Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12883


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Full Text

ANNO XLIX. NUMERO. 83
PARA A CAPITAL B LUGABES OSDB Alo 8B PAGA POBTK.
v


Por tres mezes adiaiitados
Por seis ditos idein .
Por um anno idem i .
Cada numero avulso .
69000
139000
349000
330
QUINTA FEIRA 10 DE ABWL DE 1873.
P ABA BEXTBO B FBA DA PBOVISCI*.
Por tres mezos adiantados.................
Por seis ditos idem.............._.
Por note ditos idem..................
Por um anno idem.................
750
19500
109250
S79000
DE
RMMBUCO.
PR0PMEDABE DE MANOEL FIGUEIR0A DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves & Filhos, no Para; Gon^alves & Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Leraos Braga, no Aracaty ; Joo ria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'AImeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Al ves C, na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL
ministerio ilo Imperio.
Por despacho Ja i) do mez passado, fez-se
merc do titulo do bario de Jaboati ao major
''.tibeiin i de Pauta de Souza Leao, em attenco aos
relevante serv;os ijue tem prestado a instruecao
publica.
Fora n ti r los ;
Presidente ila provincia do Kio Grande da Norte,
o Dr. Jiiau lltpUtran Baudeira de Mallo Filli>.
Presidente da provincia do Paran.o Dr. Preda*
rico Jos Card so de Araaiu Ahraneaes.
Orde / Arir e Po;sidoiuo Miuno di Ciinu, em atten;o
aos relevantes servir is prestados instruecao nu-
biiea.
OJciaes, Joaqun Antmio di Oliveira Main, por
idnticos servir is e pelos i|ii: prestou Bill ivl.in >
a g tierra contra o governo do Paraguay ; Luil
Jos da Costa, eoi atiene i aos distiuetos serviros
prestados ao est ni i |i ir mus di 3-S anuos com
aj'jJante 4 isoureiru aposentado da seeeo de
ibitluig-io di pap miela da caixa de araorli-
sacio.
Civalleiro, o pharmaceuticj Eugeni i Marques de
llollanda, pelos relevantes servir, s prestados e:n
relaiao guerr contra o governo do Paraguay.
Ordem de Christt. Cavalleiro, Manoel Joaquim
do Naseiment o e Silva, Io olheial da secretaria de
estado dos negocios da guerra, eui atleuro aos re-
levantes serviros pre lados no exerdeio das func-
roes do seu emprego.
Foram aceitas e confirmadas as renuncias que
lile rain :
Da cadeira de ronego que OCCUpava na eathe-
dral da diocese de Marianua, o padre Luz.Tiresio
da Costa lira, i
Da igreja parochial de Nossa Seuhora da Cun-
eeeao de Sacra Familia do Tingua, da dijeese de
S. Sebastio do Hio de Janeiro, o padre Jos Fran-
cisca dos Santos Seabra.
Foram concedidas :
A honras de prgador da capaila imperial, a
fre Augusto da {inmaculada Conceicao Alves, re-
ligios da ordem carmelitaua da provincia de Per-
nambuco.
As honras de conego da mesma capella, ao pa-
d^e Manoel Paulino de Suata, vigaro collado da
roguezia de Santa Anua d Sendo, provincia do
Kio Grande do Norte, diocese de Olinda.
As seguintes pensoes :
De .'Itij mensaes, sem prejui :o do meio sold que
percebe como vitiva do teiitile corouel Pedro Al-
vares Cabra! da Silveira da Cuna GoJolphim, a D.
Mara Camilla de Sampao Menna Barrete Godol-
pliiin, rnai do alfares do 8* batalbao de infartarla
Victorino Emilio Cabral da Silveira da Cunlia Go-
doiplm, fallecido em eonsjquencia de feriineutos
receidos em combate.
De 4D0 ris diarios ao s ddado reformado do
exercito Manoel Jos de Soma, o qual, em conse-
Oueneia de leriinonto raeebido em combate, licou
imposibilitado d; procurar os meios de subsis-
tencia.
Foram naturalisados m suidtos portuguezes,
U >a*entura Koiirigues de seuna, Joo Pereira, Ma-
linas Gongalves Castiado, Manoel Joaquim Sitares,
M.iuoel Pereira da Silva, Jos Antonio da Cunta
Braga, Joaqun Francisco Pereira, Francisco Ma>
tins de Carvalho Jnior, Jos Luiz Gonralves da
Justa e Joaquim Ferreira da Silva, o cidado ma-
roquino Jacob Sabb, e o argentino Manoel de la
Peana.
Por portara de $8 de marco ultimo foi no-
mea.io adjunto do director do arsenal de guerra
da provincia da Hahia o capitao reformido do exor-
dio Nelson Jansen Muller.
INTERIOR.
de
HiiisJcrssi l.i j:i-.Ji<;:j
Foi dirigido ao r. desembargad ir Trista
Alrncar Araripe? aviso segointe :
Ministerio dos negocios ila justi;a. Hio de Ja.
neiro, em 8 de marro de 1873. -Illm. e Bxm. Sr-
O governo imperial aceita agradecido o oflereci-
mento de V. Exc para eonsolidir, independente
i ri;nuner.iran pecuniaria, as disposiedes legisla-
tivas e regulamentares e concernentes ao processo
criminal, conforme as instruegoes por copia junta
a que se refere o decreto n. 5,it9 de 6 dr novuin-
bro de 1872 ; e, eerto daaptidaoe zelode V. Ex ,
espera que o Irabalho Deara prompto no praxo de
un anno. prestando V. Exc. tnais este servil. que
ser considralo relevante. Prevaleeo-me da op-
portunidade para apresentar a V. Exc os protes-
tos de ininlia estima e distincta considera'.-ao.
Mm el Antonio Dti irle de Azereifo.
Ao presidente das Alajoas foi dirigido o aviso
segointe :
2.* seccio. Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, em 2'J de marro de 1873.
Illm. e Exm. Sr. Com offlcio n. 59 de 29 de
jlho do anno passado, o antecessor d9 V. Exc.
submetteu cmisideraijao do governo imperial a
representara i de alguns advogados do foro dessa
capital sobre, o fado de estar exercendo a vara
mjnieipal o 2o sapplente baeharel Antonio Jacia-
U; i de Sampaio, cuohado do juiz municipal ha-
c.'iarel Domingos Jos Alves da Silva, que passou
;i exereer a vara de direito.
De.*Iaroa V. Exc, em resposta ao citado offlcio,
que o supjilente Jo juiz municipal, ou coopere no
preparo dos procensos eriminaes, no termo dar*
sideneia do juiz elTeclivo oa prepare os feiiosei-
v-js ecriis nos termos reunidos de que trata o
1 reto n. 276 de 2i de marro de 181.'*, nao pode
servir com juiz municiaal sei cunhado. visto que
azem parte do mosmo juizo, conforme a doutrina
do aviso n. Ti de 19 de fevereiro de 18Gt>, o qual
applicavel ao juiz municipal em relajo a> juiz
de direito, por ser aquelle juiz preparador de to-
-i Deus guarde a V. Exc. Manoel Anloni
fuane de Azevedi. Sr. presidente da provincia
das Alagoas.
Minfolt'rio ila agricultura.
Por portaras de 31 de mareo, foi nomealo
colliborador de escripia de 1" classe da inspereao
geral das obras publicas Manoel Francisco Lessa.
Foram concedidos dous mezes de licenca, com
dun ter;as partes da gratilicaro, ao pralisanle
da commissao de registro geral e eslatistica das
trras publicas e possuidas, Ernesto da Cunba de
A..i ajo V iiiuiia, para tratar de sua saude.
lliiiiMtcrio i!a guerra.
Por decretos de i9 de margo prximo findo :
Foi nomeado cirurgiao d corpo de saude do
exercito o Dr. em medicina Joo das Chafas
Rosa
Foi transferido para o 2* regiment de cavalla-
ria ligeira o tenente coronel do corpo da mesma
arma e gutfnieao da provincia de Goyaz, Anto-
nio Nicolao Falco da Frota.
Foi reformado, vencendo sold dobrado de vo-
luntario da patria, na ronformidade das disposiroes
da ultima prte do art. 10 do decreto n. 3,371 de
7 de Janeiro de 186o, visto achar-se inutlisad) pa-
ra o servifo do exercito em consequenca de fe-
rimento rerb lo om embate, o cano de escua-
dra do'3' cupo de voluntarios da patria Jafintho
Jo*5 do .Nascimeot >.
Foi reforirado, com o respsciivu sold |Mir intei-
ro, ua conformidade das dispusieres do 3 3' do
piano que baixou com o decreto de II deidezem-
bro de 1815, visto achar-se impossibilitadn para o
serr'co do exercito em c m-equencia de ferimentu
recebiJo em combate, o 1 cadete do 12" b.italho
'd ialaalaria, Ruiino Porfirio-
Corre.tpoiidLnciaiaro le
Pernambuco.
MVrhaO i I1K AHKIL DK 1873.
C un quanto na i fosse inleirameute estril a
quinzeua que finJou, todava pouco temos a ac-
crescentar nossa ultima inissiva.
Contina a administraeo de S. Exc. o Sr. Dr.
Silino a merecer o apolauso e aceitacao dos ho-
mons sensatos e prudentes desta provincia, que,
com satisfago, rao presenciando os imporlantes
servietM que ja tein S. Exc. prestado em tilo pou-
cos das de sua presidencia.
O ramo da nstrurrio publica foi um meio de
que S. Exc. lan;.ou mi para desenvolver o seu
genio creador e m istrar sua dedicac/io pela pros-
peridade desta provincia.
A nsnfficieneia das acanhadas proporcocs de
tres escolas publicas que teuios nesta capital, cha-
inou a atten ;o de S. Exc. que inmediatamente
proeurou alargar o circulo do ensino publico, tra-
tando de obler os meios de poder eJitlcar em pou-
co tempo um predio correspondente ao avallado
numero de alumnos, que ordinariamente fre juen-
taoi as escolas.
Tevo com etreito lugar em palacio a reaniao de
Jue fallamos na nossa ultima missva, e nella foi
eliberado a compra de um terreno para a edifi-
caco de um predio destinado as aulas da 2 fre-
guezia da capital.
A commissao em poucos dias obteve por dmi
nula quanta um espagoso terreno em urna das
principaes ras da cidade, e no da 25 de margo,
anniversario do juramento da constitmeo, reali-
sou-se a ceremonia do assentamento da primeira
pedra, que assistiram as principaes autoridades
da provincia, grande numero de pessoas gradas e
o povo em massa, que com satisfarao presenciou
esse arto solemne.
O Rvd. conego arcediago governaJor do bispado,
olli'-iou no acto religioso do beuzmento da pedra.
lindo o qual o Dr. Cesar Marques, memoro da
commissao, proferio um bello discurso anlogo.
O 5 batalbao de nfantaria e o corpo de edu-
candos artlices fizeram as honras militares.
Foi desta forma que licou inaugurada urna das
mais importantes obras, que se ada intimamente
ligado o nomo do Exm. Sr. Dr. Slvinj.
Por ordem de S. Exc. se estn lamben) proco-
deudo aos necessarios reparos no predio da escola
da 3' freguezia, sendo certo que qualquer destes
dias (eremos de assistir outra grande testa, que
a do assentamento da primeira pedra, para casa
destinada taulwni ao oiisiuo priuiirio da fre-
gue-zia da Victoria
O dia 25 de marro nunca foi tao festejado nesU
provincia como este auno. Alm do Te-Deum,
que se costunn celebrar na igreja catbedral, hou-
ve depois no palacio do jtoverno cortejo augusta
effigie de Sua Mageslade o Imperador, cuja cere-
monia hava ha mnitos aunos, alias sem funda-
mento legtimo, cahido em desuso, mas que o Exm.
Sr. Dr. Silvmo deliberou renovar, com grande ap-
provaeao de tolos, que reconheccm neste acto ama
occasao propicia para nianifestarem 0 seu respei-
to e acatamento ao augusto cliefe da naco.
Benzea-se e fui exposta nesse dia concurren-
cia dos fi'sa igreja do Recolhimento, que seacha
toda reedificada com elegancia e luxo, devida .aos
disvelos do nosso bisp i diocesano, que nao leui
poupado esforcos em favor doste til estabelr-
etmeato.
A piutur;-. do tero, que toda nova e de apu-
rado gosto, obra d > distincto maranhense llora-
co Tribu/.y, que estudou com vantagem a arte de
II ipliael iiiis rale nias de Roma e Italia. .Neste
importante e Jillicultoso Irabalho perdeu elle a sua
sade, pelo que se acha gravemente doente.
Acham-se j bastante adiantadas as obras do
palacio do governo, que tein por lim ligar os anu-
os aposentos com o corpo principal do edificio.
Ha dias visitn S. Exc. o estabelecimenlo do la-
boratorio pyrotechaico, que dista mais de urna le-
gua desta cidade.
A viagem foi elfertuada em um bo>d da compa-
nha ferro-carris, cujos trilhos j vo at aquelle
ponto, apezar das tortuosidades e grandes eleva-
U'es do caminho.
Em vista do que observm S Exc, resolveu
maudar fazer o orramento da ponte, que passa so-
bre o rio Cutim, as proximidades daquelle esta-
belecmento, attento o pessimo estado da ponte de
madeira (ue l tem e que ameaca inminente pe-
rigo aos viandantes,
Notando S. Exc. que a distancia do ponto de
partida Jos bonds at a estaco central do Cami-
nho Grande, sem contestarlo muito menor do
No dia da abertura houve um suuptuoso lunch,
offerecido pelo procurador do contratante da obra
S. Exc, durante o qual se fizeram varios brin-
des, levantando-se a mesa com o brinde de nen-
ra feito por S. Exc. Su Magestade o Impera-
dor.
Contina a desenvolver-se a beri-beri, e o o"
batalho de infamara tem sido bastante atacado
desia molestia. Neste va|M>r seguem para o Cear
doentes 1 alteres, 1 sargento, 1 furriel, 8 soldados
e 1 tambor. As viagens sao at boje o nico re-
medio descoberto para semelhante mal.
O invern contina rigoroso, tanto na capi-
tal como no interior da provincia, pois na villa do
Codo houve urna tao grande endiente do rio que
inundou 14 casas, destruindo completamente os
seus alirerces.
Fallereu no da 30 do mez passado, o des-
embargador Francisco Xavier (>rqueira, victima
de amolecimento cerebral. A sua molestia foi de
poucos dias.
Adiase decidida a qnestao da collocacio
da estatua do poeta Gonralves Dias, que por tauto
tempo oceupou a attenro dos jornaes desta c-
dadti.
S. Exc. entendeu acertado cortar essa discus-
so, decidimio com tola a justica que a commis-
sao incumbida das obras desse monumento era a
nica competente para deliberar sobre a melhor
maneira de sua collocacao ; e baseado nesta de-
cisao, que foi bem aceita pelo publico, resolveu
a mesma commissao que a estatua fosse collocada
olliando para o mar, ficanJo assm de harmona
mm a opinio geral.
Animado sempre de bons sentiineatos projecta
S. Exc. levar a elfeto a conclusao do Caes da Sa-
grario, obra de tanta necessidade entre nos, e que
vira sem duvida reslabelecer i estado sanitario
desta cidade que so acha a tiraros com o horrivel
flagello da beri-beri, que tem indubitavelmente
sua sede nos charcos inmundos que se forman!
em volta do referido caes, ed'oude partein os mias-
mas que envenenam a nossa atmosp era.
Este servico tao relevante que pretende S. Exc.
levar a effeito, para o qual j se acha encarregado
o engenheiro Dr. Gomes de Souza, mais um
louro colhido na sua ca:reir administrativa, e o
povo maranhense muito ter que agradecer a S.
Exc. urna tao acertada providencia, que ser o
termo de ama terrivel molestia que nos est rou-
bando ta i caras e preciosas vidas.
Fazemes votos para que S. Exc. nao esmore^a,
e leve avante tao alto beneficio para nos.
Nada mus occorreu de interesse nessa quinzeua.
|ue a da mesma estagodo Cutim, as quaes en-
tretanto se pagav.im 20) rs por viagem em cada
urna, resolveu estabelecer mais urna estaco no
sitio denominado-Joao Paulo Tirando assun pro-
porconalmente dis-dida em tres lances a linha do
Cutim, correspondentes quanta de 600 res por
viagem de urna outra extremidade. Esta me
dda foi bem aceita pela companhia, e o publico
nao reclamou pelo augmento de despeza, reco
nlieccndo a justiga da medida adoptada.
O nosso theatro, que soTreu ha pouco um gran-
de concert no madeiramenlo do tecto, reseute-se
anda da falla de pintura e da competente mo-
bilia.
Oadmini3traJordas obras publicas foi encarre-
gadj pela presidencia de fazer o respectivo orra-
mento.
Apezar do zelo e solicitudc que se revela na rea-
lisaco de tantos actos importantes, emanados de
S. Exc. o Sr. Dr. Silvino, o peridico Liberal, or-
gio do partido opposicionista, tem procurado por
todos os modos ferir S. Exc, langando mo pa-
ra isso da grosseira arma do ridiculo, so maneja-
da por adversarios desleaes e baldos de argumen-
tos para urna aecnsacao seria, no terreno onde se
batem os verdadeiros cavalheiros.
Nao podendo elles escurecer os beneficios reali-
sados por S. Exc nesta provincia, nem tao pouco
a rectido e justiga com que vai dirigindo a sua
administrado, inventam fados que attribuem S.
Exc. quando na presidencia*das Alagoas ; e pro-
curan! at desvirtuar a natreza de outros, que
estJo bem patentes ao dominio publico, e que Ion-
ge de nodoaretn a carreira administrativa de S.
Exc, contribuem antes para Armar mais (se
possivel) o justo conceito de que geralmento gosa,
de administrador imparcial, recto e justiceiro.
Queremos fallar do celebre assassinate do tenen-
te-coronel Correia, praticado na comarca da Im-
peratriz daquella provincia, sobre cujo crimepro-
cedeu S. Exc. com tanto acedo e energa, que a
propria imprensa da opposigio alli nao pode dei-
xar de Ihe fazer justica.
Foi este faceto que o Liberal desta -provincia es-
colheujpara servir de alvo ao seu desabafo apai-
x uado.
'/jjtrnal PnMicwlor Maranhentf, porm, saliio-
llie ao enebntro, e em defeza de S. Exc. e por
amor venlade tran*creveu importantes docu-
mentos relativos esta qnestao. rom os quaes con-
luiili) os calumniadores e provou a improceJen-
ciad.i caiuiiiiiia.
Esta defiitivameule concluid o o novo edificio
do Ibesourp iiiwincal e j comecou a elTectuar-?e
j, m^.|;mra iaquella reparti^ao.
UM GRAMDK Dil .MiIITi-:.
Natal 7 de abril de 1871.
Em Vera-Cruz, districto da cidade de S. J-s
de Mipubu', Antonio Saboia deu um tiro de pis-
tola em um tal Manoel Hypolito, que Ue suppoe j
ter fallecido.
O criminoso foi preso em flagrante delicio.
Dizem un- que o crme foi commeltido, casual-
mente, outros, porem. alllrmam o contrario, al-
ienta a m indo'e do olleusor, hoiuein turbulento,
Um dos valeatoes daquella cidade, e que nunca era
visto sem sua companheira inseparavela pistola
ou faca de punta.
No smense l-se :
- N'o dia i do corrente, por urna hora da tarde,
cahio sobre a cboupana de urna pobre mtilher, de
nome Anna, que habitava as immedacoes da
povoaio do llosaiio, um raio que matou ns-
tautaueamenle duas lilhas, j mogas, da dona da
casa, de nomes Josephae Rita, ferindo tambem
aquella, (jue veio a niorrer pelas 10 horas da anule'
Una enanca da casa foi tamben) levemente fo-
nda pela faisca elctrica, fieaudo igualmente fora
dos sentidos um individuo estranbo, que all se
achava, de nome Antonio Cario, e umitas outras
pessoas que tornara,u a s uiuitj depois, sem sof-
frerem leso alguma.
As duas infezes iiio.ms, que se achavam assenta-
das no mesmo lugar, nelle ftcaram e ua mesma
posii/o !
Informam-nos que mais dous raios cahiram na
mesma occasiao em diversos pontos, oan dos quaes
matara um cavallo.
O Sr. Miguel Bezerra da Silva, le sua mulher,
moradores na Lagoa secca, do municipio da villa
do Triumpho, acabam de libertar graliiitameule
as suas escravas Liiza a urna cra desta de nome
Cecilia, de idade de i anuos.
E* digno de louvur o procedmento do Sr. Mi-
guel Bezerra e sua mulher.
O Sr. Raymnndo Francisco da Silva e sua
mulher, moradores no sitio Cainna do mesmo mu-
nicipio, deraih igualmente tberdaje gratuda
sua escravade nome Bensdicta, de idade de 18
annos.
Nao menos digno de louvor o acto do Sr. Ray-
inundo Francisco e sua mulher.
Aclia-se por ora com exercco na vara muni-
cipal do termo de Canguaretama, na qualidade
de vereador da cmara, Joo de Albuquerque Cu-
ntan', o qual passou pelo desgosto de ler aseguin-
t petieao, que lhe dirigi o circunspecto advo-
gado Dr. Manoel Januario B. Montenegro:
Illm. Sr. vereador da cmara. Treplicando
diz o supplicante que em termos jurdicos est a
petirao supra, que Vmc. estpidamente despachou
r mandando requerer em termos, smente porque o
' supplicante nao lhe deu senhoria, pois nao
obrgado a isso, principalmente reauerendo a um
ea&rw, que cheganlo de casa esta villa, s en-
contrado as casas das.... (omttimos a pirase)
por isso o supplicante quer saber se Vmc des-
pacha a petgao supra ou nio. Nestes termos
pede a Vmc deferimento. -E. R. M.0 advogalo
Montenegro.'
Note-se, o Dr. Montenegro o mesmo que no
carcter de correligionario, amigo e defensor de
Joo Cunhau' na questao Formosa, em que se
achava empenhado o dito Joo Canhau', escreveu
muitos artigos laudatorios no Liberal di Norte
pondo em alto relevo as nobres e distnctas qua-
dades de seu honrado cliente,
E agora ?
Como se muda com a idade I...
Eslo desalfrontados o r-presidente e chefe
do p licia desta provincia Dr. Silvino Elvido Car-
neiro da Cunha e Dr. Aurelio Ferreira Esuinhero,
victimas das mais revoltantes injustigas, f om que
aquelle sensato advogado apreciava os seus actos
em relagao a s negocios da Bahia Formosa.
Naquelle lempo Joao Cunhau' era de carcter
nobre, cavalheiro distincto, de qualidades apre-
cia vek digno e honrado, merecedor de todo acata-
monto c respeto, e aquellas autoridades eram, no
pensar do Dr. Montenegro, cousas vis e sem signi-
cago, atirando-se-lhes sobre as faces os mais in-
sultuosos epithetos!
Hoje Joo Cunhau' ferido com as mesmas ar-
mas da diiTamaeo e do insulto, hoje j nao Joao
Cunhau' o proprietario abastado e honesto, o
cabraj/ojp Therencio I etc, etc.
E quanto as questdes das marinJtu da Baha
formosa j elle nao o legitimo proprietario,
como se quora provar com tanta vebemencu, com
tanto ardor e com tantas injurias, boje u#usur
pador de terrenos do estado, segundo jo tem
proclamado puhlcaroes leitas no propro Liberal,
que parece nao se recordar do dia de li mlum !
ngueiii alinal os enlende, talvez o Dr. Mo
lenegro, o homem mais rellectido, imidente e ca-
ridus i desta trra, seja enn elfito o valen te e
enrgico lenenteFraocsco < esarjdo Rogo Barros
0 Sr. Dr. Jos Antonio Correa da Silva, segun-
do a ihe nnticiei em missiva de 85, assuiuio o
exerricio do cargo de chefe d polica desta pro-
vincia ou dia 17 do mez passado.
Tixlos se mostram salisfuitos com esse magis-
trado, que oom actividade, intelligeuca e zelo pro-
cura desempenhar suas importantes funegoes.
Um dos reda 'tores do Lteml, o cidadao
Aleixo Barbosa da Funceca Tiuco, deixou aquel-
la imprensa e tao escaodaliiado se acha, que nem
mais quer ler essa gazeta. T
Mnitas p E, com etTeito, nao se cwnpreben le a in^rati-
do cora que o i Ilustre redactor foi ferido na
propria gazeta, em que escrevia, e cujas ideas
elle, como vigilante cerbero, susteutava com ardor,
firmeza e proverbial lealdade.
0 Sr. Aleixo magun exaltado, e prompto a sa-
tisfazer os rigores de seu juramento.
C illaborador da Luz, om a qual o Liberal pa-
rece embirrar, o Sr. Aleixo foi cruel, verdade,
referndo-se ao conego Lustosa, vigaro de S. Jjs
de Mipubu', atiribuiwlo-lhe cous;is, que esse sa-
cerdote nunca pratinara.
O Liberal, porm, que se n.V> quer compromet-
ter, e sempre esquecdo do dia anterior, sahio-lhe
ao encontr com as seguintes tiradas :
A Luz, jornal dedicado causa da maconaria,
publicou em seu noticiario de 8 do corrente, que
o vigaro de S. Jos de Mpbu' est praticaudo
toda surte de pieardia com e Sr Francisco Luil
Belm, privamlo-o de tomar opa, de reger a or-
chestra, e at mandando-lae atirar pedradas
porta I
O orgi magonicu foi illaqueado em sua boa f.
K falso, iilsi-simo I
O Sr Belm n i foi privado de fazer parle da
irmandale a que putaee : nao deixou anda de
exereer a sua arte, e nem soffreu a menor violen-
cia ou insulto nessa cidide.
E' falso, repetimos.
Desafiamos ao autor de tao infeliz noticia, para
que prove i contraro.
0 Sr. conego Lustosa gosa de respeto, estima e
consi lerago. Dio s dos seus paroebianos ; mas
tainbein daquelles que cultivara as suas ralaoSes e
tabea apreciar as suas distincias qualidades.
Por eerto o calumniador, de quera tal noticia
parti, nfn tem amor sua conscienca (se que
a tem) do contraro nao Iluda a cousas que
nunca se derara.
Urna calumnia semelhante intoleravel. Para
que se ofende tao positivamente a um sacerdote,
queja nao creanga e que se nao tem importan-
cia para a socedade nneonca, a tem para os seus
paroehianos.
PARAHYBA, 8 DK Altan. DR 1873.
Raalsau-se infelizmente o nieu prognostico so-
bre o estado do cofre provincial, que alinal de-
clarou-se fallido, deixando de pagar aos emprega-
dos pblicos os veneimentos do me/, de marco pr-
ximo passada.
Nem p.ir isso dexam de proseguir as obras pu-
blicas, ainda mesmu de nao urgente necessidade ;
e de ser providas quasi indas as cadeiras de ins-
truccao primaria j supprinidas pela assembla
provincial em consequencia do inao estado de fi-
nan/as da provincia.
Ainda contina a falla de juizes de paz, delega-
do de polica e supplentes do juzo municipal do
termo da capital, sendo ainda ha pouco por in-
pedimento do digno juiz muucipal, propretari ;
assumira o ejtercicio u 3" ou 4* vereador da c-
mara municipal.
O estado de salubridade da provincia nao sa-
tisfactorio, quer na capital, quer fura della.
A febre, varila e outras molestias teein frito
vctimas em varas localidades d > 1" e 2" distric-
to. onde nao se deram ainda recursos medie s e
olllciaes, e as victimas vo procurando salvar-se
como podem.
Em Campia Grande, alm da epidemia, sof-
frem os infelizes habitantes a oppressao da poli-
ca, anda confiada ao capitao do coriw policial
um tal Gustavo, que alm dos desatinos e violen-
cias pratcados sombra da autoridade, acaba de
platicar mais um ltenla lo escandaloso, tirando
ta radeia publica daquella cidade. remetiendo
para esta capital um eseravo alli deudo de ordem
dos juizes de direito e municipal, e que acabara
d responder ao jury, de cuja deeso appellara
para a relacao.
Balda las foram as reflexSes daquellas autori-
dades e d i earcereiro contra a forra da policio,
que com oslentago de violencia e insubordinacao
lizera arrasur da priso aquelle preso, que ainda
aqu se acha, nao obstante as reclanugoes fetas
ao governo pelas mesmas autoridades, assm des-
respeiladas por aquelle delegado, at hoje impu-
ne e conservado no exercco da pulira, onde s
a viva torea e mediante o terror de seus exces-
sos poder ser attenJido e respeitado.
Entretanto aquella localidade nao perdeu an-
da a confianca que deposita em o novo chefe de
polica, Dr. Jos Antonio de Mendonca, pois, pelo
menos acreditam os parahybanos em seu ca-
rcter poltico.
Para a villa de Patos, que ainda se acha em es-
tado critico e melindroso com relagao a seguran-
ga publica, foi "ha pouco designado comm ldan-
te do destacamento all estacionado, o alfeies se-
cretara do corpo policial, que com a ascenso da
poltica dominante deixou as flleiras liberaos, e
foi logo nomeado ofncial-maior da assembla pro-
vincial.
Na semana prxima passada teve lugar a pro-
cisso dos Passos, que esleve decente e coaeor-
rda. Nao temos, porm, semana santa, e apenas
um ou outro acto far-se-ha em alguma das igre-
jas, segundo me nforuiam.
Continuam as interinidades da directora da
instruecao publica, e inspectora do thesouro pro-
vincial.
Sepulten se hontem o octogenario Jos Lucas
de Souza Rangel, inspector aposentado da alfan-
dega desta provincia, deixando numerosa fami lia
e unidos mais antigos funectonaras pblicos da
provincia,, que teado sempre militado no partido
conservador, aliswu-se ltimamente as fileras
liberaes.
lo o capilao-teiiente Eduardo Wandcnkolk, que
ambos se esmeraran! boiilem em obsequiar seus
hospedes.
Por noticia teiegraphica soube-se que ante-
hontem, s 2 horas da larde, ebegara Santa Ca-
thanna, vndos da diviso do Paraguay, os dous
batallies de infamara ns. 15 a 16, que dezembar-
earam na cidade do Desterro, por ordem do mi-
nisterio da guerra, aiim de uo seguirem logo pa-
ra esta corte em rulo das febres aqu reneules.
RIO DE i VMKIRo, 2 DE ABRIL DR 1873.
A corveta Nitherpy, da armada nacional, acha-
va-se prompta para sabir 5 do corrente em via-
gem de instruecao dos guarda-marmhas. 0 seu
itinerario deve ser New-York, Cdiz, Spezza e
aples, voltando por Gilbraltar ao Rio de Janeiro,
onde deve achar-se por lodo o mez de novembro.
c Ante-hontem, diz o Jornal do Commercio, a
corveta experimentou a machina, que havia pas-
sado por alguns concertos, e hontem a offlcialida-
de offereceu um sumptuoso lunch de despedida a
numerosos convidados.
c Apezar da manh se apresentar chuvosa, logo
as dez horas comegaram achegar familias e den-
tro em pouco achou-se reunida a bordo urna lu-
zida socedade que passou em alegres dansas o
dia intelro.
i Diversos escaleres e urna lancha de vapor an-
daram em servigo constante entre o arsenal de
marraba e a corveta, levando e irazendo convida-
dos, a lodos os quaes os jovens ofciaes attendiam
com maneiras delicadas e cortezes.
c Assm, com festas e risos, aquella arderte mo-
cida le des;ie lio-se. Ja Ierra do seu bereo e dos en-
tes ,|u i; \* ':.[ ir... par i cntregar--r aos
pergo-fi fadigiVnb :iv.-n!:ii i-..i vida do mar.
Bem confiadas vo, tmrin, essas esperanc.as da
patria ao comniando do liravoiexper1uientado ca-
pitio de mar e uuerra Joaquim Francisco de
Ahreu. Urna simples inapMhM do navio basta
para attestar a disciplina e ba ordem que aellc
rni&& e o zeio-do cominaudante a do seu iminedia-
gar, encoiitrando-o j livre de |cripo. e bem assnn
ns deiuais pomos da estrada que offereciam re-
ceiu : n;w se leudo |t>nlido coiiiprchender romo r
que poderam com Lio pequeos recursos e en lio
poucas horas lomar IrausitevMl awa parte da
sena, que muitos lindan calculado ser nema*
rio 15 dias para sen reparo, por.punt i j na ves-
pera tnham os Srs. Cayinari, Aguiar. Punle Ri- .
beiro, Valet, Conde da Estrella Flho, e nutro*
passageros, subido quas loda a sr-rra a p at^
Petropofas.
__ No da 27 a inundaro em Prlrupoli* foi tal
Em Campos, S. Fidelix, Marab. Macah e Pe- qm todas as casas de pavininito terreo tiveram
tropolis derarn-se lametitaveis estragos, causados agua quasi na allura de u:n metro, porm s II
pelas abundantes chavas, os quaes sao assiin nar- horas da noite as aguas romeraram a declinar, e
rados pelo Monitor Campista de 29 de maree : i felizmente nao MM facto aljm'm a lastimar. Ate
As continuas chuvas e couseqiientes enchen- esta data, 31 du marco, as rhiivas continuam cea
tes dos ros, eorregos, ribeiros e lagoas ja tem cau- pequeos intervallos arompanhada* de S"
sado graves prejuizos lavoura ueste e nos mu 3
ripios viznhos, alm de algumas catastrophes que. A cmara dos depatados appnivou Inintem (Jl o
le.nos a lamentar. parecer da s.gumla commissao de inqoerito, so-
belizmenle o nosso Parahyba ha tres das que bro as Mota primaras das par.M-bas de Santo
tem baixado mais de dous palmos. Queira Deus Antonio de S, de S. Jos da Boa-Morte e de Saata
que, tomadas todas as bailadas, e antes de es- Anua de Macac, de que se cominie o cllegio da
coarem-se estas, nao venha novo voluinc d'agua Sanio Antonio de S do tercero distrito eleilurJ
causarnos maores sustos As plantarles esto do Rio de Janeiro.
geralmente debaxo d'agua. assiin como as pasta- Approvou-se em seguida, em 1.* discusso,
gens para s aniuiaes Em umitas l'azendas e s- projecto que autorsa o governo a conceder ao
lUaQOW os moradores ou lm as nabitaedes den- baeharel Francisco Jos de Souza Lopes, juiz de
tro d'agua, t*u eslao completamente litados. direito da comarca de Macap, na provincia do
J se va fazendo sentir a caresta de mauti- Para, um anno de licenca com seus venrimentes,
mentos, nio smente pelo dainno c Misado pelas para tratar de sua sade.
inundacoes, como pela falta de communicaces e Approvou de|Hiis o parecer da rommi*to Je
ditliculdade de transporte, o que tambem tem af- constituirn e poderes, acerca da roncessu de H-
feriado o commercio de exportarn. .cenca pfrlida |ielo Sr. deputado Tarquinio Ama-
' Do S. Fidels tivemos Juas communcaeoes, rantho para ausentar-se durante o mez de abril,
urna de 25 que se dgnou dirigir-nos o Rvd. Sr. alim de trazer sua familia da ridad do hecife.
conego Guaracaba, vigaro daquella cidade, e ou- Approvou mais. em nica liscussio, a emenda
tra de 26, por urna ca ta do agente dall da cora- do
panhia do Espirito Santo e Campos ao desta ci-
dade.
A primeira refere o seguirte : Os c'iuveiros
de 21 e 22 produzram aqu estragos considera-
veis.
No ro do Collcgio foi tal aquantidade d'agua
que arrebalou todas as portes em numero de seis
ou sete, inclusive urna graude, barra do mesmo
rio, Tirando interceptada a passagem para Campos,
Houve casas onde a agua chegoii ate os frechaes,
retrando-se os moradores para os morros prxi-
mos. Sao muitos os estragos, e maores os pre-
juizos. Nao ha por einquanto a lamentar-se iner-
te alguma.
a A segunda refere o seguirte : Acallamos de
receber tristes noticias do Collego, daqui distante
Juas a tres legua s.
o Em consequenca das grandes chuvas, endien-
tes e desabamento de morros, perecern! dez pes-
soas de duas familias ; casas de vi venda e enge-
nhosde diversos, rodas de pilar, fabricas de far-
nha, aniraaes etc, das.proxitnidades do rio tui ido
ludo por agua baixo I. Entre os que pereceram
temos a lamentar um honrado pai de familia o Sr.
Pedro Constancio Stellete que licou com sete pes-
soas sepultadas debaxo de um morro que se des-
m >nmol sobre a casa em que habitava.
Sio grandes os prejuizos.
Do lugar denominado Estarlo de Macabu' com-
municam-nos em i do corrente :
Houve aqu um verdadtoro diluvio. As chu-
vase a endiente te:u sido ip tal furnia que ns
mais velhos habitantes do lugar dizem ni ter iii"-
moria de que houvesse nunca os acotitecimentos
que se tem dado. Tem sido ludo rotierto, des-
truido ou arrebatado pelas aguas
As casas de negocio dos Srs. Atiolinario dr
Azevedo Branco, Cardse- da Silva Je Brasil e Antonio Jos da Silv. Rama*
Ibo e a maior parte das rasas de familia foram
invadidas e derrabadas pelas agua*. Os morada-
res viram-se obrgados a fogir pelas janellas para
de longe contemplarem os seus prejuizos vendo
cahir suas babitaees e boiareai os seus trastes !
A casa do Sr. RamalhO era nova e de pon-
eos dias a tiulia elle mobiliado rom urna inipor-
laute inobilia. e tambem novo era o seu estele-
cimento, temi recentemente concluido um forno
para padaria. Tudo vio elle destruirse nao po-
dendo salvar nem una cadeira !
Um engenho do Sr. Francisco Cardoso Gu-
maies acabado ha p mcos dias foi quasi todo ao
chao !
As pontos da estaco do Sr. Januario Lopes c
do Sr. Dr. Maltns .Cima e outras torain todas ar-
rebatadas.
o dia 22 foi pelo ro abaixo um lote de bes-
tas com cargas de valor, entre as quaes se acha-
vam o enxoval e arranjos para o casamento de
um fazenJeiro.
As tropas que deseen de Cartagallo esto en-
vernadas de um lado do rio, e as que sobein de
Macah esto do outro sem coinmunica.o pos-
sivel.
Calculase os prejuizos talvez em 80:001*000
Refere o Telegrapho de Macah em data de 25 :
t Os ltimos temporaes, que cahiram sobre esta
cidade, acompanhados de forte sudoeste e chuvas,
causaram diversos estragos.
t Informam-nos que na Imbatiba o mar demo-
li parte das obras enceladas para o quebramar ;
os aterros do leito da estrada de ferro foram des-
truidos em diversos lugares pela forra das aguas.
E' tal a sua affluenca no ro, que receia-se
urna grande endiente nesta cidade ; o rio j co-
inegou a transbordar, assustando assm a muitos,
visto que ellas crescem em momentos.
Deus queira que nao tenhamos de registrar
algnm desastre ou outros estragos maores.
Um passageiro, vindo no vapor Macah, que de
l sahio no dia 30 do mez findo, amagan terem
as aguas lanjado por trra urnas duzentas casas
pequeas, nao havendo felizmente perdas nenhu-
mas de vida a lamentar.
Ao Jornal do Commercio escreveram de Petro-
pols mais o seguirte :
a Serrada Estrella. -A continuacao das chu-
vas tem motivado diversos desmoronamentos, che-
gando a desabar dous grandes pared5es da estra
da normal da Serra da Estrella, os quaes arras-
lando pomsigo grande quantidade de trra, foram
cahir sobre urna casa habitada por nove pessoas.
das quaes quatro earam de tal modo frulas, que
houve necessidade de serem recolhdas casa de
Caridade. Compareeeu pela manh o Sr. Paulino
Alfonso Pereira Nunes, que providencou como o
caso exiga.
As aguas torrenciaes, acarretando outros des
moronamentos, obstruiram completamente o tran-
sito de vehculos, sendo at necessario, para S. M.
o Imperador descer Corte no dia 29 fazer a sua
viagem por Entre-Ros, concorrendo para isso as
promptas e enrgicas providencias tomadas pela
companhia' Uniao e Industria, de modo que o
mesmo1 augusto senhor tomava em Entre-Ros, s
10 horas da manh, o trem de ferro, e s 4 horas
se achava na Corte.
< O incansavel Sr. Paulino, que tao bons serviros
nos tem prestado, na madrugada do da 3', nao
obstante o pessimo tempo, acompanhado do ad-
ministrador das obras publicas, os Srs. Jos Paulo
Magalhes, Jos de Oliveira Morada e Antonio Fer
reir Marques de Souza, dirigram-se cora os pou-
cos trabalhadores que pode obter, par a estrada
que acliava-se em'to lastimoso estado, que II
carr-is qc deseerah s nuiteram vencer os ato-
leiros crjii o auxilio do admiuistridor Jos Paulo,
seus renipanheiros e o redu::id:i numero de tra-
balhadores.
cf As 9 horas desse mesmo dijl pisson S. M. o
liDDorador de volta da COrte por esse mesmo lu-
seaado proposicio desta cmara, detenin-
nando qne a pensan de 60 concedida a I). Boni-
faca Antonia de Miranda, inai do rapilo do cor-
po de pulida da provincia de Pernambuco Manoel
Germano de Miranda, fallecd* na guerra do Pa-
raguay, deve ser repartida entre ella e sua fllha D.
Mara Eulalia de Miranda.
Approvou depois, em segunda discussao. o art.
1.a da proposla do governo que lixa as tercas da
ierra para o anno de 1873 a 1871.
Entrando em discusso o art. 2, lainhem foi
approvado, depois de alguma- observagoes dos
Srs. Tornia bario de Penalva e ministro res-
pectivo.
Tratndose do art. 3 *, licou a disrussao adiada-
pela hora, tendo orado o Sr. Silveira Martina.
Continuou, em ultimo lugar, a segunda dit-
cussao do orcamento tara o anno de 1872 a 1873,
na parte relativa reeeila geral do imperio. Ora-
ram s Srs. F. Belisarie e Heurqiies, tirando esta
discussao tambem adiada pela hora.
O Sr. ministro da justiga leu a seguirte pro-
posta :
Augustos e dignissmos Srs. representantes da
liaran
Curapro, um grato dever apresenUiido-vos, p*
ordem de S. M. o Imperador, urna pmposla para
a modilicaro da le da guarda-nacional.
Annundada nos discursos da cora nos rela-
tnos do ministerio dos negocios da justiga, pro-
clamada pela opmin publica e aeolhia no sena-
mento de ambos os partidos poltico, a reforma
da guarda nacional que se-derem con-
siderar mais urgente* na aclualidade.
E' limitado o numero dos "t|ite entendem qne
antes conviria abolir esta instituicia, do que dar-
lhe uiais ade-prulo regiment. guarda naci
nal parabas tropas regulares o qu.....unsdho
do jury para a astfoaf: a expresis da mUttt-
reacia directa d'is cidaJaor no trato da causa
publica.
Elemento de fora. organisado no seio da asso-
ciacio poltica, a guarda uacional a naco acu-
tenlo por M-iis iiieinbins validos a propria' defeza,
e i manutengan da paz e da ordem coi sliturmiul.
A experiencia da lestemimlin dos inrontestaveis
servicos que a guarda civica |to h |iie reserva do exercito. .as commorocs intestina*
do imperio sumpre dalla aprovauoa-se o governo
para reslabelecer a tranquilidade publi-a e o im-
perio Ja lei em diferentes pioviuria-: a na guer-
ra do Paraguay nao se limitou a colitir as frmi-
teras, associou-se nos campos da baialba aos mais
heroicos defensores da honra ueaaal, nio foi a
denodada milicia quein ineiin. mmttm cilhtu ita-
qnella nemorarel campanba.
Alm Ja nobre missao de auxiliar exercitu
como parte dellr, ou pon guarnrcer-llie a reta-
guarda, ningueui d srnnliecer as fon roes que
piideexereer aguarda nacional, falta de ou-
tra forra, om circumstancias auormaes.
O que desfigura a physiunomia da guarda na-
cional, e a torna vexaloria. o emprego que del-
la se tem feito como forra ordinaria do polica.
Sao insupportaves as obriga.es que boje pesara
sobre os guardas nacionaes em serviros de ron-
das, p.itrulhas, radas transnissao de ordens.con-
duego de criminosos e de dinheiros publico*, dia-
ria "e reiteradamente, como se fosseni guarda>
municipaes ou pedestres alistados r pagos para
servirem ca quartel. Nada mais contrario a n-
dole desta iustituigo. E quando se observa de
que modo os interesses partidarios especulam com
a sujei'.oda guarda nacional a taes onns, fcil
de ver quao exposta Tica a liberdade do cidaoao.
Mas para occorrer a este mal. o remedio e nao
supitrimir a guarda nacional, que tao bons servi-
dos presta e tem prestado: se nao rditui-la a
sua missao, e organisa-la de loaneira que a possa
exerjer sem roiistranginiento.
Neste intuito fu formalada a imposta, que ora
trullo a honra deofferecer vossa Ilustrada cun-
sideracao.
O pensamento cardeal do novo projeclo de tet
arredar a guarda nacional de todo o servico, da
qualquer natreza que seja, excepto no^ caso do
guerra externa ou interna, scJi;o c insurreicao.
Nestes OMM ser a guarda nacional convocada
por ordem do governo imporal. pelo tempo e com
a Torga indispensavel para fazer-se o st-rvigo que
as circumstancias exigirem, do pie se dar ira-
mediatamente corta asserabia geral legislativa.
A mesma providencia ser exerrida pel'is delega -
dos c agentes do governo. quando houver urgen-
te necessidade, com as cautelas recomuieadadas
no projedu.
Se nesses casos smente que se deve rennir
a guarda nacional, salva a reunio animal para
revistes e exercicios dr instrucrao, coniprchende-
se que o servico nao ha de ser velatorio por' fre-
quente, nem dar pretextos a violencias partida-
rias, ou de diversa natreza. Por ortro lado, nao
contestavel a conveniencia de chamar se a guar-
da nacional, em taita de torga de linha on de po-
lica para debellar os inimigos do imperio, ou
manter-se no interior a paz e a ordem publica.
Dispensada a guarda nacional do servico de
polica, manifest que cumpre occorrer a subs-
tituigao della em somelhante mister, de qne nio
possivel prescindir.
Para este fim, o meio obvio e augmentar a farra
pdicial ou municipal das provincias, ampliando-so
os corpos existentes, ou creaodo-sr milicias nova*.
Aqu levanta-se a questao : se os poderos ge-
raes devem crear essas milicia*, ou se tal attri-
buigo compete s asserablas provinciaes. A se-
gunda hypothese parece mais conforme com o dis-
posto no art. 11 S 2'do acto addicioual consb-
tuieo do imperio, qne conferindo s assembla*
provinciaes o direito de fxar a IWrea poliea! roa-
[irrtiva, na > s Ins outergnu a faculdade 4e
liberar sobre creavo da guarda munici(al para



