Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12888


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Full Text
I
p I
Al\iVO XLIX. MUERO 88
A
>>
_^
PARA A CA TAI. K LUGARES OXDE KAO SB PAGA PORTE.
Por tres mezes adiaritados................ 65>00
................. 130000
.......' ...... 34&000
te.*- j,......... 320
Por seis ditos idetn
Por um anno dem
Cada numero avulso
SEXTA FEIRA 18 DE ABRIL DE1873.
t
PARA I)E\TR E FORA DA PROVINCIA.
Por tre mezes adiantados...............,
Por seis ditos dem...........!!.'."!...
Por nove ditos idem..........."..!!..
Por um anuo idem...........
13950
S0#250
I71NHM
PROPR1E0ADE DE MANUEL FI^UEIROA BE PARIA & FILHOS.
O* Srs.
Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Gon5a, ves Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Ceara | Antonio de lm^ Braga, no Aracaty ; Joao aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal, Jos Justina
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villana Penha; Belarmino dos Santos BulcAo, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, era Vazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alaias; Alves & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho C. no Rio /le Janeiro.

PARTE 0FHCIAL
G o>vcrua> KXPEDIKNTK DO DA 17 DE MI RIJO DE 1873.
I.'gecco.
Acto' :
O presidente di provincia resolve deaiiltir.'.i
bem do serv. publico, o podro Jos Bonifacio de
Azevedo fii., a > lugar de eapallao da companbia
de apren lisos raarinlioiros desta provincia.
O presidente da provincia, tem > em vista
a prop oste i|j brigadeiro dirtcl ir di h >sp;.il mi-
litar, annexa a odi-io di brigadoiro corara m-
daule dawarmis, di 13 d i ceme, s.>b n. 283,
resol ve n mear a capitn reformado do exercito
Trajano Alipio da Carvallio Mandanga, para ser-
vir o lugirde almoxarfe domesmi hospital, era
substifuirao a .major li.morar o Jote Manoel Pe-
reir de Abreu, que e;n offlcin do 12 do rorre-
le, aimexo i cilada pmpusia, declarou na i poder
continuar a uxereer aquello emprego.
Offlrns:
Ao brigadeiro b araandante das tmi in-
terinoSivase V. Kxc. de expedir BOU ordens,
para que araaolia ao rano da, tejan aposenta-
das M l>r. cliefe de polica, oito proras e tres ca-
bos, alim de esroltarein iiiatro crimnosns que se
destinam aos tennis de Ipojuea, Ilamb e Bonito,
segundo enasta do ollicio do mesin cliefe, datado
de boje, n oo >.
Aejmesmo. -Tendo por acto desta data e em
vista da pruposta do brigadeiro director do hos-
pital militar, annexa ao offlcio de V. Exe. de t." du
rorrete sab u. 2S2, Horneado o eapitao reforma-
do do exercito Trajano Alipio de Carvalln Men-
donca, para exerrer o lugar de almoxarfe do mes-
rao hospital, as-ira. o cominuoico a V. Exc. para
es devidos elfeitos.
Ao mesmo. -Traosmi'.to a V. Exc., para te-
tan o conveniente destino, as inclusas relacoei
das alterarles ocenrridas no mez le fevereiro ul-
timo, mu o lenle di 9. batalhao le iofantaria
Francisco Ignacio Manuel de Lima, que est ser-
vindo interinamente o lugar de ajudante de or-
dens da presidencia do Kio Grande do .Norte.
Ao niesn.o. -Com a inclusa copia da infor-
marte prestada pelo Exm. presidente da provin-
do Imperio de 22 de fcverero ultimo. .\.io consta
que, alera do livro, tvessem sido falsificados ou-
tros papois, cora i declara Vmc. e:n sen oBcio.
Ao proraotdr publico de Caraira. -Havendo
toda presump-.-ao de que fora falsificado o livro de
quabfleicSo dli reguazia de S. Bento, c o que an-
da nio se pio veritlcar por ter sido elle subra-
Judo, nao apparecendi tambera a copia authentica
da niesma qualiQcacao, que foi remetida por esta
presidencia ao 1' juiz de paz, recomiendo a Vmc.
qne proceda as diligencias precisas para descobrir
(|iial o autor oa autores d.ls sutitracSos alludi.las,
;>rocedcndo contra os mosmos na forma da lei.
Se, em virtu le das diligencias empregalas, ap>
pavecbr o livro e enfria d ijue se trata, reqneira
nene o corapetente exame, para verificar so bou-
ve f.i'sifii-a/ao, c m caso afflrm:itvo, conhjcidos os
seos autore.s prom iva a sua punico.
Para orieata-lo do que hi a tal respeito, e como
base para sua ileliberacao, reme'.to incluso copias
de diversos ofOcios relativos ao objecto e do exame
procedido era urna copiaba dita qualifleasto, que
~~ Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Em resposta ao ollcio, de V. S. de ii do correule,
ten o a dizer que concedo autojisacao junta'ad-
ministrativa dssa Santa Casa para admittir no
collegio dos orpbos o menor Luiz filho, de Mara
Candida, ja fallecida, atteiidendo ao estado de
desamparo em que elle se acha como ponderou V.
B. no su dito offlcio. Devolvo-lhe a certido de
idade do referido menor.
-A'cmara minicipal da v Ha de Itarab
Era resposta ai o tlcio da cmara muir
cnsa de detonglo, o primeiro p#r ja ter seguido
orna ese terui) a il) de uiargT prximo passadi,
alim de ser processado pelo mosm.i erirae, e os
dpus ultioiw por nSo terem sidj all recolhidos.
J EDITAL.
rinioisco Olegario do Vasconcelos Galvao, len-
te coronel c efe do estado-uuior, u i exereiftkn
di cominaoilo superior da guarda nacional dj
ijp.Liraoji.-u, por Sua Migestede o Imperador. que
tambe. Ueus guirJe, etc.
ripal da. Kjc i saber a is su
onhores ofll-.iaes djste rora-nan
roa ue nanijie, de J do corradle, tenlio a di er do superior, major ajul.mte de urdens, Lourenco
lili! !l',l lllll'iri.lii i ti !V.ir .; I ., -, ,........., ..;i. < fiulJIu .1. U..M. ..-(. ..'..*
foi apresentaJa
pal.
olio do soldado do 9.* batalhao de nfantaria" Da-
niel Ferreira Mendes, tica satisfeito o ipie pede
sa praca no requ.'iimento, que incluso derivo.
Aomesun fmnttitti a V. Ex., pira ser
ntreme no soldado do ba.uiiio de infannu
Antonio J3euedicto da Silva, copia da informa'-ao
ministrada pela presid wria do Maranbao, e:n de-
ferimento ao roquermento dessa prac.i, qu- jun-
to devolvo, e vejo annexu ao ollcio de V. Exc, n.
(31, de 31 de Janeiro ultimo.
Ao inspector d i arsenal de marraba.' Tendo
fior acto desla dala deuiitti lo, a bem do servieo
publico, o padre Jos IJjaifaciu da Azevedo Brit i,
do lucfar de epnilao la companbia de anrendzes
uiarinbeicos ; assim o yinm
.soiicontreeimetiio eHir'HHmr:
Ao mesmo. Deeferindo o requerimento de
Joaquim Tbeudoro de Vaseoncellus Aragao, so-
tire que versa a sua infonnacao de 14 do conten-
te, li n. o'ii, Morbo a V. a inundar transfe-
rir fpara a oampanbia do anrendizes artfices
deee arsenal, auando nella houver vaga, o menor
aprendiz marinheiro Daniel llugolino de Vascon-
cellos Aragao, lilbo do suppliinti.
Ao director do arsenal de guerra.-Em sa-
lisfaco ao que soliciiou o Exm. pre-iJeute da
provincia da Parabyba, recoraraeudo a Vmc, que
iR3!..l!: activar'a.inaiiiilactora'-ao di fornecimento
destinado eenipanltia de bifantaria ligera d'a-
queUa provincia.
Ao iiisi .. -M in i,. Vine, fornjcer compa-
niiia de inbuiaria ligeira da l'.irabjta, 7S Iwrnaes
para vveres, cjustantes do incluso pedid, que
rae foi transmittid i pela presidencia daquella pro-
vincia, rom offlcio de (i do correte, sob n 608.
Ao mesmo. Se houver em deposita nesse
i anal osobjecins deque precisa a seceo de Ra-
padores bomb-ir.is. ciusUiiiles do pedido, que in-
cluso devolvo, podo Vra:. manda-Ios fornecer; no
cas i cuntan,., cumpre aguardar que baja crdi-
to para essa despea, segunda opina oiusoector
da tiiesotiroria de fazonda no offlcio de !.*> do cor-
rente, sob n 2SO. serie C.
Ao ca ii.Vi diputo.Deferindo nesta data,
de COJbrniidadecju a sua inforuiaco de lo do
corrente, o rci|uerlmenlo em que Johnston Paler
& ('., consignatario da escuna ingiera New Boy
pedein para dosearregar no lu- elli ancorada, 28 tonelalas de carvao de pedra ;
assim o communico a Vmc. para seu conhecimen-
lo o direccao.
Ao mesmo. Nesta data expeco as necessa-
ras crdens, para seren transportados corte, no
vapor Guar, os remitas Antonio Redrigues de
Oliveira, Jesuino Antonio da Silva, Manocl Ferrei-
ra Dainasseno e Jos Pedro da Cunba, a que se
refere o seu offlcio de lodo corrente, sob n. 51
Ao mesmn. -Mande Vmc por em liberdade
-< recruta Jos Simplicio da Silva, visto ter prova-
2.' seceo.
Portaras:
0 presidente da provincia, attendenio ao que
requereu Mauoei Joaquim dos Passos^capitao. do
O* batalhao de infanUriada guarda a-cional deste
municipio, resol ve conceder Ihe dispensa do lapso
de lempa em que devia ter salisfeito na Ihesou-
raria de fazen la, os direitos da sna puente, que o
rformou no posto de major, devendo aetisfaze-los
no pra-o inprorogavel de 8 das a contar desta da-
ta, aiim de poder receber dita patente.
0 pre-dente da proVncu, attendendo a que
ja se acha insinuada e funecionando a cmara mu-
nicipal da villa de Panellas, e que segundo parti-
cipa o respectivo juiz de direito, era ollicio de 2 do
corrente, foram ahi apurados li'i juzes de fados,
resolve. de conformidade cora a lei, crear eai dita
villa foro civil, em conselho de jurados.
Ao commandante superior do Reeife. Expe-
ca V. 3. suas orlens, para que urna guarda de
lxoa.a tirada de um dos batalhe* da guarda na-
cional sob sen commaudo superior, esteja postada
huj" pelas horas da larde, era fronte da matriz
da Boa-Vista, aGm de fazer as honras fnebres ao
cadver do alteres do extincto esquadrao Uesta ci<
(Jjide, Domingos da Silva Ferreira.
Ao juiz de direito de Cimbres. Rsspondendo
o officio ae Vmc, de do crranle, env que soli-
cita o augmento da forca ahi destacada, e os re-
paros de que precisa a respectiva cadeu, tehbo a
dizer-lhe, que para a perseguan dos criminosos a
.rJo sob o command do tenante Pires Ferreira, e
onanto eadeia, que mande fazer um minucioso
orcamento dos reparos precisas para repjetter-m o
eflm urgencia.
At juiz de direito de Carnarii. apununico
a Vmc. para seu eonhecimento e flns convenien-
tes p ro respotta ao sea offlcio de i do crrente,
co:u consejlu de jurados uo mutilripio de Pan I-
'' '
- Ao juu de direiti in'.'.rfrto do f* djstriro cri
ramal.-Em resposta ao offleiu de Vine, de II di
e qu_ q,jgtfo das.aplas
pela respectiva cmara munici-
3.' seclo.
Acto:
O presidente di provincia. aUendendo ao que
requeren o p .rteiro da thes iiiraria provincial,' Do-
mingos Suriano Aire* da Silva, e tenlo em v resultado di inspecrao da junta medica a qne fe
submetlido, e a infonnacao do inspector da mes-
ma t esouraria, de 5 dicorren'e, sob n. 8'i, resol-
ve, de conformidade eom o art. 2" da lei n. 276 de
7 de abril de 18)1. aposentado com o ordenado
correspondente ao tempo de 26 anuos e 31 dias de
servien.
O.flcios:
Ao inspector da thesonrara de fa endn. -
Communico a V. S. para seu eonhecimento, que
por acto desia dala demetli o padre Jos Bonifa-
cio de '
pa
ca.
Ao mesmo. -Em respestaao seu offlcio de II
do corrente, sob n. 27 >, serie C tenho a dizer a V.
:>. que nos termos do ar. 22 do regulainento
de 19 de setembro de 1860, approvo a admissao de
2 OffleaiM de descarga supranuraeraros na alfan-
degj, sendo elles o sargento da companbia dos
guardas, Francisco Jos dos Santos lunior c o ca-
,-. _.. uosh u i, i 'i'-.ii--ui o paure jow noima-
co de Azevedo Urito, do lugar de capello da com-
panbia de aprendizes marinlieiros desta provin-
cia doMaranho e que V.Exc. far begar a. b J >ai ( incalves Pires Ferreira, propostos pelo
3ue Oeo inteirado de h iver sido essa cmara cita
a para fallar aos termos de u:na aceSo de nun-
ciaca Je ob'-auova, cujo eubargo foi feto em
um acude que sereazia n lugar ponte d> Sarai-
va, a requerimenl i de Candido lose Ignacio.
A' mesmi.-Em resposta ai offlcio da cma-
ra municipal de Itamb, de 13 do corrente, tenho a
dizer que, estando a assembla provincial funecio-
nando, a ella deve dirigir-so, representando a ne
cessidade de um idvogado para tratar dos seus in-
leresses.
A' cmara municipal da villa d; Panellas.-
Para seu eonhecimento e Bns convenientes, ,-,)iU-
inunico a cmara municipal da villa de Panellas,
que por portara desta data, foi creado foro civil,
com conselho de jurados, nesso municipio.
s' asnean.
Offlrios :
Ao fe. Joaquim Goncalves Liina.-Agiade-
cendo a raformagao que V. S.
v Cordeiro de Mello e capillo cirurgi.lo unir, Auto
iui Franc s -o da Cunba, que sao chamados a com-
parecer nesle c.mimando superior dentro do prazo
ue trrata das, conblos da data deste; e caso nao
cumpa recan, ser nomeado un conselu de in-
vestigavao para verificar a auseucia [htr mai| de
sois mazos, procedendo-se em ludo mais, de,ron
1 ormidade com as nstiiii-coes que baixaranf com
jtf decreto n. 3,53j de 15 de n.ivembro de 1863.
Quartel do commando superior da guarda na-
cional do Limoeiro, era 8 de marco de 1873.
-E eu Jos Clemontino Beztrra da Mello, tente
secretario geral interino o escrevi.
Fram-isco Olegario de Vasconcellos Galvao.
ii.' seccao.
O.Ucio: V
Ao inspector da I esouraria provincial.-S.
Exc. o Sr. presidenta da provincia, manda decla-
rar a V. S. pira seu conheciineiito e fra> conve-
cumentos relativos ao referido terreno
solver resposta como for de mistar,
Offlcio :
secnio.
wJf? "^^0 fhef8 d;l i540 das obras L. Ao r. Joaquim Corroa di Araujo, primeiro
la assera'ila '
presidente da provincia, p isso s m.aos
SSKSfclIMS,2 dt, "Wto.oxi* Vmc. em seu [ sccrolario da asse'nr.ila legislativa provincial.-S.
14 du_corren!^-, relativamente ao direito.Use. o Sr. presidente da provincia, pisso s raaos
S., alim de ser presente, assembla legs-
de v.
inspector da niesma alf.ndega, na represenUco
que veio annexa ao citado offlcio.
Ao mesmo. Tendo nesta data nomeado do
eipilao reformado do exercito trajano Alipio de
Camina Meo lone/a, para exercer o iugarde almo-
Xarle do hospital militar, em substitui'cto ao ma-
jor honorario Joao-Manoel Percira de ABrea, que
declarou nao poder pelo estado de sua saude, con-
tinuar a exerce-lo ; assim o communico a V. S.
para seu eonhecimento e direccao
Ao mesmo. -Remetto-lhe copia d) ollcio que
em dita de II di corrente, me dirigi o Dr. Joa-
quim G>n;alves Lima, acerca do abanlono, em
quese acha o terreno do extincto aldeiamento de -
*a Y-We^ Miui-oc une v..ff. me eavieuKUros'H,
sv.iWfflos ahi existentes, c que forera relativos
iquelle terreno.
ao pagamento das obras feitas, que assiste ao con-
hXS&XT&T* \ Vl,:'J.,l,! (:'.,)ru-!,ativa I<-<'%fca inclusa epresentacao que a'el-
ie que, aguarda a informa;ao d-T'senUdo di secretaria di presidencia, pedindo a
d cisao delinitiva ile oulra represenlai^ao que na
per; i de quatro airaos submettej considerara)
ila taesm i assembla
5." sarjo.
O.Deio :
provincial co.n leu- Aos agentes da companbia brasileira de na-
em C?i8'JJ; teuhi a V^yagan. Da ordam de S. Exc. o Sr. presidente
er-lhe que, despeas desta orden) esto imfie
engenheiro que fot examinar as ditas obras, alim
de poder resolver sobre o referid i pagamento.
a T,.n ,n,'sm>- -Era resposta a i offlcio de Vmc,
de I) de mar.o ultimo, sob n 10, sjlicitanlo au-
lorisaeao para niinl ir garantir os 1 algaroses da
coberta do paco da assembla provincial co.n lon-
ces de chumbo, avahados
Panamo
uco,
corrente, tenho a dizef-I
da eleirSo para vereadores o jizal
paz
Ja fre-
guezia dos Afogados, guardado como de lei ru
cmara municipal, a quem Vra* dov rei|Uo.dts-
U, aflm de proceder o exame que julgar conve-
niente para samprmanto do aviso do ministerio
Ao mesmo Inteirado deqnanto V. S. expw
em seu offlcio de 12 do corrente, sob n. 2o'. seri
(., acerca do pagamento da quanlia de 170i0:),
relativa ao fornecimento.de objectos feitos por
Moiira & C., a enfermara dos menores do arsenal
ae guerra, tenho a dizi-r que o autorjso a mandar
effectuar tese pagamento sob a responsabilidade
da presidencia, visto nao ter o crdito consignado
na ord.'in do Hiesouro" nacional, n. 36, de 17 do
fevereiro ultimo, compreliendid i e-sa des|iez, se-
gundi se evidencia do citado offlcio.
Ao mesmo.-Para os Bns convenientes, com-
muiii a V. S., que, attendendo ao que mu Beque-
rea 0 capitio do 6. batalhao de infautaria da
"tiarda nacional desle municipio, Man el loaaim
dos Pasaos, resolv dispensa-lo do lapso de tempo
em qne devia pa arnessa thesouraria os direitos
da patente, que o reforniou no posta de major,
deveudo salisfazo-los no prazo improrogavel de
o:to dias, a contar desta data, alim de poder rece
ber dita patente.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. o incluso
pret em dupheata, afra de que mande pagar os
venciinentos das iracas, do deposito de recrutas,
relativos primeira qtimzcna deste mes, como so-
liciiou o brigadeiro commandante das armas in-
terino, em offlcio de boje, sob n. 289.
- Ao mesmo.Fica V. S.autorisado e conforme
indica em sua infonnacao de 13 do corrente, sob
n. 265, serie C, com referencia a da contad ufa
dessa thesouraria, a mandar pagar a Francisco
Piulo de Magalhaes, sement a quantia de.....
2:1194810 em qne importou o fornecimento feito
no hospital militar em uovembro ultimo, cumprin-
do que por essa repartiejio seja solicitado do go-
verno geral o crdito preciso para satisfazer o pa-
gamento de semelhante fornecimento, nos mezes
de dezembro e Janeiro ltimos.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Transmiti a V..S. as inclusas folhas e prets, aflm
de que mande pagar ao 2." sargento Luiz de Fran-
ca Duarte, os venoimenlos do offlcial e pravas da
guarda nacional, que estiveram destacadas na ci-
dade de Goyanna, sendo os do offlcial a contar de
11 de jiilho a 19 de agosto do anno passado e os
das pracis de 3 do mesmo mez a 19 tamben de
agosto do dito anuo, conforme solicitou o respec-
tivo commandante superior em officio do 6 do cor-
ren le.
Ao inspector da alfandega.A' vista do que
mrorma o capito do porto interino, em offlcio de
15 do corrente, sob n. 85, com referencia ao qne
requereram Jonnston Pater A C consignatarios da
escuna ragleza New Bou, procedente de Liverpool,
autonso Vmc. a permitlir que a referida escuna
descarregue no ancoradouro em que se acha
amarrada, vinlc e oito toneladas de carvao de pe-
dra. ..
4* itcfio -
Actos: .
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Leovegdda Mari* da Silva Cordeiro, pro-
fessura publica de primeiras lettras. da villa de
Serinhaem, e lndj em vista a nformacao do di-
reaior goml iniannn da instruceao pubea, de 3
do irrente, sob n. fi, resol ve conceaemho ao
dias d licunca cora ordenado em prorogacao da
que obteve por portara de 8 da Janeiro ultimo,
para tratar de sua saude.
-Offlcios \
Ao Exm. Sr. Dr. Gervazio Qcero de Albu-
querque presidente da provincia do Piauliv. Ac-
cuso reeebido o offlcio de V. Exc, de 22 de feve-
reiro ultimo em que rae sommuniculuver aaquel-
a data a-sumido a administracao dessa presiden-
cia. Aproveilo a opnortuoidade para apresentar a
V. Exe. os meu protestos de eslima e cunside-
racio.
i A Exm. Sr. Dr. Sil vino Elvidio Carneiro da
Cunba, presidente da provincia do Maranbao.
Accuso iccebido o offlcifc;> V. Exc. de4 do cor-
rente, em que me commnica'bayar naquelia data
assu.nul y a aJminij.;racao dessa provincia. Apro-
v-oiU) a occisi.ui para apiesentar a V, Exc os pro-
leste do mirllu estima e considrracao.
i A />ao Baptista Gomos,Penna. -Em resposta
no offlcio do Vine, de 3 do corrente. tenue'a di-
zer-llic que. aceito o agradec nao so os seos
frvidos, mas 'tambera medicamentos que pe
Uiposirao do.i atacados das febres e varjola que
grr.ss.ii nesse municipio de Serinhiem, touvando-o
F: acto qti i assas revela os seus senlmer|tos
rios.
1
no prazo all asUpulado.
i^aortaciio oinaieicial
O U -r^viluui
da provincia pudeiu Vv.Ss. fazer seguir amaiih, s
taiiK nte corapreliendidas no conlrab, queniopo- .o horas da Urde, para os portos do sul, o vapor
M.V2 S "uua,eiicias taca; e portanlo, devora Guar, cbegad-i hoja das do norte, como s.dieta-
euat eorrel por coala do arraibatante. rain era seu offlcio desta d ita, que Rea assim res-
- A mesmo. -.Nao tenlo Manuel Peres Caiu-ip adida.
pello Jacome da Gama concluido, nos termos da _____
sea contrato, as obias do rii.-ri> -Cavooco, di en- !&V;i,ir .]. nuli.-ia
renljo-Anjo, secundo communicoU Wm offl- 1 *.,J V 7 |cl.
code 11 do correte, sol, ,,. 109, mpon'u-lhe U -'^-jetara da pot.m ue Perna
multa a que se stijeltou, caso nao as dssa por1 v 7M watv"ll^Wt'
' i> /z. Illin. e Exm. >r. Levo ao conhoct
I uii.'pto de V. Exc* quo^eguiido consta das nartiei
.. i Dacoo ivceum.ijjbje nesta re';piTTTTrSIi, torSH
ii.iiii-m rK^otflfws ii cran de duteili'iloOS SCgUUteS
individuos :
A' minha orden), Dionisio Barbosa da Silva ou
Manoel Thomaz, viudo de Agua Pret a, como cri-
minoso em Se: i uli i em
A' ordem do subdelegad.) do Reeife, Faustino,
Bsera.o deJoaquim Luiz Veira, requerimento
deste.
A' ordem do de Belem, Luiz, cscravo de Estevo
Jos da Motta, por andar fgido.
A'ordem d i do Poco, Lourenco Baxerra Sar-
neini da Cunha, por andar fgido.
O Dr. delegado da capital por offlos de .ion
t-in e de boje datados, commnuicou rae que o
s:ib lelegado de Belin Ihe participara que n'aquol-
la data remettera ao r. juiz de direito do 1.* dis-
I trislo criinin I o inquer policial a que proceder
.contra Francisco Jos Ribeiro Braga, em vrtude
em seu offlcio de ti .lo corrate*, aoqu.il ciipTF
iihou copia do que Ibes foi dirgijo por alguns ne-
gociantes desla paca, reclamando cintra as ante-
eipacoes, que affernativamenta se dan as partidas
dos vapores brasileiros no niesraoda, emqae cho-
gain a este porto ; tenho a dizer-lbes que nio ha
motivo para seelbanla representado, visto como,
durante rainha administrado, anda se nao deram
desses casos. Devo, porin, a*s -gurar a Vv. Ss.
que tomarei na devida considerara! a represenU-
co daquulles negociantes, o providenciarei sempre
para ipic se evite atropello ao commercio.
Aos agentes da companbia de navegajao
brasileira -No caso de nio terem sido autorisadas
pela presidencia do Maranbao as passagens. at a
corle, das 12 piaras, vindas da.piella provincia, e
que se achara a bordo do vapor Gnor, coraman-
dadas pelo alfares honorario, Pedro Severo d Costa ,
Leite, deem Vmc as suas ordens para que o mes-'S T'a 'l'1"^ P M,*uel d"S A"JdS ""
rao aferes c a referida forra sejan. transitados ch^>' W 2 e")U1i-^ss,nar- a ..
deslino oor cunta d,l minUtnrn a, 1 Q^ o subdelegado de Santo Amaro das Salinas
Ilie coinmunicara que honteni pilas 9 1/2 horas
da noile, o pardo Joaquim de tal, residente a cida-
sejara trans|iortados
ao seu destino por conta do ministerio da guerra, e
bem assim a familia dessa offlcial e as malherea
dos ollad',8.
Portaras :
Os Srs. agentes da companhia de navegarao
brasileira maiidem dar transporte para a corle, por
cunta do ministerio da guerra, no vapor Quar, ao
2-cadete do 1 regiment de cavallaria ligera Can-
dido Marcelino de Miranda Forjaz, que vai reu-
nirse ao seu coi po.
Os Si-s. agentes da cunpanhia de navegacao
brasiJeira mandein dar pas agein para a corte, por
conta do ministerio da marinha, no vapor Guar
aos recutas da armada Antonio Rodrigues de Oli-
veira, Jesuino Antonio da Silva, Manoel Ferreira
Daraasccno e Jos Pedro da Cunha, es quaes se-
rao remetldos para bordo do mesmo vapor oelo fUn em uwvimenl.e 1ue a tal respeito proce-
captao do porto. ?erA "3 'erraos e recommenda los pela novissima
de de Olnda, estando deitado sobre os trilhos dos.
bouds em occasao que passava o cirro n. 23, fora
pelo mesmo cirro muit i maltrtalo era um i man
t na caneca ; que acerca de seinemanle laclo cs-
tava procedemio nos termos da lei,
Fualmente, que o subdelegado da freguezia da
Boa-Vista Ihe communcara que hontein polas 5
horas e 3/1 da kirde, fora esmagado na Soledade
pelo ultimo carro do trem que vinha de Apipucos,
o menor Francisco Egydio Padilha Lavra, lilho
da D. Balbina Carolina Padilha Lavra, ocasio-
nando tal desastre a imprudencia do dito menor
que pretender subir no trem quando elle j
Os Srs. agentes da companbia de navegacao
brasileira maudem trausportar a corte, no vopor
Guar, por conta do ministerio da marinha, os
aprendizes marnheiros, Francisco Jos de Sania
Ajina e Joaquim dos Sanios Ferreira, os qnaes se-
rao mandados apresentar a bordo do mesmo va-
por pelo inspector do arsenal de marinha.
EXPEDIENTE DO SRCRKTABiii.
OfnVos :
Ao Exm. commandante das armas. -S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda declarar a
V. Exc. para seu eonhecimento e lins convenien-
tes, que nesta data expedio ordem thesouraria
de fazenda no sentido de serem pagos os venci-
mentos das praeas do deposito de recrutas, concer-
nemes primerea ipimzetia deete mez.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc, em respesla ao
seu offlcio desta dala, sob n. 295, que ficam expe-
le! da reforma judiciaria.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. com
ai'-udadnr Henri|ue Pereira de Lucena. dignissi
mo presidente desla provincia.Ochefe de pulicia
luiz Coireia de Queiroz Barros.
fflAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Assembla provincial. Hontein func-
cionou cora 38 senhores deputados.
Approvadas as actas da sessao de 15 e reuniao
de 16 do corrente, o Sr. secretario leu o se-
guate expediente :
Ura oIBeio do secretario do g,verno da provin-
cia, rcmettendo o requerimento de Agr & C, em
didas as necessarias ordens para ser transportado | que pedem se autonse Santa Casa de Misericor-
a corte o 2* cadete Candido Francelino do Miranda oa a contratar com elles a armario das casas e
Furjaz.
Ao inspector do arsenal de marinha.De or-
dem do Exm. Sr. prasldente da provincia, commu-
nico a V. S., em resposta ao seu offlcio de 11 do
corrente, sob n. 577, que licain dadas as convenien-
tes ordens para serem transportados corle, no
vapor Guara, os dois atfrendizes marnheiros, a
que alinde o citado rnelo.
na, 2. seredo.. .
Offlcios :
.Ao Dr. hefe de polica.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta ao seu
loto
rejas por occasao dos actos fnebres e o trans-
porte dos cadveres das cinco freguezas desta ci-
dade para o cemiterio publico. A' coinraissio de
peti;oes
Outro do mesmo, rcmettendo o quadro da divi-
da passva de exercicios lindos, liquidados e en-
viados pela thesouraria provincial.A' coinraissio
de orcamento provincial.
Outro do mesmo, tzansmiltindo as infrmenles
ministradas pelo inspector da ttwsouraria provin-
ci.ii admimstMdor do consolado, sobre as casas
que wram cuiieRnJaa para pagamenta dos impos-
seu offlcio do hoje, sob o. 559, que tos. -A' quem 'ez a r quisjao.
acaba de rocominendar ao commandante das ar- Uoia peticao do continuos da secretaria do go-
mas a expedicao de suas ordens, para que ama- verno, pedindo augmento de vencmentos A'
$ba, ao uieio dia, se aprsenle nessa reparticSo aljporamssio de ordenadas.
forra de que trata o citada ollicio. w i
Oua de Antonio Lndgero da Silva Cosa, escri-
superior de Goyanna. S. vao_ de orphaos, capellai e residuos da comarca
de >anlo Anto, representado contra a preteneao
de Bellarmino dos Saotos b-lco Filho, na qual
pede que seja- annexado ao do vel a iirovedorra
Ao commandante
Exc. o Sr.
muuicar a
thesouraria provincial no sentido de serem pag03
iH-esidente da provincia manda com-
i ,V. S. qne-nesta data expedio ordem
ao segundo sargento Luiz de Franja Duarte, os de capellas e residuos da mesan comarca___A
vencimenlos do offlcial e pracas. da guarda naci- commissao de justira civil e criminal.
nal de que trata o seu offlcio de 6 deste mez. i"bL considerado objact d delberac.'tli e manda-
Ao promotor publico de Ouricurv.O Exm. do. imprimir um projecto, do Sr. Gomes Parete,
Sr. presidente da provincia, manda aecusar o re- autorisando presidente d provincia a iiundar
ne'orraaiito do o.ll ximo passalo, participando ter promovido todos Fre Ca.ierj, eapprovau ura parecer da commis-
os termos do jnouerito policial pelo fado do assas- sao de fazenda e orcamento'. ndeferindi a petirao
nato do capitn Bellarmino Gomes Ferreira. do r. Groguflo Lipparoui, relor d<) seminario
- A promotor publico do Bunito,J|a urdom episopal de QfimLi, e bem assim a redaecaa du
do Exm. Sr. prestdonte da provincia eom'.nnnicu projecto u. IVdeste aunu, e tres ro,|uerimentosv
> S-. que, segundo offlcio do Dr, ehefe de poli- um assignado pelos Srs. Lamenta Lins e vgaj^i
cja de II do corrente, G.vldinp.Fructuoso, Pedro" Tilo, pedindo que esta assembla felicita a da* A-.
Lopes da Costa e Gatdioj) Bernardo da Silva, indi- (lagas pela inaugurjQao da linba telogr&peic.qlaaiit
ciados em cprae sie rucada. aUa, nao se achara na una, tyj|a ^. d^t provincias, outro. du $v Fi-
gueinia, pedindo que seja remedida nina cupia da
representaran que a r.sembla appiuvou sobre
melhrameiilos desta provincia aos respectivos de-
putailos por intermedio do presidente da mesma
assembla : e outro linalmente do Sr. (uos P-
renle, pedindo com urgencia, que se solicite di-
verses esclareciuientos sobra o laicamente da c-
dade.
Passaado orden do da, foram successivainen-
t> approvados em terceira dscusso os projectaj
n 26 que lxa a forra policial e 27, que rogula a
arrecadacau dos emolumentos da secretaria da
assembla.
Enlraudo em primeira tbscussao o projecto n.
21 tiesto anno, i-agulando o eiisino primario 0 se-
cundario publica e partH-ilar da provincia, depos
de alsjonUM observa;o. aiscussao adiada a re pierinieuto do Sr. Tolentno
de Larvalho.
Foram submrltidos primeira disc.us.-ao e ap-
provados sucesivamente os projectos n. 3 deste
auno, que autorisa u presidyute da provincia a
conceder licen.a a dous empragados ; o do n. 32
do mesmo anno, que manda construir nina ponte
sobra o rio Japuraiui ; era terceira o de n. 1 dest
anno, que regala os lrales dos dislrietos de paz
da ridade da Vicluiia, sendo olTerecido cono
emenda pelo Sr. J. d'Arnnja, aceito e eoojuncu-
nieiite approvadu o projecto u. M t.iniliem desle
anno, que snnpcima o segundo dstricto de paz da
freguezia do Puco da Panella ; n 10, sobre a cana-
bsaco d':,gua o gaz pira a ridade da Victoria ; n.
2, que concede diversas loteras com algunas
emendas, conceden lo igual favor para nutras igre-
jas. K anda em primeira diseaste furam appro-
vados o de n. 31 deste anno, que crea una cadei-
ra de instruccio pablica para u sexo aiasculino no
racno Doce; o de u. lo, que manda annexa: i
freguezia da S de Olnda o cngeu.hu Frag man linio se ouvr ao Exm. hispo di-cesano, a
requiTiineulo dos Srs. Mello Reg e Novaes; a
bem assim o de n. 36, que regola os limites das
freguezias de Pi d Albo e Gloria do Go ; a re-
querimmio do Sr. Mello Reg Beou aliado por
21 horas a requerimento do Sr. Ges C.avalrante.
em primeira disenssau o de n. 31, que auturisa a
construccito de quatro cadeas.
Foi mais approvado am 3.* diseaste o prujecu
n. 11 deste anuo, que i-ata do imposto de decima
as usas em que tune .'ionarem lio-pitaes, e licou
adiado em 3.* dis.assao por 21 horas a requerimen-
to do Sr Gomes Prente, o de n. 13, que alteraos
limites das freguezas de S. Pedro Martyr c da Ca-
punga. sendo approvadas em i.* dscusso as
emendas apresentadas era 3.J ao projecto n. 86 do
1X72, sobro fabricas de loU'.-as.
Finalmente entrando em' 2.' dscusso o de n.
83 de 1872, qu" torna extensiva a disposicao da
le n. 369 aos professores publi:os de cadeiras
RVntSas: de ia;lrucco secundaria, f ii o mesmo re-
feilaJo, declarando une votaram contra os Srs.
IVrnanibuco Filio e Goncalves Ferrefra e sub
mettido 1." discossa o de n. 29 deste anuo, so
iMgMrada. d* rudaumu giPnnto J* rawro-se jilo Haver numeraJUHr^W
se a sesso. *
A ordem do d a para loje : continuaran da
antecedente, e l. dscusso do projecto n. -i' ; >.'
dos de ns. 16 e 23 todos deste auno ; 111 do anuo
passado, c 3* do de u. 25 do corrente anno.
Jury. Para J6 do corrente rv marcada a
abertura da 3.'sessao ordinaria do jury, no cor-
rente anno.
Il,'4-l:ir.ic'i' iicessrij.-A' proposito
lo que bont'in a*ui disemos s>ili o titilo dest.i
noticia, i Sr. Dr. Joaquim do Aqu .o Konreca di-
rigo-nes as lnhas que aliaixo publiramos, e so-
bre as quaes llevemos fuer as sejuintes renexdes:
Nao temos por habito dirigir indirectas a nin-
guem, in'iii o fixemos eom referencia ao Sr. Dr.
Aquiuo, na notcia de hontefii. A' quem lr des-
prewiid-imente essa noticia, sera duvdi paree.
r.i qne so livemos por lira tirar de sobre mis ama
responsabilidade <|ue nao tiiiharaos nein poda-
mos ter.
O Sr. Dr. Aqnino, que leve era seu poder a co-
pia pela qual se fez a publicaeo do seu relatorio,
uove cortamente ter observado que o que notan
com retarn ais periou part>dm on reunidos in-
devidamente, ote pode ser levado nossa conta,
sem grave ujuslra.
Qiianlo ao que dt o Sr. Dr. Aqnino relativ; men-
te noy poln- ajradir o sen telaJorio a cert*
genis, nada temos que ver, urna vezquu pouco se
nos da que-S. S. seja pi ou contra este ou aquelle
individuo, nao obstante respeitarmos rauto o seu
esclarecido juizo.
Finalmente, permita o Sr. Dr. Aqnino, que jun-
temos nossos applansos promessa que faz, as
su:is ultimas liabas, de ser mais minucioso, quau-
do ti ver de oceupar-se com as con as do gymna-
sio, de setembro dezembro de 1870 o de Janeiro
dezembro de 1871, visto como com essa minu
cosilade ha-de ganhar o publico, conhe:endo
factos que milito Ihe importa conhecer.
Es as linhas do Sr. Dr. Aquino :
t Srs. red dores da Revista iaria. Nio sei
se a mm, que Vmcs. dirigem as indirectas, que
se leem nu Diario de Pernambuco de hoje, tratan-
do das alteracoes qne se notam no relatorio, qne
apresentei ao Exm. presidente da provincia a res-
peito das cuntas do gymnasio provincial e foi pu-
blicado hontem no referido jornal : o que sei ,
que t a nessa publcacao diversos periodos parti-
dos, e oulros reunidos ; entretanto que assim nao
i'stao no original, e isto Ihes altera um pouco o sen-
tido.
Nao sei se houve nisto Monote de corregi-
ros, por estarera muto defeituosos : o que sei ,
que nao anlorsei pessa alguma a faze-lo. Bom
ou ni;i". quera que fo-se piiblcadu lal qual se
achava ; visto que S. Exc. julgou que devia da-
lo imprensa.
t Com offeito a nota, que foi publicada hontem,
do jantar de 15 de agosto do anno passado, nio
eslava conforme ao original, visto qne a quantia
era de 139/121), e nao de 281*020. como est na
ue foi publicada hontem ; tendo sido suppriuii
as quinze verbas de desposas, entre as quaes fi-
gura a de doze libras de rnassa de tomates para
sse .jantar.
Sei que meu relatorio nao pode agradar a cer-
ta gente ; mas fui encarregado de dizer a ver Ja-
de ; e, se de alguma cousa me arrependo, de nao j
ter sido ma do tiver de ocennar-me das contas de Miembro a
dezembro de 1870, e de Janeiro a dezembro de
1871.-Reeife. 17 de abril de 1873.-Dr. Joaquim
de Aqnino Fbnceca.
Mo lelto. Um hornera de cor parda e de
tome Jcaqulmde tal, morador na ridade de Obra-
da, estando a dormir sobre os trilhrs da linba de
bonds de Santo Amaro, ahi fui muito maltratado
em urna das mos e na cabera peto carro n. 23,
que o despertou quasi que para o matar
kYeUciiavn.-Hontem o Sr. Dr. Lamcnha
Lras, depois de aleuraa.- breves considerarse, of-
fereeeu deliberaeap. dn assembla provincial um
roquerimento, no quaj' pedio que gssa corporacio,
servindo-e dp. tclegraono etectrieo j aberto e
funecionando entre esta caplt I e a de Alagflas,
felicasse a asseralila desw provincia pelo tacto
dt lo, importante raclhoramento.
Approvado o requermonto. o Exm. Sr. presi-
*n dirigi o se-
jkuikc telegiAmma ao presidcaia da assembla de
.-Jlagoat ;
A a*embta,provincial de Pernambuco. feli-
cita a do, A'Mgas pela Inaugurado d> linki teta:
|rajV>Aa que'jna boje as duas prpvtncias, \-go-
qav
sija-se por esse auspicise acontecimeote.
Uulas vanUgens promelle a adininislracio, a. <
merrio e aos iulercsses dos seus babit-iiites.
Asrlt de alienad-.-Es producto do
beneficio ufferecido pota maestro F. L. Cola* em
favor do asyta de aliena los, que se realisuu u
tboalru de Santo Antraiio e.n 20 de mar-o do cor-
rete auno :
CummeHdador Jus Pedro da Silva,
^ cadeira
Cajitao de fragata Francisco Roma-
no Slupple da Silva, dem
Dr. Ju Jus Ferreira de Aguiar.
eaoMrote
Firuiiiio Herculano Baptista Ribeiro.
cadeira
Teneniecuronel ecio de Aqnin.i
Fonccca, idem
Henrique Jos.- da Trindale, idem
Dr. Alvaro l'cha Cavalcanl, dem
Dr. Jos Angosta Ferruira da Costa,
dem
Joao Walfredo de Medeiros, dem
Manoel Jus Ca"i|ws Barbusa, dem
Dr. Joao Dniz Ribeiro da Cunlu,
dem
Dr. Eduardo Augusto de Oliveira,
idem
Capitn Jos Joaquim Culho, idem
Dr. Luiz Jos da Silva, dem
Dr. Gul.enne H. Macu Gralh,
idem
Dr. Antonio Joaqun Curra de
Araujn, dem
Com i neii dador Antonio Gomes de Mi-
randa Leal, r iinamte
Dr. iilyupiu Ma rques da Silva, ca-
deira
Dr. Joaquini Crrela de Arante,
idem
Juaquiui PeJ.-o Brralo de Mello
Reg, dem
Dr. Antonio Gonralves Ferreira,
dem
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2>*CO)
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20OIN)
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10,00"
10*0111
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lOiOIIO
lOiOO
10*.
nuo
Dr. Adolpbo Siqueira Cavakati.
idem
Joao Mara de Albuquerquo Oliveira.
dem
Luiz Anlonio de Siqueira, idem
AntaOio Bernardo Vaz de Caal n,
idem
J. G irislian, frisa
Dr. Joao Mariins da Silva Coiiliu i
cadeira
10* l* i
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10 401 o
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IoO.
:i:i6*oco
I istitut,, Archeolojici. Beuno-se
hontem o Instituto Aivlie.dngiru, so'j a presidencia
do Exm. const-lheiro moiueibor Munii Tavare*. e
cuiii assMlenrja dos Srs. Ir- Snr-s de Azevedo,
AOnsBS ac IM"lLj!*njri |N \it*> uiw^rius, Sua-
rej Brand.... leneil te-coronel Fras Vul# '"/
SWro, oiii- J^J'4inair Salv.nMr TteTtilquo!
;ir. levaiH-m- fv Ira > e np|irnvai)a a arla da antCCfdmU
O Sr. '"-i'rj|-f-[...... menrioni > s tiatetc
expediente :
laiofiin' da cummissan rucarregalt de fesir-
jar O niil.igiM.-ii ;;. Gno.,.i(.> Ju ni mi : i.,rir i
pes, convidando o Instituto a se fazer representar
uo acto da beociio d aquella miag.-ra mi di i 20 *
corrente na gruja matriz de 8. Jus. -O Sr. pre
sdente convida os BOOMS presentes a OBSOpafteO-
rom naquelia sol imoidadc
Outro do Vigario GoOOMM G une- P.-reira. OBOr
lando e agriderendn sua ele';ao te i teta ourroa
penden te.inteirado.
0 mesmo Sr se -retalio perpetuo nirnr. m; a
segrales oflertas :
varios nuinenu do Diario Je Parostem, eoV-
reeidos |ieln consucu Dr. l-'iguen'ia ; alguns nu-
mcros da /'. ovincia. Joma! de A fajas, //..< .W-
gonko, pelas respectivas redar roes. Estas oller-
as sao lecebidas com agrado c ni.nidam-so ar-
chivar.
E" Ii lo e approvado um pin-cer da cniuuMss-i
de fundos e orranirutos, approvando Ualau^.
de roceita e despeza relativo ao li-rceiro tri-
mestre.
E lulo igualmente a vai a imprimir o segrate
batanea :
i.* TRIM.-THK
Janeiio a BMrvq
Beceila.
Joas de socios 3OJ00O
Subvenclo u-o 0
Sai io mi ,| de dezembro 239iA>.
Saldo contra a caixa mmB
72t
Despeza.
Expedame JiHO
Ordenado ao amanuense TojOlW
Dito do conliuuo 60HCO
Impressao da Revista n. 2 1 3204000
Festa auniversaria 315*000
76248.0
Eutra era dscusso e approvada a proposU
adiada do Sr. major Salvador Henrique. citnsig-
nando a idea de se mandar cuoslruir un jazigo
na igreja do Carme de Olnda para depositar os
restos moriaes do bispo 1). Fre Fnarisco de
Lima, tirando autnrisado o thesuureiru para. V
aecurdu cora o autor da proposia, mandar fazer a
obra conforme o permitlir u estado do cofre.
E'discutido e approvado um parecer da com -
ini.-s.io de admissao de socios e em seguida eteilos.
socio honorario o Exm. Sr. senador Francisco
Oclaviano de Alraeida Rosa, eflectivo o Sr. Dr.
Manoel Buarque de Macedo, e correspondentes os
Srs. Augusta Cesar da Cuu'a e Joao Vicente de
Torres Baodeira.
O Sr. major Salvador Henrique declara a i Ins-
tituto que na prxima sessao far a leitura te
mais algnmas verbas do testamento de Joao Fer-
nandes Veira, que a muto rusto tem podido de-
cifrar.
Santa Casa de Misericordia.Reo
nida hontem tarde a junta da Santa Casa V
Misericordia, foi pelo provedor da mesma, e Exm.
Sr. Dr. Manoel Clcmeotino Carneiro da Cunha
apresentado e lido o offlcio do llvra vifario de
Santo Antonio, pelo qnal era intimado e cumpli-
mento da portara de S. Exc Rvma., de 28 de
dezembro prximo lindo, cujo conieodo te do-
minio publico.
Depois de breves horas e sensatas considera-
Coes, S. Exc declarou que, constante a portara
circular de S. Exc. Rvma.. de doas partes, a
primeira das quaes ordena que o provedor ex-
horte os maos libados maronaria a que abju-
rem dalla, c a segunda que sejam expulsos te
corporacao os que, estando naquclta caso, a isoo
se negarem : e que a Unto nao auloriaaalre
oompromLsi respectivo, pois que as attriboiete
do provedor nelle estaonem expiicilas, sem nno
de nen'-uiua d'ellas se possa depreaeoter que o
provedor deva ser tambera o director so-ritual te
irmandade, entenda dever respoater aqaola por-
ua e offlcio que a acompan ava, nessa
mdate.
Disse mais que nao uua>uiau mmUmM
la primeira parte, ficava prejudicada a ;
A vista ilo cxposlo, foram todos os
presentes de opinio que se nfflciatst ao 5tr. vina-
rio de Santo Antonio no sentido das coostaeraeteo
apresentadas polo Sr. provedor.
r


