Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12894


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Full Text
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AKKO XLIX. M1ERO

PARA A CAPITAL IiCOARKg OXDE HTAO HK PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados .-............. 6&000
Por seis ditos idein......V ......... 12JW00
Por um anuo dem.................. 2i|H)00
Cada numero avulsp...... ... 320
SEXTA FEIRA 25 DE ABRIL W 1873.
i. PARA DENTRO B l'RA DA PROVINCIA.
Por tres meze adiantados...........".....
Por. seis ditos dem. ".....
.. .,
Por note ditos dem.....
Por um anuo dem......
750
139S00
109250
379MW
DE PEMAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILHQS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para Goncalves & fini, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira Flho, no Cear; Antonio de Len^ Braga, no Aracaty ; Jote ria Julio Chaves, no Ass, Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jutf
Pereira d'AlmeMa, em Maraaiiguape.; Augusto bornes da Silva, aa Parahjba ; Antonio Jos Gomes,na Villa da Penha; Belarmiuo dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazarotii;
Antonio Ferreira de Agujar, em Goyanna; Francino Tarares da Costa, em Alagas 5 Abres C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio |de Janeiro. x
mrte ornciAL
Coveraao la pi-ot iiicfn
HNHBTI Do o:.v K M.vng) DK 1873
/.' sirnhi.
A fio : -
0 presidente da provincia. .ntcn leudo ao
i.' refluereu o majarhonorario Jos ttimifaciodos
santos Hergnlhao, apidantc ito ordens encarregadu
Jn detalbe do roumnado das armas desta provu-
eia, resalvo promgar por lro rom os venomeiitos
a (fue livor dirr-itn a beenra de igual prano que
llie fot concedida por portarla do i i de dafcmbro
do anno patsadu
Oficios :
Au brigadeiro eonimandante das armas inte-
rino. Mande V. Ese. por eui liberdade o reeruta
fof Joaquim Goncalves rtosa, que pfbsfcu sel-
casillo Coiu Francisca Mara do Espirito .Santo.
Ao mcwno. Sirva-se V. Ele. de providen-
ciar para que as (> horas da tarde do da 7 do
i errante asteja poslado em frente igreja matriz
do i > i" 11' Sanio um balaihao, alim ]. aoompanhar
a sagrada Imagen do Sr. Bom Jess dos Pauso*
na uta trasladarlo da mesma groja pan o con-
vala de N. S. do Carine, a bem a-sim puraque
as 3 horas da tarde do da seguirte um divisao
composta ios dous Corpus do linlia e dos Ja
guarda nacional des! i capilal, que para esse lini
ario pastos a sua dsposieo pelo respectivo oom-
mandaMe superior, esteja formada e.n (rente a
dito convento, alim iM aoompanhar em solemne
procisso a mesma ioiagem uo sen regreaao para
aquella matriz. A gtiarnieSo n'eMe ultimo dia
>itr\ presta.la pela guarda nacional, para o que
dcwr V. Exc. entender-se previamente rom o
mesmo eommadante superior.
Ao mesmo. .Mande V. Kxc. por cm liber-
dade o rerala tesarte Antonio de Sonta, fisto
MW incapaz do servido, secundo se ve do lermo
de isspeecSo annexo ao sea oflicio do O do cor-
rerte sob n. 313.
Ao mesino. Sirva-se V. Exc. de informar
sobre o que pedo o anspe.ada do 7." batelhSude
infartara. Jos Marques Evangelista, no incluso
requerimento que in-i ser devolvido.
Aoinpsmo.-Mande V. Exc. poreui lbenla
i de 0 recruia Antonio Pedro de Souza, visto j
ter elle sido legalioente asenso do sertico do
-ejercito, segundo V. Exc. interina em seu oflicio
d O do corrate sob u. 3H'. e constada liaixa
que inclusa r> mello para ser "entregue ao meauM
rwrata por occisio la sua soltura.
Ao inesmo.O Kxm. Sr. ministro da guerra,
declarando em aviso de 7 do curenle ler aparo-
vado a deliberado que toifiei de conceder ao
Srurgio mor de' bridada, l)r. Flix Moren.) Ilran-
JO, perraiss3 para demurar .'u n.xl.i iiroviuiia
U o aun de abril prximo vindouro, detrmuia
i|ue, lindo o p aso dessa rooiessao, siga elle o seu
lesltao, pois que no Para ha necesidade de m-
dicos militares. 0 pie V. Exc. l'ar constar ao
mesum doutor.
Ao director interino do arsenal de guerra.
Transmuto a Vine, para os fuis convenientes o in-
cluso conhtviniento do fardamenlo viudo da corte
jio vapor Cruzeiro d> Sal, com destiao ao i* bala-
.1.1.. li' inbntaria.
Ao inesmo. Uando sulurao ao seu offlcio
de 19 do crrante sob n. 383, tenlio a dizer-lbe
que, a vista do dispostu ao aviso de 21 de Janeiro
ltimo, mandando que se c nsidere de neiiliun
eiTeito toda e qualquer ordem relativamente ao
fornecimento de fardamenlo para o correte auno
as coinpanbias do infartara da Parahjba-c- Bio
Grande do Norte, e prevalcca a ola que veio
' aunexa ao insmo aviso, organjsada pela reparti-
eu do quarlel-mestre general, de 23 de dezembro
kianno passado, e fia de duvida que radurou o
fornacioienti; ultima d'aqucllas coinpanbias, de
gorros, crino auteriornent se bavia ordenado, e
deveo estes se.r substituidos pefc^ bonete com
pala, nos termos da. ulterior deliberaco do Minis-
terio expressa no citado aviso. Kutretanto ao go-
varao imperial consulto nesta data sobre o destino
oe deve dar aos gorros j comprados o reco-
los. cm pule ao almosariado.
Ao inesmo. Constando de aviso do ministe-
rio da guena de ."> do correrte ler sido porlporta-
r;a da mesina dala nomeadn Candido Emygdio
Pereira Lu.o para o lugar dcofflcal da secretaria
d'eaae arsenal; assim o eommunico a Vmc. para
-: oonliecinenio.
Ao mesmo.Constando de aviso do ministe-
rio da guerra de li do correrte que por decreto
de 8 foi Borneado o bacnarel Sebastao do Reg
Barros para o lugar de secretario d"esse arsenal;
assim o eommunico a Vmc. para seu conheci-
ineo i. .
Ao capito do porto interino. Pode Vmc.
por Bffl liberdade os remitas, Antonio Francisco
de Campas e Valeriano Francisco das Chagaa, que
ioram em inspeccao de saude consideradas inca-
.j.i*.- do servico, < dar o conveniente destino ao
le n.iiin: Joio Ouillieruie de Sena Barros, qoe foi
julgado apto Pieam assim respondidos os seos
de l e 2o do correrte, sob ns. 5S e ">0
2/' saecdo
Poc'.aria :
0 presidente da provincia, do conformidade
com a pcoposia (lo I)r. ebefe de polica em offlcio
a. rio"*, de 20 do correrte, reselpje nomear o cida-
dio Joaquim M.rcelino da Suva Vieira para o
eargjO de l." supplente do subdelegado d)districto
de Becerros, do termo do Bonito, que se acha vago.
OfbVios :
Ao Dr. chefe de polica. Em resposta an
.i;'ici.i de V. S. n. 582 de 20 do correrte; em que
trato do arru.'nliainento feito no cofre da repart-
CO do correio, tenho a recoinmendar-lhe vjue me
remelta com a posivel brev'nlade o resultado das
diligencias feitas, e em cxposi?ai circumstancada
11 fnrto criminoso.
Ao inesmo.Itespondendo o offlcio de V. S.,
n. 'M. de 19 do correte, a que acompanhu
emia do d i delegado do termo de Ingazeira, tenho
; dizer-lliP que ilio pode ser satisleita a requsi-
'aquelle delegado, atienta .a falta absoluta de
fofa ede armamento.
Ao inesmo.Accuso n recebinento do offl-
ci >de V. S, n. o'(i7, de 19 do correrte, acompa-
uliado de copia de outro, em que o subdelegado do
. (lisiricto de Beberibe faz ver a conveniencia de
um destacamento n'aquelle dislricto ; e cm res-
posta tenlio a dizer que por falta de for$a nao
pode ser attendido esse pedido.
Ao commandanle superior do RecfePro-
videncie V. S. nao so para que os offlciaes inferio-
res do corpos sob seu commando superior se
achem na igreja matriz do Corpo Santo as 6 horas
dataide do dia 27 do correrte, alim de acompa-
nharem a sagrada imagem do Sr. Bom Jess dos
Vassoi na sua trasladaran da mesma igreja para
-e Taimn, mas tambem para que sejam postos
di>(o.i.;o do brigadeiro comoiandante das armas
todas os batalhoes da guarda nacional desta ca-
pital, para, reunidos aos de linha, formarem urna
divisao que trm d i aeompanbar em procissJo na
larae do da seguirte a mesma imagem no seu re-
o do dito convento para aquena matriz. Ou-
tro mi enmure ime v. S., entondondose cm
omaso*) brigadeiio, providencie tambem para que
a guarni.n no ultimo desses dias seja feita pela
guarda nacional.
Ao commandante superior de Olinda. Ex-
peca V. S. suas ordens alim de que urna guarda
de honra, tirada do !> balaihao de infartara da
guarda nacional desse municipio, acompanhe
image-m do Sensor Bom Jess dos Paaws, que no
dia 3 do abril prximo vindouro, pelas 7 I oras da
norte, lem de tr do convenio do Carmo para a
igreja calhedral nessa rilado, e bem assim para
que lodo. o hatalhao f;ica as honras devidas por oc-
cas an de sahir a mesma imagem s 4 horas da
larde do dia posterior em solemne procissao.
3.* girro.
Oflirios :
- Ao inspector da thesouraria de faz--nda.
Teud-i por portara desta data, prologado por Ir
manes com na vencinubitos a que livcr direito a l-
e?na omerdida ao motor honorario Jos Bonifa-
cio dos -autos Merguiho, ajndante de ordens en-
earregado do detalne do commando das armas
desla provincia assim o eommunico a V. S. para
seu conheWmcnto v drcciao.
- Ao mesmo Transmiti a V S. para os de-
vidos lins o incluso decreto dV do correle, pelo
anal nomoado o baei arel' SebaalJao do Kego
Barros para o lugar de secretario do arsenal de
guerra desta provincia.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os fins
contenientes que por avi>o n. 8lil, di ministerio
do imperio, do 11 do cerrarte, foi approvada a de-
libeaijao .|ue loinou esta presidencia, de mandar
fazer a despeza de 8U0J, feita com o transporte
de candes coalendo lisia.- de fa-nilia, remettid
do interior da provincia para esta capital ; de-
vendo essa desposa ser levada ao crdito aborto
para os gastos que aqu se esto fazendo coui o
recenseamerto da aonula*co, como lelermina o
cilado aviso.
Ao mesmo. Transmiito a V. S. as seis in-
clusas ordena do thesooro nacional, sob ns 46 a
), 51 e ;2.
Ao mesmo. Couimnnico a V. S. que por
aviso do ministerio da agricultura, cominercio e
obras publicas, de 28 de fevereiro ultimo, foi
mandado addir repaicao dos correios desta
provincia o offieial da do Cear, Jos Candido de
Barros Jnior.
Ao inesmo. -Transmuto a V. S. a conta junta
em diiplicaia que me remetleu o snnerintopdente
da estrada de ferro do Recita a S. Francisco,
com oMcio de boiilem datado, alim de que mande
pagar a quantia de CliOO, proveniente de trans-
pones dados a recrutas e pracas nos Irens da-
(|uella estrada, por conta do minislerio da guer-
ra, no mez d fevereiro ultima, como se v da
luencionada cunta.
Ao inesmo. Anuuiido ao que expoza com-
inissiTo censitaria da fregue/ia de Villa Bella, em
offlcio de 7 de fevereiro ultimo, recoinmendo a
V. S. que, nos tormos do art. s do rotula-
m Hto de 30 de dezembro de 1871, mande pagar
aos agentes rerensead ues daquclla ireguezia. cons-
tantes da rela'.ao junta por copia, a quantia de
304 a cada um, e bem assim a Joaquim Carneiro
de Andrade a oe 3000t; preveniente da con-
liicoao para a secretoria da uresideucia das lisias
censeameato.
Ao mesmo. Remeti a V. S. quatro inclusos
olllcios da secretaria do estado dos negocios da
blenda e da diroejoria geral das rendas publi-
cas. Jalados de 10, 13 e 14 do crreme.
Ao mesmo.Remello a V. S., para os devi-
dos lins, os inclusos ttulos Horneando o bacharel
Joo da Costa Biboiro alachado para o lugar de
juiz de direito da comarca da Boa-Visto, e remo-
vendo o juiz -de direito Miguel Goncalves Lima,
daquclla comarca para a de Cabrob, ambos de
priraoira entrela.
Ao mesmo.Declarando-se no aviso circu-
ar do ministerio da agricultura, eoiumeicio e
obras publicas, de 1 di correte, em addilainen-
toao.de 10 de ouiu ro do auno prximo passado,
que as eontot das dspotas feilas pelos engenbel-
ros encarregados da conslruc.ao e custeio da l-
una telegrapbica desta provincia, devem sor re-
ineldas por eles direotamenie directora geral
dos lelcgraphos, que cm lempo npportiuio as en-
viar.', a respectiva secretaria de estado, em visti
do ipie represento!! aquella direcb ra em offlio
de 7 di! fevereiro lido ; assim o eommunico a V.
S. para os lins convenientes. Outro sim declaro Ibc
que as quantias entregues por esw thosourana
aos mencionados engenbeiros, em virtude de re-
qusiuao daquelle ministerio, licarao sob a respon-
sabilidade do* meamas exigindo somente essa
thesouraria os respectivos recibos para sua re*
salva.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. entregar ao thasooreiro da repart-
(lo das obras publicas, conforme solicitou o res-
pectivo chefe, em oflicio de 20 do correrte, sob
n. 122, a quantia de 200i<>00 para pagamento_.de
s<)is syphoos collocados eui virtude de ordem'da
presidencia em oulras tantas boceas de canos
de esgolo desta cidade. u da chapa necessaria a
um dos alcapoes. .
Ao mesmo. Inteirado de quanto expoz em
seu offlcio de bootem datado sob n. 106, acerca do
pagamento dos vencimentos do destacamento da
guarda nacional que estova estacionado n i cidade
de Goyanna, no> mozos de julbo e agosto do anno
prximo lindo, tenho a dizer-lbe que mande effec-
tuar esse pagamento de conformidade com o pare-
cer do cortador dessa tbesouiaria, a que se refere
o sen citado oflicio, e para semelbanle lim devolvo
ai olbas e prets que vieram annexos. ao dilo of-
flcio.
- Ao mesmo.Em vista da inclusa conta do-
cumentada, que me foi reaietlida polo tenerte-co-
ronel commandante do corpo de polica, com offl-
cio de 20 do correrte sob n. 169, mande V. S. pa-
gar ao lente Klavio Jos dos Santos e Silva a
quantia de 233, em que importou o enterro do
soldado daquelle corpo, Manoel Gabril dos Santos,
fallecido na cidade de Goyanna, a 12 de dezembro
do anno prximo indr.
Ao mesmo. Recommendo a V. S. que,
vista da inclusa relaeao, mande entregar ao se-
cretario do gymnasio provincial, bacharel Antonio
d'Aaaumpoao abral, conforme sclicitou o respec-
tivo rogedor. a quantia de !:3420OJ, importancia
das pensoes'dos alumnos internos, pensionistas da
provincia, concernentes ao primeiro trimestre do
correrte anno, como se \g da mencionada rela-
;o.
Ao mesmo. Recommendo a V. S., que vis-
ta das inclusas coutas, man le pagar a companhia
da estrada do ferro do Recife a S. Francisco, con-
forme sMMtou o respectivo superintendente em
oflicio WIontem, a quantia de 194*030, em que
importramos transportes elfeettiados por-oanta
da provincia, nos trens da mesma estrada duran-
te o mez de fevereiro pretrito, segundo indieam
as mencionadas cortas.
A' seclo.
Acto:
0 presidente da provincia, tendo om vista i
informaco do director geral interino da instruc-
Sio publica, de 18 do correrte, resolve exonerar
o cargo de delegado luterano do districto da villa
do Bonito, o bacharel Joao da Cosa Ribeiro Ma-
chado, por ter sido nomeado promotor publico pa-
ra a comarca do Rio Formeso.
Offlcios :
j0 Exm. e Rvm. ?r. bispo diocesano.Sirva-
se V. Rvma. de eimuir o seu parecer sobre o pro-
jecta n. 12, constante do incluso mpresso, d s-
membrando territorio da freguezia de ?ossa Se-
nhora da Penha de Vitlaltella, para constituir
urna nova fregue'ia sob a luvxcaco de S. Jos do
Belmonto, alim de poder satisfacer ao que delibe-
rou a assctrtilpa legislativa provincial e consla de
offlcio do respectivo scretirio, desta data sob
n. 14.
Ao mesmo Em resposta ao offlcio de Y.
Rvtna. de hortera datado, tenho a drter que a
transferencia da mairiz da freguezia de lumb
paraja groja do *janloAnlonio da mesma villa, foi
decretada pela le n. 1,055 de 6 de junho do anno
passado.
- Aojuiz de paz inais votado da freguezia dos
Afogad sE= resposta ao oflicio de V. S do 2t>
do crreme, tenho a dizer-lbe que, eomnetimlo-lhe
presidir a mesa paroc ial para a eleirjio de raiiei
de paz dessa f.eguozia, compele a presidencia da
segunda reuniito da junta de qualiliarao, que de-
ve ler I igar no mesmo dia, ao _seu inmediato em
votos, como prescreve o aviso^ 87 de 18 de fe-
vereiro de ir65.
- Ao Juiz de paz presidente da junta de quali
liraoao da freguezia dos Afogados. -Accuso rece-
bido o offlcio da junta de qualiflcaoao presidida
por V. S., de 20 do corrente, remetiendo a copia
da qualiiioaeio pela mesma procedida, a qual de-
volvo para nella serem incluidas as copias das
respectivas acias de que tratam os artigos 15 e 21
da lei de 19 de agosto de 18i6.
- Ao Dr. director geral interino da inslrtic.o
publica.-Communico a V. S. que nesta data defe-
r a poticao de Tliom Augusto da Silva Villar,
despensando-o do exame de ciqueidade, alim de
poder V. S. con ederbie lieeap para n-in.ir pri-
uieiras lettras n francoz.
- Ao conego regador do gymnasio provincial.
Em resposta ao offlcio de V. Hvma. de honlem
datado, leuho a dizer-lbe i|ue Besan dadas as pre-
cisas ordens para ser entregue, como solcila, ao
secretario desse estabelaciment, bacharel Auto
nifl de Assumpcao Cabral, a quantia de l:34.
importancia das pendes dos alumnos internos,
pensionistas da provincia, constantes da relacao
que remetteu, correspondente ao primeiro trimes-
tre do correrte anno. -Quanto Legunda parte do
seu dito offlcio, em que ur.sira as difflculdides
em cumprr a ordem desta presidencia, de serom
suatortadaa pela renda desse estabelecimenlo os
alumnos de que se trata, recummendo-lhe que dei-
xe de dar cumprimenio as ordens expedidas, quan-
to aos preenchimentos das vagas, e que observe
aquella minha detorminacao logo que forem re-
movidas as difflculdades-a que se refere. '
- Ao Dr. Pedro de Atbayde Lobo Moscosn.
Em resposla ao olhVio de tf. S. de liontem datado',
tenho a dizr-lbe que agradado a donativo, que
agenciou para a construccao do auto da aliena
dos, de cncoenla atoueirea de cal da medida do
Corno, quo corresponde de 120 a 130 barricas, fei-
to pelo cdadao Joaquim Francisco da Mello Catad,
a queni V. S. agradecer e louvar om meu nome
essa importante tuerta.
Portara :
A cmara municipal do Recife.Recommen-
do [lima cmara municipal do Berffe que mi-
nistre as informacoes constantes do offlcio junio
por copia, do !. secretario da assembla legislati-
va provincial, acerca do arrendameuto dos aeoti-
mi.'S iii'i-ti'UOCnleS ; c oinr-i
Aclo :
U presidente da provincia resol ve nomear
Prederico Augusto Neiva Jnior para exereer in-
lerinameute o lugar do escrevente da repartgo
das obras pnilcas.
Olllcios :
trata era sen offlcio de 20 do corrente, sob n. 122.
A commissao liquidadora da estrada de fer-
ro do Recife ao S. Francisco. t) Exm. Sr. pre-
sidente d.i provincia manda eommunicara Vv. Ss.,
ajne nesta data tiveram o conveniente destino a
copia da acta e balmco da liqui ufito das rontas
dessa estrada de ferro, relativas ao mez de reve-
r o ultimo.
A' oommis>ao censitaria da freguezia de v|.
la Bella. n ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, eommunico a Vv. Ss., que em uTcio
desta da*J>f.iram dadas thesouraria do l'.uenda as
Ponveirientes ordens, alim de eirectuar o pagamento
danuaMRa de'toj arada um dos ajenies recen-
seadorfekinenciiinados uo nlBcio de Vv. Ss., de 7 do
mez prximo lindo, o bem assim do igual quantia
a Joaquii Carieiro de Andntde, por ter conduzi-
do.para esta capital as listas de familias e mais
papis concernentes ao recimseamento procedido
nessa wrochia.
Aos agentes dacimpanhia de navegaco bra*
sileira. O Kxm. Sr. presidente da provincia man-
acensar o rocobi ment do offlcio de Vv. Ss. desta
data, em que participam que o va?or Cruzei-
ro to tai, pmrodenle d Ilio de Janeiro e escala,
seguir para os porlrfs'do norte amanba s5 ho-
ras da lar le.
Ao engeiibeiro chefe da reparlieao das obras
publica'-. Pode Vmc Autorisar 8 engenheiro do
. districto a comprar um boi e umi carroca, que
eBejulga obter-ae pola quantia de 330* 01), e ti-
ta ii-so preciaos para o transporte da pedra que
deve ser emprogada no reparo de ompodrainento
do 1." tormo da estrada da victoria, visto adiarse
em grande distancia esse material, como declara
Vmc. em offlcio de 20 do corrente, sob n. i2i'. -
Aproveito a occasian para dizer-lbe que o mesmo
engenheiro deve relobrar de selo o activdade para
que o servico se fa?a com a seguranza e econo-
uiia possveis, visto como tem j bastante experien-
cia. |iara saber que um trabalho qualquer, feito
por admiiiistracao, cao sendo dricamente asnee-
clonado, nao poda progredir ; o que Vmc. far-lhe-
ha constar paia os devidos effetos.
Ao adminislrador interino do correio. ~ Com-
munico a Vmc. que por aviso d. ministerio da
agricultura, coniroercio e obras publicas, de 28 de
fevereiro ultimo, foi mandado addir a asea repart-
ello o^ offleial do correio da provincia do Cear,
Jos Candido de Barros Jnior.
-r Ao engenheiro fiscal da estrada d.: ferro do
Recife ao S. Francisco. Recoinmendo a Vmc,
pai a 08 lins convenientes, que d'ora em diante nao
se inrlua as cortas a eargo da thesouraria pro-
vincial os transportes dos recrutas; deveado para
isso exigir-ae dos commandantes das escoltas a
discriminaco dos que sao presos de justica e da
quelles que sao recrutas.
Quanto s escollas conduiirem somente recru-
tas, as despozas relativas, quer s escoltas, Djuer
aos recrutas, correrao por conta do ministerio da
guerra ; quando, porm, c niduzirem recrutas e
presos de justiea conjuntamente, far-se ha a dis-
criminaco. istn e, a provincia pagar as despezas
d'aquelies, e o estado as destes, e as da escolla re-
paludamente
Ao engenheiro Jos Francisco toelho, cncar;
regado da linha telegrapbica desta provincia.De-
claro a Vmc, para os lins convenientes, que por
aviso cirrular do ministerio da agricultura, com-
mcrcio e obras publica-, de 13 do corrente; foi rc-
solvido, cm atten?ao ao que representou a direc-
tora goral dos telegraplios, em offlcio de .7 do
mez passado, e em additamento ao aviso do mes-
mo ministerio, de lo de outuhro do-anno lindo,
que as conlas das despejas feitas nesta provincia
com a construccao e osteio da linha tel-graplnca
devem ser remettidas directamente aquella di-
rectora, para opport: mente enviar-se respec-
tiva secretaria (Testado; ficando as quantias, que
Ibes forem entregues pola thesouraria de fazenda,
requisicSo d'aquelle ministerio, sob a resjionsa-
bilidade dos engenbeiros encarregados da dita
construccao e costoi, de quem a mencionada the-
souraria dever somente exigir os competentes re-
cibos, para a sua resalva.
EXPKDIR.NTB DO SECRKTAUIO.
I.' cao.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas inte-
rino. S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo
por porlaria d'esta dataprorogado por igual prazo
a licenca de tres mezes concedida, para tratar de
sua sade, ao major honorario do exercito Jos
Bonifacio dos Santos Mergulho, ajudante de or-
dens encarregado do detalhe desse commando de
f-armas; assim o manda communicar a V. Exc,
para seu conhocimento.
2.' arcedo.
Oflicios :
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia transmiti a V. S. o
titulo junto de nomeacao do <.* supplente do sub-
delegado do districto de Bezerros, do termo do
Bonito, de conformidade com a sua proposta em
offlcio n. 568, de 20 do corrente.
Ao commandante do corpo de polica. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., que nesta data expedio ordem thesou-
raria provincial, co sentido de ser paga ao len-
te Fia vio Jos dos Santos e Silva a despeza de
qnc lrala o se'u offlcio de 20 do correrte, sob n.
169.
O* fCfflO. s
Offlcios :
Ao engenheiro da reparticJo das obras pu-
blicas.O Exm. Sr. presidente "da provincia man-
da communicar a V. S. que nesta dala expedio
ordem theSouraria provincial. para se entregar
ao tuesoureir dessa reparlieao a quantia de que
DBSfanuos da piiksidkncia de 21 im: AStu ds
1873.
Agostinlij Ferreira da Silva Azeved). Seja o
supplicanre nomeado para provisoriamente exer-
eer a serventa d s offlcios que requer.
Pield ni Brothers.Deferido cora offlcio desta
data, thesouraria de fazenda.
Flix Atbanasio Villa-Nova. l'rejiidieado.
Bacharel Joaquim Ferreira Chaves. Deferi-
do com oillcio desta data, thesouraria de fa
zenda.
Jos Mariano da Holianda Falco. Prejudi-
cado.
Jos Faustino Varinho Fab-io. Prejudicado.
Jarana Mara das Dores. Certifique.
Jas do Araujo Cesar Informe o Rvm. Sr. Dr.
rogedor do gymnasio provincial.
Joaquim de Azevedo Canario. D-se.
Manoel Tboinaz dos Santos. -Cerlilique.
Dr. Manoel Rarbisa de Araujo.Sim, com ven-
cimentos na forma da lei.
22
Candido C. G. Alcoforadx -Dse, nao havondo
inconveniente.
Francisco Cordciro da Fouceca. Como re-
quer.
Joaquim ServuloJVieira da Paz.-Enlroguese,
nao baveudo inconveniente.
Jos de Azevedo Maia e Silva. Pas>e por-
tar-a.
Luil Anl.mio Conleiro. Como reuiier.
j 13 -
Altai** assj-;i|ados. nogociantos da villa -j Rom
iroviM-ial J "^--"-.-oi
Artonio Goncalves Gumar>s.-Informe n Sr.
pn>Vador da Santa Casa de Misericordia.
Antonio Jos Gomes Jnior Informe o Sr. ns
pector da Ihesouraria de fazenda, enviado o Bol-
lector ri-speclivo.
Antonio Ferreira 'le Oliveira. Passe-se por-
tara.
Belniiro da Silvera Lins. Informe o Sr Inspector
da ih'souraria de fazenda.
Francisca Mena Rarrelo Barros Falca ( -Nesta
dili se expeda as necessarias ordens no sentido
de que requer a supplicante.
-Felc ano Jos Gomes. D-se.
Fortnalo Jos Dias de Sampaio. Informe o Sr.
provednr da Santa Casa de Misericordia
Hermenegildo Freir dos Santos-Informe o Sr.
Dr chefe de plida.
Irinandade de Jiossa Senhora da Assninpcio das
Fronteiras. informe o Sr. inspector da Ihosouraria
provincial
Hara LeonoidinatMaidiado. Pasee portara, con-
cedendo a prorogafao requerida, com inetade do
ordenado.
Tberoza Rufina de Jess e Silva. Pasca porla-
ria. eoneedendo a lieenea com ordenado na lrma
da lei.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 24 .le
abril do 1873.
O portoiro,
Silchio A. Roilri'jues.
Coiaiaaniail dn* arinnx.
Q.VRTEI. CranUL Ud COMMANDO DAS ARMAS
DE PERSAMBUC.O, EM 23 DE ABRIL DE
1873.
Ordem do dia n. 720.
O brigadeiro coinmandante das armas delermi-
na que os Srs. offleiacs do; cuipos arrogimentados
que sao considerados doentes em seus domicilios
|Hr tempo excedente a um mez, sejam inspeccio-
nados de saude, tendo vigor esta disposicao a
contar do dia 1 de mato em diante, para o que o-
Srs. cominandantes dos mesmos corpos enviaro
nos dias 25 de cada mez ao quartel general, urna
relaco nominal daquelles Srs. offluaes que em
taes eircuinslancias tem de ser inspeccionados.
O mesmo brigadeiro faz certo para os lins con-
venientes, que bootem chegaram da corle, e fleam
recolhidos aos seus respectivos corpos, os Srs. ma-
jor Carlos Magno da Silva e capitao Polycarpo Jor-
ge de Campos, ambas d 2" balaihao de Infan-
taria.
(Assignado.) Manoel dn Canka Wanderley
Lins.
Conforme. -Jos Igtmcio Ribeiro Rm-t, tenerte
ajudante de ordens interino encarregado do de-
talhe.
It.-par orto da |olicin.
h.* seccao. Soeretaria da polica de Pernambuco,
24 de abril de 1873.
N 776. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
inento de V. Exc. que, segundo consta das partid-
pacoes recebidas hoje nesta reparticao, foram
h.-ntem recolhidos a casa de detencaoos seguntes
individuos:
A' ordem do subdelegado do Recife, Joao Anto-
nio Baptisla, requisicao do capillo do porto, e
Antonia Mara de Lima, por offensas moral pu-
blica.
A ordem do do !. districto de S. Jos, Claudi-
na Leite da Soledade, por offensas moral publica.
O delegado do termo do Bonito, por offlcio de
16 do corrente, communicouriae que DO dia 29 de
marco findo, no lugar denominado Jos Lourenco,
d'aqunlle termo, travaram-se de raxoes Jos Viei-
ra e Joaquim Jos de Sant'Anaa, resultando da
lula flearem ambos gravemente feridos, sendo que
Jos Vieira fallecer poneos atoa depois, e Joa-
quim Jos da'Sart'Anna, que fai preso em flagran-J
te, j se acha restabeleckio, e que a tal respeito
proceder nos termos recommeadados por lei.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. com
mendador Henrque Pereira de Lucena. dignissi-
tno presidente desta prqvincia.chele de polica,
Luiz Carreta $e Queiroz Borros.
M
nao at 13, como por equvoco Ibes disse na minha
remedida a 1 do owrente pelo paquete Mimiii
da companhia do Pacilic.
K possivel, ft>pM)W|ue anda baja nova proro-1
gaejto.; entretanto o einpenbo n.io deve ,-er uiuilo |
grande da parte dd gabinete, em prolougar por
limito mais dias as sessdes do parlamento, que
nessa casa teriam de entrar pelos das inmediatos
a fosta da l'asi oa.
Estamos na semina sania, e nao fcil, nem
admiseivei retar aqui em Lisboa os representanlea
da nacao nos dias que a igreja e as Iradccoes
de familia eoDsagram a assumplos em (|ue nada
tem que ver a poltica, nem os interesses male-
riaes e siinplesmenle mundanos.
Tornase a fallar da dcscoberta d'um thesouro.
Vonba issoao inenos para decnlad.irnos, porque
um thesouro acosa (|uo falla sempre imagna-
les,, virtonaram a insigne cantora. Um maimineo
adererii de brilhanl.s fui ofli-rncido pelo sr D.
Vanmatoi aisjnora l'n ci-ltaraldi.
Vai escri|iliirada para Malaga.
Giiner.iiii |n|a as recitas de declama?*" Italiana,
etn S. Carlos |iela companhia da siynora Elvira
l'asquali. O celebro actor Majeroni (uf estere
c o anno passado e de cuja companhia faiia parle
a Pwinal, leaaroa-sa daompreza.
Em I). Mara II faz agora furor nina comedia
que se nuil la.1 motea branca, No Gviniusto
(boje a inelbor rompan ia iMirtugueza de derla-
mai.o) coiiiinua a rntapre U-lla, Emilia das Xr-
res a doliciar o pnbbco. De|Nii> da Corte mu m-
dela, de Mondes Leal, que leve militas e anace Mi-
vas endientes veio a Cnudessa de Freixiem% de
Raagd de lama, atirahio o paco sempre vida da
cito. P o caso que lia dias um pefiedieo diva a W'^J'rapriiiieira actriz ,*tuguoza A Wj-
Lij.a.iX ..........__^l...i... i...... .i. <''*1* da o Avarrutn de M dure uaiiirabsado peto
Viscomle de i:.i-h|iio. Em I. Mafia
noticia de ler o Sr. Augusto Seromenbo, lente do
curso superior le lettras, feiio no iivnisterio do
reino as competentes declaracoc-, como procura-
dor de algitem para a oxplor.icao de um thesouro.
No dia seguirte publicava o dito jornal urna carta
do mesnio Sr. Soioineiibo, que .' frisante de invec-
tivas contra cortos em pregadosjdas secretarias, (pie
por tagnrellioe l esbc hotoira mi por diihoiro (diz
o signatario) ass lalham avisos que podein tueju-
dicar intoressos de terceiro.
A tal caria urna bomba, e realmente modelo
no genero calilinario
O redactor principal da folha den anums car-
ta, e por isso, constata no dia seguirte que todos
os noliciaristas do jornal se tinliam despedido. O
mais interessanle, porin, que d'abi a dous dias
urna folha do Porto dizia como addilamenlo, que o
tal thesouro de que se Iratava era o celebrado
thesouro do palacio de Queluz, enterrado pelo m-
nwito l). Miguel de Braganca, que entao se imiiu-
lava D. Miguel I.
Aqu ha dous ou tres anuos fallou-sen'umas ato-
claraciVs 'hora da niorte do velbo ptoadorSad-
vem e intimo amigo que foi de D. Miguel, acerca
do thesouro escondido no palacio do (jiteluz. Fo-
ram, norm, lao incompletas e tardas as indica-
C;Oes de Sedyem, que bridadas ficaram as Desqui-
tas que se lizeram por esse lempo. Aceresceiita-
va-se que i-.ssommas em ijueslao haviam sido of-
ferocidas a I). Miguel para comprar urna e.-qua-
dra I Tildo isto interossanto polo m\sterio em
(pie se envolve. e milito mais, porque as apostro-
phes exageradamente desamaveis do lente Soro-
monho, naoliveram poder de prensa deixasse de ir c tillando o que sabe ou o
me desoja saber do mencionado thesouro de Que-
fiz. .
Sr. Luciano Conleiro, que foi eollaborador
da Reeolttraa de Selembro o agora profanar d>
real collegio militar (le Mafia) acaba de publicar
um livm com o seguirte UtutoBoa baitetts p r-
tuyitezes ; a qitesto do privilegio di franco de
''"r^U,,.,, .,.........................
naeiomies, no Diario An Gorerno, do dia 8 do cor-
rente. Anda nao o li ; os jomaos que tratam de
tantas fraudtilagons, nao se dignaran! extractado,
ou analisa-lo, o ass m s depois de o ver na folha
otlleial poderei dizor quaes os tpicos princpae.-
de lo, e qual o seu alcance.
Fallecen de hydropisia Marciano Ilenriques
da Silva, director da gallera real de pinturas i i
paco da Ajada, e um dos nossos primeiros pinto-
res de historia. Era ainda muilo moco. Doixa
viuva e lilil om tristes circiimstancias, se el-rei
iiiransave Visconde de Csstjtao. Em D.
d-se o Tarhifi que receben do mesmo peta igaul
carta de naturalisaco.
A companhia italiana da Pas|uali vai dar-aoa
tambem o Tartttf-.
Veremos, eenyararstau e appl.iuiliremus. O
que pona nao termo-, ha iniiilo- aanos, em
Lisboa, nina conipanhia franceza. Admira real-
nienle, sendo a lingua franco/a, de U*l* a ^s-
traugviras, a mais -abija, a mais gustada e fallada
pelos habitantes de Lisboa I
i E a poltica, a |Mililira m rreu pergunta-
j ra os nossis leitoros. Hla morreo, mas nin u
OU vai entrar em ferias porque o parlamento vai
I lechar, a paz publica vai-se maniendo, ib- patrio-
tismo dos partidos ningnem usa dnvider, **
sos-oes agitadas das cmaras nao achain rho al-
8UUI, c foi.i o movim nlo m ln-iri.il e CiHimier-
cial augmenta, os lavradores queixam-se do lem-
po que lez, mas ja siirriein a<> toui|io que fax e
toilos vao vivondo MU dir i;rinde importancta
a cortos boatos de elfelo que. s vaos, arroja
para ea I tstograpMa, como. p<>r oxempio. u d'an-
les d'bort'm : Dizendo quo algSJM agitadores ti-
nham partido para LsInVi coi i i dinheiro. eie.
Mais do que o diiibeim que ellt-s |xissain trazer
para c pesa o bom sonso do no-so pHB\ osla muito mealdado da guerra civil, a qnal con-
sidera como a amia pos ida das allribui>;i>s.
Ainda nao vieram a lume as dus folha* re-
publicanas que se anminci.iv.im Va dia para iis-
atoaa r na UMa e provincias.
^ eremos e fallronlos.
Tambem so espera dentro de pou w dias a mi-
blicaco de um novo jornal iiiiiliil.il < : A Jto-
mtriliia, desuado a MSBb.iiei as iii'-a* |ierim*a>
dos exailados de todos os pariidos. A rrdac-
l'o diz-se que romp sla de e-eiipUires exper-
enli s. collocados altura de k-m sustontar o sea
pnigr.immi do son-atez e uioJerai;a<. lao precisa
nesta quadra revolucionaria emqne as nlas nuis
absurdas o os principios mais falsos ewontrani
"Uiz-'iVio UoTlWW.fc
i ni^ 1.1 .-
mil pciiodico de Liaba que tenho
sai ipienl sao e por isso repodo me
a vi la. Nao
por fe ao qu
dizom dolles.
Parece que ha divergencias m gremio *-
lorie. Dizom que se taz toda a diligencia pira
acabar de iotSJOStar o duque de LoiiV. cliefe des-
ta parlido, e que os reformista* andam a tral^a-
lliar no mesmo sertido.
O certo que o Hvd. bispo de Vizou. rlele d i*
reformistas, aprosenlou na cmara dos pares una
que devoras o e-timava, os n.io amparar. O fc 225.* *??"" ^ >,?*,fV ^ |n7l,v
D. Luiz 1 blidos, quanto se pide >er. Por issoj*S?^ ^*ntfn^Auttmrmm
a viuva e orphaos de Marciano euconlrarao iij co-
raco eminentemente caritativo do re de Porto1
gal toda-a proteecao de que sao dignos.
Bull o Palo, o mimoso poeta da Ptauit pro-
nuncio beira da sepultura do joven pinlor al-
gumas dessas phrases etoquertemeiile molanclio
Rea, inspiradas |wla saudade de um amigo ver-
dadeiroe de nina grande alma lambem I
Conheei Marciano, ainda menino, na ilba de S Mi-
guel. Fui amigo dolle e de seu pal Francisco Ilen-
riques, honlem pobre, cas honestisshn .
N'esle do hispo d" Vizcii iu-oinp.Tiv -I o
bigardo paralo emn a qualidade de cralo a>
el-rei. Querom a'tribuir icio ao* d-sojos que ha
no parlido reformista tto dosiiostar o duque !-
Lool. Seja como fr, um honiom nao ron-li'iie
um parlido, o se o duque so retirar da poltica
militarte, nao fallar quemo siihstiiua. pnu i
grande e principd raraclerisiico d. noss.is parti-
dos a supera'undaiioia de chufes o a minpu de
soldados. Todava o /'/'.- orgia di partid his-
trico, desmente o boato dado |ir um colleja pu-
es l'.r'do ConstilHim-
ama leja de rerragemellvroa por traz da Matriz, i'"7 (" ''' >f'"'
le) da separacao do duque de l.oiile.
Na can.ara dos pares ja foi approvado o or-
_ 18, MaraniiJ po-
sen ioin e chorado pal que Iho desse os pri-
EXTERIOR.
Correfspuuilenela do a Diario do
Persiana'
LIS I0A 8 D8
As cortes, foram s | e dia 8, e