"**
'O mKp
mmm
n-in,fi-r i Tim;
*L
Di^te tte PgFnanikO Quintiv fera U d Abril d g73,
\*a* '--

o servjco d p ca das pofoaees, como cAft^rti
de urna milicia laquflft ture a qnando falln, V!
de forija policial. E-varias provincias tem u!
de*ta attribuicao. *
Na deficiencia de renda? para o augmento dos
corpos policiaca permnentis, ou para a erca-
&a da polica local, devem as provincias ser au-
xiliadas pela assembla gera! legislativa, que lh.es
pode conceder o direito de cobrar alsirtas impos-
to* dos ijue at hoje nerteiiciam 4 raceita peral
do Estado, o jastabelecer mitres com bfrnella ap-
pcacio. Un novo imposto anana!, on cobrado
como emolumentos de patente, sobro os olll u
da guarda nacional, aseondente sejHN.lo os pes-
tos, ou sobre os guardas naciones, que se qnize-
rem eximir animalmente do servir- ordinario c
de destacamento, loria fundada razao de justica e
de conveniencia publica.
O governo se abseve de prop,'r qna'.qner me-
dida oeste sentido, porque compet*-vos a inicia
tiva sobre materia de. imposto!.
Reservar a guarda nacional, remo mais con-
seutanco com sua nstituico, para os das tic
conimore.s graves, de guerra ou de. vio cnu per-
turbaciio da ordem publica ; allivia-la do serv ,\>
ordinario de polica, que a censtrange; substi-
tu-la neste servco por guarda policial ou muni-
cipal, creada e paga pelas provincias com deter-
minado auxilio dos cofres geraes ; taca sao, au-
gustos e dignissimos Srs. representantes da nitao,
as bases da reforma qoe vos prnposta no se-
guate projerto di lei :
A assciuMca geral decreta :
Art. i.' A le n. 002 -te 11) do setomate de !8.'0
si exemV-uli eom as sesuintes alterares :
I." A guarda narranal s peder ser chama -
da pora o servco nos casos de gtterra externa,
rebelliae. edicto ou jnsarreican.
2.* Sus casos sapraditos, ogovefao decretar,
conforme a lei de 19 aV setemhre de 1839, e pelo
teiafco ijte f ir preciso, o servco ordinario, de des-
ttfftmea" i mi de corpos destaradas, qne as cir-
ciMlstarcias expiren, dando emita do scu acto
asseniV'a geral legislativa.
Xr E:n iguaes cireomstancias, os presidentes
das previneia* podero, sob sua respoasahildade,
eiereor a mtnn providencia, se hotuser urgente
iiecessidado. siib.Vcliondo o sen acto a approvaeo
do-gtf'.err. i.
% 4.* Onando fr- indisnenavnl, era falta de for-
ra poftlhl ou Je linha, o auxilie da suarda nacio-
nal, nos casws mencionados no? i, c nao houver
tenrpo para mdlcnar do goverao ou o presdeme
da foyineia as medidas uccessaiias, ipoder a att-
torida 1 policial do termo ou do fiMtrirto eui que
se Cer a eonme.-So, requintar dos cotnmandantes
da guarda nacional a forea ntflloieAte para o res-
tah3|ec,imenW fet orden, (ando inmediatamente
piarte do s-~ acto ao presidente da provincia, que
proceder na forma do paragrapho anterior.
$ a. A guara nacional s.- reunir s nina *ei
per anuo, ei lia devignad pelocmimandante su-
perior, para yrvis'i de most e eswrlrios de ii--
trattlo, nos ti-trietos do batalliii* ou hataftuo .i (re pertencer. Esti rennian, p h.
jamis leoi lugar doas icer.es.antes ou depois de
fna(f!ier el;o.
5 6" Fie* ivil/.ida ao mximo de W aaog a
ida-le paral qnaliftear;4o no servco activlos
raaioros ik V< anuos p-rt"f:eerao.i reserva.
| 7." A revisa ilatpeKIiiviiym se fara de de'.'.s
wii iiius aones, excepto e caso de guerra ext;rna
ii int-ma. r.u quo 0 rhvtio podeni determinar
^ie se proceti a nova qnltlca^o, onde fr pre-
c'.-n. se husver deeorrido tr.n aun t depois d ulti-
mo ali-talilel'.O.
g 8. Na haveri mais de uri .-ommindo Wpe-
rior em cada comarca, neai se epear ma:s e utn
ii.i-a!!rm .! t'rvrii aciivo nos municipios em |ne
Bao M on::.::-a:e:ii mais de arlo comp.'inhiar- de
gu-mln* iiai'ionai's eoM a forea de. 100 pracas |:zca
s de eavalloria, e de ISO para as de infantarii.
P." O uniforme da guirda-Bacional ser s:m-
-pli< e o nesmo em todo e imperio, salva a dilfe-
Teaca daliarmas; e ama vez esialideeido peto-fo-
ro no. s por le lindera sr a.'tiv.ido.
' >. MSu se roncederau hi ;ir,is de postes da
jr-|.;r.!a 'nacntn.il.
$ 11 c\ v venio fies autorizado a redutr n (T-
!r d >s oHe i-es da guarda nacion.il ao que fr
.oidispeos.'ivri -para a esecajio destaioi, eia cir-
r.U'iisiancias que nao sejai as flu I.".
% ''8. As dispwicoes de*te artigo, salvas as- dos
pi 9 e it!". nd se applicaini guara naewmal
&:.< proviii-e; limilroplies cornos estados vizinbos,
ii k listrietoM a que o governo limitar o rgimen
especial d. decreta il S,029 de 18 de novembro
In R>7.
Art -.' "ira auxilio da despeza com a Corta po-
jci.d das provTltcias, fies, desuado a cada ama
deltas o producto do imposto pessoal e do sello e
en; Jamemos das patales .la Koarda naeioaal, ar-
reeaftido uasmesmas provincias.
Arr '! A ?>..,cue >> ilcsta lej. as provlfleft em
quetiir (leiiciciiie a l'irea de polica, romecari m
aaM depois le sua promuigaco, se antes nao ti
' xxp.^srrrr.
qn* nal -proW-ffcjdld scnaM sob n. 91, do cn-ente auno, n.i-
' ryufo^'-e ao sauron.., tribunal de |n raJ*,Tie> t ^^B adm aiv f 'jivaI
tS sViinU. a
creaco Je mais sete relaccs alut das afV
de maneira que hav.ero no imperio oate Sitt'anaw
de 2.' instancia. '
t Pareceu convenionto demarcar logo'O/tltsuta.
t desses tribunaes. comprehondenflo tad um
delles o territorio do urna ou nwis provincias,
conforme a aturalidado de sitas relxQoes, e obser-
vada a rbgra de sua contlguidado.
t Xa forma cito dos dislfietos iurivliccnnaes das
rclaces as cmmissoes atenderam as duas cir-
cumstaaeitt' : faeilidade de oommuuicacio para
as sedes respacUvas e proporcionalidade ao nume-
ro de fcitos rabiveis a cada tribunal.
Oeste modo rmtH se melhoraro as condicSes
da administra;a* da justic no paiz, aproxima-
dos do cidadio os recursos legaes.
Admntidos os novos tribuBaes, era inlispen-
savel tocar na lei d pnKesio, alitn de lorna*io
harmnico com a nova orderii de cousas.
0 actual pmresso exigia nos julgamcntos rri-
minaes corto numero de juizes, que nao poda exi-
gir-se em Irihunae* eoustituidos com menor nu-
mero de nombres. Neste ponto, pois, inodilicam-
so alcumas frmulas do juzo.
O cxeVc.ico da iurisdcoao contenciosa, confe-
rida aos tiibnnai's do commetrio, no tein iro in-
zido os bons resultados que o legislador espera "a.
Xcm o commerdo, neta a jurisprudencia has
colhido vantageos dossa instilnieao, que j Ai
}udgafla por una praica de 18 annos.
\ E" voto geral a sua reforma, afim de que o
julg.imojito (fas causas comnerciaes vidte^ .ios tri-
bunao togados, sera a intervencao de jues que
a coastituico poltica da estado nao conU;mplou
aa organisaeao judicial qne tracou paraoaoaso
pan.
o Entcndea as eonraistfoa que cuinprc desde
a attender esse mellieramento na dnlnistracio
da justji ; por sso fui ailmittido o pensameiito da
sppprcssao da jirisdiocao contenciosa dos trbu-
aaes do eommercTo, sendo ellos, todava, conserva-
dos para o exeraeio das funrces meramente ad-
ministrativas.
Dotando-se o pait dj maior numero de tribu-
naca de appella.ao para Jttlgar uo cvr! as cansas
do cid.ldo eom mais prestesa. seria incongruencia
d Maltes. -Somrs do ,4 *rf. -S'/Wf^ Ve**s. i A pmiie
- F nato ite Amiat. :m i-sn.im c.v-i
t^S^it* lis "i-.'is. csJ.nmerciaes'e, criiuiiaes. qian
;m>'tenriiciic.in' Wto ovirrerwn dnvidas man-
:'es:alas por jultar^iws divmgentes.
Depois ae maduro exmne as mesmas cmmis-
soes convenceram-se ti que, nao cnnvin que esta
augusta cantara prest o seu asentlmciito dita
resolucao. A :
O i-oto d ramo vltalion J poder legislativa,
onde somp.-e traashum a prud oicia e a s.ibedo-
rla, foi obstculo ao prompio, juizo das cemiiiis-
s5es, as quaes ino pon am que t.io somente. coisderajml mu vallo-as ,|e de
libeiaeo determinarimn o acto de lia respetara!
corpoiaeau.
Com eftVlto o desio da knifnrnlsnT ajurs-
prudencia lirastlcira foi certafneate o motivo pn
poaiteraate de sentclhante voto.
i Mas se cssa foi a causa da d libe, a -ao, e se
essacaasana verdadp d extrema vaifci, toda-
va as' ciinmssJfes persAaonm-s1 fle'qfc o fllH se
nao -cmsoguir, fieande barlada a iutencao do le-
gislador.
Nao nova a idea consagra(||i .no projeejo.
a Na amiga Jegislarao do paiz j existi a ao*
orificio que hoja busea-se conferir ao laaii gra-
daado'dos aassos tribunacs de justica.
Em virtude da Ord liv. Ij, tit! 5- 5, e da
lei de '18 de agosto de l/ft'J '* a antiga casa da
suimlicacio gor.ou da faoiddade do tomar assentos
para a ba iotelligencia das leis e unformidade da
j urisprndencia nacional.
Xrnhum resultado elcaz, pirin, conseguio-
se dessa providencia
Bcpois de mais de dons seclos de uso da fa-
eclilado concedida a to eminente-tribunal, nao se
obteve a desejaua oniformdado da jurispruden-
cia patria, e all estao os numerosos assentos to-
madus pelos juizes togados para demonstrar qne
os pontos duvidosw das antigs leis e di.-cididos
por accordao dos jaizes nem ficario resdvidos de
modo a nao suscitar novas dlvidas n contendas de
encontradas opinioes, ntm se conseguio jurispru-
tfencia'nnais "armouien doxjue d.intes
A vacillaco do dircito, a diversidade de opi-
nioes e a divergencia dos julgado* continuou, e"
dissodao prova cabal a materia testamentaria aa
materia das successoes, to explicadas pelos as
Ajitldi
LVntioun( e:u ultimo lngr,c s i' -SUscusst. ilo
oicaniuto para a aiiiio d; 1S7 -i refatira recita neral 'lo imco>. Ornrartt os rs.
ro-iJente o. concibo e r>.-ji-dvs|fada Teixora,
licando a discussao (notrrada.
Foi a Imprimir o soguile parecer :
A i.\ eonimissin do poderes examinu as actas
daeleico primilla da naroehia do Jaboticabal,.
pe eneente aocofccgo de Araraquar, no 3. ds-1
tncto eWtoraf da proviacii de S. Paulo ; e teco-
uhccehdo que o prooesso eleitoral corren all re-
gularmente, sendo prcenchidas as. fonoalidales
logaes, de parecer que seja approvada a. referida
eieieu, e recBBhgcidos os pudores dos quatro ele-
tores dessa paWWiia.
' Sala das conmissoes em :i de abril de 1873.
-^Jo Calmtm:4>i Arnuud. iymtp'O Galvao. Heleodoro Silva. -
GnviiUa fanHo.
Fui tamben a imprimir a segunte redaccao:
A tossembura geral resolv :
a Alt. i." E' autorisido o governo para mandar
admittir Joaquim Ottoni de Araujo Maia a matri-
cula do I.* auno medie) da faeuldade do Rio de
Janeiro, inJepenante do exarae de philosophia,
i|ue devora presUir ames de acto das materias do
utesrao anuo, dispensando-so o lempo que llie fal-
ta para completar a idade exigida.
Art. i.' Ficaiu revogadas as disposieoes em
coutrario.
Sala das cmmissoes, em 3 de abril de 1873.
- CuhIm FijuaeUj Jnior. Juo Manuel.
i'( 'espsro cor-a d
norte, qfle ntn'a *
invad
tribunaes com jurtsdiceo em extenso territorio;:
1 pois a sna actual condicca territorial eertanvnte
c mtribue para a morosidade na decisao dos plei-
t is. Se, porm, se quitesse obviar esto mal, tera-
mos necessidade de crear otltros tantos tribunaes
do commerco, qu.intas fissem as relacoes; o t|tM
rednndaria em avultadissimo dtspeiilio.
Tudo. pois, aconselliava a abolreao dos tribu-
naes do commerco eomo tribunaes de jtistir^a.
C.re.indo-se as novas re'.a.es. pareceu de mi-
li dale nrover acerca da iRconpatinUdade poltica
do magistrado de 2' instancia.
i Qupprirtrtr um incei'.tiv i de iuteresso para o
ni/, na anreiacao das qnestoes, p'ir certo meltio-
r.tr a admnistraco di justica
A idea deJMmparcia fule no juigador aug-
mentn-lhe o prestigio e d: torea-Moral amaras
actos.
0 Interesse poltico embora nao actu real-
mente no pr tcedimcn!i> dos juizes. c todava, mo-
tivo constante de disperta. Contra a qual a o|imto
se tom pronunciado. Gampre, pois. l'.izer des;vp-
parecer essa causa de prevnc.ii> contra os nossos
magistrados, aliin de os ei"vr mais no concito
pnblico.
i A inconipatihilidade nara os cargos de sena-
do-, deputad i geral e de^n'd ) provincial relativa-
mente anj yiiizes de 1" ins'anria, ja est consagrada
e:n nossas leis: ennvm est inde-la aos (uiw ao
ver cessado aqaelle motivo, no qne resrieiia ao
tfV^eo de que trata n art. 7 5 1" da lei de _li) de
si'tem'ir i de IKSii, jireferindo-se para tal lira os
guardas que vMnntariainente se prestarcm.
Art. 4.u Fiean revocadas as disposioes em een
*rarin.Mnu-ml AittAHio Dum-te &c AseetdOk
Forarh a imprimir os seguintes pareceres :
As c.o iiiiss" 's de justica civil o de justica
rriminal, cumprindio proceito desta augusta ea-
mara, examinara:.i varios projectoS' a,ir.'seutados
por diversos merc'iros desta raesni augusta cma-
ra, relativamente ao mclhorameni > da admiistra-
cao da justica no imperio.
c As eominissos tiveram occaso de reeonhe-
r queess's imrjeetos, consignando providencias
''" 'rentes, soaecodes no pensamento da crear ao
. w ivas relacoes.
E:nbora as connissocs jutgnem de 'itilidade
antaa Wssas providencias, enter.em. todava.
; i.vi i wivni alargar, por ora, o circulo da re-
ofii, que '.cera restringir-se so >;ue fr mai?
manante e mais proicno.
0 prmripal ponto de reforma o augmenl i
r>tribunas de 2.' instancia: e esta providen-
cia a que s eommissgesjnlgam que com drgen-
ia deve aoji!ar-se, deixando, por ara, donarte
vnf ras Medidas, que que pode rdlar-se sem incoo
.^nienra e gue sujeitas a discnssSo coajuncta-
meste com a ;d.'-:i da ereaeTuj dos nnvos tribunaes,
nronufrao aevtavel demora na passgem do pro-
eeta.
i Reconhcida, como e. j urgen'1' neceisida le-
\e augmentar o numero das tribunaes de recarJ
o, n.1o i- pruden!' tornar esse grande benefl -i i
lepotden'e de ama discnwo necessariamente
.-,-ga. pela vanV IJe e Idlpcrtaitcta das malcras.
reads os tribunaes superiores que o inte-
resse publico redama, cuidar-se-ha ento de sa-
nar n defeitos do noss processo civil, bem-cano
do aperfeicoamento de outrx ponfos lalogislaeto
'ivil, comrereial e criminal, 4c (pie oeftopam-se
s projectos a qtie ;:ima referetrj-i-e as c".umis-
des.
A necessidade da ereajao de novas rela;oes '
qusf.lo formalmente resolvida tto coB i Desde Mo al h je dirersas pfpoataS do p<-
der executivo e diversos prejesns to repre< "es da na'rao, quer em ama qtter m oa'ra casa
doparlam-nto, b.11 consignado a'iia d > augmen-
to dos nossas (ribjunaes de 2-" instancia cono in-
digo para melbor administracio da jasti'.-a.
' J)aag oberva';oes parecen decisivas em Civor
desse augmento.
- Aprrimeira o facto, asss verificad i. da in-
pKsibilidade material d- p>ompto jntgamento dts
cansas nos actuaos tribonis de !.' msneia, m
razio do limitado numera destes e da grand af-
Hodncia des proeesss.
A segunda '; a lrcu ::!..u. ,i, i.e i .' i !ar d.r
xcessiva di.st;ui-ia entre sede desses tribunaes e
liguas pontos, do rospectivo di.->trirto'; desarte
que o direito de recurso comedido i* partes
utfcaates eco lugares longjquos nollinca-s pela
iiSiculda .'e de vir o fel:o ao tribunal, a como se
rnauter no eonuAereio o julgaraente palos aetuaesi sontos, e seinpre tilo ince.nas m suas regras de
applicarao.
Modernamente temos a .T.trbuico conferida,
embora exorbitantemente, aos tribnnaes do com-
merco, para tomar assentos e resolver as ques-
toes jurdicas relativas ao assumpto ejinmer-
cial,
Qual, porm, leem sido o resultado? o xito
tem sido negativo: nada a jurisprudencia com-
mercial eolhea ets bem'da Innata do direito das
parles, e cons.'quente unformidade djs julga-
dos.
Os tribunaes investidos da gran le faeuldade
do solver os pontos duvidosos da lei por va da
interpictacio, reconheceram a inutilidaie da sua
ireiogativ e abdicar.im o seu poder.
So o tribunal do coinnierdo da corto tomou
aigans asseutos no espaco d(^ poneos inezes em
1897 ; os domis tribunaes nunca osaran dapre-
rogativa que se Ihes outorgou.
Alm da assignalada nellicacia para a oblen-
SAo do almejado intento, ha invidente perigo na fa-
culdado de que se pretende rovistir o supremo
trbuaal de justica.
Investido ne'sse novo poder, ser nevitavei o
abuso pela exorbitancia.
Em vm ds termos assentos, estrictamente ex-
plicativos das dilculda es das leis, leremns reso-
Incoes verdaderrameute legislativas.
<( K' diflicil, sendo impossivtl. estebjlecer o li-
mite tt//r( fHSn iwn : distingnir em muitos casos
o qu interpretar a lei existente, e crear lei no-
va, impracavel. Nestas crenmstancias, o tri-
bunal dotado da regala de tomar assentos ImW'
iat frequentemenre, quando se persuade que ape-
nas in'-rpret i
A citada ca-a da snppcaeao ministra nos
exube ante fandamento da real idade da nossa as-
sscr.ao. iu
Quera conpulsa a eollrecao de assentos toma-
dos pulo mgiu tribunal nBOBhece que elle, em va-
nos casos, mais Injithtu do que inlerinitmi; em
ve.: da simples'divlaracAo dojsuntido da lei, os ma-
gistrados do tribunal de justica estatuirn regras
novas.
Sirva-nos de exentlo a legisiaeo sobre ali-
mentos. Aiii o tribunal judicial creu direito ao-
vo, staheleeendn normas nao incluidas ruis entra-
nhas da le.
i< E" obrigatorio n ac:o interpreUuInHo tribunal-
e, como fac a este exnrMtar, qnandj assiui o>
liraticar, qda) o remedio 1
' Ksperar do poder legislativo a rovoga-ao des-
>e aeks ei> q.ianto compre la/..;r.
Mas s coomiis*is parece grayissima a
sitaaelo em que se der o abaso, e sobrevier de-
nos
es da respectiva juns-
superior categora
diceo.
Foi isto o que as commiiscs jtrlgaram acer-
tado admltffr.
Indleadn a materia da reforma aceita pela;
cii.ii'nisssoes. naose ampliarlo en demonstra -"i os,
(pie aguarda n para a iliscussai compeiente, i\ ter-
minando esta nxpnsico, ellas sao de parecer:
Que se impriman is projoeto* oirreciii-
ccrca da reforma judiciaria. e examinados pelas
cmmissoes. afim deque as ideas"aetleseontidax
sujam consideradas por asta augusta cmara:
Que entre eu disc.ussf; > e segninte proJnUo,
qne as mesmas conmissoes oiferecem :
A assembla geral rcs-lve :
Art I.* Fi;am creadas majs sete relaces no
imperio.
S l. As relaces exigentes e as novamento'
creadas terao por districtos os territorios segnin-
tes :
1 Do Para e Amazonas, com sede na cidade
de Beln;
DoXaraahao e Piauhy, com sede na ci-
dade de Beim:
ii 3." Do Coar e Ro-Grande do Norte, com s-
de na cidade da Fortaleza ;
<( V." De Pern.-wnbueo, Parabyb e Alagos, com
sede na cidade do Recito;
*i. Da Babia e Sergios, com sude na cidade de
S. Salvador;
6." Do municipio neutro, Ro de Janeiro e Es-
pirito-Santo, com sede na eotte;
n 7.* Do S. Paulo e Paran, com sede na cidade
de S. Paulo;
8." Do Ro Grande do Sul e Santa umarina,
com sede na cidade de Porto-Alegre ;
9. De Minas, com sede na cidade de Ouro-
l'reto.
10. De MatoGrosso, rom sede na cidade de
(miaba ;
II. De Goyaa, com sede na cidade de Goyaz.
? 2* A relaaia da crl" constar do 17 des-
pmbargadores, as da \i hia e Pornambuco de 11, as.
do Para, llirnhao, Ceara, S. Paulo, Rio-Grande
de Sul e Minas de 7. e as de Matto-Grosso e Goyaz
de 5.
S 3. Nenhura desembarga lor tora exercicio tra
da relaeiio que perteneer.
, \. Snppnme-se a jurisdc-.) contenciosa dos
tribunaes do commerco. cujas feles adminis-
trativas o governo rrgoian como mais convenien-
te fiir. alterando o actual regiment.
| fi." As causas eommerciaes julgar-sn-hsq as
reaeoes, sendo as appeUae3es e os aggravos deci-
didos por tres i!'sein'nriradores.
ti o.* A!al/ada das relaces no eivel e no com
niercial contimia a ser a que se acba e-.fabelecida
njlenslacao vigente idecretn de 39 de novembro
de';s:.le'lei de lti de setembro de 185.
S 7.# as pronuncias e recursos de-tas Vota-]
no o juis relator e dous juizes sorteados, n.io ti-
rando enes impedidos para o julgamento, no qual
tomaran'parte os desembargad ,i'es presnt'is.
| 8.s O governo regular.'1 o prazo para apre-
senti'. das anpcllaces, julg in h-sb as desrp5es
deltas nos termos d>s arte, >" a 66) do reiulv
mento n. 737 de 2o de novembro do l'RSO.
S^.* Ostiscrvies d.: appellacao d> ommer-
cio escrevt-ra> taranteas relaces nos feUos cri
minaes eomnrativamenle com os escrivSes das
appallaces do civL
g 10. As secretarias'das relaces so conipiriM
de ii secretario e de mais empregados, qao s
determinar em regulamont >
c Art. 2." Os actuaos desembargadores exceden-
tes ao numero lixado no art. I.v i 2.' serao distri-
buidos pelas ndvs relaces, guardadas as seguin-
tes regras: '
.< 5 I." Serio removidos os que, refiuerere'm.
i S 2o So nao se derem remocoes pedidas, on
se, nao obstaatto estas, anda houverem desembar-
gadoron excedentes, sefo removidos Os mais mo-
(iernos con preferencia para as rolc>s inaispr.i-
ximas. Aos desembargadires a*si"r;i removidos
eompeteto'direito djeSrtjtftaso por ordem deahti-
gaidade selacSo d'onoe tahirem, quando t-lla
hajaui va^as. 4
j 3. Aos-desembargadoies removidos por o. a
i:tn Ht rt^ftft'lc da nrfl.PTJle le ;n nh.-\n:ir.
nao existisse para urna considera-.-.
Sitantes do imperio.
Jfmguem, ^"".^ que mu,,) lucrara a
justica eom a ereacao de urna relajo cm cada
provmcia', porque assira aproxnjar-se-ljiam do
cidadao os recursos garantidores do seti direito.
." Se para a jstica em materia civil proviriai
sssTgnaad van'.agcn--. para a justica. em maie-
riacriminal, aimla njajs,mp:>rtautes ellas.deVe-
riam ser. Es-a vgrdade pafenta-se a quoin poa-
derar icercf.avs ffeitos .la, rcenle refi.riua j^-
dieiara, qaando eonslitu'o os juizes de direito om
aae curaarcay.com atlribueOes to extensas so-
ir? ajibwilaik ia vi.jui ,'
*0s. grajjantos ojie^odani re>ulUr da^^i
fessas aulormades sng'laraj confi-a a Uljrdde
docidadao;3fhariam n rsla.-sa provinciaes, tri-
buaaes.clteciyos, jiroip!.i cejiaro,
Todava nao podemos desde ja conseguir -i3sta
parte todo o oestijaxel.myl.'rainuto
4r%5q deyla^., fitas a* pruviacias
^carrejara,uto pesada wu aos uofres pblicos,
*m eoBSp>encu o-, considaravel accrescuno do
ujnewda^aunlje^'uis^iu.., .
BlUeonfcKleracao, pois, resorveo ascomms-
e*aadU/ a realisaco ua.promessa coauda na
dos ha- ija~r..;idores e os deserabargailcses
roslo da e.nwurao da pre.?te lei se abonar-
qnii ajuda d( eusto de 2:'i(iO.C a .O 0.
,5 Art. 2." (h juizes de dirferto nomcadosdesem-
nomedos ini-
istros -4o supreiM) tribunal de jtca, vencern u
ordenado* *l" luigarajue deiram at a posse do no-
vo cargo, v** toraatsem no pram marcado pelo
e\rt. ,"> Os 4^.t^*'<5or'; >*n 'incumpati-
vis o distocto < sUi^risdjecSo^para car-
T^iciu. .1 cura t a T _r7JC'ni
r J4 do decreto do 18 de? iSjl6'!<
. i Art. 6. aevogan-se'as' fibrrt&<* *** '>-
trario. .... ,.. ,. .Q.
:. il4da*enwms*^.31de.^,oa%,"!i...
,X. AJn.-.v Aarijie (191M mr^Ll^!'*
de de renipcio obrigatoria canfenda 8J Yh.'
in ira 11 remedio.
t Ks-a demora sera certa,* prejudicial em mili-
tas circumstancias, attentos Os tramites porqne.
no corpo legislativo p.vsai.t os actos antes do tor-
narem-se definitivos o terem o carcter de lei.
Se. pois, ba perigo de datnnu para que crear
oceasioes ulle ?
Quando na jurisprudencia dos tribunaes de-
reu-se desae&nws graves e detrimenlosus jus-
li,.a publica e paz do'eidado,-acudan os pode-
res supremos do estada, resolveos!;, as questos pelos
indios nurniaes.
As cmaras c m a sauccao Jo imperador le-
gislem, 00 MO Ibes cuuipre.
Se as cmmissoes encarando o prejeeto por
este lado o julg-un inconveniente e'inaceitavel, ha
outro lado parque deve considerarse a materia ;
e eutiaiada mais forcoso o motivo da inadmis-
sSa do projeeto.
< as eomnhsosa reputara incaiititu^onal a re-
solueo Em veruadt a.constui^polica do estado
consagra o principio fundamental da separioo i)os
poderes pnMkes.
O poder legislativo e-o-poder judicial sao-po-
deres pblicos ciados pota constitiro, que-os
itistituio distnctos e separados:.
Assim o quia o legisla lor constituate, assim
O exigen as garantas speittes.
Se, purera, ao-poder judicial s<; conferir a fa-
cu'dade de fazer leis, ter-se-ha confundido os dous
sobreditos podjeres ,
h Interpretar as leis e aUribnic^o do poder legis-
lativo, como se .cha'e-xpresso no art.'l3 g 8.* da
c.msituico do imperio.
QS 90 ao poder judicial se conceder a pre-
rogativa da iutcrpretaco authaitica ilas leis, ter-
se-lia conferido a esse' piHler una attribnico pro-
pina e especial do poder legislativo.
Logo o poder incumbido tosomenie de appli-
car a lei, v-se tambem incumbido de'faz-la.
i' Logo violado tica o principio cardeal da se-
paracu dos poderes polticos.
m Mas eomo-o legislador ordinario nao pode-alte-
rar os principios dogmticos do nosso pacto fun-,
danientai, consejuuncia que a actual legislatura
que alias nao tem facultades extraordinarias, nao
poe fazer oque se pretendo com o-projeeto de
(jila se occapan as commissf.es. Proceder por
otitra forma seria violar claramente a exprssa
dsposieao do art. 17S da constituifo.
Bm vista das razies expendidas as cmmissoes
eritendem que o referido prejeeto nao deve ser
adoptado, cumprradp todava que entre em dis-
cussao, aura de que esta adusta cmara decida
edmo julgar era sua sabedoria.
Sala das comuiissties, em 31 de marco de
1873. T. Atenc r Afarigt. Tarquinio it S uza.
Is.andro' Bezcrra. Br. O.rxpos de Meiriros A.
5. Carnen-o fa Cimlta.--J. P. Mtutmdfr Portrtta
A cmara dos -depniados approvou bontem (3)
em urna s disenssao, cora varas emendas, pro-i
jecto que antorisa o goverdo para maudar-adrait*
tir a ma trie uta do-l.' auno da f neo Idade de medi-
cina do Rio de 'Janeiro o estudante Louronoo Jos
Passos.
Tratou depois'dstl.'neayo do qorojbctoiqa
autorisa o governo 1 pagar, como indomnisa?ao
a Liberato Lopes da &iiva a quanri.. de .!;OttO,
vdlor era qne foram aroitr ados os rei aitoso*dn
hos soffridos por JLmo Lopes ^MinVBraaoe
Silva na relieilio.de !839'a 141. nanitivincia do
Maranhao e Ptanhy. Pizeran algumas observa
Oes os mv. Araujo Ges Jnior e Cardozo do4fe-i
nezi-s, firandoa discussao adiada pela'bota. ,, <
Gontnuou eu sognidaa dfc dpronosta dogovcrno.lpe 1ilia'fcB'torras'd ra para o anno de 1873 a 1874.
Oraran os Srs. "1rrUlinl ~ Titil j 11 Rinjil Tl'i
trida lixeira. cando a- diswwsio 'adiada- p*la
emendas :
i 0 d toaimisso
t^%^^\%%^J^^' T olidas as sogjttes
Tarquinio daSonza (vencido, quanto a d^Q^ 'Jf-^ 3" '* **Mw
festamente ao principio da faedidad das cotfin> *'0'a^'-' ^ ^.SffflL** ol"*<
nwacuea. 1 .__... Ao art, 3- |(par; l#^0B>etK9 LA -
' Xs comrnss'oes 'deT^a'crril e de jtMtfcH^^^ ^rUT*;? '
criminal tomaram ai eonsderacio a resowcao | pa. < ursos de nUuUiu e UU
O Teltgrtiplio, de Macab-, de 31 de marco, a
piupusito dos estragos mitos pelas chovas e en-
enentes, faz a eguinte minuciosa rosenba :
E' debaixo da mais terrivelimpressao que va-
mos cumprir, o penoso dover de relatar ahorro-
ro>a eatastrophe que acaba de passar sobre a nos-
sa infeliz cidade., Urna espantosa inunda.o veo
sorprender-nos rednzindii-mw mais critica das
sinooes, incrgulbando-nos na mais triste desoa-
cao. .
Jio dia 24 do crrante corred na cidade aio-
tica de que o rio Macab linha pssumdo espan-
tosas propuT'.-oes, e que urna imnoacao era inev-
tavel ; muitos se preveniram, mas de pouco valeu
porque ninguem poda suppor que as aguas subis-
sein ao ponto a que .-uhiram,
a Na noute de2i para comecaran as aguas
a subir e a 1 hora da noute bauhavam j as ca-
sas da beira do rio, ra da Roa-Vista e do Colle-
gio, s i horas da manila estavam a praca Muni-
cipal c a maior parle das ras completamente in-
nundadas. So da 2o continuaram as aguas a su-
bir o s 2 horas da tarde tiulia ohe;:ado ao scu
auge ; eslava a cidade completamente inundada ;
omecaram os damoronanenlos, as prancbas da
ojnpreza do canal (enlnVntpiN de grande cal-
lado i e muitas oanuaa uavegavain por todas as
ras salvando geule !
re ira euto o aspecto da cidade horrivol; as
canoas entravam dentro das casas para salvarem
as (milias que se refugiavain ern cuna das com-
modas e mesas ; de toda a parte parto gritos de
soccorro ; vio-se homeus emulheres atr.ivessando
as'es ros, que anda ha pouco otan ras, com
liihos e truuxas cabeea e no col ; doentes con-
duzios nos leitos nnuc solTriam e de espaco a
espaco seonvae o baque tremendo de urna casa
ou de um muro que desabava
a A essa hora conseguio-se abrir o puntal que
demora entre o rio e mar, rom a gente do Sr. An-
tonio Sotuinlin e da estrada de ferro que se pres-
taram para tao revelante servico, consegunlo-se
MSim d ir nma expedicio mais ampia as aguas
e evitj que ellas subissem mais. (Juando anoiie-
ceu tinliam as aguas diminuido um pouco sem
00111 tudo deixarem de lavar os pollona das
janellas de algumas (asas !
1. A noute foi medonha ; alem do inundaeo, a
te pastado, tres quartas partes dan casas da cida-
de estarn abandonadas e os seas habitantes re-
fugiad is no neatro, casa decaridade, casa cmara
arinazem da empieza da canal, morro de Santa-
Amia, casas dos Srs Luz Vianna, Ant rio J. Souza
Kbeiro, Dr. Vieira e outras que por estaren en
lugares mais elevados nao tinham sido iuuniadas.
Messa tormentosa noute os desabamentos succedi-
na-se de minutos a minutos !
O vapor Macalie e o liiate Santa Maria, an-
corados no nosso porto, ganaran com a forca da
corrente e abalroaram, solfrendo ambos avarias.
A ponte pequea e pare da p me gru le sobre o
rio MaeaM caiiiram e foram levadas pora o mar.
No dia 26 as aguas baixaram muito : a 27 00-
mecaram-se os traballms do esgoto, abrindo-se
glandes vallas e sargetas para dar ni lianilli s
agua. Na noute de 27 par 28eaiio o resto da
iwnte grande e araundo para o mar foi botar na
sumaca Curoliit-t l'azend i-a perder os ferros e pon-
Jo-a coi perigo, conseguindo, porm, vir fundear
ao iui'io-d:a sem avaria.
Nos- das iH, 29 e 30 contnuarars-se os tra-
baliius de esgoto e desentulhauento, estando boje
a cidade na uiaior .parte esgotada Mas que as-
peeto desotodor ella apresonta Rumas, ludo e
ranis ruinas o que se v! muitos fanilias per-
doran tudo quanto tinliam ; muitos lie uiim sem
abrigo, sem roupa nem movis, porqu- tudo lhe
lie a epultado debaixo das casas abatidos I
o Alen dos que englobadameute mencionamos,
temos a especilk-ar : u ostabelecimsato do cal do
Sr. Almeda Lisboa que licm quasi arruinado,
com um prejuizo superior a cinco coutos. A casa
do bario da Puvoa e 13 moradas do mesmo em se-
guida, rnclusve a da ollectoria, um prtjuizo su-
perior a tnnta oontos. O estabelecinento do Sr.
Soutmho e casa de habitacio, que deve-se o nao
ter prejoizo toSat boa construceao de suas casas.
Das 501 casas que Macab coutava, esto
boje 91 totalmente destruidas, -69 rauito arruina-
das e 73 com estragos menores ; muros, s lica-
ram alguus bocados, para mostrar que em Macab
bavia muros antes da inunda. .10.
No meo desta desolacao, Macah de\'e estar
orgufhosa da numanidade e dedicarlo da seas lia-
hilantes ; nzeran-se esforcos sobieliuuianos. que
felizmente foram cornados oni um xito que um
padfiie de gloria e : que no meo de nato horror
o tanto estrago, nao-houvu urna s victima.
Entre muitos nomes de pessoas que pi estaram
relevantissimos serviros e que nao pdenos enu-
merar todos, apontarem-is, porm, vee.eraeao pu-
blica, os que mais se distnguiram, os Srs.: rs.
Joo Rodrigues da Costa e Joo AK'ares de S Rue-
o e capito Anlero D. Lopes que representando a
cmara municipal prestaram eutinrates serviros.
ja as providencias que se tomaram e j destri-
ouindo comida e tratando dos enfermos, refugiados
n Caridade, Sant'Anna. theatro, etc., auxiliados
pelos Srs. Joaquim Coutinho, Jesuino Bermudes,
Qaeiroz e Jos Gomes do Almeda lanpos.
Os Srs. Drs. Januario de Oliveira e Rodolpho
Hell qne prestaran seus conselhos, sua gente e
material para sue.correr e esg.ilar a cidade ; o Sr.
visconde de Araujo c commendador Antonio F. da
Costa Cabra1, D Gertrudes Caldas, -que para o
mesmo fin mandaram seas cscravos. A corpora-
cao de engenheiros da estrada de Ierro, os -rs
Eugenio Cnauvin, Dr. (Emilio de Menezes, tenen-
te Marica, Rocha Lima, Dionysio Mein lies, Anto-
nio A. Vieira, alferes do destacamento pi.lcial,
Jos Antonio Soulinho, Ferdinand Gouret, Mauoel
Joaquim de Carvalho Jnior, Jos L. de Souza
Costa, Manoel Guedes Jnior, tenente Joo Freir
de Carvalho, Bento Pinto Leite Hearique Goncalves
e Augusto Goncalves, etripidacao das prancbas do
canal, qoe todos polriando, diriginJo e executando
rabalhes, soccorrendo vidas e propriedadus, pres-
biram os mais assignalados servicos.
' Deixamos para o fim tros nomes, que Macah
deve g avar em lettras de ouro, e sao os dos Srs.
Dr. Constantino i. Genual yes, digno delegado de
polica ; EduardoTtairaaries, inspector da empre-
aa do canal, e Femando Chofer de Almeda, tenen-
te da armada, que levarain a sua dedicacao a pon-
to de passarem tres das e tres noute.s molhados e
sera descanso, desonvoivendo tai aclividade e to-
mando taes providencias, auxiliados por todos 0$
odc os rodea vam, que en grande parte a el I es se
divo nao termos que lamentar urna victima, nio
termos -qne acensar. on rpobo I >
. A fngactia>das Neves' toi om dos lugares de,
fra da cidade que mais soffreu (no dizerda mes
ma felba ), sendo para notar-que-as noticias reoe-
brdas sao de-2t, isto da vespera da grande intin-
dacao de yaa>, o.que faz receiar que subissem
ainda de ponto os estragos nos das immcatos.
Eiso que-da ana earta escripia d'alli:
. ;|o'Aa CBpKwas ohUvas qne tem cahido constan-
nontej^-dias esta parto ooeasiooaram a maior
bieMMMide quo lu memoria, asseveram os an-
tifcOSi
'*'ira'easa doRvm. vivirio. sooirara as aguas
1* 12 cima do soalno, ameacando desmorona-la ;
O'digno sacerdote lev denudar-so para a igreja,
abrigo-mais prximo o nico que, cm tal emrgen-
ntnda Ma poviri-ao urna, des-lc o iifl da fa-
tenda Atalaia. Cinema e Rio WOrto traasormou-
,c cm um nar magno.! O aterrado deste ultimo
licou completamente submergido. *is tres idiotas
-Morro do Major Maia -Horrte da Igreja-casa
de Lopes-formam o Archipelago das Notes e um
panorama estupendo o contristador !
I J v quo nos adiamos aqui degradados, e
por sm) que nenhura concedo pudemos fazer I la
es(r..gos causados por tao desconmnnal enchente;
(, por -1, de suplir, que sejam enormes. Rcus
qeira que nio. >
A empieza da estrada de ferro tambera solTreu
enormes prejuizos. A sua ponte era construcr-o
sobre o rio Macah foi destruida, a Ibetiva licou
igualmente muito avariada e foram enormes os
prejuizos por causa dos aterres e trabadlos des-
truidos.
a freguezia do Ba.rreto a agua por pouco nao
levoit a ponte; cahiram varias casas e morreu
muito gado.
Na estacio de Haeat, alm dos estragos de que
j demos noticia, urna columna d'agua desCira o
rio de noute e viera cora tanta violencia que ar-
rancara tudo quanto encentrara. A casa do Sr.
Joaquim Soutinho, o engenho do Sr. Cantoso, a
casa do Sr. Antonio Ramaiho e outras seffreram
muito; urna grande parte das plantacoos foram
arrancadas; os prejuizos neste locar sao enormes;
diz-se que houve algumas victimas.
Na villa de Santa Maria Magdalena ti das as ca-
sas ao correr da batua forain totalniente destrui-
das. Na sorra do Carocango, porto da Cazan la de
Francisco Leite, for arrasado o mato virgem na
encosta de um morro, era extensao superior a 70>
bracos, licando a trra sobre as artorea deitadas
Houve mangas d'agua que causaran grandes pre-
juizos.
Da fregne'iade Nossa Senhorn da Conceicao do
Ribeiro 'da Sebastiana, termo de Nova Frliurgo,
escreveram-nos em 2 do corrente :
As gran les .continuadas chuvas, que desde
o dia 2:) le marco tem cabido nesta freguezia,
produziram e continu m a prodttzlt grandes eirei-
tos. Alguna rios erosesnm dous metros, outros
cliegaram a transUirdar ; as varona contiguas ao
arrala! da frognezia llcaram compl'iamentfl inun-
dadas, e grandes sao os estragos ja conhortaos.
lona casa de morada e negocio port mceute a Fran
cisco Cantoso ieou debaixo de um montad de tr-
ra desprendida de um morro que dosabou. Nao
tem-se a lamentar perda de vida, porm o negocio
ficou totalmente perdido, e us prejuizos sobem
a 4:0004 varias pontea novas ( de madeira ).
mandadas Construir pela cmara de Nova Frmr-
go, foram levadas pelas cnrrultcas dos rios. as
relias tambem nao resistiram. De alguns pe-
bres velbos porto dos rios nem vestigios enstom,
e os novos lera perd lo algumas paredes e conti-
nan! a desaliar. L.imeusas rocas batatas, fei-
jes e mflhos ticaram completamente nutilisadas.
nao so pelas aguas como pelos tufes. llavera
pouca colhta. e portano, caresta nos mantimen-
tos M Os enanillos at hoje cstiv-r.im impedi-
dos ; sa ttio fOSSen as batatas e feijao da Ierra,
loranos de Qcar muitos a raingna. Comecam a
chegardo interior noticias desagradateis. Dizen
os moradores antfgoa do lugar que n:iK-a virara
endiente senielhante.
de marinha e guerra : soppiimam-ae'dogA*do- aa, pode.fneontrar; tambem serve de asylo a fa-
- snaad- fallecido Pedro Nolasco, que oaraallise
(1 fngioo, porip 00 sooradiaoo onde mora va as-
DUmtt O FElItlBOCO
RECfE, 10 DEABKIL DE 18?,
^f^icfisi do :5.
Hontem, pelas 7 -,i -.i horas do da, fumleou
no porto desta cidade, procedente dos do sul do
Imperio e do Rio da Prata, o vapor franciv. Rio
Gratule, da linha de Itn :eaux
As datas do que foi portador, alcancam: do
RlodaPrata 28 de marn>; do Mioas-oraos a
2d de marco : de Santa Catiiarina W tambera
de mareo do s. Pauio I de abr!: du Ro da
Janeiro a i de abril, e da Baha 6 tamlieiii de
abril.
Eis as noticias :
1(10 DA l'R.VTA.
No da 8demarco devia partir deBaoaos-Ay-
res para a Assjiiuipc,-.., o general Mitre, em iniss.io
especial junto do governo do Paraguay, e pouco
depois aegniria par;; o neano destino, e na mes-
illa qualidadt. por parte >io Rrasrl, o Bario de Ara-
guaya.
O louvor com que a Sarkm, orgo do gener.11
.Viti e, aeolheo a noneaei > do nosso ministro em
Baenos-Ayres para esta melindrosa ntasao, faz
erer que cutre 08 dous diplmalas exista una
recproca boa vontade, que podo facilitar um
accordo, cujas di(fi:iildaiOS ninguem desconhece,
atientas as aspirares argentinas a posse de todo
o Cttaco, e a natural repagnanola do Paraguay a
cedi'r um territorio quasi indispeusavelsua exis-
tencia poltica.
Do interior da Repblica Argentina, apenas te-
mos noticias de algumas uva-toes de ladios, e
["grandes inuuda;"nj's, qaoera quasi todas as pro-
vincias batan causado muitos- estragos. O go-
verno pareca tomar desta vez ao serio a ameaea
de urna nva>o l e,.'.:.!: is Pampos, adiados coin
os Araucanos, e proijrava dispor as suas forjas
da nielhor forma ..ara repelli-los, ;irefa diflicil em
tao extensa fronteira
De Corrientes!; Kntie-Hios nao se referem seno
a assssinatos. Com maior horror, porm. mencio-
nara as ftHliii de r!u.mos:Ayres varios casios de
vioiaco da quareatena iiiiposto as procedencias
de Montevideo, onde a febre amarolla continuava
a fazor algumas vctimas diarias. A' vista do
bloqueo em que all se punbaiq ?s casas e os
bairros reputados infectados, moo ha reahnente
muito que estranbar no rigor desenvolvido para
com os navios idus do Brasil.
O que nur.ca tera, porm, atlenuaeo possivel,
si" os ncriveis tormentos ntligidos aos miseros
qnarentenarios no cbanmo lazareto da ilha das
Flores o em pontoes, onde aquellos iutelizes sao
retidos, agglomerados. privados do tudo, de vveres,
de agua, de 'abrigo, vivendo na immundicia, ex-
postos ao tempo, sein sosconx mdicos, sem terem
qui'm attenda s suas queixas e anda por cima
conitnimads a pagar msid'travel qoantia da1
ria.
A imprensa de 'donu-vido por vezes tem forto ps-
vorosas desoripQOM dos hrreles que sonrum os
desgrnalos postes em (piarentena; patena po-
rm, que dama no iesrto. A junta de salubri-
dade s.i trata de isdar o mais possivel os suspei-
tos de fra e os enfermos de dentro, e dopois es-
tranha o natural eifeito das suas proprias medidas,
que rotos dos lacos da natureza, os parent-s
alKindonarem os seus doentes e fugirem delles.
A municipalidade de Buenos-Ayres roelamava da
governo que fechaste todos os nrtos da repblica
s procedencias do Estado Oriental.
Os telegrammas de Valparaso, datados de -21,
nao sao de grande importancia.
Na costa do sul do while flzeram-se notaveis
descobnmentos de fosseis. O Poril tratava de le
vanur novo enprostino de 3,0'JO,ijOO. hypo-
thecando as minas de salitre.
a p^olo.
As datas desta provincia alcancam ao da Io do
corrente, coma dssemos, sendo :" de Aras a 23,
de It a 2o, de Campias a 30 do pas&ado e da
capital e de Santos a 1 do corrente.
Com assistencia do presidente da provincia, dos
membros da asscinblc.i provincial e do grande nu-
mero depessoas gradas realsara-se no da 31 do
passado, 3 ceremonia da inauguraoSo dos traba-
Hios da estrada de ferro do norte, qae tem de li-
gar a capital da provincia do imperio, entron-
cando-se na linha da de D Pe 1ro IL
De os da baneao pelo Rvm. goveraador do bs-
pado, nao s do terreno como do carrinho e p,
oom que foi tirada a primeira trra pelo presiden-
teda provincia, acto celebrado oom as devidas for-
malidades, fra lavrar-se o respectivo auto, que
lora assgnado pelas summidades presentes e por
grande numero de cidados.
O sitio em que fe>.-se a cn*emona achava-^e
adornttdo-de banderas e folliagens, distinguindo-
se no centro um pavlti 1 de forma quadrangular,
igualmente adornado e embandarado na frente do
qual lia-se: Presidencia do Bxm. Sr. Dr. Joo
Thtodoro Xavier, e em cada urna das demais Cacos
as seguales nscripces -frabaHio e prgresso;
Vtva a pr'ovin-.ia'de S. Paulo ; Goluadi
Neste paVho aps a k-itara da ailocuco feata
pelo presidente da provincia, ora-dido o auto da
inauguracao, a que seguiram-se varios disoursos^
pronunciados pelos Srs. Drs. Francisco de Paula
Rodrigues Arves, Frederieo Jos Cjirdoso de Arau-
jo Abranches. Leoncio -de Carvalho, conseihiro
Martira Faaaciseo e Dr. Pedrr Vicente.
Terminada a ceremonia da inauguracao ti vera
lugar nm protuso e bom-servido copo d'agua na
chcara prxima, do capito Henriquo J-uiz de
Azevodo Marques, con .raorduurio concurso
mirim e \m 1.1-0. nara ^ctn iVOnliva do dlroe-
torio. Co-.iip.uv-e.-am HS acniista. repi ajant
4.012 arres Foram r.vlHtoi' (.sinciiibr :* da di-
rectora "(inda, 11. Oneiroa Tclli*. cowaw* Jf*-
Kjvdll* de S. Aranha, Antdhio flan. I'r.>-ir.-.
Dr.'Antonio P. Urtia Chura o cor.ort Jonfaw
Quirino dos Santos.
[i-SO no Manilo, de Arfas : '
t Informara-nos que na estrada, qo*: vai desta-
cidade villa de S. Jos.- do Harrear, no lugar de-
nominado Morro do Ele-bV. dan pral f-
gidos, armados dj armas de np>>. assaltiran
no dia II, a um pobre moco qte segua par
o Maireim, tomando lhe 5J e um revolver, e dan-
do-lhe repetidos ponto pes por nelle nada rano
acharen que valor tivr-ss*.
t Hi das o estafeta (pie conduzia as mala* da
correio daqui, tambera ia sendo victima do i"-*rm>
assalto, se. presenlin lo-i.s de espreita. nao v.lta
fugitivo e nao se escinde, asi panw seguir, aana>
panhado do alguus viaadaxtOS.
Esereveran da Limea, en data d: 27 'to nn-
sado, qne tra nmito bem recebida alt a ncista
da coiicessao do privib gio ao corone? ISR|BnY
Sertorio para nina estrada de frro daqnfH ci-
dade Pirasjnunga, passando pe* .illa do?
Avaras.
Dzia-se que o bario de Campias reformar*
seu teslamento, U-gandu a nutriz da mesmr. cida-
le 100:11001 em vez de 80:00l'.',0 O,
At o da :i de nano, kavian entrado tm
Santos para a enfermara do po-e ti') enferman-
dos quaes sahiiam curados 31, faileceraio ift
existen em tntamento l); para a da Rm<-1cr
ca Portugueza !, dos quaes sabir 11 .nradoi W.
falleceram i, e ficava I em tratara,-uto.
Le-se no Diario dr Son'-* de I :
O Sr. Cliristiano (uiiier. na s,^inr?* frt
perdeu unta lilbinba. oito das epon, um ntr
de fl airaos, estudante distncto doo.llegi
e est com mais um em estado .1.-- sperad'".
todos victimas de typho. Se fallecer e*te nMHn.
O infeliz pae perde todos os enramo1 de su vid.
porque fica sem um s tilho.
Falleceram coi Santos, > da 31 do |Mja>.
o escrivo e tabelliao do publico, judicial e rtMnv
copino Joaquim Hilario da Silva: em Pidan
nbangaba. Vlexamlre Monteio OnM.
RAUTA CATBtAMM.
As noticias d'esta provincia >o de iater*'f
local. Apenas de mais notavel encontramos o H
guitite na Riyninne> de 27 de maren .
Antc-nontem leve lugar na ra niara rnaoioV
pal da capital a apura cao geral da eleico p--.-a
preenchinentu de urna "vaga de depntade ur ?*n
provincia.
O resultado foi contar o lir. SebasliV A. R. R.
Iliaca 77 v.os e I em separado e o capitao Tnv
maz P. nao sendo rontadoa e este os .3) vot.M da dnanV
cala docnllegio da capital.
MINAS i^RTS.
As datas desta provincia, co.no j dissvnw, aa>
al 2'J do passado. I-lis o ijue de melbor eS
tramos nos respeclives .iniaes:
O nresidente da movincia determinara qne 1
do junbo prolimo futuro se renan s con
de que se C'impe o 7. dis'.ricto da inesma
vincia, alui de proceder-se a cleicao de m-n-
pulado assemblea geral que pie, ocha a vapa
deixada na res|iecliva ca;oara pelo tallecido IW.
H. II. Cameiro Leao deven!., intervir nena 'to^
cao nao su os filles anda nao rernnMetnn
p Mu peder cniii^njbite. como os que tin OVaOr
novamenle eleilos, por terem sido annundas \*
elei.'es de algumas freguesas elfectuadas-n l"
de agosto do anuo prximo paseada
Le-sc n 1 Jrqa IihIioiiIi do lti:
No iba 11 do crlente o Dr. darlos Honnn
Benedicto oitoni, juiz municipal desle termo, raa
tnrou nos arreiiiires di (oniiia u reo Cotano.
vnlgo Fa'.-.o se, ca. pronunciado no art l'.iSOan-
digo crimiu J |M-la unirle perpetrada em ara
cravo do finado Belisario Moreira .\!aa.
mo k lAJtnao.
Alcanc.-Mii o dia o do corrente as atas da 'ftv*
c provincia do Rio de Janeiro
Depois da saludado Paran para os p-c'.^da'
norte, o laclo de mais intere-se occwrrido na :*>
foi a aparesentaooln da pr->|)osta do pevrn, a
a-'i-mbl'-.-i i.--.al ingMaVta, ton ce rente a ren m
d Lvar.ia nacioird, nMnrina derde tanto hsnr-
pedida pela o|iinio ptmlica, c a que o paawor
Rio Bruteo imnpronettea-se dar provnnr*
pnmip'o c satisfactorio.
Os no>. loa es enrontraro om pro;"":
nos trabalbos da cmara dos Srs. deput blicados s,.ii a rubrica lo'rrirr : e In-rn r.'siw M'
a nema rnhriea, e sob as de Paii^ OfteMae Hr-
Can Diaria mcantnro as den ai? mitiias %
corte e Rio de Janeiro.
Quanto s noticias eommerciaes, eis o qn
Ibomosdo J.irnal rio Cmmmrn de do corrmn.
ultima data do lo de Jare-iro :
Rio, 3 de abril.
CetaoiM offlciaes.
Cambio. Pariz 35 rs. por fr. a '.m d/v.
Apoliees.Ceraea de ti o o a iiOMUfeD.
Melaes SoOeranos 9iOH'l, hontitn.
Acedes. -Banco Nacional I de descono
O presidente. AOgHSt fKtlK
O secretario, i*. A. Vieira jume
Foi hoje extremamente limitado o moviere-!*-
do mercado de cambio. R..bre Lmdnes pasa
rau-se soiimias insignilcantes a 26 l/S d pa*- t
|iapel bancario. 20 s/B, 2fi 3/11. partirnlar e *4>rt
Franca a 357 rs.. papel bancario. e 350 o 2r 1
particular.
Os solieran,is continuara a mostrar algama Sa-
n -za de preco. Negociaran) boje algaaw lo:' a
Vjl i'1 a dmiieiro
Km apoliees ijcraes de r, 0/0 s. an eon*lmi
nma transaccio a I:0i8 a diiiheiro prer>o a ron
fechara lirmes.
U mercado de acedes apresentou algama >an>
macao sobietud-i para as do banco Nacional, a
fecbaram activos e em alia. as traasacov*
realisadas boje deste mercado foran pnjn *
seguintespreros : banco do Brasil 2i*s pora ',
a dinheiro ; banco Kural a 204 ; naneoHaftooal
47>00), isj. \ ra-, 2' eraisso, t'J ; Fidelidade OMO.
As vendas elfectuadas boje no mercado dr p?
ductos liiram regulares de assucar para eansono.
Nada se fez hoje era caf. Desde o dia %' *'
passado ate a presente data, as vendas drte fo-
nero foram de 47,290 saceos sendo
Para os Bala dos-UaiMoi
Para o Canal c nort( da Europa
Para o Medite: raneo
Para varios putos
U
soberaaram-se ac aguas 0*",7i, ao pavimento ter
reo. A rasa do-argooio do Lopes neou perfeita-jde convivas.
'dscota nXaa mete inada, pa?an>do o rio entro ella e a de Foar j Dora- se en CadoMU^a asseiabi* geral- dos
artilnaria- Wtiknu caca, estrada que segte para os Cacboeiros. jaecionisus da nompan|it da liaba forrea de Hogy-
do cm
Total .4|.nV
Calculamos actualmente a existencia ea
de 2 .ii i saceos.
Cutamos :
LavadottilCK) a I042O0.
Superior e lino9i60a 9iK)0.
1.' boa -94200 a 9i4< 0.
I.* regular UitiOO a 848 0.
l. ordinaria SilOO a 8300.
2.a boa.-7*700 a 7*90t>.
2.'o,-d,ii.,i:.,-7ilOia7tiOO.
Saiiiram cerca de 6SHH) arroba-
secca.
Apenas n s consta boje o f, clmenlo de un1 aa
vio para rarregar caf com desuno attaatptMr
Roads ordem, a 35 s. e 5 /-
A exportaco do caf no prmeiro trmntr
do>te anoo foi de 520,801 saceos, sendo pan*, f
EiUdos-Uuidos 272,920, para o lUaal ^ffm
2i,361, para o norte da K11 ropa "4,8M, |
Mediterrneo 133,912, para o cabo da
ranea 6,405. e para varios porlos 28.9U.
rada cora a exportarn do primoiro -
do anno passado a de 1873 loi maior ti5fMA
saceos.
Os pre-os do caf.; primeira boa regataran)- en,
Janeiro de 9 00 a 91700 contra 95*0 afHt
em 1872 ; om fevereiro de 94000 a 8*700 en*a
91.100 a 9O00 em 1872 e em marca de 8#fV
900 contra 8*300 a 8*500 cm 1871
A importagao por. cabotagem de goanm nar>
naes, no primeiro trinestre de 1873,: M anwor
que a de 1872 en algodao, assucar i
cafe, cha, farinha, feijao, fumo, madei
de sola, e menor do que a de W72
te, arroz, assuoar om cnaaa a '
secca, cbifres, couros, graixa, iacarai
sebo.
Os saque alTec^uados na
o mesmo periodo fdratu de
m^-UPlF
10,000,0 0 1 M. R. 3JDWK
frs. 4.l5flJX e M/B 732^300^
3, 69O0 fr. I.433 (Xfl e al/B 60 < -500 o
Os extremos do cambio por que so asocoaran
estas sommas foram :
Sobre Londres 2'i 7/8 a 27 1/8 d., contra -*. *
25 d. em I872 ; 23 l/i a 2 .14 d. mjj
5/8 a 21 d. era 1870 ; sobro Fra
rs, por franco, contra 374 a390L
410 em 1871, e 451 a 483 ra
Hanaurgo 411 a 440 rs. por maro
contra 715 a 738 rs. por marco
703 a 758 rs. em 1871 880 a
Sobre Portugal rogulou on-Janeiro da lll
7

