Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12900


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Full Text

>
ANNOXLK. NUMERO i 00
PARA A CAPITAL I! LVGABB8 OMHE SAO SE PAGA POETE.
Por tres mezs mliajitados............. WOOO
Por seis ditos dem.................. ._. 130000
Por um anno dem.................. JftJWOO
Cada numero avulso................'' 320
SEXTA FE1M 2 DE MAI0 DE 1873.
PABA BETBO E FOBA BA PBOVICIA.
Por tre raeaes adiantados. .........^. ....
Por seis ditos dem. .........".....
Por nove ditos idera................
Por um anuo idem.................
*Wi
ti
DE PEMAMBUCO
PH0PRIEDADE DE MANUEL FIGUEIR0 A DE FARIA & FILH0S.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves 4 Filhos, no Tara; Gongaves & Pinto, no Marauhao; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Leiuva Braga, no Aracaty ; Joo ria Jubo Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva, no Natal; Joe l
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em S'azareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagasj Alves & C, na Babia ; e Leite, Cerquinbo & C. no Rio |dc Janeiro.
PARTE OFFICIAL
y
i
Governo la provine-i
LE N. 1074.
O bacharel Henrique Pereira de Lafeena, commendador da impe-
rial ordti da llosa, eavalheiro da do Ghristo, juiz de direito e pre-
sidente da provincia de Pernambuco :
Favo saber a I-i.!o< os seus habitantes que a assembla legisla-
tiva provincial doerttou e en sanecionei a resolucao seguinte :
Artigo Uuict. Fica approvado o compiouiisso di.innandade de
. Jos do Riba-mar, erecta ua igreja ilu uiesmo lit.do, da freguezia
de S. Jo- tiesta cidade do Recife, eoin a.s al eraees seguimos :
1.* Anarl. 1" dep.i; das palavras ign;.es direitos -acerescen-
te-se-aos auOragio* e outras prerogativas proscriptas no presente
it.iiiproniissu, excepto para os de mesa, para os (paos podem ser
eleil'js os menores Ue ti anuos -o mais suppriu'a-sc.
1" 0 art. seja substituido pela forma segiiinle :
Art. 2.'' Esta innandade lein por fin principal prestar culto ao
glorioso patriareba S. Jos em sua igreja Jo Riba-mar, Conforme
tem proscripto a una igreja callmlica 'apostlica romana, e por
tantJ so podem dola fazer parto aquellos que proiessareui a mesnia
religiao, e nao lenliain dbitos, polos quics soja introducida a des-
moralisacio na mesma innandade.
3.' Ao i.i do art. 6 aceresecnte-sesendo que os irmos me-
nores de l autos nao podem votar nem sor volados.
4." Ao art. 8" depois das palavras eessaro os annuaes -subs-
titua-se o resto pelas palavras Siguilese os infractores do pre-
sente artigo, e do nono c dcima seguales perderto a qualidade e
privilegios de riis, sem direito de reclamarem restituido algutua.
5.J Ao liui do s 10" do art. 13 accioseen le-se propodo as me-
didas que julgar convenientes preaperidade da mesma.
6.* No art. ti em lugar da palavra- fallecer -diga-se falle-
cendo.
7/ Ao lim do art. 28 aocrescenta-se -antes deste dia o segredo
da consulia nao podor ser violad i por nenlrain dos membras a ella
presentes.
8." Ao (lu do art. U em lugar das palavras e sujeito s pe-
nas me a mesa llie impozer-diga see sujeito s penas da le.
Revogadas as diqwsices em contrario
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
ment t execu. i da presente resolucao peilencer, que a cumpram
e facam emnprir to inleiramente como nel'a se routui.
O secretario interino da presidencia desra provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de l'ernambuco, 2 de abril de 1873, 32
da independencia e do imperio. *
L. S. Ilenrique Pereira de Lumia.
Sellada,; publicada a prsenlo resolucao nosta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 2't de abril de 1873
secretario interino.
Joo Diniz Hibeiro da Cunha.
LE N. 107o
O bacbarel ilenrique Pereira de Lacena, commondador da im-
perial ordem da llosa, eavalheiro da de Cliristo, juiz de direito e
piesidonle da provincia de Pernambuco :
Faeo saber a todos os sous habitantes que a assembiea legislati-
va provincial decretou e eu sanecionei a resolucao segrate :
Art. 1 Fica aiiprovado o coinproinisso da innandade das Al-
mas, ere ta na igreja matriz do Santissimo Sacramento da freguezia
da Hoa-Visla desta cidade do ltecife, com a nica e seguinte alte-
raco:
No i l^do art. 7- em lugar de 18 anen''>iga-sc21 annos.
Al. i.' Ficam rovogadas as disposicoes em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quem o conbeci-
ment e execui.o da prsenle resoluto perlenccr, que a cumpram
e facam cumprir to inte.ramente como nella se conten.
O secrelario interino da presidencia desla provincia a faca Im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 21 de abril de 1873, 52*
da independencia e do imperio.
L. S. Ilenrique /'ereira do Litcena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 3% de abril de '873.
O secretario interino,
Juo Diniz Riheiro di Cunha.
LE N. 1076.
O bacbarel Ilenrique Pereira de Lacena, commondador da im-
perial ordem da llosa, cavalbeiro da de Cbristo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
F.i<.'" seber a todos os scus babitantos que a asscinbla legisla-
tiva provincial, sob prnpbsta da cmara municipal da villa do Buique
decretou as seguinlts posturas addiciouaos :
Art. 1. rieapermittido criar-se livrementc no lugar denomi-
nado Serra de Santa Maria e suas fralda#s
Art 2." Fica revogado o art. C' da le provincial n. 631 de 16
de malo'de 1863, na parte em que trata da Sorra de Santa Maria u
suas fraldas.
Krt. 3." Pican revogadas asdisBOsie^ej em contrario.
'Mando, portante, a tqdas as autoridades, a quem o conhecimen-
lo "ecuc/io da presente resolucao perlenccr, que a cumpram e
fai, unprir to inteiramenle como nella se conten.
>. ,-ocretario interino da presideucia desta provincia a faca im-
primir publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 21 de abril de 1873, 52'
da independencia e do imperio.
L S. Henrique Pereira de Lucent.
Sellada e publicada a presente resoluto ne.-ta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 24 do abril de 1873.
. O secretario interino,
./'io Diniz Hibeiro da Cunha.
LE N. 1077.
0 bacbarel Henrique Pereira de Luoena, commendador da im-
perial ordem da llosa, cavalmiro da de Cbristo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus babitantos quia assembla legisla-
tiva provincial decretou e eu sanecionei a resolucao seguinte :
Art. nico. Ficam equiparados os vencimciitos dos ofllciaes da
scecao do contencioso aos dos escripturarios da thesouraria provin-
cial de accArdo com a respectiva classilicacio.
Revocadas as disposicoes em conirarip.
Mando, pjrtanto, atojas ai autoridades, a quem oconbecimen-
to c execucao da presente resoluta* pertencer, que a cumpram c
facam umprir tai intoiramonle como nella ;e coutm.
O secretario interino da presidencia desla provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, i\ da abril de 1873, o2
da Independencia e do imperio.
L. S. Ilenrique Pereira de Luce na.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 24 de abril de 1873.
O secrelario interino,
Jo) Diniz Hibeiro da Cunha.
LE K. 1078.
bacbarel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da liosa,, cavalheiro-da de Cbristo, juiz de direito
presidente da provincia Je Pernambuco :
Faro sabor a tudos os seus habitantes que a assembla legisla-
hliva provincial decretou e eu .sanecionei a resolucao seguinte :
Art. nico. Ficam isentos dos diretos de uportacSo pelo lem-
po doiO anuos as perfumaras fabricadas na provincia.
Revogadas as disposicoes em contrario
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
ment c exececuco da presente resolucao pertencer, que a cum-
pram e facam cumprir to mteiramentoomo nella se coirtin.
O secretario interino da presidencia desta proviicia faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 24 de abril de 1873, 5i
da independencia e do imperio.
L. S. Ilenrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidncia de l'ernambuco, aos 24 ue abril de 1873.
O secretario interino,
Joo Diniz Ribeirt da Cunha.
\
nPKMmm do di.v i8 w: M\itg i de 1873.
/.' secro.
O.Jleios :
k Ao brigadeiro comuundame das armas nte-
rin -Xesta dita deuas nei-es-arias orduns para
serem collocados no hospital militar, como V. Exc
ita em sea offlcio ae6 do crrenle sob n.
329, bieos de gaz nos lugares indicados no dit]
ofieio. Compre, pois, que,ni intuila doeconomi-
wr-se o mais pissivol a despeza que se faz com a
ii:uninacao d'aquellc estabelecimento, V. Exc. ta-
pa obserrar strictamente com relaelo a esses bi-
coa as prov.docias lembralas emodlto o'Bcio".
Aoengenbeii*o encarregado das obras mili-
tarea. Aanoindo ao que solicita o brigadeiro
commandaDla das armas interino no offlcio do 2 i
d correte sob n. 329, reconunenlo a Vine, que
mande, nao s collocar no xadrez ou comparti-
mento do hospit 1 militar onde sai tratados os re-
crutas um bico de gaz, que se msorvara na far-
pa somante precisa |>ara que a senlinella possa
observar o que se paisa no interior do dito com-
partimento, e assim evitar a evasao dos meamos
r utas pelas janellas tpu deitam para o pateo,
mas tambern restablecer os bicos que foram sup-
primidos nos qoartos, do portoiro, do cu.'crmeiro
mor e na c.isinlia; devendo taos bicos serem acce-
- tmente qaaodo aquolles empregados tiverom
de trabahar noote, e apagados logo que acabem
o serrieo.
^ 2.' secro.
Actos:
O presidente da provincia, attendendo pro-
pasta do teneate coronel eommandante dobata-
lao n. 13 de InTaotarla da guarda nacional do
municipio de Goyanna, e informarlo de 19 do
dc/corrente do respectivo comma-.idante superior,
resolve preeneher as vagas existentes no mesmo
batalhao, nomeondo para elle os ofllciaes "sogum-
tee:
Esl ;do maior.Tenente cirurgoo guarda Joo
Antonio Pereira de Andrade ; alferes secrelario o
gaarda Jeronymo Cesar de lbuquerque.
1." compan da. Tenente o alferes Jos Francis-
co Cordeir j de lbuquerque ; alferes o 1 sar-
gealo Manoel Antonio da Silva Prefina.
3.' compm'iia.-Alfereso guarda Juventino Ce-
sar d'Albuquerquc Mello.
6.' companhia Alferes o guarda Uernardino
de Seuna Aratijo Lyra.
O presideule da provincia, -autorisado pelo
art. 48 da le o. 6'J2 de 19 de setembro de 1858, e
tendo em vista a informar ao do eommandante su-
perior da g tarda nacional do Recife, datada de 2i
do correte mez, resolve approvar a proposta do
*ti-non!o corjnel do 3.batalbaT> de reserva d'este
municipio, precnebendo as vagas nelle existentes
pela maneira seguinte.
Estado rnaior. Alferes secretario o guarda
Francisco de Lemis Duarte Jnior.
i." companhia. Tenente o alferes secrelario
Joaquim Leocadio Viegas.
OlBcios :
Ao Dr. chefe da polica. -Passo s maos de
V. S. a aopia inclusa do ofllcio d > vig.irio da fre-
guezia de S. Caetano da Raposa, dirigido ao direc-
tor interino da instrucclo publica, para, V. S. pro-
videnciar como julgar co ivenieate.
3." secgao.
ffioios :
Ao inspector da thesouraria de fazendn.O
Exm. e Rvm. bispo diocesano, em ofHcio de 26 do
' i-orrenle, esmmunica a esta presidencia que por
portara de 4 do dito nei nomearaoconegoTran-
Cabral Tavares do Vnsconcollo?, Unte de
c-ur mo ni seminario e;iisco;ial. uv
tar eainsialivameate a cad> ira de liturgia d'
ui-.-i.o semina;io, cin substiluiciio do Rvd. Fr.
Luiz da Encarnacao Morara, que foi dispensado
des-e exercicio ; o que levo ao sea eonhecimente
para osderidos flns.
Ao mesmo. Tomando em eonsideraco o
Sue V.jS. fxpoz em effl>!3 e hr-ie, n. 407, serie
, com retereacii repi da contad'jria
dessa thes uraria, o auloriso a rendar fazer sob
a r-spo-:abilj4ade da presidencia a ejenpturacao
das despezas executadas na importancia de !...
48:210^713 com o presido de Fernando de No-
ronlia, no exercicio de 1871 a 1872, sendo.....
'.8:10913 or conta do ministerio da guerra e
30980 J pelo da fazenda, visto nao existir crdito
para taes aespnz is, segundo consta do citado flfll-
co, que Dea assim respondido.
Ao mesmo.-O Esm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aeeusar o recebimonto do oflicio de
V. S. de 20 do corrente, cominunicando que dexou
de seguir a 18 deste mez para o presidio de Fer-
nando de N'oronha a sentenciada Severina Maria da
Coneeicjio.
Ao comm allante superior interino do He-
Ao mesmo.-Partic'q audo-me o inspector do cife.-Tend) sido por portara desta data approva-
arseual do niariiiba, em ifflcio de 26 do corrente
sob n. 58o, (|ue tendo, Domingos de OWta Mello
ped do domisso do lugar de contramestre da res-
pectiva ofliclna de ferreiros, nomearan'quolla da-
la para substitui-lo, como faculta o regnlamento
d'aquelle arsenal, o ofllcial da I." classe da dita
da a proposta do tenente coronel eommandante do
3o batalhao de reserva do municipio desla capital,
a que V. S. prestou sua iuformac.ao em dar de 2i
do corrente mez, para o preenebiineuto dos postos
de alferes secretario na pesada do guarda nacional
Francisco de Lemos Dan re Jnior, e tenente da r
offleina Jos Rento Monhiro da Franca; assim o companbia na do alferes secretarlo Joaquim Leo
commumeo a V. 8. para os devidos luis.
Ao inspector da tliosmraria provincial.-
Em vista das contas documentadas anuoxas ao
incluso requerimento, mande V. S. pagar, seesti-
rerem devidatnenle legali-adas, ao emprezario da
illummacio publica desla cidade a quantia de. ..'
15:743^998, proveniente do gaz consumido com a
mesma illuminacao nos meses de 'dezembro do
, cadio Viegas, assim o communico a V. S. de or-
1 dem de S. Exc. o Sr. prndente da provincia.
Ao eommandante superior do Goyanna.
Exm. Sr. presideule da provincia manda trans-
mlira V. S. a relatan por copia dos ofllciaes no-
me.idos para precnchi nento das vagas existentes
no batalhao n. li de infantara da guarda na:o.-
nal sob o seu commando superior, de conformid i-
anno prximo passado c Janeiro ultimo, como in- ae com a respectiva proposta e com a informaso
dieam as referidas contas. I de y. S. de 19 do corrente.
Ao mesmo.-Attendendi ao que sobcitou no. Ao eommandante superior do Ciruar.-O
incluso requerimento Juao Jos Manoel, auloriso f;xm. sr presidente da provincia manda acemar
\. S. a mandar substituir as apdeos de 100*1)00 0 recebimonto do oflicio de V. S. de 15 do corren-
que elle possue de ns. 262i a 2o73 por outras de j tej participando que a 13 deste mez foi dissolvido
1:000*000 cada urna, conforme se t?m praticado 0 destacamento de Id Bracas do guarda nacional,
com outros em Idnticas Cireumstanclas. I existente na villa de Panollas.
Ao mesmo.-Transmtto a V. S. a folba e, Ao juiz de direito do Rio Formoso.0 Exm.
pret juntos em duplcala, que me foram remetlidos Sr. presidente da provincia manda aecusar o rece-
pelo Dr. chefe de polica com offlcio de hontem,' bimento do offlsiode V. S. de 20 do correle, com-
sob n. 613. afim'de que mande pagar os vencimen- mullicando que niiquella data assumio o exercicio
tos e I offleial de 3) pravas da guarda nacional, | 0 carg0 e promotor publico dessa comarca o
que do lermo de'Ruique vieram conduzindo para
esta cidade presos de justica, segundo demonstram
aquellos documentos.
4.' St'CfUO.
Offlcios
bacharel Joo da Costa Ribeiro Machado.
DA 30 Di: AblUI
despachos da pnksidf.ncia do
de 1873.
Amador de Araujo Pessa. Ao Sr. comman-
Ao Exm.Sr. presidente da provincia do Pa- Jante do corpo de polici.para attender a sup-
ra.Tendo nesla data solicitado ao Exm. Sr. mi- pilcante como julgar conveniente,
mstro do imperio lamiii.s com pus vaccinieo, por, Amaral 4 Filh >s. -Informa o Sr. difector do ar-
nao baver na respectiva repartilo, deixo por este senai je guorra.
motivo de satisfazer a requisics feita por V. Exc. I Bernardo Correa dos Santos.-Como requer, fl-
cm offlcio de 18 do corrente, que dea assim res- cando neste sentido expelidas as convenientes or-
pondido. Idens.
Ao Dr. director geral interino da instrueco Bario das Mercs.Informe o Sr. inspector da
publica. Em resposta ao offlcio de \. S. de 14 do thesouraria de fazenda.
cmate sob n. 81, nsistindo pela remes de pus, Bento da Costa Mirtins.-Informe o Sr.
vaccinieo para sor enviado ao delegado luterano tor.da thesouraria de fazenda.
do districio de Grvate, remello por copia a lo-, Francisco Celestino Pereira.:
formaijao do commissario vaccirador provincial, a berdade.
quem maodei ouvir a tal respeilo. I Hermino Laurentino de Andrade. Informe o
Portara : | Sr. inspector da tesouraria de fazenda.
inspec-
-Seja posto e n li-
A' cmara municipal do Recife. -Approvo a
arremataco feita perante a Ilbna. cmara muni-
cipal do Recife por Manoel Romo Correa de Arau-
jo, da ''
da pov
dessa cmara de 27 de novembro do anno passado,
excluida do orcamento de que trata a sua infor-
mado de 19 do corrente a quantia de HOjSOOO
[tara administracao, despezas diversas e imprevis-
tas; verba esta madinissi /el em obras de valor to
diminuto.
5." ieccao. p
porlaria :
v Os Srs. agentes da companhia de navegacao
^rasileira mandem dar passagem de r para a
Isabel Maria Ferreira.Informe t> Sr. inspector
da thesouraria d-j fazenda.
Jos Alves de Souza Neves. Sim, nao havendo
obra dos reparos da eslrata nova municipal inconveniente, e mediante recibo,
roaco da Varzea, que se refere o offlcio jos Ferreira da Silva Chaves. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Luiz de Franca. Informe o Sr. Dr. c :efe de
polica.
Lucio Alves. Aguarden supplcante autorisa-
ci do governo imperial para ser effectuado o pa-
gamento.
Racharel Miguel dos Anjos Rarros. O encom-
modo de sado que allega e supplicame estar sof-
frendo. nao pode ser grave, visto apenas solicitar
urna lcenca de 30 das, metade da qual ser* gas-
earte no vapor Para, pjr conta do ministerio da ta na viagem, e cimosubsistamos rao'ivos qle le-
marinha, ao engenheiro tavl Julio Alvaro Teixeira j vara esta presidencia a negar a lcenca pedida, in-
de Macedo, encarregado de fiscalizara construeco .deflrj o que requer.
de.pharoes na costa do imperio. (arcolino Ferreira de Araujo. Informe-o'Sr.
WXMENTftlfl l-.caeT.\8I% l)r. etiefe de policia.
5.J ttc$Q. Marie Cluistiani. Passe pirtaria na forma re
0 clos: | querida
Au Dr. chee de polica. Exm. Sr. presi-1 Manoel Go.ues de Moura. -Deferido cora o'Bcio
dente da provincia manda declarar a V. S. que desla data a thesouraria de-fazenda.
nesta data expedio a necessaria ordem thesoora- j Thomazia Maria de Lima. Deferido com offlcio
ria provincial no sentido de serem pagos os vcu- desla data thesouraria do fazenda.
cimentes de um offleial o 30 pilcas da guarda na- Secretiria da presidencia de Pernambuco, de
cioaal, que do termo de Uuique vieram conduzindo maio de 1873.
iresQS" de justica para esta cidade conforme so-1 O porleiro,
eitou em seu offlcio de hontem sob n. 612. Silvim A. Rodrigiu
.* seccao. -Palacio da presideucia de Pernam-
buco em 30 de abril de i873. -Illm. Sr. -Chamo
a attencao de V. S. para um artigo que, sob a opi-
graphe L'm reo de,einbury nt /; sahio pu dicadi no
Liberal Permmhucano de 26 do crrenle, q :e so
hoje me vi'io s mos x
Convndi) averiguar o que ha do real no fado
criminoso nesse artigo enunciado, espero que V.
S. proceder sem perda de lempo s noce-sarias
diligencias o averiguacoes, pdenlo al ouvir a
respeilo o desombargador Alexandre Uernardino
dos Res e Silva, que Se diz informado de todo o
occorrido.
Espero que V. S. proceder a respeilo com a di-
ligencia e zelo que llie natural e deve corres-
ponder ao cargo que exerce, de modo a licar Dcm
limpo csse negocio, t/azendo a meu conhecimenlo
o resuRado das averiguacoes que fuer.Deus
guarde a V. S.Henrique Penira di^ucena. -Sr.
Ur. chefe de pulida.
2.* scefao- Palacio da presidencia de Pernam-
buco em 30 de abril de 1873. Recommendo a
Vme, quo sem perda de lempo requeira um iu-
querilo minucj^io om ordem a verilicar se exac-
ta a noticia (po se l no Liberal PeraambncM
de 26 deste mez, que boje li, no artigo que lem
por epigraphe Um reo atttmbarfador, devendo
l^wa esse lim requisilar todas as diligencias que
forenij necessarias, principalmente o testcmunhj
du desembargador Atexandre Bernardiii) desliis
e Silva, aponlado como pessoa bem infoiinida do
todo o occorrido. >
Confio que Vine se elevar altura do impor-
tante cargo Confiado sua honra e probidade, e
saber wpncar as sombras que possain obscure-
cer o enorme attentado denunciado opinio pu-
blica, trazendo ao conhecimenlo desta presidencia
o resultad o das di igeucias que a respeito fizer:
Deus guarde a Vine. Henrique Pereira de Lucena.
-Sr. promotor publico da capital.
i 'iMiiuiumlo superior.
QAKTKLDO COMM.VXDO St'PEKIOR INTERINO DA
GUARDA NACIONAL DO MU.MClflO DO REClFE,
' 1 DE MAIO DE 1873.
Ordem do dirt n. lid.
De conformidade com as dispusieres do contra-
to entre o loverno imperial e a companhia da es-
do Recife a S. Francisco e reqoisi-
eiro fiscal dessa estrada em cilicio
prximo passado, faco publicar a lis-
"dores da mesnia estrada, que sao
iaes, alim de-serem dispensados do
auto cHKerem alli empregados.
_ %' batalhao de infanlari.i
G:larda.^Binoel Jos da Conceicao.
o batalhao do infantara
Gn..rdajfjiBs Mari.i, Ant mi i Luiz dos Santos
f l'odro "k batalhao de infantara
Guardas.-Victor Jos Ferreira, Joo Raplista de
SanfAna?lai 9tmeKO NepomucoB
PaesTPociano Manol e Fnincis-o Pe
R'Mpho Joo B'trnta d- AlnteMa,
Coronel coinmaudaule superior interino.
(rada de
fo do
de 23 d
ta dos t;
guardas
serveo e
INTERIOR.
< 'orreMponilciiciu do a Durio le
Pez-aanibuco.
l'.lo DK JA.NKI..0.
Orte, 24 de abril de Jo73.
Motivos estianhos mnlia vontade tem-mc pri-
vado de escrever-lhe ultimameiite.
Importa pouco dizer quaes ellos sejam, comipian-
lo me seja preciso invoca los para merecer descul-
pa. Em todo o caso, evitare! um longo cavaco,
para entrar em materia, como se diz em lingua-
goiu parlamentar.
O lloyne, que d'aqui parti hoiiteni, deve ler-lho
levado jonues, pola leiiura dos ipiaos leria lcado
intoirado do desgranado incidente occorrido entre
os deputados Misario, do Rio de Janeiro, e padre
Joo Manoel, do Rio Grande do Norte. Nao pre-
tendo dar-lhe agora os pormenores desse lamen-
Vavel aconlecimento, que emsou geral consterna-
cao, c que na-) se aiiid a quem mais prejudicou,
se ao aggredido, ou ao aggressor.
Quizcra poder dar-lhe informafo.es acerca da
sesso secreta que elle molvou, e que, tanlo pelo
assumplo, como pelo laclo de ser secreta, esperta
grande e natural curosidade. Sinlo, porm, nao
poder faze-lo ; porque, com ptanto um segredo
tratado entre cerca de oitenta pessoas olere;a
mui'o poucas garantas de ser religiosamente guar-
dad", n?o pudo anda saber pelo miado e eom
exacJdo do que se passou na dita sesso. Ape-
nas hoje, na ra do Oavdor, que onde se co-
Ihem as mais importantes, as mais verdaderas e
tambeui as mais falsas noticias, contou-me pessoa
que se repula bem informada (mas que eu nao
juio que o seja) que foi presentada e approvada
urna mo.o pra que se declarasse na acta da
sessj od un i que a cmara deplora va o faci
e reprovava o procedimento do deputado que ag-
gred.raooulro; masque no ftm foi resolvldi, que
bastava que essa mogao constasse da acta da sos-
sao secreta, como outras que foram apresenladas
e rejeitadas; de modo que licou ludo encerrado
e laerado no tal a.-la, e nao ha meio dj que o pu-
blico possa saber, salvo o caso nao provavel de re-
veUcao feita por algum. tleputado indiscreto.
Eaaa reprovacao secreta, se a noticia verda-
delra) como punico moral de um facto publico,
faz lembrar o caso daquclle sujeito que mandara
retratarse oceulto n'um bosque, de modo que
muguen o vase; incumbencia esta, que foi to
cabalmente desempenhada por um consciencioso
artista, que ninguem seria capaz de suppor, que
por traz daquellas verdes, frondosas e floridas ar-
vores divertase um velho magano, espreitando
as incautas nynphas, que iam banhar-se no re-
gato vlsinho, ou corram alegres e descuidosas pe-
lo prado I
Preserve-me Deus, porm, de pretender compa-
rar os nossos dignos representantes, nem ao au-
tor de to excntrica idea, nemao engenhoso pin-
tor que a tr iduzio no seu aprecavel quadro.
O Sr. padre Joo Manoel tem sido visitado por
grande numero de deputados,. senadores e pes-
soas de todas as classes, inclusive o nosso prela-
do diocesano, que deu-lhc essa prova de apreco,
acompanhada de palavras de consolaco e confor-
to ; mas acabando, segundo me dzem, por im-
porlhe, na qualidde de ii espiritual, que ne-
nhuraa vinganca ou desforco procurasse tomar da
aggresso inslita que soffrera.
Fallemos de outra couza.
Pelo Boyte Umbem deve tersabido,que,no obs-
tante terem os conservadores dous tercos-dos elei-
tores do municipio neutro, sendo somente am ter-
co dos liberaes, ganharara estes a eleco que leve
lugar no dia 20, para preenchlmento da vaga del-
xada na cmara temporaria pelo Sr. Teixeira J-
nior.
Esse resultado era esperado desde que os con-
servadores divdiram-se em tres grupos : um, o
dos dissid-nte e o mais numeroso apoiava o Sr,
Aullado Figueira; nutro, o Sr. visuofidfl de Sil-
rl ; e o tercoiro o Sr. Andr CVdeiro du .'.ranj.)
Lima.
Alguus ilias antes da etei^j, alguns cons
mais prudentes e providentes, que estavam
certos do que hava de aconlecer, pr.icuraram rea-
lisar uin arcordo entre os tres candidatos, afim de
s um delles, ou mesmo um ouim qualqucr con-
servador distingo, fosse apresentado em nome do
partido ; mas nenhum quia^eJor de sua preten-
cao.
Os dissidentes, sobretudo, mostraram-se incon-
edaveis ; coiitavain, ao que parece, com o grande
cffeito da circular assignada pelos deputados do
Rio de Janeiro, c m o Sr. Paulino frente, em
favor do Sr. Andrade Figueira.
Agora dzem algn que a eleco do Sr. Pi-
nlioir. Gumares est eivada de nullidades, por
terem intervalo nel-a os elei lores do Sacramento,
ltimamente eleitos, em virlude de ter silo annul-
lada pela cmara dos deputados a^le cao feita em
ag>sto. Alegara qie essa eleieo agora loi presi-
dida por juiz de paz incompetente.
Nao sei se ha fundamento nessa allega;o. O
diploma do Sr. Pinheiro Gumares foi h qe apre-
senlado na cmara e remet'.d) respecliva com-
misso de vcnlieaco e inqucrilo. Veremos o pie
sahir.
O que verilade que o governo nao te ve can-
didalo nessa eleioo, como das antes de ter ella'
lugar o dentaron na cmara o Sr. miuslro do im-
perio Intorpelkdo polo Sr. Duque E-Irada Teixei-
ra, ao qual provocou para que ritme um s indi-
viduo a quem qualquerlos ministros tivesse fal-
lado acerca desse ou daq*Helle candidato, ou apon-
las* um faci que denuucasse vistas eleiloraes.
N'o parlau-enlo, entregue a discusso e votaco
ilas lois annuas, nao tem havido debates, que des-
perlein a atlenco publica. Apenas ni senado os
Srs. Jacintho.de Mondonga e Jobm iiuebraram a
monotona que all reinava. apresentaido cada
i|ual um requerimento, 0 priineiro sobre negi>cios
do Alagoas, aecusando o respectivo presidente por
causa do adamento da assembla provincial e ou-
tras enhilas mais; o 2.* sobre negocios de protes-
tantes, irmes de cridado, santa casa de miseri-
cordia, polica, passa-potes, etc.
Ao senador alagoant) respondeu lorgamonle o
Sr. presi lente do conselho. e tambein na parle que
llie locava ao Sr. Jobm. Quem tomou maior en-
cargo de responder a esle foi o Sr. Zacaras, que
entretanto, no meu entender, veo por lim licar
de peior partido ; pois vollando o Sr. Jotiini car
ga carre/ou desapiedadamente a mo sobre as ir-
mes de caridado, que seduzem os doontes pro-
testantes que eniram para o hospital, para muda-
re m do religiao, e narrou um fado acontecido
com urna rapariga filha de um allemao morador
em Petropobs, que causn impressao.
Passaudo depis a tratar da religiao do estado,
que defini seu modo, eensurou speramente o
procedimonto dos padres e bispos que. concorrem
para converler ao catholicismo mulheros prot"s-
tafites casadas, que depus de bapti-adas casam-se
com outros catholicos, deixando os amigos mari
dos. E neste ponto referi um faelo acontecido
na colonia de Santa Leopoldina, no Espirito San-
to, de annullaco de dous casamento* entre aca-
Iholicos, feitos conforme nnssa propria le.
De sua exposr guinles palav as :
tAs razoes que allegaram para que esses easa-
RU di.ijtiu ue-l'e tos s;io que urna das mulhe-
res se quexara aos padres catholicos, de que seu
marido era frgido, e a outra de que o seu era
extremamente calido ; (hilaridade) e por motivos
to frivolos foram annullados os dous easamentos,
e os padres catholicos qualificaram esses casos de
impedimento cannico I um, prap'er cilidilatem,
outro; propter friqorem, frisadas).
Depois do Sr. Jobm fallou tambera o Sr. Souza
Franco em favor das opnioes daquelle, o que mo-
tivou roclamacoes do Sr. Candido Mendes, que
com o mesmo Sr. Souza Franco ftcou desafiado
Eara em oulra occasio abrirem dbale vaslo se-
r a materia.
Na cmara dos depulados depois d; votada a
le das forras de torra em 3." discussao, volaram
so tambern os additvos do ornamento geral do
imperio, e agora est-se na 3." diseusso deste
desdo i onle.n, tendo romp Jo o debato o Sr. Du-
que Estrada Teixeira, que fallou por inais'de duas
horas.
Inconteslavelmente, na prsenle sesso esse
deput ido o mais notavel dos opposicionislas ao
gabinete. A' urna ntelligencia bem cultivada,
rene esludo proficuo das quesles do dia; de
modo que osla soinpre prepralo para ir tri-
buna e discutir melhor do que qualquer dos scus
companheiros.
Iuterpellacao no 8i>. ministro do
imperio.
O Ilustre deputado pelo municipio neutro, o Sr'
Dr. Duque-Estrada Teixeira, fundamcutou na sea-
sao da hoje urna interpellago dirigida ao honrado
Sr. ministro do imperio, estranhanda demora da
deciso do governj^sobra a cleieao municipal da
Guaraliba. .
Aproximando-se o da em que o elenoralo do
municipio neutro deve proceder a escolha de um
representante para preeneher a vaga deixada na
cmara temporaria pelo Sr. couselheiro Jeronymo
Jos Teixeira Jundr, o orador dedarou-se tomado
de apprehensoes sobre a influencia que a demora
da esperada dec sao poderia exercer no pleito elei-
toral.
Fazeudo justica rectido do Sr. ministro do im-
perio, o Sr. Dr. uqim-Estrada Teixeira v nesta
questo urna questo de mxima importancia, que
pode contribuir de um modo efflcacissimo sobre o
resultado da eleco.
Confiando que a deciso do governo imperial se-
r pautada pela justica, o orador reclama para
este assnmpto a attencio do Sr. ministro do impe-
rio, esperando que o adamento da deciso nao
seja convertido em arma eleitoraj para amparar
urna-i afluencia malfica sobre o importante pleito
que est a abrir-se.
Dando-se pressa em responder ao Ilustre depu-
tado pelo municipio neutro, o honrado Sr. ministro
do imperio deu a cmara e ao paiz a mais formal
seguranza de que, nao tendo nenhum interesse no
prximo pleito eleitoral, antes impoado-se como
norma inalteravel de conducta a mais estricta im-
parcialidade, o governo imperial nao poda ser
suspeitado de procrastinar urna deciso para, por
i'S'e meio, influenciar no animo do eleilorado.
Este alias muito independente para dar razio
s. apprehensoes de que se revela penetrado o il-
lustre representante do municipio neutro, que m
sua propria escolha, tem a prova irrecasavel de
que o dislincto eleilorado sabe fazer iustca aos
que se mosteara dedicados causa publica, pro-
curando distinguir o talento e o merecimenlo onde
qaer que elles se rcvelem com direi'o ajsocitar
os sufragios eleitoraes.
A demora que deu fundamento iuterp ellacio,
si alguma cousa traduz, o bem entendido eyre
dicavel escrpulo eom que o governo imperial deve
proferir a sua deciso em materia que demanda at-
iento exame.
Essa demora, que alias de alguns poucos me-
zes, mais do que justificavel. Devendo pronun-
ciar-so sobre as representaedes documentadas, o
Soverno imperial nio deveria expor-se ceas.ura
e meaos reflectdo o prudente em urna deciso
que entente om elevados rateresses. Sujelada
a materia urna seccio do conselho de estado, so
mete ha poucos das foi a questo submellida a
apreeiai'o du ministerio-do imperio com o pare-
cor daquclla respeilavel corpoi a
0 nobro Sr. ministro do im
que, para justil
que deve
adduzr numerosos procedentes que faeilnMota J
deriam ser verificados e quevriam p
do irrecusavel que, uesU questo, o gov
perial nao se apartou das nonnas em uso e
nadas pelos estylus.
Pois que au espera va a nterpellacio qna i
do ouvir, e a que era de tea dover dar hmm
resposta, o Sr. ministril aponlar apenas Anos tac-
tos, um e outro verificados na aaministrac-io o
honrado ex-iniuislro do imperio o Sr. ctmadkn
Paulino de Souza.
A eleic i municipal a que se proceden em lt-
lem em 1868, nao foi approvada |h>Io honrado ex-
ministro seno dous annos depris, isto era rIJt.
A de Rag nao te ve deciso durante a gerwdn
administrativa do gabinete 16 de inlho Mu
oulms proc ssos de eleicoes nuninpae*, qoe i
pode rilar de memoria, tiveram igual destino
Esles precedentes nao os invoca o Ilustre Sr mi-
nistro como motivo a qualquer censura. Taes a>-
cisoes, dopendendo em regra d<: iiifonnacoes que
s mais das vezes nao podem ser reeolhidas rom a
ilesejavel eeleridade, nao podem merecer urna in-
mediata soluvo
Elles \em ponto para deixar assente qae a
demora, que. anda pode ser contada por das, sa-
br a d.ciso do processo eleitoral de Guranla,
nu en vi >l ve o icu-aoienio de intervir no plio
eleitoral por meio do indebila presin sobre o -
dependente eleilorado do municipio neutro.
Para corresponder impactcnle esperutiva *
uobr: depulado, que to solicite se revela potacoa-
sa do partido conservad jr, o Sr. ministro declara
que a sua deciso nao ser retardada.
Ella ser publicada, logo que n possa ser sem
prejuiz) do exame ltenlo que o assampto motiva
por su natureza e por seus effeitos.
Nao se arrcete o nobre depulado. nao se arre-
ceiem os seus amigas, nao se arreceiem comer-
vadores e libanes da inlervenco govcrnamenttl.
O governo nao tem candidato; nao favonen
urna candidatura com prejuizo de outra.
Esta a sua deliberada inlenco, a mais firme,
a mais resoluta, a mais convencida.
Esta hnrala declara.Ao do Ilustre Sr. ministra
do impeli recebida |xda cmara no meio de ca-
lorosas mani'e.-la.es de applauso.
discurso de S. Exc, pondo em reaire o sea
reconberido talento oratorio, foi rectelo eoeao
um nobre tcstemunho da rectido das vistas mi
nisteriass.
Huir ao intolligcnlissiaw Sr ministro do Im-
perio !
discurso de S. Exc tem um verdadeiro akan-
ce poltico t
Incidente parlamentar.
No momeulo em que o Sr. ministra do imperte
oceupava J rilhanlcineiilu a altencao da ra ira.
temporaria, respondendo com a mais fina csrtetia
a urna interpellaco do Sr. Dr. Duque Estrada
Teixeira, sobre deciso do processo eteenl>
Guaraliba e por essa occasio asseaurava camera e
ao paiz que o governo imperial nao exerceria ec-
nbuma inlervenco no prximo pate Al awari-
pio neutro, o Sr. deputado F. Dilklia orne em
aparte, que essa declarar;o do honrado miaietro
poda ter o mesmo valor que a do ex presidente da
provincia do Rio de Janeiro, a respeito da ultima
eleico verificada naquella provincia, talvez eaaa
brindo a lew/Ao de di^farrar urna insidiosa -
lluencia que nao pOMM seuao occasio de tra-
duzir-se por actos.
Ponderando o Sr ministro que a suipes ex
primida pelo nobre deputade pareca envolver eaaa
stfensa, o Sr. deputado Joo Manoel, as*oriande
uunifesiac i da maoria da cmara, observoa em
aparto que o h nirado carcter d > Sr. ministro aio
podia ser susneilado por quem quer que fosee,
accrescentando que i aparte firasse no seio da
dissidencia.
A' esta easertaaie que, fazeudo a devtda justica
aos sehtimcutos pussoacs do Sr. coHselh rea deOliveira, em nada prejudieava aos crditos
de homem de bem de que o Sr. F. Relizati <. como
t do boincm- poltico, deve prezar-se, ao odio o jo-
ven representante da naci com esta inoilloota
cxpresso dirigida a um seu collega, to l-ytfjem
representante do paiz comoJS. Exc., o como S. Exc
zeloso de seu nomo e boa roputacao, e credor do
respeilo de amigos e adver-arios :
Quem o haiji de dizer t a" nm tMelilt .'
Ao insulto o insulto, cm urna so dTen nr;a que
o provocador aclntoso loi o Sr. F. Relzario e o
offendido um homem que, pela sua pesicao e polo
seu carcter, devia inspirar respeilo ao joven de-
putado.
Se eu sou um silellte, V. Eme. i *m miteratel '.
Tass foram as palavras can que o Sr. denotado
Joo M inoel julgou dever desa trontar-se contra a
impensada injuria do imprudente representante
do paiz I
Por mais que nos seja desagradavel recordar o
acontec i ente, justo Irazer informado o publico
de q u ante se passa no seio da represen tac o na-
cional.
A responsabiUdade do incidente cabe mleira-
m 3nte ao Sr. F. Relisario !
N nhum hornera de honra receboria sem enr-
gica repulso a grosseira irona do joven parla-
mentar t
Sr. deputado Joo Manoel fez o seu dever da
homem de bem.
Entenelnnai
A Reforma de hoje 19, historiando o acoateei-
mento que se dera bou tem na cmara, diz qae e
r. Bolsario esperara poto Sr. Joao Manoel a car-
redor da mesma cmara.
A feformt est mal informada, o *ct0 P***
sou-se lal qual o relatamos neste jornal, sea) i
ra:ao de urna s das circumslancias. Do ti
maiilio disso mutas pessoas que o presenciaran,
e cuja aQinna;.o nao pode ser posta en du ida.
Mesmo contra um adversario, nunca se deve fal-
tar justica.
O facto impressiooon tao flesagradavetraenO
Reforma, que esta, procurando ama
dimentado aggressor, nie, pode,
xarde fazer-lhe as segninles porg^unUs, i
naco bem cloquete de nm acto tao vmle
revoltante.
O Sr. Dr. Belizario, porque nao tomou a des-
forra logo, alli raesmo naquelle recinto e no -
menlo em que foi brutalmente offisadide J __.
Porque deixou passar doos das e perqu leao
de aggredir o sea contendor nio o prevente T
Note se, porem, que a Refatma caeaa deefen-
sa brutal, a renresalia digna e jusla de na awaw
proferido com o maior desconedineaV).
Anda e'seninre n Intriga.
O ultimo boletim do orgo republicano exptera.
entre outras, rma velha e sedica intriga aaa aie
deve correr sem protesto, e protesto Unto a
lioso quanto abonado pelo teatinaain e |
altamente nsuspeitas e por mais de una
digna de crdito.
Nao de ninguem ignorado qae, no ser
do na cmara temporaria o orcamento da 2
um lamenlvel incidente perturbara os r
da sesso.
Os ann a es do parlamento relatera por eme |
o acontecimento de 13 de Janeiro :
Est na tribuna o Sr. Saveira Maruas.
Sr. Presionti :Nie peno enaittir a dn-
cussao poltica ao tratar-se da deseen do asnala-
rio da marinha. Os eslylos da casa s eparnal
espesa do nriniserle aa>
**
Wm
Y
^


