Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12893


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Full Text
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ANKOXLIX. NUMERO 93 *^
PARA A CAPITAL B LUGABES OXDE HO SE PAGA POBTK.
Por tres mezes adiantados ......... 63000
Por seis ditos idein............. .' i .' in00
Porum wno dem ............."'.'., j$60
Cada numero avulso.........'.'......... Z2Q
Por trea mezes adianjados.
Por seis ditos dem. .
Por no?e ditos idem .-
Por uro anuo dem. .
24 DE ABK1L D 1873.
K FOBA VA PROVINCIA. ~

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20M50
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DE PEMA
PROPRIEDADE DE MANUEL FIGUEIROA DE FARI & FILHOS.
Os Srs.
Pereir. dUk, M,,w ; Augusto Comus d. SU., Ba mlobiki-Antonio Jos Cou,,uaVll. da !,; Semino dos a*. Bul*, em Santo Ano Domingos dos d, G*. Drag., e,n Ota*;
______________ A"l0ni0 lerr,,r* de A*u,Ir'em """ I Frn> Tavresd.Cosa, em Alagas, Alvo, c, na Bahia, e Leito, Corquinho di C. no Rio;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Acto* lo |,.li'i- moderador.
_ Quereudo in uiil'estar por actos de uiiolia impe-
i al Clemencia o urufmidj re.-p iti> e_ venera.)
ij consagro ao da do boje, ein que a gruja cele-
Ua a Sagrada Paixao a Morle de Nos*o Senior Je-
ss Cbrislo, Imj pnr b.Hii, osando di altriiiira
ni- coufure o art. IOI 8 da cou-tituicjio do
' .'i>.ti, perdoar as penis impostas ao.ros coos-^
;:->d;i rel.ico, que COOI e-te ba'.xa, a-si,id
i Dr. Manuel Ajoniu Duarle de 7.cvcd, do
cei-.'li i. ::i!iilr.i o secretario d u godos da justi/'a, que a i ... oxenla/.
-alacio dii Rio d>; Janeiro, c:n ti de abril de
' ''!, ni' di ui.le'ioudeueia c di' imperio.Com a
k irica de S. M. o Imperador. Sin noel Antonio
l< irte de Aseredo.
ministra, que em breve ser dotado o imperio, se-
rn brindadas as ledras pofRtguezas, serio estimu-
lados os tradicional sontisneiito! ei reos do nosso
Perii.iml.iieo. cornos aMudidos padres de primoro-
sa literatura e acrisolado patriotismo.
Osabiixoassifnid)s protestan! particularmente
a V. Ext. a sna alta carisideracan.
Dous guarde a V. Kxe. Sita das sesso33 da -
I ni i ido Norte. It de abril d.- 73> Illm. i Exm
sr. Dr. Henrfifoe Peieita de Lucen., dignissiaio
presidente da provincia-O presidente da -l'nio
do NorteDr. Aprfgio JusHniauo dn Silva (ni-
mvrius -0 seTctirio [lerpetuo. Jo'to Finnkliii da
sicftru Totora.
do
nexo ao contrato e a que se refere o art. 2"
dilo contrato.
I>eus guardia V. S.-lllm. Sr. I).-, ios Tibor-
en Pereira de Mafraltiles, digno director dis obras
publicas e fiscal desta companbia. Henni L-m,
itrente.-Conforme.O secretario, F. R-tdriiinu
da Silva.
Heparlicao das obras
i de abril di'
K
o de-
./m '/). fSp'l'd iot, i' '/ U Se Ttj
c/vO '''"''" d it i*
Cleineoiino Uanoei, condmnado- pelo jur\ de
'i i" iln', da |>ijvinci;i di Rio de Janeiro, em : i de
i^ j*to de 1819, a ual-'s perpetuas e a 30 das de
ri. ni eoin trabadlo, por chines de boucid > e
. i dias de prisao eoDl tiabalbo, por crimes de
li iciji) e uso i!,- arma deteta. Teudn cnlr.-.d,)
i ideii dPAriuai;."i > 0111 2ti de seleinliro do ules-
StUBO, Ioi d;pois removido para a casa, do de-
l< :'w de Xitberoby.
iraucisai Correa, escravo, eoudemnado pelo Iu-
i"} do Pira y. da iiiesini provincia, .tu t" de juliio
(i ft-j, a galea perpetuas por cutnnlicidade no
i i' d" liiiiiiieidio. Butrou na casa de corree-
ri ib curte para cuniprir a pena em nuveinbro
.. 1838.
\ubmio Joi do Nasritento, eondemnado pelo
jiirv di" Maeaht', d;i mc-snia provioeia. em i de
i'iro de lst>i. a li anuos de prisa, por eiii.'.e
d limiieidio. i la senlenca.
I rancisco Manuel Tiburdo, ciMclemnado polo
0 r\ da Barra Mansa, da me&iua provincia, em 7
i maio de 18(52, a li anuos de prisao rom Ira-
i .ii, por rrime de homicidio. Fui renietlido par
i .. casa de Correc.ao da corte e abi tem ('11111-
P lo grande p: re da pena.
loaquMU, iiiocaiiibii|iie, escravo, condetuuadifpe
ln jury da ConsiiiiiicM, da provincia de Paulo,
f 1. ii\ de Outubro de ISi. pena de moile, que
I! foi commiitada na de gales perpetuas por je-
t->de8deont Irt'odelii. Cu.neciii a cum-
esta p -n 1 lugo depois da rbmmuieo.
i.uiz, eseravo, eondeniaado pelo jurj de Qneluz,
d ', incsina proviaeia, em i d" oulubru de !>.''!,
i ;als perpetuas |>or crinie de boiuicidid. En-
11acauoiada caiiilal eui 5'de dezcnibro la-
i{ 'Ife auno.
J.iaipiim e Jos, monj.ilos, esevos, cundenuia-
1 pelo jury do Pomba, da provincia de Minas-
i ais, em 2 de maio de i(>, pena de uior-
< qiH Ibes fui cuuimulada ua de ^als perpetuas
decreto de 2H de fub i d. mesmo amiu. Em
i" i i tnez de setembru segjute entraram iia ca-
-1 de correc.ao di corte para cumprireiu a pena
ales.
'..ibriel Ramos ib Cunara, eoudemnado pelo ja-
i! i P.i', da mesilla provincia, em 30 de marco
ii ifWi. a gales pei'|ietnas por crime d bomici-
ili Foi pr60 no me/, ile jiinbo de 185'.
Silverio Correa Vaz. roudemnado pelo jury de
ii'ein. da mcsuia provincia, em 17 de abril
<1 18c'3, a 13 anuos, ti imv.es. e V dias de prisao,
(i teuiativa di crimo de homicidio. Cometou'a
prir a pena e.n 1(5 de japeirj de ISiil.
i i- Feroandes de sm/.a, eoudemnado pelo jury
le Minas do Rio das Cootas, da provincia da Ba-
ha, i'in 1.1 de maio cr i' de homicidio. Foi preso em o t" de Janeiro
I 1856.
Mara, It'iieJiTa, escrava. condeiiioada pelo ju
. mes.Tiq provioeb, co I" de dezembro de
ts-'l i prisao perpetua cun trbalo puf crinie
i nicidi'. Coin.'iuii a cutuprir a nana emJI
I I ze ii r i do dito aun .
anoel Antones Pimentel, eoodenuiado pelojuu
i liroito da anlga i'vara crime da capital da
m na provinei. o n 28 Je abril de 1870. a dous
i de prisa com trabalho e multa JeSOjO
'I i valor oxtravi.ido, por crime de peculato, Foi
,. poneo antes da scnleaca, e ate 22 de marco
l s i na i lia va couiecado a cuiiprir a pena por
se doeule iu hospital da caridade.
I-. iicl Adelalde de Siqueira lirauja,condemnada
pe j irj d 0Tricury. da provincia de Pvirnain-
h em !i de Julho de I8t0, a ti anuos com tra-
h I i. por cumplielJade no crime de homicidio.
l ;ou a cumprir a pena na dala da NQtenca,
i lo Luig da Silveira, coiidi'inuadu pelo jury de
batm it". n i provincia do Cear, em 7. de novem-
bt i de I*7. a li anuos de prisao por crime de
ti icidlo. C iiii'-cou a cumprir a peua na dala da
- Mea.
P,ilacjo do Rio de Jaueiro, em II de abril de
t -".:. -M'iiioel Antonio Duarle de Azeved).
4." see.o. -Palacio da presidencia de Pernani-
buco, em 17 de aliril de IS7.I.
Acenso a racepcii do silicio de ti di corrate
em que Vv. Ss. imelaram baver a sociedade liisto-
ricojiiteraVn-l'.'iiao do Norte, approvado urna
mo/ao-para que m si.ljcit.i~se desta presidencia a
hnpressa i das biographias e obras do vigario
Francisco Ferreira Brrelo e de frei Joaqun, do
Amor Divino Caneca.,
Em resp i t.i cabe-me dtzer nao, nesta data sub-
metto a deliberac.io daassembla legislativa pro-
vi'ir.iai, que cortamente nao draxar de tomar na
devida considera.-a i a patritica sulicilaca da mes-
illa sociedade, accreseenlanJi que desde i i n\o
contrato a mngessao de taes obras pela insalll -
eii'in-H da verba votada na lei do orcamento vi-
L'ente.
Norte.
j. eiendo manifestar por actos da m'iiha inipe-
iiui cleme.neia o profundo respcitose venera i ie consagre ao lia de boje, em que a igreja ce-
a Sagrada l'aixfue Morle de No-so Senboi
.!-.- Cliristo, hai por bem, usando da attribuieio
que ni" eonlere u art 101 s 8o da cuiisttuicao do
imefriu. conimiilar na pena de 12 annos com Ira-
I. ilbo a de gales perpnMas, a que foi condemnado
i. r> M .noel Antonio Fernandes pelo jury do ter-
iii lie Diamantina, da provincia de Minas Geraes,
(i eriine^Je homicidio ; levando-sc em eonta ao
0 mo reo o lempo aeeoiriilo da data em que co-
.i. el a cninjirir a s nhmea.
ii Dr Manuel Antonio Duarle de Azevedo, do
meo coiiselbo, ministro e secretario de ivtado dos
ii 'godos da j 11 -:. ij.i, assiiu o tenha entendido c fa-
i; i esecutar..
Pa acio do Rio de Janeiro, em II de abril de
1 < i. 32 da independencia c do imperio.C ni a
rubrica de s. M. o Imperador. mmoel Automo
Ihi ule de AzereiU).
HiaMtero Por decreto de II do corrente foram perdoi-
llepirtie'io das obras publicas, 5 de maio de
I87u.
N. 117.Illm. eKxm. Sr. -Em cuniprimento
oraein de V. Ese. laucada na oeli<-ao que ora de-
volv) de Antonio Gomes Netto, como procurador
da Recit Drainag.j inmpinv l.i.nite I-na qual
declara nao poder aceitar os terrenos olfereeidos
pela lllnn. cmara muuici ul para os ediljcios das
bombas d> esgoto nos bairros do Hecife e Roa-Vis-
ta, cabe-me informar o r-eguinte.
.Me par.'cein aeetaveis as razSes expendidas ni
peih'io junta, IMudani.'iilando os mdivos porque
leixa n> aceitar os lugares indicados. Qoantos
i-omlic/iis de s.T-.eii lancadas no mar. as materias
fecaes pido lado du porto e prximo Fortale/.a
do Bruta, ni r mcordo com a reinlirinca liavida
na conferencia a que allude o supplicantc, p ir ir
le encontr aos prfacfpfs da hvqieiie e salubridi-
de publica.
Entretanto, vista dV mbaraeo em que ssacb.i
o siipplicaite, iiHirmaple no bairro do Recife, de
adiar un terreno c1u ven ente colloca>.io das
bombas, de novo torno a lembmr a praca do coa-
fariz. ob igando-se a.cuuipantiii de esgoto a em-
bellesar i mesina praear Quanto. flrialniente, ao
IjK-al da Roa-Vista, acnio'o ponto indicado na'coji-
reroncia vpib.il,o qual deve llcar prximo ais
funlos (h casa em que reside o l)it Jos-1 dos
Alijos.
Deas guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira hocba,
vire-presidente da provincia -O engenheiro ebefe
Jos Tiburcjo Pereira de M gaikaes.Conforme,
Itepartir.V das obras publicas, 7 d julliu de
1870.
\. 1S2.Illm. e Exm. Sr.Em observancia ao
despacho de V. Ese. exarado na petriio de Anto-
uiu Gomes N'elto, cuino prucurader daHecife
Drainage Coinjiain -. dtzondo que lando a? presi-
dencia marcado o local da Roa-Visia, cuja mdem-
nisarao correra por cunta do supplicante. e alle-
gando q le oio justa e nem conforme com o con-
Iral), puis que o govorno se ubrigmi a fornecer os
terrenos oecessarios collocacao das ulnas, devo
informar a V. Exc. pn-, quanto a este tupie liau
exacto o que allega o rappticante, em. face do
art. i'l d i contrato, o qual di? que o governo con-
ceder gratuitamente ou por foro os terrenos que
p id t ciiice.ler na conformidade da lei ; e ifao fo-
rem precisos para o estabeleeiinento dos arma-
gens.
Ora, ii. sendo de marinha o indieado pelo go-
vern >, mas de propriedade particular, nao cabe ao
enverno fazer essa mdtomntaeXo, vista do citado
art. 31 dj contrato.-
Quanio ;i % parle do Io tpico, em que di/, ter
a propriedade de todo o materiaCda empreza de ser
devolvido ao governo, devo dizer anda a V. Exe.
que a allegacao" lo supplicantc verdadeira, ehmo
se evidencia pelo art. 33 do mesmo contrato En-
tretanto se justa 00 na i a despeza da indemnisa-
>,ao. V. Exc, comparando os arts. 31 e 33, podar
resolver coinojulgir inais conveniente.
Quanto ao 2 tpico, no qual a companbia pon-
dera sobre o esgoto das materias fecaes do bairro
do lecKe e julgar mais conveuiente aos sens inte-
resses que elle se faca ao lado do forte do Rrum e
eni frente do pbarol, tenbo a dizer que em ofllcio
le 5 de maio d.) corrente anno, eu j informe
acerca deste assumpto, mas como a companhla in-
siste sobre a conveniencia do despojo naqnellc lu-
gar, en chalilo a attenco de V. Exc. sobre este
ponto : lembrando que este assumpto j foi aqu
diselltide pelos jornaes quando se tratava de esla-
belecer a caiialsat^o das materias fecaes. Se
este uiellioramnnto que tem de pesar sobre os par-
ticulares Ioi adoptado depois de ventiladas ques-
toes, porque a hygiene publica,reclamou contra u
despejo feilo em diversos pontos do rio .Capihar-
be, cumo que a eompanhia insiste para que se
faca um despejo parcial no bairro do Recife em
frente d.i barra, sujeto ao lluxo e refluxo das aguas
do mar ?
_Se a eompanhia conseguir a preteneao vollar
-aqurlle bairro ;.u e=ladu actual, bavendo apenas
a denmca de que n despiijo nao se far em di-
erso pontos como at agora, mas em um s e em
frente da barra.
A' vista do que acabo de^spetosainente pon-
derar a V -txc, me jiareca acertado que los'se
ainda uuvida una commisso de hygiene sobre lio
importante materia; nao obstante,' V. Exc. resol-
ver como jnlgar mais acertado.
Oeus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. des-
embargadur Francisco de Assis Pereira Jlocha, vi-.
ee-presidanle da provincia.-0 engeubeiro chefe,
Jos Tiburtio Pereira de Magalhdes. Conforme. .
O secretario, Feliciano Rodrigues di Silca.
.1,
A ex-furriel de 3' bata! no de animara a pe
I!:,pe Jos de Sant'Ann.i. u rosto da pena de,
c.irrnho perpelun, que Ibe fofimposta por senlen-
;a do conseliio de guerra em I82.
Ao soldados : Tobas Correa de Agu ir, da
(iioviucia de Mioas-Geraes, Anjuuio Rusa da Silva,
doro de Oliveira, Hermenegildo Theodoro Jos dos
l'.eis e Francisco Pereira dos Santos do 5* batalho
de inlanlaria. o crime de desercao que commette-
ram. *
Ciuverno i!a provincia
tllui. e Exiil Sr.-A sociedade histrico litleraria
1 mao do Norte, cujos intuitos cifram-se priuci-
dnieale uas glorias^ isUuicas i literarias dePer-
rllm^piM, approv.i i uniii memo, para que respei-
i imonte so solicilasse de V. Exc. a impreso das
biograpuias e obras do vigario Francisco Ferreira
Harreto de fr-i Juaquim b. Amor Divino Caue-
m. segundo o trabalho eto pelo veneran lo com-
iiiendador A. i. de ello.
Oj abaixo assignads, levando ao onh cimenta
de v. EXC. o p;ariolico de#eji>daL'uo do Nor-
te, fbn da illustra;ao de V. tu.aio seu com- .
lu .un '/ a provincia, uue,)ae diguaru.onte ad- ,dar. ao. H\U*alhw !<.'. examinai o desenlio n. 2, an
Escriptoriu da compan ia Recife Drainage, em
Pernaubuco, 28 de marco de 1873.
N. o E. F.Illm. Sr.-Tenho de aecusar a re-
ccjx;io de um oflicio do Sr. Dr. inspector da sade
do porto dirigido a S. Exc. o presidente, datado de
13 do corrente e por S. Exc mandado V. S.
para informar, ouvindo-me ; e teado ou lido com
multo cuidado o tal ofllcio, apenas offereco as se-
guinles observauoe:
Sendo eu e V. 8. eugenheiros, -me desnecessa-
rio fazer mais do que apuntar os dous erroe de
physkra an queeahio o.Sr. Dr. inspector" da sau-
di'.a sebe : I em suppor qu a pressio d'agiia
e.m um cano osla le pendente do tamanho do re-
sorvtorio que o sii|.|u e, o 2" em pensar que a ex-
teosao em (pie o ai' cumprinido uas bolas de
nossos apparelhos esta dependente da sua pressao
esttica. 0 Sr. Dr. inspector da sade enganpu-
se em suppor: qiwa iatelligeucia do art. ti do
contrato, era dse collocar um deposito paraa^uia
til cada cwa, fiemo peder ver i li car so se ^uicer
1873." ~ l"**K!fr*
Rim. e Exm. Sr.-Em cuaipriinento ao despa-
cho de V. Exc, lanea-lo no oflicio do Sr. inspector
da sade do porto, para qu> infurme sobre os pon-
tos de que e*-\a trata em seu olhr.io, ouvindu a rs-
pede o gerente da eompanhiaRecife Drainage,
pama expender o s?guinle : *
0 Sr. inspector da s^ile di porto np intuito de
provar, que a collocaijo dos apparePas delitrinas
e a manara imperfeita porque funccionain. si
oulros lautos fucos de infere o inamoviveis. iaz
diversas coiisiderai-^cs, que p;issarei a apreciar:
Com procieiicia, o Sr. inspector da sade ds-
eme, nao s o apparelho, como as causas pbysi-
cas que concorreyi para o apparelho funecionar ;
depois entrando no apreciaeo da distribuicio do
eneanamento, por um grande mime, o de appare-
lhos, segundo a sua altura e distancia dos reser-
va) urios. ebega- oonclu-fio que elles nao nnecio
uam regulannente, por pie a pressitj dagua n.io
a inesina em todos os pontos. Concordo que a
prsalo nao soja a BMuM em todos os apparelbos;
purein a ajina que o apparelho au'.nm.itico sM tan-
ca, se niu for suilicieute de um s jacto, poden
entretanto ser repetida* os jacios dagua tantas ve
zes quautas se quizer. BBM pr.icesso certamente
eufauonho e exige muito cuidado das pessoas que
se servem dos apparelhos ; e por essa ra/.o elles
nao funecionam regularmente enem satisfa em per
leilania.ite as exigencias 4o servco, debaixo di!
poni de vista de lavageni e asseio.'
Entretanto, se s vezes se observa no apparelho
alguma parte solida das materias fecaes s .brea
darapi o l. onde repetidos jictos.esta parte
solida-sendo assim lavada,n poleser assim con-
siderada um fuci>,de ufeneo.
PoJi-se dizer que um apparel 0 funi'ciuna re-
gularnuTite, se elle tem agua sufficont.', nao s
para lavaras materias fecaes. como pan consTvar
Si.Tiipre agua nosypho. aliui de torna I. iuo loro No
caso rlente, nao eetao os apparelhos dos 2." e
3.u' andaros.
A perleita limpeza de um apparelho depende
fsenciabm'ntc dn cuiJado i|ue delle se tem, visto
como nao possivel exigir-su de mu a;q>arelho an-
t mi.itico essa perfeicio que o Sr. inspector da sa-
de tanto recoinmenda.
Se oSr. inspector ta\a present-nnenle a maneira.
ponpie os apparelhos fmicciunam, de mu loco de
infeoeaa, ti porque na* itpetJdB Invagens, o ap-
pareliio d'ixa sobrenadar algnma parte olida das
materias fecaes; o que diria ontiora quando nos
quintaos os depsitos exposlos ao calor e a hmida-
de, exbalavam postilemos miasmas f
tHasMo aos api>ai-rtMKrs dos f e andaras,
diz oSr. inspector, nem sempreteenragiia e qiun-*
do ap[,arwe. com milito peipieua funja.
Nesie sentido j.i oiciei em de Janeiro do cor-
rente anno compan'iia, exigindo um novo depo-
sito no bairro de Santo Antonio, eujo reseiv.itorio
licasse em altura tal, que supprUse agua a lodos
os sobrados de 2." e 3." andares.
Apesar do reservatoro estar urna altura maitn
superior aos apparelhos mais elevados, eemtudo a
perda da carga d"agua, '-originada pelas grandes
suhdivisoes do eneanamento, pelo titirito abi des-
envolvido em su.rs paredes tal, que nem sempre
suppre esses apparel ns.
Quanto ao tpico em que o Sr. inspector diz.
que me devein sobrar cunbecimentos de pbysica
para saber que a agua impellida em um tubo de
bata) |iara cim i, encontr i olistacnlo' no ^c\\ peso,
ote,e que havondo um s tubo d'agua para cada
casa, quando um ou d ios apparelhos esliverem
era uso. a agua de maneira algunii euegar ao 3."
andar ; levo responder o segninle :
Quanto primeira parte, sabido! que 0 obsta
tapidos; sem ter mandado examinar e verilicar
a nanireza d. entupinento.
O vitre que indica o Sr. inspector da san le.
de collocar em cada casa um reservaforio que con-
ten lia agu precisa para levar imaieJialamen'e as
inalenas fecaes, acho sem fundamento, porque
nao iraenclie o lim que elle suim'ie, como cima
leiutfla^vi.
prece, qiio^aJHReiis que se devem por em
prafwta, para que 's apparelhos funerionem me-
Hwr, uepeiiilem : l.-" do assei i e cuidado das pes-
soas encirr.-gadas deste servio em cada casa :
f-*d^in:,">r abundancia dagua para os atipare-
mos d)s sotados de ilous o mais andares. s
San ora novo reservattirio ua fregueza de San-
to Antonio em altura ciuvoniente, Bao podero os
bairros de Sanio Antonio e S Jos ser bem snii-
pneos d'agua, visto como o ix>servatorio do barn
de >. tas nai pode alimentar lio grande mine-
ro de apparelhos, altendeiidose granJe divisao
Hoseu respetivo eneanamento.
Einqiianto a eompanhia n.lo construir um novu
r- senatorio do bairro de Santo Antonio, o sup-
primento d'agua aiiualmnn'e eirt ambos os bairros
nao preencliera os lius exigidos, e p.)r essa ra-
zio que os a marellws dos 2.' e 5.v andares nao
lunccnn un segularmente. "li q
Terminando, aprovefo a nfipiirtnMdtide para
declarar ao 8r. Inspector iki saiiddi4'porto que o
p -queno residuo que fica nos appareiltos; posto-
que lavados, nao pode ser considerado cmo foco
de infeec.io, se se comparar com a grande ouan>
ti.lade de materias fecaes do bairro doRecif-, as
quacs sao laucadas nn lu ~ar do poco, pniximo
fortaleza do Bru, dentro da barra e em contacto
tminediato cim ns navios surtos no mesmo [Mirlo.
Essas inaSBrfM abi laucadas esto suieitas aotln-
xoe reiluxo das ai/as domar, e ora sao lauca-
das sobre o sthmo He Olinda, ora sao levadas para
dentro ou fora do porto.
Devo, c ilrelanio expr a V. Exc. que me oppnz
3ue a eompanhia ah lancasse as materias fecaes
o bai
Cao deste< artigas, por n.o existir laltez na pu-
blie.ieo de um jornal tentativa directa e |xir fle-
los para destruir a constitu';of ou para alterar a
ordem da suceassio, ou para privar o imperador
de sitas atlribui.es consttucionaes; e concine
dahi que se nao podera instaurar processo. Mas
a e-ta cuarclada responde u art. !H) victoriosa-
mente : Di/, elle :
amento de im campo (dftrrii-.-Mto kVi-
forl.
Kst fiialiiHiilr leiuiiii.i.tr/ o iinilciite re-
lativo cvpul^iio do prncipe \a|Kbo 4.
territorio (roisoai.
O governo nao a Hierio > < wh Iiis> tm
prisa-
metade do lempo.
O cdigo criminal fui tao previdente. (jue at
ac.iuieloit a hypothesc do se proeder nesse pro-
nosiii) por meiu de escripias nao mpressos e p ir
discursos proferidos em reaniSes publicas,
Sr. presiente, um jornal que prega furnia
bairro do Recife, como ver V. Exc. lo ofllcio
junio por copia, piando ella qui/. fazr senHIi.-in-
le atteraoia, a|/.ir de ser favoravehnente infor-
mada pela lllni. cmara municipal e pelo mesmo
Sr. inspector di sa le do paito.
' umprindo ainda n despacho de V. Exc.. ouvi
o Reante, aula resposta lamben junto por copia.
Dous guarde a V. Exc. -Iihn. e Exm. Sr. coin-
mendadiu- Heurfque Pereira de l^feena, digno
presidente da p:ovincia. -D engeabeir.i fiscal, Jos
Tthutr.,0 Pereira de MayaUde*.
INTERIOR.
II DE .1 V\l lito
I n: vbuii. ni: 1873 (
Doulrim fons'itncional.
l'uj dos escribaues dtliefihiii agitando anda
a i-i i.nji'i iiiieuie i|ueso de piare republicua,
pUCllr?u C n no o.\tem-i artigo 01141 .-iconipanhj-
meiHo obriea.li. 'de c jusiilracc-s sem analoga,
demonstrar que os Srs. visccl; de Nictber.iliy.
110 .enad.. a ministro da jiislien, na cmara
trtiporaria, su-teutaraui que face dos nossos
precoitos cuastitueionaes o de nossa legislaeio cri-
minal, era delicio a existen -ia de um poriodieo
ipie lratas.se nui s de r.rubalcr as vanlageus
derivadas da carta fun l.im m'al do [iaiz, como
tambera de mostrar a necessidade de ser ella
substituida por utra uns eniseaunea c.m o ten
mudo de ver.
Accsnta'depois a Rejorma a ciroamslancia de
ter seiiielhante doutriua adiado guarida nos 011-
selhos da c.iioa. conseqnencia esta que ple de-
duzir das palav.as de S. Ese. 0 Sr.. ministro da
jiis'.a na sessSo da cunara celebrada a 1 du me/,
que hujejin.li; eiliiii infere o dever que loe cor-
ra de copfutar o|iniio que, cerUiineiltO ua > foi
emiMida, |i.'lo .modo Ascirnado que a Reforma
deuunc ou: i> .and i-a, para cliegar a seus lins >lo
cortejo de ricociiiios uiodolad ia tod u polos prin-
cipios da lgica, que ex-iliean cabalmente e de-
culo que a agua encentra, sendo iiupol ida en, um *"* nu'( "* l-' '";l" ^i'i.ean. caoa.u em, e ue-
tubo Se baiw- para cima funecio da maior 0:1 feg r,!" l^t if U., i \%
a perda da carga, em vrtnde do attrito abi deseo
volvido ; quanto, porm, segunda parte, ver
dade'que nao consent que companhia conti-
niasse a collocar um ramal de eneanamento de
chambo para cada an lar de sobrad, porque n;\o
sobravindO desta serie de encanamentos vantagein
alguma, trazia, entretanto, nui augmento d* des-
peza para o proprietarin, que, cm lugar de ter um
s eneanamento para todo o predio, via-se obrga-
do a pagar tantos raniaes de eneanamento. ipian-
los fossetn os andares de seu predio.
Supponio um sobrado de 3 andares, leudo por-
lauto i apnarelhos e ara s eneanamento, e que
em 12 segundos cada apparelho recebe agua sull-
ciente, v-se claramente que em 18 segundos, um
s eneanamento alimenta a todos; suppondo mais
que todos ells sao ulilisados ao mesmo lempo,
hypolhese osla a mais desfavoravel possivel; re-
sulta
ta que dentro de 48 segn los sao todos suppri-
dos d'agua ; ora, sendo naturalmente o lempo que
se pode gastar em ervir-se de qualquer appare-
lhomuilo superior ao deste supprmento, nao ha
razio para se reclamar um novo cncauamnto, a
nao se querer sobrecarregar o proprietarin com
tal 11-ins, me s vem em favor da eompanhia, pela
venda de 730 res cadajialmo de cano de chumbo
Creio ter dado a ra'lo fundamental, que tiie ie-
vou a,impedir a collocacao do ulu ramal de enea-
namento para cada andar.
A comparacao do Sr. inspector mo tem applica-
cio ao raso em queslao, porque no eneanamento da
eompanhia de Reheribe a peona d'agua corre cons-
"tantemente, ao passo que o supprmento d'agua
nos reguladoros dos apparelhos automticos s se
effecta quando se faz uso dos mesmos appare-
lhos : aqu o suppriment i faz-se por maiores ou
menores intervallos, segundo as necessidades do
servico, eniquanlo que all o supprimento cons-
tante.
Assim, pois, o jacto que se obteria. no eneana-
mento da eompanhia de Beberbe,' nao o mesmo
que seda no encmenlo da eompanhia-Recife
Drainage -, porque n'um o supprimento cons-
tante e no outro por iptervallos.
0 Sr. inspector da sade labora .n'um engao
acerca do principio denaysica, que estabeleceu;
suppondo que a pr- ssao dagua em um eneanamen-
to dependo do grande volumedagua do reservatoro
e nao da altara cm que est elle enllocado, apezar
de ser esse principio de pbysica ni i centezinho e
do engenheiro da comp nbia o ter praticameute
provado, anda assim o Sr. inspector insiste na
necessidade de pequeos deposites 'para cada ap-
parelho, por suppor que assim obtna ama quanli-
dade d'agua maior, e por conseguate maior a sita
for.a para conseguir lavar completamente o ap-
parelho. ,
V.' um engao manifest; porque desta sorte
todos os apparelhos, sobmettidos punca pressao,
em vrtnde da altara de cada deposito, ficam su-
jetos a terem pouca agua e em condirdes idnti-
cas dos apparelhns que esliii nos .* i 3. andares.
Quanto aos eotupimentos. que constantemento
se observara us apparelhos, sao proveniente.- de
c.rpn.- estranhos alii de|i.>stadu6, por negligencia
das pessoas encarrepdas dessa servico.
Nao soi qual ov'fandamonto qae tora o Sr. ins-
peclor para atlinuar que ha appnrelhos gue sao
entupidos com coraos de uaUreza dirtrsa as ma-
teria fecaes, ponnie ha outros dos quaos, nao se
lendo-feita^at-uso, e.tao putridinosos e algaas ca-
da existencia de um orgia republicano a pre-
gar doutriuas subversivas da ordem publica, a
minar iustituicjs, cuja preeminencia fun Ja-so
mais que tuJo na experiencia de cincuenta annos
de vida constitucional e no progresso da nacAo
durante um oapaoo incontestavelineato limitado
na existencia de aualquer povo.
Tcndo gerfida de molde R'f-rma o discurso
do Ilustrado Sr. conselhciro Duarle de Azevedo,
aCoitajpo l'oigualmente como podra do toque para
provar o acert.dos |iarecres nelle emitidos.
exaromos de parte a apreciaeo, impregnada
de fi'l. que a respeilo do honra lo Sr. visconde de
Kictboroh) faz o orgo democrtico, porque ahnal
os sarecleres polticos de boa tempera nunca esli
acabarlos 4ai abalar o que de hmulo est amado nos do-
minios Ja cunsciencia.
Alm de que o paz inteiro conhece e aprecia o
mrito, os servico?, o a dedica-ao do nobre viscon-
de le Nictherohy.
Est> ou aquelle echo que dstoe da eonvicrao
gencralisada, em nada prejudica, em nada com-
IB-omette una reputaran adquirida e j bem con:
solidada.
Pass.iromos ques'iio suscitada, c para Ilumi-
na la vem a proposito reprodu/.r a ion o quena
amara temperara diss o Sr. conselboiro Duarle
de Azevedo minisiro da justiea :
Sr presidente, o gverno nenlium recelo liuha
das manifestacoes que fazaso jornal republicano :
esse jornal existe ha muitos annos e poda dartes-
leinunlio da que nunca solfeen por parle do go-
verno a menor hosiildade. (Muitos apoiados).
E pergunlarei aos hohres depulados: nao
haveria em nossa legislaeio alguma base para
reprimir a publir-acao de um jornal republicano
entre nos ? (Mnitos apoiad'is.) -
O Sr. Florene o de Abreu. -- Entendo que
nao ha.
( C Sr. Ministro da- Justiea ; Eu nioslrarei
que h 1, e que se honvesse boa vonlade, ou qiral-
quer vontade de hostlisar a folha republicana, o
governo acharia meios sulfleientes na lei para im-
fiedir a sna publicara 1. contendo pelas formas da
ustea os oposicionistas radicaes do nosso re-
gimen |MjltlCO.
O Sr. Silreira Martins : Este meio tem pro-
vado mal em outros paizes.
0 Sr. Minisiro di Justiea: Esta nao a
questao ; a queslao saber, se o governo em algum
tempo manifestou o desejo de reprimir a pro, a-
fanda do jornal republicano, e se poda ou nao
ize-lo.
t Os arts. 80 e 87 do cdigo criminal diceni o
seguinle :
Arl. 80. Tentar directamente e por factus
destruir a constituico poltica do ni|ierio, ou a
forma do governo estabeiecida.
f Penas de prisao com trabalho por 3 a 15
annos.
Art 87. Tentar directamente e o por factos
di>r:.ion-,ir 1 emperador, privado em todo ou em
parte do sua autoridado constilucional, ou alterar
a ardi-m legitima da iMWIP(WtO.
Penas de prisao com trabalho por 5 a lo
aBnos.
t O Sr. Florencio de Abreu : Nao tem ap-
pweacao. ,
t O Sr.' Ministro da Jiutica : Diz o nobre Re-
putado que cao tem appticaco ao caso a dsposi-
republicana, que procura laxar pru>elytus, que
estabelece a propaganda, nao provoca directa-
mente por papis impres-os pie se distribnem
por mais de 13 pessoas a alleracio da forma de
governo ctabeleci la no imperio f
0 Sr. Florencio de Abren : A Rni'ilin nao
provorou por lacios nem directamente.
0 Sr. Mhiistra da Jttsliea Mas promovia
pnr i npressos essa provocado : tal a Irtpottiese
do art. (10. .
Nao s isto. Sabc-se que o jornal rejiubli-
cano nao pidia viver |iorsuasassigiialur.is smen-
le, e enipregava os nieios possiveis para augmen-
tar o numero ieasas assignataras.
t |,jr isso aununciou at o lira di sua vida, e
nao se se aununcia hoje nos boletins que piWica,
a euiissn de rifa-.
O nobre deputadi sabe qae a le dn 18 de w-
lenbro de 1800prohibe as literias e rfis de qual-
quer uiturez.i.
O Sr. Flnreiirio de Abivn.:Nio er.im rifas,
aqnillo er.rn pneniios a >s assi.^iniites.
O Sr. Mhi'itriid 1 Juttira :Mis eram pre-
mios estabelecidos pela sorb;. Ve;a agora o nobre
deputido se tem razo no seu aparte, a vista do
art. f da lei de 18 de setombro de 1860.
t Ah se di/. Fica pro ibilas as loteriai e
rifas de qualquer especie, nao aitorisadas par le,
ainda quando cuiram aunexas a ipial pier oulra
aulorisada
E no I" declara : Ser reputada lotera
od rifa a vend le heos, merca lirias un objeel w
de qualquer natureza, pie se promet:r ou cnH-
tuar por mein de sorte; toda e qualquer operacan
em que bonver OrOliessa Je premio ou de beneft-
cio depenilenle le sorte,
Vbxft : -Nao ha ver agora ajiplicaro *
II Sr. FhrfKCio de Abren Anda na i ha.
(Hilaridade prolongada).
t) Sr, Ministro dn Juitir.a : Note mi ubre di-
putado a generalidade da ds|iosco da le: i rifa
ludir e iiniilifiier opei'onio em que fcOMVer prom'ssa
de /i.voc'o ok beneficio pir mem de torre.
Admitiir asignaturas com corla |uiiniera;i..
eornfspoitdentr dos bilbetes da lotera iulorsa-
la, e esfabel cer premios para numero dos as-
signantes correspondente ao da |..i.>.i:i pan .' uma
rila, pie est i cumpeeacudida na ultima parte de
artigo citado ? (Muitos apoiados.1 Negar isto
negar;| evidencia. (Maltas anotados).
Epergunlaremos agora : a n'encio bem paten-
te da Repblica, seria ou nao tentar directainenti
destruir a constituir 1 poltica do imperio, ou a
firma de governo estabeiecida ; ou, quando nada
disto c nivenba admltir a Re/orin '. nao entrarla
IMIS clculos da R-pablicn, provocar os ctinMS es-
pecificados nos arts. 8 i 87 do cdigo criminal.
Uto aquelles mesmos cima indigttraoS?
Para a re-qn.-ta cederemos a palacra a. Sr. Q
I! rayuva. unidos ostensivos cacles republicanos,
qu?. do eseiipiorio da Repblica arengou ao poro
aos sous da M'irvlhe: 1
Que aquella pacifica denionstraco du rogo si-
jo tinhi por flm celebrar um fasto da hnmamda-
de, ama nobree gran le ravolucJe effei-tuada asm
elTusio desaiune. ecpm honra para tod'isosaclo-
ri:s desse dra na iilu-ire.
Que a nobre altitade lo povo hespanh >l, e a
ahug:i;itj e honradez de que dera prova o ex-so-
lierano desse bello paiz, ernm a>tt( dn que nni'i
lien >. porque eram hm wawto,
Que a victoria do principio democrtico as
sociedades modernas dependa mais que ludo da
illustr.-i'.-i o da voniade tonerana do povo, nica
Ibnte do poder legitimo.
Que a moderarn na conduela e a fe aes
principio; eram as armas invenciveis que mais ce-
d 1 ou m lis lar le Iriunialiavain d is maiores obsti-
cn'os.
Que o.espirilo d obediencia legal era a pri-
111'ira Tpialilade dn cidido de um paiz repiibiiea-
o, e que/azi t votos para que inspirandi-se ni ecemplo di mpitnkm, rliegis-
sem tnmbem nC mesmn resnlt id) fd Me*M es>
ntiiili',
Percuntarein >s ainda :
Rem averiguadas as tenlayes sinistras da J|e-
publita, poda ou nao o governo reprimir os cv-
cessos de meia duza de hoincns, que talvez so
p ir espirito de excentricidade, se inllulam rapaba)-
canos ?
Que satisfaeam a esta nterrogacio os arts. 83,
87 e DO do nosso cdigo criminal, cujas dispoi-
coes, a menos que o nao cont, le a R'focma, de-
vein ser por lodos cumprdas e re.-|)etadas.
Cullncada a questao ueste |>, desfazem-se as
li is de aranha que tanto iinpressionam o orgo
democrtico.
Os factos le 27 e 28 de fevereiro veram por a
limpo as sombras preteni;es dos republeanos da
da ra do Ouvidor, qne, entretanto, encontra-
ran! sempre da parle do governo a mais pron-
unciada tolerancia, .tolerancia que elo|uente-
nionte declaruii o Sr. conselhciro Duarle de Aze-
vedo, dervar-se da conviccAo em que est o povo
Jirasileiro da excedencia das instiluicoes que pos-
sue.
Ponderon mais 5. Exc, com suas palavras
terminaremos este artigo : a qualquer acto, po-
rm, contra a vontade qu as unnime da eneja*,
um atliTitado soberaniabiacional, civisaeao do
scalo, a felicidade da patria.
(DaiVrtC'o).
DIARIO DE PEBWAWBUCO
UQFE, 2i DE ABRIL DE 1873.
.^oticiasi la Kiiropn e da %mc
rica do Vtrtt*.
lliiloni ao meio dia o telegraplio annuu-
ciou que demandava barra do Recife o
paquete francez Yule de Hio Janeiro, da
ltnlia do Havre Santos. S depois de 3
1|2 horas da tarde, porm, poude elle dar
a malla.
As datas de que esse vapor foi portador,
a 8 do corrente, alcaii;avarn por na de
Lisboa, (.'onde elle sabio 11'esse dia.
Eis o que podemos colher.
KIUNf;.\.
Trala-se de combinar uro projeeto desen-
volvido para as fortifica.'oos que deveiu pro-
teger as novas Tronteiras da Franca. Na
ultima reunio do cbnselho de guerra pre-
silidn pelo Sr. Thiers, tratou-se do cstabelo-
(I debate que prei-eden esta >.dci (..
milito acabir.-iilo.
< ministro .la.iu>tie,i, roiroub-iil,, m%.
Iresiieau qii-3 deletidra as 1 va> da i-oni
misso, siisteiitou que ii-iiliiiiu principio ti
nlia sido notadorw 11.1 expul-^u l<> pintan.-
por quanto os juinaes boiiap.11 lista* noo-
sa.-n de alliniiar que o irn|x>rn. <.n-Tvae-
seus lireilos, e otM lapoleao IV wr a er
imperador, oVaaote la li'-ria.in lo ti.i liesjaki.
Se o governo n.io usas*- I. *ii poder.
aiiroceiilMii n Sr. I Intuir, a iii^ioraim,
o piineipe iuiperial (ideiian. vollar a Fran
ca, e isso di.ra lugar a >erias dtosexdjjjj:
foi para bem do paiz qne o izom-mm proop-
deu deste modo; e |Mr rniiscqiwncu ni<>
pode .aceitar uma eeanaava,
Por oecasio do golpe de estado .1
" 1872, a ass nli|.-,i de etlto l ^ monte expulsa, mis s;iis in*inbrus fajajaj
acoss.d is e'in tti los e:n carnwgvia ed
lulares, conio gandes iriiniii.s.js. TU-,
>. se podio entilas d estes actos a >s> seos aw
tlmres, e em presenca lesta 1'MigaiiinM
dale, censurara-se o governo judoque di.
" fez para salvaguardar a ordem publica'
Isto nao toleravcl
U Sr. Diitaure. ministre la ju-4i<-a. qiast-
xou-setambem de estar to.lealo d^funecio-
Itartoa do mitigo rgimen, o hs* que toeeia
ver-so na impotencia le se li/.er obedooar.
e por ss.t apieseutou 11111 projeeto le Ir
determinando que nenlium inerubru da (a
india imperial podar d'aqtiiem dianio resi
dir em Franca, se:n aui vemo.
O projeeto de lei foi a linittid 1 leiietlido
a urna commissao especial.
r OSr. tirew foi reeleito pr-.i buile d-
assetnbh'*a nacional p>i J9i voto tontr.
SU I que leve o Sr. Bulfet. <> Sr. lirevv iu
sistio em que Uie iusu 010.1 a ueiuisao
Son li. aceite a domiiu i 1 do Sr. (revv, foi
eleito prestdenfc/i Si. Bnil 't pea :io sjajaj
aonlra 28Ja favor do Sr. artel.
- Di/, o //:;//"/ que um 111.-mitro d-
centro lireito \ai apresentar uma |>iopoa1.i
para que a assenibla antes da sua separa
,ao ros tl\a delinitivaineiib: a piesi |.i n
publica ou di inonan lu 1.
t governo fian<_/. liviu-u dio 27 it- alri
para a eleico siipplemeiil.il' de tleputado
BOS lugares \a," is ua assemltlea le Nersailk's
(I pioi-i'sxi do 111areel1.il Bi/aine I
eomecardepois la ompleta i'v.ieu.icod.-
territorio franco/ pelas focas prussiaias
Toqui at l., nao < posshel fa/e-io, pjrqin
poderia dar loug.is a serias t.oniplicaiiir-
qe.e coiivom previmr. E' p<>i.- iiiteirain.11
le destituido de fundamento o boato le qu.
j sena 1 loria o pioci'-S'. e que o puliera!
Ba/.aine lefia pOM e.n lilterda le.
Foi aborta 1 v'la re lacean do KeaSBfji
jornal do Pars, tuna -nitx 1 i|".o > destwiad..
a pagar as tttpeuai Ioi eaanriaa sjbjj ka<.
d sei enviados ex[Hisicn de \ ieuua d'Ae*
tria, subsidio que a assembb-a nacional .
recusou a conceder sob pretexto duque o*
"peranos em lugar do ireui li^trar-tie *
dilfeientes ramos la industria, ostaboiaciam
relacoes iuturiiaeiuuae, que luilian em 1
sultado os perniciosos e dissolveatos lins I
/ nlerihli 11.11111I.
Outros jornaes -eguirain > exemplo d-
Corsario, brindo subscriixi'ies ih> tem-
escriptorios.
No cnnsellio municipal de Taris apresen
tou-se una proposia de conrorrer comcn-
coonta mil francos : p r isso que Paris lean
o interesse de que os yus operarios conaer
sem ji sua siiperiorid.idc artstica, principal
causa do estado floresceHU' d.i|iilla grandr
cidade.
A assembli'a nacional rejeit-Hi por
i.'iH v tos contra !<><) a ord 10 do dia aooti-
vada sobro a proposta do Sr. Rouvier, eme
tinlia por lim a suppressao do retado eV
sitio, e em seguida approvou por t6 voHv*
contra lo uma emenda do Sr. deGmraeai.
apoiaila [telo bispo de Orleaos, em virtueV
da qual o parodio lo munici|iio que tiver
uma commissao de beneticeiM-ia ser de efe
reito admittido nessa commissao.
A asse nlili'.i nacional decidi por III
vot s contra 215 nao approvar a raemecaV.
do toinp 1 das ferias paschees a um anos, sa-
mo recamava o Sr. I.arochjaqiieUiu eacei
lou o proposta da commissao para das1
desde ti de abril at 19 de maio.
Resolved tamiieiii nomear a coiaMausaaV
permanente, e decidi que o primeira pro-
jeeto de lei que bavia de discutir depoia eV>
intervallo parlamentar, seria o peoject eV
lei relativo instruccao primaria.
0 3" conseilio Je guerra con lamnoii
o Sr. Flix Fvat peua de mjrte|por,
tumacia. pelo crime de eicitaco _
civil e de cumplicidade no fuzilamenfo
refeus, no lempo da revolu<;o da Ce
mmta.
IN Ficou tinalmente resolvido no dia SI eV
marco o casamento do princi|ie Artbur, tar-
ceiro lillio da ratilw da Inglaterra caen n
gran duqtieza Mara, filuado
xaudre.
Q principe Artbur nartiri para S.
burgo logo era seguida a> regreeso da ao-
LJ
-o