"
nm
EME

i^aJU^n
- v::-r


1

J

Diario de Pei-nmbuco Quinta fera U de Abr! & 873.
"7. premio a visita, em
^u-arco de IOS a iifii %.
* apwlii-s geraes lo 6 / <* as do biiujiaaTlrao
aeioaat de isda foram negociadas aos extremos,
Otates:
Aaoh'ces de G / E"ip- de 187
Aaieiro i;03Q a 1:0801 1:105* a l:liO
rereiro l:t.70 a 1.052* 1:106* a 1:>1 **rei> l:0i2* a 1:038J l:10
Os peemos dos soberanos foratB os segrales :
Soberanos.
awir 9*400
..Puvereira 9*380 a 9*50
Marco 9*O0a9*lC0
4". Ascoiaces dos frotes apresentaram as seguin-
Janeiro.
' Cenal-7 s 6 d a Si s a 6 d.
Mediterrneo -30 $ a 33 s.
'Wtado-nidos (norte)-ft s 6 d a .30 s.
Me-tn (sal) -23 a 3o s.
fevereiro.
CeOaJ-JQs a 32 s d.
'diterraoto -30 s a 12 s 6 d.
stodus-Rnidos (norte) Si s d a 30 s.
ii-M (sij .Nominal.
Marco.
XnaI-27 sGda3Ss.
Mediterrneo 30 s a 35 s.
untados lirados (norte) 20 s a 25 .
Mam (sul)Nouunal.
s principies xmo Ando. **;i>Wi;
tf hueras-I das l)8:331/Ma
-=
."-...-:
ftof)*,
eaTocobedori.ideren-J mbahyba.
"1 tW?a*doste provincia,'- crrtw atas alean- inte;
ter e Wvoltefo^egt D^orovi^ e$T a.eancam 4 **-=* ^ C"TH*"' *"**l a ^
eorrnto-,- <$t> Hade
.iprusMenria da provincia do Ama-
zonas em Manaos, 17 de marro de im.-Ihmin-
gos Monteero Peix to.>
Por esse mesmo motivo e commercio da capital,
grandemente ragosijado, promoveu e executou urna
esplendida manifestar-ito, fazendo urna linda pas-
smta oen msica, foguetes, vivas, discursos, etc.
para.

