Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12901


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Full Text
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AMO XLIX. NUMERO 101
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*
PAlll A CAPITAL 1S LUGARES OtflK \lO SE F
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem .
Por um anuo dem .
Cada numero avulso
OBTE.
pooo
)5?000
2l#000
120
3 DE 1U10 DE 1873.
PARA i;\TK() K FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados. ....... .... .' v y CPTM
Por seis ditos dem................... ^ lSMOt
Por aove ditos idem........ ......... S09SM
Por um anno dem..........' ....... 17#W#
RNAMBUGa
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGlflROA $E FAR1A & FILHOS.
Os Srs.
SAO A.5rKl^lBJEtS
Gerardo Antonio Alves Filos,no Para; Goncalves & Pinto, no Maranio; Joaquim Jos, de OliveiraFilho, no Cenr; idteji de uSSarag., no Aracaty ; Joo ria Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva,nofetal; Jo* J
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paranyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa M Ka; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, eui flazarcth;
Antonio Ferrara de Aguiar, em Goyaima; Francino Tavares da Costa, em AlagaAhei^ C, na Baha ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE QFFICfAL

i
Govcrn la provincia
LE .\. loV
O bacharel Honrii|u.; Pereira daJLucena, conimendador da [ni-
al or.k'in ila osa, ravallieiro flMte Quisto, juiz de direito e
sfente da provinci i de PeraainDain :
Pago saber a todos osseus h.ibit Vn. s que a assembla legisla-
provincial rtecrctoo e ou,j|nccnno a resol oci soipiini^- r
. Art. 1. Fhm o i!i!siil.'iii#p- provincia aiWfRfl!]aflonirac tar
i qliem memores^antagiirisTfkreeer o cneaiiau.uti d'agua po-
rel para abastecer a cidade do Hio Formo'sn.
Ai i i." o tonpi de privilegio concedido a qualquor eimuvzano
Bu compan a nao exceder de 3i> anuos.
Art 3." As obras do eneanamt'nto serio eomevadas al doas
nos depois du olTetuado o contracto, e concluidas iioprazodc 3
piios, a contar da inesina dala.
Art. i. O eontraclante oa companhia que para tal lint Se in-
orporar se obligara a estabelecer os chalantes necessarios para o
jpstecimeiito da cidadt) nos lugares indicados pelo presidente da
roviucia. ,
Ari. 3." o emprezario oa companhia ijue se ineorpoiv para o
nam.'til i d'agtia para a cidade do Rio Formoso lica dispensado
piaesquer irapos.es provnciaes 011 inunicipaes no que fr re-
re as obras da empieza.
Art. O." O preco Tagua ser lixado no contracto e nunca maior
pe fo estipulado pete 5 7" do art. 2 da lei n. 46 de l'i de iu-
k 18.17. '
Art. 7." Os planos, perfis e elovaeoes das obras serio submelti-
approvacao d> presidente da provincia, bem como a escala
(cacao dos malcraos.
>rt. 8.- Findo
te:npo do privilegio a companhia ou empreza-
indas as obras, ter-
passar a ser pro-
entre" i adinlnfttraxao da provincia de
ornis que lhe fr pe tencenlo; o que
rio f ir.
reno;
yni'il.ide provincial.
Art. 1)-i O emprezario ou a companliia dever entregar as obras
no inelh r estado de perfeco e reparo como novas e acabadas de
pipximn, sol pena de ser obligado a repararlas* sua costa dentro
praso que razoavelmente Ibe for marcado pelo governo da pro-
ja e a pagar una inulta de 2:lMi<,.
Art. 10. A responsabilidade do einprezar o ou companhia ees-! za do Bonito, sot
no pr.'To de 6 mezes depois da entrega. I.- Concessao
Irt. II. Se dejitro do prazo designado nao forem feitos os rol
Ipela coinpaMM Oh emprezario. o presidente da provincia
mandar fazer peles cofres provinciaes, proino vendo -se a cobranca
judicial contra a inosma c iinpaubia ou emprezario
Art. II O emprezario ou cimpanliia licim sujeitos multado
2:0JJ, nao roioef.ando ou nao concluindu a obra no -prazo do art.
3*, nao havendo prorogieiodada pelo presidente da provincia, a
qul nao podera exceder do um anuo e por upia vez somonte.
Art. i3. O emprezario ou coinpantoa ser obligado a prestar
banca sumViente que responda pelas multas, factura, conservaran e
reparo e lodo mais que fr relativo, estipulad; ou subentendido na
presenta lei ate final entrega.
.Art. ii. O contracto feio pelo presidente da provincia com o
emprezario o;i companhia ser subniettido approvaiio da as-
seuiblea.
O seeretarii). interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 2i de abril de 1873, 5*>
da independencia e do imperio. -
k. S. Ucnrique Pereira 'de Luana.
bollada e publicada a presente resolucao uesta socre aria da
presidencia de Poruambuco, aos 2i de abril de 1873.
O secrelario interino,
iodo Diniz Ribeiioda Cttnhi.
LKI A". i>u-a *,
r- O bacharel .Henrique Pereira de Lcela, commendador dalhi-
penal ordenrda osa, caval eiro da de Cbristo, Juiz de direito e '
presidentt da provincia de Pernambuco :
Faco saber a toJus os seus ^abitantes que a assembl.i legisla-
tiva pivviucia^decretou e eu sanecionei a resolucao segante :
Art. nico. Ficam apiirovadas as alteraroes' foitas n< s arts.- ti,
11 e (2 do compromisso da irmaudado de A'o'ssa Senbora da Sol-
daus deque trata a lei n. 751 de 21 dejun o de 1807.
tevegadas as disposicoes em contrario.
Mando, por Ja to, a todas as. autoridades, a qaem o conheci-
mento e execuco da presente resoluc.to perlencer, que a cumprain
e tacara eaoipnr lio inteiramente eolio nella so contem.
O secretario interino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar o correr. ***
Palacio da presidencia de Pernambuco, 2i de abril do 1873, 52*
da independencia e do impeiio.
' S. Hmriqtu Pereira le Lucen.
Sellada e publicada a presente resolucao n-sta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 24 de abril do 1873.
O secretario inte ino,
Juo Dimz Ribeiro da Cmha.
" L
LEI N. !< 81.
O bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Hosa, cavalneiro da de i bristo, juiz de direito e.
presidente da provincia de Pernambuco:
Fafo saber a todos os seas habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolucao segiiinle :
Art. i. Fica o presidente da provincia antorisado i eontractar
| com Jos Correia de Mello ou com quem melhojvs vantagens offo
recer a construeco de nina ponte sobre o no Ca-mc-vou, da fregu-
- sqb as seguintes condicoes:
sao do privilegio por 15 annos para usufruir a dita
ponte, cobrando um pedagio razoavel por cada pesso;f ou animal
que nella transitar.
inrormagao ministrada pelo Exm. e Kvm. hispo
diocesano em 27 do correte, cora reiacao ao mo-
tivo pqr que ainda nao fui transferida a sede da
reguo/ia do Xossa Seabora da Gra a para a igre-
ja do aiesoio nuine
Fica asiim satisfelta a deliberaco da iiusina
assembla, comida musen olDcio de-II do frren-
te, sob o. 6.
' Ao. fnssmA \. 48.-Di. ordem de S. "Exc. o
gr. I" .'sileiile da provincia, jeinetto a V. S., alim
de ser presante assembla legislativa provincial,
a 'n<'lHsraniit da informac.-to prestada pelo Exm.
e Hviu. Di^k) diocesano em 26 do corrente sobre
0 projecto n. 12 de-te anno, ipe crea a. lieguezia
M S. Jos de Behuonte em Villa-Bella, lyjinihi
.ti!" ^'isfeita a deliberaco ila inesma as-
eilibla, couda em seu oflicio d" 22 do corrente,
sob n. li '
Ao rnesnio. N. 49. -De ordem de 5? Exc o
ar. presidente da provincia, passo as naos de V.
Sj, alim de ser prsenle S assembla legislativa
IJ''ia;i.ii, a inrliflPtiipia do parecer dado em 27
ao eorrlnte nlo Exm. e Rvni. hispo diocesano,
acerca do projecto n. 13 deste anno, que marca
limite h Ihgiiezia de S. Pedro Martw de
01 inda.
Deste Hiedo (|Ca satisfeita a deliberaco da
vou nao ter a mlher vestigio ou signaes de es- forme u Sr enirPIlh,.ro n-l da
pancamento, senlo ,,ue a dita mulher declarou [.JZ nL'T.. ",!?*nS,
pie o inajor Jos Paulo
apenas tentn castiga-la,
mas nao o fez ; senlo que toda a censura que ella
lazia ao dito inajor consista em nao ter oslo (or-
nccidi-lhc'os ineios pecuniarios, necessarios sua
subsistencia, urna vez que eutendeu abando-
na-la.
E por nada inais resjionder, nem Ibo
guntado, encerrou-se este auto, depois do qual foi
iutroduzido SeverinoJos dos Santos Aguiar, epelo
compaaUi
triliios urbanos do Kerife a Olinda.
Fortunato lut Dias. Deferido rom
desta data ao provedor da Sonta Casa de
cordia.
Frai^ico Ih-mardo Monviro.
Francisco Tararas iJirrwa. Eatrrfoe-M,
diante recibo, e nao havendo inronvenerte.
^llf.'V^talBWrRaspar de Va.sronrWlo U*mm
Druirinond. Diferido rom a i.mcio desla i
i dirigido l esouria
fiS
i ta.
mesmijuizllieforamfeitas as Mptalfll pefgun- ^iS^ "pW^fSi'- I ni. no o Sr.
itado seu nornt, naturaliJadc. idade, as- BK.^ ^^'^ d" f"""da' "uvin*,rt o*
(Ao, iirolisso e residencia- ? Rosp~~
spoiideu
Rerogadas as dUposices em contrario.
Mando, p w tanto, a todas as autoridades,
a quem o conheri-
menlO e execocin da presente resolucao perlencer, que a cunipram
e facain cumprir tointeiramente como nella se conten.
2.' Entrega do ponte em perfeito estado da conservaran pro-
vincia, a quem passar a pertenejr, sem que por isso tenha direito
a ndemnisacAo o contractante.
Hevogadas as disposicoes em contrario.
Mando, porjanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
ment e execuco da presente resoluco perlencer, qu i a cumpram
e facjim. cumprir to inteiramente como nella se contera.
0 secretario interino da presidencia desta" provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 24 de abril de 1873, ol
Ja independencia e do imperio.
I*. S. Henrique l'ertirn de Lurena,
Sellada e publicada a presente resclucao ne.-ta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 24 de abril de 1873.
O secretario interino.
Jalo Diniz Ribeiro da Cunha.
KXl'K'JlK.NTK D)
III \
."
29 de sunco
teccao.
o?. 1873.
isqnro legal. ?*
Ao
sentar pe > ctpmnan. lauto do corpn de polcia/uui
cujo (fuartel ;.' ana n.1."olhido, o guarda-nacional
do 3.' batalhao Innocenru Jos Hicaido, que pelo
commandante superior dwte municipio foi desti-
uado |iara o sevieo.do execcito.
ao menino.-Visto ter sido julgado incapaz
d i servieo do exereito o reerntn Antonio Jos llu-
lino, segnnd i consta do termo de inspeceo anne-
! i "i lBU ufflcio de 17 do corrente, sob" n. 330,
providencie V. Exc. para que seja elle posto em
uberdado.
- Ao nspeet (r do arsenal do marinha.- Man-
superior faca as hanras devidas por occasio dos pelo oflereciment 4e vinte mil tijpllos para a
actos da semana sauta, que Vio ser celebrados na construc;ao do asylo de'alionad w, cujo procadi-
OBck.s : ^ i igroja matriz dessa cidade. j ment dmonstram assim os sentimentos cariU
Ao brigadeiro conwiandante das armas iu- Ao coraniaudaute do corpo de polica.Man- ti vos e palriticjs que os animara.
:rio -Maad*y. Rae. pr era liberdadn o re-,14'Vl"c apresentap ao biigadoiro coiirnandante ~ Ao pPovedor da Sauta Casa de Misericordia.
ota- Fmetu.)e de Cuvaho, vrsio ter provado aM.a['"M^nferlB>>y para < serpi^^ xeretto, o | -^m resposU ae offlrio da V. S. de 21 do corren-
cilSida-nacioiial do 3.* batalhao deste municipio, 'te. sob n 3.1o, Hrilin a diieMhe queapprovo a de-
memo. A y. Exc. ser mandado apre; Tnnocencio Jo Ricardo, q.ie se. a. ha reculhido no liberario da junta adminisxrativa dessa Santa Casa,
ollh-ial
qoart-I do corpo sob seu commando. j flxando o numero-de ducandos no e.illegio dos
Ao inesmo.Providencie Vmc. para.que o jorphaos em 80 e no das orphaos em 120, visto a
que se acha (unnniandando actualmente o deficiencia do respectivo'patrimonio para suppor-
destacainento da villa do I.imoeiro seja sulistitui- tar despaza mai'or.
do pelo alferes Manuel Antonio Camello.
3.' secrlo.
Offldios
- Ao inspeitor da thesouiari.i de fazenda.
Tomando em considerao o que expoz no incluso
vquei ni mto Jos \ntonio tuedes, a que se re-
fere sua nforraaco de 27 do corrente sd n. 392
. serie C, antoriso V. S. a mandar pagar ao suppli-1 offlero de 2 i do corrente, sob n. 133,
. cante, sob ji rosp nisahilidade da presidencia, a |sini respondido.
-*'&' seexao.
Offleios :
Ao engenheiro chele da repartico das obras
publicas. P.le Vine, autorisar ao respectivo ar-
rematante a substituir) por novas, na importan-*
ca de tio'ii
das na ponte dos Carvalhos, como soliciten em seh*'
que lica 88-
uiesma assembla, contid, em sen olUcio" de 2
deste mez sob n. 1,".
Aoiiie.smo.-N. 5U-De oidciu de S. Ex. o Sr.
presidente da provincia, transmit' a V. S., alim
de aeren) presentes tasseintda legislativa pro-
cial, os crcameutos da receita e despeza, re-
:o e projecto de posturas, que, para torera
desuno, toraui enriados ao inesmo Exm. Sr.
pela cmara municipal da villa da Escuda, como
se vi do oflicio junto por copia.
- Ao inesmo. .\. gj. _i)e ordem do 5. Exc. o
Sr. presidente da provincia, passo as nios de V.
i$., alim de'ser presente assembla legislativa
provincial, a inclusa copia do acto de 15 de Ja-
neiro deste anno, pelo qual foi prologado por 3
annos o contracto celebrado no !. de julho de
1871_ com o Br. Manoel de Figueir Faria para a
publica;o no Din o de Pernambuco do expe-
diente e m.iis actos do governo da provincia, me-
diante as clausulas constan!'s da mesmo acto.
Ao mamo. N. 52. D> ordom de S. Exc. o
Sr. presidente da qrovincia, passo s naos de V.
S., alim de seren presentes assembla legis-
lativa provincial, o batanete da receita e despeza
e o projecto de posturas addirionaes juntos, que
para reren) este de-lino foram remettidas ao mesmo
i. Sr. pela cmara municipal de Bom Jardi
ver do ollicio junto por copia.
6." sereno.
Ollicio :
- Ao engenheiro chele da reparlh;ao das obras
publicas. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda coiiimiinica a V. S. que a thesouraria
provincial foi nesta data autorisada a entregar ao
th.s Ai'., dessa repartico a quautia de que tra-
ta o sp offleio de 27 do corrente, sob n. 13 >.
. seceo. -Secretaria de polica de Per .ano-
buco em SS de abril de 1873. N. 787. lllm. o
Kxm Sr. (.'un a copia junto do ollicio que hon-
teni madiii.xio o l)r. juiz de diaejto da comarca
do Cabo; acompanflado do incluso intraeritov don
etinprimento determina.ao feita por V. Exc. em
ollicio datado de l'J do corrente, quanto ao espau-
cainento de una mulher, attribuido pelo-itaroJ
de 17 des e mez ao major Jqs Paulo do llego
Brrelo.
como
ni,
Ao mesmo.Approvo a autorisaco por Vmc.
de V. S. eliminar.la rompa,ihia de aprendizes na
tinheiros desse arsenal o menor Francisco Anto- fldantia de 800j5!)!M, proveniente da lavagem de
nio de larvalh t, visto solier lubercnlos pulino- roupa do hospit .1 militar desde dezenibro do anno concedida ao engenheiro do 3" dirtrilo parades-
segundo Consta dn termo de inspeceo an- P"x'"") findo a fevereiro ui,. <., visto jiilgu esta pender ate a quautia de WjtK) com os reparos de
que precisa una, pequea bomba do 4o tara i da
estrada de Limoeiro; como soliciten em oiHcio de
20 do corrente, sob, n. 13 que lica assim respon-
dido.
KXPKlKNTK DO SKCltKTAIllO.
2.' secvo.
Oim-ios :
Ao commanlanle superior do Recife. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda coiiiinu-
uicar a V. S., que nesta daia remollen para a'the-
sotiraria de fa-enda anota de filiacao do engaja
Deas guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Dr. Henrique Pereira de Lucena, pre-
sidente da provincia. O chele dj polica, Luiz
Correa de Qneiroz liirro.1.
Jnizo de direito da comarca do Cabo em 2i de
abril de 1873.lllm. Sr.Em resposta ao ollicio
as 50 estivas que se aehaui arruina-, do V. S datado de 21 do correle mez, cabe-ine
deca raHhe que, me a cuando no termo de Ipojuiia,
q a ni i levo lugar o fado a que se. refere o Libe-
ra! em seu numero de 17 do mesmo mez, soiuent
depois que d'ali voltei Uve noticia de que o major
w sea o'eio de 28 do c .nenie, sob S'.'O. despeza de natureza urgen-e d iinpiesciiidiv;l, at-
Ao rnesin >. D.ferindo o requedmejito de lenta a qualidade do servig,
Manii-I (Joelho Guimaraes, e nos termos de sua Ao mesmo. Tendo nesta data, de accordo
ifoTma.u de 20 do corrente sob o. 582, com a"com a sua infunnaclo d hontem datada sob n.
11 ii concorda a do inspector da thesouraria de fa- MM serie C, dada sobre o requerimenlo de Manoel
:.: 11 de lurtitein datada, sob n. ttl, serie C, re-1 Colho Guimaraes, mandado por novamente em
itj i lo a V S. .pie inande pr novamente em prsca o fomecimento ile 'ame verde aos navios
c
pra^a o
forn '..'iniento do
cune vert
da armada e estabWeei lientos de marinha, no tri
mestre do abril a junho prximos vindouros.
2 sarao.
Ai!os:
- presidente da pr vjneia, attendendo ao
l requeren o-hacharel Antonio Paulino Caval-
canti de Alhuquei pie, juiz niuui.-pal e deorphaii
dias Je lcenca com ordenado na forma da lei.
O presidente da provincia, attendendo ao
qu r ritieron Mathias Tavares de Almeida, alfe-
res do-3." batalhao de infaiitaria da guarda-nacio-
nal diste municipio, e informarlo Je" 26 do cor-
r .'!', doiasp.,'-iivo comuianilante siiperior, resol-
v MndjHme ao d to alferes se d, para a pro-
i da-Ptralp. .. .. i;., de que trata o art. 43
t^t,13!) do 12 de marco do 1853.
O presiden!.; da provine a," attendendo ao
pi r.-q i-reu Joo Mara de Alhuquerque Oli-
veira, lente di 7.' eoinpaniiado l. batalhao de
ie - 'nceder-lhe mi ano i de liceaea para ir Eu-
.. tratar d^negocios particulares.
"""inte da provincia designa para o
Igimenro do soldado da 3." compa-
do polica, Francisco Martins ili)
Pr si lente
ciseo da Cunha.
Anditor
promotor desta capital.
Vogaes
o Joaquim Jos Alves do lbu-
i Maehado Freir.
co Ignacio de Moura Gondim.
I I! .-ta Rapozo.
ni i Gamillo.
da provincia resolve nomear
Jiilgamento a pie tem de ser
da I.' companhia do corpo de
Barbosa da Silva, por crirae de
Presidente
'rancisco da Cunha.
Auditor
do promotor publico da capital.
Vogaes.
Joaquim Jos Alves de Albu-
le aos navios: da armada e estabelecimenjo de marinha; assim o
par
submei
jwlicia, ^^M
fuga de prw.
lo Machado Freir.
tomo de Alcntara.
^Pereira Lagos,
itonio Gamillo.
\ coi imanda .te superior do R.ic'.fe. -TenJo
jior loriara d.-.sla data mandado que ao alferes da
7.'companhia do :i batalhao de iblaatariada
guarda -nacional sob o stju eoininando superior,
Walhias Tavares ,1o Alineixfa, se d a gqia do que
declu'o a V. ". para seu tv.uheciinento.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. para os fins
convenientes a inclusa filia;ao, que mo remetteu
o commandante superior da guarda nacional deste ment de dous tambores para o 3" batalhao de in-
inuuicipio, com ollicio de 26 do corrente, sob n fantaria ila guarda nacional, de conormidado com
/7, dos tambores Luiz Feliciano Tavares o Manoel o qu; solicita em seu ollicio do p do crreme.
^ Ao commandante superior a 6orinheni.
S. Exc. o_Sn presiilente da provincia manda de-
do Carmode Santa Auna, engajados para o servieo
do 3 batalhao de infamara
Ao inspector da thesmraria provincial. -
Tendo insta data approvadn a autorisaco, que
conceden o engenheiro chefe da repartico das
obras publicas ao engenheiro do 3' districto, para
despender at a quantia de 23IOJO cornos repa-
ros de que precisa urna pequea bomba do 4# ter-
mi da estrada do Limoeiro ; assim o innmunico a
X. S. para seu conheeinicnto e fins convenientes.
Ao mesmo. Aluminio ao que solicitou o te-
nente-coronel comm inJanle do corpo do polica,
em ollicio de 27 do corrent, sob n. 177, autoriso
V. S. a mandar abonar os vencimentos e sidos dos
destacamentos daquellc cor,io, existentes no centro
da provincia : sendo 3 mozos a 1 ofQcial e 13 pra-
f.as em Bom Conselho, 3 a 12 pra.as em-Cimbres,
3 a 12 ditas em Terra-nov,. 2 a I lllcial e 15 pra-
cas em Garuar, e finalmente 2 a 1 offirial e iO
pracas em Cruaugy, tudo i contar d.r Io de abril
vindouro.
>= Ao mesmo. Mande V. S. entregar ao the-
sonreir da repartico das obras publicas, confor-
me soliritou o respectivo i befe em offlci de 27
|-do corrente, sob n. 133, a quantia de 334000, des-
pendida cun olalrilh) da entrada do edificio onde
funoeiona essa thesouraria.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorlsado o
engenheiro chefe da repartico das obras publicas
a mandar substituir por novas 50 estivas, quo se
achara arruinadas na ponie dos Carvalhos, cujos
reparos devoran correr p >r cunta do respectivo ar-
rematante, nos termos de seu contracto e na im-
portancia de 13000 cada urna ; assim o decliro
a V. S. para seu conhecimento e fins 'convenien-
tes.
4." sec.ao.
Offleios :
Ao Exm Sr. presidente da provincia da Ba-
ha. Afendendo ao que me requereu o cabo de
esquadra reformado do exercito, Julio Alves, rogo
a V. Exc. se digne de remetter-me urna certidao
dos assentamentos da referida praca, que devem
existir no deposito de recrutas dessa provincia ;
visto como allega ella ter assentaio praca na de
Sergipe no anno de 1847.
o Exm. e Rvm. hispo diocesano. Em res
posta ao offleio de V. Exc. Rvm. de 46 do cerren-
te, ten'.io a dizer-lh.i que lasU da commaniqtiei
thesouraria de fazeuda a nooieaeao ,1o llvd. .m-
iiego Tranquilino Cabra! Tavares de Vascoiicelios;
lento de canto gregoriano do seminario episcopal.
para lee-cionar cumulativamente a cantil a de li-
turgia^ do mesmo seminal o, em substituidlo do
clarar a V. S. que nesta data expedio ordem a
thesouraria provincial, no sentido de seren pagos
os vencimentos das pracas da guarda nacional, de
que trata o seu ollicio de 24 deste mez.
Ao juiz do direito ilo Bonito. O Exm. Sr.
presidente da provincia manda communicar a V.
S. que por portara de 27 do corrate foi remo-
vido para igual cargo nessa comarca o bacharel
Flix da Figueir Faria, oroinotor publico da de
Flores.
Ao commandante do corpode polica. -TranSjXi]
mino a V. S., de ordem do Kxm. Sr. presidente di 1
provincia, as portaras desta data, que designara os
conselhos de julgainenlo a que tom de ser submet-
tidos o soldado e o cali i desse corp), Francisco
Martins do Nascimento e Polycarpo Barbosa da Sil-
va, e bem assim os respectivos processos do inves-
tigado que vieran) anno os ao seu offleio n. 178,
de 27 do correte, o qual fica assim respoudido".
Ao inesmo.S. Exc o Sr. presidente da pro-
viocki manila declarar a V. S., que nesta data ox-
pedio ordem thesouraria provincial,- no sentido
de serem feitos os abonos de que trata o seu offleio
de 27 deste mez, sob n. 177.
Ao bacharel Gaspar de Vascoucellos Menezes
de Drmnniond.-O Exm. Sr. presidente da provin-
cia manda communicar que por portara de hon-
tem datada foi V. S. normado promotor publico da
comarca do Santo anto.
Ao promotor publico de Santo. Antao, bacha-
rel Manoel Joaquim Ferreira Esteves.-O Exm. Sr.
presidente da provincia manda cemmuaicar que
foi V. S. nomeado promotor publico da comarca
Rio Formoso, era suistitnicao ao bacharel Joo da
Costa Bbeiro Machado, por portara de hontem
datada.
Ao promotor publico de Flores, bacharel F-
lix de Figueir Faria, O Exm. Sr. presidente
da provincia nianda communicar que foi V. S. re-
movido dessa comarca para Igual cargo na do Bo-
nito, por portara de hontem datada.
Ao hachnrel Graciiiano Augusto Cesar Wan-
derleyO Exio Sr. presidente da provincia man
trata o art. 45 do doitTeto n. 1,130 de 12 de marco L#.vd. Fr. Luiz ila Encarna.o Uoroira, que foi di*-
le 185; para a provincia di l'arahvha, assim o1 [clisado desse exercicio.
communicna V, S. pira os lius convenientes. Ao Pr Pairo do Aluy.W Lobo Moecnso!
Ao commandante superior de Goyanoa. | Em respusla ao ollicio de V. desta data, lenho a
Expeca V. S. suas ordens [iara que um dos bata- Idizer-lhe que agradeco e R'uvo hos cidados, cons-
Ihtkw da guarda-nacional sob o geu commando' tintes da relacdo que acotupaaliou o dito oflicio,
"1 ____.
da communicar que par portara p hontem data-
do loi V. S. nomeado promotor publico da comar-
ca de Flores.
A< bacharel Jos Leandro Dantas Serra.=*0
Exm. Sr. preaidonlo da pl^finris manda commu-
nicar que loi V. S., por portara de h 'iiien data-
Ja, nomeado promotor publico da comarca de Ca-
brolxi.
4* secril:
Dulcios :
Ao Dr. Joaquim Correa da Acaujo, I.' se-
cretario da assembla legislativa proviucial.-K.
47. Do ordem de S. Etc. o Sr. presidente da pjpv
virjcia, remeti a VfcS., alim de-ser presente as-
sembla legislativa provincial, a inclusa copia da
chamarlo Seve ino Jos dos S.-uitos Agu ir, natu
ral do curato do Bom Jardnn, com Irinta e dous '
annos de dado, casado, lllho legitimo de Manoel
Ju- do Espirito-Santo, negociante e residente
nesta.
i'erguntado se eiTectivaineiite tinha vi>to a mu
Hier alludida na iorlaria, como, declarou a tesie-
munha a>iteror lie-pondeu que quando a dita
mulher chegou ao hotel achavase presente elle
respndeme, que, a pedido da dita mulher, fra
chamar o proprhita/io daquellc. estabeleeinicnlo,
sendo que dio respndeme reparara nao ter a dita
mulher Mgoaes ou vestigios visiveis do espanca-
tncntb ou maMra(p ph>sico.
I'erguntado st$ mulher n ssa occasio dis.-e-
ra-lhe aliruma coflsptoni referencia ao major Jos
Paulo, e se deste tinha ella alguraa dependencia I
Respondeu que elki dissera-llie ter sido amazia ou
concubina do Sr. major Jos Paulo, que a havia
abandonado, ignorando entretanto elle respondeo-
tc os motivo* do procedimento do dito inajor, wr
ter a dita mulher sobre elle guardado perfeito si-
lencio.
E por nada raais ter respondido, era Ibe ser
perguntad.i, eucetrou o juiz'este tormo, e depoit do
he ser lido a adiar conforme avsigoou cora o juiz,
do que tudo don fe.
Eu Joaquim Thomaz Ribeiro Varejao, eserva >
interino, o eserevi.Candido Valeriano da Silva
Freir.Francisco de Soiiza Martins. -Severino
Jos dos Santos Agniar.
Subindo os autos concluso; profero o juiz o
seguinte despacho : ThjMO cjiia e remelta se ao
r. juiz de direito da comarca para satisfazer a
sua rtquisico cm offleio desta data, junto aos
autos.
, Cabo, 23 de abril de 1873. Candido Freir.
Seguain-se os termos de data e juntada depois
dos quacs o offleio Begnmte :
Jaizo de diieilo da comarca do Cabo, em 23 de
abril de 1873 lllm. Sr. A bem da aduiinstra-
Qao da justica, recomraorido a V. S. que mo remet-
a copia dos interrogaloribs a- que proceden ulti-!
mmente, acerca do espancament de-uina mu-
lher, altribuido ao major Jos Paulo do Mego Bar-
reto.
Dous guarde a V. S.-Illm. Sr. Dr. Candido Va-
leriano da Silva Freir, juiz municipal do termo.
O juiz de direito, AileHno Antonio de Luna
Freir.
Junte-se aos autos. Cafe, 23 de abril de 1873-
Candido Freir.
Est conforme. O escrivo interino. Manim
Tk mnz Ribeiro Vniejiio.
Alhuquerque PodiT-sa.
rom nraca-
Jos Antonio de
se portara.
Jos,' Lzaro ds Xeves. Knlivgne-se.
Major Ji,o Jos Guilles. HlCMUi af
Joaquim Facundo de Ca portara.
Coronel J.s.': Maria 'Wef"n-m Jaron* da Veiga
l'.-ssoa c Mello. Furitii/a-M*.
Jos,' Magal .a.'s da SiLa l',.rto. Infirme
Sr. Dr. juiz ile direito da comarca de Ruhpw.
J"s'! Barbosa de Oliveira. Inf .rie o Sr. Dr.
chefe de indicia.
Coronel .i.,f Maria Ildefonso Jacme da Vriga
l'essoa e Mello. Fomei.a-se.
Maria Tiiereza de Jesiis. V.dlr ao Sr. briga-
deiro comm ni lauto das armas para informar.
Teiieote coronel Manoel Francisco di Soasa.
Loo. Passc portara.
Manoel Francisco de lluraes. Logo pie
suppleante for requisiudo |h-Iijii-. re lera o deslino que solicita.
Mathias Jos da Silva. Informe o Sr. nmpec-
tor da thesouraria de faz illa uurin lespcL'livo.
Maria Pereira Lopes. inf rio-'
cia o Sr. r. che:,- de indicia.
Capitn Manoel Thomaz de Albutpicrqml
n- o. Nao ha qne deferir.
Maria Antonia Gmcalvcs. Sim.
Mara Rita Sarniento do R;,. l^-ile. Deferi-
do com cilicio desla data ac; pri.riilor oV'ate
Casa de Misericordia.
Que/ino Joaquim Madoira. Infirme o Sr.
coluniaudaute do presidio do Femando 4a !-
ronha.i
O iiRsino. () supphcante aguarde as kifcr-
maees peiliitas ao umaii ianle do pi*sidi>i de
Fernando de Noronha, ou mande uos* paatjM de-
vi.lamente aut irisada.
Tenente coronel Sebaslio Jos Basilio Pyrrho.
- For eca-so.
Soriedado Propagadora da Instruccao Pobfiea
Ao Sr. Dr. direclor ger. I interino da irtmecift
publica para attender a supplicanfe nos lomos o>
sua inwriua-;o d 28 de abril ultimo
. Ar mesma Ao Sr. Dr. direclor peral rali rio
da in*trurcao publica para attender peticmnarll
nos termos de sua infonnacao de 13 d abril nl-
timo.
Secretiria da presidencia de pernambuco, 2 0>
maio de 1873.
O porteiro,
Silrim A. Rndrifmei.
Jos Paulo do Kegoltarreto havia despedido una
mulher que viva soto sua protec-o, 0 por causo
della castigado severamente um eserayo seu, que
man-lou vendjE no llio do Janeiro. Me parece que
se houvo nirmps physieas na pess a d'aquella mu-
llu-r foram ellas leves o fe i tas no interior da casa
de sufcresideuciajp.irque, no caso contrario, ainda
quando tivesscm sido omissis as autoridades pM-
ciarlo juiz uUMttipUio termo nd> teria certa-
mente deizudo de tunar as procidencias necesi*-
r.as. Para que poreiu nao licasse duvida alguma
acerca desso laclo, proeedeu Kimamenlo o mesmo
juiz aos interrogatorios constamos d copia junta.
Deus guarde a V. S. -lllm. Sr. Dr. chore de po-
lica da provincia.0 juiz do direito, Adelina A. d-
Luna Freir.
Villa do Cabo. -1873. -Juo municipal Crime.
Autoamenlo da porlanu e auto de peiguuias i|ue
se segu.Escrivo nanfiio, Joaquim Varejao.
Anuo do nascimento de Nosso Senhor Jesns
Chsis'.o do r87c, aos 23 d as do mez do abril do
dito anuo, esta villa do Ca'io, em nieu cariorio
auloei a portara e autos do perguntas que adian-
to seguein; do que Eu, Joaquim Thomaz 'Bbeiro Varejao, escrivo
interino, o escrevi.
J'ii/.o municipal do tormo do Cabo, 23 do abril
de 1873.Tendo chegado aii met conhociuienlo
jelo jornal publico, o Liberta, haver o major Jos
'aulo do Reg Barreto castigado excossivaineute a
mo seu escravo, que fra ilepois vendido para o
Ili i de Janeiro, e.maltratad > gravemente una
sha amasia, que eslivera no hotel desta tifia ein
estado do coinmiseraco, o escrivo Varejao, ao
fazer a recopeo desla, dirija-se casa de uiinha
residencia, alim de cumprir as diligencias por
mira determinadas, em ordem a esclarecer e deseo
brir a verdade do tacto addusdo no precitado jor-
nal e do poder se consequeulemeute proceder
do conformiilade com as preseripcoes lgaos.
Cumpra-se. -Candido Freir.
Aulo do perguntas a Francisco de Souza Mar-
tins, propTietaro do hotel alluddo na portara.
Aos 23 dias do mez de abril do 1873, nesta villa
do Cabo e casa de residencia do Dr. Candido Va
eriano da Silva Freir, juiz municipal deste tormo,
onde eu escrivo interino de seu cargo, abaixo no-
meado, fui vimjo, sendo ah presente Francisco de
Souza Martins, proprietario do hotel alluddo na
portara, o juiz Ibo fez as seguintes perguntas.
I'erguntado qual o seu nome, naturalidade, ida-
de, estado, filiacao, profissao e resueneia? Res-
pondeu chamar-e Francisco .do Souza Martins ;
natural da ilha de S Miguel, do reino de Portugal,
com 39 annos incompletos, solteiro, filho legitimo
de Francisco de Souza, holeleiro, morador ne-ta
villa.
Perguntado se effectivamente esteve em seu ho
le, em que tempo e en que estado, a amasia' de
que faz mencao a portara ? Respondeu que no
mez passado esteve em sea hotel durante 5 dias
una mulher do nome Silveira do tal, branca, moca,
a qual, logo que chegou ao dito hotel, procurou a
elle respndeme e disse-lhe que desejava fallar-
lhe particularmente, o que foi annuido por elle
i esp.ndente, a quema dita mu er dissera o aa*
uiim'e, debulhida em la?rimas, estando presente
S..-vt-rm i Jo- dos Sanios Aguiar : ,'ii son,amazia
do ir. nrijijf iis Paul,, que expelio-iiie d, ca-a, e
a ni tenleJati'o recurso, -valirae do S*. para h is-
["dar-me a.pu, deelaiaiwJ.i-melogo qiv nao tinha
-lOjtios iiecdMn'ios para imptuiento da ospe-
dagiii.
ves;
. i MUTILADO
Zk
existirem na dita raullier
ini'ament 7 Respondeu que obser-
Gyranasio provincial de Pernambuco, 25 de abril
de 187.1. -lllm. e Kxm. Sr, Em data de 23 do
crrente remull thesouraria provincial o balau-
ceteda receita c despeza deste ostabeleeiuicnto,
no prinieiro trimestre do Janeiro a marca d,.ste au-
no ; cuniprindo assim o que por V. Ekc foi de-
terminado oni offleio de 2S de dezembr i do anuo
prximo passado. E desojando por V. Exc. a par
de todo o inovimmto inaneen deste gymnasi i,
tenho a honra de enviar a \'. Exc. a nota junta,
que pretendo publicar pela imprensa, para conhe-
cimeuto do publico se V. Ex,-, in'o peruiitlir.
Dous guarde a V. Bxc. -lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique l'ereira de Lucen i, presiden-
te da pcpvineia. -Dlo Dr. Joaquim Fr nciteo dr
Fnri i. regedor.
GYM\ASIO PROVINCIAL, 25 DE ABRIL DE lH;:t
H.VLANCKTK HO I'RIMEIUO TIllMI.STItK 1)K JA-
NEIRO \ MAUI.IO DE 1873 DO (YMNASIO
1'UOVINCtAL.
Receita.
Saldo do anno de 1872 Arreoadado i:8l!J062 ll:828o
I3:6il562
Despezi. Despeza Saldo a favor da casa 12:875*5 1:*U18 13:il562
Obsenuciw.
A differenca para menos, que se nota entre o
saldo do exercicio de 1872 e o do primeiro trimes-
tre do corrente anno, provm de quej boje tcm-
sc. pago os seguimos dbitos contratados uaquelle
lempo.
3 de fevereiro de 1873. Consumo dji
gaz no mez de ..uiul.ro de 1872 337*5'J
i idem idem. A Carlos OtTman, con-
cert de canos 62*000
10 dem dem Cousumo de gaz no
mez do novembro de 1872 281 700
I i dem idem. A Joo de Oliveira
Leite e Souza, 15 colchos 60*000
15 idem idem. Consumo de gaz no
mez de dezembro de 1872 180*000
19 dem idem. Consumo d'agua no
ultimo trimestre do 1872. 72*000
19 idem idem. A Manoel Alves Bar-
bosa, medicamentos foBiecidos no
anno de 187* 192*000
28 de marco idem. A Nascimento &
Medeiros, cartoe? 18*1300
28 dera adera. A P. Emilio Roberto,
instrumentos de musir 38*000
2 idem idem. A Wrtson R -we & C.
1/t tonelada de carvao de pedra 15*000
1:256*360
Antonio dAssumpciio Cabral,
Secretario.
despachos da phksidrncia {do da 1. db
db 1873.
Abaixo assignados, agentes recenseadores da Ir-
guezia do Bonito. Dirijam-se os supplicantes
a thesouraria do lazeuda.
Adelaide Rosalina Bittencourt. Ao Sr. Dr.
director gerai interino da instruccao publica para
attender snpplicante na forma requerida.
Antonio Pinto da Silva. Sim.
Tenente coronel Antonio Francisco de Souza
Magalhes. Forneca-se.
Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de Drum-
mond. -Inormeo Sr. inspector da ihesouraria
de fazenda.
Antonio Goncalyes Guimaraes. Deferido com
olicio desta data ao provedor da Santa Casa de
Misericordia,
Clarn loJos S lares. -Informo
.oinmandante das armas.
Candido Rodrigues do Souza. =
inspector da thesouraria de fa*
Ceciliano Mamede Alves Fer
ordena lo na forma
Di-. Estovo Gavalcante do AlbuflWi
briga-

