu.o para a garanta publica e par-
ticular.
O Sr. Dr. i-bofe de |H)lieia, expondo as razoes do
alrouxaiiieoto das antoridadas, reconbecidamente
parlido da efoiina j.ulii-i.itia, responde que nao
existia foi'.a publica, nem ai autoridades, compene-
tradas dos seus deveres, tornavam-se elncazes.
O Exm. Sr. Dr. Lueena immediatamento den as
providencias cabidas _uo caso, ehamou destaca*
mentos que se achavam fura da cidade, fez com
que houvesse rondas perinanentes de polica e de
c.ivallaria ; ehamou a aliene to das autoridades
por mei i de circulares para a repressao dos cri-
mes e fez substituir ontras : o resultado foi ion-
mediato.
Desappareceu eso estado anmalo, os larapios,
ou presos uu timidos, deram treguas as suas gen-
tilezas e escamotagens ; a sociedade publica achou-
se garantida.
O Sr. Dr. ebefe de polica, com for.-a e disposi-
caq fez vel lar a segu anca ; o que ha a censurar
cm S. Exc. e ou eui o Sr. Dr. chele de polica ?
O Exm. Sr. Dr. Lueena ve a segnranen publica
(. individual era perigo, ouve o clamor incessanto,
como aiminjslrador zeloso indaga qual a causa e
da o reme li preciso autoridade, a cujo cargo
cabe iininedalanienie essa vigilancia.
Que poseo conceito merecen ao Exm. Sr. Dr.
Lueena a Sr. Dr. chefe de polica?
Entretanto, umi pura verdade, verdade que
deve ser repelida bem alto nenhuma classe de
funeeionarios w mais digna de louvor c gratidao
naoional do que as autoridades policiaes .
User atiridile p >iu-ia nao cmo bem sa-
Lem, os escriptores da Pr vinel i, redigir artigos
de opposicao; levantar plana.- de administrado
l.beral; formular o impagavel stcise qttem pn-
der. mo einfim estar no ditlcWfamiente, ao
contrario vel ir pela seguranra publica o individual,
nao ter horas de descanso," facer da^umte dia,
perdendo lodos os ommodos c s acharrab inimi-
o en favor da soeiedade e snu a menor reir-
Buicio; jsto oque autondale policial; e
vista disto, quem c que nao reconhece que as au-
Dridades poUciaes sao dignas de lofe o louvor c
i gfatidio nacional f Patacho
Agora que damos a razia das palavras de S.
Exc, veja o publicista da Provincia o que era a
seguranza publica cm seu lampe-, tomp.i cm que
seriara tao bem, ou ainda mais, cabidas as suas
cousidi-racots ; "
E.ELATOIUO DOJtDtJI. SK. CONSELUEIRO JO.vO
SILTE1RA di. sot;z.v1863.
tte^'tfc'-11^! t*,es ***** ('0in --1
vHiAW-nf.pfili^.'blft^rrarife a cnciusio de
que, se nao i desespmidor o estado de seguranza
individual, nao de xa, todava de contn's-
k tif-nos (li tanto naij a lid somos leva-
doj a in-Qsuirr que aqnefll sflima, longe de
* sef asi1j!' a4i Jeve sor fjie considerar-
inos a UiiDcolJadc que se eueoittra na avrigua-
' ^'m6 col)er,a f;ir'n,! criminoso', nela in-
suffleienela dfc fofea pjblica o vasta extefcao do
nosso territorio.
Ora, eis ainda o Exm. Sr. barao-de Villa-Bella
sendo consnrado pelo seu MrrbKglaario, e ver
que e dilhYil justica as averigua^oes, nao obstan-
te, ilevendo o promotor dar denuncias, c as pessoas
depor cmjuizo.etc, ole.'
Quera dfrla!
Vejamos agora,o Dr Castollu-Braneo era seu
retatorio em 1B85 :
A seguraflea da pessa e dos direitos nao sa-
tisfactoria, o que depCe meuss contra a ndole
* do povo, do que contra a conducta de seus che-
fes e das-antnridades^cuja historia alias a mes-
ma com pone a affranra em outras provin-
cias (!)
-0 povo em quasi toda a parto mesmo,
hibo e fcil deconduz: (!!!)
... emquanto a le fr nada e o cnprao d->
i tentado (!) e da autoridade todo, emqnrrto em
u vez de inllexivel o igual para todos, fur simples
manivclla para favores ou pcrseguicSes, para
< punir em uns o que premia etn outros, os
mimes abnndarao, e sao delles causadores
os agentes da autoridade e senf directoras e
cabos.
a Aexageracao dos partidos, .suas dlutrinas e
ii pratlcas perniciosas, vera ainda debilitar a lei,
dar nova forra quelles inimigos da segrtianr.i e
a systemalisar sua aefSo ntilefica !
O partida domina tndo, tudo absorve o ludo
regula, etc., etc.
J havia dito anteriormente no niesmo rea-
torio :
Os sentimentos de ordem e o amor da pai
tem-se arraigado em todas as classes da socieda-
de, e nao menos que a ind le naturalmente pa-
cifica do povo, garantem a tranquillidade publi-
ca que perfeita, e nao parece exposta a ataques
que fariam seriamente einiproniette-la I
O Exm. Sr. conselheirc i'aranagu disse em seu
relaturfo em I8ub' :
A tranquillidade da provincia, gracas Divi-
*t na Providencia e box ndole do povo", nao tem
soflfrido altera-.-ao.
Ainda poueo lisongeiro, como vedes, o esta-
do de seguranca individual na provincia, con-
correndo para isso a insuficiencia dos meios
preventivos, a flaqueza da repressao, a falta de
edueaca moral e religiosa, a ociosidade, a em
briaguez. o uso das armas defezas, tao vulgari-
sado nos nooMa sertoe.s, que predispoe os indi-
viduos paraapratica dis crime?, do que muitas
vezes nao cogitare, osobretulo a impanidade
escandalosa que leu encontrad j sceleratos de
" crimes os mais horrorosos.!
O Exm. Sr. ron 1807 e.n seu relatorio :
...Se teconhecoa triste verdade deque nesta
provincia o estado do seguranra individual nio
anda o que era para desojar.
A falta de deseiivolvime.nto sufBciente na ias-
truecan e educaco moral e religiosa uo povo ; a
HSuHicene%dos meios deac.-So que tem a au-
toridade para a prevencio do crimo; a iknmsia-
ce da indulucuriaJtiie esta encentra nos jal/jamen-
fea do tnbundmo jury, os odios, as paixes
poliricas que muitas vezes desviamos nimos do
raminh'j do dorar, s io entre out -as, as causas que
mais fazem avultar os quadros da estatistica cri-
reinal.*
Ora, o que dir o publicista da Procincii f
Os Exms. conselbeifo I'aranagu e Castalio
Brinco dzem dever-se a tranquillidade ind.le
pacifica do povo.
Sao ellos, que fazem esquecer os foros da digni-
dade de um povo, que sgam os folhas gloriosas
da sua historia, como disse a Provincia..
Console-se o Exm. Sr. Dr. L-.icena com a ofiniao
desses dous liberaes.
Qujm acensa o jury de eonoorrer para a repro-
ducao dos cri nes, nao so Exm. Sr. Dr. Lueena,
Un bem o Exm. Sr. const-lheiro Silveira Lobo.
E' preciso reconhoeer a opposioao que nem todos
os meios sao bous para una guerra.
E' assim que o publicista" da Pnvincia est
em um dilema,nu de sar mallo levian >, irrelleclido,
etc., resultando dessa irreilexo aecusacoos a seas
proprios correligionarios Silveira de' Suiza, Vil a
Bella, Castello Branca, I'aranagu Silveira Lobo,
ou enlo as suas reilexoes sao so.'hismas e como
tae merecedoras de um complceme riso.
Que S. Exc. imprimi una certa regularidade c
n'rdem no corpo de polica, cortando abuso e
reprimin-lo exlorsoes, cousa tao conhecida c to
provada jurdicamente pela imprensa, que nos jul-
gamos dispensados de repetir; lria nyilhar em
ferro fri, porque todaqjcsto da opposicao a
demissao do eommandanle do corpo.
Nao ha que ver ; um futuro glori >se espera o
penetrante publicista da Provincia, pena que no
presente esgote tanta, louquacidade.
Rccife.
Ditffl- de Pertobtc 3 Jet^ feira 6 de Mnld d 1*78.
c

>BSP.\r|lC&.fot ftPO|J
PrJ s m
inia,. para /trarpool, *ol
'KUAFtoi
^
182J0O0
.V3I000
SO
Ra
brado de 2 anda
PATRJ
tasa terrea n, \<\..... 209^000
te pjeti!ftdents dvr'o apresen'ar no fleto da
arrma^ca.] ascuas flaneas, ou_wmpareeerem
sa terrea n. / .
pon
No navio, iaglea l*oinia,
carregaram : S, Brothers C. *,500 saceos com
3.-l7,fHW kilos de" assnear masca vado ; L. J: 9 6^'"
maraes 109.ditos u*9iJ9&) ditos de dito.
No vapor ingfrz Hn/minc,-para ^rvpfpfol,
carregaram J B. ff Rabellu 4 C lOJ saccak sm
8,678 kilos de ilgodio; Tasso TrniSos 39 ditas ascorpaihados .1 ,i respectivos' liadore^ deveudo
oom ,81i ditos d dito ; P. Carneiro & C. 30 pagar alera da renda, o premio da quanta ec-
ditas com 3,604 ditos de rtito. 'P1* or segyro o predio que contiver estab eluop
Na barca injdeza Kiskecoa4, para Montreal, liento coimnercial, assim como o serveo da lim-
carregaram : H Fdrster 4 C. 7,300 jeos com pjto preces dos apprelhos.
U),000 Kilos de assucar mscavad). iSecrfari da santa casa da misericordia do Re
No patacho merirano llatte ffoskell, paraje, ti de abril de 1873.
jJew-Yof*, c.irrogarm : H. FbrsteT A" G. 3,200 O escrivo
.sacos core 115,0110 kilos de assnear maeavado.
Na barca allem Isabelii Joanna, para o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Loyo Filao 2/0
batricas ejom 33,127 kilos de assqeaf branen
No navio portuguee Judith, para o Porto,
carregou : L. I. S. Goim-iries 200 sacos core
Li.Oti kilns de as.-u-ar branco e 430 ditos com
:';l,730 ditos d dito mas^av-ado ; M. Gregorio .4,
P'/-o Rodrigues d Sbuz a,
Correio geral
4