ai 1873.
A renda de importaran arrecadada pela mesraa
/ejurtiflao, efh igual periodo, foi de 6,739:084*689
contra ,179:891*543 ou menos 339:906*90* em
Kcportaram-se de iiossa praca no decurso do
tnmastre lindo os seguintes valoras :
Ouro:
69:226*000
M:4M*t90
19:<80*000
11:116 J440
1:500*1000
JMtdtPrata
jrYevs. do imperio
ftrtagfd e ilhas
Inglaterra
Franca
168:13:1,5910
_fta :
dfcitvinoias j0 imperio
rapol, cobre, e nickel
freemeias do imperio
l:o2i*82o
1.003:954*170
Total
dem em 1872
I,l73:6l2i935
7,.,il:067*730
BAHA.
A* noticias desta provincia, (jue apenas adan-
aoi iim tiia is de que foi portador o paquete na-
onai Paran, sao destituidas de interesse, e
Ottfuaa dizeiii respeito loc.tld.tde.
Sit o tituloEmaHripaco de escravospubli-
eeu o Jornal de (! do corrente :
* if aje s 11 huras do da reune-sc no paco
'Oteftieipal, sol) a presidencia do actual presidente
4a cmara, o Sr. capital Silvestre Cardozo de
wttsdneellus, a junta que, de acconlo com o que
determina o ar. 28 do decreto n. 5,13o de 13 de
a*v<.-n>bro de 1872, proceder a classiflcacao dos
oravos que teem de ser libertados pelo tundo
di emanciparo.
E>se traJj;i1ho durar por espado de 15 das,
mmuite os quaes qualquer pessoa podera apre-
notaras iuforinacoes que entender dignas de con-
ttefefacao.
E' mu encargo importante o que poza sobre
sa-junta, que tem de atteuder a um dreito res-
Bettevd e de que niuitos quererao participar.
ms tetacoes olciaes consta i|ue, a 4 do cor-
rente, o cambia sobre l'aris regulon 353 res por
franco a 90 J.v, tanto para o particular como
para o bancario.
Ate o di.i .'i n-nderain :
A tftadega 152:245*391
a mesa le rendas 18:855."iJ
.^tleHM lo !%*orte.
Hcntem tambem, polas 7 horas do dia, fundeou
) porto do Reeife, procedente dos do norte do
imperio, o paquete nacional Cruzeiro do Su!, Ira-
endi jomaos : do Amazonas at i9 de marco,
4 Pari at o l. de abril, di Maranhao at 3 de
abril, do Piauliy at 2 de mareo, do Guara at 6
de .tbril. do Kio Grande do Norte at 7 de abril e
di Parahyba at 8 de abril.
Eb o que podemos eolher dos ditos joi-n.ies e
<3ts cartas que recebemos :
AMAZONAS.
besta provincia, as datas alcanjam, comodisse-
Mos, apenas a l dd inarw prximo lindo ; e as
BMieias mais interessantes que colhemos sao:
A cmara municipal, em scsso extra rdtavria
Jis H, res ilveu mandar saffiaagar a alma d.^ S. M.
i mavatriz viuv.-i. a Sra. 1). Amelia, duquesa de
Br.ian;a, ltimamente fallecida em Lisboa.
No dia 11 seguir para o Iquitos, no vapor
Y uAiaba, o Sr. capitn de fragata Black, no-
aito pelo governo do Peni para conunissario
demarcador dos limites eom o Brasil.
. Con>ta-iio>, diz a esse respeito o Cmumureio
l Amazonas, que o Sr. Black demorar-se-ha
poueo tempo nessa digressao, e brevemente se
juntar ao sen dtio collega por parte do Brasil,
aJi;u de eeatiuarem os trabalhos interrompidos
o prctaaUro passameoto do Sr. Pta Soldn.
A 6 de iaar?o contratara a presidencia a
Sac^o do Jurui co.n a companhia lluvial d:>
Auo-Ainazouas.
K' a sexta linliaque esta empreza toma a si na
(troriucia, e as condteoe- enntratu, sao milito vantajosas aos su^ interes-
*.
No dia 16 a cmara municipal de Hanos
mandara celebrar um Te-Deuia Laud-tinue em at^-
fao de gracas pelo 51 anniversario natalicio de S.
M a impeatnz 1). Thereza Clirlstiua Mari;:.
A" esse respeito disse o Diurio da Amatnos o
eguinte :
Apezar de copiosa e torrencial chuva que ca-
a aa manila de 14 d. corrente, a igreja de Nos-
aa Seabora dos Remedios foi lucidamente concor-
nda por genio de t .das as uierarebias da nossa
fcociedade, que comparecen ao Te-Deum lauda-
mus, eai acfio de gra;as ao Todo Poderoso, pelo
elz 5l anniversario de Sua Magestadea Impera-
triz.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, o Sr.
Ir. caefe de polica, membros da cmara munici-
pal, as autoridades civis e militares de mar e ter-
-/>. os caeies de repartices pallucas, o corpo do
coruntereio e artistas all se ttzeram representar
dif sanente.
< L'ma luzda guarda de honra do corpo pro-
v^Mtr/o caprichosamente und'onnissda. eoffl a mn-
sica dos elucaudo-, tez a; honras devidas ao uta
Os navios surtos no porto embandeiraram em
rea, c o paiquede artilharia salvou as 3 horas da
ana*. 1 e 6 da tarde.
No dia 13 livera logar no palacio da pre-
'u:ia,_a apiesentaco de varios propostas para
i-i.'-elecimento de nvega.o directa entre a ca-
oitai os portes estrangeiros.
Ajesae proposito d'sse o IHuio do Amazonas
de t de marea o seguinte :
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, em por-
:.amde hontem, juigouja- seis propostas que no dia
15 do corrento lor un apresentadas para contratar
i uavegacao directa de portos estrangeiros esta
-*piul e aceitou a apresentada pelo eommenda-
or Alexan Ir.: Paula de lirilo Amorim, por ser a
((.sobre todas as outras, est;i em condicocs mais
nuHajosas.
E" o primeiro passj dado para resolver a mag-
naauestosde commercio directo, e nos sincera-.
OMte amantes da prosperdade do Amazonas, nao
Bovinos furtar-nos ao prazerdu applmair o tino,
^ntdeacia e circumspecjjo ro.w que S. Exc. o Sr.
f>r~sJdente da provincia, "se houve nesta delicada
aatorisac^io, j espacando os prazos para apresen-
tMio de propostas, j anaiysando estas, fazen-
de sobre ellas um estudo serio e aecurado para
ver, como resolveu, deitdindo-se por aquella
rte.enj verdade a mais coinpatKel com os nos-
* interesses ao ponto de vista commereial e eco-
imieo.
< A administraeio do Exm. Sr. Peixoto fornece
ni este acto urna pagma gloriosa h istoria da
?ronneia, e o seu nome sora nella registrado em
ferai. de ouro.
Eis a portara que cima alludimos :
1* socQo.N. 69. t presidente da prevn-
i, ttsando da aotonsacao concedida pela lei n.
\ de maio de 1S7, e tondo cnsderadi
*jpropoi.ta jue, para a navegado directa de por
As ultima datas desta provincia sao, tomo aoi-
Ina iHsehios de I do corrente.
Eis as noticias:
Chegaram ao porto de fettm dou- ..
regados com di\-*soi iiteriaes^ara a companhia
Muaeira ' Do Madoira havian boas noticias. Os frabalhbi
da via-ferrea prosMiiiam eom activHade, achaji-
'Ip-scja abertas, a fi) de marco, cerca de 16 m-
Inas ne picadas e preparado o lugar para' s'sen-
tamento dos primeiros trilhos.
Fallecer 18 e sepultara-s i 19 Sr. Car-
los Pfander, artista allemito.
Com o flm de tratar de melhorar o estado
sanitario da provincia, o Sr. paro de Saqjarem np-
meara mais dous membros para eVda uma das
commissoes anteriormente nomeadas, pela sagnin-
to forma :
Pleguera da S.-Dr. Americo Marqus de San
ta Rosa, eapto Jos Joao Ribeiro.
Santa Aana.-Ur. Joao Rauhnn de S-mw Uboa
teacmte-fiororiel Joo do Deus e Silva.
Trindade.-Dr. Fredertco Lima, capitlo Antonio
l'liHodorieo da SHva Penna.
NazareUi.Dr. Antonio A. Capper. eommeftda-
dor Slanoel Antonio Pimenta Bueno.
Tendo o Sr. Dr. Bareltar pedido o erbtido sna
dcmisso de medico ircarregado do 3. districto,
foi nomeado o Dr. Ludgero Viera de Azevedo.
Apparecendo na-cidade da Viga e eam ie-
tensidadc a varila, ordenou S. Exc. que segusse
para all com urgencia o Sr. Dr. Marcello Lobato
de (lastro in.-pector da saude publica, levando
comsigo urna ambulancia.
Em 23 a bibliotheca publica de Belem coh|i-
nha: 1,258 obras em 3,694 vJumes; sondo 681
a lingua nacional em 1,428 volumes, e 577 de
hngua ostrangeira em 2,266 volumes.
Sob o titulo de Naufragas publieou o Diario
do Grio Pari de 23 o seguinte:
Por noticias enejadas, hontem de Brsgahra
sabe-se que form salvas mais elheo -psieas 'ja
equipagem da barca iiortugueza Cleinentina que,
em via-em deite porto para o do Maranhao, per-
dera-se nos baixos do Api'*, alm dos que j t-
nham sido salvas pelo lugre Cidral, e sao elle?,
us tripulantes Antonio Ferreira, Antonio Pedro de
Oliveira, Jos Ferreira e Manuel Jos da t'.unba,
porluguezes, e o hespanhol Jos Bento Rodrigues;
tendo fallecido efectivamente o capitao Manuel
Francisco dos Santos, segundo informan aquellos,
Ijor haver se desprendido de nm peda:o do tomha-
dilhn. cahindo a. mar sem saber nadar.
Antonio Manoel Pereira, agente da companhia dos
vapores costeiros do Maranhao, actaalmente scr-
vindo de procurador do consulado portuguez no
Para, que por cauta de-te, se desvolou em prestar-
tar-lhes todos os soccorros de que necessta-
ram em semelliante emergencia, inclusive a sua
passagem no vapor Gnrupy queseguia com desti-
no ao^ dito porto do Maranhao.
.'i dia 23 tentara suicidar-se, dandi em si
un profundo golpe com uma faca, o escravo Ba-
silio, na occaso em que era conduzdi prisao
por ler ameacado ferir um individuo cora a mes-
illa faca.
No di 25 fra festejado, orno ora de costu-
m?, o anniversario do Juramento constitu ib
poltica, havendo Te-Deu-n Laudcimts e cortejo a
cfllgiede S. M. o Imperador.
- Nesse mesmo da, e aps o cortejo, leve lu-
gar a entrega das cartas de lberdade aos escra-
vos da provincia, em enmprimento do art. 5 da lei
n. 727 de 27 de abril de 1872.
A" esse respeilo l-se no Diario do Griio Pura :
Logo apoz o cortejo as ellgies de SS. MM. Im-
prtaos e na presenta de todas as peanas gradas
que a elle concorreram. o secretario do soverno
leu cada urna carta de manumissao. que ara logo
sendo entregues por S. Exc. o Sr. vice-presidente
aos lihertandos.
Foi brilhaale e imponente a ceremonia e me
rece os maores elogios a distineta, corporacio
da assembla que adoptou e a'.iirvou a refer 11
le.
Os referidos libertos, eujos nomes abaixo co-
piamos, estavam ao servido do collegio de N. S. do
Amparo, c sao:
Joanna, mulata. 50 annos : Fortunata, preta.
io annos Mara Jo-, mnlata, 21 annos; Marti-
niana, mameluc, 22 annos: Mara Bernarda,
preta, 49 annos; Josina. carafusa. t7 annos:
.. mais ottvel consta da rafia
flo ibsso Corresponden* iJe*.Luiz, a qual se aclia
plwcaod' sob a rubrica Interior.
Acerca 'desfa provincia, da am I apeos feeebe-
moi e Plauhy, da 15 do pamdo, Jemos no P*J-o
//, do -Cear, o seointe-:
A 22 dopssfldo toniou coma da dminstra-
fo da provincia o Dr. tetvasio, trae a re'cebeu do
coroilel OsTio 6.- rice-presidente da provin-
Cid.
Apnarecen om now jwreai o Wtertm t Nooe
que substituio ao Amigo ttUfao ; sustenta as mas
navios car- mas ideas des|e istd j t Mplblicanas
No dia20,ilap;8ina,|leias9 lloras da
mannn uma das ras mais publicas da capital,
uma Anr Biofbur cbaipad Mara Raviumsla. por
utn sdldado d f linhi lie n^rme Pehiardu Mhrtis
des santos, fillid d| prdvhicia 'dj Oear. Enlr*.
gou-se a, pnsao ditendo que nao esUva arretiendi-
do, e profflroo o trine per cnatte&Miar os seos
amores. '
JN falta a experiencia 'do Htflmina--ao *
novo pharol mandado construir no lugar' P*dra
do Sol, na Amrracfio.
O m ParnhVba i** fiado grandes ettchejUes,
vidas as militas dwvas no scalo.
aCAR.
As oltmaj datas da Cear saide 0 docoirente
mez. Eis a; noticias que podefn js.co!hr dos res-
puco ves jrnies :
A cmara munleipjlda canital dirigir so
x i. ispo de S. Paulo un bella e extensa feh -
aay*e fkh fs*to-d Respondera-lhe o Exm. Sr. bispo de S Paule
agradeceudo-lhe a honra e boadade, em eloquen-
o cerrespondonte, publicada sob a rubrica Inte-
rior,
^r^^
vo os
enlendimento
les terinos.
escrev"em de Ba-
Manael, earaTuz, 23 annos. sapateiro: Prudencio'.
preto, 25 annos, marcineiro : Victorino, mulato.'
22 annos, pediviro ; Vicente, carafu*, 13 unos,
ferreiro.
- O Diario de Bctem de 29 publieou o seguin-
te sob o titulo de rnulm aud'wioso :
Xa noute de 5 para 6 do corrente me?, foi ron-
bada em Portel a casa de commercio de Joaquim
Vioira Martina v Filhoa, daquella villa, sagueando-
se-Ihe uma avnltada somina em dinheiro, obras de
ouro e outros effeltos. Foi perpetrado este roubo
cun mufla audacia e atrevimento : perfurando-se
no lugar da tranca uma porta nova de acap com
um instrumento cortante que se jolga ser formao
estreilo. como qual e com a foroa do pulso, subtil-
mente fizeram um furo por onde ompurraram a
tranca, licando dest'arte. sem serem presentidos,
sennores doestabelecimsnto !!...
Trazemos este fado ao eonhecimento do pu-
blico nao s por escandaloso como para cautela
dos incautos, visto que a polica local, solada, an-
da dorme o samno da indii'erenca.
Por portara da presidencia de 29 foi creado
o Conservatorio Dramilico Paruense. e nomeada
uma conjmisso composta dos Srs Drs. Ma-cello
Lobato de Castro, Miguel Lucio de Albuqnerque
Mello. Jos Henriques Cordeiro de Castro, Carlos
Hypolito de Santa Helena Magno e Frederico Car-
los Rhossard, para incumbir-se de organisar o
mesmo conservatorio.
- O Diario do Gro-Par
guinte:
0 celebre Romero, processado cuino moedero
falso, acaba de por em pratica um meto, que pro-
va ao mesmo tempo o quanto industrioso aquelle
velhaco e qual o grao da sua innocencia no crime
de que aecusado.
Ante-honte n mandn elle pedir uma audien-
cia ao Sr. Dr. chefe de polica que Ih'a concedeu,
Depois de ouvido por esta autordade. retirou-?e
com destino pi iso : e quando ia em camnho
para a cada publica, em lugar deserto, tirou do
i olso una pequea seringa, e fez dola e-gachar
um liquido, que connlia, sobre os ollios das ditas
pracat de polica, que o acomp::nhavam.
t Uma das pracas cahio taslantaneamenle quas
cega I
de 30 noticia o ss-
o tttOrb P dMKHrb fdts
rtiriW ao tfrital Cmta-aiifffb:
Ba eoneus ibas atppareaaraai fiesta cidade 2
italianos de nomes Vieanl e Antoaio viados de
Pernambuco, conduando grndea,uantidadtl de dii
nheiro em onro, qne mt rtUtor fatflidade tro-
cavam por papel.
a Isto deu ais vistes da todos* e verificando-se
depois que o oard tta fabe, delegado em exerci-
cio, tenente Lionel Augusto de Alencar, |iro-
curou syndicar do negocio, e isto fo bastante para
que elles iratassem com sederidade de evadirent- J
se. Eifectvnmente assim acontecen ; mas o di-
gno delegado de polica poz-se -, encalso dos tra-
tantes, indo encontra-tos arranchados na faienda
Touro. Ah chegando, porra, ain pouce adianto-
do da torca, que o acoraoaobava, deu lugar a que
elles deixando toda a bagagem se emlirenhassem
nos mallos, e esrapascm por esta forma no escu-
ro da noite de ser capturados.
Apprehenden-se toda bagagem; entre diver
sos objectos, que foram encontrados,' sobresahe a
quantia de 14 contps de res em cobre calvail-
sado.
Proscgue-s com sollidtude as diligencias
precisas, aflm de capturar to refinados trataa-
tes. >
,,. Foram sanecionadas pela presidencia e pd-
Wicados traa Constiluifo duas tet* provinciaes,
sob ns. .5 e 1,523, aquella autorisando o pre-
sidente a despender at cinco contos de ris com a
edueacao de 10 meninos surdos e mudos, e esta
approviindo o compromsso da irmandade do San-
tissiiiio Sacramento'd.1 fregnezia do Batnrit.
-- 0 Exm. bispo de 8. Paulo embarcara a 59
de mafe i no Pirapamu com destino ao Aracaty.
acompanhando-o o Exm. >r. hispo do Cear.
No mosmo dia 29 prestara juramento e asstt-
mira o exercicio interino do cargo de diere de po-
lica da provincia o Dr. Esuwr.no Gomes P-
rente.
Sob o ttulo pristi importante, noticia o
Constituidlo :
t i onsta-nos que fnra preso o faranhud Jos
Gabriel, que lia ann/s era o terror dos habitan-
tes das comarcas do.Acarac, Baturt e soore lu-
do da Im|ieratriz, onde mais elle se demora va.
Uma hem d rgida diligencia do tenente Costa
venis cujea pormenores anda ignoramos deu em
resultado a prisao da lernvel fera.
E'.este um acentecmeuto que asss recom-
menda a administraeio dos Bxms. Srs. (Miveira
Maciel o Silva Reg,'assim como ao Sr lenle
Vennis.
a Com mais sciencia e espaco trataremos desse
acont -cimento
Q Vearense de 3:) d as seguintes noti-
cias :
Na barra do Urub', Casca ved, bou ve um
eonoieto entre Dominaos Pereira do Nascimentoe
Manoel Vicente da Costa, sahindo ambos feri-
dos
No lugar Corrego do Pantano, Cascavcl, den-
se uma tremenda lula entre Domingos Vicha e
Manoel Nicolao, resultando sahiiviu ambos mor-
talmenle tendos, aquelle com 3 e este com M la-
cadas.
No districto da Conceii-So, Francisco Remigio
Mello esfaqueoa a Antonio de tal que li :ou a
expirar. '
No lugar Tapuia do districto de *ou,e termo
desta capital, Miguel Antonio Jacaranda e seu s
onaoo Jeronyno Nogueira assaasfnaram a golpes
de machado a um pobre veho de nome do Jo'io
rerreira da Luz.
o Trina o sote assassinatus em menos de aua-
tro mezes I
u No sitio Ernas, no termo de Lavras por ques-
loes deter-a houve um conflicto sanguinolento
de que resttltou a morte de Jno slmBes e sabl-
ra n 11 pessoas feridas.
Na noite de 13 do corrento eradiram-se, por
meio de arrombameiito. 4 presea que se achatan
deudos na cadeia de vfta-Tfeo, sendo caiitura-
dos dous.
Um outro, quando tratava de evadir-se. deu
una fonnid.ivel tacada em um guarda, jue Ta-ou
em pengo de vida.
E' o segundo factode fuga de presos que al-
l se da depois qiie o actual delegado eutrou em
exercicio
de
i estraiifeiros e.~:a capital, apresentaram Car-
Sttiger, Hennque Harper, Antonio Joaquim
^.osta ft Irmao, Tnirv A Irraao, Singleburst
andra Paulo de Brito Amorim ; assim
too aueadendo as vantagens que oflerece em
Bencio do commercio e industria da provincia,
semina, o ultimo dagnelles propo
Pinlode Brito Amorim, e manda .pie, de
mmdae com ella, seja lavr*do o respectivo
trata Tazendo-lhes as modificacSes e addta-
A outra que soffreu ligeiramente os efi*eitns do
liquido pernicioso, pode agarrar-se com todas as
torcas sobre o tratante o leva-Io at- cada, onde
foi recomido.
Sabendo do occorrido, o digno Sr. Dr. chefe
de polica mandou proceder a uma busca no cub-
culo do preso, sendo ah encontradas diversas se-
ringas cheias de un lquido, que se suppoz ser
molho de pimenta, e duas cartas, uma ao Sr presi-
dente da provincia e outra ao Sr. Dr. chefe de po-
lica.
Parece que aquelle distineto cavalheiro de in-
dustria, socitando a audiencia, de que fallamos,
lancou mao de tal recurso para Iludir a autorda-
de e evadir-se das mos dos soldados com o meo,
que poz em pratica, tentando cega-Ios...
Felizmente foi mal succedido, provando mais
uma vez a affei.ao, que consagra ao crime, de que
e aecusado.
; O soldado, que recebeu nos olhos inaior dose
do liquido, acha-se b.istaute doente. Fez-se-lhe i
o competente coruo de delicio
Em data de Tdo corrente d o mesmo jornal
as segumtes noticias:
Colonia militar' de S.'Joio dAragnaya.Do
mappa fornecido pelo respectivo director desta co-
lonia, em janeiro de corrente anno conlam-se alli 57
logas, 266 pessoas, 445 do sexo masculino, 121 do
sexo fcraimno ; 19 escravos, 13 do sexo masculino
e 6 do feminino; 1 igreja por acabar e 62 casas
habitadas.
t Altos mares.-Uestes ltimos das tanto cres-
ceram as aguas do rio, qne a parte mais baixa do
lttoral da cidade foi ao fundo.
t No Ver-o-pe30, Porto do Sul, principio da raa
da Cada e parte da do Imperador a agua chegeo
acohrir toda a calcada, principalmente no Ver->
peso, onde se nao podiapassar a p encanto.
a Nao *a exemplo deterem c."-ekle tanto as
aguas do rio como agora.
A alfandega rendera, no mez de mared pro-
Presume-se que esse famoso thug tem favo-
recido essas ingas, tanto mais quanto na noite de
iJ*Oao haviana cadeia um s dos guardas des-
tacados, os quaes mandara para fra.
O nosso prestante amigo Joao Cassano de
Menezes ha muitos annos mora no sitio Uru-
b, -Alagadico grande, bem quisto de ledos osseus
vizinhos e sem nunca ter apparecdo a menor
reclamagao. Dspois porra que para alli niu-
dou-se um celebre Antonia J. de Carvalho, o nos-
so amigo n.to pode lar mais socego de espirito,
sendo contiauadameate insultado e perseguido
para abrir a levada que eorre en^seu sito.
> fin desse homeni levar M desespero um
pai de familia, e se nao fura a sua reeonhida pru-
dencia o moderaco certamente j se teria preci-
pitado.
ltimamente aprovetando o ensejo de tobar-
se o S Cassano cora sua familia nesta cidade.
reuuiu vnte e tantos cabras todos armados e ten-
do a frente um dos Osean da cmara, invadiram
o sitio do nosso amigo com furor selvtico p
abrirara de tal forma a levada que iir.rtiiisaram
aquella importante propriedade.
Um menino (loo de nosso amigo, que che-
vara na occasia em que os selvagens ao troar
dos foguetes, celebravam seu vandalismo, ia sen-
do victima de um dos malfeitores, que prctendeu
rola-lo com nma enchadi.
Fallecer e >< Sobral, na idade de 71 annos
D. Joaquina Figueira Saboia. irm.t do sfnador
ligueira.de Mello, e conselhero Bandeira de
Mello.
Betere o Rerense de 3 do crreme
o Em Sobral Rufino Fernandes da Silva feriu
a Joventma Cordohoa de Sampaio
Na Meruoca, Francisco de tj, feriu o'escravo
Gabriel de Joaquim Al ves Cavalcante
Acha-se re.colhdo a cadeia desta cidade para
ser vendido infeliz escravo Manoel, de Fuo Bu-
nty, residente em Villa Vi;oza.
a Estames informados de seguinte :
Esse escravo possue alguma cousa entre ani-
maos e lavoura, que reduzdo a dinheiro dara
pira comprar sua lberdade ; o senhor, ponira,
ambicioso, e querendo apropriar-se dos pouc.is bens
do infeliz.porque entende aue o escravo seodocou-
sa n5o pode ter propriedade, illudindo-o mandou-o
cidade da Granja, onde ao chegar foi agarrado
e metlilo bordo do Pirapama ron um par de
algemas nos pulsos, que s foram-lkes tiradtt'
ao desembarcar em nosso porto I
Desgranada condcao do infeliz escfcyo
Chamamos a atlenc3o d3s poderes dBncteit-
es para este Tacto, e pedtmos-lhe rorapaiTrio fiara
es-a misera creatura para quem a fortuna foTfo
ingrata.
As domis noticias carecem de ulerease.
mcMutaNM! o jroRTr:.
, As noticias desta provincia, cnj?.s datas chegaOi
a 7 do corrente, onslam da earta do nosso cor-
respondente, inserta 90b a rubrica lw/cr<#r,t)-ra
a qual remettemos os nossos Ity.tores.
REVISTA DIARIA.
A**si>slia proviaeial. Hontem cora-
pareewam-H Srs. deputad..
Approvadaa as actos da sasso de 7 e reunido
' < do torrente, oflr.p secrwario leu o Sc-
} Wto DJfpdieiile':
Um o!Ik-io do\si:cre*aio dogoverno da provin-
cia, ren.eHetnto' toWn.is, pelas quaes se
ariecadain eiuoluinuutos, naa repariieoes provin-
-A'bmlezarH,p*sic5o.
^ ? j ra**,no, IransiWtimdo a* informaedes
pre>uuas pHa tfwaurariii provincial, eerc da
importancia arrecaada u* exercfcSw pnimo lin-
do e no crrante dos impoatos deiTetodos para
a creaeao de ainx Cmnftannia de botheiro. A'
quem tez a reuUei.ao.
L ina ptic^q Jo* haliitantes da freguf zia d > No*a
Scnnora da Graca rerre.sefliaad> rontn opro-
jeeto n. 13 deste ne'o, a>} desmembra de sba
ifSlak "* i**** <'.aiO|o Oritnde e Belem. -
A'wmirtvsieiltoifllhltea.
Wtra dalrmndade'dH'NossaSenhora da As-
Htttini.-ao da KM.Mioitt pedndo preferencia para
a extracyode Mm* parte de sua loteras. A'
KOnfcmssio de brelimeiitd provjnrial:
Otrtra da iesa rsredi>ii da MttfejiJade .te Jossa
sen iora io nosario^v frr>eoetia^da ua-Vista. iw-
*ndo proerencfa tara iltfa' part. de suas loft-,
nas no fnlur exercicio-A' eummissao de ofeu-
inunm provincial. tn
Outra, de Mara Leopoldina Machado, priitk-
sora d Malhndinha nltlmameute removida para
MiH-iheea, pedfmW H meaes do lceoea para tra-
t"^ Sl,i( S'nde.-A' rommissio de petices.
Oulra de-Mdifiil do Reno Cavalcante Ve'itjz,
arrematante du hnposto sobre licencas cuncernen-
te a espirites da eatitara municipal de Santo
Antio, pedindo um abete,-A* commissao de ne-
gocios de cmaras.
Faran bds duu j)ncerns ; um, que fui ap>
provado, da co.nmissao de .struc.-o puliKca i-
de quiin de Miranda; e outro da etaumissu d'ees-
Ulistiea indeferndo a peti<*ao dos habitantes do
povoad Papagaio da fregu^zia de Posqueir.. o
qual cou adiado por tur pedido a palavra o Sr.
Ernesto Vieiri.
P ssando ttrdem o dia, foram approvados
uceessivamente em i4JiscussiO'o* projeotos ns
*3, quu extingue os lugares de mdicos (to po-
lica ; 27, que regula o recehimentu dos emolu-
mentos da ser rotara da nssemhla e b?iD assim
for.a policial, tamben em 2* discusse, sem de-
bate, send'i wguHwle o roqermento do Sr. Uhui-
pio Marques.
CoBliemudo a 2' discussao adiaila do [irojecto
n. 3e tena substitutivos, sobre carnes verde-:, ora-
rain os Srs. Olyrapo. Marques e Crrela de Aranjo',
c verificandu->e nao haver mais casa para votar,
foi levantada a sess o.
A ordenl do da a Cseguinte : contmuacSo da
antecedente ; 1" di-cussai dos projectos ns. 2\, *,
*4, 35 e 36 ; 2* discussao dos de na. 6, 7, 14, 18.
2), 21, t!, 23, e 3' dos de ns. 10, 11 e 13, todos
deste anuo
Cun.sultas.Foi emettido ao conselho na-
val, para consultar rom seu parecer, o requer-
ment mais papis em que D. Natalia GOncat-
v s Ferreira, vuiva do capil d mar e guerra
reformado Rodrigo Jos Ferreira e sua Bina (D.
Carolina Ferreira, pedem una pensao e:n recom-
pensa dos trricos, prestados por aquelle official.
Foi remanido a secc.ao dos negocios do imperio
do conse to de estado, sendo relator o Mrquez
de Sapucahy, para consultar, o requerimenlo em
que o Dr. Joapiim Mont'ro CamnUo pede um
auxilio to Estado para a impressao do seu com-
pendio de biH .nica.
- RehiettcraiM-s. para consultaren 27 do cor-
rente :
Ao conselho snacemo militar os requeri-
mentos em >jue pedem :
O l tenente do I batalho de artilharia, Joa-
quim de uliveia Fernandes, a sua reforma e mi
sold por inteiro, visto ter adquirido-na camp.i-
nha do Paraguay, molestia sua o tepoasibilita de
continuar no sorvico do exereito.
0 2* cirurgiiio do corpo de saude Dr. Diogo
Garcez t'alia de Almanta, a patente da lu cirui-
go honorario, na conformidade do decreto n.
,.>,158 de 4 de dezembr ulino, por ter servido
commissionado naqnalle posto, na referida eam-
paaha.
Em 28 do corrente :
As seccoesireunmas <*.e fazenda e justiea d^i
conselho de-estado, sendo relator o Mar mez de
S. Vicente, ns papis relativos a seguinte duvida :
Seaojuizde direito nomeado presidente de pro-
vincia, compele o ordenado do cargo judlciaro
at tomar posse da admini-drarao e "desde que a
deixa at reassumir as fanc.-es do seu lugar.
Lieeatews.Oneedej-se a :
Joao Manoel Fernandes para abrir b tica na
fregue.ua de Sania Rita do Passa-Q latro, munici-
pio da Casa Branca, provincia de S. Paulo.
Joaauim Cass:ano de Batiros e Marcelina Mara
Candida, a Antonio Vicente de Andrade e Virgi-
nia Mana de Andrade, e a Luiz Jos dos Santos
eBenta Maria '.raga para imnetrarem da nun-
ciatura apostlica breve de dispensa de impedi-
mento matrimonial.
Campanilla tlt sitaros Mtendendo
ao que requereu a socedade Transatlntica de
segur >s Contra o logo, establecida em Hamburgo,
o governo imperial, por decreto n. 5,242 de 29 do
passado, eoueedeu-me autorisacao para funeco-
uar no hrtperio, sob as seguintes clausula^ :
1." Os tactos praticados no imperio serao su-
jetos s suas leis e julgados pelos seusjuite.
2." A sociedade depositar em qualquer eslabe-
lecimenti bancario a qnanta de 10:(iX em
moeda ou apatices da divida publica.
ViaGem. Sob este titulo, diz o Jornal do
Commercio da corte, que Ihe consta que S. A. a
Sra. princeza imperial e seu augusto esposo, to-
ma rain passagem para a Europa no paquete fran-
cez GirontU, que deve partir d'ali a 17 do cor-
rente : e que acompanharo >uas Altezas os Srs.
conde e condessa de Lages. e barao de Santa
lzab-1
illuscu nacional. O Sr. Dr. Ladislao
Neitii escreteu o seguinte to Jornil dt Commer-
cio do curte :
O Sr. marquez de Saptirahy recebeu o anno
passado, uma carta do Sr. Joaquim Al ves da Cos-
ta, acompanhando a tapia de uns caracteres gra-1
lbicos que este Sr. dit acharcm-se nscnlpidos em
unja peora encontrad:, por scus escravos em seu
sitio do Pouso Alto perto da Parahyba.
Knearregado pelo nslituto Histrico de-exa-
minar aquellas lettras copiadas, no dizer do Sr.
Costa, por um seu fillio gjna, entende alguma cou-
sa de desenlio ; tive a ndescriptiv-jl sorpresa de
nellas reconhecer caracteres purissimos de uma
hngua que era j mnrta quando o latim come^-
va a adquirir os ad)inos lexigraphicos que lhe co-
nhece.nos boje. Esta lingua a phencia.
a Passado o primeiro nat;:ral alvoroco de tao
importante descobrimentn, occorreu-me que com
o auxilio do hebraico antigo, lingua mu vizinlia
desta e com ella, sem razio, s vezes confundida,
nao sido interpretadas todal as insrripces pheni-
cias ou phentcoaanicas do Mediterrneo, e que
conhecendo ou m p meo da lingua santa como
lhe chaiam fora, coro esforoo e estudo, a interprelacao de to
curioso monumento.
o Quem se nao ealevar, na verlade, quem se
no exaltar com tamanho achado, se vem elle
suspender a maiir e a mais frequente Interroga-
cao da historia dos pvos primitivos ; se com elle
mais se connrniam a expedlco ordAnada por Ne-
kao eexeculadates secnlov antes de Jess Christo,
pelos Pienicos em torno da frica ; o Periplo de
Majan; as inscripedes da America do Norte de
que falla Court de GebeSn, no sea Monde Primi-
ttf e talte,ak as singulares inseripcifes mencio-'
nad p^osier ha Parahybi do Norte*
a Todo Isse me passeu pela' mente, e tanto has-,
ton para que eu nunca mais abandonaste o meu
grandioso problema. Ja ta vao algans mezes que
elle e- por elle trabalhe sem tmattmento nem can-
saco, antes cura incentivo dia a din crescente.
Eu quero suppot que lhe tatto puridade e
como que de portas a dentro, porque na verdade
esta nota nao o trabalho qa destino a puWiei-
dade dealem mar.; e, peis,qjie'asiim teirbo mais
ira riqueza, Oh--Ihe+ei que, fascInUdo pelo lim sin-
gmar destas pesguizas, attipliei o que sabia bJ*ieo. rodse-TrB- de nvros preciosos 9<>bee a Dn-
gua phencia, estudei mu do qe-* ha eserlp-
to nesta especiafidade ejilgrftphica, onsultei pam
a de eineeenta inscnp'-3es,traduzidaa e dscu-
qne deixo a Y. S. o
ifla Btrpretaf
grande feCcdaiJe quesal-
deve estar sujcllo meu fraco
tres palavras apenas me
ah. ficim^atTh^nak-lfraveis.
' W uma npdra cotnmemorativa a do qne se
oh .'T"rusueo monumento erguido por alguns
'Licios da Sidona, deportados ou fgidos de
solo patrio entre os annos noat e dcimo do rei-
nado de Ffira.
, Eete tenrerarios ou infelize Cana neos, nome
patronmica/ pd ijoal' elles propeles- se denonii-
nam, partiram do porto do Aziongaber (hoje Aba-
ba) no Mar Vermdho, e navegaran dose (1) no-
vilunos (mezes forrares), ao longo da tetra do Egv-
pto (frica.) ^"
A quantdade de navios em que vieram, o
numero de horneras e de mulheres de que se com-
punha a aventurse cjpi.diccao, nido isso- men-
cionado em phrase exmisa e quc elesante, de
envolu in a dupla mvecario (no prlncrpipio e
a
Z
no iin> da inscripcao) do Atona Vttlonuth : deu-
ses e densas ou : Supcros Snperisque, conforme
a tradnerao de Gesenius, sobre estas duas pato-
vras, de ha limito j conhecidas.
t A inseripcd composta de oito lnhas dos
mais bellos- caracteres phenicios, sem separacao
de palavra, sem pontos vogaes e finalmente sem
lettras quiescentes : tres grandes obstculos qus-
o simples cohecmento do hebraico bblico nao
basta para vencer.
Deixan lo margem minudencias de que nao
devo aqui fallar,, passo a tratar la travessia que
Szeram os nossos' navegantes, dia- coste africana
ao novo continente.
Para explicar este trajecto, de que elles pro-
prios pareceiu inconscientes, pois que o nao des-
crevem, soccorri-nw dos bellos e classicos estudos
de Maiuy. sobre as corremos ocenicas, e dahi
deprehendo que a estes Phenicios acontece o mes-
I too uue a Pedro Alvares Cabral, quando, muitos
seclos depois, sem nenhoma sciencia do Bratil,
vuki ler s suas praas,
u A nica dill'jienea esta em que Alvares Ca-
bral yiajava do norte para o sul. ao passo que os
Pliemcios nevegavam em contrario sentido. Estes,
como aquelle, fugindo s tempestades (|ae reioam
desde o Cabo da Boa-Bsaefanca al porto da Seae-
gambia, atiraram-se ao alto-mar, onde, arrastados
ptda famosa corriente ecuatorial, cuja ra|iidtt
extraordinaria em certas occases, vieram ajKirtar
rnesperadamente no litorarbrasleiro.
Quanto poca dossa ttagen, comqnanto a
dotrlare a propra inscnp.ao, nao me parece- ella
bastante averiguada.
!>>us monarclias houve na Plienecia com o mi-
me de ti rao :
Rrao i, que vveu en> allianca com o autor
do Cntico do i Cnticos e que reinou de HO a
947, actas da era ehrista, e llro II, prncipe obs-
curo, cujo obscuro reinado se prolo.igou, sob t
presso da Babylonia c do Egyptu, do anno de aot
ao de 588, anu-s da mesma era.
o Um corto aromsino, nao pOMO manifest n
terminaro einiihatica em Alepk e na terminadle-
femenina em Tau, e sobretudo a forma das letras
Mera e Sehin induzem-me a optar pelo segundo
do dous supracitados reinados, e portante a pen-
sar que foi taita essa viagem nos annos de 543 e
544, antes de Jess Chrislo, isto 26 annos depois
do cerco doTyro, por Nabucodouosor, e quatro an-
nos antes do reinado de Cyro.
t Mas anda que assim seja. 6 esta inscripcao
urna das mais antigs e evidentemente a mais fio-
tavel de quantas at hoje conhecemos Aquelle
heroico e Ilustre povo, a quem parece que todos
os mares se renderaai.
Eis em mo resumo o trabalho que eu dese-
jra publicar em breve com uma diseasen minu-
ciosa e cousentaiiea ao gravo aasnmpto dis que ora
me oceupj.
Sobre elle acabo de escrever ao illustre exegi-
ta Ernesto Renn e ao nao menos illustre padre
Bargs. dando-Ibes, como ensato de mo dbeipota,
algumas lavras desta verso e llies pediudo avi-
so e conselho para o que em maor proveito da
scieHcia se possa prestar quem tao pouco prestimo
pottoe.
Era tenco mnha nao arrancar este esboce
paleographic da reserva e do silencio em que at
boje o mantive, emanante aquelle> sabios me nao
tivessem respondido e sobretudo emqmnto nao
houvessc eu por totalmente concluido este tra-
balho.
Quebr, porin, o sigyllo, e o quebr na Int-
ensa diaria, porque delta preciso para ter mais
pn
prometa e mais certa noticia de quem seja o des-
eobridor deesa antigualha
Claro que sem ver a pedra, sem examinar a
Ioc.didade d'onde' foi ext.ahda, sem fallar einfim
com o Sr. Costa, sobre quem nenhuma informaran
ak-mcei, tudo se oppoe a que eu leahuentc taca
s'emelhantc publcaco.
t LOnge de mim o receio de que nao seja au-
thentica uma tal uscrpeao em uma lingua qne
por mu poneos e s oestes ltimos anuos ha sido
estudada.
Cerca de 6 homens talvez possaniis contar em
toda a Europa eapazes de inventar nina escriptu-
ra desta natureza; mas a esses, cobre-Ibes contra
qualquer snspeita, a numinidade d seus Ilustres
nuines, de suas m inumentaes lucubradles; sao
como a mnlher de Cesar, a ninguem fra permt-
tido o desconliar delles.
Nao pola, o temor de alguns mystiHeacao
qne me rete: o testemunho que devo d;u da
propra pedia, o exame que della me ntiater
fazer e tambem a rectifi-aco de algumas let-
tras que para serem copiadas exgein o reconbe-
cimento do alphabetico pieuicio. eonhecimento que
de certo nao tinha o copista pois confundi ahu-
mas vezes NUm com Lamed, Van com Caf e Da-
Mli com liec'.i.
Em qual das Parahybas, no euianto, habita o
Sr. Costa ou teria elle achado esta podra ? A di-
reccao da corrente equulonal me indica a Para-
hyba do norte ; todava possivel que seja a do
sul, e nesse caed poder-sc-hia suppr que nao
por sorpresa mas de proposito vieram aquelles
homens ao Desse territorio j ento deiles conhe-
cidos^ Mas, perdo; demasiado tenho eu dito em
relaro ao que tinha em mente. Para pedra de
escndalo aos oaos dos motejadores, dos indina-
rentes e principalmente da ignorancia malvola,
de sobejo j o que lhe acabe de expor. Praaa
a Deus que por algum de seus letores, a quem
possa ofiereeer algum attractivo este assnmpto,
me seja dado obter qualquer noticia do Sr. Joa-
quim Alves da Costa ou do sitio do Ponso-Alto
perto da Parahyba. Certo, que a esse as-signante
de sua folha dever-se-ha em grande parte a pn-
blicdade de maior descobrmento histrico deste
secuto.
Mas, Iettra a letra, pelos maiores exegets moder- ^obtemndo a vista.
Provirleneia louvavel. Sob este titulo
publieou ainda o mesmo Jornal do Commercio :
Tendo chegado ao eonhecimento do governo
que, em consg.|ucncia da inuunda. o ha vida na
cidade de Macah, achava-se em penuria a pipu-
laco desvalida, resolveu o ministerio do imperio
soccorre-la mandando para ali no vapor Presidente.
que sabio ante-hontem peta manb, un carrega-
mento de vveres, afira de serem distribuidos pro-
porcional e gratuitamente mesraa populaca, e
mediante indemnisaco s pessoas que se acbarem
em coodiccOes de pagar polo rusto a quantdade
de que preeisarem.
Incomnati'HliiIadc. Ao presidente das
Alagas foi dirigido o aviso seguinte :
2.* seecao- Miaisterio dos negocios da? justi-.a
Ro de Janeiro, em 29 de marco de 1873.
Illm. e Exm^Sr. -Com ofBcio n. 5'. do 2 de
julho do anno passado, o antecessor de V. Exc.
submetteu cwisidera.o do governo imperial, a
representacan de alguns advogados do foro detta
capital sobre o tacto de estar exercendo a vara
municipal o 2." supplento hachare! Antonio Jaein-
thodeSampaio, cunhado do juiz municipal ba-
charel Domingos Jos Alves da Silva, que pessou
a exercer a vara de dreito.
Declaro a V. Exc, *m resposta ao- citado offtcio,
que o supplente do juiz municipal, ou coopere no.
preparo dos procesaos crimina, no termo i re-
sidencia do juiz efrectivo, ou prepare os fetos c-
veis e eriraes nos termos reunidos de que trata o
decreto n. 276 de 24 de marro de 1843, nao pode
servir eom juiz municipal seu cunhado, visto que
taze o parte do mesmo juzo, conforme a doutr-
na o aviso n. 73 de J9 do fevereiro de 1806, o
qual applicavel ao juiz municipal em rean io
ao juiz de dreito, por ser aquelle juiz prepara-
dor de todos os feitos cveis que este deve iulgar
- Daus guarde a V. Exo. -Manoel Antonio Cuar-
ta de Azevedo. Sr. presidente da provincia das
Alagas.
Ptaotns-ra-tTaia. Sob est titulo l-se no
Joraai do Commercio da corte, do dia 2 do cor
rente :
Acham-se lioje expostos, at o moic-dia, no pa-
lacio da expoico nacional, dous grandes traba-
lhos pliolograimcos dos Srs. Hensch-el a Benque,
destinados exposieao internaoioaal do Yienna
d Austria. SSo dousquadros, em que as figuras,
a luz e os menores ac-essorios dV.spostos com ver-
dadeira arte, formara um tojn/icto' que agrada
Lm den apn-senta ara benito grnfD forma-
do por Suas lagestajtaa. :f0r gg, ^a Sra. tMn-
em iiiijienal e o augusto princi|M amme-,
#H* dous augustos princiaaa boa do Sr. du-
que de Saxe, que se acham rmta crt.
0 outro represente uma mete babeas
quintandeiras. debaixo do sen enorme ctap de
sol d fazenda branca, que lhe sen* de trtara,
e redekula de fructas de paiz perfettaoteMe pa-
padas. iaUralniade d.; posicao, ratero bem pro-
nunciad. na pliysonorata da ligura |n1attttl, tue
luz, fundo conloante coia os primeiros (Jni
novidade de da, tem, em suinrna, tudo quanto
itmter nera-Uinia-lo dlgao de ser isto.
K^pow^-o narlnnal.-Soh cata enagra-
PW* oiz tamlwr o referido jornal do dia l eb eor-
rente:
Embarcaran a bordo do vapor fraaeez Kto-
br-'Me mais 41 vohunes dezmados expo-ir.J
wei-nacional o> Vieisna, csc.lhW.s entre ligun.raiii na nossa ultima rspnsi^o.
Mr Ntpr euurai ti* caixirs csaOtnita >n-
tros volumes pi-mieTh, coro m emk.rr*L,>
agor-4 prelazeni a touldade de 3(S votarm-. .
Para Hnr:lrM. Com dc^r*. a \ ietaa
< Austria, toinou passagem eom sua familia, rv
corle, bu paquete iram-ex Rut-Grane, qtw ana-
teni iocuii este porto,, o nowo aim :o Bt. Rufino
Augusto de Almeda. membni itonc-adu peto go-
verno irr^-ral para a cmimiisso ip drre <-
presentar o Brasil na cxprs-ao inlH-rncirmal d'a-
quella impurtante cidade- eupija,
O Sr. Dr Ruino, tuno e amigo como i de-*U
provincia, ti nlado de bastarte inte^nraca e- il-
iiKtracao. sem dovida Li eahir a- .ifT^oes dur*
v.-4tadores da grande eaposico para ..^prrWhic-
tos do Br,vil, e especialmente pan o> drsu- pro-
vium. que tanto igarou ua eiaiMveu mwi.MaC
do Rio de Jan.iro.
O'auxllio do Dr. Rufino rVde t>ew .- 'r ttulissi-
ino a Pernambaro. no tocante a >K|4ae*tC*o <-
oerr.inaifwm.1 dr emiliecimtiitu > i-speMo de ua.
agririHura, mimnrrrio e ,.'ilusorias, na natitaJ
do imperio de Fnax'isco Jos, reta tuda a Sur.
pa,onderepercutir.ioo-bvmw Aa grande tasto,
mternaetonal de Vnma. '
.ViK!VMiiiato.-NA dia fll de marco f.i.xi
nm hnlo, no lugar Smata Crut. dt ierran de Pa-
nellas, rraonsco Pinto assasslam>< coa hia pn-
nhaladas a seu n.nh.ido Antanto Amanrio dr
Azevedo, logrando evadir-se n\w~ o erime. A
autondadt- local fez a enmpetentr eijOttO e in-
querito ponciaes, e procede nos tana* da le.
\t:nJ.s arrezas. -A rtpaiara da poliria
teram recomidas 17 d!H.is arma, 's.i#de 8 ap
preh.mdid,i< p.-l dole-Mo da r>r.-.da. eOpH.
iir .delegad do |e dftti HO de 5. Jfa desta ci-
tjtde,
Prisa.-A" dispon-a., d- si*telfjd d>.
MuriWa foi ncnlhido -rasa de d-*nr>,. nodu
a d correntp-r o inlividim d* nom*- W C/m*-
lautino do Xaeemeaio coaar Jacarea t*m diinesi-
cao penal, pn rame de t. rmenlo* pattaa,
utra nt (cara. P lo dclejudo de po-
ncia e commarotante dti .l' triz, no Cear, foi preso o criminoso o* mutae
ttHteaJea Gibriel de M.-rwzes. terror da mesnu
mpcratriz c de- S. Pranrisen
Foi a diligencia dirigida a-mu-, ia do tem-nto
Alfredo da Costa Weyne, t accrt^i* pro>T-
dencias d.. Dr. clW' de poNeta. rgva Vgo, dr
accordo com o .Nstinct pr.>it!r- d a iuta pro-
vincia Dr. liveEi aetal
Deba muilo qae esse cn:rin>si zim.iava da
polica do Cear ; ota* o Dr. Sen Rafa iM-.mie'.te-
ra prendo-te, t fi-zmente aeal i de ver reelieed >
0 seu anhelo.
CiMiiiii.uiiIo Iits nniKis Para r.i
mandar as a mas desta provino-a d Pernambuco
tara Hornead >, como ja noticUnws, o Exm. f>i
general Wtnderler.
S. Exe. Cbegoii hontem do ixirte no paquete na-
cin il Crvsei't 'Sul. a bontea me mahdadae a diepensando honran militares, assu-
nno o e miniando para que fr. aonitiado pe" *"-
veiin inaperiaL
Ao nosa i comprovinciano .-mmii os cfc>vadoa
d-iti^ que requerem m-sdes c S. Exc. se ach, revestido ; pmulo defresu-
nur que as armas desta pr..\,nr; ojam eagna e
brilhantemente tvnmnanda la-, nnnj alias [?ed.- a
importancia de Pe.-iiaml.uco.
M.ilas para o s.il. O paquete nariona!
Cruzeiro do Sul beba e lira do corren aa respe-
tivas malas para os portos do sul do imper..
boje, s orasds co turne.
Ton Sativa de suieldlea.Hetrett tar-
de, iia ra do Barao da ucturia lanhga ra No-
va) deo-sa uma tentativa de ^uitldlo.
Unescravo, cujo nom- moramos, mas (;
nos disseram s. r pio|iri-dade ite un- mocse-
ludautis, residentes no predte u JM'eqaA ma.
na oceasiao em qne era c mdu i lo ao <<-u acnbo!.
do j. >der d'. qual tinha rugido, escaatM-ee ta mo
do seu conductor, e alinm se dt) ntmojta do pr,
meirj andar calcada da nu.com inaiiifeito a-
tciiti de suicidar-se, tel pito menos a pre-
Sllllp(_-Jo.
("mi o choque que r ceben ptraat te 9ft e
crneo, fraeturon-se-IlM um bra.o, e dckx-ou
lhe a terna esquerda.
A tnloridade policial tomeu eonhecimento do
tacto.
ljuriti de Pcrn:isi)l>ui-u.-Em espeit
aos das de boje a amanha, devnde estar fecha-
das as nos-as officinas, comj de costume. tata pu-
blicaremos Otario no sabbado de aileiuia dare-
mos, porto, no domingo o nosso numero de sf-
gunda-felra, se porventur.n cliegaralgan paqatew
irazendo noticias Importantes.
Para u Ceara. Seguio lionteni. bordo do
paquete nacional Panino, rom iJ.-imt.ao Cear. e
Illm Sr Dr. Joaquim Cordeiro olho Cintra,
digno juiz de direito do Craio. que all val aureer
as elevadas func.oes do sen car
O Sr. Dr. CtdUin Cintra um ornamento da
magistratura brasileirn. quer pelo sea caract r
probidoso, integro c circunspecto, qner pela sua
iliustracao c talentos.
Desejamos-lhe praaperos ventos, e qne o* habi-
tadores da comarca do Crato o apreciem com
elle merece.
Km transito. O vapor francs Rio m
conduz para a Europa, alm dos recetado- en
nosso porto, 71 passceiros.
IlliiNtrayao Hrspanltula e \iueri-
eaaata. Acabara de chegar os ns. 10 e II. .'.-
interessante jornal madrileo, coj i |irmc|i,ie ar-
bgossao : Revistas feraea pean Sri Cal.>. ..-
ntaranei de Valta-Aiegre, prologo de tan Irvra
medito por D. Luz Vidart. Btrc,.nlicoes de I -.
a t rre d .s i derigos por Fernan.lez j Baaaili i fl
volcao do Taa pelo Sr. Alvares Cuerra. cu ,
ca i d e estudos sobre o Brasil de D. Mim. el S-
ler, tre p.x>-i:r; de I). J. Castalia, l>. L<-oi *.->
ero e D M Palacio-
As me taores gravuras aie : a ponte do aVttar.
a visita do preaideata da raaaridtai ta repre m-
tantede Hespanna no Mxico, o eimjn -san
polica entregando a moneenhor MaraiMsrd > dr-
creto de expnltjp em Gi a bra. a proclamar i. da
repblica om Barcelona, uma grande esiao:,..
pa du quadro de Baara*, e tanto da in Mieei -
n retrato do representante dus Estadi>s-UQdo> em-
Hesnaa*aa,aa rmraselai>*a*todeCaa*tBgca)al >* re-
trais de D. Bamon Campoamir ede l>. Vi- t
Cortzar, vita exterior do MM0 dt l'ralo
Krejcurala da>iin^a -Hje i
ha exposicao do Santissims Sacramento i--.\'^-
Seputchre) na igrejatle s. Jo-.'- diMu-.-u.!
qti" serve de matr.: da frejuezte da Gran, ha-
vendo tambem os (tenais actos da Sema >u s
Casa de deteneao Movimento do du,
8 de abril de 187X:
Existiara (prest*) 36:'. entraran! 7, saliira-n .
existen! 358.
A saber :
Naekmaes ti;, mulheres |.*i, e;tringeros 4>
seravos 48, esrravas ln.Total 35S.
Alimentadivs a cusa dos cofres nutliois \
Movimento da cnlcrmaria do dia de ataif
de 1873.
Teve haixa :
Manoel Jos* dn Resurreieio, n.-rralgia.
Teve alta: ^
Bellarniino ta da Costa Pereira.
Passa xe iros. Vial os do norte no vapor
Cruzeiro-do S*l :
Manoel da Cmntia Wanderlev Litiv a seniora,
e dous fill*os menon*s. Jo M dheiraa, I. Ant iii.
Dias.Jos A. Das, Jos Ferreira. I escrava, Li!..:
nio Pinto-Lelo, Andr AvHino cruvto e % c-e
vasdoB Wanderlev. Joao da Sdva Uta, Fraa-
cisce Aguiar Magadia >, Antonio R. dos Santos <-
I escr.ivo, Jost'- M. Saraiva, Adlrho Hterth. J-
Ant.wie Gorroia, Antonio Leot;>res, I escrev a
Manoel V. Osar, A *o*' Co-i Mala. H Per-ir..
Maia Vinagre L. Pereira Maia Vinigm H. %,.-
mavor, sna seuhora, 2 tilhos e uma criada.
Em transite :
L Pereira d *-Carva!hn, Ravmaaa K Mell., V.
Bezena de Albuquerque. Antonio P. da Mn, R.
Pereira Gu-ira, An oaio Martina R.. Antonio S. U.
Mello. Mathias Vasselj, Joao ? Alaaeida, AKmta
Alves P. Undrigues. Carlos v< d* limx:48 ea-
cravus,- II iracas c 6 creados.
i, I
^_
Wi lW l
.-.-*.