ferio de Pcrnambuco Sexta fei& 2 de Maio de 1873.
IgEU'
"J*
.'
lastrado deptad por Pcrnambneo (of. Swwio
Loba), que chama-mo para esto terreno.
O Sa. M^RTit Toreos :Dodicacaa dochefo
dafaaiorri !
Or. i i.ooa* l\iNEai:-V. Exj. quera
d o hastia de
O Sa. AatHlft Cabros: Nao sa agonie por
ve-lq retirado de suaa mSo?.
^BBfefrwrTTTKiiivwnrw
( Hilaridade).
#101 "*C
cepata-
i
i Sa. Cardoso
otemoprivilegl
O Sr. Mmti?h> Cavims :--St tenhosse privi-
ieg o, V. Exc. te o de atrevido.
O S. Cardoso" m Mk-vKzk: -Ista ara desa-
foro..
( Ha diversos apa/le do.tpdoe os aliglos da sala.
VJ Sr. presidente rtdema a ltetele por veres, r
toca a cara;ptbia. )-
O Sa. PitihaB.vrfc{- A exnressie de que ?e ter
vio o nobre depiitr.di poi*' Minas ttfco parame-
-lar e muito menos dirigindo-se* um memoro da
amara. Peco ap nobre deputaflo que retire cssa
xpressad...
O Sa. MAiitiNii.) Campos : -"Se V. Exc. finer re-
tirar primeiro o insulto que Me foi atirado, tenho duvida era annuir a* scu pedido.
O Sa. Phesiokntk : l%a o nobre deputae
*jual esse insulto. K i nao o ouvi.
O Sa. Mhwwho Campos:-O de se direr q*c
u tinha o privilegia de engrapado.
( Continuando os apxrtes em larga-"escala tura
forte dialogo entre Srs. Cardoso ic Menores c
Martitilio Ctmpov c Sr. presiiento chama nomi-
ualmente a ordem 'estes dous senhores, e nao se
Tpodendo fazer ouWi por haver grande, agiflw-ao na
sala, ilcclara o seguale):
O Sb. Pbrsiosnt : Suspend a sessao, ( Le-
'vanla se de sua^cadeira c retira-seda-sal*; tlguns
minutos depois, tornando a oocapar ski cadeira
declara:
O Sn. Pbesidknte :-Adiandosov'fcora adan-
lada e havendo-se retirado abrrnis tos. deputados,
vou levantar- a sessao.
Publicado'este extracto as dia 'inmediato, nc-
uhuma reclniiaco foi mandada a mesa pela fi-
lustre oppcsicao liberal. Haioria'<; minori?. con-
forirjaramise com o histrico do aTodUseimeiito i|Ue
de neonato modo foi diminuida ttemki> pioporcoos
naturias.
Estavam nestc accorlo lodos os-k.inradjs tacliy-
graphos pie nessa oecasiao so empregavam no
apaiihamento do debate. Nordrum deltas discor-
dara de la narracao -que o s icttcio Uos di us la-
dos Ja oppasico iirestc.u icnpltetomenle o seu tes-
temuiiho.
Mas, sem que o autorisasse algum. tcstcinuiilio
digno de f, sem eme rsuutiesse de onde surgir
a torpe versao, ama corta psrte da imprenta jul
giMi dever attribuir ao honrad Sr. ministro do im-
perio patarras descertezas que dizia dirigidas
mullidlo.
A verdadeira sorpresa da que esta noticia fui
reeebida entre as pessoas^resenU-s sessao de43
de jauero, nao iinpoz silencio impudente aflir-
nu;:).
Ill;istres opposicionisfcw exprimirn sem reserva
a ostranheza que lijes causara a infundada versan.
Voltando trujana notiia inimeJiato ao do acn
Iccimento par, continuar o discurso que nter rum-
pera na ve pera, o Sr. -Siiveira Martiis,.que assis
tira do seu lugar a lodo o enfuet, nao junlou o
seu tcstemunho a iilrtia posta em circulacao.
Guardando snsocio sobre o incideute, o ilustre
de;)uuvl) i'o-gianileisi;-deixo.i wm seu discarso r-
recus.ivi'l djcu.iieii'odafalsidaae de um tai boato.
Acredita se ija_e ofir. Silveira Mai-tins dcsapro-
vi'itnria a o-casiao de responsabilisar um ministro
da corda pela irtjustin'cavel qual|ficacao ac se Ihe
Hnpntara haver dirigido s galerius ? Sao era o
facto bastantemente ^.rave ?
S'a mesmj sessiio do dia 15. o Sr. Gusn-ao Lobo
pr iv.u-ava por estas- mu vencidas palavrar. o leste-
mun'i) da cmara sobre o lamenlavel aeootecimen-
t da vesjwra :
O Sa. Gnsvvi Lana : -Amo a mpronsa livre,
siai. mas como toda lihirdade, a da imprens. tem
jwu natural limile no respeito da ustiyae daver-
dade. O doesto, a injuria, todos estes moios con-
. demnaveis da difamarlo vulgar, deshonran] a mais
Ilustre das causas* (Apoiados, rcelama-Ces e apar-
tes).
O Sn. PabamM : V. Ex.*.'foi ag^redido por-
que deu atgnns aeortee qnandn rava o nobre de-
putado pelo RiiNJmMie dcrSul.
t Si. Floir.ncio i .: Aimiki; :O nobre deputado
uj pode, i orcm,-.negar que a impreiK?. liberal faz
a gua propaganda -eoMenne as regras do systema
-cepre ornes taib.
O Sr. Wabtmio-Csmpos :Apoiadc.
Sa. Gussiao L' lie : -Seguramente no'rne fiz
nttBder. Nao ter.to arrebatar i:pren-a literal
glorias que Ihe pisara competir ; naoeontesto que
lia sirva com dediowao s ideas do partido que
a inspira. O que oa qereria, que a verdide e
a jusea iossem iiiv.-riavoimente as seas normas.
Nenliuiaa.iinprensa pJe honrar-ee* com o uso da
lifasiagas. i Mnitos peia los).
O Su. fianTiNHo Cajfros d um parte.
O Sa. Gosm.vo Lni i : Ke.lizm.mte o nobre de-
put 1J0 por Minas, distfaoM representante da esco-
la .liberal, far-me ajastiea a que me jnlgo com
direit i.
Vozks : -Muito-bem.
O Sa. Antiao Iob: Vein a ponto recordar
urna outragravoinjustea cumraettida-pela impren-
s liberal.
A cmara testentur.ha de que o desagradavel
aconieeimento -de-honteiu nao tomei fiarte ainda
a menos activa (apoiados ), como o a tomou o
honrado Sr. ministro do imperio. <48!tos apoia-
dos ). O meu Ilustre amigo uao iittervtio d ne-
nhuin modo no latnentavel incideale (< nem por uhu palavra nem por nmgesu Iradnaio
o pensamento que a imfreifsa Iheattribe. ( Mul-
los apoiados).
Estas persuasivas pakvras do tustre deputado
-pernambucano, proferida., no dia iimeato ao do
conflicto, peran^e os actores da vesweia. peraate o
mesrao publico, tem iueontestawJoiente o mais
eleyado alcauce.
Xenhum dos distinetes mombros da epposicSo
ulgoa-e no dever de redamar contrapeste juizo
vigorosamente xprimido.
TraUva-se, eatretanl. dfl um faca da-vespera ;
estava-se ainda sob a mwessao do acontedmente.
Como se tantos testemunhos nao lowtassem, ou-
tros vieram coerobora-los.
Tipha-os motivado a caprichosa sieisteiuria da
imprensa.
Os Srs. MurineUy e Silva, ncarregados de apa-
nUar o debate para o JorMti do CoMmercio e Dia-
rM do Rio, apressaram-so m assegurar oai aliono
verdad que nenhuma palavra tinham oevido
ao illustre Sr. ministro do imperio.
O Sr. MurineUy nao poda parecer suspsrto ao
orgo liberal. Carcter sctnaiacula.ckladepro-
bidoso e desde a infancia iiiraterruptainenle itedi-
cado causa liberal, o distineto artista tinia irre-
i'utavcl direito a ser .acreditado.
Ao raesue tempo quo a verdade ca por este
modo tirada a limpo, injnbum dos espectadfires
que aos cent. tinham concorride i sesso do dia
13 de Janeiro, se avara en i tomar a si a respen-
abilidade da cruel ariaacao.
Sem estes focara os unios testeniunhoa nueo-
lliidos.
O Sr. Salvador de teadonca, cute no momento
do cofdicto extraetava o debate para o dar i. es--
-lampa na R'publki, nao se ro;usou era dar ver-,
dade um novo doeamentc. Em dedaracao lirma-
.da por-sen nomo, e publicada no orgo republica-
no, fez certo que nao ouvira-ao Sr. ministro do
imp?.ri) dirigir gatera patavras irritantes oo of
fensis'.is.
V inyiia senipre u,p wmi IWHmfiQi
DlTfilO DE PERNftoIBUCO
RECIFE, a DE MAIO DE 18?^.
V**icbta mi 4o ianpr-riA. '*;
Ajnanheceraitt honteni em bos-o porto os vapo-
re americano O/iorio e brasileiro GUiui. traien-
do datas : do Kio do Janeiro 2o, da Babia 28, de
ii it o qiw colhemos ib s jomaos reeebidos :
1110 DE JANKIII0.
A mara dos iepata-ies, no dia 2t, approvou
nm prmieira e segunda dtscussfio o projecto auto-
risanSo o goveino a conceder diversos favores
a jnnta direetoni da Asr-oCiacao C.ommercial da
Sahia. .
Approvou em segide, en\ una so discusso, o
projecto relativo a pretuncao do printeiro tonentc
da armada Antonia nltnoR du Pin c Almeida.
Approvou tatnenm em segunda diseussito urna
emenda substitatH-a d> projecto (|ue faz varias
concessoes aos OfSciaes commissionados durante a
guerra do Paraguay pilo presidente da provincia
de MaUo-Gresso, leudo orado os Srs. Cardozo Iw-
nior e EscragcollaTaunay.
Approvou nm'ti em s gunda discnssJo o pro-
jecto que concede um anno de licenca com todos
os vencimerttos ao juir de direito da comarca de
Macap, com algnmas emendas ; e outro projetto
autorisando o geverno a conceder a graduacae no
posto de tenente de nfantaria ao alteres Joaqoim
Jos de Mello.
Kejoiton em primeira discusso o proje -to que
aut-irisava o goveruo a indemnisar o autor do
Indicador militar as despozas que tivesse feito,
depois tie algumas observacoes d. Srs. Cardozo
Jnior-, Eseragnolle Tannay e Eufrasio Correa.
Oocnpou-se em seguida com o art. 3." do pro-
jecto deste anno, que crea mais sete relacons.
Orn o Sr. Alonear Araripe. Enttando em'dis-
Mfgo o art. 4', orou o Sr. Ferreira Vianna e fi-
i"'H! a discusso adiada.
ftir ultimo discuti o orcamento geral do m-
pcnio. Oraram os Srs. Ferreira Vianna e Siqueira
ende*.
Firam apresentados mais mesa os segrales
ddilivos e emendas ao orcamento :
Ao 19do ar 7." Em vez de -l,380:OGO -
diga-se 1,080:00'J,.
t S;ila das commissiie?, 21 de abril de 1873.
A. J. Henriques. Araujo Ges' Jnior. -Souza
Lco. Cunha Firueiredo Jnior. Koclia Leo
Aoart. 8.*-Accrescentc-se o seguiule para-
grapho.:
Manumissoes (o que prodnaircm as quotas do
fundo de einaixiracn..
Sala das couimisss, 24 de abril de l73.-
A. J. (lenriques. Arauje Ges Jnior.Souza
Leo. Cnnba Kigueiredo Jnior. Rocha Leo.a
Ao i") do ait i.'j aeeres.-ente-se a quantia
de 574:2(M)jOOO, o cm vez de 28G:5iOJ, diga-se
6O:74Oi0O.
Ao 16 do mesmo artigo, accrescento-se a
importancia de80:. e em vez de 39i:4uO,
diga-se1,199:00(150 .
Sala dascommissoes, cm z de abril de 1873.
A. J. Hcuriques. -Araujo Gees Jnior. - Leao.Cuqha Fijueiredo Jnior. -Roeha Load.
Ao
s li." e 'i.' do orcainenlo da raarinha ac
T.to honesto como ateJ,lige.mQ^o Sr. SsLvadar de
Mendonca,-tanto menos pJe ser suspekado e
ompromelter a verd de i|uauta era um alto dever
o de que esU?a incumbido.
Julgavamos.Jila a ultima, pajayra sobre esta vi
dissima intriga,.con que se lentou expor um e.wa-
heiro .distineto, de fina edueacSo e ameis*,aio
rato, aos odios ia urna certa parte da populado,
Os que eDnhecem c os que nd eonhecem c il
Justradi) Sr. coas iheiro Joao Alfredo Co/oeia de
hveira terlam razSo de sobra para dar W a
Se o carcter do jiare ministro, as suas (w;di-
dades como hornera particular a os seus elevado
dotes como homem publico, rulo o devessem iscn-
rosos tctemunhoi prodatidos sobre o facto er-
gucr-se hiara como mquesiionavel protesto eou ;ra
a falsa asseveracao da imprensa liberal.
f.io foi, prtanlo, sm profundo pasmo qac v.
mos repetida a odiosa vci-sao o beletim repu-
Wicano.
AverJade tem ou dave ter o eortejo obriga.lo
,c tod< s os horneas de beju.
Peli ha entro todos i partidos.
Para estes appellamas os.
Se o Ilustrado Sr. ministro do imperio Incorrtn
por algnra acto as iras do pnrildo republicana
fica salvo corajosa plaiado de ejeriptores demo-1
ralas odireito do exame e Sin estna
o* uobrts iustrasraentos da impreoa.moralisadal
cresccnle-so a miautia neeessaria para que sejam
elevados razio le 50 por cento os veneimentos
dos erapregados da ntendencia e contad ria da
raarinha da corte.
Paco da cmara dos deputados, em 2i de
abril de 1873. Crac Hachado. Joo Mendos. F.
A. Xavier de Irito.-S.qncira Mendes.Cunha
Ferreira. Salalhiel. Casado.Ritlencourt C-
(non.
Fn-am concodidos aos vapores da companhia
nacional de colon sacao e navegai;ao transatlan-
tii-a os mesinoi favon-s, iseneoes e privilegios de
que gozara os vi>peres das companhias de nave-
gaco do mazonas, di liona duv al de Montevi
leo a Cujab, das companhias de Liverpool e
Biasiltira para a navegacao cosleira das linhas de
sul e norte do imperio.A. J. Henriques.-C Pl-
gueiredo Junior.-H. Gra;a.- Araujo Ges Jnior
Joao Mendes.
Depois das palavras-Obras Publicas, diga-
se : sendo 3 ^OOOj para as poutes da estrada de
IJraganca, na provincia do Para.Siqueira Mon-
des.Dr. A. J. G. do Araaral.-F. A. de Aguiar.
J. Wilkens de tfattoe.
Depois da palavra Obras -, diga-se : sondo
16:oOO para auxiliar a collocacao do a'tar-mor
da cathedral do Pa, elevando-se para isso a ver-
ba respectiva. -Si.pteira Mendes.Wilkons de
Maltos. Br. J. Gomes do Araaral. F. A. de
Aguiar.
As congruas e ordenados das dignidades, co-
negos, iHueliciados e mais empregados das cathe-
araes lieam augmentados cora mais cincuenta por
ceuto, elevando-se a verba respectiva na razao do
augmenta Siquei.-a Mendes..
Por titul) de SI de abril foi nomeado L.
esenpturano da contadoria demurinha.o pralican-
ts Alvaro Antunes Marcello
Por decreto n. 5,267 de 19 do abril foi c u>
cedida curapanhi. Agrieola de Campos autorisa-
ao para funecionar e foram approvados os res-
pectivos estatutos.
Esta cerapanhia, instituida na cidade de S. Joe
na Barra, comarca deCaiupos, provincia do Rio de
Janeiro, se propoe a estabelecer usinas centraos
para fabrieacao de assucar e agurdente. O capi-*
tal social de 600:0005, dividido em 3,000 acroes
de 20.15 cada urna.
A' Morriz N. Ko'.un e Dr. Joseph Spyer foi;
concedido, por decreto d 19 de abril, privilegio
por dez annos para fabricar camas de lecidos de
rame mobilias de palhinha melallica.
- Por desroto de 19 de abril foi prorogado o
prazo xado o visconde de Barbacena para a or-
ganisago d. companhia destinada a lavrar as,
minas de earvao de podra as margeos do Passa-'
Dous, na provincia de Santa Catharina.
Por portaras do 17 de abril foram nomea-
os : o L cirurgio Dr. Jcaquim Marcelino de
ilnto para _p ncouracado Brasil; o 2." cirurgio
Dr. Mauoel G. de A,?gollo Ferrao, para o vapor Pa-
rutase, esUc onado na Baha ; o Dr. Jos Flix da
Cunlia Menezes pata a rorveta.flci/f.
Pelo decreto u. 5,211 de 29 de mrco foi
creado, no termo de Curupui, da previne do
Maranliao, ura.lugar de juiz municipal o der-
Pelo decreto n. 5,261 de 5 de abril foi des-
anuexado do termo de Sal)ar o de Cacth. na pro-'.
viueia de Minss-Csraes, e creado nesle um lagar
de juu municipal e de,orphaos.
Pelo ministerio da raarinha foi declarado
presidencia de Peroambuco, em saluco ao officio
de 5 do mez prximo lindo, que nao deve o ba-
cnarel Joaquira ios.j de Carvalho Siqueira Vare|ao
conliuuar a lecdonar os aprendiies artiflees do
arsenal de marinha daqnella provincia, cumprin-
do que este professor soja pago do que se Ihe es
tiver devendo at o dia era que deixar de ter
excrcicio.
Lemos no Jornal do Commereio :
A presidencia de Minas acaba do celebrar
com o coronel Josa Vieira de Rezende e Silva e
Dr. Nominato Jos de Souza Lima a eonstruefao
de urna via-ferrea de bitola eslreita que, partindo
do Juiz de Fra, emdeinanda do Rio Doce, atra-
vesse os municipios di juiz de Fora, Rio-Novo'
J'omba, Ub, Santa Rila di Turvo e Ponle-Nova.
A fertilidade da zona que tem de ser percor-
/tda pela estrada, e que j actualmente nina
das mais productivas da provincia, pareca assegu-
rar prospero futuro a esta empreza.
a A parochia de S. Thi'ago de Inkama, segun-
do o mappas organisados pela reparticao de esta-
tistiea lera 1,066 ca6as habitadlas, 67 deshabitadas
e 1,110 legos.
i Saa populacao de 7,444 moradores, sondo
6.128 Uvres e 1,316 .jscravos.
Quanlo aos lvres sao 3,537 horneiu e i,59l
multares ; 4,541 solteiros, |,C8 rasados o 318
viuvos ; 6,126 cathdicos a i acatholicos ; 4,610
brasileiros e 1,488 estrtngeirog ; sahem lr e es-
erever 2,163 sao acalphabetos 3,965. Da popula-
eSo .escolar de 6 a 15 annos de idade 423 indi vi-
m res 403,.martimos !,, pescadores 53, aj
proprictartos 81, excrcera protlssies nr
O comnierciaos h% profissoes tnanuais
nicas Bil, s?o lavradores ?T'4, cralos,
e cmpTegaos m srrvico domestico l,1
teem broilesBes 2.H74.
No intuito do anroveitar a exposi^o univer-
sal de Vienna para derramar nuts largamente na
Europa verdadeiros e precisos cenhecim^ntos -do
nosso'paiz, eornmissie superior da exaflBb
nacioiihl da WD incutfl) o Sr. Dr. Joaqufc Sa-
iirel de Maeeo 4e escrcter Sorots de wrograp'iiti
do Brasil, lucroso encargo que acaba d.- mr deseni'
ptMilii lo cowapi'.hlii'a-ao de dous tomos, om que
o empento 4a Coinmissio parece ter sido cabal
mente sattsfcito. Na primeiro, o autor ocrupando-
se do Brasil em geral, depois de um esboco hist-
rico do pato, passa a deafrever a sua p< si^-io as-
tronoinica o limites, clima, ilhas prineipaes, estrei-
tose cabos, balisas e^ortos, systema corrtgraphi-
co e toydrographieo, produccoes naluraes, indus-
tria, ngritirttura, commereio e progresse material
de paiz, son systen de (overno e administra-
f, rivltisacao, populacao, colonisacao e cato-
hose.
< No tomo segundo o autor.trata urna por urna
das diversas provincias do imperio, segunde o me-
thodo seguida no primeiro a respeito do Brasil em
geral. Emhora nao possamos entrar na inves iga-
cao se.alguma omissao se comraetleu, algn er-
ro se introduzlo nesta obra que oxigia aturado
estudo c variadsimos conheciiucntos, parece-nos
ella de incontostavcl merecimento c utilidadc, tal
que veramos com i razer a sua versao pan urna
lingua que mais latamente dilfnndida Ihe alar-
gasso na tnesma proporco o circulo de leitores.
Lomos no Diario du flio :
O nosso goverao todos os annos aprsenla co-
piosas provas de quanta misericordioso aos con-
selhos que offerece corda para que estenda o sea
manto sobre os desgranados que eumprem sentep-
C-a por crimes coinmettidos, ainda os de maior ira-
portanea, como sejam os homicidios.
Ainda este anno, o poder moderador condoeu-
se da sorte do grande numero de desgranados, na
maior liarte homicidas, sendo o que bravia' cumpri-
do maior tempo de cntenca um enndemnado a ga-
les perpetuas desde o anno de 1839. Entre os a-
graciados notam-se escravoi homicidas qne j ten-
do sido indultados com a eommutaco da pena ul-
tima para a de gales perpetua*, foram, comtudo,
nerdoados tendo apenas cumprido 29 annos de
sentenca.
Es'tamos tenge de censurar este acto de mise-
ricordia ; compre, perra, fazer sensivcl o inarre
ditavel esquecimento em qne se tem deixado a
dous desgranados, um que tem cumprido 50 annos
, de aenteaea e outro 40 I
Oiferecemos considera.ao do Sr. ministro da
justiea o facto que encontramos n? Alio Araguaya
de Goyaz, de 15 de margo prximo passado. Ei-lo
t Entre os afama existntes na cadeia desta ca-
pital conlam-se Joao Bautista Cardoso que entrn
para a mosraa cadeia a 25 de novembro de 1823,
e compra a pena de gales perpetuas a que foi nes-
ta cidade condemnado pelo crime de homicidio, c
Camilla Rosa 25 de junho de 1827, que tamben
pelo crime de homicidio eominettido nesta capital,
fui condemnada prisao perpetua.
Ser ervel que esta abandonada provincia te
nha tido inizes, presidentes e representantes no
eorpo legislativo ? Singular esquecimento
Dar-sc-ha o caso de que at para estes actos
ile misericordia, praticados sob a invocaeo da pai-
xao de Jess ("hristo, tambera influa no animo dos
conselheir s da cora o indispensavel patrona-
to?
Era o lugar Curralnho, provincia de Goyaz,
tima senhora deu luz tres meninas vivas e perl'ei-
tas. Dehs as crie para o bem o que do molhor
Ibes podemos de.>ejar.
Eis as noticias commcrciacs da ultima data
< O mercado de cambio apresentou boje pouca
actvdade e frouxido sensirel Elfectuaram-se
transac^ecs insignificantes sobre Londres a 25 3/4
e!> 7/8 d. papel kmeario. Essas taxas mostrara
blixa de 1,'i c 1/8 d. sobre a que vjwrava hon-
tera.
Negociaram-se cerca de 18,0( ft aoberanos a
9537o a dinheiro, fechando o mercado firme.
As apwiccs goraes de 6 0/0 foram negociadas
era lotes muito pequeos a t:0.S2j o 1:055J! e em
partilas regulares a 1:0585 e 1:0600 a dinheiro.
No increado de aecoes apenas transpirou a
venda de tima partida das do Hunco do Brasil a
2505 e de outra da companhia de navegacio Bra-
sileira a 1155 por ac.o a dinheiro.
Nada se fez boje em caf.
' Desde o dia 25 do muz passado, xespera da sa
hida do paquete norle-amricauo fiouth Amrica,
al hoje. venderam-se 176,300 saccas, sendo
"Para os'Estados-Unidos 87,480
Para o Canal e norte da Europa 71,800
Para o Mediterrneo 14,9 0
Para varios pollos 2,20')
Nos ltimos 31 dias regularan as entradas do
interior cerca de 3,560 sancas lermo medio por dia,
flcando em ser hoje cerca de 165,000.
De asncar ertectuaram-se baje pequeas ven-
das e sabiram para consumo cerca de 5,000 ar-
robas de carne secea.
Fretou-s um nave para carrejar caf no Hai
ty para o Canal ordem a 45 s., e um para carro-
gar pedras para o Para a 50 rs. cada una.
Colamos por i arroba :
105*00
105000
95500
9500.
855O0
04100
75800
A alfandega rendeu de i a 24 de abril
2,380:8995239.
UAI1IA.
Sada encontramos nos jotnaes, qne moreda
mencao.
SF.RGIHR.
Lemos no Jornal do Aracaj j
a Deu-se na cidade de Larangeiras um triste
Lavado 95000 a
Superior e fine 95700 a
1* boa 95301) a
Ia regular i" ordinaria 85800 a
85300 a
2 boa 75900 a
2* ordinaria 756)0 a
aeonteciinento no dia 2 do correte pelas 5 horas
da tarde.
Achando-se o supplenle do delegado, em
oxereico, uaqiwlla eidade no armazera de Antonio
Jos Pereira -Fortes em companhia do exaeter das
rendas provinciaes, Joaqun Dias Braga, para a"
dirigio-se Jos Cuper'no de Oliveira, anteacaado
aquella autoridade eom ura rewolver, por Ihe
constar que que esta o persegua em um processo
instaurado contra o nsesmo pelo juiz municipal
O delegado proeurou dispersuadile. Oexac
tor Braga, por sua w* o aconselhara, mas Jos
Cupertino respondera-4he qne serclirasse senio
que o matara. Nesta-eccasio o Sr. Braga conho
endaos disposicoes em que se achava aquello in-
divkluo, trateu de feciiar as portas de arma em;
mas antes de poder censegui-lo, receben de mes-
rao um tiro de rewolver, de que ficra gravemen-
te ferdo.
O delegado, diante de semel liante faca, conse-
gu tomar o rewolver, mae o criminoso evadi
se. *
Em 14 de abril, chegou capital o Sr. Dr.
ebefe de polica Manoel Jas Espinla Jnior, de
velta do povoado da Chapada, para onde seguir
io dia 6, de conformidade cora o que resolver
o Exm. Sr. presidente da provincia, niiu de pro-
ceder as investigacoes neeessaras. para garantir
os interesses dos proprietarios e dos indias da
quelle municipio.
Fidimiente, naahuma altecacao encontrara o
Sr. Dr. Espinela, no tocante a ordem publiea.
Todava, S. S. era, com effeito, urna medida re-
clamada, bem da seguranga e mesmo dos di-
re'tos daqnelles individuos, os auaes, de animo
exaltado, em constantes lulas, cada qual, proprie-
tario ou ado, julgando-se com meltior Ureto,
poderiam dar logar tristes consequeneias em pre-
juizos da U'auquillidade publica.
n Tuda isto fora perfaitamente evitado pelas
acertadas providencias tomadas pelo Sr- Dr. befe
de polica, qan eom o sen reconhecido criterio
esforpou-se de modo pjder boje c untar no ter-
rainio daquellas repelidas questdos com que sem-
pre tem sido incommodada a administrago, de
um lempo esta parte.
" Acompanhou ao Sr. Dr, chefe de polica e en-
genheiro Jod Cassiano de Castro Menezes, encar-
reearto ultimo nao pode ser outrnsenao a-v'icei
naca
No dia 13 cncalhara nns-paifs do norte da
1 Bosta capital um briguo dnwp^armiz : foi,
^B, rebinado do lugar o;n que-ie achava pelo
retiscador Santo Antonio, e ac.lia-fe felizmente^
sera avarias, neste porto.
No dia 19 de abril, aos osforcos do tenente
Jeremas, delegado de Larangeiras, foram preso
ein terreaba do engento Brejo, ternn da mesnia
eBade, dous cscravos de nones Paulo e Pruden-
cio. J tutes havia aquella offlcial cnjiturade
dou quilomblas, de notne Joao e Antonio.
F.m atas lambem deste roer, o terrivel qu-
lombola dt nome Rufino, companheiro do de nome
Vcnceilo, nue fora preso o mez passado, proeu-
rou a caca do seu senhor, em consequencia d
constantes cercos embese fia as diligencias
propedidas pelo tenente Joio Baptista da Rocha,