IMUHk.
da cidade dj Ponto Delgada, as horas vagas oe-
cupava-as sempre em tocar Harta, om que era in-
signe o bom velbo, ao pe do seo btelo.
Destinara Marciano para o comincrcio, e po-lo
de caixeiro na loja ingleza de Mr George, com-
morciante de aprestes para navios (ship stores)
junto ao caesd'Alfandega.
Era i.-to_.polos annos de i3 a
dio a
meiros elementos de desenlio. Dentro em pouco.
fazu-se em S. Miguel a primeira expoefeto arlisli-
ca, e por ventura a primeira de lodo o Portugal,
sob a inicialiva civilisadora do nosso primeiro
poeta Antonio Feliciano de Castilho, que ah tinha
Jxado sTla residencia. Era pelo natal de Iw8.
Marciano da Silva foi um dos mais gabados ex-
positores em pintura. Mais tarde foi convidado a
vir a Lisboa ostudar sob o patrocinio do esmorado
pinlor e intellgeniissiino amador de bellas-artes, o
visconde de Menezes. Annos depois obteve o ir a
Boina aperfeicoar-se, julgo que protegido com
mesadas por um dos mais abastados proprielarios
miebaelenses.
Marciano esleve tambem em Londres, onde ca-
sen. A sua forca de vontade, o grande talento
com que a Providencia o dotou, a feliz e bem em-
progada proteegao que leve nos seus primeiros an-
nos, o alto favor com que mais larde o patricinou
el-rei o Sr. D. Luiz, tinham-lne creado aquella in-
vejada medio cridado de fortuna, que urna pro-
longada doeaea quasi arrebatou com a sua morte
aos nrdcirs do seu nome e das suas glorias arts-
ticas.
E j que a formosa Iba de S. Miguel foi ago-
ra buscar algumas recordaedes, cabe aqu em-
brar que se nnou repenlnamerta no vigor dos an-
nos, ha poucas semanas, outro amigo meu dessa
poca, o Sr. Fernando do Quertal, pai do joven
escriptor Antera do Quental.' Fora um dos 7,500
bravos do Mindollo. Um dos primeiros a aceitar
a loi da desvinc jlacao da Ierra? deixou logo de re-
gistrar o margado que adminislava.
Fernando do Quental, era hllio de Andr da
Ponte do Quental, um dos deputados s consti-
tuintes de 1820. Foi Andr da Porte um dos n-
timos de Bocage.
0 vereador da cmara municipal do Lisboa
Izidoro Vianna apresentou em sesso de 3 de
abril da mesma cmara municipal dous mappas
estatis lieos dos cada veres sepultados nos cemita-
ros oriental (Alto de S. Joao) e occidente) dos
Prazeros) desde os annos de 1833 al 18/2, inclu-
sive. V-se por elles que no oriental foram se-
pultados 148:698 cadveres. E no occidental 61:183.
A dilferenca para menos neste cemiterio pro-
vein principalmente de se nao enterrarcm nelle
os cadveres conduzidos dos bospitaes. Sio
portante i09:88| obatoa em 39 annos, ou 5:381 por
anno, ou cerca de 15 por dia, termo medio.
Passemos a assumplos menos pesados. Hon-
tem acabou a poca iyrica. Foi urna ovacio
completa a que tiveram Mme. Fricci Barakli e o
tenor Fancelli. A distincta prima-dona foi acom-
panhada sua casa por numerosa comitiva de
admiradores, todos cavallo, de tochas accesas,
victoriamk) a e continuando a despedida trinm-
pnal que llie haviam feito et S. Carlos, Canla-
va-se pela ultima vez a Forza do Destino de Verdi
Foi um delirio de paunas, bravos, ooras, bou-
quet, scena com os lencos, e vivos eatrondosos.
El-rei D. Fernndo, sua esposa, e S. A. o infante
D. Augusto assisliram ao espectculo e de p,
como todas as seuhoras, que oroavam os camaro-
eamento peral do oslado. Tamliem passnn cm am-
bas aseabas do p 11 lamenlo o projoco para a fns-
troociode una prisao penitenciaria cm Lisli".i.
Publicaram os jorna-'s o libcllo do min.
ro publico coaira o vlacrada Ir Ouguella. anda
preso na cadoia do Liinoeiro, cm Lislma.
Ki lo :
Emiliello crnw, diz o asento di minislerio pn-
blioo na si-gunda vara de Lisbia contra r
Carlos Ramiro Coatiabe, visconde de Oii|uesto,
arlualinenle preso na cadeia desla cidade, se-
guirte : -
!. P. quo exisle, ha muito, nosla ciJada ani
fo.-o de conjurac.to perm.inenic. qnc por varis* ve-
zes se lem manifestado, perturbando a ordena pu
blica, deniro e tora de Listada : aUentando contra
a liberdade conslitucional de todas os goveraos ;
promovendo dcscarrilhamontos e oscilando o no-
vo a levantar-se contra as autoridades |i*gitiaa>-
mente constituidas.
! I', quo nos lins d.'julbo rifrno estove para
rebentar urna revolla, provenieaW da origem ci-
ma referida, para o que linham sido aliciados rna
casa do fuao, e na J'.arreirinha do Sorrorro, man-
tos militaros e%aisanos.
3.* P. que o reo tomn parto, como autor, aa
conjurara supra referida, iiue linha por fian ex-
citar o povo e militaros a levanlarcm se contra a
autoridade real, emeorrendo casa de fuii, oasis
com ah e entres plan*avam a revolla. que aber-
ton por causa da vigilancia das autoridades.
V* P. que nestos termos, provada a acensa: V>
contna o reo, deve ser con lemnado na pena do
art. 171 do cdigo penal com referencia ao n. -1
do arl. 171 e t nico do art. IIV e art. 15 do ci-
tado cdigo, as rustas e sellos do prnaasas, pa
ra o que se offerere o presente libello. -B aa al-
ternativa deve ser condemnarto na nena torrshli -
va da lei de I de julho de 1867. Vao jnntoe do-
cumentos. Eduardo Segurado.
0 advagado do visconde apreseiitou_ j a* car
torio do escrivao Silvera a uuntoMasjIs ajaJ # a
seguirte :
0 libello aecusatorio do minisaerin pnaJto rost-
ir Carlos Ramiro Couliiiho. visrond< de Ougnal-
la, cortesa por negacao. O dvogado, Aataafe
Alves Pereira da Foncera.
O processo vai ser preparado para discussao.
Deve ser urna audiencia ciirk^issiana,
0 Sr. Porte Alegro, consol do Bra-il em LtanVto,
foi nomeado peK sen governo commissario aa a\-
poscio de Vienna d'Austria.
Pela ama hora depois do incio dia do dia 3* da
marco ultimo, realisou-se a sejsiiu aoleaaaa 1
na vasta sala da real asaoriafa das
chis e arche dogas portugueses. Estere
sUmente concornda. Foi inaugurado coa 1
sos notareis o retrato do pintor Saqueara,
dor da associa^ao.
A associacao dos artistas de Cotaatan, toada aa
consideracao os relevantes servicoa, aja* aa fa-
cas diversas, prestou s elasses trataal aaras,
oonselheiro Antonio Rodriga*
ministro do reino, nomeou.
socio.
Foi agraciaba. o dem da Cor* da Allemanna, oSr. _
monho, nrofsssor do curso supertor
sboa,
Q viscoade de Can-altatato,
Araot iraa pri-





Kl
/ m at /m IM* Peraan*
-
* --------'-TK-- "- --------
Se^a feira 25 de Abril de 1873. j! OU if M
./i.t/

i
morosos quadros de grande valor a academia teal
de bellas artes om L'sba.
Vai estacioear.notar a corveta do guerra por-
tugueza l.t-lUfloiiua Dais, cmo julgo ler Ibes
dito pelo U'Maixi-
As 3 lloras di tarcto do 31 do raer find>, oecor-
reunoTejo, on'flpMado sitia chamado a Cora
da Piedade ; um accidenta quo por acaso provi-
dencial, nao tere as funestas consecuencias que
podii ter nccasiouaa. Eslava alli |ra reoeber
plvora o brigue Mt o Progiesso. Eslava atraca-
do a elle um i I rapta cora barra daqoelle mate-
rial, e com alguna so achavam em mo eqado,
haviam sido unato* de parte no eonvs do brizne
para serein concertados, met endo-se o resto no
poro. Na fragata Icara inuii; plvora soha, e
naven lo um mono de birdo ti do a imprudencia de
acender mu phiwphbro, a plvora fez exploso,
< mmimiieando o rogo a dous barris que esiievaiii
no eonvs de navio, prodnzindo p~p.mto^:i detona-
cao., O moco du brigue, Francisco da Oliveira, ti-
Oto graveinule queunado, bem como um Iripu
lano e o contra-mostr. Todos elles ao verem-sc
salteados pelas chamnias se laucaran) ao rio, seu-
do sal-os com difliculdade.
' A tripolacao, por eaotella abandonou o brigue e
Icju a distancia nimia barcada em oservacan
com os guardas daalfandega. O feridosde nnis
gravidade. Unan pata o hospital. O moco da fra-
gata, cansador do sinislro, foi logo preso.
* Est o Si\ Dr. Tuarlino Amonio Gomes,
lente da escola medico e erargca de Lisboa, en-
.arrogado de dirigir a expodege e acondiciona-
ment da Colloccao das planta} que da Af'i|-a Oc-
cidental, troupe o Ur. Welwische, destinadas aj
museu de Lisboa, e a de nutras plantas que se I ra-
ja de baver por troca COUI outros .'stalx;leciment"S
ou naturalistas.
A junta do crdito publico aiiiKinciou os sor-
teras para o pagamento dos juros do Orimeifo se-
raeltre de 1873.
Eutrou nos proles da imprensa da llniversidade
urna obra com o titulo de Phihfophia ia llislorin
do Caristiauato,. devido ao lente cathedralio de
dirrto Dr. Joaqun Mara Rodrigues de tirito.
I'.vii sido presos siguas rommuiiistas francezes
que eetavan dispostos a fazer das awni en Lisboa.
No meiado do presente mez re^vs-ar a Pcrnam-
feueo o 9r. Claudiu.i de Araujo luiuiaraes, cnsul
de Portugal naquella cidade,
O distiiicti romancista portagnez Cantillo Cas-
leHo Blanco, acaba de receber do Mo de Janeiro.
oaVrocida pelos amibos de Vloira de Castro, una
peana do otro eravejada di brilhantes, como her-
de ro da memoria do distinclo orado. A OflVtta
>', acoinpanhada de urna carta muito hsongeira pa-
ra o uossn primeiro roin.incisls.
Ti.Tihinou a gre e dos operarios d tecidos no
To.to.
Dix-se-'qao o govemo pirtoguez profeca aug-
mentar 1/2 porrelo d Cil rm nos ireitns de
rorapMlaeo, atim eticaren] supriores os da
im>ortaca.
Ni p..c> da Ajada <<>'< servida ntn sumpttroso
sntar ao corpa ipwuiatino estracceiro. O bau
ttuete foi ni: .1 na sala de I) Jo lo VI. e e-teve hri
nauta g i,jii|iaro. os commeBstes, ineinifdo > u-
inagestades il-i'oi e a raiha, crain 4, sendo os
ministros o secretarios de l< yes.^olo '. rtiinisi>.-iio, as espesas dos ministros de
Inl.-tferra. Ii.i'-.'iea o do Hr.i'-I, a dos Sr. niinis-
tros di RftcRda Au'mit) tii Serpa, marqnet de
.-.vilac. f'olcoia.constllieir; Sa Vargas, as llamas
de s. M. raioba e as d*s Sis. infantes, e inais
o Uros r Tsonagens da oasa real, e os oIIcms le
>-.-.- ;>.. -.. a !",!" a entrn e sabio da sala,
pan braco do Sr ralaistre da Allenianha. O bau-
lo. ,i- Mmenm depois 0n 7 e larmlnou as ,te-
-.; i-; urau!.; i'll. a banda* do msica do r^i-
m t de infaMaria i I.
f>jni)'.noniu no ';.-.7 doproxi.iii/sndomecde
,*ii s-:i iv,\ersarm natalicio oSr. Atetan-
Ir. lofculano. A :aa festa fez se na quinta em
V'a.'le ile i.uiios :ii-o*i:!io a Saatarent, a !'> leguas
v. Lisboa Completeu 63 anuos, Vanos cava-
. iros de Ubij n rara acrapanAr o nuttvel bis-
r ilor.
No va;ur Lf/fny/ raNiaviagem ti passageiro atarSe defffcro
am in Ha Os -- que tinham lieadn no lsareto
e a Fo dada nMan ao -i,'- \y\ a |HlbRcas
Boure pam mandar proeeicr a rcaanicao M daquoua fregsezia, ja porque
<< s.iria i i inoihe i" Cu-fo'--.
Cbegou t ab>a > Sr. Femanilo Castice, qat
n n 11 Ri '' Janeiro, mide w dem non tres ar-
podido a palavra o Sr. Gomos Par rata, Qj saglijiaae
parecer :
t A ivmaiissao de ordenados a quera foi presen-
te a pelicao lo Alexamlre Jos Doruellas, nrofen-
sor publico jubilado, ha cadelra de iistruccao pri-
maria ilo paveado de Beberibe, para poder dar so-
bre ella o seu parecer, precisa, que adirectoria
geral da nstruccao publica I be d a respeito as ne-
cessarias informacocs.
Pa&i da assembla legislativa provincial, li oe
abril de 1873. -A, C. de raujt. Fi'wrn de Slellt,
-Albuqnerque /.affid'i.
SioUimbeni lidos. apoiados e mandados impri-
mir os projectos de lei ns. 3.1 e 10.
Kntra em discassao tu/ parecer da camiuissao
di pcliiipes, adalo em nina d;is sessoes antenores
por ter pedido a palavra o Sr. Ges Ca raleante, m
deferindo a peticaojde Jos Mari Marques de Car-
valho.
O sr. fce* Oavhsat< justifica e mau-
da mesa o seguinte requerimenUt: .
Kequeiro que sejasubmetnda a peti.-aqacom-
missao de orcamento municipal.-rUoet encalcan-
Encerrada a discussSo, approvado o paWMM
e ivjeitado o re.pieriracnto.
hii>!:m do da.
Entra em discussao um parecer da commissao
de cstatistica, ineferindo a pone dos diversos
moradores do povoado Papagalo.
O Sr. Vicira He Mclo: -Sr. presidente,
as raides apresentadas pela nobie comuiiss"m de
estatistica civil e criminal, no parecer que se ds-
colo, (bream-me a lr tribuna justificar o nm
voto contra o mesnio parecr, por entender que
jienbuma dolas podo de modo algura c me irrer
(ia! a que esta Ilustre assembla o aporove.
D 'U' torva os motivos indica los pela commissao
e m quaes se soecoi'reu paja, imleforir a pelli.ao
qae osta casa dirigirn! os nabitaulos do povoa-
do de Papag o, aflm de que fosse el'e desmem-
brado da freguezia de Pesqueia. c de nevo rcu-
nido a de S. liento : o i", par i ser aquella Ir
f-gueza demasiadamente resumila, o i\ por nao
ter a commissao descoberto utili lade publica, que
pudesso autonsar essa a!terac;to.
Se porm, Sr. presidente, deve m,ie:er-nos al:
gama cooslderajo o que se acha expendido na
policio de (jue liz meu;ao, hade reconliecer-se que
muito justa a reeJainacao feita pelos habilanto?
de Papagaio, e n;!o sei mismo em que se bawou
a uobre CDntmissSO para eutender o contrario
disso.
Nao loria cu duvida alguraa era concorrer com
o meu voto para que o parecer fosse approvado,
se a nobre commissao chegasse a provar que o
povoado de que se trata menos distante de Pea-
queira que do S. Bento, a que por eonseguinte
nenhuma vaatagMi peder resultar da altcrar&o
que se pretende fazer; mas justamente aso o
que a commissao bao conseguir provar, visto co-
mo sabida por todos que ja porcorreraui aquel-
uis. tetra tara Porta
, filramr.,i,.ij.wfia n^i'lB^pe'irogdiwiW
Saxe Hiif: ri'liph dcSw i obiirgo, aean-
pauh idus (i i- Sis. Mesa er e I ai ralbo de Roigo
Kong. St VA. foram hospeitidos no palacio do
e lYorae e isistiram as omradndes do anuo no-
vo c iaez ;u o g iwtrnader. Visitaran o Me ha
de a ijcfv,-! em Ohac.m, partindo no na se-
gdint | o a Eimtpa. 9 principe Pelippe JMa o
pori,::,... 11 u mitiza correroSo. '
Parti-a S? de fevereiro pare Siao ua corveta
0afM PttlmtUa a Sr. Eduardo Pe-eira Leito
<-um s:ia iROlber c ilha Vai lomar passe di con-
silla I i! Por ugal para que fn u imeado ultma-
Mii i. i viagen eceerreu-lke o tristsino in-
eideota da encallw la-ctrreta a'um lonco de co-
ral, proxino a coa de SaigM e do lamentavel
gaicidaodo comntadante d snrveta o Sr. Villa
Nova Ferrari, prense nativo. A corveta safuo-ae
== Ac:b) de ser briad ulo pelo nosse estimado
esciipior o Sr. Cariwfaa GaUeira ron v.m obs-
cui de nuiU valia que te irttula : Vidn publica
di a im ktgo Je Au>ni U. Jo > ti.ir.a du moral
e Pimei,'.;!. Ten a retrato m rerereadorprelado.
Os conmaadaaMM das forcas portaguezas
deetaeadas na frontoira naoteeni dado t^Vte de
ocjurreBcia algurua lotani.
Os nossos fundosstan a 't."t 73, os d--. divida in-
ter.ia, e b n i- 'ia divida m:a-"lidada oxterna a
JO,-tO.
raj.fliu.i.& PgjVIMCIAL
SESSaOORDNAJUA BU il DE AflBL.
l'aESIDIWLU D:i sr. DR. J. i. HP.KU L< AI'A'IJO.
Ao meio dia, feilaachatnadi1. acha n-se pi-on-
^J8euintesSrs.dpHtados: ttas e Silva Vi'ira
le Mello, A. Corroa de Araujo, AJmeida raroambu-
o, Lameuha Luis, Preire (Janeiro, Tolenao de
Larralhp, Albu.pierqaaLacerda, Silva Reg, Qn-
eiuato Caaiboim, (uedes tiondim, G Gomes Parete, Deten Qavawante, Vieira de Arau-
jo, Tito Corroa, Mello Reg, lunealvw Ftjrrera,
Oliveira FoHi^ca^|inoriia Salgado, J. Correa de
Araujo e Fe-raraue Aguiar, abre-e a sele.
E" lida e approvaila i acta da aateeedata.
O Sr. i. secretario da conla de guate
BXPED:arre : *
Clcioa :
Uo secretario o NM-ae, remetiendo 30 eiera-
piares impressos da falla con (fue o xn. Sr. pre-
afieate abri a pnaentesesaao Jessi. assemWa.--
A' dislriituir.
les lugares que do povoado Pesqueira c nunca
menos d; Id leguas, ao passo quo dista apuna* 4
leguas da vi la de S. Beatu, sendo, pontanto. de
iuconfostavel nocessidade licar elle pertencendo,
cuno aU I87 perten:eu esta fregnoz a e pa-
ra nolav que nosse auno foi feita semelhante alte-
raejo sem que fosse entao eurida, se bem me re-
coi i, o gjvei'iia lor do bispado.
(li^ diversos abarles)
O Se. ViBlBi UK Mello O que po-s> asse-
|arar aos nofaree deputad.s quo essa alteracao
se fez, sem que f issum c.msaiudos os depulado-
do 'i. distrkto, que s defois tiraran dala co-
nhecimente, e para quera fassou nesla casa ria~i
que desafiercebidainente, devido isso talvez aos
termos ambiguos c obser.ros em que foi frmala
do o prc.jecto.
(Ha Qffl aparte)
O S;. Yiehu de *i:llo : A commissao que
den a parecer poden responder ao aparte que
acaln de dirigir-DM o nobre deputado.
IKse e a. Sr. presidoata, quo d > pjvoado de l'a
pagaio a Pasqaeira distan i leguas, (mando para
a villa de S. Beata essa distancia e apenas de 4
lagnas, e sendo Uto urna verdad*.
l;i Su. DshAam : Dista 6 c, nao i : adiffe
renca de i lenas.
O Su. Vina* i'E Mrllo: .----- ningucm ou
-ara dizer i|ac delxa de baver graaflo vantage,
e utilidade Dubliea'en ser elle desmembrado
i adnnstrai>: da
justca ser i-xercida com" maito nais facilidi.de,
e j porque aos seus habitantes serio prestados
com essa mesma facilidade os soccorros espiri'uiaes
de que ecessitarem. '
lo hcnhun prejuizo ir causar S fi egueza do Pes
queira, per ser ella, nao muito resumida e insig-
nillcanle, como priK5urou fazer acredita! em seu
parecer a nobre commissao, mas aj contrario por
comprebender ella una grande arca de (erretu, c
pon .ir una crescida populaco, como se v da
exposi.-ao feita pelos peticionarios, a quera nao
podo-nos delsar deattendor.'a qncr-inos obrar
com Justina.
A' tista, pois, Sr. presidente d is poucas conside
racaes fue tenho fcito, de esperar que a casa
rejejeo parecer emittido pela commissao, fazea-
do-o abstitub: pelo prnjecto que vou ter a honra
de sdfenetter sa* illusirada aBToaiaoao.
Emenda coiiclusao o parecer :
Art. nico. Fica pertencendo- freguezia de S,
Beutc faz parte da fret'uczia de Pos uicira.S. R. Viei-
ra a* Mello.
4 Sr. Cautboiin-'; Sr. presidente, como
mn dos membros da cnimissao de cstatistica, oc-
corij-me o dever de dar as razoes pelas quaes
commissao entemku que derla iudeferir a peticao
dos habitantes pjdufl que fique este povoado poi'tencendo -fre
guezia de S. liento, e desmembrado da de Pes-
queira.
As raides que .levaran a commissao a 3
praticar, foram as scguultca :
Infido sido xeada c frogoazn de Pesqueira en
1870, para a saa creaoio foi necessario que se
desae nova freguezia nao s terrenos que per
teiiekni a de S. Bento como taubem a do Brejo. c
istojporque sera esta cu'ic.essao ficara ella limita-
djssiiua, e obre Uto fui ouvldo o governador do
Jjispsdoque deu seu parocer'fayoravel. c segundo
ie consta os habitantes desta ocalidadc j tiuham
dirigido esta assembla una represeuta?4o pa
ra que fossem eoasitfrados como de l'jsqueira
juando ainda p -rienda. a-S. &to.
IJ*. Kn. Deputdu :jfuaea existi tal rep/oaca-
. ta''.';io.
O Sr. Camboui: -Em laes soaScoos, Sr. presi-
lente, uao era possivel que a commissao deJkaMe
deimuferir a presente netfcSo.
Se os babitantes do povoado Papagaio, j.eonsi-
deraram conviueeto aos seus interesses portence-
rem..regnezia de Pesqueira, como vem boje ffi-
zeretu gue Ihes difllcll aadmimstranto da jusiif.x
e pasto espiritual ?
V. Exc., Sr. presidente, -compreheude quantos
inconveniemea itoieai r'irttar desta; continuadas
altera$dee e seria preciso que a assembla se oc-
0 governador do hispa lo que enoflfci roasnl-
tado sobre a conveniencia do pnnVeio, disse (pie
no.pjdia concordar com a transferencia, poMa
a frogu-zia de Poaiueira era limito exfen
acliajido u-ta'a neJida proposta pelo ajavefitador
Jj bisp.i.l o. c >:if c'ioiwiuos um substitutivo*) un-
Jecto, da aeemifocsm as ideas apresentadas pelo go-
vernador do bispa lo, o dividimos a freguezia de Pes-
11ueii a,.desmembrando-a de Cimbres, coai annexa-
cao d lorrifori'is d-- S. Poiltoo liiejo. Destituir
hoje o lugar ou valle di riacho ftipagaio S. Bcn-
11, re.luzir amito a freguezia de Pesqueira.
(Ha uip aparte).
O Sb. Vuhba bu Alano Bais ainda quaado
isto fosse poesivel, n o me parece raz avcl que se
faca ac.tualuii'iite ; parece-me que nao se deve
restringir "a freguezia de PiVsflueira A freguezia
era una a, depois foi dividida, e approvada a
emenda, acara uiiniaaieHte reduaida.
Ha Um projeetooa rasa demenibrando parte
la freguezia do Brejo. Parc'e-me que isto nao
inconvenionic (luando se trata simplesmeate de (1-
xacilo ou elucidario de limites dovidosos. Como
disse o meu nobre collega deptitauo pelo 5.* ds-
tiwio, que inorou no termo do Brejo, o projecto
de que se trata, tem par Un api'\iinar inais
Pesqueira dos limites do Braja c nao d membrar-
lie territurio mpntaute.
Nao foi a parte que foi tirada do Brejo em
1870 para a ora freguezia que causa trans-
torn i Iros intertses civis bal ecclesiastlcos, e sim a
circu nstancia de estarem as freguozias do Brejo e
Pesqueira mal limitadas. Quer seVllrar agora,
porm, nina parte da freguezia de t^sjueira para
se attenier ao pedido de diversos uioradurej do
S. Bento e dotugar-Papagaio, coqalaojp de urna
representarlo que vejo a esta casa e originou o
parecer,
(Trocatu-;e apartes.)
O Su. Vi ira de AsAj : -Esta facilidade dse-
javul entre todos os pontos da fregue/.ia uao pode
existir. A sede da freguezia de Pesqueira nao
fica muito distante de S. Bento ; por conseguute
nao tem fundamento a represmiacao quauto a
esse ponto.
Cada fregueaa nao pido licar com a sua sede
em igual distancia dos lugares ou terajturios que
a comprelicu le. -,,1
Uu Sr. bma .aoj : Mas a quetl&o nao
esta.
O Sr. Vih.iu.v de Anua 1: Alai disto nao acbo
conveniencia nenlHinn em adiar-o parecer para
quaado fr discutido o projecto, como quer o no-
iu e potado pelo i." dislricto.
Diversos deptilados que eslo presentes na casa
e que tuem fallade sabr o parecer, estao proaip-
tas a dar todas as infunnacoes que forera necessa-
lias para esclarecer o negocio.
(Ha um aliarte) k
O Su Vui.ia ds Araujo ;Como j disse, no
vejo vantagein nenhuma em tirar-se parte da fre-
gue/.ia de S. BentJ para Pesqueira, quando certo
que em 1870 grande numero de a iradofos do tal
lugar Papagaio requereram assembla pro-
O substitutivo do nobre dp!itaiW-|>*)frnoJrlJp^i.|Ntia|A*atdda*a nosaos.; idew
Btlano, n.!o estabelece o prvle:i 1, mas, crea
ajBi\|ievailii imposto proliibnvo em favor do con-
Do mesmo, remet!>niJo o pnafeote le pistura"-
da cmara municipal da vilin de Pao ri'AHio.A'.'
nnwansio e> ituaturas naaniaaai.
Do uiaimo, remetiendo coia e aviso de 29 de
uiaryo ultimo, do nnjenrio d agricultura, que de-
clara baver a l^garo Imperta em I. m Iros solici-
tado a iuier.-enci) d'aquel!" miuutrio para que
seja paga a C arles a Vigaie, a quastia que
se julga con ireito, anaoarbitr. na'questfio en-
tre c-ta provine;a e FJluarde >'o"iav.-V coin-
aiiss.) de orcamento provincia!.
Pi'iicdes :
Da companhia tanta Ihwezi, psdindo que ihe
tja marcada quota para pagamento da luminacao
da cidade do Oiiuda, iia razan de 00 ceMibtufo-
rsa.A' cimmissa_^de orsamouto provincial.
Abixo assiguadna'.-s moradores e proprietarios
da ra do General Sesra, trave*-a da raesma e
Atecco do Costa, pedindo Jampt-oes a ^;az para os
referid os lugares. A' coiiimiss.u de orcamento
provincial.
De Joo Gencahes Rodriguts Frauda Sohrinio,
amanuense do Asylode Mondi-. idaJe,iisdindo aug-
mento de ordenado. -A' comuuoao de ordenados.
De Joafjuim Jos.; de Carvallio de Siqueira Vare-
jio, pedindo pagamtnto de urdecados abrazados.
A' commisslole peti^iies.
Le D. MafiaCutluo da filiv;profesorajubiladajt|
pedindo que seibo maado pagar a tliesjuraria
provincial Ihe est 1 dever di- seus ordenado', a
contar do 1* deulubrctde 871 a 23 d.-: fevereiro
de 1872. -A 'eomroissJo de orcameutoprovincial.
Abaiza assignado dos coiHiercianies estbale-
idos com Iotas Jo raiudw.ii, 1 'jpreseuta'nJo acerca
da deslgualdade do* actuaes iiapsslt/S ruvinciaes
que ihes A prejudicial- V eotimissio do orcaraea-
to provincial.
E' lida e approvada' \ redaecao do projecto 0. 1
deste anuo, bom.como &s postila da cmara mu-
nicipal da villa de Ploresta
_Iido, eatra era discussav e