Diario dePeraambuco Quinta feira 10 de Abril de 1873.
=
Yin* do Sai no vapor francez Rio Gran-
de :
galerno Horco, Saiermo Guiseppe, Lscale R.,
Jos Joaquim de uliveira e sea fimo e E. de Al-
buquerque.
Sabidos pan Alagoaa do vapor brasileiro
Gastn Je Orteans :
M. C. de Aguiar, sua senhora, 1 filha o urna
riada e lilha, J. M. da Foneeea e urna fllha, i.
. A. Faltosa, J. M, Goajalves Pereira, A F. Sou-
za Sobrinho. J. M. Christi.mi I fllha e I creada, J.
M. C Albuquenpie' M. K. de Sonza, D. Laia W.
escravo a entregar.
PUBLICACOES k PEPIDO,
ni prime a punir.
A Provincia de hontem, era urna das
coticias de sua chronica, trata, sob a epi-
graphe cima, da supposta falsilica^o da
qualificacao dos votantes da freguezia de
S. Bento, attribuiodo pessoa que priva
cota Se Exc. o Sr. presidente da provincia.
Esta arguic&o, parecendo-nos de summa
gravdade, exige, por parte do seu autor, a
maior clareza e precisan sobre o facto que
lbe deu causa.
Provocamos, por isto, o autor da tal no-
ticia no sentido de por a limpo a accusa-
o; assuma a sua responsabilidade.
Evite meias palavras, que s provam co-
vardia, e o desejo insano de calumniar des-
affectos.
E' preciso que ao publico aprsente a
jiro va de que a qualilicaco al hu ida foi
confiada a alguem setu as a Heraldos que de-
pois loram descobertas; preciso que se
saiba em que se funda o chefe da secreta-
ria para dizer que foi este e nao aquelle
que falsifieou-a, se falsificaQo existe.
E' preciso que este funccionario explique
o tacto a que nos referimos.
E' preciso finalmente que a Provincia
declare quaes as lalsificaces feitas na as-
sembla e na secretaria.
L'm jornal serio, e que se diz orgo de
um partido, mente ao seu fim empregan-
do meias palavras e allusoes vagas ; de-
ver seu fallar com franqueza e lealdade.
Seja, pois, claro e preciso o redactor da
Provincia, que nao ser difficil convnce-
lo a elle, e a quein quer seja de calumnia-
dor torpe.
mascavado 3 pipas com 1 .440 litros de agur-
dente. Har o Natal, 1 barricas, com 160 kilos de
assucar branco. Para Marcaju'. i barrica com
61 kilos de assucar braneo e t\i pipas com 480
litros de agurdente.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 8 5:677*745
dem do dia 0...... 3384140
6:035*882
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 8 .
Pruneira porta no dia 9 .
Segunda porta.....
Tereeira porta.....
Trapiche Conceicao .
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alrandeffa no dia 1 a 8 .
Ditas ditas no dia 9......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas...... .
No trapiche Conceicao.....
12,7*8
154
281
99
13,26
C0MMERCI0,
PRACA DO RECIFE 9 DE ABRIL
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
CotacSes officiaes.
AJgodo-de Macei 2* sorte 9000 por lo kilos
posto a bordo a frete de 7)8 d. e 5 0|0,
hontem.
Algodode Timbaba sem inspecclo 8J por 15
kilos, boje.
AJgodio-de (loyauna sem inspeccao 8600 por
15 kilos, hontem.
Couros salgados verdes 414 r*. o kilo.
Cambio sobre Londres a 90 d[v. 26 3[4 d.. por
1/. hontem.
Uuboureq
Presidente.
i,eal Seve
Secretario.
ALFANDEGA
Rendimento d* dia 1 a 8 .
dem do dia V.....
323:606*543
o 1:220*078
374:8255021
Dcscarregam boj 12 de abril de 1873
Patacho inglez princess mercadorias para
alfandega. .
Vapor inglez La Placemercadorias pan alfan-
dega.
Barca portnguezaBelln FigneirensefKti de
lagedo pava n trapiche Conceicao, para
despachar.
Lugar inglez Amelia W/fe'n varios gneros
para o trapiche i miceieao, para despa-
char.
Barca p;rtoguezi-Grafi0varios gneros para
o trapiche Conceicao, para despachar.
Bngue inglez ilond ferro para o trapiche
Lonceiejo. | ara despachar.
Brigue francez ryphes earvo de podra para
o cae- ii i Apollo.
Importbalo.
Patacho brasileiro VELOZ, vuulo do
Jok Janeiro, consignado a P. L. Soa-
res, manifestoit, :
Barricas varias 400 2 e 50 volamos a J.
Licio Filbc,
Caf 70 saccas a S. Ainaral, 58 a J. C.
Moraes, 50 a A. E. Carvalbo, 30 a Pinto
Cuimares, 55 a Julio S. Silva, 25 aos con-
signatarios, 50 a Correa Braga, 34 a A. J.
P. Carvalho, 80 a Rodrigues Mendos, 80 a
M. D. Figuerdo, 50 a Magalhaes Irmo,
35 a Gomes da Luz, 34 a Rosa tV. Filho, 21
a J. F.Santos Jnior. Cardel 0 fardos a F,
Cresta. Cebo 40 barricas a Pinto C-uima-
res.
Feijo 28 saccas a Rabello &. C.
Marmellada 1 caixa a A. J. Carvalho.
Papel i bailas a F. Cresta. Pipas varias
56 aos consignatarios.
Rotim 19 fardos a Burlo C.
Tinta 12 barricas a J..!. C. Moraes.
Vapor brasileiro cruzeiro do sul,
rindo dos portas do norte, manifestou :
Livros 2 eaixas a Lailhacar.
Sola 64/2 a J. Ramos <& Machado. Sal-
sa 20 rolos a A. Cuimares.
\aropo 5 eaixas a A. J. F. Monteiro.
DESPACH S DE EXPOKTACAO NO DIA 8 DE
ABRIL DE 1873.
Para os portos do exterior
No brigue allemao Adotpho, para Liverpool,
carregaram : A. O. Leite 600 saceos com 46,000
kilos de assuear mascavado ; Viuva Bastos 800
ditos com 60,000 ditos de dito.
a barca francesa Jean Baptista, para o
Havre, carregaram : Keller & C. KO saccas com
7.162 kilos de algodo,
Na barca brasileira Superste, para o Rio da
Prata, carregau : F. R. Pinto Guimares 10 pipas
com 4,800 litros de agurdente.
No brigue francez Rpido, para o Rio da
Prata, carregaram : J. S. Loyo & Filho 34 bar-
ricas com 4,241 1|2 kilos de assucar branco e
!07|2 ditas com 8,292 ditos de dito mascavado.
Na barca portugueza Tnumpho, para o Porto
carregaram : A. T. dos Santos 2 ancoretas com
96 litros de agurdenle ; T. A. Fonseca 4 C. Suc-
MMIVM 400 cocos (fructa).
Para os portos do interior
Para Maco, no hiate brasileiro Dco te Guie,
carregaram : B. Gomes & C. 3 barricas com 145
kilos de assucar crneo, 10 latas com 10 ditos de
doce e 3 barris com 288 litros de agurdente.
Para o Rio Grande do Sul, no lugar allemao
Alfred, carregaram : Carvalho & Nogueira 237
barricas com 14,469 kilos do assucar branco.
Para santos, na escuna ingleza Seic-Boy,
carregou : P. M. Maury 3a pipas com 16,800 litros
de agurdente e 7 ditas com 3,360 ditos de alcool.
Para Maranho. no vapor brasileiro Paran,
carregaram : B. Oliveira A C 10 saceos com 750
kilos de assucar branco; M. S. Sampaio 30[2 bar-
ricas com 3,153 ditos de dito. Para o Cear. J.
C Alcntara 5 barricas com 595 ditos de dito.
Para Villa da Penha, na barcaca Gratido,
carregou : B. F. Guimares 2 barricas com 125
kilos de assucar branco.'.
Para Maco, na barcaca S. Jmo, carregou :
D. P. Magalhaes 5 barricas com 394 kilos de as-
suear branco.
Para Maco, na barcaca Tres raos, carre-
aram : Fraga 4 Rocha 7 harrieas com 480 kilos
e assucar branco. 3 ditas com 182 ditos de dito
40
3
i
Ti
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCO
Rendimento do dia 1 a 8 14:776*766
dem do dia 9...... 1:276*065
16:052*831
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 8 44:149*249
dem do dia 9...... 4:593*723
48:742*979
MOVIMENTO DQ PORTO
Navios entrados no dia 9.
Pare portos intermedios, 7 Ii2 dias, vapor
brasileiro Cruzeiro do Sul, de 1,1 i 1
toneladas, commandante capito tenente
Fevres, equipagem 60, carga, varios g-
neros, a Henry Forster & C.
Rio de Janeiro e Bahia, o dias, vapor
francez Rio Grande, de 1,593 toneladas,
commandante Gost, equipagem 111, carga
varios gneros: a Tisset Frres.
Rio de Janeiro, 22 dias, patacho brasileiro
Veloz, de 236 toneladas, capito Joa-
quim Caetano dos Santos, equipagem
9, carga differentes gneros; a Tito Livio
Soares.
Santos, 20 dias, lugre brasileiro Amelia,
229 toneladas, capito Augusto V. dos
Santos, equipagem 12, carga differentes
gneros; a Pedro M. Maury.
Rio de Janeiro, 15 dias, barca ingleza,
Magna Charlo, de 459 toneladas, capito
W. Hastings, equipagem 10, em lastro;
a Rabe Schmmettau| C.
Bahia, 10 dias, barca ingleza Mar mora,
de 364 toneladas capito (i. Yulo, equi-
pagem 11, em lastro ; a I.indstone Robil-
liard & C.
Rio de Janeiro, 22 dias, barca ingleza
Montego, de 316 toneladas, capito Ia-
milton, equipagem 12, em lastro; a
Keller & C.
Rio de Janeiro, 30 dias, barca ingleza,
Sultn, de 339 toneladas, capito W.
Roper, equipagem 13, em lastro; a Lin-
dstone Robilliard & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Bordeaux e portos intermedios, vapor fran-
cez l\io Grande, commandante Ceost,
carga, a mesma que trouxe dos portos do
sul.
Bahia e portos intermedios, vapor brasileiro,
Gasto d'Orleans, commandante Jos Pe-
reira da Silva Maltez, carga varios g-
neros.
.Macei, barca austraca Favilla, capito
I). Feandrini; em lastro.
Rio Grande do sul, brigue brasileiro, Pro-
videncia, capito Carlos E. Merry ; car-
ga assuccr.
Portos do norte, vapor brasileiro Paran,
commandante Pamplona, carga differen-
tes gneros.
i;ditl n. 119.
Pela inspectora da alfaudega se faz publico que
te ha de arrematar, livres de direitos, porta
desta repaijico as 11 horas do dia 14 do cor-
rente, cinco barris de quinto e 10 ditos de dci-
mo com vinho, medindo liquido 980 litros, ava-
llados por 254*OO, e aprehendidos as II 1|2
horas do dia 21 domez prximo Ando pelo com-
mandante dos guardas Deoftleciano Tavares dos
Santos, furriel Bento de >ouza Mira e guarda Ma-
noel Tavares de Andradr.
Alfandega de Perpabuco 9 de abril de 1873.
O inspector
____________Fabio A. de Curc-iUut Res.
aECURACOES;
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possue no lugar dos Arromba-
dos, hoje Duirte Coelho, sob ns. 39 e 48, tendo
aquelle 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O escrivao,
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
Seccao 2.* Secretaria da presidencia de
Pcrnambuco, em 7 de abril de 1873.
Por esta secretaria se faz publico, de conformi-
dades com o disposto no art. f.* g 1. do decreto n.
4,668, de 5 de Janeiro de 1871, que foram recebi-
das as peticoes dos cidadios abaixo designados,
pedindo o provimento na serventa vitalicia dos of-
ncios de I.- tabellio eescrivao do chino, civel, ca-
pellas e resida s do termo de Garanhuns.Tenen-
te Flix Athanazio de Villa Nova, alteres Jos
Faustino Marinho Falcao, alferes Agostinho Fer-
reira da Silva Azevedo, Jos Marinho de Hollanda
Falco.
0 secretario interino,
^_____Joo Dini: Ribeiro da Cunha.__
Santa casa da misericordia
do Recife
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife, autorizada pela presidencia,
e de conformidade com o % 9* art. 52 do compro-
misso approvado pela le provincial n. 531 de 9 de
jiinho de 1862, permuta por apolices da divida pu-
blica o predio' de dous andares e sotio n. 37
ra da Moeda, pertenceute aos estabelecimentos
de caridade, o qual se acha em mo estado.
Aceita propostas na sala das suas sessSes at o
dia 3 de abril prximo vindouro, e recebe na mes
ma occasiao propostas para demolir o referido
predio e converte-lo em m annazem terreo, obra
que dever ser levada a effeito no caso de nao se
conseguir a sua permuta.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 19 de marco de 1873.
0 escrivao,
PedroRodrigues de Souza.
-
EDITAES.
0 Dr. Joo Augusto do Reg Barros, sapplente .
substituto do juizo de direito privativ* de or-
phos e ausentes da cidade do Recife e seu ter-
mo, por Sua Magestade o Imperador que Deus
guarde etc.
Paco saber aos que este virem, que o bacharel
lnneeencio Seraphico de Assis < arvalho, tutor do
menor, filho do tenente coronel Feliciano Joaquim
dos Santos, requercu-me para vender em hasta
publica deste juizo os escravos perteneentes a seu
tutelado, os quaes sao : Antonia, preta crioula,
mulhar de Estevo, de 33 annos de idade, sadia,
do serviro domestico, 800300'J.Herculana, preta
crioula de 33 annos de dade, sadia, do servico do-
mestico, 6011*000 heraldo, mualo, de 14 annos
de idade, sadio filho de Herculana, 800*000 ; Ger-
mano, mulato, de 9 annos de idade, filho dercu-
lana, 350*000.
E, pois que, annuindo a semelhante_ pretenco,
polo presente e firmado no que dispae o decreto
1695 de 5 de setembro de 1869, convindo a lodos
quanto quizercm tancar sobre os mencionados es-
cravos, apresentarem-me suas propostas; estam-
pilladas, no praso de trinta dias a contar de hoje.
Os pretendentes querendo podem ver os escravos
na travessa do Veras n. 8 da freguezia da Boa-
vista. E para constar mandei passar o presente
que ser allixado nos lugares do costume e pnbli
cado pela imprensa.Dado e passado sob mea signal
e sello ou valha sem sello ex-causa. Cidade do
Recife de Pernambuco 14 de marco de 1873- Eu
Florian Correia de Brito, escrivao, o fiz escre-
vrer e subscrevo-
Joo Augusto do Reg Barros.
Hela inspectora da alfandega se faz publico, que
achando-se as mercadorias comidas nos volumes
abaixo mencionados, no caso de serem arremata-
das para consumo, nos tenses do cap 6o do tit.
3o do regulamento de 19 de setembro de 186, os
seus donos ou consignatarios dvero despacha-
las no prazo de 30 dias, sob pena de, findo elle,
serem vendidas por sua conta, sem que lhes fique
competindo allegar contra os effeitos desta venda.
Marca A F C 101 eaixas com ^nebra, ns. 101
e 102, vindas de Hamburgo no navio allemao Re-
public, entrado em 23 de fevereiro de 1872, e con-
signadas Antonio Ferreira de CarvrJho.
Alfandega de Peruambuco, 5 de abril de 1873.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Emilio Xavier Sobreira de Mello, inspec-
tor da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco etc. etc.
Faco saber aos que o presente edial vi-
rem quo, em virtude da circular do tribu-
nal do thesouro, n. 6, de 10 de margo pr-
ximo tindo, a contar desta data, substituem-
se nesta thesouraria todos os dias uteis, des-
de s 9 horas da manh s 3 horas da tarde,
as notas do mesmo thesouro, de 50*5000,
da 4*.estampa, s quaes sero trocadas por
valor equivalente at 31 de dezembro do
corrente anno, comegando do 1* de Janeiro
de 1874 em diante, o descont mensal e
successivo de 10 oO, no valor das notas
que nao tiverem sido substituidas at aquel-
le dito dia 31 de dezembro, do corrente
anno, at ficarem sera valor algum.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco,
9 "de abril de 1873.
Emio Xavier Sobreita de Melle.
Hospital militar de Pernam-
buco.
Coutrata-se novamente.o forneeimento de lavagem
e concert de roupas do uso dos doentes do mes-
mo hospital, no trimestre de abril a juaho do cor-
rente anno.
As pessoas que isso se quizercm propor, de-
verao apresentar suas propostas em carta fechada
na secretaria do cstabelecimento no dia 14 do cor-
rente asJIO hojas da manh.
Secretaria, 8 de abril de 1873.
O escrivao,
Jos Carnero Maciel da Silva.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da santa casa da misericordia
do Recife sao convidadas as amas a quem foram
confiados exposlos para criar, que no dia 14 do
corrente, pelas 9 horas do dia, no salo do esta-
belecimento, o Sr. thesoureiro far pagamento do
trimestre decorrido de Janeiro marco lindo, aquel-
las que comparecerem conduzindo os referidos
expostos.
Em iume da junta administrativa desta santa
casa convido a todos os senhores mordomos sup-
pientes e irmos para assistirein a missa solemne
que ha de preceder a exposieio do SS. Sacramen-
to, a qual deve ter lugar na" igreja de N. S. do
Paraizo, pelas 10 horas do dia 10 do corrente.
Secretaria da santa casa da misericordia c
Recife 7 de abril de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Ha ovpowir.lo do Siunts>tnik Ka
cramento
NO DIA 10 DE ABRIL DE 1873 NA IGREJA DE
>', SENHORA DO ROSARIO.
De ineio dia a urna hora
O Exm. Sr. provedor
O Exm. Sr. vicc-provedor
De urna as duas luirs
O Sr. thesoureiro
O Sr. Dr. Antonio Maiia Faria .Neves
De duas as tres horas
O Sr. capito Antonio Jos Silva do Bras.l
O Sr. capito Candido Casemiro Guedes Alcoforado
De tres a quatro horas
O Sr. Dr. Manoel Figueiroa de Farias
O Sr. Dr. Antonio de Assumpjao Cabra!
De quautro a cinco horas
O Sr. Dr. Jorge Doradlas Ribeiro Pessoa
O Sr. Manoel Alves Barbosa
Da cinco as seis horas
O Sr. commendador Joo da Cutiha Magalhaes
O Sr. capito Jos Francisco de S Lcilo
De seis as sete horas
O Sr. Dr. Alexaudre de Souza Pereira do Carino.
O r. Manoel Jos dos Santos
Das sete as oito horas
0r.-tenente coronel ThcoJoro Hachado Freir
Pereira da Silva
O Sr Thamaz Carneiro da Cunha___________
- Tendo recebido em data de 7 do corrente o
officio do Exm. presidente da provincia, de 4 do
andante mez, no qual me reeomraenda que convo-
que a junta que tem de classificar os escravos
que possam ser libertados em virtude do artigo 28
do regulamento approvado pelo decreto n. 5,13o
de 13 de novembro do anno passado paraaexe-
cucao da lei n. 2,040 de 28 de setembro de 1871,
e devendo a junta reunir-so na primeira dommga
do corrente mez, nao pode ter ugar a reunio por
me ter ebegado posteriormente a participacao da
presidencia, e por esta razo convido pelo presen-
te aos interessados a comparecerem no dia 20
deste mesmo mez, no paco de cmara municipal,
orte se dever reunir a mesma junta, pelas 9
horas da manh afim de principiar os seus tra-
balhoe. Recife, 9 de abril de 1873. Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerque, presidente da
junta^_____________________________^^
Consulado de la repblica
del Paraguay en Pernam-
buco.
De conformidade cdn las instrucciones del go-
bierno de la repblica, invito a todos los subditos
de la nacin paraguaya, residentes en esta pro-
vincia, a comparecer en este consulado en el
termino de 30 dias, c ntados de la fecha, afim de
inscreber sus nombres er el libro de registros.
Consulado de l repblica del Paraguay Calle
de la Compaa Pernambucana n. 6 (altos).
Pernambuco, 3 de abril de 1873.
J. Ramos
Cnsul.
ADMINISTRADO DOS CORREIOS lE PER.NAM-
BUCO 10 DE ABRIL DE 1873.
Malas pelo vapor Cruzeiro do Sul da companhia
brasileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (tO) pelo vapor cima mencionado para os
portos do sul, ser recebida pela maneira se-
guint* :
Macos de jornaes. impressos de qualquer natu-
reza e canas a registrar, at o meio dia, cartas
ordinarias at 1 hora da tarde, e estas at 2
horas, pagando norte duplo
As cartas e jornaes que se dirigirem ao Re da
Prata, pagaro previamente, aquellas a taxa de
300 rs. por 15 grammas ou fraccio de 15 gram-
nas, e estes a de 40 r. por 40 grammas ou trae-
cao de 40 grammas, na progressio estabeleeida
as tabellasC e D -aunexa s instrnecoes do 1*
de dezembN de 1860.
O administrador interino
Vicente Ferreira da PorciuBCu'u.
COIFAMl
DO
BEBERIBE
Terca-feira 15 do corrente mez, pelas
12 horas do dia, dever reunir-se a adminis-
tracao desta companhia, alm de haver tra-
balho d'administracjio, devendo ter lugar no
respectivo escriptorio ra do Calinga n. 10.
O secretario,
Jos 11. D. de Menezes.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA-V1CENTE.
A empreza animada pelo enthusiasmo sempre
crescente, que tem despertado o magnifico drama
Os jesutas ou o bastardo d'tl-rei, e desejando sa-
tisfazer as pessoas, que anda nao tiveram occa-
siao de assistir i sua representaclo, deliberou
nao retira-Io ainda de scena, augmentando o seu
j reconheeido e festejado merecimento com urna
Grande t importante novidade !
tendo lugar a primeira exhibicao no
Sabbado 12 do corrente.
Pro^rumma.
Suceesso wempre crescente!
Qualr* endientes completas !
AppluuMo* frenticos !
Subir a scena mais urna vez o magnifico dra-
ma histrico de grande espectculo, em o actos e
DOUS QUADROS ALLGORIGOS :
CARLOS III
ou
4 iii|iiisic)o de Hespanlia
Todo o programma do espectculo de sabbado
tem lugar tambem no domingo.
A's 8 horas.
GRANDE
BAILE DE MASCARAS
E SEM ELLAS
\(is saldes do caes do Ramos
Sabbado de Allelnia e domingo.
0$ jesutas
ou
0 bastardo d'el-rei.
DE.NOMINAOES.'
!. acto.A entrega do testamento.
J. t A noute da despedida.
3.* O envenenamento.
4.* O dia da pronsso.
5.* Os horrores da inquisico.
!. quadro.
\ expulsan dos jesutas.
S.# qnadro.
( l'Ol'O )
As (revas e a luz.
Sublime e 'deslumbrante allegoria, dedicada
Maconaria pernambucana
e executada a capricho pelo distincto artista sce-
nographo
Lean Chapelin
a quaj sera apresentada por meio d'uma muta-
cao, feita a vista do espectador, executando-se nes-
s a occasiao o
Hymno maconico
hrilhan'e composicao do hbil maestro
F. Ms.
A descripcSo exacta o minuciosa deste imoor-
tantissimo quadro ser publicado por meio de
avulsos no proprio dia do espectculo.
Terminar a representaco com a jocosa come-
dia em 1 acto, do talentoso escriptor brasileiro
Penna :
0 JUDAS
EM
Sabbado de allelnia
Principiar s 8 1/2 horas.
THEATRO
ESTOICA & ENA?XE
Sabbado |12 de abril
Depois que a orchestra tiver executado a ex-
travagante walsa BACANAL IESUITICA, acom
panhada de busios, e maracaes, e composta pelo
Sr. Santos Silva, sobe scena pela primeira vez
o grande drama em 4 actos e 1 quadro, baseado
sobre os mysterios da inquisico hespanhola
CARLOS III
OU
DE .till
Personagens.
Carlos III tei de Hespanha Sr. Braga.
D. Felipe Infante D. Bernardina,
D. Manoel, filho natural de
Carlos III Sr. Penante.
D. Mariana, mi de D. Manoel D. Olympia.
D. Telesphoro, inquisidor e
confessor da rainha Sr. Thomaz.
Marques de Esquilaz, 1." mi-
nistro de Carlos III Sr. Frats.
Conde de Santa Crur, moco da
real cmara Sr. Lyra.
Conde de S. Fe nando, cama-
reiro mor da corte Sr. Santos Silva.
Alcaide-mr de Madrid Sr. Paiva.
Peres, tenente da guarda Sr. Procopio. .
Medina Co?li Sr. Silva Bastos.
Salvatierra Sr. Augusto.
Diogo, plebeo Sr. Correa.
Fre M theus, frade dissoluto Sr. Rodrigues.
Cortezaes, inquisidores, familiares do santo offi-
cio, soldados, pagens, etc.
Denominadlo dos actos.
1.* m condemnado ministro.
2 O inquisidor e a intriga.
3.* Mysterios da inquisico.
4. Pena de morte ao traidor.
5* Quadro allegorico a liberdade dos po-
vos.
O primeiro acto passado na sala do palacio do
Escurial ; o segundo na sala de espera de mes.
mo palacio ; o terceiro nos subterrneos do tri-
bunal da inquisico 4.a na mesma sala do "<-
curial; 5. no Olympo, quadro vivo allegorico re-
presentando a fama, liberdade, justica, verdad?,
f despotismo e a inquisico humilhada.
No quadro final do terceiro acto a orchestra
tocar o brilhante galope, composicao do maestro
Marcelino, e por elle otferecido a empreza
Os parsitas da pocha.
No quadro final do ultimo acto tocar-se-ha o
HYMNO HESPANHOL do maestro Riegos.
Este drama representado em Lisboa e no Rio
de Janeiro iramensas veres, sempre merecen os
applausos devidos a urna composicao dramtica
de primeira ordem.
Esta razao obrigou a empreza o nao poupar-se
a despezas para apresenta-lo com todo o apparato
requerido por seu autor.
0 scenario que representa a riea sala do pala-
cio Escurial completamente nova, assim como
os subterrneo da inquisico hespanhola.
6 vistuario todo novo e rigorosamente da
poca.
Alteo,
As pessoas que encommendaram bilhetes para
este-espectculo queiram mandar busca-Ios at
sabbado ao meio dia.
O resto dos hilhetes acha-se venda no escrip-
torio do theatro.
Principiar as 8 1)2 horas
Domingo 13 do corrente
A's 8 horas.
Representar-so-ha o importante drama
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
VavcgacAO cesteira a vapor.
OP GOYANNA.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
acuna no dia 12 do
corrente, s 9 horas
da noute.
8 Recebe carga, encommendas, pasageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Para Lisboa.
Recebe carga a frete o bem condecido brigue
portuguez La dade por ter a maior parte engajada, e para pas-
sageiros trata-se com os consignatarios T. d'Aqui
no Fonceca & C. Successores, ra do Vigario
n. 91.
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Salsipuedes, tem parte de seu cairega.
ment contratada ; para o restante que lhc falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo 4 C, no seu escriptorio ra
do Bom Jess n. 57, outr'ora ra da Cruz.
Para Maco
Para o porto cima pretende seguir com muita
brevidade o palhabote nacional Jmm Artkur, re-
cebe carga a frete barato : a tratar com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu escriptorio ra do Bom Jess n. 57,
outr'ora ra da Cruz.
Para a Bahia
o hiate Gaaibaldi sage nestes poucos dias : para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, ou ra do Amorim n. 39.
I?;
COMPANHIA PF.RNAMBI CANA
DE
ave gara* eo*telra a vapor.
ACEl, ESCALAS, PUEDO E ARACAJV'.
O vapor Qimi. tim-
tnawuirte Marti*, m-
puira para m
iiciiiia no da li *
com-nte i 5 hura* da
tarde.
Recebe carga at "dfc 12, ecoinni^ilas al
o dia 14, |wssagens < dinheim a fn*- al* m t ho-
ras Ja tarde do dia da sabida : eacriaOrw a*
F.irtc un Mal'. n. 12.
Precisa-se de um pillo de carta para o pa-
tacho hespanhol Rogrr de r'kr, que nm viafe*.
para Barcelona : tratar cora o capito do **-
roo navio, a bordo.___________________^__^
Segu para Maco at 12 do corrale impr-
terivelmente o bem conheeido hiate feos tr Gmtt.
de inuito boa marcha e milito bons rommadM
para passageiros : quem no "esiu qnizer earr>-
gar ou ir de passagem, dirija-* ao esrripmrio O)
Rartholomeu Lourenoo, ra da Madre de De*
numero J.
LEILOES.
LEILO
Pacific Slcain Savigation Company
Rtyal Mail Seainers.
At o da 13 do corrente mez, esper-se da Eu-
ropa o vapor desta companhia Ulimani.
Recebe passageiros, dinheiro a frete etc, para
o sul.
O primeiro vapor para a Europa ser o Ch'rm-
borazo, que dever chegar aqu at o da23 e dahi
em diante ter um vapor da companhia todas as
quinzenas.
14 RA DO COMMERCIO-14.
Para o Aracaty em dircltura sahe nestes
oito dias o hiato nacional Olinda rte 1.' classe,
tem dous tercos de seu carregamento para a res-
to trata-se com Antonio Alberto de Souza Aguiar:
a ra 'do Amorim armazem n. 60.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
"Vn\ejario costeira a vapor.
MAMASGVJAPE.
O vapor C.oruripf, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 12 de
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, eneommen-
=* das, passagens, e dinheiroa
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida :
es?-riptorio no Forte do Mattos n. 12.
Baha.
DE
um sobrado na ra de Marcilio Dias, ou-
t'ora ra Direita n. 94.
SEGLNDA-FEIRA I i DO CORRENTE
Ao meio dia can patata.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jesus n 53.
O agente Pinho Rorges conipetrnteraeale ag-
risado pelo Sr. Antonio Mara da Silva, admiai-
trador dos bens de sua nnilher, e de c nn~:nm ar-
cordo com os mais henleirns, vi>mlera o predio
cima mencionado, o qual di; um andar e Mlaa,
andar tem salas de visita < de jantar dr hnm ta
inanlm, 2 (pianos regulares, e o solio omrIu etc.
etc., o andar terreo proprio para moradia, ^om
um bom quintil e carimba : o* pr<'t.ii de j sao convidados para examina-lo, e sobra oe
mais i'sclare'inn'ntos ruin o nienei no seu escriptorio ra do Bom Jc*us, outr'ora.
Cruz, n. 53.
Importante e sortido
LEILAO
DE
movis, Ion e mstaes,
prata do porto, objectos de electro pate, vi-
nhos e livros inglezes.
SEGCNDA-FEIUA I i DO CORRENTE.
Ha'rua da Noledade. rana de co-
quina n. S3. com agrade de fer-
ro, junto 'titiras da Hlc-
dade.
Amvatt J. Carlos Bu x ton, tendo de retirar-se
para o Rio de Janeiro, levar a leilo, por mi. i -
venci do agente Pinto, os movis, machinas, crys-
taes e mais objectos abaixo especificado* existen-
tes em casa de sua residencia, ra da Solnaa
n. 23.
A saber:
Um magnifico piano do afamado fabricante
Charles Caahy, de Londres, I cadeira para o mes-
mo, 1 inobilia de Jacaranda, quadn.s com fioa
gravuras, I i elogio de parede. jarros para ftor^v.
escarradeiras e tapetes.
Urna cama franceza, colcho cortinados. 1 tm-
lette, commoda de Jacaranda. I lavatorio at pi
dra, '.! guardas-roupa, I sanctuario (obra de go>-
t;)), casticaes de metal com aingaj I . Urna mesa ela-tica para H paaaMa, I guarda-
buca, 1 apandar grande, 1 dito pequeo. 1 adl
12 cadeiras, 1 quartinheir.i. 1 appaaaa para cha.
1 dito para jantar, copos, clices, garrafas cora-
poMiraa de rao rrystral.
Um apparelho de elec.ro-plate para cha fino), 1
faqueiro completo. 2 bandejas tambem de elriro-
jilate. 1 porta cognac, 1 licoreiro, fructeiras. 2
casticaes e outros (dijectos de prata.
Urna espingarda ingleza de 2 canos colatra, 1
dita raiada e pertenyas, 1 rede, 1 machina elc-
trica, 1 dita de costura (percil. 1 dita d llin-
par facas, i dita para caf, t fogo de ferro t
g anle lote tivm de ainMii, aaolraa, pfteaa, \>-
MM e muitos outros objectos, 1 cachorro de Terra
Nova, un galo grande, ingle;, pagaros |i..p
paka.
O leililo principiar m flO lloran.
Os cnHciiiientes en -oatraraa aaMap m commo-
da. qur no trem. i"i- >.i j :,. da estario da
Soledade, quer nos Unid-. Uevendo saltarem nc
pateo da igreja da Soledade. _______
Para referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Olnda, por ter parte da carga, e
para a pouca que lhe falta, trata se cornos con-
signatarios Joaquim Jos Goncalves Rellro i P>
hos : ra do Coramercio n. 5.
1
Para oreferid.T portosegue com poucos dias
de demora o brigue portuguez Ligeim III,
:apito e pratico Nobre, por ter mais de dous
iergos'de seu carregamento prompto, e para
o que lhe falta, que recebe a frote' comino-
do : trata-se com os consignatarios Joaquim
Jos Goncalves Beltro & Filho, ra do
Commercio n. 5.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\'avcgarAn costeira a vapor.
RIO FORMOSO E TAMANDAK
O vapor Parahyba, com-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os portos
cima no dia lo do cor-
rente, s 9 horas da nou-
le. Recebe carga, enconi-
. mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : eseriptario no Forte do Mattos
n. 12._____________
COMPANHIA PERNAMBL'aNA
DE
lavegaetto costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEAR, MANDAH', ACARACU' E GRANJA.
O vapor Pirapama.
commandante Azevedo
seguir para os por
tos cima no dia 15
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas, at
o dia li, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no For-
te. do Mattos n. 12.______________________
Para o Porto.
Seguir com toda a brevidade a galera portu-
gueza Audncia por ter ma'or parte da carga promp-
ta. Para o resto e passageiros, para o que tem os
melhores commodos, trata-se com os consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonceca A C successo-
res, roa do Vigario n. 19, ou com o capito, na
mea.
LEUAO
tiiverpool, Braail Steaaaers.
LIVERPOOL
Em poucos dias satura para Liverpool (havendo
suficientes passaceiros, tocando em Lisboa) o va-
por Laplace de 1,194 toneladas, commandante
Slack, jue tem exceUentes aceommodacoes para
passaceiros de 1" 3* classe.
se eom os agenles Saunders Brolhers &
o do Corpo Saato n 11.
DE
um magnifico piano, I mobilta de Jacaranda. tendo 18 cadeiras de guarniro, 2 de bracos. 2
concollos, 1 jardineira e 1 sof. 1 dita amerira-
na (madeira preta) contendo l sof. I jardinei-
ra, i concollos. 12 cadeiras de guarnicii o j
de balanc.
Una mobilta pequea pan 'rian.as, 1 cama para
casal, 1 columna de vi-tas. cadeiras avulsa^,
ditas para meninos, dita* para pianos, esprejrui-
cadeiras, 1 niaeliii a de tostara de acreditar*
fabricante. 1 mesa elstica, ranas de tem,.
commodas. eaixas com instrumentos cirurgic"'
I machina elctrica, mesas de anurello, dita-
de pinho, I silho inglez. jarros, tiguras de ja-
pe e muitos outros artigas, ludo em perfeito es-
tado.
TERCA-FEIRA lJi \K) CORRENTE
s 11 horas.
O agente Pinho Borges levar a leilo o mover"
e mai< artigos acma eapeetteaosa, por ordem dr
urna familia que se retira para lora da proviocu.
is quaes sero transportados para o primeiro aa-
dar do predio n. 6, na do Bom Jess, nod* af-
ra effiKMuado o leilo no dia cima.
LEILAO
IE
No dia li do corrente, s II iNiras da mal
a fui leilo, por intervenco do agente Martias
de diversas joias modernas, ditas de brilhaote. a>
meraldas e perolas, dadas em penhor travessa
da ra das Cruzes n. 2, por se haver vencido e
prazos das transare/es sob n. da* cautella, l*t*<.
RID, 1852, 189.1. 1894, 1897, 1918, 1931 1957.
19a". 2021, 2027, 2ti:, 20.36, 2014. 2043, H94.
208.. 2092, 2095, 2101, 2lt>8. 2H9, lili, 2117
2138, 2iiti, 2147, 2LS. 2lfti, 2107, 2l8, 1177.
2188, 2194, 2233, 2247, 2175, HKi, 2190, M9, a
420 a, 498 a, 438 a. 504 a. MK a, 398 a, Mi h.
30G b, 331 b, 275 b, 390 b, 419 b. 465 b, b.
474 b, 493 b, BOi b. 522 b, 523 b, 525 b. 540 b.
546 b, 550 b, 557 b, 560 b, 573 b, 582 b, 588 b.
605 b, 606 b, 607 b, 6101, 619 h, 643 b.
Os resgates e reformas, pagan Jo os respectivos
premios podero ser feitos ar o bater do inartrlio
Grande c variad
CS3
i
DE
bons movis, finos crystaes, objectoa oe
electro-plate, prata do Porto, carrot t
cavados.
Um piano forte do afamado fabririaM
mobdia de Jacaranda a Luiz XV, I
pianno, 1 jardineira. 1 devans. 4 fr
dourados, 1 dito oval, floos jarros e
res, 6 saneas escuitadas e rurtiaaM, tapeta*
ludados, escarradeiras e 4 almofadas
l'ma mobllia estufada, I secrelaria,
differentes quadms com finas grarara, I
de costal com 4 bieos, outros de ioa* ateos
denles paragaz.
Dous guaras roopa com espeaVa, I
vestido, 1 toilette, I lavatorio. 1 rvaraicM
celana de svre, 1 wpalaoi donmaa, 4 es
jarros, 8 ricos quadroj a oleo, f poru-joia,