< ojtiiMttiiilit Inm otra
al Al.itL C.KMCRJM, DO C.OMM.VMK) DAS ARI
DE ttHUMUCO, I M 1 I1K MAIO DE 1873.
Ordem djt -lia n. Ti4.
O Ini' adeiro......mandante das arma faz publi-
ca para conh 'iniento da guarnir^ Im wwi
nieotes, que segundo onstou de i fficios ilaproai-
d,:neJa datados de hoiilcn. ruin n'feivnria aos avi-
sis do niinistero da guerra de 3 de abril prxi-
mo lindo, foram Horneados o Sr. ranilan honorario
do exercito Manoel I.'ni neo da Mlva para la-
gar de major da praca do presidio de h'rnaado, e-
Avelino l'ereira da Cun a para o lug.,r de e.-crivao
do hospi'al militar destn provincia.
(1 mesmo brigadeiro faz igualmente publico, qtm
a 3d do citado mez de abril fui deslipaen .k.
aldliio do infamara Sr. ten ule addid > En.yg-
dio Francisco de Souza Magalhes,que <<'guio|4ra
a provincia do Rio Grande d. Norte a reuoir-se i
companhia da inesma anua, a que ficoii perten-
ceinhi.
(Assignado.) .1/ ,n el du Cunha Wtitrleu
Lins. *
Conforme.-J'.' hjn cia Wbeii> Rjhm, tenente
ajndante de ordens iu 1--11,i, en -.. 1 pad dode-
tlhe
em--.-T.^.'i. -_.'r-? Pj
PEENAiKBSJCa
ASSEMBLA PR0TISCI.4L
SESSAO ORDINARIA EM 18 DE ABRIL.
MMIMHCIA IHI Slt. FKRHKinA 0K Alil'IA*.
Ao incio da, fea a chamada, acham-se pre-
sentes o seguintes Srs. depurad ( Ges Ca'-j|-
cante, Bats c Silva. Mello Hago. Oliveira Andrajo.
Cincinalo Camboim, Almeida Pernambuco, Pialo
Jnior, Toleutino de Carvalho, 'Vieira de Araute,
J. Correa de Araujo, A. Corri-a de Arauio, Silva
Rogo, Guedos Oondmi, Aguiar, Henrique Mmele,
Felippe Figueir, 1'cha Cavalcanie, Ernesto Viei-
ra, Ainarai, Gon.alves Ferreira. Silgado NeH
Tito Corr.'-a.
Abrc-se a sesso.
E' lid. o approvadi a acta da aulerior.
O Sk. I. MCRhTARio d conla do seguinte
RXPKOIKKTB :
Motea :
Do secretario do governo, 'eineUendo eepu a\<
parecer emiltido polo Kxm. bispo diocesano sobre
o projecto 11. 5. deste a.ino. a' quem fez a re-
quisito.
Do mesmo, remetiendo 40 ejemplares impromei
do ornamento do receita o despeza ctonfeoctenado
pelo tnesouraria provincial para o exercicio prxi-
mo vindouro. A' distr uir.
Do inesinn, reinettendo copia das infomuee
dadas pela directora da instruccao publica sobro
o projecto n. 19 deste anno, que atiera a te -
1,033 do anno passadoj^- A' quera fea a
sicao.
Do mesmo, rcmeltendc copia do offlco4l
dado histrico litteraria l'niio do Norte, em OJO
solicita a impresso das biographias e obras de vi-
gario Francisco Ferreira Brrelo o Fr. JoafMte *
Amor Divino Caneca. A' coraroissio 4
ment provincial.
Do mesmo, remetiendo copia das infrmateos
do administrador do consulado e insperlor da the-
souraria provincial sobro a p elencio do contem*
daquello consulado, Antonio Carlos de Lewoa
Duarle. A' quem fez a requisicio.
Do mesmo, re nettendo copia das in formante*
da ihesourayrvincial sobre a impofteaciaa
renda cobradBpelo consulado no ana
lindo, e vencimentos quo (iveram oa
empregad,w. A' quem fez a reejQistetei."
Potices :
De Luiz Ferreira Bandeira de Mello,
notas, escrivo do termo de lguara
que seja supprimido o lugar do .
nneiro, visto ter elle fallacide. *- A'
dejusti^ civil.
De Sebaslio Mendes Bandeira
diodo o pagamento de urna tsala
icios lindos. A' ootenMteJ
provincial.
E lido, anoiado e appfo
recer ;
ore^-
!*
iV.tdo
nle
l


M.


,ftario de Pernambuco SaJ)bado 3 de Maio de 1873. Lili
i 4f "* I
!/;

.-.-.~
2=
\ (pttv^'^M os propost
fdlmmissru ilos Srs. Drs
sejam unificadas *aiias que dc' de 1 de ou-
tubro io 371 a ti de eWiro do 187, como se-
Ihe eaoceda niel hora naaposentadoriaque reque-
reu, considerando que obre tal assumplo deve.
ser ouvida a nobre commissao de inslraccao pu-
blica, da parecer queseia a eUa remettida a
mesura peticao. Salaos e*atiiiss de 187-1. Araujo, J. d MelloV Reg.-* OU-
cetra Foneeea
E' tamli>'in lido, poiadn o mandado imprimir o
projeeto de lei, sol) n. 42.
Sio lidas, posto em diseussao e approvadoa, as
segiiintes reqticrimeatos :
Bequeira que pelos canaas competentes se po-
cam com urgencia as ibf rmacBos do hispo diore-
ano relativasao projecto m"w9 1871. (loes
Caoalcante.
a Boquciro que pelos eanaes competentes so pe-
ga ao inspector da thesouraria provincial que,
mu urgencia, informe qual a divida activa arre-
ciada no '." semestre do crrente exercicio,
acompanhando a informa,-a* de- demonstracao da
procedencia Ja mesma divida. Araujo.
OMMtM Di DA
devo|-
\v,i 'i sen discurso.)*
(IS'.Cinhae Figdeiferto faz. nimia
algumas oonsideraces sobre a materia em diseus-
sao. ......
Encerrada a diseussao, o projecto posto vo-
tos e approvado. _
Contina a diseussao lidiada do projecto a. 54
do anno passado, que reforma a instruecao pu-
blica primaria e secundaria da provincia.
Val a mesa e apoiadn a seguinte emenda :
Sulisttua-se o final do art. 14 pulo seguinte :
Depois de approvada pela assembla a elassi-
ficacSo, que flca cnmmetjida ao presidente da pro-
vincia, smente por lei podera ser alterada.-
Araiijo.t
Encerrada a disenssao, c approvado o artigo,
beitt como a emenda.
Entrando em discussc o art. lo, vio a misa c
sao aooiadas as seguinte* enawdns :
Additivo.-As alumnas mostras que obtiverem
titulo de habilitarn pela escola normal, fundada
pela oeiedade Propagadora da instrucc.o publi-
en. Morques da Silva.
s mencionados nos i, 2,.3, 4 e O nao sc-
Entra em diseussao o parecer da commissao de j rao adinittidos i mscripcao para os concursos, se
ordenados mandando otivir o director gerai da' nao exhbirora pro vas de vocacao para o magiste-
instruc.ao publica sobre, a peticao do professor -rio, revelada na pratica anterior do ensmo, du-
Sublico jubilado, Alexandre .liso Dornellas. adia- rnte 2 iiWM pelo menos. Uclu.x Cavt'oante. *
o em urna das sessoes paseadas, por ter pedido a I Araujo. Totentino de Ctivalno.u
paJavra o Sr. Paieat
.0.
O Sr. Gomes l'acealc di/, que le pare-
ce fue se |)ode dispensar a audiencia do Dr. direc-
tor da struccAn publica, porque a reelamaeo do
peticionario funda-se em ter sido jubilada pela lei
anterior a de SI do marca de 18 "55, quando ja es-
ta estiva em vigor; que este laclo se acl.a pro
vado por urna certidao que toi jaula peticao o
que portante I he parece que a commissao u> ms-
trnceao pode dar logo se* jtasaflet?* tanto mais
quanto ao tempn da jubilacn anda nao existia a
irectoria da instrucc. o publica, pelo que esta na-
da podar informar que possa esclarecer a nobre
commissao.
Du S. DkpTADj: -Ja-existia.
O Su. G P.irkntk diz i ue poiie liaver engao
ile sua parte ; mas o que Ihe parece berta que
tal informara > e desiwcessaria, pelo que manda
iii'sa un loqutTiiii'.'nlo
Vai mesa, lido e apiado o seguinte reque-
rinonto :
I Sp. A. Correa de Araujo nao devol-
vuu sen discurso.
O Sr. Uooies Prente diz que, em vista
das cmsideracoes feitas pelo sen amigo e coinpa-
ulieiro de districlo, ineinbroda commissiio di ins-
tru .;ao publica, |K-.de casa que eonsinla nare-
rada de sen reinieiiinento
O Sr. L'elioa Cavaleaiite nao devolveu
o sea Jiscarso.
O S>.\ presifleiita fai algiunas considera-
i.iies sobra a materia em di.-cussa.
O Sr. Olivei.-a l-'oiaeisca nao devolveu
o seu discurso.
O Sr. pi'eKiiletite faz "algumas ohsorva-
we*.
> tur. Altucitia l'ot'ii:iutueo no de-
Vi ivatu o s.;u discuto.
OS;-, presidente '..;. diversas ennsideCV
' cirs a respeito da materia em diseussao.
C Sr. Vieira de Araujo jusliliea o seu
v :'-i u faz alg;iinas eonsiJjracoes solire a inate-
M discussai.
O S- Tol-ntiiio de Carvalho nao de-
vuffti o sen discurso.
O Sr Oliveira Foneeea faz aimla al-
guaias conside^acoes so! re a materia em disens-
fn,
iai:erra;la a diseussao, ': preferido para a dis-
r,i~-ao project n. .'ii do anno passado.
Entran Jo em diseussao o art li do projec'o n.
">'*, lioixou de se* votado por fall de numero.
b Sr. presidente
vaata a sessao.
JC.-l:
;ua a ordem do dia e le
SfiSAO OHIMXAHI.V EM 9 AURIt.
jrsii)ENilA II i S!t riCRIMA l)E AGUIAR.
\>lheiod;a, cita a chamada, achara-se [iresen-
tcs os segu-oles ?r*. deputados : Ratis e Silva,
iies Cavalc.uite, Lainenlia Lin?, Firmino de N i-
vae, J. Cirrca de Araiijo, Gincinato anjoim,
Tokiiliiio de Carvalh i. Pinto Jnior, ErnestoYiei
reir de Aguiar, (iinealves Ferr ra, Felinuede Fi-
goeiria, Henrique Uameda, Silva Reg, Vieira de
Arauj >, Olynioio Marques, Alhuqucrque Lacerda,
Canha aFigueirel) e Amaral.
Abre se a sessio.
E' lid i e ajrova 11 a acta d. 'an'ejeient''.
. Su. i" stciiktakio d canta d')4(uinte
km'. wesTi :
Pc:i;oes :
!i' .1 io Pereira Lago, ex-leneWc do corpo de
polica, pedindo que se Ihe conceda apowntadoria
com o sol Jo por hrteiro. -A' c "imissao de peii-
oflee.
Abaxo nignado dos moradores do qnarteirao
Silio, municipipio de tezerros, rjpresentanli con-
tra a medida da i-amara municipal, mandando fx-
linguir una cn que naquelle quarteirao crea-
ram os habitantes Jo lugar para raaier eotnmodi-
lade sua.A' comibissao Je negocios niunici-
paes.
B Jos Lucio de Aibuqnerque Mello, pratican-
M da^reparticao das obraa pabiieas, pedalo 6 mo-
les de licen.-a para tratar de sua saiide. -A' com-
u.issao de peticoes.
Sao lidos. apofados e mandado; imprimir os pro-
j- tos de lei n) 43 a 46.
E' lambem lido, apoiado, p K i em tfiseossio e
approvado o seguin:e parecer :
>' A commissao de peticoes, lindo com atteaaao
| dijao de 'cente Fcireira de Paiva Simoes,
srvenle da reparticSo da obras publicas, em qje
j>ede pagamento da quana de 354 proveniente
de salarios que deixou de perceber Jos dias santi-
ados, dft 13 de dezembro de l86o 14 de agesto
de 1803; consideran Jo que > suplicante com os
documentos com que instr :io sua peti-ao, prova
echuberanteineiiteo direilo que Ihe assiste, de
parecer que na lei do orcamento, na verba exer-
'.os linJ.is, se marque quita para o referid) pa-
gamento.
Sala das commisoes, 18 de abril de 1873.
Pinto lamer. -Goncalces Ferrtira.t
Sao lidas, apoiadas e approvadas as redactes
dos pnjectos ns 11, 20 e 27 todos deste anii".
O Sr. Feliupe de Fisueiroa pede que
para a boa dhvec.io do expediente sejam as emen-
das assignadas pelo Sr. i secretario e numeradas
em ordem, e r.este sentido mandn mesa urna
indicaca, retirano-l depois, em vista da observa-
do do'Si', joesiilente.
O Sr. Almeida IVrn;t.mlueo (nao de-
volveu o seu discurso.;
O Sr.Tolentino de Carvalho (nao de-
VOlaN o seu discurso.;
discurso.)
O Sr. Vieira de Araujo lemhra a casa
do nao poilerem tradizir as notas, on quando boa
verem tlaixado de acouipanliar o orador, seja por-
que nao tenham ouvido claramente, ou por outra
qualquer eircumstancia, deixem espa;o em bran-
eo para essas faltas, porque ento o depuiado po
4ier com r.cdidaile completa-las, una vez que co-
nhece o assumpto e se essexvili-e nio for sulli-
ciente, sua opiniao que nao se publique nada.
Pede umbral a urgencia da diseussao- do pro-
jecto n. lti deste anuo, o que loi concedida, en-
trando em diseussao.
t' diseussao do pivje.-io n. IC deste. anno, inie
manda computar o subsidio das membros da as-
mmiblea provincial, segundo <> padrao monetario
da poea.
Emenda subsiiiiiiva ao ar], i' do piojecto :
0 suhsidio de iOj diarios estabelecidos para
s meiubroe da asamblea legislativa proviucial da
PeroambuSc en lea anteriores, ser computado,
eguudo o padrao monetario da poca em que foi
decteiada .ijlei n. 4 do3) de niar;o de.1815, e pago
o principio da crreme essao, e na 6eguinte le-
gislatura com a diilerenca_do valer da inoeda.
Joao V' tirv.%
Encerrada a diseussao.. fui o projiieto posto a
VotOJ^-ajiprovalo, bcui cy^m a emenda substi-i
tutivo. ^\ ^^,
2* diseussao d pr?j*, n. 20, ofTajMpdo como
emenda ao projecto n. Ntc aano^que -marca
limites para os disb-ictogde paVda cidade da Vic-
toria. Foi ajiprovado. \
3" tooussio do pojecto u 25 leety anuo, que
luiiafjs de mdicos dc( corpo de poli-
dqcprq;:!'!) n. 3? ueste anno, que
idente da provincia nomear profes-
dapen denle de concurso a D. Isabel
pifo yuinial Barro*.
O Sr. Altueida Pernam bueo (nao de-
volveu sen i
Ao 5.* Em vez de. escolas or aes do Hii
ile Janeiro e Babia dgase escolas normaos do
imperio. Tlen'.ino de Carcalho. Veh.i Catit-
eante.
t Sub-emeniL Em ves de dous annos de pra-
tica diga-seum auno. Padre Ifo.
OJ4r. J. Correa le Araujo (nao de-
WT^'iu o seu discurso.)
O Sr. Cclia Ctvadeante (nao devolveu
o seu discurso.)
\ erilieando se nao havir numero para votarse,
o Sr. presidente nomeia os Srs. Pinto Jnior, Ga-
niciin c Ges Cavaleante pira a commis-ao que
tem de levar leis sanec.lo, e levanto a sessao.
REVISTA DIARIA. HM

Asseuiltla provinelul. Funccionou
bonteiu com 20 Srs. dept.lados.
Approvada a acta da sessao antecedente, o Sr.
! s.'crctorio leu o segiiinle expediente :
L'm llicio do secretario do gnvurno da provin-
cia, transmitiindo por cojiia o olllcioda cmara
municipal desla cidade, no qual expoe q motivo
porque no tem sido executada a le n. 1,01A de
13 junbo do 187.. A', quem fe/, a requisicao.^
Outro da :amara muiiicipar da cidade da Victo-
ria, remetiendo para serwn approvados um artigo
de posturas adilieiones para aquelle inuuicipio.
A' commissao de posturas.
Urna peticao da diversos negociantes, pedindo
Srovi,encas cnnira o modo |iorque teii sido co-
rado a elles ii imposto de 3 B/n, e.-tabelecido na
lei n. 777 e a v.stituirao do que indovidamente Ihea
tem sido cobrado. A' commissao de legslaco.
Ou'.ra do Hilario Urbano da Silva, cserivlo do
!iy da E importancia de i55'J9'J. A' commissao do orea-
mento inonicipal.
Outra de Flix Cavaleante de Alhuquerqne e ou-
tros moradores na cila>le da Victoria, pedindo per-'
robee pira veoderea fagot de artificio e plvora.
-A' coinniissao do posturas niunicip.ies.
Pa-sandi orlem do dia, foi approvado em 1*
diseussao e dis|>ensalo ) intersticio, arequerimen-
to do Sr. Joao Vieira, o projocto n. 53 deste anuo,
que auturisa o presidente da provincia a rectificar
o contrato celebrado em 1805 com Antonio Gomes
Netio.
Continuando a diseussao .adiada do parecer da
commissao le co;i-titn;o c poderes, sobre o pro-
jecto'de lei nao sanecionado o anno passado, foi o
ui"-ino approvado com as emendas ouerecidas pela
commissao, depois de oraiein ns Srs. Oliveira ron-
caca, Juo Vieira e Ratis e Silva, sendo rejeitado
im reqnermento do Sr. Oliveira Foneeea, ni qual
pedia que o parecer vollasse couiuiissao para sor
reconsiderad i.
Em seguila foram approvado?, seni debate, c:n
3" diseussao, o projecto n. 91 do anuo passado, que
crea o lugar de contador dos feitos processados no
juizo de paz; em i* diseussao o de n. 38 deste an-
rajNarros Wandcrley, Alnieid;i Pernambuco, FeH >'>. (l"e nanda considerar como ordenado a e-ra-
autonsa
sora publ
Francisca,
tilicacaa concedida aos escrivaes da aienda pro-
vin'-ia'l, com a seguinte emenda do Sr. Alvaro
Ucha: Accrescente-se-e oDciaes de justica.
K eontinando a 2a diseussao do projecto n. 34
do anuo passado, que reforma o ensnio, deixou-se
de votar e art. '2 por falta de numero.
A ord.'in do dia, para hoje 6: alm das materias
j designadas, a 2" diseussao do projecto n. 50 des-
te anno.
Autoridades policiaca.l'or portaras
na presidencia da provincia ,de 20 e 30de abril :
Foram exonerados : Joo Luiz de Franca, v
fupplentc do sub^lelogado do districlo de S. Hene-
dieto.'do termo do Rom Consel'o, a beni do ser-
vic i publico ; Vicente Lirinio da tkista Campello
e Joao Lopes Idas, de Io e 3' supplentos do sub-
delegado do Io districto da freguezia de S. Jos.
Foram Romeados : subdelegado e Io supplente
do districlo de Caab-Otkiho, do termo de S. Bento,
Laueii'iiio Ferrcira Pimental o Ceciliano ios
Marques ; 1 e 2'supplentes-do subdelegado do
Io districto da freguezia de S. Jos dj Recite,- Ma-
nee! Antonio de Carvalho e Antonio Dias da Silva
Cardeal.
Guarda naeional. Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 30 le abril, foram no-
meados para o 3 batiliao de maulara do muni-
cipio do Hece : tenente quartel-mestre, o alferes
Manuel di Silva Loyo ; 2o companhia, o alferes
aggregado Jo^Trancsco da Silva Mendon;a ; a"
dita, tenante o alferes Eduardo Daniel de Sonza,
alferes o guarda Jos Augusto Vieira; 0* dita,
alferes os guardas Joao Remigio de Albuquerque
e Antonio Joaonin Barbosa.
Soeiedade Patriotiea Do/e de se-
teiubro..\o dia 30 de abril ultimo honve ses-
sao ordinaria desta sociedaJe sob a presidencia do
Sr. commendador Dr. Vanoel do .Vascimento >Ia-
chado P.irteJla. Presente os Srs Dr. Prente, Dr
FigueijjfvDr. Laipenha, capits Pinto,Santos Bar
roe, DrTToutinlio, Dr. R tis e Silva, padre Cunta
Figueredo, Dr. Oliveira Foncec, Vital de Negrei-
ros, Dr. Tiburcio Magalbaes, e Dr. Marques da Sil-
vi. abrio-se a sessao.
E' lida e approvada a acia da sessao anlecente.
0 Sr. Dr. Silva Coutinho pro pa para socio neo
tivo oSr. Dr. Aprigio Guimares, e para socio ho-
norario o Bxto. Sr.* commendador Dr. Henrique
Pereira de Luceua, presidente desta porvincia.-O
Sr. Dr. Figueiroa prop'e para socio ellctivo o Sr.
Dr. Antonio Paulin^ Cavaleante de Albuquerque ;
o Sr. Dr. Lamenha propSe os Drs. Antonio Coelho
Rodrigues, Augusto Carneiro Monteiro da Silva
Santos e Paulo Jos de Oliveira.
Sio todas estas propostas approvadas.
E achando-se presente o Sr. Dr. Aprigio Guima-
ries, tomou logo assento.
O Sr. presidente faz a seguinla proposta :
Entre os vultos notaveis que fazein houra lijC-
roica provincia de Pernambuco, disiinguise o do
venerando monsenhor Francisco Muniz Tavares,
digno presidente do Instuto Archeologoo Per-
nanihucana. O prestimoso.jiidadao, reiiresenta re-
levanUssiinos serviros s letras, patria o hu-
manidade ; nao tem o peso dos annos conseguido
arrelecer o patriotismo daqueflc grande coracao,
queainda sente-se com forcas para prestar, a seu
paiz o valioso concurso desua illustraco'o virr
tuosos exeijiplos ; jirppondo-o pois, para socio ho-
norario desta soeiedade, teaho consciancia de ren-
der homenagem s virtudes deste distincto per-
nambucano, e otl'erecer a esta soeiedade necasio
do dar ao Instituto, que elle tao'digaaraente presi
de. urna prova de elevada coasideraeao.
Esta proposta acceita o approvada unnime
mente.
Para 'azer parte da commissao que.deve.ir eu-
tregir os diplomas de sooios hon'irarios ao Exm.
presdanle da provincia e monsenhor Muniz Tava-
res, sao nomeaios os Scs. Drs. Lamenha Lina,
Felippe de Vfgueiroa e capito Pinto.
Passando-se- ? parte da ordem do dia procede
0 Sr. engenhairo SiU-a Cqutinho a leitura da urna
mem ra robre o commercto to Brasil de 1836
1871.
Terminada a teilur, o Sr. presidente agradece
e louva ao Sr. engenhairo Coutinho por seu bri-
lha;nte trabalho,_que revalla profundo esludo a
extrema dedica-.-ao ao progrtsso do paiz.
A commissao nomeada ^>ara escolher o local
para a exposico de t de dezembro, d cunta do
seu trabamo opinando pelo edificio que se construe
para a escola modelo.
C Sr. presidente encarrega a mesma commissao
M do instruc-
|lgu>to Caval-
Frearuna, D.
resolveu-se nomenr una
Figueiroa, Tibiuvio e
l'a;i|o J>.s..' d i Oiiveirai para, apreciando este sys-
t'in i, c o do Toilona, denomina lo -Alvarenga -
dn'iinir i.ire*"r inlru ambos.
E nada m.iis Wivendo a iratar-se, o Sr. presi-
dente levanta a eessMt marcando oulra para o dia
lo Jo frrente.
Ejliflcios' pora escolas. Pur portarla
da presi "lncia da proviucU^e 39 de abril, fora-n
noineadas t s cenmissiles para pr.unove-
rom tias ft e-ueiias do miah-ipio dtfOlinda, a ac-
qulsicao Je ikmaiiviis para a e.lificjpo das. casa
anrop'ria Ijis a func.-.ionar%i^a< m
cao primrria nessas fregqtiiB :
S*Pediv Maftyr. 1 Ir. Detpbi00
cante de Albu picrque, barai .<
abbade Fr. Jiiao de S l'Jo$ Paiva, Dr.Jii Cardoso
de Qaeirot Ponceca, Laureoliiio los de. Miranda,
Dr. l>ei-n.ino de Senna Dias, carago f>fc Ma-
noel Tlmmazde Oliveira, Dr. Jo< DjniingOes da
SiK.a, Candido Eusttu*Ce Carito da S. Joj^ljiquif Antn
ionio de S. Caiiillo devns, Franc Salgneiro, Or. Manoet Antonio dos 'Paseos e -Sifra.
tonego Jos Joaqun Cainalle^a .'Vadcade, Dr,
Gaspar de Mcneft VasconceUt de Urunm* I,
cuta Jo Vaz ('Hierres, Francisco Sotar de F
gueiredo Castro', tenentc-coronel' Martoel
Gomes do llego.
Fregtrtzi i de Jtardguape. Coronel JU^tm
Cavaleante do Albuquerque, Autunio GoBijalves
da Silva, rigario Thomc Narciso linho, Joaquim do S. Civalcante, Dr. Francisco
Gomes Velloso de Albuquerque Lins, Francisco
Camello Pessoa Cavaleante, Firmino Theolonio di
('Uara Santiago, Tneodoro Ferrcira de Andrade,
Jos Cava cante de Lacerda Campello,
\avlo encontrado. O captao do hiate
americino Hit'tie 7/ffifli?W/chpgado no dia 29 de
abril, falln na lat. S. 3o e long. O. 'de Greenwicb,
com o briguc da mesma naco Harry Stwart, ein
viagem para Montevideo. Tndo ia'bem a bordo.
I,.i.iii?la.-Njsta re,i.'irii^i i \n> im sa boje
as seguales folhas:
Etiipiegados da visita de saiide, instituto vacc-
nico, pracas de pret reformadas, arsenal de guer-
ra, arsenal de marinha, capitana do pTy
panhia de artfices e marinheiro

B<, mulheres 8, estrangeires 38,
avas 9.Total 35).
cusa dos cofres pblicos 301.
enfermara do dia 1* de m lio,
! darffSToia -18/
pHiam: ( presos ) 357, entran. 1, sahram 5,
'Miste 35.1
A saier :
Nacionaes
scraem 4.7]
Alimen
Movimen!
de 1873 l
Tcve baixa :
Joaquim Pereira Joao Gpilhcrme da Costa, febre.
Joao Vanoel do Nascimenbv, bronehite.
ttMIno Caetan Alvos de Frailas, febre.
'TV alta :
Joo Ferreira Ramos.
Cenaiterlo publico.Obituario do da 1
do earrentc :
Joao Mara Blanclier, branca, Franca, 18 annos,
solteiro, Boa-Vista; febre rtfnarella.
Jos Marques da Foneeea, branco, Pernambu-
co, 9 annos, solteiro, S. Jos ; febre aroarella.
.Vanoel da Con;eieao Rocha, preto, Minas, 28
annos, militar, Roa-Vista ; a nazarea hepatite chr-
nica.
Emilii, branca, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos ;
tumor. '
Francisco, branco, Pernambuco, 2 mezes, Boa-
Vista; inflaniniac.ao no ligado.
Vicente, branco, Pernambuco, 5 dias, Boa-Vis-
ta ; espasmo.
O Sr. A. Conrea de Araujo (nao dovo
ven e seu disc
t
para en
pre
tenlia le
sen':a a
esse respeito com S. Exc. o Sr
ia ai u de consentir que all
i.O sr. Dr Ratis e Silva apre-
car clarificado por um sys-
Moma e pede que a' so.-;
eettidaro dito syslema. Posta em
Instituto histrico e puilosophlco
-Itennirse-ha amaiihii, s VI horas do dia, esta
soeiedade, em sosso ordinaria. Ordem do da-
primeira parte: d3.'cnv.i|vimento da thesjkdo Sr.
Cod.ceira, qual i verdadero fundamento d^occ-
dade civil ? segunda parte : deseuvolviaieuto da
theso d i Sr. B. d) Mello sobra o poder tempo-
ral dos papas. .
8ciedade Recreativa Xova Har-
mona. Amanlia, s 4 horas da tarde, haver
sessao ordinaria desla soeiedade, ruados Marty-
nos n. 144, pritneiro andar.
Contraria de Hanta Rita dcCas-
sla.-Amanha, s9 oras du manila, reune-.-e
em mesa geral aconfraria de Santa Ritta de l'as-
sia, para o fim de eleger o novo eopsellio ipie tem
que tem de funceionar no anno d 1873 1S71
conforme o di.qiosto h) art 60 do respectivo com-
promisso.
Festividade religiosas. Amanha celc-
bra-sa na groja de S. los de Riba-mar a feslivi-
Japc de Xoss i Sen ora da Luz, pela respectiva ir-
manil.Tle.
Prega no Epa*gelko, o Ryoi. Fre Joo de San-
la Theraza de Jasas, pujador da capaila imperuil,
e n i Te Deiim o Hvd Jo: Estoves Vi inna.
A orchestra ser dirigida pelo maestro Jos Coe
llu Barbosa, e nina banda de msica militar toca-
r antes e depois dos acto?.
Tambcm haver amaiiha a festvidaJj da In
vancj da Santa Cruz, na respectiva igi'eja da ir
gueza da Boa-Vista, com missa solemne e Te-
Denm, e a lo Patrocinio da S^ Jos, na capaila de
S. Francisco Xavier.
Os pregaderes da festividade da Santa Cruz sao:
da miSsa Su'entile o-Kvd. Fre Ignacio de Santa
Umbelina Medeiros, e do Te-Deim o Rvd. Fre
Jo.ii Je Santa Thereza de Jess.
Rin-F coaJjuctor pro-parocho da freguezia do Rio-For-
moso, desde 20 da abril ultim o, o Hvd. Joao Au-
gusto do .Vascimento Pereira, apenas all receben
o offlcio de S. Exc. Rvma. datado de 16 do referi-
do moz
Grciiiio dramtico. Aute-h mtem, pfi
meiio do crrente, reuno-se a directora desta so-
eieJade, como preserevem os seus estatutos, e to-
mou as segui ites res.iIucV;s:
1* designou o dia 27 Qo crrante para n.. ter
lugar o espectculo ; 2* nomeou para director da
uoile ao socio Francisco Ignacio Pinto ; 3* eltiui-
nou al^uns socios em consequenca de rasoes
mutoju>ta*.
Em consaqoencia do ler o socio Joao Galhardo
por seos afateres, renunciado ao cargo do ensaia-
dor, foi nomeado para sulistitui-Io o socio Theb
philo Silva.
Theatro Santo Antonio. Repete-sc
ho,e oeste theatro a importante paca do Dr. Ma-
cedo- .1 torre em concurso cujo desempenho.
na nonte de quarlafeira, nada deixou a desejar,
sendo os artistas chamados scena 4res vezas se-
guidas.
A Torre em cwurso daquellas pe;as que f-
cilmente se popularisam, porque ha alli milita
verd.ide mi e crw, e princi,talmente muita cor
local, que cspectaJIsa o genero da comeda de
oostnmes.
Acreditamos que far carreira, tanto mais que
est montada com asseio c capricho, qualdade
apreciavel da empreza Vicente.
A msica do maestro Jolas, e-t escripia com
muita originalMade, e foi' devdamente acolhida
pelo publico, que o victoriou calorosamente, flffc-
recendo-lhe alguns espectadores ricos bouquets
de cera, obra primorosamente acabada- O em-
prezario da companhia dramtica, o Sr." Vicente,
lambem "e:o sema com '.oda a companhia, o em
nome desta, offere-au ao maestro brasiloiro urna
ri ta aora de Innros, em cujo laco de fita se lia
em letiras de ouro -Homenigem ao mrito.
Fdi nina bonita e hem merecida manifestaco
de apreeo, a que o publico nlo foi indifferente
eobnod de applauso os artistas que tao hem
comprehenJem a sua msso.
Monte Po Santa Cruz.-Amanha cele-
bra essa soeiedade o anuiversario de sen padroeiro
com missa cantada na igreja do Livramento, se-
guindo a sessao magna na sede da mesma.
' Freguezia de .S. Jos4 Antc-hoatem
s 9 horas da noute o Sr. dr.'*Nello, digno sub-
delegado do l" districto da freguezia de $. Jos,
sendo avisado deque os atraressadores preten-
dalo das 11 horas em diante comboiar para den-
tro da cidade grande numero de saceos do fari-
nha que Iraviam agenciado aos ranclios de Tigi-
pi, Barro, Peres, JaboatSo a outros, dirigio-se
inmediatamente a espera-Ios na ra Imperial
e ahi, das 2 horas s 7 da manha, apprchendeu-
Ihes oitenta e quatro saceos de farinha, diversas
cargas de fructas o armas defezas, mandando es-
Jas pa-a a secretaria de polica, e aquellas para
o mercado publico, sendo em toda a diligencia
mnlto auxiliada pelo iHfatigavel subdelegado do
2o districto.
Honra zelosa autoridade que assim desempe-
nha perfeitamente os seus deveres. Que a nossa
populacho a aquelles a quem de direito' apreciem
os louvayeis esforcos do Sr. Dr. Americo Netto de
Mendon^a.
Esjianeamento. Hontem por volta de
7 horas da tar Je estando, o Sr. Jos Joaquim Car-
ioso n porta de seu estabclecimento de confeita-
ria, ra do Imperad r n 24, ahi aupareceram
dous negros que armados de cacetes,par"a e le se di-
rigiram e atiram-lhe facetadas tao certeiras que
o prostraram sem sentidos, pondo-se logo em fuga
seni que fossem perseguidos.
Mez Meriano-^-lnfonnam-nosi qno esla em
exercicio a devoeao da6te mez na igreja con-
vento de Nossa Senhora do Carmo desta ciiiade,
om todo-o esplenoor, sendo enaarrfgado dalla-o
Rvl. Fiei Augusto da IramacuJada Conceicao.
Tem lugar o actp de madrugada, havendo sen>
pre praticas laudatorias e doutrinaes.
O Rvd Fr. Augusto nao ha poupado etdoroos,
afim de abrilhanlar ornis p'jssivl essa acto .4
culto divino.
Na igreja de S. Jos essa devo;ao, praticada aquellu horas, Uayeodo
canle s eatoados por senlinras, e acouipauhados
a piano, terminando a soledad* com a celebra$o.
do sacrificio da.mfsa. .
Suata Casa- -r Achara-se de semana no* dif-
ferentes estbeleeimautos, osaeguintes sanhoras :
No hospital Pedro JI o Sr. Uanoei Josa dos San-
tos, no collagio dxs orphaos o Sr. Miguel Arenan-
jo Mindello, no asylo de mendicidade o Sr. Dr.
Gervasio Rodrigues Campello, no hospital dos La-
zaros o Sr. capito Candido C. Guades i'~
no hospicio de alienados e collagio d js
Sr. capito Francisco tje Paula Gonca*es
e na casa dos expostono 8r. Dr. J-----
Ribeiro Pessoa.
. Lellao Hojea ama'
Jeiiao da livros no armazn J\
ra do Imperad.