a%


**>

..'MJL
ambuco c_ Qu^ta feira 24 de Abril de 1873.
I.U!
peratri que acha-se tiesto momento narTtn- pe*;am",(; d*
"a- tro di lamnda, bae u
Lord EuiioltlfCSponlemlo aor. Maula,
lisie que as-kialsttqges dadas ao niintstroi
britanmeo eai llicw e os principios que re-
v gulam_ o mjlp ^ proceder do governo
nglez-, relativamente s corpomcoes religio-
sas, sao os mosimis q^ue foram submeAUJos
- ao parlamento e# fevoroiro de IOTV.
Lord Knlield;W|poivdeaJo no Se Deiiijon,
iisse que o gowno est anula em lean-
sAccae com diversas poleadas inleressxdus,
vetativamente o augmente de preijos ckt pas-
sagem do canal de Suaev. EinquaatQ au
se resol ve aL'iima causa, o renresentante in-
glez em (.JOStanhaopl receben lastruc-c/iesfederalista, que devia tomar o uome de -partido
,s aniea-
Vicnu.i, para so
UalM' pailaraeiUarnionlc delta qucsliii. |
Da urna Corrosjiondencia Je VieYa ijjw o voto,
a favor da reforma cleiloral cisleithana au pare-
ce que seja tiiumrjho hiuito dradouro para o cen
tralisuio ; -que esta victoria lo- partido alenme aca-
ba de provocar entre as nacionalidades slavas, ac-
tualmente desbaldada* dos cus dkeitos luuli-
cionaes mn moviginto que naturalmente termi-
nar por ama victoria. Compreheaderam que a
divisao qae tem liavidu entr ellas Mies ha sido
prejudicial, o procurara agrupar-so e unir-so con-
tra o germanismo.
Para esto fin lioirre ha pouce em Vicua un
congresso em que todas as iracoOes da grande ra-
ra lava tinliam os seas representantes, c nelle se
deviam lancar as bases wgaeii-as de una unmo

tos
intcrCsscs dossrbditos in-
para velar pe
glezes.
Lord-mnjor de Londres, deu no .lia
7 de Burgo un grande jauta* aos duzentos
mtrtjtrrs ilrrtnglativra, e do paiz'^le (laltes
arj'kjrd-mavor Je Dublin, oo lord preboste
de Kdinburgh, eeos ininistrus e menibros do
<.orpr> diplomtico.
O einbaixadar francs, conde dellarconrt,
estava sentado a -lado 5e Mr. ('ladstone, e
ioi o encarrregado, ua usencia do conde de
Beust, de responder no toast eito aos re-
presentantes das ilillerontes liantes estran-
geiras.
O Sr. Glndstoncfez um opeach em honra
las institRi;oes munieipaes da Inglaterra, o
qual nao deixou de fazer algunas alluse.es
as vicissitudes ministeriaes dos ltimos
dias.
O Inrd chanciller Mr. Lowe fez o elogio
do sysicm.i parlamentar, tal como pratica-
lo em Inglaterra.
scissa.
Desfile! Hein-se os boatos que- liuham cor-
rido de intervenffio da Franja em favor dos
ultramontanos.
O Sr. Merunllod fez um novo protesto em
que attiibue aos partidarios de Ruma as
0,090 absten coes que'h uve tu -ultima v .-
tari).
Lin Berne e em Soleare tem liavido agi-
tajtO, mas a attitu le enrgica da governo
tem obsta lo a qualnoer desordem.
Bnba-se espal hado entre os campone^s
do Jura, que o g.ivorno ia mandar fechar
as igrejas. lina declarayo ollrciosa da
parte do governo ilesfez estes boatos.
0 grande eonselho le Heme, depois
d >,u:na discussao que dur u desde s 8 llo-
ras da m.iiiha at s lOd.inoite, decidi
por 102 votos contra 15 approvar o procc-
di:i:-!iito .lo goveruo no confljeto dioee-
SHO.
DtXAMAROA
Termino;.! n ) lia 29 de mareo o proeesso
los socialistas0 dos che'esda luleniacional.
O tribunal con lemuon Po, grain mes-
,r>, en seis anos de trabalbos forrados ;
G d-il' a c?nc i afln >s, q Brn em quatrb aii*
tttti.
0 Fouthing dina.'n.irquez trata de
disentir u ni m 5iisage:n de d.jseontianea con-
iin o ministerio.
A mensagem ."vp-ji quoo desonvolvimtfn-
lo do i'tUfUhing &-o melbor uieio de forta-
-i i ln.'o ii.ioritl, e que 0 o'.ije.tivo do
governo dev.jria sor preparar urna solu<;5o
satisfactoria da questao lo Schleswig.
Ora,(;} minis'.eriono participa das ias la
niaioria do [olhething, e por consequencia,
i.ielue a ni Misagem, o dover deste expor
o re esta situara).
ITALIA
O santo padre est bastante doonte com
irt ij-'-i!. -i-i |.n .li rhwimaliini) aftadoji
asseguram, poretn, os mlicos que o estado
de sua antiilale uio .p-engoso, e reeoin-
RModarai-Ibo que se abstivesse por algum
.lempo le receptos publicas.
O represenanfo da Hussia, jauto la
Santa Sj visitOU o summo pontifico, manifes-
.tando-lhe que a imperatriz nao podera ir ao
Vaticano, n:i sua p:isstigem em Itoma ; mas
que cumpriria essu dever cfn outr viagem
jue ten-ionava a/er A Italia acompanhada
pelo Cr.r,
Os ornaos, italianos, tanto ministe-
riaes, coma da oppo.si<;o continan) sus-
tentando que a Italia leve desconfiar la
IVan;a, sobre ludo, desde que esta nacao
recupero a sua antig forra.
Os peridicos catbolicos pela sua parte
i.io oceultam a satisfa;o que Ibes prodnz
'i comporta ment do governo francez as
~uas relacees com o Tafteap).
A mmisso das oi'pjraces religio-
-a= UrmrQoa o sen relatorio, o qual con-
ten muitas modifcales ao projecto, mas
poucas rdteraeij'.'s importantes.
Pelo que rz rospeito s casas onde resi-
a s gen-es, o qtie fien* las respectivas
i'endas, dopois le dtJdazidos os encargos cs-
pirituaes e as pensoes, ser posto disposi-
jo da Santa Se para servir s lespesas que
Kesigea as suas rela;oes comas ordens oxis-
. lentes no estrangeiro.
a Osgeiac usotruiro urna parteo gosarao
-da parte.-IO convento que actualmente >. j-
. pam.
Quanto aos institutos estraiigeiros conti-
i:jarao a ser dirigidos pelos aetuaes admi-
nistradores, mas deverao convertir, no s-
paijo de dous asnos, os seus bens de raa em
futidos italianos, ov esliangeiros. hevero
jk>< mesmo esp*^) de lempo oonatituir-M
em novas bases, temi o mesmo lie), mas
t*nermando-se s leis italianas.
Al.Li:.MAMlA
i'or ordein lo re Ja Prussia, ioi suppn-
'ijido, at nova, ordem, o lugar de capella;>
;;ior do exercito.
A eaniara dos senhores adopiou em
rtaroeira leitura a gen-sralidade tfe ..todos os
-ojelos do le. tiatives s eleic/jets J. rectas
par; o leLiisuttii.
-+f Ikz 3 causas dternwoantes, que apressaiain a
^liojusioda coivti);o com aFrauga, ioi
tnna carta do general .Viautuitei 'jcripta ao
Imperador,; mas estaassercio e desuicutida
peia Gat< da Cvu,
Urna deciio reaanaa do gorno ailemo
r^couhec? aosalsacianos e loreaences, in-
d.isiy.e s mulberiM casadas con francezes, i
queopt le lb7iv odireito "de re;ebor ipdamtisa^oos.
pelas perda* solridae nos tor.'torios a^-<
idos. i1
As autriuades receheram ordeui d
juotarnii as roelama;.>e que se lizerem<
_ AtJTa*HrtJe;A.
uminud,.;ii ej-Be o gov^mu hmik-^ poi'cau-
ta Ja qusstip, do Banio de Deontu est'abeietiilo
em Pesio ; i rca5o'de- um banco.' n.wianal -iB
Pestfera dependente de eombinacio com o Mn-
W Jireito Ainda >c nao sabe qaaes (oram as rc-
solucilesque a i se taara u. m #.
RWSIA.
Dix o Invalido rasno q*it twrmiiar.'ini o* frepa-1
ralivus mililares' para a e.xpedijao contra o Khan
le Kaiv no Cancaso, o no distocto militar do
rurkestan. Ja chegaram tres columnas de tropas
a faz de I,'n'.l.irt.
Parece que na fronteira rus^a appareceram 40
mil khiavianos cstendendendo-sc at Oremlmrgo.
Os ltimos despachos de Odessa-dizem, p>Tin,
que ha alguma exageraeao nestas noticias.
THOUIA.
O dficit do ornamento do governo turco no
corrate xereieio, avahado em oito milhocs d
liliras tcrlinas.
Dizem deConstantiuopla nao ser verdide que o
grao-Visir exigitse do governo da Servia o paga-
uieiito le nenlinin tributo.
A cmara de Bueharust adopto o projecto de
lei para a ligaeio le caminhos le ferro da Bou
inania com os caminhos de ferro turco-, sendo o
ovcruo autorisadoj tratar ueste sentido com a
Turqua.
amsr <; \.
Un tolegrainina de Nova-York do i de abril,
diz que o vapor .itluntie rao entrar em Halilax
naufragara nos cjpolhos chamados Meagers-Headi.
Havia 1,038 pe soas a bordo ; salvaran! se apa-
na-i 300 Pereceram todas as nial eres e criamos.
O navio naufragou s 2 horas da manlia ; a noute
era escura, o navio.submergio-sc em poucos minu-
tos.
MKSI'A.N'IH.
Deste paiz eis o qu. um escreve o nosso corres-
pomlente de Lisboa em 8 do eorrente :
K' &nla vez mais deplor.ivel o e nha. cmhora sceiitoem quotidiaiiaueiite pelas bu
linas oiciaes os yriinos mais bril antes pros-
poridaile geral quo se aiHgura em o.m cania o
aos optimistas da siluagao.
Teve lugar no da 3 do correal! a pnnicirareu-
nio la coamiisso permanente da asseiubla so-
berana O debato foi iniciado poli Sr. Bomro
Orliz, discirsaiido acerca da Nituaio poltica e
da necessidade urgeate de ibler a ordein a todo
o transe.
Em seguida o marquez de Sardaal touioii a pa-
lavra e tratou la i|aestai das municipalidades, e
Jo pie coai ellas esta suv.ed.oi.to, jspecialuieuto
na provincia le Granada, mide urna columna e
voinntarin, percorremlo as p.)voac5s, dissolve
aipieilas corporaces s'ubstiiuimlo-as por outras
OOinp isUs de individuos, alguns dos quacs em
proeesso.
Fallan depois o Sr. Mompeon, considerauli li-
ficil a situadlo do goveruo, e occupanJo-se das
caixas do ultramar, di-so que havia mais de tres
mil expedientes deiilos por falla le faiuios ne-
cessahos para satisfuer as liquidables das he-
ra:n;.is losiudividiMs fallecidos as cobmias.
Segnio se-lhe o general lzjuierdi), fallandi la
situai;ao mil lar em geral e da qaesta.i d>S aiti-
Iheir sem espeeial, a jual lesejava ver resolvida
satisfactoriamente.
O Sr. Figueras nv-pou.leua este c a mais alguns
oradores, etiuiouie Jo governo, duenda pie o os-
udo da paiz era'muito mellnr do que sejnlga a.
que na sua opiuio a tilM^I er porque vai aliantada a reaci;io da orlem cm tUi
dos os espiritas.
Oci'upou-se dos sac difwh cjlorosiiiHtmtt! o proceder da d*puiw;i de
Barretn >, e exprimiuilo a conliaiuj.-i de |U! o
general Sdarde ana har i* pacificar aquella ca-
pital: garanti pie o governo havia de ser obe-
decido em Granada, como eiu toda a parte. Tra-
tando da piestao militar affinnou que o goverim
estava disposto a fazer cumplir a ordenanza ; -
sendo inteipellado sobre se applicaria a pena de
morte, base iu urna regosta evasiva, dizendo qaa
asintenlas srriam ronottidiWJW eonselho >ie m-
iilsiros, em conormiiale cjsn a le volada pela
assemblfia, para jue se nao execote uen una
senten^a le morte sem approvarao da governo Na
luestao los artilheiros espoz as dllcaldadcs ita'-'
tem liando e manifestou os desejos que o governo
tinha de encontrar urna sulu<;.o bvuravel e dignx
Fallou ainda da attitude das potencias e exprimi
a ronvicc/io de que o rec inheciinento da rep-
blica seria feito logo que as eonstitiiiutes vessem
exp estado o *eu voto.
Explicou finalmente como era natural a auai'
cha que se estava observando, consequencia da
transiccao rpida que houvera na situadlo aolili-
ca. Fez aproximacoes entre a situa.ao de Hes-
panha de lieje e a de Planea quando em 1830
cahiram os flourbons. isse. mais que as desor-
dens de agora, os ataques proprie-lade, a indis-
ciplina, da issa era menos do que se devera esperar. Pin-
tou tudo era 3e rosa e nao saTiio d'alii completa-
mente reaimailo s |uem u) quiz. Anezar de
tudo, a noite circulavameiu diversos gremios po-
lticos o beata de que ganhava terreno idea de
convocar a asamblea alio) de submetter sua
lpprovaj meilidas extraordinarias.
E'possivel que no va por diante esia e delles
mas o certo <|ue tonos <>s joruaes, nao 6 os con-
servadores, mas os fe leraes at petara com aueia
ao governo que saia da sua inercia, e que vendo
as cousas hi sua tri*l i e lescoas'oiadora reali Jade,
s'ja iiu! governo forte e faca seutir a sua aeci
para tornar rc^peitado o principio de autorida'de
ascarnei'.ido, a lei violada, a propriedade atacada,
para resiabelceer a disciplina, e com ella a ordem
e a liherdale.
Einquanto > governo io tomar resolucoes euer-
Reas, ho.dos joraaiss liespanliesisteitar.toIos
ria da Hespanba.
Este'myst'riu ft.HVjia muit i s circulS holWrw,
Alguns auqojui.. osles rumorea mystrrMs# 'ao
[i.'ii..i'Ml9 mi intervengo est raqatlra.
";n rsiV l1 lar siil > l^sarma 11 : kssfdvi.la o
hain de.ci;aJires de llarclou.i p..r oidem d
generi CoiUreras, a otHcialidade daquelle coreo
piftnCOQ um inaniestft em que diz que ao proce-
der assim, o dito, general faitou ao ait. I" da cir-
cular-^ i paitare la gofema dada-. Xadito, manifest p3roorrc-se a historia
il,i hitilli5oeMp<'ii,i0"i*e''s razoNs quo mostram
i arin(rariedade i'ealhada jH'fc) gatieral dmtreras.
Em umaTfiiiao qv iiveraui-os comniandan-
dos viihialarjosjib repubtiw Job- a piesMencta do
nrimi'iro loaid-, coiueordou-sB etn que os dito>
viiluutarios t'zesem oservico da-pra.ade Madrid,
moslraude-s1' todos dispostos a perseguir injanlos
part los J nsurgenBSK fornaeen dentro loa li-
mites liaqm Ha pfovmcw.
Eis em resumo a narrativa da insubordinado
'omiuetliila le It.'ii-.
As desrdfins eoniecarain n'urt caf e ab anre
seularem se lous odLaos para conter os soldados,
forara recebidos por estes aos gritos de njqrram
os tvrannos I --.
O comiiiandante correu tambem ao caf, en-
trando all de icwolver em punho. A vista do seu
chefe os saldado fugir.un, cntregando-se na ra
a toda n sorte de escndalos.
Dous das duraram os excessos da soldadesca
sendo o mais anmalo, do caso, qao, eomecado o
siiiuiuario dvpiellc acontecimento, foi suspenso
pone i depois Sfliu se saber por qu.
Foi atacada a fortaleza de Itostatrichj Geroni,
por urna partida carli-ia, sem que se taiba o nu-
inero dos insurgentes neui o.uoiue dos cabeoi-r
Ibas.
Em Biucelona foram ajiprehendidos algans cai-
xoes com csingardas, destinadas aos carlistas.
A faccTw uealas na for;a de mais de SO. ho-
meus, estove em Gabanes, a duas leguas le Villa-
fams, onde se achava una columna de oarabinei-
ros proiejiaido a cobranza Weontribuinie*
Exigi 32 paros de alporcaas e 8 medidas de
cevada, marc ando em segubla, levando prisio-
nciros o cabo e dous soldados. '
A junta republicana de Madrid dirigi urna cir-
cular s deiiiais junta provineiaes do partido re-
pu 11-..ii, declarando que nada tem que ver
com a forma.-ao lo chamado centro eloilorai.
Continalo os socialistas em algumis provincias
a repartir as propriedades, e cometiendo outros
excessos.
Por iuas que queiram icenltar gravissima a
situaeao da Hespanha, e, de certo a renuncia le
D. Ai'ui'leu, f a centelha que poz faga a umitas
ambicies !
GoiikU que D. Francisce/ le Bourbon, filho se-
gnn I o do iitl'oliz infante1). HMirique, est ferido
ua Catalunh/Vem resultado de unidos recoutros
que teve a partida carlista que pert.mce com as
tropas do rtx-rciiu.
Est resol vida, a nomeaco de B. Bernardo Gar-
ca para-mioistro ]e l!os|>anha na corte-de Lis-
boa, em substitu.'o de D. Angelo Fernaudez de
tos Hi')*.
I). liernarilo um um poltico -muito conhecido
em Lisboa.
Vai ser declarada em estado do sitio a provincia
la i/italun a em vista da insurreicao carlista. Ha
grande ilesespero contra os carlistas, sendo noces-
sario tomar procauc"ws para impedir que incen-
dassem as igrcjits o af.'iitassem contra os pailres.
Aquello estado foi pedido pele corporao republi-
cana.
D. Carlos estava no da 28 do prximo lindo mez
de marco, em Arcanqui-s, |ioviva;ao iimnediata
fronteira de. Frang.1, aonipanbado de alguns legi-
limistas francezes, e do iutitul.ulo brigaleiro Ibar-
rola.
Iteceia-S! um prximo levantainento na provin-
cia de_Alic:uite. E certo |ue se tralial a muito
em OiiUiwla, o pie frente dos carlistas vai
por-se (vcoronel Belda.
Km Sevilha, depois das festas da semana santa,
cuja p unoa nao Uim igual em toda m'l eatlioiico,
yeguese a conhecida feira, com as suas caracte-
rsticas ton radas c corridas de cavalkis.
No fia iWn eorrente mez a academia sevilhana
>ie boas letlras realisar um cou^urso potico de-
dicado a C rvanto-s
Na cidaJe de uy (Galizai ruina grande emula-
cao entre os partida/ios pela publicaba i bando
e pie Ihei dei noticia na minha pendltima.
E' esjierada urna porcao de annamonto e mu-
niges nara armar o corpa de-voluntarios republi-
canos de segaranca prolira. Em Pontevedra,
capital laqucila pnivineia, ha grande numero de
ri-licioiunl'is aafavpr de D. Carlos, vencenio-se a
desanima^) que existia em vista do ultimo feito
de armas'de Orense
Na Estremadura continaam a metter em prd|
cess-i os prmeip.ies agitadores. Foram dadas as
necessaras providencias para que os proprielarios
ltrm a usar dos terrenos qilij Ibes foram usurpa-
ov
/ Jlpa|lawi|lit!*to!'1Wi. esportaeiigaan
niinei.iilii embencficio da associacao Portiigueza
REVISTA D
Ministerio da marinlia.Em 31. de
maifo foi nomeado o contra-mestre da ofllcina de
niae ioas do arsenal de marinha de Pernambiico,
MauMl-Samfiges da Silva, parae lugar* uwsam
Eav S do corrmte foram transmitiidos ae
con-i'liio naval, para etuitlir pareocr, os oflieos di
preBideuead.' P.-niambueo na. l e 13, de 1 e 3
de fev.Trro, apresentanda a tabella e maiqia ot
gantsadqe pela capitana do porto, em virtude do
aviso do de dezembro ultimo, com relcelo
praticagem da barra eporto daquella provincia.
Hinlamei'io tiu Justina. -Foi espedido o
seguinte aaieo :
t .* seceo.-Ministerio dos negocios Jajus-
tija.-Rio de Janeiro.-cm i de abril de IHJ3. Em
resposta ao otti.-io do V. S. de 19 do mez prximo
fiado, -consultando Sobre a su competencia para
substituir, nos casos de falta ou iinpediuicuto, o
suppli-nies dos iuize substitutos, declaro a V. S.
que- applieavat- a substui5 a regra estabelecida para a dos supplentes dos
juizes munieipaes pelos vereadores, visto que a.
reforma judiciaria r.ao alterou nesta parte a legis-
lado anterior.Deus guaude a V. S. Manoel
Antonio Dttarte i'. Azeoedo.Sr. presidente di
cmara municipal da corle.
AssemMa provincial.-Hontcm func-
ciouou diu 23 similores deputa4ps.
Approvada a acta da sessao anterior, o Sr. I."
secretario leu o seguute expediente :
Um olllcio do secretario do gfcvcrno da provin-
cia, remetiendo copia das posturas da -amara mu-
nicipal do Kecifo, otticio e mais actos havidos
acerca do contrato feito com Antonio da Costa e
Si. A' cummsBa de legislaco.
Outro do mesmo,. comaiunicandi) que em aflata
de 21 do eorrente declarou o Ex ni. blspo diocesano
haver exigido inforraa parecer sobre o projecto n. 3o deste anno.-lntci-
rada.
Outro do mesmo, r.'metleudo copia de um otlt-
cio, no qual a cmara municipal Jesta cidade faz
sentir a uecessidade la coustrurcao fe urna ponte
|ue ligue o I a aro da Boa- 'asta ao de S. Jos.A'
11", exiealsando-se delles os rehanhot qu;oj inva
diam. Permanecen! forjas sullicientes para sus-
tentar a ordem e auxiliar as autoridades em tedi
o que ftr dcessarin.
Fonnou-se alm disto urna columna volante que
as ordena do teneate-corunel do t* batalhao de
Zamora, percorre as pjvcaecies de Morere e ou-
tras importantes. t
Em Cartagena foi proclamada a repblica do se-
guin'.e modo :
Os soldaJ<)8 e raarinheiros da fragata Atmaitza,
formados e commandados por um delles que leva-
va urna rica handeira encarnada, com franjas de
onro, na qual se lia :Repblica federal, ordem,
moralidade eju-tica-foram colloear-seem frente
do cassino republicano federal. O mesme fueran)
os da fragata Victoria, que na sua bandeira pe-
diam a feJjraro hespinhola.
Depois de muttos vivas no sitio designado, segHi-
ram at! praca de Merced, e d'alli reunidos com
os soldados e com o povo que desfraldava differen-
les bandeiras, entrararn na ra da Capitana fe-
ral, deffonte da qual pararam. Neste sitio en'uma
das janellas o Alcaide proclamou a republka e 41-
gumas pessoas importantes pronuneiaram discur-
sos, aconseiliando ordem. disciplina, respeito ao
governo constituido e obediencia ao ojie as novas
cortes decretaren!. Depois o povo dispersou-se na
melhiT ordem.
.j-~- sao
ns das um longo sudario de" atentados de t-ida a
qrdem da parte d'uns^ de entres, da p irte de
todos.
Os carlistas estao-se. tomando cala vez mais
s;'iguinarios. Temida a toi taleza de Eerga por
e|les, exectrtaram i',7 voluntarios hovonetada e a
golpe- de sabr 1 A Gaveta do da 6 pnblicou o
rotatorio cireanutaneiado acerca los ulmos acn
tejimentos de Berga, os quaes attnbuc trai;D do
commandante Moralez.
Em Sevilha, em Tarragona, em Barcellona, em
muitas terna tuportanios foi grande agitacao pro-
duzi.la jiola noticia daexecucaodos votantaris qu
defendum Berga.
Em muitas povoaeoes fecharam-se as igrejas,
com receio de que ossein atacadas, e as ch >ves
depositabas e em poder das antOYhlades.
Em Malaga e Cdiz continuavam as desordene;
Mutas habitantes ulgando-se mais seguros em
Marroeos (!!!) para emigraram. Em Cdiz a
miinicipalidade determin m que Ibsiem vendidas
ir leilio as alfaias qu? serviam na procitsio de
( orpus, e mandoa arr&ncar os quadros da Tirgein
que havia no toairro da VinS e qae cram raem>
rica d um terremoto que lli hour^rn.
A nclicia dapossibilidade c mesuro probabilida-
do urna iutervencao estrangeica desmengua
peba pa idicos.
ChegiTU-se j mesmo a dizer que estariam mutto
commissi. de orcamento provincial.
Ouira do mesmo. traiismiUindo copia do ofOcio
da cmara municipal desta cidade, no qual de-
clara haver concedido ao solicitador dos presos
pobres a gratilicacan de 600< annuaes.A' com-
missao de orcamento municipal.
Foi litio e approvado um parecer da conimisso
ie obras publicas, declarando que asado sido Ho-
rneada una eoiuuiisso ospecialinento encarrega-
da de examinar todos os negocios da companhia
Recite Draiuage, a ella deve ser comnieltido tam-
bein este
Foi em seguida approvado um requerimento 4o
Sr. lympio Marques, s.)licitando que se pe\i
presidencia da provincia copia das posturas snb-
mettidas sua approvacao pruvisoria no principio
do rorrente anno;
U Sr Olvvira toneoca, pela onlem. pe lo dis
pensa da oinwisso de fatonda eoii;aniento, e
sendo-llie concedida,, o Sr. presidenlo desiguou
para substitui-lo a Sr. Olympio Marques.
Passando-se nrdeni lo lia e continuando a 2.'
Jiseusso do .rojecto n. ->'t do anno passado, que
rofurma o ensiao primario, licou anda adiada por
i't < oras, a re luerimeuto do Sr. Tolentino de Oir-
val o
Subiettido 1' dscusso o projecto n. 23 doste
anno, pie autorisa o presidente da provincia a
reformar as reparti<.-oei provinciana, foram apre-
seitadas diversas enuiiJas, e de,ois de orarem so-
bre o art. i." e as emendas os Srs. Figueira,
Mt4lo Reg, Oliveira Fmceca e Ralis a Silva,
sendo a voiaco por p rtes, foram approvados os
5^ t., 2.*, 3., 4.", o.' e 0." com algumas emendas
e rejeitado o. 7..
Entrando em I.*dlscussu o art. 2., foram an-
da aprc''utad-i- diversas emendas e uai requori-
ineul') do Sr. QenM Pareute, fiedndo o adiamanto
dadiscusso Jo projecto al serem as emenuas
impreasas no jornal da casa, acerca do que oraram
03 Sr*. Vieira de Arauj > e Oliveira Fonceca, dei-
xando-se de votar por Rita de numero.
A ordem do da pira boje : continua cao da
antecedente, 2.* difcusso do projecto n. tf, el."
dos le n<. i3, li, 45 e 48 deste anno.
Kl*ira nadados votamos da fregueziada Boa-Vista, ten-
kta-ee recoibido urna 39 cdulas, qae com as 98
dos dias antecedentes, ptala o numero de 187.
Em seguid i desiguou o respe :tivo presidn'.o da
mesa parochial o lia de boje pelas 9 horas e meia
d is v)tant;s.
Taltcliouato.Por acto da presidencia, de
21 do crrente, e na confonnidado do decreta n.
4,608 de 5 de Janeiro de. 1171, foi notneao provi-
sorianienle paja ser/iros oficios de l. tabelio,
escrivo do crune, cvel, capellas e residuos, o al-
teres Agostiulio Ferreira'da Suva *zevel.>, eoino
se= v do edilal da respectiva secretaria, publicado
na sec;ao competente.
Qin-st;<( religiosa. Informau-nos, e
vai usa por conta do informante, que o Exm. Sr.
arcebispo metropolitam da Babia, em caria de 6
de mar.-o ultimo, dirigida ao Exm. bisp j desta h-
cese le Pernambuco, approvra o procedimeet)
deste iu questao epseopo ma.-onica, dizendo que
contisseni com elU arcebispo, que ettaria tempre
prompto para aujiliar o sen dilecio irmo.
Tambem nos remetterain a seguinte c-opia de
urna cuta do Exm. Sr. bispo de Mariana, sebee
o mesme assampto, copia ipie publicamos sofa
das as possiveis reservas.
Exm. e Rvm. Sr. bispo de Oiiuda. Recebi
urna sua de 13 de marcn prximo passado e een
ella dous exemplares da sua pastoral contra a
masonaria, o que muito e muito Ihe agradece.
i Tenho dianto le inim a copia de una que
o Sr. bispo do Para, escreveu a V. Exc. a 7 de fe-
vereiro deste anuo. Foigue muito de a ler, Elle
di* qu a:impaaha a V. Exc. com toda a sua al-
ma, e que assim que procede uui bispo catholi-
co, naproeedimenio para com a macoiiria : i.Ne-
me, uno-me iutoiramente ao dito senhnr na adhe
Em Barcelona contina a receiar-se pela ordem
publica. Querera a gran le riilade uiauufacturei-
ra apresenuc um arremedo do tnste drania da
coinmuaa de Pars ?
E-ti e outros acnt cimentas, teein o grande
contra de^nfraquecerem o j-overim, visto compro-
inrtlerem gravemente Figucias lepois da jornada
niealli/ec a penco.
Os republicanos fedsraes coavocarara unimea
thvg para pedir ao governo energa as reformas
econmicas e a destuicao das municipalidades de
origeiu niiinarcbica.
A Internacional couvocou outr< mpeting para
comiuemorar a.coaimuna de Pars.
Ostros eartazes convocam urna manifestad de.
mal eres, para peir a liberdade dos presos por
dt'lictos .;o:iit.uiis, uascadeias e presidios de Hes-
panha.
POUJUAL.
As noticias deste paiz, que depuw; daremos com
luiuuciosliLdt na carta do nosso distincto corre:-
pondeu; de Lisboa, sao as seguinles :
Fura prorogada a>esso das cortes por\ugutias
at o da 8 do corente, 'm que d'alli sabe o par
queto i.i dt HiAj de Janeiro: mas esperava.-se
qoe houvesst? aova proroga$ao.
A iiaprensa oceupava-se mais urna vez rom
a j to fallada questao da deseoberta de um Jbe
souro, primando um jornal do'Porto as suas as
se/t.'i'ie-, quanto ao ce.ebre tbesouro do palacio, daj
Qpeiuz.
As sessSea da cmara temporaria iaui sendo
amantauas as'nagoriacoes diplomticas para a rea- algum tanto agitadas, raas..essas; agjlao pouca
romo
alm a restanracao da mnnaivran
Em Londres iiouvaum mei!ng dos cwlistas
em que-pediratn'ctiuio inilhC-para aftbir *
guerriUias
Alguns'sargentos, cali ue e.- laaiira, iim raajor
donlaotaria e um'capitSb ift uarda civil, foram
destemadtip como unepelfo* de- conspirar a hrcr
do? carlistas.
Foi ae^euaa deniissaodo gneral Hidalgo, dei
capifito general na* -Cauarias.
. fi7ppoe-se que nao se verificar a raanifes!a-.|
a que haviam partid*
.. agitadoree,,levando dinbeiro,
*'.., etc. O b3m senso portuguez i, porm, .lo"
bando desses twatos adrede- levmtadoe, assim
cerno continua va rir-sa. ^'-supaostoa esfor-^a.
ao procediiueuto de V. Exc, mando expeiie
das roturaras, os mac.ins, qae dizem nao ter V.
Exc. poder para Unt.
.i Pois como | Se S. Joao ou Santo Audrcme
Jrdenasae iiucevitasse a sociedade de fulana ou
sicraui, 6,rdcnaudo-m'o com autoridad*; apostli-
ca, poderia en, sera peccadq, desolxadecer esta
probibi;ao Um bispo um sueeessor ilos apos
tolos, enoriaiito tem a mesma autoriiade: que.elle
tinham obedecer-1 e obedecer a Nosso Senbor
fesus Christo, despresa-lo despres;u- a Jess
Christo eaq Eterno Pai, que o mandn S. Luc.
X, 16). Para mim est ajpist) decidida.
, As mesas das confrarias consurtm, se deve-
fQ receber por irmao Pedro ou Paule, se ter
o protestante as qualidades necessarias paja ser
admillido. Pela mesma autoridde b psderao de-I
tniair, se por seu proceUfmento se tornar indigno
de fazer parte de urna corporacao religiosa, (|ue s
deve procurar a gloria de Deus, e o culto e imi-
jacio d ses santo protectores. S. Francisco ou
Santo Antonio, etc., dlria do co irmandade -
Pois 'que ? nio tendrs *a trra qaem se oceupe
no vosso culto, senio um apostata, um herege,
nra excomraungado qoe a igreja privn da socie
dade catolica, dos suffragios e orac<5es coramuns
Jos fiis, e ate da sepultura eeclesistica 1
Htqaarentaannos qae eu fui convidado.por
uas pssoas notaveis para entrar na maeonaria :
felizmente lia eu ento o abhade Barruel (Memo-
rias para servir a historia do Jacobinismo. Hani-
burgo, 1803) boniem de profunda erudiccao, e que
prognosticavao que estamos vendo na Italia, Fran-
(f, Htespauha.'e que e-tes senhres querein que
fajamos no nosso Brasil, fjomecei a repetir-Ibes
lgumas cousifl que estava leodo em Uo cxcel-
jenie obra. Dtsiaraiu-me. -Tiquei con hacend
tiem que sociedade esta e o seu intento : nada,
dexe*, nada de altar.
.ObI Pebres,, Iwmens. I A*im..viven* partur
iaBeneffconcia tos Bmuaegados no Comoiercio-e
Industria.,
Sendo a primeira vez que esta -ociedade mear-
re ao publico e aos seus assoeiados, d" crer qae
haja inna enchente real.
O drama magnifico, alm disso tem urna sce-
na cmica pelo actor Penante, que tem sido mili-
to vicuiriada.
Hospital iiortu^uea.Est de semana o
Sr. mordomo Antonio Jos Goinea. O movimento
das enfermaras de Ua 19 do eorrente fui o^seguin-
ie : existiam docntes 40, entrararn 20, falleceram
3, sahiram 6, existem 51.
Vapores do Pacifica. Lemos no Jornal
ia Boina :
A' respeito do paijuete Illiinani da lnha do
Pacifico, pie entrou neste porto em viagem da
tu ropa, com eswla por Pernambuco, donde rae
em 30 horas, l-se o seguinte no Kurpetn Mail:
Em 16 de dozombro de 1872, fii lancado ao
mar dos estallaros dos Srs. John Eider e C, em
Govan, o magnifico vapor a hlice da companhia
do Pacifico, Itt'mani de 4,209 toneladas e da for-.-a
nominal de OCO cavallos e das segrales dimeu-
s3cs : 4S8 ps de comprimento, 42 de largura, e
33 c 9 pollegadas de puntal. E' da eapacidade de
2,'iOO toneladas de carga, c para melbor carregar
e descarregar, tem fortissimos guinchos niovitlos
a vapor. Este navio tem accomniuda.ocs para
140 passageiros de l* elasse, 50 de 2" e at 800 de
3* sen 11 precise.
O principal salao haede 100 |s de compri-
mento
\;urr;i^i. -I.emo- no mesm.i jornal :
No dia o do eorrente sossobrou a 130 mllias
leste porto, obligue allemao Helena, que .vmha
de Buenos-Ayres para Noruega com um carrena-
niento de couros salgados, e que tm lo abarte
agua, com o auxilio das bombas, a tripularn con-
seguio traze-Io at aquella altura ; porm fatiga-
dissima pelo exjcssivo e continuado tralialho, o ja
desanimada, fez .-igual para un vapor inglez. que
nesse dia aqu entrou, e que, pausen muito prox-
mo, mas nao sendo atlendida, tuvo de abandonar o
navio, que dentro em pouco se subinergio.
t Aqu chegaram iio illa 9 em escaleres a capi-
tn com (oda a tripolaran, tendo sido esta recolhi-
da crvela Haitiana.
Lotera.A' <|ue se acha a venda a 48." a
beneficio da igreja do duadelupe de Oiiuda. ajM
corre no dia .'10.
LeltiftOElTec'.ua, boje 24. e agente Pinto, o
leilao de fazendas avariadas francezas e inglezas,
existentes em seu annazem, ra do Bom Jess
n. 43.
Outro -AmanhaclTectuar o mesmo agente
por liquida.-, os objectos existentes no annazein
da ra do Imperador n 15.
Passay:ciros.-Sahiram para o Aracaiv no
hiato Qltwlu:
Antonio Augns'a de Souzs Martins, Leonel An-
tonio da Silva Sereno, Aurelio Zabuln d; Ahnei-
da Peres.
Ceinitcrio publico.Obitaiio do lia 19
do crrente :
Hita Mafia do Espirito Samo, parda, H amios,
casa la, Afogados ; ignora-se a molestia.
ana, branca, Pernambuco, 9 menea, Ua-Vis-
ta ; onvulsoes.
Ihilalelphia, branca, Pernambuco, 11 mezes, S.
Jos ; labre aniareila.
Cosme, paran, Peniainbuco, 3 ni.-zes, &mqt ;
conviilsoes.
Ernesto Teche, blanco, Pernambuco, 13 anuos.
B'i-V'ista ; hvdrotborax.
-2) -
Boberto Jacques, braneo, Fra:i;a, 20 anuos, sol-
teiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; febre ama-
relia.
Maria Joaquina, piala, Pernambuco, 40 aunes,
oltcira, Graca ; alporcas recolbidas.
Medcros de Afiliar, hranco, 20 anuos, solter-i
Santo Antonio : liemonhaga.
Joaquia Mara da Coneeica. branca, Par
buco, 8o asnoa, vinva, Saau Aatoaie ; bydro-
thorax.
Jovino, braneo, Pernambuco, "i dai. S. Jea ;
eapaamo.
Isabel, parda, Pernambuco, 10 anaaa, SanU) An-
tonio ; enterite.
Auna, branca, Pernambuco, 2 BMaes, Ba-Vis
ta; espasmo.
Luiz Dias Morera, pardo, Per.iambuco, 33 an-
nos, casado, Boa-Vista, hospital Podro i 1 ; hypei-
tropha.
Hauhacl Paschoal, braneo, Italia, 28 anno*, ca-
sado, Boa-Vista ; febre amarella.
Jeronyma Carneiro dos "Santo*, braneo. Per-
nambuco, 10 anuos, solttiro. Ba-Vista ; febre |ier-
niciosa.
Amelia, branca, 'ernambaeo, 4> meaea, Santo
Antonio ; couvnlsaes.
Maria, parda. Pernambuco, ii anuos, Ba-Vita :
febre
Martinh:, paula, Ptr.'uaibuco, C mtzts, Qr*ja i
coquiluche.
- 22 -
Jos, preto, frica, 71 anaos, solleira, Boa-Vis-
ta, hospital Pedro II; diarrhea.
Pedro, pardo, Periiambuc cife; eojica,
Manoel, braneo, Pernambo-.o, r<>;eiiina-eido.
Santo Antonio ; ao nascer.
Maria das Dores, parda, Pornambuco, BBaaadJ
Santo Antonio, casa dos expostos ; diarrhr.t.
Joo Fernandes da Costa, uj'anco, Poi tugai, 66
anuos, viavo, Boa-Vista ; veihire.
Francisca Mar a da ConeeicJo, narde, Pernam-
buco, 30 annoj, snlteira, Boa-Vista, Iwspital Pedro
I ; tubrculos pulmonares.
Jiae Cvariano Lop, anta, r-ei-nambuco, 75
aun., viuvo, Boa-Vista.. Iwspital fedro II; peri-
tonite.
Joao Piancisco Regs das Heves, braneo. Per-
nambuco, 48 annos, solteuo, Boa-Vista gangre-
na lo escrotos.
Manoel, pardo, Pernambuco, recenasiio, San-
to Andmofno d a molestia..
Jacintha Francisca da Silva, parda, Pcrnaintui-
co, 4o aimos, viuva, S. Jos,, apoulexia.
Mari.- ime-branca, Pernambuco, 5 meze>, San-
to Antonio; convuls3es.
Romao Carduzo, braneo, Portugal, 29 aunas, ca-
sado, Saulo Aplomo; hepatite aguda-
Jos, preto, 34 annos, casado, Boa-Vista, hospi-
tal-Pedro II; fractura e grande rootusTa;.
Maria.de Macedo Navarro, branca, vaaial uco,
73 aunas, viuva s ; febre intermittente.
Honorina, branca, Pe.-nanibaco: 32 meses, Boa-
Vista ; enceplialite.
' Maria Cecilia, la Peuha, parda, l'u-uainbuco,
43 annos, casada, S. Jos ; lesao mestral dupla do
coraco.
Paula Francisca Tliereza, parda, Pernaiubueo,
80 anuos, viuva, Boa-Vista, congeslau cerebral.
luefque ttivtfa o iiRiine pvaBi4o o a J.TWea *
do coriente, o do cfcrivao Alars de aVitaaa.
2,t'.8K. cm la tarohom do eorrente,
Foram nnmlailos inbrear o ^pueMH^K
- Copiad r 1I.1E. II. Habcllo \ 1-
lao Irmos. ditu le Cuidia Irtud^ diM le S*
riano de Siqneira Cavalcanti e liarlo tWJ
FranciscoCorra Manjucs.
Mtarad*
Requerimenta :
De Joao Januaro Pinte de Aievi- !. para te e
i-itrisirar a procura.ao junta, nans-idi pur .' i.im'm
>iiton.i de Araupi & C.-Seja legi-rn la
De Thomaz A uto nio Su i maraes, -i litio braai
lciro, annador do hiale naeioeal Lpjmlia di '..
PeUindo seja regid irado dito batc,dand> *> aeart
respetiva. Vista ao Sr. dcsaadtargadi.r li
De J aipiiB Jo*'- da Suva Acevot., par e Ihr
registrar a uonKMiio de srn raixnm Iguarm (*-
vakaiui de Albmpierqiii'.Registre-ai i JKwaea-
;;io apresentada pelo supplieanle, que d^Ur*.
mas nio piovou ser brasileiro u lioin-
De Joao 'api-ti ano de Oliveira k C. idem la
aUOMCA Jl#K1iUUL
Tribuuul do coatunercia.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 17 DE
ABRIL BB 1873
PRKSIDEM.I > DO EXM. SR. CONSEUIEIRo AN-.
FRANCISCO l'EBETTI.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. de-
putados, secretario Olinto Bastos, Candido Ah-olo-
rado, Lopes Machado e o Sr. supplenle Pereira
Reg, o Exm. Sr. conselheiro presdanle abri a
sessao.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 7
do eorrente.
KXPJDICNTF
OJieij do eouservadiifcdocoiimcrcw de Macei,
lidP^I
nonicac* lo .sesi eaix--iri Ang-lo Hito iVxwia
de Oliveira Gimo requerein. n c*tant*>, a-
rni, prevado ser bfaaileiro o r.xciru "-
meado.
De OttoBoires. dem a innneac-au de Vii, t Se-
veriano (Tomes de Castro, eaixei'r- detaac aaH
Como requer.
De Jernimo da Ci-l., Lima, ada.im-ti al
trapiche-Caiih.i, registro da no iiia.i i d' *lra-
nistrador de aaama Iraadea, man Ma a \t aria
Ferreira da Sih*a Lima. -Oino ri|
De Caiililo Allierto Sadr da UnOa t U*~
mingues do (armo e Silva, registro I" wa Intrao
lo, una vez que j se acha eno,|4ilo e d>-puel-
no art. 2.* n. 7 lo decrel* u 4,."* Vi-U -
desembargador fiscal.
De E. H. Rabillo A-C, dem da n.Mieac> >
seu eaxciro lespaeliaiite Manoel de '.-ir F-naea
ea.Registie se aaaBeafaa juii.i.
lh' Pareiih- Vianna C, dem i >fft*
phelin Jos da Costa Carvalho. Ic.-i-(r -s- <*- '
meafio tonta pelos supp'ic.-mt'-. ipi n ireta-
raw ser brasl.iio. como aftinna'n. "aixcr-1 fv
meado.
Dos m -m i- Pirenlf? Vi mna k C |ara .-<
m nar do registro da- nomc.n-i"M'- 1--
riato Severiana Gomes d Castro, u> ,(i
los supplieantes.Sini.
De Tliomaz d- Aquiuo Foneoca V -u --
res, agentes la companhia le seguro- hule:
dora, solicitando entrega do priunlro fifuleV a>
|Ksilo assignado por Augusto f red<*i'^i n'>
ra I '.. >i i ftma requi-rida
Vol.-iiain ueste-cn'ido o Si- .Vleufoind ; 'i *
Hachado e i'erera llego, votandn > Si "m..<-
Batios a S. Ex. oSr eonselbrni pr -ni
que fsse olvido o Sr. deMinli.-irpulnr m- ii. <>
trihutial rcsolveii qoe lieas titulo.
De Fieldeii Brotber, eaafMBartM da illum n^
cao :i na d.-sta eidad.-, para q;n- -i- man 1. i
junta d is eorretores I e atieste o na*.;
eos sobre Lomlp-s haviil.....i km de ^n-re:.. .1 >
de marca c no lim l- marco a I A- aUr.l da r< r-
raata anuo.Coaaa | -leiu.
Do* reiiresentaiites ila tirina Tluva Gaii-
da Silva Gbimar.tes 4 ('.., juntan lo as pnK-urae
exigidas p>r despacho de 3 do eirreaV. para ;ar
se eirvtaas ma.\a fiuma p-lida.
De Aiiioino Jos Cal lt. is e Jim-i I- T-
Le.il Res, apreseulaudo paria o- ]< b- n *
prieracoes que >, Ibes deb-gam |4.T'- para-
assignarem o contiat> da lirin.i (*;limara- s Irm-e
ft C -Juntera as procura.en ano- \;.- pa#ajam
dos snpplicaiit---, em que requcriin t-i; j.:'' W
contrato de Guiniaia-s Irmao k C
De Maniiel Maria Calda- Branda
porteiro le cellar a nota p.i i se ve no paala d-.aii-- pi- i ok-
aideu auseiiti". ettaada o supiieaut-- n- -.'rien-
da naraa-aarinaaj c-mo alien-- Informe a secretaria, dnrlareadn Iml piaaia *
den a respe i d prelen.-n lo sDppli-am>.
De Alexandre GaiMaa, eaiieiro jaarda-'lvro
da rasa de F.meeca Irmao-. para Ib- i-, li.i
o seu titulo Je nomeacao ja leade pafe a *Jb
reina do sdio. Vista ao Sr. d-i..!.;.-.
Bacal.
De Guiinarae< Irada k C, para ar P- r r>-
o sen contrato junto, se aehaiMi tautbi- n i>af-
a revalidacao do sello Vi-ta ao Sr 'vaabarja
dor fiscal.
De J. Ramos A Machado, p-diinl iiau.-f .-. < w.
do livro diarin de J. Ramos para a Brm.i di" aia-
plieantes. Facam se as competentes eiarart-oe
no livro de <|ue tratam os su aplicantes, sema ifiK
o tribunal nao pode KansVrir Hms a propn'".^
lase livro, rom-i p.-deni os me.-.u-- siq-idi.- :.
visto que a lles nao pertruee o iuii*i livi
awaaa ic3ai m sv..-i,r.rv)iiA
Sobre a pataneba de P. l'.ici,... Cualutb .'-. *
briuhos, visto nio Ir sido sali-h-ita a
parle da duvida opposta em lid- bmwt .. -
Cnaapra-ea a despacho J.- 7 do corrate, a**
obstante a llovida da sirretaria. relativa ^?w
da parte de sua primeira inflanaati .
Em ruinprintealo do k-spac'io do inl
eriloem ntlicaa do Ant-no Jos Mea
e Joaquim Felippe daGatta a7dofn--. -
A' vis'a da ltima informn^o de -cn-Uri
gistre-se o central.) nos lemos lo dccreii m
4,394.
Cobrindo a patJala le QorinAi F- rreira C.t>
que riquereu eerlida I.- Kr ou ni braeUdw
Prcsi'ilano de Almeida C-\j. A' viHa da rtor
ma.So da secretaria, o suplicante jiule a noHwa-
eiio de Preseilia i ik Almeida Caj para ten ea-
xeiro, nao constando ser hra-Ueir-i o aapaw
l'rc-cliano.
Reconsiderando a duvida opujHla a 7 da ev*
rente sobre a nomea^o de caixero trsrwietiaW<
que Cardozo Irmao deram a Jvs PHr# i Vr*m
Noves. Cumpra-se os d"spa-ho- de .1 c 7 do Mt
rente.-
Appensando a (etieio de E. R Kabelki
papis coRcernenles ao protesto .1. bbjj letra o,.
to eni 185o, e a que se refere a ia orm.-icao d ?-
crivao los MarianoForam Mitregne* w Sr J-
potado Lopes Machado.
oo* n PABECcansiAL
Pet.ries :
De Basto Oliveira k C, contraa aarM ajaj ..
registrado. Registre-5e o c-mirat na iVi,... a
derroto n. 4,394.
De Joaquim Pereira de Carvalh- e Dairnao P*
reir dea Mba, contrato social -liem.
Antonio.Fernandos dos Sanios.-Juale a pr.- .r
ra^ao, cm vrtuds: da qual assigno i por JuJMfaa*
Pereira le Carvalbu, as teclaraf^ rreaeeil>
das em amb s os exemplare- '. i >; ^toar;
De Augusto Ferreira de Carvalho, maMroU t
inimereian'-'. Xo tem lugar, p.nqw? do
3." tomo 12 do registro paban -o .iiiT'r*i!
consta ser o siippltcante eaixeiro *e*pa<-tiar.t la
casa coniiiw-icial dei Craumer L'o-v u
jifia matricula o Sr. ilepulalo Candis A>*-
rado. _
Xada mais haveodo a deapachai. n Kr Hr
coiiselheito presidente enrerron x seeaaa
i oras la tarde.
peia apparceiufcjiu,i dos joruaes republicanos, qae, j bando o mundo. Mas como morreran I Ltiam
a despeito das promessas, anda nao linlinyi vipdai^lea a suaeeliente pastoral muitas veaes a sau-
a .Jume. JfUa,frio,: Firmm-se. iias pt i\-as daregiii. U-iam
Na cmara dospares. fca approvado o pre- a abpegacao un (aafanp Valerian, Milaiwz.(de
fecto de or.-rmento geral do estado, c bem assim, ueiva tres tatemplares). Deas oas vala, meu
em amblas: cmaras do pariaaietvo o projeato-da amiga e coiiUnue.a dar-lhe animo, zeio, ej eua
construccao de urna penitenciaria em Lisboa. beat^k). Amen. Mariaai. aos 3 de abril Je 48F3.
Estava decidido- ,que vir estaijienar ao.Par Servo
e.o de vieona
le tal orden que o bancr," austraco"reti'ro"
mas as?ijxjgonr.ia, li jugaras erara
es
Zotfiliaicbegop poda {i a.iladrid.
' Palla-se na abdic;a5o.dep. Carise seu fU
iO'D: Jayme, ioindo cm.a regncia D. AiToimo
de Bourbon; estecasadh com urna fittla de D.
Miguel de Briganca
Os fundos da boia eontinuam a subir, mac
poncop^ssamle 19. .
u Annunei-se urna noticia .que, sem se conqe-
cer'qDal.Beja, diaem que-deve causar profunda
seast>5o na Europa.
#, iD-se raais, que sondo verdadoir.i,. perturba-
C pedente- do Mnsriho tM^Tt- reprebemleu 1 ra ,e paiz, e abrir um aloroso. peri^ na; hielo..
sqwrda ebeaoa a ameai-a* gabinete de Vfen-
na de-fpe atiuagniadirarNBaua deefjrra, recn-
*ando-se a pagar a parte am que contribue para
a? despejas,coaimuns da uwnarchia.
fid *oe irreeoncSiawifl, annunciadsl contra a mn- [a corveta Burtholoiuei la.
picipalidade e a deputafo provincial de Madrid. Xo dia 31 de mari^ pelas 5,Utfas da Urde
^ ti.4n*'0, bisan de- Maana.
. JE' Jar*4o.-Jns,io, jUHtsaime- -o qae nospe
houve no Tejo, prximo a Lisboa,, urna ex.pioio, djttaaraiero<:iJe bnto Amara, dan Saimas;-
de dous li.irrs de plvora, que se aehavm um it^raaiJ'i imprema.dala, execu-
convea de^iui na*ie;^ue carigaya-wsegeeo, g4o da lei provincial que Jecretou o prolougamen-
havendo varios lernentos. to da illuimuagao a gaz daquelle povoado at
Foram presos em Lisboa alguns, communis- pona da Taeasana.
tas, uspeitos de traraarem deuerdtn*. AsM>cia

