Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12886


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Full Text

T
AMO XLIX. NUMERO 85
v i
/
\

PARA A CAPITAL E LIGABES O.VDE \AO SE PACA POETE.
Por tres mezes adiautados................ B$000
...... 129000
........ 349000
...... 320
Por seis ditos idein
Por um atino idem .
Cada numero avulso......

QUARTA FEIRit 16 DE ABRIL DE mi.
PAEA DEYTBO E FBA DA PROVINCIA
Por tres mezes adiantados.................
Por seis ditos idem..................
Por note ditos idm................. .
Por um anno idem.
9750
139M
2092S0
279MK)


PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIRQA DE FARIA & FILH0S.

Os Sis. Gerardo Antonio Alves Filhos.no Para; GonSaives Pinto, no Marauho; Joaquim Jos de Oliveira d: Filho, no Cearj Antnnifcde Lei.* Braga, no Aracaty ; Joo aria Julio Chave, no Ass; Antonio Marques da Sika, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Ahneida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyha ; Antonio Jos Gomes, na Villa da fea!i Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazarea;
Antonia ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavaresda Costa, era AlagOas; AUes d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Biode Janeiro.

=
PASTE QFFICI1.
Uh\ era* i9u provnvu
h> di\ ti dk vvu;o ns 1873.

I \ IIBNTI
OftYtos :
Ao brigadero commandanli
, <'..
.ommuiiifo a
V.
'las arma' Inte-
.".iiiii.tiiiro i i
tu ful emyiresposia an
' llltilU s ili n. I7li,
[) bisela r, [ i'it.i dos Sa'i' i ; Knrfo
I .',.'- I
Etc. para scu cuiiheci-
soii "illi-io i| 13 de fi'Vi'-
|ii :i curtidan p-dida por
vi uva
Malliad
il i 'ii. carpo voluntarios da patria,
Jos il is S.iiiin .Milliailn. (ni rematada
<\jJh n sideneia da liania pira Ihe ser entregue
' .- i que a suppliruite satislizer na secretaria
. ita presidencia os em ilnuieilos provineiaes da
I rila r ir lidio, na i:ii;i iri.inna de 343 i.
- Ao ni'sm.i. -Ponderando-rae o in*pect-rda
:.. s unira de fazenda em oilieio de hontem da-
ta lo >.!) n. >7. nao poder por era q tanto prr falta
rdt' uturi*a;u d i ihtswire tn-ional. clTei:t'iar-se
ii pag mi mo ii. augmenl i de -nMu concedido sos
lieiaes b pra;as do exorcitir pela le n. }l(KS de
s i. fi-vereiro ultimo, de V: Exc. sdasorVus. para
i,i n hvn e reante* tirando veiicinicntos. na i
se in.-l'.i.i pir ora 'lili augmento. euj:i abooo lera
Jugar desde a data da mmcion.i la lei. logo jtie
I 'gue a rcferda autorizaran, conforme ueelara u
momo insjioetor.
Ao commandante do presidio de Fernando
;! Noronha. Coaimuiiir.ua V. S., que, segundo
Cuneta de oflicio do Dr. ehefe di polica,de l do
corrale, n. S2i, e de nonformida le enoi a reijni*
sicao do jniz de direito da* exeru^oe. deixa de
>ejiur para e**o presid > o sentenciado Luiz Jos
'! rti'i., a i|'.it' alinde o met ollh'io li* 12 de.ste
i. /..
i'.- snrio.
A-ios :
0 preside ite da provinria, sol) proposta do
IH\ cliele de poliria, em olHcio de ti do correnle,
i% >o, resolv-'noiiiear para o cargo de delegado
-d^) termo de Flores o cidadao Francisco Gomos
Villa-5ova.
(t presidente da provincia, resolve conceller
ao bacila re Sebastian (Jordeiro Coellio (Cintra a
-esoiicracao por elle, pedida, do cargo de promotor
4>ublicA da comarca do Bonito.
O presidente da provincia, atcendendo que
i bacliarel Sergio Dinit de Moara Maltos, nomeado
ip ir portara de 19 de marco do anno prximo
pa-sado, "i" -siipplente do jniz inuiiici|ial do termo
da KM'dda, nao tirou o respeclivo titulo, resolve
eoasiJerar vago o dito lugar, transferir para elle
o t.' supplente, capitao Man .el da Hocha Lins, e
para este aOinear o cidadao Jos Pereira de Araujo,
de\endo os norneados tirar os resiiectivon titulas
no prazo da lei.
O presidente da pmvincia, attendendo ao
que reuureu o eapilao Mainel da Rocha Lins, no-
ni 'i Ij ;j.* supplent<^ do jniz municipal do termo
da K-eada resolve dispensa-lo do lapso de tempo,
em ijue doria tor tirad o respectivo titulo ; de-
ven do a s.ipiilicante soh'cit.vlo no prazo de 15 das
a rontar desta dala.
(I Itrios :
Ao Dr. chele de poliria.Par cumpriincnto
(. aviso do ministerio dos negocios estrangeiros
re 0 resultado das diligencias empreadas para
a pnica i d is autores das olTensas phiaieas prati-
cau.i. iias pe.ssoas d >- p irtuguezes Jos da Silva
Oliveira, Belmiro Jos (lon.-alves e luaquim Go-
: ae Oliveira l.imt, por occasiao das oceurren-
c.i- que se derain na cidade de Goynna contra
subditos portuguozes alli residentes, remitiendo-
me ao mesmo tempo copia dos autos de oorpo de,
dehcto, que deveni ler sida lalos naquelles indi-
du .-. Cumpre otitm sim, que infirne se os cida-
insuliados jielos p rtnguezcs deram qneixa
coi istes, e, no caso afflrioativo, qu.il o estado
Ao inesin i.C...ni a informaco inclusa, por
copia, ministrada pelo inspector da ihcsouraria de
i.,.-'. la mi 8 do torrente, n. 219, serie C, respsn-
do ificiode i~ ele fevereiro prximo passady,
n 1'I3, em que V. S. solicita provideneiis no sed-
tidn l serein evitados os males que provenida
fa'a de crdito na verba expediente dessa repar-
ti;i .
' \a mesin i. Pode V s. atitorsar o subdele-
fado d distrieto de Muribeca ;i contratar rom
i Auna .lis'plu Pereira da Soma, o ala-
gue!, p r > aaiio o na ra/.J i de su-is mil rea men-
-. de uiua sua casa para servir de iptartel, de-
ve.udo as accomm iJai.'es precisas seren Tedas a
custa da proprietaria o que declaro a V. S. em
T' i ) Mrente, n. 3fi.
Ai inesmo. Devolvo a V. S. a folia para
,!,;;. nt-jdofornecimentod'aguae lux aoquartel
jo joslacamcnto de Igoarass, que acompanoou
o seu officio de 12 Mo frrente, n. SSz, para
. :, .'ja reformada a conta relativa agua.
Ao ju. de direito do 5,* distrieto criminal. -
c. jand i ao mea conhecimento por offlcio do Dr.
: de p dcia, de 5 do correte, ti. 471. que a
2 Je,te mei Barnab Lins Caldas, nopevoadode
Caxang, tentara assas>inar rom um tiro de espin-
garda, ua propria mulber, lenho a dizer a V. S.
q i, aguardo o resallado de nrocesso que deve
ido instaurado contra d lo Barnab.
Ao ion municipal de Garanbuns. -Chegando
i ni a conheciui-nto p>r oflicio do Dr. chafe de
policial SeSdo crrente, sob d. 171,que na noute
d' II de fevereiro prximo lindo fora feridona po-
. iace deCorrente, do termo de Garanhnns, rom
um tiro de emboscada o eapilao Antonio l'iiito Cor-
rea, lenho a dixer-lbe que, aguardo o resultado do I
processo Kstaurado coutra os autores de tal feri-
meato.
Ao jniz municipal do termo do Cabo. -Aguar-
da o resaltada do processo instaurado a Calisto
L-mes da Silva, que foi preso e recolliido cadeia
da villa do Cabo, pelo respeclivo delegado, por
f r i de fevereiro ultimo assassinado o inspec-
tor de quarteii ao da villa de Nossa senhora do O'
d' Ipfijuca, Manuel Cardoso de Vasgos, seguudo
consta de offlcio do Dr. ehefe de polica datado de
'; do crrante e sob n. 171.
AO juiz Bilinicipal do termo de Nazareth. -
Para que providencie catno for de direito, trans-
litto por copia a V. S. nao s a peticio dopreto
Jo.io Ferrera, qne se diz forro, mas tambem o
termo de declararles por elle feitas perante o Dr,
ehefe de polica, que para esse fim remet)eu-mo
Ues pecas eom oflicio de 12 do crrente, sob n.
8
Ao commandante do corpo de polica. -At-
tendendo a informaco ministrada em seu offlcio
de 13 do corrente acerca do individuo de notne
Anionio Pedro de Seuza, autoriso a Vmc. a desli-
ga-lo do corpo sob o scu commando o a mnda-
lo apresentar ao Dr. ehefe de polica.
3." swriio.
Officios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao negociante los Mara Ferrera da Cunha man-
4 V. S. pagar a importancia de JVJoOO constante
da inclusa cania, despendida pelo delegad do
termo de Limoeiro, eom a diaria ilo recruta Ma-
nad Itdrigues da Silva, mu d'all veio e leve des-
tino para oservico da armada, conforme declarou-
iiia o Dr. chufa de polica eui olflcio de 12 do
correte, sob n. S33.
Ao nitiino. Em respojla ao offlcio de V. S.
i II daeorrente, sob n. 2'i, aqrie C, impupan-
da o pagamento da quantia de 43*800 proveniente
hospital militar, tenho a dizer que mande effec-
tnar esse pagameuln sol n responsabilidade da pro-
sidenria. visto romo considero seinelhante dospeza
da nalureza ilaquellas de que (rala o artigo o.#
8." do decreto, u. 2884, do t." de fevereiro de
18(ii. Assiiu, pois, para poder correr os tran-
niiies legaes, devolvo os papis que vieram anne-
xos ao citado oillcio.
Ao momio. -Inleirado de quanto V. S. exp >z
em seu offlcio du 12 do corrente.s.ib n.137 serie C,
acerca da arremataciq do proprio nacional dono-
miuailo Calabiiiro, tenho a dizer que approvo a
deliberaran da junta dessa thesouraria. de so-
hr estar dita arreniatacao, conviudo que aquelle
predio seja poslo um aileudamento por um curto
praoz.
Ao inesmo. Para seu conhecimento e lins
convenientes, oonimonico a V. S., que nesla da-
ta exonere), a pedido, o hachare! Sehastiie Cor-
deiro Coel .o Cintra, do cargo de promotor pu
blico da comarca do Bonito.
Ao mesino. -Para sen ivmhecimento e fins
eoiiveiiientes, incluso remello, por copia, o aviso
do inimsterki d justica de 2 de fevereiro ultimo,
approvando o acto pelo qual esta presidencia
abrh sob sua responsabilidade o erudito exuaor-
dinario de I:o00, para occorrer ao pagamento da
ajuda de euslo do bacharel Jos Antonio Correa
da Silva, chee de polica do Rio Grande do
Norte.
Ao inspector da thesouraria provincial. -
Transmuto a V. S. as relar/>es e cuntas untas, na
importancia de :t73a200, despendida nos mezes de
outubro a dezembro do anno prximo passado,
rom o sustento dos presos pobres da cadeia do
termo de Seriuhaem, alim de que mande pagar a
referida quanfia ao fornecedor Flix Pacheco de
Meiiezes, ou a seu |rocur.idor, conforme nquisi-
tou Dr. ehefe de polica em offlcio de 12 do cor-
rente, soi, ii 521.
Ao inesmo. Em vista da inclusa conla que
me remetteu o Dr. ehefe de polica eom offlcio de
12 do corrente, sob n. *.'I0, mande V. S. pagar a
M .no, I l'essoa de Siqueira Campos a quantia de
7"soi. despeiiitida durante os mezes dnseteinbro
do auno paasado, a Janeiro ultimo, eom o sustento
dos presos pobres do termo de Flores, segundo n-
dica a referida corita.
Ao mearan. Providencie V. S. no sentido
de ser paga a Francisco de Souza Coelho, confor-
me solieitou o Dr. ehefe de polica era oflicio de
12 do corrente, sob n. 52-J, a quantia de 48, em
3ue importou o a'uguel de oito mezes vencidos a
deste, da rasa que no distrieto de Muribeca ser-
ve i'iv quartel au respectivo destacamento.
4.' secf.
Actos :
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o Dr. Francisco Pinto Pessoa, lente subs-
tituto da faculdade de direito do Kecife, resolve
vista da prova que exhibi, conceder-ihe 3 mezes
de licenca eom ordenado para tratar de sua
sade.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requeren a professora publica da cadena de pri-
meiras lettras de Santo Amaro
das Salinas, Mara
Florentina Serapbico de Assis Carvalho, reso've,
vista da prova que exhibi, cpncedor-lhe 3 me-1 so da m.iralidade o instruccao
zes de licenca eom veuciinentos para tratar de sua
sade onde Ihe convier.
5." seccao.
Offlcio:
Ao engenheirn ehefe da reparticao das ohjM
publicas.-Autoriso Vmc. a mandar fazer olaon^
iliu do corredor, que da entrada para a reparticao
da tliesoaraaia provincial, eom lijlos de airea*
ria batida, assentados em argamassa de cal e
areia ; con viudo apreveitar-se os existentes qne
estiverem em boin estado.
Portara :
O Sr. gerente da conipanhia pernamhurana
maule lar passagom para o presidio di Fernando
de Nonuilia, por conla do ministerio da juslira, a
Anua Rosa do Rosario e Generosa Mara da Con-
reicao, mulber e sogra do sentenciado de iastica,
Maximiaiio Jos dos Santos, o qual vai seguir para
o inesino presidio, alim de alli ciiniprir a pena
que foi conilemnado.
rXPHHKCTE DO SICRKTARIO.
2.* secriu.
Offlcios :
Ao Dr. ehefe de polica. -O Exm. Sr. presi-
dente da provinria manda transmittir a V. S. os
ttulos junios de nomeaeo do delegado do termo
de Flores, do subdelegado de distrieto do Caric,
2- do termo da [tambe e do 3" supplento do sub-
delegado do distrieto da Doa-Viagem. desie termo,
de eonformidade eom os seus offleio n. 303, .'loe
332, de I, II e 12 do crrente.
Ao inesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda acensar o recebiinento do ollicio do
V. S., de 12 do corrente, declarando-lhe que nesta
data communica ao eoramandanto do presidio de
Fernand i, que deixa de seguir para alli o senten-
ciado Luiz Jos artins.
Ao juiz de direito da i' vara.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.
qne Ucam expedidas as convenientes ordena no
sentido que trata o seu ofIlc:o de 10 do tor-
rente.
Ao juiz de direito de Santo Antiio De or-
den do Exm. Sr. presidente da provincia comuiu-
nico a V. S., que por portara desta data foi trans-
ferido para o lugar de;2 supplente do juiz muni-
cipal do termo da Escada, o 3" supplente', capitao
Mano d| da Rocha Lins e paroste fui nomeado o
cidadao Jos l'uteira de Araujo.
Ao juiz d^direito do Bonito, r-O Exm. Sr.
presidente da provincia manda coinmuncar a V.
S. que tiesta data, exonerou, pedido, o bacharel
Sebastiao Cordeiro Coeiho Cintra, do cargo de pro-
molar publico dessa comarca.
Ao cominaudante superior de Olinda.De
orden de S. Exc. o Sr. pre3i lente da provincia,
coniniunico a V. S. que a thesouraria provincial
tem urdem para mandar pagar os vencimentos das
praras da'guarda nacional, de que trata o seu ofli-
cio de 3 deste tnez.
Ao bacharel Jos Eustaquio de Oliveira e
Silva, Exm. Sr. presidente da provincia manda
aecusar o recebiinento dojoflicio de V. S., de 4 do
corrente, participando que, teudo sido nomeado
promotor publico interino da comarca de Itain-
l' a i do mez prximo passado, assumio o exerc-
cio do dito cargo.
4' secado.
Offlcio:
' Ao Dr. director geral interino da instruccao
publica.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda coinmuncar a V. S. para seu conhecimen-
to que, om vrtude de sua proposta de 8 do cor-
rente, sob n. 69, resolven por portara de 12 do
corrente exonerar, a seu pedido, o bacharel Pedro
Francisco Correa de Araujo, do cargo de delegado
Iliterario do distrieto de S. Lourenco da Matta,
nomear para substitu -lo Antonio Joaquim Correa
de Araujo, remeltendo-lhe o titulo para ter o con-
veniente destino.
faz, vou dizer a V. Exc. mui resumidamente o que
pens.
Ua pudendo por niim inesmo verificar todas as
coutas, vistoque sao numerosas, nem dalias toirtar
os apontament'is que me erain precisos, conflei esle
trabadlo a mea lidio, Alberto de Aquino Foiveca,
e, se nao fosse isto, nm inesmo poder!) dizer o
(pie passo a expdr, e m parece sutlciente, para
que V. Exc. forme un juizo a respeilo das despe-
zas do estabeiecimento supri mendonado ; e, no
caso de V. Exc. precisar de esclarecimentos, que
nio encentre nesta xposieao. o referiilo met tillio,
que examinou ronta por eonta, poder fornece-los
de prompto a V. Exc. Examinando-se as cuntas,
de que se trata, da despeza ile Janeiro a dezoinbro
de 1872, su reconhece sera emt que nao foi a eco-
uomia ffnfl se teve em vista no gymnasio provin-
cial : se quiz despea ler largamente, e duas foram
as razoes que hotive para isto.
Despeiidendo-se tanto, punha-se esse estabeieci-
mento em estado de agradar vista o seduzir, por-
que se sabe que quasi todos se deixam levar p das
apparencias, seni aprefandarem as cousas, e estes
seriam pregoeiros da excedente administracao do
funecionario, a quein se devia taovvisvel niellio-
rainento, sem considerjreth em que este se torna-
va muito dispendioso ; e. eom aiitoris.i'.ao, eonee-
dida ou tomada, para se despender tanto, se tinha
a facilid ule para se fawrem aparas em proveto de
algnns; alm de que se pissava lautamente cus-
ta da recoda, que certo que wto a jrovei-
tou por algiim lempo e Iludi a mata, e conti-
nuarla se V. Exc. nao fosse despertado, e utuzes
se verificar o que se passava liara saber se era
real a prosperidade.
8' por esta razao que digo, que bom que nos
aproximemos das reputaedes feitas de improviso
e sem bise conhecida, e as consideremos eom M
tencao : porque por vezes ellas nao sao enao bas
lido res de theatro, que illudem, vistas de ionge.
Se em eslabelecimentos de iuslrucco se deve ler
muto em vista a moralidade e nrdem, porque, sjm
estas, netn os estudos progridem e sao preveitosus,
nem se |ide es(ierar ter boas cidadaos dos disc-
pulos que sahirem de semelhntes estahelecimen
los, nao se deve desprezar a economa e simplici-
dda, porque estas tem de vira ser de grande van
tagein na vida social, visto que o futuro incerto,
e cada um deve estar preparado para accomiuo-
dar-se sua sorte.
Principiando umaereanea a preparar-re para en
trar na sociedade, em que tem de viver, em um
estabeiecimento em que se observe seriamente o
que acabo de dizer, vira a ser um bom cidadao, e,
sendo.o, a vida se Ihe tornara fcil o mesmo sup-
portavel em circunstancias ^desgravadas; e eom
isto ganhar a sociedade, c. par consequencia o go-
verno, que tem de dirigi-la e protege-la. Para
fundamentar isto, no preciso citar eseriptore* :
as vantagens da moralidade e ordem, eitsinadas
praUcamrnte por meio de exemplos, ao mesmo
lempo que as da economia e simpliCidade, sao iu-
discutiveis. Todos as reconhecem devem desejar :
o difllcil est, principalmente neste paiz, em que
as rodeas sociaes estao frouxas era eacontrar-ee
pessoas que deem bon* exemplos.
Nao tendo sido encarregado de dizer o que pen-
do tytnnasio pro-
vincial, e saliendo V. Kxc mais do que e*td qne g
ha a este respeta), nao devo nellat Miar; todava,
contando eom a bondade d V. Exc, direi que
eom o antigo lyceu, de que fui discipuk, se des-
penda muito pouco; e pur certo, atroelles que
nelle aprendern! nao tem feito, nem estao fizendo
m ligura, nem melhor farao aquelles qne sahirem
do gymnasio provincial
Ha entre nos urna mana qul se estende, a de
querer-s imitar os paizes que, atravessando mui-
tos sculos, tem cheghdo grandes -aperfeieoa-
mentos, e o tem conseguido ilepois de lenta e me-
ditadas reformas, tendo os meios necessarios para
isto. Entre dos, qne nito temos ajees meios e es-
tamos na infancia, se quor de c fre o que eswes
paizes te'm conseguido deppis de experiencias
rellectidas. Querer c.auinhao par deses paizes,
quando o Rrasil foi descoheiwem 1500 e tem 32
anuos de vida independenle,* ter a pretenfao da
r, que quiz imitar o bef. N
No gymnasio provincial ha um numero etxraor-
dinario de cadenas, que toma, sem vantagem real,
muito dispendioso o eutrelemento desse estabeieci-
mento ; e parece que s se teve em vista, crean-
do-as, aceomraodar aellas como professores, Cftrtos
protegidos; porquanto desde algum tempo nao se
procuran hornera de mrito para preencher um
lugar creado, mas crea-se o lugar par areomino-
dar o individuo. O que sabem de grego, por exem-
plo, de aJlenru) os discpulos do gymnasio provin-
cial ? Para que duas cadeiras de latim e ditas de
historia e geographia ? Receber-se tinturas de
muta cotisa en* quahto se est nesse estabeieci-
mento, o perde-las logo depois que delle se sane,
ler tido irabalho sem proveto, ter-se perdido
tempo que pode ser aproveilado em cousas de in-
contestavel vantagem, c eom isto gastar os cofres
pblicos soininas, que pdetn ser a iplicadas a ne-
cessidades mais urgentes. Di'-se mais solidez a
certus estudos, e dispeasem-se outrus, e coin sto
se ganhar.
Sabe V. Exc. que o homem. durante sua vida,
va aprendendo sempre : deixe-se isto vontade
de cada um. le <|ue serve o grego entre nos f
Para saberse a etymolcgia de certas palavras;
mas sto se aprende nos diccionarios, e nSo to
preciso quanto outras cousas
O que digo a este respeito, j tem sido ditj e se
vai di/.-n/io mesmo em Pars.
e cora ou(
Almeid a-
Precede
que a despe
mais eleva"
primeira
^e irlo aii
comprada
vendidos por Joo Rapti.-.ta R. de
|0'820. '
por este m ido, n.io se rellectio
'desse eslabeleeiment s tornava
poi* que a manteiga camprada em
Insta sempre- mais barato ; e, como
quantia d !J6'I3")00
quantia de I?510,
gymnasio provincial e mais importante do que qU(! no era coavenienle cocr.|rohonde-las nest;*^
alguna snppoe, e que para elle deve ser escoudo I exposico, que .V. versa resp*.it das de janeir
individuo, que em sua vida otierera preM*nM a dezeiubre de t7i. dellas un irei orrupando. m
aoiirosos, einbora se Ihe d ordenado maior; por- tudavia V. Exc qujzer que eu o faca ; Uirnando-
quanto as economas, que conseguir excedern de se preciso neste caso que me sejam 'r.twttidas as
muito, no fim de eada anno, o ordenado, e de setembro a Cecembre de ifT
na^i Fosse bastante eotpi manteiga eom Isto ganharao os cofres ptiblieos sem nrejuizo .Nao minba mtonno enrarecer >< trabalh... qn--
alho ou era libras, se despenden a algum ara o estabeleriment, eontinuando pelo d-, |edM ,.ssa r,mtas' do gvmtiasio provincial. n*>
de sorte qne sement a
ligura como imdo sido ap-
ilir.ula r nnur i desse genere em primeira mo !
Com pan dipendeu-so a iptantia de 3:874500 ;
rom iMtoowTa de I:2918i0. vindo pur eonse-
qaencia estes dona gneros alimenticios a absol-
ver a quantia de. i:iii(>:tiO. Com assttear de
primeira e/lereeira quafldMe depenleu-se aqnan-
tia de 1:743*230, sendo fomecido pelo padeiro ;
mas nada se pi'ide dize.r a respeito da carne consu-
mida, porque desta no se enronlra entre as ron-
tas, qne foram remettidas por V. Exc, nota em
separado, que possa esidarecer-me. nenv nella se j ques, quando tem de prestar cuntas,
falla; devendo por isto presumir que a respectiva
despeza foi incluida na ordinaria ou diaria, einbo-
ra ena nmneira de uroceder no esteja em har-
mona e, un- o ,pin se fez em relaro ios ontros ge- deixou o desfalque du iras quatorz cont* de ris
eros alimetfcios, que por certo no bao de ter entretanij a pessoa. que oceupava esse lugar,
absorvido tanto. De caf foram compradas, e em passava por ser de intuir proliidadt-: na coin-
si'gitnda imio, 10 sarcos a Ferrera Lobo, e I a pauhia de Belieribe, sendo o director; ive de
Rodrigue de Almeida, pela, quantia de 6825000 : |eon*f*angar a dar sua deminao, pata nao ser d-
menos seu entreteniracum do mesmo modo ipte se achando ellas eitas como deviam. ou punror
anteriormente. fallava a n tcnssa'ia aptid aos reipectivos inor-
De ordinario, crendose ou vagando nm lugar, domos, ou ponpie estes tinbair.*in visU enmura-
inultos sao os que se apreSMMam pretendendo-o, n|,ar aquelles qne fossem enranegmlos de exaiui-
quasi todos neressitados, e as recoinmendaces e na-las. se isto tnruasse precia, romo sucreden:
proleeeSes (asen) que se rM prefeYenctl a um, que mas posso dizer a V. Exr.. que a tan-fa nio neni
nao offjreee as nece-sarias garantas moraes, em
prejui/.o de nutro que as tem, e a experiencia
mostea rrequenteraente-emtoda parte qne aquel-
les que andam com diiihero, que Ihes no per-
tence, defle se aproveitara e applirai ie sota ne-
cessidades; do que resultam extravio.* e deslal-
Estando, como veredor, na cmara mnnicipa
do Recife, ent 188. tive de pro|ior a deniis-
so de um procurador que ao prestar rentas,
Os rapazes, que sahem desse estabeiecimento,
sabem mais latim, mais rhetorica, mais philoso-
phia, mais geometra e geographia do'que aquel-
les que sahiram do antigo lyceu ? No por certo,
e creio mesmo que sahem saliendo menos, prin-
cipalmente de latim, do que ensinavam meu dis-
tincto e celebre mestre, o tinado padre Francisco
do Reg Barros, ou o no menos distincto e co-
ndecido padre Joaquim Raphael da Silva, j falle-
cido, meu sempre lembrado amigo e mestre de
meus filhos. Se fallo nisto, porque vejo que coa
tanta superfluidade se gasta dinheirojque pode
ser applicado a outras necessidades, e V. Exc. esta
empenhado em diminuir as despezas do gymnfutio
provincial; no que procede com toda a razao, e
merece sinceros elogios.
Para poder dizer se os generes alimenticios, que
entraratn para o gymnasio provincial, vabam os
que flguram as respectivas
lllm. e Exm. Sr.--Tendo-se aggravado os meus
sofrimentos rerebraes dopois de urna viagetn que
flz, noite e j estando indisposto, a Sanio Amaro
de Jaboato, em 6 do mez passado, nio me foi pos-
sivel continuar no exame das ronlas do gymnasiQ
provincial, que V. Exc. se dignou de remetter-me,
para que eu einitisse minha nptniao a respeito del-
tas, e. esperando sempre que njeUiorass meu es-
tado de sade, as fui demorando em meu poder;
mas, vendo que o no comulgo, nem me poesivei
e*i'K*;o de urna nova oliaraiuj no fogo 4o' conseguir era coasequeacia ao xcessivo calor que
de arroz, tambem em segunda mao e aos meemos
commereiantes, 17 saceos ao primero e 2 ao se-
gundo, qne custarara a quantia do 4".'t-050 ; e
com agu, gstense adeVHiSOO. Com ronpa
lavada e engommada despendeu-se a> quantia de
4:99.'tiQ-i eum ar_ je illuminaeo a de.....
2:630 j700, nao figurando as contas apresentadas
a despecadi) mez de agosto do anno passado.
0 salario dos criados ou srvenles, entre os
quaes sempre figurn Sizenando, -escnivo do
ex-regeihir, como se diz na nota de apoiHamentos
que me foi confiad i por V. Exc., ganhando raen-
salineute 30, absorv'eu a quantia de K*7 e apenas se den como gralihYaro, ao ountinu i a
de ISO, sendo a de 30f em outubro, e-a de 100*
em dezembro.
A despeta ordinaria, que noi vem. detalhada,
como devia. elevou-se quantia de |I:SW|770, e
a extraordinaria a de 11:816^190; nito estando
nontis incluidas as de t:8.l||936, procedente de
m ibiHa, a de 1:5937$8 de instrnmentos de msi-
ca, a d> 7631020 de concertos, a de 595&100 de fa-
zendas, a de 395|miOde camas de ferro para a en-
fermara, de 410*'kh Je diversas obra* para o es-
tabeiecimento, e mitras que podem ser vistas en
tre as contas, que V. Exc. dignoii-se- dv- transmit-
tir-me, e talvez merecam a pena de ser conside-
ralas.
A despeza, em agosto do anno passado, foi
grau'Ie, parecnndo-ine que nesse mez se deu um
grande jantar, porquanto so rom cinco presuntos
se despeiden a quanfia de 33*100 que exigiram
a de 15*omi para prepares, uto obstante haverno
estabeiecimento ura cozinhero pago roensalinente
a 90*000, sem contar do as ajudantes que absor-
vem a quantia de 63*000 em rada mei; viudo a
seras despezas feitas com ests tres empregados
de 1:8ti >*r> M) em cada anno.
Nao coulesto o direito que tem o ogedor do
ymnasio provincial de dar jantares, tem o regi-
ment memo de 15 de julho de r8fi"> Ih'o prohi-
be ; mas n rannm artigo desse regiment o auto-
risa a faze-lo custa desse estabeiecimento.
0 jantar, qne foi dado, segundo se deprehenile
das despezas, incluidas indevidamente as ex-
traordinarias custoii caro, pagando-se at objectos,
que foram quebrados, a pessoa ojie os alugoti.
Ai despesas que pesaram sobre a reoeta em
consecuencia desse jantar, sao taes que julgtiei
acertado dallas levar consideraco de V. Exc.
nm extracto em separado.
Se nao contesto o direito que tem, o regeder de
acompanhar amigos ou pessoas notareis, que che-
gara a esta cidade, no posso con.vir era que,esse
direito va at que as despezas, que disto resolta-
era com condueco em carros di; ahigtiel.por
exemplo, currara por ex>nU- do estabeiecimento,
como suceeden i|uando aqni chegou o Exm.
hispo desla diocese; e, se nao o contesto, tambera
n,, posso contestar o de offerecer ramalhetes de
flores a quera lie a.oraz; mascreio que nao deve
faze-lo i custa desse estahelecinvnto, embora os
ramalhetes lenhara de ser offerecidos a pessoas,
que merecam nossos raaiores respeitos e conside-
raco.
Cera alagad de ura carro, tomado no dia da
chegada de S. Exe. Rvma., despenden-se a quantia
de 304000, o qne na i pouco ; e rem duna ra-
malhetes de llores, que tiversea de ser olferecidos,
a de 80*000, preeo que atrahe a atteuco.
O regiment interno supraritado nao antorisa a
so compraren! brinquedos para creancas, era rae
constaqueisto.se pratii|ue em estabelncimentos
aeraelhantes. outras sao as distracoes permiltidas
aos alumnos,. entretanto em. 30 le julho do anno
passado comprou-se a Costa Irmos ,v C. urna
caixa sob a denominacfo de aihingns pela
quantia de 80* 0. Se esse regiment no^
autorisa seinelhante despeza, a nao prohibe ; mas
em seu art. 105 prohibe expresjamente nesse-
estabeleci ment polvtUta. e /bflos artifician *
isto se comprehende fcilmente, porque poden
causar queimaduras nos altitonos, e incendio no
edificio ; entretanto no da 19 de junho do mesmo
auno foram compradas poto respectivo mordmao,
Satyxo "'erafim da. Silva, duas caixinlias- de
fogos (trlifiriaes pela quantia de 324000 e pagas
no mesmo dia com c vistodo regedor ;.e em
urna faina e despezas extraordinarias di 9 do
inesmo mez anno figura a quantia 48*3*1 de
foji+tiv para os, alumnos, comprados no dia 23
dess mez, e tambem pagos com ovisto -do
mesmo' regedor,- seio de notar que nesa folh.i
figuram seis dusias de caixinhas de phosphoros
por 3|aO. quando sabido que urna grosa de
caixinhas dos de seguranza, que sao os mais ca-
ros, cuta esse preco ; e o digo, porque quanto
rae crista.
Tendo o mordorao do gymnasio provincial de
fazer compras to avultadas. se no t ouver da
parte do respectivo regedor grande- e atiento cui-
dado em examinar as contas que the forera apre-
sentadas por aquelle para rubrica-las, alim de
serem pagas, indagando por si mesmo do preco,
dos gneros, preco que varia, nao ser diiflcil que
se du% sobtraecdes de dlnheirc; e, quando mesr
mo no seja muito de cada vez, no lim de cada
-, '
precos que llguram as respectivas cootas era
preeiso os ter examinado antes de serem gastos, anno a quantia ser avultada.
porque s assim se pedera ter inteir eonheci- K' por isto que raras vetes os fjrnecednres de
ment de sua quahdade, condicao esseocial; to- gneros a estabeleciraenlo pblicos deixai de
davia, examinando-se essas coritas, aellas se en- Bter fortuna ou arranjar-se, como se diz vulgar-
contrara precos,que parecem exagerados, ou,pelo mente; sendo etta maier ou menor st^undo a
menos, poderiam ter sido mais baixos, ainda quan- importancia das quanlins de que pude dispur.
do todos os generes comprados fossem de pnmei- Entendendo-se o comprador edrn o vendedor, e
raqualidade, como esses precos deixam crer; conluiandose.nas contas apresentadas podem figu
como urna prom- do que digo citarei urna cunto rar precos que nao sao res, de sorte que- apenas
de manteiga comprada em 5 de agosto do anno se pode vir a dar com algum excesso que tenha
passado, em que esse genero vem ootado a 34268 escapado ; mas indagaido-se conslantwitenlejdos
por libra; e, quando se queira allegar que nio precos, tornar-se-ha dinVil o conio
foi por libra, apezar do que se acha escripto, mas Ea mesmo j tive oceasSo. em 1830, de ver
por Kilo*ramma, mesmo assim elevado o preco, quanto se pode subtrahr dos cofres pblicos por
sendo a mantoiua ovmprada em primeira mito e meto de compras de generes para fornecimento
m bartii. nomo fui, porque saie a t*t>34 a l- de cerina esiafcelecimuntos, que flgnram porpre-
brn. ros mpi" eJes-ados do que foram : tuito esta na
Gratule foi o consumo de manteiga no gvranasio proLvd i.l- do -comprador; mas infeiizntento v Me
provincial, e ese peoero, que pedia devia ter dieio que nao se encontra eom frequeor-.in. So
sido, comprado em primeira man, como o foram ea quizesse mencionar facta de qn tenho co-
algMns barr, deixon de o ser senda que, tendu- nbfl*ento, t prevar o que digo, poduria faze-to;
an despendido com elle a quantia de 3.563#9% naM^s absteolio, porque me parero nutil refe-
s/i con barrts comprados, em secunda mo, a 9- ri-los.
/.eir Lobo, e despendeu a quaoliade 1.9i9u)l}0) Sou d* opiaio que o lugar t moporao do
mittido, um dos seus empregados era ronsequen-
cia de folhas de dnmain inexactas, que passa-
riara como tinham p issado anteriormente-, se no
fosse meu cuidado; entretanto.quawto fui etoito,
se rtizia que esse individuo era indimensavel
referida companhia. naainal servia desde o prin-
cipio de seus trahalhos.
Disse, quando tratei da mautelga fornervla ao
gymnasio provincial, que se ella Imiivesse sido
toda comprada era nrinMtta mo, a despesa no
teria sido lio elevada- e o tnosmo padMn ter dito
de tiMlos os genero, que o podan or.
.Ningiiem ignora que o romnwacianie, qne
vende a retalho ou em segunda mao, no o faz
pelo mesmo preco que aquelle a quem compra;
porque tendo de trar-da venda que- Mar, o lucre
que deu a este e o mais que poder apurar em
seu proprio beneficio, visto que tem de fazer
despezas com aluguel de estabeleoimento, orde-
nados de caixeiros etc., preciso que amina pro-
ceda, |iorquanto de mitra sorte nao haveria eora-
mercio ; e, quando elle se contente com obter o
que eonsegne com o descont que se Ihe taz por
pagar vista, esta vantagem pode tambem tirar o
mordoino, dirigimlo-se sempre aquellos que ven-
deui era gromo ; de maneira que vem esse esta-
beleeiraento a ter um duplo ucre.
Se preciso que o mordomo procure comprar
por menos aquelles generes que. sem dbtigencia
de sua parte, costuran muito mais em prejuizo
do estabeiecimento, i tambem |>reoso qne os em-
pregados, que exercem inspeccao sobre este re
nao descuidera de exereer nina.constanfee mi-
nuciosa vigilancia, examinando tuda) por si nsmo,
pois que sabido que o custeameRUi de moa casa,
em que disto se nao cuida, tonna-se mais pesatlo,
em consequencia dos desperdicios e sutotracnies
operados pidos cozinheiros, servente- c. mesmo
empregados de-certa ordem.
Os desperdinis e subtracrr)!S,*nUVr.i i>equenos
de cada vez, se I -niain avltarlos no.fin oVi anno.
quando sao repetidos ; e no duvido que- estes se
tenbam dado no gymnasio provincial, bastamlo
para isio o grande' rusteaiaento.. desse- estabele-
ciniento, qne- o permute quasi imperreptivel-
mente. He urna nota especificada das quati-
lias despeudidas pelos Miras prnrinrinn rera
o gymnasio. durante o periodo deoorrido de
16 de setembro de 1H70 2S de Janeiro do
crreme un, braeektoi a v. Exr. pelo ins-
pector d;rtnesouraritt desta provinria com dala
delude fevereiro lindo,, se -v que dos reteneos
cofres sabia a niopequeiuquantiade 48:o4!)0<>7.
Nesta stacha coraprehendda a de i:2M)i-)IMK)
para nina seraphiua, entretanto, que esse rtistru-
menlo apeuas custou. comprlmulidas huas as
despezas a de 53i*7,r>*,: segundo mostram'as
eontas aureseotadas e pagas pelo respeetivo mor-
domo e no se pode dizer se ;v dJlereoca para
menos, que resultou e foi de rs 6t>S2'i2. pas-
sou a facer parte da reeetta, porqaanh> esta nao
vera detalnada, como devia.
Entn as quantias despendidas por esees cofres
ligura a de l::!43*4(Vpara tro fogo econoioico.
e pareee-me que este-prceo nm tanto elevado ;
ligunmdo tambem a de 14:ll6i6o, entregue ao
Ihesenreiro das bras publicas, para- :s despezas
de im pavilho. e i.iai.;.a de r4l)l,riO pan re
pares deste ; de sorte que ssi-es-e pavlhao, qui
lodaa ser dispensadn, pelo monos ato qne o gymn
nato provincial chugasse a prosperas cndilo es,
alisorveu a de 21;6I05S85 ;. sendo de notar que-
quando se despenda a de 11:1.164163 rom obras,
se-despenda tamben-a de 7 4944720, que nvs
de melade daquclla, cora eoncerto; o que sin-
gular e tnostra eoBN se faaem.aqal certas olfas.
j Na nota, a que rae reo, figura a quantia di
;2:97Ui2i)6 aduntada pola referida mesoucarln
para compra de-lotiea e servi'.o. de metal pan ^
mesa do gymnasio provincial.; mas eiilie a> coa-
las, que me iram remettidas por V. Exc, uSp se
eneontra tlocumeato algum, qu justifique a ap-
pli'jacao dessa quantia, que- avullada. ronside-
raudo-se aa.fim a que devia ser destinada. Nella
Bgoram tambem verbas, que- me parecem exage-
radas.
No gynmaiio provincial, segundo a reaco re-
raettida a V. Exc. puto respetivo secretario, com
dala do i." de fevereiro deste anno, exisSrain dti-
zentos alumnos internos e doze meio pensionisUs,
tendo estes smente jantar e merenda. fornecida
por esse. estabolecuuento; e da nota transmitida
e datada de i;i desse mez pelo inspeetor da the-
sourania provincial, se v que esta despendeu a
quanlia de I4:766OO' com a mensalidade dos
alumnos pobres, pareeendo-me que o fez de 16 dn
setembro de 1870 a 28 de Janeiro do corrente au-
no, visto que v.utn englobada.
De urna nota apresentada pelo referido secreta-
rio, datada de 28 de Janeiro deste anno, se v- que
quatorz erara os empregados alimentados a eusta
do mencionado estabeiecimento, segundo a folha do
P mo do mez de dezembro ultimo, como eVu diz ;
e de tima relaco, sem data, remedida peto mes-
mo secretario, se v tambem quo onze era o nu-
mero dos creados, entre os quaes se acha, como
j. disse a V. Exc, o de norae Sesinando. -
i Nao me tendo sido remettidas pela primeira vez
seniio as contas de Janeiro a dezembro. de 1872,
que ainda no poderam ser examinados, atienta-
mente e faltando as de setembro a dezembro de
1870, no me possivel dizer se todas as verbas
mencionadas, como recebidas dos cofres provin-
oiaes, na nota apresentada pelo respectivo inspec-
tor, se achara justificadas por despezas provadas
por contas pagos.
Sao tantas as contas, e comprehendem estas
tantos artigas de despezas, que seria conveniente
que V. Exe. remefesse todos os documentos, que
existem em meu poJer, thesouraria provincial,
alim de serem examinados minuciosamente; no-
meando-se urna commissio de membros, escomi-
dos nessa repartirao e encarregados de ver atten-
tatfiente toda a escripturacao, que no gymnasio
provincial deve existir em iivros, e apreciar os
objectos que absotveram tanto dinbeiro ; porquan-
to s por este modo se poder saber so os dous
mordomos, que falleceram, fieanra alcancados.
Nao tendo tido ainda tempo para examinar com
attencao as coalas de Janeiro a dezembro de 1871.
que rae foram reraettai ullimamenle, e julgaudo,
pequea, em fcil.
Nao foi para servir autoridad., con V. Exc.
sabe, que delle me encarreguei, porque felizmente
no tenho pretemoes peones, que queira tornar
atteiidiveis por e-te iimdo; mas i penen ile V
Exe. que me uereee sincera esiima e particular
consideraco.
I'arecendo-in.- que disse sullieienleinenle a V
Exc. o que pensava, ponbo ten:; a esia ex|n)siri.
Em resumo ilirei que me parece que gene-
ros fornecidos au gymnasio previaeial HMliam ter
sido comprados |mt menor preco do que o foram
c que no consumo-destes no hnuve a precisa eco-
nomia : que as contas apres-uMadas figurara ob-
jectos inuteis, entre esles havemio alguns que sao
expressainente prohibidos pelo respectivo regula
ment interno, e qne a despeza ordinaria, nao vin-
do -letalhada, i- absorvendo oYzena< de- cuinos do
ris, pode penr.ittir que se deem ao peiiuenos ex-
travius, mrnwdPsa |>or isto mus elevada do ^ue
realniente.
A receita qne foi, como sabe V Etc. d.-
63:24341113 achoit-se quasi mdM consiimiz pe'a
des(ieza. qu-' eiem-se a de t-t4U*83;i; bavendVi
ainda contas p.,r pagar, e r--ti:if i. por-fazer a
thesouraria proviaeial, rm onsemencia- ndiaa-
tamenlos de quaocias. que no toraoi intiiramente
absorvidas p--i.> despezas, a- qn erara tte-tinalas
Creio ter sotiMfeito a V. Ev.. se o oto c-.n-e-
gui, nio me faitou b>'a vontaoV em be servir.
Dens guarde T. ExcRnrifo. 20 de marro e
1873. -lllm. e E*m. Sr. cocimendad.ir bn Heari-
que Pereira tit Lurena, pn-sidtnte da prewiMia -
Dr. Joaquim .iclfuiao Fj'ittm.
uesi>z\ BHMninMn keita COM DI* <
amtak l4M> mo gymnmsio fr vntt vl. mo
da 15 un acost t 1872. v.ot'fc **
RF.FKRF. 0- HELA TOMA SIIMVA.
48 garrafas letieile iwtw
2 latas de aiwlonas 2|0OrV
26 libras de lriaha do wi*> ttm
2 garrafas Je vinho de tt-ni- mi\
lira neo **$*>
2 ditas dt dJto, dito tice sao
2 ditas de -.?, dito dil'i.rii ttm
5 presuntos KttMO
Para |> parar os ds 154000
16 libras de amendoav- S4'
8 garrafal* de vinho da. Rgueir,, 444HO
:t calxas de passas luo
8 ditas -Hit gos l44^,o
8 queiji's. reino 1 dte rrate SJ4200
Ntrl
'i latas ie Mneixas 124IK"'-
x latas ni dice de obi'w.'os MMr>
8 ditas, ditas de lig ram>
6 macos de palitos ; dente- iw
14 libran tte batatas U4 12 ditas 'te liaoh
8 carnOnde vina r- 2*24')
Tei.qietv !MM
Patea US* O
42 Ii! ms ie carne > carnei.i 21 jtn
Banams MM
t IBnn de acarie 3M
MO qiotis XSINH
2 repollos I4*f>
i p lates travesso de arm t Wb isdtuxt
284402

DKSPAUOS l P|ik>iiikni:ia Iit ISSM \a. DK
I87:L
Abaixo assignndos, pronrietarii.-. ugrii idsores
moradores na pivnai;-'. de Veiieiti.- provea -->
supplincanles alleg.u-. contra pr->-
(Bssor.
Agricio Rodblphn de Vraujo l.ins -Sim.
Antonio Pudre de s. Brrelo ->- snists i
\k- olido deque trata O soppli.snte,
Teu,nte-./on.nel AJmrmn Aagnsn -le Fria-
' Villar.Ptuur-'-'e.
O mesrao.- Idem.
Bniio dB Araeagy. Defer-") omil .-IUci > ilesU
data, lhosiuraria i;.e fazenda.
(laetaco IYjumSW Dures. r*e portara
concedoudo a Heenea pedla com, ordeiud) sm
mente.
r.latiino Auguso de I.,>'os -liif,,rm-' a lllm.:..
cainaruminiripaL de llora Jnrilira.
Honuilla l.ydiit lluedcs Alrofocado.Passe por-
tara, coticedendif quinze iia.- -- vencitiM'nt-js n i
forin:. da lei. deixando a Mipplanli na regen ia
da esdeira pessa idnea- a coaienl > do delegad,
litterario.
Manuel Fraarisco .V r.vcJho !<. Santos..
Punnnrtarinna furnia reqturida.
Manuel Bntrra de Tascouwillos.-Reque.ra pe-
los- canaes competentes.
Marcelino Jo> Lt>pes.-(kio retpier.
Bacharel Rufino Augusto de Alim-Ma. -.brterm.
o Sr. Dr. dn-fe de pohcia.
Conego 3imo de Azevedo (jiupos. Informe .
cmara naini-ipal da villa- da Escadi.
Vicente Ferrera de Porciuncnla. Inferas
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
l -
Antonio Francisco da Cuaha. liil'-rme oSr.
eoniiuindanie superior di'guarda nacional do mu
nicipio de Limoeiro.
Bareneza de Amaragy. -lnformn- o. Sr. aspee
tor da thesouraria de fazenda.
Jrirhara Mara da Conceico. Indeendo.
Candido Emygdto Pereira Ltbo. -Deferido rom
oflicio, desta data thesouraria de fazenda.
Isabel Francisca de Quintal -Passe-se pwtaria.
eoncedendo dous mezes de lirenca, com orUena-
ito. na forma da lei.
Luiz J- w de Mell > Teixeira. Informe Sr
inspeetor da thesouraria de- fazenda.
Luiz Francisco Ri^drigues Franca inferan
Sr. commandante superior da guanla nacional ds>
muncipto do Cabo.
Manoel Valentim dos Santo. -Ccrtraque-e.
Manoel Rodrigues Pacheco. -Deendo como
ci desla dala, thesouraria de fazenda.
Harcionillo da Sil-eira Ljns. Infera* o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda
O neemo.-ldem.
Pergentino de Miranda Piraonlel. -Passe poru-
a, eoncedendo a prorogacin que pede.
Salvador Jos de Santa Rita.-Conceda-re a k-
cenca pedida.
l'rsulino da Cunha Torreao. Como reqwr.
Secretaria da presidencia de Pernambue. II m
abril de 1873.
0 porteiro,
Stlvin htripm.


