Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12881


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Full Text
AMO XLIX. NUMERO 81 .MiL*
F1BA A CAPITAL B LUGARES OXDE \*0 SE FAOA FOBTE.
Por tres mezes. adiantados................
Por seis ditos idein..............'. .
Por uiq auno idem...........'....., .
Cada numero avulsp................
320

TERCA FEIRA 8 DE, ABRIL DE 1873.
DIARIO DE H
PARA DENTRO E FOSA RA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................." 6*750
Por seis ditos idem...........'.'......... 1W500
Por note ditos idem............,-..... 909350
Por um auno idem.............."..... 710
AMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEftOA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. (lerardo Antonio Al ves Filhos, no Para; Gon$alves A Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliteira 4 Filho, no Cear; Anton^de Leraos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaya, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silya, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa d* Peun*; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; DtSfhgos Jos da Costa-Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavaresda Costa, em Alabas; Aba d C, na Babia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio;de Janeiro.
J
Chaya, n
DllAgo
Jusao





*
-
PARTE OFFICIL
i
Gcveroo da provincia
5.* scelo. Palacio da presidencia de Pernaiabuco, em 1 de
abril de ife73. O presidente da provincia ordena, para execucao
dos arta. 32, 33 e 34 da lei do orcamento vigente, que se observe o
seguinte
Alt l.' Os direito.; dos general agrcolas desta provincia im-
purtados as das Alagoas e Paralaba, e na cidade de Goyanna, se-
ra j cobrados pelas reparticoes de fazenda dessas provincias, e pelo
consulado, intervindo para desigualan de ana procedencia, as agen-
cia? que liram creadas as capitaes das dilas provincias, e as que
se fiterem precizas nos pontos que faciliten! esta dosignaclo e a fis-
calisarao para se eonsegiii-ia.
CAPITULO I.
DAS AGENCIAS.
Arl. 2." Ao administrador do consulado, como cliefe das agen-
<-ia-, compete :
j| I. Dirigidas e liscalisa-las, dando-lhe< as instrucces que pa-
ra i to forein necessarias mi que llie reuuisilein os respectivos
agentes.
g 2.. Submetter daeisao da junta da thesouraria as dtividas
que se suscitaren! sobre o assutnpto de devere dos agentes, e acer-
ca do direito desta proTincia, quanto a qualiQacao de seus pro-
ducios, e a cobranra das respectiva rendas.
3.' Propor ao inspector da tbesouraria provincial, para que
scjam approvados pela junta, os modelos de esci*ptura<-ao que de-
veni observar os ageales, bem como os dos mappas, guias e balance-
tes. que deven dar estes empreados.
i 4. Foruecr-lhes annualinenle as guias encademadas em li-
vros de taloes que devem elles dar aos conductores de gneros, e
os livros precisos para a escripturacao a seu cargo, depois de ru-
bricados pelo contador da thesouraria.
o." Kequisitar quando se dr oinisslo ou demora na entrega
triniensal da renda dus direitos desta provincia, que cobrarein as
das Alagoas e Parahyba.
| 6. Suspender os agentes, quando llie constar que por negli-
gencia ou omissao deixaram de cuniprir seus deveres, providen-
ciando neste caso, bem como no de impedimento delles sobre sua
substituirlo, dando de ludo parte eireumstanciada ao inspector da
thesouraria.
S 7." Impor a multa de que trata o art. 19 e a de 50i a 100
aos conductores dos gneros que forera importados nesla provincia,
quando nao apresentarem guia do agente, ou a de que trata o
art. 13.
Art. 3.- As agencias farao parte do consulado provincial, e
constar cada urna de uin s empregado que se denominar agente
fiscal.
Art. 4." Aos agentes das capitaes das Alago* e Parahyba in-
cumbe :
!. Einpregar toda diligencia e iscalsacio e requisitar as
autoridades locaes as providencias que ji.lgarem precisas para que
os gneros desta provincia ni* se confundam com os daquellas.