a n^douaJ. (a*, estatuto
Terninou io Porto a gtoe. da epefariea.^ deisa associacao acnaaa-se iaidirecleria da presi-
lecidos. ajrBciajjara cade loraaram da cine, par nao ser
ib payo da Ajuda lei mtrxnlo um-aamptao- da!c>mpe*nciaiiea>vcnio impal, mas sim da
so ja otar ao corpo diplomtico e|rangero. idff #r t m'Juaos- i
Tb**atro fiyirnamaio PriwMaliaax -
fauandi eontai- tor si(fJr\eilado na alfandega da-
quella cidade e imbricado na respectiva cons-rva-
toria, um livrojde coinmerciante, no mez Je mar")
prximo passado. Iuteirado o tribunal, mandou
archivar o ollcio.
Offiei i do adaiinistradoi da rseebedoria, a res-
peito do sello do titulo de nomeacao de Alexandre
Gdeiha.-Foi remettldo o ilBoio de que se trata
para o archive.
ideni do mesmo. a rpeto do sello do contrato
social de Guimares Irmo 4 C-Foi enviado o
Officio a que se aliude para o archivo.
i Officio do s?creUrio do triounal de comraereo
do Maranhao, retaettend a n?la|aa dos commer-
eiank's ma:ricnlados naquelle tnb'unal nos -n-zes
de fevereiro a inarcu. Mandou-sc archivar.
I dem do mesmo, aerusando e reoebimento de
aficio deste tribunal com data de de marco pr-
ximo passado. -Para o archivo.
Officio da junta dos corretiw*, remetiendo o
boJetim das colaedas, efficiaae da emana de 7 a
i da cerrauo.Para o arciuvo.
Jemal Offlcial de-ns. 70 a'76.-Para oarehivo.
S. Ext o Sr. conselheiro prcsjdenle negoii pro-
vimeato.ao'aggravo vindo do ptiao especial do
comaiercio. entre, partes- atfgravantes Voret'ra
Mouleiro Franco.
Aesignou-se a carta de rehabilitacio commer-
wal aassada x favor de Joaquia Joat-da Coma Fa-
joMaJ umar.
fiataatea: os liaros dea -regisuree dat pretaetos
de,letras, verificou-se e>e o le eaerti>i AJbu-
gUBU0AC0ES A fMt
\Cg O Mr. cenco vicario dt* fiTnwr-
zit de S.xuto lutoni*. e as taaeaa>
ri's;ei?ni dn i-iiitanuitd** ala>
KnntN Macrttmcnla.
Coin sorpreza e desjirazer lemos a puidiM^t.
feha pelo Sr vigario Castilha. no Diario de bm-
leaa, re-pondendo (diz elh" ao que puWi
as folhas diarias do dia IH em refulaca a um af-
umo do Sr. biwpo a* Eun presidente da proTi-
eia :' sorpreza, pelo loar cora que U.ia > Sr. rif-
ri), tao outro do que cm suas eonvma-Aes ota*-.
usco ; e despraiei, peia coili-
loeou le far.er urna apurad > o> verdad qu* ae
ha-de abonar muito a qaon, mode*; mente.** ^t
pie a imitar o sabio e prudente bisiw AkbaaaM
e o a usterissimo solitario Antjme. Qneriaa.
3qe o Sr. vigario eeabee* apenas de riaUgettit
ous vultos la igreja.
E de pasmar, que o Sr. vigari >. toauado *rt*
de remador, aenaii por caniranr o lat-
principal, apietlequeabalouaseutraabae]
do gr. bimpo s dea causa ao olido, a qoe
demos.
Com effeilo, qtul foi a magna quena do Sr. L_
po om seu offleio ? O que foi que obrigou-o a -
gar do bculo pastoral para ferir-nos a >ter*m-
mente na raheca T Qaal a eaua de v,dttr e ir,
vigario Castilha, na qrrtnta eira saeta, para a au*
casa, com o atrt^io m.rptni", o que fw frae-
de pena a todas os que eonhe-rem o boadneo
racto do Sr vigario para es fiHios Att*aj 'aw
aao sao maneas t O grande tacto, e eja*;i
irasborlar a modraa episeepai, e dea eaaaaa
ludido oficio, fai iiiiiajaj : ala ter ude iadns

r
i




~~**
u*>
maSTm
-*
D4fe d*&flii&ttc 'Qat]Om29>ie \W ele I8TS.
',-:.*
!


<*-
Sf a Matriz o S.\ vigario^ aa qutati^iri s*utn.
par nlstribiiT o pao euchariatico ios seus Cregan-
nes orn ruado/'' '' preceito pasi-Iioul.
.e ii Lia este <*W||-'P8r. bispo
ite, o o "r. vigario nao estara a-
respondemos nos ? Que sr. vi-
__W time, une o guarda afinl disse, >iue ira abrir a
fwja, e 'asa oeeaalto o Sr. vigarta doit ai cos-
tar fizando frustradas as suas duas u tros fre-
guezas que tmliaui cumprido o preceilo paseuoal;
-. unaluiente, que do capricho do Sr. yigario ti-
Khim rindo u amarguras do sea piternal cora.lo.
Como rufula orfe ponte o Sf. vicario Castilha "
.Oocamo-fo;
,*A.vz i^ae nao abra :i igreja, e lanza das imanas reite-
xia. r**nrq!ii >-ine-que s alia para as eontissoes
-tonimunhao, .hmlonine a entender, entretanto,
urna ez gao cu lhe faxia ver que no da antece-
dente tinba aenversad com n-Sr. trtesoareirn e
este Acara crio Je que a matriz devia serme
ahfcrta naquelle dia para a celebraran da missa,
u- poderia consentir nisto. 'Entendo que nao
line tteveria sujeitar a isla afi-ioshlide < ntteneao
grssco do guarda da matriz, recnsei aceita-las.
Ora, o jue isto, seuao a mais solemne allir-
i.-are do qrrf aseveramos ? N > o me-ii Sr.
garlo, fenos diz, que ejiteiuteu lo de\*r s'u-
eitat-Fc ^\ o'liciosiilade C alien.o -pessal do
Riurda '. .Nao cerlo peis, que por caprichos an-
e-evangelcas deana sacerdotal sUseptibilida.le,
Sr. rigario Gastilba amarguron ette mesmo o
u nobre. ooraeSo, o deixeu no abandono as suas
dua* ou tres freguezas, que linuam comprimi o
preceito pasehoal ?
>'ui isto justamente o que dlsscnios, e o Sr. vi-
cario confirmou com ares de quem refuta. AdW
o Sf. i'tgariu den decidida preferencia .a Um dos
seus modelos: mais sis parece cotn o analpbabe-
lo AntMiih; "rto <^ne eom o sabio AHianzin.
para que S. Revma, nao veja de nossa parle urna
filia de respeito sua parochial pessoa. .
Anles detud), protestamos contra o dilo Sr.
vigario Castilha, ae que lhe atiramos injurias.
Onde Felmente nao fomos liJos smeute [telo
Sr. vigario.
As Hossas aUeuooes foram at o ponto ik nao
laier cerlo, >\ae o'utram, o nao o Sr. vigario. ti-
nha levado o faeto m Sr. bisp/; e-poderiamos
'-lo frito, deslc que o Sr. vigario, W) dia em fpie
aUo publicado ootlicio, procurou o primeiro dos
abaixo ascignados, para adlnnar que a respeito
Jo se tinha etesdido com o Sr. bispo. No en-
Sanio nao estamos arrependidos; pois agora de-
uos da pnblic a cao do Sr. vigario, parece eviden-
te, qne elli! fez um i cousa e disse outra ao jniz
*}k irmandads parece evidente, que o espirito do
'iwode S. |ni!o de Loylla anima tamben) os
Alhanazins Antonios c da trra ik) Brasil.
rt Sr. vigario, em um tpica da sa publicara \
fai d^ AthinTazio as direilas, e diz : Se eu son-
..-se- |;e no acto do qainta-feira santa havia
'pra|Ko foraial ila irmandade, lea o temulio
ti'it miniis >llV)S.
Ka lo Deus Ja estar empilhada a loaba das
iogueiras? Nao sabemos dar preco a esta qui-
chotesca ameai;a do Sr. vigario ; e apenas deplo-
ranjntos, qne, feudo o Sr. vigario o remedio as
gau ataos, doixasse sem o pao ecclesiastico as
ut< Ites f4ueiia|.
{fefimos,: >Sr. vigario nao celebra jis ter-
^s e (luintasfoiras, porque nao quer. Pois o Sr.
vigario nao cl-brou na quarta-leira de cia,
o eu coadjutor Estima i
K na, muito m, a causa do Sr. vigario.
tate ipianda um jui/. de irmajidade abrigado a
depositar <> cadver de sua mili, na igreja a quem
jkileni" a iini.iiidade de que juiz .' Vem, poi$,
nuitu fra'le proposito o fallec nento da mi do
i iIm- iiaivi assiguados.
- Rtraix i a&signadps ralieam ludo qinnto ds-
E' mi, muito m, a causa do sr. vigario, que
al serve-se de reslricrj'S >eii'tws nessa bistona
ae IVIi\ Jos de Abunda, servente do guarda. O
Si vigario p.guutou-lhe = se aprc liara diz.v mi negado ; e o guarda lhe respoo leu, que sira.
U.i-. i.-i i foi em una sexta-feira, e nao as tercas
, iqi is, que -).u os das das missas de legados.
jPiea, p lis, e u p o que dissemos; e o Sr. viga-
i m a sua astucia jesutica peraate o guarda
!',-ijv. apaaai mostrou, que c tainbe.n espTiUata,
ti .-. Iigo de Loyola,
Katiga*nos asta coutenda com oSr. vigario, que
nos arma lacos. No domingo ultimj apre-
iu-e na matriz com o vigario d'Agua l'reta,
ido se asi-poda dtaer missa ; e obtendo
ista airmativa, oi-se depois da sua miua
Bparentual. doixandn na sacrista o seu collega,
-juc afinal ni celebro,!, e Ntirou-ae depois de
preparado o altar. Seria urna teslemonba, que
evou o ir. vigario ? Seria a ventado de um novo
xto, para algara novo ollicio ?
S5o se afadigue o Sr. vigario. Se o pau esqne-
s sn:i leia pelas'de Huma, so os tuagstra-
li'.ren oilleiaes da curia da Soledade (o
uereto ttih'i episcop l), a matriz de Santo An-
a 0. e outras igrejas hio de ser lomadas as ir-
- mas, contra os padres brasileiros que
u m deixam levar,- cobardes e inconscientes,
1 n se couterranos, que tanto dinbeiro
i gasto abem do culto, contra os pa-
dres brasil um-, ignaros e ingratos os interdictos
i tera i u.u i viaganca, pela mo do Sr. bispo :
A- grejas nao passarao para a^ mos dalles,
sim i ellas ser re o padre jesuta ; e os padres
poslno de passar por affrontas maiores,
i.. >.....idotempo do bispo Cardoso, fnando
11 em urna igreja, para de um padre
i ," i i aprendern o catbecismo.
OSr vigario Castilha Uam sabe que nao pode
aer i z le Isi i I,
Qne entre, |"s. j velho na escola dos jesutas
d Hospicio, equeisto Ibe laca bom proveito;
j'as. por Deus, nao persiga com a falsidadee a
aquel les, por cujas m5^ lm panado de-
is di- oato- para brdbantismo do culto, e cs-
' -l de S. llvma. Que se abrace
a.. .: -, seu direito ; mas, que nao os
tntorisc n ;*spir as Faces do3 interdictos, que
I >n em gram tidos pelo Sr. vigario como bons
i h.iii >s i boas cidadaos.
Ojiando a casa de Deas acabar de converler-sc
espelunca de ladroes, Christo nao ha de vir
j*,utar os no vos publicarlos ; ma?, os pobres de
espirito-, as mu eres e os meninos, que faziam o
flejo nis nas e pracas de Jerusalein, bao
deven prevalecer ; e*Inferno c toda esta balbur-
dn que trouxe pira a sociedde peraambDeana
r. lia de roopetas, (pie espreita rin lo-se, no
Antro da ra do Hospicio, as agonas das victi-
JBl-. '
Interdletos ou nao, macons ou profanos, Per-
qambuco ha de contar sompre aos miloern os
ous dignos filhos, verdaderos crentes e bons
ddados. qu-; o'erecem largos peitos onda es-
-; avisadora d padres estrangeiros, verdaderos
iiblicano e mercadores na'casa Jo Scnhor.
A protervia sacrilega nao vencer.
Rcife, 23 de abril de 187:1.
fialdino Antonio Alves Ferreira,
Juiz.
load Hulir.o ("limaro da Silva.
Escrivao.
Manoel Joss de Bastos Mello,
Thesoureiro.
Miguel Arcbanjo Mindello,
Procurador geral.
Forte em s ja *onscenria, ontMiae ecw appMb-
so Je stms frefenezes, a marchar sempr na senda'
do dever, dodieandose causa da igreja de que *
um dos mais desvelados sacerd tea: *
S. Jos, O de marco de 1873.
O intpttrcial.
Nao e conveniente abandonar de todo, e sem
devido reparo, a imblicacaq, que no Jornal do
Recife vem assignaaa pelo nomo de Gustavo Ltis-
tosa Quinaquina.
Estooflicial doexerww, deepaitado jiela Justa
exonerado de conimandaute do destacamento vo-
lante, ein coniini-sjio especial no alU) sortao da
provincia, offerece apreeiaeao-do publico altes-
lados ciar a injnslica que soffrerapelo acto de vinyaura,
foutra elleexcrcido pelo digno-presidente desta
provincia.
Se nao fura a cofrViCcao, m *nT de que com semel ante udbncjiap, pretendem
cerros individuos tirar partido Contra o prestigio-
so conceilo, que de di.t para dia, Tai S.'Exc. gal-
gando na publica opiniio da provincia, nio nos
crupariamos, por'certo, em tfeend-o pelo facto'
da demisso de um tenante do corpo "de polica,
kae lio seriamente violou a hanrosa o graVe con-
tianca rtclte depositada por S. lixe.
E, por corto, bem dploraVel, que um dfBci.il
subalterno do exeteto, esqaecendo todas as re-
gras da cortezia e respeito, qtte deve prestar aos
sens superiores, empregue plirases ponco decefO--
sas, qnaes as que se achara consignadas na su-
pr.ulii i publicado.
Levado, eertaraente, por mos avisos e oons-
|hos, nao se apercebeu, entretanto esse tetieute
de polica de quena propria Sefeza que sdduzlra,
acha-se bn claramente demonstrada a sa im-
perdoavel falta.
Com elTeito, cotejando os motivos que determi-
naran) o zeloso administradora dTtlltir esseiW-
pregsdo, com os documentos de defeza, para elle
proprio otrerecidos publica preeacfto, cripre-
nende-se o acert do Hevitavel procdimento de
S. Exe., que outro nao poda ter Sido.
Bases documentos ou attestodos declaram ete-
tivamente que Quinaquina nao effectttara a pri-
so de um s criminoso, era em FloreSt*!1 nem
cm fngazeira, nem em Granito e nem m'O'rcu-
ry ; e que portan! faltara completamente 4
cominissio de ime'fora com tanlo einpenho adear-
regado por S. Exc.
Declaram os meamos attestados que o com-
porlftmento dea/^n/nvs pracas nad erabwn ; que
aljHns individuos queixarm-se de akfuns furtos
commettidos por algnmas pracas ; qae s^ans ob-
jectos, reclamados como furtados, foram afiliados
um poder de algumas pracas ; que estas pratica-
ram artos esvirios ; qub Quinaquina pagou
damnos e furtos provados na pivoacao dn Varas,
na casa da viuva D. Anua, a qual se acliava au-
sente (e por alii se concilio que esses salteadores
violentaran)a casa esta senhora ; -que alj das
pecus qne foram taadas pama elle mesma viu-
va mpm i
Ora, pois, se os propros jloemueiilos exhibidos
por Quinaquina, os quaes, aida assiui pode-
ram ser reputados graciosos, condemnam de
modo inexoravel o procdimento desabrido e au-
dacieso desaas pracas insobordinadas, que de vio-
lencias e depredapoes nao licito soppor que te-
nhain sido praticadas por essa horda de latrocina-
dores contra a propredado e a paz dos cdados,
que elles eram obriga-os a respeilar e defender f
Como, porm, pretende esse ollcial fugir res-
pousabiiidadi dos arlos de eanabalismo praticados
por esses guardas confia los ao seu conit-nando ?
Allegando que no corpo de polica alislam-sc
pravas de pessimo comportamentd !
Pois nao era essa mesma razaQ'nnsque has-
Uinte para que o eominanJaiilo nao abaudon;isse o
destainento, que rcclamava toda lena a sua pro*
sena, para evitar que se leseatolvesscju aos sol-
lados os pessimSs rastincfos '
Pois, o commandante. de urna forca abandona-a
pelo longo espaeo de oo Jas ; e esta, aprovel
tando-se da sua ausencia, pratica violencias e de-
pn.'da;;s, e oolflcial que assim procede, qof do-
pjis justlicar-se, declarando que f comprar ca-
vallos -a'gaeiro. quando uerto que o motivo
da ausencia ( totalmente indecoroso ?
Tara que essa miilher, que Quina piina con'es-
sa que se offereccra para cozinl.ar e engommar
medjante ajustada relribmcao
i\ao
Essa mu-
Iher, quo teve a liabilidade Je reler por oito dias
um oilicial .lora do deslacamento, iq era una
simples eiigoiiimadeira.
Quaato "ios demais motives da deoiissao j
bastantemente justificada, claro que 3. Exc,
cauteloso e prudente deveria actiar-se percila-
mente ihl'ormado e por pessas fidedignas, da ve-
racidade dos mosnius motivos.
E' entivtanto singular que um olflcial subaltet-
uo, que to d* publico posterga os seas graves de-
veros, toaba a rara carageo de vir dizer-nos:
que um arto/'io (//(ice devia asentar eiu bases
solidas a que s poda resultar da rigorosa.inves-
tigarn da vi'idade, e proras que podessein trium-
p ar dos esforcas te.'itimos da defeza que devia
conceder-se ao demittido, nao a titulo de simples
favor, porm, em obediencia justica e equi-
da le I
Desde quando tem-se entendido como reara de
dirttto natural, que nao licito a mu presidente
demitlir um ocfal de polica, cargo de iqteira
confianza, sem que/seja oiivilo e'se oflicial ?
Realmente ara tal assumoto reclama grande ex-
plicacat) e desenvolvim Mito.
Sem qoerermos duvidar que Quinaquina tenlia
sido mu bravo do exercito, justo ienibnirlli''
que o seu titulo de voluntario da patria nao lhe
d direito a esquecer es seos deveres de um modo
lio reprehensivel.
Anda quaulo verilicadu fosse, que foram casti-
gadas as pracas, que perpelraram to insolentes
intentados, sea bem provado que tiveram estes
como causa determinativa o abandono do posto de
honra pelo tenente de polica, que cortamente o
responsavel por todas as violencias occorrtllas ;
sendo que S. Exc. foi anda bastantemente benig-
no, contentndose com urna simples demisso,
quando podara ter mandado processai a esse ofi-
cial, para correccae e publico exemplo.
- Como este fado de Quinaquina sao todos os ou-
tr s que andana ah i espionar cortos espirites, r-
bidos pelo egosmo e que tem perdido a osperan-
ca de all'eicoar seus privativos nteresses o no-
bre carcter d) respeitavel pernanibiicano, que a
provincia tem a fortuna de ter frente de sua ad-
miiiistraio.
* i>iio^o^ljUMtONiiV a-l.ii/.
A Lrz, jornal dedicado causa da inaconaria
"~5ublicou em seu noticiario de9 do eorrente, que
4 vigario de S. Jos de Mioib est praticando
.oda sorte de picarda com o T$r. Francisco Luiz
JhBdi, privando o de lomar opa, de reger a or-
cheslra. e ate mandando-lhe atirar pedradas
porta !
tJ orgo maromeo fji illaqueado.em sua boa t.
O Sr. lielm nao foi privado^de fazor parle da
iraandaoTe que pertenre : nao deixou ainda de
xercer a sua arte, e nem soffrcu a menor vio-
lencia ou insulto nesta cidade.
E' falso, repetimos.
Desafiamos ao autor de to iiifeliz noticia, para
que.prove o contrario. .
O Sr. conego Lustnsagoza de respeito, estima e
.fejderacio, nao s dos seus parochianos, mas
taajbera Jaquelles que cllivam-as suas relacSes e
^tbiim apreciar as suas distinctas qualidadei -
-Os importantes serviros que ha prestado como
parodio desu freguezi, no espaeo de mas de 3'J
-asaos, o recinunenuam venoracao publica, e o
"!?tara a raerecer as distinccSes que s cabem
*S 8 ,ue ?l! d,,,inuem' Por actos d vir-
J^preze, pois, o digno Sr. conego Lustdsa os
trittflfas e improperios rme, com farta mo lhe fo-
ir atirados por gratuitos desaffectos.
A ii.*>|iiM>vaa le Hitilo |iiihlica e
a companlit ltcr Draina-
No meu artigo anleccdente supponho ter demons-
trado la? meridiana que a imputacao que ino fez
o "Sr. engenheiro Law de ter eu .conmettido dous
erros de piiysica, nao ora mais do que urna evasi-
va para oceultar aos ollios deste tolerante povo o
misero estado da companhia desque elle, muito
digno gerente, e assim com ares de sulto ir zoin-
bando deste pobre Brasil, que urna mina inexgo-
tavel para certos. esperlalbdes de c e de alm
mar.
. Disse mais que a companhia nao pode satsfazer
as conicoes de um contrato sem desmanchar ludo
quanto tem fcito e fazer de novo, .para p que"; eu
propuz em ultimo lugar que ella fizesso a expe-
riencia de coMocar em urna casa de dous ou tres
an lares um reservalorio d'agna e um apparelho
de vlvula como o que est poste em minha casa,
e quem quizer pode ir vafil. P*ra que o-Sr. Law
se cenvenca que para saber cousas triviaes, insig
nificantes ou pr iticas, ndji preciso ser engen'ci
ro do calibre de S. S. c do seu prestimos colleg;
o muito sabio c digno Sr. director das obras pu-
blicas, engenheiro fiscal da companhia Drainage,
da do gaz e oulras por merc de Deus e das nqs-
sas miserias.
Son obrigado a repisar essas proposites para
que os Srs. proprietarios de casas e lodos os mais
hirbitantes saibam o estado dos apparelhos da Re-
cife Drainage, a qual nao os pode melhorar seno
abandonando o systenja actual que por convenien-
cia propria, por crassa ignorancia dos principios
mais co oezinbos de pliysica fi adoptado : para
que todos liquen sabondo que impossivel matlie-
rnatico obter fappareh os inodozos por meio'de
tal systema e que os agentes da companhia esto
cerlos e muito certos da vonlade do que fuaes-
lampado e procuran) no insulto e na mais desen-
freiadas ameacas o meio de abatar voz de nuera
ousa publicar taes verdades : para que o publico
conhera quem o advagado de seus iuterosses, e
uem procura a todo trans que a "provincia-seja
brigada a pagpr urna siiuna enorme da contos
de ris, para daqui a dous ou tres mezes ficarmos
em peior estado do que d'antes : -para que lodo
este poro fique certo e certissimo que o Sr. direc-
tor das obras publicas, coeao agente fiscal dessa
pestilencial empreza, tem deixado correr tudo ao.
;oste della, Illudindo o gorerno e deixando que se
are um abyamo inaondavel a seus comprovin-
ianos.
i E lempo de desvendar os ollios de todos. Ninguem
testa Ierra tem muo de bravatas nem de antea-
bas e nailo menos de juda!
k' Horris refrfiintfr-.'.lfcjni4db|ibriide 187;'l,
Oito*) di .'auna, a matar parto dos :+*&-
ds collocados njL.anrw rreoB da ra Duque
d taxias, lado orMSp'ndeiite a groja docollepaii
pao tinha agito 1 Kesse ex am qu Ha d passa-
gem tgdos apontaVO-me ootras casas, onde lam-
neffl nao havia agua
Qnando eu pravo que os apNpreihdi tifo ldl
agua, a aga nao ten pressao, largara sulllcicnte, e qrjfc phvsfcanflWte roipoi'i-
vel qne elles funecionem, bem, e por cqnjjegtinte
que sejam iiiodosos, o Sr. Law por unle fespoifa1
a liso diz a esse publica que nao idiota, ditas gra-
tlas e meia 11 O Sr. Law (e o Sr. director das
obras publica* o coosente !!) collca em caaa casa
iim loco de perenne e pestilenrialp odridao e ainda
em cima vem zombetear comnosca !
Pquco acifilmido lltrira dos livxas ingleze.s,
por que alo twi bem a Kagua, Aao pude at*.tojt>
encontrar em parte alguma, a de-crpQao dos ap-
parelhos de latrina usados em Inglaterra : o de
que todos l'allam coiu tjo alunado elogio, mas
cerlo do antig) rilao -queui tem.pdaca va R:
mal tanto indagueiat qqe acliei quem me expujeas-
secoino^ao all as Jatrins/eqilo admirarte curta-
mente nio vai pautar so ao Sr. Law, quando
(tauber que eu j sel que m Lo^di^is; e m utraS,
tidades villas e aldeias; ha un reservaterio a agua
enllocado no lugar mais alio da. casa supprido
em alguns lugares, pelas aguas para atli encana-
das das chuvas, e em outros, especialmente as
grandes cidades, pelas aguas trnecnias companhias
quatro ou cinco das quaes existen), era Londres E
que esses Airaculosos apparelhos, por sjrein inodo-
ros, sSo da mesma especie e qualidid da qe os Srs
eiigeubeiros manJram assentr eatirh(nha casa, e
qae tambev ha flellcs m outras'4sas !
E os Srs, gerentes da Rec'ife Drainage recusam-
e aazer urna simples experiencia que pode mite
beiu. ainda.salva-Ios E poique assa recusa tao
formal ao mais razoavel e justo pedido T Porque
bnteudom que o mais seguro direito que Ibes as-
Slste't recurso as coyiplic';oes nternacionaes,
iara o que nos auieacam todos es dias de mu
pdo desabrido e inconveniente, impeoprio de
quem (pjer parecer que respeita as sagradas leis
do contrato ,
' com essas ptridas baforadas deorgulho e'de
lusauia que se nos qur intimidar, fiados tal\a
de mais na alta e mais'que escanda'03;) proteccao
do Sr. engenheiro fiscal !!
Quanto se illudem !1
llavor naoao to barbara nest mundo que
aceite urna qnestfto desta naturezasem |inda-"
gar de que lado est a falta d f i E .
civilizada Inglaterra que quer-se irrogar urna
injuria destas !! Nao ha aqui centenas de subdi-
tos dessa nac.io, que comnosc vivom em fraternal
amplexo. cono o Sr Law com o director das obras
publicas, qie siio testemuiihas orufares ( e na-
saes) da palridao das latriuas inod.ras do Sr. Law.
para att.'stareiii que-a conipania ho cunipre o
contrato !
. Deixemos por um ponco este Incidente e vamos
ao offlcio do Sr. Law, de 8 de marco.
Peco attencao dos benignos leltores,- e princi-
palmente daquelles que sao victimas dos appare-
lhos odorferos da companhia Drainag>', para esta
peca de architectur* em que se debucha com mi-
mo'sas cores a mais prfeta innocencia de que
nunca houve memoria nest seculo das luzes.
Diz o Sr. Law : t?am o miior retpeilo permit-
tn-me dizer-llie ont conforme mi-uluis idu a posse
dos fados (kcin ter precedido a fonmedo da ojii-
nulo : a opinto para ter ahjum valor, devia ter
sido fuiulndti em fados e nao fornuir MM9 opiniiio
antea e proourar os fados de.pois.
E esta I! Poiseutao anda lia precisa de fados
para provar a impossibilidade physica de funecio-
narem os apparelhos do Sr. Law ?
A resposta do Sr. engenheiro indica ela/amente
a fazer acre litar que S. S. ignora completa-
mente o estado do malTa. da sua admuistrac.}o
e que na altura m que se acha collocado nao
o que so passa v em baixo : de minimis non cnrtit
l'rotor...
Quando raro o apparelln que teulia agua,
quando quasi.queso pode dizerque na ha um *'
(pie nao esteja nsupporbrvelmeiitefedoreiilo, quan-
do s" queixam da falta d"agua, que nao chega
cunara municipal, M palacio da presidencia,
quando nestes dous edificios a coinpan a nao pro-
cura empregar meios para que nao falle aguae
assim oceultar a sua miseria, ha anda precisao
de fados para formar una opinio : Usain te-
netitis.
.Os fictos esti) lista de urna populaco de
Mi mil alnas que est soffraado graves incom-
modos com op apparelbos a eseapanhia Draiua-
ge e nua est ameacada de s;r victiuu de urna
grande calainidule, se acaso nao bouverciii u
mais energicas'jpi'ovideiicias, que doein em resulla-
do a melliora do servleo dos apparellios,.ou a res-
cisfio do cmtrato, visto como est paiente aos
olli le de lodos que a companhia ule cumpre nem
procura cumplir "as eoudeoes establecidas entre
ella o o governo c contiecndo melhor que niu-
gncn que com os meios ipie leu) adoptado nao
e posslvel satsfazer as dbngaeoes que coutrabio,
s procura embar as autoridades e o publico,
exigindo pagamentos avultados, sem quo se possa
encontrar um so apparelho que nao seja urna
sentina, salvse alguns dos moradores por co-
nhecerein que nao lia agua, tem] deixado de ser-
vii-se delle:-,jOii tem tido o inaior cuidado para
conserva-Ios limpos e asseiados, o que sem du-
vida iiintraballioinsupportavel, luje que o* bra-
cos eseravos, a quem eslava cuQflade esao traba-
Hio, vo faltando, e os uvras. \\m se .-ujeitam a
faze-lo de boa mele.
Diz o Sr. Law que, niii obelante, se,- nm proc-
dimento pouco regalar proca r u |MM04 '/'' se ac-
CUta pura fallecer fados pira urna condeinnoc ,
elle nao liesila em camprir ota o pedid') do A".
(Kreot r das obras pallicis, etc. E' o segundo
periodo do ollicio je 28 de marco que julgo es-
cusado transferi-lo todo para aqui.
E' com elfeito a mais infeliz eseorregadura que
poda solrer o Sr. Law I
Nao causar adniiraro que, quando todos se
queixam que nao sao ouviJos quando acensados,
appareca aguam que se dasfoste porque I e pe-
dem.e.qilicacoes e daa-tho ncessto para justifl-
car-so .' Tudo aesta companhia Drainagc.eex.ua-
ordiaaro O Sr. Law diz que a soa companhia
tem feito lodos os'esteros para Oelmente .-um-'
prir com todas as obrigacoes do seu contrato.
Eu, n meu oficio de 13 de marco exponho o
triste o ao inesmo tempo medonbo estado do- ap-
parelhos putredinosos, que a companhia eofloea
em lugar de apparelhos inodoros : quem ler o
meu offlcio de 15 de marco,sem prevenete, ha de
confessar que fiz urna exposico em que s co-
nhece smente o desejo de ciimprir o meu devf :
nao ha alli laivos de odio, de rancor, de prevea-
cao, nem qualquer scnliinento injusto : se sou
peccador como os mais, ao manos os que me co-
nhecem sabeni quq eu son incapaz de proceder
por forma inconveniente, quando principalmente
se Irata de negocios pblicos : o clamor publico
dia por dia se accrescenla : uns niudam-se das
casas, oulrosjleixm de secvir-sc dos appare-
lhos, todos lamentam-se, om queixnmo uniso-
no : s o ir engenheiro Law e o Sr. director
das obras publicas esto satisfeilos |e descausad ,,
porque a bella cidade do Recife vai ser um jar-
dim das mais odorantes llores : varaos 'ter um
paraizo perfumad) por essas exlisla cas pelas quaes se nos quer extorquir miniares
de coutos de ris para .ficarmos abafados no- meio
de mortfera podridlo. *
E diz o Sr. Law que a ompanhia tem feito
todo o estreo para fielmente euraprir com todas
as obrigacoes do seu contrato IJ E o Sr. di-
rector das obras publicas o melhor advogado
(pie a companhia Drainage poda encontrar:
ludo a cha bom : ludo lhe cbieira bem : as suas
informacSes ao governo, segundo me consta, sin
to benignas que at a companhia Drainage cim-
as boas de mais : e esta cidade ameacada de urna
calamidad;, e este povo auieacado dos horrores
do urna peste con) as odorferas exlialacoes que
tanto extasiara o Sr. engenheiro fiscal E' d$
mais !
Continua o Sr. Law, dizendo que os apparelhos
da sua companhia, tange da seren feos d< in:
feeqjio-, cooperarn, se forera ajudados pela influ-
encia das autoridades e esforcosdos inquiJmos; era
muito pouco tempo para o melhoramento do os-.
tado sanitario da cidade.
l^flWnium trananV mehte pems de o Sr.
ieeupareiu um 0u dous famuios wenre em Iim- sa.
a-*a qae aiodrv. assim nao vifhrh que elle
xnalem aiao chairo' coaio e aaea m qa nees se manda deitar todas as
Jguas serv.das ? E a companhia que sgota im-
prollcuamente todo ou capital efti concertos irtit
&;i::.....;.,:'
BmtlM ntolltar do Ufa* ? ^'dha abe do sea so
iix em (me lhe apronver stpender o
trabni-n', e nos daixar a olhar, porque
Vejamos entretanto ebWtd pf.Ufa* o Sr. Law
enwbrjr asfaltas da compdm Q 9ri Law com o
niaiotarreganho ceusaa um raedlode omallter
doas rros de physica / pomo a que ossl famosa
descoberta fazia o mesmo effeito que a qiteixada
!le burro, rom que Saoso de urna vez matara mi-
liares de phiristerts, para com'eftaesm.lgar a todos
e'fazer.calarnueltes que tivessem a audacia de
levantar apunta do veo Uesse mysterioso cortico
|e abclhas : o Sr. Law com espantosa protervia
diz que nao comprehende a priincira nurguuta de
meu oficio de 21 de fevereiro do eorrente ann,
mas d as draiemes do n:s;eTyatof(' das Cinco-
Ponas Coflocado na torr : sto e, o engenheiro de
prinicira ordem do Londres nio sabe' fiier a ope-
rario de arlttnictica necessarl para conhecer a
tapacidade de um vaso regulardete redondo,
sabendo o dimetro e a altura, operaelo que.faz
qaaluner vendelbo de lquidos eirf vasilhls irre-
Culares como pipas, quartolas, etc.: por outra o Sr.
5;!Sr 8e <*'ver'ir comnosco, c a custa go nos-
agrua
Apparece agora o Sr. Xello feito supplente de
subdelegado, lugar do eouli.uica jioh'tica, quando
o partido que se gloria gertenar est deeahido,
o como que fura da coaiuiuuhao brasileira Pare-
Cora euejlo quando se considera que "nunca ci ukis uafural que, querendo prestar servicos
houve companhia alguma que mcrecesse tantas jan partido liberal, o seu lugar fosse na opposicao,
attencoes e tantos favores, lic-if horrorijado b soffrendo com os seus correligionarios e traba-
so SlirSeiro : (mtehde $ae dizendo ignorar quanjos
gales ou litros d'agua pode, conter torre e opes
que reprsenla essa agua'salgada'ou doce, dizendo
"iu'UP "ll) satje 1nanras apparelhos esto as-
geniados e o mais que cons'a das rainnas pergn-
tas, eslo ipgq faci os apparelhos da sua grandio-
sa obn clorosos e eni estado de seren reeehitas
gem contestaclo, e o dinbeiro cmbolcado I E se
accressentarmos que oSr. director das obraas pu-
blicas, acha ludo muito bom, e d amens feliz
empreza......est tudo acabado !
Loino helio esse-dislate do primeiro engenhei-
ro de Londres fomo apreciavel esse rasgo de
friera bionjea !'
Wz o grao-mestre : A primeira pergunta eu nao
comprehemlo, nas dou as dimenses do reserva-
torio, a sabur: 22 pgs de dimetro e L! de profun-
uldade. Ora, a minha pergunta foi muito simple*
* que reJrmie d'agua pode admittr e reservtoriii
collocado no largo das Cinco primas e ql a pres-
ta ou peso que representa-? Homo j disse a
principio, nio ha arqueador, que tendo a altura e
o dimetro de una pipa, ol de urna qaartola, nao
saiha muito aproximadamente qnal a quantidade
de liquido quj ella coiitin : ora, sendo o vaso a
medir de forma regular, como o reservaterio das
Cinco Pona, o calculo ha de dar um resultado
iiuasi exacto : cooliecido o voluine di liquido e
Conbecendo-se o peso relativo d'agua doce ou sal-
gada, ha de se coubeccr tamben) o peso total do
liquido (pie pode coiiter o reservatorio ;-o Sr. en-
genheiro Law diz (pie alo sabe ou nao entende :
esse sc,u proposito assemelha-se um pouco ao da-
quelle pliego que trazendo um sacco com ipiatro
gatos dizia ao companheiro : oh I Jos, se adiv-
nliares quaatos gatos aqui trag), dou-tc todos qa-
tro.........'
O Sr engenheiro diz quantos ps lera o reser-
vaterio de altura c quantos de largura ou dime-
tro, c depois declara que nao sabe quanto o vo-
lume d'agna que o obiecto pode contere nao com-
prehende a.pergunta t!
E' muito bella esta chineada !
O M". eiigenhetro Law ainda nao cnteiiden o que
eu tantas vejy.^ fenho dito : facam a experiencia
com o reservalorio d'agua e o apparelho da vlvu-
la e depois duam que eu commetli mais um erro
de physica ; mas o Sr. Law e os sens collcgas da
companhia quamlo >e Ihes falla nisso dizem, como.
os estrangeiros qne sabem poucoa no-a lngna e
nao Ihes agrada alguma proposta:" Mim non tendo.
Todos osesforcos sao anualmente dirigidos somente
ao fim de receberem os mil contos de reis e deixar
tona esta populaco occdpada dia c noute em la-
var latrinas para nao morrer asphyxiada com o
fedor dolas e Sr. direitor das ebras publiras
muito satisfeito cora essa nova oceupico que nos
quer dar, costa do seu melifluo ordenado de en-
genheiro fiscal, que lhe cheba bem e queS. S. nao
quer arriscar-se a perder___
E rendamos infinitas rracas ao Supremo Crea-
dome todas as congas porque gozamos a nefavel1
llicfdade de termos 11111 tilo estrenuo zehid ir dos
iuterosses desla provincia ft" de seus lilhos.
Ora, se alguem, em urna d cas meJicas cora l(guni afamado lilno de Hypo-
ci.it s lhe perguntasTe quantos dentes costuma or-
diua/mmente trazer qualquer crianza ao nascer, e
o nradieo lhe respondesse siraplesmento : eu nao
.fif ou nao comprelteiid >, o que dira l comsigo o
cofjitepdor ?
Que o medico eslava brincando cOm elle: assim
eslo os senlioro* emprezarios da compaiibia Drai-
nage : C&hbecem perfcilamente que o systema que
adoptarara nao pode preeneber os fios do con-
trato.
Cuiiheoom ana necessario desmanchar tudo e
l'azirde novo ; e adoptar outro systeB.
Coiihecem que preciso tirar as sua> bolas dos
apparelhos o collocar reservatorios (tagua _nas
casas.
Conheceni qie era quaulo nos nao foriiecerem
apparelhos ino loros nao p dem receber :
E como para elles m -hor deixar tudo como
es ;r e passarein a mo no dinbeiro-e slvese
qu.'in*podernao Iratain de outra cousa porque
o Sr. Dr. director das obra* publicas acha tudo
muito bom c cheiroso I
A minha questo nao de argumenlor physica
com quem sabe mais que cu : a minha questo
cifra-se em urna verdade reconhecida por todos c
que os apparelhs da companhia Drainage esto
piltre tinosos e por tanto proprios para prdnzireui
peste, c que a companhia, em lugar de procurar
melhorar o seu sorvico, trata somonte de receber
dinbeiro, para o que anteaca o eco c a ierra com
o poder da Inglaterra, como se nos foseemos sa-
giiins e morressemos de cacetas, e se a Inglaterra,
sem mais exame nem averiguacao mandasse para
aqui logo a sua esquadra eocourar.ada exigir o
DagamantO daeompaba Drainage pelas odorfe-
ras latriuas com que est 11 s mimoseando e que
esto to ao goslo do Sr. director das obras pu-
bfleas.
Devenios esperar que antes que a soberba Al
bion mande acestar as suas bateras, mande exa-
minar os trabalho' do Sr. engenheiro Lasv, que
n ida sabe do estado da companhia, como se v de
ama resposta ao seu collega e admirador em of-
ficio de 28 de marco
rtcife, 21 de abril de 1873.
/)/. bol)) hbemo.
Logo que o Sr.'Olympio Jeronymo Cavalcant,
a quera alias nanea vi, senao qttando appareceii
e-n minha casa para rediglr a sua cxpo=fl*ao. piir
bneou-a no Literal de 17 o Sr. Netto mandou-o
chamar a sua pfsencA pelo Inspector portguet,
acompanhado de um soldado de polica. O ho-
mem nao eslava m casi, mas sabendo desse ap-
Sarate pojicial, tratou logo de camprir a sua or-
cm, receianda nova priso e novo martyri ; e
com todo fundamonto porque o pes^oal incumbido
Jaquella ordem imporlava urna sena ameaca. A
sua sorpreza, porm, fui mais agradavel do'que a
atiaba; o Sr. Dr. Netto o irtou com toda a ania-
bilidajo, conduzindo-o depois para lugar reserva-
do, ande lhe podio com instancia que modificarse
a sua pTlblicaco, visto que olla o prejudlcav nas
J_suas aspiracos. Olympio, depois de alguma in-
sistencia convoio, inas com as condcSes de ser
desmoht'do o idspectorportuguez, e de nao se to-
car em meu nome, porque 1 ao tinha feito o obse-
quio de eJigr, a seu pedido, o ficto tal como se
assou. Emliin foi assenlado quo.se retirasse o
nome do Sr. Dr. Netto, e so laneasse to la a culpa
sobre o desgranado inspector.
Isso feito, voltaram amitos sala, onde, com ou-
tra* pesadas, eslava o portuguez, o qual ahi mesmo
fcil demittido. At aqui foi o Sr. Dr. Netto fiel
sua promessb.
O documento que vai ahaixo publicado, c que
espontneamente me onVreeeu, prova o mesmo Sr.
Olympio, esse conluio subterrneo, e outra* mili-
tas particularidades, escusadas de referir aqui
. No que nao guarlou fidelidade foi nos seas as-
somos de repatucrome espera legar a seus /Unos.
O Sr. subdelegado poda justifiear-se para cora o
governo da provincia, ficando n'aquillo que tinha
asseiitado om o Sr. Olympio. Era um meio pon-
to decoroso, mas era um meio de continuar a ser
supplente de subdelegado, de qu tanto gosta;
fto quiz, euiendeu que devia ir alm, suppondo
qne um artista, homem pobre, do povo, deveria
ter mais receio da sua aatordade do que menos
nobreza d'alnta para protestar contra urna vileza.
Euganou-se, o publico que veja agora o Sr. Dr.
Netto confuso e trmulo, com a escopeta do desal-
mado" sicario, na.juelle inesmo lugar onde a cor-
rupcTio da sua autoridade pretendeu collo-
ear me.
O documento, que espontneamente me Cono-
ced-o Sf. Olympio Cavalcante nao jnaehadada
com que pie enda golpear reputaco to alta como
a do Sr Dr. Netlo, apeuas urna pruva exuberan-
te da sua decadencia moral, lavrada na presen.a
do Sr. capito Joiio Cezar Cavalcante de Albuquer-
que, isuspeito icios seus sentimenlos polticos,
.ndependente e incapaz de vergonhosos couchavos,
na do Sr.' Manoel Jai|uim Pereira de Carvalho,
ruoc/i honesto e proprietario, na do Sr. Manoel Al-
bino Bezcrra, estabelecido ra Imperial e na do
Sr. Firmino da Silva Pereira, artista pobre, mas
honesto e honrado.
Sinto que esse pobre nio? procurasse colher
mais este ramalhete para o seu florilegio Do enre-
qoecido pelas matizes do eepectadur, e oulros que
taes anortes do nauseanle reminiscencia.
Recife, 23 de abril de 1873.
.V. Ispes Machado.
h>m da nonl-.