que ptimos servicos tem prestado.
O distineto Sr. Dr. Espinla continua incan-
avel em promover os meios de captura desses es-
cravos, ajue tantos males ha 1 produzldo em diver-
sos lugares da provincia. Esperamos em breve
que *e realisa a exliticcao dos quilombos, e para
isto convem que todos os proprietarios soffredOrcs
auxilien! as autoridades as diligencias necessa
rias.o
'ALACOAS.
Lemos no Jornal :
Foi preso pelo subdelegado de polica do Ar-
rasto, no dia 24 do corrente, o celebre faccinora
Miro Camarattrba, que ha muitos annos, a des-
peito das providencias tomadas pelas administra-
oes transactas para a sua captura, infestara com
seus morticinios todas as local dades das comar-
cal da Impcnrtriz c Atalaia.
duw frequentam escelas, 8-16 nao frequentam. la regado pelo governo da metJieao de trras, o floal
na parochia )2cegos, 7 surdos-ujudos, 97 aleija- '
dos, 7 dementes e 3 alienados.
guarno aos seravos sao 657 horneas e 659
multares; i98 soltares, 11 casados e 9 viuvos,
1,021 brasiieiros e36 estr;mgoios ; sabera lf e
,.oscrever 6, sao anaiphabetes 1,310; ha entre
elles 9 ceg?, I suro- mente.
Considerados os habit ntes em relaelo sua
naeionaldade eatranieipa s.to : purluauezes....
SO, Africaao 1, franfiews 45, nespanhes
23, allemes fl, italianos i, orienlaes 4, bel-
gas i ingiezes t, piraguayos 2, argentino 1,
suisso 1.
Considf rados era *eJacao s profissdes, sao re- j
ligiosos ^juristas If, medio as 6, cirurgio 1,1
pharmaceutcos 6, professore e horneas da lettras
3, empregados publiso 86. arlisUs 160, milita-1
tem de decidir do que se agitara respailo j" na
qualidade de juiz commissario ; li cando para o
luin desempeiiho de sua commissao eercado da
Torga e prestigios neoessarios
< Continua a varila, apezar dos melhores es-
/orcos empregados para a sua extinecao. O nu-
mero daa victima*, comparativamente com a popu-
lacao desta capital, nao pode ser considerado
exiguo.
t Apezar do inimgo porta, da dedieaeo do
Dr. yaccinador publico, da genvresidade do eorpo
medico aqui residente, das leis municipaes, com-
minando ;,enas aos qne nao se vaccinarem, o povo
ignorante e cheio de prejuires nao procura pre-
munir-se contra as ciladas da epdemia insidiosa
que aqui e alli vai deixando o tato e a Jagrima.
Invadida toda a cidade pela varila, que di-
sem-nos ser, an-sua generalidaaa, coflDle, o
REVISTA DIARIA.
As so mlilo^ provincial. Funccionou
hontetn com 27 Srs. deputados.
Apprevada a acta da antecedente, o Sr. 1* se-
cretario leu o segainte expediente :
Um ofilco do secretario do governo da provin-
cia, communicando que o Exm. presidente da pro-
vincia, por acto de 30 do prximo passado, resol-
veu prorogar at o dia 24 do corrente a presente
sessao da assembla.Inteirada.
Outro do mesrao, remetiendo por copia o officio
da cmara municipal da Vcforia, era que |ede
urna quota para auxilio da obra do cemiterio pu-
blico daqueila cidade.-A' commissao do orcamen-
to provincial.
Outro do mesmo, remeltendo por copia o officio
da cmara municipal desta eidade, em que propoe
as medidas que Ihe paiecein necessarias para re-
moverem-se as causas naluraes da caresta da car-
ne verde. -A' commiiso de negocios de cmaras.
Outra do inosino, transinittindo por copia o olli-
cio da cmara municipal de I tamb, penado a ha-
bilite a mandar fazer es reparos e a comprar os
movis para a casa em que funeciona o tribunal
do jury.A' commissao de orcamento municipal.
Outro do mesmo, remetiendo por copia -o officio
do juiz de direito da comartt de Iguarass, em
que participa haver fallecido o escrivao do civel e
tabeHe de notas Francisco Xavier Cavalcante, c
que opina pela suppressio do mesmo cartorio.
A' commissao de justiea civil e criminal.
Outro do mesmo, remetiendo por copia o offio
da cara ra municipal da cidade da Victoria, cm
que pede a irettiO de una cadera do ligua la-
tina na niesma cidade.A' commissao da instruc-
cao publica.
Urna pelieao de Paulino Herculano de Figueire-
do, cscrvio da subdelegacia da freguezia de S.
Jos pedindo o pagamento de cusas na importan-
cia de 4105871.A' commissao de orgamento mu-
nicipal.
Foi lido e approvado um parecer da commissao
de ordenados, indeferin lo a peticao do professor
jubliad) Ivo Pinto de Miranda, c considerado ob
Jecto de deliberaco e mandado imprimir un pro-
jecto da commissao de instruccao publica, cora o
qual de fe re a pelico do padre Ignacio Francisco
dos Santos, professor da 2' cadeira de lalira do
gymnasio provincial.
O Sr. Vieira de Araujo, pela ordem, faz a leitura
do um parecer da coiniissao de constiii..o e po-
deres, acerca de una resolucao da assembla, nao
saneconada o anno passado, cajo parecer concle
por um projecto, de accordo cjm as razoes addu-
zidas pela presidencia no seu veto.
Suscitou-se urna questad de ordem, cm vala da
duvida aprcsenlada pelo Sr. presidente em aceitar
a conclusao do referido parecer, era face do acto
addconal e do regiment, e depois de orarem os
Srs. Mello Reg e Joio Vieira, pe lo eslc.a retira-
da do parecer, afimde organi>a-lo por outra forma,
o iiue Ihe foi concedido.
Passando ordem do da, foi approvado era 3a
discusso o projecto u. 47 deste anno, que aulorisa
a organisaeio de fabricas do gaz para esta capital
e seus arrabaldes.
O Sr. Vieira de Araujo, pela ordem, pedio ur-
gencia para ler a conclusao do parecer, sobra a
resolucao da assembla, nao saneconada. Conce-
dida a urgencia e procedida a leitura, tieou a dis-
cusso adiada a requerimento de Sr. Tolentino de
(larvalii i. depois do mesmo haver justific do-a.
Em seguida foi rejeitado em 2' d-eussao o pro-
jecto n. 22 deste anno, que autorisava a transfe-
rencia de cadeiras de instruccao publica primaria,
depois de orarem os Srs. Tolentino de Carvalho,
Alvaro tienda, Oliveira Fonceca c Antonio de
Araujo.
E continuando a t' discusso adiada do projec-
te n. 54 do anno passado, que reforma a instruc-
cao publica, verificando-se nao haver mais nume-
ro para votar, foi levantada a sessao.
A ordem do dia para hoje : contnuaeao da an-
tecedente ; Ia discusso dos projectos ns. 19, 28,
29 e 51; 2' do de n. 38 ; e 3- dos de ns. 21 e 23,
todos deste anno. .
A respeito de interdieces.Damos
aqui oubcidade a dous requerimentos com os
seus respectivos despachos, relativamente in-
terdiccao da irmandade de S. Jos d'Agonia :
t Exm. e Rvm. Sr. hispa diocesano.-Pesando
sobre esta contraria a pena de inlerdicco hin-
cada por V. Exc. I!vina, em 5 de marco prxi-
mo passado, e tendo a mesa regedora de proceder
aos actos i uternes que ordena seu compromisso, e
desejando nao exceder-se de suas altribuicoes,
visto a censura neelesiastca que soffre ; o ha-
vendo neste sentido recorrido ao Dr. provodor de
capellas, e tendo o despacho que V. Exc. Rvma.
se dignar verificar no requerimento incluso que
o mesmo dirigido quee magistrado, vem por-
tante a mesa regedora ped r a *7. Exc. Rvma. que
quera esclaree-la- sobre os pontos prineipaes
ou de qaaes as regalas qie se^aeha privada, se-
gundo a censura lanjada por V. Exc. Rvma.
Nestes termos pede humildemente deferi-
mentoE R. M.
RecifeSecretaria da confraria de S. Jos da
Agona, 23 de abril de 1873.O secretario inte-
rino, Manoel Pereira de Magalhaes Jnior.
Despacho.-A's irmandades interdictas pro-
hibido o seguinte :
1. Usarera os seus merabros das insignias
respectivas ;
2.* Assistirem como irmandade ou coqio mo-
ral aos actos religiosos, taes, por excmplo, mssas,
heneaos, procissoes, enterres, ele.. poJcndo todava
assstir como pessoas privadas ;
3." Receberem ellas novos aggregados ou fa-
zerem.-eleices ; porquanto estaudo lias, pela in-
terdieco, privadas dos seus beneficios, privilegios,
prerogativas e indulgencias, nao pdem communi-
ea-las a outrrm ; e se aduuttirem novos membros
ou lizerem eleifes, sero esses actos considerados
de nenhum valor.
a Continuam para as irmandades interdictas as
abrigaedea de cumprirem todos os legados, dea-
nes e sufragios prescriptos pelo compromisso,
accrescendo, alera dissa, para aquellas cujas igre-j
jas ibrem matrizes. o dever de manterem com a
decencia devida o cuito divino ; visto edrao a in-
t-rdiecJo prva-as dos privilegios e beneficios,
I mas nao dos onne, e nao importa o mesmo que a
ewineeio. Palacio da Soledade, 25 de abrfl de
t873.-+ Fre Vital, lispo.
lllm. a Exm Sr. Dr. proredor de capellas.
A mesa regedora da eonfraria de S. Jos d'Agonia,
erecta no convento do Carmo desta cidade, vem
traxetao coaiiecimenlo de V. Exc, o despacho do
Exm. dsbo diocesano ao requerimento que a snp-
plicante Ihe dirigi em enmprimeeto a outro di-
t' at agora tara frito a expensas da-meu re-
gedora. Recife, 28 de abril de 1873.O secreta-
rlo Iqermo, Manoel Peeiwdt Magilli nan:
etp cao.-4 interferencia do poder religios.i
nos negocios das irmandades so diz respcir
qaesldes do culto divino, nao entende lirectimen-
te com assumptos de ordem temporal, como o
da eieicao daa mesas regedoras, que ae refere ao
governo c administraco das mesma irmaadades.
Desde que as irmandades nao esliverem extractas
ou supprimidos os seus compromissos, indispon-
savel a eteicad de suas mesas regedoras para se
cumprirem seus piadosos fins. A nomeacio de
commissoes para o governo das irmandades, ex-
pediente de natureza accidental, e s pode ser re-
solvida para os casos estabelecidos na le.
Fazendo applicaco (lestes principios espe-
cie deste requerimento, declaro que |x>dc ter lu-
gar a eleieo da mesa regedora.
D'outro moda nao se poderiam satisfazer os
onus a que est sujeila a irmandade de S. Jos
d'Agonia, conforme expoo o despacho do Exm. e
Rvm. Sr. hispo.
A admissao de 11 vos irmaos pi'ide tamben
ter lugar, mas gozando elles smente das vanta-
gens civis, visto qne as de ordem espiritual esto
interdictas, segundo consta do documento junto.
Recife, 30 de abril de 1873. -Manoel Clenun-
tino.
Instituto Arqueolgico e {rcogra-
phico. -Reuuo-se hontcni, sob a presidencia do
Exm. conselheiro Monsenhor Muniz Tavarcs, com
assistencia dos Srs. Drs. Paula Sales, Aprigio Gui-
raares, eos Srs. toneute-coronel Fria Villar, ro-
nego Lino do Monte Carmello e majores Codeceira
e Salvador Henrique.
E' lida e approva la a acta da antecedente.
Nao se adiando presento o Sr. secretario perpe-
tuo, o Sr. 2o secretario o substit je e d conta lo
segrate expediente :
Ura olflcio do Sr. secretario perpetua, communi-
cando nao poder comparecer a presente sessao.
fnteirado.
Outro do Sr. Joao Vicente de Torres Bandeira,
aceitando e agradecendo a sua elei(3o de socio
correspondente. lnteirado.
Outro do Sr. Augusto Cesar da Cunha, fazendo
idntica communicacao.lnteirado.
O mesmo Sr. 2o secretario menciona as segra-
les offertas :
r.o de Perii'.mburo, pelo conso-
Vanos us. do D,
co Dr. FigueirJa.
Alguns ni. da /
de Alago 1 s ; pe
flm exempl
Jr.c
es
unca. Liberal, Luz, Jornal
espectivas redacedes*
opsculo intitulado ituzaing,
dedicado pelo coronel Antonio Pedro de S Barre-
te ao Instituto Archeologco e Instituto Histrico
do Rio de Janeiro ; oerta daquell Sr. por in-
termedio do Sr. Dr. Aprigio Guima/es.
Todas estas olleras sao 1 eeebidas con agrado e
niaiidain-se archivar.
O Sr. major Salvador Henrique, tbtendo a pala-
vra, aprsenla sobre a mesa ura exemplar impres-
so da obra que tem por titulo Peregrino V -lata-
rica ; e declara com o maior prazer que tinha-lhe
cabido a gloria de ser o interprete dos generosos
sentimentos do Sr. tencnto-coronel Antonio Arrea-
ci Pires Palead, de [pojuea, mni digno otTertanlc
dessa preciosidade bibliogiaphica.
Declara que auuee Sr. Ihe enviara a mencio-
nada obra, dizeudo que anexar de Ihe faltarem al-
gumas folhas e de adiarse bastante manusoada,
todava fazla essa olferta com a certeza de que el-
la seria apreciada pelo Instituto, accresceoUndo
que tinha em seu cuidado empregar toda a dili-
gencia era obler oulros objectos de igual importan-
cia para o mesmo lim.
0 mesmo Sr. Salvador Henrique diz que nao
precisa encarecer a importancia da obra, que hoje
o Instituto ten a gloria de possir ; basta atten-
der a publcaeao feita nos Diarios de Pernimbuco
ns. 82 e 83 de" 10 e 11 de abril prximo frado, on-
de vein o juizo crtico sobre o PertgrtM di Ame-
rica, pe- Sr. barao d Porto-Seguro, ao qual
acompanhou a-earta de 23 de dezembro de 1872,
dirigida ao Exm. Sr. conselheiro Manoel Francisco
Co;ia, cnlao ministro e secretario de estado des
negocios estrangeiros.
1 onelue o mesmo Sr., pedindo que o agradeci-
raenio seja officialmente feild ao oil'ertanie.
O Sr. presidente declara que a offerla recibi-
da pelo lasttulo com muito especial agrado e or-
dena que se agradeca oficialmente.
E' lido e approvado um parecer da
de fundos e or;anrcntos approvando o
latvo ao 4* trimestre.
E' igualmente lido e vai a imprimir o segnint
commissao
balan.o re
projecto de ornamento para o futuro
mico de 1873 a 1874 :
Receita
Rendimonto da Revista
J das de socios
Subvencao
anno acade-
55000
930 JMO
: 2OO5OOO
Expediente
Ordenado ao amanuense
Dito ao continuo
Impressao da Revista
Dficit do anno anterior
Despeza
I-.405*000
172515::
3()050ini
2465 00
5'J05"00
1925845
l:-4Oaa'W0
Vem mesa e manda-sc impiiinir a seguinte
proposta de reforma dos estatutos :
. No art. 9*, onde se diz-um orador diga-se
primeiro e segunJo oradore no lim onde se
dizprovincias do imperioaccrescente-se-e di-
versas localidades de Pernambuco.
No art. 20, principio, onde se dizo orador
diga-se-o primeiro orador ou em seus impedi-
mentos o segundo.
t No mesmo artigo, 6' linha, em vez deora-
dordiga-se oradores. Na 7* linha, sopprimam
se as palavrasdurante o anno social. Na 10' li-
nha, suppriraa-se-art. 28-redgindo-se de con
formidad com a existencia de dous oradores o
resto de artigo.
u No art. 28, as lisios 6' a 12 sejam assim re-
dgalaso logo depois um dos oradores ou arabos
1crd discursos anlogos ao dia, em que poderao
fazer mencao de socios fallecidos no curso-do anno
acadmico'
Se na sala, etc.
Art. 29 dos seguintes): as sessoes ordinarias, coustando
o fallecimento de qualquer socio, mu dos oradores,
em breves termos, far o elogio do finado e o in-
fausto aeonteciinento ser consignado na acta.
O Instituto deliberada a celebraeo de sosses
fnebres especiaes pan aquclle de seus socios que
se tenhara tornado notaveis em dedieaeo ao mes-
mo Instituto e servicos patria.
11 0 art. 45 seja redigido no sentido da existen-
cia de dous oradores.
t Sala das sessoes do Instituto, l de maio de
1873. Dr. Aprigio G timantes.
O Sr. major Salvador procede leitura de mais
algumas verbas, ns. 26 a 40, do testamento de J.
Fernandes Vieira.
0 Sr. presidente dirigi-lhe algumas palavrasjde
agradecimento.
Instituto Histrico e Philosopkie*.
Domingo reunio-se esta sociedade sob a presi-
dencia do Sr. Bandeira de Mello.
Lida foi approvada sem debate a acta da sessao
anterior.
O Sr. 1. secretario deu conta do seguinte expe-
diente :
Urna proposta do Sr. Oliveira Santos apresen-
lando para socio elfoctivo o Sr. Maga hes e Silva.
A' commissao de syndicancia, que em seguida
deu o seu parecer favoravel ao proposto, o qual
estando presente, tomou assento, sendo felicitado
pelo Sr. orador, a quera respondeu
As bases da commissao de redaecd sobre a fnn-
daco de um peridico, orgio do Instituto, toma-
ran parte nesta discusso varios sqeios.
Passou-se ordem do dia, discusso da these:
eomo deve a critica decidirse a prepsito da seita
ie Loyoia ? Oraram os Srs. A. Maira, M. Carlos,
Jsaias Guede3 e F. ftorges.
Encerrada a discusso desta these, sorteou-se
ama outra do Sr. B. de Mello, sobre o poder tem-
poral dos papas.
Foram sorteados os Srs. F. fodiceira, A. Meira
e Barros Guimaraes.
linterrou-se a sjsso s t horas da larde.
Jurisprudencia. -Scb esse titulo damos
hoje publicidade na 8.' pagina a um luminoso pa-
rigido a V. Exc.; e a vista das explieacaos dadas! recer cmhtfdti pelo Sr. Dr. Antonio de Menezes
Otatas-
s leilntr*.
>ntario e <
em tal despacho que obriga a cumprir parte dos
artigos da compromisso e prohibe que se cum-
prara outros, v-so esta mesa regedora na dora
necessidade de pedir a V. Exc. queira aprectr o
requerimento dirigido ao diocesano e qual (seu
despacho, para ver se pode dar providencias ;
iorque nao podendo proceder eleieo de novos
nnocionarios, a actual mesa regeoora v que 6
impossivel oontinuar, e ter at de reqaerer urna
comuiissSo que tome conta, porque nao tendo a
confraria rendiraentos e nao podendd admittir
novos iroads, roo pode taujtoem fazax despezas
Vasconcellos de Drommond, sobre urna consulta
a elle dirigida.
Rpcomraendando an publico a leitura de tao im-
portante peca jurdica, nada mais fazemos que
pagar um justo tributo oV consideracao aos eleva-
das inerecunaiitps de seu autor.
- Cmara los diputados.Em a nessa
oilava pagina damos hoje cameco ao importante
dseurso, pronunciado na cantara temporaria, por
oceasio da tarceira discusso da proposta do go-
verno sobre as torcas de trra, fih nosso amigo,
correligionario e distineto comprsvraciano oSr.
:ajer Fratefcee
111 >s liara el
IHnhciro -
trouxsram par.; :
PeIro())r>de Cerqueira.
Tasso Irinaos.
Clarindo Ferreira Callo.
LallHtcar A
O vapor Ontario levou de
a do Para 4fcO0O5O 0.
Aroik-h postal.-Acha-ae instaHada a la
povo^eo de Afoga los da figatira, expediad-
administraco d s corretos malas para ani no* 4u-
l; 7, 13, 19 e 25 de cada mee
Repartiroes ftawaes. No mea de alud.
que liontem terminan, arrecadaram aa aegn"" "
reparticaes :
Alfandega
Capatasia
Racebetluria de rendas geraes
Consulado provincial
44U>jaw
S:8O0f<'i
000#""
:t'i2ioin
tOO^K".
oeta draea pa-a
I,l9i:it0r-Vl
:* O
74:936* I
114731*)*
Tlicsoraria de faxenda.Pagam
hoje as seguintes folhas :
Justiea de primeira instancia, nessoal da petVi.
conjigiiacocs dos offlciaes do rxerciUi e aearas, 1!-
ficiacs reformados, marinhagem esguarda dV
dega, recebedoria de rendas, focrew geral, n.-
pregados da estrada de ferro.
SuiHriio. Em 25 do mez ultimo suicid
cm trras do engenta Leriipeinaun individuo -1"
morador de netaa Manuel CabriH.
A aiituridadu nolicial respertiva tomou
1 iioento e procedeu como de lei.
Assassinalo. Em trra do cnpentto ii.,
pina Nova do termo d'Agua Preta, fui aaaaaattaia
por um tiro quo Ihe desfechou seu proprio mai
na noute de 19 do mez lindo, nina desventura'..
mullir de nomo Mara Magdalena. O deliqn
cujd nome to Consta da parte ndk-ial, fui af-
eo flagranti-.
Foi pilliadt Hunti nuffectnon-soa pti
de ura preto que bj o mentor do roiit> pratir^h,
por urna preta da rasa do Sr. Selastio, morad .
na Roa-Vista.
Armas dolV zas- Foram 16 as ultiman* .1
le recolhidas a resiicctva repanicao pela d
legaca do l." districlu policial do Cafen.
Kstatistica parla mentar 1 tiz a
c'io :
A cmara dos deputados compcse de 121 di
putados. Do-so acti do pelas provincias da Rabia, Rio de lancir. -
ta Catharina e Minas-(ieraes. Exstein US >i
lados reconheeidos, que se distribueiu pelas
Itata seguintes
Advogados 44
* Agri mltores 13
Magistrados 13
Emprega los pblicos 13
Me.IlCiis II
Sacerdotes t)
Capitalista? 5
Milil.ires 3
LDlesralhedraticos
Negociantes 3
Os mdicos e ns epidemias. 1
mos na ante-cainara de um medico. A filha i<- -
be nina visita.
E enlo, minta querida, como pa.-ain
por aqui I
Assim, assim, resjmndc a menina, algui;
fiuxos,algumas bronclnti's.pjuca>bexigs. V-
como hoiitem dizia o papa, para que a eot ..
bem, precisamos de... tuna h'a epidemiazinh...
Ao que leva a dignidaae. .Vi M 1
nal do jury :
Ura jurado.Sr. presidente, aecusado pn*isasse os motivos qne o levaran
atirar sua mulher pela janella de um quinto ai-
dar.
O presidente. -Ae-.-usado, ouvio a pergunta !.
Sr. jurado ?
O aecusad'".Sii.i, Sr. presidente. Qne quer 1
S. ounopodia deixar de separar-nn' dalla,
entretanto,'a niinha dignidade oppunla-se...
qne en a puzesse //la porta ora !
Ingcnuitiailc. Fma panzense, que pr-
sava de una criada, en oinmendou-a a urna .-
amiga da provincia e com effeito, poucoa dias -
pois, rec beu urna robusta e corada ramponc-1
A nova criada tomou conta das suas obrigac/
mas a pobre rapariga era acanhada, e neohmi
pralica' linha do exercicio de sen emprrgo.
A ama vollandu nontc de um es(ecuarii
?hamou pela criada ; esta se Ihe apresentou
Traz 111 edrprOiiM um ropo de agua.
A criada sabio e vollou instantes depois Ha
do na mo ura copo cheio c lmpido romo rr\s.
Que desastrada I reprehenden, a anta mi
capo de agua serve-sc em um prato.
Atarantada com tal rcip-, a recem-ebegat.
voltou, corrend > &pa e tornou rom um prai 1
mas nm prato de sopa, era quo desjiejara o ron-'
do do copo.
Ueeompensa da proMdade. Viim l
do o quarto de seu amo, Jos encontra urca n>
da de dous vinlens e Ih'a entrega". Pode g it
da-la, en recompensa da tua probidad*, respoad--
Ihe o ajno encantad. f
Oilo dias dep que he desappare era, cheia de valuras.
Jos, diz elle para o criado, nao viste
urna carteira verde I
Pois nao, mou amo. achei-a fcontem
cada
Enao na entregasteauimal *
Eu suppuz que a poda guardar... ttlt>
compensa da niinha prubidade.
Una cantlidato ao Kaetiarrlie. -
O examinador.-Qual a principal prcpriedtaV *
calor ?
O candidato.DilaUr os corpos.
0 examinador.Muito bem. Poderia citai -u.
alguns cxemplos ?
O candidato.Pois nao. senhor, muito .-
pies : quando faz calor os dias sio muito *
compridos.
O examinador.De que formada a supertj
do globo T
O candidato.De trra e de agua.
() examinador.O que a agua ? N
O candidato.A agua urna substancia liquida
3ue se torna escura quando so mrttem as mi *
entro della.
O examinador.Muito bem ; mas. par ver v
senhor comprehendeu a miaba primeira pt-rgunr.
vou apresenta-la por outra fiirroa. O Qne foraai >
a trra e a agua 7
O candidato. Lama.
Tclesrrapho primitivo- iftta maali s
que aprenda historia sagrada, perguntou um mu
a mai : ~.
Mam, diga-me porque raaio Jesua Ornt
quando resusctou apparecen'primeiro aa aanlne
res ?
Mn^a filha, respondeu a mi, porejae !
quiz que a noticia se espalhasse mais depressa.
Parisiense e eamponez -Para ob>'-
quiar a um parisiense, que o lora visitar, o ca
ponez o levou a dar un passoia pela florala- lev
quanto aquelle se extasiava ante a grandeza *
quadro, este apanluva cogumellos.
Vendo isto, o pariziense exclamou :
Desgranado Pois nia satas qae eori
risco de envenenares ?
Es muito ingenuo, responde o outro. s
queosapanho para mira... Tranquilisa-t-
para mandar para Pars.
Voltando quinta, o campte* anaetn ao pan
siense, um canteiro pergunu Ihe :
Ora dize-me ca meu maligno parweaK-, eu la
via semeado neste canteiro urna pequea porc^
de batatas ; sabso o que veio ?
Ora ba pergunta. O qne havia de vir *
batatas.
Pois enganaste-le : veio um poreo, que a-
comeu.
Expediente setTarro.-Bm um treta dr
ferro um individuo entra com a mulher, e s en
contra nm lugar. Nao daacaracjoa, fax indar a
mulher, e voltando se para o vizioho, diz-lhe ron
um ar de amabiiidade e conlUnca :
O Sr. permilte-me que Ihe racetarataaa a l
senhora...
Pois nao, senhor !
Depois, baixando um poueo a vea :
Ella infelizmente, sujena a vieleaMan ata-^
qnes de epilepsia. m__M
Ah I exclamou o viajante levaalMtjo-at \
E de nm pulo precipitou-sajwjaj6iri
xando rago o lugar, que o mar Me un tapan twil
lampeiro.
l*aaatreirt.-Vidoa dea partead* sai *j
paquete norte-american' Ontmi*:
Bei^ardino Barbosa Leo, Aatttio daCtato fer-
reira, raik?d Firmino de Carvalho.
ita mi
Agelio Lopes da Si;:ira% ll
Conceijo, Jvo Oaptisu da &^ PfS
rore, Samuel denjf 2**- >Bi a .
Joio Castellano e 2 'criados. Anio
Duarlc, Carlos Loi