NUMEBACAO INCORBf T

L
.
^




kk.
,4.-




Di^Qr^PomaiaLuco QuArta fcira 16 de Abril de 1873.
;.
moa -omenagirn h-nuvnlonriia-ito Sr. Stepplc Sirca, quo neVfcruecsia a>-rip;4o lo p|ii*osrtlo, iA.4frxiis netu itiemnniodos em pintar Mimis
que val abatan deslaa llnhn ,
a Km preseucx do Evm. Sr. presidente R |rn-
tiucia, tcabalhou lionleiu pola arinatra nUH ar-
senal de marinha a centrifuga de madero^ inven-
tada pelo Ilustrado fazeadeiro do Campos Dr. M,
Rodrigues dfi Alvanmga.
REVISTA DIARIA, I
.
Asscinhla provloral- IIiintcfR a as.-
seniblea unecionoa rom Si Sr*. depulaos.
Approvada aaelada sessa.anterior, o Sr. ( seTSI *"* impossiMiOac le obter o mel ein cundi-
cretarioleii u segrate .-xuethetilii: 5F*"S :|M'*(Wdas, empr-gou-so o assucar escurr-
l'm o hcio do secrela^C
por copia o ofllfio do inspector da iliesdi
vmeiai, danl a razio por que aluda >*.> fornceii
o oreainenio para o exercioio de 187'i a 87.-A
quera fez a requisico.
Outro do mesmo, remitiendo por rupia o cilicio
da cmara dusta cidada, solioitaiK* a conatesaa
r, urna quota par* erigir-se um tomillo, onde '.-
jam depositados wie-tnAiiiortaos do conde da
Boa-Vista. A' eonrniissXo de orrjmionto provin-
i al.
Oulro do mesmo, renettendo per copla o ofttcio
deixou de realisar os pagamentos decretados o
Jj f do art. i- k tai kt oreamento municipal. A'
ruem fez a requisir So.
Outro da neeta*, remetiendo tamben por copia
o itfflno do director da conwanhia de Boberihe,
tavstande os eaetam-imenUM podido*, mu mU-A-
a; mesma companhia.-A' cuera fez a requisi-
cao.
Outro d.i inesmo, remetiendo os "batneos, orea
rneutos e cenias das caruras muniripaes de l'o
d'Alho, Nazaroh, [pojoca, Agua l'reta, Barraros,
Ilambo, PauWlas, Buique, S. Bentr, Petrolma, Gra-
nito e Salguecro A' con-.misso de orcamento mu-
nicipal. ,
limaptitiri.) dejo.*Fianelscn de Cawilho lu-
utar, uedindo aui privilegio para iqoQtxr jiesta ci-
dade umu,;u ataja Biarhlfla* para pitar, torrar c,
tender cafti.-A' Pmiinissa do pcres.
Outra de Fia vio Ferreira Clao, ex-an enlatante
das liarreica* do (jxang e passegem, .peiindn
um abate iws pcegas Mar quanto arreuiatou- as re-
ferrdas liarreiras.A'vtwumiisji de ori-an^tt pro-
vincial,.
Oura Jo Baran de XaKyetll.icciaffianio contra.
a elevac.au dos B>iajtn WOre asas de compra e
venda do esciMvos. -A' cniuinissio de orgaineuto
provoci,!,
P-i julgado ulfjro de deliberarlo e utrtnd.ido
iiiiprfliuir utn prisjesto um couc.lnsao il parecer i!a
c < Man*.! Vm-c> UinpWlo de Aluieidu, e foran
ippriv.nlos do req'iieriiiii.-iitns: auh i\> Sr. Joa,-
quitn ilt* Anujp, > .h(,a m.i > que se pe;a a camaiu
nnietpal desta rida le inTormaQies do motivo
poi ene iwo w. Wa. oso.iutadu a le jrovincia,l n.
KM i ; e muro 1. Sr. it.Ui* e Silva, pediudo que
eom iirsearia i solte do diivcli.r wral da ia-
tru-.;aop;bi? ,i numero jlt} alumnos da ajela
de instrusgiw prmari l.i villa .Io('.;i,m, tanto dos
i:i!ii'-jla-lu>, i;Jo dos .jae a frequcniau.
.'.-.s-aqJu, i,; .1, in i() ,|;;i) ;i requtjnim-iito do ur-i
^em-iu do Sr.'.y:ira de Araujo, frii sulcoj'.'ido^ i*
AS'' ISSij.: B ;:i,.. .... ,: l| piMJceto R. l dttiM .\l
ni. que iuiiul;rcu,u|niiir seguudoj padrao mou
t::no. > sul^ifl' i.i- ineiiilnus da assemlilca pro-
vinrial, fsut'fc:.;id.. m: Ici n. S, Jutit de niaio do
IWS ; e ,ip)rova*l.i Jepois il^. oraren) o< Sis. Per-
aa me I t-IUio j XTi de liarros. n:a uiir rer adan
i*. > ':.-. c i u.LSSto ijt; DegoiiiOS ec-iesins!t;cos, o
faa: ciucJue U^e a asouibwa se, juif-iie oucumpc-
teni;paJ('lcrra.|wii da irmaadada de S.
'- da Agovia, r.'cl.Laiaud.i unotra :ct o do Exiu.
Sr. Ii.sp i JKioeA'ittu : e suomeUido discu.-s.io o
nrojiv:ioi) '!'di's;e .ir.ii'. .|,i.' ^enrede KcaiHfis a
S:iiim! Uom-eu.j.-de M.iUis e Leviuo AUts^O de
H-ii tiiift Cu.1j.014. v.'ri:ii-.ui,i .-, u -1 haver Biuaerai
para votar, tu Lya.11t4.lj 1 sess..
' o|d<-iu & .di;. para b^w t : e.iiiiimiarao Ja
al 'flente J' diseussiL..A.t piojeciq i)0 Jo au-
no nassaV.
E*II*( prl:a;f-..s. Por arta dapre
-! .
ca :..
iVI'l''
1 oh eorre.'ile m n niiea-
da tuna co:n-iiis<.*i.i, eouiposta d-w Sr-. Barao de
Ialat3;i, Bario iK-liunpo Alegre, Barii !:; S.
'":. vigatio Jhsij -i/ I'eroira de guoiroz, eom-
m 1 lador Hanimo 'ir.-- Palcir, iemMle ' ti ro Jii-: vi.,;, ,t Caidia. ciiente-cvionel Jjsr
dfl Mirac-, Gomes Perfejra, Joftg. LuU Gojicalma
rorreira e-Uolilio T.de-;itino de Figaenedo Lima,
para em ecmpriiaeiiti) ro !v6o do tiHfsti'rio do
inmerieM ll de diro : auno prexlmn |m-
s*lo, nrowve: a acquisico de donativos para a
-.Micarao de urna .si un que possam funecio-
aras rscolaf de in>tni'ci primaria da fregu-
ai do abo.
;:*rilu nacional. Por acto Ja mesma
presi ii'iteia. uiml-in de mandou-se dir guia
.".iL'.-in par., o > batalhan de intanUrii Ja
1 .i nacional do raunicipi d 1 It.-cili- ao te-.'-u-
k gfwer,:. Tnaiottemlo ?.": a" ual-junfu-se um pouco Tagua, re-
ctor da iljestjcrana pro- JI,IU'J". p, nao poda ser o inesmo qaeo ojitdn
Mi inventor, o qe> idntico ao do iguaes na-
taiuas da ferro ja eonhtcidas na indastria.
- Aiem dfcso, nao **va bem montada >a ren-
trifttga, nem fei rpido e uniforme o miiviriento,
romo de niiter ; comtudo. obtave-se pslucar
liem claro, em geral. sendo a* manenas devidas
falta da evtraern dn nmidade, qne nao fui
co:npleja,por ro ser rpido o movimente.
PdsTb o asf tirar ao sol durante meia rora, tor-
nnuse muito tnais claro, de-laraiido oSr, b r.io
de Palmares outros fazendeiros preste*.queo-
resultado era muito satishtortn. nao 'avetido .1
mojqr duvifla obre a alia., iasportaucia do macbi-
ntfino.
Nao havendo no mercado rede e rame de
cobre que exige o macisismo, empregoa-ee urna
o| ra que o assncar nao fosse purgado melnor.
A centrifuga iiuporMn m !*< e comoallir-
ma o inventor, a experiencia provou em gran le
pule, preenebe o mesmofim que outraqual-uer
de ferro, que importa, pelomenoscm i:oO<>. Por
aqui te pode avaliar da iinpo- lancia da desco-
berto.
k turbina Alvarenga purga 80 arrobas em 10
horas.
a Devenios accreseentar qne o inveutor dis-
peosou o privilegio que a lei Ine garante, decla-
mado que li.iava sasfeito em ter cenconido pa-
ra n progr*M da industria deseu paiz.
Turbina de raadeira-Divide-se o iua-
c inismo eu 3 sw^oes :
t.'
Turbina propriamente dita, que pode, ter de
-ianitro i)"' & 1" o deve *er construida de ma-
eira de le., forte e resistente. Qnalquer que s a inadeia devo ser bem secca para nao enipe-
uai-se. 0 sobro urna das inelbores madeiras,
para essa coustruccrM).
Subdivide>se a turbia 1 :
( a ) Duas oambotas, as quaes devetu ser in
teiricas: Se poreiu a Hiadeira que t'ouver a maa
nao iler |iara issn, pnder;w ser formadas por 2, II
ou 4 pe;.as. comUtnte que suas junturas sejatn
iiiantidas por galos de ferro, e e:-tas pasas sejam
iguaes entre si. As cambutas devem ter' de 0" 4
a 0n, 0.'>, de espessur*^. de 0",, U 1.1 de lar-
gura. .
(b ) Quatro raios fon na dos- de duas peca*
Cruzadas pelo eeutio e mantillas no punzo do n-
cruzanieiKn por c upas de ferro, tls aios devv.iu
ter doesuessura a tuezade da esnessura das cam-
butas, s d- largura pol 1 uum)s , (el O eixo, que ove. sel de ferro, sustentando
duas poias.de madeui, urna lixa, onda trabal a
a tieira onde se lira a (ir.i ijuaudo ae quer fazer parar
a tarima.
d 1 l" n disea de madeira. liao pode dei.var de
existir, se poder-se, em vez da cambla, e rai.vs.
formar nina so peca mleirira.
(el -Urna c apa defe rro, a qual deve ter 0*.(>J'
pelo menos de espessura para poder resistir
seta vorgarao |ieso do assucaj* unpellido pela forra
da J>)la;.in. Os matitlos desta chapa, destinados
apassagom do melac 1, devumscr fidtosem certas
distancia-., e eom lar-'ura' suflirientu para darem
fcil ''-eoainoiito.
. l f)Duas aiguias de ferro que circundam a
c apa.
Essas argulas deven n'r bem caldoala*- no
p ir! de reaniao das i'-xirmaijades das virgas de
que sao furmadi-s, e ItearetO bem conohegadas
chapa, a aieai dis.-o >;s.('!il.a,las por laeos deara-
me. Sea m fiitit-.ir j chapa.
I g I Poiioira. KsLi paca a inais impor!ai*te da
tiirbin.:. dew er de I, un tecido de rame, prafo-
nve as de dupa, jwe aiem de seren menos du-
rav.-is. uspordifaiu muito assucar, dando passa-
.LoH^riM,pnis,anutoridade quenas enrantra
iviws esse, a cansa publica.
'4MMNM:-,aK *i'Ne..1a*rce.reatna .Vatna. Ututo.
rjia; do. Uarta a Viet*a, c.i.-HtMinorou o s 11
l'^Rtiivttiisapin,/*,^*^ do cerreiite, eom m
'in senhoras e
horas da ma-
;ranado..< Deve ter pelo laesea
que
p 'r'enna a
le
'" ;' '" no di mha T rreao.
v nimii&Ritia do baialho n. iO do municipio d
I portea.
- Foraia Borneados : para o i b;.talhao de
infantaria da guarda nacional do municipio de
Agua-Creta:
Alferes, o guarda los Alves
> ft)mpanhia. -
Haeiel.
oomp.....
Bastos M.'lki.
ti' companh;
Ivi'- \i,.-;,.|.
P la I :
'". o lente San I e
Ti :!:''. o atieres BeHajtnjDQ
n.
ti do nrin'icipio de Bom
nrdini, que aimia nao esta ors^nisad:
1 ompiuitiia. i.Viiitao, Kegoberto barbosa da
Hva.
i eompanhi,).-Alferes, l.'rcisino Severo Perei-
ra de Qaeii 1
E'rlifa. Por acto aiuda d<* do e'irrente,
tnr.iMi nonieados 2' e i> supplentes d.i subdilega-
do < {' districtoil:: termo do ftio Fura', iso, os ei-
?Jaiiaos-Jpsede Gouv'a Accyoli e Jos Anti nio da
i--ha VlnderJes.
f-'xi^ericafin <-;>in a tarbina.-Hog-
etn, ao uieio-diij. fea-se no dilieio de maehhras
de arsenal de marinba desta cidade, nina mu
veitosae proatettedora experiencia eom a tur-
">T de i-;fcV.>, tal como foi eoneehida por um
1 rculior de Campas, da provitida do Rio .'iro.
Niiigui.'m se lin a linda animado a l'azer tal >-r.
- lieneta. -;"-.,i:,1 nen'.e porque lodos se norripila-
i'am ante o ea-ti de- 1 mais necessarki apparel |o, qu'1 de tantas e iu-
i'-vitcstaviMs vantagens par o fabrico do asnu-
sr, pie, eom n <-u auxilio, rejaz-se i urna
qtiestaa de pavee* uaimitos, desde que o cal.11 da
canna, iptkientaojente ceaido, introduaido no
1 jpp;irelo, dp onf; sae transforniadi em ex-
diente acucar sUiaenos de pruneira qualidade.
llifectivainente. sepdti o custi) do. apparolno, no
bko meneado, de eercada tres eonjw do ris,
beai se pode v>r que a repugnancia em exneri-
menta-lo s-ria romo foi sentare ereessiva. Mas
ano p ir via de regr em tudas as classes so-
c;'s a ascep-.'oef. e excepres que sao sempre
xn praiajD maior numero, o Sr. inajor Jos
Antonio de Britn Bastos, abastado e illas'.rad 1 agri
cultirdenta provineia. nao se mtimfdon antea
lespeza, e por honra s ia < em proveilo da sua
bo'irosxi <;iasse, pedio e obteve antnrisaeo da pre-
sidenca para mandar construir no referido arsenal
!e larinba, uin d d.) aeu inteaterd-* Camr-is. ,e. promf 10 este s:ih-
motteu-o experiencia de q-ie fallamos cima,
foaivvilhaodo todos qua!:'1- assistiram-a'a pela
rapidez do pr *Iis a 'eettivo por cirti!ii<-
taeias fartokaa, qne da nen n'innodo podeffl ser
eradas a eouta de apparel' o.
Assistiram a e*a exnflciajacia ak'-m rio Sr. Bri-
te Bast-js, e d -Sr. inspec.tor %i- ar#,enl e a.estre
daotlemadt macDina, amftoa'os q!ua?s> dig-
nee de .voc peii -. seu csmp.tQS.je cai'ados, o
Bsn. Sf. iMiiiui-ddad'jr'iSenriqae Peretca.de' a-
oeni, emteu e.r ;-. e o Sr. bar3o de Palmares ouitrofacrk
gem aquello mal
t'", i da largura.
1 i os eordaea, que se pooontran entre a
peni-ira o a c apa. Tend-j estos cordfies por (jui
firmar u:n pequeo va entre.apeneira ea.capa,
devem ter urna proseur proporeiiinai ao tim-.
2.*
Esta se-';ao constituida pela caiita^*een ra a turbina, e subdivide se em : um disco 00
madeira pela parte posterior, una cambla pd*
anterior, e o ferro paraJnaido nai circuaMajMaeiaa
de-tas pecas. Nao servin lo esta eaixa se nao para
aparar o inel de purga, pude ser construida de
qualquer madeira, eomtiinto que sejam as juntu-
ras bem uuidas para nao deixar o el esrapar-se
or "atr.i parte qae nao seja o tubo iafraposto
que poletambeiu ser,de madeira.
3/
Esta ultima seceo constituida pelo engrada-
ment qae sustenta a turbina. Sobre sua iir-
nn'za e segaraaca pero ?. maior atteneo. Em n>-
,tae|0 a turbbia, earrgada de assucar desunvoivo
a:aa torca titnica, que tudo arreba'.ari se nao er.-
cmtrar resistencia superior. Esteios, inadrese
troveras san saa- parte-; e.>n-:ituins. Sobre to-
das deve haver provena.o ;p iem a maior lirnf-
la, deve ser, nos 4 esteios, que devem ter de O, |
a O"- :\ de face, enterrando pelo ebio abaiuo im
e ". S de largbase, 111 de sapata como vulgar
meu'e se diz, n.-;s duas madres qtw sostenan os
mancaes, onde gira o eixo, e uestes naneaes ;os
qnaes devem ser jeitos de Jacaranda taes, que
posto de lepa, pode pedir mecas ao niel iop bron
tanto em firmezas eamo en dnraeao; se que
nesta ultima qnatidode on"m exeea.
.-'i d" Ilustre taz. udeiro de Caaopos, o Sr.
Pr. Alvu-eoga, tspcssandg o privilegio, qu-; ti-
n a iqquesUouavel dii .' a ir seni clavida d:.'-
no.dos maiores euconiios, e a-saz denota asna
abnega;if) e patriotismo,
Em nomo desta provincia w>s lr o relevante sarvico que, eom o sea i.ento, pies-
loa a r.ossa principal industria,
Ci>li$riu.s tingido a idade de qualone anuos, e como tal
acharem-aa eomprelu-uJidos na disposieo dn art.
fc5 da respectivo regulamento, os educandos se
guint'ts do collegio de orphaos, a cargo da Santa
Casa de Mi-rricon.. do Reeife-, devem asus pas,
parantes ou tutares re>iucer a presidencia da
provincia sua i'-lirada Jt'sseestabelecimento :
Antonio de Mendouca de Albuquerque Mara-
nliiio, lilhode Jerou, ao Salgadj de Albaquerque
Mara^ho Mana Candida de AILuquerq-ie Ha-
r.iiibao.j tallecidos
Manool Rodolplm Cordaiw Le:c, liiho de Miria
Rita Smeme do Uego.
Antonio Pedro de Alcntara, liliu de Mara 1-a-
bel de lesas.
Francisco ft.nralves Guimares, Olho de Auna
de Salles Cavaiaante.
Joo da Cru- Meiki e lia*, sobrnbo de Rosea-
da Cmbr.na Feneira de Meti.
Manuel Theodoro (oucalves da DsrriaMirsUii ti-
Iho de Candida Rosa Sampayo da Porciuncula
Arreinata^u provinciaL -Foi trans-
ferida para o dia 24 d-) oorrente, perante a junta
da thesuuiaria provincial, a arrematajfao das ma-
deira* axtrabidas da noa'.-j de S. Joo, na villa de
Pao d'Alho.
esplendido arae
Estveram preseatesy-efea de c
dansou-se cen auimaco at s S
dMflada Durante o, festn ra non a ans campleta ordein,
SiK-idlaiIc it|-itUea Hasarde Se-
cmtrn. No lia 14 dn com-nta honve sossd
ordfliaria desta. aodedsde aob a presidencia do
Sr. Dr. Manar* ffaatella.
ProeedeiKn*aa A efcicao direccao sao e.leitns : I" secretario De. Adiijibo
Lamcnia Lies.; C*dita Joaquim Das dos Santo? ;
taesoureiro capitn Jit^ A. Pinto. .
Pas-;mu>-se a t' pute la ardi-uji dia, e tida
pelo Dr. HUlinho urna memoria sobre a aclima-
tan calima 4a- ayuudiouia riaatx. 1 borracha^
nesta priviacia,
Finaa # litnra # Sr:Dr. 1ortila agrttaVest e
Jou.vou o Sr Dr. Gmjuio pelujeu trabaJIw.e fui
re referida, e se mandarse vir d.o;I*af.p>irao sdffi-
cente do .sement da symphunia elstica 'para a
sniMi-dade dsti*iiiir, eom os ngricultore* qae qai-
zoreiri experimentar a siia cultura.
Q Sr. lir. F. du FignoirtVa Fara deolarou qne
em quauto a snciedade nao tivesse o scu orgao
*a impronsa, punban iliipwljTl as eolunm.is
Jo Diario de i'ern imbuw para impressao de seus
trabalhos.
O Sr. presidente agradeceu o oirerechnento fei-
to|iel>>.Dr. Fijueiriii, a que: a soeednde desde
a sua creario deve innmeros favores desta n.'.-
tureza.
D Sr. presidente nomea urna comusso com-
posta dos fcre. Drs. Figueiri*i, .Coutinba e Comes
Prente para esolhereui o local majs aprppriado
a nx|iosii;ao Je productos agrcolas do> dia 2 de
dezenjbro.! Uesoivau-se pedir ao miuUleno da
apicultura que atitorise o transporte- gratuito
dos productos.que tivereai de vir pela, vi* terrea
do Recite ao S. FrancUco.
Li-vaiiia-i-e a sasaapj
Acba-se inscripto o Sr. Dr. Coniinho para ler o
segainte trabalho:
.Noticia sobra o ommeiwio do Brasil em 1872,
ua si-is.io ordinaria, que devera ter lugar no da
30 un curieute.,
Sao convidados todnso? socios que tuizi-rea so
inscr-ver para a leilura di mcmoMas sobre ina-
trucc.w publica, commercio, agcieultuia. iudustria
e artes, fazo-lo eom autecedencia. .
6t.i:oiiuiar:'n. Kei'eiM'iii k a seguinto ca-
ta : Na Ht?i-ix:'< Otaria qm hnje publiequ essa
lolb.i. vein uiu artigo ejrelaoio a falta de*:eio
que la .11 mu cann- queda esgoto aauass-i-
vilas do qii.irtel dobatalbao 9", no Hospioio, sob
meu eoniui.-.nd.i.
Nao exacta a inft.r 1 iiariin que pre V. $ como ver da copia junta,extrahida do livro
de visitas diarias que.passa o medico de servico
ao eorpo. y a artel do 9" bataihao de. infanuha,
no Hospicio, 15 de abril de ii<7't. Juiu.um Cocal-
cutti dt AlUii Examnelas o isoes eos majs coinparlmon-
j-.los do i|.iarte e os achei limpos ; nao oncoutrei
p '-31111,1 Jo aun trata a Ilrcislt 'fiiiu do jornal
/*' ro Je Pitmambuc de h.je que d esgoto as
aguas puiridac, que., ef|alli,-mdo-se pela ra do
Hospicio ncoi.untiila 11 a visinban;a; parece por-
ttil que bou ve caga 110 do. informante.
Reeife, to de abril de 1873. Assiguado Dr.
Brneeta Felictmn dn Sihn Tacares, P rirnrgiao.
Est confornii) d loa t'iock Rotmuio, alferes.
secrotato interino.
Verdadeira ou nao a noticia, 0 que certa
qqe abaseamps enimfonuacio de pessoa idnea
moradora na cjivumvizinlianca do quartcl citado.
E' o que- podemos aitirinai- ao Sr- teneiUe coronel
Bollo.,
.\v, Uiaiu* des vapores.-.'. 2 do cor.-
mote aqnj esperado o va|r francez VUlr de
Hi de Jtinrirj, primeiro da qova buba ile v,:; 1-
res Irauctgc* que se va eslalwje'cer entre o Ha-
vre y. Santo, iM)m escala ppr Li-boa, Pernaaibuco.
Babia e Rio deJjaeiro, o qual depois da demora
necessaria seguir o seu ile, correaU, limocenao da_Cunlu *^; %^*V& ^* ?: ^ SS.^
ior, rfecornejo Diog Raptista Fernn
os *!-. HasanbargailiiresNeiva, ARuiioJarge,Sou-
za Leo, Afnjeida Albuquerque DorST provi-
meuUi.
Rjj-ijTijiile o juizo de direito de Naearai reeor-
ruln Iwquim lairreia dos Santos. Juites esSrs.
desembargadores Araujo Jorge, Afraeida lbn-
querque, Doria e Souza Leao. linprocedenle.
Recortante jajee de iiinMa4o fiaho; recoari-
do Olycifio vanal Camello, Juizes os Sis. des-
embargai'riN Anjujn Jnrgdj Almelda Alunqutr
qae. Nflrfii e f*Of||. loiprofediite,
Carii testemu'uh#el.!r
Do juizo do faajlfe.Aggrav.ate Marga rida, por
seu carador. Iuir.es os" Jrs. deaembaigaderes
Afaujo Jorge, Mn* e Neivai feran.praumento.
Appella.-es rimes.
Do jury da firanja.-Ap;u'ftante rf jtrizo, appel-
lado Antonio tSamL da SilvaaW- tenca.
, Da Jsciro. ->Appellaata> o-juiso appallado o es^
cravo Loiz. -A novo jury.
De Garuar. -Appelfente Loarenco Jos de Ofi-'
veira, apucilada a justica. -Nullo o procesao.
Do Sobral. Apuellanta- Vicente Victorino da
Sitv.i, apellada a.ji|sa}i;a:.-rCon(padaasentenca.
D'Agua Preta. ~ Appellante Joaquim Jos de
aaat'Auaa, appeHadaa justica;A novo. jury.
Do Aoaracif. kppellanle Francisco Domingues,
appellado Francisco Domingues Untalha. -Iinpre-
cedente.
Dij Mara, tonaira AppeUant Joanna Theoto-
nia do Espirito Santo, appellada a justla.A no
ni jury.
Appcllacoes civels.
Do juizo municipal de Caniud.-Appellante Ma-
noel Joaquim de Sampato. qipellado Joaq'iim
Pranoiaaa de Lemas.- Mandou-se proceder a urna
avaliai;o.
Do juizo de direito do Recite. = Appellanta Ma-
tbias Lopes da Costa Maia, appellado AnfcmioCas-
siiniro deGouveia,Conlir najia^ sentenya.
Da villa do Principe. -Appeliaflta* Manuel. .Pe-
reira Balcout e outros, appellados Lidio, Luiz e
outios. -neeeberam as embargos.
la-curso de falleecia.
Recorrentt o juizo especial do commercio( re-
corrido Antonio Esopo de Luna.. Juizas os Srs.
deseailiargadiwes Doria, Neiva, Almeida Albtujuer-
que e Souza Ueao. Deram provinento.
radMajns
DnSr-dcseinbargador iDomingaps Silva aoSr.
deseaibargador Reguoira Costa :
Do juizo municipal do Natal.AiqieJlante a par-
da Iguez e seus lillios, appellado Maaoel de Mello.
DojuiydeS. Balita Appellanie o juizo, ap-
pellado Antonio Gomes de Andiade. >
Do Petrolina -Appellante o juiz.i, appellado Jo-.
s Francisco Feitosa.
Di IbnaagDapa, -Alquilante o juizo, appellado
Pedro Jos Monteiro ds Santos.
De Uacanhitas.Apiiellanle Joaquim Comes da
Franca Villar, appjllado Martniano enriques de
Souza.
Do Sr. desembar,-ador Snuza l>eao ao 5s. jas-
einbargador leijifa;
Apjielbcoes cvois. .
Ap|iel.ante Adoodato Ferrrira de Suiza, appel-
lado Antonio Rayniuudo l'ires ; appellante Ante-
nioJos'da Silva Mandinga, appellado Francisco
Antonio de Souza Aiia-l,n-io.
. A|Hiell.iooes elimos.
Appellante o juizo, appellados Manoel Soarep
da Silva e 011 tro ; appellantK Mauoel Martins de
Azevedi, appeliado Auton Rala _Mor.eira ; ap-
iie.'lante-" juizi, aji|Kllado Jos Vicente; appel-
lante o juizo, appellado Jo> Escoci^ ile Pinito ;
aapafaiMa o juizo,. a|i|iellado Joaqumi Antonio
t'anleia
Ao Sr. desembargadnr JLourearo Santiago :
Ap|H'llaeo civel.
Appellante Joan do Moara Florencio, appellado
Ao atnio Fernandos Peixoto Rosal.
Do Sr. desembargailor Neiva ao Sr. doeiabaf-
gai|or Lourenco Santiago :
Do jiao nmiH'eipal. do Reale. ApivllanU) a
santa casado misericordia, appellados Symphro-
iiin Olimpio de Queirn^a.e outr.w.
Do Sr. desembargad *r Arauj-i Jor* an Sr. des-
embargadur Lourenco Santiago
Do juizo de orphaos da fnipei.itriz.Appellante
Gremio dramtico. -Esta snciedade ja eserava R imana, por seu curador, nppe'lada 1).
particular dar Iwie,a noite, no thoaitv de Santo Anua Martins do Lacen!
Antonio, um espectculo jiu beudicio do socio F
L. Colas, mas por. este- djstipeto generoso arii6-
uitoris e u"gijiaii:e. I:e os qua^s n-n-leram
nonieiKui'lMu ex^ejlen'e invento, q-^ tAo rjandi-
rosn ebjipato de r ;r no (abr': 1 da assu-
car.
."o appstiasos no.-, (i rota, a axperienxa, por-
que cnegaraes tarde.; mas vimoseexaminauuws o
a-Nacarv4epols; |Je-pasaU< ma tarltinxaate- t de-
pow daMkce^ ,e p.-.r aoasa ve? compre.vBdanos
tela a vaitlagem qut v ai tirar aj Bpp)f agri a'.lore?.
A tn^jinjalP otadeira, deiue nos temot o-- a- .
'' f"i Boato ja dissruKKt, construido BU ar-
"jial aijr>i-'. t, wu oKftOj nao exwdei.do
2011J. -em contar os apwurpl W 'iue < 'i^jf'tn
rarisra tt.r o m ,vimea enjo cuato alias'-nao *
!' "ranile, 1001^1,
Miamos a ca'laam dos va***, feitorr, e}p.v
aa.meute#.n..BtAressT^s,.avahar o sen>. que
a agnenKnra acaba i prestar o Sr. major Bi'iio
Easos, e a.nMta'.tliu^o: a:ricuitor dirigimos ns
nnsaos HimapritosnaV.. pedindr|lw, ,tm!.
qne repita a experier. ia a'um de seus ongeuxas
nnvidafvlo assistpjg aign-^s de seu-- niegas,
atim de ()iie.*t,(evO.Vv; ;-:^ van^agens do systema.
A jpropositoda experiencia ds hoeten o Sr.
?. Coutin o reraettea-nos a*-mromtes finas.
iju miilo lie agradceme*, uesiin corso r.nde-
PcrnambueoStarsetUailway jAeha-
se 110 exereici.1 de gerente daita empreza'o Sr..
onstavo Adelpne-aSclimiilt, njmoado ultnament
pela directora no Rio ife Janeiro.
Rvrif> aavaiaaico.Deve realar- iuna-
upaa ti'), no palaei da presidencia da provincia,
a.-reunan da commissao nomeada-pela presi-
dencia UkfS da oa_miantna Hrnife Uranioy, .3 verificar
- ailea, a victi do Maoeetbro cntiato. preen-
eliem os iins que-se de*tiuain.
Iris<.Em 4 de eorronte. 0 dolegadi de
Bom C taalha preoaeu. em liagranUs por crimo
de.furto de *.alio, a Antonio Correa Bando.ra.
-, S**-srrl t Na subdelegaoia do 1* distrieto
do .-A fugados es; a reeoibido rini meniayide er
preta que apepas aba formar sMM Afon-
sa, r por eim qoena-o jieraa-j..
FaalRciiarraCit.Tpos dol.jrosis llnriasntos, faleeea hontftn pelas 7 horas dapou-
te, e idii-i'Jua de nnrne Manoel Jos do Sacra-
