Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12885


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Full Text
AXXO XLIX. XIMERO 85
PAUA A CAPITAL B LUGARES OXIIE KAO SE PAGA PORTE. .
Por, tres mczes ilimitados ..*'........... 69000
Por seis ditos idein *...............- 14*000
Por um anno dem ... o ... .......... 8431000
Cada numero avulso................. 340
- t
TEKCA FEIRA 15 DE ABRIL DE 1873.
PARA lE.\TR E I OKA I*A PROFIlf CA.
Por tres metes adiantados................
Por seis ditos idem..................
Por note ditos idera.................
Por um anno idem..................
69750
139500
S093S0
279000
m
\
B ,

PROPRIEDADE D MANOEL FIGUEIRO A DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves d Filhos, no Para; Goncalves d Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira d Filho, no Cear; Antonio de Leiuv* Braga, no Aracaty ; Joio %#rit Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva, no Natal; Jos Justtaa
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Cost Braga, emNazareth;
# Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavaresda Costa, em Alagas; Alves d ., na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.

DIARIO DE PEP.M3C0
RECIPE. 13 DE ABRIL DE 1873.
A REFOKJM KI.KITOr.AI-.
Em o noss i precedente artigo deixamos provar
oV> que ;i reforma eletoral, leudo por baso elei-
co directa, era inconstitucional, o mostramos po-
ig_n.il que um-i tal reforma mprtava urna rovcio-
oao. excntrica da ndole conservadora do sonad.
Nai somos, em these, avessos j- nfeiw iite,
nem somos do nnmKM daqueltes para quem tuda
c onaiipier revoiucaO, ainda mesuro as p cuicas,
sao illcgitimas, e, eoi i UM, cnadeinnaveis.
Nao ; iiiais de um i VOZ, e ahi estn, entre ou-
tros escripias, os nossos ret ispelos polticos, te-
mos pugnado pela reforma da varias leis, e milito
especialmente pelas da lei eloitoral, da guarda na-
cional, e do recrutainento, sem as nones ostrn is
convencidos de que seinpre han de ser niais ou
menos falseadas as inanifeslaroes da vontade na
rional.
As reformas, anda (piando importen) ora pac-
lica- ivvoluco "s soeiaes i>il polticas, sempre que
sao critei'insas e prece lidiis de profundo*, de con-
aessaciOMS estad >s, e lUcidein. t:int> pianto
pnssivel. aos interesses aerabs, nunca sao um mal,
o. palo contraa > sao um bou) valcsissimo, mxime
se evil:im o embate ruidoso das opinV-s mais ex-
temadas, atristando do (calendario das possibilida-
des as sangrentas revnluooes, que de ordinario
sati sempre destruir sem nada roconstruiem de
til e duralor.
Pacificas revoluco.-s tainos mis tido no curto
lapso d" lempo que contamos do existencia pon
tira, e por eerto n> foi a menor dellas a que o
paiz testeniiiiihu e applaudio na reforma que con-
signoii a emanci paci dos captivos.
Dessas taes rcvol'u-oes au foi cortamente que
disse o conde Jos de Maistre que crain verdadei-
ras expiarnos. Nao ; mas a qualilicaeao cabe ir-
remediavelmenle toda a vez que a revolu/o au
asseffla n'uma verdadeira ueo.issidade, toda a vez
que lem por base um erro de apreciaco.
E o erro manifest, no que diz respeito a re-
forma ateitoral, sempre que se lomar por base a
eleico directa, isto tuda a vez que s quizar mu-
dar completamente a ndole do syslema.
De feito: todos os partidos, a masM geral da
popularn, a opiniao publica Hollnente, tem apre-
goalo a necessdadu da reforma eloitoral; mas
certamente as manifesta .-es nao tem ido alm da
necessdade urgencia da reforma, e de neulmm
nodo tem indicado a carencia de demolir pela
base oayatoma actual, alterando profun lamente a
ndole da eleiciio.
E' certo, e fura Imieura contesta-ln, ijue alguns
r. ta ; mas, por ventura, serao ejses tais os fautores
da opiniao di paiz ? Kormaro ellos a niaiora.na-
cional, j nao direiii' s a maioria numrica, mas
ao menos a maioria intetliueate e Ilustrada T
Seria por deinais ousa lu e impertinente quem o
afflriuasse, e. em todo caso,1 a afflrinava poiit'o
valor teria, iiorque, em c isos semelbantes, as pro-
vas >ao ludo, e estas falliariam de certo, logo que
apoareces um e fon. pan ttoilie-Us.
(lomo, pois,' avancarain os oposicionistas" do se-
nado que av opiniao [lubJLica era pela eleirio di-
reeta f
Nao pois, evidente que os Ilustres oposicio-
nistas, subindo apressadanicnle os degriM da de-
niM-racia, assnuiiram o panel, que Ibes nao com-
peli, de orculos da sybilla popular ?
Que es-es Ilustres Miembros do senado, que,
qner oqneiram quer nao, sa> verdaeiros repre-
sentantes da aristocracia do yslema parlamentar,
pensassem e pensera como Ibes aprouver em lio
transcv.ldeote assumpto, i isto Uto intuitivo, uto
rasoavcl ededireito, que lora por demais pobre
e espirito quem preleiidesse nega-lo. Mas que
queiram ellos associar si. identillear cora o sen
modo de ver 0 paiz em peso, e, sem pn'-via aulo-
risagae, eomprnuelter o elemento democrtico do
iiosso rgimen poltico, Delmente incarnado naca*
mpra temporaria ;* eis o que se nao comprebeQde,
meaos qne senaochegne sonclusao, aneja
tiramos no nosso precedente artigp, deque somen-
t te como arma de guerra contra o gabinete Bio-
Braaco sngerio-lbes o espiril i lab pretenciosa e
desabrida idea.
Demais, bem sabido que a verdadeira poltica,
com todas :is saas nobres e grandiosas aspirac.oes,
tem por objectu o real, o possivel, o praticavel, e
de forma ."Iguma visa o ideal, quer seja este o do
pastado, quer ainda o di futuro.
Em politica, electivameute, nada ha de mais es-
trav.iuante.de mais prigoso, ile mais condemna-
vi'l. do qne as falsas cren.as, do que as luxuosas
flCfoes. do que as expleailentes llusoes, cnibora a;
tnais liebres e bizarras.
Talcyrand, que alias era um espirito Ilustrado
post que descrente, ao inventar o mysterio da le-
ritiadade, persuadi se de qne era profnndam in-
te hbil: mas o que faci que, com o seu iu-
v mto, apenas eonseguio elle engaar qoelles
quem julgou ter servid i, nspirandj-lh s a mais
perigosa e cruel illuso.
AssJm acontece e hade acontecer sempre quel-
ls que. sem previo exame, tomam a nuvem por
Juuo ; e neste caso precisamente se aclnin os def-
tensores da eleico directa, cuja illusao .' tal que
se Ibes aflgnra seram os salvadores do regimem
representativo, que suppojn ameaeado pela elei-
fo de dous graos.
Sara preciso asseverarmos que qualificamos de
chimerico o emprico remedio que ellos pro-
poem ?
>. os vicios e abusos rdeitoraes, sem contar os
que provein da intervencao ndebita do poder, tem
origem principalmenie na corrupeo dos eostmes,
na faita de moral politica, que quasi todos reco-
iiiecciu existir; come qualiucar de beroieo, como
admittir por efllca o remedio da eleico directa 1
Se una das maJores quexas levantadas contra
a lei actual de elei'.e. na i deixar ensarcias
p ira a representaeSn de todas as opioiSes, para a
r[ire*ent.icio das minoras; como aceitar aelei-
;.io directa por corretivo, miando certo que ahi,
mais do que na uutra, se faz sentir a fon;a esma-
f.'ador do niaior numero ?
R sm duvda alguma, assignalando os males
que se indica, que se inculca os remedios. Ora :
quaes sao! no caso vertente, os nossos males ?
Ja o dssemos : o 1." e principal a porrupeo
dos cnstumes, devida na mor parte a ignorancia
qo lavra na popularlo ; o 2.* a ardencia dos
nossos partidos pofieos, (piando no poder, por
quererem, substituir a sua vontade soberana na-
cional. .
O duplo remedio, pois, de que carecemos, e evi-
dente : corrigir e melhorar os costantes pblicos,
d>ado por base essa correeclo a instraeeio mo-
ral e religiosa, e restituir soberana nacional ta-
da a sua liberdade, toda a sua es .ontaneidad.
O primeiro remedio nao depende certamente da
ndole ou natureza da cleicio, nem io pouco
obiecto que so alcance de prorapto e par meios ac-
cejerados e enjpiricns.
(Joanto ao segando, Unibem ln depende elle
da natureza -d:sse systema. pois. qie, seja directa
ou seja inderecta, a eleirao dos representantes da
najao sempre se prestar ao vicio, fraude, e
compressao do voto individual, toda a vez que na
propria le reguladora do direito tleitoral nao fo-
rera tracadas barreiras infraaqueaveis as indebitas
interferencias do poder.
Ambos os systemas manifestamente so prestara
aas abusos, e nao trepidaremos em avanzar que
a eleico directa melhor os auxiliar, atientas as
eonili/oes espeeaes em que nos acharaos, se par
ventura continuar lavrar a crenca de que o go-
verno tu lo pode, e se, sombra de tao perniciosa
crenca, persistir a corrupcan dos costumes, que
o plano inclinado pelo qual as sociedades rolara
para o abysrao.
noticias de Sierglpc e le Ala-
gjkmm.
Pelo vnpOf .1/iinJ hit recebemos jornaes de Ara-
caj ate t e de Maeei at 10 do corrente.
SKItGIPE.
A assemMa provincial prosegua em seus tra-
balhos.
J se tinha desenvolvido na popularn da ca-
pital a lebre amarella, ainda benignamente.
A varila, que parecer r declinando, tem
recrudescido ltimamente com intensidade assus-
tadora. Milito crescido o numero dos afecta-
dos e nao pequeuo o dos que teein bailado se-
pultura.
O prndente da provincia, depois de haver or-
denado o intrato de unta nova casa aunexa ao
lazareto, dividi por acto de 2! do passado, a c-
dade em duas secefies e, encarregou da visita e
tratameuto dos enfermos na seecao do norte ao
Dr. Lilia Vctor Humera de Carvalho, e da do sul,
ao Dr. Tliom.iz Diogo Leopoldo.
Nao -, intente anda cora essas medidas, ordenou
ainda a creaco de um segundo lazareto, no pre-
dio pie. sito em cainnho de Santo Antonio, foi
adjudicado fazenda nacional.
Finalmente, nomeou urna commsso composta
dos Drs. loan Antonio da Silva Marques, Manuel
Ignacio de Vasconeellos. Luiz Vctor Hornera de
Carvalho e do pharniacentico Carlos Luiz de Ma-
galhaes, para pie, examinando os remedios exis-
tentes na pharmacia militar, resolvara se podem
ellos ser proveitosamente utilisados na presente
quadra epidmica.
Em 9 do passado o Sr. Sizinio.Rbeiro Pon-
te*, estabelecdo com pharmacia na capital, otfe-
receu-se ao presidente da provincia para fazer o
forneeimento gratuito dos medicamentos precisos
ao tratamentn dos indigentes atacados da varila.
S. Exc. raspradea, agradecendo ao referido Sr.
S'ino Pontos o seu o'Terecimento, e prometiendo
levar ao conhecimento do governo imperial esse
acto de cardad, que asss recommenda o sen
autor.
As diligencias promovidas pelo Sr. Dr. chee
file polica, para captura dos quiloinblas, vopro-
duzindo o desojado elfeito.
ritimamente foi preso, no termo do Rosario, o
africano Wenceslao, um dos chelos mais tem veis
dos quilombiilas, e contra quera pesara crimes de
assassii,ito, roubo e outras tropelas por elle pra-
Ueadas.
Gontinda-sa com artividade a promover a cap-
tura desses cscravos, para tranquilisar os proprie-
tarios da provincia, aos quaes tantos males produ-
zem.
|alagoas.
Traba'diava a assenibla provincial.
Depois >le quasi urn me de sol abrazador e
de calor excessio, cahio sobre a cidade do Pene
do, as 6 horas da tarde do da il de maroe-Sndo,
urna trovoada; chovendo grande parte da noute.
Choveu de novo na segrate noute. Foram,
porm, chuvas fracas e pouco refrescaram a trra.
Na n-ute de 26 deu anda urna boa chuva, c tam-
bem na de 29.
Segundo as ultimas noticias, tem igualmente
havldn abundantes chuvas, em todo o baixo S.
Francisco, daquello dia para c.
AMAZONAS.
As datas de de margo prximo lindo. .
O vice-consul portuguez era Manos, pety
seu pouco cortez e irregular procediraeuto proi
curava crear difflculdades ao seu paiz e ao Brasil! 4vra o br. Gomos Prente.
entromeltendo-se indebitatnente era urna qnestao
do applicaco de posturas municipaes.
No da 21 de marco Uvera lugar na greja
de Nossa Senhora doj Remedios a missa cora libe-
rn-me que a cmara municipal de Mano man-
cara celebrar tai sulragio pela alma de S. M.
Imperatriz vluva, D. Amelia duqueza de Braganca.
fallecida este auno em Lisboa. O acto foi pouco
concorridu era consequencia da copiosa ebuva que
canio n'esse dia.
No dia 23, aps as sessOes pre aratorias dos
dous das anteriores, abrio-se a asseinhla legisla-
tiva do Amazonas, lendo o presidente da provincia
o seu relalorio.
A mesa da assembla licou ssini compnta :
Presidente, comiiiendador Clementino Jos Pereira
tiuimares; Vire-presidente, major Francisco An-
tonio Monteiro Tapajs ; Ia secretario, capitn Hcn-
rque Barbosa ilo Amorira, e 2." secretaria, capitn
Antonio Augusto Alves.
No mesmo dia 25 teve lugar na capolla de
Nossa Senhora dos Remedios um solemne Te-Deum
luud tituico politica do imperio, i>avendo, noite desse
dia illumiuacao e outros festejos pblicos, e bem
assim sendo offerecido pelo commercio ao Exm.
Sr. Dr. Domingos Monteiro Peixoto, presidente da
provincia, urna chavena de cha em que tofliaram
parte inultos e distinctos cavalheiros.
Sob o titulo de limtrs com o bkrO lomos p
seguinte na falla cora que o presidente da pro-
yrincia abri os trabalhos da assembla legislativa :
Urna das questoes cuja soluco muito inte-
rs a esta provincia e a todo o imperio, a
llxacio definitiva de seus limites eoui os estados
visiuhos.
E'-me. por isso grato communicar-vos que,
depois da. interrupco dos trabalhos anteriores da
demarcacao' de nos fronteira com a repblica
do Bord, foram elles de aovo encelados sob a iu-
telligente e activa direccan, por parte_ do imperio,
do seu commissario o dstincto capitn do fragata
W approvado um parecer da couiraisso do
coes, iudeferindo a peticao de Jos Mara Mar-
s de Carvalho, e adiado um da eoininissao de
nados sobre a policio do professor jubilado
Alexandre Jos Doruellas, por ha ver pedido a pa-
Em seguida foram approvadas as redaecues da
ratora da cmara municipal da villa de Floresta,
do projocto n. 1 doste anno, que revoga i,- arts.
!. e 2. da le n 957 do 1870.
Passando ordera do dia, entrou em dscusso
i um parecer adiado da coininissao de estatislica,
sobre a transferencia do pnvoado Papagaio, do
termo de Posqueira, para o de S. Bento, o depois
de orarera os rs. Ernesto Vieira que mandou
mesa urna emenda, Cainttolm, Oliveira Foncoca,
Joaquim Mello Kcgo e Vieira do Araujo, licou an-
da adiado a roquernnonto do Sr. Mello Reg.
Continuando a dscusso adiada do projecto n ;t
deste anno sabr carnea verdes, depois do falla-
E*in|iii-'' unierieano.
Chegou hontivn pela man'.ia ao porto do Recifo,
e ontein mesmo seglo para os do sul do imperio,
o paquete americano Ontario.
Doa jomaos do que foi portador colhemos o se-
guinte :
ESTADOS UNIDOS.
As noticias nada adiantam as ultimas que vie-
ram il'aili por intermedio da Europa, e sao as se-
guimos :
Um telegramma de Washington annuncia que a
lista dos membros do gabinete formado pelo ge-
neral (Irant, para o seu novo periodo presidencial,
foi ratiticada polo senado.
Ao contrario do que todos suppunham, o Sr.
Fish continua com a pasta dos negocios estran-
geiros. A nica mudanca, pois, que houve no
gabinete fo a do Sr. Bontwel, ministro das linan-
cas, que foi substituido pelo Sr. Richardson, que
liavia quatro annos era que ajudava o seu ante-
eessor
As correspondencias dos Estados-Unidos, re-
ferindo-se aos negocios de Hespanha, dzem que
a proelamacao da repblica naquella nacao nao
fea desapparecer as difflculdades relativas ilha
de Cuba, o esta a opiniao unnime do congres-
so americano. Assim, a Hespanha republicana,
tratando de Cuba como colonia, era a manifesta
negacao dos principios que pretenda proclamar.
A enres, acrescentain as referidas correspon-
dencias-, que vio eetabeleeer a repblica unitaria
ou federal, deverao, pois. deixar aquella ilha que
a monarrhia cobro de ruinas e de sangue, o di-
reito de decidir o seu destino. Mas se a Hespa-
nha unitaria continuar impondo a sua administra-
cao Cuba, tora-se impossivel a pacilieaco.
Se, porm, como de esperar, a Hespanha ti-
ver o hom senso de constituir a federaco e de
admittir este accordo Cuba, como estado inde-
penJente, quasi certo que o primeiro acto da
legislatura da Havana ser proclamar a sua abso-
luta independencia ou a sua annexacao aos Es-
tados-Unidos. Thit is th' qnesfin.
O presidente da repblica reuni o conselho
de ministros para assistirem na ultima redaeco
dos projectos de lei para a creaco da segunda
cmara e da lei eloitoral.
O presid-nte da repblica conferenciou com
os ministros de Inglaterra e Blgica acerca da
aceita.o dos tratados de comraerco que esto
em vigor at ao anno de 1874.
Dizem os jornaes de Nova Orleans que muitas
casas bancarias haviam suspendido os seus pa-
gamentos em consequencia da baixa dos algo-
des.
Houve um espantoso incendio em Nova Or-
leans, que deixou mais de cem familias sem
abrigo e quasi sem pao. Ficaram arrazadas com-
pletamente mais de 113 casas e outras muitas ar-
ruinadas. O aspecto deste incendio era raedo-
nho. O bairro que ardeu era o mais popu, oso
da cidade.
Um telegramma datado de 20 de manjo diz
que Geoege Macdowel implicado no roubo feito
ao banco de Londres, por meio de lettras falsas
(facto de que j demos conhecimento aos nossos
leitore-) foi capturado quando dejembarcava do
paquete chegado do Havre.
Havia o banco de Londres offerecido 500 libras
a quem captnrasse este industrioso liquidador so-
ri-il.
O nutro tetepramma de 21 diz que, era conse-
quencia de urna ordera das autoridades domini-
canas, do dumiqifio do cnsul inglez em S. Do-
mingos, fura evadido pela populaca, prendeudo
estes tres individuos que se dziam que erara op-
postus venda da bahia Semana a urna compa-
a americana. Um navio da guerra mglez
foi chamado a toda a pres pa. a acudir quelle
porto. ,>;
pitao
Antonio Luiz vo Hoonholtz.
Os priineiros trabalhos da commisso mixta
foram realisados no Japur, plantando-se definiti-
vamente, defronte do Apaporis, o marco que in-
dica o limite mais septentrional do imperio com
aquella repubuefc.
Infelcmente, um aconteeimento deploravel
veio de novo interromper ura serrco, de c^jo
bom xito erara garantes a dedicacao s protici*-
cia d'aquollos em quera os dous governo tnham
delegado os seus pode'es.
t O commissario peruano, o Sr. D. Manool
Rauaut y Paz Soldn, suecumbio a 29 de selenibro
do anno lindo, na cidade de Toff, victima da fatal
lebre que no Japur se inoculara em quasi todo
o pessoal das duasjcomraissdes.
A commisso Brasileira, leve, pois de recolher-
se a esta capital, e aguarda a cnegada do novo
commisrio peruano o Sr. D. Guilherme Black,
que j se acha em Yqulos, para continuar a de-
marcaco. ;,
As datas desta provincia alcancam o dia 8 do
corrente.
Na costa do Obidos, prximo cidade dest
nome, rebentou a caldoira do vapor peruano Al-
ceste, havondo grande exploso. Felizmente nao
se perdeu nenhuraa vida, era houverara for-
meutos.
Sob o titulo Siniitro martimo refere o Dia-
ria do Gr&a-Par de 8 do corrente :
t Sabbado noute largou do ancoradouro desta
cidade, com destino ao porto de Lisboa o vapor
inglez Auyostine, de Liverpool and nort Biail
raal steamers quando ao pasar pela fortaleza
da barra cahio sobro a proa do hiate norte-ame-
ricano Jforf Burdelt, que a domandava. e que-
brou-lhe o gurups.
O hiate trazia os phares apagados.
A imprensa do Bolm oceupava-so em dis-
cutir os artigos publicados nos jornaes portugue-
zos proposito das oceurrencas desagiadaveis
havida no Para no dia 1." de fevereiro do cor-
rente anno.
At o dia 5 do corrente a alfandega rendera
87-l732, e a recobedoria at 7 22:l97231.
As demais noticias sao de nteresse local.
rem sobre a materia do projecto substitutivo, re-
qtierimentos e emendas os Srs. A. do Araujo, La-
meaba Lns, Oliveira Fonceca o Ges Cavalcanti,
foi o mesmo approvado em segunda discusso
com um additivo do Sr. Araujo, sobre contrato
para matadouro e lograd-ires, remetlondo-se 0
projecto com substitutivos o emenda* approvadas
acom.oissi do redaeco para redigir doconor-
midade cora o vencido, a requeriineuto do Sr.
Araujo.
E lendo dado a hora lovantou-se a ses*o, do-
signando o Sr. presidente para or >em do dia :
coutinuavo da antecedente e 3 dscusso dos
projectos de ns. 26 e 27 deste anno.
Delegado litterario.=Por acto da pre.-
sidencia de 9 do corrento fui exonerado, seu pe-
dido. do cargo de delegado Iliterario do districto de
Santa gueda, o cidado Thomaz do |Araujo e Al-
buquerque.
\ utui-iilailtrs polifiics Por actos de
12 fui -un -11110 a dos :
Subdelegado. 1.*, 2." e 3," suplientes do districlo
de ltapissmna do termo de Igirarass os cidados
Joan Luiz Antonio da Silva, Brasiliano Rodrigues
Carapello, Jlo Cavalcante' de Albuipierque Lins e
Jos Ignacio da Fonceea o Silva.
Subdelegado, V., 2:' o 3.- supplentes do I."
districto de IgOarassii os cidados Francisco Car-
los Toixeira Se Afaujo e Silva, Manool do Reg e
Albuquerque, Emigdio de Souza Costa, e Jos Ca-
valcaute Dolegadij,' 1. e 3." supplentes do termo do
guarassil o ridadlos Francisco Joaquim Caval
u
ESNAIBUCa
i.* districto do termo de Santo Antao, Manoel Joa- embarca coes era tempos de cerracio, e por
quii ibis Santos ass.issinou barbaramonle o rae- da qual se po
or Daniel de tal, co n o intuito de ronbar-lhe
6i0 reis !
E' at onde pode chegar a porversidade !
O miseravol autor do crime foi preso, e contra
elle procede a autoridade
IiiKtrucy publlea.Por portaras da aua(i,. Ni|et, e considoravelmente
directora da instrueco publica, de 15 do corren- porJoscph vanMalderen.
oceasionoii a terrivol catastrophe do Nortkfitd,
e que todos os annos causam a perda de tantos
navios.
Esta machina constue um diw .nai< bellos en-
genhos da physica moderna. Foi inventada pH>>
aperMeoada
te, foi marcado aos professores padre Jos Proco
pi Pereira e Henrique Clarindo Taylor, da villa
do Brojo e i'a povoaco de Vicencia, o praoo de
lo das para da rem os motivos porque se acham
fra dos respeclivos exerccios.
Vapor p;ii-i m Europa.-Qnvu sabir em
poucns dias para Liverpool ii vapor Tnglez L' Pin-
(v. tocando era Lisboa se houver crescido numero
de passageiros.
Vaporen a ssihir. Hoje : os brasileiros
Ti vemos oerasi.io de ver as oAlcinas de Pa*>.
perlencentos sociedade Allianra. que a est ex-
periiiiontando, e o propro) Maldereu nos mostnxi
as diversas proprieilades della.
. A machina da Allianca formada por urna se-
rio de grossos fosos rodeados de lios conductores:
e faiem-so passar rpidamente esses (usos diantt-
dos poliis do magnetos flxos.
Por este movimento produzem -so correntes el-
ctricas instantneas. Estas correntes, conveaien-
calemos.
rte.-Antambnlem, por
e, na travessa do Mon-
REVISTA DIARIA.
Assemblu provincial.A assembla
provincial hontem funecionou com 25 senhores
deputados.
Approvadas as actas da sesso de 9 e reunio
de 12 do corrente. o Sr. 1." secretario leu o se-
guinte expediente :
Um ofllcio do secretario do governo da provin-
cia, remetiendo 30 exemplares irapressos da
Fallacom que o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia abri a presente sesso da assembla. -A
distribuir.
Outro do mesmo, transmittindo o projecfo de
posturas da cmara municipal da villa de Pao
d'Alho.A' commisso de posturas.
Outro do mesmo, remetiendo por copia o aviso
do minis'erio da agricultura, declarando haver a
legaco imperial em Londres solicitado a inter-
venco daquelle ministerio para que seja paga a
Charles B. Vignoles a quanta a que se julga cora
direito, como arbitro na questao entre esta provin-
cia e Eduardo Mornay.A' commisso de orea-
ment provincial.
Urna petico dos cominerciantes eslabelecidos
com lojas de mindezas, representando acerca da
designaldade dos aetuaes irapostos provinciaes
que Ihes prejudicial.A' commisso de orea-
ment provincial.
Outra da pnfessora jubilada Mara Colho da
Silva, pedindo que se ltie mande pagar o que a
tbesonraria provincial Ihe est a dever de seus
ordenados, a contar do 1. de outnbro de 1871 a
28 de fevereiro de 1871
Outra de Joaquim Jos d Carvalho Siqueira
Varejio, pedindo pagamento de ordenados alraza-
dos.A' commisso de peticSes.
Outra de Joao Goncalves Rodrigues Franca Sobri-
nho, amanuense do asylo de mondicidade, pe-
dindo augmento de ordenado. A' commisso
de ordenados.
Oulra de moradores e proprletarios da ra do
General Sera, travs da raesma e boceo do
Cesta, da freguezia da Boa-Vista, pedindo lam-
peos a gaz para os referidos lugares.A' com-
misso de orcamento provincial.
Outra da companbia -Sania Tbereza pedindo
que. Ihe soja marcada quota para pagamento da
illuraraaco la cidade de liada, na razo de 200
combustores. -A' commisso de orcamento pro
vincial.
Foram lidos e julgadosobjecto^de deberaro,
dous projectos : uu> da ooratnisso de os atisii-
ca, dqsinetnbrando d freguezia de S. Jos d'Agua-
l'i'ota paj-ies de diversos eagonhos para perleucer
a de Gaineleira em' substiluicao ao urojeqlo n. 18
do anno passado i e outro assignado pelo Sr. To-
1 entino de Carvalho e outros, mandandi conside-
rar como ordenado a gratifica rao que percebem
oseserives da fazenda uroviucial. ,- ^
i
cante GaIvi,o, apito Antonio Joaipiini da Fon-
ceca Galvo e'Maqoel Cavalcanto do Albuquerque
Lima. *
Guarda nacional.-Por acto, ainda de 12
cerrante, maiidou-se dar gua de passagein para
o miinici jh) de Sanio Anto ao alferes Afe icio
R'Kiolpbo 4e Araujo Lins. que fazia parte do 39
balalhao&e nfantaria do municipio do Cabo.
Assassinato.No dia 9 do corrento, por
volta da 2 horas d.\ manb, o xadroz gran le da
fortaleza do Brum foi Uicatro de urna triste trage-
dia. O imperial marinheim Ezequiel Honorio Co-
mes Palmeira, seutenciado por crirae de mor-
ir.,. assa*ignou din cinco punbaladas. ao sol-
tlao 4o 2." balallio de infamara de liulia. de
nomo Thomaz Alvos Magalhes, Unibem all pre-
sef por w1 aetnr Hfinriw" p*yr cwbg o** fonpwk
Deram lugar ao nefando crime* cositas anjelas
que a deconcia pede que
Tentativa de mortc
volta de 11 horas da noute,
toiro do {. districto da freguezia do S. Jos, foi
iiiortalinouto ferido, cora urna facada no baxo
vsntre, o individuo de nome Manool Jos do Sacra-
mento, que deetarou ter sido agarrado por um
prcto, o ferid i por um pardo, nouhuui dos quaes
conhecera ; declarando mais que atlribuia i Ma-
noel Comes da Silva Amorim, portuguez estabele-
cido com urna tavema na>ua do Mrquez do Her-
val, a autora docrtne. visto como s cora elle ti-
vera desavneas por causa do una divida, e esto
Ihe amoscara com a morte.
Logo que se deu o facto compareced o Dr. sub-
dologado sapotale em exercicio, fez o competen-
te corno de delicio, e prenden ao referido Atnorim
que all appareceu, e contra o qual vociferaba O
povo que se aglomero no lagar do crirae e che-
gou ao ponto de querer estrangular o mesmo Ame
ru. cuja vida fo garantida pelo diguo Sr. Dr\
Amorico Notlo de Heaonca digno subdelegado
em exercicio.
Esse tal Amorira o mesmo que outr'oia man-
dou dar urna su na uuina mulher ni dadora no
dito beccodo Montairo, razo pela qual so ac.ua
pronunciado as penas do art. 201 po cdigo cri-
minal, estando afiancado.
Feriinento leve. Ante-hontetn tambera
s inesraas horas cima, no lugar chamado vul
gannente Gaz foi ferido levemente com urna ca-
rdada no crneo o individuo de nome Manoel do
Nasciraenlo, sendo autor do crime Jos Severo do
Nacmenlo, que foi preso, o contra o qual proce-
do a autvridade nos torraos da lei.
O Cultivador. -E' e-te o titulo de urna r
vista mensal, cuja publicacao acaba de ser encela-
da em Punta Delgada, e de que recebemos o pri-
meiro numero, que lem a data de 15' de Janeiro
do corrente anno. Como indica o titulo, o C11//1-
pooV dedica-se ao derramamento das luzes de
que carecen) aquelles que se ocmpam cora os la-
vrores do solo e tem por alvo ser til agricul-
tura em geral
Recommendamo-la aos nossos agricultores, que
nella encontraro sabios e proveit^sos consolos.
Tentativa de suicidio. Houtem, por
volta de 7 horas do dia, Sebastio Marques do
Nascimeulo, subdito portuguez, estabelecdo com
loja de louras no pavimento terreo do predio n.
6 da ra d Imperatriz, e morador no segundo
andar do mesmo predio, totnou urna forte dose de
arsnico, com a intenso manifesta de suicdar-sa.
Felizmente, porem, acudido tetnpo, foi-lho ti-
rado do estomago, por meio de ura enrgico ton-
:_ ...nar. ^ l n M tatn 111 i.ti'in tinik o \ll'.vlll 1
tra-veneno, todo o pernicioso principio corrosivo,
salvando-so o infeliz homem, cujq acto de loucu-
ra geralmente se atiribue ao desgpsto em que o
trazia urna paralysia parcial, qu desde algura
terapo o maltrata.
Capatazla da alfandega. Com este
titulo, e no lugar, competente, publicamos urna
declararlo da einpreza das obras e capatazia da
alfandega desta etdade, relativamente s alteraCes
feitas na 5." condlro do seu contrato.
Des declarapo se v que nenhum ensargo
trazem essas alteracoes ao commercio, porquanto
vem este a pagar o mesmo que pagava antes
dellas.
I As txas hoje autoriadas sao as que existiam
as alfandegas, e as que ainda existem e so cobrara
actualmente.
TrIrgrapno electrie. Sexla-Mra da
semana uTlima, foram postas era comiaunicaco as
cdades do Recite e de Maeei, por meio do fio
telegraphico, trocndose desde ento mutos tele-
^rammas diversos, e sem a menor difliculdade.
Afolado. Na sexta-feira, 11 do corrente,
tres enancas travessas atravessaram o rio Capba-
ribe, no lugar porto do Jacobina, da Capunga, pa-
ua o liin de imscarem camar'-*. Ao rogressarem
fcahiram n'am peroe um delles, de neme Joaquim
Goa;alv -s eos Stutus, monreuaspbyuado por sub
jmerso, sondo salvos os dous outros polo cidado
'Miguel,do*.Aajj*u.ufi-* a.'irou ao no ua doloro-
sa conjunetnra em que estavayis iufylizes crean-
(*1S fa>
Brbaro, crime. No da 2J de marcu
Inroxiino 9tM em trras do eugnli Lutro po
Panihiiha paca Rio Foriuoso o Tamandar, Pira- tement! aprovoiUdas, sao, no seu c mjunclo, eqni-
pwsvi para a Granja o escallas, e fif i< para
Aracaj e eseallas.
Ferimcntos. -No dia *> do orreute. na es-
trada que d ngre-sn ao ongenho Miraruj do
1 districto da Ksc.ida, travaram-se de raziies Jo-
s Joaquim Santelmo com Jos Lopes do xasci-
mento o Apolinario Jos Beserra, resultando da
disputa, que chegou vias de facto, licar santel-
mo com dous ferimcntos na eabeca e varias con-
tusoes |xdo corpo.
Fui preso em flagrante Jos Lopes, evadindo-se
Apolinario. A autoridade procodo de conformida-
do com a le.
Carne podre. Hontem o Sr. Ernestino
Cavalcanto de Albuquerque, fiscal da freguezia de
. Jos desta cidade, mandn Untar ao mar 212
e l|2 klogramn >s do carne putrefacta, que en-
contrn sendo lalhad.i.
Santo oleo. Os Rvms. parochos desta dio-
cese podem prover-se de novo oleo para as suas
matrizes, du'iginilo seas pedidos ao Rvd. cura da
S do Olinda. sob cuja guarda esta o que ltima-
mente foi sagrado.
As vazlha-, que contivorem os vasos para o re-
ferido oleo, devora vir fechadas, o a chave remot-
tida ora carta, tamben) fechada, para evitar ex-
travio na volta, em virtude de seren roinetiidas
ci.ra igual cautella.
Proclss6e.s dos enfermos.- Houverara
a da matriz da Boa-vista, na qnarta-foira santa, e
a do Corpo Santo, no domingo de Pasclioa.
Accidente. Atite-hontem a locomotiva 11. 3,
da linha frrea de Oltida, de^encarrilhou no lugar
S ilgadinbo, p-rlo da estacan Toixeira Lopes, na
occ.isio era que robocav o trera que de Olinda
parti para o Recifo s i e i/2 horas da tarde.
Nao houve morte nem ferimenlo, e apenas o
irafogo estove interrompido por espaco de 1 hora,
achando-so todava obstruida a linha at depois de
it horas da noute, em que foi repjsta a locomoti-
va sobro os trilitos.
Sinistro martimo. Communica o Sr.
rapito do briguo portuguez Colele, procedente de
Lisbiia, que no da 11 do raaio prximo lindo, ao
Sabir da b.rra dessa cidade, e sendo ainda rebo-
cado por um vapor, empregado ueste mistar, ca-
bio do mastro grande ao mar o marinheiro Jos
dos S-wius, de 26 annos de idade, rasad 1. natural
da Serwr*) Onro, uo sendo possivel wlva-lo, nao
obatanle u> esforcos empregados para iaso.
Benyao. Ante-hontem ua igroja do Nossa
Senhora d) Rosario de Santo Antonio, pelas 4 ho-
ras da tarde, benzeu-se a imagera de Sant'Atina,
que se venera na igroja dos Prazeres, era Guara-
rapos, oque d'alli linha sido condiizida para ser
encarnada nesta cidade.
Prado o acto da bencao fui condiizida em |>ro-
cissao para a referida igroja dos Prazeres.
A^uas pntriilus. As que s.iom do depo-
sito de recrnlas, no quartol do Hospicio, e se der-
raman) pola ra deste nome, causara verdadoiros
desgasto* SOS moradores das visinliancas daquelle
quarlol. visto como desenvolveos miasma* bastan-
te pestferos e por de iiais nocivos salido, nos
nos tempos que correa). Entretanto, fora fcil
evitar esse inconveniente, sondo apio.'eitado um
enno de esgoto qne ebega s visinhanca do bos-
pital militar, isto c, poaca distancia fio quariel
do Hospicio, para por elle dar-se escoamento s
referidas aguas.
Lembramos a medida e esperamos que soja te-
mada ora consideracAo por quem tiver obrigacao
de attender aos justos reclamos dos referidos mo-
radores.
Gymnasio Dramtico.lepresenta-se
neste' tbeatro, boje, o drama Cario* III ou o iih/ih-
sirii'nnHi-.ipnnhi. O espertando promettedor
para elle convidamos os amigos das representa-
edes dramticas.
" Casamento singular Lomos no B
til, jornal de Lisboa :
Realisouse a 26 pela t hora da tarde O casa-
mento do Sr. Mark. Hepe Seruya Coin a Exm."
Sr.1 D. Stere Abecassis, na casa da noiva. ra do
Duque da Tercoira.
A ceremonia realisou-se da seguinte raaneira :
Estando presentes todos os convidados reunidos
na sala, onde de antonio se tinha preparado ura
throno de 3 degrus, coberto por um docel de ri-
uuissiiiio estofo de seda amarella e branca, a Sr.*
D. Lice Mor Jos Seruya, mi do uoivo e sua mai,
sentarara-se as tres cadeiras do throno, licando
a noiva no meio, direita a sogra da noiva. De-
pois de sentados entro o noivo na sala, precedi-
do pelos padres e familia dos noivos.
t O noivo trajava casaca, e urna toalha liranca
com tarja vermelha as piratas enrolada ao pes-
clo, cahindo as extremidades ao lado das bracos.
A sogra apreseutou noiva um copo de crystal,
contendo viuho que a noiva bebeu, dando depois
ao noivo, o qual tambera bebeu, quebrando era
seguida o copo na bacia do prataque ura dos pa-
dres segurava. Esta ceremonia tem por fim lem-
brar aos noivos a grande calamidaJe da destrui-
co d) templo de Saloman.
Depois leu se um plmo, no qual se rhamava
as ben.os de Jeovah sobre aquella unio. Em
seguida leu-se a eseriptura, na qual a familia do-
tou a noiva era 10,OO duros.
Terminou a ceremonia com a re do outro
psalrao.
Molestia do soinno. Lemos no mesmo
jornal :
De todas as doencas observadas na Gui por-
tuguoza a que mais reclama a attenco dos jor-
naes e da sciencia a chamada pelos naturaes
somno, porque no dormir era que consiste a
doenea, e ataca somenle os indianos da Gui.
A sua marcha muito lenta. De repente os
atacados por esta molestia comecam por dormir
manifostareni
voleles ac.o de una corrente continua, e pro-
duzem a luz elctrica.
Para fazer girar a raacliina magneto-elctrica
da Allianca, compusla do til fusos e de 32 magne-
tos flxos em laminas, nocessario ter urna machi-
na a vapor de tres cavados, que tem de ser ias-
tallada a bordo dos navios para se poder obter
um raio de luz elctrica.
Est in-so mesmo a difliculdade que se nos afo-
gara insuperavel, com relacao aos navios de pe-
queo bordo, en pianto que nos grandes vaptrrs
mi nos navios do estado e facilima a insuflar;*
i De resto toin-se feito muilas vosas a experiencia,
e os habitantes de New-York rocordam-se ainda
da magnlica entrada que fez, ha poueos annos,
paquete transatlntico Siint iwen', toado a bor-
do um jacto do luz electrie* produzido pela ma-
china da Allianca.
Apraz-nos crer que os mares viao ainda a so
Iluminados pelas euibarcacoes que os percorreni.
Gnu elfoit a luz elctrica ileslina-se nao *'i a pre-
venir as abordagens, stmo tambeiii a facilitar
reconhocimenlo das costas, a tornar visiveis, al
aos conlins do liorisonle, os signaes da noite, a fa-
cilitar a marcha dos navios nos nonios dimceis,t
Analmente a Iluminar em tempos de guerra, co-
mo em lempos de paz, um ponto qualquer sobre
que convenha chamar a attcn-<>.
Proclamas.Foram lidos no dia 13 do cor-
rente, ua matriz de Santo Antonio do Recife. os se-
gumos :
1* denunciarn.
Isidoro Chrispiniano Lages, cora HelUrmina Ma-
ra da Conceico.
Antonio Justino de Paula, com Emilia Otympia
Pereira Pinto.
Me Jos da Cruz, cora Guiluermina Machado
Revurodo.
2' denunciaco.
Francisco Autonio Moreira de Carvalho, esa)
Clemencia Julia do Livramente.
Justino Lipes Cardira, com D. Izabel Maria \>
Espirito Santo.
Firinno Jos dos Santos, com Emilia Mara d*
Livramente.
Rufino de Moura Pmentel, cora Francisca Ro-
1 nana do Carvalho.
Manoel dos Santos, cora D. Al andrina da Cu-
nba Ferreira.
Firaiino da SUveira Nobre. rom Vicnca Mana
Anaslacia.
Manoel Cardoso Duarle d- Kigueiredo. com Ma-
ra Magdalena da Natividado.
Joaquim Alves da Fonceca, com Francisca de-
Paula Felicia da Cunna.
I 3' denuncia.ao.
Florano Joao Paulo Dias. com Clara Maria da
Conceico.
Joaqiin Manool da Cruz, cora Thoroza Maru
da Conceico.
Pedro Jos da Silva, cora Rila Forrera da Fon-
ceca.
Emygdio Francisco do Souza Magalhes, com
Amelia Augusta Hadara.
Sergio Rodrgaos d'Oliveira, com Maria Toten-
tlaa. <
\ovo Mundo.O n. 30. chegado pan va-
vapor Oafarfe, forma o ultimo numero lo *-
mostr. As pessoas que nao quizere n solln-r in-
terrupeo ua remossa, devora ir renovar as suas
assiga ataras!
Protesto de lettras. Esta do semana o
escrvo Jos Mariano ; carteru. onde fo a secre-
tara de polica, sala do lado da man'
Lotera.A que se acha a venda a 16.*, a
beneficio da igroja da Casa Parla, que corre ho-
je, 13 do corrente.
Passag el ros. -Viudos de New-York e por-
tes intermedios no paquete americano Ontario
Reverendo J rque M. L. de Almeiila. Ad, Krenier, Jos B. de
Ferreira Povoa, Joao Morida, Joao Lniz Benoil.
Laurencia Merolho, Francisco Jos da Cunha e W,
Lowcu.
Sahidos no mesmo vapor para os portes *>>
sul :
Bario de Aracagy; sua senhora. 2 tildas, 1 nit*.
e 5 criados, Henry Loru, A. A. Moreira Jnior,
Neale Thompson, A. J. Toixeira. lzidoro dos San-
tos.
I.eiloes Hoje effectua 0 agente Marlras. a-
ii horas do dia, o leilo de joias dadas em penhor
constando do objectos de brilhantos, cadeas mo-
dernas para relogios, relogios de ouro e d" prata.
meios alerecos e muilas outras joias de gusto qur
sero vendid is ao correr do raartello.
Hoje, 16, devo ter lugar a grande l.;ilo d-
movis, louca, crislaes, obras de prata. ditas de
electro-piale, carros o cavados; confirmo esla an-
nunciado para o 1 andar do sobrado di na da
Aurora n. i. casa do Sr. J. Lavalcante de Albu-
querque.
0 dos movis da casa de residencia do Dr.
J. da Suva Ramos, devo ter lugar na sexta-fera
18 do corrente.
i HROICA Jl IMflllM.
Tribunal de) commereso).
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 3 DK
ABRIL DE 1873.
rRESIQKNCIX D) KXM. Stl. (.oNsM.llliraO A5*
SVUHOBSOS PERETTI.
A's 10 horas da mantrS. presentes o Srs. de-
puUdas, secretario Olinto Bastos. Candido Alcoo-
rado, Lopes Machado o o Sr. supplente Pereira
Reg, o Exm. Sr. conselhoiro presidente abri a
sesso.
Fo lida e approvada a acta da sessae de M
de marro ultimo.
tXPtMUTB.
Um excmplar de um relalorio ou representar.-
de Henrv Law, gerente da empreza Recife Draiaa
a* -A' assembla provincial.
de ns. 62 a 69. -Para o arasivo
mais do que costumain, sem manifestaren) o me-1
or ncoiumodo ; s-vexes ditera que teem fri e |
vo leitar-se ao sol abrasador. 1
E' necessario dispo-los para comer e beber, ,ge.-A' asseml.1
no ultimo periodo da doen;a, s se consegue. pon- Jornal offlcial
d0K)s de p, mas segurando-os para nio catrera a: Foram mandados rubricar os !>efOMles Nvrw .
dormir. -Cojiiadir e diario de Pereira \ lanna & C.
A' propon;o que a doenra vai avanzando,. ___ dcspacho.
vo dellnhando-se al que o sorano se torna per-j Requerimentos a
manente; na maioria dos casos sao encontrados De Anlonw Jos Co:rabra Guiraaraes i"
morios julgando-se que esto a dormir. I ->ones ftnara Luimbra, submettendu a *P
Esta doenea auca mais o homem do que a instrumente deprocuracao que Ibes *f**;
mulher Pr **aBoe' os ** Lunha Porto. naja np*
aT)dos os tratamentos at hoje empregados pa-trada ..wi,--, matrirn
ra a emelanvr, te.-ni sido inefflczes ; a molestia De Ph.pps Brothers A C- e|KK'a",esmnTO
inalteravcl, segu a sua marcha sempre mortal : lados, peiind.. "JVreR^ ""^8x2
da causa, sede, natureza e tratamento, nada se caixeiro despachante Miguel Norberto Rodn
sabe; urna molestia paraestudar.. Freir^-Reg.sire-se. _
Imoortante deneoberta. Urna folha De Cardo o & inium. tambora aprnml
n-irisHOK.' f.-z a seouint descripeo de urna ma- registro a uontearo de seu caixeir aospsaawi
parisiense tez a segnmw n,,niini,r aa j^ft Mn, a, r-i N-*._5Uia marinan a Wt>-