-.
LE1L0ES.
annaQo, gneros
venia da prr;a
DA '
o mais perteiicas da la-
do Conde d'Eu, u. 9.
t JKW^JPeS MI
U ag.JOl'" Martms fara leilo em loies da arma-
cao gneros e mais iwrtencas da (averna da pra a
do Conde d'Eu n. 9, a qual se acha muilo bem b-
calbada o sortida degeneras deprimeira quali-
Jade.
A's 11 lloras do dia cima.
dos objecin-'retjislvailoi e.rixttntcs
na administrcito dos cVrreios desla pro-
vincia., pitra dspes'sals' abaiw deca-. '.
radas .
Antonio Jos Lopes Teixeira, Antonio Pires de
173 saetas com I2.26 ditos' de algbdt.
5tS/tft5WSSEa* ; "" M' M francisco Delfmo Ja Silva; Francisco Antonio di
caixa com ,"50 ditos de doce.
Silva B., Firmiiw T. da C. Santiago, Holena Boom
Travasso, I Jos dos Santos, Joao Antonio Gomes
Na galera portuguesa Nova F.ma, para o
Porto, carregou : 11. i. da C. Sobrinho 5fl sace3s
cjni 37,121 kil'is do algolo.
No brigqe portosuez Bella Fijueirehse, fara
Lisboa, carregaram : R. Rabello C. 200,sac
cbs com 13,000 kilos de assucar branco e 400
tos com 30,000 ditos de dito mascavade.
Part- es portas ai inmhor.
Para Uruguayana, no Bngue hespanhol He- Argollo Iftrri^MJnlnt^n^ La^e, SllvC da
& ?T!^a L uprat* 4a C^SC0S CUU ,6' *h,!irt ,ai. ul" I-onreift) < d?Allmquernne
IHros de caejac. (fy Dr. Manoel Ignacio de Cerqucira Leit, SeU
t-i*4* fin k.>...w. r....-i. -.i II... i !_..__
Gumwraes,Jos6 Satres d Fonseca VHloso, Fran-
cisco dfe Mederos Raposo, Guilhermc V. da Cu-
nlia, Jaao Canrio G^w* Ja SHve^ Jos Perelra de
(/trratiti), Jos Ribeiro da Silva Queiroz, Jos VI-
cente D.. Brandio, Dr. Jos Joaqnrm de Souza,
Leopuda Joaquina do Sacramento, I.uiz Augusto
Botona, Narciso Frandseo Vidal. >lamoel G. de
Ipkicrates.
-R. >t ^coa-enqflMm
C9MM1CI0.
JV-*>'*JKJtt-TMWJp,
PRA(;.\ DO REC1FE 5 DE MAIO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS D.V TA.11DK.
''ou->i'N ol'li-:aei.
Algodo-dc Macei 2" serte 9.5/00 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 d. e .*> 0|0.
-arabio sobre Londres a 00 d|v. 2o o\H d. por
130 0, boje e sabbado.
Dito-sobre dito a 510 d[v. 15 1|2 d. e 2j' 3(1 d, por
13. boje.
Cambio-sobre o Porto, pagavel em Londres, a 90
div. 23 d. por l i, sabbad).
Ditosobre diio a 90 d|v. 109 0(0 de premio, hoje.
Ditosobro dilo a lod|v. 1I2 0|0 de premio, hoje.
Dito -cobre dito a vista 113 0|0 de premio, hoje.
yuDourcq
Presidente.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
-r Para'Snls, no lugar inglez fila, carrega?
rara : J. S. Loyo AFiHio 1,300 saceos com1 9#;iKXJ
kilos de assucar masjavado. t
Para o Para, uo navio portafuaz Ligeiro III,
carregou : L. Duprat 8IX)|2 barrtci.si com 45,935
kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Snl, na barca brasiN i
ra Norma, carregaram : Oliveira- Filhos & C. 10
barris com 9(50 litros de alcool.
Para o Ro Grande do SuL nn patacho na-
cional Salsep'iedes, carregaram : A. L. O. Aievedo
A C. 20 pipos com 9,600 litros de cachaca.
Para o -Rio do Janeiro, no brigue brasilea)
Veloz, carregou : F. Domingos do Souza 30 saceos
com 3,730 kilos de assucar branco.
GAPATAZIA DA ALFANDFGA
[londimento do dia 1 a 3 1:899423o .
dem do dia 3...... 8H36 !
riabo de Siqueira Cavaleant
Paes, LUz Ranhael Corvo.
Adlnimstrarao do correio de
de maio de 1873.
J s Candido de Barros Jnior
Servindo de encarregado do registro.
Manoel Joaqnim
Pernambuco, 1
Wjira
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
$ 743*6 .'0
VOLUMES SAHIDOS No dia 1 a 3...... Pnmeira perla no dia 3 Segunda porta..... Taroeirn porta..... Trapicho Couceicao . 229 M 440 564
5,894
i.
t}aurtn-fi*ii*n 5 le innio.
Quarta repre^sepiacao da multo apptandida e
teressante comedia drama em 4 actos, ornada
msica :
. .SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarre'^adas no trapiche
da alandega no dia La.3 .
Dilas ditas no dia 5 .
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Conceirao ..'...
16
2
3
23
AS RECORACOES
JMOGIDADE
DENOMINACOES
1".* aclp.-Caf das arles.
2." lima pandega nocturna.
3." Os amores da coslureira.
I.* O; amigos d'outro lempo.
Toma parle loda a eotripanhia.
Torminar o espectculo com a linda comedia
RECEBEDORIA DE .RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 3 8:192*943
dem do dia o...... 2:948*034
1 em 1 acto :
Para ohseqnijur o mea
Principiar as 8 1/2 horas:
ilM5>.
11:441*579
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia I a '! 15:231*972
dem do dia 5...... 2:724*908.
AVISOS MARTIMOS:.
i
Bita
Para este porto segu com p uca demora o
velleim brigue allcmo Miranda, recebendo car-
ga a Ircto comniiid i : trata-se com o capitao ipic
i so ejinconlrar no armazeni de IL Luudgren, ra
17:956*880. do Cominercio n. i.
Navio entrado no dia 5.
N'ew-Zelaivl80dias, barca americana Mn-
thilde, de 231 toneladas, capitao W. 1).
Gcfford, equipagem 80, carga azeilc de
peixe; ao uiesuio capilo. Veio refrescar
o seguio para New Bedforn.
Navio sah ido no mesmo din.
Rio Grande iloSull,ola6a"%rasilera .!/'(-
rinliii, capitao Joaqnim Pinto Martins,
carga assucar e agurdente.
lug
se
ceca
'cm
Para o Porto,
e com a possivei brevidade o brigue por
Judilli. Para carga e passageiros traa-
os consignatarios Thomaz de Aquino Fon-
4 C. successores, ra do Vlgarfo n. 19.
ECITAES.
C01H*.lr% 111.4
DE
NAVEGACAO BRASILEIRA.
l'OUTOS DO EtOUTE.
Dos portos do sul
esperado at o da
8 do corren te o va-
por Para, o qual de-
pois da demora do
coslumc seguir para
os porlos do norte.
Para carca, encommendas, valores e passagei-
ros, dirija-se ao cscriptorio da agencia, ra do
Vigario u. 7.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
? ca demora o lindo e veleiro lugar porlnguez Jos
i Estetao, de Ia classe, por ler a maior parto daj,
carga engajada, e para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquiui Jos Goncalvcs
Bellro & Filho, ra do Coinraercio n. 5.
ALFANDEGA
Rendimento do dia I a 3 .
dem do dia 3.....
170:698 J557
28:8543459
199:5333010
Muilo, entretanto, bajfei.la infelizmente a. fazer
c nesta materia.
Diferentes eausas geralmente conhecidas cm-
baracam entre nos a aceao plena da Justina e os
r dulic!is.Entregue aos seus proprios recurso?,
disponlo quasi sempre depoucos e-tardios meios
;iara fazer re-peitar as leis, a vida, a proprie-
Jade do cida lo, a autoridade muitas vezes de-
r bilita se, canea e nessa ardua arefa pouco con-
< segu em relaejw ao que deseja e !he cumpro
realisar.
< A fore publica, este indispensavel apsio da
a autoridade, de que adiante vos darei informaeSo
especial, nao entre nos sufflciente para as
multiplicadas neeessidades do servico em que se
t emprega.
a Assim, pois, s com a diffusio das luzes, com
urna educaco mais curial que retempere o es-
< pirilo religioso e lirni.i na consciencia de lodos o
a principio do de ver, enifnn com a ocqo lenta do
' gaaisa<;io judiciarla, podereraos conseguir me
'i Huires frustos e mxima seguranca que deve
mas.
Ora, eis aqu applicada a phrasc do publicista da
Pretincia ao Eitm. c laseiheiro Silveira de *ouza, de
rreflectido, leviauo, sera plano admiaistractivo,
le., que Urabem apolla para a accao do lempo!
O que dir o publ'.cista do que deixaraos trans-
cruji?
- Pois bem, ouca-nos ainda.
E' agora o Exm. Sr. barao de Villa-Bella quem
vai autonsar nossas palavras-
Relatoriem 1864 :
Os defeitos da educaco religiosa, a mingua de
instruccao, as lacunas. por todos sentidas da
nossa lemslacao criminal e outras muitas causas
queestao ao alcance de vossa penetrado, sao
enbaracos contra os quaes debaldo ula as
vezes, a autoridad^, normis perseverante que se
mostr na repressao los crimes.
Dcicarregam boje 6 de maio de 1873
lio inglez-1Vnits-mercadons para alfan-
Edital u. 121.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
nao lendo sido arrematadas as mercalorias abai-
xo declaradas, annunckuhs a leilao por editaos
ns. 114 e 119 por falta de concurrencia, se trans-
iere a mema arrematar! para as i 1 horas do
dia 8 do corrento, porta desta reparlicao.
Arniazem n. 5.
Marca1 L M 4 CsSn numero 1 roia de fer-
ro fundido, simles, para moinho, padaria ou se-
melhantcs, pesando 90 kilos, avahada por 15.>.
vinda no navio inglez Edith, descarregada em 3
de abril de 1871, e consignada J.Lopes Machado
& Conipanhia.
Marca -F -sem numero 3 potes de loura vdra- pretende sabir muto breve a
da, vasios e quebrados, sem valor, vindos no bri- Jvwi Fama II por ter grande
gue inglez Hebe, descarregados em 6 de abril de regamento pronipto. "
1872 e consignados Saunders Brothers & C.
Armazem n. 6.
MarcaT F2 caixas vasias sera valor, vindas
de Bordeaux no vapor Irancez .4mo:one, desear-
regadas em 9 de abril de 1872 e consignadas
Tisset Freresi
Alfandega de Pernambuco, 6 de maio de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
Novo leilao
DO
Eitgenho Monte d'Ouro]
Ao naio dia cm ponto.
Por mandado do Illnff Sr. Dr. juiz de dlreilo
especial do commercio desta cilade, a requer-
liento dos administradores da massa fallida de
Squeira & Pereira, o agente Pinlio Borges far
njovo leilao do engenho denominado Monte d'Ouro,
silo no tormo de fpojnca, desta provincia, o qual
Eiihorado por exemieao dos ditos administra-
viuva e henliros do Dr. Ignacio Nery da
a, -djudieado indicada massa.
Ao meio dia em ponto, no escriptoro do refer-
alo agente, ra do Bom Jess n. 51, fontr'ora
Cruz), onde os.Srs. prpleudentes podem liaver as
informacOcs necessaria*.
LEILO
DE
movis, louca e cnslacs,
uro cabridlet americano de 4 rodas com co-
bert e arreios pora um e dous cavallos.
A SABER :
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, I espe-
Iho grande, 1 eandieiro a gaz, 4 casliraes e man-
gas, jarros para llores, 2 albun*, (apeles, 1 bino-
culo. |
Urna cama franceza, 2 guardas-vestido, 2 guar-
das-roupa, 1 tapete, 1 lavatorio,- cabidos l ma-
china de eostnra, camas para meninos, 1 berro, I
eommoda, 1 sanfti.irm c paliteiro de prata.
Urna mesa clstica, I guarda lo'.a, 2 apparado-
res, 2 d'los com (ampos de pedra, 2 marquezas,
12 eadeiras, anparclhos para cha e jautar, garra-
fas, copos, caliees, compoteiras, I relogio de par-
de, mesas, caleiras, trem de cozinha, llandres, po-
tes e mudos outros objeclos de casa de familia.
HOJE
Na ra do Hospicio n. 5i, segunda casa de
azulejo, cm fronte ao porto do collegio
de S. Francisco Xavier.
O agciil.- Pinto autorisadii pela familia do*Sr.
Manoel Hibero do Carvalho, a qual rclirou-se
para a Europa, levar a leilao os movis e mais
objeclos na casa que servio de sua residencia,
ra do Hospicio n. 54.
O leiltto priucitiar iitt lO'horas.
iros milito* olij*tr n> mu h**n me r-H
mu i-ira lora da fff .vinr.
O agente Martins Tari Iwl.io do uOm os numen
acfina, os quaes se achare mu* kore i
e serao vendidos pelo maior preeo, m
da ra do Imperador n. i8
AS i 1 HORAS DA MANHA
Leilo
DE
um rico adereco de brillianles cravados en prala,
obra de ansio
0 de maio ao in io dia.
Porintervenco do agente Pinto, na casa da ra
do Hospicio n. 54.
LEILO
LEILAO
2 commmlas e 2 apparadores V mof%> m
Mm
Oiiarta-lfi-a 7 d.iWJHWg
A ti born.
O agente Pinto levar a Vftte. or l_
do gerente do consulaJo te Franra, ew |
de seu i-h.inoeNr>r e por coMa e rrw-o t>MI
perteocer. de 3 r.ii\.is marra M C A C. *. ti a
8'3, avari:da< ? bordo da barra (raneen fi na sua uliim.i vi.ipem a osle luirlo : o le*> ten
en>rftno < (( homs do dia aoirea do, rm o o<-
cnpU)TK> do referid-* .->..nie, ra io Bom !rm
n. 43.
Tirar
M
arinaco, gaz, gim*ros e mais utensilios fXMio-
tes na l.ivn na da ra dv Mapi(*i iha, MNr'ttra
iua Direita
Ouar ta-feira 7 O agente Pestn em r<>|rrak-U do nuoiad
do lllm. Sr. Dr. juiz de din -Mu >pori il do rom-
nicrco, far leilao por roota r nru -fMn f^-
leuror, da aniia-.o r mais i bj.-
os quaes fazem parle da massa fallida Man-
llnrs Mondes & C.cujo lialaif.xi mi
di i agnii" para >i-r examinad, o Wlj u Ki-
gar euarta-feira 7do rorreaV ,- | doran dr
manlia, na mcsina (avena.
IIK
chapeos do Chile, de cllr de
massa o oulms
QTARTA-FEIR.V 7 lKKjiRRKNTr:
l'nr intcivt-liri do ai-nii- l'intu.
Por orcosio do U-il o m Uzeada*
Em seu tcri|loiio, raa >!' Bom Ji-nn* a. 4 :
*la, fe
Leilao
da casa lerrca n. 6 da ra do Aragao, em chaos
proprios.
Urna ditana ra de Vidal de Negreiros n 130
(Cinco Ponas) reedificada.
Urna dita n. 13 na ra do Amparo em Olinda,
em chaos proprios.
yUARTA-FI-IItA 7 DO CORRERTE
AO MEIO DIA.
Por inlervenrao do ageule Pinto
Em seu escriptorio, ra do llora Jess n. 43.
LEILAO
DE
fazendas inglezas
A V A IITA A S
constando de
madapoles, algodes e chitas.
"OAKTA-FEIRA 7 HE MAIO.
P inlervenrao do agenle Piulo, em seues-
jriptorio, ra do Bom Jess n. t.
dega.
Brigue hollandez Thosbe-'k vario* gneros para
o trapiche Conccicio, para nespachar.
Brigue inglez Miranda varios gneros para
o trapiche CRnceico, para despachar.
Barca allein i -Ellida -va ros gneros para o Ira-
piche Conceifo. para despachar.
Palbabole americano W.ltie Haskette-varios g-
neros para o trapiche Conceico, para
despachar.
Lagar inglez rVoeJ bacalho j despachado
para o trapiche Conceirao.
Barca ingleza-Lau'iia bacalho j despachado
para o trapiche Conceico.
Brigue inglez Accidental Star carvo j des-
pachado para o caes do Apollo.
Barca americana Casco(aboado j'despachado
para caes do Apollo.
Patacho inglez Princest carvo j despacha-
do para o caes uo Apollo.
Sumaca hespanholaPreciosa vinho para depo-
sito no trapiche Barbosa.
Brigue ingle Jane Gosdycar materiaes i
despachados para a estrada de ferro de
S. Francisco, pira o trapiche Conceirao,
para conferir, e carvo de pedra j des-
pachado para o 4* ponto.
Vapor nacional Pirapana mercadorias na-
cionaes para o trapiche da companba
pernarabucana.
Iiujioi tuerto
GranjaVapor nacios 1 Pirapama, consignado
companhia Pornambucana, manifestou :
Algodo 95 saccas J. P. Moutinho, 20 a M. M.
Pinto, 81 erdem.
Couros 263 a Oliveira k Filbos, 280 a J. B. Oli-
veira, 133 a Fernandes & Irrao. Caf 20 sac-
eos a H Forster & C; 12 a Santos Bastos, 23 a E.
A. de Oliveira. Cera de carnauba 2 caixas e urna
barrica a J. L Davim. i hrne salgad 7 barris a
Tasso Irmaos4.1:. Castnhas 2 caixas a J. L.
Davim. Cidra urna eaixr. a IJ. A. Oliveira.
Gomma 32 saccas a J. L. Davim,
Lengos de labyrintho um caixota a L. Goncal-
ves da Silva *'Finio.
Massa de tomate 4 caixas a P. Carneiro Pellesde cabra 3 fardos a Gomes de Mallos 4
Irmos.
Soja 7 meios ordem.
LAiMC0El
- CONSULADO DE PORTUGAL.
Convida-se aos credores do finado subdito por-
tuguoz Antonio Baplisla Fernandes, para apre-
sentarcm suas cuntas ueste consulado no prazo
de oito dias para serein verificadas e pagas.
De ordem do lllm. Sr. inspector desta thesou-
Para o Porto
g llera porlugueza
parte do seu car-
Recebe a carga que Ihe fal-
ta a prt eos mdicos, e tambem passageiros, para
os quaes tem ptimas acconimodacoes.: traia-se
com Tito Livio Soares, ra di Vigario n. 17.
COMMIA
raria se declara que, nao necessaria a exhibicao
de folaa corrida pelos pretende ules aos lugares de
pratcaDtes desta reparlb-ao, como por equivoco
se exigi no annuncio de 26 do raez prximo pas-
sado ; devendo, porem, -os mesraos apresentar do-
cumento que prove a sua boa conduela.
Tliesouraria de fazenda de Pernambuco, 3 de
maio de 1873.
O 2." ccrip(urario servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Cerreia.
DAS
JIESSAGERIES MARITIMES.
At o dia 8 do carrente mez espera-se da Eu-
ropa um dos vapores desta companhia, o qual de-
pois da demora do costume seguir para Santos,
tocando na Babia e Rio de Janeiro.
Para condicoes, passagens, fretes, etc: trata-se
na agen*ia, ra do Commercio n. 9.
No dia 10 do correte mez espera-se dos portos
do sul o vapor francez Mendoza, commandante
Benigni, o qual depois da dernira do costume, se-
uir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore) e
isboa.
Para condic.oes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Gommercio n. 9.
ANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Rima, junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 8 de maio, pelas
horas da tarde, tem de ser arrematadas a quera
mais vantagens offerecer, pelo fempo de un a
tr s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
m ESTABELECI VIENTOS DE CARIDAE
Rq.a do Cabuga.
Loja u. 1 C.........600JOOO
Ra da Alegra.
Casa terrea n. 7...... 37OiO0O
Ra de Santa Thereza.
dem n. 5.........203*006 Mona juiiizenul
Rna de Hortas. At o dia 8 do corrente mez esperado
Loja do sobrado n. 41 ..... 124/0OO porlps do sut o vapor desta companhia Patagonta,
Ra da Viracao. o o|uat seguir uo mesmo dia da chegada para Lis-
Casa terrea n. 19...... 240*000 boa e Liverpool.
Ra do Pudra Florano Para passagens e mais informacSes, diriam-se
dem n. 43....... 200*000 aos agentes Wilson Rowe A C.
DE
urna caixa com msica, 30 resmas de papel, 1
linleiro, porla-charutcs, estojos para costura,
estampas, gravuras, molhadorcs para copiar
cartas e outros artigos.
OUAltTA-FEIHA 7 DO CORRENTE
s 11 horas.
For interveno do agente Pinto
Ra do Bom-Jesus n. 43.
LEILAO
DE
una caixa com brins c urna dita cora pastas de
escrever, tudo cora avaria d'agua salgada.
QLAHTA-FEIKA 7 DO CORRATE
1 hora cm ponto.
O agente Pinto far leilo, por auiorisar-iio do
Sr. gerente do consulado de Franca, em presenra
de seu chanceler epor conta c risco de quem per-
tencer, de urna caixa marca P M 4 C. n. 2373,
conlendo 30 pecas de brim, avadado a bordo da
barca franceza Sanie Ijhz, e una dita marca L
& C n. 634, conlendo pastas para escrever, ave-
riada a bordo da barea franceza Fidht, o leilao
ser effectuado no dia e hora cima mencionados;
no escriptorio do referido agenie, ra do Bom
Jess n. 43.
Leilao
Pacifle Seam lavigation Goiupan)
Royal Mail Sleajners.
Ra do Senhor Bom Jeeus.
Loja do sobrade n. 33......800*000 I
Ra de Sania Rita.
Wem n. 34.........261*000
Ra da Ponte- Velha.
o. W......136*000
Caas terrea Ra da Guia.
dem n. 19.......... 200*000 i
14 -Ra do Commercio. 14.
Ate o dia 11 do corrente esperado da Europa
o vapor Galicia, e seguir para Babia, Rio de Ja-
neiro, etc.
Para passageiros, encommendas, etc.: a tratar
com os
\ agentes Wason Rowe 4 C.
U-RA DO COMMERCIO-14.
DE
100 duzias de chapeos
(A\ a r i A D O S.)
}uarin-feir 9 le luaio
s 10 1(2 horas.
O agente Pinto levar a leilao por autorisaro
de cnsul de Franca, em presenra d seu chancel-
ler o por coma e risco de quem perleocer, a cai-
xa marca C 4 C. n. 246, avariada a bordo da
barca franceza Fidelit, na sua ultima viagem a
este porto; o leao ser edectuado s 10 i|2 ho-
ras do dia cima 'dito, no escr.'plorio do referido
agente, ra do Bom Jess ri. 43.
s>
DE
movis, loucas e vidros.
QARTA-FEIUA 7 DO CORRENTE.
. Sendo urna rica mebilia de Jacaranda cora 12 ea-
deiras do guarnirlo, 2 ditas de bracos, 2 ditas de
balanco, 2 consolos, sof e um mesa do meio de
sala, 1 guarda jestidos de auurello, i guarda rou-
pa, 1 par de aparadores de amarello, 1 mesa els-
tica com 7 Uboas, i guarda lou?, a, 12 eadeiras pa-
ra sala de jantar, 1 quartinheira. 1 cama de ferro,
i dita de amarello, 2 eadeiras de braco, 1 marque-
xa. 1 aparador de amarello, entalhado, i cama de
faia para menino, 1 candelabro cora 5 luies, 2 ser-
pentinas, 1 meio apparelho do mesa, 1 dilo com
'""es, lan-
eu-
(jemiuas, i meio appareinu uo iuc-, u"j
falta de pecas. 4 garrafas finas, copos, ojjfcft
ternas, compoteiras, esperaos, 1 porta-flHF
DR
nina projiriedadc i !i|Mr!anlr
lcHaiunala
Sitio QUARTA-FEIRA 7 l0 COMEXTt
Francisco lgnai-i riaado pelos nrop relarins do sitio .i.-imi. d
com lirenra do lllm. Sr. juiz *, vi-nJ---
r a BMMaa OD dia 2 de maio prximo M>iJ->rro.
ao meio dia, no seu es riptorio, ra iloUon Jesn-
n. 43.
A propriedade tornase miiit p'nminvndavi-1
por ler divrrsa< meas ilc m radia, ularia e gran-
de baixa de i-.ipiui. c ] -1 produzir urna reada
animal de 3,0114 mi mais.
PMfHNk
Symphronio Qoeir ea lera procurado m:p.-4t< a
venda da lila proprieda le, bointeia rm ejalaar
rom (reitn a lima porr'io de Ierra e urna pn|a<-
na tasa que faz parla ada,
O pretendido dnit i de Quevnfa aaaeaMa.e
quereiidi) elle f.i/.e lo valer em jtlizo, derahiu le
accao que para isso inteu; u e pi. os herdci"ns do leuenle-corond Fiureoew I
Carneiro Moiiieim
Os acrordio qoe abaixe se iran-rn-ie, m -
train liaver elle decahido i!sta M
O l.'inoslra que os her d-FI i -on I
Carneiro Monleiro foram luli rmn efle
prweguio a acijao iutenl id i p r 1,1 .i'^i. lu !
de il enibi de 1861 H. l*i i M
O 2.* uMsira que se julgmi milla; w.i. iu
oblivera Queiroga e que lenlai
,;.,.-(' nao ser rmpeteme a ;.> !-i, fl. 402
23 de out libro de 1866.
O 3.' metra que foram d -pie/..-! I> o i-mlar-
gos oppotos por Queiroga e nm i iii.l.Io
dio a Bs. KM e 42i. I* .1 danallr< de IM.
Queiroga foi rorntannadn as rul
AerorC -
!. A II. IKi>. -Visl/is .-i ol.-o pr.-
vad s os ailigo* de haln'ar < del). ''. ^IkOU
a eerlido .|e II. 17' e em Ti-'e do- d-p in..
de lis. 176 a 177, e por i- u. luvend i i Iu'.hI,
dos por habilitados, mand i qi
os lerBMM d:i arwli; aerio. Pagm-m ir iululi-
landos as i-!i-!.i-.
Recife, 16 de deiembro dr IS5I.
FVvariaM -' Arajo Burro*.
1 A fl. 401 Aecordios na Mari* ele^tpa
propoetoe discutid i rsie f.-iin -iv-l
app -llanles I) Joaquina lloiiif. i PaTOl CaraeT
voaleiro e seus iii is. aaaefl le s>mitnoii
olunpio de Queiro.ua, julgam nuil;', a waieaca
sxequeoda, porque a co intcnUtdh incuoot-
lale eaem applira^ao vala qnr tal
ici i i n.io ro;ii. e ue, esttoaa na pana
do terreno de qoe onirna al i vH o a, ejar
ninguem Ihe eonlesla, quer livrar se de a na -t-
Vi i que Ion es.-e oiiii.i r.anein dan** Wi
arvore plantada em dito le:r.-i; I
appcllado as euatas.
I'.ccfe, 23 de nulubro d.- im'ii.
Son:a P.
SmflM i (vencido I
Aliiie d i All" ,
JiDffa (Vei
D> Assis.
V A II. aflO. \ c. rdo em rclar>i
feiio o rclalorio doeslyHo, julgam riulargMar
habililado para intervir na piv-OJI I iua _*
parle, a desprezam i< eiiilaip's para rtiaArau
n-ni como c nlirmam a arcordao a il. 402, e atan-
dain embargante as cusas.
Recife, 18 de de cnibro de 186?.
StaatiaV P.
: /.' i vencido qiiant > atl
rerebiim-nlii los cnilargos.)
Almeida Ak%*fnr%m.
Molla.
.(JM.V.
D&ktingiift Silrt.
LEILO
DOS
objectos c\istenle> onde osti u liotai
Ainerifauoa ra (in Ciuiiuieicio n. i.
quo foi de Adamson ti C.
OllMA-lEIRA 8 DE MAIO
A requeriinrnto de F. luard i Turpira e por maa-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz de dirnU jperial !-
conuncicio, o agente IVsiana far Mi) delaflaa
os objectos de mobilia. bebidas, Inoras e vidros azia-
tentesno hotel American i t > a rm d r^raaaerrki
n. 12, e ludo sera vendido cm lote, guaI I a>
ventano, no da cima, a> feira 8 do corrente. a*
11 horas da man- a, no mesmo csulieieeaenk
LEILAO
DE
219 toneladas de canio de pedra.
OL'INTA-FEIItA 8 IH> M
s 11 horas em |
.No armazem do baio do lvraineaie, cae* 4 >
Capibaribe.
O agente Pinto levar a leilio. a r
di- Tisset Frres, por aularisacao V gifvaM *
consulado de Frauca, cm presenca de aeu
eeller e por conta e risco de quem prteacer. e>
219,600 kilos (219 lonelad isi do carvo te pedra.
desembarcado do brigue francez .trrwr, da Dun-
kerque, e exil vra ment, caes do Capibara*, ande tar
s II horas do dia acinv "
LEILO
DE
em
um grande predio no Poco la 1*
frente igreja, tendo 3 salas, 7
cozinha, um grande terraco ao hia
tro uo fundo, frente murada ata ponto
de ferro, grande quintal com alauas ar-
vomiflft. sendo as las aabs ek fraoaa
I


-feira 8 de



Diario de Pernambttoo Ter/j* feira 6 de Maio. de 1873.

O asente Martias Tari lelaV. do predio cima
proprio e n'un dos priawiros arrabaldcs di d
No armazeni da rua do Imporari* n. i, a H
horas do da cima.
Para qualquer iiifurmacao entendam-ie com o
-agente. .
Grande e importante
DE
m**v**i*
SEXTA-FECHA 9 1)0 COMIENTE
Por interceacao do agenle Pinto,
o arniazem da raa do Bom Jess n. 6, ( Recife
A saber:
jjm piano forte, urna excedente mebilia de ja
caranda a Luiz XV, 1 mesa de charlo, 1 espelho,
4 cania de Jacaranda, 1 guarda-vestido, 2 commo-
das, 1 prensa de copiar, I moinho grande de fero,
3 camas de ferro com colehdes, jarros e qaadros,
1 mobilia de niogno com podra, I dia de amarel-
Jo, I grande e magnifico guarda louca, envidraca-
do, (que bem pode servir de estante para livros)
1 mesa redonda com pedra, I mesa de sof, cadei-
ras de balanco, sofs, mesas e cadeiras, e muitag
antros movis existentes no armazem da ra da
Cruz n. 6.
O leilo principiar as 10 horas.
% Cdiisullirb medica t
i
i
LEILO
DE
urna casa terrea na villa da Escada, no ter-
mo de Santo Antao desta provincia, sita
A ra da Barra, propria para qualquer
estabelecimento.
SABBADO 10 DE MAIO
s 11 horas da manh.
O agente Pinho Borges competenlemente auto-
risado, vender em ieiliio a supradta casa, no
seu escriptorio, na do Bom Jess n. 53, primei-
o andar, onde desde j os Srs. pretendentes podem
raver as informacfies e esclarecimentos.
aVISQSOVEHSOS
mk DA FORTUNA.
AOS 5:000#000.
8ILHETES GARANTIDOS.
i' ra x TYi'/ittro de Marro (oulr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se venda os felizes mneles garantida
da 6a parte das loteras a Beneficio da matriz de
Barreiros (49*), que se extrahir na quarta feira,
7 do crreme mes.
PRECOS.
Bilhete inleiru 6 000
Meio bilhete 3000
Quarto 1300
EM PORi^O DE OOJSOOO PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5500
Meio bilhete 2 750
Quarto i 375
Munoel Maiiins Fiuza.
VOS Cltl|olu(lilM,
furunculosas e ulceradas, victimas de humores es-
crofulosos, que arrastais vossas immandas pessoas
-ai lompanhia de gmtc melhor, tomai a salsapar-
rilha de Ayer e purgai a corrQpcao de vosso
sangue.
Restaura i vpssa saude e nao somente gosareis
melhor existencia, porm tornareis a vossa com-
panhia mais toleravel .melles em cuja sociodade
vivis.
IX)
Dp. Murillo.
BA DA CRUZ N. 86, 2 AXDAB 9
Rccem-chegado qnentou os hospitaes de Londres e Pars,
pode ser procurado a qualquer h'ra da
dia oti da noute p ira objectn de sua
pfottMAn.
Consultas de meio dia as 2 horas.
Gratis aos pobres.
Especialidades.- Molestias da pelle, d w
crianza c du mulliei. 7&
Emprega no tratarjento das molestias Q
de sua especialldade as Duchas e banhos O
a vapor, para os quaes trouxe os appa- ~q
rellios mais modernamente empregados
na Europa.
{jf, Tainl>em applica cora grande successo
Q o tratamento das molestias do tero a 'd
Qllelectricidade, pelo preces o do Dr. Tripier.Q
MQXS^'aX^^
Criado. .
Precisase de um menino para criado : ra
da Alegra n. 40.___________________________
Amlaiii alerta.
Pede-se ao Sr. Francisco de Paula Rosa, ma-
chinista da estrada de ferro de Olinda, o favor
de entender-se, na travessa de S. Jos n. 27, sa-
br ajcan-uca que eslava em seu poder alugada,
e que nao so os alugueis, como dita carroca^atc
o presente nao tem dado oluco, isto desde 25 de
Janeiro do csrrente arno.____________