p^

Estnbelccimeutos de arl
0 pessoal distes estabelecimcntos, a carg
la Casa de Mserterwh, no me da marco fin lo,
foi o seguinte : ~
Hospital Podro H 311, finios do enfermos 10,
hospital dos lazaros J, hospicio do alienados 80,
collegio dos orpnlr rl, dilo das orphs 168,
asyto do mentTOraadc 114, casa dos expostos 92,
eximios ca eriacAo &^~*fttjl 996^-^ .
l.ell. Hoie M it^iraJP > dmMTerttu
o agente Marns otajjao ds^fcvete loacd-do io-
' tirado n. 2 do pal 4a Sai4a.Qru.
Tambera, hqje (li 4eve tr lugar o leilo
de movis, lencverystae-, Utros. c .brteiet c f.v
vatios amillonado para a resi lencia 4o Dr. Ra-
mos, roa da l'nfio n. IT.
HlJ.Wtffl^e Pernambuco Sexia feira 18 do Ab! de 1873.
A*
U 11

. *.- -A

X
' ^flalv AwPBS 'nEufBwI bs une .v^'nioi-tra'rt dignamente.
.
Iiistrei;a.n> fiii-xlteaI.
csperajjp eterna felicidad* par!- Sun]
ministrara dignamente. .-_ '* cathol'
Mui;r na
,t
dajj&erronte} na-ma m Aurore
erajp* a caajrosr.oii- cata Ib*.
ds deteff^no. Movunfrito
locomecado
Aurora n. G3,
do dir
AmanliJ19) antinitar
no dia IB di
onde Vende
Casa de
16 de abril de 1873 :
Existian (presos) 36 >, entraram 6, sahiram 4,
existem 362.
A saber :___________________________
TfcTdnaes SoTi, nV.tlieres ID, e-trangetros 39:
escravos 47, escravas 1<>.Total 362.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 299.
ovimento d,t cufiymaria. do dia 16 de abril
de 1873.
Tiveram baixa :
Joao de Souza Ua, bronebifc.
lleiirique, escravo de Italttiar & Oliveira, febre.
Tere alta:
Antonio, escravo de Joaquiui Gome*, eeplialagia.
Pass:%K"rs. Sabidos para 0 norte uo va-
por brasileo Pirap ma:
Jos A. Barbosa Jnior, Eivlerio Gnmaraes,
Manoel C. Liiva, Dr. Mnnel C de (louva. Fran-
iseJ A. S. Meira, O. de Castro Magalhaes, Joao
C. Santos e 1 escravo, An insto C. Pagflh, D. da
Costa Notriwira, Francisco do Amara! Valente
e I lihW.M.innel M. Patead-, Paschoal Cabral, Do
lingos Lanbang, GaJdino E. de Unto c 1 criado,
Antonio Legorio, Alvaro P. Mmtuho, I). Honica
M. do Espirito Santo, teiiente-eoronel Joaqum M.
P. Viauna, sua niulner, I Al: o, Seriados e 4 es
cravos, Francisco B. da Cnn^a, Antonio M. I.uce-
na. Jo-e A. da Silva, Kaymtindo II. da Cruz, Joao
F. da Cruz, Gaspar Franco, J.>s Franco, Antonio
A. A. de Almeida. Jos da Costa Bota, Manoel M.
Veras, padre Clemente N'egri.
Sahidos para os portes do sul no vapor bra-
silrir i Giqni:
.1 o o Bezcrra de Arante Gpedos, Antonio P. de
Camino, Antonio I), de Oliveira. Hermenegildo
Liaron ne. Joao A. Ilnzeiidd, sua mnllier e 4 lillios,
Juao Jos da i'onccicao Coilsseiro, Antonio F.
Do irte. Eugenio da Silva, Honorio da Silva Gu-
hiarifs, C. Yieira Cavalrante, Antonio J. de Si-
queira Pra eres, Joio Placido da Costa, Jos C da
Costa, Augusto Kranier.
Sabidos para o Porto uo brigao portugnez
Triunplt :
Antonio de Sitan e Jos da Silva,
Cemitei'io imlilffo Obituario do dia 12
do corrente :
(enano BotlsrO, branco, Italia, 18 anuos, sollc-
10. Kerife ; febre ainarella.
Cypriauo, branco, Pernambucn, 17 meces, S
i 6 ; balen colito chronica.
Bernardina, cscrava. prbta, Penambuco, 46 W
no-1, silteir.i. Santo Antonio ; anenv'a.
iaiivli.oo de Owr.iliiaz, branco, Pernatubu-
r -. 5 anuos, solleiro, Baa-Visfci ; epilepsia.
Frauciseo. bran.vi, Pcrnnmbileo, 18 mefees, San-
i> Antonio ; libre amarella.
Mara, braner, Peinanibuco, 2 ni'zes, 8. Jos J
eflcnpltalile.
.: Ii tr, branco, 17 mezes, S. Jos; entero co-
t.
Mara Ro-a dos PraieTW, para, Peinambuco,
70 tatitos, vi uva, Boa-Vista, hospital Pedro II ; di-
an iia.
ha-juim Ferreira Marques, brasico, Portugal, 18
ah solleiro, Boa-Vista ; Mire amarella.
rbereza, escrava, preta, l'ernambtico, 40 anuos,
ol?>:ra, Boa-Vista : syphilis.
Manoel, escravo. preto. frica, 50 annes. soltei-
Ti, Boa-Vista : fraetara di eratiet e esmaj.i-
ment.
Francisco, branco, Pemambao, 10 mezs, Roa-
Vista ; paliuonite aguda.
Jos, eseravo, pardo, P.-ruambuco. 30 anuos sol-
teiro, Boa-Visla : febre typtileif.
paro,Per-
' ?xig:is.
Pctro teholdex, branco, Allomanha, 17 annos,
soheiro, l .a-Vista, i ospital Pvlro II ; febre ama
relia. -*-
Miguel, bran \
i.'i* confluentes.
MaraFr.iBcisca da i'ui'iiicaeao, par^a Pernaol'
i--., "y aon -', solteira. l.ia-Vi'ta, ISospital Pe.lio II:
' sxla.
Latea Muriada (uno.icio, parda, Pernambuco,
6*t anuos, Boa-Vista, iospit:I Pedro II : caebexia.
Cnn-tBart-ioloinco, branco. Italia, ignora-se l
sonara e opiusu *
l;s -la rregia"..""J
Ha solapa |x-la Ke 6
como lodos cortTeTsain
Coiestioo Diogeucs Paz Albuquerque, pardo,]
Trambuco, 32 auno, soltciro, Boa-Vista ; hexi;
SOBRE A MA^ONAKIA.
Considerada sob o apeclo moral, rligibso e soHaV.
D: Antonio ilo Maewtoiwttai par nwwj^c De
e da panta S aptstoiica, btspo do drani-1'a
prelado assistente ao tbrono Jontiflcio, do ci
selho d Sua Magostado o Iajjierador, que D
tnarde, etc.
A) clero e ao fteis que habitam o Para
Amazonas, si'uie,az e bencio era Jes'ls C risto,
nosso adoravel Salvador.
TKRCEtRA PABTE.
.4 mtfpnuia sob o aspecto xvf
D'inonstralo que a maconaria opposta aos
principios inais fnndtnifntoe
est ja demoiislrado (jue* olla
edificio social, (jue-assenta,
Tudo oque se Czer contra a igreja -de Jesu-
Cbristo, diz um grande escriptor contemporneo,
larse-ba contra o novo, contra a restaurado mo-
ral c material Jas niuJtidoes, por IIMUlfpnre ON
tra a restanraeo poliiiea da sociedade.
' A boa (Vmsiinig&va vWivde' um pwn; nio-
resulta nem da sua riqueza, neni de sua vida mi-
litar, nein da aureola qflef rodia o e.efe augusto
a quera elle obedece, nem mestno de seo respeito
da l-^alidade.
i Tudo isso momentneo. As orencas moraes
pie santilicaui os espiritos e sai;ram a autondade
lio as nicas garantas do futuro das nac/ic. n
Mas se alientos eneanrmos por esta nova face.
pela face social a iustituieao tna.onica, que
teni incontestavoblente boje inmensa inlltienria
no mundo, veremos, queein vez de ser ella urna
sociedade innocente do pbilantrojios, alheia MfJK
pletainente a-is movimentos polticos, como inuilos
apregoam, ao contrario, pela sua mesina oons-
tituifao, |>rneipios e indele, um instrumento pode-
roso do deorganisaoat) social, e a grande escola
preparatoria das revolucoes que ten abalado os
t ronos e os governos nestes ltimos tesan ; ou
ar.tes para fallar mais ;exacto, ella a revolncao
niestna.
1
E' un fado de veras extraonUiiark), irmos e
filbos rauito amados, que nestes tMDpea modernos
un que tonto se encarerem as vantagens da pu-
bliridade, se relire nina grande parte da socioda-
ie para os sombros reductos das associncoes taM
crea*, alim de exefoer de l sobre a nutra parte
itillucncia tao decisiva, quanto nysteriosa.
Ontr'ora, como udverte o sabio bis^wde Mogun-
cia, compuii'ia-sc a soeiedade christa d"uma mul-
lidao de a-soeiaroes privadas e publicas, organisa-
das cMeriormente.
A sociedade moderna compoe-se d'uma mulli-
dlo de associacoes secretas, organisadas interior-
mente.
A prineira AdiSeava no alto, do lado da luz ;
a segunda edifica cm baixo, do lado das trovas.
Andaui os horneas r.Jando pelos subterrneos,
c.nio raposas ; e os hrebiteetos dos ROVOS templos
temem a luz do sol. (104)
Este tacto extraordinario e anormal deve ter
por fjiea gravissinas consequetjcias- ein i ido o
complexo das relacdes socaes.
Prinieiramente toda soeedade secrefa, s por
isso que secreta, alt-'ra e destre as bases das
relanoes entre os homens, a saber a contunda
mutua e a franqueza.
E" cello que o macn, como obe-erva mu ja-
curiosamente monsenlior KoBelcr, acba-sc rm po-
si.ao mu diversa itos ile.nais lioneus. Clloco-
nl'iece os que frequenla, sen estado, induslria, a
groja de t|uefazfi:n parte, e facilinonte p'Mie sa-
l, t como vveni. .Xenliuma destas vantagens
, vr-1 pira b uo ina.onsa respeito a*s meniliros
da maconaria : de-tos o numero, O nom*, :\i ten-
dencias, e vida s creta como asseefa los sao para
todos nm myst'iio. Do conluH-imente que lom'*
uns dos otitros depende, a conflanea, t'o preciosa
as relicoes diarias ; e nao basta formar de seus
senielb.inies un ideal sem roalidade para ter esta
eonflanca. Quanto mais ivs conbecoinos ansiaos
outros. miis ella profunda. Se tratis com nm
lioiuein que snppondes pe teneo.r a urna socioJ-
de (foo seereta, que tera meios sojreto, rami-
a es numerosas e dcsionheeidas, ser-vo--ba
jlfljcjr ter elle eonlianca. .
t Porlanto lia nesie plinto desigualdad.' eoraple-

