Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12891


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Full Text
9
->.
AKXO. XLIX. NUEBO 91
I
#' -
'-*
4
PARA A CAPITAL E LUGARES OADE AlO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiautados................ 6JJO0O
Por seis ditos idein.............; ... 125*000
Por um anno idem.................." 2J>00
Cada numero avulso.................. 32Q
TERCA FEIRA 22 DE ABRIL DE 1873.
--------------:-----:----------------.;---------------------------g----------------__
PARA UIvVTBO E FKA DA PBOVISCIA.
Por tres mezes adiantados...............- .
Por seis ditos idem...................
Por nove ditos idem.............'.....
Por ura anno idem. ........;.
W7S0
13C500
2W250
87JXJO0
PROPRIEDADE DE MNQEL FICIEIROA DE PARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves& Filhos, no Tara; GonSalves d Pinto, no M.rnklo; Joaquim Jos de Oliveira &Filho, no Ceara, Antonio de W, Braga, no Aracatv ; Joao aria Julio-Chaves, no Ass; Antonio Marques d. Silva, no Ratal; Joan JuMim
Pereira d'Almoida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa d* PeuU; Bel.rmio dos Santos Bu'lco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagos ? Alves C, na Baha ; e Leite, Cerquiuho & C. no Ilio de Janeiro.
parte ornciAi.
foveriiu da provine!
B1PBM :.\: : DO DI. 20 !>:: SURCO dk W7J.
/' S'Ci'i).
Oracius :
Ao inspector do arsenal do marinha. Auto-
risti V. &., n.>s tennis da sua ufurui.i.a do 8
V torrente oh n 381, e vista da pedid') junio,
.i mandar enllocar no forte do Buraco mu novo
austro para bandeira, em substitu.-o de outro
UUeaUi exista e.-e quebrou nao exc-den lo, porm
i iv.(..'diva des.wza da i|uaniia de lUUj&l, qu e-d oreada, segundo .i s;i.i citada informa-
CttO.
ao* cnsules. Convido ao Sr. Cnsul de...
par aasistir distribuoo do pre-nios conferi-
dos por occasiao da ultima exposi.;ao provincial, e
que dever ter lugar no palacio des!:, presidencia
no dia 2*i 11 crranle, depois do ortejo a efigie
de Sua Magostado u Imperador, a I hora da (arde
iin mencionado da.
Renov 10 inesin S'. cnsul us protestos dem-
(i.i perfeita estima e distiucta eonsdericao.
Aos luesmos. -Convido oSr. cinsufdo.....
para assisiir ao cortijo que e.'ligie.le s. .VI. o Im-
perador, se tem de fazer a I lunada tarde do dia
2 de^crrante, auuiversar) do juranienlu da coas-
tiluicao dj imperio.
Renov ao mesmo Sr. cnsul a seguranza de
mutua perfeita estima e dstiucla considera.-*.
J.1 Secctio.
l'orttl i as :
O presidente da iruviucia, atienden*] > pro-
po-da d> leiienti-coroiiel rn.-nmandaiit do I." lia-
uliau de inlmlaria da ruarla naeion.il desle mu-
nicipio, datada de 2S de Janeiro prximo passado,
a inmrmacao de 17 de fevereiro ultimo do res-
pectivo couiinandantc superor, resolve noiuoar
para preent'her as vagas dauuclle batalhao o ofll-
eiaea segrales :
Eslao-uuior.Tenenta quarlei mostreo atieres
secretario Adoipho Pereira Mauu'nhq,
2 companhia. -Tonentc o alferes da 5.*, Do-
niiiiu; s Jos da Silva.
. oorapanhia. C-tpilaoo tinenta da mesma,
Joao GouC/dves Torres*
Tjenle o alferes da H.\ Jos ie.iieutiuo llen-
riques da Silva.
o.1 companhia. Allere-o guarda di 3.* bata-
l.io Alt Ir Jos'Dias Pereira.
i companhia.Alteres o guarda do bataloao
Anroiiio Rodrigues de SoBM.
7.* coinpaniiia.CapiUo o taneum da 2.', Joo
Capistrano de Oliveira.
ij emupanlii i. Capitn o tenante nuartel mos-
(IV. Joaqun ile S l.eilio.
U presideaU' da provincia, atleu lo propos-
U '. i conunandu interino do .' batalhao da inlaii-
taria dajmrda nacional daste municipio, de II
da eoiTeiile, e a informacao da mesina dala do
r '-;u'ct,ro coiunaul.iuie superior, resolve n une ir
pai i praencher as v.ig is existentes no mesmo ba
talio os ollieiaes Srgaiule- :
: iMuipanliu. Alres o guarda do i.bata-
l'iai da-JUJlf l":'' Joo u.irle Cuneno da Cama.
i." ColipSMa.Tenenteo alferes da V. couipa-
xiina Candido de Barros Wanderley ; alferes o .*
sargento da i." cmpauliia, Jos Joa<]uiin do Itego
Barros ; alferes o guarda Jes Vieira de Oljveira
.M iciel Fillio.
7." CDinpan'iia. Alferes o guarda Ludugero da
Mi.tu Pereira Dura.
0 pre.-ideule da provincia, atteudendo a pro-
posta do cuminaiidanto do ba'albao u. da guarda
mal .leste munieipi i de s de levereiro proxi-
luo j-a-.ad-.i, e a iiiforinae.io do respectivo eom-
man lime superior, rosolve nemear, para preen-
i vana le alferes da 8." compaula, o guarda
Qi i' batalhao Boriiardiuo Soares Blanco.
dicios :
Ao l)r. eiefe dj polica.Respoudeado o
.i Bn de V. S d ID di crlente, a que aeompa-
uu u por copia o do delegado do termo de Agua
Preta, do Io de-te me/., participando o barbara es-
paiieameato feilo pelo indio Anlunii Datilio, em
uUiiioel Aiitoniu .fe Carv.ulio, morador na aldeia
do Biaeho do M.nt i, e c nisultanduse pode diiigen-
ir .. sentid i n capturar os criminosos e deser-
!i exls*entes na dita e donia, teuho a responder
que pilici;i compleme para elTectuar as al-
lean a pris.ii dos criminosas, devendo, sembr que
4.' ea-'io
Oilieios :
AoExiu e Uvni. Sr. hispo diocesano. -Con-
vido V Sxe. Hvma. para assisiir ao c irtejo que so
tem de fazer a efigie de S. M. o Imperador no pa-
lacio desla presidencia a nina ho.-a da tarde do dia
Jo corrale, anniversario do juramento da
eonsiitui.-ao do imperio.Nesle sentido tizeraiu-se
os domis c aviles..
- Ao mesmo.Convido V. Exc. Hvma. para
assisiir a disiribaico d is premios, conferidos por
oecasicii da ultima exposiea provincial, e que
devera ter lugar no palacio" desla presidencia no
da do crranle, depoia do cortejo a efflgic de
S. .1 o Imperador a urna hora da tardo domencw-
nado di.\ Neste sentido fizeram-se os (leuiais
convile.
* Ao l.'juiz de paz do l* dislrtclo da fregu-
na dj Nossa Sanhora da Concei..o da Pedia.
Sendo essa paivchia eomposta de territorio do col-
legio eleiloral diverso, nao pode-se nella praticar
acto algum eleitoral, em vista do que dispoe o
avis i do ministerio do imperio de 7 de mareo do
anno iindi, p rtant. djixe Viue. de reunir a juuta
ilc iptalilicac.io at nova ordem desla presidencia
que nesta data snbmctle esse negocio a considera-
cao do govenw imperial, para declarar se aquello
aviso se refer a eteicao de aleHores somonte, ou
se a lodo e qualiuer acto eleitoral, comprehenden
do as i|;i.ililica.;o,!.s.-|.'jca assim respNidido o olll-
co de Vm -, de ti do con ente.
Ao Dr. director geral interine da instruc.ao
publica. -Para podei satisfazer jo (|oe resolye a
assembla legi lativa provincial e consta de oftkio
do respectivo I.' secretario, de 13 do coireulc, sob
n. II, providencie v. s. n senlido de ser-rae for-
nirida urna copia da tabella, pela (pial se arreca
dam emolumentos nessa reparticao.
- Poriatias :
- cmara municipal do tecife.-Tciiho pre-
sente o olcio da [luna, cmara municipal do Re-
cife, de bonlem datado, em ijue communica ter lo-
mad i posse da adiniuislracao do municipio, asse
guiando quo semine estara dispnsta pata ludo
ipianto for do servico publico.Agradeceudo as
expresados, que nao sao pessoaes, cont eom a
coadjuvat-ao que assegura essa cunara e espere
que saliera corresponder ejoflauca dos seus mu-
incipes, reasaudo os lueliioramenlos que o mun-
ci|io reclama,
-A" cmara municipal d.vjrilla do Brejo. Em
resiwsla ao ofllcio da cmara mumcipal da villa
do Brejo, ife ii do crrante,tenoo a miar que, an-
uullaOas as elei..oes para vareadores e juies de
raz. procedidas na paror.hu de Taquaretinga, mil-
los sao os votos para juizes de paz do distr.clo de
Jaearar o para venadores desse municipio rece-
Indos por aquella mesa parochial, e nestaj condi-
nies dev.-in entrar em exercicio dos ditos cargos
os dj ijitati ienuio lindo, eumprhnlo que essa caa-
ra proceda a nova apur.i..ao dos votos para ve-
readores afim de Reonlai os daquelle dislricto.
A' cmara municipal da villa do Boin J..rdim.
Era resposla ao oflteio da cmara municipal da
Villa do Kom J.iidim de 20 de levereiro ultimo,
leudo a dixor que neg approvacao a deliberac2o
que tomn coneedendo ao capilo Vicente Joaquim
de Miranda, arrematante da c slruccao da caza
destinada acoogne, urna indemnisacao de l'ti
pelos prejui os que o mesmo leve coui essa ol.ra,
porquanto 11 u fe prevad o miiivude ferca maior
que sement podd autorisar una indeinnisacio.
Sendo as anenialacoes livres, religiosamente de-
vem ser cumpridos os contratos que deilas origi-
narem-se, e disto depende a eessaco do meto
abusivo empregado pelos licitantes para afaslar a
concurranna, de arrematar as obras por menos
do seu valor, contando ja eom a ndeinnisaro.
5." tecco.
Offlctos :
Ao eng.-n" eiro ciiefed;i reparticao (las obras
publicas. Declaro a Vine., em resposta ao seu
o.'licio de o do eorrenle sob n. 87, que os geren-
cia companhia lecile Drainage nao podiam
apparelbos an
(leste munieipio, manda reinelter-lhe inclusa a re-
lacao dos ollieiaes nomeados.
- Ao cinim.Hidante superior dos muniepios de
B'jin'Cousell.'o, Garaiihuns e Buiqse. O Exm. pre-
sidente da provincia, manda declarar a V. S. que
nesla data expedio ordem a thedtrararia provin
cial no sentido de seren pagos, quem se mostrar
compeleiilenieute autorisado, os vencimenlos daa
|iracas de guarda nacional, de que trata o seu o-
lieio de 7 deste mez, sob n. 19.
Ao juizde direit) da comarca do Bonito. -
0 Exm. .Sr. presidente da provincia, manda aecu-
sar o 1 ecehimeulo Jo olllcio de V. S., de l do cor-
rente, pai ticipando que no dia 6 do corrente mar-
cou-se a priuieira sesJTio judiciaria do termo do
Bonito.
Aojuiz de d reito do commercio.S. Exc.
o Sr. inesidenle da provincia, manda acensar o re-
cebiinenlo do oflicio de V. S., de 18 do crrenle,
participando ler uaquella data assumido o exerci-
cio do seu cargo.
Ao ;j- supplente do juiz municipal de S. Ben-
to. O Exm. Sr. presidente da provincia, manda
acensar o ncebiniento do ofllcio de V..S. de 18 de
fevereiro prximo passado, comiiiiiiiieando ter ua-
quella data assumido o e.xercieio do cargo de juiz
municipal desse termo.,
Ao | supplente do juiz municipal de N'aza-
retli. -0 Exm. Sr presidenle da provincia, man-
da acensar o recebiuienlo do offleto de V. S., de i
do corrente, participando que uaquella data dei.xou
o exercicio do cargo de juiz municipal desse
termo.
Ao promotor publico interino do Bom Con-
selho.S. Exc. o Sr presidenle da provincia man-
da aecusar o recebiiuenlo do ollicio de V. S., de
10 do crrenle, participando ter a 22 do mez pr-
ximo passado entrado no exercicio^do cargo de
promotor publico inierino deesa comarca.
4' secnlo.
OlIlcios :
- Ao Dr. director geral interino da instruc.io
publica. -8. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda coinmunicar a V. S, para seu conbeei-
inenlo e lins convenientes, quo em vista do oilicio
desea directorio, de i do corrente, sob n. G3 bis,
resolveti |tor acto de 15, nomoar Jos roana Nei-
va, para reger interinamente a cadeira de primei-
ras letlras da povuacao da Pedra, mediante a gra-
lilicacao animal de 0 Ao mesmo.-S. Exc. oSr provincia, manda
couiuuinicar a V. S, para seu coiiheciinento e
lins convenientes, que nos termos do ofllcio dessa
directora, de 12 do corrente, sob n. 76, resolveu
por acto de 15, exonerar o piofessor interino da
c.ifeira de primeiras letlras da villa de Paje de
Klnos Miguel Francisco de Queiroz Amara], e no-
mear para sabslitui-lo a Mijuel Vieira Feitosa, me-
danlo a graliiiea.ao de (iOO annuaes.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda declarar a V. S., para seu co-
iiheciinento e devidos lins, que, em vista da pro-
posta desea directora de \ do corrale, *.b n. tt-l
bis, resolveu por aclo de 15, crear um dislricto de
delegada Iliteraria na fregnesu da i'edra, tendo
pjr sede a pjvoaeio de la mime, e por limites os
do respectivo juizado ilepaz. O mesmo Exm. Sr.
manda comiminicar-lbe que uaquella data no
no do municipio do
rente, us
I HHciu
em olli-io de 18, declaro-lhe.que nesta dala
pecojordou) ao mosmo engenlieiro para que pi
fr possivel, enleuder-se previamente eom os res-
pefljvos directores, ou mesmo requisU.r-lhe as
es, > assiin entender ni.iis conveniente, cum-
ulo em todo caso proceder de modo a nao ti-
y Ibrca mu al daquelles funeciouarios.
A' vista do exposlo pode V. S. providenciar no
- -i. ido de seren capturados os criminosos e des-
1; res, a que allude o delegado d'Agua lela.
Ao mesm >. Participando-me nesta dala o
administrador interino dos sorreios, ijue de bon-
lem a nottte para boje foi arrumbado u Cufie que
de guarda dos dinln iros e sellos da repart-
cao, rocorameudo a V. S. que, eom urgencia, pro-
videncie a respeilo do fado, como couber em suas
attribuicSes.
Ao coiuniaiidaiile do corpo de polica. Es-
peja Vine suas ordena para que seiam apresen*
lados ao Dr. chele de polica, araanha irapreteri-
veimente, ao meio dia, cinco pravas e um cabo
de-S' corpo, para escoitarem at o termo deSeri-
ii! -m Ires presos, que vao all responder ao
.j m r >.
8.* travo.
i' Betos:
Ao inspector da Ineaooraria de fazenda.
Ten lo nesta data aul .risada o inspector iki ar-
seual de mariuua a mandar enllocar no forte do
Buraco novo mastro para bandeira, em subsiituieo
do que all exista, e quebrou-so, indemnisandu
apporluoamente o ministerio da marmita da com-
pleme despeza ; assiin ociiuimunieo a.V. S. naca exista, e quebiou-s'e ; assim o manda coiiinuni-
.-eu conhecmenlo.
Ao 111 '3.110. -Para os lins convirlntes eom-
tuuuico a V. S., que a 18 do corrente assumio o
x srcicio do seu cargo o ,uii de direito do com-
m re.o, bacharei Sehastio do Reg Barros de La-
cerda, e a 18 de fevereiro prximo passado, .0 de
juiz municipal doieruu de S. Rento ocidadao Jos
Be lio de Oliveira, na qualidade de .).* supplente.
Ao ine-nii.Sujeitaudo-se.o barao do Livra-
ineiito, onfoime declarou ao engeuheiro das obras
.nildares, e por este me foi p;irqici^ado em ollicio
de 17 do corrente, a fazer pela ^uantia de i'J2,
m que foram creados os concertos precisos no eu-
eanaiiiento d'agjft para a fortaleza do Brum, cor-
rendo por sua conta melade d)essa de meza, que
sera descontada na occasiao de/elfectuarse o res-
pectivo pagamento, visto tambeni aproveilar a seu
estabelecimenlo seinelhaute oblra ; assim o com-
umeo a V. S. em additauenbt ao meu ollicio de
18 de fevereiro prximo lindo.]
u ~ Ai 'B8*,ector da thesournria provincial.
lara i ler satisfazer ao que defiberou a assembla
legislativa provin al, o consta Ue oilicio do res-
pectivo -. secretario, de liontem ilaUdo, sob u. II,
providencie V. S. 1,0 sentido de er-tiie fonucda
i-opia .1 ,s ui,..i|.lS |H,|.IS 1|KxM g.mr^eidaM
en ..umenlosju, reparticoes jiropi.ic.ie>.
7- ,a*9*.i ,:"' vi-'.' da rt-la-o nominal e
lUiilo^HkjJiuau, ,|Ul. u.efr.-ai.-ccja o eoui-
injpuie Miperior dw uiunicipi.il do Bom Co.is,-
Caranlmiw e Buique eom i.tlfci 1 .fe 7 do cor-
rate, sofin. ID, mande V. S. pigar a .ineai se
uustrar OMBpeteuicme.iie au.orisXfe, os ven.i-i.en-
tos (Us^praeHS da guarda nacioi -i desurdas na
iiovoacao da ldra, rtlalivos ao juz de fevereiro
iiluao. y
t
crear urna classe intermediaria de
tre o- de S*e .')- ordem, lelosijuaes cubraoi Tea,
contra o que determina a clausula ll daiuuova-
cio do contrajo ; eque, portante, devem por si
exigir dos propnelarios o excesso do pre..o estipu-
lado para os de 3' classe
-Ao administrador do correio. Em solugao
ao jfflcio de Vine, de- 12 do corrente sob n. Ii:l,
e om vista da informara.) prestada pelo engen ei-
ro lisc.d da estrada de" Ierro do Reeife au Caxan-
ex-
para que pro-
videncie em ordem a nao pr-se embaraces no
transporte dos estafetas dessa reparticao, .que fo-
rem a serrino publico, munidos das competentes
guias.
^ Ao engeuheiro lis.-al da estrada de ferro do
Casanga. Declaro a Vine, em vista da sua nfor-
macao de 18 do Brrente, e para que faca cons-
tar ao gerente dessa estrada de ferro, qu os indi-
viduos que viajarem nos respectivos trens em ser-
vico publico, munidos de passes ou guias, assig-
nados pelas autoridades competentes, nao pode
ser vedado o transito, sob qualquer pretexto ; e
que portante procedeu irregularmente o couductor
que obslou a passagem do estfela da adminis-
traba) do earreto, que se diriga para a estacao do
Cixuig.
Comn, pois, que Vine, d as providencias pre-
cisas para que se evite um semelhante esiorvo ao
servifo publico. ,
EXI'KOIE.NTF. DO SECHETARIO.
1.' afsedo .
Ofllcio :
Ao hrigadeiro coiiimandanle das armas inte-
rino. 8. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo
providenciado para que pelo arsenal de marinha
soja fornecido ao ferie *j Buraco Um novo mas-
tro para bandeira, em substiluicao do quo all
Y
car a V. Exc. em resposla ao seu ollicio de 21 de
Janeiro ultimo sob n. 93.
2." seco.
Oilieios:
Ao Dr. ct.efe de polica. O Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda transiuittir, por-eopia,
V. S. o ollicio de I) do corrente do promotor pu-
blico da comarca do Brejo, participando o assassi-
nato reciproco do inspector de quarteiro da villa,
e de uin individuo de nome Joaquim Antonio.
Ao mesmo.- O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aecusar o recebimeuto do ofllcio de
V. S. de 18 do corrente, que reto acompanhado de
-outro, por copia, de 3 deste mez, do delegado de
pot'.cia do termo do Buique acerca das diligencias
por elle emprhendidas. *
Ao mesmo. -Communico a V. S. de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia que nes-
ta dala se expedio ordem ao commandante do cor-
po de polica para li e seren apresentados imprete-
Vivelmenle amanha ao meio dia cinco prac-as e
um cabo para escoitarem al o termo de Serinhaem
o* presos de que trata o seu oflicio n. 576 de boje
datado, que fica assim respondido.
Ao. coronel commandante superior interino.
-S. Exc. o Sr. presi.feote da provinci-i, manda
acensar recebimeuto do ollicio de V. S., de 17
do corrente, participando ter naque,la dala assu-
mido (M!.\erecu.interno do coinmaudo superior
da guarda nacional deste municipio.
- Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia tendo, por portara desla data, e de confor-
midade eom as informales dopse coininandu su-
perior de 8, e II do corrente, o 17 de fevereiro
ultimo, sob us. iG i, 56,'i e i9, Horneado oTi ciaes
para os batalLuea n?. 1, 3 e 6 da guirda nacional
MOIIMDO
nieou delegado Iliterario para o meneibnaifr dis-
triclo o major Francisco v az Cavalcante, cojo ti-
tulo remeti, alim de ter o conveniente destino.
H^itcttl).
Oflkto) :
Ao administrador interino do correio.O Exm.
sr. presidenle da provincia, manda aecusar o re-
cehinient do ollicio de V. S, desla dala, partici-
pando o arrombaincnto que esta noite des-seno
cofre dessa reparticao, o communicar-lhe que aca-
ba de expedir ordem ao Dr. chele de polica, para
providenciar a respeilo do fado.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Iterife ao S. Francisco. u Exm. Sr. presidente
da provincia, manda declarar a V. S. que expede
nesia data as necessarias ordens as Ihesourarias
geral e provincial, alim de ser paga a desoeza de
que trata o seu ollicio de hentem datado.
KXI'EOIE.NTE Do MA 21 DK HAI4J0 DE 1873.
t." secrao.
ailirios :
Ao brigadeiro commandante das armas inte-
rino. Manda V. Exc. por em liberdade os rera-
las Joao Alves Bezerra, Bulin i Manoel do Xasd-
mento, Joaquim Constantino 4a Silva e Antonio
laeinaz Ribeiro, os ipiaes foram considerados in-
capazes do servi.o om inspeceao de saiide, segun-
do o termo annexo ao seu ollicio de 18 do cor-
rente, sob n. 2 9.
Ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares. Auloriso Vine, a incumbir o barao do Li-
vramento de mandar fazer os concertos pre-
cisos no encanainenlo d'agua para a fortaleza
do Brum, nao excedendo da quantia de 192^000,
constante do orea ment i|ue veio annexo ao sen
ollicio de iu de Janeiro ultimo, ecorrendo por con-
ta do mesmo barao metade dessa despeza, pie sera
descontada na occasiao do seu pagamento, con-
forme propoe elle no ofllcio junto ao.de Vine, de
17 deste mez.
Ao mesmo.Respondo ultima parte de seu
ofllcio de 5 do corrente, dizendo-lbe que inaude
por novaniente em praea a execuejao dos concerlos
precisos no laboratorio pyrotechnico.
2.' secano.
Portaras :
O presidente da provincia, attendeudo ao qUe
solicita o Dr. ebefe de polica em ollicio de la do
corrente, sob n. 535, resolve mandar que se cor-
rija o engao, que se deu no nome do cidado no-J
meado por portara de 27 de fevereiro prximo
passado, 2. supplente de subbelegado do dislricto
de Goyanninha, do termo de Goyanna, passando-
se-lbe o respectivo titulo eom o nome de Antonio
Kibeiro de Campos, e nao de Joao de Caldas Ri-
beiro Campos.
Oilieios;
Ao Dr. chefe de polica. Declaro a V. S. em
resposta ao seu oflicio de 15 do corrente, sob n.
55i que a 15 de fevereiro ultimo exped ordem
thesouraria de fazenda para elTectuar somente o
pagamento da quantia de .2|76;) e nao da de...
32 0.0, de que trata o seu ofllcio de 21 de Janeiro
deste anno, pelas razoes constantes da informa-
cao do inspector daquella thesouraria, de 13 tam-
bera de fevereiro, junta por copia.
3." secco.
Oflfeios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmuto a V. S. o incluso piel era duplcala,
que rae remelleu o commandante superior do mu-
nicipio de Tacara' eom offlcio de 6 do correte,
afim de que mande pagar a Claudino da Silva
Reg os vencimenlos das pracas de cavallaria da
guarda nacional doslacadas na villa de Floresta,
correspondentes ao mez de fevereiro lindo.
o mesmo. Attendendo ao que expoz no
incluso requerimento o bacharei Pergenlino Sarai-
va de Araujo Galvo, a que se refere sua infar-
macao de 19 do crrente, n 309, serie C, autoriso
V. S. a mandar pagar ao supplicaule, sob a res-
ponsabilidde da presidencia a quantia de 4004000
que Ib foi arbitrada por aviso do ministerio da
jusl-.-a Oe 2U de fevereiro ultimo,. como aju.la 1.-
euslo na qualidade de juiz ininic.ipal e de orphAos
do termo de Nazarel, para seu -iransporto da pro-
vincia do Rio-Grando do Norle, at o rel-ido
termo.
Ao inspector da thesouraria provincial, Re-
corameadu a V. S. que, vista do pret junto era
duplcala mande pagar a Francisco da Costa Maia,
conforme soliciiou o commandante superior interi-
io de 13 do cor-
is vencimentos das pja^as da guarda na-
cional destacados-a villa dn lp .juca, cneernen-
I* ao mez de fevereiro ultimo.
Ao .mesmo,-Em sta da inclusa conta .pie
nie leinelleu o Dr. c efa de polica eom oilicio de,
19 do corrente, sob n. 372, mande V. pagar au
llfcaoureiro da companhia dos tnlhos urbau s do
Ketife a Olinda, Jos Foijunato dos Santos l'orl),
ou a seu procurador a quantia de 3 li'liiu, prove-
mot do aluguel de ciacu mezes. vencidos'tm 28
vereiro ultimo, da parte da casa que serve
, 2Fr,8'ao destacamenlo existente no dislricto
de Refera, como se v da referida conta.
Ao uiesluo. -(Junmuieo a V. S. que nesta
data autoriso a mesa regedora da iruiand de da
veneravel ordem 3." de Nossa Senhora do Carmo
da cidade do K.*ife, a despeuder as obras do sen
hospital importancia equivalente ao producto do
beneJici,, de pma. parte de lotera, ja exlrabida a
favor do taes obras, cuuipi indo que V. S. mande
MtregaMhe, a importancia daquelle producto de-
pois de prestadas as re-peciivas contas.
. 4.' scalo,
Offlctos :
Ao Exm. Sj-. presidente da provincia do lio
brande do -Norte.Ficair. expedidas as ordens pre-
cisas jura que teulia passagem para essa provin-
cia no priincirn vapor da companhia pernainbu-
ca que seguir para os portes do norte, a desvalida
Juliana Xavier, como solicitou V. Exc. em ofllcio de
18 do corrente.
A I.s Antonio Pestaa, 2. juiz de paz da
Ireguezia do Lmoeiro. -Era respueta ao ollicio
de Vine, de 13 do rorreite, leulio a dizer-lhe que
so os oledores mudados deixam de volar para as
mesas parenlas, e ueste numero nao sao compre-
bendidi aquelle* que re>idem teinporariameiiie
fora da parocha e em virlude do exercicio de
una lunecao publica.
Ao provedor da Santa Casa do Misericordia'
- Expeca V. S. suas ordens para que seja condu-
zida pzra burdo do I* vapor da companhia per-
naiiibucaiia, que seguir para a provincia do Bio
Grande di. Xorte, a desvalida Juliana Xavier, que
se ach recolhida no hospital dos alienados, e que
para alii d:ve seguir a requisicao da rospectl/a
presidencia.
Portaras:
* A caraira municipal da villa do Bonito.
Nao procedendo as razoes exhibid is pela aunara
municipal do Bonito, na sna informa-.-ao de 7 do
corren! -, sobre o ollicio da cara ira municipal de
Bezorros, era que reclama a entrega das ledras re-
latvasaos impos'.os daquella villa e da povoacao
do (Jra 'ata, determino aquella cmara que co-
brad is as ledras e;n que>Uo, seja a de BezeiTOS
iinl-mnisada da parle quo lhe pe lenco, contar l
da data de sua posse e nstallaea i da villa, sen lo
nessa occasiao descontadas a i despezas que diz es-
sa cmara ter loito por aquella, se ellas feraiu pos-
tertoresm me.-ma ipstallaeao.
J cama a municipal da villa de Bezorros.
Km resposta ao offlcio da cmara municipal da villa
de Bexerros, do 27 de Janeiro ultimo, tenho a di-
zer que, ncsl.rdala determiuo a da villa do Boni-
to que indeiunise a essa da quautia relativa aos
mjioslos dessa villa e da (Mvoaci de Gravat, que
forein por ella' e-ibridos, e .comprehendidas as
letlras. a que se refere no dito oflicio, contar da
dala da installaefi) dess villa e posse da cmara,
sendo nessa occasiao descoma las as despezas que
(-lhe pcrtciiee e que diz aquella .amara terera sido
p..r ella todas. Orgaatoande o urcainen'o c ap-
provadas as posturas, dever essa cmara por em
hasta publica os respectivos irapostos.
A'cmara ii.unirpal da villa de Aguas-Bel-
las. Declaro can ara municipal da villa de
Aguas-Bellas, era resposta ao seu olllcio de 10 do
corrente, que, alien leudo ao que nelle represen-
ton a mesma cunara, resolv por acto desta data
DKSI'ACIIOS \ PBMBMWaa 0K 19 K ABHIL Dg
18/3.
Abaixo assiyuados, moradores na freguezia Je
Muribeca InOelerido.
Amaro Gomes da Silva Hamos. Informe 0 Sr.
Dr. chele de polia.
Antonio Augusto do llego Maciel.D-se.
Alipo Caraeirino dos Santos.Passe portara,
coneedendo a licema que pede.
Bacharei Arstdes Cesar de Alineida. Ficain ex-
pedidas as convenientes ondeas no sentido era que
requer o siipplieanle.
Alexandrina de Lima e Albinpi^npie. Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Candido C. G. .ricoforado. D-se.
Charles Currulhero Johnsttnu.Junte o suppli-
caule 0 titulo e a planta do terreno de que trata.
Felippe Borges Leal.Kncaimnhe-se.
Francisco Ferreira da Silva. -Deferido om of-
licio desla data, cmara municipal do Bom-Jar-
dim. .
Francisco de Siqueira Cavalcante. -Passe |Hir-
taria, eoueedendo a licen.a pedida, cora vencimen-
tos na forma da fei.
Faenen Brothers. -Informe o Sr. engenheiro
chefe da reparticao das obras publicas.
Francisca de S.uit'Airaa Barros.Indeferido.
E as classes, quem tal medida, se tow de-
cretada, vjria a ferir, devi.nn -ru-ar o braco.
deviam se deixar i'sbulliar de um direito que a
conslilnico Ihes den }
Certo que nao. Logo a mi^lid. em si mesm
e as suas correlacoes siicaes, urna mediihi rt-
volucionaria. e, ternera si atamn mntii da
sua reprovacao, que a falla de jnslira.
Fundar-se lia o direto do sulTrtgio sobre a prth
priedade f
Sim ; porque pode-se dizer que, nimia meto-
dade bem con-lituid.i, a maioria imissik smapre
alguraa eonsa, mijrmr sendii .- msi#>rado n tn-
balhn como una pr.iprie.laOO, e a fonte de asta
pr.iprie.la le
Mas lgico que. qiianin mais elevada f..r i
liase tomada para a capacidad* efeu.iral. Una
niais restringido sera a direito de siilTraghi. r
eonseqnentemente tanto nnis rond-innavel en i
medida, que em si iin-sma tero cunlio da mjiMi-
ea e o cennen das rev.ilu.-ri"!'.
Assim, (lus, o direiio do sutTiagMi, ap-H.iiNl.i-se
na propriedide, ulii > necesario M !,.-m rim-
miiin ; mas s.i assim acoiii.'ce tanda a base da
propriedade limitadissima. de *.rte que t.Hla< a*
classes sejam coraprebendidas na fej. fozem i
inesino direito, e p issam ter as mesmas axpira-
Dr. relippe Nery .Collai.o. Ao Sr. iospeatof da CM.
lliesourara i.nvinci.il. para allender ao suppli- Aoah coraprehendido, esse sulfraeio I suffra-
gio universal, o sulTragio da nossa r.in*iituifo :
islo i-, a fon-a vivados paisa rapdn prin lorern..
do piivo pelo pora : o viyor, a exc -llencia. a sapre-
niacia da soberana nacional, tal cuino a temo-
entendido.
Perguntaremos agora aos defensores da --le i
directa : como entendis mmi priiH-ipios qn,-
liases MeilaeS para .. v.isso syslema '
cante.
llenrique Bernardas da Oliveira Jnior. Defe-
rido eom olllcio dsla data ao commandante supe
rior do Becife.
Joaquina Mara da Coneeicao. Sim.
Joaquim de Azevedo Canario.Informe o Sr.
Dr. chele de polica.
Joao Francisco de Souzl.Passe-se portara.
Joao Francisco Paes Barrado.Nao lia vaga.
Jos Anastaeto Ferreira da Rosia. Junte o sup-
plincante o titulo s sua noineai-ai.
Joao Clirisliani. D-se
Jos Luis Vieira Franca.Seja posto em liber-
dade.
Bacharei Luiz Crrate de Queiroz Barr a.Cer-
tifique se.
Manuel Joaquim do Naseiraei)to.--Eiicarainhe-
se.
Maxbalaiio Jariotbo de Saut'Anna.Informe o
Sr. capilao do porto interino.
.Manoel Jos Marlins.Deferido eom olllcio desla
data ao commandante superior do Recito.
Mara Severina Barretto.lnfornij o Sr. coni-
inandanle das armas inler DO.
Manoel l'ess i., de Siqueira Campos.D-se.
Manoel Romac C-irreia de Araujo.Informe o
Sr. engenheiro c efe da reparticao das obras pu-
blicas
Manoel Francisco das Cbagas. Informo o Sr.
commandante superior do Reeife.
Querino Joaquim Madeira.=Deferido eom of-
licio desta data a thosanraria de fazendi.
Vicente Antonio do Nasciineiito Feitosa.Enea-
ininlie-se.
Vicente Thomaz Pires de Figneredo Camanra.
EiHivgue-se mediante recibo, nao baveudo in-
conveniente.
Vicente Ferreira da Porciunciila.Deferido cora
olllcio desta data, dirigido a thesouraria de faz m-
ea.
Secretaria da presidencia de Pernanibu'co, 21 di
abril de 1873.
O porleiro,
Silriiio A. Ilud iijues.
declarar sera elfeito a portara de 22 da ou'.uhr.
ultimo, ipie uonieuu o cidadao Flix Alves Macha-
do para o cargo de director parcial dos indios da
aldeia d Ipancma.
3 1*9000.
Acto:
O presdeme da provincia, adedenlo ao que
represi nlouacamar, municipal da villa de Aguas-
Relias, era ollicio de 0 do corrente, resolve que
fique sem effeilo a portara de 25 de fevereiro ul
timo, i>ein qual foi Borneado Flix Alves Machado
para o lugar de director parcial dos indios da al-
aldeia de Ipanema, na freguezia de Aguas-
Bellas.
Meta:
Ao director geral dos, indios. -Attendendo
ao que representou a camas municipal da villa
da Aguas-Bellas cm offlcio de 10 do currante, re-
solv por acto desta dala declarar sem elfeito a por-
tara de 22 de fevereiro ultimo, que nomeou Flix
Alves Machado para o lugar de director parcial
dos indios da aldeia de Ipanema ; o que commu-
nico a V. S. para sea conhecmenlo e lins con-
venientes.
Ao engeuheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Devolvo a Vmc. o orcamenlo que acora
panliou o seu ofllcio de 18 do corrente, sob n.
117, alim deque nelle "declare o comprimento,
grossura e qualidade das estivas que devem subs-
tituir nutra.- que estao estragadas na poete do Mos,
e juntamente a quantidade de oleo e zarcao,
preciso para a pintura da mesma ponte.
* Ao mesmo. Devolvo a Vmc. os papis que
acompanharam a sua informacao de 19 do corren-
te, sob n. 118, alim de que o engenheiro do 5* dis-
lricto informe, por sen intermedio, em relacao as
empreitadas excedentes da quantia de 200 e dos
meios empregados para soplusinar a lei nesta par-
le, segundo consta da denuncia anonyma tambera
junta.
Portara :
O Sr. gerenta da companhia pernambucana
mande dar transporte para a provincia do Rio
Grande do Norte, no priraero vapor que seguir
fiara all, por conta da mesma provincia, desva-
ida Juliana Xavier.
F.XPK.DIEMR DO SECRETARIO.
2." secco.
Oilieios :
Ao Dr. chefe de polica. O Exm. Sr. presi-
denle da provincia manda transmltir a V. S. o ti-
tulo do 2* supplente do subdelegado de districto
de Goyanninha, do lermo de Goyanna, de confor-
midade eom o que solicita V. S. em offlcio de 15
do corrente.
Ao mesmo.S. xc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que expedio ordem
a thesouraria provincial no sentido de ser paga ao
thesoureiro da companhia dos trilitos urbanos do
Reeife a Olinda, Jos Fortunato dos Santos Porto,
a quantia de que trata o seu offlcio da 19 desle
mez, sob n. 572.
t- Ao commandante superior de Tacaral e
Floresta.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia communico a V. S. que nesta data
expedio-se a competente ordem thesouraria de
fazenda no senlido de mandar pagar a Claudino
da Silva Reg, os vencimenlos das pracas de caval-
laria da guarda nacional, de que trata o seu oili-
cio de ti-deste mez.
- Ao commandante superior interino do Cabo.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. s que a thesouraria provincial foi
nesta data aulorisada a pagar a Francisco da Cos-
ta Maia. os venrim ralos das (iracas da guarda na-
cimial. de quo trata o seu olllcio de l do Ber-
rate. -
DIARIO OE PEHNAM8UC0
RECFi
Se aceilae- e preennsac- o suffragio, tendo por
pedia angular a capacid.ido inMlecin.il, a ins
Iruecio indivi lii.il, alma de INMH mu in-
Ciinstilneiuiialida le. ide< allomar contra a liherda-
de eleitoral, contra a soberana nacional, re-irui-
giii.lo o direito de sulfragio, o que contra oc
piiiii'ipii.s da escola lili.-iel
Se aceilaes e |ir.-c.>nisaes o suffragio, .i|Wi.in lo-"
na propriedade em bise .dcvad.i. lambem ules to-
ril- a coastitaieae, sera contar fe paaeaaa, cm a
inesin.i gi-io de perversidade, reslrlngiiHlo a liher-
dade eleitoral, peialldo so!.ci ama nacional, islo
. ofendido prindpto repula.t r 4a governodo
povo pelo |mvo.
Era ainlMis es-es ca-o< mostrar-vos-heis r--v.dii-
couarios ;porque aUcaes pela base us princi-
pios da ordem e da liberdade, que sao es funda
ment: de toda a s..eiedado b.-m ordenada, bem
dirigida e que aspira raminhar.
O que vos resta, pois 1 Aceitar u direito de
suffragio cora o carcter de iiuiver-alidade que
lie .leu a nossa sabir cimslitui.;io.
E' isso o que queris ?
Vos meamos o ignoraos; porque, om maleri
eleitoral, jamis pedmasto formular ura poaaa-
mento claro e e impllo.
O que li/.erain os vossos ,-iinig' do s.-nado. ..-
esforcados hiladores mniran gabinelo Iti-> llranco,
nessa famosa discussau do vol de gracas. .fe .pi-
ja lallamoj f
l'oinnil naiii o-de-eji. de que Um* ratormad i
|e eleitoral, loinlo |hh l.a-' a ele.. lo directa. Kas
DOgaram-se responder s inlerjudlaPoes que Ik.
foi ara feilas no sentido de d'erem (pial o censo
que adnptavaui, qual a rcstric.ao que puuhain on
queran |h>r ao direito de suffragio.
Islo prova que nao linlieis ne.n leudes i feas
rsenles na materia e que declara .veis | d.vla-
maes j-,.*Iri eleii;ao .lire.M.I aMM lil-dida de oppo-
sieaV), eom i arma de guerra.
E tostis e sois lao ponen serios era olijeclo 4.-
s t io in.p >ranle, que, sem mesmo ler c-tu.i.uki a
materia, pretendis de.nolr n edificio expfend'ilo
me possuinos, nao obstante nao ter.les contor-
c..nado o planudo novo edificio que almejacaer-
guer sobre as ruinas daqu.-ll- '
E >era i sinceros os v..sos ratos, S vues..-
anhelos em la.'s condicoes '
E' licito duvdar.

