Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12897


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Full Text
ANXO XLIX. MUERO 97
#
1**11 A A CAPITAL E LLGABGS WfBE A*0 SE PACA PORTE.
I'ur tres mentes rJiantados................. 69000.
i'ur seis Jits kIbju :.............. 139*00-
31
l'or un atino dem .
Cada numero avuteo .

.

\
IECA FEIRA 29 DE ABUL DE 1873.

PABA ]>E.\TBO E FBA DA PBOVISCIA.
Por tres mtues adiantados................. W
Por seis ditos dem........ ,.......*,
Vut liare ditos iiiem.................. ?**
Por m mo dem................... !7fff*
i
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Aiitouio Al ves & FilLos, no Para; Gonjalves & Pinto, no Maratihao; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Leiui* Braga, no Aracaty ; Joo aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no fatal; Joan
Pereira d'Almeida, em Mamanguajie ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes,na.Velada Peuha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, era lazareto;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyaiina; Franciuo Tavares da Costa, em Alagas; Alves C, na Baha ; e Leite, Cerquiuho & C. no Ro de Janeiro.

=
PARTE OFFICIAL.
lliiiiwter 1 i l'azoii.lu.
Expedienta do dia 14 ie tu reo.
.V theouaara de Pernanbtiro se declara, cni
defer m-nip a red.nn ico .1 i cuta I ir ap Mentad,
/osoFernamles da Cruz. i|ie un neeessara
apresentac*i,i semestral di cerlilieado de vi Ja. para
- pagar u vciirhneuto di me-mu roatador, nato
seren pasudas mo.isal.itentd as proeuraeoes c mi
rpio elle o* receba d-ivoaJo-so s exigir o foco-
tii-i-im iti il i lima, por tabelli:), emquanto o pa-
gador i! o respectivo escriva > o algarera preciso.
= A* da Baha -. umminiei ter o tribunal do
lueeouro nacional resol vid-1 i|u so duvolva lita
i'iraria o recurso intorpostu porJoaquim Per-
naudes Ribelro c Como., di densa) Ja aJlauddga,
negando-Ins a reUucAo da quaun d-iGliuli).
uue pagaratu de direitos.de exportadlo por lo') c-
eos rom assurnr mascavado, embarcados Pui ~\
de Janeiro di 1872 para Falniuth, no paiacli i in
:l ?. flora, e queja haviain salisfto taes (lucilos,
i> ir torera perteneulo a i cargamento di) navio in-
i\o Mn-', despachada em otitubro do anuo an-
terior, e arribad-> dftsco'ieertado das depois ; por-:
quanto sendo a no m -i ni id i i|U uiti i superior a al-
eada de \Ofl'r*\ marcada acuella llfaadega pelo
ari -t" di decreto n. 4i44 de i do deieufcro de
lcJ7(), o recurso que a parlo competa iulerpr,
era o voluntario para a thos niraria, dos termos do
art. 7t>i d.i regiilamento do l'.) do setembro do
l*i!o, e nao de revista directamente para o fliesou-
iv, ii dual permittido gmente das, declsoes pro-
rendas dentro da aleada, nos rasos especfica los
Qii arl 704 di m sino reguhunento.
Devolve se, pois, o alln lulo recurso, afim de
me, atientas as circunstancias especiaos da qnes-
lo, admita, por e piidali, pie. a parte recorra
para a tiesonraria da dechao da alfaudega, den-
tro de prazo razoavel, que ser por esta mar-
eado.
A' de 3. Pedro do Uto Grande do Sol Jera,
em resposti ao ollieio de 17 do agOS'l) do au.'io
passado, 6 de conform lade coin a orden n. 7
de ii do leveiviro ultimo, i|ue lien procediiu dan
ni provimenM ai recurso imposto potos negoci-
ante* Huth Comp. da decisap da allaudega da
cidade do Kio Grande, que Ibes negara poruiisso
jura reexportarem .1 eaixaseora mercaderas em
transito, reoiettidas desla curio mis vapores Cu-
w't.i e Cnhleion, sobre o fiindamento de nao ha-
voein os respectivos manil'estos declarada seren
ellas destinadas a ntrenoslo, nem os consignata-
rios feilt ossa d'claraeio no pr:uo do lidias;
visto ser iuteiramentuapplicavelaeste raso oque
determina aquella ordetn, a respeito da reclama-
cao de H. Mever & C.
-17-
Cireular n. 7|;is thesonrarias, declarando, para
0 i uerem eoiUBI s all'audegas, do coiilonuidade
rom oipie acaba do s-jr apiilieado de Peimui-
bacj. que a resijjueai n. 7J'iJ de l) de outubro
de I9(.', determirtanJo na i.' parlo do j .'l. do art.
1 ', |uo a iseii'.ao do imposto de ancorajjein, de
n te goaam as embarcarles uaeionaes ipie fazem o
servhju da cabotagem, uio exieusivaiis embarca-
ijoes estraiigeira seuipreg.tdas iu> inesino servieo, te-
ve luicaineulo por Uu solver duvidas, em que en-
tr,vam algumas alian legas do imperio, si .havendo-
- Franqueado as eiiiliaivaeoes eatrattgeiras pelo de-
reto ii 30Jl de 2/ de. mareo do I8titj. ruja dis-
po.-i.ao teni sido aunualaieulo proruada, o traus-
, '. i costeiro entre os portos do imperio, licavam
esl i- em con lelo Igual uaeionaes : e outrosim:
lie rel'eri'id i-se o ari. ulid 5 t." de/egulameuto n.
S5i7 de !! de seteiubro de 180'J a navegaeo de
J tugo curso e u;T i de cabohge n, na i poilom os
i. os eslr.ingeiros que nesta se empregam gozar
i). i-m.o do imposto di aiicoragem, pis o dito
ai?, concede ana que pagaui por inteiro e por duas
vezo esse impistu dentro de u;n anuo
- 2i -
trenla/ n. 8 s (lie-oiraria-, or.leuando que
conliauoni a abonar, durante o 2.- semestre do
irreate exereicio de I.sts1x7:1, as gratificaeces
o.rendas pela oidem de 'J de novembro da anuo
p.issatloaos empregadosdas iiispeccdes desade
dos polios, alm do compeioa-los da perda que
sotlreram com a passageia dos emolnmontos das
cartas de sauda para 1 renda geral do Estado.
- A' tliesoiiraiia da l'arahyba se coniniunica
leudo sido prsenle ao tribunal do thesouro
nacional o recurso interposto pelo Laro di l.i-
\r, nenio da deeiso da dita tli).-ouraria, conir-
mloria, da da alfandea que Ine negara a resii-
1 '.ni dos direitos do importaco, pagos por um
carregamento de prancboesde pinho por elle ar-
rematado em leilio e perleucenli! liarca ameri-
cana Tmmil, naufragada na barra do (iranimame,
e o referido, tribunal :
Considerando que aavaria allegada pelo recor-
rente nao foi reconbeeida por aquella alfandega em
proceaso administrativo, na forma do arl 529
J.'do regulamenlo de l!l de setembro de 1861);
Considerando que o leiloeiro declarara, por oe-
eaaiio lo leilao, que os mencionados prauclmesti-
unam de pagar os direitos mareados na tarifa ;
Considerando, final nenie, que nao faz prnva.
para se effeotuar a resiiluieao dos direitos pagos,
a vtora a que proceJeram os arbitros nuineados
pelo juiz do coiniuerrio, os quaes alm diss-i s
viraui a madeira arruinada no porfo do navio, e
nao puderain separar, como era necessario, a par-
te 1 vanada da que tinha-se conservado em per-
teito estado :
Itesolveususlentar adecis recorrida, para o
'jifeilo-le se s ibrareiu os direitos pelo producto do
leilao das madeiras de que se trat.
STERIOE.
eftacao da regencia
nmado
anda que no cora
Niniwturi \.' seeco.Ministerio dos negocios da justiea.
Uso de Janeiro, em 9 de abril de 1873.
iilm. e Kxni. Sr.=l)eclaro a V. Exe., en solu-
eao consulta de sen ofileio n. 00 de 16 de marco
:'"iilio, que nao compete o ordenad >, na forma do
decreto 11. H87 de 2ti de julbo de 1830, ao jniz de
liircil 1 removido que, dentro do prazo maralo
para entrar em exereicio na nova remarca, serve
o carpo de viee-presidente de provincia ; devendo
licar interrumpido aqnclle prazo emqnanto o ma-
giirado exereer n eargo de administraban.
Deas guarde a V. lxc.M infiel Antonio Duirte
t .Iztvrdo.Sr. presidente da provincia de Minas
1. trae*.
t.' secen.Ministerio dn neocio8 da Justina.
Z.'Hio de UWBiJSa 12 de abril de 1873.
liim. e Bxm. Sr.v-nti//fhe"io l 00 de 21 de
mmjn u timo, V. Exc. submetteu a ronsideraijao
ii governo imperial o requermento, en.que Joio
tliuys stom.i da Silveira, partidor do terno do
Amparo, nessa provincia, pede desistencia desse
offlcio, caso baja inconipatibili lade en servir <
nestno t rmo com sea iriuo o lab llio Leop Idilio
Augusto da .Hveira Vasconcell os.
Em reqiosta, declaro a V. Exc. que nao existe
o impedimento alludido 110 exercieio ilesses dons
-u^rseuUiarios ; eiitiet.ui'o se u piiniairo fiuiqr
deiKM MMI oili-io. eumprea V Kxc. aceitar 1 re-
jnmei.1 nos termos do decreto 1 i,0i>8 de 5 de
Janeiro de lc71.
eus guatde a V. Exc Haaeel AiUouio batir-
te de Azecedo. -Sr. presidente da provincia de 3.
Paulo.
4/i'i*e|iouilencia do ce Diario l'ei'iiamhiico.
RIO GHANDE 1)0 NORTE.
NATAL, 26 DK Alinil. DK 1873.
Fui su-pens de ordens o llvd. vigario desta
fregnoif, RKrfholomea da Rocha Fagundes.
Ksse acto de nosso Exm. diocesado prodtizlo
profundo e geral desgosto.
Muias supplicas em abaixQ wigmafaf, quer de
confrarias e irmanda les religiosas,- quer de pes-
soas do p ivo, v.io ser dirigidas a S. Exc. RvttUL,
e lodos esperam a revoga.ao da pena imposta ao
parodio Barlholometi
O padre Joaquim Francisco de Vasconcello nao
aceitou a nomcaca que recebra para substituir
ao vigario suspenso.
Aipi>lle sacerdote, asshn procedendo. houve-se
com milito acert, prudencia e criterio.
Mal visto c odiado pelos eferiptores exaltados e
Mil antes d Uu, orgao raaconico, 8. Rvina. com-
preliendeu as serias dficiildades com que leria
de futrir, sendo-llie, alm disto, imp isslyel reagir
eon'ra os excesso?, se nao verdadeiros insultos e
attqoes que gratuitamente se llie tem atirado
face.
Todos lamentar que aquella gazela se tenia
desviado da rbita da prudencia e uiodorauao, de-
turpaudo os fados, quando Ihe dado apre-
ciados.
Bis como ella se refere ao padre Vasconccllos
na supposifid de aceitar elle o mandato de seu
prelado :
Parece primeira visa que somelhante no-
meacao novia acalmar os unimos dos uatalenses,
e modificar a impressao duilnrosa que Ihes causou
a snspenso do vigario Uarlholomeu, que ha 35
anuos curava esta freguezia com aquella unceii)
evanglica que deve caracterisar o ministro de un
Deus de paz e de bondade : porque, sendo o pa-
dre Joaquim, sobrlnho do vigario Bartholoineu e
irnvio do padre Batt olomeu do Tasconccllos,
seria para suppor que os povos visseni ne'le a
continuacio d) bom pastor de que fora n pri-
vados.
Mas, bem louge de ser assim, o povo min-
ense se acha S0D um peso duplamente e'sina-
gador.
O Sr. D. Vit.-il priva-o di pastor que o con-
du/.ia ao aprisco c mi lodo o desvello e carinho, o
entii'gi-o ao lobo que smente tratara de esgar-
rado
t O Sr. padre Joaquim, nos poucos das que re-
sidi nesta capital, deu sulBeiente apia de si para
se fazer recelar d'aquelles que estla affeltos a
ser Iratadoseora a brandura que distingue tanto o
vigario Barthol irnos da Rocha Fagundes, como o
coadjutor Bart olomeu Fagundes de Vascon-
trellos.
Ao contrario destes, no enraejo di Sr. padre
Joaquim eslo morios todos o- senlmentus blan-
dos que possuem os homens bem formados, eque
especialmente deve possuir um ungido do Se-
nhor.
Se no corarn do Sr. padre Joaquim houves-
se anda urna libra sensivelelle por certo nao
aceitara a commissao que Ihe foi distribuida.
Sem que, taivez, o souhesse, o Rvd. Vasconcel-
los confundi e esmagou a scus imjlacarcis" "oTs-
alie-tos, pois-apiella folha dando semelhante
noticia foi logo contrariada'>.e de frito, s 3 ho-
ras da tarde do dia 19 recebia se a recusa do pa-
dre Vasconeeltbs, o na inesm; occasiao a gazeta
que era distribuida, dava a
da freguezia como faci consn/
O Sr. Aleixo Tinoco dirS
($* do llid. Va.;cmvellos H o exisb'. nina pbra
ttnxitel ?
Para que tanta preeipilacS( ?
() Sr. padre VasconceUps d tn resiguar-se.
Nao elle a prinielfa irji lima. O Sr. conego
Luslosa, na questaoBelin -,, Jbi tambera arras-
lado pela roa da Amargura.
Nao se pense que a /,
ratholiro. Ao contrario seos
colaboradores, ele., professai
ca, apostlica, romana. I
Sao fervorosos, stta fe iialHilacel.
Se em seus eseriptos avainjsm prt pos{5es que
nao agradam, antes o resiJltado de alguio tttt-
cuido on do erro na composicio typograpnica, do
que um pr psito intencional e)m atacar as cousas
sagradas e at acs proprios doimas da reglo em
que nasceram, em que vivem f em que pretendem
morrer. \
Eis a pro va. Nem mais nettn menos :
Es-a aceao perpetrada por um hoiiiein (o
P na prase dos uliramontano?,,tem a mesma atlri-
bui.ao, o mesmo poder de Jesfas filiristo, de tal
ordem que n io se enconlra/ um termo bastante
forte para esligniatisa-lo. (
Para prevenir increpacojes, diremos que um
escriptor a sorvgo dos jesiiilas e affagado pelo
Exm. diocesano, que estarciere essa equacao
em que iguala o Deus imuiauado em poderes e
attribuieoM a uro simples moDlal.
a Rejeitamos cssa proposiao como absurda o
hertica, mas as autoridades eclesisticas enten-
dem que nao ulasphemador' nem hertico o que
nivela o barro, a cinza, ao lilho unignito de Deus ;
-o herticos os magoiis que iaJoram a Deus, se-
guem os preceitos evanglicos} mas cao ateitam
essa tbeoria dj poderes nconamensuraveis que se
attribuem a un bispo ou aj um pontfice ; nao
acreditamos que Je^-us Chrisp passasse procura-
< o bastante de todos os selis poderes, nem se
pode provar es.-e aresto,. euf vista da doulrina
evanglica....... 1
L-se no Mostoroente; ? -.
Em fin dtfrtezpassido afii principios do co+-
rente, no lugar deuominadcJAreia Branca da
Bata desta cidade, Antonio aqueiro de tal, bo-
nnvn malvado c perverso, lenfou coutra a existen-
ria de l'edro do Valle, filho de Flix do Valle, all
moradores, seus proprios prenles e pe^soas reco-
nheeidameute pacificas. O a utor do fado crimi-
noso, que de ha tempos cun tm rixa ve)ba com
toda a familia do mesmo Flix), a quena odeia de
morte, por ter este pretendido (com razo) que
um lll'oi do mesmo VaqueiVo csame com una
sua filha, a quein deflorou e euilregou desgraca,
nprovettando-se da occasiao. em que o referido
Pedro, irmo da infeliz, Ihe passava casualmente
na porta, nao s Ihe sabio ai encontr com to-
dos os seus filhos, a quem acudou aos gritos de -
o..tem o desgranado para (que llie tirasseui a
vida Iravando-se nisto urna lala, de que o aggre-
dido, maltratado, custo pjJe escapar, se deen-
den lo, como seguio desfarcadui atraz deste depois
do conflicto e quando elle meins esperava, desfe-
chou-lhe por delraz um tiro de pistola queiina-
roupa x
"Felizmente, sendo Ihe suspar/so' ou levantado
o baco por Silverio Gomes de Saouza, no mouien
to en que o disparava, ;purta deste, al onde o
menn. Antonio Vaqueivb perseguio o offeudido,
"mpreg.v.in. todos.'os projertis da iiunieao na
porta d'aqulie -encapando assim miraeulosamen-
te o mencionad Pedro do Valle de ser victima da
morte por motivos indepeudentes da vuntade do
assassino
Sobre esse icto ainda se nao recebeu commu-
nicagSo offlcial ua reparticao de policia : nao
obstante, porm, o Sr. Dr. chefe de polica. Cor-
rea da Silva, lomou as providencias necessarias
para que o criminoso no fljue impune.
O rio Cear-mirira est repleto.
6 um jornal anli-
illustres redactores,
a religio catholi-
As eheias cominuam successivamenle, j nio-
tam a 23, e se nao fossem os poucos servicos mes-
mo que se tem feito na abertura do rio, certa-
mente o prejnizo era incalculavel, nem seraeolos
de canna haveria para a nova plaiilacao.
No dia 19 do corrente embarcou para Por-
nambuco u ex inspector da thesouraria de fazenda
desta provincia, Jos Candido Viegas.
Os empregados de sua reparticao oltereeera n-
Ihe em despedida urna parlida/que estevo cou-
corvida.
Foi honlem exonerado do cargo de colletor de
rendas provin as de Goyanninha, o cidado Ma-
noel Joaquim de Arruda.
Acha-se actualmente no exercieio de inspector
interino da thesouraria de fazenda, o chefe da 2.'
seccao Joaquim Alonso Moreira de Aludid i.
No nez de marro o moviinento da thosouraria
ovincial foi o seguinie :
9:303538'i
21:771*633
183:33'.628
prov
Receita arrecadada
De-peza
Saldo de mezes anteriores
Sendo :
Em le Iras
Ein dinbeiro
Em |ioder de responsaveis
108:8i85l56
29:180*8)3
43:300*917
S. LUIZ D3 M\nAMUA0, 21 DH AB.UL DE 1873.
Mais estril que a quinzena passada foi a que
findou. Pouco ou quasi nada temos a accresceniar
nossa ultima mtSSiva.
No circulo poltico tudo marcha na indhor har-
monia, consequencia lgica do estado definido em
que se acha a poltica dominante.
Desengaadas as faegoes dos descontentes da
sua nenbuma preponderancia na actual situaco,
vivem hoje entregues ao siteno, contemplando
despeiladas a grande influencia de sem adversa-
rios, que, as redeas do poder, marcham na orbi
la da luttiea e da lei, mere;endo por isso o puto
e applauso dos homens sensatos e imparciaes.
Nesta provincia pelo menos e;ta a marcha do
governo, que encontrou no Exm. Sr. Dr. Slvino
um liei observador destas doutrinas.
Contina todava o Liberal na sua tarefa de op
posici i gratuita S. Exc, nao aos -eus actos nes-
ta provincia, onde a consciencia Ihe diz que nao
pode ferir com vantagem a S. Exc, mas ainda em
relacao sua passada administracao na provincia
das Alagas, de que tratamos ua nossa ultima
missiva
O jornal Publicndor Maranhente, porm, tem se
encarregado de provar a improcedencia de urna
tal aecusaco, transcrevenJo una longa serie de
artigos da imprensa alagoana, que inulto de porto
arompanharam a queslao que allude o Liberal.
No proprio fado de que lancou mi este jornal,
para combater S. Exc, v s o falso terreno era
que se assenta a npposico, que Ihe movem seus
adversarios ollticos.
Por mais de um titulo tem j o Exm. Sr. Dr.
Slvino jus gratido do i maranhenses, e o seu
nome est escripto no catalogo dos administrado
res quem muiio deve estt provincia. Nao ser,
pois, a opposicao solada do Liberal que consiga
nem de leve marear a carrelra administrativa de
S. Exc
talgamos em noticia- que o nspcctai^ulo
pugnante que se preparava para.. lerUtt%*f^ "esta
capital, mial o da exe^uc/i^-ira pena ultima do reo
escrat-nemvTrtilo, deixa de effeduar se por moti
vo que nao soffre a mais pequea contostaeao.
Accommetlidd de grave mobstia na cadea onde
se achava, aguardando o seu dia fatal, morreu enf
um dos dias da semana passada, livrando assim os
habitantes desta capital de presenciaren! urna sce-
na, que o espirito do seculo j i ha multo condeni-
tiou.
A Providencia pa-ece qne, fazenlo justiciaos
senlimeiitos do corafao humano, tomou sobre si a
imiiorlante missao de jnlgar o criminoso, chaman-
do-o a comparecer no irnplaciv d tribunal da Jus-
tiea Divina, perante o qnal desapparcrem'ns mos
instinctos, para ceder lugar a nm nrrependiment i,
que taivez Jamis se op.-rasse ob o peso da Jus-
tina dos homens.
Praza aos cos que nos nossos dias nunca mais
estejamos ameacados de presenciar srenas desta
natureza, que nao exemplificam e delaceram a
alma I
Acha-se concluido o moiiumonto do"pota
Goncalves Dia?, em cuja obra revelou sempre mili-
ta de licacio um dos inembros da commissao en-
carregada, o Sr. Joaquim Marques Rodrigues. A
estatua foi eolio rada no d a '9 do corrente, fallan-
do apenas o gradeamenlo de ferro, que lera ie
cercar o monumento. E' esle o primeiro que se
erige nesta capital, depois da pyramide de forma
acacapada, que existe no Campo* de Ourique, desta
cidade, coinuiemorando a sagracao de S. M. o Im-
perador.
Foi concedido oTexequatur imperial no-
mea:ao do Sr. Custodio Gon.-alvos Belcbior para
cnsul da Blgica nesta provincia.
A nomeacAo do Sr. Belchior para este importan-
te cargo nao poda ser mais bem recebida do que
foi aqu, pois o seu nome acha-se sempre lgao
aos mais mportantes beneficios, de que goza esta
provincia. No ramo da instrurgao publica sem
contestarlo o apoio que ha prestado, na concessio
de valiosos donativos.
Apezar de concluido o edificio do thesouro
provincial, ainda no se effecluou a mudanca da
reDarlico, como erdenou a presidencia, por n5o
estareni ainda promptos os armarios do respectivo
cartorio.
As obras do palacio do governo esto tambem
concluidas, tendo sido Teitas com nmita econ mia,
devida ao zelo e fiscalisavao de S. Exc o Sr. pre
sidenle.
Contina com grande adividade a construc-
cao do predio para as aulas da i1 freguezia, hem
como os necessarios reparos na ca-a das aulas da
freguezia de S. Jlo, que provisoriamente estio
funccionando em u-n do* salos do conv nlo de
Santo Antonio, prestado gratuitamente para es*e
lim pelo respectivo guardio.
A molestia denominada beriberi cada ve*
mais se desenvoive, tendo j invadido os collegios,
seminarios, quartel e cadeia pn'dica.
Grande uumero dos presos iein s do accommet-
tidos deste mal, os quaes vo sendo por ordem da
presidencia transferidos para algumas cadeias mais
prximas do interior da provincia, onde o clima
constitue um elcaz remedio para esta molestia,
segund) a oplnuo Jos facultativos, bascada na ex-
periencia adquerida. ,
Km Alcntara j tem um grande numero dessas
presos, pelo que tuandou S. Exc. elevar o respeil-
tivo destacamento ao numero de 20 pravas, expe-
didlo igu lmente ordem para Ihesserem prestados
os necessarios medicamentos, e pagas all as com-
petentes diarias.
No meio das afanosas lillas que cercam a admi-
nistracao, S. Exc. nao se descuida de altenJer as
mais insignificantes reelamacoes do bem publico.
Aproximarse o dia da abertura da uossa as-
sembla provincial, e com impaciencia aguardamos
essa poca, que sem duvida ser un campo vaslo
onJe o Exm Sr. Dr. Slvino podera desenvolver o
seu genio creador, solicitando dos poderes legisla-
tivos a> necessarias aiilorisaeoes, para levar a'offti
to os beiieli.ros projedos, que por CtVFl i lera conce-
bid) em prl desta proviucia, qu. Unto aprecia a
sua llustracio e o justo conceito de que goza dk
provecto na sceucia administrativa
Urna grande reforma nos regulameutos de al-
guias repartcoes provinciaes, urna das necesi-
dades mais palpitantes desta proviucia. '
A conveniencia desta medida nao passar o-
apercebda 4 perspicacia e lino de S.- Exc,
tnve bouteiu lugar a grande procias'-o do
tluiiiuaturgo S. Beuedicto, que nesta provincia
considerado com justa causa como o mais incan-
savol iatercessor ciu favor da hiuuanidade.
O uuis eloqueule atiesta I. desla virlude O
excesslvo numero de prouussas que sao pagas no
dia de sua fesu'vidade, e os pequeos aojas que
aeomnaiihain procisso, cujo numero se coala
por ecjitenas, sem uum-.i se poder conseguir urna
lutjliillde exacta.
I? esta a procisso popular por excelleucia.
V liberdade toma laude parte na celebn;i do
culi. deste santo, pois por occasiao da niissa so-
lemne a respectiva inmtudade alforria a sua cusa
algumas enancas, que dispertara doaiapliveiro ao
soui do cntico de hatana*, e por entre os perfu-
mes do sagrado iuceuso.
A pratica deste bellissimo acto de carldade foi
inaugurada lelo disiiuclo Dr. Auionio Marques Ro-
drigue/, disvellad i bemfeitor daquella rniandade,
que anda hoje rende a justa oineiiaein aos no-
bres eutmen'os deste benemrito cidadao, lio
prestimoso qtianto infeliz.
O seu nomo acha-se inlluiamente ligado pros-
periJade de.-ta iioiaudade, e o seu retrato oleo
ligara .-.ni lugar disiiuclo na sala do consistorio.
Bo vapor P'irun'portador desta, chegoii da
cijrle I Sr. commendador Reinaldo Carlos Moiiloio,
ttoinenplo gertnt! da companhia Ferro-carris desla
provincia, em sulistituieao do Sr. Jos Moreira da
Silva.
Est companhia ha muito quo se resenta da fal-
ta de nm.i gerencia activa e que liga-se mais im-
mediio inleresse grande ecooomi.i, que mister
operar no excesslvo eosteo do servieo.
0 npine do Sr. couimendador Muntaro tao co-
nhecfflo no uiovimepto das grandes empre as, que
desdefj antevemos um lisongeiro resultado com-
panhQi Ferro-carris, confiada a sua administra-
pw.
JD Pafin chegou do Para, tionteui as 10 ho-
ras ao iiuio dia.
DllRIO DE PERNAM3UC0
5----------------------------------------------
> RECIFE, 29 DE ABRIL DE 1873.
A RKFORMA KLKITOBAL.
VI
Df gran le principio da soberanij nacional, que
a iuse do nosso rgimen poliliro, duas conse
queacias turgem, ambas igualmente necesaartes,
ambis evidentes por si mesmo. Sao ellas : que
os ovemos devem inviolavel respeito s leis, e
que os partidos se deveai abster do enpn-gi de
meios violentos.
A segunda consequencia em certo modo um
corolario da primeira, por isso que. sempre quo os
govprnos collocarats leis cima de su as volita-
deswiaralisam e ata oxtinguein, por *<>o mesmo
M-m, a forca e o espirito revolucionarios, que in-
eoiwWiveljmmtjnas.c9iV, J, iisrespeito s leis a
|*^XaTn"eiito dos eostumes. ---
o tliese os gev rnos, quaes |uer que sejam >s
_ matizes, teiidem iiicess.mteineiite para o abu-
so ; e por sso de mister que a opima) publica
os coaja a c.inservareiu-se nos limites da juttea e
do direito, isto .no circulo traeado pela sobera-
na nacional.
De que modo, porm, pode a opiniao exereer o
seu imperio, corrigindo os abusos, coagindo os
governos nao exhorbitareni dos preceitos lo-
gaes, que sao, por assim di'.er, a propna alma do
paiz ?
Evidentemente por dous meios : pela imprensa
e pelo parlamento.
Ambos esses inebs silo igualmente eflieazes, sao
igualmente enrgicos, por isso que. oriundos am-
bos da mesma foute, sai poras im di/..-r a^forijas
vivas e activas do rgimen melrchico representa-
tivo, que tem, que nao pode deixar de ter a sobe-
rana como fundamento.
Dahi so segu, sem eotilestncSo posslvel, quee
torepso que soja 14o livrea imprensa cono o par-
lamento, afim de que a opinilo po-sa exereer sua
benfica influencia, sem mitras restrircoes que as
que se aenaui incluidas as leis do paiz, sem ou
tras normas que os preceitos legaes, escoimados
de arbitrariedades, (f.-senvencilhados dos pernicio-
sos instinctos revolucionarios.
Assim, pois, a libe.dadeparlamentar, isto elei-
toral, e a liberdade de imprensa, sao as conlicxtes
neaessarias e absolutas da ordem em qualquer
paiz que aspira os foros de Ilustrado.
E' por isso que, dn nm notmet eteriptor,nn
s como vlvula de seguranza que contera es-
tablecer a liberdade ; tambera como preserva-
tivo contra o arb trio e como protectora das leis.
E, assim enerada, que a liberdade um princi-
pio essencialuiente conservador.
Se de mister que os governos respeitem e ob-
servem as leis, nao menos imperioso que os par
tidos, e em geral todos os cidados, acalem e exe-
lem-n'as, seto visos de exorbitancias ; por isso
que, so assim, |>elo respeito de Indoi aos dicta-
mes da soberana nacional, que se pode mora-
lisar o paiz, que se pode encaminiiNJo para o
lugar de honra que todos e cada un asjtira ocen-
par no banquete da civlisa^ao, no feslinrdos po-
vos. livres. '
in governo qualquer, por mais que sej rgido
e enrgico observador-das le?, s pode introduzir
e mpr s masas o respeito pelas raesinas leis,
em periodos de lempo asss longos.
Isto se concebe, tanto melhor, tanto mais fcil-
mente, quanto, sendo a sua aecao toda moral,
preciso que o tempo intervenha como elemento,
para que as inassas possam apreciar as dilTeren.as
entre um governo legal e outro "extra-legal.econ-
sequenlemente se delxem se Influenciar pela au-
loridade moral do exemplo.
- Por outro lado, de simples intuicao que, sen-
do activas e enrgicas a fiseasarao e exame dos
actos governativos por parte da opiniao, isto por
meio da imprensa e do parlamento, nao sedira de-
morar o respeito dos governos s leis, e conse-
queatemente nao periclitar o ganho de causa dos
principios conservadores, taes como os temos
coinprehendido e explicado.
Portauto, sendo esta mais iminodiata do que
aque la acrao, imperioso se faz que parta o exein-
plo dos partidos e em geral da massa doi eida-
doi, de forma a que todo o mechanismo se regft-
larise, e, pela reciproca influencia de suas pecas'
nossa determinar o fcil, simples e t armonioso an-
damento do systema. sem nenhuns receios pelo
quebrantainenlo da ordem.
Esse exemplo tanto mais fcil, conveniente e
imperioso, quanto, devendo ser activa e vigilante
a fiscalisaco de todos e especialmente a dos par-
tidos em opposicao, necesssario, e diremos mesmo,
ndispousavel que todos tenham em vista os flns
para-que se censtituiram em socedade, que sao,
3ue nao podem deixar de ser a orden? e a liber-
ade, francamente ameacadas desde que cessa a
vigilancia, desde que dormita a opiuie publica,
desde que periclitara es diclaues da soberao.a na-
cional. ,
Assim, pois, como j o dissemos, de primeira
intuicao a necessidade de vigHancia e liscalisacio;
oulrsiui imperiosa a necessidade da dupla li-
berdade de imprensa e do elcicao, que sao os su-
premos meios de inspec.o da opiniao.
Ninguem ha, pensamos nos, que possa e se atre-
va anegar com justa causa, que tendamos a H-
berdade do imprensa ; entretanto o mesmo se nao
d com referencia a liberdade eleitoral, visto .co-
mo, louge de ser cumprtdo o procoito cousiitucio-
nal da soborania, pelo contrario, sempre offen-'
dido, uiediauto toda a norte de vicios e fraudes,
cujos pernicinsissiim s cuVilos sao depiirparein a
verdade poltica da nossa socedade, fazeudo-a de-
clinar rpidamente para um Iristissiino ceaM.
Dahi nanee evidentemente a indeclinavel neces-i-
dade de reformar a lei que regula actualmente o
'suffragio nacional, e, com essa. reforma, surge o
imperioso dever demelliorar os eo*tmnes ixilitios,
de forma avilar, tanto quanto for pos-ivel, a
fraude eo vicio, a corrupcii govjrnameiit.il c a
dos partidos.
Degenerada, como se acha, em geral, a inissio
da imprensa; transformada, como tem sido, em
aeoitc a liberdade de peonar, entrever e publicar
pela imprensa os eseriptos; obliterados todos u
sentiincnlos que outr'ora faziam a gloria e a hon-
ra dos escriptores pblicos, dos directores da pu-
blica opini.i, e, couseqiieuteinente, seuu-mora
essa tilo til quo nooiilirh liberdade, pelos ex-
jeessos liiienclos.s em que iiiMizinente tem cabido;
nao de admirar que todos os olhos se voivam
para a reforma eleitoral como para o salvalerio da
uossa sociedade, como para a nica alav.inca ca-
paz de reerguero espirito publico d) abalimenlo
em que jaz.
feote ponto nao se coiilam boje duas opinloes
diversas no paiz. Todos so acordam no pensa-
inent de reformar a lei eleitoral. embora se divi- j
dam e extremen) as opiuies, u.u l quanto ao
systema, mas lamiiem quanto aos meios praticos
de realisar o comunini inUaratum, nrganisando
delicados mechanismos para a manifesta.;o do
pensamento nacional, do sullragio publico.
Dous sy-teinas, o directo e indirecto, procuran
excluir-so reciprocamente ; mas, como j o temos
dito, o de dous graos geralinen'.e o preferido le-
la materia do paiz, que pensa, que esl convenci-
da de que a uossa constituicao foi asss sabia e
previdente quauJo o prec.i.msou, tendo em vista
todas as larguezas do sullragio,'leudo em consi-
dera .ao a cjparlocipa.;o de todas ^s rlasses so-
ciaes na forinacjo da representadlo nacional.
E estar ueste caso a eleicao direrla, que foreo-
sanente ha de ser. e em luda parle onde existe,
censuara f
Evidentemente uiio ; porque, romo j o disse-
mos, a aloifio directa e censilaria traz como con-
sequencia a exeluso do direito de vol um
grande numero de classcs e individuas, cujas ren-
das e bens nao podem altingir quota legal, u ko
podem tocar o censo tributario, eslatuido como
base para esse direito.
E nao ser esta exclusao, como j a temos c m-
slderado, atlentatoria eo Ira os direitos individuaes
do cidadao f
Nao ser ella um poderossimo enlrave livre
maniMiafio da soberana nacional, que a reu-
nio de todas as tercas vivas, de todas as vontades
individuaes do paiz f
Nao ser, consequenleinente, essa exclusao nm
meen vo revolucionario, mu passo ousado para os
abysmos do desconhecido ?
Sera duvida que mu t
Como jiois ha quera, se .Usando amigo 4aantea
ygitaMftTUiiri,<>;r.irHTVi;> Cite, ^alema com o capaz
d regenerar o rgimen repreeehiaUu, nBHWM
effleaa aara corrigir o abuso e o weio eleitoral I
Nao ; um tal systema, privando do direito do
voto mais de um terco taivez dos cidados que boje
eslo Je posse desse direilo, nao s offeuderia a
s.beania ^ajional, base do nosso rgimen poli
tico, nas tambera hincara o paiz nos Bracea da
revoluco, atirando-o para os insondaveis atiys-
nios do desconhecido, e, quem sabe f talve para
os bracos da demagogia.
Cumpie, pois, regoita-lo ; cumpre, p >i-, afasta-
lo al do numero das possibilidades, porque basta
isto para Iraicr em sustos qualquer povo, que
goza tranquillainente das suas hherdaJcs.
B, por ventura, nao temos daiile dos ol'ios o
exemplo de varios paizes, onde o sullragio re-
gido pela eleco directa ?
E o que ah vemos ? a liberdade indiviJual
conculcada : a fraude e o vicio dando leis ao >uf-
fragio ; a corrupcao lavrando em todos os seus
nefastos graos II
Como, pois, se ousa dizer que a eleicao directa
i a de regenerar este paiz f I
Como, pois, se pretende eraban a boa fe dos n.
dadaos, inc.ulcando-lhes vantagens ficticias, apre-
guando-lbea gusos, que nenbuiu iiaiz ainda usu-
fr.iio de tal svstema, embora as suas riquezas
maraes e matrteos ?!
Nao tal systema nao nos cuiiviu por neulium
principio.
Nao tal svstema eleitoral nao pasea le um
desea) lugares communs do mystteiMM revolu-
cionario.
Nao tal sysfema apenas, na phrase de um
jurisp. rilo social, um sacerdocio da idea, um apos-
tolado da revoluco : sao revela.oes ihi final de-
mocrtico e social por meio de relmpagos e de
raios !
Se a poltica una sciencia experimental ; se
mais do que'urna arte ; se nao pura tbeoria,
como se nao contestar ; indispen-avel e-coimala
das Uceos ; preciso evitar, p ir todos os meios,
que nela entre D sobre-natural, pi rque, s as-
sim, nao periclitarao os inleresse* da sociedade,
porque s assim nao serlo abalados os fundamen-
tos da soberana, e com ellos a ordem e a liber-
dade.
i n --------
\olirini lo norte.
Procedente dos portos po norte do imperio en
trou honlem no desta cidade, o paquete nacional
Paran, da companhia brasilera de paquetes.
As datas de que loi elle portador alcancaui : do
Amazonas al 10, do Para at 18, dj lana io al
21, do Cear at i, do Piauhy at i, do Rio
Grande do Norte at 2 e da Para iyb i at 27 do
correute.
Eis b que col eraos dos joruaes e cartas.
AMAZONAS.
O Sr.capitao da fragata ^n Itonnholtz publica-
ra um romance martimo, que fra bem recebido
pela imprensa e por seus collegas e amigos.
Hara receios de que se propagasse ua provin-
cia, epidmicamente, a varila. 0 presidente no-
meara urna, commissao composta dos Drs. Joio
Pedro M. da Fonceca, Luiz Carneiro da Rocha e
l'r .nri'c) Julio Xavier para o lim de estudar os
ocios de evitar essa propagaco
No dia 6, o presidente oltereeera um jantar,
entre amigos, ao Exm.Sr. brigad iro Joio do Reg
Barros Falcao, que devia seguir dias depois para o
Para.
, No dia 10 assumira o cointnando das armas
da provincia o tenente-coroiiel Joao Evangebsia
Nery da Fonceca.
A assembla provincial ia trabalhando regular
a assiduaraento, sendo que ao seu conbecituento
j tin aiu sido subiuetlidos alguus projeclos de
inereciinouto.
A re.ebedoria da fazenda provincial arre-
cadara no mez de marco 35:195*211, dos quaes
J:488U395 para a corapan ia fluvial do Amazonas.
Do relatoro da presidencia consta que a re-
ceita geral na provincia fra no exercieio de 1871
1872, de 7ii:94i9J9 ea despeza de 7l;88J*ii
No semestre de julho a dezerabro foi a mesmx
receba de 401:859*019 e a despeza de......
333:039*446-
No exercieio de 1871-1872 a receita provin-
cial ascender a499:685.653 ; e a d) exercieio de
1873-1874 estavo oreada e.n 515:374*000.
PARA
Sob o titulo do naufragio refere o seguinie o
Diario de Itrlem, de 9 de abril ;
a
A barca portugnza fsrip*t-li*a ate Ja te
nambuco em 1 de in.ieo ultim.. ernn AiMf
Pw to, aln io a toa aa aliar* 4e 4# teateaie
le. e 42- 10 Jollgitn leOisle. i-iii e n-.-pf'WU
liberou o rapilao e tripola<*lo rrrtear a rjCe
p"i' ser o mais prximo
(i Assim feito e sempre t irando as bombas e ateo
lempo o navio pode alcancar a cofia aata pmvta
ca ; mas nao |tod.'iilo i-onimiiar para eVnlm 4em-
le porto, o capito i .quipagem I-mandaran ter
i.i para o encallar assim o .il.-ei'.i.-ir* a J* 4V
marc o em Maia, distri.to I Itiagaua. nade te
rain acomidas as poaoM de burdo pete afate *
consulado psrlugoez. que as nultarrua ao
(HiHp'i, honlem chegado do Var .nliao
A barcac.mduzia i2 trip-dan'"* e um p.i-*a
geiro. alm de um rarregaiwuto de assurar. ma
deira, couros e ;dgo Sera lim da Silva.
Celebraram-se diversos artes religio-us na ar-
mana santa, sen lo alguns mn poMpa.
A' propo>ito de interdictos Untados pi-
diocesai. i contra irui aula I. de Itolem. esrrovem
Diario citad i. era dala de II, as -.^umics lmaa.1
Somos informados <|e qje a ruafraria da San
tissimo Sacramento de Sant Anna da (jmomm
dointiiii.d) d > iateratete que -obre aja Uapna
diocesaii '. arr.-Mdou lodasict alfaiasa dlapert-n-
cent.'s, iud i em seu ze'o ao ponlii de penetrar ai
sacrista era que se paramenta o vigario, ale
toreara nina {UMU a-r-i-aiLtra ate ama rat'.
com hostia, lolheiido por esta tornia oexarriem >
culto !
Em Santo Alexaiidre diiem-aoa, anc maiore.
foraut ainda os i'xcessos, qie laiuealamos. f/tmt
informad is alg.in* meurro- da irnuniad) da Mi
ereordia d- que no da da quinla^rira saata n
sabir ila pn-lla itiieja a pnamMa do coiume, apre
sentaram-se all e mumjUHM vi menle o eede
sia-licn, que diriga os preparativo) do acto, a pea-
lo de determinar a inlervencao da indicia, qne
lira de ludo no reconbeceu arrumba mente <|i-
Ihe atlribuiram...
Nao nos julganins sulflcienteinenle habilitado
para discutir questiies eclesistica, priuripaaan-
ie aquellas que enl. ndem rrm a te ; n>* parere ea-
trelanlo que na queslao que aclualmunte sr tufm
enlre o Exm. prelado'di.e.'-aiii. e M omlraru* ir-
"igiosas e soeiedadi's macoaca*, nada- ka qu>" *'
niargein a semelhante- atieiitados I io nft>nivaBaav
coslumes pblicos rom > repugnantes boa orem
de uina sociedade rivili-ada
Se as confrarias se entenleni espoliaaas a*
seus direitos com os acto* lo Sr. bispo, viv
em um paiz civilisadoonde |HTinetteloao*
vados recorrer aeran da Ifi. i^pi-raaa a
dos tribunaes muir exeeutando-a'piK nm
a paixao sempre foi un con-ellH-ira.
Nao nos foi prrui.tli I. r.mhar a
da verdad sobre os betel ajaa UmeuUnm, em-
bora a ruriosidade en que "-'invr*ligame. En-
contramos por toda a par- dua* ai-iW JiftVrealrs
oue se distanciavaui mai- mais cooioriif o
de inleresse dasix-ssoas qi.e u >-las referiam. rVr
mais que c Mlassemo* aqu o alii o- iond-ntos
ou innocenlavam os p-r*.aisB\ que l>uaran
^r.fte uestes excesso. ...i .- m.i-tr.iv.m eieesmva
mente t\iAii'l""metlJd .-. mu eousa ftv-mltreemm*
e i|uelorain-'tiSVA.',-i^. '|i- thealro de
repugnantes nm;a civilisa mente eondeniuamo*. *-
Nao r>.....rreraio --- is onfraria* para o sop--
rinr que Hh's dictou a sua sate-iJiiria K'
daar esperar pela sohi'.o. e:n aex.iibir*udearti>
que, bem inverfteadu*, pi>J i.am altmar a e.ni-
neja do neuhiiiii direito d .s rrrorn
nos temos |M>r emapatentei tea
mos ; ii 4 grr-jae no e-la Jo ha entr.tanto
(|iie deveo garantir a lod... p,-la po-ir.tii em an--
c-t'io cdlocadn e illmiraco que os rnonotem.
Nao qu-re n obedecer l'sem as confraria* >V -
recursos re-ulare*. discuiam n seu direilo, taram
a lose liiuup aio. s- iiv.-rein por m ai
0 a luz : conlieiu as I-i- no- is va
tii|"eS. .i
Continu-iva'u i granar em Camrta
palustres, que tinto tem lacrllaai a
d all:
Cllegara a Itel-ui. no dia i 7. a b^nlo il<> Pn
rana. Fxin. Sr. Dr. Domingo- J da Cuulu u-
uior, presiden!- niaraa para o Pan.
A alfan lega r-ndi.i a'e d:a 17.......
*7t:3UaM.
IUUH 'vi
Na caria do in i lite, pnaraJa
sub a rubrica Ini-iiio- -'; n':aio l*o*e a
DOtirias il'esla pr ivinci.i
aaan>
Fallecer ao di. '%' e coioii-l Froin-c.i FmHi-
Barroso, quando m acliava a tetrdo vapor
'/'"/'"'". futra o- parte aa capital o e>
rac.
fangn 17. a. terte da fortaleza, a
veta nacional Vital de Otniini, que amia em via-
-em de nstrue-o.
As ehuvas i rreuciae* d--< da- 11 e .gmn-
tes determinaran! o desuior mmenlo de nina mu-
radla de revesliiucnlo da loratela n> N. S d.
Assumpeo, e bem .v-im i^.nc da rampa aa ra.
do general Sampaiu.
O retrense ile 20. public.u o seguale rum
dala de Sobral 31 de marro.
O rio da cida le, subi hoje a granar
iiicominodando a mudos habtente*, e Ir;
os maiores inconvenientes, por causa da peste r
sczoi's. que recrudescia ja, e dos prejateea ae
plantolores das margens do lio, alrm ae ajna sr
re.ea para a 11 io ecra oque no passaa aam-
suceden com a cr-a.o dos gado*
A elidiente, cun Indo, nao assuatte a altura
da do dia 6 de abril do passad anno, faltona
para iguala-la. apena* seis pottefada*
Rereia-se que vrnha pnrarate nuter n'rtae*
da- ; pois a invernada coUmua, e c de loara aa
das.
Na Con ni itiohi, 4a da *4, b;-sr as srfnin-
IM linhas sob o titulo de tketomrmria
Sendo g.ramente sabido nesta
Ihesoureiro da Ihrsouraria provincial, tearate-
roronel Thom.iz Liurruoo da Silva Castro hara
retardado o pagamento do ordenado a
pregados, e deixava de pagar a din
que Ihe apreseotavam despacho* ie
e constando isto ao inspector, o Dr.
da Silva Benerra, mandou este em es
do sen dever proceder, a um balan.-o
por nao poder *er em forma regular per
eseripturaeo, e achando aever exisar
quarenta e lanto* cunto*, exigi do Sr.
que Ihe apresentesse o dinbeiro que exi*a, e
este apresen mu somcnlo dois roatao aaaaatee r
poucos mil re*, taivez rendimento aamania ee
cao da arrecada, .io, o nremteo e mandan rar<)UK
ao quartel de policia por dtliorracio da Jante em
seccao extraordinaria.
Seutimos que o Sr. Ihesoureiro tea*n arhn*
nesta falla, que molivou lambem a ori
pensao e sequeslro em teda a
< O Sr. Dr. iuii de direilo Ine
corpas, nao sabemos com que fi
Deus queira que o Sr.
mostrar se innocente neete caso.
No dia 23 tentara
de urna janella do
i ra, o soldado do 14 da li
Oiiveira. ^
A enchente do JauWmt, enante e ter
causado sustos aos htente tea da cidade daAra-
caiy, decreacera, eatraaae o rio v f ""
Bario. y
s *