iW
Vbi de Peraambuco Tcr$a feira 15 de AbA de 1873.
mearan, 'u > tema m suplicantes pwgj;*Vi s*r
brasilWro. '.-litio allega m, o raixeire nnmoadn.
l)c Jos Joaqnitii 'l.ir.ia llairan, prdindo re-
ristro da pracarocao passada por Antonio (ttreira
Pinto, da eidade 4o Porto.- Itegistre-se a procura-
;ao junta.
De Candido Alberto Sodre da Wotta e Jos Do-
miagues do Carino e Silva, onrecendn a registro
distratn da ^ociedaie que gyrous Candido Alherto Sodr d tHotta'* C. -Gumprm
o disposto mu art. t R. 7 4 decreto n. 1,30-i.
De Guiarles, "Innao Jt C, tambera pcdimln o
registro do contato social qae. juntan.R.o\!
dein o seio, vi-w como a priincira va do eoefra-
lo est sellada rom moa estampilh.\el. ao
passo que oeanital da soelcdade i de i?l:OR0 5000.
De Maaocl Al vea Guerra sen lilho da tncsnm
nome, parafeertilcar-se.-eVs s# Joo 4m\'-nWr.<
Torres faz parle da firma rammoretal desta praca
Sonsa Montinnooi C. Corno requere.
De Joao Qnmnn de Aguillar 4 C, fara se Ros
registrar a procurarn que receberan* de Manoel
De Manoel Martin Hibeiro e Marcelino Jo
f.npe* Hibeiro, socios da firma Rfceim i Loj
fiedindn fcaixa du sacio Mai-celme los Lopes
fceiro, por ter sido dissolvida a vindade que ti-
r.ham, (cando todo o activo e passivo a raigo do
socio Manoel Marti-is Ribeir.Tfo te lugar,
visto como nao jtalaram os sapplicantes o distra-
to do sua socieda>.
De Braga Soa & f;.. nffemcenlo a registra tros
procuraees qiK jantarn. Sejam rcgiarad.-is.
HtFnRIfACVO HA KCaKTARIA.
Requisikiihto a juneean da pro-uraces as
quaes se ranferiam poderes a Antonio Jos Leal
Rea e a Ataqtum Menton-a f!a Crfis, fara assigna-
rein o distrato social da Irmia Viura Guilhermc
da Silva GafrusrSn A afittl Be'te lugar o res-
pectivo registro .Satisfar n os siuiplirantcs a
exigencia da secretaria, juntando as piMctiraroes
% que se refere a presente infoniiarn.
>itaiilo pie o tribunal ordene sejam urrifor-
misados os exeinplare-; do contrato so;ial de l).
Umb'lim Rosa de Lima P-nho -Sej.an os dou>
exempl.ires juntos pontos em armenia nm rom
o outro, I.I7.-H i i.s. ftesappareeer as dilfirenc^w
que Mitra elle* si* nnfim.
O'JI o PAKRfittftfMCU,
'eticao do Antonio Ferroira de l.ima e Antonio
Mano.-i HHrejra de Sorna, registre do sen cen-
irafo social., egi-iro-se o contrato, na forma do
decreto n. i,.'l;ii.
De talo Pereira da Rilveira, dem de sen dis-
trato de socji^ladu 8'ja registrado, rus termos
do decreto n. V.:!V.
De Augusto Fcrreira de Carvlho. Mrie <):: !ir-
nia.....nmercial de Carralho GnhtfflkesiS '... soli-
citando Miatiienfa n eotmnereiart* Adiado.
Do Pedro lir.i'io Sauplqnete Joao Prrrcira dos
Santos, registre do sea contrato jant*.-Registre-
se, en cont'ormiikde do decreto n. ,W\.
"tmrii.-irto cx-o-fci) instaurado cintre r>. Vi-
tviicia Kspindnla fie MeniJiiea, armaaora do hiat
/-/'/-/*(c. Defe! ido o re-pierimi'iit.i de IWIltIS 10.
Id:n iKo att i.n! i contra a eorretor gerttl lle:>-
ll^Ofl iMiilli-rmc Stepple.ResptithU n corntor
*onataru>lo no trr'n i de cinco dias. contados da
daia OH '[iie \ki- furefn ninettidos vs arta, de fo
tbas !l verso, rn: S d icinnontos em qtie se. ba-
sdMi c- ?o"<:iio< artigas, sobre os1 (fines fin fe
vervar a rasiwsti exigida, como iHsfi'wa segunda
T-wt- d. art. I-, Jo .erro!, n. w. anudado ob
servar nesia provincia pelo de n. <*-.
Mein dito contra o nirratdt' geni Praneis du
H.'randa Leal Sirve.dem.
l'Ae'l- V'IMjO-.
tVlici de Xtltmio Joh Silva do "r.vi! e loa-
fjaim rVilppe (!:i lista, registro do sea distratn
denirivo junto em duplkatit.Adiado.
!> Tboaiaz .!( A(|!ithi rVmcwa & C. Su.- -- -^ >
ros. pedindo soja santvhmad.....hmesHo que Iba?-
^iin i'm casa de Aansfo b'red -rro de OHveira *
'.. para poder funeciooar nesta praca .1 c 1111113-
Hkh de seguras Ind-nmi-adora. N^o t.'in Ingar,
I* porque os rtn:M ,..,- n[flare ;-io sdii iircttes, declarando um qae a ipiantia
1; oontro nao fazom

Iw isitaila veici
decl-rrcin. e 5
:'.T- -.
^ta
esUo sellados
lioique os iiip-mjos exeinprares
ch 11 o sello ile (H) ris. qnand 1 es-
'.a Mijeitos .10 1 proporcional de 5) coito-.,
pelo ijue csiottijeilos rfvaliiU'ca.
fhfarmaeito ,ia soeretaria, cbriloa p^tican >!
Xer London a::i Brasilian ll.uik Limited.-Ailida
nv* f ii satisfeftn n dwpaeho de ) de raaren pro
rwii pastado, itovend.i smjMleante ju-tar ao
i."n w nina cqpia man'i-eripd e authentica de
**as etai nos. aTlin ile flear attsblvada na secre-
taria. *
Sendo meio da, e fondo de entrar a sessao ju-
i"i:iria. S. Exe. 1 Sr. eonsellieiro presidente sd*-
i'1:' leu ;i essa). que oi de novo abertn e dejiois
"n -errada ,v horas da tarde, .por nada mais ha-
ver 3 despachar.
Estrada de ferro doRece
Olindae Bebeabe.
XOriKETO IM CAIXA EM RESUMO DA 003IPA-
MttA IKK TniLnOS t:if.\NHS DO RECWE i
OLIXDA, reiativahhsti; A') >]<: !); WAAC0
: 1873.
Kr!:radas.
Saldo do me; .: 1 --:;..,
pascado 3:W85W3
iteeeita:
IWoetes ti:;:t9a3t
Assigoaturas .i!do,mi
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' > sitos i|/.s eniBrefados, oesebi-
d.j par.-: servir d lian:a 3954SM
2:S-.Ho
S hidas.
V leados z-.&maoa
1 'rias 4:S8u/V
D->spez;is diversas. az"ite el-..
vellas, coke. descarga de cu-vio,'
cUMrts >le w.iciroiis. e-,. 3:330(783
r'iras novas R97J4DD
. cas atrazadas *;:72iit>i
J>-positos djs einpregadit 35500 1
'rsgte de Bilhetes I3JM0
JuaoBartholoui.-u (..malviw da Sil-
va, para direijis S73M0
iftnocl Jos dos San'..*. dem 160*018
,\njaro de BorrosOrra. iJiiu lfl7ll
Sado para abril 3:5)05701
i:o()Si.:i:;
Hsrriptorio da eonwanUa do Irtlbos urbanos,
de K*;rrfvde 73.
o Mweonreiro,
/< F. ch S COMMUNfCA^OS.