unto,^aJiavia sidiimortaimente ferino, na tra-
v^S-ia do .Vt.pAeo, a del cajo aotb nos a*nil|nnliln
tm nov*a Jtmirta daibantesi.
Uracaa a pruvidencias,. zcii e aetividada ti*
actual siibdeleiio anpplede em exercieior Dr.
Aifcerkvj NottO'dc- MeatKja,-va>taara-iii nrtsos Mar
noel G/mes Sjgjiava Amorm nAutanjo Jos ios
Alijos. Ju.ia (aa^iino de Ma;An o Jrwo Raot'Sta
da Silva Monteiro, ndigitaiua -mandantes e. upi-
datarias densa (aime, c aquella,autori&d/-.aam.
coa honteai a prosiwu-j na entino^ao do.inque-
'i'.o policial saiwe essa,.nefanda aiine, qu-> bem
revela a, iad >k perversa de t ns actofs,. teada- c
em att^ja^.noYalQueos.leYOB. a pratica-lo.
ta otrere,:ido v Exni. Sr. presidente da provincia,
'om destino as obras de projec'.ado hospi'-io de
^alienados.
Se digna de louvor a aecao da ociedade frt-
mi-i drametia para eom o,collega (pie tantu a il-
lostra. o >r Colas ;.a generosidade deste que j
se nos aligara sem limites, lio. repulidos sao os j
seto* de pbilantr.npja por,elle pratieados, nao obs-
tante s ter imr'unica riqueza -o talento que
di Espera-segu esse espieotacalb, seja o mas p.
siv.q eoncarndfli
C horas da nnuia, indo Tlmodoro Jos- Ferreira, de
7 anuos de idade, Ctzer compras em urna tavei-
11a no lugar Vanea, ah fui accoinmettido. por um
tal RenedictO, aprendiz de peureiro, eom 17 an
nos de idade, mas actualmente vagabundo, epor
es.te atrozmente espaueadu a ccete, do qae resuj-
tou car gravemente ferdo e em pergo dovda,
Ao inesmo. rompo o criminoso confioiia apas
Miar affroHtosa mente pelas ras do pivoado,
e>imo se para, elle nao houvess polica.
Onde iremos assim 1,
I^oteria.A que se acha a.venda a i7.", a
beneficio da greja dos Martyr^os.do Reeife a qual
'.orre r-> dia dn currante.
Leilau. Hoje effecta, o agente Martins o
leiln em cnatioaacao, de capteUa?, dadas em pe-
nhor, eonstr.-ido, de relugir-s de uro, correales,
conloes, traucelins e-uU'os rau.itos olaectos de
gusto : s 11 horas do da na casa depenhore.s na
travessa da ra das Crujas 11. 2.
O grande leilo de movis, lauca, -rystaes,
t:bi a-, de pr.tta, carros e cavjllos, em casa de re-
sldaneia do r. Joao Cavalcante de Albuquerque,
deve ter lu^ir hoje, conforme est aununciado,
devendo comecar cedo,, por seren mi-.itos ediffe-
rentos os lotes.
Hospital Pedro II. -D inovimeulo desta
.estaboleeimeulo, de 7 de ur^> ao dia.i3 de abril
foi o seguate : existiam if39,' entraran). 66,.sahi-
ram H", falleceram 1", existem ii. sendo ; 08
hmens e 103 luulheres.
.UwUiici^
Foram visitadas as enleni)*riaa uesies das a- 12
, Do jniz do direiln do Reeife. Appellante Jos.
Alves Rai'bnsa, appellado Aiitoiiiu.Ue Souza Braz.
. Do jury 4o BuiqueAppkllanle u jaiiw, appel-
..,|) JoaO Goncalv". de Abunda.
DHceuoia crimo.
Ao Sr. dosambargador promolor da justea :
De MipiU Aiioellaiite Candi lo Martins de
Castro, appellado Jos da Costa Villar.
Appellao civel.
Ao curad'* geral, ao de ausentes e o Sr. dos-
eiabargador prociiradnr da curia :
Appellante JorgcGalort, apiiellado ValfredoCa-
mello Pessua.
Assignoo-M dia para jiilga-.neuto d is seguinfa*
fei to :
Ap|tella.i>s ciiines.
Apjiellante 0 juizo, apitellado .lozino Pires de
Olive ira.
Appelia'-Oes civois.
. Appellantes eappell idos juntamente Francisco
Luiz dos Santos, o os herdeiros do inesino ; ap-
LpellantJ Jos Luii Hontaira de Queiro?, apppllada
Mara Joaquina da Coaceicoj appellau'e Jo- Ja-
*ime Tasso. appellado o baro de Cna ; appel-
lantes Dr. Ambrosio Machado da Cunha Caval-
car.ti e outros, appolladag D- Carlou Acciolr de
Barros e seus tlms.
UISTlBOtcXn.
Ao Sr. deseinbargador noria :
Denuncia do bacharel Alvaro Caniinlia Tavares
da Silva contra o juiz d>- direito especial do com-
mercio bacharel Sbasliao do Reg Barros de La-
cerda.
Reourso crite.
Ao Sr. desembargador Doria : -
Recorrenle o juizo de direto de Itamli, recor-
rido Jo: ( Joaquim da Bocha Policiano.,
ao ir. desembargador Regueira Cosia ;
Ap|wl(a(Ao crina.
Do jury de Camin.-Appellante .'asepha Ma-
ra da Cohcoicjb\ appallada a Justina..
Kncevreu-Ht s"*in. as i h*>ras menos um
l/.!. 12. 12 1/2 12, pelo Dr S;i5arento as. B, 9, 9.
i' I 1. fl.'.l, pelo Dr. Malaquias.^. as*9, 9 1/J, 9, 8
4,2, 9. 9, 9, pely Di'., Viani, .
Fallftxdot, '
Manoel Oliveira ;. tubrculos.pula)nam.
Bonifacio ; paralys.iaagjUp.te.
reacio Jos .de Frejta^. ppeupiouia cbtnia. ,
Mmoel Mara de Jess.; aftemi^.,
Josi' Mara ; fijire amarea.,.
.loso lenevenuto : phlysica pulmonar-
Antonio Flix da Silva; febre aptarejla. .
Braz : febra amarella.
Fortunato Joaquim Maia..hex.igas, contlueute^..
('a-tano dos Sn,tos : tubrculos .puluioiiares.
Peler Lilholdz; febre amarella.
Mara Francisca da. Purificado ; oachaxia.,, ,
Lulza Mara da Concolc,o ; cacn;xU-
Mana Rosa das Prazares ; diarrbea.
Cartel Biutoloine febre amare'!*...
Antonio de Snuaa M>reir> ; ebee biliftsi. .
Luiz Antonio P.iguelra; eoterite.cnronica^ ,
vendo o supnli-ante provado ser brasileo a cai-
x'rtro 11 tini-ailo. '
l!eqiiisirn da secretaria, nadada a satisfarn
do unupelente seUo pachante, que Cardozo 4 rmio.deram a Joo Pe-
dro da Cruz .Neves.-Informe a secretaria, dccla
rando se nao tem si lo a pratica pa^ar.-m as cai-
xclais despac antes sello de son titulo na alfan-
dega.
dem de dita, qur.nto nomeacao de Migael
"tortierto jnngii. !'. re. eaUair despachante
de fnipps wthars i C.dem,
1 0f"miarae&oOeln insiaurulo contra D. Vicen-
iar^pimlola de Meinleiea, r eif uma duvida da
aocartaria. Sej o despae o da fl. lo v., intimado
o pai da sumin-viada e tambera ao advocado por
lesflconstituido eom a .-asistencia daquclle.
"na parixkr Doik-tn<:sKMRAitCAnoit fiscal.
Peticoes :
. Do Antonio Gomes da Silva Jauior e Florando
Jojo Baiitista, registro'do Contrata social por elles
celebrauo.Registru-se nos tenaos do decreto n.
4^94,-. -
De Jos Joaquim Alves, Jos Gomes da Santos a
Paulo Jos Alves, tambera solicitando o registro do
contrato junto.-Seja registrado o contrato junto
na forma do decreto 11, 4,39i.
De Jos Joaquim Alves e Jo- Mondes da Slvei-
ra,igualmente presentando, afini de ser registra
do o seu contrato mercantil. Proceda-so ao re-
aislro, legran 10 o que determina o decreto n.
4,.I'JV.
De Joo Manoel da Cimba Aranjp, Manoel di
Souza Aaevedo Pires e Justino Francisco |llenri<
quos, da.mesma fr.iia, olTerMcendo o sea contrato
annexo, para ser registrado. -Faea-se o registro
pedid na-forma do decreto n. 4,394.
De Joaquim Peivira de Carv-al o e Dainio Pe-
reira dos Santiw, ainda registro do contrato que
em duplienta o(Terecem.=S-iti cal.
De Joaquim Antonio.Mn Arauo,|Adriann Augns-
tode Almeida Jordn e Joo de,l*astro Guiniaraes,
submettendo oiitrnsim,- tres exetnplares dn seu
contrata para que se ordene o seu registro. -Seja
registrado o contrato annexo, nos termes do de-
ecuto 11. IvWai
De Jo.ioMendes de Aranjn, Manoel da Costa La-
bo *a'.bristo-vao Ferreira Campes, lambem o re-
gistro do additamentn de contrata da Orna Mon-
des, Lobo & C. Kemii'iram de accordo rom a
parecer liscal, que se funda no art. 307 do cdi-
go commercial.
De Joaquim Mnreira de MendiMiea e outros, re-
chimundo a provinJencia do art. Hi7 de cdigo
commercial confira o UqoMatarie da linna Costa
Irmos k C, da qual san oa sunplicanles interes-
sados. Tend t o tribunal resotvido qne Lnlz JoV
da Cena-e Sdva (liesae as derlara<;c qne llie
fossi-iii conveaientes Borren ahjeeto da prsenle
pi-two que elle. 1 avia pedido por certido, a se*
cretaria reinetta-l e agaxa por copia, os docu-
mentos que asominsf an a mesma petico. allm
de qu dito 1'nsta e Silva aprsente a sua respns-
ta uo termo de t das, contad,ts di(|!iel!e em qRe
a mencinuada Oopia Ine for entregue por parte da
indicada repart?ao.
- De Angosto Parrara de CarvaHe, socio da tir-
ina ("arval o. G:;aiares A C, impetrando ma-
tririilade couimer'"iaa>. Adiado a reifueriment
de um Sr. (epatada.
Autos d-! reabilitaeo commercial-rie Rravenuto
Cav-icinte Baarpi" q? Amqa-i-qiie. Cuinpra a
exigencia do parecer 1: fl. 22. Sao votou o .-r.
deputailo Cauda Aleoforado.
I-APHI- ALIAD-)-.
Requeriment is :
De Antonio Jop Si.va do Brasil 0 Joaquim Fe-
lippe da Costa, rrg sro lo seu distrato social.
lonrpM a searetavia, declarando em-que se funda
para dizer que aa coiivspinii!-n!e liarte do capital e lucros, retii-
do pelo sappt(.vmie Silva dn Brasil.
De K: R. RabeHa & <., acompanliado da infor-
uiaco do escrivao J is Mariano. O tribunal re-
solveu que a srcretaria procurasse no cartnrio do
major Alves de Britn, esclnrfrtm Titos relativos
qui-aio que 1 mi-," entre Palmeira A Beltro e os
uuplicantes e ;. que se refere a informa-.-au jauta,
sendo ditos esclarecinit-nto* ar.r.exns present
peticao para servirem de base deciso peili.la.
A nniona do trUhina-l >'resi-lveii que houvi.ss,
smssSo admini-'trativa nn dia 17 -p depois 110 dia
24.
Ao meiodia. > Kxr o Sr. coiielheim presiden-
te HlSjMHid -ii .i LiliKlo, para entrar x judieiaria e
liiiibi esta foi de novo aborta a administrativa que
enrrrmi-se < 2 honw da tarde.
1010 .-,ii, .-M.a-a -can, >.oana ijiiuiiaiaes,
Cosa e r. Lobo atosc -o, abrjo.su a x->-
ifcl.liu.. c aporvadi. a acta da .antece-
quarto,
slenle. -J t* Vwi* r\-fe iTwmim. M V+mt
rfax AVre*. -lUnadan Mu : iw Frtirr fitsdM .si'i. Jrritmfmm 4e S4SM4 tv-ir... JoA* itn m-
iihn Soyiv.v tjjfinfititti ilr.JJVdrfi rf r Mi
IM1 I/ose,,!.. J.,f(. du; SMsp Jf* au*-r -
UenluJitsfiiCutU,
m
*UCACfEC h fOHPe.
-'-RICIlKia JtliWUiEL .
IBIUl^iL Wi KS I.t.< AO
SF>tAO DE 8 DE ABBIL.-aE i7si
>BS-ll>F.! ANIUGO.
Setretnrio Dr, Viftat VotOto.
As 10 horas Ja optaba, presantes- te, 8rs. des*-
eiii!,;u'e;iiii,re< Almeida A.UKi'niwtpiti, Dora, De-
minguics Silva. Souza LeiOyiKeiva e raojcJarge,
faii.-m.io rom causa os Sr. deaemtiai-gHawts Lea-
reawp Saariago, Mntto; prqcoeador da coiaioy, e
Regueiraifairta. abrio-.se a sessiki. ,
ZULO A UNTO.
Mulitas cornac*
.NeL-ararn nitura ao pacteate iktao Vasco-Cabral.
MonuraoB-ciieaoSfl
H'Torreiili! o juizo .de dirit0.e'abo, eerti
Kliod iro Bjptirta de Hueario.. Jaitas ws kt. das-t
eiiibargadores Doria, Ainu-iua AsWliUnnintvSta-
;i beao e D-miinguej ,n#jra o InptecedonU.-..
RiH-prrente o jalzb de direi*e.*oavatai. Jieoerri.
do.Jltoaelix da Silvoira. Vollasa,, ianm na,.risa.
desen-Jiargadorefl tHimmgpes'^shsv AjmoMla.Aibv-
querepe, >jetva e winzii Leao. / lmprocdat<:.
Tsribuual do i-airM-io.
\CT\ DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 7 DE
ABRIL HE |X73.
PRISlESClA DO EXM. S. COXSKI-HUIIO ANSELMO
FRANCISCO l'KKKTTI.
As 10 horas da manha, presentes o* Srs. de-
putados, secretario tilinto Bastos, Candido Alelo-
nido, Lopes Machado e o Sr. suppjente Pereira
Reg, o Exm. 5r. conseliieiro prosidente abri a
sassaa.
Foi lida c approvada a acta da sesso de 3
da eorrente.
KXPkDIKHTE.
OfBcio da junta dos corretores, remetiendo o
beletm das cotacoes olliciaes da semana de 3l de
mario a 5 do eorrente.Para o areviv 1.
OflJeio do amanuense archivista Joo Elx-sio de
Figneiredo Cruz, cominnnieando arar-se anoja-
do. pelo fallecimunto e seu av u brigadeiro Joa-
qoim Bernardo de Figueiredo. -O triiional ficoa
inteirado.
0 hvro de correspondencia ofBcial regularmente
e^cripirado at o n. 54.
Distribuirain.aos Srs. .eputados os doos limes
seguir;t".s: diario de Antonio Curreia d Vascon-
cffloj e copiador de Severino Irmo Je (1
DeSl'ACHOS.
Requeran-oto- :
De Clnrind Ferreira Cato, om que peiteelimi-
mtyw do registro das nomeat;oe6 detaixeiro quau-
Uxa- Ferriliam de Abneid.t Cajii, como ci.ixeiro de
Jonqnitode Albuqnenjue Mello, viBte 11ra iser ca-
saira-.do snpplicantev bem rom 1 para-ceitcar-,
ele ser dito ferriliz-io ou nao br.VMi -iro. Sim,
anb' a secretaria.
iBetQ-Mtavo AdeHjhiiSctuniidt,para que >-.mau-
de mgi'ttrsr os dnnti documentos> juntos, que di-
zant res(ieitu admiiilstraro proaneoria da- eom
pan ii4 Pernarasuco Swt'Raiiwai', da qual o
Snpprwtte repre-atanto.Como requer.
IDcJ/aio Cbrysost'imo Gonwlves.^'osa, aliiat.de
tetnritua-Be sa e<> oa nao negociante matrJQU
Jai a/ Cerunqne-ee.
(Bwfflesiaa loid C rysostomo, tanibwii para cer
rt3*^ o fien* ntmea:e de seu caixeiro
ftanato Al ves..Sim.
dos Ms Lourenco dos Santos- e outaa. Jues os
Sr*.. dasemuargadores' !%iva, Araap> Jorfa Bq-
miikgqe Silva c Deria. fraprooeente.
-RoitDrrente e
i...,aiMi4ls LaUniiitA Coifareccnioa-wj-nv tres
pi%craooe8 que juntan.S jam registradas.
f D* F "Rocaa Cercada & Sonrinbos, cumprinda
*ecprreute o juio de jrtWao itoaiieyMoerrv deanteho deste tribunal, que mandoabssem de-
alaradiftas idade do* gocos da firma dos sapoli- le/antou-ie a.sosto.
efeni'ipana podes sec,elia-adniitlida matrcula.
-?Unji.'Y que;;Oa: supp,"arttet satisSzurnn a
cjlnvao- cas3 de wsmio
rite c jw-ode dfctitsvale. Iimmq. aeaafs Kkdavv-nrdestonib
1M0 J|ia ViiKoAposna^nm. .ipnas wleadns **nh\ soqua ranhrtcam. .
mba^gadores Ronza Leao. Almeida Albuquerqne, >{D*ffntf|ia,Srtni da.aiWa aenraarciante ma
Araajo Jorge e DommgueiJ^lsb.p- iiwaan4nMB,lKknldo sobVrute 1 o nenalra da^tiotn-^o de
'.>?IB.* MUNICIPAL.
SESSO EXT A !in:\..;.:.v A..S:0 DEMARi.X)
D$, S73.
FRES1DEXC1A XI SR. RIEGO E VtBUUllQROjE.
Presentios o Srs. f.am-iro, Neves, Lnyo Jnior.
Tncqdoro Silva, Souza Leao, Cunha (Juimar.ies,
Bento
sao, e
dente. .
Leu-se o segoiniti
E.\'-EI isrtk :
lin olijcio do Exm. presiuenie da provincia
convidando a cmara para assist'r ao cortejo
eligie de Saa M igestada o Imperador, 110 palacio
da presi lela, por occasiSa do annlveraarrio do
juraraent. da ceaslitaicio d" imperio. luet-
rada.
Outro do mestno, tambera convidando a cmara
para assistii istribnicu dos pnetnios conferidos
por occasiao Ja ultima exposifU9 provincial.In-
telrada.
Outro do mesmo, recommendando acamara,
qne ministre as infirmarnos ..-alistantes do oflLio
do 1." sec-retario da asseiiibla legislativa provin-
cial, acerca dos arrendamentos dos eougues, que
loe pertencem. -Qae se cumpra.
Outro do uiesm-i. aeepsamio o oBicio da cma-
ra, em que Ihe counnunda. lev lomado possa da
administrai;o do municipio, offereceudo o- seus
servais e ag adec;ndo os cuaijirimeatos que Ibes
foram dirigidos. -Inielrada.
Outro danesa regedora d inuandade do Se- um* r;lu"Vu-:" "I
nhqr Bom Jess dos Paasos, |ue se venera ni ^'^ 'l"*,*0,,,)
igrefa matriz do Carpo Santa, convidando a cma-
ra, para encor^Kirada aoixiqxihar a procisso do
mesino Sacro Senbor, no dia zW d 1 corrate, |K-las
3 hora- da tarde. lutajrada,
^ Outro do pcofesnr de msica Francisco Lbanio
Cqjas, offereceudo a >ua coma isi.-o de msica,
inspirada pela gloriosa ternimac-io da guerra do
Paraguay--(fleje agradeca.
Unra iuforma.o doeugcnbeiro >obre os escla-
reciineulos pedidos pelo r>r. veteador Lobo Mosco-
so, sobre o deteriorndola d.^ reparos ltima-
mente feilos na erjra do matadjuro. -A' commis-
sao do raaiadjuro.
Outro d.) tnesina, awuwt 1 a petico de Anto-
nio Jos Rodrigue- de S, .ua Deferido nos tor-
mos do parecer.
Una petii.,,,0 de Sypolij Martins Comes Pinto,
Ao liscal.
Otttra de Joo jtafiij de Araujo eaAntJuio
Ribeiio de Araujo. Ao asci.
Outra de Joo da SiWii.ra Bosgas Tavora.-A'
commissao le pet.jije-..
Havendo o Sr. presidente da viimara foimulaJo
diversas acc,L pelo fiscal da Ir-iguezia dsrt Afeado-, rosolvou a
mesma cmara, a (O^uootnonie da Sr. vereador
Layo Jnior, que o presider-te j^oiueasse urna eom-
missao, para ottor esdasecineavos dos factos de
que oi accusaj.j .> dito Qscal, a foram Horneados
os, Si 5. vreado'.'i- Me ve- c L;-\p.iuau.r.
Foi> ppiova,. ;u .G,j..iaaio do Sr. Layo
Junjor, acerca p > papraj)} ar: .^t.'ido, denomina-
do Polorioh, tis:,i|ne m. !+.. .do Boclfo.-Ao
proeurajor.
Consiaudo a oamaia loouicipai, qupala setre-
taria de noiicia se estilo pascando ttulos pn bo-
lieiroe dos bonds da ,,ompanbi;Pernembueo Straal
Kailw.tv. sem.ser ella ornada romo >> expresso no
art ,"' Io uas usturaB-dedH-dejistea-de IHJ'i.
re-olveu a niesma pedirlo &mi.. presidente da
provincia, providencias obro esto buno.
Despacharan-*: as peti.^, de Aatonio{da Sil-
va, Amonio .Marq us Je .ivejr.'i, Antonio CliaiM-
co Momtra Temporal,-AntonioJosa Rodrgaos >
Sou'8. baio do Livramenu, Baziln Joc-..da liara,
E|iaeiB*)>tis;a dxSilva, Fnedoricc de Castro Car-
valh;,"Fran,-:' v 1..Genuino, do Ka:ranwnl. Fr;m-
ciaco. Camlido da Silva,, Rdhpptwl Costa. Doait.d,
JoSRi'-ard ; C elim, Jo.. ...1:1 Bapts'a Nogoetra.
Jonp Bandeira, Jos dos Saaio* 'taiivid.ide. Jos
Fuancisco de Paula Ramas, Mano I Cabral, Migu-l
Franoisco Xavier, MaryuiJa Juta daConcoioa),
Manoel Marques doLemofs Muta Candida Fer-
reira, Manoel Jos de liveu-a Ltriai Hmlino Ma-
ra Bastos q Tbsnaz de nhrvnlbsSnaras- Branda.,
'Declaro en tompo, qao.a>^ojtpiio- -de-mui-
ea oft-recida pelo piafsssnr Fraaciaa Lbanio C1-
Inv^Cm T^nm..-
En Uurooa a.rTaiCuneo, datCutiltt, ea-
fftaaJoi-eobwiroviei .
. Mawti tktufum do Mtfk liasti-iicco <>ta ^tornl.
BOBRK A MlpnlARI.
Contiieraia :mb o mped moral, reiimm- ftir.'
D. Antonio de Macado C tala, por mere*- r Boa*
e da Santa S .qioslahia. bispi do fraw-ParA.
pialado assistente ao tbmnn pontificio; ti "-
sellin (Te Sua Magestide o Imperador, m'- I*'--
guarde, etc.
Aj cli-n e aos fiis que habitara <\ Psra r <
Amazonas, aan,pai a beucoem J(^4*Ctn*
nosso adoraxal Salvador.
SEGDXDA PARTE.
.1 n 'cnvirrt sea o ( dnelr.t-n. )
Homeiu Iludidos! abr o* olbos! apn t*r/^
a'maconaria ensinaudo ajease seu livro rttnaf aa-
mitlido em toilas as lujas do Brasil, >p>- >- '-
menSjOS animaos, as plantas, lirntaiam ,-ikij( ei-
gumellos. de nina nniite para o Oa. mis 1
d'Asia, en viiliide de moa awwiw tapmtu
sob a serio do catar a da Uunwnis I
Logo nao preeiae um Drnis Creadnr pnr;
plicar a presenca desses ser.-s organisa.Um *-
a face da Ierra.
E a maconaiia nrga Deus ainda itru ru*^-
nenie :
A aUegoria do Crau so, como a do bom e mu prinei|ii<, paasan #*
Indiosaos Mitiiriaci.s, desan na Jalan naaa-
tos, qae a tian zadas e desloa ltimos que o. ma'.mis a mnkl
rain. (I)
Assim, segundo este livro inarailcn. o Sapaaw
Archiiecto nina aaaamnu l
Nao islo pinfessar o litis ulula.- a
mo I
N.to basta.lde ala,la :
'aliando de um dolo barbado, a qae aur'., <
0 poder de fazer nasrer as flores e a; cw-wj-
diz o j rilado Uilii'il HMpaaSM '.
1 Bate pretendido dolo' o a iraagrui an pasan
Cierno dos Gnsticos e dos eMsdaa, il> B:.^ bi w
indiauo, do Phtha egypcio. 6i)
Japiter correspniJe a Deus, como* [a '>-
pilosos e n os cbrislos o conrt-bea. K' w*im
Jou dos Telia-, u Jeliovah dn b.bre;i-. o..
Eis ah agara a maconaria pniab saeraafaa 1 f
V'. na mcsiiia esteira o nico iwdnUro i".
con um /'/ i.uimdi, o .ni Jupitir, I i- *
uatlns deases I.iIm.s di p,.^allMllt>.
E depois dsso atada, tan !!; a kann
z<-i :
t S'i na liiiins da Hirara ios nataaej 1 ''
rem a diguiiade du euto aqun at IStUA*
culto. -. (64)
Asalta nos christos nu conb.-reai. a tt.gr.-4a-
dc de Deus ; so os maenns que ronh*"Ctfa *f
rendem o verdadero culto.
E' cuufessar que o Asprana 'JlitUUdt ..>kK
niio i\ conbecido dos clui-ios; pur nutra.
idea que elles bien de Ib-us nderanV .-. '"*-
sa : assim como o seu culto maraairo d>i'-* -*
nosso
Islo pura verdade. C-la, pois, ile.aaaasradn
pela canlisso mesma da .iw;niiiria W-'
vro 01Hci.1l, aae ella nao admitte o Deus
r dos christos.
Vanos ao seguudo ponto fundamental ti" bri*'
tiiiismo.
Creiurm Jcs'tChi islo Filho tnico Dn, > '
Semoe.
Ja est negado con o primeirn. Can eff'r -
a Santiasjina Triudade urna intenro ^... pi".-.
como ensina a luaootaria, M nao ha t!s ,.e-^--
pin Deus, u."ii> se incarO',a a yeguada e. poi
seguale Jesii-Christo nao e Deus.
E rom elli-ito o queeusina o Ritual ata-,
do modo o mas borreudo. Lode este IrecU. O1*.--
plii iiialnrio fmra o nosso admavel Salvador.
Como conceber que nleucoes to tau'va
qae u:na moral to pu.a...pode.-Hinter W.l fta-
demnar Christo a um sumilicio Ipannlataai "?!-
tas perfeieoes s deuiaudavam respeito t n -
C<1o do povo de Jerusalau- Mas era qnalidaot *
uueiadfl, de ma-jon Chrislo eslava Ujad: r*'
nm jura meato tolemue 0 lerrivel : e os yadre'
que entao dirigiam os ruysb ros uiacotiiru 'a
minados pela reforma de Christo, devina Bfi-"*
para amotinar o pavo, que sen di>ceruioa.i K
dio a morto do refornnlof (65i
Daqui se rutilen tres cantas : I" que, egir.i maconaria, Jcmi-CIii i>t 1 f.a um simple.-, h-.i
pois para sabei a dnturina fWSnanan. t-- '.''
ci era Minpl'S horaein, mas ura crimine? oY p ''.'
rio, por espalbar entre o povo a daoBil
con soli'mn? r t>rrivl urameali) prenaMWI Wt
dar secn-ta: ."i" que quera o paz na cru/. t).-*- *
macos daqui-lle lempo, despenado? |kt di'
elle os seeredus da seita !
Qne lo-umras que blasphciua a/U
dades !
Em outra parle diz o livro mac/aiu-o qui f*
sus i- to lilho de Deus c.-mo qualquei koii
[661
Mas eis aqu a impiedad.- tran>l>nrdandw an 1
de todoso< limites. A raesma e.vislenc.a bi""-';.
do Salvador apada Leda :
" A aieugria do sol personabsada eta i;. -
osada nos nvatenos entre es Pansnea, pai
indias. Jadeas e christos. A ni >rte de AiXiif
era charada pelas sacerdotisa*, assim MK
christos inoraran a noria do Deus i.z
macona choram tambera a raerte dr Hilara.) "
ten una anal.tgia inauiesta eon ladea t/s (. .
di antiguidae. Os rttliltlilSi idopISISBl >-^. .
legoria de Jess, como os napHH aJoptaran: '.
Ilirain (07)
Ahi temos, pois, negado, c negado dn nasfe e
mas radical, o segundo artigo fundainen- a
ii'sttCiis FUho d>- .<
untro. Filio por natnreza. e nao por adbM
dadtiiv Deus e rerdideiro h mem t
Negado Jesti-Christo, est negada a nslnnaa
divina de Mara, sua In mmlaia putan e p- .-
tua vagmilide, a redempe'i i do inunJ, p-n, oa
gue da Flho de Deus, sua resurreica. n
aseencie ao cu. e segunda vinda no lira do Mu-
do para iulgar os vivos e os mortos.
Est tambera, eaiin. derro.-ado p 4 p
ra oterceir. art. fuan.-ntal que eretan
Espirito Santo e santa igreja catlwlica. coaii -
demas que delle dependeiu.
'Mas para que accuaiular ettaees Basta m
senmr-vos que todas as uapiedades ,'propai-ua.-
Iela imprensa masnica da corte e das p.oo. .-
estn i/..vi.> terbi a'eate livro ritual da ma>,Ok.a/<.
Por exeraplj : Nesto livro da ma.wiaiia diz qne quaudo Constantino abracan .,- rayatariw-
do cliristianisu. t (001 seculo) ji'a d.K.lrina av-
in.fici de Cirislo estaa adulterada i-fo-"*,
aVts; m)
Uae a r^ligio chrsla na Europa al o sotun sa
estere ora contradico continua corasigo mona.
(M
Que os padres ratholicos transtornataa ut
trina de Christo : ("ii>
Que o poder pontificio nao tem por apoto t.a*
pie a usurpacao, o fanatismo e a suiiersticio,. 9(
-Que os evangeliiiis loram r -digid > pela coa
de Jica; (7!)
Que o* indagres de Moystis sao iraposluras {T
Qne o factos narrados na escriptura w.zraia
nieras alegoras; (7*1
Que amarle eprofunecio de Jess da. ,4
outra cous.1 raais qae o desi-ahiraento t o rciwsi
i^nto da luz ; (7a)
Ouea edifica.> das te-nplos mate:: t- 1 aa
da ign rancia e einerulade dos mortaes "fi,
Que nao ha culto nenhura obligatorio, nsaajnpo
sil supertices eittretidas pebs sac^rd'es7w
Qnero nosso culto catholico enrena u.^.is iea-
plicavos e ridiculos, cuno os gestos, m rmiaMiTr
i1*> bracos, aguas benlas, e .etc., e que o du af-
era niuilo superior ; (76|
SHiltaW. Tom. l-,pag. l ?. .
oiJ Hall. Toin. 6 pag tii.
it:H Ibid. pag. .107.
inajilbid. Tora. 6-pac J..
ttb) Ibid. Toro. > pag. 168.
(67)'AM. Twa. I-pag, 11.
flbil Tem. I-pag 11 i.
Ibid pag. '16.
itaf pag. 52.
Mi. Tom. 3. pag. MU.
f7ndl'Toni. pag. H3
iTJ Itidt-Tora. C.'pags. iaa.ahl
Ud.
Wsd. Tora. 3.* pag. 169.
liad. Too. 3pag. 17S.
naa-fem. I*ag.3r putm,
Jam. I paf, ."Mx.
;