1
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* .
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i i 1 I
mt\


$iflfio de Peraambuco T#rea fcira 29-de Abril de 1873.
Queixavam-se aignns jornaes. Je
Carlas pai
'nado na Vi
coronel Ilde
falto de-garanda de visa e
provincia. -,.
-VMtwv*.
Besto pWThwtof dr onde alias s -reaebemos
dous nunmak*-imprenta, nao ha ffl icias que
mldressem.
Mi nnANDE DO NOSTB.
Na can 4o nosso corrqspoideftle, publicada
*ob a rubricaMff^Sfe^e aqhjm^iotiCtR d
...irovincia. M
Obres MMunram tpis lora assas-
de Pal m fiiu do tinado tenente
jejfceuje>.*Bjassiiiato lora causa de
se darem aliste niais. Hrfs e lamentaveU scenas.
Nao baria pat nofcsia officiai desse Tacto.
le cha, o Bsm. paesi dente
da M mMcr a ordotn c garantir
indifVlu*, sem nviUa dar a pro-
videncias que o caso requer, para o que consta
que S. Exc huscava Informacoes fidedignas.
As agen-.ias fiscaes do Aracaty e Mossor
no Rio Grande do Norte rmettcraiu o producto
e aui acrdcadacjj, e.u suauna superior*.....
10:000*.
- Continuavam a grassar epidmicamente, na
Villa de Rananeiras, a* ebres typhicas do mo
carcter. Para all seguir o Di.' Das Fernandes,
contratodo pela presidencia para curar n4mu-
gentes, tendo sido expedidos todos os saccorros
necessarios para o tratamento da populaeo des-
valida.
Achava- Maralm, que ja tinlia recebido os soccorros ospi
rttnaes. S. Exc. un dos caracteres raais cir-
ctunsppetse dignos da provincia da Parahyba, e
$retmoso nienibro do partido liberal.
VM*Wfmi&Mm+l!W&fe
"'"'>WW.WB*
que deve ser descrimiaada da
paraed cofn esta ceafttidr-sc.
EITettiTaiuont: a*strhmdo roclo do contcat.v pateca- Cora da toda duvdd que
se. restar sen pr iva a aqtoria desse fifia ,eouM
criminoso oa doloso cabe na hypothesc, a rescisao
do contrato porlesao enorme ou jinda mojes, so
ffeila se nifHfRiCtmfr seii fijamos ar-
radn do contrato e-t.iballte ,, p naide
p tr palmo de canalisa.'fio "agua fBjTe-
flbs. O custo do tal tarrico ejecutado por ontra
empieza ou particulares pode ehrvir-se do Mxi-
mo a KM) rs, B' sse o fundamento em que as-
septa o fado da lesao eoonno.
Ensnam os jurisconsultos que cm 'altode reuio-
$ ordinario, quando a lesio nao pode ser repara
I por outro qualquer meio judicial, especialnicii-
je quando o acto millo ou anuullavel, can em
que a le? lio pode ser reparada |Kr via de aeed de
ullidaile ou pela allAgae des-a ern defeza (lei 16
pr. e s'S I" e d restiluico aosTnenorCBeuircio esteue que goza
tambera a fazenda nacional, segundo pin o-eon
selheiro Maia em sua instrticcao le 10 de abril de
I8.1l art. 17. (Consolidacao art. 13 e noto ao il).
Veriflcando-se simples lesao na hypalhese, deve
ser ella reparada pela companhia ees-i mana, por-
le fazeuda provincial cabe idntico privilegio
ou beneficio. Se esse meio jurdico nao'pedosse
sor invocado, caberla a rescisao por lesao euorme,
ASSESBLA PROVINCIAL
A eonmiss.ai especial encarregada de emittir
parecer s bre as questdes relativas ouipaiihia
Recife Drainage Limited submeltidas ao co-
nhecimento e deeiso desta Ilustre asseinbla pe-
lo digno presidente da provincia, vein hoje dar
< into di sua honrosa incumbencia.
A commissao nao desconhecendo a importancia
e gravidade do assumplo, desde j sent-se obli-
gada a conf-ssar que, se nao olerece um trahalho
lierfoito e cscoimado de faltas, julg que apresen-
a alto consideraran dos representantes da pro-
riucia no presente parecer urna solu.-ilo severa-
ineiiH imparcial, que foi o resullado de estudo re
flectido e a tirado, e da analyse minuciosa doto
dos os papis e documentos c"ncernenles ao nego-
cio e at d pnblicae.ics da imprensa e memoriaes
qoe ehegaran ao smi ctirihecimeuto sobre as ques-
lies suwiisdas eatn/a administra.i i la provin-
ra a a pieila compagina.
As qjietoes pendentes entre esta e a provin 'a
faefazeui especial ubjecto do exame da eommis-
so, originam-se do facto averigua lo de liavcr si-
do allerado o art. ti do termo da innovacao do
contrato (Cambronne) celebrado cam Antonio o-
iii s N'etto, do quai a dito rompan ia cessionaria.
Averiguada a existencia do facto alhdidyi pre-
i 1 -liria pede que esta assembla decida se deve
j contrato, a[iesar de viciado produzir todos os >eus
Ifeitos ou insistir com a companliia por accordo
raiav! a favor da provincia, sol pena d9 inten-
tar-se a resris.i do mesmo contrato.
Pensa a commi-sao que nao podo ser posta em
tluviJa a existencia da alteraco dj art. 11 do con
tratj, vista do auto de exame procedido peraute
dade. (Parte offlcial do Btirii He Prmainbuc> de
21 de niar;o de l7:ll
Aqui suscitain se naturalmenie as duas e.L'uin-
M8 questoes que a commissao discutir ligeira-
nieute :
(.' Se provado que ao tacto da alleracio intr-
eioocnme ou dolo pode ser rescindido ou an-
cuilaJo o contrato?
.* I'de caber a rescisao por lesao enorme ou
anda pela simples*
Dos papis que foram presentes commNsao,
nao se cotlige com certeza se houve inlenco cri-
uiiuosa uo tacto da alteraoio do termo d*o eou -
trato.
O interesse que poderla ter o contratante n >
lucro resultante da mesmi alitracai, |>de (orna-lo
::ispeito de ter mtervido por qualqner uieio na
platica do facto.
A circuinstancia do modo pirque cin sen rela-
l-iric a iMeniba aprecia o negocio o Sr. conse-
iciro Paranagu (entao presidente da provincia';, -,
rateado oppor que o prego sobre que versa diversos que Jjiu llUJUtil >JI1HUW, H
^alteraco (easodWido) depeadeiia de ajaifeoiiT50'1 Pagamento, alemdasquc iwlainam
aeeurdo espe -ialniente entre a presidencia "e o ron-
tratante, estabele duvidas-Hcrias contra a stipula-
i> de precjTxi'.arr art. II do contrato.
r>ynijincntosda portara do actual iresiden'.u
da provincia, expelida donis de seras investiga-
c3s c diligencias adiiiiiistrativas e judiciaes aug-
laentotO a lorca de coijccturas semelliantes.
At boje, porm. nao se lera pedido colher infe-
lizmente provas positivas que l'undamenteni proce-
meo:o judicial a respeito do facto em r. lacao
saa mtureza c elementos.
Os dei..iii utos prestados era jui/.o por urna das
"testemunhas que assignaram o contrato, neto era
fregado que o escreveu, pelo secretario do gover-
no do entoo, e Dr. Buarque de Macedo, niio auto-
risam afllrinar que a ailera-j se.a o resultado
doumciime, e sen autir j contratante, ou um
agente por elle movido.
G' venia le que das diligencias proeedidas em
juzo, resullon confessar o empregado que lavrou
ti termo do contrato, ter sido eile o autor da alte-
racao, nao se lembran lo se a fez por ordem da
presidencia ni secretario de cuto.
Nao est pori5:n de nenlium modo verificado que
;i alterarlo fosse feita cora ac;ordo das partes con-
.atantes ao lavrar-seo contrato, e isto espeeial-
mente pela circunstancia alias notavel de nai exis-
timos archivos das repartiroes competentes pa-
pel algum com referencia ao ajuste de preeo de
que rasa o .contrato no aMigo alterad).
Porlanto.se na confeccao do contrato interveioo
riiue,a circumstancia de ignorar-se ainda o agen-
t'1 criminoso, nao destroe a criminalidade do acto.
Entende a co ninsso que una v z provado ha-
ver sido o contrala-ito o autor da alterando do
'.oatrato, pi>Je ser osle rescindido ou annullado.
Cora effeito, qualquer que seja a natureza do
eonmto, esto dsixar de existir, sem que o con-
entimento de iinalqaor das partes contratantes
4enha sido livre e expressamente declarado.
0,contrat j oa termo escrpto a prava do con-
llinwato entre as partes contratantes, e desde
que fi)r elle alterado ou viciado de modo que urna
das partes fique obrigada or una eonsa que nao
Uvera cm vista, a favor da outra, deixa de ser li-
vre c puro o consenliiiicnto, e essa prosa escripia
nao pode cou-ti.ui" inais lei obligatoria do con-
trato.
S valido o causentmeuto voluntario e se pre-
sume sempre tal, salva a prava do medo, aincaea,
fraude, violencia ondulo. iTeix. deKreit. art. 18'iJ
C>1 Ce Estjo)
Estara privado o dolo desde que a alterarn
leit.i no contrato podesse ser lan;ada conta do
contratante, e a provincia ao contratar ignorasse
|ue carregaria com o onus de que trata o art. 11
referido, isio com eexeessivo prora do servico
a!l mencionado.
Neste raM 0 vicio pode annullar o contrato se
orna das partes o requer. (Berr. Borg. Dice. Jur.
Com. verb -rescisao).
rVM outra face encarando a lUOtae, o vicio do
trrmo do contrato, tendo -:- i feMo i:o inieretse do
MNtratonte, |ior bypot ese, oa intervindo esto, in-
qaMria o mesmo termo, de surte que. nanhuma
i moreceria. caria como se nao existisse, e tam-
f*em assiui dcsaiipareeendo a lei entre as partes
contratantes, nada restara do contrato.
Pensa i eommissio que para regular, segundo
"VTdireto, essa ultima liypothese figurada, pode ser
equiparado o termo do contrato a qualqner termo
judicial ou escriptura publica. -
E' suspeita a escrptuia publica que tiver ra-
sura, edtre liulia ou canceltamento, em lugar im-
portante, etc. (Ord. liv. 3 tit. 6 3" c consolida-
eao das eis civis art 3'.'8.)
E'certo que atseriptnra jiublica que fr sus-
fieita dcixar de ter fe, nao sendo corroborad,", pe-
o juramento das tstemunlias nella assignadas e
oa falta destas por outras dignas do crcifianca ou
por outras escriptnras (cit. ord. e art. 39C da con
solidacao.)
Da leiturad^s donoimentos de urna das teste-
raunhas que aignaram. o c trato, do empregado
que o escroveirAflo Dr. tiuarque de Macedo que
tol etatull.ido ohre sua eonfee$i e do cx-secre-
torio aB^verao, eVideiK-ia-se que ellas nada sa-
btx yXf*. afflrmar i^algura preije f estipulado
da ordenaco cotratm : comprando o comprador
por mais de lo o que na verdadeira e gerai esti-
uiaco valia dez ao lempo do contrato.
Seria essa a retoco da dfferenca entre o prera
da canalisacao, que se 4 no contrato e o razoavel
pelo mximo.
Dar-se-bia assiui a lesao enorme.
A lesao por si s nao vicia os cntralos (Gid.
civil BibaM art. 1869), islo mi invalida pleno
jure, o contrato que a encerra.
A lesao que equivale ao dolo a enorinissiraa
que a le alias nao a define (Dig, Poet.Tom. Io art.
52, Coelho da Rocha Ds. hv. g 737, Consol, art.
S67.
A commissiio cousidera aqui a lesao enorme, em
si ab-lraliindo-a do fado dojireco estipulado cora
as crcumslancas da alteraco, dolo, etc.
E' m luliitave para a commissao que d-se no
contrato a lesa' enorme pelo que passa a expor.
Figurada a hynot' pressado no contrato o preco estipulado no art. II
de sua redaeco, so deprehende que o pagamento
de 7 O rs. por palmo de canalisacao d'aguas n>s
predios, tcm por fim remunerar esse servico ma-
terial e cs|iecial, e niio outras despezas que a com
panhia cessionaria se obrigou a fazer para cons-
truir as suas obras geraes ou mesmo destinadas ou
tendentes ao.supprimentod'agua nos predios ; por-
qnanto foreoso recorthecer que o privilegio con-
cedido companhia, obrigatoriedade do sjrvico e
outras militas vanlagens compensan! o valor das
preditas obras.
Conseguinlcmente juridieo reputar lcsivoenor-
memente o proco 0> semelhanie servico.
A lesao nao s presume, verdade : ao contrario
ell.-v o prc'uizo resultante pra urna das partes
le c*rt dil'erenca do valor ipie se d i cousa.
objecto do contrato, mas justamente o que se
realisa na hypothese, como fica demonstrado.
A com mismo emende por iss.) que raberia
intentar a rescisao por lesao enorme se a simples
nao bastasse se fosse invocada para esse effeito.
Recapitulando, a commissa* nao pode deixar de
reconhocer que dadas certas circuinstancias e ve-
rificados nutras factos de que tratou. deve ser res-
cindido ou annullado o contrato em nuestao.
O contratodc que se trata como outro qual per,
pode estar enquiado de fallas taes essenciaes in-
trinsecar ou extrnsecas pie possa ser annullado.
Mas, nao desconhecendo a commissao <|ue em
um confalo podem haver faltos quedevam impor-
tar, pletf jure a sua annullacao, e ao contrario
ontra*! fallas que polem r cbertaspela recUiica-
o das partes contranles, quando a inleressada na
rescis) nao qnizer usar desse sen direito, visto
que o contrato em questao onde serirescudido, re-
lificado pelas parles que nelle intervicraiu mediao-
te acord.
Atlenl/ndo ao que leva dito e antes em apreciarao de outras qtiestes, acommissa
julga dever declarar dgnojde approvaro e mesmo
de morar o procedimento da nresideacia as iu-
vestigaije.s a que sujeitou o facto da altera-rao do
contrato, e na solucao das duvidas que tem origi-
nado na pratica a execu.o do servico a que est
obrigada a companhia.
A commissao considera urgente a adopeo de
provi lencias tendentes a refjilarisar os serviros
mud de
instante-
mente a questao, principal obj co do presente pa- j
rerer.
("hegou ao conherimeuto da commissao a repre-
sentacao de elevado numero de prop ietarios, re-
elanfaeSes da imprensa, parecer do Dr. inspector
da sade publica o outras pecas olfieiae-, relativas
a irregularidades e iiiurrup.oes mesmo do servico
da sdmpanllia, que podem ter como conseqneacia
atea al i era rao do estad-) sanlirio desta capital.
Por nutro lati, o pagamento de obras execula-
das pela rompan ia e, a das animidades devidas
pelo servico de limpeza c esgto tem dado lugar a
repetidas duvidas, cuja solucao deve acaulellar de
compromettitnsnto serio os recursos financeiros
da provincia e friutar certas exigencias da compa-
nhia, cajos dbitos sao cobrados pela fazenda pro-
vincial, sobrocarregando as estocSes fiscaes com o
extraordinaria escr.pturacao e arrecadacao avul-
tadissima e difTicildis coulribuijles dos particula-
res, destinadas aquelles pagamentos.
A com:tiiso considera que eta assembla fal-
leceni mei^s e elementos de regular por urna lei
a execjr,ao dos servidos da companhia e modo de
sen pagamento, nao parecendo muito competente
liara estatuir duposiooei regtilamentares e resolver
duvidas suscitadas na pratica, interpretando a lei
n. 760 de i i de julh) de 1867 e o contrato em
questao a que se refera a inesma lei.
Assim nao hesita ella cm commelter ao presi-
dente da provincia a solucao de duvidas com a
expedicao dos regulamentos que foro n d mister
ou por actos especiaos, proeedeinii de accordo
cora os representantes da enana ia, uos casos era
que isfo bouver sido e-ti;iu!ado
Rcconhecendo ao mesm-> temiio a commissao a
necessidade de habilitar a presidencia para proce
der do modo que entender inais conveniente no
sentido de resguardar os Intensaos u'a provincia c
de sua fazenda com rolacao ao facto da alterarlo
do contrato, cm concluso de pjfaoar que se
adopte o seguinte projecto de lei :
1873. PH-)1El.T J N. >).
A assembla legislativa provinctal.de Peraam-
buco, resolve :
Art. I.* Fica o presidente da provincia auto-
risado a rectificar o contrato celebrado cm 18 de
dezemhro de US, com Antonio Gomes Nelto, obri
gando-se a compauia cessiouai'a deste a redu-
zir a quantia a que se julga com direito pela cana-
lisacao d'agua nos predios.
t Arl. 2." Ser intentada a aeco de nullidade
ou rescisao do contrato, conforme no caso conber,
se a companhia nao ebegar a aicordo, na forma
do artigo antecc lente.
nico.Igualmente ser intentada a rescisKo,
se o systema do servico empregad i pela companhia
nao preencher tedas "as condi.oes estipuladas no
contrato, que constuem principil objecto deste
ArL 3." Fi a entendido que a res de ser ajustadaa lminlstrativameute rom a compa-
nhia, mediante nlemnisaeao, em caso algum.
Art. 4." E' igualmente autorizada a presiden-
cia, a expedir quaesquer rcgulamentes que forera
precisos para o servigo da companhia e molo Je
pagamento das obras que exeeutar e annuidades.
Art. 5. O presidente da provincia resojver
as duvidas occurrtntcs na execucao das lei* re-
gulamentos e contratos que regulam o servico da
companhia, expedindo os necessarios actos de
accordo com es representantes pa mesraa compa-
n ia nos casos em que isso sflver previato por
es'.ipulacoes anteriores.
Art. 6.* Sao revogadas as <'is"j:c5os em con-
trario.
concessHwaiio da estrada de ferro do
A' commissao do peti;es
vMV'*'"*!'' ra^l'"'^ Ronnefoud. s
nil^ayio*?iiilid() de ser levad
pmit a'estrlfdi de ferro de Limoe
Wat'dJ|*ties.
Mifiacaoididw'f approvadasas redaraSes
jectos ns. i e 2o deste anno, este extinguindo os
que em seguida o pres4lfWVJbHI|ujri|l#eira^epf^sW* *. qamquagosiaio pri
readM
ICOS
II
ade__
alo
el'J,
and
i e orivunoafci par;
a respeetiva nuotaao pagamento do
Passainlo oidem do dia. sao
(.'mandas a prese otadas ciu 3" diM-ssa'j ,-S
n. 17 deste auno, que ere |ivert ce'
bem a>sun oprojaCio, depnij de orVIrai
deitou ao alieeree.
Nesta occaulo duas AMMM de msica mar-
Mi, que se prestaran! gXUJjljTciUe a aplemm-
o acto, focarm lindas^pT^ajni miosas pe.as
alegre rebombar de JDfers'a^gyrandolas que
feadiam os ares.
Terminada a
ra as si
Va, que
itentame
obra de
Os os na
eeremon-a desfilaran! as duas
acora,
luzi
niuaHr a
i.i-ler pehl
que se rsente a
Ratis e Silva, (loes Cavalcauti, Vieira de Araujo
e Vieira de Mello, licanio- ur-
do Sr. a^iio riego, lw,
E.n seguida foi approvado ei
fprajeeto-n. 143 do tinopasrado, que apprevara
posturas da cmara.uiuett-ipal do iuiikl^ e-rp-L. Ikinjo bomom publico, deseen a fra lagea do
tado em 2'discossao o ra u. $ umicnaino, mii nica alscusslo o
mandava pertencer freguezia do Ronilo a parte
do terreno do engenho CamivouzimSo. '
Submeltido a 2' discusso o ptXMecto n. 7 tam-
ben! dest) auno, que antnrisao preldent da prW
vincia, a contralai' com Andr de Abreu Porto ou
que competo a quaesqner pessoas que na pKrase com quetn mediores vantagens offefecel1 o estobe-
lecimento de tril os de madeira e ferio as ras
desta cidade, onde nao passarem os artuaes .da
compan a Peraambuco Street Railvtay ; foram
approvados os arts. e 2* o rcjetadd o 3, qoa
dava preferencia ao referido Porto, em idnticas
circunstancias.
E coiitimiando a t* *scuss3o adiada do projec-
to n. 51 do auno pastado, sobre reforma do ensi-
no, foi rejeitzdo o art. 8, cairdo por isso preju-
dicados os arts. 29 32, sendo successivamente
approvados os arts. 33, 31. 35 e 36 e bem ttsim a
seguinte emenda do Sr. Silva Reg, ao art. 35 '.
ao final to artigo accresccnte-se saho de eleicao
[mpular.
Reconhecendo-se n'o haver inais numero para
votar sobre o art. 37, licou o mesmo adiado e le*
vantada a sessao.
A ordem do da para hoje : continuacao da
antecedenle, nica discusso do projecto n. W
deste anno, 2" do de n. 37 c 3' dos de n. 7 do
corrente anno e SO do passado.
Guarda nacional.Por acto de 12 do
corrente, mandott a presidencia dar guia para o
municipio do Urejo, ao tenente cirurgiaodo bato-
lliao n. 57 do municipio de Cmaro, Francisco
Cordeiroda Fonceca, visto ter fixadn residencia,
na nelle municipio.
Por acto da niesma data, mandn a mesraa
presidencia dar igual guia para o municipio de
Candas ao alteres secretario do batal ao n. 27 do
municipio de Caruar, Luiz Antonio Curdeiro,
onde lixot sua residencia.
Por acto de 23, niandou ainda a mesma pre-
sidencia dar guia de passagem para o municipio
de Agua Prcta, ao tenente da 1" companhia do
batalho n. 43 de Serio em, Jaeintho Machado
de Mcndonca, visto ter elle tixado alli sua resi-
dencia
Pro>raccs de nrazo. Por acto de
2( foi prorogado por mais 6 mezes o prazo conce-
dido a Jos remandes Monteiro, para a concluso
do rebaxamento da ladeira do Timb, obra da
qual elle arrematante.
Por acto de igual data, foi prorogado por
mais 6 mezes o prazo estatuido na 4 cundigo- do
contrato celebrado em 12 de abril do anno prxi-
mo passado para o assentamentu de e irns tle fer-
ro- as rus desta cidade, para o transporte de g-
neros, bagagws e uiereadorias, contrato de que
sao signatarios Bellarmino do Reg Barros, Jos
Joaquim Antune* o Jos da Silva Loyo,
t'(!iuiiissi*s. Por actos de 2i foram no-
oieadas as eoimnssoos abatxo declaradas para
agenciaren, donativos co n apoMeacio eonstruc-
Sio de casas apropriadas ao niyster de escolas
e insu'uecao pruiariade suas respectivas fregue-
zias.
Freguezi'i to Uic.ino Espirito Santo de Pao
yigario Jos Ruliuo Comes Pac eco, Dr. Vicente
remira Gomes, Dr. Ant nio Martins da Cunta
SouAo-Maio tenente-coronel Cliristovo de HjI-
lauda Civaleanti de Albuqueq|ue, inajor Joao An-
tonio da Silva Cabral, Dio^p Soarcs Carneiro de
Albuquerque. padre AntoSo Frauklin do Reg
Aecioli, e tenente Francijb Vieira de-Mello.
Freguezia 4* -.V nt^fenhora da (loria do
Goil Xiguri i Manoel Ferroira' da BoeJia, -*.nto
nio de Raeros Corroa, Case .nal Soarcs d
redo, majar l^aetonn Correia de Amorim
respeita a sua hfftene, segundo
' s, partem do rara indo eemilerie que
actuflHtote teino*
-4 (lia 6 o delegado de polica preiideu com
a tflHI massa seis ladrees, de cavallns.
pparececa o I.H4riU Victor.ense, depois
de nffiarnterrupco de 8 mezes
No da 18, pelas 8 i oras da noute, fallecer
o copimendador Tibuwino Pinto de Almeida, e
sobre esse Jaconteciment esere^'eu a referida
(olla :
Morreo na avancada idade de 70 annos.
Antonio de Souza 'osla,-Manoel de Uollanda fu-
pela nobresa de sea carcter, c pelo seu esforeo e
santa abnega^ao ao bem de sua patria.
Fez o seu tirocinio na grande e sublime causa
da independencia do Rrasil, manejando com deno-
do as suas armas,, e d'ahi or diante so i lira
do magnifico pavilhao da liberdade, como obreiro
disimilo jamis olvidou os seus redamos I
a A sua nobre dedicaban ao engrandecimento
do Brasil foi compensada -emu honras e ttulos,
que poneos slo os homens que os possuem louge
das irles e dos palacios.
E, possuilos n3o nada, mas,'como elle
apezar de sua pobreza nobremente os possuio,
ailuiiravel !
a Como deputado provincial.represeutou Per-
nambuco era mais de urna .legislatura; oceupan-
do alm deste, ontros cargos de eleicao popular
Era coronei da guarda nacional, caval eiro
das ordens de Chrsio e da Rosa, e desta otlicial c
commendador.
0 commendador Tiburtino Pinto de Almeida,
como hornera particular, era um todo de bondade.
Afla-vel e lhano, no trato prestativo, caridoso,
bom pal, extremoso consorte, tudo finalmente de
bom elle concentrava cm sua alma anglica I
Era um cidadao virtuoso, e como disse
alguem : urna alma para o co e um coraco
para a ierra I
A sua nconsolavei e virtuosa esposa c a seus
fflhos dirigimos nossos sentidos petames; e sobre
a campa do tinado desfolhamos urna saudade, o
Mtscelnnia.Arribou Lisboa, em viagem
do Aracaj, para o Porto, o bngue brasileiro
Vttueiru, por terem fallecido o capitao e ddus tri-
polantes.
- No dia 3 de barra, na capella do Paco Epis-
copal do Funchal, o bispo diocesano baptisu una
illustre protestante, convertida f catholica, Cla-
rssa Welsh, sendo padrinlios seu tio Nuno de
Freilas Lomeliao e sua consorte D. Anua de
Fre tas Loinelino, e uiadrinha do sacramento da
confirmaco D. Anna Vellosa de Bianchi.
O cousel o de saude publica do reino de
Portugal declarou suspeitos de febre amarella
todos os porios da provincia de S. Paulo.
Acaba de descobrir-se um meio engenhoso
de levantar do fundo do mar os navios afondados.
Consiste em prender ao navio submergido um ba-
ln de linhagem impermiavcl, que se encUe de ar
por meio de poderosas bombas movidas a vaptr.
0 balao, enehendose arrasUpara a superficie o
casco afundado. Calcula-se que para levantar
desta forma 800 toneladas,basto t|ueo balo ele-
vado tenha 435 metros cbicos de capacidade.
Pela polica de Lisbi'a foi mandado para o
hespital de Rilnafolles o Dr. Miguel de Quadros,
distinelo medico da provincia do .Varanhao par se
adiar alienado. A mana era esiudos sobre a
gravidez.
Uirtito,jornal dallaba, annuucia a im-
mediala publcacao d'uui livro que o duque de
Aosta val dar luz acerca do seu reinado em
Hospauha. Ser dividido em quatro partes: a
ranha Isabel e a revoluco de 1868; i rini ; a
candidatura lio euuliern e a guerra rancoalle-
nia ; a aeclamaeao e abdicacao de Amadeu I. 11
vera despertar profundo interesse era toda a Eu-
ropa estas memorias reaes.
Me/, Mitriano.-Amanh coniecam na igre-
ja do S. Jos do Manguinho as festividades do seja
iucz Mariano, havendo s i e nieto e as 6 horas I esta
da manhi mis a, e s 6 t oras da tarde os exer-
cicios.
. Lotera.A' que se acha a venda a 48.* a
e FiOuei-T beneficio da igreja do Giiaiclupe de Oliuda, que