i. m mi



i
Diario de Pernambuco Quinta feira 10 de Abril de 1873.
=-=
de (erro com marmore, 1 jugo de xadrez, reto-
gio de esa, tapetes de pelle de earneiro.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 aguia, 1 ri-
co cortinado de fil bordado, i sola de Jacaranda'
i mesa de eabeceira, i mesa dr ferro unitario
de chatio, 3 tancas e cortinados, 1 reposteiro de
seda, i commoda, 1 sof, tapete oleado e esleirs
forre das salas e quartos.
Um lustre de crystal, 1 mesa elstica para ti
pessoas, 21 cadeiras demogno, t guardas-lou<.a
envidrados, 2 aparadores cera lampos de pedra,
3 mesas cem pedra para trinchar, 2 aparadores
torneados, t quartinheiras, relogios dourados, 7
quadros dourados com finas gravuras, 6 tancas e
cortinados, porcelana para cha e jantar, 5 duzias
de chicaras e
is e pires.
Ifjbjeetos de fino crystal.
s, fructeiras, porta-queijos,
compoteiras,
Garrafas
copos, canees e saleiras.
Objectos de electro-piale.
Urna rica fructeira com 3 ordens, I ditas com
ratos de crystal, 2 resfriadeiras de champagne,
cesta para pao, escova e bandeja, salvas, des-
cancos para facas, letreiros para garrafas, colbe-
res, garios e porta-licor.
Objectos de prata
Um apparetho para cha, i guara icio para toet
te, 4 casi i raes e 1 palmatoria, 1 vaso para punch
4 aqneiro dobrado, garfos, facas, colheres, trin
chantes, salvas, copos, i cesta para pao e 1 pali
teiro.
Urna mobilia de ferro para jardim, 24 globos de
vidro cortado para tlluminaco, 4 espelhos doura
dos, 1 linterna mgica e 4 ettasers.
Carros e cava los.
Um cop, 1 victoria francesa, 1 carro america-
no, (novo) 1 cavallo preto para sella, 1 dito mella-
do para cabriole!, 1 parelha de cavallos rosilhos
pretos, dita rodada e 1 dita russa.
QUARTA-FEIRA 16 DE ABRIL.
lo prinaeir andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. 63.
Joao Cavalcante de Albuquerque, tendo de fazer
nma viagem Europa, levar a leilo por inter-
venco do agente Pinto, os movis, crystaes, objec-
tos de electro-plate, obras de prata, e mais objec-
tos cima mencionados, existentes emeasa de sua
residencia, montada apenas ba um anno, ra
da Aurora n. 63.
O-leilo principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e differen.es os lotes, constantes do
cathaiogo em poder do mesmo agente, sendo qne
os pretendentes poderao examinar o bom esta-
do e apurado gusto dos referidos objectos naves
pera e diado leilo.
Salsa, parrilha Ayer. Salsaparrilha Ayer
. E" um AI.TKU.VMK iwrgiw ci-fli!.az
para .lelullar a maiur Jmrle tas MOLESTIAS
CHRO.MCAS.
Criado.
Prccjsa-e de nm criado : no caf 'mperatriz.
30#000
Dse pelo aiuguel de urna escrava que saiba
engomroar bem : no Collegio da Conceieao, ra
de S. Francisco.
CASA.
Aluga-se, na Boa-vista, Caminho Novo, a casa
nova n. 155, com muitos coramodos para grande
familia, com um quintal feixado e sitio.
Aviso
Os Srs. Meu.tn C, fabricantes de rap,
na ra do Viscoode deGoianna n. 157, preci-
sam de algunas mulheres para trabalhar na
sua fabrica : a quem convier, pode dirigir-se
a mesma fabrica para tratar. _______
AVISOS DVERSOS
Attencto.
I>spesca-se o viveiro da travessa do Mo-
tocolomb no Afogado nos das 7,8 e 9,ter-
sa, quarta e quinta feira da -semana saeta,
onde encontraro o bom peixe e barato.
(um-mil
AOS 5:000#G00.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primsiro de Margo (outr'ora ra do
CrespoJ n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 4a parte das loteras a beneficio da igreja da
Casa Forte (46'), que se extrahir na terca-feira,
1? do corrente mez.
PREgos.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3J000
Quarto 1/500
EM PORgAO BE 10025000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5/500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
_________Manoel Martins Fiuza.
Na ra do Crespo n. 7,'toja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar : pre-
ere-se escrava.
Jos Cardoso da Silva, subdito portuguez,
retira-se para Europa : a tratar de sua saude
HP* Sentido !
Viva a lolia.
Viva o pra'er ;
Viva a barriga,
Viva o comer !
$e en for ao armazem do Campos e levar
Dinheiro de macos, que nao sao santos:
Trarei: presuntos, patos e salames,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 Kua do Imperador.
Trarei mais : cervejn, bitter, vnoos e licor
Que deleita, ambriaga e causa encantos
Chocolate, cha, caf, mate trarei,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 iua do Imperador.
Trarei, oh sim, fique sabedor,
Ovas, fiambres e toucinlio de Santos,
Doces trarei, queijos e biscoutos,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 Ra do Imperador.
Trarei-sardinhas e peixe a meu sobor ;
Camaroes e conservas que excita tantos ;
Trarei ervilhas, marmelada e frnctas,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28-Ra do Imperador.
Trarei gelas, leite e inanteirga fior,
Que s seus cheiros eausarao espantos ;
Passas trarei, nozes e amendoas,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28-Ba do Imperador.
Titreidetudo... Acredita! toitor,
Que encherei dos meus armarios os cantos:
E de passar bem tenho j certeza,
Se eu for ao armazem do Campos.
N. 28 Ra do Imperador.
Fugio do pateo de S. Pedro a parda Ale-
jandrina, de idade 30 anuos, tem os signaes se-
guimos: cabellos crespos e curtos, denles li-
mados um signal negro sobre o beico, tem cicatri-
zes de gommas na perna direita e duas as cadei-
ras. que esto abortas, tem sido vista em diversas
cocheiras em pagodes cera boleeiros ; a pessoa que
a pegar leve a casa de Xica caheada, que ser bem
recompensada.
AVIZO
Auzentou-sc de meu sitio do Arraial, onde resi-
do, o meu escravo de nome Adolpho, preto, mo-
(,o, olhos pardos, bem conheeido no Recife e nos
arrabaldes, marcineiro, traja roupa de servico,
caica de estoupa e camisa de algodiosinho nova,
mas tem roupa boa Tem pi livre e j velho, ca-
sado, de nome Francisco, morador na Torre, onde
muito conheeido, e na Estrada Nova onde deve
andar o filho, ou traballiando em alguma oftlcina
ou casa, intitula-se de livre e as vezes anda calca-
do ; este negro commetteu faltas. Rogo a polica
e a qualquer pessoa que o prender, entrega-lo
a polica parajlogo ser recolhtdo a cadeia: de qual-
.io. r trabalho reeompensarei.
Becife 16 de abril de 1873.
^___________ Marcelino Jos Lopes.
Caixeiro
Para seceos e inolhados precsa-se de um para
a villa da Escada, que tenna alguma pratica : a
lratox no largo do Terco n. 23.______________
Ao commercio.
Uto rapaz brasileiro oflerece-se ao emprego de
commercio, tendo as habilitaron de partidas de-
liradas e um pouco de francez e desenlio ; quem
precisar annuncie ou deixe carta fechada uesta ty-
[.ographia, com as iniciae E. P. B. A. V.
Pecunias inofensivas.
Pergnnu-se ao presidente da Ulma. Cmara do
Cabo, se permittido a nm camarista, qae juiz
de paz, estar no exercico simultaneo de ambos
s cargos.
v
Aliene*
ende-se urna prela ptima engomraadeira, ida-
de de 18 anaos. um piano em bom estado : a
tratar na roa do Baro da Victoria n. 69
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Jeaquim dos Sai-
tos, e aepois comprada ao Baro de Nazareth,
representa ter 25 annos, tem falta de denles na
frente e as mos com cicatrizes de quejmadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appare eu-da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensada
finia jtnuzona
Paratingir instantneamen-
te a barba A 1*900 o frasco, em porc,o, 3 frascos 2*500.
Gdilon Duare & Irmo
Cabedreiros, na ra da Imperatriz n. 85, pri-
meiroandar.
Teroeiro andar.
Aluga-se o .V andar -ra do Padre Floriane:
a tratar na ra larga do Rosario n. 52.
Cdblkireiro
Preoisa-se de offlciaes de barbeiro c caMtei-
reiro : na ra da Cadeia do Becife n. 51, pri-
meiro andar.
Aviso
Fugio da cidadede Olinda a-escrava Hara,
cor fula, com 2 lobinhos nos bracos, em estado de
Sravidez bastante adiantada, e que fra ha poneos
ias comprada por intervencSo do corrector Joo
Fredorico de Abreu Reg : roga-se policia a
priso de dita escrava, ou a qualquer particular :
entender-se na ra da Imperatiiz n. 30, 1* an-
dar, ou na de S. 'Bento em Olinda n. 11, onde
ser recompensado.
A todos!
.Frederico Pinto & C. com loja de f izendas- ra
do Mrquez de Oiinda n. 40, pedem a lodos i os
seus freguezes de dbitos antigos o obsequio de
virem satisfaze^lcs no improrogavel prazo de
oito dias, certos de que, findo este prazo, em-
pregaro o meio judicial que lhes faculta as leis
do paiz.
Recife, 7 de abril de 1873.
Aluga-se o 2." andar da ra da Peona a. 2h,
a fallar na ra das Cinco Pontas n. 31.
Aluga-se um moleque ou preta que sirva
para vender : a tratar na ra da Conceieao n. 22.
Aluga-se urna escrava que lava, cozinha,
coze e engomma bem, propria para casa de fa-
milia, por ser robusta c gozar saude : a tratar
na ra da Penha n. 2.________________________
Iraspassa-se a chave do armazem d car-
ne ra da Praia (Pedro Affonso) n. 61, poden-
do servir para outro qualquer estabelecimento,
sendo de accordo com o proprietario : trata-se
ao mesmo armazem.
Precisa-se alugar urna escrava que seja boa
cozinheira e engommadeira, paga-se bem : quem
a tiver dirja-se a ra do Bom Jess n. o."?, es-
criptorio.
Precisa-se de um criado Jivre ou escravo
para.entreg r caixoes de comedorias e carregar
agua para urna casa de familia que fornece co-
medorias para fra : na na estreita do Rosario
n. 35, prefere-se escravo, porm que nj seja
criado a sollo.
Imperial fabrica
DE
Rap areia fina da BahiaS
DE
Mor eir & Conipanhia j
O aliar.o assignado, nico agente des-a i
fabrica, avisa ao publico que tem aberto |
o deposito de dito rap, no seu escrip-
torio ra to Vigario n. .21, onde os
freguezes encontraro sempre a quan-
tidade que preci6arem.
Recife, 29 de abril de 1872.
Domingos Alves Matbeus.
AYISO
No dia 7 do crreme, do lugar povoago do Ca-
xangj da freguezia da Varzea, fugio a escravo
pardo, de nome Cyrino, estatura baixa, grosso
do corpo, e cicatrizes bobticas, falta-hes as
unhas dos dedos polegaes dos ps, pouea barba,
falla prossa. representa a idade de 2i annos e le-
vou vestido urna calca parda, camisa de algo-
dozinho em mo estado, usa de pragatas nos
ps, levando mais roupa e dous chapeos, sendo
um de maca e outro de palha novo, e urna ca-
misa de bata encarnada : roga-se a qnalquer
pessoa, antoridades e capitaes de camgo, que o
encontrar o eonduzam a mesma povoacao, e en-
treguem a seu senhor Manoel Feppe de A. Lopes,
com estabeleeimento de molhados, que gratifi-
car.
Na ra do Hospicio n. 33 deseja-se
fallar com o Sr. Jos Mara Goncalves Fer-
reira, que estava hospedado, ha um mez, no
hotel de Catanga, e, quando j nac esteja
aqut, saber quem seu correspondente nes-
ta cidade.
*mm
Cfi
f
!
)
GtKIlETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. HNES DA COSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Moiastias e operares de olhos.
Cara radical e nstantaoea dos
estreitameotoe da uretra.
Consultas: Das 7 s lO doras
rh manb?.
Chamo dos : A qualooer hora.
As WM.KST1AS DA I'EI.LE: FRYSI-
PEUS, Eltll'CKS, DARTUKOS, HER-
PES, EMPIGENS,' etc., podem ser fcilmente
curadas por meio della. _
Salsaparrilha
Ayer.
AVISO.
D. Alexandrina de S uza Gunares Vieira es-
lando procedendo a inventario pelo jnizo de or
pbos, por fallccimento de seu mando Antonio
do Couto v ieira, roga aos credores do mesmo seu
marido que queiram ipresentar eos titnlos ou
cuntas, ahm de serem attendidos; no mesmo in-
ventario nao seattender a qualquer titulo ou
conta que se aprsente depois das partilhas feitas.
Recife, 4 de abril de 1873.
CKIADO
Precisa-se de wn para o servico de casa: ma
do Imperador, n. 32.
Caxeiro
Anda precisa-se de um menino para caixeiro
de venda na villa da Escada : a tratar na ra Di-
reita n. 35.
Preoisa-se de um caixeiro cent bastante pra-
tica de mo?hados, que d fiador a sua conducta :
a tratar no largo da Bibeira de S. los n. 1.
Jos Luiz Goncalves Penna comprou a tt-
verna da ra de Tii< nio Jos Alves da Fonceca, qual foi autorisado
por todos seus credores par* fazer a dita venda,
e passando tres dias nao me responsahiliso.
Recife 7 de abril de 1873.
Sitio para alugar.
Alaga-se o sitio dos berdeiros do finado Santos
Coetoo, com casa bastante grande, tendo 3 salas,
dez quartos, todo murado, com muitos arvoredos,
tanques para banbo e galhnbeiro : a tratar na ra
do Marqna de Oiinda n. 62.
Escravo figido.
Acha-se outn vez fugo o escravo Antonio
crtoulu, idade 22 annos, cor preta, cabellos caca-
ip nhados. rosto comprido, olhos flor do rosto
e amarillos om virtude 4o vicio da embriguez a
]ne se enlrega. __ Boga-se a todas as autoridades
peliciaes e capitaes de campo que o apprehendam
e eonduzam a casa de seu senhor Miguel Jos fle
Almeida Pernambuco r na do Baro de S. Bor-
ci, antiga roa do Sebo n. 28.
SITIO.
Para tratar de um ipequeno^itio em S. los do
Manguinho, precisase de um trabalhadar qae
tambem emenda de dores. Caes do Apollo ar-
zem il 69.
Escravo fgido
SO^OOO i
Noengenho Massnass, freguezia da Escada, se
dar de gratilicaco a quantia cima a quera ap-
Sirehender tres cavados que naquelle engenho
oram faltados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : e i. tem 9 annos,
eastanho e castrado, tem a orelha direita bastante
aseada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem urna cruz ; o 2. -rnco, com-pintas ver-
melhas nos quartos, graade, gordo, com o pes-
coco lino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalha, ferrado com a marcaI. R.-do lad
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3." rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Oao quarto direito : gratifica-se eom 5000d
Sor cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
er for encontrado qnalquer dos ditos cavallo.
portuguera,
n. 59.
dade n. &
Yia frrea de Oiinda
Regula a partida dos trens na 5' e 6" feira san-
tas deste anno,
Quinta-feira santa de manh-as horas da ta-
bella em vigor.
A tarde do Recife para OJinda al, 3, 5, 7 e 9
horas.
De Olinda para o Recife s 2, 4, 6 e 8 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe a 1,15; 3, 15;
o, lo 7, 15 e 9 15 horas
De Beberibe Encruzilhada s 2, i, 6 ,e 8 ho-
ra-.
Sexta-feira santa.
Manha:
Do Recife para Olinda s 7, 9 e 12 horas.
De Olinda para o Becife s 8 e 10 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe s 7, 15 ; 9, 11
horas.
De Beberibe para a Encruzilhada s 8 e 10 ho-
ras.
Tarde :
Do Recife para 'Olinda as 4, C e 8 horas.
De Oiinda para o Recife s 2, 5, 7 e 9 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe s 4, 15 ; 6, 15
e 8 15 horas.
De Beberibe para a Encruzilhada as 5, 7 e 9 he-
ras.
O irem de carga nao sera expedido nesses dois
dias.
Escriptorio da companhia, Io de abril de 1873.
0 gerente interino,
/.. /. de Miranda.
CASA DO OURO
Aos 5:000-000
Bihetes garantidos
liua do Baro da Victoria (outr'ora Novaf
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seos
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000i em dous
meios de n. lt'30, a sorte de 800$ em nilliete in-
teiro de n. 1136, a sorte de 300$ em bilhete intei-
ro de n. 2714, e quatro quartos de n. fi9 com a
corte de 100. alem de outns sortes menores de
40$ e 20$ da lotera que se acabou de extrahi
(45"); convida aos pessuidores a virem receber,
que promptamente serio pagos na forma do
costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi- no seu estabelecimento com-
pr r os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer gremio, como prova pelos meemos
annun ios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4* parte das loteras a beneficio da
igrej?. da Casa Forte, que se extrahir no dia Vi
do corrente mez.
Precos'
Inteiro 6$000
Meio 3$000
Quarto $5003
De fiOO-OOO para ma.
Inteiro 5$500
Meio 2$750
Quarto 1$375
Recife, 29 de marco de 1873.
' Joao Joaquim da Cosa Leite.
Caixeiro
OlTerece-se para ser caixeiro de qualquer esta-
bele Mnenlo, um menino de 14 a 15 aunos: a
tratar ra de Marcilio Dias n. 76.
SjU.l ofikacin torra-se ospocinlmonte
nntavelnus casosdy AIl'""'..i.VS.uO, para
o que uin remedio Sogurissimo.
a na do Aragn n. 18 precba-se alugar
urna casa que teaha de 2 a 3 quartos, com tanto
que seja na Boa-vista on Santo Antonio, embora
seja nm sob a Itnhu pequeo : quem tiver an-
nuncie.
Precisa-se de urna ama hvre ou escrava,
ri corte e cota com perfei^lo toda e qualquer
a para senhora : quem pretender, dirija-se
ra do Baro do Trinmpho n. 104, andar.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Du^iw de Taxias n. 3, andar,
pweisa-se de urna ama livre ou escrava, para
ceeinhar e outros servidos proprios de casa de
familia. Paga-se bem agradando. ______
Na ra do Hospicio n. 16
precisa-se 4e urna ama qne
saiba engemmar e lavar, pa-
ga-se bwn, gradando.
AMA
Precisa-so de urna ama para cozinhar: na
ra Imperial a. 102, passando o viveiro^_______
\lTl4 Precisa-se de urna ama para casa de
-X1"<* pequea familia : na ra do Coronel
Lamento n. 17. _____________
Precisa-se de urna ama para
cozinhar : a ra do Baro da
Victoria n. 22._______________
Preofca se de urna ma para
andar eam mancas : a ra do
Baro da Victoria n. 22.
Salsaparrilha Ayer.
-i
AIN1U O". '.'. (': 'M-.,stn-.lcatcnlo tvmto a
[ICIOS mc> i ICOS e il:.,l.'.UV>sl'.i'S|-!l.ilS.i|,i pUT
pode appliua-lhe itendciiJo '"-:n s m*"
truccoes.
AMA
AMA
Ensino particular
Salvador Ilenrique de Albuquerque, presta-se a
ensinar por casas e collegios particulares, ne-ta
cidade e seus suburbios, todas as materias do en-
sino elementar a alumnos de um e nutro sexo.
Enina e prepara as senhoras que se qnizerem
habilitar para os concursos s cadeiras de ins-
t ru cao primaria ; e todas as tardes em sua c; i
pode lecetouar aos cstudanles de preparatorios
que preci8arem de habiltar-se para o examc de
portuguez.
Tambem ensina geometra e ari.hmetica com
todo o desenvolviaienlo e applica^oes.
Os senhores que se quzurem utilisar do seu
prstimo, podem procura-lo no largo do Paraizo
n. 8, 2* andar, de manha at as 9, e de tarde das
4 horas em dianle._________________________
A mesa regedsra da irinandade de N. S. da
Conceieao dos Militares tendo de celebrar na res-
pectiva igreja o acto do Santo Scpulchro, convida
a todos os irroos a comparocerem hoje pelas 11
horas da manha, afim de assislirem a missa e
mais ceremonias desse acto. Becife, 10 de abril
de {73.
0 secretario,
Jos Francisco de Sales Baviera
A vkva Na ra BeBa, hoje liba do Carvalho,
**-u** precisa-se de urna para cozinhar e com-
iprar %. t.
Aluga-se una casa terrea com sotao. na ra
das Gracas da Capunga, com bastante eoinmodos :
a pessoa que a qizer pode entender- e com o te-
nente-coronel Francisoo t^arneiro, ou na estrada
4a Ponte de Uchoa oem o Sr. Jos de Mattos.
Na ra 4a Cruz, hoje Bom Jess n. 9
2* andar, precisa-se de nma ama para
cozinhar e outra para emgommar,
i
AMA
Precisa-se de urna ama para
cozinhar, a tratar o armazem
Fidelidade, na roa 4o Imperador
n.44.
4 Tria Preci*a-se de urna ama jiara cozinhar,
' a para oasa de rapaz soltorro, na ra lar-
ga do Rosario n. 32.
AMA
Precisa-se de urna ama para
asa de hsmem solteira, para
comprar e wzinhar, prefere-se
qne cozmhe bem : roa da -Cadeia
AMA
Precisa-se de urna ama para
servico intern, .para casa de
pouca familia : roa da Sol
AMA
ra da Palma n. 34.
Precisa-se de urna ama pa-
ra comprar e cozinhar em
casa de pouca familia : na
Attenco
Deseja-se fallar com o Sr. Jos da Silva Peixoto
a negocio : na ra streita do Rosario n. 13.
A1V \ Pwc'83"*6 de urna ama de teite, e pag
Caxias n. fe I* andar._______________________
Precisa-se de nma ama perita co-
sinheira para oasa de homem soltei-
ro : tratara ra do Livraraento n. 6.
AMA
A tvi OiTerece-se urna mulher 4e boa conT
" "*** ducta para ser ama de urna casa, sen
sahir ra, prefere casa de homem solteiro : 4
tratar na roa Velha de Santa Rita n.'W. k.*i&L.
PENHORES
S"a travessa da ra
dasCruzes n. 2,pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Jsfa mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Attenco
O Sr_ Antonio Gomes de Oliveira, caixeiro no
Passeio Publico, qveira ter a bondade de appare-
cer na ra Duque de Caxias n. 60 A.__________
Sito no Arraial
A*nfa-se um scellente sitio com casa nova,
rawflerna constrooco, com commodos para fami-
lia, dista um mnalo da estaco da casa ana relia ;
a tratar na ra 'i' de Marco n. 16, 1* andar, .u
otmetmo sitio______________^
0 acadmico Francisco lrji e
Oliveira.
Os empregados da secretaria da
ssembla legislativa provincial
mandatn celebrar missas e memen
le pelo repouso eterno de seu pre-
sado companheiro Francisco de
HBerja e Oliveira, no dia 15 do coi-
nente, trigsimo do seu passamento
na igreja de S. Francisco desta cidade, pelas 7 l|2
horas damanh ; e para assistir os referidos actos
religiosos, conridam aos prenles e amigos do il-
lustre nnapo.
naHVBfty^JMMKPinnVKinnnnWRVBPB
JoseFerreira Pinto, tendo de fazer unn via-
gem a Enrona, julga nada dever a pessoa alguma,
porm, soalgunn1 se jnlgar seu credor. queira
apresentar suas cositas no prxzo de x dias no es-
criptorio dos Srs. Luiz Goncalves da Silva 4 Pin-
to, ra do Mrquez de Olinda n. 39.___________
Precisa-se picio n. 61._________________________
Salsaparrilha Ayer.
Vs sr.NOUAS immnm n '.'. Ill'lit'- liMi.elm |i..I>i.is vil .11 'Milliiii'
iiu. Ao twlVesii Un U ij" [ 4M wavr
ma\.______________________________________
Attenco.
O abaixo assignado peile ao Sr. Joo Benriiaes
Pessoa o ravor de vir entender-se cora elle sohn
aquello negocio que o mesmo nao ***
i>cna de ver por este jonul a esperte do negocio.
__________ Marcos de A. Lima.________
20|000."
Frecisa-se alugar orna escrava qne cngnmmc
perfeiUimente bem, e Caca o mais semr ralerno
de urna casa de peauena familia, romposla
duas jiessoas, e de urna outra que rniiniw flnnl
jierfei^-o : no largo do l'aratzo n. 28, e 1* an-
dares.________________________________,_
De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para haixo, ni-
nheiras, frncU-po, oiti-con, ariticum-a-pe, aba-
cate, laranja cravo, flanboyant mi brilhanie, pal-
meira imjierial, roseiras M quahdade, alitrnim
parreiras eoneio da india, roineira* e outra.
(antas : na Capinga, ra da Ventura numero K.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34.
primeiro andar.__________
\rrenda-se o engenho IVneilo de baixo, na
freguezia de S. Uiurenco la Milla a tratar ir
meinn rom a viuva de Francisco Joa quim da IVj
cha Falcan._______________t__________
Aluga-se urna boa cozinheira : iniem pre-
cisar dirija-se ra da Matriz da Boa-Visto nu-
mero t8. _____________
ESTRADA DE
FERRO
DO
Recife axang-
0 trem que sahe do Caxan-
g s 8 horas e 10 minutos
da manha, e que vinha ex-
presso do Manguinho ao Re-
cife, tocar na estaco das
oQlcinas, de amanh por dian
l te; e por esta razio deve
hegar no Recife tres minutos mais tarde do que
est marcado na tabella.
Escriptorio da companhia, i de 1873.
H.C. Balterbe,
Gerente.
Na quinla-eira-e sexta feica-santa os l.eno se-
rio regulados da maneira seguiute :
At meio dia de quinta-feira haver os trens
da tabella, menos o de carga.
A tarde haver a nma hora e 10 minutos, s
i e 10 minutos, s 7 c 10 e 11 horas, pela li-
nba principal, e a nma hora e 15 minutos, s o
e 15 minutos e 11 e 5 pelo Arraial ; sahindo
todos das officinas.
Do Caxang haver s 2 horas e 38 minutos,
s 5 e 35 e 8 e 35.
Do Monteiro pelo Arraial s 3 e s 6 horas at
as oflicinas.
Sexta-feira haver trem tmente as 7 horas e
10 minutos e lo horas e 10 minutos, das oflici-
nas ao Caxanga pela linia principal e pelo Ar-
raial s 7 horas e 15 minutos.
Do Caxang s officinas ter s 8 horas e 35
minutos e 11 e 35.
Do Monteiro s 8 horas e 55 m'natos, pelo Ar-
raial.
A tarde ter .s 4 e 10 minutos e 8 e 10 minu-
tos as officinas ao Caxang pela linha principal,
e s* e 15 minutos pelo Asraial.
Do Caxang para as officinas ter s 5 e 35
minutos pela linha principal.
Escriptorio daj.eompanhia, 9 de abril de 1873.
R. C. Batterber,
Gerente.
Fugio do engenho Jnndm, da cimarra reth, no dia i de marco, o preto rrioulo te nmi>e
Hemeterio, com os signaes sejmintes : ti annu-
de idade, baixo, cheto do corpo, Mi falla de nm
dente do lado de cima, |>ouca barita, uinN-fud"
levou calca de liscado azul e camisa de algodau
branco : quem pngM leveo aa seu __*
teneiite Antonio RIm-to de )lotira no dito enge-
nhe, ou a Joaipiim Cavalrnlte de Albnqnerqn*
Mello no sitio do Forte frejinezu da Vari'a, qu'
ser generosamente recompena ftii encontrado em Caxaigae supoe-se ter chefao
ao Recife. .__________
Funileiro
Nao ha mais cabellos
liraifw.
TINTURARA JfflEZIL .
S e nica approvada pelas academias a
sciencias, reconhecida suprior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. o, l.6 andar, e em
todas as boticas e .c.si.s de eabeDet-
reiro.
| 8r. Candido Quintino Ro-
drigues lima
lenha a bondade de afipareeei na ra
do Duque de Caxi&s n. to A, loja de Bento
da Silva ife C, successores de Manoel Ribei-
ro< Bastos.
Os Srs. Meuron & C. fabrican!^
rua do Viseonie de (loyanna n. l'i"
um funileiro nenio c activo.
do M, na
precisa, d-
Tendo de retirar-se para a Europa Jos
Almeida Rabello, deixa por seos prucuradores
Vielorino de Almeiila RaoeUo, Antonio da Costa
Almeida e Manoal Alvc? Santiago.
I .VEDICO-CIRVRGICO
1
*
0
DO
Dr. J. 11. Curio
OPERADOR E PABTE1R0
Rita do Mrquez de Olinda n. 2-!. pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas < 10 dr. manhl
Chamados a qualquer hora
*
0
ft

0
Urna verdadeira neces-
s idade.
As eoutipacOes anparuw i m nnita laeima-
de. com es|iecialidadi' n--1-, lempn il wtaa
As tosses, broiictiile- e lefli.vV -,"i" *n Ir-
quelites, que u.ii remedio li mi, conniKl
nao ni miiit.i til com) torna-e urna vtrnii-
ianece>Ndade.
Haver algum medican>ento netes BMM n^
noat ser lomado rom i'piiranra e eom eerteni
de se collier l'ii< niil!d"> une nao seja urna
dessas panaceas universaes que prometle
todas as enferniidades debaixo Jo .il' lia. -im
Ha um n......di q'ie logo im |> im'ira ik*
inos'.ra sua ellicacia effeciivaiinote \-\<- cur*<
tudo o que losse ou constipar". c->m urna c-r
lea invariavel.
Preparado por mu medico ci-n'ie
de il!usti.i..'io. a|i|i:ova.l.. pela tHMk I junta
dica. i.ceit.ido.i.-lii.iloe'ii!e pchi wincipaes facul-
lalivos e recoiiiiiii-iid.-nl.i i< i I
t'-in usado d"-stc i -ni.(lio. o |m-i i.il direc-ji w
A\r, eireclivaiiienii' olV-i.ri mu insta -impin.
porm aafuro, de iMii>aier -li\.-, -- n. i-.;..
da gargauUi e do pulaio-'s.
< abaixo aasigaada d-.-lnra a ipem ne-.~
sar e especialnMato a que nesta daUi tem justo e roiitraUda esaanra
da lavaras sita i rua de Santo Amaro n. t a qual
sejoiga Hvre e desembaracada de <\.>
P-ra. algnem se julirar com Kreiio
i..-!. iprewate-se no praao ma I
"- qnaes nao e re-n<>nsal-ili:iia > con
qnalquer que <>] \ o din :H que venlw de alle-
gar. Recife. 9 de abril de 1*73.
I>o:ni' i!0* I 'onio*
Aluga-se ou rende-T-
indares n. 1U sito i roa do < oronel Soa-
ipial tica junto a igreja do klartjrrist, i-
em terreno prapri l tom qcinUl mura 11
para a rua do Caldeireiro : os preten I
i.i!ii- Feitor
Para tratar de .; ,. nU*. pstt
um feitor : a tratar no hotel de Apipa

COtPRAS,
8<8.&-#$8S00 00)Q0
ou xopeiro
Quem precisar de um portuguez, dirija-se a
rua estreita do Rosario o. 9.
Carros fnebres e de
passeio
O abaixo ;.-signado participa ao respeitavel pu-
blico que se acha na rua da Paz n. 13 com co-
cheira, onde o encontraro preparado e prompto
para qualquer enterramento ; outro sim participa
tambem que existo na mesma cocheira carros pa-
ra passeio e aeompanhamento de enterros ; espe-
rando, pois, a concurreucia publica nao duvida o
abaixo assignado asseverar que o acbaro dispos-
to a encarregar-se de qualquer servigo e por com-
modos precos.
______________Manoel Cabral Borges.
Precisa-se de um forneiro, um mestre de
maceira e 2 trabalhadores: na padaria dos Afo-
gados n. 27.
ATTENCO
Contina-se a fornecer almeno e jantar para
fra por preco commodo e eom promptido : na
rua estrena do Rosario n. 35, 1,* andar, casa de
familia.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda maci.-a. I
cania franceza, tudo obra muito boa, um piano de
armario, e outros mnitos trastes avulsos. assim
como tambe o vende-se a officina. e garante-se a
casa, tudo por .preco commodo : a tratar na rua
estreita do Rosario'n. 27. ____________________
Fora os callos.
0 nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, rua Duque de Caxias n. 57.
Na rua da Madre de Deus n. 3, preciza-se de
um criado para todo o servico interno.
(."llllllll
Compra-se chumbo velho e estando,
as e grandes pon-Oes : a rua No... laja n. II. \
Azewdo.
Na fabrica de ceneja a rua do Ro.-arioli
C, eampra aa ImbJjm da tena i M n 0 enio.
Compra se e vende-se trates nov> 4_w
'I? e usados no anuaz'-m da r.a do Im- '^p
Ok fiad ir n. >s. gp.
Comprase urna negrinlia de 10 a l an-
nos : na rua do Bom Jess n. .*", outr'ora r~a
da Cruz, no escriptorio de Antonio Luiz de i*-
veira Azevedo & C.
Fugio
Coziiiliciro.
Na raa da Imperatriz n. 37, l,' andar, precisa-
se de um bom cozinbeiro.