UrasM'ama fcriasa e nunca vista propaganda (te,melh* de que niVs menos sabe o (-stn|iJI>Rriiaswilinlianm pelo samiieaiU slr.) o-'b p'i-
impieda*.-. Sao se pode u.iKar quojiiii estn j-vr los( oh catholiros romanos ) que. nossas
representando aviveiiaklA
prsvhicial, contra ^i.JKvr.
Nr. presidente d.t provincia.
A ro.?'f>, o antes reciaiuacaa, quo assenv
bloa provincial acaba de dirigir //rary Lnw geren-
te da < "Muira Recite Drainage, a pro|Ksito do
iclatono lo S, Kxc. o Sr. presidente da provin-
cia, apart em rpeestese oceupa dos negocios
da mosma companhia, nao pude passar desaporce-
liida. Klla suggere graves ennsid sraoSes, pela que
eni si lecsina e |wlo intuito que mira. E' pre-
cis i qne o publico a aprecie.
E' preciao que os conlribuintes a conhopam e
enameni.
r.' preciso qn so veja a maeira in-olita, rude
o altamente inconvenienM |orquo tratada a pri-
incira autoridad da provincia pelo gerente d"ssa
gar
irfMUntes, que llie nao podein fugir, e, o que e
uns, armado com a singular e nunca vista pie-
rogativa de ter a fazenda provincial intoir.imente
M.-spon-avel pelo seu lucro nica oceupada na
sna eobranca, nao sclaudicou no desempenho
das obrigaeoes aue cotitraliio, coiaoousa, em me-
noscabo do respeito que deve as autoridades do
paiz, orguer a voz desabrida e grosseira contra a
prestd neta daprjvtnnb porque estaidn qaUve
imp issivid a infracc.ao do contrato e traiot de
providenciar como no caso rabia 1
Appeliando do presidente para a assemlila. diz
Henr>i l.nm que aquello t\i'r confiscar os .'iDrOO
que a ciimpanliia tem gasto.
Que S. Kxc. que juiz, ndo sbt ptS'H" os pro-
nas, p siciio da fals'lica.ao do contrato, quanto m;iis
da-la por jcovata.
V.i-i ilia e herpeUa a S. Exc. por nao ter an-
da 1 nft!i(h pun Fumando de Xoronka M auto-
res da falsificaeio.
E C im nialarranjado disfarce o ameaea com as
Iras dos capitalistas de Londres, a quei declara
ja ter ntandaju nina copia da iiorlaria deS. E.\'-..
o que M estilo i-eud > ifM no Brasil se administra
fustic:
S. Etc. nao sabe reivindicar a lei, esatisfazer a
justica.
K eoneloe pedmdo da assemlila um solemne
fysmenUdo de compartilhar taes principios,-como
preciso para rotuir-se 1 honrn nncimol.
Lsto est na representarlo e isto nao p le deixar
de. caar indignara o : isto n.ao podo deixar de
ser sereraiaento estigmatinado.
UbintHin jpnlhr.j!. stauM t qua urbe ooimus J
ONM so alTronta assim, enssim se desiespeka o
gnveni, em sea delegado e a provincia neile o em
seas representantes '
Qiifr a companbia dar a lfi ? Qnaai o go-
verio ?
I'irece que sao os taes capitalistas londrinos !
V. e les s.'i qneratn rrnur rom a raprovaeo da assc.nWa aw actos (< pre-
aideni!
Nada mais ..
Para isso, inra Uso, dirigem esta a alludi
da represe i'aea*).
.Mas p 1:100 : nao conviria antes exigir logo a
domissiii do firesidunto que tirou a eompanliia de
sen tl-i'rr ftmieiite !
E real ente ab isa:- de nos*
o pa ili
dos appan
atira4flf**ires iln nosvx santa reigil vitupe-
i< s, laspbniuiasqcaM.mnias taj .itrnt--, que .-.
idos liiesino .".'miiilos iiw.ons, j fazem horror.
l>so i laclo 'incoirtcslavel.
rn agora dizni'rtos : 1 quom faz essa propi
ganda escandalosissima .' Em que nonu c porque
autoriuaile 1 cunij|ue uicio^e recursos, e coui ai-
provaejio do qnetii '
Uuein taz qjis propqganla sao os peridicos
c\is >a MAqfxti:K,'dniuoi*id ma iiiaria, por
Ltoiiilade da'maco
I'or toda apir:- na vasUc.n
m pabro e im'cc.
tramoiitaiio% pm-em, i#i con
to. liastn-Bies um fteibpl
nWia, con ts ,i\c'u e recur-fghMadnoJdr propor.Oes aeai
aiiton
sos niinijtra*is pela maeiin:i(a com anprova'.-ao,
emm, o applauso dos UprciiMs poileres la ma-
conaria.
N;'w declamamos eiavao. Vamos exhibir pravas.
Oavi;
Ferina diimo nrelnda do Nm de Janeiro com
llenas rauouicas i sic-rdotc se-r; qae flzera de
ser pedreir-flivre publica ostentacao.
Fdtt -cotivi Deas Tere -piara' tirar; e rapre-
cautelas e saavklaikii a i-arklde
gangre-
prtf/ifni-(nia.'onicas) tem descnlpa e:u vossas
m-i.vi7<*.'n-. '. 'ius-;is r-is''ink"lits em vos-a imt.ni-
ca _r.vliam.is aualysanduo caiaete; de nossas
inifiacjcs coinparar com mut ro'si r >. (sir),
e ficai cortos que o absurdo e'teiilidade estariam
mais vezes do vosso lado, do que do n.isso. (H
k...ha um toiu-
narijpi Os ul-
lem nada dis-
cartao, de papel
dos Jesi^Hc
Ted. caas 111 < 1 s, se tMn
Sicifia
eiles,
longanitnilale.
< aqai e-:i rons ungido a utilisar-se
los da 'v'.' 1 niiia. E Dorque efts
rvi-1 dclla pessioia-
msalnbre. elle rociara
para nana pros un, ;
mente feto. iinmund 1
providencias.
Elie papa. t:n direito a reclama-las.
A S. Exc. ii dlrigi l 1'-.- sentido represnta-
la 1 coberta do wesciilo numera de assijrnaturas.
Sin proprictnri'w: ha que so Ihes attender.
A thesimraria (o caiKOiro da c nupanhial re*la-
mou tamlieni contra a sabrnoarga de trabalfio
que elle llie da. e podio sol.ai para duvidas ori-
undas i!as clausulas do contrato.
EHa arrenla para a e ..1 unliia, ilevos er esca-
tada.
Ven;>,iu-se a existencia de falsiticaeao no con-
traH.
Isto affecta a esseneia dcste, e vicia > eonsonti-
monto de una das partes contratantes.
Mas a empresa gastou doua mil o qujnhenlos
contos ; os accionistas esto (togados e sjo ingle-
ses.
Portanto, para que ntrome'ter-se nieto a presi-
dencia .'
Eis aoui o escupo da reclaiieSa L w.
Aurora, o que L-acecc une 011 lia tiesta o mais
solemne despreao o abjecvau do quo a empresa da-
ve a honra e dignidait prapr! is e da pr ivineia, o
mais insolente insulto atirado pela cubica e pea
gana, contra o governo e o pubcii que tem din i-
to a screm acatados e respeitados, principalmcnto
pelos que taatos l'avop'S e hospitalilade iunnerita-
meiito gozan, ou eutao csso Sr. Law nao estava
muito em si quando assignou aquello pasquina.
E:n 1:1:1 hora o fez.
A iresidencia esta sombraiiceira a seus boles.
Os legisladoras da provincia uo precisara da li-
an de sua merr'\ o o poro, d quem a empresa
precisa para poder vivar, costa a perdoar vilaaias.
0 indigu do.
Insjti'acfic ta SOBRE A MAi.ON.VHIA.
Considerada sub o aspecto moral, religioso e social.
li. Antonio de Macado Coala, por roerc de Dcus
e da Santa S, apostlica, hispo do (iram-Para,
prelado assislente ao thrano lontificio, do con-
sellio de Sua Magostae 1 Imperador, que Uem
Rnara) e:c.
A > clero e acs liis tjue ha hilam o Para e o
Amazonas, saiiue.paz e beneoem Jess Cbrislo,
nosso adoravel Salvador.
5EG0NM PARTE.
.1 imroii'iria sao n mpecto fetigifSO:
l Oonclosa. l
Mtiitos ha que ti idos ou em simples afDnnacoes
dos sectarios, ou em observaoSaa pessoaes incom-
pletas, asseveram ser a nn-oiiaria, em si, urna so-
ciedade meramente philantropica, o nada ter, ao
mama entre nos, de hostil religio.
Comprehendomos, at certo ponto, quo considd-
1 ve! numero* de macons labore nesta illuso.
i us borneas de mais nrabUada cmio ^dverte
um grave autor, tem Misto de perto. e, o que mais
tem parecido dirigir taes sociedades sem saber
ptdavra das detestarais, tendencias dellas. > (3 )
BscoMie a maconania muilaS vezes para seus onar
fes personageas de alta posici), so para quo Ihe
deem lustre e importancia, oecultando, porm,
omiladacamoata a estes o)mo ao vulgo dos macos,
os /im renes, s ronhecidns de caefes secretos,
que sao os verdadeiros, o Ue tudo so servein para
lograr seu tenebroso intento. l>so confessam ami-
tos autores macos ; por onde se explica como
podein ah i:.mos estar engaados, completamen-
te engaados sobre o carcter anti-religioso da
seita.
Deixemos cireumstancias aseJdaaiaas ; nao so
trata deste ou d*|uelie grupo de maoon* : trata
SD da maeonaiia. |
O: a.para ver o pie lia em relaca a nossa san-
ta religio, basta -n.-iJerar:
I." Que a guerra eita actua]m-ato no imperio
religio, vem da macniria.
i.m ara brasi'eira de sua instituicao, antes mostra-
se fiel aos principios e doulrinas consignado-em
seus Hatos afciaes, em seus rituaes authouti-
cos.
Xo Que os rros anti-rligicsos por eila propa-
gados uo ns tnosmos da maconaria universal.
Se estes tres pontosqioderin > r elarannntede-
monstra.his, ticarlu lodos patente que esta luta
nao! um accidente estraubo, mas um beta que
emana da natureca tnesmadi seita.
I
Omncoemos por sJeH'-nvatver o primeira ponto.
Iiu.os e (iliios limito -amados i se at aoui al-
guma illusao poda baver aopre o cara-t cailioco da maconara, essa illuso impossivel
agora, absoluUrinente imposaiwl vista dos tactos
que alii estao dia oVm olbos de todos, tactos
aiiormes, pnlpateis, eamo vastas ourdilbejsas que
e ssoberbam os horisaates.
Rememoremos -esos tactos. 4o boje 08 spi-
rtos dotados de poderosissima facnldade de otaleV
Sao so esqueoe s o passado e*pjec'se tarattem
o prsenle.
Rememoremos os tactos que se estao pagando
nimperio,*e vejamos-qual vwdadeira ignifif
cacao del les. 1
Nao se podo negar que se foa laclnaimeote o
i;)) li sedes ei le* societt serris
ehrtiifiite* y^h'-eonde de Ganteleax-
aeate de
raiva toda a ina<;onria' l'fti s*iro qiiente e
pero agitou aquello mar de odios, cujas ondas co-
nie-;aram a estoirar sonoras por tojos os antros e
cascadas. Kiigendruu-se de sbito a tempes-
dade, ou j ruia ella de a muito dentro das ca-
vernas .'
Movimentos como estts nao pparercm de Im-
proviso ; sao preparados de longe. E' a lgica
da blstnrla, Tudo estava apparalbad. para a exi
ploso ; falta va so a faisca.
A faisca fui a sitspensao d um nadre 1 Dahi
brotnu a vasW cohflagraco, que (tacarte lavrou
para a* proviiielas. Era un pretexto, mas uui
[irctexto bastava
0 que quera a maconaria *
O que quena levantando aquella inmensa al-
gazara namiprensa? Defender a seu socio *.
Atacar a pessoa do BUpo ? ls-o era um acci-
dente* o aec.idenle llcoa no cotnjilexo da polmica
O que ella queri, antes de tudo c principal-
m-'iite, o que elfa (racrcnl sernpre c atacar o ca-
tholicismo, desh,.nra-lo, tifga-li na Inmn, se-
gundo o programma de sea socio Quinet. Ol'erc-
cen-so 111111 excellenti; oe.-asio, aproveit iu-a.
S,-; duvidais disto, runos e liltios milito ama-
dos, se duvidais que tal seja a feicao distinctiva c
cararteristica da polmica levantada ltimamente
pela maconaria na edite, no s-u principal foco,
lii le os seguuitos extractos que dessa polmica li-
zemos.
Lde, e dlsei se j vistes maculanli o pape! im
piedades mais monstruosas,, hlasphemias mais bor-
reiias contra Sosso Senhor Jeta Christi, contra
as es.Tituras sagrlas, rrmtra o culto do chris-
tiauisino, contra a auioridade do s;im:n i p lutillee
e da santa igreja catholica.
E notai que os que cs.es horrores eserevenL
declaran! escreve-los em nome das flojas m*lrauh
cs, que disso os encarregaram ; outras vezes sao
proferidas estas blasphemias por cjinimissies .so-
lemnemente enviadas pelas lujas ao padre sus-
penso
Sao sao pois doutrinas deste o;i daqaellc indi-
viduo, sao as doutrinas da seita, que derramou
Untas, cotilo publico, para pagar taes ptiblica-
coe.s. Em oatros termos; uiiode* ouvir a macons;
idos ouvir ma.yniana. ('oineeem.is, ainda que
cotn extrema repugnancia ; m.s assim mistar.
Um delegarlo da O/pcini do Amp-ro di itrtwtK
eaearregado de defender a nia;onara, como se le
no Jornal do Cmmeicio de 21 de abril do almo
passado, declara que deixa a qaes'o da rida r de
fin tade de Mus para ser debatida entre as cons-
cisiicias tii-.iratas dos que prefernin lr com f
os i'.linstos o os que pref.'ivm buscar a f no
Cstudo -os macons;e c itrffnria dizondo (|ue est
pruuipto a bator-se rom os taes tiuinratos nesse
terreno, terminando por insultar, nosso divino Sal-
va l..r do modo segufnte :
Jess fui inivi.dn na maconaria hebraica que
era a iiie.si.u maconaria egipciaca reformada por
Muyss. Era melanclico, iutelligent ; nunca foi
poltico ; dtscntia.com os doutores pregava ao
poro as sitas idns, tinha aprendza ecoKpjnhei-
r s, sendo elle, o mestre.
Depois o Cliristianismo, ou mtutntvio hebrai-
ca ref.rm di vio-se fragmentado ern diversos ra-
mos, ou em diversas seitas. .Em qual destas\' *,
reltgtSes, oh iniciaciJes.. .ou com inelbor Ibe cha-
ui-.Mii, reside actualmente o EUristanismo puto,
isti o cdigo moral, religioso e ocal institu!'
por Jo-u-Uiristo ?
Em nenbuina dellas, ainda trenos no catholici--
tno romano, conservou a verqadeira rpligiai
de Je-u-Christo,at o XIX seclo, um grupo -'os
macons (3l)
Ali .' perdoai. irm is e filhos muito amados, aae
vos tiramos o coraro com taes blasp'iema?; 1 A
mao treme-nos copiando-as. .Mas, anda urna vez
c heeessario para abrir os olhos a tantos incautes
e Iludidos !
A.11 teai.is pois a marinarla nesjand 1 claratnan
ie a divindaw de noss'o adoravel Salvador, iusul-
tando-o no sen carcter sagrado, e todo o Chris
nanismo redusidn a ser. em voz de ama dmtrina
- : naturalmente revelada pelo veri de Deus,
a doutnna de um limpies kamen que, aprenden-a
na maconaria hebraica, que a ttnha aprendido,
dos Ei^'pcioS pagaos.
Ouvi mais :
O Chrisiianismo degeneran uo roimithii>...
A religio catholica aseita du iracifir-idi nlterod
e premia pelos pontfices infatttveis. |3S)
Os bispos sao os urautos di fetichismo ekrt-
tilo. (33)
. l-'oz-se o chnstianismo. A igreja eonsoiidon-
se. O mnndt) era regido por santos principios de
pastores de Jesu-Christo...em breve, poivm, essa
casta privilegiada, os sacerdotes e mestres, passa
rain Ms arraiaes d<)s erras humanos, com toda a
falsa pompa de suas y.iidadm* e atnbicoes...Os
esaustras foram depois de seeulos habitados por
horneas canoni-ados militas vezes por seus fetos
mais utarciaes que piedeeos, mais ruid apostlicos. (3l
Urearam t os padres) aquio a que chamam
dogmas; eraram a retel-cao, para chegar an m
que seria absurdo, se nao fosee ridiculo. Crearan*
<-s mitagres que deslunbrm ticanhos- espiritas.
De seus templos sumptuosos eininaram nao tit o
symbota, como a dea do Deus creador, c os trins
fonnaram em casas de adellos.. .(35)
Os nlagres attestam os progressos das scsn-
cias-na aniguidade.
Para eaScguY os milagros com que Moyses
conseguid sernpre ue-sluuibrar aquelle povo ( o
hebraicui e subuxett-lo, aim do fazer-se ftem obe-
decer, quantos conhecimeiitas de physici c de cbi-
uca nao eram iecessarios T t
0 Stc l'gj urna crerao uteectual, maravi-
Ihosa. (36)
As leis qnc elle ( o divino mestre ) deu aos
hebreos tan puras...truncadas.todas pelos poli-
tices, e fundidas em conventoVs pessoaes deixata
de ser a salvaro dos espiritas paia nos dar o
infein > i iginurio...(37)
A maraara a verdeira delensora da f, guar-
da e depositara da pnlavra de Jesu- bri-toi A
maconaria tem em toa\ phariseus da le novao clero cjtB'allco-e tara
sido o sustentculo da ReUg|Sp do Calvario; que
se nao Ora'divina teria sossotarado nu mar das
torpezas de Roma. (38)
xou d Ser o tmplo do Senhor,, para transformar-
Ise'etBsyaagoga 4e novos pharlsens qoe urna se-
gunda vez crucificaria a Cbnsto, se elle umase-.
gunaV vez, vjesse lamir o genero bttmano: ?
J1I.I. K {\t)
la uiacqtiar
oa
MjnellMOi.
Qoerls nm templo *contimta essa depe-
itacjl da loja cai>italar Hnuio Bixtset'i dirigtade-
:se ao padre aspeaso' Qaereis am.teropk> A na-
tureza vos ou\.-rece p mais vasta quajeni por abo-
bada o firmamento. '
(i Faltam-vos em nesw^'t-t^fti^^a^nicoB
os livros dos doutores daigi^T ttaStn^re'tdef
o c van ceibo, e em vet de utUerifat) m-itonaiirs
( os jejans e penrtcnclt cthoficas 1,7 Jj nioraide
christo, que se teVia. perdida pdrtraz'dwses 6bCu-
maries tkx^gicag -t s braselos santos padresj
na obscaridade des terapos, Se a Inz dc'rrriitenj-
berg. nao dissesse o seu ista). i
_Por ventura para iitVKm* JM6 e,a4dir>-ta
sao necessaris vossas orglne? tv ,ctfstesa*','jpet'''
uf E' extravagante .recitar 0 Csedj a Devf^
.....- ".'
di1 nm liispo; ea
! As baleras, es-
rantra o bristiari*-
iiin, contra os a escriuejeagra la, aa pratlpe, a- dottu;is,os
sacrametuos, os te;i|ilo>, o~ culio Tle nossa santa
religio, o sou augusto sacerdocio, e at seus jan-,
tos '
Mas ouvi ainda mais. K" preciso qae facis ma
idea completa do fogo vivo e infernal que abri o
e.urcito do ma.-onismo contra que temos mais
de ^agrado cnvaiiMis eUMi.as, aumo homens baptisa-
as- dis que somos !
Ouvi :
uusa magna pr .funda vera religio de Chris-
to blaspheaiada ( pelos calliolicos romanos) e re-
duzida a ratalhos siiscepnveis de feira, transfor-
mada em rosari.i.-i. em -:iutinhos, em reliquias ar-
tificiosamento construidas, ca resas de lifignagem
estulta e ineompreboasivM. Os ultramontanos sao
realmente apstelas.
E' a seita que a coastuici > do imperio lega-
Usoucom o seu -ello e apoio. (i3)
< Qual sera o hr.i-ileiro consciencioso, vendo os
seus foros de cidada 1.. .atacados por um poder
estranho e viciado, emb*ra admittido no estado
que uo viesse reclamar contra a violencia desse
poder ?(ii)
Assim, caros filhcs esse iiltraimnlnnixui esse
! aitisin') contra os quaes elles tanto sjravcjam,
a mesilla religli CHulicn npastat>C3 romana,
admittida pela eonStrtaic.au da imperio, lllles. mes
mus o confessam.
E* essa religio angosta que elles ridicnlarisam
c'iamando-a ret-lDtot ivscepttt'it ae nr>, e cuja
liturgia veneravel a*6taiam de tlnguagm estalla e
inc.inprekensicel !
Vede agora coma elles fallam mais (leudamente
do clero, dos bispos e do siimmo pontillcfi :
O cien rlAo//CJ pos.' Ir> romano (vede que
nao se Irata de jesutas) divide-se em dous granos
distinctas : o primeira dos que recoam di mt
dos abasos, iujustieas, extravagancias e stfuci-
dades que tero de praticar: deixam crescer a
barba, fechar a cora. Estes ma'cem todOTOU-
vor; o segundo (genpn) oa dos que so veem na
dura c mtingcnci de tnffitar pelo ramanismo para
viver, ou o dos estpidos que nada inteudem, e
para nada servem, especie de macacos, de papa-
gaios ele, ou dos enees ntalvadissimos que ma-
nejaiu estes inslrumenios. (V').
.< Os Hispo citkolkps professam a religio
christa, lazendo-a servir a seus intaresses de no-
meas que desprezam o amor de Deas, e do pro-
limo, para se agarrarem s Icis da erra, qne os
considerara principes, (ifi).
< Hc.ii'osentam os bispos de bojeas Iraalfdes
dos apostlos ? .N;i 1, nao. (i7).
Ujxii >|Ue a s, elade -:iuconica liberte o
clero da escravidio dos bisos, que Ibes rouhara.
a titulo de urna obediencia ignominiosa o sacrilega
os poderes que Ibes vem de Deus. O [.ovo re-
pelle Os padres porque os julga escravos do Vati-
cano... O clero catholico clero escravo, cero
machina, para curvar os pavos dianlo flo dispo-
tismo. (VS).
Assim separar os padres dis bispos, os bispos
do suinmo pontifice, romper os lar is da snbor-
dinagao jcrai'cniea, dissolver o fcrpo mystico de
Jeza-Christo, tal o programma da c"ita : tai e
tambera o programma di principe das trevas :
Sokere Jesum, (19).
Mas nao o hio de conseguir.
Oacamo-los ainda b!a-iphemar contra a igre|a e
a religio de Jesu-Chri-to :
Para os sectarios da igreja catholica (esta hem
claro ainda be:u que uo se trata mais de je-
suitismo !) para os sectarios da igreja catlulica que
c iio'unlem o santa amor de Deus com a cogac
ndienta paixSod fanatismo, too ha crime mais
abjetto, era attenlado to'horr.iroso, como n\
querer o lie! submetter vilmeutc a sua c insolen-
el*a toda asdrte de princiuio elevado cate
goria de artigo de f ; como se fosS vordadeira-
meute um crime nao sft'crcT em mysterios por sua
lutureza incompreheniveis. (3"V
Segundo a maconaria pois, urna vileza sajel-
ar 4 Oosso entcadlmento as verdades revelada-
per Deus E nao ha crime algum e.a renegar
a f !
. A igreja catholica... s qttar domirfar e avassal-
lar o mando (diz urna commsao fallando ofllci-
alment! em nome de rmia I'jal Senhnrit da
conscicncia dos povos... asando e a'onsando de
sua auioridade olllcial, guerreando anulosamente
ou auxiliando ostensivamente os govern^s.a igreja
romana tem saludo tirar di unio todo o po
Wtto para a realtsacao de seu sonho seenlar : 1
tbeo'racia universal.
. Queixosa, submissa. tragando mil affrontas
aqu ; poderosa, insolente, altiva,, exigente all ;
em luta mais oa menos franca eon'Oj despotismo
que a desleitcia, e Iho reprime os vos alli :
mas instrumento dcil, inconsciente, baara aqni.
ei-la sernpre minando tudj, o poder absoluto e o
poder constitucional.
Ao homeni di bem s a censura do homem de
bern pode tocar.
t Os raios directos ou indirectos do Olytnpo
papal nao forera ningucm, nem podem f-'rir por
que sao forjados pela ambi.o e despeito^ e tendo
por nnico alvo material a intriga, nao attingem an
alvo : cahem por essemnnlo dcixando umpouco
mais le descrenca e desespero.
Nao quera tocar r.) livro negro da historia
papalina : seus crimes e monstruosidades, sao de
sobe-jo conhecidos...
> Por ultimo no seclo XIX, no secuta das lu-
zes, ora (Hibre vel boa quem j altam torcas pay-
sicas e moraes julgado in/allioel, porque assim
quena, porque assim pre -isava urna seita de ho-
mem os mais perigosos, os mais sacniegos do
universo, os jesutas, e hoje, a nao ser no puilo
dos fasatx.is, s reina a descrenca e o modo ; o
esposo conchega a esposa, as mais escondem o*
filhmhos. e c homem sensata quando Ihe fallam
em Deas, saspeita logo una traico ; todos tre-
mero, todos se lembram do veneno, do puulial e
da fogueira !
- Eis ao que Rama tem reduzido a saina
pbilosophia do amor e da laternidade pregada
ue..o martyr do Golgotha I (Sfc).
>eate-se vibrar debaixo de cada phrasc toda a
raiva diablica dos sectarios.
E' da proclamaeto do dogma da Immaculada
Couceicao que comeca a ultima phase do despotis-
mo thooc rauco. (52)
J tardava que blasphemassem contra a SS. Vir-
gem !
(Os bispos) paracexn apostados em derrabar
s altares santos para, por um fanatismo obdura-
do e tenebroso, levautarem nefaudas aras a Jpi-
ter Stator. ( 3)
o Essa gente (o pontifiee romano e os bispos
coinniettem o sacrilegio de recrud/ic ir o martyr
do Golgotha, que as geracoes todas fizeram resus-
citar no esplendor de sua gloria. > (oi)
Assim quem fez rgsusatnr nosso Senhor Jesu-
cristo for.iui as- geraeoes humanas Em outras
palavras, a rcsurreicAo de Jess urna imagina-
c.ao dos povos !
Somos macons (eontiuuam) legjo miiitante na
vangiiarda da defez das verdades evanglicas....,
iPuis nao !)repeUiremi)sosbandosti'aidoresquenos
afTrontarn,essas bordas malditas que nos in videm im-
petuosas, atacando as nossas bberdades civis, ty-
ranisando as nossas consciencias, ameacando com
aUaravia ferina.... cem seus impos anathemas, os
(seus (virrompidis oracalos da infaUibilirtade pa-
pal, com seue sibilos de predesuna.^aodesptica....
icom seus-inferaas '(Taima e captiveros do corno ;
aW'oanda as nac9es com- uas busina fatdicas,
proclamando o morticinio fratrcida... dlfsbivend
i naces, la jog palcios' abominaveis qmvos
uiul e do veneno : la dos coulaias JieUstos. des
festins impudris, em algazarras de eusMalW oles
extraviada?, en s{iis egoisilhis ei-i i veis, la de
suas cavernas de maldades, de sea- Inluinau de
druidas, das suas hecatombes do tfovj*.... ^"> >)
O odio chegado a estes paioxismos*toca as raia-
da Inucura e s merece do.
Nao pdeme? repradnair tud. : para dar aqni
quantos artigos publicaran! Beste es'ylo de ener-
gmenos, lora preciso gresea Volme H.-< de
horrores I basta de blasphemias! Ek, pitra con-
cluir. 1111 trecho que resume IuJ.j :
Em logar de terminar a obra da rcdoaipcao
do genero humano iniciada pelo bns: 1, o chns-
tianismo, ou antes esto gfttpo de cnnt-is (os ca-
tbolieos) abandonando sen iivmo Mestre a ogain-
do Satans, lancou os alicorees de um throno, que
desde logo fe* lirme prooosito de sulqugar os ou-
tros. A Pedro'o apostlo deve o mundo esta ca-
lauidade. Cum elleito yuem mellior qne o mo
di.-eipulo etteuavia renegado tro- vezo-, a seu
iiweire om \4la, penria renega-lo ainda depois de
morto fundando a dynastia do poder temporal ?
Seria intil tra.araqai a historia dos papas -
do romauismo, chiistianismo saphismado e adul-
teado em sua forma, como em sua esseneia ;
bisioria daquelles que coniecaram por 11111 renega-
do, passaram por um euveaenadi r incestuoso
(.Uex. Uorgia) e acalam n'uiu iiif'lhcet. ("6)
Eis o que jorra e vasa dos subterran os recep-
taculos do merjulnmn I ^
E como esta, uma torrente de outras diatribas e
insultti? grosseiros a eseorreran todos os dias pe
las vastas columnas di Joi/m d> Commecio, do
Comi do llras'l e nutras papis da cine. Nun-
ca geineraui o- pelos da tena de Santa Cruz
abaotados com lauta inipiedade I B era a mo
convulsa da inaeouaria que os mova !
Koi a ma.onaria que reunida no fu um tumul-
tuoso do Can le Oriente, roselveu romper nesta
luta desesperada contaa igreja.
Koi a uiJc.onaria que eontruiio com sojIMDU
ivnllael para alimentar essa vasta e activisshna
propaganda
Fn a maconaria qae reslveu cstabdeccr or-
gaos oflieiaes seus na corle e as provincias mais
ameaoadasde ullram-mt-nisma, e logo c itnocaram
a Familia e o Pclu-an > d 1 llio, a Familia Unlrer-
S'ioa Verdade de Peraambuco, o ''..' 11 Pa-
ra, a vomitaren! as mesillas blasph'mii.is contra
nossa santa religio, al:u dos serviros mais acti-
vos que eome.aiaai a jiiestar-lbe uessas provin-
cias c na Haba, no MaraiPiao, no 'Ivir, DO Hio
Grande do Sul, em Mina-, por toda 1 parle, um
cenio de oiitro papis nlHciosos.
Fo: a ina.vnaria, omSm, que appravou solem-
netneata esta postura hostil da mprensa era face
das a turidades religiosas do imperio no celebre
ilinife.it> feilo contra o Sr. I i \ da Rio do Janei-
ro emasscmbla goral do povo inacoaicd, por es-
las palavras :
11 A bnprensa, essa augusta im:n itavol rainha
da opinio, ja se tora ocqiado, com bizarra e
v..ntagei!i, do maguo assutnpta em queslo, a--
lando, ao inesmo lempo, coaira os nial rirmadus
arraiaes do fauatiej ulIranionUiiisno leia-SO, do
catliolicisuio as suas mais seguras e efOcazes la-
teras (."i")
Eis faeto, fllhis e irmo dileelissinvi?, eis fac-
los e tactos iocoutostaveis! Tenia ollios para nao
(11 Jmate) Cvmnettto de 2i de abn'.
f).ibt-.2TdeabrW.
ft:i) ta--.tte aftrit
U) lbid.
bid'-ffdelunlw.
4 ---------------------.-r.-------r- i
twPM
Cif) IbW.-tRdeabW. '
W) lbid. i e.*ra. u,.^.iA
-ttV IbM. :demaio.
mD- bid.- de'abwr I
m ;!bM.-2tideabHI. '
(37) lbidVi de' abril.' PeKerlacao da aag: re*-
peit L. Cap, ReuniSo Benefleeote ao Val. uVLa- (ou Discurso dirigidoi ao padre vttspenso pela
"ado. tyi mperttnc de- rtbrov. JvtnM oto VomineY
(W Falfe-da ramrnHsa* tta ^Lniatanta ? Me. th *i>W
ae-vaJIfldrtLa^rtBtaVbiilf'lfeV'lWit : -3}Am^ da commKsitl da Avg. Rn: Lof.
(39) Palta, oa eputacSo da Apj. Ui. CuMtuMr tcapftnlar O riinee VniK do Uto-modera. -JP
UnlJw Esees**' B&K.&ni fifr/ kl^-Ommerefo-it"M* abril.
WlbH. .....- ...... f (04) BW. -3^*-na**- '*-
ty.t+n.-ld*lfatonrTtv> de it cabril:
T'lHld -fde*abril.
/ ndeni.'
91 lbid.
.*) /".. cap. v. 3,
(51) /orno, do C mmercio de 46 de malo.
ver,convido para nao ouvir 1 Ac.
Ucus dado una iatelligeneia para 11 coinpr. ion*
derdes .'
Pois quando ns altos potaras na.-eaicos lo iin-
perio. de aecordi com toda o povo da lita reuni-
do em assenbla goral, pruinove eapprova 1 ic se
assestem as bateras contra os arraiaes da igreja,
quando essi.-s. m-smos altos poderes !-u-an 11:11
iliinifest" o um discurso insolente si 10 .".-sacando
eilumnas cem veze- relatadas cntra a religio
catholica. podar ni.ida slguera 1 esse
grande mvimenta irreligioso que se nota n> nos-
sa paiz vem de alguns individu >s, a iiia da inaj"-
naria ?,
Sem duvila. diieis vos. E' a maznara, nao se
pode negar.
Mas a ma.'o.'iaria desvian.1 i-sc da linh 1 le sua
primitiva institoicao. Oque estarans vendo um
abus>, uma degenera cao do verdad n spirito da
maconaria e nada mais.
Caros lilhos, isto absolutament- inexacto.
Tanto nao assim, q::e :
11
As mes nissunas impiedades, es .- inissimos
principios anti-religiosos qae agora a-s i.illia a ma-
eim..ra, e-lao eontdos no seu principal '.nal, no
Heyulador iiitheulico que ella admti '. aceilou e
Ihe serve de nurnia desd? 1833.
O venia loira espirit 1 e a cssen 'ia socks-
lale se deprehende, nao lauto do q ie le!U dizem
os seus ineinbriK, quanto do i|Ue ola de si mesma
diz nos uvros ollieiaes 11 ae regala;.1 msus actos, sua
proarta vida eamo soeie laile. isto <' evtdenle.
ra na liiiili theca nmmiiea, no livro qne s v.-, ha quarenta aniios, de bu .<..' .' m linaria
luzitana e brasil,: ra. se achara 1' rr.e-.nas e ain-
da mais liaer.tnles impiedades qae as propagadas
l>ela maraara actual, l^og 1 deve oizer-se que
essas impiedades nao sao um abuso desta institu-
'/io, mas n iscem da propria e*senca della, saben;
das suas mes as entranhas, da;;do-se olla assim a
eonh -cjr pelos seus proprios froctas. -r frnct-
bus nna coontseetu <*
Abr esse vro da maconaria. 1 'ia:a oa Rf-
tnal q ie ella pa na mao de tod 1 o povo ma.oai-
co, e veris qae esse livro ataca, do uwdo mais
radical e desabrido, como agora s e-t fazendo,
os principios mais fundamentaos do ch-istoimsino.
N:ta ha artigo do nosso symbiio ebrisUO que
elle nao derroque e ponha por tem.
Repoosa todo o magestoso edflcio das nossas
crenras chrstas sobra estas tres bases graniticas.
Curio km dki s FAnnE, todo NDERoee creador
DO OU E DA TBRRA ;
CRRIO e.M JhSUS-CHRISTO SEC FtUH) l'fHCO ROMO
SBNHO'- ;
t'.RKIo NO ESTIR1T0 SANTO E NA SAST v KSRRIA CA-
TI1H1.ICA.
Ora o Ritual da maconaria nega ludo iss^.
Nega, iirimeiramente, o verdadeiro U-us. O
vrdadeiro I.Vns, o 1 eus vivo, qae mis adulamos
'ai, Filhoe Espirito Santo ; tres divina;! pessoas
subsistimlo -6 oler no n'uma f eseaoeia.
A maconaria nesse seu livro nega a Deus trino
o uno. A Trindade christa, dia ella, nm in-
vento sacerdotal. (58)
E quo Deus admitte ella r AdnstUe om Sitar*
M Architecto do Universo, que nao se sabe bem
o que seja, especie de alma in mundo, de princi-
pio giro di r da natnreza, de quem a materia e o
espirito sao emanaces, quo so confunde .seiieial-
mente jom o universo, e nao lea existencia sepa-
rada delle. E' o Deustiulo, o monstroofO pan-
thesmn, que equivale lgicamente M atheismn.
Seuo vide: Nesse regulador da maconaria se en-
sina que, segando a philosopbia dos Magos a qual
deu nascinieuUi aos syniUikis e mvsteros maro-
m os. Deus nm e trplice no mesn lempo,
porque sua esseneia se coinpe do innito, do fi-
nito e de sua rolaces. Oni continua o livro, isso
mCsmo representado pelo delta ou tnangah ma-
conico. i.om efTeito, o todo homogneo do trian-
gulo ropreenta o infinito, o iWolulO, Deus ; seu
pensemenio (?j: as suas diversas parles mostrara
a variedade, o finita ; e a sua forma regular em
todos os pontos, consume ajusta relaeta que deve
existir entre o infmit e o Quilo. Se separarmo*
algunia das parles, o triangulo perd- a sna essen-
eia, como os puilosopbos ensinavam (ae a essen-
eia do todas as cousas desapparecia quando se se-
para va a unidade da ti ipiicidade. (o'-J)
Logo o universo ou o finito taz parto da essen-
eia divina e nao so pode separar della. Logo o
sol, a la, a humanidade, tudo e Deus D-se
mais flagrante unpiedade I Nao negar a dira
dade confundi-la com a uatureza .'
Mas nesse livro sega a maooaarta claramente o
Deus Creador:
. Os terrenos -Asanos da olla, peta inflncnca
das aguas e do calor do sol, foram as primeiros on-
de os corpos organieados tiveram uma formaca-i
espontanea. i\)<
(Continnar-sv-iur.t
coarii'o-'.-;.-: a rm?sa a'f:imast-ja asaim :*-
Vid m-iii e-|.i-n!aeoe>
E' em virlud- desse nmlrato onpro-i^t'rn a
que se ijli.T envoive- a ..roviu'ia f IM mWNls r.i
IMtlH'taS. que mM .'r.'ai v.11 o r apreii;a 11
ou araanb um projeclo 111 a-vemMa provincia
assignado pelos palinos desee bum negocio.
O .-r pre-ideule da provincia, que diz no -n
relatorio que rouceder garanta de juros km .'<-
Ilute de lotera, que se compra ; que ipier fazer ..-
estratas mandando as cstusr primeira, a '*
traii-f.Hin.i-l.is em fonte de renda para a \rrr *
;a, con,.tol -ra qu- se envolva o nossn rreemO'*"'
seinelhau! < ; les, o lepis uos venli.mi |mdir q.e
tudo unecioneuw* '
Se havemos de ter estradas por somelll
meio, mande S. Exc. contrahir o empresaisao ne-
eessario para faz-las, e dirijamns nos lodo, em
vez de deixarinns que os estraneiros ni s veai.. 1
arrancar eui sea exclusivo proveito as nossa* -
gal lias.
Alten la tanibem S Exc para a immorabdade
dos ooatrataniea dedararcni exprasaaaasjeli w>
seus coiili.ito. iHf ifiitmriam que si tri) a at a 11.1:11 a -ociUl-los.
Eis o que a este imposta exTeve a He forma dr
5 do correo):
Os BJasos tutore; de Londres. >a curra*n"n-
denca de Londres, publica la pelo J. nsW di saa
iiw-r.ii sab'i.i 11 pasea 11, Id-se u scfiinte :
Acaba de incorporal e aqai mus rmnp.m: -;i
iutilulada grande companliia br.i-ileua de <~te
de eaalnhoa de errodrstin.nla a levar a elfeil
aeoneesnio i-ita peto fovtiao provincial de fVr-
nambuco para > estalietacimenlo de um raminho
de ferro do Kecil at o Limoniro emir mu rama*
at Natareth e cujo custo or.-ad > fin ... .....
T(.H.Oi-:>.
Este capital sor dividido --in duv partei .
nietade oa sf SO.m.K1 para ser P-vant ido no lira-
sil |ior meio de accoes, e a OSMIO p"r ue-io de
bonos tomados aqu com o juro de ti por chH>
pagOS jel.i garaulia roiiceilida pela re*;i.-.-|iva pro-
vincia sobre a tolalidade do capital i[e nm por ca>
io de tundo de aumrtuacao paia sen n-einbteso
dentro de 8H anuo-.
'i xito ta empieza d.-penlera do romiMa
ibsa ipi-o de accoes em 1'i-inaml.iiPo : cixm^-
guidii isso feil ser levantar aqni ootastabn M>
cessaiio sobre os bonds.
iv 1 i nportanlo noticia suscita alm de 011 tras,
diias renexdeo princtoaa*.
E' a primeira que a baz linanceira ila pfajMb
tada empresa parece um principio fecundo, fitr-
1 aira nietade por empresl mo era l.omlres ob a
g..rautia do governo. E' seta duvida nm m-K4e
conciliar a iniportai.o d^i capitaes c un o oe*en-
volvimeatj do espirito de assoeiarto em nm
tena.
M..s a nossa segunda rel.-xo q ie -a incorpo-
r.'e-o c sedo da diroccao em Londres as nr-
euinstancias expolias uma Moustraimoe que a
governo nao deve autorizar.
Se o~ accionistas st^rau todos |> ra mbu ai m.
qu ora loi-iiari em Umdne as aesembtaa* gisw
quem elegir due totes? qae.-> Ihes loriara
con tas .'
havor uaquella praca empre-iadores -tan-
nheiro c : ilircito a ti por rento do amoriizariM*
ranntidos pela provincia, sem a menor vantag -o
ter-vos-ba, ai|(ll .;01lil| ,^.sulianle da boa direeeto. n me
ndr liscD proveniente de esbanjanie-ilns "i rt" 011-
iroserros dos felizes directores. (Me inlerewrs
pois reprsenla essa directora isqrteca. eqsmor-
d. m de garantas nos ufleroee *
Km materia de sociedades awmymas uma ea-
pecie nova essa qne ile fado esduir de votar-
de ntervir na diroecu a todos os accionista*.
adniiltindo someate os-votos dos m-dores da itu-
presa !
Domis o hbil linaneerocortespetateM da
Jim i, 111"i entender por eneorp tracie ie a i-
pan na .' A pie elle nos falta, 1111 emito nem
pretende emil ir urna so arcan em Londres era !-
tira bouiK isto ,levantar einprcilimo, si os.-..
pilalistas de i'err.auliuco lomarem todas as m>
ce-. Assim nao bavia eui Londres o min.
comproiiiisso pecuniario individual ou ralle.-v*
em favor iba empresa aernamtmcana. Btagarm
tinha subscripta un s scbelliug eoinicnne
ccrrespoadentv 4e hnwl nosdir. com a matar gro-
vidade.-acaia de iiicorporar-si- a grande rampa-
nina, ele. .
A zumbara f ira pungente, si lio clara nto f*
se a espcenla-.lo.
Os c.ipa.1- .issociados |ir acaies sao os oww
espita roningoncias de inaior ou menor ivnrt'-
uietito. d- dioculdades imprevistas, de erro l.v
nexpuri'-ncia. de abu.-os de geslao, ele. os borne
terao seu joro e amortisaco pac* ["da pmvto-
cia : e entretanto os directores Irn ie ser ii 1 '
sea, a sde dadirecco em l.on.ir--'. as aasataf '*..
dase tomadas la inosno : em uinma. os U-.U*-
directores dao quitarn a si propri"*.
Ser epigr.iinina esta trra do macacos?
Parece que nao: elles se offerec n serame!*'
para nossos tatures, e enxergam no arranj- a- -*.-
garatas vanlagens :
1 Ajustarn com o concessionari" ob << titato
fallacioso despezas pceliminar-s pagai--Ib- imM
concesso uma quaitiaque solfra a operar" *
repartir.
.'.' Os ordenados dos ^raetofiis sao a justa n
truiico da tuteiia que nos otferecem.
.'(.* Laeomuiendariii lito* machinas, c.rr -
carv 1, recobeiido des fnrncoedores a coinmi*- .
que-todo o industrial iaa^eseeli pranapto >-
gar ao en -ouimeiidan" de qualquer nb|t*cto -.
4.* Repartirlo gorgftoa a e-cripti-ras qne ata*
clamem nrbi el orn a saliedoriadn iMmsflkm
Ninguem dir que san-propinas exce
(|iii-in nos faz a emola de emprestar dinh
um juro quo na Cumpa nenhuma industria RM
paga.
as, (aliando serio, porqae nao ha de o gorrm
da provincia levantar o niqiiuethsw e organi*oi
rompanhia nacional ? Min-iu-se tw capitabsv
pernambucanot ao espetho dos bonds le Kmsa*-
buco o dos paqnele brasileinis, du.v cn:presj"
qne abrram e galaiKc exemplo de levantar fan-
dos aqni e c lUocar a dircevocm New-Yt>rk.
l'retendcr-se-lia que sao iinpossivfis al 11 I 1
Atlntico os abusos que se coramettem re ne.
do aaaaa eeatoteett!
Dh* se-ha qtiA-John Rnll fr-nha ir,-nos Mt-a>
enriquecer do que o innan Jonathas I
Este negocio reclama a mais sris attcnr V
governo do pais.
(Da Prorircinj
Para o Sr. presidenc- da pro-
vlorla e as aamwaa rapiuliK-
iiM Di^em de Londres que se acm-porou (f) alli
uma companbia cma sete mil contos para a ostra-
da de Lmoeiro, cando a provincia ae-Pemambu-
to obrignda ga aranhr 7pr eentot6 senda os ac-
cionistas da mesma provincia obrigados a entrar
com trismil 1 qumhenl s cantos.
Qutra autoiou-aproraeUer-sa em Londres 7
por cento de garanta estrada de Limociro t Pois
toleravcl que o nomo da provincia qne nao se
(55) Dirarw ctaa-caniUsta Gremio MiUanirorUooor occasiao de
nrmpnrm>niar HhUtrt!... pa^^osfeeita''
SR) JornaldAZ.minercioAo II de mata
~ Manifest dajnaconarta ft> flriril pag. t.'.
BiU. Mac; TofiLt- pag: S(kK
nti8 Totn.'S* psfc. l.t, a*fcnxi\1r>xas.yn.
60) lbid. Tora. 1, pag. 19 e 0.
\llocn-:\<> r<*4*itnda junto ao tttma'
lo to' lr. Antonio l.nlz Fcrreira
tle HsraeUHI Varonrrllos dr Itrw.r/-
inoiid. nos lo marro de IKTf*.
s<-1 1 i i o din do sen rallrrlmcni**.
san pas k mkcs irmos.
feali morui, qui in domino monur.fy*
(]urvemo-nos. cnrveino-nos ame o turante, toe
ueste momento se nos abre, e choremos a morte
daqnellc, que sendo-nos caro por muitos titu**-
foi inesperadamente arrebatado, e alli jat I II...
Sim. choremos, porque as lagrimas sao os luirt*
nnsos*direitos da humanidade aos decretos da Bo
videncia !
Sim, choremos, porque as lagrimas, qr, agrr
borbnlham-nos as laces sao gotta* de saogrrr
arrancadas do sai-rano de nossas almas, no anm*
da agona e na saudade.
Sim, choremos, porque este o ultimo tribu-
to, (pie os fracos 1 -restara memoria dos qne ser-
rara.

A attitudotristissima e silenciosa dos quraqiw
nos acharaos ; a resigoaco concentrada, qw
parecemos obedecer ; os gemidos agudos, que a
harmona religiosa acaba de exhalar, depois di
sutlragios sagrados a que assistimos ; todo aqu
roalisa nesta hora solemne imi qnadro jmj onene
de ddr e de saudade, e urna temvel li'.ao de des-
engaos para todos os lacos da trra, ainda os mata
puros e affeetnosos.
Abre-se a manba da vida por nm.i ar||et he-
nefica, que desabrocha a planta, e a eotdwi ta-
ludar a seiva, que .1 sustenta -chega se ao >Mta-
dia da vida no meio de sombras qne nx* tagdm ;
no meio de wnhos rrealisnvei* ; fechase a Bees
da vida, crestuda a planta fia ida, porqtM a* Ir
ervanta o amor dos contemporneos, Jtats^e
acoitado petas ventos desabridos do* dissabor ey
Ma, re a vida do qne vegeta na trra' itsi
nm desse espiritas privilegiados, qne conven***
com Deus, qne qoerem encaroinbar as orearon
para as altas verdades espirituaes ; inte sada
escrever altamas paginas douradas, tiosao >*ta
Gerson qne arrebatado* umaesphera snpeiW,
de li oos enviam algumas notas raelancottcas,-como
asdn Mllevoi.-.ou torrentes d'eslro inspirado toma
d de v irgilio e de Felioto ; ai I... jotao nv** *
planta qne deelallece e curva a crala 1 easoaidia''
. o martyr das hjttras, qnese vetaan saattleV
uma existencia continua de dore*.
O poeta de coracao, atao moi bem di*- Vitar
Hugo, o tacho teuiperado de restaas -araa^sRea,
J
-*,