J -



I' v
<
i
.*"* t "
f^Sf^1"8^ (1wa *$ nii.^^ri'Vw'^ veroVityiro | Pora que ornio, para jjie sacrificio, se np <*>, ccillti ;i-ir, as ,..',is iN. n/'<-in< d< // pendente de tildo, i.sso o tamiota^le ontilirarise,
#?*r.';. ,- nj il.tivs.-tTam iu ida le J'ur.i ; ser virtUBMUB ^n-|TrfclH*"''" fcil itio-
Ma'lfilV* Quart^fea 16 de AW deistk
#^^^^ik/9>Vr/i7iVo/'lii ncerva o re- ra que^sina a maonaria
Se Dgus recebo complaeento o- culto
MtMr isa.
4 #^f^i*i*>(ij'iro."(80)
tWaVitas, te) san s mesillas, as mesiuissmas
lades qu alii est ensillando a mac mam
izes ta imprensa, sob#fi tudo palos
,stu dttief aitarisados ? Clajries trno este;
utaBljnda pat i -lissipar Jossai'lusoes?
LmS0mm e lUUos caraaimaa-'O a esta :n-
rf*Mfloe desojamos chegar -logo o que all
a cretlendo toda essa propaganda impia que
atfc >t fafoiw u 08fM e*ob.s auspicios da
nuCWifcJJpTf u|> atys4/nWw!,v0 em rea-
m aalaMza e constituiciu desta soita, us pelo
<-aWPBnBs tttdo ist. era in'oira e perieiu liar-
' W"**- PVWfVrmdi|li! roni M doutrina* diWf.fiii
"Vatio por pie ella se regu'u, haquaeenta an-
o**, mu Brasil e era-Portugal
os.
.Jkfier*, sealando uosso hori.-unie, donaras-
sacrifci
}
ndo a fcil mo-
que [he
i fe SufirTf HfT""
rtaTUM^-lu) se faz'da
nao o mediador
Jesu-Christo, tog
necesssario da ratita,
So, uui uatODjnjtiuo, su un partidario dwFase
um pagao qualipier, pode turnar se virtuoso: e
salvar-se, eom tanto que observe a awwi.Bwro-
i'C7, mentio a uiiunft verdee, qi^andh disse :
Queln na for renaseid, $: anj\a e Simii nao atraa no reino dos res, (fcl)
uo erar ser ?->n*mn-t>.
V "< t,-------------------nr'l r'-frf '-'' '***
sentir ra renunciar a err existencia divla-
(lacle de aoe.su Salvador iosu-insto, cunsider.ido
nesses alt m grao aomo'iim emblema, urna aHego
na, isOs-la evanglica como urna legenda *
Es aqui afujisxirtos deese iuiporlinte do-
cumento] : a
Eu ou ohrJau. diz eom etnocao o principe,
christao deseio eternMnmW iioarp B j nao *e
magoar-nwlever filiar mjbb do abuso que fazem
(os macous das altos giu#> ote meu grande e divi-
no afeltro, dsse (libo doctv .quo lobornaa bu*
manaUraia no cimo da hianaidirli para de la
diri!Mip9 scus pri'c'iiiit safrados, restilnfi'aoi
homens sua dtfaklatle, e nao hesitou padecer a
iRorie tfrontosa da cruz, pnlendo tlur eom jusr
Tuto est coasuniiiiatlo l Eu
^;"i f.- --------------------~-*r^-
adhero sinceraren* i ns^aoaiitp iw potfeBd-
herir sinceraiiHsute axpuj riormente poder aiato pertencer sua ie|a ;
podera cuinprir os yeceiroe e seguir-' os
uats ; mas,'nteriormeato; um soctario do-fa*
cwnalismo maconico.
uve-sevrdiiaji/vte* OH- na loja r|.
maconaria lerreno ocurra
elTeito, sol) u reeoito i reliarlo; o terreno dtv
macoiiaru, se o m dellafna s boeAcenirin.*
ts a beoc8ncta o aiais q- urna applirv-
Qiii'in r,rr e for haptisado ser ttUc, quen tica ; ludo est cnnsumnmio I'u deveria pois.
- (Mj_ liawBrevtl aijui tua bistoria, div-io.Jwvwt ,ec$t;i
Ris desi
E deso
vel aceA'
vuiunojtLjo*Bedade : l o
uV'ilff!^are ma's f'lVOt*"
.rtnannana toos os partidarios della
todos sem exuopgu I
E evidente que piftido-si* tnaohos.imfnte a *'a
em lugar da religiu4 Jesu-illirisi. e prometien-
do fazer o utesuw o nrlbor que Ha^-AaMKa los
boinei:s a passar pralk-anirtiile seiri Jesn-l-hristo,
sem sua igreja, sem sous myslcrios, "m scu
culto!
E este o secredu-dessa fatal tmritfcrraca-reli-
giosa que ahr^ctj.TBtjfo nr rfhr*de morte, pelas
medullas do corpo soial. E este o segrojdB
des* lastimosa e.qaasi geral ;MiiiBla>iwne>sitqlJ
" esWatiti-teeiInfalo-mH
CnraM* que esta nic-osa impe lado ensillada boje
,, firtU'war!ijra biavileira, quo esta inesma imple-
Sie raaiid.t de a milito no regulador de seas ri-
t-v -1 do resto da mi-fonaria em todas a* ou-
41ui..tu&*-s do mundo, ut*.tereino.* derramado oia
,<* ha ia videncia sobre est verdauo : que a se-
. -a?ifuica de $* uoltireza e ndole, opuosta
.^rftiile.Ma igreja de lesu Wiristo ?
Ara, liiviQa lumkuuia paira sobre isso.
ria ignorar completamente o que a ordem
?pwiea, Inui iiica jeiariaia, um car:u4er universal.
-*> ha maeomria brasileira nem portugseza,
nesn J'rauceza, inMiiijetga, peni italiana, nem in-
ttfcii l>a simplMtwnr ai:ronaria Kiri c. uuirer-
*<.. /tteuj todos os autores maconicos. (81)
Uta, a eoustuieao dasta ordem, como ella est'
--*Ul*lcdft em todos os paiaes d &r le\-ar p meo a pouco os recipiendarios a
^neiareln a toda e qnalqner religlao positivaj
''t'JMstaudo-s eom o'qne abi chamam rbgino
*Wiual,-\m Mito puro, d-npio aV fo* a -.
A te ponto se dirigen), ainda que eom mir-
ej ais oi menos lenta, mais ou menos cofa;
(fieUd i ortuosa, os diversos graos de suSs mts-
-v-i,v.s iniriaeoes.
Sataqui como esereve o sabio autor das Memo-
*< p-tra sej-i irahisloriii do Jacoliinismo :
Ttt.s 4ous primeiros, isto no de aprendiz e
u^pimlifir-i. r imei;:i a seita laucando por diante-
^aaa iv.i wra de igu Mude, d? libtrduie, oecupanilo
rff.M> i>* flovivos s un brineos pueris ou de
.J&jaorautiaQe e cora ees atas maromeas : mas van jft
MMHRuuaudo-ns a profundissimo segrodo por un
ttmWmt juramento. lj psito"d leo, ofl V'tfifnplos da deutri
* >"* i mestre oonta a Watoria allegorica de
i htataru en a chamara a legenda tla'iir4o-W.,)p-'|
Otwl MBie est o christao que possaipor em ilu-
t*la (i-kisilria de Jess como ella est esuript tivf
NovoWstaviiento 1 Al um inahometmio naa n<+
r om dnvida. Pois consideraran o* iiiiiaosiua
cons esta morte coino-.umienialom, .piWki-lilie
atipiralilo eo k ieodei qiw .iub d conti-
n uo repraseutada.?..
< liara qneiextglpde aawx.'|an -oh !))rnmena<
encobrirla divino,fMjtre,-nRxdHBeelu i--lite e Bnsmat a lo-
dos os povos ? Para que essa trapalbadaioyioiW'^
boa das. ceremonias dos tabtrmt frinripes'Jl sp
sr*i nol paiaesaade
rundas raizes !
E' ella que a totfos '*ai 'pferstiadindo nao havetoj;
rfMr tanto que um prafi pie a monii maroHica, e fa-.-a
..lijanmas obras de beneficencia, deve Vrver atis-
eiTo, coroar-se de teas, bMitpietear-9e6m os
amigos, e... na hora 4a moMe, uffrtintitr brW-ter-
rores supersttciolios prmid*Ml prohiemn I
'- a nifsnaria t Ko wmemos taffinar di-
Oruzi Nao ejtao escripias la; nNow Tsv &* .Xtiaivia*.
amentoa widaeanaaorw >'JesuK b sobnetiulo
sua sublime doutrina, que nao exige aaMUatw-
Ua leipHoacito Que preeisao- utaho devos*)s
symholoS aliine dos <)uas sin fuiroc.i.s- para na <
.a'ldizr.Hkiisrf... Einois-pnrlad a'prte-n honmm
tem o poder de Ihe prestar publica hooveaag-eo. e
?/ mi ja, a quetn tonpre vingar, e da
3*ei-s juei deve pTOCdraT.
>' vr.io d- eleilo, acostuma ella seas adeptos
-i.*";,u.^.'sn Bies diacr dfiea .ifarl 't*:wuea;o para oe patriarchas, para
(i Mlia em que nao tinham .'i homens, segundo
awjHnteaeSps della, o'ntro culto, seno oda reli-
sulufal, em que todos eraiu por' igual sact r-
: pimtilic- ; mas nao diz ainda qu seja
ffrttit rUattaciar a tola fligfao reveala depois
tx:kir as.
'fise ltiaii mysterio se descobre nos grns
Wttiseze*. Ahi sfin os mu; ios emtim declarados
tm**i x palavii tanto lempo proeftrada a do
d"-. : u i culto o de Jeliovah, como u reco-
tkiurnef.M os philosophos da natureza. O BTda-
r* ii*r>,a t.rnar se o |intilice de Jeliovah :
<*>i-.u jiranle inysieriiiqne llie apresentado, co-
*4'iviii.!o as novas totas os que nelle nao
-u* Mvjados.
Su fro de avnlheirn ros i-cruz, quem rou-
W ftaiav-ra, quem ilestruio o vrdadeiro culto
t- citevati o proprio autor da rnlfifin ebrist;
.- tt fesu-Christo e de sea evangeliio que se ti
ri'--ii viug.ir os irmaos, oc> pontices de Jelio-
r-1,
-' Ktaliin no grao de KiSotch, o assassino fie
'jBbairan, trna-se o rei quesc devejmatar para
VXar u grai-iti '.stre .Molay, e a ordem dos Teei-
jfltti*. a reli,'i 11 apio compr destruir para
craettar a palavra e }'t dutrin da HbvnUide t u>
fH&riU :di. a religiao de Jesu-Christo, todo o
fcaJoodaU,. sobre a revilaco! Esta palavra
m'Siiia sua extensao a.'Hbmlade e a Molda-
iie )v.e ?e ha ile restabel^eot pela xtineco de lo
ri -'.i e pela aboli;ao de todo culto.
& fii i o vai mli ea mare'.ia, tul o complexo
dfr yeleraa raaconico; e assim pelo desenvolvi-
. .i f.uiav.sivo ile scu duplo pruiaipiO da igual-
.ji.i- e 4a KU.'rdaife, de sua alfegora de mestre
, |ue se iloft* viogar, doga a seita, coudu-
seas adeptos de sagrados em segredos, ate
-aiit. es por flu no eodi^o da rtvolucao e do Ja-
- i'.-.'.- a.Si)
?i r a essencia, tal o espirito .li> maconismo
t .j.n o iBund). Poderao os sectarios contestar
tal pouto particular tiestas retelaoSee flo
desifi tktrrue! fMsrao; mas que esta seja a
CMJaWa, o andMionto geral, e <> espirito qne
aii .? as inicia-.-aes maconicas, nao O negaraoja-
E quera quizer estudar a fundo a macona-
i '.:i:e,n lr attentanieiilc a Bibllollteea awfoiei-
. i gatitreatarllide rom oque cima di: Barruel,
'.' <$<- a macn iiia < anti-r ri-tianisme organisada.
Ha te nn queris frer este estudo'da
< : si inesma, na contexuira eompHiaoak
"fMraui vezes incoherente de sens-graos, bastar
^''iTdee ao segulnte argametllf, fundado na
liM^tteda do fim desla mes:iia'-'9>ita os sens
vi' gistas sem ex'-epcao algu na.
"/:;i;iitai a o a |ila|i(iier niaeon, qual- o lim
ifrv. asaocl8J J (lin > nrihi huvavel, dir
'!' Pratiear Icac'li-ncia em oai'Mnm ; reunir
' o* Mens em dolcissiaia fraiemidade, apagando
emsrj (Ees todos os mn'ivos de dissidencta. Por
, -. maconaria abraca em sea seio nomens de
rut' s* rren;as, mi sm rrenca alguma : proles-
udentj miisalinanos, catholic&s, pant efe
tac ;t nalistis. etc. Mas, o qu-- qner ella fazer
<; i homens 1 O que ella qner fazer desses lio-
- do genero mHnano inteiro urna grande
ttcaftii ii> IrraSos afhrfelepa-los, BNfalisa4os,
r*r- >.- s Mam medame a pulios da mtnrf ma-
'yiea, waorafl iudcpendente de dogmas a enm.-as
, vie este,- on ctirns fflhos, segundo a conlis-
-. .' idos os nia-ons, o pro^ranimada seita ?
fi fin pode liawr nus sameinr primeira vi-
T3 uas timbelo que pule Imver mais radical-
iHaftaWiaipio f
J*rqnc, repara! bem: dizer a seita que ella
p*i loroar o -ometn perfeito. hom, virtuoso, e
'"--<> Mfcsl mundo eno entro, s eom a pratica da
rti*Tjitte-'.iir.-i, indepenilente de toda religi.o po-
*U*a. o mesmo que dizer que o ebristianismo
ni* *,oe<,*w, que os mei-is sobrenaturaes de
-.saziofiac ministrados pela religiao chrtsfl sao
i'*ti- Uteis seils sacianie;ilos, 4h1MS leus sa-
<*rifiei0S e o san?iie ptfe-'inso denraniado por Baaaa
i. ao I Bin tima palavra, n mesmo que pre*
'0er salvar os homens sem o salvador.
'Aja-ner mais refinada impiedado 1
tita Hj)-V*; rulraiua* pea o'rrnr.it! ro; odiai oCkrtt-
t*Vri;w diz : elle- honn'inai;o:is e quaftl has-
la. Xociliu'Jatln'seH neipro-intento eaoi serpentina
..-.i;.:ii,'aerurr.ana aadaum adorar ao Cbristo
f-- -"'/a C44v|^ffalMloular, mm tan"< |.a- admita
:s- 'ros o direiti de blaspbema-lo : que fro-i
..f-.-triin os macous grujao se deeai a certos ac-
- t UM se'para isso Ihcs dof a puantasia. el-
'entila; -mas eutretauto os-iracostuman-
I, i-assar Mil r.tliuiao. piopomlo-so ella inesma
> ;< r que s po le fazer a regiAo de JesuK|
' r-Hfi *aie existe a-religiao de Jesu-O.nsto *
'Vrrx nivnxlos'-o hfimeus peto4 vnculos, da
:->: a f. e caridad.', fara fazer d.>tiiuasndadb1
Eis
en* que > a fnam pergosa, hiipia, aetut se|ta
ifw tem apparocido-shUiie toara Al
Que podem responder os macons asle.argu-
mento, cujas premlssas sao por llcs mesmns mi'
nistradas T
i Mais iiuoreis, lillios carissimos, outras proVas
da iinpieilaqc do raaconisraa ?
Disse Jess: N'ia pode -arvore boa dar ntos
fruclos, nem bons ructos a arvore ni. Pelos
fructos conbect-se a arvore. (6o)
Vejamos, pois, qtw /rucios tem producido no
inundo a maconaria sob o respeto rHgioso.
Nao eerto ipie ella, pelos-' eOs orgSos mais
aittjrisados. se (feriar-ittftort da 'impia rH-oMi)
de t789> WW,-qB^mnHb o' enho v.Vtholfc' em
Vrahtja, reduzio 3s igtejas estribarias,' oh1'* de-
rwtfl -
que era urna mulher semi-nua que o< mafuns
palavra- %immm, sbreo-*Uars -^began.lo o funtr .la
seita a ponto de- faaer assassinar no cadafalsq o
rei Luiz XV'f, a familia real, e milharcs da nobres,
de sacerdotes, e' de pessoas religiosas ? (SU)
Nao cerlt au cl*o tntao o delirio da im-
pjedade macoma a'laft-excessos. a um atheisfao
to brutal e lio sanguinario, que o mesmo maepu
Hobespierre vio-so na aeeessidade de dooretr,
como chefe da repblica, lej-isteiicm do ente su-
premo? (87)
Nao eerto qtn"'alnda ltimamente (1865)
abri a maconaria franceza nina escandalosa e
tempstuosissinia dlscussao sobre se devia ou nao
continuar a admittir o Supremo Archrtcct'i WfJfi-
verso e conservar a crenca na im n nilidad da
altna, resolVend')-se p >r iim, apesar de urna forte
opposieo, a conservar sfempre ess is ptrmnlvs\tm
todava prejadiar a Kbei-dade de constoncla dos
atlieus e maeiialistas ? (88)
Nao corto quo mentas loj.is Prancezas, enr'1
Pars, no Havre, ca Tournon-sur-Seine, etc., a de
Jersey, una d'lrlauda, a do Palenn ) presid la por
tiaribaldi. e outras prot;siaram contra essa into-
lerancia do grande oiienfe de" franca, e Seclara-
ram por Deas lora da maconaria:' iivnimW-si! de-
pois a estas os l'liilidelphn do Londres, o a loja
Constance de Louvain, sustentando todas qne um
th'ista, um positH-i*tn;um nth*ti, wn Mmrialiti
ta...podem enttnrrer, rpes-tr de tniu rf'saWWefciaj
philospMciS: pirra a grame-' ohm da Nkrrtknt'io
miral,mt Nao eerto que 05 acadmicos de Liege-ipic
negaram publicauente a existencia de Deas, e os
mais celebres fclheus Lanhde. Protidlion, e toda a
casia de inateri*$tas e' mpios <-omo os Voltaire,
os Volny, osSaiiit-Laiobi'l, os Cabanis, os Broas-
sais, os Gal, os Ljttre, os Renn, os Augusto
Crate elo., etc., tem sido receblos a bracos aber-
t-is pela niaeonaria e elogiados e approvados por
ella, e postus como modulas trente das lajas I
Pois urna soeiedadc que ti favoravel ao chrisa-
nismo apoia e toma para seus directores os mais
eucarnicaJos nhnigos Oo ebristianismo ? (9-1)
Nao eerto que 81 macons reunidos na loja
I'erfeita Iitt-lligenr.'nt de Lteg approAafam umdia
eom applausos frentico e unnimes unt Orador
que susteutou qne a in elligencia suprema reside
por toda parte, eni ama planta com ntnn astni,
e que na mort, vai nossa intetligencia unir-se
eom ella de sorto que, toda a nossa esperan.-a
consiste em irmos um da habitar eom eus ou
na la ou n'alguma eebola (91)
I Nao eerto t|ue n'unia obra- composta pelo
irmo Ragon, e solemnemente anprovada e elor
giada pe.) Grande Oriento tle Khtnea como ci-
iendo a pura e genuina doutrina silla que a morte a dtspersonificacio do ionu-m;
que a existencia das puros espiritas unt t chi-
mera ; ipie par espiriti e n'ida atncsma cousa;
e que a ulm-ulo li m^m n elrtiicidude ? (9)
Nao corto que a maconaria, que escarnece
das augustas ceremonias do culto eatholieo cha-
inandi-as funtisnfig rius e mu!riendas, faz em
snaa loj.n sacrilegas parodias dessa- sacrosantas
ceremonias, nos baptisados do lowtons,' (lilbos de
micons) na conlirniaco, e na ceia maconiea, (ar-
reuieMo da divina Encbarislia) "nos casamentos, e
funeraes maconicos ? (93)
Nao eerto que o Grande Oriente italiano, de
accordo eom a iulolissiuia seita dos solidarios, de-
terininou no art. 37 de seus estatutos geraes alb-
inamente promulgados que as honras fnebres
dos macons regulares devem s:r puramente civis.
COK i.xia.tsAo je toa i.vr-a:v-:.\i:.\o oo glxro edk
tODA. ci-:kkm)MA bi;-.:lksiastii:a ; (9il o nao sabe-
mos iodos que onda horrivel ile perseguicoes de
toda surte tan levantado eontrar o sunnnu ponli-
lice e a santa igreja catholica a maconaria da
Italia ?
Nao rerto que o Grande Oriente de Brux al-
ias elodas as lojas da Buigica tem feito '-guerra
atracissiuia, vcntidoira guerra de exlermniio, ao
clero, aos c^tlio icns soh o umita de Jnfukas, c x
nossa sania religiao,' procurando estabeleeer all
escolas primarias, secundarias e superiores sem
Dcns, sem religiao alguma. n tpiereudo obrigar
alada em cima os paes a couduziiein seus lilaos
s escolas ila une nutria sob p.-iia de prisao e de
multa ? (05)
Nao certo-que a maconaria que presidio
ao ipoviinento rafclaal lista na Mata la do t850 a
1853; que .ella suaprimio os mosteiros e toda a li-
beraaaa d'igreja wn l'i.rtugii; qrte ella abri nja
Hispanha revolucionada a ra dos baiinimeatos e
c-mscaces; que ella aboli a concordata na
Anslria, e suscitou na Gennania a tempestnde que
l est desencadeada. atroando tudo eom seus
ulvos e Htampidos 1'(%)
i Pois urna siiciedtie amiga da reljgjap,.allL.tl*
da "igreja, como diz iiyiiocritainenti-oSM-nJfc.s-t db
Grande Oriente bra.-iluko. a luiit|a-ia taoa doutri-
nas e procedera jiar toda a parte de um modo
ti|fluKtil a mesiqa igreja?
i Emlim nao eerto qos o principe Kiedericu
iMBMge, grai-niMlre da mai Itaixos, expedio urna circular em 2-"> de aliril de
Itvl'l .a todos m mcons dos Paifes-Baixos cima
do grao de aprendiz e couipanlieiw propouJo a
toncn dos altos Igros, e allegando como razap
eom nxiis proTeito nao' enermfrtmw rntelizimate
em o retatoriu de S. Kxr.
Qaeria a Provincia ojov Si Ew*. eni sea relato" |L
Wt'Ieciar!4ha ale lana-
no entrassr em apreeiacSo-to pedajtogia ? Nao c
5 o exterior dos principios macjmioos, a toda mo
rabdade exercicio e ensii qae tem ana raa
no terreno da t e conve;ao. lem- Umbem a
maQonaria eusino doutriual, e so doutrina de
igualdade, liberdade t fraternidade serve-1 he de
fundamento moraie-Bratica O tiur respeita sin-
eernamit inai-oart'. e o doghia d maconaria,
nao pod ser 'tluf'ltUierntiV do tratliolicisiao'
pera d# qualqui-r ou-a rra4agki fweWva: Por
*B'*aaa as vezos que .vi na .itj*-aiw*nania d*
*J* religioes, peusei commigo qie elle?
^Btattin desligados interiormente do dogulas
'Je sua-ngiui), e que tinham adoptada a- oV
da niac.irUi.Artf i)^^. todrtd* ea relieifo.
s* i nunca, pad- aCali** iinigo de entesrilor
---------- ** ii|n.\ mu' \" pt.tmi'iaio t
la competencia do- poder legislativo' eurar dos
ineos de sanar o mal que aflfre- a provincia ; e
dos de salisftzer- as nas ulrfMnes iretv^sidadts f
Jfea**^>ra,a>m> A manifestacio destes mulese (testas necessi-
dachM naa o i|ne restrielara.-nte *nn*umbc a> pre-
sidente- da provincia f Nao a*' wrnpreheiide que
a indiacao p<)r parte do poder- ejecutivo, daqnel-
a i,5ius UU1:| msi'mnc-omie-eirtaria a liber-.
daife da dfcenssBo c entorpecerla o estado destes
meios ; estudo que sendo- feito pela pturtlidade
dos legisladores traria mHhor lucidez de SMk con-
veniencia dGpie feito smaent pelo a*ninistindo-
da provincia 1
Vqocnzeram eo quedevlam ut falte todos
os i S Exc. abracando a id moderna de- -me o
^vowmecesisidade d* iBstnjBeuo, porque p >
semelliante meio <|ue elle se muralinta-, esefe-
Iteltar,manilesta ao poder legislativo a nacesBi-
ds4e dH-c>Varesce-las onde houver numero razoa-
vel d arealcns,e adultos qoe aa possara teeqnen:
lar: -e de eflobelecer nos paveados pequeas bi-
se-no mosme individuo ; de um ou outr j lado fki-
ooma i que -homens qoe fazeal -fftrt* 4ad Fojn "Minthecas. 'Depois declara Esc. que em sua
se declarara cathulicos. .* niti* eiat"rimid'i noini'l1) obrarlaios represeafan-
; vliaas-fousas contradi tortas nao podem reunir- te* da prnvtniftf rom mais acert sabvencionwidj
Em 17 d mtryo i*rmvr aeaUa o Em.
Sr. comtaerttla'lor l.uceoa, <*}, accritar > o
fen.Tiiniitt) Sr. JoaoBapato tsuom Hav
na col odor (Jas -fetta, (juraus iJw tTinklaa,
para nao*') vaccMtar oonvdarrenuiioa>W
un:opatl*icws a tutis nMiwisitaius uaqoaaV
termo, swu iDinoiiuraglo al^uioa.
Esta ar,* i re-,i-la n'ao s5 o m4y|j/raci<.
dtst'' mstto coiapaavincian', coat* aa*.
um padro de ziorWpara a wininistraa}ta<
de S. Exc. .
" A fRWH'llt).
O Sr. Gormes l'enua, quando raorava ra
imperial, posata^Haiai saaailinte aihf^ m
.-* *i m> ronanho e nin s pastor ^paramo- .dasta reloriiu seli.? cnuuffAo^e ote poder oonj-
-.a. untiiicn-la e t'rna-ia venlailerfiimonte -o--------------~-----------------------------
ai
MMfaa
. ,; % bem a' maconaria iiasa dizer:
MwV'*i(4), eso eu josbo far.e-lo.
Ai^aaitf' '
,. >aifit|fV""" '"t"1"* -ftfj"" positiva > rttvela-
^a. i .-. r meto de urna -moral vaga,- cummum a t<>-
^s>a f* rdi-x^'-- -PalH-s peatiTa.*lfl4i uweaK *>
op fautor a religiao, ou sem re#ao altfiajv
jarrir' h-i-""-T homens vifluosos, a preetMAhpraa
4fli^cwnte.olifliidrtiHiaefearao.
* i* o tuftsiiw if uo iliaw. Jesu-Gansto i.
*#aJQ, 'tSj omasiiio qu-- iwgar ;0>wluta:wU
afMf ebreu itural o Salvador lio- muado, e-
#r -'tunmy.suirios, sent mil^es,-Mugar sua ig=ef
jf ^f;ac inda, a-|Riloin dp iiioe--esWHiaB i po,;
a<(rr"i' l'r' wwor osUb.*lw-idos.*)a>*il'geoeM-(
ana^alva^wntlai.mtiAila -I
Mt *Wa'S ifraqaveatar altares O tjm;)!o& atl-
m*N?i' -..'q lino -recorrer j*) baptMaoepos i
,.JU4 sacramentos'1
*mhfX^ip o Harav-iySf^
^f4',#ftuor!as para s-r-.i;- -Jto^a -lj'
ttt. lotW:,'rji. 10.
(S^> Joan. cap. il v, j.
rtijTMarc. cap. IB r. 6. <
. (8i),lath. c-p. 7 v. 13. Luc. cap. 6 v. ii.
Grao
mar*
isto verdade, pariaieot.ln'eitlgh- de ioitb qbJ
eu araaatiwaaliiiaii ekre nprB'tw te dizeis de
?aueirtrihaP-VaBBeJfafciwa, pbisi, obrar; contra o
mandamenf formal4 rtian- Mostee i...
i Kssa- patavra sntitiinr : -m)nfa*iiriT* <<.'
sabe-se quandr-.e'poriiue ftd |ronaeda-iar Ja-
sn-Christo Mas ai I sabe-se.tambera' qnaudo pi
de tfer prommciada pelos qpat|iajil itoauCrtiz! .
E como a commisso da maconaria a qaa-res-
ponde Hie difisera que nesse ajra se aprendo a oo-
nbeoer os aisaoiigoS'dos niaoms, responde
principe por-esta* tristes e signlcativas pala-
vras:
g'iNo deve ser IwrrivelmeBte:repugnante pa-
ra o verdadeira ihrisiao ver (abi nesse grao de
Hosa-Cruz) Jesu-Christo pesoaJini;iite representa-
do por ...t eende..,..? e como....'? quaiv-
do...!
V-Be que. aestas'poucas palavras, -sttbenteii-
dido estigmatiza mais euergicarae ite etse graos do
que o o-nlera fazer um longo discurso, cuino diz
judiciosainente o Sr. Xeut.
C'melupfl priuoine dzeirdo "aosf> macoes como
Fredatotjdl:
Uiro iui remorso o carga de pmr-vus.
Esta circular, ^ada exemplar da qual foi asSi-
gnado manu pronr/i-pelo prinoipe.enviada a todas
as lojas de sua bnedMcSa, ipnV todo o corpo tua-
conico era puufusio,; mas.fticas lojas aceitaran),
a reforma proposta; todas as outras continuara**,1
por voto unnime, a sustentar os altos gris, :qja
impiedade' avabita de ser Ud-daraineute reve-
lada. (97)
Ora, caros (ilios, vista de' dacnmento lio *i-
gnilicativoapezar de nao dizer tudo-so ce-
{iieira grossa iwrao as trovas do Egy|>to poder
kupodir vi'-r.o que ecerram os tenebrosos arcano*
da alta uiieonaria. jQnem tendo*uin lutiie qnal-
qner de aacineinio, nao atina logo que o lim ulti-
mo (pi-sta SRita-tem em mira separar pouco a
fmco os homens da fe, do atn-ar o pratica da re-
ligiao de' Nosso senbor Jesns-Christo, para Taz-
los seguir s o culio vago do Supremo Arrlutecto,
qire nao outra cousa mais que o naturalismo pa-
gao ?
Quem no est vendo o odio de morte que
vola por-loda a parte igreja a socrcdade tee-,
brosa doqtieteniiis'ralJado J
Podor-se-ba por ventura negar o que acaba-
mos de dizer.?
, Nao, amados timos, porque ludo oque acabamos
de dizer est estribado nos proprios documentos da
seita.
PuMicon-se ultimam-nte na Blgica, j a cita-
mos militas vc.es -urna obra monumental em 1
volumesiam oitavb grande, do cerca -le quatro-
cenias paginas cada um, intitula la a Maconaria
suji'ito .i giandt luz da puJMeidMde mediante i>-
fume utos anthent os.
Lde esfi obra, e'.ahi veris a rentado que vos
aOlnnamos ausentada em mul inimeiisa de d icn-
nienos masnicos de que a dita obra se eompe :
extractos de Annutrios, Annne<, LtffH (TOaro,
Peras d>' Arckileclitra (iliseursos recitados as l\-
tas mlsticiaes, as teramoaias fnebres, etc.)
Pranchas. Decretos, dos Grandes Orientes, Regula-
mtntos, Itel-it 'tibs, p nutras pecas, revistas, livros,
iMPRBStsos pi'iu.im>os pela prop'ria niaronaria ; ahi
veris por loda. a parte transpareceinlo, em rail
manifstacos d seita, os meamos erras, as mes-
mas imptenades.'as meshias MpCpUemias consigna-
das notivro rrtuil da maeiMaria Itrasileira pu-
bltcedas agora eom geral "escndalo, pela impren-
sa inaeonicanla corte e das provincias do impe-
rio 1
Que prova mais peremptoria Imaginar-se
bode r
e nos anparecessem mes impiedades era dez,
ou vinto documentos somente, inda poderamos du-
vidar; mas quando ellas se mostrara era massa
tao imponente de documentas da macuiiiiiii das
diversas nacoes, o po-o da prova lal que leva de
vencida o assentimento de todo homeA razoa-
vel.
Ora. estes- aptos clossaes do processo maconi-
en estao feitos: fnitos por tal arte, que a macona-
ria nada replicn, e rcsulveu fazer epJ torno (leste
processo a cansp :rnnm do silencio
Calon-se, dfrdd-se assimt'por esmagada, sob
essa multidao de provas por ella inesma exhi-
bidas.
Agora vista dessrs (fnenmentos da miccnaria
Universal : vista do tpiesaliemos da maconaria
brasileira. facam'is concluso o debate.
A sentenca sera esta :
A .\l\0'AMA B i.\Sll.Rllt\. COMO A DRHAtS MVQl-
NAIIIA-JO M.IX00 E- UMA SBOIBDAJW POll SHA, NA1I.'-
nivZA (M'I'OSTA Aes W1XCIPI0S MAIS fUXI'AMK.vr \I-:S
oo CHiusTiANiSMO : que O que que.riamos de-
mnBslrar.
Corrob r-m >s e quo acabamos de. dizer pelas se-
grales reilexijes al um sabio estadista allemo,
antigo dignatario de'nma loja maconiea, mostrantlo
eiacissiraainente ser a maconaria opBosta nao so
ao clinstianisino, seno tambera :i toda religiao
positiva:
Como pode algtrem maravi'bnr-se, di', ere
hornera steudo, de ver hoje verificada a '.'m'ig:
inimisade da igreja'catholica contra 1 maccr.i-
nar.
mutuamente
Maconaria
caibolicismo exclueni-b
sao antipoda-. Se protestan ti-rao
e catholicismo nao se podem conciliar nem tinif-
se nos principios Fundamentaes, por mais forte
razio nao pode conciliar-se, nem entender-s> cojn
a maeinaria, que, sendo mera doutrina bumaa
considera eus e o lioinem s pela razo. t\
idea fnndamental da inaconaiia qui'_o hoavm
cont s eom a sua intelligencia, e nao admita
intermediario- entre ileune o-botnora, eso en>-
pregapsims 'faetthlades riaturacs no ttrtaallio para
ape'Mlar-a satinado tua lorig-ni dhla. Ora.
talikla nao por torca iuui.ua do i-.itn:ieisnii?
Se temos exposto claro h posteo tomada pea
inacchari um face da religiao e se pcuuuacemi s
Belfa um*.religiao puraiivmU- buioana que te n
per base e guia a so razan, mu tu de admirar
que no? digam, #o -niumk> masnico, que as lo-
jas respuitaut todas as formas sob as qutes e
eianifesltiui as condiees religiosas... Oa. '( u
pergunlo como e qne um catholjco pude s r
verdaileiro ina.on ; como irilu ello Scijrtjel
n religiao, profess.iralo as dotlbriuas majme
que estao in contradi.o evidente, cwy a sd
igreja ? ?
Como p^de um' hornera que ere uu >ynib,i
.. Uri ifii iit ilil 'H'il'll" lliilll
que elle / arenca, que ell e igual a
es. e-nliistlni'c.v *i'\
'jke
digam na lo a
jado a ncnliun a
b)3os os homens, s
- il-bgi.io e lie c-ilfd, n;o
(8G) CSnsta isto das eoopssSas do
BTudM-ntar. >> >?
(87) Vid. Historia da Revolucao.
(88) Vid os documeltos deste escndalo i
nice na, obra ; A piacinaria sujaita grande; lufe'! **** .^jy.fgPJfc1" sn;", **'W*n
dpubTiciaade por uieio de documentos auAentl- ""'"t" l^S'j*'*^ ; _k ,.
Gesesf ^''^i'Wn>r^m hSn _ i .... s ,., ig i IHat" wmmn. e 1HW? lo Mar4 iftais sVtH'rtj.igfi ;
eos pag. 180 e seg.
(89) Ibii (pa^ tpffiiti'KoWWgA (90,
22J, etc.
.fK)).Xalandf, (Hie'o.'Ai [Haiitfti'iiaios i aaaaM
de ama loja.
(91) Ibid. v<>uV'W*KI-r
ll-Ji i.'-*** Uf*.
ef modernes,
(!):i) Vid.
(9i) La M|r
O prograram
na jnorte, nota
initialtons aucienne
lojt!ThAi)dBj*abrrei^ti egUrti wis.
399- J:t. 'Vai J ] .
Vo I pig 2o:^^'B^'**,l>^^^^^*l^^
a de padre uen : :Wd^eic,j-jiidffl)p1il ,qadajfb ofliluj -.adii?-
.nem iiona^imeet, J'Mnperau^.wt.tk*i|fai.. wm, sfla' W* f
loalTttidilaJlrt'fftiliii eJIltHrrrai.-IMtf. as *''*l^arfifl*%ir?ftCT(iyHi.-JmiaV cortriicB*
VoJv v
ffpag.'

at pietendcro que
etc.. razedbjse mac!
melhor jHdu y. i
palavras, que nfm fan
Conhec.i adhejintesf (^
tam de frequemar pred__
f rttvr^'e^MW)*:
que, rivqnaj^m
saans-nSo-. |'aavli
catbolico, mu jinf ,
nelhor catli lii1
Iroradilnes 4o
tn sentido, tei
olica que go -;
BaUpJesi Mide
'httetugonaaff ftAtTepodom unir twm*n;i aiiq;
lima das .',-ns ipfe^atiainBiile. eiimjhi^ ftwa.
Pulrontigon proemiuuute se-exprima assim :
Qnwrfo a ttaotmariti dettCela a ntrala fie
eus templos um jndra-, a-om mahomeanoJ a
um cath-dico, a ^ Bfoteslante, eom acondiepo
que ofle se'toruaw tnkimem hoco, abjurar setis
erro* pass.iAw, "dopori as' siper*tPi5c eom''trae
II* embalaram nM*tau. j.
acia isto, \ut vita elle- fit-.er- s asaooiblias
raaconjcas ? .
Que mtcSs vai adquirir ? Deque va occii-
par-se ? (98) .
Assim est Bridante, os proprios madras o
leolaram : ehristianisrao e lacboaria sao cous)*s
incoiiipativois, irroc^iuciliaveis, como esquadro t|e-
.fin 11 on trenlo qnadrdo.
A doutrina macontca i antitbes lis drtutriha
BtMbA Ningnem o puder- mais aegar.
Eusin a mayonaria-que os lioiiH-as vrda leira
fnanle i//u4iaJoj,miti precisara, para seren w-
li s ueste mundo e jv outr.), abfacar o dogmas
e os preceitos de religiao alguma revelada ; que
tanto faz a Turco, eon|o< setario de'Si'Aiwd, io-
dos se i o sal tos, ooiif tanto qoe observen! a mp-
rl iiiaijonici.
O ehristiuismo ensina que quetn nio erer ser
cndemnado: que quem nao for baptisado na.
agua e no Espirito Santo ni) entrar no reino dos
eetis ; d que-ais- ha sobre a trra -.nitro ora- ira
que os boineus ui-ssara ser salvos, atnao o noiji
de Jess (99)
Ensina a macoaana que a psrfeicao do hnmdm
consiste effl ser Irvr* peinador, isto cm nao- su-
jeilar sua iiilelligencia ao casino do nauhuma
igreja.
- O christianismo ensina qu quem nao houve
a igreja deve ser tido como um -pago e umph-
blicauo (isto eo no um hornera perdido e de lii
vida.) (Hi)
Eusiu a maconaria raa a igrejz de Jesu-airis-
to seafastm la pura d nitrina eosinada por elje.
> cHristianisrao afflrma pre Jesn-Giristo fun-
dou sua igreja sobe a fedra lirrae, de modo que
as portan i infi.-iiio(que sao os.erros dos homens)
nunca previleceriain contra ella. (l()
Ensina .naeonaria tpie ella s capaz de rea-
lisar a unidad? do genero humano n'uma s tatai-
b, abando os cultos particulares, o suistituin-
da-os por um desmo vago.
') christianismo ensina que essa unidade nao
so reafsan) seno pela igreja de Jesn C risto, cu-
jos pastores Ibram postos para que todos os r.v
mens -se reunam na aoidade da doutrina, e for-
men! mu so reban o, e um s pastor, recont-
cendoum* senhor, una fe, um s baptis-
esc.ola partirsfla'cs em todas as ridades, villas,
p#TUae(5es\ do que creando um numeroso prafes;
sorad-offleial.
Encbergaa*/ro/*-M entre estes lous penaa-
raentes de 8. Exc. |>erfeita contradi;:. Quem o di
r de boa mente J"
Ha palpitante heoesatadeile ha ver escolas as
localidades'onde bouver crianras e adultos que
reasem de insirueco, vos a doveis crear.
Esta troacao poder ser elTectuada tHt.'siuiples-
menic pelo esforco da provincia, escola ofncial ;
ou auxiliada pola-inieiativa particular, subvencio-
nando-a os cofres pblicos, eseola nao oficial sus-
tentada eom monos dispendio e sem onus- da vita-
liciedade do professor.
Em miiiha-na uttfarisada opinio sste meiu
mais aceitad".
Eis o qoe disse S. Exc. era seu relatorio.
_ Eis o que se vi1 p*)n culligir de suas expres-
soes :
li'al se v que tjuerendo S. Exc. manifestar p
ineio deexecu.io que Uw parecia preferival para
haver escolas em t-idas as cidades, villas e povoa-
coes. Uvera a excessiva modestia de classicar sua
opima do nao autorisada para deste modo despi-
la de qualquer infliieucia qmv podesse ella vir a
ter no espirkb dos legisladores.
A uu vontade faz do acto mais digno de louvorj
motivo uVaceusacAo.
'Kormiilando contrastes imaginarios, e contra-
(Iums phantasiadas, lira a provincia couclusiies
disparatados.
Termina a 'foHia-Prer/nciade 8 do crrente
querendo que S. Exe. mettesse a mi em cara
alheia. croando novo imposto.
Se tal S. Exc. hiovesse feito, qual nao seria a
gritara ? ltradaria a Prorincia lodos os das que
S. Exc invadindo os direitos da assembla, creava
inipostos, insinundoos representantes da provin-
cia a sobrecarregar o povo con mais onus e im-
posto. para a*iistriie^i3 piibca-!
mo CKH)
En-na a maconaria qne os goveraos hao de-
vefn ter religiao alguma, que sejam indifTorentes
a todas, tratando peta mesmd theor a verdadeira
e as falsas.
o christianismo ensina que o evangelho til
promulgado para as nar/ies. como para os indivi-
duos : ide eusinai, todas as nacoes e que os
governos, Omt) os particulares'que nao sai por
Jesu-C risto sao contra Jesu-l'. risto.
Quera nao + por mim. disse o Salvador, cea
tra mim. (l3)
Snsin-i a maconaria que se deve srcuiarisiv
as aseaba, torna-las Htres, isto nao permittir
que se entine nellas ratigi lo alguuia; qne se deve
adoptar I casamento civil, o enterro civil, que
nao a s-crifich neeeitarli, que nao precisamos
de Socniiitentns, qne nao ha in erno que temer na
outra vida, etc.
O christianismo ensina o contrario do tudo isso,
condefflna tildo isso como abominareis erros e
noresaw.
Log-) nao pode < aver conciliacao possivel entre
a ma.onaria eo c ristianismo, pir ende se con-
clue que lodo catolico, em geral todo o hornera
que nr n'uma religiao deve aliominar essa so-
ciedade.
Tend post parece-nos, em toda a luz da ev-
dencia nosso segundo jionto, passemos ao ter-
ci ro.
(Con'inu-.r-.ie-ha.)
te-pa
homeopatliic rma 4ta4aaia inMaMiM
riilade, a pontf> rht -tonto-'t>* lmpcriV?'-rt*~..
seutirura a sua falta ; yOri)ac nao poupaiva
usorijDs e faingaa- pana aomitr tiuinda-
a. PeciUnto aos s^iilaicnuj, avtirr
et seu *o o Sr. tlomes" T*nua, po Iwm
dti pertu o cunhoecinrts,e' vuiskis u quaittt<
til, i: prestimosa a km aataali>iM SmnitaaMai.
nm s como l'unr.viwmrw- jiWro rmiw
particulsr.
Desciilpo-iins u Si. doini'.s Pt-inui se ctmt
esta |iu!ifai;aoftrirQi>sa sua ir.#l>'-!i.i.
A" |*Bvul*e*a> oVn
Beneficio em favor il otlrucido pulu gic:OO !; -i:, -i. u
ioatro Santo Antoni.
tote JIB e taril.
H-idie atlhi, cris til
Um ben?ltcio em favor do IMIb u> saV.n4-- .
ainda outra vez a;ipellaw pea* os seaattnenaw a-
ridosos e pnilantropicii-t da peyalac-** >*"* "'-l-'
de; de -novo, em nomo uV mharaa e tk.taw.adi*
entes que viveni allieius a e-ta *>cm4*e, se im
plora a c'impaixm e se fi^de um aaralo para a
grande idea da edttcarm do hiMsariu te altana-
dos.
Pobre aaiaana, desgraeadas -reatara qa se
acam-ibaixootis animae- a amtatt nao t evCal a
o instineto, os alienado- qae asum a raaanr aasa-
btn de razo e de pensar, -e a- am .niisaiwdo*
em uih nauseabundo e nnitropriiuNfieie .niu **
d (par irona) o non. de Mis-ncunlla. ewrejfne
a todos ti* iiorroras de urna cimM.-in naueravel.
mesquin a e indigna ia- una cnlade.
E' liraciso as se ter o cowoeimeirto, au se ter
Recite, I\ de abril de 1873.

9 -irgiio Isa kpposfotto o o rea*
toi-ii lo iviii. Piv. fi:uuitiil;s-
nrquc Pitrcirta lo Ln-
ceuit.
No gaverno nionarcbico coustitucianal, dous
elementos opposios se achara constantemente em
bita de predominio : a democracia que 'tende a
destruir as preragativas da enra, e gnlgar a sua
soberana, o a monarcliia que aspira espraiar seu
dominio e lirmar o tbro.io no poder soberano. 0
pacto fuinjameiital elaborado tora m.uhreza, e ti-
no polillo que deve inanter cada um dos ele-
mentos na rbita de seus deveres para eslabibda-
de o harmona social. Dalii a exisuncia necesa-
ria Je dous partidos polticos nesta forma de go-
vemo, alera dos que, pod.-m dividir os -eidados
que aspiram poltica diiferente, -o absolutismo ou
a repblica.
Km qu-> aspecto so aprsenla entre nos o part
do opposji-ionista E'ell i republcaiu? E'ab-
solutista ?
E' inonarchico constitucional d-mocratico ? E'
raouarchio conlituoiona! mantedirda soberana
la* aeti' d#'alcl*l |trtfsille*lu In I frpvin-
ao se Iheinipoffa que taes actos sejam pre-
attH
ior
. vjrar a aura.
r0P e de pessoiiintira -^ sea seto,
.ta onjosicv.
l-'oi, ou ser -sta poltica de homens que si
t qn
d.ir'Henrft|iie Petelrn de'Iuirna abri a afeem-
bla provincial.
Esla.pron'hsdiialvse o.a'-ihjisli-xiijtatinte prova,
,1c qlio a ufiposii'iii Hada t*n ptii di/.er lo
seria importancia coiUB a adranistra.-ao de S.
Ma^rnKa^r9ia^.)liaviK^
menina exclama : |
Seiminlfc nm*lai-'it* nr roronhecen qne
parte do relatoHa.^e .-y K/s. vtativa instruccai.
tie urna pobreza iilristaijova ; conipos^ilf iu|-t
gares coinmuiLs e.diladiflosi|iV'*ti sobr/ u asta -
do dos dilferunfiis ^t^-l^upAUtfM encarreg^idi i,
ta iJistribuuu J'tiuw-ji.^Cuai ^onn^qiaa-piit
centr^isse vT5Bsl'm'^s',,i HistqJus^ios .^rellpcl
dos qttcT soBreo sVsUj'ufi^le eiisij^ qx^j sob/e
os meios.jugis mmducuile.4 ser'ejIkKiflerramadp
- ulsi< s nfTia"(irr i i ,l.niSt i
-
MH-, 1 '
1il
da corta Os escriptos da opposica pouco ou
nada.dizem. Ellesnio discutem nem forma de
govrno, nem advozara as claras os principios
contituintes da soberana do povo, ou da soberana
l'< tlnoii).
Atacara individualidades, e fazem por confi-
grate opposieo pessoal.
Xeste inluito sera manifestar o que eoque
pretende ; porque tudo e ludo pretetulo, coui-
tant) que se aposse da gerencia dos nejoeios pu-
blicos, enche as clouuinas de suas follias* cora ba-
aalidades con a* qn es illude os incautos e se
mantera preparada p\tra a- .iirimeira oceasio dej
obedecer ao re, s O rei 3 cTiinar, tle se presiajr-
ao povo se o povo lije .arenar.
-' A-stm que nao aprecia ;[ m-iralida e i jus-
ptn H
cia ; 11
nuncios ou Fnntamentns de raeHterrunento mata- c;rzo,-a!stadosilAsi>de;taile, sao pobres 'lo-
ria! 0:1 moral Japrii'vu;ia o'i do povo.
Morder e djlaceraa- a administracin actu
O harao do Livramento.
Nao lia era Pernambueo um boineni mais c ,-
nhecido e mais servioal do que o bario do Livra-
mento.
Senhor de urna grande fortuna, o bario do Li-
vramento por sua rara aclividade e assidu traba-
Ihq no norte do imperio o que o baro de Man
no sul : einpreheuded ir eolirtiro.
Levahta-se quando o sol desponta, e s se re-
colhc casa qremdo toilos os muros homens du
comin-ircio esli fartos de reponsn.
Nao ha um grande cominettiinento, urna idea
de progreso, urna obra publica importante, que
nao tenha sua frente o Ilustre baro.
Tambera nao lia u:u artista re mrito, una or-
pila pobre, urna vinva desvalida, que na-) encon-
tr de sua paite agazalho e proteceo : que o
nobre baro sabe perfeitamenteque Ubi chantas
ibi Deus est. >
Oescido o numero de pessoas que vivera do
salario que Ibes paga o bario, ou da caridade que
Ihes dispensa.
Sendo diversos os gneros de servico a que se
dedica, muitos sao por isso os artistas e IrabalhB*
dores que se achara sob a sua dependencia ; e ao
inverso do modo porque procede ogovemo, qtw
redt.z os vencimentos dos ompregados anbUeos,
quando estes adoecem, elle nao s ninserva in-
teiros os salarios d>s seus, como at tem por cos-
tme augmentar-lhes os recursos ein taes occa-
sioes.
Influencia benfica, nunca dirigi 011 aconsc-
Ihou para o mal os seus dependentes, era crcou
nunca dilllculitades ao govern-", ao qual pelo con-
trario tem senipre prestado un concurso valioso,
um apoio franco, eficaz o decidido.
Copular sera aftiatacati, popular por ndole, por
sentimentos e|or hbitos, n sea nome abencaa-
do pelo povo, qne sabe dar o devale apreea as
suas quabdades singulares, e aos beneficios quo
delle recebe.
Fallai ao bomem do povo sobre a bario a*o I.i-
\Tamento, e ouvireis lo.o a parracSo de algum
facto enternecetlor, em que este tem deserapenha-
do O sublime papel de instrumento da Providencia.
Parece que todos os pobres Jo seus cumpa Ir a
ou albados, tal a conlianca que nelle todos de-
|n silam, tantos e to repetidos sao os artos de ca-
ridade por elle praticados, e tudo isto sem jactan-
cia, sem virtas interesseiras, sera que a mi es-
querda veja nunca O que faz a direila.
. A provincia deve-lbe obras importantis, a o g >-
verno e as commisses humanitarias at hoje 1111
appeltaram ainda debalde para o seu patriotismo
c philantropia.
Entietanto, a um hornera tal. quem to lid.ilga-
menta procede, dando golpes desapiedados em sua
fortuna, golpes cuja exien.-o taha*/, s possara ser
conhecdos por seus herdeiros depois de sua mor-
te, concede a govemo apenas um simples harona-
to, ao passo que cora outros tantos barateia essa
moeda da inonarchia
Ser porque o honrado baro nao se niostra ar-
rogante para os que o procurain, ou porque na:
tera a estultice de considerar-se su[)orior a tapa
que Dio sao, como olio, titulares 1
Seja ou nao seja ; pode o govemo amesquinliar
na distribuici de suas gracas o rec rahecido nie-
recimento dos que se tornam par sua conduca
dignos das distiiieeoes sociaes; mas o que nao
pode, prejudiear no' eonceito publico o crediti
daquelle que,como o baro do Livramento, OC >n-
siderado o amigo do povo, que eom razo, v nel-
le um dos seus dolos.
Vale mais do que um titulo a gratidao d)s
PQVOS.
Recife, 27 de marco de 187:5.
Manta.
iMH*llfio 07ii'lavj>r do majIo de
alfonndoM.
A sbrte dos miseros alienailcs do tolas
a que mais compaixao inonjeu. Privados-da
entes que necessit.tm do soccorro tstraulio
pr qu possam viver e nao ser preju-liciaes
aterceiros.
TaTtsbem-porssoem toda a parte os Mi-
Xf.l pulttmi'. Ie40|g W ^luusrvargui- ? fem SS^"**Jj*dflW^ Pr"
^A^^^^^^'^^^^- ^r;,"1im,'''"'."--BesaSi)rte.
M h relairn, coat qne .mb:' \* 8c c.ttmnetidar leudo por si mesmo visto a falta de com-
pi'
modo, soUrimoiUos dos pebres louoos no
hospicio d*ta urbvrncla.'delles compadeci-l.),
Sroeur 'U.dos le Tg'p (TBihaVlSf. commendi-
or I.ueottii editicar niB'iiovoasylo, quo rou-
nindo todas as aoeoimn*latji>ese conlice>
medicase' hygjehiftas netssivrios aotrat^-
ineiit ifk'jes $i*(!l'iit;S, /acilifasse o ieu resld-
belcci.nuiilo. ,, #
4 hwa oonsaarbirislo recorreu 8. Kxe. ti
'rtunW tta^TaTatblp. piiWica, e e^ ^-Vuc?amcpJo de mfhlia |.,,. -eteta.
rra|Tdl Slfc lc,a sul.; ,1iir3,VC!' rt&Wi.' Tnd -. C>a U- detem;,.;. in f al, ,1 ^tfX
vulus p soiue.Udes ttia sido, fnoinplos erh MnW fitus jfu- Sfcu'. Amori.u.
conoorror pare tia'utl Mtflbra,3ciiiMnt 1.
Entre estes a sociedade Thali.i delfberou
ofTerecer um beneficlij no, thpatr-) do Sant)
iWiltlli f. Tolr-4 m. KO'* |.-
4tw>Acuap. i v. ii. i
{MmU*-i. cap. I.H v. f\. -
fliMlufbiMap ltVHwaU) ati
nli.
--R-yara esse espectculo que chamamos h
ftatri?* publica, espttrando que o nosso pov >
4ut^ip; 'd'u^ftf^, ."^ftf^ar, ^Krdrm1^,1" ******
O concurso pois de esperar.
visio urna so vez, ou .nri ki aarrar-sc as
Inesperadas dessas pobres e infalises omatar.is a
quem faltou a razo para uo tattaW, para
nao se horrorlsar de uto aVtsgracada catas.
Essa casa misero, acan' ada *cm a mmnr pn>-
priixlade iiygieaic ou salutar. -ssaaasst-dasea
le desespero, de gritos nn-tonto*. de >nm, es-
sa casa que bem- poder se- a :< amar u cansar
do desesperoe da morte. ajaja alouma ampr<
dade tem apressar os das intelizes qw a dir
sorte os alirou nessas negrts instes paredes, di
taaaaa, asta eaaa vai sr substituida |ht intra.
Essa ontra casa qm- se pr.-,.ma aflgajaf r todas as aceorauii)daerM pie medicina rerom
menda, cora tod.is as-pmfiriiHlades lotai*. e>m
linios os planos que p igsa ainda fswr nmrnte riit-
tar ao mindo, depois do o lave- aja^taJataaaa
cdilicio pin se qner e-se pr,>ci-a "dili-ar para n--
ceher os loncos que a tristn..3 rasa Ha mi- 11 1
In nao mais comporta, pvje o auxilio caritatirn
le nina popniae.i-i i?e swoiimenins nobn-s g>-y-
rosos que nunca i-e im a ino rom oIki.i ipuu-
1I0 Oste tera por Mi sorourrer ifHzes |irdiiO"S.
cuja condicao sxrapeMaal ut> aMp 1 Bataf pr
elles.
S. Exe. n Sr. ih-i siitenle inici.m 1 id.-a da a*.i
cacao do novo odillci.i. Uuando ja |rtssne um
vasto ^ salubre viti.i. tembroiise Bxr. de fallar
aos corac'ies de u.ni popula..... < tte ne n>*-
trar leara na altara le aans aaaa aawdMaBBi
IHW '--1 todos: S. Bsc. tem pr-..- ir. i 1 lazar apag.11
desta provincia a triste 1 tinpisa asMManla
que se observa em urna ... .-icr-imuladi de ui-
l'elizes entregues ao desesp-t -
O prinieiro appeo ile S. Kxr, d n nsa bora r.^ui-
tado, se j obteve nm beneiicw .i-.-lnctiro, initro^
correram o offpreeeraui uw. ntiui ui s
recon ecendo iiprnraitn im:i -i--1 1 ufuva >
sentimentos evanglicos a eivHi 1 ..res. que tar---
m-is rom a aVsapparicia da aataal ean ib- mi-
ricoiiii.i. con;- 1 rer.ii 1 pana realiaai.ai asea dn-
pr.ije.-uda.
A "lira cuslosa. 1110 .1 .,'...- a |H>up..r.
preciso que nos mostraaMs r 1 l .-'. que c in---
mos a infclicidade do n*f .i-.m-i c qm
Sabe se algum de nos anxm nu estira n nie--
1110 estado de lautos iiuVIir.--'
A nossa razo nao ,- n.i.-i .- por-piali|'.ier 11ra 111 divo aiiiaa i perde-la 1 W ar-
illos nos as condici-s desse ni!- lizr- |x>r qnt.i
i.ojo pedimos..- cuja surte lara- i-ini 1-
ijuantos nao tero pirent.-.- e aimgos encerra-
dos nessa lgubre eaaa
E nao '-averno, de d ..-r-n->s !
Nunca s.- fallm aoenra^-ici que e-n- nansa
e-iinraovessi. asnea so -lera' r ll a .b-juea I ^rv
ximos que sssa u 1 vi.-sse augniiai-nes. iiiici
iniploioii t-ui nomo de trates al eins a e*tr n-s-
v ver que ipial.pi-T bd-a -e te- .----. Bfl
mais ama vez cuiiipn- qne cada 11:11 venna -t.-pv-
sltarftm obnloe-iibnieliriosdii Imirix, ley osa**
innocentes ipie as crenneas e "- d grabadas que
existem na lena
TetUOS l,o:ni f ipi-- ,, piplili.i. iatei.i T
res|>onder pta&oVida, em cuj.i Em
Buje un be:.e:i-o no i eilri Sutil 1 A :' 1
Tonta o siuidit ,o 1 rt 1 1 bmota. i im:> Mataba
aa tuiM, -,-. ia,
Tendo rMo preso n 1 n mi !' d reate. *
ordem do Or, subdelegado '- -tti-- ti f. -
gnezia de S. Jos, e reeolhin 1 a --..-.i le dte
desta ddade cuno IniaViado rna rrlaw de leru.' -
va de inerte. p8M facto mli'-ialo In Ollera na /.'-
pula deste Diario; nao daao, asraat de pn
qnasi fitlniincyl 1 pela opini.1 pilhfira c .1
mente levantada contra mea. !-i\.r ib- ;-
\ impreusa para protestar r nitr.i a eabinmi.,
inimig.is peqoeno* Aganm mt boat .-xiv. v.
e-tilielecidoc.ini ara.1 ; ;- 1 lavcrm i
Mrquez do rrerval n. i :> : ahi emeorrram *-
n i"l Jos TSacran.-nt 1 qu foi feri-io na
referida. Antonio tita .\njo< e nm hoaaraa r.tr^'-i-
do por MaccJ indigltad ,s coi m atitnrea do I
ment.
Na noa'.e de l-l all estiverain es<- fes n 1
ni cimpaaltia de ontro* eom qu* a cmrri 1
at a" tt horas, usan-1 de v-!n las ale drra.
etc. ("llegada a hora il^ fe-'iar o esi-be!--
feehei-o e n-tirei-me para a rtu dos .V^stajfn-
onile pernoHo.
s II horas ou mcia n rale dx-m, Rra fe.-iU
Maioel Jos,-.!.. Sncraaeiito. .p-r p.--*o.is, qte, di-
zera amtln, nio eouhccea, ataraio'1-.e rna
misos qne leriho na vizmann-'a da tarern 1. qi-
ja me lizeVara pr.n 1 laar por ni.o.- >V :>n- -
ph\ sicas do que aintl 1 1 j !i>-i. encarr
ram-se de dizer no me.odi povo, nav en .i
mandado assassinar Nasciment .
A noticia tomn vallo, o uacionalisara r'.i
do a sceiia iespcrtou n Ii i-itt dt.-. e nm arn -
hemens- foi ter .1 casa onde en peni Hava.
goii-me a ahri-la c pr ndcu-iac <-. idaasii 1
al ra do Mrquez do llerv.| ,i,Ci*ati.. -
carainho o Dr. America Netto sulniej
garanti-mi- a vida, que c.n. 1
povo alarma lo, O qoe milito he aj
Aguarda o curso do proc->-o, qil
t.iurar para tirar a lirapo a turaba
Sir''ara estas liuhas de rajiaro a *\
tides comidas na no'icu que den
iarU.
Entre mira e a iafelii ctala amliiira
^lljgenea, havia.
Dalitnra dofinal ta polica
de honlem. vi qne i- mcus \uiiiiifc\kis alna uL
rae ahand in.iiaai. '
>e o processo nao Vitrer cAin. cnfnjn
111> n- .
prisao, irregulariutraie, c
'Sr.
reiftiajUr da Rrr>.0lil
ocenrrMiVia qt'sc lea na ira -
ves-a do Mttntr-ii-, da qn.il r-raltoit a fcriaawa-
fernn > eom o infc>nnaaae- a\rMH a aaaacw-
ar os iib>. ims rs
OlasXNlM Man .d T
muite'a* prestaram,
ni'di'ainetit-is e comra.idosTi^^H masaoaai-
"JmaLsjH