MOFINA
Est encouragado!!!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
Bm, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu fllho se
achava nesta eidada.
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joao, de 18
a 20 annos de idade, com os signaes segnintes :
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
denles perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapinhos, ps chatos e cheios de cravos,
bem esperto e ladino, canhoto, coiinheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le.
von urna bolea nova com duas camisas, sendo
urna bordada, 2 ceroulas, I camisa de meia, 2 pa-
res de meias e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levou .'il., e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, por tanto, s autoridades
e capitaes de campo que o apprehendam e levem-
no ao seu senhor, rua de Pedro Aflonto n. 7,
que seroo generosamente recompensados.
Compra-se urna carroea propria para t i
ou mesmo cavallo : quem tiver c quizer vendt-r
dirija-se rua do Marque? de i Muida n. M A. Na
mesma casa tambem se precisa de um feiter que
entenda de plantacdes.
Registro de gaz.
Compra-se um registro de gaz : rut Nova*
ioja n H.
VENDAS.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' de animaes e com propor-
coe8 para 1,300 paes : os pretendentes podem di-
rigir-se rua Duque de Caxias n 58, andar,
que all terao informacoc.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino pa
padaria da rua do Rangcl n. 9/
caixeiro : na
ATTENCO
O Sr. Francisco Agostinho Madeira queira ter
a bondade de vir concluir com o negocio que se
comprometteu na rua Duque de Caxias n. (
toja de Bento da Sirva & C, suceesseres
noel Ribeiro Bastos.
a-
Quinta e sexta-feira
s 6 horas da manha, vende-se as boas rurim''
de viveiro na codie ra dos mnibus na freguis
dos Afogados, lea bem prximo a estacan c-
bonds, e por conseguinte commodo para as com-
pradores.
Vende se metade de urna morada de caia
terrea na travessa do Carcereiro n. 6 : a traur
na rua larga do Rosario, venda a. kk._________
Chapeos de sol inglezes de
seda trancada a 12#000 !!
Sao chapeos que sempre se venderam por 16#,
mas a Rosa Branca queima a I2|. E' grande te-
chincha na rua da Imperatri/. n. 56.
Lencos para meninos a 1$ a
duzia
Na roa da imperatriz n. 56. toja da Roa B.anca
Cassas miudinhas a 320 rs.
F.' fazenda boa bonitos padroes. e naaito ba-
rato na loja da Bou Branca, rua da Imperan z
n bo.
_-


,


" m


*
Diario de Pernanibuco 'Qnmtst feir 10 de Abril de 1873.
FBNDICO DO BOWM-AN
RA DO BRIJM N. 52
(Passando o chafariz)
1BEMA05 seoboras de engenho e ontros agrien!toras, e empregadora de m
"-* favor de oain vi,iia a seo stabalecinwnto, para vareta o *oto' aorttmeato
me abi tem; se jdo todo superior em qoalidade e fortido; o qae, com a lis
?ss tal pode-se verificar.
ISr-ECIAL ATTtNCAO AO NUMERO E LtJGAR DE SA FUNDICO
fcar^Qu & roiiasi A9nim dus mais molernos "y^*38 eenfl ta
w^a* o i uua u agaa maQhO conveaieole5 parl M diversa
jnam-rwcia dos aenhnres pr )prietario< e p-ra descargar algodib.
fofediS d CItlA dt.,oJ;)S os tamanhos, as menores que aqni
b dentadas para 3DiDQae8'agM e****
ssas de ferro fundido, batido e de cobre.
J&3ibiqu93 9 fundos de alambiques,
mismos
aia3
para mandioca e algodao,| Podeudo todos
paraferrarmideira. !ser molidos a ralo
/por agua, apor,
de patente, garantidas........ foa animaos.
bfe^ as machinas e peC3S de qoe M C08tonia p1""**-
Ess- qualquar concert
HWmas de ferro
de machiaismo, a prego mni resnniido.
Salsaparrilha Ayer.
NAO HA NOTICIA de e-utros remedios
que tantos etio grandes beneficios najam
eito nos decntes uas dfleruiites partes d
mundo.
Vasos de crystal para toiltet-
A loja da Aguia B asea, a na do Duque de
Caxias w; SO, r ceben bonitasigatialhihas de crys-
tal em par com.ramagens' douradas mu oro-
prias para arraigos de- tollt; ete,
Aunis e colares elctricos
A loja d'aguiabranca ra .Duque de Caxi*
n. 90, receben nova remesa mi proveltss ai-
leii e claaes electrtoos, ,*n*Bot.,iiecfce-l(K
enslmenle, polo que sampre estar prvida d#
taes objectos
Diademas dourados
A-leja d'guia branca ra Buqne de Cartas h.
350, recebeu uovamente bonios-diademas dearadbs
e enfeitados com pedrs e abofares, obras de ges-
to e phauta-ia. Tambem recebeu novos grampos
pretos ou alftaetes com flores para a cabera.
Leques com bouquets e ou-
tros chmesfes.*
A toja d'aguia branca rtia DBrae de Caxias
U.B0, recebeu urna pequea quabtidae daqueltes
bonitos leques com bouquets e oWros" ninee.
Cold creme para refrescar e
amaeia.r a pelle
A loja d'agoia branca a na Daipie de Caxias
n. 90, receben cold reme dos afamados fabrican-
te9 Lubin, Ingram e Condray.
do mer-
tem as melhores e mais baratas existentes
cado.
Iacumbe-se de mandar vir qnalquer mach'nismo i von-
tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
ar%x*s3fspras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qualquer necessidade pode
" sasa? auxilio.
; americanas w^**-
RA DO BRM t 52
SSANIO O CHAFARIZ
' Si
-~~~f:m_K,l*&a*ir-
56 a-
HJ
Ria do Mrquez de Olinda
(oi. s*"oi*a rua la Uaileia)
Mi
56 a

lo este Mitigo estabelecimento assaz conliecklo como principjd o recommen-
os graudes depsitos e bons sortimentos com que semprc prima em ter das
s, mais acreditadas o verdadeiras maoIiinaM aEeacauas para at^o-
****' M),; (o Hpvnxm. o. havemlo em todos os tamanbos diversidades de syste-
tolhoramentos para perfeito e rpido descarorammito ; tornam-se dignas de
t**. is.e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontraro
.mis :
ladei-
s vapores LonoMoms, de forca
' :''; cavalloscom todos perteneas
ira trabalhorom V machinas para
ou para outro qualquer mister.
binas para lavar roupa.
'- americanos para varzea e

V) para al; rros.
maileiras.
' dita.
. i estanliado.
oai vlvula para lav.
de madeira para compras.
liios para-jarJius.
"Tamas para cohrir pratos.
Sanchas para fazer parafuzos de ferro.
; ; ditos le madeiras.
Ti..' oara cozinha.
timim muttos outros attigos
Turnos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cvlindros americanos para padarias.
l'ertenras avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
luo e cale.
Debulhadores para milho.
Azaile de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente,
('.unos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
. Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
que s avista e ueste estabelecimento poderao
Caixinhas com pos dourados
e Mateados, para cabellos.
Veade-se na loja da Aguia Branca rua do Du-
que de Laxias n. ."0.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, na Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortlmento ce luvas de
pellica, pretas n de outras core.
feede-sc o sitio existente na travessa .
dseSkaedios, regaezia ees Aogados, u..
i boceo da travasssa dos Remedios n.!
18'/ i chao proprie): que:n o pretenderen-1
vtmt ~f como s::u paoptietario na rua de
Mi Hrtmrisco desta cidjdon. 10, como quem
n.\*.rr. ,i roa Bella.
Islo que vender
barato.
Diademas e grampos de
acp.
A oja da aguia branca, i rea o Duque de
Catias d. SO, recebeu novamnte bonitos diade-
mas e gran pos de'ac.
Bicos de seda pretos com
flores de c6res.
A loja da aguia branca, i rtia do Dtique de
Canas recebeu, como novidade Jjonitos bicos de
seda pretos com flotes de"cores, lsrtbreri*ndo'nel-
les o preto com encarnado, e todos mni proprios
liara barras e outros Matos de vestidos de gra-
nadme, ou medina, e outras fazendas transparen-
tes. Pela commodtdade dos presos esses bicos tor-
nam-se mai commodo,s e pela novidade de gosto,
preferiveis a quasquer oatros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
AJoja a agnia branca, raa doDarce de Ga-
xias a. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda Com flores, e mitras a imitaeao de
croch, e vende -as pelos baratos precos de 3,
\f e 6*000. A fazenda boa e est m per'eito
estado, pelo que contina a ter prompta e.ttrac-
cao.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A loja da Agnia branca rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu urna pequea por^ao de
diademas e aderecos de msdreperola, obras de
apurado gosto.
Perfeita novidade.
Grampos com borboIeUs, bezouros e gaa-
nhotos dourados e coloridos.
Atoja daagiiia branca, raa do Daqae de
Casias n. 50, receben notos grampos com bor-
boleus, bezouros e gafanliotos, o que de eerto
perfeiu novid de. A qaaimtfae pepaeua, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
peluda ou arminho
A loja d'agnia branca rua Duque de Caxias
- 50, receben una pequea quantidade de boni-
s e novas gollkwas, trabalho de 1,-i e seda, en-
Beitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da agnia branra, ruado Duque de
Caxias n. "i, receb.-"ii novamnte bonilos,gram-
pos, brincos e nwetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como sempre conti-
na a venV-lus por procos razoaveis.
Salsaparrilha Ayer.
Todas as enfermidades derivadas de
VICIO ou UIPUKHZA DO SANLE sao cu-
radas por ella.
BICHAS DE HAMBDRGO
As mais recentes e meltiores.
Vendem-sena pharmacia e drogara de Bab
tholomeu ffi C., rua Larga dosario o Rn. 34.
O ECONOMA E CftLL^IMDE.
Obtenase com o uso
SHOST
nica, hygiemRa, radical e infallivol na cu-
ra das gonorheas-, fiorps branens e'fluxos de
toda especie, r<*ent(* ou ehronicas; e que
offerece como garanta desahitares resultados
a continuada ap'pcacao que sempre com a
maior vantagera se tem feito della nos hos-
PHBS e Pris.
Ijiico deposito pura o Brasil, Bartholomee
& C, rua Larga do Rosario n. 34.
'PtCR'CnA.
MBA A QtlARKMl g
Riqusimas basquinas o casaquirmos W
de grosdenaplcs e ga-gurao ricamenie MK
enfeitadr e de muito gosro para 9ras., X
a 12*, 15, m e 20 ; mnito barato. O
Na rua do Crespo n. 19. m
Anda fazendas baratas na
loja da America.
Brlhantlna branca com flore* assetinadas a 400
rs. o corado) grande pechincba.
Madapoli com pouro sojo a 5 e 6 a peca.
i Alg*8 marca T largw a S^iAkt a peca.
Adurrcm proco!
Chales pretos de mitin bordados i retroz :
sao grandes e de boa qualidade a 8 um.
Grosdenaples- de seda pura a 2JW8 e i800
rs. o covado.
I' harsli
Cblxas grandes com lindas barras (!> ere>, a
4-3oO para acabar : na rua do Cabina n. 10.
s
i.
Casas para vender-se
Vende-se duas ca-as terreas, sendo
una na rua do Padre Floriano n ".'i, rom
sotao e mnitos eommi"ln< para tamilia, e
urna dita no becco d;i Lama a. IX : quem
qnizer, dirija-se a rua da Cadeia do Recite u. 60,
andar.
A Predilecta,
A os Srs. ediiradijresdeprtMliiis.
Veade-se utensiSos para andaimes: na rua
do Visconde de (ioyanna n. 5?, para ver e tratar
das 6 s 9 horas da manh e das 4 as 6 da tarde.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtvsica, bronebites, asthma, etc.,
applicado a inda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rua Larga do Rosario n. 34.
a tasa
^pBiv costee eoias e aiilho : a tratar nn 'i -
i Angelo, na raa da Cadeia n. I, prira;iro
Formas de forro.
olhaH de Flandres.
Tidros para vidra^a.
l&tanho em verguinha.
umbo emlengol. %
*fe rua do Mrquez de
)Ikda n. 4, armazcm de $il-
ira Viroca & Fillios.
3fa?ha de mandioca a3| o
sacco.
rifa rra da Madre de Dos n. 7 ; a ella, em
^aac ao se acaba.
t Vende-se I
I
rm- asredeate piano da aflamada fa-
'^r..-.\ BoiMetof em perfeito estado
pwo proi;o flxo de 7>6000 : a tratar
:a do Bom Jess n. 5o, armazem.
Bde-se tres casas pequeas, na'Torre,
afeo.' com > sala na frente e outra para jan-
aavyrirto bom, cozinha f .ra, rom copiar, bom
ipHMfavn aiguas arvar^los, por proco crnimo-
awMajir-Tade e pode render um por cerno ou
atraiir naCapunga. rua da Ventura, an-
**-(> Lacerre n. 32.
I
SO" O VIAXXA A' RUA LARGA DO ROSARIO
NUMURO 22.
12 estrilis de |nha or 400 rs.
II grvalas prelas e d cores por 1,5.
1 bonito onfeite para senhora por i.
1 masso de pente? por t.
1 peca de bico nor 50* rs.
i par de focos para senhora por 2*.
I dito de dito de duraque para hoinem por 2J.
1 par de borzeguim francez para dito por 8.
1 peca de medapolo muito uno por 5.
I corte de casemira por S.
i cobertor por 1 200.
i par de borzeguins para senhora por 4i.
1 balao para senhora por l.
Chitas a 200 e 240 rs., madapolo a 200 e
24'> rs., algodaoa 2i'J rs., cambraias a 280 rs., e
rnuitas outras cousas, que ludo se vende por me-
tade do prec,o.
Bordadas a seda
Amara!, NabucoA C. receberam da Europa
pelo ultimo vapor meias para senhora, de fio de
Escocia, brancas, abertas no peito do p, e borda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, e
sao da ultima moda em Pars : vendem no bazar
victoria, rua do Barao da Victoria n 2.
Chegou mais madapolo ba-
rato para a Rosa Branca.
E' madapolio francez muito Ano, pe^as de 20
varas, que valcm 10J, a Rosa Rranca queima a
7 ; tem 5 palmos de largura I Temos tambum
urna pequea por?io do pecas para 4 e 3; tam
bem boa fazenda.
Cortes de casemira a 6*000
Vestido e chapeo para baptisado por 11*.
Isto s na Roa Branca, rua da imperatriz
n. 5tt.
Rival sera segundo.
Cheg>ram agnlbas para machinas, do fab/icante
Crower A Baker, uzia por 2000.
Leques
Amaral, Sabuco A G receberam um variadis-
simo a elegante snrtimento de loques de madrepe-
rola branca lavrada para noivas, queimada para
passek), bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e lavra-
dos, de marm lisos e lavrados e com seda, de
osso lisos e lavrados e com seda de todas as cores,
de sndalo bordados a lantijoulas, e para meni-
nas : vende-se no bazar victoria, rua do Barao da
Victoria n. 2.
Isto
sim.
Grosdenaples preto com 5
palmos de largura a-'5$!
E na Rosa Branca que se vende e6ta Peehin-
cha, rua da Imperatriz n. 56.
Na palaria da raa da Guia n. 84, venderse
biscoutos harnburgoezes a 640 rs. a libra.
tasso mos & c.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por procos commodos :
Tijolos encarnados textavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machines de Jestarot;ar algodao.
Machinas de padarla.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrames.
Sevadinha em garrafoes.
I.enti has em garrafoes.
Rhum da anaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Seherry.
Vtiho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas ingleza.
Licores finos sortirlo.
Cognac Gaulhier Freres:
Latas de toucinho inglei.
Barris cora repolbo em samotm.
no empenho de bem servir aos seus freguezes e
ao publico en geral tem procurado prover-se do
Jue ha de melbur e da ultima moda nos mrca-
os de Europa para expo-lo aqui venda, cer-
tas de qne os seus artigo scrao bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar aiguns d'entre elles, como sejain :
ALBUAS, os mais ricos que tem viudo a este
mercado, com capas de 'madrependa,
tarlaruga, maTlin>, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e -voas proprias para luto ;
assim como, um bonito sorthnento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
BOTOES para pnaos, o que se pode desejar de
meltior em pLutu,, tartaruga, madre-
perola, marlia e osso.
BOLGAS de velludo, seda, pallia c chagrn, o qne
ha de mais moderno e I ndas.
BICOS de seda e de algodcio, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASS0LETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXI.N'iAS para costura, muito ricas e de di-
versos foriu tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imila^io, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
aeHta um grande e lindo sortimento
capaz de satislazer os caprichos de
qualqux'r^scuhora por mais exigente
qne svja.*
PORT-BOnjCET de maraperala, marftni c osso,
este um objecto iadisponsavel s se-
aboras do bon tam, aflm do aspirar
o aroma das llon.'s sem o inconvenien-
te de iiodoai'eni as luvas, ou mancha-
rem as delicadas Biaos.
PESTES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos 0 tirar bichos.
'UMUtlAS. E' sabido do publico que a Pie-
dilecta sempre cosserva um uipoi un-
te sortimento de peifuinarlas de lliio
odor dos mais aamados fabricantes,
LubMTiver, sociedade bygienica, Cen-
dras Cuines u Raphaul, que iu-
cumbido da escolba dos aromas mais
bem aceitos pela sociedade elegante
da Europa, e pur tanto, acham-M na
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA doixa de enumerar una im-
measidade de artigas, aim de nao mas-
ar aos letores e se pede a benevo-
lencia do respetavel publico em di-
rigr-se rua do abug n. 1 A, pa-
ra convoncer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de tu da qoin cor, o
(pie lia de mais bello neste gensro.
VEST111ENTOS. Ricos vestimentas para meninos,
|M>r baratissimo preco.
FLOHES. A Predilecta prima em conservar um
bello aortimaata de llores ao alcance
ie analfaaf bol.a anda que nao es-
teja bem opkcla de dinheio.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
PredileiHa que podem encontrar um
grande suriiniento de filas de setiin,
talet, velludo. Unho e de algodao, por
cuiMinodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, mitacao destes, pre-
tos e ^e aeres, o que se pode desejar
de mus moderno e I mi lo.
GRAVATAS de- seda e de cambraia para sinhora,
lacos e golinhas de bonitas cures, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e recalas para honiein.
JARROS de porcelana e de vidr muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s do seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de osso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para mlssa, a Predilecta apresenta es-
colha do respetavel pubiieo un bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola. tartaruga, marfim, osso,
velludo e chagrn, pur precos mni
razoaveis.
Pede obter em pooco lempo com o aso do mlbor dos coreea
HESPERIDINA
Faz*eo aooos que conbecido^tte precioso Inico, a dfficiJ achar ama peaao*
qoe, tendo experimentado pesaoalmeote, nio (alie em sen favor j ombo boau eaiomaca
e apetisador, tomando nm calix della antea de jntar, oo como faciNtaqr d> igeatJc
lomando-te depois. f
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ha um s habitante d BRASIL (a larri
especial das laranjas) qae nio conhecj a propriedadas mediciaaea da donrada frocta.
ora bem, a
em sen estado natnral tem nm gosto pooo agradavel, e o mrito da Hesperidina f-
siste em reter soas boas propriedades, e ao meamo lempo apreeanta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERlt>lNA como INDUSTRIA WAClOfTAL n* tem nada qne mvepr H
melhores importaces enropas de cathegoria semeThante. Estas, ojoando moito, poda
ser gostosas, porm a Hesperidina a combnaco perfeita do
p ASIiAlBL E SADATEL
Para prova de qoe om artigo no qoal pode-se ter ioleifa coofiaoca. por ser por*
8 innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e anterisada pela
JUNTA DE HYGtENE
do Rio de Janeiro permiltindo sua livre etoboracio no imperio; ootra
BOl PROVA
e a acceitaco gera qoe tem em todas aa partes onde apreitmtada. Em 1864 estabe-
lecen se a primeira fabrica em Bneoos-Ayres ; em 869 a segoada em Montevideo; a
no da da ebegada de S. M. O IMPERADOR iaaogarou-se a fabrica ooe aeioalmente
trabalha na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico lea boa acceitaco.
tatito qoe rara a casa qne considera completo seo aparador sem orna garrafa da
P
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem avente toma Hesperidina para obter
Saude
O hornea dbil toma Hesperidina para ohter
a Hesperidina para obter boa cor
Nos bailes as doozelas e os mofos tomam
animarlo dorante os loncos gyroa da
mam*
BARROS JNiOR & C, a roa do Vigano Tenorio n. 7, I* andar, receberam eau
grande especifico, e ve*iem-ot nos depsitos seguiotes :
Joaqoim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, rua do Commercio.
Marcelino Jos Gon?a!ves da Fonte, roa da Cadeia a. 5.
Antonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmo bote! da Passagem.
a
Samuel Power Johns-
ton & C.
ua do Apollo ft. 38 e 40
>*% Fazaoi scieste aos seus fregueies que teem
;^.? mndaJo o sea deposito de macainas a v.-
^l.' por, rcufuda e laxas da ilu;: : ^or^ditada
& febriea de LowMoor para rua 6<\ Apollo n.
Ss^j 38 e V), (MMfe continnam a ter o mesmo sor-
;y/-;, tmenlo do cosime.
$*;i Faaem seieaia ismbeco qt teem feito um
gk wraBJO com a fnndiale geral, pelo (jue po-
"<^:\ ,*en' ofeweef-M para asatam qualquer
v*-^- machinismo e lutjmo garaoii-lo.
wmm chai i
^o=;
Os propric-iarios i& fnnJ.".';.> geral fa en
ailMM aoa senbores o> engenhi. e mai
pessoas, qae teea staheideidn oixa tnntfi- V
(ai de Trro e broie a rua u>> bruiu, jan- 5S
lo a enlacio (os honds, onJo apr> nlarai '.V
qnalqoar otra C,ao e promptk (ry.
Os me>mos rdlpn as pessoas qn <\w\- $_
ram Dttlksar .-a de nm mw lifUi de (!eia-
reo a.- eocoo saradM --a, cas- o.- Srs. Ja-
mu;;! Power Jonnstoo & C a raa d Apo'-
lo n. 2fl e 40, onrte achara i pe-so habili-
Itada eom qdem i)oam ntendsrs.
ApparelGo pura f^'.brear assuear, do istem*.
WESTON GESTREPTTQAL
nicos agenm eai Pernaaihmo a fundi-"ie (enf.
Para tratar em seu Bsenpioru a raa do Aporto n. 38 a 40.
-v/h:
m
Vcnde-se um excelleute sitio em llet.eri^e de
baixo, junto a estacao do Fundan, mralo na
frente e portao de ferro, com urna bonita casa de
podra e cal, tendo 4 quartos, 2 salas e totiaba
fora, tem 360 palmos de frente e 4,8l!t) do fundo,
seodo de mata, com excellente cacimba de agua
de beber; assim como um outro conlendo BB
palmos do frente e o mesmo fundo, tendo urna
pequea casa de ta pa : quem pretender dirija-se
rua de Pedro Affonso, antiga rua da Praia, nu-
mero :I7.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende finissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrees, por tereni
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelo
barato preco do doze vintens o covado. E pechin-
cba : na loja do Pavao, a rua da Imperatriz n.
60. n
Na venda n. 22 rua da Imperatriz
vi;ne-se
1 libra de rap de ara fina por 900 :,.
1 libra de rap superi r p.>r 00 rs.
I libra do rap arca preta por 1-rOOO.
i.
Feijo crioulo.
A' raa da Madre d Dciis u. J.
Vende-so feijao preto. novo, j leste anno, mais
harto que em parte alguma ; a elles amigos do
bom e barato.
Sementes de pitauga.
Vende se na rua da Cruz n. 13.
Peixinhos dourados.
Para se ter em vdros : vende-se na rua da
Cruz n. 13.
Aos Srs. niagons.
Amaral, Nabuco 4 C. vendem insignias maco-
nicas de diversos graos.______
Alto l!!
ANDA OUTRA VEZ
Como sabido pela humanidade que habita ne-
ta capital e suburbios l' a cinkfitvria i>.v IMM*
estabelecimento que tem fornecido as eeeamiV.
proprias, os melhores PASTIS e na malar abun-
dancia desejavcl, ludo i>so devido sement ao ca-
pricho dos propietarios desta tan recomiBendad.i
casa a especial centro dos confciios. pasieH li-
cores linos e as uroporcoes fabris com nw e
est montada ; e seuao que venha qoam qo
dizer
QUE NAO t'MA VUtBAM l.M'.OMKSTVUl.
que os proprietarios da CAiifeitaria tk
Catnpos esio munidos de machinas apiMpia-
das para satisfazer
Vende-se o hotel da rua das Aguas-Verdes,
bem afreguezado, cen bastantes assignantes e
bem acreditado neste lugar; faz-se negocio eom
todas as peiteneas por ter de retirar-se para a
Faririha~ <& ^mdioca.
A irte1h4fjJaV?Plercado.
Vende I. F -4 Cofalbra Guimarles : rua do
Mrquez de Olind a. 9, t andar.
Novidade.
A Predilecta, rua do Cabug n. 1 A, acaba
de re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de pli.mtazia,
aaias bordadas, ditas com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tampadilhos
para meninas, rieas fachas de tuquim de eor,
que tudo vende por barato proco.
Aula particular.
Secundino Jos de Paria Simoes, nrofessor par-
ticular, avisa ao respetavel publico, e com espe-
cialidade aos pais de familia, que e-ta aborta a sua
aula na rua da Penha n. 3-*. 1 andar. O mesmo
prolessor tem aberto um curso de primoiras let-
tras a n-jute para aruiellas pessoas que uiio podem
requentar durante o da.
FNCOMMENDAS
Doces, fructas, flores e plan- &r,t*L!arT M a J,inilU 'T-i,k,'
. l De duzentos mil pastis
tas.
Vende-se na rua da Cruz n. 13.
Casa a venda.
Vende-se a casa terrea com bons commodos da
na de Mathias Ferreica, n. 4, em Olinda ; a tratar
S roa do Cabug n. 8, loja de cera, ou no pateo de
a. Pedro Novo era Olinda, eom Joan Coneeieio.
Rap.
A' praea da Independencia n. 5. ebegou nova
remessa do mu to acreditado r*p Pinceza Ro-
cha, gasse grosso, fino e amarellino, Paulo Cor-
deiro viajado e commum, prioceza da Babia fino,
meio grosso e rolao, Mearon ara-preta e supe-
rior, rolo francez e princeza de Lisboa vende-
em porcao e a retalho por precos muito resumi-
dos.
Calera lio ultimo roslo.
em seis horas 1 I
Sabbado d'alleluia e domingo de paschov
Lata quem i|uizer e encommende luem pnVi
tO, 20, 50, 10, J00, 500, IU00, ele.
Olhem bem e vejam l_____
E" JU CONFE1TARIA DO CAMPOS
Rua do Imperador n. 24
K0UPA PRKTA,
Calcas dejeasemira preta, a i>?000, 6900O
,c8?000.
Palitts de panno p:eto a 39000, 75000
e109000.
Coletos pretos do casemira a 39000 e
49000. V. outras fazendas baratas no Bazar
Naciunal raa da Imperatriz n. 74.
,Vende-se
Vende-se
urna casa terrea- nova, eom duas- sahis, tres quar-
tos, cozinha externa, quintal murado e cacimba:
na rna de S. Joo n. 77 : a tratar no armazem
n. 67, rua Nova de Santa W:a.
Vende-se
urna calera nova
lia sitio na cidade de Olinda, alm de
ter urna boa casa (k- viveink para grai.de
m chegada hoje mesmo da 'fabrica, familia, lem muhos arvorodos de fructos de
j?T c que anda nao prestou serviro to,ias as qualidades, e excollente agua de
?orSmdc3?e B^.r.'-beber ; a traUr nosta typographia. ,
da, premia para qualquer pessoa ter para sen uso
particular ; quem a pretender dirija-se a rua do
Bom Jess, cutr'ora Cruis n. 15, qae arhar com
quem tratar.
Vende-se um terreno sitaado na Agua-Fra
de baixo, na rua da Generadlo, com 50 palmos de
frente e 470 de fundo, 4 palmo : a tratar ua
9|000.
Chapeos de castor branco, fiaos e copa alta
na rua Dircita n. al, loja de cfcapos.
AOS 5.00000O.
Esto vendaos felizes bilheies da lotera daBv
rua de Horts n. 53 com seu propietario Angelo hia, na caafeliz. do arco da Conattcao, lo^I,
Gomes dos Passns I ourives. no Reciffc."
ourives, no Recife."


^


TV
i

'1
Diario de Pernainblic Quinta fera- lfc' d Abri de 1873.
-
4
m BE FERRO
FSBRICA Di, ______
roa h tata O IRMAO
AVISAM aos Srs. de engeahos e ao publico em gerl, queteem recebido da Europa
grande sortimento de ferragens'para engenho e pura lavoura, e quaesquer outros uses
e misteres da industria agrieol, o que tudo vendera por precos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaDOreS norisontai8s e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra della, os
* melhores que teera vindo a este mercado.
MOendaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS HlOenua para assentar em grades de madeira.
laixas QLC ierro de forro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'agUa de diversos tamanhos.
lOdaS uentadaS de-diversos tamanhos e qualidades.
CocertOS concertam com promptido qualquar obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande ebom pessoal.
EllCOlTiniendaS ^'an(ara v>r por encommenda da Europa, qualquer r.achinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Barao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FUNDICO DE CARDOSO & IRMO
k
Soares Lflfa & Irmos, com lojo de miudezas e perfumaras ra do Ruo da Vic
toria n. 28, pedem muit altencao para os precos abaixo especificados, a saber:
Sapatos de tapete para homens esenhoras
a 13200.
Abotoaduras para coHete a 200 e 320 rs.
dem Mem para punhos a 320 rs.
Talieres cabe de viado 'imitaco) a 33000
a duzia.
Caixa de linlia branca com 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Ma'-o i!o- lita chinea a ;1$000.
PEhTUMARIAS.
Carrafa de agua florida verdadeira a 13200.'
dem idem kanuuga do Japao a l200.
dem idem divina a ia000 e 13200. .
dem idem Magdalena (novidade) a 13500. |
Carrafa com agua de colonia a 500 rs.,
13000, 23000, 43000 e 7$000.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
33500.
Duzia de sabonetesde amendoa a 23500
e 33600.
MILDEZAS.
T jvros i Kedss enfeitadas a 13400.
Uesma de papel pauUidooliso a 23C00,
23800, 33500, 43000 e63000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envclopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
23200.
Duzia de sabonetes com flores a 13500.
SabonetesGlycerim transparentes 13000.
Lindas e elegantes caixinbas de madeira
dem com tnico oriental de Kemp a 13000 com perfumaras do autor E. Cudray proprias
o frasco. j para presentes, assim como de palha e pape-
Mi l'DEZAS. lao.
MODAS E MILDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
senhorasa 103000.
Leques para senhoras a 23000, 43000 e
larga
(novidade) a
para cale,a a
Maros de trancas de caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de Degas de cordo imperial a
320 rs. i 73000.
Duzia de cachimbos pe de gallinha a'1 Vara de fita escoseza
23500. 43000.
dem idem de madeira com tampa a Lamparinas gaz a 13000.
33600. I Groza de botes de osso
Duzia de collarinhos bordados .para ho- 200 rs.
raem a 83000. Grinaldas para casamento a 23 e 53000.
dem idem lisos a 63000. Duzia de baralhos francezes canto doura-
PEHKUMAUIAS. do a 33600.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 13000. dem idem beira lisas a 23500.
dem idem an'qae muito b >m a 400 rs.' Garrafa de tinta roxa extra-fina
Opiata muito boa e fresca a 13, 13500-e Peras de uta de velludo de todas
23000. Idou idem de sarja de todas
Caixa de pos para dentes a 200 rs. e larguras.
dem idem de pos chinez, muito bom, a Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
SOO rs. e 13O00. lote.
Macode sabonetes iuglezes muito supe- Chapeos para senhoras o meninas.
riors a 600 rs. .Luvasde pellica muito frescas a 23500.
a 13000.
as cores,
as cores
h moldara dourada Je todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e zinco, e muitas
Hudezas que seria longo mencionar.
28 Ra do llaro da Vicioria 28

Esmeralda
Acaba de chegar a osle estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas linas, aderecos e meios aderecos com podras fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homens o senhoras, desde o
preco de 403000 at 3003000, sendo estes ltimos de macliinismo-mais aperfei<;oado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 163000 e 40300O.
RIJA DO CABG S*.
MOHESRA MIASTE tfc G.
NDE LIQUIDACAO NO BARAT
1)0
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 12
DE
LourcocoPereira MendesGuim
CASEMIRA PRETA A 23500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta para cal-
cas de homem a 23500, 43500, 53 e 63000.
PAWO PRETO FINO A 23500.
Vende-se panno enfestado proprio para
Al
COLXAS DE FUSTOA
Vende-se colxas de fusto,
23500 cada urna.
COBERTORES DE PELLOS A
Vende-se cobertores de pellos <
calcas e palitts a 23500, 33, 43 e 53000 o a 13200 el 3400.
covado. v .
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 13500.
Vende-se cortes de brim para calcas de
homem a 13500 e 23000.
CHITAS BARATAS A 240 BS.
Vende-se chitas francezas largas, para
SAIAS BRANCAS A KttOL.
Vende-se saias brancas e de i
e 23500.
TOALIIAS A 800 RS.
Vende-se tualhas felpudas propaav jm
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VIAGLNS kl&mk.
Vende-se bolsas para viagensaaXvJBl
e 43000.
LENCOS BRNCOS A 23000 K ftan
vestido.a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.!
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. i Vende-se lencos- blancos a 2-***
Vende-se chita finas para cobert3s a 280 zia.
rs.o covado. GROSDENAPI.ES PRETO A *
ML'SSELINA DE CORES A 400 RS. Vende-se groedeoapkt pato RM
Vende-se rausselina finas, de cores para a 13800, 23, 23500, 39, MOi
1 *3s, ffi'
&, ./Si*. ^
f-%f

g^tja; rwx ^WX^WX K^f'A'^WTw ^\-^i&-k:p-i~-'~ #

^X3

Apparelhos.de mesa de C. Christofle de Paris, fabricante de
plaqueo mais acreditado na Europa, tanto.na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caixa, colheres era duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanbo, galheiteiros, serpentinas, castigaes,
saldrs, fannheiros.etc, etc.
Recebeu tairibem
Grande solimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praea.
Recebe encommenda para o Porto, 'Lyon e Paris.
Eafcrfca de ci-Ramentus iiaraii^iTjius, c iiagcns
sus mwm
Ra de Barao da Vicioria ii. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Arados par.i lavrar a trra.
Carrinhos de.mao.
amas de- ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'srame para fi
Fogoes de ferro.
Baldes de. ferro Chapas de ferro galvamsado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
EM CASA BE SHAW HAWKES t C.
RL'A DO BOM JESS 4.
Obras de ouroe
prata de todas as
quiiidades.

Aderecos de bri
Otantes, einieraJdas <
rubins e ptrolas,
voltasde perola.
NOYA LOJA DE JOIAS
K 2 ARa do Cabug N. 2 A
DE
I i unos H I II no
Vi:hacdo-se com^ietanente reformado este esUbelemouto, e
tendo os ses proprietarios feito uma H^portante acquisio de
joias as mais modernas vindas ao mercado, o dp.qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel pubhco a faaer uma .visita ao seu es-
tabeleciuiunto, afim de apreciar e comprar uma .oa de gosto por
prc;o razoavel.
brande laoo.
\ i
PJ grvalas grandes cora la^o, ahiroo gosto a
HJO: na toja da I^om branca roa da Imperatriz
libras sterlnas.
Paimo de algodao daBaJiia
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender, no e? -riptorio Joaqun Jos
Goncalves Belt-o & Filho, ra do commercw
"^^^erM arraazem d fatewb de Augusto 5".
F. de CTwri> C., ra.dftproercio nlt | Por i*'ie jr. precisa vendse ama ore-
Fo tie ag0*^ da Ban e cal de Lisboa, re- ta de W annos, itit slava Hbem, nao tora i-
eleneat .agado : ha para vender no es- eiisajjranv rutito-MaVaJle 16 -aojaos, boaita
enftooM-Jta^iua Jo Gonedves BoltrSo 4 FI- figura por 00J,o feuntisiau*; na ra de Har-
Ibo,* ra 4o Comroeroo h. o. us, uverna n. 41




Na exposico de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medlhatleouro e a ondecora-
tSo da .Legiuo de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medaiiwi de ouro na expotco de Londres .icreditam
estas machinas.
A
C;ibe-nos o devor ue aur.unciar que a compaiihiadasmaciiiaas do.Hovie do Nova-
York, stabeleceu resta tidade ra o Baro da Mietoria n. 218, m deposito a agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se veaderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeieio i de seu tcabajho,
empregando uma agulha mais eurta com a mesma qualidade de bnha que qualquor outra,
e pela introduecao dos mais aperfei^oados apparolhas, estsmos actuajaentu habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas.do mundo.
^5 vartagensdestasmaeMnas sao as segumtes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova iucontestavel, a
ircumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contero o matrialpreeisopara reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor ric^o enlre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o.ponto como, se.ora feito mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabaibo de,#mbos ns fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemir, ara,vessapdo o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sera modificar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a major faclidfld,e, quapdo se tem de mudar
de agulha ao come^ar nova costura.
Oitava.--Muitas companhias de machinas de justura, t$mi tifio pocas de grandeza e
decadencia. Machinas oulx'ora .populares, sao boje quasi descoobecidas, outras soffretam
mudabas radicaesjarapodereni substituir c.epttetaDtoa eompanhia das, machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe,. roeatre em artes mecbanicas, .tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attaode a.nrQcura, -posto que -a 600 machina
por dia.
Cada machina acorapanhahvreto*wfRu>strMP5de5,ero nortu|uez.
vestidos a 400 rs. o covado.
FL'STAO BRANC0 A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CAvSSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito linas a 3U0
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se eumbraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
covado.
HimroLo fino a wi
Vende-se p,as de inailapoliio, .1
I9BM, W,-b, 7*tti tiMt.
i.GODO A '.T000.
Vende-se per.,, de algudu w as
4r'H0, >?, (&0OO.
AI.I'.OliAO E>FEST.V1)0 \ W* *h-
Vendc-sc algodo enfestado a $$Q HE
metro.
t "^rt> "^* *^> tv- ^rii *i-r* 7ft ti^ ^*^> ^^^. *v-'-*r~-"-oay>'* !.;-< f>^>'<.'^
isS^,'3iM2:>''^i>^s'', ss^ .'--.*-*-"^'X
RAP
ARA
FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MORE1RA
BAHA
& C.
Moreira & C. solicitara a atten^o do pubhco da provincia de 9&m
buco para o rapAra Fina producto de fabrica perteoeento li
do paiz. e cuja qualidade est conbecida perfeitarai'n'ie icrnsl do veri*-
deiroAra Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo alai
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conheceido devidamente apreciado 0>f*p- Afl
Finaos annnunciantes acabara de autorisar seu cente em Pvuaaibwe,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitos de introduceo, a hrs d*
concurrencia, acoinpanhando-a nos abatimentos de proco at on le f r
isso compativel com suas forras.
Os annunciantes esperara encontrar na nobro popularlo l to-
nambuco, o apoio que tm jus a actividade e os esfoiros que >'IUstucK
emprega.lo para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industri*
que at hoje s ao estrangeiio tora aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptor o do Sr. Domics Al-
ves Matheus, ra do Vigario n. Si. As vendas sao feitas em brac
ou meias libras, vontade do comprador.
Pre?o 19000 a libra, com descont de 18 % em porro de 10 libut
para cima.
Baha, il de fevereiro de 1873.
Moreira d' C.
D4fc- -- Tti"tX3C(C

Ra 4,o B.r0 foYictmH *.M.
. "T- i. .-
Lindos vestidos a
Superiores qrtes Je cassa de cor, de organdy e de percaUa com barra e de daos
saias, ac^ropanhados dos competentes ngurinos a 5* cada cQHe. %em na rat Pri-
meu-o de Marc/3 taniga do Crespo) p. 13, kja das columnas d) Antonio Oorrta de lee-
cellos.
ZEO DE JOIAS
K 4 Ra do Cal)u^ N. 4
JOSEPH KRAUSE & C.
DE
GOMES DE MATT0S, IRMAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina.*
vtpder variado sortimento de joias, sendo do brilhnntes, esmeraldas, perol*
e rubios, cora grande reducto de presos, porque recebemos directamuts*
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ba de a-,
lhorem ouroe pedrarias de valor.
Osppoprietarios do MSEU DEJLAS, sero constantes sempre que twv
rem occasiao de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de o*,- <
31USEU DE JOIAS vende seus artigos a pregos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias do alto e pequeo valor, acha-sr
exposico obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e -ir.
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata. para todo *
precos. Ca leas e tranceln de todos os gostos, e tudo o mais que r
manufactura d'ouroou prata.
Sao avisados os senhores de eogenhos, fazendeiros e lavradores, que te-
das as joias sabidas do MLZEL DE JOIAS sao garantidas.
v , por pieya bor^tissiaios :
ssus Droit commercial,
.mm Revolution Prana6e.
Klubcr Droit des gens.
Rogron Coda de conanerce. -
Vattel Droi des geas.
Ventura Ponvi- puWic.
Pqrters Cours de droit natorel.
Lonis Blinc IfetcHre de dix ans.
Aos Srs. de ogcok
Gasa.
Vende-se um sobrado em uma boa
tratar na ra da Imperatriz n. 8, loja.
MEIAS
Amaraj, fabuco & C. ven-
em as seguijites -qualidades
Devendo-se mandar para o fiiu d
saldo dos utencilios provenientes da irhugm i
Monteiro, engaja s os senhores 4c e
aproveitar esta oceaso para Mua
utencilios de primeira {ualiuade, al.' ? .
melhores aul< res de Pars.
1 uma machina de Vacauml de
odas as pertenoas.
2.* qualro filtros grandes.
3." tres eaideiras para cuziokar, a va. <
fundo doeado.
4." uma dita com serpentina de catan,
kilos de peso.
5.* duas turbinas de Caii C
6.* duas cakleiras a vapor, de 71
comprimento, cada uma cora t n\i
7o. uma machina a vapor do 8
or$a, da officina 4 C Starr & ('..
8. urna machina para ralar aburar.
9.* tfiuO formas de uma arroba e
10. Qualro eaideiras para estufas.
11. um montejos.
iO torneiras de <
l. t remos,
(tedias de fio de Escocia: asd:a^^sdecofcre'1
Braac&s, bertas no.paito do p, e bordadas a Chamamos sobre tudo a atten<;ao para
seda, jtara.aaabpra, abertas, para meninas, croa* binas, que ambas sero mais baratas da
e oa cores uara hapieui. t das ingi^cas : a tratar na ra do
K LOeDO hoje _B*rao de S. Borja.
brancas etie oojcs para meninos, meninas, ha-
mens-e senbora?.
MA
Be cores pura i*uinos, meninas horneas a se-
nboeas.
AE SEDA
IAhlMl\ DE WiSmDL
Venem Cunha Irmios 4 C, preat
Carmena e ifaas^ara padres, capeMs mflita- Madre de Deus b. W
res couefaa e bispo. ______ ^ade-se Njio rauta** eai 1
1. B.-OB sentrares que desejare*
yode se dar praxo para paganero.
lio bazar Victna^ ra do Bario da Victoria ta*o per menos precr> do qae en
numero 2. P^te, aa ra da Pniia n. L
<>an\