CIRONICa JIDIITIEIA.
Trilsuiial do coiniMrco.
SESSaO JDICIARIA EM i DE MAIO
DE 1873. ,
PRESlDE.NCI.lltn.) EXM. SH. COiNSECHino ANSELMO
WMMg PRRETTI.
Secretario interino, o o/ficial Torres.
Ao meio da c 25 minutos presentes os Srs.
dcsenibargadores Siiva Guinares, Res e Silva
a Accioli, e os Srs. depulados Candido Alcofora-
do, Lopes Machado o supplente S Lelao, fal-
tando o Sr. Olalo Bastos, o Exm. Sr. consc-
Itiiero presidente abri a sessao.
Foi, depois de lida, approvada a acta da sessao
In,
AC00RDA0S.
Foram submeltidos assignatura os soguntes:
Appellanie Luiz Hypolito Lima, appellado Jos
Mara Gonc/ilves TeiXeir. ; appellaute Manuel Ro-
drigues Pereira, appelladus vi uva de Henrique de
Miranda Henriques, u mtor da menor eo curador
geral ; appellanles Manoel Ferreira Pinto e ou
tros, appellado Joao Fernaudes Lopes, suecessor
de Silva Maia t C.
1ULOAMKNTO
Sendo pelo Sr. deseuibargador Silva Guimares
propostos os seguintes feitos : appell.inte Do.nin-
gos' Rodrigues de 11 me ida, appellados os admi-
nistradores ,da massa fallida de Marques Danos
k C. ; appellanles Jos1 Marcelino da Rosa & Fi-
Iho, appellados os administradoras da massa fallida
de Antonio Pedro de Mello ; procedendo-se o sor-
telo v'e um juizcommercianto.para cada umdel-
lesem lugar do Sr. Pereira llego, recahio a orle
no Sr. S Loitao, a porque nao estivesse presenta
o Sr. Olinto Bastos, adiou-se o julgameuto.
Pelo inesino motivo foi por S. Exc o Sr. conse-
Iheiro presidente marcado o pritneiro dia til
para o julgamento do feito entre partes : appel-
lanie Bonifacio Adedalo Fonlanclle, appellados
Singlehurst Nephin 4 C. ; appellantes Rodrigues
Irnnos i C, appellado Joaquim Silveriode Sonsa
& C. ; appellanie Antonio Joaquim de Gouvea, ap-
pellado Vicente Ferreira Veras.
Por nao terem tambero comparecido os srs.
desembaagadores Motta, a Doria, dexaram de ser
propostus os feitos entra partes :
Appellanie embargado Joaquim Severiano No-
gueira, appellados embargados Tasso Iruos ;
appellant'; a baroaoia de Jaragui, appellada D.
Almirina Fres de Mendonca.
A pedido da um dos juizes commeraiantes
adiou-se o julgamenio do feito ein que sao liarles :
appellantes Tasso Irmios, appellado o Dr. Joao
Barbalho Ucha Cavalcanti, curador do ausente
Joaquim da Costa Amorim.
A pedido de outro deu-se tambem o adiamento
Jo feito entre partes : appelan^cs S Amorim &
('., appellado Salusliano Severiano Mauricio de
liullanda.
PAS-AQKNS
O Sr. desembargador Sil vi Guuinares, *m vista
di impedimento de suspe>;o que tem, passou ao
Sr. desembargador Res e Silva o feito entre par-
tes : app.liantes Joao de Alcvedo Ramos e sua
mulher, appellado Antonio Geaealves Ferreira
Cascao.
O Sr. desembargador Acco passou ao Sr. des-
embargador Silva Guimares a appellacu entre
partes : appt-llanto Bonifacio Adeodato Fonta-
nelle, appellados Joao Luiz Pereira BranJao A C.
DISTRIBUICO
S. Exc. o Sr. conselheiro presideute fez as se-
guintes distribuiepes :
Juiso especial do commercio : appellanie Ger
trudes Germana dos Passos, appellado Manoel
Eduwiges da Silva, ao Sr. desembargador Silva
Guimares..
Appellanie Joo Jos de Carvalho Moraes, ap-
pellados Jaymes Eneas Gome* da Suya, Jeronymo
Delsuc e D rsula Cordolina da Rosa Miranda,
ao Sr. desembargador Reis e Silva. .
Appellantes Tasso Irraos, appellados Augusto
Marques Ribeiro 4 C, ao Sr. desembargaaor Ac-
cioli.
Supremo tribunal de justica. Recurrente a
companhia de seguros Garanta, recorrido Joa-
quim Pereira de Faria, ao Sr. desembargador
Silva Guimares.
Em lempo : Por inadvertencia se deu na acta
da sessao prxima passada, como adiado, o feito
entre partes : appellantes embargantes Manuel
Fereira Pinto e outros, appellado embargado Joo
Ferandes Lopes, suecessor de Silva Maia i C,
quando foi julgado, sendo desprezados os'embar
gos per nao terem sido conformes portara de
i9 de dezembro de 1870.
A' urna hora da tarde encerrou-se a sessao.
LO.NDON 4 BRASIUAN BANK LIMITED
Capital lo Banco 15,000acedes
* 100.................. i Aco* emittidas 13,000...... I i,53J:ooooS0
Capital pago 13 por accio... 5,200:000*000
BAUNCO DA CAIXA FILIAL EM PBBNA.UBUCO EM 3 ) DB
ABRIL DE 1873.
Activo.
Letras descontadas......... 1.66i:8i8i
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas liliaes....... 503:774/1170
Caixa:
Eth reoeda correte......... 132:42i020
Rs........
Pasvo.
Capital fbrnecido pela caixa
matriz...................
Depsitos :
Em conta cor-
rente...... 33i:03U120
Depositosfixoe
! por aviso. o3:689#370
2,32i:Oi6M70
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas liliaes........
Letras a pagar.............
Rs.
888:8888'j0
988; 740*490
437:181*970
6:205*130
2.321:016*470
&E.4 0.
Pernambuco,^ de maio de 1873.
W.H. Billn, Afeoat.
THBSOUILUILA DE FAZBNDA
! da-maio.
Foram remettidos ao Sr. thesouteiro para serem
iOS.:
Ra.pfesidencia,andaudo pagar a ctupreza do
Jertwlo /Jfc/ a quantia de 596*000.
- Da mesma, mandando pagar a Rufino Manoal
4a Cruz ousseiro a de 4:160*54(3.
Da mesma, mandando pagar a Conrado Ernes-
tiao Xavier Ramos e a Francisco Ablano de Souza
a de. 1imi*ijo a cada um.
Da mesma, mandando pagar aos agentes receo-
seadores da fregnezia de Ouricury e a Adriano
Teixeira Lima a de 50*000.
Da alfandega, remetiendo urna coala de Jos
belro Ferreira na importancia de 1744000.
Refjjernento da companhia pernambucana de
aav
Vai igu;draanb> reanitdoi ao 6r, pagador para
omPsnio lhi:
.Requerimooto de JpaqaJmXaonal do Alanjar!
Secretaria da tios-.i uaria de fazenda d-i Per-
na'mbiico, Io de maio de 187).
O 2 escriplurario sorviudo d secretario,
Carlos Joao de So*za Correa.
L.oteri;t. -A que se acha a venda,4 a V
beneficio -da matriz de Barreteo, rae corre 86
dia 7.
Pssw^eii- portos intenn-dios no paqhete anieaicano Oata:
loaquim Ferreira Lopes, Paulo Odennam, VVil-
liam lidense a Eduarlo B. da Luz.
Casa de l-ten,*ao<- Moyimento do dia. Balaiic-I<- lo ISautro 1 'oiuuaor-
clul de IVi-uamlmeo, em 30 ele
Abril de 18fS.
ACTIVO.
Accionistas................... i.MO JH*000
letras descontadas...-.......... l,708:f)8ojiiu<.i
Letras a recebar............... 87:0 6iiO
Letras caucionadas............ 14:-*i00*000
Valores depositados............ 49: i'l *4%
Despeza1 geraes............... W:830o'X)
Despezas de ns.tallaeto........ 6:439 3W
Movis...................... 1:451*160
E-tampiflias.................. 390*600
DivarAs cuntas............... 163:93.*79
(Jaixa........:............... 169:786*88i
, PASSIVO.
Capital.......................
Coalas correntes por dinhero a
juros....-..................
Contas correnles simple........
Letras por dinheiro a juros.....
Caucoes......................
De|Msitos da directora.........
Diversas emitas................
Descotitos............._.......
6,413:087*416
6,000:000*000
143:100*000
31:5*0*140
10:9884420
I9:454fl96
3-l:iiO;)*000
70:608*084
100:345*876
S. E. 4 O. 6,413:017 |i H
O guarda livros,
F. i. Pereira Piulo.
'USUCACOES PEDIDO.
Ao *-. Dr. liOiirenco Bezcri-u
Carneiro da (iiuln.
A leitura do seu artigo publicada no Jor-
nal (lo Hetife lo lioiiteui, olirigoit-inea vir a
impransa, nao para lefender-mo Ins c luin-
nias e injurias con que S. S julgou llover
mimosear-me, nom 14o poueo para tratar
da questo que iteu lygar ao referido artigo;
mas sim para pedir-lne que, sob sua assig-
natura.tleclarequaes osdouativos que, como
secretario da presidencia, reeebi ora troca de
favores, ou ao menos o nome das pessoas
que taes donativos me lizernm. Fico satis-
f'itoS. S. publicando somonte um donativo,
jiao precisa que fosse ello anillado, basta o
mais insignificante.
Desejo que S. S. declara tambe1 qual
a causa administrativa ou civil que advo-
guei de soeiedade com quem quer que
fosse.
S. S. sabo jue todos devom prozar a hon-
ra o repataoio, e assim nao dave procurar
fazer crer que nutren) pratica actos que
o (esabonam, sem que disto tenlia pro-
ras.
Nao desejo pela imprensa disentir com
qudiii quer que s"jn injurias c calumnias,
para as quaes o nico dgjdorco encontr na
lei; espero que S. S. assumira a rospousabi-
lidade do seu escripto, e portanto porante o
tribunal-competente discutiremos essa ques-
to.
0 publico que eonhece uastanle a S. S.,
assim como a mim, nos julgar.
Em concluso dirci sempre nao fui cu o
autor do escripto a que S. S. alinde; nao
costumo discutir nos jomaos as quostoes que
se suscitara na assembla provincial.
Recite, 2 de maio de 1873.
Dr. Joaquim Correa d'A ramo.
'-tacan
di da r
ciouxt";
Proposta.
Diz Jote Roberto l'owell i|ue, constaudo-lhe
(por ordem da presidencia de II de novembro do
an io prximo passado e edita! publicado no Dia-
rio ik Pernambuco de 3 de dezembro e seguintes)
que o givcrno resolveu mandar executar as obras
do 1.a, 3, e i. leos da estrada do Ilapessuma
e Nazareth, oirerece-se para fazer o*2 e 3. l-
eos, sob as condiee seguintes :
1." Ollercee um" por rento do respectivo orci-
' ment.
1." Recebe toda importancia do mesmo em apo-
lices da divida publica provincial.
3." Finalmente offerece a llanca que for exi-
gida.
Sr$. Bedictores. Queiram publicar mais estas
linhas para clareza.
O artigo nue hoje publiquei e:n referencia
noticia que deu o Joiinl de 29, acerca dos seni-
na prestados pelo Sr. capito Coelho, teve por
bm smrnte mostrar que o Sr. redactor do Jor
nal foi injusto para com dous enipiegados da
buha telegraphica e que nao podia dizer que era
testemunha ocular dos assiduos trabalhos feitos
por aquello capito aira vez de ilotas flores-tas,
em risco de vida e deterioracao de sua saude, o
que eu achava ser urna leviandade da parte do
Sr. redactor do Jornal.
Nao tem por lim, como alguem suppoz, otfensa
de forma alguma restabelecer a verdade.
Reci'e, 2 de maio de 1873.
Aj*tR) Jnior.
De volta da cidade de Goyanna, onde fui dar
apenas dous espectculos gimnsticos, e bastante-
mente penhorado pelo boni acolhimento e protec-
cao qua para commigo se dignou dispensar-me o
heroico e hospitareiro povo daquella cidade, trahi-
ria os diclames de minha consciencia se nao pro-
curasse a imprensa para vir por meio dola cor-
dialmente agradecer Jos hab antes da dita cida-
de a prova de apreco que inmerecidamente me
deram duranle os poucos dias om que tive a fe-
licdade de habitar entre elles ; podendo desde
aflirmar que em qualquer parto onde me atirar
o destino c a arte que me dedlquei, amis dei-
xarei de ter em minha vida um s instante, um
so momento om que nao sinta pungentes recor-
dacoes de um povo tao bom, tao amante e
apreciador das artes, como sabe ser o povo da-
quella cidade.
Agora aproveito a occaso para tambem ma-
nifestar aos Srs. Francisco Vedro de Araujo, Ju-
liao Nogueira de Carvalho, Cosma Damiao da Sil-
va o Antonio Gomes Pereira Guerra, o vivo inte
resse que por mim tomaram para que o ullino
esfectaculo-que dei fosse "cordado de feliz remi-
tido. A esles distinetos cavalheiros direi os
favores que reeebi reclamam a gratidao, e a gra-
tdTio o entimento dos coracSes generosos e-re-
conhecido.
Joao Miguel de Faria.
O PHOCESSO DA ELEJtj.lO DE JCIZES DE PAZ
DA FKEGUEZIA DA BOA-VISTA, NARRADO
DOCUUE.NTALUC.NTE PELA RESPECTIVA MESA
PAROCHIAL EM COMTESTACiO AO PROTESTO,
QUE LHE POI APRESENTADO POR LETTRA DO
BACHAREl, MANOEL BARBOSA DE ARAUJO,
EMPREC1D0.NA SECRETARIA DO GOVERNO DA
PROVINCIA.
Os abaixo assignadus, membros da mesa paro-
chlal da freguezia do Sanlissimo Sacramento da
Bo Vista, sio forcados a publicar suceutauente,
sob esta eagraphe, os fados que se deram du-
rante o processo eletoral para juizes de paz dcsts.
mesma freguezia, com referencia as arguijOTs do
protesto, que no Diario de Pernambuca de hontem,
sabio publicado, sendo a leMra deste, sen.o tam-
bem a sua visivel redaccao pelo conhecido estylo,
do hachare) onia nomeado Mauoel Barbosa de
Arpujo.
Os-abaixo assignados nao sabem o que mais ad-
rairem : s o ardil a as maohina.-^es que com tan-,
ta rallacia, quanta impudencia, desenvolveu este
bacharel a roda viva durante todo o processo ele-
toral : se o abuso, que tem feito do seu emprego
(essencialmente de confianca do governo), ou em
ter sebtrahido do archivo da secretaria a anthen-
la qoalifleacao para fornec-la ao chefe do
seu grupo de comparsas eleitoraes da freguezia ;
- ou, no easo de nao ter sido a mencionada au-
thentic do archivo a tnosma por elle entregue
no-corpo da malriz pnWSaBtme ao allnddo chefe,
o ter abusado do lempo we deve empregar zelo-
smente no da-empenho do servicn ollcial seu
. r
TTT.
?y
Annufr .

cargoe,a #traliir, sftn .li^MWt ih-m -nUrntAc
natureza algumi. da autoridade rtiapetento-f
I-i d-i refrrHt nuthen'ira pan ti< pal Tel-
ar d i aoi. osfcuitos > >T|' im ii o o lioso !>-
lilK'tivu le ()/(. i|.; yc!l.' 111101.1111 ; tHKIl Olll'i 3H
formular e escrever oslirado proiestof, e he
gitadas noticias Jornalisticas, para o lim de f:-aer
passar coaia viciosa a eleicao, que b mi n-n i
digndade dos parochranos, fie p4k Intriga I ran-
tada nao se abstiveram de c> i rrer an pleito; -
zeram pender em favor d'aqm-lfa moinwe, *p*
hojo merercui do dito bacharel o ans b-rfes v.>-
los, tenia lionera mi-reCHlo, rom ou sen
miliario e clenlo habitual os nems insinuUi
enmmkn, chelro ai d> mais ja-'i b**-
lafo.
Uimo quer q le ej.i. seno em l das tres, ao me
no< em dua das mais gravas, indicadas hvpotte-
ses est o bacharel Barbos mptciido.- e n**
bailo assignados, f.izendo [aiblica a nossa admi-
racao por um (al proc.-dim.'iito, [mkI.mikis i-ntrelan-
to alllrmar, qie de lodo este na > teve coker*-
menlo offlrial o Exm. p>v termos guardado riwrvas a r*pt>t, t**m m -
lenpao ao empregsdo, que lio insolila e ma bM-
doramenlc nos tem procurado mal exp<*ir a jum
publci, em consideracin ao frenos ao anJio ;r-
cliivisla 4a secretaria,"cuja ba i, mi v'.ganri...
foi sem lvida Iludida por aquelle lio ineeri
loso, quao .indacioso cflicial.
Manifestada a mm adiiina.a", .- J.ida a rau
da nossa reserva .iflh-ial. quinto m fo-t i Miiipr-
iHetledor io archivista, rim i alludido .- >ajr.ira
mem-ionado con drangidainentc, pnr ns eiuaptli
oppV a nossa reputarao colleriiva a earacti r d*a-
qnclle bacharel escriplor do pi des'.o b nrttm ii.iHi.-
cado, passamos aimla a publicar abaix a me .i
la contestacao.que ^m seguid in<-rc'io a> | rea *
lo mandamos exarar na aila, l-ni como os ut rf-
(icio; nella citados, para cujo complexo rhaiiiaw*-
a alteaco do publico c do Kxm. pr.-idcntr la
provipjM. perante o qual nos romp i'"'ciin>- >
prorwBilo, quanto lentos dito, r.....a- in'lwacw-
minmosas, que por ontnis Icstoinunli
nham viudo ao conbecimenlo.
Bis a conjjfciacto :
Km s-ginfla os abaixo assignad -, in
mesa paroematpor uniiiiniidole eonl
protesto supra pela forma segaiata :
Quanto ao priwuro quisilo, declaran) mo *-r
exacta a alb^a.ao ncllc contida, visto que '*> ti
vamente alUxaram-c lii.ns na porta di matri.
como de entume, ach unlo-sc n-lles| a iasrn
eo ile lodos os votantes quahlicados na pirotlna.
isto desde o dia tf de marco pnxiin > linda, n*u
nez Mes juslamente do di.-, da eleicao c<>me>frae-
ereve i tai!
Quanto ao segundo quisilo, evntesUm
que s 11 horas di dia l de abril ja e<
ntivameiiie instailada a mesa pamrliial,
leudo so a f'rmac.jo da respectiva arla
assim, que nes.-c mm i dia pneaMMi
da de todo o primeira quarleirao, lan>i
geral como pela s-.ipplementar e | di nd
cluidos, prefazendo ao lodo 2'.i8 nom
rain quasi todos de ser tomados ein rol, v*W rw
somonte (i acndiram I chamada do du > .uartrira.-
o nella vo'aram msse dia. Irabalho e-I--. |Bf
o comeen da ntgjinda acia e as e claracoes deviam consumir o resto do da, tem. .-
do-si; assim imposivel r.;alsar-se lodo esse lia':.
Iho, sio de orgaiiisaco de mesa, do l..vrmetiu>
de nina acta completa (a primeira); e de ou i.. |a
segunda) at onde se acham mencionado os h
Ihos do dia, c do arrobinen! i de S9 ii"-ne "cnp-
los por inteiru na ordem alplial>t-tk-a. e coaMyao-
sas e camellas que u art. .: i da le de IIMl %ptf
to de I84C ri-coniinenda, se, orno diz o
trabalhos tivcssem comc.ado s II Imis
na i s nove, como manda a lei e est
na acta.
Quanto ai ten-tiro quisito, contesta Bfgaadte
que o eleit r Joaquim Jos Ferreira da Peona ra-
silla eai ontra frcgucza, sead > publico notlo
que a sua residencia c na bem ronliccia na *o
Vj-coude de Albu pierque desla mesma r^ art a.
nao devendo entender-se mudaiica le Irjguczia
fado de o eleitor icr oceupaco liaiia pu nx mi
se > anal em parochia visiafea, sendo ain la n
^que na qualilica-.) qu<*!e>e lugar o corrale an-
uo, foi o in -sino Peana incluido na res;.ectira U-
ta, como ^o |mh!. r veriliear ou provar. '
Quanto ao l. quisito, conlciim com a- pn>-
prias assignaturas dos elcitores Jola >] Sanfc.-
Ferreira Barros e Dr. Manoel Barbosa de AfMja,
aquelle um dos signataoios, e este o que esere-.rn
o proleslo, segundo se cviilenca |iela coiifionlacic
da respetiva letra, que a acia a pie se refere
quisilo foi lavrada no mesmo da 2o, em elle Uva-
mente assiguaram os clonares e su|ipleiiie tem
como comeeou-se a lavrar tambem a segumU < hm-
dito lica na conte>tacao do 2.a quisito.
QuantoaO 5.*'quisito, contestam, mustraaio sim-
plcsmeiito a conlradicao em que elle est para rom
o i.' e o 4 quisito ; visto que se a arta la in*-
talla.ao tivesse sido lavrad no da 21, nao p -lena
ter sido feita a primeira chamada no da 21
ponto de as quatro horas da tarde ja estar c< o rliti
da, como diz este quisito ; bem como. .* tra-
balhos comecaraih as onse horas do da 20, au
era possvel que tao cedo, isto as quatro h-s
e cinco minutos j se livesse procedido a lono.i
cao da mesa, ae lavramento da raejMtita acia, a
Chamada de 2'.'8 uomes, airolameulo de ;i9S: a
coineco da segunda acta.
Quanto ao 6." quisilo, deelaram, que aciiaudo-se
o juiz de paz constipado e muco da falla, sais
risou no referido dia 20, irimeirami-ulc ao mana-
rio Simplicio da Cruz Ribeiro, e depois a Jeso
Franeiseo Antunes,, lambem mesaro. a apreejear
em voz alia os no.nes dos votantes que elle juui-
paz en voz ba xa profera, sendo de notar ide nt>-
se da s [compareceram os supra indicado sr
votantes.
Quanto io 7.* qiresilo, nada contestam o meas*
bros da mesa, se nao ruferindo-sc an offlcio* .!*-
cados pelo Exm. presidente da provincia a n^u
parochial, datados de 22, 2"! e 2i do corren le, pe-
js quaes. e especialmente peto ultimo que ir
transcripto no lim desta acta, se ver, que a ines*
procedeu regularmente.
Quanto ao 8. quisilo, respondem aina uxo >
mesmos ullicios.
Quauto ao 9. quisito, contestam, docterau-Jo
que nenhuma confussTw houve no recebimeato ia>
sedulas, nao se temi receido urna; se nao deaer
de chamado o volante e verificado a sua ideitda-
de pela mata, sem reclamacAo alguma dos iiaau-
ros do protesto, que se acliavam presen i
Quanto ao 10. q osito, contestam como im \ae
e mesmo inverezimil, nao podendo ter lugu i
tagao alguma, antes da collocaco da urna no cen-
!ro da mesa, deslacrada esla c tomados os rtsfier
livos assentos pelos n esaros, o que ja por si joiis
titue installacao dos trabalhos, ao ipjtf
mente seguio se a chamada pelo rol doe^
prenles primeira chamada do sexto _
om diante como se acha consignad iu acia.
Quauto ao II. quisilo, coalesum deciaraiMi
le a alludida clamada teve lugar pelo rol dos
comprenles as chamadas anteriores, cmtti-v
lei, e nao pela tigurada e.-lamacn, cotaa Hat mi
os signatarios do protesto, nio se sabendo aniaju
alludein elles com o emprego tes>a |>altvra, it.
sentido legal ignorase no pnwosso eleitor ;.
nem'iao pouco pela quallicago, cont sjraraai jc
mesmos signatarios insinuar que sa^
feito a dila c. amada.
Quanto ao i2." quisito,acham
gacio que bem denota o proposito!
signatarios do protesto em foi
oullidadc, por quanto nao s
a hora designada para a ter
a em que efectivamente urinrip
respectivos foi as nove da manha di
Quauto ao 13. quisito, respondem
taeao feita ao quisito precedente, ("
atenida futilidade a inexactidaai
Quanto ao li,' quisito, admira!
ros do protesto iuvcitend a
so de 19 de-Janeiro de 1861,
a mesa tivesse coiumettido rregu- MH*4
tindo ao voto todos os cidadaos quahaaaao aa-
parochia, que acodiram chamada, sea recia
macio de urna s pessoa, sendo certaal
direito nao podan ser excluidos em
33 da lei c avisos de 8 de Janeiro de 1
de 2ti de agosto de 1861.
Quanto ao 15* quisito responde
rada eoaccao com a plena liberdade
ram os votantes n* eleicao, e com aj"
no terem os msanos saldo de i
do a Imi.tiidos a votar tanto os seos i
dos ignatariosdo prolesto.com as cdula que
fhes pareca, competentemente fechadas como Mi
da a lei.
Quanto ao 16. e 17. quisito*, acham-se alee
tao em contradjcao, nao s reoprocaoMate casa
com o quisito 13 \ que para os responder para
chamar para os sens conteudos a devida alten*?*
Xa verdade no quisito 13.* dia o protesto qiie e
trabalhos come;aram as dez t ora* saeia
quisito 17.* diz qne os trabalhos eneer
quatro horas e mei da tarde, tendoai prMs
a chamada at a letraF do dcimo Bar
( rnjo complexo de nomes wama a 1809 fea**
a
i
-

.