_>. -


Diario de Pernambuco Quarta feirar16 de Ah$il de 1873.
eme?-e aqueHe prestando os socorros eirorgi-
-xis, isto at depuis de meia noute.
Beeebam os Sr*. Br. Paula Soaiwe Manoei
- -tTaomax Pereira do Rege, os nieus encomios pulo*
twneticios que presUaK-m prol da nununidade
a gratido publica se manifestar cerno o verda-
4eirot premio. **
'* (Jmesptotcdtr.
d relatorio o K\ni. Hr.
m-ndudiir Br. H. P. Ir** cent,
liiio ante a aesetiahla p-uviu-
*ial.
"V.
MUGA
OiSTBtJCQAO
OGy,
SKCUMMWi.
o provincial.
.-II.
?vado a evidencia orno ftcou no artigo ante-
rior qual a causa inmediata do eatorpecimento
alo Gymnasio provincial, que o sioistro e omino-
oo ensillo dos professores do collegio -das artes,
4ias>emos agora a oatru consideracoWque muito
valor, iem para o engrandeciinento desee estabele
cimento Iliterario.
Kao eom a suoposeso de cadeira* que se ele-
var a receita nem se transformar o,- gymnasio
mullo au contrario nos concordaramos; que se pu-
esae esse estabelecimento no estado do collegio
de Pedro II, o que nao soria para admirar quan
lo o.Bi Grande do Sul, transfurmauo seu liceu
D. Alfonso em Athaieu Rio-granden&e. idntico
quanto ao plano de estados do collegio Pedro II.
Nao para despreaar o alargamento.de r ondee i-
inentos a creaco e contervaco de cadeiras que
possam instruir urna inooidade que deve ser guia-
da pelo bom caminho.da instruc^o vasta e neces-
aria.
Nos nao concordamos com a opimie do Exm.
Sr. eonselheiro r Joo Silveira de Seuza, que em
seu relatorio disse : iiaver demasiado apparato
na organisaeo dos estatutos, no qual nao se
* atiende circunstancias qne noeessariamente
deviaui torna-la improiicua.
Agrande questaoest-em todos reeonhecerem
o mal eno empregarem suas torcas e prestigio
i'iu sana-lo.
Una necessidade palpitante para o .gymnasio e
para a boa instruccao e. a concessao pelo governo
geral Jo privilegio de que gosa o collegio Pedro
11.
O engrandeciinento dagymnasio seraadmiravel
exceder a espectativadesde que o titulo de ca-
pacidade conferido pelo gymnasio pernambucano
gosar das regalas do do collegio Pedro II.
Tem sido um clamor ineessante, c omquanto esse
clamor nao fr attendido, a instruccao secundaria
ser petr que m ser pessima.
Os diversos directores da instrucco-publica tem
asistido sobre este ponto.
Entre elles v-se as seguintes ejtpressoes que
julgamos dever iranscrever.
O r. Franblin Tavora em 1867 disse :
Do. que lica expendido deduz-se prion e
sern-a menor contestaco, que tornar extensivo ao
gyumasio o privilegio de que gosa o collegio de
RdroII^isto e fazer que sejam recebidos como
validos peraute as Faculdades de Direito do im-
perio os. preparatorios feitos no gymnasio, asse-
gurar a' este a sua futura conservacao e abrir-
ibe desde logo a melhor florescencia.
Alm disto, por esse modo se corrigir forja-
damente a iuiuioralidade dos directores de colle-
gios privados e professores do collegio das artes
que, nao podenuo tirar mais o fabul so lucro do
monopolio do ensino, ver-se-ho obrigados a
abrir mo dessa degradante industria.
o Cunto que V. hxc, pondo em movimento o
prestigio de que dispoe, conseguir dentro era
Iireve dotar o gymnasio provincial com essa me-
dida de primeira necessidade.
(I Exm. ar. eonselheiro Paula Baplista disse :
Valessem os exames nelle (gymnasio) feitos
fiara a Faculdade de Direito e de Medicina do
imperio, ou ao menos, para a Faculdade de Direi-
to desta cidade, que em breve \v-lo-hiamos attin-
gil" um estado prospero e tloreseente.
O Sr. r. Pinto Jnior em 1870 em seu relato-
rio expressou-se assira:
Quando ao alumnos do gymnasio, que ten-
do frecuentado os ipprova.o plena, lr concedida urna carta ou ti-
Ittlo de i>acliaret em dumanidades ou bellas-let-
(ras, a semelbanca do que se da no collegio Pedro
II e em outros eslabelec;meatos de igual natureza
na Europa e ucarem elles habilitado* para a ma-
tricula uo ensino superior das nossas faculdades
e tiara os empregoa pblicos de preferencia aos
que nao tiverem iguaes ttulos de babilitaeao. ereio
que La ver euUo mais incentivo para os estados
e maior concurrencia de alumnos no gymnasio.
Aportar <> mal e qnasi prescrever-lhe o reme
dio.
Se este nao cabe na esp era do poder da
administracao provincial, liberalisem os poderes
gentes aogyinnasiode Pernambuco. os favores de
que e digno ; e se ue fr poasivel, azerem-lbe
tudas a< eoueessues, permittam que sejam rece-
Jiidos, ao meiio-. na Faculdade de Direito desta
cidade, os exames dos alumnos do gymnasio ; e
estou convencido de que dentro de pouco lempo
aitiugira elle o neeessario grao o prosperidade.
.Nesie sentido a eongregac.au dos profesasores
o dirigi em mareo de" 1*00 juma represeulcao
a assembla legislativa provincial para que
esta solicitasse da assembla gerr.l senelhante
favor, a exemplo do que se pratica no collegio de
Pedro II. iiifelizmeine ainda nao foi satisieita
to urgente necessidade '...
No relaiorio .le 1871 reiterou o Dr. Pinto Ju-
lior o sea pedido, lamentando o estado de inde-
i sao em pie licoo negocio de tanto alcance.
No relatorio de iOt, apreseatado pelo ^Sr. Dr.
Jos Soares de Azevedo o mesmo se pedio.
Diversos presidentes ja disseram u mesmo.
Em 1863 o Exm. Sr. eonselheiro Joo Silveira
Uia provincial, expressou-se pela inaueira se-
guinte.... e emquanto a par do gymnasio exis-
tir na provincia o curso de preparatorios da
faculdade de direito, com exames privilegiados
para a matricula desta, e om examinadores que
fiisinam particularBUMe tguae aistflimt, o
mesmo gymnasio nao sen procurado por grande
numero d ali mnos.
A nao ser possivel conseguir-se dos poderes
geraes do estado, privilegio igual quelle para
s exames desie estabelecimeuto, dillicilimo sera
inaiiie-l !. e seus resudados nunca corresponde-
ro aos sacrificios qin; elle mipoe provincia.
No relatorio ^presentado a assembla provin-
cial em 166, dwse o Exm. Sr. eonselheiro Para-
uagua. ...........Para que o gymnasio pros-
pere : ,; a falta de validada di respectivos
xamespara os alumnos que pretenden) seguir
as faculdades do imperio. Conviria pois que di-
rigisseis ao poder publico competente urna repre
sentaeio fnndamentaib, expondo-lne embaraco
em que se v a instruccao publica da provincia,
afim de que nos exames" feitos em nosso gymna-
sio, que sao alias muio severos, tendam a raes-
in.1 v.didade que tm os que sao feitos no collegio
de Pedro II. Se esta concessao se dsse, posso
afirmar que a nova casa do gymnasio seria den-
tro em pouco povoada por mais de 3 jO alumnos
internos.
Em 1867 o Exm. Sr. consaldeiro Silveira Lobo
*m seu relatorio apresentado a assembla pro-
vincial, exprimio-se de igual maneiru :
Ha porem um okstaculo, diz elle, que de al-
^um modo contraria o seu decenvolvimento, e ,
nao serem recebidos na faculdade de direito os
xames dos seus alumno*, que all tem dse ma-
tricular.
Sendo to severos os exames feitos no gym-
nasio, nenhum ineonvniente bavia para a ins-
truceao publica, se Ide osse concedido pelos po-
deres geraes, solicitadlo vossa, o privilegio, de
qae cosa o col egio Pedro II, de serem os exames
.all feitos, recebidos as facilidades do imperio.
E ainda ltimamente o Exm. Sr. consel eiro
Joao Jos de Oliveira Junqueira em seu relatorio
a assembla provincial em 1872 disse :
m Se.o gymnasio de Pernambuco gosaasne das
prerogativas de que goza o imperial collegio de
Pedro H, estou persuadido quemelbores resul-
tados aindaapresentaria sobre os que j vai apre
eaMado^i
Eis o que com algum trabalho podemos ver a
respeto do gymnasio ; apreciacoes assaz valiosas
e auterisadas, dignas de toda a coniderario, en-
tretanto como tem eorrido quesUo to importante
t-m verdadeiro 'nenpspreso I
A assembla provincial instada pelos presiden-
tes como Silveira Lotw Paranagni pela pro-
pria cnngregaco do fymnaio o que tem feito,
j curiKi de pedir a retalia lembrada e i|ue lao
provertosa ser para a instruccao publica''
Os Exms. Srs. cpnselheiros Silveira do Souza,
Paranagu que em aeus rciaiorios kmbraram esa
imprescecdvel medida o que fizeram quando mi-
nistro que com ojie* alto.'presgio Ipodiam eom
tanta facifidade obter s-v pequeo favor ?
Os denotados ge aes que iinhcm sahido da as-
sembla provincial o que lizeraoi ?
Nada, absolutamente nada.
Ser que certas posicoes tenham o doin do ol-
vido das necessidades publicas"-'
Da provincia para a corte t-j, a atravessar-se
algum rio Letlies 1
O Exm Sr consePeiroJunqueira, hoje ministro,
assim como o distincto e vordadeito pernambuca-
no, o ministro do imperio, podero fazer effectiva
essa medida a nao se realisar.a fuso do collegio
das artes cmh o gymnasio.
O Exm. Sr Ministro do imperio eonselheiro
Joao Alfredo que ten levantado do abatimento
esta pro fiucia por tantos ttulos e tradicSos
digna de resucito, venera.o e prestigio, do es
quecimento era que se achava inmerecidamente ;
S. Exc. que tanto interesse tem tomado pela mo-
ralidade do ensino, pela veedadeira e solida ins-
truccao, pode e deve dar essa garanta que pede
o bem publico.
Ser um iueio de acabar c escndalo do colle-
gio das artes.
E porque nao se dever conceder esse favor ao
gymnasio pernambucano que. por tantos motivos
deve ser equiparado ao collegio Pedro II
Tem sido baldados at boje todos os esforcos,
nem ao menos foi Jembrado o.pedida dos alumnos
que quando felicitaram o .Sr. conde d'Eu e a
princeza imperial, Jhe impetrarara esse favor.
As razoes que militara em favor do imperial
collegio, militara tambem em.favorjdo gymnasio,
como passaremos a provar no segrate artigo.
Recie, Iz de abril de 1873.
Pkecit.
Parahyba.
PARA ELLA (J(T FALLO.
Felicitamos a honra que se faz o vapor Ptrapa-
ma, conduzndo aos seus lares o Dr. Joao Alvaro
B. U. C, este comprovinciano que nos deixa sau-
dosos com urna ausencia de das que nos parece
de annos Este tillo abencoado, que para satisfa-
zer o reclamo da amizade nao exita em atravessar
o ocano, deixando a familia, os collegas e os
ami.-os-sentidos de sua auzencia, de sua separa-
cao : resta-nes, pois, pedir ao Creador, que ven-
to bonancoso nos restitua era-breve este til* o de-
dicado, este collega exemplar, este amigo sincero,
que faz o futuro esperanzoso de sua trra natal.
Do seu acolr imento, da hospitalidad-e qne Ihe
prestares mais um direito que tens para nossa
gratido.
Recife, lo de abril de 1873.
O. S. V.
Declara^o.
Tendo por inexperiencia e simples curiosidade
me associado loja maconica desta cidade, de no-
je em diante me retiro, e nao mais pertenco a tal
sociedade, por ser contraria religio catholica,
apostlica, romana.
Mamanguape, 1 de abril e 1873.
Joao Valentim P. de Vasconcellos Filao.
SIMMEBCO.
PRAGA DO RECIFE lo DE ABRIL
DE 1873.
AS 3 1/S HORAS DA TARDE.
Cotacdca ofliciaeM.
Assucar de Mamanguape 1J>600 por 15 kilos,
hoje.
Algodao de 1' sorte especial 10000 por 13
kilos, bontem.
Algodao-de Penedo sera inspectio 8o00 por 15
kilos, bontem.
Algodao do Rio Grande do Norte sera inspec-
co 87O or lo kiles, hoje.
Apolicesda divida publica de 6 0[0, 3 0(0 de pre
mi.
Couros salgados seceo' 651 rs. o kilo, hontem.
Descont de letras 11 0[0 ao anno, hoje.
ubourcq
Presidente.
L.eal Seve
Secretario.
ALFANDEGA
^endimenlo do dia 1 a 14. .
dem do dia 15. .
184:7474857
46:521*100
531:868*357
Desearregam hoj^ 10 de abril de 1873
Barca francesa-Fidiw-(atracada) mercaderas
para alfandega.
Vapor inglezLa Placenieieadorias para alfan-
dega,
Bngue francs Typhes raercadorias para al-
fandega.
Raro. nglezaDvlly Vardeumercad iras para
alfandega.
Jrigue inglez Moad mercaduras para alfan-
dega e ferro para trapiche Coneeicao,
para despachar.
Barca p rtnguezi Gratido gneros para o
trapiche C uveie o para despachar.
Lugar inglez Amelia Wils.n varios gneros
para o trapiche Coneeicao, para despa-
char.
3rig:ie portugus Relmpago lagedo para o
trapiche Coneeicao, para despachar.
Brigne portuguezCo/fte lagedo para o trapi-
che Coneeicao, para despachar.
Brigue allemad-Pt'Mi Xcarvio j despachado
Dar o cae* do Apollo.
Importacilo.
Rio de Janeiro, barca rusta Alexmdre, consig-
nada a r1. Carniro & C, manifestou :
Cebocoado 1)4 barricas.
PeijZo "200 saceos.
Graxa em bexiga 2,996 kilos.
Xarque 169,432 kilos.
Riotirande do Sul, escuna boUandeza Pletadem,
cimsignada a Manoei S. Maia. manifestou :
Xarque 187.461 kilos ao consignatario:
Terra Nova, lugre inalez Violn
Johnstoa Pater & C. manifestou:
Bacaloo 2.200 barricas.
consignado a
)ESPACfl>'S DE EXPOUTACAO NO DI A i i DE
ABRIL DE '1873.
Para os purtos do exterior
No vapor inglez Li Plee, para Liverpool,
earregarain: M. Lathan & C 410 9,077 112 kilos de algodfio ; Izidoro Bastos & C.
|i'7 ditas cora W.818 1(2 ditos de dito ; Borstel-
maan & C. 251 ditas com 22,167 ditos de dit-;
Carvalho & Noguera 1,000 saceos com 75,000
kilos de assucar mascavado.
No brigue ingez Cantos, para o Canal,
carregou : E. Fenton 1,000 saceos cora 75.0JO
kilos de assucar mascavado.
No navio inglez Glaucas, para o Canal, car-
regaram : S. Brothers i C. 3,800 saceos com
285,000 kilos de assucar mascavado.
No navio hespauhol Roger Flor, para Bar-
cellona, earregaram : B. Oliveira 4 C. 219 saccas
om 16,557 kilos de algodao.
No navio hespanhol Felippe, para o Rio da
Prata. earregaram: Viuva Bastos 18j barricas
com 19,447 kiios de assucar branco e 150 ditas
com 18,159 1|2 ditos de dito mascavado; A. O.
Leite 200 ditas com 22,681 ditos de dito e 100 di-
tas com 11,410 ditos de dito branco.
No brigue hollandez Srlly, para o Rio ds>
Prata, earregaram : J. S. Loyo & Filbo 338 bar-
ricas om 46,719 kilos de assucar branco e 78
litas eom 9,600 ditos de dito mascavado.
Paro s porros do interior
Para o Cear, no vapor nacional Pirapuma,
earregaram : M. A. Sena 1 IjS barricas com 699
kilos de assucar branco ; J. F. dos Santos Bastos
76[2 ditas eom 1,120 ditos de dito : J. J. da Costa
40|2 ditas cora 2,448 ditos de dito refinado,
Para o Rio Grande do Sul, no patacho bra-
sileiro Ganbaldi, carregou: L. Duprat 50 pipas
com 24,000 litros de agurdente,
Para o Rio de Janeiro, no vapor americano
Ontario, carregou : H. B. Oliveira Jnior 1 caixa
eom L380 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Norte, na baroaca S.
Joaqu'm earregaram : A. G. Pires 1 barrica com
30 kilos de assucar branco ; F. A. Machado 3
ditas com 175 ditos de dito.
Para Mamanguape, na barcaca Moeinha,
carregou : J. L. Radien 6|2 barricas com 379
kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, na barca portugueza
Amelia & Henrique, earregaram : J. S. Loyo 4 Fi-
!ho 500 saceos com 37500 kilos de assucar
branco.
Pnmeira porta no dia 15.
Segunda porta .
Terceira porta
Trapiche Coneeicao .
SERVIO) MARTIMO
Alvareugas descorregidas n trapiche
da alfandega no dia I a 14. .
Ditas ditas no dia 14 .
Navio? atracados no-trap. da alfandega
Alvareugas .......
No trapiche Conceica*.....
m
990
35
-086
1,148
52
54
RKCEbEDORIA DE RENDAS INTBRNAS GE-
RAES BE PERNAMBUCO
Rendimento do dia I a 14. *>:789183
dem do dia 15...... i:7t*J*<98
22:499*581
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia Ti a 14. 61:146*202
dem do dia 15...... 3:233*208
64:379*110
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 15.
Rio de Janeiro10 das, brigue russo Aie-
xandre, de 268 toneladas, capitao J. A.
Swensson, equipa geni 10, carga 5,000
quintaos hespanuoes de carne; a Pereira
Carniro dtC.
Rio de Janein.12 dias, brigue hespanhol
Recurso II, de 220 toneladas, capitao Gi-
mes Argimon,.equipagem 11, em lastro;
2T o n le ni.
Terra Nova28 dias, lugre inglez Viola,
de 191 tonelodas, capito N. Care, equi-
fmgem 9, carga 2,200 barricas com baca-
llao ; a Johnston Pater & C.
New-York46 dias, patacho americano r-
thur Eggleso, de 238 toneladas, capito
Peak, equipagem 8, carga 1,200 barricas
IJcom farinha de trigo e outros gneros;
Johnston Pater &C.
y avos sakidos to mesmo dia.
Rio da PrataBarca franceza Rpida, ca-
pito Fournier, carga assucar.
BahiaBrigue italiana yoemi, capito Bene-
dito Bottaro, carga parte da que trouxe
de Genova, e outros gneros.
MaceiLugre inglez rucan, capito G.
Brown, em lastro.
Granja e portos entermed iosVapor brasi-
leiro Pirapama, commandante Felippe
Francisco Ferreira, carga varios gene-
ros.
Aracaj e portos intermediosVapor brasi-
leiro Giquid, conimandantc Martins, car-
ga dilerentes gneros.
Rio Grande do SulLugre allemo Alfre-
do, capito Schade, carga assucar.
X *:-
hCLBACOES.
Pela thesourai'ia provincial se faz publico,
que a arremalacio das madeiras extrahidas da
ponte de S. Juo," foi transferida para o dia 24 do
corrente mez.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 14 de abril de 187 *.
0 oflkial maior,
Miguel A/fonso Ferreira.
THE&TRC
SANTO ANTONIO.
S0CIE0A0E PARTICULAR
GREMIO DRAMTICO
Benelicio >lo Hospicio >e Alienad)*, concedido
pelo sociedade ao sod i F. L. Colas, e pelo mes-
iiK- offerecido a S. Exc. o Sr. presidente da pro
%Hoje 16 de abril de 1873
Depois que a orcliestra, dirigid:: pelo maestro
Colas, tiver executado ama das -ua-i fymphonias,
subir sceiia pela sociedade, o drama original
brasileiro do socio Dr. Carniro Vilela, intitulado
&
Oualro
esempenhando o papel de protogonista a
Exina. Sra. Emilia Cmara ,
Seguir-se-ha a seena cmica, oriental do SrJoa*
quim J. da Cmara. pelo mesmo d'-empenhada,
intitulada:
O Sr. Pedro Guerreiro
Recife.
que fioalisar eom o ang musical.
Terminara o espectculo cora o EMBROCLIO
DEPARATADO em I acto, composico de QCA-
TRf) PA31DIGOS intitulado :
mm E VATAPA
ornado de msica expressamente composta peio
maestro Cola*, sendo o couplet llnal cantado e
dansado com a msica do
Pticm ({li. qu, quem nao qu
va anda !
A Sra. Emilia, que trabalha no d-ama e a Sra.
D. Olympia, que trabalha na comedia, prestam-se
(rratuitamonte ; assim como o Sr Jacaranda pon-
to do theatro.
Camastra as 8 horas c rea.
Haver trem para Apipucos.
APATAZlA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a-U 7:961*257
dem do dia 13...... SSOJZ*
VOLUMES SABIDOS
No dial a 14.
8I1*41
1.163
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-YICEHTE.
IMovidade! Novidade!
Quinta-feira 17 de abril
Primeira representacao nest theatr), da excel-
lente comedia-drama em 4 actos (no genero da
Cigana de Pars).
AS RECORDACES
MOCIDADE
original de L. Thiboust e Delaeour. e ornada d<
msica, instrumentada pelo maestro Colas.
DENOMINARES.
L* aoto.- O caf das artes.
1* ma pandeea nocrorna ?
3. Os amores da costureira.
4. Os amigos d'outro tempe.
Os tres primeiros actos passam-te em Pariz
o ultimo em Montpellior.
Personagens dos primeiros actos
Morisset, p ovinciano Sr. Flavio.
Robioeau, escrevenie da tabelliao Sr. Florn*).
Osear Dupton, studantc Sr. Viaente.
Paulo Renard, bacharel Sr. Sanios.
drsnouillet, ooo da um caf Sr. Julio,
Minel, eaixeiro l |*tequiD Sr. Cmara,
ieamy, frecnientasVT do caf das
Artes Sr. anexes.
Jolivet, idem idem Sr. Mximo.
Alberto, idem idem Sr. Emiliano.
Noeraia, joven costureira D. Manuela.
Olympia, escudeira do Hvppodro- >_
mo D. Olympia.
Bernardina, lavadeira de roupa
lina D. Emilia.
Ereguezes do caf das artes, jugadores de bi-
lhar, estudantes etc. eolc.
Personagen do 4.* acto
(Seis annos depois)
Morisset, juiz municipal Sr. Flavio.
Robiueau, talielliao >r. Plorindo.
O Dr. Dupton, medico Sr, Vicente,
paulo llenard, substituid do pro-
curador regio Sr. Santos.
RnmostMM, viajante Sr. Julio.
Miguel, criado 8n Cmara
O commandante Sr. Rernardino
Um criado Philadelpho.
Noemia D. Manuela.
A Sra. Boisredon ti. Joanna.
A Sra. Durandcau D. Emilia.
Convidados, criados etc.
NOMENCLATURA DAS PECAS DE CANTO.
N. 1.Viva Paris t Coplas e coro.
N. 2 Viva a lolgaoea i Coro geral.
N. 3. Ao botequim J Coro e solos.
N. 4. -Passagein ao ponche t Grande marcha
e coro.
N. 5. Os amores de Lzeta. No castello de
Amires.-A visinba lavadeira. O juramento de
Adlia.Recitativo.Moralidade da cousa I Co-
plas e coros.
N. 6. A' dansa i i dansa I coro e galope!
N. 7. A cancao de Noemia.Coplas.
N. 8. -Viva o Dr. Dupton Marcha triura-
phal e coro.
N. 9. Grande euro final.
Deacripf* lo cenario.f
!. acto. Sala do botequim e buhares no hotel
e caf das artes em Paris,
2. acio.-Dous quartos contiguos no mesmo
hotel, sendo um do estudante Otear e o outro da
costureira Noemia.
3 acto.Urna pequea saleta em casa de Noe-
mia
4.* aeto.Um neo salao de baile na prefeitu-
ra de Montpeller, dando para um jardim, es
plendidamente Iluminad giorao.
A empreza esmerou-se em bem montar esta
peca, cojo incontestavel merecimento est suffl-
cientemenle pro vade com a geral aceitacao, que
grangeou em todos os theatros onde tem sido re-
presentada.
Terminar o espectculo com a segnnda repe-
lico da linda comedia de costumes chinezes,
enthusiasticamente applaudida na noute de do-
mingo.
0 OPIO E o
ornada de msica do Barba-azul, Gr-Duqueza,
Tromb-al-casar e outras operas do famigerado
Offembck.
Principiar s 8 1/2 horas.
Liverpool. Braait d Itivcr Pate
LIVERPOOL
Em poneos dias sahira para Liverpool (havendo
flifllcientes pas*aireiro*, tocando em Lisboa) o va-
por Laplnee de 1,194 tonelada*, oiinmaiidanle
slack, sue tem exeellentes accomniodaci>es para
passageiros de e :! classe.
Trata-se com os agentes Sannders Brothers i:
C Largo do Corno Santo n. 11. ______
Para o Porte.
Seguir com toda a brevidade a galera portu-
gueza Audacia por ter ma-or parte da carga promp-
ta. Para o resto e passageiros, para o que tem os
melhores commodos, trata-se com os consigna-
tarios Thomaz de Aquim Poucera k C. snecesso-
ree, ra do Vigario n. 19, ou com o capito, na
oraca. __________^^^^
DE
\AVi:iiAi:\0 BRASILEIRA.
PORTOS DO NORTE.
Dos portos do sul
esperado at o dia
23 dojeorrente um dos
vapores da compa-
nhia, o qual depois de
annunciado o dia da
sabida, seguir para os portos do norte.
Para carea, encommendas, valores e passaRei-
ros, dirija-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
THEATRO
Navio venda.
O consulado da Dinamarca em Pernambuco,
previne ao publico, que o navio dinamaiquez He-
ten, de t29 tonelladas inglezas, vai ser vendido
brevemente em leilio no porto de Natal : para
mais informac5es, dirija se ao vice consulado da
Suecla e Noruega em Natal. ^_____
Z. '
pertencer, os referidos praneMet ava
pH>i navio din ama ripn-z Trer Hiilfftt, capi* T.
Arnesrm, entrado no dia 16 de maro rwl
paseado, 08 quac? se arham na aboca de ab
dos Srs. Antoni Jnaquim ra do Rrum, onde sera efectuado o Isiio.
movis e louca
SEXTA-FEIRA 18 DO a)RRETE.
Sendo : mobilia de amareDo, censUndo de It
cadeiras de dito, 2 ditas de braco, t w^mm, 1
sof e jardineira. t cama franreza de amaretfe, 1
tiiueadur, 1 lavatorio, 3 pares de kamvrna*, 2 can
dieirns a gaz, 2 jarnts para tVrcs, 3 quadru*. 1
espelho grande, i relogio de parede, mei affi-
llio de porcellana para cha, mrio dito de lenca
azul para jantar, J compoteiras, 2 garrafa* para
vinho. 2 manpiezas. ."i cadeiras para sala de ja-
tar, me-as. balis, cabides a 2 tabnas para engo-
mado.
* i) agente Martins far leilao, por coala le urna
familia que se retira para a Europa,: de todos
movis cima, os quaes se arham muito bem rrm-
serv.idos.
O leilo teri lugar no sobrado n. 2, no pateo da
Santa Cruz, s 11 horas d<> dia arima.
= Para o Aracaty, sai nestes oito dias o novo e
superior palhabote LeonUia de L* viagem, capito
e pratico Manoei Caetano da Costa, tem parte de
seu arregamento engajado, para o resto trata-sc
cora Antonio Alberto de Souza Aguiar, ra do
Amorim n. 60.
LEILOES.
ESPW3CA 8c PEX\NT^
Quinta-feira i 7 do corrente.
Extraordinario successo !
Depois que a orchestra executar a walsa
Baccanal Jesutica
composico do Sr. Santos Silva, representar-se-ha
pela 4. vez o lindo e frenticamente aplaudido
drima de grande espectculo em 4 a:tos e 1
quadro :
CARLOS III
OU
A iiii|iiisirii! de Hespanha
A empreza nao se poupou a despezas e sacri-
ficios para apresentar ao publico pernambucano
um tao magnifico drana.
S 8 1/2 horas.
Aviso ao publico.
Preparare com todo o apparato a mimosa
C":nposii;ao dramtica em 4 actos do Sr.
Dr. Carniro Villela, eipressamente escrip-
ta para esto theatro
Os macons e os Jesutas.
O scenario <; todo novo o merece
tincoo especial a scena do +. acto
representa um templo masnico em sess
dis-
qua
Recebe-se encommendas para este espec-
tculo.
mo martimos
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Salsipuedes, tem parte de 3eu carrega.
nento contratada ; para o restante que lhe falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
le Oliveira Azevedo A C, no seu escriptorio ra
do Bom Jess n. 57, outr'ora ra da Cruz.
Para a Bahia
i niate Gaatbaldi sage nestes poucos dias: para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
:odie Jos Vianna, ou ra do Amorim a. 39.
Bahia.
Para o referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Olnda, por ter parte da carga, e
para a pouea que lhe falta, trata-se com os con-
iignatanos Joaqnim Jos Goncalvtw Beltrao & Fi-
Ihos : ra do Commereio n. a.
LEILAO
DE
caixas com arenques, cerca de 20 presuntos
para fiambre e 25 basris com chour<;as.
Hoje
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quem pertencer, dos gneros cima menciona-
dos e desembarcados a semana passada, os quaes
sero vendidos em lotes avontade dos comprado
res, quarta-feira 14 do corrente.
No armazem do Annes, defronte d'alfandega.
DE
cerca de 600 libras de massa de tomate, em
latas de 1 e 2 libras, muito fresca, chega-
da ltimamente.
Hoje
As quaes sero vendidas por conta e risco de
quem de pertencer pelo agente Pestaa, era um
ou mais lotes, quarta-feira 16 do corrente.
Na porta do armazem do Annes, defronte da al-
fandega.
LEILO
Em continuaco
Fffje
DE
dadas em penhor, constando de c irrentes
logios, relogios de otiro e muitos outros
tos de gosto.
SPelo agente Martins, na casa de penbores
travessa da ra dasCrnzes n. 2.
s 11 horas.
DO
grande armazem de lour^t de porcelana,
grossa. vidr s, jarros de porcelana, c -
pos grandes e pequeos, para agua f v-
ulio, linos c grossns. candieiros de apii-
rado g'isto, crystacs, appnrrlho Jejnn-
tar e almnc .
Niixla-fcira IH
  • As 10 l|2 da inaiili
    A re^uerimenlo dts hMMt, tBBHfei
    do lllm. Sr. Hi. juiz dos orillaos. :0ente *v*U-
    na tara leilo di faldas as toucas, vidnx, crysta-^.
    etc., existentes no esUbele-imrtilo v armazem da-
    ma do Mrquez de iHind.i n. 2", cuj tazrm liar-
    te do espolio do tinado Manuel Antonio Wira r
    serio vendidos em lu'.es, confurme inventar*
    M mesmo armazem, >e\ta-(eira IK d rtirtrnb ar
    10 1|2 horas damaoli; o agente -|i.-ra a 'un-
    correncia de seus amigo*, alim de se sortima de
    mercadora* para siias raa.
    LEILAO
    K
    movis, louca c cfjslaes.
    prata do Porto: I cabriolet c 3 ravallos para
    o mesmo.
    -xla-IVira tH lo corro ir.
    Na ra da Linio, casa n. 17.
    O Dr. Joao da Silva Ramos, lendo de fazer um..
    viagem Europa, levar a leili", por interven**
    do ajenie Pinto, os movis e mais objerto* atan:
    mencinalos, exigentes em casi de sua residen-
    cia, ra da l'nio u. !7, io qual leilio tendo si-
    do annnnciado para n da 8 di corrente, deaou
    de ter lugar em ron^-queneia da muita hiivA
    (|ue houve n'aquelle dial.
    A saber:
    Um piano forte, 1 mniilia de Jacaranda. c*or
    Ihos, jarros, 2 serpentinas a 1 candelabro, 4 rap-
    tis, tapetes, estantes, livros, jardinrira*. I exee-
    lente secretaria e caudieiros a pft
    Um guarda-loura, aparadores, cadeira. mca*
    louca para cha c jant.ir. ropos, clice*, com|tcO"-
    ras, (bjectos de electro-piale, I ral .'io. 1 -orr
    1 fogao de ferro.
    Una c;mr< de Jacaranda. I guarda-roupa, 1
    guarda-vestido, I tapete. 1 lavtoio. 12 cadeira
    douradas, 3 camas de ferro, 2 e-tante*, abidr-.
    toucadnies e quadro*.
    "ma mobilia de mogim, |2 nasWrM d tftlH
    e muitos ontrot objeclo.
    O leilo princ piar as 10 !|2 hora'
    de re-
    objec-
    ii a
    LEILO
    um
    H
    Vigario
    DE
    movis, louc,a, vidros, machinas para costu-
    ras para costura, I piano de Jacaranda,
    1 serafina e I caixa com chocolate.
    QUINTA-FEIRA 17 DO CORRKNTE
    sll horas da manh.
    \o armazem da rua do
    Tenorio n. If.
    O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
    de quem pertencer, de diversos movis, a saber
    I rica mobilia de Jacaranda a Luiz XV. com tara
    pos de pedra da melhor que :em vndo a esta Dra-
    ga, 1 dita entalhada, mobilias de junco, ditas de
    amarello, marquezSes, marquezas, sofas, cadeira-
    de balando, ditas de bracos, mesas redondas, eon-
    collos, aparadores, guarna louca, cabides, camas
    rancezas para casal, ditas para soltdro, cadeiras
    de vime, qnadros, espelhos, candieirod a gaz, bar-
    cos de faia e amarello, e 1 caixa eom chocolate,
    no armazem da rua do Vigario n. II.
    CHAS REIMS.
    Companhia franceza de navegacio transatlntica,
    estabelecendo por roeio de vapores novamente
    construidos, um servico mensa! do Havre a San-
    tos, com escala por Lisboa, Pernambuco, Babia
    e Rio de Janeiro.
    O primeiro vapor Ville do Rio de Janeiro, es-
    perado at o dia 22 do corrente, seguindo depois
    da demora indispensavel, para a Babia, Ro de Ja-
    neiro e Santos.
    Para frete e passigeiros, para que tem excelen-
    tes accommodagoes e por precos reduzidos, a di-
    rigir aos consignatarios Augusto F. de Oliveira 4
    C, rua do Commereio, entrada pela rua do Tor-
    res n- 42.
    Para Lisboa.
    Recebe carga a frete o bem conhecido brigue
    portuguez Lata I. Vai seguir com toda a brevi-
    dade por ter a maicr parte engajada, e para pas-
    sageiros trata-se eom os consignatarios T. d'Aqui-
    o Fonceca & C. Successores, rua do Vigario
    n. 91.
    PARA'
    Para o referido porto segu cora poucos dias
    de demora o brigue portugus; LUjeiroHI,
    capito e pratico Hobre, per ter mais dedous
    lerfs de seu carregamentopronapto, e para
    o que lhe taita, que recebe a frete coramo-
    do : trata-se com os consignatarios Joaquim
    JosdGoncarves Beltro 4 Filho, A rua do
    Commereio n. 5.
    LEILAO
    DE
    bous movis
    Mobilias compiet.-.s de jaca-
    rauda, com t a nipos de pedr*
    marmore, guardas ioutja, apara-
    dores, mesas elsticas, guarda
    roupa, 1 piano de armario, 2
    ^equenas mobilias para gabine-
    te ou escriptorio, sendo urna
    branca e outra preta. relogios
    de parede, caudieiros a gaz, jar-
    ros para flores, com modas, lava-
    torios, cadeiras avulsa?, camas
    francezas de Jacaranda e ama-
    rello, marquezHS jurgas e estrei-
    tri5. cadeiras para piano, mesas
    para escriptorio, objectos de
    o uro e prata. livros de direito
    elitteratu a, e grande quanti-
    rjade de objetos do uso domes-
    tico.
    Quinta-feira 17 do corrente
    I NA
    FEIRA SEMANAL
    16=rua do imperador n.16.
    Armazem.
    DE
    sbralo na rua de Marcilio Dias,
    l'ota roa liin-ita n. 4.
    SK\TA-FKIR.4 IR DO lOHHKYU
    .% rti'io da <-i.i ponto.
    .I f'y.-,'. / / til '
    0 agente l'iiilm li..>i> i it-ui<-m- ..
    risado pelo Sr. Aattew Maria da Silva, ad:a.m-
    tradiir OM bM de sua nuilliei. e de etnn:. i.:.. -
    cordo com os mais herdi'ims. vi-nil'-ia predn
    cima BMaeJaoado, o ,\v.\\ de mu andar otaij
    o andar tem Mtu da visita e de jantar d" asa t.
    manilo, 2 Hartoa regalare-.. ,> snto c>znha eU,
    etc.; o andar lamo pruprin para ni.iradia. **m
    um bom quii! carimba cen rh.'io proprio
    os pretendenti.-> desdo ja sin convidados para \-
    nina-lo, e sobre os mais esclare;in>>nto< >\-m
    mencionado agente, no >^u escriptorio rua di
    Diii Josu- n. .'>';. i.ihK' s'u elTrtuado o sur; radia
    leilo.
    LEILO
    DE
    um nagaMco piaaa, I mobilia de jacarando. <>*-
    tendo 18 cadeiras de guarnico, 1 d- Bflgaa, S
    ooncolns, t janlinera e I s.)l, 1 dita aawnea-
    na (madeira pn'tsl contendo ii ola. I jaidm<
    ra, 2 concolf is. 12 i-adeiras de guarnico e t
    de b.-ilaih.'ip.
    Urna mobiba pe mena para ciiao-as, 1 ranu para
    casal, 1 columna de vistas, cadeiras avnlsav
    ditas para meninos, ditas para pianos, espregat-
    eadriras, 1 machina de costuras de acreditad
    fabricante, l mesa elstica, cuna- de fcrr.
    commodas, .ai.xns com instrumentos i-irargico-..
    1 uiacliiua i'lectria. Mesa de am.ir.-llo. iu^
    de pinho, I tBaio iiipN-r. {ama, hgaf de *+-
    pe e muitos outros artigo.*, ludo em p-rfcito e-
    Udo.
    TKRCA-FKIRA i?. IH) CORRETTi:
    s 11 horas.
    LEILAO
    DE
    8832 prancbes de pinho, arariados.
    SEXTA-FEIRA 18 DO CORRENTE
    Ae meloda.
    0 agente PinhoBorges, eompeienleaente auto-
    ridad*, levar a leilo por coaia riso* da anea
    O agente Pinho horges levar a leilo m imwk
    a mais artigos ac ma esiiecilicados. pirordemaV
    urna familia que se retira para fra da proriaea,
    .is quaes sero transfiortados para o prinieiro ai-
    dar do predio n. 6, na do hosn Jens, oad* s-
    r cftoctiitdo o leilo no dia ariaaa.__________
    (irande e varita!
    USHdTD
    DE
    bons movis, finos crystat-s, objectos dr
    electro-pate, prata do Porto, carros a
    cavallos.
    Um piano forte do afamad fabricante KerU, 1
    mobilia de Jacaranda a Luiz KV, { radoiri para
    pianno, 1 jardineira, 2 d<-vans, I grandes mfStm
    dourados, i dito oval, Hnos jarros e vasos para ta-
    res, 6 sanefas escuitadas e cortinados, tapete. iw-
    ludados, escarradeiras e V almofadas fciiriada
    Urna mobilia estafada, 1 secretaria, ssoUn
    differentes quadros ewn finas grarora, I los*
    de crystal com t bk-os, outros de dos Meta po-
    dantes para gas.
    Dous guardas ronpa com espelhos, I guarda
    --estido, 1 toilette, I lavatorio, I goaraicj de per-
    siana de spvre, 2 eepettio* doarados, 4 cag4Mi,4
    ,arrns, 8 ricos quadros a oleo, 6 orta-joiaa, aasana
    de ferro com marmore, I jogn de xadret, I rda-
    no de mesa, tapetes de pell* de carniro.
    Urna cama franceza de Jacaranda, I agola, 1 ri-
    m cortinado de fil bordado, i mti de iacaraadaT
    1 mesa de eabeoeira, 1 mesa de ferro i indlaraa
    de charo, 3 larcas e eortmados, | rtipuadia 4a
    seda, 1 commoda, 1 sof, tapete oante a aaMna
    forro das -alas e quartos.
    Um lastre de crystal, I saesa elstica pean t
    pessoas, M cadeiras densogao, 1 gaardas"
    anvidracados, i aparadores coa tampos da |
    1 mesas cem pedra para trinchar, 1 a*wi _
    torneados, 2 quartinheiras. 2 relogias deanes*. T
    quadros dourados em finas granvaa, hagaa a