, anoel I corre no da 30.
mejro da indepen leticia e do imperio.
Com-a roiirica de S. M o Inipcradur. Visronde
do M-o.BrutKO.
Memorndum de auociuvao do New L ndon and
Brasltian B'ink Limited.
1.* O nome da companhia The New London
and Rrisimt Bank IJmited.
2.* A sede da compasnia seri aa Inglaterra.
3. Os fins para os quaes a companhia se esta*
beleceso fazer ou proceder na Inglaterra, Rra-
sil, Portugal aem todas as mata partee do mundo
que acenipanhia julcar conveniente a todos eu
quaesquer dos segrales negocios ou masas :
I Emprestar mheiru aos gove nos, corpnra-
(oes polticas e municipaes, companhias anony-
mas na pessoas particulares, sobre toda a especie
de f aramias, oa sem outra garanta mais do que a
pessoal.
2. Descontar, comprar e vender b tiras de cam-
bio ou da Ierra.
3.' Comprar, possuire venderos ttulos, fundos
ou garantas de qualquer governo ou corporarao
poltica, civil ou municipal, ou os ttulos, acedes,
lioinls, o outras garantas de quaesquer compa-
nhias anonymas.
4. Tomar por emprestimo ou era depoetto Mea
"uros ou por outra forma, dinheiro, litlos, fundos,
accoes ou outras garantas.
5." Refinar e contrastar ouro e outros saetees
preciosos.
6* Emittir
acees mediante
ese o fixtio no ar
tes eotitratMes.
Pon i.tt) d mdo qaa
sjcoii rela^ao-aesseBO
dx> cjutratant 6 rosp
foi ajustado entre as par-
?wm pxpoeto acommis-
idaqnestao.deduz que
id pela alteracdo do
Pae,o d'assem ila legislativa provincial do Per
narabtipo, S4 de abril de 1873. Joao Vieira. Olk
.Vello Reg. A. de Araujo.
reir Andrade-J..de
Oehi Cuvalcanle.
r-
REVISTA DIARIA.
Asseinfctoa provlnciotl. Penccion
hontem com 2" Sr.. deputadbs.
-ypnrovada a acta da anie-edente, o Sr. !
rr 1 irfojru o seguinte expediente :
i.' "'- ';,. cmara municipal ta cida'l; da
Vietona.'soliciando a crearan de urna cadeira.de
lingua latim. A' commissao de instrucao pu-
blica. "T
Urna pelicao do bario do Livrameuto, represeni
kando contra a preten7*o ou ttossibilidadc de cop-.
ceder-se urna garaotia'd jwds em faver do actual I
valcantid; Albuquerque, Severino Pinto da 'Met-
a Nunes, Antonio Pereira de Medeims, e Alcxau-
dre Jos de Parias.
Freguezia de Nossa Senhora da Luz.Viga-
rio Ignacio Alves da Cun a Souto Maior, Dr. Se-
vei ano Carneiro da Cun a, rpitas Jos Azeveii.
Araujo Puhiro, Manoel Cavalcanti de Albuquer-
que, Joao Bcltrao de Araujo Pereira, Francisco
Antonio de Mello Azevcdo, Francisco Cetario de
Mefto, Jos Geminanide Aiaujo Pinheiro, raajor
Tiiom l.eao de Caslro,
Asente.? fUi-uci. Por actos de 23 foram
noni'ados agentes fiscaes dos diretos dos gneros
agrcolas desta provincia :
Na cidade de Goyanna, Antonio Joaquim
Machado.
Na cidade de Penede, da provincia das Aia-
g()a, Augusto Patter Cesar.
Polica.-Por acto de 26 foi nomeado Joa-
quim Dantas de Oliveira, para o cargo de 2* sup-
plente do subdelegado do i* districio do termo de
S. Rento.
Impustos.-Termina awanha- o prazo para
pagamento sera multa dos irapostos pessoal c de
industrias e profissoes.
Reparti;(i do crrelo.elo respec-
tivo administrador foram nomeados platicantes
dessa repartirn, era 2f*> do corrente, Joaquim
Henriqies de S Uarreto e Estanislao Alves de As-
sis Bulhdes.
Sinistro -Ao ebegar ao Salgadinbo o trem
da via forrea deOlinda, que sbia s 7 e nieto
Doras da noite de 26 do corrente, descarrila ou, fi
cando com as rodas dianteiras di machina e pri-
meiro e segundo carros rara dos minos.
Fui violento o choque c occasionaram-no duas
solipas que oacaso ou a.perversidade de alguem
enllocara sobre os trifilos.
Aquellesydous wagons ficaram quasi inutilisa-
dos e coiit/sos levemente um irabalhador da li-
nha e utnpassigeiro.
Por ausa deste sinslro ficon interrumpido o
serviwf da linna por todo o resto da rotlc.
V-.i[ittr.-s ;i subir No dia 30 do corren-
te, o raq/uen para a Granja e escalas e o Man-
dnktii para o Aracaj o escalas ; a 3 de raaio, o
Giqi para Fernando de Npronha.
N/ocidade patritica Doze de8e-
trinbro. Amaui.i as 6 Loras da tarde deve
reunirse esta sociedade em sess.w ordinaria, aiim
de tratar de propostos e admissao de socios, de
noitieaeo do comjnissdes parciaes, e de quvir a
leitnra da Mein ra sobre o commercio de Brasil
de 183Sa 1S7/, iribaiho este do Sr. Dr. Silva Cou-
ti u lio.
Trilhos urbanos de Olnda.A co-
mitrar do Io de maio prximo, resolveu a gerencia
dtita empro a soflprinur a estarlo do Salgadi-
nfo.c determinar que s toquem na estacao de
LJelem os Irene das 7 horas da man a de blinda
para o Recifc, e o das 9 do Recife para Oliada;
ileut o -rao suppr'.inir, no ramal de Bebefibc, os
irens de 5 horas c ao minutos da man a e9 e45
da tarde da Encruzilaada para Beberibe, e ,de a
e 8 ita ta de e '.0 e mcia da :iote; e Bubrbe pa-
ra o Recife.
Armas defezas.Pela subdelegacia do !
districlo de S. Jos, foram aprei.endidas 4 que ,tj-
veram o conveniente fim.
Espontaneldade rara. O subdelegado
do Poco da Panella prenden e-fez recolher casa
de detcncSo Jos Ignacio Pereira de Lima, qu es-
pontneamente confessou lor asassinaqo -Jos
Luiz de Sant'Anna, no lugar denominado Quttty
do termo dofixn Jirdim.
Crrelo de Santo Anto.-Recebemos'
os ns. 4,16 e 16, deste peridico, e d'elle exlrc-
tames as segnintes noticias:
No dia 8 do corrente, pelas 4 horas da tarde,
teve lugar o apsontament da primira pedra do'
Oemiterio publico desta cida>.' i
Acharam-se presentes ao acto da inaagura-
Qao os Srs. vereadores tenente Albut|uerqne-Bar-
ros, Pereira Borges, narros Lima, Das Ferreira,
Anto Borges, tenents Marques de Carvalho, o
flvm. c-mera vigario da freguezia e seu eoadjuc-
tur, grande numero de pessoas grada?, empregp-
dos pblicos ecommerciantes.
Depois de lavrj da urna acta em qneassiima-
rim os-mhrlsfds e tirada um copia,;fe> "esto
eom ddus nam^ro* do Crrelo de -Smh Aiit&t
dLcilo.O de candieros a gaz mais objec-
tos, (IintrmazetirTdA.rua do Impvradrr n. 48, an-
nuncado para hontSBl #Sxfo cMvate, Usa trans-
ferido para boje 29 do corrente, conforme esta
annunciado.
Hospital Pedro II. O inovimento deste
estabelcrimento, de 21 ao dia 27 do abril fui o se-
|u ol.' : cxiliam 39, eutraram i ."i. sahiram 4o,
ufleccram 10. existein 319, sendo : 21 homens e
lii niiii' -res.
^r Aticertencia.
roram visitadas as enfermaras nesles das s 8
i/2, 8 1/2, 9 1/2, 8, 8, 9, pelo Dr. Bellr.io, no im-
pedimento do Dr. Ramos ; s II, 12, 12, 9 i/2, ti,
pele Dr Sarniento as 9,0,9 1/2,8 1/2, 9, 8 1/2,
pelo Dr. .alaquias ; s .10, 8 1/3, 9, 8 1/2, 8 1/2,
pelo Dr. Vianna.,
Fallecidos.
Feliciano Francisco Muniz ; enteritis clironiea.
Antonio Avelno; febre amarella.
Francisca Mara da Coneeicao ; tubrculos pul-
monares,
los ; contuso e fractura.
Joan Cvpriano Lopes; peritonile aguda.
Jos; diarrhea.
Francisco Jos da Costa; carcinona du muscular.
Manoel Francisco Izidero ; diarrhea.
Manoel Jos Ferreira ; febre amarella.
Donatila Joanna; ulceras.
Casa de detencao. llovinento do dia
27 de abril de 1873 : -
Existiam (presos) 355, eutraram 6, sanio l.exis-
tera 36 K
A saber :
Nacionaes 2>2, mu i be-res H, estrangeros 39,
escravos 49, escravas 9.total 360.
Alimentados a'custa dos cofres pblicos 291.
Passageiros.Vindos do norte, no vapor
Paran :
Jos Bi eiro da Cunta e dous escravos, Va-
noel Francisco da Cunha Jnior, Miguel Gomes
Pereira e i escravo, Manoel de Souza, Raymuudo
Martins Nonato, 4 inglezes nufragos, Basilio
Montn, 2 nurinbejro?, Antonio Lourenco Porto,
Venoncio Neiva, Joo Franco, Dr. Jos de Albu-
querque Uchoa, Americo do Carvalho, Serrauo,
Antonio Augusto Rodrigues de Mesquita, Antonio
Gomes e Silva, Victorino Jos Rapozo, Dr. Ignacio
Lucio de Souza Rangel, Rodolpho Americo da
Fonceca Galvao, Jesuiuo da Silva Figueredo c
sua mili, Francisco d Silva Nora! e i irmo, Dr.
Miguel Archanjo de Figueredo, Fernandes de
Carvalho e 1 criado, Jos Fernandos da Costa,
Henrique Cao, 2 pracas de polica c 10 es:ravos
a entregar.
Seguem para o sul:
Rayraundo N. de Jess, Joaquim Pinto da Silva,
Jos A. R. 0. Catambro, Antonio da Silva C-rdo-
zo, Elias fos dos Santos, Manoel de M. Montene-
gro, Custodia Mara Desideria, Marcelino A. de
Souza, i preso e 2 pracas, 6 escravos a entregar,
Dr. Eduardo Moon Wilson, Dr. Joaquim Paulo
Pessoa de Lacerda, Jos de Cayres, Agripn i do
Abreu iallio, Joao Fidelis Ferreira, Antonio Vi-
cente Aineiicano, Joaquim Vicente Ferreira, Jos
Pereira da Silva, Antonio Pompeu de Souza Bra-
sil, Serafim Jos de Oliveira, cadete Juvencio da
Costo Albano, Antonio Mara de Souza, 3 pracas e
6 recrutas.
erapreslimos ou
commissiio ou por outra forma.
7." Euiillr notos uu oulra qualquer especie de
papel moeda que a companhia possa legalmcnle
emittir nos respetivos paizes aonde estender as
suas operaeoes : -bnn entendido que a com-
panhia n.lo emittir nem reqnerer a etnis-
sao de notas em parle alguma do Reino-Unido da
Gra-Bretanlia e Irlanda sem que ella se acbe
habilitada por lei para o fazer, sem de forma
alguma prejudcar o limite da responsabilidade
dos accionistas.
8.* Operaeoes bancaiias e financeiras em todos
os ramos.
9. Fazer todas ou quaesquer das materias
acuna ditas, quer de per si, quer juntamente com
nutras companhias ou individuos oa cninn seus
feitores ou agentes.
10. Estabelecer o organisar caixas filiaes ou
agencias (lano no Reino-Unido como nn eslran-
geiro) para todos ou quaesquer dos los cima
ditos.
11. Adquirir por meio de compra, arrenda-
mento, aluguel ou por nutra forma, para uu etn
rel.vo cora todos ou quaesquer dos lias pelo pre-
sente autorisados, quaesquer navios, trras, edifi-
cios, plantacoes, inachinismo, capital cm negocio
bens de raiz e movis ou efleitaf, era qualquer
parte do mundo.
12. Adquirir por roneesso, compra, autorsa-
cao ou por outra forma, i|uaesquer alvars de pri-
vilegio, privilegios de inveneao, direitos de privi-
legio ou direitos de. copia que possara ser uleis
aos lins da companhia.
13. Vender, traspassar, arrendar ou alagar as
propriedades de qualquer nalnreza, seja qual fr,
lierlencenles companhia, pela maneira e nos
termos e coniieoes e para us fins que a cumpa
nha possa (olear apropriado.
14. Procurar fazer constituir ou incorporar
a companhia como sociedade an nyma em qual-
quer paiz eslrangero.
15. Requerer, obter, aceitar e obseivar os
termos e condicoes do quaesquer decretos, con-
eessoes, poderes ou privilegios feitos ou concedi-
dos j ou no futuro por qualquer goveruo ou
outras autoridades.
16. Cxmprar, tomar conta e adoptar o negocio,
crdito, etc., (miras) e todos ou quaesquer encar-
gos e responsabilidades de outra companhia ou
pessoas que coramirciein em qualquer dos ramos
dos negocios mencionados Deste memorndum, e
esptcialmente do London and Brasilian Rank Li-
mited, incarporedo era 17 de maiodetMJ (a
que era seguida denominado o banco velho) e
comprar, possuir ou vender qualquer numero de
aceoes do mesmo banco.
17. Liquidar c concluir os negocias e operaeoes
do banco velho.
18. Fazer e levar a effeito arranjus tendentes
uniao de iuteresses e fusao quer no todo, quer em
parte com outra qualquer companhia ou pessoa
que tenha qualquer negocio idntico aos desta
companhia ; e com a clausura que, (tonto analto
consistente cem este memorndum) quer
companhia, quer a companhia ou pessoa
com quera ella fi er fuso ou outra qualquer com-
panhia ou pessoa tratarlo dos negocios que to-
rees amalgamos, ou vender a qualquer coiiqianhia
ou pessoa todos ou qualquer pai te dos negocios
ou propriedade da companhia, e para todos ou
quaesquer dos ditos fins, se isso fr necessaro,
estabelecer qnnlqiier companhia nova, c tomar
accOes cm qualquer deseas novas ou outras cuin-
paaliias como pagamento ou ct rapensaeao par-
cial ou hierra e jipssuir ou vender cssas acides
ou distribu las otp ratea-las entre os accionistas
desta companhia.,
19. Fazer toda as mais couas que sejam inci-
dentes ou condtjci irtes an attngimciito dos fins
supra.
4.* A responsabilidade dos accionistas limi-
tada.
8* O capital da. companhia de Mt 1,000,000
dividido em 5rt.0i aceces de 20 cada una,
destas accoes e todas as mais de que o presente
ou qualquer futuro capital da companhia con-
siste, poder ser 'dividido em difierentes series, e
podera ler tal pre/erencia, garanta, ou privilegio
entre si, conforme fr determinado pelos regu
lamentos da companhia era qualquer poca em
vigor.
Nos, as diversas pessoas cujos nomos e ende-
recos se acham abaixo exarados, desojamos ser
organisados em urna companhia de comformida-
de com este memorndum de assoclacio, c nos
respectivamente concordamos etn tomar o nume-
ro do acefics do capital da companhia declarado
em frente aos nossos respectivos nomes.
Numero de
/ acQoest-i-
Nomer, end-beo$ e icscripro madopor
do snibscriptor. cada sub-
scriptor.
John White Cat t, negociante, II Miu-
cing Lae Lon res
Adolp- us Klnckn ann, ca- itali-i.n. :!0 Nor-
folk Street, Paifc Lae, Londres,
negociante, C Great Si.
s
n, banqueir.i 67,1. >ih-
ii-
OHCRETO I.-2,3I DO I* 0E AGOSTO DE 1872.
Autorita o -New London a-d Brasilian Bank
p Ta funeci'or n. imperio, nos mesmos ter-
mos d< conassao (eita a-- London and fra-
silian Bankpelo decreto n. 2,!ff dt 2 de ou-
tubrode MB.
. Altendendo ao que me representou John Gordon,
como procurador bastante da sociedade anonma
incorporada em Inglaterra em t*H com a deno-
!minae3o de New London and Brasilian Bank
tendo onvido a sec^ao1 de fazenda do cnnelho de
estado, hei por bem conceder antorisacao para
fanoeionar no imperio o dito banco, nos mesmos
termos da conessao feita aoLondon and Brasi
lian pelo decreto n. 2.979 de 2 de ontubro de
1862.
O visconde do Rio Branco, conselhelro de. es-
tado, senador do imperio, presidente do cnselho'
minisiros, ministro o ecretario de estado dns
icio- di fazenda e presidente do tribunal do
"sttnro naetrmat, sssim o-'temi ent^':Ji'!j e faca
alguraas meda9 de aielal intiduztdas. em Um executa-. Palacio do filo d Janeiro cm o pri
Edward Johnstor
Helen, s, Lond
Pascoe Charles G
bard Street
John James Aubqjln, 0, Yor Street St.
James Square, Frederich Youle negociante, 55, Fen-
charch Strcef, ,ondres 10
Roben Peter Lau fe, corrector de fundos,
22, Threanneec e Street Londres 10
Datado aos 28 i ias de setembro de 1871."
Testemnnha da assignaturas supra. Alfredo
S. Simith, escrevehte do Sr. G. M. Clemente soli-
citador, 60, Threadncedle Street Londres.
Estatutos do The Sew London and
Brasilian Uank UinitcrF, a que se
, refere- %crrUL K. 5,Oft dul-dr
agosto dc*872.
O London andprasilau Rank Limited, bi in-
corporado no din*7 de maio de >862, com o fim
de fazer operacoel no Rrasil e eni outra qualquer
parte. I'rojecta t reconstruir aquello banco, e
esta companhia foi formada para o fim (entre ou-
tros) de tomar a a os negocios e o activo e passivo
do banco.
Foi por consegi^inte deliberado o seguinte
nterpretaciio.
retacan aestes estatutos as se-
expressoes teem as seguintes
quando excluidos pelo sujeit
Art. {.' Na inte
guintes palavras
significacoes, sal
ou contexto:
A A eompanhi
Brasilian Rank Li
B O velho banc
lian Bank Limited
de 1872.
COReino-Unld
Bretonha e Irlafi
D O governILimpcria), significa o governo do in>
'igftifica The New London and
ited.
significa o London and Brasi-
iicorporada no da 17 de maio
significa o reino unido da GrJ-
ItoverntfJ
perio do BrasifL
E A lei, signnSkflinclue as leis das toinpa-
nhias de 1*1)2 e 1867 exudas as mais lesafijyjal
quer occasio em vigor, >c,mcerne^C3-7s compa-
nhias anonymas e necessar^aMnte a.Tectondo a
companhia. ^.
F Os presentes estatutos, signfljcae Inclue ome-
morandnm d associaeao da compan a o estes es-
tatutos, e os regulamentos da eompanhi ,. .;.i
quer occasao em v"gijr.
G Itesoluc,\o especial, significa! urna resoluto
especial da companhia tomada d6 conformidade
comasecg;\o 51 da le das compsuiias' 18C2, ou
outra qualiuer resolugao legislativa, que wssa
substituir o modificar essa secejo.
rl Car*!, sajtmdnitKMrtel da
ipialquer ccasiao.
I Accoes, sipnifiea as acciies. da coeafaa in
quahjuerieprtrtia'.
J Acciawnv, lpsariee s MiMderr* das .
qa oerasiin.
K Uireetores, significa a* hmttoca da
nhia na occasio, ou, conforme lor o case,
os direelam reunidns easfkrcloria
L D.reewna. ^pMr reni*o 4n< eVerttlm
dendam^ate caiyorsda o romtitui.U ou rnwfarm*
for o caso, os diieeaeres prw.-nu-s em toe* rea
ames.
M Fiscaes, banquero eeefari,jniMra ee
re|ieciivis nflinaes da ewNnhu mi .oul.i..-r
epoc' a.
N AssemMa geral ordiatrii, sjgmtw-a im -
seraWa eral ordiuria dos cci.nita deriV
mente convocada c constituida e qualqntr ***
suas sessi'k's adiadas.
O AaseaaUa peral extraordinaria, igmfcca mu
ass mblea geral extraonlinaria kw arriws vidamenle convocada e constituida e quafcfnrr da*
sshm aasavaa atiiadas.
P Ast>mhli- paral, aWta ama
linaria <>u urna asst-mlilra extraordinaria.
Q Escrptorti, significa I sede da ctmipanhr.i i i
ipialquer epocha.
R Sc'.lo, significa o sello cotninim 4a conqanhia
em ipialquiT epocha.
S Sello estrangeim, significa o sd|< cin>wiuin algum for creado em qualqiur rporha para **r
usado em paizes estrangriew. df ,-. nforniM.-.d
com a lei de sellos da rompanlna I84.
T Mez. significa o iihz do ralmdarKi.
U As palavras que expriman tmiAt numero
sii.gular, inclucm o numero plural.
V As palavras qiieexprimem Hiient- o nnrao-
rn plural, inrluem o iiiiiiuto singol r.
W As palavras que eiprimcni ti gneru imw.i-
lino soinente. inrluem peero fr.iwmino.
X Pessoa e ou Iras |ulavras mr mu fure ex^ii-
mindo individuos iormIp, inrluem aaspeta
mutuiis mntnndis.
II
F.i'-lusiii. ia Odio i .4.
Art. 2* Os artigos da lalma A da lei das ri,n-
panhias IM9 no lera apnlica^ao a cm sen feSfM
o seguinte ser regulaineiito da cuinpanbia; por*m
sujeito a rejeiri'ics e alterarnos, cmno fica prrv:* >
pela lei e pelos prcseilcs estatutos.
III
Operariiet.
Art. 3.* As operaedes da companhia inrlniri ;
operaees uienrionailas no memorndum de as-.
eiacao ou aquella prte tk-llas que a nmipanlii eii
qual piT ejiocha julgar conveniente: c | comeen |.,o que a companhia o julgir ronemenie
e nao obstante nao se adiar sobscriptu !*> n
capital.
Art. \.' A companhia pode ciaprehcBder q
quer transaceao ou negocio, qin'r s, qur lif < *
enm oulra ttir|)oraco. companhia, mi pe
sob as condicoes que a companhia julpar .
lado.
Art. 5.* A companhia pede associar se a eos*
pretieiiimeuto ou realrsarin ou pndt-ra acei i
qualquer parte de qualquer operaran ou nt-g.-rin
empreheiidido ou que tenha de s r empreheiMht >
per qualquer eor|K>raran, companhia ou |h-s- ,
nos termos que a companhia po?a julgar apr< -
priatlos.
Art. 6.* A directora pode por couto da r...i-
panhia entrar era qual<|uer ajiisic rom o \> II
banco para comprar e tomar conla do regtc.t,
crdito, ele, (luvas) e todos e qualquer parte da
o|ieraeoes, o activo, propriedade, comproniisso* e
passivo do vel o I-anco e para os liquidar r lerrn.
nar e para satisfazer as devatras de^sa Htpailaf)
o terminaeo, e para transferir os negocios ecou
sas que Ibretii compradas nu tomadas a cargo da
cumpauhia como cima dilo, por tol | gavel em lal epocha ou pocas que em dinheiro
ou em accoes nnrluindo as accoes pelas qua> *
os subscriptores do memorndum da a-socto...-<
assignaram o dito memorndum e os prsenle-
estatutos) ou part- em dinheini e parle em areoe^
e em geral nos termos e com as cnudiv"" que
directora julgar coiirenientes.
IV
CajaW.
Arl. 7. O capital da cnmpanhia i de I.COOMt
um milhan de libras esterlinas dividido em 50,010
mil cincoenta accoes de 20 vinl"- libras cada
una.
Art. 8.* A directora pode distribuir e emittir a?
lilas accoes as pessaos (dirtrtores ou nao) e nr.;-
epoehas oue ella possa julgar apropriadas c
pode tambem para n lim de realisar quaesuuil
vendas das que sao aut irisadas pelo ineaioraiidniS|
da associacao, emittir qualquAr nninem das d;:;.
accoes inc.usive aquellas pelas quaes o ii<> M
iiiorandiiiii e estes estatutos foram snbscn,
leudo a tpiantia que ella posta julgar apnqinada
creditada como realizada t-m ou ctmio papa*
de todos ou de quaesquer dos negocios ou cou: M
assim compradas.
Arl. 9.* A companhia em qualquer inora i'w'r.
por resolucao de urna assembla geral, angu.*.'
lar o ca41it.il original par meio da emissaodo no- ^s
acfse da uqiorlaucia que kff julgada conve-
niente.
ArL 10. A companhia pode por res .lueo d'uma
assembla geral, dcierminar que quaesquer at r "-
na occasao nao einittidas (011 no caso de acedos
cabidas em cominisso, na occa sejam einittidas (ou reemiiiidas como pertenceMli
ou nao a mesma classe das accoes entio cmiltiU'
e como pertencendo a urna ou m s clames ; e
pode ligar ou retirar a qualquer nina ou mais
classes leseas aeoiea ipie assim teem de ser asis-
tidas (ou reemiitidas.' quaesquer privilegio* ou
condlvo e enea especiahdade qualquer prefer n
cia, privilegio ou garanta, fixa, fluctuante, cjh-
tingenle, remivel, ou irremodiavel a respeit>> 1
pagameLlo de dividendos ou juro* ou reeinb-dvi
de capital. Esta disposicao sera igualmente Sf-
plicavel s accoes que formem parla do capital
original e a quae-qmr acedes novas que depi>i- b-
rein creadas c as resol urdes podem em fadquei
dos casos tr accao para rejeitar, alterar ou aug-
mentar os direitos, privilegios c condicoes qur
na poca da sua creacc, ou por resoluces subs-.-
queutes liajam sido ligadas s ac.-es.
Arl. II. Fe. e envpianto urna resolucao qi.
nha sido votada de conformidade com o artigo ,). -
rdente nao determinar o contrario, qualquer a-
pilal levanlado por novas acedes sera consideraos
como fazeudo parle do capital original e referen-
cia ao pagamento das chamadas, aa rammsso las
acedes peto falta de pagamento, em ludo o ;is
como se hvesse ii-iio parte do capital origina!
Art. 12. As novas acedes, em piimeiro li
salvo se a companhia antes da tua emisso o de-
terminar diferentemente, serio olTerecidas ptto
diieeiora aos accionistas na proporco do numer*
das suas respectivas acodes, e das novas acc/Je*
3ue nao forein lomadas |ielos accionistas peder :>
isp Art. 13. Se a companhia depois de ter liado a
quaesquer novas acedes qualquer prefereaeia oa
garanta, ou outro privilegio especial, crear asis
novas acc es. os possudores das novas acedes, as
quaes esliver ligado o privilegia especial, nio le-
ra- 1 em relacao a essas novas accoes i salvo se a
companhia determinar diflerenteinent') dircilo al-
gum offerta das Btaderaas novas acedes.
Art. i i. A companhia |ide em qualquer t><*.a
por resolucao de urna assembla geral, consolidar
e dividir o capital, ou qual pr-r parle delle, em
cedes de maior valor do que as suas acedes enlo
existentes, ou cooverter todas ou qualouer parte
das suas acedes realisadas, em fundo da com, ..-
ulna.
ArL 15. A companhia pode em quiljuer pin*
por resolucao especial reduzir 0 seu capital. A
directora pode quando tenha fid) votada tol n
solugao, dirigirse ao tribunal eoespeHe c fa/e-
todas as mais cousas neces.-arias ou conveniente-
para obter a sua ronlirmacao.
ArL tfi. A companhia, no caso de reduce*,,
capital, de confornudade com o artigo precsdewr
pode T>or resolucao especial, "votada e cunfirmattu
as mesmas assomblas geraes em que forera -. i-
todas as resolutes de diminuicin de eapita'
resolver qua^iafqTmr-parte da quantia paga ao-
bre as aoVoe, nao excedendo somma em qur
di rejetVid > rednzir o xapital nominal das ai -
edes, seja cancel lata. N'enhuma resolurao para
calcellar capital reali-ado, ten effeito sera qae *
resolucao votada conjun -lamente para ridaer"
do capital nominal, tenha sido eaetrsaede pe*
compe;ente tribunal, nem ella ter edeito a favor
oa em^ beneficio daquellas pessoa^ para qnem a
reduccao do capital nominal nao for eflectiva.
Art. 17. A companhia pode em qualqner poca
por resolucao es pee al. dividir o seu capital, oa
qu.Tlqirr parte delle pela subdivisao des saas ac*
ees ou de quaesquer dellas em eectVs de aae-
nof valer do que o estipulado pulo niertH.randiim
da associacao ; romtanto que na obdiviin 4~-
acedes a pro|x>rcao entre a quantia paga e a qauri-
tia (se existir) que nao estoja paga em cada ac-
cao de valor reduzido, seja a mesma qae era ermt
relac&o aeco existente, da qual a aeco de im-
portancia reduzida lor derivada.
i
I
CM*H~i