22 l)K ABRIL K 1873.
V
A RBFORJA ELB1TORAL.
Sendo, como ja viraos, de accjrdo/c un a ons-
tilu.-ao do imperio, o poder eleitoral o maior de
todos os poderes politices, o poder per excellencia,
do qual derivara todos OS OOtros, parece nos evi-
dente que o principio regulador de todos o? di-
rectos e deveres da coinmunhao brasileira a so-
berana nacional, obrando na espliera da mesma
conslitucao, por ella proclamada e jurada.
0 que se pode, o que se deve, porm, entender
por soberana nacional f
Maiiifestaniente o direito eleitoral eslendido at
os seus extremas, islo at o snflragto uui-
ve rsal.
Sabia e previdente, como f i feila, a iossa cons-
tituicilo polittoa nao poda deixar de render preito
esse principio cardeal; e, por isso, no capitulo
VI do seu titulo IV encontrase bem desenvolvido
o pensainento do-legislador constituate, que ape-
nas prucurou no direito de propriedade uraa pe-
quena rostriccao ao suffragio universal.
.Nao oulra por certo a doutrna que colhe o
espirito Ilustrado ao estudar eom atteucao e crite-
rio o referido capitulo VI, especialmente" se se de-
lni no exame do V do arl. 92, e nos Si 1 dos
arls. 91 e 9o, coubiuando-os coqi o art. lid.
E o legislador conslituinte foi lauto mais sabio,
tanto melhor intencionado, quanto, avaliando bem
essa restric^io ao suffragio universal, lomou por
base da limilac/io valorea to mnimos que de ne-
nhuin modo fechou as portas da eleicao s varias
classes, e pelo contraro, deixou o campo afear-
lo todas as aspiracoes desde que, as expresses
industria commenta ou empregis, reconheceu o
irabalho como fonte derivativa de toda a proprie-
dade.
Essa limitara,., que alias secundaria e sem
importancia, por isso que, como j o dissemos, nao
implica a taxacao de urna incapacidado poltica,
ninguera dir por certo que extravagante, urna
vez que se tenha em vista os lins de toda e qual-
quer socedade, que sao, que nao podem deixar de
ser a ordem e a liberdade, isto o progresso rc-
Qcctido, a feiicidade, o bera estar da commu-
nbao.
Assim, pois, os toctos geraes decorrentes da nos-
sa constiluicao sao : o suffragio universal e a
gualdade poltica, comprehendida em habis ter-
mos, isto o direiio eleitoral em toda a sua ple-
nlude, em toda a sua magnificencia.
Deixando de parte a questo abstracta do di-
reito, vejamos em que principios se pode fundar
o direito' eleitoral fra do suffragio universal.
Nao vemos seno a capacidade intelleclual e a
propriedade em alta base.
Parece-nos, e acharaos dflleil a prova da con-
testaso, quo o direito eleitoral fundado sobre a
capacidade urna medida revolucionaria. I
A' primeira vista, confessamo-lo, parece justo estaJo'lo-s inesuios cofr^, qac jainais Uveram m
que nao gose do direito eleitoral quem nao sabe ^ de se lhe* aPl,l,car a abertura de lalleana.
ler nem escrever ; mas desceudo-se ao fundo di C," maliciosamente se tem Ato.
medida, esludando-se-a era si mesma e as suas ; A8 de""is no,,cws M0 desft,a"* "*-
relacoes sociaos, chega-se a conclusao de que ns!e-
una idea revolucionaria, ponjue priva d'esse di- ]
reito, do maior de todos osdireitos constitucionacs,
grande copia de cidado?, especialmente da classe
agngola, que tanto concorre para o incremento do
paz :
Se urna tai privaran, decorrenle da nega>/o do '
direito quem nao sabe ler nem escrever, fere-
de morie poltica tantos cidadaos, cuino fcil
comprohender; imaginese qual nao sera o nu-
mero dos excluidos, o numero dos pwis politi-. _^_
eos, se mais ele .adas fossem ainda as condicocs SESSAO ORDINARIA EM
requeridas do capacidade If pbesioencia do sa. fksbi
E ser justa urna tal medida, especialmente as Ao meto dia feila a
aossas coud.des, no triste estado em que temos a sentcs os seguimos enhores
instruccAo publica, que, alias, a nossa eonstitairio lino-de Carvalho, Vieira da
preconisa ao ponto de deterraiuar que seja gra- que" Lacerda. Ahueida riiiniiiajumi'
'Wat Novaos, Gameiro. Oliveira
Vticia* di norle lo imperam*
Chegoii honteai pida manlia. ao rmsso p pio-edeiile dos do norte de sua escala, o vajmr
costeiro fpa/nra, da companhia pernambucana.
Dos jornaes pie recebemos, es | que |iodemo-
colher :
cmaaa
As dalas vao al 13 do corrente.
As autoridades pofcciam andavam em aeli-
vdade na captura de criminosos, e j linUaui con-
seguido prender alguns dos mais notaveis que in-
festam o interior dessa provincia.
Fallecern): em Baturit, a Exma. Sra. D
Amelia de Alencar Mallos, na cidade da Forta-
leza a Exma. Sra. D. Antonia Ribeiro. e o nego-
ciante purtuguez Maximino Cincalv.-s da Silva, lo-
dos pessoas consideradas.
Por noticias que recebera a CmsMNwc>,
coustava que a cidade do Aracaty achava-e ia'ua-
dada pelas aguas do rio Jaguaribr, volumosa-
raente augmentadas pelas copiosas clmvas.
Militas familia: dessa localidade foram obrtea-
das a mudar de domicilio, e porderam alguna eon-
sa de seus haveres.
O presidente nonieara uraa cr.niinissio pira
tratar de soccorre-las, pondo sua dtojmsino
2:0004.
I.emos no Ceartst, sob o titulo -Grt c
dammdWMja:
Na villa do Assare existe Theodora Fr
da Conceieo, cora a vaneada idade de 96
contando urna desn-deuria de 542 perneas,
saber : 19 filhos, 100 netos. :I82 bisn.-to> e 11 lr-
neios.
lima mete duzia desu ja povoavam ana ci-
dade.
Ido C.BAMIK DO NORTE
As noticias desta provincia n.io tem nenfema
importancia.
PARAHTRA
As datas desta provincia vio al 19.
Fallecern! em reas, era lins do ai pi-
sado, o abastado propretario Jos de Leaaj mi-
concellos, e na capital a esposa do Sr Dr.^feMa-
nio de Sonza Gouveia.
Tiiihan sido remetilas para o caM da.
r-spectiva thesouraria diversas quanliaa prefi-
nientes das agencias liscaes dessa prormeu na*
suas limitrophes ; sendo por tanto otisfactorio n
PERNAMBCtt
ASSEMBLA PR0Y1NC1AL*
No dia 8 nao bou ve sesso por falla an-
ien..
9 i+:
swsrt
m.




Diario de Pcmambuco l T^a.feira 22 do Abril de 1873.
r '- 'air'"-


X
Correia de Araujo, Pinto Jnior, A Ccrrea d'A-
raujo, Tito (Corroa Ferreira le Aginar, Camboim,
Me lo llego, Areoncio Silva, Uehoa Cavaleane, Kr-
nesto Silva, Giraos P.uv;i!;, Silva llog-i e Olympio
Marques.
Abre-se'a sessao.
E' lida c ap Trovada a acta da anterior,
O Sr. i* s'j'.iethii'i d coala di seguate
Oflcios ;
Dj secretario d i goverao, reoMUead-i copiadas
tabella* pelas quies se arr eidam emolumentos
as rcpartic/ics priviudaej. -A' fusm le. a reifui-
sfeS.
Da mesan, remettenji* as ifcformiroes presta-
las pela tiin.-wur.ii'ia provincial sobre a im;>ortait-
cia arrecada n oxercieio prximo lindo e no car
rento, proveniente los >.np isos decretados para
a crcaewi de nina 'romporbia di' !i imheirns A'
quem fez a reqnisoo.
Potrocs :
De Vanoel di Reg Cirvalcante Perras, arrema-
tante do imptsto sobre licencas eonceraentes a as-
pirita 'h comar*a de.Sanh Aiitit, -pedindo uio
abafo. A' corantes** do negocias de niaras.
De Maria I. eopaldiaa liaehado, professora pu-
blica de Halhadinlia o, ltimamente removida pa-
ra Muriheea, pudind* i> mozos da Ueenea, par*
tratar do sua sailcA'eommissap *; petieocs.
Abano assignada da mesa regadera dairmanda
de de .Vossa Senhura do Roaarto da kairro da Bea
Vista, pedindo preferencia, alim de que possaui
correr no exeravin futuro, duas punes de lote-
ras. -A'cOBlKlissao de orranvmt provincial.
Da irmandade de ossa Senhora da Assnnp-
gao, da Estaneis, pediudo preferencia para a x-
traecao de duis loteras. -A" eommissao de or-
namento provincial
Abaixo a-si^nado dos habitantes da fregaezia
de Mn Senhora da (rara, da Qipunga repre-
sentando contra o proieeto n. 13 deste auno, que
desmembra Campo Grande o UVJin da dita re-
gnnzia e annexa de s. l>edro Martyr do (rauda.
A' Bpramieswi de esta-o.i.
K' lid", apoiado, posto em diseassao appromufo
o rtignmtr parecer :
A eommissao de instrticeo publica, leude exa-
minado ettantauMllte a polien do proessor Ge-
m'miano Joaqui n de Miranda, que pedo a esta
use-oblea llie mande dar a graiilieaco per uiais
de 1*> anuos, do servo/os distiuetos, que pereeliei
outro< prof.'ssorcs : c tisiderando que o art, 2o
da lei n. 969 de 11 de maio de 180$, s deu as
v i-.: i.'.'ns i|,i( ibseja o supplirauto aos profosso-
roa que se liabiiilassom na forma exigida pela
ni sema iel ; considerando que o supplieaiite nao
se s-ij.-i'oii, eioi) Uto e.muaria, ao exame. das
materias aoorosoidas para o ensiuo primario do
grao, e s por una portara da presidencia,
cm Janeiro de IS f considerado habilitado
para easioaf nana materias; considerando Bual-
mente, une aquello acto de pre-ido.uria, todo gra-
ci iso, nao pedia dar ao snpplieante direito de
gozar as masillas vanlageris que mitro- profe-sores
os quaes para oble-las p-ovaram c i nptlOtttem ni-
t as suas habitaeoes como exiga 0 art. .TI da
lei citada : de parecer que se;a indiferida a
pralenexi do suplicante,
Paje da as^,- niea provincial. 7 da abril de
187:!. -.1. Correii dt \<-1 y KUek i G w ifc inte
r lambeui litio, apuiaJo e tica adalo porter
pe II i i a palavra o ->r. Briioitu -eira, o seguinte
parecer :
A eooioiiss',;) doestatistica. divi-a) eivil e ee-
clesaetica. quem f prsenle urna petieao dos
habitantes do paveado Papagaio da freguezia de
l'es;ieira, na ipial pedera qne flqno a este pe-r
vna'lti perteuceado a fregnezia de S. Beato, con-
ei brando qne a freguezia de Pespieira bastante
.-.iiiMae i| le o :i:'ii iu vantagem de ordem
f il Lea >''l rusaltir d; semelhinte desmembra-
" i, de parecer qae nao soja attendida a pre-
- peti '< <. Sala di- eomiiissoes, 8 de abrfl
.. 1873. -Ciada ito Camlioim /' >ee C metro.
ord::m d i d.\.
^> diseass.1 il i projeet i ii. i3 deste anno, es-
le^uin-lo <>s lugares de mdicos da polica. -HT
-,. ; 'Vado
' discnssai *) pnji til n. 27 doste ann-i, re-
j: rhnd i o reee lim m! i d a em il unenl is da >e-
rr.itaria -li assembla. -E' approvado.
2' discussai di projecto n. zti ujste anuo,qne
ixa a orea policial.
Proeedendo-se votaclo do reqnerimonto do
8r. O'ympio tfarijuss, elle rejeitado.
C intini a discussao d projer'o n. :' de te
34:10, conos seus substitutivos, creando um im-
I addicional ao de 2J303 sobre cabec de
gado vaceura, que talliar-se tiesta cidade e nos
1, io ipios d 1 interior. '
O.Sr.O. MvrajBes (nai devolveu sen dis-
enrso.)
ITS:-. ,1. Crr.t de Aranja faz largas
. les em sus' -1! ; lo de seas ad litv 1 e
3.
T-a!> dalj 1 ti :.]. ir. firj i; tte l-jvauta a
- ?!gna 1 ordem d 1 dia
A c uu.iiissio de redac/o das leij. piem I
presen e o projecto n. -I,-deste anno, acompanha-
di de d ms snb titativi e' algnmas emendas,
,1 pareqer que e a 1 ipte a s tguinte re lac ;ao :
A assembia legislativa provinrialde Pmasi?
resolve :
Art I" o p v-: I r h pr ivlneia flea ant irisa-
do a contratar com una impania o abastec-
ment de carnes v-t ii-- pan o m^cadii desta
cidade.
Krt 8 A companliia oe contratar osse aba*
liiiento ter preferencia na arremataclo dar-
rendimeuto dos talhos da cmara municipal ;
' 1 piant 1 subsistir o actual arrendamento, !
la e msirulr nos mercados desta cidade pe-
as casas de madeira para a venda da carne.
Art 3'*0 contra: 1 durar at qnatro anuos e
se estipularan os preeos da venda da carne.
'>;'.. \ O contrato ser e!l Ctaado com fian.a
a ai pagamento das multas que forera cora-
. nadas.
Art. .'i Por sada boi, que nes'.a cidade for ta-
lludo para o consumo publico, exceptuados os
que forem pela corapanhia, *e eobrar um impos-
to de 21*.
Art >." Fiea tambera o presidente da provincia
autorisado a contratar, mediante privilegio, at
v n'e annos, a constnicco de um ma'adouro e a
rquisiijao d>' tenos para logradouros, onde
o issam ser recomidas as rezes destinadas ao con-
-unimn publico, sob ascondicSes seguintes :
< 1. O contratante comprar terrenos para lo-
gradouros nos lugares qne forem indicados.
i.- Umatadouro ser construido segundo a
:a, que para esse tim fjr dada pela repartiei
das ulnas publicas e approyada pela presidencia.
3.# O contratante pereeber ztiOO por cada
:*oi que for recnlhido ao logradouro c talliado
para o consumo publico.
' \s Pind o privilegio, os logradouros eo ma-
sad 01ro licrao perteneendo cmara municipal,
cadentemente di qnabpier retribuido.
Art. 7.* Para a exeemo desta lei poder o pro
d 1 te da provincia fazer as despezas necessanas
Art. 8.* Bevogadas as disposicoe* ero contrario.
Salajas coinmissJes, 18 de abril de 1873.- J.
. Corre G.ii'lim.doinfs Prente.
.Vos das 10, II e 12 nao liouve sesMo,
crtcedenho pfivifcgm a qnlq'ner compaftNia 0't o^r. Dr. juiz de direito do fr districto criminal
sm
, REVISTA DIARIA.
AsscniMa provincial. sabbadd, 19,
JuBeeiOHou com >( senioivs depulados.
Spprovada a acta di .sai anterior, o Sr. 1."
secretario leu o seguiute expedionte :
l.m ofUciu do secretario do govorno da provin-
1, Yeinttte.iJ > o or>;amiiut 1 da receia e des-
oe 1 da camal .< muaiuipal da villa de Bezerros. -
A" comnjfesao .] or;ament 1 .,1 mlcipa!.
Outrdo mesmo. declarando qne. o Bxm p-esi-
dente da provincia, a urna hora da tarde do dia
21 do corrente, reeeber a commissio que tem de
aprosentar sanecao alguns actos legislativos. in-
ieirada.
Outro do mesmo, remetiendo copia do o'cio da
canten municipal (lo Recifi', em que pede a revo-
ga.o do art. i5 do regulamento dov cemiterio pn-
lico.A' eommissao de negocios de cmaras.
Urna petieao de Belmiro Guilherme de Azevedo;
.rremaunte do imposio de miuncas di) municipio
de S. Bento, pedindo um abate.A' eommissao de
petices.
Oulra de (oaquim Elias de Albuquerque Barros.1
profeseer puWi. de Santo Antao, ofl'erecendo-se
para reger gratuitamente a escola nocturna d'a-
quele lugar. A' euiemisto ue instructJo pu-
blica.
Outra de Anacieto Publio de Moraes Carva'ho,
|)cdindo para er admi:tidaa'concurso, para o pr
vimento donngisterio publico primario.-A' com-
missSo de instrueeao publica.
Foram ldos e julgadus objecto de deliberaran 4
projectos ; um dosSrs. Mello Reg e Tito de'Bar-
i'os, creando urna nova freguezia annexa aa mu-
meipie de Paneitas, sob a invoeacao da Augusta
Conceicac e mascando -limites entre esta e outras;
outro dos Sr?, 5lel!o Rogo e Maruies da Si/va.
possoas que mdbcxes vantagens elferecere.n a
construir urna estrada de feri de Goyauna. e ou-
tras econmicas, que parando das villas e cidades
do littonl ou da zona da t!Str.id.i do Ierro da S.
Fraucisco, as ponha em commutiicacao com esta,
cidale e o interior da provincia; outro da eom-
missao de redaccio, autorisando o presidente da
provincia a contratar com tuna compaimm o abas-
tecimento de carnes verdes para o increado desta
cidade, de couformidrde con o resolvio rea as-
scmola na sua segunda discussao; c u seguinte :
A assembia legislativa provincial doPeanam-
buce resolve:
Art. I.* O presidente da provincia, tendo cm
vista o contrata de 20 de abril de 1834 o o que
dispoe o art. 2J da lei n. 386 do 17 de juno do
mesmo anno, contratar com quem melhoros van-
tancas e garantas olVe-eeer eoostruC*) de m*
fabrica de gas de Iluminaran ^bydrogeneo carho
rotado) para o lim de forweoer esse comliustiwl,
1.0 s aos edificios pblicos, e casas particulares
que o qneiram, ma* tambem'aos comliiistorcs pn
WieM do Recite e-de seas urrabaldes, que nio (*-
tejara cempreheadidos no contrato eftade, e de
ewformidde com a refevifia lei n. 38C.
Art. 1" O contrato ser forrado sobre as se-
sninles liases :
g I Privilegio por lempo nunca maior de 30
annos, durante os quaes nenliuma outra empreza
do m* no genero s; pare estabelocer para o
mesmo lim..
2.- Proco por pe cubico de gaz nunca maior
le seis ris,'nio poitendoo insumo ser superior a
cinco pos por hora para os particulares.
S .1." I'reco nunca maior de .0 res pir hora
ara os eombustores pblicos, com tanto que
1 luz dostes seja coiTcspoudonte a 1 velas de
sparmacete, consumiido cada nina 129 graos de
sparmae. le por hora.
'i.'1 DuraeSo, na iUurainaeia puldiea de seis
horas, termo m dio por dia.
Art. 2." Ficam iseatos de todos os direitos pro
Tinciaes os edificios e dependencias da fabrica, por
espacj de dez a naos, coutados do seu acaba-
m- uto.
Art. 3." O presidente da provincia solicitar dos
poderes geraes dispensa dos direitos de nportac.ao
para tod 1 o material-da empreza, que vier do es-
tiungeiro.
Art. i. O presidente tambem poder ceder por
aforamento ao contratante ou empresarios quaes-
quer terrenos devoluto ou de m irinba de que elle
elle possa carecer para estabeleeer os edificios e
dependencias da fabrica.
Art. ."i." No contrato se regularae todas as con-
dicoes toe nicas e as demais que forem necessa-
rias para o exacto andamento da empreza.
Art. 6. O coiilral) lira dependente da appro-
vacao da assembia provincial.
Revogam-seas disposcoes em contrario
Sala das sessoes, 2i .le abril de 1873. -I'elippe
de l'iguora Faria, o ijual fui dispensadj da im-
presso a repieriinento do seu autor.
Foi approvado um paree-r da eommissao de
posturas, declinando para a commi.-so de orea-
ment, a represeutaco da cmara nunucpal da
Hade l'etrolina, em que insta pela conslruceo
de um edificio pira cadeia na naasma villa.
I'assanlo rd;m do dia sao approvalos: em
arimeira discussao os projectos ns. 38 e 3'J deste
anno,este rejrulaud os imites,dsiragnetjag 'A-
gua-Preta e Gamelleira, mandando-se ouvir sobre
materia ao Kxm. prelade diocasanOj a requeri-
mento comilerando ordenado a gratilicacao concedid
ao: eserivaes da fazemfo proviacial.
Entrando em primeira discussao o de n,- W,
tambem deslo auno, que manda pagar ao ex-ar-
rematanle da conserva .ao da estrada de Pao d'A-
io, aquautia de l":0 o tKo, depois de otarem
os Srs. ii mies Prente, Pi^ueiroa e Silva llego, li
cou a discussao adiada requerimanto destose-
n or, at que veuliam inlonnacnes da thesourarin
provi icial 3 rea da materia.
Continua ido a segunda discussao, adiada do
projecl 1 n. 5\ do anuo passado, sobre nstriiccao
publica, verificando-se nao uaver numero para
voia levantou>se a seeso.
A ordotu d 1 dia para boje : continuacao da
antecedenio, primoire discussao do projecto n. 47,
terceira do den. 10, ambos deste anuo, c nica
do de n. IOS de 1872.
Cunuuro.J'or acto da presidencia de 17
do corrente f- rain mineados o Dr. Iiiiucencio Se-
rfico de Assis Carvalho, major Salvador Henrl-
que de AMiuqner |ue e o professor Miguel Ardan-
jo Mindell 1 para examinaren os coiicurrentasaos
lugar- Je pratisante da correio," sendo o I* em
no/o.'.- g< caligr?phia e orthograp la, e o 3' en arithmet'ca
elementar, comprehendendo o us 1 do sysiema me
trico.
Obns paMieas.-Por acto de 19 foi no
meado Justiniaao Jos de Oliveira para mterna-
rae-iteesercer o lugar de pritieanto das obras
publicas.
Guarda nacional.Por acto di 10 man-
d m-se aggregar ao 31* batil So de infantaria da
raarda nacional do municipio do <".abt, o alteres
Francisco Antonio Cbalaja, que pertcncia "
conipanhia do de n. II do municipio de Ipnjuca.
Por acto de 19 foram transferidos para o
servico da reserva, licando aggregados a >. 1' ba-
tsllia de infantaria do nmnicipiojdo Recife, o l-
ente quartel-m slre 1 '! batal- ao de infantaria
Henrique Bernardos de Oliveira Junfir e o alfe-
res do mesmo lu batalbao de ufanara Manoel
artins das Meves, -'o em vista do pa ecer
da junta medica, que os iuspeccionou.
Por acto de 16 mandou-se aggregar ao !'
tataib 1 le infantaria da guarda nacional do mu-
nicipio do Reciie. o alteres oaqulm Coriotane Mon-
tezuma de Medeiros, qne pertcncia ao 1" batalnao
de infantaria da capital da Parabyba.
E por acto de 18 mandou-se dar guia de
passage u para o municipio de Santo Antao, ao te-
nenie Pedro Seenndino Barbosa da Sil va, que per-
tencia ao batal ao n. !> do munteipio da Escada,
visto ter mudado sua residencia para aquello mu-
nicipio.
Toleriip!o elctrico. Felizmente ti
cou ante-bonMn restabelecida a linba telegnphi
ca desta para a capital de Alagas, que lia dias
dissettesse achara interrumpida.
De Maeei recebemos o seguinte telegrainma,
ante bontem depois das 3 1 oras da-tarde ; e, rc-
gistr.iiido-o aqui, temos por dever agradece-lo ao
Sr. Dr. los1 Angelo, que no lo dirigi,-nao obstan-
te j o termos feito n um outro telegrainma, que
'. ontem expedimos para alli, e que vae abaixo.
Eis o telegrainma do Sr. Dr Jo- Angelo :
ci O Partido Lber 'I, redigdo pelo Dr. Jos An-
gelo, i'uinprimintan lo o Dirte de Prrnimbiirn,
sada o elemento progressivo deste seculo.
Eis a nossa resposta :
a A redaccio do Di ido di- Pernambuco, agr-
decendo ocumprimen'o do Sr. Dr. Jos Angelo^
sada no Oaiiido Liberal, de que redactor S. S.,
as generosas ideas de que se fez orgo, o almeja-
Ihe um grandioso n uvir.
V:i|ior tuai'i.A' vista do telegrainma
recebido bontem s 10 coras da minU pela al-
ministraeo do cniaeio. deve chegar bo,e ao no-so
'orto o vapor Guar, dos portes do sul. Eis o te-
egramraa : O administrador do correio'de Ma-
eet roinmimica ao de lernanibuco que a mala
do vapor Guare fecha-se hoje (21) o meio dia.
Rnianeipaeo de eseravos. -Reuni
se antivbonlcm, 20 do corrente, a junta de eman
cipacao de eseravos. no paco da cmara muni;i-
pal, sob a presidencia do Sr. Dr. Rento Jos da Hm
ta. Tendo sido, pordm, presentado pelo agente
fiscal algnmas duvidas, deliberen- o diio Sr. pre-
sdante submeltc las consideraeao da presiden
cia da provincia.
Fleie.Na f eguezia de Alegados princi-
piaram antes de r ontem os trabalios da nova
eleieao de inizes de paz, licando a mesa convi-ti
assim
PresidenteManoel Joaqnta do Reg Albo-
qnei(|ue.
Secretarios-los Thomz Sankanti t ssoa,
Antonio Joaqoim Lopes de tlarvalho.
Eser ;!ad psMalaquias Gomes de Mello o An-
tonio Lucio A'lves Bandcira Carr.pello.
A da freguezia da Boa-Vista ctintiniHiii bon-
tem principindoos trabaliios ae ti horas da ma-
la, proeedeu-se a ehamada- do i* quarteirao at
/', e recollreramse nrna 29 sednlas, que com
as 5 recolhidas ame bontem, preazcm 34:
E foram encerrados os trabalbos as 3 3ifcJMiras
da tarde.
Gremio Dramtico.-Esta sociedade Ja-
r o s^u primeiro esjiei-taeul na sexta-feira i*
do corrente.
Fundada em ferie abril, eonstitaio ella a ma di-
recr ria, que tem de funecionar durante o resto
deste anuo da inaneira seguinte:
Presidente Luiz Gonralves da Silva.
Secretar: )-Tenente-coronel Ernesto Machado
F. P. da sil,-a.
Thesoureim Prudencio de Oliveira Pimentet.
Director de .cena J. M. Carneiro Vilella
Ensaiador-Joo Galhardo.
-Inqaerito. O Sr.. Dr. subdelegado do Io
districto da freguezia de"S Jos reraetteti bontem'
i inquento relativo ao sassinato do Manollnsi|/o Dr. AiUU'Ao Anto
do Sacramenti, qir.ilirando : mndame >Ja- dou preceder, e na
niel f. idea da SirVa Amonm ; Antonio losados
Anj,.s, Joaoltafilisti Alv.s MonteiM e Joa.t
dido de ^acediviMl Tentativa de roubo. Na ma^lrugada
do dia 16 do corrente. penetraran! ladroes aa ta-
Tern* 11. Soda rtta da It-.a-Mra da fTeguezia!
S. Pedro Maiiyrde linda, depofo de forjar
urna das |tctjs da laesndttaTerna; que se ac
va fechada por effeats judieil, mn nada co
juiram roubar porque ao reconhecerein que
visinlio ns presentir.- derau as de Vil/u )imj$.
I.eilaoflfoje elTe.uu o agente Marlias, is
ti horas do dia, o leilo de cautelas dadas em ne-
nhor, constaaw d-' relugfos ir. miro, corrantes |-'
ra relotMos,'jjflsras, meto ade'recos c outras
fmuias jiiia's-de valor e geate mmfertio, o ftte ser^
vendida Befo autor praed aa casa de penhores da
travessa da fna das Cru'zef -u. 2.
f- Hoj'j (lf ouutiniia o agento Pinte o leiUo
de fzeudas ao armazem dos Srs. Linden \VeyaV
'iian-* C, ptaoa do Corpo Sanio.
Sexta-feira 23 de abril, deve ter fogar o lei-
io por liquda..odo arniaz^m Ja rua-'do Inspi-
rador u. conforme est anuunciado.
Casa tte leteacao. Movimento do da
20 de abril de' 1873 :
Existiam presos) .131 sable* i, existom 353.
A saber :
Naciouacs 2Ci, mulheres II, estrangeiros 39
eseravos 47, escravas I".Total 353.
Alimentados a usta dos eofres pblicos 2!)i.
Passafteiros.Vindos dos portos de norfc
no vapor brasiletro- Ipofuca :
Ludgero Braulio Garca. Joaquim do Oliveira
Borgee, loaqnim de aala Ferreira Chaves, Jos
Henrique Garca. Jos Carlos Pessoa, Francisco
Brigido dos' Santos, Conrado Mayer, Ant nio Be
drnraes Braga, Pelisbdrte A. daSitva, Joaqium Car-
valho de Oliveira, Luis da" Pi.nceca F. Soininho e
Por i/ue ra*3> o probo e honrado jniz He dihi-
AiMtolo Antonio de Ln*n Finir nao man-
i preceden com llle manda
a lei ?,
Por que razio o digno ciMustradu promotor pu-
blico Dr. Andre Cnonamli de Albwiuerque nu va-se necissariouin supprimeii'.o cooatante, e nao
I criado, Jos Candido Viegn sua familia, Ante)*1 a^mos embaPea-lo para o Hio de Janeiro
nio Joaquim Pereira, Joaqam Francisco Moreir,
I). Gejiuiua i'andida P. de -Helio, IV Ignacia Marii
da Coneeiriie. Francisco PMuardo Soares da C-
mara. Balbino Afves do Souza. Antonio Manoel
do Nascimento, padre Manoel F. Lustosa-LiMa,
Joao Cezeramlo Peretti, Emygdio Gotuo'de OH'
veira, Maria Antonia e urna lillia, Cypriano Jos
de Kreias, Df.Jas tlexandje do Amorim Garca,
Antonia Maria de Jess, Joaquina Maria. Antonio
lavares, Henrique Jos de Moura, Antonio Faca-
uha, Bento uarte de Souza. Jos Pereira Dativo.
Antonio Correia da Silva, M Snnwa Pereira de
Vasconceilos. Francisco Gomes Marques da Fon-
ceca, Jos da Cunha Mello, Jos R. de Souza Ban-
go I, ornel, Cill DorneJI, 3 nufragos da barca
mgfoaa HaUiday, li prac-.s c 9 presos, 3 eseravos
a entregar.
Sabidos para Liverpool no tapar inglez La-
pUce:
J. II. Lightbown, Amalia Kvausse e 2 meninos.
nh,
o
-UBCAO&ES t PEOiBQ
O hacharcl .isnecico Hctto de
ti (Millonea c o Hv. Hr. tluvi-
iiiiana I.ope Hachado.
No mesmo ospaco em que as Ilustradas redac-
c*ies deste Diario, do Jornal do Rmfe, outros ca-
racteres distinctos, de diversos credos politicos, a
opiniao publica e.nlim me dispensara cortezias,
pelo ineu proceder no carcter de subdelegado do
primeiro astricto policial da freguezia de S. Jos,
com especialdade as diligencias qiie avia ence-
tado, e contiiuiava era sentido do inclinar aceito
da lei os autores do assasinato do infeliz Manoel
Jos do Sacramento ; o Sr. Dr. Maximiano Lopes
Machado, a quera sempre estimci e respeite desde
a infaica. eserevia e maudava estampar sob a
resiibnsabilidade Je Ulympio Jeronymo Cavalcante,
ia- columnas do Liberal de 17 do correnle nm
libello faniuSO, attribuiudo-inc fados degradan-
t--s.
Qual desalmado sicario que, unindo a perversi-
dade prudencia, acolhe-s s trovas para fer,r
cericiio a vletiinaque se tem destinado, e escapar-
se ncobmia, tal se acobertara o Sr. Dr. Maximia
no Lopes Machado ao analbliahetismo de Ldympio
leronymo Cavalcante, para apuiihalar-m j a repu-
taco, nico rtiesouro que espero legar a ineus
lilus.
Felizmente porra, desta vez, permiuo a Provi-
dencia nao vingassem seus planos diablicos.'
Acabo de ler no Difiri da boje, 21 a diviaraeao formal de Olympio Jeronymo Cavai-
cante, arrojando lle a Tace o mais peremptorio
desmentido.
Do outra in Le, de ouiros sentlraantos, Olympio
leronymo Cavalcante nao se prestou a cevar-lbe a
liv.lruphobia.
Com tudo, nao .a calumnia que me altera, g.u-
nao n vomita-la o Sr. Dr. Maxu.iano Lopes Ma-
cha lo as paginas do Liberal, que se diz represen-
tante das i.las do partida,a que me ufano e glo-
rio de pertenec", por iso que a repntaeao de quem
se aprecia esta iuutto cima dos golpes *j macha-
do, do Sr. Dr. Maximiano.
E se, a despeto desta minha e geral convieco,
recorro imprensa, estjmartsando a perfidia do
Sr. Dr. Maximiano Lopes Machado, smente de
vi-o aquellos que anda !be aceitara os refalsados
protestos de amisade.
liedle 21 de abril de 1873.
Americo Netto Je JfeM
Ao publico.
wiihilelcgado do C'abo c o 1,1-
hcral de 1 i do corrente.
No marul o das ideas que se embateiu, no
meio das ambiew-s que so cliocam pela ganancia
do poder o pateSes, meia dtuia de mtreenarm
ttcreviukawret que te intiltilam liberaet, ho-
mens degenera los e j sem crdito na opiniao pu-
blica, sefli prestigio e sem nome, escondein-se as
negras irevas do anonymo, to negra como sua
cs.iencia e o seu passado ; e apparecem assim,
anal cSo ladrando l i, procurando manchar a
bella administraban do Exm. Sr. Dr. Lucena, onde
a lei e a justic tem sido a nica norma de suas
deeisoes; e encapotados assim, veem no Liberal
de 12 do correle eoiu mu artigo (que de fundo s
tem ser iono), onde, procurando censurar a boa
aihninistracao de S. Exc, trazem a balita minha
pobre individiialidade como subdelegado, e a do
mu digno delegado major Bernardo Canipello, e
para melhor d rem expansao ao seu genio ydro-
phobico, cntram nos tactos da vida privada, traus-
orinm-iiiis, e la vem meu veh pai paradla. E
qual o fado qne contra nos se aponta?L... Proct-
mn.<, dizem ellos, qne o coUecior Josi Paulo deoe,
o'tdefranlu a fizenda publica, em 7:000}OQ0.
Pdrm, miseraveis aecusadores, liomons calum-
nia lores e invejosos da repulaco alheia; como e
de que modo concibis esta fosan assereio, esta
vossa fallada certidp que em si nada diz com re-
/'lio no defruulainento e nemie existe, e quem
seja o sen autor. Com a de 4 de stembro de 1871
que no Diario de Ptnxambuco foi publicida, ein
que declara a propria tbesouraria. que Jos Paulo
nada, deve fazenda publica V...... Como
anda podis conciliar a vossa cerlido de data mu
amiga, com a certiao que ha poucos dias reque-
ren e tirou Jos Tneodoro Gomes, em que a mes-
ma tbesouraria de fazenda deelarou e eertificou
'< que-Jos Paulo do Reg arreto -nada devia
fezenda pul lica ?!... Ser por favor que se d
estas c.Ttidoes ? Gfaikle mportaucia dais a meu
vdlio pai, e triste juizo fazds dos honrados cm-
prega los da t esouraria d fazend Quer o dig-
,n iutpe&or tabee, quem diz serem estas certidoes
d d s de favor t cen/ia a esta oilla, trara.'
Em quante a este fado nos limitanios a estas
simples consideraodes, e vejamos qual o outro.
Dizem elles :
< Jos Paulo surrou uu>a muiaer, o depois, vol-
tando pata casa surrou um sou escravo, este ficou
em misero estado, e a mulher, no hotel deOaJ
villa, causa comnaixae a quem a v. t o-dele
gada e o iuhdeleijudo seu filho e braxos cntzadM,
presenciaram este facto c mo prooedfram eei
ptente vistoriu.
A falsidade esta listona se manieda pela sinu
pies letura do trecho, e vamos deinoustrar.
As nicas autoridaies ctMopetentes parafornia-
rem os autos de vistorias e procederem s inda-
gaces do CBime, iw) sao uuieamenie os subdete-
gados o delegados : osjuizes unc;uies pdem e
devein fazer logo ijue- ibes constar-ura crnie, os
jdijes de direito podcn e devera rdnar, e o
promotores pdem e de vem reqerer ; e final-
mente qualtfiter pessoa do poco o pode denunc.ar
niititridade. >
Ora, se a surra foi dada em una ra publica
se ainulhei*0teve/)u6toamcn no betel too mal-
tratada, ou lwrao, se esta mulner offreu'.abjama
offi'i: -a que restdtasoe crme, e
requereu o que lhe manda a loi ?
Dude estaoaiHjts tossos intitulados coritliaio-
tirios, fne nM^fnram tlemnctar a estas mtorU
dtulet tan horrendo crne f
tt nao tende correligionarios nesta villa, ou o
facfo mentiraso, nunca exisio e nem lu de
existir t
i. Nega a arabidade e niparcialdado do digno
Juiz de direito j do Ilustrado promotor publico ?
ge negis, sois mais que o repndm Caim ; so allir-
taais, como eu Uriuo, o faci por vs contado,
folso, calufonioso (I que di/.eis do mui digno
juiz miiiiicipal *!...
Todas estas autoridades o lilbas, sao accesso-
riaila pelo adyogado Jos Paulo ?!,..
Por'que razo n.io fizeram a vistoria de lo hor-
rendo facto na vossa magnacSo criado ?
Ser |iorquo-meu velho pai tem tal impor-
tancia, que elles temam.eumpric. a lei ?!
Nao, qiil vezes nao Esta dignos magistrados
ctimprem a lei nos regios palacios e na pastoril
chonpana.
No entretanto pcrgunlamos : Esta niulber nao
tem nome, nao tem morada ?!
Sim a niulher de quem querem fallar estove,
veidade, pnolicamente no hotel desta villa, est
agir na cidade do Becife, no hotel Universo, pas-
ania e ostenia-se publicainento pelas ras da cida-
de, tal o iiMsero estado (de lordeza).
Em quanto ao escravo, tendo na villa do O' pre-
tendido (orear a urna mulner, de cujo facto ti
os senhores respnnsaceis, e tendo-se-nos commu-
nicado, em cuja occasio disseram-nos que nao se
acompanliasseiti com tal escravo, pois lhe podii
ser fatal, e sabendb de outros fados e des .bedieii-
iia,vBJlcastigalo como devia, e em seguida enten-
, cor-
reu-se fidlia -petante o digno jiriz de direito desta
comarca," foi apresentado na secretaria de polica
para serem alli tomados os seus Signaba e obter
pa-saporte, e nada soffria e nem tinha feriinento
alguin ; o que feto, seguio viagem para ser van
dido la para o Bio de Janeiro or conta nossa. K
quem assim procede, aecusado por ter praticado
um facto brbaro ?!!
Se estes noves Cains presasseni um s momento
a honra e a dignidade, nao fariain aecusacoes
desta ordem.
.Nada ni is direi: e quanto aos mena actos
como subdelegado, appello para as autoridades in-
diciaras da comarca, e onde quer que a lei mau-
de-me punir o crirae, rd ; e se algiiom tem ija-
nancia deste cuyo, de bnm grado o clere!; porm
em planto nao or demittido, c mo querem. lid de
punir iM'rime, quer se d no engenho Martapagi-
|h quer. esteja ein Pirapama, quer o criminoso
tenha ornme de Manuel llenriques, quer se chame
Numasou Manoel do -erto, ou Pedro Alexaiidri-
no ; porque no cumplimento da lei mo con ee, i
jerarcliia, nao assign i o que mitros fazem, nunca
acoin|ianhei a actos immoraes e reprovados pela
lei.
.Nao voltarei mais.
Villa do Cali, D de abril de 1873.
Jos Paulo do Hego Brrelo Fillio.
O director la* ohrau puhllcas e
o Sr. inspector da Nade do
porto.
Tendo sido gratiiilameiite aggredido pelo Sr.
Dr. Moscozo,- em dona estirados artigos, em que
tanto se isfoneoii, purera infelizmente, era plorar
que nao errou era principios de pbysica, passo a
traiiscrever e analvsai um trecho derseii oUicio di-
rigido presidencia e publicado ueste Diario a i
do corrente.
Eis o trecho que lhe serve de corpo de delicio :
lia alguns metes que, dirigindome cumpa-
uhia Urainage, anm de consultar so engenlieiro se
um apparel- o autoinalico pudia funcci'iiar liem,
sendo collocado perlo de ura deposito d'agua que
tem mais do 13 palmos de exlensao, 0 de largura
e 8 a 9 de profuudidadc, aquelle empreado pro-
curou convcucer-iae que o apparelbo nao fiinc-
cionaria bem, porque apezar do grande volunto
d'agua ella nao tinha a forra que adquira com a
altura, e deu-uie razos que rae nao r.onwneer-
rara, porque me parece que o volune d'agua do
dito deposito representa um peso mais considera-
tri, applieado immematainento, do que o das Cin-
co Ponas, sobre nina casa sitala a rua do Im-
perador ou outro lugar equidistante, o
Nao precisa ser eugeii eiro, nem medico, e
nem se ter estudad > phys.-a, como taado parle
de um curso, para se ciiihoeer que o Sr. mspee-
tr da saiide do parto errou em principios mi
&>memnks desta sciencia !
S. S. erran, porque aupaos que ura volume
d'agua de ura deposito que tem mais de l'j pal-
mos de exlensao, 0 de largura e de 8 a de pro-
l'undidade, collocado junto a um apparelbo, torta
ua pressao ni ais consi loravel do que a i > reser-
vatono das Cinco Tontas.
lia nisso dous crios :
O primeiro consiste em snupdr que certa ds-
taacia a agua do reservatorio da compauliia nao
se eleva a esuia altura ; o que ra de encontr
ao principio dos lquidos nos vasos co.iiinuni-
cantes.
Km virtude deUe principio a agua de um en-
eneatameuto so eleva, era quabpier ponto, nies-
ma altura que ella lera no reservatorio, e por
consegrante exeice ah a mesma pressB).
O segund i erro consiste era suppor que a pies-
sai depende do volume d'agua a Dio da altura ;
o que ral tambera d enconiro ao principio de
pbVsica, que diz : que as pressbes exercidas
sobre os fundos dos vasos dependeni da deusidade
do liquido, da sua altura e nao da forma dos
vasos.
No mesmo trecho contina S. S. assim :
Cou'lui, pois, por dizer-lhes que sea foi'.a
d'agua do primeiro deposito nao era siilliciente
para comprimir o ar cuntido na B-phera do atipa-
relho autoinatiio, entao cu poda desde ja asse-
gnrar lhe que jamis os apparelaos funeciona-
riara coin a forca d'agua do deposito das Cinco
Puntas.
O engenlieiro dsse-ine que para convencer-
me da verdade, man lana collocar um apparel'ao
automtico, e com elfeito, collucado que foi, nao
funecionou bem, efez-se uecessario mandar subs-
tilu-lo por um outro de vlvula manual.
V-se por esse tupco que, apezar do engen-hei-
ro da companhia lhe recordar um principio de
physica, anda assim o Sr. Dr. Moscozo quiz ver
praiicaraenle o que a sua raz.i.i nao aeeit.iv.i.
A' vista das experiencias de que,fui teslemu-
nha, nao pude deixar de dzer o seguinte :
t O engenheiro, na verdade, aceitn no seu
calculo (confundi o Sr.' Dr. Moscozo demonstra-
cao prattea com calculo) ; mas eu nao errei no
iuizuque bavia foitu, porque de todos os appare-
lhos que tenhu examinado, o que funeci ma me-
ntor justamente aquelle qite eslava sujeito
pressao do deposito d'agua existente em casa.
Eis una palmar conlradcao, que vou sujeitar
a um dilemma.
Ou o engenheiro nao provou praticaineutc que
a presso emanada do grande reservatorio no a
parelho de qualquer casa terrea serapro mais
consideravel do que a do deposito collocado porto
do apparelbo, e por couseguinte est era p a
theoria de S. S.. ou ento se foi provado, como
S. S. eonfessa que o engenheiro acertou no sen
calculo, est S. S. em vistvel coniradi-.-So.
Na experiencia que se fez com o apparelbo au-
tomtico em cointnumcaco cora o deposito exis-
tente em casa, S. S. eonfessa que elle nao fune-
cionou bem, e que fez-se necessario mandar subs-
titu por um outro de vlvula manual, e disso
cenclue que o que funecionava melhor era justa-
mente aquelle que estava sujeito presso do de-
posito existente em casa.
O Sr. inspestor da sade suppoe, apezar da evi
deScia, que a pressao do deposito existente era
asa era maiflr do que a do reservatorio das Cin-
co Poetas, s porque o votume d'agua toncada no
ajparlho era maior, em vir ude de estar-depen*
djeale do lempo em que se conserva aherta a tor-
aeir*, e nio da presso, o que nm erro ; em-
quinto .que o mesmo volume se pode conseguir
tota o apparelbo automtico actual em repetidos
jacios d'agna, cem a vantagem de ter maior
pressao os apparelhos des pavimentos terreos,
precito esla qne dfmtoue relativamente altura
era qae'se acliam collocados os apparelhos.
Sr. Dr. Mvscezo, no intuito de se querer de-
fendeV dus erros coudos' tte offleio qne dirigi
presidencia, como atalaia da salubridade purifica,
anda os vera confirmar no segundo artigo, quan-
do dirige a seguinte pergnnta :
A pressao d'agna era um- cano nao est de-
pendente do tamanbo do reservatorio que o sup-
pYcssao d'agna em nm cana nao esto dependente
do lamanbo o nem da forma do reservatorto,
mas sim da sua altura : quanto segunda a ter-
ceira pergdntas, direi que ten lo esse can i de al-
mentar um grande numero de appanlho, torna
pro f se nao est, porque pozerara o reservato-
ue por missao rk f porque, nio despejam a agu no tubo so-
das autoridades* polieiaes nao se fez a vistoria eu mele? -
o laquerito que manda 5 le ; por qae razo o ac-J Anda us mesraes erres, e agora eai teda a sua
tiva e digno juiz isnnJcipai uao precedeu oa for- [uudez !
ma da le ? i flespondendo i primeira nerzunta, oXrci que a
tendo o consumo d'agna nos apparelhos a niesma
regularidade ijuc lera o suppriraento feito cora
bombas a vapor, era portanu necessario ura re-
servatorio cora certas prpporcSes para abi ser de-
positado esse excesso d'agua.
E' tal a convidan que predomina no espirito
do Sr. Dr. Moscozo, qne a presso do rese -atorio
depende do la i anho do volume d'agua, qi......r-
robora a primeira pergunta, dizendo : te nao est
dipeiulendo, porque pozeram o rese ctodo. Como
se o elfeito da pressao emanas-e do Liraanho do
reservatorio c diz anda : porue nao despejam
arpti no tubo smente f como quem diz : se de*
sanem o tubo somente, sera reservatorio, nunca
loriara a mesma pressao, porque i i lanianho do
reservatorio que olla depende.
E' sao ura erro visivol, e como um cxemplo
bem frisante, citarci a ntpertoneto lo celebre phy-
sico Pascal, foita era ura grande tonel, a qual
vera claramente demonstrada ein qualquer com-
pendio de. pbysica.
Aps essas perguntas, o Sr. inspeeior assim con-
tina :
Se a agua com aquelle inmenso reservatorio
nio ehaga altura do seu nivel as casas por
on Je ella se disiriliue, em cumpriment i d'aqueUa
lei de pbysica do equilibrio dos lquidos nos vasos
couimuuicaules, como que dctala sem cora-
pressor, sem peso, Man pressao o esla que soja
omito forte ? a
Este tpico precisa ser decifrado, porque um
curaprebeiid i o que seja eontpressor n ura mer-
vatorio d'agua !
Talvez quizesso S. S. dizer que era coiivenionte
que sobre o rsservatorio fosse colimada nina pren-
sa hydraulica, afiui da comprimir e liquido, de
maneira que elle pdense chegar a todos es appa-
relhos com a maior (brea possiwl.
Se este o pcnsaincntn de S. S, toruava-se
desnecessario o grande reservatorio, bastara que
collocado o apparelbo eomurmenr ao lado -da ma-
china a vapor, fosse movido por esta.
Ignoro que esse processo traba sido posto ad
prati.-a em parle alguina, porque nao poderla sa-
tisfazer as condicues cstabetocHUs por S. S.
Quanto ao tpico que pergunta como enojar a
agua sem peso o sem pressao, o esta que seja fur-
to ; respondo que o peso e a presso de urna co-
lumna d'agua dependem de sen dimetro e do sua
altura.
Por boje (ico aqui, esperando que o Sr. Ib.
Moscozo, corroborando a sua theoria, me l
mais urna occasio de aprecia-la mais detalbada-
meute.
J. Tibur-cio P. d" Itigjlk
typebs do hispado
O couego gario da Ireguexia
de Nanto Autouio e u me ..i re-
gcdora da irniatidade do Nati
i-xsiin ?*..-.-.iiueato.
, A mesa rege lora da rraandade do San'.issiui i
Sacramento, no Diario e Jo-nal. dn hontem, con-
ti'siando a procodencia do otlicio airigido presi-
dencia pido Exm. hispo diocesano, iniputnir-nie
ter referido meaos exactamente ao Kxm. Sr. hispo
o que entre mira e ella so pasaos, relativa nenie
ao lado de nao ler ou na quinta feira santa podi-
do cetebrar c dar a sagrada o.mrninbao.
E diz que, na verdade. apres-mloi-mo na matriz
e o guarda recusou abrir a groja, sem lhe oceur-
rer que era dia santificado, firmado as nrdens
Me lnha da mesa ; mas qu, lembrando-lhe eu o
dia que era, e dizendo-l e qu! me havia enten-
dido com o lliesoureiro, iranio li.'.;mente dtsse o
guarda que ia abrir a matriz, apezar di que re-
lorqiii-lhe q;:o nao qneria, o relirei-ine, sendo at-
sim eu o culpado so ni i estebrei os actos do eos-
turne naquellc da.
A v-rdado, p man. esla : o guarda disso-ine
que nao abria a groja, e anotar das inhibas relle-
xos, retoPqili l-me que s abra para as conlisses
e conimunh", danuo-nte aenteader, entretanto,
una vez que eu lhe 'azia ver que no di,i antece-
dente tinha conversado eoni 0 sr. UMSOttreu 6
esto lica va corto do qu/ a matri devia ser
me abolla uaquelle dia pina a colebraclo da mis-
sa, que poderla consent/ul fo. Bbtend) qne nao
me deveria sujeitar a osfa officiosinde t attenea
pesso l do uarla da matriz, reciisei aceu-ias.
E a propria mesa regedora tanto roe jiihecou quo
eu liaba razSo, que no sabbado seguinte proeu-
raram-me em minha casa os Srs. tbesoureiro a
procurador geral, M.a'ind Jos,' de Bastos o Mello
e Miguel Arcanjo Mindello, e doram-m" una sa-
l sfaijao por este lacio, roconhecendo a nigoque
ogiirla da matriz dispunba e tinba mais auto
ridade netla do que a propria innandade, detBi-
rando-lhrs en nenia occasio que.s esitvesae con-
vencido de que por parte da innandade houvesse
proposito formal naquelle ael loria o remedio
as miabas mos.
Nao anda exacta a mesa reged na, quando diz
que verdade que ella, eumprin ', lo qne foi dfepos-
|o na mesa geral, deu ordem para que a groja
nao seja aborta todos os dias; mas nao verdade
que so por especial favor. n>- : eu celebrar uos
domingos e .lias santos que alm destesdtata
igreja est aborta s tercas e qulntas-fciras, em
que a innandade manda izer raissas de legados ;
o ini'smo nestos dias eu .nao celebro porque uno
quero.
A verdade .que, a irmandade den ordem gao
para que a ig eja nao fosse abena iodos os dias,
como diz a mesa, 111)1* para que i f sse uberta
para a administiaedo do baptttfUO, a adiis'radio
do saeranu'iito aos enfermos t oficio (Fagonia, coran
consta de oStoto de do Janeiro que era segui-
da publico. No dia seguinte, i'i, que a un-a
me dirigi o officio, que tambem publico, perrait-
tindo-me celebrar nos domingos e dias santos ;
mas foi portador deste olllcio o Sr. provedir geni
Miguel Arcanjo Wndello, que muito clara o for-
malmente me affirmou que s or especial furor e
attenedo innilit pessot proceda assim a innan-
dade.
Nao ainda verdade que me soja permMido ce-
lebrar s toncas o qoilias-letras, quando se abre a
groja liara as missas de legados p litante s por
dolilierai.-o do Dr. juiz de oapellas sujeitou-se a
istoa irmandade, e nestes dias .-o se dizem as mis-
sas de legados.
Nunca se rae permitir celebrar ne-tes dias, e
do proprio offleio de > de Janeiro, se v.' quo a ir-
mandade s me permitir celebrar as missas con-
ventuaes. Como pois, dizer, que nao celebro s
tercas equintas-feiras, porque nao quero *!
Quando rae constou que a innandade maudava
dizer as missas de le.-adns s tercas e quintas-fe-
ras, proenrei celebrar nestes dias e dirigi-me
matriz, mas niio rae foi isto permittido, como ainda
boje eonfessou perante mira o testemunbas o ser-
vente do guarda Flix Jos de Aimeida. E ainda
ha [nucos dias, fallando com o Sr. Galdino Anto-
nio Alves Ferreira juiz da irmandade, dis;e-me
este que ella estava era sea direito, preeedendo
assim.
Ainda menetonaroi um fado bem significativo a
osle respeito ; e o seguinte : tendo fallecido a
rali do Sr. juiz Galdino Antonio Alvos Ferreira, e
convidando-rae elle (ou alguem por ello) para dizer
as missas de corpo presente e do stimo dia, disse
a primeira na igreja do Bosaro c a segunda no
cemiterio.
Quante s insmuacSes, ironas o injurias que
atiramos Srs. da mesa da irmandade, ao meu
carcter, nao permute^senao que as receba con) a
serenidade e resignarn com que, ao menos nesta
parto, consintam que ou procure imitar os mode-
los com que me pretenden! irnicamente coinarar.
JFinalisando,permittam-me esses Srs. que. ao rae-
nos em desabafo injustica com que me trataran!,
Ihes note o contraste que em suas consciencias
acharo entre o seu procelimento actual o o an-
terior, a par da lealdade com qae sempre proced
para com elles, attenuando os seus factos peante o
Exm. diocesano, procurando por lodos os mei s
honestos o decentes que as cousas nao ohegassem
aos ltimos extremos, do qu tudo se me raostra-
vam agradecidos
Hoje pedera pensar e proceder de modo diffe-
reute ; mas se a* conveniencias da occasio po-
den) suffocar algumas vezes as vosos da conscien-
cic, la vem um dia em que a justica se faz.-t
Santo Antonio do Becife, O dn Abril de 1873.
Conego vigario, Antonio Marques de Cast.lha.
i. offleio. Consistorio da irmandade do Saa-
tissimo Sacramento na matriz da freguezia de
Santo Anionie do Becife, 24 de Janeiro de 1873.
Revm. Sr. Levo ao conhecimento de V. S.
Revra. para sua intelligencia e gov^rno, a lelibe-
raoai tomada pela mesa geral desta veneravel ir-
mandade era'sessao de hontem, autorisando a mesa
regedora a sua ex dos Os actos religiosos, festivos o togados, de que
oncarregadaa irmandale por seu compromisso,
at que seja a mesma irmandade rehabilitada da
m'erdiccao que lhe foi la-vad pi-to (cliairio.-
5. arrecadar idas as rilfaias r pantmentno d
nados ao culto divino, rosal va 1*! o i",. v>mra"-
quollos quo forera proci* on xtnwum-
lo do Sagrado VLtiro, baptisad 1 1 ilii
na ; e que s para tv* art' >c r aserrar*
abertat jii'l < tetnpla. 3.* qno aa altafO1
do cornada 'groja fos*cm des|ti(bis > -"ii* "ina
tos o coberlos ; acendendo-se to somofto as vola?
do costume na rapoNa-inr, 00 iiinuan lo aceza a
lampada do Sautissfon Sacramento na ini*ma ca-
poila-nir.
Aproveito o uuBJn para apreMMar a T.
Itevina. o meu- nrotcstea do rstfoM nsid*-
raco.
Deus guardo-Illm. o Rcvni >r. coa^t Ant
Marques d> Cistilha, dignissfan 1 paro-Hi 1 da
giieaa do Santo Antonio-rt juiz. Gnld'mn Ant--
nio Aires Fereir.
2." olPr o.- Consi -lirio fo irMMdad< d -
simo Sacramento da matrii de Santo Anl
de Janeiro de 1973.
Itovin. Sr. Para que nao miro nao possa-si- onlonitor do nosso ilioi, ,in'i
era qno rommiinicamus a< ro-ol!c*Vti madas pda
reonio ger I da irmaiHlad", quo i,um- j i^rej-i
tediada mfosa era Trana!, poinip, 1* >.
Itvma. que para este arto oslar ahorl.. Kiafin,
esperando do arfo e rcntiosittoaV ito v S It-
que se dignara acoinpanhar i'-- ar .lyl 1 na f 1 a
do nosso pi mpromisso.
Deas gnarde a V. S. Rcviua. |!m. Si. nfm
Antonio Marques de Castilha, digni--im pan
d 1 troguozia do Sanio Antoci.i.-O ji;iz. UrJ4
Antonia Aires ferreira.
Denso jurdica.
No exped ote do governo p
Ig liiiiiom |i'-.?c 11 soguinte ollici 1
Ao juiz do paz do priiuoiio districto d' 9
Anio. ll'-.-|.,ridimd'.....lirio Ar fi d, -ir:-
era que V c. ciusulia a o-la prosidonria o leva
considerar em vigor 1 disno loi de I ."i do ouiibro de W27, i -nhn 1 : :
am resporta que o citado ai -,, ><-
de quo a disposican pntvism a adini I
ota a reven das paran*, ifrad 1 k'we. no m t-
cio das fonefoes do sou cargo, rtaf r--o s,
posto no avisa do mini-teri 1 1" i,-
julho do ih.;:;. n. 318.
Igual doefoto acaba de proferir o ininisn
justica actual no aviso de 19 de mar-' ftV T" '
Rosta v,-r so ainda ha quem Misten) ,
autor deve afoat deeoneeder poderes epa
ao procurador para transigir no iuizo
rio, pr.iv.ir inpedhnonto pelo qual ufo pe
compaioeer.
In arto le Jranf Ivn.
Oiiu u eoaooito oostiiiiii jiiililioi, a uie-
U ilo i aiMilor, rigiilai 'lo principio .
lo ptridtismo p sorvicos cansa pal
SO titulas lia-tantos para conunif ar M pa-
cas do gOMNM iui|HTal. pruva-o esuira-
niiileui nt<; o neto Ueste roaforilMin ao Sr.
inajor L'mbdino do Pauia de S u/.a .o,>>o
titulo de ba/io lo .laliiat.iu.
iistiucto por suas aproiiavi'i- qualolailos,
familia pedwgnco, dodioodii no son piii, o
natitiutdi p r todo* quo o euiilic. ein, o I
inajor I inlioliiio, um iivallion 1 qu
Jos OS respeit is lia do o,u,'spon It a iioura
com que ogovenio luiprml '-'
cia-lo.
Peitcitando o govern 1, r -1 neto .
tica,'rogosijaino-iius cota o Sr. mnjor i ni
Im'iino do Paula Souza !. io. jmo* ver m
apreciados sou moniciincnlo
que lauto o euii obrocem.
,1 de '
.-
I
r
/..