    Diario de Pernambuco Quarta feira 16 de Abril de 1873.
    .
    \*
    "
    cti*
    e jantar, fr
    y tal.
    |i'.ij(H, eom
    .Jplate.
    tteira cora 3 onlens, 4 ditas eom
    j resfriadeiras de champagne,
    1 eett mra'pao, escova bandeja, salvas, des-
    canco, para facas, letreiros para garrafas, eolhe-
    res, gtrfos e porta-licor.
    r Objecios le prata.
    ira apparelho para cha, i guarni'.ao para toilel
    v 4 cantiles e i palmatoria, 1 vaso para punch
    I fequeiro dobrado, garlos, facas, comeres, tnn
    Dantas, safras, copo*, 1 cestt para pao e i pa
    teiro.
    Urna mobilia de ferro para jardim, 34 globos de
    Ti'dro cortado para illuminacao, 4 espelhos doura-
    dos, 1 lanterna mgica e 4 ettasers.
    Carros e cavallos.
    Um eop, i victoria francesa, i carro america-
    no, (novo) I cavallo preto para sella, i dito mella-
    do para cabriole!,' 1 parelha de cavallos rosilhos
    pretos, i dita nidada e i dita russa.
    TERgA-FEIRA 33 DE ABRIL.
    No primeiro andar e pavimento terreo do
    sobrado da ra da Aurora n. 63.
    Joao Cavalcante de Albuquerque, tendo de fazer
    ama viagera Europa, levar a leilao por nter-
    venci do agente Pinto, os movis, crystaes, obiec-
    los de electro-pate, obras de prata, e mais objec-
    tos cima mencionados, existentes em casa de soa
    residencia, montada apenas ba um anno, ra
    da Aurora n. 63.
    O leilao principiar s 10 horas em ponto por
    serem ututos e difterentes os lotes, constantes do
    cathaiogo em poder do menino agente, sendo que
    os pretendentes poderao examinar o bom esta-
    do e apurado gosto dos referidos objectos na ves
    pera e dia do leilao.
    AVISOS DVERSOS
    CASA DA FORTUNA.
    AOS 5:000#900.
    BILHETES GARANTIDOS.
    A' rua Primeiro de Marco (outr'ora ra do
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
    lizes bilhetes, quatro quartos n. 935 eom 800*,,
    um qnarto n. 19*1 eom 300*000, e outras sor-
    tes de 401000 e tOfOOO da lotera que se aca-
    bou de extrahir (46.a), comida aos jpossuidores
    a viram receber na conformidade do costume sem
    descont algum.
    Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
    da 5' parte das loteras a beneficio da igreja dos
    Martynos do Recife (47*), qae se extrahir na
    terca-feira, 22 do corrente mez.
    PRESOS.
    Bilhete nteiro 6*000
    Meio bilhete 3*000
    Quarto 1*500
    EM PORQXO DE 1005000 PARA CIMA.
    Bilhete nteiro 5*500
    Meio bilhete 2*750
    Quarto 1*375
    _______________Manuel Martins Fiuza
    O abaixo assignado declara ao respeitave-
    publico que nnguem faca negocio eom o seu fi-
    mo Antonio Jovno Marques, eom a parta que
    este tem no sitio do Caldeireiro da freguezia do
    Poco da Panella, cuja parte Ihe tocou por mor-
    te de rainha mnlher e sua mai, visto que o seu
    dito fiJho tem ja recebido por conta dessa parte
    quasi toda a importancia que lie tocou, confor-
    me o recibo que se acha em seu poder, e j em
    datas de 10, 11 e 12 de junho do anno de 1871
    fez igual annuncic previnindo o publico para
    nao comprar a dita parte.
    Domingos Jos Marques.
    Aviso 1
    ?Mirnillt C... filhVi
    do \'iscund ili'diiianii.i u. t 57, preci-
    'sam de algumas mulheres para trababar na
    sua fabrica : a quenuonvier, pode dirgir-se
    a inesnia fabrica para tratar.
    Medico-cirurgico
    RA DO IMPERADOR N. 73. ANDAR
    0 DH. NNES DA GOSTA
    MEDICO OPERADOR E PaHTEIRO.
    ESHECIALDADES.
    Molestias e operarles de olhos.
    Cora radical e instantnea dos
    eMreit"-raen tos da uretra.
    Consultas : Das 7 is 10 boras
    da maobl.
    Chamados : A qualquer hora.
    ClheiM '8 I Amapara casa de familia.
    Gffcrcee-se uara ser eaixrtro de qtmpior wtt-
    i beJncluwnto, um menino da 14 !> aunos: a
    trafar rua ilc Manul. .Das u. 76.
    I
    Sitio para alugar.
    )
    )

    Na raa da Imperatriz n. 37, 1. andar, precisa-
    se de um bom cozinheim.
    i------------------------------ --------------------------
    Ehgeiiho j
    Arreuda-se o engenho Estrella, junto cidade
    do Rio Formoso. E' de animaes e eom propor-
    c5es para 1,500 pies : os pretendentes podem di-
    rigr-se rua Duque de Caxias n. 58, f andar,
    que all terao nformacoes.
    Na-fratesan do Duque de axias n. 3, 1* andar,
    preri*a-se de una nina Hvrc <>u es-rava, para
    eozinhar e oulnw servira proprkn de efta de
    familia. Paga-so l-etn agr dandis______^__
    Pm'a-se de una ama para
    eozinhar : a rua do Barao da
    Victoria n. 22._____________
    AH 4* I*1"6*'*3 s,! ae um* araa Para
    jW| \ andar eom enancas : a rua do
    JJI I\ Bario da Victoria n. 22.
    AMA
    Na rua da Cruz, hoje Bom Jess n. 9
    ...... 2* andar, precisa-se de urna ama para
    eozinhar e outra para emgommar,____________
    Precisa-se de urna ama para e
    servico interno, para casa de
    pouca familia : rua da Sol
    AMA
    AMA
    dade n. 58.
    Ama de leite
    Alaga se o sitio dos herderos do finado Santos
    Coelbo, eom casa bastante grande, tendo 3 salas,
    dez quartos, todo murado, eom muitos arvoredos,
    tanques para banho e gallinheiro : a tratar na rua
    do Mrquez de Olinda n. 62.
    Jfeaqulm la* Santn Nieves.
    D. Joanna Mara do Reg Neves
    seus fflbos e genros couvidam aos
    pareates e amigos do seu presado
    enteado, irmao, e cunhado Joaquim
    dos Santos Neves, 4 assistirem as
    missas que por sua alma mandam
    rosar pelas 8 horas da manh do
    dia 16 do corrente, na igreja da Ordem Terceira
    4e S. Francisco.
    Antonia Pereira dos Praze-
    0 Sr. Francisco Agostinho Madeira queira ter,
    a bondade de vir concluir eom o negocio que se
    comprometteu na rua Duque de Caxias n. 60 A, j
    loja de Bento da Silva A C, successores de Ma-
    noel Ribelro Bastos.______________________
    Escravo fgido
    No dia 5 do cerronte fugio desta cidade o rao-
    leque Gaudencio, de 13 annos de idade, fulo,
    tem nariz chato, dentes alvos e perleitos, vesta
    calca de algodao de listra e camisa de mad apollo,
    sahio sem chapeo, levando um embrulho contendo
    urna calca branca e urna camisa: roga-se a quem
    o apprehnder o obsequio de envia-le rua da
    Santa Cruz n. 4, ou ao engenbo Horisonte (do Rio
    Formoso), que ser generosamente gratificado.
    Cozinheim
    Precisa-se de um cozraheiro para eozinhar e
    comprar : na rua Primeiro de Marco, esquina
    n. 8.
    res Porto.
    Flix Pereira da Silva, Maria Fe-
    licia de Araujo e Silva, Guilher-
    me Francisco Paredes Porto, Ma-
    ra Rita Barbosa Porto, feridos do
    mas doloroso sentimento, pelo pas-
    samento de sua sempre lembrada
    irm e cunhada Antonia Pereira
    dos Prazeres Porto, fallecida na cidade de Lis-
    boa, no dia 28 de marco prximo passado, con-
    vidan) aos seus prenles e amigos para assistirem
    a algumas missas que mandam rezar na igreja
    matriz da Boa-Vista, pelas 7 horas da man ha
    do dia 18 do corrente, e desde j se confessam
    agradecidas por este acto de religiao e caridade.
    Aluga-se
    urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 15, eom
    3 quartos, 2 salas e copiar fr : quem pretender
    dirija-se ao p da mesma. Adverte-se que a li-
    nha dos bonds pssa na porta e que se o inqui-
    lino quizer bota-se o encanamento d'agua.
    Alisa,
    Francisco Joaquim Gomes da Silva faz ver ao
    eorpo do cemmercio que vendeu a sua taverna
    "ita no largo do Carmo n. 2, ao Sr. Antonio Fer-
    nanda de Olveira, livre e desembarazada de
    qualquer debito que piissa h ver.____________
    Ao commercio.
    dala dissoWeram a suciedade que tinhaiu na ta-
    verna sita roa do Coronel Suassnna n. 41, e no
    hoif I to a fu de Lomas Valentinas n. 64, que
    gyrava sobre- a razao de Braga 4 Beiro, ficando
    todo o activo e passivo a cargo do socio Braga e
    o socio Beiro desonerado d" toda e qualquer res-
    pniabilidade.
    Recife, 15 de abril de 1873.
    Manoel Gomes Braga.
    ___________Antonio Nunes Beiro.______
    COMPRA-SE j
    'k>rapra-se um diccionario inglez e portuguez|
    aindi, mesmo usado : na tkesouraria das loteras,
    Rua fie Pedro Affonso
    Lnterrompeu-se o calcamento desta rua desde a
    cola or .nal at o arsenal de guerra, est o lcito
    da rua obstruido por montculo- de eutulho, ater-
    ro 08 o quer que soja, de que all se fez deposito,
    (aando chove a agua escoa-se, nao para o rio,
    mas para dentro das casas, damnificando as mer-
    .adorias dos estabeleeimentos. Isto sera justo ? |
    Nao h.ver alzuein que tenha direito e dever de'
    obrigar o empreiteiro do calcamento a respeitar
    os interes'js dos moradores desta rua ?
    ___________________lm mocador.
    Hospital portuguez de bene-
    ficencia cm Pernambuco.
    No domingo 20 do corrente, s 8 horas da ma-
    flia, dever ter lugar a ceremonia da commiinho
    os enfermos neste h.jspiu, para eujo acto de
    rehgio sao convidados todos os socios desta pia
    nstitucao, e em particular a respectiva junta ad-
    ministrativa.
    Hospital portuguez de beneficencio em P?rnam-
    imco, 15 d? abril de 1873.
    Luiz Duprat
    Secretario.
    Brigadeiro Joaquim Bernardo de
    Figueiredo.
    O desembargador Alexandre
    Bemardmode Reise Silva, por
    si, sua mulher e lilhos, e por
    seus cunbailos ausentes, con-
    vida aos seus parentes e
    amigos para ouvirem missas
    que manda rezar na ordem 3.a do Carmo no
    dia sexta feira 18 do corrente por alma de
    seu sempre lembrado sogro, pai e av, o
    brigadeiro Joaquim Bernardo de Figueiredo,
    cujas missas deviam ter sido celebradas no
    stimo dia de seu allecimento, o que nao
    pode ter lugar por ter cabido em o dia sexta
    feira da paixo, e desde j se confessa agra-
    decido por este acto de piedade e religiao.
    assini como se confessa penhorado s pessoas
    que se dignaram assistir as exequias que ti-
    veram lugar no dia de seu fallecimento.
    CASA DO OUHO
    Aos 5:000-7000
    Bilhetes garantidos
    lina de Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
    n. 63, e casa do costume.
    O abaixo assignado acaba de vender nos seus
    muto felizes bilhetes a sorte de 5:000* em um
    bilhete inteiro de n. 1702, e quatro quartos de n.
    602 eom a orte de 100a, a!em de outr-s sortes
    menores de 40 e 20j da lotera que se acabou
    de exlrahi (46*;; convida aos pesanidores a virem
    rebeber, que promptamente sero pagos na forma
    do costume.
    O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
    vel publico para vi- iu seu esiabelecimento com-
    prar os muto felizes bilhetes.que nao deixaro de
    tirar qualquer gremio, como prova pelos mesmos
    annun ios.
    Acham-se venda os mniti felizes bhetes ga-
    rantidos da 5" parte das loteras a beneficio da
    greja dos Martyrios do Recife, que ?e extrahir
    no dia 2i do corrente mez.
    Proco*
    Inteiro 6fi000
    Meio 3*000
    Quarto i300
    De tOO^OOO para rlata.
    Inteiro o*o00
    Meio 2*7oO
    Quarto 1*375
    Recife, 15 de abril de 1873.
    Joo Joaquim da Cosa Leite.
    Aluga-se urna casa terrea cora soto, na
    rua das Gracas, na '"apunga, eom bastante eom-
    modos : pessoa que quizer pode entender-se
    | eom o tenente-coronel Francisco Carnero, ou na
    estrada da Ponte de Uchoa, eom o Sr. Jos de
    Mattos._________________________________
    Offerece-se urna senhora para cortar e coser
    em machina eom perfeico, em qualquer casa de
    familia : quem pretender dirija-se a rua larga do
    Rosario n. 40, 3.* Indar.____________________
    Nos abaixo assignados declaramos ao respei-
    tavel publico e eom especialdade ao corno com-
    mercial que nesta data dissolvemos amtgavelmen-
    te a suciedade que cyrava nesta praca soh a fir-
    ma de Gomes i Ramos, ficando todo activo e pas-
    sivo a cargo do socio Ramos e o ex-socio Gomes
    pago de seu capital e lucros.
    Becife. 14 de abril de 1873.
    Domingos Mattos Gomes.
    ____________Manoel Joaquim da Cesta Ramos.
    Na rua do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
    lante, precisa-se de urna ama para eozinhar: pre-
    fere-se escrava.
    Precisa-se de urna sem filhos, forra ou escrava
    e que o tenha bom e abundante: no 3* andar desta
    typographia._______________________^_
    - Aluga se urna ama que cozinhe bem e en-'
    gomme para casa de um homem solteiro : na rua
    do Pogo n.-18, andar.
    AMA
    Precisa-se de urna ama que
    saiba eozinhar bem: rua do
    Baro da Victoria n. 28.
    Precisa-se de duas amas, sendo urna para
    engommar e outra para eozinhar : na rua da Pe-
    nta n. 23.______________________________
    Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
    eozinhar, dando conhecimento de sua conducta :
    na rua da Aurora n. 89.
    AMA
    Precisa-se de urna araa
    forra ou escrava : na rua do
    Imperador n 17.
    V \ 4 Precisa-se de urna ama que saiba co-
    * "** zinhar e engommar, para duas pessoas,
    paga-se bem : na rua Direita n. 10.__________
    III t Precisa-se de urna ama que cozinhe
    A.HI* e compre para casa de urna so pes-
    oa : a tratar na rua do Vscondo de Suassnna
    (outr'ora rua de Hurtas), n. 2, I.* andar, entrada
    pelo pateo do Carmo____________^^^^^^
    Urna pessoa que tem de fazer urna viagem
    pelo interior da provincia da Parahyba, oflerece-se
    fiara fazer algumas cobranzas por aquellas loca-
    idades : quem se quizer utilisar de seu presume,
    dirija-se rua da Matriz da Boa-Vista a 4, que
    achara eom quem tratar.
    Esplendida casa
    Aluga-se a ptima casa, ltimamente acabada,
    eom multo rosto e grandes accommodaeSes, agua,
    Haz e grande sitio, rua do Bom Successo em
    Olinda : a tratar no armazem n. 25 da travessa do
    Corpo Santo.
    Na rua Direita n. 29, 2." andar, aluga-se
    urna escrava propria para todo o servico domes-
    tico.
    Precisa-re de urna ama leite forra ou
    escrava : rua Direita n. i00, loja.
    Aluga-se urna casa nova na Capunga, eom 3
    quartos, Isaas, coznha fra, grande quintal e
    cozinha : a tratar no mesmo lugar, rua das Cre-
    oulas n. 28.______________^_______
    A \f A Precisa-se de urna ama para comprar
    '"'* e eozinhar : na tinturara franceza
    rua da Imperatriz n. 55.
    \mi Na rua do Hospicio n. 16 precisa-se
    -^-l*1** de urna ama que saiba eozinhar, paga-
    se bem agradando._________
    A mal ^a rua D'1"6'1* n- "> Prme'ro andar
    -lillio precija.se ,ie amas tanto para cozi-
    nhar e comprar, como para engommado.______
    ATTElAO
    Contina-se a fornecer almo?o e jantar para
    fra por prejo commodo e eom promptido : na
    rua estrena do Rosario n. 35, i,* andar, casa de
    familia.
    Precisa-se de dous ajudantes cora pratica : na
    pharmaca Conceicio, rua do Mrquez de Olinda
    n. til.__________________________________
    le andar n. 18
    Aluga-se o Io andar da rua do Padre Floriano :
    a i atar n i loja do sobrado do mesmo.
    Precisa se de urna ama para casa de duas
    pessoas : a iratar na ultima estacao dos bonds,
    largo de Santo Amaro, casa n. 32.
    Saciedade Beneficente Luso
    Brasileira.
    Em compriramento s ordens do irmo presiden-
    te desta sociedade convido a todos os Srs. socios
    alim de comparecerem sessao de assembla ge-
    ral que ter lugar s 7 horas da noute de 17 do
    corrente mez : a sessao e convocada para a lei-
    tura dos novos estatutos. Sao igualmente convi-
    dados os candidatos.
    Sala das sesso s, 14 de abril de 1873.
    __________________Bento de Souza Mira.
    Precisa-se di- una criada para acoinpanhar
    urna senhora para o Rio de Janeiro : a tratar na
    rua Nova, hotel oriente, 2' andar.
    MOFINA
    Est encouraqado!!!
    Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Viera de Mello,
    escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
    cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
    realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
    fins de dezembro de" 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo chamado para dito
    fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
    de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lilao se
    acha va nesta cidade.______________________
    Aluga-se ou vende-se o sobrado de dous
    andares n. 144 sito rua do Coronel Suassnna, o
    qual fica junto a igreja dos Martyrios, e edificado
    em terreno proprio, tem quintal murado e porto
    para a rua do Caldeireiro : os pretendentes diri-
    jam-s^rua Sete de Setembro n. 15.
    sto
    0>r. An'i.nio G.i.s u.i OivHrST" ra'XMrn no
    Passein Puklim. ifu-tra icr a l>.iinl.i.1.- :!. >|i|Kire-
    cer na r.ia Dugnn Sitio no Arfial
    Jluga--e um excelleuie sino r.wn rasa nvnr,
    moderna constriieco, euin <-.>:n:it lis para fami-
    lia, dista um minuto da estaco da casa amarella ;
    a tratar na rua 1 de Marco n. 16, 1" andar, tn
    no mesmo sitio.
    Jos Ferrera Pinto, tendo de fazer urna via-
    gem a Europa, julga nada dever a pessoa alguma,
    pnrm, se lgiiem se julgar seu credor, queira
    apresentir suas contas no prazo de H das no es-
    criptorio dos Srs. Luiz Goncalves da Silva & Pin-
    to, rua do Mrquez de Olinda n. 39.
    Atteneo.
    0 abaixo assignado pede ao Sr. Joao Henriques
    Pessoa o favor de vir entender-se cora elle sobre
    aquello negocio que o mesmo nao ignora, sob
    pena de ver por este jornal a especie do negocio
    Marcos de A. Lima.
    20|000.
    Frecisa-se alagar urna escrava que engorante
    peritamente bem, e faca o mais servico interno
    de urna easa de pequea familia, composta de
    duas pessoas, e de urna nutra que cozinhe eom
    perfeico : no largo do Paraizo n. 28, 1 e 2 an-
    dares.
    I Consultorio inedieo-cirnrgic I
    DO M
    Dr. Ferrcira.
    Rua larga do Rosario n.:(), (amigo d
    gabinete de seu paP
    Gratis ao pobres.
    Ir isto sim.
    Gros
    paliaos te laigum a 5i!
    E' na Km Braara qae m- vene esta P>*hia-
    cha, ru i da lni|wratrtt n. 56.______________
    Chapeos de sol nglezes . seda trancada a 12*000 !!
    Sao etap&M qu-' sem re <*>-cnderam por lf.*,
    mas a llosa Branca anrtm a 12*. E* gae pe-
    chincha na rua da lmpjialriz n. 56.
    Lencos parameninos a lia
    duzia
    Na rua da Imperatriz n. 56, loja da Roa lranc>
    Cassas miudinhas a 320 rs.
    Y. fazenda iKia e ImhiIos padn'ies, e muilo ba-
    rato : ua loja da Rosa Branca, rua da Imaeratriz
    ii. 56.
    I
    'cKsoocvxx? s ssc*sc^?:^
    Caxeipo
    Precsa-se de um menino para caixero, que te-
    nha bastante pratica para taverna : na ruada
    Penha n. 6.
    Ao commercio.
    0 abaixo assignado faz publico que nesta data
    vendeu o seu hotel sito rua de Lomas Va en-
    tinas n. 64, ao Sr Domingos Nuncs Beiro de
    Almeida, livre e desembaracado.
    Recife, 14 de abril de 1873.
    Manoel Gomes Braga.
    Os abaixo assignados, membros da socieda-
    de que tinbam na prensa do caes do Ramos n. 6,
    que gyrava sob a iirma Brito; Freir S C, decla-
    rara ae respeitave! publico, que desde o ultima de
    marc/) prximo passado foi amigavelmentc iliss l-
    vida a dita sociedade, pelo que passou ella a en-
    trar em liquidaco, correndo o activo a patata)
    por conta de todos os socios, e sendo encarregado
    da mesma liquidaco o socio Bernardino Pereira
    de Unto. Recife, 12 de abril de 1873.
    Bernardino Pereira de Brito.
    Joao Firmino de Revorcdn Freir.
    Jos Ribeiro de Rrito.
    AVISO.
    Declara^o.
    Coriolaao de Abreu e Silva, escrivo do juiz do
    paz da freguezia de Santo Antonio, declara qae
    desta data em diante p*sa a chamar-se Coriolano
    de Abreu.____________________________
    Aluga-se urna boa cozinheira : quem preci-
    sar dirija-se rua do Visconde de Albuquerque
    n. 18.____________
    Aluga-se o 1' andar da rua do Imperador n.
    38 : a tratar na rua Duque de Caxias n. 38, 1*
    andar, eom Jos Henrique da Mlva Guimares.
    - Prwisa-se de urna meniaa de l2 a 14 an-
    nos, para andar eom outra menina, em urna easa
    estrangeira : a tratar na rua do Imperador n. 79,
    2* andar.
    Ao Sr. inspector da theaour
    rarki de fazenda,
    l'ergunta-se a S. S.1 o motivo porque os
    ofliciaes do exercito as provincias do sul e
    norte recebem seus veucimentos pela ulti-
    ma tabella e os desta nao gozam d'esse di-
    reito ? 1 !
    Ota, S. S.' nao seja tao exigente. Soube
    nos tirar a casa.
    Uecit'e, 14 de abril de 1873.
    Um o/fie tal.
    Terceiro andar.
    Aluga-se o 3* andar rua do Padre Floriano :
    a tratar na rua larga do Rosario n. 22
    CKIADO
    Preois-se de um para o serv,-o d? easa : rua
    do Imperador, n. 32.
    - Precisa-se alugar urna escrava que seja boa
    cozinheira e engommadeira, paga-se bem : quem
    a tiver dirija-se a rua do Bom Jess n. 55, es-
    criptorio.
    Precisa-se
    de 5:000* a premio razoavel sobre hypotheca em
    casas terreas : quera quizer annuncie para ser
    procurado.
    a rua do Hospicio n. 33 deseja-se
    fallar eom o Sr. Jos Maria Goncalves Fer-
    rera, que estava hospedado, ha um mez, no
    hotel de Caxang, e, quando j nao esteja
    aqu, saber quem seu correspondente n^s-
    ta cidade.
    Jos Cardoso da Silva, subdito portuguez,
    retira-se para Europa.: a tratar de sua saude.
    ASS0CIA(A0 DE SEGURO MO SOBRE
    GE3IDJ PELO BANGO RURAL E HYPOTHECARIO DO 10 OE JANEIRO
    ESTADO
    Ehi >0de seteBikro de 1871
    N. DE CONTRATOS
    fS.OS?
    VALOR INSCRIPTO
    3,309:989H8
    VALOR REALIZADA
    Ml*22)
    APOUCES DE SEIS POR CENTO
    VALOR NOMINAL
    BALNCETE
    Ul 1 W H 1A' 1&1UI l&TO \ 15 HE -1 \ N VAHO
    l,18BIPClO.
    1,630 contratos do valor de......1,731:608*900
    4 OltltAYt \.
    CONTRIBlCOES
    nicas.................. 35:887*000
    Annuaes..................1,004:9*6*376
    1,040:213*376
    13:689*614
    MULTAS..............
    JUROS
    De apolicea :
    3 por cento sobre 7,053:900*000 :...... ilbHWM
    Dos saldos em c/c
    Saldo em 30 de setembro.
    ('O-WKKfc.iO.
    KM APOUCES DE SEIS POR CENTO.
    /.
    M9t
    Outubro. 6:800*000 a 103
    Novembro 51:0t 0*000 a 104,20 /. esel-,
    Dezembro. 400*000 a 104,20 /.. .
    ISVS
    Janeiro 1,160:000*000 a 103,50 / e sello
    3:843*120
    35:981*065
    5:974*00
    53:195*000
    416*000
    1,305:344*185
    1,201:801*000 1,161:386*806
    1,117:200*00
    Saldo, em dinbeiro, em c/c no Banco Rural e Hyporecario
    RIO DE JANEIRO, 16 DE JANEIRO DE 1873.
    Jos Jusiinmno Rodrigues,
    Iiispeetor ge ral
    43:957*385
    VIDA
    ESTADO
    Em IS de Janeiro de 1873
    H> DE CONTRATOS
    tHMhS
    VALOR INSCRIPTO
    t&,040:49?9 VALOR REALIZADO
    t.f*.C*r&3.V<3*
    APOLICES DE SEIS POR CENTC
    VALOR NOMINAL
    ,f 3:9009000
    Tendo sido nomeado pelo Exm. Sr. presidente
    da provincia para presidir a ounmissao encarre-
    gada de examinar os apparclhos da Companhia
    Recife Dminuge, e veriticar se estes, a vista
    do respectivo contrato, preenchem os lins a que
    esto sendo destinados, convido os senhores mem-
    bros da referida commissao para se reunirem ao
    meio dia de 17 do corrente. em una das salas do
    palacio da presidencia, que ueste sera indicada,
    para que se d principio ao< trabalbos Je que ca-
    tamos incumbidos; e, desejando o Sr. H- Law,
    gerente de supramonnunada Companhia, assistir
    as reunioes da commissao, segundo se v de seu
    offlcio de 7 deste mez. dirigido ao mesmo Exm.
    Sr., tainbem o convido por meio deste aviso.
    Reeife, 14 de abril de 1873.
    Dr. Juaqtni de Amaino Fonseca.
    Rival sem scrando.
    u
    Cheg ram agulbas para machinas, do fabricante
    Cruwer *. Baker. Duzia por 1*000._________
    AllOIlCJO.
    Vndese nina prela o(itima enponmialeira, ida-
    rtf de 18 annos, a um piano e bom e-tado : a
    tratar na rua do Baro da Vict ra n. 69.______
    Nao ha mais cabellos
    10 COMMERCIO.
    Os abaixo assignados fazem sciente ao corpo do
    commercio que esla data compraiam oos Srs.
    Jos Rodrigues da Silva & C, a sua (averna sita
    no pateo do Paraizo !. 30, livre e desembaraeada
    do qualquer onus: quem se julgar eom direito \
    mesma queira s? apresentar no prazo de tres das
    a contar desta data.
    Becife, 12 de abril de 1873.
    Antoiij Joaquim d-1 Sa 4 C
    Ama ou criado
    .No I" andar do sobrado n 26 da rua das C.ru-
    zes, actualmente Duque de Caxias, precisarse de
    um criado ou de urna ama.
    TINTURARA JAPOiEZA.
    Se uiiiii.i|iMiii\,.(!a pelas academias da
    sciencias, monadi supt-rinr a toda que
    tero appareciilo at hoje. Dc|x>sit(i princi-
    pal rua da Catleia lo Recife, hoje Mr-
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e ein
    tudas as boticas e casas de cbell<-i-
    reiro.
    Cillera do iiliiitio goslo.
    ?^ Vendc-se nraa cateca nova
    V-_ ehearadi buje in-sui'i da fabre ...
    v=i ii *" p que anda nao presten -erv
    * ^^TT algum. estando pr-'pai.ida
    todo o esmere.forrado d-- vl.i, e miii ln'in acai;.-
    da, propria para qualquer pessoa ter paiaM-u u->
    narneolar ;qoea a pn tender dirja-M- a na do
    Hora Jess, luti'ora tuz n. I"i. que arliara c-jm
    quem tratar.
    Grande liquidaco na loja
    do Passo, rua Primeiro
    de Mareo (outr'ora Crespo
    n. 7 A.)
    Os proprielaries hoje, H*J itii|Hirtantis-''
    tabelerimento leudn todo preeo as hienda.- ueile e istent"*. ci>m jam: po|K!linas de ndi-smias ires par i i
    alpacas, po-ite-rhevre e las dr p.ndroe | cer di--
    licadas, cbapellinas de palha e de tilo de da,
    chapeos, gnrn!- para Sr*a, c meninas casaaur-
    nlios .le se l.i..li! er.H-liet.r uncirs, iMiruoux, cha-
    les de leda, ditos de t 'O | vi. rkt BMlMi ;
    senhoras, bmIAes. saia de l'i. r.
    ditos de tarlatana bordad is ditos de la. riqui*--
    mas toallias de rambraia de linlio lierlad i<, tT!-
    do no centr i O euiMenia hra-i'eijo nti poftni
    Croatas, pencos bordados, coerhtbw e pm
    de linho para h->inen c'.i..!.i- >1.....In |>ara --
    horas, horneas e memaiM. eamisiuha^
    e rnaagoitos, vestuario!' \>, ra baatta !
    ei'iivs para ueaiaus t meniaas, -yi l
    pmprlas para o averno, edas pr.'t.-,
    ('i'.'-, chapeos de "l para bornea4 bHw
    cintos c|.' ,1a. coques .nitros imito -
    seria enfadnilio n:encionar, que V
    lodo jir> .o. veuhau rom diabeirn qu
    I n al;dade.
    Coja do l'asso a rna Priaser le Vu.o n M
    Precisa-s'* de um menino portuguez de t2 a
    16 annos, que tenha pratic;. de venda, e d fiador
    a sua conducta : no pateo da Hib-Mra n. 12.
    Li
    rvrosave
    i(li
    Aos Srs. acadmico*
    COMPRAS.
    Chumbo
    Compra-se chumbo velho e estanho, em peque-
    as e grandes poroSes : a rua Nova loja n. 11, do
    Azevedo.
    Na fabrica de eerveja a rua do Rosario n.
    6, eompra- laranjas da trra a 6W rs o cento.
    Compra-se urna carroc^ propria para boi,
    ou mesmo cavallu : quem tiver e quizer vender
    dirija-se rua do Mrquez de Olinda n. 50 A. Na
    mesma casa tambem se precisa de um feitor que
    entenda de plantacoes.
    Ctmpra-so um cofre mclez prova de logo e
    de tamanho regular, na rua Primeiro de Marco n.
    7 A.
    Atteneo
    Compra-se apolices provinciaes : a quem con
    viervender, dirija-se ruad) Vinario n. 3, uauh>
    torio de Manoel Alves Ferreira 4 C
    Compra se quatro casas terreas sendo em
    boas roas e estn lo em perfeilo estado, que te-
    nliam commodos para familia : na pra;.a do
    Conde d'Eu n. 19, se dir.
    VJDAS.
    Fio de algodao da Baha e cal de Lisboa, re-
    eentemente chegado : ha para vender no es-
    etiptorio de Joaquim Jo- Goncalves Beltrao & Fi-
    ho, rua do Commercio n. o.
    Feijo crioulo.
    A' rua da Madre de Deas n. t.
    "Vende-se feijao preto, novo, j deste anno, mais
    bar-'to que em parte alguma ; a elles amigos do
    bom e barato.
    Assucar crystalisado.
    Vende-se em p a 5J800 a arriba, ou a 200
    rs a libra na refinacao da rua da Concordia n
    32. Assim como tambem se vendem os utencilio?
    pertencentes a mesma refinacao, e chamamos a
    attencSo dos Srs. consumidores para o assucar
    crystalisado.
    Vende-se na rua dos Coelhos n. 58, urna
    escrava parda, moito prendada e moca.
    Libras sterlinas.
    F. de Olveira k C, rua do Commercio n. 42.
    AVISO
    Vende-se a casa n. 133, rua da Concordia,
    moderna, eom gaz ; terreno de marinha : a tra-
    tar na rua do Mondego, portao da olaria n. 83,
    eom Marcelino Jos Lopes.
    Vende-se a"taverna sha"n"~pate da Ribeira
    de S Jos n. 25 : a tratar aa mesma.
    Vende-se as seguintes ubr^s di
    e litteratnra. por eoniui I e |i i
    Pai .n>:l'rm C imii
    ViUiaua: -Revidution (raacaiM
    l.ouiz Bianr :ilisi >ii d idi .
    Vattd :Droil des ;
    Ventura :l.e PoUTOir jllilii"
    Puliere: Cours dr .ii .i! mAbnL
    klluber : -Droit des geas.
    Rngn n : Code d. ,' n/.i-rro.
    S va lypnaraphn acl ari i em ^m-
    rem vendidas.
    I i
    Al!
    cuco
    Vende-se urna vacca inas boa deleite, i
    ama cria de i." i'i.i-, i mais (HiMnaaa, u
    quintaftira.em leil.'. > i IVira Sensaatl.
    Cha piolo c verde
    lia seaipie venda ein retalho, n U< estreita d> Rosario n. it, cha [treto e verde de to-
    das as qtialidades, e J^imu chegado ulto.
    da Europa ; tem la Inda preco. .i vmiud- u i
    comprad .". e senqu' \< ia qu tildad
    de enrumineiida propria.
    - Vende-se eijao mulatinh.) em MBBa e a rr-
    talho por menos preeo do (pie em mira qi.. ;
    paite, na roa da Praia ni.
    Na rua Imperi n 'i', tetn Iffheri
    grandes para vuider, sendo (rop os par
    mi sitio.
    VENDE-SE
    o hotel da na do Drum n. M : quem prefeta^r.
    dirija-se ao inesm que achara eom qnem traux
    CASA.
    Vende-se um sobrado em nina boa ma : a tra-
    tar na rua da Imperatriz n. 8, loia. _________
    Panno de algodao da Bahia
    da fabrica Todos os San-
    tos.
    Teem para vender no escriptoho Joaquina Jote
    Goncalves Bellro & Fho, a rna do commerc?>
    Por *3"4 e por precisao, vende-se nnu prc-
    ta de iu annos, oziulu j lava bem, nao tem vi-
    cios algum- Outra escrava de 16 annos, bomu
    figura por 800J, sao baralissiinas; aa roa de Hur-
    tas, taverna n. 41.
    Livraria da l)r. Antonio Raoget de Torr";
    Bandeira.
    Vende-se os livros que foram do Br. Anioaw
    Raneel de Torres Bandeira. O noroe illosire da-
    3uelle que foi seu dono, recomasadsco secara
    a importancia dos mesmos livros, m1*5 "? *,B"
    didos por menos de seu valor, a rua do Coronel
    Suassnna, sobrado n. lis, andar, jnMo a fgreja
    dos Manyrios. _________________________
    Quintos e decimos
    Barris de superior vinho Figneira si
    sico alguma : vende Joaquim F. S. Coima ra Gai-
    maries, rua do Mrquez de OKoda a. S, primei-
    ro andar,
    Vende se na rua da Cambo do Carm 9,
    urna escrava que cozinha, lava e antomru bfa.
    Ao commercio.
    Vende-se ama taverna bem afreirMada. n,v
    arrabaldea desta cidade : para iafseajaciss na ta-
    verna junto i maxambomba a t.



    i
    Dftrfcf efe PcrMmtftictt^.Quate foira 10 d Mmtib l&lXl
    <1
    1 '
    FNtipO O'BWMAN
    RA DO BRD1H H. 52
    (Passando o ehafrz)
    PEDEM AOS seobores de engeobo e otros agricultores, e em prega dores de m
    chinismo o favor do urna visita a sea estabelecimeoto, para verem o iovo aortirneojo
    oomplet) que ahitem; seado todo superior en qaalidade a fortidSo; o qoo-cam a ios
    peccSo pessoal pode-se veriflcar. "
    ESPECIAL ATTENg\0 AO UMERO E LUGAR DE Sftt r^Dflpilff
    VannrA* A rfifi a a i'aTH dos nwi3 Mo,ern<>* J**n#eem ta
    Y apurse rUUaS UaU4 maaas *nvebte*es j^naas diversas
    circomsiancias dos seobores proprietarioH e para descarocar algodao.
    Moendas de canna t\mm. 0% hmMs'asnlel,10rts ** m
    Sodas dentadas 9v**ww**-
    Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
    Alambiques 9 fundos d alambiques.
    JUachiaismos
    "Bombas
    para mandioca e algodao,I Podeodo' todos
    e para serrar madeira. f ser mondos a roso-
    /por agaa, vapor,
    de patente, garantidas........ |ou atimaes.
    Todas as machinas e pec"de qoe 8e C09,0(na prec1sar-
    de macbidismo, a pF-eco mo resumido.
    Vasos de crysfcal para terillfet.
    A toja da Aguia B atira, a tn da Duque de
    Caxias ir. 50, r cebe bonitas garraflahas da rjs-
    tal em par cera ramagens dnu radas e raui pro*
    prias para arranjns- de toilet, Ir,
    Anneis e colares elactrix>84
    A loja d'aguia basca ra Du<|ne de Cax|s
    n. SO.' receben nova remessa dos
    nefs e Mofares elctricos, e eontin
    nYensnlm'nte, pelo que sempre'es
    taasobjeems.
    Kaetaas OoMMoelA
    A loja d'aguia.branca ruatftbiiWifcr'MOOia.
    50, rec/ke^nvajente ttohltoaj'dfilejas asarados
    s,*brafA gof
    tt |BVos gramuos
    Teres para a eabecafl ,
    Leqes. ootv toucu^ets e ocr-
    'Jlc^-ftg^irtr^c^S-WftTftiW t Caxta*"
    nofue t^axps
    5 UIUIWBWU3 SU"
    inda a rfcihe-las
    stafc pdale
    e entortados com
    Achanta*,
    protos ou altlnetes com
    n. 50, recebeu urna pequea quanjiaadetfttqnel
    baaitos teqties on boaquaana eoSTos* amios.
    amaiciar a t>e _
    dl'-'Cax^s
    t-mbrieafl
    A jcfaguia.brama aj-ru...
    n 50, reaabea eola* brome dos. a
    Faz qnalqner concert
    Formas de fen
    Encommendas.
    "FViTTIilft fa ffkTri tem as mdbores e mais birstts existente
    no raer-
    cado.
    Incumbe-se de mandar vir qoalqoer raachnismo i von-
    tade dos cuentes, lembrando-lbes a vaotagem de fazerem
    soas compras por intermedio de pessoa enteodida, e qoe em qualqoer aCessIdWfe'pe^
    mes prestar auxilio.
    Arados americanos iQ8trQmeQ,8 ******
    RA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O HAFARIZ
    tWgbttj -LekHW eJ>ftMMray.;
    'Dalas graffipoa*3e:
    aett
    A loja da aguia branca, m roa iOd Auan da
    Caxias n. 30, n-cebronaisimente' txsjtw dtitfe-
    mas e gra-ipok da aro. A
    Bicos o' sek p^to#oftx
    flores de cores.
    A loja da ajtfa' Branca) ih rttt do Dbqn* 4k
    Ga.liBs reflebeni.'Ci)in9> noydade bt>iros bicos de
    sedprato^onrflorea deedres;.sobresahindo nl-
    les o areto conr wamado, lodos rar proprioe
    para-barran e >miros .entiies- fc-vjrtidne-de-pft-
    nadint', ou medira, e mitras Calendas' traBspflren-
    tes: Prtacfmirnodithide"dos preces escs bicns tor-
    rta'm*sb mai i-uiim'odo.s e pef'iovidad'dte gbsto,
    preferiveis a qtaosdtr oiy ttfitWJ
    Tos ot mairtfrikas pelas.
    * ^ity 'V'u,3 ^eay rna do Dqu. de Cai
    xiis n. 50, reieneu bonitos veos ou ,panti!ias.
    preUs 4 sed* eom- flores, e otrtras a i'mitaco de
    aWcn*? e\*en* as rieo baratos prero* o> 3,
    Me''WJ0.' A fa*h(fe boa estt era perVito
    estado, pelo que contina x tf promet* extra*!-'
    eao.
    Diademas aderemos d ma-
    re|)eroa.
    A lja da^Aguia branca ru do Duque da
    Caxia ni 50, retfeb urtw pequea porreo de
    56
    a-
    LOd
    Ra do Mrquez de Olinda 56 a
    (oulr'ora ra da Caricia)
    BE MACHINAS
    ';
    Sondo pst" atitigo estabetecimento asaz conhecido como principal e recommen-
    pelos grandes depsitos e bous sortimi;ntos com quo sempre prima em ter das
    res, inais acre.ita las o vordadeiras machinas americanas para al^n-
    dito. ile*le 10 A 0 sen-as, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
    R.we melhoramontos para perfeito e rpido descaro^amento ; tornam-se dignas de
    - i vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, eneonlrarao
    taiab m
    mais :
    Ap irados vapores locomoveis, de for^a
    (i" i;12 e '!' i i'.ivallos com todos pertencas
    precisos para trabalharem \ machinas para1
    algodio, ou para ontro qnalquor mister.
    Naclnnas para iavar rotipa.
    Arados amOrica&OS pan varzea e
    ladei-
    ra.
    irros.
    Carros le m8o para att
    Tin IS de madi-n-as.
    B: i les de dita.
    Ditos do Ierro estanta lo.
    om vlvula para lavatorios.
    Ditos do mdeira para
    Apparelhos para jarJins.
    (iuarls-eomidas.
    Tampas para cobrir pratos.
    ichas para tazer parafuzoS de Ierro.
    [>ita lita ditos de raa leiras.
    Tren- para aozinha.
    compras
    Tornos ile bandeijas finas.
    Correntes para arrastar madeira.
    C.vlindros americanos para nadaras.
    Pertengas avulsos para machinas.
    Salitre refinado.
    Breu superior.
    Moinbos da diversos fabricantes para mi-
    Iho o caf.
    Debulhadores para milho.
    Azaite de spermacete para machinas.
    (".amas do ferro.
    Bombas de Japy.
    Ditas americanas.-
    Cofres de ferro patente.
    Camos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estanhado.
    Ditos de chumbo.
    Ditos de borracha.
    Folios para ferreiros.
    diademas adBreoos de- nudreperolap obras de
    aparado rosto.
    Fefeita noddiiB.
    Gtampos com borboletaa,- beionros e gafa-
    motos dourados cokinitos.
    h loja di* aguia bianU,- k rea do' D'i'qtie de
    Caxias n. 50, recebeu no vos grampos combor-
    bolelas, bezouros e gafnhotos, o que de certo
    perfeita novid de. A (|uant*lade pepuena, e
    por isso em Breve se .abar.
    Novas gortinhas Ornadas com
    pehieia ou armiuho
    A hija d'agt.-r brlca i roa Duque de Caxias
    50, receben urna pequea qnarndade de bnni-
    s e novas golnhas, trabato de l e seda, ei-
    neitdas com arminho, obras estas da muo gosto
    e iuteiracnente novas.
    Grampos, brincos e rozetas
    dourados.
    A loja da aguia branca, rna? do Duque de
    Caxias n. 50, recebsu novamentc bonitos gram-
    pos, brincos o rozetas dourados ; asum como
    no vos diademas de a?o, o como seaipre confr
    mia a vende-los por precos razoaveis.
    Caixinhas com pos dourados
    e prateados, para cabellos.
    Vende-se na lojn da Aguia Branca ra 3o Dn-
    que de Caxias n. .*>o.
    Luvas de pellica pretas e de
    outra-8 cores.
    A loja da \guia Branca, na Ruque de Ca-
    xias n. 30, recaba* novo sortimento a luvas de
    pellica, pretas e de outras cores.
    Xarope d'agrio do Para
    Antigo e conceituado medicamento para
    cura das molestias dos orgaos respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicado rinda com ptimos resultados no
    escorbuto.
    Vende-so na pharmacio e drogara de Bar-
    tholomeu C, ra Larga do Rosario n. 3i.
    BICHAS BE HAMBRGO
    Aimais receate&e melhores.
    Vendem-se na pharmacia e digaria de Ba^
    thototnou C.\. rtta Largjdi>snrio o Rn. 34.
    ma"
    SEGREDO
    Ob
    nico
    d C, ru
    f
    E CtLERIDADE.
    ;-se com o uso
    DA
    IKJECCO SHOST
    nica, hygenicai radical e liifallivol nacu-
    atah coi toWe^^,'re olj^rtlde -Cbfn- garanta de.salbtanesTesultbtfos
    a continuada applTcac>i.,qrne sempre com a
    maJorvantay!T se tem feto della nos nos-
    pitaes de '
    feo tKu> flVajjl, -f altholi
    jaw'ttiisH'M) b. 9kv
    r*"M'Itiifvir bwqnmaT e- ca^aquinhns
    jtt de crosBiHiU'S I fe g ifirjO: ricfenieme m
    ifrtufa ftosfltdaa barata na
    foja da America,
    BrHhanthia branca com.ftnnrassettnatfci? a WO
    rs. o corado, grtiBU* afeCbinalia.
    Madapolao com ^uco sujo oje fti a peca.
    ' JI||WWta*rtti fHtyitlMtkri pee*.
    iSMtm o preco!
    Chales pretos de mtrin- hadados a retroz :
    sao grandes e de'boa quattdade'a 8 i um.
    Orosdeffaplrt de seda pwa 30409 e 23800
    r baraft
    . Colxas grandes com tndas Barras d edre, a
    |500 para acabar : na rtia dft. (^atft^ b. 10.
    1
    mw para a
    .;'< .....
    Peda obter em pooco tempe com o no do ttlbor dos lcoreaa
    HESPERID1NA
    Fai3oito aaaos que conbecido este precioso tnico, t lUBdr tobar ama pee*,
    tenoexperimentado pesaoalmente, nao falle em ten favor, ji como boa ei
    de ianiuc cm como 'iUdor da
    e apetisador, tomando nm calis delli an
    tuQDdo-M depoie.