cupasce cxclusis'anjeate de alteraouee de regue-
zias, caso passasse este precedente.
Feilas ^stas consiierares, Sr. preaidente, a as-:
sembla resolver cotso entender de jastica^
O Sr. Oliveira Foncrvn Taz diversas1
consideracoes ora favor do parecer da comuiissad
de estaiistica.
0_Sr. J. ile Mella Beg-odizqne nao pre-
tenda tomar parte na diseussan. mas vista do
que acaba de -xpr o orador qrte o preceden, mu-
dou de accordo.
Eotende qne tiavendo u:.i fardjvto sujeito de-
clso da casa, a sentido de fazer re-tilucao de
parte do territoeio rtesmembrado da freguezia do
IJrejo para a de Pesqueira; nao ha razio para
He uao seja taiabein atindala a freguezia de S
Bento, restitnindo-se-lhe parte do territorio que
foraeceu para a croacao da dtada freguezia de
Pesqueira.
Se freguezia do Brein, que urna grande re-
guezia, faz-se jitstica, dmfnuindn a penla quo so-
Irou ; mais justiea se-far a de s. Beato, muito
menor que aquella, resfe'tuindo-se-lbe inetade ao
menos da graade parid do territorio de tpie ficou,
privada.
Em vista (bastas cousideraces, eutesde uuo a:
raalerift do psreeer deve ser adiada para ser toma-
da em consideraeo quando for descutide o pro-
jecto de que fallu o uobre deputado, reinifo aos
Boros limites qu se quer dar a reeuezla do Bre-
jo. ."Vesta sentido submeite #casa o segante re-
querrnefito :
Beqaeirojtfue fique adiada a dtseu9sao da pa-
recoj' at ser discutido o. prujacto que regula os
novas limites da fre^ueala do Bre|o. S. i. /:
de Mello Reg.
O Sr. Vieira de Araujo: -Sr. presidea^
te, eu diroi sempro algumas palavras con relaeSo
aopareoer, que foi posto:um disc.ussio, aperar de
ter sido ja apreciado polos nobres doputdos, qne
me precederam na tribuna. -
Sr. prosidente, quando em 1870 apresenlouse o
projecto de que ge falla, assigneto corfi alguns
eoltegas meus, e concordamos transferir a sede da
freguezia de Pesqueira para a villa doinesmo no-
me.
vincial pedindo para amusxar freguezia e termo
de Pesqueira o povoado de Papigaio.
Um Sa. Deputadj : -Oiile foi que o nobre dc-
putado vio isto ?
O Sa. Vikira oe Asauj : -Van aqu um abaixo
assignado a este reapeitt, e Idtnbro-me perfeita-
mentej porque fui eu um dos que assiguaran o
prajerio de 1870.
Era eu ?. esse lempo roprescnlante do 4." dis-
lricto e juiz municipal de Cimbres, recebia cons-
tantemente iiiforma.oe* certas sobre este ne-
gocio.
A representacao fo' encaminliada pela cmara
municipal de Cimbres.
(Trocam-se apartcsV
O Sa. Vibra m Ahaujo: Par eonseguinte o
aoMxanedn deste povoado ao tormo e freguezia
de Pesqueira foi devido em parte a essarepresen-
taciu.
Vil Sr. D:.1'ltaTo :Mu possivcl. .
O Sr. v:a.'tA es An.vui: Demais, oque todos
nos sabem is, que geiahnente rGpresentai;es
dessas s.io anaujadus com facilidade, as assigna-
turas na 1 Mtn valor neuhum, piehn W a assig-
nar quaosqaat peasoas quasi por favor.
Se a onlra represenlac.ao nada valia, a de boje
nao marees tois valor quo a outra.
Nao lea 0:11 grande distancia, como s: diz, da
sede da fio,'ueza o povoado 4t Papagaio.
Nao juega, prtanlo, couvraiente, Sr. prosideale,
tal transferencia ou restituisao de territorio.
O SK CaMBDIM : O PV^adO..'..^i'O'i.mar.
-"IW'r S-*......SWf^-Si.1 acho, Sf, presi-
dente, razo para que 0 parecer Dio seja appre-
vadu rea ca.-a, c pretenda-se restituir hoje fre-
gaeab de S. Bento o valle do 1 iacho Papagaio, que
faz parle ctualmentc da de l'e qaeira : nao me pa-
rece tamben conveniente que seja demorado o pa-
recer para quando se tratar ilo projecto que-esta-
belece novus limites efitre a fregnesn de Pesqueira
e a freguezia do Brejo : entona que s* Iratt de
causas muito diversas ao proecto en qnestiu).
Om Sr. UEPt'r.vDo : As i|ae;toes sao inteira-
noDM diversas.
O Sr.. 1 iba de Araljo ;Limito-me, pots, 9r.
presidente, a estas eonsideracoes, em apoto do pa-
ecer. 1
O Sr. iNivera Kouceea nao devolveu
seu discurso.
O .Sr. J. Correa de Araujo nao devol-
veu .-eu discurso.
O -Sr Helio Reg laz ainda cousidera-
coos oai resposta ao precedente orador.
Encerrada a discussao, fica o parecer adiado
por ter sido approvado o requerimento do Sr.
Mello Bago.
Continua a segunda discussao do provecto n. 3
deste anno, oreando um. imposto addicional de
oii 1 sobre cabera de gado vaceum que sa ma-
tar nesta cidade e municipios do interior.
O Sr. Laiiieiilia I-insSr. presidelrta,
n'o tenho a pretencao de tracer alguna luz a esta
questo to debatida j ; estando, porm, reaolvi-
do a votar contra o projecto, bem como contra os
substitutivas apresentados pelos nobres diputados
pelo-i. e i.- distados, espere que a casa nao me
recusar aigun* momentos de sua preciosa atten-
cao1 para ouvir as raides que justifican o meu
voto.
Para mira fra de duvida, Sr. presidente, que
nao temos competencia para tomar a medida que
ora se discute ; estamos irradiado attribmcfies da
cmara municipal, a quena incontestavelmente
cabe a iuiciiva sobre tal assumpto.
Esta questo e, a meu vt:r, a principal, e nao
deviamos entrar na de conveniencia ou inconve-
niencia do projecto, antes que esta (ieasso liquida,
Os nobres deputados quo tem tamado parle nes-
ta discussao a favor do projecto, an-se limitado
a acensar a cmara muaicipal de deleixada o
inerte, e fundados na raxAo de nao liaver al ago-
ra appareeido urna providencia da cmara, no
senado de prever a barateza das cotaes verdea,
ntendem que o facte de uio cumplir a cmara
cora o seu dever mais que bastante para firmar
a nossa competencia.
Um Sa. ttnutado : O oalrario disto que
quero ver prora lo
O Sr. Lasekha Lims : Pois o nobre deputado
me coutesu qua regular o abastecimeato de g-
neros alimenticios, provideaciar contra a caresta
aos gneros de primeira nocessidade alimenta-
co publica seja nego.o de pura, coocmn muni-
pa/, e por coasequencia da CDiupeteaenda res-
pectiva cmara? E quo ova<, fundaaiento d
que esta n5o cuiopre com o sea dover___
.OSr. J. Gj:beade Ara rio : Eiao iemons-
trei.
Q Sn. Lame.vtia Li.vs ... uo justifica a iu-
vae.lo que se est aiendo a attrfljai',95es da camai
m municipal ?
Pois nao est na.lei de sua creai.;,;.. parece-me
que no art. 60, a attribuican di 1 aar as medidas
relativas a este negocio '
fTrocam-3c apartes.)
O Sa. Lamenha Lhw : Mostrefla-ne os nobres'
deputados.na lei qucniarca ns hoacli|-i'->dic^es,
a dispoapao que nos permiiu- a .iiiA|i;a sobre
assumpto; mosiren-me a compet?hcia: que tem*
para legislar gotjre'BWflU-Mfr fK^atlares an mun-
pie. -I ilo.nin 1
Sr. prenidaWe, emovaaaios, ii/ipressima-me o
mais desagradavenaata.'possivel moaopolto de
qae osla d-passe,ena sociedade de mar antes,
cujos estatutos oo sin hoje eonliecidos, grabas a
sua publica?.ao no Utiaria de Pcrndmbaeo; mas
nao me itiipresaoaa. nenos o monopulia legal, se pretotide estdiaaeer como enrreciivo a esi>\
que se existaddlfacto, Bsteomtudo mare di
Boacarceaeiai *.
Vejamoi.osdeiosqae ieuj aceorrWo aos nohr
deputados para melaorar o estado Ao tnereado da
carne ''fiin ----- 1
O projecto, redaziJtf ao ifltteieto rio art. 3o, j
nao pode subsistir, porfu nao Smgn expressa-
raente o pri\ile..'lo, nem ncede faOnrhs que ga-
ranta m os pesados encargos" fie urna empreza de
tal ordoni.
Est no animo de tojas jm'f iQ(*i oVvvili'glo
ningucm contraTj abastecimv'U de carnes
verdes; o praM ^^Kp('ide.:o".-'.ileirar-?pf6ra4e
ques(3o.
imposto
traiaate, o que con-titue o peior a o mis rigoroso
privilegio que ha lio mundo.
* subsiitulivo du uobre depulado pelo terceiro
districto t pobre de favores... "
O Sn. A. Pernambuco : -Apoiado.
O Sn. Lmh.MiA Lins : ... que. ser verdadei-
1a -fellfti noria, a lei em que elle fr conver-
tido.
Tambora pao c msigpa n privilegio, que asunta
a lodos os que se leui oceupadd deste negocio, por-
ipie nlin de incoustitucipual, -attentatorio a II-
Wuado de rommercio, en mattna'd aliuienta-
i.o publica um perigo emineule. m ~ I
Aos nobres depu'aifes pois, nada mais occorfe
liara melhorar o estado de cousas; em un con-
trato sem garantas para o contratante, o que equi-
vale a coosa nenhuma, ou um privilegio Ilegal,
contra o qual todos-estao do animo prevurido.
Ao nobre deputado pelo primeiro disti icto, ouvi
por iqals de urna vez reoonhecr que este meio
era mo, mas que o propon a por nio baver ou
tro melhor.
O n. J. oboja dr Araujo : Disse que este
era o nico meio, e so ha otitro indique.
O Sr. Lame.mia Lins : -Nen o nobre depulado,
nem nenhum dos signatarios dos projectos, bao de
encontrar o meio para remedio do mal actual, pela
simples razan de que estando fura do sua compe-
tencia a quislo de qua se traa, os muios Ihe es
capam milito naturalmente; no lio de encon-
trar, parque os meios, sendo da administrarlo o
polica municipal, nao esto ao alcance da assem-
bla provincia],
Assim, pois, Sr. presidente, opponhomo a este
mo aorrecl.vo que a meu ver inulo peior que
O mal (pie pretendemos remediar; nao .dou meu
voto para iegislar-se ura monopolio que existe de
facto, mas que a concurrencia c medidas da poli
ca municipal podem destruir.
Nao levo a descren.a a ponto de Mippfit que a
cmara municipal, despertada por esta diacussao,
aim da cousciencia de seu dever, nao trate de
enmregar as medidas que Ihe competein para por
termo ao estado desagradavel em qu est nosso
mercado de carnes verdes.
Bes abelecda a postura que impoe i*nas de
multa e prisao aos que se eolligarem para elevar
o preco dos gneros, promoveiulo a cmara com
urgencia, a ereasao de logradouros e nutras medi-
das ao seu alcance, estira cerlo, Sr. presidente,
pie se remediar o mal que o contrato e privile-
gio converleriain era permanente e ii remeoiavel.
Creio ter dado as razoes-pelas quaes voto con-
tra o projecto o seus substitutivos.
O Sr. A. Uurrca de Araujo (ni) de-
volveu se discurso)
O Sr. Oliveira Foncera faz alguraas
consdoracoes, pedindo que seja ouvida a cmara
municipal sobre a utilidade e conveniencia da ma-
teria em discussao, 3 ueste sentido manda mesa
o seguinte requerimento:
Bequeiro que seja ouvda a cmara municipal
do Beeife. =/ic//a Fonreca. >
Foi rejeitado.
Encerrada a discussao posto a votos o art 3"
do projecto e rejeitad), bem como o subsiitulivo
do Sr. Olympio Marques.
Procedendo-se votacao do substitutivo do Sr.
J. Correa de Araujo, o Sr. Ues Cavalcante pede
para que seja votado por paragrapho?, e toudo-se
assiu deciddo sao approvados os Io, i", 3', i" e
"i", sondo rejeitada tima emenda a este aposenta-
da, e apprnvada o 11* com a emenda tambera a
elle apreseniado ; em seguida prooed !-ao a vota-
cao do additio do liioMii-j Sr. Araujo, e sao ap-
provados os 55 Io, 2, 3* o i": passando assim
3" discussao o project'i.-o substitutivo eo addi-
tivo.
O Sr. J. Correa de Araujo pede que o
substitutivo e n additivo que foram approvados,
nein como alguns artigo* da projecto e diversas
emendas, sejam remedidos a commissao de redac-
fo para apresentar um piojecto novo, de confor
inidade com o vencido.
T.mdo ia lo a hora, o Sr. preaidente designa a
ordera do dia c levanta a sassao.
REVISTA
iViMenaMm
DIARIA.
3:95*
.'(^uiitina.)
Fleirao. Omlimiaram b mi n os ti al.a'bos
d freguezia da Boa Vista, depois das 10 horas
da maiiha, por irao ter comparecido o respectivo
juiz de paz e mais mesarlos, pelo que s se pode
proseguir a tercena chamada dos votautes, as 9
horase Hi.
Foram recolbidas a urna 112 cdulas, que cora
137 dos das anteriores, prctazem o numero, de
249. Encerraram-se os trabalims as 4 c l|2 horas
da tarde, ficaudo-se at o meio do "I." quarteiro,
derendo ter lugar hoje a contlnuaco da 3.* cha-
mada, cuja hora bao foi designada
CoiiseUio de eoiuoras do arsenal
de guerra. -Por portara da presidencia de 22
'do corrate, sob prpusta do inspector da thesou-
raria de fazehda, foi designado o 1 conferenle da
alfandega Manuel Aiituiiiollodrgues Plnlieiro para
substituir na cuiiimi>sao em que se achava no coa-
selho do compras do arsenil de guerra o P* con-
ferenle da rnesma repartidlo llaymundo Ferrcira
liaibosa, que passou a gozar unia lieenca
Instituto Histrico c IMiilosophii-o.
Domingo reunio-se cdi sociedade, sob a presi]
deneja do Sr. Bandeira de Mello.
Lida. foi approvada a acta da seesio anterior,
depois de bretes consideracoes do Sr. Moreira Al-
ves.
. O Sr. 1. secretario da conla do to|oraM expe-
diente :
Um o'lsio do Sr. Moiaes Reg, commiiiiicando
nao poder comparecer a sessao. Interado.
l'm ou'iio 110 ineainu sentido do Sr. P. Siqueira.
Iuloirado.
Una theso apresenlada polo Sr. Bandeira de
Mello.-A' commissao de redaccao, que c favora-
vel era seus pareceres. E' approvada a these.
Presentes osSrs. llalhias Carlos e Sanl'Anua P.,
socios- propostos e aceitos, sao introdiuidos no re-
cinto com as formalidades do cslylo, e felicitados
pelo Sr. orador, respondem a^radecendo.
Passando-se 1.' paite da ordem do dia, discus-
sao da these :Como deve a cr.tica decidir-se o
proposito da seda de m\j Un t Orara es Srs. A.
Mcira, A. Cirne, Oliveira Sonaos, <".onibra e nana
(uedes.
E, como Se tivessem inscripio muilus dos Srs.
socios, para a discussao da incsuia these. lica ada
do o debate para a prxima sessr.o.
Estando adiaiitada a hora, o Sr. presidente, de-
pois de marcar a ornan do dia da sessao viudoura,
eucerra os trabalhos as 2 1/2 horas da tarde.
Euiaacipayao de csccavos. Chama-
mos a atleiicao de nossos ntioros para a declaracdo
publicada na sessao competente, e pela qtnl a
unta incumbida de promover a emancipac* de
escravos nesla provincia faz scientc aossenhores
de esenvos deste municipio o qne Ihes ennpre
salisfazer em obse: vaucia io decreto 11. 5,138 de
13 de novembro de 1872.
Beelrae&O importante. Salisfazendo
ao podido do Exm. Sr. baro do Livrameiito, aqu
juilAiiios a estas linbas a declaracao que faz O
mesmo Exm. senbor de que nao pretende, nunca
preteudeu nem ha de pretender o contrato de car-
nes verdes, para que trata a assetrtWea provincial
de dar autorisa;ao ao digno pr isidente da j.ro-
vincia.
Eis essa declaracao :
a Srs. Red-Mtire*.Peta a Vv. Ss. o favor de
declararem na parte noticiosa de seu eoneetuado
jornal qne nao pretendo, nanea pretend a nem
hci de pretender contratos raraw Mfdw. -
Recif, 2-i de atril de 1873.- II. d> Ligamento.
Ta'beilioiato.-Ei complemento noticia
que hontetn publicamos sob es titulo, declara-
mos que sao da villa de GaratHlSM os nios le
I. tabcllio, Bserlvo do criyie, c-trel, capillas e
residuos, em os ipiaes vai provisoriamente servir
p atieres Agostinho Fhrrera da Silva .\xeredo.
Nao fo\ 110 sa, porm, a falta"
Festividad religiosa l'avendo o Exm
Sr. monscnhoi' Muui/. Tavans doado i mariz da
freguezia de Nossa Senliora da Gra?a da Capunga
cora urna imagem do Divino Rom Pastor, em gran-
de wilto, a qual j foi benzldo ; hiver no dorain
go prximo, missa canlida nessa matriz, pnas I
horas da maulla, por ser esse dia dedicado in-
voeaao de tal iYiagein.
II. it eoui boin.Era 29 d--ra.tr; 1 ultimo,
e no lugar dcnominadif / Lonrrwo. do termo
*, iVde ama .mlversidarie irerra do qnal o Sr mi-
nistro do imperio qmi ouvi-la. Mcinbro rsto
commissao, osr. i'r. J. lavare* llellurt acaba >
publicar s-tb o titulo Reforma rfo en*im tufe-
ri r 11?Imptrha -in apreciarj" referida pro-
jocto.
0111-
rovineial. floiiteui
Approvada a acta da sessao antecedente, o Sr.
i" secretario leu o .seguinte expediente.
4 pareceres da commissao de peticoes, IndeTe-
riado as de Belmiru Guilherme de Azevedo, arre-
matante do imposto do disimo do municipio de S.
Bento : de Antonio de Lellis Souza Pontos, que
pede para ser adinittido 110 gymuasio provincial ;
de Joao Francisco de Carvalao Jnior, em que pe-
de um privilegia para pilar c torrar caf ; de Cos-
me Flix Corrcia de Mello, porteiro do collegio
dos orphaos, em que solicita'aposenta'loria com to-
dos os seus vencinientos.
Passando orden do da f iram approvadas en
2 ""discussao as emendas apresentadas em 3.a ao
projecto n. 2 deste auno, quo concede diversas lo-
teras e -bem assim o prefecto em ultima discus-
sao.
Continuara!) a 2." discussao adiada do art. 2.0
do projecto n. 23 tambera deste anno, qu- autori-
sa o presidente da provincia reformar as repar-
tieres previnciaes, depois de orarem os Srs. Go-
mes Prente, Joo Vieira (duas vezes), e Joaqoim
de Araujo, foi rejeitado o rcouermento de ada-
ment do Sr. Gomes Prente, e a I." parte do ad-
ditivo dos Srs. Mello Reg, Joo Vieira o OUtros,
e approvados os S 1." e }. do referido artigo a
nico que constiiue a 2.a parte, bem como um ad
dativo.
Em seguida sao approvados os arts. 3.", i., 5."
6.* e 7.- cora alguraas emendas, tendo orado so-
bre a materia os Srs. Silva Reg (duas vezes,,
MjIIo Kego, Pinto Jnior o Joao Vieira, ficando
adiada a votacao sobre o projecto, era consequen-
cfa de ter ficado empatilla a vota;3o de um addi-
tivo jutart 2.
O Sr. Joo Vieira de Araujo, pela ordem, reque-
reu urgencia para Ir o parecer da commissJo
especialmente nomcada pela assembla para cstn-
dar a questo suscitada entre a adniinistraco ja
provincia e a companhia Recife Drainage.
Obtida a urgencia, o mesmo Sr. Vieira de Arau-
jo procedeu a leitura desse parecer, que conclue
cora ura projecto de lei o qual vai ser impresso.
Tendo dado a hora foi levantada a sessao, de
signando o Sr. presidente para ordem do dia
coiitnuacao da anterior, 1." discussao do projectoj
n. 49 e 2." do de n. 47, arabos deste anno.
Asj lo de alienados. Conlinuacao
producto do beneficio do asylo de alienados.
Transporte
Severino dos Santos Andrade, cadtira
Simo dos Santos Andrade, dem
Dr. Jos Antonio do Figueiredo, dem
Dr. Lourcnco Bezerra Carneiro da Cunha.
dem
Vicente Alves Machado/ dem
A. D. rarneiro, idem
Manoel Joo de Amorim Sobrinho, cama-
rote
Lemann Frres, cadeira
Dr. J040 Ferreira da Silva, idem
Alberto Henschell & C-, idem
Joao Jos Henriques, idem
Augusto Cesar de Abreu, idera
Rorstelman e Wilheim Otto, 2 idem
Jos Theodoro Gomes, dora
Andrade Mello. dem
Alfredo H. (Jarcia, idem
Dr. innocencio Ser-phico de A. Carvaiho,
idem
Manoel Tliomaz Pereira do Reg, idem
Dr. Tiburcio Hilario T. dos Sante, idem
Antonio Jos Silva do Brasil, dem
Joaquim Olyutbo Bastos, idem
Carlos Pinto de Lemos, idem
Graciliano C. Martins, idem
Joo (darlos Bastos de Oliveira, idem
A. C. de Figueiredo, dem
Joaqun) dos Santos Neves, idem
Dr. Etevo Cavalcante de Albuquerque,
id?m
Carneiro \ Nogueira, camarote
Aatoaii) Ja< Leal Reis, cadeira
Costa Irtulos, dem
Samuel Power Johnston, idera
Basilio Baptista Fu/tado, idem
Dr. Luiz Salazar Moscso da Veiga, idem
Tenente -coronel Al xandre Augusto de
Fras Villar, ideni
Eittichio Mondim Pestaa, idem
Joo Manoel Ribeiro do Couto, idera
Arroda rrnaos, idem
Dr. R.iymundo R. Vianna, idem
Paulo Guelphe, idera
Joo dos Santos Ferreira Barros, idem
Satyro Serapliirada Silva, idem
Alfonso re Paula Aibuqurque Maranho,
idem.
Antonio Correa de Vascoacellos, idem
Eagaoio de Atbayde Lobo Moscoso, dem
de Bonito, fos Vieira e J-^anuim Jos de Sanl'An-
..o, ii.ivriuo-se uefnroea loraiu a vas de fai'o,
ficand ambos gravemente ferkl is.
Todava, Jos Vieira fallec-;i poneos dias de-
pois, e Joaquim Jos de Sant'Vnna, que f ira preso
em flagrante acha-se restabel'.i'id') e talvez que
promoto para outra.
\o coamosi'it. Publicando abaixo a
carta que o Sr. Dr. Ilaym 11111 Vianna nos fez o
favor de dirigir, euinpiv-nis declarar a S. S.
qne, se se ten dado omissao do sen nome na pu-
blicaclo do movimento do hospital Pedro ll.q'uanio
liarte que -e refere s visitas doi respectivos fa-
cultativos ; culpa nossa nao na* Tornece typographia a nula de tal movimento,
o que felizmente podcvi is provar a evidencia, fa-
zendo chegar s mos !e S. S. o antegrapho do
que foi publicado no Diario n. ?2 de 23 do cr-
renle, citado naquella carta.
Kis a carta do Sr. Dr, Raymundo Vianna :
Srs. redactores.Tendo por mais de urna vez
notado a omissao do meu nome na publicaroT
que hehdoinadariaraenle faz o sen eoneeitnado
jornal, do quadro das horas en que sao taina as
respectivas visitas pelos facultativos do hospital
Pedro II. (como se pode ver no n. 02 de 23 do
corrente era qne vera publicado o horario das
visitas durante a semana de 14 a 21 do corrente,
no qual nao vem o meu nome, nio obstante nao
ter eu faltado urna s vezi ; importando urna tal
omissao urna falta que nao COnwtti, < tendo veri-
ficado do livro deassentamento da portara do mes-
rao hospital, de qne extrahido pela mi e forne-
cida a essa redacco, a nota bebdomadar a da hora
das visitas de todos os facultativos, inclusiva as
ininbas, venho protestar e reclamar contra o
abuso comraetlido por quera quer que eia. que al-
teza o quadro forncmlo pelo estabelei'imeuio. dei-
xaudo asiduamente de incluir nelle o meu nome,
nSo obstante vir consignado. 1
Rogo, pois, Srs. redactores, para restah''l-
cimento da verdad, a publica?ao desta na eu
conceituado jorn'-l. Recife. i de abril de 1873.
-Dr. R. Vianna.'
Gremio Dramtico. Effectlvanenta
boje o espectculo desta socM>dade no ihealro
Sanio Antonio.
Previne-se ans Srs. socios e aos Sr-. '..nvidadns
que nao levem ao espectculo peno algum 1 sem
bilhete, porque tero de paesar pelo Itosabor de
nao ve-las entrar, visto como os binetes distri-
buidos, quer de hmem, quer de senliora. estn
2:767 cm relcao ao numero de assento*.
o Collej;iii de Santo Antonio. Sob esta
:> denomina.ao acaba de abrir o Rvd. padre Augusto
108 Adolpho Soares Kusewiter, sob sua direccao, nm
collegio na villa do Cabo para educacan de rae-
lOff ninoj.
o4 Caruani.Escrevem-nos dossa \,;ia en II
30 do corrente:
Estamos em pleno invern, que pr aqu tem
304 sido regular, prometiendo um anno abundante em
101 legumes. O mesmo, porm, nao se pode dizer de
i>a outros lugares, onde as cliuvas toen leito cstra-
iOJ gos espantosos, Segundo me affirraa pessoa fide-
."i j uigna, no termo do Rrejo ha fazendas 0111 quo mor-
204 reram gados e miuncas, abateram-se os cercados,
10J destruiram-se as lavouras, cahiram grandes pe-
34 dra* e abriram-se (besos profundo-, tanta foi a
54 abundancia d agua, que, alm de fado i-: i, j tem
104 feito diversas victimas T
Est funecionaudo o jury ileete wrma desde
204 hontem, tendo havido casa logo nu >egundo dia, o
54 que, lia muito, np se dava. Hoje diegarem os
104 criminosos quo dahi vieram, para r;spontorara ao
1Q4 mosrao jury. No lim da sessao. dar-lhlHei noli-
204 cia dos julgamentos.
104 Consta que o destacamento de-a cidade fra
10>- redundo a nove pracas, incluidos o cor eu e o
104 sargento I Quando se trata de reformas que al-
104 liviemo poro do aervjco da polica, tal disposicao
104 bem vexatoria. O que succede, que tora.de
ser reforcada todos os dias a guarda da cadoia com
104 6 ou 8 guardas ou pasauos, conhecidos por p.tli-
204 daes, e pertenceutes classe mais pobre da socio-
54 dade. Sao outras tantas familias que licam pr-
fdfi vadas do soccorro de seus cnefes, o quaes om sua
224 maioria s leora por nico recurso ti gacvioo dia>
Si rio, pira acodir s mais urgentes 1 dos
54. sous.
. u E' de esperar que as autoridades superiores
104 deem providencias no sentido d3 cessar seme-
f4 Iban!" voxame, que por eerto Ihes desconhecjdo
34 S .em observa de pello estes c outros atropel-
!v)4; los a ij'ie pode formar dea do qianto soffre o po-
J04 br poro qu ', quando escapadla guarda nacional,
10/ ca: e na polica, isto esta de vez ni' quando
104
do
E* mu traban aprufundado e sera dnvida g*> .
de ser lido. Principia o autor por ex[ or-nw
sVstema do canino segatido nos divers. paiws.
aponan! < as vaolagew e desvanlaens de" rada
ura. A p.imeira e principal di te-
nas em ensino ofllenl exclusiv cnsui
mente-livre, % urna manir de aml--.
Com referencia ao nosso paiz. pronnnc.a-n .1
autor a favor deste ultimo, e d'enlre as variada*
corab nacocs de que e elle swnpptivrl. prefc-n-
abertamcnle a aliena, sem, prrtendcr. comlad
applica !a inlacta, pois que as eirciim-Uacia, l*>
divci -a*, lernan radspensaveis mudas mcdinVa-
poes.As ases prim-ipaes que prepon so- eneran
de mais de um centro scieiitilco, aulonoraia 4a
uiii>'er-idadcs, liberdade de endo para o prer-
sor elibi rdadi; le aprender para o eslndanl, en-
sino livre equipaiauo ao onXal.
A ile respeito suscila-se natiiraluicnte ama
quest;io. Para equiparar os duas ystonas preci*'
que a colla;io oe graos na 1 leja iiwnopofij ollrial-
mas entao como se c-rtilicar o talado da x, .
cia das h.ibilitaces que nao pode deisar de ''Xaiir
paraexercido oe certas pi.i--".-. mu a adva-
cacia o a moiliciin. Propoi'o ""<*>'
lenhio unicanienn valor wienilflc 1 e quepa-* o
exercici' daquellasc oulias U- pac
dade ao* grajeada*, tanto 11 u-i lu'" >
como nos particulares, seja friUraa pn am jnai
de pessaai competentes o pnVa*.
Sera qucrerinos inculcar qm' a- h#M do f i
Tarares ll-lfort sejam cm ludo .-,. mrlhi
gamos, ltenla nesaao a fanawrtanrh da natei
dever rhamar aaUencao para um e-:ul
encino a qne lauca luz sufcrees rauliaale pwa-
tos qua ion de ainauger una ref< rraa d 1 .11-::.
rao publica.
A'atiirolisayrs.-I.i'-se an Don i- #.'
al
Coavndo tenue bou e nberidas ..i
posi.;i'...s ilt lei q.lc actualineiilr 11 tira-
sil a nai;:i ihsaca>i de ostiaonawve e o
seguida as publicamos :
i oaturalisac,to de t-*tra*mcro- Id regalan
pela lei u. I,0:i de 12 de nl'io de W7l.
Por ella licnii o p v.'ino aul
ceder caria de annrihairin a leda o estean)
uaivr de ti anuos que. ti udo rc.-ididu a 1 I.i.;-i' 'i
Tora deIJe en seu m rvico por mais de do
a roquer-.r declaran lo a inl u.o de e
residir qo Brasil mi a -a vi-lo depoi- !
sadai Art. ,!.)
0 govemo podera di-qiensar im I-m.i; ''
sidenria :
t l. Ao can h com arasiWra.
i i- Ao qu p '-snir Iwns ib1 raz m i
tirar parte ai algn; PStabrtrci>o-iii 1 in
.! Ao qne nr ianaane en InMinti a >*>
gencto le induslria qualquer.
\." Ao que s.' r comincndar p -r en- ['afc
e letras, ou por sua aplid.tn in>tis-i ai '
quer ramo Je industria.
."i.- An illho do enrangeiro nainrati-an,
cido fra do imp rio antes da qa iW
pai ( Art i,*)
1 l-'azi'.ii prova uflcient! para Hldl '
as certides extralnda- d .- ivroi de ajotas
partcoes ofllciaes, bem co.uo alte *
por quaesqut-r autoi iilades c me>i 10 |>i ; *
( aceito. Art. It. )
As carias de na urali-ai-i 1 cntai : 10a*
quer iinposlo. exeepiD o de254 0>
As ditas cartas nao podento surtir i
gura sc:n que os niillioi gados, pu m n p
radores munidos do nuderes i-p'-i.f-. prcten1
|uraraento ( uu prom>ssa 1 d l.-di> 1 iid>b
dade oiitinuaeao e as leu do paia, j
mesmo : mpo (ou pr.rniettendn 1 iv* >iih 1
;il por sna patria, daquelle dia em diante Al
a Esle juramento poderi ser pi
governo .-i! iterante os presidentes das pi nra
Sessi mesna oerwiau o individuo
sado deciarar seas principios r< -1 i i- i < >'ia |*-
li... : m lloir' ou rasado, se mi bi
eelraateii 1; *a lera Ribos quantos de ,
sexo, dad rcligiii, estado e naturalidad!
Cora estas claraecs si f miar n
.-ia de es!" rliva a inalrirula de todn 1
Lstiu.i^t-in'- .-. liaran..1 1-. 1 Al I I.' )
1 Na c !:fi'rmid.ide do art 7." desta i luralisa'.ai dos colonos regulada j -1
Hs A de 23 de junlio > IMS.
'< isj-r,> .m decreto :
Que us estraiigeir. tatu eslabeieeiilo
colonos no: diversos lugares do irq r-..
nao reconbecidos biasiwros, mtJo bavMnc n
taes, as-i_'naudo iterante a respectiva cmara. 11
juiz d" paz, Ierran de d-'i-laiaeao de ser r*<\ "ia
vontade c le xar seu domieiNu no knperi
clarando tamben qual sua antija patria, re |
estado c numero de anos. 1 Art L*)
n Que a autoridaie que receber a'
deiiii.n' -. lavrado o termo, dar delle copia n
tlientica i.ute ; eos presidente^ da* pro.meta,
vista delia, concedero ^ralururaeotc o* if^pt
livos titules do naturalisa.'.'i 1. ice lo I ,
juramento de lidjlidade .te nsaiii; !?"
do imperio. ( Art. 2.")
< Era relajlo aos colonos viudos \ ara up<
da data Kt ircreto l i'.'l d ; junho de IH' ) en
diante, manda seu ait. 3; jbservar as d
do art 17 ta bi 11. i1! de IS de setembro d> *""
e art. t do decreto 11. 712 dr IG de Hen.
de 1553
< Taes ilisp isii.-c> s.io as segontn :
t Os estraiigcires quccoinpiarein ierra* nefla*
se cstabelererein, ou vierem sua cusa -xert 1
qualquer industria no paiz, ser >
qoerendo-o, depois de dous anm.s de resiJrnt .t
pela forma porqoe o foram o da colona mido e licaro isentos do srrv.ro militar, mena
do da guarda nacional dentro d nunrpic '.f
17 da lei n. (JOI de 18 de selerabro de 1860)
Qaaoto aos estrangeros CNtabeiccid-) ra
lonia de S. Leopoldo, dispuz a decreto n. 397 > :
de setembro de 1816. rm elle- foscm reconteu-
dos cidados bra-ileims naturali-ados, logo que
signassem na respectiva cmara municipal t*f
de declaracao de -ir esa sua vontade c q
presMcute da provincia, cm vista de certidao <
dito termo desse a cada um ielti-s e rmapeteaM :
tulo, iseuto de quaesquer deapcaas ou enolanm-
tos ).
Estas dispo.-ices ficario sendo extensivas
estrangeiros ijuc. fizcrein |>arte de qualquer cniaaia
fundada ao^inperw. | Art. do decreto n ''.t
de lo de seteml.ro de 1853 )
0 art. 3.' do dito de:reto n. 808 A > 23 >
junho de l8.*)o, autorsou mais o governo para 1*1
o titulo de r.ituralisacio, antes mesmo d.) prazr La
W de 18 de setembro de I80O ( dous ani
colonos que jugar Hgnm mi rnaaoa)&
Os pas, tntona ou curador*> ie colono*
Ucia, isto esta de vez sendo dislra'udode seus servicos agneotas.
I Basta par boje, que esta j vai JW pou1 remirem-se cm qualquer leeano ,
tonga. 804, descontados os annos qua ja
Facnldadc de Dircilo.Cono e iJtbioo,} A directora desta associacaa cu
5041 a facuidade de direito do Rocife efegeu una ea- guiles senliores; camaiMira Pai
ores, nascidos fra lo imperio antes da natoran-
saca de sens pai.-, podorao aier por elles a de-
claracao de que trata o art. I.* do de-reto Je Ti
de junho de 18 c t>bter o resj>ectivo utnk>. a
aos menores o direito de mudar de nacionalN'tao*
quando maiores ( Art. K.' do dito decreto de W it
junho de I80J )
Asylo da vejlii<*e dcstalida IW <
ere 1 o n- o.il de i de fevereiro foram apjprova-
dos os estatutos da associacio assim enMn-
nada.
Esta associaeo. fundada cm iN>mm^morann>
dia 31 de marco de 1871, data da rlwtada de San
Magesiade- Imperiaes de ana viagcm Eareaw.
lera por objecto abrigar c dar penso al M*r>
validos maiores de 60 annos. quo trn am re*-
nbecidamenie lino de unu vida li mota c lanura-
sa, e que pelo seu estado do decreprtmte nW n-
sara prever aos raeios de subaistciH-u.
O estabelecimenta se iastattara com 6 a>iar,
findo, porm, o primeiro anno, ser aogmcmlad <
proporcionalmento o seu aumero, eonforne <* r
cursos da associaco permittirem, ate preeamnr
lixado no artigo anterior.
O asylo da velhice desvalida ae cowpora^di;
associados contribuintes, bemtoilores, beaenarnw
e protectores.
O tiuilo de asa-iciado contriiminic sera eon-
ferido pessoa que concorrer para a tnaaulntflu
do asvlo. _
O de berofeitoi a quem onerur qiuatia tn>:-
rior a 1:0004-
0 de benemrito so sera eooceno como eafc
cial distiuceo a quem tiver prestado retevatkV
'servicos. Seria con.-idoradai proketoraa ae s*-
nhoras que tonarem sob seu patronato o aislada
velhice desvalida.
Os associados contribuiutes sio aqoellea a
jo cargo fica espocialmento incuioaiao o jpverf
econmico c adinin-trali<'o da aaaociajati
tribuida.) diaria de 20 reis pita por sen
adiautado, na razan de 34601 cada nn
ieeaaar.
C s-

JaV'mvSo para dar parecer sobre o projecto de ercV' *>Wa, commendador Joaftiat, i
de A