O Bario de Palmares, testament iro de D.
Margarida Francisca "da Silva, por mais diligen-
cias que at agora ha empregado, anda nao pode
lescobrir quem sejam os lthos de Mara Joaqui-
na, casada com Francisco Jos Xogueira, aos quaes
a testa lora deison um legado da quantia de 4< OS,
e por issj recorre ao presente annuncio, pelo anal
convida os elitos legatarios a que se aprsentelo
devidamente habilitados, podendo elle para tal tim
entender-se eom o Dr. Innocenelo Seraphico, no
seu escriptorio, ra estreita do Rosario n. 23, 1
andar. _____
Urna senhora competentemente habilitada,
11 qioe-se a ensinar em qnalqner engenho, por
i'ommodo pceo : na travessa de Joao n 13.
Ao commercio.
Vende-sc una (averna hem afregnezada nos
airabaldes desta cidade, faz-sc todo negocio : pa-
ra informaedes, no Vrraial, taveroa nova.
O advugado Antonio d AsH,mpco Cabral
mudou sua residen* ia para a ra das Cruzes, so-
brado n. i'2, !." andar.
O Sr. Manoel Uernardino Vieira Cavalcante
rogado a que mande, i,u drja-se i. ra do
Amonm n. 37, a negocio de mutuo nteresse.
Saunders Brotliers & C mudaram o seu
estabelecimento de fasendas, da na do Vigario n.
1 para o largo do Corpo Santo n. 11, primeiro
andar.
Escravo fgido.
Fugio no dia iti do correrte mez de i^ar/o, o
escravo Henrione, comprado era 1" do mesmo, ao
tsente coronel Claudino Correa de Mello, do en-
genho Algrete em l'ai j'Alho, oiule se presume
He esteja. Tem 09 signaea sognintes : 20 anuos
de idade, ponco mais ou menos, bem preto, cilios
grandes e espantados, rosto redun lo, lentes alvos:
le.-ou cal'M ecarniza de algodo da Babia echa-
peo pelo de mauilha. Foi encontrado na estrada
nova, caminho de S. Loarenco da Malta. Pede-se
s autoridades policaes e c.ipitaes de campo, que
o apprei cndaiu e o co- dozam a rua do Bario do
Trnmpho na, U2 e !>i, (antiga do Brom), que sero
generosamente gratificados.
Auzentou-?e da casa do seu senhor a escrava
Febroni, preta, aluna e corpo regular, peitos
grandes, vesgil c picada de bexigas, ps curtos
cab los earapinhos, denles um tanto salientes e
sujos, tem tres dedos da m;o dircita aletjados le
vou tres vestidos de chita novos e um de sela
preta, nm de cambraia branca e otaros, consta
que segu saisiulio de Po-d'Alho em companhia
le um crioulo forro, chamado Manoel Lopes, 1110-
co, estatura baixa e com ponca barba, e na
:tural do Qaali. Quera a pegar queira leva-la rua
do Bom Jezus o. i'J, armazem, ou na Ponte de
Henos, casa dos herdeiros Guibson, que ser
bem recompensado.
Fugio
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joao, de 18
a O.annos de idade, com os signaes seguintes :
altti_ regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
denles perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos earapinhos. ps cliatos e cheios de cravos,
bem esperto e ladino, canhoto, co inherro, tem
bstanle piatca de armazem de carne secca ; 1e-
vou uina bolea nova com duas camisas, sendo
urna bordada, 2 ceroula--, ( camia de meia, 2 pa-
res de meas e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levan 51i, e mais alguma roupa perten-
*:ente a ette : roga-se, portanto, s autoridades
e capiles de campo que o apprei.endam e Icvem-
no ao seu senhor, rua de Pedro Aflonso n. 7,
que serSo generosamente recompensados.
Fugio no dia 11 do crrente a escrava An-
fela e 30 a i annos, de altura recular, seeca
o corpo denles limados, e urna carnosidade en-
tre o> yeitos, consta estar aeoutada por um ne-
gro que raballia no assucar, de nome JosJIau-
rino, que mora n mu cortijo no becco do Veras :
roga-se s autoridades pliciaes e capics de,
campo a appnsbeaco da menina, levando-a a rua
da Imperatrtz n. 6, iirimeiro andar, que ahi se-
rao recompensad;".
Previne-se ao commcrcio que ninguem faca
negocio com urna letra de tOOi, sacada pelos ahai-
xo assignados sobre os Sr. Jos Narciso da Silva
& C, em data de 7 de abril do cerrante mez, ta
einco mezes de prazo ; esta letra com a numera-
cAol02i foi extraviada da casa dos abaixo assig-
nados, que consideram dit letra como nulla e de
nenhun valor. Recife, 30 de abril de 1873.
IL Leiden & C.
g O Dr. En ni o Coutinho mudou o seu
2 consultorio medico para o primeiro an- 5
Q dar da casa n. 37, rua do Mrquez de 0
M Oiinda, onde coniimia no exercicio de tt
sua proflssao. ^
9 Consultas de 1 s 3 horas da tarde. 9
Ao commercio.
Os abaixo assignados partieipam ao respeitayel
publico, com esperialidade ao corpo commercial,
que tecm justo c contratado com os herdeiros do
tinado Jos Joaquim da Silva Guimaraes, o esta-
htlccmento do molhados. silo na rua de Paulino
Cmara n. 41, hvre e desembarazado de qual-
quer onus.
Recife, 2 de maio de 1873.
Manoel Josi.Carneiro Guimaraes.
Francisco .los de Azevedo Braga.
Bom engenlio.
Ycnde-seumengenho moen-
te e corrente, distante da
pra^a 1- leguas, com boas
obras e trras para safrejar
2,500 pes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pographia que achara com
quem tratar.
CASADO OliT
\os 5:000?000
Bilhetes garantidos
Una do llardo da Victoria (outr'ora Movaj
n. 63, c casa do costume.
O abaixo assgnado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 8003 em dous
meios de n 1235, a sorte de 300*000 em bilhete
inteiro de n. 489 c dous uos de n. 1210 com a
sorte de I00, alem de outr-s sortes menores de
iOOOO e 201000 da lotera que se acabou de
extrahi (48",; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serio pagos na forma
Jo costume.
O mesmo abaixo assign.ido convida ao respeita-
vel publico para vi- no seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes/iue nao deixarao de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
snnun ios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 0* parte das loteras a beneficio da
igreja matriz de Barreiros, que se extrahir no
dia 7 do mez de malo..
Precos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De f 00-2000 pava cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 30 de abril de 1873.
Joao Joaquim da Costa teite.
LIVROS NOVO
l)K
LISBOA.
, Aimard. Ai gierrilhat de Jurez, romance
americano, Ir. de F. de Lencaslre. Lisboa 1873.
8.V............ 4*000
Almanak do Exetito para amo de 1873.
Notiria sobre o exercito portogoez. Lisboa 187.1.
. br............ 2*000
Brfnrr.Os martyrt de Parir. Porto 1873.
8* br.......... 1/iW.i
Cantador de Agua.- Lisboa 187*. 8 br. 1 *0 4
C'iftatk guia de caiaiLu. l'ara que pejpeami
libo da prudencia se .iccru cmn :i rana do d*
canco. .Sov. edic, por C. Caslello-Braaeo Porto
1873. 1*.......... 2*000
C'iiteUo-Dranco.O Vtscoude de Ouguella, perfil
biographico. Porto 1873.12* br. 2*000
Catiro.O Prodigio as sallas, manual de pres-
tidigitacao, ornado de estampas, o mais carioso e
complete que se tem publicado neste genero. Porto
1872. 1 vol. em ...... 3*0(Xi
Chardrall. O opaixonado de Mara A ntmieta,
romance histrico. Lisboa 1872. 2 vol. em
8-............. 6*000
Coelho.A questao do ensino. 8* br. Porto
1872............ liOOO
Cordgiro (Luciano.) Estados s9bre o real cotle-
ijio militar. Lisboa, 1873. 8* br. 500
Decretos promulgados pelo ministerio da mari-
nha, de 11 de noveiubro de 1871, 16 de novem-
brodel872 Lisboa 1873. 8* hr. 1*000
Os difamadores do clero catholico. Porto 1873.
8* br............ 1*000
Estatistica medica dos hospitaes do ultramar,
em 1871. Lisboa 1873. 4* br. 2*000
Farpas,^De Janeiro e fevereiro. 1*000
. Hrrcultuo (A).=Opuscuios tomo 1. Questoes
publicas. A voz do Propheta Tkeatro. Egres-
ia. Caixas Econmicas, Freirs de Lorvo. Ar-
chivos ecclesiasticos de Roma. Conferencias do
Costino. Lisboa 1873, em 12*. 3*000
Institu (() ndustriel de Lisltonne, cotice. Lis-
boa 1873. > br........ 500
a hindelle.A Vinganca do Sargento, romance
martimo. Trad. de Piuheiro Chagas. Lisboa
18/2. 3 vol. em 12*..... 10*000
Latino Coelho-Elogios acadmicos. D. F/.
Francisco de S. Luiz. Rodrigo da Fonccea Maga-
Ihies. Lisboa 1873, em 12 4*000
Lcgislaco sobre expivpriacSes. Lisboa 1872.
8 br............. 1*0:0
Ligar o (Santo A/fonso.) Preparac) para a
morte ou considerares sobre as verdades eternas,
uteis todos os fiis e aos sacerdotes. Lisboa
1873, em 12........ 3*000
Leis promulgadas de 22 de marco lo de maio
de 1872, pela cmara dos deputados. Lisboa 1872,
em 4* br.....<. i*ooo
Monique. Portugal desde 18:8 a 1834. Lisboa
1872. 8-.......... 4*000
iVouo Guia do Viajante em Lisboa,Jintra, Ceda-
res, Mafra etc., com urna introdcelo de J, C. Ma-
chado, e um rnappa de Portugal. 3" ed, Lisboa
187J. I vol em 12* .
Oliveira Martins. Thearia de Sc>cialsmo.
EvolufSo poltica e econmica das sociedades na
Europa. Lisboa 1873, em 12. 4*0) 0
Pt.droado (o) ultramarino agonisante. Lisboa
1873. *.br........ 1*1-00
Physionomista M das Damas, ou arte de conhe-
cer as pessoas pelas feicoes do rosto, ornado de
desenhos. Lisboa 1872, em 12. 2*- 00
Pimentel (A) Do Port-1 Claraboia, romance.
Porto 1873. 120 br...... 2*003
Pontn du Ternul. Viuyancu da Barotteza.
Porto 1872, Im 12....... 3*000
Poiisan du Terrail R camble. Novo e ultimo
epi-olio.=A corda do enforeado, tr. de G: deCam
pos. Porto 1873. 2 em 12. 6J000
Programma dus cadeiras d'i escola polylechni-
ca em Lisboa. 187273. 8. br. 510
Relator i} do c nselhn especial de veterinaria.
Lisboa 1871. 4" br........ 1*500
Retatorio sobre a administraran das maltas do
Reino em 1870- 1871. Lisboa 1872. 8' br. 3*000
Rocambola. Edijao popular. Tom. 52 ; assigna
tura per mane ite....... 50
Tratado de commercio entre o Portugal e
Austria, celebrado a 13 de Janeiro de 1872. Lis-
boa 1873. 4" br....... 1*000
Vidal (E. A,) Crepusculi s, versos. Lisboa 1872.
8............. 4*000
Zaccene.- Os dramas da Fnternocionat. Lisboa
1872. 2 vol. 8......... 6*i'00
Vasconceltos ( A. A. T.) O celibato ecclesiatlico.
reflexoes carta do padre Jacintho. Lisboa 1873.
1 vol. em 12........... 3 000
Wisemann. Fabiol >. i vol. 8. ene. Porto >72.
por............. 8*OiHl
l.ivrat'ia Franoeza.
SHERRY KINA
((VINHO DE QUINQUIA HIGINICO
PREPARADO COM OS MEI.HORES VINHOS DE HES-
PASMA DA HUMA
CALVftlflnCA.G. C, OESEVILHA
PoltNRCKIK'H DA TOA MACKSTADK A KAIMlA
o'hespamia.
POR
TH0I1ERET GLIS
PttMrmitcciitiec
EX-IXTKRSohOS 1IOMM1 AKS 10 l'AKIS
O SHEKKY-kINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parto dos medi-
cas de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarn nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos dess genero em
que Mil TAS VEZES SE SACRIFICAM AS QUALiDA-
DES TAO ESSENCIAES QUER DO VINHO, QUER
do QUisyuNA (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especulado (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.a edicio.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOMED & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
CRIADO
No collegio da Concedi, rua de S. Francisco
n. 72, necessita-se de um bom criado, paga-se
bem : a tratar no dito coilegio. ________-
Engenho.
Arrenda-se o engenho Mearim, da fregueiia do
Benito, bom d'agua e de excellentc produccao, po-
dendo safrejar de 3 a 4,000 paes de assucar, sendo
distante das estafes de Agua Preta ou Una ape
as tres legoas: quem pretender pode dirigir-sc
a Paulo Cavalcante de Albuquerque, no engenho
Penderaca, ou nesta pra^a Campos, Raposo 4
C, no largo do Carmo n. 1. '
AVISO.
e jai
Ped
Os abaixo assignados fazem sciente a quem
interessar possa, que amigavelmente dissolveram
a sociedade qu g.rou nesta prac,a debaixo da
firma Manoel & C, (cando encarregado do ac-
tivo e passivo o socio Joiio Francisco Manoel.
Recite, 1." de maio de 1873.
P. P. de J. Jos Manoel.
M. Manoel.
Joo Francisco Manoel.
Troca-Be
a moradia de urna casa na rua do Hospicio, com
quintal, agua encanada, banheiro, etc., etc., por
urna em iguaes condii;cs, na rua da Concordia,
Gamboa do Carmo, etc., etc., sejjdo perto da rua
Nova : trata se na rua do Barao da Victoria nu-
mero 30. .
100S000
de gratificado receber quem pegar e levar a
rua da Madre de Deus n. 36 o rnoleqne Hesbio.-
Este mole^ue Coi visto liontem 1. do corrente na
Ribeira pelo seu antigo stnhor o -"r. Jos Rodri-
gues Pereira, que soube depois estar elle ser-
vindo como criado com o nome de Luir a um lo-
gista na rua Direita. Promette-se nao ser casti-
gado.
gasssa sms eeasfisaa ssr?b
WM
S ~~
Auscntaram-se no dia 1* de Janeiro do corrente
anuo, do engenho Oiteiro de Pedro, da Iregbezta
da Luz, comarca de Pan d'Alho, dous escravos,
marido e mulher, ambjs crioulos, o escravo tem 43
anni'S, a escrava 15. Mareos, cor preta, cara largaj
pouca barba, altura regular, elieio do corpo, ps
grandes e largos, inios grossas, costuma apparecer-
lhe cravos nos ps ; c Escolstica, baixa, cor pre-
ia, ponco corpo, l'altam Ihe os denles da Crente no
queixo superior, ps pequeos e espalmados, e tes
ta grande.
(.onsla ao abaixo assgnado ter sido encontrada
a escrava em fra de poi tas, no Recife. Poder
entrega-Ios a.pessoa que os pegar, ao Sr Belisario
de Souza Bandeira, na rua da l'enha n. 5, que
receber a gratiticacao de 200*0fi0 ; ou ao abaixo
assgnado em seu engenho.
Oiteiro de Pedro, 20 de julho de (872.
Joaquim Coelho Leite.
Desde o dia 14 do corrente at o dia 18 esta-
r naestacao da Escada nina grande e bonita por
cao de burros venda. Havendo lindissimas pa
relhas para carro, de tamanbo e cores iguaes,
animaos reforjados para o servico de carrocas,
cargas e almoereves: do dia 18 em diante seguir
para as immediacoes de Appucos, onde ter al-
guns das de demora. 0 proprietario e vendedor
convida aos Srs. de engenhos e mais pessoas bem
como ao gerente d i eompankia dos bonds, a sorti-
rem-se n'esta occasiao ; pois nao o poderao fazer
em 187'-, em razo da grande scea que lavra as
provincias da Eahia e vinas, a qual nao permilte
o transito de tropas muars em urna exlenco de
16 > legoas. A tropa pode ser vista e escolhida
vontade.
^OTOGRAPHIA ALLEM^
MEDICO-GIRURGICO I
DO
Dr. .1. M. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
W Rua do Mrquez de 01ndi n. 25, pri-
M me iro andar.
* Consulta das 7 horas s 10 da n:
Chamad.-* h qualquer hora.
PBNHOBES
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qualibra quantia.
iVa mesraa casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Offerece-se um bomer.i para feftor de sitio,
com pralica de hortalica e de jardira'. a tratar
p rua do jlfarquez de Olinda n. 50, loja.
Precisando fazer um concert urgente, a nossa
ahera fiear fechada at sexta-feira 5 de maio
e 1873.
Alberto Henschcl & C.
Na ra da Imperatriz n. 37,
se de um bom -cozinheiro.
I
Cozinheiro.
1' andar, precisa-
AOS 5:000#000.
Estao vendaos felizes bilhetes da lotera daBa-1
hia, na casafez. do arco da Conceico, loja l- |
ourives, no Recite.____________ .
Precisa se de 5:o0C* a premio de 1 I[2 por
cento sobre hypotheca em casas : quem quizer
annuncie para ser procurado.
Jos Rodrigues Gomes scientilica ao respe-
tavel punlico e uspecialmente ao corpo do com-
mercio, que apparecendo outro de igual nome,
desta data em diante se assigna r
__________Jos Hodrigues Gomes Villacha.
D-se de 0 a 500* a juros com garanta :
neslatypographadir-se-ha quem d, equem deve
ser procurado, das 10 hars ao meio da.______
Ao commercio.
O abaixo assgnado faz publico que nesta data
vendeu a sua taverna sita no pateo do Carmo n.
39, ao Sr. Manoel Duarte Rodrigues Pinto, livre
e desembaracado de todo e qualquer debito.
Recife, 3 de maio de 1873.
'_____________Salvador Correia de S.
taixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
molhados e d fiador a sua conducta : na rua
larga do Rosario n. II.______
Precis-se de-um caixeiro que lenha prati-
ea de padana ; na rua dos Pescadores n. f.
digno de attencao,
Revolta este proceder. Conservar a casa fe-
ehada etando vasia, sem pagar os alugueis des-
i .AflA OH agosto do aooo pajeado, e a pobre da propria-
.-._? taria sem a chave de u casa e sem os alu-
gueis, vendo-se Coreada a recorrer a justica para
obter seu dinheiro e chaves de sua casa. Se com
esta publicaco nao for attendida, no fim de
tres das sah'ira com as iniciaes e se ainda nao
produzir effeito.em seguida sahir o nome por
inteiro : o dehito monta j a 320*000. _________
^^Precisa-se de um menino brasileiro ou por-
tuguez, com pratiea de taverna, e de conducta
afiancada : na rua de Paysand n. 33 C.________
0 NDVQ MEZ DE MARA
Nova <- tada.
Este livrinho, alem do mez de maio, seguido
da dcvocAo do Coracio de Mara, officio das al-
mas do purgatorio, noticia da medaiha milagrosa,
novena de N. S. da Penha e da Conceico, medi-
tarlo do Rosario, modo de ouvir missa e orac,5es
para confissao e communho, etc., encadernado,
pelo commodo preco de 2* : na livraria dos edi-
toras, rua do Imperador n. 54.
Os abaixo assignados deelaram ao publico e
especialmente ao corpo do commercio quo dissol-
veram no dia 22 de abril do corrente anno a
sociedale entre ambos existentes, e que gyrou
nesta praca sobre a razao de Joaquim Alves da
Silva & C, Picando o socio Abreu encarregado da
sua liquidado.
Joaquim Alves da Silva.
Antonio Jos dos Santos.
^je*
DICCIONARIO UNIVERSAL
DE
EDCACO E ERSIHO
ITIL MOCIDADE DE AMBOS OS SEXOS. AS MIS l'E FAMILIA, AOB
PRFESSORES, AOS DIRECTORES E DIRECTORAS DE COLI.ET.rOS, AOS
ALUMNOS QUE SE PREPARAM PARA I \AMIX
Contendo o mais "essencial da sabedoria humana
TOSA L SCUMA JWIKASmTE ArPUCivH OS AttUXffl
i.- De rilucrSa*.
Conhecimento e direc^o dos caracteres, facilidades, defeitos, mritos e aptides.- Reb-
gio, moral, philosophia.lgica, rhetorica, potica.I.iitcratura, pedagoga, ci-
vilidade, esenptores antigos e modernos.Agudezas, proverbios, malinas, epi-
grammas, etc.
*.!> iiislrurrAo prininria.
Leitura, escripia, clculos, problemas, formulas, systema mtrico, moral religioM.
Lingua portugueza, orthograpliia usual o graiamati-al, rolacro, estylo epialoUr,
bomonymos, synonymos, raizes, ctymologia.Metlxxlos, disciplina, meio* prabe**
de execugo.Historia universal de cada soculo, var>s insignes, descohrinientot
factos assignalaveis. (i.eographia descriptiva, cidades principaes, ndole e costumrs
e productos de todos os paizes, monumentos celebres, panoramas, curiosidades toda a especie.Noticia das sciencias usuaes, artes, mntera e profisses, etc.
* S.*liiMtriicctlu necundri.
Lnguas: portugueza, fracceza, latina, hespanhola e ingiera.Geologa, mineraloga,
botnica, zoologa.Physca, chmica, astronoma, merhanica.Arithmetica, alge-
bra, geometraIndustria, hygene, desenho,-agrimensura, commercio, agricul-
tura, etc.
SEGU
DICCIONARIO ETIMOLGICO OE TODAS AS PALANAS TECUCAS
PROVENIENTES DAS LINCHAS CHECA E LATINA
Tudo simplificado ao alcance dos alumnos e pessoas me i amentedme josas de tnstruc- .
QO, COm elucidarles tdo proficuas aos mes!res quanlo proreitosas no trato da* fnivl.4.
REDEGIDO COM A COLLABORACO DE ESLRIPTOUKS PECIIJARES
Ven
DIRECTOR DE COI.LECIO
Trasladado portuguez
POR
CANILLO CASTELLO IdUiVGO
E
AMPLIADO PELO TR.VDCCTOIt NOS AUTb'.OS BOTICIUIU V ASSl'MPTOS RI.L\TIV05 A
PORTLT.AL ERRASI1.
A obra constante de 50 caderudas ser terminada no correr de 1873.
A assignatura razao de 300 rs. a cadorueta, divi duas series, cada urna de 2o cadernetas, ou 79M#. As 10 primeiras cadernetas entregain-
LIVRARIA FRNACEZA
t G,% BltffiTE
Melico-cirurgico
KUA DO IMPERADOR N. 73, f ANDAR|
0 DR. HDNES DA GOSTA
KEDICO OrERADOR E PARTEIRO.
ESHECI LI'>ADES.
IfokctiM e oprnfBM le olbo.
Cora radicl e c tai,tarifa do*
eMreit^rnehbis <1a urUi.
CoDslUs: Das 7 s 10 bom
' da maiihS.
Cbamadoa : A qr: lquer bora.
l
A\s;i-se
A MU afamada
VGUA DE FLORIDA,
DE
MIRR.VV A I.A.iE.tN.
He o mais delicado e mimoso aa mes
no tempo o mais estavel de todos os per
limes, e encerra em si, no seu maior auge
le excellencia, o proprio aroma das verda-
ieiras flores, quando ainda na sua flores'
:encia e fragancia natural. Como ummeic
seguro e rpido allivio contra as dores t
:abeca,nervosidade, onbilidade, desmaios
ftos, assim como dectra todas as formas
)rdinarias enteca s decid hystericos; dt
summa efflcacia e n5o tem outro quec-
iguale. Igualmente, quando destemperad
;om agua, torna-se um dentifricio o maif
gradavel e excellente, dando aos dentes,
iquella al\Tirae aperolada apparencia t5(
ltamente apreciada e desejada pelas Se
ohoras.
orno um remedio contra o mau balite
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
riam roda dos dentese das gengivas
tornando-as duras, sadias e d'uma linda coi
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
8 permanencia do seu fragrant aroma, elb
por certo n5o tem igual; e a sua supe
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
aa-se um meio mui excellente, para fazei
remover de sobre a pelle do rosto, toda
qualidade de brotoejas, ebulices, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
iestes disfiguramentos, e que tanto desfei-
im as lindas feicoes do bello sexo; de.vera-
je usal-a n'um estado de dilluico, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamente de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura, em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
murcar as feigoes trigueiras e paludas.
ama pelle macia e d'uma transparente ai-
rara, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfames que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival
Bem entendido tudo isto se refere nica
mente a Agua ne Florida de Murrat Lanman. -f
As imitacoes que se tem f*ito na Franca.
Allemanha, assim como em outras partes
i5o inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
is senboras, que tenham toda a precaueje
a cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
|tnscul (le moral religiosa
P^R -4
MR. AMBR. RENDU.
Para leitura as escolas primarias.
Esta interessante brinha, que tau bem acolhida
foi que a 1* edicao ficou logo efgotada, arha se
reimpressa, e venda as livrarias: Clasica e
Univer?al, rua do Imperador, Econmica, rua
! de Margo, c Em*yclopedic.i, rua do Mrquez de
Ofinda, a6i rs, o'exemplar._________________
M0F1NA
Est encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Millo, a__
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o 9ficV9
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con- ]
cluir aquelle negocio que S. S. se compromttteu a
realisar pela terceira chamada deslc jornal em d d Guilhermina que
fins de deiembro de 871 e depois para^ ane.ro I tenente-corouel Feliciano Joaqun dos si-
passou a fevere.ro e abril de 18/2,enad> cu. iprio, d Bar3 'j >MAreth
a por este motivo de novo chamado para dito '"' Ln,r,,,r /anno* lem Mu achava nesU cidade._________________________ parecen* em -le sobrado n!^26, da roa *m
O abaixo assignado previne a todas as pes- o soas que flcaram a dever na Inja de ourives a -------------^----------;----------^-----7~c\-----1
rua estreita do Rosario n. 10, que s eom ello, ----- JTl'anClSCO OSC LaTO-
ou com seu procurador J'iao Baptista Gitirana, a .- /
quem deu poderes para cobrar amigavel ou ju- SO, ai'tlSta alaiatC, tl'anSieriO
dicialmente, se podem entnider acerca de seus a* > i J T *
dbitos, visto ter tomado conla do activo e pas- gija OlIlCllia (la Tila (10 laFaO
sivo desde Janeiro prximo passado. Outro sim -. -,T. A n
pede a seus du-vedores da loja do arco da Concei-. (la \ IClOna II. 4o para a Tlia
{lo, que vennam saldar seus dbitos at o dii lo ,-.,- ni,' n
do prximo mez. scientificando a tod s que da- (10 MarCIUCZ (10 lilliua TI. o4,
qnella data em diante promover o sen dtreito, | x -,
a c. oliveira e FigueireJo. pnmeiro andar.
loa |jope< Ilaviui, t.-nJ.i de s-'guir aiua-
DliS para o norte aliui de ultimar os seus neg-
Ci, deixa por seus bastantes procuradores ne*-
ta cidade aos Srs. Celerino do Rifo Bautista e
Antonio Alberto de Souza Aguiar.
Rorife, 29 Je abril de 187-1.
Cozinheiro.
Preciza-se de um, livre ou esvravo, e quese en-
carreguem tambem de comprar, para easa de 2
pessoas: a tratar n.i V.rn'd r d.> Hispo n. .'i'.i.
Preeisa-se de una ana que engom-
me eom perfeicao : na rua Duque de '
Caxias n. 91, loja do rival sem se-'
gundo.
\ nn Precisa-sc de urna ama dej idade, que
\.Illct> feja zclosa, para andar com una meni-
a tratar na rua da Alegra n. 40.
na
Vende-se
Um sitio na cidade de Olinda, alem de
tor urna boa casa de vivenda para grande
de-casX'p^X J'iSrS'Sh.rnSTS ^ arvorclos de fructos d,
rua Bella n. 39. to'IS "l3 quabdades, c excellente agua de
fy j beber; a tratar nesta typofraphia.
L reCLSa-SO ClC Ullia j0c. Francisco do Rogo, cncarregad. da li-
fiiia colii lifm on. luida^'iio da tirina de JnsAdis Sanios m*m Ir-
t[UO BUUa uciil 011 ,11al))Cujo.ss.pco sao falfecil,-, convida os que se
que Ihe
em redores da mesm 1 tirina
apretenteai seus ttulos no prazo de IS Jias, c
gommar e fazer o mais ser- jj'g^
Vf -llPriin lo nnU Pasa de -t;idl1* 'la presme "data, para o qne pode ser pro-
pequea familia : no tereei- f847j,3,P,da la,,le Ik"iV' l"dc nwi0 d*
:'o andar desta typo^raphia sah.Mio a<*
* da fregne/i.i da E
dir.
1
se
A M%
mez a preta
Barnneza d na
sta cidade para o enganh.) Raz
E cada no principio do corrente
Uareolina, ruxtn da Exma. 8ra.
a:ai!\. al esta daU nao chegow
Precisa-se de una ama ao referido cnceuho, o que faz acreditr-sc que
para cotinhar e engommar e-t futida ; crioula, de 42 annos de idade. pou-
para casa de pouca familia, co mais ou menos, alta, corpo regular, rosto com-
prefere-se eslrangeira : na prido e culierlo de espinhas, salie cozinhar e en-
gommar : quem a apiindu nder e ontrega-la nes-
U cidade ao Sr. Adolpho Targuo Accioly, rua
Duque de Caxias n. I, landar, an ao sohredto
engenho, ser recompensado generosamente.
rua Jo Vsconde de Goyan-
11. 161.
Precisa se de urna ama para casa de honicm
solleiro : na rua Direita n. 8. .________________
Amn *,a rua da Imperatriz n. 37, primeiro
2.IIUI andar, precisase de urna ama forra ou
escrava, que seja de boa conducta para andar c
lavar roupa de meninos. ______
83h De 10 palmos.
nina cozinhar c comprar para fantas : na Capunga, rua da Ventara nHmero SO.
casa le hom solleiro : na rua.
de Pedro Alfonso n. 7, antiga rua da Praia.
Precisa-se de urna ama para com
Yo publico.
A abaixo assignada declara que tem vendido ao
A 111 A prar e cozinhar para casa de pegaena Sr. Joapuim irrcili Vieha de ilascarenhas t
gundo andar.
familia : na rua do Crespo n. 16
se- hotel, da rua das Larangeiras n. 29, Hvre e desea-
bara-ado do qualquer debito que |parecer.
Precisa-se de urna ama para casa de homem Reccife 18 de Janeiro de 18";t.
solteiro : na rua Direita n. 10.
-9 Antonio Joaquim da Gama pede aos senho-
res abaixo mencionadas deenteader-se com elle a
negocio que os mesmos sen ores nao ignoram :
Francisco Augusto de Almeida.
Felnto do Reg Barros Pessoa.
Luiz da Veiga Pessoa.
Precisa-se do am copeiro que entenda per-
feitamonte deste servico, e que d fiador a sua
conducta : na rua da Aurora n. 49.
Ama
Precisa se de urna ama
reita n. 61.
na rua Di-
UIA
Precisa-se de urna ama que
cozinhe bem : na rua do Ba-
rao da Victoria n. 28.
Anna Theresa da Silva.
no
Escravn fgido.
Fngio do engenho Boacica, frrgiieza de Ipnjuca,
dia 27 do passado, o escravo Estevio, lendo os
1 signaes segniutes: alio, gordo, cara larga, com
pouca barba, ps grandes, tem o andar P'nco nr-
| me por soffrer de cravos nos pes, tem un dado de
I menos na mao esquerda, a qual eostuma trazer
Na rua do Barao da vtcionn o, 1 andar, pre- embrulhada com a ja-raeta on capote, suppfte-M
isa-se de urna ama de leite. _________________1 ^^ ns limitcs ,,a fn.gUeza do Cabo- Escada a
Ama de leite
Satyro Jos de Moraes tendo justo e contra- Sant > Antao, onde ja esteve fgido 9 annos ^
tado vender nesta da'a seu estabelecimento de ca- o capturar p<'de entrega-lo r.o Recife, esenptorte
belleireiro intitulado-Tranca Monstrosito a rua da roa do Bom Jess n. 5|, ou no enfeaeo Boa-
Duque de Caxias n. 28 aos Srs. Lima & Wyelm,
declara pelo resente qne o faz livre e desemba-
racado do qualquer onus. *
Criada.
cica, quo receber a gratiflcacSo de 100|.
Attencao.
Precisa-se de urna criada de mea idade, portu-
meza, que saiba lavar e engommar bem : na rua
lo Hospicio n. 50.
O abaixo aasignado pede ao Sr. Joio Heariqnea
Pessoa o favor de vir entender-se com eli*
aquello negocio que o mesmo nao
na roa [ pena de ver por este jornal a especie
Marcos de A. Lima.
I