O Hv. Dr. Airico \i-li.
Srs. Redactores Sorprenden-me a publica;o
solicitada, que se le no Diario de ? do eorrente,
assignada peloSr. Dr. Amerlco Netto de Mendon-
a, tanlo pelo assunipto, cono pela, rudeza da
forma.
Esteva longe de, pensar que el/e, que senpre me
eslimou e respeitou desde a infancia, como disse,
mutasse tao depressa de sentimenlos por actos
s is. para os qaes nem de leve tenbo concor-
rido.
Devo, porm, declarar qne nunca, tive relaces
com o Sr. f)r. Netto, sei quem. mas nunca o
pro -urei, nunca o visitei nem nas suas alegras
noni nos seus "pezares. Nio sei por tanto em que
se funda essa consderaco e esse respeito que
semp' trihutou minha pessoa ; quizera viver an-
tes na ignorancia da elcvnro dos seus sentimen-
los.
Em 1866 ou 1667 apresentou-se o Sr. Dr. Netto
em minha casa para eu conseguir a sua nomeacao
de subdelegado ou mesmo supplente, declarndo-
me que quera presiar servicos. Nao lhe disse
quesim nem que nao, mas fiz-loe ver que podia
presiar os servicos que qnizesse, iudependente da
nomeaciu que solicitaba. Nao liguei importancia
ao movo da sua visita, porque eslava, como ain-
da eslou convencido, que laes favores nao se pe-
den).
Illm. Sr. Dr. Machado.Logo que foi publicada
no bmrml a ex,)osi.;o das violencias e arbitrarie-
dade que soffri na noitede 13 di eorrente, e que
pedi a V. S. in.lo sua casa com recommeiulaco
de Firmino da Silva Pereira, me mandn chamar
o Sr. subdelegado Dr. Americo Netto de Men-
donc,a, pelo inspector Abneida, aonipanbado de
una praca de polica, que .tixou nas miiiedia-
c9es de min a casa. Nao eslava na occasiao ahi,
mas logo que recehi o recado fui a sua presen.a,
eiam seis e'meia horas da tarde.
O Sr. Dr. Netto traiou-ine mullo bem, pedio me
para que eu retirasse o seu nome da referida pu
hlicacao, dizendo-me quo ella" como estaba o pro
judieava nas suas as|iiraces, e que por tanto me
pedia o favor de. retirar o seu nome. Quo era
tacto que na nuiti da diligencia, que entrou em
sua casa e o preddra, mas que logo se. retrou
para oulras diligencias, mas que einlim o tinha
mandado soltar.
Que el e subdelegado passava a demiltr o ins-
pector Almeida, e assim lhe tinha dado elle a mais
cabal satisfaco ; perguntou-me lambem quem ti-
nha feito a correspnaneia c eu nao occul'M o
nome de V. S.
Depois do que mandou-me cora o Sr. Alfredo
Alves Pacheco 'casa do Sr. Figueira, e ahi o nao
encontramos, pelo qae voltamos ambos casa .!
Sr. subdelegado onde tamben o nao encontra-
mos. I
No dia seguinle appareceunie o Sr. Alfredo Pa-
checo e levou-me typographia do mesmo Sr. Fi-
gueira, onde urna pessa anda mo/a me fez al-
gumas perguntas, ao depois de escrever, inand m
que eu assignasse, e dizendo-lho que eu nao es-
crovia, lizesse assignar por quem quiaesse, com
tanlo que nao se nnendesse a V. S., pois o que ti-
nha publicado o Liberal era cen de.
Depois di qual salisbilo, me perguntou o que tinha feito,
respondi-lbe que suppunha no que se escreven
ter-se lirado o seu nome ol aquillo que o tinha
olfendido, conforme me havia pedido
D'aqui se v que que fui publicado no Di-irio
de 20 em meu nome '7o exacto, pois a verdade
que eu fui casa de V. S. lhe pedir a expone, lu
do fado e nao ter V. S. tncpnlraao coinigo e
syndicado desee mesmo laclo, a verdade que o
Sr. Dr. NeltO entrou em iniu'ia ras'i tu <'': h irat
dw-noile com inspectores, me prenda e me inan-
dou soltar dous dias deptHS, esta que .' a ver-
dale.
Pode fazer ns> da presente como quizer.
Recite, 22 de abril de 187:'..
I'or nao saber escrever, pedi depois qne me foi
lida a presente pelo Sr. capito Joan Cazar Ca-
vaicanle de Albuquerque por mim assignasse na
preseilca das duas testemunlias ahaixo decla-
radas. *
Jodio Cesar Cavalcante de Mbaquerqne.
Firmino da Silva fereira.
Ha pnan.s dias a hopram
I iiouco regular porque o Metof V I* -
, > da fregu a de S. hmi, o bacinrel A.
N. .10 /te '*'nA*n(p! K P oceaeiio dos fe-
mu utos de qne .. haateai
Jos do acraiu-nlo ~ ,K#m
nha de 11111 oulni arbitrario* qn,, ^
capari.Li-lc da parte do referid kaw. *"
cargo que exorco.
NiubasUquc um individuo nottua um
saientleo para se suppor nas conlJc/iesyecisy
de ser agente da autoridade publica, t&
e sobre tudo. -prudencia, mbdencfo e 1
vlente to, que garanta (* cjdaaei
abusos o excesos da auU.ridada. ^
O tacto', a que cima alludimoe < que Mi
a referir, dcmoiiitra a ausencia lUiruenaa ejBafc-
dades no Sr. hachare! >etio de MiMouca, o rnal
alem do ser surjo, duisa-M ma'.-o irasclvel impropria de um.. autoridad).
Eis o Cacto :
Acbava-se urna preta veflia as
vendendo ein um laboteiro dentro do nrreter 1
obrado, onde niora seu seabor.n* Ratea Ur> .
quando se aproximando a or.h-iuu..i do sallte-
gado, a fez retirar, declarando qu cite nao puafci
vender alli
Nao eoiihecend'i o senhor da |>rett dtopotir*
alguma de lei, que prohiba a quilquor voiainr na
sua casa, e notendn que s se prabeaoa;
a sua ecrava, quando nas iiUUs portas coni
vam a vender ouiras,que na fnm Incuaunodl
determinou. que sua eserava volta*<> p*ra a '
e continuasse a vender.
Apenas f.u cuumprii essa itetonuiii'ci>, cao
gou o Sr. hachar el Netto Je Meod -oca qiigr
achava em urna padaria prxima p H
ebservario, e romo um h'*ein d->mui.cl >"te in-
juslificavel prevencao, d.-u ntem de |ri-' .1 (no-
ta dentro da caserna tan toan >r. n'. cante a
reclama..*) deste. a inandou ro: >l.w. ao cal
l. o- ,
Se isto nao i: arbitrio, se sto n non violen-
cia inqualilicavel .lo subdclesad > de polica do V
districto de S. Jos, o que que se deve recelar pi
parte da.piclla autoridade p^l seenran'/a indivi
dual do cidad-i '
Onde a lei que o autorisa a proc.-do de scnic-
lli.inii' modo '
Sefossemos levados pela voz publica.acfelitaru-
inos que oSr. Netto de Mondn-a noM se nio o
instrumento do mu pa.teiro sen oiitrapantitc, n
(pial lenJ desintelligeiicias cun o si-nhor da escra _
va em questo, 'eni procurad lucMiMnndar omc
pacifico cidado desdi- que entrn 11 exorcici"
subdelegad esse seu coatraparente '
Chamamos a altenc .1 Kxm. Sr. preioMenl-
da provincia e do Sr. DKnrhefe (te pulira pata o
laclo que acabamos de expon' para que providen-
cian., sentido de que as iras daqielle subdelegad.
le ae exaeecboai eonlra nm eManto pacifico .
ie-|iiiadoc da lei, Mino o senhor A escrava V
pie temos fallado.
K.-cite, ti de abril de 187.1.
.Wanoe! J-inyum df Miranda e Sonto
\m niaai^a dn Mr. Jitslu Valealista
(de .Utaiuan^juiipr)
O ir.-, honorario da lj.-. m. .lo vallle
naV.
o-
viae. Joo Valentn, mn reful.ico ao qnanto
ousou dizer |i..resse Di'ii -o de l'eni ir.i'wc* n. 91.
quercu.l provar a hlnoecncU >ta seu illustre
amigo Joo \';ilen'm. qu- asesar .1 ler Un ini-
ciado na;. no anuo .le 1870, ja na idaite de M>
auno- e sompre vendo o memo catKprUnetloepf
ile c.-cida, > que depois de id a unos Je dad*
e'de ler I ido a Mfsloral do ti; IY. filnl, cade
bispo d Para, e ainda o hUhh'ihU opsculo 1
igreja e a mor. de um ('alhMico, c as
Iraces.l.i joven pr.-lad l'V VifaJ. i'-v. conhecci
que a lili-:.-, r contra a 1* ndmira qn
o Sr. Joi Valentn) nio nhta que mn Mi
dcimas sextas cartas lbre a -- : ,i.i: :i. le Je.u>.
dirigidas aos liv.l puli je-1 las I > ll.-^i.i.'
S. I'ianci-co Xavier da cidade i l' if--. >- quie-
tiil sido publicadas w- ./'...' ''. UerH
mesmo nutras uinitis pnblic. o que se tem f
en onlpes ternaea, n < qo.'s se l-'m'm-ti
quanto tem sido prejulicites. .1 humanidades
padres jesutas ; diga, pn- o ...,./. .to Sr. Mo
Vaieiitim fImi que o seu amia aa i.lde le H
anuos tem niedo das-fogneiras i i'iqn dlo b p
lew e declarou perjurando. 01 se lemlu-ar d
juram uto que prest.>u s'iii o
mente na menor idade de -K> .. .. inesmo i^--
ijue nas sociedades mar.-, ir.o se usa da |
do venen, do assassini e
ot pearos, o que nao sueeana aum a inila je ui-
tica ; diga, pois, Sr. Ji Valeiiiim Fillio ou sei-
amigo qnaes foram os'factes iqaliea los p
l..j mac.-. eonlra a regio ral oWca mnald
lica romana, desde o dia em que foi iniciad',
mac.-. (aoanuo de l7()eqne .i os twmfri-
mentas de p ie escoda, p ou- o nncnn q
niciou juigoii o inaior de ''' anuos de Mb,i
que par toso gosava os ter .1; hiiiuin conrci-
luado e de intelligencia, de oceonnrto livi | I
bons eoBtumea
Km quanto mn do> dous, ou mm I i |M r
mesmo) ao vier declarar e frai
testemunhau na maoanaria, lnjn tora d-^ envida
que sio eaviHosas e Ulnas da rnrardh M
dararatj e como tal alo morecetuo maii re-
posta do
liUt" hOH H
de Mainanguapc, provincia da tTiranyba
p.ide deixar de dizer ai anig d* Se.
.1' memoria ili(l.i (iirneiro Pinto.
Estas dores sao farpas agudas
Que se embebeui no meu corar,
E a medulla dos ossos peiielram !
Que martyrio! me foge a rallo !
Foi mais um vulto que tombou na campa.
Astro errante que para alm fugio ;
Foi mais um anjo ipie voou aos eos
Com a ultima DOla tpte d sino sabio.
Horren I lio cedo, aos dezoilo annos.
Quando e conhecia a innocencia.
Amor, as leis de Den* e earidade
Conipunham na ierra sua existencia.
Inda ha um mez respirava amores
Posta nos bracos de sua irm oju'ria II...
Hoje n'uma lousa. solitaria trisle,
eixada dos seus, do amor da vida.

E' triste, meus Deus. morrer-se to cedo.
Quando aiuda se sent no peilo amor,
Deixar-se a trra de vez, para sempre
Legando ao mundo saudade e dr.
pensar que em lugar de termos" da parte delh
lodos os esteraos para satsfazer os seus,'compro-
raissos, .yj sejamos perseuides pelo desejo insa-
ciavl de receber dinhero em troca de, appare-
lhos ptridos I E on.de esto, Sr. Law. esses
que nao fegem horrivemente ? O que tero feito
a companhia para niel-orar o peasinjo estado
Relies t E como (aze-lo se nao tem agua, se oo,
tem presso^ae nao tem canosa Quem.4cul-
pado dos rros dos engenheiros da c^mpaabia,
r,em os deve corrigir ? Sao os' proprietario* do
vem pagar esses apparelhos e ficarem com enes
inutilisados completamente,porque ou.hao de tpa-
los de pedra e cal, ou scrvir-'se dellej sem agua,
lliMidc com elles por compiistar o poder, mas nun
ca aceitando lugar de connaura do^ governo para
servir a opooso;io. Nio pretendo.com-isso tragar
liaba te proceder a ninguem ; cada um usa do
ilo trajo que ibe parece. Sr. NeUo,desejava ser
supplente de subdelegado para prestar servicos ao
partido que se ufana perlencer, e p seu primeiro
fervjjo.consisiro em coinparar.com o desalmado a
prudente sicario a um Miembro desse partido, por
ler nraticado o enorme alternado de expr com fi-
ddude urna violencia policial contra a inviolabi-
dude do domicilio e liberdado do cida llj I
Isso, porm, ainda nio tudo; o publico vai ver
ate onde chegam a consideracao e o respeito que \
AO PUBLICO.
A abaixo assignada, achandj-se reslabelecida da
grave molestia que a atormentava, a da qual me-
curabira certamenle, se nao recorresse tao oppor-
tunamente medicina, faltara a um dos mais sa-
grados deveres se nao visase pela imprensa mani-
festar a > illm Sr. Dr. RaymunJo Vianna, sou
bemfeitor, a sua gr.atidao polos favores e benefi-
cios que seu coraco bondadoso lhe acaba do dis-
pensar ; se nao viesse fazer publico e patente a
todo o mundo, nio s os sentimentes humanitarios
3ue o ornam, como a pericia, delicadeza e seguri-
ade com que desempenha as funcfes do seu mi-
nisterio.
A prova do que vem a abaixo asMgnada de di-
zer, acaba de experimentar era si mesma. Soffria
de um cancro, no peito e era ntcessario arran-
ca-ta, a sua pobreza era exlrema para poder re-
munerar a um medico ; as noticias que apregoa-
vam a caridade do Illm. Sr. Dr. Itaymundo a en-
carainharam a ene. Com a niellinr vontade aco-
Iheu aquelle senhr, e -se eacarregou tIo cura-a
gratuitamente : fazendo a extraccao do cancro"
era poucos minutos com admirare! delicadeza, e
depois de feita a operaciio fei to zeloso e solicito
00 tratamehto da abaixo assignada, como podoria
ae-lo aquelle que apurasse muito generosa remu-
neraran pe-maiaria. Aseini pois a abaixo assig-
nada nimiamente agradecida por taes favores e
beneficios, satisfaz-se ao menos em fazer echear
por toda a parte a sua voz bem dizendo o seu bem
eiter e propalando suas vinudes christaes e so-
Ciaes.
Recife, 9 de marco de |873.
Deifina Marta Ferrcin.
Ao puMco.
A ]iilrin lo 'hI)!> cum srla<-T<
a drlc^adn.
II.1 porte d d tus ann .> servio diga
o Sr. mijor Bernardo Ferreira de Harina Cama I-
|o o lugar de deten do de plicii d termo d.
Cabo, nannalidade de t*supflnn iiitiinainente
de I.' do delea do, que eul m era dig-.iu cidadi1
o Sr. Luiz Francisco Ae. Paula avalcanteLi-
rerda. estn lo antes e\erceiid>t lugar de snli-
delcitado do I." .li-|.ic|o, ,y,\^ eltcrlinMente
OSr. majorCaoipell quasi -u ,
cargo de delegulo .le pone .. a il>
digno cidada l'au'r. I.acerd.i, que ..iiu.il o obri-
gm a pedir sua exner..eo. nsr. major 1
pello com a prudencia .- jmtlra, \\\> .. caracterini
e todos reconbecein, portci--..' s-'inpre de moJ >
a nada desejar; 110 enuv'a -. .rm, vagai.'
lugar de delegad 1 pela e.\...i.-i ..c".o qne pedio >
'tivo, foi nomeado o digno cidad major I
lino Pires Falca, pessa tam'upm liatelitana,
rm morador distante da \;:. lu legnas.
Comquante o novo nomeado meraca m
ra conlian.a, todava, na.. |.-,.|. 010- deitar lu
lastimar que asiiu seja 1 1. um ri
romo o major-Campello, cujas qualiJadas e \
dencia ningiieni ncsle termo asar aenlest.-.r
atiesta o tempo do seu exercic!ii.
i'or cerlo". acrelilamos que o Sr Dr. che.1
polica e o Exm. Sr. presidente, foram illu.l
por quem quer que fosae. pois. send. s
justiceiro e imparcial como provam lodos
presulenciaes. se tivesse conhecimenl dc*ia
ilade, nao deixaria de ter nomeado aque
tao relevantes servicos lem prest te para n;
a oiitrem da razio .1 que .. governo
sempre preferir os bos senidores do estad
O Sr. major Barros Campello. uolalo c
nao se resent de semel aule injustica or .
a 1 c.rgo ; iki.i exigi n-m an-r JpJHtJn*'
pa ufando ama iconUo entre
apenas por se ver preferid por oitl
nssini nao ter bem rmprido 1
porm lludem-se todos que assJT
__II;
Si. inaior Barros Campello'ten esM pe,lr
offlcio do Dr. ex-chefe de polica, Dr. wxt'
qual louva-lhe c agradece os seus n-levantes sw-
vifo prestados! esle termo como delegado d> -
licia. tem ainda os bomcm de todos os credo ao-
liticos, que o conbecem e lhe fizem justi.-a.
Tina vinganc 1 lalve mal eiitend'J.i foi a c
primordial de ludo ilo. tendo por nwel a
neraco do f supplente do subdelefano dn i*
dJMncte, que aonhuin iutivo |Mda haver MnaV'
a Wa e prompta a.lmiiiisirac est seqdo agora, sem ler vido exigencia de .
parte.
Nada dizemos mais sobre a eximeracno para n
azedar a dtoasaio. No entretanto, fique n Sr.
jor Campello certo que sens serrice nio aml-
esnuecido* pelo gorerno, e os homens non
deste ternw o reconherem e fazein juslt^a
cabistas em g-ral (com poueas excepce*i ae::
asna retirada e lhe agradeceni o* seus nervic.i.
prestadas pr-iprielade e i ItberdiJe individua,
e kazeiu votos a munificencia impicialpura n rt-
comp'usa de ta 'xins trrico*.
Cabo, id de abril de 18/;.
Wim
Asgtfsh F. (l'Olivrirji k L
k casa commercial e b&ucarU de Auf-uto