Diario fle #ibii$ fefcuteta 15 de Abril de 1873.
\
i .-

:o do sanetuaro : faz'Vr all muitas
..levanta pensamento ailisiinos, pulen-
quer que .se.j.i da Dirimale, mas va
.rai-so eonsumlndo___rai-se dissipan-
particula de fragrancia, do claridadc
i]ue derrama, tuna partcula que
do seu ser ; un mmenlo, e as rozes
quo desperdiga de sua durado.
e dafei pouca apaga-se..., extinge-
te..! dasappareee I r...
Tal. foi a vida, e tai a morte do rosso carinhoso
< prejadMsim) tilho, e nasso saudoso iude, cuja
rfcao (semelbante a do meteoro) deplora-
imei i desta fnebre solcmnidade.
', p)rn,que entre Untas ntelligeneias
pelo estudo, e coloridas pelas llores da
, entre tantos vultos sympathioos, que
assistem este ceremonial e negro cor-
en, euleiidiiiiento humilde, quem ou-
rar o silencio para ir "bator pofta do
r toro, e patentear aa esclarecido milito'
rio (|OT'i*e ouve reqiuilosaijwnlo, q.il foi o nobroj
elefll'espirito, q:ie apenas seto das repousa
A sairan Deus. ,
.\# me censuren) por isto !
Oeixe:il qoe ininh alna 'repassadu .do dor e de
ndate se expaud- liyiem-ute, que, litis preste o
1 ti oo tribu .i de homenagem, que lhe d esta
nica prora de amizade.
III
Antonio Luiz Ferreira de Menezes Vaseoncellos
Ci-(riumoiid. o iniMHsavei cultor das lettras, o
Cu, 'Xtrmn propugnalor da- ideas Kberaes,
flor na tribuna, aoer aa imprensa, o lillio extre-
boso, o rraao dedicado, o amigo sincero, cora seu
olhar perscrutador anirapanhara fari /> o
desenrolrmento, que aiittoraura ia leudo uestes
ltimos lempos.
Muitas vetes, inspirado pela suaridade de sua
musa lesprendia cuino o torno roiixinol, ao alvo-
reeer d'aurora, doces idylios de amisade e de sau-
dade, que feria-nos a alia, desapparecen dojhori-
sonte da ierra para ir sentar-so ii'um co naje
iimpiJo e sereno, no meio d'uma constel lacio de
;
Tonsoli-vos. :nnlia*ma, o rosso filbo quea lo
nao nos dexou para sempre : ei*'aiiai-vo?: elle
buscou outra estrada juncada de llores, que niais
cedo ou mais .tarde todos nos seguiremos, o foi
abracar-s* coa o madeiro sagrado, reeebcodo
deite as a^miraeSes do da etemWa.le!...
Mas adiaute eucnntra-lo-bemns!...
Pede #Du# por fie, e por nos !..
VIII
E vos, minhas predilectas irmas, anjos .Jm ter-
nura ede innocencia, eiai cujos coracqes, ab'rjgam-
se tojas as viriudos, ortetecei, readjai OoOi pa-
tarras consoladoras a alma d n**fi carinhosa
mai, cnvolla no manto da tristeza, e da saudade,
e ped em vossas .ardentes oracoes por esW (fcr-
que as orneos das.anjps sao sempre o u vadea loe
Deu*.
Meu prestuaoso irmao! reecbn estas
doras, que.dermtoe sofcre a tua campa,
prova mai- solemne do sentimento profu:
me despedaza o coraran, e ollia : ou mai
H mais breve a vida do homem passa
como a sombra do rabe no deserto ; e
desta vujdobil, que liojfe'ousatioi-guer-se poraH)u-
blicar o que foste, perdbr se-liau lamlicnkdentro
em pouco na immensa e mysleriosa rego da
Ktermdade.
Recife, 20 de marco de. 1873.
Luis de rummond.
estrellas fulgentissimas e myslcriosas, no meto do
concert dos anjos, cnjo centro de attraojo a
substancia itcrotOfk
Naateu aos 15 de abril de I8, sjesta cidade do
Itecifo ; recebeu o grao de bacbare! em. sciencia*
ocias e jurdicas aos 6 de marco de t866 ; eel-
taiwrou assiduainente para dillVrentes Jomaos lit-
terarios e sciontifleos desde o seu primeiro anno
acaJemico ; pnbUeoo algons trabalhos Iliterarios,
ibis em cada um deltes suguio un estylo diverso,
4laixou-nos u:n drama de grande mrito intitulado
+-Oii*iUUt'S,M* sjciedtde onde demonstra os
altos preconceitos, que anda reina nesta socieda-
decivilisada em que vivemos; esbictos de al-
guus outros, orna comeda, militas poesas, alin
Pisiou-se ao s do coirente mez c anno.
IV
So 0 onoarai anda pelo lado de suas crencas
poti'-as, direi, que seu carcter era firme e in-
iraasigivel.
Abracavu desde muito lempo e comtoda a con-
viccio d'abna>asc>da democrtica moderna, no-
(aveiraante moliCcadapela revolucione 18i0.
Era mu dos seas mais ardentos sinhos, oceu-
par mais.....lo ou mais tarde mu c.vdeira na as-
.se.ubla bi;:-utiva.dt^;u prwiucav para susten-
Ceutyr cun a conviccao profunda, que as suas
rae'iikacSes Uie bava'm revelado, as doutrinas da
i'->-na, a que perlencia.
De ordinario, no circulo de amigo-, pronuneia-
va-se,. ;omj por iliversas rezos presenciei, contra
a ooptrasafo e com a forja de ama argumeata-
*i > ceiraJa, i de una lgica inabalavel ebegava
a 'cmiveiic.T r.os une epin elle discutia, que se de
vti romndfear os direit n da aenvidads individual
p iratottos 03 ine.n!i.-,is da eunmiin'iau civil,-conrlu-
indo por denoMstrar a necessidaJp, que tinba o
P4Z de reformas.puliticas e econmicas, reformas
estanque pou^o a pouco j se rao realisando en-
tre I.' i.
Aferrado, coma vos dase, em suas crencas,
ri-.-jieitava elle eomo devia, as das bandeiras op-
pstas, de s.iiieqii' todos o estimavam pelo seu
ni 'rito real e verdadeira tolerancia.
V
,Aos seas Joles de espirito como poeta, as suas
es ie-as enraizadas como poli ico, sua grande ap-
tidio eomo iliterato, sua eordiadade jovial na
vida intima, resignagao inalieravel coinquesup-
portiva urna vida clieia de illuse: de melhor
purrir, juuiav.i elle a mais decidida e firme adlie-
840 verdades religi.isas.
A sua cora lilteniria de prosador e il poeta
'luiastraram-oa ipt.iiiits bomens competootes
petnpulsarm os eus traballios.
Foi o principal e nico redactor (em 1808) de
uu repositorio importante da critica," e de litera-
tura variada.
Muiuis dos orgaos de publicMadQ desta provin-
oia acoliuam com satisfaeu escriptos seus bein
importantes
ssm, pjis, se os limitas a que me devo cir-
eumscrever na presante aHoeoeo me penniuis-
s<|u. cu aiJa procurara aualysar um um os
n$g ili talento daquelle que seinelbante ao as-
trw-rev de.-r.miava no seio da familia, a luz de sua
iiUcJiigeaci.i. ensinava os sontos principios da mo
r.il, 0as dictaba os mais prudentes conselhos a
M mais jovens rmott, era a satisfajao de seus
P)is, os confidente de toda a fami!i;i.
J u 8i7 dar ello lestemanbos solemnes da
g.S*D le souiiua de coubecmientos, que ento pos
o qii" por s so seria sutllcieiite para lhe dar
uai lugar de merecida honra entre os melhorcs
le: vri.!> e litteralos da provincia que me dea
v :vo.
A feicio caracterstica do sen estylo era a aaoe-
nklade e a correccao ; ludo all pareee ta sim-
ples o tao natural, como a graciosa e singla ex-
pi fssio de B>'irdim Ribeiro.
E para eonemk. transcrorore aqai as testoaos
palavras de esoonlaneo juizo do Uiin i Je /'('/-
> imbu-> de 6 do mez ultimo, em sua imparcia
Rerlsta, tracade por ponna d'ouro.
Aluda muito ou venlor dos annos, roeolhen-
se ao mm KaluiM.'ic do iisUkIi, e, com vcrdadeiro
u-'streidiiiHiulu do inundo ( pode se zer ) de-
. tou-ve aoaperfeicuaioenio de seu espirito at
o inomeul inesperado eu que veio a morte,
Cm honorosa prematurdade, roubar-lhe a
< >ida.
* i! as avanzadas e candor iudependente, ao re-
t.eber a b.irla de bacharel nao foi joga-la em
t f>riinoira .parada essas inesquinlias eonvenien-
cas sociaes, que tanto seduzem ao eoouiiinn,
fi estudar, foi pensar, lili inergulhar mais fun-
. do no ocano das grandes verdades.
E' qu elle, o que raras vezes acontece, leve
a espirito esclarecido bailante para recouiecer,
que se baria -ouquistado Din titulo scientifico,
f*stara-lhe anda o imperiosissiinu doror de bon-
* ra-lo pei'.inte a Opioio publica, que nao abdica.
seu poder e seu direito ante a palarra do ines-
tre, ou o sello e um peigainiono.
M.*u iptaij!. a tua ift.rte caus.ir-mu-ha sempre
profundissiuia dor e saudades ?!
X|jntu espirito mies de sabe-la debatia-se j
Cti^eoiitra iua triste.
Dialcme ora dar remedio a minha tristeza, e
tr;ia. o pejto ojiprcsso por' um los iinpossiveis
Sotad curvei a mente sob o peso das desgracas
.aerontei vida humana.
Koje.a felicidad.) nos sorri. e logo ainaulia, ou
l'iHt ess fdlicidatlc, um desgoto, urna magua,
ru'veio. feir.
Anda hont'tii, meu iruiao, eras tan rheio de
vida : anda liontem teus amigos contemplavain-tn
pvto fulgor de tua iotclligencia, e ento todas as
4>*trta.r> te sorriam ; e j hoje teu corno utu
***ver.
Ainda h civaTii te iM.a a|i,il.iuJir e fe.siejar o uturo, ,ue
coaosan! des4iiniar-se bullo paca t, ej boje
ostial lodos repassados de dor c de saudades pun-
tPb*.!.!-
tkymo csto elles sorvendo o fel, que mnudo.
(-/<&otanleiueuXe est a destillar de suas euira-
-apMll...
Como se quebra assim tao depressa um lo da
eadeia humana* !...
E na) sera todo isto um mvsterio ? I...
'oVb*; que tao bom nao deixar de attender
iM&omSq lagrimas vertidas na trra t...
Tu'; 'ne-hf^e habftm o seio de Deu*1, n*o -te
<-.mpas 'tambem de dor e. de saudades
qM'illmmlstas* net mundo ? f...
*Att^eftUi(w, e Mcmosa, desee por nm mo*
aient.stosltf recinto sagrado, e vem contemplar
ajor este bem oxpressivo espectculo de conster-
nacaoedeauMaiite|llj
Vera forUteter- iMVaT aijuella qae te em-
tiaJU ;a. loces soolios da .infancia, e a, quem
amU nj,t^rrft,- i,4t* iHiammaya os nortsontes- > tuas asnf-
ttJtW* para'ahi ttenu .me/gnlnda in pnm>
ti. inronsolavel, e mittla como a estatua da sauda-
de, cercada de seus filhos anda attoniros e affr-
i.le a.;s"mbro.
Ao jurli'!>nsaTto Sr. Camello e a
quem mais queira ver.
Em cunipriuiftnto do despaclie supra, certifico
que a patento do que faz .menco o suppeante, e
qne se aeha registsada a fls. 39 do lvro 3 de pa-
tontes imperiaes da guarda nacional, c do theor
seguinte : A prince>a imperial regente em nome
de S. M.o Unperailor faz saber aos que esta carta
patente virem quo lia por bem nomcar o tenente-
coronel honorario d exercito Ernesto Machado
Freir Pereira da Silva para o posto de tenente-
coronel coniman lante do 4* batalho de infan-
laria da guarda nacional di provincia de Per-
nmbuco, e como tal gozar de todas as honras,
S'rivilegios, siherdades, iscneoos e ftanquezas que
ireitameojo-lhe pertenoereai. Helo que mando a
aatoridade competente qne lhe dd posse depn.s
de prestar o devido juramento, e o deixo servir
0 exercer o dito posto, aos olcaes sujieriores
que o tenbam n reconhecam por lal, hoarem e
estimem, e a lodos os seus subalternos que lhe
obudecam e goardeiu suas ordens no que tocar
ao servido nacional o imperial tao fielmente como
devom e sao obrigados. Em firmeza do que
manda passar a presente carta por ella 'assignada,
que se. enmprir depois com o sello grande das
armas do imperio Dada no palacio do Kio de
Janeiro em 27 de sotembro de 1871. .MI" da in-
dependencia e do imperio. PM.NCEZA IMPE-
RIAL REGENTK.-Fronc/sro de Pauh de Neijreh
ro $'iyao L btto.
Carta pela qual V. A. imperial ha por bem no-
mear o teen te-coronel honorario do oxercito
Ernesto Machado Freir Pereira da Silva para o
posto de tenente-coronel commandante do V ba-
talho de infamara da guarda nacional da pro-
vincia de Pernamhnco. Para V. A. jinperial ver.
Por decreto de 2.1 de setembro de 1871, e des-
pacho do ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da juslica. Registrada a lis. 147 do lvro
1 de patentes* Secretaria de estado dos negocios
da justra. ."de outubro do 1871. Luiz Pedro
de Almei la Foococa. Francisco de Paula Pires,
a fez. -Cumpra-se. Palacio da |iresdeneia do
Peruambnco l't de ou!obro de I87i.-I)r. l'ortella.
Numero.Pago de sello 9G. Recebedora de
Pernambuco ''} de outubro de 1871.Alnieida.
Hermillo. Numero 495.Rs. 70. Recebedo-
ra de Pernambuco. 13 de outubro de 1871. Apre-
Realeo oonhecimento em forma de u-r pago a
thesouraria provincial a quantia de 'loO rs.
Secretaria da i residencia de Pernambuco, 14.de
outubro do J871.Annes. Nada mais se coiui-
nha em dito registro ao qual me reporto. Secre-
taria da presidencia de Pern.imbuco, 12 de abril
de 1873. Eslava unta estampilla de 2 )> rs. as-
sim ionlisada.Recife 12 de abril de 1873. O
chefe do archivo. Joao Valentim Villela.
fimpreza das obras mpajsjzii da alf.indcga de
Peinan buco, 14 dealrtfil de lf?a.v
0 gerente,
jDs}froiaim Autunes.
peles
i 'apalaziu da alfaude^a.
A gerencia da empreza das obras e capataza
da allandega desta provincia faz saber ao respei-
tavel corno do commerco, e a quem mais inte-
ressar possa que a condieo 5a do seu contrato
com o gnvernu inqierial lu alterada por urdeui do
lliesonro n Ii7 dt 2t de marco ullimo, pelo que
do 1" de maio prximo vindouro em diaute as la-
xas enastantes da mesan condico, quer das mer-
cadorias esse lempo existentes nos arovizens
cargo da empie a, quer das que se rein reco-
lheudo. seio cobrados do seguinte nudo :
!. 100 rs. diarios por tonelada mtrica de ar-
queacao. sendo navio, e'l."io rs. sendo alvarenga,
lancha, barcaca ou canoa que atracados s pon-
tes da alfandega e dos trapiches e armazens cus-
toados pela empresa carregnem ou descarreguein.
e motado destis laxas nos dias em ana estando
estas enibarcacoes atracada? nao carre.'uem ou
dasearregaem. salvo ueste ultimo caso quando isso
acontecer por motivo de torca maior a jnizo do
inspector da alfandega.
2. 8()0 rs. por tonelada mtrica de arqueado,
incluido o fete de alvarenga ou lancha pela car-
ga ou descarga de navio (ondeado dentro do por-
to que nao atracar as ditas pontes e desembarcar
toda a saa carga, 8'udueste caso a alvarenga
on lancha e sua conduejo fornecida pela empre-
sa. No caso contrario pagar a dita tsxa por to-
helada de mercadura effeciivamenteeseaf egida.
Esta laxa so ter execnco |uando convenba
empreza encarregar-se d-te trrico.
3. iu rs. [telo embarque ou desembarque de
cada roame nao excedendo a 50 kilos Em ce-
deudo dente peso mais ^ rs. por dezena ou frac-
rio de dezena excedente de 50 kilos e in cada
roame.
Sendo p-iriu bagagem 500 rs. por roame ate S
kilos e l por volame que exceder de 5 kilos.
4." Anuazenagem calculada e cobrada sobre a
importancia do direitos de consumo nos termos
do art. 13 do decreto n. 4,510 de 20 de abril de
1870, isto :
Do dii immediato da descarga at 6 mezes na
razao de 1 por cento ao mez.
Da li mezes at mu anno 1 e 1/2 por cento ao
mez.
De 12 at l/< nozas 2 por cento ao mez.
De 18 al 2' mezes 3 por cento ao mez.
H lodo lempo excedente a 21 mezes na razio
de 4 per cento. ao mez.
Eoteiule-sopor direito de eonsumo os estable-
cidos na tarifa das al'audegas inclusive qualquer
augmento addlclonal nos termos das ordens do
thesotro de % de Janeiro de 1866 e 3 de feverci-
ro de 1868.
(Ju..oil.i as uieccadorias despachadas fomu
isentas doa respeclivos diroitos, por cpncossau esi
pecial e nao pe a tarifa das alind,;gas,'a armaze-
nagem sera calculada a>M-es'dHrrtos de consu-
mo que a mercatMriadbycaiarpagar so nao. gozas-
se desta i*eroodem do.tUusouio do f." de
Janeiro de w\. !este caso fleam omprbendi-
da* as despacbudas \vn% re-'esporaeao ou tran-
sito
Quando as mercaderas dwjiachadas para con-
sumo tercia i.-eiiUis dos dreitos pela tarifa, a ar-
mazenagem sera calculada s)bre os dreitos resul-
tantes do seh valor e na razao de 30 por rento.
Ordens de 5 de outubro de 1859 e 27 de Janeiro
de 1863.
Quando as mercaduras despachadas forera cs-
trangeias e vierem acompanhaihs de carta de
guia por i haverem page os dreitos de consumo,
a armazenageni ser calculada sobre os dreitos
resultantes do M por ccoto do seu. respectivo-r*,.
lor declarado oa iiiesma guia.-Ordens de 8 de
maio de 1861).
Finalmente quando os gneros forera nacionues,
a armazeiiagem sera ds 1/4 por cento do valor qne
estas tivxiciii i;;i ruuu semanal e por eada mea
Ue demora. O.-deus de i de agosto da 1865,16.6V)
outubro de 18137 e 24 de Janeiro de 1808.
Para base de toctosestescalculse jbranca da
respectiva annazenagem a. empreza se guipBpl
que constar ih dospacnes.faitos e processdos pp-
las partes e apreseatados alfandega, os. qua^s
\. Joaqnlna l'l^ueiru de Helio
Sbala,
^4\.w waAtiA 11
..-Va, onde esinin a linad;,
Vai, penutra-lbe na campa,
0 negro ca xao destainpa,
fleija-ltie os OSfos> que eu mando,
Saudade, Cica os beyaudo
Eternamente, seni lim !....
Celebrar a virio* do nvirto,. prepo-las como
xeio|ilw-*)s vivus, anjM-eBr.ara consulaciu do*
que lhe sao mais diams ra oas apa/es do dimi-
nuir o justo sentimento de suas pardas, quaado
iimueiisa t dor, que aepercute da perd irrepa-
ravel di esposa carinhosa, da mai desveilada.
qualidades que tapto distinguem a mulber om
(sua peregrin n;ab pela trra, foi sempre uso sa-
lutar, que o espirito humano nit deseonhece, e a
razao de ricuMs boje i-ecorJar o passaiiicnio do
una matrona, qne apon si acaba de doix ir traeos
iiudeleveis ae suas virtudes suees, e pn\ ada?. e
a vr pela nuprensa yoruambucana pagar por es
toccasio o ultimo tribute devido a sua memoria
saudosa, ojelo da viva lombranc* dos que lhe
sao charos! ..
E so nao sqccumbera de todo o qoe de si e de
suas aecties doixam aourada memoria, menos su-
jjeita as les da morte se mostra quem. tero a ron-
tuja do Uaver feo respeiter o propri nome, e as-
socia a fortuna tao rara de o transratur a filhos
-me saibain tornar-lhe mais proonnciado o relevo,
e dar novo lustre a hcrmica reoebiUa !...
Entretanto, por maior que seja a resignacao
ehrista, o desapparenmenlo dquelles que pos s
'doixam tragos indeleveis de uojcraades sentimen-
lOoV sera oonsoiacaov
D. Joaquina era um typo dos mais nobres sen-
tneutos.
* i* porque boje a planteamos.
O atrsente secuto tinba 3 anuos, quando essa
estrella brlhante assomara radiante nos vastos
liorisontes da bellwsira cidade do Sobral no Csa-
r, tocando ah era seu occaso esa marco do cor-
rente anno, para nunca mais apparocer...
Foram seus pas o capilio Jeronvmo Jos Fi-
meira de Mello e D. Mar a do vramento Fi-
gueira de MeHo, a|aelle natural desta briosa pro-
vincia, o um e ontro provindos donobree boa-
rada ascendencia.
Em 1824 espoln ao tenente-coronel Jos Sa-
boia, natural da cidade do Aracaty, berco dos
'maiores vultos coareUses, que oito annos antes:
de sua morte a .preceder na eteroidade. deixan-
do deste feliz consorcio, 3 nthos e sois fi-
Ibas, todos rajados o estabelecidos vantajosamen-
te, e mais de 5' ntos!...
D. Joaquina faza a fortuna da bella soceda Je
em que vivh, como urna mai de familia modelo
e distincta por inuilos ttulos e accoes.
Entretanlo a muito sentida morte de seu pre-
sadsimo esjiozo, verifi ada ha ."> anuos, della viu-
do .epatar duus coracoes a 46 annos unidos pelas
heneaos do co. como esposa extremosa que era.
achou-se por este boto, e desde entao triste e
cheia de lembrancas queridas nocrino da
saudade, no velao uinho xla familia, onde as
reeordacoea do passado de mistura com a me-
lancola a Haeram procurar no cAo a consolacao
e felicidade que na tara nao poda encontrar.
Ergamos pois boje tarnbem para l os nossos
olhos levados do sentimento profundo da saoddc
p>r aquella que tambom j nao existe, e que l
et(.>rnamente repuusa...
at 50 sachas coin .T.G65 4aus de algddao.
,r ~2 *So Pati"'lo bra>lpiro Jubiladlo, para N
Yock; T\l r^iuiran i : IL Fprater A C. 2jifJ0 sar.
com l.oO.oTH) kilos de a'ssucar mascavad.
cora
da
sac-
WMW
PRACA DO RECIFE li DE AlilW,
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotnc^N oniciaew.
Assucar-bruto superior 1*950 por l.'i kilos, sab-
bado.
Assucar bruto rsglUaJl I-3800 por 15 kilos,
sabbado.
Algodao da Paraluba 1" sorte i0000 por 15
kilos posto a bordo a frete de l|2 o 5
OO, sabbado.
'"arabio sobre Londres a 90 d|v. 26 3|i d. por
1 i, sabbado e hoje.
Descont-de letras 12 OtfJ ao auno, sabbado.
Duonrcq
Presidente,
ieal Sove
Secretorio.
Sebo nado fffl ki/ns,
Xarque 115,127" kilos aus con#igflalar;
Montevideo, sumaca hespanliola EvuUh, consig
nada a Amorim A C, manifestou :
Xarqne 2,68) quintaes aos cvnignataros,
Rio Grande do Sul, brgne bra'silero Ctswe,
consignado a Amorim Ir mo "* C, onlfestou :
Xarque 191,691 kilos aos consignatarios.
DE^PACH. S DE EXPOIITACAO NO DA l DE
ABRIL DE 1873.
Para os partos do exterior
Ho vapwr inglez Li Place, para Liverpool,
iTSK'iSr : M L""lun 4 '.^ eos i
[>' 'L'i Wos de assucar mascavado ; P. Carueiro
:' t.. 50 saccas cura .6B5 ditos de algodao.
New-
saceos
Na barca wdw ~#&W,. para Montreal,
Sf/aS""1 ; H, Forstur C 7.000 saceos
o2j,000 kilos dea^Yt-rmascaxido.
-Na carca bjasilira ufersle, para o Rio
Prala, carregm : f. K ^ot Guunaraes 400 s
eos Mu 46,967 \ i os d assucar branco.
. No j^rigue franecz Rpido, para o Rio da
ro-jiu, caneyarip : A.,0. Leite 120 saceos cm
y,000 kilos de assucar branco ; J. S.Lovo A Fil'ho
80 barricas conl 2,453, ditos de dito.
No brigue hollao/b-z Nelly, para o Rio da
('rata, carsesaram : J. S. Loyo A Filbo 380 bar-
ricas com W.5W kilus de a*ucar braaco e 30
d'tas com 3,527 ditos de dito mascavado.
Xa barca portuguesa lVti//ii^io,parao Porto,
earregoa : II. J. da Cobrimio l*J7 sac as com
tUto&kikM de-lgndia
Ni galera portugueza A'oro Fuma, para o
Porto, carregou ; ti, k da C. Sobiiolw 300 saceos
3om 22,500 Kilos de assucar mascavado.
Nagalora portugooza A>td/H"t, para o Porto,
carregaraui T. A. Fonseca A-C. Successore 8'.0
saceos com 63,750 lrilrs de assucar mascavado e
l.OOo.oitos com 75.UO0 ditos de dito branco.
No b cue portuguez Lata, rara Lisboa, car-
rogaraiH : T A. Fonseca A C. Successores 000
saceos eeiu 43,000 kilos de assucar mascavado.
ar Para i'enedo, no v por nacional /fi/t, car-
regaram : BartlwlomeuA C. 1 barril com 40 litros
de alcool.
Para Grsnp, no vapor nacional i-'pama,
carregaram : Barros Jnior A C. 76(2 barricas
com 5.161 kilos de assucar branco. Para o Cear,
M. L P. Brrelo 32|2 dita cora 1,99 ditos de
dito; A. C. Araii/o 3iq2 ditas com 1,891 ditos do
dito ; Cosa A C\ 50|2 dus cn| 3,t21 ditos de
dito. Para Acarae, Costa ditos de dito ; B. Oliveira A C. 5 barrs com 480
litros de agurdente.
Para o Rio de Janeiro, na tarta portugueza
Arnera, carregaram : Ohveira Filhos A C. 20*1
saceos coiu 19,001) kilos de assucar branco.
i'ai a o Rio Orando do -ni na buca nacio-
nal Man sa, carregaraiu : Oliveira Filhos A C. 40
pipas cora >9,200 litros de agurdente.
Para o Rio Grande do -ul, no patacho na-
cional !M$ep-iedes, car rogara m : Silva A Casco
20 pipas com 9,600 litros de ind.
Para Clisara, no hiato brasileiro /Vos te
'dos Santos, reqtiereu-me pam rentar em has(af
Vublica desie juizo os escraros |*rfci!ente.s a seu !
tutelado, os quaes sao : Antonia, preta crioula, j
mulbdr de Estevao, de 33 annos de idade, sadia,
do servico domestico, 800/000. Herculafia, preta |
crioula de 33 anuos de idade, sadia, do servido do-
mestico, 60-iiOOOHeraldo, mualo, de 14 anuos
de idade, sadjo ljbo de Hercubna, 860*000 ; Ger-
mano, mulato, de 9 anuos de idade, filiio dcrc.u-
lana, 350400o-.
E, pois que, annuiodo a semelhanto preleocio,
polo presente e firmado no que dispae o decreto
1695 do 5 de setembro de 1869, cuavindo a lodos
quanto quizerera laucar sobre os mencionados es-
cravos, apresenlarem-me suas prnaostao, estain-
pilhadas, no praso uc triqt das a contar de hoje.
Os pretendentes querenflo podem ver os escravos
na travessa do Veras n. 8 da freguezia da Boa-
vista. E para constar mandei passar o presente
que ser lUlixadu nos lugares do costume e puli
cado pela iiiipreusa.Dado e passado sob meu signa
e sello ou vlha sem sello ex-causa. Cidade do
llecife de Pernambuco 14 demarco de 1;3- Eu
Florian Girroia de tirito, esoririio, o iLz esc e-
vrer e subscrero-
Joao A agito do Reg Burro.
DO
Kuiilio Xavier Sobreira tor da thesouraria de fazenda do Pernam-
buco etc. etc.
Faro saber aos que o presente edit.il vi-
rem i}u.-;, em virtude da circular do tribu-
nal do tlujsouro, n. 6, de 10 Je marco pr-
ximo limlo, a contar desta data, sub6tituein-
su nesta thesouraria todos os dias uteis, des-
de s 9 horas da manila s 3 horas da tarde,
as notas do mesmo thesouro, ile 505000,
da i '.(.'Uuii|ia, s quaes sero trocadas por
valor equivalente at :il de dezeinbro do
corrente anno, comec,anrlo do 1* de Janeiro
de 1874 em diaute, o descont Mensa] e
successivo de 10 oi<>, D*> valor das notas
que nao Uverem sido substituidas at aquel-
lo dito dia 31 th dezeinbro, do correte
uno, at ficarem sem valor alf,'um.
Thesouraria do fazenda de l'eruambuco,
9 de abril de 1873.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
arregaiam : M. H: 17. Monte Negro 1|2
Gui,-
barrica roni 65 kilos de assucar branco. Para
Maro, Costa C. i dita com 98 ditos debuto.
Para o*Mata!. na barcaca Tres Irmdns, carre-
taram J. M. Darros Filhos A C. 5 pipas com
2,4' 0 litros de anuarilente; Fraga A Rocha 7
ditas com 3,360 ditos de dita e 2 barricas com 160
silos le assucar branco.
Para o Natal, na baroaea S. Jnaqmm carre-
garam : Fraga A Rocha 2 barricas com 160 kilos
de .issucar branco.
Para S. Miguel, na barraca Lauro, carrega-
raui : J. T. Girdeiro A C. 2 barricas com 180 ki
los de assuca r branco.
Para Macei, na barcaca Faxco tUi Gniihi,
carreganm : S. Junqneira C 1 barrica com
61 kilos de assncar branco.
CAPATAZA DA ALPANDF.liA
llendimento do dia 1 a 12
dem do dia 14 .
VOLL'.MES SAHIDOS
No dia 1 a 12......
i'i nocir perla 00 dia l4 .
Segunda porta.....
Terceira pona ....
Trapiche Coucacio .
6:7574217
1:204*040
7:901257
14,710
92
22:!
307
2,801
18,163
ALFANDEGA
endimento do dia 1 a 12. .
dem do dia 14. .
428:477J517
5t>:2(J9740
48i:747257
devem ser presentes empreza pels despachak-
tes logo depi.i^depagselaBcadosnuhrredare-
ceito da alfandega os.dreitos' devidos ao EstaoW
nao acudo I lie portante pennitido ex:gir tas
me.-mas partes factures ou qualquer oulru ducu^
ment .
tjuan* a descarga dos volumes, cm nra mesmo
despacho, tente sido feita em differentes datas se
lomara .para b6je,* calculo da annazenagem o
termo medio dos dias de descarga. Coniinoam
m vigor as IsencOes de armazenagein a que se re-,
feCem os- regularVntos da alfandega e empreza.
5.* IVIaeorlsso de garantes rie deposito, na
(orina da coadieao oitava, um quarto do valer da*
inercadoiias netle mencionadas.
6.' Petfa'&ertura'de cadaum volume'SOOrs."'
DescarregaiB hoje 15 de abril de 873
Vapor inglezLa rimenicrcadorias para alfan-
diga.
Brigue portuguezCatete mercaderas para
trapiche Concecao, para despaclur.
Brigue inglez ]oiid ferro para ,i trapiche
Coucei.o, p;ira despacltar.
Patacho nacionalSot charque despachado
para trra.
Brigue inglez -Cabria*^ Relie ferro -para o tra-
jiiebe Conceicao, para despachar.
Brigue alemao- Pas .V-madeira j despachada
para o caes do Apollo.
itrigue .portuguez r-Btantamt rinbo para depo-
sito no trapiche Cuuh.i.
Barca p rtuguez.i Grutlao vnho para deposito
no trapicho Barbosa,
Barca portugueza C rrn gneros nacionaes pa-
ra o trapiche Dias.
Patacho uglaz Pitnceu ferro despachado
para o caes do Apollo.
Impnrtucito.
Lmboa, brigue p rtuguez Cotete, amamaW0 a
Rabello & ('., mtmifettm :
Azulejos 44 caixas a M B. Carvalhu. SO a Cos-
ta A Soares. Alpiste 50 saceos aos consignata-
rios.
Batatas 10D/2 lixas aos eon.ignatarios. Bro-
chas I sarco a Ferreira Maia.
rCubjJIas 50 caixas aos roasignatarios. Cevada
16 barrs a L. J. Silva Guiii.iraes. Cama e seus per-
'tences 5 volumes a Jos J. Costa.
Ervas raedtoiuies 3 barricas, 1 fardo e 1 caixa a
Ferreira Maia A C.
.Farelo 200 saceos a Jos Goncalves Torres, 2'0
a J. S. Lima, 65 a Jos J. da Costa, 600 a S Lcj-
tao A Irmau, olK a Rosr, A FUho. 70 aTasso Ir-
mao A.C, I) a L. i. S. Guiaares.
Groo de bieo 2*) saceos a J. Junuari.i da Costa.
Oratorio 1 ao lueano.
Podras de rantaria-41 vnlnaaosa Balihar Olivei-
ra A C, i a H. B. de OliaeirA, 35 a A. I'onceea A
Successoces, 35 a Gqu/>'Uvas Foutes.
Iteapa branca bordada 1 calxa a D. M. Martns.
Stmets 300 sacos a A. F. de Oliveira A C
SardtnhaSO. barrs a Genital ves Beltro A Filbo,
50/2 a M, D. Rodrigues.
Vinho Jfi.pipi'S e"TObarris or temv*riaas.iO
tiarris a Goo-slves Boltra A Filbo, 9 ditas e |u
klitos ais cotsignatorfes, t4 ditas a 30 ditos a Oli-
(vpira A Filho.
' AWr York', rapor am II. F.,rster A &, Htttnifestw .
Brm azul 10 caixas ordMp.
i Cevada 5 caixas a \V. R. Cassels A C.
! Ferro fundido 1 caixa ordom.
l I.ivroij-2 ca;.\as ao Rvd. Jolm Bpyle.
nitjiuul)
i Rio de Janeiro, br'Burtuguoia Cong\, con-
signada a Fimeeea A Sncrassores, manifestou :
i finrricas \-asdas 86 .a Joao Licio, 200 a Piolo
Guimaro.
I Caf'404. saceos aos, cpnsignatorios,. 164 a.Rosa
& Filbo. 25 aGon-attWBeltra7^ Filho, (Ka Ri-
Kardo J. Gomes da Luz, 5 a Tito Lirio Seares,
Iflf a A. F, Cpr.
:Ntosui4Wgb ija^4a ft( Lanm.
Aoaa vo^as-lOM .aoa ope*ifaaa rio*. ;
Seda l farjo aos eunsignaiaeios.
T.-'^^'^'r'rS^lf'M. *?.cysfi)trwB. ,
\mho 38 caixas a XJT.i>Mrigu*B Meai-s,.
Rio Grand- do Sai... Iwrea. jportuguea Nor>m,
tonsgiada a li%eiraA Filho, maniistou ;
Coaros Scetfos 69.
Grafft era bexiga %W1 los.
SERVICO MARTIMO
Alweagaa desearrepdas DO trapiche
da airande^a no dia l a 12. -
Ditas ditas no dia 14 .
Varios atracados no Irap. da alfandega
\lvareugas........
N'o trapiche Concecao.....
48
3
i
52
RF.CEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendiraento do dia 1 a 12. !7:5lt**8l
dem do dia 14...... 3:246*702
2;: 789*183
iteadimeMn do
dem do da 14.
C0NSI LADO PROVINCIAL
1 a 12.
56:770*9*3
4:375*279
61:146*202
vOVifiMTO Or i>ORT0
Navios entrado no dia 13.
Rio Grande do Sul 42 dias, barca brasileira Aor-
BW, de 246 toneladas, capitn os da Silva
Quiresma, equipagem II, carga 19,000 arrobas
de carne; a Oliveira Filos .\- C.
Rio de Janeiro 13 dias, barca portugueza Cvrqos
de 312 tapetadas, capio Antonio Jos Locas de
Sobral, equipagem 13, em lastro; a Thoiuaz.de
Aquino Foococa A C Successores.
Navio sahitio no mesmo dia.
Santos -Escuna ingleza AW'* floj/ capitao \V. J.
Knotts, carjia agurdenle o outros geueros.
Navios entrados no dia 14.
Kio Orarais do Sul28 das, In-igue escuna bra-
sileiro Cgsne, de 237 toneladas capitao Jos
Monleiro d" Almeida, equipagem 11, carga
13.000 arrobas de carne; a Amorim Innao
& C
Buenos-Ayres 30, dias, sumaca hospanhola Jnse-
pita Curvneza do;9i) jtonebtdas, capito Geraldo
Bom, equipager 8, carga iirne, ao misino ca-
pitao. Veto refrescar e segiiio para Havana.
Montevideo8dias. suinac hespan ola Enlilia,
de 91 toneladas capitao' Francisco Millet, equi-
pagem 11, carga i VIO quintaes de carne; a
Amorim Innao .v C.
Lisbiia 34 dins, brqne portuguez Cotete, de 22o
toneladas, eaulio Jos Janoario da Cista, eaui-
pagera 13. carga rmno e outros genero?, a E.
L abollo A C.
Nev.-Vork e portestermedus 21 dias, vapor
aiiv-o-i.-ano Oui.n;. de 3451 loneiatlas. comuiau
iliiuto G. B. Slociiin. eipiipa:;sm 8, carga dill-
tenU gimen* ;* JIoiujji.Fiirstor A C
6aii!s -16 dias oemim rn^tea Ufa/tima, Ae 344
toneladas capitao R. W'iHaiu, quipagvm 9,,em
i itrttrt)', a ordotn.
P*i .Graud* do, Sul14, dias, escoma botUodcia
Plegadem, de 428 loifcidas, capitao to W. de
Jong, tquipageul, 7, fga 4M02 aitobas de
cune ; a MjuioeJ di Silva Maia A.C
Silvios snhidf na. vtesmo dif.
Pap-Corveta itacioonl" K/faf de Oliveira, com-,
inditante capillo de f>agala Antonio Joaquim
I de Mello.
Nuw-YorkBarraotxroVza imagen*, eapao D.
Boiiia. argn aAainar.
re -Barca fnutcssi Aa.iaptiste, capitao Da-
guerre, carga algodao e couros.
Barca imrle/..i SWnw,.capitao Auuvs Irrioe-,
varga .v*war,
De ordeiu do Illiu. Sr. Dr. director geral iu-
terino, fago publico aara couheitinieuto do pro es-
sor de primeiras lettras da cadeira da povoacao de
Viceocia, llcnrique Gloriado Taylor, a' portara
abaxo publicada, pela qual foi-ibe marcado o pra-
zo de 15 dias, na forma declarada na uiesma |>or-
tara, alini de responder a accusarao que lhe fei-
ta por ter abandonado sua cadeira se n lcenca
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco, 29 de marco de 1873.
O secretario,
.ImWiano A.P.de Car filho.
Portara a que se refere o edital cima.
Directora geral da instruccao publica de Per-
nambuco, 26 de marco de 1873.
O director geral interino da instruccao publica
tendo era vista a d.-liberacao do conseho director
que era itntiin de 6 do corrente, decidi que hese
o professor publico de inslrurcao primaria da ea
de ra da povoacao de Vicancia, Henrique Cloriodo
Tas lor, sujeito ae processo disciplinar na forma
d s arte, loo e 106 da le n. 369 de 14 de maio de
i8.j"'i, por se acbar incurso no art. 96 n. 1 da ci-
tada le;, continuando fura do exercico de sua ca-
deira sem licenca, resolte ouvir o inesflM [irofes-
sor, que devera apresenlar a siu delata no praao
de 15 oias, a contar do dia em que for publicada
no JniHul Offmal a presente portara, visto mi ser
conbecida a residencia do mesiiio professor, qne
nao esl na sede de sua cadeira. O director ge-
ni interino, Dr. Jo) Jos Pinto Jnior. (infor-
me.O secretario, Anrelian A. P. de CurfulMo.
De ordem do Ilini. Sr. Dr. director geral u-
teriuo, faca publico para coubecmenb) do proes-
sor de iustruccao primaria da cadeira da Villa, do
Brejo, padre Jos Prjcopio Pereira a portara aba-
xo publicada pela qual foi-lhe marcado o prazo de
15 das, |na forma declarada na iiitsma portara,
afun de responder a aecusacao qoe Re feita por
ter abandonado sua cadeira sera liceni.a.
Secretaria da insiruc-;;io publica de Pernambuco,
31 de mareo de 1873
O secretario,
Mireliann A. P. d<- Carotlk <
Portara a qne se refere o editol Mima.
Directora geral da instruccao publica de Pe -
nambuco, i5 de mareo de 1873. -n director ge-
ral interino da instrnceao publica, tendo en vista
a deliberacao do eonstlbo director, que, em sessao
de 6 do corrente, decidi que f>sse o professor pu-
blie) de instruccao primaria da cadeira da villa
do Brejo, padre Jos Procopio Pereira sujeito a
processo disciplinar, na forma dos artigos M e
106 da lei n. 369 de 14 de maio de 1855, por se
adiar incurso no artigo 96 n. I da mesma le,
abandonando novamente sua cadeira sem licenca,
resolvo ouvir o respectivo professor, qoe derera
apresentar a sua d feza no prazo de ifuinze dias,
a contar do d'a era que for publicada no jornal
ollicia! a presente portara, visto nao ser sabido o
logar onde presentemente se aeha o mesmo pro-
fessor.
(Assgnado). O director geral interino, Dr.
Joiio Jos Pinto Juoior. Conforme. O secretario
Aureliano A. P. de Curca/Un.
Siuila cuso (la misiM'ii'oi'd do
Bccife.
PREDIOS VENDA
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife, competentemente autorisada,
leva pela ultima vez prava de venda, at o da 17
de abril pnale mesma junta, na sala de
suas sessoes, os predios seguales, tomando por
base os presos j olterecidos:
Largo da Caiupiua
8 ...... 40AoOU
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 92 e a de 85 dos Ovara-
. rapas......
Sobrado de um andar n. 30
Dito
BEBERIBE
Terca-feira 15 do corrente mez, peia*
12 horas do dio, devora reunir-sc a admiaia-
traijo desta compaobu, aliiii le barertra
baln) ({'administrarn, dormido ter Instar nu
respectivo escriptork> ra do t^oap n. 19.
(t.sivrctario, |^_
____________Jos Jl. Jl. ,U M,euezen.
Consulado de i* rtepul
del Paraguay en Praai-
buco.
Da coMfennidade con las inslrnecioaes ^st tm~
bierao do la rejmblira, invito a todos los miMiIii
de la nacin paraguasa, resid>qsH. ea oila pru-
vncia.N rompaicr.T en este amulado a H
termino de-30 das, r ntadus m la fecha, isn e
ios iiber sus nombres en el libia de regtstrw.
Consulado de laSrepubliea del "'arairua. Calle
de la Compania Pcrii)lNicaita B, faltos i.
Pernambuco, 3 de abril vd- '87.1
_____________________ tel-sal_________
Santa casa da misericordia
do Recife
A junta adminislrativ.i da santa raaf Vi miN
ricordia do Recife, autori-aila |h-;.i pmu i.-nra,
e de conformidad!* como % i- ari. 52 di conpra-
iiiisho approvado pela M provinrial ti -~.il de 9 de
junho di^ 1862, periniita por taullaj. da divida pu
blea o predio de diaa andaos r soto n. .'7 *
fu da Mo-da. perUi<-i"it.- aos r>iabelrNneiito>
(I- caridad>", o qual se arna em m. estadn.
Aceita prunostas na sala tbs sna.i ^rssfiw at <<
dia 4 de abril prximo vindouro. rreeelie na mes-
ma orca'ie pro|iwta'< para (b-molir o rHtorid"
predio a converte-lo en um armon-in lerm, obra
que devi- ser lavada a etlrito im raso de nial te
conseguir a sua permuta.
Secretaria da santo casa da misericordia A
Recife, 19 de mareo de 1873.
O eservao,
Pedn'Rodrigues it> Smza.
Pela thesouraria pruvmoat se taz publico,
que a arrematac/m das oadeiraa extrahdas da
ponte de S Joio, foi transferida para o dia 24 d.
corralo mez.
Secretaria da thi-souraiia pnivmrial de Pernaai-
UCO, 14 de abril de 187 .
o odlcial maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Santa casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da santa casa da misericordia
do Reaife, de ordem da juma admiaisirava. sao
convidados os prenles dos educandos do colk'gio
di^ orphaos, era seguida declarados, para que ve
nbam reqnprer a presid-ncia a su nrtnra, rnt
pie nao podeui mais all conti >uar em virtod.' do
que dispee o art. 45 do respectivo ngu menlo
por j terein attingido a idade de 14 aun -
Antonio de Mendo.i a ile Alloi.pier pie ;.l ,r.i-
nho, filno legitimo de 3eron>n;o Salgado le Al-
boaaevqpe Maranhn e Mana i andida de All.u
(oenpie .Maranhao, j falleciilos,
Manoel Bodolpbo i!oriliro Lfite. IHho b'gilimo
il Maiia Rila Sarniento do liego.
Antonio Pedro de Alcntara, tilho b-cilimo ito
Maria IsaM de laNfes.
granriM'ii Concalros Oumar*!-*, filho l-gitii*-
de Amia de Sales Civalcante.
Joao ila Cruz Mello e Maia. siItiiIhi lo Rozca-
da Cmbeliiia Ferreira de Mi lio.
Moa H Taeodora SoantaM il. PweiBaaala, I-
Iho legitimo de Candila Bou Smpate Poaatoa-
cula.
Secretaria da santa casa da miseric rdia d
Recife, 12 de abril de 1X73.
O I-e! >..' -.
Pedro llodiiguc- A.....iza.____
LNSPGQCAO DO \ RS L\I. DE
MAR! Mi;.
FaZ-ee publico que a i-ooii.ii-soo de perit s c i
minando na firma delenn 11 la u r galanKi'
annoxo ao docfato n. '2. n -" de i'-veren
1854. M cascos, maclii.'i-. cald'ira', apparelli.'-,
aiastreaofiee, velamos, amarras < motn* m ra-
pares l'ir.p mu, Gmui, Cnrm n e ranal
da companbia pernaiiibiicairi il Barcparie n -
tetra, finprrwl'>r e- Moleim-. >l i c irpanln i ripila? '.
de roboaoa, ataa lados ma** nlMoctoa cm aataaV
de podercn os rap res c taiiiinar ao aaratjB no
que -e en prefin.
mspeecao dw arsenal dentarinha de P^raaaa-
haco, 12 de abril de 1873
Francisco Amphm S eppe Ja $ilt i
Ins crtor.
Mea agua de n.
3:3 lliOOil
2:IK)!ljo. 0
500*1 KHI
c,
.' -J-Lil
spjiteme ^_
P Dr. Joio Angust (te Reg^ yai
mbstituto do j,i|Bi''tf'ljfBlil*Jiri'~)ti,'Ti de or-
liiaos e ausente^'-AaJsJwWA*ftede e seu ter-
mo, por Sua Xagesiajlo o unporadur>q|ue Deus
i guarde etc..
Fa.-a sabaLafl oue este virem, qra; u bacbarel
tnneeencicf SerAj^co de Assls 'arvalno, tutdr'do
uionor, IHho^d*tenente oroncLFeliciano, loaquinr
mei-agua .... .
Ra de Antonio Henriques.
Meia agua n. 2i>....... 6>'S0 0
Ra da Restaurado.
Sobrado u. 57.......6:00:!0> 8
Ra do Amparo (Olinda)
Casa terrea n. 21).......I:680000
Ricca de S. Pedro.
Casa terrea n. .......!:0600b0
Forte do Mallos.
Metade do sobrado de tres andares n.
13 por.........5:.*i003000
Boceo do Abren.
A 3* parte do sobrado n. 1 2t>&6o
Ra da Soledad.'.
Casa terrea n. 7.......7005000
Boceo do Teixeira.
Casa terrea n. 5......SSOjfiOO
Largo das Cinco Ponas.
Terreno.........1:000*000
Ra da Assuinprio.
Terreoo........ 4')00''i
Secretaria da Sama Casa da Misericordia do
Recife, 20 de marco de 1873.
O oservao,
Pedro Rodrgaos iie Soasa.
ADMLMSTRACAO DOS IXNIRBHIS DK PfiR.NAX-
uceo 15DB ABH i. ;> ; ih;.;
Malas petos vapores G'fWd e PfOpnm i
d com|)aiihia |iein.:iiil>urma.
A correspondencia que le:n de aer npnid
boje (15). pelos vapores acuna mencionad' s o,
os pollos do sul ate o Ara aju. o ira os as n. i
afei a '.raiija. laai rer.Iii.la pela uno.no *.
gainte :
Hacos de jomaos. Impressos Ae qaaKforr iriin-
reza. e cutas a registrar, at i b oas da tai I
carias ordinarias ale 3 horas, e estas ate \[i
pagando gata duplo.
0 administrad r noaian.
v;,-enle cVlTi-ra da Pota iiinciri.i
THEATJiO
KmpfKZH
EStnillGA Se PVA.VKTE
CARLOS II
01'
.4 iiiquisit'ilo de-Hespai!:a
AVm ti hocuM.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
Idous terrenos que possue no lugar dos Arrumba-
dos, hoje Duirte Coelho, sob Us. 39 e 46, tendo
nquelle 390 palmo e este 309 de frente e ambos
e fundos at a baila mar
I Secretaria -da Santa Casa de Misericordia do
peclfe, 7 de abril de 1871.
O eacrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
s tendo recebido em data de 7 do crrente c
plcjo do Exm. preideote da provincia, de 4 do
uodapte uiez, uo .qittUo'recouuueuda quo convo-
injaiajUUta, quopsam ser uberiales eui "virtude 4u ariku 2
i3o re^ulamento apucovadi), pela decreto n. 5,133
lie ldij uoVeiubr.V.anno, passado par.iaetor
tocio, da le a. 1,040 de 28 de setenibro de 187 C
e itovondo a juoU.reuuuxst na praeira dodunga
do crreme diez, aau pode ter u,gar..a ruuniao por
me ter chegado posteriormente a ^riJCjpafao.da
presdejicia, e pos esta, razao oon,vido. pe I posW"-
t .aos intercssailos a coin.paracrera no. dU 21)
des to mesmo mez, m> pAcp de caisara municipal,
s devora Eiiuair a. insnja. juftSa,. pelas 3
horas da inauli. alam de principiar os seus ta-
balhos." Rocif 9 'doabriWe 1873. Manoel Joa-
quim do. fiego. t Alluqucrque,. flteiikiuu; d
futta.
TIEXTa
SANTO ANTONIO.
EMPREZA-ViCEHTE.
Noviilaile! Wikk!
Quinta-feira 17 de abril
Primeira representaba i nesb" theatr), da e\rri-
lente coinedia-draraa em 4 actos (mo genero
Cigana de Paria).
AS IECOBUAC0ES
IHOCID ADE,
original de L TMboost e Delaroar ornada da
pmsica, instrumentada polo maestro Colas.
denominacGes.
1. acto. O caf das arte.
! -UmBbaadcga tama
, 3.* -Os tiioros da oasMfeira.
i 4/ a Os amigos douaaiatnae..
Os tros prmeiros actos passam so em Paria a
0 ultiuM em lloutpellior.
I'irsooagensdos priawiros ari.is
Morisset, p ovinciano Sr. Flava*.
Robteeau. escrevente de tabeUiao Sr; Ftaria.
osor Duitan, esiudaale Sr. Tieaate.
Paulo Bnafd, bacharel Sr. Saalw.