*s^*
V
i
MMo^'^kmhtiM-sibuao s:d Maio do sr


\l
'
\
\


mais on menos, confrJebtil di rJsf>/ira|quatU
I.-.hmu) ; e lio qtilitfi lo> ttii ov|Mtoluque i
*i. >* prolollm o< tr.iLallios to propositbante
que (leu lugar a murada de muitos votantes. Ora
ge assim foi, tomiseons o resaltado Je taes |ixte!-
laedes a rli.vaaa eff-tt*a dos referidos IWQ vo-
lante? emseisliriras, ofw faMoin temop gasto
na aWtura do'cofr," cm remover a urna, dsla-
ti. tost1 pan-sei horas, tendoso chumado com
toda a interrapcao allegada 3U0 vot tutes apregoa-
los em voz alta e compassada por cada hoja, o
plece uegaclo cinscii confruijto reciproco.
nanlo a> quisito ltf.u ivspo.ideai que di acta
respectiva consta que o miz Jj pal designou asj
ove botas d din ?.'> para a rontnuaijlo di ter-
cetra chamada, como de fado leve lugar, nfi tendo'
katido necessidade para comprovar isto de
. protestar costra o que alviliu dos signatarios de
protesto fez maliciosamente exarar nos jornaes des-
fU cidade. cxn > allega o protesto,' sendo certo que
a lei uao leudo cogitado desse ardil, nao impot a
roe-a obrijiica alguma da foxrtca ello protestar
i.ara autoaticar a fe Jo scu-< actos.
.Quaato ao 19/ quislo, sendo ele a ropro-
jttraudos quisitos 0, le 13 contestan) com as
wostas Ja dadas esas mesmos quisitos. E
ada miis leudo que contostar "os membros da
WM, .iledaran |iu a rasa-) desle protesto o
i rem os seus signatarios perdido a eleeo de seus
candTatos : pelo que dao por (inda a contestado
xarando em seguida o orfleio cima alludido, o
qual do llioor segnnte : (a)
Palacio da presidencia de Pernambuco, soceao
i.'.eraii de abril de 1873.
Representando-me alguna cdadios votantes des
sa fraguezia, que a mesa parochial presidida por
Vine, resolver por unanimidade, que s seria al-
mittido nesga matriz o votante, e s para o fim de
'I ir vmIii, nao pernllindo que assista outra qual-
tfter pesso.t ao procfsjD ntoitoral; nem que cerque
a ntta para inspeccionar os seus trabalhos, rocu-.
saudo mesiii > a pre3enca do urna eommssao para
1*1 fim, contra a expressa di'posicao do-'art. 4 i da
toi i. 387 d-j 19 de agosto de l8M>, chamo a atien-
dan de Vine, para esse procedimento inaiiifc-la-
niente Ilegal e offensivo do direito.do cidado, re-
commendando-llie a s'.ricta observaoo da lei, afim
de que seja garantida a liberdade do voto as
.-pessoa* dos volantes.
Deus guarde a Vme..Henrqite Pereira de Iji-
cena. -Sr. juiz de paz presidente da mesa parochial
da freguezia da Boa-Vista desta ciilade.
Mesa parochial da freguezia do'-SS. Sacramento
da Boa-Vista da ci-iide do Hecife 23 de abril de
1873.
fMtu.eExm.Sr. Sendo presente a esta mesa
parochial o bein intencionado e providente ofllc o
de V. Exc. de hontem datado, dirigido ao juiz de
par qu nos preside, bein como aos respectivos
trabalhos ele lories, no qual faz V. Exc. constar
*>eate, que al-tuns cidalios foram a V. Exc repre-
sentar coma duas deeisoes qae |r unanimidade
fleuhontciH esta m;sa em sentido negativo a don*
alvttrcs propostos pelo hachare! Manoel Barbosa
de Araujo. empreado na secretaria desta presi-
dencia, nunifestaaianta. iindinissiveis em face da
"iei: sendo o primeiro no sentido de ser por elle
orneada urna c immissao de cidado* para inspec-
cionar i trahillijs el.-itoraes, sentados as mes-
mis caleira- destnalas aos eleitoresc supplentes,
*i), citado por V. Exc. em o mencionado offleio,
maada retirar de junto da meta, para que fique
livre o espago em torno desta. destinado a ser oc-
eup;ulo por t>d.) e qual |aer qualificado, que livre-
inenle e por si queira exercer o seu direito de
insiecja i a is ditos irahalh is, o qul no caso da
*4ecisao*allnnativa. pretendida pelo niestno hacha-
re. qie a esta mesa parecea que seria preterido
por aquella c mmissao, desde eutao privilegiada;
e o sogundn qiio fosse admitliJo a intervir nos
AJneiiiios trabalhosum cidadao, nao s nao quali-
- ficado. i-oiiijui"io domiciliado na freguezia. cunhi-'
do do Resino bachure!, ao qual ja eslando reuni-
4o-- alians, naturalmente suecederiam ouiros as
im-s;n;.s coudiedes, e em numero tal, que bein po-
denam embara.ar a inspee.ao dos qualieados da
freguc-7.il. e dar Iogar a vota.'u de phosphoros,
no f-ectivaineiitc verificouse hontem votando
n:n Individuo, cuja nao denudado Quita sido ante-
Mntefli reconhecida pola mesa, por iuformafao de
parocW;mos iptaliflcados.
Esta mesa, peie, toma a delineraeo de ponderar
a V Exc, que temi se dado os factos taes quaes
narra, o uo muo alteradamente foram represen
tar a '. Esc;, por sfjggeslo e malvola iniciativa
do i,i'.-'ii i liacliarel, nuil parece ter observado
ielmeote, do que inflingid) a lei eleitural. Qrman-
do a prhneira deciso do citado art ii da lei de
19 de agesto ea segunda no art. 40 SS| 3 e i, com-
binado com o art. i" da mesuia lei, e em o ari. 14
do decrei n. i.i2l de 22 de agosto de 18f>0 e avlsu
n. 358 de ti Je outobre efe 18545, que ioeiu ex-
wesMs e iei minantes san em nao peraritfir a cida-
dao algum nao qualillcado, e domiciliario em ou-
ira rsgneiia, tonar parte em ditos trabalhos.
Com 1 lio! \ leva esta mesa ao conhecimento de
\'. Kxe..i]u^ o dito bacharcl tem sido, senao o oni-
1 principal e man ostensivo motor de toda una
- que se tem levantado e aleado entre osci-
Wh la c ir mixturada c mira os de cor branca.
de um modo lao inconveniente, quao posskel de
funestas r nseqnenehu, insinuando-se elle proprin
b -' sonffictj odioso representante nato da cor
i rda.
!.i v, pU, V, Exc, que esta mesa composta
toda I horneas detenga data residentes nafre-
V nunca leude presenciado nella um maiie-
j> eleitoral lio indigno, to improprio de homens
que ii.-saiii o r si mesmos. segundo o proprio
-merc'i'.'iii-i, e na propria conseiencia, nao pule
: indifferente aos elementos de Iota, que o dito
batir;-V, quer crear, com dispensa da lei, consti-
tu" e aos si-us ingenuos aluciados era
uir.a a maissuo privilegala relativamente ao res-
,j dot c. I .1 ios.
Pata e-la mesa, com relacioaos trabalhos seu
1 los i ilticos consagrados em noi-
:i""i i e em nossa lei riilamentar de
eleic' 03 -idalanqualilhralos votantes sao
toa guintenienii- iKriem sem distinecaoj
ailgumi exurcer individual ou collecdvamente,
i parecer, o seu direito de iaspeecio,
i estorvo pela accuraulacao do outros nao qua-
Uficad -, e extranhos i fre.?ueza.
t'oiv 'n a d-ciMo hont--ni loi na unanimemen-
- t' acre lila oiaiDente esta mesa, interpretando
ensarnlo bein patenlcnente revelado no oifl-
oto de V Exc. que essa presidencia nao pode ter
vistas en con? ario.Ufon/o Cirneiro machado
fto Itearo Pereira e S=SimpUcio di Caz
Bibtiro^J. Francisc) Anl:me=jwimm de Gou-
tfia I or leiro.
t'.r -, ,11 presidencia de Pernambuco, seccaO
V ', em i\ de abril de 1873.
.Em resp ista ao oufcio de Vmes. de hontem da
tdo e !: je recebido, tjn!io a di/.er-ihes, que bera
firocedeu essa mesa na > consnnlindo, nos termos
do art. )i dn decreto n. 2,621 de 22 da agosto de
I8ftt), que individuas no qualificados na freguezia
inlerviess-iu ni pleito eleitiral, e permitlindo so-
liente aos que estao nestas conduces a inspeegio
d ptesui )3 trabalhos.
O peaaamento desta presidencia, bem interpre-
udo por Vmcs., nao ontn, se nai mantor a li-
vre gMnif&tacao da opinio, a liberdiie do voto
e o Ael Binprimento da lei.
eus gaarde a Vmcs. -Manrique Pereira de
muHt9nhm* presidente o mais membros da
mesa Qaroehial da freguezia do S3. Sacramento da
oii- Vista..
Pecife, 2 de maio de 1373.
Antonio Carneiro lachado Rtos.
Simplicio da Cruz Ribeiro.
Alvaro Pereira e sa.
Joao Francisco Antanes'.
Joaqun de Gmveia Cordeiro.
Cenr.
' KOt*.KZ\, 19 DS ABRIL DE 1873.
Se alguma coisa ha de nobra, e grandioso na
lata plitica, e.nque se empenha um partido qual*
juer na tpp istoa > q oe I he cabe fazer ao poder ,
certamente, o Britno as censaras com que ful-
mina $i actos pablieos ni situarlo : a yerdade,
que dve re;u:nir as aecmac'ies com que aosli-
liu*ia um d is agentes do poler para ehegar a
trtnflipbar,invenid ndo.
Sem estes predicados, pore.n, que constitucm
o meios legitimas de conquistar a opiniio pnbli-
c. e, por tlm, a administrado do paiz : desde
queja o^poslijao se arma de grosseirascalumnias,
e soeeoiTe-se a mentira com espantoso desejo,
a-jua ai titule torna-se burlesca, e o importante
papel, que lhe compete n'esse grande debate, dos
principas e os relos perde todo o p^stigio e se-
riedade
A podra-clij^ nois que arrojadamente maneja
0 Cearense, a celauma j sedica com -que obsti-
MiaentCAotEfl/em os curiosos de todos os cn'e-
93-no intuito de desconceituar a actual adminis-
traclo doExm. Sr. Oliveira Maoiel, cahen'este
() Este offlc'to, que se reere a contestacao>
terceiro, que val na ordem desta publicarlo-
i.l 44f'}ide:niiada pela ral
th'sim'i \mvtm, t>\( Wfctralie ao antro d'
emanou ; e em lodo caso, na ausencia "absoluto
da vordade, nunca podera formar a opiniio e m
nictflioliila-li
Bem coiiaeido a paiz, e especialmente n'es
provincia o seu ael.il administra lor, cujos actos
azem a mais incoiicussa .prova da moderacad,
tino o acert com que desennpenha o alto cargo,
qoe Uto fot confiado, nao podem cprtamente, a|-
cauca-lo os bolos da, calumnia nem essa brusca
aggrosso,' fillwi d> delirio, deque sempre se
mostrara repletas aa paginas 'd'dgS) Opposieo-
nistas para imbair os incauto-i,
Dascendo aos factos de que se prevalece a op-
posieao para tornar-se, como se tem tornado lti-
mamente.. furiosa, notaremos a facilidade nu p-)
desabriiiieflto com que responsabilisa S. Exc por
occwreneias, qne, nem de leri-e sSs morra*
pelo* seus actos.
No Ipu, por exemplo, o Si-, maior .Calda*, deld-
gado de polica, cercou a casa do juiz de direitb
Leocadio de Andrale Pesada,' aflm de tirar d'ellto
preso nm individuo, que depois de ter criminosa-
mente desacatad) ao inesoto delegado, anis oo-
cultara.
O Sr. Leocadio, dando asylo ou escondendo em
sua propria casa o referido criminoso,para de-
pois oonceder-lhfl k como devia : compartilhon ostensivamente a au-
dacia ib criminoso, e provocou o procedimento
quf; leve o delegado.
Houve, portanto, destino da psrt do juiz de di-
reito ; e esse modo de proceder do Sr. Leocadio,
ao novidade alguma para os qne tem presen-
ciado consUntemente a sua couducta.
Testa emergencia, nao justo comdemnar o
[Irocednr do delegado, e'hao do Sr. Leocadio c
nao razoavel censurar o governo, que mandn
o Sr. major Caldas para o Ip.'e nao o que man*,
dou para o mearan lugar, e do nodo mar* ncon-
venioole possivel o Sr. Leuradie, quo tendo-se
cinpromettrdo grandehi\nt n intriga poltica ao;
bem dos interesses da familia Paula Pessoa i
que pertence, oceupando sempro o logar do clio-
fe de partido e cercado de desaffeices creadas
pelo3 seus desregramentos e trasibilidade, fora,
a despeito de urna representadlo dirigida ao go-
verno geral pelos habitantes* do Ipu, nomeado
juiz de direito e mandado para o heatro de suaH
facanhas, pelo ministerio Furtado I
Armado de Uto formidavcl poder, possuido de
provencoes e odiado pela maioria dapopula.o,
proseguio com afllnco na velleidade de conquis-
tar aqilelle importante collegio eleitoral para sub-
nielte-lo ao excltsivo dominio e interesse de seus
prente?.
Seguiram-se, po, as perseguiecies niquas, os
processos monstruosos, e tudo mais quanlo, de
indigno, o Sr. Leocadio quiz por em aecio para os
seus inconfessaveis lins.
A constante pratica de injusti^a clamorosas pro-
duzio, a par do desappareciment completo do
poder da lei, a falla de conlianca e de respeito
pelos actos de semelhante juiz perante quera nada
valiam os direitos individua s c de propnedade.
Bem na raque o Sr. Leocadio nunca fui all o
liel exeeutor da loi, que o Clrense figura ; mas
um conquistador de ornas, um rancoroso e extre-
nuo partidario, defensor dos nteresses polticos
de sua parenteila, revestido inconvenientemente
do poder de juiz de direito por'u n acinte inaudito.
E para evitar a oontinuacaodc tao triste estado
de coosas ou a desmiralisicao de que se cercou
o Sr. Leocadio, para salvar, ao menos, o presti-
gio da rutoridade publica, o governo imperial
acaba de tomar a acertada medida de o remorar
para outra comarca.
Em "ace de semelhantos precedentes 6 torcoso
reconhecer que o ministerio liberal de 1861, o
nico respoii.-avel ^jor lodos e-ses desagradarais
successos hav'dos no Ip e provocados pelo into-
lerante bacharel Leocadio, que no exercicio de seu
cargo nunca se lembrou senao de pralicar mesqu-
nhas vngancas e de'protegr escandalosamente
seus alijados.
Alem disso, antes do a'Wi'eeimeio referido
pelo Cearense de 6 do crreme, j o Exm. Sr. Oli-
veira Maciel tinha exonerado o Sr. major Caldas
do carg de delegado de polica, e ordenado ao
mesmo que se recolhesse ao seu batalhao, maftdan-
do-e substituir no commando do destacamento
etc.
Attribir. portanto, a S. Exc. e a situadlo os
referidos successos, e nio S urna injusci, mas
tambem urna ineonsoqireneia, vistoque no proce-
der da presidencia nao ha, nem se divulga a ma-
or ntenciio de conservar o Sr. Caldas n Ip.i se
nao em quahto conwio aos nteresses pblicos ;
e nihguem dir que S. Exo. foi poaeo es:rapoJoso,
Borneando o Sr. matar Canias, militar o completa-
mente a iheio s paixes iocaes para delegado do
Ip : ontrotanto porm, nao ?e d com o governo
de 1861 collocando o Sr. Leocadio all munido de
poderes para desahafar as proprias piix-s.
Entretaato sendo esta a causa principal dos con-
flictos que nlli se tem snecedi lo, o CemnM pro-
cura sempre evitar o pleno cooheeimento della,
para fantasear qualquer nutra mais ademada ao
seu proposito de acensar e aggredir a todo transe.
(a Conslitiiiriio.)
C, 300(JtfaJnAf^O#i|K|s vazios iU
loluta a Prisco Barboza, WO afe. Alves Barboza.
10) "3l%jMrjr^t}AiUMi\ mt n. Ilocnai m junto, quer pr^tof i->njra* m >smd ft eompelro
C, 304jA||friW/.On>Wls vazios M0 te aci> ordinaria' coritfr^l'C'nl para o lira de ser
a Prisco Barboza, 400 afe. Alves Barboza. : elle condemuado a pagar ao snpplicante a ro/erida
Li para bordar Ccaixa a S. S C. Lonca, 1 .quantia, juros e cusas.
dita a M- A. Baft.ua. Movis 9 valuines M<) E porque o supplieado reside ii'J da cidade, na
Ramos, 2.a S. S. Silva, 1 a C*ta 4 Jrtoto la fteguiaia de Jaboalao, requer o supplicante a V-
orda. Machinas de costura 37 a e S i^C., 3- se digne mandar passar laudado do oiia>3o
II a PraaUi. Meiat l caijta a S Li A Coimbra, I contra o mesmo, nQui de ver propor a accao na
a S. e S i.C,l aos consignatarios. Mudezas pnmeira audieucia destejuizo, e" ficaado desde
diversas 3 caiitas. a tU B>hres,Sau consigna- logo citado para todes os ten nos nella at senlon-
Urio. ca nal e sua execuiio sob pena de revelia. pro-
. Objectos de vidro 2 caxas a Cws, 3 a SL. & .tostando u supplicante pelo depoiuiento do suppli-
Coiiubra. Dito de barro 4 a UiteBohres. ^ado. caso te nocessario,
Phosphoros 10 caixasa Tisset, 30 a Keller & Assim pede a V. S. deferimeuto.-E. R. M.=
C, 3 a P. Sirades e-C. I'imenla 3 saceos a Car- Eslava urna estampilha do valor de 200 rcis inu-
valho k Moraes. Passamanes de algodao i caixa husada.
-Si Leilao dt Coimbra. Palhmbas 1 fardo a P. Recife^j de iioveiiibro de 1872.-0 advogadit,
Siinois /C. Per/umafi I ra|x*aalll T) Bastof. Bajhmo Pin' eiro.
.7?aK*,5'o-
qne lamnem nella se empre^aMItl sem matriculas.
Capatazia do p.nto de Pefiariiflico, 30 d abril
de 1873.
Papal 1 caixa a P. Sinioes A .
dem 1 a- Coitihr.-i, 100 fardos a M. Rdia A C, 2
caixas a Otto Bolires. Pianos 2 a Praato- Papa-
espaeJiq. Distribuido.-Cerno reqjier. Recifd,
k W,**ro A* i*U Barpjs de Lseerd*.
Nadayfnai se oojrtiulm eui .liui ),epacho aqdi
llmenle copiado, e eut vrtude d) mesmo fra
fertji a distribuirn ao escrivao desle juizo, Ernes-
to Machado Freir Peiyira 4a; Si toa. que passou o
mandado requerido, 9 aae topdl sido encontrado
o s'jpplicado.i e supplicante p,* seii procurador,
'juonijndo a asta jitso para justiiicar a ausencia
Mnwtoo, lulideterido, e npreacntandu suas tste-
la que dcpozeraui convenientemente acerca
lo mesmo, o respectivo eserivu la-
sellar e preparar os autos, me o* fez cou-
R) nelles dei a senteni;a do lhe >r segulnte :
ei por justificada a ausencia do supplieado a
qooii mando se cite pan os lins requeridos na
SsStao .inicial..par editafcs com trinta dias de
prazo amiados e publicados.
Cusas ex-causa. Reeife 20 de marco de 1873.
sebatoo Jo Rege Barros de Laecrda.
I E nada mais se continua em dita santn a, c
Liverpool, Pr torca da ni s na o respectivo escrivao fez pas-
78 couros salga- sar o presente edital, pelo qual e seu theor, cha-
t C. 12S far los a*, o e bei pw citado ao justificado Jos Fi-
la i! fardo ordem. I'mho 48 prampifes aqs
consignatarios.
Quadro 1 caixa a Henskell.
Salames- i caixa a CoacaU-e* Bolirao & Kilho.
Titoa.3 caxas a Otlo Bbhfes.
Vhiho t80 caftai a TVsef, rOO a Keller & C, 1
a Otlo Bhrcs, 30 ditos e 103 barris de !P a P. Ra-
mos. Vellas 200 axas a Prisco Barboza. Vidro
1 caixa a Ferreira Maia & C, 1 a Silva Faria A .**oiK-a do mesmo,
6 a Olto Bohres- *J ;
Montevideo, escuna Mmt\- Jtuokws. consignado
a Aiuoriui Irntao A C, maniestau :
Xarque 59,760 kilos aos. coosigiutiai i >>
DESPACHOS DE EXPOHTACAO NO DA Io DE
MAM DE 1871. -
Para s aartoe da extintor
No vapor uglez Haitiana, para
carregaram : De L Grange
dos-com 9J6-kilos ; G. Neesen
com-2,6i7 Icitos de algodao ; M Lathan & <]. 451 rancio de Oliveira e Silva, para que dentro do
saleas cora .31,704 ditos do dito ; E. R. Rabello prazo de trinta dias c unpaecca ante este juizo, pnr
A C. 6 ditas com 312 ditos de dito. si ou por seus procuradores, allegando c provando
Na escuna ingleza Sh>i Bo)ts, para o Rio da .0 que fr a-bem do seu direito o justica, sob pena
Prata, carregou : L. J S. Guimares 200 barricas de revelia.
O capitaojdo pirto inttTNw
Decio de Aquino Fouseca
^MRCIG.
PRACA DO RECIFE 2 DE MAIO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TABDB.
C'aacScs ot'AciacM.
Assucartrotonpm l.iOe l!i'0 por 13 kilos,
hontem.
Algodao1' sorte 10)5200 por 13 kilos
ambiosobre Londres a 90 d|v. 23 3|i por 10 0,
hontem e hoje.
Duoourcq
Presidente.
A. P. de Lcmos-
Pelo secretario.
ALFAXPEGA
Aendimento do da 1 .
dem do dia 2.....
74:8014185
45.954981
10:236J169
Descarregam hoje 3 de maio de 1873
Vapjr-inglezFue Qticen mercadorias para al-
faudega.
Brigue, ingle Jane Gosdycar mercadorias para
alfandega.
Brigue inglez -Accidental Starmercadorias para
o trapiche Concei?o, para despachar.
Brigue inglez Miranda mercadorias para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Brigue hollandez -Thosbeck mercaporias para o
o trapiche Conceicao, para desPachar.
Barca alloma Ellida mercadorias para o tra-
piche Conceic.io, para despachar.
Barca ingleza -Litiuia -bacalho j despachado
para o trapicho Conceicao.
Barca ingleza Clef.'m farnha j despachada
para o caes Jo Apollo.
Sumaca hespanholaPreciosa vinho para depo-
sito no ttap che Barbosa.
Lugar inglez Bearl bacalho despachado
para o trapiche Conceicao.
Palhabole americano Hattie Haskette -kerozeno
jdespachado para o caes do Apollo.
Brigue nacional -VicToriigneros nacionaes pa-
ra o trapiche Conceijao.
Ii;i>trl;n;ao
liamburgo, patacho hollandez T'torbecke, con-
signado a Prente Vianna 4C, manifestou :
Amostras 1 pacole a Duarte & lrraao, 2 a J. J.
Rodrigues Mendej, 1 a Alfredo P. Barboza. Agu-
Ihas 1 caixa a S Leito & Coimbra, 1 aos consig-
natarios. Alraiade 20 barris a Otto Bohres. Aci-
do 1 caixa a A. Henskell. Agua de Seltz 60/2 cai-
xas a Caors.
Bacalho 200 caixas a Goncalves ReltraoAFi-
Iho. Brinquedos 10 caixas a Carvalho k Guima-
res, '2 a S. S k d Barbante 4 caixas a S Lei-
to A Coimbra. Butes 1 caixa a B. Oliveira k
C, I a S. 4 C., i a S Leito A Coimbra. Bit-
ter 20 caixas a Olto Bohres
Conservas 7 caixas a Paula Ramos, 1 a S L. k
Coimbra, i a Otlo Bohres. Cimento 100 barris a
A. P. Barboza, 100 a M. de Barros Plho k C. ChA
10 eaixas aos meamos, 15 a J. F. des Santos Jurfior.
Cadarco 1 caixa aos consignatarios. Canella. 5
caixas a Carvallo Moraes. Chapeo 4 caixas a
Cnstiani, 1 a Otto Bohres, 1 a Duarte A Irmao
(artas de jogar 11 caixas aos consignatarios, 1 a J
Ki Araujo. Chapas de marmore 8 cafxas a Pa-
checo A Atevedo. Crvo de pedra 10 tone-
ladas.
Drogas 1 caixa a Caors.
Espoletas 1 caixa aos consignatarios.
Frascos vazios 4 caixas a A. Ferreira A C. Fog
da On/na 203 caixa a I, F. Santos Jnior. Ferra-
gem 2 caixas aos consignatarios. Farnha de tri-
go 203 barricas a Duarte das Naves, 203 ordem.
Fita de algoda 2 caix* B Oliveira A C.
Grampos 1 caixa a <%rOliveira A C, Genebra
130 caixas a P. RanHB,'f00 frasqueiras ordem,
com 30,890 kilos de assucar branro e 20!) ditas
com 29,92 M [2 dilos de dito mascavade.
Na barca aliema Isubell 1 Jo inm, para o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Loyo i FHho 318
barricas com 39,955 kiloe de assuoar branco, e 20
pipas com 9,600 litros de cachaca.
iVo brigue hespanhol Recurs \ para o Rio da
Prata. carregaraoi: P. Caraeiro A C. 30. pipas, com
24,0:0 litros de eachaai.-
Na galera poltugueza .Viro Fma, para o
Porto, carregou : H. J. da C. Sobrinho 1 caixa cora
23 kilos de doca >
Na galera pntogueza M4-ic-, para o Porto,
carregaram ; H. P. Cruz 6 volitmes cora 218 kilos
de assucar branco, 2 barricas com 131 kilos de
farinha, 2 ditas com W ditos de bolacha e 3 ca
xas com 166 ditos de doce ; F. R. P. Guimares
306 volumes com 37,7*0 li2 kHos de sssucar
branco ; J. R. Ferreira 3 barricas com 236 1|2 di-
tos de dito. '
Na barca frsneeti Rio Grande, para o Ha-
vre, carrogou : B; A. Malticus 93 tiras de jaca- j
randa.
Para o Para, no navio portuguez Ligeiro III.
carregaram : B. Oliveira & C. 356 barnquinhas
com 21,148 kilos de assucar branco, e i pipas cora
960 litros de cachaba : A. L. 0. Azevedo A C. 2
ditas com 960 ditos de aicoo'.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
Veloz, carregou : H. J. C. Sobrinho 25 pipas com
12,003 litros de cachaca.
Pora os portos do- interior.
Para Santos, no lugar portuguez Lima, car-
regaram : J. S. Luyo A I'ilho 1,3j0 saceos com
88,128 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grand > do Norte, na barcaca
Onio d> Norte, carregaram : J. T. Cordeiro A i).
2 saceos com 58 k'los de assncar refinado, e 1
caixa com 13 dilos de doce ; B. J. Coelho 1 dita
com 18 ditos de dito, barril com 63 litros de
cachaba, e 1 saeeo com 63 kilos de assucar
"iranco.
Perianto, toda e qualquer pessoa, prenles ami-
gos wmhccidjs lhe farla sciente de todo o ex-
pendido.
E para qu chegu ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente edital que ser' aflixado
ncB lugares do costumo e publicados pelos jor-
naes.
Dado e passado nesta cidade do Reeife de Per-
I naaibuco, aos 3 dias do mez de abril de 1873.
E11 Ernesto Machado Freir Pereira Silva, es-
crivao o escrevl -
____ Sebastiio do Reg Barros de Lacerda.
O lllin. Sr. inspecior da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dn 15 de maio
prximo vndouro, vai a praca para ser arrema-
tado,'por quera por monos ll cr o fornecimento
de alimehtacao e dietas dos presos pobres da casa
de detencao, no trimestre ne julho a setembro do
crreme auno, servtado de base arrematacio
os procos das tabellas nbaixo transcriptas:
AI.IMENTACAO.
AI maco e jntar.
EMPREZA DA> OBRA E
ALFANDEGA DE PEIl.NAM-
REN 1)1 VIENTO DA
CAPATAZ!A DA
CUCO, RELATIVO AO MEZ DE
1873, COMPARAD") COM O DE
1872.
Verbas de reecita <872
Taxa de embarque 77742(1
Dito de desembarque 4:7594443
Dita de arma/enagem '6:7031173
Dita de cniharcacles 961465)
Dita de alvarengns part. 57380(l
Dita de bagageus 2i9"-'i<>
Dita do diverso* i:09o501:1
Domingo 380
Segunda-feiri 380
Terca-feira 38)
Quarta-fera 360
Oiiinia-feira :W0
Se-da-feira 340
Sabbido 340
Dietas.
N. 1.
N. 2.
N. 8.
N. 4.
N 5.
Ser tamle'iu l'ornecido
na Importancia de 120 rs
o almoco, c na mesma proporcio-
E para constar se mand >U [lubliear o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 27 de abril de 187 ,
O offieial inaor,
_ Miguel Affoaso Ferreira.
- O lilin.,Si" inspector da thesouraria provin
, .oial manda fa cr pblico, que no dia 13 do maio
''''', proxiui 1 vio lonro, pirante a jur.ta da niesina
Aeaourara, se ha de arrematar quem por me-
,..ienos liaer o Riroerimnto de medicamentos' e
.1284281 lonaio n.....j.ui ., ...,f.
4:9134^80
10:976467
m
190
aos ditos presos ccia,
om qumit-) est oreado
ABRIL
ABRIL
DE
1873
I fies
Jiueii
iUtei
i
O.14200
2:0:t74269
To'.al 13:1195411 0:803#340
empraza das obras e capatazia
Pernambuco, de maio de
Thesouraria da
da alfandega de
1873.
Antonio fos Leal Res Fdho
Fiel do thesoureiro.
Couforme.Francisco Jos Galvao
Ageute auxiliar interino.
uleusis piecisos a enfermar a da casado deten-
* por tenipo de un anuo, a contar dol. de
_oo do correte anno a 30 de juuho de 1874 ;
!ii u-'n*1'1'111'" ('e '),!Se a arreinataco os plecas cons-
21 Si f tontis das respectivas tabellas
Aspessoasque.se propozerora a" arremata'.ao
icomparecam na sala das sessoes da referida junta
; 110 dia cima mencionado, pelo nieio da e compe-
, tentemeiite habilitadas
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal
Secretaria da Ibes uiruria proviuci 1 de Pernam-
buco, 27 de abril de 1873.
> O offlrial-maior,
Migad Alfonso Ferreira.
CAPATAZIA
Rendimento do dia I
dem do dia .2 .
DA ALFANDEGA
2604:132
9605041
VOLUMES SAHIDOS
Xo dia 1.......
Pnmeira perta no dia 2 .
Segunda porta.....
Terceira porta '. .
Trapiche Conceicao .
S CU VICO MARTIMO
Alvatengas descarre'gadas no trapiche
da alfandega no da l .
Ditas ditas no dia 2.......
Navios atracados no trap. da alfandega
AJvarengas........
Xo trapicho Coneeicao.....
O lllm. Sr. inspector da ilijsouraria provin-
cial, manda fazer publico, que no dia 13 de maio
prximo vndouro, perante a i'.inta da lazenda da
meama thesouraria, ma praca-,. paraSCT arre-
6995709 'imatada por quem por in-nos lizer a impressao
' dos trabalhos das repartieres provinciaes ( com
excep;-i d is da secretaria do governo ) por lem-
po de un anno, a cunar do l dejulho prxi-
mo vndouro a 1 de jnnho de 1871; servindn de
bs> para lioitaeSo o pfeeo do 4:800 (,
-Os pretendente'S comparecam na sala das sus-
51 soos da referida juma, no dia cima mencionado,
486 I'u'" meto dia e competentemente habilitados.
E para constar se mindou publicar o presente
pelo ..ni il.
Secretaria da thesourari 1 provincial de Pernam-
nambuco, 27 de abril de 1873.
O oflleial-maor,
Migo -I All'ou-o Ferreira.
8i4
173
2,314
L902
5
3
3
11
RECEBEDORIA OE
RAES DE
Rendimento do dia i
dem do dia 2 .
GE-
RENDAS INTERNAS
PERNAMBUCO
. 2:674.> 0
. -2:0)2/.66
4:650I46
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia
dem do dia 2 .
t
3:291*048
3:102A29
6:3934477
^dVilwi'ro" w porto
Navio entrado no dia 2.
Rio de Janeiro 4 dias, brigue nacional Victoria,
de 299 toneladas, eapitao Joao Jos Fernandes,
equipagem 12, carga caf ; a Pereira Vianna
AC.
Navio sakido no mesmo dia.
BahaHiato brasileiro Garibalde, eapitao Custo-
dio Jos- Vianna carga bacalho.
Obsertagao.
Suspenderam do lamaro para Macelo o lugre
russo /rito, eapitao II. D. Ursn, com o mesmo
lastro que trouxe do Ro de Janeiro,
dem, idem, dem barca alterna Huma, eapitao
Fscher, como mesmo lastro que trouxe de Mon-
tevideo,
dem idem. para Falraowt, brigue sueco Gylfe.
eapitao Holraberg, com a mesma carga que trouxe
de Santos.
EDTAES.
O Dr. SebastlSo do Reg Barros de Lacerta, Jnia
de direito especial do eommercio da cidade do
Reeife de Pernambuco, por Sua Magestade im
ferial que Deus guarde etc.
ajo saber paTo presente que Jos Franesco'da.
Costa Figueira por seu advogado me dirigi.a pe-
tico seguiute:
lllm. Sr. Ur.juizdo eommercio.Jos Francisco-
da Costa Figueira, sendo credor de Jos Floren-:
ci de Oliveira e Silva, da quantia de 1:9 600),
alm dos juros vencidos proveniente- das ores lev-
tras de trras juntas e j vencidas, as duas pri-
tneras de 316*0000 e 690*000 transferidas a
supplicante por seu filho Joaquim Maximiano
Costa Figueira, e a ultima de 1:004008
da pelo suplicante e aceita, pelo supplicajto
tendo-se concillado conforme consta do docuiaen-
0 lllm. Sr. inspector dj thesouraria provin-
cial manda fazer publico que 110 dia 15 de ninio
prximo vndouro perante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, vai praca. para ser arrema-.
tado por quem por menos liiser, o furnecmento
dos objectos precisos ao expediente das reparti-
ce* provinciaes por tempo de um anno. a con-
tar do 1." de jullio do corrente anno a 30 de ju-
nho de 1874, servindo de base arrematago os
|ire;os e condiefles,- constantes das tabellas que
serio presentes nesta thesouraria, aos pretenden-
tes antes e no seto da arromatacao.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao comparecam na sala das sessoes da referida
junta no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mand m publicar o presen-
te pelo jornal.
Secretaria da thasoun.ria provincial de Pernam-
l ucu, 27 de abril de 1873.
O official-maior,
Miguel Aflbnso Ferreira.
O Dr. Joao Augusto do Reg Barros, juiz de or-
phaos substituto supplente em exercicio.
Faco saber, que por parte de Angelo Custodio
Rodrigues Franja me foi feita una petican, ni qual
pedia mandar passar Carra de edito por oito dias,
para eitacao dos herdeiros ausentes, Joaj Fran-
c-eo Cameiro Monteiro e Antonio Francisco Car-
neiro Monteiro, alim de assislr o inventario de
Angelo Custodio Rodrigues Franca, que corre nes-
te juizo. cartorio do escrivao Hyppolito.
E porque justificou o deduzido em sua petizo,
lhe mandei passar a presente carta de edtos
por oito dias, pela qual cito, chamo, requeiro a
Joao Francisco Cameiro Monteiro e Antonio Fran-
cisco Cameiro Monteiro, para quo venha pr-
mejra audiencia desle juizo,quo se lizer, lindo o
dito termo, vir assislr todos os termos do referido-
inventario.
E para que thegpe a noticia de todos, mandei
passar a presente que ser atusada nos lugares
do costutne.
Dada e pastada nesta cidade do Reeife de Per-
nambuco, aos 28 dias do mez de abril do anno de
1873.
Subscrevi. Eu, Hyppolito Silva, escrivao o
su bs ere vi.
Dr. Jfaflo Au$us'o do Reg Baos.
lULARACOES.
Para scencia dos senhores proprietaiios de
alvarengas, lanchas, canoas, botos e outras embar-
eaeoes empregada no t|afieo do porto, e ros na-
vegaseis, fe faz pub ico que desta data em diante
as que forem encontradas sem estarem numera-
daiejjBnrcadas ,com as lettras qne designem as;
Pk^serao os referidos propretaros multados,
i(te o artigo 73^ combinado, com o arti-
f'4 fcgulamento da 19 de maia de 1846.
ambflri kncoanfco era multa as embarcaces
sem a-iiceaca de que trata o
regulamento, e oj iaviduos
Coniraissao encarregada de
examinar os appai-elhos
da corapanhia Recife-
Drainage.
Para quo a comrnissao eiicurrogatla, pelo
Exm. Sr. presidente da provincia, tte exami-
nar se os apparellios da companhia llecifo-
Dratiiage, lutiOi-iuilaqa rogiiiermunte ebem,
ou si; as i)ueixas articuladas- contra estes
param de grande numero proceilem do defeitos dos referidos appare-
hos, ou do poico cuidado que se tem em
Sua applk-a;8o, iudispensavel que todos
aquellos que se queixam so dirijam com ur-
gencia e por escripto ao abaixo assignado,
indicando as causas a-que attribuem o mo
servieo que os ditos apparelhos Ibes pres-
tam, afnn de que possam ser consideradas
suas queixas.
Ilecifc, 2 de abril de 1873.
r. Jomiuim de Aouino Foncecn.
vi
MNT0MT0NI0.
EMPRESA
NOVIDADE IMPORTANTISSIMA.
:s: ::::s:;:
ib;*o*i. oh 35
SahiaiL; de
Segunda rcpresentai'.io da muilo applandida
opereta burlesca, original do Dr. Macedo:
i TORRE EM CtltiilUHO
Espirituosa critica ao svstema eleitoral no ISra-
illili.
sil.
fliisiiiulifiaeslr. C nls.
DE.NOMINACOES
1.* acto, Osdoas candidatos.
2. dito.Vermehs e amarellos.
3/ dito. A cabala e a eleicao !
A scena pastada n'am curato de una das
provincias do imperio.
Principiar s 8 1/2 hora-s.
Migo t
Terceira represenUcAo da opereta burlesca
\ lorrc em concurso
As 8 h"ras en ponto.
Trepara-se
a linda opereta bulla em 2 actos :
i BAINHA -CRmOLIRE
(Musir da ra Duqueza de Olfemback)
c o drama de grande apparato :
erranle.
0 jneo
Depois que a orcheslra exceular urna grande
symphonia, representar-se-ha pela ultima vez o
magnifico drama sacro, ornado de visualidades,
milagres c diabrnras :
DE
S. BENEDICTO
00 o
Terminar o especiaculo com a Chistosa come-
dia em nm acto, eomposico do grande poeta por-
tuguez J.io de Albotn :
ccoiiiinoiiiblo ile Lisboa
Pcrsonafens.
Jos Affonso, natural de Braga
e negociante de caf II. Pontos.
Candida Placida, sorda D. Maria,
Amelia, sua Bina, boa rapariga D. Ilcnriqueta.
Carlos, sobrinho de Jos Affuu-
so, doudo de pedras Santos Silva.
Mai tlia, parda de pisto D. Olympia.
Thoniaz, prcto mina Suva.
-Negros e negras.
A sexma passa-se uo Ro de Janeiro, junto a
Prain a.
Principiar s 8 1^ Loras.
Bdffitgo i (Id (MiiTciile.
resentar-se-ha o muito applaudido drai
s do Sr. Da&Guimaraes:
0 PODER D 01ERO
Tomam parte os Srs. Braga. Santos Silva, Hmi-
rque, Antonio Rodrigues, Correa, Silva Natos,
Lyra, Thomaz, I). Henrqueta, D. Olympia, D.
Bernardina, Procopio, Paiva, Vicente e Augusto.
Criados e convidados.
Terminar o espectculo com a appjaudida co-
meda em 1 acto :
Recommendado de Lisboa.
Principiar s 8 horas.
Sales do Caes do Ramos.
Grande baile de mascaras e sem mascaras
Hoje 3 do corrente.
Principiar s 9 horas da noute.
Sera rigorasmente observado o regulamento da
AVISOS MARTIMOS
Para
Para este porto segu com p uca demora o
velleiro brigue aUemao-3/irandti, rerebendo car-
ga a (reto commodo : trata-se com o eapitao que
se enneontrar no armazemde II. Luudgren, rua
do Commercio n. 4.
Para o Porto,
Segu com a possivel brevidade brigue por-
tuguez Judith. Para carga e pa*sageiros trau-
se com os consignatarios Thomaz de Aquino Fon-
coca A C. successores, ra do Vgarm n. 19.
Para o Rio de Jtheiro
o brigue portngaei>C em poneos dias por ter a maioc parte da carga
engajada; para nm resto da carga que lhe falla,
trata-se eem E: R. Rabello A C, ra do Comraer-
cio n. 48.
Para Lisboa
o brigue portuguez Bella Fig:
ros Valente; jte'fijiHO vai
eos dias, auda pd>*
Sassageis : trata-se com E.
9 Coqrjaercio a. 48.
NAVEG#Aq niSEEIItA.
POnT05IK?MMlTi
DaHpnrtM 4 s|
esnerado at u
de rorreato o va-
por fm-i, nalaV-
p<>m ib nmn 4,
mmmam
os portos do norte.
Para carea, euconunuiMiis, valorase.
ros, dirjale ao encrtotorio da ageaaia,
Vgario n. 7.______________^^^^^
Rio Gi-ande do

Para o rcfcrto porto ra>u-
ca dtonora o liado e r.-l--i)jNpji
JstoPf7o.de 1* rhssf. |n>r tor ai
carga engajada, e para resto que Nm faria i
se com os ansgnalartoi Joaqun Jos tisasflM
Reltrao A "Filio, na do Conunercto n. &. ^
Para Porlo
pretende sabir muito breve a gitora
.Vori Fama II por ter grande parte
regameiUo promplo- Hecehe a carga qw I
la a prtcos mdicos, e tamben passafsrsi
os quaes tem ptimas. arcoiMioaarAes traSsmi
com Tito Cirio Soares, ma d Vipaiio n 17.
1HPAWI4
DE
XAVKIMCAO BAIIIAXA
Para Nucei. I**nriln. irnraja
o llltllill.
E' csp;rado at dia -* Je maio o vapor Dmtmi.
Recebe carga, pasfflgsJrtH e dmheiro a frrto Sa-
ra os portos cima : a tratar com <* snos afec-
tes Antonio Luir. V Olrretra Awvedn A C, rea *
Bom Jess n S7.
IffiSSAGERIES MARITUE8.
At o dia 8 do i- irreute mez esp-ra-se ato Ka
ropa um dos vapores desta coinpaidii.i. o qual de-
pois da demora do c -t mi gira para Santo,
tocando na Haba c Rio de Janein.
Para condiciVs. passspeas, fnl"*. rlr:
na agen "a, ra do ossaiierrto n. 9.
No dia 1^ do curente m -z rspera-se
dosillo vapor francez !# Kenicni. o ipiil depnis da docn ira do fwifcie. se-
?uira p.ira Rolde i- t"Cmili, i-m D.ikar |(i>iTe) e
Lisboa.
Para rondMtJt*. fcles e paJMgsto* trata-5e b
igenria, ra do LaaiHiercsn n. 9.
Pacilie Slea;ii Smj !i u CtMUfni;
Koyal )\t\\ -nWt i ors.
I.iahii |iiiraul
At o dia 8 do corren! < pi-rad d*
portisdosul o vapor d.-[ i i-oiiij.ni'ra /'
o qual seguir no SjMsmo da i* chegada para Lis
boa c i -1 \ -i i -I
Para sassagens e mais .iiiiii.icjVs, dirijain*
aos age|tos wistal liowe A C.
"*ll -Ra ilo Coiniii.-rclo.-IV.
Ate odia 11 do rorrele e-jierado di Kuu^a
o vapor Galfci i, e seguir para Rabia. I
nciro. etc.
Para passageiros. ciieoninrnita, ele. : a tratar
com os asentes Wil-.m Rowe A C.
14 Rl A DO CUMMEIlfiN M
LKILAO
ii:
13 saceos e I surriocon (oininiio.
O agente Pestaa f:>rn l-ila i. p i cma c i
de quem pe tenrer. i'.e 1,'isiccos e I
coniinlios, no ainiazeiii do Aune-, defronto da al-
fandega. s 11 h tras ojji ponto.
Lcrlilo
di:
DR
DIRKITO, LITTtHATIRA K HOM.NO
Hoje
t kaa>a riu pauta.
rMRA SEttAN AL
lG=roa rio Imier:- lor n. 1 *>.
I
LE I LAO
DR
6 caixas M F com papel, conteni cada
xa 4U resmas.
SEGUNDA-FEIRA o M MAIO
As 11 1|2 da maulla
O agente Pinito Borges far leilao das re
caixas com pape! almasso lis e pintado, de |
e de cores, e mais miudeza;, sendo : i-arritei-
linha, chapeos para ssanhoi'a'i, botKs* cosa f
[ara enfeitar veslfos, trancas e franj
cores, armamentos, espingardas para caca. 1
as e mais arlgos. no seu i srriptorio i
Rom Jess n. 53, primeiro andar
1MLM-
DE
Fazenitas nariailas
Segunda-eira 5 de maio
s 11 horas
O agente PinhoR.irges far leilao das segoiote :
madapelao. cambraia para forro, brias pardas.
pamio azule mais fazendas limpas.
Em seu escrjptorio. ra do Don Jasas n. 53,
primeiro andar.
*^-*^
^
~ ..
E
lo':ca para acabar de liquidar o .
de luu(,a ra do Mrquez de Oihtsla i
23, outr'ora ra da Cada <
correr-do' rnailattp^^H
SKC.INDA-r*
as ilhwmmr-m
O agente Pestaa far Wlao sto todos os i
louca exisleates no arinaaem cima isitlrili.
ifSTJSestSjSSU!
loras on ponto, ao me asar