    4
    AMA
    da-HESPERIDINA a LARANJA A3IAI
    especial das laratjas) qoe nc coubeca
    or bem, a
    I
    i, oio ba om i ballMite. de- BRASIL C* t*r"'
    propriedadea auididoae* d &<*tu4 ncM
    Casa^ para veflder-se
    jjHk Venflff-se duas ci-.k terreas. seJid
    J5 urna na. ra du l'adr.' -'(..riamut 75,'caai
    'rotan a ftbitrts comwMlos para familia, e
    imada no lie* daL.lma n 18: qnem
    qHifar,-dirija-s*Mda*deiado l',....-ife n.601,
    2 andar.
    A
    Leijaes
    El im muitos outros artigos, quo s avista o ueste cstabelecimonto poderao
    examinados.
    Vendu-se o sitio existente na travessa
    os" Remo Ihs, freguesa dos Afogados, d.
    Si, boje boceo la travesssa do-. Remedios o.
    is em chao proprfo!): cjnem o pretender en-
    te i'.-';i! c ii s-j proprietario na ra de
    S. Franci i lesta ci 1 ule n. 10, como qnem
    vii para a run Bella.
    Isto que vender
    alo.
    .i.
    ,h
    eageini).
    Devendo-sq mandar tata > i i de Janeiro o
    .-:'. i dos al iucI ;.< ivcoi ni is da refin cai do
    teiro, engatarse os seahDres de engenha de
    aproveitar esta occasiSu para comprar bacalD
    ,: icilios de primeira qaajidad^ fabricados pelos
    .ni! res da l'aris.
    I ama aai-bina de Vaeuuml de cobre com
    i
    tres grandes.
    3.J b i ca iias para ceanliaf, a vapor, eom
    lando ddhrado.
    S-* lita com ntth '. cpbre, eo.a ffifl
    lu i de peso,
    . ans turbinas do Cail',- C.
    fi. duas caldeiras a vapor, de 7 metros
    c :; rim uto, cada urna com zaquentadores.
    7*. mha Ki'-tin.-t a vapor de S cavallus
    or^.., da >"! ii de C 9tarr & C.
    8. !.n.'i para rajar assucar.
    . i.is 'le una lUToba e nula
    l'1. Quatrs 'aUesai para estufas.
    II. mu m ntt^as.
    _t. ti r.":ios Ki1) torneiras de cobre e por- j
    f") gi i canos' de cobre viudos, de l'aris, I
    ir rtiaueinctros. i
    Cbamai i ludo ? arten.-lo para as tur- i
    binas, |ne .. jero mciis baratas do que nina
    : a :ra;..r na na do StM n. 15,
    hoie Itarao l S. (Jorja. ]
    n. -Os i mimas ni imofrnm parte maior,
    pde se dar pwto parai pagan* u.
    Je
    de
    0 VIANNA A" RA LARGA DO ROSARIO
    NUMERO 21
    12 carrites de linha uor 400 rs.
    3 grvalas pmUs o de cores por l.
    1 bonito onfeite para araban por i i.
    I mas-o de pentes por 13.
    i peca de bico par 50) rs.
    I par de focos para senliora por 2.
    l.ilito de dito de duraqno para hmnem por 23.
    1 par de borzegnim francez para dito por 8/.
    1 peca de medapaSo maito tino por .
    t ci'irte de casetaim por 3.
    1 ebertor por U30D.
    ; or de boi7.i>iriias para senliora por 4|.
    t balito para senhora p'.r 13.
    ! Chitas a 800 e 2i0 rs., madapolao a 200 e
    2lo rs, algodio a 2io rs., eambraias a 280 rs., e
    muitas outras cousas, i[ue tudo se vende por mo-
    tada do preco.
    Bordadas a seda
    Amaral, Xabnco & C. receberam da Europa
    pela ultimo vapor meias para senhora, de lio de
    Escocia, brancas, abertas no peito do p, e borda-
    das a seda, o que se pode chamar novidade,. e
    sao da ultima moda em Pars : vendetn no bazar
    victoria, ra do Baro da Victoria n 2.
    Amaral, Nabuco & C. ven-
    dem as seguintes qualidades
    Fariiiha d mandioca a 3$ o I(le meias de fio de Escocia :
    Amaral, Xabuco ft ]. receberam um variadi?>
    simo s elegante sortimento le leques de madrepe-
    rola branca Rirrada para nutras, queiniada para
    passeSO1, bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e lavca-
    dos, de martim lisos e larradns e com seda, de
    osso lisos e terrados e com seda de todas as cores,
    de sndalo bordados a lantiioulas, e para meni-
    nas : vende-se no bazar victoria, ra do Barao da
    Victoria n. 2.________
    TASSO IRMAOS&Q
    Em se us armazens ra do A mor m
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender por presos comarados
    Tijolos encarnados sextavos para ladrilbo.
    Canos de barro para nngnln
    Cimento PoHland.
    Cimento Hvdranlicc.
    Machinas de d.:scarocar-al^rldr.
    Machinas de nadara
    Potassa da Russia enJ haftil.
    l'hosphoros de cera.
    Sag em garraoes.
    Sevadinha em garrafoes.
    Lenti lias em garrafoes.
    Rhum da aJuiaina.
    Vinlio do Porto veflio vngarrirTado.
    Vinho do Porto superior, di o.
    Vinho de Bordeaos, dito.
    Vinho de Schsrry.
    Vnbo da "a-lcii.i.
    Potes com lingnas e dob'raas inglezas.
    Licores finos sonidos.
    Cognac Ganilricr Frerrs.
    Latas de toucinhn inglcx.
    Barris com repclho aoi'*abnpura
    uoempenho dt 6em servir- aos seus fre^nims e
    ao publico en* geral tem pn.curad.. i>rovr-st do
    que ha de melhor e da ultima mo-la nos atorca.
    dos de Europa para expolia aquia enda,, cer-
    tos de que i>s seus artigos serio bem apreciados
    pelo aviantes da uou* e barato ; passa a ennu
    merar atguns d'eirtre etles, como sejtun :
    ALBL>S, os niais ricos que,tem vimfo a este
    mercada, com capas de madreperola,
    tartaruga, martim, velludo e chagrn.
    ADERECOS protos e vollas propiias para luto ;
    asshn coiWi, ni' bonrfo- sortimento de
    utos de plaqn, obra Moa e maito bem
    acatada.
    BO'l'OES para pnnos, o ipio se pode detejar de
    lueMk.r nrpiaqui''.. tartaruga, uwidre-
    perula, marm e sso.
    BOLCAS (te veudo, seda, paula e chagrn o que
    ba de man moderno e I odas.
    RICOS de seda e de algodSo, tanto branco como
    preto de variados desenht
    CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
    rola.
    CAIXliXUAS para coetura, i imito rk'as e de di-
    versos foriii tus, eom mostea a se
    ella.
    COQUES a imitaran, o que pode haver de mais
    bonito e eom gusto.
    DEADEMAS, ueste genefo a Predilecta apre-
    seata um grande e lindo sortimento
    capa de satisfazer os caprichos de
    qualquer soulioia por mais exigeute
    que soja.
    PORT-IiOUQL'ET de madreperola, marliin e osso,
    i-.-iii um object indiipeiitavel s ser
    nhoras do bunt tom, alhu do aspirar
    o aroma das flores seai o inconvenien-
    te de motearon as luvas, ou mancha-
    ran as delicadas luios.
    PENTES de tartaruga, de marliui e de bfalo, pa-
    ra aabaf os cabellos a tirar bichos.
    PERFUMAtUAS. E' saludo do publico que a l^c
    dilecU. sumpre conserva um imporian-
    te sorlimciilo de perfuinurias de lino
    odor dos mais afamados fabricante',
    Labio, Piver, sociedade hygienica, Cou-
    dray, GaiMt o Itimel, que incum-
    bido da esculla dos aromas maisb aceites pela sociedade elegante da
    Europa, e por tanto, acbam-se ra
    possibilidadd de bem servir aos aman-
    es dos perfumes.
    A PREDILECTA dfixa de enomerar urna im-
    menjidade de artigos, alim ih) nao ma-
    sar aos leitores e se pede a benevo-
    lencia dj respeRavel publico em di-
    rigir-se ra do abug n. I A, |-
    ra convencer-se aonde pode comprar
    o quo bom e barato, assim como:
    FACHAS ricas e modernas de tuquini e urgurao
    se la.
    VESTIME.XTOS. Ricos veslimentos para meninos,
    |H>r tiaratissmo preco.
    FLORES. A Predilecta prima em conservar um
    bello sorlneiito de Hoces ao alcance
    de qual.|uer bol a aiada que uao es-
    ,_ leja bem replt-cta de diulieiro.
    FITAS, h j bem sabido do publico que s na
    Predilecta que pwiem encontrar um
    grande s.,rtimenio de Cas de setim
    tafei, velludo, liulio e de algodio, por
    commodo preco.
    GRAMPCS de tartaruga,' imrtar;ao de-tes, pro-
    tos e i:e cores, o que se pode desejar
    de mais moderno e bonito.
    GRAVATAS de seda e de camloaia para senora,
    laeos e g-itlias de bonitas cures, tam-
    lient lln t.luiiusoriimarte de gr-
    valas e refalas para liomem.
    em seo estado oatnral tem om gosto powft agrsdsvel, a o mrito d* nperrdhn
    siste em reter soas boas propriedades, e ao maino lempo ifinmaU-h como
    EXQUISITO LICOR
    k rTESPffRlDfffA como L"ff>LTS-TRrA NACIONAL nao tem nada qpe wHpr *
    awJbore importacQes enrnpas de catbegor-ia lewelbaute. Eslaa, qxundo moite, pt4am
    ser gostosas, porm Hraperidioa 4 a combioacao perfaa do
    6RADATEL E SAD0ATEL
    Para pro va da qo om arttfo no qoajpiWla aa tai iiieiai ronlin innocente, basta dizer-se qoe fbi plenamente approvada e aotorisada pela
    mmtt MU K HtCIEME
    dB'Rtode Janeiro, permitfind sna rfvr,e elaboraco ne imperiot; OLt
    BOIl PttOVl
    (t a aeceitarfo geral (fm tem etu Mvdaw partes, onde a#Mcentada, aja t^<>4 eaial*-
    tecen-se a primeira fabrica em iewwa-Arres.; rntr Itltlli i uiiedfc em Itcrntldl*;
    do da da ebegada de- S. IjL O IMPERADOR Ihwwmm a fabrica- qae acmalmwu
    trabaiba na corte. Em Vafparaizo e em toda a coala 4o fiin tem ba mmacio.
    tanto qoe rara a cata qoe comidera completo soo aparador etm orna fatrata A


    HESPRIDA
    O homem velho tema Hesperidoa para ObPer
    VIGOR
    0 bomem doente toma Hespendioa para obler
    t
    L


    O bomem dbil toma Hesperidia* para obter
    Nos bailes as doozellas e oa mocos tomam a tesperidina pars obter boa cor
    aniotacao dorante oa loucos gyros da
    BARROS JNIOR A C, a roa do Vigano Tenorio a. 7, i' radar, recebar rata
    grande espciko, e veDoem-o nos depsitos segniotes :
    Joaquina Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
    Zeferino Carne ro, roa do CommercJo.
    Marcelino Jos Goocalvcs da Fonte, roa da Cadeta a. 2.
    Antonio Gomes Pires & C, ra da Cadeia.
    Antonio Gomes Pires C, caos 22 de Novembro.
    Gomes d lrmao botel da Passagem.
    t^i^-r-) --
    SJOTESSSofl
    mmuMemM mmw$& %

    Samuel Power Job lis-
    tn tfe 0.
    a. :8
    40
    rliua do Ajv>lio u. .j e
    Fatem seiente- aos aeus freguis; :u* toeai
    ?o mudado o s.-u deposito do mtchmk a va-
    ^.vL.' por, loocni e laxas da uiu.iu eredltMia
    //?, fabrica da LowMoor para rna ^) 38 e 10, Sttle eoBhnnam a ter o ic*>&u ror-
    *"i) tmenlo do cosame.
    Fazom uiente tambero qc teem fetto nin
    rrauio o-.iu .'undieao geral, 'mo -,it yo-
    dem amcm m para asswtsi qu*.^^er
    machini.-mo bommio varanii lo.
    3-
    23
    Sai
    0- proprisurn da fuu.be.' K<*al Bsieai
    scieutes au* >fiihor. d (OfsabatSkM
    ataas qo teem aetabeltci i rm* .un.1i-
    gao de ferro e brouie a ra O bru.T, jua-
    i., a bui;j do l...uJ, ou .< apr< atrc
    qualquer obr de neoaOMaOa e ... urii
    jao amnpiMaiii
    Os inn-aus rn|m:'i pf-nox ram Minar ? rm *~ Mc.-iii.i.-i.-o un ..- ....-i >r.
    niiul Powr i.4.u^i"ii & C a roa d
    lo n. M e 40, nodo acharan y*a* Ua. ;.i-
    tada
    I'

    d.u*- tf.
    3T<. 34- Ef
    . Acot- *5\
    App..rellio para fabricar .sucir, ^o iistsfli <
    WKSro.\ CENTiK.
    aieos Hroi u wn Pernam^oea a (u&u.cao paial.
    Para iraur an san MrtMbtiii j na dn Apollo n. 38 10.

    GRANDE LIQUIDACO NO BARATEIRf
    I0
    BAZAR NACIONAL
    Ra da Imperatriz n. 72
    DE
    LoiirenfoPereiraMeinlesGiiiinaraes
    Na r ia da Madra di' Dos
    acalva.
    n. 7
    \ i .-, 3. -, A i urancas e ac ct
    UttSBfefl a variadas a 240 j-s.>-n senhoras
    o covado.
    / I mas casf.as frahcezas de*
    i vis delicados pa ]r,\-s, por terem
    m [""] f-.irh de afrua doce, pelo fom
    barato pre.;a do*i*e rtntensu covado. pechin- res
    cha : na loja do -PaWln, ra da Imperak'iz ft.'
    Brancas, afoertos no iieito do pe, eltordadas a
    -fjwda, para senhora, abertas, para rtenaias, cruas
    i pila e de core para homem.
    d;alcqd.\o
    Brancas e d cores para nu-ni.ios, mininas, ho-
    Formas de ferro.
    Folhas de Flandres.
    Vidria para vidraga.
    Esta :1ro cm vergitmia.
    a
    Na ra do Mrquez de
    ^ Olinda n. 4;awi*aaem de SiK
    Va Barmc 'fc PiiKs'.
    JARROS de porcelana e de viu.ro minio bonitos
    Suri cinat-.s de .saJ.v.
    li s de seda, |e'lte de ftl|odSo, pa-
    ra ?entufa, inetinas e bninem.
    LEQITS. Ricos leijue.-de madreperola, tartaruga,
    BiarUm e de-dsso, os mais modernos e
    ,.Ji 'POr bWatu'pivieo.
    LUYAS de pellica, de seda e de algodao, para
    homem e senhora.
    LITROS para missa, a l'r.dflecta a presenta es-
    colha do respeitavel pobiko m bello
    kiuiu'uh ctics iivro com capas
    iafilil*i velludo e chagrn, per precoa
    raoaveis.
    Novidade.
    A
    Renias homens e se-, couxMamhc
    Da
    ; Vvnde se urna mobilrUB Jacaranda madea, 1
    cama franceza, indo obra muto boa, um piano de
    armario, e outros muitos trasti-s avulsos; aa'jm
    comoytambe venil.--e a fc^va, e.aKW]to-ae.aj
    caa,'todo'por K.^o Cf.rm-ido ": a fffttr'na'nu
    festreita do Rosario n. 27.
    0.
    i-nprn 9 '
    na ra
    ' trapero
    ilL Oaji'.i. ( Ci?** vita *i\/ iii'.'nii" i*, mi
    HWVdres, capelas oaililavif! Vende-se ilial idsiYiV.-^i% cal, na
    L .^ fie S. Mignel n. 123, nds Afogados : para ver, ,
    Ht do Bati da Victoria rede e meia d nussma, $ a 4rtavio,rua do Ca- $ ra do labuga n. r., i]a>ie cera, ou no natet
    W bugn. 2B. ^ !?!"" la. Pedro Novo em Olinda, cora JoM Cflel^b.
    fi.
    A Predilecta, ra do Calmg. n.
    de-re eber pelo ultimo paquete ebegado da 65-
    ropa, nm bello sortmienU do-corpinhos de eara-
    braia bordados para .-entinas e menina?, golli-
    nhas e pannos tambem bordados e de dialitazi,
    saias bordadas, ditas ,um\ entremeios para senho-
    ras, bonitas calciobas (fe diversos tapadinhos
    e transparentes para meninas, que tudo vende
    por barato preco.
    Vinho do Porto" superior
    Natyija de litros dn wa: Strelta do Rosario n.
    t2, tem para vender, em caixa de dnzia, vinho
    do Porto, e que por soa boa qnalidade e pn*
    barato preferivel a nutro qualque Este .vinlio
    ainda nao conhecido nesta provincia e sim no
    Rio de Janeiro, onie consom para mais do 5,ihio
    raixas por anno. A file, os .imadores da boa
    pinga antes ipie se rabe.
    "---------------------------------------------------------------------------------
    CASEMIRA PRETA A 2?300 CORTE.
    Vende-se cortesde casemira preta para cal-
    cas de homem a 2JoOO, 4P500, 5 e 6J5OO
    PANNOI'RETO KINO A -?500.
    Vende-se panno entestado proprio para
    calcas e palitts a 2o00, 3?, 4 e 3j?00 o
    covado.
    ALPACA PRETA A 500 RS.
    Vende-se alpaca preta fina a 5 eOO rs.
    o covado.
    CURTES DE BRIil poOO.
    Vende-se cortes di; luini para calcas-d
    homoni a l$oOQ e 2>000.
    CHITAS DAUATAS A 240 RS.'
    Vende-se chitas francozas largas, para
    vestido a 240, 280, 320 o 360 rs. o covado.
    CHITAS PARA COBE11TA A 280 R8.
    Vende-so cinta finas para cobertas a 280
    rs. o covado.
    MOSSajIi DECORLS A 400 RS.
    VenJe-sc rausselina unas, de cores para
    vestidos a 100 rs. o covado.
    f HJSIV0 BRANCO A 320 RS.
    Vende-se fusto branco
    320 rs. o covado.
    i A. ca .(4SSAS rUANl.l7.AS 11 AS A 360 RS.
    Vende-se cassas de cores muto finas a 300
    e '400 rs. o covado.
    CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
    Vende-se cambraia baptista para vestidos
    de senhora a 400 rs. o covado.
    capas iic
    so,
    mu
    para vestidos, a
    COLXAS DE FISTOA 2T500.
    \eiidc-se colxas de fusto, de ores,
    2v\">00 cada urna.
    GOBERTORES DE PELLOS A 1C2(- .
    Vende-se sofctMeros de pellos e papa.ii*
    a HPM6 e 1CH00.
    >AIAS BRANCAS A 2r000.
    Vohde-se saias bramas e de corea a 2CC0O
    c 2-?500.
    TOA! HAS V 800 RS.
    \ende-sutualbas felpudas prc-pri.i.s j,r.*
    tostu SOO rs. cada uom.
    BOLSAS PARA VALI >S A : i 0.
    Veode-sc bolsas para \ia '-n-.i :)^, rJ"0
    e 49000.
    I.KNi:o> BRANCOSA ttOOO \ I U'A.
    cndc-sc lencos lironcos iCOOOOa iiu-
    zia.
    GROSDEXAPLE8 "RKTO \ r800
    Veiiiiu-se grosdcnaples preto paro \i
    a t?800, 2?, 2?5Ut, 3C,' i^OH) e mcUM
    covado.
    NADA PdOPHfO> 49009.
    Vomhsopeos da modapoloo, a 47000,
    4?300, o?, (i?, 79000 eT000.
    ALGODAO A 19009.
    Vende-se pecas de SJfoOlo b>m a 49,
    4^00, .>-?, e 19000.
    ALGODO ENFLSTAHO A 900 RS.
    Vende-so algodao enfiestado a 900 rs. o
    metro.
    Tiiilu Aiiiiiziia
    ATrw^o.
    T> + i. i. fonde se om exceeute sitio em Beberi!<* i
    I ara tmsrir mstantaneamen- M*. ju > asmes.
    Terrenos.
    Vei&'-s.'tot sitio vYirrV) do Sfuniz, sendo 7^.0
    pali: s de Trente com tSTpllcVTit'ridos irgir-se
    harua.d;is Flores n :.
    . rn >i *,t i .-----------------------------------ui------------------1^-----____ -i
    Casa a venda.
    .ao do Fundan, mralo na
    frente e pcitau de lecro. l-mila ca d>
    Ma e cal, leudo 4 qaarto, 1 talas
    fura, tem : :> i palmos dr frente e i,V
    sendo ilo mata, com cacimba dragna
    de lieber; assiaa fmo ai SsVa Anlond* SS
    Cftbeir*eiiT.s, nawaft -fliipcrairz n. 8 mi- 'ah"nS de fren,,e e ouema 'nudo, lendo sna
    AiMaMjK p" lecpiena c;.sa do la pa : quem preumd.T dirij.-s
    te a barba e o cabello
    A < 4000 o fraseo, em poroio, -1 frascos 2-So00.
    Odilon Duai-te & lrmao
    ,] iom
    meirn atldar.
    Vende-se
    t'm sitio na cidad de
    er
    familia, tum muitos arvoredos de fructos de
    s qualidades, o excellente
    a tratar nesta typographia.
    i rna de lf Iro Alfonso, aniga rul da llaia, nu*
    aiero 37.
    Farii4ux de .mandioca.
    Olinda, almfle' ', A ,n,mi" *'
    ivemia parando ^ de V^tV-SiST = "^ *
    -^ Vende se metade do nina morada de ra-a
    osario, venda n.H.
    m i ins ec
    do Malinas FeraVa.a. 4, em *J.,; atraiaVJ'1",a' ^" ''-"'T
    doCabugn.S,Ioj.-Ulocnkleiii)1iateod]^flK a quabdados, o excellente agua de UrrPa ,ulav
    na ra Larga do


    Diaiio d PernamBuoo ^uftrtfc'ftir* 1<0 ule Abril'de t3t7
    i,.
    SoMS.LwttlmMOfc, com lojade roiudeza e perfumaras na do Baro da Vic
    tdta n. 28, giQiB nuiu attencAo par* os presos abaixo especificados, a saber:
    i
    \

    \

    Sapatos d tapete para bomaos e ianhor.*s
    a 1S2W).
    Abotoaduraspnra.coUete a 200 e 320 rs.
    dem idera para pimbos a 320 rs.
    Talberes cabcdoriwlo (imitaco) aSOOO
    a duzia.
    Caita deiinba branca com 40 uo vellos a
    fcOOrs.
    dem, idem de marca a,240,rs.
    Majo deTita chinen a 11)000.
    PEUKt MARAS.
    Garcaa de agua-florida verdadeir a 1JJ200^
    dem dem kauanga do Japo a lc200.
    (dem.idem divina a 1SH)00 e 1-5200.
    Moa idem Magdalena (novidade) 19500.
    Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
    19000, 2^000,4r00Oe 74000.
    Frasco com Salsaparrilha verdadeir a
    39500.
    I den oom inico oriental de liemp a 19000
    o fasto.
    MU DKZAS.
    iM50s de trsn^as de caracol branca, a
    400 rs.
    dem klem lisas a 200 're.
    Duzia de pecas de cordo imperial a
    320ts.
    Ltazia de cachimbos p de gullioha a
    29300.
    dem idem de madeira com tampa a
    39600.
    Duzia de eollarinbos bordados para ho-
    rnero a 89000.
    dem idnm lisos a 69000.
    PERFUMARAS.
    Frascode oleo Oir verdadeiro a 1W)0.
    dem idem autique muito b >m a 400 rs.
    Opiata muito boa e fresca a 19, 19500 e
    29000.
    Carca de pos para dontes a 200 rs.
    dem idem de pos cfainez, muito bom, a
    500 rs. 19000.
    Maco de sabonetas inglezes muito supe-
    riores a 600 rs. ,
    Duzia de sabouetesjde amendoa a
    6 39600.
    MIUDEZA6.
    Uvros ptra notas a 320 e 400 rs.
    Redes nfeitadas a 19400.
    Resma de papel pautado e liso a 29600,
    29800, 99500, 49000 e 69000.
    Caisa de papel amisade a 600-rs.
    dem idem idem beira dotrrada a 800 rs.
    atra de'envelopes forrados.a 700 rs.
    Memidem de cores a 500 rs.
    Caia-de pennas Perty a 800 rs.
    dem idem a 400 rs.
    PERFUMARAS.
    Sabonetas de anjinbo transparentes a
    29200.
    Duzia de sabonetes com flores a 19500.
    SabonetesGlycerim transparentes 19000.
    Lindas e elegantes caixinhas de madeira
    com perfumaras do aulor E. Cudray proprias
    para presentes, assim como de palha e pape-
    lo.
    MODAS E MIUDEZAS,
    Indispensaveis de couro da Russia para
    sen horas a 1000.
    Leques para senhoras a 29000, 49000 e
    ,79000.
    Vara de fita escoseza larga (novidade)
    49000.
    Lamparinas i gaz a 19000.
    i Groza de botes de osso para cal?a
    200 rs.
    Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
    Duzia de baralhos francezes canto doura-
    do a 39600.
    dem idem boira lisas a 29500.
    Garrafa de tinta roa extra-fina a 15000.
    Pecas de fita de velludo de todas as cores.
    Ide-n idem de sarja de todas as cores
    e larguras.
    Sapatos de tranca, tapete, casemirae char-
    lte.
    Chapos para senhoras e meninas.
    Luvas de pellica muito frescas a 29300.

    NICOS AGENTES ;
    A'
    Hitado Barita da Victoria n. 28
    As mais simples, as mais baratas G as meihores do mundo!
    Na exposicio de Paris, m 1867, foi concedido a
    Elias How Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
    cao da Legio de Honra, por serom as machinas mais per.
    oitas do mundo. '
    A medalha de ouro, ooiiferida a Howe Jnior, nos
    Estados-Unidos .pbr ser O'lnventor da machina de cos-
    tura.
    A medalha de ouro na exposicio de Londres acreditara
    estas machinas.
    ESPELHOS
    de moldura, dourada de todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e zinco, e muitas
    miu'lczas que seria longo mencionar.
    28 Ra do llarao da Victoria 28

    fimr
    UZEO DE JOIAS
    K. 4 Ra do Cabug N. 4
    JOSEPH BRAUSE & C.
    DE

    GOMES DE MATTOS, IRMAOS
    Neste. importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
    voi'der variad* sertimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
    a rubios, com grande reduccao de precos, porque recebemos directamente
    uV.Europa, por todos os paquetos, ndissimo sortiment do que ha de me-
    lhor eni ouro e pedradas de valor.
    Os proprietarios do MUSEO DE JOIAS, sero constantes sempre que tive-
    nem oecasiao de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
    IIUSEU DE JOIAS vende suus artigos a precos mu limitados.
    Alm do variado sortimonto de joias de alto e pequeo valor, acha-se
    oxposicao obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindsimos e de
    acreditados autores, para hmeos e senhoras. Ditos de prata para todos os
    presos. Ca leias e trancelins de todes os gostos, e tudo o mais que fr de
    manufactura d'ouro ou prata.
    Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
    das as joias sahidas do MUZEll DE JOIAS sao garantidas.
    TCSC^eX'jts'i*. -*r Ji^ts.'. 'ju .*- Jtoto *~'3r>y- *6et>3 ..viJ2^ai tuoiS UiitiEvX-1
    Lindos vestidos a 5$ o corte
    Suporiort? cortes de cassa de cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
    alias, acompanhados dos competentes figurinos a 59 cada corte. Vendem na ra Pri- !
    meiro de Marco antiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas- \
    cellos.
    C:ibe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de No\a-
    \ York, estabeleceu nesta cidade 1 ra do BarAct'da Vibtorra n. 28, um deposito e agencia
    1 geral, para em Peruambuco e mais provincias se "venderetat as' afamadas machinas de cos-
    tura de Howe. Estas machinas sSo justamente apreciadas pela perfeicb de seu trabalho^
    empregando urna agulha mais curta t'Orn a mesma qualidadedelinhaquequalquer outra,
    e pela introducto dos mais aperfeigoados apparelbos, estamos actualmente habilitados a
    offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
    As vantagens destas machinas s&o as seguintes:
    Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prov.a incoutestavel, a
    ebreumstancia de nunca terco aj>parccdo no mercado machinas d Ilowe em segun-
    da mo.
    Segunda.Conten o material preciso para repararqualquer desarranjo.
    Terceira.Ha nellas menor fric(;o entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
    do que as outras.
    Quarta.Formam o ponto como se fura feto i raao.
    Quinta.Permiti que se examine o trabalho de rabes os fios, o que se nao consegu
    as outras.
    Sexta.-Fazem ponte miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
    e logo era seguida, sem modilioar-se a tonsao da nha, cozem a fazenda mais
    fina.
    Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade.quando se ten de mudar
    de agulha ao comecar nova costura.
    Oitava.Muitas companhias de machinas da costura, tm tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'ora populares, sio hoja quasi de6conhecidas, outras sollreram
    mudancas radcaeS>parapoderem substituir : entretanto a companhia das .machinas de Howe
    adoptando a opiniao de Elias Howe, :raestre augmentado o seu fabrico, e boje ne atiende a procura, posto quo foca 600 machinas
    por dia.
    Cada machina acompanha livrctos com instrueces era portuguez.
    A 90*000 A '98*000
    SOARES LE1TE, IRMAOS
    A'
    Ra do Baro da Victoria n. 28.
    y
    i
    .
    -
    Arados para lavrar a trra.
    Carrinnos de man.
    CnirtS de ferro.
    Cofres de ferro.
    Cestos d'ararae >ara fld
    Fogcs de ferro.
    Baldes de ferro galvanisado.
    (>' s de ferro galvanisado par cobrir casa
    \' gos americanos.
    fathfei de ferro estanhado.
    Machinas para descarocar algodao.
    Machinas de cortar fumo.
    Cimento.
    Salitre.
    Halara;as, pesos e medidas.
    EM GASA DE SHAW HATVKES-& C
    RA DO BOM'JESS: 4.
    FUNDIDO DE FERRO E RROHZE
    FABRICA DE MACHINAS
    4 ra do Bar! do Trumpho (na di Bruta) bs. IMi IM
    CAEDOSO & IRMAO
    AY1SAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que Uom recebido da Europa
    grande sortiusento de ferragens para engenhos e para Uvoura, e quaetquer outroa ok
    misteres da industria agrcola, o que tudo vendem por precos razoave.
    C OriTiaS para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
    VaBOreS Borisontaes e vertcaes ji bem conhecidos nesta provincia e fora della, os
    *^ melhores que teem vindo a este mercado.
    VlOendaS completas de diversos tamjyihos, obra muito forte e bem acibada.
    iMOiaS moendaS para aSsentar em grades de madeira.
    laiaS Qe Ierro de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
    RodaS d'agUa de diversos tamanhos.
    KOQaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
    GonoertOS ncertam com promptido qualquer obra ou machiua, para o que ktm
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    EnCOIQITiendaS ^an(^arn v'r Pr encommenda da Europa, qualqur n?achinismo,
    para o que se correspondera com urna rcspeitave casa de Londr*
    e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; iicumbcm-se de mandar asse .sUr
    litas machinas, c se respensabiUsam pelo bom trabalho das mesmas.
    Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
    FUND C i 0 DE CARDOSO IRMO

    A LOJA BOM PASTOR i
    RECEHKII
    Apparelhos de mesa de C. Christofle de Nrs, fab;icaite !
    plaqueo mais acreditado na Europa, tanto na %ualiAiiiMH
    na riqueza dos seus modelos.
    Faqueiros em caixa, colheres em duzia, aparcllios de cha,
    bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, casticaes,
    saleiras, arinheiros.etc., etc.
    Recebeu tambem
    Grande sotimento de quadros mi. i ios ricos, rom as estam-
    pas, as mais bellas vindas nesta pr..a.
    Recebe encommenda para o Port<, I.yon > Paa,
    Ealirira de araaaieKtus pan igr'j:;s. r i:::iscr.s
    .^%


    Aderecos de br-
    Uia(es, esmeraldas I
    rubins e jieroas^i
    voltasde perolas.


    N.
    NOVA LOJA
    2 ARa do Cabug
    2, A
    J
    DE
    BARROS A FILHO
    Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
    tendo os seus proprietarios feito urna importante cquisicao de
    joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades sup -rio-
    res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
    tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
    preco razoavel.
    T
    4.
    m
    i
    DOS PREMIOS DA PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 7i5 A .-BENEFICIO DA IGREJA DA CASA FORTE, EXTRAHIDA EM 15 DE ABRIL DE 1873.
    NS. PKEMS.I NS. PREMS. NS. PllEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. j NS. PREMS. NS. PP LMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS.
    i; 6 175 U 431 60 600 6| man 64 916 6d 1110 '6,5 1283 64 1544 64 1690 641874
    8 84 34 1 8i 17 17 . 84 49 - 91 i4 87
    9 87 36 2 ioo 90 21 21 _ 86 83 - 94 64 92
    Zi 207 42 9 6 92 23 32 ^ 1301 66 97 - 93
    38 5 48 15 n ' 28 41 \ 13 61 -^ 1702 5:00; 98
    t 24 55 18 96 ~: 35 *oo 42 \_ 31 62 6 6^ 1922
    51 -p U 58 20 97 47 6* 44 l_ 40 7,1 a4 |19 r*.30
    61 56 *o 59 34 80 1 50 49 L_ 46 74 U 22 37
    63 63 u 61 37 IU 11 6* 58 56 i- 47 76 28 - 39
    66 64 64 41 t 19 -~r 65 i 59 1- 60 85 - 24 41
    70 73 . 71 59 1 21 | 78 -* 71 Y 66 - -92 nrr 35 42
    18 76 406 75 .. 60 25 --- 85 4 73 i- 7 97 t,> ,43 - 45
    M 79 i 65 78 64 26 86 _ 75 4- 68 1601 6* 62 48
    88 -m o 82 67 *W 28 '~T 92 mm 82 -t 7* 90 M 99 _i' 88 71 6.S 37 96 86 4- 76 - 3 >- ''* **i 67
    91 300 95 73 AO,5 38 TI . 99 87 "~ m. -r- 7 -T 69 04 71,
    95 -* 9 97 79 64 46 ' 00 -- 90 -r 88 - H -1 70 64 73
    07 -* 11 _l 503 ' 81 i 47 2 *m 91 97 - 18 75 - 75
    99 101 ~^ 18 30 15 19 88 92 51 52 3 8 64 94 99 io 1414 *$-15 64 21 89 r 77 84
    i 36 20 ! -704 53 ,1 *f- 1207 H -27 9 -+ 4804 86
    9 37 Mi 30 5 tos 55 14 33 H ! '7 _ 98
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    15 51 ' 37 3 15 M67 ' 1 35 i2* y fO:5> m -i 38 13' - 10
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    24 73 105 47 26 74 _ 14 -t 38 f*n 71 4 48 840!. 20
    27 75 65 58 i 28 88 U 40 E 74 ' 52 28 *- 32
    32 79 59 44 .- 89 60 _ 49 8f 56 ci 57 31 33
    39 8O0 83 66 ' 33 ~ 65 50 ; 93"'' (i) * ;ti ii Ji 38
    46 6l 84 67 55 ' _ 94 ' *K 78 4 54 61 -1 "44 39
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    60 400 85 1005 69 98 , 90 68 10 71 61 45
    63 3 86 6,5 72 -1 km 93 70 12 -4- 75 - 66 65
    61 11 89 - 74 8 -~ 94 72. i $4 27 - 84 _ 1 70 - 78
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    8
    Diarto de Per&mbuco Quarte feira 16 d Abril de 1873.