ida te, e sado, Boa-Vista, ltos|>ital Ped i II ; febre
amarella.
Margarida Mar';.: da ConceicaOj parda, Pernarn-
b :o, 6 anuos, solteira, S. Jos ; scirlio uterino.
;' :,?. branco, i mezes, S. Jos ; convulsoes.
- 13
Loit Alfonso Rcgneira, preto, Pernambuco, .'iO
annos, casad i, Boa-Visla, i ospilal i'cdro II; gas-
tro entente.
Antonio de Souza Moreira, branco, Portugal. 48
annos, selteiro, Boa-Vista, hospital Podro II ; fe-
iire biliosa.
Agostinho, preto, Pernambuco, 9 mezes, S. An-
tonio, casa dos expostos; diarrba.
Antonio, escravo, preto. frica, 50 annos, sol-
o Santo Antouio ; anemia.
Antonio, branco, Pernambuco, 7 mezes. S. Jos:
-pasmo.
Joao Manoel. branco. Portugal, 27 annos, soltei-
ij. Boa-vista ; febre amarella.
Francisco Dorncllas IFanderley, pardo, ignora-se
a naluralidade, 52 aimos, casado, Santo Antonio ?
deriamainento cerebral
Agistiuoo Serafim da Koclia, pardo, Pernambn-
eOj 45 anuos, casado, S. Jos ; molera interior.
Leonor Mara Joaquina da Silva, branca, Per-
nambuco, 17 annos, solteira, S. Jos : gastrte.
Adelina HemvMida de Mendonca, branca, Per-
nambuco, 28 annos, solteira, Bavista ; gastra
entente.
Rita, preta, Pernambuco, 2 annos, Bon-VMa
.onvyjiies.
Clemi'ii'.ino, preto, Pernambuco, 3 mezes, Boa-
Tista ; eonvubfies.
Leveneo Jos da Cru:, pardo, Pernambuco, 40
.:: ios, solleiro^Boa-Vista, bospiul Pedro II; fe
perniciosa.
Sii:e\er, branco, Allemanba, 17 annos, solteirp.
Bita-Vista, nespital Pedro II febre amarella
Mua da Coneeico Marques, branca, Pernam-
i'j.-o, .'!0 atino*, canda, Becife ; convulsfies.
Mara Francisca (iamellera, parda, ignora-se a
iraiidade, 12 annos, solteira, Santo Antonio;
lobre aiiia relia.
15
Fransisco de Assis, (tardo. Pernambuco, 30 an-
nos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro II; ana-
zarca.
Bemvnda, parda, Pernambuco, 2 mezes, Boa-
vista ; colite.
CTock Noel, branco, Franca, 29 annos, casado,
ftoa-Vts'a ; febre amarella
Mara Jos de rouza. preta, Pernarn neo, 30 an-
uos casada. S. Jos ; scirrho uterino.
Alexandr.aa, parda, Pernambuco, 3 mezes e
meio, S. Jos ; diarrba.
Josepha Francisca Poncana. parda. Pernam-
buco, 24 annos, solteira, Boa-Vista ; tsica pulmo
nar.
Joanna, parda, Pernarabaco,. U mezes, Graea ;
b-bre maligna.
Manoel, preto, Pernarabu;:j, 60 aunos, solleiro,
Boa-Vista ; diarrba.
Emilia, parda, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos;
convolsoes.
Jeo, branfo, Pernambuco, 20 das, Boa-Visu ,
gastro enterite.
Jos, escravo, pardo, Peruanfeuco, 40 anuos, sol-
leiro, Boa-Vista bydroporioardio.
Pedro J s Je l.yra. pardo, Peroafnbticn. 35 au-
nes, casado. 8. Jos infeccii purulenta.
-16
Mara Vicencia, parda, Pernambu:o, 7 annos,
Boa-Vista; conuu!s*5es.
Serafina, parda, Pernambuco, 16 annos solteira
Santo Antonio ; enterite aguda.
Mara do Carme Reis, Sranca, Pcrnambace, 4*
annos, casada, Recite ^phty*ca pnlnwnar.
Roflna Mana da Corceic'So, parda, Pernambu-
;<>, 56 anoee totIl Boa-Vista ; cenfStao cere-
Jjrl.
IVanciscaSaljtaa. das C agas, hranea, rertitim*
...*, -o nm, vin*^ Afogados ;heja.U.
Julia Tbere de Jesns, branca, Pernambuco,-)
14 iimww.'selfclra, Boa-Vista ; gastro enterite.
Manoel J.>* 8o Sacramento, pardo, Pernambu-
co,"^ anno?, casado, S. Jo? ; ftTimento4agudo.
.........
IOSI\'BS ns
iUi raeni
o o s$o T
n jurmei
jnturt
calidad*
si* af|tjej
pefeito
wprrauid
iluda ufllf
01!
j.lr.iinUirnrao lajiuti^a nina potencia oecn;, er-
gs nisada o s^cidajle, dispon 11 de ^randB pro=-
tlgio; C ten9J 1*er'lir1ncipi ca;utalque toda uqt;
perience Ordein, lleve, nao importa qual sej
seu estado e proissio, del'enJer por lodosos, meios
"o iqeiiilu-..- da
resjes dos que
romettido cumi
e, poder i a pi-
tias dk- i rapar-
todos es ca-
liber, apiefle
sti-.a que todos
SupjMMM
tara exprimir tira seu aiver-
iarb, nu^Mra exiair da necio da Justina um del
si-tl^nfluTi-os,-FM^Wi' |WsSr?l, |ioi-, ella no"
inipeecavelorrenaseo una condemna<'ao, ou
nabft.rie> iojuifl sem- d#>M.-'d|an ua-
B-a-ls wriaio fe cgragejalo-iTrdiitaf as
iras desa poderosa a^sociaco ; mas ser inju-
Tnw) dlzm^mie nrottosTiao teriaiii lalvoz-tamanto-
lieroismo, e autos .ejrforewam^eedw. diame do to-
nebro.-o protgfe'aioJaNiuSiuieavezes 4o *b
urna seita^inmerosae secreta. .
& nesle caso o qne efia fito da magestade
da le, da digjii laile da nngistradura, da recta ad-
ministracao d.-t Jstica, isto de dm (Ibs"lnai vi;
la?* iiitqre.^es da sociadide ? ~
Al do pafe en qnc o corpo judiciario, csse cor-
po que ein todas as nacfles civlisadas conside-
rado como ultimo baluarte da independencia ejj
obstculo da tyrannia, estivesse eseravisado s
patxes dos paritdtjs, diz mu eseripter :
Quaudo a ja*ti,a, atidicando-se a si propria,
cabe das alturas da le habalxeza de prestar ser-
vi-os, grande o nral, e excede quanto pode re-
celar a previdencia h..mana. Se un dia tivesse-
mos de cheirar a l exremos, mclhor estaria-
irt-s na C'iiua on na Turqua, onde lao com-
mum a venalidad* dos juizos. (106)
, Ko que ser, Irmos e ftfhos charissimos,
se a raU:rn'lade mac/tnica for at o ponto de
currar no seu irrlrrio t as lei inexnrtiveis da
atierra, como afilrmam os nianons |t i O que ser
se no ponte mais decisivo de una balalha, em que se
resolve a sorte da patria, Citarte- os combatentes
a nm signal dad), limcarein-.v p-:ra um lado as
erm is, diirm-fe o osalo da unio, e de nimigo
qne erain,torn-uen se logo amigas t irmos nono
m s objenavam seis juramentos ? (107) O que
ser sp (liante do pavilhfto martimo,de soccorro
adoptado pela na ron aria, se tivesse de voar em
auxilio do navio iuunigo que o arvorasse na pele-
ja, m pena de [a'tar fcnlem-dade e honra m i-
coniaisl Nao claro que urna sociedade qu
adoptar taes principios, arruinar as bases da exis-
tencia dos povos, e cavar abysinos em que as na-
cionalidades padero de um momento para outro
afondar o losapparecer, conforme convier aos
planos do dominio universal a que a seita as-
pira ?
Ora, tal a macularia. Um decreto do suprc
nio conselho do 3:1" grao, Grande laja central n\f
Franca, rito escotsiz antigo aceit (P'8) determina
a forma c a cor desse paviSo, prescrovo esta
obritfacao maconica de dar tregua ao Irma; qne o
levantar, e inultos dos prncipaes oradores da sel-
la lotivan eeiicareccm esta npplictcit dosprinci-
m hum-initanos mnennicos, declarando ao mes-
mo lempo tcreni poderosamente influido na lsto-
ria militar dos tejimos modernos.
Tudo isto ^ gravssimo ; c se nao tiveramos de-
baixo dos pinos documentos em que a propria.
inacbnaria faz alarde dcslas cotisas, nao o-creria-
mos por.cerlo.
Considera i agora, charos (rlhos, a influencia maco-
nica, estendeiido-se, nao j a taes e taes eiasses
em particular, magistratura, inil'.ca, mas s
mais altas posi.oes d estado, dominando ella o
governo, e fazendo-se propriatnente um estado no
citado. O que seria daigualdade dos cidados,
garantida pe > cinstituico, se aos sum nos postas
da uaeao nao podessem subir seno os iniciados
P os a constituirn diz que todo Cfdado, coin-
i.into que teutia mritos, pode tomar parte ni go-
verno de pju paiz. e a imconana oiisani levantar
se do otlro lado, e dizer" : Nio tem governado.
nao gqtfr i, nao hao ie gnvermr, seniio os im
coas '. (109; Com que enrto haver nnsse paizduas
-lasses, una do privilegiadas, oulra dj parias
para urna os altos postos ofliriaes ; para oulra o
ostracismo Apprtp'eam *umnida4es lias scien
j'.ln-se que cegara realmeale- es jtaizcsiajia fisiaiiii^eliegeii a espleivlor actual......
p a esta extreniidade jje fcrem po>losas Errantes e oes luiuvids por continuos terrores,
perseguid is pela polica de una ni.-tropo!e,d 'srou-
liada, os oiaejiis apenas reunidos se \am obriga-
dos p des it'tr Je suas columna-.
A maconarla ueste paiz,uo jiodia ter ixislen-
cia reconhecida- senao enando aliberJsile fmf. in-
dependencia Ibe bouvessein didolfoyr i e proTffra
[.Es-a poca dcu-eeo eolia ella --Iujo piestar im-
purl a ules scrtkys fapatrul...'
Veremos ques foiaiii eisos ten coi :
Pela Historia nao suspefla-vemos, W'-'i effelto, iV*e :i oKicona-
ria s em 1822 cunoija a querer alfirmar se como
^potencia poltica ueste pa z, e desde en la o lamhem
comeca ella a fazer, sentir sua Bccfw des ranisa-
dora.
Se desde ento vemos o primeiro ministro da
cora eme nU-and Ihda a sua iiiiluencia as loias
e servirrdo-se uWm como de poib-rso instrumen-
to dj3.pro3L-lyti?iuo uolitico, vemos ta nbemem bre-
ve-eit-e iiistruincuio petig.J(, obedecend i ao inllll-
x du u lf>libecaJ'm,*ilwr-se contra o pro-
prio governo que o ompfegava, ameaeando a sc^
guranc do ib roo. Dissolve aquellc poderoso mi-
nistro o Grande Oriente, foco de una agiliten,,
crescente que ia abalando todo o paiz, e or-
gauisa un* nova sociejado secreta com .o iioiiiede
apostolado.
Mas logo lao saliente lornou-sc o inlluxo desla'
om da primeira, pelo que desgOslou-M por
fin o iiuuerador de vr tratadas e decididas no
apostolado, que substituir o Grande Oriente ma-
ouico, as que-toes guc deviam ser posterior-
inoiii.-. doeiaiaaa pelo govoriw ; ou sujeitas as-
sembla, de modo que estas autoridades se torna-
va m Cli.VNCKLI.iUl.'.S DOS l'l.\'S3s U APOSTOLADO,
antes que o laboratorio das ordens e leis de qu
o paiz careca. Posto tivesse sido o Imperador
acclama-Jo gronieslre, raras vezes podia ssi>tir
s sessoes do apostolwlo ; na sua ausencia se
concert i van planas di gorerno, e (piando mesrao
presente, erara a inudo desprezados os seus son-
tuuentos.. (U8)
Assim descontiado, domine o Imperador o seu
ministro, dissolve a as;enibla constitniuie, c pro-
cura apoiar seu tbrono na dedicaco mais que
Isstinos as maos da i
Que* nao v oj onorme< j^coJWeniciites oim
tei ladHBo experimentar os poyos ebristaos em tal
otado de coisas ?
"Quera nio v ser impossivel meral que um go-
rno debaixo do influxo da macollara nao sirva
os planos irreligiosos destajeia ?
da bberdade da igreja. da liberta-
cia dos Hl|i.is lidos cailioiicos em
governo vies^e a ser dqminado por
socreta,ique, como j vimos, vola
catholicisino, c procura persegui-
e, como i ni migo da civilisacao ?
0 que serie* sobtetudp, i\p ensino publico entre-
gue a maeaearia f
Jio veriaofos liig. valisadus p .r toda a parte
as tJo deoanttfilas escola livres, isto escolas em
que noTTfflSlna religfso algiima, conform um
dos planos mais acariciados da seita ? E o que
fcfflgr, efeRa,.grande Deui! dessas escolas sem
eHgio, lossas-OBOObs em-tfie nao se ensine, o mor do Senlior, principio da verdnleira sobedoria
spnihruma gera.-a de IflcrediTIos, de omens per
vertidos, seiu.eons'-'iencia, sen principios, ndoces
m toda ilorWadc ; fmnm-, urna geraco de revo-
icumarios, que se levantvo. mais cedo ou mais
tarde contra toda a ordem cstabeleclda, se assim
julgaremnecessario,para saciar suas cubicas in-
sensltaS i
Ah I caros fi|bos, cnao ser o inQuxo da ma-
ronaria que se deve o es'morecuhcnto quasi com-
ileto do en colas do imperio ?
Dizei, o homens que vos interessacs do fu-
turo da nossa querida patria I se 6 verdade como
dernonstram o Sr. Play c todos os graudes econo-
insas, que nSo ha povn prospero sem religio
pnifundamente eulranhada nos costumes, o que
ser de nos, o que ser deste pobre Brasil, se pre-
valecer o systema maconico de nao cnsinar-se re-
ligio as escalas f
Nos apenas tocamos extrtmjs digitis, oh caros
filhos, nestes formidaveis problemas.
Refleeti, e yJc a ijuc abysmos de pordcAo es-
tamos caminhando, seno liouver, como de es-
perar, una salutar reaceao.
Mas nao s o matonismo um elemento de des-
organisajiio social nos paizes onde ebega a tomar
incremento ; in.podeivsis^mo instrumento de
revolu;o e mi nratigavil inineiro a abrir fosses
profunlos debaixo dos tnrono* e das inonarehias.
Sim, irmos e filhos muito ainados, com razio
um dos nossos wneraveis predece^sores, o Sr. D.
"Manoel de Almeida, era sua carta pastoral de 3.'
de setembro de 1815, de accordo com os summos
pontfices, denunciou a todos 03 seus diocesanos o
sustenta dos pedreiros licrs como o mais perai-
cma aos soberanos.
t Todas esta* seitas (antigs) c as que se le-
vantaron nos dous ltimos seclos, dit anda o
insigne prelado, (erara, confundidas no abysnio
das tenebrosas ideas destes dissimulados c rislos
(os macos)... uns da classe da impiedade, e
outros da conjuraco : tanto estas eiasses como a
dos Iluminados conspirara contra odas as reli-
giSe, .desojando oxngui-las, demolir todas as
moiiiirchas e imperios... Na primeira ciaste
iS sophislas se divisara estes libertinos, que in-
scnsivelmeute se constinem lia classe dos conju-
rados de tal s^.rte que, se por impossivel, inultos
vassallos se rebellassem abertamente, ellos seriam
os pfimeiros em assestar contra o tbrono. finito
judciosainente diz un grande e lio soberano :
Nao podemos comprohen.ler como homelrs que
desobedecoMi a Deus e aos seus pastores nos po_s-
sam ser liis ill.'l). E' corto qne os impos Sau
ininiigos do trono, tanto inas_ peiigosos quanto
a sua ingerencia a tiliciosa nos eiuprogo.s appa-
rece effectivamente lcraliva c venal. (ll)
Assim se exprime o dignissimo prelado paraensc,
(pie tanto sollreu da raa'.onaria por ter castigado
um padre macn qne pregava publicamente be-
resias nesta diocese (113)
E este juizo do Sr. I). Manoel d'Ameida con-
lirmado pelos prncipaes macons e pela uiacm ra
mesuia.
O duque Je Saldanha fazia, lu pouco a deelara-
-\o seguate:
Diroi... que para poM&TBK a imhpaqXo bo
tiikoxo da nossa IcgitlTna rainha nao s fui gro-
raestre da inac niaria, mas grande plenipotencia-
rio da carbonaria e grande CGndCstaYC! das te:u:
piaras... Agora pifa milia jiisliilca^kt direi
cias econom-a aJniinislrativas ; appajot^mlija u me-rao di-iem que pela primeira v z se
ta entre os magons e os domis homens ; o quera
iv.p^y.,.. r. .------t ;"-frieih mmirlvr iiirn"'fl"'"" 'p""'- esje estado de
m eon?n <^n t>dn *|>nM^ oo rolurSf T A'fr.-mqnc*S
e condi'.-So --.--cncial cu cnidkiiir.'i.
Logo q,ie 'in al.mieni n'irna sociedade, de
qU'-m se possa snspeiiar que t-nba comprimida a
sinceridad % a veracidade |wr laco secreto, ceassa
a guakhde.
Tal a triste situacao e.u que se a-liara os
nao macos cm to.los os circuios era que tem a
ma.'onaria representantes. Tem sempre de re-
car nao baja entre elles quera nao exprima seus
senlunontos cora a inesma Usura que os outros,
que nio'soja constrangido |>or seus daveres e
ideas nkcomcas a commedir-se cm todas a-^ con-
vcisacocs, sera ousar dizer que perience a urna
sociedade secrota. (103)
Nao ludo.
O sabio escript alleraao, que ac! amos de ci-
tar, contina mostrando, com nao menos Incide, a
inconipatibilidade da inaconariae outras socieda-
des secretas com a boa organisaco de um paiz e
a marcha regalar do governo ; e:n primeiro l-jga
pelo muito One pode influir na dislribujf5o dos
empregos cora detrimento da jusiica.
Verdade que esto inconveniente o pode ter to-
da a sociedade, a familia, etc.
Mas estas vivera ao sol. o tem o contraste de
publicdade, e este contraste neutralisa^do algu-
na sorte o porigo das preferencias Ilegitimas, nu
das protecces escandalosas.
O parentesco prximo, por cxemplo, torna su>--
peilo o depoimeiito de urna testeinunlia. Mas a
maconaria car..ce desse e miraste publico, e quera
negar misara as iijustieas clamarosas que d'ah
poderi.im resultar se esta sociedade secreta vies-
se a tomar urna nrepudoranra decisiva no es-
tado >.
Hule parariara os direilos dos cidados, se a
distribuicao dos empregos pubicos estivesse. as
mos de urna sociedade secreta e privilegiada, eot-
penbada era favorecer a Udo cusi aos seus (hom-
bros, para assim dilatar o circulo de sua influen-
za e firmar cada vez mais seu predominio V
Se verdade que.em cansequencia dojuramen
to de fraternidade, empeiihain-se os inac^ns a col
locar nos empregos os iuieiados de preferencia
aos que uo o sao ; se verdade qus o interesso
da seita consiste evi lentemente eintaffastar estes
para encartar aquellos, nao innito-natural crer
que (l'ahi saiain p'oino;oes escan.lalosanie;te r-
pidas, preteri^oes aceinlosas e injutlas proferea-
cas, que desalentara o verdad-jiro mrito, esJVioin
todas as generosas emulai;es, B enlreguera as di-
ver-as repartirnos publicas mediocridades pre-
tenciosas, ou a incapacidades rcconheciJas, com
grave damno do servico nacional 1 Se Cora a ira-'
conariacoinposta de hniejis tifolliveis e ira|io,-oa-
wis, sua preponderante iulluencia neste ponto ne-
iiliuma inquiotacao podera eau-ar; mas nao sen-
do este o caso, deve todo o hornera raeoavi-l rcoo-
pjMem, que exercer umu, p tderosa sociedad.) se-
creta, som ceatrAste algui, iiifloencia tamanba oa>
distribuicao des empregos publicas, ura facto
anormal, repugnante, que po em grande dsch de
serem preteridos era seus direitos lodos os cid...iaos.
que nao sao macons. .,
Ora nao istn um gormen de doscotiU.-nt,i-
mentos e desorganisaco social ?
-Mas in ordera judiciaria que este estado* de
cousas pode ter ainda mais desastrosas oouse-,
quenia-;.
Beve o sanctuaro da jusiica ser inriolavel a to
dos os inlluxos e>tranhos. Agitem-se- por fra os
part ios e as paixes que divide es hornen-*, l
dentro, iiaquelle reetato augusto, soleve reuar,-r-
Calma, sublime, inflexivel, a magostado Ja le.
E essa le a judicatura o oqjao (rae. xr.optka,
que a torna cffectiva e real na pra(tca ais rea-
coas socaes ; -a judicatura independebVe, isenta
ae todo o erapenno particular, sobranceira a to-
das as nflilencias e iniersses pasagcros. Para
nada serveo leis, se nao sao severa e constante-
mente applicadas pafa bern de todos.
Sullys, Golberts, Richelion, Xmenos, homens do
largos intuitos,' polticos capaze&de/alvar urna ira-
cao das uiais.espantosas crisfcsiiosojan;_, perm,
macons ;'< o que hasta pin flr.llgl ah cnc.K-
tados I
Sossobre nos escarcees a barca da repblica.
Nao importa O ltm4o s o ha de empunhar um
depto da repiibll'-a t
E' preciso ter obliterado era si todo o sentimen-
t; do justo o do honesto pan nao amar repug-
nan!': somelhante nndo le proceder !
E que realidado tefiam, em tal bypofbese, as
i-:r:v..-iW eonlagradiM jelo pacto fundainenta!
para servirera de garanlfa boa adminislraclo do
paiz t
^e tosse nos concilibulos secretos da macona-
ra que se resolvessem as altas questoes do gover-
no : se to.los os negocios da nacao fosseni l de-
lorminados de antcmao, que papel licariam hien-
do as cmaras c o govorno, reduzidos a ser me-
ras chancellaras das Injas ?
De que serviriam essas dscussoes publicas cm
que a na-.'o inteira se interessa, essas discusses
que lein p .; fnn apurar o que ha de melhir nos
diversos alvUres ; do que serviriam todos esses
appa calosos meros de informaco de que se ro-
deiam os altos poderos da nacao para acertar na
(sitara das leis, se estas leis sao dictadas de an-
tcra.io por nm poder occnlto, que toma suas resolu-
coss no mais profundo segredo, fra de lodo o con-
trete da publicidado ?
Bs(a situacao fora realmente intoleravel; mas
felizmente, caros filhos, apezar das pretenc/ies da
maconaria estamos persuadidos que nao actual-
mente, nao ha de ser nunca a sititaeo do Bra-
sil. Ha no carcter brasileo tima natural recti-
do qne se opptie, que se oppor sempre, como
muro de brooae, as pretences exageradas ue
qnalquer seita egoisia.
Mas nao menos verdade que a preponderan-
cia decisiva de urna sociedade scrota nos destinos
de um paiz, em t e*e.-e s em these fallamos
um facto anormal, estranho, especie de machi-
nas dos gregos, qne traz no sombro bojo mil per-
turbacoes e desordens.
Nada diremos da singular preten;o qne tem a
seita de estipular contratos de allianca> clandesti-
nas com as patencias maionicas dos paizes estran-,
geiros, como faolo que fez a maeoniria brasilei-
ra cora a da Blgica e Franca no anno de 185:1,
como atiesta o marra Clavel. (O)
To pouco fallaremos das mysteriosas pranchas
mais modernamente trocadas entre o Grande Or-
CDiedo Brasile os d'uropa ; (ll) Hmdain-
luoncia que estes ten) lido era coitos actos do
nosso governo, como confessam os mais acredita-
dos orgaos ina;oncos. (ll) Oque lia de irre-
gular e ameacador nesse facto de urna sociedade
Becreta trocando nota< cora as poteucias macor
piets eetnaogaias, e formando cora edas altian
ros, : ijo ,i--or so lignora, resabe ah claramente
v-ta e apreciaeao de todos.
Assim a Hiedes mesmos que t into nos increpara
por tenaos com o augusto ahftfa da igreja univer-
sal, relaces publicas, recon -ecidas pelo estade, o
que s podera ter por objecto o bem espiritual dos
botos, raantem elles mesmos relacdes secretas cora
mylBiiosas potencias do mneonisrao e^trangoiro,
Sarn-que os governos inostrem disso a mnima des-
cooliauca.
E' o caso de applear o meniita ett iniqvikis
sit/i do-oraculo -da escriptara. '
Mas apressoraonos'a Mear n'uma ordem de
con_sideracoes de inda maior peso ejafravidade
06) / Tial rf"lf' ujvit<* io
Da fiel exeougao das leis, uasce a jusij.ja, virtnflo
admiravel, vjrtude do ceu, da qnal tera .fonje e
sede a grande familia dos opprimidos sobre a er-
ra. Ella segunda S. Francisco de Sallo:-, o
vinculo do mundo, a paz das nacoes, o sustenta-
culo la patria, a salva-guarda do pqyq, a forca da
qm paiz a proteecao, ao fraco, a coasolacao do
pobre, a neranca dos filhos, a alegra de todos *
so Mffravidade
. j ifcov. de I1!60.
(107) Gibeioarnal da mlfc. t. III pag. 445; Ir-
mlo Lefevre a'amalc orad, do Gr. inetrte de
franca. (Jiofce t. 'TV, Frmlb nnly, aitjnnto do
grao mesire da macn, em "(ViJcu
"(108) Esw decreto do sun'tmo cbnsellin, datado
de de abrM de'W, fo 'rt'timade ai olcinas e
rmos de totjds os riibse obedlehc|a?,- Ca raudo
loia do Handver ptibWou ulro flecreto no mes-
uro fenlido. Mbi/di MaConrqoe hV. dte'7 de^p .
.V^ja-ss o theor^esssdoChinrtto?na obrado Sr.
Sel, e na dofdre Gyr muito* Tartos da guerra
da reprthlie* franceZ, dp fmptrio ira eonmiista d i
refno d.t dosis Sicifias port ""
fno d.t* duas acrtias pormntvifia da'seita, etc.
(lOfy ralavras do |po-ni*trc Saldanha ari-
tjt^ no sen msturso Ja diado;
(II'O Hisihria pittoresra da maconaria. pelo ir-
rconiram as cortes, eu me demitti de meiubio
de todas as sociedades secretas, persuadido que
Se BU.vS SAO BFFUMZKS PARA OtLil UIK OS OVKU-
\OS KSTABELEClbS,. .,*muuim.-M
^^-..^K-t a mMiuia DK"Q('.\Lqfeu ivtiino uce
H.V0 LIIKS S JV l'K OTOIO. )) ^llfi)
O conde llaugwtz, era urna memoria apresun
tada em 1822 petante o congresso de Vieiina, e
(rOi) VeJa-?5 obra Un CathoHqn* peutil etf*
Franc-macon f de monsenhor Voa Ketteler.
(IOS) Libert, avtorilf, Fgtse, c ns&rattons
sur les gran* problema de ofr ttmae, por Mr.
Yon Ketteler.
rolo Clavel.
(II') Vid. Manifest de 186* '
(112 Pallando da le de 28 do ?pf. de 1871, diz;
o Prmro Negro, obra maconica mnito autohsada a
Tal foi a reconmiendaTjao que o Grande Oriente
do Vlle dos Benedictinos fizera ao Grande Oriente
de Franca. c;andorecouheceu a sua existencia e
legalidade. *"
pie fez profunda seiisacao era todo o mundo di-
plomtico, se exprime por csse tbeor:
(>negado ao lira de miuna carveira, julgo d
meu dever anear os olhos sobre os manejos das
sociedades secretas, cajo veneno aineaca a buraa-
nidade i ojo mids i|ue tranca...
- Apenas tocara cu maiordade, e ja me
achata frente da maconaria, senao que oesupava
lugar istincto no capitulo dos altos graos. Autesde
poder conhecer a mira inesino, antes de compre
hender a situacao ein que temerariamente me em-
penbara, es-me. encarregauo da direccao supe
rior das reunioes maconicis de una parle da
l'russa, Polonia e Busiia. A maconaria eslava
entiio dividida era dous partidos em seus trabalbos
secretos.
Um punha era seus 'emblemas a ex|tlcaco
da. pedia pbilosophal o desmo e o atheismo
mesJO era a religio do seus sectarios, i
sede principal dos trabalbos eslava era Berln,
sob a direc.o do Sr. Ziiulorf.
a Nao assim o oulro partido, cujo chefe nppa
rente era o principe Fredenco de Brunswick.
Posto que em I uta aberta, se davam a mo os dous
partidos para ettegar docinaco do mundo.
Cosquis tar os thuoxos, sehvir-sk nos neis como
DE AOMINISraAOnES, tal eiia o ki.h. ..
Jim 1777 eneaireguci-me de urna parte das
lo;as prussianas ; ininlia aeco estendeu-s3 sobre
os irmos dispersos na PoUtnia e na Hussia. Se
cu uo tivesse feito a experiencia, nao pedera dar
cxpcaco plausivel da negligencia cun quo os
governos fecbaiu os olhos sobre tal dosordein -um
verdadeiro status in staki. Naos os chefes estavam
em correspondencia assidua e euipregavam cifras
particulares, mas se envavam reciprocamente
euiissarios. Exbrcbb ixruLKNCtA dominante s>ibe
OS TUROXOS b OS SonKRA.NOS, TAL KR\ IW8SO INTUI-
TO, COMO ERA O DOS CAVALHK180S THMHLAKIOS
m Appareceu um escripto, .fondo por titulo : Er-
ras e Verdades. Fez estji obra graudo rumor,
produzio sobre uiim a mais viva irapressao. Jul-
gue a [ rineipio encontrar o que, segundo miaba
primeira opinio, eslava occuilo debaixo dos em-
blemas da Ordem ; mas medida que penetrava
na signiticacao desse euralo tenebroso, mais pro-
funda trnju-se rainha coovieco que alguma cou-
sa de nalureza diversa achava-se nessas profun-
dezas. Mais esplendida torn u-so a luz, quando
soube que St. Martin, autor uessa puobeaeao, de-
va ser e realmente era um dos corypheus do Ca
pitulo de Sia A is:o prendiam-so bnlos os lias
que devam mais larde deseavulver-so, para pre-
parar e enredar o manto de raysterios roligiow,
ni que ge encapla vara para iludir os profanos.
Tive entao a firme cjnvicco que o drami o*
nielad ein 7^* e 178$, a revolue/it francesa, i
regicidocm todos oteos horrores, nao sement
forain uhi entnesolidos,mat erant (inda o re
suado das assictacoe e dos juramentos. (117)
Dcixamos mullos o*lrs dooumentos no uiesino
sentido ; mas temos importantsimos da macona
ria brasileiri,os quaesnaoMdomos dexar de'con-
signar aqui para desengao des que anda ailir.
niaoi (un a m .e mana e una pura sociedade de
tiene/ieeneia. alheia completamente aos manejos
da poltica
Lm dos avtis curiosos no ponto qne nos oeoupa
e um manifest que n todos m Sapientissim
ttrieuies, A ugiutas Lajas e esptitavei Mnc nmrkt
des dous mandes fez o Grande Oriente do tinisil
fbaabtdi celette de Hi de Janetro, anro
da. verdadeira taz 3834 (W3i da era c ristS) to
liial documento em resumida ama phase impor-
tante dta historiada maconaria do imperio ame
rieano,
t Ainda que a maconaria nao seja nova no Brasil
dia este Manifest, jtois qoc iete o principio do
secuto (1*0) alzmias lojas rielle oram fondada,
coralddojem eHativ;rain lnga dnraedo, era
PfiiST Nulo^acto agnosceie 'possumus quali-
diivldosa dos mac.ms do Grande Crenle dis^ol-
vido, e mais larde em lujas porluguezas qtie sur
girara para conspirar contra as instituic/Jes na-
cionaes com titulo, do rofwniws do tir.ino. (110)
Entretanto a nu..onaria, a verdadeira macona-
ria, que no principio levara suas aspiracoes libe-
rae al o republicanismo puro, e nunca desisti
desse desidertum, nao podia devorar a alTronta
dp decreto de dissoluto e certa tsencao que Ibe
mostrava a cora. Es aqui Jomo a propria ma-
conaria refcie a estroudosa vnganca que ella ti-
rou do Imperador e seu primeiro ministro, deda-
ados por ella reos at um horricrl e>-ime, que de-
lira ser punido rom t' do o rigor dos leis iwvo-
ncas.
O apostolado... formado no meio da maco-
naria de iiiembros punco firmes as ideas libe-
ra0t ajjracadas peta maioria dos bras'dciros ; o
apostolado' altar levantado contra o a/fr maco-
nico por aquellos mesmos quedeviam sustentara
unan dos entintemos patriticos, veio levantar
urna pona do veo, que oceultava to negra in-
gradilo, c se alguma duvda existjsse anda so-
bre 'a revollante politica qne afogava no Brasil
a maconaria no sen berco, o tempo nos revelou o
rundo' do mysterio polos lacios quu preparavaui o
uieiiioravcl e glorioso acnntecimento dp 7 de abril
de 18 :JI.
a Purera ingrada lio negra nao te.ve outro
resultado senao nflainuiar de ura zelo mais acti-
vo o conidio los hinrudos macons, que clloca-r
vain no nmero las virtudes (!) a que se bavini
votado, o aoi.tr da patria, la abordado c da in
impndetela ; (e nao trauun de poBlica !) e cm
desp.'itido den ao que aoissolvia, a maconaria
nutria eui si a esperan;,i de renascer de s
cima-:....
Era 182-i alguns ma.-otis dos mais iiitro;udos
se reuuiram era q.iadro errante,- que ulilula-
raiu vigilancia da paleo-:. A prudencia de seu
Obrefos sune Iludir o Argos perseguidor (o go-
verno imperial) sublirabir as suas posquizas os
Irabalhos liiae.inioo's, que mestno xo i:sco.ndkijo
ToMXHAM Ko.a.:'\ E VIGOR. A luz assim escondila
cresceu at* poca era que os maiores obstan
los cessando de eAslir, eJla MaM-AnuDaO Fi'i.
minante, e se dividi -j,.i Lius.quadro, Uniil> e
7 ile abril, que funiaram a primeira bise do
Grande-Oriente lirasileiro.
Essa lz fsUmJMmte da raaronaria foi o re-
lmpago qne aluiniou a revolucao de 1831, e
os-tristes acontecimentos que se Ihoseguiram.
,. Kllafmesma o eoojessa claramenU as seguintes
O priacipe que em 1822 havia sid gructavr
do gro-uiestre e s maos de quera somente por
cau-a de sua dgnidade havia passado o matsl
rSgiJo al entio peto seo 1." ministro, sob a
proteceo do qnal c havia crganisado a primeira
Grande I.oja masnica brsiloira if persuadi sem
(luvidaque a nlueii^ia desla sociedade que o ta
va elevado ajtonto de me dar a vesefeo dos des-
tinos do Brasil poderla ig .luiente dbiuiua-lo
kssa BUVAGO e esto temoi o levou a piuh:ihr
KII1MAK-SE NO TilllONO LA (VR Al'ENAS SS AI.HAVA
BlllTAJie, declaran no-su PRNRIM, fazendo a seus
Ir.-, guerra atroi, puDJndo o que deveria agra-
ter nobis tidelis existere possunt, qui Deo inildelis
et suis sacedotibus inobedientes apparuerini. a
Garlos Magoo, in sefect. ,C. 2 t. 2 Couc. GaiU.
'4J Paes. 3!,.32.,n,e33.
(115) Mpi ludo referido na supraciada pasto-
ral.
U16) Carta de ti de setembro de 1872 pnbllca-
.-M^ris jornaes portuguezes. .
fin) i:l. Macn, soutaise au craad jour de
lapubcltc Tom.l.'pg:. 9X1^9.
dec< r se obrasse cora leaidade.
Tal foi o seu pensaiitento e o do seu prjmeiro
minislror que, de certa nutriam j sinistros pro-
jeetos contra a independencia (mas.*.) e liberdade
"que os macons honrosamente del'endam.t (lid).
Precisar do eoniitienlurios este documento ?
Bt nnne, Reges, inteUije I erudimini qui judi-
cutis lerram! E agora entendei, reis insti i-
vos os que julgais a Ierra I Eis a maconaria que
se diz pacifica, innocente, alkeh a Udes es moei-
mentos politices e amigo do tnrono, confessando
pelo orgo do Grande Oriente i rasileiro era ura
documento solemne :
J. Quu se foi constituido o Sr. D. Pedro I no
posto de pram-meslre. foi smente por causa de
sua dignidade (iZi).
2. Que a maconaria foi qsem o elevon a ponto
delhe dar a direcelo dos destinos do Brasil.
3." One assim como el'a o elevou, poderla der-
riba-lo, e me o Imperador fcinha eslot#mo'.
4." 0e ella apenas permUlira qne o Imperador
se senUme no throno. mas (pie elle -procuran fir-
marse nelle.
S. Que o baperador e seu raiaistro forara
peh]uii>j6 c nSo obraram sem leatdade.
Tudo isto bera significativo !
Assim declara-se a propria macons ria pro-
motora principal da guerra acintosa e sistemtica
faita desde iSi' at 1831 ao Sr. D. Pedro I fun-
dador do imperio, guerra que o obrgou descer.
do tbrono e a r#tirnr-se para a Europa, deixaede
seu augusto lilbo ainda no berco, e o Brasil en*
trege aos azares de urna ioaga regencia, sendo
verdadeiro railagre, devido prmelramevte nos cui-
dados da Divina Providencia, e depois boa n-
dole do povo brasilero e sua adhesao aos prin-
cipios raouarchicos, que os esforcos do macunisino
nao tivessem conseguido dividir ento o imper.o,
plantando nelle systema da ropublica.
A luz, diz asrnNcno, assim escondida, cres-
ceu at a poca em que os maiores ibst' docessaa)ide/asistir,ella reapprreceu fulminante,
se dividi un dous quadros... alim-de melhor di-
rigir os U'abaUms empre'ttntdos na poca da re-
generacao iktpah'ia (7 de abril.)
i O que empreiicmli i arada a maconaria,-de-
Eois da abdcacao do Imperador 1 Em que aconi
lamentos reappari-caama fvkninantc f
A aquello quememorar os factos occorridos
de 1831 a 1842 e confronta-* :eem a precitada
pranc-a, inrnvenie dom oS-ln*bos que havemos
transcripto, nio pede -escapar a relaco e conne-
xo que ha entre elles.
Os sapientsimos macn-, (ns ehotf nio
rphat.L>.iKi nuil ie i quenain a repnblica, o des-
peiUdos por nio terem obtido o eauunao rom que
coaiavam, ou per ver que a maioria des brasi-
leiros era adversa aos seus lina, viram que 6 os
poderiain alcancar procedendo com cauVHa e'per
pailes. i
Deste estado d-i OUS93 {i tonara : '
l. eoatra a lei e ofesoeto de\Mo aamonarcha
invadir nio armada o lonncilio imperial e ar-
rancar ao innocente menino bfasileiro o tutor* qne
A a lei Ihe garantia, e tribunal incompetente e popular onde ella iutvnia,
e assim fmgr se de loi Honfacto de Andrade,
do bomem coberto de cans, trae cotrio hom brasi-
lero, de-de o principio Ihe navia maogrado oV
Uracos ptanos de rrutlica.
a A praneha dos sapientissimos attribne ma
con ria a gloria e a satisfacao dessa jerwguicio
t cotab pwio n erintc per Hle c pelo prioripe rer-
p'drado de se opporem ao ip*e : >eUa .ueria.
n i>himr a Irffra e b espirito da !aj fnnda-
raentaJ do iiiipeeie reformar esta, dcixando de
ser ouvido a ren/fAo um iks imdeixs da nacao,
convertendo o Brasjl por as.jm dui-r era taatis re-
pblicas quant s ai suas provincial rom nm pre-
sidente geral quejior ruedo do. povo denominaram
lieizeate. Il.tefm rediurta demjs aos justos li-
1 ni es pelo acto addicioual). -
3.* Proclamar .\ repblica do Rio Grande 4
sul, cen i foi dito p-aframente no parlamento
brasilero, ealear urna gnerra fratricida inide nere-
ceu urna mnltido do talantes liw- do Brasil...
4 o Levar o 1." reges le a iaifcnlar ura fPdfe
le estado, para assumif o poiler Jfsc eci-raaiio, e
enie realisaivse o sejt lito almelado : mas Usas
zombou do plano do mamm, qoe olvidando o jara-
mente qm preeUra-tantaS veV cr Ib-I reli-
gio c uuccao sagrada que havia ncebido, pro-
pmera separarse a igreja brasileira d.. wn chefe
o vig.irio de Jess Chrsio ; e-lo que .-.bandena o
poder, e abandonado dos horaens.
. .8e*r*da e*m n peo^iliweiiM d'tw4 tih
hado 2. regente, que via no liaa*e do Batis c na
guarda do lliroqp, a maconafia hi p:..clamar a
repuLlica na provincia da Baha, como t lo o mia-
do sabe, o foi denunciado cm amlias a- cmaras.
Mas tudo foi baldado; a opinio nionarchica
prevaleeeu e o Sr. O. Pedro II subi e :\ aentado no tbrono de seu augusto pai. (122 >
Es o que tem sido a maconaria ao Brasil :
wi*/o poderoso p ira contrariar a BMTI di gotee
no ; meo effiem para destruir jprmto rjtasr-
cci'lo.
V. nao a veincs agora nwsmo, pronv vend reu-
nioes soaVinsas em v|rias nsvtid.is, por {irdcm
do chile republicano que a diige, ped'itdua ex-
puNo do< jesutas sob qualmicr der no.ia.ao .,nc
seja, e aholico do art. .:'.* da rotislituipan do im-
perio que consagra ,i rclwio c.itliolici, apostlica,
romn', como regiodo Estado, reforma que rxi-
pe nada menos que a eonvocaco le ui.i.i asam-
blea conslituinte, o que as cirrumstaneu* onsin-
drosas das nossas cousas pubbi-as. bm l m
ponto negro, mas iiuu iiuveni Man g; la i amen-
vas para o paii?
Esludai, roaos e filaos muito sanados, a '..lo-
ria das outras nacoes, c veieis como na nossa, a
majunaria empregada cm coinmover os |tovos, co
aluir e lancar |ior Ierra os lhn.ni*, e odas as au-
toridades legitimas.
; Quera prouiiiveu a revuluc > de 1830 em
Franca ? A m.i.u.naria.
gunii poz a iuinc a repblica si cialisla de
!8ttl c fez (pus simultneamente rehentar igual
uviviinento em oulrop. paizes ? A nwoiirria
Quera troiixo convulsa e agitada a Ifc^panha de
IRI4 a 1823 o ah tem prwiuzido drp>w tantos
violentos abalos, que inuixeram |Mir*fm a qunla
da nionarrbia A maconaria.
Oiiem fez iiltimamente a revolncao tMiana ?
Quera lora tu Boma O'iein ajtrisiimou Bn Vatica-
no o vigaro de Jesu Gbristo i Quem Iho offiere-
cen garantia; illnsorias f Quem km altol.do as
ordens relifiSBBS Quem tem eoaCscada t-iiosne
bens da igreja ? Quem tem su jeito. I o os eterices
ao servico militar Quem traz inlini a p'breau-
lia e mas paizes a estremecer em atBBJBjJi t'-
eees pie io tardaiio a estoirar tormiilavcis A
mi'C/inarin.
Quem approvou polo orgo de loa mil mr.rrn
a coinmiiiia de W7I. chamando-a a nom tem-
plo de Saloman, sto na SsapOfl o Mmjmjjpjaj
d. i rena a dos incendios pavorosos saM devasta-
ran! a capital da Franca ? A ma comino
Nos temos diante do* ollios, caros lilhos, docu-
mentos aullienticos da propria seila *n que ella
mastra a larea pule que tem tomado ein toUs
genis revoluc/ios.
l.de i Historia > Jacobinismo de Barruel,
JMhli. natell 1*11 e u Rerolitraa, |Mtr UautP'kVt, a Frmc-
>' iiaria, do padre Gyr : bVIe Saint-Albn, o sa-
Ino Ikkerl a 0 lvro miHiumental, ja Sanias v#-s
citado, do Sr. Nent, e vos eonvencvms dcsla tw-
J,dade.
Mas, dzem, os governos lem ins|M>(vao .sobre a
lijas. Priiiviramente bem pouco sienilira la! lm
pi ceo, se sao macons pie a ('N.-ieein. | deDec
nada se H|qi4e, coino j dissrmo. qne |kt tra;.
las bijas inspecciona Jas se fonnciii conspira; imt
secretas.-.jue os^aiicra a toda a vigilancia da auto-
rinxde nublca. *
Mas. dizem abada, se a maconaria contra**
ns reis, Como tera ella posto reis fenle desoars
tr 'allios, c nos seus banquetes faz ompre un
brinde ao inonarcba sol. cojo sceptre floswtc 7
Bf sp.'illa o marn Lonis Blanr : ApfPauns
a soberano*___lomar a Bruma e ciugir o a venial.
PbnnjO nao t sendo-Hies cuidodo'r.mmfe esconi-
Li- (i ejeisten/tiu i<< nllos arfas, i mi m s dn mar
foiw/'l, o que te p d-o. ella mns'rac y*m prnj
e na', lir.ham de que desasocegar -e. retido- c
cStavam nos graos inferiores, onde s fundo 4ar
doutrinas mal irausparera cMifii-amcnte arate
da allegoria, e nnJe s viam muitns uma ereanU*
de divortiniento, alegres banquetes. | rinripies d>:-
xados c retomados no limiar das: lo as. rrmhs
m'u appl.cu.u vida ordinaria, o, era nina pala-
vra, tuna comeda da gualda I". Ma- em l*ft
malcras a comeda conlina tvm o diama ; c <\:r-
cedeii por justa o n tavel ibpenaanta da |H
lencia que os mais orttlhos> s dr.t resndnrn *
pora ('.- reis o mais autoridades) fe am lmitk<- h
upadrinhnr co> seu nome, ea sen ir < I '
com .-ii i influencia, as empiezas latentes d TiaOfS
eont'ii e'lesproprios.
h Vinlade. c que reunidos na mesa (nadara <*
mafons sade do rci nos estados inonarchiro*
do niagi>trado supremo as repblica- Bol "-
nielbanles reservas pela pnidenca iuqioslas a urna
associacao amoscada por tantos governos ast
liados, nio bastavam para aiinnar as tendencia.
naturalmente revoluci' norias, bem que cm geral
pacificas, da maconaria. > (123)
Assim falla nm dos coripheus da seita
Corlo, caros fimos, que os que alteas ser a .t.i-
conaria tima sociedade politicamente im (Tensiva.
mostrara nada saber nem da maconaria. nem de
historia !
Mas par3 que de'er-uos em particularidades t
(Continuar-se-ha)
O rclndorlo lo Hvm. .4p. cmtu-
mrinlailor Dr. H. P. Ir> Luee
ua. apreciado pela a Provioa-
eiaj orgSo lo pai*(il liberal.
Mrabile dieta 1
E' admiravel c sobre maneira sorprendente a
iosicao assumida pela Provincia orgo do partid
ibera!.
Nao fallamos do Liberal e outrastiJlias do mes-
mo credo porque para essas n manancial incxbau-
rivel de escndalos nunca se acabou nem so aca-
bar, para essa fica-lhn a gloriosa inissao de \n**n-
satas e virnwotas. que se algum morito lem o
desprestigio de si niesmas.
A esses leprosos s nos compre dar pa5sagi>m
para nao s(i*rerirts o seu *haiilo.
A' Prorncii como orgao do partido libenai qw
procura ao menos, pela linguagem comedidr a
e conveniente, nalysar a administraco do Exm.
Sr. corameadador H. P. de Lncena,' preicndemes
responder-lm*.
Repetimos 4 admiravel a posicao do orgao te
Ctr-

, ,ll8L V'J' Ui't (ia lndac^o do iberio brasi-
lero. Tem. 6 pag 3. Tvui. 7 patt, < o seg pag.
155 Acias (|o Gran Je. Oriento, no nm do vol.
(119) Constancio, Historia do Brasil pag. 3VM
(120) Mattifestq estampado no Jornal do Com*
neecio a. 31 de 11 de Rovenjbro de. 186
(l!l) Becebido ex 5 de agosto de 1822 j era
grara-mestre em i3 de setembro do mesmo anno.
partido h'MrirT
Em frentt a trnta admini-traf sincera c
eumspeeta quecstedanlo a cansa publica preen-
ra apjlivar-me'o remedio salutar vencida peraiv
je a opinio sincera e leal de seus proprios corre-
ligionarios, sem facto algum que deslustre en se-
ia base de censura, a Provincia lanca-se vida. 9e-
dtmta ao relatorio do Exm. t. Dr. H. P. de Lurr-
na : sem torreno tertil on ei amarmado, ra
que itossa nuwr n-uciificar a ememe do mal de-
que sito lao nrodigas as opomicoes, anpehon-s^
para1 dni ultimo recurso a analrse de relatarlo re-
mo verdadeiro transnmpto da admnislra:.1*
Ideas do Exm. Sr. commendador H P. de l.urma.
Micabilc didn Tanto afn para lio intrOfti-
'ero r^sultaiflip l
Em qne tempo uma oppostaq esmeril ou unta,
to parcial n proftindamente, nma admniatilo
cOmo actualmente !
A nao ser a celebre adminTsfracio, ma*
cndalo.", do Ecb. S. eoBseMro Slveira
que foi beatificada 'com osla rbronica,
se nos lienta.
EssO nobre c trabal' oso esforz da
tem a rmil* vaotagem faser ver que.
chusas dff^snsuras e det craas para di!__
oppisic'ionijtas, acba-sc uma admiaislraci.
morah'sa^a que desoe-se a questoes de aalatm.
Jro*i/# di-lH'.
A Provincia que tem tido o sea lado de comicv,
com o seu impaentefst nunca osquecido. Advt-
se qwm puder- com que, em todos os seus n-
meros, bpTlaaaa Infraccoea do cdigo crionaJ,
tera tido paaciencia asss tenaz, uar urna ana-
Ivsc cirotnusta'ociada do rea lorio da presidenoa 1
(132 ) Estas aprecaces sao de nm ario gra-
ve, bom coUocado na marmha brieilfir. ?estamu-
niu coeva evpreaenoial slos bates
(laNU ist. da Bet. Ftuceta.
i
r
\
. '--
>

. 4




qucn pinter
'poltica, previa-
Com i devida venia entrerpes om materia.
Em ara u.Kt da W Be narco/di aPivoincta
eomece* s*i tirela esjabosH.
leranqV o Exm. Sr. commendader H. P de
Lucoa, cutty assaz irrefleciido e laviano e sera
eriterii, sem nenar-he cousa a/guina de orlgi-
* nal, resultado de locubra;5es or combinaces
de espirito, um systema de ideas; um plano
PKwneebido de govorno, c., etc. em todos
os sef eto, a Prorrihcia, isto ; a opposiefio ap-
pello para o ralatorio de S. Ese., onde esperava
achar v o dotes do qualidade superior de S.
* Kjtc, ca pp-extenso tiara desdobrar e desen-
* rtiver um |dapo de goverto- que pretendesse
..realisar emlim un verdadeiro compendio
pratode adu:V"strano I I
iba tud i t Humo.
S. Ex* que si em revelado desaso, impru-
a anelss ra aeance d:>s m*mos praticos "los nc-
* guias publicas JulBini auspiciosa a reuniio
a isseoibla provincial !
flssas ns<:mbldas coisrfvadoras s tem esban-
di iuiprjliuaimmto ^ fcueuda publica resultado
4* imposto, s tem Janeado a provincia borda do
aymo que iedomoiulu-1 aos ps, d:z anda a
ppSicio, deixando a agricultura esmorrecida, o
auwiTu em lula oiu mil diflluidadeii, fc ins-
r$*a sn a ntpeecao e sm estmulos, as vas
eammu airarlo poicas, e oa vusperas de lita-
i obstruid*? |
s a opposico promotora dos nteresses puna.
? > rom o lwllj. secusatori na mo !...
TsiitaetaiTo nao se abe o que mal s> admire,
a a cordera de quem escreve, se a de quera a
*tU<>ris.i a correr mundo.
Relatmi isom ideas, s* principtas, etc
Jtssemblcas conservadoras esbanjadoras !...
Mirabile i*ern !
Nos que aprendemos rom a Provincia a ter
boa soinma de paciencia, Acarnos maravilna-
asso nhrados extticos, mudo e quedo, jun-
. ia um peneJo outro peneilo, com a leitura que
filemos nos relotorios do dominio progresHSta.
A estril;didc longa, ndenivel, inoemmon-
tnravel; as administrar-oes- nao inlerrompem a
eoDtinnidad desse deserto de ideas.
Sentidos de haverm s perdido tonto tcaipo quan-
do procui-avain>s uin cumpendioj pratieo deadmi-
istraca ein qualguer relatorio dojeredo dos pro-