Diario de Pernambuco Sabbado 3 de Maio de 18T3.

agente espera a concurrencia dos louceiros e ven-
das, para todos w apTotciUmk
armado, genere* e mais pertencas da ta-
verna da jirafa du Conde d'Ku, a. tf.
TKW:A-FEIR4 6 DE MAIO
O agente Martins far leitao ni lotes da arma-
Ola genero e inaie perfciic-is da (averna da pra.a
no Conde 'Eu n. 9, a qual se acha tnuito bcm h-
causada e sortida de gneros de primeira quali-
dade.
A's i i horas do da cima.
INovo leilo
DO
Engenho Monte d'Ouro
TERCA-FKIRA C DE MAIO
Ae> mne da em ponto.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. jniz de direito
especial do commercio desta ciiade, e a requer-
ment dos administi adores da massa fallida de
Siqueira & Pereira, o agente .Pinno Borges far
novo leilo do engenho denominado Monte d'Ouro,
sito no termo de Ipojuca, desta provincia, o qual
foi penhorado por execucao dos ditos administra-
dores viuva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da
Fonceca, t diudicado indicada massa.
Ao mcio dia em ponto, no escriptorio. do referi-
do agente, rua do Bom Jess n. 53, (outr'ora
Cruz), onde pe rs. pretendentes podem haver as
informacSes necessarias.
Asti!.
I." A fl. iO.-A^eordao m retacSo etc., que
hito o relatorio do estyllo, julgam o embargante
habilitado para intervir na >re>ente causa como
parte, e desprezam os embargos pora confirma
rem como cunllrtnam o accordo a ti. 402, c man*
dam que se cumpra o mesmo accordo. Paga o
embargante as cusas.
Recife, 18 de de embro de (869. -
Santiago P.
Souza Lem (vencido quanto ao nao
recebiiuento dos embargos.)
Almeida Albutiuerque.
Motn.
Assis.
_____" Domingues Silva.
AVISO
LEILAO
DE
LEILO
DE
movis, loca e cryslaes,
i rodas com co-
dous cavallos.
um cabriolet americano do
berta e arreios para um e
A SABER :
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, 1 cspe-
Iho grande, 1 candieiro a gaz, 4 casticaes e man-
gas, jarros para llores, 2 albuns, tapetes, 1 bino-
culo.
Urna cama fr.nceza, 2 guardas-vestido, 2 guar-
das-roupa, 1 tapete, 1 lavatorio, cabides 1 ma-
china de costura, camas para meninos, 1 berco, I
commoda, I santuario e paliteiro de prata.
Urna mesa elstica, I guarda Ion a, i apparado-
res, 2 d'tos com tampos de pedra, 2 marquezas,
12 cadeiras, apparelhos para cha e jantar, garra-
fas, copos, clices, cotnpoteiras, i relogio de pare-
de, mesas, caJeiras, treni de coznha, (landres, po-
tes e minios outros objectos de casa de familia.
Terca feira tt do com-eute.
ISa ra do Hospicio n. 34, segunda casa de
azulejo, em frente ao porto do collegio
de S. Francisco Xavier.
O agente Pinlo-autorisado pela familia do Sr.
Manoel Ribeiro de Carvalho, a qual retirou-se
para a Europa, levar a leilSo os movis e mata
objectos na casa que servio de sua residencia,
ra do Hospicio n. 54.
O Ir I Ao |ii- nciiii n r m O horas.
um grande predio no Po<;o da Panella, era
frente igreja, tendo 3 salas, 7 quartos,
coznha, um grande terrado ao lado e ou-
tro no fundo, frente murada com porto
de ferro, grande quintal com alguns ar- j-americano,
voredos, sendo as duas salas da frente
assoalbadas.
Quinta-feira 8 de maio
0 agente Martins far leilr o do predio cima
(casa terrea) edificada a moderna, em terreno
proprio e n'um dos primeiros arrabaldes da ci-
dade.
No armazem da ra do Imperador n. 48, s 11
horas do dia cima.
Para qualquer nformaco entendam-te com o
agente.
Leilo
vellas,
DE
cabos, correntes e barris contando
carne salgada.
SABBADO 10 DQ CORRERTE
s 11 horas.
Iinpretcri vcl iu ente.
_ 0 agente Pinho Borges vender de novo em lei-
lo, por conla e risco de quem pertencer, o seguin-
te: vellas, cabos, viradores, cabos de linho, motoes,
correntes, tudo novo e em bom estado, barris
com carne salgada ; os quaes se acham no ar
mazem alfandegado do Exm. Sr. Bario do Livra-
mento, no ces do Apollo, onde ser effectuado <
dito leilo impreterivfluiente, e esperando a con
cup enca dos Srs. captcs do navios.
Aos pretendentes compra da propriedade Por-
ta d'Agua, assevero que alcm da arcao que ful
annullada e cujos accordo* lem sido transcriptos
nesle Diario, anda existe por decidir duas, pro-
postas por mim, urna pela primeira e outra pela
segunda vara eirel desta cidade, quem duvidar
dirija-se aos cartorios e ver : Portantn nao e a-
meaca de algibeira co:no querem inculcar, talvez
para Iludir aos inri utos.
Drixo de nnalyar a resposta publicada no
Diariojie boje, nao so por vir sem nssignatnra,
(Mino por nao estar acostuniado a di*cutir no es-
fyl< em que concebida ; Jevolvo aosen autor lu-
do qtianto b'Mivcr de desagradavel na rnesma
rasposta.por parecer-iue credor de mais.
Recife, 1* de maio de 1873. .
SympkroHio Ohjmpio de Queiroga.
LITROS NOVS
DE
LISBOA.
Aimard. At gueirilkas de Jurez, romance
tr. de F. de Lencastre. Lisboa 1873.
8.#............. ixOO
Almandk do Exercitopara o auno de 1873. -
Noticia sobre o exercito portuguez. Lisboa 1673.
LEILO
LEILO
da casa terrea n. 6 da ra do Arago, em chaos
proprios.
Um ditana ra de Vidal de Negreiros n. 136
(Cinco Pontas) reedificada.
Urna dita n. lo na ra do Amparo em Olinda,
em ebos proprios.
QUARTA-FEIRA 7 DO CORRE.NTE
AO MEIO DIA.
Por interven cao do agente Unto
Em seu ewriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
LEILAO
DE
lii/emliis inglezas
A VA RIADAS
constando de
rnadapul.'S, algoddes e chitas.
QUARTA-FEIRA 7 DE MAIO.
Por intervenea do agente Pinto, em sen es-
criptorio, ra do Bom Jess n. 43.
chapeos
DE
do Chile, de feltr de seda, de
massa e outros
QUARTA-FEIRA 7 DO CBRENTE.
Por iiiterveneao do agente Pinto.
Por occosio do leil o de fazendas
Em sen escriptorio, ra do Bom Jess n.
43.
Leilo
DE
B ud jicoiiriedKle iiiiporlante
ilcnotninadtt
Sitio da Porta d'Agua
QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
Francisco Ignacio Pinto, competentemente auto-
risado pelos proprieta ros do sitio cima dito, e
com licenca do Illm. Sr. juz dos orpbos, vende-
r a mesma no dia 2 de, maio prximo vindouro,
.10 meio dia, no seu es riptu-io, ra do Bom Jess
n. 43.
A propriedade torna-se milito recommendavel
por ter diversas casas de moradia, olaria e gran-
de baixa de'eapim, e pode produzir urna renda
annual de 3,.">0 ou mais.
protesto.
Symphronio Queinga tem procurado impedir a
venda da dita propriedade, iusistindo em se julgar
com direito a urna porco de trra e urna peque-
a casa que faz parte d'ella.
O pretendido direito de Queiroga nao existe, e
querendo elle faze-lo valer em juizo, deeahio da
acoao que para isso intentou e proseguio contra
os herdeiros do lenle-coronel Florencio Jos
Carneiro Monteiro
Os accordos que abaixo se transcreve, mos-
tram haver elle decahido d esta ac-.o :
O l.'mostra que os herdeiro de'Florencio Jos
Carneiro Monteiro foram habilitados, e com elles
proseguio a accao intentada por Queiroga, em 16
de dezembro de 1861 a fl. 180 dos autos.
O 2.* mostra que.se julgou nulla a setenca que
obtivera Queiroga e que tentara executar, julgan-
jo-e nao ser competente a aeco intentada, ti. 402
23 de outubro de 1866.
O 3.* mastra que foram desprezados os embar-
gos oppostos por Queiroga e confirmado o accor-
1U0 a fls. 402 e 420, 18 de dezembro de 1869.
Queiroga foi condemnado as rustas.
Accordos.
1. A fl. 180. -Vistos estes autos ate. julgo pro-
vados os artigos de habiliti*o de fl. 173, atienta
certidao de fl. 174 e em face dos depoimentos
de fls. 176 a 177, e por isso, havendo os habilitan-
dos por habilitados, mando que com elles corram
os termos da presnte accao. Paguem os habili-
tandos as custas.
Recife, 16 de dezembro de 1861.
Francisco de A mujo Borros.

2.* A fl. 402.-Accordos em relaco etc., que
proposlp e discutido este feito civel entre partes,
appellantes D. Joaquina Bonifada Pires Carheiro
onteiro e seus lilhos, appellado Symphronio
ympio de Queiroga, julgam nulla a sentenca
exequenda, porque a accao atentada incompe-
tente, e sem applicaco especie, v9# que tal
acao nao compete quelle que, estando na posse
do terreno de que outrem nao est de posse, e que
ningaem lhe contesta, qaer livrarse de una ser-
vidao que tem esse outro comem df.mno de alguma
arvore plantada em dito terreno, acondemnamo
appellado as cusas.
Recife, 23 de outubro de 1866.
&iuza P.
Sintiago (vencida.)
Almeida Awu iotta (vencido)
Dominpm (U SaVa.
DE
urna casa terrea na villa da Escada, no ter-
mo de Santo Anto desta provincia, sita
ra da Barra, propria para qualquer
estabelecimento.
SABBADO 10 DE MAIO
s 11 horas da manh.
O agente Pinho Borges competentemente auto
risado, vender em leilo a supradita casa, no
seu escriptorio, rua do Bom Jess n. 53, primei-
0 andar, onde desde j os Srs. pretendentes podem
raver as informacoes e esclarecimentos.
AVISOS fMBSOS
Protesto.
Previne-se ao respcitavel publico que o sobra-
do do Poco da Panella, em que reside actualmen-
te o Sr. Dr. Seraphico, annunciado para ser ven-
dido pelo Sr Francisco Ignacio Pinto, agente de
leudes, est sujeito a urna doaco da quanlia de
lmOOOJ ; e o abaixo assignado protesta contra a
pessoa que comprar dita casa. Recife, 24 de abril
de 1873.
Guilherme Purcell.
A CunsiiKorit) medico
fl DO
% Dr. llurillo.
9, RUA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
U Reccm-chegado da Europa, onde fre
y quentou os hospitaes de Londres e Pars, Q
fj pode ser procurado a qualquer hora do *5
Q/ dia ou da noute para objecto de sua
r) proflsso.
W) Consultas de meio dia s 2 horas.
X\ Gratis aos pobres,
yv- EtpeeinUdadet.UcAesu da pelle, de
5 crianza e de mulber.
O Emprega no tratamcnio das molestias
r) de sua especialidade as Duchas e banhos
m a vapor, para os quaes trouxe os appa-
3/) relhos mais modernamente empregados
yr na Europa.
'2f, Tambera applica com grande su:cesso
W no tratamento das molestias do tero a fw
fw|electricidade, pelo proces o do Dr. Tripier.O
Criado.
oara criado
8
J

0

I
Precisa-se de um menino
da Alegra n. 40.
a rua
iiiilam alerta.
Pede-se ao Sr. Francisco de Paula Rasa, ma-
chinista da estrada de ferro de Olinda, o favor
de eutender-se, na travessa le S. Jos n. 27, so-
bre a racjgpca que estava em seu poder alugada,
e que nao so os alugucis, como dita earroca at
o prsenle nao tem dado soluco, isto desde 23 de
Janeiro do csrrente amo.___________________
Troca-se
a moradia de urna casa na rua do Hospicio, com
quintal, agua encanada, banheiro, etc., etc., por
urna em iguaes condicoes, na rua da Concordia,
Gamboa do Carino, etc., etc., sendo perto da rua
Nova : trata se na rua do Baro da- Victoria nu-
mero 36.
Previne-se ao commercio que ninguem faca
negocio com urna letra de 60n#, sacada pelos abai-
xo assignndos sobre os Srs. Jos Narciso da Silva
4 C, em dala de 7 de abril do correte mez, ha
cinco mezes de prazo ; esta letra com a numera-
rio 102i foi extraviada da casa dos abaixo assig
nados, que considerara dita letra como nulla e de
nenbu 11 valor. Recife, 30 de abril de 1873.
H. Leiden 4 C.
f& O Dr. Ermi io Coutinho mudou o sen
2 consultorio medico para o primeiro an- X
V dar da casa n. 37, rua do Mrquez de W
/& Olinda, onde continua no excrcicio de A
X snavproflssao. ^
9 Consultas de 1 s 3 horas da tarde, w
8br.
Beluze.Os martyret de Pari. Porto 1873.
8* kr............ uooi
Contador de Agua. Lisboa 1872. 8 br. 1 JO.*)
Curta de guia de casados.Vara que pelo cami
nho da prudencia se acert com a casa do des-
canco. Nov. edic, por C. Cstello-Rranco. Porlo
1873. if.......... 2*u00
C'islello-Branco.O Visconde de Ougnella, perfil
biograpbico. Porto 1873.12 br. 2*000
Castro.0 Prodigio mis tallas, manual de pres-
tidigitacao, ornado de estampas, o mais carioso e
complete que se tem publicado neste genero. Porto
1872. 1 vo'. en II-...... 300u
Chardrail. O apaixonado de Mara Antonieta,
romance histrico. Lisboa 1872. 2 vol. em
8*............. 6*000-
Coelho.-A queslao do ensino. 8o br. Porto
1872............ UOo
Vordetro (Luciano.) Estados sobre o real colle-
gio militar. Lisboa, 1873. H* br. 500
Decretos prmnulgudos pelo ministerio da mari-
nha, do 11 de novembro de 1871, 16 de novem-
bro de 1872 Lisboa 1873. 8 br. 2*000
Os difamadores do clero cathollco. Porto 1873.
8- br. ........ 1*01,0
Estatislica medica dos hospitaes do ultramar,
em 1871. Lislwa 1873. 4 br. 2*0(10
Farpas.De Janeiro e fevereiro. 1*000
Herculano (A).^Opusculos%iomo 1. Questoes
publicas. A voz do Pnpheta Theatro. Egres-
S"$. Caixas Econmicas, Freirs de Loroao. Ar-
chivos eccles'asticos de Roma. Conferencias do
Costino. Lisboa 1873, em 12'. 3*000
Institu (l'J Industriel de Lisbonne, notice. Lis-
boa 1873. 8 br........ 500
La iMndetle.-A Vinganca do Sargento, romance
martimo. Trad. de Pinheiro Chagas. Lisboa
1872. 3 vol. em 12-..... 104000
Latino Coetho Elogios acadmicos. D. Fr.
Francisco de S. Luiz. Rodrigo da Fonceca, Maga-
lhes. Lisboa 1873, em 12" 4*uoO
Legislaco sobre exprupriacoes. Lisboa 1872.
8 br............. I*0c0
Ligorio (Sanio Alfonso.) Preparaco para a
morle ou consideracoes sobre as verdades eternas,
uteis toilos os liis e aos sacerdotes. Lisboa
1873, em 12........ 3*000
Leis promulgadas de 22 de marco 15 de maio
de 1872, pela cmara dos deputados. Lisboa 872,
em 4- br......... 1*000
Monique.'- Pbrtugal desde 18:8 a 1834. Lisboa
1872. 8*.......... 4*000
Novo Guia do Viajante em Lisboa, Cintra, Colla-
res, Mafra etc., com urna inlroducco de J. C. Ma-
chado, e um mappa de Portugal. 3a ed. Lisboa
1872. 1 vol em 12*...... 4*000
Oliveira Martins. Theoria do Sccialismo.
Evoluco poltica e econmica das sociedades na
Europa. Lisboa 1873, em 12. 4*u<0
Pvdroado (o) ultramurino agonitante. Lisboa
1873. 4.*br........ 1*100
Physionomitta (') das Damas, ou arte de conhe-
cer as pessoas pelas feicoes do rosto, ornado de
desenhos. Lisboa 1872, em 12. 2*i Oo
Pimentel (A) Do Pcrt.l Claraboia, romance.
Porto 1873. 120 br...... 2*nou
Ponson da Ternul. Viiujmic.-i da Baro 1.
Porto 1872, lm 12....... 3* 0
Ponson du Terrail R camble. Novo e ultimo
ppi-'oJio.=A corla do enforrado, tr. de G. de Cam-
pos. Porto 1873. 2 em 12. 6*000
Programmn das cadeiras di encola pohjtechni-
ca em Lisboa. I87t73. 8." br. otO
Relatorio do c nselho especial de veterinaria.
Lisboa 1871. 4,br........ USO
Relatorio sobre a aminisUac] das niattas di
Reino em 1870 ltfft. Lisboa 1872. 8' br. 3*000
Rocambole. Fdi *o popular. Tora. 52 ; assigna-
tura permane ite. 300
Tratado de commercio entre o Portugal e a
Austria, celebrado a 13 de jan ro de 1872. Lis-
boa 1873.4 br........ 1/000
Vidal (E. .1,) Crcpusciil- s, versos. Lisboa 1872.
8.........W 40i0
Zaccone.- Os dramas da Inteni clona!. Lisboa
1872. 2 vol. 8. .... 6*1.00
Vasconcelos ( A. A. T.J O celibato ecclesiastico.
reflexoes terta do padre Jacintho. Lisboa 1873.
1 vol. em 12......... 3*000
Witemann.FabMn. 2 vol. 8. ene. Porto 1872.
por........... 8*0:10
f.ivraria Franeexa. -
Resposta.
O contra-protesto de Syraphronio a conssao
plena de seu nenliuin dlrcit) reconherido. E' elle
mesmo que confes* que a senten.a que elle oble-
ve foi nnnuhda pelo accordo ttnal, julgando a
aceito incompetente, logo nada decidido em seu
faver, que o que elle quer prnvar com a tcans-
cripeo do accordo que elle vio-se obligado a re.-
produzir. Quanlo ar-Ao que lher,os anda, isto nao lleve atemorizar a ninguerii, porque
urna aiiK-ai-a que est na'algibeira de quem quer
que seja; jwr parte d." Symphronio vale imnos-
tle que nutro qual-pier, visto que a que liuha e
usen j f',i quebrarla imii suas mos.
SHERRY KINA
(VINHO DE QUISQUIR HYGIENICO
PREPAR'ADO COM OS MK.I.HORKS V1N1IOS DE HES-
PANHA BA FIRMA
CALVAIBAC A. G. C, DESEVILHA
for.vecro0r da si a maiikstadk a haimu
d'hespanka.
POR
THOHNERET GLIS
Pharniaccutico
EX-1NTERNO DOS HOSPITAES DE PARS
O SHERRY-KINA o vinhode Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarlo nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que mu tas vezes se sacrifican as qalida-
DES TAO ESSENCIAES QUER DO VINIIO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da espcculacao (Ver Guia das Aguas
Minera*. Do Dr. GONSTANTIN JAMES,
7.' edican.
UiMCO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOME & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
Precsa-se de um caixeiro com bastante
pralica de nndhados, ou padaria, para um esta-
belecimento lora desta praca, e que abone a sua
conducta : a tratar rua estreita do Rosario ns.
5e7._____________________________-
Msica vocal'e instrumental.
O professor Manoel Augusto de Menezes Costa,
tendo algumas horas desponives, recebe discpu-
los de ambos os sexos : quem precisar dirija-sc
a rua Augusta n. 187.
Antonio da Silva Jnior vai a Europa, e dei-
xa como procuradores : 1* Dionisio Das Moreira
Leite, 2o Antonio Bento de Campos, e 3* Adolpho
Marques dos Santos.
Attenqo.
A Sra. C. P. queira ter a bondade de vir rua
do Bartholomeu pagar o engnmmado de um mez,
do contrario vera seu nome no Diario por extenso,
a quantia e numero da casa de sua residencia.
CKIADI1
N'o collegio da Conceicio, a rua de S. Francisco
n. 72, necessita-se de um bom criado, paga-se
bem : a tratar no dito collegio.
AVISO.
Ausentaram-se no dia 1* de Janeiro do crreme
anno, do engenho Oteiro de Pedro, da freguezia
da Luz, comarca de Pan d'Alho, dous escravos,
marido e inullier^ambis crioulos, o escravo tem 15
annos, a escrava io. Marcos, cor preta, cara larga,
pouca barba, altura regular, cheio do corpo, pee
grandes e largos, mos grossas, co-tuma apparecer-
Ihe cravos nos ps ; e Escolstica, baixa, cor pre-
ta, pouco corpo, faltam lhe os dentes da frente no
queixo superior, ps pequeos e espalmados, e tes-
ta grande.
Consta ao abaixo assignado ter sido encontrada
a escrava em fra de poi tas, no Recife. Poder
entrega-Ios a pessoa que os pegar, ao Sr Belisario
de Souza Bandeira, ua rua da Peuha n. o, que
receber a gratificado de fX)000 ; ou ao abaixo
assignado em seu engenho.
Oiteiro de Pedro, 20 de jullio de 1872.
Joaquim Cocino Leite. "
Engenho.
ArrenJa-se o engenho Mearim, da freguezia do
Bonito, bom d'agua e de excellen'.e produccao, po-
dendo safrejar de 3 a 4,000 pes de assuca, sendo
distante das estacoes de Agua Preta ou Una ape
as tres legoas : quem pretender pode dirgr-se
a Paulo Cavalcanlc deAlbuquerque, no engenho
Penderaca, ou n.;ta prai*a a Campos, Raposo &
C, no Urgo do Carmo n. 1.
'- digno de attenqao,
Revolta este proceder. Conservar a casa fe-
chada estando vasia, sem pagtf os augueis des-
do agosto do anuo passado, e a pobre da propri?-
taria sem a chave de sua casa e sm os au-
gueis, vendo-se forrada a recorrer a justica para
obter seu dinheiro e chaves de sua casa. Se com
esta publicacao no for altendida, no fim de
tres dias sahir com as iniciaos o se ainda nao
produzir effeito.em seguida sahir o nome por
mteiro : o debito monta j a 320*000.__________
Satyro Jos de Moraes declara ao pu Mico e
especialmente ao corpo do commercio, que tem
nesta data dissolvido amgavelmeule a sociedade
que como or. Pedro Carneiro de Almeida tinha no
estabelecimento de cabelleirero intituladoTran
ca Monstrosito rua Duque de Caxias n. 28,
licando o activo e passivo do mesmo estabeleci-
mento a ?eu cargo at esta data. Recife 14 de
abril de 1*73.
Attenco
100H000
de gratificarlo receber qum pegar e levar a
rua da Madre de Deus n. 36. o moleqne Elesbo.
Este moleque foi visto hontem I.* do corrente na
ltbeira pelo seu antigo scnhjr o Sr. Jos Rodri-
gues Pereira, que soube depois estar elle ser-
vando como criado com o nome de Luiz a um lo-
gista na rua Direita. Prometto-se nao ser casti-
gado.
Desde o dia 1 i do corrente at o dia 18 esta-
r na estacan da Escada nina grande e bonita por-
cao de burros venda. Havendo lindissimas pa-
relhas para carro, de lamanhoe cores iguaes,
animaes reforcados para o servieo de carracas,
cargas e almocreves: do dia 18 em diante seguir
para as immediacSes de Apipucps, onde lera al
guns das de demora. O proprietario e vendedor
convida aos Srs. de engenhos e mais pessoas bem
como ao gerente da companhia dos bonds, a sorti-
remse a esta occasiJo; pois nao o poderao fazer
em I87i, em razo da grande scea que lavra as
provincias da Eahia e Minas, a qual nao permute
o transito de tropas muars em urna exteuco de
161 legoas. A tropa pode ser vista e escolhida
motado.
?fl0TOAPHIA AUfij^
fCose-se por figurines vestidos para senhora e
Oenina, com perfeico, asseio, e por commodo
vre?o : na rua da Ponte- velha n. 87,2o andar.
Criado.
Precisa-se dj um criado: ua rua estreita do
Rosario n. 28.__________________________________
Hotel Aguia d'Ouro.
Precisase de um bom caixeiro que tenha pra-
tica deste ramo de servieo : a tratar no mesmo,
rua estreita do Rosario u. 23._________________
Precisa-se de um menino brasileiro ou por-
tuguez, com pratica de taverua, e de conducta
aliancada : na rua de Paysand n. 33 C.________
Ao commercio.
Os abaixadignados parlicipam ao respeilavel
publico, com especialidade1 ao corpo eommercial,
que teem justo e contratado com os herdeiros do
linailo Jos Joaquim da Silva Gumaraes, o esta-
belecimento de mol liados, sito na rua; de Paulino
Cmara n. bvre e destmbaracado de qual-
quer onus.
Recife, 2 de maio de 1873.
Manoel Jos Carneiro Guimaries.
Francisco Jos de Azevedo Braga.
um caixeiro de 13-a 15 annos,
conduela :. na rua Direita
\
Precisando fazer um concert urgente, a nossa
alleria car fechada at "sexta-feira S de maio
e 1873.
_______________Alberto Henschcl i C.
Terceiro andar. -
Aluga-se o > andar rua do Padre Floriano :
a tratar na rua larga do Rosario n. 22.
Cozinheiro.
1 andar, precisa-
Na rua da Imperatriz n. 37,
se de um bom cozinheiro.
AOS 5:(J00000.
Esto vendaos felizes bilheles da lotera daBa
hia, na easafelizj do arco da Conceicao, ljad j
ourives, no Recife.
dW
0 NOVO MEZ DE MARA
Aova edi^a crrecta c aerescen-
tada.
Este livrinho, alem do mez de maio, seguido
da-devocio do CoracSo de Mara, olco das al-
mas do purgatorio, noticia da medaiha milagrosa,
novena de N. S. da Penha e da Conceicao, medi-
t^4o do Rosario, modo de ouvir missa e oraces
para confisso e eommunho, etc., encadernado,
pelo commodo preco de 2* : na livraria dos ed-
toras, rua do Imperador n. 54._______________
Criada.
Precisa-se de urna criada de meia idade, portu-
gueza, que saiba lavar e engommar bem : na rua
do Hosp:cio n. 50.
Aluga-se urna escrava para o servieo de
urna casa de familia : a tratar na rua Io d Marco
n. 18, loja. ____________
flrmandado de Santa Cecilia.
De ordem do irmao juiz, convido a todos os
nossos irroas professores para que se reunam
em mesa geral, segunda feira 5 do corrente, pe-
las 11 horas da manh, alim de tratar de nego-
gocios do interesse da mesma irmandade.
Consistorio, 2 de maio de 1873.
O secretario,
Rodolpho Mamede do Amara!.
DICCIONARIO UNIVERSAL
' DE
EDUCACO E ENSINO
l'TIL MOCIDADE DE AMBOS OS SEXOS, AS MI8 DE FAMILIA, AOS
PROFESSORES, AOS DIRECTORES E DIRECTORAS DE COLI.ECIW, .40
ALUMNOS QUE SE PREPARAM IMUA IAAMES.
Contendo o mais essencial' da saliedoria humana
-E
' TODA L 3S2SSCSA QVOTZSZAIJJIEITI APPLXCA7SI :* AM7JCTT0
i.- D educettan.
Conhecimento e direcco dos caracteres, fsculdades, defeitos, mritos e apdw.- KtU-
giao moral, philosophia.lgica, rhetorica, potica.I.itterntura, pedagopa, ti-
Tihdade, esenptores antigos e modernos.Agudezas, proverbios, mximas, epi-
gramms, etc.
.De in<<(riirrAo primarla.
Leitura, escripia, clculos, problemas, formulas, systoma mtrico, moral religiosa.
Lingua portugueza, orthographia usual e grammalical, redac^JIo, estylo epistolar,
homonymos, synonymos, raizes, etymologia.MchnIos, disciplina, meios praticos
de execucao.Historia universal de cada seculo, va roes insignes, descobriroeotos
factos assignalaveis. deographia descriptiva, cidades principnes, ndole e costurrM^
e productos de todos os paizes, monumentos celebres, panoramas, curiosidades oV
toda a especie.Noticia das sciencias usuaes, artes, misteres e prufissoes, ele.
3."Insii'iKM-ao Mecundarla.
Linguas : portugueza, fracceza, latina, hespanhola e ingleza.Geologia, mineraloga,
botnica, zoologa.Physica, cbimica, astronoma, mechanica.Ariimetica, alge-
bra, geometra.Industria, hygiene, desenho, agrimensura, commercio, agricul-
tura, etc.
SEG*
IICCIOMMO ETYMOLOGICO DE TOflS IS PALABRAS TECHNICAS
PROVENIENTES DAS LINGLAS GREGA E LATINA
Tudo simplificado ao alcance dos alumnos e testos meramente desejota* de instruc-
co, com elucidac REDEGine COM A COLLABORACO DE ESCRIITORES l'ECn.lARES
P6R
DIRECTOR DE COLLEGIO
Trasladado portuguez
POR
CAMILLO CASTELLO BRWCO
E
AMPLIADO PELO TRADUCTOR NOS ARTIGOS DFICIT.XTF.S EM ASSCMPTOS RELATIVOS A
PORTUGAL EBRASIL.
A obra constante de 50 cadernctas ser terminada no correr de 1873.
A assignatura razo de 3(10 rs. a caderneta, divide-se para maior facilidad* em
duas series, cada urna de 2o cadernctas, ou 7950*. As 10 priineiras cuderneUis nntregam-
se desde j.
LIVRARIA FRNACEZA
Atiendo.
Caixeiro
Pneia-M 'le um caixeiro : na na Ai Raafrl
Quem precisar de boas amas seccas e de leite,
alliancadas, dirija-se ao piteo de S. Pedro, n, 3;
que achara com loja, quem tratar.
n. 43.
Quem precisar
de homem solteiro,
bucanas n. 1.
Publicacao jurdica
de um cozinheiro para casa Apontamentns sobre a condieo dos escra-
dirija-se rua das Pernam- vos e liltertos no Itrasit,
contendo as prinripacs questes relativa* a es%
especie, com as ilecisoes proferidas a respetto pe-
les trihunaes superioren e do poder executiKO,
rem como (oda a lep slacao patria, anti|ra e mo-
dernissima acerca de rada urna dellas; pelo Dr.
Antonio de Vasconcelos Menezes de Drummond.
lente rathedratiro da I' radeira do 4* aaao da fa-
culdade de direito do Recife e advogado neste (aro.
Assigna-se livraria franceza e a livraria do Sr.
Nogueira, no arco de Santa Antonio.
Opusenb de moral religiosa
P'R
MR. AMBR. RENDU.
Para leitura as escolas primarias.
Esta.interessaate obrinha, que tao bem acolhda
foi que a 1* edico cou logo esgotada, acha-se
reimpressa, e venda as livrarias: Classica e
Universal, rua do Imperador, Econmica, a rua
i# de Margo, e Encyclopedica, rua do Mrquez de
Olinda, a 640 rs, o exemplar._______________
MOPINA
Est encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrvo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, cou-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desie jornal, em
tina de dezembro de 1871, e deoois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
,im, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. seu tilho se
chava nesta cidade.
Caixeiro
Precisa-se de um menino brasileiro com 12 a 14
annos de dade, para o armazem de sal do Valdi-
vno da palvora, na rua Imperial n. st-7.



Sociedade Montc-Plo Sania
Cruz.
Esta sociedade solemnlsar amanha o anniver-
ario de seu padroeiro, mandando celebrar urna
missa cantada na igreja do Livramento, as 10 ho
ras do dia, procedendo em seguida a s es sao mag-
na, na sede da mesma sicieado na rua do Im-
perador d. 73, onde a noute haver laiainha ;
para maior brilh.-intismo convida a todos o; so-
cios para assistirem a esses actos, e suas Exmas.
familias.
Urna mulher cstrangeira que entende bem
cozinhar e de outro quaiiper servieo. procura
arrumarse em nina rasa de familia : quem pre-
tender dirija-se a travessa de Pavsand n. 4.
U*IU\KTE
Me RITA DO IMPERADOR N.73TI* A.NDAHJj
0 DR. RNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALD'ADES.
Molestias e opf r?cos de olboa.
Cnra radr=l e NmImMM loi
eslrdDmer.toa da tirara.
Consultas: D^s | is lObir^s
da MH,
C'iam^dos: A ]al^fr bon.
Avisitsc
a quem der noticia da escrava Gnilhermina que
foi do lente-eonmel Feliciano Joaquim dos -
tos, e aepois comprada ao Barao de Na/.ireth,
representa ter 2o annos, tem falla de denle n*
frente e as maos rom cicatrizes de qu-imadur i
de gaz, secca do corpo e muito regrista, qua *?-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua *
Ceelhos. que sej generosamente recompensa*..
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da rua do Baro
da Victoria n. 46 para a rua
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Jos Lopes Davim, tendo tic negnir ama-
nha para o norte alim de ultimar os seus neg
cios, deixa'por seus bastantes procurado*es a*s-
ta ciilade aos Srs. Celerino do Krgo Rsntht-.
Antonio Alberto de Souza Aguiar.
Recife. 29 de abril de 187*.
Vende-se
l'ra sitio na cidade do Olinda, aJm de
te,r urna boa casa de vivenda para graixta
familia, tem muitos arvoredos do fnictog fe
todas as qualidadcs, e escllente agua le
beber ; a tratar nesta typograpliia.
los Francisco do Reg, encarregado da h-
qmdacao ta firma de Jos dos Santos Noves A Ir-
mao, cu jos socio sao fall'-cidos, convidaos que ?*
julgarem credore< da mesma firma qne llw
aprsente ai seus ttulos no prazo de 15 as. ean-
tados da presente data, pa/a o qne pode ser pie-
curado na rua do Crespo n. 17, I* andar, 4* wtht
dia s 3 horas da tarde. Reci.e, i* de maio te
1873.
Ao
( uxv commercio
O abaixo assignado faz publico que nesta data
vendeu aos Srs. Borges Costa 4 C., a sua ca-
verna sita rua 24 de maio n. 15, outr'ora rua
, Ida Cadeia, livre e desembarazada de todo e qual-
Precisa se de 5:000a .a premio 4#'l l]2 poj*lner onus.
cento sobre hypotheca, em tasas : qiem quizer] Recife, 30 de abril de 1873.
annuncie para ser procurado. fbt$W\ J Francisco Ribeiro Guimaraes.
COSTLRA
Chegararo ao Bazar Universal da raa No-
va d. 22, qr ortimrito de machinas para
costura, das melbores qnalidadea que existe
na America, das quaes nimias j sio' heto
coubecidas pens seas anlores, como sejam;
Weller dt Wilson, Grover d Boka, Sib.n-
ciosas, Weed 8 Imperiae* e outras muitaa
que eoru a "-isla de vern, agradar aos com*
pradoree.
Eslaa inacinas tem a vantagem de fazer
o irahalbo que trinta costtireiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicao como as mais perTeitas
[Garntele a sua boa qnadade e
a trabalbar rom perfeico em menos de orna
hora, e os precos.so t3o commodo* qoe
devem agradar aos pretendentee.
0 abaixo assignado previne a todas as pes
soas que Acarara a dever na loja de oqrives a
rua estreita do Rosario n. 10, que so rom elle,
ou com seu procurador Joao Raptista Gitiraru, a
3uem deu poderes para cobrar amigavcl ou i,i-
icialmente, se podem entender acerca de sais
dbitos, visto ter tomado conla do activo e pls-'meira imperial, rosciras de qual idade,
sivo desde Janeiro prximo passado. Outro smj :' parreiras corario da india, rooViras <
pede a seus devedores da loja-do arco da Coftei- Tantas : na Capunga, rua da Ventura numera M.
cao, que venham saldar seus dbitos at o di 13
1

Sahindo desta cidade para o enema > Rato
da freguezia da E cada no principio do ennvat<*
mez a preta Marcolina, escrava da Exma. Sra.
Baroneza de Amaragy, at esta data nao
ao referido engenho. o que faz acreditarse
e-ta fgida ; crioula, de (2 annos de idade. pen-
co mais ou menos, alta, corno regnlir, M* com -
COSlureiraa. prido e coborto (le espinhas. sabe rozmhar e en-
ensina-se gommar : quem a apnrehrnder e entrega-la
ta cidade ao Sr. Adolpho Targino Acciolv, rea
Duque de Caxias n. li, 2* andar, ou ad MmaM
engenpo, ser recompensado generosamente.

ftih De 10 plus.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para haixn, pl-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-p, at-
cate, laranja erara, flaiiboyant ou brhale.
I
prximo mez, scentificando a tod s
quella data em diante promover o seu d
_____________Jos da C. Oliveira e Fign
Cozinheiro.
Preciza^e de um, livre
carregueai tambem d^
pessoa* : a tratar no
Attenco.