2.* Dar guias aos conductores dos ditos gneros que forera
levados as referidas proviucias, ou vierem directamente para esta,
exigindo que os respectivos volumes levem no topo a marca -Per-
nambueo fazendo marea las quando a nao tiverem.
i 3.' Dar iguaes guias aos que exportarem para esta provincia
os gneros de sua prodcelo qi-e existirem naquellas.
S 4.- Remetter olllcialmente a administrador do consulado com
a possivel brevidade, segundas vas das guias que derem aos con-
ductores u exportadores dos ditos gneros, bem como as que rece-
bcrem de outros agentes.
*. 5.* Laucar nos taloes das guias que devem, os dizeres essen-
ciaes das mesinas. aflu de que por elles posara fazer a eseriptura-
;ao e informar sobre as duvidas que se suscitarem.
6." jtcquisitar do presidente da provincia em que funeciona-
rem a designaeao dos armazens em que os gneros desta provincia
devatn ser recolhidos, para ficarem extremados dos que nao lhe
perteiicain, at seren exportados.
7.- Abrir em livro especial una conta a cada um dos ditos ar-
mazens debitando-o pelos gneros que forein nelle recolhidos e cre-
ditando-o pelos que ?e exportarem, ou forem consumidos na pro-
vincia.
5 8. PJr a verba Conforme nos recibos que Ihes forem
apresentados pelos conductores dos gneros me rtcolnerem nos ei-
10* rmateos, depois que igual verba for nelles hincada pela repar-
tir que arrecadar as guias dos mesnios gneros.
Si 9.* Visitar us mesnios armazens todas as vezes que julgarem
necessarias para verilicarem se os gneros constantes de suas coa-
tas se acliam nelles recolhidos.'
10. Examinar todos os trapiches, prensas, ou quaesquer casas
de arrecadacao ou deposito de gneros, a ti m de verilicarem se en-
tre elles alguns existem de produecao desta provincia, e fazer reco-
lhe-los aos armazens em que devam estar depositados, dando aos
respectivos donos a competente guia para entrega-la repartido
encarregada da eobranea dus respectivos direitos.
S ll. Frcquentar os pontos do litoral da provinia emque func-
eionarem, onde coslnmam aportar para descarga embarcacoes pe-
quenas, aliui de verilicarem se entre os gneros importados ha al-
gum de produecao desta provincia, e providenciar sobre seu reco-
Ihimenlo aos armazens de deposito dando guias aos respectivos donos
ou conductores.
g 12. Remetter sem demora ao administrador do consulado
urna nota especificada dos gneros que por omissao dos conductores
ou por quaesquer circunstancias nao forem recolhidos aos arma-
zens de depsitos, por isso nao ti venen pago os direitos a esta
provincia.
Esta nota contera todos os dizeres do lanamente feito na con-
ta, a cujo debito forem os ditos gneros, bem como a importancia
do direitos devidos segundo os precos correntes, e a da multa im-
posta ao conductor de que trata o s 17.
jj 13 Requintar mentalmente da reparlicio encarregada da
cobram;a dos direitos una nota authenticada dos gneros que tive-
rein sido exportados no mez anterior, e da importancia da renda co-
brada ; e reclamar em vista della, contra qualquer engao que ve-
riricar na qualidade e quantidide dos mesmos gneros, e nos di-
reitos devidos.
3 14. Remetter mensalmente ao administrador do consulado
un mappa dos gneros existentes nos armazens de deposito no
mez anterior, contendo o nome do lugar de sua prodcelo, quali
dade, quantidade dos volumes, noihe> dos resjiectivos oonos, e as
marcas particulares.
A este mappa acompanhar" a notn de que trata o i precedente
bem como um balancete especificado-dos' direitos arrecadados no
mez anterior.
13. Promover na forma que lhe f.ir ordenada pele mesmo ad-
ministrador, a reraassa para esta provincia, da renda dos direitos
portancia das multas pagas.
8 16. Propor ao dito administrador as providencias que devem
ser adoptadas para melhor fiscalisaco e tobranca dos referidos di-
reitos ; e parlicipar-lhe com promptido todas as oceurrencias a
repello das falsificares e fraudes que encomrarem, bem como da
opposicao ou demora em satisfazerem-se as requisiroes que zerern
as autoridades e repartirles encarregadas da dita eobranea.