Diwfo-d* Ftaiiitao %r$ Sira 29 de Abril de i&Tt.-
' iiiiwguiMa
- W.-httvt
^

IB
t
i.
AfiJ V
Arl. 18 1* epumaolua ser no lJ|fr na
Inglaterra que a directora em qualqner poca es-
eothr.
Vi
Dfradrth
Arl. 11.1 Oirjclria compor-se-ha do nuanro
do directores que a assembla gcral em.qualquer
poca determina!1, excepto emqunnlo nao for to-
mada essa determinacao, compor-se-ha de qual-
quer nnmero nlo exf .Hiendo .1 nove directores.
Art. 20. A qualilicacao por aeches para di-
rector, c nsislir em elle ser possnidor de pelo
titeaos 50 acedes. ,
Art. 21. Os Srs. John Whitc Catcr, Edwa.nl
Jehastan, e_o- honrado Pascoe Cnas Gyu serio os
primeiros eefuaes directores. A directora poda
**aVqualquor occasio anterior as semblen eral
ordinaria d) auno de 1871, nomear pessoas devi-
smente qualiflradas romo directores adjunto?, de
modo que o numero total de directores em tempo
alguna e sem autorisajao de urna assembla geral
exceda a nove.
Art. 22. Os directores Borneados no art. 21 e os
directores adjantoa easo hnja) eletos em virtude
dos poderes c inferidos directora por esse ar-
tigo {excepto aquelles que fallecerem 011 resigna-
ren) os seus lugares cui virtude de quaesquer
das di-posiroes (lestes estatutos) continuaro a
sr directores at assembla gcral ordinaria que
deve ter lugar no anno de 1873 c dahi em dianle
at que elles respectivamente se retirein.'de con-
formidade eom o segunte artigo.
Art. 53. >'as assemblas geral ordinaria no an-
no de 1873, e na assembla ordinaria de cada
anuo subsequente, rctirar-schao do cargo dous
directores ; a assembla geral eleger accionistas
cualificados para preeneherem as suas vagas
Art. Si. A ordem de retir.tda d s primeiros ac-
luaes directores e quaesqner directores nomeados
de conformidade rom o art. 2t, ser determinada
por aeeflrdo entre elles, e na falta de aecrdo elles
se reliraro por ordem alp'abetic.i.
Art. 2o. Depois que estes e tiverem retirado,
o* directores que deverao retirar-se annuat-
mente, serao os rtous que tiverem exercido mais
o cargo, conttndo-se da poca da sua ultima
ciei.o snjeito rointd 1 as dispusieses do art. 31.
ArL 20. Um director que se retire do cargo,
estando qualilicado pude ser reeleito.
Alt 27. Nenhum accionista que nao seja o di-
roctor que "se retire ou recommendado pela d-
rectaria para a eleico, sera qualilicado para ser
eleito dire-tor, salvo se elle entregar ao secreta-
rio, ou doixar no eseriptorio, nunca menos de
sete das, neiu mais de dous raezes antes do
lia da eleicao de directores, aviso por escripto
Sjr elle assigaado, do sea desojo de ser" eleito
rector.
Art. i. Toda a vez que a assembla goral or-
dinaria em qualquer anno deixar de eleger di-
rectores para os lugares dos directores que se
retiram, os directores que deviam retirar-se, serao
considerados como leudo sido reeleito?.
Art. 29. Todo o director despejar o seu cargo
quando deixar de ser registrado do seu numero
de cQoes qualilicativo, ou tornndose fallido. 011
se suspender pagamentos, ou se lizer composico
com os seus credores, ou sendo reconhecidos que
est luntico, ou se (se a directora assim o resol-
ver) detxando da assistir por ospaco de seis me-
sea consecutivas s reaoio da directora ; po-
rem at que um lancamento desse despejo de car-
go seja feito as actas da directoria, os seus actos
c jino director seo validos e oirazes.
Art. 30. Un director pode em qualquor occasio
dar aviso por esmipto do seu desejo de resignar,
entregando-o ao secretario ou deixando-o no es-
eriptorio ; e sondo a sua resignacao aeccita pela
directoria, porein nao antes, o seu lugar sera
iderado vago.
Art. 31. Qoalijuer vaga oeeagioaal da directo-
ra pode ser preenchida pela directoria pela no-
meaede do um accionista qnalificado, o qual a to-
dos os rospeitos oceupar o lugar do seu prede-
oessor.
Art. 32. Qualquer director, (|uer individual
mente, quer como montbro de nina firma social,
companhia. ou eorporacao iode; nao obstante
qualquer usoosirdO da lei oa epiidade emeoi-
irario, sor interessada em qual mar operario ou
negocio comprehendido ou auxiliado pela compa-
nha, ou no qual a companhia tenlia interese, e
pode ser nomeado para qual pier emprogo sut ir-
dinadoj directoria com 00 sam Memuneracio.
Art."33. Neniara director ser desqualifieado de
oler proceder como tal pela raido deserasstm
interessado ou 11 imeado, porem nao votara em
materia afgana relativa eperaco, negocio ou
empragono qual ou para o qual elle tenha inte-
ress na Ja nomeado.
Se todBfta, elle votar, nao -er. qor issa cans-i
derado vago o s n logar, nem sera prijudicad 1 a
I leda resoacdo e.u que toaba votado, era
de qnalqner art 1 praticado por esse facto, sendo
o nico objecto da proliibic'i) ar.torisar os mais
directores para exclu 'rom o sen voto.
Art. 3i.. A directoria pode deliberar, naj obs-
tante qualquer vaga*no seu n imaro.
Art. 3'i. A remunera ao dos directores pan ca-
li inno ser da t 3,5 'i annaaes, c ser dividida
elles c informe a directora em qualquer epo-
caSdeterminar.
Vil
Poderes de diretforia.
Art 38. A direelom4 sujeita censara das
usemblas geraes, perm, nanea de forma tal
tue p issaser invalidado qnalqner acto praticado
p; i directora, antes de tora ida a esse rc-peito
umaresolacaoem assembla geral, condutir e
dingira osnefforios e transaceoes da companbia,e
oxerei'ia todos os peere,iaatoriades o acuida-
des da compania, excepto souiente aquellos que
pela le e peKs'pr entes eslatntos sao oxpressa-
.' i indicados eomo devaado ser exercidos pe-
las assentbias ger 1
Os poderes geraos conferidos por este artigo
oto serio limita s ou restringidos por quaesquer
a irisac s especiaes, dadas a directora por ou-
tros arti
Art. 37. A direcl ira pode nomear c destituir
en qualquer paiz ol lugar,
compostas de pessoas accionistas, ou nao, confor-
me a directora o entender, e pule determinar 8
dar o seu qwrum, deveras, modo de proce-
der e romun ragao. -sas eommissSes locaea es-
t irlo a todos os respeitos snjeitas riscalisaco.da
directoria.
Art. 38 A (rectora pode em .qualquer poca
nomear qual mer possoa para agente ou represen-
tante da comanbia em qualquer paiz ou logar.
100 ajcondlcoes e com os poderos, autoridades e
remoneraco qac a directoria julgar convenJen-
i pode em qualquer poca destituir essapes-
- 1 11 imear nutra para o seu lugar.
Art. 39. A directoria pile em qualquir poca
delegar a qualquer dessas coinmissoes lcaos,
agentes ou representantes, todos 0:1 quaesqner
d->s poderes e antori ladea da direetoria.
Art. |tl. Nenliuma pessoa, excepto a directo-
ra c as pessoas por ella anterisadas por escripto,
i- procedend > dentr* dos limites da anterisaeto
assim conferida, '.era anloridade alguma parapas-
sar. aceitar o. endosssr notas promssorlas ou
lettras de cambio por eonta dacompanhia, oupara
.mirar em qual |uer contrato, pelo qual possa im-
[iir qualquer rc-ponsaliilidale companbia, ou
por outra forma envolver o crdito da compa-
nhia.
Art. II. Tolas as cantas I igo que estejain apu-
radas e approvadas por urna assembla geral, se-
rao conelu-ivas, excepto noque diz respeito a al-
4jum erro que nellas se descubra dentro de dous
mozos, em seguida sua approrapio.
Art. 42. To la a vez que semelhante erro se
descubra dentro desse periodo, a cont ser in-
mediatamente corrigida, e ser d'aln eru dianle
c oclusiva.
VIH
ll-unido e prnceiiimnto rfos directores e coih-
mfflBes.
Art. 43. As reumoes ordinarias dos directores
eelebrar-sc-bao no lugar na Inglaterra, que a di-
letona eni qualquer poca indicar j o na falta
dessa indicaeao terao lugar no eseriptorio, as 2
horas da tarde de cada quarta-feira.
Art. 44. Qualquer director pode em qualquer
occaso convocar urna rouniao extraordinaria
1 is directores para o local aonde nessa poca te-
nham lugar as reunidos ordinaria^, dando, como
nunca menos de um dia de antecedencia, aviso
por escripto, por elle ou por sua ordem. aos mais
directores, declarando a hora e o objecto da pro-
yectada reunio. Esses avisos serao enviados pe-
lo correio ao enderece registrado de cada direc-
tete serao considerados com sendo feitos no
dia em que forcm laneados no correio.
Art. 45. O 7iwraw"de todas as reunios dos
directores ser aquelle nnmero que a directora
em qualquer poca resolver ; e na falla de tal re-
80IU50 e sujeito a ella ser dtf tres directores,
emquanto houver seis ou ir.ais directores, e dous
qntndo honver menos de seis directores.
Art 46. OSr. J^m.Caler serao primeiro eac-
tual presidente, e o Sr. Eilward Johnston, o pri-
meiro e actual vice-presidente da companbia.
Art. 47. Xa prliridra reunlf do directores qu
tiver lugar depos iln assembNa geral ordinaria dt
1873, e em cada auno gubsequenta, ser eleito
presidente da directora, pudendo tambera ser "
vicepresidente para o anno correte.
Art. id.' Qrtando se der vaga na presidencia ou
vice-presidencia no detnrso de qualquer anno,
primeira reuniao de directora que tiver lugar de-
pois de avisados os directores da vaga, eleger o
presidente ou segundo, cajo r o vice-presidenle
para oTesto do anno. .
Art. 49. Em todos us ce sos do ausencia do pre-
sidente da diretoria, elegor-se-lia un suMituto
temporario, salvo achando-se presente o vico-pre-
side ate, sendo elle nesse caso o sustituto.
Art. 30. O modo de proceder da directoria em
plateras nao previstas pelos presentes estatutos,
ser regulado pelas ordns da dlreewria em"vi-
gor, havendo-as, e na falta do ordeos em vigor e
na parte que ellas nlo attingtrem, coafbrme os
diiectorespresentes julgorem apropriano.
Art. 51. Todos os negocios tratados em directo-
ra, serao resolvidos pela maioria do Tolos dds di-
rectores presentes, tendo cada director un voto :
e 110 caso de ignaldade de votos era qualqBCT reu-
nio de directores o presidente tera um segundo
voto ou voto de qualidado.
Art. 32. Dos trabalhos de cada sessio da direc-
tora e do compareeimento dos directores sera
lavr?da urna acta, antes de encerrada a sesnio,
ou depois com a conveniente brevidade, pelo se-
cretario, em h'vro especial para esse tim ; e essa
acta ser lida na primeira segante sessaa da di-
rectoria, e ser assignada pelo presidente da ses-
sao, qat ella se referir, ou. peto da sessao em
que for lida.
Art. 5.1. A directoria pode nomear c destituir
cominissTjes tiradas do'seu seio,:conforme jolgar
conveniente, o pede determinar e r qitonm, poderes, deveres e Iraballios. .
"Art. 34. Cada commissao lavrar actas dos seos
trabaleos e as far assignar oeofonne se cha u-
dicado no art. 32. a respeito das actas da directo-
ra e as levar ao conbecimento da direetoria de
lempos a tempo?.
Art. 35 Toda a acta da directoria ou das com-
missoos lancala e assignada como cima disposto,
ser evidencia dos factos neHa hraflados, c da ees-
sao regular da directora ou commissao a que
se refere, e ser considerada romo"acto original
Art, 56. Tolas as sesocs da directoria e das
commissdes poden ser adiadas vontade e pelo
tempo que os directores presentos o determina-
rcm.
IX
Assrmlilas gen-es
Art. 57. Quatro mezes depois de e adiar regis-
trada a companhia ter lugar urna assembla ge-
ral extraordinaria.
Art. 58. Reunir-se-ha annjialmente nma assem-
bla gcral ordinaria no lugar, bora c dia que a
directoria na oceasiio indicar.
Art. 59. A assembla geral extraordinaria pode
ser convocada em qualquer ecasio pela direc-
toria por alvilre proprio e a asssembla ^eral cx-
traordinarja ser por ella convocada toda a vez
que um rcrlucriinento de qualquer numero de ac-
cionistas, nunca menor de cinco, e possuindo jun-
tos nao menos de cinco mil accoes, declarando
detalladamente o objecto da reunio e assignndo
pelos requeren'.os, fr apresentado ao secretario
ou entregue na sede da companbia.
Art. TO. Quando a d;rectora deixar decorrer 14
das depois da entrega dealgum desses reqnerimen-
tos sera convocar a assembla geral, de conformi-
dado com o pedido, es requerentes ou quaesquer
accionistas, nunca menos de cinco,, e possuindo
juntos cinco mil acedes, podem convocar a assem-
bla geral.
Art. 61. As assemblas geraes rcunir-se-hiio
em lugar conveniente que a directoria ou os ac-
cionistas por quera ellas forcm convocadas desig-
naren).
Art. (52. Cinco accionistas presentes pessoalmen-
te 011 representados por prucuracao serio quorum
para nina assembla geral.
Art. C3. Nenium negocio ser tratado em as-
sembla geral alguma sem que desde o comeco se
ache presente o quorum para tratar do negocio.
Arl. 64. Se decorrida urna hora depois daquel-
la marcada para a reunio da assembla geral, o
quorum nao so adiar presente, a assembla ge-
ral, se tiver sido convocada a |>edido de accionis-
tas, ser dissolvida, e era todos os mais casos (i-
cara adiada para o proximj dia mil 110 mesnio
lugar e hora marcada para' a reunio da primiii-
miva assembla geral.
Art. 63. Se 0111 qualquer assembla geral adia-
da o fMoruM'nio se reunir dentro de meia hora
depois daquella marcada para a reunio, os nego-
cios serlo discutidos, qualquer que seja o nume-
ro presente.
Art. 66. O presidente com o consentimento da
assembla geral pede adiar qualquer assembla
geral para outra occasio e para entro lagarc
Art. 67. Em urna fssembla geral adiada nao se
tratar de negocio algum alm daquelle que licou
por aealiar na assembla geral em que leve, luga-
0 adiainento, e na qual elle devia ter sido tra-
tado.
Art. 68. Quando a directoria convocar urna as-
sembla geral na otacctonlrtas convoearem urna
assembla geral extraordinaria, os respectivos ati-
no deverao ser feitos com nunca menos de 7
nem mais de 15 dias de antecedencia ; exclusive
o dia em que for feito o aviso, porm inclusive
o dia da reunio.
Art. 69. JienhUM negocio ser tratado em qual-
quer assembla goraj extraordinaria, alm daquel-
le qae tiver sido especificado no aviso da couvo-
cacao. Em todos os casos em que pelos presen-
tes estatutos sedera dar aviso do negocio que
tem de ser 'ratado na assembla geral, a circu-
lar deve detalhar.
.Minaros d> procaler os assemblas geraes.
Art. 70. Presidir as assemblas geraes o presi-
dente da directora e na sua ausencia o vicc-pre-
sidentc, e na ausencia de ambos un director es-
colhido pe'os directores presentes, e na ausencia
de todos os directores, um accionista escolhido
pelos accionistas presentes.
Art, 71. as assemblas geraes ordinarias em
que algum director tiver de retirar-se do cargo,
elle conservarse-la no cargo at a dissolurao da
assembla geral, retirando-se cm seguida do cargo.
Art. 72. O primeiro negocio de que se tratar
em cada assembla geral, depois de oecupada a
ctleira da presidencia, ser a leHura da acta da
ultima assembla geral ; e se a acta nio parecer
assembla geral achar-se assignada de confor-
midadc com a le ou com os presentes estatutos,
ella ser, quando achada exacta, ou tendo sido
corrigida, assi nada pelo presidente da assembla
geral na qual for lida.
Arl. 73 excepto quando disposta em contrario
pela lei ou pelos presentes estatutos, todo o as-
snmptD que tiver de ser julgado pela assembla
geral, ser decidido por vota-ao por mcio da ele-
vacao ilas mos, e por urna simples maiora..de
votos, salvo se. inmediatamente em seguida
declaracao do presidente da assembla geral do
resultado dessa voiicAo pela elevado das raaos,
for pedida a votacao nominal por escripto, re-
querimento assignado pelo menos por cinco ac-
cionistas, possuindo juntos pelo menos 200 accoes
c entregue ao presidente ou secretario.
Art. 74. Toda a votago nominal sera feita no
lugar e na occasio, qur immediatamente, qur
dentro de sete dias depois da assembla geral na
qual a dedsin fr presentada, em que o presiden-
te da assembla geral indicar; e o resultado da vo-
tacao nominal ner considerado como rcsolucio
dessa assembla geral.
Arl. 75. A declaracao do presidente de 'er silo
votada urna resoluc;a, e o seu lancamento da acta
da assembla gerarser.prova emiclasiya do facto
assim declarado, sera que seja necessario provar o
numero ou a proporcii dos votos dados pro ou
contra a resolucio.
XI
Votrao.nas assemblas geraes.
Art. 76. Em'todas as questes que tiver de ser
decididas por votacao nominal, cada accionista pre-
sente, |iessoal mente ou por proeuracao e com di-
reito de votar, lera um vot) por cada urna accio
que po*suir.
Art. 77. Se mais de urna pessoa tiver direito
em commum a nina aecao. a pessoa cujo nomo se
achar hincado em primeiro lugar nos registros dos
accionistas como um dos possuidores dessa -accao,
e nenhum outro, ter o direito do votar era rela-
jan a essa acco.
Art 78. Os pas, tutores, commssarios, maridos,
teslamenteiros, ou administradores respectivos de
qualquer menor,' luntico, Idiota, msriher ou accio-
nista fallecido, nao terao direito de. vetar em rela-
co s acg&es de taes accionistas, salvo, se quando
se tenham pela mancira previstamestes es atutos,
tornado accionistas em relaco a taes accoes.
Art. 79. Umaceionisla que se ache pessoalraea-
te presente a qualquer assembla geral podo dei-
xar de tomar parte na vota-ao de qualquer nego-
cio que nella se travar, sera que por assim proce-
der seja considerado como ausente da assembla
gwal. .
Art. 80. Um accionista que tenha o direito cte
Mtf.tf pt(IP.*f Itih
qnilqu-r ScTdnbtt que tcnlia o dit'elM de votar,
seu procurador data votar, em qualqudf votcaq
nominal. M
Art. I. Todas as procurac^e serio por eseripr
lo e asstgnadas pelo consfiuiinte, e quanuo se tra-
te de urna eorporacao. serao selladas com o sello
commum,*ou assigaadas por dou deo seas dired-
tores e ser.ra depositadiw no eseriptorio pelo rae-!
nos 48 horas antes do da da reuniio da assembla
geral, na qual elles tiverem ift servir.
Art. 85. A formila das proenraces poder ser
a seguiote, a qual pode eomtudo sor alterada, se-
gundo a conveniencia :
Eu, abaixo assgoado, accionista do New Ltn
t don ani Brasitiun Bank Limited, pelo presente
instrumento nomeio F...... outro accionista do
batrto, para'brOceder na uualidadjs de meu pro-
t curador na assembla geral do trinco que aere
a ter lugar no dia.....de...,...! de rfi\... c em todos
os adramentos. Em f do qac arslgnei aos
dias do........de 18... fAssfgnado).
Art. 83. A pessoa que presidir qualquer asscra:
bla geral ter em todos es casos era que houver
empate na votacao, qur ella seja nominal, qnr
por outra forma, nm voto mldictonst ou de quali-
dade.
XII
.irlos das assemblas ijrraes.
Art. 84. Todos os lancamento; feitos nolivro das
actas das assemblas geraes, comtanto que sejam
feitos o assignados de conformilade com a lei e os
prsenles estlalos, serao, na ausencia de -prova
em contrarb, considerados como um registro fiel
de urna deliberai.o original da corananbia ; e em
todos os casos o trabalho de provar qua qner irre-
gularidade recahir todo solire pBssoa q\ie apr-
sentar alguma objecto acta :
xtn
Poderes dts assenAlus geraes.
Art. fl5. Qnalrrner assembla geral, quando o
aviso tenha sido feito para tal fim7 pode demittir
qualquer director ou fiscal por ma conducta, ne-
gligencia, incapacidade ou outra causa considera-
da 8nfllciente pela assembla geral, e pdjB nomear
outra pessi.a qnalificada para preencher'a yaga, e
sttjeito s disposiedes destes estatutos, pode em ge-
ral resolver a respejto de quaesquer negocio da
ou relativos eompanhia.
Art. 85. Qnalqner assembla geral, sem aviso
algum previo a tal respetto, pode eleger directo-
res ; pode eleger e fixar a remunerado dos lis-
caes, pode tomar conlieciraento, registrar no todo
oit em parte ou adoptar e confirmar ascontas, ba-
lances e relatnos da directora; pode, sujeito as
dispo'icdos deste estatutos, resolver sobre qual-
quer proposta da directoria a respeito de qaalqner
dividendo ; e sujeito taomem s disposjr&es destes
estatuto* pode em geral discutir quaesquer nego-
cios da ou relativo companhia.
Art. 87. A companhia pode em qualquer poca
por deliberacoes especiaes alterar c crear novas
disposicoes era lugar, em accreseimo ou era annul-
lacao d quaesquer regulamontos da companhia,
qur incluidos, quer nao nesf"s estatutos.
Art. 88. A autonsacao conferida pelo preceden-
te artigo estender-se-ha a autorisar toda e qual-
quer alteraco destes estatutos, excepto as re
gras que tambera ?5 achara comidas no atemoran-
dam de assi.i'iavao, e que a lei nao aittorisa a com-
panhia para alterar, cujas rgras exceptuadas se-
rao nessa cooformidade-consideradas as nicas re-
gias fundamenta?* e inalteraveis da compannia,
porm a companhia ser responsavcl por todas as
deliberaccs especiaes, pelas qnaes qnaesqcr ac-
coes tiverem sido emittidas com privilegios espe-
ciaes, einquanto quaesquer dessas acedes estive-
reni por recolher.
XIV
Fiscies '
Art. 89. A assembla geral de 1873 e em todos
os annos subsequenles pode eleger um fiscal ou o
numero de fiscaes que a assembla gcral poss?
julgar necessario. nao havendo necessidade que
esse liscal ou ficaes sejam accionistas.
Ait. 90. Os Srs. Charles Scymour Grenfeil e
John James Aubertin. serao os primeiros e ac
luaes liscaes e exercero o cargo at a poca da
da sembl gcral de 1873.
Art, 91. Qualqner' vaga fortuita que sed' no
cargo de fiscal ser supprda por una assembla
geral convocad,'* para esse efeitu.
Art. 92. Vint c oito dias pelo menos antes do
dia marcado para cada assembla geral ordinaria,
a directora entregar aos Bseaes as contas e o
batanen animal, que leifl de ser spfeMntados
assembla geral, e o fiscal os receben e examinar,
e dentro de t das depois de os ter recelo.lo en-
tregara directora o seu parecer sobre elles.
Art. 93, Seto dias antes do indicado para cada
assembla geral or.lina.iia, a directora, Nevera
mandar nina copia do seu relatora), e das contas
e do bataneo examinados pelo fiscal a cada accio-
nista, 00 rotatorio" do fiscal ser lido conjuncia-
mente com o da directora na assembla geral.
Arl. 94. Durante o anno e em qualquer hora
ruoavel do dia fiscal ter aeeesso e poder ins-
peccionar os livros das contas e os registros da
companhia com o auxilio dos caixeiros e mitras
pessoas, e eom as mais facilidades que elle razoa-
velmente necessilar.
XV
isposiross geraes a respriln dos officiaes da com-
panlft.
Art. 93. Os secretarios gerentes, agentes, caixei-
ros c mais olliciacs c criados que os directores
julgarem necessarios para os negocios da compa-
nhia serio nomeados pela directora, a qual pode-
r suspende-tos, e remov-los, o determinar os
seus poderes, devores, emolumentos, salarios, or-
denados e gratificacss.
Arl. 96. Os directores, depositarios ou outros
ollieiaes serao indemnisados pela companhia de to-
dos os pivjiiizos c gastos que tiverem no desempe-
nliodos seuscargDf, excepto os i|ue proviereui dos
sous proprios actos, voluntarios ou errados, ou por
fallas suas.
Art. 97. Nenhum director, depositario ou outros
officiaes ser respoirsavel por outro qualquer di-
rector, depositario ou oflkial, nem por ter toma-
do parte era qualquer reeebimeiito ou outro acto
por conforinidade, nem por qualquer prejuizo 011
g isto que sobrevena companhia, excepto ajuul-
es que lhe sobrevoiihain por aclo ou falta proprio
voluntario ou culposo.
Art. 98. As contas de quaesquer depositarios,
ou officiaes podem ser ajustadas e appaovadas cu
de&approvadag, quer no lodo ou em parte, pda
directoria.
Art. 99. O secretario nao consentir, salvo
quando a directora, o ordenar, que-se faca ins-
peccao alguma no arcivo, livros ou papis da
companliia, alm daquelles que pelos estatutos
devem estar pa'cntes a exame, o esse* qtu as-
sim dovem ser franqueados ao exame smente e
serao durante as horas lio negocio, das 10 at as
4 horas.
Art. ICO. Qualquer oflkial da companhia que
veuha a tornar-se fallido ou. insolvente, ou que pu-
blicamente lizer composicao com os seos credoroj,
estar por esse facto impedido de proceder como
offlcial, e deixar de o ser.
Art. 101. Fica entendido que emquanto nio
constar das actas da directoria impedimento, os
seus actos no_exerccio do seu cargo serao lao va-
lidos, como se elle continuasse a estar devidamen-
te desimpedido.
XVI
Assignitura das letras e contratos e-usada sellos
communs da companhii.
, Art. 102. Todas as letras d cambio, notas pro-
misorias, contratos e outros documentos que ne-
cessitarem ser assignados por conta da companhia,
e que nao exlgfrem ser sellados serio assignadus
com autorisagio da directoria, quer por" um di-
rector o secretario, quer por dous directores ou
por qualquer pessoa ou.pessoa* autorisadas pela
directora, e iicnhuma outra assigoalura cuDjit i-
r obrigaeao para a companhia.
Art. 103. O sdlo ser afflxado com autorisacao
da directoria, e na presenta de um director em to-
dos os documentos que neeessitarera ser sellad 1-,
e todos esses documentos serio assignados por mn
director e rubricados peto secretario ouuwral-
gura substituto nomeado pela directora.
Art. 104. A companhia ter e exercer os pode-
res da lei 1864 dos sellos das companhias', eo
sello no estrangeiro ser afflxado por autorica
eio e na presenea das pessoas <|ue a directoria em
qualquer poca indicar, o os documentos que cen
elle forera sellado* serio assignados por essas
pessoas.
XVII
Aefies, sua transferencia e aectonistns.
Art 103. A companhia mo ser obrigada por,
nemi reeonbeeer qualquer contrato de transfe-
rencia ou de obrigacio sobre qualquer accao, ou
qualqner in'tercsso de equidade, contingenle futuv
re ou pardal, ou outro qualquer direito, ou a
respeito de qualquer accao, salvo o direiio abso-
luto que a ella Jem a passoa em qualquer oceasiaa
registrada como seu possnidor, e excepto tamben
os direitos conferidos pelo art. 108..
.Art. iefi. A companbia ter a*pjpecedencia e o
direito privilegiado de hypotheca e posse validos
era loda^ a jurisdiccao, sobre todas as acedes d
qualquer accionista, por todos os dinjietoa por
elle devbWs S dmpJnff'Wj flner |tor si, querjun
lMte eom 'outra jieisoa ;" o l'taudo urna aceo
for possuida por raais de urna pe.'W companhia
pr* gual privilegio e posse sobre .J a respeito
de todos os dnlieiros assiiu devidos per* todo* ol
por qnalqner dos seus pOSsifidores, por si m Jun-
tamente eom outra qualquer pessoa ; e em to-
ny os casos quer esses dinbdros sejam ou nao pa-
gavds.
Art 107. A transferencia de acedes ser effec-
toada smente por meio de um documento manus-
**>, astignada peto raniferidnr-fl peto traMn-
ndo, archivado na rep*rtiftO do registro.
Art. 108. o pai, wtnr, curador, marido, testa-
mentetre, administrador, representante, on dew-
sHario de qualquer accionista menor, demente,
idiota, mullicr, TaHeeidV, on fallido, nao poder,
a*a quatdade, ser acciooi.-ta ; pwm- jioder,
sojwlo ao direito de rejeitar o transferido contiuV
no art 110, transferir qualquer aecao do respec-
livoacciumsti impedido ou fallecido ; ou sua
opgau ser elle uiesme registrado de taes acejios,
depois de apresentar directoria nma prova tal
do seu titulo que razoaretnente se possa satisfa-
cer, e dessa prova se far tancamcoto as actas
do seus trabalbos.
^rt. 109. Pessoa aiiiuma poder fazer a trans-
ferencia de qualquer accio, sem que prineiro te-
aaa entregue ao secretario o deixato no ecrp-
torip aviso, put seripio, do niero de cada
accao que deseja transferir, o raome, residencia e
tesenwt da pessoa a quera se' propoe fazer a
tromfereneia, e tenha respondido < pergiimas
que a respeito da posiejao lena pessoa a directo-
ria possa fazer-lhe, e pago a laxa da transfe-
renria, oV>m KrhiHmgs e seis dintieiro?, 1 onlra
gaalguer menor rmantra qne a directora cstalw-
rt. 110. A transferencia de quaesquer acres,
epto as ac;oes que tenham todo o capital rea-
do, nao poder sereitn pessoa qae-nao for
airovada |da direetoria, a qual ter o direito
<*ito, nao eontcstavel por tribunal algum, do
aceitar mi rfjhtar o transferido, e nao ser obri-
gada il ir as razoes por que e njeitou.
Art fH. Nenhuma transfiTenda de ac^Ses ser
feita ;v nm menor 011 (excepto acedes cora todb o
captftl reatisadn) a nma inulher casada.
Art. 1 tf, Nemmma pessoa ser registrada como
transferido ,le mm accao s-m que tenha entre1
gue no eseriptorio o tiinfo do transferencia passa-
do de conforratade com estes estatutos, para ser
archivado pufo eompauhiaj devendo ser franquea-
do toda a vez (pie seja razoavelnente prddo, sen-
do a despea fhavenrib-a) por conta do transf-ri-
dor ou do transferido, ou dos seus representan-
tes ; porm em todos os" ca-os em que, no cuten-
der da direetoria, nao se deve insistir ueste arti-
go, ella pode dispensa-Jo.
Art. i 13. OS registros dos accionistas e das
transferencias estarlo a cargo do secretado sob a
fiscal sneao da directoria.
Art. 114. Todo o'acciom'sta devora indicar em
qnalqner occasio ao secretario o lugar do seu
endereco, para sor registrado como sua residen-
cia, c o lugar assim em qualquer occasio regis-
trado para os propsitos da lei e destes estatutos
ser considerado como sendo o seu lugar de resi-
dencia.
XVIII
Ce> lido ite accoes.
Art. 115. As certidoes de accoes serao passadas
com o sello da companhia e assignadas por um
director, e rubricadas peto secretario,"ou algum
outro offlcial nomeado pela directoria para fazer
as vezes do secretario.
Art 116. Todo acnonista ter direiio a urna
certidau de todas as suas ac.Oes, ou a diversas
certidoes, cada urna por unta parle dessas accoes
especificando cada cerlido os nuceros das ac
S&W que eomprehender.
Ai 1. 117. Se se deteriorar ou perder aguma
cerlido, p Miera ser renovada se directora' fo-
rcm apresentadas provaj do facto ipie a salisfa-
cara, e mediante a indcmqisacaa que olla lulgar
que deve ser dada ; e das prvas e da ndemni-
sacan se far o lancamento nos aelas d)s seus tra-
bamos.
Art. 118. Cada accionista primitivo ter direito,
na primeira emissao das accoes, a una cerli lio
por cada accao gratis, poron em" todos os mais
casos pagar-se-ha (piando a direetoria o entender
um seliilling pir tocia fiqualquercertidi.
XIX
Fundo de reserva ecoocaco de dinheiros
Art. 119. A directoria pule lie lempos a lempos
tirar dos eros di companhia as somraas que n >
11 entender sejam necessarias ou con,vpnienl a
P ira tormarem un ou mais fon I os] de reserva ou
deoiceiaco, os quaos pode.Tm ser a descrjpcaO
la directoria appcadas para igualar os dividen-
ios, 011 pira faierem face a reciamaeoes cantra a
companhia ou s reaponiadades dola verifica-
das, ou contingentes, ou para outros quaesquer
lins da companhia.
Arl. 120. Todos os dinheiros levados a qual-
quer fundo de reserva ou de deprecia{io Q 1 id 0
os raais dinboiros da companhia que nao tenham
inmediato emprego, podero ser collocados em
deposito conforme a directoria entender, ou ser
por olla emprogados era tais ttulos o applicacoes
1 n 1 sendo na compra de ac.-oes da campaobia)
conforme ella em qualquer occasiO julgar apro-
priado ; o era qualquer caso em que ella julgar
conveniente, esse deposito ou apjMicacSo de di-
nbi'iros poder ser :cito 111 nomo de deposi-
tarios.
XX
Dividendos.
Arl. ll. Todos os dividendos de accoes serao
marcados pelas assemblas geraes e ser feitos
tmenle cora os lucros lquidos da companhia
Art. iti. Porm, alim de igualar ,u< dividen-
dos, poder fazer-se o seu pagameito, em qual-
quer poca de conformidad.} com estes estatutos,
com o fundo de reserva.
Art. 123. No caso qne qualquer parto do capi-
tal realizado da companhia se venlia a perder, e
urna importancia .mal 011 inaior de capital realiza-
do tenha sido amallada, art. 16, a importancia as
sim anudada, ser levada ao crdito da conla de
lucros e ponas e os dividendo* podero ser feitos
sob a base de ser o saldo resultado da conta cora
esse crelitu.
Arl. 124. Os lucros liquido* da eomranhia serao
a somma declarada como tal pela directora.
Art. 125. Antes de declarar os lucros lquidos,
a directoria separar a somma 011 soinmas que
leem de ser levadas ao fundo de reserva ou de de
preciacd, art. 19, on as que no sm entender pos
san ser necessarias para, fazer face a quaesquer
reciamaeoes ou responsabilidades contra a com-
panhia.
Art. 126. Nenhum dividendo ser marcado
maior do que aquillo que for recommendado pela
direjt'iria, porm a assembla geral pode, se o jul-
gar apropriado, declarar um dividendo menor, su-
jeito coratudo e sem prejuizo a um dividendo pre-
fereneial ou garantido.
Ari. 127. Quando na opiniao da directora os
lucros da companhia o permitlirm, poder havor
um dividendo seraestralraeule, e nesse caso a di-
rectora poder marcar e pagar um dividendo se-
mestil durante o anno a titulo de dividendo por
conta.
Art. 128. Se houver maior capital reali-
zado sobre unas accoes do que sobre outras, o
dividendo ser pago na propornao da quantia rea-
lizla sobre cada a-'rSr
Art. 129. Todo o dividendo logo que for decla-
do, ser pago por meio de coques, que serio en-
viados pelo crrelo, a risco dos accionistas, ao seu
endereco registrado.
Art. 130. Todos os dividendos, quer sejam por
conta ou por onira flrnu pertenecro e serio pa-
gos aos accionistas que consta rcm do registro no-
dia em que fr Jomada a resolu?ao de declarar o
dividendo, sem ter om conta se elles foram ou
serao os possnidores das suas acces em outra
qualqner poca.
Art. 131. Quando algum accionista estiver em
divida para eom a companma, tolos os dividendos
que tiverem dellie ser pagos ou urna parte sm-
eteme desses dividendos ser app'icda pela eom-
paubia ao pagamento dessa divida.
Art. 132. Os dividendos ni) pagos nunca ven-
cero juros contra a companhia.
XXJ
. jCA mudas de cufihil.
Art. 133. Tda> a chamadas do eapit.l serao
feilas drsctfpcao da direetoria, o as chamadas
serao consideradas como devendo, se* feita*, na
occasio e fin a resoluciio autorisando-a, fr to
mada pela directora.
Arl. 134. A directoria |i6ilfl Paaer chamadas de
capital sobre as accoes previamente sua d-ilri-
buieio e emissio e pode distribu-las o emitti-las
sujeitas s chamadas. ve*9e caso a importancia
das chamadas e a poca e o lugar em qUe devem
ser pagas, ser declarado as cerdie proviMrias
e definitivas das acedes.
Art.-133. Os possttidbres emeammura de urna
accao serao tanto individualmente como (untos
'ras,pooiav.a6 pela pagaineuto de todas a*chaiiwda_s
Art 136. Toda a vez que derote deeWttida
alguma arctoy so fuer urna elianiad abre lia o o
possuidor a no pagar no tempo, determinado pela
deffoerafao a:ic nircou a chtia^i -i 'litWlof
pjder por alguma nova doliberanSd, aeojulgaf
apropriado, marcar uifia nova poca e lugar o
una nova poca ou um novo lugar para o seu
pagamento
Art. 137. Toda a ve* que, depois de einitlidi
alguma acc/I), se fizer urna chamada sobre ella,
uar-se-i a o aviso ao portador dessa accio com es-
pae-i Je 21 ,ji;ii da poca e do lugar marcado
pela dcllieraco primitiva ou por qualquer subse-
quente para o seu pagamento.
Art 138. O aviso do que faz mensio o prece-
dente artigo nio de necessidade ser feito em re-
laco s chamadas felina sobre accoes, antes do
distribuidas e emittidas.
Art. 139. Se algum1 accionisto deixar de pagar
qualquer chamada sobro as soas accoes antes da
sua distribuicao e emissao, na poca e no lugar
designado para o seu pagamento, pe a ddilieracao
que marca a chamada, ou se qualquer acnonista
deixar do pagar qualquer entrada feita sobre as
suas aceoe- depois da sua distrituieio e. emissao,
na poca e lugar designados para o pagamento
polo aviso conforme o art. 137, a companhia pode-
r demandar es accionistas or romiiiuso pela im-
portawia nio paga, a qual vencer juros a razae
de 10 libras por cento por anno, a contar do dia
cima mencionado para o seu pagamento.
Art 140. Pessoa alguma poder votar ou fruir
qualquer piivilegio como accionista em quanto
dever alguma chamada vencida.
Arl. 141, A directoria lera liberJade para era
qualquer occa-io, conforme o julgar conveniente,
receber de qualquer 'acdonista o pagamento da
totalidad.) ou e qualquer parte da ipiantia |x>r
pagar sobre qrcesqner accoes por elle possuidas.
qur para satisfacer a importancia de una chama-
da a pagar sobre mitras quaespjor acroes que
elle posua, ou seto s,no chamada algni'na ten a
sido feil, com tanto que a opcao de pagamm por
inteiro quaesquer dessas iecBe* seja ottorecMa sem
preereucia a todos es aecicnistas.
XXII
Cotnmijso de series.
Art. 142. Se qualquer chamada de qanvsqMT
aches nao for paga 14 (fias dejiois da poca mar-
cada para esse lira ( o aviso estabelecido pelo art.
1.37, quando seja necessario, londo sido feita ) a
directora pode em qualquer occasio depois desse
pnce, mandar avisar aoaertonista r.unisso quo tf 1)ue de.sejaruin rotirar-se da ...mpauliia, .
menos que a chamada seja paga dentro de 14 das geattrwii garanta sufficiente re-
da data do aviso om juros a contar da data e pela
laxa ..eima dita, as suas aerfls cahirao cm
0111-
misso ; e se a diu chamada" o juros nlo forem
pagos deatro dos ditos 14 das, a directoria pode,
ora qualquer poca depois disso, nao estando rea-
lisado o pagamento da dita chamada e dos juros,
declarar ,. accoes cabidas em commisso em be-
neficio da companhia.
Art. 143. Se algum accionista, sobre as ac.oes
do qual a eompanhia tenha a'gunm hypotheca ta-
cita OH posse, art 106, nao pagar a companhia os
dinheiros-a respeito dos quaes a companhia tenha
essa hyputi'eca ou posso dentro de (toas mezes de-
pois d-lhe ter sido mandado pela directoria um
aviso pedmdo o pagamento, a directoria pide em
qualquer occasio, depois disso, nao se t.-ndo ve-
rificado o-pagamento, declarar as ditas accoes, ou
algiira.is dallas em commisso a favor dacompa-
nhia. No caso de compromisso, de conformidade
com esle artigo, a companhia levar em conta
para o pagamento desses dinheiros o valor las
acedes nodia do commisso, e restituir qualqner
excesso quu baja do valor das ditas .vedes ao ac-
cionista em commisso. A eotayao media das acedes
110 mercado- ser o valor que se arbit ara para
transadles quando tenham cotaedes ; e se a na o
tiverem o valor ser aquelle que for marcado por
um corretor nomeado pelo presidenta da comniis
sao do -London Stock Exc':augc-a requeriniento
da companhia.
Art 144. Quando alguma pessoa. que. leuda
direito do redamar alguma ae..o. nao se tiver
habilitado de conformidade cora estes estatuios
para ser registrado como seu possvidn*, B lio
tiver feito seis meses depois de convidado p ir
aviso da directora para o fazer, a direetoria pode,
em qualquer poca depois da expirapao dessa prazo,
declarar taes acedes em commisso em b.uiefico daj
companhia.
Art. 145.- As ac.oos de qualqu r accionista
que diicla ou iinlirectamente sn-tenlar, propasar,
apoiar, ou anwa.ar propor qualquer aeeo, de-
mandar, ou outro pro.'osso cm qualquer jurisdic-
c/10, contra a dxnpanhia, directora 011 qu:i!quer
dos directores na sua qialidade de dinetores,
poder, nao obstante a pendencia de qnalqner
desses procesaos, o qualquer que seja a base ou a
supposta base de qnalqner desses processos, ser,
quando rec mimendado pela directora e com a
sanceo de urna assembla goral, declarado abso-
lutamente em commisso em beneficio la entapa-
nhia; porm em todos esses easos a eonipanliia
pagar-Ihe-ha por inteiro, dentro de 14 dias depois
da dectaraedo do commisso, o pre.o que iaea
acedes tiverem no mereado na .'-poca do eommiss 1
e quando nao tenham pre.o 110 mercad, pagar
Ihe-ha a sommaqoe pelo ultimo bataneo publie 11
da eompanhia se reeonhecer o seu valor nessa
poca.
Art. Jifi. O commisso das acedes envolver a
extimv) na poca do commisso, de todos os inte-
resses na companhia c direito* e reciamaeoes con-
tra ella a respeito dessas acede* e todos os raais
direitos incidentes a accao, excepto smente a piel
les direitos que pelos presentes estatutos estilo ex-
prcssairente reselvados.
Art. 147. O commisso das acedes estar sujeilo
e nao prejudicar todos os direitos e reclama.''
da compaidiia, por chamada^ atrazadas dessas 10-
ees e pelos juros sobre o* atrasados : nem lodos
os mais direitos e roelamaede* I* companbia con-
tra o possnidor de taes aceta quando declara las
en eomraisso (excepto os direitos que pelo art. 143
se extragucm pelo commisso) e ao direito da com-
panhia da demandar com referencia a taes ac-
ede*.
Art. 148. A.companhia todava nao demandar
por chamadas atrasadas e juros sem que prneiro
tenha, na poca e pela mancira que a directora
julgar razoavel, vendido as ac;oes cm conmln 1 I
o seu resultado liquido seja menor da que a tom-
an reclamada por taes chamada* e juros, e uoto
smcn'e-deiiinn lara pelo sal lo dessachamadas a
juros que nao for coberto pelo liquido producto
reasad).
Art. 149. O commisso de qualquer accio pode
em quaesquer pocas dentro de 12 mezo* den lis
do declarado ser remellilo pala directora a sua
dis'.Ti.ao, pagando o transgressor todas as s mi-
mas devidas-por elle companhia e todas as des-
pesas occasionadas pela falta do seu pagamento, e
pagando a mulla e satisfazendo todas a- mais 000-
diedes que a directoria julgar razoaveis, a remis-
s porm. nao podar ser reclamada como sendo
de direito.
Arl. 15. O commisso de urna accao nao pr in-
dicar o direito a qualquer dividendo, ou divid ni-
do por conta j declarada.
Art- I5t. As vendas e outras applicacoes de ac-
edes em commisso podem ser felfas pea direeto-
ria as pocas e com as condieoes qne ella julgar
apropriadas.
Art. 152 Um certificado por esoripto sellado e
asignado por um director e rubricado pelo secre-
tario, dedarando que urna aeco foi devidamente
declarada era commisso, em virtude destes estatu-
tos, e declarando a poca em que foi declarado o
commisso, ser a favor de qualquer pessoa que
pepois reclamar sor possnidor dessa ac;io, orowa
onclnsiva dos factos assim certificados: e far-se-
ia um lancamento da entregbanse certilic donas
actas da directora.
Art. 153. As ac?des cabidas en commisso po-
dem, discrioo da directoria, ser vend Ins ou
dispostas por ella, ou seren absolutamonlc exlinc-
tas, conforme fr julgado mais vantajoso para a
companhia.
Art 154. As acedes eofccommisso serao, ala sj-
rem vendidas, applicadas ou extractas, egistvadas
no nomo da companhia. ou de alguma pessoa on
pessoas nomoadas pela directora como desposita-
rios, o com os dividendos que forana declarados
sobre ellas, formaran.por parte da eompanhia.
XX1H
In'sos
Art. 155. Todos os avisos a accionistas, seas tes-
lamenleiros, administradores, repten)litantes, ou
depositarios, qiar sejam para couviaci de as-
semblas geraes ou seus adiamentos ou para ou-
tros quaesquer proposito', serao feitos por rado de
cartas enviadas a elles accionistas ; essas cartas
ser? assignadas pelo secretario ou terao o seu
uome impresso no lim, ou pela pessoa que lizer as
suas vews por namisaco a direetoria, excepto
nos casos da* assemblas geraos convocadas, por
accionistas, do conformidade cora os presentes es-
tatutos, porque nesse caso levarlo as assignatiuas,
W torno impresso no lira, os nomos dos acdowsias
que a convoearem
Art. 136. As ditts cartas podem ser eulregue
aos accionistas, seus tesumenteiros, adminMroao-
res, representante ou diposliaries, qder pessoat-
monte quer eviaono-iaa* pelo correa, francas
deporte, diriaidas aos accionistas (erabora ellas
tenham hulenlo oa estojara fallidos ou tenham fe- cer em bonencio da prouncia
to algum traspasso} nos seus endereros registra-1 que compensen quaesquer ndrtQen;
dos 011 aos luga
. Art 137. Tin snj WW wHss h! en*
rew .ios accKaista*, t onderadu c.m umU
sid i feito a dio propm, o ano de eHe ?r MI
I ei'... fallido (>u teitr algon impnrn, ano w
fivesse sido feito aos seas lestanenolros, MtaWa-
iradores, representantes m depnilarhw, n>iia
em qtte a caria que o cosiera, tiver sido Uneadr
ao correh), e para prora de <|ae o arrise M Mto,
bastar provar que a carta cantendo-o M emrve
nienteineaite endere.ada e laucada ne torreio.
Art MI/ Todos os avisos dadas aos arnanrMa*
serao, quando feitos a respeiio de nsanaanrr ac
..des s quaes mais de miia pessoa ten*n dKtlo,
dados aquella pessoa cuto nooM se adiar en pn
m'eiro lugar no registro dos accionistas, e o rm<
assim dado ser snfflci-nte para todos os posnri
dores dessas aoede.
XXIV
Uitsolucito da coo:p>iHkia
Art. 159. A lquida,o da companhia poder
ser determinada para qualquer proposito seja qual
for, e quer o objecto sej :. dfoomeio alisoluls,
ou a reconstru-c,.10 ou modluCacad da r.ioipaijna
011 a sua amalgamai.ao com uta qualquer fjn-
pauhia ou outro quabnier orjecto.
Art. 160. Em qualquer liquidacAO, os liquidan-
tes ikieri, auterisados pela r.lii>;io de ama
.is-enibliM geral, aceitar e tomarem 2>rj5cs de en-
tra qualquer companhia,quarj existente ou qae
se formar para esse propasito, come paganento
di neg.icto propriedade da com'iaiinia, oa de
qualquer parte delle, e distribu-las petas acetnos-
tas, (ue serao obligados a aceita-* *, e nao nos
assisar.i 1 direito de ter o valor da? tiH aerjnts
desla coinoanbia pagas em dinlieiio
Art. 101. Excepto naquillo que a a- f .1.1
ral o determ nar por outra forma a ifriT iU I-
qukl.ua os negocios da 5 mipnhia pela 'P v:a qor
julgar coBvemeate. '
Art t(. Nuahan iiissolmja. Sfc'iduU da com-
pan a, nao sendo una liqui lae i l'il.i pt-to trihn-
nal'de conformidade com os estatutos, ter rr.gar^jr
na, ou antes da-4R)6 io -U assembla geral.-mi
na qual a resoluvao especial de dissolver a cOoi-
panuia dr confirura.la, alguns dos accisusl is en
trarem en um eonproniss < contrato ba'-iante
para einpr.ireui ao par ou pelos leaos in nw
se concordar as BOOMS de lodos os accionista-
aaR
garanua sumenmu' a re da eompanhia.
Mana, emiim/is e desrriprm to* suktcnperr.-
John Whil Caler, iiugnaante, II Miaeing Laae.
landres.
Adolphus Klickniann, rapilalLsta 30, Norfolk
Sin et. I'ark Lae, Londres.
Ldwurd Johosion, negoeiante 6, llroet Saat.
lientos, Inaaaat.
Eascoe Giiarles Wya, ban pieiro 07, LmuImt
Street
J.Jin James Aubertin, 10. York Street, San, Ja-
mes Squars, Londivs, G'iidman.
Irederick Youle, aegociaab-, 155, Kencliurea
Street, Londres.
II ilortl'.ler Lauric, c uTccb r de fundos. SI.
Threadoeedle Street, Loadrnt.
Feito aos violo e oito dia- d>: sfleinbro de ni
oitocentis a setenta e unu
Testemiiiilia das aasigaaMna supra.
Alfreto T. S.nilh
Caixeirodo Sr. O. M. r.'..mcnar.
Solicitador
.N. (JJ.Tiireadneeli
l.oiiUrcs.
1; copia M.E. C. Marapa-
llegi-tiador das c .mpanbias anonyau*.
Eu vvil.iam Webb V.'im Jim or. lalielio pobli-
co desta cidade de Londres don fc-e certifico a
quera perteucer que a assignatura ao pe dacerli-
d.i.i que apparece ao lim di uhima pagina h
'los rticos de a-s triara 1
que aqu van jilllt is haiso ir.-i sello ottrial -
diz :
K. I'.. Ciirzon. a propria do pun o do Illm. ?r.
Edwar Cecil Curzon o reg.stra.'nr d conipanhia>
por acedos e anonymas nes 1
ptenle na materia eque a lodo- < .l-um-'
assim por elle autori-a ios d f .111 j'iuo e fu
delle.
Em ;.' do que don a presente por eerttdi 1 qn-
assign e sello en Londres, aos in iW- defeve
de i87i .
OdoJ atiesta. -\V. W.Venn 1 r, aot
blico.
( K-lava o sello do nolari .).
It.conbeco verdadeira a anajaatara sup.
WImii Weim Venn Jnior, lab iluto
eidada : e para c ms* ir onde 1 mvie
passar o presonte que as s 'lio das niperiaes arm i- l'-l > is nado #: ,
do imperio d > Brasil em 1.11 Iraa, an i7 da fas
rairodel871 -La/i I ''"-'< aa< ata neaaaa
api encarregade do eoBslad tg ral.
( Estar o sello do consulado uoral d BtMl
Loadres).
ileroiiheeo verdadeira a assign itara siipra dw Sr.
Luiz Augusto di osla, vicecnsul do Brasil em
Londres. -Ministerio d .- 11 *3e > .--irangeiros.
Rio de Janeiro, 2 de maio de 187.O director g<-
ral interino. Alexaudre !//"> .(/.(
Eslava un.a es!am..il!ia d 1 rei- quatro mil, lau-
lilisad.i.
Numero dnzeeutos e cine e.;Il HtC Rei* qm-
nlientos.
P.igoii (juiihenlos ivs de em dmenlos.
Ilio, 3 de nato de 1872. Oainar"'-.< s:l,e.,-.i.
Eu Carlos Jlo Kuiihardt. traductor publico f
interprete commercial tanaaeando da pataa do
Rl 1 de laneWo, ale. ate. .
Certifico qne o qne precede nali ..n fiele
litteral de nm folheto impresso nu ingl 1 intitula-
do MMoraadan de aaaocia.-ao c eslaM do >'*
LonJon and B asilian Bank LPnitel. Rinde Ja-
n-ir>. s de jiinho 187J,Cttri* JWo JTaainm.
Iraduclor publico e iuterpR>ti cmumercial jura-
mentado.