1
^
O abaixo assignado pede ae Sr...
Possoa o favor de vir enleadar'w com
vravo, e quce-en- aquelle negocio que o mesmo A inara, e*
rar, para casa de 2 pena de ver por este ornal a cptete dekmjoam
do Bispo n. 3?. ______,^^ Marcos da A. Lima.
.


%
ri
s.
Diario de Pernambuco Sabbado 3 de Maio de 1S73.
s:

1
A.
CASA MOR lJARA
DE
Paulo & Mafra

Largo do Paraizo ns. 10 e 12.
EST ASERTA E TEM
Armario e ornatos, hbitos diversos, caixoes e atades, CAR-
ROS FNEBRES de todas as ordens.
Cartas capellas, cera, ees e emblemas.
Incumbem-se tambem :
De enterres, anniversarios, oflicios, Jicencas, attestados e ca-
tacumbas ; finalmente de qualquer erequia, com msica, cncorr-
mendacAo etc. etc.
a
a
ASSIGNATURA
PELO
i *
ABRIL A SETEMBBO
DK
RAPE REA FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & C.
NA
BAHA
Moreira & C. solicitam a attencao do publico da provincia de Fcr-
nambucopara o rapAREIA FINAproducto de fabrica pertencente a
filhos do paiz cuja qualidade est reconhecida igual a do verdadeiro
AREIA PRETAcomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo
alm disso a vnntagem de ser viajado.
N>> intuito de tornar conhecido e devidamente apreciado o rap
AREIA FINAos annunciantes acabam de autorisar seu agente em
Pernambuco a ac,ceitar, mo grado is obstculos edireitos de intro-
dcelo, a luta da concurrencia acompanhando-a nos abatimentos de
preco at onde fr isso compativel com suas forjas.-
Us annunciantes esperam encontrar na nobre populacao de Pernam-
buco o-apoto que teem jus a actividade e os esforcos q je elles teem em-
pregado para, por assim dizer, nacionalisarem ujn ramo de industria
que at hoje so ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptorio do Sr. Domingos Al ves
Matheus, ra do Vigario n. 21
As vendas sao feitas em libras ou em meias libras, a vontae do
comprador.
Preco 12000 a libra, com descont de -20 /0 em poroso de 10 libras
para cima.
Bahia, 18 de abril de 1873.
Momra & C.
C0NFRARIA- AMA
Precisa-se de urna ama
ou escrava, para cozir.bar
ru i do Rangel n. 9. ____
ivre
na
, -, -|-> %-' i ir i i rhi Precisa-se de urna ama que engom-
^enhOr lOIll JCSUS (la Via- A iVI A me com perfeicao : na rua Duque de
r, *-** Casias n. 91, loia do rival sem se-
sacra em sua grea da
Santa Cruz.
gundo.
De ordem da mesa regedora sSo de novamente
convidados os nossos irmaos confrades a eompare-
cerem em nosso consistorio no da 3 do corrente,
as 6 horas da tarde, para se proceder em mesa pe-
ral a eleico da mesma mesa reged ira de con-
formidade.com o "rae disponhe o nosso compro-
raisso.
Consistorio. de maio de 1873.
O escrivio,
Jos Rodrigues dos Santos.
AMA
Precisa.se de urna ama, livre
ou cscrava, para cozinbar e com-
prar : na ra da Gleria n. 101.
\Hlr k Precisa-se de urna ama para
[wl \ cozinhar, para casa de homem
greiros n. 61.
solteiro": ra de Vi'al de Ne-
.1'
rugi | AMA

f
Precisa-se de una ama para o
servico interno e externo de urna
casa de pequea familia : a tratar
na ra de Pedro Affonso O. i 7, 2
andar (antiga daPraia).
Precisa-se de urna preta escrava
para o servico intern* e "externo de
urna casa de pouca famil a : a tratar
da rea Augusta ha poucos das o escravo de nome no pateo do Terco n. 27, f andar.____________
Jos, cabra escuro, cabello grande, cera estrada. Precisa-se de urna ama de; idade, que
aberta com bigod* e cavagnac be.oos grossos. Ama feja zelosa para andar ^m urna meni-
com falta de derftes na frente, falla grossa e rou-' na a trat!na rua'da Alegria n. i0.
auenha, secco. do eorpo, anda moco, eostuma an-,-------------------------------~-----------------------
ar serapre asseiado, cozinheiro, tem ido visto Precisa-se de urna ama para todo servico
no bairro de S. Jos ; chama-se a attencao das a u-' de casa de pouca familia e para sabir a ra : na
toridades policiaes e eapites de campo para a >ua Bella n. 39.
apprebensio do dito escravo, e leva-lo na pas- i
sagem da Magdalena, paseando a ponte grande, o'------------------------._ -:-------------------
primeiro sobrado, que serao recompensados gene-' i i r l PrPOlSa-Se de Uma
AO CONMERCIO.
'AMA que saiba bem en-
gommar e fazer o mais ser-
cheten^^^ de urna casa de
Francisco, para caixeiro de casa commercial (in!nonimnn {Vi-mlo r\r\ trncA
grosso visto ter boa lettra e saber bem o nortu-!PC!4ut;Ild, 1,unilJd IIU WJIoei-
uez, dando fiadora spa conducta : para informa-- rr% nnAor locfo rvnnoTn'h
|5es dirijam-se ra do Bom Jess n. 18, f an-,ru ^"Udr UeSia lypogltpilia
.llar, ou na estacSo de Frexclras. qp dr4
Sociedade beneficente
regeneracao.
(CAPITULO.)
- I
AMA
Precisa-se de urna ama que
co.inhe bem : na ra do Ba-
rio da Victoria n. 28.
Sao convidados os_ mombros capitulares destaj
lociedade para a sessao de pone dos dlgniurios e' P\ ,? .
offlciaes, e em seguimento trabalbos econmicos,' -Na rua do Bar5 da vaona n o, Mandar, pre
pelas 11 horas da manba de domingo i do corren- cisa-se da urna ama do leite.
te maio de 1873. O secr.-. Franklin.
" Precisa-se do nm eaneiro para urna tave--
Ba: na rua Vidal de ^egrnlros n. ui.
;AMA
Precisa-se
de idade
casa; pa
ira mulher que seja
r conta de urna
anta Cecilia a. 27.
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
I1UA DO B.XBAO DA VICTORIA
N. 7Outr ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabara de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notareis e bem eo-
nhecidos fabricantes; como seiam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C. : no
vapor franee, rua do Barao* da Victoria, oa-
tr'ora Jova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de Inxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa.
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordayo Mili spara homens.
Botinas-para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de vemiz com salto para homens.
Abotinados do mutas quahdades e preces para
meninos e meninas.
Sapatoes de vernir com sola de pao preprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapet, cajemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, rua do BarD da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extracto?, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de fl r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
netcs, cosmticos, muilos artigos delicados em
perfumara -para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamaitos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vaoof francez, rua do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para
viagens.
Mobilias de aluguel
Alugam-sf iiKtbilias roni|tletas on nnal<|inrtras-
e o(taraitn : no? armazens d na U Har'o ua ^"klnria n*. '" 8*.
HJAI1 0 KKHItEltA i- .i.TAH
Joaquina das Nev* Crux Bl
tir, ilolj.lioFernira BaltaT, Af-
fonso IVririra Baltar, mulhw e fi-
lhos, e mais prente* dotalWido
EdiMfiln Kinia Bailar, ajfradc-
--------cent a todas a> pess as que se
mgnaram aasistir no cemerio os ltimos suilra-
fios. que pelo mesmo finado ge flzeram, e de novo
peden para que asfislam s missas do sptimo
da, que se ho de celebrar aabhado 3 do cor-
rente meiLpdas8 horas da manhl na matriz
do (xirpo Santo, pelo que desdo j confessam seu
eterno reconheclmento.
Alferes honorario do exerci-
cito Miguel Affonso Fer-
reira.
Dr. Francisco Xavier Cavalcante Ferreira, seus
nJhoB fenros, repassados da mais acerba dor
pela inesperada morte de seu muito presado fl-
lho,jrmo e cunhado Miguel Affonso Ferreira,
pelo presente agradecem a todas as pessoa que
se dignaran acompanhar seas restos morttes ao
eemiterio do povoado dos Montes, e pedem s
pesseas o caridoso obzequio de assistirem as mis-
sas do S6timo de mesmo finado, na igreja do mesmo pavoado
dos Montes as 8 horas da manbi do da 5 do cor-
rente.
Joquimdos Santos eves
Pelo repouso eterno de sua alma manda-se ro-
sar nma missa na matriz do Corpo Santo, terc-a-
feira 6 do corrente, s 7 horas da manh, e cpn-
vida-se aos seus parentes e amigos para assis-
t-la.
Muito boas malas e bolsas para viagens da r
de caminhos de ferro.
- Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor franor, rua de Bario
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
"adeiras de bataneo, de braco, de guarni{6es, go-
fas, jardineiras, mesas, conversad* iras e costu-
raras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, rua do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dlTerentes gostos o
Jihantazias.
s para salas e gabinetes.
Lcques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos imitacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
gejtoilette,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas as graduales.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidade? di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas. .
Poneras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabeca.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e onlros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Valas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
enancas. m
Argolinhas de marfim para as criancas fflorderem,
bom para os entes.
Ber os de vimes pan embalancar criancas.
Cestinhas de rimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venecianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para.cundieiros de jraz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avnlsos para cosmoramas. .
Globos de papel de cores para Iluminares de
restas.
Baloes aereostaticos de papel de seda.mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadorcs de palha e de pennas.
'esourmhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanterna9.
Tinteiros de lou?a branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para quaJ
dros. *
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos do mgicas para divertimentos em fa
milias.
Realejos pequeos de veio#s com lindas pecas
Realejos harmnicos ou a'ecordions de todos
tamaitos, e outros muitos atujes de qutn
lharias difflceis de mencionarse.
No armazem do vapor francez, rua do Bario
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todof i
os brinquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para entretenimento das criancas
tudo a. precos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, rua do Bario
da Victoria, outr'ora rua Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos. ,
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
Jio armazem do Vapor Francez rua do
Baro da Victoria (outr'ora Nova) tv. 7- fc
Cestinhas. para costara.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
rua do Baro da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7. "m
= Precisa-se de om caxeirode 13 a 14 annos
para taverna : tratar na travessa dos Martvrics I
a. 8.
, Tenente-coronel Jom tucn
*oare* Raposo Ja Cantara
D. Mara Leonor Soares Raposo da
Cmara, D. Carlota Elydia Raposo
da Cmara, padre Frederico Au-
gusto Raposo da ''amara, Dr. Je-
ronymo Americo Raposo da Cma-
ra, ausente, e Adolpho Arthur Ra
poso da Cmara, agradecem cordialmente a seus
parentes e amigos o caridoso obsequio que fize-
ram-lhe acompanhando os restos mortaes de seu
presado esposo e pai o tenente coronel Jos Lu-
cas Soares Raposo da Cmara, a sua ultima mo-
rada e os convidara para assistir a missa de r-
quiem que por sua alma mandam cantar na ma-
triz da Boa Vista, terca-feira 6, as 7 horas da
manha.
L'm prente e amigo do finado alferes
Miguel Affouso Ferreira, manda rezar urna
missa na matriz da Bda-Vista, s 7 horas
da manh de 5 do corrente, e-para esse fim
convida aos seus amigos e aos daquelle fi-
nado.
Auga-se o armazem, i" e andares do so-
brado na rua do Senhor Bom Jess, outr'ora rua
da Cruz, aonde foi a casa commercial de Jame
Rayder & C.: a tratar com Luiz Amavel Du-
bourcq, ou com o seu caixeiro Candido Guedes
Cavalcante, escriptorio por cima do banco nume-
ro 3 C.
Aluga-se
o segundo andar e sotao do sobrado n. 1, rua do
Visconde de Pelotas, antiga do Arago : a tratar
rua do Bario do Triumpho n. 56, refinaco.
Caxeiro
Precisa-se de um de 14 anuos de idade e que
tanha pratica de taverna : pa Boa-Vista, rua do
Soma n. 31.
MudanQa
Beltrlo, Oliveira & C. mudaram o seu estabele-
cimento de molhados do largo du Corpo Santo n.
6 para a rua do Comraercio n. 10.
COMPRAS.
Na fabrica de cerveja a rua do Rosario n
6, compra-s laranjas da trra a CiO rs o cento.
Compra-se um cofre prova de fogo : na
travessa da rua do Vigario n. 1.
VENDAS.
Attencao
Vende-se a taverna da prJ)a do Conde d'Eu n
9 : a tratar na mesma.
Vende-se
um sitio com urna grande casa terrea 4a pedra e
cal, perfeitameate nova, tendo 90 palmos de fundo
e com urna grande baixa de capim, com muitas
arvores de fructo: na rua da Floresta n. 2, para
ver, e tratar no mesmo sitio.
Vende-se um brico de bala 5a Romao : na
rua dos Pescadores n. 1.
oito casinhas ou mei-aguas, sitas no caes de Ca-
pibaribe, de tijolo e cal, bem construidas, com
pojo rneeiro, que rendem 81* mensaes, e sao mui-
to procuradas pela boa localidade : a tratar na
praca do Corpo Santo, armazem n. 9.
Sitia de lustre.
Vendem Pereira da Cunha Irmaos, rua Mr-
quez de Olinda n. 21, em porcao e a retalho.
Attencao
Vende-se a taverna da rua Imperial n 42, em
muito bom local e cora bastantes commodos, mui-
to propria para principiante : a tratar na mesma.
J chegaram' os maravilhosos fogos artifi-
ciaes da China, para serem soltos nos saloes e jar-
dins : caixinhas com variado sortimento e a pre-
cos desde 20* at 50 cada caixa : no armazem
n. I do caes da alfandega._______
BICHAS DE HAHBDRGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rua Larga dosano o Rn. 34.
Chapeos para criancas e me-
ninas de escola.
Vende-se lindos chapeos de velludo, palhinha e
de seda ricamente enfeitados cora fitas e bicos
de blond, proprios para criancas e n eninas de
escola, pelo baratissimo preco de H e 35 cala
um : na loja do Passo, rua do Crespo, junto ao
arco de Santo Antonio.
SEGREDO ECONOMA F. CELERIDAD!.
OTtem-so com o uso
DA
IHJECCAO SKOST
Unic.t, ti)f;i"iiic,i, va.ii ;! i- inl.ii-. n.n.u
ra das gonorioas, llores lir.un .1* ; iluxos >k
Uxla especie, recentes iu diruicas; iiik
oflercoe como garantailSfllutaresresulta
i iMiitnuada pjilica'ijo que senipre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Pars.
* nica deposit para o Brasil, Bartholoineu
A C, rua Larga do Rosario n. 3i.________
= Relogios de o.'ro patente inglez (deseobertm
do mel or fabricante de Londres, em casa de E.
A. Deloache rua do Mrquez de Olinda n. 49.
Relogiaj americanos, grande sortimento para
mesas e paredes cora columna dourada, curda
para 8 diaa. os mais modernos possiveis.
Na mesma ca*a r-a gran le sortimento de relo-
gios de ouro, suissos, e prata dourada, radeias de
plaqu todos por preco muito barato, rua do Mr-
quez de Olinda n. 49, E. A. Desuelle._________
Olinda
Vende-se o sobrado de um andar e soto com
frente para o pateo de S. Pedro e oitao para o pa-
teo do 1 armo, as melhores condir/ies possiveis,
nao so para negocio, como para murada e uso de
banhos salgados : quera o pretender dir a-se ao
Sr. Bernardrao de Sena Pontual, rua da Madre
de Dos n. 36, escriptorio.
Livros venda
.Aos Srs. .ie;
Libras sterlinas.
fn4e-se no armazem de fazendas de AngusU
F. de Oliveira d, rua do Commerei n. 41
Cassa-1
Na rua do Commerco ru 32, 2.? an-
dar, entrada pela rua do Torres, vende-se
o seguinte:
Couro de lustre.
Bezerros.
Oleo de linhaga.
Cadeiras americanas.
Ditas de balanco.
Ditas para crianza.
Palhinha preparada.
Gomma-taca, superior qualidade.
Folhade Flandres.
Vidros para vidra$a.
Chumbo de munigao. -
Caf do Rio de Janeiro.
Manteiga ingleza.
Dita franceza.
Phosphoros de seguranca.
Vende-se rua do Commercio n. 32,
2." andar, entrada pela rua do Tor-
res.
Vende-se a casa terrea n. 42, sita "na rua
da Paz : a tratar na-^rua do Coronel Lamenha,
outr'ora dos Prazeres, n 12, da3 4 s 6 horas da
urde, .
I
.4 SO rs. o covado, na rna lo
Civspo n. 90.
Tasse-laine propria para vestidos, sendo lindos
padrees pelo diminuto proco de 300 rs. o covado:
na loja fle Guilhcrme C. da Cunha k C-______
A 440 rs. o covado.
Las de quadros azues.
Receben a loja da America esta linda fazenda
para vestidos, e vende por 440 rs o covado.
Madapolo francez a 6d000. rs. a peca, fino
e largo : rua do Cabug n. 10.
Farinha de mandioca.
A melhor do mercado.
Vende J. P. S. Coimhra Guimaraes : rua do
Mrquez de Olinda 3, I." andar.
. Caf do Rio.
Vende Joaquim F. S. Coimbra Gnimaraes: na
rua do Mrquez de Olin la n. 3, 1.* andar.
h
11.
Na rua da Imperatriz n. 6,
loja ne Iouca de Sebastiao Marques do Nasci-
ment, vende-se em porgOes grundi s ou a reta-
mo todo louca existente na msma, por praeaa
muito diminutos por ter o'm'smo propietario
de fazer urna viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os freguezes que precisar
de se sortir destes artigos, apresentem-se quanto
antes. '"'___________________________
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARA muza.
So e nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal rua da Cadeia do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Vt. ( :.> -j "... * i :',:.: f, |ht 'i^H S ii..
I1;i.I ssus: -\m,A CnMiM'ltfsl.
Villuune: |lv.->iMfcjn fran.
Lotiii Iti.iiH*:NWMn Hr Vattul :Druit dos gens.
Vellora :Le Pmivoir public.
Portera : Oitira de Ira* nalurel.
Kluhcr : Dr.Mt des gess.
Ropron : Code 4e o.nwnerc*.
Nesta typographia acluro csaa oIwm para rs-
rem vendidas.
Eiigeiiho
Patricio.
Este engenho est situado em muito bom lu-
gar, perto do porto de embarque onde carre-
gam os vapores da companhia Pernambucana.
3ue levara e trazcm carga de Mamanguape. Esta
e fogo mulo e seus proprietarios snjeitani-se a
venda por preco muito rommodo; e nito duvi-
dam raesmo conceder jtrazos por parto de sua
importancia, com tanto que reeebain outra par-
te, em dineiro vista : a tratar com Tasso
Irmaos 4 C.
Pariaria
Vende.se a padana na rua de Marcilio Dias ou-
tr'ora rua Direita n. 69 ; a tratar na mesma.
Vende-s< a taverna do pateo Carao n. 39, por
seu dono querer se retirar para fora da provin-
cia, o qual otj'ereee vantagfns ao comprador por
estar betn afreguezada e ter poucos fundos e o
proprietario combinar com qualquer aecordo.
Fio de algodao da Babia e cal de Lisboa, re-
jenteraente chegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquim Jos Goncalves Iieltrao & Fi-
ho, rua do Ooraraercio n. a.______________
Granadina bordada
de i?000 a *00 o covado ; rna
. Rosa Branca.
que se vende granadina preta, com listras c llo-
res de seda de cores, ricos gestos a 800 rs. o co-
vodo.
Ser daquella que todos vendem a l*iO0 c
1*600 o covado ?
E' sim senhor.
Rua da Imperatriz n. 56. ______
A 280 rs. o covado
Ca^braia muito fina e de lindos padrdes a 380
rs. o covado, baratissimo : na loja do passo,
rna 1* de Margo n.|7 A, amiga do Crespo.
CASA.
Vende-se um sobrado em una boa rua : tra-
tar na rua da Imperatriz n. 8, loja.
ATTENCAO.
Vende-se urna boa flauta, e methodo : a tra-
tar na rua do Arago n. I, 1. andar._________
Attencao
Vende-se urna taverna na rua do Rangel n. I!,
cora poucos fundos : a tratar na mesma venda
VENDE-SE
urna boa casa terrrea, f m chao proprio, cora 5
Ruarlos, i salas, cozlhha externa, cacimba, gran-
e quintal, plantado e mura lo, sita na rua das
Crioulas (Capunga) : tratar na rua dafFlorc 1-
tina n. 14. pjbj
.Vende-se um riea p'ano forte, dos mais mo-
dernos, do autor R. Board, comprado ha seis me-
zes, e que nao tem nem nra de uso, faz-sr grande
differen^a no prego por se nao precisar defe : os
prc tendentes
K, das 6 s
tarde.
z
em procurar na rua dos Ossos n.
ras da manhi e das 3 s 6 da
Mangabeira
TASSO IRMAOSiCL
Em seus arni.iz.-ns rua do Amorim
n. 37 e ca* do \ pullo n. W,
U'm para vernler por pnr,* commoot :
Tijolos encarnados settavos para ladrihV.
(Atx* de harri para esfi>o.
Cimento PorUand.
Ciiih'iiUi ilviraulicr.
Machinas Ssmsogar al/ndi..
Machinas de padaria.
I'otassa da Russia em barril
Phosphnnis de rra.
Sag em garrafas.
Sevadinha em garraf>>.
l-enti has em parrafftes.
Ithmii da aJina.ra.
Vinho do NMl \HIo ngarrafadn.
Vinlio do Porto superior, di n
Vinho de Bordeanx. dito.
Vista de Srherry.
Vista da Madcira.
Pules esn linpiias e dobradao iDfWas.
I.ieiii'< lini< ui '.U\i<*.
Cognac Caiilliiei Pivrm.
Latas de loucioho iuglez.
Barris rom re|illKt nn sahsasn.
LIQtlDACO ~
v ;>f. '
FAZENDAS
Lija (I i Passii
A' rua Io de Marin. 7 A (an-
tiga do CresjK)
llesnlveniiis il.i- nm |i|nrii'i P'-iiiio SB .i'i'.i-
ilades c preriis <[ div.r-as nie.i-a>|nri.i*. aws ds
que vist i dclles p>.is pn de MtSM BSSMM I urna pura rentase.
Eseolhei In-m a vontade :
Chaiielinas, chapA>s d> palha, vcNndn. eda e
fil para senhoras e meninas oV M a M.
IIas>|iiinas e casa luinlms de seda de 94 a ti
Casaqinnhos e nSHBBI de rrnetat prefcH
hrancos ile 2| a 6S.
fsMSMM la i a abran liranca com tados tar-
dados a 5| c lV
C^imizinhas a easSHSjl branca a Sin r 6~% ti.
Manguitos a m Un.lias a S, M :* r*
Cinios de todas as qnalidaihs para seoSuras *
500 a 46 Kl.
Lssps rasado* e de lahyrinlta ik- 10 i M
Cosm de l i IJ9M
l.eqttes de madreperola t marfim de 14 a k-#.
rasa 14.
Chales a imitacao de bornus d- meris>i prc:-
de 84 a M.
Saia- da Ii de eambraiade \t, 54 e 64.
Camisas bordadas para senbora, para too* CJ
precos.
Ca|iella de cera a 500 r*.
Redes para coque a :t* e 5' Corlea la rsssraa a .14.
(orles de tailaiana bordados a esa dt 14. "4
:g4.
Cambraia de ot cen lindo padroes o rnra-ij
a 320 rs.
Alpacas de Radas cores lio* e enm li*ta-
SMSa ile KKI lilMI r. o 8HBSS.
Gcande sortimento de Ii para toSM o* |WSfsi
Croetat hram e preio coTad> a KM r-
Fil de linhu liso |reto e bran m de .00 a *f)
rs. a vara.
Vcstinrins de fnsto braBM e de snsj para
meninos de :i5 a 6.
Grvalas e mantas de :*) a 14 cada nma.
(Chapeos de SMSM brinco a 74 e 84
Cliapeos de etim e de merino preto para ba-
mem a 'i.
Collarinhos de Hnho lios e tnidado* a "4
lia dnzia.
IVilos de linh'i a (100 rs.
Dwna tardsna 14410
Cortes de velludo bordado* pira r.dlee* 1 1/.
Brioi preto vara 14.
i fronhas de lindo ricamente tardadas snso t
nasdes e 2 im-n es |i 1 20, e outros muitot ar-
igospci' pn-.-os lenaii-iii. is.
I.oja ao l*ai -> a rii.l I de Msrcn a
\-
Attencao
>
Na rua de Mar-ili > I tas n .'10 vende-se mu u>-
nita e-rrav.i. ooziiilu. esSSSSBJ ca aerfcca--,
moca, com una liilu M '! anuos, bnita |>-"ca,e a
motivo da venda se d.r.i ao comprador
Aos devotos do niez
de maio.
Na rua estecha do Rosal 1 a. 55. obrado de an
andar, Um Dores de toda* as sna|i ade* par* aa-
fecs, sendo MCof, capella-, palma*, rosa, Ns-
qnets, tudo por preco milito .vnimorto, taalo c
panno como de cera < de pa| el, qnalqner eno r.-
menda para fora que eqosra aerara arosawa,
be 1 da-se litas a our 1 para ln.11*. infeiiam-se vn*
para eafftitar se asares a nsasaa para a* ni si
as, tinlo aroprio |ara n mez de maio. Na asn-
ina casa fazie gorroj borlado* a ouro, elarnte-
ras, fitas para noivas, ricos !tmquets para nii-
e para bolos : e nsst-M gmsa* de has as Ba-
res, sendi le papel .1 I 4 I sjosa.
ckiveja nm
Narea 5K ^arca
Vende se cui casa de
do Omihirtco n. 4C.
T JertT. rie 4
aa
A aSWlO.
Vende-se Borzeguins para tamem. pelo tara-
tissimo preeo de 400' Venha ao Rival dj
Recite, rua do Mrquez de Olinda a. 5B.
Engenhos venda.
Vemle-se os ergenhos : Canietoira, cos sfas
de dous mil paes. s tuado no lugar denomiaad >
Barra de Panellas margen* do rio Piraa
a \ leguas da estacan de l'na. com terreso pora
safrejar annualmwitc de 4 5 mil paes ; Comea-
te*, com safra de dous mil pie*, uado so as-
tricto de Agna-Preta c 2 Ircna* da afia de
Una : o pretndeme a ambo*, ou a qoatssar ra
dos dous referidos engenho*, enteoda-se san
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, aa RocsV
praca do Corpo Santo n. 17, ou c l.t Marques Dias. no povoado di* Monan.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conreituado rnwlic'arncnto para
cura das molestias Hos orgaos respiratorios,
como a phtvsica, bronchit, asahma, etc.,
applicado aitnla com ptimos resultados ns
escorbuto.
Vende-se na pharmacia o drogara de Bsr-
tnolomeii A C, rua l^irga do Rosario n. ja.
Moracs & Irmdo
Em seu escriptorio i rua da' Madre Dsss
n. 5, I.* andar, tem para Tender por nrSQS
commodo :
Vinho do Porto superior enjaYrsaado.
Cerveja Bass.
Cha verde miudinho de isferior ssjsn-
dade.
Vende-se on aluga-se um sitio
de taipa "cacimba, peno da estai
relia, tendo 10j palmo* de frente
parta iatar.se rua Direltan."

Oli
se um obrada
ao ahir para a ras- de S
dirjase a tratar spaa so
sraa asssr satra
n-