Diario de Pemambuco Terca feira 15 de Abril efe 1873.
-trenouillet, dono de nm cal Sr. Julio.
Miguel, caixeiro do boteijui -i Sr. Cmara.
BeJatny, frequeulador do caf das c
Artes Sr. Meneies.
Jolivet, idetn idem Sr. Mximo.
Alberto, idem idem mmt St. Emiliano.
Jioeuiia, joven costurelra D. Manuel.
(Mympia, escndeira do Hyppodro-
nio D. Olympia.
Bernardina, lavadeira de roupa
fina D. Emilia.
Fregueses do caf das artes, jogadores de bi-
Jbar, etudanles etc. eotc.
Personagcus do 4.a acto
(Seis annos depois)
Morisset, juiz municipal Sr. Flavio.
Robineau, tabelliao Sr. Florindo.
O Dr. Dupton, medico Sr, Vicente.
Paulo Hera ni, substituto do pro-
curador regio Sr. Santos.
Grenouillet, viajante Sr. Julio.
Miguel, criado Sr. Cmara.
Oeommandante Sr. Bernardino
1111 criado Pbiladelpho.
>'oemia D. Manuela.
A Sra. Boisredon D. Joanna.
A Sra. Durandeau D. Emilia.
Convidados, criados etc.
NOMENCLATURA DAS PEGAS DE CANTO.
N. I.-Viva Paris Coplas e coro.
N. i Viva a lolganca Coro geral.
-N. 3. Ao botequim Coro e solos.
N. 4.Passagem ao ponche Grande marcha
coro.
N. 5. Os amores de Lizeta. No castello de
Amires.A visinha lavadeira.O juramento de
Adlia.Recitativo.Moralidade da cousa Co-
plas e coros. ,
. 6. A' dansa dansa coro e galope!
N. 7. A canelo de Xuemia. -Coplas.
N. 8.-Viva o Dr. Dupton Marcha trium-
phal e coro.
N. 9. Grande coro final.
I-s'ii|i< do scenarioj
4." acto. Sala do botequim e buhares no hotel
caf das artes em Paris,
t. acto.Dous t|uartos contiguos no mesmo
hotel, sendo um do estudante Osear e o outro da
ostureira Noemia.
3' acto.Urna pequea saleta em casa de Noe-
mia.
4.* acto.Um rico sali de baile na prefeitu-
ra de Muntpellier, dando para um jardun. es-
plndidamente illuminado giorno.
A empreza esmerou-se em bem montar esta
peca, cujo incontestavel merecimento est snffl-
cientemeu'.e pro vade com a geral aceitacao, que
grangeou em todos os theatros onde tern sido re-
presentada.
Terminar o espectculo com a segnnda repe-
tico da linda comedia de costumes ehinezes,
enthusiasticamente applaudida na uoute de do-
mingo.
O OPIO E O
ornada de msica do Karha-azul, Gra-Dnqneza,
Tromb-al-rasar e ontras operas do famigerado
Offembck.
Principiar s 8 1/2 horas.
nieraldas e peroas, dadas em penhor travessa
da ra das Cruzes n. t, por se haver vencido os
prazos das transacc/ies sob n.das camellas, 1828,
184, 1852, 893, 1894, 1897, 1918, 19:52, 1957,
1985, 2021, 2027, 2031, 2036, 20ii, 2045, 2084.
2085, 2092, 209S, 2KH, 2lr8, 21'9, 3ili, 2117,
2i38, 2146,2147,2131, 2164, 2167, 2168, 2177,
2188, 2194, 2233, 2247, 2275, 285, 2290, 409, a
420 a, 498 a, 438 a, S04 a, .'05 a, 398 a, 262 b,
306 b, 331 b, 273 b, 390 b, 419 b, 465 b, 469 b,
474 b, 493 h, 501 b, 522 b, 523 b, 525 b, 540 b,
546 h, 550 b, 557 b, 560 b, 373 b, 58i b, o8 b,
603 b, 6(16 b, 607 b, 610 b, 629 b, 643 b.
US re gales e reformas, pagando os respectivos
premios [todero ser ftitos ate o baler do rnartello.
~lei7ao~
DE
caixas com arenques, cerca de 20 presuntos
para fiambre e 23 basris com chouricas.
OUARTA-FEIRA 16 DE ABRIL.
O agente Pestaa far leilo, por conta e risco
de quera pertencer, dos gneros cima menciona-
dos e desembarcados a semana passada, os quaes
serlo vendidos em lotes a vontade dos comprado-
res, qnarla-feira 14 do corrente.
No armazein do Annes, defronte d'alfandega.
DE
cerca de 600 libras de massa de tomate, em
latas de 1 e 2 libras, muito fresca, chega-
da ltimamente.
Quarttt-fcirii IB (lo corrate.
As quaes sero vendidas por conta e risco de
quera de pertencer pelo agente Pestaa, em um
ou mais lotes, quarta-feira 16 do corrente.
Na portado armazem do Annes, defronte da al-
faudega.
movis e louca
) CORR
ello, consi
raro?, 2
MISOS martimos
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Sais/puedes, tem parle de MU carreas.
ment contratada ; para o restante que Ihe falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luil
de Oliveira Azevedo & C, no sen escritorio ra
do Bom Jess n. 57, outr'ora ra da Cruz.______
Para a Baha
o hia'.e Gaaibaldi sage nestes poucos dias : para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, ou ra do Amorim a. 39.
Bal
na.
Para i re rido porto segu com poneos dias de
demora o liiate Omn, por ter parte para a penca que Ihe falta, trata se com os con-
signatarios Joaqun Jos Goncalves Beltro Fi-
Jhos : ra d i Commereio n. 5.
Para o referid i porto segu coro poucos din
de demora obligue portuguez Ligeiro III,
eapito e pratico Sobre, por ter mais dedous
tercos de seu irregamento prompto, e para
o que Ihe falta, que recebe a frete comrao-
do: trata-se i om os consignatarios Joaquim
Jos Gonralves Beltrao A Filbo, ma do
Commereio n. 5.
SEXTA-FEIRA 18 DO CORRENTE.
Sendo : l mobilia do amarello, constando de 12
cadeiras de dito, 2 ditas de braco?, concolos, 1
sof e jardineira, I cama franceza de amarello, 1
toucador, 1 lavatorio, 3 pares de lanternas, 2 can
dieiros a gaz, 2 jarros para flores, 3 quadros, 1
espelho grande, 1 relogio de parede. meio appi-
Iho de porcellana para cha, meio dito de louca
azul parajantar, 2 compoteiras, 2 garrafas para
vinho, 2 marquetas, 3 cadeiras par sala de jan-
tar, mesas, balis, cabidos e 2 tabeas para engo-
mado.
O agente Marlins far leilao, por conta de urna
familia que se retira para a Europa,;de todos os
movis cima, os quaes se achara muito bem con-
servaos.
O leilo teri lugar no sobrado n. 2, no pateo da
Santa Cruz, 11 horas do dia cima.
co cortinado de fil bordado, I sof de Jacaranda',
1 mesa de cabeceira, 1 mesa de ferro imitacao
de charo, 3 lancas c cortinados, 1 repoteiro de
seda, 1 commoda, l sof, tapete oleado e esleirs
forro das salas e quartos.
Um lustre de crystal, 1 mesa elstica para 24
pessoas, 24 cadeiras demogno, 2 guardas-louca
eovidracados, 2 aparadores com tainpos de pedra,
2 mesas cora podra para trinchar, 2 aparadores
torneados, 2 qnartinheiras, 2 relogios donrados, 7
quadros domados cora linas gravtiras, 6 lancas h
cortinados, porcelana para cha e jantar, 5 duzias
de chicaras e pires.
Ohjcctos de fino cryftal.
Garrafas, fructeiras, porta queijo*, compoteiras,
sopea, clices o saleiras
Objectos de electro-plate.
Urna rica fructeira qom 3 ordens. 4 ditas com
pratos de crystal, 2 resfriadeiras de champagne,
I eesla para pao, escova e bandeja, salvas, des-
cancos para facas, letreiros para garrafas, colhe-
res, garios e porta-licor.
Objectos de prata.
Um apparelho para cha, 1 guaro icao para toilel
te, 4 casticaes e 1 palmatoria, 1 vaso para punch
l faqueiro dobrado, garfos, facas, colheres, trin
chantes, salvas, copos, 1 cesta para pao e 1 pali
teiro.
Urna mobilia de ferro para jardim, 24 globos de
vidro cortado para illuminaco, 4 espelhos doura
dos, 1 lanterna mgica e 4 ettagers.
Carros e cavallos.
Um cop, 1 victoria franceza, 1 carro america-
no, (novo) 1 cavallo preto para sella, 1 dito mella-
do para cabnolet, 1 parelha de cavallos rosilhos
pretos, 1 dita rudada e I dita russa.
TERCA-FEIRA 22 DE ABRIL.
No primeiro andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. 63.
Joao Cavalcante de Alhuquerque, tendo de fazer
tima viagem Europa, levar a leilo por inter-
vencao do agente Pinto, os movis, crystaes, objec-
tos de electro-plate, obras de prata, e mais objec-
tos cima mencionados, existentes em casa de sua
residencia, montada apenas ha um 3nno,rua
da Aurora n. 63.
O leilao principiar s 10 horas em ponto por
seren muitos e differentes os lotes, constantes do
cathalogo em poder do mesmo agente, sendo que
os pretendentes podero examinar o bom esta-
do e apurado gosto dos referidos objectos na ves
pera e dia do leilao.
LEILAO
DE
movis, louca e crystaes,
prata do Porto: I cabnolet e 3 cavallos para
o mesmo.
Sexla-fera tH do corrente.
>'a ra da Unio, casa n. 17.
O Dr. Joo da Silva Ramos, tendo de fazer urna
viagem Europa, levar a leilo, por intervenco
do jente Pinto, os movis emais objectos abaixo
mencionados, existentes em casa de sua residen-
cia, ra da niao n. 17, (o qual leilo tendo si-
do anniinciado para o dia 8 do corrente, deixou
de ter lugar em consequencia da muita chuva
que houve n'aquelle (lia).
A saber:
l'm piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, espe-
lhos, jarros, i serpentinas e 1 candelabro, 4 capi-
teis, tapetes, estantes, livros, jardineiras, 1 escol-
ente secretarla e randieiros a gaz.
L"ra guarda |oua, aparadores, cadeiras, mesas,
lo .: para cha e jantar. copos, clices, compotei-
ras,' ibjec tos de electro-plate, I relogio, 1 cofre e
1 fogo de ferro.
Urna cann de Jacaranda. 1 guarda-roupa, 1
guarda-vestiJo, i tapete, 1 lavatorio, 12 cadeiras
douradas, 3 camas de ferro, 2 estantes, cabidos,
mocadores e quadros.
i'ina mobilia de mogno, 12 cadeiras douradas,
e muitos outros objectos.
u leiie princpiar s 10 li2 horas.
qtflSOS OVOSOS
CASA DA FORTBA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Marco (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casis do costume.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 4" parte das loteras a beneficio da igreja da
Casa Forte (46J), que se extrahir na ten.afeira,
lo do corrente mex.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6J000
Meio bilhete 3000
Quarto 1*500
EM PORg.VO DE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro oSoOO
Meio bilhete 2750
Quarto 1*375
Mnnoel Murtins Fiuza.
Os abaixo assignados, membres da socieda-
de que tiaham na prensa do caes do Ramos n. 6,
que gyrava sob a lirma Brito; Freir & C, decla-
rara ao respeitavel publico, que desde o ultima de
margo prximo passado (o amigavelm'nte dissol-
vida a dita sociedade, pelo que passou ella a en-
trar em liquidaeo, correntio o activo e passivo
por conta de todos os socios, e sendo encarregado
da mesma liquidacao o socio Bernardino i'ereira
de Brito. Rocie, 12 de abril de 1873.
Bernardino I'ereira de Brito.
Joio Firmino de Revorcdo Freir.
Jo< Ribeiro de Brito.
1-
lum
Liverpool. Braoiil ii Hiver Prte
ewnenk
LIVERPOOL
Em pou di is s ibira para l.iverpxil (havend<)
tufficientes passaseiros, tocando em Lisboa) o va-
1 i aplace de 1,104 toneladas, commandante
glaek, que tem excehentes accimodafoes para
passageiros de 3J iasse.
Trata-se com os agentes Sautiets Brothers &
C Larg doCorpo Santo n. 11.
Para o Porto.
Seguir com toda a brevidade a galera portu-
gueza Audacia por ter ma'or parte da carga promp-
ta. Para o resto e passageiros, para o que temos
memores commodo?, trata-se om os consigna-
tarios Thornaz de Aquino Fouceca 4 C. successo-
res, ra do Vigario n. 19, ou com o capito, na
praca._________________________________
Segu para Xaco at 12 do corrente impre-
terivelment'' o bem eonhecido hiate Dos te Ouk,
de muito boa marcha e muito i ons enmmodos
para passageiros : quem no ">esmo quizer carre-
jar ou ir ile passagem, dirija-se ao escriptorio de
Bartholomeii LourencOi a ra da Madre de Dos
numero "2.
i Olll'VVIIit
DE
!\AVEr,.4CA0 BHVSILEIR4.
DO NORTE.
Dos portos do sul
esperado at o dia
23 do;corrente um dos
vapores da compa-
nliia, o qual depois de
annunciado o dia da
sabida, seguir para os portos do norte.
;Para cama, encoinmendas, valores e passagei-
ros, dirija-se ao escriptorio da agencia, ra do
V gario n. 7.____________________
Navio venda.
O consulado da Dinamarca em Pernarntuco,
previne ao publico, que o navio dinamaiquez He-
lrn,de 129 tonelladas inglezas, vai ser vendido
reveniente em leilo no porto de Natal : para
mais mfonnacoes, dirija se ao viceconsulado d
Siuela e ,\ ruega ei i Natal._____________
= Para o Aracatv, sai nestes oito dias o novo e
aupen .ir palhabole hoia de L' viagem, capitao
( pratico Manoel Caetano da 'Costa, tem parte de
-'u earregamonto engajado, para o rest
tom Antouio Alberto de
Amorim n. 10
Sonsa Aguiar, a ra do
LEIL0ES.
LEILAO
DE
No dia 1S> do corrente, as 11 horas da man^,
tu far leilo, por intervengio Jo agente M3rtios,
t ti.ver*a9 Jolas modernas, ditas de brilhante, es-
i>:
sobrado na ra de Marcilio Dias,
t'ora roa Direita n. 94.
S!:\TV-FE!liA 18 DO CORRENTE
ou-
Ao meio din em ponto.
Ao correr O agente Pinho Borges competentemente auto-
risado pelo Sr. Antonio Maria da Silva, adminis-
trador dos bens de sua mulher, e de com^um ac-
corda com os mais herdeiros, vender o predio
cima mencionado, o qual de um andar e soto,
a andar tem salas de visita e de jantar de bom ta-
manho, i quartos regulares, e o sotao cozinha etc.
etc.; o andar terreo proprio para moradia, com
um bom quintal e cacimba- eem chao proprio
o pretendentes desde j sao convidados para exa-
minado, e sobre os mais eselare'imentos com o
mencionado agente, no sen escriptorio ra do
Bom Jess n. 53, onde s"i elfctnado o suppradito
leilo.
LEILO
DE
um magnifico piano, 1 mobilia de Jacaranda, con-
tendo 18 cadeiras de guarnidlo, 2 de bracos, 2
meollos, i jardineira e 1 sof, 1 dita america-
na (madeira pretal contendo 1 sof, 1 jardinei-
ra, 2 concollos, 12 cadeiras de gnaraicao e 2
de balanoi.
Urna mobilia pequea para crianzas, 1 cama para
casal, 1 columna de vistas, cadeiras avulsas,
ditas para meninos, ditas para pianos, espregui-
cadeiras, 1 machina de costuras de acreditado
fabricante, 1 mesa elstica, camas de ferro,
comniodas, caixas com instrumentos cirurgicos,
1 machina elctrica, mesas de amarello, ditas
de pinho, I silhao ingles, jarros, figuras de jas-
pe e muitos outros artigos, todo em perfeito es-
tado.
TERCA-FEIRA 22 DO CORRENTE
s 11 horas.
O agente Pinho Borges levar a leilao os movis
e mais artigos cima especificados, por ordem de
urna familia que se retira para fra da provincia,
os quaes serao transportados para o primeiro an-
dar do predio n. 6, ra do Bom Jess, onde se-
r effectuado o leilo no dia cima. _________
Grande e variado
?
Feitor
Para truar de um pequeo sitio, preoisa-se
um feitor : a tratar no hotel de Apipucos.
de
AVISO.
Artigos
Tendo sido nomeado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia para presidir a coniniisso encarre-
gada do examinar os apparelbos da Companhia
fac/e Uriiin-uje -, e wnfiear se estes, a vista
do respectivo contrato, preenchem <>s lins a pie
esto sendo destinados, convido os senhores me::i-
bros da referida commisso para se reunirem ao
meio dia de 17 do corrente, em urna das salas do
palacio da presidencia, que ueste sera indicada,
para que se d principio aos trabamos de qu- as-
tamos incumbidos; e, desejando o Sr. H. Law,
gerente de supramencionada Companhia, assistir
as reunioes da commisso, segundo se v<3 de sea
officio de deste mes, dirigido ao mesmo Exm.
Sr.. tambera o convido por meio deste aviso.
Recite, 14.de abril de 1873.
Dr. Joaquim de Aqaino Enseca.
Ao commereio.
Os abaixo assignados fazem publico que tiesta
data dissoiveram a sociedade que tinham na ta-
verna siu a ra co Coronel Suassona n, Al, e na
ra de Lomas Valentinas n. Oi, que gyrava so-
l r. razao de Braga activo e*passivo a cargo do socio Beiro desone-
rado de toda e qualquer respoiisabilidade.
Recite, li de abril de 1873.
Manoel Gomes Braga.
Antonio Nunes Beir.io.
CONSULTORIO
Dr. J. M. Seve
DE
dous movis, finos crystaes, objectos de
electro-plate, prata do Porto, carros e
cavallos.
l*m piano forte do afamado fabricante Kerlz, 1
mob lia de Jacaranda a Luis XV, 1 eadeira para
pianno, 1 jardineira, 2 devans, 4 grandes espelhos
oourados, 1 dito oval, finos jarros e vasos para flo-
res, 6 sanefas eseuKadas e cortinados,-tapetes avel-
ludados, escarradeiras e 4 almoadas bordadas.
Urna mobilia estufada, 1 secretaria, muitos e
differentes qnadros com finas gravnras, 1 lustre
de crystal cora 4 bicos, outros de dous bicos e pe-
dentes para gaz.
Dons guardas roupa com espelhos, 1 guarda
vestido, 1 toilette, 1 lavatorio, 1 guarnicao de por-
celana de svre, 2 espelhos dourados, 4 capiteis, 4
jarros, 8 ricos quadros a oleo, 6 porta-joias, mesas
de ferro com marmore, 1 jgo de xadrez, 1 relo-
gio de mesa, tapetes de pelle de carneiro.
Urna cama franceza dejscarand, 1 aguia, 1 ri-
Parteiro e operador.
Ba do Mrquez de Olinda n. 36, 1.
andar.
2^ Consultas Das 11 horas da manh as i
& da tarde.
0

0
&
*
Pemambuco Street Rail-
way & C.
Nesta data entreguei a gerencia da companhia
ao Sr. Gustavo Adolpbo Scbmidt, representante da
administra'.o provisoria, que foi eleito pelos ac-
cionistas no Rio de Janeiro, onde actualmente tem
a companhia sua sede.
Escriptorio da companhia Pemambuco Street
Rsilway, 11 de abril de 1873.
John F. Whilman.
Jos Rodrigues anhoto, retirando-se para
Portugal, nao leve lempo para despedir-se pes-
soalmente de todas as pessoas que o honraram
com sua amizade; e por isso pdindo desculpa
aos seus amigos por essa falta, oRerece-lhes seu
servido naquelle reino, ou em outra qualquer
parte onde o destino o collocar.
Ahiga-separa qualquer esta-
* bekcimento
o pavimento terreo do sobrado n. 48 ra das
Trincbeiras : a entender-se com o solicitador Bur-
gos, na das Cruzes, heje Duque de Caxias, 1*
andar do sobrado n. 26.
AO ARMAZEM
pe
VAPOR FRANCEZ
HUA DO B\RAO DA VICTORIA
N. 7- -Outr'ora NovaN. 7
11 uS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C : no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
differentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com sallo no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamaito.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de umitas qualidades e preces para
meninos e meninas.
Sapatoes de vernii com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francs.
No armazem do vapor francez, ra do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de Sur de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavande, pos de arros, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados era
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes taannos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armasem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Muito boas malas e bolsas para viagens de c
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleo e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor francet, ra de Bario
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarnieres, so-
fs, jardineiras, mesas, conversaderas e costu-
reras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
de diflerentes gostos e
Idiantazias.
os para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Carimbas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos iimitacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtoilette, #
Pincenez de cores, de prata dourada, de aro
tartaruga.
Ocuios de ac fina, e de todas as graduales.
Bengalas d luxo, canna, com castoes de marfim
I Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens 6 meninos.
Chicotinhos de baleia e de umitas qnafidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de bota*.
Ponleiras de espuma para charutos e cigarros.
Penles de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabrea.
Escenas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dir.h'iro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda prata para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differentes joguinhos alle-
mes e franceses.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui faeil s
erianeas.
Argolinias de marfim para as erianeas morderem,
bom para o dentes.
Beos de vimes para embalancar erianeas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas,
Keverberos transparentes para cuidieiros de gas.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas vis-
tas.
Linternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mesas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca brauca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou aceordions de todos, os
tamanhos, e outros muitos artigos de quraqui
lharias difflceis de mencionar-se.
No armasem do vapor francez, ra do Baro
Vistoria, outr'ora Nova n. 7.
No sabbado acbou-se no jardim do pateo das
Princezas urna carteira com dinheiro : quem fr
seu dono appareca na ra larga do Rosario nu-
mero 44.
Urna pessoa que tem de fazer urna viagem
pelo interior da provincia da Parahyba, oftereee-se
fiara fazer algunas cobranzas por aquellas loca-
idades : quem se quiser utilisar de sea prestimo,
dirija-se ra da Matriz da Boa-Vista n. 4, que
achara com quem tratar.
Aliento.
Com
Cavallo Pampa.
a tereeira do corrente mez de abril
A. A. A.
DI
CASA MQRTUAVIA
DE
fu
Paulo & Mafra
Largo do Panizo ns. 10 e 12.
ASSIGNATURA
l'II.O
ABRIL A SETEMBRO
DE
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar d todo?
os brinquedos fabricados em differentes parte
da Europa para entretenimiento das erianeas
tudo a precos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, roa do Bario
da Victoria, outr'ora roa Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro
fado.
No armazem do Vapor Francez ra
estu-
do
Barao da Victoria (outr ora Nova) n. 7.
Cestinhas para castora.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do Baro da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
Perdeu-se a cautel a de n. 619 B, previne-se
ao Sr. da casa de penhores que nao entregue o
bjecto a pessoa nenhuma qm a dita apresentar,
e sim ao p oprio dono que Ihe passar o respec-
tivo recibo da entrega do objecto mencionado.
Recite, 12 de abril de 1873. ,
Caixeiro.
Precisa-se de nm menino para
nadara da ra do Rangel n. 9.
caixeiro : na
t
0GBANDE PURIFICADOR DO SANGUEI
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifi
:a por Chimicos e Droguistas mui doutos e
i'uma instrucc5o profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma Ion-
ga e laboriosa pratica.
A sua composico nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
les, hervs, cascas, e folhas, possuindo to-
las ellas, sua virtude especial ou poder
3m curar as molestias as quaes teem sede
au essento, no sangue ou nos humores;
i estes differentes extractos vegetaes, acham-
?e por urna tal forma combinados ponte
de conservarem em toda a sua forfa, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
as usamos nesta preparacb, sendo a qua-
idade que todos os mdicos mais prezaro
3 estimam. Na composico da ttalsa-
parrllha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
ao encerra em si coasa algn, que pos-
3a por leve ser perigosa ou .injuriosa
sade: e tanto n'este, como em quasi to-
jos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas m?is preparac5es,
is quaes debaixo do nome de Salsaparr-
iba, s5o accondicionadas ou postas em gar
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPABJURA DE BRISTOL
sm frascos grandes, e assim por este modo.,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcangado per aquelles
^ue acondicionam sua prepararlo em^i '
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aossa Salsaparrllha do Bristol
aonteem a messa quantidade igual porco
:ontida naquellas garrafas pequeas, e alm
lisso, possue ainda muito mais forca e
irtude medicinal do que aquella, que por
^entura se possa achar contida dentro de
eis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tante mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados em preparar e vender as
mas produeces, em garrafas pequeas,
tnurmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa Sal-
laparrllha de Bristol nao possue a
menor virtude; porm qu5o effectivamen
e slo elles postos em silencio, quando indi-
)amos, ou simpiesmente referimo-nos para
com essas centenares de certid5es e tes-
tenranhos authenticos, por nos recebido
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o pqder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAP.yiBJLHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compSem as nossas medicinas,
sao produzidas, que dos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvello ns
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos n3o
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcanoarmos o melhor
b nicamente o melhorde cada um artigo
du ingridiente que entra na sua composi-
co ; pois levados e compenetrados 11
mais firme e persuasiva confianga; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nafes, e de todos os paizes, que ns
Nalsaparrilha de Bristol. possuem
om remedio mais efEcaz e seguro; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e qual por certo nSo hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
8 effectiva cura das segmntes enfermidades'
Erupges, Debilidade Geral,
Herpes, Febra e Malignas e
Salsagem Febre e Sezes
Impigcns, Biliosas,
Lepra, febres intermitientes e remittentes,
hydropesia e ictericia, etc.. etc.
Ontro-sim. achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enormidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressuradt*; usando s ao mesmo
lempo das nossas mui valiosa plala
veseaes assucaradas de Bristol,
..madas em doses moderadas em connec-
cSo ou coDJunctamente com a Salsaparrilha;
lias fazem remover e expellir grandes
liiantidades de materias morbieas e ho-
atores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam esp alhados pelo systema,
isto causado pelo utso da Salsaparrilha;
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
BOrnal das operaces funecionaes,
V qual preparada smente pelos unicot
PropMrietaos._____________
= c ^ (8 -i
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i. -j o
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'.i.t: .... ..Mi.f-*.i."f.fl|
Novo estabelecimento -
dejoias. g
Ra do O proprietario deste estabelecimente *^"
i recebeu entre muitos objectos de peque- _.
I-m nos valores, os .'guiles: rozetas e anneis -
I ** de brilhanles, brincos e cacoleta, ade- J^
J ^ recos e meios aderecs de rubins, esme ^^
*> radas, perolas, alfinctes para n-tra- ?*
*J tos, com brilhantes, rubins e perolas. JJ
3g| porta-charutos muito proprios para me _
9 sa, de delicadi* gostos e perfeita mi <*
1** de obra, a|iparelhos proprios para almo- ^
^ eo e jantar, para meninos levar para o **.
r-- collegio, tudo se vender por precos ra- -
*5 roaveis, garantindo-sc todas as joias que <*
-->
Escrofuras,
Ghagas arJtigas,
Ulceras,
Feridas Ulcerosa,
rumores
Abscessos Apostemas,
Tinha,
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidadesdf.
Sex
Feminino,
Nervosidade,
deslc estabelecimento snia. Tamben se j
.% fabrica e roncera qualquer objecto ten- *
-^* dente a mesma arte. *
fifi :*?f*
Athanazio.
Em 30 de marco lindo fugio do engenho Ver
melho, em Rio Formoso, o escravo Athanapo. que
peder ser reconheiido pelos seguintes signaes :
altura regular, grosso. rosto redondo c com mar-
cas de bexigas, ps bem feitos ; ausentou-se ver-
tido com camisa de madapolio e cab.a de brim
pardo. Roga-se a todas as autoridades e eapities
de campo a captura deste. reeompen a quem o coudurir ao Hlm. Sr. Pedro Alexan-
drino da Costa Lins, no referido engenho, ou nes-
ta praca a Cunha Irmos & C.
O Dr. Joao Mana Seve. milico p.irleiro M
me e operador, miidou a sua residencia para ^
W a ra do Riachuelo Corredor do Rispo) J
a sobrado n. 53, onde pode ser procurado
J para o exercicio de sua profiso, das 6
xk. as 9 horas da raanha e das o da tarde era
m diante.
Precist-sf
da quantia de 100*000 a juros, dando-sn una ca-
sa nova sob hypotheca, em chao proprio, hmt
construida, de taipa, com duas salas, i quartos,
cozinha fra, e copiar com algn arvoredos 4*
fructos, em Reberibe de Raixo, no logar Agua-
Fria : quem pretender dirija-se nesta typograpbia
i deixand*) carta fechada com as iniciaes F. A. L
4o commereio.
O abaixo assigaado faz publico qne nesta dala
vendeu o seu hotel silo ra de Loma Va en-
tinas n. 6i, ao Sr Domingos Nunca Berio 4a
Almeida, livre e desembaracado.
Recife, 14 de abril de 1873.
Manoel Gomes Braga.
.&L-
^d\ -


-' '

Diario dePernambuco Tenja feira 15 de Abril de 1873.
I
D^*
\viso
Viva a I>4ia.
Viva o ara er ;
Viva a barriga.
Viva o comer !