na


H


Dferito
1 Araujo Sobriiiho,
Pompeu A
le iveira Maia, urbano Ii
vi.tno Barbosa 1 vjjfwi
Lotera. ijgaoalfja
ip nefieio da im i llavein>j, :*rae coraplio
i, Pernambuco, 281
fcpital Pedro II ; lu-
is pulmn;
Um prvulo,'parda", Pernambuco, 8 meie, *oa-
Giill^'rl AlKi*|),f jarda, :gnora-se,
3fffiMWf HiKrhagia.
W^fc<^rWetT8WlhcKlli8s Rapozo da
Cmara, branco, 7Qarnos, Bio Grando do Norte,
'asado, Boa-Vista ; entero-cobtc
Balnnrn do Yv Banco de Per-
namJeiin, ein Ihpalelacna. nos
30de abril de 1^93.
ACTIVO.
Letras protestadas
Despeas geraes.....
Caixa ......
1*1: 5961070
16:414*906
18:19O*0
Casa le deteneao.^-Movimento do dia
:i0 de abrir de 1873:
ExBtm {presos) 331, eatrarant 3, sahiram 8,
ex islam 3-57,
A saber :
Nacionaes 'f3, mulheres 9, estrangefros 3K,
escravijs 48, escravas 9.Total 357.
Alimentados a custa do cofre* pblicos 304.
Movimento da enfermara do dia 30 de abril
de 1873
Teve baixa :
fWffaao Francisco Mende?, indigestan.
Tiveran alta :
Francisco Jos da Silva.
Jcronynio Jos dos Prazeres.
Cemiterio publico.-Obitoarie de na 30 Capital. ...*...
do correnle : i Fundo de reserva ....
gnez, parda, Pernambuco, 3 mezos, S: Jos ; Massas fallidas a Cargo do Banco
dirrcit Dividendos.......
GaMina, parda, Pernambuco, 15 dias, S.Jos; Lucros e perdas.....
pasmo.
Najara, escrava, preta, Pernambuco, 30 anuos, S. E. e O.
ira, Recife; typlio. ----------------
TABELLA DO REND1MENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE ABRIL DE 1873
DO CRREME ANNO FLNANCEIUO, COMPARADO COM 0 DE IGUAES MEZES DJS
DOUS ANNOS LTIMOS.
PASS1VO.
156:201*396
46:3761000
101:4'4i'J
638*787
400*400
7:341*719
I5S:zO396
Importando
Bireitos de consumo...................
tito, de augmento de 40 / 34 /. e ** O/u*
Dito de dito de 3' /. 3 o/o a 21 O/o.......
Ditos ddirionaes de 5 /o.................
Expediente de 5 / dos gcueros livres de di-
reitoa de consumo.....................
Armazenagero.......................
Despacho martimo
Aacoragem.............................
Exportando
Direitos de 15 % do pao brasil.............
Ditos de 9 *>/ de exportacao...............
Ditos de 2 1/2 % idem....................
Hitos de i 1/2 % do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expediente das capalazias................
Interior
Balda da typographia nacional............
{proporcional por verba......
tixo......................
adhesivo -..............
Emolumentos..........................
Imposto de transntissao de propriedade, a sa-
bir : de 5 / da venda de embarcacio...
Dito de l",o da arrematadlo de bens movis.
Extraordinaria
Reeea eventual.........................
Depsitos
! psitos de diversas origens.............
Duimos da provincia das Alagoas-----......
Dito da provincia da Parahyba............
>;'i> da provincia do Rio Grande do-Norte.
CoRtribui^o para casa de caridade.........
1872 1873
660:7575131
176:707J644
3347*774
118:808*1S4
.'.294 039
141*683
7:592750
201:545*008
500
15000
27*280
505*000
746*840
i: 401*537
1.175:882*390
5:632*544
S:67ij023
2.234*384
1.192:440 ,s541
Alfandega de Pernambuco, 1" de maio de 1873.
1871 1872
741:656*132
184:M0l*3fi3
3:189*617
13ff: (17*640
5:076*885
3.923*787
7:4743750
3 .7:089* H
83*7
ijoobl
2*000|
1:400*400
777*310
5*000
2*135
1:559*764
1870 1871
1,394:090*955
32:0961477
18:286*617
6*629
2:363*347
1447:044*025
319:876*266
id6:tt*413
1:0.34 *4''0
39:509*727
2 167*491
9:717*718
6 353*250
146:978*521
754*809
1*000
13*800
1:0164000
561*430
2*074
572*511
633:440*412
428*367
5.418*900
8:015*434
36*078
1:532*275
670:877*606
ServiBdo de ebefe da 2' seccao,
Anselmo Jos Pinto de Souza.
mumm
A PEPiDG.
revoltosos, que
mando, o poder,
a denomina!
O* poderes exorbitante* da ac
liialidade.
jgl. est aquello de iiiem se disse tambera :
O ma reino do co, no dt Ierra.
E ahi es'.ao outros, egostas e
| ; criara o reinado da occasifio, o
a supremaca.
I. esui a igreja abalada era sua santissima
missao.
l aqu, tora delta, est a socieflada legal e pa-
i estremecida em suas bases, desautorisada
m seus preeeitos, volvida o bruteo os ambiciosos
._ dos sediciosos.
Sao dous poderes que se igualam, duas tremen-
tai re rol tas contra a fe e contra a le.
\ i m i' (testas d'ias monstruosas phalanges que
ii em guerra aheria, ergue-se a bumanidade
dontrinada que pensa e que .""ente, e quo a lodo
-i i qn Tsalvar a Idea de Dous o a idea da bu-
manidade culta e caducada.
\ maconaria, a nobre instituicao dos seculos,
q M a arca que salvou as i.las do bem e do
i -l > ni molo de cruentas revolucoos, contempla
a desorden) do seclo, uiedolhe a' sua extenso e
trabalii:i,-traS;dln activamente para salvar as sa-
, adas tradicoes da fe c-os fruetos abenroados das
id .'-as adiaaladas.
Ella atiende anda ao eterno fint lux da crea-
rio, devassa arcanos, desvenda a cegueira do en-
I >naimento, illomioaos camiahos oscuros da vida
o il:i ao mundo por meio de seus obreiros actos
4 mais acrysolada pieJade c da maia singla ab-
egaaio.
inorantes que a presentem
nyatarMea.
Os mos-a appellidam (to cabalstica,
(ts ambiciosos mal intencionados a consideran!
ii leeiedade secreta e sediciosa.
E eomtnd) em ;;us mysterios est a grandeza de
boas virtudes.
^uas pacilicas ceremonia?, consagradas s a tu
'i i que honesto c pi, despertam
U" valgo ignorante.
llMOS do que nunca a. humanidade inquieta,
riosa, preoeeopada e cbiccsa da actualidade,
tolera o segredoon o silencio no3 actos generosos
iian is
Denla que a publicacao se nao apodera do fac-
loe ncalca om columna de jornaes, desde (jue o
nido indiscreto do e;birrro policial nao devassa
\ ida intima da boueslidade congregada, nao se to-
lera, nao se aceita urna reunan de homensque nao
o o porque, longedas vistas profana?, seoc
cnpam s do bem.
E" por laso que Roma, cuja poltica clerical
MMftfaiu rf.' mats, se arrogou a si a luta desabr.-
d k contra tudo i^,ia justo, p8e de lado a verda-
I da que espiou e soubc da maconaria, e a con-
' -oina.
Condemna-a porque a acliou aborta a todas as
- livres e genoiosas.
Condemna-a porque teme a coherencia e a lio-
neslidade em congregarla; humanas.
)'.ondenina-a porque ah estao os guardas da
verdade de >eculos e qae a nao quereui iicm alte-
rada, nem.profanada.
Ao aeohor de Roma cscapou a vassalagem do
muaio ciirisUo o adiantado. O seu poder mun-
iesparo e ds ira exconmunga c condemna a tudo
e a todos, o to 1 inge vai em sua cegueira quo at
deaeobro na sanlissim hunildadt nazarena, na
fl 1 dtinocraci'i do Fillio de Deus, na miiesta
| na crianza de Belhlem viso de aristocracia e de
feudo-
0 erro confundo o espirito, e a decepGao o des-
vair.
Eo mundo est contemplando nesse velho que
f.ira respelavel por virtudes e talentos, acaduci-
dade do chele espiritual, prometo semore, de raio
era punin, a fulminar excoinmunhSes c inju-
rias.
O mando catholic olha pasmado para a cidade
otema, c em lugar de recelier della luz e unecao,
- [he vcni i nprecacoes, aiiathemas o flleiras de
ignorarites armados da mais repugnante intole-
rancia.
Em pleno secuto de adiantamenlo, no qual se
" ompreliende melhor a familia e a homanidade,
jsnde se santifica o trabalho por meio da interpre-
Tacao das sciencias, triste ver-se eeta luta tenaz
e ntipatliica que o lazarismo sustenta, villipen-
diando a bumanidade e meotiudo consciencia.
O mondo catholfeo nao compreliende como lao
l mente se conspnream as santas doutrinas do
Evangelho.
E comtudo verdade que leigos audaciosos e
v^aaes tomara parte aeste combate dado em pleno
lo a verdade e ;i religao.
Contamos nodnumero dos jariisaro ultramonta-
nos dontores, legisladores o muilos outros. To-
mos arofessorea que prestara inteira, cega, estu
Ejiorquo o nao fizeram ?
Nao Ibes faltava coragam o eonviccoas profun-
das ; mas aquella indolencia malelica que preju-
dica tanto a bumanidade, guardn o-uiais repro-
vavel silencio, sorrindo-se apenas maliciosamente
para o reverendo de casaca que acaba va de fallar.
Triste espectculo se ha dadu e seda nessasres-
peitaveis reonidae omle a lei congrega os homens
competentes e d ratos, quando sa trata de ques-
toes desta ordem.
E' necessario que um hornera que se diz culto
baja abjurado loaos de sua razio e todas a9 aspi-
ra.oesde sua consetencia para vir de casaca sur-
tentar os horrores da prepotencia da sotaina ul-
Iramtmtana
K' por issoque n3 presente artigo- tratamos de
averiguar quaes os poderes exorbitantes da actua-
lidade.
Conven c muito assigna-los, esluda-los, medir-
lhes as forras e preparar a marinara para a lu-
ta que sera tremenda.
Ja que a humanidade s tem na livre macona-
ria o sen pharol e o molde de suas santas aspira-
car no porvir o marco entre o erro e a verdade,
para que as sociedades advertidas nao confundam
como at aqu poderes exorbitantes com poderes
autorisados pela lei de Deus e pela lei dos'ho-
rnea'.
O momento critico.
A eonvulso social c religiosa abala as fibras
intimas das sociedades.
De um lado est a communa, horrivel, incrvel,
tremenda, lvida, coberta de sangue c de cinzas ;
de outro lado est Roma, que qu'z, que quer
avaasallar o mundo,' amuada, a um canto, odien-
la, tenante, cheia de anathemas e do impreca-
poca.
E aciraa de tudo paira o espirito sublime, calmo
e luminoso da divindade d is Evangelhos, quo se
nao comprehende on quo se no segu.
Parece que a humanidade desvairada na com-
muna accende brazoiros na penen publica, fei-
cao inquisitorial, o requemia ahi o coracao das
grandes virtudes cvicas, j que trincado entre
l'idad*' ^cn,e ^ora processo mais longo en!re os enfra-
' j queeidos inaxillares dos vociferadores eternos e
eternamente esfaimados.
Pcdadapr*spr laftcJW
E esses deus poderes que sa toeam e se asseme-
iban por querere'm wr exorbitantes, nao tmao e
lpoder nnra dayagar naahum dos nossos smbo-
los 4\k m*eiW aoftltufa e o prevrasd flfo se-
ciedades moderna, cultura e praajraasoajua a na-
coaaria Ibe don por nias da noeae antepassa-
iios, que lutarain contra o exclusivismo a a bar-
baria era favor da humanidade avasallada o pe-
sado feudo e obscuro fanatismo.
A inacaoara ao ntrar nesie nova soeulo levan-
leu o veo aue encobria a verdade ; fes a luz ; e
daixou ver bumanidade este porvir que a discos-
sao e os costumes cada vez mais sublevam e
saneconam. *
E agora que est assentada a pedra que serve
de fundamente ao templo social a>aiarecido, que-
rco i esses vndalos f-ncr iacursdas eraaossas pha-
langes civilisadas.e tolerantes.
OaToIbe cusiar a eHKriencia ; o mundo ><.
contempla e aos seus defensores oIUcoms ; sua
inferiordada de Dieios ticar querida em um
futuw que st prximo; eo muud> esassom-
brado poder coajurar e dcsliti- tades os pode-
res efofbtantes que ci hsp'urcam -a civilisajioe
s vida moral da familia.
(Do 3o Boletim Mae.-, do Gr.-. Or.-. da
Bras. do Val. do Lavradio, do quil c Gr.'.
Mest.-. o Exui. Sr. Viscoade do RioBranco.)
Sr. redactor.-O.*'*' iar paWicidade s se-
guintes Hnhas : o Jornal do Bectfe de (tontera (89)
em sua Gizetilha den nma notiefa dos serviros que
(irestou o Sr. capitn Coelho em relacao liuha
telegraphka d'aqui para Mace. Fiquci admi-
rado de ver con que loviandade o Sr. redactor
deste Jornal diese ne era testemunha ocular dos
assiduos traballms feitos pelo capitao Cocino atra-
vei de indas ft restas era risco de vida c dete-
rmracsio de-sna safte. O 3r. redactor do Jornal
do eiife nunca (o testemunha ocular destes'aer-
vifos que diz ter prestado aquello capitio. Pro-
curei o Sr. Jos do Vssconcellos, quom fiz ver
a inexaetidao da noticia e a injustica que praticava
esquecendo-so de qne os Srs. Joo Manoz Pereira
Jnior e Felismindo Jos Pereira de Paula Res
como empregados na eonstruccao muito havi un
concorrido para a real isa cao daquella obra. Fiz-
Ihe ver anda mais que pesar de cu ser enge-
nheiro no servico desta constrnecio, nSo Ihe tmha
ido procurar com o tira de mendigar etgios ;
porque os seus elogios por mais valiosos que los-
sai, nao me pagavam as prvacoes porque passei,
nem o trabalho que fiz, e que em vista disto res-
tabelecesse a verdade, reparasse a falta que ha-
va commettido. Eis, Sr.. redactor, em que con-
sisti a mirilla consulta de hontem (29) com o Sr.
Jos de Vaseonrellos. Novo artigo apoarece na
GazetUha de boje (30) eoin o titulo-Telegrapbo
elctrico-em que se deprehende que e proco-
rei o Sr. Jos de Vasconceltos para elogiar min
e a aquellos dos empregados.
Admiro que o redactor de um jornal concei-
tuado proeeda desto forma com punca- eonsciencia
daqnelle acto, oade parece descoahecer que se se
deve ter eonsciencia do que se falla, mais arada
se deve ter do que se e'serev. Queira de novo
publicar este artigo que uraa pequea modiu-
cacao ao primeira proveaienta de engao de
copia.
Sou seu venerador, criado o obrigailo.
Aquino Jnior.
Reife, l de maio de I873.
ra da Prata, carregajfcirfalAfb'JHra 4 C 230 bar-
ricas cora 23,6 IHtlsjTn tfsuMr branco.
No brgue pond^fc Bem'Fiueirense, para
Usttoafoarreganm : E. R. Rabefldi C. f07 cou-
m asngadaa aon> l,28t kiloa.
?nra o$ portai do tHtmor.
*t ,flara ruguayanna, no aavio gerMinieo
Thies, earregaram.Carvalbo' & flogueira 4 ^
oocaf a*ruata).
*ra o Rio Grande do 3ui, no patacho na-
eUftmlSakepueies, earregou : A. O. teite 300 bar-
ricas com 33.963 kilos de assucar bmneo.
- Para Santos, no lugar brasilelro Ametii,
cantgoQ : -AfO. Leite 1,000 saceos c m 58,756
kilos de assucar branco.
Para Santos, no lugar porlugner kmn, car-
regaran : J. S. Loyo & Filho 1,500 saceos com
88,128 kilos de assucar maseavado.
Para o hio de Janeiro, no brigue portugcz
Cotttf, rarregarm: S. da Silva A C. 25 pipas com
12,000 litros de cachaga ; E. R,.B.ibelfo 4 C, 600
saceos com 4.O 0 Kilos d assucar fraseo.
Para o Rio Grande-do Norte, no vapor bra-
silero Ipojuc, carregaram : Alvares, Quintal &
(' 4;2 barricas com 245 kilos de afcsucar branco.
Para o Aracaty, ao hiato brwilciro Isonilla,
earregou : J. J."da C)3ta30if barricas com t,692
kilos d assucar refinado. Fa/a Maco, Lima 4
Silva.5 barrs com 480 litros de cachaca e l caixa
comriCO kilos de doce.
Para o Ro Grande do Norte, ua barcaca
Unla'd* Sorte, carregaram : J. M. Barros Filhos
4 C 2 saceos cora 150 kdos da assncar branco.
jivr-_.:3..5.~5!.wmi_
^nv.'onn^
PRAGA DO
DE MAlo
REGIFE 1
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotacdcs o Hiela es.
Assucar ruto baixo 1*800 por 13 kilos, boatem.
Algodaa do sertao 1" sjrte, de boas procedeu-
cias, 10*330 por 13 kilos.
Algouao-de Mamanguapo sem inspeccio 9*200
pin" 15 kilos.
Algodao -de Penedo sem inspeccao 9*200 per 15
kilos,
Algodo1" sorte 10*200 por 15 kilos, hontem.
Couros salgados verde- 436 rs. o kilo, hontem.
Descont de letras 10 Op) ao anno, hontem.
iJaoourcq
Presidente.
i,eal ?eve
eeretari".
ALFANDEG\
endimenti do dia l ,
1:801*185
E parare tambera que a grey ultramontana ac-
cesa em' raiva, sonha ronabelecer as fogueiras
ondo com lenha vil se queimava a flor do chris-
lianismo, vilmente avassallado ao grosseiro e sal-
vagan podero dos familiares do santo oflieo. Po-
ra urna a ma tremenda de poder exorbitante ;
querem revive-la^e com ella em punbo incinerar
anda estes tres quartos de humanidade que es-
capou ento.
Roma nao quer a maconaria.
Mas tambera a maconaria comeca j a nao ad-
mitlir Roma como urna p ssibilidade catholica.
Nao ; porque Roma nao procodo de boa f.
Nao porque Roma falta humildadc chrisU
qne Ibe foi ensnada.
Nao; porque roma profana a l.umildade do
ciiristanismo, e nos quer dar o Divino Mestre, o
corJeiro da paz e da brandura, como senhor feu-
dal da nobreza de suafamilia.
A maconaria s aceita Roma, a verdaderamen-
te catholica, enSo'qner Roma, a cabalsticamente
poltica. Esta Roma ser dos bispos injustos e dos
raaos padres ; dos calhol icos .nao c nunca o
ser.
Slm, nos catholicos e macons tambera, obreiros
da luz e do bem, assim pensamos c assim senti-
mos. E por Deus, que o Arbitro Supremo de
todos os sere3, havemos de vencer em nosso pro-
posito, honesta e pacificamente.
Contra as vossas^armas traicoeiras, communis-
tas c ultramontanos, oppomos as nossas com leal-
dade no campo aberto a todas as liberdades.
Ao vosso petrleo incendiario, s vossas estu-
pidas (ches e s vossas excommunhoes o. pomos a
discusso franca e a propaganda maconca, qne
a justica, a rectdSo e a verdade.
Nao tendes probidade em vossos actos; nao dis-
cutis, injuriaos e calnmniae3; nao queris o tra-
balho honesto, nem sois de honestas aspiracoes ; a
propriedade e o poder vos fascinara ; queris ca-
bedaes extorquidos mo armada e um poder
exorbitante que vos avassalle a humanidade para
saciardes vossas desmesuradas e satnicas ambi-
coes".
. E nos, o velho e pacGco povo de Salomao, nos
os christios do Evangelho, nos s queremos o bem
e s ambicionamos a reAidao no trabalho e a pro-
bidade em tollos os nossos actos soeiaes. NSo fa-
cernos poltica social, nem to poueo poltica re-
ligiosa ; satisfaz-nos a arebitectura do templo da
beneficencia e da piedade.
Nonbura scalo nos pode jamis acensar, por-
que fmos justos e modestos.
Nenhura tropeco creamos jimas, nem ao estado
nem geeia. Amantes da tolerancia e/seus se-
guidores, vimos bafer porta de nossos templos a
democracia Honesta, a aristocracia honrada, res e
de Je-
Descarregan baja 2 de maio de 1873
VaporJnglezFire Queen mercaduras para al-
fandega.
Brigue inglez Accidental Stta*-mcrcadorias para
o trapiche Conceieao, para despachar.
Brigue inglez Miranda mercadorias para o
trapiche Conceieao, para despachar.
Barra alloma Ellida mercad irias para o tra-
piche Conceieao, para despachar.
Patacho allemao Juliane mercaduras para o
trapiche Conreigao, para despechar.
Barca inglezaDoly Vurden mercadorias para
o trapiche Conceieao, para despachar.
Brigue ingle Jane Gosdycar mercadorias para
o trapiche Conceieao, para conferir.
Lugar inglez Chnrt bacallao |\ despachado
aara o trapiche C.oecei-o. '
Barra ingleza -Livina- bacalho j despachado
para o trapicho Conceieao.
Barca ingleza Cleftar farinha j despachada
para o caes do Apollo.
Palhabole americano -Hnttie Hasirtteiteroicno
jjespachado para o caes do Apollo,
nacionalGiquimercadorias nacionaes
para'a corcpanhia pernambucana.
34->
340
W > #'N. 1.
N. 2.
N.3.
N.4.
N 5.
Ser tambera fofuecdo
Sexta-v
Sabbado
Dinas
MO
400
640
400
400
aos ditos
presos ceia,
Vapor
.,^ F.^^^OTMmoprDJ,M.,ren, uog, v. [jincpes, guerreiros e humildes romeiros
pida adhesan qiielle malerialianio bmtal do ul- lusalem, e todos aquellos que sentem que a vida
tramonanisiao. ais algumi consa do que a materialidade do
Anda poneo voctferava um domar no meio de inovimento e dos sentidos,
homens serios e graves : Papas e prelados fizeram parte de noss nsti-
< E' dio'.a e de m f aquello (ne er'que se uicao, e anda hoiq alies comarehendem cerno
possa s>r mnolico e wfon aomtmo tempe p i>Io santas e elevadas as doutrinas da maconaria
B aq-ielin homens pravos e pensadores nio er- entre os povos christios.
gtierar am imernco protesto eaptra a apostroph i Os corrttnunistas querem que sejamos carbona-
do raentecapto que .'iseim se exprimia. I ros; os ultramontanos inveataram a palavra im-
4J- GAPATAZ1A
Rendiuiuuto do dia 1
DA ALFANDEGA
260*339
VOLUMES SAHIDOS
Prnaeira perla no da 1 ...
Segunda porta.....
Tereeira porta .
rrapialh) Coucecao ...
SEUVICO MARTIMO
Vlvareoeas descarregadas no trapiche
da alaudena no dia 1
Navios atracados no trap. da aWandega
Alvasengas........
N'o trapiche Conceieao .....
pa importancia de 120 rs., era quanto est oreado
o alraoro, e na mesma proiwrrao
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thes^oraria prifrincial de Pernam-
buco, 27 de abril do W73,
O official maor,
MhjuA Affonso Ferreira.
- i
O film-. Sr inspector da thesourana prbvin
cial manda fa'cr pobtieo, quo no dia 13 de inaio
prximo .vindouro, peranta a junta da mesma
thesooraria, se ha de arrematar quem por me-
tnenos iizer o lornecHiiento de medicamentos e
utensis precisos a enfermara da casa de deten-
cao por tempo do m anno, a contar do !. de
jomo do crreme aBno a 30 de juntio de 1874 ;
servindo de base arrematacao os precos cons-
tantes das respectivas tabellas
As pessoas que se propozerem a arrematacao
comparecam na.sala das sessocs da referida junta
no dia cima mencionado, pelo meio dia e compe-
tentemente habilitadas
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal
Secretaria da thesonrafia provinei 1 de Pernam-
buco, 27 de abril de 1873.
iffleial-maier,
Alfonso Ferreira.
212
40
273
319
844
REGEBEDOIUA DE
RAES DE
Iteudimento do dia 1
GE
RENDAS INTERNAS
PERNAMBUCO
. 2:647*3i0
CONSULADO PROVINCIAL
rtendknmito do dia 1
3:291*018
Importacilo
Rio Grande do Sul, patacho porf.tguez Jos.
consignado'a Goncalves Bellro 4 Filho, nidufes1
tou.
Ceblas 101 resteas. Couros 60.
Xarquo 129,410 kilos, aos consignatarios.
Rio Grande do Sul, patacho brasiteiro Amaro,
consignado a Parento Carneiro & G. manifes-
tou,:
Couros 35.
Graxa em bexiga 4,457 kilos.
Sebo c^ado 98 barrs.
Kitqae 171.470 kilos, aos consignatarios.
Hio Grande do Sul, patacho brasfleiro Arfhur
consignado a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
manifestou:
Conros 50.
Feijo 40 saceos.
Graxa em bexiga t,936 kilos.
Xarque 162,579 kilos aos consignatariej.
Montevideo, sumaca hespanhola Marina, consi-
gnada a Prente Carueiro 4 B manifestou :
Xarquo 184,837 kilos a )s consignatarios.
Rio de Janeiro, barca portugueza Dianna, con-
signada a Loyo 4 Filho, manifestou :
Barricas va3ias 300 voluraes a Prente Carneiro
4 C
Marraore artificial 60 caixas a II. B de A-
breu.
Pipas vasijs 50 ao capito. j i
. Aracaj, vapor nacloaal Giqui, manifestou :
Algodao 79 saccas a Prente Carneiro 4 C, 164
J. M. F. Araujo,, 150 a Goncalves Torres, 126 a
Gonalves 4 frraao, 40 a Borslelman 4 C. Arroz
15 saceos a A. M. Guimares. Assucar 100 sac-
eos a F. Cascao 4 Filho, I2s a Farente Carneiro
4C.
Calcados 1 caixa a Lyra 4 Viada
Loura 1 barrica a Joo Castilhano.
Ricino 42 latas ordena.
Terra Nova, Lugre inglez Pearbs, consignado a
Jonston Pater 4 C, manifestou i
Bacalho 3,013 barricas aos consignatarios.
Terra Foya, barca Ingteza Latinia, consignada
a Saunders Brothers 4 C, manifestou :
Bacalho 2,933' barrieas aos conjignatarios.
Baltimore, brigue inglez Clifson, cona'fhado
Phjips, manifestou :
Farinha de trigo f360 barricas aos consignata-
rlas.
0E5PACH S DE EXPORTACAO NO DIA 30 DE
ABRIL DE 1873.
Para os orto$ do exterior
No vapor" inglez BaAiano, pala Liverppol
carregaram : E. R. Rabello 4 C. IV saccas com
10,697 kilos dfeateaxlSo.
No navio italiano Dei, para Liverpool, car-
Xam : M. Lathan 4 C. 80 saccas com 3,8201[I
de algodio.
No brhjue gortuguez Relampaoo, par o Rio
tfOVSMENTO DB PORTO,
Navio sahido no dia 29.
Rw da Prata -Barca brasileira Supreste, capitao
Francisco Mara de Souza, carga assucar e
agurdente.
.Yut'o fallido no dia 30,
Porto por Lislm-Barca portugueza Alegrii, ca-
pitao Antonio T. de Carvalbo, carga assucar e
ouiros gneros.
Xwias entrados no dia 1.
Aracaj. e partos n'.orinedios -6 das, vapor bra-
sileiro Giqni, de 223 toneladas, cominan lante
Martin1, equipagem 23, carga varios gneros ;
companhia pernambucana.
Hio de Janeiro e Babia C dias, vapor americano
Ontario, de 3,451 toneladas, rommandante Slo-
. cum, equipagem 82, carga caf e outros gneros;
a Henry Forster 4 C.
Baha -2 dias, vapor inglez ultimo, de 509, tone-
ladas, conimaadante GreTeth,_'equipagem 24,
carga assucar; a Simpsoa 4 C.
Rio Granao do Sul -2't dias, patacho brasileiro
Arhur, de 151 toneladas, capitao Jos B. de
Souza, equipagem 10, carga 11,OOQ arrobas de
carne; a Antonio L. de O. Azevedo 4 C.
Montevideo*-]} dias, sumaca hospanhola Marina,
de 170 toneladas, capitao I. Alcina, eqnipagan
U, carga 184,837 kilos de carne ; a Pereira Car-
neiro 4 C.
Moatevido -24 dias, escuna allemT Jacobes, i
98 toneladas, capitao Alhena, equipagem 5, car-
ga-2,996 quintaos de carne ; aAmorim Irmo
4.C
Terra Nova-38 dias, brigue inglez Peurl, de 192
toneladas, capitao Williara Day, equipagem 7,
carga 3.013 barrieas com bacalho ; a Johnston
Pater & C.
Terra Nova 17 dias, barca ingloza iMvinia,
de 231 toneladas, capitao P. M. Kenzie, equipa-
gem 13, carga 2,936 barrieas com bacalho ; a
Saunders Brothers 4 C.
Baltimore -44 dias, barca ingleza Cliffilon, de 249
toneladas, capitao Raffle, carga 2,3 u barricas
con brinda de trigo ; a Pdpps Brothers 4 C.
Bio de Janeiro16 dias,.barra portugiieza Diana,
de 240 toneladas, capito Joai|Uira M. da Silva,
equipagem" !>, carga barricas vzias c. lastro ; a
Jos da Silva Loyo & Filho.
Montevideo31 dias, barca alienta Minna, de 383
toneladas, capitao Fi-t-r, equipagem 12, em las-
tro; a Amor.m Irmo 4 C.
Rio de Janeiro 15 das, barca franceza Mauricien,
de 486 toneladas, capito Mario, equipagem 12,
em lastro ; a Tisset Frere.
Hamburgo -46 das, patac o lnllandez Thorbecke,
de 166 toneladas, spido P. VVoltiers, equipa-
g.;in 7, carga vanos gneros; a Prente Vianna
4 C. .
Navios saltillos no mesmo dia.
Ro da Prata-Patacho inglez Henry Edmonds,
capitao Netherton, carga assucar.
Macelo -Patacho inglez IVcal, capitao Hariss, em
lastro de arei.
Montrenl-Lugre inglez Mtnerv; capitao W. T.
Dnards, carga assucar.
Canal -Brgue allemio Pius IX, eapilao Lcewe,
carga assucar.
Rio da Prata -Brigue inglez Cambrem Selle, ca-
pitao L. Jenkins, carga assucar e agurdente.
Narval Barca ingleza Sei Foam, capitSo Haco-
kens, carga algodao.
New-York por S. Thomaz e Para -Vapor ameri-
cano Ontorio, rommandante S'ccum. carga a
mesma que t'ouxe dos portos do *ul.
'Opfl
Mignef t
O Illm. Sr. inspector da thosouraria provin-
cial, manda fazer publico, que no dia 15 de maio
prximo vindouro, iterante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, vai a praca, para ser arre-
matada por quem por minos Iizer a impressao
dos trabalbos das reparticoes provinciaes ( com
excepciio d >s da secretaria do governo ) por tem-
pe de um anno, a contar do 1'de.julho prxi-
mo -vindouro a 30 de junho de 1874, servindo de
base para licitacao o preco do 2:800*.
i )s pretendentes comparecam na sala das ses-
soes da referida unta, no dia cima mencionado,
pelo meio da e competentemente r-abUitadoe.
E para constar se mindou publicar o presente
poro jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
naatbuco, 27 de abril de 1873.
O offlcial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
2.* dito.-Vermelhefc. inUrelns.
33.* dte. -A cabala a a mi..
A srena passada n'ain curato de
provincias do imperio
Principiara s 8 l/I horas.
nma
Terceira reDrosenUfio da opereta feorieeea
A torro em eowirsa
s 8 horas am panto.
FrepraUe
a linda oprela bufia em f actos :
(Musida da ra ftu*>elTVHna
. o drama de grande aaejtrato :
0 jadeo emule.
theTtro
m\M BRA1ATK0
KHPBKIA _
ESPl\5CA Se PEXVXTR
Depcis que a orehestra esecuiar i: graae>
symphonia, representar-seha pela all mi van o
magninco drama sacro, ornad milagres c diabruras
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 15 de maio
prximo vindouro perante a junta da fazenda .di
mesma thesouraria, vai praca, para ser arrema-
tado por qnem por menos fizer, o fornecimento
dos objectos precisos ao expediente das reparti-
eres provinciaes por tempo de um anno, a ren-
tar do i.* de julho do corrente anno a 30 de ju-
nho de 1874, servindo d.; base arrematacao os
precos e eondicoes, constantes das tabellas que
serie presentes' nesta thesouraria, aos pretenden-
tes antes o m acto da arrematacao.
As posseas que se propozerem a esta arremata-
cao compareram na sala das sessoes da referida
junta no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas. ,
E para constar se mandou publicar o presen-
te pelo jornal.
Secretaria da tliasoar.ria provincial de Peruam-
t ueo, 27 de abril de 1873.
O oflicial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
0 Dr. Joao Augusto do Reg Barros, u de or-
pbaos substituto supplente'em exercicio.
Paco saber, que por parte de Angelo Custodio
Rodrigues Franca me foi feita urna petcao, na qual
pedja mandar paasar ca/U de edito por pilo dias,
para citacao dos herdiros ausentes, Joio Fran-
cjco Carneiro Monteiro e-Antonio Francisco Car-
neiro Monteiro, afira de assstir o inventario de
Angelo Custodio Rodrigues Franca, que corre nes-
te juizo, cartorio do escrivio Hyppolito.
E porque justificou o deduzido em sua pelicao,
Ihe mande passar aprsente carta do elilos
por oto dias, pela qnal cito, chamo, requeiro a
Joao Francisco Carnero Monteiro e Antonio Fran-
cisco Carneiro Monteiro, para quo venha pri-
meira audiencia deste juizo, quo so San*, (indo o
dito termo, vir assstir todos os termos do referido
inventario.
E para que chegue a noticia de todos, mande
passar a presente que ser afflxada nos lugares
do costume.
Dada e passada nesta cidade do Recite de Per-
nambuco, aos 28 dias do mez de abril do anno de
1873.
Subscrev. Eu, Hyppolito Silva, escrivao o
subscrevi.
Dr. Jottu Attytts'o do llego Barros.

Tt
ABACOES.
Commissao encarregada de
examinar os apparelhos
da companhia Recifc-
Drainage.
Para que a commissao encarregada, pelo
Eim. Sr. presidente da provincia, do exami-
nar se os nppurellios da companhia /'eci/'e-
rainage, funccionan regularmente e bem,
ou se as queisas articuladas contra estes
partam de grande numero de particulares c
procedem de defeitos dos referidos appare-
lhos, ou do pouco cuidado que se tom em
sua applicacao, ndispensavel que todos
aquollesquosequeixa.nl se dirijam com ur-
gencia e por escripto ao abaixo assiguado,
indicando as causas a que attribuem o mo
-servico que os ditos apparelhos Ihes pres-
tara, afim de quepossamser consideradas
suas queixas.
Recife, 26 de abril de 1873.
Dr. Joaquim de Aauino Fonceca.
i MUERES
DE
S. BENEDICTO
000
13 AUaUTUBU fil CSCIU
Terntirtar o espertaetiln cora a chistosa ene
dia em um arta, romposirao de grande poeta por
tuguez Joao de Alboim :
llcioiniiicndado kLista
PcrsiHiagens.
Jos Affonso, natural de Braga
e negociante de rafe H. r^.ailes.
Candida Placida, surda I. Arria,
Amelia, sua lillia, boa rapariga D. Heariqueta
Carlos, solirinho de Jos Affon-
so, doudo de podras Santos Silva.
Martba, parda de goslo I) Olyoipia.
Thomaz, preto mina Silva.
.Negros e negras.
A secna passa-se no Rio de Janeiro, justo a
Prain a.
Principiar s 8 frS horas.
Bonringo 4 domrmlf.
Representar se-ha o muito apitltadido raan em
\ actos do Sr. Dias Guimaraes :
0 l'ODEIt D 01R0
Turnara parte os Sis. Braja. Santos Silva, Hea-
rque, Antonio lodiigues. Corra, Silva lana.
Lyra, Thomaz, D. Heflriqoela, I'. Nympia, D
Bernardina, Proeanio, Paiva, Yiceate e Augusto
Criadoa a eeoMarina.
Terminar o espectculo i a .ippUnda co-
media era 1 acto :
Recommendado de Lisboa.
_______Principiar s 8 lutras.
4VIS0S KWRTlMW
EClTAfSv
0 Dr. Sebastio do Hego Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio da cidade do Recife de Pernambuco,
por Sua Magestade Imperial, que Deus
guarde, etc.
Faro saber pele presente que no dia 23 de
maio do crreme anno, se ha de arrematar por
venda quem mais der, em prara publica deste
juno, depois da respectiva audiencia, metade do
sobrado de dous andaros da ra da Imperatriz n.j
65, tendo tres andares pela parte de detraz, com
32 e meio palmos de largo e no vio 62 de com-
primento, com i salas e \ quartos em cada andar,
tendo no primeiro cozinha fra oa terraco, em to-
da a largura do predio, cacimba propria, quintal
morado com 96 palmos de comprimento, 33 de
largo com um porto- que deita para o terreno em
segnimento, o qual tem 620 palmos de compri-
mento, 33 de largo e 43 no fim, tendo um muro
com portao que deita para o caes de Capibaribe, e
a vista do estado em que se acha, foi avahado todo
o predio em 25:000*, sendo por I3:000 a metade
3ue vai a praca por execucao de Jos Goncalves
a Cruz contra Francisco Rodrigo dos Santos,
quem pertance dita metade do sobrado, e na
falla de licitantes a arrematadlo ser feita pelo
preco da adjudicado com o abatimento da lei.
E para que chegue a noticia de todos, mande i
passar a presente, que ser afflxada nos lugares
do costume e publicada pelos jornaes.
Dada e passada nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 29 de abril de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrvSo o escrevi.
Seb. O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda faier publico que no dia 15 de maio
prximo vindouro, vai a praca para ser arrema-
tado, por quem por menos nier o fornecimento
de alimentacao-e dietas dos presos pobre da casa
de detencao, no trimestre de julho a selnmbro do
crreme anno, servindo de base arreraatacio
ios precos'daa tabellas abaixe transcriptas:
ALIMEOTACAO.
Alraaco e jauttr.
Domingo 380
-r-Seganda-feira 380
, ftrea-feira 389
> QaaMa-feira 3(0
Qurata-feira 380
Para sciencia dos senhores proprietaros de
alvarengas, lanchas, canoas, botes e outras embar-
caeoes empregadas no trafico do porto, e rios na-
vegaseis, se faz pub ico que desta data em diante
as que forem encontradas sem eslarera numera-
das e marcadas com as lettras que designen! as
licencas, sero os referidos proprietaros multados,
como permtte o artigo 73, combinado com o arti-
go H4 do regulamento de 19 de maio de 1846,
Tambem incorrero em multa as embarcacSes
que se eraprrgarem seno a licenca de que trata o
artigo 76 do referido regulamento, c o; individuos
que tambera nella se erapregarena sem matriculas.
Capatazia do porto de Pernambuco, 30 de abril
de 1873.
O capito do porte interino
Docio do Aquino Pnnsec*.
No dia 2 do corrente, pelas 40 horas da ma-
nila, no lugar do costume, sero vendidas era has-
ta publica nesta freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
calves do Recife, algumas cabras apprelwndidas
na forma da respectiva disposico municipal.
O fiscal
Joao Marque- Correia.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
Par*
Para este porte s.^uc com p oca demora
vellero brigue' allemao Miranda, receheado car-
ga a Irete commodo : trata-se aon o Opina qne
se enneontrar no armazn de H. fandgren, im
do t'.i.inntcrcion. 4._____________^_____^_
Para o Porto,
Segu com a possivel brevidade o brigue por
tuguez Juditk. Para carga e passagiims trata-
se com os coasignalarius Thomaz de Aquina Fon-
ceca & C. sacceasoTrts, roa do vicario n. 19.
Para o Porto
pretende sabir mnito breve a gdera portogmez*
o sen ra
A'irt Fatna II por ter grande parte
regaiente prompto. Reoaka a carga nn Iba bl
ta a pnc.0? mdicos, e tamben p.issageiroa,
os qnaes tem ptimas ar&Miunodacoes :
rom Tilo I.ivio Soare, ra d > Vigario a 17
COHIHMHA
DK
NAVEGADO BUIIVVV
Para Haceid, 1'eiiralo. Aracaju
e Bahia.
B' esperado ate o dia .1 Je maio o vapor Dtnttu
Recebe carga, passageiri* e dinbeiro a trt*x s-
ra os portos cima : a tratar cora os seas ;
tes Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ma 4
Bom Jess n 57.
IIIMl'WHIA
DAS
MESSAf.ERIES MARITIMES.
At odia 8 do-rarrente mez espera-se da Ko-
ropa um dos vapores desta companhia. o anal 0>-
pois da demora do costume seguir para Santos,
locando na Bahia e Rio d Janeiro.
Para condicoes, passagens, (Mea, ele: Ira*.
na agenda, ra do Loiuinercio n. 9.
No dia 10 do corrate mu esperan dea pero-
do sai o vapor francea Mentmn, ctmnmliat
Beaigni, o qual depois da deaun de e aHeaw.ee-
gira para Brdeos, tocando en Dakar {Aeren
Lisboa.
Para condicoes, fretes e Mssatea*, trati n i
agencia, ruai
e paaaanna,
' i a..
NOVIDADE 1MPORTANTISSIMA.
mm 3UCCZS30:
PESSOAL E a FICillBA**.
Sabbado l de maio.
Segunda represontaco da mnijo^applaadda
opereta burlesca, original do Dr. Macedo:
\ mu
Espirituosa oritica ao systema eleiteral no Bra-
s.
Msica do maestro Colas.
DENOMINARES
i.* actOj-Osdous caadidatos.
Pacific Steain IXavigati mp)
Royal Sail knm\
lilnlaa oaninsonnl
At o dia 8 do corrate imz esperado dea
portos do sul o vapor desta eaJaipmhta Pttfmta
o qual seguir o era dia da apada para Lis-
boa i
Para passag-
aos agentes W
14.
Att' '
o vapor Galicia, e segu;
neiro.
Para
com offt^^^^^^^H