6
TMM <& PWuabufco &ftbado* Ra Duque de Caxias n. 29.
0s propietarios deste bem montado estabelecimeoto scianlificam ao
raipeitavel publico dssU provincia que tte acham com um variado e completo Mtt
manto d muvcjs, tanto naciooaes como estrangeiros, sendo estes escolhidoe por om doi
ansio? q;io se acba actualmente na Eoropa. O mesmo teui centractado com os mefeore
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilins Jaitas alli.
Na olficioa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve*
cnaai visitar o estabeie cimento, aonde oncontraro a realidade do que acabara de expr'
ue so pode examinar; ricas e completas mobillas de Jacaranda, mogno, faia>xarvalho, a
marello, etc.. ricas e elegantes camas deja'earand, pao setim, amarallo, etc.,etc.,gaard>
vestido do aniareilo. guarda louca de nogueira e de amarello com tampo'dd pedra, apa
fadores randa, amartillo, pedia, secretarias da Jacaranda e raogaocas tureiras ae mogno, san
diarios, tbttre para brdjar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e aeui
per'en:.-s, caeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que deixamo d.
meacionif por setornar onadonbo
Aderemos de br-
IFiantcs, esuiefaHas
rubias e perolas,
voltas d petaba.
Vasos de erystal para toillet.
A luja da Aguia Banca, a ruado Duime do
Caxias u. 30, r'cebeu bonitas garra finhas de crys-
tal ciu par com ramajeos douradas e mui pro*
prias para nrranjus de toilet, ote,
Aunis e colares elctricos
A lo> d'aguia brauca ra Duque de Caxias
n. 50, re nis e colares elctricos, e contina a recebe-los
mentalmente, pelo que senipre estar prvida de
taes objectos
Diademas dourados
A luja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
30, recebe.i uovauanty benitos diademas duurados
c enfeitad is com podras e aljofares, obras de gos-
toe phaniasia. Taaban receben novos grampos
pretos ou aliiuetes com llores para a caneca.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A luja d'aguia blanca raa Duque de Caxias
n. 50, receben ama pequea quantidade daquelles
bonitos leques cum bouquets e outros chinez.s.
CoM creme para refrescar e
amaeiar a pelle
A I ija d'aguia branca a rua Duque de Caxias
D recobeu eoM reme dos afamados fabrican-
:i Legran e Cundray.
Diademas e grampos de
ac.
\ tja la aguia besosa, ra do Duque de
50, receben novaheate bonitos diade-
. pus de ac.
. Bieosfae seda pretos com
llores de cores.
ja da aguia branca, ra do Duque de
II.;. ii/in.i novidade bonitos bicos de
Cd .:i res de cuics. soliresabindo nel-
eom encarnado, e Lulos mui proprios
e outros enfeites de vestidos de gra-
i m lina; e nutras duendas transparen-
immodidade dos prejOS esses bicos tor-.
r.i-ii- u :n;nodo,s e pela nuvidade de gosto,
a qiuwsquer ou'os eneitea
Veos ou mantinhas.pretas.
A 1 :ja il i aguia branca, roa do Duque de Ca-
xias n. ."!>, recobeu bonitos veos ou mantinhas
da com flores, e ontras a imitad de
i, e vende as pelos barajos precos de 3J,
41 e djOO. A fazenda boa e est m per.'eito
estad i, pelo qne contina a tor prompta extrae-
r, i.
Diademas e aderecos de ma-
i
dreperola.
A lja ila Agnia branca ;i roa do Duque de
Caxias i.. receben urna pequea ptelo de
dial nas e aderemos de madreperola, obras de
aparado gusto.
Perfeita novidade.
Grampos con* borbotlas, bezouros e gafa-
nhotos dourados c coloridos.'
A loja da agnia branca, ra do D :que de
Caxias n. 50, receben novos grampos com Lor-
as, bezouros e gafanhotos. i que de certo
la novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d aguia bracea i na Duque de Caxias
nina pequea quantidade de boni-
8 e n >' a? golliuhas, trabaJho de la e seda, en-
neitadaseoni arminho, obras estas de muito gosto
e inteira nenie uovas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
q. 50, recebssraovameale bonios gram-
pos, brincos c rozlas dourados ; assim como
novos diademas de ajo, e como sempre conti-
na a ven le-los por preces razoaveis.
Caixinhas com pos dourados
e plateados, para cabellos.
Venl- se na loja da Aguia Branca ra do Dn-
qua da Laxiaa n. 50.
Lavas de pellica pretas e de
outras cores.
A toja da Aguia Branca, ra Duque d Ca-
xias n. iO, receben nnro sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
A
Itom engenk
Vende-se um engeuho moen-
te e corrate, distante da
praca 4 leguas, com boas
obras e trras para safrejar
. 2,500 paes, vende-se s ou
com a safra actual: quem
pretender dirija-se a esta ty-
pographia que adiar com
quem tratar.
As padarias.
Veni^^H Huno cilindro anierioa
nvo. do mflHpaftueante ; assim como
cortaiieiras pan Bm e araruta, perfe
nvas; aa ra Direrta n. 120.
no empenho de bem servir aos sens freguexes e
ao publico em geral tem procurado prover-ee do
3ue ha de m -ior e da ultima moda nos merca-
os de Europa para expo-lo aqu venda, cer-
to de que os seus artigos serao bem apecciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar alguns d'eiitre el les, como sejam :
ALBOS, os mais ricos que tem vinde a este
mercado, com capas de 'madreperola,
tartaruga, marlim, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas propriM para luto ;
assim cerno, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para pnaos, o quo se pode desojar de
menor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLCAS de velludo, seda, pallia e chagrn, o que
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodao, tanto branco como
prieto, de variados desenlies
CASSOLETAS pelas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINHaS para costara, muito ricas e de di-
versos form tjs, com msica e sem
ella.
COQUES a Imltacao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimeuto
capaz de satisfazer os caprichos de
qual'pu r senbura por mais exigente
qne seja.
POHT-BOUQUET de madreperola, marfim e osso,
este um objeeto indispensavel s se-
nborae do ba tom, atim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarei.i as luvas, ou mancha-
ran as deliradas mos.
PEN'TES do tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabidj do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, saciedad* hygieuica, Cou-
dray, Gosnes e llimel, que incum-
bido" da esculla dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-sc na
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dus perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos Icitorcs e se pede a benevo-
lencia d i respeitavel publico em di-
rigir-se ra do (,'abug n. i A, pa-
ra convencer-so aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquini e gurgurao
se la
YESTIME.NTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baxatisimo preeo.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao. alcaHce
de.qualquer bul. anda que nao es-
teja bem reelecta de dinheiro.
FITAS. j bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, Unho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, mitacao destes, pre-
tos e Oe cures, o que se pode dtsejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cainbraia para senhora,
lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
bera tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala,
lei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e do algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa, a Predilecta apresenta es-
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, osso,
velludo e chagrn, por precos mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabue n. ^ A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete ctiegado da Eu-
ropa, um bello sorti meato de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nbas e punhos tambem bordados e de phantaiia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadmhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
por barato preco.
Obras de uro e
prata de todas as
Dualidades..
ISAZAff DA RA DHlfirTA
IfpfOJEI ji JU
MARCILIO DAS N. 91
Reste estabeleciment encontrar o respeitavel publico o mais completo
d mludezas, chapeos, calcado francez e artigos de luio ; e rqpebendo quasi t
artigos de propria encommenda de Europ, acha-so as coiidiroes de retalbar
do que qualquer outro, e quem duVidar veja :
V
LOJA DE JO I AS
N. 2 ARa. do CabugN. 2 A
DB
uiiumms t 1 -11,11
Achaado-se completamente reformado este estahelecimciHo, e
tendo os seus prop'netarios Teito uma.imporl.mto acqnisio de
joias aa mais modmae -viudas ao mercado, e de qualidades superio-
rei cnvidam ao respeitavel i publico a fazer urna visita ao seu es-
tabeierime*to, afitn uc apreciar eeomprar urna joia de gosto por
precio razoavel.
GRANDE LIQUIDAGO NOBARATEIRO
o
1)0
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatrifcn. 72
DE
LourencoPereira NeodesGuimares
ir haralissini
Basquinas e casaquinhos de seda ricamente en-
feitados e cm muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 7C0J.
Pechinchs.
Chapclinas e chapeos de palha, veMndo e seda
para senioras e meninas, por preces baratsimos
de U, 3tek*.
Ainda pechincha.
Baloes em perfeito estado para senhoras e me-
fiiinas a i|000.
Para acabar.
de
Riquissimos cintos com lacos e sem elle e
gestos muito chiques a 410 e B'Ors.
Entremeios e babadinhos a OO e 500 rs. a peca.
Saias de la para senhora, t.
Estas pechinchas s se encontram na loja do'
Passo, ra l.'de Mar n. 7 A, antiga do Crespo.
~ Vende se a taveina da ra Direila n. 72 :
r na mesma._______________________
as duas casas terreas ns. 1 e 15,
ida povoacao de Apipucos os pre-
- a ra SetflJjJMBhro nu-
CASEM1RA TRETA A 25500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira prtapatacal-
cas de homem a 2500, WbOO, 5->e 6?000.
'PANNO PRTO FINO A 29500.
Vende-se panno encestado ptoprio para
calcas e palitts a 2^500, 3S 4$ e 5000 o'
eovado.
ALPACA PRETA A 500 Mi
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640'rs.
o eovado.
CORTES DE BRIM A 1#500.
Venderse cortes de briift para calcas do
homem a ^oOO e 200O.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se cintas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o eovado.'
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. !
Vende-se cuita finas para cobertas a 280
rs. o eovado: I
MUSSELINA DECORES A 400 RS.
Vende-se inusselina linas, de cores para
vestidos a 400 rs.o eovado.
FUSTO BRAlCO A 320 RS.
Yende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o eovado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-secassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o colado.
CAMB1U1A BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baplista para -vesiidus
de setrhora a 400 rs. s> eovado.
COI.XAS DE FUSTAOA 2;500.
Vende-se cokas de fustao, lo cores,
25>500 cada nmn.
C^ERTORES DE PELLOS A 1^200.
Vende-se cobertores de pellos e papados
a 13200 19400.
SAIAS BRANCAS A 2J?00.
Vende-se saias broncas e de cores a 29000
e 29500.
TOAI.HA8 A 800 RS.
Vende-se tualhas felpudas propqias para
rosto a- 1W rs. cada urna;
BOLSAS PARA VIAKENS A 3^000.
Vende-se bolsas para vingens a 3?, 33500
e 49000.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DL'ZIA.
Vende-se lengos brancos a 23000 a do-
zia.
GROSDENAPLES PRETO A 13800
Yende-se grosdenaples pr*to para vestidos,
a 19800, 23, 29300, 33, 49000 e 53000 o
eovado.
MADAPOLO FINO A 43000.
Yende-se pec,as de madapolao, a 43000.
43500, 53, 63, 73000 e 83000.
ALGODAO A 49000.
Yende-se pec.as de algodao bom a 49.
43500, 53, e 63000.
ALGODAO ENTESTADO A 900 RS. '
Yende-se algodao entestado a 900 rs. r
metro.
'
. -
____
56 aRua do Mrquez d Olinda 56 a
(iilrora na da Cadeia)
LOJA E 31ACHIi^AS
Sendo este mitigo estabclecimcnto teatu conbecido coino principal c recommen-
dedo pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melbores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas {tara algo-
dao, desde 10 CO sei*ras,'c havendo em todos os tamaitos diversidades de syste-
mas e mellioraraentos para perfeito c rpido doscaroeametito ; tornam-sc dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quies,-alm disto, enconlrarao
tambem mais :
Apurados vapores locomoveis,. dg forra
de 2'/ e 3'/i cavallos com toitjs pertmeas
precisos pira trabalharem machinas para
algodao, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
. Arados ameucanos para vereda e lade-
ra.
Carros demo para atterros.
Tinas da Biadeiras.
Balds-de-dita.
Ditos do ferro estanhado.
. Ditos com vlvula-para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos parajarJins.
Guards-oomidae.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos do raadeiras.
Treus para cozinha.
Emfim muitos outros affigos, que s^
examinados
Tumos de banleij.is finas.
CdJTentes para arrastar madeira.
r.vMhilros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
mo e caf.
Debulhadores para milho.
Azaite de spermaeete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de'Japy.
Ditas omericanas..
4Bofres doigji'o patente.
Cantos do ierro esmaltados.
Ditos de ditc estanhado.
Ditos^e chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
ista e neste estabelecimento podero Js
Samufi Power Johiis-
ton &0.
ua do Apoll u. 33 e 40
FazAX sciecte aos su? fc^griew.- que leen.
madado< o-sea depuiiJ da rarbiius a va-
por, rcoeodas e laxaa J;. iuu.Ij -T.-Jia-Ja
fabrica de,'L*wMimr para rua do Apollo n.
38 e 40, oirtti eootmoELQ) a ter o tatsuio sor-
timento do cogame.
- Pazem sciome fcaibem qre teem foito ntn
arranjo cora a fosdicao garal, palo que po-
dem offerecer se para aiseciar qaalquer
machiBi-mo e oj9?uy garant lo.
i '*.
Ricos transparentes para ianellas, a
10*000.
Diademas dourados de.13300, a^350O.
Ditos de tartaruga, a 'J9.
Ditos de bfalo, a 100 Hi o 1*00.
Grivatas de sola para senhora, a 13300.
Parures de sedo uito tinca com 2 lacos, j
de 31 a 53.
Pffelas de madreperola, a 13.
Vestuarios para baptisados, ricamente en-
t'estados, a 259
Cachos de flores muito finas, conten-lo 6
ramos, por 33.
Caixinhas com perfumaras, muito pro-
prias para mimos, de 49500 a 63.
Ricos vasos de p irccllana com fitia ba-
nha, de 19 a 23.
Boioes com dita dita^ a 500 rs.
Latas grandes com dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pescoceo, com cora-
ces de madreperola, a 500 rs.
Linha de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duzia, excellente para machina. _,
Dita de dito de cores, de 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita, a 280 rs.
Entremeios e babadinhos bordados, de
400 rs. a 23500 a peja.
Gales de seda de 19200 a 23000 a
peca.
Ditos de algodao de 100 a 200 rs. a
pefa.
Trancas brancas de caracol a 40 rs. a
peija.
Caixinhas com 4 papis de agulhas fran-
cezas por 240 rs.
Rkas cestinhas para o bra^o, muito bem
enfeitadas, de 23 a 33-
Ricas golinhas com manguitos, para se-
nhoras, a 43.
Camizinhas para senhoras, rizamente en-
feitadas, a 43500.
Casaquinhos de la para ditas, muito bo-
nitinhos, a 73500.
Collarinhos bordados para ditas do 500 rs.
a 13.
Espartilhos muito finos, a 43 e 5^.
(iravatas para homem, pretas o de cores,
a 240, 400, 500 rs. e 23500.
L para bordar, a 53500 a libra com-
pleta.
Finissimos leques de marfim, a 8-*\
Ditos dito de dito, a 53-
Leques de sndalo, a 5^.
Dit s de madeira imitando, a 2?.
Ditos de papel, a 13800.
com
*33*
,*
dti-
Escovas finas para denles, a 400 rs.
Ditas mais inferiores, a 200 rs. i|j
Caixas de metal-muito lindas coi.f6*o>
arroi,^
Abafcdures ftuoocom la^os, a I
Ditos ditos, a 23500.
Diia ditot sera lac^us, a 13400.
Ric* espalii is de dMaraos Urna
moldura dourada, modelo oval,
123.
Ditos.tlito oom moldara enve
39900.
Ditos dito com columnas de ja
23500 a 33.
Bengalas, a 13.
Collarinhos de papel a 400 rs
zia.
Cbapcesinhos de palba para
69000.
Ditos de dita para meninas, a
Ditos de dita para crianzas, a f
Ricos chapeos de palha escura para se-
nhora, a 169000.
Ditos ditos de Italia para ditas, a 119.
Gorros de veludo para meninos, a
49000.
Chapeos de palha inglesa para homens.
a 33.
Ditos de fehro fines para ditos, de 33 a
43500.
Ditos de sol de merino, muito lindos, com
cabo de metal, a 63.
Ditos de seda com cabos e pegadores l
marfim, a 16?
Meias chapeluias para senhora $ 03.
Duzia do camisas de cretone de cores li-
xas, para homens, a 333.
Botinas fraucezaa para senhoras, a 19500.
Ditas ditas finas enfeitadas, da cano alto,
a 03 c 73.
Sapatos Charlut com salto e sem saho
para homens e senhoras, de 3? a 33800.
Sapatos do Porto, de tranca, a 19900.
Sapatos de tapete, a 19400.
Focos para meninos, de 23 a 2-""500.
Alfinctes c brincos de pedra cravados, .1
13"i00.
Ditos ditos de pcrola c filagran, a
2300O.
Passepartouts para n-hatos, a 500 rs.,
Agulhas de crochet com cabos de mP
fim, a800rs. a caifa.
Granadino com listras de seda, fasead
para vestidos, a 700 o eovado.
Correntes de plaqut para relogios, de *
a 33000. .1
da modi-
E muitos outros artigos queso a vista do comprador poder cerlilicar-se
cidade dos precos, por quanto vende O BAZAR DA Rl A DIRtITA S. 51.
9 U II U IF IIJf f V II il l I
Pele cbter e:ii ponco Umpo com o oso do melhor dos licoresa Sfr^maca
Faz"oito annos qie conhecido este precioso tnico, c difficil achar gui pe".
]oe, tendo experimentado pes?o3laiente, oao falle em seo favor, j como bou estoma-i
e apeti&ador, "loiii3iido un calis della antes de- jDtar, oo coto faciitador da r
S'imaodo-se dpors.
A BASE
da HESPERIDJNA a LARAKJ.4 AMARGA, Ola ba um id tai iUi te do I ftASJL (t--.
ial daa laranpa) que lSi conbeca as propriedadea mediciMea nradi ti
ora bem, a
em sen estado natoral tem nm gosfo pouro agradavel, e o mrito da Hespeii lias r-
=ista em reter soas boas propri-dades, e ao mesnso lempo apre^enta-U como
EXaUISITO LIGOE
A HESPERIDINA orno INDUSTRIA NACIONAL nao Urn Dadl qne m^B
melbores importacoes europeas de c-itbeg-jria asSMflnoM. Est3s, qoiodo Bni podaa
ser gostosas, porm a Hesperidioa a combinadlo perfeita do
AGRADAVEL E SADDAVEL
Para prova de que um arfcgo no qnal pde-Se ler ioteira enneaoci por larp-.rt,
e innoceote, basta dizer-se que loi pinamente approvsda e ettoriaadi pab
U DE HYG1EIE
do Rio de Janeiro, permitlindo sua iivre elaboraco no imperio; outra
1IOA PROVA
a acceitafao geral que tem em i' das as parte? onde apteseotada. Las 18 '-i tfit-
lotao e a primeira fbrca em Boenos-Arres; en 1869 a segt:: h r, ?> .vvld'r i
o dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR iuaugorou-ee a fab:. i*ioaiai".i*
trabalba- Da corle. Em Va'psraio e em toda a c< sla do Pac'fico tem tsa i
tanto que rara a casa qne considera completo seu aparador sem aun arrafa de

O homem velho toma Hesperidioa para cbter
VIGOR
0 hemem doente toma Hesper-Hliua para obtor
'SALDE
w
O homem dbil toma Hesperidioa para obter
T-
JiM
O proprietarios da funJicao geral fa.-era
pcientss aos seobotes de eogenho e aiai^s
pe.aaar qiw tw* eatableeIJo wna tondi-
VWr ferro e biouvt a rua do Bruai, Jun-
to a e.tai-ao dos boadi, onte sproetnrao
qnalguar obra de eacomaiecda com perfoi-
qo e promptidao.
(l. mfl.fflos regam as pMsoas qn^ quei-
ratc Diilsar i de eos servigos de dsixa-
rem as eoebamiendss era ca3a dos Srs. Sa-
OHiet P>wor Jobaalon & C. a rua do Apol-
lo d. 38 e 40, on>8 schnrlo p.e;oa habili-
fia-
tadiaom-quem-posaiB eateodar 89.
Apparf io. para fabricar asnucar, do svitema,
WE8TON CENTREiOdAU
nicos ageotes em Peraartibaro a fuodisao gejal.
Para tratar em sea escriptorio a roa do Apoll n. 38 s iO.

_. ORC1
Nos bailes as donzebas e os mocos tomam a Hesprida* pars oblar boa car
animatao durante os loncos gvros da
BARROS JNIOR & C, rua do Vigario Tenorio n. 7, l* aoda: roc*berm
grande especifico, e verjm-Do nos depsitos gogniotea :
Joaquiui Ltrreira Lobo, rua da-Imperatriz.
Zferioo Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jo; GoDCalves da Fonle, ro da Cadeia a. 1.
Antonio Gomes Pires A C, roa d3 Cadeia.
Antonio Gomes Pires dr C, caes 22 de Novembro.
Gomes & lrm5o hotel d.> Passagem.
Vende-se
pos de parreiras de d versas qutMaSsa, j em
cestos proprios para mudar-se, por precio comn-
do, no sitio junto a entrada do eneanaaiento, era
Farnameirim, e muito boa gomma de araruta em
porcao e a retalho : na rua Duque -de Caxias, an-
tiga das Crures, n. 34.
'Cassas avariadas a 240
o eovado.
O Pavio rende fbmsima* camas frasca
cores com os mais delicados padrSs, por
um pequeo toque de varia da agaa dea,
barato prero do dsia Timaos o ovada. E m
cha : na loja do Pavao, ras da
0.
Rival sen segundo.
Cbeg .ram agulh
Crower Baker.
binas, do fabricante
WOOO.
Vende-se urna aegra asriu .
gommadeira, lavadeira e ba qauaadeira para
geaho, ou fora da Ierra, o motive se dir ae t
prador : na na da Imperatriz n. 6, gualo i


m
Diario de Ben&mbuo Sabfoado 3->Jd'iMaiL dd l#3>8l

*
Soares
IrmAtrs, podem as Exmas familias desta criado, para viran sortir-se
sortirrtefito de muidezas c perfumaras, por r rogos baratissimos, a
C&ixa de ponnas Perpy; a 800 rs.
Idra dem, a 400 rs.
Caixa de envelopes trajados do preto,
500 rs.
Loques para, senhoras, a 29000 e 49000
dem dem deosso, a 69000 e 89000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
10900.
vrospara notes, a 320.
Redes enfoitadas, a 19300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem,a89000.
dem idem lisos, a 69000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19300
dem kananga do Japo, a 14(200.
dem divina, a 19000 e 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antique muito b ^m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
o frasco.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
dem dem de pos chinez, muito bom a
500 rs. e 19000.
Maco de sabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 29500
e 39600.
dem de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 29200.
dem de" sabonetes com flores, a 19500.
Lindas e elegantes caixnhas com perfu-
mes do autor K. Cudray e Gell Frrcs, pro-
prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 19
Chapeos para senhoras e meninas.
a branca multo h com 40
nofHos, a S rs.
dem idem de marca, a ffa rs.
Mac^JS'fiU chineza, a 000 rs.
Duzjaae pegas de cordao imperial, a'
280 rs. i
dem em carritel delinba branca, a 320
ra, ,.
dem.dem carritel 200 jardas, a 19000.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito
boa, a 19000.
Abotoaduras para colloto (sao baratas), a
200 rs.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,.
a 400 rs.
dem idm lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
Ide.n. idem de sarja idem idem.
Talheres cabe de viado (imitaclo) a 39000
duzia.
Duzia de baralbos franoezes canto doura-
do, a 39600.
dem idem beira lisa, a 29500.
(irinaldas para casamento, a 29 e 59000.'
iarrafa de tinta roxa extra-fina, a 19000.'
Caixa de botos de oo para caiga, a
200 rs.
Coques modernos, a 39500.
Mago de trsnga lisa de cores, 240 rs.
Espelhos-toucadores, a 29000.
Resma de papel pautado o liso, a 29600,
29S00, 39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade, a 600 rs.
dem idem idem boira dourada, a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica eom pequeo toque, a
500 rs. e 19000. i
BOLLAS DE BORRACHA
Grande- sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo preco, e mu-
tos objeetos que se tornara longo mencionar.
28 Roa i! Baria ila Viciara 8
FNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRDM N. $2
(Passando o chafariz)
PCDEM AOS enhetres de engenho e outros agricaltores, e em prega dore .de m
chmismo o favor de cma visita a sau estabelecimento, para verem o iiovo eortimento
tom.'leti |M ahitera; seado todo soperior em qoalidade e orlidSo; o que com a ios
pesso pessia I pdese verificar.
ESPECIAL ATTENGO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQO
VTnn'cU A vnrac rf9a erna a'os ma's Dao'ernoJ ^ternas eem ta
V purtJ 1 fS rOUHS U il.gU.cl maabos convenientes para as diversas
circjtnstancias dos seobores proprielarios e p Moendas de caana XT 08UmaDh0S' asraeIbores qoe ,qDi
Bodas dentadas para "*"** *M evapor-
Taixas le ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fandos de alambiques.
Eachiismos v*****.^0'
bombas
Todas as machinas
Faz qualquer concert *"** >w -
Formas de ferro *"'*" b.t.******* *o mer-
Enftrininiotifofl iQcumbe-se de mandar vir qualquer macb nsmo von-
1L-llililtii^S. ta(je dos clientes, letnbr?ndo-lbesa vaotagem de fazerem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qnalquer nectssldade pode
-bes prestar auxilio.
Arados americanos e iailrQmeDl0B >rcoli8'
RA DO BRM N. 52
PASSANPO O CHAFARIZ
^_______ '........... < "' """"' a
No aromen de Joaqufm Lopes Miado ? C
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
e para ferrar madeira.
de patente, garantidas
Podendo todos
ser mo'icios ? mo
por agaa, vpor,
ou animaes.
e pecas de que se costuoaa precisar.

Esmeralda
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortimento de'joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tcm vinJo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas linas, aderecos e meios adereces com pedras fi
as, etc., etc.
Rclogios de ouro, de difTerentcs gostos e qualidades, para liomens e senhoras, desde o
peco de 409000 at 3009000, sendo estes ltimos de machnsmo mais aperfei<;oado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 165000 e 405000. RA DO CABUGA N.
MORENA DUA11TE& C.
HOWE
SOARESIEIIE, IRISAOS
UNIGQS AGENTES
A'
Ra do Barto k Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Taris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe JSnior, a medalha do ouro e a condecora-
r da Legio de Honra, por.serem es machinas mais per.
feitas do inundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ou^b na exposigo de Londres acreditam
estas machinas.
GRANDES NOYIDAES
Emazcadasdc aUkto
NA
LOJA E ARMAZEM DO PAVAO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMASSES
Os propnetarios deste importante estabelecimento, pariic.pam ao r< spi-itavejfci!'li< o
desta cidade e aosseus numerosos freguezes que acabam de recetor polos ultima* vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais liadas o mais modernas (airadas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das melhores fazendas de lei, que se vendem por procos muito em conla, s
com o fim de apurar dinheiro.
As pessoasque negociam em pequea escala, neste estabelecimento pod. rao fazor
os seus sorti.nentos, porque se Ihes tender pelospre<;os qms compram as casascstran-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, deixando prahor, ou mandam-se levar em
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
"Este estalieleciment est constantemente aberlo das 6 horas da manh s 9 da nc>uk>.
Bl KNOIS A iorooo.
.A 15J500, 7200, 800 e 610 rs.
O Pavo rocebeu um brilhante sortimento
O ravo.recebeu pelo Hltimo NBtf Ai
Europa, humos dos mais liixl<
que at hojeso conhoridos. c em rcla< 4o
das mais lindas granadinos preta com deh- sua excessiva barnteza, mmm^m M
cadas listrasdeerrseprctas, que vende pelo F.xmas. Sras. p; ra v.'rem o qm ha *
barato preco de 1^500 o c vado. Ditas to-' novidade neste artigo,
das de cores com listras miudinhas em urna )\\\ VMA.VTES PARA .E>' s enr a 19200 e 19000 o covado. Ditas o >;lva Vend- lupiril !Ii Al :d-
pretas com listras de seda roxas a 800 rs. Ih- godjo, ten lo 10 palmos Aftvfon. (,
tas pretas com listras brancas, azues e ver- precisa .le 1 I i vara para um le....*
des a 640 rs. o c vado. Assim como boni- j.^joo o metro ou 17800 a vara.
tas barejes de seda para vestidos comas Bho de liad fino superior c cuito i-n-
mais lindas cores a l?000. E'pechiucha, arpado, com a mcsina Iargur.1 a iritO ^
na loja do Pavo. Vara
POUl'ELINAS A 19G00 E 29000 CV'ADO. i>uos frauc aaa muito
t) l'avo reeebeu um elegante sortimento
2-Tli-
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu iesta cidade ra lo Barao geral, para eni rernamhuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeiQo de scu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidadedelinhaquequalquer outra,
e pela introduc^ao dos mais aperfeicoados apparclhos, estamos actualmente habilitados 8
olferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
^4s vardagens destas machinas' sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellarsSo duradouras, para rsto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terem appare'cido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarramjo.
Terceira.-r-Ha Aellas menor frieco entre as dirersas pecas, e menos rpido estrago
do quS ns utras.
Quarra.-^-Formam o ponto como se fra fevto mo.
Quinta.Pcrmitte que se examnelo trabalho' de-ambos os fios, o'quee noconsegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando 0 fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.Qcompressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de muda
de agulha ao cOQOMjftr nova costura.
Oitava.Mnitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, gao hoje quasi desconhcidas, outras soffreram
mudaneas radicaes parapoderem suhstiur : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas,
Vapores locoraoveis de forga de 2 a 4 mallos.
Correias para machinas.
Potias 'ie diversos tamanhos.
VftpaUs para cobertos de carros.
Solas de austro para guarda lama.
\iiUas de lao para carro.
Chicotes para carro.
fialoes largo e ettreito para carro.
pregos com cabeca de marfini, idem.
irados para lavrar a trra.
r.arrinhos de mo.
Camas de ferro.
CoiVes de ferro. -
Cestos darame, ,para.fi
Foges de ierro.
BaMes de terco galvauisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanbado. i
Machinas; para descarogar algodo.
-Machinas de cortar fumo.
Cimento,
Salitre.
Balarlas, pesos e medidas.
M GASA DE SHAW HAWKES REA DO BOM JESS N; 4.
Seda' pura a TJ500 o covado.
Seda de cores de mudo lindos e derentes padroes, gostos molers, pelo baraii-
no pnevo de 19500 o covado, vende na ra 1." de marco (antiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas de Vntonio Correa de Vasconcellos.
%
scravos.
VENDE-SE
^.
Vndese dous, send) ummu afade 40 anuos'urna casa de t&ipa con
de idade, apto para qualqaer servii;.o e muito fiel,! 60 palmos de frente e *'
urna- escrava de 23 anuos, de idade. Lava, eogom- i te, urna para o becco
ma, ooiiuha t boa quicaaiieira : aa ra da a ra Nova : a tratar na
Uo5|iicio n. 8!. I n. 14, fabrica de cigarros.

erreuo propno com
do, tem i fren-
iiro e outra para
larga do Reaaro
augmentado oseu fabrico, o hoje ne ^^nde a procura, posto que
por dia.
Cada machina acompanha livretosapn instruct;8esem pertuguez.
tem
faca
constantemente
600 machinas
A 90a>0(K) A
SOARES LETE, IRMOS
-A'
Ra do Barao da Victoria n. 2 8.
Lindos \1*sti Superiores cortes, de cassa de c#f, de'orgarla*y e de.percala com .barra e dedaus
saias, acompanhados idoe competentes figurinos a 55> cada corte. Vendem na ra Pri-
nieiro de Marco (aatga do Crespo) n. 13, lqj^das columnas de Antonio Correa de Vas-
celkts.
------
i 1 'A
Pela primeira ve* a|ii ao*
amante do cale. ^
Caf de Java.
B' o eaf raeido melhcr que s. pde daejar ; e
b se venosa na confeitaria do Campos, ra do Im-
perador n. 24.
A respeito de acepipes nao pwcisames mais
annunciar, poiB esl no domluio deUtdos qamk
coofeitria do Campos um veidadiro entro do
que bom e grato ao paladar. _____^
Panno de algodo da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Team para vender no escriptorio Joaquim Jos
Goncalves Beltrao & Filho, ra do coma ercio
n. 5.
Curso. pratico de pedagoga
- 'POR
Mr.Dffligaiflt. ,!
Uaiiuado aos aiuaino*TOie|res da escolas.nor-
niues primarias, tradujido em portuguez, l voL
em 8.', preco JOO-J : na lirraria Universa!, n
do fniperadc b *4.

-
JeaquHH f Imies'dos '8aWa6 m- pva tender
Vinho puro de uva branca, com especia^.palada*,
o unice vlndo amta mercado, erabarr da^.e
10, armazenado no trapiche do Maclido. eji re
talho a 00 rs. a garrafa
vativo, largo do Terco n
no armazem
13.
conser-
VENDE-SE
lavadeira
ATTESCAO
\'ende-se dous sobrados sitos em Afogados, no
8ateo da Paz n. 86 e*88,.o8 qnaes (iffcrocem gran-
es vantagensao ortorakjr, nao- s, pela sitaaco
i______ em |ue este, como pelos oommodos para grande"4
- Vende se a casa da ra da Conceicao u- 23: familia i traiaf na ra de Domingos Jos Mar-
trata- se na mesma ra n, 31. tins n. 90.
ama prea boa cozinheira o
na ra. do ,Cai "n. 40.
das mais lindas poupeluias de seda com os
mais lindos desenhos e mais bonitas cores,
que vende a 15t00 e 2-JoO.
SliAS 1)L CORLS A 2500 US.
O Pavo reeebeu um bonito sortimento
das mais lindas selinhas de urna s cor com
delicados desenho; miudinhos, que vende a
29500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazenda a 2"0. E' pechiucha, na
na loja do l'avao.
CAMBRAIS AWBTAS A 09 E 109000
0 Favlo raoabeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vesliilo, que vende pelo barato
pre;o de 99 e 109000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid i. E' pee-hincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. GO.
LAZINHAS BOHAASA 400 RS.
O COVADO.
O Pavo reeebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinlias transparentes com
llorinlias, bordadas, tendo do todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo pi:eco de iOO rs. o co-
vado. E' pechincha, na luja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Tavao vende um bonito sortMnento de
lzinhas listradas sendo das mais modernas
que tem viudo ao mercado, pelo bar8tissimo
preco de 560 e G00 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS 1AVRA DAS A 640 RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo pre<;o de 640 rs. o covado. E'
pechiucha, na loja do Pavo.
CASSAS 1-RAiNCEZAS A 600 E 640 RS. 0
METRO.
O Pavo reeebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fran ezas, de cor,
com os mais bonitos desenh s miJos e
grados, tendo padroes escuros e outros que
servem para luto, c vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
- SEDA A 640 rs. e 19200.
O Pavo reeebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos presos de 640 rs e 19200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser do seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas ls'so modernissimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
Chitas a AO, SO,3Oe3 rs
O Pavo reeebeu um grande sortimento de
chitas de cores fkas, que ven le pelos bara-
tos proa; s.de24t> e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com noros
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muit > finas padroes claros em teci-
los de percales, com barra de cor ao lado e
remella a 360 e 400rs.
Ditas pretas com tecido de cretone, fazen-
da muito superior a 3i0 e-400 rs. o co-
vado.
Ditasde coses, miudinhas, proprias para
roupa de crianzas a 360 rs. o covado. E'
pechiucha,. na loja do Pavo.
Baipsia a SOO rs. o covado
0 Pavo reeebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padroes miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de enanca, pelo bara-
tissimo proco de 500 rs. o covado, aflian^an-
do sor grande pechincha !
Cortes de cainliraia. ultima aa-
vidade. a JcOOO.
O'Pavo reeebeu pelo ultimo vspor de
Europa, cortes de cambrai* branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sulciente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos%o os mais modernos'que tem
Ivindo ao mercado, e ,pela sua excessiva ba-
rateza tornain-se reoommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com babadas de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 9#000. E' .grande pe-
chincha, no Bazar, doPa*o ra da Impe-
ratriz n. 60.
COIffES'Df: CAMBRA!A BORDADOS.
O'tMtfto rocebeu os mais ricos cortes de
cambtai'brane ordados para -vostidoy que
vefide,pelo barato preco de-20*BW0O0.
CORTES'DE CIMBRA1A BRANCA.
O Pavo reeebeu um lindo*corte1 de oam-
braia branca -com listras assetinadass qoe
vende pelo batato prende 6f60.
Ditos ora'listras de cores, Iflbdo maa
49 e 59000. E" pechincha;
ESPARTILHOS.
0 Pavo reeebeu um grande" sortimento
de espartilhos tanto para senhora como paja
menina, que vende pelo barato preso
39000.
Ditos | HHt> e H*000- Si0 dos
mais moa Pv16 lem" v'n^ ao me^
codo.
I .-
lilla..S M
35000.
Pocas ale 1I,hiIm-u'> e pannn de linlm
do c nT20 o :>0 varas para >to
c qoaltdades.
Ditas de bretanlia jardas, pelos presos mais baiat- s j,; h ;( n
visto.
Pechinchas do linissiiuo esguia-j ou silera
com 6 jardas a 79000.
Pe<;as le liuissima silezia com '>{) j... ..-
a 359000.
Atoalhado adamascailo cem 8 palm- s 'e
largura a 29000 a vaia.
Cairas de casriuira.
O Pavao tem um grnale s>rtuiei,t i
cairas ale casemira, assim con.o cs n
mais molernos que t.m nado nos rIm s
figurinos c em fazenda, alus iimj- i.
mais novos que tem viiialo ao mcraa !,>, e
vonde-sc por barato pvefe | ara aaOVOT :;-
nheiro, assim como calcas de brim iuanco e
de cores, por preros muito nOMfOB.
LENCOS A BAINIIA DOS A 190 K 29000.
O Pavo vende duziis de \<;.. hMM
abainhados, sendo faza-nila muito boa, m.-Ij
barato pre;o de 29000 a duzia.
Ditos tambera abainhados, com beira !-
cor a 19800.
Dit s grandes, la/.enda muito lot, i l
todos blancos a Ift,
Dito'le cambraia branca, sendo i m
a3$600
MEIAS < RL'AS A 'a? E 59000 A 1 i
O Pavo vende ;r
gle?as p Assim romo ditas niitf ;'.:
corpadosa 69000, l'MHi.H^QjkA
um grande sortimento ale luaiafi
franeezas, para senhoras, que se \em'. '
pre;o muito ea>inmoalo.
MADA10LAO FKANCLZ a OfOOi I. TW
O Pavo vende pca;as de inaalapnl
cez, que senipre se vendeu por muit' mais
dinheiro c liquida-se pelo baiatissimo i
69000 e 79000, por ter feito urna
compra. 1. pechincha.
Al^aMlAacinha a 4--<>.
O Pavo vende petas alo algoJ
muito boa fazenda, pelo barato p;
49 c 59000.
Dito larga) muito encorpa i". |>i
toalhas c lena.-s a 69000 a 7-9000.
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende cortes de cara!
prente propria para vestidos a 2~V a
39000.
Pe;as de dita muito fina, com 10 jar '.j.
Upada como transparente a 49, 5C e C900U9
at a mais tina que vem ao raercaalo.
PANNOS DE CROCHET PARA CADLID. LS.
0 Pavo tem um grande sortiment
pannos de crochet proprios fiara Gafeira '""
balando, para ditas de guariucao e p. i
f, que se veodem muito em conta.
COLXAS.DE CROCHET A W I 890'
O Pavo vende colxas de crochet p;* i .>
para cama de casal, pelo MWa |
de 69 e 89000.
Ditas de fusto acohoadas, sendo al. '
res e brancas, pelo barato \)-v E grande sortimento de ditas de damasco.
cretone e de chita, que vende por y\ -,*
jnuito raaoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM DIA> >
a 4*090.
0 Pavo vende bonitos cortes da. pe
com duas safas, sendo fazenda de mu i k*-
to a 49000. E' pechincha na loja lo I .--
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 59000.
Na loja do Pavo ra da lmp rabil n. 60.
Pereira da Silva .V Guimares receberam
pelo ultimo vapor sortimento de botinas pretas e com d' -icados
enfeites de cor, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no mercado, assim como a boa qoalidade,
por torera sido remettidas por um dos n<
(boros fabricantes de Pars, e vende-ac pair.
barato pre;o de 69, na loja do Pavo.
SAI AS BORDADAS A 59. 6* 89O00.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada una, pelos baraiaiaoa
presos de 59, 6fe P000.
Ditas de um panno s e com muita roas
guarnecida de pregas, pelos baratos preco.
do 99000 e 29900.
Ditas com gvaniifo de pegas e borda-
dos a 89W0.
Algodao entestado a a
?ara.
O Paveo vende algodo americano aJW-
tavlo e muito enoorpado, proprio para loa-
Ib e lembs, pelo barato preco de lootO a
vara.
Ditvfrencei'sende Iraooadb e aon
corpado, pelo barassioe oraje de-lt*
metf^^
tras
o vende corte
fazenda nanita
preir^lndeu por maiaj
dam^se a 79000 o cAr
a 69000.
!am-sea
Ditos
rtaadeagl
anitoqgj
maitdMl