Se eu for ao arinazem do Campos e tetar
Dinheiro de macons, que nao sao santos;
Trarei: presuntos, paio* e salames,
Se eu for ao amuaeai do Campos.
N. 28 Ra do Imperador.
Trarei mais : cerveja, bitter, vinhos e licor
Que deleita, ambriaga e causa encantos;
Chocolate, cha, caf, mate trarei,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 Ra do Imperador.
Trarei, oh f sim, fique sabedor,
Ovas, fiambres e toucinho de Santos,
Doces trarei, queijos e biscoutos,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 88 Ra do Imperador.
Trarei sardinhas e peixe a meu sobor ;
Camares e conservas que excita tantos ;
Trarei ervilhas, marmelada e fructas,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 -Ra do Imperador.
Trarei gelas, leite e manteirga flor,
Que so seus cheiros causaro espantos ;
Passas trarei, notes e amendoas,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 -Ra do Imperador.
Trarei de tudo... Acreditai leitor,
Que encherei dos meus armarios os cantos:
E de passar bem tenho j certeza,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 Ra do Imperador.
Jos Cardoso da Silva, subdito portuguez,
retira-se para Europa : a tratar de sua saude.
Saciedade Beneficente Luso
Brasileira.
Em comprimmento s ordens do irmao presiden-
te desta sociedade convido a. todos os Srs. socios
aiim de comparecerem sess'o de assembla ge-
ral que ter lugar, s 7 horas da noute de 17 do
corrente mez : a sessao e convocada para a lei-
tura dos no vos estatutos. Sao igualmente convi-
dados os candidatos.
Sala das sessoes, 14 de abril de 1873.
____________________Bento de Souza Mira.
Pernambuco Street Railway
John F. Whitman, gerente interino da compa-
nhia, tendo de entregar a gfrencia ao Sr. Gusta-
vo A. Schmidt, representante da directora, pede
a quem quer que seja, que se julgar credor da
corapanhia, que aprsente quanto antes sua con-
U no escriptorio ra do Barao do Triumpho,
estadio.
Recife, 14 de abril de 1873.
Sitio
Aluga-se ura sitio todo murado, tendo casa para
familia, cacimba com excellente agua, dous tan-
ques para bandos, muito fresco e perto da estacao
do caminho de ferro, nos Afogados, ra de S.
Miguel n. 105 A : a tratar na ra da Iraperatriz
na Boa-vista, estabelecimento n. 8.
I IIIJIIA'ITM
Os abaixo assignados fazem sciente ao corpo do
commercio que nesta data compraram oos Srs.
Jos Rodrigues da Silva 4 C, a sua taverna sita
no pateo do Paraizo n. 30, livre e desembarazada
do qualquer onus: quem se julgar com direito a
mesma queira se apresentar no prazo de tres dias
a contar desta data.
Recife, 12 de abril de 1873.
_____________Antonio Joaquim de S & C.
Aluga-se una escravinha de 12 annos de
idade, propria para carregar crianzas : na ra do
Imperador n. 50, 3." andar.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Ra do Coiniuercio n. 5, 1. andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobro us seguintes
jlgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Btroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Moncho.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna Villa do Conde.
Villa >"ova de Farr.alico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valonea.
Figueira.
Joaquim Pereira de Carvalho, rctirando-se
para Portugal, e nao podendo despedir-se de sous
amigo?, faz por meio deste a sua despedida, e que
desde j tica s ordens para o que sen pequeo
prestimo lhe for til no dito reino.
Ama ou criado
No Io andar do sobrado n 26 da ra das Cru-
zes, actualmente Duque de Caxias, precisa-se de
un criado on de urna ama.
Precisa-se de ura menino portuguez de 12 a
Iti annos, que tenha pratica de venda, e d fiador
a sua conducta : no pateo da Ribeira n. 12.
Precisase de trabajadores na refiaac,o da
ra Direita n. 10.
Imperial fabrica
DE
|Rap areia fina da BahiaJ
DE
Moretea & Companhia
O abaixo assignado, nico agente dessa
fabrica, avisa ao publico que tem aberto
o deposito de dito rap, no sen escrip-
torio ra do Vicario n. 21, onde os
reguezes encontrarao sempre a quan-
tidade que precisaren.
Recife, 2$ de abril de 1872.
Domingos Alvos Mathcus.
MOLESTIAS do PE rO
HYPOPHOSPHITOS
QOD?CHURCHILIj
UROPE DE HYP0PH0SPHIT0 DE SOOfl
XUOPE DE HTPOPHOSPHITO DE CAL
PILLAS DE HTPOPHOSPHITO DE QUIKI10
GHLOfcOSE CORES.PALJDAS
XAROPE 0E HTPOPHOSPHITO DE FERRO
PILULAS DE HTPOPKOSPHITO DE MANGAHESI3
T0 SSE.BF0NCH11 IS. ASTHMA
PASTILIAS PECTORAES DO D' CHtfBGHJLL
Kiieir par os xaroptt $ fruc qmirao
e em Udot ot productos asiigatturm do
D' CHIJRCHI1X, c o Wtrair* com a marca
de fabrica da pbamacia SWAlflf, lt.'fM
Cauchau. PARS.
Srs. lliMiron C,. fabricantes de r.-ip,
lid ra do Viscuiide di:lJuianii.i n. lo7, jJTooi-
9m de algumas mulheres para trabalhar na
sua fabrica : a quemeonvier, pode dirigir-se
a mesma fabrica para tratar.
-ve
se
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do ten'ente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa-
tos, e aepois comprada ao Raro de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denles Ha
frente e as mos com cicatrizas de quemadura
de gaz, secca do corpo e milito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelho8, que ser generosamente recompensado.
CabeUeireiro
Precisa-se de offlciaes de barbeiro c cabellej-
reiro : na ra da Cadeia do Recife n. 51, pri-
meiro andar.
A todos!
Frederico Pinto 4 C. com loja de f zendas ra
do Mrquez de Olinda n. 40, pedem a todos os
seus freguezes de dbitos antigos o obsequio de
virem satisfaze-los no improrogavel prazo de
oito dias, certos de que, Ando este prazo, em-
Sregaro o meio judicial que Ihes faculta as leis
o paiz.
Recife, 7 de abril de 1873.
Esravo fugidd
1581000
No engenta Mnssuass. freguezia da Esrnda, se
jar de gruldiraco a quaua cima % queurap-
prehender tres eavajlos qne naquelle engenho
forain furtndos na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o '. tem 9 annos,
sastanho e castrado, tem a orelha direita bastante
aseada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem una cruz ; o 1* meo, tan pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
;oco lino, castrado, tem os quadris feridos da
eanealha, ferrado cora a marca-I. R.-do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3.* rodado
s'jnliass claro, curto grosso, nm poueo cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
- 0no quarlo direito : gratifica-se cora 50*000
por cada ura em nresenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer Jos ditos cavallos.
CMADO
Precisa-se de um para o servido de casa : ra
do Imperador, n. 32.
Precisa-se alugar urna cscrava qne seja boa
cozinheira e engomraadeira, paga-se bem : (mera
a tiver dirija-se roa do Bom Jess n. 55, es-
criptorio.
Na ra do Hospicio n. 33 deseja-se
fallar com o Sr. Jos Mara Goncalves Fer-
reira, que estava hospedado, haurn mez, no
hotel de Caxang, e, quando j nao esteja
aqui, saber quem seu correspondente nes-
ta cidade.
GABINETE
Medico-ciruraico
RA DO IMPERADO N. 73, ANDAR
0 DR. NUNES DA COSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operages de olhos.
Cora radical e instantnea dos
estreitameoto8 da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 horas
da amiba.
Chamados : A qnalqoer bora.
Sitio para alugar.
Aluga se o sitio dos berdeiros do finado Santos
Coelho, com casa bastante grande, tendo 3 salas,
dez quartos, todo murado, com muitos arvoredos,
tanques para banho e gallinheiro : a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. G2.
D. Francisca Delfina Buar-
que de Lima.
Joao Rarbosa de Lima, pungido
da mais acerba dr pela morte de
sua muito prezada esposa U. Fran-
cisca Delfina Buarquc de Lima,
fallecida n< comarca de Porto Cal-
vo, tendo de mandar celebrar al-
gumas missas ao stimo dia pelo
seu repouso eterno, quarta-feira Ib do corrente,
pelas 7 1|2 horas da manli, em o convent) do
Carmo, convida aos seus prenles e amigos para
fazerem-lhe o caridoso obsequio de assisti-fas :
pelo que desde j se confessa eternamente agra-
decido. __________________
gEro*~~ "TllMBMElMMBWttBaMBaB
D. Joaquina Figueira de
Mello Saboia.
O bacharel Manoel FirmDO de Mello e sua mu
Llier D. Umbelina Firmina de Saboia Figueira de
Mello, tendo de mandar dizer missas por alma de
sua prezada sogra e ini, D. Joaquina Figueira
de Mello Saboia, na quarta-feira prxima s 6
horas da tuaoha na igreja do Paraizo, 7." dia da
noticia de seu fcllecimento na cidade de Sobra!
no Cear, eonvidam para este acto de religio e
caridade a todos seus amigos e parentes, pelo que
desde ja se Ihes con.'essam BUtnraamonte gratos.
Joaqusti dow Mantos Veies.
D. Joanna Mara do Reg Naves
'"js filhos e genros convidara ao;
parentes e amigos do seu presado
entcado, irao, e ennhado Joaquim
dos Santos Neves, a assistirem as
missas que por sua alma mandara
rosar pelas 8 horas da manh?. do
dia 16 do corrente, na igreja da Ordem Te.rceira
de S. Francisco.
Miguel Antonio Porfirio \s<;.i
rethe
Montciro & Riboiro profunda-
mente m agoados pelo (alleeimento
de seu amigo Miguel Antonio Por-
firio Nazaretbe, confessam a su
gratido s pessoas que a seu con-
vite, se dignaram acompanhar os
restos mortaes daquelle seu amigo
ao seu ultimo jasigo, e especialmente ao Sr. Jos
Tavares Carreiro, que assistio aos ltimos mo-
mentos do finado ; ao mesmo tempo rogam a seus
amigos e do finado, o acto caridoso de assistirem
a missa do stimo dia, que tem lugar segunda-
feira 11 do corrente, na igreja de 5>. Francisco,
pelas 7 horas da manh.
0 acadmico Francisco Brja e
Oiiveira.
Os empregados da secretaria da
assembla legislativa provincial
mandara celebrar missas e memen-
to pelo repouso eterno de seu pre-
sado companheiro Francisco de
Borja e Oiiveira, no dia Ifl do cor-
rente, trigsimo do seu passamento
na igreja de S. Francisco desta cidade, pelas 7 1(2
horas damanha ; e para assistir os referidos actos
religiosos, eonvidam aos parentes e amigos do il-
lustre linapo.
Antonia Pereira dos Praze-
res Porto.
Flix Pereira da Silva, Maria Fe-
licia de Araujo e Silva, Guilher-
me Franeisco Paredes Pono, Ma-
ria Rita Harbosa Porto, feridos do
mais doloroso entimento, pelo pas-
samento de sua sempre lembrada
irm e eunhada Antonia Pereira
dos Prazeres Porto, fallecida na cidade de Lis-
boa, no dia 28 de mar^o prximo passado, eon-
vidam aos seus parentes e amigos para assistirem
a algumas missas que mandam rezar na igreja
matriz da Boa-Vista, pelas 7 horas da manh
do dia 18 do corrente, e desde i se confessam
agradecidos por este acto de reigiao e caridade.
Na roa do Crespo n. 7, loja do Gallo *igi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.
Esplendida casa
AJuga-se a ptima casa, ltimamente acabada,
com muito gosto e grandes accommodaoses, agua,
gaz e grande sitio, roa do Bom Successo em
Olinda : a tratar no armazem n. K da travessa do
Corpo Santo.
Na ra Direita h. 29, 2. anda-, aluga-se
urna escrava proprla para todo o servido domes-
tico.
CASA DO OURO
Aos A:000-rOOO
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:0004 em dous
meios de n. 1"30, a sorte de 800 j em bilhete in-
teiro de n. 1136, a sorte de 300 J em bilhete intei-
ro de n. 2714, e quatro quartos de n. 69 com a
sorte de <00, alem de outr- 'iO e 20 da lotera que se acabou de extrahi
(45*;; convida aos pessuidores a virem receber,
que promptamente serio pagos na forma do
costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi' no seu estabelecimento com-
pr r os muito felizes bilhetes,que nao deixaro de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4* parte das loteras a beneficio da
igreja da Casa Forte, que se extrahir no dia 15
do corrente mez.
Presos'
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto *a003
De lOOrOOO para na.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 29 de marco de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
(laixeiru
Offerece-se para ser caixeiro de qualquer esta-
beloeimento, um menino de 14 a 15 aunos: a
tratar ra de Marcilio Dias n. 76.
(kinheiro.
Na ra da Imperatriz n. 37, l. andar, precisa-
se de um bom cozinheiro.
AOS 5:000#000.
Estao vendaos felizes bilhetes da lotera daBa.
hia, na casafeliz | do arco da Conceigao, lojala
ourives, no Recife.___________________________
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Fugio do engenho Jundi, da comarca de Naza-
reth, no dia 4 de marco, o preto crioulo de nome
Hemeterio, com os sgnaos seguintes : 24 annos
de idade, baixo, cheio do corpo, tem falta de um
dente do lado de cima, pouca barba, umbegudo e
leven calca de riscado azul e camisa de algodo
branco : quem o pegar leve-o ao seu senhor o
lente Antonio Ribeiro de Moura no dito euge-
nlie, ou a Joaquim Cavalcnlte de Albuquerque
Mello no sitio U.i Forte freguezia da Varzta, que
ser generosamente recompensado. O dito escravo
foi encontrado em Caxacgae supoe-se ter chegado
ao Recife.
Fugio
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joao, de 18
a 10 annos de idade, com os signaes seguintes :
altura regular, secco. olhos grandes, nariz grosso,
dentes perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
beOos carapinhos, ps chatos e cheios de cravos,
bcni esperto e ladino, canhto, coiinheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le-
vou orna bolea nova com duas camisas, sendo
ama bardada," 2 ceroulas, i camisa de meia, 2 pa-
res de meas e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro lrou 54*. e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades
e capites de campo que o apprehendam e levem-
no ao seu senhor, ra de Pedro Aflonso n. 7,
que seroo generosamente recompensados.
Engenho
Arrenda-se o eBgenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' e animaes e com propor-
coes para 1,300 paes : os pretendentes podem di-
rigir-se ra Duque de Caxias n. 58, 2o andar,
que all terio informaces.
O Sr. Francisco Agostinho Madeira queira ter
a bondade de vir concluir cora o negocio que se
comprometteu na ra Duque de Caxias n. 60 A,
loja de Rento da Silva 4 C, successores de Ma-
nuel Ribeiro Bastos.
Escravo fgido
No dia 5 do cerronte fugio desta cidade o mo-
leque Gaudencio, de 13 annos de idade, fulo,
tem nariz chato, dentes alvos e perfeitos, vesta
calca de algodo de listra e camisa de madapoln,
sahio sem chapeo, levando um embrulho contendo
urna calca branca e urna camisa: roga-se a quem
o apprehcnder o obsequio de envia-lo ra da
Santa Cruz n. 4, ou ao engenho Horisonte (do Rio
Formoso), que ser generosamente gratificado.
Coiinheiro
Precisr.-se de um cozinheiro para cozinhar e
comprar : na ra Primeiro de Marco, esquina
n. a
Desde o dia 14 do corrente at o da 18 es-
tar na estacao da Escada urna grande e bonita
porto de burros, venda. Havendo lindissiraas
parelhas para carros, detaman'os e cores iguaes.
Animaes reforjados para o ervieo de carroca c
cargas de almocreves. Do dia 18 em diante se-
guir para as immediacoes de Apipucos, onde
ter alguns dias de demora. O propnetario e ven-
dedor convida aos senhores de engenhos e mais
JessOas, bem como ao gerente da companhia doi
ends a sortirem-se nesta occasio ; pois nao po-
derao fazer e.n 1874 em razo da grande scea que
lavra as provincias da Babia e Minas, a qual
nao permilte o transito de tropas muars em urna
extenso de 160 leguas. A tropa pode ser vista
e cscolhida vontade.________________
93h De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dabi para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranjacravo, f.anboyant ou brithante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrinss
parreiras, coraco da india, romeiras e outra,
lantas : na Capunga, roa da Ventura numero 20.
Alug
a-se
urna casa em Santo Amaro das Salinas n. 15, cm
3 quartos, 2 salas e copiar for- : quera pretender
dirija-se ao p da mesma. Adverte-se que a li-
nha dos bonds passa na porta e que se o inqui-
lino quizer bota-se o encanamento d'agua.
Aluga-Se urna casa terrea com soto, na
ra das Gracas, na i'apunga, com bastante com-
modos : n pessoa que quizer pode entender-se
com o> tneatecoronel Francisco Carneiro, ou na
eotrada da Ponte de Ucboa, com o Sr. Jos de
Mattos.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Duque da axias n. 3? 1* andar.
prerisa-se de nina .una livre MI es-rava, para
nwinliar e outro> sincnv (.nqnios de casi de
familia. Paga-im kwi gi: dainlat.____________
Piwii>asi! de ama ama para
cozinhar : a ra do Baro da
Victoria n. 22.________
Ana Precisa se de tuna ama para
VI \ indar eom criaoca : a ra do
ITl \ Baro da Victoria n. 21
AMA
m Na roa da Cruz, boje Bom Jess n. 9
9* andar, precisa-se de urna ama para
corinhar e outra para emgommar,
AMA
dade n. 58.
Precisa-se de urna ama para o
servioo interno, para casa de
pouca familia : roa da Sol
AM \ '>reeisa-*e de urna ama de leite, e pa
ga-se bem : a tratar na ra Duque de
n. 35 i
Caxias
andar.
m Precisa-se de urna ama perita co-
sinheira para casa de homem soltei-
ro : tratar roa do Livramento n. 6.___________
Ama 0""erece-se urna mulher de boa con-
_ ducta para ser ama de urna casa, sem
sahir ra, prefere easa de homem solteiro : a
tratar na roa Velha de Santa Rita n. 49.________
Ama de leite
Precisa-se de urna sem filhos, forra ou escrava
e que o tenha bom e abundante: no 3* andar desta
typographia.
- Aluga se urna ama que cozinhe bem e en-
gomme para casa de um homem solteiro : na roa
do Fogo n. 18, 2. andar.
AMA
Precisa-se de urna ama que
saiba cozinhar bem: roa do
Baro da Victoria n. 28.
Precisa-se de duas amas, sendo urna para
engommar e outra para cozinhar : na roa da Pe-
nta n. 23. _________
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
cozinhar, dando conhecimento de sua conducta :
na ra da Aurora n. 59.
AMA
Precisa-se de urna ama
forra ou escrava : na roa do
Imperador n 17.
AMA freci5*-86 de urna ama que saiba co-
a~a*-t*- zinhar e engommar, para duas pessoas,
paga-se bem : na roa Direita n. 10.
lUt Precisa-se de urna ama que cozinhe
**"* e compre para casa de urna s pes-
soa : a tratar na ra do Visconde de Suassuna
(eutr'ora ra de Hortas), n. 2, 1. andar, entrada
pelo pateo do Carmo.
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se I
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Contina-se a fornecer almoco e jantar para
fra por preco commodo e com'promptido : na
ra estrena do Rosario n. 35, l," andar, casa de
familia.
' MOFINA
Est encoura^ado !!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir roa Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de i871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
6m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lho se
achara nesta cidade.
O abaixo assignado declara a quem inters-
sar e especialmente ao commercio desta praea,
que nesta data tem justo e contratada a compra
da taverna sita a ra de Santo Amaro n. 2, a qual
se juiga livre e desembarazada de qualquer onus;
se, porem, algueni se julgar com qualquer direito
mesma, apresente-se no prazo de tres dias, lindo
os quaes nao se responsabilisar o comprador por
qualquer que seja o direito que se venha de alle-
gar. Recua. 9 de abril de 1873.
______________Domingos M. Gomes_________
Aluga-se ou vende-se o sobrado de dous
andares n. 144 sito ra do Coronel Suassuna, o
qual fica junto a igreja dos Martyrios, e edificado
em terreno proprio, tem quintal murado e portao
para a ra do Caldeireiro : os pretendentes diri-
jam-se a ra Sete de Setembro n. 15.
Escrios fgidos.
Na manila de 2 do corrente fugiram do enge-
nho Prado, da freguezia de Serinhaera, os escra-
vos Pedro e Francisco, o primeiro foi escravo do
Sr. Manoel Quirino do Nascimento. de Pedras de
Fogo, donde veio, sendo elle filho do Serid pro-
vincia do Rio-Grande do Norte, e o segundo da
cidade de Souza, tondo sido alli escravo do Sr.
Francisco Clementino Maria Pires ; Pedro tem urna
cicatriz no joelho esquerdo de um talho, preto,
de 15 para 16 annos, bem conformado, rosto oval,
olhos grandes, e muito ladino; Francisco cabra,
de 18 annos de idade, rosto comprido, principia a
barbar i tendo alguma suissa, de estatura re-
gular, bem feito de ps e mos.
Presume-se que elles tenham vindo para esta
cidade, para d'aqui seguir ao sertio. Gratifica-se
com generosidade a quem os prender e leva-Ios
ao dito engenho ao seu senhor Francisco Pnhei-
ro de Menezes, ou roa do Imperador n. 77, 1.*
andar, onde receber a gratificao de seu tra-
balho.
Ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
Pergunta-se a S. S.'o motivo porque os
oliciaes do exercito as provincias do sul e
norte recebem seus venci mentes pela ulti-
ma tabella e os desta nao gozam d'esse di-
reito ? I .
Ora, S. S.* nao seja to exigente. Soube
nos tirar a casa. %
Recife, li d abril de 1873.
_____________,.tf Um ofkial.
CAZA DA FORTUNA
RA 1. DE MARgO OUTIl'ORA DO CRESPO N. 23
Aos 20:0<)0$000.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Ro de Janeiro, pagando
Eromptamente, como costuma, at o premio de
:000.
Presos.
Inteiro.......244000
Meio........114000
Quarto....... 64000
s Manoel Martina Pinza.
Terceiro andar.
Aluga-se o 3* andar roa do Padre Florano
a'tratar na roa larga do Rosario n. 22.
Enano particular
Salvador Henripe dwjl>;iqiieripir> presta-s a
ensin.-ir por casfsf ^ c^!n-- >r:I-:|aiv<. 'mr*fci
ehlaita t vn- linrbhn', Etb* .i- iiia*m& ilan-
sni"i eliMiiMar a .ihjiiiii'is dr u:n iiIpi i'\.
Kn-iiia e |nc|ia|- .:* i''iiii.i-. i|U-- < ) iiU!i*iil
habilitar para os oncUjrsiH as c*l>:iiis le iris-
trui-ci) primaria : c Iim1:is .i- tarji-s i-o sua >? -;\
pd'; leccioiiar a que precisarem de habilitar se para o cxainc de
portuguiz.
Tambem ensina geometra e ari hmetica eom
todo o desenvolvimento e pplicacoes.
Os senhores que se quizerem utilisar do seu
prstimo, podem procura lo no largo do Paraizo
n. 8, 2 andar, de manh at as 9, e de tardo das
4 horas em diante.
Attencao
Deseja-se fallar com o Sr Jos da Suva Peixoto
a negocio : na ra estreita do Rosario n. 13.

- 1,
Attencao
O Sr. Antonio Gomes de Oiiveira, caixeiro no
Passeio Publico, queira ter a bondade de appare-
cer na ra Duque de Caxias n. 60 A.__________
Sitio no Arraial
Aluga-se um excellente sitio eom casa nova,
moderna construccao, com coramodos para fami-
lia, dista um minuto da estacao da casa imarella ;
a tratar na roa 1* de Marro n. 16, 1 andar, m
no mesmo sitio.
Jos Ferreira Pinto, tendo de fazer urna via-
gem a Europa, julga nada dever a pessoa alguma,
porm, se alguem se julgar seu credor, queira
apresentar suas contas no prazo de K dias no es-
criptorio dos Srs. Luiz Goncalves da Silva 4 Pin-
to, roa do Mrquez de Olinda n. 39.
0
S
*
*
0
m
m
m
0

0
MEDIC0-CIRIRGIC0
DO
Dr. J. II. Cari*
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manh.
Chamados a qualquer hora. 9
09 0-000000 00 $&
Fora os callos.
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os me.lhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Caxias n. 57.
Attencao.
O abaixo assignado pede ao Sr. Joao Henri |Ues
Pessoa o favor de vir entender-se com elle sobre
aquelle negocio que o mesmo nao ignora, sob
pena de ver por este jornal a especie do negocio
Marcos de A. Lima.
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engontnw
perfeitamente bem, e faga o mais servico interno
de una casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de una outra que cozinhe rom
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, 1" e 2' an-
dares.
6 Consultor.1 eieo-firBrgicfl 5
^ Br. Ferreira.
9 Ra larga do Rosario n. 20. (antigo /
Q gabinete de seu paij jf.t
Q Gratis ao pobres. C
1^
Chegou mais madapolao ba-
;rato para a llosa Branca.
K' i!i.id.i|i la.i 'i.iii.-,-. iii,'i,, ,|., prm JO
ea..i>. .' 11 >>. .. 1, .1
7* mu .' i .!iii ii< l;.ignra}! trmn* mumImb
urna |'i|i'-iu pw.a de pe'.M para 4 e .": um-
bem H li'.'i l.izi'iiib.
(jirti's de ra-einin .. 000
Vestido c rhaptSi para baptizado por l!
Is'o s ni Rosa Branca, a ra da iniierairu
a. 56.
Islo
SilII.
Grosdenaples preto com 5
palmos de largura a 5$!
E' na Rosa Rranca pie su vend- esta Pechia-
cha, ra da Iinpcr.niriz n. K.
Chapeos de sol indezes de
seda trancada a 121000
Sao mptm que scmrrc c vendoram por K,|.
masa Rosa Itranc.i qniima a '.ti. i" grande pe-
chincha na ra da Inqieratr n. 5*.
Lcnc.os para meninos a ISa
duzia
Na ruada imperatriz n .", loj.i i!a l i>. li.aii-a
Cassas miudinhaa a ')20 ra.
E' fazenda boa I bonitos padnVs. c niuitn ba-
rato ; na loja da Rosa I Irruir, nu da lin|H-ratru
n. 06
Rival sem segundo.
Cheg ram agulhas pan 1nacb.11: u fa>'iraa>
CrowiT Raker. Dtuia |mr 20tnt.
Allenciio.
Vende-se una prcla o|.tina i-ngommad^ira, ida-
de de 18 anuos, e na nano InbmM
tratar na rua do Baro na V ,-i ra n. A______
Nao ha mais cabellos

braneos.
m
j
S p. nicaapprovada idas a.-.iil-iiii;.- !
sciencias, ruconuectla superior 1 toda
tetn apparecido at boje. epoaito pri
pal na da Cadeia d Recife, boje Mr-
quez de Oliodt, B. SI, i. andar,
todas as boticas e casas de cal -
reiro.
Cassas avadadas a 240 rs.
o covado.
0 Tavao vende finin- ':, r. franceza- le
euros eom os nuit dalcaow nadrs, por m
iiii) pequeo loque de avana e ana SVm, BOM
barato pre.o do dota vintcns u rovadti. E pfcuiii-
cha : na loja do Paviu, rua d.i Inaenlrix n.
6u.
Precisa-se de um menino para eaixeiro, que te-
nha bastante pratica para taverna : na ru.. da
Penha n. 6.
COMPRAS,
Cliiinilio
Compra-se chumbo velho e estanbo, em peqoe-
nas e grandes porcoes : a rua Nova loja n. 11, do
Azevcdo.
Na fabrica de cerveja rua do Rosario u.
6, compra-se laranjas da trra a 6W) rs o cont .
Compra-se una negrinha de 10 a 12 au-
nos : na rua do Rom Jess n. 57, outr'ora rua
da Cruz, no escriptorio de Antonio Luiz d-' Oii-
veira Azevedo 4 C.
Vende-se tres casas pequeas, na T. ...
cada orna aoflH sala na frente o mira par.i ;.-
lar. 1 quarto bom, eonnha ra, b m
quintal coin alguns aiv, : i -. pu precu r
do, que ronde enMe reodermn por como -i
mais : a tratar na Capunga, rua da Ventara, an-
tigo porto do Lirerre n. M. _______
Caloca do ii!-o gasto.
^^ Ven le-so nnn iti li vi r, ,.,i
elie;j.. .. ijijprsili.1 '..i i
e ... ida A-i yl .
algum. i -'ojo >t< |i
todo o esmero, forrado de -'!
da, propria para qaalqaer [n". particular ,'quen apralspoVr hrij ru
Rom Jess, inlr'ora Cruz u. 15, ,i acitara i
quem tratar.
Compra-se urna carroca propria para boi,
ou mesmo cavallo : quc:u tv-:r e quizer vender
dirija-se a rua do Mrquez de Olinda n. SO A. Na
mesma casa tambem se precisa de um or que
entenda de plantacoes.
Cbinpra-so um cofre tnclez prova de fogo ;
de tamanho regular, na rua Primeiro de Maroo u.
7 A. i^j
VENDAS.
Na rua Imperial n. 127, tem i cachorros
grandes para vender, sendo proprios para quintal
ou sitio.
h arsiiaze:H de M(\mn I.h|k's
.Warhadit k t
Travessa do Corpo Santo
N. 25.
Vaports locomoveis de forc,a de 2 a i, cavallos.
Correias para machinas.
Polias de diversos tamanhos.
Vaquetas para cobertos de carros.
Solas de lustro para guarda lama.
pintas de lanca para carro.
Chicotes para carro.
Galoes largo e eitreito para carro.
Pregos com cabeca de mariiin. id'., .________
Terrenos,
Vende-se no sitio viveiro do Muni:., s oo 700
palrno de frente com 125 de fundos Dirigir-se
na roa das Flores n 3._________.
VENDE-SE
o hotel da rua do Rrum n. 41 : quem pretender,
dirija-se ao mesm;, que achara con quem tratar.
CASA.
Vende-se um sobrado em urna boa rua : a tra-
tar na rua da Imperatriz n. 8, loja. ^^^^
Assucar crystalisado.
Vende-se em p a 5*800 a arroba, on a 200
rs a libra ; na refinaco da rua da Concordia n
32. Assim como tambem se vendem os utencilios
pertencentes a mesma refinaco, e chamamos a
attencao dos Srs. consumidores para c assncar
crystalisado.
Grande liquidacuo na loja
do Passo, rua Primeiro
de Marco (outr'ora Crespo
n. 7 A.)
OapropretarkM hoje. des rl intisr n i .--
tabelecimento leudo de ti fiiniar, nJeia |i i
todo preco as fazenda-' nelle e i-t-nt, -. rom -
jan: popelinas de ndl^simas <,,',r.-< para vx
alpacas, po-de-chevre e lis de padrCes e c
liradas, ebapellinas de palna e d,......
chapeos, gorro< para Sisa, di
nhosde seda.ditcs erorhet,romeir bornooj
lea de seda, ditos ue toujaim, riett eanai
senhoras, balos, saias de li, cortea 4s eqsi
ditos de tarlatana bordadas, Utos de la. riqi
mas toninas de catabraia de HiriM bordadla, loa'
dn n>i centn o emblema braseiio on portagni i
frondas, fleneos bordados, enilerinbos e p.:i..j-
de linho para honieii-. gravataa .i- toda para --
nnoras. bonwns e nietiinos. camisinhas, -
e manguitos, vestuarios para bapl lad *, viit >- u;
cores para meninos e ni"ni::> aquel aHas do i.i
proprias para o invern, sodas pr.>t,.>. iU- .
cores, chapeos de sol para hornea* e soah .
cintos de seda. Coques e oiilros andtol artijH ,
seria enfadonlm mencionar, e que se von 1
todo |ir--eo. veiiliam c.iiu Jinlieiro que conhore .
a realid ule.
Loja do Patao a rua Primeiro la Mar.-o n. 7 A.
Vende-se i.iii n ","'o de 36 anuos de Mad .
possante e um cabra de \X annos de imiit bonita figuia
sadio, do serv.o de casa ; nata negrota de 16 an-
DOS propria pan mocanil de familia por
ser recomida e de boa ecadacta; bbh nopteba
de 13 ano s muito eapertinha aji faz aljni NT*
vico de casa : nina negra cucinheira e enyawin --
deir.1. eom duas lilhas una de i0 anuos de .
e outra de 8 annos : iaa de Hortas u. lio
Li
la
vrosavMiaa
Aos Srs. acadmicos
Vende-se as seguintes obras de direito. Insuma
e Htteratura, por commodos pr.-cos :
Pardessus:Uroii Coinniercial.
Villiann: -Revolution francaise.
Louiz Rlanc :Histoire du dix auns.
Vattel .Droit des gens.
Ventura :Le Pouvoir publr.
Porters: Cours de droit nalurel.
Kluber .Droit des gens.
Rogron : -Code de conimerce.
Nesta rjpographia acharo cssas obras pj .* c-
rem vendidas.
Vende-so ama casa de peora a cal. a rua
de S. Mignal n. 123, no Afogados : para ver, pa
rede c meia da mesma, e a tratar na rua ito Ca-
bug n. 2 R. _______^_^__^^_
Attencao
Vende-s una vacea malto boa dr leite.
urna cria do 15 dias. pouco mais ou meaos, w
quinla-ffira, em leilo na Feira Semanal.
Cha preto e verde
Ha sempre venda em retalla), na loja da
estreita di Rosario n. 12, cha preto c verde Ue to-
das as qualidadcs. e algum chegado ulti
-da Europa ; tem d todo preco, vontade
comprador, e sempre de boa qualidade, porqrit
de encommenda propria.________
Vinho do Porto superior
Na loja de livros da rua estreita do Rosario u.
12, tem para vouder, em cauta de duzia, vinao
do Parte, e que por sua boa qualidade i reea
barato' preferivel i oulro qualque F,st v
anda no conhecido nesta provincia e Rio du Janeiro, onde consom para maij d. 5,rf0
eaixas por auno/ A lie, e? amadoras da boa
pinga, antes que se acabe.


w
Diarfo ^de FeunarAbiieo Ter^a fera 15 de AtaL efe 1&73-
FUNDICAO DO
RUADO BRUH N.
(Passando o chafar)
$2
PEDEM A.OS *c':or* di eng^nho e ontros agricultor, eoraprefadores de
imisuio o favjr de urna visita aseu esU-bdecinwntd, para varen o iiowj ortimeoJO
.ott. que abiteui; se ido tudj supjrior em quaiidade e fortidia; o qu com a Ins
5c?5o pess .al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTr.NCAOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICQ
Bi/llwl roaaS U a^U maQhog convenientes para as diferas
WTnmst.'iii^as dos eoborea pr iprietario* e pira des;anof r ahjpSo.
BtaPTli'lS flft PT'lTll ds loc'os os la0Q,T**19 as uMtoO-** qae aqai
Vasos de crystal para tcriltt.
A loja da A ni i B anca, a nu do Duque de
Caxias n. 50, r ceben bonitas rarrufinhas de crys-
tal-cm par rom ratmgens domadas e mui pro-
prias para arranjea de toilet, ete,
Anneis e colares elctricos
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxiai
B. 50,reCf-bett nova remessa dos piweitosos tu-
nis e' colares elctricos, e entinua, a reeehe-loa
liorens-ilmente,' pelo que sempre estar prvida da
fceiotdficijs^: k
Diademas dctlfc^ios
A loja d'ajjuia branca ru^ttuqi da folia*.n.
30, reeebeu novaipente bonitos diademas (ten/ados
,J eo'fejtados eonijiedcas e aljofare*, abraspjgosf
a panusjx : tamljem rerebeu, ns ampo*
etos ou lnnetes com flores para" a rabaga.
xisreon.
" Bodas dentadas para Qimaes*agoa e vapor
Taixs ae ferro faudido, batido e de cobre.
AUmbiqaes a fandos de alambiques.
HknhiflismJlS "Hr;| man,1'oca e algodSo.l Pudendo lodos
i&i%0UlilUa ep)ra?errarmideira. f ser movidos a mSo
IWnh.-in por *gn' Tapor'
V"*W-*J de patente, arantidas........ joo animaos.
Toda?* as machinas w^qw"^*. predi.
Faz qaalquar concert de mChui8mo' ** ** mfUao-
Foranas de farro
Encamnenos.
tem as mehores e mais baratas existeotes no ejer-
cido.
Inuimbe-so de mandar vir qaalqner raach'oisaao von-f
lade dos clientes, lembrandofhes a vantgen tfe faterem.
m compras pir intermedio de pessoa entendida, e qne em qaalqner necessidade pode
Swa prestar auxilio.
Ar^dcs amanenos t**^"****.