uta ta^riua s;.ir o tuiuulw
de J<*i'uit> uio i (iinrrino i**
raandran.
Mu coiii l pioo.'i >.r
veiix ploiir.'r '
il. unidme 1
Meiis sonli,iros. Mais nn.i vida precio
a Ierra, mais rana es|Taiioa di pa', ia. ri-fos aHi
naqueUe tmulo roifaih- p-,. man la aaafli enn-l
e a quera boje vjemos vi ler urna lagrima do an-
dad"
Ah son'iores. nao hr. patarras que engranera
nes'.o iiMiiiionto anustios.i. a Ir 11 mn <\x 0"f.
humedecidos polo pranlo, vientos acompsrrh
restos do roiiog.i. lo ainifio i-do lilil dilec.o, 1 u
lanas saudades nos doixa a sua ultima m
e dizer-lbe o nosso doiTadi'iro adou- de despuli-
da r.'passado da rtela a o amarsun '
Mais nm completo de virtudes araba m'ra-
mulo do soiver !
Camerino! tu nii morrcsle '.........
cuiio ipio oik-i os lea.- labios balhnriai
11 u>, eu nao moni ; pasad eata vida... ra
jusio o ni'.i at vezes (i.sprezado o esaram 1
injusto premiado, para MU rogio n-lo-le, onde
vou reeener a rorompeasa indos h-ii- qno p.
ipioi sobro a Ierra '
Sim. senhores : Camerino, o modelo d.,. 1 *t.
amigo oxlroinado. io nKirreu ; pas do de miserias para assontar-sc ao i.i,|-, ,|., ,-
de Deus onde nao deixar, par rerto, de wk
seus pato, parantes e amigos que lano o prm-
teiain no-to momento angustioso !
Ah senhores. como se nos on.npt.nge o oaracju
ao dizer o nosso ilefTMteiru adons. o m ultima lagrima de saudade sobro o fro iiraiuh amigoe n llega de bontem !.. Mas, quo
senhores re-innarmo-n s cora os ilorrcl :%
Divina Providencia que nteM ontandN lira fe
trra mais esto justo, para f.z junto ao sou tTono ro^plandec.iilo '
Quo a torra lhe soja leve-I H
O do abril de IHTtl
Antonio W'aaderleij Si.rmro !.,r. ____
O porteiro do Correia
Vonho dar um publico lostemunho d, \n il
ro* mlioeimonio lodos aquollos que nna WH va-
liosos sorvicos o animadoras expressoos so digta-
ram mitigar a- loriaras de raen espirito d-,
do lameiitavol laclo havido na roparlico lo
reio, de que sou porloirt*.
Ao Exm. Sr 1)-. Vanool lio Nascimento Ma
do Portella, que apezar de aehar-M na
bastante incomiiMidado desando. prot ptiunento a assislir ao longo o onfadoiilio inqu
mlicial, quo leve lugar na repartir, quand" .
patenloou o roubo. e outros servir* ma- ...o -
te no inlrato do dosrol.rir-so a voi lado -era -
nanear a aecn dajnstfoa.
Aos Illuis. Srs. Drs. Jo.o Barwlha l'cto'a a-
val'ante o Jos Cavalcante do Alhnquorqiio Peora
que logo qne Hveram sciencia do laclo sr npri
rain em oiferocer-inc gratuitamente o- -"O- I
sorvicos do adracadoa.
Ao"lllm Sr. vhent Farroira da P-'-n.;. _
digno admilustrador interino do c.rreo, ><*>
muit<) que S* eaiprabfa para a d. .-..t-.-t *
dadeiro criminoso, continuando a fazer do inirn >
mosmo boni roncoilo. em que sempre me lev?
A todos os demais cmpn-g.idos da r 1
sem onforenca de ctasae, que Li 1 sorltes
traram pola milita rohabllilac.io.
Finalmente aos Illm*. Srs. I)s. Figuciroas, uf
nos proprietarios do Diario de Pernambu^j^f
s pela mon.o 1 enrosa cera que me distinguir n
em sin Rerista Diaria as vezes om (pie tivcrarn
de tratar do lacle corno ainda mais poto eafni
taneidado com quo me ('ffcreoeTam grataltamenlo
as paginas do sou im|Mirtanle Diario, para qnal
quer publieacac que cu houvesse do fazer, rotnO
de facto o fiz.
Descul|)cni-me lio prostbnosos eavaP*in* a
olfensa que faco suas roconheridas modos:
oao me foi possivel por um dique ao impnlo O
meu corarAo.
Rocife II de abril de IB73.
Satustiauo Seredauo oa..
Tributa o iati*M.
Os amigos do finado Manoel Jo*- do Sacramen-
to, que foi victima de urna barbaridade penco mi-
gar, em a noute de 13 do correle, nafre guana
de S. Jos, lo-ieninulus oculares dasofornnu
otas, que se deram uessa noute, e
a respeito do facto Veem bofo peraonr
dar um tesiemunbo de agradacteauau ao Dr.
rico Netto de MendonWa, oubdetogade en
peto modo jnstioeiro ima que se tem poil
causa, sem duvjd: Ssatohosa, voneeanV
obstculos cara o uihco lim do fawr I
justica, nfeliamon.S sempre ilta*tof notoria-*1'

\

mente quando se luida de
X


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i^^"*
'