8
Diario de Pernambuoo Quinta feira 10 de Abril de 1873.
UTTERATBM,
MOVIMENTO LITTERARIO
Vienna, 23-de dezembro de 1872
( Conclusa'.). )
Dignos de ser citados sao mais outros lu-
gares ; mas limitar-nos-hem s apenas a cha-
mar aqui a attengo a mais um. Aceitando
Peregrino pousada, receioso da tempestado
que ameagava na barraca de ura grande fa-
t cinora ladro no meio- d i mato, fu ess bar-
raca investida durante a noite por um tro-
pel de porcos moutezes, aos quaes o ladro
vencido pelo meJo, tomn a principio por
urna escolta que vinha, com o capillo do
mato, a prende-lo. A scena do temporal
pelo autor bahiano assim descripta :
J naquella hora eslava descarregaudo
a tempestade : gemiam as arvores com o
peso d'agua, estalavam os ramos com os
bramidos do v nto, cahiam as folhas com
o abalo da agitago do movimento; tu-
do eram relmpagos e trovos; e vend-
me cm trra, me considerara em mai ;r
risco do que se no mar estivera, p r
temor que algum madeiro cahisse em cima
da barraca, e servisse de instrument i de
castigo, etc.
Porm, como amos dizendo, o ^utor fi-
gura-se que lizera urna jornada ao serto ;
o que esta narrando a um respeitavel ancio,
que diariamente encontrava no passeio da
Victoria, junto da cidade da Babia, du-
rante essa jornada, se tura successivamente
encontrando em presenga dos abusos que
se prope espancar; e come<;a pelos que
envolvem falta de cuinpriuientw do cada
um dos dez mandamentos da igreja, levados
pela sua respectiva oidem. Se esta circuios-
tancia faz perder a narrago em interesso
p .r lhe diminuir a verosimilhanga, o
mesino inturesse resarcido com a allegago
de muitos fectos narrados pelo autor como
succedidoseffectivamente, especialmente as
villas do sul da capitana da Babia, que o
autor inelhor conbecia.
Como falta do observancia ao disposto no
primeiro mandamento considera desde logo
o severo autor os abusos dos pret s com as
praticas de seus ealundunt e auigillas. Fi-
gura pois que, pousando em casa do pri-
meiro morador alffl ila Cachoeira, passara
a noite desvellado, em virtude de milita
bulla de tabaques, pandeiros, canzs, bo-
tijas o castanhetas.Ao amanhecer, per-
guntado pelo dono da casa como passara,
queixou-se lhe o hospede do occorrido ; ao
.que respondeu o morador haver sido essa
bulla causada pelos calutuluns dos seus
pretos.
Que cousa calunduns *, pergun-
ta o Peregrino.
Sao uns folguedos ou advinhages
(respondeu o morador) que dizem estes
pretos que costumam fazer as suas trras
e quando se aeham juntos : tambem usam
delles c para saberem varias cousas ; co-
mo as doencas de que procedem, e para
advinharom algumas cousas perdidas e tam-
bem para terem venturas em suas cagadas
e lavouras; e para outras muitas cousas.
Julgamonos dispensados de transcrever
quanto no livro se segu. Cada qual pode fa-
zer idea de como logo o Peregrino aprevena-
ra a occasio para metter em escrpulos o
dono dos pretos, provando-lhe que aquel-
las ruidosas praticas eram verdadeiros ritos
gentlicos contrarios sua f o dos seus
escravos,
O resultado foi proco lcr-se nada menos
que a fazer-se urna fogueira, onde foi por
vez estourartodaa catinguentainstrumental.
Vai o autor destinando a tudo quanto
concerne a cada um dos mandamentos,
um 'lia da sua jomada ; comei;ando-o de
ordinario com alguma descripcao de nossas
secnas, que, c mo era natural, se lhe de-
viam apresentar u i caminho, N'uma des-
sas descripges contempla, em um romance
de 24 quadras, as nossas aves cantoras ;
sendo essas quadras, nao em rimas, mas
em ass antes agudas ou de urna s vogal
obrigada. Em um post-escripto do apn-
dice ao o" volume do Florilegio ( pag.
103 a 136] ri-produzinos, na integra este
romance, cuja primeira quadra diz as-
sim :
l. cantava o sabia
Um recitado de amor
Em doce metro sonoro
(Jue s mais aves despertou.
Recommenda-se igualmente a descripcao
de urna grande e bella cajazeira, a qual,
sobrevindo urna tempestade foi esgalhada
por um raio; e digna de ser citada e
transcripta, a proposito de falta de observan-
cia do 7o mandamento, a conversado en-
tre um vendeiro e o seu escravo, ouvida
pelo Peregrino, quando o julgavam entregue
ao somno,
Perguntou ao escravo o seu senhor quan-
ta :igua deitra naquelle dia no vinho e
mais bebidas que vender T Respondeu o
escravo que no vinho deitra duas caadas
d'agua e no vinagro tres, e que tambem
caldeara a agurdente do reino com a da
trra. E logo (prosegue o Peregrino ] per-
guntou mais o vendeiro se calcara com os
de-Ios o fundo da medida de folha de Flan-
dres em que media o azeite. ? E final-
mente se lngara o vinho de alio na medida
para se derramar e parecer que estava
cheia. 1 A tudo respondeu o pobre es-
cravo mu ao gosto do vendeiro, e o leitor
far idea do sabosinho que no dia seguinte
chupara este ultimo, que se mostrara mui-
to secco, apezar de vender molhado.
Nao acabou o Peregrino era quanto o
nao deixou de todo convertido, o que Deus
lhe pague.
A proposito da guarda dos demingos e
festas, entra o autor em mui justas e sau-
daveis consideraveis contra os senho-
que em esses dias outorgavam de
pos: pois para convencer ao gosto dos
tediosos de lerera e ouvirem ler os livros
espirituaes, sao necessarios todos estes aoe-
pipes etc.
Concluindo o Peregrino com quanto res-
peitava ao dcimo mandamenti no vigsi-
mo capitulo dessa sua jornada-novella, de
propsitos to altamente louvaveis e mo-
raes, prosegue o seu livro com oito captu-
los mais : contendo o primeiro delles alguns
preceitos de hygiene, tanto corporal como
espiritual ; o inmediato c >m alguns conse-
lhos para se fazer um testamento penitente,
etc. No XXM o Peregriuo, pro eguindo
ainda na jornada, vai parar em meio de
um campo, n'uma vivonda e igreja, com
cujo pancho, que era um respeitavel an-
cio, entra n'uma prattea a respeito dos
lotes indispensaveis em um bom sacerdote,
algando a voz contra certos pregadores
missionarios, que costumam ir s Minas, e
a esses sertes, mais levados dos inieresses
do ouro e cabodaes, que do zelo de servir a
Deus e ao bem das almas.
Antes de chegar a essa igreja e vivenda,
atravessara o autor um cerrado bosque; e
nelle, descansan lo junto a um regato, vira
passar, quasi a um tiro de pedra perto, urna
anta, perseguida por um tigre, o qual por
fim ailou, dando lugar seguinte exclama-
io do mesmo autor. :
Quem haver no mundi que esteja 1-
vre de ser accommeltido de um perigo e
assaltado de um contrario,ainda que traga
urna coura de anta e viva cm um deser-
to I
Nos dous imme Hatos captulos (21" e
nos, que teria, se effectivamente nascera em comarca ; isto porque este funeciona por si
1652. mesmo e tem deveres a cumprir em todos os
Era todo caso, temos por quasi ^Seguro termos, como servico do jury etc., ao passo
que a 2.a edicto de 1760, sera Inhuma que era todos os termos reunidos ha supplen-
differengada anterior foi, coi a iBocipio tes dos juizes municipaes, com attribuiges
dissemos j posthma ; nao duvidammque proprias, cujo exercicio nao pode ser inter-
primeira tivesse ido assistir a Msboa o pro- rompido, pela presenga do juiz letrado, que
prio autor, que como havia declarado ter- nao pode ausentar-se de dentro da villa ou
minantemente ao Tempo, por despedida no cidade, cabega do termo, como confessa o
passeio da Victoria ia habitar outro lugar fez o reo, juiz municipal, bacharel Praxades
sem ser a Bahia. Morreriaem Lisboa ? Deus Theodlo da Silva, que assim procedendo,
o sabe.
Talvez que futuras indagages nos pos-
sam vir a subministrar dados mais positi-
vos acerca da biographia quasi mysteriosa,
deste nosso alias mui notavel'escriptor, que
tanta honra faz ao Brasil. Elle o pro-
prio que nos diz que, ainda que se nao gra-
duara, havia estudado o direito. Mas onde,?
Em sua propria casa ? No seminario ? Ou
em Coimbra ? A este ultimo conceito pro-
pendemos ao vedo, no seu livro, bastante
conhecedor das cousas de Potugal. O que
temos em todo caso por sem duvida que
nunca chegou a ser sacerdote: e nao sabe-
mos onde um nosso fecundissimo escriptor
tal ouvio para o nomearcomo padre.Nuuo
Marques Pereira.
Nao concluiremos esta noticia sem reffec-
tir que o livro do Peregrino da America,
apezar dos seus mritos de linguagem e ri-
queza de vocabulos, que hoje podera todos
nelle reconhecer, especialmente as cousas
do Brasil, foi dos poucos impressos que dei-
tornou-se carecedor de punigo.
Em vista, pois, do exposto pronunciado,
corno pronunciado lica o juiz municipal ba-
charel P. T. S. iucurso as ponas do art.
154 do Cod. Cr., condemnado como con-
demnado tiev. ao pagamento da multa de cen-
to e vinte e cinco mil ris ; mando ao escri-
vo que, feitas as intimages, lance o nome
do reo dito juiz municipal, bacharel Prxedes
Theodlo da Silva, no rol dos culpados, do-
pois do que de vista dos autos ao l)r. pro-
motor publico, para ser cumprido o dispos-
to no art. 401 do Reg n. 120 de 31 de Janei-
ro de 1812 ; sendo que, antes de assim o
fazer, extraa urna certido authentica desta
Matonea, quera m'a l apresentar, com ur-
gencia. Ciato, 24 de setembro de 1872.
Processo da respnivtubilulade : queixoso
Lucio Aurelio Brigido dos Santos, querellado,
o juiz municipal, bacharel Prxedes Theo-
dlo da Silva. Vistos estes autos nos quaes
a fl. est a petigo ao escrivo do geral do
termo de Misso Velha, Lucio Aurelio Brigi-
xou de ser contemplado no incorrecto e ca- do dos Santos, em a qual so quexou elle do
res
descanso aos escravos; o que lhe d occa-
sio a recommendar como deviam estes e
as escravas ser tratados bem e com carida-
de ; e at a exclamar : Ver a vida e a lida
de muitos lavradores do Brasil cora seus
escravos faz pasmar : e parecem mais ho-
mens faltos do uso da razo que racionaes
9 christos!
E, se nao, vede. Amanhece o dia.
etc.
Recommenda-se muito o nosso autor, au-
tor, como j antes deixamos consignado,
pelo methodo e naturalidade com que sou-
be dispor as ideas, parte esta que exclusi-
vamente lhe pertence.
De intento impregou elle nisso tanta arte,
reconhecendi, como diz no prologo, que
at Jess Chnsto prefirra o uso das parbo-
las, tratando solida doutrina com os ho-
mens, para melhor os persuadir ; e que
25a) trata o Peregrin da America de
assumptos espirituaes,. do que observou na
greja, lo modo como devoraos bem orar,
etc. No capitulo 26' bem introduzido
um uovo interlocutor, d'entre os que se
achavam no alpendre da igreja, o qual con-
tando o que lhe passara era urna jornada
que lizera Bahia, inactiva certos abusos e
ridiculos que na cidade presenciara na jus-
tiga, n s meirinhos, escrives, advogados,
mdicos, ecclesiasticos e sargentos de infan-
taria ; conspira-se contra o uso, ento ge-
ral, das cabelleiras postigas e a vaidade de
se annuuciarem os enterres d >s ricos por
meio de dous escravos vestidos de farriccos,
e a pratica do serem as boticas como aspe-
cies de hermidas, etc.
Neste capitulo dedica mais de duas pagi-
nas tratando dos poetas, cuja arte nao dei-
xava de ser de grande trahalho o quebra-
dero de caneca, bem que p meo provei-
to material dsse aos que a oxerciam ; mo-
tivo porque aos tnesmos poetas muita gen-
te os tem por loucos. E sem duvida se
lembraria Nuuo Marques do seu compro-
vinciano Gregorio de Mattas, que haveria
pessoalmente eonhecido quando accrescenta-
va que grangeava muitos mimigos o poeta
que dava em ser maldizente e satyrisan-
te... alera de se expor s notas do vulgo;
parque os ignorantes os motejara, os crticos
os reprovara, os polticos os vituperam e
s os discretos os louvam.
No capitulo 27." cpia-se urna carta es-
cripta de Lima ao presidente de Charcas,
descrevendo o horrvel terremoto que asso-
lra a capital do Per, em (igual latitude
que a Bahia) no mez de Outubro de 1687;
e finalmente, no 28. e ultimo, se revela
que o venerando interlocutor a quera, no
passeio da Victoria, o Peregrino fizera a sua
narrago, era nada menos que o tempo bem
empregado ; o qual lhe d muito bons con-
selhos contra as tentages, avultando-lhe a
elicacia de urna conlissao bem feita e o pro-
veito da leitura dos livros edificantes.
Desse ancio so despede por lim o Pere-
grino, por lhe ser preciso ir assistir a outro
lugar; prometiendo-lhe poremque o torna-
ra a buscar para proseguir em semelhan-
tes praticas, quando tivesse a dita de ver ap-
provadas as suas opinioes, as quaes, com
rendida vontade, sujeitava corrocgo da
Santa Madre Igreja.
De semelhaute contuiuaro da obra, ne-
nhuma outra noticia possuimos; e s sim
a certeza deque, se acaso se escreveu, nun-
ca chogou a publicar-se. Mais rica seria,
sem duvida, a nossa litteratura se a possuis-
semos ; mas tambera certo que anda sem
elle, o tomo nico do Peregrino um li-
vro acabado. E na mencionada continuago
ninguem pensara se quer, se o proprio au-
tor no-la nao houvesso espontneamente in-
culcado.
Cremos que urna tal segunda parte da
obra, se se houvesse publicado, nao teria
menos interesso que a irapressa; pois nella
nos justificara o autor outros vicios e abu-
sos praticados as proprias Minas.
A causa porque tal continuago se nao
chegou a publicar seria porventura a de
nao ter o autor, em razo da sua idade j
avancada, sobrevivido muito publicago
do volume que acabamos de analysar. Le-
mos algures que o mesmo autor nascera
ern 1632; e sendo assim, era 1728 deyia
contar j seus 76 annos. De que o dito
autor nao fdevia ser j muito joven te-
mos a confirmago no fado de haver elle,
segundo se deprehende do texto de seu li-
vro, eonhecido e apreciado o arcebispo D.
Fr. Manoel da Resurreigo, varatojano,
quando pouco antes de fallecer, em 1691,
foi de visita s villas do sul da capitana.
A respeito desta visita d-nos o Peregrino
tantas noticias e pormenores que chegamos
a desconfiar que houvesse elle sido um dos
da comitiva. Do porto da Bahia passou o
arcebispo ao dos Ilheos por mar ; e dahi,
atravs de 20 leguas de longas praias e al-
tas serranas ao Rio das Contas; d'onde
proseguio at a villa de Camam, distan-
cia de 14 leguas, por speros campos e rios
caudalosos; onde se demorou visitando,
pregando, chrismando e at confessando.
Dahi passou s villas de Boypeba e do Cay-
r, patria do autor, Forga do Morro, villa
de Jaguaripe, e igrejas do reconcavo at a
Cachoeira ; com o fim de ir, segundo lhes
dissera, descansar no templo de Belm ; se-
gundo efectivamente realizou, fallecendo
logo, e ficando ah sepultado.
Vem toda esta digresso a proposito do
empenho com quenesse templo dos jesutas
fundado pelo padre Alexandre de Gusmo
para todos liberal, verdadeiro, cortez, affa-
vel, desinteressado, magnnimo, prudente,
attento s aeges, no animo constante, sem-
pre no semblante igual ; o Peregrino quiz
visitar e saudar, na capella-mr, a sepul-
tura do mesmo veneravel prelado, ao
qual tinha ainda mui presente na lerabran-
ga desde o tempo que o vira em sua vida e
dos grandes fructos espirituaes que obrou
com sua santa doutrina e bom exemplo.
A' vista destas expresses, de toda evi-
prichoso catalogo denominado da Acade-
mia (Revistadas Sciencias de Lisboa) de
livros a ler para a composigo do dicciona-
rio da lingua portugueza. Talvez poriss i,
e tambora por nlo se haver podido aprovei-
tar ainda do mesmo livro o erudito Bluteau,
para o seu diccionario impresso antes de
1728, to pouco o pona em contribuigo o
lexicograph'i Monos e Silva, que, como fi-
Iho do Brasil, o houvear sabido apreciar,
se tivesse delle tido conheciraento. Em todo
caso tera spor certa que, se houvesse lido
o nosso Peregrino, nao teria deixado de se
lembrar de introduzir no diccionario a pala-
vra calundum, to conhecida e vulgar no
Brasil, como se lembrou de admittir a sua
parceira (igualmente de origem africana)
guigila ; adoptando at por sua propria au-
toridade, alias para nos mui valiosa, o ver-
bo quigilar.
Quando os proprios escriptores nacio-
naes se descuidaram tanto de attender aos
mritos deste nosso autor, nao para admi-
rar que o seu nome seja buscado em balde
nos thesouros bibliographicos estrangeiros,
taes como os de Gradesse, Brunet e Denis
(com Pingon e Martonne). Nao fallamos em
Wolf porque, na parte antiga, pouco mais
fezque aprveitar-so da comida feita que
achou no Florilegio, o qual to pouco ha-
via contemplado a este autor; e na contem-
pornea, limitou-se a suffocar, aos que pes-
soalmente conhecia, com thuribuladas de
rasteira adularn; reservando para os de-
mais a por por escripto o que ouvia, e mais
de urna vez a publicar sob sua autoridade,
em vez de criticas justificadas, alguns co
cinchares da maledicencia e da inveja.
Bar\o de Porto Seguro.
JURISPRUDENCIA.
COPIA. Juizado de direlto da
comarca do <'ra'to.
Continuago.
Processo de responsabilidade, ex-officio :
reo o juiz municipal bacharel Prxedes Theo-
lulo da Silva. Vistos estes autos depre-
hende-se dos mesmos, que o reo passara-se
ao termo de Misso Velha, onde exerceu func-
ges ile seu cargo, sem o poder fazer, dei-
xando assim de cumprir o disposto no 2.
art. 85 do Reg. mandado executar pelo de-
creto n. 4,824 de 22 denovembrode 1871.
Nao podendo o juiz municipal ausentar-se
da sua residencia legal, marcada dentro da
villa ou cidade, cabega do termo, commet-
teu o reo urna infraego do Reg. citado, au-
sentndole desta cidade, sem licenca, como
o fez, o que consta do documento a fl. e de
sua resposta a fl. Em vista, pois, do ex-
posto o considero sujeito, a multa de
1255JOO0, a cujo pagamento o condemno e
mais ainda o considero incurso as penas do
art. 154 do Cod. Cr., por haver deixado de
cumprir o disposto no 2." art. 85 do Reg.
j citado, denotando com o seu acto igno-
rar a existencia de semelhante disposigo,
que lhe cumpria observar ; pelo que o pro-
nuncio incurso as penas do referido art.
154 do Cod. Cr. e o sujeito a livramento ;
pagas as custas, por si.
Comquanto no referido art. 85, cima ci-
tado, nao esteja precisada a responsabilidade
criminal do juiz municipal que deixa por
ausencia a sua residencia legal, sem licenga
para faze-lo, quando no 1. do dito art.
est precisada semelhante responsabilidade,
para os juizes de direito, em idnticas con-
diges; outra cousa seno pode deduzir
que nao seja no sentido de considerar-se um
facto como consequencia do outro ; isto
que, quer o juiz municipal e quer o juiz de
direito que deixar a sua residencia legal, es-
to sujeitos nao s a multa de cincoenta a
duzentos mil ris, como mais a responsabili-
dade criminal, procreada, pela lei criminal.
Se, assim nao fosse, deveria entender-se que
o prom ;tor publico, abandonando a sua re-
sidencia legal, nao commetteria um crime ;
pois o referido art. 85, creando para o mes-
mo a obrigago de residir dentro da villa ou
cidade principal da camarca, deixou entre-
tanto de impr multa era tal caso e de indi-
car que dito funecionario, assim procedendo,
ficaria sujeito a responsabilidade criminal;
o que seria um absurdo e isto repugna aos
preceitos jurdicos, dos quaes, na especie,
outros sao os corollarios. Tambem se nao
pode entender o disposto no 2." do art.
85 mencionado, como parece o entender o
reo, quando diz que tendo jurisdiego nos
tres termos reunidos desta comarca, poderia
passar-se a qualquer dos mesmos, quando o
servgo puolico o oxigisse, sera dar satisfa-
ges (de parte a impropriedade da palavra^
juiz municipal bacharel Prxedes Theodlo
da Silva, pelo acto de susponso contra si
decreta la, sem motivo que a justifique.
Considerando que o juta municipal querella-
do nao podia passar-so ao termo de Misso
Velha, para alli praticar actos do sua juris-
diego, em vista do 2. art. 85 do Reg.
mandado executar pelo Dec. n. 4.824 de
22 de novembro de 1871 Considerando
que ainda quando isso nao lhe fosse velado,
nao houve motivo para a suspenso do quei-
xoso : pois que este nao desohedeceu ao
querellado o sim duvidou cumprir urna or-
dera sua, declarando que commetteria a este
juizo, para evitar ncorrer em responsabili-
dade. Considerando mais que caso fosse a
recusa do queixoso um acto de verdadeira
desobediencia ao querellado, no exercicio de
seu cargo, a este nao competa impr urna
pena, sem processo e forma de juizo c sim
depois, de verificada a desobediencia, cuja
verificago nao competa e nem compete ao
querellado, e sim ao respectivo supplcnta.
Considerando ainda que o q-iorellado proce-
dendo por tal modo excedeu os limites das
funeges proprias do emprego. Consideran-
do tambem que o acto da suspenso ma-
nifestamente illegal : Julgo, por tudo isso e
mais por quanto dos autos consta, ao que-
rellado, bacharel Prxedes Theodlo da Sil-
va, juiz municipal dos termos reunidos des-
ta comarca, incurso as penas dosarts. 139
e 142 do Cod. Cr., e o sujeito a livramento.
0 escrivo lance o nome do reo- no rol d ts
culpados e no mais cumpra o seu regimen-
t. Seja cumprido o disposto no art. 401
do Reg. n. 120 de 31 do janeir > de 1842,
depois de extrahida, para ser me presente
com urgencia, urna certido da presente sen-
tenga, que o escrivo ter por publicada em
seucartorio. Crato, 26 de setembro de
1872.
Recurso crime: recorrente, o juiz munici-
pal do Crato, recorrido o juizo. O recorren-
te na falta de allegages procedentes, con-
tra a materia da sentenga, classifica de il-
legal e injuridica e offerecea considerago do
egregio tribunal, cuja illustrada attencao in-
voca, a sua resposta, cujo contedo em nada
pode concorrer para o fim a que se propou
o mesmo recorrente ; isto obter reforma
da sentenga recorrida. O egregio tribunal
sabe que convin sejair. as lois e os actos
emanados do poder executivo cumpridos no
interesse da sociedade e do proprio infractor,
e essa obrigago deve tanto mais sor satisfei-
ta cora severidade, quando se trata de actos
provocados pela opinio geral do paiz, que
pedio reformas promptas da lei de 3 de de-
zembro de 1841 o do Reg. n. 120. Cabe,
por minha parte, chamar respetosamente a
attengo do egregio tribunal da relaco para
a integra da sentenga recorrida, na qual es-
to expostos os motivos, que autonsarain a
pronuncia do recorrente, por se haver este
ausentado desta cidade, lugar designado para
a residencia dojuiz municipal, deixando de
cumprir o dispsto no 2." art. 85 do Reg.
n. 4,824 de 22 de novembro de 1871.
Antes de estar emexecuco a lei n. 2,033
de 20 de setembro do dito anuo, havia sido
estabelecido no art. 4." do Dec. n. 876 de
24 de margo de 1842 que os juizes munici-
paes, que ti vessem mais de um termo sob
sua jurisdiego, residiriam succcssivamenic
em cada um delles, segundo as exigencias do
servgo publico e as ordens que lhes fossem
transmettidas pelo presidente da provincia.
Tendo caducado semelhante disposigo com a
existencia do Reg. n. 4,824, nao podia, por
isso, o recorrente ausentar-se desta cidade
para, sob pretexto de exercer funeges de
seu emprego, passar-se para outro termo, o
que constitue urna verdadeira ausencia do
lugar designado para no mesmo residir. A
nao ser assim dar-se-hia que o juiz municipal
de termos reunidos nunca se ausentara do
local designado para a sua residencia habi-
tual, pois allegara sempre necessidades do
servgo, como no presente caso, sem que of-
ferega urna prova para garantir a sua pala-
vra, que nao tem peso. Se o recorrente ti-
vesse praticado algum acto que pudesse ser-
vir de garanta a sua allegago, por certo que
o teria apresentado.
E se o nao fez, ou porque o nao praticou
ou porque foi clandestino : esta hypothese
aceitavel, porque corre, como certo, que o
recorrente fra ao termo de Misso Velha,
tomar urna justificago clandestina acerca
de negocios eleitoraes, nos quaes tomou elle
urna parte activissima, se nao foi a figura a
mais saliente, nao obstante as recommenda-
ges do governo imperial e da presidencia.
O tempo far a luz acerca deste ponto. Os
motivos da pronuncia sao sem conlestago
jurdicos e os tenho comosufficientes para au-
a quem quer que fosse, com tanto que nao torisarem urna prenuncia, e emqanto nao
mudasse de residencia ; poisnSo s o Reg. houver urna decisao em contrario, do su-
no faz distinego do juiz municipal de um penor tribunal da relago, ire dividindo,
ou mais termos, como sabiamente prevenio assim applicando nesta parte o Reg.
nos recursos, como o o nao constar dos au-
tos, se o recorrente est preso ou alliangado,
sendo caso disso, como tem decidido esse
egregio tribunal. Nao pode aproveitar ao
recorrente o disposto na parte nica art. 58
do Reg. n. 4,824 de 2^ de novembro de
1871, por ser a falta toda sua e s sua ; pois
que a infomnaco de que trata o referido art.
443, que formalidade substancial, deveria
ter sido solicitada, polo proprio recorrente,
a quem nao devia ser estranha tal formalida-
de pelo que esse egregio tribunal, como de
justiga, nao de ver tomar conhcimento do
presente recurso. Crato, 27 de setembro
de 1872.
Recurso crime: recorrente o juiz munici'-
pal, recorrido o juizo. Poderia este juizo li-
mitar-se a offerecer ao Ilustrado criterio do
egregio tribunal quanto consta dos autos,
se tivesse smente de attender as poucas pa-
lavras escripias a fl., as quaes sao denomi-
nadasrazos de recurso Mas como cou-
vm indicar nullidades insauaveis, passarei a
fazer ponderaras nesle sentido. Em oulro
processo instaurado ex-ollicio contra o re-
currente, chamei respetosamente a attengo
do egregio tribunal para a falta do cumpri-
menlo do art. 443 do Reg. n. 120 de 31 de
Janeiro de 1842 ; falta queso encontra nes-
te procjjso, como se verifica da peligo dein-
terposigo do recurso, na qual se nao encon-
tra a iiiformagao de que trata o referido arti-
go, condico essencial para poder ser tomado
em considerago qualquer recurso, que
considerado como nao interposto, dada se-
melhante falta, sendo que nessa conformi-
dade ha decidido o egregio tribunal, a cuja
illustrada decisao sobem os prosentes autos.
Ooscrivo para inteiro cumplimento da sen-
tenca de pronuncia tire traslado dos autos de
II. a II. e juntando aos originaos de (1. at fi-
nal faca remessa, depois da tudo autoado ao
egregio tribunal da relago, perante o qual
j expuz os motivos pelos quaes tenho resol-
vido fiquem no cartorio os autos origiiiiies,
quando interposto recurso em processo por
crime de responsabilidade. Crato, 18 de
outubro de 1872.
Processo crime. A. a justiga publica,
R, Joo Damio de Paiva. Cabendo o co-
nhcimento do facto criminoso na algsda
do juizo da culpa, por quanto dispe a pt.
un. art. 1!) da lei n. 2033 de 20 de setem-
bro de 1871 ; mando ao escrivo que faga
estts autos conclusos ao juiz municipal,
para que seja observado o disposto no art.
48 do Reg. n. 48*4 do 22 de novembro,
expedido para a execugo da referida lei,
sendo organisado o processo na forma esta-
belecda. Misso velha, 30 de abril de
1872.
Recursos ex-officio, Crato. Vistos e exami-
nados estes autos, verifica-se que a offemlida
Maria Hel-na da Conceigo soffrera ferimen-
tos graves, corpo de delicio a fl., e dos quaes
fradenunciadoautor Ananias de tal, denun-
cia a fl e para quera pedio o promotor publico
a pronuncia no art. 205 do Cod. Cr. ; sendo
que alm do auto referido, foi junto de-
nuncia outro, pelo qual consta a existencia
de ferimentos leves, praticados na pessoa de
Raymundo Pedro de Oliveira, sera que na
denuncia se trate de taes ferimentos e me-
nos se indique qual o autor dos mesmos.
No correr da formago da culpa ficou veri-
ficado que Ananias convidara em certo dia
a Braz de tal, para espancarem ao otlendido
Raymundo, ao que o mesmo Braz se nao
prestara: mas que seguindo ambos, encon-
traran! aos offendidos o nesse encontr o
olfendido Raymundo, que estava armado
com urna espingarda, depois da troca de
patarras, aponta a arma para Ananias, e
lhe diz :perdeu o tiroe isto porque este
conduzia urna pistola. Nesse momento
Braz descarrega contra Raymundo urna ca-
cetada que o prostra, aoque acudindo Maria
Helena, mi de Raymundo, espancada e
ferida por Ananias, que se servio de um fa-
i o tomado a Raymundo, depois deste pros-
trad i por torra.
Dados os tactos, cuja existencia est com-
provada nos antos a II e 11, antes de denun-
ciar deviria a promotor publico zelando, co-
mo lhe cumpria, os interesses da justiga,
verificar se o oflendido Raymuii lo estava as
condigoes de por si promover a punigo de
seu otlonsor, e, ento, ou dar queixa, por
parte do mesmo oflendido, ou nao juntar
denuncia o auto de fl., com o qual nao se
oceupou.
Verificado, porm, no correr do presente
processo que Ananias fra o autor dos feri-
mentos praticados em Maria Helena, sendo
auxiliado de modo patente pelo companhei-
ro Braz, o que equivale a concurrencia di-
recta, ao promotor cumpria opinar pela
pronuncia de Ananias e Braz, como lncur-
sos as peos do art. 205 do Cod. Cr. aquel-
le como autor e este como cmplice, ca-
bendo applicar quant ao mesmo Braz, o
disposto no art. 35 do Cod. Cr., eno opi-
nar pelo modo que o fez a fl.. quando de
sua denuncia nada ha que possa autorisar o
seu podido, que contra dire'to. Porquan-
to fica exposto, tomo conhcimento do pre-
sente recurso, para o fim de confirmar a
pronuncia de Ananias de tal, como incur-
so as penas do art. 205 do Cod. Cr., pe-
los ferimentos graves, que fez na pessoa da
offendida Maria Helena, e reformo a raesma
pronuncia na parte que considerou a Bcaz
de tal incurso as penas do art. 201, e o
pronuncio com > incurso as penas do re-
ferido art. 205, cembinado com o art. 35,
j citados ; pagas as custas pelos reos, cujos
n-mes o escrivo lngara ni r 1 d.s culpa-
dos. 0 juiz da culpa faga expedir manda-
do de prisa) em duplicata c ntra os reos,
se estes estiverem dentro do termo e carta
precaturia, se fra.
Cerno quer que possa verificar-se nao
poder o oflendido Raymundo promover a
punigo de seu offensor, o escrivo ostraia
deste processo o auto a fl., e entregue ao
promotor publico, para este verificando as
condigoes de Raymundo, se habilite a pro-
mover a punigo d offensor do mesmo.
cas) nao possa elle faze-lo. Crato, 4 de
maiodel872.
para a certido da sentenga, pela qual foi
condemnado o supplente do delegado do
termo desta cidade, Salustiano Pereira Maia,
cujos fundamentos os tenho como jurdicos
e sullicientes para autorisarem semelhante
acto. Se a infraego da lei um crime, e o
recorrente commetteu diversos, a sua pro-
nuncia foi ura acto de justiga e de alta mo-
rahdade, pois preciso fazer coinprehender
que dever rigoroso da da autoridade res-
peitar a lei e nao fazer d'esta um instru-
ment proprio para favores a protegidos.
0 superior Tribunal da Relacio em sua
alta sabedoria resolver como julgar de jus-
tiga. Crato. 8 de mao de 1872.
(Continuar-se-ha.)
VARIEDADE
CONJEMNACAO A' MORTE. -No tribu-
nal de Anvers, foi condeninada morte no
dia 1' de margo, urna raulher chamada
Jeanne Jacob, aecusada de ter matado o ma-
ndo.
Os instrumentos com o que o crime fora
perpetrado eshvatn ainda manchados de
sangue, sobre urna mesa.
A mulher, ao entrar na sala da audien-
cia, tevo um deliquio ; e durante a discus-
so da causa, que durou dous das, quasi
sempre esteve a chorar. Perseverou em ne-
gar o crime.
Foram inquiridas trinta testemunhas.
A sentenga declara que a execugo da
condemnada tenha lugar n'uma praga pu-
blica de Anvers.
Ha muito que nos tribuuaes belgas M
nao lavrava urna sentenga de morte contra
um individuo do sexo feminino.
FLRTO IMPRTATE.Referem os jor-
naes fiancczes, que o Camptoir d'escompl'
foi victima do outro importante furto.
Confiado o gerente na recommendago de
um dos freguezes daquelle estabeleciinento
de crdito, descontou a um Sr. fulano, que
se inculcava fornecedor militar, saques no
valor de quairocenlos e vinte mil fran-
cos.
O esperto ladro apresentar em prol da
sua asserg), uo pequen) numero de cartas
aecusando a recepgio de valiosos forneci-
raentas, que se figuravam realisados a va-
rios regiraentos do exercito fraucez.
Era tudo falsificad.
O ladro pode fugir antes de se dar pela
ladroeira.
Reunindo esta subtraego de agora que
foi feita por ura tal Marcotte, somma a ba-
gatella de um milho e duzentos mil francos
que dentro de um curto lapso de tempo se
escoou dos cofres do estabelecimento para a.-
mos de afortunados ladros.
ROCHEFORT.=0 celebre revolucionario
Mr. Rochefort, um dos membros da com-
muna de Paris, nao partir por ora para o
seu degredo.
Os mdicos que foram mandados inspec-
cionado, declararan) que o estado de sa-
de do preso demandava grandes cuidados, <*
conseguintrnente nao estava era circuns-
tancias de fazer a viagem Nova Celedo-
nia.
TESTAMENTO DE NAPOLEAO.Coala
um peridico estrangeiro, que o testamen-
to de Napoleo III acaba va de ser homolo-
gado em Inglaterra.
A fortuna pessoal do testador aproxi-
madamente de qiiinhentosequarenta cont-
ile ris ; os quaes elle deixou inteiramente i
imperatriz.
A seu filho legou nicamente.. .a sua co-
ra imperial.
REPRESSAO. O governo francez enten-
deu por conveniente mandar supprimr o
peridico L'AttembUe nationale.
NOVO PROJECTO DE LM CAMINHO DE
FERRO.Os trabalhos preparatorios para
o projectado caminho de ferro entre Jalla e
Contantinopla esto concluid s. Os plano-,
e orgamentos f .ram entregues ao ministro das
obras publicas do grao turco, no dia 7 do
corrente.
Assegura-so que a empreza signicou tanto
ao papa, como aos chefes das igrejas grega.
armenia e judaica, que sero dados gratui-
tamente, todos os annos, 1,500 bilhetes de
ida e volta a Jaffa, destinados ao transporta
dos peregrinos pobres.
A MULHER MATANDO O MARIDO.Em
Charlesworth (Inglaterra) urna mulher cha-
mada Rowhotham, tendo estado muito tem-
po na taverna, voltava para casa j de n u-
te, Na escada encontreu o marido e co-
megaram ralbando, 'ahi resultou dar a
mulher um encontrio no marido, langando-
o pela escada.
Da queda resultou-lhe a morte quasi in-
mediata.
A polica tomou conta da suicida e a en-
tregou justiga.
n.
essas exigencias do servgo publico, entre eu-
tras disposiges, com a materia da pt. un.
4,824. A inexecugo das leis e regulamentos
um grande mal em si e gravissimo quan-
uiai necessario se fazia isso em nossos tora- t'eiio", uiu4lf*ifu'
do art. 73. Eem parte alguma precisa a'do sao os propriosexecutores, os que des-
hypothesedepassar-seojuiz municipal, para prezam taes disposiges. E crear actos se-
um ouire termo, quando tiver mais de um melhantes, para tornarem-se era letra morta,
sob sua jurisdiego. Accresce que no 2.a melhor lora na la legidar e nada decre-
do art. 85 alludido, estando precisado o lu- tar.
gar da residencia dojuiz municipal, pro- Ao terminar chamo ainda respeitosamen-
hibid') expressamonte a este se ausentar do ti?, p..r raiulia vez, a attengo do egregio
denda ao no lempo do mencionada arce- mesmo lugar; entretanto que para .ju.zde tribunal para estes autos, dos quaes consta
SaM^jA *m&& ser homem direito nao ha probibigi) de ausentar-se do nao fcrcumpndo o djsposto_no **
ii'd'ctuos s 39 an-[local designado para sua residenciaesira da Reg, 120, o que formalidade substancial
Recurso: recorrente Jos Roberto de
SouzaGalvo, cr me art. 1A2 do Cod. Cr.
A vista dos autos ver o Egrege Tribunal
que a pronuncia do recorrente fundada em
direito, porquanto n8o tinha o mesmo re-
corrente jurisdiego para licenciar a presos
para estarem fra das prisoes,, anda que
estas fossem como as descrevem o tarcereiro
no documanto a fl. com quanto seja elle in-
capaz de avahar dascondicgeshygienicas de
ditas prisoes. Offerego a Ilustrada aprecia-
go do Egregio Tribunal os documentos que
fago juntar, e bom assim invoco sua attengo
NOVA PUBLICAgAO. Mademoiselle Va-
lentina de Lamartine vai publicar 3 volume*
de obras inditas de seu to, o grande poe-
ta Lamartine. Entro os subscriptores figu-
ra o Sr. D. Pedro II, que anteo de a**g-
gnar, escreveu em francez o seguinte ver-
so '.
A' tous appartient : ta patrie ettle
[monde I
CONDEMNACO.Devem os nossos lei-
tores recordar se de que ha pouco tempo
uns hespanhoes emigrados carlistas, assas-
sinaram outro emigrado, tambem carlista,
raas homem sincero as suas crencas e as-
saz estimado na provincia era que longos
annos residir, at que ltimamente se orga
nisaram as guerrilhas.
O tribunal das assises da Loire-Inferieu-
re julgou j os reos, eondemnaudo :Ytur-
rmindi pena de morte, Lauriano traba-
lhos pblicos perpetuos, e Bill>io a dez an-
nos de trabalhos pblicos.
TYP DO DIARIO- TJA DUQUE DE CAXU3


y


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