17.* Impor a multa de que traja'o art. 19 e a de 50j a 1001
io- que negligenciarem a procura das guias que devem dar ou que
recebendo-as nao rccolherem os gneros aos armazens de depo^
sitos.
A nota 'testas multas ser com as esBecifica^es e declarafues
precisas, enviada as repartieres que deveta cobra-las.
i 18. Remetter ao consulado no, mea de jnlho, todos os livros
de taloes de guias e os mais que se prestateni a escripturaro do
exercicio prximo lindo, dopois de passarero as contas novas aber-
las em noyos livros, os saldos especincados das anteriores.
Art. 5. Os outros agentes das Alagoas e Parahyba. e da cidade
de Geyanna, alm das atirinuieoes e deveres de que tratam os
1.. 2., 4.*, 5.*, 11, 14 e 17 do art. precedente, pertencem-lhe mais o
.seguinte :
I.' Remetter os das ditas provincias, aos de suas capitaes, e
o de Goyanna ao consulado, 2.* vias das guias que derem aos con
ductores e a nota especificada das mullas que impozerem.
% i." Recolher ao consulado, no mez at julho, todos os livros
e guias em talos quo lhe forem remen idos, pertencentes ao exer-
cicio pmxkiia finio, embora nao tenhao extrahido todas estas
gaias.
Art: O Os agentes serSo respon-:ivt>i< na c<)nformidade das leis
tir tudas a tuni?.-*.'!'. erro* e malversantes que praticanm contra
> interer. 4 faentla.
Art le fe fmtt jj impediiiiento noinearao sob sua resimnsa-
btlidade peasoas idoiioas e probas, que os substitunm dando ininie
diataoienie'parte ao administrador do consulado para providenciar
<*ou.o for nccfftsriq. .
Art. 8. Tenooe'vencjiiiento8 SO por cent pagos mensahuen-
J pela thesouraria provincial, da renda enJ>orano realisada, dos
direitos dos gneros comprehendidos as guias que derem ar
ductores, e remetterem ao consulado ; bem como da meneioada-
notas remettidas tan i bem a esta repartirn, por nao terem sio r<-
colhidos aos armazens de deposito das Alagoas e Parahyba, e detxa-
rem nessas provincias de pagar es respectivos direitos.
CAPULLO II.
DO CONSULADO.
awe^Mfcr




Art, 9. Ao consulado compete :
g 1.* Escripturar em livros espeeiaes a renda que
das provincias das Alagoas e Parahyba.
J 2." Recolher thinensalmcnte thesouraria provincial, eom
guia es|iecial, toda renda de que trata o g precedente, classificande-a
segundo os respectivos direitos, e extremando a cobrada por cada
urna das referidas provincias.
J 3."_ Remetter inesma thesouraria a conta em duplicata das
multas nao pagas, e dos direitos que lambem o nao forem, para se-
rein escripturados e cobrados judicialmente.
4.* Verificar, por intermedio dos feitores conferentes, se os te-
neros importados nesta provincia sao os mesmos declarados as gpa--
que apresentarem os conductores, e se trazem nos toos dos respec-
tivos volumes a marca-Peruambuco -que ser posta quando na a
tiverem.
Os ditos feitores hincaran as guias a verba -Conforme quan-
do nao encontrarem differenca, e as remetterao ao consulado. No
caso contrario daro imniediatarnente ao administrador parte cir*
cumstanclada do que occorrer, para se fazer elTectiva a respon>abi-
dade dos conductores.
5.* Emmassar na orden chronologica as guias, mappas e bi-
lancetes que forem remedidos pelos agentes, bem como as guia* que
entregaren! os conductores directamente repartido ou por inter-
medio dos feitores conferentes, e fazer encaderna-ls em tomos dis-
tinctos para serem remettidos a thesouraria depois de lindo o exer-
cicio a que pertencerem.
g 6. Remetter meHsalmente thesouraria a folha das poreen-
tagens veiicidas pelos agentes, calculada segundo a quantidade *
qualidade dos generes comprehendidos as guias de cada um, a taxa
dos respectivos direitos e os precos da nauta' semanal no mez an-
terior.