Diario e Pnaib4w er# fer 22 de Abril de 1873.
h-.. i* ,r-, -, i,.
p *-. ueiaoni, onifo que ontroslhe *?poi3m
ora sen beneficio o proteceo.
l)(l> o rete, ,, r. i>r. Netw empfegju todos os
fat^Dj a h'i alcance, alim de capturar os crimi-
auato$, se fui tal a sua imparcialidad'! que, com
puato achasse os nimos justamente indignados,
gataetio o reo, afim de que nda solfresse Ilegal-
mente ; tal era-o sen dever o tal foi o seu esforz
que o eonseguio.
Caramida a justea publica coma segurancadas
Mu dos criminosas para clfectividade da ap-
plieacao das penas, conforme decidirem os tribu-
naos, nao teem poupado o menor s crificio para
ioteiro deseobrioienlo da verdade ; presente a
todo os actas que se -tem pratioado, procurando
\ iuio.que se le apona ein prol do deeaggravq da
justija, examinando e colhendo com criterio todas
as chVunilancias, tem tirado de tildo issoo melhor
resultado, sem commetter offensa aodireitade
quem quer que soja. Somonte assim. suieatc
com autoridades verdaderamente es/oreadas B
beta do cargo que acivilan), que 3o poded*
trair a base da impunidadedaqaeuea que disp'wm
justea. A" parte as considera;*js e as condescen-
dencias e esteja a jusii.-1 primeiro qau todo.
Tributainis este voto popular e silemne no Sr.
Dr. Nclto e esperamos que cada vez so torne mais
4*100 d3 receber os mais subidos encomios.
Rdcife, 18 de abril de 1873.
4* eorreiioiiilciitt lit Pni-nhvba.
O individuo que se arvoruu om correspondente
da Parahyba ueste Diario, est abusan lo da boa
f dos dignos redactores que- Ihe coneedem o favor
da publica cao de suas correspondencia s.
Estamos cortos que a Ilustrada redaecao do
primeiro orgn de publicdade que tem 6 Darte,
nao admitiiria em saaa columnas um correspon-
dente, que s tivesae em mira servir se do Diario
e Peni nubiico para satisfazer os seus desabafos,
o meatiudu escanearadamente.
Injustamente despertado, por haver soffrido ta
vez algiuna contrariedade em suas pretenses pelo
actual presidente da Parahyba e preoecupando-se
mmlo com a WAi de fall'nchi, o tal incubado cor-
respondente, anda bem, recorre meutira desbra-
gada e impudente para fizer censuras ao adminis-
trador da piel la provincia, que at boje se tem
inautido na sua posicao, e diz entre outras colisas
que o thesouro provincial cabio em fallencia, que
os empreados pblicos deixaram de receber os
seus ordenados o refere por ahi falsidades de todo
o genero, respailo da polica de Campia Gran-
de, do provimento de cadeiras de Instruceo pri-
maria, etc.
Ora, so os redactores do Diario soubessein que,
quando osen correspondente dava para Pernam-
baeo a noticia da falloncia do thesouro provincial
da Parahyba, o lxm. Sr. Dr. I.uceua assignava um
oilicio de remessa da quanlia de eioeoenta e tan-
tos Cintos de n;is da arrecadaeo da agencia fiscal
il -i provincia, que eslava ahi accumulada desde
o mez de novemhro sein tVer falta a despezi or-
dinaria da Parahyba, ja nao fallando do producto
das agencias fiscaes do Cear e do Rio Grande do
Norte, mandavaiB o tal correspondente a ... cui-
dar em outras faMencias e se daixar de mentiras.
Desla estofa foram as outras noticias, que por
minos importantes nao tomaremos o trabalho de
desmentir, contentando-nos smente em fazer ver
a IlustraJa redaecao do Diarii como a tal angli-
ca creatina que se offereee com lio bous modos a
pmtar-lhe um servico, transmittindo-lhe noticias
desla provincia, corresponde a sua masad, faltan-
do a verdad com o descrdito de sua trra, fo-
mente para morder a administraeao da provincia
porque nao em servido de instrumento de eapri-
ora a prudencia manda callar...
O Sr. Dr. Joan da Malta Coma Lima, digno juiz
de direito da comarca de Campia Grande, j dis-
.se no l'ubinuiii- a Verdade do que se dcualh en-
tre o delegado de polica Gustavo e o juiz munici-
. pal, Armando com a aatoridade de sua propria as-
signatura o que referi. Pelo que disse elle ticou
demonstrado^ Ta que se nao tomassem as devidas cauteilas para
qo nao se ds-e a fuga de uns cscravos, que es
tavam pronuncia los em criine de morte.
Belxe-ee, pois, o correspondente da Parahyba
d_ refleidades e de disfarces, acense a administra-
oo. se esta tiver em sua marcha se desviado do
caminan do dever, usando de franqueza, directa-
te, sera reeur* i a falsas aproe acS a aeerea do
estado da provincia, que tem" consideravel-
ntente melhorado coHocando-se sobranceira a in-
teresaos inconfessaveis: eoneeder-lhe-bemos o ter-
reno franco e aberto nema enndicoes, e ate dese-
ja::ios que o correspondente seja severo as suas
censuras ; mas nao falte a verdade.
Empunta o Bxra. Sr. Dr. Teixeira de S pro-
teier como at aqni tem procedido, contar com
usco em sua defea contra ai censuras cavillosas
di.- quem quer qne seja que s elogiara a presi-
dencia se ella calcasse pela forma de seu pe. E
ahi estio os actos de S. Exc para serena analysa-
d > discutidos: tem o correspondente a palavra
e prepare-se que ouvir a defexa.
O 1'tiralnjbino.
Omuitodigoo Sr. Joao Valentim Puixoio de
Vconcellos.Piih(), ex-macon da laja UaUoe Be-
neieeneia da eidade de Manianguape, se preten-
desse dar urna resposta ao Sr. Penante, e a um
kouorari (da referida loja), que pressuro-
- : iram no Dmrio de Pemambuco de hoje pro-
ir contra o sea acto ite abjoracao maeonica, e
0 lotivo que a i-to o-determinou; bem poderia
II i dizer em Oraexa de ana dcelaracSo : que
<' certa no lempo em que elle foi iniciado na re-
la laja maooaica, notioias nraito htmtadas ti-
b! .ido jueetem sido a nia.onaria aqu e em
todas as partes, hoje e desde que ella existe ; an-
tes, poi'm da parle de seus m 'inbros onvia sem-
pre d mesm i cumpnmonto de p de escada : E*
a auconaria una sociedae beutficente, carido$a
iii'iin'iiiriii. e logo o estiibilho mSo Um na-
i contra u rgim at'ltoUca Witlalica rommi.
Mas hoje que leudo lido attenlamente as lumi-
istoraer dos Exms. Srs. bUpos desta dio-
i da do Para, e o mnito interessante opuscu-
I) i \ igreiae a maconariaB por am eatnolieo,
e anda mais se a informado com as paternaes ad-
i Hacoe^ de sci digno parocbo. omprehendea
rsuadlo-se que a socieilade na.-oaica, urna e a
aa '-ni todas as partes (em Maminguape e no
universo) inimigaranc irosa da igreja edo throno.
P dendoelle. s> rpii/.-sv'. accresceutar que des-
rsua i i jauis sahiria, porquan'.o os advo-
gad is da tal .-eia nao sarao capares a porem oon-
- a luelles luminosos escriptos.
Reeife, 21 de abril de 1871.
//* amigo do Sr. Joo Valentn*.
l'ara o K\mi. |ii*C!Nilciitc da
pr&visiciti ver.
Vla oh Etcada.
-,'iuil,i-si; ao Sr. Dr. juiz municipal do
> da Escada se, dispondo a ordem n.
i .lio 20 de setembro do 18V7, que u
qu inlia jKrtetkentn am jtitodigos e men-
te ''<. entrem panapsxofresdas orphcu,
d'esses sejam rmbttidas para os iq
thrstmrarias, ufan tte vencerem os esmos
jur >s estipula hs acera dos dinhtir-os dos
, pode Hoque Ferroii.i da Costa,
curador da interdicta Mnria Jos:; da ('.amara
(luedes, tor om son polor mais do........
i 1:0005000 oiuo contos do ris toa. diuliei-
ro, pertcnceiitos a sua curaluliula ? Esta
polre intoivlicla no ter prenlos que ve-
1 im esses escndalos?
O Sr. !)r. juiz municipal dovo'dar iucon-
tineate suas providencias.
O vigilante da Escada
ALEANDEGA
lendimenlo d" da 1 a 19. .
dem do da-21. F .
Presidente,
.eal Seve
Secreta no.
*
v0^
PRAGA DO RECIFE 21 DE ABRIL
DE 1873.
AS J 1/2 IIOHAS DA TARDE.
CoYaeiles ollfleiaes.
AafHlie do Rio"(Jranie di Norte 10*000 or
1." kiUs posta a bordo a freto de 3i8 d.
- e3 0,6. .
...oros-saigados venle' il t*. o kilo, sabbado.
%M\m sobre Pars a 9-J d[V. 360 n. o franco,
o banco, sabbado.
<*nioio-80bre Hamburgo a 90 d(v. 453 rs por
K. M, do banco, sabbado.
cambio -sobra Londres a 90 d,v. 26 5i8 d. oor
U, sabbado..... '
Diio-SQbreiitoaMdpr. i,8d.por 11, do
banco, hoie.
iixmkvi -aobre o.Rio de.Janeiro a 8 dp/. ao par,
Ombie-sobre o Porta a 90 dlv. 163 rs. 0,0, hoio.
DMceoto -de ietras 11 0,0 ao anao, sabbado.
)aJMUKq
Wi:l.1SlUi2
54:87:t973
809:H)6J42.')-
BrigUL
Descarregam hoje 22 de abril de 4873
Barca francezaFicfeffe (atracada) Hieroadorias
tara alfandega e para o trapiehe Concci-
cao, para despachar.
Vapor fraqcez Vitle fl-o de Jinebo -~ (esperado)
mereadorias para alfandega. -
Brigue ingle Jane Gosilycar objectos para a
estrada de ferro de S. Francisco para o
trapiche da Cunaeico, para despachar.
Patacho americano Arthur Egglese aduelas e
feixes de arcoc para o trapiche Coucei-
"ehe Gnnceicao, pa ra despachar.
Lugar inglez Amelia Vf ilion diversos gene-
ros para o trapiche Coneoicao, para das
pachar.
BrMriio portugus Coleti. diversos gneros
pura o trapiche Concei;o, Bara des-
pachar.
ingjei-Afividsntvi Star diversos generes
para o trapiche Conceicao, para des-
pachar.
Brigue autriaco PoUxenifarinha j despachada
liara o caes do Apollo.
Vapor nacional//jo/nca gneros naoionaes para
o trapiche da companbia pernamtjucnna.
Vapor nacionalGuar (esperado) gneros na-
cionaes o trapiche da compafthia per-
nambucaua.
Lugar niglezFio/ibacalho j despachado pa-
ra s trpjcho da Conceicao.
Patacho inglez Primis ferrii despachado
Dan o caes do Apollo.
Importactto.
Hamburgo. brujue inglez acciduntax star,
conugmdo a A. P. Barbosa, mamfeslou :
Amostra 1 pacote a J. J. de Carvallo Moraes.
Batatas de Dalias 1 caiga a F. Caris.
Carvo de pedra 10 toneladas, canella o caixas,
ambos ao consignatario. Chapas de marinare 10
caa as a Joao Ramos, I a Rain is Peixoto 4 C., 5
a lincha Lima ,V Guimaraos. Cha 20 caixas a S.
do Amaral & C.
Farello 2 >0 sacras aos consignatarios. Farhi'ia
de trigo ifto barricas a Gbncalves Beitrio k Flio.
Frascos vasios 16 caixas, e Ierro 1073 barras ao
consignatario.
Geuebra lu caixas e 33 barricas a Antonia F.
de Carvalho, 600 frasqueira*, l.'iO caixas, 60 bar-
ricas ao consignatario, 203 frasqueras e 30 bar-
ricas a Cosa Amorim 4 C, 400 frasqmiras e 1"0
caixas a I. J da Costa, 2>0 caixas a J. J. Leito
& i., 100 ditas a J. J. Azevedo, 500 frasqueiras e
300 caixas a J. M. Barros Filho & C, 2;K) fras-
queiras, IDO caixas o 100 garrafoes a Cardoso
Mariins k C. Garrafoes vasios 903 A. F. de
Carvalho.
Legumes 1 caixa a F. Caris.
Hobilia 10 casfts a Joo Ramos, 3 a Rocha
Lima & Guimares.
Oleo 8 caixas ao consignatario.
_ P. osphoro i caixas a J. J. de Carvalho Moraes,
0 a Cardoso Mariins A: C, papel de ombrulho 100
fardos a Cardoso Mariins c C, 40) a Goncalves
Beitrio i; Filho. 50 a J. J. C. Moraes, 300 a J J.
da Cosa, 340 a M. Rocha & C..100 a S. do Amaral
& C. 20 l a Costa A 40,143 ao consignatario,
prenca de copiar e suas perlencas I caixa a B. J.
4 C. Pinienlas 2o saceos a J. M. de Barros Filho
4 C. Plbnha 'i lardos a J. J. C. Moraes. Pinho
600 pranchoes a P. J. (jomes 4 Chinaco, 2i0 a
Barros Jnior 4 C.660 a I). A. Mallieus.
Sementes 1 caixa a F. Caris.
Vidios 6 caixas a Coita & SoaPOS.
Havre, fugar francez mo obahdc, consigna-
di a Barba C. manifest* :
Arcao 1 caixa a D. J. Ferrcira Jnior. Acido
2 caixas a Bariholomeu & C, 1 a Silva Para *.
C. Alvaiade o bal lis ao consisnalario.
Bouecas 1 caixa a Maturiiu B. de Mello. Ban-
cos para jardim 2 volumes a Sbaw Hwakes 4 C.
1 a Vai 4 Leal. Batatas 300 paneiros aos con-
signatarios, 20 i a Caldoso Mariins 4 C.
Calcado 2 caixas a Pocas 4 (,'., 1 a Amaral A
Molla. 2 a Rocha & C, 1 aos consignatarios, I a
G, & nogneh-a. 2 a P. Simoes & C., i a J. P. Aran-
b's, l a ('. 4 Guimares, 2 a M. Bernel. Cristaes
1 caixa a H. L R iberl, 2 a M Neves, 1 a S Leito
& Coimbra. Cartas de jogar 2 caixas al L. Ma-
c aado 4 C. 4 a Prente Vianna 4 C. Cartucha-
me i caixa a S. S Silva, 1 a Leiman Frere. uiuro
1 caixa a D. J. Ferrara 4 C, 1 a H. Roberl, 1
ordem. Camisas 1 caixa a D. M. Mariins. Cho-
colate 1 caixa a Caors. Conserva 1 caixa a Leh-
man Frerts. Chaumagne 23 caixas a Burstalman
4 C.
Drogas c medicamentos 5 volumes a Bariholo-
ineu & C. 2 a J. S. Ramos, 6 a M. A. Barbosa, 3
a tlaurer & C. i a Caors, 12 a S. Feria 4 C.
Espelhos 2 caixas a Parias & Irma o, \ a Thomaz
T. Hastos, 3 a S. S 4 C, 1 a Oliveira Sobrinho,
2 a Antonio J. Azevedo.
Fumo l caixa a B. Res. Ferragem 8 barris a
M. Dias, 3 a Ilw.iks.
Gomma arbica 1 caixa a Mearon .v C.
Iiistruiiicntos de msica 1 caixa a II, Robert
Jolas falsas i aaixa S. S 4 C.
Ladrilho 87 caixas a J. M. Goncalves Feotes.
1.1 para bordar 1 caixa a J. M. Guimares.
Manteiga, 10 Larris a A. F. iiveira A C, 10/2
ditos a J. J. C. Moraes, 20 ditos e 30/2 ditos a A.
Prisco Barbosa. 10 e 13/2 Johnston Pater 4 <\, i
a C. Fenelon Alcoforadf 70 e 70/2 aos consigna-
tarios, 40 c 60-2 a C. Atnoriin A C, SO o 80/ a
A. Lobre. Movis 4 volumes a Bariholomeu 4
C, 1 a J. Ramos. Murcadorias diversas, 7 volu-
mes a B. Oliveira 4 C, 1 a M. B. Mello, 3 a D.
M. Mariins. 21 a G. Ferrcira 4 C, 17 a J. A.
Araujo & C. ,'i a J. S. Noves, 4 a Parias 4 Irmo,
8 aparente V. & C., 14 a Lemos 4 Guereneau, 1
a Piulo Guimares, 2 a M. HaJiidav, 8 a Wild
4 C.
Oca 3 barris a Faria 4 C. Objectos de escrip-
torio 1 caixa a S. Brothers A C, objectos de ma-
deiras 1 caixa a Mon"ard 4 C, 3 a Pinto Guima-
res, dilo de vidro 3 caixas a Duarte Campos
Perfumara 1 caixa a D. T. Bastos, 1 a S. Leito
4 Combra, 4 a V. A- Leal, 1 a Vai Jnnior A C.
3 a Prente V. A C. Porcelana 1 caixa a- Tho-
maz T. Bastos, 3 a S. L. A Coimbra, 6 |a M. Ber-
nel, i a M. Cardoso A C Papel 3 caixas a Pren-
le V. 4 C, dito de embrullio 107 fardos a Rosas A:
Filho, dito decigarro.l arroba a I!, dos Rete. Piano
3 a Antonio Jos de Azevedo, 1 a D. C, Ramos, 1
a I). M. Mariins. Poetes 1 caixa a S. L. 4 Coim-
bra,! | eM. B. de Mello.
Quinquilharia 1 caixa a T omaz T. Bastos.
Queijo 40 eaixas aos consignatarios. Quadros 1
caixa a A. J. de Azevedo.
Rewolver i caixa a A. Santos Oliveira,
Sardin a 30 caixas a Cardoso Martins A C.
Tecido 1 volume Keller iC, la L. Machado A
C, 6 a Carvalho A Nogueira, l a P. 4 Barthelo,5
a cnrte< Azevedo 4 C, 1 a Adriano Castro 4 G,
21 a IWbe Schmuiellau, 1 a uaale Irmo, 34 aos
consignatarios, 3 a D. P. Wiiel.
Vinhoo'J caixas a Tnomas Christianseu, 1 a
Barth"fomeu k C. Vellas 5 caixas a Jos J. de
Azevedo. 5 a Lebre 4 Reis.
Rio Grande do Sul lugar vortuguez josk ks-
tkvks, conmgikta a IMtrao S Filho, minifestou:
Couros seceos 60.
Fejo 20Q sarcos.
Graxa G2 pipas, dita em bexiga 1719 kilos.
Milho 100 saceos.
Sebo coado 444 barris.
Xaroue 198,302 kilo*, tudo a-Oliveira 4 Filho.
Granja, t ip r nocin IWJUCA, manifatou:
Algodo 40 sacras, a J. C. P, Brrelo.
Couro 78, a Lagrange 133, a Fernandes 4
Irma.
Sola 8D mlos, a F. N. Silva & C, 240 a Meraes
4 Irmo, 300 a G. de Mattos 4 Ifmio, 300
ordem.
. AracaJy, hiate nacional giaciosa, consigna-
do a t irtholomu Lourenco, mmiftstou :
"Cera de carnauba 23 barricas e 20 9accos a
diversos.
Esteiras 486 molhos.
Sola 60 meios. gal 600 alqneires; ordem.
Vellas 48 caixas; ordem.
OESPATHCS DE EXPOIVTACAO NO DI A 19 t
ABRIL DE. 1873.
Para os nmios do exterior
Na barca ingleza Khedive,. para o Caoa,
carregaram : R. Schmmeltau A C. 1,082 saccas
com 77,860 1[2 kRos de algodao.
Nq,brigue inglez Syrtng, para o Canal, enr-
reg?ram : R. Sehmmettau A C 40) saceos com
30,OH) kilos de assuemascavado
-No navio Italiano Dti, para Liverpool ear-
rogaram : R. Schramettu'A C. 437 saccas. com
t
M Lattian > l M*
: T. SeOtm C
de asaucar masca-
:. ff3 rjjihsdt algjilo ;
dita* coni *i^ ^'1'* dd dito1
1-10 saceos com fi,'0 ditos
vado.
Na vapor inglez ii Plic, para Liverpool,
carregaram :' A. Howie & C. ll saccas com
9,043 1,2 kilos d9 algodao ; E. Fenton 1 1 caisa
com 2i kilos de dece.
Edital n. 113
; Pala inspeetora da alfandega se faz publico que
s 11 horas do da 23 do coneute. fe bao de arre-
toa lar porta desta repartico, vres de* direito
de consumo, 2 barricas com farinha do trigo ora
bbm estad pesando liquido legal 160 kilos, no
valor de 12*800 ; as quacs" fram. encontradas
No brigue inglez Gantoos, pira o Canal.1 as praias dos Afutrados e recolhid.is a esta rapar
carregou : E. Fenton 2,300 saceos com 187,30")
kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza Sea Rom, para o Bltico,
carregaram : G. Necsen & C. 96 saccas com 16,137
kilos de algodo.
Xo brigue portuguez R-lampago, para o Rio
da Prata, carregou : H. B. Oliveira Jnior 20O
barricas com 23.193 kilos de assucar braqco.
No brigue hollarnlez Nelly, para o Rio da
Prata, carregaram : I. S. Loyo 4 Filho 692 bar-
ricas com 71,635 kilos de assucar branco o 30
ditas com 3,767 ditos de-dito ma Na galera portugueza And ca, para o Porto,
carregou : F. R. P. Guimares 200 barricas com
13,000 kilos de assncar mascavado.
Na galera portugueza .Vori Puna, para o
Porto, carrenou : J. c! Moreira 1 coaros espicha-
dos c un 103 kilos.
Na barca trance a Jean Baptista, para o
Havre, carregaram: E- A- Burle 4 C. 73 saccas
com 3,470 kilos de algodo.
Para os portoi do interior
Para flrugnayanna, nj navio germnico
Thetes, carregaram : Carvalho A Nogueira 388
barricas com -H.DOfS kilos de assucar branco e 113
ditas com 12,004 ditos de dito mascavado.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na-
cional fteep'tcdes, carregaram : A. L. O. Azevedo
A C. 20 pipas com 9,600 UtroS de agurdenle.
Para o Rio Grande do Sul, uo.patacho bra-
sileiro G'iribalili, carregou : J. Santas e Silva r!
p-pas com 3,700 litos de agurdente,
Para o Para, no navio portuguez Ligeiiv III,
carregou : M. J. Alves 13 barricas com 1,076 l|i
kilos de assucar branco.
Cara Mamanguape, na bajcaca Amlzade
Pernambucmi, carregou: J. J. de Carvalho 3
barricas com 180 kilos de assuca branco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia I a 19 V 11:5191563
dem do dia 21...... 46i"81
ticao pelo subdelegado daquelle districto Fulgen-
cio Infame de Albuquerque Mello.
AHandega de Pernambuco, 18 de abril de 1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
JJ..U JUi
! li"P_:iU.....' JS'J
12:010*344
VOLUMES SAHIDOS
No dia I a 19......
Pruneiraperla no dia2<. .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Conceicao .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas n'trapiche
da alfandega no dia la 19. .
Ditas ditas no dia 21......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceicao.....
28,699
94
25
260
6C
29, 44
72
RECEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 19. 30:1'4*983
dem do dia 21...... 4:682*725
34:797*710
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a IV. 81:3l8*60z
dem do dia 2i...... 7:933*713
Pela secretaria da santa casa da misericordia
do Recife, de ordem da junta administrativa, sao
convidados os prenles dos educandos do colleglo
de orphos, em seguida declarados, para que ve-
nbam requerer a presidencia a sua eulrega, visto
que nao podem mais aJli couthuar em virtude do
que dispoe o art. 43 do respectivo regu'amento
por j terem attingido a ida de de 14 annos.
Autanio de Mendoiva de Albuquerque Mara-
nlio, lilho Ii-giiiiiiii de Jeronymo Salgado de Al-
buquerque Maranh io c Maria Candida de Albu-
querque Maranho, j falle-idos,
Manuel Rodolpho Cordeiro Leite, filho legitimo
77"fde Maria Rita Sarment di Rogo.
Antonio Pedro d Alcautara, filho legitimo de
Maria Isabel de Je.-us.
Francisco Goncalves Guimares, lilho legitimo
de Anna-de Sales Cavalcanle.
Joao da Cruz Mello e Maia, sobrinho de Rozen-
da Umbelina Ferrara de Mello.
Monoel Tiieodoio Goncalves da Poi"iuncula, fi-
lho legitimo de Candi ja Rosa Satnaio Porciun-
cula.
Secretaria da santa casa da iniseiicirdia do
Recife, 12 de abril de 1873.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de rmza.
89:231*317
WOVSMfNTD OH PORTO
Navios entrados no (lia -?0.
Rio Grande do Sul27 dias, lugar portuguez Joii-
Esieyao, de 3 (J toneladas, capitn Luil lVivira.
equipage n II, cama ii.oOO arrobas de carne
a Joaquim Jos Goncalves Bellro A Filho.
Havre -31 dias, lugar francez Rio Grande, de 201
toneladas, eapilo Vcalla, equipagem P>, carga"
dilferentes mereadorias; a E. \. Burle 4 C.
Navios entrados no dia 21.
Santos -10 dias, patacho inglez % Bdots, de 178
toneladas, eapitao R. C. Semkens. equiagemO,
em lastro ; ordem.
Montevideo -42 dias brigue italiano D mingo, de
390 toneladas, eapilo Paaquale Olivetti, equipa-
geni 12, em lastro ; ordem.
H.mburio -44 dias, brigue iogtez Accidental 'Star,
de 238 toneladas, eapitao T. Aetkenhead, equi-
pagem 9, carga dilTerentes gneros ; a Alfredo
Prisco Barboza.
Rio de Janeiro -14 dias, brigue austraco Im/oslav,
di 346 toneladas, eapilo Frenelich, equipagein
7, em lastro ; a Rabo Schammettau 4 C.
Buenos Ayrcs 30 dias, barda ingleza Kedron, de
373 toneladas, eapilo larris, equipagein 13.
em, lastro; a ordem.
Trieste-80 das brigue austraco PulLvena, de
217 toneladas, eapitao M. Nicolich, equipagem
. 10, carga farinha de Irigo : ordem.
Granja e portas intermedios 8 dias, vapor brasi-
lero Ipijuca, de 360 toneladas, caminandantc
Moura, equipagem 14, carga varios gneros;
a companliia pernambueana.
Rio de Janeiro-12 dias, barca ingleza Deijentia.
de 574 toneladas, eapitao Wiliiam Kain, equi-
pagem 14, em lastro ; ordem.
Navio sahidn no memo dia.
Rio de Janeiro -Barca portugueza Amelia 4 /7c-
rique, eapitao Jos Goncalves da Silva, carga
assucar e oulros gneros.
Obsercaco
O brigue aastriaco mJHUm, procedente do Rio
de Janeiro, perden hontem no lmanlo o seu ea-
pilo, proveniente da febro amarolla, qm em via-
gem desenvolveu-se a bordo. Esle navio fun-
doou no lamento hontem s 4 horas da tarde.
Diz um dos tripiilantes que o eapitao anda veio
a eima, reeonbeceu a trra, desceupara a eamara
e as 7 horas da noute era cadver. Aeha-se t.ioi-
beni doente da mesma molestia o piloto. O cada-
ver veio |iara trra para ser sepultado.
ecitao:
O Dr. Sebastin do Reg Barros de Lacerda, iuiz
de direito e especial do commercio nesta eida-
de do Recife de Pernambuco, por S. M. o Im-
perador, que Dens guaide etc. etc.
Favo saber quono dia 26 docorrente mez, s
11 horas da manha, na sala ds audiencias deve-
r ier lugar a reuno dos credores da massa
fallida da firma couimercial Costa 4 Castro, para
prpeeder-se a tomada de contas dos administra-
dores da dita .massa e dar-se ou u?gar-se quita-
Bao plena aos fallidos, certas os credores de que
nao sero admittidos por procuradores, sera que
este exhiba procuraejio especial, a qual nao po-
dera ser conferida a devedor dos fallidos, nao p&-
deado, oulro sim, um s individuo representar
por doas diversos creJores, e que ser havido o
credor que nao comparecer, como adherenles as
resolucoes que turnar a maioria de votos dos
credores_ que comparecerem, com lauto que para
a quilacao tarnar-se obriKatoria, necessarin que
eoncordem em dar dous tercos dos credores, em
numero, que represetem dous tercos das divi-
das dos crditos, por solver.
E para que chegue ao conliecimento dos cre-
dores d dos faUidos, mandei pastar o presente
que ser publicado pela iroprensa eafflxado :nos
lugares do costume.
Cidade do Reeife de Pernambuco d9 de abril de
1873.
Eu, Manoel Maria Rodrigues "do Naschnento,
escrivo o subscrevi.
Stbastio do Reg Barros de Lacerda.
Peranle a cmara munieiual desta cidade esta-
r em pra^a novamente nosdias 18, 19, 21, 22 e
23 do crrante para ser arrematado com ali-
mento de 140*, conforme foi aotorisado peAo Exm.
presidenta da provincia, a obra dos reparos da
estrada municipal da poToacjta da Vanea : quem
protendor arrematar essa obra, comprela nos
indicados das, no pagoda mesma cmara, mani-
do de llanca idnea.
Paco da enmara municipal do Recife, 17 de
abril de 1873.
Manoel Joaquim db.Rago e Albuquerque
Prrpresidente.'
Loureaeo Btaerra Careiro da Cuaba.
Secretario..
De ordem do lllm. Sr, inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se faz publico
para conhecimento de quem interessar, que no dia
30 do corrente' mez, pelas 2 horas da larde, pe-
ra nte a junta da mesma thesonraria, ser posta
em hasta publica, para ser vendido a quem waior
vantagem offerecei fazenibi, o terreno proprio
nacional, onde* eslava edificada a casa terrea n.
6, da ra do Nogueira desta capital
Secretaria da thesouraria de fazenda, 14 de
abril fe 1873.
O oilii'ial maiir interino
. ________Carlos Jo de Sonza Correia.
Santa casa da misericordia,
dp Recife
A junta administrativa da sania casa da mise-
ricordia do Recito, autorisada pela presidencia,
e de ronformidade com o 9- art. 39 do compro
misso approvado pela lei provincial n. 531 de 9 de
jnnho *! 1862, permuta por apolicos da divida pu-
blica o predio da dous andares e solo n. 37
ra da Moeda, pertencente aos estabelecinentos
decaridade, o qual se acha em mo estado.
Aceita propostas na sala das snas sessdes at o
da 4 de abril prximo vindouro, e recebe na mes-
ma occa-io propostas para demolir o referido
predio e convoriedo em um armazem terreo, obra
que dever ser levada a effeito no caso de nao se
consegor a sua permuta.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 19 de marco de 1873.
O escrivo,
________________PedroRodrignes de Sonta.
Santa casa da misericordia
do Recife
Consulado de la repblica
del Paraguay en Pernam-
buco.
De confonnidnde con las instrucciones del go-
bierno de la repblica, invito a todo3 los subditos
de la naclouparaguaya, residentes en esta pro-
vincia, a comparecer en este consulado en el
ternrino de 30 dias, c litados de la fecha, afim de
mscreber sus nombres en el libro de registros.
Consulado de l repblica del Paraguay Calle
de la Compaa Pe nanilmcana n. 6 (altos).
Pernambuco, 3 de abril de i873.
J. Ramos
Cnsul
Santa (CaaaJ de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possue na lugar dos Arrumba-
dos, boje Dunte Coclho, soh ns. 39 e 40, tendu
aquello 390 palmos e esta 309 de frente e ambos
de fuudos al a baxa mar
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 7 de abril de 187J.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a anenialac'io das madeiras extrahidas da
ponto de S Joao, foi transferida para o dia 24 do
corrente mez.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco, 14 de abril de 187 i,
O oficial maior,
Miguel Alfonso Ferrcira.
Quando as merre,lo- ias despachadas forrm es-
raugeiras e viercui aconipannadas de carta de
guia por j haverem pago os dircitos e consumo,
a annazenagem ser calculada sobre es direilos
resoltantes de 30 por cento de seu respectivo va-
lor declarado "na mesma gua. Ordena de 8 de
mata de 1869.
Finalmente, quando os gneros forem naconaes,
a armazenagem ser de 1|1 por cento do valor
que estas tiverem na" pauta scmaaal e por cada
mez de demora. Onleus le 4 de agosto de 1863,
16 de outubro de 1867 e 24 de Janeiro de
1868.
Para base de todos estas clcalos e cebra nca da
respectiva armaaenngeni aeu;prcza se guiar |ie
lo que constar dos despachos feitos e proceisados
pelas partes e apresentados al andega, os quaes
devem ser presentes empreza pelos desp3cban
les lego depois de pagos e lancados no iivro da
receita da alfandega es dtreitos devidos ao Estado
nao sendo-He portanlo permittidb exigir das mc-s
mas partas facturas ou qualqner oulro doca-
mento.
Quando a descarga dbs volumes, em um mes-
mo despacho, tenba sido feita em dilferentes da-
las se tomar para base o calculo da armazena-
gem o termo medio dos dias de descarga.
Continuam em vigor as isenebes de armazena-
gem a que so referem os reguamentos da alfan-
dega e empreza.
5. Pela emissao de garantes de deposito, na
formada condiejio oitava, um quarto do valor
das mereadorias nelle mencionadas.
6.* Pela abertura de cada um volume 203
reis.
Empreza das obras e capatazia da alfandega
de Pernambuco, li de abril de 1873
O gerente,
______________ Jos Joaquim Antuns.e
ram a operar ao bcneflriadn
estes aneetadna da earMadV. o
tem pbraies para Ihe etpnmmr
qttaoto aeu coracio tente ao aa
gratido e reconlierimsla.
i"
aViSOS MARTIMOS
Capatazia d'alfandega.
A gerencia da empieza das obras c capatazia
di alfandega desta provincia faz saber ao respei-
tavel corpo de commercio, e a quem mais interes-
sar possa que a condico a." do seu contrato com
o governo imperial foi alterada por ordem do the-
souro n. 67 de 26 de marco ultime : pelo que do
1 de maio prximo vindouro ein diantc as tasas
constantes da mesma eondiclto, quer das mereado-
rias esse lempo existentes nos armazens cargo
da empreza, quer das que se forem refolhendo,
sero cobradas do seguinte.modo :
l." _100 reis diarios por tonelada mtrica de
arqueaco, sendo navio, e 150 res sendo alvaren-
ga. lancha, barcaca ou cadoa que atracados s
pontos da alfandega e dos Irapic es e armazens
custeados pela empreza carreguem ou descarre-
guem ; e inetade dc.-tas laxas nos diasem que es-
tando estas euibarcacoes atracadas nao carreguem
ou descarreguem, salvo nesle uitimo caso quando
isso acontecer, por motivo de (brea maior a juizo
do inspector da alfandega.
2." 800 reis por tonelada mtrica de arquea-
co, incluido* frele de alvarenga ou lancha pela
carga ou descarga de navio fundeado dentro do
porta que nao atracar s ditas pontos, e desem-
barcar toda a sua carga, sendo neste caso a alva-
renga cu lancha c sua condcelo fornecda pela
empreza. No caso contrario pagar a dita taxa
por tonelada de mercadoria eflectivamente des-
carregada.. Esla taxa s ter execnoo quando
convenida a empreza encarregar-se dese servico.
3 o 40 reis pelo embarque ou desembarque
de cada volume nao excedendo a 50 kilos. Ex-
cedendo deste peso, mais 20 res por dezena ou
fraeco de dezena excedente de 50 kilos em cada
volume.
Sendo, porm, bagagem 500 reis por.volume
at o kilos, e 1000 por volume que exceder de 5
kilos.
4." armazenagem calculada e cobrada sobre a
importancia dos difeitas de con umo nos termos
do art. 13 do decreto n 4,510 de 20 do abril de
1870, isto :
I)o (lia Inmediato d.t descarga at 6-rae:es na
razo de 1 por cento ao inez.
De 6- mezes at um auno 1 i|2 por cento ao
me;.
De 12 at 18 mezes 2 por cento ao mex.
De 18 ato 24 mezes 3 por cento ao mez.
Em todo tempo excedente a 24 oiezes na razo
de 4 por cento ao mes.
Entende-se por direito de consumo os ostabele-
cidos na tarifa das aUau legas inclusive qualquer
augmento addicional nos termos das ordons do
thesouro de 26 de Janeiro de 1866 e 3 de feve-
re.ro de 1868.
Quando as mereadorias despachadas forem isen-
tas dos respectivos dircitos, por concesso espe-
cial o nao pela tarifa das alfandegas, a armazena-
gem ser calculada sobre os direitos de consumo
que a mercadoria deveria pagar se nao gozasse
desta isencao ordem do thesouro de 27 de Janei-
ro e^lS6. Nwslo caso jjeam compre-endidas as
despachadas para re^exportago ou transito.
Quando as mereadorias despachadas para, con-
sumo forem isentas dos direitos pela tarifa, a ar-
.uazenagem ser oaiculada sobra Os direitos re-
ultaites do sen vaipr c na rato de ^ por cento.
" Ordens de 5 de outubrt de 1839e 27 de Janei-
ro de 1863.
DO
BEBER1BE
Terc.a-feira 22 do corronlo am, dever
reiinir-se pelas 12 horas do (ha adiuinis-
trago desta c mpnnhia, no respectivo es-
criptorio ra do Cabug D. 10.
O secretario,
Jos II. t. de Metwzes.
O fiscal da freguezia de Nossa Senhora da
Grana, faz sciento a todos os carroreiros, que de
hora em diante, an leu muuitos de suas respec-
tivas matriculas; soh pena de seren multados
em 10*.00o, todos aquelles que forem encontra-
do' sem ella.
Freguezia de Nossa Senhora da Graca. 19 de
abril de 1873.
Jos Miguel de Souza Magalhes.
TIIEVTllO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA-V1CENTE.
Quarta-feira 23 de abl'il
Recita cvtruoi> neficio do actor
Flinndh
Bepresentar-se-ha pela oitava e ultima vez o
muito applaudido drama em 5 actos e i quadros
allegorcos da grande apparato:
6s jesuiUs
i.
2.
3.
4.
6.
OU
(i bastardo lVI-m.
DENOMINAgAO
acto. A entrega do testamento.
i A UOUte da despedida.
O envenenainenlo.
O dia da proli-.- >
Os l orrores da nqnsi.o.
I." quadro. A expulsan dos Jesutas.
2." t As trevas e a luz !
Toma parto toda a companhia.
Terminar o espectculo com o muil gracioso
TESTUOANTE E 1
desempenhado pela actriz Olympia e o benefi-
ciado, e finahsaiido com o sempre apreciado
Lund baliiano.
Principiar s 8 1/2 horas.
THEATRO
C11S10 HAHITIGO
Quinta-feira 24 de abril.
Grande espectculo em beneficio di Assoriocao
Portugueza de Beneficencia doj Bmpregaidi
no commercio indtutria.
Honrado com a Ilustre presenca de S. Exc. o
Sr. presidenta da provincia.
Logo que a orchestra tiver execulado brilbante
ouverlura. subir scena o importante e esplen-
dido drama em 3 actos, do dislmcto eseriptor por-
suguez Cesar de Lacerda :
TRABALHO E ilA
Segur-se-ha pelo actor Penante a scena c-
mica de sua composicai
H.1
prganta
Terminar o espectculo com a comedia ajB I
acto, composico do autor dos Irmas das Almas,
onde o actor Penante faz o impoctante papel de
gago.
Quem casa quer casa.
A sociedade sendo esta a |>riineira vez que re-
corre ao respeilavel publico pernambiicano, es-
pera proteceo e acolhimento, confes-ando-se. des-
de j, gratamente reconhecida.
AS 8 1/2 horas.
O resto dos hilhetes pode ser procurado na rafe
do Crespo n. 17, ra da Imperatriz n. 60, e no
dia do espectculo no escriptorio do thealro.
-Contina em ensaios o grande e apparatoso
drama do intelligente eseriptor dramtico o lllm.
Sr. Dr. Careiro Villola .
OS MAGES E OS JESI'ITAS.
Atteueo
Saldes do caes do Ramos
Sabbado 26 do corrente, ter lugar nos salos
do caes do fian i s, um concert de msica e baile,
em beneficio do artista Joo das Neves.
Os saldes achar-se-hao mobiliados e decorados
com elegancia, gosto e aceto ; e principiar o con-
cert s 9 horas da noute em ponto.
O beneficiado acha-se em estado adiantado de
urna molestia grave, que urge de prompia opera-
cao, e acbando-se inteirame.ntc falto de recursos
para,o seu tratameutq, recorre por este meto aos
coracss beinfazejos "para que ae dignem compa-
recer con o.seu coulingente, aceitando-lhe o seu
bilhete.
Tendo- de se dirigir Ilustre junta adminis-
trativa do Real Hospital Portuguez, a cada um
vtembn de per si, espera da plilantropia dos dig-
nos membros, que cada um nao Ihe negar a
sua eoadjuvaco, e desde j be protesta sua
eterna gratido em geral, e em particular ao seu
digno provedor.
Approveito tambem esta occasiao, para fazer
publico o quanto seu corao se acba trans-
bardan lo de profundo reconficcimeuto e grati-
do para com o Ilustre tenente-corouel Frias
Villar pela concesso gratis gue Ihe fez da mu-
sica do batal Jo de infamara de lnha, da
sea digno commando e para com a pessoa do
distincto e filustre mWico, o lllm. Sr. Dr. Sar-
ment Filho, e seas digaos collfigas se offereee-
tmk Slea! ^^i.ib Cmfm
Boyal lail Slfaifrs.
Ate o da ti do corrente m*i expendo *m
portosdosul o vafr dota con>|Kinli a (hrmb-.rm-
zo, o qual seguir nn mpsnio da d chegada para
Liverpool, tocando ew Lisboa.
Para passagens e mai* inform**, .bripm ^
aos ageules Wilsou Rowe & C.
14 Ruado Cnowiereki.-14.
Pft'a o Rio Grande do Sul
pretende seguir com nwila brevidai o pauch'
nacional Snlsipuedes, leisi parte de .ti carrafa
ment conlratada ; para o n-Uantv fn Pi- hita.
trata-se com ns seus coatignataros Antni' '
de Oliveira Azevedo k C, no seu esrriiitoho ra
Jo Rom Jess n. 57, untr'nra ra di Un*.
Para o Porlo
pretende sabir muiUi breve a gilera poriugiicaa
MNW taina II por t.-r grande parte ilo s<%n rar-
regameuto prompte. Itec.-be a carga ta a pn ros mdicos, e tambem pasagvinK, para
os quaes tem ptimas .oi-oiiiimo laciV-i ; trata-*
com Tilo Livio Soares, na d > Viiinio n. 17.
O
liiodc Janeiro
segu viagem nestos dez dus a patacho uartomal
Vehz. A pouca carga que Mu falla \*to *t tra-
tada com o sea consiimiUario Tito livi. Soare*.
ra do Vigario n. 17.
Real compaiiliia de pa(|uetc
inglezcs a vapor.
At o dia 27 do corrente. espera-se da Euro-
pa, o vapor inglez Domo, coiimiainlante Thwaiic-,
o qual depois da demora do c.sliune. vguir
para Dueos-Ayrcs. tocando me |mit1s da N
Rio de Janeiro c Montevideo.
No dia 29 do correnle. espera-se dos pi nos di
sul. o vapor inglez Bnuur. cominandaiile F |',e.-k-
o qual depois da demora de cosime, s-guira |ar.i
Southampton, tocando nos porto* de s Titale e
Lisboa.
Para frele*, passagens etc., trata-s.- na agencia,
ra do Commercio a. W. _
COIIJVWIIIA
DE
NAVECACAO BKVSILEIKA.
l'OI'.n l"i MlUTU.
Dos parta
e|MT.ulo ale o d' i
%\ do correnle um il -
vapores da cuqu-
illo.', o qual de| i
anniinciado o I i. d.i
sabida, seguir para M p i! do Bflrte,
Para carca, imommeadas, valorea e bmm|
ros, dirija-se ao escrbjROrio da afCMlm, Mi
Vigario n. 7. _______
w.


(i. ibeib um
Companhia franceza de nav.^acio iransitlanlh'.i.
eslaliel'cendo por i.ieio de vapores novainenle
construidos, um servico mensa) do-Harre a San-
ios, com escala por Lisluja, Pernambuco. I!a! i.i
e Rio de Janeiro.
O primeiro vapor Yilie de Rio Janeiro, i
aerado at o da 22 do crente, seguindo depo
da demora ndis;'t'iisavel. para a Ha ia, lo de Ja-
neiro c Santos.
Para frele e passigeiro*, para que tem exc. I m-
les accommortacoes e por precns arduzidos,;i di-
rgir aos euuaianatarios Anen-io F. deOvna C. ra do Cummercio, entrada pila ra do t i-
res n- U
PAV
Pera o referidaporp)sugueci>m poucue li,i<
Je demora o brigue lortugiicz l.ijeiru ///,
eaptto o praco .No!u; .r tor mais
tercos ile seu carrug umiito |nimi|ito, e i
que llie iiltii, que iwelie a fr;tc com
do : trata-se com os c 'iisifiatarioe loeq
Jos Goncalves Beitrio & Filho, ama
Commercio n. 5.
Para o referid i p irlo .--loic com p-iucos das d*
demora o hiale Olndn. pi.r Ier parte de carga. -
para a pouca que Ihe falta, tratase re o-
signatarios Joaquim los Gourartea Beilro *. Fi-
Ihos : ra do Commercio n. m.
Para o Porto.
Seguir com toda a brevidade a galera |irta-
gueza And icia por Ier ma ornarte da carga promp-
ta. Para o resto e passagairot, para o que M
melhores conunodos, traia-se c>m os eeosi.ma-
tarios Thomaz de Aquinn F.tureca C. serc^
res, ra do Vigario n. 19, ou com o cafa!.
grata.