--
^


Dario de Rernambuco Sexta feira 2 de Maio de 1&73.
V
Para, o Rio de Janeiro
o brigue portugue CoUte, de erass. vai salrir
em poucos di por tor a maior pane da carga
engajada; para ara resto la carga (roe Ihe folia,
trata-se cora E. It Rabetlo C, ra do Commer-
cio n. M.
Para Lisboa
tt> brigue portngnez Bella Fknteirense, capitio Bar-
ros Valite; tenavio vai sabir dentro em pou-
cos da, e anda porte reeeber alguma carga e
passageiros : trata-so cora E. R. Rabello II, ra
do Commereio n. 48.
IEIL0ES.
LEILAO
DE
6-caiias M F cora papel, contando cadacai-
xa 40 resmas.
hoje- ;
As 11 Ii3 da maiih
0 agente Pinho Borges far leilao das referidas
cxas com papel almas lis e pautado, de peso
e de cores, e mals miudeza*, sendo : carriteis de
liona, chapeos para senboras, botoes com vidri
lboa para enfeitar vestidos, trancas e franjas de
cores, armamentos, espingardas para caca, lazari-
as e mais artigas, no seu escriptorio ma do
Bom Jess n. S3, primeira andar.
LEILO
DE
movis, louca e vidros
AS 11 HORAS DAMANHA
Na ra da Soledade r. 17.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de urna f&miKa quo se retirou desta provincia, de
i mobilia de Jacaranda com tampos de peda, 1
piano de dito, 1 rico santuario, commodas, mesa
elstica, oaarda roupa, cadeiras, armarte, camas,
louca, vidros, e mais uhjeetos para casa, que se
acharao patentes no dia cima, as 1J horas da
manh.
Fazcmlas avariadas
Segunda-feira 5 do maio
s 11 horas
O agente Pmho Borges far leilao das seguimos:
madapelo, carabraia para forro, brins pardos,
panno azul e mais fazendas limpas.
Em sea escriptorio, ra do Bom Jess n. 53,
primeiro andar.
Por-itervencao do agenta Pinto, em sea es-
criptorio, ra do Uoin Jes as n. 43.
DE
chapos do Chile, de feltr\ de seda, de
mass.t e outros.
QUARTA-FEHU 7 DO CORRENTE.
l'or intervenco do ageute Pinto.
Por occosiao di leilio de faiendaS
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 43.
\U
DE
lou^a para acabar de liquidar o armazem
de lou;a ra do .Mrquez de Olinda n.
25, outr'ora ra da Cada do Recife, ao
correr do martello.
SEGUNDA-FEIRA 5 DO CORRENTE.
s II horas em ponto
0 agente Pestaa far leilao de todos os restos
da Iouca existentes no armazem cima indicado,
sendo grande porcto em gigos, barricas e caixas,
e tudo ser vendido em lotes, paincipiando s 11
horas em ponto, no mesmo armazem, onde o
agente espera a concurrencia dos louceiros e ven-
das, para todos se aproveitarem.
i
DA
armado, gneros e mais pertengas da ta-
verna da praca do Conde d'Eu, n. 9.
TERCA-FEIRA 6 DE MAIO
O agente Ma'rtins far leo em lotes da arma-
Sao gneros e mais pertencas da taverna da praca
o Conde d'Eu n. 9, a qual se acha muito bem b-
calisada e sortida de gneros de primeira quali-
dade.
_________As 11 Tioras do dia cima.
Novo leilao
DO
Engenho Monte d'Ouro
v TERCA-FEllU 6 DE MAIO
Ao naeio dia em ponto.
Por mandado do Illro. Sr. Dr. juiz de direito
especial do^ommercio dcsta cilade, e a requer
ment dos administi adores da massa fallida de
Siqueira & Pereira, o agente Pinho Borges fara
novo leilao do engenho denominado Monte d'Ouro,
sito no termo de Ipojuca, desta provincia, o qual
foi penhorado por execu^ao dos ditos administra-
dores viuva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da
Fonceca, adjudicado indicada massa.
Ao meio dia em ponto, no escriptorio do referi-
do agente, ra do Bom Jess a. 53, (outr'ora
Cruz), onde os rs. prctendentes podem .haver as
informaroes necessarias.
LEILAO
DE
movis, lucre cryslaes,
um cabriolet americano de i rodas com co-
berta e arreios para um e dous cavallos.
A SABER :
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, i-espe-
lho grande, 1 candieiro a gaz, 4 casticaes e man-
gas, jarros para llores, 2 albuns, tpeles, 1 bino-
culo.
Urna cama franoeza, 2 guardas-vestido, 2 guar-
das-roupa. 1 tapete, 1 lavatorio, cabides 1 ma-
china do costura; camas para meninos, 1 berco, 1
rommoda, 1 santuario e paliteiro de prata.
Urna mesa elstica, I guarda-louca, 2 apparado-
res, 2 d-'tos com tampos de pedra, 2 marquezas,
12 cadeiras, appafelhos para cha e jantar, garra-
fas, copos, clices, compoteiras, 1 relogio de pare-
de, mesas, caleiras, trem de cozinha, (landres, po-
tes e muitos outros objectos de casa de familia.
Terca feira O do corrento.
Na ra do Hospicio n. 51, segunda casa de
azulejo, em frente ao porto do collegio
de S. Francisco Xavier.
O agente Pinto autorisado pela familia do Sr.
Manoel R beiro de Camino, a qual rctirou-se
para a Europa, levar a leilao os movis e mais
objectos na casa que servio de sua residencia,
ra do Hospicio n. 54.
O leilAo principiar as O horas.
1)E
una pro|N"iedide inipnrlaule
denominada
Sitio da Porta d'Agua
QUINTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
Francisco Ignacio Pinto, competentemente auto-
risado pelos prop notarios do sitio cima dito, e
com licenca do Illm. Sr. juiz dos orphos, vende-
r a mesma no dia, 2 de maio prximo vindouro,
ao meio dia, no seu escriptorio, ra do Bom Jess
n.43.
Apropriedade torna-se muito recommendavel
por ter diversas casas de moradia,- olaria e gran-
de baixa de capim, e pode produzir urna renda
annual de 3,500* ou mais.
PROTESTO.
Symphronio Queiroga tem procurado impedir a
venda da dita propriedade, insistindo em se julgar
com direito a nraa poican de trra e urna peque-
a casa que faz parte d'ella.
O pretendido direito de Queiroga nao existe, e
querendo elle faze lo valer em juizo, decahio da
aeco que para isso intentou e proseguio contra
os herdei'os do tenente-coronel Florencio Jos
Carneiro Monteiro
Os arcordos que abaixo se transcreve, mos-
tram haver elle decahido d esta aeco :
O I." mostra que os herdeiros de Florencio Jos
Carneiro Monteiro foram habilitados, e cora elles
proseguio a aeco intentada por Queiroga, em 16
de dezembro de 1801 a ti. 180 dos autos.
O 2.* mostra que se julgou hulla a setenca que
obtivera Queiroga e que tentara executar, julgan-
do-so nao ser competente a acro intentada, fl. 402
23 de outubro de t866.
0 3.* m >stra que foram desprezados os embar-
gos oppotos por Queiroga e confirmado o accor-
dao a fls. 402 e 420, 18 de dezembro de 1869.
Queiroga foi condemnado as eustas.
Accerdos.
!. A fl. 180. Vistos estes autos etc julgo pro-
vados os artigos de habilitarlo de fl. 173, attenta
certido de fl. 174 e em face dos depoimeutos
de fls. 176 a 177, e por isso, havendo os habilitan-
dos por habilitados, mando que com elles corram
os termos da presnte accao. Paguem os habili-
tandos as eustas.
Recife, 16 de dezembro de 1861.
Francisco de Araujo Barros.
2.' A fl. 402.-Accordios em rea., a etc., que
proposto e discutido este frito civel entre partes,
appellantes D. Joaquina Bpnifacia Pires Carneiro
inonteiro e seus filhos, appellado Symphronio
Olympio de Queiroga, julgam milla a sentenca
exequenda, porque a aco intentada incompe-
tente e sem applicacao especie, visto que tal
accao nao compete quclle que, estando na posse
do terreno de que outrem nao est de posse, e que
ninguem lhe contesta, quer livrar-se de urna ser-
vidlo que tem esse outro comem damno de alguma
arvore plantada em dito terreno, e condemnam o
appellado as eustas.
Recife, 23 de outubro de 1866.
Souza P.
Santiago (vencido.)
Almeida Albuquerque.
Motta (vencido)
Dcmingues da Silva.
Assis.
3.* A fl. 420.Accordao em relacao etc., que
feito o relatorio do estyllo, julgam o embargante
habilitado para intervir na presente causa como
parte, e desprezam os embargos para confirma
rem como conlirmnm o accordao a fl. 402, e man-
dara que se cumpra o mesmo accordao. Paga o
embargante as cusas.
Recife, t8 de de embro de 1869.
Santiag P.
Souza U'oo (vencido quanto ao nao
recebimento dos embargos.)
Almeida Albuquerque.
Motta.
Assis.
Domnguez Silva.
AVISO
Aos pretendentes i compra da proprwdad* Par-
ta d'Agua, assevero que alen da aefio foe M
annullada e eujo jecordos lem ido transcribes
oeste Diario, anda existe por .decidir doas, pro-
po.4as por inim, urna pela primeira outr peU
segunda vara civel desta r.ldadt, quem d*idar
dirija-so aos.... a ver : Portento ro aneara de
algibeira cora* querem inculcar, tal vez para iMu-
diraos inca uto*.
Deixo dn aualxsar a resjiosta pubKrada no
fiat io,de hoje, nao so por vir sem assignatura,
como por nao estar acosiumad a discutir no es-
lylo em que .eoncebieu autor tu-
do quanto houver do desa^railav>.'l na nnvsiiw
IrasposU,por parecer-uie credor d mais.
Recife, 1* de maio de 1873.
___________Symphronto Otymyio de Qutin
LIVROS NOVOS
DE
CHiJOAFlNAL
A EXCELLENTE E JA' MUITO CONHECfDA
AGACIRCASSIANA
llnica osada por tolas as familias reaes e o-
breza da Europa Appni'ad pelos mdicos mais
eminentes e por toda a imprensa estranpeira. Tor-
na os cabellos blancos sua Jantiga cor, louro,
castnho nu preto. .,
Alo erwhovalha o hetn, tira completamente a
aspa da caldca. ?ta Fr;inca, Ingiaierra, Allenia-
nha e America o uo da AlHIA CIRCASSIANA
dispi nsa hoje Mas as ontras prr-pnrncSes e tintu-
ras lao daiii!u.tsa.ira o cabell ; a sua applfea
cao |xi(le sor frita sun a menor prerau<;o.
tnica deposito
NA PHARMACIA CENTRAL
l Ra do Imperador n. 38.
LISBOA.
LEILO
DE
urna casa terrea na villa da Escada, no ter-
mo de Santo Anto desta provincia, sita
ra da Barra, propria para qualquty
estabelecimento.
SABBADO 10 DE MAIO
sll horas da manh.
O agente Pinho Borges competentemente auto-
risado, vender em leilao a supradita casa, no
seu escriptorio, ra do Bom Je.*us n. 53, primei-
o andar, onde desde j os Srs. pretendentes podem
raver as informa^ocs e esclarecimentos.
aVISOS DVERSOS
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:<
Amar. Ai gverrilkas de Jurez, romance
americano, tr. de F. de Lencastre. Lisboa 1873.
............ s 4*000
Almanak de Rxercilo para o anuo de 1873. -
Noticia sobre o exercito portuguez. Lisboa 1873.
8*br. .......... JOOO
BeluzeOs martyres de Pars. Porto 1873.
8* kr. .......... i00
Contador de Agua.- Lisboa 1872. 8" br. I#0o0
Carta it guia de casados.Para que pelo cami-
nho da prudencia se acert com a casa do des-
canco. Nov. edic, por C. Castello-Branco. Porto
1873. Jf.......... 2#oO
Castello-Branco.O Visconde de Onguella, perfil
biographico. Porto 1873.12 br. 2*000
Castro.O Prodigio as sallas, manual de pres-
tidigitlo, ornado de estampas, o mais curioso e
complete que se tem publicado neste genero. Porto
1872. 1 vol. era 12*...... 3*00"
Chardrtill. O opaixonado de Mara Antonieta,
romance histrico. Lisboa 1872. 2 vol. em
8*............. 6#000
Coelko.A questo do entino. 8 br. Porto
1872............ MQOO
Cordeiro (Luciano.) Estados sobre o real colle-
gio militar. Lisboa, 1873. 8* br. -500
Decretos promulgados pelo ministerio da mari-
nha, do 11 de novembro de 1871, 16 de novem-
bro de 1872 Lisboa 1873. 8* br. 2/000
Os difamadores do clero catholico. Porto 1873.
8'br............ JJOIO
Estatistica medica dos hospitaes do ultramar,
em 1871. Lisboa 1873. 4 br. 2JCO0
Farpas.De Janeiro e fevereiro. liOOO
Htrclano (A).=Qpusculos tomo 1*. Questoes
publicas. A voz do Prcpheta Vuatro. Egres-
s'. Caixas Econmicas, Freirs de Lorvao. Ar-
chivos ecclestasticos de Roma. Conferencias do
Cassino. Lisboa*1873, em 12*. 3*000
Institut (t) Industrie! de Lisbonne, notice. Lis-
boa 1873. 8 br........ 300
La Landelle.A Vinganca do Sargento, romance
martimo. Trad. de Pinheiro Chacas. Lisboa
1872. 3 vol. em !*..... 10*000
Latino Coelho. Elogios acadmicos. D. Fr.
Francisco de S. Luiz. Rodrigo da Fonceca Maga-
lhes. Lisboa 1873, em 12 : 4*000
Legislacao sobre expmpracb~es. Lisboa 1872.
8- br........ ... 1JO.0
Ligorio (Sanio Affonso.) Preparars para a
morte ou considera*, des sobre as verdades eterna?,
uteis todos os fiis e aos sacerdotes. Lisboa
1873, era \f........ 31000
Ieis promulgadas de 22 de marco 15 de maio
de 1872, pela cmara dos deputados. Lisboa 1872,
em4br........... 1*000
Manique. Portugal desde 18;8 a 1834. Lisboa
1872. &........... 44000
JVouo Guia do Viajante em Lisboa, Cintra, Colla-
res, Mafra etc., com urna introduccao de J. C. Ma-
chado, e um mappa de Portugal. *3* ed. Lisboa
1872. 1 vol em 12*...... 4000
Oliveira Martins. Tlieoria do Sccialismo.
EvoIuqSo poltica e econmica das sociedades na
Europa. Lisboa 1873, em 12. 4*010
Podroado (o) ultramarino agonisante. Lisboa
1873. 4.br........ laOOO
Physionomista /i) das Damas, ou arte de conhe-
cer as pessoas pelas feices do rosto, ornado de
desenhos. Lisboa 1872, em 12. 2/(0)
Pimenlel (A) Do Pcrtul Claraboia, romance.
Porto 1873. 120 br...... 2*000
Ponson du Temul. Vinganca da Barcneza.
Porto 1872, Im 12....... 3*000
Ponson du Terrail B camble. Novo e ultimo
epio1io.=A corda do embreado, tr. de G. de Cam-
pos. Porto 1873. 2 em 12. 6400u
Programma las cadeiras d-i escola pohjtechni-
ca em Lisboa. Ih7273. 8.' br. ol'O
RelatoriTdo anselha especial de veterinaria.
Lisboa 187). 4"br........ 1*500
Relatorio sobre a adminislrara das maltas do
Reino em 1870 -1871. Lisboa 1872. 8J br. 3C00
Rocambole.- Ed;ao popular. Tura. 32 ; asigna-
tura permanc ite....... 908
Tratado de commercio entre o Portugal e a
Austria, celebrado a 13 de jan. iro de 1872. Lis-
boa 1873.4 br. .' liOOO
Vidal (E. A,) Crepascuk s, versos. Lisboa 1872.
8.............. 4*0U0
Zaccone.- Os dramas da Interne, cional.Lisboa
1872. 2 vol. 8-........ 6it00
Vasconcellos ( A. A. T) O celibato ecclesiastico.
reflcxoes carta do padre Jaclntho. Lisboa 1873.
1 vol. em 12......... 3|000
Wisemann.-Fabioli. 2 vol. 8.8 ene. Porto 1872.
por........... 80'
I.ivraria Francesa.
LEILAO
da casa terrea n. 6 da rna de AragSo, em chaos
proprio.
Urna ditana ra de Vidal de Negreiros a. 136
(Cinco Ponas) reedificada.
Utna_difa n. 15 na ra do Amparo em Olinda,
em chaos proprios.
OAKTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
AO MEIO I1IA.
Per intervenco do agento Pinto
. Em seu .scriptorio, nu do Bom Jess n. 43.
LEILAO
DE
fazendas inglezas
AVARIAEAS
constando de'
mauapoles, algodoss e chitas.
QUARXA-FEIILi 7 DE MAIO.
BILHETES GARANTIDOS.
I' ra Primeiro de Marco foulr'orq ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 6* parte das loteras a beneficio da matriz de
Barreiros (49"), que se extrahir na quarta feira,
7 do corrente mez. }
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*800
EM PORgXO DE OOJJOOO PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 24750
Quarto 1*375
'____________Manoel Martins Fiuza.
Protesto.
Previne-se ao respeitavel publico que o sobra
do do foco da PaneHa, em que reside actualmen-
te o Sr. Dr. Seraphico, annunciado para ser ven-
dido pelo Sr Francisco Ignacio Pinto, agente de
leiioes, est sujeito a urna doaco da quantia de
lt>:0004 ; e o abaixo assignado protesta contra a
pessoa que comprar dita casa. Recife, 24 de abril
de 1873.
Guilherme Purcell.
Consultorio medico
DO
Dr. Murlllo.
RA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Londres e Par,
pode ser procurado a qaalquer hora do
1 dia ou da noute para objecto de sua
l prolisso.
Consultas de meio dia s 2 hofas.
Gratis aos pobres.
Especialidades.Molestias da pelle, de
[ enanca e de multar.
Emprega no trata ment das molestias
de sua especialidad^ as Duchas e banhos
a vapor, para os qiaes trouxe os appa-
relbos mais modernamente empregados
' na Europa.
l\ Tambera applica cora grande suocesso
W no tratamento das molestias do ulero a'.f
(Vlelectricidade, pelo proces o do Dr. Tripier. /
SHERRY KINA
(VNHO DE QUINQUINA HYGIENIGO
PREPARADO COM OS MELHORES V1NHOS DE HES-
PANHA DA FIRMA
CALVAIRACA. G. C, DESEVILHA
fornkckdor da sua macfstads a baimua
d'hespanha.
POR
THOMHERET GL1S
Pharniaocutico
EX-WTERNO DOS HOSPITAES DE PARS
O SHERRY-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos rnembros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarlo nisto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUITAS VEZES SE SACRIFICAM AS QL'ALIDA-
DES TAO ESSENCIAES QUER DO VINHO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especulacao (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANTIN JAMES,
7.* edicto.
NICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOMEU C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
Fugio
no dia 10 de marco prximo passado, do engenho
da Cruz, site na freguezia da Luz, o escravo de
nonie Luiz, de 20 a ?3 annos de idade, cornos sig-
naos seguintes : fulo, baixo, oihos i equenos, es-
padado, ps regulares e cora um dente da frente
podre ; o dito escravo levou comsigo um caval o
russo : roga-se portanto as autoridades e capitaes
de campo que o apprehendam e leveni ao seu se-
nhor o major Americo Carneiro da Cnnha Albu-
querque no dito engenho, que se gratificar gene-
rosaraente.______________________
Prccisa-se de ura caixeiro com bastante
Kratica de molhados, ou padaria, para um esta-
elecimento fora desta pra^a, e que abone a sua
conducta : a tratar ra estreita do Rosario ns.
o e 7.__________________________________________
Msica vocid e instrumental.
O professor Manoel Augusto de Menezes Costa,
tendo algumas horas desponiveis, recebe discpu-
los de ambos os sexos : quem precisar dirija-sc
a ra Augusta n. 187.
AVISO.
Ausentaram-se no dia 1 de Janeiro do corrente
anno, do engenho Oileiro de Pedro, da freguezia
da Luz, comarca de Pan d'Alho, dous escravos,
marido e inuiher, ambos crioulos, o escravo tem 43
annos, a escrava 15. Marcos, cor preta, cara larga,
pouca barba, altura regular, eheio do corpo, ps
grandes c largos, mosgrossas, costumaappareeer-
Ihe cravos nos ps; e Escolstica, baixa, er pre-
ta, pouco corpo, faltara lhe os denles da frente no
queixo superior, ps pequeos e espalmados, e tes-
ta grande. .
Consta ao abaixo assignado ter sido encontrada
a escrava em fra de poi tas, no Recife. Poder
entrega-Ios a pessoa que os pegar, ao Sr Belisario
de Souza Bandeira, na ra da Penha n. o, que
receber a gratificarlo de 200*000; ou ao abaixj
assignado em seu engenho.
Oiteiro de Pedro, 20 de julho de 1872.
__________________Jnaqnim Coelho Leite:
Desde o dia 14 do corrente at o dia 18 esta-
r naestaeao da Escada urna grande e bonita por-
cao de burros venda. Havendo lindissimas pa-
relhas para carro, de tamanho e cores iguaes,
animaos reforjados para o servir de carroca*,
cargas e almocreves : do di 18 em diante seguir
para as immediacSes de Appucos, onde ter al-
guns dias de demora. O proprietario e vendedor
convida aos Srs. de engenhos e mais pessoas bem
como ao gerente da companhia dos bonds, a sorti-
rem-se n'esta occasiio; pois nao o poderao fazer
em 1874, em razio da grande scea que lavra as
provincias da Eahia e Minas, a qual nao permitte
o transito de tropas muars ejn una extencao de
16i legoas. A tropa pode ser vista e escolhida
vontae.
Escravo fgido.
Fugio o dia 16 do corrate mez de marco, o
escravo Henrique, comprado em 10 do mesmo, ao
tenente coronel Claudino Correa de Mello, do en-
genho Algrele em.Pau d'Alho, onde se prezume
elle csteja. Tem os signaes seguintes : 20 annos
de idade, pouco mais ou monos, bem preto, olhos
grandes e espantados, rosto redondo, dentes alvos;
ie .mu calca e carniza de algodo da Baha e cha-
peo pelo de manilha. Foi encontrado na estrada
nova, caminho de S. Lourcnco da Matta. Pede-se
s autoridades policiaes e capitaes de campo, quo
o appre' endam e o co-duzam ra do Baro do
Triumpho ns. 92 e 94, (amiga do Brum), que scro
gime rosamente gratificados.
Cozinheiro.
Preciza-se de um, livre ou esvravo, c- quese en-
carreguem tambem de comprar, para easa do 2
pessoas : a tratar no Corrcd-ir.do Bispo n. 59.
Antonio da Silva Jnior vai a Europa, e dei-
xa como procuradores : 1" Dionisio Dias Moreira
Leite, 2 Antonio Bento de Campos, e 3' Adolpho
Marques dos Santos._____________________
Attencjio.
A Sra. C. P. queira ter a bondade de vir ra
do Bartholomeu pagar o engommado de um mez,
do contrario vera seu nome no Diar(o por extenso,
a quantia e numero da casa de sua residencia.
DICCIONARIO UNIVERSAL
EDUCACflOE EliailO
UfiL MOGIDADE DE AMBOS OS SEXOS, AS MFS DETAMILIA, AOS
lilOFESSOMS, AOS DIRECTORES F DIRECTORAS DE COM-EGIOS, AOS
ALUMNOS QUE SE PREPARAH P4RA EXAMES.
Contendo o mais essencial da sabedoria humana
tosa l :::s:::: ;::ias mm umwm u &mn >
l.-Oe educrAa*.
Conhecimento e directo dos caracteres, faeuldades, defeitos, mritos e aptide.- Rali
gio, moral, philosophia.Lgica, rhetorica, potica.Litteratur, pedagog, ei-
vilidade, escriptores antigos e modernos.Agudezas, proverbios,' mxima, pi-
grammas, etc.
.De. iii*i rucotto primaria
Leitura, escripia, clculos, problemas, formulas, systcma mtrico, moral nifiiM
Lingua portugueza, orthographia usual e grammatfcal, redacco, estylo eaiatolar,
homonymos, synonyraos, raizes, etymolngia.Motho<)os, disciplioa, meios pralicos
de execuro.Historia universal de cada seculo, varoes insignes, descobriawMos
factos assignalaveis.Ceographia descriptiva, cidades principaes, indol e costume*
e productos de todos os paizes, monumentos celebres, panoramas, curiosidades de
toda a especie.Noticia das sciencias usuaes, artes, misteres e profissoes, de.
'Intr-icro secundarla.
Linguas : portugueza, fracceza, latina, licspanhola e ingleu.Geologa, miaevalogie,
botnica, zoologia.Physica, cbimica, astronomia, mechanica.Arilhmetica, alge-
bra, geometraIndustria, hygiene, desenho, agrimensura, commercio. aarrkul-
tura, etc.
SEGU
DICCIONARIO OTIIOLOGICO IE TODAS US PALADAS TEC1US
PROVENIENTES DAS I.I.NGUAS GREGA E LATINA u"nM,w
Tudo simplificado ao alcance des alumnos epessoas meramente destjotas de instruc-
cdo, com elncidacoes tdo proficuas aos meslres quanto proveitosas no trato Hat farruta*.
BEDEGIDO COM A COLLABORACAO DEES! KIPTORES PECULIARES
P6R
DIRECTOR DE COLLEGIO
Trasladado portuguez
GAMILLO CASTELLO RANGO
E
AMPLIADO PELO TRADUCTOR NOS RTICOS DF.FICH-XTF.S F.M ASSLMPTOS RELATIVOS A
PORTUCAL E BRASIL.
A obra constante de 50 caderudas ser terminada no correr de 1873.
A assignatura razo do 300 rs. a caderuda, divide-se oara maior facilida duas series, caJa urna de 25 cadernetas, ou 7?500. As 10 prirciras cadernctas enlregam-
se desde j.
.--,

LIVRARIA FRNACEZA
Pedro Carneiro de Almeida tendo amigavel-
mente dissolvido a sociedade que tinha com o Sr.
Satyro Jos de Moraes no estabelecimenlo de ca-
belleireiro-intitulado-Tranca Monstro-sito a ra
Duque de Caxias n. 8, (cando a cargo do mesmo
Sr. Satyro o activo e passivo do mencionado esta
belecimento, vera pelo presente prevenir ao res-
peitavel publico, e cora especialidade a sua nume-
rosa clientella, que tem aberto um novo sali de
cabelleireiro ra do Bar fio da Victoria n. 23,
onde o encontrarlo semprc prompto para o exer-
cicio de sua profi?sao.
Caixeiro
Precisa-sc de um caixeiro : na ru do
n. 43.
Quem precisar ,de um cozinheiro para casa
de homem ^olteiro, dirija-se ra das Pernam-
bucanas n. I.
Allcnniii.
Quem precisar de boas amas
amaneadas, dirija-se ao pateo de S. Pedro, n, 3,
que achara com toja, quem tratar.
CASA DO OURO
Publicaco jurdica
Apon/amentos sobre a corulirao dos tsertt-
vos e libertos no lira til,
contendo as principaes quesles relativas a era
especie, com as dcadas proferidas a reaaMton-
Ls tribunacs siiperiurcs e do poder eieeetivo,
I em como toda a leg slar.vi patria, antiga e mo-
dernissima acerca de rada urna dellas; pelo Dr.
Antonio de Vasconcellos Menezes de Drummoml.
lente cathedratico da I* radeira do 4* auno da fa-
' cuidado de direito do Hecife e advogado Reata Mr.
Assigna-se livraria franeeza e livraria do f r.
Nogueira, no arco de Santi Antonio.
seccas e de leite, I. _
I\'ova
CRIADO
No collegio da Conceicio, ra de S. Francisco
n. 72, necessita-se de um bom criado, paga-se
bem : a tratar no dito coilegio.
Engenho.
Arren la-seo engenho Mearira, da freguezia do
Boni|o, bom d'agua e de excellente produccao, po-
dendo safrejar de 3 a 4,000 paes de assucaf, sendo
distante das esta;os de Agua Preta ou Una ape
as treze legoas : quem pretender pode dirigir-se
a Paulo Cavalcante de Albuquerque, no engenho
Penderaca, ou nesta praca Campos, Raposo 4
C, no largo do Carmo n. 1.
?^0T0APHIA ALLEM^
Precisando faier um concert urgente, a nossa
aliena ficar fechada at sexta-feira 2 de maio
e 1873.
Alberto Henschel & C.
Auzentou-se da casa do seu senhor a escrava
Febronia, preta, allura e corpo regular, peitos
grandes, vesga e picada de bexigas, ps curtos
cabi-llos carapinhos, dentes um tanto salientes e
sujos, tem tres dedos da mi direita aleijados le-
vou tres vestidos de chita novos e um do seda
preta, um de cambraia branca e outros, consta
Sue segu caminho de Po-d'Alho em companhia
e um crioulo forro, chamado Manoel Lopes, mo-
co, estatura baixa e com pouca barba, e na-
tural do Quali. Quem a pegar queira leva-la ra
do Bom Jezus n. 49, armazem, ou na Ponte de
Uchoa, casa dos herdeiros Guibson, que ser
bem recompensado.
Aos .:000-
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 800< em dous
meios do n 1235, a sorte de 3004000 em bilhete
inteiro de n. 489 e dous meios de n. 1210 com a
sorte de 1005, alem de outros sortes menores de
405000 e 2i(J00 da lotera que se acabou le
exlrahi (48*j; convida aos pessuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos na forma
do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi' no seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer ; remio, como prova pcios mesmos
annun ios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 6* parte das lol igreja matriz de Barreiros, que se extrahir no
da 7 do mez de maio.
Presos"
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*300
De 1003000 para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 30 de abril de 1873. t
Joao Joaquim da Costa .te.
Urna mulhcr estrangeira que enteade h'm
cozinhar e de outro qualquer servico, procura
arrumar-se em urna rasa de familia : quem pre-
tender dirija-se a travesa de Pavsandd n. 4.
e

N
GA1I1METE
Mec ico-cirurgico
RITA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. HNES DA COSTA
MEDICO OPERADOR B PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e <>uf r< Cura radical e ibstantaoea dol
estreit meriloa da urdr.
Consultas: Das 7 as 10 borai
d3 mat.b?.
Chamads: a qi..!'jier hora.
!^r^
OjHseul i de .ral religiosa
MR. AMBR. RENDU.
Para leitura as escolas primarias.
Esta interessaate obrinha, que tao bemacolhida
foi que a 1" edicao ficoa logo esgotada, acha se
reimpressa, e venda as livrarias: Classica e
Universal, ra do Imperador, Econmica, ra
lde Marco, e Encyclopedica. ra do Mrquez de
Olinda, a 640 rs, o cxemplar.
a*.
Precisa-se de
Bosario n. 28.
Criado.
um criado: na'rua estreita do
Hotel Aguia d'Ouro.
Precisa-se de um bom caixeiro que tenha pra-
tica deste ramo de servico : a tratar no mesmo,
ra estreita do Bosario n. 23._________________
Precisase de um menino brasileiro on por-
tuguez, com pralica de (averna, e de conducta
alianc.ada : na ra de Paysandd n. 33 C.________
Francisco Simdes da Silva Mafra propoe-se
a varrer as frentes das casas de negocio da fre-
guezia de Santo Antonio, mediante a 60 rs. dia-
rios, e responsabilisando-se pas multas era falta
de limpeza.________

ssx'.tssiSKjecs
Crisido.
Precisa-se de um menino pa,*a criado
da Alegra o. 40.
a ra
Terceiro andar.
Aluga-se o 3* andar ra do Padre Floriano
a tratar na ra larga do Rosario n. 22.
Cozinheiro.,
Na roa da Imperatriz n. 37, 1 andar, precisa-
se de nm boro cozinheiro.
AOS 5:000#000.
Estao vendaos felizes bilhetes da lotera
hia, na casafelizi do arco da ConceiQSo,
ourives, no Recife.
daBj.l
lojal; I
Precisa se de 5:000* a premio de t l]S per
cento sobre hjrpetheca em casas : quem quucr
annuncie' para ser procurado.
0 NOVO MEZ DE MARA
Nova edicao correcta e acrescen-i
tada.
Este iivrinho, alem do mez de maio, seguido
da devocJto do Coracio de Maria, offlcio das al-
mas do purgatorio, noticia da medaiha milagrosa,
novena de N S. da Penha e da ConceicSo, medi-
tacio do Rosario, modo de ouvir missa e oraefes
para consslo e eommunhao, etc., encadernado,
pelo commodo preco de 2* : na livraria dos edi-
tores, ra do Imperador n. 54.__________
Criada.
Precisa-se de urna criada de meia idade, porta-
PENHORES
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os -mes-
mos metaesepedras.
MOMA
Est encouracado! 1 1
"' 'HiJlLJ
ivisa-sc
*lWi
a quem der noticia da escrava ftuilhermina aae
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos S^* -
tos, e aepois comprada ao Barao de Naxaretn,
representa ter i annos, tem falta de ocales na
frente e as maos com cicatriies de quemadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, qoe dn-
apiiaroceu da casa de sobrado n. 26, da ra Vs
Coelhos, que si-r gener-warnente nfomperraa^.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Jos Lopes Davim, tendo de seguir a ma-
nh para o norte aliin de ultimar os seas nego-
cios, deixa por seus bastantes procuradores na-
ta cidade aos Srs. Celerino do Reg Pagito e
Antonio Alberto de Souza Aeuiar.
Recife, 29 de abril de 1873.
Vende-se
Um sitio na cidaile de Oliuda, atea de
ter urna boa casa de vvenda para grande
familia, tem mu tos arvoredos de fractos de
todas as qualidades, e excellente agua beber ; a tratar nesta lypographia.
Jos Francisco do Reg, encanvgado da li-
quidado da firma de Jo d<>s Santos Noves tr-
mo, cajos socio sao fallecidos, convida na que se
julgarem credores da metmi firma que ate
apresentem seus titukw no praso de 15 dias, ca-
tados da presente dala, para o qne pede ser
curado na roa do Crespo n. 17, andar, i
dia s 3 horas da tarde. Recife, 1* de
873.
Sra.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir i ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada
as de dezembro da 1871. e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprie;
e por este motivo de novo chamado para dito
lira, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu tuno se
acha va nesta cidade.
Sahindo-dcsta cidade para o >
da freguezia da E cada no principio do
mez a preta Marcolina, escrava da Exma.
fiaroneza de Amaragy, at esta data nao
ao referido engenho, o que faz acreditarse qae
est fgida; crioula, de 42 annos de idade. pai-
ro mais ou menos, alta, corpo regohr, reate eaa-
prido e coberto de espinhas, sabe cozinhar e ea-
gommar : quem a apprehrniW e entrega-la awa-
ta cidade ao Sr. Adolpho Targino Aadetl
Duque de Caxias n. H, 2*j
engenho, ser recompensado
jp?* De 10 pahMfi.
Sapobseiros e sapoteiroa, e dahi
nheiras, frucu-pao, oki-core,
cate, laranja erare, laabovaat es
deste jornal, era meira imperial, rosaras t
parreira coracao da
lautas : na Capunga, roa da
atoe,
Atten^o.
flaivAirn O al>ao aasgw^ pede ae 8r. Joio Henr
^dlXeirO pessoa o favor de vir entender- e Mbw
Precisa-se de um menino brasileiro com 12 a 14' aquelle negocio que o mesmo ale ignora, tefe
rea, que saiba lavar e engommar bem : na ra I annos de idade, para o armazem de sal do Valdi- pena de ver por este jornal a especie do
Hospicio n. SO. i vine da palvora, na ra Imperial n. 107. Marcos de A. Lima
<
1
i
i