%
mandar eessar a |t* fw-taV: sofrendo ; por
aquello juizo U minando otfvjpcom urgenciao r.
subdelegado, a cuja ordeio estlu preso ; tendo pre-
sen* a petic.lo, b*m longe dewLp Dr. subdele-
gado as m forma-re*-, que Hit %a solicitadas
pelo juizo suprrior, emenden devor proseguir em
mquentos com forja, iuqueajwial. amo tiuba
iniciado na-fardo do da 14, vodaul' a assisten-
ciado aballo asiignado, que nSo ee.pdefazer
representar nvdefsia do su direito. -Desse sys-
tema de inqueri^ao resultou o2'iniofrogatoiio db
Antonio Jos dos Anios, iniciado autor do criuie,
dandj a qnalidade^ de mandante I^abaixo as-
signado, tirando de si a autora do facte e impu-
tando-a a Joo Gandido de Macedopao que o -
Esppctador, quer emwvsar o-i-unbii da vardade,
aperar n> dtr.or qufr-fc infelr \tttmta amera er
cwiUecyio Amonio -dos Aiu'us e que ett, IKe d-'i-
carrrgara o golpe atal. JSTu* eslreitos Ilniites
desla publicajio .nao possivel anal^sar todas
s?as martinaeSos, de que e insfrumento, preci-
pitadamente procurado depois de requerida
a ordeiu do kih'as-corpus toui o nico um
do frustraba o indiciado Antonio dos Au>. Era
preciso tudo isto (aerrse, antes do T)r. subdelega-
do informar com urgencia a petleao do abaixo
assignado! Comtudo aiuda n;\o dsanimei, quan-
do ae fcbric espado a defeoder-iue em juiao, o que
at agora me tciu siJo vedado, creauda-se iuuo-
vacSes no nrocesso criminal, o farei.
O Dr. subdjlegado do districto, (|ne na noite
do <3 ganinto-iiie a vida, sciente de todo o facto
s pode sobre elle informar ao tii: juiz de di-
reito do 3* districto criminal 36 horas depois de
llic ter sido presente a peti^o de h.ibtas-corpus !
Apezar d: tudo isto nada ha feito, rrae antorise
a min-a prisao legalinenle. Terminad- o auto
de pergnnlas feito a Antonio dos Alijos, as o o-
ras da tarde do da .16 -O Eapoctador, autor da
publicaeao inserta no iam de bonlem, 17, mais
testo que o Dr. subdelegado inaadou poblioar o
resultado. Como se tai e auto do pergunU,
quera o ouvio, quem o redigio 1
_Preso, e pntpessado por ora em santo oflio,
nao me possivel defender. Mais tarde, quando
ao preso se facultar o direito de defeza, ampio
como deve ser, a verdade trinmphar.
Recite, 18 de abril de 1873.
Mtnoel Guies da lva Ainunn.
I
de iira.
AS TtfiftORAS.DA T\nn..
Cfttuvdes olUciaes.
do i* sorte tyXHljr* 1# bio* .
de. Maco se* rosbcoie 9dM)miAI
kilos, Imntenv.
atT5rtWtMlW,'.r,
CamQa 4- sobre o R o de Janeiro a 8 d|V. ao par.
Uubourcq ^
I Presidente. _*
A. K Pinto de Mesquita,
4 asrvn
Aen^iMf lo do dia 1 a 16. 602:6005330
Jdoi^f^dia 17. ". 51:123*901
Thesouraria de fazen ia de Pernal
do
reir de
ERRATA.
Na composicao de osso artigo d e hontem ob-
sidenles di progresso, por urna associafao de ideas servamos a seguale errata que indispensarel
xeiuapt^samoinoriaojornal A Opmio Nacional,\corr\gir dcima quinta linda devo ler-se13
que tao lucida e brilliautemente anal>.sava as
,ue*toes, rostra principalmente do-d-)ge da Veneza.
O Exm. Sr. Dr. 11 P. de I^ucena, curando pou-
co de estudar os raprichos ifantis da opposi^ao,
dessa oreaaja ineonsolavel, esludou os meios pra-
tcos para o tiigrandecimento da provincia e ex-
poz o estado real da provincia.
Nos desaliamos a Ilustro ojiposifao'para que
presente um relatarte dos ex-presidentes, que
toiilia ideas e principios de gnvernamentacao, que
possa servir de um weoro de compendio de admi-
nistracao.
Qjerer a Ilustre e'pposicao acceJor ao nosso
amav I pedido ; nuerer mesmo que entre em
parallelo-coino relalorio do Sr. Or. H. P. de Ln-
eea, o do Exm. Sr. Harto de Villa Bella ?
E' um servico publico, nos nao nos acharaos
em tal diposico por nao encontrarmos ideas al-
lumas
Foi a p tea do progresso a poca dos escnda-
lo, das cloicpes e da guerrra.
NM relatoriPs s predominan! essas duas ulti-
mas ideas, tristes pela sua execucao.
Falle opposicp era bons paincipios de poltica,
em rcflexai, era economia publica, em tudo oque
quizar ; ponda em c mlnlniieao os estadistas in-
glezes, i,- c tomistas. Me, porqne para aquellos
qae tm algumas incoes da historia admjniatra-
tiva desfa Ierra, s valer de descrdito para es-
_es preteeci inad iros o publico ainda nao est
ii > esqaeeido dos escndalos, das impelas em
seus direil is, do reerutamento inmoral, dos vo-
luntario.! de corda, da larga proteccao aos adeptos
d- progMBsOi das clamorosas e indignas injusli-
cas aJnontoadas nesH lempo ominoso e de doh-
rosas recordaci5es, cmlim o publico uao se esque-
Ceu tinda d is liberriona elei^oes do progresso en
que esta cidide se tornava praca dar-mas, cin
que masi se Reara em estado de sitio.
Sapboreg da Prociad* raepeilom aoijiuiAo pu-
Uica que connece a historia, respailen a moral i-
dado e nao seiam lio animosos ciue queiram ar-
rosta-ta.
Assemblras provinciaes conservadoras -esuau-
jaioras! _
E' realmente digno de toda a admiracao esta
pioposicao !
Pois que asBenakUas mais esbanjaram a provin-
cia que as ligueiras I ,
A maior parte dos constantes esenptores da
Pmcincia e que Rieran) liarte dessas assembleas
tpora a ceragera de chamar de esbanjadoras as
conservadoras, estao tao esqnecidos de Sua poca,
dos conuatj- onerosos que aulorisaraiu para falla-
rem to desassombrados I
Quantos escndalos, qoanU proteccao se dis-
pensou aos adeptos do progresso, que anJavam-se
r.-crutando por transaecoes, por promessas, por
empreges, por concessoo*. .
Quewr a nohro opposicao, os ex-deputaos
nrogress i, que se Ihe lembre a histori i ominosa de
.....>-. de seos escndalos-? Nao sao elles
o -rundes que nao Ihe remordam na OOttSCien
ca i
De cpianlo sao c pases nimos que se desusara
d)s lions principios da moral e dajustiea !
De iraanto sao capazos espirito? eivados de urna
idua de opp tsicao sysiemattea e in lividual qae nao
coaeede a seus. adversarios um palmo do qae Infl
de justica ,
A opp isieao csorce-se por todos os meios ao
: alcanee, eproeure e cauce esa grande '".-''t
na em que mirtelli as Euas ideas Tugazes, di-cuta
os actos, o relatorio tudo, tudo, nada de tregua,
guerra de morte, porque a opiniao publica, nao
tan a P/w na e oseu directjiio por orculo de
Delphos. ,
Os seus preprios correligionarios nao acreditara
as epytaonisas da Pnvineiu.
A discuti traa a luz boa occasuo de ga-
nltar um triumpbo a npposicao, de Literal e yela-
dan da oausa publiea, mas nao ser embaindo.
Baeife, 16 de abril.
//)/iicia/J.
do corrente.un lugar de 18 do corrate, c isto
observamos porque de feito somos.
Esnertador.
c
"**
uri7*
Besrarregam hoj* 18 de abril de 18..
Barca frynceza-ftcfetfr (atracada) mercadorias
a ara alfande^ \ | ,. .
eiii-Dolly Va&tf+iMAdoriflikar
i-rfirandega. "-^^ WT iWW 5
Br'8JP'lgle Jane Gosdycarmercadorias para
flfandega.
Qarc p-tnguez.1 froti* lagedo p;usa o
trapiche ConaoJ Brigie'pertuguez Relmpago lagedo para o
; irapiche Gonceioio, para despacar.
Lugar injlez Amelia SVils-n varios gneros
para o trapiche Conceicao, para despa-
char.
Brige ptrtuguez-Ctf/ee varios gneros para
o trapiche ConceicAo, para despach.r.
rigfj.iat'lez Alon earvao de poira j des-
pacbado para a comiKiobja Mrnambu-
cana
Brigjic ioglez-Tuinan Belle-carvio j despa-
chado para o caes di Apollo.
Pata nglez Princess ferro j despachado
>ara o caes do Apollo.
'emfc-Pu! IX taboadj c carvlo
despachado para o oaqs do Applja,
De ordem do lllm. Sr, inspector da
rana de fazenda desla provincia, se faz
para conheciment de quem inleressar, qu<
fi do oerrpnte mej, pclns 2 hars da la
Mino a lupia da afsminjie^uraria^se
em hasfl prfclica.^irttler*
r->-endl
urarqui
vantagem olTerea>r fazenda, o terreno
nnnonal, onde qstava edificada a casa te:
I, na ra4o .Vogueira dpsta capital
a tucsauejria de fazenda,
VnlBcial maior interino
Carlos Jo do Soma Co
to
ni maior
jt o kilos, e J^JOO por wjuw ijtw exceder de S
. 4," armazenagem calculada e eobradji sobre a
wiportaucia dos direilos de consumo nos termos
iart' l do dcre u WW do 20 de abril de
lo70, isto :
Do dia inmediato da descarga at 6 me:es na
razao le 1 por ceuto ao mez.
crreme- mez.
Soc.
se faz
s extra)
para o
tl.do
J
1,4 ALLlNfJi
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 18 70.
CAPITAL 4,000.-000^000.
Toma segaro de mercadorias e diabeiro a
risco mar4lmo era navio de vela e vapores
para dentro e tora do imperio, assim como
contra fogo sobro predios, gneros e fa-
zendas.
Agente : Joaquim JW; ("lOnralves Beltro,
rua.doCommercio n. 5, Io andar.
COMPAHIA
Plienix Pernambucana
Toma riscos martimos em mercadorias,
fretes, dinbeiro a risco e fnalmente'de qusl-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, premios muito mdicos.
RA DO COMMERCIO 34.
SEGUROS
OONTA FOCO
pra-
OE-PACH. S DE EXroHTAGAQ NO DI* 1C DE
ABRIL DE 1871
Para os parios do exterior
No vapor nglez Place, para Liverpool,
carregaram: M. Lithao & C 8f saccas rom
o,/l l|2 kilos de algodao; M. M. Monieiro 95
ditas com 7,0il ditos ds dito ; J. 1 C. Leite ld
ditas com 7,73o 1|2 ditos de dito ; B. Oliveira 4
U 481 couros salgados com 5,772 kilos. .
Na barca inglcza Sea Fo -m, para BaltkwJ
carregaram : G. Neesen A L 300 saeotts con,
,00,002 kilos de algodao. ^
No vapor nacional Cururive, para Liverpool,
carregarami Borstelmaon A C. WO sacias com
New-
mS9t&tl&,^t3lde^m-
TW flarial maior,
Miguel Affonso Ferreirj.
Sania casa da miseric
do Recife
A junta administrativa da santa casa djrmie-
ncordia do Becie, autoriiJa p'ela iucsidansia
e de conrormidade com o 9" apt. 32 lo obataro'
niisso approva.10 pela lc provincial n. 331'da-1 de
junho de 862, permuta por apolines da divida p i-
bhca o predio de dous andares e sota-vjZ 17
ruadaMoeda, pertencuile aos estal.eleaiaiaotos
decaridade, o qual se achaem nio cslaite.
AeoiU propwta* na sala das snas sesso^s al o
t? r?. a.,,, P"3tiino vfndouro, ^ recebf na es-
rpferido
InB
oecaean proposta* para Jpmolir o
predio e converle-lo cm um armazem terreo, obra
t*u^ devera-ser levada a elfaito no caso de nao se
wiseguir a su.i Bcriuabi.
Secreuria da santa casa di misericordia do
Becfe, 19 de margo de 7&..
0 escrivo,
PedroRodrigues de Souza.
a
Run lo Cooiincrcio n. 38.
mcii'o andnr.
Agente,
W. G. f ENXELLY.
Seguro conlra-fogo
TIIE I.IVKRI'OOL 4 J.ONDON & GLOB
INSURANCE COMPANY
Agentes
SANDBR8 DllOTUKUS C.
11Corpo 'Santo11
Segara iM)i!lra-fgo
COMPANHIA
INORTHERN.
No patacho hrasfleiro Jalmta, para
York, carregaram : H. Forster & C. 400 saceos
cora 30,000 kilos de assncar masca vado.
Na barca fraaecta Jean BaoliMt^ para o
Havre^carregaram : E. A. Burle 4 C. 239 couros
salgados com 3,108 kilos
. A'a barca aliema Isabetli Joanna, para o Rio
da Piala, carregaram : J. S. Loyo & Filbo 20
pipas cora 9,600 litros de agurdente.
o pataclu injjlez //. Edmml, para o Rio
da Prata. carregaram : P. Carneirb-U- C. 50 pipa*
com 24,000 litros de agurdente e 330 barricas
com 42 363 kilos do assucar braiico.
No brigue hollanez Nelly, para o Rio da
f rata, carregaram : J. S. Loyo i Filbo 120 bar-
ricas com 9,837 kilos de assucar branco e 29
di las com 36,tl6 ditos de dito malvado.
No brigue portugnez lata, cara Li-hoa, car-
reg.nra'ii : AmoiTni t Cardse 2(2 barricas com
lo kilos de assucar branco ; L. J. S. Guimaraes
200 saceos com I3,t)00 ditos de dito mascavado.
Na barca portugueza Alegra, para Lisboa,
caTcgou : J. dos .Santos e Silva 40 barris com
144 litros de mel.
Na galera portugaeza Nova Fama, para o
Porto, carregou : J. da Costa Moreira i 7 couros
Silgados c m 364 kilos.
Para as portos do interior "-
Para Uruguayanna, na navio germnico
Thetes, carregaram : Carvallo i Nogueira 103-1
barricas com 11,534 kilos de assucar branco e
358 ditas com 28,374 ditos de dito mascavado.
Para o Para, no navio portuguez Lhieiro III,
carregaram: B. Oliveira 4 C. 612 barricas com
3P,5'i6 kilos de assucar branco e 23i4 ditas com
r):Uiitituiii,i.-\v..-..f-..-i(. n \r;., Lf ap\
Para Maco, no ltale brasileiro hoivira,
carregaram : Faria & Filho 9 barricas com 843
kilos de assucar branco e 2 barris com 192 litros
de agurdente.
Pao Rio Grande.do SuT, na barca nacio-
nal Um so, carregou : H. B. Oliveira Jnior 662
barricas com 59.509 1(2 kilos de assucar branco
e 100 ditas cora 11,391 dios de dito mascavado.
Para Alagoas, na harcara Bemfica, enreja-
ran : Noves Irmao <* C. t barrica com 38 kilos
de assucar refinado.
Para Alagoas, na barcaca Tres Limas, car-
regaram : J. *. Barros Fillios & C. 1 caixa com
102 kilos do doce.
Para o Natal, na barcaca Doms Irmos, car-
regaram : J. M. Barros Filbos & C. 5 pipas com
2,'i00 litros do agurdente.
Para Mossor. na barcaca Contanci", car-
regou : 1. C. D. Ribeiro 8 barricas com 587 kilos
de assucar branco.
Santa casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da santa casa da misericordia
do Recife, de ordem da junta administrativa, sao
convidados os prenles di edncatidfts k colesio
Me orpliaos, em seguida rte-larades, para que ve
oliam reqgener a presid^aola a sua entrega, visto
que nao podem mais all continuar em virtude do
io dispoo o art. 45 do respectivo regu aniento
por ja leremajtingido a idade de 11 anuos.
Antonio de alendoii.a de Albuquerque Mara-
nliao, filho legitim i de Jeronvnio Salgado de Al-
miqncrqne Maranhio e Maria Candida de Albu-
qutrque Maranhae, j fallecido,
Manoel Itedolphi Cdrdefro Leile, IHho legitimo
de Maria Rita Sarment do Reg.
Antnio Pedro de Alcntara, filho legitimo de
Maria Isabel de Jess.
Francisco 'tionralves Guimaraes, filho legitimo
de Ajina de Sales Cavalcante.
Joao da Cruz Mello e Maia, sobrioho de Rozen-
da Umbelina Ferreira de Mello.
Monocl Tiieodoro Goncalves da Fortnenla, fi-
lho legitimo de Candila "Rosa *ntyato Porciun-
cula.
Secretaria da sania casa da misericordia do
Rtcife, 12 de abril de 1873.
O esenvao,
Pedro Rodrigues de onza. 41
Capital.
Fundo
2ft,000:0002>000
8,000:OOOJOOO
Agentes,
de reserva.
Milis I.atliam C.
RA DA CRUZ N. 38.
N jornal Produca, de ti de Janeiro do coirenle
iun.,, lu torpemente injuriado e calumniado em
urna pobticaei datada desta cidade, na qual se
diz, que me acho processadi por crime de falst-
dad
E' urna miseravel calumnia, porqu.into.exereen-
4o cu aqni o lugar de labelliao e eseritai do ci-
vel e crime ha mais de doze annos, nanea ral, n.*ra
eslou sendo processado p r crime algara jirali
cada, qaer-flomo particular, quer como runcciona-
rro publico. Se nao exer^o com dislinccao o lu-
gar que oceupo, timbro em exercelo com lionra,
anda que disto s me tenha resultada a pobreza
UOi* heran a que tenlio a legar a meus filh-'s.
O ineu detractor tera consciencw dis;o, tanto
ck, sendo chamado a juizo,1 ocftlton-se covarde-
nWite e apreseutm cu seu lttg*o ofllcial de jns-
tic* Manoel Rodrigues Pinheixo, a quem nao co-
neeu pessoal mente, mas sei que homem de na
conia.-ta, uelo qae tera sido nestes ltimos das
recobido casa de eteO^oj por mais de urna
vez e declarou peraiilc diversas pessoas concet-
tutt'dfts que tin' a assi^nado a responsabilidade Ue
tal patlicaco a pedido de t ow/uo do que esta-
va-prornptT a dar declanajio escripia.
Nao preciso derla, e shit)ja* d amiga do testa
de farro nao queira apparecer : basta-me, pois,
|)Uuliar o faci para coafusao do calumniador e
porreccao, se for capaz d'ella.
Formoso, 14 de abril de 1873.
Augusto Rufino de Alnutda.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabelecida
nesta praga, toma seguros martimos sobre
savios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios* mercadorias e mobilias; na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
CAPATAZIA DA ALFANEGA
Rendimento do dia 1 a 1G
dem do dia 17. .
9:409 391
43j238
Os liscaes das freguezias de S. Fr. Pedro
Oomealvea, Santo Antonio, S. los e Roa-Vista,
mandara publicar para eonhocimenlo dos donos de
estabelecimcnlcs de porta aberla, situados uas
mesinas freguezias, o artigo de postura abaixo
transcripto.
Art. 5.* 2- Todas as manilas, at as 7 horas,
mandarao varrer as testadas do? sus estabeleci-
rrentos, e oflicinas at o meio da ra, se do lado
opposto houver igual obrigayao alias toda a lar-
gura della, fazendo conduzir o lixo e varreduras
jiara os lugares designados pela cmara,^ a .irri-
'lalVcrlVms^^
de SiOD o o duplo da reincidencia, os que d.'ixa-
rem de cumplir.
Recife, 17 de abrir de 1873.
O liscaes,
Jno Mraaes Correa.
Joaquim Francisco de Torres Galiudo.
Ernest'mo Cavalcanli de Albuquerquc.
Jernimo Jos Ferreira.______'________
Sauta Casa de -Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desla Santa Casa, afora
dous terrenos qu possue :io lugar dos Arroniba-
dos, boje Duirte Coclho, soh ns. 39 e 40, tendo
aquello 390 palmos e este 309 de frente e arabos
de fundos at a bata mar
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de So:iza.
9:9oi832
Tentativa de homicidio
O htlit in>rt.igue* Maitet fce-
.WcadnNiliA .Iniorlua, o pu
fclico. 1
Md Diario de 16 do coqtffprotitei eontra
acalumnia, que jogaram-mer^nwp petpiaos, aU
tribuindo-me a quaWade d*4anH no assae-
sinUa do infeliz Matioe, 3p* Sacrameato, e
tanrhen centra a'prhSo megal. qne soffn na noite
de-fj, far esse fado; entae a diw qae' esperava
oj>renunc.iam|nto de ininlia innocencia, se o pro;
c$m fie *jia iasUgrar-se nimm irrega-
larmente com> a minha ansio- A publicaco qae
lioMem se, l*z wi^uada txm a nulW O es-
poatador, c palo Dr subde egado do ? districto da freguezi
dej. Jos, denunsilMt-we 4e i*i$ tt conspira,,
ta a ininlr'. i^so. Do que disse na ruiuliaj
ira ptibiicacao-relalivara-.-nte minha prisa7
1 nlo foi contestado, ficou^aaaijasta a aa ille-
ide; e porque assim titesse succedido, impetren
CJPBr4^0 lr*jpo-corpus-,io Dr. jud< direito-
' af -no da 13, jiaro m- itr
Augttslo F. 'Oliveira k C.
-Av rasa commorciat e bancariajic Augusto
Y. d'Olivoira & f?.il.,'a'Tua duCoimercio n.
i2, encarroga-sedex^ucao da^deos para
embarque de. prbduclo, c de todos os mais
.aegocioslde cUmiTSSao, qur corttmeruies,
Iqubanc^rios,, .
IT Desconta lefias, estoma dinheiro; a pre-
mio, compr cambiaes, e taca i xsta, o a
prazo, vontade do tomador, sobce as se-
Iguintes pragas estrangeiras 8 nacionaes :
lioudres.Sobre o usioa bbk of
lo.xdon (dt responsabtlidade illimitada) e
varias firmas de 1.* classe.
Paria.-Sobre os Sre. M-VRCUift AV
OR & C.*'P. Gn., e A. BLACQL'E VIONAL dt
Uuuibur^oS br psSrs.^bio SCU
BACli & 1IMI06.
VOLUMES SAHIDOS
No dial a 10......
Primeiraperla no dia 17. .
Segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Conceicao .
SERVICO MARTIMO
Jvarengas descarregadaa no trapiche
da ajmadega no dia 1 a 16. .
Ditas ditas no dia 17......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Conceic/io .
21,856
66
m
667
2,949
25,803
59
De 6 mezes at uiii anno 1 Ii2 por cento ao
rae:. ^
D* J| at 18 mezes 2 por ceuto ao mei.
e 18 at 2jrmecs S por cento ao mez.
fcm todo trrii* excedente a 2i mezes na razio
de 4 por cento ao mez.
Entende-se por direito de consumo os estable-
cidos na tarifa das alfamlegas inclusive qualquer
augmento addicional nos (erutos das ordena do
Uiesouro de M de jauwiro du 1866 e 3 de feve-
ro.ro de 18$i.
Quando as mercadorias despachadas forera sen-
tas dos respectivos direitos, por concessio espe-
cial e nSo pela tarifa das alfandegas, a armazena-
gein ser calculada sobre os direilos de consumo
3ue a ^ mercadura deveria pagar se nao gozasse
esta isencio -ordera do t'.esouro de 27 de iauei-
ro de 1863. Neste caso Acara compre eodidas as
descachadas para re-oxporlaciio ou- transito.
Quando as mercaduras despachadas para coa-
sumo forem sontas dos direitos pela tarifa, a ai -
raazeaagem ser calculada sobre os direitos re-
su?^,w ^ seu va'or e na ra"* de ^ Pr cente.
Ordens de 5 de outubro de 1839 e 27 de Janei-
ro de 181)1. '
Quando as mercadorias despachadas forem cs-
trangeiras e vioreui acomeaohaqas de carta de
guia por ja baverem pago os direitos de consumo,
a armazeiiagcm ser calculada sobre os direitos
resultantes de 30 por cento de seu respectivo va-
lor declarado na raesnia guia. Ordens de 8 de
raaio de 1869.
Finalmente quando os geaeros forem nacionaes,
a armazenagom ser de i\\ por cento do valar
que estas tiverem na paula semaaal* por cada
mez de demora. -Ordens de 4 do agosto de 1863,
16 de outubro de 1867 e 24 de Janeiro de
1868. ^
Para base de todos estes clculos o eobranca da
respectiva armazenagein ae.rpreza se guiar pe
lo que constar dos despachos feitos e procesados
pelas partes e apresentadus a al andega, os quaes
devera ser prsenles ampreza pelos^espachan-
tes logo depois de pagos e laucados no livro da
rcceita da alfandega os direitos devidos ao Estado
nao sendo-Ihe portanto perraittido exigir las mes-
mas partes facturas ou qualquer outro docu-
mento.
Quando a descarga dos volumes, em um mes-
rao despaeho, tenha sirio feita em dilTerentes da-
tas se tomar para base o calculo da armazena-
geni o termo medio dos das de descarga.
Continuara era vigor as isenedes de armazena-
gem a que le referera os reguameutos da alfan-
dega e empreza.
b. Pela eraisaao de garantes de deposito, na
forma da condicio ottava, um quarto do valor
das mercadorias nelle menciooadas.
6.* Pela abertura de cada uiu voiumc 200
rcis.
Empreza das obras e capalazia da alfandega
de Peraambuco, 14 de abril de 1873
O gerente,
Jos Joaquira Antuns.e
Rendo porm, b.iir.ijrem 00 'res fwr fotat.:''f nico papel feMMentado orlo Sr tv..
U' que pas-aru a chaiMr^f
RcMpambole.
\h tt horas.
O mesmo espectculo
Tfii
SANTO MOMO.
fiMPRBZa-flfiHFFE.
MlVIDAD I MDVIDAUE !
Sulihai! 19 4s aWil.
A's S Iji Iwffc. .
Segunda renreBtac# Mt llmiri. da excel-
lento com.'dia-drama era I jetos (110 genero da
Cigana de Pan),
AS RECORDARES
MOCIDAUE
toda, ornada di msica, nstrumM(ada peto inars
tro Col.
DK.\OMINAC(>ES.
!. acto.-O caf das artes.
f. ma pandi-ga noetun '
* Os amores da emreir
4.* a Os amigos dilutrolcmpu..
Terminar o espcctoculo co a mmtu applau-
dida comedia chineuem uai acto :
. 0 OPIO E 0 MWMl
Msica de
10 [ 0 CHJMI
OTeinuck.
i)oi;i^) i.
As 8 uras cm p-wto.
Terceira represenUcu da comedia draaa :
As ro'.i'larocs da awiladf.
Finalisar cora
On nuAoM las. ulnuu t*
di'eiros 11%-rcaa
AVISOS WARITMOS
65
RF.CEOEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMIIUCO
Rendimento do dia 1 a 16. 2i:096dl8
dem do dia 17...... 2:806^/
26:903*515
TOS VIAtWA, e SRBASTl.VO JOS p'Ajm.
" ---i--------------------------,.' TflJjfi'jl'U
Porto.^Sobre o Banco tniao o |or- ibuco etc. etc.
TO, 0(1 Sr. JOAQUIM PINTO DA 10.NSECA.
Par.Sobreo^NCQ|COMjrcRciAi. no
PARA, eOSSrS. f^J|rfc|f\LDENCIO DA COS-
CONSULADO PROytiCIAI.
Rendimento do dia 1 a 16. ., 70:138|GI2
dem do dia 17...... 2:898*982
------------
7f:737")9i
------------^----uil.
- Tendo recebido em data de 7 do corrate c
oiTicio do Exm. presidente da provincia, de 4 de
and me mez, no qual ni; recoinmenda que convo-
que a junta que tem de cla>sificar os esoravos
que possara ser libertadt s era virtude do artigo 2
do resulamento approvado pelo decreto 11. 8,133
de 13 de novembro do auno passado para a exe-
cucao da lei n. 2,040 de 28 de setembro de 1871.
e devendo a junta reunij-se na primeira dommga
do corrente mez, nao pude ter ogar a reuniao por
me. ter chegado posteriormente a partieipaeao da
presidencia, e por esta razao convido pe presen-
te aos interesados a comparecerem no dia 20
deste mesrao mez, no pago de cmara municipal,
on le se dever reunir a njesma junta, pelas 9
horas da nanlia afira de principiar os seus tra-
balhos. Recife, 9 de abril de 1873. Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerquc, presidente da
!""to-__________________-------------
Consulado de la repblica
del Paraguay en Pernam-
buco.
De conforraidade con las instrucciones del go-
bierno de la repblica, invito a todos les subditof
de la nacin paraguaya, residentes en esta pro-
vincia, a comparecer en este consulado eu el
termino de 30 das, e ntados de la fecha, a fin de
losereber sus uembres en el libro de registros.
tonsuMo de i repblica del Paraguay Calle
4p la Cotnp'ariia Peraanbucana 11. 6 (altos).
Peraambuco, 3 de abril de i873.
J. Ramos
Cnsul.
Correio geral
Helaro dos objeos registrados ea intentes
na administrarao dos corretn desta pro-
vincia, para s pessoas ubai.co declar
radfs :
. Anna V. de a Albuquerquc, Adelino Can-
dido Carneiro da Ciinlia, Antonio Rufino Aires,
Aom Isabel da Silva, Alfonso A. de Miranda Al-
buquerqne, D. Aineia Augusta de MiranJa, Ama-
ro Gomes da Cunha Rabello, Antonio de Jess
Ferreira Jnior, Angelo Jos da Fonseca Ramos,
Antonio Joaquira de Campos, Andr Corsino Pe-
reira, Amelia Augusta de Miranda, Rento Jos
Hennque, desembarpador Bernardo Machado da
Costa Doria, Uernardino Gomes de Carvalho, Be-
larraino Jos Coelhe, Braz B. de Loureiro S., Car-
los E. Riedel (i). Candido Jos da Silva S., Cari
Oran Livens, Delminda Tbereza da Mlva, Francis-
co Ferreira Correia Francisco Antonio de Dos e
Costa, Fernando Antonio Correia Jnior (i), Fran-
cisco Antonio de S Brrelo, Felisraina J. Rento
da >ilva, Fernando Jos de Lima (), Francisco
HihR.ro S Arclo. Fabio F. Fernando da Silva.
Guimaraes, Francisco de Carvalno toares VttiP
do, Francisco Joaquim Ribeiro de Brito, Gualter
Martiniann de Alencar A., Hcnriqnc Saraiva de
Araujo Mello, Jos A. Rodrigues Lima, Joo Fran-
cisca Paes Brrelo. Joa piim A. da Silva Fragoso,
Jos A, Rodrigues Lima, J. o Pedro II. C. de Mi-
randa, Joaquim Jos Rodrigues 1 ollares. Jos Ro-
berto de M. Silva, Jos Varia de Albuquerquc,
Jos da Cruz Santos, Joo Zeferino Pires Lira,
Joaquim C. Santos, Jcrge Rento de Souza, Joso
Antonio de Oliveira, Joaquira Marques da Silva,
Joo B. de Oliveira, Joo \ cent de Mello, Jos
Ferreira de Souza, Luiz Rodrigues Villajes, Luiz
los da Silva Santiago, Manoel Gomes ta Silva,
Manoel F. de Mallos, Manuel Francisco Cardte,
Narciso Francisco Vital, Pastora Dantas da Silva,
Rufino Jos de Andrade, desembargador Riguc ra
Costa.
Administrado do correio de Peraambuco, 16
de abril da 1*73.
Jas Candido de Barros Jnior
Servindo de encarregado do regisiro.
MOViMENTO 00
Pacific Sieam Kripdi ;n CMpaj
Boval Mail Siinprs.
*
Al o dia 23 do correle m-'z c esperado i portos do siil o vapor desta eompanh.a Ckimb-ra-
zo, o qual seguir.' no mesrao dia da ebegada para
Liverpool, tocando em LsIkki.
Para passafeai e mais inloiinaciVs. dirijara--e
aos agentes wfleon Reir A i;.
II lina do CiraniciTlo. 14.
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir cora umita brevi lade o petar* 1
nacional Salsipurdes. tem parl<- de sen rafTevj.
ment contratada ; para o retanle qu>- loe ana.
trata-se com os leus ootlsignatari is Antonio Luu
de Oliveira A7.eve.l0 j c... w< wm esfriptarin i ra
do I! un Jesu< n. ", outr'ora ra da Cruz.
Navio venda.
O consulado da IMiiannn .1 em l'enuinl;:.'.
previne ao publico, que o navio lmfi He-
en, de 129 tonelladas iaglezas,Tai MT vend.!'
brevemente em leilta n 1 tu rt de Natal : par..
ahm.
Para o referido porto segu cora poucos das to
demora o hiato (Jinda, per ter parte da carga, e
para a pouca que Ihe falta, tr.ta < c m os a
signatarios Joaquim Jos G.iralves Bel'.io k Fi-
lbos : ra do Cornnierrio a. 3_______

i
THEATRO
llAkl
P
Sanio sahido no din 10.
Assii-Patluboie nacional Joven .Uthur, capitap
Joaquim Mariano de Souia, era lastro.
tfavio sahido ^^o dia i?.
Par*-Transporte sacioaal Bq. Negro, conunaii-
danto 2." teneuto Tliomaz Jacintho Dow*ley.
Obui'vapo
Nao houvo entradas.
i II I I1
mriit
i-#*-
t--
,
-
O* I IMIHS.
liiaiboa.Sola- os 8rs. fonscca*, san-' Emilio Xavier Sobreira de Mello, hispeS-
kor Ja thesourar
ytyifff
da de Pernatn-
fTA & FILHOS.
JJ|arial4ffi^ftH-
ra A 4%VA JHDtlOn.
u<1 jfflf$.)W& Ua manJU *2*3 Uorasd-i
l'a^o saber aos que o presente ditl vi-'
091 que, em virtude dairtjular, ^.,trjbij.-j
4 flo'llOouro, n. 6, de JO rje uiarjgair*'
nuu tiinio, m contar desta data, sukstituwn-'
e nesta thtepuraria todos ps dias ptis, jlt^
Oapatazia d'alfandega.
ip/eza das |br e capatazis
rovihei mzmtMr ao respei-
iCTcro, c a qflern mais inters
A gerencia da empreza das pbral c capatazia
di alfandAajdlsla uro'vie |zfta|er ao respe
tavel corpff de tornrncrcro, e a qflern mais inters-
sar ps,sa Que coudico o.' do seu cqnlrato com
o governo imperial tpi alterada por ordem do the-
souro n. 67 de 6,d mar^o ultime : pelo que do
l* de mato-nraximo vndonro era diaatc as taxas
constantes d niiesuw oondifi*-', quer das mercado-
rias esse terapfl existentes nos armazens cargo
da ompwza, quer das qu se forera reeoleodo,
seras (bridas do seguate modo :
i* UXMeis diarios per tonelada mtrica de
arqueacao, sendo navio, e ftO-rels sendo atvaren-
ga. lancha, barcaca ou cado que atracados as
ponte* da alfandega e dos irapi'-es e armazens
i-asteados ja,eirza cftireg.ua. ou q>scarre-
<&m e metode doctas taxas nos dias era que e&-
'taado (Ciia emnaroaeocs atracadas oo carre^uam
|o.4earreguwu, alyonste jrao aso quando,
]isso acoateeer por motivo de for^a raaior a juizo '
1U1 tilfanilega.
rejs npr toiicla,da .mefrica de arguea-
1.0 iretf de .alvar^nga" eu laucha pela
?carga do ft,yi ,Wn,deado' ertro do
e.nao atracar as ditas ponte?, e desera-
SABBADO 19 DO CORREN TI-
l'lxlj'aorilinarii siicccss !
Deppis quo a orehestra executar a waka
Baccanal Jesutica
composicao do Sr. Santos Silva, representar se-ha
pel i.* vez o lindo e frenticamente aplaudido
drima de grande espectculo era 1 actos e I
quadro :
GARLOS III
OU
A iii(|iiisii;;'ii) de IIcsjihii
A empreza nao se poupou a despezas o sacri-
ficios para apresnntar ao publico pernambucano
um tao magnifico drama.
AS 8 1/2 horas.
Aviso ao publico.
Prepara-se com todo o apparato a mimosa
cemposic/io dramtica em 4 actos do Sr.
Dr. Carneiro VUlela, eipresstmentc escrip-
ia para este theatro
Os raa^ons e os Jesutas.
* O scenario todo novo e moroco dis-
tioccao especial a sceua do 4. acto que
representa om templo masnico era sessao
mqgna.
Recebe-so cucommeudas para este espec-
tculo.
IU1
tbi un
r.ompanhia fraoceza de navciM; 1.. Irn*' I
estalieleceiido por meio de vapores novameate
construidos, un servioo measal do Havre a ^n-
tos, com escala por Lisboa, Peraambuco. Bata
c Rio de Janeiro.
O primeiro vapor Yille do /lio de Jmr rt,
perado ate o dia ii do corrente. segn:
da demora mds;icusavcl. para a Ba' a, Uio
neiiu e Santos.
Para frete c pasaifeiros, para que t< 111
tes acconimodacoes epur prec,i s reduzido<, a di-
rigir aos consignatarios Augusto F. de OUveira A
C, ra dj CoBMMNb, mitrada pela ra do Tor-
res n- te ______________ _________________
Para o Porto.
Seguir com toda a nrevidade a galera p
gueza Aud icia por ter ma or parte da carga prmr.p-
ta,. Para o resto e passageiros. para o que tero os
melhoros coramodos, tratase c mi os rons:
tarios Thoraaz de Aquino Fonceca i C. SM
res, ra do Vigario n. 19, ou cora o capitao, i.a
traca.
Tara o referido portosegiie cm pucos dias
Je demora o brigue pectufcucz Lgeiro lll.
capito o pralico .Nobro, por ter mais dcdoi.-
lercos de seu carregaiuento pioinpto, pe >
o que Ihe falta, que recebe a lete tomn -
do : trata-so com os coasqjiiaiarws. Joaquim
Jos Goncalves Delirio k Filho, ra do
Commcrcid n. 5.
Dea?^-gobr os *rs. 1. s.( ** irafcwHte ^s o mesfl^^besojt.ro, de
CEU.OS ^Ofis. .""' '.-' J m^lastajnpa, q/iaes ro trooadftt pVijSmrtfada. sta-4axa 9* lasa xeeucao qbando
' p.. <4rV 'rkriu*nhi a antnfon ani>tiTPair^H !r*;f, mTVi'fl.
Bat.Sbraos Sr. JdAiUNHaa 4-VJder e^iaieuuj al 31 de dezembro do
Hio de JaneiroSobne,-ftANo J5- boraUTanao, comec*ndo do 1**
DUBTMAi. e umi**m iDfr iw^ElWUMm'VI UhJJ334 oro diflflle, o desxon1
O BANti wftiOHAt. --MM I .-' p*ce9Stvo de iO oj^.-no rab
que uo tiverem sido substituidas
Utliraas reekas do grande
mm :
apparatoso drajt
CARLOS III
SointexvaHo do drama para a acona counava
:hestra tocar a polka brilhante, composiao
maestro Marcelino Cleto
Vwwenaa tnlprea eocrrear4e. deste servico -. m~ na ^ Wr,,]^m
trace o de desena :
volume.
daado a "i kiloi X- EnPt Pel Sr- Fenanie w-'*^ w ^
Liverpool. Krunil Rlver ne
Nlettuiei o.
LIVERPOOL
Em poucos dias sahira para Liverpw.Mliavcnd..
rallicicutes passaceiros, tocan.lo era Li*jt)n-
por Lavl-ce de 1.194 toneladas, c,nnn;uidaBl.-
Slack cie tera txeeUestes accomrtoilac-..es par.
passageiros de t* etosse.
Trata-sc ao os agenie* Saunders Brothert 4
C_ \.-,ra.tttWpmSanto n. 11.
Largo
DE
iVAVEGACAO lHASILKIRA.
PORT* P0 XOIITK.
do ST.I
t M
un Uto
o qual depuso do
seuiri>arospoi
Para cartta, enoraniuenuas, valores c patsaM-
^ao escritorio da agen