**
"i*1 '
Dito de .PniMibttCO Sexta Ma, 25 de Abril de'M.
'"Ur
j
?eil, \ntomo Lino 4a*0est>t Garfio do Amparo.
Aoaio JoafcaF.r.isto Garrida, I)r. Luiz Randeira
ae-Go-iva^Rt-iel Aul-mio da Silva, coaiiaauda-
Ojw Francisca Joaquim Biltencourt da Silva.
Leilao.Hoje effectua o ifente Pinto, no ar$
mazejn do Si. Chapmann, na juta do Imperador
n. 5i, o leilao par liquidaclo do todos os artigus
cusientes no inesmo armazem.
Casa de detencAo. Moviraento do dia
23 de abril de 1373;
Eiistiam (presos) 363. entraram 3, saliiiam 3,
meistem 3Ci.
A saber :
Narionaes 23i, mulheres 10, e.trangeiros 39,
ecrfvos 81, escravas 1>Total 361.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 301.
Recife, 21 de abril le 1874.
Anm-ico Setto de Hendonrd.
O Hv. Dr. Machada.
Finalmente dous dias denote de estampadas
neste Diario., algumas linhas que escrevi em res-
posta s dlatribes <|iie mforam arremes9adt3 das
paginas do rfwra/de 17 do expirante mez, sob
asignatura de Olvmpio Jeronvmo Cavalcante,
exhibe-.se o Sr. Dr. Maximano Lopes Machado, no
Diario de hoje, ainda escudado ao analfabetismo
de Oiympio, n conteslnr-ine a veracidade das ex-
pressSes, dando principio no sen novo'atarme em
rii7ui* fino .,,<>..-,.. m/. *r...i.n.~ _j .~_ ..-.i. .ci-
mento d:i enfermarla do dia 3 de abril
fiveram baixa :
no Gomes da Silva, fe .ore.
JjffiTbs'AnJos Paciente, desynteria.
Jos! Florentino Meira, liomQpplize.
Jitaquim Bezerra de Sant'Attna, oplitatan,;
Te ve alta :
Joaquina de taL
isBLICACOES A PEDIDO
JtOJ MANOEL JOAQUIM DA SIl.VKin.V, POR MER-
G DE DEUS E DA SANTA S APOSTLICA,
AilCEBlSPO DA BAHA, METROPOLITANO E
l'UMVZ DO BRASIL, 'CON RE DE S. SALVADOR,
DO OONSELHO DE S. *. O IMPERADOR, C.OM-
WRi BABOR M OltDKH DE CHRISTO, ETC. ETC.
Ao nossos amados diocesanos sade, paz e
lief-aO.
O mo estado de nossa sade nao nos permftte,
amadas liihos, de fallar-vos largamente sobro o
que hoje no Diario da Baha escreveu a macona-
ria, mas o dever de consciencia nos obriga a es-
clarecer-vos o prevenir-vus, reproduzindo inte-
gralmente o que respeito escreveu o santo im-
inort ti o sabio pontifico Pi IX. ora reinante na
;;-eja do Deus as lettras apostlicas -Multpli-
ce* inlermachinationes, de 25 de setembro do
1888 :
Entre as militas machinarles c artificios, pe-
los, quaes w> nimigos do nomo christo tem ou-
sudo atacar a groja do Deus, e procurado, ainda
*le debaldo. aoate-la e destrui-la, dovoinos con-
tar se:n duvida alguma, venera veis irmaos, essa
'perversa soeiedade do hornens, vulgarmente cha-
mada maconaria, a qual ao principio routida as
t ceras e na obscuridade, acabou por manifestar-
se para ruina nmnium da religiao e da socieda-
ri*-humana.
Desde que, nossos predecessores, os pontfices
romanos, eis ao sen offlcio pastoral, descobfifam
sitas fraudes e insidias, jnlgaram que nao harta
lampo perder para reprimida por sua autori-
tlad, ferindo wm condcinuacdis e exterminando
i"'i Serta, que respira crimes e ataca aos cousas
sanias e puras.
- t Todava esses osforcos da s apostlica nao
liveram o lioni xito, que dolles se dovia esperar.
A sefta maromea, nin fui vencida, nem cohibida,
pelo contrario tanto so tem desenvolvido, quenes-
ts Jrfflceis lempos apresenta-se por toda parte
impunemente,e ergtie afronte majs audaelosa-
nicnto do fine d'antes.
l>o.-de logo oigamos necessario voltar sobre
u>te assompto, visto que em virtndeda ignoran*
ria, em que wvez estejam mnitos respeito dos
inquos designios^qua.se trajam nessa reunides
clandeslinas, potleriam cror falsamente que a na-
IWItca dessa soeiedade wo&ensiva, pie ella nao
'ni oulro liin (pie soecurror os hornens, e ajada-
les ta suas adversidades, o (lie em'uu nada lia
de temer da parlo delta para a igreja de Deus.
Q k- n entretanto nao r ojoanto. asta mtdo
i tus Mtitonmda vcMuile ? Que pretende
.'iiuo essa aasoeiaeao do honms de io>las as reli-
gijes e renlas ? Para quo essas ronnioes cian-
do .;:,.. esse :n.miento to rigorosamente exig*
do dos iniciados, que promettem nunca revelar
inda, que possa dUSr-lho respeito?
Porque linalinente essa inaudita atroeldade
(I pena-i, i que se votain os iniciados n< '-aso em
qtte veiiham faltar f do juramento "' Corta-
mente d ve sor impa e criminosa a s iciedade, que
l'i;: do dia e da luz, porqne aquello, que obra o
mal disse o aposl do. odeia a luz.
Con\p sabis, veneraveis irmos, j temos ro-
pi'o 'ado essa falsa e nui doutrna, e hoje reprova-
rondera lam is de novo; porquaulo acaso o
saberano poder de apaseentar e regar >> rebaaho
universal, que os pontifiees romanos receheram de
lesa-Christo, na pessaa do hemaventnradd Podro,
rema autoridade. que ellos tem de exercer
devo deaendor do poder civil, ou pode.-
: ler coareta>ta ou restringi-la de qual-
quer modo ?
Tiesta eonjeetura, reeaiaado que bo.nens in-
cautos, e sobretodo a mocidade so deisem engaar
sso silenciodd tugar alguna parapro-
. o erro, resolvemos erguor a nossa vos apos-
lofli e dizer :
k.Beprovamos ecoiidemnamos a soeiedade ma-
i.ouiea; e as outras do inesmo genero, que sendo
dBreutesna apparencia, formam-setodos os dias
i i mesmo lim, e conspiram patente ou cl.u-
dastinamenle (-(mira a igrej a contra os poderes
legtimos.
E ordenara s sob as roesmas ponas j e p-
tdx iias (n.-titui.oes d^ nossos predecesso-
iv.-. tod is os enlistaos, de qualquer condieio,
gr.> ou dignidade, o de qualquer paz, que tenliaiu
edades como proscriptas e reprovadas
por nos
dizer que apenas mo eonhece. nao tem tido rea-
roa comigo, nunca mo vfsitou e que em 1866 a
1867 fui sua casa pedir-lhe a nomeacJ de sub-
delegado, ou mesmo supplente, desejosxs de pres-
tar serviros.
O Sr. Dr. Machad falta verdade, e com
aquella intrepidez que Ihe proverbial.
Dalavam as uossas relaces aeamizade de 1818,
quando falleceu meu pai.
Nessa apoca a*stfa om casa do nitMi inw o
Sr. conselheiro "Felippe Lopes Netto, carajiina da
Casa Forte, contigua ermida, sob a invocacao de
Nossa. Sonhura das -Xocessklads.
O Sr. Dr. era proprietario do urna serrara no
lugar denominado Montelro, e asslstla em casa do
fallecido Antonio Ayres Velloso, "estrada d Ar-
rai.l, prxima a de meu irmo. 0_Sr. Dr. Majha-
do em assdno em visitar meu irmo. I)'entre ou-
iros fados que ora me assaltam memoria, e que
omiti, uns pela brevidade e outros pela inconve-
niencia, pois nao do raen proposito aggredir ao
Sr. Dr Machado, senao restabelecer a verdaJc,
meneionarei os seguintes demonstfativos de qne
desde essa poca onlretinhamos relacies de ami-
zade.
O Sr. Dr. Machado collabor.iYa para a Imprensa,
wgo do partido liberal, dando publcidade os
seus arligos, sob o titulo Futra da Lwira -, em
maulfesta opposlflo ao Sr. conselheiro Jos liento
da Cun* a Fgueireilo, a esse tempo presidente da
provincia, e eulireitaudo-se coatra o Sr. conego
Pinto de Campos, este aceitou o rpto e por ultimo
addicionou s suas respostas diversos periodos que
o Sr. Dr. Machada extrahira do frei Luiz de Souza,
41> Sr, bacharel X em urna padaria prbximare sem a menor bset
vacie, e como um hornera dominado de injustific*-
vel prevencao, deu ordem de prisao preta den-
tro da casa de scu senhor, e nao obstante a recla-
macao deste, a mandou recolher ao calabou.o.
Se isto nao 6 arbitrario, so isto nao nma vio-
lencia inqualificavel do subdelegado de polieiaio
I. districto do S. #es, o qne nao se deve recewr
por pare daqueila autoridade pela seguranca in-
dividual do cidado ?
Onde ha lei que o autorise a proceder de'seme-
Ibante modo ?
Se fossemos levados pe a voz publica, acredi-
taramos que o Sr. Ne!lo de Mendonea nao foi se
nao o instrumento de um ideiro seu contrapa-
rente, o qual tendo desintelligenctas com o senhor
da escrava em qnestao- tem procurado incommo-
dar es-e pac leo Cidado desde qne entrou no ex-
ercicio de subdelegado esse seu eontrapirente I
Cliamamos a altencao, do Exm. Sr. presideiHe
da provincia o do Sr. Dr. c efe do noticia para a
facto que acabamos de expor e para que provi-
dencie uo sentido de que as iras daquulle subde-
legado nao se exarcebem contra nm cidado paci-
Uco e respetador da lei, como o senhor da es-
crava do (pie lemos fallado.
Hecife, id de abril de 1873.
A iiipecrilo do salido publica o
o Ni-, director das obras pu-
blican, on a cosiipanliia Reci-
te Drnlatage.
Em nwu rn'go publicado hoje no Difiri di
Pernambiico, quasi no fim d'elle se cncontrain as
guntes palavras :
a Todos -es esforcos sao actualmente dirigidos
somonte ao lim de receberem os mil cootos de
ris o tleimar toda esta popnlarao ocettpada dia e
noite em lavar latimos pa>-u nao morrer asphi-.
xi'ida eom o fedor dellas, e a Sr. director da*
obrasjmblicas muito salisfeito com essa nova-oc-
cu pacn que nos quer dar' casta de seu uielitlo
ordenado de engonlreiro fiscal, que Ihe cboira
bem, e .fueS.,S. n>querarriscar-sea perder..
Pe?o aos ana veis leitores e aos que se leem
^*m^f|WP^>eifavd pnblico, qne nSo
peai ao r>r Dr. .Yeito para prender a escrava do
-J3!nr"Ilk que Sr Dr No,to terce a subdelega-
I nz-lhe alpuns pedidos, mas S. S. nao quiz at-
tenaer-me. Foi assim que deixou de acreditar
a innocencia do meu patricio e amigo o "Sr. Ma-
noel Gomes da Silva Amorim ; insisti pela do-
S9 c?,^- ^.n') aceitou para substitui-lo o
sr Justino Martrns de Almeida. Conheco de ha
a. ^r",)r- Nett0' e aqnelles que .o cnhecem
sabe/ 'lie S. S. de urna independencia de
n n C0l,imuni- Entretanto se nao pedi
u,.',i -Xe"0 ',ara prender a escrava do Sr.
2E., ^i*^' se Preeso fr, partilhodos
0^ euefcs de familia quo desejam a
tfmmaro da twandalosa Immonfidade qne, non-
nth'a'se.oLservPa* doerco, praticada
r negrana riue >t retine em algumas escadas,
nr*M? e ""l^"'w Jo referido pateo, que de
P*cnwi se acha em condiffies mais favoraveis
moraiidade publica, sendo ainda necossario mtiila
HSS^J* lMirte dil anloridade, para qno as
nossas fanrihas possam negar s arHIas.
Lmz FoHceca vida de D. fre Bartholomau dos Martyres e pubb- visto atormentdos -com as odorferas latrinas Drai-
- lettras, eemo vedes, renova S. Santidado
as penas boeostas palos seus antecessores. Ole-
le XII, Bento WV, Pie Vil, Lefio XI, aos
meil desl i associaco ; c nos, amados fimos,
que nao desojamos ver-vos de sorte algutn acor-
sos em laes penas, a exeoramunhao, paternal-
mente vos aconselhamos, admoestamos e exaorta-
m is arque fujaes de laes aasoetaedes, e em nome
della i na i facais parlo.
A aL'ie' i. que vos consagramos, amados Blhos,
i desejo, que lemos, que nao so persa para voso
merecira tal da paixao e nurtc do Nosso Senhor
Jeau-Cnriato, e o grande empenlio do que se nao
percam rassas almas, o que antes sejam salvas,
uoinduxein vos dirigir estes conselhos, que,
andona vossa-boudade, esperamos qne os re-
cebis.
trosim, esta nossa dedaraco rorvjra de pro-
sulemna de que em virtude do nosso oQicio
pastoral, repmvainos e altamente coadeamamos
to.das a- proposiySes falsas, errneas, e heterodo-
xa -. coudas na representacao enderocada pela
maconaria bahaaa aseamarai garaes, como evi-
to olTensivas ao dogma, a disciplina da
igruja, c nsulluosas ao venerando cliofe do Cbrs-
tianismo, aos bispos a aos clero brasileo.
Tambera, o quinto cabe em nossas forjas, ro-
jertin s t-.d.i- os elogios, que*nos foram exponta-
iieamente consagrados pela reuno maeoniea de
SO de mareo eorrente, como oppostos' nossa
encia e posicao de prelado, que nicamente
deseja, o ar Intrnente procura viver com o reba-
ulio que Ihe lora conliado, em pereita harmona
>' obediencia com a santa groja romana, centro da
unidade cathobea, mi e mestra de todas as
igrejas.
Ooncluimos. com as palavras de S. Paulo aos
Corinthios:
Vos podereis ter mnitos pedagogos, mas nao
mnitos pas, e cu vos gore em Jes-Cnristo ; e
como um pai desvelado ardeutemeot? desejamos a
TOtsa salvarn.
Portanto vos recommendamos e pedimos (pie at-
tendaes s nossis palavras, ditadas pelo amor que
VK consagrara os, e especialmente as do chefe da
igreja cathoca, o santj o inmortal pontfice Po
IX, que tantas prosas nos tora dado de sua ami-
aade. .
Dada na residencia archiepiscopal na Penha sob
aa:so signa! e sello das nossas armas, aos 2o do
maride 1873.
-j- Arcebispo, Conde df, S. Salvado.
4ugar fsel do; lo.
#'Nr. Haaoel Joaquina de Mi-
randa Wouzu.
f toda aresposta ao artigo do Sr. Manoel Joa-
JuiM de Miranda c Souza em referencia prisio
e sua escrava, declaro que ordenei njio soraente
esta, mas ainda a prisao da todas as qnitandeiras
ue se achavam as escadas e passeios do pateo do
creo, a escandalisar as familias honestos com as
suas depravaces, e que nei de assim proseguir,
m quantci o dtatrario me nao determinar o Sr.
r. enere de polica, nao sendr- para semelhante
fTwto influenciado a caprinkos de contra-parentes,
conforme diz o -r. Miranda. -
Eiaanio mais hei de proseguir neste proposito
fiW*f qoaliicfl de-/^ir/;v do oerdadeiro lupanar o
patoo do Ter. e a ra Direita. e se me pode oro-
videncias a respeito.
cara como se foram de sua propria intelligencia :
o que deu em resultado alguns chistes da parte de
meu irmo ao Sr. Dr. Machado.
Depois darevoluco denominada prakira, resol-
vido o governo a amnistiar os cliefes dessa revotu-
fo, voltou o Sr. Dr. Machado de seu escondrijo
na provincia da Parahyia---- e contnuou suas
visitas a meu irmo, recolhlo fortaleza do.
Hruin, conimanlanle o Sr. coronel Antonio Gomes
Leal.
Ah estivo II mezes em comiianm'a do meu r-
raao, assista s snas palestras polticas, como o
podem alteslar o mesmo Sr. coron! Antonio Co-
mes Leal, o Sr. coronel Lobo, c tambera poderiam
faze-lo, se vivos fossem, os Srs. coronel Feliciano
Joauuim dos Santos, Dr. Jcronymo Villela de Cas-
tro lavares,-capitio Leandro Cesar Paes Brrelo,
e outros distractos presos polticas.
Ora, o simples bom sonso nao admite que em
taes circumstancias, eu deixasse de ter rclaooos
de amizade com o Sr. Dr. Machado, e que, nao oc-
correndu u.otvos legtimos, negasse eslima e res.
Deitoao tiomomque so dza amigo de meu irmo,
e o visitava ora tanta assduidade. Fui elfectiva-
mente casa do Sr. Dr. Machado, nao Ihe pedir
delegada, nem supplenca, porm que o Sr. Dr.
Machado ntercedejse jierante o Sr. conselheiro
Silveira Lobo, afim de ser posto em liberdado o
recruta Flix Jcs Mara, e^cravo que lora de mi-
nha cunhada a fallecida D. Chra do Miranda, e,
sem duvda por que .nao tinha relceos do amizade
com o Sr. Dr. Maoliado. alcaneei de prometo ejte
obsequio.
Que ainda pesia parle o Sr. Dr. Machado calca
aos ps a verdade, prova-o a toda emencia o in-
sulto que mo fizeram os sous anizaros por occa-
sio daseloi.o.-. desse lempo, na igreja matriz do
S. Jos.
Sabe perfettameafe o Sr. tenente coronel Fran-
cisco Carneiro Machado Ris Jnior, em que con-
sisti o insulto, e se minha vida esteve ou nao em
perigo.
Estrauha o Sr. Dr. Machado que eu exerca um
lugar de contunca politica, quan lo o partido a que
me glorio de pertencer est decahido, acrescentau-
do que seria mais natural soffrer com os meus
correligionarios o trabalhar com ellos para con-
quietar o poder.
Sobre nao alimentar preteneoes de cmquetat,
declaro mu alto e solemnemente ao Sr. Dr. Ma-
chado, que me nao dedico a servico ao partido
dominante, mas lio somante ao bein ser geral.com
especialidade da provincia que me vio nascer, e
que, neste honroso einpenho, folgo- estar de per-
eita harmona com o Sr. Dr. chefe de polica e S.
Exe. o ir. residente da provincia.
Anda inexacto O Sr. Dr. Machado em dizer
qiuj ntimidei OUnipia, mandando chmalo polo
inspector Almeida e pracas do corpo de polica,
que obtive' por mo!e de agrados que 01 y rapio se
relralasse d i que Ihe dictara, e o Sr. Dr. Machado
lizera estampar as columnas do Liberal de 17 do
eorrente, e que estendura o agrado dointtr, em
salisfacao a Olvmpio, o indicado inspector.
iNo Hz intimidaco n?m agrado a Olyinpio ; foi
esle mesmo que se dirigi a meu irmo o Sr. Jos
Luiz Ncliu d i Mendonea. dnse-llie quo o Sr. Dr. Ma-
chado o Iludir, e&crevendo o mandando publicar,
sob sua resp insaniHdada, aquello artigo, qne do jaya fazer declaracoes a este respeito. Ento man-
dsi c mviiia-lo por nm particular a que viesse fa-
zo: iies declaraeoes, e depois de ouvi-lo, ndi-
quei-liid mu amigo quera poda elle referir essas
mesmas declaraeoes Tambera nao demitt o inspec-
tor Almei la, nem o posso fazer, pertencenJo Al-
meida ao segundo districto policial.
A'o est em meus hbitos intimidar pessoa al-
guma, nem o tenho feito sombra da autoridade,
conforme o podem atiesta? os tiomens honuatrs des-
ta freguezia. Alera da que. desconheco de todo
em todo a responsabilidada eonsequente da. prisao
deOlympio. Esta prisao foi realisada pelo "indica-
do inspector quo me fez avisar de que havia al-
caneado um dos assassinos de infeliz Manoel Jo<
do Sacrainonto, 11 horas da noute do dia 13
do eorrente.
Chegando i casa de Olympie ja a enconlrei api-
nhada do pesssas do povb quo urna \\u secun-.
davam Almeida.
Fu elfectiva a prisao e tomei um punhal que o
proprio Olympio mo confessou pertencer-lhe.
Faria o mesmo ao Sr. Dr. Machado e a qualquer
outro, se inmediatamente pratica de um crime
daqueila especie, o clamor publico os isdigitassem
de autores, e nao os mandara por era liberdade,
sean depois de alcancar-lnes a innocencia, pomo
suecedeu a Olympio.
Assim, do nenhuma importancia a deelaraco
de Olympio, e p >r coitsegunte, jamis precisara
afaga-lo e dar Ihe sal islanes.
Em suinma. o Sr. Dr. Lopes Machado me quali-
lica de pobre mogo.
Em verdade, aou pobre e ainda nao atting
velhice. Mas o Sr. Dr. Lopes Machado, al n de
ser poBre, anda ah de barbas pintadas, denun-
ciando pela falsidade exterior a que o vicia inter-
namente.
Hecife. 3'j de abril de 1873.
America Netto de Mmdmcs.
(i Ha poueos dias a imprensa publicou a ma*
neira pouco regular porque o subdelegado do !.
districto da freguezia de S. Jos, o hachare! Ame-
rico N'elto de Mendonea, se houve por eccasio dos
feriraentos de que veio a fallecer o infeliz Ma-
noel Jos do Sacramento e j hontem fomos tes-
temunhas de um outro arbitrario que parece reve-
lar incapacidade da parte do referido bacharel
para o cargo que oxerce.
Nao basta que um individuo possua um ttulo
scientilico para se suppr as condieoe* precisas
de sor agente da autoridade publica, necessario
e sobre jado, prudencia, moderaelo eindispensa-
ve! criterio, (pie garanta os cidados contra os
abusos e oxeseos da aufcndade.
O facto, a (jue cima alludimos e que passamos
a relenr, parece demonstrar a ausencia aquellas
quahdades no Sr. bacharel Netto de Mendonea, o
qual, alera de ser surdo, dexa-se dominar de cer-
ta animarlo iraseivel, impropria de urna auto-
ridade.
Eis o facto :
Achava-se urna preta velha as 7 horas da noute,
vendendo em um tabofeiro dentro do corredor do
sobrado, onde mora seu ssnher no Pateo do Terco,
quando se aproximando a ordenanna do -subde-
legado, a fez retirar, declarando que Ha nao podia
vender alli.
Nao conliocend o senliar. da preta, disposigo
alguma de lei, que prohiba a qualquer vender na
sua casa, e notando que su se praticava assim com
a sua escrava, quando as outras portas cintnua-
vam a-vender outras, pelas, que nao forana in-
coramo dadas, determinou que sua escrava vol-
tasse para a'porta e continuasse a vender.
Apenas fezcump.-ir essa determinac-ao, chegou
nage o favor de lercm o oflcio do Sr. director das
oliras publicas datado de 5 de abril, e eslampado
no Diario de Pernambuco de hoje, ai lernim re
ipemorlam, e gloria da trra que > vio nascer,
para certflcareui-se que eu n.o minto, e antes
desta vez Uve o dora de adiviuhar.
Todos sabera que sao precisos alguns instantes
para que a agja entre jia tal bola dos Srs. enge-
nheiros ; o portanto, a fazer-se o que iulga con-
veniente o Sr. director das obras publicas, seria
necessario, como eu disse no meu artigo anterior,
que una pessoa estivesse naquelle lugar muflo
tempo a abrir e a fechar o apparelho, o que nao
das cousas mais agradaveis; e a ser assim, mais
fcil seria ter man urna baeia (Tagua e atra-la
di um jacto ao apparclao, que produziria mais
proraplo e raelhor ceito, cora) eu inesmo mostrei
no oscrip torio.
Diz o Sr. Dr director das obras publicas, logo
no segundo periodo do seu ofiicio ;
Concordo que a presso nao saja a tnesma era
todos os aaparulhos ; porm a agua, que o a qia-
rel o automtico ah lanca, se nao fr sutemente
9m um so jacto, pdeu entretanto sor repetidos os
jacios d'agua tantas vezesquantas se quizer. .-
Este processo cortamente enfadonho, e exige
muito cuidado das pessoas que se servem dos ap-
parelhos ; e por essa razan ellos nao fuucconain
reguJartnenle e. ne:n satsfazom poreitamente as
exigencias do servido, dcbaixo do ponto de vista
da lunpeza e aceo.
a Entretanto, se s vezos se observa no appare-
lho alguma parte solida sobrenadar aps pri-
moiro ou de repetidos jactos. (scilioet d'agua) esta
parle solida sendo assim lavada, naf pode ser as-
sim considrala um-focn d,e inreccJo.
E conlint'ra nesse gosto o rival do Sr. Law !!!
E se acreilitaria quo essas phrases lorrivos fos-
sem pensadas e escripias pelo director das obras
publicas de uina provincia como Pernambuco, e
que ganha perlo de um cont de ris por mez, ao
passo quo ao pobre inspector da sade publica se
paga iOO por anuo, para at inspeccionar o ser
vico d'aquelle director ?
Que posso eu accresccntar s consideraeoes
foitas pelo Sr. -director das obras publicas, quando
est em letiy redonda a conllssao mais ingenua,
para tilo dizer mais desgrasada, de tudo quinto
se tenlia de dizer e se possa dizer da inepcia rom
que o Sr. Dr. Tiburcio tem tratado de negocio ta
importante
(*) Por ter saludo convalguns erros, que alte-
ram o pensarnento, repelimos esta puWicacjio.
I" nina imperdoaaej cruolJade ter en de proe%
dor a urna inida analyse.sobro a Iraqneza do Sr.
linvior das obras publicas : 'elle mesino quem
u-iii deiuinciar-se ao publico e ; autoridades,
como descuidado no cumprimenlo dos seus deve-
res : ello propr o quem confossa que preciso
levar-so parto da vida a fazer trabe! ar o taFnn-
lom itiV quairo, cinco e vinte vezes at que as
materias estejam !avaaas___V. etc.
Oh meu Dons! E um engenheiro escreve tanta
parvoce!!
Mas o qae hei de fazer ?
Quando chamo a attenco .do govern i sobre o
estado dos apparelhos que a compahhia est eolio-
cando, se diz que eu orrei era physca !
Que vaut que chancelle Vhwmemit, puma a
meart la divimt ? -**
Que admira (uoeu d don* erros era physca,
quando o Sr. director das obras publicas escrevo
um offlcio como este que est publicado para sua
eterna condiiiiiaco .'
Nao ha remurijp : cruel a minha situagao,
mas ha. de ticarTrem patente quem errou mais;
se eu, ou 0 Sr. Dr. Tiburcio : hei de demonstrar
que eu nao commetli os erros que se me attri-
bue, o liei do compara-los com esses quo o Sr.
director das obras publicas nao tem pejo de, cora
incrivel ostentaeSo, estar patenteando ao pn-
blico.
O Sr. Dr. Tiburcio nao quera que o esgoto das
materias recaes se lizesse no salgado e inmenso
ocano, como eu propuz em meu parecer, dando
as raides suficientes msso, as quaes S. S. s nppoz
as de j haver sido, esse uogocio discutido gala
imprensa ; e por mais que eu lbc pedase essas
razdes, o -r. director das obras publicas nao fu
capaz de apresenta-las.
Agora vera o Sr. Dr. director das obras publi-
cas dizer em un officio que as materias facaos la-
vadas quatro, cinco, vinte, trinta vezes, nao teem
chero. -
Entretanto que praier nao gosar um hornera
que te n que fazer em levar duas ou tres horas
a levantar-se e assentar-se sobre o tal automatic
e de vez em quando espiar para verfi:ar se a tal
parte solida sumio-se, ou contina a sobre-
nadar !
Esta de cabo de esquadra.
izia a raposa mirando a mascara :
Oh qnanta eweciet, crrebruia.non habel'.'.
Esta s lerabra ao Sr. Dr. Jos Tiburcio Pereira
de Magalhes, director das obras publicas de Per-
nambuco e engenheiro fiscal di corapanhia Hecife
Drainage.
Peco ao respeitavel publico que tenha um pou-
co de paciencia : vou pedir lieenen ao Exm Sr.
presidente da provincia para publicar o parecer
que eu dei a respeito da abertura do esgoto das
materias fecaes na fortaleza do llrum, defronte
do pharol, e nao no lugar em que ficou, provavel-
mente por favor de quem qiwr que fosse, para
que o publico saiba que en erro nao s om physca
como em militas outras sciencias ; mas procuro
acertar, estudendo, consultando, perguntando
a quera sabe, njo venho encher as columnas
do Diario de sandices nem de parvoices.
Considero 4sU questo da maior transcendencia
para a provincia de Pernambuco : decida-sc ella
para o futuro cenio Deus quizer, mas nao se ijga
nunca que o inspector da saude nao fez e seu
dever.
O Sr. director das obras-publicas tenha pacien-
cia : a sua inepcia ha de (car patente : snto
muito vdr-me forcado a entreter esta discussao
em que S. S. vai mostrando a pouca attenco que
applicou aos negocios de vital importancia sujeilos
sua imraediala inspeccao.
No estado actual as cocsas, eu nao posso era
devo recuar.
Logo que fr possivel, darei a resposta ao arti-
go do Sr Dr. Tburoio, e raostrare euese o re
servatorio d'agua de miaba casa nao liaba ipeso,.
forra, presso ou earga ragaa para feeer finc-
cionar bem o apparelho collocado ao p d'ehe,
ento nunca apparelho algum fuuceioharia com o
peso, presso ou carga da torre, enllocada da3
Cinco Ponas, como sseverei ao Sr. engenheiro
da Drainage.
Hecife, 24 de ab|;il de 1873.
Dr. IMo Moscozo.
EJeico .
DOS DKV0T09 QIE TEM DR FESTEJAR A IM.U.EM
BE & S. DO K0SVR1 ERECTA NA CAI'EU.A DE
.T1GIP10 .NO AS.\0 W 1873.
Juix-por eleifo.
O lllmw Sr. Menoei Xavier Carneiro da
Cunua.
Jui/a por eleio.
, A &xm- Sra. b. Sebastian* Cavalcante
buerra, esposa do lllm. Sr. Joo Cavalcante
Fitguctra .le Meneaos.
Jzespordevoc;ao.
Osillms. Srs. :
Dr. Mareolino Ferreira Lima.
Dr. Antonio Justino de Souzu.
Gamlido Mrtins de Anhijo.
Francisco Kstevos do .yra.
Fraucisc Correa Barros.
Juizas por devoro.
As Kxmas. Sras. :
D. Frahcisca Amelia da CunhA.
0. Mara dos Prazeros Monteiro.
D. Tertuliana Mara de"Aquino.
D. Auna da Silva Monteiro.
Escrivo por eleifio.
O film. Sr. Lniz de Franjada Silveira.
KscrivSs por cleieo.
A Exma. Sra. 1). Hermina Celecina da
Cmara Santos.
F-scrivao por l)evot;o.
O lllm. Sr. Iraiiceliiio Martins Ferreira
'los Santos.
. EscrivS por devoco.
A Exma. Sra. I). Maria Albina de Oli-
vera.
Thesoureiro.
O lllm. Sr. Antonio Eugenio Paes do Nas-
cimento.
I'rocurndures.
Os Illms. Srs. :
Tliomaz de Aqulio Venancio.
Ignacio da Cosa Ubeiro Uilias.
Mordomos.
Os lllms. Srs. :
Joaquim Canuto do Sant'Anna.
Rosendo Adro da Fonseca tima.
Verissimo Faz Barbosa,
Manoel Lopes dos Keis.
Bernardo Jos Pereira Hainalho.
Agripino Rodrigues da Trindade.
.ilanoel Joaipiim Alonso do Albuquerque.
Francisco Martins Ferreira dos Santos Jun<
Felippe Bezerra Cavalcante.
Manoel Cavalcante Filgueira de Meezes.
Jos Antonio Baptista de Souza.
Beritardino llonriipio de^Jliveira.
Mordomas.
* AB^xruas. Stas. :
I), buillierniina Bazilissa de Oliveira Sil
H. .Maria Claudio Hibeiro llibas.
. Ouilliermina Maria da Conceir;o.
I, llosa Maria da Concciro.
D. Lourenca Maria Cavalcante.
D. Joseplia Firmina daCo'ieeigo.
. Joaquina Maria da Anunci.icao.
I). Auna Hita Cavalcante de Araujo.
D Ignacio, espoza do Sr. Ignacio Cavalcat.-
te de Araujo.
D. licrlru les de Brites Lima.
I). Maria Bita Hibeiro Ribas.
U. Francisca Mariu Bibeiro Bibas.
Consistorio da capetta de Nossa Sonbora
do Rosario em Tgipi, 22 do dezembro
de 1873.
O vigario, Joaquim fot Furias.
tOS & VIAXXA, O SEBASi'l.ll JOS ',4IHIEU.
Pwrto.Sobre o basco QMUo ua fon-
to, e o Sr. joaquim mnto da foseca.
Para.Sobre o banco CMBOttiUt no
par, o os Srs. FR.V>CISC0 GAUDr.Xr.K) da cos-
ta A ULUOS.
Haranliilo.Sobro o Sr. JOS FERREI-
RA DA SILVA romo*.
Cear.-Sobre os Srs. j. s. de tascon-
CEU.OS di SONS.
Baliia.Sobre os Srs. maiunhos Ih do Janeiro.Sobre o banco in-
dustrial-e MERCANTIL DO RIO DE JANEIRO,
O BANCO NACIONAL.
f COMPAHHIA^ALLIANCA
seguros martimos e terres-
tres establecida na Baha
^^
s
41.
* em 15 do Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000??000.
Toma seguro de mercadorias e dinlieiro a
risco martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e fa-
zendas.
Agente: Joaquim JosGoncaivesBeltrao,
ra do Commerco n. 5, 1* andar.
COMPAMIA
Phenix Pemambucana
Toma riscos martimos em mercadorias,
fretes, dinheiro n risco e finalmente'de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, premios muito mdicos.
RA DO COMMERCO N. 3i.
fellro I caixa .n Armlnio A Morvira
Jarros -le vidro 1 caixa a Cj i, S,,itm
de barro I caixa a Juan Humm.
Limas 2 caixaa a Prente V.ii,
Mohilia 13 caixa* a Joo lia i <<. | a Imih >m-
xoiii.. (]., i a Suares Amara!, 9 a Huaba LaB A
Iciliciinonto :l vi4uiues M. s. Faria. Mar-
nwre em chapa 6 raixas a Joo llanto.
l'lios|ili(im.s 20 caitas a AnloK) Y. de Carvafce,
10 aos consignatarios, 5.a J. l'almeira. 4 a Ca
Ain nim l C, iO a l'areute V. k (L, IS J. J.
Gusta, 5 a J. J. Leaio, 10 a MafaNiaa 4 Irnkao, *
a M. llalla & C. 3 a J. J. AHnm. M a Antib F
C>rga. Papel I caixa a I'anafe V. C. Ditor
ciuhrulho 20) Tardos a Aateafo F da Carato.
0 a M S Faria, 180 a Cot4a Aawfim 4 C_ 3S a
M Rocha \ i:., :uw a M. de atorros Fk*4 C. U
a F. M. Silva. Pranclxws de pinhu \8 aaa
natai 11- Pnncnla 51 saceos ao* lav-mo*.
tilia 2 fardos a Jeta llamos.
Vidro J caixas a M. J. Mtrtitt. 1 a Aaii.i F.
("arvalho, .Vi a M. S. Parias. 1 a Prenle V C
Vinho iOO caixas aoa uoiisifrnalaries. V-l is ii
caixa" aos meamos. Id aSoaiw do Amaol 4 C.
Verdete I ciixa i Ferreirallati 4 C.
CONTRA -FOGO
IMPERIAL.
lina do < -ommercie n. SH, pri-
ueiro nadar.

irnor.
Agente,
W. G. fWNELLY.
Seguro conlra-fogo
TUE UVERl'OOI. I.0ND0M4 CLUB
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAl'NDCUS BROTHERS tf C.
11 Corpo Santo 11
Segur.) c:)iilra-fi>go
COMPANHIA
INORTHERN.
Capital..... 20,000:00O?OOO
Fundo de reserva. 8,000:000^000
Agentes,
Mills I.ntham & C.
RA UA CRUZ N. 38.
SEGUROS
va.
E
CONTRA O FOGO.
A companliia Iiidemusadora,establecida
nesta praga, toma seguros navios o seus carregamentos e contra /ogo
em edificios, mercadorias c mobilias ; ns
ra do Vigario n. i, pavimento terreo.
Havre por l.isho.i, vapor ran I ilk l r
ir Janeiro, couign*lo a A. F. Uivcira k C ma-
n fes tou :
Li'ba.
Azciie doca 19 harri. a E. II. ItaMa* 4 C
Ceblas 2'i caixas, a Conataaiiiw
IJma. Calcado I e.iixa, a F. >inioes 4 C.
Mam de mtMn i caixa. a Fir:- iii<> Rar-ian
Unha 1 raixa, a P. Simoe & C. I.nr < I Um
a Aniunes Cuiiiur.ie.
Mercurio 2 caiua, a P. Sinw 4 l.
Viudo 12 pipas e 20/.*>, feam-a i, Sv.srm-
aores.
Havre
Amostras I pacotc aos cnateu..i..i. I a Al-
colorado Vieira 4C, 2 a KeU>-i *. .., la tatta
Bastos 4 C, la Crainer Ir. y. I .Uriaw Caam
*t*. I Linden Wtfvdntan. I i Hal* Seh*
tau, 1 a Mouhard 4 C. Arreio i raixa a
calves Ferreira. Alunle* I raixa. a Sa I
mnbra. Arigos de e^ciiptoii l caica. ar-
dciu
Bolea* Je viafna I caixa. a Citmcr Fre>.
Calados 8 caixas a Lyra 4 Vunaa. IH a Oli-
veira So rinda, 4 a Porto f> aatea, 2 a orden
Chapeos ^ caixa a Cr:uner Fre>, la S. Vaia 4 (
Culiltna 1 ctixi a Ca ner Fr\, Jja r.*t)C.ato 4
Irmo. Cartas Capsulas etc. (i caixas, a Kerieira Mata 4 C
Chales i caixas a Cramer Fre\, I a ohmraV
bnuho. Corouias l caixa a 'Meados Aiewia A
C., 1 a Cramer Fre> C.m CarJoso. Couro 5 caixas a Uiaralves Ferreira
4 C, i a Rocha 4 C, 1 a t J. F.-rreira. Chanca.
7 caixas a UOstave Cihert
Drogas I caixa a Itailhol. im-n \ i .
Kspelltes 1 caixa a Lomos 4 Fcrragens 2 caixa. a ord-m. 8 a Hasto Uavatra
4 C. 3 a Von Sch.hiten 4 C. Filas I caixa a WtM
Ec
Joias I caixa a Lehiii.i.-in Fr'-n->. Hila*-Cal-a* I
caixa a M. de Mello.
Livros I caixa a Waiiodu A Nmia.
Manleiga l.'k) lianis e 2 0 atada lho a Xkm
Freces, afarteadoriai div, i : volitos a aWar
gard 4 C, 2 a Prenle V 4 C 2 a CiraA 4
Garaiarie, I a P. Sm>s 4 1. BIBih i .x i
a ordem, 2 a Va'. Jiinior i\ C. i a V. ., I. al. .; a
I). M. Martins, I a Piulo Ijtseao. I a I). Dinetra a
C. Medicamentos 2 caixas a fcaurwAC
Perfumaras I caixa 1 I Letalt flHatMa. >i
I). T. Bastos, ."i a A. Atiaar. rVireaa I caixa *
S. Leilao h Coimbra. I aa karii da l.ivrartwtilr.
Papal de cigarros I caixa a J J. A/evcAi.
OiiiiKHiilharias I r.uxi a Cul. I a J. (1 i'm
Siqneira Qoeijos 9 caixa- .1 Tii. Chri^liaanai, lo
ditas e I amarraoV) ., (Miv.-ira I
SardratiM 13 rarxas 1 Lima 4 ilva.
Taatoaa \ vaMaaei a M. Qret ri a 11,41
SchiniiHiian 4 C,i a Monliai I IC.fi
4 I'.. 2 IOS C>ill-ii(liala1N()-. ,- :i i; ;: tlv.--
I a M Loto & 1:.. 2 i Linden A 1;. < a hat 1 S
Caacao A C, i aOlhretra s jn
\
', a Ci'itaner
tiwianr'*- l
Sr*. redr.clores.-'liio^ssofiomoutic que o Sr:
Manoel Joaquim de Miranda e Luna- se prevaleq
da ekctunsuneia de ser eu caado cw.*ma pri-.
ma do Sr. Dr. Americo Nelto de Munuoptja,
para irrogar-lhe as injurias que ge deparou ern seu
eonoeiluado Diario desta data, por sso apea*so
m\) \ras mm.
A cmara municipal do Cabo dea contra o en-
genheiro Joamuin (aleo Coclho nina denuncia
a presidenca, por motiros de enbanjamento dos
iinheirot publicas, orrasimiados por deleixo da-
quelle [anecian riu m cxcrcicio do cirgo de enge-
nheiro do 2.* dis/nclu A cmara, adornada e
convenciil.i, em sua representaoaj, at eitava di-
versas obras, cujo estado o thema dos mais
ridiculos motejes. S. Exe. o presidente da provin-
cia nonieou una eommisata para averiguar a
causa. Helia fa ia parte o chefe das obras publi-
cas, cujo curactiT dnTimnfl parte ; mais cuja
posicao o tornava fupttto ; vislo como, chefe,
sobre si tambein |)odein recahir certas accusac,des.
E bem o mostrou, nao acompanhando a malaria
da ceniinissao no< primeiros exames por ella pro-
cedidos em diversas obras. Mais larde um dos
outros dous membros da coinmissao nomeada pe-
dio dispensa. F cabio em exercicios finds a) c-
presentacao legal de nina corporaco, cuja pala-
vra cullecliva nos paizes livres valcr senijire lu-
do, quando iratar dos interesses do municipio!...
Assim vio Al eoosas nesta pobre trra.
E porque nao jwde a presidencia, ao meno?, o
resultado dos exames que nroteien a maioria
daqueila cotnmissilo em algumas obras, antes de
edir dispensa della o honesto juiz de direito do
abo ? Faca-o e ver que a cmara municipal
do Cabo nao disse oda a verdade; nomeie ainda
hoje uina coinmissao capaz e reconhecer que,
apezar da tinta passatla s pressas ws pontes,
da conservagao Caita 0or occasiao da nimeacao da
coinmissao, as madeiras sorao as mesmas, as es-
tradas inlransitaveis com 15 dias de chuvas, os
caes lem bases, as pontes, com 4 anuos de feitas,
deps de um rep re a inndemiisim construcciio,
a cahirem com um carro de caima, dando lugar
novas despezas com segundos reparos, etc.
A cmara municipal do Cabo represenlenlando
contra o que vai de altamente reprehensivel no
districto, bem merecen do municipio e da pro-
vincia. -
PRACA DO REC1FK 2i DE ABRIL
DE 1873.
, AS 3 1/2 II011AS DA TARDK.
Coiitcdes oJiiYiu'.vw.
Assuearbruto I10111 l7.'0 por 1 kilo-.
Assucar bruto regular 15700 por 13 kilos.
Assuear-Canal loil por 13 kilos.
Algodo-de 1* sorte 10$(H)0 por 18 kilos.
Accao-da companhia pemambucana da aavega-
caoeosteira a vapor, i* emiasao 80401 o
inclusive dividendos vencidos.
Apolicesda divida publica de 6 0|0, :t 0|0 de pre
mi.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 20 l|i d., c do
banco 26 l|8 por 1, hontem.
Cambio-sobre Pars vista .'JOS rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre o R o de Janeiro a 8 d|v. ao par,
hontem e hoje.
Leal Seve
Peio presidente.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
ALFANDKGA
Rendimenti do dia 1 a43. .
dem do dia 24.....
888:9945823
:i9:23i*291
928:229*119
COMMERCO.
Aflgtslft F. ti mn i C.
A oasa commercial a bancaria deAugusto
F. d'Oliveira iS C.*., ra doXommercio n.
i2, enearrega-se de execu^Io de "ordeus para
8n*baq.ue de productos, e de todos os mais
negocios de coinmissao, qur commercia&s,
qu,r nanearlos.
Pescouta lettras, otomadibeiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca vista, e a
prazo, vonthde do tomador, sobre as se-
guintes pravas estrangeiras "e oacibnaes :
LuadrcM.Sobre o umqn bajk of
^oisdos (de responsabilidnde ittimitada) e
vares firmas de 1* classe.
Pfari.Sobre os Srs. majigtard as-
PR (i C.aP. gil, O A. alACQUE. V10NAL &
Cl *ANliUE0*.
Iltiiiibiirgo.Sobre os-SMtjOA.0 semr
BACK d FILHOS.
Itlsboa.-w.Sabre os Scs* Ei^^SfiCAS, san-
Descarregam hoje 25 de abril de 1873
Vapor inglezfloHro(esperado) mercadoras e
bagogens para alfandega.
Lugar franceRio Grande -(atracado 1 mercado-
rias para alhodega.
Brigue inglez -Accidental Star^diversos gneros
para o trapiche Conceigao, para des-
pachar.
Brigue portuguez Colele podra para o tra-
piche Concelcao, para despachar.
Barca alienta Eluda -^varios gneros para o ira-
piche Coneeicao, para despachar.
Barca p rtugueza-^G/Yt/idao -sal j despachado
para o caes do Apollo.
Brigue ingle *-Jane Gosdycar materiaes para
a estrada de ferro de S. Francisco para
o trapiche Coaceico, para despachar.
lm|)oi'l.t '.'amburgo, barca allem Elida, consignada a
Goncaives Beltro 4 Fil o, manifestou :
Amostra 2-pacoles a A. F. de Carvaluo, a P-
rente V. 4 C, i aos consignatarios, I a Arminio 4
Moreira. 1 a M. de Barros Fil lio 4 C, 1 a A. F.
Corga," 1 a S. c S 4 C. Alvaiade 20 barra a F.
M. da Silva. Armas 2 caixas a S. c S 4 C. Agua
florida 30 caixas a Prente 4 C.
Brinquedos I caixa a Ramos Peixoto, 1 caixa a
J. J. C. Moraes.
Cimento 20) barricas aos consignatarios, 40 a
Costa Amorim 4 C. Cartuchos 1 caixa a S. e S
4 C. Chumbo 30 barris a J. J C. Moraes. Cer-
veja 30 barricas a Martins 4 Cunha. Compaasos 1
caixa a Prente V. 4 C. Calcado I caixa a Joo
Ramos, Cevadinoa 50 garrafes aos consignata-
rios. Copos de vidros 10 caixas a Antonio F. Car-
ralho. Canella 10 caixas, e carvao de podra 10 to-
neladps aos consignatarios. Chapeo 2 caixas a
A. Mureira.
Drogas 3 caixas a M. S. Faria 4 C, 1 a Armiaio
& Moreira, 1 a Ferreira Maia 4 C, la Francisco
M. Silva.
Espadas 2 caixas a S. e S 4 C.
Farinha de trigo 100 barricas ordem, 136 aos
consignatarios. Fio d vola i fardos a Jos M. Pal-
meira. Frascos vastos 11 caixas a Ferreira 4 C.
Fita de seda 1 caixa a Arminio 4 Moreira. Figu-
ras de barro 1 caixa a Ramos Peixoto A C. Follia
de Serme II barricas a FerPaira Maia 4 C.
Genebra 300 caixas e 400 u-aMoeiras a Antonio
F. de Carvalho, 300 garrafes, 600 frasqueiras, 200
caixas e 200 barra aos consignatarios, 100 caixas a
M,gall$es 4 Irmo, 100 fras.qucir.as e 50 caixas a
Soares do Amara!, 300 ditas e 50 ditas a M. Rocha
4 C, 50 caixas a J. AWes. Garrafes vasios
689 a Antonio F. de Carvalho, 380 a Joo F. dos
Santos Jnior, 200 a Cardoao 4 Martina. Dito de
viajo 3 caigas a Ferreira Maja 4 C Gabelle de-
F4 a Burle C. 2 a Mrfcrfl
a Costa Maia. 2 a ordem.
Velh-i .0 faruoa a oliveira VMrtM l
caixa a J A. Ferreira, la** cei-initafatVi?. 2 a
Paulo Guelphe-
Antuerpia, patacho alleioao stfmad
a Keller 4 C, manifcioii
Amostras 1 volunte a L. A. den 4 C.
C iiihIm JJ barril aGoata >. l aai laapaw aV
manu mi M eaiKaa a Keihr .\ '
Fuxil .1 caixas a !'. V | C.
Obji ctos de e?Irada .1 ferro ->l.i .olnatai i <*-
dein.
Papel > caixas a Lem 4 Cu -ivii.au, IC anta
a J. M. Santos Aguiar.
Iccidos .1 v ,,ioes ,1 L. A MjiK-ia. I a Ia-
denWeydman. Tima :; larris a Rabe Sda-
mellan k C.
Vidro 5o cixas 'dem.
Rio Ctm le do Sil. pataca 1 1 wi 1 :' I, N >aV-
Ioih-ii.. consignad 1 a Amorim lnni 4 C uiani-
fesl-ni :
Cooros seceos i)'.
Graxa em bexiaa V 7 kil -
Sebo em rama BI7 kilos. di-< rxvli '.'Lar-
ri.-.
Xarqu; i M '.' ki! ii.ri.-.
Babia, brigue aaei nal Imfi
a M s. ha, maail .
Sebo 70 barris. .
Xarqu I 17,7 : k I is a r >n-
-O
Parabyba, lii.i' n e.^i]
a eaaiaaa ia nernatabncan: taaaaVlaa :
Carvode pe Ira 30 I.un ':.! >
nhia.
Bruswick. barca am-ii.-.i i-i^.iaa-a
II. I-' mor i '.. m inif i
Madeira 2.12". pranc
l>E>PA':il S DE K.\IMl;i iCAO I M H W5
Aiiiui. DB is; .
Par No navio i.ilian.i /-/' para l.iv.rpo.4, aW*
i-egaram T. J.-ii -ries .\ 1 i* "<\n laJW
kaaadeaaavar naaseavado.
No brigue hollandcz Xrll-j. ,
l'rata, carregaram : J. S. Loj 1 fe I do 1 UM bar-
ricas com 2u,007 kilos de a--i!, .i braaca,
No patacho aglez II /.'.'.''. para o
da Prata. cairei..ii.i-ii : I' Canieir. t-1!. .
ricas com I8 2-J7 kilos .1 asraear Itrarwo.
No brigue porlugne* // Imtpigo. para o
da Piala, earregou : H. B. orcira Jnnw* I 1
barricas com 11.203 kil.- de assuear ntascavado *
e 350 d'Us com 39,M1 tos de 4o braaco.
No brigue portaguez Ijim I. iara 'boa.
earregou : II B, Oiiveira Jnior 2 barr
7."> kilos de assuear branco e 2 ditas com 53 di!
de caf
Na barca |K>rliigueza Alegra, para o P
earrenram : E. II. Rebollo 4 C 2iW sacra* c-i
15,000 kilos de aamear awseavaaa e 17 mu
Com 1,227 dit<>> d.' algodo.
Ne brigue portuguez Bella Fiqueirente, para
Lisboa, earregaraui K. R. RabHIo 4 C. 25 pipa
com 12,' 00 litros de agurdente.
Na galera porbafaeu m a F.ma, pan n
Porto, earregou : II. J. C Sobrinho 3V saceos
com 2,786 kilos de, algodo.
lira os por/o do iulei *ir
Para Macao, no hiate brabtro ls>miMM,
carregaram : Fari.t 4 Fillto 6 barricas com in
kilos de assuear branco c 2 pipas com *W Hit*
de agurdente.
Para o Maranhio. no vapor brasilero 'ta-
r, earregou : F. fl. II isios e Sa 10) voiumrs com
6,3i6 kilos de assuear branc^
Para o Ri> Grande do -^} n > patacho bra-
sileiro iTaribaldi. carregarain : Carvalho 4 He-
gueira 17" barricas can 17,187 '| kilos de as-
suear branco ; J. R. Ferreira 37 anas com MW
d.ios de dito.
Para o Rio Grande do Sol, no briuue bnaa-
leiro lamo, carregaram : Amori" Irmacs C
650 barricas com 68,068 ti* kilos de a-socar
branco e SO ditas com 6.0.9 ditos de dito
vado.
Para o Rio Grande dj il tu birca
ital Mm sa, carregaran: Oliveira. Filbos 4 C
200(2 barricas com 11.013 kilos de assuear braa-
co e 210 ditas s m 21, 20 1|2 tos ia a*to mas-
ca vado.
Para Santos no vapor francs FM ato*
Janeir, carregaram: Carvalbo a JtagaHra fav
saceos com 35,-121 kilos de assucr rnaacavaV.
T Para o Natal, na barraca Flor i Uriim,
carregaram : Fraga 4 Rocha 1<.
i.OOJ xilos de assuear branca
CAf ATAZU DA ALFA31MWA
dia 1 a 23. .
i
llcuiial Mo do di






*.....I
"*"
Diario dePernambuco -Sexta feira 25 de Abril de 1873.

Mam do di 21.
1:180 7
l5:09U6il
VOLUME8 SAHinoS
Nodlal a 13......
Pnrueira porto no dia 24. .
Segunda porto.....
Terceira purea
Trapiche Couceieo .
SfiHVICO MARTIMO
Airaroncas-dmearrendafl no trapiche
da alfandejra rv) da t a 23. .
Ditos ditos no dia 24......
Navios atracados ni ira*, da alfandega
Aivarengas........
No trapiche Gonc* cao.....
32,014
MI
12
so:
33,321
ios
2
3
lli
w:eiedoria os rendas internas ge
raes de pernambuco
Rendimento do dia I a 23. H.iTiHOS
dem do dia 24....... 3:1704703
41:64 Wll
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do di I a 23. 3:211*370
dem do dia i4...... 3:246*19*
96:457*5*6
M0V1MENT0 00 PORTO.
Naoios entrados no dia 24.
Rio Grande do Sol 90 dias, patacho hrasileiro S
Bartkolomeu de 221 toneladas, capitao Custodio
Antonio da Silva, equipagem 10. carga 11,000,
arrobas de carne ; a Amerim Irmao & C.
Saina toneladas, capitao Francisco de Sotua Ribeiro,
equipagem 10, rarga tO/i'K) arrobas de carne a
Manuel da Silva Maia & C
Antuerpia -29 dias, patacho allemo Juliane, de
196 (nieladas, capitao G. Oestmann, equipagem
8, carga varios gneros ; a Keller & C
Brunswich51 diaa, barca americana Case1, de
234 toneladas, capitoo H, W. Penny, equipagem
9, carga madeira ; a Henry For.-ter 4 C,
Santos -16 dias, patacho inglez lndustry, de 143
toneladas, capitao P. Gillbrd, e(|uipagem 6, em
lastro ; a ordem.
Rio de Janeirolo dias, barca 'inglesa Kirhevcod.
de 324 toneladas, capitao Tornes, equipagem 9,
em lastro ; a ordem.
Saltillos,
Santos pela Baha e Rio de Janeiro Vapor fran
cea Ville de Rio de Janeiio, cominandante Fluu-
ry, carga parte da que trouxe dos portos da
Europa.
Rio da Prata Boigno hespanhol Felippe, capitao
Jayme Raer, rarga assacac eoutros gneros
Rio de Janeiro pela BabiaHrigue austraco Poli-
xent capitao II. NieoliC, rarga parte de que
trouxe de Triste,
ELlTAES.