RUA DO BRUM B. 52 .
PASSANDO O CHAFARIZ
i.
56 aRtiu do Mrquez de Oliiida 56 a
ji'i'nii-a run da 4Jn A DE MACHINAS
Sendo este anti-;. ..>: i:..-liv;n.'nto assaz conbecido como, principal c recommen-
.'. ;:r.i: i s depsitos e bous sortimonlos com que sempre prima em ter das
maisacrodiUulas e vonlndeiras niac*ii3iin americanas para nlgo-
' '' 'M i .i 'i'i .wpi'm, e harendo om todos os tamanhos diversidades de syste-
>> 1 mulhorainentos para perfeito o rapidu descarocamentu ; tornam-se dignas de
vistas e apreciadas peiofi Srs. agricultores; os qaaes, alm disto, enconiraro
: mais :
los VAPORES LOGfOMOVEIS, de forca
i < I Va ivallos com todos pertaocas
traba barem k maoninas para
- -'' ';'. nu para-outro qualquer mister. !
1 :r )i!M lavar roapa.
Ara os americanos para varzea o ladei-
s da in8o pica al! >rros.
'! m. luirs.
B.ii !. ::.,.
Ditos ii i ;.-.) eatanhado.
Ditos com vlvula pira lavatorios.
Ditos le ::a i.-ira para ouipras.
\\\> ir !li is para jardins.
liuar! : imillas.
Tampas pira cubrir pratus.
Tarrachas para fazer jiarafuzos de ferro.
U lita ditos de madeiras.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cvlindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinailo.
Brcu superior.
Moinbos de diversos fabricantes para mi-
. lho e cal.
Debulhadores para milho.
A/oit de spermacete para machina
Camas de ferro.
Bombas de Japj.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Camos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
i
A loja. diagmia branca a) rn*-D*wm det, Quia*
W; recaUu una iwquena flaaMMade igveUea,
l onitos leques com bouquets ,e, outps cbjejes.
M\
BICHAS DE HASBDR60
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu C, ra Larga dosario o Hn. 34.
A loja da afttfra brtttca, rnaf db Dttqm; de
no>rtene bonitos oHade- ,
es com boquet.s es-
tros mtikim.
iWire
t onitos I
jippld cuei^ ,para itfjescar,e;
amaciar a ijjle
A loja d'ajiuialiranra*. roa Duque -jfe Gatias
4- SO.Teccbea cotd-crome los arateadbs fbrican-
tfcs I,ulin. Legran n Cbnty.
1 i Diadenwis e grampos de
a.co
loja da ajrrti bp
SwiA n. KV, receben
as e grarpos de ac. .
Bicos de seda pretor com
flores de c^res.
A loja da aguia .branca, rtu..do Duque do
Gaxias"recebeu', conio noviaae'bonitos bicos de
seda pretos com fliircs de cores, sobresahindo ael-
le o pieto #om rtarnado, e todos mu proferios
para-barra estros enfeites de vestidos de'gra-
nadine, ou medina; e outras faiendas transparen-
tes. Pela oominodidade dos. pre.os.esse* Lioys tor-
nam-se mai aaTK)doi8 e otila noJidad de gob,
preferiveis a queesquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pre^fl.
A loja da ajruto.btanfiaj tua do Duque de C-
xias n. 50, recebe tdnitos Veos ou mahtinhas-
pretas de sed oom flore.% e oufras a fmitacao de
droch, T#Bde as pelos baratos prcros de 3*,
it e 6|000. A fazenda boa e est enV per'iio
estado; pelo que wntinda a ter promptn ewrac-
oao.
Diademas e aderemos de ma-
dueperola.
A leja da Aguja, branca ra do Duque de
Caxias n. SQ, reeebeu (una pequea porcao de
diademas e aderemos de maareperola, obras de
apurado gusto.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do D ique de
Caxias n. 80,. reeebeu novos grampo rom bor-
boletas, bezouros e gatanliotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminko
A loja d'agfuia branca roa Duque de Caxias
: fSO, reeebeu urna pequea quamidaue de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com armiulio, obras estas de niuito gosto
e inteiramentc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
SBGREDO ECONOMA E CEI.EIUDADE.
Obtem-se com o uso
IMECCO* SHOST
nica, hygienica, radical e infallival na cu-
ra das gplorh'as, flotes brancas e (luios de
toda especie, recentes .ou cbmnioas e que
dffereee conao faitanadeisnlutaresrosultados
OBtitiuada appieacaoquesompn; com a
tttalor wn,t itaps de .rarjs.
^ricn deposito para o Brasil; Bartholorheu
IMR.1 J.( IJH A1U*1H J
Riquis>Uuas basquina*: e caMquiahof
de grosilenaplrs e g rgurao ricamente a
enfeitadps e' iv. mitiV pisto para Srs., S
'a iU, i5,m e 20 : rnnilo barato. im
N ra do Crespo n. I. g
Mndft-fitBeadas baratas na
loja da America.
Brilhahtln branca com flores a?setinadas a 400
ijs.o covado, grande pechiacba.
i Mdapolao com poucu sujo a 83 e fia a peca.
1 Algwe marca T largo a'SuO.i.a pe^a.
iilsfirein o preco!
_Chales pretos de mirinr. bordados a retroz :
sao grandes e de boa qualidade a 8 um.
Orosdenaples de soda pura a 2*400 e 2800
'l*s. o covado.
E' haralo
' Colxas grandes com lindas barras de cre>, a
4."JO0 para acabar : na ra do Cabug n. 10.
Trens para cozinba.
En im muitos outras artigos, que s avista e neste estabelecimento podero
Himinndos.
V.;ii le-sio sitio existente na travessa
^ :ro: li l'r.-giiezia dos Afogados, u.
t, boje bwc da travesssa do- itemelios 11.
I im mi proprio): qaem o pretender oav-
t la-sa com o s;u proprjetario na ra de
S. Pranciscn ilesta cid.ide n. 10,
-n\ (>.: 1 a ra B lia.
Ao
!i:
s-
m.
D'^vendo-se mandar para o Rio de Janeiro o
vii "tos uttBCte- ni.vcoictitfs da nfinngio do
MoDtetro, enga ase os senhores de eogenno de
esta owvi.sio para comprar barato
.::. di pranciri qiialid.ule. faltricaJos pelos
. I] ai r -s de Pars.
tj uti;i mi-hia de Vaciaml de cobre com
. |)Clti ...ras.
": .y...a- G tro! grandes.
3." tres es I tt'im para cozinliar, a vapor, com
fcndi -i .. lo.
'.." nina dita rom serpentina de cobre, com 2.0
Li is de ; .
5." il::-s turbinal de Cail'A- C.
6. duas caldeiraa a vapor, de 7 metros de
oinpriii ato, -a la nina com 2 aquentadores.
7o. orna machina a vapor de 8 cavallus de
;... da oGHia de (.. laar A C.
f*.' orna machina para ra4ar assurar.
'..' !-' (i anuas de ma arroba e mea.
40. Qiiatl*i raldeiras para estufas.
11. um i., .niejus.
'i. i: remos, 190 tornelraj de cabr c por-
t-; grande da canos d^-oobro vlndos. de Paris,
de versos diamemotros.
Oamamos sobre toda a atteneio para as tur-
Hnaa, q-ieamlns serao mais barata* do que urna
a das inginKM : a tratar na ra do Sebo n. 35,
fcip Barao de S. Itorja.
X. B Os senhores (pM d>>carem parte maior,
>Mle se dar pra7.oparavpajraaie-'tA.
Islo que vender
barato.
como quem SQ. Q VIANXA A. RUA LAUGA DQ R03ARI0
___________i NUMERO H.
1 ii carriteii de liuUa por 400 1.
3 grvalas pretaa e de eores por i i.
I bonito onfaite para senhora por i.
1 masso de pentes- por l.-
t peca de bko por 50. w.
1 par de focos para-senhora por 21.
1 dito de dito de dbraque para homem por 2.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, reeebeu novaracnte bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e comosempre Conti-
na a vende-los por proras razoaveis.
Caixinlias com pos dourados
e prateados, pai'a cabellos.
Vemle-se na loja da Aguia Branca ra dn Du-
que de (.axial n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agnia Branca, rita Duque de Ca-
xias n. 50, receben Dent sorlimento di luvas de
pellica, pretas e de nutras cores.
Xarope d'agrio do Para
Antigo o concekuado medicamento para
cura das molestias dos igaos respiratorios,
como a phtvsica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomen & C, ra Larga do Rosario n. 34.
Pede obter em pouco lempo com o uso do melbor dos lieorea acamada
HESPER1B1NA

Faz^oito annos qne conbecido este precioso towco, e dificil cbar un pttto
que, leudo experimentado pessoalmeole, nao falle em seo favor, jt como bom ealoaacj
apetisadnr, tomando nm calii delia aatei de jantar, oa como facilitador da djfttdt
tumaDdo-se depois.
da HESFERIDINA a LAKANJA AMARGA; >oao ha om-s hal>naaU do BitASK (a torra
special das laranja) qne oic conbeca aa p^opriedade medicinaea da dourada frucu.
ora bem, a
- !";
Casas para vender-se
Vende-se duas ca-as terreas, sendo
urna na ra do-Padre Phtriano n 75, com
soifio e mniU'is comm.idos para familia', e
urna dita no neceo da Lama i-. 18 : quem
quizer, dirjase a ra da Cideia do I. fe 11.60,
2 andar.______.
A Predilecta,
em sen estado natural tem nm gosio pouqo adradavet.^ mrito da rWpandioa on-
siste em reteraoas boas prupriedades, eau mesmo lempo apr*aenia4a cobo
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA* NACIONAL Dio ton nada que vejar Oa
melhores importares europeas de cathegoria semelhaol. Eum, qnodo ranito, pode
ser gostosas, porm a -Hesperidiaa e a combinacao partera do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qua om artigo oo qoal p'de-se ter inteira confianca, por er pon
e innocente, basta dizer-se que oi plenamente, appxoA-ada e aut JUNTA E HYGIEE
do Rio de Janeiro, permittindo sua iivre elaboracau do imperio; ootra
B t PRIVA
a acceitaclo geral que tem em todas ae parles onde aomentadi. Bm l'Ht>4 eaube-
leceo-se a primeira fabrica em Boeoos-Ayres;' em 1889 a segooda em Mootevido; 1
do dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR maogoroo-ie a : fabrica que act-oalo^ak
trabalba na corte. Em Valparaso e em toda a cuta do Pacifico tem boa accsita;ao
tanto qua rara a casa qne considera completo sen aparad, r sem orna garufa de
O bomem velho toma Hosperidina para obter
VffiOR
0 bomem doente loma Hosperidina para obtt.r
m
i :
/v .
Leques
1 par de borzeguim francez para dito por 8/.
i leca de n:edapolo muito fino por 5.
i vrte de casemira por 3j.
l cobertor por 1*200.
1 par d:: borzepuins para senbora por 4.
i balao para senhora por 1$.
Chitas a 200 e i'ni rs., mdapolao a M e
li'i rs., alsodaoa 240 rs., cambraias a 280 rs., e
mitas outras cousas, qne ludo se vende por me-
tade do preco.
Bordadas a seda
Amaral. Nabnco & C. receberam da Europa
pelo ultimo vapor meias para senhora, de lio d'e
Escocia, brancas, abertal no peito do p, e borda-
das a seda, 6 o que se pode chamar novidade,
sao da ultima moda etu Paris : vendent no bazar
victoria, ra do Bario da Victoria n 2.

I
Sa rendan. 22 rm a mneratriz
Vkndi;-si;
t libia fie rap de area-fina por 900 rs.
1 libra rfe iwp sMpeti p p >r 900 rs.
t libra L- rap-j ardor.prcta por ^OOO,
yarinha de inaudiocaa 3^ o
sacCo.
V* rtta da Madre d? IVes n. 7 a ella, em
^anto nao se acaba.
Amaral, fabuco & C. ven-
dem as seghles qUalidades
de meias de fio de Escocia:
Brancas, abertas no peito do p, e bordadas a-I
seda, para senhora, aneraw, para meninas, cruas
e de cores para hoiiian.
DE AL60UO
Brancas e de core para meninos, meainaa, ka-
mens e senhoras
DFLV
Decores para ovninos, meninas tMmeo* e se-
nlroras.
DB s:da
Carmezim e rxas para padres, capell.ls milita. ** idade,
tos, megos e bispo.
No bazar Victoria, roa do Barao da Victoria
numero 2. i
Amaral, .N'abueo A C. receboram um variadis-
simo a elegante sm-timeata dt> leques xl? roadrepe-
rola branca lavra.la para nuivs, qticimada para'
passeio, bwles. etc. etc., de tartaruga lisos e lavra-
dos, de marlim lisos e lavrados e com seda, de
osso lisos e lavrados e com seda de todas as cores,
de sndalo bordados a lantijoula*, e nara meni-
nas : vende-se no bazar victoria, ra do Barao da
Victoria n. 2.______
rM0lMAK
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 eMa tio Apollo n. 47,
tem para vender por precos commods :
Tljolos encarnados sexto va* para ladrho.
Ganos de bario para esot..
Cimento Portlamt
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de dc^ciirocar abjodio.
Machinas de padaria.'
Potassa da Itussia em-barril.
Phosphoros de cera.
Saga em garcafoos.
Sevadihha em garfafoes.
I.enii has em garrafies.
P.hum da aJmaica.
Vinho do l'wrto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeansf dijo.
Vinho.de Schorry.
Vinho da Mawtra.
Potes com linguas e dobradas iuglezas.
Licores flrais portillos.
. Cognac GanlMer >Fr>'ivs.
Latas de tuBcinlin iOflet-
Barris com repolho -ein,sMmoura.
Formas' de ferro.
Folhas de Flandres
Vidros para Aldra^a.
Esta? iho' em wrguiflha.
Chumbo ero leuool.
Na ra do Mrquez de
Oliada n. 4i, ari*Wm!" ra Barroca & Fimos.
no empenho de bera servir aos seus freguezes e
ao publico em gerat tem procurado irover-se do
que ha de uielor e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
tos de que os seus artigas serao bem apreciados
pelos amantes do uom e barato ; passa a ennu
morar alguns d'eBtre elles, como sejam :
ALBU>S, os mais ricos que tem vindo a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, martiin, velludo e chatrrin.
ADERECS pretos e volias proprias para luto ;
assim como, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
BOTES para pnaos,, o que se pode desojar de
melhiir em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, inarlHii e osso.
BOLT.AS de" veltoco, seda, pallia e chagrn, o que
ha de mais moderno e 1 nda*.
BICOS de seda e de algodao, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXIXHAS para costura, muito ricas e de di-
versos orm t. ella.
COQUES a imitacao, o que pode haver de mais
bonito e botn gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre- f\
seata um grande e lindo sortimento
capaz do stislazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PRtT-BOUOJL'ET de madreperola, ma-fin e osso,
este um objecto indispensavel s se-
nhoras do bom tom, liui do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te dciiodoarcoi as luvas, ou mancha-
rom as delicadas rilaos.
PENTES de tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
1'EliFr.M/miAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva nm importan-
te sortiiiiento de perfuinarias de lino
odor dos mais ataanos fabricantes,
Luliin, Piver, soctedade hygienica, Cou-
dray, Gosncs e Rimnl, que incum-
bido da esculla dos aromas mais beiu
a.-eitos pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, arhani-se na
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa d.; enumerar urna im-
inensidade de artigos, alim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia da respeitavel publico em di-
rigirle ra do atrag n. 1 A, pa-
ra conyenoer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e moderna! de tuquim e aurgurao
se la
VESTIMENTOS. Ricos vestimentis para meninos,,
l>r iiamtissimo preni.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortiioento de flores ao alcance
de qualquer bola anda que naoes-
. tra bem replecta de dinlteiro.
FITAS. ; j bem sabido do publico que s na
Predilecta que podom encontrar uin
grande sortimento do Ote* de setim,
tafeta, velludo, buho o de algodao, por
cominodo prego.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao de.-tes, pre-
tos e c1- cures, o ,\uu*se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de soda e de cambraia para senhora,
lan.s e goliilhas do bonitas cores, tam-
bera tem um bom sortimento de gr-
valas recatas para hornera.
JARROS de porcelana e de vidro mui! i bonitoa
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de.la e de algodio, pa
ra senhora, meninas e bomem.
LEQUES. Ricos loques de madrepoiola, tartaruga.
marlim e de osso, os mais modernos e
por barato prreo.
LUVAS de pellica, de seda e de a'lgudflo, para
homem e senhora.
LITROS para missa, a Predilecta apresenta es-
colha do respeitavel puWk'o um bello
sortimento (lestes Kvros rom capas de
madreperola. tartaruga, marlim, iiso.
velludo e chagrn, por precos mui
ra toa veis.
O bomem dbil toma Hesperidioa pira obter
1

mJJL Hi
Hesperidina para
obter boa :t
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam
animacao durante os loucos gyros da
BARROS JNIOR de C, roa dt Vigario Tenorio n. 7, I* andr, rbceberam au
grande especifico, e veD Juaquin Ferreira Lobo, ra da Imperatriz.
Zefermo Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves rta Fonte, roa da Cadaa b. 1.
Antonio Gomes Pires cVC, roa da Cideia.
Antonio Gomes Pires 4 C., caus 2 de Novembro.
Gomes 4 IrmSo hotel da Passagem.

'3&kt
Samuel Power Jobns-
ton
)i-k FaiKin siente aos sens freguer.e> que leem
djgi ruuaaiij o mu latmiHl d* RimMbj a vn-
ggjj por, motndas e laxas n nimio kcredi|aaai
v"> fabrica de LowMoor para roa a-. Apullo u.
g^ 38 40, onJ- coetmuam a ter o oit-smn mar-
lmenlo do captme.
Faze:i iumiu lamb/MB qne te0m feta nm
arracj.i ooffl a fnodlcio gTal. peni .u.! po-
dan oifantean-* jara a*-.?ciar qoatquer
machiaisrao m.ir:>o paraati-lo.
I A
y^**
wm
r
(.
i &
0< propriunu< da toniii.;?. peral fa-era
MMMN aoi Mntorap d eug-nlio o m.u
pasanai^ vi t"m ailaOnlfrlitn vrm inu. .-
ci de fer'n e brouze a ra do R.-um, jnn- -*'
t. a evtaelo dos bontfa, ont# aprontara- ...
pjnalqner obra di- encjmrcenda c..m perV
cao e pron>!>'n*ao. ',{_
Os me*
r..fain p?*ns rm^ nw^
i-
:
rao ntihszr w de utu *ervu;o> '* ftalM*
.-..-a dos Sr. Sa- r^-
reo i- awMioi'nHiida* ...- u,.a o.~. ^- >
muel Power JoJinsiuu V. a rua do Apol- j*.''
lo n. 38 e ii). nde Reharn >-.-* tu.hH '
tadi euw qumn posaaiu -ottD.lcirsti.
Ayoarelho para fabricar mnimt, f'o usfui*.
VVKS!ii,\ d^TliKFUGAL
nicos ijeataa en Pernxmtu -o a fuo^ico y^r^l.
Para '.rutar m mu aaetiptorm rua 0.. Apnlln n. 38 a 4u.

GRANDE LIQUIDACAO NO BARATERO
BAZAS NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
LoiireneoPereira MendesGuiniares
Vende se um.v ffloMHa-de "jartrand maciftt, i
una franceza. tudo obra muiieJ>oa, um piano de
a*-mano, e outros rmrttos",**!!,* avulsos: assim
como tamb<* te*le-fe.a-ofllfina, e-frttite-se a
casa, tudo pt^iMt-co coramodo : a trata*' na rua
estreiU do BoBarlo n, 27.
Veadii-K!nmJmol4l boa.fwira, proprwrpnra.^eHado, co-
pbiro ou para qtt&lqtipr serrino : hfteW pretender
r"*- ------------ *- *-
idlrija*ie'ai'easa n. :ar>da rua"9o PJtopieio, o horas da tarde.
Novidade.
A-Predilecta, rua do Cabug. n. A. araba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, tira bello sortimento de.corpmhos de ram-
hrain bordados para senhoras e meninas, polli-
ahas e- punhos tambem bcttlados e de phan'tazia,
saias bordadas, ditas com enrreinefos para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tapadinhos
a transparentes para meninas, que tudo vende
for barato preco.
RajM\
A' pra?a da ludependcncia n. chegou nova
remella do muto acreditado r-p Piocez Ro-
dia, fasse grosso, fino e amarellino, Paulo Gor-
d-'iro viajado nminum, prinecia 4 Hala fino,
ipcio grosso e rola, Meurou ara-preta e supe-
rior, rolao francez e prinaeaa de'Lisboa vende-
H:|Mr;ao e-arelaJoo por precos umito resum-
tos.
CASK.MIRA PRF.TA A 25500 0 CORTE.
Aeiule-se cortesde casemira pretaparacal-
5as de bomem a 29500, 4JJ500, 5J?e 6C000.
PANNOPRfiTO FINO A 2^500.
Vende-se panno enfestado proprio para
caigas e palitts a 2J>500, 3?, 49 e jiOOO o
covado.
ALBACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e G40 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 15500.
Vende-se cortes de brim para calcas de
bomem a I5500e 2-?000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se cintas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 300 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 289 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina linas, de eores para
restidos a 400 rs. o covado.
FL'STAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se ftlslo branco pira restidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS- FINAS A 3G0 RS.
Vende-se cassas de cortis muito finas a 3G0
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 40 RS.
Vende-so cambraia bapsta pera vestidos
de senbora a 400 rs. o covado.
COLXAS DE FUSTOA 2T500.
Vende-se eolias de fustao, do cure.
200 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A 19200.
\ eriire-se cobertores de pellos e papad.*
a 1JT200 o 10400.
SAIAS BRANCAS. A 29000.
Vende-se satas brancas e de cores a 29000
e 2C50Q.
TOAI.HAS A 860 I.
Vende-ae toninas felpudas pro|rias para
rosto a 800.coda urna.
BOJSASPARA TIAGF.NS A 390UO
Yendo-s.> holsns para viau.-ns a 39, 33690
e 49000.
LENCOS 1RANQ0S A 2900* A GUIA.
Vende-se brujos braticos a 29000 a d-
aia,
GROSDENAPLES PRETO A l?800
Vonrtw-sef rosaV'uapies prete para vestidos,
a 19800, 29, 29500, 39, 49000 e S?u00 o
covado.
MAiXtJ'OIdO II NO A 49000.
>nde-.s jweas do mdapolao, a 49000,
5300, 59, 9, 79000 e 89*0.
ALGODAO A *9000.
Vende-'jiecas de algodao bom a.49,
96O0, 59, e 69000.
Al i.iII)AO ENFESTADO A 00 RS.
V.'iile-se abjodSo enfestado a 000 rs. o
Bietro.
Tinta Amazona
Para tiugir iiistantaneamen- j
te a barl)a e o cabello *
A 4-jOIM o frasco, em porcao, 3 frascos SS5O0 ^ t0i" lpa,mM M W ''.ff d* fun*'-
f\3-i -r\ v V ""osjoot. i9,n,|0 j(. naTa,-cum soellonle cacimba de agaa
UQllOIl Jliarte & rmaO de beber ia^m como ubi otilro oontendi ti
A! iKrftyAt*"
Vndese umexcelleute sitio era Bwberihe 4?
aixo. juul* a eslacio do Fnndao. mura lo na
frente e portao de ferro, com nm* bonita caaa de
pedra e cal, tendo 4 quartos, 3 salas e ctninba
Veiide-se fWjfio ttmlatinho em saceos e-a re-
t*mo;ptrrmenflS-p'1Rcridnde em mirra mtatnnnr
pkite^narha da P4ia n. I.
8a a venda.
Cabelliireiros, na rna da Imperatriz n. 82
meiro andar.
Veiwle-se
Um sitio na.cMade de Olinda, aimde
ter urna boa casa de vivenda nar.rande
Vi?ndee- a casa terrea com bons commodfcs da *,:; 1am m,1,-, """u v"/* ":
roa-d* Matbias Ferreha, n. 4, em Olinda ; a tratar m,a tem T^? arvoredos ** fmcM ^
S, rea d*"C<1ttugr loja de cera, uno pateo dWdas as quabdade, e escellente agua de ^^^ natTavessa d
la. Pedro Novo em Olinda, com Joao Conceicao. ffeeber ; a tratar nesta tjpograpbia. ha rua Urga do Rosario, venda
ualiiios do nUA e o uasow fundo, lando urna
P"- '|equeaa casa de tapa : qaem pretender- dirija-fe
___ ai rua de Pedro Alfonso, aotja rua da Praia. n-
aero 37.
Tarnha de manioca.
A'imrtlior aV mrrrado.
Vnd#l. F. !. Goimbra eaimait : A nu 4o
ajarquer de Hada n. .T, T. andar. '
Vaadese-matade deaaa* marada Vea*
- '
;
44
mnwa
i. .fcni


X
v
DE FERRO E BROIBE
FABRICA DE MACHINAS
A raa do &iM d Triiiraplw (na d Rrum) ns. iOO a .04
y CARDOSO IRMAO
AVISAN aos Srs. de engephos e ao publico om geral, que teem recebido da Europa
grande soraento 4q ferragonapara engehose para lavoura.e quaesquer outros usos
i misteres da industria agrtoola, o que tudo vendem por precos razoaveis.
Formas para aSSUCar ,pntadas ft aj^ta^ de diversos taraanhos.
Vapores a0risontaes verUcaes j bem ceuhecidos noste provincia e fra della, os
i mclhores que teem vindo a este mercado.
MoendaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS mOendaS para assentar enerados de madeira.
laixas de ferro *6 fCrr0 fun(jdo e batd0 ^ dversos tamanhos.
RodaS d'aglia do diversos tamanhos.
K-OdaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
Colicortos concertam cora promptido quaiquer obra ou machina, para o que teem
su a fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Candara v'r Por encemnu-nda da Europa, quaiquer r.achinismo,
para o quo se correspondem com urna respetavel casa de Londres
e com u dos mclhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se rosponsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FNOICO DE CARDOSO IRMA O
Diario de Pernambuco Tere,a firal5 dfe Abril de 1873.
jv- -r->r -r#*ffv- -ro
<""Vy -y. TV- *-rr 1
Esmeralda

ouro.
importante sortimento de joias de
!
Soares Lttef & Irmos, com loja de miudczas e perfumaras ra do Baio da Vic
tona n. 28, perlem umita attcnco para os presos abaixo especilicados, a saber :
Sapatos de tapate para hornons e senhoras
a 1^200.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punlios a 320 rs.
fallieres cabe de viado (imitaeo) a 3O000
a Juzia.
Caixa de lnha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem i lem de marca a 240 rs.
Mago de fita chineza a 1-5000.
perfumaras.
Garrafa de agua florida verdndcira a 1?200.
I lem idem kananga do Japo a 1^200.
dem dem divina a 1O000 e 10200.
Ldeua idem Magdalena novidade) a 10500.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
m00, 20000, 4O000 e 75000.
Frasco com Salsapanilha verdadeira a
35500.
dem com tnico oriental de Kemp a 15JO0O
o frasco.
MIUDEZ.1S.
Maros de trancas de caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pecas de cordio imperial a
.2) rs.
Olivia de cachimbos p de galUnha a
de raadeira com tampa a
Juzia
20500.
dem idem
30600.
Duzia de collarinhos bordados
r..n a 8O000.
dem idem lisos a CO000.
i::.{flmarias.
Frasco de oleo Oiza venladeir a 10000.
dem idem antique muito b m a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 10, 10500 e
23*000.
Caixa do ps para dnntes a 200 rs.
Hu/.ia de sabonetes e 30600.
MRDEZAS.
Vivros i>cra utas a 320 e 400 rs.
Rbdes nnfeitadas a 10400.
Resma de papel pautado o liso a 20600,
2OS00, 35)500, 40000 o 60000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem dem idem bera dourada a 800 rs.
Gafan de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinlio transparentes a
20200.
Duzia de sabonetes com flores a 10500.
Saboncteslilycerim transparentes lrOOO.
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray proprias
para presentes, assim com de palha e pape-
lo.
MODAS E MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
sen horas a 100000.
Loques para senhoras a 20000, 45000 e
70000.
Vara de fita escoseza larga 'novidade) a
40000.
Lamparinas gaz a 10000.
Groza de botes de osso para calca a
para ho- 300 rs.
Acaba de chegar a este estabelecimonto um
, do melhor gosto e qualidadu que tcm vindo nesle genero, como cassoletas de
nix com lottras de diamantes o pinturas tinas, aderemos emaios aderecostcom podras fi-
nas, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e quididades, para honoens e senhoras, desde o
proco de 400000 at 300000O, sendo estes ltimos de maeinismo mais aperfeicoado pos-
sivel e guarnecidos com diamanta. >
Ditos de prata.de 160000 e 40000.0.
RA BO CABUGA N. o
M0KEH1A AUTE fc C.
Grinaldas para casamento a 20 e 50000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 30000.
dem idem beira lisas a 20500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 10000.
Pecas de fita de velludo de todas as cores,
i Ideni idem de sarja de todas as cores
1 e larguras.
m A LOJA BOM PASTOR
3

HUZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRAUSE C.
DE
GOMES DE MATTOS. IRMAOS
Nste importante estabelecimento, o primeiro nesse gnneto, contina
verder variado sortimento de joias, sendo de brilhantes. esmeraldas, [xrolas
e rubins, com grande reduccao de presos, porque recabemos directamtute
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento c!o que ha le me-
lhor em ouro e pedreras de valor.
Os proprietarios do ML'SEU DE JOIAS, soro constantes sempro ra tivo-
rem occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, do que
ML'SEU DE JOIA8 vende eus artigos a procos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto o pequeo valor. acha-M i
exposi^oobras de prata, de todas as qualidades, ndogios lins ? da
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
precos. Caieias a tranedins de todos os gostos, e tudo o mus que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
S5o avisados os senhores de engenhos, fazendeins e lavradores, <]\k ta-
das as joias saludas do ML'ZEL' DE JOIAS sao garantidas.
w

W '
Pharmacia de P. Maurer & C.
1


Apparelhos de mesa de C. Christofle de Paris, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade tomo
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caxa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamauho, galheiteiros, serpentinas, castigues,
saleiras, farnheiros.etc, etc.
Receben tambem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praca.
ERDiDEIRO LE ROY
EM LIQUIDO OU PIIXLAS
Ru de Seinc, 51, i PARS
Mffiilffl
E
Recebe encommenda para o Porto, Lvon e Paris. ^*
akica (!ecrfla!nei^iMtt,ai4as, e im&m #3
dem idem ida pos chinez, muito bom, a I Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
500 rs. e 10000. |0te.
Ma.o do saboaataa iugle^es muito supe- Chapeos para senhoras e meninas.
riores a 000 rs.
Luvas de pellica muito frescas a OoOO.
de moMura dour.i la le todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e tinco, e multes
uauezas que sena longo mencionar.
28 Rim do Baro da Villora 28
.

Arados para lavar a trra.
CarrinUos de niao.
Lamas-oe ferro.
Cofres de ferro.
Costos d'srame para fi
Fogoes de ferro.
Baldes de ferro gelvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrw casa
Progos americanos.
Tachos.de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balances, pesos e medidas.
EM GASA DE SHAW HAWKES Rl A DO BOM JESS N. i.
*1V /*
110 WE




Aderemos de bri-Jf
Ihantes, esmeraldas al
rubias e perttkit),
voltasde peroias.
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidades.
Ra do Barao da Victoria u. 28
As mais simples, as mais baratas e as iieliiores do mundo!
Ni exposi^o de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
cao da Legi' de Honra., por serem as machinas mais per.
feitas do nmsdo.<
A medalha,de-ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medafbn de ouro na exposi^o de Londres acreditam
estes machinas.
HggiMiiiJi. iulullivel e pfMrraiiva; 4 ni
cuns<'iiiu'.i[n>>up|ilfuiciito. IJnP.ui-. liTMrtir
158, bouK'vard Magenta, e ua* priiciuaes pk
t,.
Em cada Rarrafa, vai, entre a mlha t o pe i{n
que lera o met slncle, rnn rotulo Imprrsso mi ima-
ello com mi sello SICROMT. PXI'ls. Eiic-inail<
flfcr fundo negro.
N. B. Remtltenrfo-ie urna Idtra de 500 fran.w
sobre Paris, recebe-se 725 franens Deposito principal
Ido legitimo Le R
:m Caza do boso
!81^ Tu "" momm
Braztl Senob de
Uce*ra u Baia. \ET PHARMACIEN

MEOALUt DK M4%ltA
FIGADOot BACALHAU
FERRUGINOSO. CURO E TRIGVFIIf
DE CHKVRIElt
\CavalMro de Lrgiiode Honrt, OffitimJ
do MtdjidieCemmendatlordtiQ'
tflzabet a Calholica.
O ir Cherrlrr dere O SB
t aabtaneiu balMmicu qne
gmeniAo as suas propriec'vles tket%
ticas ao mesmo tempo que o ViiisVM
i^rradavel ao tomarse.
O senhor Cbefrier eomplrtov a
descuberta associando o Iodurf to de
ao sen oleo d>> flgado ds Baca hau.
ale* *e Bga^o 4c k4M-altiaa tr ti
(!* pojsue todas as pro|TiedadM t
oleo e do trro, de faci> digesta
nuDca causa pristo do ventre
Todas as celebridsdes medi "mom
ferem as outras prenare6>s >erraiiBS>
sas. Convem em toaos os case*
-o emprega o ferro : Tfalea pal
I BnmrhHea, cbiHIsbm. Knrr^mlmm
I EBplK-e, *tSH Bk'SBBMUw
I Besjiate, G*aleeeaeiaa 4cm
I r'raqnesa de r*alllalra
I dip osito m pnis: Pharm.
81, Faubowf Montmartre.

tur-jo d[K)sito, a onde se acha avenda na casa de f. Maurer d (..
Ra do baro da Victoria n. j.
90*000
N.
NOVA LOJA
2 ARa do
DE
DE JOIAS
CabugK 2 A
Ruino* ni no
.chano^>4MnfAmmm\.r^armdo este estabefecimento, e
tendo os seu; apritenos feito urna imprtente acauisico de
jotas as mais modernas vmdas ao mereado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a feer urna visite ao sefr-
tl>elecunente,afimideapreeiar ecomprar urna joia de osto por
preoo raaoavel.
litwus 8te*linas:
t.",1S^e**'a'maz,m d aoadaat ABtuWe
y. da Ofrfeira 4 c, a nja de Corameraiaj* l
Fio de a|dao da Babia e cal de LfeMa, w-
tHeroeole aefado : ha para Tender ao ev
rtptorio de Joaquim Jo Goncalves BWtrSo & FV
bo, % ra do i-ommercio p,
Feijao crioulo.
eak-se fej-o preto. novo, ja deste anuo, nui* ck algn- Outra MWim) ^ amos, tonto
m.U*aii m parte aiguma ; a eiles voi|ef . flaora por-8H6.>aM baraBsin; a ruJie or
om e barat. toe averna n. 41. !
Pauna de a%cx^o daBahia
da faferisa Todos os-San--
tos.
Teem para vender no esoriptorio Joaquin Jos
Goncalves Beltf Fitbo, raa do oommercio
n. 3.
Cabe-nos o dever de nnuncrar que a.oompanhia das machinas de ^oe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do BarSo da Victoria n. 28,- um deposito -e-agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderer as afamadas raaohinasde cos-
tura de Howe. Estes machinas sao justamente apreciadas pela perfeigao de eu trabalho.
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade da Bnha,quo quaiquer outra,
e pela ntroducco dos mais aprfeicoados apparelhos,' estantes actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores rrraehiias do mtwkk>
As vantagens destas ^nacMias sao as seguntes:
Primeira.0 publioo sabe que ellas sao duxadouras, para isto pro\a incoutestavel, a
circumstencia de nunca terem apparocido noDaercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para repacar qualquerdesatraojo.
Terceira.Ha nellas menor friogo entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarte.Formam o ponto como se ora feito mao.
Quinte.Permitte que se examine o trabalho 4emb06 os lios, o qua se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponte miudoem casemira, .ateavaasando^ a-fio deomoutro lado,
e logo em seguida, sem modjca*r6e & tenso da nha, eozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressor levantado com a raaioXacihdaie,,quando- se tem de mudar
de agulha: ao comeyar nova osatura.
Oitaya.Mautw ompanbias de mac^as,de costura de grandeza
decaoncia. Machinas outr'ora poaularea, $ae*ojeTqnasMtes#joohecruas, outras sofrer-jam
rnudancas radicaes parapoderem substituir : aretenl>a compaohia da machinas de Howe
adoptando a opiniao de Ehas HQwe*jae$tr&*^.aflteveeJuiaa, *wa constanteraente
augmentado o seu fabrico, e boje oto ttend-a. wcura posto que faca 600 macbinai
perda.
Cada machina acompanha livuetoe corarinstruegoes em. porauguw.
ll
CElVTKIFt'CiO
Acaba de ser experimentido do engenho Fragozo .- api>relho para pr i.:..
mear pelo syterria Centrifogo.
rr

0
ptn
E' moito simples.
Tirase a mebdora das taxas de coser, botea-se dentro de quaiqcer vaiM
coalhar.
Logo que esteja coalhado passa-se para o apparelho em partidas de 2 l/ <'<*
de cada vez.
Seod' assim ebeio a posto em movimento, dentro de 5 ni.uto- e.u i -
prompij e em estado de ser logo remeuido para s.-i vendido.
0 resultado
Foi fazer-se ds 4 f/ pSes de assecar 21 arrobas de HMM |. ron-.. (i a*i
eitrahido pelo apparelho tendo sido em nada prejodicaon pelo pmmm O'ie sor). i. -
aindo mpl d'engenno e n5: mel de furo, prestoo-se a ser Divamente cnai4n, i m
ipparelbo assocar de qoalidace e pouco inferior ao do 1." processi, ri -^
atsmo as lrmas ta bom resoltado como sa fasse paseado .'ofn das taja p; r; -
Tas, aproveitandfra assim mais metade do mel do qoe com o antigo vinar'
Sendo tao evidenteas vantageos prodraidas por semeibaDie appsrVihi. i c ca-
ler ser verificado petos proprios senhores d'togeabo, esperan os ropnttarios de Naa
ipparelbo, dermis rio risco qoe enrrerma com semflbsDte apariencia, merec.>m s w-
ec;o doa jlloslruioa eobores d'en^enho.
K' tratar coro os Si. Samotl lower Johnstoo C, i rna da Apello ns. 3fi i(.
i*i?
WA'
fH
I

II
Llftffi
<*"
Kua do Bar da Ti^t4HClia k 2S.