Xaegaeia.
f
1


Diario de Pernambuco Terga feira 6 46 Maio de 1873.
Pnr,i*a-s alagar nmt preta qoe seja sera-
va, para o >ro<:o d easa de potira familia : i
alojar
.. jfo le a__.
aratar no c es de Capibaribc n. 1
MVMV*. MOVID/1'DE
PIANOS E MSICAS
MTOHO JOS HE askeveiio
Ra doBarfto da Victoria d, ll.armasfem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
aor Pianos, msicas e instrumentos de mnsicas para banda militar
e orchestra.
Aeabi da abrir no primeiro andar do sobrado n. 19 confronta
aotiea Mi arar, an grande aaiao onda esli expostos os macoifieos
de amaro, de PlejreL
de meta canda, do mesmo aotor.
de H. Heori.
da Amede ThibonL
Tambem raeebeo grande sortimento de msica pira piano, piano a
canto e entre ellas as lindas eomposicSes do moito ympalbieo maestro
F. SA^TII
A SABER :
Voc me qoer Wlsa.
nico agente nesu eidade, dos celebres afamados
PIANOS DE MJCHER FRRES
remiadoe em diversas exposi;oss om 14 medalhas de onro e prau.
Sao os onicos pianos que aqni vem da Eoropa,- perfeitamente afloa-
40!, fetos com ciegan :ia a solides.
Olga Mazorka.
Li Separacin! Para canto.]
A Lnx elctrica, grande Walsa.
Froco Brasiltiro Polka.
Tomada de Valleta GMope.
Joaoinha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A M'oha Lyra Walsa.
A Natalicia Po'ka
Studieote Po ka.
"doS emCdiante* "nmnar a annnneiar todas a. pnblicacSe qne se forem friendo as sna, offlcinss de musieas
Ultima* pnblleac>s
Feilas as offlcinas de msicas
do snnonciante.
Emilia, polka por I. Smoltx.
Cireaciana, eholcb, por Srooltt.
Jardim do Campo das Pricetas,
Iqcadrilha, por J. Poppe.
Chava de Rosas, Walsa, por H. A!
bertazzi.
CanfVnHia de 1*. i/tmm d
4*NM.
SBVr ilelilnraciu da imtsa h-gedora, roiivid i mis
ossos irmiis, cx-tifuveUure*, e ;-|invedi>r*
acretarnis para asnktir a consulta par a mesa
regedora de l*-7."l 187*, que ter lugar qiurta-
fcira 7 do corrente as quatro hoias da tarde.
Secretaria, i de mam de 1871.
O secretario interino,
Manoel Pereira de Magalkies Jnior.
- Carolina Francisca de t'agalhies e Silva,
vinva de Francisco Jos Goncalves da Silva, es-
tbelecido com lo,a de miudezas i na da Im-
peratriz n. 78 A, participa todas as pessoas que
eatretinham rdacoes commerciaes no estabeleci-
mento de sen finado marido, que vendeu esse es-
tabelecmiento ao Sr. Joo Dias Martins,~que ficou
com todo o sea activo, responsabilisando-se elle
peto respectivo passivo, do qual ttra a annun-
cianle plena quitaco, segando o balando ltima-
mente elTectuado. A annunciante est, pois, exe-
nerada de tudo quan'o possa dizer respe to esse
estabelecimtnto.
Recife, 4 de inaio de 1873.
ATTENCAO.
Os abaixo assifbados tendo comprado aos Srs.
Faria & Lessa a armario e raais pertencas da
sua loja fita roa da Imperatrii n. 26, fazem pu-
blico, para quem se Julgar com dircito a mesma,
se dirija i roa do Conde da Boa-Vista n. 26, no
prazo de 3 dias, a contar do dia de hoje.
Recife, 6 de maio de (873.
Miguel Antonio de Figaeiredo.
______Antonio Figuciredo de Oliveira.
Mudanza
Beltro, OKveira & C. mudaram o seu estabele-
cimento de molhados do largo du Corpo Santo n.
6 para a ra do Commercio n. 10. _^___^^
CAITE
Altease
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 18, com
3 quartos, 2 salas e copiar fra : quem pretender
dirija-fe ao pe da mesma. Adverte-se que a li-
nba dos bonds pssa na porta, e que se o inqui-
linb quizer bota-se o enean amento d'agua.
COMPRAS.
Na fabrica de cerveja 4 ra do Rosario n
6, compra-so laranjas da trra a 64D rs o cento.
Compra-se uin cofre prova de fogo : na
travessa da ra do Vigario n.!.
SEGREDO ECONOMA E CFiTRIDADE
Obtem-se com o um-
11UECQ0 SHOST
-tilica, li))ji< uli.-i.r.i lu^l)i'i(.ili|v.i| i'ini.
ra ilis gonorlieas, llores lir-jiios 3 BUMN de
toda especia, recentes uu i:hroi otrf.nM.-e como garantiadesaliitarcs resultado?
a u>iitiiitM tn.iior vantageai se tem feito dlla dos hos-
pitaes de Paris.
nico depsito parao Brasil, Bartholome'!
A C, ra Largado Rosario n. Si.
= Relogioa de o.ro patate ingle* (descobeito)~
do mel or fabricante de Londres, em casa de E.
A. Delouche roa do Mrquez de Oliuda n. V9.
RelogkB americanos, grande soi tmenlo para
mesas e paredes oni columna doqrada, coi-Ja
para 8 dias. o mata modernos possiveis.
Na mesma casa >a gran le sortiiiieula de relo-
gins de ouro, auissos, e prata dourada, cadeias de
plaqu todos por proco muito barato, ra do Mr-
quez de Olinda n. 49, E. A. Del uche.
Olind
a
Vendo-se o sobrado de um andar e sotio com
frente para o-pateo de S. Pedro e oitao para o pa-
teo do i armo, as ruelhores coudicoes possiveis,
nao s para negocio, como para morada e uso de
banhos salgados : quem o pretender dir ja-se ao
Sr. Bernardino de Sena Puntual, ra da Madre
de Dos n. 36, escriptorio._____________________
Libras sterlinas.
< F. de Oliveira & C, a ra do Commercio n. it.
Cassa-l
% OO rs. o cavado, na ra irlo
Crespo ii. SO.
Casse-laine propria para vestidos, sendo lindos
padrSes pelo diminuto pre na loja de Guilherme C. da Cunta 4 C-
Farinha de mandioca.
A melhor do mercado.
Vende J. F. S. Coimbra Guimaraes
Manjuez de Olinda n. 3, I. andar.
a ra do
Livros venda
Aos Srs. endmicos
Vrrt.l *.' ;.- .";; ;l.!i-- !.
Ii!l-I.'i!l l.'i, |"'l i "N.iii.-1-i-
i'anl.sMiS:--i'ioh OautnerrW.
Villiaun: He.Mliii.in 'ranea*.
l/illil UlaW :-ll.Moile .!jJ:\ ajiU>.
' Vatld :Oroil des gciia.
11 ri.i
I^e Pouvoir patrie.
Cours de droit nalurd.
Ventura
P.irlers:
KIiiImt : -HiiHt dcSfMM.
RogrM : Codo Je coiiimerce.
Nesta typogrnpliia aebari > ttut obras para e-
rem vendidas.
TASSOIRM AOS & C.
Em seus arniazcns na do Amorira
ii. 3.7 e caes do Apollo a. 47,
tem para TOnd<*r por presos comi(>dos :
Tijolus encarnados sextavo? para ladrllto.
Canos de barro para egoto.
Cimento l'ortland.
Omento HydranMcf.
.Machinas du descarorar alodao.
Macliin.is de nadara.
Potassa da Russia em barril.
I:b(is|ihoros de rAra.
Sag em garrames.
Sevadinba em parrafoe.
Lenti:has em ^arraf'es.
Rbuin da aJmaiea.
Vinho do Purto velho engarrafado.
Vinho do Porto sii|ieri'.r, di o.
Vinho de Bordea ti x, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com lingnas e MftiM inglezas.
Licores tinos sirtiilns.
Coac (iaulhier Frares.
Latas de toucinho inglez.
Ilanis com rcjH.lho em salmonra
-v
VENDAS.
Attenqo ,
Vende-se a taverna da praea do Conde d'Eu n.
9 : a tratar na mesma.
P3
m
m^ i s a. mm
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne quizerem do veraeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
Sub de lustre.
Vendem Pereira da Cunha traaos, ra Mar-
quez de Olinda n. 21, em porcao e a relalho.
Caf do Rio.
Vende Joaquim F. S. Coimbra C.uimaraos: na
ra do Mrquez de Olin-la n. 3, I.* indar.
os botes tragam o nome de
napao de REA PRETA.
& 0., e a desig-
BICHAS DE HAlBUfiGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar
tholomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
Na ra do Commercio n. 32, 2. an-
dar, entrada pela ra do Torres, vende-se
o seguinte:
Couro de lustre.
Bezerros.
Oleo de linhaga.
(^adeiras americanas.
Ditas de balanco.
Ditas para crianca.
Palhinba prepararla.
Gomma-laca, superior qaalidade.
Folhade Flandres.
Vidros para vidrac.a.
Chumbo demunirSo.
Caf do Rio de Janeiro.
Manteiga ingleza.
Dita franceza.
Phosphoros do seguranza.
Vende-se ra do Commercio n. 32,
2. andar, entrada pela ra do Tor-
res
VENDE-SE""
urna boa casa terrrea, em chao proprio, com o
ouartos, i salas, cozinha externa, cacimba, gran-
de quintal, plantado e muradlo, sita na ra das
Crioulas (Capunga) : tratar na ra dtajFlorei-
linajn. Ii.
Na ra da Imperatriz ri. 6,
loja ne louca de b'ebastiao Manpies do Nasd-
mento, vende-se ein porcoes grandes ou a Ma-
mo todo louca existente na mesma, por prefM
muito diminutos por ter o m>smo proprietario
de fazer-uma viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os freguezes que preebar
de se sortir de'stes artigos, apresentem-se quanto
antes._____________________________________
Engenlio Patricio.
Este engenho est situado em muito hom lu-
gar, perto do porto de embarque onde carre-
gam os vapores da companhia Pernambucana,
3ue levam e trazem carga de Mamanguapc. Esta
e fogo morto e scus proprielarios sujeitam-se a
venda por preco muito commodo; e nSo dttvi-
dam mesmo conceder prazos por parte de sua
importancia, com tanto que recebam outra par-
te, em dinheiro vista : a tratar com Tasso
Irmaos 4 C.
MERON a- C.
LIMA & W7ELM
Cafcelleireiros
America meridional.
D. Mara Francisca de bou-
za Ramos.
Antonio Francisco Areias, Jos Antonio da- Sil-
va Araulo, D. Carolina de Souza Ramos Areias,
D. Francelina de Souza Ramos Arauj > e Antonio
Francisco Areias Jnior, filhas, genros e neto,
acradecem cordialmente aos seas parentes e ami-
gos o caridoso obzequio, que fizeram de acom-
panhar os restos mortaes de sua prezada mai,
av e sogra D. Maria Francisca de Souza Ramos,
Tendo comprado o estabelecimento Tranca
monstro que o Sr. Satyro Jos de Moraes pos-
suia ra do Duque de Caxias n 28, nelle ac- an)iar os resl05 mortaes
bam de fazer grandes reforma no sentido de ay e D Maria Fra..
bem satisfazer ao respeitavel publico dcsta ct-, a gua u|lma moradaj Convi*uido-os a assistir a
dade. mista do setmo dia que niandam dizer no da 9
O gosto e asseio com que esta orgamsado este i i(j mmnte na Ordem Trccira de S Francisco,
eitebelecimento, o capricho e presteza em seus, ? 2 'horas da manh5 ________________
irabalhos, s5o a nica divisa dos novos propneta-1 Ujgj^g^gjjjjfKiauBHBMBSHHHHBai
ries, sendo que seus mais ardentes desejos seiam] t^^^^T^TT^^Oo .frvo \a\'n<
merecer a honra da concurrencia publica, afim i JoaCIUim OS OailtOS J-MCVeS
de que possam couvencer-se da realidade do j Pc,0 repoos0 eterno ae sua aima manda-se ro-
que levam dito. | a uma nlis:;a na rnatriz j0 Corpo Santo, terea-
Alm da execucio geni nos trabalhos de ca-, M 6 do corrente ^ 7 horas damanha, e con-
bellos, encaregam-se mu especialmente dos pen-, ^. prenles e amigos para assis-
teados de senhoras, para o que recebem por to-
dos os paquetes da Europa o jornal doscabelleirei-
ros, que os collocam em mutuo contad} com as
modas de Paris.
Lima & Wvelm
C\BELLElREIROS DA AMERIC* MERIDIONAL
Kua Buque de Caxias n. 28.
CHEGOU AFINA!
A EXCELLENTE E JA' MUITO CONHECIDA
AGUA CIRCASSIANA
nica usada por tolas as familias reaes e no-
breza da Europa Appro eminentes e por toda a imprensa estrangeira. Tor-
na os cabellos brancos sua 'antiga cor, louro,
castanho ou preto.
iNao enchovalha o facto, tira completamente a
caspa da cabeca. Na Franca, Inglaterra, Al lema-
nha e America o uso da AGUA CIRCASSIANA
dispnisa hoje todas as outras preparac/ies e tintu-
ras tito damnosas para o cabello ; a sua applica-
cao pode ser feita sem a menor preeaueao..
nico deposito
NA PHARMACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38.
Mangabeira
Vende-se ou aluga-se um sitio com' ama casa
de taina e cacimba, perto da cstacao da casa ama-
relia, tendo <0.) palmos de frente e 600 de fundo ;
parta atar-se ra Direita n. i, loja de funileiro.
Vende-se as duas casas terreas ns. II e 13
sitas no largo da povoaco de Apinucos : os pre-
tendentes dirijam-se a ra Sete de Setembro nu-
mero lo.
Vende-se a casa terrea n. 4, sita na ra
da Paz : a tratar na ra do Coronel Latnenha,
outr'ora dos Prazeres, n. 12, das 4 as 6 horas da
urde.
J chegaram os maravillosos fii?os artili-
ciaes da China, para serem solios nos saloes e jar-
dina : caixinhas com variado soriimento e a pro-
cos desde 20 at 504 eada cala : no armazem
. 1 do caes da alfandf ga. _______
Granadina bordada
de l-^OOO a SO> o covado : na
Rosa IBranrn.
que se vende granadina prela, com lislr;.s e lo-
res de seda de cores, ricos gostOS a 800 rs. o co-
ser dajuella que lodos vendem a IJ'iOO e
lCOO o eovado I
E' sim senhor.
Ra da Imperatriz n. oil.
LIQIDACAO
FAZE>I)AS
A' roa 1" deManjon. 7 A (uu-
tiga do Crespo)
Resiilvemos da ion pequenu iciiuin das .\,
dades e precos de diversas inurr que vist i de les pis:.ni apndar que a I quidi-
cao de no-sas f: zendas una pura veidade.
Etci 'hei hora : vollt.ide :
Chapnlwan. chanq de palha, v -iludo, ?c!a -
fil para aadorai e menina* de 1J <.
Basquinas e casa .uinl.. s da tata, la '.'- -3-
Casa<|iiinluis e romoins de crochet pntos e
brancos de ii a C.
Vestidos de ca i.braia bian-a coia lindos L .-
dados a 54 e 105.
Camizinhas de cambraia branca a .W c 6(0 rs.
Manguitos e g< lliuhas a *o. i'>) a :it rs.
Cintos de lodaa as qualida bs pira senhoraa^a
:;ooa i4.
Lenoua bordados c de labyriull < '0 a l^J.
Coque de J a \>W.
Leones de ma '.. i i i ? marllni de .15 a 1|.
BaHo a !.
Cbalesaiaitaciode b ra bmM pflMl
d! e 1)4.
Saas da l.\ de cambraia de \i, 'ii c fi4-
Camisas bordadas pan senhora, para U-doe os
jiie (.-.
Capellas de cera a 500 rs.
Redes para eonnea i M e ">'" rs.
Cortea de caiubrafa a :i_>.
t ,iiies de larlat: na b. rdad a seda de 14, 11
Cambraia di o'* cem linden ; i roa aMM*
a 320 rs.
Alpacas do linda* eore?. :u lista* &
tedaa de hJO e 600 ra. o nvad >.
Grande aorUncnlo de la pai i M preco*
Crochet luaneo t prel i covadn a Fii de linliu \>" pf'-to in de '.mi a >'/*)
rs. i v.na.
Vestuarios de fustao hr.ne > e de eava para
i s de ''3 t <>'
Grvala! e nar.tas .e :;. : eada tima.
Chapeos de eaal >r arae J i M3.
CliapOlN e.illl e de i-i^ :->-
mem a M.
C'arinlios de linbn Ii i c I rdano* a 3 e
i 5 a dozia.
Peltos de linho a 000 rs.
Iiiti bordados a l2(M>
Cortea de veudo bordadas pan coliek's a 14-
Brkn preto vara IJ. ^ .
i fronbas de linlio riramen! bonlaaa en grandes e 2 mon ios p r 2, < oul
A 280 rs. o covado
Cambraia muito lina e de lindos padres a VO ios per precos I andado .
rs. o covado, baratlsin : na loja do pa^sj, C'Iiu|com para Mi
e mc-
rua Io de Marco n/57 A, amiga du Crespo.
Vende-se uma escrav peca, engommadeira,
cozinheira e lavadeira : quem pretender dirija-se
atraz da matriz de Santo Antonio n. 24, que se
dir quem vende._____________
Vende-se a casa terrea n. 31, na ra de Pau-
lino Cmara, outr'ora Camba do Ca mo, sendo os
chaos proprios : a tratar na ra da Madre de Dos
numero 20.____________________
Caxeiro
tija.
^Cajadldo Alfonso Uoicira
Carolina Soares de Amorim Mq-
reira convida aos parentes e ami
gos do seu Aado marido Candido
Affonso Moreira para as'sistirem s
missas do 2." anniversario do seu
fallecimento, na greja do Corpo
Santo, as 8 horas do dia 6 do corrente mez ; por
cojo obsequio desde j se confessa agradec
Hojeas^oras da man ha cele-
brar-se-ha uma missa por alma do
fallecido Carlos Augusto Pereira de
Mendonca, no convento de S. Fran-
cisco, .mandada celebrar por al-
_ guns amigos do mesmo finado. Por-
_ tanto convidamos a todos os paren-
Precisa-se Je um de l i
jnha pratica de taverna :
"Socego n. 31.
annos de dade e que
na Boa-Vista, ra do
CASA.
Vende-se um sobrado em uma boa ra
tar na ru'a da Imperatriz n. 8, loja.
tra-
Notavel escripto do Sr. Dr.
Sarment pai.
' Acba-se venda as livrarias Econormca.rua i
de Mareo n. 2 e Industrial, ra do Barao da Vic-
toria n. (2, um opsculo dedicado aos II.-. do Bra-
sil com o secuinte titulo :
Antagonismo de alguns dos caones do ultimo
concilio de Roma com as leis e os principios = vauiu wu..u...-o
. ennititntivos das hberdades dos brasileirOs, e ne- ,tes e amigos do fallecido a comparecerem a este
.essMad de modificar as relacSes do estado e acto de religiao e piedade, pelo qual fkam desde
dalereia. u l i aradecia'-iS- ,.^^^m-i-m
JS^tV-3 cSTdida'lbina da Cunha.
madn nnr tinta n irniverso, e mostrando, quanio e j
iiiaao por mmio u u v ..i,aMj.M. iiu__i.,..; p.-... avrnnh9 vinvn e mais
__ Aiuga-se a ca a terrea da ra do Coronel
Lamcnlia n. 26 (outr'ora Prazeres) : a tratar na4
ra do Boro Jess n. 31, 1 andar._____________
Troca-se
Urna casa terrea na ra do Tambi, com duas
salas, dous quartos, cozinha fora e quintal com
cacimba, por outra de iguaes comraodos as se-
guinles ras: da Gloria, do Rosario da Boa-Vis-
ta, do Aragao, da Conceicao, do Pires, da Matriz
e ra Vellia, voltandd-s a quantia que se con-
vencional atientas as bemfeitorias da casa: a tra-
tar na ra da Gloria n. 82.
absurda e funesta a existencia de religioes de es-
tado ; conciue o eximio esenptor, propondo. <
.__-T i___. A., nniii ennutitllliao. I
Albino Jos Ferrera da-Cunha, viuvo, e mais
parentes da finada Candida Albina da Cunha^sin-
sul^tVcao do art 5o da nossa constituicao, pelo j ceramente reconhecidas a todas as pesjoas que se
artigo correspondente da constituicao Belga. dignaram acompanhar ao cemiterio publico os res-
Aoa II diz elle na dedicatoria, que nao sera, tos mortaes da finada, convidamas novamente
nem cora meias medidas, nem com vrolencias, que para assistirem s missas que se tem de reaar na
se bao de sanar os nossos males, mas com a rao- capella do cemiterio, as 8 boras da manua, ao uia
dificacae tal das leis que torne possivel a-lgreja 9 0 corrente mez, polo que antecipam seus agr
l ivre no Estado livre.
Vilenclo.
Deseja-se alugar duas escravas, sendo uma co-
zinheira e outra para ama secca, agradaneo, paga-
e bem.
decimentos.
Vnde-se a padana na ra de Marcilio Dias ou-
tr'ora ra Direita n. 89; a tratar na mesma.
ios Srs. acadmicos e eslndanles
de preparatorios. .
No armazem da ra do Imperador n.
16 \ende-se por prec,o muito barato grau-
de quantidade de livros de direito, littera-
tura e preparatorios, sendo alguns delles no-
vos e outros com pouco uso.______________
titlIf'IIH
ni-i'u ale coI.
\.::)< -e lile', s eli: p.is d.' v. il .
di seda ricamente cufeitados ci ni filas
.,'. proprios para cianj-s o 11 ciiin.i-
eseola, peu baratlilaBopraeo ia 24c:i cali
um : na loja do i'asso, na do Crespo, junto i.
arco de Santo Antonio.
Lola ato P.-ico na 1
a \.
do Mwnon
Attcnco
Na roa de MarsIHo Mas n 30 vende-se uma
Dita e-crava, c-zinha. rni'.mina e 111 ;
_ com uma I anos, anta pi 1
motivo da venda ?c dir a i coirpradiT
Aos devotos do me/.
de maio.
Na roa estrella do Rosario n. 3.;, iibrt' 4*
andar, t- florea detodas as quali-adapara 0
eites, sendo ateos, npdlas, palaaaa, rosa, bou-
qnets, tudo por preco muito cocuiiodo.
p uno como de cene de papel, qualner i-neoaa-
menda para fra que se uncir acbao fomp:j,
bcida-se iit;.s a ouro para la.oa, insiHaaB m veL-
para enaitar se aHarea a eapaflii para a- nen-
nas, tud.i proprio pan o niel de maio. Ns mi-
ma casa faz-.-e gorroi borJa'. s a ouro, c' ai
las, titas para imivas, ricos Ii tquets para miva
c para bolos ; o vende-se gi-.i-as de folh.i' de
res, sendo da papel a \ a grosa. ^_____
Ao
commercio
gnado faz publico que nesta data
vendeu aos Srs. Borges Costa k C., a sua ta-
verna sita ra 2i d maio n. 18, outr'ora ra
da Cadeia, livre e desembaracadi de todo e qual-
quer onus.
Recife, 30 de abril de 1673.
Francisco Ribeiro Guimaraes.
Fio de algodao da Baha e cal de Lisboa, re-
eentemente chegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquim Jos Goncarves Beltrao & Fi-
no, ra do Oommercio n. o.
Aluga-se uma egerava para o servico de
uma casa de familia : a tratar na ra Io de Marco
n. 18, loja.
Boa acquisijao.
Vende se uma escolente casa terrea, sita
Passagem da Magdalena, no lugar denominado
Una do Retiro, em um terreno ubernoaaeoiii W
palmos de fundo, margem do precirdPl pitores-
co Capibarihe, com todas as commodidades para
jima grande familia. A casa tem- na frente tres
janellas e nma porta, e um copiar rodeado de as-
sentos, muito proprio para as palestras rann na-
res ; alem disto ella apresenta. duas grandes salas,
1 gabinete junto a da frente, 7 quartos espacesos
e bem arej.dos, cozmba fra e um quarlo a ella
contiguo, 1 eaiTibaria, I telheiro no correr desta,
quinal meio murado com porlSo que da sahida
para a parte que est em aberto, nm brrdo copiar
coberto e com uma grade de ferro ao redor, o me
da muito realce e valor a sala de jantar. 0 lu-
gar nio pode ser melhor e mais saudavel, nio.s
por causa do Capibarilie, que offere :e ptimos
banhos, mas .al por causa da frescura e ameni-
dade do clima; alem disto tem a vantagem de
ficar muito perto da linha dos bonds : quem pre-
tender dirija-se a ra traque de Caxias, loja de
fazendas n. 7f>, que achara com quem ratar.
Vende-se 1 machina de costura, 2 ricos qua-
dros sacros, mais 2 ditos mais pequeos: na ra
Ldo Sebo n. M. Na meema casa aluga-se tres es
era vos muito bons para servico do campo e criado,
e precisa-se de uma mnlher capaz qne lave bem
de varrella e sabo, e ungomrae com perfeicio rou
pa de homem e senhora.
Precisa-se e um caixeiro de 13 a 15 annos,
rd fiador de sua conducta : na ra Direita
Afogados n. 27.
Vende-se dous es-rayos proprios para todo
e qualquer servico. e por pouco jlinhelre : na
ra Duqne de Caxias n. 41 A.
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universa! da roa No-
va n. 22, om sortiroenio d* machina para
C08lura, das melhores q'ualidades que existe
na America, ctas qnaes oM j s5o bem
conhecidas pelos sena autores, como sejam;
Weller de Wilson, Grover A Boka, Silen-
ciosas, Weed o Imperiaes e entras moitas
qoe com a vista- devero agrttbr sos com-
pradores.
Estas machinas tem a. vantagem de fazer
o trabalho que triota costareiras podem
faier diariamenle e cozem com tanta per-
feicSo como as mais perfeitas cosloreiras.
Garante-se a sea boa qna!idad e ensina-se
a trsbalhar com perfeicSo em menos de urna
bora, e os precos s3o t3o commidos qa;
devem agradar aos pretenderles.
Vende-se
um sitio com uma grande casa terrea de podra a
cal, perfeitameate nova, tendo 90 palmos de fundo
e com uma grande baixa de capim, com muitas
arvores de fructo: na ra da Floresta n. 2. para
ver, e tratar no mesma sitio.________,
VENDE-PE
orna preta boa cozinheira e lavadeira : a tt
na ra do Cuj n. 40.__________________
^"Vende-se uma escrava que cozinlu o
idsuma cusa
Engenhos venda.
Vende-se os ergculios : Ganieloin, com a'ra
de dous mil paos, sluadono lugar don.mmado
llarra de Panchas margem do rio I1 1
a i leguas da eMacao de t'na, com lerrenoaaa
aafrejar annualmonlc de 4 mil pies : Coirn-
te* com safra de dous mil paos, situido 110 d.s-
tric'to de Agua-Prcta c 2 leguas da eUc*J de
lira : o protorrdente a ambos, ou a qua'qner nua
dos dous referidos rngeuhos, entenda-sc cooa
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, nR
praca do Corpo Santo n. 17, ou com Jo''- rtsp'ia-
a Marques Dias. no povnnd dos M<. .__
Xarope d'agrio do T^a
Antigo e coim-ituado medicamento para
cura das molestias dos orgiosrespiraloric-,
como a phtvsica, bronchitos, asthma, etc.,
applicado anda to.u ptimos resultado aw
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Kosano n. 3*.
Moraes & Irme*
Eip. seu escriptorio i ra da Madre Deus
n. 5, 1. andar, tem para v nder por pr%o
commodo :
Vinho do Porto superior engarrafado.
, Cerveja Bass.
Cha verle mtudinho de superior quili-
dade. _
Olinda.
para uma casa, e ongomma
tar na ra do Visconde de Pelota?,
AragVi, n. 12.
diario
a
outr'ora
Fende-se um sobrado de um andar na travo
do Aijube ao sahir pan a rna de aV eMo
pretender dirija-fe a tratar a roa io ero-io n-
res n. 46.
Attcnco
Vende-se a taverna da rga Imperial n 4f.
(o bom local c com bastantes ooonnodo"
ia para principiante ; aaratar a *
i