CAPITULO III ',
DAS BEPART!Q5KS DR F1ZKNDA DAS ALAGOAS I. PARAHYI1A.
Art. 10. As reparticoes de fazenda das Alagoas e Parahyba que
lorein ucumbidas da eobranea dos direitos dos gneros dest- pro-
vincia que Bellas forem importados para serem exportados, te'rao as
incumbencias seguintes :
i i. Fazer esta obra nca por despachos espeeiaes que confron-
tarao para verifieacao da quantidade e quajidade dos ditos gneros,
cora as guias que lhe forera entregues pels conductores dos mesmos
gneros, os quaes para isto, e para se resolverem quaesquer duvi-
das, terao archivadas e emmassadas na orden chronologica.
i 2." Escripturar era livros espeeiaes a renda que cobrarem,
observando a mesrna escripturacao estabelecida para eobranea da
renda dos direitos de suas provincias.
I 3. Remetter ao consulado desta provincia no primeiro mez
de eada tnmestre a renda e as multas que cobrarem no trimestre 1
anterior, acompanhando-as com urna guia, e a folha das gralilica-
coes de que trata o artigo seguinte.
Nestas gui.s devem vir classilicadas as rendas, segundo os di-
reitos que as produzirem.
Art. H Os erapregados das ditas reparticoes que forera encar-
regados da eobranea da escripturacao de que trata o artigo antece-
dente, perceberao una gratitieacao arbitrada pelo presidente desta
provincia, de aceordo com os daquellas.
Esta gratificacao ser paga as dilas provincias pela renda que
cobrarem, mediante urna folha era que passarao recibo os ditos era-
pregados.
CAPITULO IV
MSrBICdeS GK1UR3.
Art. 12. NViihum genero agrcola desta provincia ser impon
do as das Alagoas e Parahyba, e na cidade de Goyanna, e della
exportados sem que os respectivos volumes tragara nos topos a mar-
ca-Pernarabuco.
Arl. 13. Os conductores desles gneros devem dirigir-se ao
agente do lugar da imprtaco, para d'elle receberein urna guia na
qual deve ser mencionado o seu nome, o do dono do genero, o do
lugar de sua procedencia, sua qualidade, quantidade dos volumes.
marra particular, e o armazera era que devem ser depositados, se
forera importados as capitaes das Alagoas e Parahyba.
Art. 14. Estas gnias sero irapressas em seus dizeres geraes. e
remettidas annualniente aos agentes pelo administrador do consula-
do era livros de (alojes, sendo numeradas e rubricadas pelo empre-
gado dessa repartiro, a quera o mesmo administrador der rem-
missao.
Art. 13. Se de algn dos (ionios das provincias das Alagoas e
I araliyba, e da cidade do Goyanna, onde nao baja agencia, forera
exportados para esta provincia gneros de sua produecao, os con-
ductores devero apresentar guias passadas e assignadas pelo sub-
delegado do lugar, e na sua falta pelo juiz de pa., de quera as soli-
citarao. M
0 adrninistrdor do consulado, tendo sciencia de que sao estas
guias precisas, as remetiera, sendo possivel, s referidas autori-
dades.
Art. 16. Para que fiquem extremados os gneros desta provin-
cia importados as das Alagoas e Parahyba, e possara ser cobrados
e escripturados separadamente os respectivos direitos, sero estos
gneros recolhidos armazens designados pelos respectivos p*ei-
dentes, llcando sob a responsabilidade de seus donos.
Art. 17. Os conductores recolherao os gneros nos armazens
que Ihes forem indicados as guias que receberem do agente, e exi-
5indo do respectivo dono um recibo especificado desta entrega, se
ingirao primeramente repartico encarregada da eobranea dos
direitos desta provincia, para lancar nelle a verba -Confonne-em
vista da guia que deve ficar archivada, e depeis ao agente para lhe
por o-visto-que datar eassignar, e assim desonera-los.