*
Diario de Perambco Sexta feira 2 do Mak) de 1873.
___
{] CASA MORTUARIA
DE
Paulo & Mafra
Largo do Paraizo ns. 10 e 12.
ESTA ASERTA E TEM
Armando e ornatos, hbitos diversos, caixdes e atades, CAR-
ROS FNEBRES de todas as ordens.
Cartas capellas, cera, eca e emblemas.
Iocumbem-so tambem :
De enterros, anniversarios, oficios, licencas, attestados e ca-
tacumbas ; finalmente de qualquer ^xequia, com msica, encom-
mendaro etc. etc.
Mobilias de aluguel
Altigam-se uiobiHasrroniteta* ou utaslquef tras-
fiar-'uUS : nos armazeiis de iii>-l>inai do Pinto,
'.1.1
ASSIGNATURA
PELO
ABRIL A SETEMBRO
DE
homens
IfTH
RAP AEAFINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & C.
BAHA
Artigo*
Moreira & C. solicitam a attencao do publico da provincia de Per-
nambuco para o rapAREIA FINAproducto de fabrica pertenecnto a
filhos do paiz cuja qualidade est reconhecida igualado verdadeiro
AREIA PRETAcomo o fabrica a casa primitiva na Bahia, tendo
alm disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conhecido e debidamente apreciado o rap
AREIA FINAes annunciantes acabam de autorisar sea agente em
Pernambuco a acceitar, mo grado os obstculos edireitos do ititro-
duccao, a luta da concurrencia acompanhando-a nos batimentos de
prego dt onde Cftr isso compativel com suas forjas.
Os annunciantes esperam encontrar na nobre populado de Pernam-
buco o apoio que teem jus a actividade c os esforgos que elles teem em-
prttgado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industria
que at hoje so ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptorio do Sr. Domingos Alves
Matlieus, ra do Vigario n. 21
As vendas sao feitas em libras ou em meias libras, a vontade do
comprador.
Prego 15000 a libra, com descont de 20 /0mporc,ao de 10 libras
para cima.
Bahia, 18 de abril de 1873.
Moreira & C,
m
m
m
R3
CONFUIRA
DO
AMA
Pre;isa-se de urna ama livre
ou es.yava, para cozinhar : na
3iii do Rangel o. 9.
_ .. i Precsa-se de urna ama deJeite forra ou es-
SenllOr BOHl JeSUS da Via-i crava: na ra Direila n. 100, luja.
Sacra era sua
Santa Cruz.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
i. i Precisase ae urna ama para
Igrejdi lia gouniar : na ra da Aurora n. 33.
De ordem da mesa regedra sao de novamento
convidados os nossos irmaos confrades a coropare-
cerem em nosso consistorio no da 3 do crrante,
as 6 horas da tarde, para se proceder em mesa ge-
ral a eleicio da rnesnia mesa regedra de con-
formidade com o que disponhe o nosso compro-
misso.
Consistorio. I* de maio de 1873.
O escrivo,
Jos Rodrigues dos Santos.
AMA
gundo.___
Precisa-se de uina ama que engoni-
me com p!rfeicao : na ra Duque de
Casias n. 91, loja do rival sem se-
Viii-i Precisa-se de una para
-AJJJd. comprar ; na ra Vinte e
Maio n. 18, outr'ora ra dos flssos.
cozinhar e
Que tro de
Ha
Fugio
i par
ra Direila n. 21, ariraizem do Pescador._______
Precisa se de urna ama, livre
ou escrava, para cozinhar e com-
prar : na ra da Gloria n. lOi.
da ra Augana ha poucoa das o escravo de nome
Jos, cabra escuro, cabello grande, cem estrada
aberta, coro bigode e cavagnae, beicos grossos,
con falta de denles na frente, falla grossa e rou-
rnha, tecco do eorpo, anda moco, costuma an-
sempre assetado, cozinheiro, tera sido visto
no bairro de S. Jos ; chama-se a attencao das au-
toridades policiaes e capies de campo para a
apprehensio do dito escrivo, e leva-lo na pas-
sgem da. Magdalena, passaudo a ponte grande, o
primeiro sobrado, que serao
rosamente.
AJLA
AMA
greiros n. 61.
Precisa-se de urna ama para
cozinhar, para casa d hofflem
solteiro: ra de Vidal de Ne
Preis.-se de urna ama para o
servico interno e externo de urna
casa de pequea familia : a tratar
na ra de Pedro Alfonso n. i 7, i
andar (antiga da Praia).____________________
AMA
Precisase de urna preta escrava
para o servico interna e 'externo de
urna casa de pouca famil a
rewmpensados gene-' no pateo do Terco n. 27, 2* andar.
a tratar
AO GOMIHMM.
i Ama
[na
Precisa-se de urna ama de* idade, que
seja zelosa, para andar tom urna meni-
a tratar na ra da. Alegra n. 40. _____
! Precisa-se de urna ama para todo servico
' de casa de pouca familia e para sahir a ra : na
' ra Bella n. 39.
Offerece-se urna nessoa que a alguns annos
ebefe em urna das eslacdes da va-terrea de S.
Francisco, para caixeiro de casa commercial en __ o abaixo assignado previne a todas as pes
grosso, visto ter boa leltra e saber bem o porta-1 g^ qng Acaran) a dver na loja de ourives a
guez, dar. donadora sua conducta : para informa-*' rua estreita do Rosario n. 10, que. s com elle,
i;oes dirijan)'ae rua do Bota Jess n. 18, 1 an-\0 com gju procurador Joo Baptista Gitirana, a
dar, ou na estac^o de Frexcirai.__________
Sociedade beneficente
qnem deu poderes para cobrar amigavel ou ju-
uicialmente, se podem entender acerca de seus
dbitos, visto ter tonudo conta do activo e pas-
nnAnnM/uA sivo desde Janeiro proirao passado. Outro sim :
regener.(^aO. pede a seus devedores da loja do arco da Concei-
(fJiPffjijO.) Ci, que venham saldar seus dbitos at o dia 15
Sao convidados os mea broa capitulares desU' do prximo mez. scientifleando a toa s que da-
ociedadiVfa a s8** de posse doe dlgnitariee quilla daU em diante promover o sen direito.
oBctaee.eeni seguimento trabalbos conomicoi.l Jos da C. Ohveira e Ftgaeiredo.
palas 11 horas da manba de domingo k i corren- joo Jos Manoel. sua senhora e duas meni-
te maio da 1873. O leer.-. Pra nklin.
ABM
VAPOR FR4NCEZ
KUA DO BARAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar ranito bons pianos fortes e da
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C. : no
vapor franeez, rua do Bario da Victoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado franeez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoaas.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho
Pcrneiras e meias-perneiras tanto para !
- como para meninos.
Sapatoes de Suser para horneas e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de muitas quahdades e preces para
meninos e meninas.
Sapatoes de verniz com sola de pao preprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
a spntiiris
Sapatos de 4apete, casemira, charlot avelludado,
de tranca prtuguez e franeez.
No armazem do vapor franeez, rua do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
triflee, agua de fl- r de laranja, agua de toile-
,te, divina, florida, lavande, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamaitos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor franeez, rua do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
\fuito boas malas e bolsas para viagens de o'
de aminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e mcias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france', rua de Bario
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balance, de braco, de guarnieses, so-
fs, jardineiras, mesas, conversad, iras e costu-
raras, tudo isto muto bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor franeez, rua do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
de Ii Hercules gostos e
phantazias.
Espelhos dourauos para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurc.a.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de le garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos '.imilacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri'
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
gejoilette,
Pucenex de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas as graduales.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabeca.
Ejcovas para roupa, cabello, unhas e para don-
tes.
Carteirinhas de mreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas-brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differentes joguinhos alle-
mes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhes de ferro,
atamadeiraa de vidro de dar leite mui fcil as
criancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morderera,
bom para os dentes.
Ber.,os de vimes para embalancar crianca9.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhcs de quatro rodas para passeios de crian-
" cas.
Veneziacas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para c-ndieiros de gaz.
Estereosc'ipos e cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Lanlernas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidroa avulsos para >smoramas.
Globos de.papel de cores para illuminaces de
testas.
Baloes aercostaticos de papel de seda mui fcil
do subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
h Machinas de varios systemas para caf.
Espanad.ircs de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito ebom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qaa
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas ^ara divertimentos em fa-
milias.
"Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de qutnqui
I ha ras difflceis de mencionar se.
No armazem do vapor raneez, rua do Bario
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo?
os brinquedos fabricados em differentes parte
da Europa para enlretenimento das criancas
tudo a preeoa mais resumidos que possivel_:
no armazem do vapor franeez, rua do Barao
da Victoria, outr'ora rua Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro
fado.
No armazem do Vapor Franeez rua
Baro da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Franeez,
rua do Barfio da Victoria (outr'ora No-
va) n. J.
I I' .'ifl.
ljcai o fiuie:r$ Saltar
Ji.quma das Nevaa Cruz
Bal
lar, idliihoFtm'ira Bailar, Af-
f.mso Pctrcira Bater, mulh.re li-
IIhk, e mais prenles do fallecido
Eduardo Fe rr. ir a faltar, agrade-
-----cem a todas as pe as que se
flgnaraw-assistir no eeraiterio os aWmos sulfra-
gibe, qne pelo mesmo finado se fizeram. e de novo
edem para que assistam as missas do sptimo
da, que se hio de celebrar sabhido 3 do cor-
rente mez, pelas 8 horas da manhi na matriz
4o Corpo .Santo, pelo que desde j confessam seu
eerno reconhecimento.
Alferes honorario do exerci-
cito Miguel Affonso Fer-
reira.
Dr. Francisco Xavier Cavalcante Ferreira, seu
tubos e genros, repassadas da mais acerba dor
pela inesperada morte de seu muito presado li-
Iho, irmao e ennhado Miguel Affonso Ferreira,
palo presente agradecem a todas as pessoas que
te dignaram aeompanhar seus restos mortaes ao
oemiterio do povoado do Montes, e pedem s
esscas o caridoso obzeqnio de assistirem as mis-
sas do stimo dia, que mandan) rezar, por alma
de mesmo finado, na igreja do mesmo pavoado
dos Montes as 8 horas da manhi do dia 5 do cor-
reate.
Aluga-se o armazemx i' e 2 andares do so
brado na rua do Senhor Bom Jess, outr'ora rua
da Cruz, aonde foi a cas'i commercial de Jame
Rayder & C.: a tratar com Lniz Amavel Du-
bourcq, ou com o sen caixeiro Candido Guedes
Cavalcante, escriptorio por cima do banco nume-
ro 3S C
_--------^^j -i ......
Programma
A mesa regedora da irmandade de N. S. da
Luz, erecta na igreja de S. Jos de Riba-mar, so-
lemnisa a festividade de sua excelsa Padroeira no
dia i do corrente, com missa solemne e Te-Deum,
tejido por oradores no Evangelho o pregador da
.apella imperial Fr. Joao de Santa Thereza, e no
Te-Deum o Rvm. Jos Este es Vianna, a orches-
tra ser dirigida pelo maestro Jos Coelho Barbo-
sa, urna bania militar tocar em todos os actos
antes e depots.
Se retara da irmandade de N. S. da Luz, erec-
ta na igreja de S. Jos de Riba-mar, Io de maio
de 1873.
Manoel Rodrigues de Oliveira
Secretario interino.
SEGREDO ECONOMA E CELERIDAUE
Obtem-se com o uso
DA
INJECCiO SB1ST
Cuica, liji-'i.'i.i.-a, r. cal t iafoltivl h. cu
ra das gouorheas, flores l>rain;.LS o lluis ilt
toda especie, rei-fiites ou chruuicas; e qu.
nllereoo como garanta dusalutai-.-srisuludos
a continuada applicai,o que senipre coui a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
|. Unics deposito para o Brasil, Barthoiomet'
& C, rua Larga do Rosario n. 34.________
= Relogios de o.-ro patente inglez (descoberto)
do mel. or fabricante de Londres, em cas de E.
A. Delouche rua do Mrquez de Onda n. 49.
Relogios americanos, grande sortimento para
metas e preles com columna dourada, c para 8 diaa. os mais modernos possiveis.
Na mesma casa t a gran Je sortimento de relo-
gios de ouro, suissos, e prata dourada, ca.leias de
plaqu todos por prego muito barato, rua do Mr-
quez de Olinda n. 49, E. A. Dcleuche._________
Li
r.
enda
Olinda
Vende-ee o sobrado de um andar e soto com
frente para o pateo de S. Pedro e oitio para o pa-
teo do i armo, as melhores cundieres possiveis,
nio s para negocio, como para morada e uso de
banhos salgados : auem o pretender dir ia-se ao
Sr. Bernardino de Sena Pontual, rua da Madre
de Dos n. 36, escriptorio. _________^___
Libras sterlinas,
fnde-se no armazem de fazendas de Augusti
F. de Oliveira 4 C., rua do Commercin n. 41
Cassa-l
\ *oo
lo
vh. covado, na roa
Civxpo n. Casse-laine propria para vestidos, sendo lindos
padrees pelo diminuto proco de 200 rs, o covado:
na loja de Guilhermc C. da Cunha k C-______
vros a \
A os Stp. icndemie*
tl-t.- ".ti. u* :
l'ar.l-s-'-': -Mr.iii 1'nmraiHTW
Villiaun: -l'.-.-i i'ittoii frai.>
Luiii/. lilaiK-: I! ilix auns.
\aitel :DriMt de* gens.
Ventura :Le Ponvoir pubhc.
rVrters: Coars de Iroit natareL
Klulier :- Droit des gens.
Kogrun : 0>.le de eomwcs.
NissU typikgraphia acliario essa obra para -
rem vendidas.
TASSO IRMAOS&C
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vr-nder por preces commodoa :
Tijolos encamado* sextaves para ladrilho.
Canoa de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento llyuraulicc.
Machinas de descarocar algodio.-
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phnsphoros de rra.
Sag en garrafoes.
Sevadinha en garraloes.
I.enti has em garraioes.
Bhum da aJmalca.
Vinho do Pwrto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di .
Vinlw de Bordeanx, dito.
Vinho de Scberry.
Vinho da Madcira.
Potes com linguas e obradas ingleza.
Licores linos aarlkbs.
Cognac Gaulliier Frei-es.
Latas de tuucinbo ingle.
Barris com repolho era salnour___________
A 440 rs. o covado.
Las de quadros azues.
Recebeu a loja da America esta linda fazenda
para vestidos, e vende por 440 rs o covado.
Madapolao franeez a 63000 rs. a peca "
e largo : rua do Cabug n. 10^_______
c fino
Farinha de mandioca.
Coiilra-pleslo.
O abaixo assignado tendo lido o annuncio e pro-
testo publicados no Diario de Pernambuco de non-
tem, pelo leiloeiro Francisco Ignacio Pinto, que
julga-se autorisado a vender o sitio da Porta d'A-
gua, vem scientiOcar a" quem houver de realisar
essa compra, propriedade o mesmo direito que sempre teve, e
do qual nunca foi expellido por sentenea aleuma,
conforme falsamente assegura o protesto.
Para desengao de quem quer que seja, tambem
por sua parte tnvscreve o abaixo assignado o ac-
cordao que un nu a sentenea obtida em seu
favor ; e queri.vi,,. quizer ser ceg ver que esse
aecordao nem nW?*o pz em duvida o direito do.
abaixo assignado, e somente julgou incompetente
a aceo.
Aecordao em relami etc, que propostq e discu-
tido este feito civel enire partes
Joaquina Bonifacia Pires Carneiro
filhos, appellado Symphronio Olimpio de Queiroga,
julgam nulla a sentenea exequenda, porque auc-
qao intentada incompetente e sem appllcacao a
expecie, vtsto que tal acedo nao compete a aquelle
que. estando na posse do eerreno de que outcem
nao est de posse, e que ningum Ih contesta, quer
livrar-se de urna servidao que tem esse outro como
dono de alguma arvore plantada em dito terreno,
e condemnam o appellado as custas.
Souza-Presidente.
Santiago (vencido).
Almeida Albuquerque.
Motta(vencido).
Domingues da Silva*
Assis.
_________Symphronio Olimpio de Queiroya.
Resposta.
O contra-protesto de Symphronio a confissao
plena de seu nenhum direito reconhecido. E' elle
mesmo que confessa que a sentenea que elle oble-
ve foi annulada pelo aecordao final, migando a
accao incompetente, logo nada decidido em seu
faver, que o que elle quer provar com a trans-
cripto do aecordao que elle vio-se obrigado a re-
produzir. Quanto accio que lhe possa competir
ainda, isto nao deve atemorisar a ninguem, porque
urna ameaca que est na algibeira de quem quer
que seja; por parte do Symphronio vale menos
de que outro qualquer, visto que a que tinha c
usou j foi quebrada em suas maos.__________
A melhor do mercado.
Vende J. F. S. Coimbra Guimaraes
Mrquez de Olinda n. 3, t. andar.
rua do
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
.0 Pavo vende finissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrOea, por teiem
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelo
barato pre?o do doze vintens o covado. E pechin-
cha : na loja do Pavio, rua da Imperatriz n.
Gaf do Rio.
Vende Joaquim F. S. Coimbra Guimaraes: na
rua do Mrquez de Olinda n. 3, 1 i-ndar.
, que proposto e aiscu- n
partes, aislante D.ja nu da imperatnz n. D,
tl^^^ir,8 loja ne louca de Sebastifio Marques do Nasci-
ment, vende-se em porgoes grandes ou a reta-
tho todo louca existente na msma, por precos
muito diminutos por ter o m'suio proprietario
de fazer urna viagem a Europa a tratar de sua
sade; portanto, todos os freguezes que preci>ar
de se sortir destes artigos, apresentem-se quanto
antes.
naa vio para ttropa, vando en sua companhia
Preeiaa-ae de orna tevef:.o-seu irroao Jao Francisco Manoel e urna a
na: na la Vidal da agralrc o. 141. 'crava.
estu-
do
Attencao
:i"Cose-3" por iigurinos vestidos para senhora e
Oenina-, com perfeicao, asseio, e por commedo
vreco : na rua da Ponte- velba n. 87,2* andar.
A vinna de Li vio deJSonza e ilva faz scien-
te aos davedores do estableeimento de refinacao
da rua da Concordia n. 32, que s est autorisado
para receber dos mesmos seu pai Raphaei Fer-
nandes Abrantes. Recife f de abril da 1873,
Satyro Jos de Moraes declara ao pu ilico e
especialmente ao corpo do commercio, que tem
nesta data dissolvido amigavolmente a sociedade
que comoor. Pedro Carneiro de Almeida tinha no
estableeimento de cabelleireiro intituladoTran-
ca Monstrosito rua Duque de Caxias n. 28,
.Picando o activo e passivo do mesmo estableei-
mento a seu cargo at esta data. Recife 14 de
abril de 1873.
Aluga-se
o segundo'andar e sotao do sobrado n. 1, ruado
Visconde de Pelotas, antiga do Arago : a tratar
rua do Bario do Triumpho n. 56, refinacao.
COMPRAS.
Na fabrica de cerveja rua do Rosario n
C, eompra-se laranjas da trra a 640 rs o cento.
Compra-se um cofre prova de fogo
travesea da rua do Vigario n. 1.
na
VENDAS.
Attencao
Vende-se a taverna da prca do Conde d'Eu n.
9 : a tratar na mesma.
Vende-se
um sitio com urna grande casa terrea de pedra e
cal, perfeitameite nova, tendo 90 palmos de fundo
e com urna grande baixa de capim, com muitas
arvores do fructo: ni rua da Floresta n. 2,- para
ver, e tratar no mesmo sitio.
Vende-se um brico de balacea Romo : na
rua dos Pescadores n. 1.
II
oito casinhas ou inei-aguas, sitas no caes de Ca-
pibaribe, de tijolo e cal, bem construidas, com
poco meeiro, que rendera 84* mensaes, e sSo mui-
to procuradas pela boa localidade : a tratar na
praca do Corpo Santo, armazem n. 9.__________
Olinda.
Pende-se um sobrado de um andar na travessa
do Aljube ao sahir para a rua de S. Bento : quem
pretender dirija-se a tratar rua do Gervasio Pi-
res n. 46.
Sola de lustre.
Vendem Pereira da Cunha Irmaos, rua Mar
quez de Olinda n. 21, em porcao e a retalbo.
VENDE-SE
e lavadeira
a tratar
urna preta boa cozinheira
na rua do Cuj n. 40._________
Vajide se a casa da rua da Coneeie&o n. f 3;
irata-se na mesma rua o. 31.
Vende-se dous terrenos em Bcberibe, no lu-
gar de Aguazinha, juntlo Sr. major Quinteiro,
um com '.'O palmos de frente e de fundo 800, ou-
tro com 70 de frente e de fundo, 900 : tratar na
raa do S. Jurge;n. 18, anti^t rua do Pilar.
Nao lia mais cabellos
ij
I
Se nica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal rua da Cadeia do Recife, 1iojo Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, o em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Engenho Patricio.
Este engenho est situado em muito bom lu-
gar, perto do porto de embarque onde carre-
gam os vapores da companhia Pernambucana,
que levam e trazem carga de Mamanguane. Est
de fogo morto e seus proprietarios sujeitam-se a
venda por preco muito commodo; e nao duvi-
dam mesmo conceder prazos por parte de sua
importancia, com tanto que receban) outra par-
te, .em dinheiro vista : a tratar com Taaaa
Irmaos 4 C.
LIQUIMCAO
DE
FAZENDAS
Lija h l'ass
A' rua Io deMarcon. 7 A (an-
tiga do Crespo)
Resolvemos >lar nm peque.", resano da nuli-
dades e precos de diversas mercadorias. alim
que vista dNIes pu<-;ioi apreciar que a I quuU-
eii de no-sas fazendas urna pura verdad*.
Escolliei bem a vontade :
Chapclinas, chapos de palha, vellooV. seda e
fil para seuhoras e nvninas de M a 6*.
Basquiuas e casa itiinhos de seda d*- 94 a i->.
Casaiiiiinnos e mmeiras de crochet prelos
brancos de 24 a 64.
Vestidos de ra airan branca cora Indo* bor-
dados a 54 e 10}.
Camizinhas do raiubraia branca a ."XXre 6f0 rs.
Manguitos e gollinhas a 2< 0, 240 MO rs.
Cintos de todas as qualidades para senh-irai J>
300 a < G.KI.
Lencivs lardados e do labyrinlho de 100 a I0#.
Coque de 14 a I.*i00. .
I^Mjues de niadreperola o marfim de ^} :. I0|.
Bal.o a 14.
Chales a imilacaode bornus de roerio) prti?
de 84 e 94.
Saia de l de cambraia de 14. *>4 e 64.
Camisas bordadas para senhora, para lidca M
praoaa.
Capellas de cera a 500 rs.
Redes inraoonMa a 320 e .*>iOrs.
Cortes de rambraia a 34-
i ortes de tai la tana bordados a seda da 14, "4
Cambraia de r cem lindo pa.lres o cavada
320 rs.
Alpacas de lin.las cores Usas e nal nUM c-*
sc.las de 400 e 600 rs. o covado. "
Grande sortimento de \X para todos o pfnjaa
Crochet hranco e preto covado a iOO rs.
Fil de linho liso preto a branco de iOO a
rs. a vara.
Vcslusrios defusto branco e de core pa.a
meninos de 34 a 64.
Grvalas e mantas de 320 a 14 cada tuna.
Chapeos-de castor branco a 74 e 84
Chapeos de etiin c de merino prel. | ai..
niem a 34.
CollarinlKis de linho li-os e birdadus a H
\i aduzia.
I'.itos .lo linho a G00 rs.
Ditos bordados a 14200
Cortes de velludo I. .rilados para rolletes a 4
Brxn preto vara 14.
\ fronhas de linho ricamente l-rda.b Mi i
grandes e 2 incn es pal Mf, a ootros nui^s ar-
tigos per prcos baratisaiuM.
Lnte lo Pana ru 1 ** Mar^o a
1 A.____________ '
Atteueao
Na rua de MarsiKo Dias n 30 vende-se na be-
nita e-crava, cozinia, engomma rom pcrMfaa,
moca, com una fllha ie 3 annos. b.nita pefa, c a
motivo da venda se dir ao comprador
Aos devotos do mez
de maio.
Padaria
Vende-se a padaria na rua de Marcilio Dias ou-
tr'ora rua Direita n. 69 ^ tratar na mesma.
Vende-s a taverna do pateo Carao \. 39, por
seu dono querer se retirar para fora da provin-
cia, o qual offerece vantagms ao comprador por
estar ber afreauezada e ter poucos fundos e o
proprietarlo eombinar com qualquer accordo.
Urna pessoa que retira-se para ora da pro -
vincia, vende por todo preco um cabriolet ame-
ricano de doua assentos, novo o muito leve : na
rua da Penha n. 2o.
Fio de algodao da Bahia e cal de Lisboa, re-
enlmente chegado : ha para vender no es-
sriptorio de Joaquim Jos Goncalves Beltrio i Fi-
ho, rua do Pommercio n. "
*
Vndese feijo mulatinho em saceos e a re-
talho" por menos preco do que em outra qualquer
pai te, na rua da Praia n. I._________________
Granadina bordada
de l-NSOO a 800 o covadn : na
Rosa Branca.
que se vende granadina preta, com listras e flo-
res de seda de edres, ricos gostos a 800 rs. o co-
vodo.
Ser daquella que todos vendem a 14*00 e
14600 o covado ?
E' sim senhor.
Rua da Imperatriz p. 56.
A 280 rs. o covado
Caiibraia muito fina e de lindos padrdes a 280
rs. o covado, baratissiaio : na loja do passo,
rua 1 de Margo n.|7 A, antiga do Crespo.
CASA.
Vndese um sobrado em urna boa rua
lar na rna da Imperatriz n. 8, loja.
ira-
ATTENCAO.
Vende-se urna boa flauta, e methodo : a tra-
tar na rua do AragSo n. 1, l. andar.
Attencao
Vende-se urna taverna na rua do Rangel n. 41,
com poucos fundos: a tratar na mesma venda.
Na rua estreita do Rosario n. Vi.
andar, t*m flores de todas as quali
feites, sendo arcos, capellas, palmas, rosas, boa-
quets, tudo por preco muito commodo, tanto e
panno como de cera e de papel, mulqn^ eoooi-
menda para fra que se quena aclaran prea: %
boida-se fitas a ouro para h.os, < nleitaivi-M na*
para eofaitar se altares e capellas para a< nnu-
as, tudo proprio para o mez de maio. a naa-
macasa lai-tc gorros'borlados a ouro, clama-
ras, flus para noivas, ricos bonquets para nTa<
c para bolos ; e vende-e grosas de Wbas d.-
res, senda de papel a 14 a grosa.________
Nares
E
Vende se em casa de T.
do Commercio n. 16.
PRFTA
Mare:!
JertTeries k
iX
A {$060.
Vende-so Borzeguins para bonen. p^to bara-
tissimo preco de i 4001 : Vana ao Rival dj
Recife, a rua .lo Mrquez de Onda i. SO.
Engenhos venda.
Vende-se os engenhos : Gameleira, con salra
de dous mil pies, s luado no rogar drnnnnuilj
Barra de Panellas margan do rio Piraaiy. a
a 4 leguas da cstacao de. Una, com torran aara
safrejar annuahnente de 4 3 mil pie: Carnea-
tes, com safra de dous mil pies, Minado ao as-
tricto de Agua-Preta e 8 leguas da alafia da
Una : o pretndeme a ambos, ou a qualquer ua
dos dons referidos engenhos, aadan) can
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, m rnef,
praca do Corpo Santo n. 17, a con Jas nntif-
ta Rodrigues Marques Diaa,' a niada do*
Montes._________________________
Xarope d'agriao' do Para
Antigo e conceituado laaneaneato aira
cura das molestias dos
CiC. v
como a plitysica, bronchitea,
applicado aiuda com optimoa
escorbuto.
Vende-so na pharmacia e drogara de Bai -
tbolomcu & C, rua Larga do Rosario n". 34.
Moraes t IrmSo
En seu escriptorio i rua na Madre Deus
5, I. andar, ten para wat por pro(0

kBar-
-n. S4.
n.
commodo
Vinho-d
Cerveja Ba
Cha vfr linho de superior
dade.
BICtAS
Asmis
tholomeu i
(
>
f



*
Diafric
ira 2 de Mafo de IMfc
'*

ARMAZEH DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 20.
0s propietarios deste bem montado estabelecimento aeieotificam ao
mpeitaval -publico desta provincia qoe se acham eom um variad e comptofo sorti
Balito de movis, tanto nacionaes como estrangeros, sendo estes eseoJbidos por om doi
cusios que se acha actualmente na.Earopa. O mesmo tem contractado com os memore*
fibricante daqaellecoatiuente as remessas das mais ricas mobiliaa* feitas all.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero. t< por isso pedem qne ve-
r ue m> pude examinar; ricas e completas mobillas de Jacaranda, mogno, fail, dirvalho, a-
laareli-, te, ricas e elegantes camagdejacarand, pao sfini, aiarello, etc.,ele.,gnard
vestido de amarello, guarda tonca de nogbeira e de amarello coa timpo de podra, api
radores rtedto dita, peti toilettes especialmente para faier a barba, toilettes de jec*
randa, auireilo, pedia, secretanas da Jacaranda e mognocustoreiras ue ogno, san
taariofc.- tb-ars para bordar, berros, lavatorios com espelbo, do podra marraore o seni
perteacfs, cadoiras privadas, bdos; etc., etc., o moitos ontros artigos qne MMM
menciona por wjtcnwr enfadonho
BAZAR M RA MfflTA
NOVA LOJA DE JOAS
N. 2 ARa do'CabugK .2 A
DB
BARROi rt I I.EIO
- Achando-se completamente" reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprtetaros feito aula importante acquisico de
joias as mais- modernas viudas a mercado, e de qualidades superio-
res, eonvidam ao respeitavel pobBco a fazee urna visita ao seu es-
tabetecimento, aflm despreciar comprar urna jo de gosto por
preso razoave.
A Predilecta,
Vasos de crystal para toillet.
A loja da Aguia B anea, a ra do Duque de
Casias n. 50, r ceben bonitas garrafinhas de crys-
tal em par com ramagens douradas e mui pro-1n0 rop"1 de bem servir aos seus fregus* e
lirias para arranjos de tolet, ate, iao Publico era geral lem procurado provet-se do
Anneise colares elctricos
A lo.a d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 30, re* ben nova remessa dos proveitosos au-
nis e colares elctricos, e contina a recebe-lus
mentalmente, pelo que senipre estar provida de
tees objeetos
Diademas dourados
A foja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
m). recebeu runamente bonitos diademas dourados
dos de Europa para expo-lo aqu i venda, cor-
tos de que os seus artigos sero iem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar alguns deutre elles, como sejam :
ALBU.NS, os mais fieos que tem vinda a est
mercado, isom capas de madreperota,
tartaruga, marfim, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas ptoprias para luto ;
assim como, um bonito sedimento de
ditos de plaqu, obra fina e milito be
e eufoitadoa com pedras e ;iljufares, obras de gos- .n~,-^ acabada,
loe phanuftia. Tambem recebeu noros grampos .BOT0E!> P3 punhos, o que se pode desejar de
pretos ou atflnetes com floras para a rabees, melhor em plaque,, tartaruga, madre-
LeqUCS COm boiiqiietS e OU- BOLEAS O^vSra^Seda, JaSTe chagrn, o que
4--^r, xk.*.* ~ lia de mais moderno c I ndas.
iiieZCS. BICOS de seda e de algodao, tanto braneo como
prelo, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de letal e de madrepe-
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos forra tos,, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacao, o que pode haver de mais
bonito o bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimente
capa* de satisfarcr os caprichos de
qualqur seubora por mais exigente
que seja.
l'ORT-ROt'Ql'ET de madreperoh, marfim e sso,
este um (bjecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, allm do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as lavas, ou mancha-
ren! as delicadas mos.
PESTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
. ra alisar os cabellos e tirar bichos,
ra do Duque de PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Prc-
) bonitos bicos de dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
Oder dos mais afamados fabricante?,
GRANDE LIQIDACAO NO BARATEIRO
DO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LcureiicoPeroira MfmlesGninariics
A loja d'aguia branca ra'Duqne de Caxias'
n. ;>0, recebeu una pequea quantidade daquelles
bonitos -Jaques com bouquels e outros chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciara pelle
A luja d"aguia branca a na Duque de Caxias
n. 30, recebeu cold creme-dos afamados fabriean-
les Lubin, Legrara e Condray.
Diademas e gramas de
ac.
A loja i!a aguia branca, ra do Duque de
i ". 50, recebeu novamente bonitos diade-
1 :-ia pos de avn.
Ricofi de seda pretos com
flores de cores.
\ L>ja da aguia branca,
rwebeu, t-omo novidade
i is'eom fliirc> de eTes, sobres?ihindo ael-
opreiocom encarnado, e todos mui proprios
i i i3 e outros eofettes de vestidos de gra-
li le, un raedina, e oniras fazendas transparen-
. Pela eommodidade dos probos csses bicos tor-
te maf ommodo,s e pela novidade de gosto,;
... quaosquer outros enfeites.
Veos ou mautinhas pretas. !
A loja da aguia I ranea, ra do Duqne de Ca- ,
xias n. ?iO. receben bonitos veos ou mantinhas
pretas de suda c^m flores, e outras a imitacao de
vende gs pelos baratos presos de 3,
4 e CjiMK). A fazeuda boa e est era perfeito
estado |wlo >ne contina a ter prompta extrae-
r,.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca ra do Duque de
is n 50, reeebeu urna pequea porcao de
diademas e adereces de nudreperola, obras de
j;iurado gosiu.
Perfeita novidade.
Grampos com burbolelas, bezouros^ e gafa-
iiinitos dourados o coloridos.
A luja (11 aguia branea, raa do Diique de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
beletas, bezouros e gfanhoios, o que de eerto
perfeita ni vid de. A quantidade 6 pepuena, e
por is-o em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho .
A loja ifsftuia branca ra Duque de Caxias
- 30, receben urna pequea quantidade do boni
s e novas gollinhas, trabalho de la1 e seda, en
litadas rom arminho, obras estas de muito gost:i
e inteiraMente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados-.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
- n 50, recebou novamente bonitos gram-
i. s, brimos e rowlas dourados ; assim com)
da lemas de ac, e- como sempre conti-
na a vende-Jos por pregos razoaveis.
Caixinlias com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a ra do Dn-
que (I ? x ias n. 50.
Ijiivas de pellica pretas e de
outras cores.
A iojada Aguia Branca, ra Duque de Ca-
> ias n. 30, recebeu novo sortimento de luvas de
l-llku, pretas e de outras cores.
Bom engenk
Yende-seum engenho moen-
te e corrente, distante da
pra(ja 4 leguas, "com boas
obras e trras para safrejar
2,500 paes, vende-ee s ou
com a safra actual: quem
preteu der dirija-se a esta ty-
pographia que achara com
(juem tratar.
As pallaras.
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes o Rimel. que incum-
bido da cscolha dos aromas mais bem
. aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acham-se na
possibilidade de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mciisidade le artigos, alim de nao rnas-
sar aos leitores e so pede a benevo-
lencia do res(.eitavel publico cm di-
. rigir-se roa do i.abug n. 1 A, pa-
ra cunvenccr-si aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e gurgarao
*eia
VESTIMENTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por -baratsimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
helio sortimento de flores ao alcance
de qualqur bob.a anda que nao es-
teja bem repb cta de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta e que podera encontrar um
grande sortimento de filas, de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e (e cores, o que se pode desejar
de mais moderno c bonito.
GRAYATAS de seda e de cambraia para senhora,
lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
bora tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara rnalos de sala,
lei s de se Ja, de la e de algodao, pa-
ra senhora, ^jeninas e homem.
LEQl'ES. Ricos loques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato prego.
LUVAS de pellica, do seda e de algodao, para
lioinem e senhora.
LIVROS jiara missa, u Predilecta apresenta es-
colha do respeitavel publico um bello
sortimento uestes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
velludo e ehagrln, por pregos mui
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabngi n. i. A, acaba
de rebeber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de phantazia,
saias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinitas de dive/sos tapadinhos
e transparentes para nenibas, que tudo vende
por barat preco.

v para' h. lacttas
la ra jreita i
E bralissimo
Basquinas e casaquinhos de seda ricamente en-
feitados e em muito bom estado, para sonhoras e
meninas a 7*000.
Pechinchs.
Chapelinas e chapos de palha, velludo e seda
Sara senhoras o meninas, por precos baratissimos
e 24, e k.
inda pechincha.
Baldes em perfeito estado para senhoras e me-
ninas ajJuOO.
Para acal)ftt.
Riquissimos cintos ftoin litos^h sem elle e de
gostos muito chiques Ja 100 e 500 rs.
ntremelos e babadinhos a 400 e 500 rs. a pega.
Saias de la para senhora, 14.
Estas pechinchs s si; enerntram na loja do
Passo, ra t, de llar.o u. 7 A/antiga'do Crespo.
Vende se a taveria da ra Direita a. 7:
t tratar na mesma.
Vende-se as reas ns. 13 e 15,
pucos : os pre-
tedfuw- dirljsm-se a tuaSi -
CASEMIRA PETA A 2^500 O CORTE.
Vende-se-cortes de casemira preta paraeal-
Vs de bomeia 23J500,4?500, 5#e6$?00O.
PAKNPfttO FIRO A 25P500.
Vende-se panno entestado proprio par
calcas e palit> a 25K$00T IPJ 45? e 5?000 o
covado.
ALPACA PRETA A *00 RS.
Vende-sealpa3 preta fin a 500-c CiO rs.
0! ce-vado.
CORTES M RRIM i?*00.
Vende-se cortes de brim pea caigas de
hornera a 1500 e 23JOOO.
CHITAS BARATAS A <|S.
Vende-se chitas franeczas ratgas, para
vestido a 240, 20, 320 'e 3G0- re* o covado.
GUITAS PARA GWERTA A 2#0 RS. |
Vende-se chita finas para entortas a 280
rs,e-covado. f
.MUSSELINA DE CORE:. a -400 RS.
Vende-se musselina-finas, de- oores para
vestidos a 400 rs. o rovado.
FUSTO BRAWCOA 320RS.
Vende-se fusto brauco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se tassas de cores- muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMRRAIA BAPTISTA A 400RS.
Vende-se cambraia baj>tista para> vestto i
de senhora a 400 rs. o covado.
COI-XAS DE FliSTOA 2*500.
Vende-se colxas de fusto, ii<; cores,
2*500 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A 10200.
Vende-se cobertores de pellos t papado
a l$2O0 1*400.
SAIAS BRANCAS A 2*000.
Vende-se saias brancas e de cores a 2#00
ir 2*500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-sc toaJhas Wpudas proprtas pare
rosto a-*00 rs. cada urna.
MfefctS PARA VIAGEN8 A 3*000.
Vendase bcdsas para viagenea 3*, 3*500
e 43S00.
LENCOS BRANCOS A 2*000 A DIZIA.
Vewie-se lencos toancos a 2^000 a du-
zia.
GROSDENAPLES PRETO A 1*800'
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 1*800, 2*, 2*500, 3*, .49000 e 5*000 o
covade-.
MADAPOLO LINO A WOO.
Vcndb-se pecas de madapolo, a- 4*000,
4*500, 5*, 6*, 7*000 e 8*000.
ALGODAO A 4*000.
Vende-se pecas de a%odo bom a 45,
WOO, 5*. e 6*000.
ALGODAO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodao enfocado a 900 rs. <
metro.
m*0JE
M
MARciLio mm N. 51

Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico o mais compiti tSM
de miudezas, chapeos, eslgado francez e irtigos de luxo; e recebando quasi todos m feu>
artigos de propria encommenda de Europs, acha-se as condicOes de retalhar raaifMat"
do que qualqur outro, e quem duvidar veja :
Ricos transparentes pafa >nellas, a Escovas finas par dente, a 400 r*.
10*000.
Diademas dourados de 1*300, a 2*500.
Ditotde tartaruga, a 39. .
Ditos de bfalo, a 500 rs, e RtfO.
Gravatas de seda para senhora, a 1*300.
Parares de scdajnuito finos com 2 lacos,
de 39a 5*.
Fivaks do madreperola, a 19.
Vestaarios para baptisados, ricamente en-
festados, a 255.
Caebos de flores muito finas, eonteno 6
ramos, por 3*.
Caixinhas com perfumaras, muito pro-
prias^ara miraos, de 4*500 a 65.
Ricos vasos de p.rcellana com fina ba-
nha, de 1* a 2*.
Botos com dita dita, a 500 rs.
Latas grandes com dita, a 200 rs.
Voltas de veludo para pescoco, com cora-
coes de madreperola,.a 500 rs.
Linha de carritel de 200 jardas, a 800 rs.
a duzia, excellente para machina.
Dita de dito de cores, de 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita, a 280 rs.
Entrem'eios e babadinhos bordados, de
400 rs. a 2*500 a pe$a.
Gales de seda t de 1*200 a 2*600 a
pea.
sr;
w
\
x
v' i
| 4

56 aRa da Mrquez de Olinda 56 a
(ouir'ora rsi'a la Caileia)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo eajoeoimento assaz conliecido como principal e rocommeu-
dado pelos gramli.s dcposittH^'bons surtiinenio com que sempre prima em ter das
melbores, mais acreditadas-e \erdadeiras niaeltiiMis americanas |>ara al^o-
dlo, desde 10 60 Mirras, e havendo em todos os taannos, diversidades de syste-
mas e mellioramentos para perferto e rpido descarocamento ; tornam-se dignas do
serem vistas o apreciadas pelos Srs. agrkuUojvs; os quaes, alm disto,- enconlrarao.
tambem mais :
Apurados VAPORES locomoveis, de forra
Ditos de algodao/de 100 a 200 rs. a
peca.
Trancas brancas de caracol a 40 rs. a
pea.
Caixinhas com 4 papis de agulhas fran-
cezas por 240 rs.
Ricas cestinhas para o braeo, muito bem
enfeitadas, de 2* a 3*.
Ricas golinhas com manguitos, para se-
nhoras, a'4*.
Camizinhas para senhoras, ricamente en-
feitadas, a 4*500.
Casaquinhos de la para ditas, muito bo-
l itinhos, a 7*500.
Collarinhos bordados para ditas de 500 rs. I
al*.
. Espartilbos muito finos, a 45 e 5J.
- tiravatas para homem, pretas e de cores,
a 240, 400, 500 rs. e 2*500.
La para bordar, a 5*500 a libra com- j
pleta.
Finissimos loques de marfim, a 8?.
Ditos dito de dito, a 5*.
Leques de sndalo, a 5*.
Dit s de madeira imitando, a 2*.
Ditos de papel, a 15800.
E muitos outros artigos que s a vista do comprador poder certilfcar-sc
cidade dos precos, por quanto vende O BAZAR DA Rl'A DIREITA N. 51.
Ditas mais inferiores, a 200 rs.
Caixas de metal muito lindas coi p0> d
arroz, a fcj.
Aknfi4oreslnosctm la^os, a 1*590.
Ditos ditos, a 2*500.
Ditos ditos tem lacos, a MOO.
Ricos espaas d rvenot tama nbe,
moldura dourada, modeto oral.
119.
Mu dito coaa anUuca envero
Ditos dito com columnas de
PM0a89.
Bengalas, a 19.
Collarinhos de papel a 400 rs., a dir
zia.
Chapoosinhos de palha grasen
6*000.
Ditos de dita para meninas, a
Ditos de dita para crianzas, a f
Ricos chapos de palba escara
nhora, a 165000.
Ditos ditos de Italia para dit*, a 119.
Gorros de veludo para flMMta,
4*000.
Chapees de palha ingiera para homen-
a3*.
Ditos de feltro fiBoa para ditos, de 3--
45500.
Ditos de sol de merino, muito lindos, eot..
cabo de metal, a 6*.
Ditos de seda com cabos c pegadores d-
marliin, a 1G-*
Meias chapelinas para senhora a C9.
Duzia de camisas de cretonc de core li-
xas, para homens, a 33?.
Botinas francezas para acnhoris, a MPbOv
Ditas ditas finas enfeitadas, de cano alu
a t* e 7*.
Sapatos Charlot com salto e sem salto
para homens c senhoras, de 35 a 35600.
Sapatos do Porto, de tranca, a 15900.
Sapatos de tapete, a I i m.
Focos para meninos, de 2* a t5500.
AHinetes e brincos de pedra cravados. a
l^iOO.
Ditos ditos de peroia c fiagran, .
19999.
Passepartouts para retratos, a 500 rs.
Agulhas de crochet eom cabos de asai-
Iiii. a 800 rs. a caixa.
Granadine com listras de seda, faaeod
para vestidos, a 700 o covado.
Ciirrentes-de plaqut |>ara relogios, de Ir
a 35000.
da
1
Pode obter em ponco lempo com o oso do mplhfr dos licoresa }ffaBad>
HESPEBI
Faz^oito anuos qoe conbecido e3te precioso tnico, e diffieil a<:!.ir ama ptc
ndo experimentado pesoaltDte, nao FaUl cm sos favor, ja como bono esto** ;
dalla aetea de jantar, < 1 romo faciitador d
qoe, te
e apetisador, tomando um cax
tomndose depois.
>itjf
A BAS
V
da HESPERIDINA .-> LAhANJA -AMARGA, oio ha um a habJtnta do BfcASlL (>r:.
especial das laraDJag)- que lo cor.lieca as prtprledfdM aerticinifs d dorada frt u
ora beai, a
de 2'/s e 3'j cavallos com todos pertoncus <
precisos pira traI>aHiarem 4 machinas para
algodao, ou para oirtro qualqur mister.
Machinas para lavar j-oupa.
Arados ainoricanos para varzea e ladoL-
ra.
Carros de mi para atierros.
Tinas de madeiras.
Baldes le dita.
Ditos de ferro estautiado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos parajardins.
Guards-comidas.
Tampas para cddjrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.;
Dita dha ditos de madeiras.
Trens para Qoziuba.
Emlim muitos outros artigos, que s avi*la.e nste estabelecimento podero
examinados.
Temos de bandeijas finas.
Torrentes para arrustar madeira.
CUindros americanos para padarias.
lv-rtenras avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Brcu superior.
Mojobos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azeite de spermacet para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Ojfres do ferro patente.
Catinos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos do chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
em seo estado natural tem nm gosto pooco agradawl, e o mrito da Henpedini
siste em reter suas boas propiedades, e ao mesmo Umpo apreatnla-U coaa
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL- sao tem n-a pe mvj: a
melaores importacoes enropas de enheguria stmelbante. Estas, qaaodo tttiilo, podas
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinaco perfeita do
AGRADAYEL E SADOAVEL
Para prova de qo8 um art'go no qnal pde-se ter intetra connanca. por ser por.
e Boocente, basta dizer-se qoe foi pleDamenie approvada e ani( JUNTA DE rtYGiENE
do Rio de Janeiro, permiltiudo soa livre elaboraco do iapario; vakn
BOA PKOVA
6 a acceit.'icSo geni qne tero em ti das as partes onde aposentada. Em 18\ '
lecpn se a primeira fabrica em Buenos-Aeres ; em 1809 a aefui'da m Mbcfiida; a
qo dia dacbegada de S. M. 0 IMPERADOR itisogu;oi-i6 a bUica q: e acicale
tralialha na corlo. Em Vaparaizo e em toda a c sta do Pacifico tem boa acdHPik
lanto qoe rara a casa qne considera completo sen aparador rem urna garrafa de

Samu' 1 Power Johns-
ton & a
Ra do Apollo n. 38 40
. -Fatem .ciedle aos jes frgttes que tBem
mudado o'sea (tepes! de aiacbiuis a va-
por, rooendsa e taxs d muito acreditada
fabrica d LuwMoor para na o Apollo o.
38 e 40, oflila contiouaui a tr o Mesmo For-
timenfo do coatame.
' Fatem sciante tambem qce teem ftito nm
arranjtr oom a fomicio geral, pelo que po-
dem offereter-M par aisentar qualqur
mactiir.i'nlo e mesmo garant lo.
CUAL
Of propriotarios da fnnicao geral fazem
eceut3 aos senbores de enpenho e mais -
beSoai que teem estabelecido ama tund- ^ff
*\l:. e ferro e brouze a roa do Brum, jan- 'Sf
\o a p:-.--\.t dos bood, onde apronro r'J.
qoajquer v'bra de encommanda com perfei-
pnmptidio. '
cneMEos, gam a? pessoas qne quel-
r se de feus ervicos do deia-
tem i? eocom mandas em casa dos Srs. 3a-
iUfl Powar Joboaton.& CM a roa do Apol<
1 D...3S e 40, oode ebaro oe?eoi babili-
r
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O homom doents toro Hesperidina para obtor
SAUDE
O homem debti toma Hefperidica para oMer
Nos bailes as doozellas e os mocos toma
animacio durante o loncos gvros da
BABROS JNIOR 4 C, roa do Vigari
grande especifico, e veno^m-no uoa depsitos
Joaquim Ftrreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carne ro, ra do Commercio.
Marcelino Jos Gon?alves da Fonle, roa da Cada &,
Adonio Gomes Pires 4 C, ra da Cadeia.
Antonio Gomes Pire & C., caes ti de Novembro.
Gomes & Iriaao hotel da Passagem.
I
Hesperdiaa para
oMer
ka -V
Tenorio n. 7, I* andar,
gaialea:
m
P^
lada oom quem posam SntGoJar se.
Appafetl par* fabricar assncaf, de ffkte
WESTON CENTREF'QAL
b pdrnimbuco a funda, geral.
Umtos ffdw l0
Para tratar em s
'
Vende-se
ps de parreiras de d'vcrsas qualidades, j em
cestos proprios para mudar-.-o, por preco commo-
do, no sitio junto a entrada do encamunealo, em
Parnameirim, e muito boa gomma de ararut em
porcao e a retalho- : na ra Duque de Caxias, an-
tigadasCrures, n. 34.
Rival sem seguido.
. Chejtram agulhas para machinas, do fabricante
crower & Baker. Duzia por. WOO.
Camisas

A* f SMft.
Sao carnizas modernas a mw p- va
mais; ten com eoltatMa as dto.
Srrm vrrrf*r t M t
E* olas esaliT.
Vanos pos i roa da Wf*mk a I
'.ir



Diario de Periiamkuco Sexta feifa 2 de Maio de H88.
i
\
V
*
1
k.
'*
Sares'Leit 4 Irruios, pedera as Exmas familias desla cidade, para'viren* sortir-se
de um completo sortimento de miudezas e perfumaras, por pregos baratissiraos a
saber:
40
Caixa de linha branca muito boa com
novellos, a WO rs.
I laja, idem de marca, a 900 rs.
ita chineza, a 900 rs.
pegas de cordo imperial, a
Caixa de penuas1 Perry, a 800 rs. i
dem dem, a 400 rs.
Caita de envolopes traiados de preto, a
500 rs.
, Leques para senhoras, a 29000 e 48000
j" dem idem do osso, a 69000 c89000.
tn carrito! de linha branca, a 320 Indispensaveis de couro da Rusia, a
109000.
dem carntel 900 jardas, a 15000. vros para notas, a 320.
Lamparihas gaz, dando urna luznutto Redes nfeitadas, a 15300.
boa, a 15000. Duzia de collarinhos bor Jados para ho-
Abotoaduras,para collete (sao baratas), a' mem, a 855000.
200 1 dem idem lisos, a 69000.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,' PERFUM4RIAS.
a 400 rs. I
dem idem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as coros e largu-
ras.
dem'idem de sarja idonvidera.
Talheres cabe de fiado ( imilaco) a 39000
a duzia.
Duzia de baralbos francezes canto doura-
do, a 3600.
dem idem boira lisa, a 25500.
Grinaldas para casamento, a 22 e 52000
Garrafa de agua florida verdadeira a 12300
dem kananga do JapSo, a lfl200.
dem divina, a 12000 e 12200.
dem idem Magdalena (novidade) a 12500.
Frasco com tnico oriental a 12000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 12000.
dem idem antique muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 12," 12500 e 22000
o frasco.
Caixa de pos para den tes, a 200 rs.
dem idem de pos cbinez, muito bom, a
Garrafa de tinta roxa extra-fina, a 12000.' 500 rs. e 12000.
Caixa de botoes do osso para calca, a Mago do sabonetes inglezes muito supe-
200 rs. riores, a 600 rs.
Coques modernos, a 32500. Duzia de sabonetes de amendoa, a 22500
Mago de trsnga lisa de cores, o 240 rs. e 32600.
Espelhos-toucadores, a 22000. dem de sabonetes de anjinho transparen-
Resma de papel pautado o liso, a 22600, tes, a 22200.
22800, 32500, 42000 e 62000. dem de sabonetes com flores, a 12500.
Caixa de papel amisade, a 660 rs. Lindas e elegantes caixinbas com perfu-
Idem idem idem beiradourada, a 800 rs mes do autor E. Cudray e Gell Fieros, pro-
GRANDES NOVIMDES
Em fazendas de goslo
Caixa de envelopcs forrados, a 700 rs.
Luvas do pellica com pequeo toque, a
500 rs. e 12000.
prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 1!
Chapeos para senhoras c racninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas do borracha e calungas por baratissimo proco, o mui-
tos bjectos que se tornara longo mencionar.
28 Una il toan i Victoria 28
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUADO BRUH 1. 52
(Passando o chfariz)
PEDEM VOS senbores de engenho e ontros agricultores, e empregadjres de m
cbiciisrao o favor de orna vijita a seu esUbilecimento, para verem o dovo orlimeoto
eookdet) q.ie abitoai; sejdo ludo superior em qaalidade e fortidSo; o que com a iris
tteccio pess >ai pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VnnrA* a rnria Vapuroso lUUOrO U agua maabos convemenifs para as diversas
circomstancias dos seiiuores proprietarios e pira des:arogar algodSo.
MofifldaS do c&npp da ,odos os li,manhos' as mt,bores (ie *iai
Acaba de chegar a este estabelccimeOto. um importante sortimento de jolas de
ouro, do melhor goslo e qualdade que tem vindo neste genero, como cassoletas do
nix com lottras de diamantes e pinturas linas, aderegos e meios- adrenos cum pedfash
as, etc., etc.
RoIogios.de ouro, de dfferentcs gostos e qualidades, para horneas e senhoras, desde o
prego do 402000 at 3002000, sondo estes ltimos de macliiuismo mais nperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos do p'rata de 162000 e 409000.
RA HO CABUGA N.
MOllEIRl RUARTE
COSTURA DE HOWE
existem.
para snimaes, agua e vapor.
Rodas dentadas
Taixas ie ferro fundido, batido e cte cobre.
Alambiques 8 fundos de alambiques.
T^'a/fchn'icmna pajt mandioca e algodao.l Podendo todos
JJkaiUliii>MIlU9 e'para ferrar imdeira. fser mo-idos a mao
Ttamhna Pr ana' yQr'
nuiuuas de patent, garantidas........ loo abimae*.
Todas as machinas e pe6al de qoe 8e cos,uraa precisar'
Faz qualquer concert de m3Ch- a^ "**>
VdRRM ?P f&Vf% tetD 3S me'aores e m3" baratas existentes no roer-
EnP'mtmcinflaa lacumbe-se de mandar vir qna'qner macb nismo von-
il* Ji.il lcll'lcvi?. tade dos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
cas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualqaer nece9sidade pede
mes prestar auxilio.
Arados americanos e *"-** 'i*-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHFARIZ


51o aruiozeni de Joaquini Lopes Machado y *
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forga de 2 a 1 cavallos.
Correias para machinas.
P^ias m diversos Unannos.
^aquetas para cubertm de carros."
Solas de lustro para guarda lama.
tfontas de langa para carro.
Chicotes para carro.
Galoes largo e estreito para carro.
fregos com cabeja de marfira, idem.
arados para lavrar a Ierra.
Carrinhos de mao.
Camas de ferro.
Cofres de ferro
Cestos d'arame para fi
Foges de fierro.
Baldea de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidaa.
UM CASA DE SHAW HAWKES 4 C.
MJ DO BOM JESS N. 4.
SOARES LE IE, IRISAOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Harte da Victoria n. 28
As mais simplos, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na esposico de Paris, era 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro c a condecora-
do da I.egio de Ihmra, por screm is machinas mais per.
lefias do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da* machina le cos-
tura.
A medalha de ouro na exposi^o de Londres acredtalo
estas machinas.
A
Cribe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas do Howe de Nova-
York, estabeloceu nesta cidade ra do Barao da Victoria-n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de eos
tura de Howe. Estas machinas sSo justamente apreciada! pela perfeico de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta co:n a mesma qualidado de linha-que qualqucr outra,
e pela introduccao dos mais aperfecoados apparclhos, estamtc actualmente habilitados a
oferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagem destas machinas sao as seguwtes:
Primeira.O publico sabe que ellas s5o duradonras, para isto prova incontestaYel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Seguiula.rContem o material preciso para repa-ar^ualqoer desarranjo.
Xerceira.Ha nellas menor frcelo entre as diversas pecis, e meno* rpido estrago
do qu qs outras. f
Quart.^^Formam o ponto como se fra fcito Mo.
Quinta.=Permttc que se examine o trabalho de-ambos os ftos, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sera modificar-se a tonsO- da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado coift a maior facilidade, quando se tem do mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Otava.Muitas companhias de machinas de costara, tm rido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas r'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas Fadicaes parapoderem substituir : entretanto-a companhi* das machinas de Howe
adoptando a opinio de%ias Howe, mestre era artes echanicas-, era constantemente
augmentado o seu fabrico, e lje n attende a procura, posto qoe. hip 000 machinas
por da.
Cada machina ncorflpanha livretos com instrac;des em portuguer.
A 90^000 A 90^000
. SOARES LEITE, IfMAOS
A'
Ra do Baro* da Victoria n. 28.
Lindos vestidos a 58 o corte
Superiores cortes de cassa do-cr, de organdy e de percalia com barra e de daus
sains, acompanhados dos competentes figurinos a 5J cada corte. Vend'em na ra Pri-
meiro de Marco (antiga do Grespo) o. 18, toja das columnas de Antonio Correa de Yas-
ellos.
i-------------' -----------.------------------------. -....... n i i..........
90
NA
LOJA E ARMAZEM DO PAVAO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
PEREIRA DA SILVA & GUIMAL
Os proprietarios desto importante estabelccinento, panicipam ao n-srx it.ivrl
desta cidade o aos seus numerosos freguezes que acabara de receber indos ultuoos
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas c mais modernas fazendas 4b
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assiin como tambem um
sortimento das melhores fazendas de le, que se vendem pir procos muito em
oom o fim de apurar dnheiro.
As pessoas que negociam era pequea escala, neste estabelccimento |>o os seus sorti.nentos, porque so Ibes vender polospncos que compram as r.isa*o+ru
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, donando ponhor, ou mandam-se leraAn
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este cstbolecimento est constantemente aborto das 6 horas da mauha /.s 9 da immp
f,H\VIIMS I bi it.wus a iwooo.
IH.1.1UI.W..1 q pav0 ropebeu |lhfro T ,.
A l^oOO, 1^200, 800 c640rs. Europa, burilos dos mais lin!-
O Pavao^ecebeu umbrilhanto sortimento que al boje sao couhecidos e em re.
das mais lindas granadinos preta com deli-'sua excessiva Iiaratcza, i imifrM n #*
cadas listrasde cores opretas.que vendo pelo Exmas. Sras. p,ra verem o ni.- ha de
barato prego de 19500 o c vad:>. Ditas to- novi'la.le ueste attitio.
das de cores com listras miudinhas em urna
s edr a I5P200 e 15000 o covado. Ditas
pretas com listras de seda roxas a 800 rs. Di-
tas pretas com listras brancas, azucs e ver-
des a 040 rs. o c vado. Assim como boni-
tas-barejes de soda para vestidos com as
mais lindas cores a 1-7000. E' pechincha, contad
na loja do Pava^ van
l'OUPELINAS A 1-5600 E 25000 O COVADO. |,j)S f,-,,. Mlllt0
O Pavo recebeu um elegante sortimento apMO.
das tois hudas poupehnas de seda com os( ^^ ^ Hambnrgo e panno I.- linhn,
bonitas coros, ^0 c in n ,, :}0 varas para tadMMprvr.
c qoalidadka.
lilas de brcUmha de puro liuho, leudo :o
jardas, pelos procos mais bar.U., ]'
DltA.MANTES PAIlA I.EMilY.l.
O Pavao ven le superior biamaiil- godao, ton lo 10 palmos do labora, q>-
preoJM de 1 1 i vara .para i n k
19090 o inelro ou 15800 a vara.
Dito de liuho fino superior e muito ii
"o. cun a mesma largura a 2TtO*l i
(in is a 2-T.it..'
NOVIDADE 1 TERRA
Seda pura a 1#500 o covado.
S mo prego de 15500 o covado, vende na ra 1. de margo (antiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas de Antonio Correa de Vasconcellos.
i -------------
Esrravos.
Vende-se douB, sendo um mulato de 40 anuos urna casa de tadpa com um terreno proprio com
da idade, apto para qualqner servijo e rauito fiel, 60 palmos de frente e WO de fundo, tem i fren-
orna escrava de 25 annos de idade. Uva, engoin- tes, Ora para f becco do E^pinbeiro e outra para
ma, cozinha boa quiundeira : na ra do a ra Njv& : traur na ra larga do Rosario
HospicM b. 81. |n. 14, fabrica de cigarros.
VENDE-SE
abrica de
Pela primeira xer. aqui aas
amantes do eufe.
Caf do Java.
E o caf incido melhcr que se pode desejar ; e
s se vende na confeitaria do Campos, ra do Im-
perador n. 24.
A respeito de acepipes nao precsame* mait
annunciar, pois est no dominio, da. todos que a
confeitaria do Campos um verdadeiro centro do
qne 6 bom e grato ao paladar: ______ '
Panno de algodo da Babia
da fabrica Todos os San-
tos: i
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos ^"'o a 800 rs. a garrafa : no i
Goncalves Beltro A Filho, ra do comitereio vavo, largo doTergon. 23.
n. 5.
Alleiico;
Vende-se daus sobrados sitos em Mugados, no
pateo da Paa n. 86 e 88, o quaes offerecem gran-
Vene so o engenho CoeHtos, da freguezia de des vantagens ao- comprador, nao s, pela situa^o
Serinbaem : tratar no engenlio Aratangil com em que esta, como pelos eommodos para grande
o seu proprieUrio ou nesta cidade com Se ve-. familia : traiar na ra de Domingos Jos Mar-
riano de Slqocira Cavalcante. i tins n. 90:
mais lindos desenhos e mais
que vende a 15000 e 2#000.
SEDAS DC CORES A 25500 RS.
O Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinlias de urna s cor com
delicados desenlio miudinhos, que vende a
25500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazcnJa a 25000. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAMBRAIS A BERTAS A 05 E 105000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abortas,
bordadas para vestido, que vendo pelo barato
proco de 95 e 105000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid i. E' pechincha, na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LZI3UAS BORDAASA 400 RS.
O COVADO.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinhas transparentes com
florinhas, bordadas, temi de todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo baratissimo prego de 400 rs. o co-
vado. E' pechigpha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
lzinhas listradas sendo das mais modernas
que tein vindo ao mercado, pelo baratissimo
prego de 560 e 600 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS LA VR \ DAS A 640RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elefante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem vindo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo prego do 640 rs. o covado. E'
pechincha, oa loja do Pavo.
CASSAS FRANCEZAS A 600 E 640 RS. 0
METRO.
O Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fraivczas, de cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padres escuros e outros que
servem para luto, c vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LAZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 15200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
asmis modernas que tem.viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, o vende
pelos baratos pregos de 640 rs e 15200.
Assim como^Hitras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernsimas. K
pechincha, na loja do Pavo.
Chitas a 40, 0,3*Oe30 rs.
0 Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de oteas fixas, que ven le pelos bara-
tos preg s de 240 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muito finas padroes claros em teci-
>los de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de cretone, fazen-
da rauito superior a 30 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de criangas a 360 rs. o covado. E'
pechiucha, na loja do Pavo.
I!u > Un tu a 500 rs. o cavad*.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das.mais modernas bapstas de cores com
padres miudinhos e grados sendo propros
para vestidos e roupa de crianga, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o covado, affiangan-
do ser grande pechincha 1
Cortes de caiubraia. ultima no
vidade, a 3:000.
0 Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortos de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
sufiiciente para vestido de qualquer modelo,
estos vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza torntn-se recommendaveis s senho-
ras de bom.gosto.
Ditos com babados de cor, tendo 20 me-
teos de babad s a 95000. E' grande pe-
chincha, no Bazau do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
CORTES DE CAMBRAIA BORDADOS.
6 Pavao recebeu os mais ricos cortes de
cambraia branca bordados para vestido, que
-vbnde pelo barato prego de 205 e 305000.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
O Pavao reoabeu um lido corte de eam-
braia branca com Listras assetinadass que
vende pebatato prego de 65000.
Ditos eim Listras do odres, tendo 8 veras a
45 e 55000. E' pechincha.
ESPARTLLHOS.
A ritTinkTr< 1 T\ P,Ta r8cebeu um gmde sortimento
A11 HiNllJ\\) de espartilho/ tanto para senhora como paira
menina, que vende pelo barato preo de
1000. ^
muito finos a 4 e flftO. ,Sio dos
visto.
PechiiH has de luussimo csgio ou
com 6 jardas a T-"MI0.
Pegas de liiiusima silezia OOM 3o j ir!
a 355000.
Atoalhado adamascado cum 8 palmos '
largura a 25000 a vara.
CuIchs de easemira.
O Pavo tem um grande sorlhnciit > u
calcas de casemira, assiin como cortea .<
mais modernos que tem viudo nos ultun -
figurinos e em fazen la, dos uwiis lii<*
mais novos que tem viudo ao merca'
vonde-se por barato prego para apurar di
nheiro, assim como caigas de bi un branco
do cores, por pregos muito r.izoaveis.
LENCOS ABAIMIADOS A 15H00 E 380 O Pavo vende duzias de leu
abaiuhad'ns, sendo fazenda muito boa, pe*
barato prego Je 000 a du/ia.
Ditos tamliem abainliados, com lwii i H
cor a KHM).
Dit- s grandes, Uzeada muito lina,
todos bi ancos a 35000,
Dito de cambraia branca, sen \n
a 35600
MEIAS f RAS A 45 E 55000 A DUA
O Pavo vende duzias de iimm*s i i
glezas pido barato prego ilc ir-' r
Assim como ditas muito linas e :
corpadosa 65000, 7-roO,850i0 |K1
c um grande sortimento de ineias n
I '
Curso |iralifo de |R'tlao,a;ia
MR
Mf. Dagawlt.
Destinado aos luronos-mestres das escotes n6r-
maes primarla?, tradutlA effl' portuguer, i voL
em 8.*, prego 30OJv tu livraria Universal, xua
do Imperador n. 54. .
Novidade
-
ovi
!
Joaftuim-.Mtiiocs dos Santo* le#i paca vender
,wnho.jHirp,,deu,va branca',, gpm especial paladar,
o nica vinao a este metcado, em'b'afrs' da o* t
10*, armazenado no trapiche ooMartiad^ e a re-
conser-
trapich
rraa :
riios que tem
vindo ao raer-
francezas, para senhoras, que se ven '
prego uinito commodo.
MADAPOLO ERANCLZa 65000 i ,
O Paveo vende pegas de madupol.-'i-i \
cez, que sempre se vendeu por muito mu
dinheiro e liquidase pelo baratissimo ju
65000 e 75000, por ter eito u:na g.amto
compra. E' pechincha.
tl^odilozinho a 450.
O Pavo vende pegas de algoda
muito boa fazenda, pelo barato prego i!
45 e 55000.
Dito largo muito encornado, pruj: i > j
toalhas e lenges a 65000 e "5000.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes decambi.n.
prente propria para vestidos a .""'o
35000.
Pgasele dita milito fina, com 10 janlj,
tapada como transparente a 45, i>5 e cilOo
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CAN IS.
0 Pavo tem mu grande soriuent-i do
pannos de crochet propros para cadn i
balango, para ditas de guanngo c |
f, que se vendem muito em cunta.
COLXAS DE CROCHET A 65 E 85000.
O Pavo vende eolias de crochet pmfw m
para cama de casal, pelo baratissimn ,
de 69 e 85000.
Ditas de fusto acolxnadas, semlo >1>
res e brancas, pelo barato prego de 4 E grande sortimento de ditas do dan i
cretone ede chita, que vende por p
muito razoaveis.
CORTES DE ItRCALLES COM DEAS s U \*
a 49000.
O Pavio vende bonitos cortes de pm
com duas saias, sendo fazenda de muit > g
to a 45000. E' pechincha na Luja do P
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 55000.
Na loja do Pavo ra da lmpv..ttiiz n. 63.
Pereira da Silva d Cuima ratas raoaborain
pelo ultimo vapor de Europa um etogant-
sortimento de botinas pretas e coro delicado;
enfeites de cor, proprias para sen hora, ara:
tindo-se serem das mais modernas i
no mercado, assim como a boa qualidalc.
por terem sido remettidas por um dos n
bores fabricantes de Paris, e vende-se p>-v
barato prego de 65, na loja do Pavao.
SAIAS BORDADAS A 55, t'. e 85000.
O Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cadfferoa, pelos osNftHBO
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s t com muita rodas
guarnecida do pregas, pelos baratos piuco,
de 29000 c 29500.
Ditas coro ftiarnicJk) de pregas e bor".-
dos a 3950. _____
Votada a 19*M a
vata*aw
O Pavo vende algodo flhericaao enes-
taile e muito encorpado, proprio para toa
Iba a tonoes, pelo barata freso de 19900 .-\
vara.
Dito frauez sendo Uungado e mutoun
corpa lo, pelo baratissimo pruro da tfM* o
metro.
Casemlras a tt9##^ a J5#*#
O Pavo vende cortos de caiowira fraare-
za, sendo fazenda muito superior que saua-
re se vendeu por mais dinheiro
am-so a 79000 o stte.
Ditos a. 69000.