I III
\

6
Diaao de Fernainbuco Uer^ foira 6 do.lisio-de 187.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
i-UARbaceutio, 1, RU BES UORS-SAMT PAUL, >abjs.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJ AS AMARGAS
* lODUUTO do POTAS8IO
O lodoreto de polassio ntn verdedeiro Iterante, ura depurador de ncontesta\ el efi-
cacia; combinado com o xarope de cascas da laranjas amargas, e turado
sera perturbadlo alguma pelos temperamentos o man traeos, seta alterar as fuoceles
do estootage. As dase matheraslicas que elle contera penaiuem aos mdicos de reeenat-o
para todas as complieacoes as affeccoes eacrofuloaaa, tui>roulo.aa oanoe-
rosaa a noa accidentes intermitientes a teroedroa; alem d'isio, o
agente o mais poderoso contra as doeacas rheumatlcas.
XAROPE TNICO ANTI-NERVOSO
de casca da ls.ra.njas amargiis.
33 annos de succsaos attestSo a sua efi-
cacia para curar: os doencas nervosas,
agudas ou rhronicas, as gastrites, gastral-
gias ; facilitar a digesta.
XAROPE FERRUGINOSO
de cascas da laranjas a quaasla amarga.
E' sob a forma liquida que mais fcilmen-
te se assiriila o ferro; n'esta forma prefe-
rivel ai f luase paslhas en todos os caaoa
era que alo proscriptos os ferraginoaaa.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUINA, PTRKTHRO E CAUCO
m
Elixir deatifroe, para a alvura e ean-
servavSo dos denles, curando as dores
causadas pela caria ou produtidas pelo
couta'do do ealor ou do fri
deoWfrisio, com base de magnesia
para a alvura e conservado dos dentes,
preTenindo a descarnadura, provocando o
trtaro de que empede a reproducn.
Deposito em Rio de Janeiro. B. Che*alat; em Pernambuco. r.Maarera C\- m Maceio
Falca Dina; em Pelotas, Antera Lelvaa; em Bak, B* Raras; em Porto Altqrt, Jase
B.-lio ; em Maranhio Perretrat a C*| em Ouro Preto, c. t. v. wrlrn -. ea Sania Cata-
n-.-i. 8. Sehutel; em Montevideo G. Inibert) em Buexot Ayra, BtebesAramarda.
Adereces de brl-'
Ibautes, esintl'liMras J
rubios e aerlas, ]
voltasde prelas.
Obras de ouro e
prata de todas, as
qualidades.
VERDADEIRAS
PILULAS de* BLANCARD
COM IODRET0 DE FERRO INALTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do iodo e do raimo, ellas convem especialmente as Amto
COes escrofulosas, a Tsica no principio, a (raqueta de temperamento e tambem dos caso*
de Falta di cor, amekohrhba, em que necessario reagir sobre o sangdb aeja para Ibe
restituir a sua riqueza e abuudancia oormaes, ou para provocar e regular o aeu curso perio-
y. B. O lodurrto de ferro ini|>uro ou alterado i um mrdicamrato Infle!, ^ ,
Irritante. Como prora de purezi e aitthenlicUade das Terdadelras S)/
Pllulas de Blaneard, deve-se exigir cosso sello de prata roae-/T/c(l^?
Uva e nossa Orinn, aqui arprodHzida, que seaelia na parte inferior '
de um roalo verde. Di-ve-se desconfiar das falsifirsrocs.
AcliAo-se cm todas as pharuiaelas Pharmaceutico, ra Bonaparie, Ai, Paria.
N.
NOVA LOJA
2 ARa do
BAZAR DA RA DIREITA
HOJE
MJJtCILIO DAS N. Si
Ncste estabelecimento encontrar o respeitavel publico o mais completo sormealo
de miudezas, chapeos, calcado francez e artigos de luxo; e recebendo quasi todo os sea*
artigos de propna encommenda do Europj, aclia-se as radicos do retalbar
do que quolqucr outro,e qoem duvidar veja :
Ricos transoareuts nam jauellas, a Escovas
t>E
Cabug
JOIAS
-N.' 2
A
ttm
BA1IR*4 A FILIfO
Aahandb-se chotamente reformado este estabelecimento, e
leudo os seus propietario feito um* importante acquisico de
jomsa*mai8 modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidara ao respeitavel publico a. fazer urna visita ao seu es-
tiibeliciraemo, afim de apreciar e comprar urna joia de Rosto or
preco razoavei.
BskaMiwiMfc "
Vasos de crystal para toillet.
Aloja da Aguia Banca, a ra do Duque de a. I Cuilctlfl
Caxias n. SO, r cebeu Bonitas garrafinhas de crys- ...
tal mi par eom ramagens douradas e mui pro- no en|P?nno de bem servir aos sous freguezos o
(trias para arranjos de toilet, ote, ao Publico cm geral tenr- procurado prover-se do
A minio t\ n/%lo,./in Irv^+^J^^r, 1ue de melhor o da ultima moda nos merca-
AlllieiS C COlareS eleCtriCOS los de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
A lo.a d'aguia branca na Duque do Caxias to^ dc (|ue os seus a'''gos scrao bem apreciados
n. 50, reo. beo nova remessa dos proveitosos an- |)e ;llla'"es do boni e barato ; passa a ennu
neis e calaros elctricos, e contina a rccebc-los V'mr .',6'uns d'ctre elles, como sejatn :
mensalnien.le, polo que sempre estar provida de AUJL-*>> os mais ricos que tem viada a este
taes objectos mercado, com capas dc uiadreperola,
. Diademas doui-ados 'ader^os'^S^ Cyff-lSSfe
A loja d'aguia branca ra Daqoe dc Taxias n. ;'s''i," '"''"l". um hondo sortiment de
.'O, receben nnvamente bonitos diademas dourndos dilus ue Paqo* obra fiua e milito bem
GRANDE LIQUIDACAONOBARATEIRO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LonreofoPereira NeutlesGuiiiarics
transparentes para
10C000.
Diademas durados de if 300, a 23JSOO.
Ditos de tartaruga, a 3$.
Ditos de bfalo, a 500 rs. e lSfbOd.
Grvalas de seda para soohora, a iiO.
Parares de seda touito linos com 2 laros,
de 39a 59.
Fivelas de madreperola, a 19.
Vestuarios para baptisados, ricamente en-
festados, a 259.
Cachos de flores muito finas, contendo 0
ramos, por 39-
Caixinhas com perfnmarias, muito pro-
prias para mimos, de 49500 a 69.
Ricos vasos de p ircellana com fina ba-
nha, de 19 a WK
Boioes com dita dita, a 500 rs.
Latas grandes com dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pescoco, com cora-
coes de madreperola, a 500 rs.
Linha de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duzia, excellente para machina.
linas para denles, a 400 rs.
Wtaa mais iaWorts, a lW rs.
Caitas de metal muito laidas com ufed'-
arroz.a 19.
Abafadorcs finos com la^os, a 19500.
Ditos ditos, a 29500.
Ditos ditos sem lacos, a 19400.
Kicos espeiho de diversos tamaitos, rom
molrlura dourada, modelo oval, de 39
Ditos dito com moldura
29500.
envernisado,
Ditos dito cdjfccolnimias de Jacaranda. V
29500 a 39. ^^^
Bengalas, a 19.
Collarinhos de papol a iOO rs., a du-
zia.
Cliapesinlios de palha para seiihorai, a
69000.
Ditos de dita para meniuas, a 29HOO.
Ditos de dita para enancas, a lf2S0.
Kicos chapeos de palha escura para sc-
nhora, a 169000.
Dita de dito de cores, de 100 dita, a 320 Ditos ditos" de Italia para ditas, a
200 rs. 3
a 40 rs. a
e enfeiados com pedras e aljofares, obras de gos>
to e pliautasia. rainbeni recebeu noves gi ampos
pretos on alflnetes com. llores para a cabecA.
Loques com- bouquets e ou-
tros chinezes.
Aloja l'aguia branea A ra Duque do Caxias
n. 50, reci-lipu una j : i. -11 n iju.inli.b.le daquelles
bonitos leques cun bouquets c outros chinezes.
Cold reme para refrescar e
ai naca r a pe le
.' I ja d'aguia branca a roa Duque de Caxias'
' i'ei'cbeu cold cromo dos afamados fabrican-
tes Lubin, Lcgraiu o Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, roa do Duque de
Caxias o. 50, recebeu novamente bonitos diade-
.-' >> e gra pos dc ac.
Bicos (le sena pretos com
flores de cores.
A >'i' da aguta branca, ra do Duque de
Caxias i cebeu, como novidade bpnitos bicos de
- ';''' com flores do edres, sobresahindo nel-
l o preto com encarnado, e todos maiproprios
para barras eoutros enfeites de vestidos de gra-
;' ou inedina, e outra lazendas transparen-
li commodi I tde d prc os es I icos lor-
acabad...
BOTOES pata punlios, o que so polo desojar do
mellinr em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLCAS de velludo, seda, pabia e chagrn, o que
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodao, tanto beanco como
pnto, desvariados desenhos
CASisLETAS pelas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXI.MI.AS para costura, muito ricas e, de di-
versos foini ros, com musiea e sem
ella.
COQUES a imitar-ro, o que pode haver de mais
bonito e bull gusto.
apre
CASEMIKA. TRETA,A. 29500 0 CORTE.
Veode-so cortesde casemira preta paracal-
yas de hornera, a 29500, 49500, 59 e 69000.
PANNO PRETO FINO A 29500.
Vende-se panno eweetado proprio paral
calcas e palitts a 29500, 39, 49 e 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 19500.
Vende-se cortes de brim para calcas de
homem a 19500 e 29000.
CUITAS BARATAS A 240 RS,
Vende-se chitas francezas largas,
C0I.XAS DK Pl'STAOA 29500.
Vende-se colxas de i'usto, de cores,
29500 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A 19200.
Vende-se cobertores de pellos b papados
a 19200 e 19400.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores a 29000
e29500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada una.
BOLSAS PARA VIAGENS A 39000.
| Vende-se bolsas para viagens a 39, 39500
para e 49000.
papis de agulhas fran-
vestido a 240, 280, 320 o 360 rs. vavlo. LENCOS RUANCOS A 29000 A DUZIA
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. Vende-se lencos brancos a 29000 a du-
vende-se chita finas para cobertas a 280 zia.
I I'.
rr:' coramodo^ c pela novidade de gesto,
i r iferiveis a quaasquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A 1 ja da aguia branca, ra do Duque Jo Ca-
xJ i- n. .'i0, receben bonitos veos ou mantinhas
i I seda '-11111 llores, a outras a iuiitacab de
rea pelos batatos prejos de :),
6i 1 ,!-'; contina i ter prompta extrae-
Diademas e adere eos de ma-
dreperola.
_ A toja da Aguia branca ra do Duque de
(.axias n. .V, ivr.-beu moa pequea porcao de
e adereces de-madreperola, obras dc
apurado gosto.
Perfeita novidade.
Grampos com-borboletas, bezouros e gofa-
nhotos durados e coloridos.
_ A loja da aguia branca, ra do Dique de
Caxias o. 50, receben novas grampos rom bor-
boleas, bezouros e gafanhotos. o que de certo
peretta novid de. A qoanqdade pepuena. e
i breve se acabar.
Novas gollinhas ornadascom
pelucia ou arminlio
A loja d'aania branca fua Dunue de Caxias
- ), recebeu urna pequea quantidade d: boni-
e novas gollinhas; trabalho de l e seda, en-
i i las com arminho, obras estas de muito gosto
e latorainente aovas.
Grampos, brincos e rozetas
. durados.
Aloja la aguia branca, ruado Duque de
Caxias n. 30, receben novamente bonitos gram-
pos, brincos o rozetas durados ; assim como
noves diademas de n^o, e como sempre conti-
nua a vende-los por preco? razoaveis.
Caixinhas com pos durados
c plateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de i axias n. 30.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 60, recebeu novo sortiment de luvas de
peluca, pretas c de outras cores.
Nao lia mais cabellos
DEADEMAS, ueste genero a Predilecta
sema um grande e lindo sortiment
capaz de salNfazer os capricho's de
qualquer soohora por mais exigente
(ue seja.
PORT-BOQUET dc madreperola, inarflm c sso,
este nm'obiecto indispensavel s se-
nhoras di bom tona, alim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancba-
rem as delicadas maos.
! TE.XTES de tartaruga, de marflm e de bfalo, pa-
i ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFXJMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortiment de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
- Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes o liimel, que incum-
bido da escolha dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, c por tanto, acbam-sc na
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa do enumerar urna im-
measidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e so pede a benevo-
lencia do respeilavel publico em di-
rigir-se roa do cabug n. 1 A, pa-
ra con vencer-se aonde pode comprar
,, 'I1'" bom e barato, assiia como:
PACHAS ricas c modernas de tuiuim e gurgurao
se la
VESTIMENT08. Ricos victimemos para meninos,
por baratissimo preco.
1'LOIiES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortiment de flores ao alcance
de qualquer boba ainda que naoes-
teja bem replecta de dinheiro.
E j bem sabido do publico que s na
Predilecta c|ue podem encontrar um
grande sortiment de filas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo precio.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos c i'e aires, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senbora,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortiment de gra-
.. valase regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de l e de algodao, pa-
ra senbora, meninas e homem.
LEQlEb. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marlim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senbora.
LIVROS para missa, a Predilecta apresenta es-
colha do respeitavel publico um bello
sortiment destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marflm, so,
velludo e chagrn, or oreos mm
razoaveis.
ra. o covado.
MUSSEL1NA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cotes para
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 3G0
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
GROSDENAPLES PRETO A 19800
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 19800, 29, 29500, 39, 49000 e 59000 o
covado.
MADAPOLO FINO A 49000.
Vede-sc pegas de madapoln, a 49000,
49500, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pocas de algodao bom a 49,
49500, 59, e 69000.
ALGODAO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodao enfestdo a 900 rs. o
metro.
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita, a 280 rs.
Entremeios o babadinhos bordados, de
i00 rs. a 29500 a peca.
Galoes de seda de' 19200 a 29600 a
pega.
Ditos de algodao de 100 a
pega.
Trancas brancas dc caracol
peca.
Caixinhas com 4
cezas por 240 rs.
Ricas cestinhas para o brago, muito bem
enfeitadas, dc 29 a 39.
Ricas golinhas com manguitos, para se-
nhoras, a 49.
Camiziuhas para senhoras, ricamente en-
feitadas, a 49500.
Casaquinhos.de la para ditas,' muito bo-
nitinhos, a 79500.
Collarinhos bordados para ditas de 500 rs.
a 19.
Espartilhos muito finos, a 49 c 50.
Gravatas para homem, pretas e de cores,
a 240, 400, 500 rs. e 29500.
La para bordar, a 59500 a libra com-
pleta.
Finissimos leques de marlim, a 8-9.
Ditos dito de dito, a 59.
Leques de sndalo, a 59.
Dit s de madeira imitando, a 29.
Ditos de papel, a 19800.
119.
do veludo para meninos, a
Gorros
49000.
Cha|)os de palha ingleza para homens,
a 39.
Ditos de feltro finos para ditos, de 39 a
49500.
Ditos de sol de merino, muito lindos, com
cabo de metal, a 69.
Ditos de suda cora cabos c pegadores de
marlim, a 169
Metal chapelinas para senhora a 69-
DuZia de camisas de crctone de cores fi-
xas, para homens, a 339.
Botinas franceaas para senhoras, a 49500.
Ditas ditas linas enfeitadas, de cano alto,
a 69 e 79.
Sapatos Charlot com salto e sem salto
para homens e seiihoras, de 3-"> a 3-rtlOO.
Sapatos do I"orto, de tranca, a 19900.
Sapatos de tapete, a 19V00.
Focos para meninos, dc 29 a 29500.
Alfinetes e brincos de pedra cravadot. a
,1?500.
Ditos ditos de pcrola c filagran. a
29000.
Passapartooti para n-katos, ;oo rs.
Agulhas de crochet com cabos de mar-
lim, a 800 rs. a caixa.
Granadino com listras de si'da, tienda
para vestidos, a 700 o covado.
Corrcntes de plaqut para relogios, de 29
a 3-7000.
FITAS.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador podar ccrtilirar-sc da modi-
cidade dos procos, par quanlo vende O BAZAR DA RA DIRKITA N. 51.
Pode oblar ea penco trtnpo com o uso do melhor do
i licoresa 3rrjma UiUl juRIFJV_
L"?!^^lW.*?*^*.a*Fr,5i?" lonico> difficl acbar orna pesio.