I60ES ?B]M
ESTUADA III-: FERRO 1"> MMOEIRO.
Ilhn>> 9 Ivjiis. aVaunnnaatnaaaan
l njajiMiTai leglnlnihrn prviu-
elnL
11 baro do Livramento
a preteofo on possiWli lad 1 de t naalarn nm
garanta de juros de 7 0,1). em favor do a
roncessioaano da estrada de ferro do I. u
cuaforiM weaupula no proj lo u. i'J deste 1
apres atado a essa illu-tre asse --bla.
O suplicante, bem ctmio diferentes 1
c011 jorreram licitacao annuneuda, effeclu.
repetida"para a celebraci 1 d 1 -ntralo da c
estrada. Sendo preferido o supplirantc ,
trar em ajuste* acerca das clausulas d> dito
trate, foram-lhe i:nt >-ta
eon 1 todo, o racoaaecaram, e at.- p >.- rior.
a propria adniiui-t'.-.icao da prottana-
O actual concesionario da .?strada, c.
e irreflectid miente aci itoB os onus e enea
que se preien lia lam ar a) c tni ralaale, c p.r
espontanea ddiber.eV. aceitou tambera acumu-
la pata qual se obrigou a tww fi'rtw nem im
provincia nenhum outro fui r. alm dos men-
donados no sen contrato.
Como era natural arredou por este meio to-k
os concurreule, e at m^*mo aquelles que ja h
viam despendida nata da urna dezena de
de ris em estudtis da projectada estrada di
ro do Limoeiro, como tudo na notoriedade 11-
Wica.
Que o aclo do concessionano foi apeaai am
meio reprovado de aflti-tar oa concurren
que nielhor habilitados |>diam construir a
estrada do Limoeiro, prova-o o facto de se 1
decorrido cerca ce quatro aanon sem que um
tro de estrada esteja alivia e nistmida, c o prnea-
dhantai poniorlor, qno teve, dfl soctnr. pot
ou inilirec'iainento por s*u prM-uraitores^impci
lanles ni)dificai-60s ao seu contrato, graades
eessoes de terrenos do esud ., r rtiutowntea per
pectiva de urna garanta de joros .te 7 U.u. qua
lio o s.ippbcaute e ...Uros coiicurreaies _nwniu
rswwnint* a aam de 4 O, w j ana v
conceduu essa assainWa I -_ a.
E' contra una o inaudito es-andato, que a>-
poo contra a inaralidade. e tois aoatratos cele
lirados nesu provincia, qiw o snaineaale ron
protestar, acreditando que esa asa
poder sor indifferente ana nter
viui-i, saerillcando assim as sna*
O siipplijante vera fazw valer os seus direito*.
reclamando, liado uajustica e moratidadj daa
assembla, para quo, ou se oarigoe o eaaeoan
ario a executar a* obras da astrada. tat aaa
contratou-as soba sua honrad 1 palavra^oa a re-
nunciar .ao lia contrato; *do
caso a constaueeo da estrada do L
novamente cm rasla pobliea, on as cu
qae forera diladas pela saMoria da mi
O suppBcante, ceno de que assin m proceJ
assegura igualmente que est habilitada
pa
s
J


T
r
-
Diario de Pernanibuoo Ter$a feira 29 de Abril de 1873.
1 ------------------------
m desde j, se assim coovier i. eu> assembla,
promover a incorporaca^koina companhia pa-
ra construir a citada esaVFd< Limoeiro apenas
om urna geranla do juro'de .> U/0 sobre o capi-
tal despendido e liSGaliado ; o que or rcrto
de maior vaniagom do que o eoTjproini aramia de 7 0,0 ja ujomellida a urna eouipanbia
inglesa, sem qae ao inenot fossj oimd* essa as
serabtei! I
E. R. M.-Recite, 16 de abril de I873.-B. do
Illas*. i; vms Mr*, depiitadoa a
aeasbla legislativa provin-
cia!.
Jacquee Bonnefond, tendo concurrido, em virtu-
de de convite da presidencia, para contratar a
constrocco da estrada de farro do Limoeiro,
apresenton por si e com o concurso de una eom-
panbia fraaceza, urna proposta pe gava a levar a effeilo aquello -neltoramento me-
diante urna insignificantsima iubvenco kilom-
trica paga pela provincia. Nao tendo a sua pro-
posta sido preferida, e sim a de outrem que se
obrigou a renunciar a todos os favores pecunia-
rios, acroditou que assim teria a provincia uin
contrato dos mais vanujosos. Nio tardou, po-
rm, observar que o contrato celebrado, e pelo
qual foram affastados todos os concurrentes, foi
modilicado em detrimento da provincia e exclusi-
va vantagem do concesionario, finalmente que
se trata actualmente de eonceJer urna garanta
de juros para os eapitacs que forem empregados
na consjrue.ao da dita estrada Importando iste
iltudir-se a boa f dos concurrentes, e uin consl-
deravei sacrificio para a provincia, o supplicante
vem protestar perante essa assembla ; e solici-
tar para que a bein da provincia, seja a estrada
de ferro do Limoeiro le-ada novamente praca
com os faveres que se quor outorgar, ou cons-
truida, tal qual foi contratada e sem uuiores
onus.
Pede deferimento.-Recite, 26 de abril de 1873.
Jacques Bonnefond.
Negocios de Fernando.
O Jornal do Recife n. 92 de 18 do cor-
rente mez, publicou um artigo s b o titulo
ain la negocios de Fernando, tirmado por
um Jtnparcial vindo d'alli, em que, para
defeza do tenante coronel Antonio de Campos
Mello, commandante do presidio do Fernan-
do, minha pessoa foi atrozmente attacada
com os mais baixos improperios, dignos so-
mente do autor de tal artigo.
Muito de proposito deixei de responder
immediatamente ao articulista; pretenda
confundi-lo de um modo mais enrgico,
fazendo sobre elle pesar a sanegao penal.
Mas, o o miseravel noteve cragem de er-
guer a mascara esfarrapada que o encerrava;
leon oceulto as trevas de sua propria nul-
lidade.
Chameio-o responsabilidade perante o
juizo competente e em seu lugar foi apre-
sentado Manoel Rodrigues Pinheiro, pobre
oflicial de Justina, que se tem feito respon-
savel por tudo quanto se diz contra a re-
putarlo alheia, e que actualmente faz quasi
profisso habitual desse ramo de negocio.
A' vista d'isto, que podero valer as
tresloucadas palavras do Imparcial, vindo
de Fernando ? Que merecimento podero
ter as expressoes atiradas sobre mim, se seu
autor foge da responsabilidade legal ? Se
sao pblicos os fados praticadospor mim, por
que razio o Imparcial, nQ assumio a res-
ponsabilidade do que escreveu, para tornar
mais patentes esses mesmos fados ?
A razo porque o Imparcial tem con-
Jra si a verdade, que protesta e nao pode
ser subjugada pela calumnia, arma de que
se servio para me accommetter em defeza de
seu amigo.
S o Imparcial quera defender o len-
te coronel Campos Mello, devia lanzar mo
de outro meio, oceupando-se exclustriamen-
te d'elle, sem ferir qsem quer que soja,
sendo tudo abrigado sob sua assignatura e
responsabilidad!?. Res non verba. Assim
seria mais aceeitevel a defeza.
Mas como proceder de outra forma ? 0
nome do Imparcial, despido do anontymo,
produziria eleito contrario, longe de defen-
der aecusaria ; porque ha homens, cujo
contado arruina e corrompe tudo quanto
se lhe aproxima, cutos louvores s servem
para marear aquellos, i quem se dirjem.
D'ahi conclue-se que o Imparcial nao
passa de um vil e intrigante bajulador, que
talvez pretenda conquistar as sympathias do
commandante do presidio, com o fim de
praticar tudo quanto me attribuio. Usando
da calumnia e da mentira conservou-se no
x posto, nao fez mais do que dar aos ou-
tros o que em si tem de sobra.
Mas, felizmente a mentira sempre co-
nhecida, quer appareca encuberta sob a
sombra da innocencia, quer seja colorida de
bem combinados artificios para Iludir a
opiniao publica.
A verdade por sua vez, surge impvida
de qualquer escondrijo, onde se procure
occulta-la, por mais esforcoa que se faca
para domina-la e i oscurecer seu brilho.
Ha homens, verdadeiros apostlos da pri-
meira que procuram supplantar a segunda
para saislazer seu espirito amesquinhado
pela lisonja e corrupcfto ; e por isso esque-
cem-sc de todos os sentimentos nobres, e
concentrando-se no charco immundo, em
que se arrastam, arremessam-se contra a
probidade alheia, sem attenderem que suas
palavras sem novo, sem criterio, acoberta-
dassob o anonymo, nao soseno o rellexo
do coracao, em que ellas se aninharam.
Tal manifestou-se o Imparcial, vindo de
Fernando, i quem servir do resposta es-
tas linhas, mais ein.respeito ao publico, do
que por attenco ao artigo que publicou,
porque sempre se desee, quando so res-
ponde a um calumniador.
Recite, -28 de abril de 1873.
Querino Joaquim Madeira.
de descont, do banco, sabbado.
iUDourcq
Presidente.
Leal Ser
Secretario.
ALFANDEGA
Sen tmenlo do da 1 aitt. ,
(dem do dia 18.....
I,009:883|530
" 54-369*865
61:1551395
IiHaS9 de abril de 1873
Qaeen -mercadorias para al-
Descarregam
Vapor inglez Fue
faudega.
Lugar frunce/.-Ilio Grande-(atracado) roerc.ido-
rias para alfaudega.
Brigue allemo Miranda -varios gneros pari o
trapiche Conceicao, para despachar.
Brigue inglezAccidental Stardiverso* gneros
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Barca allemBHdovarios gneros para o tra-
piche Conceicao, para despachar.
Patacho allemao Julianevarios eneros para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Barca americanaCascotaboado j despachado
para o cues do Apolto,
Patacho inglez Princesa carvio j despachar
do para o caes do Apollo.
Brigue ingle Jane Gosdycar materiaes para
a estrada de ferro de S. Francisco para
o trapiche Conceicao, para conferir.
Hiate nacional Garibaldi eneros naeienaes
para o caes 22 de Novembro.
0E3PACH S DE EXPOltUCAO NO DIA 16 DE
ABRIL DE 1873.
Para os porlos do exterior
Na barca ingleza Sea Foatn, para o Bltico,
carregaram : G. Necsea & C. 64 fardos com 11,418
kilos de algodao.
Na barca inpieza Magna Ckatie, para Liver-
pool, carregaram : R. Schmmettau ce C. 47* sae-
eas com 36,117 112 kjlos de algodio ; S. Brothers
& C. 449 ditas com 37,604 ditos de dito.
No brigue inglez Dolty V/arden, para o Ca-
nal, carregaram : Boxwell 4 Jones 4,090 saceos
com :i00,0Otl kilos de assucar masca vado.
No vapor inglez Boyne, para Southampton,
carregaram : J. C. de Albuquerque 5 papagaos,
3 piriquitos e 4 saguins; H. R. de Carvalho (
barrica com 83 kilos de assucar branco, 1 dita
com 28 ditos de caf e 1 dit4 cora 20 ditos de fa-
rinha.
Na barca alienta Isabetla Joanna, para o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Loyo & Filho 270
barricas com 33.8U7 kilos de assucar branco, o
150 ditas com 18,675 ditos de dito mascavado, lo
pipas com 4,800 litros de cachaca.
No brigue inglez Cambrian Belle, para o Rio
da Prata, carregaram : Amorim Irmaos & C. 520
barricas com 56,674 kilos de assucar branco.
No patactii) inglez // Edmond, para o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Loyo Filho 360
barricas com 30,506 kilos do assucar branco.
No brigue portuguez Relmpago, para o Rio
da Prata, carregaram : B. liveira 4 C 400 bar-
ricas com 46,222 kilos de assucar branco.
NO navio brasileiro Marinho, para o Rio da
Prata, carregon : A. O. Leite 100 barricas com
11,845 kilos de assucar branro e 13 ditas com
1.526 ditos de dito mascavado.
Na galera portugueza Nova F-tna, para o
Porto, carregaram : R. Lima & Guimares 217
saccas com 15,280 kilos de algodao.
Na barca portugueza Alegra, para j Porto,
carregaram : E. R. tabello A C 48 barris com
6.720 kilos de niel e 374 couros salgados com
4.488 kilos. Para Lisboa, B. Oliveira 4 C. 90 ditos
com 1,080 ditos.
No brigue portuguez Bella Figueirense, para
Lisboa, carregaram : E. R. Rabello 4 C. 25 pipas
com I2,i00 litros de cachaca.
No vapor ingez Ckimborazo, para Lisboa,
carregou : J. A. Ferreira I caixa com 15 kilos de
doce.
Para os partos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na-
cional Slsep'iedes, carregaram : A. L. O. Azeve-
do 4 C. lo pipas com 4,800 litros de agurdente.
Para o Rio Grande do Su!, no patacho bra-
silciro Garibaldi, carregou: L. J. S. Guimares
50(2 barricas com 3,488 kilos de assucar branco.
Para Maco, no hiate brasileiro IsoniHa,
carregou : A C VascoceHoe 50 caixas com 37
kilos de doce.
Para Alagoas, na barcada Gloria Feliz, car-
regaram : B. Gomes 4 C. 1 barrica com "0 kilos
de assucar branco.
CAPATAZ1A DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 26 16:387*283
dem do dia 28...... 482*336
Naviot sahidos no memo dia.
ParaBrigue fraucez Avenir, cupito Long-
nne, em lastro le ar*.
Rio da Prata-Patacho hotlandez Mellg, ca-
pilio f. P. A: Rapp, carga assucar e
agurdente.
MamanguapeVapor brasileiro Cururipe,
commandante J- s H. da Silva, carga va-
rios gneros.
CTAES. ~~
Edital n. 117.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que nao se tendo enectuado a venda da mercade-
ra abaiio declarada, annunciada. por edital n.
115, por falta de concurrencia ao valor offleial,
se transiere a mesma venda pira as 11 horas do
dia 19, porta desta reparti'.o.
Armazem n. 5.
400 lequei de osso que faziam parte do contad-
so da caixa, marca O B n. 171, vinda de Liver-
pool, no vapor inglez Oberon, descarregada ei
18 le marco prximo passad*, ataludo* por dotls
contos e abandonados aos direitos por Otto Bohrei.
Airandega de Pernambueo, 16 de abril de i*7J.
O inspector,
____* Fab A. de Carvamo Reis.
Edital n. 116.
pela inspectora da alfandega se faz fabuco que
se ha de arrematar, porta desta reparticao, li-
vre de direitos, s 11 horas' do dia *" do correa-
te, a mercadoria abaixo declarada.
Armazem n 5.
Dez chapeos de palua da Italia e vinte ditos de
raspa de pinho infestados e avariados que faziam
parte do eonteddo da caixa, marca C 4 M, n.
24, viada de Liverpool no vapor iafiez La-Place,
entrado no presente mez, avallados por 600o0,
e abandonados aos direitos por Cunta 4 Manta.
Allandega do Pernambueo. 36 de abril de 1873.
O inspector,
___^^_ Fabio A. de Carvalho Reis.
VOLUMES SAHIDGS
Ho dia 1 a 26......
Pnmeira purta no dia 28. .
Segunda poeta.....
Terceira porta _. .
Trapiche Conceicao .
16:869*619
38,725
107
98
572
781
40,286
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIFE 28 DE ABRIL
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Cota?des ofllcaes.
Assucaramericano purgado 2*150 por lo kilos.
Assucar-de Macei 2*i00 por 15 kilos, posto a.
bordo a frete de 3"i e 5 0|0.
Algodao da Parah.ba 1* sorte 10*150 por 15
kilos posto a bordo a frete de I ]2 d. e o
OO, sabbado.
Algodio-de Macei 1* surte 10*300 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 d. e 5 0|0,
hoje.
Dito-de dito R. 8*500 por 15 kilos posto a bordo
a frete de 7|8 lea 0(0, hoje.
Cambio sobre Londres a 8 d|V. 23 7|8 d. por
II, sa ibada
Dito sobre dito a 90 djv. 26 I 8 d. e 26 1|4 d.,
e do banco 26 d. por la, sabbado
Dito -sobre dito a 90 d[v. 26 i(8 (L, 26 1)4 d, e 20
3|8.d., e do banco 26 d. por 1*, hoje.
cambio sobre Paris a 90 d|v. 36o rs. o franco,
do banco, sabbado.
Dito-sobre dito a 3 djv. 370 rs. o franco, do ban-
co, saboado. *
Cambio sobre Hamburgo a-f d;v. 464 rs por
R. M, do banco, .abbado.
Dito-sonreditoa 90 dtv. 457 is. pir R. M. do
banco, sabbado.
Cambio sobre Lisboa a 90 d|v 106 0K> do ban-
co, sabbado.
Pito-sobre dito a 3 djv. 10 0|0, do baneo, sab-
bado.
Cambio sobre o R:o de Janeiro a 8 Jjv. 1|2 0|0
SERVIO MARTIMO
Alvarengas dcscarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 26. 111
Ditas ditas no dia 28. ..
Navios atracados no trap. da alfandega 2
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao..... 2
123
BRCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERXAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 26. 49:4480:-3
dem do dia 28...... 10:877*243
i'tClABaCOEl.
l'.maiK'lpuro de eseravoss.
A junta de emancipaco de escravos creada pe-
lo art. 28 do decreto n. 5,135 de 13 de novembro
de 1872, faz publico que est funecionando no
Saco da cmara municipal todos os das uteis de
horas da manhi s 3 da* tarde e que segundo de-
cidi o Exm. Sr. presidente da provincia, vista
das duvidas apresentadas pela referida junta, sao
obrigad s todos os senhores de escravos dcste
municipio a dar no prazo de 3 mezes uron rela-
eao em duplcala de todos os seas escravos, afini
de seren clasificados, declarando nella o nome,
idade, estado, profisso, aptido para o trabalbo
e o valor. Observando-se que a classificaco ser
feita por familias e individuos que na liberlacao
por familias preferirn :
!. Os conjuges que forem escravos de dif-
ferentes senhores
2.' Os conjuges que liverem fillios nascidos
livres em virtude dalei e menores de 8 amos.
3. Os conjuges que Ufaren ilhos livres me-
nores de 21 airaos.
4." Os conjuges com fil os menores escravos.
5." As mais com ilhos menores escravos.
6." Os conjuges sem il os meuores.
Que na lbertaco por individuos preferirlo :
1." A ma on pai com ilhos livres.
2. Os de 12^ 51 annos de idade, comecando
pelos mais mocos no sexo feniiniuo e pelos mais
velhos no sexo masculino.
Que na ordem da enancipacao das familias e
indiviJuos serao preferidos :
!. Os que por si ou por outrem entrarem com
certa quoia fiara -a sua lbertaco.
2. Os mais morigerados a juizo dos senhores;
em gualdade de condicoes a sorte decidir. Que
finalmente incorrerao na pena de prsao aquelles
que de m f nao derem na classticacao os no-
nes dos seus escraros.
Recife, 24 de abril de 1873.
Rento Jos da Costa,
Presidente.
Manoel Joaquim Silveira.
Francisco Augusto de Aluieida.
('amara.
< Bornardino. < Julio. < Mximo. Menezes.
Santos.
c Emiliano, c Pinto.
Philadelpho.
< Vicente, f Florindo. Antonio, i N. N.
D. Joanna. D. Manuela.
Espiritoosa critica ao syttenu eieitoMl no Bra-
sil, 'representada pela primeira ves, no theatre
Gymnasio do Rio de Janeiro, em presenca de
S. M. O IMPERADOR
Musir h maestra Colas.
eomposU expressamente no estylo das cai;oes
populares braseiras.'
DENOMINAG5ES
1.* acto; 0> ilous candidatos.
! dito.VermeHios e amarelle*.
3.* dito. -A cabala e a eleicaq I
Personaren.
Jiio Fernn les, Juiz de paz Sr. Flavio.
Athanaso Mendos, subdele-
cailo
Mauoel Goncalves, intluente
eleitoral
Bonifacio Pinto, escrivo
Baplista Facundos, eleltor
Diniz Antonio Luiz, dito
Henriqua de Souza, enge-
nheiro
Germano da' Silva, procura-
dor
Panuleio Caneca, votante
Guilherme Lamego, alferes
de polica
Chrispm Pataca, actor vo-
lante
Paschoal Bailao, capanga
Um votante
Um sineiro
Anna, irma de Joao Fernan-
dos
Faustna, filha do mesmo
Felicia, viuva de um depu-
tado d. Olytnpia.
Votantes, guardas nacionaes, inspectores .de
quarteiro, soldados de polica etc. etc.
A scena pastada n'sra curato de urna das
provincias do imperio.
PEAS DE CANTO.
N. 1. Aria e coro A nossa torre famosa I
N. 1. Duetto Sou namerada das minhas flo-
res I
N. 3. Canelo chula Moca esperta quando
ama I
N. 4. Aria bufa t- Bravo I bravo I finalmente !
N. 5. Romance burlesco Que dor no vzio !
N. 6. Copla Eu sou sublime engenhero.
N. 7. Tercetto buffo segredo que eu tenho
no seo.
N. 8. Coro final do 1.a acto Viva e reviva o
godemi I
N. 9. Duetto chulo A tilia anda engaada !
coitada t
N. 10. Canconeta Favonio da minha rosa.
N. 11. Tercetto O cume que abrasa mea
peto I
N. 11. Walsa burlesca Oh que gosto rom-
pendo alleluia I
N. 13. Romance caricato Quem ama nao tem
socego I
N. II. Coro final do 2.* acto Algazarra Pan-
cadaria I
N. 16. Recitativo :
Pelo draheiro o honicm de juizo.
< Soffre ludo sem sentir abalo,
Vende affeicoes, aluga a consciencia
E at s vezes serve de cavallo !
N. 16. Coro da cabula Avante avante I
N. 17. Duetto burlesco Alegres vivamos, co-
mendo e bebendo I
N. 18. Grande cateret, final coplas o coro.
N. B.-A msica do ateret composico do
Sr. Manoel Joaquim Mara.
O scenario completamente novo e caracters-
tico e foi executado pelo hbil scenographo
LEN CHAPELIN
A pega est posta em scena com todo o es-
mero.
Principian s 8 1/2 horas.
CONPAMIIA
DE
NAVECACAO BAHL4\A
Para Mhcc. Pencdo, Araeaj
e Babia.
E' esperado at o dia 5 Je maio o vapor Dih/im.
Recebe carga, passageiros dinheiro a frete pa-
ra os porlos cima : a tratar com os seus ageu-
tes Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, ra do
Bom Jess n. 57. ___________
COMPANHIA PKRNAMBUCNA
DE
Havegacio costeira a vapor.
FERNANDO DE NOHONHA.
O vapor Giaui, com-
mandante Martins, se-
guir para o porto
cima no da 3 de
maio prximo vin-
djuro ao meio dia.
Recebe carga at o dia 2, encommendas pas-
sagons c dinheiro a frete at as 10 horas da ma-
nila do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Matios n. 12.
marqjiuzHs largas e MnM,
conqollui, mes i r dondan, bP-
qos para crianqap. ca para criiik;r 6oner> ni na mf>
sa, cadeiras para ecriptr'o
de pia'i o (crin r de guaritic,* dediiTereiitft m-
d iras e fetio-, 11^ rus dedir. tU>
e litt r.ittira, laf.eU^, fa<*a* r gar-
fos para sobremesa, crjalaea di-
fercut-s, cabi 'es e qu rtinhek-
ras para parede, objecti s deou-
ro e prata e infi-ii 'ade eobjf>
tos do i o domestico.
0
Rio de Janeiro
segu viagem nestes dez das o patacho nacional
Veloz. A pouca carga que lhe falta porte ser tra-
tada com o seu consignatario Tito Livio Soares,
ra do Vicario n. 17.
PABA'
Para o referid.! porto segu com poucos dias
de demora o brigue portuguez Liyeiro III,
capitSo e pratico Nobre, por ter mais dedous
tercos de seu carregamento prompto, e para
o que lhe falta, que recebe a frete comino-
do : trata-se com os consignatarios Joaquim
Jos Goncalves Beltro Filho, ra do
Commercio n. 5.
Juiz.) Escrlvao Torres Bandcira.
Sxta feira 9 de maio prximo futuro, na sala
das audiencias, perante o Sr. Dr. juiz substitu-
to dos fcitos da fazenda, s 11 horas do dia,
iro praca por venda as casas ns. 20 e 22do
largo dos Remedios, frguezia dos Afogados, ten-
do urna 10 palmos de frente, 00 ditos de fundo,
3 janellas de frente, urna porta no oitao, 2 salas,
1 quartos, quintal em aberto, um quarto e co-
xeira ao lado, avahada em l:i 00S ; e a outra 40
p limos de frente, 43 ditos de fundo, 2 janellas
de frente o uaia porta avadada em 3'l0|, para
pagamento das execueoes por dcimas contra Ma-
noel Antonio Ribciro.
Recife, 26 de abril de 187J.
O solicitador da fazenda provincial,
J. Firmino Correa de Araujo.
60:3234246
CONSULADO PROVINCIAL
Keudiroento do dia 1 a M.
dem do dia 28. .
I06:78276i
5:095^706
111:8784470
*; De ordem do tiln. Sr, inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se faz publico
para conhecimento de quem interessar, que no dia
30 do corrente mez, pelas 2 horas da larde, pe-
rante a junta da mesma thesouraria, ser posto
em hasta publica, para ser vendido a quem maior
vantagem Merecer fazenda, o terreno proprio
nacional, onde estava edificada a casa terrea n.
16, da ra do Nogueira desta capital.
Secretaria da thesouraria de fazenda, 14 de
abril de 1873.
O oflicial maior interino
Carlos Jo < d Souza Correia.
OVIMENTO 00 PORTO
Mav ios sal idos no dia 27.
Rio (irandedo Sulbrigue brasileiro.//u" capitao Joaquim dos Santos Souza. carga
assucar."
CanalBrigue inglez Camtoof, capo Wai-
laoe, carga assucar.
Observaco.
Nohouve entradas.
Suspendeu do lamaro para Macei, a
barca ingleza Kedron, capito Jaryis, com o
mesmo lastro que trouxe de Bcnos-Ay-
res.
dem idem para os portos do norte, pata-
cho ingtez Industry, capito Gefford, com
o mesmo lastro que trouxe de Santos.
Mavios entrados no dia 28.
Para e portos entermedios9 dias, vapor
brasileiro Paran, de 850 toneladas,com-
mandante Pamplona, equipagem 56, car-
ga differentes gneros; a Pereira Vian-
na & C*
Bahia5 dias, hiate brasileiro Garibaldi, de
109 toneladas, capito Custodio Jos Vian-
na, equipagem 8. carga farinba de trigo e
mais gneros; a Tasso Irmo & C.
Ri i Grande do Sul27 dias, patacho por-
tuguez Lic, de 185 toneladas, capito
Urbano Jos Ferreira, equigagem 9, car-
ga carne ; a Luiz Duprat.
Barcelona37 dias, sumaca hospanhola
Preciosa, de 104 toneladas, capito Ga-
briel Fabregas, equipagem 10, carga vi-
nho c outros gneros; a Pedro M.
Maury.
Trieste 83 diast patacho noruegueuse Bal-
der, de 160 toneladas, capito Th. v. W.
Angel, equipagem 7, carga 1,150 barri-
cas com farinha de trigo; a Johnston Pa-
ter & C.
Cabo-Verde21 dias, brigue nacional Raio,
de 226 toneladas, capi'Jo Antonio Fer-
uandes Lureiro, equipagem 14, carga
sal: a Amorim Irmo C.
Tendo a thesouraria de fazenda, em cun jri-
mento de ordem superior, de remetter diversos
caixoes para os termos de Garanhuns, Bom Con-
selho, Buique, Villa Bella, Flores, Ingazeira, Ta-
caratd, Floresta, Boa-Vista, Pctrolina, Ourcury,
Cabrob e Salgueiro, o Illin. Sr. inspector mari-
da convidar a quem se quei. a encarregar dessa
remessa para comparecer nesta reparticao, em
qualquer dia e durante as horas de seu expe-
diente, alim de tratar-se do ajuste.
Thesouraria de fazenda d- Pernambueo, 25
de abril de 1873.
0 2." escripturari servindo de secretario.
Carlos loo de Souza Correa.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
No da 30 do corrente, linda a audiencia do Dr.
juiz de dir ilo da Ia vara do civel, tem de ser ar
rematada urna mobilia de amareilo em bom esta-
do, composta de varias pecas no vabr de 2504, a
qual vai praca por execucao de D. Joaquina Ber-
nardina de Castro Rios contra Hermn Augusto
Ehohardel _________
DMilSTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
RUCO 29 DE ABRIL DE 1873.
Malas pelo vapor Parara da companhia
brasilera.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (29) pelo vapor cima mencionado para os
portos do sul, ser recebida pela maneira se-
guinto :
Macos de jornaes, mpressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar, at 1 hora da urde,
cartas ordinarias at 2 horas, e eslas at as 3,
pagando porte duplo
As cartas e jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagaro previamente, aquellas a laxa de
300 rs. por 13 grammas on fraeco de 15 gram-
olas, e estes a de 40 r.-. por 40 grammas ou frae-
co de 40 grammas, na progresso estabelecda
as tabellasC e D -annexa s nstrucedes do 1*
de dezembro de 1866.
O administrador interino
Vicente Ferreira da Porcioncula.
Recita extraordinaria em beneficio e despedida
da artista franceza
Mme. machylde poppf,
F. DA
JOVEN VALENTINA POPPE.
Quinta-feira f de maio.
Procramma.
Depos de executada pela orchestra urna bri-
lhante ouvertura, ser representada a interessan
te comedia nacional em 3 actos, toda ornada de
msica
0 Phsiitasnia Branca
original do Dr. J. M. de Macedo.
Os principaes papis sao desempenhados pelos
artistas : Manuela Lucci, Joanna Januaria, Fla-
vio e Vicente.
Nos intervallos a orchestra executar a polka
imitativa .
O passarinho da) multa.
e grande galopo burlesco
VIVA A PANDEGA
composicoos do maestro
lulio Poppe.
No intervallo do 2." e 3." acto, Mme. Poppe can-
tar a linda canconeta de Beanplan
Le necessaire.
Terminar o espectculo com a graciosa saynette
Les hirondelles de la rae.
As andorra- as da ra.
Principiar s 8 I \i horas.
As beneficiadas tendo de relirar-se para a
Europa, fazcm por este meio as suas despedidas
ao nospitaleiro publico pernambucano, agra-
decendo-lhe a generosa proteccao com que sem-
pre as distngniram.
Os bilhetes podem ser procurados em mao das
beneficiadas ra Bella.
As t eneliciadas, em um dos intervallos, iro aos
camarotes agradecr as Exmas familias, assim
como, as mesmas pdem a todas as pessoas que
receberam bilhetes que iro pessoalmente s casas
receber as exportulas.
4V1S0S MARITISIOS
Baha.
TK.RC4-FF.IRA 28 iMJ CORRENTE
NA
I'EIRA SEMANAL
>=rua do imperador n. lt.
Arimem.
DE
20 saceos com arroz variado
OUARTA-FETUA 30 DE ABRIL.
s IO horas
0 agente Pestaa far leilao, por conu e rne de quem pertencer, de 20 saceos com arroz ara-
ado com agua do mar, e serio vendidos qaart-
feira 30 do corrente, s 10 bnras da manhi, no
armazem do Annes.
LEILAO
Para o referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Olnda, por ter partera carga, e
para a pouca que lhe falta, trata se Tom os con-
signatarios Joaquim Jos Goncalves Bcltrao 4 Fi-
lbos : ra do Commercio n. 5. -
Para a Bahia
o hiate Gaaibaldi sage nestes poucos das : para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, on ra do Araorim n. 39.
Para o Porto
pretende sahir muito breve a gllera portugueza
Noca Fama' 11 por ter grande parte do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que lhe fal-
ta a prtcos mdicos, e tambera passageiros, para
os quaes tem ptimas accommodacoes : trata-se
com Tito Livio Soares, ra di Vigario n. 17.
Para Lisboa
o brigue portuguez Bella Figueirense, capito Bar-
ros Valente; este navio vai sahir dentro era pou-
cos dias, e anda pode receber alguma carga e
passageiros : tratase com E. R. Rabello 4 C, ra
do Commercio n. 48. ____________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
\u\ca;ncilo costeara a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no da 2.s do
corrente, s R horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sahida .
essriptorio no Forte do Mattos n. 12.________
4 Olll'Wllll
DE
\w:(,\n brasilera.
Portos do sul.
At dia 28 do c rrente,
esperado dos portos do
norte o vapor Paran,
commandante Pamplona,
o qual depois da demora
do coslume, seguir para
os do sul.
Para carga, encommendas, valores passagens,
trata-se no escrioro da agencia, ra do Vigario
n. 7.
DE
bancos, ferramcuta, madeiras e mais porte-
gas da oificina de inarconciro da ra do
Kangel n. 60.
Na loja do sobrado em que mora o Sr. major Si*
" QUARTA-IKIRA IODO CORRENTE
0 agente Martins far leilao n-querimenlo e
D. Alejandrina de Sonta Cuimares Vivir, h>-
ventariante dos hens dexados |n-Io falkcimenlo e
seu marido Antonio d.. Cooto ViHra, e por despa-
cho do lllm. Sr. Dr juiz de orphau. da ornnrta
de marcineiro ra do Rasgal n. fin. cujo prodnrtc
fer applicado an pagamento de alugueis vcnc4im
da mesma offieina.
A's II horas do dia cima, na m-Jmaoffl.ina.
DE
MOVIS, LIVROS EM FRANCEZ E DOLS MA-
CACOS, A SABER
3 guarda-ronpas, I aimario, 4 cadeiras de ba-
lan, | sof, 2 mesas, 3 cabides pequeas, 1
banca de iogo, 1 carleira, 6 cadeiras, 3 ps de
bali, 3 momos de palha e trem de cozinha.
Vm rclngio de bronze com pcan a, I ettager,
muitos e ditferentes livros francezes e dilTerent*
eslampas (hthograpliadas).
Novccaixas com lijlos, 2 paos grandes, 6 peiV
eos de pao, I chapa de ferro, 4 taboas, 6 grades.
I roda, I fiteiro, 1 baoro para cortar fumo. 2 la-
boleiros, 4 camas i: vento, I cama de ferro, 18
caixas, | guarda-roupa, 1 mesinha redonda e u-
Iros ohjectos.
OLINTA-FEIRA 1 DE MAIO
s 10 l|-2 horas em ponto.
Por iatervencao do agente Pinto
no armazem do baro do Livramento, caes do
Apollo.
LEILAO
vellas,
Para o Rio de Janeiro
o brigue portuguet Colete, de l1 classe. vai sahir
em poucos dias por ter a maior parle da carga
engajada; para um resto da carga que lhe falta,
trata-se com E. R. Rabello & C, ra do Commer-
cio n. 48.
Swe
LEUDES.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
No dia 29 do corrente, espera-se dos portos do
sul, o vapor inglez Boyne, commandante F. Reeks,
o qual depois da demora de costume, seguir para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente f
Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA -VICENTE.
Quarla-reira 30 de abril de 1873
NOVITJADE IMPORTANTISSIMA.
Suocesso garantida 2
Grande espectculo cmico lyrico
li:*M>AI, DE 35 FIGURA*.
Representacio nesta cidade da muito interes-
sante e jocosa opereta em 3 actos, original do Dr.
J. M. de Macedo :
A
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
lavegacdo costeira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU'.
O vapor Mandah.
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do correte, s 3
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas, di-
nheiro a frete e passagens at as 2 horas da tarde
do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
tos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
\avegacao costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, SIOSSORO', ARACA-
TT, CEARA, MANDAH', ACARAC' E GRANJA'.
O vapor Ipojuca,
commandante Moura,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do corrente, s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga-At o da 28, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da ahida : escriptorio no Porte do Mattos
0. 12. ,
LEILAO
por iiquidaco.
De candieiros a gaz, sobresalientes para os mes-
mos, pendentes, arandeflas, estatuas, chafarizes
de ferr, lavatorios de ferro, caixas com aupare-
lhos para viagem, venezianas, cabides, fructeira?,
jarros de ferro, bengalas, campas, bandejas, pila-
res de bronze, canos de ferro, tubos, tornen,
tndisiros para kerosene, globos, bataneas deci-
maes, e pesos de lalo.
Urna mobilia de mogno, porta-relogios, muitos
e differentes objectos de cima de mesa o muitos
ou ros artigos.
Urna casa de ferro com boas accommodacoes,
montada em grande terreno, junto esta/ao de
Sant'Anna.
HOJE
Por intervenco do agente Pinto.
No armazem da ra do Imperador n. 43.
0 leilao principiar s 10 horas em (ponto por
serem muitos e, differentes os lotes.
DE
cabos, correntes e barris contcodo
carne salgada.
Quinta-feira 1 de maio
s 11 horas.
O agite Pinho Borges vender de novo em ri-
lan por tonta e risco de quem pertencer o i-
quinte : vellas viradores, cabos de linho, moitiSn.
correntes, tudo novo e em bem eslade, barr*
com carne salgada : m quien se adan no u-
mazem alfandeg.id.. do Kxm Sr. Bario do Livra-
mento. no caes di ApoHo, onde HM eflertiiado >
dito leilao, e esperado a concun enra dos Sr*. ea-
pites de nano*.
Leilao
DE
bons movis
Mobias de jacarando, com
tampos de pedra marmore, mag-
nficos guardas louqa de vinha-
i ico, mesas elsticas com 5, 6 e
7 taboas debobresalentes, com-
modas de Jacaranda e amareilo,
aparadores de mogno e vinhali-
eo. guntda vestidos e guardas
roupa,, entre elles 1 com espe-
Ih rologios de parede de Jar
horas, jarros finos para flores,
candieiros a gaz, 1 mobilia de
amareilo com tirapos depedra,
grande quantidade de trastes
avulsos. sendo: camas france-
:ia jH'i>|irpdadpi:i!|idi-lan(p
drnominada
Sitio da Porta d'Agua
SEXTA-FEIRA 2 DE.MAIO.
Francisco Ignacio Pinto, competenlemcnte am*-
risado pelos prop notarios do sitio cima dito, a
cora licosca do lllm. Sr. juiz dos orplios, vendr-
ri a rr.esuia no da 2 de maio prximo vindonro.
ao meio dia, no seu es-riptorio, ra do Bom Je^i.
n.43.
A propriedade lorna-sc mnito recommendavr!
por ter avenal OSSI de moradia, olaria e gran-
de liaixa de capte, e pode pruduzir urna renda
amiuai de ''.'m)j ou mais.
I'ICOII SIO
Symphrono Queirnga tem procurado impedir a
venda da dita propriedade, insistindo em se julgar
cora direity a una poreno de Ierra e urna pequr-
n,i casa que faz parle d'ella.
) pretendido direito de Queirnga nao existe, r
q.icrcndo elle faze lo valer em juizo. derahio da
aceao que para isso intentnu e proseguio contra
os herderos do tcncnte-coronel Florencio Jo*e
Carnciro Monteiro
Os ai-cnrd.os que abaixo se traasrreve, mos-
trara haver elle decahido d esta accio :
O I.' mostra que os herderos de Florencio lasf
Carneiro Monteiro foram habilitados, e com etles
proseguio a accao intentada por Queiroga, an 1$
de dezembro de 1861 a fl. 180 dos autos.
O 1* mostra que se julgou milla a selenea que
obtivera Queiroga e que tentara executar, julgan-
do-so nao ser competente a acro intentada, fl. H*t
23 de oulubro de 1866.
O 3.* mostra que foram desprezados os embar-
gos oppostos por Queiroga e confirmado o acenr-
dio a lis. 402 e 420. 18 de dezembro de IM9
Queiroga foi cohdemnado as costas.
Acordaos.
I." A fl. 180. -Vistos estes autos ele., julgo pro-
vados os artigos de habilitaclo defl. 17*, alieaUr
certidao de fl. 174 e em face dos depoimeates
de lis. 176 a 177, e por isso. havendo os habilitan-
dos por habilitados, mando que rom elles corran
os termos da presnte' accao. Pagurm os haliil-
tandos as fustas.
Hecife, 16 de dezembro de 1861.
Francisco de Araujo Barra.
2. A fl. 402.-Accord2c em reacio etc., que
proposto e discutido este feito civel entre partes,
appellantes D. Joaquina Bodifacia Pires Cansas
Monteiro. e seus filhos, appellado SjrrnphroMO
Olympio de Queiroga, julgara nnlla a seslesea
exequenda, porque a accao intentada Jncosaa
tente e sem applieacio especie, visto'^oe tal
accao nao compete quelle que,- estando na pota*
do terreno de que outrem nao est de poese, e ssa
ninguem lhe contesta, quer H\Tar-se de orna ser-
vidao que tem csse outro oompm damno de algasa
arvore plantada em dito terreno, e eoodcmaasi
appellado as cuitas.
Hecife, 23d%outubro de 1866.
Souza P.
Santiaao (vencido.) ,
Almeia Albni/uen/ue.
Motta (Vencidot
Ikminguet da Silva.
A ai*.
3.' A fl. 420.-Atcordao em relace
feito o reiatorio do estyllo^ iolfaa o
I habilitado para intervir
te.
za^ de Jacaranda e amareilo,\^Zd^7Z%T^'Z