O.Dr. Joao Augusto do Rege carros, snpplcnte do
"substituto do. juizo de direito privative de or-
phos e ausentes da cidade do Recilo e seu ter-
mo, por Sua Magestade o Imperador que Deus
guarde etc.
Paco saber mm que este vireni, que o bacharel
lnneeencio Seraphieo de Assis arvallio, tutor do
menor, (ilho do tenenle coronel Feliciano Joaquim
dos Santos, requereu-me para vender em hasta
publica deste juizo os escravos perleuceutes a seu
tutelado, os quaes sao : Antonia, preta crioula,
mulhar de Estevao, de 33 unos de idade, sadia,
do servido domestico, 8000Oii.-Hcrculana, preta
crioula de 33 ann h de idade, sadia, do servido do-
mestico, 60ii*000jeraldo, mualo, de 14 annos
de idade. sadio filil de Herculana, 8(0*000 ; Ger-
mano, mulato, de lJ anuos de idade, lllio dercu-
lana, 330*000.
E, pols que, annoindd a semelhante pret'eneao,
pelo-presenlc e Crinado no que dispe 0 decreto
10'Jo de > de setembro le tefi, convindo a' todos
quanto quizercm tancar sobre os mencionados es-
cravos, a apresentareni-me suas propostas, estn-
pilhadas. no prazo de trintadias a contar de hojo.
Os pretciuleiites querendo podem fer os escravos
na Iravessa do Veras n. 8 da freguezia da Roa-
vista. E para constar mandei passar o presente
que ser ax ido nos lugares do cosame e publi
cado pela imprensa.Dado e pasaado son meu signal
e sello mi vaina sein sello ex-eatisa. Cidade do
Recife de Pernambuco 14demarco de 18/3* Eu
Floriaiio Crrela de Brito, eacrivao, o liz esere-
vrer e subserero'
Joo i Hguto di llego, ftnros.
Edital n. 114.
Pela inspectora da alfandega se faz publieo que
nao tend sido despaeliadas, dentro do prazo mar-
cado, as merca Jocas abaixo mencionadas, annun-
ciadas a consumo por editaos ns. 02 a 93 de fe-
vereiro prximo passado, se bao de arrematar, b-
vres de direitos, a porta desta repartico, s 11 llo-
ras do dia 28 do torrente :
Armazi m n. -i.
Marca 11. M & C, sen* n.' Urna roda de ferro
fundido, simples; para moinho, pdaria ou seme-
lhante pesan 1i 90 kilos avahada por 13*. viuda
no navio i- glc /;., '/.. descarregado em 3 de abril
de 1871 consignado a J. Lopes vaciado & C.
dem F, sera n Tres potes de louca vidrada,
vastos e 'cebrados, sera valor, vindos no brigue
agfez Hebe, descarregados em 6 de abril de 1872
e consignado a Saunders Brothers & C
dem M JA- Cinco fitas pequeas de ferro,
sendo dua- razias e tres com tintas preparadas a
oleo para pintar, em mo estado, pesando liquido
27 kilos avahadas p ir 3*11 0, viadas na barca in-
glesa Delphim, dcscarregada em 7 de malo de
1872 e consignada a M. Latham A: C.
dem 11", n. 3346 lima ciixa com xarope de
hyposfosflite de cal, em frascos at .'0') grammos
pesando liquido legal li<) kilograrnnios, avalla-
dos por 183*, vinda no vapor francs Atizone,
deaearregado em 9 de Janeiro de 1872, consignado
a Barthoiomeu & C.
dem 11 o n. 3547 Tina dita com IC6 frascos
de oleo de ligado do baealhao medicinal, pesando
liquido lei_-;l 31,300 grammos avahados por....
03*. e dezoito garrafas de yinho de anilina,pesan-
do lquido l'gal l,.'i'K) grammos, avahadas por II*
vinda idem, dem dem.
dem B O n. 3330 Urna dita contendo :
48 frascos com pastlhas mediciones, pesando II-
qnido legal 2,00 grammos, avahados por 4*833.
6 kilos de pilmas diversas em frascos, pesando
liquido legal 1,800 grammos," avahados por 36*.
,3">0 grammns de pastilbas d'ergotina, em fras-
liquido legal 403 grammos, avahados "rr
673 res.
76 fraseos com xaropes medicinaes, pesando li-
quido legal 17 killos, avahados por 2S133.
2 caixinhas de madeira de pinho contend 20
frascos com pos medicinaes Bao espaelfieados, pe-
sando liquido legal 1,230 grammos. avahados por
4*166, dem idem.
dem B O n. 3349 lina lita com 104 garra-
fas com xaropes medicinaes, pesando liquido le-
;.al 36 kilos, avahada por 18*, dem invin.
dem B O n. 3,348 Urna dita contendo :
36 frascos de elixir, pesando liquido legal .*; ki-
los avahados por 35.
100 frascos com xaropes medicinaes, pesando
. nido legal 3o kilos avahados por"3i*333, idem
idem.
dem B O n. 3531 Urna dita contendo :
47 frascos com^thas de magnesia, pesando
liquido legal 4.23ranunos avahados p*r
7*050.
22 frascos de xarope de chlorato, pesando li-
quido legal 3,300 grammos avahados j)or 5*300.
23 frascos de pos medicinaes, pe-ando liquido
legal 373 grammos, avahados por 1*230, idem
idem.
Sein marca, sera 11. Um encapado conlendo
urna rede de pescar, dearrastar, de algodao, arrui-
nada, avahado por 15*, vindo aa barca portugne-
z Pertirn Borgex, descarregada em 1 de feveiei-
ro de i 7?, ignora-se a consjenacao.
Marca O B n. 5 242-Uma caixa pesando 30 kil-
los bruto, contendo seis vidros n. i, bocea larga,
para botica, 4 com tampa de vidro e 2 sera ta.n-
pas ; mais 2 peauenos pratus de vidro n. 1 para
amostra,' pesando ludo liquide 3 kilos avahados
por 1*00 viada no patacho ingiez Helene, des-
carrepadr em 8 de bril de 187 e consignado a
Otto Bohers A C.
Irmazem n 6.
Marca A R A F n*Ti Orna caixa contendo :
34 kilos de chocolate comrnum, fui lijlos, em
ixm estado avhales pnr 100*.
24 kilos de dito com principio de Hivaria, ava-
liados por 24*, vindo de Soutnampton no vapor
inglez See >, descarregado em 26 de feverelro de
1872 e consignado a A. Heyardo.
dem ABn. 38 Urna caixa com 24 kilos de
tinta liquida'para escripia, peso nos frascos de vi-
dro escuro, avaliada por 8*40, rinda de Br-
dcaux no vaiwr francez Amazone, descarregado
em 9 de abril de 1872, ignora-se a consignacao.
ii'.ein F R Mai.r Cma caixiuu contendo :
2.S0;) grammos de 1 osarios ordinarios com con-
tas de vidro, avahados por S*.
1 imagoiu de sanio, de gesso oh massa, avalla-
da por o*,
I pequeno livro de estrunpas lin:, pesando 680
grammos avahado por 4i>.3.
1 stereosenpio pequeo, simples, de madeiin
ordina-ia, avahado por 1*.
1 pequea caxinha da.madeira ordinaria em
forma de oratorio, avahada por 1, idom idome
consignadas' ordem
dem T F 2 cai>as varias sem valor, idem
e consignadas a Tisset Frres.
dem H L 2 barris ns. 1 e 2 contend' yinno
secco, medindo liquido legal 313 ttros, avahados
em 8i*;t80, idem idem e consignado a H. Leiden.
Idem B O 20 barris, sendo 10 com vinagre
tranco e 10 com vinagro tinto medindo liquido
2999 litros, avahados por 449*830, vindos de New
Yo'rk no vapor americano So-ith America, descar-
regado em 15 de iuntio de I87 e consignado a
Henry Forster A C ..
dem C A H L n. 134 barril do 5-> com cog-
nac medindo liquido: 38 litros, avahado por.....
43 6'JO, vindo de Bordeaux no vapor fran;ez G*-
rond*, descarregado em 11 de marco de 1872 e
consignado a Tisset Frres.
Alfandega de Pernambuco, 22 de abril de 1874.
O inspector,
F. A. te C&rvalko Reis.
Edital n. 115.
Pela inspectora da alfandega se faz publlcoque
as 11 horas do dia 26 do correte se ha de arre-
matar livre de direito, porta dcsta repartico, a
mercadoria abaixo declarada.
Armaiem n. 5.
400 lequcs de osso que fazain parte do conte-
do da caixa marca 0 B o. 172, vinda de Liver-
pool no vapor inglez Oberon, descarregada em 18
de marco prximo passado; avahada por 2:000*
e abandonados aos di eitns por Otto Bohres.
Alfandega de Pernambuco, 23 de abril de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
CECLARACOES.
SAMA CASA DA MISERICORDIA DO
RF.CIFE.
A Illma. junta administrativa da santo casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 25 de abril, pelas
horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens otlerecer, pelo tempo de um a
tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Ra do Senhor Bom Jess.
Loja do sobrade n. 33.....800*000
Vi*". Ra de Antonio Henriques
Casa terrea n. 26......98*fO0
Ra de Santa Rita.
dem n. 34.........261*000
Ra da Ponte-Velha.
Casa f?rrea n. 31......156*000
Ra da Guia,
dem n. 29 ....'..... 200*000
Ra do Pharol.
Casa terrea n 80......182*000
Ra do Amorirn.
Sobrado de 2 andares n. 26. 303*000
Ra de S. Jarge.
dem 11. 82........183*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Sen>ala-velha.
Casa terrea n. 16...... 209*000
Os pretendentes dever'-o apresentar no acto da
arrematacao as suas flaneas, ou comparecerem
aco-rpanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia eci-
que for seguro o predio que contver estob eop
ment commerciaj, assini como o servico da lim-
peza e procos dos apparelhos.
Secretara da santa casa da mi.-ericordia do Re-
cife, 21 de abril de i873.
O escrvao
Pedro Rndriijues d* Sonso,
a da oonforniMade cam o \ 9* art* 89 do catnpro-
nnsso approvado pela iei provincial n. 531 de 9 de
iunhb de 1862, permuto por apolioes da divida pu-
blica o predio de dous andares e sotan n. *J
na da Moeda, pertencenle aos estabelecmentoa
de caridade, o qual se acha era mo estado.
Aceito propi.stas na sala das suas sessoes at o
dia 4 de abril prximo vinituiini, recebe na mes-
ma occa'iio propostas para deuiiilir o referido
predio e converle-lo em um armuem terreo, obra
que de ver ser levada a elToi-i m- caso de nao se
conseguir a sua permuta.
' Secretaria da santa casa da misericordia-do
Recife, 19 de marco de 1873.
O escrvao,
_________P^lrolodrigues de Souz. .
Santa casa da misericordia
do Recife
Pela secretara da santa casa da misericordia
40 Recife, de ordem da junto administrativa, sao
convidados os prenles dos educandos do collegio
de orphos, em seguida declarados, para que ve-
nham requerer a presidencia a sua entrega, visto
que nao podem mais alli continuar em virtude do
que dispoe o art. 45 do respectivo regn amento
por j terem attingido a idade de 14 annos.
Antonio de Mendonca d Albuquerque Mara-
nhao, tilho legitimo de Jeronymo Salgado de Al-
buquerque Maranho e Maria Candida de Albu-
querque Maranhao, j fallecidos,
Manuel Rmlolpho Cordeiro Leitf, filho legitimo
de Mara Rita Sarment do Regn.
Antonio Pedro de Alcntara, filtra legitimo de
Maria Isabel de Jess.
Francisco tioacaives Guimares, filho legtimo
de Anna de Sal- Cavalcante.
Joo da Cruz Mello e Maia, sobriaho de Rozen-
da Umbelna Ferreira de Mello.
Monnel Theodoro Goncalves da Porciuncula, fi-
lho legitimo de Candida Rosa Sampaio Porciun-
cula.
Secretoria da santo casa da misericordia do
Recife, 12 de-abril de 1873.
O esenvio,
Pedro Rodrigues de couza.
Santu casa la miwei'iconlia do
ltei'fc.
PRmiOS VENDA
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife, competentemente autorisada,
leva pela ultima vez praca de venda, at o dia 28
de abril peraute mesma junta, na sala de
suas sessoes, os predios seguintes, tomando por
base os preeos j o-erecidos:
Largo da Campia
Meia agua de n. 5..... .- 400*000
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 92 e a de 83 dos Guara-
rapes .........3:3"0*C00
Sobrado de m andar n. 30 2:000*0'0
Dito mei-agua.......500*000
Ra de Antonio Henriques.
Meia agua n. 2S....... G 50 0
Ra da ResturacAo.
Sobrado n. 37.......6:001*0.0
Ra d o Amparo (Olinda)
Casa terrea, 11. 29.......1:680*000
llicca de S. Pedro.
Casa terrea n. 8.......1:060*0'10
Forte do Mallos.
Metade do sobrado de tres audares n.
13 por.........5:."SO0*000
Becco do Abreu.
A 3' parte do sobrado n. f 2665666
Ra da Soledade.
Casa terrea n. 72. .t .' 700*000
Becco'do Teixeira.
Casa terrea n. 5. ..... 230*000
Largo das Cinco Ponas.
Terreno.........1:000*000
Ra da Assuinpco.
Terreno........ 400*0 '0
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 29 de mareo de 1873.
O escrvao,
_______ Pedro Rodrigues de Souza.
<'oii*ulad provincial.
Por esta repartico avisa-se a quera interessar
possa, que cora a praca de 30 dias successiv'os, a
contar do Io demaio prximo vipdouro, est aber-
to o re:e!)i 1 ento da importancia dos apparelhos
collocados pela Recife Drainage Comp' predios sitos s ras abaixo designadas, e igual-
mente da respectiva annudade at o ultimo de
junho de 1872.
Outro sim, de conformidade com a portara do
Illin. >r. inspector da thesouraria provincial de 19
do correntc mez de abril, faz-se sciente que fica
para opportunainente ser recebido o custo da ca-
nalisacao interior dos mesmos predios, tendente ao
lornecimento d'agua aos apparelhos, visto depen-
der anda de medicao; bem como que os 20*000
de differenea no pfeco dos apparelhos da 3- classc
e dos de louca, que esto em uso, devem os pro-
prietaiiiispagr-lus directamente a Recife Drainage
Cojnpany.
As localidades a que se refere o recebimento
sao as seguintes, conforme a nota fornocida pela
companhia.
Campo das Princezas, ra de Santa Isabel, ra
la Florentina, rpa Bella, ra de S. Francisco, boc-
eo do Cisne, ra da Roda, iravessa da ra Bella,
largo do Paraizo, travc3sa do Ouvidor, ra dos
Quarteis, becco tapado da matriz, travessa da
niesiha. ra dos Expostos, ra dos Patos, ra do
S. Bom Jess, ra do Calabouco, becco do Caj,
ra de Santo Amaro, ruajdo Sol, ra Duque de
Caxias, ra do Crespo, ra do Cabug, ra Nova,
caes 22 de Novembro, ra do Imperador, ra lar-
ga do Rosario, ra das Larangeiras, ra das Trin-
cheiras, ra da Camba do tormo, travessa do
Carmo, ra das Flores, ra da Paz, ra estrella
a Rosario, travessa das Cruzes, ra do Livra-
meato, ra Direita, ra da Viraco, ra do Fogo,
travessa de S. Pedro, becco do Padre, becco do
Sara patel, neceo da/Bomba, largo de S. Pedro,
ra das Aguas-Verdes, largo do Carmo, ra de
Hurtas, ra da Palma, largo da Concordia, ra da
mesma, ra do Rartholomeu, becco da Ramella,
travessa dos Martyrios, largo do Collegio, iravessa
do Queimad), ra de Santa There a, ra das Cal-
radas, ra dos Acouguinhos e ra do Jardim.
Consulado provincial, 22 de abril de t873.
Servindo de administrador
A. Witruvio P. B. de Accoly e Vasconcellos.
I
Santa cxisa da misericordia
do Recife
A jnnta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife, autorisada pela presidencia,
Capatazia d'alfandega.
A gerencia da empreza das obras e capatazia
da. alfandega desto provincia faz saber ao respei-
tovel corpo de commercio, e a quem mais interes-
sar possa que a condicao 5." do seu contrato com
o governo imperial foi alterada por ordem do the-
souro n. 67 de 26 de mareo ultima : pelo que do
1 de raaio prximo vindouro em diante as toxas
constantes da mesma condieio, quer das mercado-
ras esse tempo existentes nos armazens cargo
da empreza, quer das que se forera recoihendo,
sero cobradas do segrate modo:.
i 100 res diarios por tonelada mtrica de
arqueaco, sendo navio, e 150 res sendo alvaren-
ga, lancha, barraca ou cadoa que atracados s
ponte? da alfandega e dos trapiches e armazens
custeados pela empreza carreguem ou descarre-
gueui ; e metade destas toxas nos dias rm que es-
tando estas einbarcacoes atracadas nao carreguem
ou descarreguem, salvo neste ultimo caso quando
isso acontecer por motivo de torca maior a juizo
do inspector da alfandega.
Z. 800 res por tonelada mtrica de arquea-
cao, incluido o frete de alvarenga ou lancha pela
carga ou descarga de navio fundeado dentro do
porto que nao atracar s ditas pontes, c desem-
barcar toda a sua carga, sendo ueste caso a alva-
renga cu lancha c sua coduceao. fornecida pela
empreza. No caso contrario pagar a dita taxa
por tonelada de mercadoria effectivamentc des-
carregada. Esta taxa s ter execucao quando
convenna a empreza encarregnr-se deste servico
3.* 40 reis pelo embarque ou desembarque
de cada volume nao excedendo a 50 kilos. Ex-
cedendo deste peso, mais 20 reis por dezena ou
fraeco de dezena excedente de 30 kilos em cada
volume. .
Sendo, porm, bagagem 500 reis por volume
at 5 kilos, e 1*000 por volume que exceder de 5
kilos.
4. armazenagem calculada e cobrada sobre a
importancia dos direitos de con unlo nos termos
do art. 13 do decreto n 4,510 de 20 de abril de
1870, isto :
Do dia immediato da descarga at 6 rae-es na
razao de I por cento ao mez.
De 6 mezes at um anno I Ij2 por cento ao
me:.
De 12 al 18 mezes 2 por cenlo ao mez.
De 18 at 24 mezes 3 por cento ao mez.
Em todo tempo excedente a 24 mezes 11- razao
de 4 per cento ao mez.
Entende-se por direito de consumo os estabele-
ddos na tarifa das alfandegas inclusive qualquer
augmento addicional nos termos das ordens do
Ihesouro de 26 de janei.o de 1866 e 3 de feve-
re.ro de 186*.
Quando as mercaduras despachadas forem sen-
tas do? reraeetivoe dirHoe. p ir eonoamao espe-
cial e nao pela tarifa das alfandegas, a armazena-
gem era calculada sobre os direitos de consumo
que a mercadoria deveria pagar se nao gozasse
deta isencao ordem do 1 esourode S7 de Janei-
ro de l(i:i. Neste caso fleam compre eodidas
despaciadas para reexportacao 011 transito.
Quando as mercaduras despachadas para con-
sumo forem isentas dos direitos pela tarifa, a ar-
mazenagem ser calculada sobre os direitos re-
sultantes do sea valor e na razad de 3o por cento.
- Ordens de 3 de outubro de 18i9 e 27 de Janei-
ro de 1861.
Quando as mercado'ias despachadas forem es-
traugeiras c vierem acompantiadas de carta de
guia por j haverem pago os direitos ue consumo,
a armazenagem ser calculada sobre os direitos
resultantes de ^0 por cento de seu respectivo va-
lor declarado na mesma guia. Ordens de 8 de
maio de 1869:
Finalmente quando os gneros forera naeionaes,
a armazenagem sera de i|i por rento do valor
que'esta liverem na paula semanal o por cada
mez de demora. Ordens de 4 de agosto de 1803,
16 de outubro de 1867 e 24 de Janeiro de
1868.
Para base d Udos estes clculos cobranca da
respectiva armazenagem aeu-preza se guiar pe-
lo que constar dos lespachos fott.is e procesados
pelas partes e presentados a al andega, os quaes
devera ser presentes empreza pelos despachan-
tes logo depois de pagos e laucados no livro da
rceeita da alfandega os direitos devidoa ao Estado
nao sendo-lhe pomnto permittido exigir das me-s
mas partes facturas mi qualquer outro docu-
mento.
Quando a descarga dos volamos, em um mes-
mo despacho, tenha sido feita era dlferentes da-
tas se tomar para base o calculo da armazena-
gem o termo medio dos dias de descarga.
Continuara em vigor as iseneoes de armazena-
gem a que s^ referem os regniameotos da alfan-
dega o empreza.
5." Pela emisso de garantes de deposito, na
tulmada condieio oitava, um quarto da valor
das mercaduras nelle mencionadas.
6. Pea abertura de cada um volume 200
reis.
Empreza das obras e capatazia da alfandega
de Pernambuco, 14 de abril ie 173
O gerente,
Jos Joaquim Antuus.e
Que na Rbertaco por individuos preferirlo :
1.* A mi on pai cora Tllhos livres.
2* Os do 12 a 5 annos d idade, comecando
pelos mais mecos no sexo feranno e pelos mais
velaos no sexo masculino.
Que na ordem da e nancipacao das familias e
individuos sero preferidos:
l* Os que por si ou por outrera entrarem com
certa quota para a sua libertacio
2.* Os mais morigerados a juizo dos senhores ;
em igu ddade de condices a surte decidir. Que
flualmente incorrero na pena de prisa aquellos
que de in f. niii deren na classieacao os no-
mes dos seas esrra vos.
Recife, 24 de abril de 1873.
liento Jos da Costa,
Pre 1 idala.
. Mauoel Joaquim Silveira.
Francisco Augusto de Almeida.
Pela secretaria da presidencia sa faz publico
ae, de conformidade com o > do art. Io do
ecreto n, 4,668 de 5 de Janeiro de 1871, foi por
acto desto presidencia nomeado provisoriamente,
para servir os lucios de 1* labclliio, escrvao do
crime, eivel, capellas e residuos, da villa de Gara-
nhuns, o alferes Agostinho Ferreira da Silva Azc-
vedo,
Secretoria da presidencia de Pernambuco, 21 de
abril de 1873.
O secretario interino,
_____ Joao Diniz Ribeiro da Cunha._
Consulado de la repblica
del Paraguay en Pernam-
buco.
De conformidade con las instrucciones del go-
bierno de la repblica, invito a todos los subdito?
de la nacin paraguaya, residentes en esto pro-
vincia, a comparecer en este consulado en el
termino de 30 dias, c ntados de la fecha, afim de
inscreber sus nombres en el libro de registros.
Consulado de la repblica del Paraguay Calle
de la Compaa Peroambucana n. 6 (altos).
Pernambuco, 3 de abril de (873.
J. Ramos
________________________Cnsul______
De ordem do lllm. Sr, inspector da thesou-
raria de fazenda desto provincia, se faz publico
Uara conhecimento de quem interessar, que no dia
;K) do eorrente mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junto da mesma thesouraria, ser posto
em hasta publica, para ser vendido a quem maior
vantagem offerecer fazenda, o terreno proprio
nacional, onde estava edificada a casa terrea n.
16, da ra do Nogueira desta capital.
Secretara da thesouraria *de fazenda, 14 de
abril de 1873.
O cffical maior interino
Carlos Jo de ouza Correia.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
O conselho manda fazer publico que contrata
no dia 26 do eorrente mez, vista de propostos
receidas at s 11 horas da manh, e sob as con-
dic5e* do estylo, os servicos de barbeiro enfer-
mara de marrana, bem como os fornecimentos de
carvo de pedra, proprio para ferreiro, dito de
coke e de cemento, tudo por tempo a decorrer
at o ultimo de junho prximo.
Sala das sessoes do conselko de compras de
marinha 23 do abril de 1873.
O secretario, .
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Santa ^CasaJ de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta SantaCasa, afora
dous terrenos que possue no Jugar dos Arrumba-
dos, hoje Duirte Coelho, sob ns. 39 40, tendo
aquello 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de"abril de 1873.
O cscrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
Emancipaco de escravos.
A unta de emanciparlo de escravos creada pe-
lo art. 28 do decreto n. 5,135 de 13 de novembro
de 187i, faz pubhcff que est funecionando no
Saco da cmara municipal todos os dias uteis de
horas da manha as 3 da tarde e que segundo de-
cidi o Exm. Sr. presidente da provincia, vista
das duvidas apresentadas pela referida junta, sao
obrigd s todos os senhores de escravos dest
municipie a dar no prazo de 3 mezes urna rola-
So em duplcala de todos ns feus escravos, afim
e seren elassillcados, declarando nella o' nome,
idade, estade, profsso, aptidao para o trabalho
e o valor. Observando-se que a classificacao ser
feita por familias e individuos que na libertacSo
por familias preferrao :
1. Os conjuges que forem escraves de dif-
ferentes senhores.
2." Os conjuges que verera filhos nascidos
livres era virtude da lei e menores de 8 amos.
3.a Os oonjnge9 que tivercm hitaos livres me-
nores de 21 annos.
4. Os conjuges cora fil-os menores escavos.
5." As mais com tilr.os menores escravos.
C* Os conjuges sem filnes menores!-
fajn do Real Hospital Portugnez, a cada um
membro de per si, espera da phiantropia dos dig-
nos membros, que cada um nao Ihe negar a
sua coadjuvafo, e desde j 1 e protesta sua
eterna graiidio em geral, e era particular ao seu
digno provedur.
Approvoito tambera esto occasio, para fazer
publico o quanto seu coracao se acha trans-
b'jrdan lo de profundo recnn- ecimonli e giat-
do para com o Hlustre Uniente, coronel Fras
Villar pela coucessao gratis quo Ihe fez da m-
sica do 1* batal ao de infautaria de linha, di
seu digno enramando e para cmn a nessna da
disiincto e iilustre medico, o lllm. Sr. Dr. Sar-
ment FIIhi, e sena dignos iMllegas se nfferere
ram a operar ao beneficiado gratuitamente ;
estes apstalos da caridade, u beneficiado nao
tem phrazes para Ihe expressar e fazer sentir o
quanto' seu coracao sent no amago de fura
gratidao e raconhecimento._________________
VISOS MARTIMOS
COMPANHIA PERNAMBLCANA
DE
\tve^u^S cniti>ira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENEDO E AHACAJU'.
O vapor Mnndnhk,
commandaiite Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do eorrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 28, cncommendas, di-
nheiro a frete e passagens at as 2 horas da tarde
do dia da sahida : escriptoro 110 Forte do Mat-
tos n. 12. _____________________________
COMPANHLA PERNAMBUGANA
DE
avcgaco costeira a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEARA, MANDAHU', ACARACU' E GRANJA.
O vapor [pojitca,
commandante Moura,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do eorrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da sahida : escriptoro no Forte do Mattos
a. li._________________________________
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
Mavegacao coNteii*a a vapor.
FERNANDO DE NORONIIA.
O vapor Giaui, com-
mandante Martin*, se-
guir para o porto
cima no dia 3 de
raaio prximo vin-
d iiiro ao mei.i dia.
Recebe carga at o dia 2, encommendas pas-
sagens e dinheiro a frete al as 10 horas da ma-
nha do dia da sahida : escriptoro no Forte do
Mattos n. 12.
IEI10ES.
ra -n
LEILAO
por liquidacao.
.,De eandeims a gaz, din-satletile* |
mus, pendentes, aramb-lla. 11 Ulnas,
de Ierro, lavatorios dn fi-rro. raizas rom
Rws para viagem, wriiziaius. raMaV*, frnrtrtra",
jarros de ferro, bengala*, rampas, haadejas,
res de broiue, raHwa de fiTD, NkoAj Ir.rm
eaiidicir.is pa kenirene, litios, bataacas 1
maes, e penis de latan.
l ia ni ibili.i de mogno, pmta-iviiipaa,
e dinerrates objectos de cima de mean o
ou ros artigos.
Urna rasa de ferro rom boas accommotalaa,
montada emgraade terreno, junto i estaca a
Sant'Anna.
Hoje
Por inti-rvenro ^o agonte Pinte.
No ann.i7.eiii da ra do Inqieraftir a. 41.
O leilsn principiar 10 h>ra era
serem rauitos e dilTerenles luara.
DE
Ogarrafes com eevadinlia
HOJE
AS 10 HORAS HA MANHA
O agente Pestaa far leiUo, aor cunta
de quem pertencer, de garris -.im ...
nha; sexta-feira 23 do eonvntr, < M bnra?
manh.
No annazcm do Annes, defnmie d al
GRANDE
LSIXlO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA-VICESTE.
Importante espectculo cmico !
Sal.!...I., 'ti le abril.
A's 8 1|2 horas.
Primeira representaran, por esta companhia da
graciosa comedia em 3 actos, original do actor
portugus Jos Carlos dos Santos :
SOUVELLA EM CCaO
ou
mrncAS
O artista Flavio desempenhar o importante pa-
pel do Antonio Martina, do repertorio do actor
Taborda.
Scguir-se-ha tambera pela primeira vez a rnuito
jocosa comedia em i actos :
0 DR, GMMMA
sendo o papel de protogonista desempenhado pelo
actor Flavio.
s 8 horas era punto.
A comedia em 3 actos :
lili.
a comedia em 2 actos
Mmm 27.
ra
lo
\
los
o dr. mmmk
THEiVTRO
ESTOICA & PVKAWVE
Salibadi 2 i) eorrente
Representar-se-ha o drama em 3 actos :
TRV6ALU0 E HA
Seguir-se-ha 00 espectculo a inuto ap-
plaudida scena cmica ornada de,msica, cora-
posico do actor Penante, c por elle representada:
Jesuta na garganta
Terminar o espectculo com a importante co-
media do afamado autor dos IrmAos das Almas :
OS DOUS
(1
ou
Uhli tiiiuiiiiiiijii
Tomam parte os artistas Thomaz, Penante,
Silva Braga, D. Maria Carolina e D. Bernardina.
Principiar s 8 1/2 huras.
Din!ng;(f27(lK(irren{e.
Pela ultima vez o drama :
DE
S. BENEDICTO
Terminar com a scena cmica :
.Icsiiu na "arcanta
7 n
da-actor Penante.
Principiar s 8 huras.
Attenco
Sales do caes do Ramos
Sabbado 26 do eorrente, ter lugar nos sales
do caes do Ran s, um concert de msica e baile,
em beneficio do artista 'uo das Neves.
Os salos char-sc-h?.o mobiliados e decorados
com elegancia, gosto p aceio ; e principiar o con-
cert s 9 horas da noute em poni.
O beneficiado acha-se em estado adiantado de
urna molestia grave, que urge de prompta opera-
cao, e achnndo-se iuteiramente falto de recursos
para o seu tratamento, recorre por este iheio aos
coratoss bemfi.zejos,"para que se dignem compa-
recer com o seu contingente, aceitaodo-lhe o seu
bilhete,
Tendo dse dirigir iilustre junu adminis-
CONPAMIIA -
DE
NAVEGACAO BAIHWA
Pnru Hacci, Petirdo. Araoujii
e Baha.
E' esperado at o dia 8 Je maio c vapor Dantas.
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete pa-
ra os portos cima : a tratar com os seus agen-
tes Antonio Luiz de Oliveira Azevedu & C. ra do
Bom Jess n. 57.
Para
trata-se
n. 7.
COMP.tAHIA
DE
wm$ti M..SILHRA.
Portos do sul.
At dia 28 do c nenie,
esperado dos portus do
norte o vapor Paran,
commandante Pamplona,
oamal depois da demora
"do costumo, seguir para
os do sul.
carga, encommendas, valores passagens,
no escriurio da agencia, ra do Vigario
Para o Rio de Janeiro
o brigue portugue Colete, de Ia classe, vai sabir
em poucos dias por ter a maio* parte da carga
engajada ; para nm resto da carga que Ihe falla.
trata-se com E. R. Ranello & C, ron do Commer-
cio n. 48.
Para Lisboa
o brlgae porluguez Bella Fgurense, capitio Bar-
ros Vaiente; este navio vai sabir dentro em pou-
cos dias, e ainda pode receber alguma carga e
passageiros : trata-se com E. R. Rabello 4 C, ra
do Commercio n. i8.
Porto por Lisboa.
a barca portugueza Alegcia, capitn Carvalho, vai
sahjr no dia 27 do crrenle, e tem omito bous
commodos para passageiros de todas as eJsdSMS :
tratase cora E. R. Rabello k C, ra do Commer-
cio n. 48, ou com o capitao.
C0MPA>HIA PERNAMBUCANA
DE
!%uic(irio coNtriraa vapor.
MAJtANC.Ull'K.
O vapor Corari pe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima 110 dia 28 de
eorrente, s o horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens, e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da saluda
escriptoro no Fnrte du Mallos n. 12.
Para o Porto
pretende sahir limito breve a gilera portugueza
Nova Fama II por ter grande parle do seu car-
regamento prompto. Recebe a carga que Ihe fal-
ta a prt eos mdicos, e tambera passageiros. para
os quaes tem ptimas aecommodaeoes : trata-se
com Tito Livio Soares, ra d 1 Vigario n. 17.
O
Rio de Janeiro
segu viagem nestes dez dias o patacho nacional
Veloz. A pouca carga que Ihe falta pode ser tra-
tada cora o seu cjnsignatario Tito I.iviu Soares.
ra do Vigario n. 17._____________
PAilV
Para o referido portosegue com poucos dias
de demora o brigue portuguez Ligeiro 111,
capitSo e pratico Nobre, por ter mais de dous
lergos de seu carregamentq prompto, e para
o que Ihe falta, que recebe a frete commo-
do : trata-se com os cousignatarios Joaquim
Jos Goncalves Beltro & Filho, ra, do
Commercio n. 5.
Rahi
na.
Para o referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Olnda, por ter parte da. carga, e
para a pouca quo Ihe.falta, trata se com os con-
signatarios Joaquim Jos Goncalves Beltro 4 Fi-
lhos : i ra do Commercio n. 5.
Para a Bahia
o hiate Gaaibalii sage nestes poucos dias : para
reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, ou ra do Amorirn n. 39.
= Para o Aracaty, sai nestes oito dias o novo e
superior uafhabote Leonilia de I.' viagem, capito
e pratico Manoel Caetano da Costa, tem parte de
seu carregamento engajado, para o resto trata-se
com Antonio Alberto de Souza A guiar, ra do
Amorirn n. 60.
DE
meveis, louca e crystaes bacearat.
Noiiilo :
Urna mobilia de Jacaranda a I.uiz XV, coirieaaV
1 sof, 1 concnllin, I jardineira rom .edra, 4 aa-
derias de bracos, i de balanc... r 15 >| guampa*
Urna dita de mogno, 1-1 instando de ofa, ina-
polloa, 1 jardineira, it.uii|Ki de pedr) S radetra*
de bracos e 18 de guaruico, I t.Hl.-tt-- 4 Jacaran-
da, 2 grandes espelhos cun undiJur..- ilnuraaas.
2 guardas roupa de anurellu, | rn-, aparador 2
toilettes de anureMo, 2 guardas km a, 2 espn-
guiadeiras, i lafMonH cora pedra, aparadores
pequeos, I mesa elstica, 1 dit 1 de ferro com ac-
ora, cadeiras de Ha. ditas de ainarelio, quaru
n ciras, 1 mesa de clurao, 1 estante cun livrae I
rclngio, armarios, eadeiras avulsas, macntaa* dr
limpar facas.
Liiu-.as e rryt .es, garrafas de crystal para fi-
nta), compoteiras, apparelhos |iara almooo dit**
para jantar, escarradeiras, lacia* de cobre, aa-
nhriros, bandeijas, lignra- de gesso, porta-mres.
jarro?, 1 relngm chrnnumetro para suibnra, I an-
do trancellim de ouro, e muilos nutro* artif* dr
ra-a de familia.
Manoel Jo Dantas, tendo-se relindo cota sua
familia jiara a Europa, vender em leilao par ib
tervencao do agente Pin o Rorges. todo o* inowir
c mais nitigns existentes no Manguinhc n. 197
casa que serv a de sua residencia, onde sera ef-
fecluadn o leiln : qual prinripiar logo que eke
gue o trem que partir da eataejat do arco de San-
io Antonio, s II horas da manh, atim dedal
passagem gratis aos concurrentes.
LEILAO
RE
L O l C A
Em continuacao
A a 11
ra do Marque/ de Olunl.i 11. ti,
O agente Pestaa vender h'je em continna':o.
tuda a louca em gigos, p mais porcn an.lva.
II horas da mama.
LEILAO
m
una ollkina du marci-neiio na im (total
gel 11. lid.
SABBADO 2G DO COURI '
0 agente Martins far;i leilao a re |ii 'ra BM *
1). Alexandrina de Sonta ihimnr." ira. av
Tontariaiilo diwi tirnr il'"vil .mear*-
seu marido Antonio do-Coul Viuira, e asir (lesna
cho do lllm. Sr. Dr. juiz de orphaos. da ofnVu...
de marcineiro com ludas as sua* pertencaa, aa
rna do Itngel n. (>', loja do Ronrmdu em que iaa-
ra o Sr. tnajor Simies.
As 11 horas do dia acuna.
mas ovfj>o
Vendc-se
l'm Sitio na cidade ter urna boa casa de vivenda p.i'n graiiHr
tainilia, tem muitOl arvoredos aV :i j tos <\r
todas as qualidades, e excedente agua de
beber; a tratar nestatypograpbia.
<)nVwe-se para rompanhia de ama seuhera
de familia, una nutra que nu criany. I nn,
velha : a traart na patn do Paraizn n. 5.
mm mm\.
AOS 5:000.5000.
BILIIETES CARTIDOS.
1* ma Primciro de Marro (ontr ora H 4
Crespo) n. 23T ratas do rostutnr.
0 aba; xn assignado, tendo vendido no* cus le-
llzes hilhetes. um inteiio n 1*01 i"in 3 000, um
inteirn n. 2741 com 80<'i. um inti-im I 7f.9 cmm
,'IOOiOOO. um meio n. 2081 rom 100* ontra
sortes de WiOOO e 20JMM) da Interia que *e aea-
bou de extrahir (47.-), convida ans po a vir?m reoelior na DanPliiiiididii do Sisteme eaa
date "iito algum.
Aeham-se venda os fehzes bilhet>-*
da 3* parte das loteras a beneficio da irraja
Ouadalupode Olinda (48), que se extr*n:ra
quarta feira, 30 do crrente rooi.
PRECfi.
Bilhete inteiru 6dO0O
Meio bilhete 3 JOOO
Quarto 1*500
EM PORgAO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro W
Meio bilhete 247:
Quarto 1*375
Manoel Martin* Fr
Sociedade Beneficente Lusa-
Brasikira.
A directora desta sociedade afftsai !**"*
scrablea geral resolv- fawr urna ses#Aiaaga
domingo as 6 if2 horas da tarde de 27 ik>car-
rente ; esta sessao sendo feili para inicia.; a
grande numero de candidatos j approvadosjja
ainda nao presiaram juraonm*, esperase eaaa-
parecimento de toda a diiectona. e desejando sjn
e*ta sesean seja bem cin.orrida espera se de ta-
dos o* Srs socios qner homnrios quc, eiseav
vos que se dignario comparecer indcri lalinai
de qualquer convite que Ihe seja feto pcwoal.
Secretaria da 'ociedade Benelieente l.uwHra-
sileira, 24 de abril de 1873.
O 1 secretario,
Bento de Sorna Mira
.Va rna de Vidal de Nefreiros a. 147 te diaa
Siuem precisa de alupar metade de nana cw* d*
amiiia para orna outra eorifposta de 2 pes**
preferindo-se as .("nco-Pontas, roa Anf
nesta* proximidades.