.riS8-

- -
*"
:. i _

qne, tendo osperiraentado pasioulujeole, nao falle an sen tarar, j com. bo:L sito
e apetiaador, (..mando um caz.della anle de j^tsr, o como facilitador
tomndo-ae depcis.
da HESPERIDINA a LARANJa ARGJifba on s habiDla do
especial dos
ora btn, a
A BASJ
laranjaa) qoe ble cocbeoa as propriedades medicina:? di dci
da rigei-.le
BRASIL ra t
fni :.
1VA&
56-aRa do Mrquez de Oliiida 56 a
(outr'ora ruu 3a Cisilein)
LOJA E MACHINAS
su* ni' estf ai1'80 .cstabelccimento assaz conhecido como principal e recommen-
mSr.E!f S gP?" JePSIt0S c bons sortimenlos com que. semi>re prima em ter das
*^T!nafa5,Lf verdadeiras machina amerieanii para algo-
mf l rnf ei^as, o havendo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e me horamentos para perfeito e rpido descaroraniento ; tomam-so
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os
tambem mais :
/r311^. VAP0T L0C0M0VEIS de forca Tornos de banJeijas finas.
00 1 I* P r>nm <%.l^ ~---------- '
dignas de
enconlrarao
locomoveis, deforga
TJn,,, ."h I0S C'"t t0ji P**V* (:orreles para arrestar madeira.
Erf trabalarom \ raacll,nas Para CjraiaM americanos para padarias.
algodao, ou para oulro qualquer mtster.
Machinas para lafiu: roupa.
Arados americanos para varzea e lado:
.igrin, por pregos mai
.
S e nica approvada pelas academias de
sciencias, roconhecida superior a toda que
- tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recit, hoje Mr-
quez de Ohnda, n. 51, l. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
rciro.
Vende-se um rica piano forte, dos mais mo-
dernos, do autor R. Board, comprado ha seis me-
zes. e que nao tem nem um de uso, faz-se grande
diffrenga no prego por se nao precisar dono : os
preteuduntes podem procurar na ra dos Ossos n.
26, das 6 9 horas da manila e das 3 s 6 da
tarde.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabugi n. 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, nm bello sortiment de. corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados o de phautazia,
saias bordadas, ditas com entremeios para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que ludo vende
por barato preco.
baratissimo
Basquinas e casaquinhos de seda ricamente en-
reitados e em-muito bom estado, para sonnoras e
meninas a 7*000.
Pechinchs.
Chapelinas e chapeos de. palha, velludo e seda
para senhoras e meninas, por preces baratissimos
(le zf, -i e 4*.
ra.
Carros de mao para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos do madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer paraiiuos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Ei
examinai
para
Fertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
1 .Mainlios do diversos fabricantes para Bu-
lbo e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite de spcrrnnccte para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cantos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
em seu estado oatoral tem om gosto pooco agrad-vel, e o mrito da HesperidiD I a-
ststo ern reter soas boas propriedades, e ao mesao lempo ipresenU-la como
EXQUISITO L1GOE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL oto lera nada qe mvar a.
melbores importacoes eoropai de eaibogoria semeibaute. Eslaa, qn3ndo moito Ste
sor gustosas, porm a Hcsperidina a combinarao perfeita rio
. AGRDAVEL E SAUDAVEL
> n, .a Pu0Va f.qU8 Dm art' D0 e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e aotoriaadi pfa
ut JTJl-DEHY(llL.._
do rio de Janeiro, permiltindo sua iivre elaborago no imnerio; ontra
. BOA PHOVA -
e a acceitacio geral que tem em todas u partes ond apraaentada. Eo 1864 atbt-
2f2.* a lumJr3b/l<* m Buenos-Ayres; em 1869 a segneda em Montevideo ; i
ranalha na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa aw.it i ca
tanto que rara a casa qne considera completo sec aparador sem nr^ rrrafa de

Emfin muitos outros artigos, que s avista e neste estabelecimento podero
Ainda pechincha.
perfeito estado para sei
rV.
Para acabar.
Samuel Power Johas-
{Ra do Apollo n. 38 e 40
Baldes- em perfeito estado para senhoras e me-
ninas a MuOO.
Riquissimos cintos com lacos e sm elle e de
gostos muilo chiques a 400 e5<4)xs.
Entremeios e babadinhos a 400 e 300 rs. a peca.
Saias de l para senhora, H.
Estas pechinchas s se encntrala na loja do
Passo, ra !.? de Marco n. 7 A, antbja do Crespo.
Faretn sciente aos seus fregnezes que teem
mudao'o o sea deposito de machinas a va-
por, moendas e taxas da muito acreditada
fabriea de LowMoor para roa do Apollo n.
38 e 40, onde eontinuam ter o mesmo sor-
timent do costme.
Pazem Sciente tambem qce team feito nm
arraojo com a fnod^o geral, pelo qne po-
dem offerecer se para assentar qualquer
maohmi-mo emeime garauti lo.
Os propr6taros da fondio geral faiem
seientes aos sonhores de engenbo e mais
pjsoas, qne teem-eslabelocido orna fund- .
c3o de ferro e hrouze a ra do Brura, jun- &
to a estaco dos bonds, oale aprontaro it
qnalqaar obra de encommenda com perfai-
(io e promptido.
.Os mesmos rogam as passoas qne'qnei-
Tm ntilisar se de seus services ie dsixa-
Tem as e.neommend* em c&sa dos SrsT Sa-
muel Power Johnslon A c. a roa do Apol-
Iq n. 38 e |0, onde acharSo pessoa habili-
tada com quem possam entender si.
Appapelno para, fakricar assucar, do gyitema v*r **
WBSnaN eEfrtREFUGAJ,
untios agentes em Pernarabuco a fundicio geral.
Para, tratar em seu escripiorio a raa do Apollo o. 38 e 40,
*
o miiL
O homem velho toma Hesperidina para obter
aa V1G0*
O homem doente toma Hesperidina para obter
SADDE '
0 bomem deiil loma Hcperidina para obter
, sFoncA
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam a rTesperidioa para .-btar boa cOr
animacao dorante os loncos gyros di
M,i ROft JUN,0R -* C" roa d0 Vi3ri Tenorio o. 7, andar, wcaberaa esu
grande especifico, e venoem-no nos depsitos aeguintei
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia a i.
Actonto Gomes Pires di C, roa da Cadeia
Aotonio Gomes Pires d- C, caes 22 de Novembro
Gomes & irmio hotel da Passagem
Vende-se
ps de parreiras de d versas qualidades, j era
cestos proprios para mudar-se, por preco commo-
do, no sitio junto a entrada do encanaiento, em
I arnameinm, e muito boa gomma de ararut em
gC^C k""" Dl"''" ="-
Rival seTs^undo.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
0 Pavo vende ftnissimas cassas francecas 4a
odres com os mais delicados padrees, por tareai
um pequeo toque de avaria dc agua daca, pal
barato preco do doze ylntens o covado. B pecssir-
cha : na toja do Pavao, ra da Imperatria .
. Vende-se urna negra perita cozinheira, oa-
gdmmadeira, lavadeira e boa qmttndeira para ea-
genho, ou fora da trra, o motivo se dir ao cora
prador na rna da Imperatriz. a. 6, segunJo n
'


i r.r B-aV


Diario de fernalnbc Tarea feira 5 9e ifio (le 188.
\
)
\
'
IIUDEZAS.
Soares Unto & trmos, pedem as Exmas familias desta cidade, para virern sortir-se
de tm completo sorlmenlo de miudezas e perfumaras, por presos bwalissiinos, a
saber:
Saixa de linha braoca muo boa com 40 Caixa de pennas Perry, a 860 rs.
novellos, a $00 rs. dem dem, a 400 rs.
Idea idem de marca, a 300 rs. Caixa de envelopes trajados de preto, a
JMaoo de fita chineza, a 000 rs. 500 rs.
Duzia de pecas de cordo imperial, a; Lequcs para senhoras, a 25000 e 45000
280 rs. i dem idem dc.osso, a 65000 e85000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
105000.
vrospara notas, a 320.
Redes afeitadas, a 15300.
Duzia de collarinhos borJados para ho-
'mom, a 85000.
dem idem lisos, a 65000.
PERFUMARAS.
Garrafa de aguafloridaverdadeira a 15300
dem kananga do Japo, a 1(2200.
dem divina, a 15000 e15200.
dem idem Magdalena (novidade) a 15500.
Frasco com tnico oriental a 15006.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 15, 15500 e 25000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
dem idem carritel 200 jardas, a 15000.
Laraparmas gaz, dando urna luz muito
boa, a 19000.
Abotoaduras para colleta (sio baratas), a
200 rs.
Duzia depe^as de trancas caracol branca,
a' 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem idem de sarja idomidera.
Talheres cabe de viado (imitacao) a35000
a duzia.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do, a S5600.
dem idem beira lisa, a 2-3500.
Grinaldas para casamento, a 25 e 55000.
Garrafa de tinta roxa extra-na, a 15000. 500 rs. e 15000.
"Caixa de botes do osso para calca, a Mago de sabonetes
200 rs.
Coques modernos, a 39500.
Maco de tranca lisa de cores, a 240 rs.
Espelbos-toucadores, a 29000.
Resma de papel pautado o liso, a 29600,
29800, 39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade, a 600 rs.
dem idem idem beira dourada, a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque, a
300 rs. e 19000.
inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de ametdoa, a 29500
e 39600.
dem de sabonetes de anjinbo transparen-
tes, a 29200.
dem de sabonetes com flores, a 19500.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frres, pro-
prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 19
Chapeos para senhoras e menjnas.
Esmerald
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimenlo do bollas de borracha e calungas por baratissimo prego, e mu-
tos objectos que se tornara longo mencionar.
28 Roa do Bardo da Victoria 28
a
Acaba de chegar a este estabeleciment um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que teto vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas linas, aderecos e meios aderemos com pedras
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homens e senhoras, desda o
prego de 409000 at 3005000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeicoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de 11 rata de 169000 e 409000.
RIJA DO CABUG N. 5
M0RKI1U DUAUTE & C.
COSTURA DE HOWE
FUNDICAO DOBOWMAN
RA DO BRM N. 52
(Passando o ehafariz)
PEDEM \0S seabores de eugeoho e oatros agricultores, e en)prega dores de m
chinismo o favor de orna visita a seu eslabeleciraento, para verem o doto sortimepto
MDbieti que ab lem; todo todo superior etn qualidade e fortidao; o que com a ins
peccao pess jal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA F.UNDIQO
Tfannrfli a mira* rtA.crna. dos mais BBO,ernos ?ysleina8 e** *
V apuro? O lUUaa U agua mantaos convenientes para as diversas
cireatnsuncias dos seborea proprietarioi 6 para descarogar algodao.
Moendas de caima 55 8 UmaDb0S'as melbom qae aqoi
Eodas dentadas p'***14^
Tixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
achinismos
oOZnOaff de patente, garantidas
Todas as machinas
Faz qualquer concert de raacbiisIE0'apreco
Formas de ferro
Encommendas.
par* mandioca e algodao,
e [ara Ferrr imdeira.
Podendo todos
ser molidos a mo
por agoa, vapor,
on anitnae?.
a pecas de qne se costuras precisar.
moi resumido.
no raer-
SOARES LEITE, IRMAOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Itarao da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e" as melhores do. mundo!
Na exposko de Taris, em 1867, fo concedido a
Elias Howe Jumor, a medalha de ouro e a condecora-
co da Legio de Honra,"por serem es machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditara
estas machinas. *J
A
tem as melaores e mais baratas existentes
cado.
lacumbe-se de mandar vir qnalquer machnismo voli-
ta de dos cuentes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qnalquer necessidade pode
ibes prestar auxilio.
Arados americanos 6 in"rame'08 ***
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
3(o ariuazem de Joapm Lopes Machado ^ C
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de foroa de 2 a 4 avalles.
Correias para machina?.
Polias de diversos tamaitos.
'aquetas para eobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
fon tas de langa para carro.
Chcales para carro.
Galoes largo o estreito para carro.
pregos com cabeca de niarfim, idem.
GRANDES NOVIDADE
Em fazendas de gosto
NA
PAVT:0
IM E ARMAZEM DO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
ni

A 15500, 15200, 800 e 640 rs.
com 10 jard
8 palmos 'o
^^rv>*. -
Cibe-nos o dever de aniuuiciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta-cidade ra do fiarao da Victoria n. 28, um deposito o agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se veuderero as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfaigao de seu trahalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesroa qualidadadalinha.quequalquer outra,
e pela introduegao dos mais aperfeigoados apparelho, estamos actualmente habilitados 8
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machiitas sm as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incoutestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor ricgo entro as diversas pegas, e menos rpido estrago
do quenas outras.
Quarttf.Formam o ponto como se fra fcito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nSo consego
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modilicar-se a tenso da linha, cozem a fazendamais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quajjdo se tem de mudar
de agulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sSo hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudangas radicaes para poderem substituir -.entretanto a compaobia das machinas de Howe
adoptando a piniio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que fsga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha hvretos com instruegoes em portuguez. ,
A 90>000 A 90^000
SOARES LETE, IRMAOS
A'
Ra do Baro da Victoria n. 28.
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fio
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodSo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medidas.
IM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RA BO BOM JESS N. 4.
Seda pura a 1#500 ocovado.
Seda do cores de muito lindos e diferentes padres, gostos modenrs, pelo baratis-
mo prego de 1^500 ocovado, vende na ra 1. de margo (antiga do Crespo) n. 13, loja
. das Columnas de Antonio Corroa de Vasconcellos.
Escmvos.
YENDE-SE
nde-se dous, send3 um mulato de 40 annos! urna casa do taipa com um terreno proprio coi
lade, apto para qualquer servi;o>e muito fiel,' 60 palmos de frente e 4<0 do fundo, tem I fre
escrava de J5 iuos de idad, TTava, en'gom-1 tes, urna para o becco do Esjiriheiro e outra para
cozinba e boa (fuiundeira !%a ra i^a ra Nova : a tratai- na ra larga do Rosario.
icio n. 8i. ^ib. 14, fabrica de cigarros.
Lindos vestidos a 5$ o corte
Superiores efirtes de cassa dtfcdr, de organdy de percalia com barra e de d|U
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 59 cada corte. Vendem na ra ra-
meiro de Margo (antiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
cellos,

ltii
Pela primeira ves aqai aas
amantes do caf.
Caf de Java.
' o caf raoido melbcr que se pode desear ; e
s se vende na confeitarta ao Campos, ra do Im-
perador n. 24.
A respeito de acepipes nao precisames mais
annunciar, pois est no dominio de todos que' a
confeitarta do Campos um verdadeiro ceniro do
qne bom e grato ao paladar. ________
Panno de algodao da Baha
da fabrica 'Todos os San-
Curso pratico de pedagoga
POH
Mr. Daligault.
Destinado a"s alumnos- mestres das escolas nor-
maes prrmanas, trautrzklo em portugue, 1 vol
em 8', |W) **800 : na Kvrara Universal, rtt
da nptraoor a. M.
tes.
Novidade
Joaquim Fanos dos Sante tem paro veader
vinlio ftu* de ova nraaaa, aam asp*xal paladar,
o nico vindo a este mercado, em barris do 5" e
10, armazenado no trapiche 3o Machado, e a re
taino a 800 rs. a garrafa : no armazera conser-
Teem para vender no esefiptorio Joaquim Jos
Gongalves Beltrao 4 Filho, ra do comrtercio ^avo, largo do Terco n. i
a.
T
AHKICA0
Vende-se dous sobrados sit03 em Afogados, no
tcq. pateo da Pu A. 8< e B8, os qnaes ofTerecem gran-
^ftM d' laby das vantagens M comprador, nao s, pela situado
rintho e bordadas, guarnioSee para cama, e guar- cm que esta, como pelos commodos para grande
danapos de diversos Uuunjios ; todo* por pregos famuu a tratar ua ra de Eonungos Jos Mar-
commodos. Ifinsn. 90.
Novidade.
Na ra Primeiro de Marco n. 8,
de-se panno de linho do Porto, loalhas de laby
PEREIRA DA SILVA & GUIMARAES
Os propnetarios efesto importante estahelecimento, participam ao respeilnvel publico
desta cidade e aos seus numerosos froguezes que acabam de ret-ebor pelos ltimos ?po-
ros de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazen>las de gosto
e burila phantasia para vestiilos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das melhores fazendas de lei, que se vendem por pregos muito cm cotila,*
com o fim de apurar dinheiro.
As pessoasque.negociam em pequea escala, neste toMecimcnlo podorao fazr
os seus sortimentos, porque se lhes \ender pelos pregos que compram as casas estran-
geiras ; de to'das as fazendas se do amostras, dcixando ponlior, ou nundam-se levar em
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aherto das 6 horas da manha s 9 da uoui .
III K.NOLS A ICTOOO.
O I'avo rccelwiu pelo ultimo vapor Europa, hiirnoos Jos mais lindas goflM
O Pavao recebeu um hrillianto sortimento quo at hoj.- mi roidieci.los t r.lagao i
das mais lindas granadines preta com deli- sua mmm,j btnteza, conudam-sc as
cadas listrasde cores c pretas, que vende |elo Exmas. Sras. para tama o qm M di
barato prec> ilo 1^500 o c vado. itas to-! novidade ueste Mfim
das de edres com listras miudiiihas em urna1 IIAMANTES l'.VRA LESCOEi.
s r a IjBftOO e 15H)0 o cova pretas com listras de seda roas a 800 rs. Di- godao, leudo 10 palmos de largura, f
tas pretas com listras hranras, azues e ver- precisa de i I/i vara para um lencoi a
des a 640 rs. c -vado. Assim como boni- ijwoo o metro ou Ifllt i na.
tas barejes de seda para vestidos com as Dito de linho tino superior i muito en-
mara lindas cores a l?000. E' pecliinclia, corpado, com a mesma largura a 2T4O0 a
na loja do Pavo. vara.
POUPELINASAtfl00E2-5000O("X>VAIO.; Ditos fraucw^muito finos a 2C00 -j
O Pavo recebeu um elegante sortimento 35000.
das mais lindas poupehnas de seda com os j peras de Hambuigo e panno de IiiIk., tf-u-
mais lindos desenhos e mais bonitas cores, do c m 20 e 30 varas para mfoiMpNM
que vende a 1-5000 e 25000.
SEDAS DE CORES A 25500 RS.
0 Pavo recebeu um bonito sortimenlo
das mais lindas sedinhas de urna s cor com
delicados desenhos miudinhos, que vende a
2JJ500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazenda a 2*000. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAMBRAIS ABERTAS A 9 E 105000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abortas,
bordadas para vestido, que vendo pelo barato
prego de 95 e 105000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid i. E' pechincha, na loja
do Pavo ra da Jmperatriz n. 60.
LAZLNHAS BORDADASA 400 RS.
O COVAO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinhas transparentes com
florinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo preco de 400 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
0 Pavo vende um bonito sortimento de
lSzinhas listradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 560 e 606 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LAYRADAS A 640RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas laviadas
de cores sendo as cores mais modernas quo
tem viudo para vestidos, e vendo-se pelo ba-
atissimo preco de 640 rs. o covado.
pechincha, oa loja do Pavao.
CASSAS FRANCt'ZAS A 600 E640RS. O
METRO.
O Pavao recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cass3S lian czas, de cor,
cornos mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padres oscuros e outros que
servem para luto, e vende a 600 e 640 rs.
h> metro ou 300 e 400 rs. o covado.
LAZLNHAS MODERNAS COM LISTKA DE
SEDA A 640 rs. e 15200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listrasde seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem vindo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos pregos de 640 rs e 15200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas Jas sao modermssimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Chita* a 4M>, SO, 3tO e SOO rs.
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fixas, que ven le pelos bara-
tos prec s de 240 e 280 rs. o covadp. Ditas
escuras azenda muito superior, eom novos
padres a 920 360 rs. o covado.
Ditas moho finas padres claros cm teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de cretone, fazen-
da.muito superior a 30 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miodiuhas, proprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Baptistas a &OO rs. a cavad*.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores eom
padres miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de crianza, pelo bara-
tissimo prego de SOOrs. o covado, ailiancan-
do ser grande pecbiacha I
Caries de eambraia. ultima no-
vidade, a 95000.
0 Pavo recebeu pelo ultimo tapor de
Europa, cortes de eambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufficiente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excesiva ba-
rateza tornam-se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 95000. E' grande pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE GAMBRAIA BORDADOS.
O Pfcve rwbea os mai6 ricos cortes de
eambraia branca bordados para vestido, que
vende pero barato prego de J05 e 30#000.
CORTES M. CAMBRA1A BRANCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de eam-
braia branca com listras assetinadass que
vende pelo barato prego de 65000.
Ditos om listras de cores, tendo 8 varas a
45e 55000. E'pechincha.
1SPARTILHOS.
0 PavSo recebeu um grande sortimento
de espartilhos tanto para senhora como para
menina, que vende polo barato pre^o de
35000. o, _
Ditos muito finos a 45 e 55000. Sio^dos
mais modernos que tem vindo ao mer-
cado.
4-OOtt.
algoduzinlio,
barato pmj
qualidades.
Ditas de bretanha de puro linho, tendo 30
jardas, pelos pregos mais baratos que se I 1
visto.
Per-hinchas de fmissimo esgni i ou ^il*?/ia
com (i jardas a 75000.
Pegas de fuiUsima sili/.ia
1 355000.
Atoalhado adamascado com
argura a 25000 a vara.
Cairas de casemira.
O Pavo tem um grande sortimento (*
caigas de casemira, assim como cortes M
mais modernos (pie t.in viudo nos ltimos
figurinos c em fazenda, dos mais la 1
mais novos que tem viudo ao marcado,
vande-se por barato prego para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim braii'o <
de cores, por pregos muito razoawis.
LENCOS ABAINHADOS A 15800 E 25000.
O Pavo vende duzias de lengos branm*
abainhados, sendo fazenda muito boa, pelu
barato prego de 5000 a duzia.
Ditos tambem abainhados, com beira la
cor a 15800.
Dit' s grandes, batata muito li:ia, sen '
todos brancos a 35000,
. Dito de eambraia branca, sendo em ]_.,
a -35600
MEIAS CRIAS A 45 E 55000 A Id /.!'..
O Pavo vende duzias de meiascruas,
glezas pelo barato prego de 15000 e 55u .
Assim romoditas moho Iraa o mnito : -
corpa losa 65000, 7CIK>0;85000 v. K -'(".
e um grande sortimento de incias ingle/
francezas, para senhoras, qm- s<- \tnde j-r
prego muito ooflMmdo.
MADAPOI.O FHANCKZ a 65000 E 750 f.
0 Pavao vende p<' cez, que sempre se vendeu por muito";
dinheiro e liquidase pelo baratissimo pi
65000 e 750OO, por ter feito nina giamk
roara. E'pwhiucha.
\lotltl/iiiho a
O Pavo vende [>ogas muito boa fazemla, pelo
45 c 55000.
Dito largo muito enrorpado, proprio [
toalhas c lenges a 05000 a 7-.000.
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende corles de cambrai;; ra -
prente propria para vestidos a 25'i00 *
35000.
Pegas de dita muito fina, com 10 jird,
tapada como transparente a 45, 55 e < 5000
at a mais fina que vem ao mercado.
PAJINOS DE CROCHET \\HA CADE!!!AS.
O Pavo tem um grande sortimento '. i
pannos de crochet proprios para < a leira da
balango, para dilas deguaringo c M*t so-
f, que se vendem muito cm couta.
-COLXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavo vende colxas de eroeim pn 1 ""
para cama de casal, pelo baratissiiuo (. .0
de 65 e 85000.
Ditas de fusto acolxoadas, sendo de
res e brancas, pelo barato prego de 4M0.
E grande sortimento de dilas de datnat
cretone e de chita, que vende por p'
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DTAS SiW
m a 45004.
O Pavo vende lonitos cortes dr |
com duas saias, sendo (alenda de muil" g-
1o a 45000. E' pechincha na loja do Fa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PAKA SENHORA. >50*.
Na loja do Pavao ra da Inq-iit-iz n. W.
JVjrei'a da Silva A Guimari. ra:r.
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de bolinas pretas e com delicado*
enfets de cor, proprias para Mimm, garar--
tindo-se serem das mais modenin- que La
no mercado, assim como a boa qualidav*,
por terem sido remettidas por um d< n
Ibores fabricantes de Paris, e v-nde^e pr >
barato prego de 65, na loja do Pavao.
SAIAS BORDADAS A 55, 6 SSVO.
O Pavo vende saias ricamente bordada
de 4 pannos cada urna, pel pregos de 55, 65 e 85000. .
Ditas de um panno s c com muiu mat
guarnecida de pregas, pelos baratos nrrr ,
de 25000 c S00.
Ditas com guarnicio de p^ega
dos a 35500.
Algada
O Pavao vende algodao americano
tado e muito encorpado, prc rto
Iba e lenges, pelo barato prm i
vara.
Dito francs sendo trancada
corpado, pelo baratissimo preco de
metro.
Casemlras a O5OOO e
O Pavo vende cortes de rasa-nirl
za, sendo fazenda muito su
pre se vendeu por mais dinaairo,
dam-roaWOOOocrte.
Ditos a 6^0#0.
J5
-