I

I
I.
\
Diario de Pernambuoo Ter^a feira 29 de Abril de 1873.
ron como confirma o .iccnrfao a fl. 402, e man
daiu que se cuui|ra> o mesina,- accordao. Paga o
embargle as cusa*.
Rwfe. 18 *5>.
" S'iutknj i /.
Somx* Lei (vencido qirtuitn ao nao
recebimento dos embargo: .j
Mmeida Albuouerqut.
Motn.
Assis.
Dominguei Sil*. _____
LEILO
da casa terrea n. 6 da roa do AragSo, em chao*
proprioa.
Urna dita na ra de Vidal de Negreirot n. 136
(Unco Ponas) reedificada.
Urna dita a. 15 na ra do Amparo em Otinda,
em chaos proproi.
Sexta-feira ti de tnttU
AO MEIO DA.
Por intervencio do agente Pinto
Erasen escriptorio, ra. do Bom Jess n. 43.
LEILO
, DE
fazendas inglezas
AVARIADAS
constando de
madapoles, algoddes e chitas.
SEXTA-FEIRA 2 DE MAIO
Por intervencio do agente Pinto, em seu es-
criptorio, ra do Bom Jess n. 43.
Cimra-priilfsl.
O abaix> ass'.!iailii tendo liito n aniiaiirio o pr.
lettu puhhYadus uuUnro de IVm/tmmio de lum-
t*m, |wId l.'ih.'ii" IjhMsco Ignacin Pinto, que
julga-se autorizado ;< vender o sitio da Polla i'A-
gua, vem scentilicar a quem houver de realisar
osa) compra, que ..inda conserva sobre aquella
propned:ide o mvsun dtreilo que sumpre leve, e
do qual nunca f.i apellido por scnten.a alauma,
conforme falsamente assogura o pr testo.
Para desengao de quem quer que soja, tambera
|)or sua parte trans ;reve o abaixo assignado o ac-
cordao que aniutllou a seutenea obtida em seu
favor ; e quem nao quizer ser ceg ver que esse
aecordb nem mesa o poz em duvida o direito do
abaixo assignado, e tmente julgo incompetente
a accao.
Accordao em relaolo etc., que proposlo e discu-
tido este feito civel entre partes, aupellante D.
Joaquina Bonifacia Pires Carneiro Monteiro e seus
Glhos, appellado Symphronio Olimpio de Queiroga,
julgam nulta a setenca exequenda, porque a ac
cao intentada incompetente t sem appllcacao a
expeeie, visto que tal acede nao compele a aquel le
que. estando na poste do eemno de que outvem
nao est de posse, i que muguen he contesta, quer
livrar-se de urna seroidao que lem esse outrn como
dono de alguma arrere plantada em dito teireno,
e coidemnam o appellado as rusias.
SouzaPresidente.
Santiago (vencido).
Almeida Albuquen
Hotta(vencido).
RELOGIO
O a!>aixu assiguaiKtiin casi de r. I jueiro tu
ra do Cisii > n. i, avisa a quem couvier, que
tendo-lhe sida apresentado na sexta-ierra prxima
passada, um relugio de ouro por um individuo de
appareneias sli*peitas,podindo-lhe que Ibe dissesse
por quanto pedera ser vendido o dito relogio,
porque eslava disposto a vonde-l, e Ihe parecen-
do sor o mesino relogio fu nado, tomou-o como
para o observar, e deelarou ao individuo qnc Ibe
parecendo fuado fosso verpessoa de connanca
que garantase a venda, e nao appareoendo mais
o referido individuo, tem o abaixo assignado con
certo o que era suspeila sua, e a razio de pre-
venir a quem se julgar eom dimito ao dito relogio.
__________________Joo Gustavo Dutoya.
Na chapclerie da moda, praca da Inde-
nendencia n. 14 e 16, precisase de costureira.
Dase a qnantia de 300* sob penhor ou ama
escrava que cozinhe : na ra de Hortas n. 88
Ama para casa de familia.
Na iravessa do Duque de axial n. 3, andaV,
precisa-se de urna ama livre. jaLea-rava. para
eozinhar e -rw III^BUMIti casa de
familia, p,
Attenco.
- Deseja-se alu.ar urna ama para eozinhar ;
"a ra de Hortas n. 86, sobrado de um andar.
ibuquerque.
VISOS DVERSOS
ARCHEOLOG
PERNAMBU
GOE
CUNO-
scsso ordinaria quinta-feira, 1
11 horas da na-
INST TUTO
p
J
Haveri
do prximo raaio, pelas
iih.
ORDEH Ma-
1' Dtscussao do ornamento que hade ser-
vir de 187374.
.* Leitura de mais algumas verbas do
testamento de Joo Fernandos Vieira, ,pelo
Sr. tnajor Salvador Henrique d'Albuquer-
que.
4.' Pareceres e maistrabalhos de oommis-
Secretaria do Instituto, 28 de abril de
1873.
J, SOARES AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
Manoet Mara Menteiro, pretendende retirar-
se para Europa a tratar de sua saude, dehta como
eu procurador o capao Jos Fernandes da Sil-
veira Dallro.
Domingues da Silva*
Assis.
Symphnnio
Olimpio de Queiroga.
AVISO.
COHPANHM
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Itecife a (Uinil;i e Beberbe.
De ordem da directo-
ra convido aos Srs. ac-
cionistas para, no dia
30 do corrente pelas 4
horas da tarde, se reu-
nirem no lugar do eos-
de ou-wrem 1er o relatorio se-
06 estatutos
A Sociedade Rene Trente LusoBrasileira, pre
cisa contratar com quem melhores vantagens of-
ferecer um quadro do patriarcha S. Jos, pintura
a oleo e moldura ricamente dourada, tendo 6 pal-
mos de comprimento e 3 l|2 de largura ; assim
como, as armas portiiguetas e brasileiras de igual
taraanho e moldura do quadro de S. Jos i as
pessoas que queiram se encarregar de execular
ditas obras, podero dirigir suas propostas ao esla-
Ijelecimento do irmao presidente, da typographia
Mercantil, ra do Turres.
Secretaria da sociedade Luso-Brasileira, 22 de
abril de 1873.
O !. secretario.
Bento de Souza Mira.
Engommadeira.
Para casa de pequea familia precisa-se de urna
boa engommadeira e que enteada de costura cha,
paga-se bem : em S. Jos do Mangnmho, o pri-
meirsitio p. 2, muro ciuzento, "ante* da igreja.
Precisa-se alugar um moleque pequeo, ou
urna negra flutandeira : na ra dolnmerador n.
16, armazem.
Terceiro andar, -
Aluga-se o 3* andar ra do Padre Floriano :
a tratar-na ra larga do Rosario n. 22.
mam m santo antomo.
Est aberto um collegio na villa do Cabo, para
meninos, sob a directo dnfia.dre Augusto Adol-
pfio Seares de Kusewter, -sendo as materias do
ensine primeras lettras.grainmatiea portugueza,
tatim,francez e geographia.
ATTENGAO
OSr. Francisco Agostinho Madeira queira ter
a bondade de vir concluir com o negocio que se
comprometteu na ra Duque de Caxias n. 60 A,
loja de Bento da Silva & a, successores de Ma-
noel Kibero Bastos.
MOMA
Est encouraqado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36t con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, era
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio *
de mais de oi:o annos, e quando o Sr. seu
achava aesta cidade.
0 abaixo assignado pede ao Se. Joao Henriqnes
Pessoa o favor de vir eutemler-se rom lie obre
aquelle negocio que o mesmo nao ignora, sob
pena de ver por este jornal a especie Jo negocio
Marcos de A. Lima.________
2o#ooa.
Frecisa-se alugar urna escrava que engomme
perfeitamente bem, e faca mais servicp interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de urna outra que cozinhe eom
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, 1'eJ- an-
dares.
Atjjq Precisa-se de nma ama que compre e
cozinbe para casa de pouca familia : na
ra de S. Francisco n. 54.______________________
Precisa-se de urna ama pa-
ra pouca familia, estrangeira:
Carme
ni
CASA
AMA
DE
AMA
n. 19, primeiro and
a ra
primeiro andar.
da Combda do
AMA
Precisa-se de urna ama livre
ou escrava, para cozir.har : na
ru < do Bangel n. 9.
Ama coznheira
Na ra do Imperador n. 38, 2 andar, prerisa-
se de nma ama cozinhe ira, pre fer indo -se escrava.
Enguimiiadein.
Engomma-se com perfeieio e por preco mdico
na ra da Saudade n. 12.
o se
t
i
)
GABINETE
MeHico-cirurgico
HA DO iMPEBAO N. 73, ANDAR
0 DR. rTKES OA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPCIALI>A0ES.
Molestias e operarles de olhos.
Cura radical e instantnea dot
estreitaKentoi da uretra.
Consultas :
da manhl.
Cbamados
Das 7 s 10 horas
A qnalqner hora.
Aluga-se
o segundo andar ra da Imperatriz n. 5, com
commodos para familia : a tratar no Caf Impe-
ratriz.
turne, aim
mestral, de conformidade com
am vigor.
Escriptorio da companhia,
de 1873.
0 1." secretaria,
Laurentuio Jos de Miranda.
22 de abril
Do dia 1. de maio em diante fica sup-
primido provisoriamente.
Hnha de Olinda.
A estaco de Salgadinho.
Os trens que para va m na estaco de Be-
lem, excepto o que desee, pela manh, de
Olinda s 7 horas, e sobe do Recife s il ho-
ras.
0 que desee a tarde s 2 1/2 e sobe as
1/2 do Recife.
Ramal da Encrusilhada a Beberibe.
O trem que subia pela inanha s 5.35,
e descia a Encruzilhada s 5.58.' 0 que
- ibi;i a noute, s 9.45 e descia as 10 1/2.
Escriptorio da companhia, 23 de abril
r'e 1873.
0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
Protesto.
Previne-e ao respeilavel publico, que o sobra-
do do Poco da Panulla, em que reside actualmen-
te o Sr. Dr. Seraphico, annunciado para ser ven-
dido pelo Sr Francisco Ignacio Pinto, agente de
!eiloes, est sujeito a urna doacao da quantia de
10:0004 ; e o abaixo assignado protesta contra a
pessoa que comprar dita casa. Recife, 2 de abril
de 1873.
Guilhcrme Purcell.___________
lit'sjiiisla ao protesto.
Avisa-se ao Sr. Guilherme Purcell que o sobra-
de no Pero da Panella, em que reside actualmen-
te o Sr. Dr. Seraphico 6 propriedade absoluta de
D. Mara Joseqha Rawlinson e nao est sujeito a
doarjo nenhuma como pode verificar elle, ou
qualquer inleressad consultando a escriptura da
-compra no*cartorio do tabellio Almeida, por
consef uencia nem elle nem qualquer outro, po-
de empatar a venda que a mesma senhora quer
azer dadilo sobrado, por ter ella fixada a sua
j*-sidencu definitivamente na Inglaterra.
Respondendo ao contra-protesto publicado
no Diario de 26 do corrente roez, relativo a casa
do Poco, onde presentemente est residindo o Sr<
Dr. SeraQco, tenho a dizer que nao conheeendo eu
o anonymo que teve a bondade de -ivisar-me, limi-
to-me a dizer-Ihe que em tempo competente, nao
s mostrarei o que declaro em meu protesto, as-
sim como ihe mostrarei alllegalidade da procura-
cao de minha filha Mara Josefina Robson, que
diz ter para effectuar dita venda; e Ihe mostrarei
mais que a dita minha filha est em Inglaterra
provisoriamonte. Recife. z6 de abril de 1873.
Guilhcrme Purcell.
Sociedade Patritica Doze de
Setembro.
No dia 30 do corrente s 6 horas da tarde ha-
vera sessao ordinaria desta sociedade roa da
Unio a 23.
Ordem dos trabalhos:
Pmposta, admissao de socios e nomeacao e
commisses parciaes.
Leitura de urna memoria sobre o commercio do
Brasil de 1838 a 1871 pelo socio Dr. Silva Cou-
tinho.
Trabalhos preparatorios para a exposicJo agr-
cola de 2 de dezembro. .
Sao convidados os socios que' quizerem at-
sistir as sessoes ordinarias ; os que quizerem se
inscrever para a leitura de algum trabalho so-
bre o eommerck), agricultura, instruccio publica,
industria e artes, para a seguinte sesso, deve-
rio inscrever-se at a de. 30 do corrente.
Secretaria da Sociedade Patritica, 21 de abril
Oe 673.
A. Lamenha Lins,
! secreario.
Veade-ee dous bonitos cachorros, grandes,
propnos para quintal o sitio :t a^rua Fmperiai
Confraria do Senhor Bom Je-
ss da Via-sacra em sua
igreja da Santa Cruz.
De ordem da mesa rogedora sao convidados to-
dos os nossos irmos conrads oara comparece-
rem em nosso consistorio em o dia 30 do corrente,
s 6 horas da tarde, para se proceder a eleicao da
nova mesa regedora, em camprmento do que dis-
poe o nosso compromisso.
Consistorio, 2i de abril de 1873.
G escrvao
_______________Jos Rodopano dos Santos.
Criado.
Precisa-sa de um criado na pharmacia de Fer-
reira 4 C, ra larga do Rosario n. 10.
Advogado
O bacharel Luiz- de Menezos Vasconcellos de
Drummond tam o seu escriptorio de advoeacia
ra da Florentina n 28, onde pode ser procurado
Eara qualquer miter da sua profissao, das 10 s
huras da tarde._____________
S/VLSAPAfifilLHA DE IW
Preparada pelo Dr. .1. C. Ayer dos
Estados-Unidos.
E' o renone de que goza esta admiravel pre-
paraco proveniente das militas e importantes cu-
ras que tem effectuado as molestias cuja origem
devida a impureza ou vicio do sangue -rao- So pagar o'nd'.vidu'o a"cimaTm^o'a"impor-
O abaixo assignado declara que nesta data
tem justo e contratado a compra da casa de pas-
to e suas pertencas, sita ra de Thcm de Sou-
za, antiga da Lingueta, n. 5, pertencente at esta
data aos Srs. Manoel Renevides e Pedro Car-
reiro, livre e desembarazada de qualquer debito,
e se alguem se julgar credor ao mes no, queira
apresentar suas cenias no prazo de tres das a
contar desta data do contrario nao se attender
a reclamarn de divida feita at esta data.
Recife, 19 de abril de 1873.
Antonio Gomes'Coutinho.
Paulo & Mafia
Largo do Paraizo ns. 10 e 12.
EST ASERTA E TEM
Armario e ornatos, hbitos diversos, caixoes e atades, CAR-
ROS FUNEBRES de todas as ordens.
Cartas capellas, cera, eca e emblemas.
Incumbem-se tambem :
De enterros, aniversarios, oTieios, licen;as, attostados e ca-
tacumbas ; finalmente de qualquer uxequia, cun msica, cncom-
meudaro etc. etc.

= Precisa-se
Buarque de Lima:
fallar ao
i ra do
Sr. Dr Antonio
Amorim n. 37.
Ama ou criado
No Io andar do sobrado n 26 da ra das Cru-
zas, actualmente Duque de Caxias, precisa-se de
um criado ou de urna ama.____________________
Quem quizer encarregar se de urna cobran-
ca em Caruar, dando fiador a sua pessoa, dirja-
se ra do Amorim n. 37.
i ...... -. ii i
Traspassa-se a chave do armazem da ra
de Pedro Aflonso n. 611: trata-se no mesmo.
2:0008.
ASSIGNATURA
PELO
ABRIL A SETEMBRO
D-se 2:0001 a juros de um e meio por cento
ao mez, com hypotheca em algu n predio nesta
cidade, e que esteja livre e desembaracado : quem
pretender a dita quantia, dirjase a esta lypogra-
phia a entender-se com o Ferreira.__________
ATTENCA0.
Roga-se aos Illms. Srs. socios da Propagadora
da Instrucco publica, parochia de Santo Anto-
nio do Recife de nao pagarem quantia alguma
devida de mensalidades. ou joas ao Sr Joao Gal-
dino Cavalcante de Albuquerque, ou a outra
qualquer pessoa, at segundo aviso por este Da-
no. Pede-se tambem as pessoas que se dignaram
aceitar bilhetes pira o beneficio que a mesma
sociedade fez no ihe >tro Gymnasio Dramtico, de
da pelle, rheumatismo, molestias syphiliti-
ifu'
lestias
cas, escrfulas e outras enfermidades ch'ronicas
tem sido e actualmente sao curadas tantas vezes
com o seu emprego, que ha toda razao para acre-
ditar que esta salsaparrilha de Ayer possue pro-
priedades alterantes e depurativa- em mais alto
grao qna'que que fez outra medicagao ordinaria.
Caxeiro.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 16 a 8
annos, e qua tenha bastante prntica de nolhados:
a tratar no pateo do Terco n. 23.
Commisso encarregada de
examinar os apparelhos
da companhia Recife-
Drainage.
Para que a commisso encarregada, pelo
Exm. Si', presidente da provincia, de exami-
nar se os apparelhos da companhia Hecife-
Drainage, funecionam regularmente e bem,
ou se as queixas articuladas contra estes
partain de grande numero de particulares e
Firocedem de defeitos dos referidos apparc-
hos, ou do pouco cuidado que se tem em
sua epplicatjao, indispensavel que todos
aquclle|pque sequeixam se dirijam com ur-
gencia e por escripto ao abaixo assignado,
indicando as causas a que attribuem o mo
servido que os ditos apparelhos lhes pres-
tara, afim de que possm ser consideradas
sua* queixas.
Recife, 26 de abril de 1873.
Dr. Joaquim de Aquino Fonceca.
Couipanliia Recife Drainage
Os apparelhos d'esta companhia que
foram collocados nos predios que vo abai
xo especificados, eslo promptos a funecio-
nar : os senhores proprietarios ou locatarios
porem, nao podero d'elles fazer uso, seno
depois que receberem o carto da compa-
nhia que os autorisa para isso.
Beeco dos Burgos de 1 a 31.
Ra do Cordorniz de 2 a 14 e de 1 a i I.
Dita do Amorim de 14 a 6fr.
Travessa da Madre de Deus de 1 a 19.
Ra do Encantamento n. 2.
Travessa do Corpo Santo de 21 a .7.
Ra do Amorim df i a 43.
Travessa do Forte do Mattos n. 4.
Forte do Mattos n. 2.
Ra do do Vigario de 2 a 4.
Becco do Nofonha n 2.
Ra da moeda de 5 a 41.
Ra da Lapa de 2 a 8.
Dita do Commercio de 3 a 17.
-Recife, 26 de abril de 1873.
0 gerente interino.
R. Brotherhood.
Cozinheiro.
Na ra da Imperatriz n. 37, 1 andar, presisa-
se de um bom cozinheiro._________
AOS 5:000#Q00.
Estao vendaos felizes bilhetes da lotera daBa [
bia, na casafeiiz, do arco da Conceicjio, lojai, |
ourives, no Recife.
CRIADO
Atten^o
O Sr Antonio Gomes de Oliveira, caixeiro no
Passeio Publico, queira ter a bondade de appare-
cer na ra Duque de Caxias n. 60 A.
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa >
tos, e depois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as maos com cicatrzes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
apparcceu da casa de sobrado, n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
O ihventariante dos bens dex-dos por morte
de Francisca Mara da Conceicao e seu filho An-
tonio Francisco de Aquino Fonseca, convida os
credores para'no piw.o de 30 dias apresentarem
seus ttulos de crdito, ra do Coronel Suassuna
n. il, ou ra do Imperador n. 3i.
___________Vicente Licinio da Costa Campello.
Criad
a.
Precsa-se de urna criada de meia idade, portu-
gueza, que saiba lavar e engominar bem : na ra
do Hospicio n. 30.
Sahindo desta cidade para o engenh) Rao
da freguezia da E cada n t principio do crrante
mez a preta Marcolina, escrava da Exma. Sra.
aroneza de Amaragy, at esta data nao chegou
ao referido engenho, o que faz acreditar-se que
est fgida; crioula, de 42 annos de idade, pou-
co mais ou menos, alta, corpo reguhr. rosto com-
prido e coberto de espinhas, sabe eozinhar e en-
gommar : quem a apprehmder e entrega-la nes-
ta cidade ao Sr. Adolpho Targino Accioly, ra
Duque de Caxias n. II, 2 andar, ou ao sobredito
engenho, ser recompensado generoamen te.
Caixeiro
Precisa-se de um menino brasileiro com 12 a 14
annos de idade, para o armazem de sal do Valdi-
vino da palvora, na ra Imperial n. 2<>7.
Precisa se de 5:000* a premio de I l|2 por
cento sobre hypotheca em casas : quem quizer
aununcie para ser procurado. "
Aluga-sc para o servido de urna casa de fa"
milia, urna escrava, a qual tem boa conducta : a
ratar na ra de Marco, loja n. 18.
Caixeiro
Precsa-se de um caixeiro
n. 43.
na ru do Rangel
Criado
Precisa-se de um criado para todo servico, livre
ou escravo : na ra Nova n. 52.
Pergunt-se
tanca de seus bilhetes.
Avisa-se ao Sr. Apolonio da Roc^ Hollan-
da Cavalcante ou a seu correspondente, que tem
urna carta na ra do Cabug n. 18, sobrado.
\
Fugio
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joo, de 18
a zO annos de idade, com os signaes seguintes :
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
dentes perfetos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapinhos. pes chatos e chcos de era vos,
bem esperto e ladino, canhto, co'inheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le-
vou urna bolea nova com duas camisas, sendo
urna bordada, 2 ceroulas, t cami-a de meia, 2 pa-
res de meias e um chapeo de palha de arroz : em
diuheiro levou 54J, e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades
e capites de campo que o apprehendam e levem-
no ao seu senhor, ra de Pedro Aflonso n, 7,
que seroo generosamente recompensados.
Fugio no dia 11 do corrente a escrava An-
gela de 36 a 40 annos, de altura regular, secca
do corpo dentes limados, e urna camosdade en-
tre os petos, consta estar acoutada por um ne-
gro que trabalha no assucar, de nome Jos Mau-
rno, que inora n'um cortico no becco do Veras:
roga-se s autoridades pliciaes e capites de
campo a apprehencao da mesma, levando-a a ra
da Imperatriz n. 6, primeiro andar, que ahi se-
ro recompensados.


HUZEO DE JOAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH RRAUSE & C.
SQTJfrCBCKa
DE
.liSi
O abaixo assignado previne a todas as pes-
soas que ficaram a dever na loja de ourives a
ra estreita do Rosario n. 10, que s com elle,
ou com seu procurador Joao Baptista Giirana, a
3nem deu poderes para cobrar amigavel ou ju-
cialmente, se podem entender acerca de seus
dbitos, visto ter tomado conta do activo e pas-
sivo desde Janeiro prximo passado. Outro sim :
pede a seus devedores da loja do arco da Concei-
cao, qu.e venham saldar seus dbitos at o dia 15
roximo mez. scentificando a tod s que da-
data em diante promover o seu direito.
Jos da C. Oliveira e Figueiredo
o pro:
uella
que
Aviso
No becco das Barreira3 n. 8. lava-se e engom-
ma-se roupa de homem, com asseio presteza e
prego commodo.
ti NOVO ME DE MAMA
\ova edico correcta e acreseen-
tada.
Este livrinho, alem do mez de mao, seguido
da devoco do Coraco de Mara, offlcio das al-
mas do purgatorio, noticia da medaiha milagrosa,
novena de N. S. da Penha e da Conceifio, medi-
taco do Rosario, modo de ouvir missa e oracoes
para confissao e eommunho, etc., encadernado,
pelo commodo preco de 24 : na livraiia dos edi-
toras, ra do Imperador n. 54.
GOMES DE MATTOS, IRMlOS
Neste importante estabclccimeiito, o primeiro nesse |MMM, contina a
vepder variado sortiineuto de joas, sendo de brilliaiiWs, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande reducto de presos, porque recebemos diifctam;nte
da Europa, por todos os paquetes, liudissimo sortiineuto do que i.a de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOI.4S, sero conslanles sempre que tive-
rem occasio de verem suas palavras conlirma MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a presos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acba-se i
exposico obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e de
acreditados autores, para homens c senhoras. Dilos de prata para todos os
presos. Caleias e trancelins de todos os goslos, e ludo o bmm que r de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senh engenhos, IdresoeXazendeiros e lavradoros, que to-
das as joias sabidas do Ml'ZI'U DE JOIAS sao garantida*.
Fo
J
im mm mm 0m m*m&>
Ama livre ou captiva. L [() l 11) \(! V
DE* *
SNDAS
Lija do Pass
JOc'ii Ji4.'.J*.iilt'.
Precsa-se para o servico de una casa de pou
ca familia : a tratar no ra da Aurora n. I'J, an
dar terrueo.
ra os
callos.

0 nico remedio contra os callos oem- A l'lia 1 UCjlll'QOn. i Atttt*
plastro americano e que sobre todos tem i\o"\ rio (~Vnnn"\
obtido os melhores resultados, alm de alie- t,tol uu v ^[JVJ
nar as rlnros enri-ns ra.lieilmonto ""mos da" um pequeo resumo da*
Dar as dores cura-os radicalmente. ^j,,,, ,. c| 4vmM MWethriM afi d,
nico deposito na Pharmacia America- que vista dclles possam apreciar que a I qu ,:
ao Sr. tenente-coronel Francisco de Miranda Seve
porquo razao que elle quer botar a A. G. F. na
mannha, pois V. S. deve saber que elle nao C.
P. de O. S. que V. S. o governa, e quando V. S.
quizer que o bote.
AlICIlfilO.
Quem precisar de boas amas seccas e de lete,
drija-se ao pateo de S. Pedro, na terceira loja,
que achara com quem tratar.
No escriptorio ra do Vigario n. 1, Io an-
dar, ha urna carta para ser entregue com urgen-
cia ao Sr. Manoel Francisco do Reg Barros, faz-
se o presente annuncio por ignorar-so a raor.dia
do mesmo senhor.
- AIu
precisar
Sa-se urna escrava para eozinhar
rija-se ra Augusta n. 188.
quem
do
Precsa-se de um rara o servico de casa
Imperador, n. 32.
a ra
Aluga se em Samo Amaro, ra do Lima
n. i c 6, duas casas, urna para moradia, com
um grande soto, agua e gaz encanados, e a ou-
tra muito propria para reflnacao ou padara, por
ter um grande forno e ter tambem agua e gaz
encanado ; % tratar na ra da Guia a. 54.
- Vende-se urna negra perita cozinheira, on-"
gommadeira, lavadeira e boa quitandeira para en-
genho, ou fora da trra, o motivo se dir ao com-
prador : na rna da Imperatriz n. 6, segundo an-
dar. ^
Feitor
Precisa-sede um que seja cuidadoso e saiba
tratar de ja dim : em S. Jos do Mangunho, sitio
n. J, cora porto e jardira de ferro,
Previne-se aos Srs. relojoeiros, ou outra qual-
quer pessoa, que nao faca negocio cora um relo-
gio grande, de prata, bom regulador, de n. 2275,
o mesmo muito conhecido por ter em cima do
vidro um buraco por onde acerta-se os pontei-
ros, cujo foi roubado no dia 24 do corrente dad
trapiche Angelo, de um collete qne esta va pen
durado: roga-se a pessoa que aprehende-lo e le
va-lo ao dito trapiche ser gratificado.
Mariano Pereira Cabra!.
Cozinheiro
ni, ra Duque de Caxias n. 57.
CAZA DA FORTUNA
RA 1. DE MARCO OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:00$00.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Ro de Janeiro, pagando
premptamente, como costuma, at o premio de
4:000.
Precos.
Intciro.......24J0O0
Meio........120U0
Quarto....... 6000
Manoel Martns Fiuza.
*
*
i
1
i
* MEDIC0-ORURGIC0
Dr. J. M. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
9. Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
ft meiro andar.
5 Consulta das 7 horas s 10 da manhi.
Chamados a qualquer hora.
00*3 000 009000
0
O Dr. Joao Mara Sove, medico parteiro
e operador, mudou a sua residencia para
a ra do Riachuelo (Corredor do Rispo)
sobrado n. 53, onde pode ser procurado
para o exercico de sua profissao, das 6
as 9 horas da manh e das 5 da tarde em
Y diante.
0
0
0
0
0
No collegio de Santa Genoveva, ra do Hospi-
cio n. 65, precisa-se de um cozinheiro pr ferindo-
se escravo.
0
0
s
0
CONSULTORIO
00]
Do
0
0
Dr. J. M. Seve
Parteiro e operador.
Ra do Mrquez de Olinda n. 56,
!.
IdUlId 43 9 ^^
andar.
Consultas Das ] t horas da manh as 4
da tarde.
v0O 0OO> OOX-
J^^K3H W* ^KW*Tn tW~ JQ\Jfi" W *Q*.s**^m.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Francisco Alves Monteiro Jnior retirndose
temporariamente para Enropa a tratar de sua sau-
de, doblara que desta data em diante nao se res-
ponsabilisa por debito algum contrabido em seu
nome individual, que nao seja com ordem por es-
cripia de seu procurador Joao Fernande Bap-
tista, o que faz publico para evitar dvidas fu-
turas. Recife, 23 de abril de 1873.___________
rao de no-sas f.izendas una pura verdad*.
Escolhei liein a vontade :
Chapeliiias, ehap de palha, velludo, seda
lil'i para senhoras e mwinas de 34 a 6|.
Basquinas e casa innhos de seda d 9J a iT (isaqnindos e romeiras de crochet preU>: t
brancos de >i a i>>.
Vestidos de ca nbraia branca com lindos l:t
dados a >i e 104.
Camizinhas de camhraia branca a 31 e 6r0 r.
Manguitos e gollinhas a *0. 2tO e :2i) r.
Cinuis de todas as qualidades para enhoras de
500 a tl"0.
Lencos bordador e de labMniho de 600 a 10*
Coque de U a 14500.
Leques d.- madreperola e marfim de 3i a 10*.
Balan a I i.
Chalos a imitaco de bornus do nvrin prev)
de. 8j e 9a.
Saia Camisas bordadas para senhora, para lodo* |
precos.
Capellas de cera a 500 rs.
Redes para coques a 320 e M ts.
Cortes de cambraia a 34.
Corii-s de larlatana bordados a seda de 44, | 4
164.
Cambraia de cor cem lindos padrees o cov- >
a 320 rs.
Alpacas de lindas cores li sedas de 400 e 600 rs. o covado.
Grande sortimento de 11 para todos o* preces
Crochet brauco e preto covado a 800 rs.
Fil de linho liso preto e branco de iOO a 600
rs. a vara.
Vestuarios de fusto branco c de cores para
meninos de 34 a 6*.
Gravatas e mantas do 320 a 14 cada urna.
Chapeos de castor branco a 74 e 84.
Chapeos de :etim e de merino preto para ho-
rnera a 34.
Collarinhos de linho lisos e bordados a 34 e
44 a duzia.
Petos de linho a 600 rs.
Ditos bordados a 14200
Cortes de velludo bordados para colleles a 14
Brm preto vara 14-
4 fronhas de linho ricamente bordad** teado t
grandes e 2 menores por 204, e outros muito* r-
tigos por precos baralissimos.
Loja do I*.v a ra 1 de Marro n
PrecaolQ.
Nao poder pessoa alguma fazer negocio eom a
Sr. Jos Justino Fernandes Barros sobre oa awie-
Jues e mu lecas de nome Jlo, Militlo, I
astina, sobre pena de ficar sem validade 1
gocio, pois gozam os mesmos de plena li
como se prova. Recife 28 de ab il de 1871
Barbara Bernardina Sohreira de Alboonequ
Precisa-se de 3:5004 a premio de 1 Oft\u-
Na ra da Penha n. 4 faz-se vestido da mo-
da de toda, qualidade, a satsfar-io da dona e com quizer fazer este negocio deixe camochad
presteza. typographia com as iniciaos R. C,
do-se garanta em predios nesta praca :
fa

aaaw 0
-J



6
Diario fl Pemamkico ffttwja foitti 29 de M*it de 1873.
:<"?



Arigay
AO ARMA2EM
po
VAPOR FRANCS
KCA DO BABAO DA VICTORIA
N 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar muito bous pianos forleb de
elegantes modelos, dos mas notaveis e bah co-
nhecids fabricantes; como sejain : Alphonse
Blondel, llenry Hers e Pleyel Wolff & C. : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francoz.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
dilferentes cores, tanto para seahoras, como pa-
ra meninas.
Sapatiuhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser c de Polak, para ho-
tafa.
Sapatos do eordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer lamanho.
Perneiras e mcas-pernoiras tanto para homens
como para meninos.
Sapates do Suser para liomens e meninos.
Sapatos do verniz com salto para homens.
Abotinados de umitas qualidades e precos para
meninos e meninas.
Sapates de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
S.tpatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extracto?, banhas, oleo?, opiata o pos den-
trilice, agua de ti r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavaade, pos de arroz, sabo-
nelos, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos "de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes.tamaitos d'agaa de cologne, ludo de pri
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Muito boa? malas e bolsas para viagens do r
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
mo, perneiras o meias perneiras para homens,
e mclas perneiras para meninos.
No armazem do vapor trance ra de Baro
da Victoria outr'ora .Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras do bataneo, de braco, de guarnios, so-
f, jardineiras, mesa-, conversad'ras 8 costu-
riras, ludo isto muito bom por seren fortes e
levos, e os*tnais proprios movis para saletas e
goinc!,; de rom-ios.
N l i! m do vapor franco/, ra do Barao da
Viejona, outr'ora Nova n. 7.
Qumquilharia.
de dlffereniea gostos e
Espedios donrados para salas c gabinetes.
Loques para senhoras e para meninas.
Lavas de Joavin, de fio da Escocia e de camua.
Caixinhas de costura ornadas eom msica.
Albnns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas .i vidrn de augmentar retratos.
Diversas obras do onru bom do Ici garantida.
Corren! du plaque muito bonitas para relogios.
i trincos a : litara e botos de puniros de plaqu.
i'olsinh'.- o cofres de seda, de reliado e de couri-
nhc de c res.
Nove de phantazia para cima de mesa
ejoi!. -
Pinccm > -, de prata ilourado, de ajo
tari;
Oculos ile ac lina e de todas as graduacSes.
bengala- .iengal: diversas em grande sortimento para ho-
mens ni tuinas.
Chcotini: de baleia o do mojtas qualidades di-
versa-.
Espora- de .irradia para saltos do bota'-.
Pon'." i i- de espuma para charutos e cigarros.
Pont'.-- de tartarug i para desembarazar e par
barlia.
im nwait'i finos, para liinpar cabeca,
Bseoias para roupa, cabello, unhas o para den-
Carteirinhas de mndreperola para dinheiro.
'.] Ii mi ns e para menin ,
Cr..' leas e do sida pela para homens e
meni
! mi! i para <'. un: r criados,
. lama, de bagatellas, de domi-
i. ..- iiki';').- -lili, naiis joguinhos alle-
, ses. -w.
Mah.s, c saceos do vi';or:i do mar taml
v i | i ro
ras de vidro dar loite mui fcil ai
cria
..- do marOui para naneas mordercm,
bom para os denles.
Ber os de vimes pan embatanoar enanca?.
nhas de vimes para braco de meninas.
Garranos de quatro rodas para passeios de enan-
cas.
\ msp u i ates ara portas o janellas.
Reverberos transparentes para e.-ndieiros de gaz.
o cosmoramas cj,r. escolhidas vis-
las.
Linternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidr -.
Vidros avu para cosmoramas.
Globos de papel de coros para llumina^oes de
:.- la .
Baloes a taco3 de papel de seda mui fcil
de subir.
Ene I bonitos para conservar as mezas de
jant.r.
Machinas do varios systemas para caf.
Estaadores de palha c (\i' penos.
irinhas e caivetes linos.
11 a c mividrhos para mangas e lanternas.
Tintoiri I >uca branca, modelo bonito e bi>m.
Tiras de moldaras domadas e pretas para qua
j promptos com paysagens e jihantazi
Esta ipas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
. Oi'jocio- de mgicas para divertiinentos em fa-
milias.
R pi jiionos de vetas com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
taina,.i-. o oulros muitos artigos de quinqui
[haras dilQeeis de mencionar-se.
No armazem do vapor francoz, ra do Barao
Vico.nl;., iiitr'ori Nova n. 7.
Bri i quedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de lodo?
os bi nqaodos fabricados ora dilferentes parte*
da Encopa para eraretcninento das enancas
tudo a procos mais resumidos que pasante):
DO armazem do vapor francez, ra do Barao
da Vjct"ri outr'ora ra Nova n. 7.
{ARA PANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras d parafuso e forro estu-
fado.
No armazem do Vapor Francez ra do
Barao da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
tesinlias.para costara.
Grande sortimotp de bonitos modelos
chegados ao armarem do Vapor Francez,
ra do Barao da Victoria (outr'ora No-
va] n.7.
iisa-so de un caiiMtro cora pralica do
tavern, de 18 a 18 anuos : na ra. da Aurora
n 33. ________ *^ "^^ *
Francisco Alves lontoiro Jnior, sogfnlo
para Europa no vapor Clumhoniso, o nao podendo
pela presteza de sua viagem despedir se Masaa!-
meute de-todus os seos amigos, pede-lhes djjim por essa (alta involuntaria ; e proveita a occa-
siao para olferecer-lhes seu limitado prestfclb m
qualquer parte que o destino o conduza._______
Mobilias de aluguel
Alugam-se mobilias completas ou qualquer tras-
te separado : nos rmateos de mobilias do Pinto,
ra do Barao da Victoria u. B7 a ii.
amigos e os do
O navio allomao JiUtane toma frete para a
Bahia, para onde vai sanie brevemente : a tratar
com os ecnslgnatarios Keller & C, ra do Bom
Jess n. 58.________________________"a
Aluga-se o armazem, Io e 2o andaros do so-
brado na ra do Senhor Honr Jess, outr'flra fu
da Cruz, aondo foi a caA counnercial de Jame
Hayder A C: a tratar com Luiz Amatel Du-
bourcq, ou com -o seu caixeiro Candido Guedes
Cavalcante, escriptorio por cima do banco nume-
ro 32 C.
?0TOGHAHIA ALLEM^
T
vros a venda
. Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguales obras de direilo, historia
e litteratura, por cmnmodo precie
Pardessus: Droil Ceinmercial.
Villiaun:-Bevoration francaise.
Louit Blanc :Histoire de dki un.
Vattel :Droit des gens.
Ventura : Le Pouvoir public.
Porteril -Conrs de droH nnlnrei.
Kluber : Droit des gens.
Rogron : Code de cqmmerce.
Nesta typograpbla acbaro essas obras para so-
r em vendidas.
O bacharel Antonio viho
Cavalcante de Albuqnerqueie sua
muler D. Jaquina de Figt*ldo
Cavalcante de Albuquerque*nago
neta do finado brigadeiro Jea-
quim Bernardo de l'igueirodo, man-
da'ii rosar missaa- no da 5 de malo jUa de mosca, fazenda propria para cobrir espe-
proximo fWuro, pelas 11 Va rasga manha, na ma-
triz de Gamelleba, irigoaimo di a do seu paga-
mento, para o que convidam seus prenles e
Ilustre tinado.
Bazar "Victoria.
Amara! Nabnco Si C. vendem o segulnte
BICHAS DE RAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-senapharroaciae drogara de Bar-
tholomeu C, ra Larga dosario o Un. 34.
Precisando fazer um conoerto urgente, a nossa
gallera ficar fechada at sexta-feira 2 de maio
de 1873.
______Alberto Henschcl & C._______
Os abaixo asslgnadns, comraerciantes esta-
beleeidos na cidade do liedle, vem por meio do
orgao da imprens, protestar contra qualquer
contrato hypothecario ou alienalario, que preten-
der fazer D. Anna Francisca Tavares Braga, resi-
dente na Tilla de Papaeaca, das eseratas, Joanna,
trioula, com 40 annos.do idade, e uma-mulatinha
filha da mesina escrava, de nome Clara, com 12
annos, pouco mais ou menos," vlstocomo os abai-
xo assignados movem urna selo Commercial
contra aquella senhora, e ja obtiveram sentenga
favoravel do mcretissimo Dr. juiz de dircito ; sen-
do certo que os ditos escravos se acham oceultos,
no intuito de demorar a execuc.o Becife, 28 de
abril do 1873.
Sevorino IrmSos.
Ihos, qoadros, flores, etft
Bandejas de charao e de ferro envernlsadas, mo-
delos noves c bonitas.
Camio de ineia para menino, de todos os taa-
nnos.
Cha preto e verde.
Leques d majreperola queimada. e alva, de mar-
flm, tartaruga, etc.
Rap francez c fumo nglez.
Fng5es de ferro para espirito de vinho.
Estampa do. imagens c paisag"ns.
Revolwers de diversos umanhos e bailas para os
mesmos.
Flores para cabellos muito perfeita e bolitas.
Cortes de vestidos de li e seda, de baptista, de
cassa pintadas e bordadas.
Camisas bordadas e arrendadas para meninas e
senhoras
Cestos e balaios, completo sortimento para pao,
flores, fruc tas, etc.
Bolsinhas para meninas, de soda, velludo, couro c
palha.
Brinqudo para enanca, em caixinhas, bonecas de
borracha, de pellica, etc.
lbum pan 20, 5 >, 100 e 100 retratos, capa de
couro, mariim, martreperola, madeira e metal.
Lanternas furta fogo e mgicas.
Esponjas para toillette, para bnho e para*moveis.
Meias e fivellas para padres.
Insignias maconioas de diversos graos.
Binculos de marfim, tartaruga, madreperola e
metal.
Cosmorama com 24 vistas e diorama para 50.
SteleoscoBos eom vistas de operas completes ;
Trovador, Roberto do Diabo, fesuitas a trote e
outros artigos que s com a vista.
Na ra do Victoria n. 2.
SEGREDO ECONOMA E ChLLIUDADE.
Obtem-se com o uso
ISJECCAo' SHOST
nica, bygicnica, radical einfallival nacu-
m das gonorheas, flores brancas e fluxos de
tfeta especie, recentes ou chronicas; e que
orTerece como garanta de salutares resultados
a continuada appcaia que sempre com a
maior vantageTi se tem feito dela nos hos-
pitaes de Pars.
Uni deposito para o Brasil, Bartholomeu
A C, ra L-ir^a do Rosario n. 3.
^ *ii ....... i.
Casas para vender-se
Venrte-se duas raas terreas, sendo
Uina na ma o l*dre Floriano n 75, com
folio e muitos commodos p.ara lamilia, e
HfBa dua oh.hecco da Lama n. 18 : quem
uizer, dirl)a-e a fu da Cadeia do Recie n. 60,
> andar.
f
J
Pede obler em pooco lempo com o oso do melbor dos licores (ramada
HESPERIDINA
= Relogios do o :ro patente inglez (descoberto)
do mel o." fabricante de Londres, em cas de E.
A. Dclouche ra do Mrquez de Olinda n. 49.
Relogios americanos, grande sortimento para
mesas e paredes com columna dourada, corda
para 8 das, os mais modefnos possive3.
Na mesmacasa la grande sortimento de relo-
gios de euro, suisos, o prata dourada, cadeias de
plaqu todos por prego muito barato, ra do Mar-
quez de Olinda n, 49, E. A. Delouche._________
Olinda
Vndese o sobrado de um andar e soto com
frente para o pateo de S. Pedro e oitao para o pa-
teo do i armo, as melhores coudiroes possiveis,
nao so para negocio, como para morada e uso de
banhos salgados : quem o pretender diria-se ao
Sr. Bernardino de Sena Poulual, ra da Madre
de Dos n. 36, escriptorio.
Antonio Joaquim da Gama pede aos senho-
res abaixo mencionados, de entender-se com elle a
negocio de seus intoresses :
Franeelino Americoue Albuquerque Mello.
Francisco Augusto de Almeida.
Felinlo do Reg Barros Pessoa.
Luiz da Veiga Pessoa._____________________
Desappareceu on fnrtaram da ra das Cm-
ic al a ra do Cabuga. na segunda-feira 28 do
torrente, um caoziuho felpudo, que accodepelo
tiome.de Tejo : a pessoa que o entregar nesta ty-
pographia sera gratificada.________^_____
T
iiiilii
Quem tiver urna menina orpha de 8 a 10 annos
de idade, que qneira da-la para fazer companhia
a urna senhora casada, appareca na ra da Pe-
nha n. 6.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharnaacia, e drogara de Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 34.
Libras sterlinas.
ftinJe-se no armazem de fazendas de Augustt
K. de Oliveira k C, ra do Commercio n. 42.
Faz'oilo aDDos qoe coobecido este precioso tnico, e difcil achar orna
qoe, tndo experimentado pesoalmeote, no falle em sea lavor, j eoo lom estomaca
e apetisador, tomando nm cliz delta antea de jantar, o% coalo facillUdof da digeatu
tomando-se dopois. -i '
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, tio ba nm $6 abkaote do BRASIL (alern
especial das laranjas) que nao conbeca aa propriedades. medicioaes da dourada frtKS
ora bem, a
IABASJA AHIM
em sen estado oatoral tem om gosto pouco agrada ve I, e o mrito di tttperidina eot-
siste em reter saas boas propriedades, a ao mesmo lempo apreienta-la como
EXQUISITO LIE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qoe mvejar ai
melbores importacoes eoropas de catheguria semelbante. Estas, qoando muito, poda
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinado perfeita do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qua um artigo no qrjal pde-se ter ioteiracoofianca, por ar Btf*
a inDoctte, basta dizer-se qoe (oi plenameoto approvada e autorisada pala
JUNTA DE HYGIENE
do Rio da Janeiro, permittindo ana livre elaboracao do imperio; ovlra
BOl PROVA
a aeceitacSo geral qne tem em todas as partes onda apreaentada. Em 1864 attaba-
lecen se a primeira fabrica em Boeoos-Avres; em 1669 a segunda em Montevideo; a
no da da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR ioaogorou-se a fabrica qoe acloalmeate
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceita^to.
tanto que rara a casa qoe considera completo sea aparador aem orna garrafa de
I
Vende-se ou ahiga-se
um pequeo sitio hem plantado, e ;< casa muito
bem conservada, cem cacimba e li ;ilioro, or
preco commodo, no lugar denominad) Fundan,
ruada Espcranoa : a tratar na loja da cominista,
fu do Cabuga n. G.
Antonio Jos Leal Reis
declara que nesta data des-
pedio o seu caixeiro \irgi-j
lio Joaquim de Miranda Se-
ve, e que nao se responsabi-
lisa pelo que tenha pratica-
do, prevalecendo-se de seu
nome.
Recife, 26 de abril de
1873.
TASSOIRMAOS & C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por procos commodos :
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Ganos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaroqar algodo.
Machinas do padaria.'
Potassa da llussia em barril.
lttosphoros de cera.
Sag em garra Bes.
Sevadinha, em parrafes.
I.emi has cm garrafSes.
iiiiuin da almaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho do Hordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com lingnas e dobradas inglezas.
Licores fiims sorlidos. /
, gnac Gaulhier Freres. t
Iftatas de toncinho inglez.
Barris com rcpclho em salmonra
Musir vocal e instrumenkJ.
O professor Ifanoel Augusto de Menezes Cosa,
tend alguinas horas desponiveis, recebe discpu-
los do ambos os sexos : quem precisar drija-sc
a rua Augusta n. 187.
Aluga-sc o Io andar e sotaoda casa u. 38 da
rua do Maria Cesar, outr'ora Senzala-nova, as
chaves estao na rua do Bom Jess,, taverna nu-
mero 37.
Formas de ferro.
Folhas de Flandres.
Yidros para vidrac,a.
Estanho em verguinha.
Chumbo em lengol.
Na rua do Mrquez de
Olinda n. 4, armazem de Sil-
va Barroca & Filhs.
Na fabrica de cerveja na do Rosario n
G, coinpra-ss laranjas da torra a GiO rs o cento"
Cassa-ki
k
.