EW>
""'"'
P1. *
*

Diario de Pernambuco Sexta feira 25 de Abril de 1873.
3Z
ESTRADA DE FERRO
DO
Recite S. Francisco
Miso.
FESTA DOSPRAZERES. .
Domingo 17 do correte, alm dos trens
ordinarios do passageiros, las Cinco Pontas
para os Prazeres As 8.20 minutos da ma-
nb, e dos Prazeres pala Cinco Pontas s
4.5* minutos da tarde, haver ,os segoin-
Iqs especiaes :
Praseres Cinco-Pontaau
TARDE.
H. M. II. M.
Prazeres (partida).....,.. 3 4 3
Boa-Viagem ........... 3 10 4 *0
Alagados ........... 3 25 4 55
Cinco-Pontas (chegada) 3 30 5
Villa do Cabo, 23 de abril de 18T3.
G. 0. Munn.
Superintendente.
COMPAA
DOS
TRLHOS URBANOS
DO
Recife a Olnii c Beberibe.
De-ordem da directo-
ra -convido aos Srs. ac-
cionistas para, no Sia
30 do corrcnte pedas 4
horas da tarde, se tou-
nirem no lugar do cos-
tume, afim de ouvrrem 1er o relatowo se-
mestral, de confrmidade com os estatutos
om vigor.
Escriptorio dn-companhia, 'de abril
de 1873.
0 1. secretario,
Laursntino Jos de Miranda.
Terrenos bem localisados o
baratos.
Antonio 4os lUdlrignos 1! 8ou*s, len-lo
aborto com npnivwu^uo di lllm'. cmara
municipal, una ra com 80 palmos m seu
sitio de terreno proptio qunsi defronte da
groja loe Afllictus, para onde o transporte
no caminho de ferro c 200 c 100 rs., o o
dos bonds ti a milito pcrto ; vende aos pal-
mos, terreuos guiii as frentes para dita ra,
tendo cerca le 180 a 300 palmos do fundo :
a tratar na thesouraria das loteras, com
Xriato Francisco Torres, que se acha encar-
Jeronyrao Camerino dgs
Santos.
Jos le Souza Castro Feitosa con-
vida ao pas, parentes e amigos de
seu nado amigo Jeronymo Came-
rino dos Santos e aos sous amigos
a asistirem a missa do stimo dia
que, pela alma do mesmo, manda
resar sabbado 26 do corrente. na
matriz da Boa-Vista, pelas 8 horas do dia, e agra-
dece a lodos que se dignarem assistir a_rste_aeto.
__ierino des .-antos, sus
esp sa e lilhos, repassados da maie
acorbador pelo inesperado e in-
fausto passamcnto do seu muito
adorad e sempre lera irado filho e
irmao Jeronymo Camerino tos San-
to, vm do alto da imprensa ma-
nifestar'sua devida e profunda gratdao a todos os
seus parentes, amigos e distincios companheiros
de estudo do sea dito filho e irmao, telas inequi-
#^i?V
vocas provas ame lhes deram. ta coadunado f
restos mortaes deste a) ceimteno publico, ja to- duscnvo|vintnto necessario que requer o
mando tao sentida parte emseu amargurado irn- cjo i(j ^ N,reizo
Ui
.J
DO ORO
i:000:O00*
L
Billietes garantidos
Kua do fardo da Victoria (outr'ora Nova]
n. 63, e casa do costume.
Achatase venda os muit felices biHietes ga-
rantidos da >- |e das tot< ras a beiwrkio ua
Igreja de Guadclupe de Olinda, que se xtrahira
no dia !W do corr. lite mea.'
PrecM
Inteiro 6*000 -
Vein :)*000
Quarto 14300
De tOOjOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*730
Quarto 1|375
Recif<\22 de abril de 1873.
Joo Jonqum da Costa t/irf.
Aluga-se ou vende-se a easa n. 19 la ra
das Trincheiras, reedificada de novo, caiada e pin-
tada ; vende-se inais 12 casas pequeas, na tra-
vessa da ra -Imperial, que rende mensalmente
117*. por um prco que admira ao comprador,
istp por seu dono achar-se incommodado de sua
saudee retirarse para se tratar : juera proten-
der dirija-se ra das Trincheiras n. 34. andar.
Alleoco.
Pegunta-se ao Sr. Jos Narciso da Silva qual o
motivo que o levo a imprensa a declarar ao
respeitavel publico e com especialidade ao eorpo
do commercio, que nunca teve e nio tem socie-
dade no estabelecimento de molhados sito pra-
5a do Conde d'Eu n. 32 ; e pergunta-se tambera,
por que fim fat e est fzendo uso commercial
e social da firma de Jos Narcizo da Silva C
O aun uncante mostrar em juizo competente o
i-------._,-----.------------:-------------- ~ annun-
Copeiro.
Na ra da Imperatriz n. 37. I. andar precisa-1
de nm ropeim. i '________
Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
-Couwllio deliberativo.
De orlem d., Uliii. -r. presente, euitvido aos
senliores conselheiros, para i-e reuiiirem eiu sel-
.lio ordinaria, msxla-fcira to lo torrente, pelai o
li horas da Urde, na sala da respectivas se-
soes.
Secretaria do conselho deliberativo, aos 22 de
abril de 1873.
Boaventura Rpdrigues de Amoruu.
i* secretario.
C'iznheiro
Precsase de um coxinheiro livre ou escravo, e
que se encarregue tambem de comprar, para casa
de duas pessoas : a tratar no Corredor do Bispo
p 59.__________________________________
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 16 annos
de idalo, e que tenha pratica, para urna Uverna :
2 tratar no beceo do Pelxe Frito n. I. ________
- Eu abaixo assitmada, mulher de Belarmino
Pereira da Costa, declaro do alu da iraprensa, que
nao assigno escriptura algu'ma de venda das ca-
sas terreas tas em Santo Amaro de Jaboatao ; e
para que qnalquer comprador nao se julguc pre-
judicado em seu direito, por qualquer meio arti-
ficioso, faco a presente leclaraicao.
Anna Mara da Conceicao.
ee. De nove poriii lhes pedeai o eariduso obse
quio de asistrem as missas do stimo dia, as
qties manlam resar, por alma do finado, na ma-
triz da Boa-Vista, pelas 7 horas da manha de sab-
bado' 26 io corrente ; e peo que protestam desde
j sen eVrno reconlieciiitcato.___________
Do dia 1. de maio em diante ficasup-
primido promisoriamente.
Linha de Olinda.
A esta^o de Salgadnho.
Os trens que paravam na esfc^o de Be-
lem, oxcepto o que desee, pSe manha, de
Olinia s 7 horas, e sobe do Ilecife s 9 ho-
ras.
O que desee a tarde s 2 1/9. e sobe as
5 1/2 do Reoife.
Ramal da Encrusilhada a beberibe.
O trem que subia pela manha s 5.35,
e descia a Encruzilhada s 0.08. 0 que
subia a noute, s 9.i5 e descia as 10 1/2.
Escriptorio da companhia, 23 de -afiril
de 1873. ,
0 gerente interino,
Laurentino Jos de Miranda.
a colina de Sa e Albuqeer-
que, vhMia do tenente-coronel Ma-
riano de'S e Albuquerque, agr-
deceno siimmamente aos que se
ilignaFam assistir as exequias do
mesmo finado, roga aos -seus p-
renles e amigos o eariduso obse-
3uio de assistirem es missas fnebres flue se tem
e celebrar ai 8 1^2 horas da manha, a matriz
de Boa-Vista, e *>.<> cemiterio publico as 9 1|2 da
manha do dia 26 do corrente.
Pedido justo.
O moradores de Santo Amaro das Salinas,
vem lembrar ao Exm. Sr. coenmendador presi-
dente da provincia, a execufHO da le da asem-
bla provincial (jue manda estender a linha de
lampees a gaz, do ponto em que se .acha at a
ponte da Tacaruna. E' urna medida de summa
utilidade, e que vem fazer com pie nao se re-
produzam os tactos que se tem dado ltimamen-
te nesle lurar de aeren pegad is os tran?eun-
tespelos liunds, o que se tem dado pela cscuridao
da estrada c piueipalmeute em lempo de invern a
noute de escuro. _____
Os ahaixo assignados, .curadores tiscaes da
massa allida de Ferreira 4 ConcaWes, convidara
oscredoresda mesma massa para que am'esen-
tem aos.ala xo assignados, em seu escriptorio
ra da Madre de Dos n 22, seus titulas dentro
do prazo de 8 dias, a contar da dala deste. aura
de serem relacionados e apresentados em juizo,
para que tedham lugar a pagamento conforme a
natnre/.a de cada um. Reciw-13 de abril de 1873
Joao Martins de Barros Fillus 4 C.
Luis IVioiru Rapmo
Luz Pereira Baposo 3nlor e Ma-
ra da Ccnceifo Pereira Baposo,
convidam aos seus parentes e ami-
gos, e bem assim aos de seu pre-
zado e fallecido e :nai Luiz Perei-
ra Baposo, para assistirem a urna
missa que mandara resar"na igre-
ja da Santa Cruz, pelas 6 1|2 horas da manha
do da 26 do corrente, trigsimo dia de seu falle-
cimento ; .pelo que desde j confessam eterna-
raente gratos. gj

Um prejudicado.
Na chapelerie da moda, praca da Inde-
pendencia n. U e 16, precisa-se de costureiras.
Aluga-se ou triKa se os services de urna ne-
gra boa cozinheira, lavadeira e engommadeira,
por urna escrava boa quitandeira, prefere-se casa
de sobrado e condicao de nao sa ir a ra : quem
quizer dirija-se a ra da Imperatriz n. 6, segundo
andar._________________________________
Dase a quautia de 300* se* penhor ou ama
escrava que cozinhe : na roa de Hortas n. 86.
Do-eja-se alujar urna ama para cozinhar ;
na 'roa de Hortas n. 86, sobrado de um andar.
Precisa-se de um caixeiro e 14 a 16 annos,
que tenha pratica de taverma e que seja portu-
guez : ra de Santo Amaro n. 2.___________
0 Sr. Francisco AgoStnho Tladcira queira ter
a bondade de vir concluir com o negocio que se
eomprometteu na roa Duque de Caxias n. 60 A,
Hoja de Bento da Silva 4 C, successores de Ma-
noel Bibeiro Bastos.________ ___
Precisa-sede um menino
le tenha pratica d
las Nyraphas n. 4.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Duqne da 'axias n. 3, andar,
precisa-se de urna ama ltvre ou escrava, para
cozinhar e outros services proprios de casa de
familia. Paga-se bem agradando.
T08I1S
CASA MORT1IARIA
1IK
Paulo & Mafia
Largo do Paraizo lis. 10 e 12.
EST ASERTA E TEM
Arma^o e ornatos, hbitos diversos, caixOcs e atades, CIA-
ROS FUNEBRES le todas as ordens.
Cartas capellas, cera, eca e emblemas.
Incumbem-se tambem :
De enterros, anniversarios, oflicios, liceneas, atistalos e ca-
tacumbas ; finalmente de qualquer exequia, com msica, encom-
menda;o etc. etc.
Attenco.
, O abaixo assignado pede ao Sr. Joao Henriques
Pessoa o favor de vir entender-se com elle sobre
aquelle negocio que o mesmo nao ignora, sob
pena de ver por este jornal a especie ao negocio.
______________Marcos de A. Lima._______
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava (rae engomme
perfeitamente bem, e faca o mals sen-ico interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de urna outra que cozinhe com
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, o 2* an-
dares.__________
Attengo
Precisa-se de urna ama para cozinhar em casa
de pouca familia : na ra do Xotovello n. 129,
casa de azulejo. ^__________
\ TY10 Precisa-se de urna ama que compre e
Aul cozinhe para casa de pouca familia : na
ra de S. Francisco n. 54. ________^_
81
rictifd'acuc uin mcuiuv
que tenha pratica de molhados
de 12 a 14 annos,
: a tratar na ra
D. Luiza Ramos Ro-
drigues Villares.
Luiz Bodrigues Villares, sua mulher e lilhos.
mandara dizer algumas missas por alma de sua
sempre lemhrada irma Luzia B. 11. Villares, fal-
lecida no Bio de Janeiro, A missa ser dita tu
igreja da Santa Cruz, sexta-feira 25 ao correle,
pelas 6 horas da manha ; aquellas de seus paren-
tes e amigos que so dignarem assistir a este acto
pi e religioso, seremos eternamente gratos e re-
coiihecidos. ____ ____
X -O abaixo assignado previne a todas as pes-
soas que flearam a devwr na loja de ourives a
ra estreita do Bosario a. 10, que s cora elle,
ouoom seu procuraijor Joao Baptista Gitirana, a
Suetn deu poderes ^>ara cobrar amigavcl ou ju-
iciahnente, se Dodem entender acerca de seus
dbitos, visto tr tomado conta do activo e pas-
sivo desde Janeiro prximo passado. Outro sim :
pede a seus devedores da loja do arco da Concei^
Sito, flue venham saldar seus dehitos at 0 dh 15
o prximo mes, scientificando a tod s que da-
queJJa data em diante promover o seu direito.
Jos da C. Olivcira e Figuciredo
Fitor
Precisa-se de um que seja cuida lo.-o e saiba
tratar de ja dim : em S. Jos do Manguinho, sitio
n. i, ''.________
MOFINA
Est encoura^ado 1! 1
Boga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desU provincia, o
favor de vir ra traque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembrode 1871, e depois para Janeiro,
pa*sou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Bm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
ie mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava uesta cidade. ___.
Ama secca.
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia : tratar na ra Direita
n. 51, loja, da 5 s 8 horas da noute.
T 7 Precisa-se de urna para- casa
\1 \ de pouca familia : no largo da
[TI t\. Penha n. 12, sobrado.
ASS1GNVTCRA
i i.
ABRIL A SETEMBRO
DE
- Precisa-se de urna ama para casa de ho-
mem solteiro : a tratar no Campo Verde, taver-
na n. 53._______________________________
Precisa-se de urna ama para cozinhar
ra da Penha n. 23. ___*
na
Ama cozinheira
Na ra do Imperador n. 38 2 andar, precisa-
se de urna ama cozinheira, preferindo-se escrava.
Ama de leite.
1111
M
BSGSZA.
CRIADO
Precisa-se de um para o servido de casa
do Imperador, n. 32.
ra
AVISO
Ommissao aiearregada de examinar os apiare-
Ihos da com;anha liecife Da inane.
0 abaixo SMigoado, presidente da comm:sao
encarregada de examinar os apparelhos da Com-
panhia Rec'fe rainaye, convida aos respectivos
membeos para que se digaem de comparecer ao
meio dia de sabbado 26 do corrente mez, na ala
do palacio do presidente da provincia, que foi
destinada s suas sosm -
Becfe 2 de J.bril de 1873.
Dr. / aqt'.im quiM Fonceoa.
Aluga-se para criado um pardinho captivo
de 13 annos, serve de copeiro, e faz todo o servico
domestico : na roa da Inmeatriz n. 9, segundo
andar.
Precisa-se le urna escrava cozinheira : a
tratar na ra das Larangeiras n. 18, andar.
Novo estabelecimento
Ao eoniBiercio.
O alaixo assignado, lestamenteiro de >u mauo
Jos Joaqum da Silv Guiniares, roga aos ere-
dores do mesmo fallecido que apresentem suas
contas do que se se julgarem credores do mesmo,
bera assim, aquelles que tenham carias de Sanea
deas trazerem, pcis deven; saber que Rara este
lim si) sao validas al o dia 0 de marco do cor-
rate asno, da de seu passamento.
Beeife, 21 de abril de 1373.
Pontea Gnimarae?.
_ u
:-

Precisa-se de urna ama sem lillio : tratar na
ra Diraita n. 51, loja, das 5 s 8 horas da noute.
Conselho fiscal do Monte-Po
Portugus ena Peeuunihuco
De ordem do lllm. Sr. presidente do conselho
fiscal e de conf rraidade com o 1 do artigo
32 dos nossos estatutos, convido atodos os Srs.
con-eMieiros a comparecerem ^esso que deve
ter lugar as 6 horas da tarde do da do cor-
rente mez.
Secretara do couselho fiscal do Monte-Po Por-
tuguez em Pernambuco, aos 21 de abril de-1873.
Irederico Alves Pereira Pinto.
2. secretario.
Aluga se em Santo Amaro, ra do Lima
n. 4 e 6, duas casas, urna para moradia, com
um grande sotao, agua e gaz encanados, e a ou-
tra mito propria para refinacao ou padaria, por
ter um grande forno e ter tambem agua e gaz
encimado : a tratar na ra da Guia u. ol. ___
(le joias.
--K-
-.-
Pre"ine-se aos Srs. Hojoeiros. ou outra qual-
quer pessoa, que nao laca negoci com um relo-
gio grand-.', de pr.Ua, bom regulador, de u. 2275,
o mesmo e muito eonbecido por ter em cima do
vidro um buraco por onde aceita-se os pontei-
ros, cujo foi roubdo no dia 2i do corrente do
trapiche Angelo, de um collete que estava pen-
durado: rqga-se a pessoa que aprchende-lo e le-
va-lo a-j dito trapiche era gratificado.
Mariano Pereira t'abral.______
Jos do 'veira Lima desija t*>r noticia- de
sen sobrlnho Antonio Frazao, natural da freguezia
de 8. Vicente da Iha de S. Miguel, 111 ho de Anto-
nio Jo? Frazo e D. Anemia, o qual est empre-
ado em ikii sitio nos arrabaldes desta cidade do
Recife, em easa.de domingos Jos da Silva com
.escriptorio decommissoes a ra da Cruz, ou em
casa de Frederico Antonio de Mello ; ra de Pe-
dro AfTonso se dirieir a pessoa procurada, que
ter meios de conununicar-se com o seu men-
cionado tio.
AVISO.
A Soeiedadc Benelieente Lnso-Brasileira, pre-
cia contratar com quem melhorcs vantagens of-
ferecer um quadro do patriari'ha S. Jos, pintura
a oleo e moldura ricamente donrada, tendo 6 pal
mos de cr.mprmento e 3 l9 de largura ; assim
como, as armas nortuguezas e brasileiras de igual
tamaito e moldura do quadro" de S. Jos : as
pessoas que queiram se*encarregar de exeeutar
ditas obras,poderad dirigir suas propostas ao esta-
belecimento do irmao presidente, da typographia
Mercantil, ra do Torres.
Secretaria da sociedade Luso-Brasileira, 22 de
ahril de 1873.
O 1." secretario.
Bento de Souza Mira
Inleresse.
'*.ff>^'-yT'r.(r'5

PENHOBES
la travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brjlhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mes-
mos O Sr. raajor Miguel Alejandrino da F.mceca
Galvo rogado vir ra do Imperador n. 28,
a negocio de seu iuteresse.
flutt doCabug n. I'i.
O proprielario deste estabelecment-' ";;
. receben entre amitos objectos de peque- _
:* nos valores,os seguintes: rozetas e anneis
- Je hrilhautes, brincos e cagoletas, ade-
;". re;os e nv;ios adorecos de rubiris, esme g
radas, perolas, alfinetes para reta- -
rjv" tos, com Jjrilhan'es, rubras e aerlas, ;;
. porta-charutos muito proprios para me ..,
'-.- sa, de delicados, gostos e perfeita mo :;
"" de obra, apparelhos proprios para almo- ;_
.' coejantar, para meninos levar para o
'.illegio, tudo se vender por precos ra- g
t> zeaveis, garantiado-se todas as joias que
jC dste estabelecimento saia. Tambera se 4
| fabrica e concerta qualquer objeeto ten- tg
m decte a mesma arte: \'.Z
V '^;-:; -U'm'%
* CABIi%KTE
Medico-cir'-gico
BAJt MPERADORN. 73, f ANDAR
OBS. NDNES DAfiOSTA
vEDirG OPERADOB E PARTE1RO.
ESPECIAL11 'AUES.
MoUetias.e operacoes ci o'bos.
Cara radies I fl inMantaoea dos
estreitsmeatop ^a nr^tra. -
Ccasnltas: Das 7 s !0 horas
da BJaribS.
Ciaoiailos: A qoalqoer bora.
Enironnaeira.
RESl'AUBifl Il&UaM
Ra das Laiaiioiras n. 2X
ABRE SABBADO 26
UlWl
Fornece comidas des'lc 7 borasMa niaulia a 10 boceada n
Almocos c iantares a caita.
Assignaturas para maii'lar lora.
Magnifico cad todas u horas.
Vinhos e licores, superiores e le lodas as qualtda l -
Muito asseio, limpc^a e agrado. Todo a amito modicoi |
f. TV
YISO.
Dos sabbados para os domingos,
com variedade de comidas.
Bogomma-se cora perfeic.o e por preco mdico
na ra da Saudade n. 12-
O abaixo assfgnado declara que nesta data
tem justo e contratado a compra da casa de pas-
to e suas pertencas, sita ra de Thcm de^bou-
za, antiga da Lin'gueta, n. K, pertencente a'e esta
data aos Srs. Manoel Benevides o Pedro Car-
re ro, livre e desembarazada de qualquer debito,
e se alguem se jnlgar credor ao mes no, queira
apresentar suas contas no prazo de tres dias a
conuir desta data do contrario nao se attendera
a reclamacao de divida feita at esta data.
Recifc, 19 de abril de 1873.
Antonio Gomes Coutinho.
^ Precisa-se fallar ao Sr. Dr Antonio
Burque de Lima: a ra do Amorimn 37.
Ama ou crioxlo
No I" andar do sobrado n 26 da ra das Cru-
zas, actualmente Duque de Caxias, precisase de
um criado ou de urna ama.
Ama cozinheira.
Na ra do Imperador n. 38, 2 andar, precisa-
se de urna ama cozinheira, preferindo-se escrava.
' Ama livre ou captiva.
lVecisa-se para o servico de ira i nasa te pou-
ca familia : a tratar no ra da Aurora n. tt, an-
dar terrueo. ^__^__
VZ,il /. -^-
Kara abtrto ato l io* **
Jos Ciid' C. \
LKjrinvcO
l ja i) i'ast
V ra Io de Marco n. 7 A (an-
Fora os callos. ** c',v^
O Sr. tenente-eoroofll Jos Francisco Lopes Li-
ma queira vir ra do Imperador n. 28, a e-
gocio de sua conveniencia.
;**
Euzebio'Raphel Ratello, privado de poder pes-
soalmente agradecer todas as pessoas que se
dignaram vib.ta-lo por oceasiao do grave ncom-
me^o que sollren, em virtude de nao lhe ter sido
fiOBSivel nem a sua familia tomar nota de todos
que lhe prodigalisaram essas aitenc,5es, recorre
a este meio, pedindo-lhes que aceitem esta pu-
blicacia como urna prca lineara e seu eterno
re^nnerimeuto:_____________ _______
Cozinbeiro.
* Na ra da Imperatriz n. 37, 1 andar, precisa-
re de un bom cozinheira.
Engommadeira.
Para casa de pequea familia precisa-se de urna
boa engommadeira'e que entenda de costura cha,
paga-se bem : em S. Jos do Manguinho, o pri-
meiro sitio n. 2, muro cinzento, antes da igreja.
Urgencia.
Quera quizer encarregar se de urna cobran-
za em Caruar, dando fiador a sua pessoa, dirja-
se ra da Amorim n. 37. ______________
Vende-*? dous bonitos cachorros, grandes,
proprios para quintal .ou sitio : na ra Lmperial
n. 127.
Caixeiro
O Sr. tenente-coronel Antonio Francisco Paes
de Mello Barreto queira ter a bondade de vir
ra do Imperador n. 28, a negocio de su parti-
cular interesse._________
Frecisa-se alugar um maleque pequeo, ou
urna negra qu tandeira : na ra do Imperador n.
16, armazem. _____
Terceiro andar.
Aluga-e o 3* andar ra do Padre Floriano
a tratar na ra larga do Rosario n. 22.
coimio iie samo mm.
Est aborto um collegio na villa do Cabo, para
meninos, tb a di receto do padre Augusto Adol-
p' o Soares de- Kusewter, sendo as materias do
ensino: primoiras lettras, grammatica portugueza,
latim, francez e geographia._______
lg.1-SC
o segundo andar ra da Imperatriz a 5, com
commodos parajamilia: a tratar no .Cale Impe-
ratriz.
Advogado
O bacharel Luiz de Meoeros Vasconeellos de
Drummond tan o seu escriplono de advocaeia a
ra da Florentina n. 28, onde pode ser procurado
Eara qualquer rabiar da sua profissao, das 10 s
horas da tarde._________________________
SALSAPABR1LHA DE M-
Preparada pelo Dr- I. C. Ayer dos
Estados-Unidos.
E' o renome de que goza esta admiravel pre-
paraco proveniente das muitat e importantes cu-
ras que tem electuado as moleitas coja origem
devida a impureza ou vicio do sangue mo-
lestias dapelle, rheumatsmo, molestias gyphiliti-
cas^ eserofulas e outrs enfermidades chronicas
tem sido e actualmente sao curadas tantas vezes
com o seu eraprego, que ha toda razao para acre-
ditar que esta salsaparrilha de Ayer possue pro-
priedaacs alterantes e depurativa- em mais alto
grao qualque que fez outea medicacao ordinaria.
Attenco
O Sr. Antonio Gdfces de Olivera, cajxeiro no
Passeio Publtco, queira ter a bondade de appare-
cer na roa Duque de Caxias n. 60 A._________
Uisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa-
tos, e aepois comprada ao Baro. de Nazareth,
representa ter 88 annos, tem falta de denles na
frente e as mos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos. que ser generosamente recompensado.
Quem precisar de um caixeiro com pratica de
hotel ou mesmo para t o pedaria, e tambem tem
de-cozinha no hotel central, ra larga do Rosa-
rio n. 37.________________________________
Traspassa se a chave do armazem da ra
de Pedro Afonso n 61.-: trata-se no mesmo.__
Aluga-se urna escrava que lava, cozinha,
coze e engomma bem, propria para casa de fa-
milia, por ser robusta e gozar saude : a tratar
na ra da Penha n. 2.________________
Precisa-se de pretas para vender bolos l
na ra larga do Rosario n. 28, t.' andar.______
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
resinados: a tratar no pateo do Terco n. 1,
2:000*.
D-se 2:0004 a juros de um e meio por cento
ao mez, com hypotheca em algu predio nesta
cidade, e que esteja livre e desembaracado : quem
pretender a dita quantia, dirija-se a esta lypogra-
phia a enteuder-e cora o Ferreira.___________
" Precisa-so de 2004 ou 3004 a juros cora
hypotheca em escravo da easa : quem quizer dei-
xe carta fchala com as iniciaes A. P. F. M.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro para taverna : a ira-
aj na ra da Impe atriz n. 78.
Protesto.
Previne-se ao respe! ta vel publico, que o sobra
do do Poco da Panclla, em qneesideMctualmen-
te o Sr. Dr. Seraphico, annunciado para ser ven-
dido pelo Sr Francisco Ignacio Pinto, agente de
leudes, est sujeito a urna doaco da quantia de
11:0004 ; e o abaixo assignado protesta contra a
pessoa qne eomptar dita casa. Recife, 24 de abril
de 1873. .
Guilberme Purcell.
Urna pessoa competentemente habilitada pro-
pe-se a ensinar em algmn engenho ou em outra
qualquer parte, priroeiras lettras, hngua portu-
gueza, francez, rudimentos de latim e mnsica : a
tratar na ra Direita n. 3, botica
O nico remedio contra os callos c o em-
plastro americano e que sobre todos tan
ohtido os mp.lhores resultados, alm le alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito i na Pharmoca Amerita-]
ni, a" ra Duque de Caxias n. 57. j
CAZA DAWRTLXA !
RA 1. DE MARQ0 OUTR'ORA DO CRESPO X. 21
Aos 20:(MM^M>0.
O aliaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Bio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, ale o premio de
4:0004.
Precos.
inteiro........4000
"Meio........OtW
Quarto....... 6*00"
Haaoel Martina Fuza.
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I IEDICO-CIRRCICO
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Dr. J. U. Curio X
2 OI'KRADOK i: I'AHTKIRO
0 Ra do Mrquez de Olinda n. 23, pri-
f% meiro andar. Q
2 Consulta das.7 horas as id 9 Chamad a qualquer hora. W
0000 000 009$0
M O Dr. Jo5o Mara Seve, medico parteiro 0
X e operador, mudou a sua residencia para JT
0 a ra do Riachuelo (Corredor de Bispo) f
M sobrado n. 33, onde pode ser procurado 0
2 para o exercicio de sua profisso, das 6 a
0 as 9 horas da manha e das 5 da Urde em W
0 diante. 0
0*$00*0 0$0**0
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra db Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Sitio para alugar.
Aluga se o sitio dos herdeiros do i nadoSantos
Coelho, com casa bastante grande, tendo 3 salas
dez quartos, todo murado, com muitos arvoreaos,
tanques para banho e gallinheiro : a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 62.
Resolvein >s d.v 1111 peinen-
dad< e prcoi de i loria*, ata m
eme a (Mi driles p -san apreciar q I ; '- -
cao de no~sat f i -. i i i"ii I verdad.
liscoilii'i aera i teatoia :
ChafMnas, < de pilhx velludo, fia j
lili pwi Miilh'i..- e : i iimii- iie :i ;i I.i.
Baranina- < c.i>a ,.. uli '- .1" seda r 9* a V>t
CaaMjoial
. biwmvs ib1 j .; '" j.
Vestidos da ca iilirii.i hran a cera liados
dad M a Bj l'i*.
Camiziahas d.' caubraia br :uca a -7)) e< t
Mansuitos e gollinhas a 2'i. 240 e .li n
Cintos de todas as qu .: i :
30 .i |l O
Lencos h alados e de lab\i i-.'d" 600 a I0|.
Corato la i a IIM.
I.e.| es do madre vr >li t marflin d-'1| a Mf.
Rallo a I i.
i.h.ilesa iini!;ir."iode I"' utnt'at" pn*)
Je8e'.i.
Bate4 i' deearahratede Vi. "> i fi
'.amisas bordadas paia s-m.**, prfa teda o
i"'
Capellas de cera a 300 rs.
Hades para c im i -120 e "> O r.
Cortea d-' raraaraia i -i*.
'orles de tai l.d.oia banMoi a tem de 4a, '4
;*
Cambraia de ciV cen liinl. pidroai a cavada
a M r.
Alpacas de lio la< cores lisas e com lietat de
sedas de 400 e 600 rs. o covalo.
Grande sortiincnto de 1.4 para todos o? praMW
Crocli.t anaco c preto covado a 00 rs.
Fil de linh i liso pialo e blanco de 00 a M
rs. a vara.
Vestuarios defustao branco o d.' cores lart
meninos da 34 a 6'.
davalase manta de :0 i l< caaraa.
Chapis da i-ist o branco a 7| c |
Cbapotis di' :e;iin 't; merino preto para ho-
rnera a .1:'.
Cnllarinhos de linho li*c-* e rKrdnt<. a .1# :
ili duzia.
IVitus de linho a tHW rs.
Ditos bordados a 14200
Cortes de velludo bordada pira c Itevs 1#.
Brim preto v.n.i 14. .._,_. _,. _
4 fronhas de linho ricaiaraj"' b-'Tdaias sta< 2
grandes e 2 ni. [ 2ff, e oiUrne naaraoi ar-
ligo per prc.;ns liarlssimo.______
l.oja lima senhora wMnpetentemente
pelo Ba. preside!* da provincia e
goral de hwtrnc0o pnbliea, propoe-se
particularmente as materias le intrne>>
ria, traballMs de aguliu e outras prendas :
do seu pro timo ?e quizer utdiaar, dirija-se a
dos Ossos, casa (j'rrea n. 26,quc achira "
tratar.
Deseja-se fallar a negocio
con o Sr. Vicente Pereira Pinto
pollo n. 8.
[ocio de seu interesse
: na ra do A-
\ Francisco Sebasto de Barras, bol
cidade, agradece publieainea'e ee to
recohido da bandeira portafoara,
peles subditos da mesma aaca
provincia.



Diario d Ffernambuoo Sexta feira 25 de Abril-de 1873.
AO ARMAZEM
VAPOR FMNGEZ,
IH'\ DO BARAO im VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Arabam de chegar muito boas pianos fortes e de
elegantes modelos, dos niais nota veis e bein co-
nhaeidos fabricantes; C;>mo sejam : Alphonse
Blondo!, Henry Hers e Plev.?l Wnl* A (*,. : no
vapor francez, ra do Carao da Victoria, >u
tr*ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas do luxo o phantazia, brancas pretas e de
dflereiitr-s cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapanhos rom salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas do Melis, de Snser e de Po'ak, para ho-
rneas.
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Prrneiras e meias-pornciras tanto para homens
como para meninos.
Sapat&s de Suser para homens e meninos.
Sapatos da veraii eom salto para liomens.
Abotinadj de militas qualidadcs e precos para
meninos e meninas.
Sapatot-s de vernia eom sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, ca wmira, charlot avelludado,
de (ranea pnrtngiicz e francez.
No armazem do vapor francez, roa do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhasj leos, opiata e pos den-
triliiv, agua de II r de laranja, ama de toile-
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes cmn frascos de ex-
tractos, eaixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanhos d'agoa de cologne, tudo de pri-
meii'.i ipialidade dos bem conhecidos fabrican-
f-sjfhvr e Cnudra;-,
No armazn do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Otaria amarella
Traspasw-se o arrendannirto da dara denami-
nada-Aniarella sita no largo do hospital Pedro
II n. 23, na qual o rendetro fez algumas obras,
taes como a abobada do furu, os arcos docrivo,
uin pilar e diversos concert* A mesma olaria
tem todos os utensilio necesarios para o traba-
, Iho, cinco* milheiros de lijlos e lelhas, e birro
para 6 ou 7,000. O motivo por que se fai ests
negocio se dir aos pretendontes, os quaes se de-
vem entender eom o rendeiro, na ra da Man-
gueira n. ti.
?
Para viagens.
natas o bolsas para viagei
os de ferro.
Botas de montara.
Multa boas malas o bolsas para viagens de f
de caminhos de ferro.
Ar:'
lSUVrinf* g'!*ios
Rovo sortimento de botas Napoleatf e a Guilhor-
me. perneiras e recias perneiras para homens,
e meias |vrneira- para meninos.
Ro armazem do mjor franc rua de Baro
da Victoria uiitr'oni .'''ova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de gnarnicoes, so-
f-, tordineiras, mesas, conversad'iras e costu-
ren is, Indo isto muito bom por serem fortes e
leve- e o mais proprios m iveis para saletas e
gabinetes de recn-ios.
No armazom da vapor fnncez. roa do Barao da
Vici tria, outr'ora Nova u. 7.
(uinquiliLiuias.
Ih>5 delirados par. sala e gabinetes.
Leo,::- para senhoras e para meninas.
Lavas de Joavin, de Do da Escocia e de camurca.
Camnhas de costara ornadas eom msica.
ii e quadrinhos para retratos
11 -: ; ,\ nugmeatar retratos.
D liras Je ouru l> m de lei garantido.
de pa iu limito bonitas para re.igras.
Bn imiacao e I .'V- de punnos de plaqu.
' is i la, de vellu loe de eouff-
-.
puaniaxia para chna de mesa
'e cores, de praia donrado, de ac
'';*' "na de tuda! a- grdaseles.
lo, i ani i eom castoes de marfim
*' grmde s irtiuieqto para o-
i vi meuln -
ile baleia e de muitas qoalidades di-
Bsp as le tarracha para .-alus de botas.
Pon iras de espuma para charutos o cigarros.
Peni de tartaruga para desembarazar c par
barba.
Dit irrtm mim finos, para limpar caneca,
. tilo, nnhas e para den-
tos.
( h de ; i ilrcperola para dinheiro.
h unens e; ira mi nios,
Gra\ icas e de seda preta para homens e
\emA liaaiar criados,
. de dama, de bagatellas, de donri-
i lili renl b jogninhoa alle-
. ao "7"s.
os le riagem de mar e cami
Tro,
Mai lar leita mi fcil s
cria:;
Ara i marfim para as enancas morderem,
t> im para os dente.
!( r i i de vimos pan emba lauca r criancas.
obaj~ de vjmes para braco de meninas.
uatro rodas para passeios de crian-
Ven transparentes para portas e janeBas.
transparentes para endieiros de gaz.
e eosm tramas eom escolhidas vis-
tas.
. Lanternas mgicas cem ricas vistas de cores em
vrus.
Vidrs avuisos para cosmoramas.
Oo de papel de ere- para illuminaeoes de
' .
latiros de papel de sella mui fcil
i. subir.
Enerados bonitos para conservara- mezas de
juntar.
Machinas di'varios systeias para caf.
inns de pal'ia e de peanas,
rinhas e ranivetes I.
i vidrilli i ra margas e lanternas.
l. de lonca bm n-a, modelo bonito ebom.
Tir;^ de molduras iLurada-- e pretas para qua
dros.
Qo pronijito:- i-din paysagens.e phantazi
- avulsas de santos, paysagens e phanta
lias.
etos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
ReaJ jo- peipienos de vetos eom lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e oulros miiiios artigos de quinqui
_ Iharias diulceis de mencionarse.
Ro armazem do vapor francez, ra do Barao
Va'toria. outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de todo?
os brinquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para enlretenimento das criancas
tu lo a preja mais resumidos que 6 possivel :
no armazem do vapor francez, ra dj Barao
da Victoria, -outr'ora ra Nova n. 7.
l'ARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Gafeiras de patofnso e forro
fado.
Ro arraazotn do Vapor Francez ra
Barao da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Osntas mu restira.
Grand> sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ua do Baro da Victoria -outr'ora No-
va ii. 7.
mmi
w
Xfl
-" Na fabrica da corveja ra do Hosario n
o,coinpra-se laranjas.-da^ trra a 6^0 rs o cont' nhoras.
Atteiico
Compra-se apolices provineiaes : a quera] con
vier vender, dirjale raado Vigario n. 3, oscrlp
torio de Manoel Alves Ferreira & <:.
MEI&S
Amanil, Nabueo & C. ven*
dem as seguintes aualidades
de meias de fio d Escocia :
Brancas, abertas no perto do p; e bordadas a
seda, para senhora, abertas, para meninas, crua*
e de cores par tiontem.
DE ALGODAO
Brancas e de ores para meninos, meninas ho-
mens e senhoras. a '(i
DF Ll
De cores para meninos, meninas homens c se-
' DE SfrA
." Cofres de Trro.
Precisa-se comprar urna burra de ferro
a tratar ra do Mrquez 4o,01inda n. f
-----------.-----------.------------ T .-------------------------
Compra-se nm eowoprova de fo
travessa da ra do Vigario n. I.
VTJUDtt.
Atten^ao
Vende-se a tverna da praca do Conde dfBu'n.
9 : a tratar na mesma.
Vende-se eijao raulatinho em saceos e a e-
talho por menos preco do que em outra qualqner
pai te, na ra da Praia n. .
Vende-se dous escravos pecas, sendo u,uia
escrava do 17 anuos e un raoloque de 13: na
ra de Pedro Alfonso n. 61.
Aviso.
Vende-se a casa n. 133, moderna, cora gaz, sita
ra do Mrquez do Herval, (antiga Concordia),
terreno de marrana : a tratar na ra do Mondego
no sitio do poni n. 63, cora Marcelino Jos
Lopes.
I i
urna parto que se tem no sitio Taearnnaj pfprie-
dade que oi da lina la D. Aligaliea Rosa d: Tor-
res : a tratar eom PrancisM E. de Loca-Freir,
no pateo de Pedro II n. 81, 1 andar, escriptorio,
ou em sua casa, ra do Padre Floriano n. 60.
Engenlio Patricio.
Este engenho est situado em muito bom lu-
gar, perto do porto de embarque onde carre-
gam os vapores da companhia Pernambucana,
que levam e trazem carga de Maroangnape. Esta
de fogo morto e seos proprietarios sujeitm-se
venda por proco muito commodo; e nao uvi-
dam mesmo conceder prazos por parte de sua
importancia, eom tanto que recebam outra par-
te, em dinheiro vista : a tratar eom Tasso
Irmans A C. <
casa;
Vende-se um sobrado em nina boa ra
tar na na da Iniperntrii n. 8, loja.
a tra-
Vende-se.
urna escrava de 21 annos de idade, eom algumas
hafeiliilail's : na ra do Rangel n. 69.
Ven e-se ama casa de pedra a cal, na ra
de S. Miguel n. 123, nos Afogados : para ver, pa
rede e meia da mesma, e a tratar na ra do Ca-
linga n. 2 13.
Las
Bonitos padres de la; eom lislras a W o co-
vado : s na ra do Crespo n. 20, loja de G-uilher-
me C. da Cunta & C.
Rival sen segundo.
Cheg ram agulhas para machinas, do fabricante
Crower A Baker. Duzia por 200().
Carmeim e r&xas para padres, canellis milita-
res, congos e hispo.
NO bazar Victoria, ra do'-fiarao da Victoria
pumero i.___________________
Eivros venda
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguintes obras de direito, historia
e litteratuia, por commodos procos :
Pardessus -roil ('.miimercial.
Villiaan:-RenoBlion fraocaise.
l.ouii Blanc : HisUwro de dix anns.
Vattel :Droit dos gens.
Ventura '.L* Pou\ air public.
Porters: Cours. de djeit natarel.
Klubfir -.-Droit'des,gens.
Rgron : -rCode de cbmmerce.
Nesta typograpnia acharao cssas obras para se-
r M> vendidas.
INJECCAO SHOST
nica, hygiertica, radical'e infallirol na cu-
a das gonorhoas, flores janeas e (lu\os d.
>da especie, r^coes o chronicas; e que
OlTerece como farantia de salutares resultados
continuada applicnro (juesempre eom a
iaior vMHgOKi se te.ni Wt-i delln nos hos-
itaes de Pars.
nico deposito {vara o Br.isiJ, Bartholomeu
& C, ra Larga do ltosario n. ;U.
,1(uHti*faI#.
Vende-se urna arnwco eom vidraca e caixSes,
propfia a tratar no na do Baro da Victoria n. .Vi.
Bazar Victoria.
Amaral Nabuco A C. veniiem o seguinte :
Aza de mosca, fazenda pro'pria"par cobrir"esne-
lhos, fluadros, flores, etc.
Bandejas de charao e.de ferro envernisadas, mo-
delos novos e bonitas.
Camizo de meij para .menino, de todos os tama-
nhos.
Cha preto e verde.
Leques de maJrcperoli queiojada e alva, de mar-
fim,- tartaruga, etc.
Rap francez e fumo ingles
Tug6es de ferro para-espirito de vinlio.
Estampa de imagens e paisag-ms.
Bvolwers de diversos tamanhos eballas para os
mesuios.
Flores para cabellos muito perfeita e bonitas.
Cortes de vestidos de l e seda, de baptista, de
cassa pintadas e bordadas.
Camisas bordadas e arrendadas para meninas e
senhoras.
Cestos e balaios,. completo sortimento para pao,
flores, fructas, etc.
Bolsinhas para meninas, de seda, velludo, couro e
palia.
fcrinquedo para enanca, em eaixinhas, bonecas de
borracha, de pellica, etc.
Albura para 20, "i \ i(!0 e 200 retratos, capa de
couro, marfim, malreperola, madeira o metal.
Lanternas furia fugo e mgicas.
Esponjas para loillefte, para bantio e para movis.
Meias fivellas para padres.
Insignias maconicas de diversos graos.
Binculos de marfim, tartaruga, madreperola e
- metal.
Cosmorama eom 2 vistas e diorama para 60.
Steleoscopios eom vistas de operas completes ;
Trovador, Roberto do Diabo, lesuitas a trote e
outros.artigos que so coma vista.
Na ra do Victoria n. 2.
I
Xarope d'agrio 'do Par1
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronebites, asthma, etc.,
applicado alada eom ptimos resultadas no
escorbuto.
endose na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rua Larga do ltosario n. 3.
Panno de algodao da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vendei uo escriptorio Joaquim Jo
Goncalves Beltrao & Filho, rua do -comnercio
ra pi4miia m aqu nos
asMitaitcM lo cale.
Cal de Java.
' o caf moido inelhcr quo se pode desojar ; e
s se vende na confeitaria do Campos, rua do Im-
perador n. 24.
A respeilo de acepipes nao precisames mais
annunciar, pois est no dominio de todos que a
coufeiiaria du Campos uin verdadeiro centro do
que bom e grato ao paladar.
E barato
Com pequeo toque.
Madapoln fino largo a 4000 e 4S.'00 a peca.
Algodaozinho marca T, a 4 e 5|.
Na rua do Crespo n 2i.
TASSO IRMOS k C.
Em seus aimazeas rua do Amorirn
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por procos commodos ;
Tijolos encarnados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas do descarogar algodao.
Madnas de padaria. *
Potassa da Russia em barril,
l'hosphoros de cera
Sag em garrafees.
Sevadiuha em garrafoes.
Ijenthas em ^nrrafocs.
Illiuiu da aJm:,oh.
Vinho do I'orto vi'Hio engarrafado.
Vinho do Porto superior^ di o.
Vinho do Bordeanx, dito.
Vinho de Schcrry.
Vinho da Vadeira'.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Ganlhier Frercs.
Latas de loncinho taglez.
Barris com repclho em salmoura
BICHAS DE HAMBURGO
As mais Receptes e melhores.
Vendemjjp na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu (Tff:, rua Larga dosario o Un. 3i
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o
uso
n*
Casa para-venderle
Vende-e duas ca-as torreas, sendo
urna na rua du Padre Floriano n 73, com
soto e miiitos commodos para familia, e
uina.diu no becco da Lama n. 18 : quem
[uizer. dirija-se a rua da Cadeia do Recife n. 60,
1 andar.
Parece iuerhel.
O que?
Poder vender-sc um par. de torzeguins para
senhora, sem defeito algum e de mais a mais. da
ultima, moda por 4o *)y -
Assim couio
Vonder-se lindos e deslumbrantes diademas de
ac objecto este de aRa.novidade or 3j000 !...
e oulros muitos artigos que vendo-se poder-se
ha dar crdito.
No vapor das nnvidades.
Rua da Imperatriz n. 36.
Tendo o dono da loja da loara sita rua
da Imperatriz n. 6 de retirarse para fra do im-
tierio a tratar de sua sade, ven lo o dito cslabe-
ecimento que se ada bastante acreditado : quem
pretender queira dirigir-so mesma loja onde
achara com quem tratar. _________
= Relogios de onro patente ingles, idescoberto)
do mel or,fabricante de Londres, em casa de E.
A. Detouche rua do Mrquez do Olinda n. 49.
Relogios americanos, grande sortimento para
mesase paredes eom columna domada, corda
para 8 dias.os mais modemus posshes-.
Na niosma casa ha grande sortimei: i de relo-
gios de ouro, uissos, e prata dourada, eadeias de
plaqu todos por proco mui lo barato, rua do Mr-
quez de Olinda n. 49, E. A. Deleuche.
Oliiid.i
Vende-se sobrado de nm andar e solio com
frente para o-pateo de S. Pedro e oitao para o pa-
teo do i.armo, as melhores cnudices p issiveis,
nao s para negocio, como para morada e uso de
banbos salgados : quem o pretender dirija-se ao
Sr. Bernaruino de Sena Poniual, rua da Madre
de Dos n. 36, escriptorio.
Attenojio
Vende-se a Ja versa na Capunga. ra das Per-
nambucanas n. 24 : a tratar na mesma.
Vende-se ou eduga-se
um pequeo sitio bem plantado, e a casa muito
bem conservada, cim cacimba e banheiro, por
preco commodo, no lugar denominado Fundao,
rua da Esperanca : a tratar na loja da conquista,
rua do ("abug n 0.
Cassa-I
A 900 iaM. > ceviuJo. na rua Ci*um|o u. <50.
fasse-Iaine propria para vestidos, sendo lindos
padres pelo diminuto preco de 200 rs. o covado:
na loja de Guilherme & da Cunha & C-
Hiio^pe k (laxias i!. Sii
Augusto Porto receben ricos vestidos de blond
com superior swim braneo, grinaldas e llores bran-
cas para noivas, o quo lia de mais gosto, e vende
por muilo commodos proco*.
Nao
i
duvideii
i
l'ode obter em pooco lempo com o oso do mlbor diAHHVaffimada
HESPERMNA
Faz'oilo annos qoe 6 conhecido esto precioso tnico, ifficil adiar ana
qae, tendo experimentado pessoalmente, nSo falle ev tea avor, ji Amo btto eet
e apetisador,- tomiodo om calix della antes de jantar, oo como facilitador da digeitk
temando se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nio ba nm ao bbrtant do BRASIL (larr.
especial das Iaranjas) qae l3o conbeca as propriedadea medicinaea 4a i
ora bem, a
em seo estado natnral tem nm gosto ponco agradavel, e o mrito da Heaperidina con-
siste em reter saas boas propriedsdes, e ao mesmo lempo apreienta-la como
EXQUISITO LICOS
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL oao tem nada qae invade
melhores importacOcs europeas de catbegoria semelhante. Estas, qoaedo mato, po4tm
er gostosas, porm a Hesperidioa a combinaco pereUa do
p AGRADi?EL E SAUBVEL
Para prova de qoa om artigo no qoal pde-se Ur ioteira confiaoca, por er pan
e innocente, basta dizer-se qoe foi. plenamente approvada e aotoriuda pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo soa livre elaborac9o no imperio ; outra
BOA FROTA
a acceitaco geral que tem em todas as partas onde apresentada. Em 48*4 ettaU-
leceo-se a primeira fabrica em Boeoos-Ayres; em 1869 a segooda em Montevideo;
oe dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR ioaogaroo-se a fabrica qoe lteism-U
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acco
tanto qae rara a casa qoe considera completo sea aparador sem urna garrafa da
HESPRIDA
O bomem velho toma Hesperidioa para obter
VIGOR
O bomem doenie toma Hesperidioa para obter