Lindos vestidos a 5$ o corte
Saperiores cortes de csea de or, de organdye ele percal cera barra e de daos
saias, acompanhados dos competentes igurv a 59 cada erte. Vendem na roa Pri*-
meiro de Margo (antiga do Crespo)' n. l3,lbJ4 4a8 cottimflas de intoade Corra de Vas-
cellos.
Sis
^
^o**ow*^
XAROPE PBiTORAL JAMES
PTIMO EMfiWO CONTftA
* wom K.imi PiTiis
atado e approravjo i noa bospitaesi de Lisboa,
lSf^bnente awcliuisado pelo Consemo de Sade Publica,
arKjteriaa^Ro que se ach* reconhecid* pelo
Cnsul gerai do imperio do Braz.il.
u
ITOIOO DEPOSITO EM PEIWAMBUCO
Boa lzu-gra do Xlozario

-------------


8
?
Diario de Peraambuco Terca feira 15 de Abril de 1873.
_---------------------------------------------------------i.---------------------:--------------------------------------------------------------
LTFTERATRA,

Cartas de um 4 'aipira.
CARTA XLIV.
Mano Chico.
(Concluso. 1
As niais cultasjriaces catnnlico, apostli-
co romanas do manilo, Aspis de milhares
de hitas j intestinas, j Iravadas com os
jesuticos bntedores do exercito pontificio,
reconhecoram que nao bastava a ceremonia
religiosa para tornar efToctivos os direitos
eivis resultantes do matrimonio ; que era
tambem mister um acto civil, vist que cada
cidado subdito de dous soberanos : o es-
piritual e o temporal, e que o casamente
entende com os dous poderes.
As outras, apezar de nao prestaren obe-
diencia a Roma, euteuderam de ver igual-
mente estabelecer a uuio civil, to grandes
rantngens exergaram nellapara a sociedade
em geral.
Porm nos, mano de batida, que anda nos
sempre pelo torto ; nos, que comemos com
prazer mal-cheirosos queijos de Roquefort
e perdizes fat/suiulirs; que bebemos por
gosto a mais detestavel de todas as tisanas
a sorreja preta; que andamos de vero
cota fatiota do casimira; qua queremos que
uossas lilbas estudem francez e piano com
qualquer Mlle Ih1 lliuttr Uo/'V, e s apren-
den) portuguez o costura com as mucamas
da cuzinba ; nos Analmente, que os copia-
mos em tudo, persistimos no grandissimo
erro de nao ordenar por lei que se faoam os
.casa meo tos civilmente ; nao obstante term s
plena certesa que essa a causa que mais
contribu; para arredar do imperio a emi-
grano, que corre como rio caudaloso para
outros paizes.
Nao tem que ver. Chico dos meus quin-
dins; sempre somos uns pedac >s de tolos!
E tolos emperrados, que a peior especie
deles, nao te parece que sim ?
Mas, como havemos nos de cuidar nessas
cousas de pouco mais ou meaos, quando
temos outras de tanto vulto, taes como sa-
ber so deve ir para tal presidencia un lillio
ou um sobrinho daquelle prestante cidadao
(o; que cotou rom nos na eleico (o,
daquelle figuran ;o) que com tanta anima-
nao 'o^ sustentou a discussao (o) bavida
por occasio (o) da quest > (o) da eman-
cipacSo 'ao), como se diz em estylo de re-
doceo (ao) official ?
Mein*
De cousas somenos nao cuida o prator, e
(' por isso, mano, que os teus collegas de
sai:: preta vo molhando suas velas emquan-
to lia vento fresco, tomo fez ha lias o da
freguezia de S. Joao Baptista de Nitherohy,
capital daquella longinqua provincia que
esteve tres mezes sern lei de oreamento,
sem presidente, sem cmara municipal e
sem secretario da presidencia.
Ora, o que verdade verdadeira, que
ti'urna torra ondo j faltou tanta cousa, nao
se deve estranhar que viva um vigario [e
que vigario, Chico. Credo! )..... um vi-
gario a quem falta tudo, at o bom senso e
caridad', que a ninguem c dado deixar de
ter, nem mesmo sendo bispo.
Agora ouve o que fez esse recommenda-
vel bipe le que pastorea as almas do rebanlio
de Angora desculpa-me, era rebanbo de Ni-
therohyenses que eu pretenda dizer ; o
mea engao proveio de seren muitos dos
moradores d'alem bahia to pelludos como
os referidos bixuhos. Comprenhendes ?
Ahi ra o caso, romo o caso foi :
Estera paramorrer, em Icarahy, um ho-
mem de boa fortuna, que pareca ser tam-
bem vigari. do qualquer freguezia por ahi
alm, granas a alguns ailhados que tinha
em sua casa. Mas nota bem, mano, de co-
ra, aborta, que era s nesse pont>, s nes-
se, que elle pareca ser collega dos teus
eoilegas ; porque em tudo mais era um ci-
ilalao sdireitas, limesto, franco, leal, in-
capaz de deixar de cumprir seus deveres,
por menores que fossem.
Lu nico erro de vulto commettera elle
em tola a sua vida, amistado por urna des-
sas flaquezas deque nenlium de nos est
livre ; mas na beira do tmulo quiz lavar-
se dessa macula, o seu nomo, o nome a que elles tinham di-
reito por lei natural. Chamado a toda a
pressa, o referido vigario acudi, e a pri-
meira pergunta que fez foi :
Tem licenca do Sr. hispo para cascr?
Se nao tem nao o caso.
Mas, reverendissimo, retorquio o me-
dico assistente, este bomem tem, quando
milito, duas a tres horas de vida. Bem
ve que nao ha mais te.upo para ir curte
arranjar os papis precisos.
Sinto muito.
Porm aqu nao ha sentir nem nao
sentir ; ha deixar ou nao deixar na maior
de toda as miserias estes pobres orphos e
sua desventurada mi.
Sinto muito 1
Sinta menos em palavras, reverendis-
simo, e mais na realidade. Lembre-se
que a religio nao pode ser isso que est
pondo em pratica agora ; lembre-se que
o reino do c > dos arrependidos, e
que este bomem, arrependido devras, como
se acha, nao quer e itregar a alma a Deus
deixando ao desamparo seus filhos.
Sinto muito O mais que posso fa-
zer para mostrar minha boa voutade, ir
pessoalmente corte buscar a licencia do Sr.
bispo.
Mas juro-lhe pola f do meu grao,
que nao voKar a terupo, Sr. vigario, por
que este infeliz daqui a pouco ser cada-
ver !
Sino muito!
Porm...
Sinto muito ( atalhou o ministro do
altar) : j lhe disse mais de una vez que
sinto devoras, mas que nao os caso sem au-
torisacao do Sr. D. Pedro de Lacerda.
Instantes depois o pobre homem, victima
da religio de contrabando que nos afflige
agora como umpessadelb horrivel, cerrou
para sempre os olhos, tendo em torno do
leito as miseras criancinhas, debulhadas
em um pranto que a miseria, que a fomc
se oficarregar de nao estancar to cedo.
O santo vigario de Nitheroy, ceg instru-
mento das aportadas ordeus que havia rece-
bido do diocesano, sentio muito o que acon-
teceu; muito mais, porm, sent eu, mano
dos meus irmos de ambos os sexos, muito
mais senti eu, repito, que o habilissimo me-
dico, sabendo que o enfermo era homem
de fortuna, no se lembrasse de levar a ques-
tio para o seu verdadeiro terreno-o do di-
nheiro. ,
Se tivessepergonado quanti custava pela-
tabella do bspado a licenca para um casa
ment naquellas condicoes lavraria um leiH-
por certo, Jwrque nao "ha impedinv.mlo que
valha quando o pretendente cabe com os
cobres para as urgencias da guerra, que os
impeccaveis do morro de S. Bento movem
contraa maconaria.
Por fallar em morro de S. Bento, deixa-me
contarte, antes que me esquena urna triste
verdade que o desmoronamento sobre as
oficinas do arsenal de marinha veio por a
deseo berta.
Km abril do auno transacto dosprendeu-se
naquelle mesmo lugar, ou albures (o que
tudo um para o caso) urna porco menos
m de twrra sobre o mencionado arsenal. Os
grados do lugar remechram-se logo, escre-
vram logo urna duzia bem puxada de olficios,
e por fim chegaram a esta atiladissiina con-
clusao; urgeute fazer obras de seguranca
as fraldas do morro para evitar alguma
grande desgrana.
At aqu uo ha nada que dizer, Chico;
amdava tudo ao piular; mas quando tratou-se
de sab"r quem pagana as despezas....Zelo
me feciil.... opinou toda a chelam;a do ar-
senal que devia ser ellas eitas por contado
mosteiro, visto que era a trra do seu morro
que ameaenva despenhar-se sobre as ofticio
as, e uo estas sobre aquelle.
Por seu lado respoudeu a gente do mos
teiro que diviam correr pelo ministerio dao
marinha, visto ser elle o ameacado e nao
correr o men^r pergo o mosteiro com taes
desnioronainentos.
K, dize tu, direi eu, passeram-se os dias,
as semanas, os mezes, at que ao cabo de
um auno, bomba I l licaram soterradas duas
ollicnas onde trrbalhavo mais desessenta
operarios, que, coitados I nao ocontribuiram
nem de leoe para o tempo precioso que se
perded com os ofticios para c o para
l.
E peguem-lhe agora com um trapo quen.
te!
Papelorio! papelorio, sempre em tudo e
por tudo, at as cousas mais (insignifican-
tes; haja vista o seguinte ollicio que ligurou
ha seis dias no meio do expediente do minis-
terio da guerra.
Ao gerente da compahia da illuminrco
a gaz, reclamando a presenca de um empre-
sa lo para examinar o eHcanamento do
edificio da dita secretaria, que acha-se com
alguin deleito que embaraa o fornocimen-
to da precisa luz, e proceder ao necessario
concert
Eento, mano, ests vendo como odiacho
as arma Qualquer de nos chama o seu o
crioulinho, e diz-lhe:
Oh, aquelle, vai all adan te e dize ao
homem do gaz que venha examinar este
cano.
O ministerio da guerra, nao senhor : es-
creve um ollicio com todos os FF e RR e
delle tira urna copia, que manda archivar,
para que os posteros liquem sabendo que no
dia tanto de tal mez foi desentupido o bico
de gaz do Senhor director geral ou de qual-
quer outro empregado.
Bem faz o senhor Baro de Angra na es
irada de ferro ; navega pelo caminho mais
curto ; nao entende c de papelorios, manda
fazer os enveloppes do papel de embrulho,
e quando eus quer (o parece que Deus quer
umitas vezes) embrulha tambera os emprega-
dos, que mesmo um gosto! Quando algum
nao faz a manobra bem depressa, descon-
ta-lhe at o ordenado, por causa das duvi-
das.
Orea a bombordo com todos os diabos
Ferr o traquete, manla ?... Larga trocas
o amantilhos retranca! caca papafigos!...
Andar assim!
Como te ia contando: depois da lamenta-
vel desgrana do arsenal, dirigem-se todos
os olhos ministeriaes para os morros que se
levantam dentro da cidade. Nomeiam-se com-
mi'-ses por da c aquella plha, e cada
qual opina n'um sentido dilerente. 0 Sr.
director geral de obras publicas, que
muito entendido em materia de desabamen-
tos (e basta-lhe o nome para ver-se logo que
ninguem competente como elle em ques-
tes de montes do barros), declara que
preciso especar aqui e taludar acola.
Porm o publico, que j anda com a pa-
ciencia bastante especada e taludada, mano,
pergunta se no muito melbor arrasar logp
de urna vez esses montes de barro, que nos
tiram a vistas e o ar, e nos ameacam de con-
tinuo, mrmente havendo, como ha, tantas
propostas de emprezas que se encarregam
disso sem que o Estado despende um s
real.
E eu c, que sou mais tolo do que os
outros, pergunto s se esto espera que
novos deamoronamentos sepultem milhares
dos que vvem as ras de S. Jos, da Ajuda,
da Misericordia, de Santa Luzia, do Senado
e de tantas mais, ameacadas, para depois
izerem: Nunca pensei que cahisse tanta
agua de urna vez!.
Por fallar em agua, urna folha diaria pu-
blicou hontem um estirado artigo, abuu-
dando as ideas que j te expend sobre o
mesmo assumpto.
Attribue as febres typhoides que ceifara
Untas vidas actualmente pessima construc-
c,o dos esgotos da cidade. De accordo,
mano ; sim senhor. Accrescenta que ne-
cessario encaar quanto antes para as gale-
ras dos referidos esgotos bastante agua cor-
rente, visto nao serem sullicientes as aguas
pluviaves para limpa-los regular e constan-
temente. Tambem de accordo, mano de
minha alma Tambem de accordo, sim,
senhor. Mas conclue (aqui que o carro
pega^ que para remediar o mal, deve o go-
verno aceitar quanto antes urna das propos-
tas apresentadas para abastecimento de agua
a Galvo & C, sem duvida, porque essa
a menina dos seus olhosj.
Ora, viva Sou um seu criado Mathias 1
Pois o governo ha de contratar esse servi-
co com terceiras emprezas, quando j ha
urna, a City Itnprovements, que pela con-
digo 2.a do 2." do seu contrato de 26 de
abril de 1837 tem a obrigagao de faze-lo?
0 meio de sanar a dilliculdade bem sim-
ples : resolva-se o governo a ser rigoroso
cora a dita erapreza, como costuma s-lo
com as em que nao gyra dinheiro de Inglez,
e... ora ahi est.
Ha ver, realmente, nada mais simples do
que exigir o cumprimento das obrigac,es
contrahidas por escrip o ?
Verdade seja que isto de cousas escriptas,
temos conversado Quando nao, conta-me
para que que serve, por exemplo, o con-
servatorio dramtico, creado pelo decreto
n.. 4,666 de 4 de Janeiro de 1871. Ha dous
annos feitos que veve, nao tendo at esta
data (era boa hora o digo) satisfeito seno
um dos arligos desse decreto.umunico mano
Chiquinho, o artigo 5.,que diz que os mem-
bros do conservatorio tero eutrada franca
nos theatro', tanto nos dias de espectculo,
co.no n<* e -M-aie.
E uV.,loa*,:: quen*! os es- censores dra-
mah jS foar o cur#rL'nento da let-
tra desse artigo. (Pudera Despinzando os
outros, descarrego nelle toda a somma
do seu zelo pela rtstaurago das boas nor-
mas da litteratura, coitadinhos \) to longe
que chegam a achar immoral urna peca, s
porque o emprezario do theatro eaqueceu-se
de mimosea-los com o camarote do estylo!
Prohibir a representacio da comedia os
mandos, depois do haver licenciado outras
de arrancar couro e cabello decencia cora
effeito '
Mas, urna vez por todas, concern que os
senhores emprezarios liquem sabendo que
pelo proprio art. o. do decreto cima cita-
do, sos tkealrtts subveiicionaibos que trn
o deverdo fomecer um camarote de 1.* or-
dem, prximo sceda, aos taes senhores do
conservatorio.
Fiquem sabendo sso, que os censores ex-
ollicio parecem ignorar, exigindo mais do
que a simples entrada a que tra direito.
Viria aqui muito a talho de buce, nico
tonsurado da familia dos Fehppes, inquirir,
com o tal decreto erapunho, o que tom feito
o conservatorio dramtico em prol da litte-
ratura e da arte nestes dous annos e tanto
de existencia. Viria, sim senhor, mas lica
essa dillicil busca para outra vez, que hoje
j nao vai curta a epstola, eeu nao desejn
fecha-la sem cummuncar-te que os nossos
productos destinados exposico universal
de Vienna escaparam de boa; safa !
Imagina s quedeviam ir pelo Gambie,
que acaba de dar com os burros n'agua
perto da Bahia. e que nao foram pela sim-
ples razo de haver-se demorado esse vapor
no Rio da Prata mais do que devia. E anda
ha quem diga que as contrariedades s ser-
vem para contrariar Bjas !
Se uo fosso a demora, l se teriam afun-
dado. como afundou-so o resto do carrega-
mento do (ambiu, todas as preciosidades re-
mettidas para Vienna Ter-se-hia perdido
tudo, e nao haveria meio de arranjar, as-
sim do p para a mo, objectos que substi-
tuissem os naufragados.
Urn nico, a meu ver, acharuj substituto
condigno de figurar em seu lugar na gran-
de festa da civilisaco: esse seria o famoso
pinheir j do Paran, cujo dimetro mede
nao sei quantos pares de palmos.
O substituto desse gigantesco filho das
selvas paranaenses seria o nao menos gigan-
tesco p de carurguass, quecresce a olhos
vistos na mata virgem de um dos jardins
lateraes do paco da cmara municipal.
Que bicho I E' maior e mais grosso do
que... eu sei l do que... do que qual-
quer frade bento bem grande e bem grosso.
Calcula por ahi.
Nao achas que basta por hoje? Eu acho,
e por isso aqu fico, caladinho que nem ra-
to, at a quinta-feira mais prxima. Teu do
coraco.
Felippe.
P. S.Fui hontem Praia Grande. Nao
tem duvida praia e grande, sim, senhor.
E o engranado que tudo anda alli forcea
de badalo !
Sinetas as pontes a repicarem, que
mesmo um co aberto, desde que amanhece
at que torne a amanhecer !
Sinos as igrejas dobrando a debilito,
que faz gosto 1
E at sinetas as padarias annunciando
quando ha pao quente !
Tudo a badalo !
Que boa terrinha!
Outro post-seriptum.Anda bem !
A cmara municipal, em sesso de hon-
tem, resolveu mandar calcar, alinal, a to
fallada travessa da Barreira.
Edizem que ser calcada com sapatos
Mellis ; mas esta segunda parte parece ser
pulha.
( Do Jornal do Commercio du Corte.)
A autoridade do professor
Ha na sociedade urna lata constante en-
tre a mocidade e a velhice : aquella, sober-
ba do seu vapor e electricidade, considera o
passado muito pequeo em comparaco do
presente : esta, recorda aos mocos a bus-
sola, a imprensa, etc.
Felizmente nesta peleja s se emprega o
projectilpalavra que torna agiota paci-
fica, nao augmenta a mortaldade, restando
apenas ferido o amor proprio de um ou
outro dos combatentes mais susceptivel.
Eu, que desde moco, sou decidido parti-
dario do in rrtedio posita iras-aprecio
e passado e o presente, e nelles enxergo o
bom e o mdo, que acompanha sempre as
obras do homem, e tenho conviego, que
daqui a cem annos, outros diro era melhor
ou peior portuguez o mesmo que nos diae-
mos hoje.
Nesse tempo, talvezse tenha obtido a
marcha regular e segura dos baldes e os
homens tenham alcanzado voar sem azas :
felicito desde j os meus descendentes por
to estupendo progresso.. .que por agora
centento-me com os bonds e os carros da
estrada de ferro...quando delles necessito.
Deu lugar s reflexes que a esmo ahi fi-
cam laucadas, urna breve discusso com uns
amigos, que representam por sua idade o
presente e eu que represento o passado,
acerca da autoridade do professor, como
se diz hoje, ou do mestre como se dizia
hontem.
Imitando o respeitavelSr. C. Ottoni,
abro aqui um parenthesis.
Nao me sa to suavemei.te ao ouvido a
palavra professor, como ne soava a pala
vra mestre, que at rene a vantagem de
economisar 50 por cento na quantidade das
lettras com que se escreve, economa que
nao deve ser desprezada por aquelles que
nao contentes com o vapor e a electricidade,
querem conquistar o imperio em qus domi-
nam as aguias.....
Voltando porm trra, os diccionarios
nao auxiliam a substituido, antes me auto-
risam a aflirmar, que o termp mestre, pre-
ferivel ao de professor, porque exprime me-
lhor as importantes funeces qu este tem
de exercer.
Est fechado o parenthesis.
Os mocos que commigo discutirara nao
querem quf a autoridade do professor v
alm da porta da# escola, e eu quero que
elle abmpanbe o alumno at a porta do lar
paterno. Ser, a mqsma opinio simples
aferr ao passado, to1 aro sempre aos ve-
lhos, ou haver vantagem em seguir-se o
nosso modo de ver neste objecto? Vou
como poder, especar a minha opinio, e se
a destruirem, nao terei duvida em confes-
sar-me vencido.
As crianras que frequentam as aulas gra-
tuitas, sao na sua geBeralidade filhos de
operarios,,trabalhadorese outros individuos,
que deixam a casa antes do hnscer' do sol e
s a ella volta.n perto do seu occasi, para
no repouso refazerem as forjas de qo pre-
cisara, afun de continuarem no dia sjegnte
a sua penosa tarefa; logo, nao teor'
(concedendo que tenham para isso conhe-
cimentos e geito) para educar seus lilhos.
Resta a mi. Mas ter ella, sobre quem
pesa todo o trabalho domestico, o tempo
necessario para faze-lo ? E se uenhuma
educai;ao recebeu, se nenhuma iustruceo
possue, que produzir? Nada, porque nin-
guem pode dar o que nao tom....... Logo
da maior vantagem, que a salutar influen-
cia do woftssor se estenda, at onde rasoa-
velmente br possivel, utorvin lo e puiiiu lo
mesmo, todas as faltas que seus alumnos
comraettam, dentro ou fra da escola.
Os meus contradictores nao podem desco-
nhecer que a educaco moral urna garan-
ta para o bom uso da scientilica ; e que
esta antes um mal do que um bem, as
mos ilos mal intencionados.
Muita cousa bonita se pode dizer a esto
respeito, mas tronco ve'ho e molino nao d
producto que preste, e chamo portento em
meu auxilio os meus jovens contradictores,
que mais habis e com mais seiva podem
produ/.ir saborosos e agradaveis fructus.
Outubro de 1872.
Antonio Srverino da Costa.
Du InslrnciMO Publica.
VARIEDAD?,
MODAS. Do Jornal do Commercio,
de Lisboa, extrahimos a seguinte descripeo
das modas de Pars :
Passa o tempo e corre para nos. diz o
Comi ik Pars, como a anua de um rio,
ora socegada ora rpida, segundo a tormen-
ta da vila, que nos empurra e leva sobre as
ondas, fazendo-nos descer, a nosso pe/.ar, a
corrento da existencia, para sem misericor-
dia nos precipitar no ocano da eternidade.
Estas melanclicas ideas sao, sem duvida,
inspiradas pela proximi lade da semana
santa, e pela ausencia da primavera, que
por ora apenas ligura nos almanai-hs.
Os toilettes para theatro, e pequeos
saraui sao pouco mais ou menos assim :
saia cercada por um folho em pregas de
quareiita centimetros de largura, seguro na
parte superior a urna torfode ; a tnica-
prineeza, cuja frente forma nina s peca com
o corpo do vestido, entre-abre adianto para
deixar apparecer urna especie de estola de
moire fechada por botes de ac, e orlada
dos dous la los com um virado de veludo ;
os pannos dos lados cortados em baixo, e
os de detraz levatam-se formando roupagem,
de maneira que fiquem duas poutas na ex-
tremidade inferior; um largo panno igual-
mente ponteagudo parte da roupagem de
baixo da aba e tufa no centro do lado de
detraz. O corpo guarnecido com um /ichu
de moire, com pregas chatas, e preso com
um laco da mesma fazenda, termina atraz
por una aba quadrada ; esta cortada pelo
meio, e tem n'essa abertura duas ordens de
botes de ac ; o resto lica preenchido com
un pliss de moire, a maneira do leque.
As mangas, dimitas, sao de moire e guar-
necidas com enfeite semelhante.
Hoje a perfumara mais da moda com
que os elegantes iks ambos os sexos, em to-
dos os requintos do tailelle substitiiem a
agua de colonia, o vinagre aromtico, e os
elixires dentrilicos, o lait d'iris ou lete
de lyrio de Florenca, especie de emoluco
aromtica, superior a todos os preparados
cidos e alcoolicos at boje conbecidos. J
ha tempos fallamos no lyrio florentino
quando a moda esta va no seu comeen;
hoje, gracas s propriedades stypticas dessa
raz, a moda tein-se generalsado a tal pon-
to em Franca, queja alguns industriaos co-
mecam a temer que ella alTocte de alguma
maneira o commercio de perfumaras.
Esta moda nao mais, como om tempo
dissemos, do que o jrenascimeuto da que
em Athenas e Roma estava muito em voga
nost toucadores das elegautes ; era com o
lyrio que se fabrieavnm os chamados filtros
de belleza e encantos secretos, que preser-
vavam dos ultrages do tempo essas radiosas
formosuras de que nos fallara os historiado-
res antigos.
Se acreditawnos nos eommentarios de
Cezar, e nos proi/rammas o Sr. Piver, de-
vemos crer.que os soldados romaaos, quan-
do partiam para as suas longiquas expedi-
ces iam sempre munidos com to preciosa
raz.
Por meios de urna decoeeo, que sa-
biain preparar, e com a qual esfregavam a
cabera e o corpo, refrigera va m-se das fadi-
gas, evitavam os miasmas lethriferos nos lu-
gares pantanosos, curavam-se da..posto bu-
bonica, e preserva vararse da mordedura dos
insectos venenosos.
Pelo lado econmico o tait d'iris deve
merecer toda a consideraco, se vier a veu-
der-se em Lisboa.
ITALIA.O orcemento militar da Italia,
eleva-se a cerca de 30:(00 contos fortes,
com esta despeza o exercito constar de tre-
zentos mil homens, fra a reserva que ser
de duzentos e cincoenta mil.
Em 1876 haver quatrocentos mil solda-
dos de primeira cathegoria o iiuatrocentos
mil de segunda cathegoria.
As fortificaces devem estar concluidas em
1875.
De todos os lados da cmara, alguns mem-
bros querem que o ministerio da guerra dis-
ponha de mais 9:000 contos de ris fortes
para as obras de defeza, e os armamentos
estejam promptos com a maior brevdade ;
isto na previso d'um ataque, que cedo ou
tarde possa partir do partido reaccionario
francez.
0 governo francez recusou este offereci-
mento, ponderando que 9:000 contos exigi-
ro mui grandes sacrificios financeiros, e
pesaro desastrosamente sobre o oreamento.
Que a necessidade de accelerar os trabalhos
de defeza urgente, que a preponderancia
do partido reaccionario em Franca nao tem
nenhuma probabilidade; antes de snppr
que a Franga permanega liberal e nao pense
em romper com a Italia, por causa de urna
chiraera como hoje o poder temporal.
As ideas e os homens do passado, disse o
Sr. Minghetti, nao revivero em nenhum
paiz da Europa.
0 ministro da fazenda, o Sr. Sella, pro-
mette que em 1873 uo pedir aos recursos
extraordinarios mais de 8:000 contos, e
6:000 em 1874.
MILAGRE.Ein Neubois, pequea villa
da Alsacia, tem ltimamente joparecldo a
Santa Virgem, annunciando a prxima ex-
pulso dosprussianos. Era grande e inces-
sante a concurrencia a testeuiunhar mais este
miheiLi ou Nossa Senhora. Os prussianos
manJaram ouctipar a villa por urna compa-
nhia deinfantaria, para impedir a continua-
co do milagre.
HESPANHA.O jornal Le Soir, publica
a seguinte carta do Sr. Castelar, escripia a
um de seus amigos :
Madrid, 17 de marco do 1873.
Meu caro amigo.Nada de desculpas;
deveis alinal fazer-vos republicano, e isto
porque sois um homem poltico, e porque
deveis conhecer que nao ha outro rgimen
possivel em Hespanha, seno a repblica.
Nunca pensei, como parecis roceiar,
na consolidaco de um gabinete, mas sim na
fundacAo de urna nova forma de governo.
Pouco me importar, muito pouco, que
gozemos d'ella ou que os nossos amigos a
gozem tambem, com tanto que desguind-
nos, consigamos estabelecer, em bases soli-
das, a repblica, e com ella o grande ideal
da nossa poca, a conciliai;o do progresso e
da estabilidade ; da liberdade e do princi-
pio da autoridade.
Sabis que nunca tive grandes illusoes.
Com quanto me deleite no meio das nuvens,
depois das censuras dos meus adversarios,
couheco todas as miserias da realidade.
Mas contra essas correntes, que acarrotam
tantos lodacaes, nos, eu e os meus collegas,
luamos por todos os meios, sem atacar
cousa alguma, mas sem nada ceder, com o
enteiidimento do hroe immortalisado por
Cervantes.
Esta perseverarla comeca a receber a
n'uma grande orgia, com excollente socie-
dade. Os candelabros anda estavam ace-
zos ; o carvo ardia dos foges, mas nos
quartos nao havia ninguem.
0 que c 'nlribuio muito para que ella
inspirasse coidiani;a, fui o facto de haver a
pratemlida prineeza levado comsigo urna
grande quantidade de pesadas malas, con-
tend), segundo ella dizia, as suas toilettes e
as suas joias.
Foram, pois, abortas as malas, e nao
continham mais do que pedras e madeira.
Esta avonlureira pertcnce, ao que parece,
apezar de tudo ist >, urna honrada fami-
lia, da juai se acha separada.
l'M GRANDE CRIME.Um ugiez. que tinha
ganh-170000 mil francos no Cassiuode Mona-
co, e que, noite, tinha tonada o trem
caminho de ferro de Mona -o a Mentn, foi
encontrado raorto em um wagn, na occa-
siw da chegada esUigao daquella cidade.
achando-se despojado de Uxl o su dinhei-
ro e de todos os seus papis. O wagn
onde elle foi encontrad i exala va um grande
ciieiro de chl roforuio. Julga-se que !' a
envenenado por meio deste agente anestsi-
co. A Justina trata de proder s suas m-
dagages.
sua recompensa. Todas as provincias tem
acolhido as autoridades que Ibes temos man-
dado, algumas cun enthusiasmo, e todas
nom dedieaeao. Os impostos tem sido pa-
gos coma maior exactid > do que as po-
cas nonnaes, e no tempo dos procedentes go-
vernos. Os conflictos de Barcelona esto
acabados. A contianea renasce.
Temos ainda que lutar com graves difli-
culdades, isto inevitavel; mas contamos
com tempo o com a energa para as vencer.
Sustente-nos a impreusa franceza, dan-
do-nos l'orca moral : aiivilie-nos com os
seus conselhos, e nos triumphareinos dos
obstculos que nos cercam. Trata-so de
salvar um povo digno de estima, eque se-
no deve julgar pelos excessos demaggicos,
lia no fundo de nosso carcter nacional
mais bom senso do que se julga. Merece-
mos pois ser sustentados, e se o nao forraos,
nao ha de ser as nossas mos que ho de
baquear os destinos da nossa patria.
( Quanto a indisciplina do exercito, que,
tanto ros preoecupa, comeen a corrigir-se.
E" necessario nao esquecer que ha nessa
indisciplina causas que a explicara sem a
desculpar. Alm da mudanza do rgimen,
houve mudenca radical do systema de re-
crutamento, o quando se produziram estes
acontecimentos, u na grande parte das tro-
pas que se ainotinarain compunha-se do ul-
timo contingente, o qual, leudo estado ape-
nas havia alguns mezes sob as bandeiras,
anda nao tinha podido adquirir o seutimeu-
to completo da disciplina.
Esperando noticias vossas, connluo as-
segurando-vos anda urna vez, a affoico in-
variavol do vosso amigo, Emilio Cas-
'elar.
OL ABERTA OU FECHADA.Conta um
peridico americano que estando para par-
tir o trem do caminho de ferro de Nova-
York, veio o empregado fechar as vid ranas
de um dos repartimentos, que tinha todas
as janellas abertas. Urna senhora gritou
logo :
Pelo amor de Deus nao feche a vidra-
ca, se me faltar o ar morro. O empre-
gado ia condescender com o desejo da pas-
sageira, quando urna outra senhora exclama
muito alflicta :
A corrente de ar mata-me com toda
a certeza, feche as vidracas. O empre-
gado hcsitavi, um passageiio ento tomou
a palavra e decidi a questao assim :
Feche as viilranas, assim morre urna
das senhoras, depois abra-as e morre a ou-
tra, o nos iremos ent tranquillos, cada
um com a vidrana qne lhe ficar prxima
aborta ou fechada, segundo Iheapronver.
TR01TMANN DO SUL.No dia 14 de
mano f i jnlgado em Bordous, Mano, ac-
cusado de ter ce mmettido cinco assassinatos,
matando o sogro, a sogra, sua muluer,
e dos lilhos. A nica testemunha do fado
criminoso foi um filho de 8 airaos, que es-
capou matanca.
0 jury deu o crime por provado, ajmittin-
do, porm, circumstaucias attenuanes. Es-
ta deciso excitou muitas deraonstranoes do
desapprovano nos espectadores.
O reo foi condemnado a trabalhos pbli-
cos perpetuos.
Mano interpoz recurso de revista, e na
priso disse :
Que nunca osperara que a justica con-
demnasse to levianamente um aecusado
sem provas, e que ou elle havia de ser res-
tituido sua liberdade, ou raorrer na gui-
lhotina.
LMA CRANDE AVENTUREIRA.Com os
nomes falsos, e os ttulos de raarqueza da
Houssaye, baroneza Amyot, condessa da ilha
Adam, etc.. explorou urna aventureir ha
algum tempo os principaes botis Ja Euro-
pa. No vero passado brilhava ella as
cdades de banhos, com um esplendor ver-
daderamente notavel.
Em Paris, alugou, na ra Caumartin,
urna esplendida casa njobilhada. Apresen-
tou-se alli como lilha do principe da Rou-
meha, arrastada pelas intrigas da corte a
fazer urna viagem. Esperava que seu au-
gusto pai lhe mandasse ordena para regres-
sar aos seus estados, c una ordem de
100,000 francos, sobre a casa Rothschild,
para saldar as suas despezas, por isso que
j estavam exhautos os fundos que havia tra-
zido.
A dona da casa, a Sra. D. seduzida pelas
boas maneiras, e bella linguagera da sua
locataria, occorreu luxuosamente todas as
suas despezas, einprestando-lhe ao mesmo
tempo seminas importantes. Atinal conhe-
ceu-se que a prineeza lavava uraa vida li-
geramente vaporosa, e que recebia algumas
pess as suspeitas; e de mais o saque sobre
a casa Rothschild nao chegava.
Neste meio tempo a conta augmentava sem-
pre. A Sra. D... por fim pedio-lhe humilde-
mente dinheiro, mas ella pedio-lho espera
de semana em semana 1
Esta demora causou sorpreza, obrigando
afinal a dona do hotel a declarar-lhe fran-
camente, que, se em quarenta e oito ho-
ras nao estivesse paga, tratara de prevenir
a polica.
A prineza, porm, nao esperou o elleito
desta amosca; na manhjimmediata, quando
se lhe quiz fallar, foi em vo que se tocoj
acampanhia. Prevenido o commssario de
polica, mandou este qne a porta dos .seus
quart >s fosso arrombaua.
A aventureiratiaba passado toda a noite
OS CARLISTAS EM FRANCA.Tres car-
listas refugiados em Nantes assassinarain e
roubsram um capito do mismo partido
tambem emigrado.
No dia 22 de desembro de 1872 foi en
contrado um nadaver no fosso do nastello
de Nantes ento inundado pelas aguas do
Loire. Pelo exame a que se proceden, n i-
nheceu-se que o debilito ora Mae Asia, ca-
pito carlista, o que morrera de morte vio-
lenta ; no corpo tinha contusoes fet is rom
instrument i contundente, e muitas faca-
das, vericando-se que fra lannado no
fosso anda viva, e que morrera afogado.
Um hespanhol que resida ni cidade aM
outros. pertenceudo toilos ao partido de !.
Carlos, tendo feito parte das guernlbas.
que iufestaram a Hesp.-tnha, deinmniou
Justina franceza. com autores do assassina-
to, tres dos seus companheiros, os quae-
loram l go presos, e confessaram em parte
n crime. Instaurado <> prucesso, 's tres at-
cusiidos, l.auriano S. Vicente, de Victoria,
de 19 annus, Ignaci de \turmeib, de Na-
varra, de 2 i annos, e Salvador Bilbao, !<
Mdalvado, foram julgadus nos dias 0, 7 e
8 de nian.o no tribunal do Loire infe-
rior.
Provou-se que os reos esper.irain em urna
ra pouco frequentada o assassinado.
Yturmedi deu-lhe primeiro com um p i na
eabeca, que o fez cair, e depois outras pau-
ladas e facad-.s; os outros dos roubram o
desgr^ado capitao o ajudarain a deita-lo
ainda vivo no fosso.
Os r s quizoram fazer cret que o entro-
ti vera por origem urna vigan^a poltica, poi
suspeitarem que o defuncto tinha atraicoad ,
o partido de D. Carlos.
O jury deu a aecusacao por provada.
Yturmedi foi condemnado morte,
LaiiriiHto e Bilbao trabalhos pblico-
perpetuos.
SINISTROS MARTIMOS.A direc>. >V,
Burean, Ventas acaba de publicar a esta-
tistica dos sinistros maritimos que se MM
durante os mezes de Janeiro e fevereiro do
corrente nmio :
Navios de vela completamente perdidos
Em Janeiro221, a saber; 137 inglezes, l
franceses, 13 norueguezes, 11 americaiHis.
6 pepos, 6 allomaos, 5 dioamarquezis.
0 hollandezes, i hespanhoes, i italiano-..
2 austracos, 2 portuguezes, 1 nicarague/.
1 sueco, l guatemala. 1 russo e 1 turco
N'este numero esto cumprehemlidos 21 na-
vios suppostos perdidos totalmente, |xir na
ha ver noticias d elles.
Em fevereiro 312, a saber : ti" inglez.
61 francezes, 15 americanos, 13 italianos,
13 holiandezes, 12 norueguezes, 9 SAStria-
cos, o hespanhoes, o russos, S gregos, .'i
dinamarqupzes, 1 sueco, 1 portuguez, 1
brasileiro e 4 de que se ignora a nacionali-
dade. N'este numero esto comprebend-
dos 8 navios que se julgam completamente
perdidos, por nao haver noticias d'elles.
Vapores totalmente perdidosEm janein.
34, a saber: 19 americanos, 11 inlezes.
2 allames, e 2 francezes, N'este numero
estao comprehendidos 2 vapores alejados
completamente, por nao haver Besiae
d'elles.
Em fevereiro 19, a seber : 12 iugl-/.'.
2 americanos, 1 francez, I brasileiro. 1
chileno, 1 hespanhol c 1 BonafBM. R'est
numero esto comprehendidos 2 vapore-
que so julgam perdidos totalmente, por na-
ba ver noticias d'elles.
CASAMENTO NA FAMHJA DE BRA-
GANCA.Foi oflicalmente declarado em
Vienna d'Austria o ajuste de casamento s
infanta D. Maris Tben/.a, lilha do finadi,
D. Miguel de Bragam.a, com o arnhi luqu
Carlos I.uiz, irmo do actual imperador d
Austria. *
A noiva, D. Maria Thereza da Imma
culada Conceico Fernanda Eulalia Polycar-
pa Leopoldina Adelaide Isabel Carlota Micha-
ela Gabriela Francisca de Assis de Paula
Gonzaga Ignez Sopha Barthodomeu d s An-
jos, terceira filha de Miguel de Bragane..
e nasceu em Honbach a 24 de agosto de
1855. O noivo, archi-duque Cartos Lu/
las Maria, nasceu s 26 de julho de 1833 a
viuvo duas vezes.
Casou em primeiras nupcias, em novem-
brode 1856, com a prinneza Nargarida.
filha de Joao, rei de Sexo, a qual fallecen.
com 18 annos, em 1858. Casou segunda
vez por procurarlo em Roma a 16 de outu-
bro de 1862, e em pessoa cinco dias depois
em Veneza, cora a archiduquesa Maria
Annunciada, de 19 annos de edade, lilha
do fallecido Fernando II, rei das fteas Sici-
lias, e a qual falleceu em maio de i91i,
deixando ficar quatro lilhos, tendo o mais
velho ento 7 annos. 0 archiduque Carlos
Luiz proprietario do regiment de Iam i
ros austraco n. 7 e de lanceiros prussono
n. 8 e chele do regiment de nussards rus-
sos de Luboff n. 4.
QLEBRA IMPORTANTEFaino na cida-
de de Lancashire Mr. W. Forrest, propriata
rio de urna fabrica de fiaclo e nunufaeta-
ras de algjdo, sendo o seu passivo calen
fado em mais de quatrocentos eoutos (to
reis.
. E' provavol que as greves hajtm coiitr:
buido em grande parte par aquelle desas
tie.
TYP DO DIARW- SJJk W *
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*


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