Art. 18. Nos despachos de exportadlo, alm da declaracio de
serem os gneros de produecao desta provincia, se extremarlo os
que pertencerem s guias de cada agente, aflm de que assim tam-
bera extremados, se escripturem os direitos que se cobrarem.
Art. 19. O exportador, conductor ou qualquer peseoa que oceultar
ou concorrer para que se occultera os gneros desta provincia, de-
clarndoos como de outras. flcam sujeitos multa de luo*00o a
200*000.
Nesta niesma multa tacorrerao os despachantes que com os
despachos de exportacao nao apresentarem competente repartico
os recibos de que trata o art. 17, os quaes fiearao archivados.
Art. 20. Este regulamemo*ser remettido s reparticoes de fa-
zenda das Alagoas e Parahyba, qne ficarem encarregadas da eo-
branea dos direitos desta provincia, e se publicar nos lugares que
cenvier, e s depois desta publicarlo se imporao as multas a aquel-
es que infrigirera suas dispoSiroes.
Art. 21. Ficam sem etteito as disposi'oes de qnaesquer outros
regulamenlos anteriores. (Assignado.Henrique Fereira de Lv-
cena.

tVpartiotio da polica.
1." seccao. Secretaria da polica de Pernarabuco,
7 de abril de 1873.
N 676. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
raento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pares recebidas boje nesta repartico, foram
recolhidos casa de detencao os seguintes indivi-
duos :
No dia 3 do crreme, minlia ordem. Pedro,
escravo sentenciado vindo da corte, com destino
ao presidio de Fernando.
A' ordem do Dr. delegado do 2 distrieto da ca-
pitel, Germano Lopes Frazao, polo crime previsto
no art. 157 do cdigo criminal, disposicao do Dr.
juiz de direito do 6* districio criminal.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Mar-
colina, escranra de Severino Monteiro Leite, a re-
queriraedto deste.
A' ordem do do !. distrieto de 8. Jos, Salles,
escravo de Joaquim Antonio Carneiro. requeri-
mento deste.
No dia 6, ordem do Dr. delegado da capital,
Francisca Hara da Conceir'u., por embriaguez e
desordem.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Mar-
colinu, es>;ravo de Mana Pereira de Macedo, re-
querimento ddsta. ,
A* ordem do do subdelegado do 2' distrieto de
S. Jos, Virissimo Cernir da Silva, por disluroii.
A' ordem do dos Afngado.-, Antonio Carolino de
MiifAiiua. disposirao do subilelegado de Helara.
Era dala de 4 destejnez, comraunicou-me o Dr.
delegado do 2 distrieto da capital que preudera
em flagrante, pfr crime de furto, a GermanoJ^pes
Frazao. e o rteoiUra i casa de detengo a dispo-
sicao do Dr. juiz de direito do 6* distrieto criminal,
como se v do movimento das prisdes, cima men-
cionado.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. cora-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente desta provincia.O chefe de polica,
Luiz Correia ie Queiroz Barros.
PERNAMBUfiO
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSO ORDINARIA EM 2 DE ABRIL
riESIDKNCIA DO S. FFHBEIRA Di Ail'IAR.
Ao meio dia feita a chamada acham-se presen-
tes os seguintes Srs. depntados : Ratis e Silva,
Ges Cavalcante, fumino de Novaes, Lamenha
Lins. Almeida Pernambuco, Arconcio Silva, A. Cor-
rea de Araujo, Cincinato Carnboim, AmaraLJ. Cor-
rea de Arauj, Freir Gameiro, Alipio Costa, To-
lentino de Carvalho, Vieira de Mello, Albuquerque
Lacerda, Barros Wandartoy, Gemes Prenle, Fer-
reira de Agular, Felippe de Figueira, Tito Cor-
re e Pinto Jnniqr.
E' lula a appmv.uh a acta da anterior.