    H


    memtrr* c *ua imtruecln
    profcnsfonal.
    Qualquer quesja o aporfeigoa ment dos
    meios de instruego publica, o a oxoellencia
    d j seu sjstema, pjuoo aproveitam s-m o
    auxilio de proessores habois e instruidas.
    Do magisterio, tanto do seu possoal como
    das suas qualilicaeo-'s, depare esseucial-
    niente o bom resurtido dj ensino publico ;
    e a ingente preponderancia deste elemento e
    fcil de aquilatar-se so eonsiJurarmnsquo a
    mocidade em uto loigo periodo de tempo
    durante muitas horas por dia, so acua con-
    secutivamente em contacto inmediato, e
    collocada sob a influencia directa do pro-
    fessor.
    Ao ponetrir os humbraes da escola, o
    alumno, verdade, trazj comsigo os ger-
    monsdo carcter que Una de manifestar no
    porvir, porcia sob o forte molde imposto
    pela eorporago ifo magisterio que u niesmo
    se define o desenvolvo.
    O futuro de qualquer naco djpende in-
    tima e virtualmtifitedo influxo enorcidu pelo
    magisterio ; o isto que < urna verdade axio-
    mtica em qualquer parte do inundo, an-
    da menos diivida plesilfter em reanlo ;
    nossa patria, em que instruego publica,
    mais do que em qualquer cutio paiz, cabe
    niaior importancia.
    K' pois evidente que raoraentoso o!)jecto
    da maior solicitude publica deve ser tam-
    beni entre nos, o estudo de todas as coudi-
    <;es que p.)dein actu;ir sobre a maior
    ou menor qualiBcacAo do professorado.
    Convm que a opiniao nacional acompa-
    nlie do mais minucioso exame a
    somma de todos os elementos, que tem de
    contribuir para a formacao desta corpora-
    go, e tnrnando-se o espelbo de todas as
    suas aguarees e ocoupagoes, ao mesmo tem-
    po fiscasc e facilite o desenipenho da sua
    missao providencial.
    A vigilancia paterna, a palavra do ora-
    dor sagra lo, a impreusa e o foro tem nesta
    complicada tarefa tambem importante qui-
    uho : nem pareceiu demasiados todos estes
    subsidios, quando tanta consequoncia se
    antollia ser o alvo a que s; procura attin-
    gir.
    .Nao com elteito s o me tre que ensina.
    Sem duvida, emtodo o organismo social,
    ha urna aego reciproca, que aug'nenta os
    effeitos da instruego e transforma em novas
    fontes de Ilustrado as acquisiges do en-
    sino.
    Mas a nao ser o influxo exercido pelo
    pai sobre o fillio, nenbuina contribui.ao
    social opera sobre o animo das futuras ge-
    port
    iiiin
    fissoes^e especialmente referentes i determi-
    nara omuini ooodiges sociaes, que
    pndem. jar l|jgar a anepglo de Wldidaj af-
    'rtrnistrativas. *V *^* w
    Sobra a1 instrnego puMica, porm, no
    sentido a que no*-roportamdl, nadaseacha;
    e este fcto c profundamente contristante.
    Ainda tnesmOi pondo de lado a alta im-
    rtaucia do magisterio em si, parece que
    lasse de serventuaros pblicos,
    cranosla de cerca de duzentos mil n-
    diviluos, quar de um quer \ de outro sexo,
    devera, indepeideutemente de outras cou-
    sileragoes, merecer mais alguina attengo
    da parte dos altos poderos da repblica.
    Seguramente a importancia vital do pro-
    fessorado c digua de que aos seus membros
    se cousagre a mosma solicitude, postulada
    pela propria profisso que exercitarn ; e na
    transcendencia e vicissitude de to sublima-
    das e assignaladas funegos, nao dado
    distinguir urna cousa de outra.
    K' o s i coiijunoto que devemos ter sera-
    pre em vi,ta, o a cada instante urge compe-
    netrarmo-nos mais e mais da energa e efH-
    cacia, !,i gravidado e da in'.eusidade com
    que o complexo do magisterio o do ensino
    publico influe na sorle das nagoes e no des-
    tino dos povos.
    De auno em anno n professorado impri-
    me insensivel, mas eifirieiitissimamoule s
    goragos que se sucreitom um cunbo indele-
    vel, cuja ligo se transmiti cada dia mais
    extensamente.
    O ver la leiro carcter da nago consti-
    tu lo pelo magisterio. .Nos j o dissemos,
    desoja vamo-lo gravar na conseieueia pu-
    blica indeleveluieute.
    rar o nosso espirito ? Como, sem o cora-
    humana sabedoria, (19) para que nao se
    plexo das mais sublimes virtudes, e uo rae, jnlgue que pretendemos fundar a vossa f
    dos grandes embaragos que estarvara a ac- Va tabedoria tos homens; 20) mas como
    gio do episcopado em nossos das, podere- achante se v, com aquella sirfrplioidade,
    mos occorrer as funeges do sagrado minis1
    terio, vujmdo pUentanitilte sobr$ iyH. efo-
    bre todo fokmLo eki 'dne noslUkouo
    Espirito Santo part rerprmo* a yrfijii de
    Deus, a ujnjapo'r elleudtiuiridn a cusa de
    seu xangue santisstmi? (7) Como cumprir
    aquello preceito do apostlo que nos maiida
    vigiar trabaljiar incensante mente em tudo,
    (8) o que respuita a vossa saiva^io; prtgar
    a palacra doiua, inttftr opportuna e im-
    portunamente, finjuindo duns, rogando e
    que nos r^commenda o apostlo, fazendo
    consistir toda a ma sciencia em Jesus
    Chr&to Jesut Ckristo crucificado \,.
    l'arn instruir os homens na ci<
    casiOes.'e de diversos modos por bochaos
    patriatchas e projjbutas, e mus tarde, ou
    na plenitude dos lempos por seu Santissimo
    Filbo. ,(2i) Ksta palavra de Deus aos lio-
    meps, quer a escripta nos livros de um e
    outro testamento, quera que tem silo con-
    reprehendendo a outros com toda o bondad] servada, e nos transmittida pela tradi;io,
    epacieneia? (9, Como finalmente, semas
    luzes e a prudencia qua nos .sao necessanas,
    guiar-vos com a palavra e com o exernplo
    na pratica dos vossos deveres, antepoodo ei
    certas occasiesa benevolencia austorida-
    de, a ezhortag&o amea<;a, a caridade ao
    poder, e em outras, procurando conciliar a
    mansidao com o rigor, a misericordia com
    ajustira, a brandura com a severidade?
    ("i
    Ah bem poderiamos repetir, no auge do
    .Nao exageramos esta influencia.
    raroes com a mesma energa e efficacia que
    a transmissao da instrueco as escolas pu-
    blicas.
    Para que o cida lo aproveite um dia os
    progressos da civilisaQo e converta cada um
    dos predicados della em outros tantos ele-
    memos de perfeico, mister que o profes-
    sor em idade propria o tenha habilitado
    com as qualilicaees, sem as quaes qualquer
    aproveiti;n;nto iutellectual impossivel.
    Sem esias babilitaes, sem a eminencia
    moral de que sao eondieao indispensavel,
    nao serao jamis comprehendidos nem po-
    dem ter a limplemento os deveres sociaes.
    A poltica, a administraco, o pulpito, a
    magistratura, as lettras e as artes, que sao
    outros tantos, elos da vida social, permane-
    cero para todo o sempre enygmas insouda-
    veis, ou problemas irresoluveis, todas as
    ve/es que. o humilde encargo do professor
    nao cotnmetter s novas gera^oes o segretlo
    da s<>a solueao.
    A accao do governo central nesta materia
    tem-se limitado quasi exclusivamentu i con-
    cesso metbodica de trras publicas para a
    crearo ou mauutenco le estabelecimentos
    de instruego publica dos ditlerentes graos ;
    e singularmente de escoles de agricultura e
    collegios de artes e ollicios. .Nunca porm
    os poderes geraes comprehenderam suficien-
    temente a importancia do professorado, e a
    valida acrao por elle exerci la sobre a for-
    macao do espirito publico e da indola na-
    cional.
    Jamis as attribuiees governamentaes
    se exerceram em remunerar os serrinos
    feitos instruccao publica, e os esf ryos
    ueste sentiilo tem at aqu passado sempre
    mais ou menos desapercebidos ; preterido
    este momentoso elemento de acorocoamento
    publico em assumpto de tanta emergencia.
    Nao pois sem razo que deploramos vi-
    vamente a falta absoluta de estabelecimen-
    tos proprios deste genero, mantdos pelo po-
    der central, e de outras instituicoes concur-
    rentes a incutir no melhorainento progressi-
    vo do ensino publico um movimento ben-
    fico, seguro e nao interrumpido ; alheio s
    contingencias o irregularidades de um menos
    elevado patrocinio.
    O professorado, o exercicio dos severos
    deveres do magisterio, tem entre nos sido
    sempre considerados vulgarmente, como um
    ultimo recurso na graduarlo dos meos de
    que mais commumente se langa mo para
    gaubar materialmente a vida.
    E' verdade que diversos, estados de entre
    os que mais se acreditam pelos seus progres-
    sos a bem da educagao nacional, tom fun-
    dado e mantm estabelecimentos destinados
    constituigo de um corpo docente mais ou
    menos competente para o desempenho da
    alia missao de to transcendente carreira pu-
    blica.
    Mas sao estas as nicas escolas normaos
    que possuimos, e ainda que a sua creago
    seja devida ao estimulo dos nobres senti-
    mentos de cidados eminentemente qualifi-
    cados neste sentido, com tudo o seu resulta-
    do tem sido e continua ainda muito pouco
    satisfactorio.
    Entretanto nao ha hoje quem desconheca
    a neces,idade essencial de instituicoes desta
    ordem, elevadas ao maior grao possivel de
    perfeigo.
    Nestes termos, pois, entendemos conve-
    niente a insergo em seguida a este relato-
    rio, de dous trabalhos que, tomando por
    theraa o presente assnmpo, o dsanvolvem
    debaixo de um ponto de vista que nos pa-
    rece dos mais recommendaveis.
    0 estudo destes documentos ser sem du-
    sida grato a todo o espirito bem intencionado
    a este respeito ; nao podendo ^deixar ao
    mesmo tempo de avivar geralmente a cons-
    ciencia do muito que nos resta fazer neste
    theor de ideas.
    Convm com effeito que estes principios
    se propaguem cada vez mais ; e que sobr
    tudo, nos estados que mais adiantados'se
    mostram nesto ramo de administrago, d
    isso desde logo ensejo a fecundas e indispen-
    saveis reformas.
    Entre as publicacoes oiciaes que ema-
    nam do gowno oaotral, nota-se a maior
    abundancia de textos relativos a todas as pro-
    l'or mais preconisado que seja o proprio
    principio do sulfragio universal, fra de
    duvida que o seu bom xito, a sua practibi-
    lidade ate a harmona de todo este systema
    emtim, consttuem outros tantos factos es-
    sencialmente subservienti^ s acquisiges do
    ensino publico ; e portento s quaiilicages
    individuaos, porsonalidade em summa do
    professorado.
    K' nos mesmos torm s igualmente, ain-
    da as mesmas con4i<;es, que da instruego
    publica, sem cpio seja possivel duvida-lo.
    leponde a todo transe, a serte futura da
    nossa patria.
    Ser a forga e imperio' da eJucago ua-
    cional, a immigragat> e a annesago de es-
    tranhos territorios e novas populages des-
    truiran por fira a identidade da nago,
    bem como s a perfeigo do plano-do eusino
    publico pode fazer dos Estados-Unidos, essa
    potencia sem rival, que correspondendo
    verdaderamente denocainago que adop-
    tou, receba continuamente sem limitaran
    definida, accrescimos iiicmmeusura-voisque
    justifiquem as suas bem cabidas aspirages
    supremaca universal.
    (Do relaiorio do director da instruego
    publica d s Estados-Unidos/
    Da Instriecco Publica.
    Carta pastoral da li-vm. e ltm.
    bip de 9. Paulo, audando
    aos neu. do-lhes algumas e^hortacoes.
    D. LINO DEODATO RODRIGUE DE CARVALBO,
    POR MEKC.K lit; DEl'S E DA SSACiTA Sil APOS-
    TLICA, BISPO DE S. PAULO, DO 001SSELHO
    DES. M. O IMPERADOR, A QUEJDEUS GUA0>E
    ETC., ETC., ETC.
    Ao clero e a todos os /lat de nossa dio-
    cese, habitadores as provincias
    de S. Paulo, Pafande parte da
    de Minas Geraes, sauie, paz e benco em
    JessChristo nosso adoravel Salvador.
    A nenhum de vos hoje oceulto, irmos
    e lilhos dilectissimos, o tacto imprevisto de
    nossa promogao ao episcopado dessa vaste
    e importante diocese, nao obstante a nossa
    grande indignidade, que alias pareca arre-
    dar-nos de um cargo tao eminente, de uia
    cargo manifestamente superior as nossas Tra-
    cas forgas, e que tantas vezes tem sido Ilus-
    trado pela sciencia e vrtudes verdadera-
    mente apostlicas dos insignes e doutos pre-
    lados, que o tem oceupado no longo correr
    do mais de um seculo ; ag ra pois, que nos
    sena impossivel declinar a responsabilidade
    inherente a to alto cargo, um ministerio
    formidavel aos mesmos anjos, (1) urna vez
    que o supremo chefe da igreja, o pastor dos
    pastores, o pai, o doutor de lodos oschris-
    tos, (2) o immortal pontfice Pi IX, aquelle
    que, na pessoa do principe dos apostlos,
    recebeu de Jess Christo o pleno poder de
    apascentar as oc-elhas e cordeiros, (3) go-
    vernar e reger a todo o rebanho catholico,
    deix u conhecer a vontade de Deus a nosso
    respeito, chamando-nos a reger, como hispo,
    essa numerosa e muito illustre porgo de
    seus lilhos ein Jess Christo: agora que aca-
    bamos de receber sobre nossa cabega a im-
    pbsigo de maos, e com ella o oleo santo
    da unego episcopal, pela qual o espirito do
    nosso adoravel Salvador derramando-se em
    nossa alma nos conferio a plenitude do sa-
    cerdocio, ligando-nos estreitamente a vos
    pelos vnculos sagrados e indissoluveis da
    mais perfeita unio espiritual; agora que o
    Senhor se dignou imprimir o ultimo sello a
    obra de sua misericordia, tirando-nos dop,
    em que jaziamos, ou antes, do abismo do
    nosso nada, para collocar-nos entre osprin-
    pes de seupovo, e fazer-nos oceupar o so-
    lio (4) dess? igreja, a que se prendem por
    urna feliz successo tantas e to gloriosas re-
    cordages, nada mais nos reste, irmos e li-
    lhos muito amados, seno resgnarmo-nos a
    sua vontade santissima, adorando em silen-
    cio, e com a mais profunda submisso,
    aquella admiravel Providencia, que brilha
    em tods as suas obras, e que, dispondo
    suavemente todas as cousas, (5) nao dei-
    xar de occorrer tambem as vossas necesi-
    dades em ordem ao importante negocio da
    salvago.
    Permitti, irmos e lilhos dilectissimos, que
    nesta occasio to solemne para nos, e antes
    mesmo de vosdirigirmos do intimo d'almajas
    nossas mais sinceras saudagdes, vos annun-
    ciemos a nossa prxima partida para essa
    diocese. Brevemente, com o auxilio de
    Deus, ahi esteremos, cabendo-nos entao a
    ineffavel consolago de conhecer-vos pessoal-
    mente ; testemunhar-vas a singular predi-
    lecco com que ternamente vos amamos nos
    entranhas de Nosso Senhor Jess Christo,
    (6) e abengoar-vos a todos, empregando-nos
    desde logo as arduas funcgdes do sagrado
    ministerio, e em tudo o que respeita a vossa
    santificado.
    Porm, amados lilhos, que triste e cons-
    ternados idea vem neste momento aruargu-
    (1) Trid. Sess. 6.* de Ref. cap. 1.
    2) Conc. de Flor.
    (3) Joan. 21. 16.
    i) Ittg. i. 8. Vs. 112.1.9,
    (5] Sap.8. I-
    () Ad. Philip. \f 9.
    nosso maior abatmento, aquellas memoran-
    das palavras de um grande servo de Deus :
    Porque razo, Senhor, allligistes o eora-
    go do vosso servo ? i'orque imposestus so-
    bre mim o pesado governo de todo este
    povo? Vos sabis que o peso grande, e
    que abandonado as minlias fracas forgaa o
    nao poJerei sustentar. Nonpossamsolus
    susinax... (/uiagruvivestmihi. (11)
    .Na i se eutenda porm, que naja de nosse
    parte o menor constrangimeoto: nao, acei-
    tando o cargo, depois de havermos esgotado
    todos os motos que a prudencia aconselha o
    a religiao recommenda, entregamo-nos intei-
    ramente, o sem reserva, vontade d'aquelle
    que tem einsuas raaos os nossos destinos, e
    que sempre fiel ds suas promessas, nao per-
    mitte jfimaii; que tejamos tentados acuna
    de nossas forcas; (12) e desdo entao sentin-
    do revi ver era- nossa filma a esper,.ui;a e o
    conforto, nada temos desojado- mais arden-
    temente do que seguir para o meio de vos,
    para o moio dw um povo, aprax-uos dize-lo,
    to distincto por sua illustrago- e patriotis-
    nto, quauto pela pureza de sua- f, por sua
    constante lideli lade s religiosas tradiges
    do seus antepassados ; e esperamos cora toda
    a humildade de nosso corago, que haven-
    dode nossa parte b ns desejos, e da vossa,
    veneraveis irmos e caros cooperadores,
    aquella ellicaz e muito valiosa coadjuvago
    de que necessit*nos para mais fcil desem-
    penho do nosso pastoral ministerio, o Se-
    nhor, infinito era misericordia, nao-nos hade
    abandonar em tempo algura, antes far des-
    apparecer todas as difiieuldades de modo a
    conhecermos prrticamente que^ seu jugo
    suave, o seu peso^ leve.
    E pois, curvado sob o grande- peso do
    episcopado, nos vos rogamos, carassimos ir-
    mos e lilhos, que nos auxiliis comas vos-
    sas oracoes a alcangar de Deus aquelle espi-
    rito de sabedoria de intelligentia de con-
    selho e de fortaleza, de sciencia edepieda-
    de (13) que nos^ aecessario para vos guiar-
    mos com
    minho da salvaco^ E' esta, como sabis, a
    nossa principal obrigago; e este o dever
    dos de veres do ministerio pastoral; le
    nos, se o deixarmos de cumplir, quanto
    cabe em nossas forgas, pois como nos diz o
    Senhor por bocea de Solomo: durimmo
    juizo est reservado d/juelles qps g/over-
    nam. (14)
    Conscio de to grave responsabilidade nao
    cessamos de pediir ao Supremo Pastor das
    nossas almas o auxilio de suas luzes, e para
    mais fcilmente o conseguimos temo im-
    plorado tambera o amparo e ellicaz pai^w-i-
    nio da Virgem Imrnuculada, a mi de mi-
    sericordia, cuja intercesso prodigiosa tan-
    tas vezes ha vemos- experimentado, e sobre
    tudo as crises mais dolorosas e violentes
    de nossa perigrinago sobre a trra.
    Praza aos^ Cos q.ue sejara aceitas as. nos-
    sas supplicas,. realisados os nossos votos,
    preenchidas as nossas esperanzas,.para que
    possaraos obter os soccorros qpe implora-
    mos e a graga muito especial, irmos o lilhos
    dilectsimos, de vosacharmos unidos pelos
    doces vnculos da paz e caridade, permane-
    cendo firmes na profisso da mesma dou-
    trina, na unidade da mesma f, na crenca
    de um s Senhor e um s baptisma, como
    nos recommenda o apostlo. (15)
    E para que nao nao seja recebida em
    vo a graga de Deus, (16) e com ella as
    verdades que vos annunciamos, nos vos pe-
    dimos, amados lilhos, e vos exhortamos com
    toda a ternura do nosso maior aQecto que
    vos santifiquis, abstendo-vos de todo o
    mal, (17) abominando a impedade, as ms
    paxoese desejos desordenados; observando
    fielmente as regras da temperanga, da pie-
    dado e dajustiga, mostrand-vos modelo de
    virtudes em todas as cousas, na doutrina,
    na inteiresa da vida, na gravidade dos cos-
    tumes; (18) e finalmente que vos acaute-
    lis contra a sedueges aVerro tao frequen-
    tes em nossos dias; contra essa vertiginosa
    incredulidade que acobertando-se com as
    mais especiosas theorias appareco hoje, sob
    diversas formas, toda empenhada em cor-
    romper o ensino das verdades da f, em des-
    truir completamente, se tanto fra possivel,
    os sacrosantos principios da religiao que
    professamos.
    Acreditamos sinceramente, carissimos fi-
    lhos, em vossos religiosos sentimentos; nao
    temos a este respeito a menor duvida $ mas
    conhecendo o quanto se esfrgam, por toda
    a parto, os modernos Arianos e bionites
    em rasgar a veste inconstil do Salvador, a
    sacrosanta doutriifa do evangelho, parecen-
    do-lhes que podem aceitar urna pequea par-
    te das verdades reveladas, interpretando-as
    a seu modo, e rejeitar tudo o mais, tudo o
    ue ha de mais santo e salutar na religiao
    o crucificado, julgamos do nossa rigoroso
    dever aprsenter-vos, em resumo, todo o
    systema da nossa f, em ordem a demons-
    trar que um espirito Ilustrado e despreve-
    nido nao aceitar jamis urna parte do en-
    sino evanglico sem aceitar igualmente a
    outra.
    Nao vos fallaremos com a subhmidade do
    discurso, nem com palavras persuasivas da
    conten em si todas as verdades da religiao
    ehrist, de que depositara i Santa Igreja
    Cathotjca, Apostlica. Humana, a verdadeira
    igruja de Jess Cbristo ; d'onde resulta que
    a nossa religiao e tem sido substancial-
    mente a mesma era todos os seeulos, quer
    antes, quer depois da viuda de Jess Chris-
    to, nosso adoravel Salvador. Dous, diz
    um Ilustrado theologo, (23, nao ensirmu
    aos hoiuens em um twnpo, o contrario do
    que Ibes havia ensillado em outro. A cren-
    ga do* pwtriiirchas nao 'toi mudada pelas li-
    gos do .Minees ; o syiabolo dos christos,
    posto que mais extenso, nao opposto ao
    dos hebreu*.; mas os eusioos primitivo da-
    dos ao patriarchas forai renovados e des-
    eo volvidos sob a le escripte, explicad' e
    completados por Jess Christo, que nao veio
    para dextruir, iruupreencimrt le e os Pm-
    phetas.- .\on veni solvere leyvmautprplte-
    tus, sed adirn/dere. (24)
    ConsuKando essa admiravel uniformi-
    da le exclama Bossuet: < V Igreja Ca-
    tholica ene he todos os seeulos procodonte*
    por urna serio, que niugueiu !ho poilor.i con-
    testar. A lei vem antes do cvangelbo. A
    sussesso Je Moysos e dos Patriarchas nao
    ha mais que- urna si v a mesiu. serie cora
    a do Jess Christo. Sor esperado, vir, ser
    recoiihecido por urna posteridado-qoo dora
    tanto, quanU o mundo, tal o oaracter do
    Messias, era qneo acreditemos. '25, Elle
    com.-liio com aquellas palavras do-apostlo :
    Jess Christo- stmpn o mesuro,. nout"in,
    hoje e em toilos os- teeulo dos sendos. (26).
    E' que a religiao vindo de Dous,. que a
    mesma verdade por esseucia, e lirmnndo-sc
    era Deus, nmntavol como Aquelle, a
    quendeve a sua .origen* divina.
    Consideremo-la porem, em sua pitase a
    mais importante, isto em preseng do
    grande laclo da. redempeo, objectoa que
    se enoaminha todas as- esperaneas da ltuna-
    nidade.
    Perdido o genero humano pela colpa de
    nossos- primeiros pas, oxigia a Magesfc*ta
    Divina olf mi lid i,, rigurosa satisl'aco. Inti-
    inta ora a gravidado otfousa, e iufiiiitos
    devam sor os merecimentns da victima qn
    se offerecesse em eipiago. Ninguem,
    excepgo de mi. Deus^ pollera otfctuar
    urna tal reparayiO( nem coQseguiutemeirte
    libertar o horaem do captiveiru do pescado
    e do demonio, restituido a graga divina e
    chamadlo-a posse-da>celestial horanga ;: mas
    oh I abismo da bondado-e la misericordia 11
    Tocado do cooQpaiziOv Deus, cujos designios
    sao mpenetraveis, lovou o seu amor pora
    com os homens ao-extremo de enviardhes
    urna victima de- infinito n*erecimento na
    pessoa de sen Flho l'nigeoito. (27)
    E cora efleitov na plenitude dos temos,
    Jess Cbristo, a segunda, pessoa da Santissi-
    ma Trindade, flho de Deus e Dous Ule
    mesmocom o Padre-econa oEsqirito Santo;
    Jess Christo, o esplendor da gloria do
    EternS'Padre e image cas relativas ao grande Libertador.
    gar e o tempo do su nascimente, as rir
    0 ,u~ do, sahem a, pcegar por todo o mundo
    cumstancias de sua vida e d* sua mote, a poita oaixoes carnal
    intairaaMirte op-
    , figiao iniaca
    propagago e os effeitos da *a celeste don- da cornjp,^,, e ,,, \0\alru qua lavan,
    trina, tudo annunciado cora admiravel ca- ^ .,,, ,wr< encarnadas na i>d la e no
    reza quitos seclos antes. c stUlDes dosp .tos ; raiigite, que impiaig
    David, por exeraplo, mil airaos antes do aos Wus erante o dever de carragar a cruz
    Jess Cbristo, descreve todas as ignooiinias jas inrtiiieagoes, pareca aos judcos lou-
    v;v;ao Deus Ihes lullou em difnreu da sua paixao. V a dafeego do discpulo canii e a0s gento a mais deplorara! igao-
    - trado e sua substituigo no apostolado ; nafa.
    (ps. 108 v. 8) q nteiiipla a Jess Christo E pesar dos maiores obataouloa, das
    com o corpo violenta mente esteudido, os ,nas violentas e horriveis (Tseguigoe, al-
    ossos deslocados, os'ps e as mos traspassa- |aj triumpliara por toda a^ t aau>
    dos ; ,ps. Si v. v. 17 e. 18) v que lho do m,r(,s. o sangue dos malT
    a beber el e vinagre ; (ps. 68 v^ 22, a dis-
    tribuigo do seus vestidos e a sorte que lan-
    gam sobre elles; /ps. 21 v. 19; e filialmente
    prediz que o seu corpo nao soffrer a cor-
    rupgo do tmulo, (ps. 15 v. lo .
    Trezentos airaos depois, e seteceutos an-
    tes de Jess Consto, Isaas amiuncia que a
    Eilho da Virgem se chamara Emmauoel
    Deus comnosco ; (c. 7) prev as curas mi-
    raculosas que Elle havia fazerf as dores da
    sua paixao ; oestado lastimoso a que lica-
    ria roduzido o seu corpo ; (cap. 1; que
    seria reputado entre os malfeitores ; (cap.
    >-i v. 12J prediz a sua orago pelos algozos ;
    (ibid.) que osen sepulchro seria glorioso,
    fcap. 11 v. 10) e finalmente quede|xis de
    tiwio isto seria pai de numerosa posteridado
    ctp-.. 19)
    Micheas prediz que Elle ha do aascer
    em Dethlem, (cap. 5, v. 2. e Daiael, in-
    lie;indo-o pelo proprio norae, aimuiiiria
    com exa lidio a poca do seu nascknento
    e da sua morto. { cap. 9.)
    E assim os dentis prophetas.
    Claras- como sao as prophecias, nao se
    podar dizer com algn fundamento, que
    i'oram esenpas depois dos acontecimeotos ?
    Nao, carissimos lilhos, esta objeoga i do que
    alias so [wevalecem alguna incrdulos para
    Bagar-Ibes o oaraoter divino da ravelagao-,
    cabe por si niosnia, des-le que se reouhe-
    ce que o livro das propliecias faz parte do
    mtigo canoa dos ju lo s, e osti uio acri-
    tariam, como olf :cti vi mente nao aooitaiai
    qualquer alterago ou iniwvago no curjio
    do* seus livros sagrados, mxime em pro-
    vean da religi ehrist, de quera sao, BO>
    mo se sabe,, mimigos declarados.
    Este livro que deshonra os judeos de-
    tente rao los, diz um celebre philosopho,
    elles o conservam a custa de sua vida ;
    iiiii.i siiiceriilade que nto- tora exeraplo no
    muudo, nera-sua origein s>u>n;itureza. (36)
    Seria anda um nimlrmimi attribui-las
    ao effitode mora casualidade. Quando
    um s-horaem, diz o citailo- pinlis pho, ti-
    vesse feito um livro de predinges, e Je-
    ss Christo apparecesse no tempo e pelo
    modo prophetisado, ha vena j nisto urna
    forga infinita porm, na muito mais ainda.
    E' urna, serie de homens durante quatro
    mil annos, que constantemente e sera va-
    riago, vera ura aps outro predizer o
    mesmo successo. E' um povo inteiro que
    o annuncia e que subsiste a^quatro mil an-
    uos para testemuiihar em corpo os motivos
    de sua crenga, que nao renega, quaesquer
    qne sejama ameagas e perseguigoes, que
    se Ihe fagam. (37)
    <( Querer attribuir ao acaso a realisago
    das prepheeias limitada loucura de quem
    sustentasse que i>s magnficos quadros de
    Kaphael e- de Kubens poderiam ser o sira -
    pies resultado de cores Luir-las sobre a
    tela ao acaso e sem debuxo. (38)
    Em seu.ardente amor para com os ho-
    mens quiz ainda Jess Christo eonvence-los
    >la divindade de sua missao cornos mais es-
    tupendos pr idigios, e chama-Ios pratica
    Jess Christo, a.sabedoria increada, o-pai da virtude com a palavra e cora o exeni-
    (7) Act. Apost.20. 28.
    II Ad. Tim. 4. 5.
    Ibid. 4. 2.
    Trid. Sess. 13 de Ref. c. 1.
    Num. 11. He 14.
    I Ad Cor. 10. 13.
    Math. 11.30.
    Matb. 11, 30.
    14) I Reg. 25, 28.
    (15) Sap. 6. C.
    (16) Ad. Eph. 4. 3.
    (17) II Ad. Cor, 6. 1.
    (tft) Ad Tim. & W.
    (19) Ad. Tit. i. 7.
    8j
    9
    (10
    ("
    (12
    (3
    13
    do seculo futuwi (28) o primognito antes
    da todas as creaturas- e antes de todos os se-
    culos.o herdeiro de-todas-as cousas, '30 e
    a (juein-tod-o xtder dtido uo Co e na tetra ;
    (3lj Jessf.hristo, o-Verbo Divino, bailan-
    do ao mmiA> encarnou por virtude do Es-
    pirito- Sant" no seio purissimo de Maiiav a
    Virgem Imu>aculada, e se fez hornera-para
    nos rorair, salvar e- dar exemplo.
    Eisaqui temos em-Jess Christo, o Liber-
    tador promettido e anuentemente desojado
    por todas as gentes.
    Vordadero Deus e verdadero hornera;
    Elle rene em s todos os proJicados rigo-
    rosamente exigidos pela justica divina na
    pessoa de um Redenrptor. <( Se Jess
    Christo, diz S. LeftOv pao fosse verdadeiro
    Deus, nao nos trariai o remedio; se nao
    fosse verddeim hojiera, nao nos dara
    o exemplo. (3.1) I
    E pois, tomando sdbre si todo opeso das
    nossas culpas, todafi as grandes dores de
    humanidad--, f32j orre sobre uina cruz
    entre acerbsimos gpadecimentos, pagando
    com o seu sangue o, prego infinito do nosso
    resgate.
    o \ vos o sabis, a divindade que mor-
    ro em Jess Christo; mas a sua hamanidade
    Santissima. Em quanto horaem, diz um
    douto epio autor. Jess Christo padece e
    morre.e-em quanto Deusbomem satisfaz
    e merece. Pielle padece e marre a naiureza
    humana, satisfaz e merece a pessoa divina ;
    porque a, satisfago eo mrito sao da pessoa
    e noda naturea. *'(3)
    Assim se realisaram todas as.figuras,
    preencheram-se todo6 os oaaculos. e ficeu
    inteiramente satisfeka pela consumraago do
    grande sacrificio a (divida do. hornera preva-
    ricador. .
    Tuda no Mitigo testamento, carissimos fi-
    laos, aeo-itecia efn figuras, (35) e repre-
    sontava o que mais tarde havia de acontecer
    no novo. Jess Christo claramente repre-
    sentado nos patriarchas, nos pniphetas e
    principaes persoiiagens dos hebreos ; re-
    presentado as ceremonias" do seu culto,
    nos sacrificios da sua lei e at na< prosperi-
    dades e infortunios desse povo, realisa em
    toda a plenitude as figuras que lhe dizom
    respeito.
    Para conhecer a semelhanga que se d
    entre as figuras ie a readade baste compa-
    rar o passado com o presento, as figuras do
    antigo com as aovo testamento.
    Nelle verificam-se igualmente as prophe-
    3.
    (20) I Ad. Sa7i. i e 4.
    (21) Ibid. 2A5.
    (22) Ibid. a.
    (23) Ad Heb. \l. i.
    (24) Card. Godjss. Theol. Dog. Tom. 1.
    part.
    (25) Math. 5.
    (26) Disc. sur l'hst.
    (27) Ad. Heb. 1
    (28) Lnc. 3. 16.
    (29) Isai. 9. 6.
    (30) Ad Heb. 1.
    (31, Math. 28. 18.
    (32; Sorm. de Nat.
    (33) Is. 53. 4.
    l!34) Cath. da Dout.
    (Mazo, 59.
    i (35) I Ad Cor. 10 11.
    univ. part. II. n. 13.
    8.
    Expl. por
    po.
    Explicar ainda em dada de doze airaos
    o seutidit-ites prophecias com urna sabedo-
    ria e autoridade que mpoc respeito a todos,
    confundo e- humilha os orgulltosos douto-
    res da Iri^;: !39) multi[>lcar os pies e pei-
    xes no desorto ; dar vista aos cogos, pa-
    lavra aos raudos, envido aos surdos, inovi-
    inento aos paralyticos; curar enfermos e
    resuscitar mortos e*fln a.s virtude de sua
    palavra ; tcanstigurar-so no Tabor ; resus-
    citar dos mortos, como- havia vaticiuado, e
    subir aos Cos era prosenga de seus discpu-
    los, tees sao, entre outros, os milagros
    praticados por Jess Christo para mostrar
    ao mundo que era o Flho.do Deus Vivo, o
    Redemptor promettido--todas as nages.
    Ser manso e humilde de corago ; '10,
    m irtilicar-se com o. jejum, ser assiduo e
    fervoroso na orago; fazer bem a todos
    sem fazer mal a ninguem ; desafiar a seus
    detractores que lhe exprobem ura s nec-
    eado ; (ti) chamar a si toilos os que sof-
    frein, pronettendo-lhes.ionsolago e allivio;
    (42) praticar a grande virtude da caridade,
    recomraendando-a como um manilamente
    novo, um preceitd exclusivamente seu
    seu ; solrer em silencio as penalidades da
    vida ; orar pelos inimigps e morrer cora re-
    signagao, ois era resumo o modelo de vir-
    tudes, que Elle olTerece nossa contempla-
    go.
    Que facto, porm, mais extraordinario,
    que successo mais portentoso qne a pro-
    pagago e o estabelucimento da religiao
    ehrist no meio dos grandes obstculos que
    se lhe oppoem, ou se considerem relativa-
    mente aos lugares e ao tempo era que ella
    apparece, ou s pessoas incumbidas de- reali-
    saram to dillicil empreza ?
    Seria impossivel desconhf>er ah o dedo
    de Den** (43j a acra) especial daquella
    aderavel Providencia, que para humithar a
    orgulhosa sabedoria da carne, apraz-se em
    escolher as cousas loucas do inundo, para
    confundir os sabios; as cousas fracas, pa-
    ra confundir as fortes ; as ignobois, despre-
    ziveise que nao sao, para destruir as que
    sao. (44)
    Doze homens de baixa condigo, desco-
    nhecidos do mundo, sem o prestigio da for-
    tuna e da sciencia, homens que antes de
    sua vocago viviara empregados, quasi to-
    dos, na pesca a borda do lago de Genesa-
    reth, taes sao es escolIndos para levarem a
    effeit i a pregar > evangeliea. Vinde a pos
    de mim, lhe diz Jess Christo, e eu vos fa-
    rei pescadores de homens. (45) Obedecen-
    do a voz do divino Mostr elles o acompa-
    nham, e destituidos de todo o apote huma-
    no, sem esperarem do mundo outra recom-
    pensa mais que as contradiegoes, as calum-
    nias, os opprobrios, as torturas e a morte
    violenta, conforme lhes bavia sido vaticina-
    angue Jos marrares,
    do A jorros, d testerauuho tsMj **
    f e multiplica as conversoe*. j ro-
    mo querein alguas, o ero |aWr
    do tauatisnio, qutnu arrasla afl
    os n vos christos, si n a f
    martyr, a esperaiica urmcesuai
    a caridad.; sublimo de quera, efl
    Jesns Christo, esquece as iujuriail
    dos tormentos para olovas. os ollios aos Cdos
    e implorar o p-nlo em favor d > sea nro-
    prios dlgoze>. I. esta reiiiao in Ir^iiaattMe
    calurania-la. cruelmente perseguida ti es-
    tende por sHaasam parta rapidez, e ooota dentro eia breve numero-
    sos discpulos ikis principa* cidades do am-
    perio romano, desde Jerusaieiii at a llly-
    n.i. desl-- \iiandria, E|4inso, AnUoch,
    Alhenas, Cormtho etc. ate iWnu.i, >nUo ta
    pital d i mundo conhocido, Roma qm. i
    Principo dos Aportlos escolhe para ser a
    sede d oiiristiaiiismo, o oantro da unida kr
    caliiolira.
    Este arto, aittniai lilhos, uwrstra a toda a
    luz nao s o carcter divino da religiao.
    mas tambem a fundog > e o t-stal>elecia>ent''
    'la grnja, rjue o remado de inrriio *oi*n,
    a ti;rra.
    E' acerca do to momeiitoso asauinp<>
    qi>e vaoios ocupar lida por ma pMnV
    vossas alteug'.
    AitU's de deixar e*e inundo para volt ir
    ao seio do Eterno Pai^ .Nosso Seidar J->n
    PhrialOi dispon lo tolas as cousas cun md
    l.ivel sabedoria bou lade, iiistituio urna so-
    ciedade de iiomens, vsivul e p:rioaieiit>-.
    par defender B guardara ver-la te .te sua
    duutriua, tr.uisrailliudo-a pelo uusiata a to-
    dos oa povos.
    Esta sociedale, carissimos til 11 s, tomo
    se sabe, a santa igreja romana. I ara co
    idiece-lo-, basta sirapIcMnente atteini'T as
    palavnts- da sua laes-n i instituigo. Tu
    s Pedro, diz Jisus Christo ao Principe dis
    \p-st -1 s, e sobro este podra fundare) a <*-
    ka mraja-, e as portas do inferno, os er-
    ro* e ms paix* ) nao prevalueerao cu ella (40) E' claro, para que pni-is df-
    luunstra;, que a verdadeira igreja, a i*-- j
    qpo Jess Christo chamou*u.para dif-
    ferong.ar de quaesquer outras, a que Elle
    futidou sobre a rocha inabalavel do [ontali-
    cido, isto sobre o pontilice romano, seu
    viga rio ua torra e legitimo-subcessur I.- S.
    Pedro.
    Confualo a esta igreja o sagrado depor-
    to de sua doutrina, Jess Christo Ibeoonfc-
    rio igualmente a autoridade indipensavi
    do ensino, autoridade infallivel uo qac n-s-
    pea a f e aos coatumes.
    - IJuem vos onve, diz Elle, a igrtja !l1
    pessoa de seus apsolos e hsc|>ulos, d mim
    o uve-; i quem vos des p re a,, a mim dupre-
    za-y (47) don.le se conclue, que ouvir a igre-
    ja, ouvira Jess (Jirist > a bandada sonnui.
    a verdad.; infallivol ; despresar ensiKi da
    ign^ja, da6prezar o ensino oesrao de Jesu-
    Chris/o-; o em outra parto. Elle falla ainda
    de um m..do mais positivo, daclaraudb-ajUf
    ae ftlguem deinr considerado da NMBNM sottf. MBS utnpu-
    go,.ou mbliaino, (10) Atem disto, de-
    ii.-nrin.ui aos seus apostlos que eaai-
    nassein a tolas as gentes ; que pregass^mi
    por todo o ;unirlo as verdades de sua dou-
    truu'., Jess Christo promotto estar com el-
    les, todos H dias, ate- o lira, dos secuio
    (40; revestiudo deste inoJoasii u-r-ja do
    dora de inerrancia, da autoridade inCdbvel
    do ensino, que lite inherente.
    Eis, amados filtios, porque Paulo, o
    gnnide ai)ostolo ilas nagoesv fallando *obre
    a igreja, a denomina : Igieja dr Deus le
    i"v>: coLnuna e firmamento da itrda-
    ile. .i(\
    Represoutada por Isaas com > a casa do
    Senhor plantada > bre o carne das laonta-
    nli.'.s, elevada cima das colimas, aointe
    devoriam raunir-so ura iba; totlas na-
    ges; (51, descripta por Daniel soba for-
    ma do USB re no que ha de durar eterna -
    mente; 52, comparada uo evangalhu a
    urna cidade edificada no alto de um monto
    j.ui le nao podo ocrultar-se as vistas de
    uiuguera, (53, a igreja i- por isso mesmo
    una sociedade visivel, permanente, e ilute-
    fectivel, e essa visibilidade, que c um do
    seus principaes disliuctivos, constilue igual
    mente um dogma da nossa f.
    Visivel, como a igreja, em seu chefe,
    na pesia de seus ministros; e nos mesmos
    fiis, que professara a sna doutrina ; visivel
    em seu governo, sua disciplina, suas leis e
    derisoes ; visivel em seus svrabilos, em
    seus sacramentos, as funcgoes de seu culto,
    no ministeri > da predica e em tudo o que
    tem relago com a parte exterior e seusiveL
    de sua mesma constituico, ella nao ama-
    dos filhos, como prelen lem alguns de seu-
    adversarios urna assoctacao puramente es-
    piritual, a sem ralago alguma com as cou-
    sas da torra ; mas, como vos dissemos, urna
    sociedade de homens per todamente orgam-
    sada, e que perpetuando-se pela successo,
    ha de durar tanto quanto o mundo, segundo
    a promessa de seu divino fundador.
    E nem se diga que esta e outras promes-
    sas do Salvador aos seus apostlos limitara-
    so pessoa destes, sem referencia alg'uaa a
    seus successores ; pois, como so sabe e tica
    demonstrado, chamando Jess Christo ao
    principe dos apostlospodraTu ex ce-
    phas, (segundo o original syriacn] ouPe-
    droTu es Petrus, (adaptando-se o termo a
    significago masculina ;) a fundando a sua
    I igreja sobre esta pedra, exprime com admi-
    ravel clareza nao s a solidez de fundamen-
    to, mas tambem a perpetuidad* do edifi-
    cio.
    (36) Pase. Pens. art. 8.
    (37) dem, id. art. 15.
    38) Frayssin.
    '39) Math. U. 28.
    40) Math. U. 19.
    (41 Joan. r. 16.
    (42) Math. 11. 28.
    (43 Exod. 8.
    (44) I Ad Cor. I. 27 usq. 29.
    (45) Math. 4. 19 Mire. 1.17.
    ConlimMr-ar-na.
    (46) Ibid. 28.20.
    -
    (47)
    (48)
    (49)
    (50)
    (51)
    '52)
    (53)
    Math. 16. 16.
    Luc. 10. 16.
    Math. 18. 17.
    Ad Iim. 3. 5.
    Is. 2. 2.
    Dan. 2. 44.
    Math. 5. 14
    Act. Ap. cit. loe.
    Va
    - '


    -,____.
    TYP DO DIARIO-aWA DUUUS D* CAXUS
    . i-


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