Para Lisboa.
Recebe carga a frete o bem
portuguez Im-i I. Vai. seguir
dade por ter a maior parte
sageiros trata-se com os con
no Fonceca 4 C Suceessores,
n. 91.
a bici-
nara pas-
T. 'A
do Ve.ar*.
Para a Baha
-
o hiale Gaaitmldi sage nestes poneos
o reste da carga trata-se rom o rfliKigaatarto '2is-
todic'Jos Vianna, ou rna do AmeiiM %. W.
= para o Aracatv. sai uestes oto dias o m vo e
superior palhabote l*oniia de 1.* viagen
e pralico Manoel Caetauo da Costa, teas parte seu carregailiento engajado, para o raeto trai
com Antonio Alberto de Souza Aguiar. na d>
Amorim n. 60.
LEILOt.
LEIL0
' DE
um magnifico piano, 1 mol. iba de ja
tendo 18 cadeiras de guamico, I de bracos, t
concoiloe, 1 jardineira e I sof, 1 diu aattra-
ua (madeira pre) ceotondo 1 sola, I Jarcan-



9
Diario de Fernambuco T^a feira 22 de Abril de 1873.
tu 2 meollos, 12'cadeiras de guarnieo el
de balanco.
ma mobilia pequea para crian.-as, 1 rama para
casal, 1 columna de' vistas, cadeiras avulsai,
ditas para meninos, ditas para pianos, esprcgui-
adeiras, 1 machiua de costuras rfe acreditado
alineante, 1 mesa elstica, camas de ferro,
conimodas, taixas com instrumentos cirurgicos,
1 machina elctrica, mesas de "ama re lo, ditas
de pinho, t sil To ingle, jarros, figuras de jas-
pe e muitos oulros artigos, tudo em perfeito es-
todo.
Hoje
s 11 horas.
O agente Pinho Borges levar a leilo os movis
e mais artigos ac'ma especificados, por ordem de
urna familia que se retira para fra da provincia,
os quaes sero transportados para o primeiro an-
dar do predio n. 6, ra do bom Jess, onde se-
r effectuado o leilo no din cima.
LEILO
Em continuaco.
DE
dadas em penhor.
Hoje
O agente Martins fara leilo, em continuaco, de
todas as camellas vencidas e dadas em penhor,
constando de relogios de ouro, correntes para re-
logios, trancelins, eordoes, meios aderecos, anneis
outros muitos objectos de ouro, que sero ven-
didos pelo maior proco.
Na tratara da ra da*Croata, casa de penho-
jvs n. 2, s II horas do da.
GRANDE
DE
louca e vidroa
& ra do Mrquez de Olinda i). 2o,
Hoje.
Contina hO,e a venda em leilo da louca e vi-
dros existentes no armazem ra do Mrquez de
Oiinda n. 15, (outr'oia ra da Cadeia), s i I hojas
da manha.
LrillO
DE
FAZENDAS
Em continuaco
Hoje
'i'i lo cirrciilc
f Linden Weydniann 4 C, continuarlo hoje, por
interven-o do agente Pinto, o seu leilo de fa-
zendas ingieras, suissas o fianeezas, existentes em
seu armazem da praca do Corno Santo, .n. 13.
l-ttef atora, tapetes, facas e jjar-
fos p.ra sobrernefai ^**&ta
feren.tfs, cabi. es e qu rtinhei
ras |>ara parede, obj^CAn* ro e'prata e infini iade Ce objec-
tos do u o domestico.
Quieta f ira 5?4 do corrente
NA
FElflA SEVIANXl,
16=rua do Imperador n16
Arm&zeni.
Leilo
DE
cobertores e brins
(com avaria d'agua salgada.)
QUINTA-FEIRA 24 DO CORRE.NTE
A' 11 horas.
O agente Pinto levar a leilo, por autorisaco
do enca regado do consulado francs, empresenta
de seu chanceller, e por conla e risco de quem
pertencer, 3 caixas marca R I 4 C. ns 302, 306 e
307 avarialas.a bordo do vapor inglez a Place, s
II horas do dia cima dito, em seu escriptorio,
ra do Bom Jess n. 43.
LEILO
por liquidacao.
De candieiros a gaz, sobresalientes para os mes-
mos, pendentes, arandellas, estatuas, chafarizes
de ferro, lavatorios de ferro, caixas com appare-
Ihos para viagem, venezianas, cabidos, fructeiras,
jarros de ferro, bengalas, campas, bandejas, pila-
res de lironze, canos de ferro, tubos, torneiras,
candieiros para kerosene, globos, bataneas deci
mae?, e pesos de latao.
Urna mobilia de mogno, porra-rologios, muitos
e differentes objectos de cima de mesa e muitos
ou ros artigos.
Urna casa de ferro com boas aecommodacoes,
montada em grande ierren i, junto estaco de
Saut'Anna.
SEXTA-FE1RA 25 DO GMENTE
Por intervenco do agente Pinto.
No armazem da ra do Imperador n. 45.
O leilo principiar s 10 horas em ponto por
seren muitos e differentes os lotes.
LEILO
DE
vellas, cabos, correntes e barris contundo
carne salgada.
Qiiarta-leii* 3 s 11 horas da manli.
O agente Pinho Borges % ender em leilo, por
cunta e risco de quem pertencer, vellas, virado-
res, cabos de Itabo, moitiies, correntes, tudo novo,
e barris com carne salgada, os quaes se achara
no armazem alfandegado do baro do Livramen-
lo. no caes do Apollo, onde ser eflectuado o leilo
LEILO
DE
llg
AVARIADAS
constando de
madapoloes, algodes e chitas.
QUINTA-FEIRA 24 l'O CBRENTE
* IO hora*
Por intervenco do agente Pinto.
Em seu escriptorio, roa do Bom Jess n. 13.
Em continuaco
ender o mesmo agente differentes lazendM
limpas, as quaes serio vendidas para fechamento
de contas.
LEILO
DA
casa terrea da ra do fraguo n. o.
QUINTA-FEIRA -2i DE ABRIL
lo iHeit dia
_ O agente Pinto legalmente autorisado, far lei-
io ao "meio dia do dia cima dito, da casa terrea
la ra do Arago n. 6, a qaal se torna recom-
mendada por ser edificada em boa ra e dar bom
aluguel: o leilo lera lugar no escriptorio do re-
ferido agente, na do Rom lesna n. Vi.
LEILO
DE
cordillas francesas de linho 'com
d'agua salgada.
QUINTA-FEIRA 24 DO CORRO
Por autorisacao e em presenca do Sr.
do consulado de Franca, e por conta e
quem pertencer, o agente Pinto far leilo
caixa marca A & M n. 37, lontendo 10 di
ceroulas de linho (francezaa), avariadas
do vapor inglez Oberon, viudo de Paris:
era efectuado < 10 horas do dia cima
nado, em sen escriptorio, ra do Bom
avaria
TE.
gerente
risco de
de urna
izias de
a bordo
o leilo
meado*
Jess n.
bons movis
Mobilias de Jacaranda, com
tampos de pede* marmore, mag-
nficos guardas louca de vinha-
tico, mesas elsticas com 5, 6 e
7 taboas le ^bre>alent*->, com-
modas de Jacaranda e amarell<,
aparadores de mogno evinha-
co, gtnrda vertidos e guardas
roupa., filtre elles I com esps-
lbo, relogios de parede de dar
horas, jarros fines para flores,
candieiros a g0z, l mobilia de
aroarello com-tampos depedra,
grande quantidade de trastts
avulso. sendo: camas france-
zas de Jacaranda e marelo,
mar^U-ZHS la-i;as e estreitas,
conc,ollo8, mes s rt dondas, ber-
ros para criaiitjas. cadeiriuhap
-para crianeas cenen m na me-
ga, cadeiras para escriptorio e
de piano (com rseas), cad tiras
e guarnir3 de differeii'es m.
titiras e eit'os, livros dedireito
meveis, louca e crystaes de
baccarat.
Sendo:
Urna mobilia de Jacaranda a Luiz XV, contendo
1 sof, 2 eoneollos, I jardineira cora pean, i ca-
denas de bracos, i de balanco e lo de guarnieo.
Urna dita de mogno, constando de sof, i eon-
eollos, 1 jardineira, (tampo de podra) 2 cadeiras
de bracos e 18 de guarnieo, 1 toilette de Jacaran-
da, i grandes espeljios cora molduras douradas,
2 guardas roupa de amarello, 1 rico aparador, i
toilettes de amarello, 2 guardas loneta, 2 espri-
guicadeiras, i lavatorios com pedra, aparadores
pequeos, I mesa elstica, l dita de ferro com pe-
dra, cadeiras de faia, ditas de amarello, quarti-
nheiras, 1 mesa de chao; I estante com livros, 1
relogio, armarios, cadeiras avulsas, machinas de
Iinipar facas.
Loucas e crystaes, garrafas de crystal para vi-
nho, compoteiras, apparelhos para almoco ditos
para jantar, escarradeiras, bacas de cobre, ba-
nheiros, bandeijas, guras de gesso, porta-'.ores,
jarros, 1 recogi ehronometro para senhora, 1 lin-
do trancellun de ouro, e muitos outros artigos de
casa de familia.
Sexta-feira 25 doeorrente
Manoel Jo : Dantas, tendo-se retirado com sua
familia para a Europa, vender era leilo por in-
tervenco do agente Pin* o Borges, todo os movis
e mais artigos existentes no Manguinho n. 197
casa que serv a de sua residencia, onde ser cf-
feetuado o leilo; qaal principiar logo que che-
gue o trem que partir da estaco do arco de San-
to Antonio, ks II horas da nianha, afim de dar
pssagem gratis aos concurrentes.
ALISOS DVEBSOS'
(AS 14 FORTlrVA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Margo (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do eos turne.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lzes bilhetes, quatro quartos n. 93 com 800,8,
un quarto n. 19VI com 3O0G00, e outras sor-
tes de 40000 e e 20*000 da lotera que se aca^
bou de extrahir (iO.*). convida aos Jpossuidorcs
a vram receber na conformidade do costume sem
descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da o* parte das loteras a beneficio da igreja dos
Martyrios' do Recite (i""), que se extrahir na
terca-feira, 22 do crreme mez.
PRECOS.
Bil'iete inteiro 6000
MeiO bilhele 3*000
Quarto 1*500
EM PORQ.\0 DE 1005000 PARA CIMA.
Bullirte inteiro ."i*ii00
Meio bilhete 2*730
Quarto 1*375
_________________Manoel Martins Fiuza______
Vende-se
fin sitio na ckkde de Olinda, alm de
ter urna boa casa de vivenda para grande
familia, tem muitos arvoredos de fructos de
todas as qualidades, e excellente agua de
beber ; a tratar nesta typographia.
Francisco Pereira de Meirelles faz sciente ao
respeitavel corpo do commercio, que vendeu a 16
do corente o seu estabelecimento do mslhados
sito ra de Antonio Henriques n. 20 ao Sr. Ma-
noel Pereira Raposo, livre de todos o* onus. Re-
cife 22 de abril de 1873.
Atteiujao
Pracisa-se de urna ai a de leite <|ue nao traga
filho. Atnanea-se hora Bagamento e excellente
tratamento. ra esfreita do Rosario n. il, pri-
meiro andar. ,
Penianiltupo Street Railway Com-
pany.
O gerente da eompanhia Pernambueana Street
Raylway, faz sciente a quem possa interessar,
que os fornecinientos de qualquer especie para
a dita eompanhia sao feitos por pedidos por es-
crpto assiguados por si, ou pelo Sr. Tbomaz Ea-
dforth, em sua ausencia, nio se responsabilisando
a eompanhia pelas contas que nao se apresen-
lem nessa conformidade e acompanhada(fo res-
pectivos pedidos.
Recjfe, 16 de abril de 1873.
O gerente,
Gustavo Adolplu Schmidt.
Aos pjortuguezes.
Francisco Sebasto de Barros, caixeiro data
provincia de Pernambuco, agradece os favores que
tcm recebido da bandeira portugueza na pesoa
de seus subditos, rao adores nesta provincia
Ahgctrse
nm sitio no Chacn, cora muitas ructeiras e todas
bem earregadas, grande parreiral com bastante
Sroduego, rauito bem plantado, com soffrivel casa
e morada : quem o pretender dirija-se ra do
Commercio, armazem de assucar de Laiz Jos da
Silva Guimaraes, a entender-se com Antonio de
Albuquerque Mello.
OGRANDE PURIFICADOR DOSANGUEi
Esta excellente e admira ve 1 medicina, e
reparada d'nma maneira a mais scienlifi
ra por Chimiros e Droguistas mui doutos
d'uma iostruc^o profunda, tendo lido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma1 Ion-
ga e laboriosa pratica.
A sua cbmposicSo n3o consiste d'um sim
pie extracto d'um so artigo, mas sim, i
composta d'extractos d'um numero de rai-
les, berro, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou pode
im curar as molestias as quaes teem sede
ou essento,.no sangue ou nos humores;
a estes differentes extractos vegetaes, acbam-
ie por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forrea, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
us usamos nesta prepararlo, sendo a qa-
dade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composc2o da Nalsa-
parrllha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
a3o encerra em si cousa alguma, que pos-
ta par leve ser perigosa ou ; injuriosa
$ade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparares.
is quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, s2o accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
nui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE RRISTOL
am frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionan! sua preparado em?i'
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aessa Salsaparrllha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual porcio
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais forca e
firtude medicinal do que aquella, que poi
ventura se possa adiar contida dentro 'de
*eis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados em preparar e vender as
juas produeces, em garrafas pequeas,
aiurmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes- proclamando, que a nossa Hal*
saparrllha de Bristol nao possue a
menor virtude; porm quSo effecvamen
te sao elles postos em silencio, quando indi-
camos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certidoes e tes-
emunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quae.<
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE RRISTOL..
A vantagem de termos os nossos pro-
arios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, berro, e plan-
as de que se compoem as nessas medicinas.
?o produzidas, que nos habilita xer-
cer aquelle constante cuidado e disvello ni
minuciosa escolba; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Era quanto que, por ostro lado, nos nc
ios poupams nem dinhelro, nem dili
jencias; af.m de alcanc-armos o melhor
i nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
;o ; pois levados e compenetrados 11
mais firmee persuasiva confianca; quepo-
temos afoutamente dizer aos doentes de to-
las as nac.es, e de todos os paize?, que n?
alsaparrilha de Brfstol. possueru
im remedio mais efficaz e seguro; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
i effectiva cura das seguintes enfermidades
Escrfulas, Tinha.
Ghgas antigs, Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Ulceras, Humores Escrofu-
losos,
Feridas Ulcerosas, Irregularidades do
Sexo
Tumores Feminino,
Abscessos Apostemas, Nervosidade.
Grupce?, Debilidade Gerat
Herpes, Febra e Malignas e
Salsagem Febre e Sezes
tagigens, Riilosas,
Lepra, febres intermitientes e remittentes.
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
lamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
lempo das nossas mui valiosa pllnlas
regetaes assnearadas de Bristol.
lomadas em doses moderadas em connec-
;So ou conjunctamente coma Salsaparrilha,
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam esp alhados pelo systema.
8to causado pelo utso da Salsaparrilha; t
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
normal das operacOes funecionaes,
V qual preparada smente pelos unicoi
Prop.Mrietaos.____________
ConeIho fiscal do utc-Po
Portu^uez em Pernambuco
De ordem do Illin. Sr. presidente do conseibo
fiscal e de conformidade com o 1.* do artigo
32 dos nossos estatutos, convido a todos os Srs.
eorfrelbeiros a comparecerem -tsso que deve
ter lugar as 6 horas da tarde do da 2S do fr-
rente mez.
Secretaria do conselho fiscal do Montc-Pio Por-
tuguez em Pernambuco, aos 21 de abril de 1873.
Frederico Aires Pereira Pinto.
2.* secretario.
HF* Son I ido !
Viva a lolia,
Viva o pra er ;
Viva a barriga,'
Viva o comer !
Se eu f jr ao armazem do Campos e levar
. Dinheiro de mneons, que nao sao santos ;
Trarei: presuntos, pajas c salames,
Se n for ao armazem do Campos.
X. 28 Una do Imperador.
Trarei mais : Cfivejaj bitier, binas e licor
Que deleita, auibriaga e cansa encantos;
Cljoeolate, cha, cat, mate trarei,
Se cu for ao armazem do Campos.
X. 28 Ra do Imperado*.
Trarei, oh sim, fique sabedor,
Ovas, fiambres e toucinho ue Santos,
. Doces trarei, queijos e biscoutos,
Se eu for ao armazem do Campos.
X. 28 Rua do Imperador.
Trarei sardinhas e peixe a meu sobor;
Camaroes e conservas que excita tantos ;
Trarei ervilhas, marmelada e frnctas,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 Rua do Imperador.
Trarei gelas, leite e manteirga fior,
Que so seus cheiros causarao espantos ;
Pssas trare', nozes e amendoas,
Se eu for ao armazem do Campos.
X. 28 Rua do Imperador.
Trarei de tudo... Acreditai leitor,
Que encherci dos meus armarios os cantos:
de passar bem tenho ja certeza,
Se eu for ao armazem do Campos.
________' N. 28 Rua do Imperador.
A MUI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
MI Hit \ Y t I.A\ II A\.
He o mais delicado e mimoso ae mes
mo tempo o mais estavel de todos os per
fumes, e encerra em si, no seu maior augt
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando ainda na sua flores]
:enda e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores de
rabeca, nervosidade, onbilidade, desmaios..
flatos, assim como dectra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; dt
summa efficacia e nlo tem outro queos
Iguale. Igualmente, quando destemperada
;om agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvurae aperolada apparencia tic
altamente apreciada e desejada pelas Se
ohoras.
orno um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de- diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que st
criam roda dos dentes e das gengivas
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ellz
por certo nao tem igual; e a sua supe
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
aa-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidadede brotoejas, ebuligoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
amas lindas feices do bello sexo;'devera-
se usal-a n'um estado de dilluicjio, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feices trigueiras e paludas,
ama pelle macia e d'uma transparente al-
.ura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberania sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua e Florida de Murrat d
Lanman.
As imitaces que se tem feito na Franca.
Allemanha, assim como em outras partes;
;5o inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
anto recommenda-se mui especialmente
as senhoras, que tenham toda a precauco
3 cuidado, de quando comprarem, estejarr
jertas que compram.
| CONSULTORIO *
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los 20:000$000.
O abaiso assignado tem serapre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio de
i:000.
Precos.
Inteiro.......24*000
Meio........12*000
Quarto....... 61000
Manoel Martins Fiuza.
AO
Jos Maria de Souza e Silva, com estabeleci-
mento de molhados rna do Duque de Casias n.
41 A, que gyrava sobre a firma de Jos Maria de
Souza e Silva k C, que desde o dia 7 do corren-
te dissolveram a sociedade, retirando-se o socio
commandilario Francisco de Assis Goncalves Pen-
na, pago do resto de seu capital em dinheiro e
lettras, flcaudo. o socio Jos Maria de Souza e
Silva responsavel por todo activo e passivo da mes-
ma firma.
Recife, 19 de abril'de 1873.
Jos Maria de Souza e Silva.
Antonio Francisco da Silva Coelho vai a Eu-
ropa tratar de sua saude, c deixa por seus proca-
radores : em 1* lngar o Sr. Domingos da Silva
Torres, 2* o Sr. Manoel da Costa Cordeiro Lima e
3* o Sr. Francisco Jos Pino ohveira. Pecife 21
de abril de 1873.
Fugio do engenho Jundi, da comarca de N'aza-
retb, no dia 4 de marro, o preto crioulo de nome
Hemeterio. com os signaes seguintes : 24 annos
de idade, baixo, cheio do, corpo, tem falta de um
dente do Jado de cima, pouca barba, umbegudoe
levou caM" de riscado azul e camisa de algodao
branco v||Bem o pegar leve-o ao seu senhor o
lente Antonio" Ribeiro de Moura no dito euge-
nhe. ou a Joaquim Cavalcnlte de Albuquerque
Mello no sitio do Forte freguezia da Varna, que
ser generosamente recompensado. 0 dito escravo
/o i encontrado em Caxangae supde-se ter chegado
ao Recife.
Oj
CASA MORTUARIA
DE
Paulo & Maura
Largo do Paraizo ns. iOcM
EST ABERT E TEM
Armado e ornatos, hbitos diversos, caixoes e atad*, CAR-
ROS FNEBRES de todas as ordens.
Cartas capellas, cora, pea e emblemas.
Incumbem-se tambem :
De enterras, aniversarios, ollicios, licoiie.is, attostados o. ca-
tacumbas ; finalmente de qualquer exequia, com mufic, encom-
mendaco- etc. etc.
ASSIGNATRA
vt i,<
ABRIL A SETEMKItO
ih:
Attenco.
Fin
gio
O abaixo assignado pede ao Sr. Joao Henriques a 20 de fevereiro o escravo de nome Joao. di- ti*
Pessoa o favor de vir entender-se com elle sobre a 0 annos de idade, rom os signaes segninti-"
aquelle negocio que o mesmo nao ignora, sob altura regular, secco, olboa grandes, nariz WMm
pena de ver por este jornal a especie do negocio, dentes perfeito?, rosto re lyndo e sem barba, ra-
Marcos de A. Lima.
20#000.
Frecisa-se aiugar urna escrava me engomme
perfeitamente bem, e faga o mais servico interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de urna oulra que cozinhe era
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, 1 e 2" an-
dares.
Attencao
O Sr. Antonio Gomes de Oliveira, caixeiro no
Passeio Publtco, queira ter a bondade de appare-
cer na rua Duqu'j de Caxias n. CO A.
-------------------^------------------- f3
rano
da rua oa Aurora n. 73, segunda-feira 14 Je a
.abril, corrente, pelas 7 horas da manha o nuil i-
inho Bruno, de 14 annos de idade, vestido de |
aqueta e calea de casemira prcta, camisa de ma-1 ^
dapolo, ps descaleos e sem chapeo. Tem os se- 9
guintes signaes: eabellos carapinbados. olhos e boc-, ^
cas grandes, voz algum tanto ronca, andar comps- ] I
sadomovendo muito os bracos, ft icoes de algum ^
modo delicadas, eorpo e estatura regulares em
propor;ao com a idade. Protesta-se con toda ri-
gor da !?i contra quem o tiver acoutado e recom-
pensa-se bem generosamente a quem o apre-
hender e levar a casa indicada, ou ao engenho
Santo Andr, da freguezia de Una, comarca do
Rio Formoso.
bellos rarapinlios, ps chatos e cheio* de crvo-
bem esperto e ladino, canli'o, rotintuiro, t*;n
Instante pratica de armazem de carne seera : k-
vou urna bolea nova c. m duas camisas, seado
urna bordada,'2 ceroulas, I rami-a de meia. 2 pa-
res de meias e um chapeo de palha de arroz : *tr.
dinheiro levou 54/, c mais alguma roupa perten-
<*cnte a elle : roga-se, prtanlo, s HMU
e capitics de campo que o apprencndam e levn-
D0 ao seu senhor, rua de Pedro MMM n ",
que serijo generosamente recompensados.
sis? i-i a ;&&?- -^
i*.'5

u\m
Precis-sc de um cozmheiro livre ou escravo, e
que se enearregue tambera de comprar, para casa'
de duas pessoas : a tratar no Corredor do Rispo
n. 59. i
PENHORES
Xa travessa da rua
das Orases n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pc-
nhores de ouro, pra-
ta e brilliantes, soja
qual for a quantia.
Xa mesma casa
compra-se os mes-
raos metaos epedras.
Ausentou-se de casa desde o dia lo de ho-
vembro do anno prximo passado, a escrava de
nome Maria, com 2G annos de idade, poueo mais
ou menos, tendo os signaes seguintes: altura re
Escravos fgidos,
Na manha de 2 do corrente fugiram do
n*-
te, tem em um dos bracos a forma de um coracao
feito com tinta azul, ps chatos e grandes, consta
andar por Olinda intitulando-se de forra : roga-
se as autoridaies piliciaes e capiles de campo,
ou mesmo qualquer pessoa qne a prender levar
rua da Imperatriz n. 13, que sero recompen-
sados.
- Precisa-se de um eaixeiro de 12 a 16 annos
de idado, e que tenha pratica, para una taverna :
tratar no heceo do Peixe Frito n 1.
AVIZO
No dia 22 do corrente principiar a ser publi-
cada a gazeta denominada Commercio a Reta-
Iho- na typographia do Sr. G. H. de M.. rua es-
trena do Rosario, onde se recebe assignaturas e
vende-se-avulsn.
Allenvao.
SITIO.
Alnga-se um sitio todo murado, tendo casa para
familia, cacimba com excellente agua, dous tan-
ques para banho, muito fresco e perto da estacao
do caminho de ferro, nos Afogados, rua de S. Mi-
guel n. 105 A : a tratar na rua da Imperatriz na
Boa-Vista, estabelecimento n. 8.
Criado.
Para todo servico precisa-se de um criado que
neja forro ou escravo : na rua Nova n. 32, 1*
andar
Quem precisar de boas amas ceceas e de leite,
afianzadas, dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 3,
loja, que achara com juera tratar.____________
Ri'spoiidannios
os Srs. bigode de pao e mais encarregados da so-
ciedade recreativa dos paitos a razao porque
encomraendaram-nos e deixaram de dar como
annunciaram para o dia 19 urna partida esplendi-
da, sem estarem habilitados a darem ao menos su-
vacadellas; responjam-nos se foi porque as fa-
milias tiveram nojo do salao ou escrpulo de fa-
zerem jun;a i com o pesseal da dita sociedade ?
por cavalheiros nao, porque o mestre-sa'a do se-
reno era muito capaz de supprir esta falta ; era
quanto o cha, podia supprir-se com bolacha,
tapioca e cabeca de boi para us cavalheiros :
assim como queremos mais saber se um festim
do arromba que teve lugar no dia 20, se li-
llio natural desta sociedade, um pon:bezinho que
frequentaram duas senhoras e tres meninas, com
as tresienhoratdo salao prefez o numero de 80
pessoas d sexo, 6 homens, 1 menino c bigode de
pao, 80 cavalheiros ; est bem acreditado aste
sali I
Bico Doce
O mestre-sala do sereno.
Eu abaixo assitrnada, mulher de Belarmino
Pereira da Costa, declaro do alto da imprensa, que
nao assigno escriptura alguma de venda das ca-
sas terreas tas em Santo Amaro de Jaboatao ; e
para que qualquer comprador nao stfjulgue pre-
judicado em seu direilo, por qualquer meio arti-
ficioso, fajo apreente declaracao.
Anua Maria da Conceicao.
vinca do Rio-Grande do Norte, e o Mguda la
cidade de Souza, tondo sido all escravo do * Francisco Clementino Maria Pires ; Pedro tem nnvi
cicatriz no joelho esqnerdo de u:n talbo, preto,
de 15 para 16 annos, Iwm conformado, rosto o\.i..
olhos grandes c muito ladino; Francisco | cafen,
de. 18 annos de idade, rosto comprido, principia k
barbar i.i tendo alguma suissa, de estatura re-
gular, bem feito de ps e maos.
Presue-S'' que elles tenham vindo para .-la
cidade, para d'aqui seguir ao sertin. Gratitca
com gencrosidaJe a quem o? prender e |.'va-l>s
ao dito engenho ao sen senhor Francisco Pmh>i-
ro de Menezes. ou rua do Imperador n. 77, I.
andar, onde receber a gratitiraeao de sea tia-
balho._____________________________________
Escravo fgido
150#000
No engenho Massuass, freguezia da Estada, *
dar de gratificacao a quantia cima a qiKtn af-
Sirehender tres cavados me n.iqnclle enfen**
oram furtados na noute do dia 29 para 30 no-
vembro prximo passado : o '.. lem 9 a'nnos, r
:astanho e castrad), tem a orelha dircila loslante
aseada, urna estrella na testa, c no quarto esqner-
io tem uina crui ;ot' roco, rom pfe
melhas nos quartos, c grande, gordo, com o p"-
coco fino, castrado, lem os qiiadris feriJ ragalha, ferrado coma marca-I. R.-do lad
direilo, e tem a idade de 9 annos; o 3.* t rodado
sanhass claro, corto giwso, nm ponco rambilo,
castrado, peqne.no, e est ferrado com a marca
Ono quarto direilo : praliflcase un 50*0nf>
por cada um em presenca da pessoa, em cuto po-
der for encontrado qnalquer los ditos earaaos.
preci srrava.
Ama cozinheira.
Na rua do Imperador n. 38, 2* andar,
se de una ama cozinheira, preferindo-ie
Avisa-sf
a quem der noticia da escrava Guilliermina qm
foi do teen le-coronel Feliciano Joaqnim dos Sab-
ios, e aepois comprada ao Bario de Nauretn,
representa ter 25 annos, lem falu de atara na
frente e as maos eran cicairizes de qarttiara
de gaz, secca do corno e muito regrista. que e*-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da
Coelhos, que ser gnerosinwle i
Cozinheira.
Precisase de urna cozinheira qae eal
seu oficio, e que fa-.a mais algum wrvico
sendo de boa oonduct, para casa de MJ"**
familia a tratar na roa da Imperatrk n la < *
andar.



II


<*m
Diario de Pemajnbuco Terca feira 22 de Abril de 1873.

AO ARMAZEM
po
VAPOR FRANCEZ
HA DO BARAO DA VICTORIA
N. 7_Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabara de cbegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notavefs e bem co-
nhecidos fabricantes; como scjam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Plejel Wolff-A C. : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ju-
t'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de* luxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, branco9
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
rnera.
Sapatos de cordavio Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapates de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de umitas qualidades e precos para
meninos e meninas.
Sapatoes de vcrnz com sola de pao preprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguet e francez.
No armazem do vapor Trance*, rna do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavasde, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, mullos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanhos d*agna e cologne, todo de pri-
meira qualidade dos bem eonhecios fabrican-
tes Piver e Condray,
No armazem do vapor francez, rna 4o Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens,
Kinte boas matas e bolsas para vagens de n
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimeato de bdtas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor Trance', ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarmeoes, so-
f.*, jardineiras, mesas, coRversadeiras e eestu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigas de H Aferentes gostas e
ihantazias.
os para salas e gabinetes.
Leijues para senhoras e para meninas.
Lutos de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos 'imitaco o botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtcilette,
Pineencz de cores, de prata dourado, de ajo
tartaruga.
Oculos de ac fina-e de todas as graduaeoes.
Bengalas d luxo, cauna, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de murtas qualidades di-
vessas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pntes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marim muito finos, pnra limpar cabeoa.
Escotas para roupa, cabello, uuhas e para don-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanillas de mola para chamar criado?,
Jogos da. gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e oetros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
" -Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite rcui fcil as
crianzas.
Argolinhas d? marfim para as eriancas morderem,
bom para os dentes.
Beroos de vimes para embalancar crianzas.
Cestilias de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de enan-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para euidieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escoltadas vis-
tas.
Lantern.s mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
restas.
Baldes aereostaticos de papel de seda nmi faeil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as meias de
jantar.
Machinas de varios ytenlas para caf.
Espanadorcs de .palha e de pennas.
t'esourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louea branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras doucadas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos cera paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de lodos os
tanianbcs, c outros muitos artigos de quinqui
lirias difficeis de menconar-e.
No armazem do vapor francez, ra do Baro
Vieturia, outr'ora Nova n. 7.
Banquelos para meninos.
A maior variedade que te pode desejar de todo?
os hrinqnedes fabricados em differentes parte*
da Europa para entreteni ment das eriancas
,tudo a precos mais resumidos que possivel_:
lo armazem do vapor francez, ra da Barao
4a Victoria, outr'ora roa Nova n. 7.
PARA PANOS
Taniios proprio6 de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
No armazem do Vapor Francez ra do
Barao da Victoria (outr ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do Barao da Victoria (outr'ora No-
Ta" m* *** *******
) r. Joao Mana 9eve, medico parteiro JK
e operador, mudou a soa residencia para 2
a ra do Riachuelo (Corredor de Bispo) W.
sobrado n. 53, onde pode ser procurado M
para o exercicio de sua profisso, das 6 S
Las 9 horas da manha e das 5 da tarde em
i diante. Jtt
****** *******
U
Alleicao.
Ca vallo; Pampa.
lom a tcr.'i-ifci 'lo l\ ir cute wj Jo .liril.
A. A. A.
Ah ga-se para qualquer esta~
bdecimento
o pavimento terreo do sobrado n. 18 roa da i
Trinchoias : a entcnder-rc cora o sol rit:nlor Bur-
gos, na das Cruzes, h"je Duque de Caxias, i
andar do sobrado n. 26.
**&** ***' **
CONSULTORIO %
r *
Do
Dr.J.M. Seve g
Parteiro e operador.
A Ra do Mrquez de Olinda n. 36, i. JjR
andar. fi
Concitas Das 11 horas da manha as i
* da tarde. W
**-***** *%m
*
*
*
*
*

De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, pl-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranjacravo, flanboyant o brilhante, pal-
meira imperial, roseiras re qualidade, alecrinss
parreiras coracao da india, romeiras e outra,
lantas : na Capunga, ra da Ventura numero 20.
# Novo estabelecimento
de joias.
Rna do Cahuga n. 19.
O proprietario deste estabclecimente
2 reoebeu entre muitos objectos de peque-
m nos valreseos seguinles: rozetas e aunis
2 de brilhantes, brincos e cazoletas, ade-
"5? recos c meies aderecos de rubins, esme .,
2 radas, perolas, alfinetes para retra-
ftos, com brilhantes, rubins e perolas, Jg
porta-charutos muito proprios para me ^
s^ sa, de delicados gostos e perfeita mao <*^
W de obra, apparelhos proprios para almo- f
gi 0 e jantar, para meninos levar para o
-* collegio, ludo se vender por precos ra-
jj zoaveis, garant ndo-se todas as jeras que
3 deste estabelecimento saia. Tambem se
^5 fabrica concerta qualquer ottjecto ten-
*** dente a niesma arte.
*flfffilfflH;f-|ffl-f^^r-M
Criado
Na loja n. 81 da ra Queimado ainda se preci-
sa de ura menino para criado._________________

6a~
tfft
Precisa-se rallar com o Sr. Candido Rodol-
pho Pires : na ra do Coronol Suassuna n. 149,
outr'ora ra Augusta, a negocio fle seu particu-
lar interesse.
Olaria
Aluga-se a olaria do sitio viveiro do Muniz : a
tratar na mesma._________________________________
Offerece-se um criado de boa conducta : na
ra Direita n. 12, 1 andar.
0 abaixo assignado faz sciente ao publico
e ao respeitavel corpo do commercio que com-
Srou nodia 13 do crreme mez ao Sr. Jos Ro-
rigues da Silva a sua averna sita a ra da Pe-
nha n. 6, livre e desembarazada de qualquer
onus. Recife <8 de abril de 1873.
_________Januario Gonralves- Ferreira Peixoto.
Manoel Francisco Carvalho dos Santos vai
a Europa, durante sua ausencia deixa por seus
bastantes procuradores e .gerente de sua casa
commercial que nesta praca gyra sob a firma
de Carvalho A Souza, o seu socio Bent Rodri-
gues de Souza. a Jos Uias de Brito Gnimaraes
e Joaquim Jos Gomes.
Cinsullorio tiiedieo-cinutico jj
a
i
DO
Dr. Ferreira. -jg
y Ra larga do Rosario n. ?0, (antigo
U gabinete de -seu pai)
fij Gratis ao pobres.
Athanazio.
Em 30 de marco fiado fugio do engenhj Ver
melho, em Rio Formoso, o escravo Alhanazio, que
poder ser reconhcido pelos seguintes signaes :
altura regular, grosso, rosto redondo e com mar-
cas de bexigas, ps bem fuitos ; ausentou-se ves-
tido com camisa de madapolao e calca de brim
pardo. Roga-se a todas as autoridades e capitaes
de campo a captura deste, e recompensa-se bem
a quem o conduzir ao Illm. Pr. Pedro Alexan-
drino da Costa Lins, no referido engenho, ou nes-
ta praga' a Cunha Irmios & C.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taverna, e tambem e admitte um socio, entrando
com alguns fundos : na ra Nova n. 6'J se dir.
~ Precisa-sede um menino de t a li annos,
r8 tenlia praticajle inolhados : a tratar na ra
! ymphas n. 4.
A familia do finado Miguel Sera-
lim de Castro Xunes convida aos
parentes e amigos do mesmo para
assistirem as missas do stimo dia
que sero resadas na igreja Jo
Carino, das 6 s 8 horas da manha
do dia 23 do correntc; e desde j
agradeoem a^ aquelles que concoxrirem a esse
acto de religio e caridade.

-Mip o Camerino dos Santos, sua
esp sa e filhos, repassados da mais
acerba dor pelo inesperado e in-
fausto passamento do seu muito
adorado e sempre lem wado filho e
irmao Jeronymo Camerino dos San-
to", vm do alto da imprensa ma-
nifestar sua devda e profunda gratido a todos os
seus parentes, amigos c distinctos companheiros
de estudo do seu dito filho c irmao, pelas inequ-
vocas provas que ihes deram, j conduzindo os
restos morlacs deste aj cemiterio publico, j to-
mando tao sentida parte emseu amargurado Iran-
se. De novo porra Ibes pedem o caridos > obse-
quio de assistirem as missas do stimo dia, as
quaes manlain resar, por alma do tinado, na ma-
triz da Boa-Vista, pelas 7 horas da manha de sab-
bado 26 do corrente ; e pelo que protestam desde
j seu eterno reeonhecimento.