-
Diario -de Perniunbuco Sexta feira 18- de Abril de 1573- Z 1
k
Para Iisboa.
Bsceb carga a frese o nam eonhecido brlguc
jwrtuguez- Lata L Vai seguir oom toda a brevi-
*ageiros tratase com os consignatarios T. d'Aqui
o Fonceca k C Suecesaares, ra do Vigarlo
a. 91. x
Para
a Baha
jo hiate aa&aUi sage ncstes pnuros das : para
o reste da carga trata-se coin o consignatario Cus-
jodie Jos Van na, eu ra do Anmrini 3'J.
= Para o Araeaty, sai uestes oitu das n novo e
superior ualhabote Ltoniia de 1.* viagetn, capitao
e pratico Manoel Caelano da Cosa, tero parte de
seu carregamento erigaiado, para o resto trata-se
com Antonio Alberto fe Soma Aguiar, ra do
Amorm n. 60.
i i
LEILOES.
LEILAO
DE
8332 pranchoes de pinho, a variados.
Hoje
4o smco III.
O agente Pinho Borges, competentemente auto-
ritado, levar a leilao por conta e risco de quem
pertencer, os icferidos pranchoes araados, vindo
pelo navio dnamarquez Tver Hvilfelt, capillo T.
Arnesem, entrado no da 16 de marco prximo
pascado, os quaes se acham na fabrica de sabo
dos Srs. Antoni Joaquim de Vasconcellos & C,
ra do Drum, onde ser efectuado o leilao.
DE
dilercntes livros de medicina, ferros e ins-
trumentos linos para cirurgia,
Hoje
AO MEIO DA.
Por intorvencao do agente Pinto.
Por occasiao do leilao de movis, louca, crys-
taes, cabriolet e cavallos, que deve ter lugar ama-
nh na ra da Uno n. 17.
LEILAO
DE
movis c louca
HOJE
Sendo : I mobilia do amarello, constando de 12
cadeiras de dito, 2 ditas de braco?, 2 contolos, 1
sof e jardineira, I cama francza de amarello, 1
loucador, 1 lavatorio, 3 pares de lanternas, 2 can
dieiros a gaz. 2 jarros para (lores, 3 quadros, 1
espelho grande, 1 relogio do parede, meio appi-
llio de porcellana para cha, meio dito de louca
azul para jantar, 2.compoteiras, 2 garrafas para
vinho, 2 marquetas, S cadeiras para ala de jan-
lar, mesas, bahs, eabides e 2 taboas para engo-
mado.
r* O agente Martins far leilao, por conta de urna
amilia que se retira para a Europa, de todos os
movis cima, os quaes se acham muito bem con-
servados.
__ O leilao teri lugar no sobrado n. 2, no pateo da
Santa Cruz, s il horas do dia cima.
lentes) para sella, seliins, botas e fardas para
lados.
O agente Pinto nao tendo pulido vender no lei-
lao lo dia 16, todos os objectos existentes no so-
brado da na da Aurora n. 63, ent consequencia
de reren! muito e diuerentes os lotes, continuar
no ssbbaJo 19 do crrenle, o leilao ali eome';ado.
Em rempo
Aluga se por espaco de dous annos o primei-
ro andar do referido sobrado, o qual aeha-se
bem preparado, linipo e ltimamente pintado.
LEILAO
DE
um magnifico piano, 1 mobilia de Jacaranda, con-
ten Jo 18 cadeiras de guarnicao, X de bracos, i
meollos, 1 jardineira e 1 sof, 1 dita america-
na (madeira preta) contendo I sote, 1 jardinei-
ra, 2 concollos, 12 cadeiras de guarnilo e 2
de balanc.
Urna mobilia pequea para enancas, 4 cama para
casal, i columna de vistas, cadeiras avulsas,
ditas para meninos, ditas para pianos, espregui-
adeiras, 1 machina de costaras de acreditado
alineante, 1 mesa elstica, camas de Ierro,
commodas, caixas com instrumentos cirnrgicos,
1 machina elctrica, mesas de amarello, ditas
de pinho, I sili ao inglez, jarros, liguras de jas-
pe e muitos muros artigos, tudo em perfeito es-
tado.
TERCA-FEIRA 22 DO CORRENTE
s 11 horas.
O agente Pinho Borges levar a leilao os movis
e mais artigos cima especificados, por ordem de
urna familia que se retira para lora da provincia,
os quaes serao transportados para o primeiro an-
dar do predio n. 6, ra do Bom Jess, onde se-
r effeetnado o leilao no dia cima.
LEILAO
Em continuacao.
DE
dadas em penhor.
TERCA-FEIRA 22 DE ABRIL.
O agente Martins fara leilao, em continuacao, de
todas as camellas vencidas e dadas em penhor,
constando de relogios de ouro, crreme para re-
logios, trancelins, conloes, meios aderemos, anneis
e outros muitos objectos de ouro, que serao ven-
didos pelo maior preco.
Na travessa da ra' das Cruzes, casa de penho-
res n. 2, s 11 horas do dia.
LEILAO
CASA
DE
Paulo & Mafra
Largo do Panizo ns. 40 e 12.
ESTA ABERTA E TEM
Armario e ornatos, hbitos diversos, caix&es e atades, CAR-
ROS FNEBRES de todas as ordens.
Cartas capellas, cera, eca e emblemas.
Incumbem-se tambera :
De enterros, anniversarios, oficios, licencas, attestados e ca-
tacumbas ; finalmente de qualquer exequia, com msica, encom-
mendarao etc. etc.
ni
ASSIGNATLRA
PELO
ABRIL A SETJEMBRO
DE
DE
vellas, cabos, eorrentcs e barris contendo
carne salgada.
Quurta-fcirtt 93 do eorreute.
s 11 horas da manha.
O agente Pinho Borges vender em leilao, por
conta e risco de quem pertencer, vellas, virado-
re?, cabos de linho, momea, eorrentcs, tudo novo,
e barris com carne salgada, os quaes se acham
no armazem alfandegado do bario do Livramen-
to, no caes do Apollo, onde ser effeeUado o-leilao.
DO
grande armazem de lou^a de porcelana, e
grossa, viJr. s, jarros de porcelana, ci-
pos grandes e pequeos, para agua e vi-
nho, finos e grossos, candieiros de apu-
rado gosto, crystaes, apparelbo de jan-
tar c almoc'.
As JO 1 ]2 da manh
A requeriinenlo dos inieressados, e despacho
lo Ulm. Sr. Di. ]niz dos orphnos, o agente Pesia-
a far leilao de todas, as tacas, vdeos, crystaes,
te., existentes lio esUb leei ment e armazem da
ra do Mrquez de Olinda n. 23, eujos lazem par-
te do espolio do lina lo M loel Antonio Vieira. c
serao vendidos em lote?, conforme o inventario.
no mesmo armazem, sexta-feira 18 do crrante s
10 1|2 horas da manha; o agente espera a con-
currencia de seus amigos, afim d> se sortirem de
mercaderas para saas casas,
movis, lenca e eryslaes,
prata do Porto: 1
para
caliriolet e 3 cavallo
o nesmo.
Hoje.
Na ra da Unio, casa n. 17.
O Dr. Joao da Silva Ramos, tendo de fazer nma
viagem Europa, levara a leilao, por intervenido
do jente Pint, os movis e mata objectos abai'xo
mencionados, existentes em casa de sua residen-
cia, ra da Unio u. 17. (o qual leilao tendo si-
Jo annunciado para o dia 8 do crrante, deixou
de ter lugar em con-equencia da nmi'a chava
que houve n'aqaelle dia).
1 saber:
m Diado forte, 1 moailia de Jacaranda, espe-
lho?, jarros, 2 serpentinas e 1 candelabro, i capi-
teis, tapetes, estantes, livros, jardineirae, 1 excel-
lente secretaria e candieiros a gaz.
l'ni guarda-lou^a, aparadores, cadeiras, mesas,
louca para cha e jantar, copos, cauces, compotei-
ras," cbjectos de eieclro-plaie, 1 relogio, i cofre e
1 fogo de ferro.
Urna cami de Jacaranda. 1 guarda-roupa. 1
gnarda-vestid >, l tapete, 1 lavatoilo, 12 cadeiras
douradas, :l canias de forro, 2 estantes, eabides,
toucadores e quadros.
Urna mobilia de mogno, 12 cadeiras duirada?,
e muitos outros objectos.
O leilao princ piar s 10 1|2 horas.
meveis
DE
louca e crystaes de
baccarat.
Sendo:
Urna mobilia de Jacaranda a Luiz XV, contendo
1 sof, 2 concollos, 1 jardineira com pedra, 1 ca-
denas de bracos, 2 do bala neo e 15 de gnarnieao.
Urna dita de moguo, constando de sof. 2 con-
collos, 1 jardineira, (lampo de pedra) 2 cadeiras
de bracos e 18 de guarnifo, 1 toilette de Jacaran-
da, grandes espefhoi com molduras douradas,
2 guardas roupa de amarello, 1 rico aparador, 2
toilettes de amarello, 2 guardas loucas, 2 espri-
guicadeiras, i lavatorios com pedia, aparadores
pequeos, I mesa elstica, 1 di?* de ferro com pe-
dia, cadeiras de faia, ditas de amarello, quarti-
n'ciras, 1 mesa de cbarao, 1 estante com livros, 1
relogio, armarios., cadeiras avulsas, machinas de
limpar facas.
Loucas o crystaes. garrafas de erystal para vi-
nho, eompoteiras, apparelhos para alilo ditos
para jantar, esearradeiras, bacas de cobre, ba-
nheiros, bandeijas, figuras de gesso, porta-llores,
jarros, 1 relogio chronometio para senhora, 1 lin-
do trancellim de ouro. e muitos outros artigos de
casa de familia.
Sexta-feira 25docorrentc
Manoel Jo Dantas, tendo-se retirado com sua
familia para a Europa, vender em leilao por in-
tervencao do agente Pinho Borges. todo os movis
e mais artigos existentes no Manguinho n. 197
casa que serv a de sua residencia, onde ser ef-
feeluado o leilao; qual principiar logo que che-
gne o trem que partir da estacao do arco de San-
to Antonio, as 11 horas da manh, afim de dar
passagem gratis aos concurrentes.
LEILAO
DE
um sobrado na ra de Marcilio Dias, ou-
t'ora ra Direita n. 94.
Jko meio dia eiu ponto.
.lo correr do martillo.
O agente Pinho Borges competentemente auto-
sisado pelo Sr. Antonio Mara da Silva, adminis-
trador dos bens do sua mulher, e de com.T.um ac-
cordo com os mais herdeiros, vender o predio
cima mencionado, o qual de um andar e sotao,
n andar tem salas de visita e de jantar de bom ta-
jnanho, 2 quartos regulares e o sotao cozinha etc.
etc.; o andar terreo proprio para moradia, com
um bom quintal e cacimba e em chao proprio :
os pretendentes desde j sao convidados para exa-
minado, e sobre os mais esclaretimentos com o
inencionado agente, no seu cscriptorio ra do
Bom Jess n. j:), onde ser effetuado o suppradito
leilao.
LEILJlO
Em continuado
DE
movis, eryataes, vmhos, livros, obras de prata,
carros c cavallos.
SABBADO 19 DO CORRENTE
s O horas
-i movis e mais objectos existentes no primeiro
andar do sobrado da ra da Aurora n. 63.
Ao meio dia
vn#r o mesmo agente 1 caleca com arreios, 1
Aiup com arreios, 1 cabriolet americano,-4
jiarelhas de cavallos para carro, 1 dita (excel-
ft\tSOS DVERSOS
CASA Di FORTiA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GAR.4MID0S.
i' ra Primeiro de Marfo (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe
Ilzes bilhetes, quatro quartos n. 933 com 800,
um quarto n. l'Jil com 300(00, e outras sor-
tes de 40,5000 e e 20000 da lotera que se aca-
bou de extrahir (46."), convida aos jpossuidorcs
a virsm reoener na conformidade do costume sem
descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da ;i* parte das loteras a beneficio da igreja dos
Martyios do Becife (i7*), que se extrahir na
terca-feira, 22 do crrante mez.
PBE^OS.
Bilhcte inteiro 6 000
Meio bil hete 3/000
Quarto 1*300
EM PORgXODE OO-OOOPARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2/750
Quarto 1/375
_______________Manoel Martins Fiuza_____
ATTECM
O abaixo assignad* lendo um annuncio anony-
mo no Diario de hoie em que se declara ao com-
mercio que alguem deixou de fazer parte da firma
de Jos Narciso da Silva k C. vem pelo presente
protestar contra semelhante declaragao, visto co-
mo nunca o abaixo asignado te-ve e nem tem o-
ciedade com pessoa alguma no estabelecimento
de molhados, nico qie possue, praea do Conde
d'Eu n. 32. E se esse anonymo se julga com di-
reito a dizer-se socio declare seu nome e exhiba
os documentos que provem tal seciedade, do con-
(sano ser tido como um vil calumniador e ficar
njeito accao criminal pela qual o at-aixo assig-
nado tambem protesta. Recite, 17 de abril de
187.1Jos Narciso da SHva.
Attenco.
Fugio
O abaixo assignado pede ao Sr. Joao Henriques a 20 de fevereiro o cscravo de nome Joao, de 18
Pessoa o favor de vir entender-se com elle sobre a iO annos de idade, com os signaes seguintes :
aquelle negocio que o mesmo nio ignora, sob altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
pena de ver por este jornal a especie do negocio, dentes perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
_______________Marcos de A. Lima._______ bellos carapinhos, ps chatos e cheios de. cravos,
9AMAI bem esperto e ladino, canhoto, eo;inhero, tem
\)$>\J\JV. bastante pratica de armazem de carne secca ; Ie-
Frerisa-se lugar urna escrava que engomme vou u.ma, b'),r nova com duas camisas, sendo
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno uma, bordada, 2 ceroulas, t cami-a de meia, 2 pa-
de uma casa de pequea familia, composta de r'?s.<1? me.m c um chapeo de palha de arroz : em
duas pessoas, e de uma outra que cozihe com
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, 1 e 2o an-
dares.
Uma verdadeira necessi-
dade.
As constiparoes apparccem com muita facilidad
de, eom espeeialidade ueste tenipo de vero.
As tosses, bronchites e defluxoes sao to fre-
quenles, que?hi remedio bom, commodo e efflca:
nao s muito til como torna-se urna verdadei-
ra necessidade.
llavera algum medicamento uestes casos que ?
possa ser tomado com seguranza e com a certeza
de se colher bons resultados e* que nao seja urna
dessas panaceas universaes que promeKem curar
todas as enfermidades'debaixo do sol ? Ha, sira.
Ha um remedio, que logo Das primeira? dses
mostra sua eflieacia e effectivamente pdc curar.
tudo o que tosse ou constlpaco, com nma cer-!
te7.n nvariavel.
Preparado por um medico seieatifioo, de gran-'
de illustracao. approvado pela escola e junta me-1
dica, receitado actualmente pelos piincipaes facul- j
tativos e recommendado por todas as pessoas que jj
lm usado deste remedio, o peitoral de cerej de BL
Ayer, effectivamente olferece um meio simples,'
prcm seguro, d^ combaier as diversas molestias
da garganta e dos puhnocs.
diuheiro levou 54/, e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, portante, s autoridades
e capites de campo que o apprehendam e levem-
no ao seu senhor, na de Pedro Atlonso n. 7,
que serSo generosamente recompensados.
PENHORESI
Xa travessa da ra |
das Cruzes n. 2^ pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Xa mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
II
Sf3S ?r '&K3B3
coa i.a^'SW&sj
IS
GASA DO OURO -
Aos S:OOGrOOO
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria {outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000/ em um
bilhete inteiro de n 1702, e quatro quartos de n.
602 com a sorte de 100/, alem de outms sortes
menores de id)/ e 20/ da lotera que se acabou
de exirahi (; ; convida aos possuidores a virem ccaiririwjoeio"esquerdo "d uai'ho, preto,
re:eber, que promptamente serao pagos na forma ae 13 para i6aanos, bem conformado, rosto oval,
do costume. olhos grandes, e muito ladino: Francisco cabra,
O mesmo abaixo assignado convida ao respcita- de ig annos de idade, rosto comprido, principia a
vel publico para vir no seu estabelecimento com-1 barbar j tendo alguma suissa, de estatura re-
prar os muito felizes bilhetes/jue nao deixarao de: guiar bem feito de ps e raaos,
tirar qualquer 1 remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Escravos fgido.
Na manh de 2 do corrente fugiram do enge-
nho Prado, da freguezia de Serinnaera, os escra-
vos Pe'ro e Francisco, o primeiro foi escravo do
Sr. Manoel Quirino do Nascimento, de Pedras de
Fogo, donde veio, sendo elle tilho do Serid pro-
vincia do Bio-Grande do Norte, e o segundo da
cidade de Souza, tondo sido all escravo do Sr.
Francisco Clementino Maria Pires ; Pedro tem uma
Acham-se venda os muito feliz bilhetes ga-
rantidos da 5' parte das loteras a beneficio da
igreja dos Martyrios do Becife, que se extrahir
no dia 22 do corrente mez.
Precos
Inteiro 6/000
Meio 3/000
Quarto 1/500
De 1003000 para cima.
Inteiro 5/500
Meio 2/750
Quarto 1/375
Becife, i o de abril de 1873.
Joao Joaquim 4a Costa Leitt.
Attenco
O Sr. Antonio Gomes de Oliveira, caixeiro no
Passeio Publtco, queira ter a bondade de appare-
cer na ra Duque de Casias n. 40 A.
Presume-se que enes tenham vindo para esta
cidade, para d'aqui seguir ao sertao. Gratificase
com gnerosidade a quem os prender e leva-Ios
ao dito engenho ao seu senhor Francisco Pinhei-
ro de Menezes, ou ra do Imperador n. 77, I.*
andar, onde receber a gratificaeao de seu tra-
balho.
Escravo fgido
150#000
Sitio no Arraial
Aluga-se um exceente sitio eom casa nova,
moderna construccao, com commodos para fami-
lia, dista um minuto da estaco da casa amarella ;
a tratar na ra 1* de Margo n. 1C, 1* andar, 1 u
no mesmo sitio.
Joao Evangelista previne ao publico tue nin-
guem pode fazer negocio com sua cuabada Igna-
cia Mara de Sant'Anna, relativamente a casa
terrea sita no Barro, pertencente ao casal do fal-
lecido Amar Lopes, marido da dita Ignacja e ir-
mao legitimo do annunciante, visto nao ter seu
irmio deixado filhos e nio se ter feito anda in-
ventario.
Ama ou criado
No i andar do sobrado' n 26 da roa das Cru-
zes, actualmente Duque de Caxias, prectfa.se de
um criado on de urna ama.
D"
= Precisa-se faUar ao
Buarque de Lima : 4 ra do
-.
Sr. Dr Antonio
Amorim 0. 37,
Jos Ferreira Pinto/ tendo de fazer uma via-
gem a Europa, julga nada dever a peea alguma,
porm, se alguem se julgar seo credor, queira
apresenUr suas contas no prazo de 8 das no es-
erplorio dos Srs. Luiz Goncalves da Silva A Pin-
to, roa do Mrquez de Olinda n. 39.
Traspassa-se e arrendamento d'um engenbo
oroente e corrente, anda novo em plantacdes, tan-
to que em cima do eugenho tem partidos
de mattas virgens, distando da estacao de Agua-
Prela apenas duas leguas, muito bons caminaos;
assim come se faz negocio com a safra do mes-
mo avaliada em 1,600 pes, e o motivo se dir a
quem pretender : a tratar na ra drtlabug a. 6.
Precisa-se de um amassador para mostr
de masseira : a tratar na ra estrella
n. 6 e 7.
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratificaeao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o !. tem 9 annos,
castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
aseada, uma estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem uma cruz; o 2." ruco, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris eridos da
eangalha, ferrado coma marcaI. B.-do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rodado
sanhassd claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratifica-se com 50/000
por cada um em prasenca da pessoa, em cujo po- netrw. c.om .s,8naes seguintes : 24 annos
ier for encontrado qnalquer dos ditos cavaileeT 1e **5 t*i*0K ch?*0 do eorV' *m "? de Bm
Pillas assucaradas de itrislol.
AO GONTEU NEM CALOMELANOS NEM NENHU
OTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ra-
ihartico ou de uma medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo no-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e segmidade, recommendar
s pilulas vegetaes assucaradas de, Bristol,
como uma excedente medicina purgativa, a
qul encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornndose em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que'por ah se
vendem, mas sim, sao preparadas com a;
mais finas e superiores quaidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
baver chiraicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
ue contem o verdadeiro valor medicinal,
aquellas porcSes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre
dientes especficos, podemos nornear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
^aravilnoso possivel sobre as regies do
ligado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinacao com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam uma pilla purgativa, tor-
aando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer uma outra medicina da mesma
aatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradas
de Bristol, achar-se-h5o sempre um reme-
dio prorapto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem
bros ou do corpo:
Ospepsia, o' imli-
gest2o,
lAstringencia, ou..
prisao do ventre
habitual,
\zia do estomago
flatulencia,
?erda do apetite,
Edtomago sujo,
Affecces do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
iba hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Aenc&o.
T
Cavallo Pampa.
lurceira f!i> corrente mez de 1
A. A.
Penleu-so a cauel a de n. 819 B, pretine-ae
ao Sr. da rasa de penhuVM que ni eoingae
bjcrtu a |u.ssoa i'i-ii!i;riu que a dita ipremiiar,
e sim a j. oprin ilvSfti que Ihe passar o nsptc-
livo recibo da uNtn'da do objecto mciuc ntiy
Rodk 12 de abril de I87X
_ Ji's Knilrigiies aabuto, retirando-se par
i'ortngal, au leve lempo |ora desp-dir-se pes-
soahnente de todas as pessoas qoe o honnrai
com sna amizade; e por iwo pedindo desculpa
aos seus amigos |K>r essa falta, offerece-lh seca
servico naquelle reino, ou cm outra qualquer
parte onde o destino o collocar._____________
Aluga-sejxira qualquer esta-
belecimento
o pavimento terreo do sobrado a. 18 roa da*
Trinchi-ii as : a entender-se rom o otk-itsdor Bur-
gos, a na das Cruzes, neje Duqne de Caxias, l
andar do sobrado n. 26.
i
*
*
a
i
1
CONSULTORIO
Do
Dr. J. M. Seve
Parto!m e operador
lina do Mrquez de (Miada a. 86,
andar.
Consultas Das 11 horas da manha as i
da tarde.
I
Peruambuco Street KaiU
way & C.
Nesta dala entreguei a gerencia da conipanbia
ao Sr. Gustavo AdulphoSchinidt, n-preseiilanlc da
ailininistracao provisoria, que foi i-leito pelos ac-
cionistas no itio de Janeiro, onde actualmente km
a rompanhia sua siide.
Escriptorio da rompanhia Peruambuco *trtet
Ksilway, i i de abril de 1873.
John f. Whitman.
Em todas as molestias que derivara 1
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todoi
3S purificadores deve ser tomado conjun
tamente piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona uma
;om a outra, quando fielmente assim se faz,
q3o nos resta a menor duvida em dizer
trae no maior numero dos casos, odemos'
affiancar nao s um grande alivio, como
'aranera uma cura prempta e radical, isto
est bem visto, auando o rlnantA nao ec
icne n'um estado muito alm dos recursos
liumanos.
todos!
Frederico Pinto k C. com loja de f zendas ra
do Mrquez de Olinda n. 40, pedem a lodos os
seus fregueses de dbitos antgos o obsequio de
virem satsfaze-los no improrogavel prazo de
oito dia?, certos de que, Ando este prazo, em-
pregarao o meio judicial que Ihes faculta as leis
do paiz.
Rerife, 7 de abril de 1873.
I CONSULTORIO g
I HEMG0-CIM1RGIC0 I

DO
Dr. .9. M. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manh;i.
Chamadas a qualquer hora.
1
0
i
0
Fora os callos.
0 nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Caxias n. 57.
CAZA DA FORTUNA
RA 1. DE MARC;.0 OUTR'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 26:00(l$000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premio do
i:000.
Precos.
Inteiro.......24/1000
Meio........12000
Quarto....... 6*000
Manoel Martins Fiuza.
Francisco Jos Cardo-
so,,artista alfaiate, transferio
sua oficina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Fugio do engenho Jundid, da comarca de Naza-
reth, no dia 4 de marco, o preto crioulo de nome
Aluga-se uma esrravinha de 12 anans de
dade, propria para rarrcgar enancas : na na do
Imperador n. .'0, 3. andar.
Desde o da 14 do crreme al u da 18 es-
tar na estacao da Escada unta grande e bonita
porcao de huiros, venda. Havendo lindissinias
parelhas para carros, de laman'"os e cores ignaes.
Animaes rcbrcasVM para o servico de carroca
cargas de ahnocreves. Do dia l8 em diante se-
guir para as imaediacoe* de Apiparo*, onde
ter alguns dias de demora. O propretaro e ven-
dedor convida aos senhores de engenhos e mais
pessas, bem como ao gen-nte da companliia doj
bttids a sortirem-se nesia irccasiao ; pon nao po-
derao fazer em 1874 em razan da grande st'-cca que
lavra as provincias da B.ihia e Mmas, a qual
nao permtte o transito de tropas muars em una
cxtens.io de 160 leguas. A tropa pode ser vista,
e cscolhida vontade.
s^* De 10 palmos.
Sapouseiros e sapolciros, e dahi para baixo, pi-
uheiras, IhKU-pio, oUi-eor, aiiticuin-a-p, aba-
cate, laranjacravo, flaiilHiyant ou brithante, pai-
meira unpenal, roseiras n qualidade, alecrins*
parreiras esracio da india, romeira^ e outra.
antas : na Capunga, ra da Ventura numero 20.
Pernambuco Street Rail way
&C.
John F. Whitman, gerente interino da compa-
nha, tendo de entregar a gerencia ari Sr. Gusta-
vo A. Schmidt, representante da dire.l>ria, pe*-
a quem quer que seja. que se julgar credor da
companhia, que aprsenle quanio Mh m ron-
la a rrf* *- Hoiu ao Tiluiupbo
estacao.
Recife, II de abril de 187J.
?.. ;i.v :.rr \ i\x.Li+-j.t.iM
Novo estabelecimento ~
de joias.
Ra !o Ciiliti^ n. 19. --
O proprieario iK-ste estabelecimenie "j~_
... receben entre mujtos (dijcrtiK la ieque- ZH
- aos valores, os seguirte*: rautas e ansej
; de liiilhante-, iTinco erarnleu-', ade- ~
:: re'.-os e nieius .. I .> ', uins, esme "~
- radas, perobs, alnaelM para reta-
_" tos, com brilhantes, rubins e perolas, ^
lU porla-charutos muito proprios para me II."
- sa, de delicados gostos e perteita mao
; de obra, sppareiLos proprios para almo- "'
| roe jantar, para meninos levar para o .!*_
collegio, tudo se vcndi-ra \u-r preQM ra- -
^ zoaveis, garaatiado-se todas as joias que ^
:.. desie estabelecimento saia. Tambem se__
5- fabrica e coffeerta qualquer objeco ten- -
^r* dente a mesma ai te. jj
Tv:; : :
Alhaiiazio.
Km 30 de marco lindo fugio do engenho Ver
melho, em Kio Fomoso, o escravo Alhanazio. (|iu
podeni ser reconhe-ido pelos seguintes signa* :
altura regular, grosso, itMN redondo i bbbj mar-
cas de bexigas', ps bem fritos; ausentou-se ves-
tido com camisa de mada|k>lao c cal.a de brim
pardo. Roga-se a todas as autoridades c capitae*
de campo a captura deste. e recomiiensa-MJ bem
a quem o coniluzir ao Illm. 'r. Pedro Alexaa-
drino da Costa l.ins, no referido engenho. ou nes-
ta praca a Cunha Irinos & C.
O Dr. Joao Maria Seve, medico parterre Wk
55 e operador, mtidou a sua ri Sf a i na do Riachuelo (Corredor do Ripo) W
jbl sobrado n. "i.'l. onde pmle ser procurado
S para o exereiii) de -ia profissio, das 6 -
J9. ai horas da manha e das 5 da tarde em W
fL diante. ML
Tiecisasc
da quantia de 400X000 a juros, dando-se una ca-
sa nova sob hypolheca, em chao proprio, bem
construida^ de taipa, com duas salas, 2 quartta,
cozinha fura, e copiar com alguns arvoredos
fructos, em Reberihe do liaixo, ao logar Agaa-
Fria : quem pretender dirija-se nesta t>pograaaia
deixando carta fachada rom a iniciaes F. A.X

>
AOS 5:000^000.
Eslo a vendaos felizes bilhetes da lotera
hia, na casafeliz| do arco da Ceneeicao,
ourives, no Recife.
daBa.
lojak
casa
dar.
Aluga-se uma eeerava para lodo servico de
: na ra do Imperador n. W, aereeiro an-
Avisase
a quem der naticia da escrava Guilhemiina que
foi do lente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e depois comprada ao Barao de Nazarelh,
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e aa mios com cicatrizes e queimadnra
de gaz, secca do corno e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da roa dos
Comos, que ser generosamente recompensado.
Joaquim Pereira deTarvalho, retirando-se
. para Portugal, e nio podendo despedir-se ele seos
do Rosario amigos, faz por meio oeste a sua despedida, e que
| desde ja loa s ordens para o que seu pequeo
arestimojhe for nrll no dito reino._______-
Preeisa-se de trabaJhadores na relinacao da
ruaBireita n. 10.
/
dente do lado de cima, pouca barba, umbegudo e
levou calca de riscado azul e camisa de algodao
branco : quem o pegar leve-o ao seu senhor o
lente Antonio Ribiro de Moura no dito enge-
nhe, ou a Joaquim Cavalcnlte de Albuquerqne
Mello no sitio do Forte freguezia da Vanea, que
ser generosamente recompensado. O dito escravo
foi encontrado em Casanga e sup6e-se ter chegado
ao Recife.
Sitio
Ajoga-se um sitio todo murado, tendo casa para
familii, cacimba com encllente agua, dous tan-
rpara banhos, muilo fresso e per da estacao
aminho de ferro, nos Alegados, na de S.
Miguel n. 10o A : a tratar na ra da Dnperatnz
na Boa-Vista, estabelecimento n. 8.
No sabbado achou-se no jardim do pateo das
Priaeeus urna carteira com dinheiro : quem fr
seu dono ppareca na ra larga do Rosario nu-
mero 44.
Criado
Na loja n. 81 da na Queimado anda .se preci-
sa de um menino para criado.
Precisa-se
da quantia de lOOiOOO a juros dando-se uma ca-
sa em hypolheca, sendo nova, em chao propria
e bem construida, de taipa, com duas salas a t
quartos, c zinha fra e copiar, eom alguns rv-
redos de fructos em Reberibe de Baxo, na la-
gar de Agua Fra : quem pretender dirija-se a
esta typographia em carta fechada com as iai-
ciaes F. A. L.