LJ&


"TV*-
ptefoi de Perj)amb|i<^T Vi# fiara 24 faMriliifo 1&13.
- a w jwrtoJ ,o Menor.
"Cra Uruguayanna, nO navio gennanico
.^1',ciaes,TT*rf, carregarain: Carvalh i.V Nogueira 30 bar-
ricas ctmi 3,l6t k>i->s de assucar branco c 20)
ditas com 39,651 ditos de dito maseavado.
Para o Para, no vapor brasileiro Cuac,
carregaram : B. Ovcra ft C. i'>0 voluntes cow
1,160 kilos de assucar branco. Para o Maranhao,
M. F. Marques 150 barricas com lf,673 iLtos dito ; T. Uiristlanscn o t ditas com b 803 libis He
dito ; M. S. Sampaio 30 ditas 'com 3,278 ditos de
dito ; J. Paulo 80 volumes dito branco e ihascavado.
Para o RioUrande dj ?nl na btrea nacio-
nal .VimMo, carregaram: Olivera; Filhos A C.
136 barricas com 14,103 l|2 kilos de assucar
branco.
Para Mossor, na barcaca S. Jjiio, carrega-
ram : A. G. da Costa e Silva 6 barricas cora 172
kilos de assucar refinado ; D. P. Magalhaes \ bar-
ricas com 237 ditos de dito e \ ditas com \\\ 1[3
ditos de dito branco.
.CAPATAZIA DA ALFANDRtiA
Rendiraento do dia 1 a 22 13:233*783
dem do dia 23 ..... 6i8*3W
13:901*11
30,9 io
199
07
.783
45
32,011
rae.a.,ruadoComi
*. ncarrega-se de e**uco de orfens para 7,849 ^/fc aigoi*- *
rabarque de producios, e de todos os rV'
iefocios de commissio, qur co~
qurbancarios.
tesconta loUrn--
aift, OOP- ^ 9 tonudinhoiros a pre-
Xifn ^rd. cambines, o saea A vista, e a
,-eO, voivto.de do tomador; sobre as se-
. aruintes bracas estrangeiras e nacionacs :
Lomar*.Sobre o unin bank of
LOmON (dfc responsabilidade illwnitada) e
varia* firmas de 1.a classe.
Patria.Sobre os Srs. marcuard IW
Ota d C.*P. GIL, 6 A. BUCQl'B VIGNAL A
C-*ANUBIR6S.
barga.Sobre os Srs. joao schu
ACK F1I.HOS.
UnnWa.-Sobre os Srs. fonsecas, san-
to* d VIAN.NA, e SEBASTIAO JSE D'aBREU.
Par**.Sobre o banco i/ni lo do por-
to, eo Sr. joaqcim pinto da fonseca.
Par.Sobre o banco commercial do
i'ab, e os Srs. FRANCISCO gacdencio da cos-
ta d FINIOS.
Maraahaa.-Sobre o Sr.jos FERREI-
RA DA SJLVA JNIOR.
Ceara.Sobro, os Srs. j. s. de vascon-
CELLOS & SONS.
Babia.Sobre os Srs. marinhos de*.
Wkm de Janeiro.Sobre o banco in-
dustrial E MERCANTIL DO KIODE JANEIRO, t
OBANCO NACIONAL.
COMPANHIA 4LLIANC.4
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
^em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0009*000.
vToma seguro de mercaduras-o dinbeiro a
riCO martimo em navio de vela e vapores
rm- **>** j0 imperio, assim como
para dentro 3 iv,._ "eros e fa-
ontra fogo sobre predios, 5
zendas.
Agente : Joaquim los oncal ves Beltrao,
ra doCommercio n. 5, Io andar.
% I
C0MPANHIA
Phenix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercadorias,
frotes, dinheiro n risco e fmalmente\Ie qual-
quer naturoza, em vapores, navios vela ou
barcadas, premios muit mdicos.
BA DO C0MMKRCI0 N. 31.
SEGUROS
CONTRA-FOGO
VOLUMES SAH1DOS
Nodiala22......
Prapeira porta no dia 23 .
Segunda porta .
Terceira porta .... .. -
Trapiche Conceijao r
SERVIO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfndega no dia t a 22. .
Ditas ditas no da 23. .. .
Navios atracados no trap. da alfaridega
Alvarengas ....... .
No trapiche Conceicao ;.
102
106
GE-
RECEBEOORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBIT.0
Kendimentodo-dia I a 22. 38:273*211
dem do dia 23...... 3:U397
H;171>608
CONSULADO PROVINCIAL
Seudimento do dia 1 a 22. 90:611*173
dem do dia 23. ... 2:600*107
93:2!1*370
Kua lo Coiiniicrcio il. 3S, pi'i-
m<*ii*o aiitlai*.
Agente,
\V. 'i. FENNEI.I.Y.
Seguro conlra-fogo
THE LIVERPOOL & I.ONDONt f.I.OB
INSURANCE COMPANY
Agente*
SALNDERS BROTHERS A 0.
11Corpo Santo11
imira-fogo
rpita].
Fundo
SegWfl
' COMPAJHIA
INORTHERN.
.... 20,000:0003>000
de reserva. 8,000:0003000
Agestes,
i/;/.',- LathnmAC*
\{\ \ DA CRUZT. 3r.
MARTIMOS
E
CONTRA O FOGO.
A coinpanhia [idemnisadora, estabelecida
iiesta jvara, loma seguros martimos sobre
navios e seas carregamentos e' contra fogo
in eJiticio>, mercadorias e mobilias; na
raa do Vigario n. i, pavimento terreo.
PRAf.A DO RECIPE 23 DE ABRIL
DE 1873. .
AS 3 f/2HOH\S DA TAI DB.
Cotncoew ol!cte.
Cambio sobre Lonares a 90 djv. 2ii l\\ >\. por
1*, honleai.
Caabo -sobre o R o de Janeiro a 8 djv. ao par,
hontem.
Cambio sobre <> Para a 8 dry. I| 0|0 de des-
cont, hontem.
Descont de letras !2 0tOao anno, hontem :
. boj*
uabonrcg
Presidente. '
A. P. debemos
Pili) secretario.
M9VIMENT0 90 POBTO
Navios entrados no dia 23.
Rio de Janeiro-lo dias, lugar russo Urho de 320
toneladas,rapito H. D. rnin, ei|uipagem 10,
em lastro ; a Rabe Selinvintlau& C.
Ilamburgo52 dias, barca albinia Elist, de 220
toneladas, eapitao Sfand, eqnipagem 9, carga
varios gneros ; a J. i. Gon^alves llcllrao.
Rio Grande do Snl-25 dias, escuna alloma Orienl
de 142 tonelada?, eapitao J. M. Sehroder,
equipagem 6, carga 11,301 arrobas de carne ;
a Francisco pi da Costa Aran jo.
Havre por Lisboa19 dias, vapor francez Y Me
do Rio de Janeiro, de 817 toneladas, ommar-
dante Floury, equipagem 38, carga varios g-
neros ; a Augusto F. de Olivara.
Sahidos
Portos do norteVapor brasileiro Guar, com-
mandante caitao lente Teixeira, carga varios
gneros.
AiacatyHiate brasileiro Obnda, eapitao Trajano
Theodomiro de Moura, carga varios gneros.
HavreLugre francez Jean Bapthte, eapitao Tre-
boul, carga algodo e outros geneans.
EOlTAtS.
u l)r. Sebastiio do Re.o Barros de Laccida, ui
de direilo espcial do foininorcio da cidade do
Recite de Poraambuco por S. M. I-, que Dcos
guarde etc.
Paao saber pelo presente que no dia 2i d abril
do cwrente anuo se ha de arrematar por venda a
quem niaisder em traca publica deste juizo-de-
pois da audiencia respectiva, os radios segointes:
3 meia-aguaa do podra e cal, sitas na fregnezide
S.Jos rua de Luiz de..Mondn.a, tendo cad.t
una porta e janella, com 3" palmos de coir.pn-
piiincnto e l'J de largura, l sala, 1 miarlo o co-
sinha dentro precisando de concertos todas ellas,
avahadas a Wi* (1:2 NA), cujas mcias aguas vio
a traca por oxccuqAo de Manoel Jos de .' Ara li-
jo contra Rufino Antonio de Mello e soa mullior a
aoham-se depositadas sob a.guarda do deposita-
rio geral Manoel Goncalvfes Ferreira e Silva, e na
faltado licitantes que cobran) o preco da avalla*
pao sen a arrematado fcita pelo preco da adju-
ilicacao com o abatmonto da lei.
V. para que cliegue ao Lonliecimento do todos
mandei fazer o presente edital que ser alllxado
nos lugares do costme, e publicados pelos j'jr-
naes,
Dado e passado nesta el lade do Reeife de Per-
oambneo aos 27 dias do mez de marco do 1873. -
En, Ernesto M. Freir Pereira da Silva, escrivao
o escrevL
Sebastiao do Rogo Barros de Leerda.
nao tendo sido 4espac'adaj demro do W^;^.!
oado, as iiwrcadonas ^bajio u-e.ijiomdi, aantrn--
ciadas a eonsomo -por editaos na. O o i de fe-
vereire itroximo passado, t* *\8o de arrematar, li-
vrcjt dedireitos i porta dwta roparti*, sil he-
r do dia 18 do corrente.:
Armazcm n. X.
Marca J L M A C em u. Una roda de ferro
fundido, sinipte*, ;.ara mnita, Ihante-pesando. W) kilos avallada' por Li*, viada
no navio igle* Eilitk, drseanregaiYn m 3 de abril
do 18,-1 e consignado a 1. L"?** Vaenado k C.
dem F, SfllU a. Tres j^oles de louc vidraJa,
vazios e. nebrado, sem Valor, vinios no brigne
inglez llebe, desearrega los on 6 do abril de 1872
a coasijniaJo a Smndors Bribers i C.
Idcattfl A Cjuco.latas fH^uenas de ferro,
sendo diias vastas e tres com tintas preparadas a
oleo para pialar, eiitmo estado, pesando liquido
27 kilos avadadas por 3*400, viadas na barca n-
leza Delfkim, descarregada em 7 de malo de
872 e consignada a M. Latbain & C
ldein B,0, n. 336 Una caixaiom xarope de
yposfosflite de cal, em frasco al 300 grammos
pesando liquido legal 00110 kilogrammos, agua-
dos por 183*, viuda no vapor francez Aiwizone,
desearregado em 9 de'Janeiro de 1871, consignado
a Barlliloineu & C.
dem B O n. 3547 Urna dita com 106 frascos
de oleo de ligado de bacalhao medicinal, pesando
liquido legal 31,500 grammos avaliados por....
63, e dezoito garrafas de vinbo deIjiiiiia, pesan
do liquido 1-gal 1,500 grammos, avalladas por til
vinda idem, dem dem.
dem B O a. 3550 -Urna dita contendo : -
48 frascos com pasJilhas aiedit inacs; pesaado li
quido legal 2,900 grammos, avaliados por 41833.
6 kilos de pilulas diversas em frascos, pesando
liquido legal 1,800 grammos, avaliados por 365.
1,3 0 grammos de pastilhas d'ergotina, em fras-
cos, liquido legal 403 grammos, avahados nor
673 res. ,
76 frascos com xarones medicinaes, posando li-
quido legal 17 killos, avaliados por 28*(.ti.
2 caixinhas do madeira de pinho contendo 20
frascos com pos medicinaes nao especificados, pe-
sando liquido legal 1,250 grammos, avaliados por
4AlGti, idem idem.
dem B O n. 3349 Urna dita com 104 garra-
fas com xaropes medicinaos, pesando liquido le-
gal 36 kilos; avahada por 18/, dem idem.
Idem B O n. 3,548 Urna dita contendo :
36 frascos de elixir, pesando liquide legal 5 ki-
los avaliados pnr'3
100 frascos com xaropes medicinaes, pesando
liquido |orai 33 kilos avaliados por 58*333, idem
idem,
^i B O n. 3551 -Fina dita contendo !
47 fraseos com pastilhas de magnesia, pesando
liquido legal 4,230 grammos avahados por ....
7 050.
22 frascos de trese de chlorato, pesando li-
quido legal 3,300 grammos avaliados por 54500.
23 frascos do pos medicinaes, pe-ando liquido
legal 375 grammos, avaliados por 11230,. idem
idem.
Sem marca, san n. Um encapado contendo
unta rede de pescar, dearrastar, de algodo, arrui-
nada, avahado por 131, vindo na barca portugue-
za Pereira Borges, descarregada em 1 de feverei-
ro de 1872, ignora-se a consignaciio.
Marca 0 B n. 5,242-Uma caixa pesan 30 kil-
los bruto, coutendo seis vidr'is n. I, bocea larga,
para botica, 4 Mili lampa de vidro e 2 sem tro-
pas ; mais 2 pequeos pralos de vidro n. I para
amostra, posando ludo liquido 3 kilos avaliados
por U'.A viuda no patacho inglez Helene, des-
carregado em 8 de abril de 1872 c consignado a
t-tto Bobers & C
Vrmazem n. 6.
Marca A R A F n. 74 Urna caixa contendo :
34 kilos de chocolate coininun, em lijlos, en
bom estado avaliados por 1001. .
24 kilos de dito com principio de avaria, ava-
liados por 244, viudo de Southainpton no vapor
inglez .WtM, descampado em 26 de feveroiro de
18/2 e consignado a A. Rcyardo.
dem A B n. 58 Urna caixa cun 24 kilos de
tinta liquida para escripia, peso nos frascos de vi-
dro escuro, avahada por 61400, vinda de Bor-
deaux no vapor francez Amazone, dcscarregado
en 9 do abril de 1872, ignora-se a consignac.io.
dem FR Maia Una eaixinha contendo :
2,500 grammos de rosarios ordinarios coin con-
tas de vidro, avahados por 51.
1 imagom do santo, do gesso ou inassa, avaha-
da por 5,
1 poquono vro de osiinifHF linas, pesando i>80
grammos avahado por 41553. \
1 stereoscopio pequeo, simples, de madeifa
ordinaria, avahado por 13. ^
1 pequea eaixinha de madeira ordinariaJii
forma de oratorio, avahada por 13, idem ideft o
consignadas ;i ordein *
dem T t 3 cairas vanas sem valor, idem
e consignadas a fissel Prtres.
dem II L barris ns." 1 e 2 eontendv vinho
secco, modindo liquido legal 313 lilfOs, avaliados
em 8li8fi, idem idom o consignado a 11. I.eiden
IdemR O 20 barris, sondo 10 com vinagre
branco e 10 son vinagre tinto medindo Hqm lo
2900 litros, avallados por 449*850, viudos de New
York na vapor americano So-*tk Americ-; deecar-
rogado em "15 de jnncg de 1872 e consignado a
lloiiiv ForSter A (
blom C A II L n. 134 I barril do o' eoin C g-
nao modindo liquido 38 litro-, avahado por ..'...
ISlti !(, vindo de Bordoaiix no vapor IVan.*ez (i-
rond', descairogado en 11 do marco de 1872 e
consignado a Ttssi.t Frres.
Alfandoga de Pernamhiico, 22 do abril do I87i.
' O inspector,
F. 1. do Carcri/io Heit.
Roa 4o Amorla^
Sobrado de i andares, n. 26. 3031000
Ra de Sv Jerg_j.
dem li. 81 v iMiOOO
PATRIMOiVIO DOS ORPHAOS.
. Ra da Senrala-velha.
Casa terrea n. 16 ...... '209000
s pretndanles develo aprenlar no acto da
irremaiacao as suas Bancas, ou compareccrem
acn panliados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alein da renda, o premio da quantia eci-
%m tai sfgaro a predio pie conti'ver estab eloop
ment eoainiej-cia, assim como e servieo da m-
peza e procos dos appareJnys.
Secifana da santa rasa da miericordia do Re-
efo, 21 de abril de i87"3.
O escrivao
. Peiuo Rodiiquet de Soitza,
'iOOOOO
3:3(0*000
2:000 (KO
500*000
6050(0
Rendimenio Jo dia
fdem do dia 23.
ALFANBEGA
I a 21. .
860:8431298
28:1321530
488:9045828
Desearregam boje S
de abril do 1873
Vajior francez- VMe IV '/< Janeiro 'esperado)
mercadorias para alfndega.
Patacho inglez Princesa mercadorias para
alfandcga.
Hrigue inglozp-.lec.r//',!.'// Srardiversos gneros
para* o trapicho Omceicao, para dos-
a pacha:
Hrigue mtfr-.hnv> liwdyotr inateriaes para
a estrada d forro de S. Francisco para
o trapicho Concebjao, para despachar.
Barca inJJBP-Dulhj Yanten '>>u> despacha-
do rara o e.irs .i i Apoiio.
Brigue portnguez Cotete vinho para deposita
no trapiche Cunta.
IiHrrta;.
Rio Grande do Sul, escuna allema Orient,
consignada a F. Jos.' da Cosa Araujo^manifeslop:
Couros seceos 6U, sebo 50 barricas,' xar*
134.234 kilos, ao consignatario. ^
DESPACIKS DE EXPORTACAO NO DIA1
ABRIL DE 1873.
Para os oortos do exl-iior
No navio italiano Dei, para Liverpool, car-
rO saceas 'om 7,302 kilos
regaraiit : Koller 4 C f
de algodo.
Ja barca ingleza Sea Fom, para o Bltico,
carregaram : G. .Neesen.A C. 38 fardos com 7,093
kilos de algodo.
So patacho inglez //. Edinoni, para <> Rio
da Prali. carregaram : P. Carneiro &C. 100 bar-
ricas com II 332 kilos do assucar branco e 150
diLu.coai 17,264 dos de dito masca vado.
No brigue portuguez Lm I, i ara -Lisboa,
carregar:\m : M. T. da Costa I barrica com 26
kilos de assucar brinco. *
Iagalera ptrtugueza Andona, para o Porto,
earregou: F. B. JP. (iuraiaraes 120 saceos com
9,000 kilos do assucar bronce
Xa barca porlugueza Alegra, para o Porto,
(FDr. Joao Augusto do Rege carros, supplente do
"substituto do jizo de direito privativo de or-
pbaos e ausentes da cidade do Reeife e sen ter-
mo, por Sua Magostado > Imperador que Deus
guarne etc.
Pace saber aos. que este vireni, que o bachure
Imiecencio Serapnco do Asgjj > arvallio, tutor do
menor, fillio do lente coronel Feliciano Joaquim
dos Santos, roqiiereu-me para vender em hasta
publica deste- juizo os escravos pertoiicentos a son
tutelado, os quaes sao : Antonia, piola crioula,
miilhar de Bstvao, de 33 amos de dado, sadia,
do servieo domestico, 800/j0CK'.-rHerculan, preta
crioula de 33 anuos de idade, sadia, do servieo do-
mestico, 6O04OUOboraldo, mualo, de 14 iuinos
de idado, sadio tilho delRrculana, 8(01000 ; Ger-
mano, mulato, de 9 anuos de idado, lilho dereu-
blna, 3.'i0l00..
E, pois que, annuindo a semelhante pretenc,
pelo presente e firmado no que dispoe o decreto
1693 do 3 de scicnibro de 1869, convindo a lodos
quanto qiiizercm lanoar sobre os mencionados es-
eravos, a apresentarem-me suas proHistas, estam-
pilhada-, no prazo de trinta dias a contar dehoje.
Os tretendentes querendo podem ver os escravos
na Iravessa do Veras n. 8 da freguezia da Boa-
vista. K para constar mandei pasear o presente
quo ser afilado nos lugares do cosame e pnbli
cado va iniprensa.Dado e passado sob ineu signal
e sello ou valha sem sello ex-eausa. Cidade ilo
Reeife de l'ernambuco 14 demarco de-1873* Eu
Floran Corroa do Brifo, eScrivSo^ o flz escre-
vrer o sobserevo"
Jeito Augusto do llego Barrot.
0 Dr. Sebastiao'do Reg Barros de Lac'erda, juiz
de direito e.especial do eommereio nesta cida-
de do Reeife de Pernambuco, por S. M. o Im-
perador, que Deus guarde etc. etc.
Faro saber quo no dia 26 do corrate iae/ fl
II horas da manba, na sala das audiencias devo-
ra ter lugar a reuniao dos credoresda maesa
fallida da lirma commercial Costa & Castro, para
proceder-fe a tomada de comas dos administra-
dores da dita massa e dar-se 011 ii9gar-se quita-
pao plena aos fallidos, certos os credores de que
iiao sero admttidos por procuradores, sem que
este exhiba procuraeao especial, a qual nao po-
ra sor conferida a dovedor dos fallidos, nao po-
do, outro sm, um so in'li\i.duo represrotar
por dona diversos credores, e que sera havido o
redor que nao comparecer, como adhercutes as
resolnc5es que tomar a maioria de votos dos
credores que comparecerem, com tanto (\w para
a quitacao tarnar-se obrigaloria, -necessari 1 que
coiicordem em dar dous tercos dos credores, em
numero, que represetem dous tercos das divi-
das dos crditos, por solver. -
- E para que chegue ao conhecimeuto dos re-
dores c dos fallidos, mandei passar o presente
que ser publicado pela imprensa e anisado nos
lugares do costume.
Cidade do Reeife de Pernambuco 19 de abril de
1873.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento,
escrivao o subscrovi.
Sebastian do Reg Barros de Lacerda
Manta ca*a la iuImcHcoimIh d
Keclfp.
. PREDIOS A VENDA
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Reeife, competentemente autorisada,
leva pela ultima vez praca de venda, at o dia 25
de abril perante mesma junta, na sala de
suas sessoes, os predios seguintes, tomando por
base os precos ja offerecidos :
Largo da Campia
Mea agua de n. 5......
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 92 e a de 85 dos Guara-
rapes .........
Sobrado de um andar n. 30 .
Dito mei-agua.......
Raa de Antonio Henriques.
Meia agua n. 2*.......
Ra da Restaurado.
Sobrado n. 37.......6:000*006
Ra d o Amparo (Olinda)
Casa terrea n. 29.......1:680*000
Bicca de S. Pedro.
Casa terrea n. 8.......1:660*000
Forte do Mallos.
Metade do sobrado de tres andares n.
13 por.........5:500*000
Becco do Abreu.
A 3* parte do sobrado n. 1 2665666
Ra da Soledade.
Casa terrea n. 72.......700*000,
Becco do Teixeira.
Casa frrea n. 5. .,.....230*000
Largo das Cinco Pomas.
Terreno .......... 1:000*000
Ra da Assumpc.ip.
Terreno.........400*000
Secretaria da Sania Casa 0> Misericordia do
Reeife, 29 de margo de 1873,
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Consulado: provincial.
Por esla repartilo avisa-s a quem interessar
possa, que com a praca de 30 dias successivos, a
contar do Io de maio prximo vindouro, est aber-
to o re:ebir.eiito da importancia dos apparelios
colloeados pela Reeife Drainage Compu ny 'nos
predios silos as roas abaixo designadas, e igual-
mente da respectiva annuidade at o ultimo do
junho de 1872. ,
Oulfo siui;'! fconformdade com a portara do
lin. ir. inspector da thesouraria provincial de 19
do corrente mez de abril, faz-se sciente que tica
para opportunamente ser recebido o cusi da ca-
nalisacao interior dos mesmos predios, tendente ao
lornecimento d'agna aos apparelhos, visto depen-
der anda de medicao; bem como que os 201000
do dilTerenca no preco dos apparelhos da 3" classe
e dos de louoa, que estilo em uso, devem os pro-
priutariiM pagr.-lordirectamente a Reeife Drainage
Compaa.
As localidades a que se refere o recebmento
sao as seguintes, conforme a nota fornecida pela
coinpanhia.
Campo.das Princezas, ra de Santa Isabel, ra
la Florentina, ra Bella, ra de S. Francisco, bec-
co do Cisne, ra da Roda, travessa da ra Bella,
largo do Paraizo, travessa do Ouvidor, ra dos
Quartois, becco tapado* da matriz, travessa da
mesma. ra dos Expostos, ra dos Patos, ra de
S. Bom Jess, ra do diablico, becco do Caj,
ra de Santo Amaro, rua'do Sol, ra Duque de
Casias, ra do Crespo, ra do Cabug, ra Nova,
eaes 22 do Novenbra, ra do Imperador, ra lar-
ga do Rosario, na das Larangeiras, ra das Trin-
cheiras, ra da Camba do Carino, travessa do
Carino, ra das Floros, ra da Paz, ra estreita
do Rosario, travessa das Cruzes, ra do Livra-
niento, ra Direita, rua da Vraca:>, ra do Fogo,
travessa de S. Pedro, becco do Padre, becco do
Sarapatel, becco da Bomba, largo de S. Pedro,
rua das Agins-Verdes, largo do Carino, rua de
Hortas, rua da Palma, largo da Concordia, rua da
mesma, rua do Bartholoineu, becco da Ramella,
travessa dos Martyrios, largo do Collegio, travessa
cadas, rua dos Acouguiuhos o rua do Jardn).
Consulado provjncial, 22 de abril do 873.
?ervindo de administrador
A. Wiirnvi, p. B. do Accioly e Vasconcellos.
Pela secretaria da presidencia se faz publico
nnQ, de conformidade com o s :' do art. Io do
decreto n, 4,6(58 de 5 de Janeiro de 1871, foi por
acto desta data nomoado provisoriamente, pan
servir os oficios de 1 labellio, .eserrvfo do cri-
nie, civel, capellas e residuos, o all'oros Agostinho
Ferreira di silva Azevedo.
Secretara da presidencia do Pcriambaco, 21 de
abril de 1873.
O secretario interino, >
Joao Diniz R beiro da Cunta.
"Edital n. 115.
Pela inspoctoria da alfandoga so faz pubik-oquo
as 11 iioras do dia 26 do corrente so. la do arre-
matar livre de^direito, porta dfsa repartieao, a
mercadoria abanto declarada.
Arniazont 11..".
lOO leqoea de ossj que fziara parte do conte-
do da caixa marca O II n. 17?. vinda de. Livor-
Sool no vapor inglez Obi ron, descarregada era 18
q marco prximo passado; avahada por 2:000*
e abandonados aos di ci'os por OttO Bonres.
Alfandoga de Pernambuoo, 21 de abril de 1873.
o mspecw
PabiO A. d Carvalho Reis.
Pela secretaria da piesideucia se declara a
sociedade denominadaAssociaclo Nacionalpara
que possa ecceber os respectivos estatutos na nii-
nia secretarla, os quaes, nao podeivlo merecer a
approvacao do governo imperial por nao ser de
sua competencia, mas sm da dos presidentes de
provincia, a qium a sociedade poder recorrer,
foram por isso devolvidos.
Secretara do governo de Pernambuco, 23 de
abril de 1873.
.0 secretario interino,
J. Diniz P.iboiroda C.
KCTaMTCMS."
Pela thesouraria provincial ^e faz publico,
que a arremalacao das madeiras extrahidas da
ponte de S. Joao,_ foi transferida para o dia 24 do
corrente mez.
Secretaria da thesouraria provincial lie Pernam-
buco, 14 de abril de 187,
O oficial manar,
Miguel Affonso Ferreira.
3 40 reis pelo embarque ou desembarque
re cada volunte nSo excedondo a 80 lulos. x-
cedenio deste peau, mais 40 reis por dezena ou
fraccao de dezena excedente de 30 kilos em cada
volante.
Sendo, porni, bagagem 500 reis por volunte
at 5 kilos, e I *000 por volunte que exceder de 5
kilos.
4.* armazngeut calculada e cobrada sobro a
importancia dos direilos de con uni nos termos
do art. 13 do decreto n 4,510 do 20 de abril ile
1870, islo.:
Do dia inmediato d.t descarga at 6 1110 es na
razio de I por cent ao mez.
De t inezes at un atino I I2 por cont ao
me:.
De 12 at 18 inezes 2 por cont ao aiez.
De 18 at 24 mezes 3 por cento ao mez.
Em todo lempo excedente a 24 mezes na razan
de 4 por cento ao mez.
Entende-se por*direilo de consumo os estabele-
cidos na tarifa das alfandegas inclusivo qoalquer
augmento addlcional nos termos das ordens do
thesouro de 26 de Janeiro de"1866 e 3 de feve-
re.ro de 1868.
Quandu as uterradorias despac adas forem sen-
tas dos respectivos diretos, por conces>iio espe-
cial e nao pela tarifa das alfandegas, a armazena-
gem ser calculada, sobre os finitos de consumo
que a mercadoria de veri a pagar se nao gozasse
desta isenco ordein do ti esouro de 27 de Janei-
ro de 1863. Neste caso ficam conipre^endidas as
despact-adas para reexportaco ou transito.
Quando as mercadorias despachadas para con-
sumo forem sontas dos diretos pela tarifa, a ar-
mazenagem ser calculada sobre os diretos re-
sultantes do sou valor e na 1 azao de 30 por cento.
- Ordens de 5 de outubro de 1859 e 27 de Janei-
ro de 1863.
Quando as mercado: ias despachadas forem es-
trangeiras e vierera acompanhadas de carta de
guia por j haverem pago os diretos rje consumo,
a armazenagem ser calculada sobre os diretos
resultantes de 30 por cento de seu respectivo va-
lor declarado na mesma guia. Ordens de 8 de
maio de 1869.
Finalmente, quando os goaeros furem nacionacs,
a armazenagem ser de 1|4 por cenut do valor
que estas tiverem na pauta sentaaal e por cada
mez de demora, Orden de 4 do agosto de 1863,
16 de outubro de 1867 e 24 de Janeiro de
1868.
Para base de lodos estes clculos e cobranca da
respectiva armazenagem a&rpreza se guiar pe
lo que eoostar dos despachos feitos e procesados
pelas partes e presentados al andega. os quaes
devem ser presentes empreza pelos despachan-
tes logo depois do pagos e laucados no lvro da
receita da alfaudega os diretos devidos ao Estado
nao sendo-lhe portanto permiNido exigir das me-s
mas partes faeluras 011 qualiuor outro docu-
mento.
Quando a des**rea llt)S volumes, em um nies-
mo despacho, tenha sii'o fcta em diforentes da-
las se tomar para base o calculo da armazena-
gem o termo medio dos dias de descarga.
Continuam em vigor as isencoes de armazena-
Sem a que se referem os regulanientos da alfan-
ega e empreza.
5.* Pela emssao de garantes de deposite, na
formada condicao oitava, um quarto do valor
das mercadorias nelle mencionadas.
6.* Pela abertura de cada um volunie 200
reis.
Empreza das obras e capalazia da alfndega
do Pernambuco, 14 de abril de 1873
O gerente,
Jos Joaquim Antuns.e
Santa ;CasaJ de Misericordia
do Recifei
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrehos que possue no lugar dos Arrumba-
dos, hoje Duirte Coelho, sob ns. 39 o 40, tendo
aquelle 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reeife, 7 de abril de 1871.
O escrivio,
Podro Rodrigues de Souza.
I
Seguir-se ha pelo actor Penante a sean eo
mica de sua compadran
Jcsiiila bi j^iiti
Terminar o^wpeetaculo eom
acto, coaiposico onde o actor Penante faz o imporuS pp|
gago.
Qncm casa <|uer casa.
A sociedade sen 11 t*$* a nrhnrra tw aw re-
corre ao res|H'itave! publico prrnimbiirann, *-
pora |irot.-c.;;o e ar.ifinvento, confcssanlo-**, eW-
de j:i, gratamente reconhond.i.
AS 8 1/2 hnra.
O resto dos billietes ptdo ser lMcunaVi na rua
do Crespo n. 17. rna a Imperirtris n. no
dia do espectculo no eacriptorin do thea'm.
Contina em ensak o granen e apparatoso
drama do intelligente escriptnr dramaftVo o III*.
Sr. Dr. Carneiro Villela :
OS MAOIES E OS JESITTA*.
As 8 horas
coi 3 artos
Santa casa da misericordia
do Redfe
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Reeife, autorisada pela presidencia,
e de conformidade com o g 9 art. 39 do compro
misso approvado pela lei provincial 11. 331 de 9 de
junbo de 1862, permuta por apoiiees da divida pu-
blica o predio dovdoos andares B setio n. 37 i
rua da Moeda, pertencente aos estabolecimentos
decaridado, o qual so achaem mo estado.
Aceita prop.stas na sala das suas seaSes at o
dia I de abril prximo vindouro, e recebe na mes-
ma occa=iao propostas para demolir o referido
predio o converto-lo om um arniazom terreo, obra
que dever sor levada a effeto no caso de nao se
conseguir a sua perorata.
Secretara da santa casa da miserioordia do
Recito, 19 do marco de 1873.
- O escrivao,
PodroRodrigues de Souza.
Santa casa da misericordia
do Reeife
Pola secretaria da santa 'casa da misericordia
do Reeife, de ordein da junta''administrativa, sao
convidados os prenles dos educandos do collegio
de orphos, em seguida declarados, para que ve-
nliant requerer a presidencia a sua entrega, visto
que no podem mais alli oontiauar em virtudedo
que dispoe o art. 43 do respectivo regn'amenlo
por j tereni attingdo a idade de 14 annos.
Antonio de Mondonra de Albuquerque Mara-
nho, filho legitimo de Jeronymo Salgado do Al-
buquerque Marariho e Maria Candida de Albu-
querque Maranhao, j fallecidos,
Manoel Rodolpho Coiileiro Lene, filho legitimo
lo Mara Rita Sarniento do Reg.
Antonio Podro de Alcntara, filho legitimo de
Maria Isabel de Jess. '
francisco Concalves Guimaraes, tilho legitimo
de Ajina de Salos Cavalcante.
Joao da Cruz Mello c Maia, sobrinho do Rozen-
da Unbeana Ferreira de Mello.
Monoel Theodoro Goncalves daPorciuncula. li-
lho legitimo de Cahd la Rosa Saraaaio Porciun-
cata.
Secretaria da santa caa da misericordia do
Reeife, 12 de abril de 1973.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Frmza.
Edital ii. 114.
Pela inspectora da alfndega se faz.publico que
SANTA CASA DA MISK RICOH DIA DO
REGIFE.
A Illma. junta administrativa da santa casa da
misericordia do Reeife, manda fazer publico que
na sala de suas sessees, no dia 23 de abril, pela*
horas da tarde, lem de ser arrematadas a quem
mais vantagens oJterwer polo tompo de um a
tres annos, as rendas dos predios- em seguida
declarados." .
ESTABEI/ECIVENTOS DE CARIDADE"
Rua Lojadosebraden..35 ..... SOOiOOO
W) Rua de Antonio Henriques
Casa torrea n. 26......98*f08
Rua de Santa Ri:a. -
dem n. 34......... 26||000
Rua da Ponto-Velha.
Casa terrea n. 31 136*000
Ruada';
dem n. 29.........
Rna do Pharol.
Casa terrea n. 80" -. .
Capatazia d'alfandega.
A gerencia da empreza das obras e capatazia
di alfndega desta, provincia faz saber ao respei-
tavel corpo de commorrio, e a quem mais interes-
sar possa que a condicao o.* do seu contrato com
o governo imperial foi alterada por ordein do the-
souro n. 67 de 26 de .marro ultime : pelo que do
1* de maio prximo vindouro em diantc as laxas
constantes da mesma condigio, quer das mereufo-
rias ess lempo existentes nos armazn? .i
da empreza, quer das que se forem recolhendo,
sero cobradas do seguinte modo :
!.; 100 reis diarios por tonelada mtrica de
arqueaeao, sondo navio, e 150 reis sendo al varen-
ga. lancha, barcada ou 'cadoa que atracados as
pontes da alfndega e dos trapici es e armazens
custeados pela empreza carreguem ou do-carre-
guem ; e metade aestas taxas nos dias em que es-
tando estas embarcaces atracadas nao carreguem
ou descarreguem, salvo neste ultimo caso quando
isso acontecer por motivo de torca maior a juiut
do inspector da alfandoga.
2.* 800 reis por tonelada mtrica do arquea-
cao, incluido o frote de alvarenga ou lancha pela
carga ou descarga de navio fundeado dentro do
porto que nao atracar as ditas pontes, e desein-
barcar toda a sua carga, sendo neste cao a alva-
renga ou lancha e sua conduccao fornecida pela
emproza. No cas.) contrario pagar a dita taxa
por tonelada de mercadoria efTeclivamente des-1
carregada. Esla taxa so ter execucao quando
Consulado de la repblica
del Paraguay en Pernam-
buco. -
De conformidade con las instrucciones del go-
bierno de la repblica, invito a todos los subditos
de la nacin paraguaya, residentes en esta pro-
vincia, a comparecer en esto consulado en el
termino de 30 dias, c ntados do la fecha, sfim de
inscrebor sus nombres en el libro de registro*.
Consulado de l repblica del Paraguay J'.allc
de la Compaa Pernambucana n. 6 (altos).
. Pernambuco, 3 de abril-de i873.
J. Ramos
Cnsul
g- De ordein do llljit- Sr, inspector da ihosou-
raria de fazenda desta provincia, so faz publico
para cotihocimento de quem interessar, que 110 dia
30 do corrente moz, pelas 2 horas da tarde, pa-
rante a unta da mesma. thesouraria, ser posto
em hasta publica, par ser vendido a quem maior
vantagoni offorecor a fazenda, a terreno proprio
nacional, onde eslava edificada a casa terrea 11.
16, da rua do Noguoira desta capital.
Secretaria da thesouraria do fazenda, 14 de
abril de 1873.
O rtfficiaT maior interino
Carlos Joa 1 do goata Corroia.
'O fiscal da freguo/.ia do Xossa Sea hora da
flraca, faz sciente a todos os eirreeeiros, que de
hora em dianto. an 'en munidos de suas respee-
tivas matriculas; sob pona de seren multados
em 10*00(, lodos aqnelles que forem encontra-
do! sem ella.
^Freguezia de Nosaa Senbora da Graea, 19 de
abril de 1873.
Jos Miguel do" Souz^a MagalhSes.
' COMMANDO DAS ARMAS.
O cabo de .esquadra reformado Juli.io Alves
ohaaiado ao quartel general f-araobjeelo de ser-
vico.
Secretaria do commando das armas de Pernam-
buco, un 23 de abril de 1873.
Francisco Carneiro Possoa de Lacerda.
Tenente-coronel secretario.
CONSEI.HO DE COMPRAS DO ARSKNAI.
DE MAKINIIA.
O consolho manda fazer publico que contrata
no dia 26 do corrente 11101, vista de propostas
receladas at as Hilaras da manba, o sob as con
dicoes do esfylo, os servicos do barftefre enfer-
marla de mafinha, bem como os fomeeimentos de
carvaO do podra, proprio tara ferrdro, dito de
coke e de comento, tnlo por lempo a deeomr
al o ultimo de junho prximo.
Sala das sessoes do consel'-o de eo ipraa de
marinha 23 do abril de 1873.
O secretario,
Mexandre Rodrigues dos Alijos.
THE.ITR9
SANTO ANTONIO,
EMPREZA-VICENTE.
Importante espectculo cmico !
NuMmrlo t le ferll.
A'* 8 I 2 Iioras.
Primeira re|)resentaco, por este coinpaiiba -
graciosa comedia em 3.actos, original do actor
portuguez Jos Carlos dos Santos :
UOUVELLA SU ACCAO
OU *
nsusszo PASA C7SAS rizzxs sc-
m:::i:
O artista Flavio tlesempinihar o importante pa
jl de Antonio Martin*, do rejwrtnno do acin
aborda.
Seguir-sc-ha tambero-pela primeira vez a noi-'.
jocosa comedia em 2 actos :
0 DR. GRAMMA
sendo o papel de protogonista dVempaihalo pela
actor Flavio.
"27.
em tonto.
A comedia ca 3 actos :
viniii \ i;ni,i;\8
j a comeda en 2 actos :
0 DR. GRAMMA
Ucnco
Saldos do caes do Ramos
Sahl ado 2*> do corrente, ter lugar nos afir*
do caes do R.iir' s, um concert itc msica e bail<
em beneficio do artista Vao das.\eves.
Os saldes achar-sc-lvo mobiliados o decorado-
com elegancia, gosto e acato ; o principiara o con-
cert s 9 horas da noute eia tonto.
O beneficiado acha-se em estado adiantad
una molestia gravo, une urge de promiita oper..-
i.o, e aehando-se inteiranionte falto ilo t%taa l
>ara o son tratamento, reeorre por este meto an*
coracss bemf<.zejes,"para (ue se dignem corop:.
recer com o seu contingente, aceitaado-lhe 1
bi Mete.
Tendo de so dirigir Ilustre junta admim-
trativa do Real Hospital Portuguez, a cada un
mrmbro de per si, espera da philantropia dos dig-
nos membros, que cada um nao Ihe negar
.sua coaIjuvacilo, c desdo j 1 e protesta sua
eterna gralidSo om goral, o 0111 particular ao digno provedor.
Approveito tambein esta ofeatiio, para faz-1
publico o quanto seu ornis se aeha tran
bordan lo d profundo recon i cimento o grat
do para com o Ilustro tenonto-coronel Fria*
Villar pela coneessao gratis que Ihe fez da m"-
sfea do 2.* batal .io de infantaria de linha. d
sen digno commando o para com pesmi I-
dstincto o Mostr medico, o lllm Sr. Dr >. I
monto Filho, e seos ftfnos eaflapni se sfanran-
rain a operar ao benoliciailo gratuitamente .
estes apstalos da cari lade, o beneRctoa V
tem phrazes para Ihe exprossar c larer sentir
quanto" seu corac lo s'ii'c no anagl fc fi
gratido o reconliecinMnto.
AVISOS MArliTiMOS.
y4\.
?mk iSeam >'iYiga!i"ii l!-mpauy
H0v.1l M\ Sleamers.

Al o dia M no corrate mea e paran de*
portos do sal o vapor desta eanpaania 'himbt ra-
zo, o qual seguir no lacsmo dia da ebegada naia
Liverpool, tocando 0111 Lisboa.
Para passaton* e mais Infornaelaa, diram--e
aos agentes WUson Rowe & C.
li Una do Cnnaicrclo.-li.
2-XHOOO
lSOOOlc-Javentaa empreza encarregar-se deste servieo
ADMIMSTRACAO DOS CORRE10S D FERNAM-
BUCO 2i DE ABRIL DE 1873.
Vapor francez Yitte de Rio de Janeiro.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (2il pelo vapor cima monckmado para a
Baha, Ro de Janeiro antonto, ser recebioa pola
maneira soguin:e :
Macos dejornacs, impiassos do qnalquer aatu-
reza cartas a regstrar,t II horas, cartas or-
dinarias at 11 12, e estas al moio da, pagando
porfe duplo.
A taxa da correspondencia igual a expelida
pelos paquetes nrasileiros.
O administrador interino
Vicente Ferreira da Porciuncula.
THEATRO '
mm. DBAMT1C0
Quinta-feira 24 de abril.
Grande espectacuio em beneficio da A*sociaeao
Porlugueza de Beneficencia dos Km prega os'
no cvmmercio e industria.
. Honrado com a Ilustre presonca de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia.
Logo quo a orchestra tiver executado brilhanto
ouverlura, subir scena o importante e esplen-
dido drama em 3 actos, do distincto anriptor por-
tuguez Cesar de Lacerda :
TtHVBVLHO V HdlA
Para o llio Grande do Sul
pretende seguir com milita brevdade o paanfei
nacional Su I si puedes, tem parto de sea rarrega.
monto contratada ; para o Gestante quo toe falt-,
trata-M com os seus consignatarios Antonio Luiz
le Oliveira Azevedo A C, no sea escriptorto na
lo Rom Jess n. 37, ontr'ora rua da Cruz._______
Para o Rio de Janeiro
0 brigue portuguc Colele, de l1 classe. vai salar
om poneos dias por ter a maior parlo da carga
engajada : para um mte da carga que Ihe falta.
tato-se com E. R. Rabelhi A C rna do Comm i -
ci n. 48.
Para Lisboa
o brigue poriiigunz Bella fewtnmte, eapMaa fcr-
ms'Valente; este-navio vai sahir d.-ntr I om pon-
eos dias, e ainda pdc recebor xhniroa carga e
passageiros : trata se i-oui E. R. R.ibello C, rut
do Cominercio n. i8.________________
Porto por Lisboa
a barea portBgneza Alegra, can't.io Carvalho, vai
sahir no da 27 do eorrente. o lea amito laas
cominoilos para lassageiros de i "las as ca-
trata so com E. II. RaneUaAC, rua do Ointmev-
ejo n. 48, ou com o eapitao. ________
COMPA.NUIA PKKNAMBUCANA
DE
\fiv<*;nclr romtviva n vapntr.
M.VMAXGIVI'E.
O vapor Coruripe, c
mandante SiUa. seguir para
o torio cima no da $8 do
con'entc, s 3 loras da larde.
Recebe carga, eneommen-
das, passagens. r dinheiro a
frete at as 2 horas da Urde do dia da sabida :
escriptorio no Forte do Manos n. 12.
Para o Porto
pretendo sabir muito breve a gllera portuguesa
Nova Fama II por ler grande parte do sen car-
regantcnto prompto. Recebo a carga qne Ihe fal-
ta a pn eos mdicos, e tambom passageiros, para
os quaes tem ptimas arcommodaones : trata-se
com Tito I.ivio Soares, rua d*. Vigario n. 17.
Para Lisboa.
Recebe carga a Retejo bem condecido brign
nrtuguez Loia /. Val seguir com loda a bi
ade por ter a maior parle engajada, e para pas-
sageiros trata-se com os consignatarios T. '
ao Fonceca A C. Successores, rua do
n. 91.