\
.1 'OO fn. o cnvndi, un rsm
Crespo n. *O.
Tasse-laine propria para vestidos, sendo lindos
padrees pelo diminuto prego de 2(10 rs, o covado:
na loja flo fuilherme C. da Cunha & O_______
\iiiis m\ mm,
ISiia do Duqne de (-a\ius n. &>
Augusto Porto recebcu ricos vestidos de blond
com superior setim bronco, grinaldase flores bran-
cas para noivas, o que ha de mais gosto, e vende
por muito coniujodos procos.________________
o duvidem
para acabar
Chilas oscuras e claras a 310 rs. o covado.
Chitas adamascadas ultimo gosto, propria para
echarte a 240 o covado : na rua do Crespo n. 20.
A 440 rs. o covado.
Lia de quadros azues.
Recebcu a loja da America esta linda fazenda
para vestidos, e vendo por 440 rs o covado.
MadapolTio frincez a 63000 rs. a poca, fino
e largo : rua do Cabuga n. tO.
Farinha de mandioca.
A mollior do mercado.
Vende J. F. -. Coimbra Guimaraes : rua do
\fcirquez do Olinda n. 3, l. andar.
Moretes & rmelo.
Em seu escriptorio rua da Aladro Deus
n. 5, 1. aii'lar, tem para vender por preco
commodo :
. Vinho do Porto superior engarrafado.
Cerveja Bass.
Cha verde miudinho de superior quali-
dade.
Conipra-se um cofre prova de fogo
travesea d i rua do Vigario n. 1.
na
r-KUi.
YENOE-SE
urna casa de taipa com um terreno proprio cora
60 palmos de frente e 4<)0 de fundo, lem 2 fren-
, tes, ama para o becco do Epinheiro e outra para
! a rua Nova : a tratar na rua larga do Rosario
n. 14, fabrica de cigarros.
Atten^ao
Vende-se a (averna da praca do Conde d'Eu n.
: a tratar na mesma.
Na rua da Imperatriz n. 6
Engento
Este engenho est situado em muito bom lu-
ar, perto do porto de embarque onde carre-
gamos vapores da companhia Pernambuoana.' de se sorlir dest'es arUf*j apresentem-se'quanto
evam e trazem carga de Mamaaguape. Esta antes.
)
loja no louca de Sobasliao Marques do Nasci-
mento, vende-se cm porcoes grandes ou a reta-
tho todo louca existente na mesma, por precos
muito diminutos por ter o m>smo projnietario
de fazer una viagem a\Ciiropa a tratar de sua
sade; portan!o,'lados os freguezes que precisar
me
ndfnr,lroco ^,SS sjeitam-se (- yede-se feUS tnulatinho em saceos e a re-
^mmoPrM^
Importancia, com tamo que recebam outra par- pa,tc,n'
te, em dinheiro
Irmaos i C.
vista : a tratar com Tasso
Venae-se urna casa de pedra o cal, na roa
de S. Miguel n. 123, nos Afogados : para ver, pa,-
rede e ineia da mesma, e a tratar na rua do Ca-
buga n. 2 B.
Rival sem segunde.
Cheg-ram agnlhas para machinas, do fabiicante
Crower St Baker. Duzia por 2*000.
Panno de algodao da Bahia
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
GonQalves Boltrao & Filho, rua do eomffercio
n. 5.
INovidade
Joaquim Simos dos Santos iem; para vender
vinho puro de uva branca, com especial paladar
o nico vindo a este mercado, em barris de 5o c
lf>, armazenado no trapiche do Machado, e a rc-
talho a 800 rs. a garrafa : po armazem conser-
vativo, largo do Terco n. 23.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Paviio vende finissimas cansas francezas de
cores com os mais delicados pauroes, pdr torem
um pequeo taque de avaria do agua doce, pelo
barato preco d doae vinlens o covado. pccliin-
eha : na loja do Pavao, rua da Imperatriz n.
0^____________________________________
Urna pessoa que relira-se para 'ora da pro-
vincia, vendo por t'ido proco um cabriolot ame-
ricano de dous assenlos, riovo*e muilo levo : na
rua da Ponha n. 23.
Fio de algodao da Bahia e cal de Lisboa, re-
jentemenle chegado : ha para vender no es-
riptorio de feaqnim Jo Goncalves BeltrSo ^- Fi-
ho, rua do l 'ornmercio n. 5.
.
O homem velho toma Hesperidina para obter
YIGOR
0 homem doente toma Hesperiaina para obter
SAUDE
O homem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as donzellas e os mogos tomam a Hesperidina para obter boa cor
aoimaco dorante os loacos gvros da
BARROS JNIOR 4 C, rna do Vigario Tenorio n. 7, 1 andar, receberam eau
grande especifico, e venwm-no nos depsitos se guiles:
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, rna da Cadflia n. 5.
Antonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires de C, caes 22 de Noveoabro.
Gomas A lrm3o hotel da ftiasagem.

Samuel Power Johns-
m -ton & 0.
loa do Apollo n. 38 e 40
Fazem scieute aos seus fregueies qoe teem
mudado o sea oposito de machinas a va-
por, rooendas e lxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para rua do Apollo n.
ftE} 38 e 40, onde cnniimiam a ter o mesmo sor-
?/it tmenlo do cosime.
'axoi aeiaote tambera qre teem fcito cm
arranju com a fundicao gera!, pelo qu po-
dem offera para assentar qualquer
maehinismo choto faranti lo.


m GERAL

Os pi i.prietarios da fandico geral fatem
scientes ans fenhres de engenho e mais
potadas, que loem esiabelocuio urna iDcdi-
co de ferro e brouze a roa do Brum, jun-
t'i a e->tac,o dos booHs, onda aprcnlarlo '3/
qualquer obra do cneommenda ci m perfei- g
cao e. prometida.''. :<
Os mo-inos rogara as peasoas que qnei- ^
ram otiii^r .-* de eos serviCOS de deiXA-
raao a tmennim^nd? em caa dos Srs. 5a- Sj;
niael Power lonaslae fc C. e roa do Apol- .
lo n.
tada
n. .)*< e 40. od(I achara i paMBe hat'.ii-
:i eom quc-Lj auuaja Mitawtor- -.
AppirelhO para fabricar anacer, do fTstema.
WESVi.N' GBNTREFDGAL
Uuicos tenles em Pernarabnco a taedicio geral.
Peta iraiar em seu escriptorio a rua do Apollo o. 38 o 40.
.V1M1:
Merino asselmado de todas as Cures, proprio
para vestidos, a ;I60 rs. o covado : na roa do
Crespo n. 80, loja de Guillierme G da Cunha & 1 calcas e palitls a 25500, 33?, 43> e 5JJ0O o
GRANDE LIQIDACO NO BARATEIRO
bo
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
LoiirencoPerora McndesGuimaraes
CASEMIRA PRETA A 2*506 O CORTE. I C0LXAS DE FLSTO A 2T500.
^eiKlc-secortesdecasern.rapretaparacal- Vcndc-sc colxas de* fustao, de eres,
2as de homem a 25500, 4^500, 53 e 6?00CU o.-j00 ca.la una
PANNO PRETO FINO A 39500. ^ COBKRTORES
Vcnuc-se panno enfestado proprio para
Companhia.
Caf da Rio.
Vende Joaqdim F. S. Coimbra (uimaracs: na
rua do Mrquez de Olinda n. 3, i." andar.
Feijo crioulo.
A' rua da Madre il Reus n. .7.
Vende-se feijao preto. novo, j desto anno, mais
bar.to que em paite alguma ; a cllcs amigos do
bom e barato.
Vende-se a taverna da rua da Cadeia n. 15, s
se vende por seu dono nao poder administra la : 6
traiar ra do Mrquez de Herval n. 73, anliga
Concordia.
E i ttMM
Atteiyo
por ligiirmos vestidos
para senhora e
Pela priikklrai vez aqu aow
ahianies do caf.
Caf de lava.
E' o caf moido melhcr que se poda desojar ; e
,s se vende na confoitaria do'Campos, rua do Im-
perador n. i.
A-BespeMo de acepipes nao precfsames mais
annunciar, pois est no dominio de lodos que a
tamisas com peitits de esgiiiaj)
i
Sao carnizas modernas e finas que valem muito
mah ; esm c.m coOarmho e sem elie.
e-r-a veroTaile tudo tsto ?
17 elita> TeadlHir.
Vamos pois 4 i^g ^ ^hpgntTh n. 56, loja da
' Rosa Branca.
vendc-s nm rico ureiqifq, proprio para ar-
lueo das palhiriha?, com lodo seus 'pertences :
arna de Hortasn. 85.
Vende-se'aiB<%*tfe ntfvb, granjle; cora todo
OHicioa de alfaitc
DA LOJA DA
Rosa RraK'ii.
Apromptam-se obras para homens e meninos,
de qualquer fazenda com asseio c rapidez.
Roripa para luto.
Em 24 lloras oslar prompto qualquer falo.
Roupa para meninos.
Fazem-se todos os modelos .
Recebemos figurinos de Paris todos os fins di
mez.
Xa rua da Imperatriz n. 66..
E' baraiissiino
Basquinas e casaquinlms de seda ricamente- en-
feilados e cm muito bom estado, para sonaoras e
meninas a 7JHO0.
Pechinchas.
Chapelinas e chapeos de palha, velludo e seda
para senhoras e meninas, por precos baratissimos
de **, 3 e .4|.
Anda, pechincha.
Baioes em permito osla*) para senhoras e me>
ninas a ludO.
'Para acabar.
Cose se w
memna, com p^rfoieio, asseio, e por cemmodo coafeitaria do Campos ora verdadeiro centro 4o os -pertences, veja, remos, leme o fonjijatas : na*
preci : na rna da Pbnle-velha n. 87, andar. que -bom o grato ao patar. | ruyda Concornla n. 32.
- Alafea:e um'a casa em Olinda, rua de S.' 'Vende-se dous terrenos em Be.berlbe, no lu- 'i "oon "ra "n "nvulA
Frandscfi, pan qupm preciar de tomar barthe gar de Aguazinha, junto do Sr. major Quniteirb, -*1- *0" JB' u ^UVtlUrJ
salgados por licar porto do banho : quem a pro- um cora iK) palmos de (renta e de fundo 800,'on- Clmbraia muito fina e de lindos padwJee >a.l80t Saias de la para senhora, H.
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE RRIM 1$500.
Vende-se cortes do brim para caigas de
homem a 1^500 e 2000.
CHITAS BARATAS A 2'0 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 3G0 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 36 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-so cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. 6 covado.
Venderse
ps de panetas de d versas qualidades, j em
cestos proprios para mudarle, por preco commo-
do, no sitio junto a entrada do encananjenlo, em
Parnameirim, e multo boa gomma do araruta em
porcao e a retalho : na rua Duque de Coxias, an-
tifa das Crures, n. 34.
DE PELLOS A 1*200.
Vende-se cobertores de pollos e pept
a 1?200o 1*400.
SAIAS BRANCAS A 2*000.
Veude-so saias brancas e de toe a 2*000
e 2*500.
TOALHAS A 800 BS.
Vcndc-sc toalhas felpudas pejarias para
rosto a 800 rs. coda nina.
BOLSAS PARA V|\i,l \s ASMO.
Yonde-se bolsas para viagcnsiil S*V?0
e 4*000."
LENCOS BRANCOS A 2--000 V D7.1
Vende-so lencos brancos a 2*000 a du-
zia.
GROSDENAPLES PRETO A 1800
Vende-se gnisdenaples preto pira vestidos,
a 1*800, 2*, *SO0, 3, 4*000 5*000 o
covado.
MADAPOLO FINO A 4*000.
Vende-se pegas de madepolo, a 4*000,
4*500, 5-3, 6*, 7$000 e 8JW00.
ALGODO A 4*000.
Vende-se pegas 4c algodo uom a 49,
45500, 5, e 63000.
ALGODO ENFESTADO A >00 RS.
Vende-se algodSo enfestado a 900 rs. o
metro.



.
Farinha de mandioca a 3 o
sacco.
Na rna da Madre de Dos
quanto nao se acaba. ____
n. 7 ; aellt,1
de
Riqtrissimos cmtos com ia*js e~5em elle e
gosto muito chiques a"4D0 eo'Ors.
ntremelos e babadinhos a 400 e 500 rs. a peca.
tender dirjase ao olto da S n. 15,' que acliar tro com 70 de frentee defando 900 : a tratar na s. o covado, baratissimo ; na loja do paeio,!.
c-m qa.ai (ratar. i rua de S. Jorge n. 18, amiga rua do Pilar. (tu S'-ti^HTco o. 7 A, miga, do Orespo. T>
Esfas pechinchas s se. encontrara na luja do
asso, rua I. de Mar;o n. 7 A, antga do Crespo.
A
Vende-se Borzoguins para hoaera, pelo bara-
tissimo preco de 40O() : Vehha ao Rival do
Recife, rua do Marqnez de Olinda n. SO.
As fauhras. m
Narca Marca
X lra>rias *
Vende-se-em casa dr
do Oaaamercio n. 46.
Vendse duas obras sem uso akum :
Macarel, Direito Administrativo, 4 v.A*, TaparoIK,
Uireito Natural, 4 vols. : do lareo do Paraim n.
8, V andar.
Vende se um ptimo cylindro americano quasi
novo, do melhor fabricante asstm como diversas ehofadee bu
corlaleiras paea bolachas e araruta, perfeitamefite muito razo
novas; na. rua Direita n. 120. C.a rua da "
Bichas de Mimbuam
avefj ^Uarmaoia d PjB
IpjTf Victoria a. 19.
_



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Biari de-iPnabibuGo Ter^a ftra^^'JBrPta'llBtlB.
7
:.'* CSC
SoaoslJeiteA Mo?;
le um completo iMutat
saber: a
Cakade, liaba branca
novellos, a $00 rs.
Mora idem de man, a 200 rs.
Mago de.liU chifleza, a 900 rs.
Duaia de. pecas rde xmo imperial,
aso-rs.-
lAmeavearritel da linha branca, a 340
r&
Idom idem arritel 200 jardas, a 15000.
Lamparillas gaz, dando urna luz muito
boa,a 15000.
Abotoaduras para eollete (sio baratas), a
SM-n.
Duzia de pegas de trancas caracol branca,
a 400 rs.
dem dem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
dem dem de sarja idem idem.
Tal licres eabt de viado ( imi tacao) a 35000
a dazia.
Duzia de baralbos fraocezes canto doura-
do.aJWOO.
dem dem beira lisa, a 29500.
Grinaldas para casamento, a 25 o 55000.
Garrafa de tinta roa extrae na, a 15000.
Caixa de botes de osso para calca, a
200 rs.
Coques modernos, a 35500.
Mago de trsnga lisa de cures, a 240 rs.
Espclhos-toucadores, a 25000.
Resma de papel pautado e liso, a 25600,
25800, 35500, 45000 e 65000.
Caixa de papel amisade, a 600 rs.
dem iilem idem beira dourada, a 800 rs
Caixa de envelopes forrados, a 700 rs.
Luvasde pellica com pequeo toque, a
300 rs. e 15000.
a as tintas iapjae testa cidade, :: pwa vrem-sortir-
e mKidezas, e .perjtujnams, por preses bmtimmui, a,
11 no
4* o Caixa de pnas ' | idem dem, a 400 rs.

Caia de envelopes trajados de
'500-re.
' taques para senhoras, a 25000 e 45000
dem idem do osso, a 65000 e 85000.
Indispensaveis de couro da Russia,
105000.
livrospara notas, a 320.
' Kedes enfeitadas, a 15300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
rnera, a 85000.
dem dem Hsos, a 65000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15300
dem kananga do Japo, a 14200.
idem divina, a 15000 e 15200.
dem idem Magdalena ^novidade) a 15500
Frasco com tnico onental a 15000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 15000.
dem idem antiqne-muito b >m, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 15, 15500 e 25000
o frasco.
Caixa de pos para den tes, a 200 rs.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 15000.
Mago de sabonetes inglezes muito supe-
riores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes de amendoa, a 25500
e 35600.
dem de sabonetes de anjinbo transparen-
tes, a 25200.
dem de sabonetes com flores, a 15500.
Lindas e elegantes caixinhas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Bella Frres, pro-
prias para presentes.
Sabonetes Glycerino transparentes, 15
Chapeos para senhoras e meninas.
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e cabangas por baratissimo prego,
los objectos que se tornara longo mencionar.
28 Roa do Bario da Victoria 28
e mu-

FUNDIQAO DO BOWMAN
BA DO BRUffl H. 52 !
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seofaores de engenho e ontros agricultores, e empregadores de m
ebioismo o favor da orna visita a sau eslabelecimentu, para verem o itovo sorlimenlo
UMBplet) que abi lera; seado tudj superior em qualidade e fortidio; o que com a ins
ptelo pess al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO !
VannrA* a rada* ri'iuy nji dos mais moleos y**61039 la'
Y apuros a IUU.a.3 UagUa maabos convenientes para as diversas
eircamstnc;as dos seabores proprietarios e para desoarogir algodo.
Moendas de caima B08la,naohos, a8raelbor* qae ,qni:
Sodas dentadas paM 8Dims,e8'8goa e vapor- I
,7aixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
rWciA'hiniamna par* mandioca e atgodao.l Poden do lodos
aUAVilLlAjLSiilUo e para serrar raideira. f ser movidos a m5o
"Ramhvqc ., por g,w vapor'
iuUJj do palete, garantidas........ |ou ammaes.
Todas as machinas p^*-^*^p:'*.
Fa qualquer concert de m3Chiismo* aPref0 ***
P'ft'rmafl o fAri"i t9m as me,Dore9 e ma'3 baratas existentes no mer-
FriffmimQTi 4oo I"cumbe-se de mandar vir qnalqner macb nismo voo-
XjLLv- J11.UcU.\1ck.. tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
anas Comoras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qnalqner necessidade pode
fres prestar auxilio.
Aradcs americanos e ia8lramenl08 '*rico:as-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
No aritiazeiii de Joaqun! Lopes Machado } C
.MW
I*, ..ir.-
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade qae tem vindo nesto genero, como cassotetas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderemos, e meios. aderemos com podras i
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homens e senhoras, desde o
preco de 4035)000 at 3005000, sendo estes ltimos do raachinismo mais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 165000 e 405000.
A 15500, 15200, 800 e 610 rs.

RA O CABGA N. 5
MOREM BAUTE & C.

COSTUBA DE

y
NICOS
Ra do llarao da Victoria n. 28
As mais simples, as maisbaratas e as.memores do mundo!
Na exposieo de Taris, em fc7, foi concedido a
Elias Uowe Jnior, a ii*tdallia.de ouro e a condecora-
cao da I.egio de Honra, por serem rs-machinas mais per.
(citas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
EstadosTlinidos pur ser o inventor da machina de
cos-
tara.
A racdalha deounj na expusico de Londres acreditam
estas machinas.
A

~'-2
Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forQa de % a 4 cavallos.
Correias para machina?.
Polias de diversos taroanhos.
baquetas para cobertos de carros.
Solas de metro para guarda lama.
(Pontas de lanca para carro.
Qiicotes para carro.
CalSes largo c estreito para carro.
Wegos com cabera de marfim, idem._
r,ib<'-nos o dever deannuiKJ.ir que fi vompanhMdas machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu mata cidade ra do Bavio ili Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, paraem l'eniambuco e mais provincias se vendcrem.as afamadas machinas df cos-
tura de Howe. Estas machinas sio justamente apreciadas,pela,parfeico de sen trabalho,
empregaudouma agulha mais curta cojn a mesma qnaldadoda)nl)aquequlquer outra,
e pela iutroduccao dos mais aperfei^oados apparelhos, estamos .actnalmeJitu habilitados a
otfurecer ao esame publico as melhorcs m.uhinas do mundo.
As vanlagens deskis machinas#o s seguintes:
Primeira.^0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circunstancia de nunca terem apparecijo no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frcelo entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fdra otto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os Gos, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.-Fazem ponto miudo em casemra, atravessando o.fio. de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tons8o da linha^ cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de muda
de agulha ao comecar nova costnra.
Oitava:Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, s3o boje quasi desconhecidas, outras soffroram
mudanzas radicaes para poderem substituir : entretanto a companhia das machinas de HoWe
adoptando a opinio de Elias Howe, mastre era artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje n3e atiende a procura, posto que fac,a 000 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instrucr,6es em portuguez.
<:-

Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mito.
Tjmas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
FogGes de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro gaLvanisado para cobrir cast.
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
? Machinas para descarocar algodSo. i
Machinas de cortar fumo.
. Cimento. I
Salitre.
A
A
SOARES LEIIE,
A'
Ra do Barao da Victoria n. 28.
Lindos vestidos a 5$ o corte
Superiores cortes de oassa de cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
saiasf acompanhados dos competentes 'figurinos a 59 cada corte. Vendcm na ra Pri-
meiro de Marceo (antiga doCrespo) p. t3, lja das, columnas de Antonio Correa de Vasr
cellos.
Balanzas, pesos e medidas.
M CASA DE SHAW HAWKES C.
Hl'ADOOM JESS N. 4.

Seda pura a 1#500 ocovado.
Seda de cores de mnito lindos e differentos padrSes, gostos modern s, pelo baratis-
mo preo de 1500 ocovado, vende na ra 1. de mar$o (antiga do Crespo) n. 13, lbja,
das Columnas'do Antonio Correa de Vas^icellos.t
__^---------------------- "--------------- ...
W
Jfocravos.
Vende-se dous, settio um mulato de 40 anuos
vende-s;

oto casinhas ou'mfia-agna sitas ao caes de Ca-
Dibaribe, de lijlo e cal.hem cooslruidas, cora po-
o raetirc, que rendetu f'* monsae* e sao mutn
boa qujtandain : va. n.dp procuradas, pela boa localidade : a-tratar a a
1{a do Corpo Santo armaxem n. 9.
de dade, apto para qualquer servido e muito fiel,
urna escrava de i annos de idade, lava, engom-

ma, cozinb e
Hospicio n. 81.

i ax w ; 'iiii.u<..i
Tinta Ihiterav<
Para esoiwer
PJUWWW



lo
Eet tittta recoiiQi4^T0> pfsla aw om-
posica p(fluidez como,,rplbox a mais
segura de todas as fictas ato hoje oonacl-
das. Nao ataca as penas de ac, cf at
tres excellentes copias, mesznp muitos dias
depois de escrever, e prefevivel a qual-
. qupr outras tintas particularmente para
iivros de commercio, documentos etc de
que se carena loiiga poneervaca. .
W
*wa*

ph8cmaek l^-ei
ra do Barao a-Violofia n.S5.
tANDES NOVDADES
Em fazndas de gosto
NA
ARMAZEM DO PAYO
Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMARES
'Os proprietarios deste importante estabelecimento, participam ao respoitavel puMic*
desta cidade e aos seus numerosos freguezes que acabaiu de receber pelos ltimos vapo-
res de Europa, um grande sortimento das mais lindas e mais modernas fazondas de gom
e murta phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim comq tambara am granda
sartimento das melhores fazendas de lei, que so vendem por preros muito em oaerta, s
com o fim de apurar dinheiro.
As pessoasque negociam em pequea escala, neste estabclecimciito podaao farrr
os Seus sortimentos, porque se Ihes vender pelos presos que compram as rasas estrsn-
getras ;.de todas as fazendas se dSo amostras, dcxando penhor, ou mandam-so levar esa
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aberto das fi horas da manhi s 9 da i*
BLKNOCS A 1IKP000.
O Pavo recebeu pelo ultimo, vapor aw
! Europa, humos dos mais lindos o*t *
O Pavo recebou um bnlhante sortimento que -tai |10jt so c01lhcc,\M e eIn n)g*0 4
das mais lindas granadinos preta com deh- SI1U excessiva barateza, convicUm-spPk
oailas hstrasde cdresopretas.que vende pelo Exroas. Sras. para verem o que .u da mm
barato preco de 15500 o c vado. Ditas to- novidade neste aitiKo.
das de cores com listras miudinhas em una! Bit \.MAMES l'\RA I.EX(X)ES.
6 odr a 1W pretas com listras de seda roas a 800 rs.,Di- godo, tendo 10 palmos de largura, qn '.
tas preUs com listras brancas, azues ever- pr^.^ de t th vara ,, nm ^a ,
des a 640 rs. o c-.vado. Assim como bom- |yfjt o metro ou sfM a vara.
tas barejes de seda para vestidos rom as rjfa do |jll0 fino sllpenor e m,^ en.
mais lindas cores a lPOOO. W pechmcha, cornado, c.nn a mesma largara a 400 a
na loja do POUPELINAS A1W500 E 2^000OCOVADO.
O Pavio: recebeu um elegante sortimento
das mais.lindas poupelmas de seda com os
mais lindos deseuhos e mais bonitas cores,
que Tende a 15600 e 25000.
SEDAS DE CORES A 25500 RS.
0 Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas du urna so cor com
delicados desenlio* miudinhos, que vende a
*??500 o c .vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazenda a 25000. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAUBRAIS ABERTAS A 5 E 105000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
preco de 95 e 105000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestido. E' pechincha, na ioja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LZINHAS BORDADASA 400 RS.
OCOVADO.
0 Favo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinhas transparentes com
florinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusive! rocha propria para viuva, e ven-
d* pelo baratissimo prego de 400 rs. o co-
lado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
lzinhas lislradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 560 o 600 o rs. o covado. E* pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS Ll\ RADAS A 640 RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas limadas.
de edres sendo as cores mais modernas, que
tem vindo para vestidos, e veude-se pelo ba-
ratissimo prego de G+0 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
CASSAS FRANCEZAS A C00 E 640 RS. 0
METRO.
O Pavo recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas framezas, do cor,
com os mais bonitos desenh s midos e
grados, tendo padresescuros e outros que
servem para luto, e vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM I.ISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 15200.
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetnada, sendo
asmis modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
polos baratos pregos de 640 rs e 15200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda,que vende a 500, 6i0 e 800
rs., todas estas las so modernissimas. E'
pechincha, na loja do Pavo..
Chitas a 2 tO, 8O,30e30O 1*
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fixas, que ven le pelos bara-
tos prec' s do240 e 280 rs. o covaJo. Ditas
escuras fazenda muito superior,' com novos
padres a 320 e XO rs. o covado.
Ditas muito finas padres claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tecido de cretone, fazen-
da muito superior a 30 e 400 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de enancas a 360 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
BttptiNla* a 400 rs, o covado.
.0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de edres com
padres miudinhos e grados sendo proprios
para vestidos e roupa de enanca, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs. o corado, afliangan-
do ser grande pechincha !
Caries de eambraia. ultima no-
vidade, a ?4HM>.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de eambraia branca cora ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
su luciente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos so os mais modernos que tem
.vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
rateza tornam-.se recommendaveis s senho-
ras de bom gosto.
Ditos com baados de cor, tendo 20 mo-
, tros.de babad s a 95000. E* grande pe-'
I chincha, no Bazar do Pavo rua da Impe-_
; ratriz n. 60. ,
C0RTES.DE GAMBRALA BORDADOS.
O Pavo neeebau os iua>c heos cortes de
juambraia branca.bordados para vestido, que
vende pelo iharato prego do 205'0.305000.
CORTES UE. CAMBRA 1A BRANCA. 1
0 Parto Ttcabeu um lindo corte de ean>-
beaia branca com listras assetinadass que
venda pelo batato pre^o do G5000.
Ditos cim listras-de Ores, tendo 8 varas,*
45e55000. E'-pechineha. I
ESPARTIL1I0S.
O Pavo recebeu -um grande sortimento
de espartilhos tanto para eabara como para
menina, quo tendo pelo -barato 'pre;p d
39000.
Ditos muito nos a 45 o 55000. So dos
mais modernos que taa vindo ao mer-
' cato.
Ditos francezes muito linos a 2T509
35000.
Pegas de Uamburgo c panno de liabo, tes-
do c m 20 c 30 varas para tlos os presos
e qualidadus.
Ditas de bretanha de puro linho, teinlo 3#
jardas, pelos pregos mais baratos que se tetn
visto.
Pechinchas de liuissimo esguio ou silezia
com fi jardas a 7^000.
Pegas le iaisMM silezia com 30 jardas
a 355000.
Atoalhado adamascado com 8 palmos '_'
largura a 29000 a vara.
Cairas de rasemira.
0 Pavo tem 11 m graudc sortimento da
calcas de casemira, assim corno cortes os
mais modernos que tem vindo nos ultimo*
fgurinos e em fazenda, dos mais fii,<
mais novos que tem viudo ao increado, 9
vonde-se por barato preco para apurar di-
nheiro, assim como caigas de brim hranro
de cores, por pregos muito razoaveis.
LENCOS ABAIMIADOS A 500 E 19000.
O Pavo vende duzias abainhados, sendo fazenda muito boa, pe! >
barato prego de COOO a duzia.
Ditos tambern abaiuhados, com lietra ds
cor a 1500.
Dit- s grandes, lazcnda uiuito lina, HI
todos braucos a 35000,
Dito de eambraia branca, sendo em p-.a
a 39600
MEIAS CRASA45 E 59#00 A DLZIt.
O Pavo vende dn/iasde meiascruas, 1 1-
glezas pelo barato prego de 4>00 o 5C0i .
Assim como ditas mnili 1 tinas c muito ::-
crpados* 65000, 79000, N5000 o U9COO,
e um arando sortimento de meias in^lezas a
Ira 1111'7.;.-i, para seuhoias, que se vend' yjf
prego muito commudo.
MADAPOLAO FRANC17. a 69000 K7*0f:\
0 Pavo vende peras dn madi.clio fr.in-
cez, que semprc se vendeu por muito mais
dinheiro c liquida-se pelo baratissimo prego
69OOO e 79OOO, por ter feto uina grandfl
compra. I. pechincha.
AlcolnoxHh a
O Pavo vende pegas lo al^ixiaozi.ih'*,
muito boa fazenda, pelo barato prego ^
5 e 55000.
Dito largo muito ciitoipido, pnipiio para
toalhas e leuges a 65000 e 79000.
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende cortes de eambraia lr..nj-
parentc propria para vestidos a 2*5(!0
35000.
Pegas de dita muito tina, com 19 jarda,
tapada como tiansparente a 45, 59 e 65000$
at a mais lina que vem ao mercan.<.
PANNOS DE CROCHET I ARA CADEIR13.
0 Pavo tem um grande surtimrnto da
pannos de crochet proprios para balango, para ditas de guarnigio e |ra so-
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 69 E 85000.
O Pavo vende olas de crochet prspriac
para cama de casal, pelo baratissime .)
de 65 e 85000.
Ditas de.fustao acolxoadas, sendo .'.
res e brancas, pelo barato prego de iOOOO.
E grande sortimento de ditas de daiua<*o,
cretone e de chita, que vewtk por pregos
muito razoaveis.
CORTES DE PEBCALLES COM DAS SAIAS
a 45000.
O Pavo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazeuda de mnito san-
to a 45000. E' pechincha na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA. A 59M.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 65.
Pereira da Silva & Cuim ires receberam
pelo ultimo vapor de Europa um "'santa
sortimento de botinas preta? n r> W '-
enfeites decr, proprias para s. ^aran-
tindo-se serem das mns raodenias que ha
no mercado, assim como a boa quadaie,
por terem sido remettidas por um nasa.'
boros fabricantes de Paris, e vasas as pj
barato prego de 5, na loja do Paveo.
SAIAS BORDADAS A 55. 6 e 89000.
O Pavo vende saias rica ment brdalas
de A pannos cada urna, petos hsrlissmoa
pregos de 59. 65 e 85000.
,Dkas de um panno s e com muiw rodas
guarnecida de pregas, pelos hatos ssv\
de 29000 25500.
Ditas com guarnigo de pregas .borda-
dos a 35500.
.Mjrodilo eoicatado
O Pavio vende abjodao
tado e muito encornado, proprio pora toa-
Iba o lenoes, pelo barato oreo da Mtt9 a
liara.
Dito francez sendo tranca e ssaan en-
corpado, pelo baretisskoo pr^o Ht
metro.
^m. airas s "' T nrr
O Paveo vouue cones de -asxni k*
za, seodo fazenda muito sup rior <
pre se veodeo por ssaia dinbsacnv
da-n-soa71OOoe6rte.
Ditos a 65000.
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Mata**
V