w
8
Diario, de Pernambuco Sexta feira 2 de Maio de 1873.
1
JDRISPRDEHCA.
*. Consulta
I
Ignacio, proprietaro e morador no seu
engenho B..., termo do l'..., na provincia
do Rio C-rando lo Norte, achanlo-sa da
passoio na cida lo do Recite, provincia do
l'ernambuco, em abril do 1872. tez alii tes-
tamento, no qual r/couheeeu UQS lilhos na-
turaes o numeou para seu 1." -testamenteiro
Htjurique, estranguro, negociante, e mora-
dor na niesina ci la le, nomean lo-o ato mes-
rao lempo tutor tos lilho; reeonlreci los, eu-
.alordeu. lillio k'g:.'.imo meutocapto, e
inventarame da sua casa, e no seio de sua
familia, no Hio tiran le do Norte, morrea*
11 do Janeiro de IS73.
Ignacio ora viuvo o. tnha, alern il'a.piello
Bto inentecapto, urna tiln casa la com o
W. P..., o (pial na ignorancia il'aquelle tes-
tamento Picara, por-morte de Ignacio, na
posse e adoiinistraeo dos bens do de-
tento.
Em margo do 1873, ten lo-se j inicia lo
o inventario a requoriment) do curador ge-
ral de orphos, interossado por p irte do hor-
deiro menteeapto, appareceu 11 'iiriquo por
seu procurador, exhtbindo urna copia to tes-
tamento, e requeren lo. como primeiro tes-
tameateiro, que se procedes a, inventario,
sendo elle t-stammloifo, Horneado cab>;a
de casal, ou iuventariante, coniforme resava
o testamento.
[I
lVigunta-se :
l.
J)eve o juiz do do ftioilio d > dofunto, que
Osla fazndu o inveniario, acuitar a ,copia do
testamento e eumpril-o ; ou deve exigir o
oriuiua
I >
2.a
teve o juiz, em cumpriii.eulo do testa-
mento, nomear iavonlariuute quolle testa-
menteiro, que nao reside no lugar, mas na
cidade do Kecife, o quo nenhum couheci-
menlo tein dos bens do deu.il i, nem do es-
tad de sua casa, e que nem se aprsenla
pessoalmente, Com preterirn do l>r. t\.'.,-
genro do detento, que reside no lugar eest
ua posse e a I ministraran das bensdo diiu-
to, e que de mais mais pessoa cb c
abonada ?
3. -
la fundamento jurdico para dizer-so que
csse Dr. F... aclia-se illegalmeiite na posse
e administracao de taes bens, u na vez sabi-
da a existencia d'aquello testamento, o deve
o juizu desapossal-o, para meltor na posse n
testamenteiro ou seu pr curador ?
a.
E' valida em juizo a nomeaco de tutor
aos filhos intuaos, feita pelo testador ?
o.
Y.' valida essa nomeaco, anda mesuio
sendo .Horneado estrangeiro e morador na
provincia de Pernambuco ?
t.0
E' valida a nomeaco de curador ao filbo
menteeapto, feita pelo tostador 1
7.
Achando-se o original do testa medio ooi
po ler do testamenteiro, na cidade do Re-
cife, e nao (morondo o juiz do inventario
cxigSo, como lia de fazer o herdeiro para
que o dito testamenteiro o exhiba, e sj
possa intentar a aeco di nullidade ?
8. *
Onde deve ser intentada a aeco de nulli-
dade lo testamento ." no loro do domicilio
ilo dofuntoe dosfilhos legtimos euaturaes,
ou no foro do Recifo, OU loo dito testamento
fui feito, approvado, aborto o registrado ?
.
Intentada a accao do nulli la le do testa-
meato, suspeu le-s; ou na i o-inventario e
partba ?
l.c
O viuvo, quom Ccarcm filhos legitimo?,
tendo depois, no estado de viuvez, outros li-
lhos de mulhor solteira, com quem podi*
contraliir matrimonio, pode recouhecer estes
filaos cm testamento, para o fim de seren
ees herdeiros com os legtimos?
Pr. 10.
PARECER.
111
Respondo :
Ao 1." quosito da prsenle consulta.
Oueojuiz do domicilio do ilefunto, nao
podo deixar de admitlir para faeco do res-
pectivo inventario a certido extrabd* da
provodoria.onde foi registrado o testamento,
porquantoo propino tfriginal depois de re-
gistrado Cea archivado no ca torio da mes-
raa provedoria, por forra do art. 28 do regi-
ment de cusas, de necordo com o 2
(Goll. I a, com a do 7 de Janeiro de 1G!)2.
Ao 2.o 3."quesitos. Qoe O cargo de
iuventarianlo independentedo de testamen-
teiro, pido que o juiz do inventario pode Bo-
rnear para aquello cargo outro que nao seja
este, alvo se o tostador expressamento in-
cumbir-lhe a administrado de todos os
seos bens.c accordo com da rd. liv. Io til.
t2 jj 19, porque ento o mesmo testamen-
teiro equiparado ao cabeca de casal. De
ordinario, essa nomeaco do invontariante
devo recahir no co-herdeiro mais velho, se
com o inoentariante vivia ao lempo de seu
fallecimento, ou dias em um dos outros,
em que se verificar a dita circumstancia,
e na falta de qualquer delles, na pessoa
daquelle, que tiver mais conhecimento dos
bens e irais probridade. (Poreira de Car-
valho PraxeOrph.. Nota 59 ] ; pelo quo
iucontestavelmentc deve ser preferido o Dr.
F., genro do mesmo defuncto, pessoa hon-
rada e digna de toda a conCanca ( como se
assevera na presente consulta ), o qual C-
cou em posse legitima dos respectivos bens
por autorisaco, consentimonto, ou durante
a ausencia daquelle proprietario dos mes-
raos bens.
Ao 4o quesito.Que valida a nomeaco
do tutor feita pelo testflbr, para seus filhos
naturaes in specie voluto et volutaOrd.
L. 2o T. 55 4o, L. 4o T. 36 4, T. 92
princ, T. 93 e 98 1 ; ordem n. 180 de
l3dejunbo de 1849, visto como assim o
autorisa a Ord. L. 4 T. 102 2o ; sendo
ponas essa nomeago dependente de con-
firraaco judicial, o que alias nao succede
respeito dos Clhos legtimos do mesmo
testador.
Ao 5" quesito.Que valida a nomeaco
testamentaria do estrangeiro par/L tutor dos
filhos naturaes daquelle defuncto^mas nao
assim se os Glhos estiverem no Rio Grande
do Norte e elle residir em Pernambuco.
0 cstraug'Mro no Brasil p le ser Hornea-
do tutor JpdlamentHrio, porque so ello oza
de todas as vantagens, e est sujeito todos
os encaraos ou onus [ como a tutella -.
dig. liv. Stit. 16, lei 18 de verborum s-
gin ficatioH ), quelhe sao relativos, -
se que pode xorcevaese munMepubvq -
Malclialdoy-*|jWreio Romano J 601. A
sim tambem aeonsellia o Sr. senador Pi-
menta Bueno -Direito Internacional Pri-
mdo, por alguns tribunaes superiores do imperio,
islo da corto e do Pernambuco, sendo
pela relaco desto ultimo districto, por ac-
cor.lo de agosto de 1871, na causa entre
pules Justino Peroira do Ferias e Jyo Luiz
rerceira Ribeiro; em Cm a Ord. 1^ 4o T.
10i uo excluio o estrangeiro, da tutella ;
som duvida pela confianza que se deposita
no testador ; privilegio este outorgado pe-
lo respeito que devem merecer taes actos de
ultima vonlude ; (Dicat testaloi; erit ei;)
romo insnum GuerreifoTract. 3, liv.
1, cap 7 n. 2, e o "Repertorio da Qrtl.
Tomo 4o pag: 587 nota c ; Borges Carnei-
ro liv. 1 lit. 28 247 n. 2iw etc.
V. tanto assi.o e, que o es,cravo pelo Di-
reito Romano (Inst. ^ 1 qui tettament
tut dure possunt') nao poda ser norueado
tutor pelo magistradi), ao passi que podia
si-lo em testamento nomeado pelo proprio
i ;'ior, para seu lilho ( L. 10 ult.. I..
22 1 dig. detestara, tut. ) ; om cujo^Ca-
so licava o dito escravo allomado.
E' corto que o aviso n. 181 de 8 de ju-
nho de 1837 reproma a nomeaco feita
p-!o jui: de orphos da corte do um tutor
i'Urungeii.) para i r/ihil >s braikir.t.
Mas, esta doutrina ainda serve para pro-
var a minha opinilo, porque nao s6~o dito
aviso trata d:. tutor ditico, ou, nomeado pe-
h magistrado, u mu do tutor testamenta-
rio, que rogo por outros ou dstinclos prin-
cipios da jurisprudencia o logislacao patria
e universal, sonao taaibem que, so pelo cit.
.\v. s nao jile o-cstrangero ser tutor da-
tivo do orpnOs estrangeeiros, parece nao es
lar inhib lo de se-lo, at mesmo dativo de
orphdos brasilciros, ( como de primeira
intuirn, o at ensina Poreira do Cieralho
l'roc. Orph. nota 2V7J, e com maorla de
raziotutor testamentario.
nbrtantd> o estrangeiro nomeado tutor
testamentario do orphaos brasileiros, como
no caso da presante consulta, naojide exer-
cer osse muan publico, urna vez que nao
resida no lugar do domicilio daquelles, nem
po lora mesmo (Relegar seus poderes ou no-
mear outrem como seu procurador nesse
carador, porquanlo a tutella, nao s esta-
belece um quasi contrato para ser deman-
dado, onde, por causa della, bouve a admi-
nistracodos bens;forum ailministratio-
n u, por forra da Ord. liv. 3." til. 11 3.*,
sonao tambem respeito da pessoa do pupil-
lo; o quo constitue a dupla misso da mes-
illa tutella Ord. liv. 4.'til. 102el0iS6.';
2."se o tutor legitimo e o dativo devem
residir no domicilio do menorcit. Ord. tit.
102 o o 7, pela imperiosa necessiJade
de estar prximo delle para curar daadini-
nistraelo do sua pessoa e bens, parece que
a mesma razao acta acerca do tutor testa-
monta rio, quo nao poderia bem exercer o
respectivo munus publico, residind >fra, ou
em dislincto lugar, como evidente; 3."
seu cargo de tutor testanuntario incontesta-
velmente de pura con llanca dotestador, claro
est que tambem todo personalissimo, in-
transmissivel, isto nao podo ser exercido
por procurador, do mesmo molo que nao
pode ser delegado o detostamenteiro, que
tambem urna especie d mandato, ou, para
melhor dizer, um mndalo m specie
[a nao in genere,) eem expressa autorisa<;o
dotestador, conioinsinuam Dalloz6 122,
Toullier n." 596, e tem sido sempre julgado
pelos tribunaes superiores do imperio e de
outros paizes, como pelo Acc. da Re. da Corte,
do 17 de dezembro do 1850, do supremo
trib. de just., do lSdojaneiro do 1852 (Nova
Cazeta dos tribunaes do Rio, n. 152 de 30
de Janeiro de 1851,, (a zeta dos tribunaes do
Rio, n. 22 de 21 do juuho de 1852, etc. ;)
roslo da corte de Cassaeao da Franca de 26
de maio de 1821), Acc. da-Re. de Lisboa de
5 dejulho de 1849 [na (sela dos tribu-
naes da mesraS ci lado n. 1433 de 8 de ou-
tubro d 1851 ;j e acba-se terminantemente
prohibido pelo art. 1032docod. civil fran-
COZeart. 1906 do de Portugal ; 4.assim
ainda se evidencia, nao s do art. 1. 2.
do reg. de 27 de junbo de 1845 e art. 1."
3." do dec. n. 2433 de 15 de junbo de
1859quan lo determinara que s ao
testamenteiro, que presente esteja na trra,
compete a posse e administracao dos bens
do fallecido testador, o que conseguinte-
ii'.'jitte exclue o testamenteiro ausente, ainda
que tenha procurador na mesma Ierra;
5.finalmente, nao sendo o tutor testa-
mentrio mandatario necessario e legal,
nao admissivcl a Sua representarlo pessoal
ou delegaran em outrem, doutrina esta que
se depreheqde do Av. n. 370 de 12 de ju-
nho de 1801.
Ao 6. quesito.Que 6 valida a nomea-
co feita pelo fallecido Ignacio em seu testa-
mentagjo estrangeiro para carador do filbo
legitimo menteeapto, porquanloapplica-
vd aos curadores o que se acha legislado so-
bre os tutores, nos termos da ord. L. 4. T.
104, e ( meu ver) sempre de accor-
do com os principios cima expendidos.
Ao 7. quesito.Que pretendendo-se a
exhibico do testamento do fallecido Ignacio
deve ser notificado o testamenteiro, ouqual-
quer pessoa que era si a tenha quer ex-offi-
cio, quer requerimento de qualquer inte-
ressado, para dentro de tres dias quo lhe se-
ro assignados levar o mesmo testamento ao
respectivo registro, sobpena do nao s per-
der o premio nelle deixado, seno tambem
de ser processado por desobediente, como
determinam os 2, 3 e 4 da lei 7 de Ja-
neiro de 1692, de accordp. com o 9 da
ord. L. Io tit. 62, e hoje como subtractor de
um titulo com carcter de escriptura publU
ca, vista do art 107 (3.a parte) do Cod.
Cr., eart. 34 f." do dec. n. 834 de 2 de
outubro de 1851, em urna palavra, tam-
bem cabivel a acefio de damno ou o inter-
dicto de tabulis exkibendis, sob manadado
panal [Tabulis exhib) de que tratam Lobo
interdictos 89, Correa Telles doutrina
dasacces234e236.
Ao 8." quesito.Que a aeco de nullida-
de por vicio intrnsecos ou extrnsecos do
testamento, (alias por pretericao de solemni-
dades internas e externas essenciaes), com
que falleceu o supradito Ignacio, deve ser
intentada contra o respectivo testamenteiro,
e no juizo do lugar, onde elle acceitou a
testamentaria, e assim contrahio a compe-
tencia resultante do quasi contracto, para
ah exercer a administracao dellaforum
administrationis, prestar suas contas, por
forjada Ord. L. 3.'tit.Sjl 3., Cod. citii
Fr. art. 5!) e 59, Port. art. 1,809 $ 3.;
Mello Freir I-. 4. til. 7 27, Poreira o
Sonza, Pr.'.. r.i.i' mi. 11. I.obh i s-tytuui^a
Mli.M e .te ; s 'I lll por COilse-
i dos ca? ; ctcopcilBAes em
f.niii l;ide do o;-*2$jir> ver-
j de esclarec.n.'i. >5
Ts que forem precisas, emque justamente
Preterida a legitima competencia do direito
comraura geraj, o fro natural do domicilio
daquelie reo, do que nos demais casos lhe
prestar sxmpro inviolavel garanta o prin-
cipio jurdico; Auctor sequitur forum rei,
o aviso 3. de i3 de novembro de 1769.
Outro sim, p Ir causa, dessa aeco de nul-
lidade do dito testamento, nao se devora
suspender o curso do inventario dos bens do
finado Ignacio, nao s porque ella em ulti-
mo resulta Ip reflectiraismente sobre adis-
posicao da torcadlo ftiesmo testador, (nao
sobre a importancia dos da legitima dofros-
pectivos herdeiros, a qual garantida em
toda a sua plenit ider Ord. L. 4. tiL 82
princ.) seno tambem por invol'ver a nt&ma
aceito ordinaria quostdo a\ alti intbtaMo,
que nteirainefcte nadnssivel nKllr
procesio summarksirno de inventar-ioWoar-
tilias. vista da OrU^L. 1. dt. 8, ele.
(cflpi/iua?'-.9-/a).
% a i T
ASSEBLi
e do engo-
CAMARl DOS DEPUTADOS."
as j
UISCt'llSO DO SU. DEPUr.VI>0 PORF.RXAIBI'UO
FRANCISCO R.Vl'll.VKl. 1>K MELLO REG,
SOB11E A PROl'OST.V 1)0 GOVERNO ElXX.MlO
%S FOHCYS UE TERRA PARA O EXERCICTO
DE 1873 A 1874.
O SR. MELLO REG:Sr. presidente,
V. Exc. foitesteinunba do que, poroccaso
da 2.a discusso da presente proposta quo
fixa as Coreas de torra, quando pela 2.* vez.
or*va o nobro deputado polQ municipio
neutro, manifestou-se nina divergencia en-
tre inim e os meas honrados cgllegas de
commissao acerca do mu lo porqume devia
entender a autorisarjo que o 1. do art. 3."
confere ao govemo para reformaros cornos
de estado-maior de 1.a classe
uheiros.
. Essa divergencia, que para mim foi ento
urna sorpreza, e que ueste momento mo-
tivo de um grande pozar, Jjprque me sepa-
ra, ainda que momentneamente, de ilous
distinclos collegas e amigos, a.cuja uitelli-
gencia o conhecimentos especiaos a materia
sou o primeiro a Ibes devida, consliluio-me na obrigacio
de sabir do propositofde conservar-ine si-
lencioso o uo prolongar a discusso sobro
este assumpto, rindo discutir o ponto quo
suscitou a duvida c chamando sobre elle a
attenco da casa. Nao pois, o desejo de
fazer um discurso, e ainda menos o pro-
posito mal cabido e ujuslificavel de retar-
dar a passagem da lei que se discute, que
me traz tribuna; apenas a necessidade
de explicar a minha assignatura sera res
trieco no parecer, ao lado das dos meus
corapanheiros, quando pensamos de modo
diverso em questo alias importante.
Sinto que nao se ache presente o pobre
ministro da guerra, porque era a S. Exc. que
eu quera principalmente dirigir ininhas re-
flexcs ; visto tor-me parecido que naquella
occasio S. Exc. compartilhava a opinio
que eu nao posso aceitar
Nao faro censura/dguma a S. Exc, notan-
do sua ausencia ; sei que nem pelo regi-
ment, nem pelos estylos da casa o nobre
ministro obrigado a.assistir 3.a discusso da
lei de torcas, manifest smente o meu pezar
c passo a oceupar-rne da materia.
Diz o artigo a que me refiro :
Fica desde j o govemo autorsado para
reformar oscorpos do engenheirosedo estado
naior de 1.' classe, reduzindo aquello e am-
pliando este, de modo que nao seja augmen-
tado o numero de officiaes que compom
uctualmenti os dous quadros, etc. Notem
os nobres deputados que compe actual-
mente os dous quadros.
Cabe aqui desde j observar que estes dous
corpos nao sao organisados do mesmo modo:
o do estado-maior de 1 ."classe compe-se
de quatro postos ou classes : a dos capites,
a dos majores, a dos tenentes-coroneis e a dos
coronis, o de engenheiros compe-se di
..Nk
cinco classes: 1.* teen tes, capites, majo-
res, tenento-coroneis e coronis.
Cada um delles, porm, contmduas par-
tes distinctas, mas communs a ambos: a pri-
meira relativa ao numero de officiaes que
cada corpo deve ter, a segunda relativa s
classes, pelas quaes devem ser distribuidos
esses officiaes.
Tratando-se do numero, amodificaco que
tem a fazer-se s pode ser de ajancnto ou
diminuicao, e oeste caso cabe dizer: am-
pliar ou restringir ; quando se trata, porm,
das classes, deve ser outra a terminologa,
poique a materia p la sua natureza nao com-
porta o arbitrio que se liga ampliago ou
restrceo; a modiftfcaco s pode dar-sepor
meio de suppresso ou creaco.
Ora, dizendo o artigo que Cea o governo
autorsado para ampliar um corpo e restrin-
gir o outro, me parece claro que smente se
refere ao numero de officiaes de cada um, e
nao s classes de que se compera actual^
mente qualquer dos quadros.
O Sr. Duque Estrada Texeira : Nao
se admittem autorisa^es tacitas.
O Sr. Mello REG0:-nSe os. meus honra-
dos collegas eutendem que na autorisaco
para reduzir vai a faculdade de supprimir
postos ou classes, devem tambem concordar
que na autorisaco para ampliar est incluida
a faculdade de crear postos; e nesta hypo-
these Picar o governo com o arbitrio de res-
taurar no corpo do estado-maior a classe des
subalternos, hoje supprinda pelo corpo le-
gislativo, e que nao se peflsa em crear de
novo.
A commissao, de certo, nao pretende tal
cousa, e nem semelhante idea foi jamis
aventada, quando tratamos de canfeccionar
o additivo que apresentamos e agora se dis-
cute. Nunca pensamos om das tamanho
poder ao governo. Assim tambem, as
poucas e curtas conferencias que tvemos,
nao se tratou da suppresso doe postos de
.primeiros tenentes do corpo de engenheiros
a que sempre fui adverso. E ueste ponto
invoco o testemunho do meu honrado ami-
ga deputado por Goyaz, o qual sempre me
ouvio, nao has conferencias da commissao;
porque l nao tratamos disto, mas neste
recintnto e em canversa manifestar-me con-
tra tal suppresso,..
0 Sr. Escragnolle Taunay : Apoiado.
0 Sr. Mello Reg :... em que nao
vejo vantagem, e sim inconvenientes. Por-
tante, se eu nao estivesse convencido d que
com a autorisaco que conferimos ao gover-
no nao lhe davanios poder para supprimir
a^ajasso dos primeiros tenentes do corpo de
engunlififoj, nao Jorra, cortamente, assigna-
ki u additivo som rostrioe, .por mais do-
lorosaquo me fosse, como me agora, a
divergencia em qne me acho com os-jweus
collegas.
Mas, Sr. presidente, nem mesmo eu po-
_
da ter duvdas a tal respeito; porque o senlior; depois fariam esses estudos, mas
proceder da commissao em outras autoriBMMUca passaudo no posto de capito.
coes da mesma naturoza.e em seguida qiRH R O Sr. Villela Taoares: Ento est
la todo ora favor da Opinio que sustento, de acord comigo ?
como V. Exc. vai ver. Ninguem dir que a autorisaco comida te. A minha opinio que nao se consor-
no mesmo additivo para alterago do pa- vera ambos os postos subalternos nos dous
no da arma de arlilharia seja manos ampia torpos de engenheiros e de estado-maior de
do quo a relativa reforma dos dous cor- i.* classe, e sim que baja apaas ura s
pos de qu* tonli > tratado; pel contrario, posto subalterno, o de lente. Destemo lo
ella mais ampia, porque alterar ou mol- os 2.* lenlos de arlilharia, quo nao passa-
Ccar a organisaco de u.na rria qua c ni- riam a tenentes de engenheiros, ou de cstado-
lm muitos corpos, mais importinto do .maior da 1.* classe, seno depois do torera o
que restringir ou ampliar um corpo espe- curso da arma do artilbaria, que julgo pos-
ea!. Entretanto, a commissao cuten lou sivelsor de 3 anuos, alii alquiriain a prati-
que nessa autorisaco nao ia a f.icul la lode'ca do servieo militar, e mais do que actual-
supprimir o posto de tunente-coronel do ltfi monto adquirera ; porque hoje sahera da
regimouto, como peleo .Sr. ministro da escola central como hachareis som conhece-
guerra no seu relatorio, e incluio a no a 1- rom ao menos qual a posico do soldado
litivo, para quo soja decrtala pala lei, e
nao feita arbitrio do govoruo.
Ainlamais: com rancio repartico
eeclesi.istiea, autorisa a commissao o gover-
no p ira dar nova organisaro a essa reparti-
co, ampliando o seu quadro o crean lo o
lugar de capollo-nir do exorcito. Ora, se
no cnlmder dos nobres deputados ampliar
quer dizer crear, do mesmo molo que re-
duzir quer dizer supprimir, porque incluio
a creaco do capello-nir, quanlo j (cava
o governo autorsado para ampliar o qualro?
para que essa redundancia ?
O Su. Escragxolle Tau.naV l umaparle.
O Su. Mello Reg : Embora seja o
(befeda repartico, tem o posto de capel-
ao-mr; e esse posto clase a que tero
le subir por occesso os capelles-capites.
Nao lia, porm, tal reluulancia, Sr. pre-
sidente ; a commissao seguio o verdadeiro
caminho. I^iose do autorisa^^s por iuduc-
co. .Temos a esse respeito os precedentes
do corpo legislativo eos exemplos na legis-
lago para servirem-no; de guia.
Quanloem 18>4 tratou-so aqui de crear
o corpo de estado-maior de artilbaria o de
modificara organisaco dos do estado-maior
de 1.' classe e de engenheiros. reduzindo
Mste, o sendo os seus officiaes aproveMidos
na nova creaco, prevalecen a idea da sup-
presso -dos postos de subalternos uaquelle,
o dodif-2.0 lenle no segundo, .das o
corpo lgis ativo nao deixou ao governo a
faculdai'j de ralisar a suppresso, nem a
suppoz incluida na autorisaco que conce-
da ;' e assim que a lei n. 1220 de 2t> de
julbo daquelle auno terminantemente deca'
rou supprimidos os postos de tenentes o al-
teres no corpo de estado-maior de i.* clas-
se c o de 2. tente no corpo de engenhei-
ros embora no mesmo artigo autorisasse a
redueco deste.'
E assim devia ser ; os postos correspon-
den!, na ordem civil, aos empregos, cuja
creaco oa suppresso attribuico der legislativo; prov-los o que cabe ao
poder exocutivo. A opinio, pois, que te-
nho sustentado mais constitucional do que
a que sustentan! os nobres deputados. (lia
apartes.) No que estou dizeu lo, nao tenho
em vista infligir urna censura; meu lim ni-
camente justificar a assignatura som res-
trceo (pie preste ao trabalho da commissao
de que fago parto, e mostrar a boa t com
que proced, suppondo que com a autorisa-
co que conferimos ao governo nao lhe da-
mos poder para supprimir a classe de Jl.*
tenentes do corpo do engenheiros ; alm do
que, como j disse, minha opinio que
nao ha conveniencia para o servieo em se-
melhante suppresso.
Nem se me argumente com a opinio
dos generaes, porque ella nao favoravelaos
meus nobres collegas.
E' verdade que o Sr. duque de Caxias
aventa a idea de supprimirom-se os postos
de que se trata, mas nao totalmente, por-
que diz S. Exc. que dah devero sabir os
Io' tenentes para o batalhode engenheiros.
A suppresso total, ponan'o, nao se con-
ciba com essa outra opinio do nobre du-
que. Seo corpo de engenheiros ficar sem
1." tenentes, como i"r-se-lia buscar ahi os
que forem precisos para o batalho da mes-
ma arma r
0 Sr. Cardoso Jiwioi : Ento o Sr.
Duqao de Caxias quer que so supprioiam o
nao se supprimam ?
0 Sr. Mello Reg :Se bem compre-
hondo a idea do Sr. Duque do Casias, elle
quer a suppresso dos 1 .* tenentes para o
Servieo do corpo de engenheiros, eonsrvan-
do-se ahi todava aquellos que forem neces-
sarios...
0 Sr. Cardoso Jnior :Aquellos quo
fr necessario transferir desde logo para ou-
tra arma.
0 Sr. Mello Reg :Lorei o que disse
S. Exc, tratando da conveniencia de fazer
sentar praca na'arma de artilbaria a todos
aquellesque so destinaran a qualquer dos
corpos scjfntilicos; acrescenta o nobro du-
que : Aum de servirem nella at o posto
de capito, podlo depois, nosso posto, ou
no immediatamente superior, passarpara o
de engenheiros ou estado-maior de 1.a cias-
te, segundo as suas habilitaces ou notas
acadmicas ; eliminando-se do quadro dos
as fileiras.
A estas razos, produzi las polo muilo ex-
poriente Sr. vscondo de S. Thoreza, auto-
ridado muilo respelavel na matoria, ac-
cresce quo nao vejo conveniencia em quie
as commisses do engenheiros sojam co.n-
postas somonte do ntijores, tonontos-coro-
neis e coronis, e quamlo muilo entrando
un.ou outro capillo. Ha mutas comms-
sos em que os officiaes subalternos polem
sor empregados com muita vantagem ; o
governo p le approveit.ir os seus serviros
as repartieses de obras militaros, que tem
necessidade de croar em certas provin-
cias.
0 Sr. Cardoso Jnior :Os capites fa-
zoin o mesmo servieo.
O Sr. Mello Iego :(leralmento chafa-
se a tenertto na i dale em quo o hornera osla
na plenitu le do vigor physico e inte'.loclual,
om que as suas aspiracoes sao mais virases,
om quo ain la mantera as illuses do inocla-
le, em quo finalmente se entrega ao servieo
com maior ardor, mais rentado de fazer
carreira,conservando ainda frescas as ideas e
vivs as reininiceneias dos estados escolares.
E' essa a i lado mais propria do aprovoitar-
se as h-ibiliac.'s do Offieial. Como capi-
to nao acontece*) inasmo. Esse bom lem-
po gasta-o em um corpo arregiraenlado, uo
servieo de quarte.l, onde at se esqueco das
materias quo cstulou para completar o
curso.
O Sr. Cardoso Jnior:Em que pos-
to acaba 1
OSr. Mello Reg : No do 8* temte.
0 Sr. Cardoso Jnior :-Est engaado
o nobre deputado ; ha muitos quo acabara
boma capito.
O Sr. Mello Reg :Esta nao a re-
gia. A regra acabar uo posto do 2 te-
noute ; o como offieial do artilbaria vai
servir nos corpos desta arma e esperar ahi
que chegue a vez do ser, capito para entrar
para urna arma sciontilica, que alm
dos estudos theoricos especiaos, exige a ap-
plicac&o desses estudos, dos quaes j o ofii-
cial est desabituido, e a que nao volta f-
cilmente, porque sao materias ridas que
nao offerocem o deleito de um romance.
O Sr. C.vuposo Jznior : Mas tambem
tem adquirido os hbitos do servieo quo sao
nocessarios aoc corpos especiaos.
O Sr. Mello Reg :O corpo de engii-
nheiros nao lem ssa necessidade do conheX
cimento dosse servieo; alem de que no pos-'
to alteros elle adquiro a pratica sulTicktnte
para dosempenhar qualquer commissao quo
tenha relaro com esse servieo.
O Sr. Cardoso Jnior :obte-la-ha me-
lhor no posto de lente ou capito.
0 Sr. Mello Reg :Nao vejo, portan-
te, vantagem na suppresso do posto de pri-
meiro lente de engenheiros.
Accresco que as coumiisses e.n que en-
traren) 1.' tenentes, nao soro lo dispen-
diosas para o thesouro como o seriara sefos-
sera compostas de majores, tenentes-coroneis
e coronis; e ainda por isso o meu pens*-
mouto que a redueco deve ser*foita antes
nos postos superiores do que nos de capito
ou 1. lenle.
E neste ponto dovo urna resposta ao nobro
deputado pe > municipio neutro, que nos
censurou por termos conferido ao governo
urna autorisaco que elle suppe demasia-
damente ampia.
Tinhamos de facto confeccionado a 1.a
emenda fixandb o numero do Gi) oiliciaes
para o corpo de engenheiros. Depois, po-
rm, reconhecemosquo nao tinhamos a pre-
cisa base para desde j tornar esse numero
definitivo ; faltavanft commissao cerlos da-
dados indispensaves. para bem* fixa-lo.
O Sr. Duoue-Estrada-Teixeira : Va-
Iha-me Dous!
0 Sr. Mello Reg : Perdi ; nem a
commissao, era a cmara v tem os dados
precisos, para que possamos desde j dizer :
sao necessarios tantos officiaes.
0 Sr. ProUE-EsTRAiu Texeira -.Mas
o governo tem obrigacao de apresenta-los
nos relatnos c nos annexos.
O Sr. Mello Reg :O governo mesmo
por ora pode nao estar ainda sulficientemen-
ie esclarecido, mas a verdade que elle
possue fontes de esclarecimontos que nos nao
temos ; tem a opinio e o parecer dos gene-

progressi va mente, tanto em Lisboa cm
as provincias, de modo que boj* es jor-
naes que- so publicam sobem a 122.
0 resumo dcsta esUlistic* o seguinte:
Jrnaes pollicos.......... WO
Iliterarios, sciontificos ou re-
creativos........ Hl
de agricultura, commercio,
de industria e artos ... 41
de medicina, pbarmacia, ete. *$
de jurisprudencia, de flfaM-
nistracao, etc. ..... 40
religiosos, de theologia, etc. 46
militares..........
de tlieatros, bellas artes,
modas, etc....... 47
satyricos, burlescos, crticos
etc............ 4o
de anuuncios........ 42
1:407
Este total reparle-se entre todas as cida-
des do reino e ultramar, Brasil, Londres e
Pars, onde alguns portuguezes publicaran!
joruaes, mas que tiveram poma duraco.
Esle trabalho, de urna grande dillicul-
dade pela falta de dados, destinado ex-
posivo de Vieiiua, onde de certo ser de-
vidamonte apreciado.
Emquanto a iinpresso, mais um pri-
mor tvpographico de\ido aosSrs. Lallemaiil
h'rres. Vimos os exeinplarus de luxo qu-
vo sor remellidos para Viemia, sao admi-
raveis, sao mpressos em diterentcs cores,
encrnalo, azul, verde, preto sobre carian
min, sjbro i arto porcelana, c um sobre
sotim br.iucn com Una azul, que BTOdu/
um briliante effi'ilo.
**"
NOVA ^rVCNCAO. Ao ministori do
com.nercio o artes de Franca requera* um
individuo privilegi > de iinenco ]>ara ons
bote plmrolins, destinados a servir >
possoas que trausitam de noite por becco^
oscuros.
Devem vir a ter grande extr.ii-i;io*|
laulernas microscpicas, quo parece l
um sogrelo imjMirlaute no modo de produ-
zir a luz.
Hace* o
MORTE DE LMA CELEBKIh.VKEJ
tam os jomaos francezes que fall
celebre professor de equitaco Mr. BHMr,
e autor de um tratado muflo nolafflbbrt-
o eusiuo dos cavallos c dos cavalleitfit, O
seu methodn do ensillo, suboi dinade um
rigor lgico liahilinente sustentado DO dito
tratado, profundamente altern o ensino
usado ate ento era Franca.
Coutava agora Mr. Baucher setenta e
seto anuos.
. Falleceu
BITO DE l M JOR.NAIISTA..
na Cor dos anuos H/. Arthur de Mliuu,
redactor da liazette de Frunce, suecum-
biudo urna enfermdade de pouco dias.
Lastimando o passamento d'aqoelle con-
tralle tiestas speras lides da imprensa qoo-
tidiana, esereve Mr. Ix>uis Katisboniie, re-
dactor do Journal des Debuts, estas pala-
vras ;
Era um mancebo de muita honra >
talento, de espirito assz cultivado c recto.
Pertencia por suas opinies a um partido
que nao o nosso e que todos os dias com-
balouios; mas nem por isso deixamos de
ser dolorosamonto impressionados com a
inopinada infelicidade que o arrebatou s
sMiipathias geraes.
RI.GATA- Realisou-se no di* i9 de
marro, no Tamisa, a regala animal, em
que comVtem de urna parte os estudanl
da uiversfdade le Cambridgo*e da outra
os da unkersidade de Oxford.
(lanharam os estudautes e Cambridge.
A lllustracao Inglesa ollerrreu aos seus
assgnantes urna foihi' separada coutendo
os retratos dos lutadore?, tanto dos Teoci-
dos como dos vencedores; una bonita
gravura ora madeira, iin|iressa aduascore^
EfteS recTeios do boute-raca causan) cm
Inglaterra verdadeiro delirio; sao legitimo-
irertimentos nacionnes.
engenheiros os postos dos oiliciaes subalter- raes, seus conselheiros naturaes, que bao de
serouvidos sobre a materia. Nao devenios,
portanto, na ausencia de esclarecimontos
que nao temos, fixar um numero de offi-
ciaes que podo ser excessivo ou diminuto,
e empeirorar o servieo que queremos uielho-
rar.
0 Sr. Duque-Estrada Texeira :Nao
se pode propr urna reforma sem se foruo-
cer ao parlamento os dados praticos.
0 Sr. Mello Reg :Alm disto, tem
sido sempre esta a marcha do co-po legisla
tivo era casos iguaes, que 'seria excusado
Assim se
nos, com excepeo nicamente dos precisos
para preenchor as vagas do batalho de en-
genheiros.
J v o nobre deputado que o Sr. Duque
de Caxias nao quer a extinoclo completa.
^O Sr. Duque-Estrada Texeira : Fez
excepQes.
O Sr. Mello Reg -A opinio do Sr.
Conde d'Eu, nao favoravel dos nobres
deputados ; a do Sr. viscoade de Pelotas
anda menos lhes aproveita.
v O Sr. Duque-Estrada Texeira : Esta (
ento mais contraria, diz que a res- mencionar, porque sao sabidos.
tricQo deve comicar pelos postos mais fez em 186i, quando se creou o corpo de
altos. estado-maior de artilharia : e o nobre de-
0 Sr. Mello Reg : Tonho tambem putado mesmo, como membro desta casa,
urna opinio nao menos respeitavel que a tem votado autorisaco to ampia como
destes distinctosgeneraes. Refiro-me ao Sr. esta.
visconde de Santa Thereza quo quando ra-! OSr. Duque-Estrada Texeira :Se o
nistro da guerra em 1862, discutindo nesta'Cz.er rei.
casa, assim se exprimi na sesso de 17 de
julho: ,
0 Sr. Ministro da Guara .-Quanlo
suppresso dos postos subalternos nos cor-
pos de engenheiros e do estado-maior de 1."
classe, j na cmara tjps Srs. senadores ESTATISTICA CURIOSA. Recebemos
emitlia minha opinio, tratando do projec- o agradecemos alguns exemplares de um
to da fixago de forcas. N i posso con-! mappa estatistico da imprensa peridica
cordar completamente cem a idea do nobre'portuguesa, desde 16H at 1872.
marquez de Caxias, exarada no seu relato-j E" um trabalho de muit merecimento,
rio. Julgo ospensavel um posto subal- nao s pelo seu valer projfrio, como tam-
lon'io em cada um daquelles corpos, poden-- bem pela paciencia o investigarnos que foi
do su pprim ir-seo de 2. lente no corpo preciso fazer-se para a sua execuro. O
de engenheiros e do dieres no corpo de c-s- autor desto trabalho o Sr. 11. de Carvalho
tcl.-maiord.; l.'claSSe: do posto do 2." te- Prostos, tomou corno ponto de partida da
lente do'arlilharia poderiam passarpara te- sua cstatistica, o anuo de Mil, prmejra
nenie daiiuellos outros corpos. data em que consta ollicialmonto ter exds-
O Sr. Villela Tamm .Sera estudos tido um jornal em Portagal.
de engenharia ? Nesta data publicavam se. em Lisboa 3
O Sr. Ministro da Guerra :-* Sim, jornaes, depois foi augmentado o numero
VARIEDADE
GRANDIOSO PROJECTO.Lemos n'uu.
jornal estrangeiro que em Nera-Tork se
fohnou urna soriedade. da qual sao fun-
dadores varios industriaos o capitalista*,
sendo o seu proposite levarem reaUsec'
o projecto grandioso de ediearem una
nova colonia, destinada a ser habitada po;
emigrados de todos os paizes, e especial-
mente aos da Alsacia e da Lorena.
O ponto escolhido ser nos valles de ka-
nawh i ( Virginia Occidental,, onda ac en-
contram vastos terrenos inculto- e facis de
se apropriarem ao intento.
KOHA AS SONAMBl LAS As autori-
dades rcarsclheuses intimaran! todas as *-
Hieres que davam sesses de >orauambu-
lismo a cessarem iminediaiaineiitejpim pu-
blico, a iudustria de que faziam 1 Nftssau.
A gente de bom sonso applauml
medida policial.
ALBliM DE ESTAMP1LU.1S. I offe-
recido a sua inagestade el-rei o IH1. Lu/
I, pelo Sr. D. Jos de SaldaubaV reir
e Souza, digno director da casaJ loeda,
um precioso lbum eontendojj ftflos,
estampilhas c carimbos qrmi
para a conranca do m|)osto*
a sua primeira le em l J
alm disto dous sellos de U
tos de 1797 a 1801.
completa de estampilhas
para os diversos impstos do
P1IENOME.NO NOTAVLLJJ Mmenlo
da correspondencia em Inglafli
pheuomenos sociaes mais digno*
se*. No anno de 1871 escrev
beram os habitantes daqu
contar os das coloinnias,
cartas mais do que no
postal de 1872 o mov
ascondendo a ditferenya a
Hesulta dos documentos oli
auno circularnm pelo correio
de cartas, 75 milhes de bilhetea al
IV milhes de oncas de peso cm corres-
p m loncia oi'icial, o mais de 12 milk***V
telegrammas despachados por meto das i-fi-
emas telegraphicas do estado.

<

PYP O DLAJUO- a'JA DUttUKUB



m


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