_____-.


.....
8
jp
Diario de Pemambuoo Tar$a fei*. 6 de Mao de 1873.

VARIEDBE
:
O BANQUETE DE LORD MAIRE: O lord
maire ern Londres deu um grande banque-'
te, aoqnal concorreram cena malres de to-
dos os districtos de Inglaterra o paiz de Gal-
les. Entre"os couvi la 3, viaen-soos minis-
tros o os embajadores eSlrapgeiros.
Propostos os lirio I's polo muro, docla-
roil o ministro Mr. Chiriors, queja mari-
nha ingleza nunca tinlia sido to forte, nem
to bem organsida coito na aetua la le.
Fazoit lo-se um brin I cmara dos lor-
5, o lord mairc. approvouo habito ooi que
nava a corda deraniitnro presligib d aqutd-
la cmara, cds Ihe assegjrar o respeito o
a Confianza do povo, elevando do tempos
a tempos ao parate homens uascidos de
entre a parte ordinaria da-naeo, mis que
se distinguen! pela elevacg da sua intel-
ligencia
Ao brinde feito ao corpo diplomtico,
respondeu o embaxa Jor franco*. Este fal-
lou dos embaracos porque passou o pai/.
que representa, da situaran poltica e econ-
mica da Franca, dizendo, que este iite-
ressa a to las as naroes ; o finalmente das
traduces que nunca enveiheoom em In-
glaterra, quines sao a mais completa hospi-
tal: i ..le ; conchan I > que ello era interprete
, dos sentimeutos dos soiis collegas, (pian lo
diriga os seus .agradecmo/itos. ao lord
maire.
Este e:n seguida leva/Uou um brindo aos
deinais tnaires que se arhavam .reunidos,
agradecendo-lhe a tonga jornada que alguns
d'elles liabain feito.
Falln denois das astUoioftei d Ingla-
terra, mostrando que a corporaro a (pie
partne i nup >a perraittio que a poltica exor-
eesse asm influencia as iliscussoes nniui-
cipaos, e n > cumprraento dos seus devoras,
manifestau lo comtudo a esperanca de que
o governo, e os inembros da cmara dos
communs comprehendero que ebegado
momento 'aquellas corp n-ares gozarem
ainiade mais iu lepen leuda eiiberdade.
Fez ver quelendo augmentado os ion 1 i -
menloi municipsas, era ssu imperioso de-
ver proce I ir a gran les ouras.de melhora-
me&tos pblicos.
Fall u depbis da oecessida le da suppres-
sao do sello dos jornaes, e da influencia
([oe a imprensa exerce na opinio publica,
O maire foi muito applaudido quando
disse qu i a niisso da Inglaterra ensillar
s outras nados n governarem-se, mas obser-
vpuquono poderia ensiaar o que nao sa-
bia bem. Conclua eme era
njcessario
basear o governo do pai/ no sistemadas
franquas lcaos, fon lando antes'as instila -
S3S as donaos no systema das municipali-
dades :ii leu m lentes*
Depois fallou Mr. Gldsteoe dos acontaci-
mentos, das condicos, do governo'e da
situaeo do paiz, dizendo:Demos uma|
que la, mas levanta.no-nos de novo, cn'es-
tas duas circumstancias, nao tomos nada
que nos faca c irar. Cabimos tenan lo eman-
cipar urna yi-an 1; universida le histrica na
Irlanda. Procuramos fazer dossa univer-
sicUdeuma nobre horan$a para todos os fi-
lhos do nosso paiz, sem preju licor ninguem
Das suas ideas polticas ou de partido, cuas
suas crencas. Apezar do que nos pode ter
astado esta empieza, creio que o> princi-
pios porque procedemos sao inJistinctivos,
e devem larde ou cedo exercera sua infla,
oncia aos I stinos do nosso paiz.
Mr. Gladstono fez um pomposo elogio
dasquali lades eservidos da diplomacia in-
gleza, louvandoem termos calorosos a pre-
gran I" numero de diplmalas
que quizeram prestar
pJe fazor tanto bem ou tanto mal, cura-
priulo ou raenosprezando os' sublimes de-
vores que I he sao imposto*
O que o parocho o ministro da re-
ligio de Christo, enoaregado aje conservar
os seus dogmas, de propagar a sua moral
o de favorecer com os seus beneficios o ra-
banho quo Ihe confiado.
D'essas tres funecoes do sacerdocio dedu-
zem-seos tres pontos de vi-ta donde vamos
considerar.o parodio ; como padre, mora-
lista e administrador espiritual do christia-
nismo. D'aqui tambara se del uzem as tres
especies-de devore: que tem de cumprir, a
H:n do se mostrar co npletamnte dignq.da
snblimidade das suas lunages na trra, eda
estima ou da veneradlo dos homens.
Como padre ou conservador do dogma
ehristao, os devores do prior nao sao acce%-
siveis ao nosso examo ; o dogma, divino e
mysterioso porsua natureza, imposto pela
revelar .aceito pela t, ossa virtude d
ignorancia humana, esquivase a todas as
criticas ; o. padre, do mesmo modo que o
fiel, nao te.n que dar contassono sua
consciencia o sua igi- ja, nica autorjdade
de que depende. Comtudo, mesmt n'isto,
pojo a elevada razao do sacerdote influir
utilmente na prali a sobro a religio do
povo a quem dirige. N i* evo. daignorau-
cia e das trevas, algtimas crendices baaos,
algumis supersti';oes populares so enlacaram
con as gran liosas crencas lo puro dogma
i hiistao ; a sup-rsticao o abuso da f ; ao
ministro esclarecido de urna religioque nao
teme a luz, porque tola a luz d'ella ema-
nan, compete afastar essas nuvens que Ihe
empauain a suitilide, e que fariam com
que vi-tas prevenidas contra o christianismo
o conlundisseii a elle, ossa civilisacao pra-
tica, cssa razao suprema, com especulacoes
devotas, ou com as grosseiras credulidades
dos cultos onde campeam o erro ouade-
cepcao. O dorar do parocho abolir esses
abusos da f, e reduzir as crencas dema-
iadam.'lite condosceu'entes losen povo,
grave o mysteriosa sio.plicidade do dogma
ehristao, contemplaQao de sua moral, ao
progressivo desenvolvimento das suas obras
perfectivas. A farda le nunca precisa do
erro, as sombras nunca augmentan a
luz.
Sao anda mais bellos os deveres mora-
lisadores do .parocho. U christianismo
urna philosophia divina escripia de dous
modos : como historia, na vida e na morte
do Christo ; como ureceito, nos ensinamen-
tos sublimas que o Salvador trouxe ao
mundo. Essas duas palavras do christia
nismo, o precedo e o exe-nplo, esto resu-
midos no Novo Testamento, ou Evangelho.
O padre um commentario vivo desse livro
divino. Cada urna las palavras miste-
riosas dessas paginas responde com acert
ao pensamenlo que as interroga, eencerra
um sentido pratico e social que esclarece
vivifica o procodimento do homem. Nao
ha verdade moral ou poltica que nao Exis-
ta em gormen n um versculo do Evangelho;
lo las as philosophias modernas commenta-
ram algum delles, e esqueceram-no depois,
ihilantropia nasceu do seu primeirie
O parocho tem relaedes administrativas] antecipadamente, e cumprio na trra o mais dizes da botica (arts. 10V e 105 do regi-
da rauitas espftias coln o governo, com a
nico preceito, a caridade. A liberdade
entrou no mundo em seu seguimento, e nao
houve servidao aviltante que a sua luz nao
deszesse ; a igualdad poltica nasceu, por
que o christianismo nos obrigou a reconhe-
cer a nossa igiialdado e a nossa fraternidade
perante Deus ; *suavisaram-se -as leis, abo-
liram-so os costumes rovollantes, cahiram
as cadeias, e a mulher reconquistou o res-
peito no coraeo do homem.
A' medida que a sua palavra troou nos
seculos, fez baquear nm erro ou urna ty-
rannia, e ple-se dizer que todo o mundo
iigk'za ; fazendo ver que esto tacto 'urna
nova provai dedicago de todos os inglezes
s venorayeis instituicoas municipaesi as
quacs se ligama tu lo quanto faz a prospa-
1 i ladee aforrada Inglaterra; a ludo quan-
to ha de grande e bom no paiz.
O ministro disse mais que nao receiava
declararem seu nomee em Domes dos seus
collegas, quesemp^quesc iratassede alar-
gan, circulo das Tiberdades lcaos, e das
franquas, ou de combater os effeitos do urna
cenlralisaro intil, osenconlrariam dispos-
tos a colher, lano quanto o dever publico
o permitisse, as rclamages ijiio se Ihes
podessem fazer.
Por ultimo usou da palavra e lord cban-
celler.julgando muito natural que os chc-
* fes das municipalidades se queixasseiQ de
i I i privados de poderem .dispender libre-
mente o seu dinbeiro. Observando que
pela sua paite eslava disposto a permitir
que ollas gastassem, cpmtanto quo o di-
nheiro que queram dispnder soja sen e
uo do estado, causaram as suas palavras
una certa hilan la le.
Afinaleste mesmo ministro fez sobresair
a grandeza da cmara dos communs, cuja
represeutacto est to bem estabelecida no
mundo, que muitos estados teera fundada
asseftiblas pelo modelo da cmara dos
communs na Inglaterra.- .
senca d tim gran
e altos funccionarios.
bomenagem aq ebefe municipal da capital I actual com as suas leis, com os seus usos,
com as suas inslituicos o com as suases-
perancas, no senai o Verbo evanglico
mais ou menos encarnado na moderna ci-
vilisacao Mas a sua obra est longe de
se ter de lodo realisado ; a lei do progresso
ou do aperfei$oamento, que a idea activa
o poderosa da razao humana, tambem a
lei do Evangelho ; prohibe-nos que paremos
no bom, iusliga-nosa que procuremos sem-
pre o nclhor, nao nos consonte que deses-
peremos da htimanidilo, diante da'qual
sempre rasgan Jo mais esplendidos horison-
tes, e, quanto mais os ibssos olhos so
Ibrem luz, mais prdmessas lemos nos seus
mysterios, mais verdades nos seus preceitos
mais futuro nos seus destinos:
O parodio est, por coijseginto, senhor
de toda a moral, de tola a razao, do toda a
poltica, quando tem esse livro uas mos.
Basta quo o abra, que o lea, o que derrame
em torno de si o thesouro de luz e de per-
feieao, cuja chave Ihe foi entregue pela Pro-
videncia/ Mas, como o do.Christo, deve
ser duplo o seu ensino .; pela vida e pela pa-
lavra : a sua vida deve ser, tanto quanto o
comporta a fragidade humana, a explica-
parochia.
SSo simples as suas relacoes com o gover-
no ; os deveres para com alies sao os mesmos
que os.de qualquer cidado, nem mais nem
menos, okedjencia as oosas justas. Wo
so deve abanar nem prfir, nem contra os
govern os da trra; modilfcam-se as formas,
mudam do nomos e das mos os po-
deres- os homens pracipitam-se no tbvotK)
uns aosoutros ; sio cousas humanas, passa-
geiras, fugitivas, instaveis por sua natureza ;
a religio, governo eterno de Deus na oaus-
ciencia, est cima dassas-wicssitu les,"des-
sas versatilidades polticas; evila-se deseen-
do a ellas; o seu ministro deveconservar-se
cuidadosamente parte. O parodio o nico
cidado que tem direilo a dever de ser
neutro as causas nos odios, as lulas dos
partidos que dividem as- opinidese os ho-
mens ; porque antes de tudo cidado do
reino eterno, pai dos vencedores o dos
vencidos, homem de amorp de paz, o/ie so
leve pregar paz e amor; discpulo la "que recusou derramar urna gota de san
gue em sua defeza, e que disso a Pedro :
Embainha o gladio
Com o seu administrador deve conservar
o parocho relatados de nobre independencia
no que rospeta s cousas do Deus, de bran-
dura e cousideraco no resto; nao deve
procurar influencia, nem lutar para con-
quistar a auterida le ; nunca deve esquecer
que a sua aatoridado principia o acaba no
umbral da igreja, no degro do altar, na
cadeira da verdade, porta do indigente e
do enfermo ; aHi. o homem DeuS ; Hora
d'ahi o mais humilde, o mais obscuro dos
homens.
Com a junta do parochia, os deveres li-
mitam-se ordem e economa que a po-
breza da m or parle das freguezias ruraes
exige. Quanto mais progredimos na civili-
sacao o na intelligencia de urna relif/o
tola inmaterial, menos nocossario vai sen-
do o luxo exterior dos uossos templos. Sim-
plicidade, asseio ; decencia nos oojectos que
servom pare o culto, eis tu lo quant) o paro-
cho deve pedir. Muitas vezes a odigeucia
do altar tem um-nao sei qu de veneravel,
tocante e potico, que impressionae enter-
nece o coraco pelo contraste, mais dos que
os paramentos de sida e os candelabros de
ouro. O que valem os nossos dourados e
os nossos graos de areia refulgentes perante
Aquelle que desdobrou o firmamento e o
matisou de estrellas J O calix de estanbo
obriga tantas frontes a curvarem-se como
os vasos de prata lavrada ou dourada. O
luxo do christianismo pompeia as suas
obras, e o verdadeiro enfeile do, altar sao os
cabellos do padre encanecidos na preee e
na virtude, e a piedade dos fiis ajoelha los
diante do Deus de seus pais,
Para se alimentar e vestir, para pagar e
dar sustento pobre mulher que serve, pa-
ra soccorrer indigencia, tem o parocho
duas retribuges; urna do estado, 780
francos : autorisada pelo costuma, e que se
chama occmonai". Esse occasional, bas-
tante elevado em certas cidades, onde se
serve para pagar aos vigarios na maior par-
te das aldeas, pouco ou nada rende ao pa-
rocho rural. Portanto, apenas tem o es-
tricto necessario, 'res augusta domi, e, com-
tudo, ainda Ihe dizemos, tanto no iuteres-
se da religio. como no de veneraco
que deve inspirar : Esqueja o occasio-
nal, receba-o do opulento que insiste para
qualh'o aceite; recuse-o do pobre, qjae,
ou se envergonha por lh'o uio po'der
dar, que amargura sempre as alegras
sagrado do todos os deveres; continuou um ment). Qual
autoridade muMijal, com a Sua junta de dogma immortal, foi um dos fuzis de urna Elevaram-as logo a aju-lantes do chafe da
ca'dei immensade fe de virtude, o deixou pliarmacia, sogundose defirehende do pro-
as geracoos que esto para nascer urna prio discurso do Sr. prove-Jor.
'creaaya, ama lei'e um Deus. Queros saber agora quacs sao os deveres
Esta vida de abnegado, tal como Lmar- dos taes ajudantos? Ouveoque diz o $ 3,*
tine a descreve n'estas admraveis paginas, do art. 103, e fica boquiaberto :
talvez faga sorrir os que pensam que supe- Fazor as vezes do chefe, quando mo
rior i fraqueza humana; mas faja pelo meiitaneameiiteausent,e*it6tui-/o,7ua,i-
menos esta doscripcao com qu os homens do iinjeddp (!) -
que se destinam ao sacerdocio, nao optem Rf, mano, ri, que a cousa nao p ramo-
pela carreira ecclesiastica -co.no optariam nos.
pelo fdro"Ou pela adininistfaeao publica^; So nao estivesse.n em pleno vigor a lei
vejam quo, so quizerem cumprir os ses de ."J de outubrode 1832, o aviso de de
devores, tem de se prepararan sacrificio.' setembro de 1834 e as resolucoes n. 10 de
ToJas as coi-das tem espiuhos, e so os tem] 29 de jolito do 1833 e n. 6 de l de ju'bo
os diademas- da trra, cuja consolaco a de 1830, bastara esse mesmo regiment do
ephemera alegra mundana, como os nao
teriam as curdas especiaos, que trazem coin-
sigo os eternos jbilos? Qu-m se nao sentir
com forcas, nao pize essa estrada cheia de
abrolhos ungidos anda pelo sangue que
Verliam os ps do Rodemptor.
Deveres cvm lo jn-,fho
[DE AFF0.NS0 DE LAMARTME, TftADQZIDO l'Olt
I'INIIKir.O chacas)
lia em todas as parochia? um homem
que nao tem-familia, mas quo a todas as
familias pertence, que apparece como teste-
munha, como agento, e como conselheiro
nos actos mais solemnes da vida civil ; Sjpm
o qual se nao pode nascer nem morrur ;
que recebe o homem ao sabir do seio ma-
ternal, e s o larga ao sumir-so as trevas
do sepulchro ; que benze ou consagra o
berco, o thalarno conjugal, o oito da
morte e o caixao ; um homem a quem as
creancinbaS se costumam a estimar,. a ve-
nerar c a respailar ; a quem os proprios
descoubecklos do esse doce nome de meu
padre, [.gaira variante de meu pai; a cuios
ps derramam os christos as suas mais in-
timas confidencias, as suas mais secretas
lagrimas ; cuja prolisso o obriga a ser con-
solador de todas as miserias do corpo e da
alma, intermediario da riqueea eda indi-
gencia ; quo v o pobre e o opulento virem
. a.revezes bater-lhe porta ; o opulento para
derramar as suas mos a esmqla myste-
riosa, o pobre pera que a possa recober
sem o rubor da vergonha ; que, nao per-
tcncendo anenhuma das gerarchias sociaes,
a todas as classes por algum lado se prende;
s nfimas pela pobreza da vida e s vezes
pela humildade do nascimento, s supe-
riores pela educar, pela sciencia c pelos
seotimentos elegidos que urna religio phi-
Untropica inspira e ordena ; que tudo en
fim lem o direito de dizer,-e cuja palavra
.se despenha dos pincaros da religio sobre
as intelligencias e os coracoes, cora a auto-
ridade da misso divina e com o imperio
da f. Esse homem o parodio ; ninguem
i.o sensivel da sua dotrina, a palavra pal-
pa vcl. A igreja collocou-o neste posto
mais como exemplo do que como orculo ;
pde-lbe faltar o discurso, se a naturezalhe
negou os dons oratorios, mas o discurso que
to los entendem a vida ; nao ha ltngua hu-
mana to eloquete e persuasiva como a
virtude.
O parocho tambero administrador espi-
titual dos sacramentos da sua igreja e dos
beneficios da caridade. Nessa qualidade os
seus deveres aproximam-se dos que sao
impostes por toda o qualquer administra-
r. Trata com os hr'imens, deve conhece-
los ; toca as paixdes aumanas, deve ter a
mo delicada e macia, prudente e come-
dida. Enlram as suas attrbuicdes os er-
ros, as miserias, as indigencias, as necessi-
dades da humanidade deve ter o coragao
opulento efartode tolerancia, de mansido,
de compaixo, de caridade e de indulgen-
cia. A' toda a hora deve estar aberta a
sua porta a quem os vai despertar, accesa a
sua lampada, ao alcance o seu bordo ; nao
conhecer nem lempo, nem distancia, nem
contagios, nem sol, nem gelos, quando
necessario leva o balsamo ao ferido, o per-
di ao culpado, Deus ao moribundo. Pe-
rante elle, como perante Deus, pode haver
nem rico nem pobre, nem grande nem pe-
queo, mas homens, uto rmos em mi-
serias e em esperances. Mas, se a nin-
guem deve recusar o seu /ministerio, nao
deve tambem offerece-lo imprudentemente
aos quo o desdenham ou menosprezam. A
propria caridade, quando importuna, az-
di? e repelle, nao attrahe; deve "rauitas ve-
zes esperar que ven ha m. ter com elle, ou
que o*chanem ; nao se deve esquocer que,
no rgimen de absoluta liberdade de todos
os cultos, que a le do nosso estado
social, o hom?m so t n qu.j dar ponas da
sua religio a I.j:i- ufo-a ron ciencia. Os
dirojlo u os doveiesjl- pfceoo s princi-
piad qii.in lo' llia di/.em. Sou ehris-
tao.
alegras da casamento, os jubilosda pa-
ternidade, as-tristezas dos funeraes, com
a idea importuna de procurar no fun-
do da sua bolsa algumas raras mealhas para
Ihe pagar as suas heneaos, as suas lagrimas,
ou as suas preces; lembre-se que se devenios
dar de graga uns aos outros o pao da vida
material, com muile mais razao devamos
dar de grabas o celeste e nao queira ser ac-
cu'sado de que faz pagar aos filbos as inesti-
mateismarees do Pai commum, e que pe
urna tarifa orago. Mas nos que dzc
mos aos liis : O salario do altar in-
sufficiente.
Como o homem o parocho tem ainda al-
gus deveres- puramente humanos, que Ihe
sao impostes pelo cuidado da sua boa repu-
cSo, por esse recato de vida civil e domesti-
ca, quo a doce fragrancia da virtude.
Recolhido no seu hum lde presbyterio,
sombra da sua igrej, deve raras vezes sair.
Pode ter um pomar, urna vnha, um jardim,