SAUDE
-
0 bomem dbil toma Hesperidioa para obter
Hesperidioa para
obter boa c*r
Nos bailes as donzellas e os mo(os lomam i
aninjacio dorante os loncos gyros da
musa.
BARROS JNIOR d C, roa do Vigario Tenorio o. 7, 1 andar, reoberx esu
grande especifico, e TeDm-Do dos depsitos seguintes :
Joaqoim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carueiro, rua do Commereio.
Marcelino Jo- Googalves da Fonie, roa da Cadeia n. 1.
Antonio Gomes Pires & C, rua da Cadeia.
Antonio Gomes Pires A C., ca.os 22 de Novcmbro.
Gomes & IrmSo hotel da Passagem.
T
i
^
Samuel Fower Johns-
tll & 0.
iRua do Apollo n. 3 e 40
1 fazem sciente aos seus fregaeze.^ ijae IMM
nudado o sen dtoosito do niaehics a va-
m^" ,mt
le oacbloiis a va
v? P0r. moendas e laxas da muilo acreditada
'/A- faf'rica 6 LowMoor para rua o Apollo n.
jCGJ 38 e 40, onde coatmnam a ter o mismo sor-
gpi tmenlo do eoatoma.
?;*.;) Faicm sci-iuie tamhem qna team feito um
,, arranjo cora a fundila geral, pelo ijuh po-
.-::;,' dem cTcrecer ss para assentar aaJuaer
macbinismo eiL-33ico piraati lo.
Os proprietario* d* fcndtcao ajaral
scientes aos stohores di pngenbo n man
pes!oa, que teem labele
jun-

Bordadas a seda.
Amaral Nabuco & 0. receberam da Europa
pelo ultimo vapor, meias para scnboras de lio da
Escocia, bran ras, abenas uo peito do p e borda-
das a seda, c o que so pode chamar.novidade, e
sao da ultima moda om Pars : vendem no Ba-
zar v iotorin, rua do Barao da Victoria n. 2.
Roupa para lu(^
Em 2i horas estar prorapto qualquer fato.
Roupa para meninos.
Fazcm-se todos os modelos .
Recebemos ligurinos de Pars todo* os Dos de
mea.
Na rua da Imperatriz n. ;6.
Formas de ferro.
Folhas de Flandres.
Vidros para vidraca.
Estanho em yerguinha.
Chumbo em lencol.
Xa rua do Mrquez de
Olinda 4, armazem de Sil-
va Barroca & Filhos.
para acabar
Chitas escuras e. claras a 24Q_rs. o covado.
Untas adinwmaii nJtJaaa gosto, propcia para
robera a 240 o ciivado : na rua do Graspo n. 10

A 440 rs. o covado.
Las de quadros azues.
ltecebeu a loja da America esta linda fazenda
para vestidos, o vende por 410 rs o covado.
Madapulao francez a GjOOO rs. a peca, lino
c largo : rua do Cabug n. 10.
Vinho do Porto superior
Na loja de livros da rua estreita do Bosario n.
12, tem para vonder, em caixa de duzia, vinho
do Porta, e que por sua boa qnaiidade e prego
barato preferir! a nutro qualque*. Este vinho
anda nao conhecido uesla provincia e sin no
Rio de Janeiro, onde consom para mais de 5,000
caixas por inuo. A elle, os amadores da boa
pinga, antes que se acabe._______
Farinlia de mandioca.
cao de frrro e brouzs a rna de D.-
to a e:lar5o dn bOBti, in'
qnalquor obra dn sacn: .
?o protoptidao. H
rsia n'.ilirr.r s d -eos i-^rvlco- laMt*
i 'iu :'..,* > :u esa doa >rt. !> flr*
tonal Pi r loto a & : *. u. la Apot> f
lo c ^8 40, aai mbm tabW-
tarl. i .ii '^.-.m ^i-':u &iD(!i>i--i.
Apparelho ;:ara fabricar amoear, -1o antaan,
WESTON C8NTHBMWAL
nicos tgemes em Pernarabaco a fuBdi#A ; i
Para tra!ar oj son weripifrio a rua du Apollo n. 3$ ko.
[GBANDE UQIDACiO bAIIAIEIRO
DO
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
LourencoPereira JleudesGoiraares
Libras sterlinas.
/nlc-se no armazem de fazendas de Augusto
K. de Ollveira & C, rua do Commercm n. 41
estu-
do
Novidade
Joaquim imoes dos Santos tem para vender
vinho puro de uva branca, com especial paladar,
o nico viudo a este mercado, em barris de- 5" e
10, armazenado no trapiche do Machado, e a re-
talho a 800 rs. a garrafa : no armazem conser-
vativo, largo do Terco n. 23.
Cha preto e verde
Ha sangre venda em retalho, na loja da rua
estreita do Bosario o. 12, cha preto e verde de to-
das as qualidailes, e algum ebegado ltimamente
da Europa ; tem de todo preco, rontade do
comprador, e semprc do boa qualidade, porque
de cncommenda propria.
3forae$ & Jrmdo
Em seu escriptorio rna da Madre Deus
n. 5, 1. andar,' tem para vender por prego
commodo :
Viaho do Porto superior engarrafado.
Cerreja Boas.
Cha verde miudirilio de superior qnaii-
dade.
. A niellior do mercado.
Vende J. F. Coimbra Guimaraes
Mrquez de Olinda n. 3, I. andar.
rua do
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende finissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrees, por terem
um pequeo toque de avaria de agua di)ce, pelo
barato proj do doze vintens o covado. peclia-
cha : na loja do Pavao, rua da Imperatriz n.
E' baralissim
Ao publico.
Ea abaic.i assigBado twido comorado a taverna
da rua Imp-rial n. 81. perlencente ao Sr. Manoel
Albino Biizcrra, iivi o d '-umbaracada, mas o
algaem se julgar emdireito a niesma, reclame
setrflireito no prazjj tres dias, acontar da data
deste. Beeife 23 de abril de W.l
/os Gome Aires,
Basquinas e casaquinhos da seda ricamente en*
feitados e em muito bom estado, para aonhoras e
meninas a 7JC00.
Pechinchs.
aiapelinas e chapos de palha, velludo e -seda
para senhoras e meninas, pa- procos baratisaimos,
de i i, 3 e 4 i.
Anda pechincha.
Baldes em perfeito estado para senhocas e me-
ninas a IjOOO.
Para acabar.
Riqusimos cintos com iacos e sem elle e de
gososvuito chiques a 408 e 50 rs.
Eatremeios e babadinbos a 440 '500 rs. a pefa.-
Saias de l para senhora, H.
Estas pechncas s se encontram na luja do
Passo, rua
VENDE-SE
urna casa de taipa coro nm terreno proprio com
60.palmos de frente e 40Ode fundo, tem 2 freo-
tes, orna para o becco do Ef pioheiro outra par*
a rua Nova- a tratar na rua larga do Rosario
n. 14,.fabrica de cigarros.
mwm
Na ra* f Imperatriz n. 6,
loja ne tasca te SebnaUao Marones o Nasei-
raento, .-raade-ae a-ponjoes grawksoaa reta-
tho todo louta existente -na naasma, por procos
multo diminutos-par teroiMwmo proprielarki
de fazer urna viagem a Europa a tratar, de na
sade; portanto, todos *s frageles que precisar
de se sortir desies artigos, apresentem-se qua'nto.
antes.
Vende-se um bote novo, grande, com todos
os pertences, vela, romos, leme o forquetas : na
rua da Concordia n. 32.
Fio de algodao da Baha e cal de Lisboa, re-
c*ntemente chegado : ha para vender no es-
mptorio de Joaquim Jo Goaealves Beltrao & Fi-
ho, a rua Bichas de ffawtntrgo
chegados neste ultiw*-.Kappr,;flrBdce,poc,wreoa
Wto raaoavel ; tta.:|4nraiaa de P. Jlwivr *
o n. 7 A, antiga do Crsupo. 'C, rea da Barao da Vwtoria n. 85.
Merino assetinado de todas as cres, proprio
para vestidos, a 360 rs. o covado : na rua do
Crespo n. 20, loja de Guiihern C. da Cunha &
Cumpanhia. ,
Vende- Jdwram F. S. Coimbra Guimaraes: na
rua do Mrquez d Olinda n. 3, 1. andar.
Fetjao erioulo.
4* a Vonde-se fejao preto. novo, j deste anno, mais
tar.to que em parte alguma ; a ellos amigos do
bom e barato.
CASEMIRA TRETA A 2?500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta para cal-
gas de homem a 2^500, 45500, 5?5c 6^000.
PANiNO PRETO FIJIO A 25*500.
Yende-s panno eafestado proprio para
caigas e palitts a 2#oOO, 35>, 4?S o 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 1500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 1J3500 e 2?000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para co'bertas a 280
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto braneo .para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.'
COLXAS DE FISTOA 2T509.
\ L'iide-se eabai de fusto, de enrr5, i
2rJ00 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A CiOO.
Vendc-sc cobertores de itellos e panadea
a 19300 e 1-T400.
. SAI AS BRANCAS A 2TO00.
Vende-se saias braiua> c de cores a SfOOO
e 25500.
TOAI.HAS \ 800 RS.
Vendo-se toalhas felpudas proprios par*
rosto a 800 rs. cada unja.
BOLSAS PARA YIAl.r,\S A #000.
Vendc-so bolsas para rtBBMaj a 3?, 35500
e nwn.
ILM.US BRANCOS A 2-7000 A DIZIA.
Nende-se lencos brancos a 99000 a du-
zia. '
GROSDENAPLES PRETO A ITOOO
Vende-se grosdonaples preto para vestida*.
a 19800, 2J, 29500, 39, i-^OO e 59000 o
covado.
MADAPOLO FINO A 49MO.
Vende-se pecas de madapulao, a 490M,
49800, 59, 09, "9000 c 8?O00.
ALGODAO A 49000.
Vende-se. peeais de algodao bom a 19.
49300,59, o 69000.
ALGODAO EWESTADO A tOO RS.
Vende-se algodao entestado a 00 rs. o
metro.
Vende-se
Sale aUaite ~
DA LOM DA
'Utt tranca. \
4*nomptem-se obeas para boiaens e meninos,
i de qualquar fajeada com sato e rapidez.
Vende-se o sitio existente na trav
dos Remedios, freajueara d*s Arotaados,
21, hoje boceo da travesssa dos
&JS!?iJt lLersas <"Mtdades. i 18 (em chlo proprio;: quem o i
cestos proprios para madar-se, por. preco comino-1 Jlo,, ,_,' ,,,h^,
do, no sitio junto a entrada do encanamento, em ^T ? W^F
Parnameirhn, e muito boa gomma de ararut em ^' "ancisco desta cid.ide n. 10. como
porcao e a retHio : na rua Duque de Caxtas, an- w para a rua BelU.
tigadas Crures, n. 34.
Algodao da Baha
a 37=0 a vara,
Vende-se algodao da Baha, liso a proprio para
saceos : na rua Primeiro de Marco n. 8, esquina.
A 4$0M.
Wnde-se BonasnlHs para bomem, Ho bart-
tiwiino pre?o de 4#TO^ .- Venha ao Rival do
Recite, a rua do Mrquez de Olinda a. 00.
Farinha de mandioca a 34 o

saoco.
tfa rua da ladre da Ovos
rilanto nao se acaba.
-7:a-
mm m\
Nar(
Vv6e*&turna* de T.
do Conunereio a. 46.
Mam!
r
^^m*


mp
T**-
Diario de Pernambuco tai ;Bttorfetfft" Qfrti&AhtL *fe fttfj
7


;.
te

ck:
Soates Leite 4 frmJlos, pedera as Etmas familias desta cidade, para virem sortir-se
de um completo sdrtimento de rmudezas e perfumarijis, Dor, pregos baratissjmps, a
saber:
Caixa, de linha branca, muitp boa coro 40
no vellos, a 500 rs.
dem dem de marca, a 200 rs.
Maso de fita chiueza, a 900 rs.
Duzia de pecas de cordo imperial, a
280 rs.
dem ein carritel do linha branca, a 320
rs.
dem idem carritel 200 jardas, a 19000.
Lamparinas gas, dando urna luz muito
boa. a 19000.
Abotoaduras para colloto (sao baratas), a
200 rs. 1
Dazia de pegas de trancas caracol brann, '
l 100 rs.
Idom dem lisas, a 200 rs.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras.
Ideai idem de sarja dem idem.
Talheres cabe de viado (imitago) a 39000 j
a duzia.
Dazia de baralhos raucezes canto doura-;
do", a 39600.
dem idem beira lisa, a 29500.
Grinaldas para casamento, a 29 e 59000.'
Garrafa do tinta roxa extra-fina, a 19000.
Caixa de botos de osso para caiga, a
200 rs.
Coques modernos, a 39500.
Maco de tranca lisa de cores, a 240 rs.
Espelhos-toueadores, a 29000.
Ilesma do papel pautado e liso, a 29600,
29800, 39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade, a 600 rs.
dem idom idem beira dourada, a 800 rs
Caia de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
. Caixa de envelopes trajados de .preto, a
500 rs.
laques para senhoras, a 29000 e 9000
dem idem da osso, a 69000 c 89000.
Indispensaveis de couro da Russia, a
109000.
livros para notas, a 320.
Redes afeitadas, a 19300.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
rnera., a 89000.
dem idem lisos, a 69000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19300
dem kananga do Japao, a 1(2200.
dem divina, a 19000 e 19200.
dem idem Magdalena (novidade) a 19500.
Frasco com tnico oriental a 19000.
dem de oleo Oriza verdadeiro, a 19000.
dem idem antiqHe muito b un, a 400 rs.
Opiata muito boa, a 19, 19500 e 29000
1 o frasco.
Caixa ^le pos para den tes, a 200 rs,
dem idem do pos chinez, muito bm, a
500 rs. c 19000.
i Ma^o de sabonetes inglezes muito supe-
ores, a 600 rs.
Duzia de sabonetes do amendoa, a 29500
e 39600.
j dem de saznelos de anjinbo transparen-
tes, a 29-ioO.
| df de sabonetes com flores, a 19500.
Lindas c elegantes caixinbas com perfu-
mes do autor E. Cudray e Gell Frcres, pro-
Caixa de envelopes forrados, a TOO rs.
Luvasde pellica com pequeo toque,
00 rs. e 19000.
' prias para presentes.
a Sabonetes Glvcerino transparentes,
1 Cbapos para senhoras e meninas.
1?
,i Juclanllc

I
..;i

1

i

V. "v
, rn.it
Esmeralda
Ataba de chegar a esle estabelocimento um importante Sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto c qualidade que tem vindo ueste genero, como cassoletas. de
nix com letlras do diamantes e pinturas linas, aderecos e meios aderocos com podras fi
as, etc., etc. -
Relogios de ouro, de difforente gostos c qualidades, para homens e senhoras, desde o
prego do 409000 at 3009000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeigoado pos-
sivel o guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 e 409000. -
RIJA DO CARUGA 5
- M01SK1IA MIARTE & C.
GfiANBES NOYIDADES
Em fazendas de gosto
LOJA E
N. 60
ARMAZKM DO
Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMARES
Os proprelarius deste importante cstabelecimento, parti desta cidade e aos seus numerosos freguezes que acabam de recebar polos ltimos \
res do Europa, um grande sortimento das mais lindas c mais modernas fmulas de i
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim cumo tamben um
sortimento das memores fazendas de lo, que so vendan por presos muito em oom, $
com o lim de apurar dinbeiro.
As pessoasque negociam era pequea escala, ne*le -m.-i-,-!< i ment |oderJo imtt
os sous sortimentos, porque se lhes tender pelos pregos que comprara as rasa* eatraa-
geiras ; de todas as fazendas se do amostras, donando penltor, ou mandam-se l0ae em
casa das Kxmas. familias pelos caxciros.
Este estabelecimento est constantemente aborto Jas 6 horas da manlil as 0 da
BOLLAS DE BORRACHA
Grande sortimento de bollas de borracha e calungas por baratissimo proco,
tos objcclos que so tornara longo mencionar.
28 Ra do llanto da Victoria 28
e mu-
FUNDICAO DOBOWMAN
RIJA DO BRUM H. 52
(Passando o chafariz)

PEDEM \0S Snbores de engenho e oatros agricultores, e etnpregadjres de m
;aismo o favof de una visita a seu slabileclmenta, par- vereca o dovo sortimento
aomplet) qje ahilern; toado t'idj'saperior em qualidade e tortidio; o qoe com a ins
wscSo oess)a! u.lt se \eiificar.
ESPECIAL ATTENgAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
tf-. --..-. m .*^,l^rt ,?'l-1. dos mais toolemos systeom e em ta
Vapore^ rOdaS U'agaa ma3b0i conveaientes para as diversas
eireoinsiacas dos seahores propietarios e para dcsoaro^-ir alg-ilo.
Moendas de oanna SE osta!aahos' asraelftwes qae zqai
Bodas dentadas ***.*
Taixas ie ferro fundido, batido e d& cobre.
Alambique* e fundos de alambiques.
n;cmnQ parfmaudiccae algodio.j
;XDlUi5 e par3 rer>ar rnadeira.
COSTURA
SOARES LEIIE, IRMOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Sarao da Victoria n. 28
As mais simples, as mais-baratas e as melhores do mundo!
.bO,t
-^os

'a

fo
e a
coii'.edido a
ruudecora-
Ntt e\pO.i^io de. Taris, cm 1867,
Elias Howo Jnior, a medalha de'ouro
rao da l.ogio de Honra, por serom as machinas mais per.
feitas do uundo.
Uowo Jnior, nos
ita
A medalha de ouro, conferida
Estatlos-Unidos f->r ser o inventor
a E.
ila machina
cos-
tura.
A medalha doAjuro na expsito de Londres .-^reditam
ests machinas^
A
Bombas
Podendo todos
ser molidos a raiw>
por aga, vapor,
de patente, garantidas........ Jot anitoaes.
Todas as nashiaas *'*<--:**i-
Fas qualquir concerta *** w---*^
Formas de ferr^ ******>" r-
Pcfrtmmflii'iofl' Iocumbe-se de mandar vir qnalqoer mach oismo i von-
i^UCJlIlUloIl-Ido, tade doy;lientes, lembrnda-lties a vaaiagem de fa zerem
mas compras por intermedio de pessoaTnteodida, e que em qualquer nec-.ssidade pode
fies prestar asxilio.
Ara
e instrumentos agrcola;
s americanos
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
3oaraiazein k Jttfttn Lopes Machado jC
Traversa do Corpo
Santo N. 25.
Vapores locomoveis de forra de 2 a i.ravallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tanianhos.
"baquetas para eobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
fontas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
Cales largo e ejtreito para carro.
fregos com cabera de marfim, idem.
4>t>e-iios o duvor tle aniuKiciar que a rompanhia das madihias de Hoise Jo Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Sarao da Vi(-toria n. *8, um deposito e agencia
gerai, para em l'eruambuco c mais provincias so vendefetti as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estes machinas sao justamente apreciadas pola perfeicao de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mosma qoalidatte delinha que qualquer outra.
e pela Hitroducco do6 mais aperftcoados npparelhos, estamos- actualmente habilitados a
offerecer ao exaine publico as melhores machinas do mundo.
.is vantagms destm machinas m$ as segintes:
Piimeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova nconlestuvel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no niercado machinas d IIowc em segun-
da nvao.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo. W
Terceira.Ha nellas menor fro entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
do quo as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mao.
yuinta.Permitle'que se exmiue o'trabalho de ambos os los, o que se nao cousegu
nasoutras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira,satravessando o fio de um outro lado,
e lugo em seguida, sem modificar-se a teusao da linha, cozem a fazenda i
fina. t
Seiima.O compressr levantado com a maior facilidade, quaudo se tem ae mudar
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava. Muitas companhias de machinas de costara, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hqje q.uasi desconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderem substituir': entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, rnestre em artos inechanicas, tem: cons
augmentado o seu fabrie, e hoje nao attemle a procura, posto que faca
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruc50t's em portuguez.
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo. .
Camas de ferro.
Cofres de ierro.
Cestos d"rame para fi
Fogoes de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Gfcapas de ferro'galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
.Machinas para descaroar algodro.
Machinas de cortar fumo. y
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
SK CASA DE SHAW HAWK'ES & C.
RA4K) BOM JESS N. 4.
600 machinas
A 90^000 A
SOARES LEIIE, IRMOS
A'
Ra do Baro da Victoria n. 2 8,

Lindos vestidos a 5$ o corte
Superiores cortes de cass^^iacAr, de orgaady a de.nerc^lia com barra e
sais, acompanhados dos competentes figurinos &W cadajwr^. Vendera na
meiro de Ma?CQ (antiga do Crespo) n. 13, loja das.columnas 'de Antonio Correa
cellos.
de daus
ra Pri-
do Vas-
!
+m
*
111 i .>
Seda pura a 1#500 ocovado.
Seda do cores de muito lindos o dierentos padrees, gostos modernos, pelo baratis-
mo preco de 10500 ocovado, vende na ra 1.a de marco (antiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas de Antonio Correa de Vasconcellos. ________________________
Escravos.
VENDER
Vende-se dons, seoo um mulatoxle 40 annos oito casinbas ou meia-agua; sitas no caes de Ca-
de idade, apto para qualqtif r servico e muito fiel,' Dibarbe, de tijolo e cal. bem construidas^ com po-
nina escrava de S aanos do idade, lava, engom- co meeiro, que retidem 84* monsaes e sao mnito
ma. cozinba e boa quitandeir& : na ra do procuradas pela boa localidade a tratar na pra-
Jfwpicio n. 81. I ca do Corpo Santo armazom n. 9,

ALizAEiir:
Tinta Inalteravel
Para escrever
k p. uwm c.
PElHA-MlHCO .
'. y
Keta tinta recommenda-ae pela sua coru-
poeica e fluidez como a mejiiojc. e.a roa^s
segura de todas as tiutas at hoja couivec,-
das. ISTa ataca as pennas de ac, da at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prefevivel a qual-
quer outras tinfas particularmente para
livros de commeroio, documentos etc de
que se careca longa conservaoad.
Na pharmacia Maurer ra do Barao* da Victoria n. 25.
ii

BLRNOU8 A ii;-:*><*.
O Paveo recebcu pelo ultimo vror fa
A 15500, 15200, 800 c640rs. Europa, burnoos dos mais kjHw
0 Pavo recebeu umbrilhantc sortimento qUe at boje siio coiiIk idos c Mi rvlag
das mais lindas granadinos preta com dol- sua excessiva bar.-ili-za, ronvil^m-w a>
cmlaslistrasde cresepretas,que vendo pelo Kvinas. Sros. p-ra vwm > <|im lia !e iwts
barato preco do 1J?500 o c .vado. Ditas to- novi das de cores com listras miudinhas em urna' HUMANTES PARA I! v' E5.
s cor a IP200 e 15JO00 ocovado. Ditas; O PMh Mil MHM )mmm*dL
pretas com listras desda roas a 800 rs. Di- godii, t-ndo I o palmus deUrpirVt, ffmt
tas pretas com listras brancas, azues e ver- mena de i | i >nr. |>*ra i i ol a
des a (iiO rs; o evado. Assim como boni- jffOO <> metro mi rsH) i vara,
tas barejes de seda para vestidos comas Dito de linlm fino siiM-,.or
mais lindas cores a 15000. I'.'j)cchincha, corpa lo, rom a mesina l.irgura a i?449 *
na loja do Paveo. vara.
POLPEI.INAS A15000 E 25000 O COVAO.; D; i ;1,i! MH J?jt I
O Pavo recebeu um elegante sortimento 3900O.
dts mais lindas poupelmas de seda com os
mais lindos desenhos e mais buuitas cores,
que vende a 1600 e 25000.
SEDAS DE CORES A 25^00 RS.
O Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais lindas sedinhas de urna s cor com
delicados desenho$ miudinhos, que vende a
29590 o c vado. Ditas com listrinhas, mili-
to boa faienda a -25000. E' pechincha, na
na loja do Pavo.
CAMBRAIS ABIERTAS A MJ E 105000
0 Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraas brancas abertas,
bordadas para vestido, pue vende pelo barato
pre^o de 95 e 10W00 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid*. E' pechincha, na loj;i
do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
LVZ1NHAS BOUDAASA 400 RS.
O COYADO.
O l'avo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lazinhas transparentes com
florinhas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, c ven-
de pelo baratissimo prego de 100 rs. o co-
vado. tf pechinclia, na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60.
L;\S MODERNAS.
O Pavo vende um bonito sortimento de
lzinhasjistradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 560 e 600 o rs. o covado. f pe-
chincha, na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60.
ALPACAS F.AVRAIU8 A 640RS. O COVADO.
Chegou para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas la\ radas
de cores sendo as cires mais modernas que
tem viudo para vestidos, e veudc-se pelo ba-
ratissimo prego de 6i0 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavao.
C\SSVS FRANChZAS A 600 E6V0RS. O
METRO.
0 Pavao recebeu um magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas franezas, de cor,
com os mais bonitos desenlies midos e
grados, tendo padres oscuros e outros que
servem pava luto, e vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 300 o 400 rs. o covado.
I.V/.INHAS MODERNAS -COM L1STRA DE
SEDA A 640 rs. e 15200.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem vindo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vendo
pelos baratos pregos de 640 rs c 15200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500, 640 e 800
rs., todas estas las sao modernissimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
< 'ltt a 40, SO, Oe 300 v.
O Pavo recebeu um grande sortimento de
chitas de cores fixas, que vende pelos bara-
tos proc s de 2*0 e 280 rs. o covado. Ditas
escuras azenda mUo superior, com novos
padres a 320 360 rs. o covado.
Ditas muit finas padroes claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sem ella a 360 e 400 rs.
Hitas pretas com tocido de cretone, fazen-
da muito superior a 3z0 e 400 rs. o co-
vado.
Mtasde'crwsj miudinhas, proprias para
roupa de enancas a 360 rs. o corado. E'
pechioche, na loja do Pavao.
BaptiattfMi a 5W rs. o covado.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padres miudinhos e grados sendo proprios
para vestido roupa de crianca, pelo bara-
tissimo preoode500 rs. o corado, atliancan-
do ser grande pecbincha I
Cortes de eanikraia. ultima no-
vidade, a Jcooe.
0 Pavo reoebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badiiihos riaaente bordados, tendo fazenda
sutliciente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
vindo ao mercado, e pela sua excessiva ba-
ratoza tornain-se recommendaveis s senho-
tas dbom gosto.
Ditos, com^babados de cor, tendo 20 me-
tros de babad s a 95000. E' grande po-
ciucha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz u. 6Q-
1 URTE6 1)E CAMBRAIA BORDADOS.
O Pavao receben os mais ricos cortes de
cajubraia branca bordados para vestido, que
vende pao barato, prego de 205 e 309000.
CORHES DA CAMBRAU BRAJiCA.
O Pavo recebeu um lindo corte de cam-
braia branca com listras assetinadass que,
vende polo batato pre^o d**5000.
DittM c im listras de cores, tendo 8 varas a
45 e 5*00O. fi'r.pectacbe.
ESPARTILUOS.
0 Pavo recebau um grande sortimento
de espartdhos Unto para senhora como para
menina, que vende pelo' barato pre.o de
35000. -
Ditos muito finos a 45 e 55M0. Sao dos
mais modernos que tem
cado.
IVrjis !" llai.ilim^" ;
do c in 20 e 10 varas para lodos
e quali 11 le.
lilas de hretanha de puro Imii
jardas, |>elos pnros mais |..ua:
visto.
Pechiii'.has de lin -.'i.iaj ou
com 0 jardas 1 T^MME
Peras de iiiisini,'. >ilczia MB *M
a 355000.
Vtoalhado adamascado om 8 patato* da
largura a 25000 a
l'ttlea dr rawaira.
O Pavao tem um grande
caigas de caseinira, .-i DMM odemos que Imii viudo 111 .luaH
tigurinos e em fazenda, los 1 k
mais novos que tem viudo ao mreoste *"
vonde-sc por bar.il 1 pMfi M apurar
nheiro, assim como caigas de biim bianes e
de cores, por prego- miul- 1
I.KNCOSARAINIIAIM1SA I?8m> I. 3AM.
O Pavo vende du/ias d< .
abainhados, lando fazenda minio >m, .
barato prego de -"NI00 duzia.
Ditos tainbein ahainha loa, Mi I '
cor I 15X00.
Dil s grandes, tazi ida muit it *
todos hl.iN'-os a ;i~ Dito de oaaabrata bran>a, w 1 i
a WG0O
MEIAS IRLAS A i5 I ."'Hlo '.
(1 Pavo vende duzins ni'-i.i 1
glezas pilo barato |.r.;o I
Assim runo utas miitn ti, 1- .
corpadosa 05000, 7Ciu,S-M.i I
c um grande soitiiiieulo de meiaain.: .-
Nncezas, para senhoras, qi
preco muito cuamedo.
MADAPOI-O rilAM.i./. 1 (i-~0
0 Pavo vende pegas te madapoln raa-
cez, dinlieiro e liquidarse pelo bar.-tis>iiii. ,/. ,
09000 e T9000, pbr Mr kito u*na ^laoo*
compra. \. pechincha.
AlgodAozinlio a 4-"O>0).
0 Pavo vend |M-gas de L
muito boa fazenda, p-lo baraio p* ;o fa
45 e IVOfa.
Dito largo muito mcorpadn, 1
toalhase lein--> I OOO 19*09.
I.WIBRAIVS.
O Pavo vende corles de rain!'. .1
prente propria para \-tido>
35OOO.
Pegas de dita muito lina, com l jardo,
tapada como transparente a 45, br c ffOOOs
ate a mais tina que vem ao mercad.
PANNOS DE CROCIIK'l Ptlt\ CAlMUf.
0 Pavo tem um grande sortin.:.to do
pannos de crochet proprios |ara adrara do
balango, para ditas de guarnigo c para o-
f, que se veitdem muito em 1 ta.
COLXAS DECKOCIICT A9l 85000.
O Pavo vende eolias do crochet prvp a*
para cama de casal, pelo baratsimo ;
de 65 e 85000.
Ditas de fusto acolxoadas, wiA
res e brancas, pelo barato prego de #00#.
E grande sortimento de lilas do MM
cretone e de chita, que >ende por pr^OS
muito razoaveis.
CORTES DE PERCAELES COM M k> .US
49000.
O Pavo vendo botutos cortes de pote alto
com duas saias, sendo fazenda de muit > gos-
to a 49OOO. E' pechincha na lija o Pa-
vo ra da Imperatriz n. 00.
BOTINAS PARA SENHORA, A 57000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
Pereira da Silva A Cu maraes
pelo ultimo vapor do Europa um
sortimento de botinas pretas e com de
enfeites derr, nroprias para senhora, {jaran-
lindo-sc sorem das hus modernas om ha
no mercado, assim como a boa qoamkfa,
por terem sido remettida* por una ona me-
lhores fabricantes do Pars, e vnate w palo
barato prego do 09, na loja do Pavo
SALAS BORDADAS A 55, 0| e
O Pavo vende saias ricamente
de 4 pannos cada urna, pelos
pregos de 59, 69e 85000.
Ditas de um panno so c com muaa roaaa
guarnecida de pregas, pelos baratos prl
de 9000 o 25500.
Ditas com guarnigo de pregas a barda-
dos a 39500.
Algodae enreotado 1
varm.
O Pavo vende algodo americauo
tado c muito encorpado, pro*1 rio para
Iba e lengoes, pelo barato proco \~
vara.
Dit 1 francez sendo iraofiado o
corpado, polo baratiskiim- preoo de 19ti0 o
metro. ^^
CaMeaairas a 0)9*0>0> e 99MM9.
O Pavo vende cortes de casoiaira frm
va, sendo faienda muito superior que
pro se veadflMpr mais dinbeiro, a
da-o-se a 79009 o corte.
Ditosa 09000.