. Sr. Joaquim de Aguiar Mortrrroyo, tenlu^a
bondade de vir a roa dos l'ires n. 34. a
de seu particular tateresse.
Preeisa-e de um preto 'para lodo a"
ro: na na da Guia a. 54.
Precisa-se fallar com Sr. Candida]
pho Pires : na ra do Coronel Soataaaa i_ .
outr'ora ra Augusta, a negocio de seu parttea^
lar interesse.
Consnllrtrio wedico-einirfifo
DO
r. Perreirt.
Roa larga do Rosario a, 10, (artigo
gabinete de seu aai)
Gratis ao pobres.
4iUrt


Diario de Pernambuco Sexta feira 18 de Abril de 1873.
\

>
i
Terrenos, bem localisados e
baratos.
Declarado necesaria -
na do Bao
O aatisn signad" nt>* nn^ n
da Virt-*ria, d-.-tara (i!' "'' '' witomto com rite
! ni, o siu
A pessoa que se julgar cora diretto a tres
calcas de bnm, ama dita de easemira e dous col-
leta* tambera de brim, sendo as tres calcas corla-
das, dando o signa! serio restituid?, as ditas calcas
e colletes paganio a importancia do annuncio :
na travessa do Marquei do Recife n. i._________
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que entenda do ser-
vico de hotel, a ttatar no hotel de Api pucos.
, s
Feitor;
Para trataade um pequeo sitio, precisa-se
in feitor, no rotel de Apipoeoe.
Offerece-se um homem para trabalbar com
Dina carrosa e ontro qualquer servico menos fei-
tor : quem precisar dirja-se ra da Florentina,
taverna de Jos Goncalves Lourenco.
O abaixo assignado declara ao respeitave.
fiubltco que ningucm faca negocio com o seu fi-
no Antonio Jovino Marques, com a parte que
este tem no sitie do Caldeireiro da freguezia do
Poco da Panella, cuja parte Ihe tocou por mor-
te de minha mulher e sua mai, visto que o seu
dito filho tem j reeebido por conta dessa parte
quasi toda a importancia que loe tocou, confor-
me o recibo que se aeha em seu poder, e j em
datas de 10, 11 e 12 de junho do anno de 1871
fez igual annuncio previnindo o publico para
nao comprar a dita parte.
Domingos Jos Marques.
COMPRA-SE |
Ompra-se um diccionario inglez e portuguoq
ainia mesmo usado ; na thesouraria das loteras,
Ba de Pedro Affonso
Interrompeu-se < calamento desta ra desde a
'escola normal at o arsenal de guerra, est o Jeito
'da ra obstruido por montculos de entulhe, ater-
ro ou o quer qae seja, de que all se fez deposito,
quando cbove a agua escoa-se, nao para o rio,
mas para dentro das casas, damnificando as mer-
cadorias dos estabelecimentos. Isto ser justo ?
Nio haver altraem que tenha direito e dever de
obrigar o empreiteiro do calcamento a respeitar
os interesses dos moradores oesta roa T
_________________ Um morador._______
Hospital portuguez de bene-
Ucencia em Pernambuco.
No domingo 20 do corrate, as 8 horas da ma-
nhi, dever ter lugar a ceremonia da communhao
aos enfermos neste hospital, para cajo acto de
religio-sao convidados todos os socios desta pia
instituirlo, e em particular a respectiva junta ad-
ministrativa.
Hospital portuguez de beneficencio em Pernam-
buco, 15 de abril de 1873.
tuiz Duprat
Secretario.
1873.
Joiio Forreir Ramos.
Antonio Jote ttolrigius ilc Sou/a. tendo a rifisiaah<> '* r.*v<^f>;Vl '.'""'I ''
aborto com approvaga dk lllm. mar. .j*^*^ % 'Btff
municipal, nina ra com 80 palmos em seulw
sitio de terreno proprio quasi defronte da
igreja dos AfOictos, para onde o.transporte
no caminho de ferro 20* e 109 rs., e o
dos bonds tica muito porto ; vende aos pal-
mos, terrenos com as frentes para dita ra,
tendo cerca de 180 a 300 palmos de fundo :
a tratar na thesouraria das loteras, com
Tristio Francisco Torres, que se acha encar-
regado. '
Engenho
Arrcnilarfc o fngclw Estrella, junto cidade i
du Iti i Funi)'. r" de aniiini'S e cmn uriipiir-
ivVs para I.-Kki \t~v< : i pretciioVntj |Hleui di-
rigir-so ra Duque do Caxias n. 58, :' andar,
abril de 1UC *"' te inf^rmac/es.
Aluga-se a parle da frente /sofito do sobra-
do 11 i rna lo C ninierdn, tem encllente*
commodos para oscrfhflriu coiiinien-ial : trata se
no cnsul*do l>rUnnico.
Traspassa-re a chave do armazem da na
de Pedro Affonso, (ontr'ora Praia n. 61 : trata-se
no mesmo.
ATIENCAO
alma para casa de familia.
Na travwa do Duque de axias n. 3, andar,
precisase do una .-.uu livre mi es rata, para
cumiar r. unta* Sif^.cir- i-niiirir* de cara familia. rat .:- ,- yr: iImuo.
Pretisa-iui l uuia ; na pao
servied Intim, para casabe
pulir familia : ra da
P dado IT
IfLIl Precisa-sede
Goiisheiro
Precisase de nm ma'nhMro par, cozkihar r
ile Viren, c-qiina
comprar
na na l'.-fii'ini
% '
COMPRAS.
Ama de lcite
0 Sr. Francisco Agostinho Madcira qu
boudade de vir concluir com o negocio
eomprometteu na ra Duque de Caxias n. 60 A, !^ "JS01
lola de Bento da SUva 4 a, suecessores de Ma- l>Pra*>t"a'
i GABINETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, f ANDAR
0 DB. NUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operarles de olhos.
Cara radical e instantnea dos
estreiUmeritoi da uretra.
Consultas:
da maobl.
Chamados
Das 7 s 10 horas
A qoalqner hora.
Sjtio para alugar.
Alugase o sitio dos berdeiros do finado Santos
Cocino, com casa bastante grande, tendo 3 salas,
dex quartos, todo murado, com muitos arvoredos,
tanques para banbo e gallinheiro : a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 62.
lo];
noel
Itibeiro Bastos.
Escravo fgido
No dia S do cerronte fugio desta cidade o mo-
lequc Gaudencio, de 13 annos de idade, fulo,
tora narii chato, denles alvos e perfeitos, vesta
calca de algodio de listra e camisa de madapolio,
sabio sem chapeo, levando nm embrnlho contendo
urna calca branca e urna camisa: roga-se a quem
o apprptieadtT o obsequio de enva-lo ra da
Santa Cruz n. 4, ou ao engenbo Horisontc (da Rio
Formoso), que ser generosamente gratificado.
AMA
Caxeire
Precisa-se de um menino para caixeiro,
nha bastante pratica para taverna : na
Penha n. 6.
que te-
rna da
Piano.
Aluga-se um bom e moderno piano, na Ca-
punga ra das Crioulas n. 51 : na mesma Casa
tamban se vende urna vacca de leite com urna
grande e gorda novillia.____________________
Quem quizer encarregar se de urna cobran-
ca em Caruar, dando fiador a sua pessoa, dirja-
se ra do Amonm n. 37.
Pernambuco Street Raitway Com-
pany.
O gerente da companhia Pernambucana btreet
Raylway. faz sciente a quem possa interessar,
que os fornecmentos de qualquer especie para
a dita ompanhia sao feitos por pedidos por es-
cripto assignados por si, ou pelo Sr. Tbomaz Ea-
dforth, em sua ausencia, nao se responsabilisando
a companhia pelas contas que nao se apresen-
tem nessa conformidade e acompanhadas dos res-
pectivos pedidos.
Recife, 16 de abril de 1873.
O gerente,
______________Gustavo Adolptu Sclimidt.
doea.
O comm^ndador Jos Ignacio de Mendonca, D.
Mara Barbosa de Mendonca (ausente) e seus
filhos Bernardo Lindolpho de Mendonca, Anto-
nio Peregrino de Mendonca, OI>mpia Afra
Deide 2 de fevereiro do corrente anno, que do Mendenca, Auna Barbara de Mendonca, Emi-
acha fgido o escravo Benedicto, crioulo, com 2 lia Amasilha de Mendonca, agradecem cordeal-
annos de idade, carapina e serrador, bem pret o j mente a todas s pessoas que os bonraram
barbado, alto grossura regular, com falta de acompanhando os restos mortaes de sua lilba
dentes na frente e com urna cicatriz lar^a no pe'-
De Goyaona, IteHedieto
Antonia Pereira dos Praze-
res Porto.
Flix Pereira da Silva, Mara Fe-
licia de Araujo e Silva, Guilher-
me Franeisco Paredes Porto, Ma-
ra Rita Barbosa Porto, feridos do
mais doloroso sentimento, pelo pas-
samento de sua sempre lembrada
irm e cunhada Antonia Pereira
dos Prazeres Porto, fallecida na cidade de Lis-
boa, no dia 28 de marco prximo passado, con-
vidam aos seus prenles e amigos para assistirem
a algumas missas que mandam rezar na igreja
matriz da Boa-Vista, pelas 7 horas da manhi
do dia 18 do corrente, e desde j se confessam
agradecidos
Aluga-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 15, c -m
3 quartos, 2 salas e copiar frt: quem pretender
dirja-se ao p da mesma. Adverte-se que a li-
nha dos bonds passa na porta e que se o inqui-
liuo quizer bota-se o encanamento d'agna._____
Aluga-se urna casa terrea com soto, na
ra das Gracas, na Capunga, com bastante com-
modos : pessoa que quizer pode entender-se
com o tenente-coronel Francisco Carneiro, ou na
estrada da Ponte de Ucha, com o Sr. Jos de
Mallos.
OITerece-se uina senhora para cortar e coser
em machina com perfeicao, em qualquer casa de
familia : quom pretender dirija-se a ra larga do
Rosario n. 40, 3.* andar. _______________
4 \f je Precisa-se de urna ama que saiba co-
osJ\. rinhar e engommar, para duas pessoas,
paga-se bem : na ra Direita n. 10.
Precisa,-fe de uma ama leite forra ou
escrava ra Direita n. i00, loja._________
Aluga-se uma casa nova na Capunga, com 3
quartos, f salas, cozinha fra, grande quintal e
cozinha : a tratar no mesmo lugar, ra das Cre-
oulas n. 25._____________________________
AMA Precisa-se de uma ama para comprar
rijWi m e eozinhar : na tinturara franceza
roa da Imperatru n. 55._________________
Aml Na roa do Hospicio n.-16 precisa-se
-^^l<* lie uma ama que saiba eozinhar, paga-
se bem agradando.________________________
A TTlflJa "^ ^'re'ta C prhueiro andar
./xlilats precisa-se de amas tanto para eozi-
nhar e comprar, como para engommado.
Precisa-se de uma ama para eozi-
nhar e comprar para casa de rapa-
zes solteiros: tratar na roa do Livramento n.
24, loja
Rol abaixo assignados declaramos ao respei-
por este acto de religiAo e caridade. t;ivel publico e com especialidade ao corpo com-
incrcal que nesta data dissolvemos amigavelmen-
te a sociedade que ayrava nesta nraja sob a Ar-
ana de Gomes & Ramos, ficando todo ativo e pas-
sivo a cargo do socio Ramos e o ex-socio Gomes
pago de seu capital e lucros.
Recife. 14 de abril de 1873.
Domingos Martins Gomes.
Manoel Joaquim da Costa Ramos.
BrigaJeiro Joaquim Bernardo de
Figueiredo.
O desembargador Alexandre
Bernardniode Reise Silva, por
si, sua mulher e iilhos, e por
seus cunhados ausentes, con-
vida aos seus parentes e
amigos para ouvirem missas
que manda rezar na ordem 3.a do Carreo no
dia sexta feira 18 do corrente s 7 horas e
meia, por alma de seu sempre lembrado so-
gro, pai e av, o brigadeiro Joaquim Bernar-
do de Figueiredo, cujas missas deviam ter
fsido celebradas no stimo dia de seu falleci-
miento, o que nao pode ter lugar por ter ca-
bido em o dia sexta feira da paixo, e desde
j se confessa agradecido por este acto de
piedade e]reltgio, assim como se confessa pe-
nhorado s pessoas que se dignaran) assis-
tir as exequias que tiveram lugar no dia de
\ seu fallecimento.__________________
Adelina Bemvinda de Men-
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de uma ama para eozinhar: pre-
fere-se escrava.
Esplendida casa
Aluga-se a ptima casa, ltimamente acabada,
com muito costo e grandes accommodacSes, agua,
caz e grande sitio, ra do Bom Sucoesso em
Olinda : a tratar no armazem n. 2o da travessa do
Corpo Santo. ________________^_
Na ra Direita n. 29, 2. andar, luga-se
uma escrava propra para todo o servico domes
tico.
Precisa-se de uma ama que
saiba eozinhar bem: ra do
Bario da Victoria n. 28.
Precisa-se de duas amas, sendo uma para
engommar e outra para eozinhar : na ra da Pe-
nta n.23._____________________________
Precisa-se de uma ama forra ou escrava para
eozinhar, dando conhecimento de sna conducta :
na ra da Aurora n. 59.___________________
Precisa-se de uma ama
forra ou escrava : na roa do
Imperador n 17^______^^
AMA
AMA
Precisa-se de uma ama que tenha alguma
edueaco, para curar de uns meninos : tratar
na ra estreita do -Rosario n. 5 e 7.
ATTEgAO
Contina-se a fornecer almocp e jantar para
fra por preep commodo e com promptidao : na
ra estrella do Rosario n. 35, 1,* andar, casa de
familia.
MOPINA
Est encouracado!!!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir roa Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereifo e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pors S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta cidade.

Precisa-se de dous ajudantes com pratica : na
pharmacia Conceico, ra do Mrquez de Olinda
n. 61. _____________________________
1 andar n. 40
Aluga-se o i andar da ra do Padre Floriano :
a tratar n loja do sobrado do mesmo.________
to do p esquerdo, que foi de um talho de macha-
do, cantador de modas e sambista ; nasceu no
engenho Bujari de Goyanna, onde tem mi fo rra
e irmaos do poder do'lllm. Sr. Luiz Cavalcantc,
fugio e foi prezo no Reeife e agora fugio para o
engenho Pangau da freguezia de Itamb, pr-
ximo a cidade de Goyanna, e dahi diz o lllm. Sr
major Manoel Goncalves Nune? Machado que se
evadir na occasio de entrega-lo aos meus por-
ladores que o devia conduzir, uma vez que a esse
Sr. respond que nao o venda ; protes'a-se pro-
ceder contra quem o heuver acoutado, e d-se
300^000 a quem delle der not'cia exacta ou en-
tregado, em Goyanna. ao Mlm. Sr. Dr. Belarmino
Correia de Oliveira Andrade, ou no engenho Fir-
meza da freguezia de Sants A-^aro Jaboatao, ou
nc Recife ao lllm. Sr. Beiisario de Souza Ban-
deira, na ra da Penha n. 5 : roga-se a todas as
autoridades policiaes e caphies de campo, que
o aprehendam e levem aos referidos lugares, que
se gratificar com a quanlia promettida.
Virginio C. C. de Albuquerque.
Aviso,
Francisco Joaquim Gomes da Silva faz vr ao
corpo do eommercio que vendeu a sua taverna
sita no largo do Carmo n. 2, ao Sr. Antonio Soa-
res Fernacdes de Olivera, livre e deserabara-
cada de qualquer debito que possa h ver.
Aluga-se um criado de boa conducta : na ra
Jjireila 9. primeiro andar.
irma, ultima morada, o convidam s pessoas de
sua amisade e collegas fiara assistirem a ms-
sa que pelo repouso de sua alma, mandam cele-
brar na nutriz da Boa-Vi?t), no dia 19-s 8 ho-
ras da manh.
AVIZO
No uia 1 do corrente foi perdida na roa do Ba-
rio da Victoria uma lettra da importancia de
330, pastada pelo Rvm. cenego .\ntonio Jos
Firmino de Nvaes em favor do coronel Joiio
Vieira de Mello e Silva, a quil apezar de ter
ainda de vencer-se em junho prximo vindouro,
j se acha paga, e por conseguinte neuhum valor
tera para quem achou-a, e nao queira fazer del-
la entrega na mesma ra de Barao da Victoria
n. l>~ a Antonio Domingos Pinto.
Cura das doencas siphy-
litcas.
de Santo Antonio n. 2.
Largo da matriz
gundo andar.
-t-
Na travessa do Duque de Caxias n. 4, con-
tinale a vender a verdadeira gomma de araru-
ta a 500 rs. a libra, _____________________
Offere-se uma moca de excellente conducta
para casa de homem soHeiro quera precisar
annuncie -sua morada.
Precisa se de uma ama para casa de duas
pessoas : a iratar na ultima estarlo dos bonds,
largo de Santo Amaro, casa n. 32.
Saciedade Beneficente Luso
Brasileira.
Em comprimmento s ordens do irmo presiden-
te desta sociedade convido a todos os Srs. socios
afina de comparecerem sessSo de assembla ge-
ral que ter lugar s 7 horas da noute de 17 do
corrente mez : a ses?o e convocada para a lei-
tura dos novos estatutos. Sao igualmente convi-
dados os candidatos.
Sala das sessoes, 14 de abril de 1873.
Bento de Souza Mira.
Precisa-se de uma criada para acompanhai1
uma senhora para o Rio de Janeiro : a tratar na
ra Nova, hotel oriente, 2" andar.
Declaracao.
Coriolano de Abreu e Silva, escrivo do juiz de
paz da freguezia de Santa Antonio, declara que
desta data em diante passa a chamar-se Coriolano
de Areu.____________________^_____
Aluga-se uma boa cozinheira : quem preci-
sar dirija-se ra do Visconde de Albuquerque
U. 18;__________________________________
AJaga-M o I" andar da ra do Imperador n.
38 : a. tratar na ra Duque de Caxias n. 38, 1*
andar, com Jos Henriqua da Silva Guimares.
Aluga-se ou vende-se o sobrado de dous
andares a, 144 sito ra do Coronel Suassuna, o
qual fica junto a igreja dos Martyrios, e edificado
em terreno proprio, tem quintal murado e porta o
para a ra do Caldeireiro : os pretendentes diri-
jam-se ra Sete de Setembro a 15^__________
Chumbo
Isto
sim.
Giosdnmples prtto com 5
oaliiKis de Iu<>ur_ a 5$!
ir n
M llosa Itraiic: que H vend ta
cha, ni i da hiqieratnf n. 56.
Pcc!ii
Corapra-se chumlio vellio c estanho, em^que-
nas>e graudes porcaes : a ra Nova loja n. II, do
Azevedo._______
Na fabrica de cerveja ra do Rosario n.
6, compra-se laranjas da tena a 64U rs o cento.
Compra-so uma carrora jiroprii pira boi,
ob mesmo cavallo : quem iver e quizer vendnr
dii ija-se ra do Mrquez de Olinda n. .10 A. Na
mesma casa tambem se precisa de um feitor que
entenda de plantacdes.
Attencao
Compra-se apolices provinciaes : a quem con-
vier vender, dirija-se ra do Vigario n. 3, escrip-
torio de Manoel Alves Ferreira 4 V
Compra se quatro casas terreas sendo em
boas roas e estando em perfeito estado, que te-
nham commodos para familia : na pra;a do
Conde d'Eu n. 19, se4ir.
VENDAS.
Fio de algodao da Bahia e cal de Lisboa, re-
entemente chegado : ha para vender no es-
eriptorio de Joaquim Jo Goncalves Beltrao & Fi-
no, i roa do Commercio n. 5.
Vende-se na ra dos Coelhos n. 28, uma
escrava parda, muito prendada c moca.________
Libras sterlinas.
f<*4e-se no armazem de fazendas de Augusto
K. de Oliveira k C, ma do Commercio n. 42.
Vende-se uma mobiha de amarello inclusi-
ve uma cama franceza per fe i lamente nova, sem
uso algum ; assim como se vende um carro rom
boi : a tratar na ra da Imperatriz n. 86, loja
de miudezas.
Vende-se um pono com duas columnas de
ferro, de muito bom go-to, novo e proprio para
sitio : ra do Brum n 79.________________
ATTEUCO
Vende-se o hotel Esperanza, da ra de S. Jor-
ge n. 12 : a tratar no mesmo.
Granadine toda preta com
listras a 1#200!
Quem tem a Rosa Branca e vende barato :
ra da Imperatriz n. 36.
Terceiro andar.
Aluga-se o 3* andar ra do Padre Floriano :
a tratar na ra larga do Rosario n. 22.
CRIADO
Precisa-se de um para o servico de casa : ra
do Imperador, n. 31______________________
Precisase de uma menina de 12 a 14 an-
nos, para andar com outra menina, em uma casa
estravgeim : a tratar na ra do Imperador n. 79,
2* andar.
Precisa-se
de S:OQ0t a premio/azoavel sobre hypotkaca
casas tei reas : quem quizar annuncie para
procurado*.
em
ser
. Precisa-se alugar uma escrava que seja boa
cozinheira e engommadeira, paga-se bem : quem
a tiver dirija-se a ra do Bom Jess n. 55, es-
critorio.
Na ra do Hospicio n. 33 deseja-se
fallar com o Sr. Jos Maria Goncalves Fer-
reira, que estava hospedado, haum mez, no
hotel de Caxang, e, qunndo j nao esteja
aqui, saber quem seu correspondente nes-
ta cidade.
Declarai-lo.
O abaixo assigr_do previne a todas as pessoas
que ficaram a dever na loja de ourives ra
estreita do Rosario n. 10, conhecida por Dedal
fie ouro, que so com o abaixo assignado se de-
vem entender sobre seus dbitos, visto ter to-
mado conta do activo e passivo da me;ma loja,
desde Janeiro do corrente anno. Outro sim ; pe-
de a todos os deyedores da referida casa, que
ven ham saldar seus dbitos, ou com o abaixo as-
signado, ou com yu procurador Joo Baptista
Gitirana, a quem deu plenos poderes para co-
brar amigavel ou juducial mente.
Recife, 17 de abril 1873.
__________Jos da C. Oliveira e Figueiredo.
Aluga se em Santo Amaro, ra do Lima
n. 4 e 6, duas casas, uma para moradia, com
um grande soto, agua e gaz encanados, e a ou-
tra muito pronria para refinacao ou padaria, por
ter um grande forno e ter tambem agua e gaz
encanado : a tratar na ra da Guia n. 54.
Parece uerivel.
O que?
Poder vender-se.um par de torzegmis para
senhora, sem defeito algum e de mais a mais da
ultima moda por 4J5uO.
Assim como
Vender-sc lindos e deslumbrantes diademas de
ac objecto este de alta novidade por 3C00 !...
e outros muitos aitigos que vendo-se .poder-se
ha dar crdito.
No vapor das novidades.
Ba da Imperatriz n. 36. _____
Chapeos le solinglezes
s6da trancadaa-lfiOOO !!
Sai chapeos que sem r se vendern [or |6|,
mas a ld.-a Branca qucinia a 124. _T grande pe-
chinrlia na ra da Irnperalriz n. 56.
Lencos para meninos a ]#a
tliizii
Na ra da Imperatriz n. 56, luja da Ru_ Branca
Cassas miudinhas a 320 rs.
E' fazenda boa c bonitos padrn, e muito ba-
rato ; na luja da llosa Humea,' ra da Imperatriz
n. 56.
_.--------------------------------------------------------------------------
Rival sem segundo.
Chep ram agulhas para machinas, do fabiicante
Crower .V Baker. Duia por iOO._______
Allenci.
Vndese uma prela ptima engommadeira, ida-
de de 18 anuos, e um piano # bom estado : a
tratar na ra do Ilnrao da Vid ria r. G'A
Kilo ha mais rabo-los
1W
Tendo o dono da loja de louQa sita ra
da Imperatriz n. 6 de retirarse para fra do im-
perio a lritar de sua sade, venie o dito estabe-
iecimento que se acha bstanle acreditado : quem
pretender queira dirigir-se a mesma loja onde
achara com quem tratar. _____
. Vende-se a taverna sita na pateo da Itibera
de S. Jos n. 25 : a tratar na mesma.
= Relogios de ouro patente inglez (escoberlo)
do mel-or fabricante de Londres, em casa de E.
A. Delouche ra do Mrquez de. Olinda n. ii>.
Relogios americanos, grande sortimenlo psr^firopriaCpara o
inc;as e paredes com columna dourada, corda
para 8 dias. os mais modernos possiveis.
Na mesma casa la grande sortimento de relo-
gios de ouro, suissos, e prata dourada. cadeias de
plaqu todos por proco muito baralo, ra do Mr-
quez de Olinda n. 49, E. A. Delouche.
Vende-se
ps de parreiras de diversas qualjdades, j em
cestos proprios para mudar-.-e, por preco eommar
do, no sitio junto a entrada do eneanameoto, eB
Parnameirim, e muito boa gomma de ataruta em
por^o e a retalho : na ra Duque de Caxias, an-
tiga das Crures, n 34._____________________
E NA TERRA
TINTURARA japoneza. .
N> e uiiiiaap|imva:ln pelas acadtiiiias Js
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparucido at hoje. Beposito princi-
pal ra da Cadcia o Rucifn, hujc Mr-
quez de Olinda, n. 5!, 1." andar, c. todas as boticas e casas. de eabcllei-
reiro.
ialcfa do ultima gosto.
Vende-se uma raleca nov?.
rhegada hje mesmo da fabrica,
v que aimla nao prest, u seivi-o
~9* algum, estando preparada fm
todo o esmero, forrado de seda, e mu bem acaba-
da, propra para qualquer pessoa ter parasen uso
particular ; quem a pretender Uirija*se a*roa d
Bom Jess, cutr'ora Cruz n. 15, que achara com
quem tratar.____________________________
Grande liquidac/io na loja
do Passo, ra Primeiro
de Marco (omVora Crespo
n. 7 A. j
Os proprietarios hoje. deste imnttrtantisiino e-
tabelecimento tcn'lo de o refirmar, fendein p
todo preco as fazendas nelle existentes, como sc-
jam: popelinas de imJissiraas odres para vestido-'
alpacas, pn-de-chovre e las de padres o cores d--
lcadas, chapellinas de palha c de fil de seda,
chapeos, gorros para Srsa, e inenuia-, casaqui-
nhosde seda.dilc s crochet,roiuciras, bornom, cha-
les di- seda, ditos de tonqaim, ricas camisas para
Senhoras, baldes, saas de la, cortes de rambraias.
ditos de ttrlatana bordadis. "diu de la. riqois; -
mas toaHias de cambraia de kobo bordada', ten-
do no ceir j o emblema brasrleuo ou portupucr,
fronhas. Jlencns bordados, eperinhos e pnnh>:.
de linho para' h inens, grvalas de seda para se -
nhoras, homens c meninos, camisinhas. goili
manguitos, vosluario^ para baptizados, ditrw de
cores para meninos e meninas, jaquetin'.ias de \\
invern; sedas pratas, ditas !e
cores, chapeos de sol para horneas f itwfm;
eintaa de seda, coques e outrof niuil
seria enbdoaho mencionar, e .pie so na tem ; r
odn [ireco, viiiham com dinlicii> que eo*l
a realiilade.
Loja do Passo a rita Primeiro de Marco n. 7 A.
Pela
aos
primeira vez iriu
auiniitew do caf.
Caf de Java.
E' o caf moido melhcr qua se pode desejar : e
s se vende na confeitaria do Campos, ra do Im-
perador n. 2i.
A respelo de acepipes nao pieeisames mais
amiunciar, pois est no dominio de lodos que a
confeitaria do Campos um verdadeiro centro do
que bom e grato ao paladar.
= Offerece-se uma mulher para ama de casa
de pouca familia, ou de homem solteiro, para
eozinhar e engommar : na ma da Palma n. 92.

SI ORA lil f IUI
VIDA
ESTADO
E 30 de selenita* de 1872.
N. DE CONTRATOS
9,S9
i
ASSOCIAfAO DE SEGURO MUIDO SOBRE
GERIDA PELO BANCO RURAL HYPECARIO DO RIO DE JANEIRO
BALANCETE
we. i n, oirromo d^ isto \ is de j acao
HE tft*1S.
l"lM(RIP( lO.
.... 1,732:608900
VALOR INSCRIPTO
3,309:88991$
VALOR REALIZADO
APOUC3ES DE SEIS POR CENTO
VALOR NOMINAL
,;9WfJL
1,630 contratos do valor de.
CONTRIBUICES
(OllltAM t.
nicas
Annu.ii'-.
MULTAS......
JUBOS
T\p jrvolicf s *
3 por cento sobre 7,053:900#000 .
Dos saldos em e/c.....
Saldo em 90 de setembro.
3o:267#000
1,004:9264376
1,040: 3*376
13.689*621
211:617*000
3:843*120
35:981*065
ESTADO
En 15 de Janeiro de (875
N. DE CONTRATOS
t8,*9
.
1,305:344*186
' CONVERSA*.
EM APOLICES DE SEIS POR CENTO.
189*
Outubro. 5:OO000 a 103 /.. .
Novembro 6>:OCO#000 a 104,20 V.e sello.
Dezembro. .* 4084000 a 104,20 / .
rt
Janeiro 1,160:000*000 a 103,60 / e seo
6:74*0.' 53:196*000
416*000
1,201:801*000 1,261:386*800
1,247:200*000
Saldo, em dfnheiro,m fc/c no Banqo Rural e Hypotecario
RIO DWANEIRO, 6 fE JANEIRO DE 1873.
.Jos Justimyo Rodrigues,
. l^petorverAl

43:067*385


VALOR IHSCRlPlt)
,:4999MI
VALOR REALIZADO

APOUCESOE 9EIS POR CETC
VALgB N0MIN.M
S.tit>jM*90
I
-:
LIQUIDACAO
v DE '
FAZENDAS
Luja do Passa
A' ra Io de Marin. 7 A- (an-
tiga do Crespo)
Resolvemos dar um pequeo resumo das quali
dades e precos de diversas mercadorias, afirn de
que a vista delles possam apreciar que a I quida-
cao de nossas fazendas urna pura verdade.
Escolhei bem a vontade :
Cbapelinas, chapeos de palha, velludo, seda
il para senhoras e meninas de 31 a 6*.
Basquinas e casa4Uinhos de seda de 9J a 2o*.
Casaquinhos e romeiras de crochet pretos e
brancos de ti a 6*.
Vestidos de ca nbraia branca com lindos bor-
dados a 5* e 10*,
Camizinhas de cambraia branca a 501 e 600 rs.
Manguitos e gollinhas a 200, 240 e 320 rs.
Cintos de todas as quadades para senhoras de
500 a 1*6U0.
Lencos bordados e de labyriotho de 600 a iC
Coque de 1* a 1*500.
Leques de madreperola e marflm u 34 a 104.
Baldo a 14..
Chales a imitacao de boraus de marin preto
de 84 e 94.
Saias de l de cambraia de 44, 54 c 64.
Camisas bordadas para senhora, para todos os
precos.
'Capellas de cera a 500 rs.
Redes para coques a 320 e SCO rs.
Cortes de cambraia a 34.
fortes de Urlatana bordados a soda dt 4*, 5*
e4.
Cambraia de cor com lindos padroejs o covado
a 320 rs.
Alpacas de lindas cores lisas e som listas de
seda de 400 e 600 rs. o covado.
Grande sortimento de lipara todos os pregos.
Crochet braaco e preto-covado a 800 rs.
Fil de linho liso preto e tranco de 400 a 600
re. avara.
Vestuarios de fusto braneo e de cores para
meninos de 3* a 64.
Grvalas e mantas de 320 a 1* cada una.
Chapeos de castor braneo a 7* e 8*.
Chapeos de etim e de merino preto para ho-
mem a 34.
Collarjnhos de linho lisos e bordados a 3* e
4* a duzia.
Peitos de- linho a 660 rs.
Ditos bordados a I42OO.
Cortes de velludo bordados para colletes a 1*.
Brim preto vara 1*.
__4jronhas de linho ricamente bordadas sendo 2
nades e 2 menores por 20*, e outros muos ar-
ios por precos baratlssimos. af
MJ*4oPco roa I de Marco
9 A. .
CASA.
Vende-fe um sobrado era urna bal ra
t.ir na ra da Imperatriz n. 8, loja.
a ir.
Panno d* algoco da Bahia
da fabrica Todos os Ban-
tos.
Teem para vender no sciiptorio Joaquim Jo*
Goncalves Beltrao A Filho, i ra il" c BiBcrc
n. 5.
Por 4o0s e por precisa, wad>-sc um 1 ,1 -
la de 40 annos, cozinha .> lava hentf nao tem \ -
eteatgonr Oulra escrava de 16 aaaos, hunk-
ligura por ft.104, sio I anl!? las, taverna n. 41.
Livraria Ilamieirt.
Vende-fe os livros que f.'rarn do Dr. Anicu
Raiiel de Turres llaii'li'ira. O nome illn
Suelle que foi seu dono, recommendagoseg:.
a imporianc;i d(.s nicsnvis livroS c]e sern \.
didos por menos de sen valor, ma do Coront.
Suassuna, sobrado n. 144, 2* andar, jnnto a :
dos atartyrios.___________________________
Vende-se urna cama franceza, qua.-i n.;-
por barato pre^o ; na ra d>> Padre floriano n.
6'.(. segundo andar.
JNovdae
Joaquim >im vinho ptiru.de uva branca, cooi.especi.il palad-r.
q nico vindo a este mercado, cm barra il
10*, armazcoado no trapiebe do Hachad, e a re-
talho a 800 rs. a garrafa : no armazem constr-
vativo, largo do Terco n. 23^. ______
Engeniio
Vende-se um terteuo na Capunga, 11a
margem do rio Capibaribe com 320 palmos
de frente e 030 de fundo: trata-ae na ra
de Santo Amaron..8 1.'andar.
Este engenho est simado m muito Jas to-
par, perto do porto de embarque ondt eam-
gam os vapores da companhia Pernambocaaa.
que levatn e trazem carga de Maaanguapc Ea
de fogo morto e seus pTopriatafk sujeitam-se a
venda por proco muito eommode; e nao duvi-
dam mesmo conceder prazos por parte de ana
imporuncia, com tanto que recebara outra pai-
te, em dinheiro vista: a iratar com Tas;-
Irmaos & C
Caf do Rio.
Vende Joaquim P. S. Coimbra*Guimaricc ca
ra do Mrquez de Olinda n, 3, I. andar.
TlIWtt
Na ra da Imperatriz n. 6.
loja ne iouca de SebasUao Marques do Natci'-
mento, vende-se era. poflg8es grandes on a rau-
tho todo Iouca eMH pa maitia, por praco-
muito diminutos por aVt'tatfaaio prap;.Urav
de fazer uma viagem> a Europa a tratar de M
" 4de, portantn, todos a frefuezes que precisar
se sortlr dcsts artigo*, apreatMam-se quarto
Venda de casa.
^de-se a casa da roa 4a '"aula Cruz n. 34 : a
tratar na mu Nova n. 3.
' ai
~h-
T