algumas vezes urna courellasita cultivada por
suas proprias maos ; crear alguns animaos
domsticos de utilidade ou recreio, ou a vac-
ca, ou as ovelhas, ou a cabra, ou os pom-
bos, ou passaros decanto, mas sobre tudo
o cao, vivo ornamento do lar, amigo daquel-
les a quem o mundo olvida, e que preci-
sam, comtudo, de sor amado por alguem.
Desse asylo de trabalho, de sciencia e de
paz deve-se afastar ponco para se misturar
com as sociedades ruidosas da visinhanca ;
s em raras occasies deve molhar os la-
bios, corn os felizes do secute na taQa de
urna hospitalidade sumptuosa; o pobre
desconfiado cioso, e depressa aecusa de
adulaco ou de sensualidade o homem a
quem v muitas vezes porta do opulento,
quando se ergue do tecto urna espiral do fu-
mo annunciando mesa mais oppara do que
a sua. Muito mais vezes, ao voltar da sua
faina caritativa, ou quandp a boda ou p bap-
tismo reuniram os amigos do pobre, pode
o parocho sentar-se mesa do lavrador e
cerner com elle o pao negro da indigencia ;
o resto da sua vida deve passa-lo no altar,
ou no meio das crianzas a quem ensina a
balbucar o cathecismo, esse cdigo vulgar
da philosophia mias elevada, esse alphabeto
de urna sabedoria divina. Engolphado em
estudos serios entre os livros, companhia
morta do solitirio, i tarde, depois do the-
sourero levar a^chave da igreja, quando
soam as trindades'no sino da aldera, pde-se
ver algumas vezes o parocho, de breviario
na mo, ou junto das arvores do seu pomar,
ou as empinadas veredas da serra, naurin-
do o suave e religioso ambiente dos campos,
ora parando para 1er um versculo das sa-
gradas poesas, orac ontemplando o co e o
horisonte do valle, e descendo a passos va-
garosos embebido na santa e deliciosa con-
templaco da natureza e-do seu Autor.
Eis a sua vida e os seus prazeres ; enca-
necen os s^us cabellos, treme.n as suas
maos crguendo o calix, a-sua voz desfalle-
cida j nao enche o sanctuario, mas echfta
ainda no coraeo do seu robauho; morro;
una podra sem nomo designa o seu lugar
uo cemterio junto porta da sua igreja.
Eis urna vida que findou I um boniara para
sempre olvidado I mas esse homem foi re-
pousar na eternidade, onde sua alma viva
Ciu-tiii lie ii ni cuiji i i-a.
- CUITA XLVII.
^ Mano Cinco.
Nec amper tilia florent^mm muitj tonsu-
rado ir nao.' iVec amper .'
Quem o disse out'ora foi aquello celebre
poeta mantuano, que pelo nome nao perca,
Porn o que n soffre menor cantestac
que se o cujo nao o Inuvesso dito j, di-
lo-hia agora ust teu criadinho, porque a
cousa vem ao pintar, como urna topada em
unha eneravada.
Sim, senhor, nico fructo coroa lo das
eutranhas de nossa carioiosa mai; sim, sc-
nlior, iif: semper lilia floren!.
E como os lyrios nem sempre florescem,
tambem nao florescem sempre essas plantas
to exticas, que se deseja a todo o custo
aclimatar no imperio, e que sao co-
uliecidas vulgarmente pelo no.neirin is-de
caridade.
' At aiito-liontom, mano, anlava eu com
ellas como com o meu Santo Aiitoniuho on le
te porei I Anlava mesmo, pelo menos
quanto ao que diz respeto ao recheio das
follias de veucimentos de onfermeiros c ser-
ventes.
I se escaavi o que leste, nao foi poique
duvi lasse, nem de leve, da lizura das enca-
pota las madamas (soro realmente mada-
mas ? perguntar-me-hastu. Homein, eu sei
l I Parecem-me sempre marinamos de tou-
cal)
Mas se nao duvidava, porque levantei
ento a lebre-? inquirars tambem tu.
Ora, oral Foi precisamente para dar
enchanchas, a quem de direito, para cortar
pela raz o feio boato que comecava a esten-
der galbos por toda a cidade. Percebes ?
Felizmente co n tanto acorto proced, que
veio logo a declarcao do Sr. provoJor i>dr
tudoem pratos limpos.
\. E eu acreditei nella, na tal declaraeo.
Tambem nao acreditaste, Chico ? Pudera I
Se todos acreilitaram !
Mas o peior que, pelos modos, as vir-
tuosas irms dispoem de to curto lencolzi-
nho, quo nuncaconsoguem cobrir-sede todo.
Boas I Qua ido as coitadas querem oceultar
os hombros, tem de deixar por forca a mos-
tra os ps, e vice versa.
Triste si na!
Foi por isso, por mais nada, que a gene-
rosa proved)ria, levada pelo louvavel pensa-
mento de justitica-las, provando a nexacti-
do do tal boato, puxeai mu pouco para
cima o referido lencol, e tanto bastou para
por logo vista de tolos outroabuso de nao
somenos importancia, qual o de que passo
a oceupar-me
Porm conocemos pelo principio, que
o annunciado discurso proferido pelo Sr. pro
vedar na sesso senatorial de 19 do an-
dante.
S. Exc, referin lo-se s taes fdhasde pa-
gamentos de enfermeiros c serventes, que
figuravam recbenlo mais do quo realmente
recebiam (segundo dizia o boato), exhibi
um documento, um s, no qual o digno che-
fe da secretaria da santa casa contesta o fac-
tO. Alguns desses desconfiados, como S.
Thom (porque tmo-los por c, mano),
talvez acoimem de suspeita a infonnaco u.
1'; eu nao. Aceito-a como cera sem mis-
tura, e estou at promptinho da Silva para
brigar devras com o primeiro desalmado
que ousar ainda desconfiar do desiilteresse
das afamadas" irms.
Feita esta declaraeo solemne, pormittir-
me-ha o Sr.-provedor quo Ihe dirija una
perguntazinlia ?
Por que foi ento, que S. Exc. ordenou,
haver um mez, que as santas matronas nao
fossem mais cncarregadas de certas compras
e dos pagamentos aos enfermeiros e serven-
tes ? -
Ser tambem inexacto isto ? Se ver-
dade, ha entao outro tat qualquer na toca,
que nao o dos venciinentes imaginarios?
Era occasio opporluna S. Exc. dir-nos-ha
qual elle nao tem que ver.
Vamos ao discurso. Respondendi a um
aparte do Sr. senador Jobim, disse o Sr.
provedor.
Foi depois de recnheccr-se que o ser-
vico feito por estudantes o por meninos,
como ajudanles do chefe da pliarmacia, pre-
judicavam a boaconfecco'dos medicamen-
tos e sua eflicacia, que a administraco re-
solveu substitui-los por irms de caridade,
contratadas especialmente pa* isso, etc. El-
las preparam os remedios mais simples, em
vista de urna tabella dade do$ medicamentos, e sob as immedia
tas vistas e /iscalisaedo do chefe da pliarma-
cia, que o nico responsavel pela perfeiplo
do servico a seu cargo,
Sim, senhor, acho bom Porm, se d
hospital da "santa casa para sedal a entrada
das tes mulheres-homoiis na pliarmacia.
Porm quo-queres I Para ollas que nao ha
disposii; de lei nem conselhos da s-razo.
Calca-s tudo aos ps para auxilia-las na
terrivel propaganda jesutica de que sao to
maleveis instrumentos.
J* que estou com a mo na massa das taes
seuhoras sem sexo, conversare! tambera com-
tigo sobre outro ponto nao menos interes-
saule.
Grande cousa ter a gente assim mo,
um manozinho discreto, a quem possa re-
ferir, sem recelo, essas miserias da nossa
sociodade !
Em voz alta oy na mexiriqueira la m-
prensa que c o dogas nao seria capaz de
bulir em taes formigueiros, porque nem que-
ro ser palmatoria do mundo, nem desojo ver
meu nome envolvido as profundas discus-
ses da Sillera senatorial. Cruz, canhoto !
V, [ios, aqui muito em sagrado, to em
sogrelo, que nao podars 1er o que passo a
escrever sem encestar o ouvi lo ao papel.
Se s miuco, vira a folha, porque fices em
bianco, sjm enteu 1er pitada E pena,
por que desia feita parece que j nao se tra-
ta de um simples boato, mas de una ver-
dade verdadeira.
Ests xom o ouvido encostado ? Bofio
escuta : a melin Irosa tarefa da prepararao
dos medicamentos acha-se a cargo exclusi-
vo das taes irms; mas qanJfevam-sc ainda
na lista civil dous a tra^pharmaceuticos
(dous com certeza), pro formula, os quacs
perceom seus veucimentos; mas nao ten lo
O direito de transpr o li.iiar da grande o
nova oificiiu, limitam-se a passeiar no ta-
galo immediato ou na olha oflkina (que
j foi deposito de cadveres), onde por des-
fastio assistem ao trabalho de algum philtro
de papel ou de algum alambique, avivando
de vez em quando o fogo que o aquece.
Que tal ? Queres mais ainda ? Ouve :
Tambem nao boato, porm bem triste
realidade, o facto citado pe i Sr. senador
Jobim, da pobre moca protestante alloma,
que tendo entrado enferma para a Misericor-
dia em inoiados de fevereiro, fura horrivel-
mente perseguida, pelas irms de descarida-
de para renegar a religio do seas pais, vin-
do por li n a fallecer mais victima dessaper-
seguieflo do que a propria febre que a acconi-
mettera.
A uarrai^tto que fez oSr. Jobim verda-
deira, asseguro-te, em todos os pontos, in-
clusive no da mudenca toreada do nome de
baptismo. O nico equivoco que houve
foi no sobren une da infeliz victima: cha-
mava-se ellaJMaria Reichelt, e era lilha do
ferreiro allemo, estabeleci lo em Petropolis,
Mauricio Reichelt, e nao Raytel, como pa-
receu pronunciar S. Exc.
Das outras faltas apuntadas pelo Sr. Jo
bim nao tenho sciencia certa ; mas, a regu-
lar pela quo acabo de referir, devem ser
igualmente* verdicas. Oque tambem asas*
gur, isso sim, que as descaridosas irms
empregam repetidas vezes o seguinte meio
para converter almas.
Quan lo algum enfermo, que nfticaW-
lico apostlico romano, te n de sollrer algu-
ma operaco, ellas chegam-sc a elle e di-
zem-lhe: A operaco que tena de soffrer,
rmo, de na la vale ; mas nos vamo-nos
apegar com Deus para que nao morras. Em
compensarn, a como reconhecuiento, cou-
verte-te ; s assim continuars a viver
Deste oxpe liento serviram-se ellas para
chamar ao (itholirismo um musulmano,
que receben logo era baptismo o nonio de
Ere lerico, creio eu.
Ora ah est. E jaque o Sr. provedor,
cuja honestidade e severi lado nunca puz em
duvi la, declarou solemnemente no senado
que ia abrir um iuquerio sobre os abusos
injncioiaa los pelo seu collega pela provincia,
do Espirito-Santo, fara-o, e sem a menor
eoDtemplaco; porque o paiz, que tanto ca-
rece de emigrantes, sejam de aue religio fo-
rera, Ihe ficar de vendo gratldfo eterna.
Na mesma s.'ssao do senado, c sobre o
mesmo assumpto, primeiro o nico, mano
meu, que usa de sala, pronunciou o Sr. vs-
conledeSouza Franco umnotablissimo dis-
curso encaran lo tambem as irms de cari-
dade como professoras e directoras de col-
legios. Muito teria cu para dizer a tal res-
peito, Chico, mas fica para n prxima carta,
porque estou morreado por entrar j um
ajuste de contas com o Sr. Dr. Maximiano
Marques de Carvalho.
Di lceoca, Sr. doutor ? E' esta vez s ;
nunca mais o incommodarei.
Como tem S. S. passado depois da minha
ultima? Cada vez ruis no lio, mas "cecio,
nao ? Nao imagina quanto isto me alegra I
Ento com que S. S, continua a insistir
que aguado marco npe-se de tres quartas
partos de chlorurelo de soJium e nao de 2,7
como eu pretendo ? i
Em primeiro lugar27 v elle Sr. dou-
tor. Eu nao disse-27, disse simple-miente
2,7, percebe ? Ejtevc a bon lado de pergun-
tar-ine, no seu arrazoado de 18 : (Jities
liceoga, outra#>duas perguntas farei : \sdo todos esses ch imicos que entendem que
Enlo com que as irms podem aviar re-na aguado mar nao entra seno essa parte
ceitas simples, guindose por urna tablla desse chlorureto"
gue marca as quantidades dos medicamen-
tos, e sob as immediatas vistas e flscalisaco
do hefe da pliarmacia (palavras de S
Exc.) e os estudantes de pharmacia nao po-
dem ? Ora I Ora I
Quando foi revogado o regiment do hos-
pital geral da santa casa, de 17 de maio
de 1858 ?
E esse regiment, reverendo viga-o de
Araraquara, claro como a luz meridiana.
Tratando, por exemplo, das virtuosas enca-
potadas, diz elle no art. 90. As irms
Pois, nao ; com todo o gosto ; porm
como ficaria muito extensa a "presente mis-
siva se fosse a dar o nomo de todos, per-
milta-mo que s decline o de alguns, que
S. S. nao podo dar por suspeitos.
Em primeiro lugar temos M. V. Regnault
(conhece ? urna celebridadeziuha europea
na pag. 190 do 2." tomo da 4.* edico. Ter-
mos depois Ad. Wurtz (mombro do instituto,
decano e professor de chimica da faculdade
de medicina de.Pariz, etc.), na pag. 102 da
2.a edicto do seu tratado elementar de chi-
cle caridade, como auxiliares do servico sa- mica medica.
nitario, debaixo da direcgo e inspec^o da Acha pouco? Passemos ento opini
irm su pora, sero' encarregadas do ser- de um patricio, primus inter pares em co-
vi,;o. e guarda Jas enfermaras genios e qnar- nhecimentoschimicos, o Dr. Manocl Mara de
tos particulares.
Bem vs, quanto botica, nem patavina :
como foram, pois, contratadas especialmente Que diz elle as suas novissimas Nores
para ajudantos do chefe da pharmacia ? I elementares de chimica medica ? 0 mesmo
E n se cogitou que j sera demasiado que Wurtz, sem discrepancia de una \ vir-
abuso faze-las simples pratcantes ou apren-' gula.
Moraes e Valle, lente de chimica mineral da
faculdade do medicina do Ri do Janeiro.
Agora, por sua vez, dir-mo-ka o
eaa qae livro achou que eu mil gf__
de agua salgada bavia 750 de enterare*) T
sodium ? Pocha a livraru abaiso, por lavar.
' E aprqyeiteo eusojo para cootar-noat
em qve lugares de Franca foram
abandonadas por insalubres. O que a
nos mostres, meu doutor, ova as
abandonadas sao de prompto invadidas por
aguas doces c vegetacoes pallodosas (isso
sim ; que nestas circumstancias a agoa
salohra torua-se una causa de iiKalabri-
dade.
O pioprio Wurtz, a quem j me refer, di/
fallan lo dos triarais salamts qn'om oo*-
donne pag. 80 : la fUcre intermitiente '
emlmujue dan* le voy*imge de mmi
gats, 'mnraixyat'-s ; muris ahaiuloiutee.
Roa este hiscoutinho, Sr. doutor, sim *
L dipois de rw^-lo, coniiniiuique-iMM a me
grande descoberta, a descoberta a dos .-n*ioi
dodissipar o veneno danoss-a almosf^ra.
de converter esta cidade hospiul em rilad*
saudavol eflorosi!nte umo S. S. eacre-
veu no seu publicada dv 20.
Olha, essa iasMtberta que sa 1
E que saia tambem essa carta .ful do im-
perio, em que se trabalha In seit aamo.
piuco mais ou ineiins, e que anda co:h a
rapidei da nossa thtgriphia ehitrid. Em
dara um doce, mano, para ver as dua-
apafUr nina carreira !
Ninguem duvida, Chico, que a -iri.> &
territorio-de um oslado sej* nina uecessida-lc
para sua boa a luiui-Uraeo ; pa pro
va-lo, basta allegar qm- as iuccn-s mais cal
tas tm tratad) desse assumpto c ni pater-
oal desvelo,a fasto-las procuraiu poasaw
a sua, iui liisive o pequeo Chile, que a st.i
llora talvez j a lenha romplela.
O Brasil nao se ilescui Ion, mas... Balan
pela janella fura mais de o-m contos do >*.
c nada ha feito, por falla de p<"aal couip-
tente. Quaudo s<; suppuulia que os tral.i-
Ihos estavam muito abantados, |<>r iswiqw
j.i se tratava ila impresso da jart.i po
meio de ii.ii contrato, na im|M>rtuna d.
vinte contos do res, dous em prega- U-
periores brigaram por negocios de l-erlique
e berloquos nina ostra la/inha de ferro, on
antes um ramal/.inho da de D. Pedro II,,
dosligarain-sc da carta geral, qual fru
confiada a novo dire Tratando este de verificar a exactido trabalho feito, comparan lo-o com os docu-
mentos olliciaes, liiimha desnioroiHMJ-so ;
igrejinha laia.
Reconheceu-se que ora inistr man lai
fazer quasi tudo de novo I
Masomuulo assim, mano; so pr um
lado fazein uns menos do que deiein, ou-
tros fazem mais por outro lado. Asain e
que, ten lo o governo doclarado que, em
beneficio da emanriparo, nao se ilevia co-
brar emolumento algum das cartas dt
liberdade, continuamellas, entretanto, u-
jetas a despezas de distribuico, a ^eafaBaj
tres vezes maiores do que a que teriaai aV
pagar pela rasa.
Se tambem ha^abelliao dizem qua k-
pela mesma ca lilha, rom a dilferenra ape-
nas do ato exigir tresdobro !
E tudo isto faz-se pela calada, mano loa-
surado, to pela calada como a mis**es-
pecial do padre Joo Esberard junio crt>
pontificia.
S. Rvma., que um dos mais denoda-
dos cab >s de guerra dos diocesanos braai-
leiros, 'como o demonstrou em uns violen
tos artigos queescreveu e assignou^quaiidn
se iniciou a questo e|>iscopo ma^naaca).
S. Rvma. parti para a Europa no 6ronde,
e l vai diroiliiiho para Roma, que nem
um fu so, para reeeber inslruccovs.
SS. EExs Rvmis. nao confiara seus aa-
gredos ao papel; conselhuajellio da Moni-
la Secreta. Quan lo querem ojM-rar.^oii-
versam. Fm por isso que obispo d> Ri.i
Grande foi at o Para, na mesma occast
em que o do Para den um passeaa atV a
Rabia. Comecava ento a luta ina<; basta va o concibis das mitras. Agora,
porm, que preciso chegar mais fogo
eaugi.a, perqu a .situ.aco co iiplica-se caita
vez mais,' l se vai o padre Eslieran!, para
Roma para levar n iticias e trazer orJean
e aovas p. Para onde vamos uesU andar, ajjaaw,
(pie tanto venero Para onde *
I situarlo nao pode ser seuo muit-
grave para todos, principalmente se. p
desgraca, realsar-se uo domingo o que ~-
rumoreja. Queira Deus que nao baja al
loma scena tumultuosa eui qualquer .la
grojas desta ( apiul I
Sobre a gravidaile da siluaco fin h <
mimoseado com urna importante eommu-
nicaro esiripta, rujo autor lev.' a mo i --
lia do guardar o mais rigoroso inrognit-..
Sinto bem, porque desejava dar-lbe u
aportado abraco. Para que lomes conbeci
monto dola, traiiscrcvo-a no lin.il desta
raissiva.
.Nao resta a mais ligeira duvida de que o
clero brasilciro est exorbilando. Por lim
ha de aconto* er-lhe o que acoutereu *ua
semana passada certa medico bom tha, que, por muito querer, vto-se na
colliso de nao adiar una nica botica qu -
so prestasso a aviar a sua receita.
Mas ta.nbem, 12--N0l |K>r urna I
mercurio cioo c urna visita a tres minutos
de sua residencia, quando sj Ihe fnico
conducro*
Passa fura! 1K- fon a igual s coiibc.
aquelle boteleiro de aleiu Jardim Botaiiicu,
que ha uto dias cobrou I0-70O0 |>or um
franguinho feto cauja. Pois no?
E vo l fazer economas blando rom
gente de tal quilate, que nao se contenta
seno com o dobro ou triplo do que val
o que do !
Entretanto a economa a mola real da
felicidade humana : quando nao que o diga
o gerente dos carris de ferro do Jardim, qu..
alm de fazerurna, duas, tres; passe !
na estaeo da ra de Goncalves Dias, e de
reduzir a central a una simples coebeira,
ainda por cima lembrou-sc desupprimiras
campanhias, que annunlavam a aproxima-
cao de um desses terriveis carros, que nao
podem desviar-se do seu trajelo para pou-
par um transente descuidado, a que dei-
xam quasi sempre sem vida aquello sobre
quem passam suas ro las de ferro.
E quem tem o dever d* velar pete bem
estar publico pouco se importa cora isso,
como tambem nao se importa : .
Que a ra de Sania Luzia, em fronte i
ostalagem, estoja reiuzida a um enorm
lamaral, onde bontem pela inanb um ca- -
vallo atolou-se at o joelho, e sabe IV
que esforros leve de em pregar o ravalleiro
para safa-lo d'alli!
( (Continuar-e-haJ


.
IDO
^
- fciA MJQU1 DE CAXMS


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