\
>
N. 1


mm

~

Diario de Pernatobuco Quinta feira 24 de Abril de 1873.
ai
Kodc
segu viagem Bastes dea alas o patache nacional
Veloz. A pouca carga que Ihe falla pd* are Jr.\-
tada com, o seu consignatario Titd Livio Soare,
rua lo Vigario n. 17. ,
PAHA'

Para o referido portesegue cora poucos dias
de demora o brigue portugaez Ligeiro III,
eapito e pratico Nobre, por ter mais dedous
tercos de seu carregamento prompto, para
o do r trata-se com os consignatarios Joaquirn
Jos Goncalves Beltrao & Filho, ra do
Commercio n. 5. y .
t i fr
A *EftU.V.lC
titr1i bfjjer.wior n. I ti.
-------
Vi rn y.en.
.i_---_____
IHLO
DE
ura magnifico boi e urna perfeita carrosa.
HI REIM
O vapor V as 2 horas da Urde para Santos com escala pela
tiahia e Rio de Janeiro.
Para frete e passigeiros, para que tem excellen-
les accommodaces e por precos reduzidos, a di-
rigir aos consignatarios Augusto F. de Oliveira A
C, ra do Commercio, entrada pela ra do Tor-
res n- 42.
NA
Feira Semanal
Ra do Imperador-l
Armasea.
GRANDE,-
Leilao
DE
urna casa terrea n. 10, na ra do Amparo
' em 01 inda, om chaos proprios.
HOJE
a 1 hora em ponto.
Por ntervencao do agente Pinto, em seu es-
t-riptorio, ra do Bom Jess n. 43.
AOS 5:000,^000.
BILHETES GABAXTIBOS.
i' rua Primeiro de Mareo foutr'ora ra do
Crespo) n. 23 e caas do eos turne.
abaixo assignadq, teiulo rendido nga* seus fe-
Jlzes bilHetes, uin Inteiro n. KOI com X:9Vi, um
inteiro n. 27*4 com 80U*, un inlciro n 7G9 cot
;!0('J(K)0, um meio n. 2084 coui 100* e outras
sortes' de 40|000 e JOjoOO da lotera que se ara-
bou de extrahlr (47.*), convida aos possuidores
a virain receber na conformidade do costume sero
descont algmu.
Acham-se venda os felzes bilbetes garantidos
da 3* parte das loteras a beneficio da igreja do
Guadalupe de Olinda (48"), que se extrahir na
(piarla feira, 30 do crreme mez.
PRECOS.
Bilhete Inteiro 6*000
Meio biI hete 3JO0O
Quarto 1*500
EM POK(kO DE 100H)00 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Fiuza.
Baha.
Para o referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Omda, por ter parte da earga, e
para a pouca que Ihe falta, trata-se com os con-
signatarios Joaquirn Jos Goncalves Beltrao & Pi-
ihos : ra do Commercio n. 5.
Para o Porto.
Seguir com toda a brevidade a galera portu-
gueza Audacia por ter ina'or parle da carga promp-
ta. Para o resto e passag'eiros, para o que tem os
melhores commodos, trata-se com os consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonceca A C. successo-
1 res, rua do Vigario n. 19, ou com o eapito na'
Praga.
Para a Baha
o hiate Gaaibaldi sage nestes poucos das: para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, ou rua do Amorim n* 39.
diversos movis, loucae crystaes,
Hoje
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
do un familia que se retira para a Europa, de 1
mobilia de Jacaranda, tamps de pedra, 1 dita de
amarello, quadros grandes, esleirs .de sala, can-
dieiros finos, jarros, tapetes grandes e pequeos,
lavatorios e videos,-porcelana, cabides, commodas,
quarlinheiras, cadeiras de bataneo, e mullos ou-
tros objectos de caa, que tudo ser vendido qun-
tafeira 24 docorrente, as 11 horas da manlva, no
Srincipio dos Aftlictos, junto primeira esta^ao
va frrea do Caxang, terceira casa es-
querda.
Francisco Pereira de Meirelles faz sciente ao
respeitavel corpo do commercio, que venden a 1*
do corrente o seu eslabelecimento de molhados
sito rua de Antonio Henriques n. 20 ao Sr. Ma-
noel Pereira Raposo, livre de todos os bnus. Re-
cife 22 de abril de 1873.
Jos ile Oliveira Lima Jes. ja \er utidas de
seu sobt iuho Antao frajYi, natural da freguezia
de S Vicente da Uta de *. JHgi**, "lhu de Anto-
nio J.h.' Fr.uo < I). Anl i, iUWl est empra-
dndn 'mu uin sitio un- .,u-:i|i.,l :.--.i.i nil.ilcd
Muritt', i-rii casi (! minuf: fl h ewripturio do cominis-oo- a mu da Cruz, ou em
a (le Krmlerieo Aulomo de Mello ; rua de T>-
dro A(Ton-o se diritir a |.euoa piorurada, que
tera meiw de cpniumnicar se com o seu m;in
cionado lio.
Coznheiro.
Na rua da Imperatriz n. 37, 1 andar, precisa-
sede um bom cozinneiro. '
ii .ni.
Copeiro.
.Na rua da Imperatriz n."37, I. andar precisa-
de mn copeiro.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
*Conselho deliberativo.
De ordem do lllin. Sr. presidente, convido aos
senhorejs conselheiros, para se reunirem em ses-
sao ordinaria, sexla-teira 15 do eorrenlc, pelas 6
l]2 horas da larfle, na sala das respectivas ses-
Secretaria do.eonselho deliberativo, aos 22 de
abril de 1873. '
Boaventura Rodrigues de Amorim.
1. secretario.
CASA DO OCHO
.%om A:Of0?0f
, Bilhetes gaiiiiiilos
nua do bardo da Victoria oulr ora Nova)
n. 63, e casa do mi fuma
A.liam se venda M muilo feli-es bilh<:ts ga-
molidos da 3 parte das lounas a benelicio ua
igreja de Guadelupe de Olinda, que se extrahir
no da 30 do corrente mez.
Preco
Inteiro 6*000
Jfeio 3*000
Quarto 1*300
Be OO^OOO pura cima.
Inteiro 3*500
Meia 2*750
Quarto l J37
Recite, 22 de abril de 1873.
l____ Jodo Joaquirn da Costa Leite.
DE
-8,332 aranches de pinho avariados, divi-
dindo-so os lotes vontad dos *preten-
dentos.
= Para o Aracaty, sai nestes oito dias o novo e
superior palhabote 'lsc.niiia,ile 1." viagem, capitao
e pratico Manoel Caetano da Costa, tem parte de
seu carregamento engajado, para o resto trata-se
com Antonio Alberto de Souza Aguiar, rua do
Amorim n. 60.
LEILOES.
LEILAO
DA
casa torrea da rua do Aragao n. 6.
Hoje.
Ao meio ilia
0 agente Pinto Icgalmente autorisado, far lei-
lo ao meio dia do dia atima dito, da casa terrea
da rua do Aragao n. 6, a qual se torna recom-
mendada por ser edificada em boa rua o dar bom
Uuguel: o leilao ter lugar no oscriplorio do re-
ferido agente, rua do Bom Jess 11. 43.
LEILO
DE
de linho (com "avaria
salgada. .
e
Por autorisacao e em presenca do Sr. gerente
do consulado de Franca, e por' conta e risco de
ijuem pertencer, o agente Pinto far leilao de urna
caixa marca A & M n. 37, routendo 10 duzias de
eroulas de linho francezas), avariadas a bordo
do vapor inglez Obcron, viudo de Paris : o leilao
ser etfectuado ,is 10 horas do dia cima mencio-
nado, em seu escriptorio, rua do Bom Jess 11.
ceratias francezas
d'agua
Leilao
salgada.)
DE
cobertores e brins
iom avaria d'agua
, HOo9
As 11 horas.
0 agente Pinto levar a leilo, por sutqriaacio
\lo encarivgadn do consulado Francs, em presenca
de seu chancellcr, e por conta e risco de quena
pertenec-, 3caixas marca U l k i', ns. 302, 306
307 avaria las.a bordo do vapor inglez La Place, s
11 horas do dia cima dito, em seu escriptorio,
rua do Bom Jess n. 13.
b
oiis movis
LEILAO
Domingos Marques de Freitas, artista dramti-
co que tem Irabalnado no Gymnasio Dramtico,
no contrato signado, declara que tendo-se des-
pedido desta emnreza, i brigando-se a trabalbar ate
quinla-feira 2i do corrente, a empreza aceito u a
sua despedida, porin maltratando-nie com pala-
vras olfensivas, fui expulso da mesma empreza
pelo Sr. Thomaz Espiuca, por esta razio eslava
resolvido a nao mais trabalbar na quinla-feira, po-
rin a pedido de urna pessoa assas muito digna
a que nao pude faltar, resolv presta-Ios a)s meus
amigos gratuitamente, a muito digna associa^o
portugueza, empregados do commercio e indus-
tria.
"Recife, 23 de abril de 1873.
____________Domingos Marquts de Freitas.
QUINTA-FEIHA 2i DO CORRENTE (AO
MEIO-DIA.)
O agente Pinho Borges, competentemente au-
torisado, levar a novo leilao, por-conla e risco
de quem pertencer, os referidos prancbSes ava-
riados, viudos pelo navio dinamarquez Tver Hvit-
felt, eapito T. Arnesem, entrado no dia J6 de
margo prximo passado, osquaes acham-se na fa-
brica de sabio do Sr. Antonio Joaqun de Vas,,
concellos, rua do Brum, onde ser electuado o
leilao. I
LEILAO
DE
40 duzias de pelles de marroquim (com avaria de
agua salgada, quinta-feira 24 do corrente.
O agente Pinto far leilao por autorisacao e em
presenta do Sr. gerente do consulado de Franca,
por conta e risco de quem pertencer, de ui'a
caixa marca I B 4 C, n. 556,, contendo 40 duzias
de pelle3 de marroquim avariadas, bordo da
barca (ranceza Figuro.
O leilao era effectuado as 11 horas do dia
cima dito, em seu escriptorio roa do Bom Je-
ss n. 43,
LEILAO
por liquidaco.
De candieiros a gaz, sobresalientes para .os mes-
mos, pendentes, ara.ndellas, estatuas, chafarizes
de ferro, lavatorios de ferr, caixas com apparc-
Ihos para viagem, venezianas, cabides, fructeiras,
jarros de ferro, bengalas, campas, bandejas, pila-
res de bronze. canos c ferro, tubos, torneiras,
candieiros para kerosene, globos, balanzas deci-
maes, e pesos de lato.
Urna mobilia de mogno, porta-relogios, muitos
e diiTerenles objectos de cima de mesa e muitos
ou ros artigos.
Urna casa de Ierro com boas acconimodacdes,
montada em grande ierren1), junto esta.ode
Sant'Anna.
SEXTA-FEIHA .i 1)0 CORRENTE
- Por iiUervcncjii do agento Pinto.
Xo amiazem da raa do Imperador n. 4o.
O leilo principiar s 10 horas em ponjo por
aeren ibuUos e dilToientes os lotes.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife S. Francisco
AVISO.
FESTA DOS PRAZERES.
Domingo 27 do corrente, altn dostrens
ordinarios de passageiros, das Cinco Pontas
para os Prazeres s 8.20 minutos da ma-
nh, e dos Prazeres para Cinco Pontas s
1.50 minutos da tarde, ha ver ,os MJroin>
tes especiaos :
Prazeres Clueo-Poutas.
TARDE.
11. M. II. H.
Prazeres partida)........ 3 i* 30
Boa-Viagem ........... 3 10 4 40
Afogados ........... 3 25 i 55
Cinco-Pontas 'chegada) 3 36 5
Villa do Cabo, 23 de abril de 1873.
ti. O. Mam,
Superintendente.
Alip o Camerino dos Santos, sus
esp sa a filtros, repassados da maie
acerba dor pelo inesperado e in-
fausto passameuto do seu muito
adorado e sempre lem irado filho e
irmo Jeronymo Camerino dos San-
to*, \ Om do alto da imprensa ma-
nifestar sua devida e profunda gratidAo a todos os
seus parentes, amigos e distinclos companheiros
de estudo do seu dito filho e irmo, pelas inequ-
vocas provas que Ibes deram, j nduzindo os
restos-mortaes deste cemiteno publico, j to-
mando to sentida parte em seu amargnrado tran-
se. De novo porm Ibes pedem o caridoso obse-
quio de assislirem s missas do stimo dia, as
quaes man Jam resar, por alma do finado, na ma-
triz da Boa-Vista, pelas 7 horas da manh de sab-
bado 26 do corrente ; e pelo que protestam desde
ja seu eterno reconhecimento.
D. Tilde Albuquer-
qne Freitas.
Hermino Gomes de Freitas, Francisca Prima de
Albuquerque, marido, mii e irmo, convidam a
seus parentes e amigos a assislirem a missa do
stimo da, quinla-feira 24 do corrente na matriz
dos Arrogados, por cujo favor desde j se confes-
sam eternamente gratos.
Isabel Ribeiro Pires Fer-
rara
Convida-so aos parentes da fal-
lecida D. Isabel Ribeiro Pires Fer-
reir para oovirem urna missa que
se manda resar por sua alma, no
dia 25 do corrente, trigsimo do
seu passamento, s 7 horas da ma-
nha, na igreja do Livramento.
I^larcouTaaoSaiHubuqeer-
que, viuva 00 tenente-coronel Ma-
riano de S e Albuquerque, agra-
decendo summamente aos que se
dignaram assistir as exequias do
mesmo finado, roga aos seus p-
renles e amigos o caridoso obse-
3uio de assistirem as missas fnebres que se lera
e celebraras 8 1(2 horas da manh, na matriz
da Boa-Vista, e ao cemiterio publico as 9 1[2 da
manh do dia 26 do corrente.
D. Luiza Ramos Ro-
drigues Villares.
DE
20 garrai'Oos com cevainha
SEXTA-KEIHA 25 DO CORllENTC.
AS 10 HORAS DA MANH
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
e quem pertencer, de 20 garrames com cevadi-
nha, sextaieira do corrente, s 10 horas da
manh.
No armazem do Aunes, dofroiito d'aifano>ga.
Mobilis de Jacaranda, com
tampos de pedn marmore, mag-
uicoi guardas louqa de vinha-
tico, mesas elsticas com 5, 6 e
7 taboas le sobrecalents, com-1
modas de Jacaranda e amarell
aparadores de mogno e vinhati-
o, guarda vestidos e guardas
' r'oupa., entre eies 1 com espe-
lh", relogios de paredn de dar
boras, jarros fines para flores,
candieiros a gtfx, I mobilia de
ara a relio com tampos de ped o,
grande cjuautidade de trastes
avuJso-, sendo: camas france-
zas de Jacaranda e amarillo,
marjuezas largas e estreitas,
concollos, mes-, s redondas, ber-
c/>s para crianqas. cadeiriiihas
para cra ocas comerem. na me-
sa, cadeiraa para escriptorio e
de piano (com rseas), cadras
de guarniqgo d differentes ma-
deiras e feitio*, livros de direito
e litteratura, tapetes, facas e gar-
ios para sobremesa, crjsiars dif-
. /erent?s, eabi les e quartiohei
ras para parefje,^objectos de ou-
rp e prata e-infintdade d-e objee-
tos di) u^o domestico.
DE
meveis, louc]a e crystaes de
baccaral.
<(! :
Tina mobilia de Jacaranda a Luiz XV, contendo
1 sof, 2 eoncoos. 1 jardineira com peJra, I ca-
derias de bracos, 2 de balando e 13 oe guarni^ao.
Urna dita de mogno, onstando de sof, 2 con-
rollos, 1 jardineira, (tampo de pedrs) 2 cadeiras
u> bracos e 18 de guamico, 1 toilette de Jacaran-
da, 2 grandes espelhos com molduras douradas,
2 suardas roupa de umaiello, 1 rico aparador, 2
toilettes de amarello, 2 guardas loucas, 2 espri-
guicadeiras, 4 lavatorios com pedra, aparadores
pequeos, l mesa clasica, 1 ditu de ferro com pe-
dra, cadeiras de faia, ditas de amartllo, quarti-
reirs,.! mesa decharo, 1 estante -comlivros, 1
relogio, anuarios, cadeiras avulsas, machinas de
impar facas. 1
Loucas e crystaes, garrafas de crystal para vi-
aho, compoteiras, apparclhos para alilo ditos
para janlar, eseanadeiras, bacias de cobre, ba-
aheiros, bandeiju. iguras de gesso, porta-lcres,
jarros, 1 relogio chranometro para soahora, 1 lin-
do trancellim de ouro, e muitos outros artigos d<;
casa de familia.
Sexta-feira 2o docorrente
Manoel Jo Dantas, tendo-sc retirado com sua
fatiilia para a Europa-, vender em leilao por in-
tenren(ao do agente Pinho Borges, todo os movis
e mais artigos existentes no Manguinuo n. 197
casa que serv a de sua residencia, onde ser ef-
fectuado o leilo; gue o trem que partir da esfae^o do airo de San-
to Antonio, as 11 horas'da manh, alim de dar
passagem gratis aos concurrentes.
m
AifiSOS DV'ERSOS
Vtitle-se
Um sitio tta cidoOo ilo Oliuda, alm de
ter urna boa fsa de vivenda para grande
familia, tem muitos arvoredos de ructos de
todas as qualidados,. e excellente agua de
beber ; a tratar lesta tvpographia.
Offerece-se para companhia de una senhora
de familia, urna ontra que nao v manga 0 nem
velha: a traart na pateo do Praizo d. 5.
DOS
TR'ILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda e Beherike.
T)e ordem da directo-
ra convido aos Srs. ac-
cionistas para, no dia
30 do arrate- pelas 4
horas da tarde, se reu-
nirem no lugar do cos-
tume, afim de ouvircm 1er o relatorio se-
mestral, de conformiJaJe com os estatutos
om vigor.
Escriptorio da companhia, 22 de abril
de 1873.
O 1." secretario,
Lav.reatino Jos de Miranda.
/ ----------------
Do dia 1.* do maio em ti ante licasup-
primido provisoriamente.
.inha de Olinda.
A estaro de Salgadinho.
Os trens que paravam na estaijo de Be-
lem, excepto o quo desee, pela menha, de
Olinda 7 horas, c sobe do Hecife s 0 ho-
ras.
O que desee a tarde s 2 1 '2 e sobe as
5 1 2 do Recife.
Ramal da Encriisiihad'i a- Ueueribe.
O trem que suba pela manh s 5.35,
0 desoa a Encmzilhada s o.58. O que
suba a nenie, s 9.4-5 e descia as 101/2.
EscripMno da companhia, 23 de af-il
d 1873.
O gerente interino,
l.anrentino Jos de Mirand-i.
jAruga-se ou vende-se a casa n. 29 la rua
das Trincheiras, reedificada de novo, caiada e pin-
tada ; vende-se-mais 12 casas peijuenas, na tra-
vessa da rua Imperial, que rende mensa luiente
117*. por um preco que admira ao comprador,
isto por seu dono achar-se ncommodado de sua
saudee retirarse para se tratar : juem pula*
der dirija-se rua das Trincbehas n. 34. audar.
Ao II* ni. \ igarfo de I
Constando ao abaixo assignado que seu irmao
e afilhado Salaiar Goncalvcs do Macodo preten-
de easar-se nessa freguezia, apressa-se a declarar
qne sobreesteja esse casamento at que Ihe che-
gue as m3os impedimento.
_____________Henriquc Fernandes de Macedo.
O inventarame dos bous deixados por mor-
te de FVancisca Maria da Conceicao e :eu filho
Antonio Francisco de Aquino Foncica couvida os
credores para no przo de 30 dias apresentarem
seus ttulos de crdito, rua do Coronel Buls-
sqna n 121, ou rha do Imperadar n. 31.
_________Vicente Licinio da Costa Campello
Ama para casa de familia.
Na travwsa do Duque di axia n. 3, an
preiisa-se de 'lina am.i livre mi >-r.iva, |
niuitliar r ihiT" ? rv<-.- i
l..uiili;i. i'; :..- i.....
Atten^o.
O liaix iissigij.idii polo ao Sr. Joao llenri jufs
Pmmm o favor de vir cntcudci'-se coui elle so
aquelle nngpcio que o mesmo nao ignora,
|H'na de ver por este jornal a espede do uegoci).
__________ Miren de A. Lima._______
20|OOOT
Frecisa-se alug.ir urna i sera va .-jne engomle
peroiUiiii'iite Iwin. e faca o m.iis servien iilem-)
de urna casa de pequ.na familia, comporta de
duas |iessoas, e de una ontra qne rrainhe e
|ierrei(;o : no largo do Paraizo n. 28, ^ e frau-
dares.
Attencdo
AMA
Precisa-se de nina ama para cozinhar em 6M
de pouca familia : na rua do i Ji.vello n. I2;>,
casa de azulejo.
Na rua Bella (boje flhav '. >
Carvalho, precisa-se eozinliar a cmnjirar.
A \f A Precisase de urna ama na a cas* I
xaivi^a pouca familia: na ruadeMarcili.i Di.i
(anliga Direitaj u. 43, andar.__________^_
\ ma Precisa-so de una ama para casa . i uia p^jj familia m |arg0 ja pen>, .
12, sobrado.
Vina Precisase de unu ama que coui re
* rmdnbe para casa de pouca familia : ;
rua de S. Francisco n. 34.
Aluga-se
o segundo andar rua da Imperatriz n. 3, com
commodos para familia : a tiatar oo Caf Impe-
ratriz.
Alleucao.
Pegunla-se ao Sr. Jos Narciso da Silva qual o
trotivo que o levou imprensa a declarar ao
respeitavel publico e com especialidade ao corpo
do commercio, que nunca teve e nao tem socio-
dade no eslabelecimento de molhados sito i ri-
ca do Conde d'Eu n. 32 ; e pergonta-se tambem.
por que fim fa e est fazendo uso commercia
e social da firma de Jos Narcizo da Silva & C.
0 annunciante mostrar em juizo competente o
dosenvolviinento necessario que requer o annun-
ci do Sr. Narcizo.
i j* Un prejiulcado.
Na ehapeleric da moda, praca da lude-
pendencia n. 14 e 16, precisase de costuroiras.
Aluga-se ou trocase os servfcoa de urna n.'-
gra boa cozinheira, lavadeira e engommadeira,
por urna escrava boa quitandeira, prefei-e-se casa
de sobrado e condico de nao unir a rua : quem
quizer dirija-se a rua da loperatrif n. 6, segundo
andar. _________
D-se a quantia de 300S sobnenhor ou ama
escrava que cozinhe : na rua de Hurlas n. 86. .
Deseja-se alujar urna ama para cozinhar:
na rua de Horls n. 86, sobrado de um andar.
Precisa-so de um caixeiro dy. 14 a 16 annos,
que tenha pratica de laverna e que seja portu-
guez : rua de Santa Amaro n. 2.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. B' de animaes c com propor-
g5es para 1,500 paes : os prelendentes poden di-
rigir-se rua Duque de Caxias n. 58, .- mular,
que all terao informac/ies.
Ai commercio.
O abaixo assignado, testamenteiro de- seu mano
Jos Joaquirn da Silv i Guim.ires, roga aos cre-
-f dores do niesmo fallecido que apresentem suas
contasdo que se sejulgarem credores do mesmo.
bem assim, aqueles que tenham cartas de flanea
de as trazerem, pci's devem saber que para este
fim s sao validas at o dia. 6 da margo do cor-
rente anno, dia do seu passamento.
Recito, 21 de abril de 1873.
Pontes Guimarcs.
Pedido justo.
O moradores de Santo Amaro das Salinas,
vem lembrar ao Exm. Sr. comuiendador presi
dente da provincia, a execucao da lei da assem-
bla provincial que manda estender a fiaba de
lampeoes a gaz, do ponto em que se iefaa at a
ponte da Tacaruna. E' urna medida d.; sunima
utilidade, e que vem fazer com me ne se re
pvoduzam os factos que se tem dado ltimamen-
te nesle lugar de serem pegados os tcanseiin-
tespelos bonds, o que se tem dado pela escuride
daestrada e pincipalmeate'em tempo de invern a
nonte de escuro.
Pei'iiuiMbuco Street Railwaj Coui
lany.
O gerente drt companhia Pernambiicana Street
Rajlway. fae sciente'a quem possa nteressar,
que os fornecmentos de_ -qualquer especie para
a dita cinpanhia sao feitos por pedidos por es-
cripto assignads por si, ou pelo Sr. Thomaz Ea-
dfortli, em su ausencia, aio se responsabilisando
a companhia pelas contas que nio se apresen-
lem nessa conformidade e acompanhadas a res-
pective* pedid).
Reeife, 16 de abril de 1873.
O gerente, .
Gustavo Adolpho Selimidt.
Alugarse
um'stio uo Chacn, com omitas fructeiras e todas
bem carregadas, grande parreiral com bastante
jiroducgo, muito bem plantado, com soffrivel casa
de inorada : quem o pretender drija-se rua do
Commercio, armazem de assucar de Luiz Jos da
Silva Guiraares,' a caeuder-se eom .Antonio de
Albuquerque Mello.
i Os abaixo assignados, curadores liscaes da
massa fallida de Ferreira & Goncalve?, convidan)
os credores da mesma massa para que apresen-
tem aos abaxo assignados, era seu escriptorio
rua da Madre de Dos n 22, seus ttulos dentro
do praio de 8 dios, a eontar da daia..desle, alim
de seTem relacionados e apreseutadus. em juizo,
para que tenham lugar a pagamento conforme a
natnreza de cada um. Recife 23 d abril de 187
Joao Martins de Barros Fimos & C.
JXiiz Rodrigues Villares, sua mulher e llhos,
mandam dizer algumas missas por alma de sua**
seitipre lembrada irm Liuia R. R. Villares, fal-
lecida no Rio de Janeiro. A missa ser dita na
igreja da Santa Cruz, sexta-feira 2o do corrente,
pelas 6 horas da manh ; aquellos de seus paren-
tes e amigos que se dignarem atsistova este acto
pi e religioso, seremos eternamente gratos o re-
i'onhccidos.________
.*^V^S^3CtW3BWiWntSUHn*8:i.KtJ
O abaixo. assignado previne a toJas as pes-
soas qne ficaram a dever na loja de ourives a
rua estrert* do Rosario n. 10, que s cora elle,
ou com seu .procurador Joao Baptista Gitirana, a
quem den poderes para cobrar amigavcl ou ju-
dicialmente, se podem entender acerca de seus
dbitos, visto ter tomado conta do activo e pai-
sivo desde Janeiro prximo passado. Ontro sim :
pede a seus desodores da loja do arco da Concei-
Jio. que venham saldar seus dbitos at o dia 13
o prximo mez, scientilicando a tod. s que da-
quella data em diante promover o seu direito.
_____________Jos da C. Oliveira e Figueiredo
Feitor
Precisa-se de um que seja cuidadoso e saiba
tratar de ja dim : em S. Jos do Manguinuo, sitio
n. 2. cm porto e jardim de forro.
Ama seeca.
Precisa-se de una ama para o servico de unu
casa de pouca familia : ti alar na rua Im. 11
n. Til, loja. ilas 3 as 8 i mus da mote.
Procisn-sc de nina para c-.i
pnuca f.iui'Hi : no largo -1
;nha n. 12. Cobrado.
AMAi
Ama de leite.
Precisas,: de una ana se.n lilho tratar ni
rua Dir.iita n. 31, loja, das 3 s 8 huras da Mal .
C'oiiMelho (focal d Houic-Fia
l'ortu^iMc cm Prmnmhaco
De unb-m do Illui. Sr. presidente do con-
fiscal c de coiif- rmidade com o i l.*dn ...
32 dos nossos estatuios, convido a todo* os S--.
coivelheiros a couiparccerein a e.-so me i
ter lunar as 6 horas da 'arde do da 23 do cor-
rente mez.
Secretaria do eoaselM li-cal do Moni.'-Pin ? i -
tuguez em Pern.unbnco, aos 21 da ii-ril de IK'
Irederico Alves Pereira I*
1.* sfcretario,
SITIO.
Aluga-se um sitio t'ido mura lo le I
familia, cacimba eom exeeNaMl kf la, ijues para lianlm, muito Irescn e peito da '
do caininho de ferro, net alagados, rua M I
auel n. 103 A : a hilar M rua m Im.nn'iiz n
Coa-Vista, cslabclcciiiicnto n. S____________
Aluga se em Santo Amaro, rui do Urna
n. 4 e 6, duas casas, urna pan mora'i.
um grande lotao, agu a gaz eacanadi -, a a n-
tra muilo propna para rolinaco ou Btarta, ] I
ter um grande Cunto e ter tambam agua c
cucanad : a tratar na rua da ('...i n. W._____
|'nffii?>'tv,a'! v".
,tl!'Pl!!l ti l 1. 11.
BaaMBaa-sa com pcrM{ao < par aneja Ba# i
na ma da Pandado n 12.
ipn

O Sr. Francisco Agostinho Madeira queira ter
a hondada de vir oncluir com o negocio que se
comprometteu na rua Duque de Caxias n. 60 A,
loja de Bento da Silva & C, soecssores de Ma-
noel Itibeiro Bastos.
Oriibftro
o abaixo istignaJo parti.
t-corpo do eommerrju qne lem ,' uta
. Precisa-so de tim cotlnhelro para cozinhar e
comprar : na rua PrimSiro de Marco, esquina
n. 8.
Contiaa-se a Cornecer alroco e janlar para
fr por preco commodo e com promptiJo : na
rua estrella do Rosario n. 38, I," andar, casa de
familia.
AVISO.
A Socedade Beneticente Luso-Brasileira, pre-
cisa contratar com nuem melhores vantagens oC-
ferecer um quadro do patriarcha S. Jos, pintura
a oleo e moldura ricamente Jourada, teado 6 pal-
mos de comprimento e 3 l]2 de largura ; assim
como, as armas portuguezas e brasileiras de igual
tamanho e moldura do quadro de S. Jos : as
Sessoas que querain se encarregar de eyacular
ilas obras, poderlo dirigir suas propostasTBT'esta-
belecimento do irmo presidente, da tvpographia
Mercantil, rua do Torro*.
Secretaria da socedade luso-Brasilera, 22 de-
abril de 1873. .
O !. secretario.
Benlo de Souza Mira.
MOFINA
Est encouraeado !! !
>
Roga-se ao Ulra. Sr. Ignacio Vioira de Mello,
escrvao na cidade de Nazaretb desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio quo S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desto jornal, cm
Ins de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril d? 1872,e nada cumprki;
8 por este motivo de novo chamado para dito
rtm, poisS. S. sedeve lembrar que este, negocio
Je raais -de oito annos, e quando o Sr. seu tilho se
achava nesta cidad9.
O abaixo aasigaa lo ii *\
tera justo c contratado a Bompra ai
lo e suas petteocM, sita rua de T!i- mt
za, aslifa da LiagueU, a. 5, p rti aeeaV
data aos Srs. Manoel Bencndei e Pedro
reiro, Brreedtaembaracada de pulquer
esaaljoem se {atajar rrrdnr <> mesno. -y-
ipresantar suas eostas ao prawde li
contar desta dala da ooirario bm adera
a nclainai-o de divida Ma ll i esta dala.
Recife. 0 de abril de 18-:|
Antonio ftaaes.
con'i o Sr. Francisco Xavier Ferreira a
na sita na rua Viscoinlc do (Jojana n. I- >
se julgar eredor da" mesma :\\ resenl
7.0 de lias a w Mar da data d doi
perder lado o direito.
v Recife, 21 de abril da 7S.
Man el ti i ii V' de 0 '
" Al

CKlADi)
Precisa-se de um para o serv ;o de casa : rua
do Imperador, n. 32. '
AOS 5:0005000.
Eslao vendaos felizes blhctes da lotera daBv
hia, na casafelz do arco da Conceicao, loja ls
ourives, no ReciCe.
ii ti -i kl
' ovo estabelecimento --

de joias.
OSr-.major Miguel Alexandrino da Fonceca
Galvo rogado vir rua do Imperador u 28,
a negocio de seu intoresse.
\IZll'('lll.
O Sr. teuent-coronel Jos Fraucis'co Lopes Li-
ma qneira vir rua do Imperador n. 28, a ne-
gocio de sua conveniencia.
Egommatleira.

Para casa de pequea familia precisa-se de ulna
boa engommadeira e que -hienda de costura cha,
paga-se bem : etn S. Jo do Mangunho.'o pri-
meiro sitio n. 2, muro cinzento, autes da igreja.
l'rgeiicia.
O Sr. tenente-coronel. Antonio Francisco Paes
de Mello Brrelo queira ter a bondade de vir j
roa do Imperadom. 28; a negocio de seu parti-
cular intereese.
Precisa-se alugar um moleque pequeo, ou
urna negra qu landeira : na rua do Imperador n.
16, armazem.
.-i---------,
Terceiro audar.
lina do Cahtig ii- 13. df-
O proprietario des'o e-fabelccjinnte ^
receben entre muitos objectos de pequ
3 nos valores, os seguinii-: rozeta4e anneii
;^ de brilhantes, Brincos e encollas, ade- SE
^ rcos e meios adereces de rubina, esrae ,:.
i Idas, perolas, allinetes para reta
tos, cora brilhantes, rubios e perolas,
"3j porta-charutos muito proprios para me
*| sa, de delicados gostos c perfeita mo
. ^ de obra, apparelhos proprios para almo-
4 co e janlar, para meninos levar para o
ollogio, tudo se vender por prejoa ra-
zoavtis, garant ado-se todas as joias que
':. deste estabelecimento taia. Tambera sg
fabrica e concerta qualquor objecto ten
dente a mesma arte.
= Precisarse (aliar ao Sr. De
Buarquc de Lima : a rua do v
Aluga-s o armazem, I* a i andan ,,";
I,railo ni na fe Sen or Bum Jasas, uin ._,, %
da Cruz, aonle di a rasa eo uneiri;.! :
Rayder k C.: a tratar eom Luiz Aon ^ r)a.
lorcq, -ll cual o -vil caiv-iro Can lu
Cavalcante, escrii ci ladolin1 lP1.,
Ama ou criad~
Xo t andar do wbra 11 l
/.:.-. ictualraente Dnmic do Casi
um criado ou de orna ama.
a roa d.i-
as, pr
Cb8tur*ira
Praeisa-ae para oortar _. riiscr ra|ca< |grfJN
rs.: na rua na Impera ^i M 5^ ty ,\:y
branca.
Aluga-se um .(, no .omo. 1 da eslr*
Jfto de Barro*, com b-M c-i^adc vivonJa, Cuxeira
eatrluaria, duas cii-hnbas arailas fructeiras : 1
Indar na loja de fuias, annel de ouro, es |uii
rua do CaLoga. __________
Aluga-se
una casi cm Sanio Amaro das Salinas n. I-V
:! qnartos, 2 salas o copiar fin : quem t' nd .
dirija-se ao p da mesma. Adverto-se q
nlia dos bonds pasaa aa poita v que se o n
lino quizer Imia-sa o encanimonl
Aluga-se urna casa tcr,-ea rom .-
rua dai raeas, na 1 apunga, 11 bastante com-
modos : i pessoa (|'!c .j-si/pr [tolo enten-k-r-
com o tenontecoron.-l Fraariaeo Caraair
estrada da Ponte de l'ci. o Sr. Jo.
Maltos. ^^^^^____________
- Quem quizer encarregar se de nina cabrea-
ra em Caruani, dando fiador a sua ; rija-
sc rua do Ainorun 11 37.

.
-*
Medico-ciruriiifo
RUA DO IMPERADOR N. 73^ i* ANDAR
0 DR. KNS DA COSTA
MEDICO OPERADOR E f aRTEIRO.
'ESPECIALIftADFS:
Molestias e operages de olhos.
Cura radical e instantnea dos
estreitamentus' d
Coti?o|taj8: Das. 7 da nji:h3.
Chamados: A qaalquer hora.
vende-ae dous bonitos racborroa, granj. --.
proprios para quintal on sitio : aa rua lmp
n. t27.
Precisa-so de um r 1
(averna, e tamben aa admita ou
com alguns fundos : na raa N I
ama pratica do
Caixeiro
Quem precisar de um eaixaira
hotel ou mesmo para t.o l -.11111
do eminha ao hotel central, rua CI
rio n. .17.
Trasnataa-sa a chave do annazem da rua
de Podro Alfonsj 11. CI : tratase no rafaaav.
Aluga so una o-ci
C07.0 o engomina bem, propria para casa *
mila. por ser robusta e gozar atide : a tratar
n> rua da Penh.i n. 2.
c Precisa-se ilo prelas para vender 1 ote* :
a larga do Rosarlo n. ix, 2* andar.
-,vsc fallar com o Sr. Candil
Pires : na rua dt> Coronel Suassuna n. MI,
outr'ora rua Augusta, a negocio de eo particu-
lar nleresso.
Precisa-se de um menino Ia 12 a li annos,
Almja'se o 3* andar rua do Padre Ftoriano : I que tenha pratica de molhados : a tratar na rua
a tratar na rua larga do Rosario n. S. das Nymphas n. 4.
2:000$.
D.-se 2:000 a juros de um e meio por
ao mez, rom hypoilieca cm algn predia
cidade, o quo estoja livre e deserabaracado :
prctendor a dita qnaotia, dfrija-se a esU typogaa-
phia a entender-so com o Ferreira._____
Precisa-so de 2:000i ou 3:000| a juros com
bypotheca om eacravo oa rasa : quem quiaer dai-
\c carta fecha la com as iniciaes A. P. F. M.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro para la
ter na rua da Impe atril a 78.
a M
PWiuJtyiUiiaM


1 -H '. '
G
I
Diutio de Pdauntaco ^akilMra 24 de jUsril ^He ififlj/:
x
Terrenos bem localisfwlos e
baratos.
Antonio Jos Rodrigues
Ao publico.
Eu abalwi 'nssijmao tciMe romerady S tavfrna
da ra Imperial n. 81, pcrleneente ao Sr. Manuel
re Souza, tendo Albino Bcrorra, itne e desembaracada, reas se
aborto com anprovaco da lllm\ cmara! alffuem sejulgareom direitoa mesma, reclame
Lh v (. m seo direito no pran de Iros das, a contar da data
municipal, moa ra coo 80 fainos em seu de8te ,flecife S3 de abril de 1873.
sitio de terreno proprio quasr deironte da Jos Gomes Al ves. .
igreja dos Aflictos, para onde o transporte, ~ Pree^e e pretasjiara venler bolos : a
no caminbo de ferro SOOelOOrs., e o rua.larga do Rosario n. 18, a- andar,
dos bonds fl -a muito perto : vende. aos pal-
mos, terrenos com as frentes para'dta ra,
tendo cerca de 80 a 300 palmos de fundo :
a tratar na thosouraria das, loteras, com
Tristao Fraucisco Torres, que se echa erfcar-
regado.
Aluga-se a parte da frente e sotao do sobra-
do n. II ra de ComniiTcio, tem excellenles
couunodos para escriptorio oommercial : trata-so
:D0 consulado brilannico.
Na travessa do bii(|ue de Caxias n. 4, con-
tini-se a vender a vtrdadeira gomma de araru-
ta a 500 rs. a libra,
COMPRA-SE
Compra-se um diccionario inglez e portuiuei|
ainda mesmo usado : na thasouraria das loteras,
SALSAPARRILHA OE AYEfi-
Preparada pelo r. .1. C. Ayer dos
Issltulos-I nidos.
E' o renome di' que goza esta admiravel pre-
,paraca"o proveniente das muitas e importantes cu-
ras que tem cUbctuado as molestias cuja origem
devida a impureza ou vicio do sangue mo-
lestias da pede, rhenmatismo, molestias syphiliti-
cas, escrfulas e outras tadormidadea elronicas
tem si^lo e actualmente sao curadas tantas vezes
com o seu emprego, que ba toda.raziio para acre-
- ditar quer%st;i salsaparrilha de Ayer possue pro-
piedades alterantes e depurativa* em mais alto
grao qua'quc que fez outra medicacao ordinaria.
Atteneo
OSr. Antonio Oomcs de OUveira, caixeiro no
seio Publtcn. queira ter a hondadi
na ra Duque de Caxias n. NA.
Precisarse do um eaixeiro eom pratica de
inolhados : a tratar no paleo do Terco n. i.
Sitio para alugar.
Aluga se o sitie dos berdeiros do finado Santos
Coelho, com casa bastante grande, tendo 3 saUs;
dez quartos.'^todo murado, coro muitos afvdfetfcs,
tanques para banho e gallinheiro s a tratar na roa
do Mrquez de Ofenda n. 68. -,_________
COMPRAS.
Chimbo
MElt
Amaralj Nabuco & C. ven-
dem as segitintes qualidades
de meias de fio de Escocia :
Brancas, abertas no pette do p, e bordadas a
seda, para senhora, ajerias, para meninas, cruas
eide cores para homem.
T)E ALUODAO
Branca* e de ere* para meninos, meninas, ho-
ntens e senhoras. '
DE LA
Itte cores para fnvriinOs, meninas nomjas e se-
nhora*.
J)& SEttA L
jCarraezim e rxas pata padres, capllis milita-
ras, conegos e bispo.
I No bazar Viciara, nu do Baro da .Victoria
nfelL-__r-----_*
MPasseio Publtco, queira ter a hondade de appare-
a\\m\'
Precisa-so de um rozmhciro livre ou escravo, e
e se ttearregue tambern de compw, para casa
e ditas pessoas : a tratar no Corredor do Bispo
n. 59.
Compra-se chumbo relho e estanho, em peque-
as e grandes porefles : rtia'Nova toja n. il, 1
Azeredo.
Na fabrica de nerveja ra do Rosario n
6,'comprarse laranja da tetr a Attencao
Compra-se apoliees provinciaes ; a queml
ier Tender, dirija-so ra do Vigario n. 3, es
torio de Manoel Alves Ferreira A C.
con-
crlp-.
Cofres de ferro.
Preeisa-se comprar urna burra de ferro (cofre)
a tratar ra do Mrquez de Olinda n. 66, luja.
Compra-se um cofre prova de fogo na
travessa da ra do Vigario n. i.
VrNDAS.
Atteiic.ao
Vende-se a tararos da iraca do Conde *f8n n.
: a tratar na mesma.
- Precisa-se de um caixeiro de K1 a l6juinos
de iilado, e que lenlia pratica, para unta taberna :
a tratar no beceo do IWe Frito n. i.
(I
u
Queiif precisar de boas amas seceas e de leite,
alianoadas, irija-.-e a<> pateo de S. Pedro n. 3j
loja, que achara mu. ui"tn tratar.
- Fu abaix) assiii.-ida. nilher de Belarmino
Pereir,! di C -Ct. b-claro d ;u> da iinprcnsa, que
Dio assiun.....cripldra albina de venda das ra-
sas teiir itiU iin Santo Amaro de Jahoatao : e
para que qualquer rtmprtidor n.n se julgue pre-
judicado cm seu direito, por qualqaer meio arti-
licios'.. ,'" aprsente oeetaraeie.
Anua Hara da GnMieln.
-y.. :-'>v -'-%
w 1 i
Vende-se feijao inuiatinlio empaceos e a re-
talbo por menos prec>) do qae ein outra qualquer
paite, na ra "da I'nfia n. .
Vende-se dous cscravos pe;as, sen*> m
eserava de 17 annos e um moerin de 19' m
ra de Pedro Alfonso n. 6d.
Aviso.
BICHAS BE HiBUfiOO
As m*fe recentes e meliiores.
Vendem-Sftqa pharmacia e drogara de Ba^
tholomou & C., ra Larga dosario o lln. 34
SEGMlW ttiOMA E CELERDADE.
Obtem-e com o uso
DA
WJECGO SHOST
Ikrics, hyglonica, radical e inalval na cu->
r das onontas, flores brancas efluxos de
KhJa esj^cie, rcenles ou cjironicas; eque
offerece como g^rantia desabitares resultados
a continuad? appcac,ao c^ue s^mpre com 8
laior vantagesn se tem fetto dilla nos hos-
pitoes de Pars. .
linio deposito parao Brasil,'Bartholomeu
AC, ra Larga do Rosario n. 3i. ,
vrosavea
Aos Sfs. acadmicos
Xtati-te as egmlates obras de litteratura, por eonunodosprecos:
fmlamm-i hOrou OierciaJ.
fRam :-1h Loofc-Ptenc :Hwoire dedix atas.
ViM :^-Drolt es >ns.
VWtora':M PW^ piflrfic.
arteVs: Oows-de drolt naturel.
-Drrtt des JW.
on : -Corte de enmmerre.
sta trpograpMa aenaro essas obras pwrue
r em Tendidas.
Pede obler em pooco lempo com o oso do celftw 4of licorea *&mA*
hWERIDIM
Faz^oiio anuo* qne e eonheddo este precioso tnico, e dlflkil ecav moa ptMOi
que, Modo experimentado pesaoalmeDte, n3o falle em seu favor, j' coo betn ealoca
e apetiador, tomiMk um catix delli lea de jantar, oo cmo facilitador da difeett
tomando-ie depon.
Casas para vendetnse
Vdd-se duas ca urna tu ra do Padre Floriano n 7S, eom
sotao Jnnito commdos"para familia, e
upna'4ita *> **0*" daXaman.18 : qneni
: i aiaar. .
Mirtarato.