8
Klto de Pemajabuco"" Sexta feira 25 de Abril de 1873.
'. .:
UTTEMHA
I

Qittor e clnswlflcaoilo *
cripta.
As origens da escripia confunden)-se com
as hieroglypho. Sir .li>hn I.ubb ck. em ura
bWlo livro em que roeonstitiiu o oslado pri*
mitivo do hojnein, segn lo es costuraos sol-
vagos modernos, (As origens di civilista
(.lo, 2* edicao, tra luzida polo Sr.* Kd Bar-
bier, em 8., Germer Balhre ) repro luz
diversas composigoestrcalas em laborabas,
pellos, arvoros, que po-lem passar por ins-
cripgoes fcilmente loeifravos. As ligaras
que os esquimos tragara as stias armas e
ferramentas, sao pequeas tratados de caca
e de agricultura rudimentaria. Aqniro
hornera calcado de sipatos, para, andar ua
nevo, o qual apona o groo contra om re-
banho de rangifers ; all un cenador es-
proita das phooas, que ello busca Iludir
com nina pelle sopraiia do niismo animal.
Outro liga a prza viva atra/ do seu truno ;
outros lngara o arpeo j Ib; ida pelas
flechas.
Os peruanos que, na p wa da conquista
hespenhola, haviam chegado a to alto grao
de civilisacSo relativa, apenas tinliam, para
esccever os aoontecimentos, bordas de que
peudiara como franjas uns lios com diffo-
reulos nos o, ile s arias cores.* As indcagoes
transmttdas por esse pmcesso lio imperie-
t> sao as votes citmplica las. Carver cinta
quo o son guia, com o auxilie Je algumas
uguras flesenhadas com tinta preta n'uma
i-i de arvora, let% da fazer eo nproliun ler
e lr) aos uan dowessies que minios dalles
tinbam viudo procurar um chote chippe-
way na cidade dos Ottagaumios, que (bes
baviam pedido mandassem conduzir o in-
glcz, que ltimamenteesJivera con ellos do
rio Cibippway : *que ello, pois, centava que
o Chippwa> que lite servia le guia, com-
^uanto fosse inimigo, nao seria molestado
eol sua passagem, pois, linha de conduzir
urna pessoa. a-quena estimavam tanto como
se lora um dos seus. Do inesmo genero
unta estroha petico apios -na la ao pro-
si lente dos Estados luidos, o bem assim
i res ou quatro documentos sobre casca de
arvore, um do (paos a completa bio-
graphia de um chelo Delaware ; v-se alli o
io'fvn da tribu, o do guerroiro, o numero
de oxppJi;<>es, los inimrgos mortos ou pri-
sionejros, os fortes que elle atacou, lonja
de sitas tropas.
Nada mais divertido que nina carta de
aviso feita em um pao e pista no caminbo
em que deva passar um destacamento de
inglezes. Uiua duzia de boneces, de cbeos
deseoberta -ou c -berta com chapeo, alguns
attributos, espingardas, espadas, livros,
martellos, etc., bastara para representaros
Soldados, o olaial, o secretario, o gelogo,
o interprete, os guias. Algumas linlias dao
idea (suilicientc ao que parece) da extensio
da estrada que anda restav percorrer
\ julgar, pois, pelos entalbos dos obelis-
cos, pelos signaos chinezes, pelos desenhos
dos '"lvagpns, a primeira escrpta nio foi
urna figurago la linguagem, mas antes
outra especie de linguagem, urna linguagem
que fallisse aos olbos, independentemento
Ah est, pois, um primeiro passo para
o fanatismo: o desbabo que figura o pdoy
pdr exornplo, cheja a representar som
pao (pain ), de tal modo que, se este som
na linguagem fallada convem a outra cou-
sa (como acontecera em fraecez com a
arvore pinho (pin), inesmo desenlio po-
llera figurar o nova objecto, e so enterpre-
tar' segundo o caso pain eu pin. Isto
parece tor-se da lo lias antigs escripias cu-
neiformes, complicago que lhos nao difi-
culta pouco a decifraeo.
Fcilmente se comprehonde que o robus
leve ter levado insensivebnente oscripta
syllabica ; jsto aquella em que cada sig-
ual representa pboneticamonte urna sylla-
ba ; e este progresso era particularmente
fcil io cliim, lingua monosyllabica esem
lexoesgra'n'naticaes, como se sabe.. Mas
o idioma chim de tal sorte conformado
que urna escripia syllabica seria quasi inin-
telligivel. As palavras que se pronuncian!
"le um modo idntico, ou, como dizem os
no ;os grammalicos, os tormos homopho-
nos, no idioma cbinez sao to numerosos,
por causa Ja pobrosa das articulares e do
nonosyllabismo da lingua, que a transcrp-
go puramente pbonetica le uina pagina
chucza seria urna cousa inintolligivel, ou
antes susccptivel de urna infinidade de inter-
protages. Assim que, a palavra pa (ci-
tada polo Sr. Eenorniant) pode ser tomada
em oito accepgfaes lifferentes, taes como :
lananoira, concita, carro de guerra, cica-
triz, grito, etc.
Nao pois, a falta da nogo phouogra-
phica, mas a neoessi la lo de ser claro que
manteve o cliim no seu ideographismo,
salvo para a transcripgo dos nomos pro-
prios o das palavras estrangeiras.
As linguas nao monosyllabicas, como a
egypca, ebegaram i cscripta syllabica -por
orocesso regular uniforme, que consisto
que alinha
sulcos.
Os antigos
Samnitas,
colonias bul
serie inintorrompida dos.
um
do idioma salo. Um desenlio figurando
um boi, a colbeita, o eagador a ferir a cara
com o lardo, exprimir o pensanieuto da-
queHo que o tragn, quaesquer que fossem
as palavras empregadas para traduzi-lo.'
Com ioj.i-inaeo e alguma destreza de mJo,
ol" conseguir fazer entender o sen desojo
o sua von'.ide. L" o que se chama- es-
cripta ideographica, figurando ideas o nao
sons ; e taesforam seguramente os hiorogly-
pbos'no Egjplo, na ('.bina, nov Mxico.
Se com o uso, o desenlio se simplilioou,
se um risco da cabeceado boi figurn o ani-
mal inteiro, so urna feco com um punhado
do espigas representnu a colbeita, se um
chuce cortando o arfbiosignal da cu;a;
se pouco a pouco osses desenhos reduzidos
se alteravam, e se emftm honve figuras de
convenci antes do (jui? imagons reaes le
objectos, anda assim a cscripta conservoo-
se puramente ideographica.
Demais, e logo a principio, foi necessario
recorrers convenresou symbolismo, para
representar as ideas que na i sao natural-
mente susceptiveis do urna tiguragao mate-
rial. Quaes foram as causas determiads-
ras *da escolha desses symbolos ? Muito
diflicil ser geralmente explica-las. Assim
que no hieoroglyphismo egypcio, um ramo
de palmeira representava o auno, urna pen-
na de abestruz a justiga, urna abelba o so-
berano. Mas nao dillicil comprebender
que um bezerro corromlo combinado com
0 signa! da agua, represente a sede, o que,
entre os ch'ns, a luz soja figurada pela com-
binarn lo so! e da la, o canto pela de um
pa;saro e de urna orelba, as lagrimas pela
imagera do i Iho, junto iraagem da agua.
A [cscripta puramente ideographica te,m
a vanlagem do que, suppondo os mesmos
signaes conhecidos e adoptados por povos
do diversas'inguas, oque um delles escre-
ver poder ser entendido polos outros,
anda que cada um dulles lea e pronuncie
cada signal sua maneira. Mas que com-
plicado de caracteres para representar to-
dos os objectos reaos ou imagiuarios, as
concepges abstractas, Modas as ideas com
es seus matizes variados infinitamente I
Mal nos parece impossivel um tal systema
entre um povo j um tanto adantado na
civilisaQo. E comtudo ha urna nago, a
inais numerosa do globo, que cultvou to-
to'ios os ramos da litteratura, que conhece
em elto grao as sciencias, a poesa, a his-
toria, que possuia a imprensa muitos an-
uos antes de Guttmberg, e que entretan-
to nunca teve nem ter anda por muito
tompo outro systema graphico ; os cbns,
depois de terem tido, como os egypcios, o
hieroglyphismo primitivo, apenas o modifi-
caran! para ficar em ura deogriphismo
puro.
Corao que da representago das ideas"
cliegou a escripta representaco dos sons,
ao phonetisino ? Passando pelo systema
do rebus, diz o Sr. Lemormant. E nos
temos o exemplo nico de ura povo que
nao passou d'ahi. dorara os Aztecas ame-
ricanos. Las-Casas conta que esses indios
transcreviam as resas latinas na sua escrp-
ta da maneira segrate para dizer amen
pintavam o signal da agua (era mexicano,
a ) com a planta ao.ave (met), o que d
ameti que era para elles o som mas apro-
ximado do amen ; e a.sim o resto.
Quanto a miin, acreseelita o autor da
Historia das folias Occidentaes, vi urna
grande parte da doutrina chrst assim es-
cripia em figuras ij imagen*que elles liam
como eu leio as nossal^lettraj n'uma car-
la.
em nao tomar da palavra representada pelo
signal ideograpbico seno a primeira sylla-
ba. Por exemplo, um idogramina figu-
rn lo positivamente ura tpele uo seria
11 opta lo, se o facto se passasse entre nos,
seno para representar a syllaba la.
Cmfim, vai ser dado o ultimo passo ; se
o cuneiforme anda applicado a um liorna
semtico, o assyrio, nao podo ebegar a de-
compor a syllaba nos seus elementos, o
egypcia nao so'deteve ii'un ponto que of-
fere;a anda tanta camplicaco escripta ;
por um ultimo esforco do anlyse, isolou a
articulai;o de v gal, cliegou emfim let-
tra, escrpta alpbabetica.
Todava, cumpre dize-lo, jamis a escrp-
ta egypcii chegou acabar de todo com os
seus ltimos las, nao cessou de mesclar as
transcrip;oes alpbabetcas com signaes syl-
labicos, symbolicos.jideographicos, confuso
leploravel e que para nos escurece muito
os textos. Aps a conquista rom na, no
alvorecer da nossa era, os hierograinmati-
cos, na transcripeo dos nemes dos impe-
radores., ebegavam a empregar at quinze
o vinte caracteres lifferentes para exprimir
a mesma consoante ; e por outro lalo,' o
signal que pntava urna articulado, poda
tambera representar s vezes urna palavra,
uina syllaba. E' urna desordem.
E grande distancia vai dessaescri-
pta, no seu mais alto grao de perfei-
00, admiravel sinpliciilado do venladeiro
alphabeto, do aiphabeto primitivo de vinte
c las lettras, inventado pelos phenicios, e
dos quaes derivan) os nossos alphabetos
modernos.
Os phenicios, raga talvez mal aquulioa-
la de aptides artsticas e litterarias, erara
Hidustraes, commerciaiitos, hornees prati-
cas, a quem mas depressa do que a urna
nago le lavradores ramerraneiros, regidos
alm dsso por um rgimen theocratico, se
manifestou a necessdade de urna transmis-
so da linguagem, simples, fcil, que ape-
nas oxigia um pequeo estudo. Entre elles,
escrever nao poda sor urna profisso exclusi-
va, um sacerdocio. O capito de navio, que
corra de escala om escola todo o circuito
lo Mediterrneo, e que passaudo o estreito
de Gados, s.ubki e lescia o littoral banhado
pelo Atlntico, devia ter conhecimonto
exacto de venados negocios commerciaes.
Foi a necessidaile quotidiafta, mas urgen-
te para ellos que o desojo de conservar a
lembranga dos fados historeos, que levou
algum espirito positivista a rejeitar absolu-
tamente o antigo symbolismo, a destruir um
apparelbo nimiamente complicado, exclu-
sivamente reservado por isso mesmo a una
casia, e a fazer delle um instrumento de
mecanismo elementar o fcil maneje.
Em que poca se consummou esse pro-
gresso to importante na marcha das ci-
vilsagoes humanas ? Nao se pode affir-
mar. Os monumentos que nos do os
mais antigos typos canhecidos das lettras
phencias, remontara apenas mediana
antiguidade. Nao crivel que sejam os
mais antigos testemunhos de .uma'escrpta
alpbabetica. Mas quanto origom mesmo
desse systema graphico, as mais velhas
tradiges da historia nao deixam subsistir
nenhuma duvida acerca do povo que a
creou.
Segundo toda a probabilidade, os gre-
gos tiverara todo o conhecimento do alpha-
beto phenico alguns seculos antes da
poca presumida do famoso cerco de
Troya. Os phenicios compauheiros de
Cadmo, emigrando da Beocia (diz Herodo-
to), introduziram ontre os gregos muitos
conhecimentos novos, entre outros as let-
ntes da Italia, VolsoetT
reelberam a escripta das
icas, n'uma poca certa-
mente anterior fundaco de Roma. Os
romanos a principia-nio tiveram outra t
moIifiearam;n'a ura'peuco depois, e, come
os gregos, adoptaran) o modo definitiv|
da es'-rover da esquerda para a direita. m
conquistaa do Roma, e, sobre lulo, reare
tarde, a influencia da igreja latina, propa-
garam o alphabeto romano em todo o oc-
cidente.
Todo um anuo do ensino da escola das
Cbartas consagrado historia da escripta
latina 4110, gragas o graffit da Pompeia,
se pode acompanbar at o primeiro se*
culo da nossa era. A paleographa; scieS
ca Ilustrada por Ifabillon, Tassin e Tou_.
tain, l'apebroch e b Sr. Natalis de Waily,
estud.i as transformagos da maiscula e la
minscula, principalmente nos documen-
tos da i lade media, e para na necasio em
que a descoberta da impensa, leva a es-
cripta ao dominio individual, liberta-a de
toda a regra e lhe tira todo o' carcter
geral. llecordemos que q'iatro escripias
nacionaes, vsig thica, lomoarda, franca,
anglo-saxmia, dstinctas at o secuto d-
cimo terceiro, nascerara do cursivo la-
tino ; que no dcimo terceiro seculo a mi-
nscula, chamada gothica ou escolstica,
(conservada nos primeiros livros irapres-
sos) substitue todas as outras; que, .ex-
cepto o cursivo allemo (que parece pro-
ceder da Charla de Ravenna, sexto se-
clo] todas as escripias d > occidente, do
mesmo modo que a impressio, desde o 00-
ineco d deciino-sexto seculo, tirara os seus
elomentos da bella minscula Carolina do
dcimo seculo. Estas nogoes sao in.lispe.u-
saveis a toles os que quorem nao s estudar
a nossa historia nacional, mas aida dar-se
arcbeologta e bbliographia.
Nos tem|)os moilernos, a Europa trans-
portou para a America o alphabeto romano,
e tonta, nao som xito, accliraa-lo na Asia
meridional, donde acabar por derrubar to-
dos os nutr s systemas, demasiado compli-
cados ou defeiluosos.
K til sobrotudo que o persa e o in los-
tanico, lnguas aryannas, deixera de se es-
crever em caractete? somitic.s, to imper-
feitos no que rospeita ao vocalismo ; de
desojar tambera,que os slavos, se quizerem
entrar no concert europeo, deixem essa
msela hybrica de elementos gregos e de
signaos espociaes, que torna a sua litteratu-
ra de to diflicil aceess.
Em resumo, e sem entrar em pormeno-
res historeos, para o que nos faltara espa-
go, o alphabeto phenico, mais ou menos
modificado, est boje em uso no universo,
inteiro, salvo no extremo oriente.
Eis era algumas linhas como so estabelece
a filiago de todas essas escriptas antigs e
modernas. (1) '
Da raz nica do alphabeto phenico sa-
liera seis troncos, desigualmente fecundos:
1." un tronco occidental, que apenas deu
o ibero e o pnico, de importancia secun-
daria ; -'. um primeiro tr neo semtico,
cujos nicos ramos sao o alphabeto hebraico
primitivo, tal como se acha as raras ins-
cripQdes da Palestina, e o samaritano que
servio para escrever a Biblia chamada saina-
ritana ; 3." um segundo tronco semtico, o
dos alphabotos amareanos; 4." o 'ronco
central ou hellenico; 5. o tronco septen-
trional ou rnico; 6.* o tronco hulohome-
rita.
Do tronco hellenico sahirara, alera do al-
phabeto grego e do alpnabeto copta, que
urna copia delle, levemente alterada, os da
pennsula itlica, e o lmais importante de
todos, o latim, typo quasi in vari vel-dos al-
phabetos da raaior parto das lnguas euro-
peas, (francez, tatiano, gespanhol, portu-
guez, velachio, inglez, flsmengo, sueco,
allemo, polaco, etc.;
Pide-se tambera derivar do alphabeto
grego o antigo alphabeto slavo, chamado
cyrilliano, donde deriva o russo actual, e
o alphabeto gothico, exclusivamente em-
py|ado naquelle precioso monumento da
trotante, para ser comnkjtos, que-as escrip-
tas trtaras qu anda rtlo mencionamos, o
tgur, o kalmak, o mantchu apezar da
origein aramea (por in*erni<-,l> do estran-
ghelo] se escreyera de cima para baixo,
mam-ira de chira. *'
Nio singular que a nago quo creou e
propagou e systema de transmisso de lin-
guagem, hoje adoptad por to los s povos
da trra, nao tenha (Miado outros monu-
mentos escriptos, alm la ninas secas ins-
cripges, apenas bastantes para dar uraa
idea de sua lingua ? e
Existe anda rlguns systemas de escripta,
quo nio puderam ser decifrados. Taes sao,
por exemplo, som contar o etrusco, que
mal sople le (sem se poder explicar cora
seguraiiga), 00 khmor ou antigo carabe
gio, as insciipgjj3 coln las In alguns anuos
na ilha de Cliypre e at boje absolutamente
raysteriosas. Annuncia so, e verdade, a
prxima interpretago dolas por um sabio
semiris, o Sr. Jesoph Balovy, cujas re-
comes viagens no Yemen, to uU'is paraop-
graphia, narramos em ranadas uossas ulti-
mas revistas.
Ira iginam:se (acilmenle as prodigiosas
difTnraldades, que leve haver na decifra;o
de textos, alias pouco extenses, esc ipt sJ
em caractews descenhecides e em urna lin-
gua cujo parantesco so ignora. Mas os sa-
bios nao Traqueara com to pouco. Inda-
gara, reflectan), taeteam o trabaliiam db mo-
do que ura dia o uiysterio, appaientrnente
iusondavel, fica milagrosamente esclarecido.
Foi o que acrateceu com o zenl, gragas ao
genio logrando Bumouf, e* mais tarde com
as escriptas cuneiformes, sobre as quaes o
Sr. Oppert e os seus eraul s assryologos,
to viva luz derrainaram.
[Hepublique Fnincuise.]
quo tiverem de visitar Vienna, e como nio Venus, pulou de contoUuaento, Jpiter
sejam muito extensos e possatn servir de e- Palias raurderam-se de raiva.
guia a algumas pessoas que se resol vera a tanto que Troya devwi a eate fado a
visitar a exposigo, abaixo os -transcreve- wa destruigo e tainbem a ua
ms. que Pris Commetteu na pessee U
As explcateos publicadas era um jornal mulber de Menolu, e que era linda
hospanhol indicara apenas es eselarecimen- s,.js georgianas e urna duzia de nlilima.
tos de viagora entre Madrid e Vienna, porra compradas na Circassia era primeira mi.
para quem desembarca em Lisboa, apre- Kntre paruiithesis : MeiwMu, o esposo
veita elle igualmente. eflendide, charaeu quillo rapte, e eu cnie
Madrid dista de Vienna por Pars, qUe f0 simplesmente urna perfeita cor leal-
Strasburge e Munich s%M6 kilmetros, ou enfentt ; regra geral, urna mulber nio se
574 o 1/4 leguas de 20,000 pos (5,575 furt(, ,.inu um |t.llCo, ou urna caixa de rap,
kilmetros), queso porcorrem poY cami- nem se empalma como uns dados de bauca
11I10 de ferro em trem expresso. O trajete francoza.
de Madrid a Pars e demasiad > couhecido o moralistas da antiguidade gritaran
para quo delle nos oceuperaos o coostitue contra esta seuhora e tiveram tio pouca
mais de melado do caminbo, pois dalli a raza0 como os muralistas la nossa poca.
Vienna distara apenas 1,410 kilmetros. Sa- o amor o soulimeulo mais subb ne que
he-se.Ie Pars s 8 horas e 35 minutos da oxsi0 esta tmosphera sulilunar, mas
raanha pola oslago de Strasburge. chega-se ^bsurjo o quenir tornado eterno. Quem
a esta ci.lado s 8 da noute, couliiiuanUo a 5^1,,. mesmo se ella loria foit. um casamen-
vagem para passar per Stuttgart s 2 e ineii to le wmvenioncia ? A final, o que i in.to,
h ras la maulla soguiute, por Nuremberg au uma ,ail||.r fu^ir lealineuta a un
I da tarde, e por Munich s 8 horas da houiein : entregar os labios hmido* dos
noute para ebegar 00 outro dia s 8 da ma- ^.jos do seu amante, aos labios do marido
nh a Vienna. agen) que custam na primeira classe 176 Santo Deus iK-ixei escapar, sem que-
Ereoees (31O0S0) o 170 na soguilla classe rBrt um dos aphorismos da niuha phitoso-
2i?220) resultando do Madrid 8 Vhoras de pbia... l'or.lo I Ni s<; a.errein : tovuo
viagera por 1,3JO reales (50|)830L prego da aiJ assumuto.
VAIEDAD
ir^
m.
tras que, na minha opiniio, elles nao
possuiam antes. A principio os gregos fi-
zeram uso dos carcter.s phenicios ; mas,
andando o tompo, raodifcaram-lhes o som
e a forma... Vi eu mesmo, na Beocia,
essas lettras cadmeanas, no templo de
Appollo Ismenio, gravadas em tres trpo-
des, quasi inteiramente semelhantes s dos
jonios.
Nada raais notavel effectivamente que
a singular semelhanga dos caracteres gre-
gos archaicos com os caracteres phenicios
das inscripgoes ; sera contar que a erdem
e a nomenclatura das lettras gregas con-
cordara maravillosamente com a ordem
o e nomenclatura das lettras do alphabeto
hebraico, que se considera ser o herdeiro
directo do phenico neste ponto de vista.
Nis raaos dos hollnos o alphabeto phe-
nico recebeu a ultima perfeicao :, adqui
rio os signaes vogaes, cu i a necessdade
nio sentir nunca o scriba da lingua sem-
tica.
Os phenicios escreviam da direita para
a esquerda, como fizerara depois, imitan-
do-os, t israelitas,- os syrios, os rabes, e
bem assim todjs os povos mussulmanos
que tiveram a-ilosastrada idea de adoptar
n alphnu '. 1 arabfl. 0.. anligos gregos tra-
i.Mva'm os seus caracteres era da direita
pa ajfBarda, ora da esi|tu*r.U para a
diroit ..tillo, como a cibarnia
aiWga lingua dos golos, conhecido pelo no-
mo de Biblia de Ulphilas.
0 tronco septentrional comprehende so-
bretndo os caracteres usados entre os antigos
scandinavos, mais tarde indecifraveis para os
seus descendentes, que Ihes tinbam dado o
nomo de runos, isto mysterio.
Emfim, o tronco indohomerita deu dous
grandes ramos : o priinerro foi himyariln,
de que se acham numerosos spocmens en-
tre as ruinas dexailas na Arabia meridional,
o do qual sabio o ghez ou ethiope, com os
seus prximos parentes o amharico e o ti-
finagh. 0 segundo ramo o devanagari,
alphabeto da lingua sanscripta, que teve
uma multdo de ramos, taes com o pal,
o siaraez, o javanez, o sngale/., o thibetno,
tamul, e tambem sem duvida o bello alpha-
beto khmer, gravado era magnficos carac-
teres as paredes da mysieriosa Angcor
Wat, e de que o Sr. Francisco Garnier trou-
xe admiravais epecimens. (Veja o tomo Io
da grande obra acerca do Indo-China, in
4., Hachette.) Parece que os mais sabios
entre os sacerdotes cambodgios lm anda
essas inscripgoes, mas j as nao entendem.
De todas essas diversas escriptas, muita
vez dfferentos; de aspecto apezar da com-
muraorigem, as dos tres primeiros troncos,
bem como o himyarita, oscrevem-se da di-
reita para a esquerda, todas as outras da
esquerda para direita. Accrescentemos en-
11
Podera ser consultados com utilidade
os Archives paleographmues de l'Orient el
de l'Amerique, pelo SrV ebn de Rosny,
repositorio destinado a publicar a Collection
des alphabets de toules les lanyues connues
(texto e atibas, t. I. in 8*. Masonneuve).
Chega justamente a obra a tempo de recom-
raendarmos nella, alm de curiosos speci-
raens e ricas fac-similes de manuscriptos
orientaos, diversos artigos e cartas acerca
de um alphabeto internacional, a escripta
uigur, os cuneiformes, o devaganari, os
caracteres javanezes, siamezes, japodezes,
etc. Muitas noticias sao acompanhadas de
uteis bibliographas.
0 tronco arameano de nascimento : de
uraa parte ao hebraico das Biblias, aug-
mentado oom signaes vogaes pelos Massore-
thas, e do qual deriva o rabbinico ; de ou-
tra parte, ao pehlvi, pai do zend (antigo
persa), donde sahiram, nio sem profundas
modificagoes, o armenio e o georgiano; e
eralira ao palmyriano quo c nta entre os
seus descendentes', os diversos alphabetos
syriacos, o estfanghelo,, emprrfga lo nos
primeiros seculos da era christ para a tcans- j varios caranhus de ferro quo tem do per-
erispgto los evangelhos, o* coflco, antiga es-jcorrer e at; mesmo o norae dos botis onde
AiiMfriti.
a exposk;\o ok vihnna:
A grande alterago que tem solfri lo a
disp'isigo de edilicios e n razo lo avulta-
do numero de pro luctos que
rar na exposig-o, tem tornado os trabalnos
mais demorados, e apezar do grande nume-
ro de operarios chantados a Vionni para se-
cundarein os seus collegas, parece anda as-
sim pouco provavel quo ludo esteja conclui-
do no lira de abril, equoa inaugiiraco so
olbtctiie no da marea lo, anda que o jornal
da exp>sgo nao tivosse annuuciado olli-
calinente que ajcoreinona seria adiada.
Exterorineute estavain os traballnas con-
cluidos ; no ornamento interior onde a
execugo los artistas raais delicada o por
conseque icia de raais demora, faltavam
anda concluir alguns pavilhes.
J se pode com tudo apreciar qual o ina-
ravilhoso effeto que devora* pro luzir aquei-
le templo magestoso 110 atanor, depois le
se acharen) expostes todos os milhares lo
valiosos objectos que devora alli ser exhi-
bidos.
S a oxposigo las secgoes orientaos, com
as suas sumptuosasilecorages, repudios e
plantas, j alli tena attrabido esto anuo raais
de 50,000 visitantes.
No jardim central devera ser expostas al-
gumas ligeras de marmore de gran I j apro-
co, quo foram oftjreei'las direcgo du-
rante o lempo que durar a exposigo, e as
quaos podero ser compradas por qualquer
amador, com condigo de s as recebar de-
pois de se fechar o palacio da in lustria.
A comraisso publicou o regularaento
para a distribuigo das merca lorias de per-
muta, quo devora sor ajompanhadas los
varios preg.es, dos nomos dos fabricantes,
bo n como las materias primas pie entrara
na sua coraposgo.
0 annexe ltimamente construido e des-
hilado a conter os gneros alimenticios, ser
sraente aborto 110 dia la abertura olhcial.
0 regulamonlo para usta secgo especial
tambera j foi publicado.
Todas as mercaduras que formara o coin-
mercio de troca entro as diversas nages,
assim com os productos brulos teift de
ser corapanhadus le dados estatisticos re-
gulados pela coiftmisso.
Em primeiro lugar devora elles explicar:
Io o uome do expositor; 2o, quantidades re-
inettidas; 3', numero das diversas-amostras ;
cada uma destes ser por sua vez acompa-
nhada das seguntes declarages: I*, pro-
cedencia c mercados ; i", quantidades im-
portadas o exportadas ; 3o, prego me lio no
local da produego durante o aun > de 1871,
mximum e mnimo da fluctuago de pregos
nesse anno ; 4, modo de utilisar os produc-
tos (sraente era dados geraes).
Quadros graphices sero igualmente en-
viados, contendo as seguintes inforraages :
Io, a parte que toca a ceda paiz no com-
inercio total de cala uma das mercadorias
especiaos ; 2', as lluctua;es naexpovtago
das principaes mercadorias de cada paiz
comparada com a fluctuago no conunor-
cio total de cala uraa das mercadorias"; 3*,
quadros demnstrateos do ejicarecimento
das mercadorias, entre o productor o o
consumidor (isto refere-so sraente ao aug-
mento de prego realisado no tempo era que
os productos figurara como objectos decom-
morco universal) ; 4", quadros demonstra-
la vos de cominercio universal, era graude e
na sua totalMado, sera referencia s diver-
sas especies de mercadorias, mappas synop-
ticos, representando a parte quo cada paiz
toma no comraercio geral ; mappas repre-
sentando o comraercio de dilerentes pazes
entre si ; mappas estatistices da navegago,
transporte de mercadorias e seguros, etc.
Alm disto cada um dos expositores de-
ver fornecer todas as informages que fo-
rera requeridas depois de expostas as mer-
cadorias e que sejam pedidas comraisso
geral por qualquer pessoa interessada.
A nao ser a falta da abertura do algumas
secgoes estrangeiras, muito se pode j hoje
apreciar no palacio da exposigo e explica
isto, o motivo porquojtogrande numero de
pessoas j alli tem aTuido.
Calcula-se ser superi r 10,000 o nu-
mero de estrangeir, s que j se acham em
Vienna ou que j tem ido visitar o palacio
austraco.
Os grandes botis teem reraettido pelo
correio para diversas cidades pequeos fo-
lbetos, nos quaes annunciam as milhares de
coraraodidades queoflerecem aos viajantes e
tudo, dizcm elles, por pregos muito mode-
rados.
Era Pars publ;cou-se uraa guia para o
viajante que tencionar visitar a exposigo,
tiesta ve-ra especificadas at os pregos dos
priiAera olasso. 0 rogresso podo fazer-s,e
mas econmico e mais breve por Znnch,
bale e Belfert o os que nao enjocm polem
effectuar a xiagera sera grandes dospozas,
embarcando-se em Barcelona para Trieste <;
ilahi a Vienna om 14 horas de caminbo lo
II
Pois, anda siiito calafrios leinhiando-me
deste caso tremendo, quizerain fa/or de uiini
Pris : de mira, que iiiiih a rouboi nonhiiina
llelona, que sou apunta lo como um cora-
gao insensivid, como uma alma nicamente
ferro passando por Nabresina, Marbaurg, dev.ra la polas paixes acerbas la pelitaa.
I'.ra/. eNeustadt. o mundo t. tole !...
O que temos dito que est ftxadu as Kra n'um baile; nao so |mbam a que-
tarifas dos ;araraho.s ^ lo ferro, porra uo rer adivmhar, que o baile porten.- lust ,-
pode srvir le base para os gastos, sondo ra ulin.'
como costme, haver bilhetes de ida o
volla, validos por 30 OU 60das coin iacul-
d i le de visitar as povoagoe< lo transito.
Os directores les caminhos le ferro fran-
cozesj iss 1 annunciaram, estabeloeendo de
Pars c uno pre;o mximo regulador, o de
Por acaso cstavain tres stmberas, qua>i
prximas o tolas tres erara sincera nviite
forra sas.
Uina realisava, talvez, un d'estes t>\<~,
que os peotas do norte souhain, qn .i. lo
divagara pelas raelanrhehc.is m.irgons lo
200 francos (3i>? en primeira classe, ida Rbeno.
o velta a Vienna, podendo por tanto ir-se tra uina plnsioiioinia lo uma blancura
de Ma In.l a capital da Austria por 2,000 deslumbrante, 'mas um pouco assonibreada
reales (909) eeraprohendendo a volta. de tragos palli.los : a fronte rasgada e ao
Viou.ia, situada na margena direita meanjo lompo suave, deixava a iles lorio Danubio, quo recebe as aguas Jo dos olh s azues, dcli.iosa n.nt.- WUnI
pequeo .rio Vienne, O qual desee de >\ie- qUU desferiam olharrs longos, em que a
uer-wal, dista le Pars 230 leguas na direo- ternura se combina*a com a magesta lo.
;o le E e 120 de Borlira, SSE latitudo N Kra a Juno.
48" 12' 40" ; loiigitu lo E 14 2, 30". Al- nonis, em posigo lnguida, c aflea tla-
tura sobr-jo nivel lo mar 145 metros. Dif- niaato (aligada, surga a outra, como o lyrio
fereuga da hora co n Madrid, 1 hora o O qe n mYSA S((|,n. ;IS hnrdas do um laiqiie
minutos le avange. Populagao 100,000 de marmore.
habitantes. Organsago mimosa, dulada]4d'ex>a pil-
A cidade est encravada em uraa frtil lj,|,./. transparente, que Mam ver as
planicie, rodeada le colinas do raais pillo- veas, de um azul losmaiab, co.uo o ala-
rosco aspecto. Passeos frondosos ca vista bastro, os raios desvanecidos de uma luz:
de um rio qic sedivileem diverstis bragos perfil encantado e raphaelesco, que pedera
dao campia ura mgico ijcanto. Po- inspirar a imaginagao de una ai lista,
rom ura clima vario o um co encapotado Mas os olbos Eu uo leio nada naq i-l-
cobrem-o todo de uma appareucia triste e les olhes. Nio expri.nom nem paivj^..
montona. | nem seutiinento, A dormir, aquella tuu-
Venna cora os seus 34 bairros, tem 23 Hier devo-se-nos roproseiilar um aojo ;
kilmetros do permetro. O circuito da ci-.quaudo dado a dcima parte leste perimetr o ra mortal, que nos pode fazer delirar os sen-
formam-o fortilicages destruidas na sua tidos, quo nos uo ordena do corlo a a-lo-
niaior parte 11 1 anno le 1809. A povof* rago, oculto grandioso u austero quo fez o
gao irregular o as ruis estreitas e tortuosas, no.no le Petrarcha iuunortal na historia.
porra bem Ilumnalas o calcadas com es- J Era a Venus.
mero. As casas, de coustruego macssa, j \ terceira eslava um tanto vollada, rocli-
teera o e t andares e as principaes pragas nando se sobre um soph : tiesta postalo,
sao as le llof e a de Graben, ponto de poda so-lho observar a Ma ludia M-punti-
reunio dos vicios o los estrangeros, que 'naque comer no pe, sobe -n l-l.-i- >~
pululara nos seus brillianlos cafse rostan- contornos at- a cintura, o perd>'-sc wn cur-
rantos. As ras principaes chamara-so vas ap|elicveis al aos hombros, apenas
Uerru-srass, Schottou-grasse, Woltzeil,' '
loscohertos, e sahiudo tnodestamonte d'uiu
Kohl-raarkt e algUOUS outras de que nao ( vest lo branco, ura pouco affoga.to.
nos recordamos. Ha edificios pie toera seu j A cabega original e sublime A fronte
valor nominal e que pertoucein ao imperio.. espagosa e reflexiva : os olbos radiauta e
Nos bairros novos onde se ve o adian-' meditativos. Os cabellos negros cigua-
tamente la povoago. Sumptuosos pala-jdram-lbe unroslo animado do vive clo-
eios, inagnilico jardins o ras ospa;osas rdo do Kuben> e IVainlick. Aboci-abre-
contiastam com o recinto fortificado o 110 | ye e imperiosa : a India frontal, cesariaua,
Leopuldstadl o .lagercel o luxo prover- so essa palavra se pode applicr a uma mu-
bial. listes lous bslfros esto situados era {||u>r.
uina das Ibas lo Danubio a N E da cilade, Nao ; um anjo, uma rainlia. Aquella
com o qual SO comrauuica por ineio de uraa olbar tlomiailor : aquello serriso ao:itj,
elogaulo ponte do ferro. A ilha, polo seu
baixo nivel, esteva constantemente exposta
a raundajOes que hoje se evitara por ura
systema muito angenbeso ; ah onde se
acha o celebre passeio do Prado [Pretor] e
onde se construio o edificio da expositjo
universal e seus annexos.
Os theatros sao bous e alegantes e delles
nos occupaioraos depois, assim como dos
botis, ca as de pasto e hospedaras, que
tanto interessam ao viajante.
As inoedas do imperio austraco sao as
seguintes : Krone, de 01110 cerca de KptM
la nossa moeda.Ducado, lera 1^000.
Gulden, llorn de prata, 420 res. dem,
outro florn 1857, 410 res. Kreutzer, de
cobro, 10 ris pouco mas ou menos. Pe-
rn a raooda francoza, belga, ingleza,
prussiana e a italiana circulara sem perca
nem descont durante o periodo do expo-
*igq. Terrainaudo estes esclarocimoutos,
recommeudo a todos os viajantes a acqusi-
go da planta da exposigo de Vienna, gra-
vada por Pteffer que se vende em casa do
Sr. Scbropp, commerciante na ruada Mon-
teraMadrid.
.4 tres leu*.*.
CHARADA EM PROSA.
I
Eu nao sei, minhas senhoras, se lerara as
cartas de Demoustier, o diccionario da fbu-
la, ou pelo menos so estudaratn a mytholo-
gia pelos cartes de Mr. de Joui, moinbro
da acailemia, e progenitor de espirituosas
bagatellas..
A mytbologia, sincerainente, fossil, e
vale hoje menos a pena sabe-la de cor, do
SBas nao appl.au le vai losa.neulo as boaw-
nagens.
Kra a Pallas.
Ali tem as taes loiau.suras to bai-
le ?... disso-mc uma senbora com um tora
de voz entro allirmaino e inlerrogador, dan-
do um mevimedto in lelinivel ao seu leque
que o o baton de mnrecital ih Frunce, que
se atira como o de Cond por cima da mu-
ra I has inimigas-
Acha ? -Ora diga-mo, qual deltas
prefore ?E' to dillicil a escolba !...fois
ha de escolher, que lhe mando cu.
Ouom sali, minha sentiora se ji est-o-
IhiT...Devora-.*... Diga, diga, qoal el-
las lE se ar-lesse Troya? confcm llw
quo nunca Uve geito algum para fazer de
Pars no seculo lezenOvo, entre uma polka e
umasalsa a dois tempos...Os liomens de
lettras sao os Pars do intuido elegante....
Pode ser, JJnias ha sempre um Vulcano
que como o pomo...da discordia. Eaa
geral, isso pouco Ihes i 111 porta, porque quem
analysa, nao sent. V. Exc, minha se-
nil ara, acaba de elevar os tolos i dictadura
de sentimento...Nao sei, mas urda Ja
o que afirmo...Que os Vulcaoos sao Wh
zes?...Nio, que os lemeos de lettras-
apaixonam-se pela arte, apenas mam na
mulhor as pliantasias da sua imaginacio.
Se eu fossj} mulber, quizera ser amada as-
sim I
A seuhora parou, para lancar UmidliaS)
to um oltiar a umi especie de noneco e
Nuremberg, mais bem vestido e pantanas d*
cripta dos rabes, e o neskhi que a escrip-
ta do rabe e do turco, do persa, do ma-
lao, ote.
J *
mais lhe convem alojar-so.
Um jornal europou publicou alguns apon-
taraentos para tambem servirern de guia aos
quo possuir firmes e immutaveis sobre a qUe UIU manoquiin Je caliellenaro.
coupe d'um collete, os folhos d'ura vestido, j gu fu UIU niovimento para retirar-me.
e ondeado de urnas fitas azues ou crde,E||a susleve-me cora um gesto...
rosa, das rendas mas ou menos chistosas, I ^ qUai aellas entregaveo pomo ?A
que devora -fazer realcar a alvura de uns.pa|iaS) minha sonhora, e adivinbe qual dd-
bellos hombros, pdicamente decotados. ias t iSS9 m rotirando-me.
Ora, se me perraittein e sera offensa, vou! Croque nio adivtnhou, porque o aievi-
exphear u?) ponto fabuloso, e que apesar mente das polkas e masurkas barulhou-lke
dsso toca com as narragoes da historia. I as deas na caneca.
Venus, Pallas e Juno, deusas de primeira Sei, todava, que continuo a gostar dos
ordem, travaram-se de razes acerca da sua tolos.' E' prazer de seguir opiniio 1
belleza. Ellas, apesar de deusas, erara murares, porque segundo escreves) '
sempre mulheres e sabam que a formosu- deis seculos :
ra o mais omnipotente dos poderes hu-| kssols, depmit Adam, tont en
manos. ;
Escelheram a Prisura simples mortal I *
para ser o arbitro Veste grave-pleito, ca-'
paz de por era combusto o oo e a trra.
Pris entregou o ponto vuluvel o'seduc-
tora Venus, talvez para a consolar lo haver
lespojado um deus feio o grosseiro como
Vulcano, que forjava raios coin a mesuia
ancia febril com que os nossos homens d'es-
todo fabricara deputados, nos burgos poderes,____________________________
da ordem. -YP DO DLUUO SUA DUQUE DH CiM
Lees de .Me.xdi.sv\.
Diario llluttrHh]

i


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