D. Tilde Albuquer-
que Freitas.
Hermino Gomes de Freitas, Francisca Prima de
Albuquerque, marido, mi e irmao, .convidam a
seus parentes e amigos a assistirem a missa do
stimo da, quinta-feira 24 do corren'.-; na matriz
dos Abogados, por cujo favor desde j se confes-
sam eternamente gratos.
SALSAPARRILHA DE AYER-
Preparada pelo Dr. J. C. Ayer do;
Estados-Unidos.
E' o renome de que goza esta admirave! pfe-
para.ao proveniente das muitaae importantes cu-
ras que tem etTectuado as .molestias cuja origem
devida impureza ou vicio do sangue mo-
lestias da pelle, rheumatismo, molestias sypbiliti-
cas, escrfulas e outras enfonndades chronicas
tem sido e actualmente sao curadas tantas vezes
com o seu emprego, que ha toda razao para acre1
dar que esta salsaparrilha de Ayer possue pro-
priedades alterantes e depurativa* em mais alto
grao qualqae que fez out Previne-se ao dono da casa de penhores da
travessa da roa das Crazes n. 2, que perdeu-se a
camella n. 963 B, c que por isso so ao dono.della
deve ser eptregue o objecto caucionado.
Terrenos bem loca usados e
liirafus.
Anioiii" -fi'.?' Rnlrijjiics .Jo vMi/.-i. lendi
iberio ctuuappruvu^ da lllin1. cain.ua
municipal, nina ra com 80 palmos em seu
sitio de terreno proprio quasi defronte da
igreja dos Alflictos, pnra onde o transporto
no eaminho de ferro 200 e 100 rs., e o
dos bonds fi-n inuito perto ; vende aos pal-
mos, terrn >s com as frentes para dita ra,
tendo cerca de 180 a 300 palmos de fundo :
a tratar na thesouraria das loteras, comj
Tristo Francisco Torres, que se ocha encar-
regado.
sobra-
ntes
se
trata
Aluga-sc a parte da frente e sotao do
do n II ra do Commercio, tem excelle
emnni-idus para escriptorio commercial :
no consulado hritannico._____________
Traspassa-re a chave do armazem
de Pedro Affbnso, (outr'ora Praia n. 61 :
no mesino.
da
trata
ra
se
i GABINETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADORN. 73, ANDAR
0 DB. HUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e opracoes de olhos.
Cora radical e instantnea dos
estreiUmentos da uretra.
Consultas : Das 7 is 10 horas
da manbi.
Chamados: A qualquer hora.
Sitio para alugar.
Aluga se o sitio dos herdeiros do finado Santos
Coeltio, com casa bastante grande, tendo 3 salas,
dez quartos, todo murado, com muitos arvoredos,
tanques para banho e gallinheiro : a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 62. ______
Na travessa do Duque de Caxias n. 4, con-
tini-se a vender a verdadeira gomma de aram-
ia a 500 rs. a libra, ^^___
CO.MPIU-SE
Compra-se um diccionario inglez e portuguezj
ainda mesmo salo : na thesouraria das loteras,
De Goyaima, Benedicto
'sooftooo.
Desde de fevereiro do corrente anno, que se
aoha fgido o escravo Benedicto,, crioulo, com 21
anuos de idade, carapina e serrador, bem nreto,
barbado, alto e grossura regular, com falta de
dentes na frente e com urna cicatriz larga no pei-
to do p esquerdo, que foi de um talho de ma- ha-
do, cantador de modas c sambista ; nasceu no
engenho B lijar i de Goyanna, onde tem mi forra
e irmaos do poder do Illm. Sr. Luiz Cavalcante,
fugio e foi prezo no Recife e agora fugio para o
engenho Pangau da freguezia de Itamb, pr-
ximo a cidade de Goyanna, e dahi diz o Illm. Sr.
major Manoel Goncjdves Nunes Machado que se
eadira na occasiode entsega-lo aos meus por-
tadores que o devia conduzir, urna vez que a esse
Sr. respond que nao o venda; proles'a-se pro-
ceder contra quem o houver acoutado, e d-se
30j000 a quem delle der noticia exacta ou en-
tregado, em Goyanna, ao Illm. Sr. Dr. Belarmino
Correia de Oiiveira Andrade, ou no engenho Fir-
meza da freguezia de Sante Amaro Jaboato, ou
no Recife ao Illm. Sr. Belisario de Souza Ban-
deira, na ra da Penha n. o : roga-se a todas as
autoridades polieiaes e capitaes de campo, que
o aprehendam e levem aos referidos lugares, que
se gratificar com a quanta.promettida.
_____________Virginio C. C. de Albuquerque.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rb Formoso. E' de animaes e com propor-
c/5es para 1,300 paes : os pretendentes podem di1
rigif-se ra Duque de Caxias n. 38, i" andar,
que alli terao inforracges.___________________
AnENGAO
O Sr. Francisco Agostinho Madeira qneira ter
a bondade de vir concluir com o negocio que se
COmprometteu na rna Duque de Caxias n. 60 A,
loja de Bento da Silva & C, successores de Ha
noel Ribeiro Bastos.
Aluga-se o armazem, Io e 2' andares do so-
brado na roa do Senhor Bom Jess, outr'ora ra
da Cruz, aonJe foi a casa commercial de Jaime
Rayder & C. : a tratar com Luiz Amavel Du-
bourcq, ou com o seu caixeiro Candido Guedes
Cavalcante, escriptorio por cima do banco n. 32 C.
Ama ou criado
No Io andar do sobrado n 26 da ra das. Cru-
zes, actualmente Duque de Caxias, preeisa-se de
um criado ou de urna ama.
Costureira
Precisa-se para cortar e coser calcas por 200
rs.: na ra da Imperatriz n 55, loja da rosa
branca.
Aluga-se um sitio no come: o da estrada de
Joao de Barros, com boa casa de vivencia, coxeira e
estribara, duas cacimbas e militas fructeiras : a
tratar na loja de joias, annel de ouro, esquina da
ra do Cabug.________^_________^^_
Fugio no dia 11 do corrente a escrava An-
gela de*36 a 40 annos, de altura regular, secca
do eorpo dentes limados, e urna carnosidade en-
tre os peitos, consta estar acoutada por um ne-
gro que trabalha no assucar, de nome Jos Mau-
rino, que mora n'um -cortieo no beeco du Veras:
roga-se s autoridades polieiaes c capitaes de
campo a apprelieiico da mesma, levando-a a ra
da Imperatriz n. 6, primeiro andar, que ahi se-
rao recompensados.
AOS 5:000#000.
Estao vendaos feiizes bilhetes da lotera daBa.
Iiia, na casafeuz, do arco da Conceicao, loja la
ourves, no Recife.
CASA DO OURO
Aos 5:000--0
Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora ftova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender ns seus
muito fezes bilhetes a sorre de 5:000/ em um
bilhete inteiro de n 1702, e quatro quartos de n.
602 com a sorte de 100.1, alem de outr^ sortea
menores de 40/ e 20/ da lotera que se acaben
de exlrahi (46*,; eonvida aos pessuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos na frma
do costume
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi' no seu estabelecimeuto com
prar os muito feiizes bilhctes.que nao dejxarao de
tirar qualquer ^ remio, como prova gelos mesmos
aununjos.
Acham-se venda os muito felizas lilhetes ga-
rantidos da 8' parte das lob-rias Weneflcio da
igreja des Martyrtos do Recito, que Me extrahir
no dia 22 do corrente mez.
Pftccos'
Inteiro 6/000
Uei 3/000
Qua rio 1/300
De i Inteiro 5/500
Meo /750
Quarto 1/375
He i le, 15 de abril de 1873.
Joao Joaquim da Costa Let.
O abaixo assignado participa ao respeitavot
corpo do commercio que tem justo e contratado
com o Sr. Francisco Xavier Ferreira a sua taver.-
na sita na ra Viscende de Goyana n. 123: quem
sejulgar credor da-mesma aprsente-se no pra-
zo ie 3 das a contar da data deste, do contrario
perder todo o direito.
Recife, 21 de abril de 1873. ,,
V9 Manoel Jaciaiho de Oureira.
Ama para casa de familia.
Na tiavcsMi do Duque de axias 3, 1 andar,
pronsa-se do uma ama livre ou rs-nva, para
i--.iis.-ir BUlro- -. i'-vmi i rn;ii'-s Ia":iiili>. Pag-.^a Iwii ajT-lajuM._______________
Ama de ieite
Prceisa-se d una sem filhos, forra ou oserava
e que o tenha bom a abundante: no 3- andar defta
tynojraphia.
Attencao
Preclsa-se de uma ama para cozinhar em casa
de podr" familia : na ra do Cotovello n. 129,
casa de azulejo.
Vma Precisa-se de urna ama para comprar,
la cojjnhjf e engommar para duas pessoas:
a trator na rna de S. Francisco n. 31-__________
a ra Bella (hoje Illa do
Carvalho, preeisa-se de uma pa*a
cozinhar e comprar. _______
0
M
AMA
A 1| i Precisase de uma ama para
Wl \ casa de hornera solteiro, para
1"X fl. comprar e cozinhar, prefere-se
portugueza, que cozinhe bem: ra da Cadeia nu-
mera 59.
AMA Precisa-se de uma ama pa-a casa de
-X-iX-r*- pouca familia: na ruadeMarcilio Das
(antiga Direita) n. 43, 1* andar.
ATIfl Precisa-se de uma ama para casa de
^ vi ia p0Uca familia > no iarg0 da Pen1 a n.
12, sobrado.
ATTENCAO
Contina-se a fornecer almoco e jantar para
fora por prego commodo e com promptdo : na
rna estrena do Rosario n. 35, 1,* andar, casa de
familia.________________________
MOMA
Est encouraqado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir roa Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquello negocio que S. S. se comprometleu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
lins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fin, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu fimo se
achava nesta cidade.
Terceir andar.
Aluga-se o 3* andar ra do Padre Floriano
a tratar na ra larga do Rosario n. 22. ______
CRIADO
Precisa-se de um para e servco de casa : ra
do Imperador, n. 32._____________________________
- Precisa-se alugar uma escrava que seja boa
cozinheira e engommadeira, paga-se bem : quem
a ti ver dirja-se ra do Bom Jess n. 53, es-
criptorio. _.___________
Declarando.
O abaixo as.sigm.do previne a todas as pessoas
que fiearam a dever na loja de ourives ra
estreita do Rosario n. 10, conhecida por Dedal
d ouro, que so com o abaixo assignado se de-
vem entender sobre seus dbitos, visto ter to-
mado cunta do activo e passvo da mesma loja,
desde Janeiro do corrente anno. Outro sim : pe-
de a todos os devedores da referida casa, < que
veaham saldar seus dbitos, ou com o abaixo as-
signado, ou com seu procurador Joao Baptista
Gitirana, a quem deu plenos poderes para co-
brar amgavel ou juducialmente.
Recife, 17 de abril 1873.
Jos da C. Oliveira e Figueiredo.
Aluga se em Santo Amaro, ra do Lima
nt' e 6, duas casas, uma para moradia, com
um grande soto, agua e gaz encanados, e a ou-
tra muito propra para refinacao ou padaria, par
ter um grande forno e ter tambem agu a e gaz
encanado : a tratar na ra da Guia n. 54.
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 15, c m
i quartos, 2 salas e copiar fr i: quem pretender
dirija-se ao p da mesma. Adverte-se que a li-
nha dos bonds passa na porta e que se o nqui-
lino quzer bota-se o encanamento d'agua.
Aluga-se uma casa terrea com sotao, na
ra das Gracas, na Capunga, com bastante com-
modos: pessoa que quizer pode entender-se
com o tenente-coronet Francisco Carueiro, ou na
estrada da "Ponte de Uchoa, com o Sr. Jos de
Mattos.
Quem quizer encarregar se de uma cobran-
za em Canard, dando fiador a sua pessoa, dirija-
se ra do Amorun n. 37.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
= Precisa-se fallar ao Sr. Dr Antonio
Buarque de Lima : ra do Amorim n. 37.
Vende-se dous bonitos cachorros, grandes
proprios para quintal ou sitio : na ra Imperial
n. 127.
Caixeiro
.Quem precisar de um caixeiro com pratica de
hotel ou mesmo para ho-pedaria, e tambem tem
de cozinha no hotel central, ra larga do Rosa-
rio n. 37. \.
Traspassasea chave do armazem da ra
de Pedro ArTonso n 68 : tratase no mesmo.
5 Aluga-se uma escrava que lava, cozinha,
coze e engomma bem, propra para casa de fa-
milia, por ser robusta e gozar sade : a tratar
na ra da Penha n. i.
li Precisa-se de pretas para vender bolos :
na ra larga do Rosario n. 28, 2.* andar.
Joaquim Jos Gronqalves
. Beltro.
Ra do Commercio n. 5, l. andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Miuho, em Braga, e sobre ulgares de Portugal:
.Imarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
. Covilha.
Faro.
Guarda.
GuimarSes.
Lamgo.
Lisboa.
Hirandella.
Moncho.
Ponte de Limo.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
--
tL -SHK jl
Precisa se de iuu mzinlioiro para cozinhar e
C^'p-nr : :ia r.n Piiik ir 1-'M;.'.;': o-;
Engommi*e com p<-if.i<;.id e pur p:ci;o me Mea
na na da andado u li."
Alnja-si.- um fitio cofli -a-a de i-cdia e ral,
com bastante terreno para plantay/jes e imiilas ar-
vores de.fructo, no Jacar na estrada d'Agua-
Fria, por preeo commodo : a tratar na ra do
Capibarbe n. 5i, com [gnaeio Barroso.
O abaixo assignado declara (|ue nota daUi
tem justo e .'ontratado a compra da eva to e suas perteni.as, sita roa de Th me do Sou-
za, antiga da Linguela, n. 5, perleneenle al esta
data aos Srs. Manoi-1 Benevides e Pedro Car-
reiro, livre e desembaracada de qualquer debito,
e se alguem se julgar crodor ao mes no, nucir
apresentar suas cenias no prazo de tres das a
contar desta data do contraro nao se atunder
a reclamado de divida fcita at esta data.
Recife, 19 de abril de 18/3.
Antonio Gomes.
COMPRAS.
Chumbo
Corapra-se chumbo velho e estanto, em peque-
as e grandes poredes : ra Nova luja n. II, do
Azevedo.
Na fabrica do cerveja ra do Rosario n.
6, compra-se laranjas da trra a OiO rs eentt
Attencao
Compra-se apolces provinciaes : a quenij con
vier vender, dirija-se 'ra do Vigario n. 3, escrip-
torio de Manoel Alves Ferreira & C.
Cofres de ferro.
Precisa-se comprar uma bom de ferro (cofre)
a tratar ra do Mrquez de Olinda n. 60, loja.
Compra-se um cofre priva de fogo i na
travessa da ra do Vigario n. 1.
VENDAS.
Quintos e decimos
Barris de superior vnho Figueira sem conipo-
sicSo alguma : vende Joaquim F. S. Coimbra Gui-
marles, ra do Mrquez de Olinda n. 3, prinei
ro andar.__________________________________
Granadme toda preta com
listras a 1#200!
Quem lem a Rosa Branca c vende barato :
ra da Imperatriz n. 56.
Parece terivel.
O que?
Poder vender-se um par de rorzcgins para
senhora, sem defeito algum e de mais a mais da
ultima moda por i 3*>.
Assim como
Vender-se lindos c deslumbrantes diademas de
ajo objecto este de ala novidade por 34000 !...
e outros muitos artigos que vendo-sc poder-se
ha dar crdito.
No vapor das novidades.
Ba da Imperatriz n. 36.
No ha mais cabellos
Mi
Soc nica a pruvadn p"las acaHa*
uieiii.ias, rw.iiiheciia sux;rior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da ('.adela lo RecM, hi '
qua de Olinda, n. 51, i. andar,
todas
hoje Mar-
r, c em
boticas e casas de cabelta-
reiio.
Grande liquidacao na loja
do Passo, ra Primeiro
de Marco (outr'ora Crespo
n. 7 A.)
Os proprielaros hoje, desle importantissiiM e-
talM-lnciniento leiido de o r-'f nnrir, vendHn por
todo preco as fazendas n-llf' ..j-!cnt,s, rano *e-
jam: popelinas d-' iindi-hna i -'.r.-s p-tra ve alpacas, po-de-chevie e las de parirte* e cures de-
licada-, chapeDinas de palha a de H deseda,
cha|os, garro* para Srsa, e ui-'iiina-, casastui-
nhos de seda.dili s croctx t.r.'mrir.c. Im-iiioiix, cha-
les de seda, ditos nc luniftiim, ricas camisas para
senhuias, baKes, saias d<: la, r.< res de rambraia*,
ditos de tailatana bordad is, d.tn- de la. riqas<-
inas loallias de camlnaia de hubo Imnlad*, Un-
do no ceir o cmWcmn bra fronhas, pine/M burilados, nilbiinhos e |mip!k -
de linlio para h imens, gra\tan de --la para se-
nlmras, honn-ns e Meninos, .tii.isnha-. gollinlii
i: mant-'iiitos, vi-siii.iii.K para l-apii-,-.l->-, KM de
corra para meninos t nieiiina-' i i-n-KiafeM le I'
pr-ipri-'s para -> lnvv :i ]. ;>, I
e cintos de seda, raques e ulr-s muiti-s ;rlij.i-
soria nifadiinlio mewionar. > pie se vonleni por
lodo pi-i-f". veiiliam ciin dinieip qni- c- i li
a realidailo.
Loja do Passo a rna l'i::r (ira de Mar.-o u T A.
LASA.

Tendo o dono da loja de louca sita ra
da Imperatriz n. 6 de retirar-su para fura do im-
perio a tratar de sua sade, veule o dito tstabe-
leciraento que se acha bastante acre litado : quem
pretender queira dirgir-se mesma luja onde
achara com quem tratar^_____________________
= Relogios de ouro patente inglez descoberto)
do mel o; fabricante de Londres, em cas de E.
A. Delouche ra do Mrquez do Olinda n. 19.
Relogios americanos, grande soi omento para
mesas e preles com columna dourada, corda
para 8 das, os mais modernos possiveis.
Na mesma casa i a gran le sortmenl.) de relo-
gios de ouro, suissos, e prata dourada, cadeias de
plaqu todos por preeo muito barato, roa do Mr-
quez de Olinda n. id, E. A. Delouche.
Pela triiiicini vez aqu aos
uiiiauteN lo caf.
Caf de Java.
E' o caf moido melhcr que se pode desejar : e
so se vende na confeitaria do Campos, roa do Im-
perador n. i'*.
A respeto de acepipes nao precsame* mais
annunciar, pois est no dominio de todos que a
confeitaria do Campos um verdadeiro centro do
que bom e grato ao paladar.
Feijo Crioulo.
V ma la Halre de Deus ti. 9.
Vende-se feijo preto, novo, j deste anuo, mai
ber.to que em parte alguma ; a ellos amigos do
bom c barato.
E barato
Com pequeo toque.
Madapolao fino'largo a 1,5000 e i 5500 a peca.
Algodaozinlio marca T, a 4 c 5.
Na ra do Crespo n 2f>.
Bordados a seda.
Amara! Nabuco C. receberam da Europa
pelo ultimo vapor, meias para senhoras de lio da
Escocia, brancas, abertas no i>eito do p e borda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, e
sao da ultima moda em Paria vendem no Ra-
zar Victoria, ra do Bario da Victoria n. .
Officina de aifaile
DA LOJA DA
Rosa Urlica.
Apromptam-se obras para homens c meninos,
de qualquer fazenda com a Roupa para luto.
Em ii horas estar prompto qualquer fato.
Roupa para meninos.
Fazem-se todos os modelos .
Receben!-js igurinos de Paria todos os fin? de
mez.
Na ra da Imperatriz n. 6.
Rival sem segundo.
Cheg ram agulhas para machinas, do fab icante
Crowcr A Baker. Duzia por 2jOO->.__________
Grande casa de campo para residencia de
grande familia.
Vende-se o sobrado no Poco da Panella em que
reside actualmente o Sr. Dr. PerapMeo, o qual
toma-se recommendav<>l pela sua boa localidade,
construccao, e ser edificado em ct^os proprios :
os pretendentes podem desde j se entenderem
com o agente Pinto a ra do Bom Jess n. 43.
Attenqo
Vende-ge a taverna da praca do Conde d'Eu n.
9 : a tratar na mesma.
liglo da Baha
a370 avara.
Vende-se algodo da Baha, liso e proprio para
saceos : na ra Primeiro de Margo n. 8, esquina.
Vende-se dous cativos ne-;as, sendo uma
fscrava de 17 annos n,A' -"ic de 13
na
ra de Pedro Alfonso u. o._______________|
Vende-'e nma escrava de 18 annos de ida-
de, muito boa figura, e cora principios de con'2
nheira o engommadeira : na ra atraz da matx-
Boda a-VHa n .11.
Vende-se um sobradi na (Un boa ra
tar na ra da Imperatriz n. 8, l-ija.
Panno de algodao da Baha
da fbrica-Todos os San-
tos.
Tecm para vender no escriptorio Joaquim J
Goncalvcs Beltro & Filho, a rna do rmiin.rrcio
n. 5.____________________________________________
Novidade
Joaquim Simos dos Sanios h in para t- i
vinho puro de uva brinca, rom especial pal
O nico viudo a ste ulereado, em barris ti-
10*, arnunaaio no trapiche do SI lo, e .-. i
taliio a SiKJ rs. a ^arrala : M aruiazem c-i.
vatiy, largo do Terco n. 13.
Engenho Patricio.
Este engenho e>ti >iluad-< cm muito Imm
gar, porto do porta de eml a'-ni-- i-i-t- r rr
gata os vapores da onaatmaMa l^rnandinrana
i|uo levam o iraaeni carga d> Maataiiaressw fau
da logo m-irt-i seas proprielario venda por pNes muio maaaa ; a Hat dn.-
importancia, comanlo que reeebam oulra pir-
te, em dinlioiio vista : a tratar rom T
limaos & C.
MNH.
Xa ra da Impera tril n. 6,
loja ne linea de Sel-.-o; Marques Na*ti-
nit-nt \ vende-se era purrm-s grandes mi ., .
Ih-i todo loii-.a existen!) na i.....iu. i
muito diminutos p-.ir tero ni-smu pnipnetano
de fazer urna viapem a i -a tiaU.r >!-. -oa
sa'le; partulo, lodos o- ireguezos i|u- ,
-I-- M surtir dotes artig-is, upresentera-:o q;iank;
antes.
LljUillACA "
V DE '
FAZENDAS
L'ja di hm
A' ra Io de Marin. 7 A (fa-
tiga do Crespo)
Pc:>olvenios ai :n.i pequeim ie-ni.....
dados o procos de divt-r-as iH-ivad -i SB, un a
OM a vista delles pSflSSM apreciar que a I quid:.-
CJM) de iio-sas frizou !:- -' urna pura verdade.
Eseolbej lien a voatada :
Chaponas, rfaapcV d palha, velluJ-i. seda
lil-i par senhoras o meninas de H a 6.
Itasquinis o casaiuiifi -? .1-- soda do t* a 2'.;.
GaaajBinbos e romeiras do rr-icliel proto- -
braaeoa dn tt a M.
Vaalidw ile ca nlnaia bran-.a com lii.dos bor-
dados a I| a 105.
Caaauaahaa do eaastaaia brasaa a e CGO rs.
Manjiuios e g.illi.ili.ii> a t'KiUj eJ20i-
Cintos de todas as q-nlidades para senhor.
.'illO .1 UGKi.
Lencos bordados o do labNiinlho do fiOO a I0<
Co-iiio de U i I -'tX>.
Leyes de adreperota e mariira do 3f a I0|
Basta a u.
Chalos a imtacao do l-omus d- iiutiio j.m.
ie -s> a !).
Saia*de l.i de canil.n de V*, 14
i.amisas bordadas para sonliora, para tol- .
precos.
Capailas do cora a 500 r-.
Redes para coques a 320 e SI rs.
Cartea do camlnaia a 3j.
< ort-s de tailatana bordados a soda d i. If
: tt.
Camlnaia de cor cm lindos padres o .--.,../
a a rs.
Alpacas te lindas coros lisas e cora lisia-
se-las do ioo e tiuo is. o eovad i,
Grande sortimento de M para todos os prerov
Crochet branca epiolo eovado a OO rs.
Fil de linho liso preto e brano de 100 a WO
rs a vara.
Vestuarios de fustao blanco e de cores p*;-
meninos de : a 6i.
Grvalas e maulas do 320 a la cada urna.
Chapeos de castor branco a li e 84.
Chapeos de olini e do merino prrio para ho-
rnera a 3.
Collarinhos do linho li-os. e berdados a 3| e
. '. a duzia.
Peitos de linho a 000 rs. '
Ditos bordados a U200 .
Corlea de vellml) bordad'- para rlleles >#
Brim proto vara i i.
i inmlias de linho ricaineiito bordadas seade 1
raudo? e 2 raen .res por 30, e outros uiuilot ar-
tigos por prpeos baratisxiraos.
Loja du la n rasa 1' dr Marro a.
T A.
Libras steriinas.
'".nle-se no armazem de fazendas de Aamstf
P. de Oliveira A C, roa do Cunraercki U.
A 4$0 Vcnde-se Oorzeguiis para boroorn, pele bara-
lissinio prefo de i#0Ji : Venba a Wval J
R;ife, ra do Marque* de OliuJa
Vende-se pmios ameneaao *. 3 e 4 :
raazem de Matheus Austin C, ra da
Velha n, 108.______
o ar-
Lis
Bonitos padroes de Bs cera listra* a W>
vado : so na ra do Crespo n. SO, I jja de C jasar-
me C, da Cunha A C



mmm
"***
6
Diario de fotombiM Terca feira 22
52
NDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUH H.
(Passando o chfariz)
-FEDE.U AOS 8ftnbor?,3 de eagenho e outros agricaliore, e m prega dores de m
tiintsrno o lavjr dj uoia visita aseu establecimentu, para verem o dovo lortimento
comoleti que abi lea; se ido toda saperior em qaalidade e fortidSo: o qae com a ins
-peceo pess >al pnde-se verificar.
- ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
vaporeae rodas d'asraa dosais^ieroos internasm u-
4. o **** maahos convenientes para as diversas
-circomstancias dos aeihores propietarios e para descarocir algodin.
JlT08Bda3 d8 C&Ullfi dV0,1os todas dentadas ^ rtlm<<,i lflnl *""
'Tafeas ie ferro fandido, batido e de cobre.
AhmbiqnQ3 9 fandos de alambiques,
moa
pira mandioca e algodao.l Podendo, todos
e pira serrar rntdeira. (ser mondos a m3o
/por agua, vapor,
de patente, garantidas........ |oti animaos.
;J/-^'1lS aS lia^bn^^ epecis de qno se costoma precisar.
Bembas
F
z qaalqur concert de machidismo' *prec mai w*
^Orillas d fflrrO t8m as me'llores e m,'s baratas existentes do mer-
C 3' 1 i) >
FirPimmATlJ'.na incumbe-so de mandar vir qnalqner mach'nismo von-
aa uu 'ai*. ua.oiA-ao.3. tade do8 c!eDtegi iembrando-lhes a vanlagem de fazerem
*ts compras por intermedio dB pessoa eoteadida, e que era qaalqaer necessidade pdde
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e inBtramenios.***
RA DO BRUM N. 52
'ASSANDO O CHFAME
Vasos de crystal para tolet.
. A loja da Aguia B anca, a na do Duque de
Caxias n. 50, r ecbeu bonitas garraflnhas de crys-
tal era par com ramagens douradas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, ote,
Anneis e colares elctricos
. A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
h. 50, reerbeu nova remessa dos proveitosos an-
neis e colares elctricos, e continua a reeebe-los
mensnrmente, pelo que serapre estar prvida de
taes objectos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Casias A
50, recebeu novamente bonito diademas douradus
e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gos-
to e phantnsia. Tambem receben novos grampos
pretos ou alfluetes com flores para a cabeea.
Leques com bouquets e ou-
tros chnezes.
A loja d'aguia branca na Duque de Caxias
n. SO, receban una pequea quantidada daqaelles
bonitos leques com bouqugts e outros cuinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pello
A loja d'aguia branca a rna Duque de Caxias
n. 60, recebeu cold rene do afamados tatolean-
tes Lubin, Legris o Condray.
Diademas e grampos de
aop.
A loja da-afilia branca, ra do Duque dff
Caxias b. W.-raCebennovarrieiife bonitos diade-
mas e graspos de ac
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A toja- da agua a-ranea, ni db Duque de
Caxias recabeu, con navnlade bonitos bicos de
seda preto* con flores de cores, sobresahindo nel-
les o preWcom encarnado, e todos mu proprios
para barras e outros- afeites de vestidos de gra-
nadine, ou medina, e oefras fazendas transparen-
tes. Ptela omnodidade- (tos presos esses bicos tor-
nam-se mi' >mmfcr,9- e pela novidade- de- gosto,
preferiveis a- qiKwwquer otrtros eafeites.
Yos ou marrtinhas pretasw
A loja da afufa branca, ra do Duque deCa-
xias n. 50, roaebeu bornes- veos ou manttnias
pretas de sed enm flores, e o-ntras a rmfta^ de
erocti, e ven* a petos barotos presos de- 3,
i e 8#000. A finendft ka e est m perfeito
estado, pelo que contina a- fer promtita extrae-
cao.
ella.
Diademas e adereeos de ma^ f*** a g^v^ *>^ de
creperola.
n...

56
a-

Ra do Mrquez de Oliuda 5^ a
(oalr'ora vua <9n Cailc)
i^as

M
.'
Sen lo ~ sntigo stabelecimento assaz conhenido como principal e rocommpn-
pt-ios grandes depsitos e bofts sortimentos com que s'cmpre prima em ter das!
. mais acreditadas e verdadeiras iiinchiunK nincreniias pura algo-
'Jiti. bfsJe 1> ;i lio MerraN, o liavcndo em todos os taannos diversidades de syste-
llioram"iitas para perfeito e rpido duscarocamonto ; tornam-se dignas de
\ as o apreciadas pelos Srs.. agricultores; os-quaes, alm disto, enconlraro
. mais :
Ipun los vapores LocoaovEts, deforma
de 2' i e ;' 9 cavail s com todos pertancas
; ir ib ilharom i machinas paira
i;. ira outro qual [tier mistor.
is para lavar roupa.
m iric i paca varzea e ladel-
Can mo ] i itti rros.
i loi\iS.
i cstai lia lo.
n vlvula para lavatorios.
titos m ira para compras.
. is. ] iraTjai lins.
>mi las.
Tarapas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de forro.
tos ili; madeiras.
T-en : i < izinha.
m muitos outros artigos, que s avista e ueste cstaliclecimonto
Taraos de bandeijas finas.
Correatos para arrastar madeira.
Ujdindros americanos para padarias.
Perteocas avuUos para niacbuias.
Salitre reQnado.
Brcu superior.
Iloiohos de diversos fabricantes para mi-
llio e cal.
Dcbulbadores para milbo.
Azeite de spe'rmacete para machinas.
Camas de ferro,
bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Camos de frrro esmaltados.
Ditos do dito estanhado.
Ditos dt chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
poderao

izar Victoria.
a ,\ C. vendem o seguate ;
' pr pria para cobrir espe-
Ihc -. qn t Ir-i ir -, etc.
i rharao n de ferro envernlsadas, mo-
delos n v e bonitas.
naos
-.- '.. Braotfas, abertas no peito do p, e bordadas a
ler la quemada e alva, de mar- seda, para senhora, abertis, para meninas, cruas
c de corea para homem.
DK Ai.c.on.vo
Amaral, Xal^uco & C. ven-
dem as se^uintes qualidades
tl,nn de meias de fio de Escocia :
i, tari ruga
' : e fuai ingluz
. d n i ; pirita de vinbo. '
ipa.d imagens pafrac
Iwei I i.- is taraanhoa e halla- para us
mesfla \-.
pi -iUeih; muit> peefeita e bonitas.
tid-M de 11 8 seda, de baptista, de
eassa pial las e b -dadas.
las o arrendadas para menina? e
Benlior..-;
.; e alai.is, completo sortimento para pao,
llores, fn rtas, etc.
!. ; ir T"i!nas, de seda, vel!u1o,POUro e
...
Brinque 11 pira crianca, era caixinlia?, bonecas de
borrad i, !*V3', l'Oe 110retrato, capa de
j... inarm, maireperola, roadalra e metal.
- i.: ta fogo e mgicas,
mjas para toillette, para banlio c paramovek.
Meias para padres.
Insigal lica de diversos graos.
do luiilin, tartornga, madrepcrola e
metal
Cosmorama c: ni 2V vistas e diorama para 50.
oscopios com vistas de operas completes ;
T,,)y;,.i ,. ,|. i) alo, baritas a trote e
itro artig is que s coma vista.
Ka ra do \ i.-t >i i: ji/1
Brancas e de-cores para meninos, meninas, ho-
mens e senhoras.
ii: la
De cores para m^ nios, meninas Uomens e se-
nhoras.
DE SEDA
Carmczim e rxas para padres, capells milita-
re, conegos e bispp.
No bazar Victoria, rua do Barao da Victoria
numero 2.
MACHINAS
DE
COSTURA
I
f
^iivros a v
onda
Aos Sys. acadmicos
Vende-? as ?ewm>s otras de direito, historia
a litteratiira, por coinmodog procos:
4-s-i<: -Ureil Omimercii
Villiaun..: ll-vil iiini franpaae.
I.mi'. Blanc:'Histoire dedixanns.
Tattel :Di'iil dps ;
itura : I." I'.iuviiir public.
Pirlers: -Cotin 'I; droil natureJ.
iber :-D
pgron : C rnmeree.
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costora, das momore; qoalidades qae existe
na America, .das quap; mentas j 89o bem
conhecidas polos seu"autoreo, cmo sejao;
WbIIot A Wdson. Grover ri Boka, Silen-
ciosas, Weed e impenas e outras muias
qoe com a tbu -deverao agradar ios com-
pradores.
rvSiaa macuinas tem a vanta^em de fazar
n trabamo f-zer diariamente e cozem com tanta per-
feic3o como ar> maispenfeilas coslureirae.
Garntele a Sus boa qna'ladoe ensina-ke
3 t; abalhai'cora perfeicSo em menos d njna
hdr, e os precos sao t5o comraodoe que
d"Vrt'ni agradar aos prcfunJcWes,
Moraes b Irmo
Em seu cscriptorio rua da Madre Deus
n. 5, 1." andar, tem para vender'por preco
commodo :
Vinbo do Porto superior engarrafado.
Cerveja Bass.
Cha verdo miudinlio de auperior qufili-
dade.______
VEHDE-SE
urna casa de taipa com um terreno1 proprio com
60 palmos de frente e 4C0 de fundo, tein 2 fren-
Vende-so urna armario cora vidra?a e eaixSes, tes, urna para o becco do Epinheiro e outra para
jteta typographt acharao eaas obras para so- propria para deposito'rie padaria qu eigarrelro a rua Nava : a tratar na rua larga ooTosailiq
t endidas. a tratar ao rua do Bario da Victoria n, 55. I n. ti, fabrica de Cigarros.
Nuil lbralo.
A loja da Agut branca rua do Duque de
Casias n. 56, rceebeu-uma pequea porcao de-
diademas e adereros de nidreperola, obras de-
apurado gasto.
Perfeita novicfode.
Grampos cora borboletas, bprouros e gafa-
nbotos doitrados e coloridos.
A toja da aguia branca, rua de Daque de
Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gfanht6s, o (|Ue de eerto
perfeita novid de. A quantfdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollmhasornadaseom
pelucia ou. arminho
A loja-tf aguia bracea rua' Durrae de Caxias
- 50, receben urna pequea quantWade de boni-
s e novas goltinhas, rrabatho de la e-seda, cn-
neitadas com arminho, obras estas de milito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja- da agnia -braaea, rua do Duque de
Caxias n. 50, receben Mvamcnte bonhos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assint orno
novos diademas de ac, e como sempre^ conti-
na a vendo-Ios por precos razoaveis.
Caixinhas com pos douradps
e pratoados, para caMlos.
Vende-se na loja da A^nia Branca rua do Dn-
que do Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
ontras cores.
A loja da Aguia Branca, rua Duqira de Ca-
xias n. 50, receben novo sortimento ce. luvas de
pellica, pretas e de oujias cores.
Xarope d'agro do Para
- Antigoe coneeituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a pbtysica, broachites, asthma, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vendo-sc na phamvacia e drogara de Bar-
tholomeu &C, rua Larga do Rosario n. 54.
TASSO fMlC.
Em sous armazens rua do Araorim
n. 37 e caes- do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos :
Tijolos encarnados sextavos para adrilho.
Canos de barro para esgnto.
Cimento Portland.
Cimento Ilvdrauliec.
Machinas de desoarocar algoda>.
Macliinas do padaria.
Potassa da Hussia em barril.
Phosphoros de era.
Saga em gaiTnfiJes.
Sevadinha em garrafoes.
Leutihas em garrafoes.
Bhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Tinao do Porto superior, di o.
Vinho dr Bordeatix,-dito.
Vinho de Snnerry.
Vinho da Madeira'.
Potes com hnguas e dobraa* ingiezas.
Licores fiues sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez..
Barris com repolho em salmoura-
, BICHAS DE HaMBUMO
As mais recentes e aielhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomcu A C, rua Larga dugario o Un. 34.
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
nWECCT SHOST
nica, hygienica, radical eiufallivol na cu-
ra das gonorhe.is, flores biMiieas e fluxos de
toda especie, rocemos ou chrouicas; e que
oerece como garautiadesalutaresresaltados
a continuada applicago que sempre com a
maior vantagevi se tem feito della nos JiOs-
pita.es do Taris.
Unic deposito paaao Brasil, Bartholome
& C, rua Larga do Rosario n. 84.
Casas para vender-so
Vende-se duas casas terreas, sendo
urna ua rua do Padre Floriano n 75, com
oto e inuitos commodos para familia, e
'nina dita no berco d^Lama n. 18 : ipiem
uizer, dirija se a rua da Cadeia do Kecife n. 60,
anaar.
no empenho ile bem servir aos seus fregueses e
ao publico era geral tem procurado pro ver-se do
Jue ha de melbor e da ultima moda nos mrca-
os de Europa para^ expo-lo aqai venda, cer-
I9 de que 09 seas rtigos serlo bem apreciados
petos amantes do b<>m e barato ; passa a enna
merar alguns d'ei#e elles, como sejam :
ALB>S, os mais ricos que tem viudo a este
mercado, eom capas de madreperola,
tartaruga, marfiui, velludo e chagrn.
ADERTT-COS pretos e witas proprias para luto ;
assim c iiicr, lun bonuo sortitnenlo de
ditos de plaif, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOBS p'ra puniros, o que se p*de desejar de
Kihor em ph-wn,, tartaruga, nadre-
perola, maiiim e BOLCAS de vellodo, seda, r>.-Hi.< e chagrn, o-que
ha'tte mais moderno e Indas.
BICOS de seda e de algodaivtanto brinco edmoj
prto, de variado* desenhos
CASSOLETAS partas de melv) e d madrea
rolas
CAIXINHAS pan costura, ninio riras e de di"
versos- fo*m tos, tUV BMica o se.n>
PtJde obter em ponco lempo com o aso do melbor dos licorea armada
HESPEUDINA
Faz"oiio annos qae conbecido este precioso tnico, difcil echar una piara
que, tondo experimentado pessoalmente, nao falle em sen favor, i como Don eakaaaca
e apetisador, tomando om caiix della aotes de jantar, oo como facilitador da difttta
tomando-se depois.
A BASE
da HESPERID1NA a LARANJA AMARGA, Dio ha um 16 habitante do BRASIL (a Ierre
especial das laranjaa) qne c3c conbeca as propriedadea medicioaea da dooradi frocta.
ora bem, a
UUIttiUU
em seo estado natnral tem om gosto pouco agradavel, e o mrito da Hesperidma coi-
siste em reter toas boas propriedades, e ao mesmo lempo spreeeola-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPEUDINA como INDUSTRIA NACIONAL n9o tem nada que mv>ar aa
melbores imporlaces europeas de eatbegoria semelbanle. Estas, qnaido aoito, poda
ser gostosas, porm a Hesperidina a combiDacao perfeita do
AGBADAVEL E SAODAVEL
Para pro va da qoa om artigo do qual pde-ss ter mteira coofiaoca, aor aar por-
e innocente, basta dizer-ae qne foi plenamente approvaxh e aoloriaada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittiado soa livre elaborado no imperio; outra
"BOA PRO VA
a acceitacSo geral qne tem em todas as partea onde aprtsentaa. Ea 1861 ecteac-
lecea-ae a primeira fabrica em Boenos-Arres; em 1869.a aegoada em Montevideo;
no dn da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaagoroc-ae a maria qoa actsaiaento
trababa na corte. Em Valparaiio e em toda a crnti do PaeiSeo Um boa aecaacio
tanto c^e rara a casa qae considera completo sea aparador star sai garrafa 4a
mai
DE-ADEMAS, neste- genero a Redil ta apr-
senla am> grande e liseto *wtimenta
capaz t*- satisfazer os captvrhos de
qualquer seuhora por jhii* tsigeate
que seja.
RT-BOliyET de nmdrtperola. maata e osso,
este nuvobjeeio indispi^lsavet as se-
nhoras do bou tom, aliiD'do aspirar
11 aroma das-flores sem o irMoiwenien-
te de nodOTWi as luvas, oi>mancha-
ivm as delicada miios.
PENTES de Uutaruga, do niariim e de taatoy pa-
ra alisai- os cabellos e tirar bidim.
raPH'NfAHIAS. E' salWO do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de tino
odor dos mais- afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygieDk) Ci>n-
dray, Gosne-j- e llimel, qne incnui-
bido da escolhados aromas ruis-betn
accitos pela sociedade elegante x
l->nr.j|Ki, e (mi.--- tanto, aeliam-se na
possibilidad.) de bem servir aos-uniaa-
tes dos perfumes.
A PSEDiLECTA deixa de enumerar ubis in-
mensidade de artigos, alim de nao-man-
sar aos leitores e se nede a benevo-
lencia do iv|ieitavei publico em di-
nigir-SQ rua' d 1 abug n. 1 A, pa-
ra onvocer-se anude pode remprar
o qne bom e !*rato, assini como:
FACMAS-rkas e modernas e Ui(|iiii e autgurio
tata.
VESTIMENTflS. Ricos vesthnentos para merinos,.
por baraliisimo preeo.
FLORBSr A Predilecta prima etn conservar um
baBa sortimento de llores ao alcnnce
de qualcpier bo!a ainda (pie naoes-
. teja bem reptela de diimeiro.
FITAS.- ja. bem sabido do publico que s na
Predilecta qu podeiB encontrar um.
gtoMfe sortimenm de filas de sotn,
tafeta, velludo, Unbo e de algodao, pop
ootumodo p:eco.
GRMFOS de tartaruga, uaiai-rao de.-tes, [ga-
tee a c'e tns, o ojoa-se pode desejar-
lie mais moderno- o bonito.
GRAVABAS de seda e de eambrata para sei>:>;ra,
tafos e golinhas t'e bonitas cores, Uim-
bem tem nm bom sorimenl de hbu
vatas e rebatas |x;ra l>mem.
JAPSOS de porcelana o de vidro muito benitos-
para ornatos de sala
Mei s de seda, do 4 e de algodo, pa-
ra seuhora, meaioaa e homem.
LEQUES.- Ricos leques de aaaVaperola, tarlaraga,
marfni e de os.^o, os mais modtnoa e
por barato preco.
LITAS e pellica, de seda e-do algodm, para
homem e senhora.
LI\TOSc-para missa, a Predileeta aprsenla. es-
culla do respeitvel publico um Cello
soi (ment destes livros com capas de
madreperola. tartaruga, marfim,. <*>jso,
O Bomem tzfoo toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bamem doer.is toma Hesperidina para obter

O homem dbil toma Hesperidina para obter
af^OattCJA
Nos bailes as douzs-Has e os mogos tomam a Hesperidina par' abter boa cor
aDJffiKi'o dorante oa loncos gvros da
BARRO&- JNIOR C, roa do Vigano Tenorio n. 7, I* andar, swberaa tra
gr&ade eapeciSoo, e vendem-no noa depo3ilos seguintea :
Joaquim Ferreira Lehp, rna da Imperatriz.
Zeferino Carueiro, rua do Comroercio.
Marcelino Jo? GoneaNea da Fonle, roa da Cadeia n. i.
Amonio Gomes Pires- dr C., rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires 4- C., caos 22 Novembro.
Games & Iraio hoie! da Passagem.