Vende-se uaa arnia^5> com vidraja e caisoes,
prpria para deposito de padarra ou cigarrero
a tratar no ra do Baro da Victoria n. 53.
fom
- Vende-se a casa n. 133, moderna, eom. gaz, site'
ra do Mrquez do ijerval, (antiga Concordia),
terreno do inarinlia : a tratar na ra do Mondego
no sitio do poni n. 63, com Marcelino Jos
Lopes.



'
laiiav
Xn travessa da ra
dasCruzes n. 2,-pri-
meiro andar, d-se
iheiro sobre pe-
nhores de ouro,pra-
e brilhantes, seja
ora qiiantia.
Xa mesma casa
con -se os mes-
ne taesepedras.
Ama cozinheira.
[mporado o. 38, S% andar, precisa-
eir, preferindo^e e-crava.
va
m
VENDE-SE
urna parte que se tei no sitio Tacarnnn, MMriki
dade que foi da tina 1a I>. Anglica Bosa de Tor-
res : a tratar eom Francisco E. de Luna Freire|
no pateo de Pedro II rr. 81, 1 andar, escrlptorio,
ou em sua casa, rna do I'adre Floriano* n. 60.
Engenlio Pairiri.
Esle engenlio est simado em muiaa bom ov
yar, perto do porto de embanque oado ijarre-
tram is vapores da campanhia I'ernambucana,
que levam e trazem carga de Manwngoape. Est-
de fogo morto e seus proprietarioi* sujeitam-se a
venda por preco muito ombedo; e nao duvi-
dain mesmo coneeder prazos por parte de soa
importancia, com tanto que raeeftam outrn par-
te, em diaheiro vista':, a- iratar con- Tasso
Irinaos & C
maral 5abueo & C. vendem o seguinte .:
Aza- de mA#r, facenda propri.- para eobrir espe-
m quadros, flores, etc.
Bano%as de caaro-e de ferro en\fmisH, mo-
4f*r otos v bonitas.
Camizo de mcki-.para nicoiuo, de todos.es tama-
ihos.
Cha pretb e verde:
Legues dt uauJreperolu meimada f aira, d> mar-
fm, tartaruga, etc:
Raa franrez e fupap inglez
PaaSes de ferro para espirito de viro.
Esfampa de' imagen? c paieag^ns.
Fterolwers dfe diversos tiimajihos e bailas para os
raesmos.
'Ploree para eabltos multo perfeita e Nennas.
Ctes>de- .vestido* dell soda, de aptist,-de'
dassa pintad* e bordhdas:
Camisas bordadas e arrendada. para meninas e
senhoras.
Cestos e oalak, completo sortimeBto paw pie-,
flone?, fructi-s- ele.
BoIsmbB para meninas, de'seda, velludoretmro-1
paHia.
Brinojoedo para rriinca, em ccixinhas, boneens-de
borracha, de pSle, ele.
lbum para O, 50, IDO e 200 rrtratos, capa de
eouro, marliin. RialreperoiS, madeira e metal.
Lanternas fnrta fo^i e magiras.
Esponjas- para toiff.*e, para banho e para movis.
Meias e fivellas pan padres.
Insignia maromeas Binoeutoe- de' marfil*, tartaruga, caadreperela* o-
metal.
Cosmoraina com 21 vistas e diorama para 30.
Steleoscopios-eorn vistas de opera* completes ;
Trovador,'Roberto dii Diabo, Jesutas a trote e>
outros artigos <|ue so- eom a viste.
Ka ra do Victoria n. .
Tendo o .dono da loja de louc site, rrta-
da froperatriz n. Cde retirarse para tora do inv
perio tratar de So sade, vende o -lito stabe-
feoimento que se_acHa Bastante WrOaltadO : quem
pr*teno>r queira dlrlgir-se mesma toja onde
^chnr eom quem- tratar.
CASA.

Vende-se um sobrado em urna boa ra
tar na rita da Imperatriz u. 8, loja.
Vende-se.
urna escrava de 21) anuos de htad, cmn algumas
habilidades : na ra do Rangehn. 6t>.
Ven .e-se urna casa de pedra a cal, na ra
de S. Miguel n. 123, nos Afogados : para ver, pa
rede c meia da mesma, e a tratar na ra do Ca-
bng n. 2 B.
Las
O que ?
Poder vender-sc nm par de roraegnins para
fetihora, sem deTeito algmn e de niais a mais da
ultima moda por 'SiO.
Assim como
Vender-se Hndos e deslumlirantes diadema de
tco objeeto este de alta novidade por 3#00O f...
e ontros muiloe artigos que vendo-se poder-se
ka dar crdito,
. Ho tapot das- nm-idades.
Ra- *i Fmneratriz n. 39-.
= Iteiegios de ooro patente iuylo/. (dcaeetoertoi
9' mel'or fabricante de'Londres, em c*de E.
A. Dfelouche rna do Mrquez <) fMinda n. S!>.
. Relogios americanos, jpatidf toitimeni' para
aaesas-e paredes ctn- culumn;i domada,- corda
para 8* das, o mais modernos poaeivi'!s.
N*mesma easa ba grande snrtmiM.i de-relo-
gios deouro, suisos, e prat doonG';'. (adela de
plaqa todos por preeo mnito-ltante. rna du-Mar-
quez de Olinda n. 49, E. A. Delonrfie.
Olmt
--
Venddw-o-soSraflo unraiular sotio otv
fronte para o pateo ae S.redro e blti* pal-a o pa-
teo do (.'armo, as mdhores condlcoe possiveis,
nao s para negocie-, como para morarib e uso d*
bandos sallados : qnea o pretender firija-se ao
8r. Bermirdmo d feo*Puntual,' ;\- rati daMadr*
(fe Dos a. 36, escriptor.
vis -.-se
Gailhermina que
inej Feliciano Joaqnim dos Sa >
i npradti ao Barao de Naiaretn,
,.,., niio ti n falta de denles na
f,' -.. irizea de qaoimadora
.....: lirio regriste, que des-
, ,i de sobrado n. 26, da ra dos
lera generosamente racoipensado.
LVinlicin.
Precisa-:e de una cozinheira que anteada do
offici qu lava mais alguna servico de casa,
I ia conducl para casa de pequea
i tar na roa da Imperatriz n. 15, 1.'
-_______
Fo
a os
callos.
Bonitos padroes de las com Bateas a 440 o co-
rado : s n.vrua do Crespo n. 20, loja de GailUer-
me C. da Cunda & C.
Rival seni segundo.
Cueg rain agulhas para machinas, do fabricante
Gruir i Baker. Duzia por 2|O0i).
Panno de algoxlao da Babia
da fabrica Todos os Sand-
ios.
Teem para vender no escriptorio Joaquina Jos
Goncalves Beltrao & Filho, ra do comiereio
n. 5:
[ A TERRA
Xarope d'agrio do Para
Aiitigoe coiiueilcado medioansento por
cura das molestias dos- orgaqsrespirntorfesy
como a patlysica, broadiites, astbma, ele.,
a tra' applicado ainda com ptimos resaltados ntt-
escorbuto.
' 'V^nde-so na pharmacia e drogara de Bar*
tbolomeu & C, na Larga do Rosario n. 3-4.
Em sous armazens ra do-Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para voiidor por presos eonunodos s
Tijolos encarnados sext:;vos para ladrillto.
Canos de barro para esgoto.
Oimento Porlland.
Cimento Ihidraulicc.
Machinas de descarogar algodao.
Machinas de padaria. >
Potassa da liussia em barril.
Phosphofos do cora." *
Sag em garrafoes.
Sevadinha-em gaiafoe>.
Lentiihas un garrglles.
Bhum da.aJniai.-i..
Vinho do Porto < io eagarraado-
Vinho do Porto superioR, tKo.
Vinho de Bordea as, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira. -
Potes ccm-linguas e dobradas ingtaH
Licores tinos sonidos.
Cognac Ganmier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho era salmoura._____
Atteuco
Vnnde-^ea tavom* a Capung> ru daSiPer-
ambucanas n. 24 : a tratar na niesma.
1 renik"Sp on mto#fr*c
sm pequeo sitia bem (rfanlado, ea casa muito
keni conservada, rom" eeimba e-banhe*ro, por
preco commodo, ,iw lugar denominado Fnndo,
rna da Espantaba ; a tratar na lojak da roiaqnista,
ra do t.'a'wg '.'>. __________________
Grande < asa de caiupo para resideo-ia de
grande familia.
Vende-so o sobrado uo Poco da Pfnella etn que
reside aeraakneite o Sr. Dr. Fcrappioo, o qual
torna-se reeominendar/el pet:i sua loa loeadade,
eonstrucco, e ser edificad em chaos- proprios :
os prelendoates podeiu desde j se enlenderem
Ba o nqtiniri Pinto a ra do Bom Jess n. 43.
//
lat
da HESPERIDINA 1 LARANJA AMA^A, na ba"wn AabiuaU do BRA^ f> urr/
especial das laranjaa) qae nio conheca aa propriedades medicioau da don rada frocu.
*a bem, a t
JA AMABCA
em seo estado natural tem nm gosto pooco afradavel, o mrito da Heaperidfii w%-
siste em re ter asas bota propriedades, e ao mesmo lempo afreaeota-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPEMDflfA, como INDUSTRIA' llAaONAfc -nlodsfi nada qae mesar *>
memores importacSes etn-Qpaa de cithegoria semelbanis. Estae, guando mofa, pedas
ser costosas, porm a Hesperidioa a combiawcio'pet*Teita 'do
MM E SADAVEL
Para prova de qoe om attig no qoaLp0sye teriotineflBes. fr nrporr
e ionoceote, basta dizer-se qae foi plenamente approrada e antoriad pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiHmo roa livre ehtioracao no imperio ; ootri
MOA PROV1
a acceitaco geral qae tem .em todas as portes onde presentada. Cm 1864
leeeo-se a primeira fabrica em Buenes-Apes; em 188 a legtmda m Wentevdo;
o dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe actoalment
Irabalba na edrte. Km Valparaizo e em todrf a costa do Pacifico tem bae acceitaco
ubAo qae rara a casa qae considera completo sea aparador sem urna garrafa de
fflSPEIM
0 bomem trlho toma Hesparidina para otHer
VIGOR
O bomem doenle toma Hespsridioapara obter
-
\

SAIJDE


O uni 1 unedro contra os callos coem-
piastro^tori :i lo os nvMn resollados, ;dm de alie-
\r o lo i-ura-ii-s ra licabneute.
l'nii-. deposito na Pbaranjca America-
ni, ra Duque de Caxias n. 57.
CAZA DA FORTUKJL
'. I .' !;: MAi.u OUniOKA DO CKESFO N. 23
0 i' ::;\o assignado tem seinpro exposto venda
C^ f-i.(.' -
I '
i.
lulli es do Rio e
inte, como costoma,
laniro, pagando
at o premio de
I'reeoN.
hiteiro ....'.-. 1*000
Keto........12*000
Quarto........ 6*000
Manoel Martins Fiuza.
I JKMC0-CIRURGIC0
m
m
0
Va priiucii'a vez a<|ii ao.-*
amanten do caf.
(af de Java.
E' o caf moido nii'Ili.r que se pode desejar ; e
s se vende na confeit.uia do*Cani|>os, ra do Im-
perador n. 2i.
A respeilo de acepipes nao precisames mais
annnnciar, pois esl no dominio de todos cjue a
eonfeitaria do Campos um verdadeiro centro do
que bom e grato ao paladar.
E-barato
Com pequeo toque.
Madapolo fino largo a 4*000 e 4*300 a peca.
Algodaozinho marca T, a- 4* e 5*.
Na ra do Crespo n 20._________________
Bordados a seda.
Amaral Nabueo & C receberam da Euroi
pelo ultimo vapor, meias para senhoras de fio
Escocia, brancas, abenas no peito do p e borda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, e
sao da ultima moda em Pars : vendem no Ba-
zar \ ictori,-i. ra do Baro da Victoria n. i.
0
*
-
l>r. .1. II. Curio
OTERADOR F. PARTEIRO
Rna ib Marqttei de Olindi n. 25, pri-
meiro andar.
QsrUblta 'las 7 horas as 10 da manh.
GL*mad a qualquer hora.
M O Dr. Joao Mara Seve, medico parleiro
5 e operador, mudou a sua residencia para
Jfc a rna d 1 Riachuelo (Corredor do Bi-po)
tm sobradu n '1!, onde pode 3er. procurado
flX para o oxercicin de sua profisso, das 6 .^
W. as 9 lioia- da inanha das 5 da tarde em -W
f (liante.
Francisco Jos Cardo-
so, artista al faiate, transferio
sua oficina da ra dBafao
da Victt a n. 46. pnra a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
OHicina de alfaile
DA LOJA DA
Iksa Branca.
Apromptam-se obras para homens e meninos,
de qualquer fazenda com asseio e rapidez.,
Roupa para luto.
"Em 24 horas estar prompto qualquer fato.
Roupa para meninos.
Fazem-se todos os modelos .
Recebemos iigurinos de Pars todos os flns de
mez.
Na ra da Imperatriz n. 66.
Libras sterlinas.
i na le-se no armazem de fazendas de Aui
de Oliveira 4 C, ra do Commercio n. \
usU
Novidade
, Joaquim SimSes dos Santos tem para vender
vintto puro de uva branca, com especial paladar,
o nico rindo a este mereado, embarris.de 8
0, armazenado no trapiche do.Macbado, e re-
talho a 800 rs. a -garraia :
vativo, largo do Terjo n. 3.
Formas d ierro.
Fohas de Flandres..
Vidros para vidraQa.
Estanho em verguinfia.
Chumbo em lencoL
Na ra do Mrquez de
Olinda n. i, armazem de Sil-
va Barroca & Flhjos.
Cha preto e verde
Ha aempro a venda em realho, na loja da na
estreita do Rosario n. 12, cha preto e verde de to-
das aaslplidailes, e algtim ebegado ltimamente
da Eiiropa ; tem de todo preco. vontade do
comprajr, e sempre de boa quadado, porque
de encominenda propria.___________________
Moretes & Irmo
Em sou escriptorio ra da Maiio Deus
n. 5, 1." andar, tem para vender por prego
commodo :
Vinho do Porto superior engarrafado.
' Gervdj Bass.
Cha verdo mindinho de superior quali-
dade.
VESDE-8E
urna casa de taipa com um terrenq proprk com
60 palmos de frente e 406 de undo, tem .fren-
tes, ama para o becco do E'pinheiro e outra para
a ra Naya : a tratar na ra larga do Rosario
n. 14,-fabrica de cigarras. ________
Na ra da Imperatriz n. 6,
loja ne lduca de Sebaauao Marques do Nasci-
mento, vende-se em porches- grandes ou a reta-
tho todo Jouca existente na mema, por precos
muito diminutas por ter o masmo proprietario
de azt urna viageni a Enropa a tratar de sua
sae; portanto, tftdos os freguezes nne precisar
de se sortir destes artigo?, trpresentem-se qnanto
antes.
.; ..... ; ;,--------------------------------i-----------------------;----------------,------------------------------
Bichas de HawhuYgo
chegadas neste Hisia vapor rente-ae por prego
rio armazem conser-t multo zoavel na jphawacia. de P. Maurr A
C, raa1d Bara? (^Victoria n. .
Cassa-lr
.1 *01 vm. o cmadii. na ra lo
Crespo ii. O.
Tasse-laino propri.i para vestidos, sendo lindos
podroes peto diminuto preco de 20O n, o eovado:
na luja c* (JhntieTnfe ''. da Cunha k O-
YESfllN M\ MAS.
lina ih S)5ie i\r (laxias n. S3
Augusto l'orlo recebeu ricos vestidos de bloiul
com superior setim branco, grialdase Seres bran-
cas para noivas, o qne ha de mais gosto, e vende
per nitrito.commdos preco?.
Nao duvid E para acabar
Chitas escuras e dar.is a 240 rs. o eovado.
Chitas adamascadas ultimo gosto, propria para
robera a 2'i0 o eovado : na ra do Crespo n. 2ii.
. A 4#, es. o eovado.
Las de quadros azues.
Reeebeu a loja da America esta linda fazenda
para rostidos, e vende por 440 rs o- eovado.
Madapolo franrez a tiOOO rs. a peca, fino
e lasgo : ra do Gabug n. 10.
Vinho da Porto superior
Na loja de llvros- da ra estreita do Rosario n.
I2 tem para vendar, cm caixa de duzia, vinho
do Porte, e que por wia boa qualidade e prego
barato prelerivel a oulro jualqne-. Este vinho
aiada nao conhocido nesta provincia e sim no
Rio de Janeiro, onde consom para mais de 5, eaixas por auno. A elle, os amadores da boa^
pinga, antes qtat se aoalte.
Farinlia de mandioca.
A inelhor do mercado.
Vende J. F: S. Coimhra Cuimaraes : ra. do
Mrquez d*- Olinda n. 3, I." andar.
Cassas avariada-s a 240 rs.
o eovado.
O Pa-vao vende finissiatas. cassas fraiicezas de
cores eom os mais delicados padrOes. -por terem
nm pequeo toque de arara de agua th)ce, pelo
barato. pre*.-o do dozc-intons o eovado. pechin-
cha ; na loja do Pavao, ra da laapratriz n.
0.
Vende-se um bote novo, grande, com todos
c* pertenees, vela^ romos, leme o forquetas : na
ra da Concordia n.- 32.
Fio de algodao da Bahia e cal de Lisboa, re-
entemente ebegado': ha para vender no es-
criptorio de loaquiin Jo Goncalves Beltrio & Fi-
ho, rna do Oiminercio n. S.
Merino assetinado Be'todas as cores, proprio
para vestido*, a 360 rs. o eovado : na na do
Crespo n. SO, loja d Gnflherme C. da Cunha 4
Companhia. _______^^^
C do Rio.
Vende Joaqaira F. S.. Coimbra Guimaraes: na
ra lo A1arquez.de Olinda n. 3, !.? undar. .
Fijo crioulo.
A' run 1> Morir? ric Beus n. 9.
Vende-se fijjt'pi'to. novo, j deste anno, mais
bar.to q,uo eui [farte algnma ; a eltes uwigo: do
bm e 'barato.
, O homem debH loma Hesperidina para obter
Nop- bailes as donzellas e os moow tomam a hesperidin para obter bo Qflr
animagao tirante os loncos gyFoa. da
BARROS JUNIO- 4 C, Toa do Vigario Tenorio n. 7, Mear, receberaa *
grande especifico, e veaiidm-no nos depsitos seguinte:
Joaquim terrqir Laho. roa da Imperatriz.
ZferiDO Carneiro, ra do Commercio.
Marcelino Jos Oaogalves da Fonte, rn da'Cadeia t
AutoDio Gomes Pires dr C, rna da Cadera.
Atonio Gomes Ftres A- C.caes 22ide Rovembro.
Gomes 6 Irmii hotel da passagea.
*M Samuel Power John&-
ton & C.


Hg!
mRm do Apollo n. 38 e 40
m
T-
SS Fazom aerete aos sena-fregoeies que tesBB
>fe>c? mudado o sea deposito de machinas a va-
jV,sL; por, rooendas e laxas da mu>;o acreditada
fygt fabrica de Lowtoor para ra uo Apollan.
Sjj> 38 e 40, onde contiuuaui a ter o mesmo aor*
^f Faz^-ra sck-aw lamber 41.3 le*m feito ai
'.yJX arranjo com a ."nudi.jilo carai, pelo que po-
07 dem offerecer-s para aaeutar qualqier
i%^ maehDi?mo o me^mo garaort-lo.
m
O .'/opri-isric* di fund>8 gen! farem
scfeni^s nus teo'KT^i de eojenho 1 mais
pe*)a<, iiue tceeo etlabi'iecfrto om lunfi-
q.o de f*rro e breuta a ra d brua, jua-
lo a e>i<;ao dos bonds, oJ aprwitarXo
qnaiquer ohra Dcommeca curn perfei-
;a e n.-Wi.pt id ao.
)s- iim.-inos r-yf.yj% as pessow qa qnei-
fi i..H.'..r m de -eu.< servicrii t- eia-
rem a.< eocomtnHB ein ca** doe Sr. Sa-
uiuai l*owir Joiius..-. A (",. a ra do A'iol-
0 a. 38 40, oud .ich;.r"i" nuu aabili-
ta.t lora >iie.u ^h.oaui .nuuljr-s.
Apoarelho para fabnear assncar, da-srstHBa.
WE5TON i}ENTl.LFCr..\L
nicos aenies em fonumbBco a fnndicao feral.
Para tratar em seu escriptorio a ra do ApotlO o. 38 e i.

GRANDE L1QU1DAG0 NO MMTHRO
1>0
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LoiirenaPereira MendesGuiaares
- 6ASEMIRA PRETA A 28)500 O CORTE.
Vende-se cortesde caseraira preta paracal-
266 de homem a 2$?500,. 4JP500, 5J5 e 6J600.
PANNO PRETO FINO A 2P500.
Vende-se panno enfestado proprio para
saldas e palitts- a 23io00, 33), 4? c 59600 o
oo^adu.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e-6*t) rs.
oeovado.
CORTESDE BBIM 13500.
Vende-se cortes de brim paja calcas d*
homem a 13?500e 2*000.
CHITAS- BARATAS A 240. RS,
Vende-se chitas francezas leudas, para
vestido a aiO, 280, 920 e 300 rs o cuvado*
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para (bertas a 360
rs. o eovado.
MUSSETINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se mussetina linas, de cores para
vestidos1 a 400 rs. o eovado,
FUSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se l'usto branco para vestidos a
320 rs. o eovado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o eovado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se canibraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o eovado.
Vende-se
ps de parreiras de d versas qualidades, j em
cestos proprios para mudar-se, por preco coromo-1 tenda-se cOraTo seu proprietario
do, no sitio junto a entrada do encanamento, em c v i -a a,L Parnameirim, e muito boa gomma de ararut em S. Francisco desta cid.ide n. 10, i
porcao e a retalho : na ra Duque de Caxias, an- ?a' Para a ra Bella.
tiga das Crures, n. 34.
COLXAS DE FLSTAOA 25*500.
Vende-se colxa* de Basti, de eores,
2r'i(n cada urna.
COBERTORES DE PE1L0S A 1200.
Vende-se cobertores de- pellos e papado
a> 1^200 e 1*00.
SAIAS BRANCAS A 20000*
Vende-se satas brancas e de cores- lfO0>
9-25500.
TOALHAS A 800 RS.
Vpnde-se tualbas felpudas prunas par>
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VIACENS A 3I000.
\ enje-se bolsas para viagens a 39, 39500
B49000.
LENCOS BRANCOSA 2?O00 V PUZIA.
Vende-se lencos brancos a 99000 a d-
zia.
GROSDENAri.ES PRETO A 1JO00
Vetlde-se grosdenaples preta para vestidos,
a 19800, 2, 29500, 39, 49000 e 59000 o
eovado.
MADAPOLO FINO A 49000.
Vende-se pecas de madapolo, a 49000,
49600, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pecas de algodo bom a 4f,
49300,89, o 69000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 000 rs. o
metro.
Vende-se o sitio existente na travesea
dos Remedios, freguezia dos Afogados, n.
21, boje becco d_a travesssa dos Remediosn.
18 (em ch5o proprio', : quem o pretender en-
na ra dv
como quem
Algodao a Jfllill
a 370 a vara.
Vendo-se alodio da Baha, liso e proprio para-
saceos.: na ra Primeiro de Marco, n. 8. esquina.'
A 1$000.
Vende-se Borxeguins para homem,.pelo hara-
tiSsimo preco de iOOl) Veoha. ao Rival do
Recite, ra do Mrquez de Ouaua a. SO.
-1 Farinha de mandioca a 34 o
sacco.
Na roa da Madre de Deas n. 7 ; a etta,
quinto nao se acaba.
Karca %. Marca .
Venfle-se em casa de T. JertTerias *
do Conuuercio n. W. __-

'




.4^^-^i.


w
"%m
to*V:
Diario de Prnaaubuco Quinta fefca 24 de AM del$f.
-7
.A.
CASA fflORTl ARIA
DE
ROS
Paulo &Mafra
Largo ilo Parriza lis. i e il
EST ASERTA E TEM
Arraagao e ornatos, hbitos diversos, caixes e atades, CAR-
FUNBRES de todas as ordens. *
Cartas capellas, cera, ega e emblemas.
Incumbem-se tambem :
e enterros, aniversarios, oflicios, liccngas, attestados e ca-
Esmeralda

!0
1
Em fazendas de gasto
NA
tacumbas ; finalmente d qualquer
meudaco etc. etc.
exequia, com msica, -cncom-
ASSIGNATORA
Acaba de chegar a este estabelecimento u.ra importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem vindo neste genero; como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas linas, aderegos e meios aderemos com podras li
as, etc., etc. ...
Relogios de ouro, de differentes gostos o qualidades, para homens e senhoras, desde o
prego de 409000 at S009000, sendo estes ltimos de machiuismo mais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 e 409000. m
RA DO CABUGA JN. 5
MOREIRA DUARTE & C.
LOJA E A1AZEM D0t PAVAO
N. 60 Ra da Imperatriz N. 60
DB
PEREIRA DA SILVA & GUIMARES
Os proprietarios deste importante estabelecimento, participatn ao rospeitavel publico
dcsta cidade e aos seus numerosos fceguezes que acabara de receber pelos ultimo* Tapo-
res de "Europa, un grande sortimento das mais lindase mais modernas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de senhoras e meninos, assim como tambem um grande
sortimento das melhores fazendas de le, que se vendem por pregos muito em mnt, s
cora o fin de apurar dinheiro.
A5 pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelerim.-ii!'> |> tdero fazer
os seus sorti lientos, porque se Ibes >ender pelos preros qt compram nal I .isas estran-
geh-as ; de todas as fazendas se do amostras, deixando peithor, ou man..mi m levar ei
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimento est constantemente aborto das 6 horas da manb s 9 da uout*.
BIRNOLS A 109000.
O Pavo receben pelo ultimo vapor do
Europa, burnoos dos mais lindos gostos
que at hoje sao ooaheei loa e ero ivlagio i
sua excessiva harateza. cooviJaBI-e as
PKI.O
ABRIL A SETEMBRO
DE
1 "
A 19500, 19W6," 800 e6i0rs.
0 Pavo recebe'um brilhante sortimento
das mais lindas granadinos preta com deli-
cadas listrasde cores epretas,que vende pelo F.xmas. Sras. p.tia verem o que lia de rais
barato prego de 19500 o c vado. DiUis t<>- novidade neste artigo.
das-le cores com listras miudinhas em urna' lili VMVNTES PARA LENQOE3.
s cor a I#260 e I000 o covado. Mas O Pavao vende superior fratuautfl li-
bretas com listras de seda roas a 800 rs. Di- o lo, tendo 10 pabilos de largura, que >j
tas pretas com listras brancas, azuesever- preeiaa de 1 1'i vara para mu Utico! a
des a OVO rs. o c vado. Assim como boui- igftOO B nvlro ou 19800 a Mf.
tas barejes de suda para vestidos comas Dito do inho fino superior milito er-
mais lindas cores a 19000. E' pc'cbincba, cornado, com a inosma largura a 96v a
FUNDICAO DO BOWMAN
RDA DO BRM I. 52
(Passando o chafariz)
I'EDEM AOS seatores de engenbo e ontros agricnltores, e empregaorea de m
Mismo o avjr de ama visita asea esub^lecimettto, para reren) e novo aortimeoto
eMMSati que ani tena; sea.io lodo saperijr em qualjdade e fortidio; o que coas ios
mceio pess'ial pode-so verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
V pOi C3 fj rUUaa U agu tambos convenientes para as diversas
arcims!?ttCias'4os feoborea propietarios e para desjarocar lgida.
Moendas de caana "***** a8B^orM qoe *qDi
Bodas dentadas p *".*" "p-
Taixas ie ferro fundido^ batida e de cobre.
Alambiques e fundos ds alambiques.
Kachinismos
Bombas
para mandioca e algedo,]
o ara ferrar mi Jotra.
A LOJA BOM
' RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Cbristofle de Paris fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em eaixa, colberes em duzia, aparelhos d cb,
'bandejas de todo tamaito, galbeiteiros, serpentinas, castices,
saleiras, farinheiros.etc, etc.
Recebeu tambem.
Grande sotimento de quadros mohos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nsta praca.
Recebe encommenda para o Porto, Ljon e Paris.
(ahit denruanieilosparaigryas, e imns
/*M-
COSTURA DE HOWE
SOARES LEI1E, IRISAOS
I
Pudendo todas
ser movidos a teso
par g'j, vspor,
de patente, garantidas........ ou anisiaes.
Todas as machinas e **" *qae Tprecisar'
Faz qualquer eoneerto d-*-- aPreeo **'
ormas de ferro ? ffleIhore8 e ma,s *tnu****** D0 T
"ff'nft'tmmorKop Iocumbe-se ds mandar vir qaalquar macoioismo veo-
JStjdLkjOUllti.^ld.. la(je jijg dientes, leaferando-lbes a aDtagem-de fazerem
ose compras por intermedio de pessoa ecteodida, e qoe em qualquer Deceesidade pede
feo*. pr&Ur aaiilio.
Aadcs americanos 'mVmM -***
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Nmijuiii k Jwjui kf& Iscfeb C
Kua rio Bardo da Virtoria r. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do-mando!
Tia etposiao de Paris, em 1807, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalba de ouro e a condecora-
qSc da LegiSo de Honra,, por sorern as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medaba de ouro, conferida a E. Ho*Juuier, nos
Estados-i'mdos por ser o inventor da macbina de cos-
tura.
A medalba de ouro. na expsito de Londres acreditara
estas icatliiiiati.
A 90W00

Travessa do Corpo
Santo N. 25.
Vaporee locomoveis de fsr.'a de 2 a 4 avalles.
CsrreiiH para iuachinas.
Pulas de diversos lamanhos.
aquetas..para Robertos fe carros..
?olas de lustro para guarda lama.
tfflntas^e !ani;a para carr i.
Chicotes para carra.
*ii!6e& largo e y-treit p,n;. carie
l^rejos coro carcaj de riarfim', d^n.
Cabe-nos o dever de anuunciar qce a. companbia das machinas de Howe de Nova-
Yurk, estabeleceu neta cidade ra do Baro dVictoria n. 38; um deposito e agencia
:geral, para em Pernambuco e nuiis provineias se venderem as afamadas machinas de ete-
tuxa de Howe. EsU* machinas sao justamente apreciadas pela perfeigao de sen trabalho,
rapregando urna agulha mais curta com amesm qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperieioados apparelnos, estamos actualmente Habilitados a
Qifcrecer ao eume publico as melhores machinas do mundo.
As var^em(ks(mmakinassco as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que eHas sao duradouras,, para isto provft inoontestavel,.
circumstancia de nunca tereni apparecido no mercado machinas d Howe em segunr
da mao.
Segunda.Contem o material preciso pajra reparar qualquer desarranjo.
Tereira.Ha nellas menor frigalo entre as versas pecas, imano, yacido estrago
do que as outras. .
Quarta.Formara o ponto corno se fra fcito a. raflo.
Ouinta.Permitte que se examine o trabalbu- de. arabos, os os, o que se nmjnsegu
naS outras. A
Sexta. Fazem ponto miudo em casemira, atravespando o, Cto de um 4-Qutro 1*0
rf.-:'.------r' ; .
'
1-----1-------r7-

irados para lavrar n terja.
Carrmhos de mo.
r^mas de ferro,
folxes de ferro. jus.
T-esos d Vanie para fifi
FogC^sde'ferP. '
Ba'Wes.de ierro gaivanisaoo.
Crbpas de feifbaalvanisado para cobrir casa
Pegs^amencnos-. .
factd| de ferio estanhado.
"fachinas para descaro^ar algodo.
'"'fca de cortar fumo. '
'"flmenW.
Salangas, pesos e medidas.
1M CASA DE SHAW EAWKIS & G.
BA DO BOM JESS N. 4.
-, :-;i----.--**.---------------.....,. .W
e logo m seguida, sem moditicar-se a toqsao da boba, cozera a fazeoda mais
I v Stima.O compressOr levantado com a. major; fecilidade, quando.se tem 4 udar
de agulha ao comegar nova costura.
i Otteva.Muitas eompanhias de machinas, de coatura, t^P tido.pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sa> hoje quasi desconhecidas, outras sofperam
niudangas radicaes parapoderem substituir : cntre$antfta cftmpanlua.das maobnas de Hpwe
adoptando a opinio de Elias Howe, mes\rq ei a.rtus, n^oh^qieaft, t cpnsautemejftte
augmentado o seu fabrico, e hoje ne attende: procura, posto que faga 000 machinae
. por dia.
Cada maciiift acompanjiai Uvretps com instrucgo>s em po^tuguez.

na loja do Pavo.
POCPEI.INAS A l?f600 fc 29000 0 GOVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas poupebnas de seda com os
mais lindos desenhos e mais bonitas cores, |
que vende a 15600 e 2-2000.
SEDAS DE CORES A 29500 RS.
O Pavo- recebeu uin bonito sortimento
das mais lindas sedinbas de urna s cor com
delicados desenho miudinhos, que vende a
29500 o c vado. Ditas com listrinhas, mui-
to boa fazenda a 2-9000. E' pechincba, na
na loja do PavSo.
CAMBRA1S ABERTAS A 99 E 109000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas abertas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
prego de 09 o 109000 o corte, tendo fazenda
bastante para vestid i. E' pecbincha, na loja
do PavO ra da Imperatriz n. 60.
LAZftHAS BORDADASA 400 RS.
O COVADO.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindas lzinhas- transparentes cora
florionas, bordadas, tendo de todas as cores
inclusivel rocha propria para viuva, e ven-
de pelo b'aratissimo prego de 400 rs. o co-
vado. E' pechincha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pavo vend um bonito sortimento de
lSzinhas listradas sendo das mais modernas
que tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
prego de 560 e 606 o rs. o covado. E* pe-
chincha, na loja do Paveo ra da Impe-
ratriz n. 60.
\I.PACAS LA V RA DAS A 640 RS. U COVADO.
Chegpu para a loja do Pavo um elegante
sortimento das mais lindas alpacas lavradas
de cores sendo as cores mais modernas que
tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo prego -de 640 rs. o covado. E'
pechincha, na loja do Pavo.
CASSAS FRANCEZAS A 600 E 640 RS. O
METRO.
O Pavo recebeu un magnifico sortimen-
to das mais lindas cassas fran-ezas, de cor,
cornos m'ais bonitos desenhos midos e
grados, tendo padroes escuros e outros que
servem para luto, c vende a 600 e 640 rs.
o metro ou 360 e 400 rs. o covado.
LZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 19300.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
de las com listras de seda assetinada, sendo
as mais modernas que tem viudo ao merca-
do e com as mais delicadas cores, e vende
pelos baratos pregos de 640 rs e 19200.
Assim como outras muito bonitas com listras
sem ser de seda, que vende a 500,640 e 800
rs., totlas estas las sao modeftussimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
(hilas.. 46. *80,S*e3* rs..
O Pavao recebeu um grande sortimento de
^chitas de cores flxas, que veni pelos bara-
tos preg de 240 e 280 na. o covado. Ditas
escuras fazenda muito superior, com novos
padroes a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muito finas jwdes claros em teci-
dos de percales, com barra de cor ao lado e
sembla a 360 e 400 rs.
Ditas pretas com tocido de cretone, fazen-
da muito superior a 3*0. e 400 rs. o co-
vdo.
Ditas de edres, rauhuhas, proprias para
roupa de criangas a 360 rs. o covado. E'
pecbincha, na loja do Pavo.
Bnpiiatas a 500 m. co\ lo.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas baptistas de cores com
padroes. miudiolws e.grados sendo ppoprios
para vostidos e ropa de enanca, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs, o oovrado, alHangau-
do ser grande pecbiacba I
rtesdecttiii'H'aiii. kimAito-
vuliide u 39W.
vara.
Ditos francuzes muito linos a -^.'iOO o
39000.
Pegas de ilambur^o e panno de litAo, ten-
do c m 20 e 30 varas para tilosospr<
e (piahda Ditas de bfManba de puro ludio, tti, lo :;)
jardas, pelos presea hm baratos qM sete-n
visto.
Pecbincbas de liiiissimo usguij uu sile/.ia
com 6 jardas 79000.
Pegas de liniisima silezia com M jar Lis
a 359000.
Atoalhadn adamascado com 8 palmos
largura a 2-9000 a vara.
< alcni l* rawmira.
0 Pavo tem um grande ortimento d :
caigas de casera ira, assim coni"
mais modernos que t.-m vin 1 nos ultim *
figurinos e, m fazenda, dos i
mais novos qu tem vinlo ao marcado, o
vande-se por barato pr-v> | "'' ''|'l,n,r ''-
nheiro,.assim como caigas de brtm bran-
de edres, por pregos muito ra/oa\eis.
LENCOS ABAINHADOS A 19800 '". 29000.
O Pavo vende duzias de leos bran ;
abainhados, sendo fazonda mtiit.- loa, \r.,o
barato prego le 9000 a duzia.
Ditos tambem abainhados. iom beira ';
cor a 19800. .
Hilos grandes, fazenda mnitu lina, sen o
todos brancos a 3900,
Dito de cambraia branca, sendo em ;.
a39600
MEIAS CUBAS A 49 l S9tM A !l /.
O Pavo vende duzias de metas mas. -
glezas pelo barato prego n tdWM e Si .
Assim como ditas muito tinas Mi <
corpa losa 69000. ftOM.lCOOO e I
e um grande sortimento 4a MM Mfle
que
sC \-l. i'
uo
rl
.

A' '
-,--------
Seda pura a l|60i) o covado.

2 S^ mu^ undosa dTer^es t^r*. p Tfev^w",!"
T* de; margo (apugr. do Crespi) g, 13, toja
II
<<
las fiedme de Abni Corr>
r'sCofitellos".
Ra do Baro da Victoria, n 8.
---------------------------------":-------------'----------
Lindos vestidos a
Superiores cortes dtecassa dft cor, de brandy e de percalia com barra e de daus
lias, acompanhaaos dos competentes flgWieos aU9 cada corte. Vendem na rpa Pn-
meiroc^e Margo (artiga do Crespo) n., 13, loja difi cbranos de Atitonio Correa de Ta>
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca com ba-
badinhos ricamente bordados, tendo fazenda
suiliciente para vestido de qualquer modelo,
estes vestidos sao os raais modernos que tem
vindo ao mareado, e pela sua excessiva b-
rateza tornaip-se, recommendaveig 4 senho-
ras de boro gosto.
Ditos cora batato* da cor, temi 20 me-
tros de babad s a 93Q00. E' gwade pe-
cbincha, na. Bazar do avo tha da Impe-
ratriz u. 60.
" CORTES DE C4MBRAIA BORDADOS.
0 Pavo receben os mais rico oortes d
cambraia branca bowlaAie'paraweattdo, qu^
vende pelo banato preco de %*&.* 109000,
CORTES DE CABRAJA BRANCA.
O Pavo recebe un hndo.corte d cara-,
braia brenca com ristras aesetinadae*
vende pelo batato prego* e 69000.
Ditos cora listras de cores, tendo 8 varas a
49 c 590W. E' peohincB.
ESPARTILHOS.
0 Pavo recebeu um grande sortimento
de espartilhos tanto para sonriera como para
menta, que vende pelo barato prego de
39000. j?
Ditos mito finos a -49 e 59000. Sio dos
mais moderos que tem rindo ao mer-
cado.
francezas, para senlioras,
prego muito commodo.
MADAPOLAO FRANCEZ a liTOOO E 79W '
0 P.avo vende pegas de madapolio !
cez, que semprese veixlcu por muito
dinheiro a liquida-se pelo baialissin: > pre.,0
69000 e 79000, por ter feito urna granie
compra. E'pechincha.
%ls;otl O Pavo valide [togas le alg muito boa fazenda, pelo barato pn.-o de
i9 c 59000.
Dito largo muito encorpado, proprio |
toalbas e lengoes a 69000 e 79000.
CAMBRA I \S.
O Pavo vende cortes de cambrai.. tot
prente propria para vestidos a 2*500 a
39000.
Pegas de dita muito fina, cn:>< 10 jarda,
tapada como transparente a 19. ^9 > i">900):
at a mais lina que vera o inercadi
PANNOS DE CROCHET PARA CAUI.I!
O Pavo tem um grande sortiiueato d)
pannos de crochet proprios pera eadeira de
balango, para ditas de guarmgo c para so-
f, que se vendem muito etn conta.
COLXAS 1)E CROCHET A 69 E 89000.
O Pavo vende eolias de croclH;l propri>.;
para cama de casal, pelo baratwireo |
de 69 e 89000.
Ditas de t'usto acolvoada-, ajjA> res e brancas, pelo barato pregff 9 i**-'".
E grande sortimento de litas Hphl I,
cretone e de chita, que vende p^i
muito razoaveis.
CORTES DE PERCALLES COM W AS SAIAS
a 49000.
O Pavo venle bonitos cortes de pet- a!, js
com duas saias, sendo fizenda de muito gos-
to a 49000. E' pechiuebi na loja do P'-
vo ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA K9H9RA, A :W9000.
Na loja do Pavo ra da hiiperatriz n. $0.
Penira da Silva A Guircarafes receberma
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas preta' com delicados
enfeh>s decdr, proprias paru senbora, gara;.-
tindo-se serem das raais tn que La
no mercado, assim como a boa qualidab',
por terem sido remettidas por anMos uc-
Ihores fabricantes de Paris, e -ende-sc pelo
barato prego de 69, na loja do tlfrko.
SAIAS BORDADAS A 59, 64 9W90.
O Pavo vende saias ricamente bordaJa
de 4 pannos cada urna, pelos barassiml
pregos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno so a com muita rodas
uamecida de pregas, pdos baratos prego,
o 29000 e 29500.
' Ditas com guarnigo de pregas e borde-
dos a 39500. ____
AtmmdM wftea<4a> Hlll a
vatrau
O Pavo vende algoda ameriaano anfea-
quoJ4adeMiiutoencorpado, proprio paratoa-
Ittae-lengoes, pelo barato prego de 19990 a
Ni
Dita francez semlo trangado e aatoep-
tjorpado, pek) barataimo prego d 19990 o
metro.
Cnaemirns a <> r
O Pvo vende cortes de cas
za, aeado-faaenda muito itperior i
or se vendeu por maia dinheiro, ( e Bif'-
dara-se a 79000 o corto.
Ditos a 09009.