8
Diario de Pernambuco Sabbado 3 de Maio de 1873.

s
JMISPRODETO.
p a. ac f. r.
(Conclusao.
IV
Ao I0.*e ultimo'quesito respondo.Que
os ftlhos havidos pulo dito Ignacio, ao tem-
po, em quo elle jalera vuto, nao podiam
ser por elle reco'ihaai los, qoer por escrip-
tura public
mos^lei i
cono ll'lhj
para co
ranea paH
to, ou seTjualquer daquelle"-instrumentos!conheciraento doilho havido para eoncor-
tuparados ou equivalientes mesma es-'Ver com os legitimo* preexistentes i succes-
r testamento, nos ter-
B n'.o-o de 1817, vTsto
egitimo; preexistentes;
mcorxer respetiva, In-
fundada o.sta niiiiha opi-
Oonsi
nio
.^P>rque deprehendo-se claramente
da cit. le de 2 .le Setembro de 1817, que
s ot+lhos do viuvo por ella reconhecidos
poderao hcrdar, quando nio ecistireni fi-
lhos legtimos, como insinuara o conselhei-
ro Dr f.oureiiio,last. de lirl. civil Iras.
3." edien, nota 11 (n fine) ao 8Ve n. 3,
10t ; e o l)r. Siloeira da Holt-i -Apm-
tamentos jurdico*, verb.fllh >t naturaes
de viitvos ; e o Coligo Philippiuo polo Sr.
Pr. Candido Mondes--pag. L,|5 nota 3,
o qual qualilicou de mais sil ida ella opi-
nio.
2.aComo milito bem diz o Dr. Teixei-
ra de frailasCons. d-is Iris rivis (2.a eli-
Cid) nota 1.a infi-i-'- ao 90 i [a) si o art.
2. di'jiella le (do 18V7] noga aos lilhos
naturaes nao rcconheci Jos, antes do casa-
mento ile sen pai, o direito de cmcorrer
heram;a com os filho; legitimo-, segne-so,
que nao Ihe approve.ita, para tal dgito, o
recdhhecimenlo posterior ao casamento, quer
na c estancia desto, quer depois do sua dis-
SOrUCjto pelo fallec ment i:a mulher,; (b)
si o reconhecimento posterior ao casamento
nao approveita, para tal eei'.o, nem aos li-
lhos naturaos preexistentes, por maioria de
razo nao p le approveitar aos lilhos tritu-
raos do tempo da viuvez c i legislaco nao
tem razo para proteger filhos naturaes, em
prejuizo los legtimos ; d) nao h parida lo
entre um reconhecimento de lilho; natu-
raes, nao baven lo Ribos legtimos (reconhe-
cimenti {acuita lo pelo art. 2. da cit. lei],
e o que se faz ha vendo j filbos legitmos;
e] si livre ao pai legitimar seus ilios na-
turaes do tempo da viuvez, casando com a
mli desses filbos, tambem possivel o ca-
samento com a mu dos lilhos naturaes ha-
vidos antes de um primeiro casamiento, de
pois da dissoluco doste o nao obstante te-
rem ficado lilhos legtimos.
V
E' corto que o Sr. 1H\ Perdigo Malheiro,
em sua obraCormnentario supracitada
lei, questao 19.a pag. 55, boro como o Sr.
COnselhereiro Antonio l'croira lleboui;as, em
-suas ObsorvacSesi 2.a edico da Consol.
dat leis cicispags. 127 e 128, opinam,
que o filho natural, havido na viuvez e rj-
conheculo por escriptura publica, ou testa-
mento, herda conjuctamente com 08 filhos
l-'{jitirnos prcelistentes do mesmo pai
O primeiro destes Jet. considera que, o art.
2.a d'i mesmi lei, quando exige a escriptu-
ra publica, antes 7) casamento do pai, como
iispe-nsavel para o reeonhecimento-do //-
Iho n itaral, e este poder ter parte na he-
ranca mlern-i concorrendo elle com filhos
legtimos do me^tmo pai, refere-se nica e
exclusivamente aos ditos filhos naturaes,
antes do mesmo matrimonio, pelo que nao
sepock amplir em caso aigum :
2." -Pela' isciisso lia vida no parla-
metilo, se evidencia tv sido o Jim especial
daquelle art.i*apenas evitar surpreza
as familias e favorecer a legitimida-
dee 'i casamento: 3,'seria impossivel,ab-
surdo, inmoral, denegarse a herunea
ais filhos mi traes do rhivo por elle reto-
nhecidos, so mente por exigirse o preenchi-
tnenta do mesmo reconhecim >nto n > estado
d oiuvez posterior, com evidente esesessoe
flagrante violacdo da propri i determina-
rlo do art 2." da lei; /." o art. 381 do Cod.
t Fr fonte da dita lei, nao deixa a
menor duvida, e autorisa esto interpreta-
cao. .
O segundo daquelles Icts. baseiou a sua
opiniioem que, se ( ftihos naturaes do viu-
vo, por elle reconliecidos, nao teem direito
d co-herdar com os legitimas preexistentes
pela especialidade da art. 2.", pelo menos
acham-se completa nente comprshendidot
na regrageral do art. 3." di les. de 2 de
setembrode si?, emquant diz:A pro-
va da filiaco os ohtros casos ; 2." si d
despullo daquelle reconhecimento feito pelo
pai, os filhos naturaeshavidos emsua rin-
vez nao o poderem co-herdar, concorrendo
, com os seus Ir indos legtimo.t, dar-se-hia o
absurdo, a iniquidade de iearem, de fac-
i, como 4 naturaes nao fostem de direito,:
sendo especiaos, postoque estrenes de todo
e qualquer vicio de espurieidade.
VI
Divirgo, pirn), dostas rospeitaveis opi-
nies pelas seguintes consideracoes :
1.aA cit. le sendo verdade obscura e
defeituosa, como tem sido geral mente reco-
nbecido, precisa de interpretara, bastando,
para prora disto um simples eveinplo :
0 art. 1. dessa lei, sendo asss explcito e
claro, acabando com a distinerdo firmada
pela Ord. L. 4. til. 92, entre filhos nalu
raes dos nobrese dos plebeos, veio o art. 2.
da mesma lei estabelecer que, para o re-
eonbecimento de qualquer filho natural,
indispensavel o reconhecimento do pai
feito por escriptura publica, antos do sou
casamento, para que possa ter parte na he-
ranQa paterna, concorrend > elle c >m filhos
legtimos do mesmo pai, quando em lugar
daquelle adjectvo determinativo de quanti-
dade, (que se divido em universal, e parti-
tivo, e aquello se subdivideem universal
collectivo, quando abrange todos individuos
em multidao, e distributivo, quando
considera todos, mas cada m de per si)
que trouxe de novo a duvida de concorre-
rem todos os filhos naturaes, no caso de
concurrencia com legtimos, basta'iater-se
dito -para que o ftiho naturalpossa en-
trar na heranca paterna, concorrendo com
os legtimos. Aquella palavraqualquer
sendo adjectivo distributivo universal
firma a supradita iaterpetraclo.
Por igual tem sido considerado muito di-
v'! -ament pelos tribunaes do nosso paiz a
apreciado do effeitv retractivo dessa lei, e
dos meios de prova para o respectivo reco-
nhecimento paterno dos filhos naturaes,
Uto 6, se na esphra da mesma lei acham-se
empreben li los o-i lilhos na uruos
antes deba, quer o casamento, ou
ment do pai teuha sido anterior, qi
torior promu%ajo della ; 2." se
para esse rccoimeeimentb djve ser
vamente a escriptura publica, propria.
dita, e sornentewaUmento errad i

criptura publica (Pereira o Sotiza Proc.
Ci.$01. 215, n. 6], cu reconhecidos
pela parte (Pegas, Cap. 1 n. 109 ; Guerrei-
ro, Tract. liv. 5'.'Cap. 3. u. 30), ou as
domis especies de testamento, e"o codicillo.
Assim se tem suggerido militas controversias
i respailo desta le, u,o s por bavor ,sido
pouro medtela em sua disrus-o o rodac-
Q seno tambem como por ser esta tana
das consequencias naturaes, que pullulam
sempre por occasiao de leis novas, que al-
hrain um estado anterior de relaces,
(como muijudicioaameiite disseo Sr. Dr. T.
de Fr.iitas, no seu projeclo do Cod. Civ.
liras., nota ao arU 1.* do respectivo titulo
preliminar) ; at Deus permiuir que possa-
nios ter o nosso Cod. Civ.!; essa to sus-
pirada e grandiosa aspiraco publica do
miis e meio sejulo, como fra a anciedade
dos Romanos no tempo Je Pmnpeu para sa-
borear os deliciosos figos Tusculo ; cm cuja
nidada Cicero Jopois do triumpho de Cesar
ci i utrou-so e escrevou as suas celebres
ti.-, ulanas !.....
Vil
Isto posto, obvio que, para duvida in-
terpreta ;ao dessa deficiente lei de 2 de se-
tembro d 1817, leve attendei- 'su'a expres-
so, ao seu fim, sua rzo histrica, causa
o motivos, ao proprio systema da nossa
legislante, isto <), na seu todo ou aoseu
cnitlielo. Sre lege non cst verba
i'irum temer, -el >um ucprotstatem.
S assim po ler-e-ha obter o completo cs-
tu lo do to los os idenientos {yramwxitical,
lgico, histrico 8sgstemalico) -da mesma
lei para livaro seu ver ladeiro sentido ; tan-
to nias quanto a applica;o do elemento
philologico nicamente yfforecer serias du-
vi las respeilo ila especie vertente.
E pois, adtnitad estes iucontroversos
principios jurdicos, evidente a improce-
lencia das supraditasopiniesdaquelles dois
distnn'toi Jets. Bras *. Com todo o acanha-
o; -uto ouso dize-lo, e passo demonstrar
Se o art. 2." daquella lei- eexdusivu-
msntereferi se aos filbos anteriores ao
casamento ; se ella nao quiz prevenir a con-
currencia dos filhos naturaes om os legti-
mos, to las as vezes, que nao houvesse es-
criptura, antes do mesmo casamento, quer
esto fosse possivel, quer nao; se o legislador
s teve em vista, que o lilho natural concor-
resse na horaiiea paterna com os legtimos,
nicamente na hypotliese do art. 2.", seguir-
so-hia lgicamente, quesem valor algum se-
riam as palavras adrede consagradas na sua
disposico -qualquer filho natural ,
quando bastara dizersiniplesmento :-para
que o filho natural possa ter parte na he-
ranra paterna concorrendo com os legti-
mos.
2.Como conciliar-so anda as palavras
comidas na mesma lei, no art. 2.,in-
dnpemacel, com as subsequentespara
que qualquer filho natural possa ter parte
na heranca paterna coivzorrendo com os le-
gtimos, quand i ti legislador de outro modo
mais claro e menos absoluto poderia expri-
m.r se para, na mesma disposico, compro-
htuder s e exclusivamente os filhos havidos
sao paterna, com flagrantee clamorosa offen
sa de seus direitos hereditarios, j adquiri-
dos, o contra os' mais sacrosantos principios
de justica e equidade.
X
5 E' menos exacto dizer-se que, da
discussao havida no parlamento, por ocoa-
sio do projecto deesa le art. 2o, apenas
se quiz evita? surprozasnas familias, o nao
conceder favores i lgitimflale, e ao casa-
mento, pirqun'to, embora esse motivo cor-
tamente ti vesse influido, todava 6 evidente
que assim mesmo infiuio por consideraco,
en em prol dos filhos legtimos, pola pos-
sibilidade da sua existencia ; tanto assim,
que o reconhecimento do lilho natura! nun-
ca deixa de proluzir seus olloqos, desde,
que aquelles filhos nao ex stam.
Por corto nao f.j este somente o elemento
lgico daquolla lei(meus sentintia, dos
romanos) ; o que^ muito altendivel no
seu estudo.
Outro, e bem diverso, foi o fita daquella
le, qual o do roborar a prova da liliaro na-
tural, restringin lo aquella, que maior tor-
ta tem,.para evitar as escandalosas scenas
havidas respeito ; promover e acorogoar
indirectamente os casamentos, desanimar os
concubinatos, punir as unios illicita, e
descarregar toda a severidade sobre o lilho
natural, por amor da moralidade pu-
blica.
Pifra attingr esse grandioso fim, a dita
lei a Imittio exclusivamente as duas provas
mais assignaladas, mais solemnes e mais r#
bustos ; dando-Ibes subido o Inmenso va^-
lor. e excluindo to la ontra qualquer prova
possivel.
XI
Aquello motivo de evitar as surprezas
e o engao mulher, effeetivamente infiuio
no pensamento de legislador, mas lambem
infiuio por-consideraco aos filhos legtimos,
pela possibilidade de sna esistencia, este-
Alindo o reconhecimento do filho natura
anterior ao casamento do pai com mu m
tanto assim que esto reconhecimento feito
em qualquer poca produz todos os elleitos
jurdicos, desde que procedido do accordo
coma lei, nlo existindoiiihaj legtimos.
Os filhos naturaes nao se presumem, pro-
vam-so ; o pelo contrario ?So os filhos leg-
timrjsPaler est is quen juslie nuptia; de-
monsti-ant.
Por conseguate, dado o reconhecimento
do filho natural, antes do en,amonto, elle
j lilho, quando o pai passa justas nup-
cias, c aimia nao tem filhos legtimos ; ao
passo que na hypothese dos lilhos naturaes
havidos durante a vuvez, elles conside-
ram-se verdadeiros filhos depois do reco-
nhecimento, o qual se* opera, quando j
nao existem filbos legtimos, que sobrevive-
ram sna mi ; differenca esta radical en-
tre os dois casos, e por si s bastante para
basear e autorsar a possibilidade legal do
reconhecimento no primeiro, e a prohibir
gao no segundo, como de primeira, intui-
co.
XII
Atlendendo-se ainda ao elemento histori-
binato, quanto fosse possivel, e animar o ca-
samento [base da sociedade), fazer pre-
dominar o grande principio de legitimida-
de, e como secundario,evitar a sur presa da
consorte e de sua familia.
Em su mina, a existencia ou nao existen-
cia da mesma consorte nada pode influir so:
a validado desse reconheciraentto, visto
como, embora ella existiese'ao tempo do re-
conhecimento ilos lilhos naturaes anteriores
a* respetivo casamento, o reconhecimento
ha de prevalecer, se nao ha frlhos legti-
mos ; do mesmo mola, que em nada n-
flue a dilTeienca de tempo, pois quo por
igual o dito reconhecimertto valido, quer
feito durante, quer depois do casamento, se
por ventura nao oxistssem os ditos lilhos le-
gtimos.
bogo, nao foi a surpresa causa la con-
sorte, que infiuio para essa disposico legal,
as sim baseou-se ella principalmente na-
quelles dpus elevados principios sociaes ;>
animarm casamanto e favorecer a prole
Ugilvm.
ftt XIV
iP> toTceiro e ultimo argumento daquelle
distiocto Ict. Brasileiro Sr. Ur. Perdigao
Malluiio contra a opniao, que sigoe'tenho
sustentad >, parece-ine por domis necear na
substancia, porquanto a fonte que ello re-
correu do art. 337 do col. civ. l'r., para
interpretar por aquolle seu modo o art. 2'
daquella lei, por certo nao o p le favorecer
e antes o fulmina.
caso^refere-sese exclusivamente aos ftihos estmaceo grammatical-philosophica de
nturaes sem concurrencia com os legiti- outras palavras.
moi ; pelo que aquelles, em todo o lempo Se porai aquella lei ( conservando ainda
do consorcio de seu pai, podero ser reco- seu mesmo valor) compraabeodea ee JUm
nhecidos, para se tornarem suceessiveis, s- naturaes, durante a vuvez, aalo m pala-
mente nesta .hypothese da tuio eoncurren- vras antes do seu casamento 'pareeem sup-
CM com kyiU,nos- por a obrigaco do reconhecicneato Ti
,. Wii. filhos, ao tempo em que ainda nao
Amia me parece sustentavel esta minha tiam
opinio, aUendendo-se que o legislador L brasileo, naquello art. 3., mudou de fr- a exciuso ,|0 qualquer d'esscs casos. -
na em sua expressao consagrada no art. i.', conheciinento da grammacs, deve-se ainda
isto e, servio-se nello das palavras -oreco-'conc|uir e Ua i^-potbese 0 art. %.
nhemenlo d pai, en aquello vanou paraba mesma Lei, excluio o filho batido da
a prova de fdinedo natural ; quando,
se lho actuasse na monteo mesiuo pensa-
mento,'nao tera usado dessa diversa forma,
ou nova expressao
Logo, o legislador teve alguma razio es-
sencial para essa mudanra.
Oual s!ria ella ? Ou seria sem necessida-
de alguma ?
I" certo, que, em direitoo prova do re-
conhecimento presuppoe o mesmo reconlie-
cimento, assim como este para ser udmit-
lido necessila d'aquella -, mas ninguem ou-
sar contestar, que o reconhecimento e a
prova do reconhecimento sao duas cousas
dstinctas.
0 reconheciment i apenas importa o acto
da untada paterna.
A escriptura publica, ou o testamento sao
osdous meios probatorios por aquella loi
admittidos, porque se revela ese pronuncia
antes do casamento do pai? Inlerprelalio co dessa lei, verlica-se, que ella procedu
ubiad litteram est facien-la, luncsignifica-\& reprodcelo continua dos maores escn-
tio el importanlin verborum resptci.
Logo, de primeia intuico, que o 1^
gislador protoiideu proscrever, arredar, im-
pedir absobitaincnte da concurrencia pos-
sivel heranca paterna com os lilhos legiti
mus -todo e qualquer filho natural, qner
havido antes-do casamento do pai, nao ten-
do sido o reconhecime.'ito antes do seu
casamento por escriptura publica, que havi-
do durante a vuvez, embora reconhecid
por escriptura publica, ou por testamento,
porque assim doixariam de ser favoreidos
os ditos filhos legtimos, e antes seriam
niuitos prejuilicados.
3," A cohexistanca dos lilhos legtimos
a los filhos naturios, e-ser sempre o
grande bice para a successao paterna deste,
urna vez que tenhao tarnbem sido elle reco-
nhecidos pelo pai cometan!, por escriptu-
l publica anterior ao casamento; pouco
importando, por conseguinte, quo os ditos
lilhos naturaes houvessem nascidos antes do
mesmo casamento, ou depois de dissolvido
elle, isto no estado de vuvez de, seu
pai.
As leis se estn lem 6 tudo aquillo que
essencial sua intensan. Interpretara"o das
leis 94.
VIII
E tanto foi decidida protecfdo, que aquella
lei quiz dar aos filhos legtimos sobreviven-
tes a seu pai, c conj un clamen te com os na-
turaes, que se nao existem filhos legtimos,
antes do casamento delle, (quer tenham sido
reconhecidos durante o mesmo casamento,
quer dep is de sna dissoluco, isto no
estarlo de viuves ) succedem heranca pa-
terna.
1." De mais a hypothese, de* valer para
successao paterna o reconhecimento dos fi-
lhos naturaes, durante o casamento dp pai,
ou no ostado de viuvez, urna vez que nao
exislam filbos legtimos ( cuja coexistencia
para a dita successao irra lmissivel)| de-
monstra perfeilamente, que o alcance ou fim
da mesma lei fra a -protec;o, que ella
quiz prestar aos ditos filhos legtimos e por
conseguidle vira ella a perder toda a sua
razao de ser (subala causa tollitur effectus,
cissanteralione,cessante dispositione) quan-
do estes houvessem. Logo, o facto da oon-
currencia com os filhos legtimos, que sem-
pre impedir successao dos filbos natu-
uaturaes, em qualquer poca posterior ao
casamento, reconhecidos por escriptura^ pu-
blica, pois, embora este facto passa com ou-
tros filiar-^, e ser seutpre sua base fun-
damental!
IX
Pelo reconhecimento do filho natural an-
terior ao casamento do pai, o fllho adquire
a successao paterna, i par dos filhos legti-
mos ulteriormente havidos ; pelo que aquel-
les nenhuma offensa occasionam aos lti-
mos, ao passo que o reconhecimento feito
pelo viuvo, quando j existem os 'bos leg-
timos; os quaes j tem direitos adquiridos
mesma successao, geralmenteas prejudicaria;
em urna palavra, os primeiros ucam apenas
com um direito puramente eventual, e es-
tes perfeitamente effectivo.
Logo, ncontraverso, que sendo distinc-
tos as effeitos jurdicos em ambas as espe-
cies, nao se pode por yertos equipara-las,
mas smente deduzir, que o principio regu-
lador cm Ins casos de tubos naturaes
successao paterna, emcunciiiiencia coi os
legtimos, basea-so no reconhecimento ante-
rior a o casvw-nt.o do pai coaimum .lee.s.
' Final o : '-',.. lo
,i, o
,, ancs.lo
ogie.,..i..7iti', que
dalo possiveise imaginaveis, que surgiam
cada canto e cada passo, sb o imperio
da legislacao antiga, pois que brotavarp- in-
cessantemente as suggestes dos intei-essa-
dos ; a mentira a fraude sempre predomi-
naram por meio da prova testemunbal e
at do meras conjecturas, phantasiadas se-
melbancas de signaes physionomicos, etc.;
alardeava-so mesmo de iodos esses factos
criminosos, com a mais estupenda impu-
dencia ; em urna palavra, tomavam de da
em da enormes propones ; cresciam es-
pantosamente, at que soltou-se um toado
de ndignaco geral ; o qua! despertou a at-
tenco e o estudo do legislador, para oppr-
lhesum paradeiro, como o de subordinar o
reconhecimento dos filhos naturaes urna
prova mais valiosa, e faze-lo smente depen
dente da vontade do pai, sem duvida o
mais insuspeito e mais digno de crdito e
respeito.'
Rogrou, commentando o art. 33i do Cod.
Civ. Fr. dssa : -A lei exige um acto av-
thentico, porque em um acto aulhentico
enxergam-se as formas, que garantam.tan-
to quanto possivel para que o reconhe-
cimento nao seja o resultado de surpre-
za. on da seducedo, porque o filho pelo
reconhecimento adquiri um novo estado;
e o estado dos homens deve repouzar sobre,
actos impressos de todos os caracteres de
\erdade.
XIII
De todos essas considerages tambem se
deve concluir, que o elemento systematico
daquella le procurou garantir a legitimidade
dos filhos, j restringndo a provr da filiaco
natural-paterna [por escriptura publica
testamento ), j admittindo a concurrencia
dos filhos naturaes mesma successao pa-
terna com os filhos legtimos "apenas, quan-
do o respectivo reconhecimento fr feito an-
teriormente ao casamento do pai commurn
delles.
Do estulo aprofundado das legitimaces e
da theoria geral das successes, pelo direito
patrio, ainda melhor se poder bem depre-
h/nder a evidencia desta doutrina Incivi-
te est nisi tota lex perspecta, una aliqna
partcula ejuspropoeita judicare, val res-
pondere L. 24 Dg. de Lagibus.
Effeetivamente, se a lei pretendesse ex-
clusivamente evitaras surprezas das fami-
lias, fazendo concorrer d heranca pajfma
com filhos legtimos preexisterttes e natu-
raes, ignorados da consorte na poca de suas
nupcias, ou mesmo da familia, ento *sj
mais prejudicadoe seriam necesariamente
os filhos legtimos, pois que o reconhecimen-'
to do filho natural, havido antes do casamen-
to, quer fosse feito durante este estado, quer,
depois de sua dissoluco, pela morte de um
dos conjuges, sempre produzifla effeito ju-
rido idntico. Ora, nio sendo assim, e an-
tes nao existindo filhos legtimos, o filho
natural devendo necessariamente succeder,
segur-se-ha, que essa surpreza sempre se ve-
rificara pare com a consorte e sua familia.
E pois, a surpreza n8o foi o motivo capi-
tal da mesmknei, e s entrou como elemento
secundario e convergente em sua confec-
Co; apenas como podendo prejudicar a le-
gitimidade.
Outro sim, se a mesma lei nao pode abso-
lutamente prohibir a successao natural, tam-
bem incontestavel e que pela liinitaco por
ellfMracada sbreos meios probatorios para
habilita-lo, se-(Jre ella proporcin ilm mo
illi'Hilton o concubinato, para prestar bas-
tante incentivo aq.casauieuio, e valioso prei-
U ao principio'da logilimidade. E pois foram
os nicos e verdadeiros fins daquella lei,
saber, comoprincipaesproscrever oconcu-
Em verdade, as fntes de urna lei cons^ fesa vontade de reconheccr.
tituem ile ordinario poderoso auxilar para
sua melhor interpretabas.
Esta doutrina. porem, fallece respeito
daquelle art. 337 do cod. civ. l'r. emtora
tenlia sido a origeni do art. 2' da cit. le,
visto como aquella disposico nao to am-
pia, pororsWiais restrictiva do que a mes-
ma lei.
Esse art. 337 do col. civ. Fr., consa-
grado expresamente as palavrasni-o poderd
prejudicar[coVpo referencia qualquer dos
esposos, marcou urna dilleroiica uolavel.
Assim, segundo llogron, annot indo esse
art. 3370 reconhecimenento do filho na-
tural, durante o casamento,, nem um di-
reito llie outhorga-, ainda mesmo fttdo exis
lindo filhos legtimos, ttmu vez que o pai,
pelo tfinlralo anli;-uupcial, haja tudo pr-
niftlidj i sua mulher, si ella o sobre.vera
[ Art, 337= La rooimaissaiiee faite par
l'un des epou~c, au pru/il d'iin enfanl iui-
turel, qtt'il auruil eu %i avant son epoux
une potirru nuiren ni a celeuci,^ ni auc
enfants ns de ce mariagt, ele,)
Ora, o art. 2" da le; do 2 de setembro de
1817 s se refere aos lilhos legtimos, e nao
trata dos conjuges :
Logo, por esta bem expressa disposico,
o filho natural nao pode ser prejudicado
por aquolle contrato ante nupcial entre o
pai o sua consorte ; tanto assim que, quan-
do concorre com os lilhos legtimos mes
equiparado, o mesmo quando succede sem
olles, por nao bavo-los, recebe igual qui-
iMio hereditario, ao que dever ser-Ibes
partilhado.
XV
Ainda o proprio Itogron, commentando
as ditas palavras do art. 337 do cod. civ.
Fr., diz bem clara e positivamente pelo se-
guinte modo ; se depois da dissoluco do
casamento, pela morte de um dos conjuges,
que o reconliecimento faz-se, o art. 337
inteiramente inapplicuvel, pois que este
art. falla textualmente do reconhecimento
durante o casamento ; donde so evidencia
que o legislador francez ueste art. s quiz
favorecer a mulher, e os filhos legtimos
bem com-, estabeleceu distinecao radical
entre estes e os lilhos naturaes, ainda mes-
mo devidamente reconhecidos, respeito
os direitos successao paterna, segundo se
v dos arts. 75 o 757 do mesmo co 1. civ.
Fr.; ao passo que o cit. art. 2' daquella
lei de 2 de setembr do 1817 so prestou
consideraco consorte, nao por ella, mas
em attencao legitimidade, para "favorcel-
as justas nupcias, como foi cabalmente ci-
ma demonstrado.
Logo, o mesmo legislador francez nao
comprehcnptiu uaquella sua prohibilo os
filhos havidos antes do casamento, o reco-
nhocidos durante a viuvez.
Emfim, o art. 3)7 do cod. civ. Fr. nao
dispoe a mcsnia cousa, que o art. 2' da nos-
sa le patria-de i do setembro de 1817, isto
, por aquella disposico estrangeira-o fi-
lho havido antes do cazamentoe reconhe-
cid durante a viuves, succede com os
legtimos, ao pasto que o 'dito art. 2o da
vitada lei patria falla havidos antes do casament e>lambem -re-
conlucidos antes delle para que possam
rer com os legtimos ; pelo que nao
jamis ser applicado aos -filhos dos
por ello reconhecidos, quando j
bos legtimos, bypolbeses muito dis-
inadniissivel, c at mesme re^
te boa razao, o argumento de pa-
ridae entre aquello aj. 337 do cod. civ.
Fr. e o art. 2o da mesma lei.
Aquella nossa lei nao to clara como
citada disposiro do cod. Fr., o quando o
fosse, as differencas cima apontadas basta-
rian para destruir toda a possibilidade de
similiuide ou paridade, que indebitamente
se procura entra ellas os enxergo.
Nem o viuvo, que tivesse filbos naturaes
durante, esse estado, precisara pelo reco-
aJMcimento Jtefles prejudicar seus lilhos le-
gntinos ^rasjRsteutos, quando os poderia
beneficiar em sou testamento, instituindoos
herdeiros de sua terca, como alias Ibes fa-
culta a sesoluco de 11 de agosto de 1831.
XVI.
i A opinio do Sr. conselheiro Reboucas,
(a qual aiismuito respeito), me parecea in-
da mais carecedra de fundamento, por
quanto, para se atribuir (como elle peusa
ou quer interpretar) ^uue, dada a especia-
lidad&do art. 2.' datilada lei, anda as-
sim no artigo 3." [a prova de filiaco na-
tural nos outros casos)esto comprehendi-
dos os filhos naturaes do viuvo por elle
reconhecidos para co-herdarem, concorren-
do comseusMfmos legitimo, nicamente
sa*leveria attender ao elemento grammati-
cal, isto, n'essas restrictas expressoesnos
outros casos.
O legislador presppoz um caso indicado
no artigo antecedente, para o qual havia
urna disposico no mesmo artigo..
Ora, para prestar razoavel e justa inter-
pretando, nao sendo possivel separar d'a-
ijuelle art 2." da citada lei a sna parte dispo-
sitiva comvrn'ado elle com os filhos legiti-
mas, o .iu po leudo o dito art. 3." d ixar
do raforir-se o > todo do art. 2.", visto como
o final il'esso artigo completa-o, st i as
palavrasconcorrendu com filhos legtimos
, segue-se lgicamente que' uquelle art.
3. da lei, as suas expressoes nos outros
Na ordem lgica das ideas, a prova prece-
de sempre ao roeonbecmeuto, ao passo que
na ordem da existencia o raeoaheeoeolu
precede prova.
l/jgo, essa coustrueco diversa il'aquellas
duas dispoiices demonstra plenamente que
o legislador brasileiro, quando- no art. 2.
do citada lei ligo-so prximamente von-
tade do pai, pela palavra beta significativa
recoiihec.iment, o que alias nao prateou
com relaco ao art. 3.", quiz declarar for-
malmente, que na concurrencia dos filhos
naturaes, com os legtimos, s lia umd Itg-
pqlhese, emqe a vontade do pai sobera-
na, e quando, sendo possivel a escriptu-
ra publica, antes do casamento,fy pai nao
tsqueceu-se de, faze-la ; o que ainda se de-
nrehende da doutrina da Cons. das leis Civ.
(2.a edicqj nota 2 ao art. 213.
Ora, na especio vertente de os lilhos havi.
dos durante a viuvez o por seu pai reconhe-
ci los para coacorrerem//granea delle com
seus irmos legtimos preexistentes, nao
ha, nem pode haver escriptura anterior ao
casamento, d'onde procederamestes ltimos.
Logo, obvio que com ellas nao podem
succeder heranca de seu pai, como alias
gozariam da mesma heranca, se os nao hou-
vessem, por terca do art. 3." da citada loi,
pois para isto bastara somonte aquella pro-
va de sua filiaco natural celebrada em qual-
quer poca, quer antes, quer depois do mes-
mo casamento.
XVIII.
O ultimo argumento eflorecido pelo Sr.
conselheiro Iteboucas, anda se torna, meu
ver, mais vulneravel, porquanto e facto do
reconhecimento dos filhos naturaes, havidos
durante a viuvez. sem direito heranca pa-
terna, nooseonstituiria jamis na condi-
co especial de espurios, como lite pareceu ;
atlendendo-se que smente sao lilhos espurios
os (ne procedan de coito damnado e pu-
nivel por direito civilOrd. L. 1. tt. 59 ;
ao passo que OS filhos naturaes propria-
mcide ditos, ou inespecie,so aquelles que
wisiem de pais, entre os quaes nao havia
impedimentos inra casar, ao tempo da
coiicesso ou puno d'ellesBorges Carnero
Liv. 1. til. 20 $ 179 n. 7." nota 'a),
Cons. das leis Civ. art. 20 ; pelo que quan-
do differenca decorre entro essas duas clas-
ses do filhos illrgiiiu.os.
Nao ha motivos para extranhnr-se quo
insuccessiveis heranca do seu pai se tornein
os lilhos naturaes, havidos durante a sua
viuvez, e por elle reconhecidos, que haja li-
lhos legtimos preexistentes. M instar
dos esptwios, imando aquella lei, para sal-
vaguardar o seu principio capital c sacro-
auto da legitimidade da prole, indirecta-
mente os equiparon, quanto esse effeito
jurdico, bem como para pelirom alimentos
aos pais, por forca do Assento de9 de abril
de 1772 3. ; embora em direito consti-
tuam duas classes dstinctas de lilhos illcgi-
timos ; tantoassim que aquelles queastdn
herdar de seus pais quo o tenham re-
conhecid, urna vez que nao oncorram com
lilhos legtimos, (como tonho demonstrado)
B em todo ocasode suas misCoelho da
Rocha $ 332; entretanto que os espurios
em regra, nao succedem ao pai, nem a ma
-Ord. 1.. 4.T. 93-Lobfio Nota d Mel-
lo L. 3., T. 8, 13 n. 2. etc.
Qual o fundamento d'esta estranbezad'a-
quelle Ilustrado conselheiro ?
S pela simples consequeucia resultante
de nao licar habilitado aquello lilho do
viuvo success*' paterna por seu reconheci-
mento, quando j teuha irmos legtimos
quedeveriam com elle coucorrer?
Por certo nao fcil aftingil-o!....
Tambem ainda ha hoje quem considere
injusticu revoltaute e at verdadeira iniqui-
dade a doutrina do nosso direito patrio,
sobre a nao legilimaeo dos filhos adulte-
rinos e incestuostts por subsequente matri-
monio ; se,ndo que agora mesiuo acb'a-se
em 2." discussao na cmara dos Srs. depu-
tados um cerebrino projecto de lei, autori-
sando essaMiimoral e repugnante legitima-
co.
Que escndalo social I
XIX
rante a viuvez, porque o seu reconliecimen-
to era imjmssicel.ubi eadem ratio, cW
eadem jus debat esse. Dig. 12 de leg. ;
le do 18 de agosto de t7G II,
Em urna palavra, se a escriptura pu-
blica impossivel nesta ultima hypothese.
assim como nao i mais possivel na se-
giuula, segue-se lgicamente, que o recoiibe-
cimento nao possivel em ambos os casos.
Logo, o lilho havido durante a vnmt
nao concorre heranca paterna, por ser
impossivel reconhecc-lo antes do ni umntu
de seu pai; o que resulta da propria csni
truecan deffeituosa d'aquella disposico.
So incongruente a exigencia do reee-
nhoeiuieijto de um filho, ainda nao exis-
tente antes do casamento de seu pai,. nio o
e por Darlo a impusssbibdade do reeaohe-
cimento, de accordo com o art. 2.*, para
obstar a concurrencia dos libios naturaes,
havidos durante a viinez, com os legiti-
mo-, preexistentes.
A Le equiparou a impossibilidade de um
caso com a nao existencia do outro. O mo-
tivo fot o mesiuo. As rbenos jurdicas so
as mesinas.
O reconhecimento, antes lo casamento, e-
o tacto uecessario coinuiuui.
Nesta ultimo caso nao pude mais cllectu-
ar-se o reconhecimento. Vaquello outro.
era possivel, mas nao elfectuou-se.
Logo, o art. 2., embora deffeittioso em
sua redaeco applicavel ambas essas
hypotbeses.
XX
Em coucluso : j cima respon li ou-
tra futilissima objeceo, de que, sendo o
viuro equiparado ao sol le tro, o* filhos
naturnes de ambos podem ser igualmente
reconliecidos ; demonstrando, que os lilhos
d'esta, assim recouheci mento do pai, nao |>rcjudcaudu os direito
dus legtimos que devero priM-eder d'esta
justas nupcias ; ao passo que os lilhos kavt-
dos durante a viuvez, nmcorrendo com a
legtimos, nocossariaiiteiite os prejudicain;
pelo quo nao pode subsistir mais este espa-
cioso argumento de paridade.
Devo declarar que fui obligado i ouere-
cer todas essas extensas cousideraces ci-
ma, pedido e a reiteradas instancias do
proprio Consulente, pela razo que roe
apresentou de ser de importaucia a jucei
sao de que se trata e vista dos embarazos
quo devoriam encontrar-se no lugar, onde
ella se abri, e ainda mais em face das ml-
tiplas o diversas especies, quo a circndala.
Assim pens e opino, salvo melhor.
Recife, 28 de abril de 1873.
Dr. Antonio de V. Manan de Dri'xnond.
YARIEDADE
ALM0:;0 MAL ACABAD;). C.itu um
jornal parisiense que o almirante Pathuao
havia convidado a alato-arom com elle Mr.
de Lareinty c Mr. Marc, deputado pda iuy.i-
ana s nienibro da esquer la radical.
O dono da casa erguera-se da mesa por
alguus minutos, e quando volveu, ach tu
travada urna violentissima disputi entre os
doits convivas, e ainda a lempo chegou para
evitar um conflicto sem ser de palavras.
Por mais osforcos que almirante em-
pragasse, nao poude conseguir que Mr.
L.ueintv, ICShsSSS do abno;ar em conipa-
nhia de Mr. Marc
No intervallo em que os dous haviim
estado sos, Mr. Marc fuera a apologa da
eveciico de Luiz XVI e de todo o periodo
de i T*.
Ao meio da j as testemunltas dos dous
adversarios celebravam a primeira confe-
rencia.
Representavam Mr. de Lareinh Mr. Cas-
ta de Beaiifgasd o o bario Msaas.
0 resultado anda nao roferidn.
MA EMBRIAGUEZ. Viw em Pars um
vendelho chamado Juan, que em estando
tomado de vinbo (o que I be succede quasi
sempre), dcsenvolve-se-lbo a perigosa mo-
noinania de querer matar urna mulher.
0 ultimo caso cm que aquella pronun-
cia la doudice se manifestou assim contado.
Segua pelo boulevard da lli-iolte mau
mulher com urna cream;a nos bracos, s
cinco horas da tar.le, quando a iufelicidade
d'ella lho fez deparar com o doudo. Apease
a vis ton, Joan, toma um pedragulho, e
fanos contra a pobre mulher, gritando :
i Eis-alli nina-: vou mata-la. Aproxi-
mou-se at junto da sua victima e descarre-
gou-lhe um golpe com a pwlra ua cabera,
saltando logo o sangue em jorro.
Acudiraiu desditosa mulher algumas
(essoas que passavam, c eutregaram
doudo polica.
EFFEITOS DO MAGNETISMO SOBRE O
FERRO. Na ultima sosso da academia das
sciencias dos Estados-Luidos, celebrada em
Cambridge ( Massachussets j, o prossssor
Mayer deu alguus curiosos pormenores re-
lativamente aos effeitos do magnetismo so-
bre o ferro. Assevera ter dcscoberto, por
meio do apparelho comparador de Saxton,
-me me forcoso anda aqu responder
urna objeceo, quo so apresentar-se esta
minha opinio, segundo me consta .ppficacao do magneUs.no sobre urna
Diz-seporahi-.^cei/a^iie aquella ^ W^ u.d.M*.l.rglo 0.OO0IS
le exigisse, que o filho havido durante a
viuvez de seu pai fosse reconliecido, antes
do casamento delle, quando esse filho ain-
da nao era existente d esse tempo.Non
natus eral.
Esta objeceo parece antes propria de
qualquer calouro em jurisprudencia do que
de algum Jet., porquanto basta attender,
que que o art. 2.* da cit. lei comprehende
a hypothese do reconliecimento possivel,
mas nao a actual, ou o caso do filho ante-
rior ao casamento, ao passo que o reconhe-
cimento do filho havido durante
de polegada (0-00381 ). O ferro ii
aperfeicoado de urna elasticidad^ mais con-
sidera vel, assim como o tarro usado
menos se dilata quanto mais velbo. Quer
a torrente augmente de nteusidade gradual-
mente, quer de um modo repentino, a dt-
lataco c a mesma em ambos os casas.
Com um elemento a dibtacao do ferro ete-
ctua-se em 6/10 de segundo; com 25 ele-
mentos em 2/10 do segundo.
0 Dr. Pierce deduz d'este facto que, se
elle exacto para o forro, deve se-lo tam-
cimeiuo no iimu uaviuu uuroiue a Viuvez .
. i v i i hem para o aom lerreslre,- traduzn'lo-se
constitue urna hypothese de reconhecimento ,J n .. IM
i ", nestn caso por urna ilmerenea itrectavel
impossivel etc. etc. etc. ,. .'
i i i i i f 1 na duraioo dos das. Aprovoitansaa os
A razao do legisla lor f i a nftsma, tanto ,* ,, ... f '
_ sabios estudando este facto lelos meios as-
no caso de ser impossivel o reconh ,
, tranomicos, ia que os recursos que a Stass>
ment, como no cuso de, sendo oossioel, ', ', ^,.'
, ca possue actualmente i.erdBlteu anrei-Mr
tuio se ter dad*, antes do casamento. I -,',,.,....... T %'tu
, ... exat.mente u.na dilTereuc* de 7 le de
''segundo na duracao do di*.
UUUUG UK AXlis
Se aquella lei so tivesse
mente ( mantendoj
palavras) aos /i/lsak|i
entao 'ter
-*^.
" '-
do casamento, en
pleno valor de suas
%dos somete aites
teria desapparecidb s' I

*


*


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