M Samuel Powei? Johns-
do Apollo h. ZS
m
pmRvt* do Apollo h. US e 40
^.~< Pni 3Cient^ ans seus as^nezas que teem
&3 icsdado o seu deposito de maeaaa2.s a va-
0 pu, moendas e laxas da muito acreditada
fakrica de LowHour para rja n Apollo n.
38 8 40, oiids oorrtinaam ter o ido sor-
iimoDio do cosaco.
velludo e
razoaveis.
ehagra, |Mir precoz mui
Formas o ferro.
.Folhas de Fiandres.
Vidros para vidraQa.
stanbo'm verguinha.
Cliumbo em lenQol.
Na rua do Mrquez de
Olinda n. 4> armazem de Sil-
va Barroca & Filhos.
INbvicfada
A Predilecta, rua do Cahug. n. I As aaaba
de re-eber pelo oliimo | ropa, um bello lortimeMa de corpinbos do osin-
braia bordados para seuboras e meninas, golli-
nhns e punhos lamben bordados e de phantazia,
sai;a bordadas, ditas eoai entremeios para seubo-
ras, bonitas calcinhas de diversos tapadinl^s
e transparentes para meninas, que todo aadtti
^Kir barato preco.
'-'y ,*.
m
0
da fnrJifP i gtral fat
eieutM aos euhor .d t-ugenho t^
pan*, qne teem 8stabi>!er>i'o m fjadi-
,-ao de toro e bronae a rna do Bruta, jun-
io a e^layao des h.md, on4 apcuafia
qaalquer obrx d?. ec; ro e pramptidin.
Os HtMMa refiam-.v pe**os qn qmii-
Psaem seianta tambam qi.9 td-' feito nm aam Mar w -i kh mttico de aaaa*
arra-ajo com a .aadifo gra!, polj. qoa po-
de oftereoer-M >>ara aaaetar anatqaer
maaiiiDismo e siesmo garanti o.
rara a- amainaa aa dos Srs. Ja-
duoI Piiwr Ji--j.-UtB-Ji ; a tu* do arjrt
lo n. 'id 40. onde *far.>> pesgu a^ii-
;ad.i com qum poma aNada*w.
Apparelhj. }:& fDncaV a.-s-.v, rio svani.
VVESTON AL
nicos a*tas rn PwttaniHKO a foodifM aera.
Para tratar eai seu esorioiorw rua di m '> n.
h 40.
^
GRANDE LIQU1DACA0 NO BARATEIRO
be
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE -
LourencoPereira MendesGuimaraes
Cha preto e verde
Ha sempre venda em retalho, na loja da rua
estreita do Rosario n. 12, cha preto e verde de to-
das as qualidades, e algum chegado ltimamente
da Europa ; tem de todo pr*?o, vontade do
comprador-, e sempre de boa qualidado. porque 6
de eneoromenda propria.
Vinho do Forto superior
Na loja de livros da rua estreita do Rosario n.
ti, tem para vender, em caixa de dtizia, vinbo
do Porto, e que por sua boa qnalidade e preco
barato preferirel a ootro tpialqne Este vmht)
ainda nao conbecido nesta proviimia e sim no
Rio de Janeiro, onde consom para mais de 5,0(10
caixas por anno. A elle, os amadores da boa
pinga, antes que se acabo.__________
Farinha de mandioca.
A memr do mercado.'
Vende J. F. S. Goimbra Guimaraes : rua do
Marquez_de liada n. 1. andar.___________
Cassas avariadas a 240 rs.
o 'corado.
O Pavaa vende flnissioja& cassas francezas de
coces com os mais delicados padrOes, por torta
um pequeo toque de avaria de ana doce, "pelo
barato pre.-o do d07.e vintens o eovado. pecobi-
clia : na loja do Pavo, rua da Imiieratriz- n.
0;______________
Ven-ese uiiu casa de pedra o cal, na rua
de & Miguel n. 183, nos Alagados : para ver, pa
rece c nieia da mesma, c a tratar na rua do Ca-
laig n. 2 R.
C \SK.MIRA TRETA A 2-^500 0 CORTE.
Vende-se -cortesde casemira preta parac-J-
ras de homem a 2-3-500, 4^300, 5 e 6?600.
PANNO PRETO FINO A 25500.
Vende-se panno enfestado proprio para
calcas o palitt&a 2J500, 35, 49 e 5-^009 o
eovado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fio* a 500 e C40 rs.
o eovado.
CORTES DE BRIM 1J5500. -
Vertde-6e cortes de brtm para calcas-"de
bomem a U?500 e 25000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vpude-se chitas francezas togas, para
vestido a 240, 280, 320 e 300 rs. o eovado.
CHITAS TARA C0BERTA A 280 RS.
Vende-se chita Cuas para cobertas a 280
rs. a- eovado.
. MUSSELINA DE CORES A 4*0 RS.s
\ende-se musselina linas, do cores para
vestidos a 400 rs. o eovado.
FUSTAO BRANCO A 3ao= R9.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o eovado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas d cores muito finas a 300
e 400 rs. acorado.
CAMBRAIA BAPTISTA A .400 RS.
Vend,e-se cambraia baptista para vestidos
de seuhora a 400 rs. o eovado.
Fio de aJgodao da Babia e cal de. Lisboa, re-
aentemente chegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquim Jo Goncalves MtrSo & Fi-
ho, rua do. i romniercio n. 5.
COLXAS DE FISTAUA 2^500.
Vende-se col.tas de fusto, do c- r
2-TjOO cada uiua.
COBERTORB IE I'KI.I.OS A 15200.
Vende-so cuburtures de iiellcs e papado*
a l^JOOo 1JM00.
SAIAS- BRANCAS A 2T000.
Vende-se saias brancas o de coree a 2vC-)a
e 25500.
TOAI.HAS A 800 RS.
Vende-se-toalhas felpudas proprias para
rosto a 80Q rs. cada una.
BOLSAS PARA VIACENS A 35000.
Vonde-so bolsas para viocen.ta 35, 35500
a rooo.
I.ENCS BRANCOS A 25000 A IHZIA.
Venderse loncos brancos a 25000 a du-
zia.
GhOSDENAPLES PRETO A 1500
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 15800, 25, 25500, 35, 45O00 e 55000 o
eovado.
aUDAPOO F1N A 45000.
Vende-so pe^as de madapolio, a 45000,
45500, 55, 65, 75000 e 85000.
ALG0R0 A 45000.
Vende-sc pe^as de algodo b">m a 49,
45500, 55, e 65000.
ALGODO EFE8TAPO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 900 i, o
metro.
w jCaO'm7' Ano-.
Herin asselinado do'todas as Cvres, propalo
para vestidos, a WO rs.' o eovado : na rna do
Crespo n. 20, loja de GtfBheMne C di Cnnha 4
Onipanhia.
linl'p do tio.
VenA. Joaquim, F. S. Coimbra Guimaraes: na
n a.lalrqute de Olmta^n. 3/- i. andar.
Vende-se
pes de (freas de d versas qualidades, j em
cestos proprios para imirtar-se, por preco commo-
do, no sitio junto a entrada do encanarento, em
Vende-so o lio existente aa traveaa
dos Remedios, freguezia dos Afogadoa, n.
21, hoje becco da trawsssa dos Remadiosa.
18 (em cbio proprio) i qwem o pretendern-
Parnameirim, mailo boa goma de ararut em S. Francisco desta nd
como queui
por?o e a retaHio : na ra"Duque de Caxas an- Tai P31"* rua ,**"a-
tiga das Crnraajn 34. '' Lar~r3-------------j-,-----------
- Vende-selijio mulatiaJio em saceos e a re- f* ^Tinha de liandlOCa a 3| O
tamo por menos preco db que em mitra qualgaer
paite, na rua da Praian. t.
I.ivraria de Dr. Antonio Rangel de Torres
Bandeifa.
Vende-si> os livros que foram do Dr. Antonio
Rangel de Torres Bandeira, 0 uonie Ilustre da-
Selle que foi seu dono, reeommemlacao segura j
importancia dos mesmos livros,'que seio ven-
didos |ior menos de seu valor, rua do Coronel
Suassuna, sobrado n, 144, i- andar, jnnto a sgraja
dos Manyrio.
sacco.
Xa rna da Madre -de Dao*
taaato nao se acaba.
.71
4 PBFIA
^arca"2R Marca
lata*

Vendo-e em easa de^",
do Cofluneroo 1. id.


"
-' '
Diario de Pernambueo Ter^a fek*,22 de Abril de 1*873.


*
.

i
.MDES NOVIBADES
Em fazendas de gosto
E
n
DO iPAVO
N. 60 Ruadaimperatriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA & GUIMARAES
Os propnetrios desto importante estabelecimnto, participam ao respeitavel publico
tiesta eidadc e aos seus numerosos freguezes que acabam de reeeber polos ltimos vapo-
res do Europa, uta grande sortimento das mais lindas e mais modorrtas fazendas de gosto
e muita phantasia para vestidos de sc'iihoras e meninos, assim como tambcm um grande
sortimento das memores fazendas de lei, que so vendem por presos muito cm conta, s
com o fim de apurar dinheiro.
As pessoas que negociam em pequea escala, neste estabelecimnto podero fazer
os seus sorti.nentos, porque se Ihes Tender pelosprecoS que comprara as casas estran-
geiras ; de todas as faeendas se do amostras, deixando penhor, ou mandam-se' levar em
casa das Exmas. familias pelos caxeiros.
Este estabelecimnto est constantemente aborto das 6 horas da manha ds 9 da noute.
/ JHXIlU^ BURNOUS A 1*000.
tlM.'l.iAllMLij o Pava o recebeu pelo ultimo vapor de
A 13o00, 15200, 800 e640rs. I Europa, burnoos" dos mais lindos gostos
O Pavo recebeu um brilhante sortimento qUo ate boje sao conhecidos e em relacao
das mais birlas granadines preta-com dei-'sua cxcessivN barateza, convidam-se as
cadas listrasde aires e pretas, que vende polo Exmas. Sras. para verem o que ha do mais
barato precio de 1*500 o c >vado. Ditas to- novidade neste artigo,
das de cores com listras miudinhas fin urna BRAMANTES PARA LENCOES.
s cor a 1*200 e 1*000 o r-ovado. Ditas o Pavao vende superior bramantj de al-
pretas com listras do seda rotas a 800 rs. Di- gbdo,tendo 10 palmos de largura, queso
tas pretas com listras brancas, azues o ver- precisa de 1'I/i vara para um longol a
US
des a OVO rs. o c irado. Assim como boni-
tas barejes de se>la para vusfolos com as
ms lindas coros a 19000. K' pechincha,
na loja do Pavao.
PGUPEId.NAS A !>(O0 E 29*00 O COV \ 90.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
Jas mais lidas poupettftas de seda com os
1*600 o metro ou 1*800 a vara.
Dito Jo lhho fino superior e muito en-
corpa lo, .ou a mesilla largura a 2*100 a
vara.
Ditos francezos muito tinos a 2*500 e
ftQQ'O.
Pecas de Hamburgo e panno ile buho, ten-
mais lindos dcsciilios e mais bonitas cores, do c >m 20 c 30 varas para todos os procos
0 e 2*000. i e qualidados"
SEDAS DE CORES A 2*500- RS, | duss de bretanha le puro liuho, tendo 30
O Pavo recebeu m bonito sortimento jardas, pelos procos mais baratos que setem
das mais Jindas s buhas de urna s cor com visto.
delicados desodlos itiudinhos, que vende a j Pechincha de iinissimo esguio e sile'rio
29500 oc .vado. Ditas com Hstrinhas, mui-'ccm ( jardas a 7*000.
to boa fazenda a 29000. E' pechincha, na Pecas de fiuiisimo silerio com 30 jardas
na loja do Pavao. a 35*000.
CAMBRAIS ASERTAS A 9* E 10*000
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cembraias brancas abortas,
bordadas para vestido, que vende pelo barato
preco de 9* e 10*000 o cort, temi fazenda
bastante para vestid i. E' pechincha, na leya
do Pavo ra da lmpera*Ma n. 60.
LAZINHAS BOUDVDASA 400 RS,
O C0VAD6.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais lindes lzinhas transparentes -com
llorinhas, bordadas, tendo d todas ascres
inclusivcl rompa propria.para viuva, e ven-
do pelo baratissimo preco de iOO rs. o co-
vado. E' pechincha, na-loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS.
O Pava vondo um bonito sortimento de
lzinhas listradas sendo das mais modernas
que tem viudo ao increado, pelo baratissimo
preso de 60 o 600 o rs. o covado. E' pe-
chincha, na loja do Pavao ra da Tmpe-
ratriz n. 00.
4LPACAS LAVRADAS A 640 RS. O (-OVADO.
Chegou para a loja do Pavao um elegante
sortimente das mais lindas alpacas lavradas
de cores endo as coros mais modernas que
tem viudo para vestidos, e vende-se pelo ba-
ratissimo preco de 610 rs. o covado. E'
pechincha, ua loja doJ'avo.
CASSAS FRANCEZAS A 600 EC40RS. 0
METRO.
O Pavilo recebeu um magnifico sortimen-
to das ais lindas cseas franiezas., de cor,
cornos mais bonitos dtiseuhos miios
raudos, tendo padree* escuras c outros que
servem para luto, e reede a 600 e 610 rs.
? metro ou 360 o 400 rs. o covado.
ZINHAS MODERNAS COM LISTRA DE
SEDA A 640 rs. e 1*200.
O Pave recebeu um elegante sortimento
de las com listras Jo se:a assetinada, sendo
..- imiis modernas que tem viudo ao merca-
do e comes mais delicadas coros, e vendo
pelos baratos procos de tfiO rs e HtOO.
tssiftl como outras muito bonitas com listras
seta ser de seda, que vendo ajSOO, 60 o 800
rs., todas ettas las sao modVniSSimas. E'
pechincha, na loja do Pavo.
0.(asul'10. 3.HO,393i'3SS *.
O Pavo recebeu um grande sortimuiuvde
feitas decores fixas, que ven le pelos bara-
tos prec s le 210 o 280 rs. o covado. Ditas
-escuras fazcudu muito superior, com nevos
padres a 320 e 360 rs. o covado.
Ditas muit i tinas padres claros cm teei-
4o9 de percales, com barra da cor ao lado e
sera ella a 360 e 00 re.
Ditas pretas cun lecido de cretona, iazen-
ld muito superior a 3.0 e 460 rs. o co-
vado.
Ditas de cores, miudinhas, proprias para
roupa de criancas a 360 rs. o covado. E'
pechiacba, na loja do Pavo.
fu|tiius a & O Pavo recebeu um elegante sortimento
/'as mais modernas baptistas de cores com
padres miudiuhos e grados sondo proprios
para vestidos e roupa de enanca, pelo bara-
lissimo preco de 500 rs. o covado, affianc.an-
do ser grande pechincha !
Cortes FUNDIC.0 DE FERIO E BMZE
FABRICA DE MACHINAS
4' na i) Mh 4) Tttaupfia (ras* d?>\mi ira. Ma
CARDOSO 1RMA0
AVISAM aos Srs. de engenhose ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortimento de ferrngens para etigenhos e para lavoura.e qiiaesquer outros usos
i misteres da industria agrcola, o quo tudo vendem por procos razoaveis.
FOrmaS para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos lmannos.
VaOrCS ^or'solllaos c vurtieaos j bem conlwcidos nesta provincia e fra della
" melhores que teom vindo a este mercado.
jlOenaS completas d diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS moentlaS para assentarcm grades d#madeira.
laiXaS e ierro d0 ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
LOdaS d agua j0 diversos tamanhos.
Rudas dentadas do diversos tamanhos c qualidades.
CoTlrerto^ concertara com promptido quulquer obra ou machina, para o que teem
^ sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Mandam vir por encommenda da Europa, qualquor riacbinismo,
para o quo so correspondem com urna rospeiitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbera-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F U N-D I C A 0 D E GARBOSO & I R M O
T No armazen p^-z':,:h Travessa do Corpo /
n '-;-?- Santo N. 25.
- \

Esmera Ida
V vM -;
Acaba de chegar a este estabelecimnto um importante sortimento de jotos
tiuro, do melhor gosto e qualidade que tem vindo neste gonero, como ca^solctas d
nix com lettras de diamantes o pinturas linas, aderocos c meios aderecos com I '
as, etc., etc.
Rclogios de ouro, de dUTcrentcs gostos c qualidadcs para homens o ieali
pre?o de 40*000 at 300*OW, sendo estes ltimos de naciiinismo mais apork'i;oado
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 16T000 e 40000.
RA DO CABULA N. 6
MOREIRA DUARTl & C.
vida O i'avao recebeu [Hilo ultimo vapor de
Europa, cortes de cambraia branca-com ba-
badmbos ricamente bordados, tundo fazenda
-, i: iente para vestid>. dequalquer modelo,
- vestidos sao os mais modernos que tem
vi.i!:> ao morcado, e pela sua excessiva ba-
.'te/a tornam-se recommendaveis as senho-
fas de bom gosto.
:;;:oscom babados do cor, tendo 20 me-
. le babad s a 9*000. E' grande pe-
dia, no B.i.r do Pavo ra da Impe-
n. 60.
?TE8 DE "'.'!R U \ BORAWW.
i i'avo recebeu os mais ricos corles'de*
a c!v.-aia branca bordados para vestido, que
rende pelo barato preco de 20$ e St>^f>O.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA.
t 'avao recebeu ura'liudo corle de cam-
brdi.i branca com listras assetinadas'? que
*eri le pdo batato pre^o de 63000.
Hitos cira listras de cOres, tendo 8 varas a
fleZflWOO. E' pechincha.
ESPUITILHOS.
O -fatao recebeu um grande sortimento
de i'sparulhos tasto para senhora como para
menina, tjufc vende pelo barato pre.o de
3*000.
Ditos muito finos a 4 e'3?S000. Sao dos
mais Biodoriios. que tem yindo
tado.
Atoalhado adamascado com 8 palmos Je
largura a 29000 a vara.
Calcas Ir rusciiilra.
O "Pavao tc'm um grande sortimento de
c;dcas de casemira, assim como cortes os
mais modernos que em vindo nos ltimos
figurinos e em fazenda, dos mais linos e
mais nevos que tem vindo ao mercado, e
vonde-se por barato proco para apurar di-
nheiro, assim como calcas de brim branco e
do cores, por preces muito razoavois,
LENCOS ABA1NUAD0S A 19800 E 29000.-
0 Pavo vende duzias de lencos brancas
abainhados, sendo fazenda muito boa, polo *
barato preco de 29000'aduzia.
Ditos tambem abainhados, com beira de
cOr a 19800.
Ditos grandes, fazenda muito lina, sendo
todos brancos a 39000,
Dito de cambraia branca, sendo em peca
a 39000.
MEIAS CIUAS A 49 E 3900;) A DLZIA.
O Pavo-vende duxiasde meiascruas, in-
glezas pelo barato preco do 4IMMH) o-^OO.
Assim como ditas muito finas e muito en-
corpadosa4i?W)00, 7,-000,89000 e 109000,
o um grande soiiimento de raeias inglezas e
trancezas, para senboras, que se vemle por
pre<;o muito comraodo.
MADAPOLVO PRA9CEZ a 69000 E 7C".00.
O Pavo vende pecas de madapol&o tran-
cez, que semprese vendeu por muito mais
dinheiro e lquida-e pelo baratissimo prego
li?900 e 79000, por ter i'eiio urna grande
j.npra. E' pechiacha.
, Algouaoziuho a 4--T4SOO.
O Pavo vende pecas te algodaozinho,
muito boa fazenda, pelo barato preco de
49 e 59000.
Dito largo muito enoorpado, proprio para
toalhas e lencos a .69000 e 79000.
CAMBRAAS.
O Pavo vende cortes de cambraia trans-
parente propria para .vestidos a 29500 o
39000.
Pecas de dita muito fina, com 10 jarda,
tapada como transparente a 49, 59 o 69000s
at a mais fina que vem ao mercado.
PANNOS DE CROCHET PARA CADEIRAS.
O Pavao tem um grande sortimento de
pannos de crochet pruprios para cadeir.i de
balanco, para ditas deguarraco e para so-
f, que se vendem muito em conta.
COLXAS DE CROCHET A 09 E 89000.
O Pavao vende colxas de crochet proprias
para cama de casal, pelo baratissimo prec/}
de G9 o 89000.
Ditas de fustao ncolxoadas, sendo de co-
res e brancas, pelo barato preco de 69000.
E grande soriimeii'.o de ditas de. damasco',
cretone e de chita, que vende por procos
muito razoaveis.
CORTES DE PERCAELES COM DEAS SAIAS
a 49000.
0 l'avo vende bonitos cortes de percalles
com duas saias, sendo fazenda de muito gos-
to a 4^000; -E' pechincha ua loja do Pa-
vao ra da Imperatriz n. 60.
BOTINAS PARA SENHORA, A 49000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n. .60.
Pereira da Silva i Guimares receberam
pelo ultimo vapor de Europa um elegante
sortimento de botinas pretas e com delicados
enfeites de cor, proprias para senhora, garan-
tindo-se serem das mais modernas que ha
no increado, assim como a boa qualidade,
por terem sido remettidas por um dos me-
lhores fabricantes de Pars, e vende-se pelo
barato prego do 69, na loja do Pavo.
SAIA8 BORDADAS A 59, 6d e 89000.
0 Pavo vende saias ricamente bordadas
de 4 pannos cada urna, pelos baratissimos
presos de 59, 69 e 89000.
Ditas de um panno s e uum muita rodas
guarnecida.de pregas, pelos baratos preco,
!! 29OO0 e 29W0.
Ditas com guarniyo dtip'e^as e borla-
dos a 39500. -'i,
tl^odaa ufestado a f?1M>0 a
vara.
O Pavo vende algodj americano enfus-
tado e muito enoorpado, proprio para toa-
Iha e lences, pelo barato pregone 19000 a
vara.
0to francez sendo trancado e muit euT
corpado, pelo baratissimo prego de 19280 o
metro.
Casemira a 9OOO e .9QOO.
0 Pava) vende cortes de casomira france-
za, sendo fazenda muito superior que soni-
pre se vendeu por mais dinheirc, e liqui-
ao mer- dam-6e a 79000 o corte.
' Ditos a G9000. .
Vapores locomoveis Je forga de 2 a 4 ravallos.
'."nvkis para machinas.
tVflfaH de (lveros tamanhos.
".-i pUe ira cotiertos e carro?.
SdMS di: luslro para gm lama.
*entas de lauca para carro.
Hicot>'s para Varro.
GalOes largo e e*treto para carro.
i'iegos com cabega 4c rnarfim, ideni.

'^'^!i'l'--> ^.E
rr-.

29.
Sua
aque ne nunai n.
Os proprietarios desle bm rr- -nt.^do jst^bi-'.leciaeato scieoiiticam jo
respeitavel publico nu provincia qa* se tcbtn c ust um veR-do "e coiapito wrt
oieuto do movis, tanto naoQbaes com? eeUwigeiros, iado estes oscolhidos por om doi
osoe que se acha sctuimenk- rs P.nvutn. meNfuo te coutractado com os caelhoret
rbriGantes daqueilecoDDeute a ceitotBM <*s riow aaobiliaa feitas all.
Na oScina tem os mais babea artistas' oestn getiero, o por isso pedoss qne te*
jdaoj visitar o eslat)eie-Donn, aesdt cnooi.tr a redidade do oe -te pode er.arni^K.-; ricas e coiupeas mobiHas de Jacaranda, magno, faia, cajy.alho, a-
aareii, etc, :c;' e elefantas ramas dm i-anSi, pao *enj, imarslc, f*r-,etc,gaards
vestido de amarilOi guarda loucs de [egbvi e ds amaroiio ooui campo oe potra, apa
radoro de dio dita, pe toilettes eapecialoawjte para fazer a barba, toilettes de jaca-
rando, aniareuo, -pedr. secreta'ia? j jaearaed a morocos-torecras -M mogao, san-
aario8, thear p.ra ooriar, berros, lavatorios com espfelbo, de pedra aiaKEor-o e seof.
peteacb?, caueiras |/rjv*4as, pides; te., etc.. e moitos otros argos quedeissmoi de
tue.tciosir por ee^iemar iwadonhf
M A LOJA BOM PASTOR
RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Ghristofle de Paris, fabricante de J^gP^
plaqueo mais acreditado na Europa, tanto na qualidadecou.o
na riqueza dos seus modelos.
t'aqueiros em caLia, colheres em duzia, aparelhos d- cha,
bandejas de todotamanho, galheiteiros,serpentinas, cas1i.i<^,
saleiras, fariuheiros.etc, etc.
Recebeu tambem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas viudas nesta praca.
Recebe encommenda para o Porto, I.yon e Taris.
Fabrica ileornameulos para grojas, e iwagtis gS
.Arados .para lavrar a Ierra.
Carriiiiios de mo.
Camas de ferro..
Cofres de ferro.
-Cestos d'arame pare fi
Foges de ferro,.
Baldes de ferro galvunisado.
Chepas de ferro galvanisdo para obrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balances, pesos e medidas.
m CASA BE SHAW'HAWKES & C.
RA DO BOM ES6 M. 4. -
Aderemos de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubins e prolas,
voltasde perola*.
COSTURA DE 1I0WE
BOIS PSITOS
SOARES lEIIE, ffiMAOS
NICOS AGENTES
Ra do Barao da Victoria u. 28
As mais simples, as mais baratas e as melliores do nm.idcu
Na exposigo de Paris, era 18CT, fui .
EUas Howe Jnior, a mcdalha de ouro o a cniideo
$So da Legio de Honra, por sercm es machi. | -
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a K. Howe Ju::i->r, n
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
tv -
tura.
A medalha de ouro na exposii,o de Uares acreditan
estas machinas.
A 90$00(L
Obras de ouro e y-j
prata' de todas as
ijudades.
NOVA LOJA DE JOAS
N. 2 ARoa do CabugrN. 2 A
tURO* ft I II .HO
Achando-se completamente reformado este 'estabeleeimentOj e
tendo os seus propnetrios ftito urn' importante* acqoisicib'de
joias as mis'modernas viadas ao mreado ode-qualdades'auparie-
res, convidam ao respeHavel pnblico a faer ama "visita ao- sen es-
tabelecimnto, afim de apreciar e toriipnar',uma -jan de gotoi por
pre?o razoavel.
Seda pura a 1|500 o covado.
Seda de cores de muito lindos o differentes padres, gostos modero s, pelejiaratis-
mo pjogo de J155P0 o covado, vend: na ra 1. de margo Haatig*do Gqesao) n,13, loja
das Columnas de Antonio Corra d# Vas con. ol os.
C:.be-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe d- Stitsf
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria u. 28, um deposito e
geral, para em Pernanibuco e mais provincias se venderem as afamadas machin..
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu tm:
empregando urna agulha rriais curta com a mesma qualidade de ludia que qualqr
e pela introduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente babilii
offerecer ao exame publico as melhores machtoas do mundo.
As vantagens deskts machinas sao as seyuintcs:
Primeira.O publico sabe que ellas s duradouras, para isto prova inconi:
circurastancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em
da mo.
Segunda.Contom o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fric^So entre as diversas pecas, e menos rpido c-trace
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permute que se examine o trabalho de ambos os lios, o que M au cuasege
as outras.
Seita.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um a ou'.i
e logo em sguida, sem modifica^se a tenso da linha, cozem a fazenda anai;
fina.
Stima.O compressr levantado com a maior facidade, quando se tem de mudar
de agulha ao coraejar nova costera.
Oitata.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de graadeaa e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras sonreren,
mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de How
adoptando a opinio d Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constanteraeak
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinat
por dia.
Cada maebma-acompanhalivretos com instruc^es em portugus.
A 90^>000 A 90^000
LEITE, IRMOS |
A'
Ra do -Baro da Victoria n. 28.