4L


8
Diario de Pernambuco Jr- Quinta fei

LITTERaTOM
H---v-
'91
A* efe pnlitti'u* . sobre a Cru.
f F.XTRACTO DO DKCIJfO CANTO.
-Jess, cercado de ama muliido inmen-
sa, el tega finalmente ao Calvario. A liar-
nimia do universo iin la nilo est pertur-
' bada ; mas o Loriante j.sp obsouroco, u
as tempestades cqm hrrenlos bramidos
sahemrdos abysmos, onde as reteja mo
do Eterno.
Eatoo Domen* Deus ucliua-se profun-
damente e dirige-se a sou Pai, ao son juiz !
f>6 elle o ouve, o sua rdspjsta bayslerioj*
Lu estremecer o co.
NdSte ponto os allozos si apiderara- do
M 'ssias. As infriadas de mun los que erram
i o espado entram as parabalas quo devem
descraver para asnuinciar a auno do lilho
eterno. O uiiiverso para, e marca a hora
do sacrificio ; o eixo da tena permanece
immovel 1
.1,1 o Messias est prigado i ja cruz I Seus
olhos, onde brilha a boudade de um Deus,
abaixam-so aos seus algozes, e levantan*
se ao co !
PerJoai-liies mea Pai, exclama, por
que nao saben) oque taxeui.
- A esta voz da amor u:n espanto silen ioso
S$ apoJerou da mulida.. Todos cravam
;.- suas vistas n > M ssias, tolos contemplara
r cii assombro a sua pal I i le/ e os seus tor-
msotos ; a olhos human s ni > da lo ver
mais. Os espirita anglicos eomprehen-
rece vida de u.a Deus, vi la em que a
ni irle nao teria dominio, se pelo Eterno llie
nao fosso dalo, tiles coneebe.u todo o
ii irror desta agona, conbecem a causa por
que este sango; c me, e sabern (pie inex-
luuirivoi onte de sal vacio se abre para o
i'-uero humano naschagus palpitantes, que
cobren) o corpo de Jess I K elle levanta
seus filio; nmibuu los procurando consola-
r es Mas em vao; elle deve sobrera
morte do culpado.
Est o Messias entre dous scelera los, ii
voata le do. Omnipotente o bavia con lem-
ludo a osle derra loiro gr > de aviitainento.
De ura la lo est u:n assassino, um p>e-
cador obstina lo, que escarnece u insulta o
i'i'US que expira pelo mundo e por ello.
De outro lado est um mancebo, a quern
i aojos unios baviam sedu/.ido. Prestes a
deixara vida, aprende a conbecer a mais
doce das virtudes : o ajropfludiinpnto Elle
ospraaa om altas vuzos, e se considera
dign i de adiar gra.;a ; e a :J,"^n llie con-
c li la, porque recenhece que aquello que
p Ma junio a ello o lilho do Eterno. Sa-
ila-o co:n este nomo sgralo o UlO suppliea
que se lorabre delle qando entrar aa sua
pltria celeste.
Jess esquece os seus tormentos ; um
arriso divino ivstitue a seren-lado aoseu
rosto', e diz :
Hoje sers comigo no l'araiso.
A estas pa'avias urna felicidado desconfe-,
i i la fez exultar de jubilo 0 peccador arre-
p. -adido.
Onde estou en exclama, a que nova
vi la me resusoitou aquello que morro junto
inim !... Lile me creou de novo... e
elle morro !... Sojas adorado, t, a
|uem me nao dado-conceber tu s di-
vino, mas que os primeiros anjos um
rajo ni i po leria unir assim o meu espirito
o i'ius. Soja adralo : eu te pertcnco por
i i la a eternidade
E i bys na lo eu um santo extase, ora
inclua seus olbos do ro para a tena, ora
os levanta da tena para o reo, (ratos s r-
risos orodeiam, e elle dorme om paz o
nuil) do justo.
Mas os tormentos de Jess recrescem, o'
a natureza pasma Assombrada de si
mesma. ella se envolve ara urna nouto pro-
funda, e d bra los estrondosos I O Col-
gotba abalado faz vadlar a cruz ; o das cha-
. gas do Messias decorre a vida eterna para
os seus algozes, para o genero humano 1
As travas se tornam mais espessas; o (lol-
gotha treme cora mais violencia, o com elle
o templo de.lerusale.ii ; c npallilece o bri-
llio celeste dos espiritos anglicos ; o o po-
vo, estremecido de terror, v correr o san-
gue de redempeo ; quer voltar o rosto, mas
maforca sobrenatural o mpelle a empre-
ar os olbos na cruz.
Dos polos se arremessa Triol e so dirijo
s almas outr'ora encerradas em corpos de
morte.
Segui-me, llie di/ o mensageiro celeste,
e o vo continuando, chega ao lugar do
supplico. As almas o scgucn, o o cortejo
solemne dos seculos futuros a ellas se une.
() salvador presente a sua \in la e,a vida vai
dar, assim pulas geracoes que passaram
como pelas que bao de ser. i'.ompraz-sc na
ventura que Ibes prepara ; suas Taces lvi-
das recobran) o fspleudor da vida, mas s-
bito o os psendos do mun lo acurvam-lhe a ca-
beca, ella se inclina e cabe sobre o peito;
esforca-se por ergue-la, mas torna a cahir.
A maneira da violenta destruido, terri-
\el e muda, que envolve os tmulos, nu-
iens espessas envolveado o (olgotba A
cruz, ecom olla asilencio do nada... silen-
cio que horrorisa os ineus espiritos ang-
licos.
4 L'm estridor sinistro, horrivel, penetra de
repente as entraubas da trra. Agitam-se
as ossadas dos morios, o un furaco vio-
lento abala os mais altos cedros, e os cedros
sao derrubados I Estremecen) as torres
da altiva Jerusalem, fuzila o raio no Mar-
rnorto, rovoltam-se as suas vagas dorraentes
mugem ; ecom ollas muge o universo 1
Doitt anjos se aproximan) < cruz. Sao
dons anjos exterminadores enviados pelo jui-
zo supremo. Paratn junto ao fnebre ou-
teiro, /elvam-se, dao sote voluis em roda
(kt cruz ; e o seu vo lento e lgubre op-
prime a natureza Assim se apertaocora-
glo do hoinem compassivo quaudo ao atra-
\essar um campo' de balalba, onde jazom
milhares de seus irmos, biabados no pro-
prio sangue, vai successivarnente escutando
gemidos agonisantes, at ouviro ultimosus-
l>iro do derradeiro moribundo.
Jess v os anjos exterminadores, c do in-
tuno d'alma dirige esta humilde suppliea :
< Ea compreheudo este vo sinistro t com-
prehondo este lgubre ruido I Juiz do
universo, perdo, compadeco-te de mim I
E os anjos extermdadores dirigem para
os cos sou vo prophetico.
( Salvador parece dormitar; a sua cabe-
',., ennserva-se immovel sobro p--to.
Os que o tinUafll auui.l.j, y5 tjU0 0 [j.
iihW seguido durata a vida, erran dis-
persos esa torno do (iolgothn, ao qoal pre-
gam os olhos banhados era lagrimas ; te-
mem eucdntrar-se para nao se entregaren
a lamentos que trahiriam a sua dr.
^^^Fangelista, o mais amavel dos apos-
tlos, e a divina mii.do Messias sao osuni-
c" s que so consrvam junto a Elle. Unidos'
cruz nlo tam'palavras,' nao t'em lagrima^
e a misma docura d'>s suspiros Ibes nega-
da.. 0,Selwlor oonlece os seus >offrir
mentos'; \amn sobre ellos urna vista que
reanima as suas forjas ; e dirigindo-se a
sua ral, assim llio falla :
Mulher, ois ah o teu lilho. Eis ah tul
mai, d| depois ao discpulo.
Estas p'alavras est incam as forijas do mo-
ribundo ;ainla po le convorlor om alegra
celeste a dr dos qu? o amam; iaas para o
que elle pa eco, nom no 'inund, era no
con ha lenitivo?.
- A iojelligencia dos anjos uto i tapaz de
comprimen Ifr a agona do Messias. c a soa
voz nao tem accentos com que a possam pu-
blicar: .
L'm veo de luto envolve o throno; Jehovah
lenca urna vista atravez da natureza sobre
o Ciristo. Mas esta vista s o Salvador
a pircebe : ello conhece que Dous ainda
nao est" reconciliado, e conhoce-o cora
terror A sua pallidez torna-s mais espan-
tosa, seus olhos extiuclos paran sobre o
sepulchrj j cava lo na raiz do rochodo,
junto a urna arvore solitaria. Mas a alma
de Jess c .nserva a faculda le do pensa-
monto, o assim se dirige ao Creador :
<( Meu pai, enxuga as lagrimas quO os
m-justormentos fazem verter... Misericor-
dia para todos a melles (pie choram tuu fi-
Ih'o,, para tolos os que aellecreein... Mi-
sericordia para elle Dor^W^n^nto em que
ii')S enviares a (norte 1 Ella terrivel 1...
a mais formi lave! ar.aa da tua divm lade!
N.Mibum ente cralo a experimentar nun-
ca, tal qual eu a sinto ; mas urna s gota
deste ocano de dr era que tu ma tens
sub.norgiTo, bastaria para derramar o des-
alent sobre o genero humano... Miseri-
cordia para elle, meu pai I tem pela le do
desgranado que latan lo contra o nifortuaioj
seconsorvou liel vir'ule Tem pie lade
provas s d'infin
mas terno-q\ie
p'ra gente que o
sum raza e con
S o fillideDaas poda
nao dar ouvdos dr I
bril de 1873.
do amigo lid e sincero que chegou a aben-
coaroseu proprio iuimigo; do humilde c
caritativo ; do rico $ pudoroso que emprega
os bens do mun lo p ira soccorrer os seus
irmaos. Tem piedale de tolos, quanloa
destruicao reclamar os s.eus. corpos, e tu as
suas almas !... Deus de boudade I Meu
pai por esta cora de espinhos que ensan-
guenta a miuha cabera, pela agona que ge-
la a medulla de meus usses, pelos meus tor-
mentos, o pelo amor que me faz morrernes-
ti cruz, soll'rondo o supplicio dos crimino-
sos, ouves-m;!
Em quanlo o pensamento do Messias di-
rige a seu pai esta amorosa suppliea, o en-
viado terrivel do juiz eterno, o anjo da
o irte deixa os cos. sDescenlo torra toca
o monte Sinai. para un instante, opprim-
do com o peso da ordem quo Deus llie t'-
alia dalo, remonta o vo. Seus bracos
trementes sopezam a custo a espada exter-
mina lora ; cabe ao pe da cruz, e adora
sua victima antes de a ferir.
Filtro, do Eterno I diz elle, d-me es-
forco para obedecer a esta le terrivel que
sobremodo me humilha Quoin sou eu ?
eu, por ti ha pouco formado ? Espirito
limitado, eu (levo todava immolar-te Jo-
hovah o ordena.
Islo dizeu-lo, csor^a-se por levantar a
aspada. Muge a tempestado Mas a voz
da morte mais forte, mais poderosa do
que a tempestado, e o anjo contina a fal-
lar ao Ebristo :
A colera de Deus infinita 1 lembra-te
que tesubmettoste a osta colora. Tua voz
supplicaale ebegou aos ps do throno do
Eterno, mas elle te aban lona e te entrega a
mim, o anjo da mais cruel das mortes
Jess anda urna vez levanta os olhos ao
co e diz nao toin a desfallecida voz da ago-
na, masein alio bra lo ecom accento enr-
gico;
Meu Deus, meu Leus, pirque me des-
amparaste ?
Dianto deste unsterio impenelravol o co
em mu doce I
O lilho de Deus crie interamente a na-
tureza humana, e com a viva alu-cjjo de
um mortal assim exclama :
Toiiho sede !
Bebe,'-estremece, e suspirando com a
doce coiiliauca do justo diz :
Meu pai, as toas mitos encommeudo o
meu. espirito.
E com a energa de um l>eus aecresoeuta
por ultimo*: .
Tudo est consummado!
A sua sacr. santa caboca recabe enlao so-
bre o peito : Jess expira !
........
Da morte o Anjo, executof ousado
Disse a chorar : me pdrdotj Jess.
S a raja de Adao vil, do paccalo,
de Deus o Fimo cbnlemnoii cruz !
(Da Coailiiirao).
O lilho tic IllMI*.
Os privadas da luz, anjos rebeldes i
erguem-se todos ao fallar-Ibes Lucifer :
aqui nao fique um s, a raiva, a inveja
nao soffre mais que alera triuinphe o juslo!
Nao ha lempo perder, o povo vario...
Lancemos todos n'esse povo ceg
as paixoesinferuaes quo aqui nosralara..,
isse, o calou-se ; e um rauger do deutes
tui a rosposta dos malditos anjos !
....
?i .
-..
Eo mosino poro que. em signal de fesla,
com palmas verdes recebeu a Chrislo
o povo ingrato que lhe cospe asfaoos,
o pe tratos, lhe macera o corpo,
ENtiid** 1>re n evpsMlt'in na-
co ti le 1893 pelo Iftr. Mi-
gut'l Antonio da Silva!.
(Continuago) ; .
Dizera uns que foi por t6r sido a poca
de eleii;o ; que nossos lavra lors, ao con-
trario de muitos habitantes da pipital nao
dexam de ir levar u sen voto as urnas ; ou-
tros affirm un cousa diversa ; n porm
nao acreditamos nisso, o sim que a razio
principal fra a soguinte : a maior parte dos
cultiva loros de caf das provincias do Rio
do Janeiro o de S. Paulo e de una certa
parte de Minas trabalbam bein este artigo o
na ultima eipjflcio laerec'erm justanmte
do jih-y a insllur reoomp^fisa por seus es-
forcos. e do govemo imperial miitos dilles
distincQes h morificas ; o, portauto, o qu-e
nao tiiiham el es m ais a esparar? Tlvej,
suppomos no;, foss; osso o principal, senao
o nico motivo, pil qual brlharam os ex-
positores de cafiis, por sua ausencia.
Portauto, dobra la razio tomos nos para
chamar a alten ;ao do publico para aquel-
les lavradores que concneram i presente
festa industrial ; primeiram.'iite, porque nio
do'rmiram sobre os lo'uros nbtidos "em victo-
rias anteriores, em segn le- lugar porque
os seus productos sao" merecedores de todo
o apreso : taos sao os Srs. com;ne.iladores
Mauoel Antonio Ayrosa,.Manuel da Rocha
Lefio, viscon le de Jaguary, Jos Pinto-Ta-
vares, Joao Pe Irosa Brrelo de Albuquer-
quo e pouco mais. Mas, o que sao osses
nomos, por mais respeitaveis que sejam, o
de facto o sao, comparativamente ao grande
numro de fazen leiros importantes das pro-
vincias do Rio de Janeiro e S. Paulo e algu-
mas outras quo se entregara cultura da
preciosa rubiacea?
. VIH
CEREAKS, LEGUMES E KECCHS.
Os cereaes sao plautas da maior importan-
cia para o hornera e para os outros aui-
maes, sao verdadeiros dons de Ceres, con-
forme a ficc,o do paganismo: merecem,
pois, urna menco especial os esforcos da
cultura desta importante classe de vege-
taes.
De entre todos, primas nter pares dis-
tingue-so o trigo, o divino trigo, que a
base do alimento por excellencia,q pao.
Nao cabe aqui tecer urna cora laudatoria
a esta utilissiraa greminea, cuja acquisieto se
vai perder ao berco da huiaanidade, e que
pela cultura se fraccionou em numerosas
variedades, cada qual mais ou menos apta
para tal clima, mais otf- menos convenhnte
nesta ou naquea condico. Duernas s-
in .Mil.' as nossas pravincias meridionaos e
centraos, sobresahiido pola vantagera de
seu clima temperado e uberbade das trras
as do Rio Grande do Sul, Santa Catharina,
Paran e S. Paulo. Outr'ora florosceu,
como sabido, a lavoura do trigo nos cam-
pos do-Rio Grande/ e Santa Catharina ; mas
do cliofre baqucou pela invasao do um co-
gumelo parsita, da ordem dos enophylas,
que produz a molestia conhecida vulgar-
raonto pelo nome de ferruyem.
Ha, porm, meios de neutralisar, seno
extirpar completamente o germen desta fatal
enfermilade ; lancera os lavradoras mo
dessos ineios e facam reviver essa outr'ora
briHiante cultura, que aquellas provincias
viro ainda a ser o celleiro do Brasil e qui-
(. do estrangoiro. Animo que nao vai
nisso uma va utopia: Quera sonharia qu3
a cultura do cafeeiro, planta a to poucos
anuos inlroduzida na provincia do Rio de
Janeiro, attingiria as proporces quo toraou,
vindo a ser uma das grandes foutes de ren-
da do paiz e o fornecedor deste artigo na
proporcao dos tres quartos, quasi, para o
consumo universal; notando-se que pro-
duccio do caf no Brasil nao chogou inda
elle devessem
ror sinto ainda daqt
humera, rquissii _^
m ile boas obras e
Chladlos !... Perd-rae'o leitoresta bro-
to digresSto ; ms era uma divida a pagar,
Assim se leiftbrasse .alguera de pagar as
saes.
Vamos, porm, ar essencial deste artjgo
quo a visita aos coreaos da exposinV) uni-
versal. .
O Paran brilhou neslo grup > dL' objec-
to : na serrio dos productos agrcolas ve-
so o trigo> a cevada, o coutoio, o'arroz em
fei As artsticamento dispostos, oceupando
o vrtice do tropho um feixede linho, quo
nos campos parnaenses prospera com adral-.
ravel pmtagem para olavralor.
,_ O trigo do Paran, as duas ou tres va-
riedades expostas, tem as espigas bam des-
envolvidas o o grao bo;n fornido, e ^con
tinuar a cultura desse importante cereal,
esta provincia em breve ser credora de
suas co-irmas do imperio do* Cruzeiro de
majs um Ululo de reconheeimento.
A p; oviacia de S. Paulo nao Qeou quera
daquella sur ir.a.l, poder-se-bia dizer sua
iilha, na exposiefio do trigo. O Sr.
J. R.'dos SantosCamargo, de-S. Joo do
Rio Claro, expoz lindas amostras deste ce-
real com a indicaban da adrairavel prodc-
ela de 200 alqueires de colheila por uffa de
ploita.
0 milhaem nu.n-rosas' varela les, algu
as das quaes iiiteressantissim is, fiibri-
Ihantemente peores ntalo por diversas pro-
vincias, espaialm Mite pelas do Paran o
U-Janta Catharina.
Om :3mo se p le dizer do feijo. O fei-
jao preto, brinco, o vornelho ou i-aval-
lo, o rajad >, o inulatiuho o ra litas outras
varllales, foram expostos por diversas pro-
vincias, sobresahin lo entre to las aquellas
duas e a de Pernambuco.
As fculas foram igualmente bem repre-
sentadas, Qspecialmente as de mmlioca de
Pernambuco, as de.m.lho, de araruta e al-
guraas outras.
Conviii chamar a atiendo dos lavra loros
paroste interessinte Irap)rlmtissim > ramo
de industria agrcola, a prepareo das f-
culas, cu jo consumo j bastante consi le-
ravel eteule a augnmlr cala vez mais.
A da mmlioca, islo a tapiom,- u na.
la piell.H queiniior estimario merece ao
mercados europeas onde oblen preros re-
muneradores.
Nao ha m itos dias publicou-se um arti-
go na l{nisl'i Ayricoln, do Imperial Insti-
tuto Fluminense" de Agricultura, on le se
demonstran) quo a cultura da mandioca
pa-a a prepirai..3 di tipiea, na m vsma
superficie do terreno, muito mais lucrativa
muito menos complcala que a da caima de
assucar o masmg que a do caf.
N) fazem is mais do que chamar 'a at-
tcncao do.shiL-reisa.do; paxa esto facto, lem-
brando que a piel le traballio traz por garan-
tas os nomos Ilustres o asss conhecidos
dos Srs. Drs. Herrfienegil lo Rodrigues de
Arvareng, imporUnte azeudoiro de assu-
car rio rauii^ip de Campos o Joao Martn?
da Silva Coutinlio, notavel engonbeiro.
IX.
Entremos agora, dopois de terminada a
visita das prineipaes especies de Materias
primas foraeciias pela natureza em aosso
paiz o que foram eximirlas ao palacio da
exposico uacional, a pereorrer as galeras
onle so moitr.im os artefacto i da in lustria,
demorando-nos em fronte acuelles que maior
atlcngto merecem porsa perfuir-o. Duas
industrias resalt.ua contetnplacao dos visi-
tantes, pelo apuro de perfeicio com que se
ostentan) os respectivos productos : sj dous
grupos de pro lucios, ia hspeasaveis ao ho-
mera cvilisado, para seu uso inmediato,
uns cobriulo-lho a parte mais elevada do
corpo e os outros gu.-rjiecendo-lhe a evtre-
raidade inferior ; queremos fallar da fabri-
car ) de chapeos e de s.ipatos.
Realmente, os chapos e o calca! > Racio-
naos nada detiara a desojar quanto per-
feijo dosses artigOS aos de qualquor paiz
europeu, mjsmo as mais afana las fabricas
de Pars e Londres. Esta assorcao n,io p le
ser contestada e basta, no que diz respoito
ao calcado de to lo o genero, citar os csta-
bcleci.n^pntos dos Srs. Queiroz, Cjmpas Fi-
lfa s, Carreir), Byoy & Boulte o muitos ou-
tros desta corte o de algu mas outras capitaes,
entre outras as do Rio Grande do Sul, ile
Pernambueo o da B bia. Os productos da-
quellas fabricas sao primorosos e honrara em
alto grao a respectiva industria.
Na chapellaria cabe guaos encomios va-
rios fabricantes da corte e de algumas capi-
taes'de provincias. Os estabelocimeiilos ibas
Sr. Alvaro da Arma la C, Guimares
Araujo, Bernardos & Rathe, 'Chastel & C,
ento com o Hacinas a vapor, fundado paraguay, rapresaataaak) aa $m capuchi-
. Jos Bitteucourt da Silveira, neata Jkw constando os mortbustdos a aepu!
, qae abastece deste artigo os mercados tando os mortos, no Gro-Chaco, e algumas
da corte e de alguraas provincias do hopo- marinhas, em rujo genero prima o autor.
no, bamndo quasi compltamete os produc- n.meadamoBle os paiawis da aniaria *o
tos de fabricaco estrangeira pela paffo(o e os tropkoi, a jangada as costas de Per
mu licidadede prejos Na exposico naci- nambuco, a h* incendiada r a mqtadrv
nal foram expostal bellas-ara.Ktras daquell Sb as azas do-tofio. 0 Sr. Julio llalla expo/
cstabslocimrito, que se ra >strou irierecedor tambera dous quadros que revelaai muito
da attein;ao do jury de recompensas. ,, ^a^ e esforcos por adquirir bel noraea
A marceneria les le longo tirapo que df pei0 qUe muito ( louvamos} o Sr.
honrada no paiz, prjncipulmente nesta corte lti$|M|raclioro sao dignas de manglo -
e na capital da Babia, onde art stas naci- suas 5,,iuras y^oc/ta repreaentando va
naos cuino Nelto, do Ri de Janeiro, inscul-.ras scenasdo nossos ostumes e da noss.i
piramseus nomo; era bellissimds artefactos natureza sera par, assim como o dj Sr. te
de maleira nacional, que ornara alguns de nnle g0CUa a ^^ j,eHa miniatura sobre
nossos sales. marfun represenlaodo S. Jeronymo.
1 arca, porera, foi a axpbsfcdtu d& movis,; A estatuaria foi apenas honrada pelo pro
notando-so entretanto a bella mobilia de ja_ fess r da Academia das Bellas-Artea, o Sr..
caranda com embutidos de pao setim, fabn-, Francisco Man el Chaves finheiro, que ex
cada n estabelecimento dos-Srs. Francisco po! urn grU|)0 em gesso allegorico '
Alase Morera 'C, desta corte, e a evpo- 28 Je setembro do 1871.
s.cao (le alguns movis fabricados e expos- r,o catalogo no municipio da (orto e pro
tos pela casa de cirrec.rao da corte. villcia dl) Ui de Jmaiw lr,ins,,,.Teinos
A industria de pro lucios cermicos oslen- seguiilo respeito deste grupo allegoric
t use brilhantemente as galenas da expo- eommemuravu da lei da einaiicipaco d
s.cao nacioiial: 28 d(J Mteinbro llo ,871.
Diversos fabricantes concorrerara com ar- No C0lltro> ^^ d, Hli tefactosque, era geral, acensa o notavel ta na mau esqnerdauma .ruz, e cora outr-,
.lesanvolvimonto que tem tido esta arte no eslcndo 0 niant0 da t,.irjajL. so^ 0 ,.,
paiz ; a todos sobresahe,- ncontestavelmeii- Cravo.
te, o estabelecimento do Sr. F. A. M. Esbe- A*g ludo esnuerdo, o anj da Ifeftfofr
rard lilho, com oflicinas a vapor na ra da qUL.bra as ca leas do captiveiro, ecom a ou
Aurora n. 39, em S. Clinstovao, cujos pro- tra mo apresmta a lei n. 200 de 88 d-
duelos sao de notayer porfeico, e promet- setembro de 1871.
tem para o futuro anda maior desenvolv- A(J ,., |o din.i,,',i a escrava cin attitu,l,.
kii de
contra o Justo, que'inda ha pouco amava
morten'uma cruz lavra a sentenca !...*
Ei-lo o Juste, o lunoceote
seguido do povo algoz ;
j traz r. fronte pendente,
como cortada acucena,
sobre o poito j sem voz...'
Vai cumprir a infame pena,
que lhe impoz um povo atroz I
Depois de alTronlas sem nome,
leva nos hombros a cruz ;
nada, porm, o consom
seno-a traigo ingrata
do discip'lo;quera deuluzI...
Quaudo cabe, 'inda o maltrata
a turba vil, que o conduz I
Ei-lo, emfim, cora o povo vario
chegado ao termo fatal:
plantan) a cruz no cajyario,
pregado iiea o Cordelro I..
Recebe o g9lpe fatal
quii foi i i I rra o la/eir '
c-xil; < r.i- i.- h\! !
v i
ftj>gtfcot il c.c.ava
ao limite a quo pode attingir logo que os ** Maret, Bragaid- C, Canillara Moura e
grandes proprietarios de terrenos, nimia-
mente ci ,sos de vastas o vastas superficies
baldas, por insuflicieiieia de bracos que os
lavrera, se virem forc^idos a retalha-los.
E por fallar nesse objecto, notemos que
seria do mais alta importancia que os pode-
res competentes do estado legislassera sobre
a possedas torras em proporgo com as
forcas do preprietaro, fazendo pesar sobre
os terrenos incultos, mximo os que forera
situados as cercanas dos'centros de popu-
kco, iraposlos successivarnente crescen-
tes." Nao sabemos se a medida quo indica-
mos justa ou nao ; o que affirraaraos
que eUa dever produzir ptimos fructas.
Relevo-nos o leitor a citac>ao de um facto
a que assistiraos (eramos ento bom jovens,
mas nem por isso privou-nos a pouca ida-
de defazer as considerages que o facto ine-
recia ). Dra rico lavrador ( n8o diremos
om que municipio nem mesmo em que pro-
vincia ) possuia leguas e leguas de trras,
grande parte das quaes era oslado virgera,
isto incultas, apesar de nao ser difflc
outros desta corte, principalmente,, produ-
zem os varios artjgos peculiares industria
de chapeos, de modo a peder competir van-
tajosamente con os artigo similares de fa-
bricar) estraugeira. .
De entre tolos merece especial mengao a
fabrica dos Srs: Armada & C. pela ntroduc-
c,ao nosta capital de uma materia vegetal,
originara do valle d) Amazonas, a qual s;
presta de rao lo a lmiravel confeceo de
chapeos proprips para o ver o para o cam-
po : rferrao-nos ao urri/,^quo nO\
mais do que a spatha em forma de sacco grephicos figurara com valagem os estabe-
que envolve a mllorecenca da palraera-tu-
rury [Manteara saccifera), que crosce abun-
raento do queja tem actualmente.
X.
Outras industrias fuudaram-se no paiz o
vao marchando, algumas deltas com passo
acedera.lo, se bera que* miras nao apresen-
te n o mesmo grao de prosperi lade. A as-
sim quo a fabrcacio do couros envernisa-
dos, m'arroquins, carneiras de cores, sola
curtida c oleados tem atlinglo quasi a per-
feicio, gracas aos desvellos do importante es-
tabelociniento dosse genero de productos d is
Srs. Lima Silva puzerem bellos speciinens.
0 coi luirte do-Sr. E. J. de Mello Souza,
desta corte, exhibi bons proMuctos do sen
eslahelee'nrtntvi, caliendo iguaes onco nios
aoSr. Jos Fei lyt Filho, de Campos, pela ex-
posico de productos anlogos.
0 couro preparado convenientemente for-
ncea materia prima para certas industrias
cultivadas no paiz c-que bonraram a expo-
sico nacional coh) productos dignos de
apreco. Entro elles mencionaremos a bella
c lloccio do selins de patente para montana
de hornera e de senhora, de diversos mje-
los, om arco do ac, maleira o sola,fabri-
cados no bem conhecido estabeleciinento do
Sr. Tarquiuio Theotonio de Abreu Guimares
desta corte e as malas, saceos e outros arti-
gos .lesta cspecialiJade produzidos na fabri-
ca do Sr. Carlos Adolpho Verlant, desta cor-
to, e oxpostos por este perito artista, assim
como os produc'os da mesma especiali'.ltde,
fabricados com a mxima pericia polo Sr.
Josdo Seixas Magalhes.
Os trabalhos de cabellos, taes como qua-
dqas, admeos, correntes, brincos, broches,
pulseiras, que constituom um genero espe-
cial e delicado, foram representados bri-
Ihauteraen? pelos productos do bem conhe-
cido estabeleciinento do Sr. Guilhenae
Meziat, dsta corto.
Os tecidos de algo4ao,importantissima
industria que se vai deseavolvendo entre
nos, apesar de lutaj anda com varios obs-
tculos e principalmente com a concu rrer.-
cia estrangeira, eiicontraram nos osforcados
nianufactureiros, os Srs. Araujo Filgueiras,
de Santo Aleixo, 'municipio de Magj,
Mascarenhas limaos, de* Barbaccua, e Dr.
Augusto Frederico de l.aierda, da Bahas
fabrica de Xossa Senhora do Amparo J, e
poucos mais do grande numero de fabricas
de tecidos que j coala o paiz, expositores
de boa voata le, cujos productos attrahiram
a attenco do publico pela perfeigo do tra-
balho. Se ha algum ramo de industria na-
cional (pie insto por favores dos poderes p-
blicos e da parle do povo sem duvi la,
essa que utilisa um dos mais'importantes
artigas de nossa lavour, -o algodo, igual,
quando nao superior, aos das mais afamadas
procedeacias.
Eis o 4ue a industria maniifactiireira
exhibi na tercena exposico nacional ;
pouco, sem duvida, mas nesse pouco bavia
muito esforco empregado o muila volitado
de attingir porfeico, o s por isso sao os
respectivos industraos credores de toda a
synipathia, E' preciso, porm, nao arrefecer
os bons desojos e proseguir sempre, embora
os progressos se maaifestom, por va do re*
gra, quasi sempre, com lcntido.
Lancemos agora as nossas vistas sobr ou-
tros ramos do actividado humana, alguns
dos quaes constituem industrias especiaos
e prolisses importantes.
A photographia uma deesas arles, que,
de moderna criaco, attingio j a um alto
grao de doseuvolviraento, dando lugar a
grande numero de oflicinas, onde os pro-
ductos de pereico admiravel pdem ser
obtidos a precos exoassivaraente reduzidos.
Bin uosso paiz essa arte cultivada j em
larga escala, .principalmente na corte e
aas capitaes do algumas provincias.
ntrelos* expositores de objectos photo-
reverente agradece ao ero o presente da li-
berdada, e aos seus pi's folg-mi tros crianci
abas.
Em prolucce^ litterarias c st-ientifica-
baviam asj citadas obras imprvs>a> as olli
cias typograpbicas do ^nperial Institu.
Artstico, sobre cujo merecmeiito nao ii<>-
pronunciainos, nao si' porque j recebr
ram ellas o.jlgaraento do publico rompe
tente, como porque nos averbaiaos Al MI
peitos ; e o bello livro de poesas do fr. Di.
Rozendo Moaiz Barrete, es Kot Icario*,
san lado com a mejor cffusau pela impreus
desta crtu e das provincias, e esjtei ialinen-
te pelus dous graos cultores das boas lettra-
portugezas, os Srs. Octavian-i o Castilho.
Por aossa coala accrescentaremos ;ij'iii-
que este favro tem o grande mrito de eora-
ineinorai um conjuncto de acontec ment-
nota veis da vida nacional, sobresabiiido o
todos os que se referem, a gloriosa lula fk
Imperio contra o govcnio paraguayo, de qu-'
foi testoinuuba o festejado poeta.
Na seccio zoolgica, a exp sirio nacin,,
era verdadeiramente esplendida pela sump
tuosa collec^o de animaos embaL-amado-
com rara porfeico pelo Sr. Antonio Mari
I. bo Pecanba, distiucto naturalistaprepa
rador, desta corte. Esta coHecfo, que.
segundo uosc asta, foi cedida ao goveru
polo sou propriotario e que lera de ser admi-
rada na exposii;o internacional de Vicua
d'Austria, consta de HSprixes, de 1*8 rep
tls o de 5) crustceos, alera de varios fra>
coscoia peixes, reptis e visceras conserva
dos em alcool.
A cor, a forma, as altitudes, tudo emiiiii
sirpronde o observador dessa colleco pela
verdadee pericia cora que o hbil prepara-
dor soube conservar no animal.
Eis-nos chegados meta de nossa larefa
Terminada i-st a \isita que cmpreltcodY
mos.
Louvores digna commissao aanriar,
que dirigilos trabalbos, noiueadaraeiilo &>
Sr. commenlador Joaquim Antonio de Ar.e
vedo, incansavel sempre que se trata d
intereau publico e uacioual, e aos digm-
conunissarios os Sis. Dr. Francisco Ign.iri
Maicondes Uoinein de Mello e Franciso
Antonio Concalves, sobre cujos hombro-
|)esarain, em mxima parle, os trabalho-
que levarain a bom xito esta toraeira festa
iudustrial do Brasil.
F1M.
JRISPRDEWC1A.
aauelle propriotario arrotea-las, visto dispr
elle de bracos negros em grande copia e de
maior quantidade ainda se isso aprouvera
ao enrag commerQant de cette marchan-
dife, como era publico e notorio. Pergun-
tei-lhe um dia, em miuha curiosidade in-
fantil, que porcio de trra possuia ; ao que,
lembro-me bem, respondeu Menino,
tudo quanto vs e tudo quanto vers an-
dando tres dias a cavallo, i direita o es-
querda, tudo meu. Whei, como para
verificar com meus proprios olhos o que
me dizia em tom jactancioso aquello rico
senhor, e miaba vista Tepousou entio
sobre alguns ps de cafs, carregados de
froctos vormelhos como ceieias ; e, fosso
iispirago ou puerilidade, causou-me hor-
ror aquellas palnvra- < ri dessosTruoKrs f
como criau.'vi pjji^ei orn satigu, cuj-V (ir se
a>,*mellia da bagas di cafeeiro;- coma se
aquellas trras fossem regadas com aangue
de victimas feitas por aquelle hoiiiem e -cora
as lagrimas de viuwis e.de orpbos' que a
dautemente na provincia do Amazonas. A-l-
rairava-se as vitrinas daquello estabeleci-
.raento, no palacio da exposicAo nacional, al-
guns speciinens de chapeos para os dous se-
xos, fabricados com aquella materia. O te-
cido e a cor naluraes de bello aspecto, e a
consistencia, juntos incorruptabilidadc da
libra do iucontestavel mrito ao turury
como uma das mais felizes applicacoes qud
a in lustria tem feito de materias primas, do
paiz.
Por outro lado, a extraordinaria abun-
dancia dessa palmeiraem larga zona do val-
le do Amazonas garante a modicidade de
procos porque se poder vender os chapeos-
fabricados com aquelle tecido natural, ,f
pois de toda equidade quo o governo inipo-l
rial acoroce os esforcos dos Srs. Armada &\
C, que tiveram a feliz idea de importar para
esta corto aquelle producto natural, confec-
cionando com elle bellos chapos para ho-
mens e mulfaeres, de varios gostos, e incon-
testayelmente os mais apropriados para.a es-
tacio calmosa, nao s pela facilidade com
que o ar atmospherico passa atravz de suas
inalh i, coino p da pequenadensida lepropria
d i 'd.
A fJurlcaoaj'ilo calcado exige, como sa-
bido, o euiprego de" formas, as quaes,
vista da grande.uxleny.io daquelle fabrico,
eram importadas no paiz em latga escala ;
hoje, porm, existe um bem mon;ado esta-
eclmJnlos, SS conhecidos, dos Srs. Ilens-
chel & Benque, J. Insley Pacheco, Guima-
res, Carncire & Gaspar, o mui poucos
mais.
As artes typographica e do encardendfSo,
desenvolvidas desde longo lempo nesta cor-
te o om quasi todas as capitaes, foram me-
diocremente representadas ; merecern) en-
COPIA.-Juixailoilo iliri-iiii m
ramarra ilo (mi*
Cuatiauaco. ,
:i*.9 Recurso de habeos corpa*. Paciente
Bernardo Uioucio Brigido. \ isto osles auto
etc. Nao constando destes autos qual me
tivo da priso do paciente, nao sar a sim
pies deelaraco do primeiro supplcntc d
juiz municipal, Irbano Emigl;o Cabiparbc.
que diz o preu lera por des ibedienle, sevn
mencionar qual o acto que automou o sen
procediniento, o que deveria constar d um
termo, com o qual cumpria ao mesmo sup-
plente passar o paciente disposii;o do mi
immediato, para este ordenar a deteuco s
fosso caso d'isso ; pois s a autoridade que
lera de conhecer do facto delictuoso, a
competente para ordenar a deteuco do das
obediente, depois de verificada n con h
cao deste, isto >', se elle est ou nao n- -
caso de livrar-se solt. Attendendo a que
nao foi guardado o disposto nos art. lie
13 da lei n. .2,033 de 20 de etembro de
1871 o antes constando destes autos que
paciente foi rorolhido priso sera ordeni
por escripia da autoridade que o pi ondea :
attendendo mais que nao poda o paciente
ser recolhido pko, por nao ser ca*.
d'isso; pois o criine que lhe imputado.
quando o tiverosse elle praticado, d'aquel-
los em que os reos se livram sol., quande
nao sao vagabundos e tem domicilio coito :
attendendo finalmente que de taes motiv-
se deduz houvede parte do mencionado pri-
meiro supplente, Urbano Eraigdio Captba-
ribe, violaco flagrante da lei: dou prov
ment ao presente recurso, para o fu sk
trotanto justos louvores dos visitantes o os-jser o paciente restituido i hberdade, sen>
tabelecimento do Sr. Henriquo Floiuss, pela I passado, incontinente, o com|ietete alvar
exposico dos segualeslivros do Dr. M. A..de soltura, em fa\er do paciente Bernardo
da Silva : Historia natural popular dos
animaes com gravuras xylographicas, a
CoJIeccaO da Revista- agrcola do i'njMrial
lustituto Fluminense de Agricultur^Pos
Breves Estados de ptica, e especialmente
pela eomposico do volume dos Y dos Ica-
rios do Sr. Dr. Rozendo Muuiz Brrelo.
A produca:; mais primorosa, porera,
que tem sahido dos prelos daquel impor-
tante estabeleciment sem coutestaco, a
Prosopopa de Bento Teixera, reproduego
fiel da edigo de 1601, segundo o exemplar
existente na bibliotheca publica desta cor-
te, gracas a s esforcos do seu Ilustrado
directop-o Sr. Dr. Rarait Gdvo.
Quanto a productos deoncaderuaciopou"
eo houve, merecendo entretanto asllicinas
do Sr. George Leuzinger as honras nesse
Orondo Brigido, so por al elle nao estive
preso. Recorro d'este meu despacho para
o superior tribuual da rolaro. devendo o
cscrivo fazer reraessa destes autos, quanto
antes, afira do ser julgado o presente recur-
so, pelp mesmo superior tribunal, como en-
tender em sua sabedoria ; deixaudo, po-
rm, 0 competente traslado. Teudo sido
a priso do paciente uma verdadeira e fla-
grante violaco da lei, julgo em direito a
urna justa indemnisacao, que a ha ver do
primeiro supplente Irbano Emigdio Capiba-
ribe, a que condemuo ao pagamento da
cusas em tresdobros, era favor do j refc-
Vi lo paciente. Yerilcaudo-se deste auto>
quo existe actos punives, ordeio aoeacr-
vo que. tiraudo copia das pecas d este'pro-
cesso m aprsenle, para o Junar o que fi
do direito. Grato, 30 de setembro de 187i.
genero, polos bons pro lucios quo exp ,/.
Era prodceles do bellas-nrtes, a pintura!, ^ julgado improcedente, por acc/rdo
!fo bem representada pela tolas do Sr. Elu- ^ 5 o novembro do mesmo anuo.
ardo de Martiqg, entre as quaes sobrsa-T______________[Continar-f^mA
hiam o bello quadro allegorico guerra do [Y? DO DORIO- F^JA DVQUS DK MUUS
a A .
-

-^a


Full Text
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