**
Diario de Pernainbcc^ ^.arierra 1& 4&' JMt Ufe 1873.
F
;
DO BOfMAN
BA 00 BRM N. S2 '
4 I
(assando o chafarrz)
PEDEM .VOS sanhores de engenho e outros agricultores, e em prega dores de m
chiaismo o favor da umi visita a sea estabilecimento, para vereca o' aovo tortimeoto
caoplet) qoe-abi tero^ seado tudo soperior em qaalidade e fortidio; o que com a ins
peegao pess >al pdese voriQcar.
ES'.'ECIAL ATTENC.lO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNPICO
Vamavas a MArlnn Al \r* -n dos raais molernos svatetnas eem ta-
vapores o.roaas cragaa maQh0S conveaieates par. a* SS
tirenmstancias dol soemores praprielarios e para descarocar algodo.
Moendas'xia canna ^t 09UmaDb0S'asmclll,>res ae **
Bodas dentadas p wp-
Tabeas fe ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
HTqoTm fl3YHrW ;-'",ra uiaudioca e atgoJ3o,l Podeodo todo3
CL^Iiii Uo*iiU> ep?ra serrar rddeira. I ser movidos a mo
Bnmh' por agn, vapor*
,vl**t/*'* de patente, garantidas........ |oa animaos.
Todas -as machinas ep6?a8deqae se C9StDma precisar-
Faz qualqu:r concert da mCbiisino' aPre?0 ""*
"FV** I51SI i* fflrrn tem as me,uore8 emis D,ra,as existentes no mer-
'nrinimfl'i ha Iocnmbe-se de mandar virqoalquer macbinismo von-
XUUOyliliIlUii a&S. ta(je dos clientes, lembrando-lnes a vantagem de azerem
aoas 'ompras portier medio de pessoa entendida, e que em qaalqaer oecessidade pode
Ibes r *tar aaxili-j..
Ar*d s americanos e iQ8trDmeal08 Jricola8-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO o chafariz
50" aRa (lo Mrquez de Olinda 56 a
(oii-r'ui'ii rim a Oluleiu)
iCHINAS
,(
^
Sendo este antigo istabolecimento asftz connotado como principal e
.' lo pe miles '
deposi
bons sortimentos com que sempre prima
recommen-
em ter das
memores, mais litadas e verdadeiras machinas americanas para algo-
dUto, i -. '.< lo (il) erras, o havendo om todos os tamanhos diversidades
dignas de
as, e bavendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
is ; idelhoramentos para porfeito e rpido descarocameote ; tornam-se
a vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enconlrarao
i .>!>< ; i
mais :
Apurados vapores ipcouovEis, deforma
-1 j o .: _> --.iv i:! a .".1:11 todos pertencasi
- p ira tr.ib ilha .1 4 machioaj para '
'- lao, .'!i para mil > qual [uormister.
para lava.- roupa.
An los americanos paro varzeo ladei-
ra.
Carros d o pava att irros.
"': ia 1 iris.
Baldi de dita.
# "o estanhado.
Ditos i vlvula para lavatorios.
1 luir para e impras.
11 ljs pura jarlins.
Guar Is-c > odas.
lampas para cohrir pratos.
Ta 11 ra- f 1 /. ; parafuzos de ferro.
J)ita !:'..i ditos di> madeiras.
Treiis para^f;ozin!i:i.
i 1 tauitos outros artigos, que s avistae ueste estabelecimento podaro
Turnos -da bandeijas finas.
Correntcs para arrastar madeira.
Cvlimlros americanos para padarias.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para m-
H10 e caf.
Debulhadoros para milho.
A/.oite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas. ,
Cofres do ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Bi
\(
.i. lslo que vender
barato.
:!;r!, J" ***" *)o naak a-mu laucado rosario
A:. ) tt C. ven-li n o seguinte :
Aza de iii.va, fazendl priipr.i par.i colirir espe-
Ihos, (-i '. llores, etc.
i
del
iinizn :i irpr.i : a; .: 10, Jo i A n os tama-
nhos.
( .' [e.
Lega n ila qoeimada e alva, de mar-
liin, tari irafn, ''te.
Rip fr.fncez e faino inglez
FugOos >! ferr.j rara espirito de vinho
'. te i 111 geos i; paisas-ns.
K^volwor: do diversos tamuiiiios e bailas para os
me m .
'.Iiellos muit. perfeita e bonitas.
iUa de hl e seda, de baptista, de
c.-i-; 1 : ,;, Ijs e ^oraadas.
Colisas i) .ralas e arreniladas para raeniuas e
senil -:
Cestos c eiiaipleto sonimentu para pao,
f! :v-, Fr :'.';,. etc.
It'.'- i!ia- para meninas, de seda. vpIIu'Io,couro e
liu. -
Brin1 ,.i criaB^a, eui caixiunas, bonecas de
burra'- .. (!' pellica,.tic.
Albmn par 1 20, >, .IcOc 200 retrntcs, capa de
cour-i, inai,iim,-jna-ira|i>rnln, madeira e metal.
LauliTiiaa fu la fogo u mgicas.
Esponjas para u.illjjjte, para bando < para movei*.
Meias e dveilas para -paire?.
Insignias m; juicas de diversos graos.
Owocuhs de inarfim, tartaruga, madreperola e
Dir^a!.
C-sninra 1. vistas e dioramapara 50. /
Steleo-en.iios cwu vistit 4" oponas, completes ;
Trovad >r, Roberto do Diabo, In-uitas a trote e
^oatr..:. aciig* que s com a vista.
Na ra do >ict"iia n. S.
Livros venda
Ao$ Syg, acadmicos
NUMERO 22.
12 earriteis de linha por 400 rs.
3 grvalas preUs o de cores por 1J.
1 bonito onfeite para senhora por 1.
I masso de pentes por lg.
I pega de bico por 500 rs.
1 par de focos para senhora por 2J.
i dito de dito de duraque para horncm por zJL
i par de borzeguim francez para dito por 8 j.
i peca de medapolfeo muito nO'porHi.
{ curte de casemira por 3j. /
1 cobertor por t200.
I par de borzeguins para senhora por 4/.
1 bal.ii) para senhora por 13.
Chitas a 200 e 240 rs., madapolo a 200
24o rs., algodaoa 24 rs., cambraias a 280 rs., e
muitas .ouras cousas, qae tudo se vende por me
tade do prego.
Bordadas a seda
Amaral, NabucoA C. receberam da Europa
pelo ultimo vapor roelas para senhora, de fio de
Escocia, brancas, abertas no peito do pe, e borda-,
das a seda, o que se pode chamar novidade, a
s in da ultima moda em Pars: vender' no bazar
victoria, ra do Barao da Victoria n 2.
Vasos de ciysta! J>ara txflet.
A toja da Aguia B nc"'\ rna do Daqn d*
Caxias n. 50, r ceben bonitas garramhas de crys-
tal em par com ranwgens' douradas e mui pfo-
prias para arranjos de toilet, etc,
Anneis' 66'Iares elfctliico
A loja 'aguia branca rna Duqne4e Cadas
n. 50, red beu nova reraessa dos provM&oSos au-
nis e colares elctricos, e continua a^cebe-Ios
mensaImente, peto que sempre estar prvida de
toes objectos.
Diademas doarados :
A loja d'aguia branca ra DuqueUe Haxias n.
50, receben novamente bonitos diadfnasIlAradts
e enfeltados com podras e aKofares/obraipe gA-
to e phantisia. iTimbm-reeebea *ovoygrampo
pretos ou all'uleles'com llores para a cabera.
Leques com bouquet e wh'
tros chiaezeg.
A loja d'agtla branca na Duque de Caxias
n. 50, recebeu urna pequea quantdade daqnelles
bonitos leques con bouquets e oatro*^c|jBeze.
Cold creme para m^mcd e
amaciar a pelle f
A loj d'aguia branca a ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu cold 'eme dos afamados fabrican-
tes Lubin, Legram e CoMray.
Diademas e grampos de
ac. .
A' loja da agtria branca, roa do Duque d
Caxias o. 50, recebeu novamente bonitos diade-
mas e gra> pos de ac.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra dDuque de
Caxias reeebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flofos de cores, sobresahindo nl-
les o preto cora encarnado, e todos mui proprios
para barras e outros enfeites de vestidos de grt-
nadine, ou medira, e outras (azendas transparen-
tes. Pela ciiniinodiiiade dos presos esses bicos tr-
nam-se mai ciminodo,9 e pela novidade de gosto,
preferiveis a quaesquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra ooDdque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com lores, e outras a imitagao de
croch, emende as pelos baratos prafos de 3,
4 c 6,5000. Ar. fazenda boa e est*em perfeito
estado, pelo'q*- contina-a ter protnpta eatrac-
gao.
Diademas e aderemos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca ra do Duque de
Caxias. n. 50, recebeu urna peqoena porcji diademas e'adergos de midrepcrola, obras de
apurado gosto.
Perfeita novidade. a
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
'Hhotos dOurados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do D;qno de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidae pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminno
: A loja d'aguia branca rna Duque de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantdade d b*ni-
s e novas gollinhas, trabaHio de la e seda, en.
neitadas com arminho, obras estas de mnito gosto
e inteiramentc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas (Je a?o, e como sempre conti-
na a vndelos por pregos razoaveis.
Oaixinhas com pos dourados
aprateados, para cabellos.
Vende-so na loja da Aguia Brauca ra do Du-
que do taxias 11. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sorlimnto cu luvas de
pellica, pretas o, de outras cores.
Xarope d'agrio do Para
Antigo. e conceituado medicamento paraj
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysira, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Yende-se na pharmacia e drogara do Bar-
tholomeu & C, ra Larga do Rosario n. 3i.
. BICHAS DE HABBRGO
As maS recentes e melhores.
Vundem-sena pharmacia e drogara de Bar
tholoreuAC., ra Larga dosario o Rn. 3*
l&EGREDO ECONOaMIA E CELKlUDADt.
OlWom-se oom o uso
Imkcc1 SHOST
nica, hygienica, radical enfallival na cu-
ra das gonorheas, flores brancas efluxos de
toda especio, mente* ou chronicas; e que
offerece como garanta ci salutares resultados
a continuada applicago que sempre com a
maior Yanta gen se teni ferto della nos hos-
ptaes de Pris.
Uicwdopositu para o Brasil, Bartholome'i
A C, ra larga do Rosario n. 34.
Ainda fazeudas baratas na
loja da America.
-Brnuantlna-brauca com flores assetinadas a 400
rs. o covado, gran I* peehinoha.
Madapolo com nieo sajo al.ij e 6 a pega.
Algsdo marca T largo a 53t0.i a pega.
Admiren! o preco!
Chales pretos de mirin bordados a retroz :
sao grandes e de boa qualidade a 8 uro.
Grosdenaples de seda pura a 2400 e 2800
rs. o covado.
F barato
Colxas grandes com lindas barras de cures, a
4500 para acabar : na ra do Cabug n. 10.
Casas para vender-se
1
MEIAS
V, i.l i-e as M.'gunites obras de direito, historia
e litti-raiara, por ri iiiniidnn prrr-' :
Jllianau: Ileroiutian francaisa
Slatii- :-li*teir,) dedx an^.
^llteli-DnntJuisgeW.
venUira : -J.a Pi/u5^ublic.
rs: Coiirs Je J
Porters: uoara ae
aiuljer : Di oit des
hogron : jsI de
Nesla typograpna a
rem vcmi< las.
naturel. .
ce.
rao essas obras paijf
Amaral, Narjfoco & C. ven-
dem as segintes qualidades
de meias de fio de Escocia:
Brancas, abertas no peito do p, e bordadas a
seda, para senhora, abertas, para meninas, crtas
e de eores para iidmem.
DE ALGODO
Brancas e de cores para meninos, meninas, fie- ,
niens e senhoras.
u- DE & *
De cores para mininos, meninas borneas e se
phoras.
DE SEDA
Oarawaia e rxas pan padres, capeBJs itu-
loegos e bispo.
TASSOIRMAGS k G.
Em seus armazens Trua do Amorm
n. 37 o caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos cpmmodos :
Tijolos encarnados sextavos para hdrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento P^rtland.
Cimento llydraulicc.
'Machinas de descarogar algoao.
Machinas de padaria.
Potassa da Hussiaem barril.
Phosphoros de cera.
Sagu em garrames.
Sevadinha em garrames.
Lenti'has em garrafoes.
Bhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dflbradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freits.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em salmoiira.
< Formas de ferro.
Folhas de Flandies.
Vidros pafaTidraga.
Estanho em verguinha.
Chumbo em lencol.
Na ra do Mrquez de
Olinda n. 4, fmazem de Sil-
va Barroca & Filhos
--------------------------*____________________
Cha preto e verde
Ha sempre venda em retalbo, na luja da ra
estreita do Rosario n. 1%'ibi frito t erde de to-
das as quandad'ps, e^lgum chegao ltimamente
da Europa; tem de Jpjo preco, i vontade do
comprador,-* *ert^*l*t) de encommenda propria.
Quintos e "decimos
Barris de ^arforwtho-Figge^T lem compo-
sigJo alguma : YM Jodpim F.-SuJoWnbra Gui
maraes, ra do Mrquez deOliuda n. 3, primei
ro andar, #.
injiifii iii i ...
Vende-se duas cacas terreas, sendo
urna na ra do Padre Floriano n 75, com
sotao e mnitos commodos para tamilia. e
urna dita no becco da Lama n. 18 : quem
quizer,'dh-ija-se a roa da Cadeia do Recite n. 60,
2* andar.
- i _____
A Predilecta,
no empenho de bem servir aos seus freguezes e
ao publico em gcral tem procurado i rover se do
que ha de melhor e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
ros de que os seus artigos serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; paa a erniu
merar algnns d'eatrc cites, como sej:. i :
ALBU.VS, os mais ricos que tem viada.a este
morcado, com capas de madreperola,
tartaruga, iqarni, vedado e chagrn.
ADEREOOS pretos e voilas proprias para luto ;
assim como, uro bou tp sortiamito de
ditos de plaqu, obra lina e milito bem
acabada.
BOTOES para punhos, o qne se poda desejar de
melhiir em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marfim e Osso.
BOLGAS de velludo, seda, pallia e chagrn, o que
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodao, tauto branco como
preto, de variados desenhos
GASSOLETA5 pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXLNIIAS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imilai-ao, o que pode haver de mais
tionito e boin gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
sela imi grande e lindo sortiment
capaz do satisfazer os caprichos de
qualquer seuhura por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperola, marfim e sso,
este um objecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, allm do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rom as deliradas inius.
PENTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos c tirar bUlms.
PERFUMARAS. E'sabido do publico, quea Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimeuto de perfumaras de fino
odor dos mais afamado*,, fabricantes,
Lubin, I'iver, sociedade hygenica, Cou-
dray, Gosnes o Rimel, que- incum-
bido da esculla dos aromas mais bem
aceitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, aebam-sc ra
possibilidado de bem servir aos aman-
ti s dos perfumes.
A PREDILECTA d.-ixa de enumerar una im-
men.-iilade de artigos, alim de nao mas-
sar aos leitores o se | ede a benevo-
lencia da respeitavel pabh'co eni di-
rigir-se roa do i aboga n. 1 A, pa-
ra convencer-se anude pode comprar
o que bom c barato, ai-sim como:
FACHAS Ticas e modernas do luquim o gurgarao
se la.
VESTIMENTOS. Ricos vestimentas para" meninos,
per baratissimo preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello surtimento de ores ao alcance
de qualquer boba ainda que nao es-
teja bem reptela de dinheiro.
FITAS. j bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimeuto de fitas do setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo prego.
GRAMPOS de tartaruga, imitaeao destes, pre-
tos e Oe cores, o qne se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
ben tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodao, pa-
Pde abter em poaco tem^o com o oso do mlbor dot licoret^
HESPERIDINA
Faz"oito annos que conbecido este precioso tnico, e difficil achar oda peaaoa
que, teodo experimentado pessoalmeDte, nlo (alie em seo favor, \i como bom estonaca
e apetisador, tomando om calix della ante* de jantar, ou coso (acuitador da digeaUk
tomando-88 depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, oao ba om habitante do BRASIL (atorra
especial das laranjas) qae cao conheca ai propiedades medteintes di doortdi frortt.
ora bem, a
LARANJA AlAKi
em seo estado oatoial tem om gosto poico agradavel, e o manto da Hesperidina con-
siste em reter soas boas prepriedades, e ao mesmo lempo apreseota-la como
EXQUISITO LICOE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL Dio tom nada qne mvopr U
melbores importages nropas de catbefora. semelhaute. Estas, qoando mnito, podaos
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinacao perfeita do
AGRADAVEL SAODAVEL
Para prova de qua om artigo no qual pde-se ter ieiracoofiaoca, por ser pon
e innocente, basta dizer-se que foi plenamente approvada e aotorisada pelo
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permitliado soa livre elaboracao po imperio; ootra
O V PROIM
a acceitagao geral qoe tem em todas as partes onde ap retentad a. Em 4864 estaba-
iecen se a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 a segunda en Montevideo ;
qo dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inangorou-se a fabrica qoe actnalments
trabalba na corte. Em Valparaso e em toda a costa do Pacifico tem boa acceiuck,
Unto qne rara a casa qoe considera completo seo aparador sem ama garrafa de
: iiSoi\

O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem doente toma Hesperidina para, obter
SAUDE
O bomem dbil toma Hesperidina para obter

Nos bailes as doozellas a os mofos tomaui a hesperidina para obter boa cor
animago dorante os loncos gyros da
misa*
BARROS JNIOR d C, roa do Vigario Tenorio n. 7, i' andar, recebe-raa
grande especifico, e venwm-no nos depsitos segintes :
Joaqoim Ferreira Lobo, roa da nperatriz.
Zeferino Carnero, roa do Conimercio.
Marcelino Jo^ Gongaives da Fonie, rna da Cadaia n. S.
Antonio Gomes Pires A C, roa da Cadeia.
Aotonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao bote! da Passagem.
p Samuel Power Johns-
m & o.
yRun do Apollo n. 38 e 40
^0: Fatern sciente aos seus freguetes que teerr
.& inuifiio o seu deposito de roacblius a va-
^v> por, njnrudas e laxas da mu: i acroitiUda
-y .. fabiica de LowMoor para ra lio Apollo n.
j&s) 38 e 40, oade eontinuam a ter o mesmo sor-
fffa lmenlo do costme.
j-, Faiem scicniM lambem qce leem feito um
arraejo com a fnndo-ao geral, pelo que po-
J^ dem oterecer s para asseniar qoalquer
a '-' macbinismo eme.n asranti te.
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim c de dsso, os mais modernos e
por barato prego.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIAROS para missa, a Prejteeta a presenta es-
coma do respeitavel publico um bello
soTtimento lestes livms com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, ;so,
, veflui* e
razoaveis.

w
13
Os proprietariM da fnndtgio ge ra/ai ea
scienies aos seobores de mgenho oars ..
psn3. (iue teera eslabileci'I" wna lunii- JR
;;.\ii e ferro e brouie a ra do Jri... jan- *
to a e*iai.'o dos ttoudi, ande apwlille ^
qoalquer obra de euceaimeoda ci-m perfei- fT--
gao e onmotMia.
>'i nM r.ii Dlilisar m de ^eus ser\ico.s de de.a-
rera ieoouandM em -:a.-a dos Srs. Sa-
muel Power Jobastua G. a ra do Apol-
haiiiii-
lo n. 38 e 40, onde acharao persea
Uda cotn qaam possam entender s.
Apparelho para fabricar assif-ir. a vstfina.
WESTUN CSN1 IEF AL
nicos ademes em Pern/.mbac a londigao terat.
Para tratar em scu is^npioiio ra do Apollo n. 38 a 40.
GRANDE LIUIDACAO NO BAMTEIRO
uo
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LuieocoPereira MeudesGuimures
eha^grin, per pregos mui
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabugi t. 1 A, acaba
de.re eber pelo ultiilio paquete cbuaido da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpmhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punUfls lambem bordados, e de phantazia,
saias bordadas,ditas com ntreareio* para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
e transparentes para meninas, que tudo vende
por barato preco.
Vinho do Porto superior
Na loja de livros da ra estreita do Rosario Ta.
12, tem para vender, em caixa de duza, vinho
do Porta, e que por sua boa qualidade e prego
barato 6 preferive a ontro- qnalque Este vinho
ainda nao c conheeido. nesta provincia e sim no
Rio de Janeiro, onde consom para mais de 5,000
raixas por anno. A elle, amadores da boa
pinga, antes que se aeabe.
Farinha de mandioca.
mercado
Coimara
A memor do mercado.
Vende J. F. S. Coimbra Guimaraes
Mrquez de Olinda n. 3, I. andar.
ra do
fes^ftoneg
Jes
r-Yictona, ru* j) Bario da Vtcaoria I
Moraes <& Irmo
Em seu escriptoro^jua da Madre Deus
jn. 5, I.* andar, tem para vender por prec,o
jcommodo :
Viabodo Porto sypeor reogarraiada. A
Cerveja Bass.
Cha verdij miuiliuo, de supe/ior qjili-
flade.
ma escrava
^^ctfarmo n. 9,
fWIWifbmma bem.
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
O Pavo, vendo%dsMmfts cassas francezas de
cores com os mais delicados padroes, por terem
.umiiequeno toque de raria de agua doce, pelo
barato preeo do doze vintens o covado. pechin-
cha | na kja do PaVio, i roa da Imperau-iz u.
0J____________-__________________________
. Vane-se^nnia casa de pedra o caLna ra
de SBi^nfl n. 123, nqg Afogados : para ver, pa
redo^gpeia da mesma, a a tratar na ra do Ca-
bngW/IB. ^
Vende
se
j^H&auiaHnhii em s
paiie,"aa ra da Praa n
talhpor menqs'^Rg
m*
CASEMIRA PRETA A 2$500 0 CORTE.
Vendo-sc cortesde casemira preta paracal-
gas de homem a 29500, 43500, 53? e 6C00.
PANINO PRETO FINO A 23>500.
Vende-se panno enfestado proprio para
caigas e palitts a 2?500, 39, 49 e 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS?
. Vende-sc alpaca preta fina a 500 e GiO rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 19500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 19500 e 29000.
CUITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 3G0 rs. o covado.
CHITAS PARA.COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita fufas para cobertas a 280
rs. o covado.
MLSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FL'STAO BRANCO A 320 Rg.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 3G0 RS.
Vende-se cassas, de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covadS.
COLXAS DIWSTOA 29500.
Vcnde-se colxas de fusto, de cores,
29500 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A 19200.
Vondc-sc cobertores de pellos e papado*
a 19200 o 19400.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores a 29000
e29500.
TOAI.IIAS A 800 RS.
Vende-se toalbat filpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada orna.
BOLSAS PARA flAGENS A 39000.
Vende-sc bolsas para viagens a 39, 39500
e 49000.
LENCOS BRANCOSA 29000 A D17.IA.
Vende-se lencos hrancos a 29000 a du-
zia.
GROSDENAPLES PRETO A 19800
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 19800, .29. 29500, 39, 4?JW0 e 5-9000 o
covado.
MADAPOLO F1KO A *C000.
Vende-se pegas de madapoUo, a 49000,
49500, 59, 69, 79000 e89O00.
ALGODO A 49000.
Vende-se pegas de algodo bom a 49,
49500, 59, e 69000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodao entestado a 900 rs. o
metro. .
Tinta Amazona
Para tingir instantaneamen-
Vendo-seo sitio existente m travessa
dos Remedios, freguezia dos Afogados, n.
SI, hoje becco da travcsssa dos Remedios n.
18 (em chao proprio): quem o pretender en-
de
quem
GabeHwelros, niada imperan* n. 8*, prl-
mOjiro andar.
Yende-se
Um'sitio na cid Olinda, aim-de
ter urna bofl cifa'de rivercW -f^rh grande
familia, tem muitos arvoredos de4ructos de
as qu^idade; o excetonte amgde
(sber ; a tifiar uesta. typogrphio. Ho
sacco.
Na ra da Madre de Dos o. 7; a da,
cnanto nao se acaba^______^^^^^^
CEimn rom
jNjJca Marca
Vende-se edlftWOB J. Jmmtm> C
Conmieroi n. 46.
ra

uH


^^^^1
~l
Diario de PemK^mb^ca Sexta feira 18 de Abv'tde 18.73.
7
i
I:
(}
PEO DE JOIS
NT 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRAIJSE & C.
DE
GOMES DR MATTOS, IIWAOS
Noste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
ver-der variad sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande reducto de precos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissima sortimento do que lia do me-
lhor om ouro e pedrarias de valor.
Os propietarios do MUSEU DE JOIAS, serlo constantes sempre que tive-
rem occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a precos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, achare
cxposic,ao obras de prata, de todas as qualidades, relogjos lindissimos e de
acreditados autores, para homens senhoras. Ditos de prata para todos os
preffs. Cadeias e trancelins de todos os gostos, e ludo o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senlior'es de engenhos, fazendeiros e lavradors, que to-
das as joias sahidas do MUZEU DE JOIAS sao garantidas.
tqw^t a>;
liiMA/iiiill
LEO
ES


Ra Duque de Caxias n. 29.
Os propietarios deste bem montado estabelecimento scientificam ao
r.^peitavel pnWico desta provincia que se achara com nm variado e completo sorti
jb-isU) d movis, tanto naciooats como estraugeires, sendo estes escoltados por nm do
aosios qoese acha actualmente na Enron. O mesmo tem contraciado cora os meluore?
libreantes daqoellecontineme ? remesas das mais ricas mobilias feitas alli.
Na oficina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedera qne re-
Db?m visitar o estab?!ec>mento, aonde cncontrarSo a realidad?, do que acabara de expr'
ce se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, a-
mareo, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., gnards
-prt-do da amarello, guarda louca de oogueira o le amarello com tirapo de pedra, apa-
ncores dedto dita, pe toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jca-
ra; da. amarello, pedra, secretar m da jacarando o mognocus tereiras ae mogno, san
o.-ios, tbc?rs para bordar, bercos, lavatorios cora espelho, da pedra marmore e sent
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e amitos ontros artigos qae deixamos di
mencionar per eStcrnar enfadonho
APrRO.ADO rcL^ M.*c:y.iA ce meqicin de
O
Qouikim I.abnrraqHe,
nm vinho cmiucntcincntc t-
nico e febrfugo que deve ser
perferido todas ".s oulras pre-
parares de quina.
Osvinhos dequina ordinaria-
mente empregados na medicina
prepnram-se com cascas de q .ina
cuja riqueza em principios acti-
vos 6 extremamente variavel;
parte disso, cm raz5o de scu
modo de preparaao, estes vin-
hos confem apenas vestigio* de
principios activos, ct em pro-
porches srpr variaveis.
0 QulntmM I..*H*r?'i.n,
flpprovado pida Acndamia de ie-
dkina, coasttue p lo contrario
um medicamento de compobi-
cfiQ determinada, rica em prin-
cipios activos, e com o qual os
h
doentei podan
mdicos e os
sempre contar.
0 Quinium I.nlarrarf tic
proscripto com grande xito ;'.s
pessoas iracas, debilitadas, seja
por diversas causas d'csgnia-
mento, soja por anligas moles-
lias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenra, s meni-
nas qu^ tem difficuldade em se
formar c desenvolver; s mul'.ie-
res depois bis parios; aos vclhos
enfraquecidos pela iaile ou
doene.
No cazo de clilorosis, anemia,
cores plidas, este vinho um
poderoso auxiliar dos ferrogino-
sos. Tomado junto, par excmplo,
.com as pilulas' do, V*UETprodu2
elfeitos maravilhosos, pela sua .
rpida ac?ao.
Deposito e Parla, L. FRERE, rom Jaeob, 19.


o mais poderoso
TNICO E FEBRFUGO
MEiCIS, DE P*(*
-
PREMIADO POR L4 ACADEMIA DE
Hedalha
*
6nro.
auiNA
LAftOCHE
Premio
DS
16,000 r-
ELIXIR TNICO) FEBRFUGO, FORTIFICANTE E REPARADOR,
Hri MS
TlohM xr*pe e Quina.
Ti
Experimentad com -pleao SMCesso nos ho*pIt3e, a Quisa Lakochi (ou Extratio cmpirt
de Quina) urna preparaao excepcional, por ser privada do amargo da Qena. Agrada por
conatguinte as pesoM as Mak intolerantes e os ptao*attt os mafs deltcadOe, pols nem 4
multo doce nem nrafto Viscos, sendo d ttAa llmpdestcotifllanle. Entj>r provelto bos easos de : ftutritgxa, dytp&pcxa, ntvratgia, anemia, mar mine, tuehMias,
magttia, fastio $em causa apparmti, convaUtcencas demoradas, chlorost e tserofhuas.
O ESPECIFICO DAS MOIISTIAS TUSO.
QINA LAROCHE FERRDGINOSA tm pabiz,
Rtioinda lou u propriedae Ferro et da Qnu. 15, ru Drouol.
FUNDIDO DE FERRO E BROIZE
; FABRICA DE MACHINAS
k'm d BuTfto ih Iriiiinpli fma ttBrm) as. lao a iM
CARD0S0 1RMA0
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao pqbhcofem geral, que teem recebldo da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos e pa>a lavoura.e quaesquer oulros usos
e misteresda industria agricola, o q_ue ludo vendem por presos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas o galvanisadas, de diversos tamanhos.
yapQj^g.borisontncsevGrticaesj bem conbecidos nesta provincia e fra della, os
melboros que teem vindo a este mercado;
MoendaS completas de diversos Umanbos, obra muito, forte ,|bfim acabada.
MeiaS mOeiKlaS para mentar em grades de madeira.
llXaS de frtO de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'agUa de dorsos tamanhos.
Rodas dentadas de divereostamaiAQeqoalidades,
f/OlloOrtoS concertam com promptido quolquer obra ou machina, para o que teem
sim fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
FnOOmmenda^ Mandam vir por encommenda da Europa, qualquor rachinismo,
uu^umiuc uaa pr,0qUese Cnrrespondem com urna respoitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros do Inglaterra ; ncumbera-se.de mandar assentar
litas machinas, ese responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Barato do Triurapho ns. 101, 102 e 104
FUND C O DE CARDOS, O < IRMO
MIUDEZAS.
Sapatos de tapete para hcense senhoras
a 1*5200.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem Mein para muraos a 320 rs.
Talhores cabe de viado (imita^o) a 35000
a duzia.
Caixa de linba branca com 40 novellos a
500 rs.
ideal idem de marca a 2i0 rs.
Maco de tita chineza a 1$0<)0.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadoira a 15200.
dem idem kananga do Jupio a li200.
dem idem divina a 15000 e 15>200.
dem idem Magdalena (novidade) a 15500.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
15000, 25000, 45000 e 7,5000.
Frasco cora Salsaparrilha verdadoira a
35500.
dem com tnico oriental de Kemp a 15000
o frasco. /
MIL'DEZAS.
Maros do trancas de caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial
320 rs.
Puzia de cachimbos
25500.
dem idem do madeira
35000.
Soares I.oite, & Irmos, com loja de miudezas e perfumaras ra do Baro da Vic
toria b. 28, pe lem muita atteugo par os presos abaixo especificados, a saber :
Diuia de sabonetes^de ameudoa a 25500
e 35600.
MIUDEZAS.
-ivros hora notas a 320 c 400 rs.
Rides finfeitadas a 15400.
Resma de papel pautado e liso a 25600,
25800, 35500, 45000 e 65000.
Caixa de^apel amisade a 000 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de cnvelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de penuas Perry a 800 rs.
dem idcma 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
25200.
Duzia de sabonetes com flores a 15500.
Sabuuetes Glvcerim transparentes 15000.
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Ciidray proprias
para presentes, assim como de palha e pape-
lo.
MODAS E MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
senhoras a 105000.
a: Leques para senhoras a 25000, 45000 e
75000.
Tara de fita escosezat larga (novidade) a
'00.
Lamparillas gaz a 15000.
Groza de botes de osso para calea a

Esmeralda
pe de galiinha a
com tampa a
Duzia de collarinhos bor Jados para ho- 200 rs.
mem a 85000. Grinaklas.para casamento a 25 e 55000.
dem idem lisos a 65000. Duzia do baralbos francezes canto doura-
PKUFiMAlUAS. do a 35000.
Frasco de oleo Oiza verdadoiro a 15000. dem idem beira lisas a 25500.
dem idem anlique muito b m a 400 rs. Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000.
Opiata muito boa e fresca a 15, 15300 e Pegas de fita de velludo de todas as cores.
25OOO. i dem idem de sarja de todas as cores
Caixa do pos para dente a 200 rs. 'e larguras.
dem idem de pos chnoz, inuito bom, a Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
500 rs. e 15000. lote.
Mago de sabonetes inglezes muito supe- Chapeos para senhoras e meninas.
rieres a 600 rs. Luyas de pellica muito frescas a 25500.
SPELHOS
de moldura dourada do todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e zinco, e muitas
niudezas que seria longo mencionar.
28 Ra do liarao da Viciara 28
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortmeolo de jni* t
ouro, do melhor gosto e qualidade que tom viudo ueste genero, como ci.
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderezas e nietos adereces com podras li-
nas, etc., etc.
Relogios de ouro, de difl'erentes goslos e qualidades, para homens e senhoras, des
pre$o de 405000 at 3005000, sendo estes ltimos de macbinismo mais aperfei.oado ,- s-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 1G5000 e 40-70,00.
RA DO CABUG If: S
M0REIRA MARTE & C.
> v /*-, n
s"^?h.\
mmmm
A LOJA BOM PASTOR "*
RECEBEU
Apparelhos de mesa.de C. Christolle do Pars, faluiantede
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faquejros em caixa, col he res em duzia, aparelhos de d4,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, castices,
saleiras, farinheiros.etc, etc. ^'^bt3
. Recebeu tambem ?y3
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam- %?*~
pas, as mais bellas vindas nesta pra^a. >f k ,
Recebe encommenda para o Porto, Lyon e Paris. **v'":'
Eabrica deornaiHcnlus para grojas, c imageBs 01



arados para lavrar a trra.
CarrinhOs de mo.
ternas de ferro.
Cofres tle ferro.
Cestos d*rame para fld
Fogcs de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para dcscarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
m CASA DE SHAW HAWKES RA DO BOM JESS. 4.


17

S5$w
yo,
Ailerecos de bri-
Ihantfs, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perol:.
Obras de ouro e
prata de todas as
(TalMad9.
Na pharmacia Maurerruado Boto da Victoria n.,25.
HOYA L64A BE JOIAS
N. -2 A-^RUa do bugN. 2 A
W5 .i
n\itico^ i ii>uo
Achando-se cCmpltamente retormado' ete estabeleoioaeno, e
tendo os seus proprietaribs feito \m hnportamte eauisie/io de
joias as mais modernas vindas ao merados e de-qualidades supeco-
res, convidara ao resiMJtVel ,p.u^lvcii'a tabeleoifnnt^affm aapfecW cdm|)raas ire^o ra.zoavel.
Fejao criollo.
ina Ha Madre de Deus n. 9.
Tende-e feijao preto, nove, j desle anno, mais
banto que era parte alguraa ; a eHes amigos do
ItMm e barato. ,
.
Allencao.

^-r
K
Vende-w prejos americanos >s. 3 e -I :, n* ar-
azem de Malbeua Aulin 4 C, ra 4 SeoftOa,
elha'n/lW
Assuearcrystaiiftodo.
de-se em p a S'lBTO

'rniba, ou a tOC
rt a libra ; na efinacSo ta rtfa da Concordia n
fT "XssTfn como wjnbem se"vendera es utencHios
ikrtencentes a mtema''>*BhaSo, e chamamora
attehcio (fos Srs. otasumidore pata o siucar
(rystalisado. _____________ I
COSTURA DE HOWE
WIS NSM5T8S
SOASES LEIIE, IRIAOS
NICOS ACENTES
A"
Itua do llaro da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
a expsito de Paris, em 1867, foi eoacediio
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a i icdecOMr
Qo da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jwsr, dos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de 00*
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres K2
estas machinas.
A 908000
#Csbe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de I va-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito a
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas a
tura de Howe. Esta* machinas sao justamente apreciadas pela pcrfeicAo de scu tnl
empregando urna agulha mads curta com a mesma qualidade detinhaque qualqu. i
e pela introdcelo dos mais aperfeitoados apparelhos, estamos actualmente nal.
offerecer ao exarae publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguicsi
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incont.
circumstncia, de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe ein i g
da mo.
Segunda-Coutem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nelks menor fricfio entre as diversas pec,as, e meno ra
do que as outras.
Ouaxta.Formara o ponto como se fra feito mo.
Quinta.-^-Permitle que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao ccLsegu
as outras." .
Sexta.Faiem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um a outro udo,
e logo em seguida, sera modificar-se a teoso da linha, cozem a azeuda ou.
fifta.
etiina.0 compressor levantado com a maior facilidade, quando se tem de muoVr
de agulha ao comecar nova costura.
Oitava. Muitas companhias de machinas de ooatura, tm tido pocas de graudeia c
decadencia. Ibchinas^tr'ora Dopulares, sao fcoje rBudan5asradio*eparapoderera*ubstituir : ei floptando a pitAio de Elias Howe, mestre em rtss mochanioas, #h constautecaocit
augmentado o seu fabrico, e hpie ne altende a procura, posto qy* faca por da.
Cada machina acompanha livretos cpm instruefdes em portuguez.
i a
i-
MMfi

A 90J.000 A 90*000
LEITE. IRMAOS
A*
Ra do Barao d Victoria p. 28.
Ao commercio.
Veodc-se uraa taveroa beni afreguezadai nos
rrabaldes dwta exJatto : para formutIJo3 na "ta-
imo
torta
junto maxambomba n. 2.
Lindos vestidos a$$ocorte
Superiores cortes de cessa de cor de organdye de percalia
$aias, acompanhados, dos competentes figurraos &d*f\J"
meir de M^antiga do Crespo) n. 13, loja das- columnas de Antonio
celtas
com barra e da dauJ
Vendeca na rRR.Pri-
Cona *



/
8
Diario de Pernambuco Sexta fera 18 de Abril de 1873.