Lindos vestidos a 5S o corte
Superiores cortes de cassa de cor, de organdy e de percalia (
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 8$ cada corte,
metro de Marco (aatiga do Crespo) 0.13, loja das columnas de An:
rol] i
cellos.
Yaa-
>


8
Diario* de Pernambuco -dfcrca feira 22 de Abril de 1873.
LITTERaTUHA
Discurso sofc.ro a lliblin por J.
Douoso Cortes.
(Coneluso)
O verdadeiro typo, o exomplo verdadeiro
da tmilliernocnyrn^Ubecca, nem Dcbora,
uem Judith.nom a esposa do cntico dos can-
ticos, odorfera como uina tara cheia de per-
fumes. E' preciso procura-la mais longo, e
mais alto; preciso chegar a pleuitude (los
tempos.ao-cumpiimentodapromessa primiti-
va : para sorpivnder a leus formando o
typo perfeito da mulher, preciso clevar-se
ajea throno resplandecentedaMara. Ma-
ris urna creatura excepcional, mais bella
que toda a creacu. O hornera au digno
de tocar suas candidas vestes ; a turra nao
digna de beijar suas delicadas plantas,
sua alvura mais alva que a nevo que su
condensa sobre as Montanuas ; seu brilbo
excede ao das estrellas, Mara amada de
Deus, (dorada pelos homens, e servida pelos
anjos. O homem ama crotra nobra,
porque o senhor da trra, cdado do
co, lilho do Deus ; masa mulher est mais
cima e o eclipsa, porque Maria tem nomos
mais doces e attributos mais elevados: o
padre chama-a sua lilha e lhe enra emba-
xadores ; o Espirito Santo chama-a sua
esposa, e protege a com suas'azas ; o Filho
cbaina-a sua mi, e faz sua inora la em suas
sagradas enlranhas ; os serapbns compoom
sua corte, .os ecos chamain-ua sua llainha,
e os homens Nossa Senliora : ella naseeu
sein mancha, salvou o mundo, inorreusem
dr e viven sem peccado.
Eis-aqui a mulher, scnh.res, eis-aqui a
mullier. Em Mara feus santilcou-as to-
das ; as virgetis, porque ella foi virgen) ; as
esposas, porque ella foi esposa ; as viuvas,
porque ella foi viuva ; as (Ubis porque ella
foi lilha ; as mais, porque ella foi mi.
O christianismo operou no inunda gran-
des e prodigiosas maravilhas ; fez a paz
entre o co e a trra, destruioa escravidio ;
proclamou aliburdalee a fraternidade bu-
inaRU : porm, a mais prodigiosa de todas
as maravilhas, a que tem mais profunda-
mente nlluido sobre a constituigo da so-
ciedade domestica e da socielade civil, a
santifieago da mulher, proclamada do alto
] lo pro e contra todos, durante a paz e aj Seus principaes actores sao Deus* um I Jacob justo, a clemencia acompanha sem-
povo, a scena o mundo, os espectadflffe sao pre sua justca. Os deuses do OEdipo ni i
do evangelho.
Desde que Jess CUristo babitou entre
nos, nao foi mais licito ultrajar e insultar
os peccadores, porque seus peccados podem
ser apagado por suas lagrimas : O Salvador
dos homens torcru Magdalena sob sua pro-
tecc-o ; e, quando cbogod o da terrivel,
em que o sol obseureceu-se, o em que a
trra tremeu, acharam->se reunidos ao p
da cruz sua mi innocente, c a peccadora
arrependida, para nos fazer ver que os bra-
cos de seu amor eslao igualmente abortos
ao arrepen limeuto e innocencia.
J vimos como o sentimento religioso,
como o amor e a nogo completa ou des-
figurada ila divindade e da mulher azora
sobresahir as differeucas ussenciaes da poe-
sa bblica o da poesa pagan.
Para preeneber o objecto deste discurso,
resta-rae uio.->tnir-vos que incommensurayel
distancia existe entre as eonsttuices polti-
cas dos povos antigos os mais cultivados, c
a do povo depositario da relai.ao, e que
influencia estas coustiluigus differeiites tem
ex-i cirio sobre o carador da poesa dos
pagaos e dos hebreus.
J disse, o repito, que as tontos le toda
poesa grande o elevada sao Deus, o amol-
da mulher e o amor do povo ; desorteque
a poesa perde suas a/.as desde que os poetas
nao p dein beber a inspiraco n'estas fon-
tes puras o fecundas. Mas estes amores
nao existem ein sua pureza seniio com o
conhecimonto de Deus, e de toda sua gran
de/.a, da mulher de todas as grabas, do p vo
e de todas as suas lbenla les. E onde se
d o norae de Deus a urna creatura, de
mulher una escrava, de povo urna aris-
tocracia oppressva, pode-se allirmar, sem
medo de sor desmentido pelos fados, que
a poesia nao existe em tola sua magostado ;
ella est ausente como esta os amores que'
poderal inspirada. Ora, a unco do povo
o resultado das duas nocoos de assoeia-
<.So e de fraternidade. Sabis o que
um povo ? E" urna associacao deirmos ;
e por isso que a nocao do povo nao podu
coexistir no entendimento com a de escra-
vidio. Donde se segu que o povo nao
pode jamis existir senao as sociedades de-
positaras da dea de fraternidade, revolada
por D'jus ao povo hebreo, o por Jess
Christo aos omos povos. O que chamou-
se povo as repblicas gregas nunca foi
um verdadeiro povo, isto u.na associacao
de irmaos ; ora urna veaadeira aristocra-
cia, ou, o que a mesma cousa, urna asso-
ciacao de senhores.
Eis-aqui porque a poesia grega eminen-
temente aristocrtica. Homero canta os
res e os deuses1 ; diz-nos sua genealoga,
conta-nos suas aventuras ; descreve-nos
suas guerras,celebra seu nascimento.e chora!
sua morte.
Os humanos infortunios, e as paixoes hu-
manas, para serem elevados dignidade,
e altura dos sentimentos trgicos, deviam
ca'air sobre cabecas, e perturbar coracoes
de tronco reaLo de nobre linhagem. O
fratricidio nao seria um objecto trgico, se
es culpados nao se chamassem Eteocles e
Polinices, e se o sangue nao manchasse os
marmores do throno. O incesto nao seria
digno do throno se |a mulher incestuosa nao
se chamasse I'bedra ou Jacasta, ese o cri-
rne hediondo nao mauebasse o tbalamo
dos reis. Entre os gregos.-no era tal, ou
tal objecto que se podia dizer trgico, mas
nicamente tal ou tal personagem, e a tra-
gedia nao era esta voz de terror, este acer-
bo gemido que a humanidade deixa escapar
de seus labios, quando as paixoes as per-
turbara ; era a voz fatdica e aterradora que
returabava as reaes habitages, quando os
deuses queriam apresentar como espect-
culo ao mundo as fraquezas das dynastias,
e a fragilidade aos imperios. Se volvemos
agora as nossas vistas para o povo do Deus,
a grandeza e a novidade do espectculo nos
tocar de admirado. Este povo nao tira
sua origern dos semi-deuses, nem dos reis,
elle descende dos pastores. Os hebreus,
filhos de Ahrabo, delz a^ede Jacob.todos
sao irmaos : resgatados da servido do
Egypto, sao todos livres; sujeitos a um s
to**8, submettidos urna s le, sao todos
guaes. o povo de Deus o nico s.bre a
'guerra, sob o mperieiulteravel da j'ustica.
Os privilegs aristocrticos, as classes nobres
eram desconhocidas pelos hebreus, e seu
grande legislador tcmend que a desigual
distribuido das rquozas nao alterassem
com o lempo a sabia harmona de todas as
torcas socaes, collocadas em equilibrio,
instituto o jubileu que vinha restabelecor
peridicamente este justo e prudente equi-
librio,
Alm disto, deram a seus magistrados
supremos o nome dejuizes, para significar
sem duvilaqiieoolliciodestcs magistrados
era grande, e fazer ao mesmo tempj resuci-
tar a.le que Dous haviadalo por seus
propbetas, sem intervenco alguma de sua
razo particular, e.de seus caprichos incon-
siderados. A repblica se manleve por mili-
to lempo ueste estado, at o rita em que o
povo, sempre amigo das mu langas e dasj
navidades, mudou seu governo para monar-
chia, por um acto s lemne de sua vontade
soberana. Esta iniirianga foi todava mais
Ippafento que real : o rei lio herdou senao
a auloridade do juiz, limitada pela lei de
Deus, que era a liberdade do povo. O po-
vo o personagem trgico por excellencia
as tragedias bblicas. E' ao povo que se
dirigen] a promessa e ameaga ; o povo quo
aceita e saneciona a lei ; e povo que so
levanta ; elle que erige dolos eos alora,
que destroe os juizes e estabelece os reis,
que se abandona s superstices, e aos pre-
sagios, que abneos, o amalJit,da seus pro-
pbetas, e os eleva cima de todas as magis-
traturas, e que os faz morrer as torturas
as mais crueis ; que glorifica o Deus de
Israel, e acolhe cuna h\ ranos de louvor os
deuses do Egypto e de Dabylonia ; que collo-
cado entre aescolha das coleras do Senhor,
e de suas misericordias, renuncia, no exer-
cicio de sua vontade soberana, a suas mise-
ricor lias, e vai ao encontr de suas coleras.
Em Israel s ha o povo, e o poro prcenche
ludo ; Deus falla ao p^vo, Moyss falla ao
povo, os prophetas fallam ao povo, os sa-
cerdotes fallara aopovo, os reisservem o
povo ; e os proarios psalmos ri.s David,
quando nao exprimen] os gemidos de sua
alma, cantam o povo.
As pompas da monarchia duraran) pouco
e cahiram como a espuma. David e Salo-
man foram principes temantes a Deus, ami-
gos do povo, magnnimos na paz, felizes na
guerra. Seu imperio sobre Israel foi mo-
derado e justo, e sua prosperidade exceden
a seas desojos. Os ruis do Oriente visitaram
Salomo, o qual edilicou o templo do Se-
nhor, e o ornoii de ouro e podras preciosas ;
a nomoada de suas magnificencias e de sua
sabe loria sobrehumana espalhou-se por toda
a trra. Mas, depois d'estes felizes princi-
pes, a magostado do imperio comecou a de-
crescer c nao se levantou mais : as tribus se
dividirn), a santa uiiilarie do povo do Deus
despedacou-se, e de seis fragmentos forma-
ram-se dous imperios iuimigos, eutregues
ambos a moleza o aos prazeres: d'abi nas-
todas as naces ; as quaes assistem angus-
tiadas formidavel catastrophe. Entre esta
tragedia e a da Sophocles,-sera dallar da
distancia infinita que as sepas*. ?ba diffe-
reucas ; porm, as semeuaacas sao to
espantosas, que eu ojttarei intitula-la ;
OZdipo povoi (Edipo,jiivnba os inigmas
da Sphinge, e passa^pelo mais sabio e
mais prudente dos homens. O povo
ja leu, adivinha o enigma da bunjanida-
de, oc?ulto a todas as nage^ isto ,
a unidado de Deus, a unidade do genero
humano, e chamado por Jehovah a luz de
todos os povos. Os deuses do a (Edipo
a victoria sobre tolo os seus competiitores,
e o assentaram sobre o throno de Ybobas.
Jehovah conduz pela mo o povo hbreu
trra promettida, e o torna venceilOr do
todos os seus iriimigos. Os deuses, pela voz
dos orculos de Delphos, haviam annunado
a OEdipo, entro outras cousas horrSeis,
que elle sera oassassino de sen pai. ,who-
vah, pela voz dos orculos bblicos, hara
annuncia lo aos judeus que ellos dariam a
morte a seu Deus. Um homem morro pola
mao do (E lipo em um trilho retirado; um
homem morre pelas raaos do povo de Deus
O homem morto por idipo, era seu pai":
o homem morto pelo povo, era seu Deus.
Nao, ha senhores, neste simiter cadens,
das duas narracos, um nao sei o que, que
infunde um involuntario e profundo terror?
Vos bom o vistes; os mesmosorculos, as
mesmas catastrophes; agora des ver como
urna mesma ceguira torna igualmente ne-
vitaveis esta catastrophe e o cumprimeuto
(lestes orculos. OCdipo matou este homem
n'este trilho ; mas sua consciencia nao Ihe
fez lembrar a horrivel predi^o : o morto
um deseonhecido-, inn estrangero, e todo
mundo sabe -que o pai de (Edipo cbama-se
l'alvbo, e que mor muito longed'ahi. Os
judeus mataran) o homem de .N.izaroth;
crucificaram-o sobre o monte Calvaiio,
por cumulo de suas ignominias, collocanun-
110 entro dous ladrous. Entretanto suas
consciencias osto trMM{iillas seu Deiis
raes ileixaram outra consolaijao que sua An-
tigone; o Deus dos judeus, morren lo ro-
bre a cruz doixou ao povo deicda o poder
de resgatar seu crime o de se salvar. Entre
a tragedia de Sophocles e esta outra trage-
dia sem nome, e sem titulo, cuja maravi-
Ibosa grandeza, eu tratei de apresontar-vs
em toda sua terrivel magosta le, ha a mesma
distancia que entre os deuses pagaos e o
Deus^los hebreus, o Deus dos ehristaos j- a
mesma que entro a fatalidade u a Providen-
cia, e debaixo de um otitro ponto de vista, a
mesma que entre as desgracas deste homem o
a loriga ruina ifcsta Tia^ao a mesma final-
mente que entre a voz de um poeta e a voz
de um povo, le um povo que tambera poe-
ta, e o maiof de todos os p latas.
Tenlio terminado, senhores, o quadro.quo
eu me baria proposto vos apresentar : se
este qua 1ro vos parecer beiloe sublime, sua
sublimidade e sua belleza existem nelle, tra-
gado c imo o foi pela milo de Deus, na ton-
ga e lainentavel historia de um povo raara-
vlboso. Se ontwntrades algumas tacanas e
algumas sombras, estas sombras e estas la-
cunas sao minhas. Eu reclamo para ellas
esta iu lulgencia que jamis recusles quel-
les que como eu a imploram o aquoUes que,
como eu.ddla nece'sstani.
nhecidos peixes fosseis da protlhcia do
C.'ar.
' V
Productos metal I ti rg icos.
Comocoinos o exanie dos productos deste
grupo pelos do rei dos metaos, rei sob o
ponto de vista do valor e importancia que
elle tem na industria ; fcilmente se compre-
f de mdicos de hospitaes, botis e varios es-
tabelecimentos dos Estados-Laidos, ufe da>
monstram a vantagem desses leitos, de cos-
to relativamente inferior o dos outros sys-
temas usados e (pie reunem nuaiesa e
frescura aceio e durago.
O mesrao Sr. Dr. Spyer, bem conhecido
cirurgio dentista desta cdade, expoz tara
deve vir, mas anda est longo, de ve ser con-
quistador e rei, e deve rugir como leao le
Ktiulos sobre 1 cxposicitir nn-
cloiml i|e t*ii:i p>lo Dr. CT5-
pMel liitonlo la Nllvt.
[ContntHiQao)
A 1*. a do diltioium, poca em qneo
hornera babitou a Ierra, eapecialmente a E-
ropa, '(; alli onde este genero de investiga-
i;es tem sido feto com raaior cuidado) com
os grandes qundrupedes, cuj;vs especies iles-
apparetreram da face do gjubo, taes como o
iwimniouih, o arso das cavernas, Rmocero*
tichoriihiisr e outros. Esta poca designa-
da pelos arclieologos sob o nomo de palaeo-
lilliira.
A 2' e r nliale s pedra po9ida, poca
caracteriswki por bollas armas, por instru-
mentos feitos de si.lex e outras especies de
pedra"; poren*, dunnta a qual os homens
ceranl grandes discordias e guerras, tempes-
tades furiosas, horrveis desgracas. Os reis
tornaram-se idolatras; os sacerdotes entre-
garam-se oeiosidade ; e o povo tendo es-
quecido sen Deus, uiultiplicou as sedii;es.
Restes dias sombros e tumultuosos, Deus
inspirou grandes prophetas para fazer 10-
tumbar em Jud o echo de sua palavra, e
tirar de seu esquecimento e letbargia os reis
idolatras, os sacerdotes ociosos e estas lou-
cas inulti'les, entregues todas as agitaces
do espirito de desorden). Jamis em povo
algara da trra, antigo ou moderna, houve
instituco tao duravel, to santa e to popu-
lar, como a instituirlo dos prophetas do
povo de Deus. Atbenas teve poetas e ora-
dores ; Roma, tribunos e poetas; os pro-
phetas do povo de Deus foram poetas, tri-
bunos e oradores ao mesmo lempo. Como
poetas, cantavatn as perfeiQes de Deus ;
como tribunos, defendan) os intorosses po-
pulares ; como oradores, propuuham o que
julgavam mais conveniente ao estado. Cin
propheta era mais que Homero, mais que
Demosthenes, mais que Graccho ; era ao
mesmo lempo Graccho, Homero e Demos-
thenes. Era um homem que calcava aos
ps todo prazer da carne, todo o amor da
vida, e que, enviado de Deus, levara a sua
palavra aos ouvidos do povo, dos sacerdotes
o dos reis.
Os prophetas lnncavama ameaca,a impre-
cado e a maldico ; de seus fortes e robus-
tos pe tos sahiara estas vozos temiveis, vozes
de terror c ,de espanto que ouva Jerusalem
quando o ministro das vingancas de Jeho-
vah, o rei de Babylonia marchara sobre
ellos com um poderoso exercito.
Os poetas dos Gozares olhavam sempre,
antes de fallar, o semblante dos principes.
Os oradores e os tribunos de Komulo o de
Atbenas, antes de derramar as ondas de sua
oloqueneia, demoravam suas vistas s bre o
semblante do povo : os* prophetas do Israel
fecha vara os olhos para nao lisongearem
nem os gostos do povo, nem os caprichos
dos reis ; elles escutavam o quo Deas lhes
dizia n'alma o depois fallavam fielmente;
eis-aqui porque resistiram aos rancores fu-
riosos dos principes que, tendo levado sua
mo sacrilega sobre o povo do Senhor, nao
temiam leva-la sobre a augusta face de seus
prophetas ; eis-aqui porque resistiranr cal-
mos e impassiveis s grandes indgnac,es,
e aos rugidos populares : sua constancia
crescia com a perseguido ; nem o tumulto,
era as amcacas, nem os tormentos abatiam
a constancia d'estas almas s quaes Deus
havia fallado ; e tal foi a perseguirlo que
cahiram todos debaix do puuhal e tivoram
sepultura em trra estranha. Eu nao creio,
senhores, que haja na historia um espect-
culo mais bello que o dos prophetas do
povo de Deus, lutando pela nica forca da
palavra contra todos os poderes do inundo.
Eu nao creio que houvessem no mundo
poetas mais sublimes, oradores mais elo-
quentes, homens maiores, mais santos e
mais livres ; nada faltou a sua gloria, uem
a santidade da causa"que sustentavam, nem
a cora do martyro. Com os prophetas
acabou a poca da ameaca ; com o Salva-
dor do mundo cometa a poca do castigo.
Antes de terminar este discurso, facamos
urna pausa: demos repouso a nosso espi-
rito e s nossas forgas, pois que ebegamos
ao "momento da historia o mais terrivel e o
mais solemne.
Sophocles escreveu urna das mais bellas
tragedias do mundo: (Edipo rei. Esta
tragedia foi tradusida, imitada e retocada
trra, que conservou com toda sua pureza a
n <;5o da lihem^lp. n fa fraWndade dos
homens. Quando r.oyss deu-lbe suas lus
nao instituio o governo aristocrtico, mas
sin o governo popular ; e concodeu-lim o
direito de eleger seus proprios magistrados,
3ue em qualidade de depositarios d
vino estatuto, tinham o direito de raa
ud ; ora o homem da cruz havia nascido- nao conhociam- aiikk nenhum mc^il, excep
era ui lugar pobre, de pois pobres e oai> to o ouro, ujue prete tet>sido empregado
Knhaanm pedra para repousar sua caber a. (j>lgtimas vezespara ornatos. E' a> poca
Se t s o lilho de Deus, porque iii>!jehamada neofithicu,
pelos mais. bellos genios e possniraos sob
este titulo ma das obras (rae mais honram
nossa litteraturn classica. Ha, senhores,
urna outr tragedia mais admiravel, mais
|Ue vr.c se:n nome do autor,
Jol. poiq :
Id vi Ja urna tra-
lia oW'
eucia.
kagolia por oxcel-
desc?s da cruz? diz o povojudeu. Se
aquello-qiMinorreu por milia mo era meu
pai, carao meu corac/10 nao boten no peito
quan lo-eti'O' feri? Como a voz do sangue
ao faltoo l diz o rei parricida.
E este povo assassino de seu rei, e o
filho assassino- de seu pai, ebeios de con-
fianza, rienvse dos orculos, e zombam dos
prophetas.
A d.vinde.de mplacavel que existe nelles,
e- que nelles- obra, impelle-os & sua queda,
a ct*ga-os pora- que nao vejar o abysmo.
Ei-los apoderados de repente de-iun desejo
immenso, sobrehumano, de penetrar o mys-
terQ. OEdipo'interroga Jocasta.; interro-
ga' Tojeresiasr e interroga ovclho- deposita-
rio ole seu sagrado: Quera o homem do
trilho ? Quera -meu pai ? Quemsou eu ?
O'povo juiloa es-t? Ser por acaso nosso Deus> enosso
rei ? Neste naomento o drama toma um
carcter de inexprimivel terror : nao houve
coragao que nogeroesse sob o peso de urna
oppressao in letinwel; nao houve fnoote,que
se nao banhasse de suor ; nao houve alma
(|ue nao succuaibisse i agona. Entretanto a
colera dos deuses- cahe sobre Thebas-; a pes-
te devasta as familias, envenena as- aguas o
os ares; o co perde seu brilbo, a* flores
seu perfume, os campos suas [ceras. iNa
populosa cidade reinam o silencioso terror,
a desolarlo e a morte. As matronas-de The-
bas correm djs templos, e fatigara os deuses
corrr seus votos e suas supplicas. Um veo
fnebre cahe sobre Jerasalm a raystica e
gloriosa cidade ; de um lado, as santas mu-
Iheresse lamentavam ; do outro, amultido
discute tumultuosamente, e exaltase at o
furor. Todas as- trombetas propheticas
echoam ao mesmo- ao mesmo lempo na ci-
dade sorda, cega e pmaldii,*oada qjie condo-
li o Justo ao calvario. Urna geranio nao
passar, oh matronas de Sio antes que
grandes desastres, desabando sobro vos nao
vos tornem o esp-nto das nacoes-; eis aqui
j as legios romanas, eis aqui as aguias do
capitolio que fendem os ares armadas do
raio de Deus. Jerusalem 1 Jerusalem I des-
granados de teus filhos Elles tem fomff, o
nao acbam o pao, tem sede, o nao achara
agua, querom offerecer suppbeas e oraijes.
no templo de Deus, e esto sera Deus e sera
templo ; quecem um tmulo para seus Bft-
deveres, e seus cadaveros, jazendo sobro a
torra sem sepultura, tornam-se a preza dos
abutres.
OEdipo sahe de seu palacio para consolar
seu povo; impellido pelos deuses, elle os
toma como testemunhas que o culpado ser
punido o expellido para longo da patria: lan-
ca'sobre elle a excommunho sacerdotal;
amaldica em nome da trra e do co, dos
deuses e d^s homens ecarrega' sua cabeca
de execrages publicas. Tomado de verti-
gem, impellido por um delirio frentico, col-
locado sob a mo soberana que lhe cobre
os olhos e lhe obscurece a razo, o povo ju-
deu, devorado por seu proprio furor, excla-
ma : que seu sangue recaa sobre nos, e
sobre nossos filhos 1 Infeliz povo 1 infeliz rei I
Elles pronunciando sua propria sentenca,
eram ao mesmo lempo juizes, victimas e
carrascos. E quando se cumprirara os ora-
culos da Biblia e os orculos de Delphos,
o vento da tempestado arrancou o rei parri-
cida do throno de Thebas, e o povo deicda
da trra promraettida. OEdipo foi o hor-
ror da Grecia ; o povo judu o horror dos
homens. OEdipo de olhos apagados, an-
dou de montanna em montanha, de valle
em valle, publicando as vingangas divinas.
O povo judeu sem nunca rep rasar, ra de
povoem povo, de regio em regiio, de urna
zona outra, mostrando sobre suas .mos
urna mancha de sangue que nao se apaga
Preferio a lei de Talio lei da graca, e o
mundo o julga segundo a lei que elle creou
para si mesmo. Esbefeteou a seu Deus, e
ha dezenove seculos que elle recebe as bofe-
tadas do mundo; cuspio na face de seu
Deus, e o mundo lhe cospeem sua face; des-
pojou seu Deus de suas vestes, e os povos
confiscando seus thesouros, atiram-n'o des-
pojado do outro lado dos mares ; deu
beber a seu Deus fel e vinagre, o elle bebe
sera cessar na taca das tribulacoes, sem
nunca poder esgota-la ; poz a cruz sobre as
espaduns de seu Deus, e ha de/.oito soenjos
elle curva a cabeja sob o peso de todas ig
Remiradas, de todas as maldices humanas;
lioalmentecrucificou a seu Deus, e tam-
bera cruuiflcado.
Mas, se ieus de Abahro/de Izac, de
A 3*, a dude-de IffMtze, durante-a qual
tbi empregado este metal (liga de-obre e
estaoho) na fabricegao do armas e nstru-
mentos cortantes-de varkiR-sortes.
A V, tinalihetite; a dktde di farro-, pe-
nmte a qual este- metal substitiiio o bron-ze
na- fabricaco uV armas, machados, lVicas,
etc. O bronze era, nessa j|ca, eiitrotanto
empregado anda frequontcmente para or-
namentos, e tambera para pnithos de espi-
das e outras armase porn minea para li-
niinas. Continiiava-se taml;eio a usar aiada
de armas de pedra durante a idade de brame
e mesmo durante a de ferro..
Eiaas grandes divisos ta historia da hu-
manidade nos tempes prehistricos, divisos
descocerlas pelos estados perseverantes da
archeologia, csse laco que une.a geologa
historia propriamento dita, ist" a historia
do nosso globo e do suas rvobieoes da es-
pecie humana em sua evolucao gradual de
prograseo material e moral.
Essas reflexes faziamos ns,.emquanto o
nosso explicador estabeleca acriollas divi-
sesgoraesna chrotiologia antebistorica.
Que abysmo, peusavamos nos, entro o
homemarmado de um machado de pedra e
o homem eivilisadcycm Janeiro- do 187:t,
dispondo de armas '! instrumentos e de
machinas para mhafes de uso, tanto de
guerra como de pa, possuindo ollcnas taes
como-as de KrupodoCruzot, oo.de Borzig,
por exomplo ? Por outro lado, que parida-
de entre o Celta, ou o Scandinavo, da idade
pedra e o indio de nossas selvas que vive
anda mmers n'aquolla idade !
Poder-se-hia assemelhar esses-pvos es-
pecie de pniir.tantrtieci.iin na role da eivili-
saco, dissiraina los pela superficie das duas
amaneas, do centro da frica e Asa e da
Polinesia, que atravessam anula, o periodo
neolithico de que nos fallar o-archeologo.
Basta ; vamos, ao positivo.
Ao lado da bella collecgo de-instrumentos
de pedra provenientes do Amazonas,de diver-
sas especies de rocha, em geral ranchados per-
fcitamente polutos, alguns dos quaes spber-
bos pela forma e tamanho, observa-se frag-
mentos de conchas, algumas perfeitaraente
conservadas, extrahidas dos grandes aecu-
mulos denominados Sambaquis ou casquei-
ros, sobre caja origem muito tecra variado
as opiuies.' A opiniao geralmente aceita,
e por corto a nica aceita ved. a quo attri-
bue essos montes de cascas. ( de ostras, de-
cdri)un,eXc.) a depositos-on residuos deixa-
dos pelo6 selvagens ques provavelmenth em
certas pocas do anno, dnisavam as florestas
onde viviara do Daca o de finidas, para se
entregarem pesca, ou, por outra, esses
casqueiros erara especies de estages ou de
ponsos que as hordas, indgenas estabeleciam
as pocas de pescaras, c para ondo tor-
navam no terapo proprio. Os antigosSean-
dinavos deixaram estaQes anlogas ao lon-
go das costas formadas tara bem de cascas
de ostras, de cardium e de algumas outras
especies de moJIuscos, deposito quo alli se
denominan! kjdkkenmdddinys isto restos
ou residuos do cozinha.'
Ora, nestes depsitos do norte da Europa,
encontram-so de permeio com as conchas,
instrumentos de pedra usados por aquellos
que provavelmente foram os autores d'esses
residuos, e tambera madeira carbonisada,
prova evidente dos fogoes de que elles se
serviram.
Aos fragmentos de sambaquis do Amazo-
nas, enviados exposico pelo Sr. Dr.
Leovigildo, acompanham pedamos de loura
grosseira de barro, confeccionada pelos in-
dios e encontrados de envolta com as con-
chas 'de que sao formados esses depsitos.
Este acto por si s demonstrara, se por
ventura houvesso anda mistr de deraons-
traco, a hypothese do que os sambaquis
sao productos da mo do homem.
Expoz o Sr. Dr. Capanema um bello fos^
sil, achado pelo Sr. Dr. Coutinho, na pro-
vincia de S. Paulo.
Este fossil pertence ordera dos Saurios;
e segundo ouvimos alguem ao geuero
Rhijnchosaurus .. : decidan) os compe-
tentes. ,
A' mesma classe de objectos, pertence a
collecaeo de fosseis bem conservados, da
provincia, 1I0 Aiiiazonajjkpnviados pelo Sr.
!)r. f.eovigillo: segunJS^-se"era um rotu-
lo, caracterisaiu elles a "parte inferior do
terreno Si/itritffto,principalmente Tentacu-
liles annulatvs, e o Peiitamerus (Isvs?)
Anda na mesma sala existem os bem co-
ben !er que nos referimos aos productos s- bem dentaduras nteiricas de varias substan-
deriirgcos. E nesta esjwciali la.de cabe as 1 cas usadas na arte dentaria, taes como |or-
bpnras da exposien s olicinas de fuidi^o 'cellana, uro e vukanilo, que nos parecem
e de construeco do Sr. conimendador Mi- dignas de todo o apreso, especialmente as
guel Couto dos Santos, sempre iiicansavel de porcellana que, incunteslavelment'-, apre-
hii melhorar por constantes. e intelligentes stmta 111 grandes vautagens sobre as ou-
esf-ircos o trabalho industrial de que se tras,
incumbi. Chamamos a attocieo das pessoas compe-
Inc ntestavelmente sao dignos de todo o tentes para essesproluctos.
aprecd os productos que expoz, sabidos de A casa de corroceo dessa corte elpoz,
suas fun liies; nelles se admira a solidez e alm de muitos outros /bjoctos alli isanu-
perfeieo do trabalho a par lo gracioso e facturados, marmitas para soldados, na
elegancia das formas; oque prova exube- chinas para caf, panella* econmicas, etc.
ranteracnteo grj de intelligencia e o bom Nada diremos em rebujar aos producto*
gosto do pr pnetario-drertor doquelle ioi- sabidos das ollcnas dquetto estab-deri-
portante estbelecimonto. monto, Sbnn que o trabalho t* alli executado
-Nao citaremos, ora particular, este ou segundo os sao principios da arte. Honra
aquello objecto da colleero do Sr. Couto nf> st.u Ilustre din*-.tor.
dos Santos, porque todos eles sao gualmeii-1 Chamamos a .iltiM;ao, tambe, paras
te bous; tolavia prenden-nos a attenco as burra de ferrt*, con um svslema o-?p;cial de
bellas escufpturas que alli se veui feitas de fecbsduras, fabricada e ex|M>sta patl Sr.
ferro fundido, como se foram trabalbadas a IVaiicistn l'eixoto tle Ostro, scrralh'siro, da
cinzel, aquella admiravel soada espiral, cu- rua do llosario 11. 101, onsta corta. R' m
jos degros sao fundi.los inteiros. Ri se traballnbem acabado, solido e que ?wne
pode exigir trabalho superior. todas as vintagens de umol>ra perfet era
Nao menos importante o digna le U>la a seu genero o ser fabricmla prova atteni;ao a exposii.ao dos productos lo fugo.
mesmo metal sabidos das olicinas de fmvli- ] .\ leivar^m'rt. o exanie dos 'tjectos con"
Qio s da moehioas dos Srs. Majlor 4 C. A cenieules ulustna demutat nrn om-
caldera multi-tubuUr, a grande- tacluiy as L-ionar o instiv.neiito aslroiioiiiiee U
inaendas para um eDfedho de assucar, a' ma- un olicinas W Sr. co iimcmlailev im
china de vapor de transmisso dobrad;v,. sao riailos Res, dmooMiMilo iHtl. Ko
obras que honrara > trabalho naeMlal.'nos-euiiiprc aplotar aqui lo inri* pie,
.Nirrn era de esperar meia de um estbeleci- por ventura, rafce- a- f>v instrumcKti, que
monto, que tem em sua direcea.i um enge-. dizin ser invi-m,,-*) loSr. Eram. Um
nlifiro machinista to nobil c versa.Io ms' Sera preciso immmh acctuad^rexpone
cixiliocuiento- technicos fc sua arte, come- que ;>&4 sendo foi* pelwjury respectivo, i
o Sr. Maltes.' j cuja WMte se acba > nua> Ilustrado- s w-
Afrahem tambera aattaflgAo los vistain- legro Sr.- Dr. Cap-wM-mw ; din.-inos ap-nas-
tesas bellas toroeiras le lati e outras pe^as-'que a exci-uco da purte inoaeral do 111 tru-
de cobre, das officinaj do Sr. Francisco Can-1 ment honra sobremodo a uxU^ria im iomI,
di lo da Costa, digno bombeipo hydraulico ^loquit bem mer.-cco digno/r->|rietaro ib
la casa imperial.
A sasa da moeda expoz umn- machina le
orlar moeda, da mais subida perfeico,
construida conforme o plano do-digno chele
da olliciiia de machinas daquelll) estabeloci-
mentO, o Sr. Antonio Percha de Cirvalho ;
um lindo cortador de moeda e UW saca-bo-
cados, destinados a cortar moeda*. Todas
estas machinas sao verdadeiros primores
d'arte.
O arseanl le warinha da corto expw tara-
bein lindos objedos; taes sao: o-modelo
le 11 m pardo machinas oscillantes, d.i tor;a
nsminal systema de machina locomotiva, da- torea
nominal dt-200 cavall s, que est actual-
mente monUtda a bordo da corveta Vital ds
Oiiveira. Estes modelos sao to perfeitos,
que poder-se'liia dizer sabidos antes de nina
oilicina le relojoeii-o do que de una ollicina
de machinas.
Resta-nos, para deixar o grupo des objec-
tos que dizem respailo industria dos me-
taos, citar a l>ella exposi,o do Sr. Valentim,
o-bom conhecido artista, que receben e>m
justo titulo a detiamiiiaco do artist't-iri.
Quera nao conliece a pericia i o hora gosto
que presiden) a ludo o trabalho do Sr. Ma-
nuel Joaqun) Valentira, com fabrica de onr-
vesaria em todos os ramos desta arte, ora
olicinas bem montadas, c tendo o seu [>*s-
soal todo nacional? As mais bellas cosde-
estabeleeitnento, onde-foi elle nertUado.
VM
Producto* agrcola*, lioiKi'Stlm t tgivict
Depois do exanie de orosla emWirecida e
inerte rio nosso Veliio [.'nieta, w m outros
termos, dos producios ir.intmes qji cousti-
tuem por assim dizer, os lontenat-d' gran-
lo pavimento jobre o qi el arelara-hnina-
nirimle as suas (ranas as stia* gl, cemos nossas vistas sobre as galeras -nde
densa ostentar-se com a mstiwia' piija*;a
os |iiodudos do solo, aino-'iitados- pela
agricidturaa ihms benelicj d (|iiaias ar-
tes coul>o-iios em purlilba xa liviso- geral
las a(.'upa,-es tu manas ; mas,, ondecn-
tibia-senios o animo ao dizer i- venla iiados como somos a di/elar iaoonas r la-
cinias J>i>ara o visitante. Dir-se-hia -im
vasto datarla com raros oasis.
Diz-se e todo o iuuikIo n-^ete-e, .pie o
Brasil .r.u essencelmoiite apcola, peU
natun-za destinado a aer prtuctor pr\i-
legiad i'j materia ^riiua ilustres remo,
naturaes,o grande fornereilor das proriuc-
mii's lala riasse aos i*is paizes, (ailiinlar-
meute aos la veiha Europa. E uaiavci-
dade incoLiisUivel e irMniitesladi^t^ssa que
lica dita ; mesmo, u< > ha uisse a mmi.iia
liivida, j se bi feilo, saio iuuiu>, a me-
nos algn: cousa SSM a lavoura, I0B,
iiifoli .niont\.pia.s nada pela lavot r
O que qiM-remos dizi.-: :que i> teoio-
coracisc objectos de luxo era ourivesaaiu, | lavoura pseprSSKBb- lita, porqi a |ue
[>Vio-se dizer, qinisi sem errar, saliera das
inos daquolle insigne artista.
Pobre o grupo de que tratamos ; poucos
fabricantes se deram ao trabalho do enviaros
seus productos .posiciio nacional, tem
forte censura merecen elles, por deixarein
de acceder ao confite da digna corarassio
superior que preside a actual exposico na-
cional, deixando ossim de concorrer coi o
seu contingente para abrillantrosla festa la
industria. Qual seria o motivo que deu lu-
gar semelliaiiit falta ? Falla-so em injusti-
asc mmettiilas pelo jury da exposi;o-de
181)!).-.. Nada ; osse por corto nao foi o ver-
dadeiro motivo ; porque, honra ao carcter
mel-em faltas ou injustii;as, penden) essas
sempre para o lado da benevolencia... Di-
zem outros quo a "poca foi m, por tei sido
a la catnpanha eleitorsl era todo o paiz.
Talvez ; a maldita politica,essa infernada
Mbstalina que, de seus bruros comnUta
pelo histerismo, u niiujuem dei.cu siUtir se-
nao quebrantado- e intil, conforme nos
disse ltimamente no prefacio deum mimoso
livro, os Vos Icarios do Sr. Dr. Rozcnrio
Moni/., um Ilustre senador, pode bem ter
sido a causa que concorresse para o pouco
briiho da actual oxposi^o nacional; porque,
infelizmente, a p.htica pie rievra de sor a
arte de bem dirigir a marcha dos pblicos
negocios, entre nos proluz uffeitos contra-
rios e nocivos marcha do progrosso.
Os verdadeiros motivos (orara, de um la-
do, a indolencia e a iu litTorenca, e do outro
a effervescencia dos nimos durante as ulti-
mas eleicoes.
VI
O bem conhecido estabeleeimento lo Sr.
J. Luiz Loth expoz bellissimos trabalhos do
ferro, taes como mesas, sofs, cadeiras, es-
tantes, lavatorios, camas o varios outr.sa
tigos de primoroso gosto a par de notavel
solidez e perfei;o. E' digno de particular
men^oo viveirode ferro, era dous andares,
para psssaros que se ach armado no jardiin
central do palacio da expsito.
O bem montado estabeleeimento de fundi-
jao de ferro e de construeco do machinas
da viuva Hargreaves & C, expoz varios pro-
ductos dignos tod"S de louvor, dentre os
quaes citaremos a machina da torca nominal
do 15 cavallos destinada a effectuar o traba-
lho de um guincho. Merecen) tambera nota
as pegas de ferro fundido, taes como peries-
taes, rodas e mais outras pecas miudas em-
pregadas nos carros das^inhas urbanas. Tem
este estabeleeimento sua frente um distinc-
to engenheiro, o Sr. Dr. Hargreaves, filho
da proprietaria e formad > na nossa escola
central.
O Sr. Dr. J. Spyer expoz urna cama de
rame de ferro, de sua nvengo, com tra-
vesseiro da mesma materia, que satisfaz com-
existe no pai* e.n ger.-i',grnsseira. i-iteiia
nao se tem aconsclha lo rom as luzes e <->m
a experiencia.dos povos que. intrihor com
prehenderam e deinonst -ara que a agricul-
tura como outra qianlquer arte,, urna
rardsdeira artOj com sois n-yras priii-1
pos raciouae> e di-pon ;0 d m'U).|n> e
operages qpe lhe sao peculiares iiulispen-
Lsa veis para > seu losen vcl vi monto ; c que,
portanl'i,il'-:!.iihece tal venlade ou |>retun-la
por neglifeocia ou ignorancia, por um
justo sitnili.. o mesmo pie pretender nave-
gar per mares ignotos, sem bussola. nem.
phares.
E' esta a triste imagera da lavuwa no
Brasil : vi vendo empobrec, la, nial remune-
rainlo a n.-o que riella se Kcii|>a ;. mar-
chando inserta, sen norte txo, era W
de forte o decidida.
Examiiiemos alguns dos productes, o d-^
mais ii;q).ilantes.
CalesComo;se salw, este ai ligo o ir*>
importante, pode se dizer mesmo, o primei-
10 da uoa industria agrcola, a base da
nossa ripiez 1, ou anda rneltior o Uierwo-
inetro do cambio, porque de tocto elle
que estabelece o cambio ioe a uosm praca
e as praras estrangeiras, Pois beta, senl
isso geralmente sabido e muito mais ainda
pelos verdaleiroi interessados. que sio os
Srs lavradores, contrista ao visitante da ter-
ceira xposigo nacional a ausencia am
que fignrou as gallaras, ki protorrio agr-
cola esse importante artigo. Qual seria c,
motiva dessa ausencia *
(Coi(Sinir-.<;'-/ia.)
\nr-i AnihIm
(Couclusao/
Senhores e senhoras;
Falli em liberdade 1 sim, porque est*
a linguagem dos poetas! Por sta Bala
vra tem sid sompro perseguidos, os d^po*.
filhos le .Minerva 1
O Brasil, anda no berro de sua existen-
ca, geinendo debaixo do jugo do mais atn*z
despotismo, moslrou-nos l era Minas, pa-
tria do martyr Tirarienies, o immorlal e
martyr Gonzagao Dirceu de Marida, o
aojo que sonhara a liberdade !
Nao so na velha Europa que tora ap-
parecido grandes genios ; o Brasil ramraha
a par : nao preciso citar-vos os nomatdos
eminentes poetas, litteratos e artistas que
tem produzido esta abengoada trra de
Santa Cruz, porque vos bem os conheceis !
lllustro lilha de Minerva ;
J que penetraste nos arcanos da arle
potica, peeo-te quo nao esmorecas, e que
cambines na senda da cvilisagao e do pro-
gresso : s o que te pede esto humilde
filho de Apollo I
Accodendo ao convite de comparecer
na brilhaute festa da intelligencia, que,
cora gallas se celebra ora honra das
pletaraente a todas as condices exigidas era lMS nstad presentar ura trahj
umleito, principalmente nos climas arden- ', |()llvor ^ |t0r.atan do ha, nao
tes como o nosso, durante o rerio. A cama, ev,nr.mo de c.o..;urrer oom o meu peque-
a que nos referimos, tem o estra.lo formado |W C()11ting(.n,c ; j0 p(hW) ^m deixar Ve
por um tecido de fios de ferro cob.-rto de prrcnr algumas palavras nesU soleouu-
zinco, extremamente raacio e podeiids re-, ja,ie,
sistir, entretanto, considera vel pressao, vol-, (";uia jubilo e enthusiasmo venho to-
tando logo depois sua posigo primitiva JQar ^rt0 ues.0 fesm Utierario. e oaaa-
sera deixar depressOes, como acontece onh-1 vasc0 me congratulo.
nariamente nos melhores colxesdepois de,---------------------------'----------------
certo lempo. O autor exhibo certiticados.TYPD IAIUO- RUA Dl'Wfi WICAJUai

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