BBBlMB


8
Diario de Pernambuc Ter^ feira 29 de Atfril de 1873.
_-;
Fa lo avesso do chroni^brga-raAO
raraeatmqwe irester, detyfliJnlie^ujV
a enlutar es olhos do leitor com as sombras
de umi noticia trille. Fochou-so o parla-
mento! ("yt jejiu la ha poueo fe.cnizavam
efn.caliginoso usp ig > os relmpagos do genio
salvador, stnojj env ItJltin nulas travs
o benelietino pantlmnii iJa, bratorja, .,
) dos frisos ilora los' 'do Lraonu-'
magno do bello de grande valor artiftico,
Qitfquqtam Mda a^lpikr-lhe as t tas,
mas s^ninanhun. varar jbJktorico, pon ue
ume}ua<#o'dllnorMa. Djga oqo qui-
zer o autor da'nistra de Pougal, qu por
tskUfloifeiffgu fillo sel fecundo pi-
bamos 8a pesquisa, mi-
ca, e conceptualista integracftode raros, dis-
persos e derrocados monumentos. do p issa-
!ld,Jd}lq| sabemjque o {pilol jqu teinf por
a a qiia vaj tfe t8o fun-
Em torno _
monto vagueia ainda a deshoras a stnMra
ge'fiebuii la Ja> ea pit*-mal rqorma la, ama;
rdseoU)acceii.(i-.p
nhdo cSo.
O quadro triste, e tant mais triste
quanto mais aerescente distancia vai avi-
vaodo a saudade d'aquello noctivago dis-
curso, que invadi a' madrugada com es-
trepitosos apoia los de todos s gallos da
fregoezia.
Foi un conMciraento grande, que uo
pude observar porque estava a dormir. To-
cava inissa das almas quando o disncio
orador pr nepiav.i a reunir na co'pos. A
aurora que j estara dehruga la as rosadas
jan-illas do orienta, po din lo de l mesmo a
palavra sobro a orden, man Ion para a mesa
urna cmiiiV, para ser de prompto appti-
oada teimosa aspertina do orador. Baila
[da esforcol (guando o gimi da guerra,
passan lo uestes valles que habita o dficit,
toca com a pona da ata os earvoe.s do uor-
ralho patritico, tocar logo e tocar log a
rebate que o incendio gran le- e paVa-
^demonstrar a these que ana-
significa mais que urna tra-
" >, potico, cu jo sent ~
da, at se torne/-d
fat desappareci>
i's'ca|^ de voz humana
Lilas eu/Jas at s m.us agudas vibragoes do
Kurido o da lisrpa-do Crete, est por jraca
especial da Providencia, lora das coudjcoos
roso
Era porm inuit) tarde ou muito ce h,
segundo os caprichosos movimentos da opi-
nio ueste hrilhante quadra de transcenden-
tes concoitos, eram, em dialecto reacciona-
rio, seis horas da manha, quaudo 0 orador,
rueonhecido o assumpto na genorali a le,
principiava a destilar para a esporlalidaMe
dos arma montos hodiernos doexercilo. Aqui
desfallecen de todo a conspicua assombla,
o o presidente, que com a mais severa im-
parcialidade havia j tres horas que resona-
va, entreabindo os olhos pdT entre as ne-
vos de um pesadello, pz uiachinalmenle
o chapeo na eabega, e folgau lo o c llari-
nho, contioiiou a resonar.
C un a mo na consciencia, porque nao
visitei a sala do congresso, nao posso dizer
se aquel I succuleuto monologo j termiiiou,
o que posso aflirmar que em tolo o m-
bito dopai/., no somno e na vigilia, tiingnom
pensa nem sonha com o parlamento, como
niuguem pe le imprensa seno a n ti-
cia de algara1 escndalo que d assumpto a
palestra do soalheiro. Donde vera o m 1 ?
Nunca li Plateo, masli um iivro juo, fal-
lando de l'lato, diz que entre as varias uto-
pias da sua escola reformista ligurava a de
substituir as leis pela edueago do povo. Se
tal se isto nao patranha, como diz en-
tre varios autores, a duqueza de Gerolstein,
o mou partido poltico d'aqui em diante a
utopia do l'latao.
Como querem que o povo se interesso pe-
los movimentos da assembloa, que falsa-
mente o representa, se elle nao tem sequer
a mais remota idea do estructura nacional,
em cujo seio iiiconsciamente vive ? Nao o
instruem.no lhe dilatam a individualidade,
nSo lhe alongara a vista at s fronteiras do
paiz, e dizem-lhc que eleja deputados, e que
d nttenc,ao ahieroglvphosque elle nao pode
decifrar.
E vive-seassim na braih>, na communa-,
^ no districto, na provincia, no paiz, em to las
, as espheras coiicontricas da humanidade,
sem^ler^quer a mais leve necio dos prin-
cipios e das leis, que em cada urna dessas
espheras deven reger a actividade indivi-
dual !
Bem di/.ia o nosso Garret, de saudosa e
gloriosa memoria, no sen tratado de educa-
rlo, ensinem om tollas as escolas primarias
o dimito, nao o direite dos rbulas, mas o
direito orgnico de todas as formai;6es col-
lectivas das sociedades, quesera isso nao ha
salva^o possivel.
Sao sao estas de certo as suas palavras,
mas este sem duvida o seu pensamento,
que de reminiscencia apenas aqui deixo tos
camente formulado. Sem o ensino elemen-
tar do direito, inuito fcil e muito provcilo-
80, sendo discretamente ministrado om cons
cienciosas applicaes, nao possivel dar
ao povo a consciencia de si mesmo, nao
possivel coherir disparatados tomos e mo-
lculas na unidade urganica da nago. llc-
ligio, moral e direito sao os tres grandes ra-
mos da instrucQao primaria, l'ensem nisto
os cnsules, que eu vou pensar em utro
assumpto, que nao lhe cede em impor-
tancia.
Foi ha poucos dias publicado, e logo re-
cebido no mundo litterario com as honras
devidas ao seu alto nasciraeuto o primeiro
livro dos opsculos do Sr. Alexandre llercu-
lano. Por comoinacao final das vivas e rei-
teradas instancias dos editores com urna ne-
eessidade moral do glorioso escriptor, as
condi^ocs de isoluinento em que ha muito
lempo est vi vendo, vem esta colleccio re-
produzir alguns iuteressantes opsculos, cu-
jas edices seacham de todo esgotadas, res-
tituir circulago outros que, por terem sido
inseridos em publicages peridicas, se en-
contram boje dispersos e fra do commer-
cio, e dar luz algumas composigoes indi-
tas, que o autor, lesando gravemente a so-
ciedade, tinha furtado at agora ao mani-
fest. ,-
Alexandre Herculano, o historiador nico
de Portugal, o primeiro historiador deste s-
culo, e portanto, para orgulho do seculo e
do pa>z, o primeiro historiador do mundo,
quando todos os homens que, como eu'
teem a honra do seu privado c immercio, o
julgavamos hojo, pelo vigor do seu talento 9
pela energa das vibragoes da sua alma,
aque le mesmo foco de luz e de calor, que
resuscitou gerages ha sete seculos extractas,
para as fazer desdar aos olhosmaravilhados
do seculo XIX, quando o considera vara os
anda com aquella exuberancia de vida, que
depois de urna esplendida creagao anda pre-
cisa alienar-se em novas creac/oes, quando
na sua palavra afogueada sempre pelo calor
da conviccao nos pareca escutar ainda o
mesmo rebate da grande arteria da vida, re-
vogando dctatorialraente todas as leis da
observaco, vem dizer-nos na advertencia
previa, que est velho, que lhe cabio na alma
a geada do invern da existencia, que lhe
desfalloce o animo para se ernbrenhar na
selva las cogitan")"?, para se engolphar as
ondas dos pjnsament s.
E' adoiiravel pelos suavittfiraos tons de
elancolia. pelos dorados reQ-sios que dei-
na trra, aquello quadro em que o autor
depincta o magestoso oceaso do seu gran-
jirito Mas um quadro, utta for-
doJoranp ao cipaaL _- ---
a voi (I i >rophela a composiet, que
vem na tta do cortejoyqe abji ftt dedobra
agora pola vistosa esleir [odia vir em melhor onsejo. n, Quando leio
Plutarcho, diz o protogonistadQssalte*dors
de Schiller, tenio uojo de-sta idade iraiSello
em que nasci. Foi a improssao que me
fez a mino a nova loltura da Voz do Propho-
ta. Ouviudo aquellas grandes vibraces,
que sao no volume o no. timbre a voj das
grandes paixesdohonotu, aggravou-seme
o asco que j tinha a estas irritagoes nervo-
sas, que boje se chamara qunslos de parti-
dos. Erara paixo s, cuino o proprio autor
confessa, mns paixoes dlgfias de mover o co-
rarlo, as que tao esforzados commettimon-
tos o to honra las abnegar;Oas dotermina-
[i.o. Viuliam uns, como a autor, dti cam-
p > das batalhas, outros do exilio, alguns das
patrias catacumbas d i liherdnde, tolos os
ijue em 183:), ao caba de no oros o ep pal-
cos esforyos, se abragaram ao ar livre da [a-
rtna livrel .
Foi esplend la e solemne a fesla do novo
orago, ms durou punco, porque breve foi
a concordia dos liis. A lihenade, que tra-
zia o dualismo no seio, desmeinbrou-so logo
em dous partidos, e no meio da guerra
dcstos partidos, de u.na guerra do gigan-
tes, que so levautaraui gigantes do berco li-
beral, que, a voz do propheta, intimando o
silencio s multi loes, desfere em mysticos
accontos as mais graves cordas da ver-Jade.
Tem Herculano um raro privilegio, que
o de imaginar em todas as suas formosas
eomposices o nobre perfil do seu carcter.
Outros monos expansivos, ou se escondem,
COSDO Goethe no Fausto, por detraz de um
symbolo philosophico, ou exclusivamente
dominados por uina potencia moral mos-
trara em cada obra, como Vctor Hugo, urna
feic > apenas do seu rosto. Herculano est
todo era todas as suas oreagoes. To ex
pansiva aquella fortaleza de individnalida
de barbara, que defendera os fossos da in-
dependencia, e guarneeem todas as armas
hodiernas do saber humano, que abrindo-se
um livro seu, antes de se conhecer bem a
creatura, j se conhoco porfeitamente o crea-
dor.
E' o quo succede na Voz do Prophrxa.
Indignado contra os incitadores da revolugao
de 1836, que ameagava de substituir os mo-
vimentos reglados da liberdade pelos desnor-
tcados commettimentos da licenga, o seu es-
pirito nao ve, como Jeremas, seno a fada-
da ruina de Jerusalm.
Malditos os nomes dos quo accenderam
o vulcao popular; nomes aborainaveis pe-
rante o co e a trra.
Portugal foi posado na balanga da eter-
na justiga, e a Providencia retirou a mo de
cima doli.
Derribem-se os altares, cerrem-se as
portas ilos templos : Deus j nao acceita os
sacrificios, nem ouve as preces deste povo :
senaQ como urna evpresso decscarnco.
E como o aquilao vare a foi ha secca
do outomno, o sopro do Senhor varrer da
face da trra esta raga corrompida e inmo-
ral.
E' a primeira nba reinante do seu perfil
aquelles indmitos repelloes om quescintil-
la a colera fuminada c ntra tudo e contra
todos, que a sua consciencia severamente re-
prova. Chcga-se porin ao fira, ceinvez
do Jeremas vaticinando a ruina de Jerusa-
lm, encontja-se Daniel annnnciando o ad-
vento de Messias.
Formosa e pura a luz do sol neste
amoroso clima do occidente : nao queiraes
converte-la no facho avermelhado e sinstro,
que fulgura por cavernas de salteadores o
assassinos.
Unamo-nos pois como irmaos, e abra-
gando-nos uns com outros, cahiam algumas
lagrimas de reconciliarlo sobre esta trra
tao regada de lagrimas de amargura ; to
ensopada no sanguc do fratricidio.
lleflorescarnos entre nos a paz o a am-
rlade : tenhamos um s nome, o de portu-
guezes, ura s bando, o da patria.
E' a segunda linha do seu perfil, sarar
como a langa de Achules as proprias feri-
das que praticara. Estas duas vibragoes
raro nao as ouvr era todas as suas corapo-
sigoes, era que ha cordas de sentimento a
dosferir.
Contm o livro alera da Voz do Pr pheta
dois sentidos o harmoniosos brados, um a
favor dos egressos, e outros das freirs de
Lorvao, urna erudita dissertago sobre os ef-
teitos moraes das caixas econmicas e a faci-
lidade de as fundar entre nos comparada
com a difDculdade do seu cstabelecimnto em
outros paites, urna eloquento demonstrago
dos direitos do govorno enm relago a docu-
mentos existentes nos archivos ecclesiasticos,
termina com ura hrilhante e nervoso discur-
so em forma epistolar, em que o autor con-
demna o procodimenio do governo, presi-
dido pelo" Sr. marqnez de Avilla e Bolama,
que por meado de 1871 raandou encerrar as
conferencias do Casin >, e dilatando por con-
geneos e assumptos a sua Ilustrada e afoita
[critica, igualmente condemna a inergia de
todos os governos dos ltimos movimentos
da curia romana.
Aqui, perdoe-me o meu venerado mos-
tr, vou commetter o desacato de divergir
da sua autorisada opinio.
Premunidos, se nao me engao, com li-
cenga do governo, para celebrar no Casino
algumas conferencias sobre varios assumptos
philosophicos, luteranos e polticos, vedifi-
caram os cavalheiros, que para tal fim se
haviam consociado duas conferencias, Bm
ambas as quaes se condemnou severamente
o catholicismo, concluindo a primeira com
a indicago da repblica federal, como .ubi-
co meio de regenerar a pennsula hospa-
nhola, e a segunda cora a suppresso do en-
sino religioso, e com a preferencia da re-
forma ao catholicismo. I
Verificadas estas duas conferencias, an-
nunciou a impreiisa como assumpto da tci
ceira a diviniade da religiao chrola e de
Jess Christo, noticiinido a mesraa itnprensa
que por occasio dostn coufprocia haveria
tumultos o Casino. Foi nestas circuns-
tuticius que o governo mandou cessaraspre-
lei;6es, que em prxima reuuio, como dm
dos prelectores declarou em um jornal, de-
feran) pdr
cionalidadi
dico, ym
perde de
lacompre!
Respetj
buo
joven
nao
frente
mino
que o o
completo
o governo
Sendo o acto ura crirae em
cripta, p'irece-mejajgJ|P plehaf^r-q
to sobre se o gjearao tinha ou nao (
loo embargarJ^oin(1rkexercicio de
direito nao p porque nn deve fazel1
autor! la le,'emWagar mprno o exercici
m direito s conNsa^io de que tal uso
degenere era abuso, tambera nao p le fa-
zel-o a autferjladM; Atft^f Bpr^h que#
metta um cfmef quecomo come j so-
cipiou a csminener, e como crime
mette cotrtimiar e afuravar, aligur;
que nao tolhcr nenhuma flberlade indivi-
dual, que a vulgariss

licia, que para suspender "ama longa serie
deoTfensas corporaes, se interpde de sbito
entre o agente e o paciente.
Se a auloridale evorbita"'suspendendp
conferencias, em quo j se comraetterara e
francamente se promette continuar a com-
metter crimes, tamhem exorbita quando
tendo noticia de cortos actos preparatorios
do duello, se transporta ao campo para evi-
tar a realisaco do-combate singular. O duel-
lo nao rrL*f"crim4emTa|B dftof A !u4e
ataque directa ao cath#iminreftfcJipan
dencia do paiz, e se alguma differenca entre
frustrar os damnados
e do individualism i
a, porque em m
to verdadeira,
uncas, tanto pa
o inlividu'
uo pela
IMihum gov'
n&b'Q dios Estados Unios
serltirifl jamis, ainda qoe ti
lerdos de socialismo
olas de falsa dou-
dellas intira-
contrariando! as
rpco da srjflfe'1
ra a absorpeo
e. finalmente
o da Su sa.
America, lon-
:se deoffei rjeri
todJas liberdades garaufcdas por todas m
as duas hypothesese uheerva qoo, na pri-
meira j se tinha eomecado e ait cfihl-
noso, em quanto que na segunda nem se ti-
nha comegado ainda, nm polla haver cer-
teza de que viesse a ter esecueo. tdvo pois
o respeito, que sinceramente tributo s Ilu-
minadas opinies do respeiVavel sabio, di-
zendo a lei que um acto crime, e anuun-
ciando um individuo que o vaf commetter,
a obrlgicoda autoridade obstar ao com-
raettiraento.
Eu vou porn mais longe, porque ris-
cando mesmo do cdigo penal a o/aliiicagao
criminosa do aclo, e tornando-so pte por-
tanto o exercicio de um direito individual,
ainda nestos condicoesoptiioque ojjoveiuo
tinha direito em relagao o* confaSiitos e
obrigaco om reTaQo sOcieiade, de eneei*-
rar aquello curso de ensino publico, que ou-
tra cousa nao eram as conferencias. Asso-,
ciago nao eram, porque mes falta va um ele-
mento ; reuniao tambera nao porque lhes
sobejava outro elemento; eram reun o para
ensinar e aprender, com programma de as-
sumptos, e eleigo de prplectores, eram a
olhos vistos um curso de ensin publico, e
como tal sobravam ao governo meios legaes
para o iuterromper e encerrar.
Dando porm de barato que fosse apenas
reuniao, o como tal autorisada pelos princi-
pios e pela expressa disposigo do decreto de
15 dejunho de 1870, ainda entendo que
podia e devia embargal-a o governo, como
as esto embargando todos os dias os gover-
nos e os homens de melhor nota liberal era
todos os paizesv da Europa.
No mesmo anno e parece-me que no
mesmo mez, em que entre nos se commottou
o attentado poltico de prohibir as reunies
do Casino, passavam-se em Inglaterra, na
patria da bjprdade, sob a regencia dS ubi
ministerio' whigV no consulado Jibera^ de
Gladstone, os- seguintes curiosos fados r An-
nunciou se um meeting em Londres cmtra
a dotago do principe Arthur, eo governo nao
o embaracou. Annunciou-se outro na capi-
tal da Irlanda, em Phoenix Park, promovi-
do per dous membros da cmara dos com-
muns, com o piedoso intento de pedir per-
do para os fenians que estavam presos, e o
go vernador prohibi a rounio e porque nao foi
obedecido, ihssojveu-a viva forga, deixando
ocampojuncadode victimas da resistencia
aos mandados da autoridade. Levantada a
questo sobre este grave acontecimento na
cmara dos communs, propoz J. Grey a se-
guinteniogo: Na opinio da cmara
ndispensavel, sob a considerago da justiga
e da paz da Irlanda, que se proceda a im-
mediato e severo nqurito sobre todas as
circunstancias que se referem intervengo
da autoridade executiva rlandeza, que teve
por fim impedir o meeting de Phoenix Park,
do que resultaram grandes males para um
numero consideravel dos habitantes do
Dblin.
Nao censura va a autoridade, pedia apenas
um inqueritc para se informar das circums-
tancias do acontecimento. Pois eta inesma
Uuoflensiva mogo, combatida por Gladstone
e por um advogado da cora, foi regeitada
por 75 votos contra 23. Poucos dias depois
foi prohibida a reuniao publica da associa-
cao denominada operarios de Derby, a reu-
niao nao se veriflcou, e ninguem ecusou o
governo de attentar contra a; liberdades in-
dividuaes.
Quasi pelo mesmo tempo 'parece que foi
epidemia de desacatos liberdade) na fcsta
das escolas de Lyon foram professadas dou-
trinas iguaes s que se professaram no Ca-
sino. Levada a questo ao parlamanto le-
vantou-se Jules Simn e disse : que deplo-
rava o facto, que os agentes do governo ti-
nham foito tudo para o impedir, e que em-
quanto a lei de instruccao publica vigorasse,
nao consentira que taes manifeatagoos se
repetissem. Jules Simn nao tera nota de
reaccionario.
Em Hespanha (continuou a epidemia) no
hberatissimo governo do Sr. Zorrilla, e es-
tando o direito de reuniao expressamente ga-
ramido na constituigSo, foram prohibidas
todas as reunies que sob qualquer denomi-
narlo procedessera da associago internacio-
o repugnante sacrificio nao si>i a que v^ne-
ra lo dolo da independencia do seu paiz.
E' esta a minha respejtosa divergencia da
' opinio do sabio. Su Opinase parece .s
vezes insistwte o obstim la, porque a mo-
ve a energa da convcgo, nao porque a
insubordino a falta de respeito, que a to lus
'evo e tributo, e moito mais a quem tao
lio demora, pelo talento e pelo carcter,
a siilime pyramide da humaui la le l'.s-
u c em oaixo, na base, que muito lar-
ga, por"qdb ou lo esto COtnigO as mull
sV Sf rae couhecem aqui os que v-
cm ao p de min, na-estes po lem ilizer
se, quan lo levaulo os olhos eo espirito pol-
lo la a inmensa altura da pyramide at ao
vrtice, que, na formosa palavra do um dis-
fincfo escriptor, se esconde no co, os bao
levanto se.nure com espeilo.
Sempre, mas principalmente nesta ojua-
>Ira soci.d em que ao presente vamos,
preciso mais que era nenhuma oulra, olliar
oara cima. A civilisago materiaf, a civil;-
saeao uhifjt este seculo, dep's de ter'in-
?ntado e refinado toda a casta de prazeres,
de deleitages, de vaidades, de aventuras.
ile raoHezese de ociosidades, espalliou por
\4i o muado a minuta destas exquesitas
iguarias e destes perfuma los licores, e os
povos, tomando a minuta por carto de con
vite, correram lo los em tropel pira se*ui-
tanoifl no teoiuleoto banquete de Lucullo.
Nao possivel porque nao cabe l tanta gen-
te. Mas o povo vai nccess.1riamente estran-
gular se as gargantas do palacio Tuscul-
lano. O (pie prj oso pois uer e quanto
antes ? Arrasar o palacio, nao ; prescrever
a dieta do vencedor de Amilcar, tjmbein
metralhar a pobre gente, que falsos
tiluir pela minha fdlibiliss
. Ahan4puaiido todas Ql
r fraii
tpsuf 4e#BsUrem ases oasos gaiM du-
daras, diz ura escriptor jr^jc^^WJd^J ^,JJl 11^, olemeotoa, alo n*m tmn
de saber era que cundidas oxom que ilmi- (j0 exhalar miasmas, tndo ppde L,
tW etlstB a ifallibidade, a quom eTH per- Lo.-nbr.v-me, porm, d um fael,
tenoe, se a sania' se fOs ooncHiOs, feo a qae pode de alguma forma contrariar a
santa s s unida aos concilios, con opinio dp Dr. Volloto, e de ostros que pot
sidero. niiioameirte o principio que, em todas toda parto ncoutram fethdade em etpbcar
as conliinagoes, se wha/em lwia>s rengas as causas das epidemias.
catholicas. Foula-se esto principio sobro Todos saltera at qnmdo tarou o eoataaM
a perpetuidade da rcvelago divina, lielmen- de se enterrarem os oaduvvrw as igiajaa. e
coiistiluigoes, que em urna re'iniio publica U> conservada na igroja pela U-aitgik), e^*s aque pmt chegaram os abusos esc
'*} ap'stolasse com apelara fallada, com a
Ipabjrt viva, mil vezes^Ris communicaUva Sautq, que nao eisa nuica u louuir do aquellos que viara o espagofea havia n'nili
c/Nicila lora que* palavra escripia emorta, successor de S. Pedro, enllocado por Jdsus e o numero de cadveres que recduiaaa.
Chrsto testa da sua igiuja. E este o E' escu&ido relatar o que ae passava o'asle
principio essuncial o vitalice a base eo verte: pair, quando outros mais aJiaoUdos do qae
ce,J> alphae oomega do catholicismo. Pe- nos em civilisac.io, muito m- nos avaiiUjavam
nao
apostlos couvenceram que tinha direito a
quinhoar de to- das as delicias sensuaes do
progresso, demaneira aenhuma.
O que preciso pois la/or ? E' preciso
"que todos, tanto os do dentro como os de
fra, tanto os."validos como os desvalidos
da fortuna, tanto os feli/.es convivas de
locullo como' os tristes companheiros de
FabriciOg preciso que lo los olhein para
cima. E' laVem cima que est a venia le, e
l de cima quo a verla le illumina o mun-
do com as purissimas luzes da religio, da mo
ral e da philosophia.
Eutenho para mira que a groja, a socie-
dade e a sciencia podem ver ueste mun-
do em mansa paz, e nao s em paz como
tambera em fraterno concert de esforgos
para voltar o rosto dos povos para o rosto
d verda le, qual em todas as. tres esphe-
ras se rende por diverso rito o mesmo cul-
to, e dillerengas de qualquer natureza odif-
(icnldadc que sojara entre os fiis e igraja
A igreja com a sociedade, a igreja com
a philosophia, a igreja com odas as grojas,
e a igreja com sigo mesraa. Se cada qual
tem e sua rbita riscada no plano das acti-
vidades sociaes, se a philosophia l tem pa-
ra lavrar cora a especulago a infinita gran-
ja do iutelligivel, se a sociedade tera para se
desdobfer a vastissima regio do temporal,
se as diversas igrejas nao por differenca
de principios, por ditTerenga de f que se
distinguem, para que sao tantas controver-
sias do estado com a igreja, da igreja com
a sciencia, das igrejas entre si, e at dos
fiis da mesos igreja uns cora outros,
nao ser para enfraquecer e desautorisar as
grandes potencias, a quem a Providencia
conliou a educaran da humanidade
Establecida e firmada, como est, em
monumentos de direito a completa depen-
dencia do sacerdocio o do imperio, em cu-
jas respectivas rbitas cada qual se inore
com a mxima liberdade, c sendo o catho-
lisismo, como c, o principio, a essencia. a
organisago o a forma la autoridade, nao sai
devoras cooio possam levantar-se dillerengas
de dilficil resolugo entre o estado o a ig
ja. Que tora a sociedade, completamente
estranba ao privilegiado meneio das espiri-
tualidades, com os artigos de f que se de
finem nos concilios ecumnicos ? Incom-
medam-hi-i muito os dogmas da Immacula-
da Conceigo de Mara e da nfalhbilida le
pontificia ? Ser isso novago de f, que
demande um quinto projecto de reforma da
carta ? Parece-rne que nao.
A carta nao tem religio, como a noj
tem a sociedade temporal que ella politica-
mente rege. A religio que na igreja col-
locva, no estado meramente individual.-
Duendo pois a caria que a religio catholi-
ca a religio do estado, nao diz seno,
com defeituosa redaego, que a religio dos
portuguezes a religio de Portugal. Se
portanto, 06 portuguezes contiuuam a .ser
ctholicos, depois da pretendida novaeao
da f, manifest que a religio catholica
contina a ser a religio do estado.
Mas haveria de fcito novago da f catho-
lica ? Respondo firmemente que nao, a
minha resposta assent no segointe breve ra-
ciocinio : que a iramutabilidade e perpetui-
dade da f o principio fundamental do ca-
tholicismo, que o concilio ecumanico, re-
presentando a igreja universal, tem emiw?
teria de f e salvago, o carcter de infalli-
bilidade, que portanto nao podia o concilio
innovar a substancia dogmtica da religio,
seno colher o dogma da tradigo ou da r-s-
criptura, que tambera e^ tradigo. Se
pois o concillio tem todas as feiges caiio-
r.iute um po 1er do tal natureza u do tal ori- aquellos que ospeculavam com a crewida-
gein, e onde ellerealraeute se excrcita, to de religiosa, ou os que, ten lo por dever velar
(la a discusso, toda a resistencia, tolj a pela saude publica, deixavam que a casa de ,
sopaiaco illu^itima. O autor uo ul- beuj ^ coiistiluisse ura loco perenne do in-
tram oiitano, porque nem mesmo catholi- fec<;.) n de roofSe. Os livros eos jomaos
co! II' prolostante o chama-se Guizot. osio cholos d iiuticws Je mrts repentinas
Com suas autorisadas palavras t.-riniuaioi causadas .pjflles que o acha\a.n p rio da
osla breve apreciaco Catholicos ou portas das igrejas na occasio em que cll*
protestantes, padres ou simples liis, qiMM su abriara de idrugaJ, ou ao priracro
quer.que vos sejais, se sois tolos orantes, que nVllas entravam s vezos precipitada-
nao tratis mislos utros, tralai s dos que monte para loiureo o iuel horas lugares,
nao ereora. Ahi que est o coip e a Km imitas igrejas iiingue.a polia airar
mese. ii-oi I j dia ne n le nohe por ^um cbmi-
Perdoe-me illuslre sabio mais este breva ro putri lo que nellas havia; Ues raa as
desvio da sua respeitavel opinio, na do que Juas do Rosario das ir uaulades dos ho
certeza por batuda lainha burjac.i pkio-, moiis pi-elos, porque a aspit)\ia era emi
smenle mal laXhadn nao se enwntra o ca- nenie; n 'slas que recebi.mi o> cadavotaa dos
livl') do jesuta, sena apenas um corago rmos (! le quasi tolos os cscravos, era
eifi que ha tao firnJas crencas, coino as que lupossivol dei\ar de abrir as sepultura--
nobUitamo peito dogrande hooi-o, que em muito antes da cousuiiipco dos tscidtfs.
racional confir.nag da sua f, lem o privi- >,> profuil lija le Je sete palmos .;^llocat4iu
legio de avistar o CO das alturas do geni i, se quatro ou cinco cada ten de
Acaba de publicar urna inteross inte col- outros Untos do criangas ; s rotea
,o de formosas p esias intitulada gao ios cala veres Casta abril-se a
Sccnas contemporneasO sr.ClaudioJo.se sor preciso deilar jlguma oulra por
Nunes, leputado da nag-i no parlamento e soccar, para evitar o mo chaira ;
las musas no arcopago litterario. Poeta ou Iros nao se incominodavain com
m anuos de prosa, aquello chistoso titulo, era a rjxo porque por porto do certas igr
que tanto deu que faier ao nosso Garrett,' j$s neo se po li pasai'.
o que mo lerabra sempre, quan lo n'estc Foi era o 1." de asure/) lo IM^I que se
ari lo i: regola lo seculo em que vivo, escuto abri o ceraitero publico de>ia cilale, e
ao longe os maviosos acordes de alguma grag lyra. i resistencia apparecu A essa inndatiga r-
Qual ser o aenero de poesia alfeigoalo puntilla, o os mesrao- pa bes, a|wsar de
nossa -ida le* O pico nao poique a lesa los eoi sous iuleresscs, nao se apfcsm-
epopa tem |)or materia primeira a heroici- taram pugmmJJo pela (outinuago dess*
dale, e aristocracia heroica nao a censen- abuso iuqualifiuivcl, ha lautos seculos con-
t boje a egual lade civica, que para todo o ilcinna lo por tantos palrurchas, reis o con-
seinpre votou proscripeao as desvalidas cilios, como so v da historia.
estirpes dos Achillcs, dos Heitores-, Jos to Algum tempo passado, anudas igrejas >>-
ilofredos, dos Gamas e dos Alhiiquerques. rara revolvidas, o s<>ccadas as sepulturas para
O dramtico tambera nao, porque O drama se assentaiem la Irilhos o coinb.-ite das paives, e o imo a sorieda- outras-espoetes, logo que o templo do Se-
de quoti llanamente expoe aos olhos- do.nhor doixara de ser o deposito Jos resto
vulgo o combate dos interessos, que tori- piro i uosos da humanidade.
na sempre por um tratado de paz as notas i Pois bem ; at ento nunca bou ve febre
do tabellio, potencia mediadora em todas ainarclla, nera cholera-morbus, nem escal-
as differengas contemporneas. Hainlct e latina e miraos ain Ja beriberi !! 1.*
Chatterton, se vivessem boje, reduziam os> Porque a febre amarella appaiucou em Per-
seus odise os seus amores i moeda soian-j narabuco era novembro de I8W, postoqu^
te n'um auto de concihago peraute o juiz minha uiu'her fallucesse em 12 de agua! de
nal, e tantd a rqprensa como o parlamento nicas e theologicas de ecumenicidade, se fo-
applaudiramo proeodiraonto do geverno,
Ponqu ser islo ? Porque ser que nos
paizes mais liberaes e polos governos mais
liberaes desses paizes se praticam simult-
neamente (a simultaneidade expressivo) os-{
mesmos attentados contra a liberdade Indi-
vidual, e porque ser que os fiscaes da li-
berdade na imprensa o na tribuna, em vez
de os*'vituperar, os applaudem por to in-
gratos commettimentos ? E' porque se o in-
dividuo' tem direitos, a sociedade tambera os
tem, porque np icito affrontar, mr-
raente na situago que vamos atravrssandto,
as crongas religiosas e -s institutos sociaes
de ura povo inteiro, porque o governo 6
respeasavel pela manntengo da tranquili-
dade, p tirando-lhe a faculdade de limitar em
certashypotheses o direito de reuniao, fa-
culdade que por consenso universal lhe com-
peto, era, impossivel que elle acceitasse a
responsabilidade, porque se nao podem
ram convocados-Jodos os prelados do orbe
catholico, se sereuniram em numero mais
qu^sufficiente para exercer,- com o poste-
rioAconsenso das igrejas ausentes, a aoio-
ridaile da igraja universal, se foi presidido
polo ^papa ou por seus legadbs, se funecio-
nou em completi liberdade, seo finamente
o poder infallival da egreja.corao^quo o
concilio alterou a f, se altera a fe um er-
ro, e o concillo no pode errar 1
Sei que ha muitos coneilios reprovarjos
pela igreja, como sSo, entre,outros, o con-
cilio de Milo, o segundo concilio do Ephje-
so, e o proprio concilio de Uurusalom pro-
sidido p o S. Pe lro e asistido de tres
apostlos ; sei que ha outros s em parte
approvados a re. onhecidos como o conci-
lio de Bazilea, que nem em todas as spsses
considerado ecumnico, prm, para tudo
isto nececsarie o consenso das igroja^.
consenso iufallivol que eu nao posso sub.
or^aaa r-
|wrni
us> a
de paz da freguezia.
. Que resta pois a esta eda le que parece
uina febre de carcter pernicioso, quo ape-
nas durou quareuta e duas horas, raaistiodo
lesberdada de todos os bens estheticos da pertinazmente i todos as applicages f?ita>
fortuna? Resta-lheo genero lyrico, o pri- pelos melhores mdicos il'aatJ cidade, eal-
raeiro lampejo da i lea na aliado houiem, o
filho primognito do bello, o tronco com-
mum de todas as gerages da arle.
E' este o genero das poesas do sr. Clau lio
gumas horas antes de manar langou vomi-
to prelo, como o de cor da mais carregada
da febre amarella bem caraclerisada ; e se
bcra que os rae lieos se irapressionassem com
Jos Nunes, porm cumpre fazer aqui, em.isJo vomito estrauho, nao so lembraram que
devido preito ao mrito de to inspiradas podesse elle ser dovido a urna affecgao quo
composiges, urna importante o 'assigualada depois di alguns casos lornou-se coiihacidj
distinego. Os cant is lyrico^, cuja recente de tolos, e se a molistia do mola mOlher
puhlicago eslou noticiando apenas, nao sao fosse em novembro ou Jezerabro e nao em
aquelles estafados lamentos, que at. ha I agosto, tolos diagnosticaran!-na, desdo os
pouco seouviam geraer os alaudes dlo los; pri metros syraptoiuas, de febre araasalla.
os Romeus em disponibilidade, nao sao. 2. Porque o cholera-morbus appareceu em
aquellas creages absolutas era (pie o autor, 18oU, seis anuos depois de haterom cessado
era ao inesra > tempo o sujeito'e o objectojos eulerramentos as igrejas ; assolou o
altas vibragoes, em que bem se couheco tactos alguns lugares, oo no a provincia de
os magna smuturum, sem o qual nao con-i.Marauho, que ct situada entre o Para,
sent Horacio que se d a nenhura cantor o loado primeiro apparecou a molestia, eo
grande titulo de poeta. Cetra, onde tambe u ella le\astou, dcsappa-
Dvide-se esta collecgo do poesas, que receu completamente e s reappareceu em
precedida de um erudito prologo escripto, I8lil), era Garauhuns, J>taule desta cidade
pelo Sr. Latino Coelho, era duas partes, que, noventa mitinse era Tirabaha, ponto mu-
se intitularaDrama e Comedia I Na pri-jto distante d'aquelle e 1 .hi nio so propagou
meira narte, cantando a idea e a humarada- parte alguma; 3.* porque a escarlatina
de, como o eloquento escriptor do prologo ou angina maligna appareceu era fias de
qualica este novo genero de poesia, que ain, I83!l ou principio de 18150 e j havia dez
vai amanhoceiido agora nos horisontes litte-! anuos que nao se onterrava pessoa alguma
raros da Europa, e que nao c mais que a nas igrejas e pof conseguidlo a ntmosphcra
palavra cantada do Cliristiausrao, que vem devia ser menos carrogada Je miasmas, que
consolar qs que palecem, e conlemnar os n'outros lempos; i." emtim, porque o
que os fa/.ea. )a lecer, n'osta parte dilata-se beriberiem 1808 na Bouj e em 1870
a musa vida de infinito por vastas e pitto- em Peruamburo, unte anuos Japois, dtpois
reseas ragiOOg, que se chamara no.livro a^ da cessago do acto mais importante de
Intolligonciao Povoo Seculoa Morte corrupgo do ar atmosplu-rico, como era a
e no idioma de Corneille, em que o poeta, pstrefacgo de ra latero no recinto estrvitc
sem perder o in ligenato, naturalisou recen- dos templos privado do ar livro.
temente a sua harraoniosa lyra, La Chuto de
Pars Les Meros FrangaisesLe Procs Je
la Commune-Roussel.
Grandes assumptos e grandes vibragoes,
admiravel consorcio da idea cera o elemento
sensivel d.i arle, formoso monumento levan-
E nao ser fora de proposito lembrar qu.-
as epidemias de que cima fallamos apre-
sentaram cada uina seu pht-uomeno singular
na maneira de atacar os individuos relati-
vamente sua cor.
A febre amarella alaeou principalmente o?
tajo ao amor da humanidade, a que s brincos c mais que tolos os jslrangeiro-.
falta, para o tornar perfeito, permitta rao o
autor quo lh'o diga, a exactido da chrono-
logia. aquellas duras oppresses, aquellas
frreas tyrSmiiias, que] to nobreraente apai-
xonaram o ^rago do poeta, tera notoria-
mente ura er>o do da .a. Nio foi cortamen-
te a sociedade contempornea, onde a olhos
desprevenidos ninguem ve taes diabruras,
que to harmjoniosos brados desferiu ua 1) ra
vingadora du poeta.
Abstrahindjo porm do erro chronologieo,
ou deitanio o conta das franqiias bo-
racianas da a, tudo quanto ha de grande
e sublime ;
vel autorid
entre estes os que estavam no p.iii h pouco
tompo.
A cholera-morbus, fez terrivois estrago-
entro as coros mais escuras, principalmente
nos pelos; a escarlatina devastou os Drn-
eos e poupou os pretos.
Parece portanto que, nao tentse deseo-
volvido epidemia alguma n'aquellos lempos
em que havia grandes o constantes focos
de putrefaego de substancias animaos,
constantemente revolvidas e que exhalavam
inmensa quantidade de gazes mephiticos, r
indispensavel acreditar que uraa ou nutra
neni cmo com iucontesta-! causa diversa d'essa que de fallamos. neces-
o escriptor do prologo, sara para poder dar nascimento s molestia*
nas oariis poesas de epidmicas, extincta a qual, estas desappa-
tece. Na segunda parte recem, embora persistam as que nos sao
lentino, rindo sempre e familiares.
castigando coi#o riso as fragilidades huma- Se para muitos mdicos nao resta a -
nas, em poesas de chistosa satyra como sao, or duvida de que a febre amare!
O PoetaEi* que pararam as musasO cholera-morbus, sao sempre impo
carnaval e outras do mesrao genero. Pa- para outros, tambem anda nao e.
estd 'compenu
que o li'ro si
Democrto i
ra bens ao ator e aos leitores.
(l)& Corresponde/uta de Poal)
SGIENGIAS
A bella o extensa ra da Aurora e a d
essa assergo e esses accreditam que
desenvolvera por causas especiaos de d
{o passageira, e eu infelizmente soa
ultima seita.
Pola maneira porque aberiberist
comportado, principalmente aqui e na
de Fernando, nao se poderia suppor
seja molestia contagiosa, mas se aque
Capibaribe foram edificadas por esta forma ^ ^ .^ ,0 hantt
e pdese assoverarque a ra da Imperatriz ^c o J^fi ,.uJnm lin,\, u
era grande parte e umitas outras
em (raime paii e uw u, vor verein^e atormentado* pelo sea pat
por igual modo constru las; e durante o r^ e*p^, miro roatfJato *nm
tempo que auu. res. lo t-ml^ visto su.g.r ,i|io ool,ldosco0!|er (Mm t ^ modo de pe.
i soculoaaoai os fecto
a forcapBcieirte para
as a ohantasia.
4
* pe
ras totearas das este, quera.-, da, pra.as. A- nem M ^^^^^ Ucto
Alguns ossos ou uadas bun^squa f ^^ tem ,
foram encon rados nas excavagoes do bairro desvaiMK.er M ^^ tf
de Santo Antonio, devora alu se achar en-
terradas ha muitos anuos, porque esso torre-
no muito antigo e central e os terrenos
mais modernos* sao os que ficam nas bordas-
da ilha. Hio quero dizer con isso que PYi DO DIARIO- ESA. DlfUUKDB CAUaa
[
1
-*_ir-


,N
/



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