JURISPRUDENCIA.
O CDIGO Cmi., DEPOIS DE ELABORA-
DO E ANTES QE CONVERTIDO, E.H LE,
DEVE SER SCBMETTIDO A' CONSULTA
DOS COR POS JDICIAUIOS-E FACUL-
DADESDE DHIEITO DO IMPERIO.
Pedimos licoiifa ao nosso; leitores para
propor hoje a coutiminco daf materia que
demos, nos dous ltimos nmeros, sobre a
necessidade da reviso do nosso cdigo cri-
minal o sobre a qual era breve tomaremos
por esta, nao monos importante, e q*e, co-
mo aquella, do mais vivo htterosse pu-
blico.
Sao considerac-es que vadnos aventurar
o que nos sao sugeridas peto mais tirito
e generoso empento de satisfazer, tanto
/jtianto em nos couber a continua responsa-
bilidade que contraamos com esta publica-
cao, e que alias, s polo mrito que nos
emprostam os nossos doutos leitores, to Ii-
songeiraiiieute tem siJo allegada.
Na verdad?, pela solicitude do nosso ac-
tual o ign ministro da jtistica, de|wis de
. interrompido o contrat. que fru celebrado
com o Dr. Augusto Toixcira de Freitas para
o projecto ou csb g. do uosso cdigo civil,
le enearregado da confecoeo desse monu-
mento, que deve ser o do tolos os nossos
seculos, o eminente jurisconsulto, honra
verdadeira da noss.i patria njL seu talento
- t atoradamente api oveita I >, o conselhei-
ro d estado Jos Thainaz N'abuco de
Ara u jo.
Mas, occorre a tramcendental questo
pondo-de partea outra tao magistral raen te
sustentada por um c outro lado, ,1 poneos
di.s, na cama temporaria, sobe ba conve-
niencia de dever ser este trabalbo l'eito por
pessoa individual ou pessoa collediva : so
D cdigo civil, dep>is de assim elaborado
e antes do ser convertido em lei, nao devo-
ra ser subuicttido ao exame do supremo
tribupal dejustica, das relages e das fa-
culdades de direito do imperio ?
Ora, sabe cada um quauto esta importan-
te lei, que se refere a toda sorte de nteres-
ses pqssoaes e de propriedade; o obejeclo do
mais solemne estudo ; sabe cada uraquan-
tas luzes, as mais uteis, poden resaltar desse
instructivo preparo. E o que opportuno
lembrar, que ose mesmo modo de proce-
der tem sido sempre seguido pela maior
parte das nafres respeilavc-is quan lo tem
querido possir, no maior grao de porfeii;o
possivel, qualquer dos seos cdigos.
Para o cdigo Napofelo, por exemplo,
por una circular, o ministro da justiija de
entao convocou a corte de Cassag'o, as
cortes imperiaes e as (acuidades de direito
da Franca a lhe fazerem conhecer as ladi-
nas c as imperfeto?s que tivessom notado
10 prejecto existente, e a indicar-lho os
meios que Ihe parecessem proprios a reme-
dia-las. O ministerio dessa poca conbeeia
tanto a necessidade de rerorror sciencia e
experiencia desses corpos, tinha tanto
em considerado as vantagens de seu con-
curso, que aiinuneiava, namesma circular,
a intuir;; i do os consultar urna segunda vez,
quando tiresse recebido o primeiro traba-
Ilio, que Ibes pedia, da unio das parles
daquelle todo, que faria submetter discus-
sao profundaba especial, e provocando depois um novo avi-
,so das corte e das facul lados sobre as ba-
.ses e.sqbre os delalhcs das reformas assim
preparadas.
Qualquer que seja, no nosso p.iiz.a rapi-
dez du esqeciraento ou o pouco amor i\ei-
cousas, o numero anda grande das
pessoas que se lembrara dos trabalhos aos
quaes deu lugar esta sabia iniciativa ; reu-
nidos c publicados em muitos volumes, fo-
rano e so arada umitas vezes estudados e ci-
tad s, e, para que o digamos desde j, acha-
sea lii a prora de que sea ciroumspecQaodos
corpos indicanos resiste quasi sempre <1s
mudanzas cujos perigos exagera, prestam
elles tambera algumas vezes, as materias
mis, uto pideroso apoio as innovacoes das
quaes percebom elles claramente a mili-
dada.
_K porqne nao nos lia vemos de informar
eom estas tradicooos, quando se trata, nao
de urna scelo da legislacao civil, mas do
seu todo, da constitUMjio do seu cdigo ?
As razes, alinal, sao facis de corapre-
hender.
Qualquer que seja o cuidado que as com-
mis;5es dos corpos legislativos, instituigoes
meramente polticas c perianto sujeitas a
todas as alternativas que lbe sao proprias,
nada poderia, em semeihante materia, sulis-
tituir as luzes que resultam das discussoes
no seio desses corpos judiciarios diariamente
collocados cm prosenca do ensino da pratica,
cm presonca das difliculdades e dos inconve-
nientes que Ibes revela incessantemente a ap-
plicago das disposiges cuja reforma se deve
operar. E' assim tambem que, por esta
justa intervenco, se d lei a capacidade
completi e fecunda de ser applicavel to-
das e muitas povoaces do interior do im-
perio, conforme as suas necessidades espe-
ciaes e a dilliculdade material de sua situa-
ste em refaci aos grandes centros judicia-
rios, tirando'-se assim a idea geralmente acei-
ta de que as nossas leis sao legisladas para a
corte onde tude fcil mais ou menos,
Nao acreditamos exagerar o alcance des-
tas consideracoes, dellas concluindo que
bem fundado pedir hoje ao governo actual e
aos que se succederem, quando se apartem
definitivamente destes procedentes das na-
edes cultas, que tomem todo o cuidado
c todas as precauces possiveis para levar
tal obra ao maior grao de perfec*o.
O que aconteceu com o nosso cdigo do
conunercio? Nao fallaremos delle, se bem
que ahi esteja um argument era apoio da
da nossa these. Lembraremos*s isto que
at hoje ainda ncTtetisfez nem ao publico
commercial, nem aos magistrados que o ap-
plicara, nem talvez masmo aos seus autores.
Veja se, em apoio do que dizemos, a parte
delle que trata das falfencias e bancarotas:
um cdigo que combate um mal de qne
elle proprio participa!
Mas, diro: Pedir o parecer aos corpos
jucliciarios, s faculdades de flireito, que re-
presntala a sciencia e a pratica, natural,
incontestavelmente til'; mas ho de .ser
contra a innovaco, porque tal tem sido
sempre a attitude dos corpos desde algum
tempo constituidos, porque, hoje, depois-de
tantos abalos, de tantas mudanzas na legis-
lacao, esse amor de immobilidade mais f-
cil de comprehender que nunca4!
a Quanto aos magistrados, razies espe-
ciaes os rnstram : tvm pela lei, que appli-
caram durante toda a sua.vida publica, urna
affeicao, urna reverencia tao iuevitavel
quanto necessaria; fazem-lhe todos os dias
o sacrificio do seu sentimento pessoa!, o
todos os sacrificios ligam aquelle que os faz.
A lei tem sobre elles o maior de todos os
poderes, o do habito. Hr so assim que se
explica o como grandes magistrados tem tido
sobosol'.iose por muito tempo absurdos
crues, couti *s em certas,leis que elles ap-
plicam sam commoco alguma e como cou-
sa muito simples* e razoarel.
Se alguom nos dsse estas razes, n3o as
criticaramos ou as contestaramos cm si
mesmas. porque nos parecem ellas justas e
vejdadeiras. Sim, a magistratura tem,
como todos os corpos, um espirito particu-
lar o tradicional; tem o espinto conserva-
dor, e, como nao se cahe serto para o lado
para onde se est inclinado, tem ella s ve-
zes e a tal respeto tendencias exclusivas e
rotineiras. '
Dahi resulta, sem duyida, que ^se nao
doyo ligar nina importancia igualmente de-
cisiva a todas as suas resistencias; dahi re-
sulta ainda que, mesmo as materias sobre
as quae: a sua compotencia ao poderia ser
contestada, a sua opiniae nito deve s ser con-
sultada o nao date necesariamente ser se-
guida. 0 .
O mesmo -phenoincno se jiroduz' por toda
parte. Citemos um exemplo.
To funesto seria fazer urna Ici sobre o
excrcito sera consultar os militares, ou fa-
ze-la nao consultando ou nao ouvindo Seno
a ellos. Se pois, para nao recorrer ma-
gistratura, for-se buscar o fundamento no
seu amor do ttalu vezes pueril do progresso, tira-se desta otr-
servaco urna conelusAo exagorada qtondo
parece negar-se a ulilidade ou antes a ne-
cessidade de padir-se o conselho dos corpos
juiliciarios.
Nao acreditcMios nunca, que os magistral
los levein o culto da immobilidade a ponto
le repellir syslematica e eegaroente a toda e
qualquer innovar, so p>rqueseja innova-
Cao. Em materia criminal, tem ellos mili-
tas vezes, nos o recomliocemos-, mal de nao
ser sensiveis senao ao interesse da represso
O entretanto, mesmo nosa parte de-suas at-
tribuiedos, alguns j lbe? tem dirigido ex-
probeages muito immoiwidas de*se diffaa-
rem elles levar piir urna iinlulgoiicia1 vizJn'ba
da fraqueza. Mas as materias civis, s ex-
periencia atiesta que o incoiwenicnte bem
attenuado.
Esse espirito que se encontr- na mngisfa1-
tura o do qual eonvm, repetisno-lo, evitar
n abuso, tem a vantagem de dar urna auto-
ridade particular aos inelboramentos que
ella cobre com o seu patrocinio ; entilo,
licar-se-ba seguro do nenhum pe,r'k' ^8
meio.
Mas entre nos o que acontece-?.' .
Amia b je, sem desconhecermos' osin-
convenientes que traz este estado de oousas
no ponto de vista poltico, os magistrados
tem asunto em urna e outra camarm E
se passar a medida a tant^ tempo reclamada
e por tantas vezes discutida, que toda a func-
Co publica retribuid seja incompaliveBcom
o mandato de denotado ao corpo legisfati-
vo 1 Nesse caso as imperfeicos na rciac-
clO das leis nao scrao um accidente, ba ) de
ter una causa permanente. Os jurisconsul-
tos experimentados sao raros por toda a par-
te ; e particularmente sero- no corpo le-
gislativ i, donde-a exclusa (ios funeconar.
rios lia de banir os magistrados e os proles-
sores o on le os bomens do fow terao pou-
cas vezes assento por causa da. sifcio<; > (dito
tiva dos partidos. Algn* ad-vogados do ^
contestavel talento bao de ahiiicprosentar x*
elemento judicrario ; mas se- (terem espe*,
dor as sesses publicas, como podSrio ollts,,
com a vida dovoralora que as- suas muInV
pas obrigacoes ile-advogad e- cR; deputado-
Ibes impe, trabalbar conl cuidado e coa.
iegumento na redaccdlo de ama tal lei ? E
tonda vira aos.quo- restaren a aptido %
tornar essa lei no raso de supportar o exam*
dos homens experimentados ? Para fazer^
boas leis, dizia Montesquieu, uo-basta ter
i eftpiritd claro e prompto; preciso u
raudo habito de piy/.arosdiiuitos e as relo-
roes jurdicas, etc.
Assim, depois de elaborad*-o novo cdigo
e antes do ser cooTertido c.a to>i, muito- e
eminentemente para desoja*** que o gover-
no provoque a instruccio otnyamnntaNi
qual acabamos de aliudir e que o mesmo-
voto seja igualmente manifestado- pela conv
missao do cor[K> legislativo encarregada do
dar seu parecer sobre esse- trabalho, que,
embora emanado de uraa das nossas mais
luminosas cabecas, pode ter em s, taka
sorte sempre da obra dohoraem, finita como
elle, algumas lactinas e essa precaucao-ser
a nica que poder levar ao mais alUKgro
de perfeicao possivel nina obra to cott&ide-
ravel como o cdigo civil. Pde-se bem (
um exemplo a evitar antes do que a imitar)
refazer tres vezes em tres annos urna lei
qualquer parcial o com a perspectiva aiuda
de urna prxima quarta vez. Nao se-repara
um cdigo com essa facilidade ; soja elle
mo : preciso dar-lhe a madurez e mes-
mo lentidao necessrias paro o fazer
bom.
Consultando entao os corpos judiciariose
as faculdades do direito sobre o. referido tra-
balho do cdigo civil, noter o g'iverr s
a vantagem de cercar-se de luzes mais com-
pletas e dse conformar com urna pratica
mais necessaria actualmente que nunca;
far, alm disso, urna nova publieacSo de
um systema de aperfeicoamento no qual
com muita utilidade hade entrar g db qual
ser muito para desojar que o uso se esten-
da de mais em mais. Salvo o modo pelo
qual taes instruoces deverao ser operadas,
o processo nao pode, em si mesmo, dar
seno bons resultados; e ser-nos-ha per-
mittdo esperar urna tal apreciaQo quer do
proprio governo, quer do corpo legislativoe
do conselho de estado.
que ainda em relacio ao pqftto deixou
dwoncl
ou-
vir ao seu auditorio o disncto Sr.
de Souza.
Reputando a principio como erro de cein-
p sico typographica, o que. as priraeiras
linbas supra apparece, podemos, norem,
adiantando alguns passasna leitura do tre-
cho, conhecer o erro de tal supposfco.
E', pois, convieco do autor das ideas
que tomos commoatado, a nova classifica-
Co que propo aos saes. Portanto, ainda
neste sentido opporemos algumas observa-
ces s ideas do incansavel chim co mara-
nhense.
A categora dos saes compostos, que esta-
belece o Ilustrado Sr. Ennes de Souza, ver-
daderamente estranba na sciencia com ap-
plicaco classificaco dos saos, de todo
original e arbitraria, porquanto nunca au-
toridade alguma na chingea sanecionou tal
modo do ver e jamis obra qualquer consa-
grou cm suas paginas semeihante classe de
aes:
O lacto mais importante, porera, do po-
da<;o que estudamos, circamstancia verda-
deiramtf.ite aggravante da infeliz originali-
dade ilo prestigioso chiinco do norte, a
adherencia que-estabelece entre u quaiidade
de ser compostos e a de ser cidos, tratando
dos saos que, como o ckloralo de poterna,
o autor cita como paradigma dos que reti-
era tal natureza.
No estado actual da argumentar*),, nao
farenios'amda cabedal da expressao sao?
eompostos ; '-wn accidente que J> fot
qoestioiado. Adoptando este compvrta-
nKito, perguntareroos ao iHustrado.Sr. Kn>-
nes le Souza, porque circninslulicia, faeto1
pratic*>ou tbeorico, conferio a dtlorato ik
pola$sfj, de, a naturez dos saes cidos.
Tomando as cousas no sentite das dou-
trias primitivas, ser ce cMoruta de ,po-
Utt*e-*3Ltf, CI^O5 ( dualislica ) dassubstau-
cias que ewvennelbecem. como o sulfato
de cobre, a t^rfura de tornesol 1 Eis o que
o nosso prelijctir'nao resolver p sitrvamen-
te. E> pois, sob' ae verificarles eommuns
do du dade a *ova eseoa' do Sr. Ennes de Sow:a.
Levando agora a- idea ao cnh'nho- dos
principios-, aetuaes dlf chimica do-secirfb,
experimentemos, somladv as unidades d
atomkid(uk do acid'chlorico, se no c/ic-
mto de polass havtw' alguma ajfrnidatik
Iwre, ou por outra, se'O' referido ido-nos
chroratos ex&o saturaih'.
A simples kispeceo do1 'arranjo sj^nboli'-
cj-do composto que averigua** basta-pa'
r* convencer dr que o>cMbrrtib de potesm
arirsat ne/tr/o;.em!que;. portento, existe,
saturado o acnb:chlorieo:
Com efleito ;
nao*pod admitir ontro tomo- simples ooi|
condfensado que^ cornea base alcalina (ko)
ou outro equivalente, forme un* chlorato
d'upfot D'ahi resalta a yesteriorv que o
atutochlbrico un;acido monoatmico
('gio\(^)
c h- r )
e,--como-'todbs os seus congneres^ apenas
tem ititiimidade- d a/JintdiuU lime; isto
;- smente um alomo ile- hydrogeneo
subsUSvel nellev-o que tfuer dizer que
nenhum.. outro eiavaento ilgurando-.- nw-
neira Jo-bydrogeoe (base^ pode aJ subs-
titu lo- seriao-os-la-noatoiaitos ou meno-
ralenlm ( Moraese Talle), ato pertaneen-
do expressaoBf (i),
Resolva* este- ponto, continuemos a
transcripta da nwteria, ft^e offeecea-se
ao iiicpBi-ito anal v tico. Diese inda ollus-
trndo Sr... Ecuies de Souia. em. referencia
aessaesy oro. sua primeira reunio da>-dia
ii de jpuiito na Encola uooal do Mara-
oko :
V.' \.iw sal coiaposto e bazco, conlina
o nosso ccaimico, aquelle sajo aculo seja
um ox'gd metallo, em- vez de ser um
combinado de ur< metallcwte com o oxyge-
neo 5 pois o sal formado- pela combioaco
de duas bases (9k O cltromatod polassa
que vos-mostrei 'ist;i neste-caso-; elm for-
mado de-oxijdo de chroHtova aciif?. chro-
mico o da potassa, ambos- oxydos metal
lieos, e bases en, presenc* de acidcs-metal-
loides.
Obe>lecendo s conveniencias do aaethodo,
nao acumularemos materia, e deteremos.
neste perodo toda a nossa. attee$ao, por
quanto, verdadeiramento fundado- o tpico
em qjiestao, cera, difficuidade seremos bre-
ve na respectiva discussao. Doeando dej
poctvo? Seguindo tal deflrifco, a chi-
mica orgnica est inhibida dos saes de tal
constittiicio.
Note-se, porera, que,, entregando nos a
este exame por mera generosidade qne
aceitamos a questo no terreuo em que se
acha collocada, por quanto, verdadeira men-
te caduca a doutrina d -s saes bazic >s e dos
saes Mulos, debaixo do ponto do vista nao
s das ideas modernas, como dos principios
da'aotga clmica do Fourrdix o dos Vau-
Suelns, s querendo assim proceder da-
o ainda fallar em taes coustituiees sali-
nas,
E' visirel pelo que proce le, que muito
alm dos facise da espectiva das proprias
normas de dualismo, foi o Sr, Ennes. drf
S>uza cmsua ultima dnini(in
Para coraplqfar a excentriei la do, rave-
lawlo aqu o que se ple chamar conlra-
dieces diz, que nos saes bsicos, constitui-
dos, segundo o seu modo de vor, ha duas
bases.
Mas, se o digno orador queeoimnautiamos
adrante que o chromato de jnUtssa e um
sal df tal nalureza, pelo facto- de eonter
um aci 1 metallieo, aoonteoe unva- de duas;
ou as duas hiseS em questao saVy fs cons-
tituidas do abrumo e do potassio a entao
o acid i do sal nao existe : otf haven-
do o acido, sao as bases inculcadas ai+alo-
gas pjtassa, caso em que necessario
adjiilicar um* cutra molcula eleptr>po^
llioa.
Seta duv-Ia o* primeiro da argurnenta^lo-
nao ser aceito, pi*s- quw'^iao ha sal em>
MIKBuia de acido, *>b as vistas da chimira'
ivesseo a caberaSo seu lugar. A doutn- ^e J08o Teixeira de-Caff.lho q
na doste capitulo combinada com a que se 4UZ0 < ^u, Teio rece^.!^ foraMd, ^^
expo nos captulos que tratara da eJucaco, Narciza Amalia trajera um lindo voMid..
da hberdade religio, e da influencia do de selim cor de perola, sobre o anal
chnstianismo, diem resultado as seguintes cja outro j,. tu|fu j^c Buaraacido d-
Porque nao existe Deus, e por readas, je ftSt0os e ros> ^
coneliisoos.
que a alma apenas urna funecao da ma- d0 yti^g apeuas urna rosa
tena, qual a que seo5sorva as plantase fesiao pendente, que soiirji i nce-
nos animaos, todas as rehgies sao fbulas deixas deseos cabella negleannHledo
inventadas para dominar o espirito los po-. Apenas tamou ella o eeu lugar, cntraram
vos. a rehg.o do estado a tyraniua exer- as commi^es lilteraria e da sociedado
cura pelo estado como.a chamada hberdade Aurora, comuosta a primeira dos seguintes
religiosa e a tyrann.a exercida pjr pata e Srs. DT. Jeaquim (fe Azevedo Camairo Maia,
tutores sobre o espirito m mito dos infantes, or< AuU)D, Jos yieir Farras, e Dr. Joa-
senlo |))rtaiiH a mais sensata deornHiia- qura Augusto Ribeiroda Luz ; a a segunda
<;o o nao fallar ao homom em ercucas reli-
giosas, instrui-lo exclusivamente em scien-
cias naturaes, e abandonado depois libcr-
dade do p-Jiisamento, situarlo era que ello
decerto repeilira todas as creogas, pois que
n'> ao comprellensivel dar lugar no seu es-
clarecido espirito.
Se o autor, qij nho faz provavelmenle
qitustos do palavras> ansente em substituir
n pabvr.i materia p?f palaVra espirito, acoi-
to-lbe toda a sua theoria-, derivada da obser-
va(;ao |>liysiologica das piantas e dos animaes
e ainda vou rnais longe, porque, era ve/ de
comecar no inundo orgamico, principo no
que n sciencia minos ph^^osopllicalneH^'.
chama religo inorgnica dos os reinos da eraaflo, laTente ou patente-
oonscia ou ivcoiscia, lena a idife a palpitar,
feas no seiv. -Materia, como- a define a
pUysiea, "io c^n reahdade no1 mundo,
naa pura al>sti-wcc,ao, como o tempo e o es-
per/, com a diflwBPCa que na coutep-jo do
quwaeg-uei digno prelector maranhonsev- espumo suppriraer-se os corpos, o na-concep-
Kestav pois>o seguiiKalvitre e, nesse caso, Cfio da materia sispprime-se o espir-ko. Se
O' Ilusivo chiinico do Maraubdo* esqueceu-se
de corapfietr o sal que exige- urna nova
base' part ter a pature>?i dos socs hazlcos.
E' pntentte'que foi tomando1 w sentido
absoluto o- qjut apeuas telativo lyio o au-
tor'cahio na prevista alten-KUiva ; i**o co-
nheve-se no stjgumte trecho que repetimos:
O brmate? dir pidss (pue vos mostr,
est ueste caso;: elle forrando-de w-ydode
chromo ou acido- ebromiuo e da potassa,
atnb p oxydos recta Micos e bases em ^reswi-
ca de cidos-inetaHoides.
Em toncluso^licu demonstrado evjdontp-
Uiente p-quanto'Sbm de erroiws'a- prepost
elassificacao'do itlustre promoor ferencias-da escola nonnal do Airanhftoi
A observarb exerchla nesta parta retar-
dou-nos o exame qjre sobro .* palavia*-
tcombiunios, ernj;regai|a pelo> autor, tit-
ubamos dtr fazer. E,.pois, completamos- a
missao por esta vez vnlvcndo-no ara osta>
nova face di'magna questao.
Estranliatdo profaadaaMOte o gratuito
neologismo,, diremos de coovici;3o- que pefe
primeira ve/;.desamparada Jos taOS no
cearios saa-introdner-ao-'m sciensra^. ve^
mo-ia boje figurar tersninologra chi-
mica.
Nao podeiwos-comprehen.ter o cora,'ha
ven*lo os tensws proprs para desigtrar os
inuteria regida, bosta-rne esta concosoo,
por le* de inflexivd adicto; c que a mat;ra
iV reg da pela idea, que a.ida estar no co-
ragfiu da materia, nxMs-nohre da creaci;;. se nao c-jibo ea
peuMv-a sna nica feitura,
Ibeeenhecenla pois com o autor a idea,
ou como Ito quizer chuna, e.n tolas-as
foroan^oes- da liaturezvi.accrescento Spaaaa
que ella sobe inconscia por toda a sublime
pyraoMde da creago, M' a > vrtice, onde-
est o- lio.len, em cuja'mente ainal diz
ene dizeiKk>en encostra a conscicv
ca dtrsi-mesnitw Encontrar a eonsciencia h-
encentrar1'a altna, onde Hnm se v e:*^
frentcde-Deu&r(uno nos senti los, projeCio
terrestre d'lrrav se v em frentdki natureza.
Se Dees- nu< existe, nan< ewstem, pela|:
mesina razo, neta o mai iwnt as inouta-
nhas, pois-que-s* a f uos-far. acreditar na
existeiH'ii-do-.Mediterraneo edos l*)'reneos.
Nii i por- 'certa* mais digna de ie o que
rmea comios-o+hos da carna>'db OJM o que
vemos cornos olhosdo espisitoi Cltame-so
peis ou erenoa oui snsai;or tudo ver, e
;cwno o .-sitor deolaca que i^a'vrno po-
blanos asgamantenv pirque a-uia de nos
alta ou soboja v.m orgo cki conedluicao
[feamana.
Vai-ine-eseasse.-Mido- o tempoHS'O-osoa^o, e
dos Srs. Dr. Candido Pureira Brrelo, Luiz
Pistarino, e Francisco Jos Villaga. Duas
meninas graciosamente vosii*Jas cotidu:iam,
cada una era sua salva, as prendas que de-
viam ser apresentadas a .Naftix Aneali, a
saber : a joven Eii^nia (iuemeiro Maia>,
a lyra d ouro, que Ine era ofiereci la por
alguns ponlarNSflW, e a joven Ailelaid > Fis-
cho'ra peuna de ouro que lbe nisagrava
a sociedado Aurora.
O Sr, Dr. Joaqun) de Azevedo Cirneiro
Mala, como relator da commissao iifteraria,
depois de urna breve alkjcu<^o era qpte mos-
trava serew elle e seu coinpauliciros os
escolhidos pela (u.oi-^j > da corte para
wpielie i lo, leu o siguilo discurso :
Seuhora ;
A comuiijsaii enfarrngad i do vos Ji-
tltnil Mto prerioso iiMno, que alguns de
vesos conterrneos vos- ot-wein ca test j-
inoniu do justo apreco s vossos talento^.,
coioc- autora das EitULtS.AS, e de outras
prodnaedos de inconlestavoV mrito lillorario;
vos [edt> periii|Mio>nara mtinifestir os sen-
lunetss-de jubilo deque se a lw|K>ssui la
ao desempuulur tac honrosa qjjowlo agra-
da vel ltisso.
Soivliora ; ^
Se -Hiiv M um dn-desdit'/se'ensque a
nossa patria dilecta, v.stida dir lutoe par-
passada de-dor acerba, pranteie um pno
que desaparece as iswbrus da* non te da
eternidado ; l vem outro-vntunosa^n que
K reveste de-gafes para saudar prar.ntrira
um genio qiwnaasa.
E' assio qaie vem el de encugar *->
lafjrinM vert'iitr pida nvxie pronsitura Je
Gaatro Al ves, pmt rarrr e orgulhar-se ante
0'appareciraoi>tail* mais urv livro nanun*-
^do das lottras, o- o nascimezt de mx'tt- um.
genio.
E esse livro o vosso,. iotilul-nla
aetos, lancemos me de- etprsses alheias|por isso apenas indicarei, sem critica, as
aavocahulaiioda sciei>c-ia* foptiiies ilo*uutor. co SCIEWGIAS
Estudo critico sobre aa cante -
reacios de chimica no llura-
nhSn.
l demonstrada nos passadoa desenvolvi-
ineotos de nosso ultimo artigo, a impossi-
bilidade de serem rodicas ao mesmo tem-
po todos os elementos do sulfato de zinco,
que servio de exemplo na preleceo de 6 de
julho, feita pelo Sr. Einnes de Srasa, passa-
remos boje outra orden de fados em que
logo de seguida questo precedente, entra
o autor das conferencias do Maranho.
Em addico logo materia que passada-
mente estudmos, diz o infatgavel prelec-
tr : A saes conlo este (sulfato de zinco),
por eemplp,.ao uoeUdode wdu, no chlora-
to de poterna, te, d-seoneme de saes
compostos e cidos. Duas categoras de saes
ainda muito distinftis 1 o-uheco : eflo a
;s 5^gdj|jwnS|dfe|ffi>e dos saes
iv.vV!
Paremos aqui para cootui-ai"
Q
do Sr. Ennes de Souzav. dremos> sobre os
seus denominados eae#isirriples% que repre-
sentara ainda taes especies urna categora
dtosconhecidh entre os. compostos salinos^
A idea naesina que representara os saes.
entre os tactos ehiruicos, repolle (3) seme-
ihante expressao indicando, simpliekl'aiie
em iinvv substancia de sua natureza com-
posta.
Abstrahindo agora deste assumptcs. co-
meceraos a encarar a denVca.) que- d o
distincto chimica do Macanho dos. saes
chamados bsicos,
Em sua opinia1, a earacterstica desta
ordera de saes o serem constituid s de
cidos raetallicos, e, para exemplo, cita o
chromato de-polassa, que contera o aci-
do chromica ou oxydo, de chromo.
Em primeiro lugar, compre-nos obser-
var que a synonimia quo estatolece o autor
entre o ando chromico e o oxydo de chromo
parece-nos verdadeira mana obrigada* por
quanto, havondo varios oxydos desse metal,
que nae sao cidos em sua totalidad, ne-
cessario torna-se preaisar o individuo oxjv
do de que se trata.
Assim, o per-oxydode chromo (CrO3)
o pr prio acido chromico ; mas sexqniocty-
do de chromo )Ci*0*) nao tem j a mes-
ma constituicio, sendo, entretanto, ambos
verdadeir.s oxydos metallices.
Agora, quanto constituigo dos saes
bvsicos que o Ilustre conferenchdor con-
sidera pelo facto da existencia de um aci-
do metallieo, podemos aasegurar que ne-
nhum chimico ainda aventurou em seus es-
criptos semeihante |reputac,ao, attribuindo
aos chamados saes batios tal modo de
ser.
Citemos alguns fados em apoio da pro-
posco, fallando a mesma lingua da pri-
mitiva anti-phlogistica. O azotato de
chumbo (Pb)^, AzO5 (slb-azotato ) e o
acetato triplumbco (PbO)', C*H30 (2), por
exemplo, sao verdadeiro saes bazicgtf
Entrdanto, onde os cidos metallices rs-
--------".' r
O'empregco dos termes-n.vlinguagem te-
ohniea, sena envida questao para que s neste powto a atteinjo.
intesde tudo- e tratan*.! partcula mente
deste ramo, uia escolha culiares de neeessidade- aos que fallfcei e
aes-qna escrewm em asumptos analgos
HCfe* toujoui-v.lfilangaif.soU tttr, dwia
BeiJoau, diriganlo-so aos peetas e no oaso
ataal tem pe^Cetta applicaeao.
Ha as ltimos linhas da .pretecrSo d* >ib>
laetre Sr. Eiiesh de Socte, b*vila a (i >!-
julho-, alguns -nitros cxbmplos. itados solo
autor, ainda s\proposito dos-seus saes s,m-
ye.% axemplo&. que deiaemos- de estuJar
uessa recapU:iajao, porque-jai vai longe-o
osso-artigo da-desta ve-..
AdiareinoSvpois, para, occosiao prxima
MraMsas considerar oes sobre esta parto.
Dezembro de 1872.
Professor, Tkixfjr.dk Azkvedo.
'Da Intl.'Hicco'I'tblk-a.)
koo rgimen das -sociedades. Descentrali
iacjto absnkita, de inodoqne aosiiiunfeipios
se conura o pleno exercicio ilfc adimuastra-
ejoe o quasi pleno- exercicio daoberaaiia,
alolicSo liafaculdade-itetestar^consetvando
ananas a nocessfts legilima A fainilu, que
rana como autor daheniui;a c- devoiveolo
uouiuiii'.-a todas as riquezas abandooiadas
peto lioiiijiu que morrer sem S'inilia, exer-
ciirso dircKto,-da soberana pefe povOy con
tetminlinta- prohibirao de a ewxcer por
mandato enfurido a rapresentantes> teto
absoluto eoiir.ediik)-atodos os cidadcs, nao
si para embargar -'^prosnulgaco como- para
sitipenden-a execvn.ao via lei, imprensa livi-e
e-gratuitamente aberta exposiro-e eoohe-
cttucnto de to las as opinio3s, refcema. penal,
ronsistcpe era traiisporlar para, urna- ifea re-
inla to los os delincuentes de timos graves,
j. quem. se conar a adminisiracjk> da
oaesma afea, puniudo-se os ctiuies menos
f graves esMn a.cc-dus vestidos^ que os de-
linquen'jcs serio- obrigados a mar, sendo
por exemplo os Ladkes coagidos a vestirem-
se de aavnollo e osealumniaderes nao rao
lorabro de que culraeor, reforma do legis-
lacao cckomerciaJ,,que o autorreduza urna
simplcHdade encautaifera, pois-que-, a seu
Tudo cessou com. a unifodo Castetta.: i",110' B!W bom cdigo rommeroial ifevo ter
.porque h^endo-so cncorporado ambos, oslf1 nente se8f ^' qu-Uluafeicn-
rninn .. mnMMk;. ^noo,. ih>rt.,,,i ^ P a(iui traslado : art. uuco, Re-
REVISTA CRITICA.
Coinduso.
reinos em.umaraonarcbia.comecou l\)rtugii
a. sentir os dainos da. unio, sem re6eber
parte oschamados sae compoktos. bazicsJfcF01^ q"f """n. Os.fwv
SC o. r-___ o___ namentos-uo estado, coa quo Castella, se
f/) Radical raonoatumico.
(4) Julgamos houve aqu cnfnsV) So.
ideas. ,
73] Salvo conYenco.estabelec/ida que nao"
existe.
(4) Este sal, de acido orgnico, nao alte
ra a questo, ,'j,
governava, cram contrarios aos em. que os
sereiiissiinos res do Portugal fundaran a
conservago e augmento de seus reinos. Por-
tugal estabelecia sua grandeza sobre a paz
em Euoopa,' e Castelb ambiciosamente af-
fedavaconsegairla pela guerra. E corao o
monareba de Htespanhiu atlendesss- principal-
mente ao qucimas ama va, fez servir Por-
tugal aos interesses de-Castella* destn indo
os particiilars6,doste- ceino.
Ci mmecaato voiume, emqfie-aSr. Bi-
kee est assiilnamente trabalhandos e que,
segundo suas. esporanc,as, deve- pubcar-se
ate ao fnxde juikho deste auno,, tem o au-
tor, para instruir a noticia iras.agitadas con.-.
troversias. entre a corte de D.. Jos e a euria
romana,, a proposito das travessuras daconv
panbia de Jess, importantes, documentos
inditos, que muito esclarecen} aquella im-
portante- pagina da historia, de Portugal, e
com a subsequonte pubcaiQao do tecceiro
voluino tora o Ilustro archivista ilisbncta-
mente cumprido o diflicil mandao, que o
governo, com feliz edego, lhe coiftraetteu.
Kesta-me fallar, embora se.n o. desenvol-
virteoto qae o assumpto demanda^dos prin-
cipios da verdadeira democracia, pelo Dr.
para aq
nhuin devedoa-ter obrigaoo ib pagar o
que deve e- final ment abolir o do ma-
trimonio, substitundo-se esta obsoleta insti-
tU!i;o. pelo desafogado rgimen do livre
ajnoni
1 tinento devoras que me falte o tempo e
menso sobujp.o.espaco, para sxercer sobre
to. illuniiados.alvitres a minea humilde e
resgeitosa caiticn.
,' Va corvespotvlencia de Portugal. )
VAR1EDADE
Y t i*e /11 \ nnnJia.
Como tinhamos noticiado, teve lugar wn
ifstim esplendido era honra desta nossa
bem apreciada poetisa na ooule do dia de
marco i com prazer que vamos dar aos
nossos leitores os minucssos detalhes dessa
reunio,. e mais uraa vez enviamos Ilus-
tre autora das Nebulosas nossos patabens
pela Justina que lhe feka.
*
As 7 horas da noute alguns fogueos aa-
nuiu.'iarain que a casa estava proranta para
rebeber os convidados, e com erTeit, sala
da cmara irradava de luz e llores ; gran-
des espelhos adornavam as suas paredes,
por baivo do retrato u% Imperador urna mesa
Ignacio fietoldi, recente pubtcaQo, que na] pequea, coberta com urna coLva de damas-
ultima revista uotoiei. O atunem sincera- co, esperav as ofTerends que deviatn ser
raentp liberal, ,qual u, em'que pese aos. re~
publcanos tenho o arrojo de. mo considera/,
a todas aa epimoes, s mais disparatadas.da
sua, d sempre audiencia tao solemne e tao
cortez, como s que mais se avizinham do
seu parecer.
Francamente materialista como Cahanis e
Lamettrie, o atheu do rei, como lhe chama-
vam na cd'rte de Frederico II, faz o autor no
capitulo que se inscreveAs croncas reli-
giosas e a razo urna longa e erudita dis-
sertac, em que se propoe demonstrar que
tanto a alma como Deus sao phantasmas ra*
troduztdos na imaginaco dos povos pela
educaedb thoocratioa. Chega o autor a esta
desoladora coneluslo, 'depois de um estira-
do porcurso por toda a escala vegetal e ani-
mal da creacSo, processo em que o B8orip--|
tor, para co detonar a raas funda cren Ja Irrnaiii.la le, ehania a juizo, como teste-
friunhas, as plaa'te as flores, as forraigas,
as sibas, os castores, os passaros, os tigres,
Os leoes, e at homens decapitados, que
tarotom tmm o sen depoimentofci< c mo se
pCBULOSAS rresse genio veis vos f...
E* esse livr.>"eqne uniiiw ornamsn-
s- da nossa litteratura diam daestrella
Mmiaosa na grande noute da pfiesia brasi-
Icira ; e esse gen sois vos, pana rujas ins-
piracoes desejoumuanova rteturica, urna
nova nvcnro de poeUa ; par; seein dese-
jow- as honras de princeza d*s lettras
quando bouvesso uie consolh..- V* estado,
.i:-sonlo littorarii) 1... Sou- tos, para
qu ni. elieio de furoexa, pedio asalugar d*-
lu;!-.a entre a plciai'.e Urilhante litleratos, e a quen-fii4almente praidamor.
a-prnoira poetisvda na;o braeifeira I...
Se ;rt entao a!.-. uui.i> do vosproduc-
C^atpoetaras, avulssis, erara acoibidas com
murar pefe iinpreus-.xPsta arnnanraa, atina!
cbaia-de cntiiusiasiso, intelligeiioine irapar-
ciaidader para saudar o appa roa meato do
voese-precioso livro!...
Os voseos In iixws d harraoniav perfu-
mes-c libres, echoaudo iw vosso fefoln-
taUfizer*.n palpitar ilejjabilo e bjjmtv or-
guliio os- notares coiiy-e* de algvnale vos-
soaVoontrraneos, q>* nssim se ttnriniem:
Senbora ;
<-----Ik> pequeo- o oscuro '.gar, qne
boje cafebra porqna o- engran'inceste, so-
mos nos osbumildu represo uta otes uesta
eidnda.
<-----Aipji, sorprealid* pela ufana de
voesas glorias, tambera.fizemo* njnal do cor-
toj; qiiecelebr u m victorias de vosso ta-
lentn...
-. 1 'niuprin o iint dever ila conscien-
cias e prestando .<.iru e absoluta home-
nagein.i leis da ci.vilisac.ao, qnezeroos sem
egosmo levantar uas aras da j'istira < vos-
so Bamav por um meio mais aWalMn, aos
aiaiaes da .1 lunra'.-.- por tudo qnanto Se
distingue.
"- Aceitai, senhor, essa !yra quo vos
oSbrocein alguns dos vossos conterrneos.
c Dous guarda a V. Fxc-..
*. ttio do laarn, 13 dfe-4Vrareire do
1873..
lila. Exroa. Sra. D. Jareiaa Ama-
Hb
Targiuo da. Silva Cmtk Dr. Jlo
Xiirlitk-- da Silva Cbutinho, Jiaquiai Thonaz
e Faria, Antocio Jos<5 Caetauo Juniet,
l>ancisco Jos l*Juto Sobrinho,ian Eaetano
Pinto, Bernarde.(loncalves.t:a.Cita, Manoel
encalves da Costa,. LcopoldkMi dotara,
, Vicente Jos da>Costa JunH*r. Jos Joaquim
L'essanha Pvoa.
Rezende^a estrella ddialvorada, .vfada
vaporosa, no nosso cantar sauduso ; Rezen-
de, o berco daratsm insf.iracOes, veaa boje,.
e p r sua ve./, pagar uiu tributo de home-
nagi'in s lettras, do buvor e arrejo sos.
vossos meresimentos Iliterarios, de conside-
raco c estiras voss*pess>a.
Senhora.;
Ao terminar a sita honrosa, tarefa a
commissao vos sauda, pelos lourus que, me-
recidam-te, cingema vossa frmtede poe-
tisa, e fan. votos, para que nloi desanneis
ante osespinhos que tecem i estrada quo
trilliae*: certa duque ainda restam cora-
C^es sesves ios sontmentos. nobres, e es-
pirito* elevados, que saber prezar as let-
tras.
Sntreguo a tyra, o Srv Luiz Pistarino,
como relator.da commissao.-la sowedade
Aurora,proferio o segujnte^disrso :
IHusrre poetisa ;
Tendosido itn merecidamente nomeado
pela sociedado musical particular Aurora
para fazer parte da coinmeso, que tem
apresentadas Ilustrada poetisa, licah lo a
osquerda da mesa a cadeira que lto era
destinada. A sala do jury estara do mesmo.
ra .do {Iluminada, achando-soralli as estn- [por &m render-ta* a homenagern devida 4
tes para a msica ; o nja sala' das audion- !ta^1r^orecimentoS| litterario% enbo a su-
cias ma mesa de setenta talliercs so estn- pida honra Je Vff |or parte da lanrra-----
dia, coberta de iguarias de extremo a extre- ptimentar-le.
mo, ha vendo anda orna outrd supplementar A ociedade Aurora participa dos mes-
com diversos pratos de centro, para substi- mos senlimt^ftw da Ilustre commissao, en-
traremos da mesa geral caso fosse precisa.;estregada petos leus ominantes conterra-
A"s.nove horas a sala da cmara se acha ya "eos. residentes na corte, de offerecer-te
circulada de damas, notando-se mtttos toi- urna lyra de ouro,. em signal de apreco a
lettes de gostoi e aljjuaws de alto preco : teus conhecimenios liUerarios ; o pfe mes-
raais de 150 avalheiros, ep.chiam tnJos'os mo motivo a sociedade A.urora, tomando em
ngulos daquelle vasto recintu, e msica considerado este acto, to justo, qjr|ao ma-
dollocada no siguo annunciim a vin-fee ritorio, fez-nps,ahQrara"de eiuarragar-noa un
outras familias. De momento u;na"salvfie- offerecer-te este s^mbofe da verdade,
iSl tiros aitoinoiort a cbogila de farciza progretso, dstiviljseoao e da liberdade
Araala^que viuha pelo braco do sen to, o
(Conlinuar-seJia.)
"'""'vi:
Sr. Joaqum Antonio Pereira lo Men-lonca,
acompanhada do seus pas, o Sr'. Jaco.no
de Campos e a Exrna. Sra. D. Narciza Igna-
cia de Campos. Urna commissao espeoial .... .
composta dos Srs, Dr, Jos Pimentel TaYv TYP PO DIAWO- RA DUQUB W CAXUS


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