O Sr. secretano da conta do seguinte
K\r-KirtB.tTE :
Oflieio ;
Do secntorio do govenufc rematieudo copia de
awso do latoisteno ds negocios d'agrirultura, no-
meaisue kaenarnt RaAno Augusto de Almeida,
adjunto da, -imsmm bi'awl^ir eftcwt*g/da ripresentar o Brasil na exposicao da Austria.lu-
teirada.
to mesmo. remeUundo as cuntas balanros e or-
caucnius das cmaras niuuicipaes do Cabo, Victo-
ri i, Brejo, Bonito e Caruar. A' commissao de
orfamento municipal.
Do mesmo, reiiiettendo as contas, balanros e or-
5amentos da receita e despeza das cmaras niuii-
ctpaes do Recite; Oliuda e Iguarass.A' corainis-
sao de or(araento municipal.
Do mesmo, reme, tendo um abaixo assignado de
alguns proprietarios de casas sitas nesta cidade,
contra a tompanhia Recfe Drainage. A' com-
missao de obras publicas.
eiicoes :
De francisco Rufino do Reg Barrete, reque-
rendo para construir kiosques no jan I i mi do Campo
das Princezas, destinados a vender fructas, charu-
tos, etc.A' coininlssao de obras publicas
Abaixo assignado dos moradores da povoaco de
Paratiba, pedindo a crearlo de duas cadeiras de
instrueco primaria, una para cada sexo A
commissao de instruccjio publica.
Abaixo assignado dos inoradoies da povoacio
de S. Jos da Boa-Esperauca do termo da Escada,
pedindo a crearan de una cadeira de in-truccao
primaria para o sexo femrarao. A commissao de
instrucro publica.
E' hilo e approvado o parecer da coinniissao de
Eticoes sobre a peticao de D. Alexaudrina da
iraa e Albuquerque, adiado era una das sessoes
do anno passado.
E' lido, anotado, julgado objecto de deliberacao
e mandado imprimir o projsclo de lei sob u. 3i.
O Sr. Ratis (pela ordeni) : Sr. presidente,
de todas as attribuicoes que tem as assemblas
proviuciaes, para mira a mais importante aquella
que a lei nos da com rela.ao a instrueco publica;
porque desta que depende esscncia principal-
in en ti; todo o prugresso e prosperidade da pro-
vincia. Assim entendendo preciso de esclareci-
mentos que me assegurem a boa administradlo
das escolas, pelo que vou mandar mesa o se-
guinte requerimuto :
Vai mesa e apoia-se o seguinte requeriraento:
Requeiro que por intermedio do presidente da
provincia se pera que o director geral da ins-
trueco publica informe com urgencia se esta ou
nao provida a cadeira de instrueco primaria, que
creada era Gurjaif de cima pela lei n. 1,0 2
Janeiro de l87i; e sendo pela alllrraativa, quan-
to* alumnos frecuentara esta escola ; c bem assim
quantas alumnas freqnenlam a 4* cadeira de ins-
trueco primaria, creada para o sexo feninino na
freguezia de S. Frei Pedro Goncalves desta cidade.
Ratis e Silva
Encerrada a discussao, o requeriraento posto
a votos e approvado.
ORDBM DO DIA.
2* discussao do projecto n. 15 deste anno, con-
cedendo um anuo de ficenca cora todos os venc-
ineutos ao Dr. Joao da Silva Ramos, medico do
hospital Pedro II.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Supprima-se as palavrascoui todos os venci-
raenlos, deixando elle medico que o substitua.
Arauju.t
Encerrada a discussuio, appaivado o projecto.
3.* discussao do projecto n. 9 deste anno, ap-
provandoos contratos celebrados cora Justino J s
de Soasa Campo* para a canalisago d"agua pola-
vel e illuniiuario gaz da cidade de Goyaun .E"
approvado.
2." discussao do projecto n. 10 deste anno, auto-
risaudo o presidente da provincia a contratar cora
quera inelhores vantagens olferecer, a canalisaQ.io
d'agua potavel e illuinina.o a gaz para a cidade
da Victorj.
Vai mesa e apoia se a seguinte emenda :
Emenda ao arl. l."-Em vez de 3 anuos do ^
!.diga-se 30. Supprima-se o S i.'Fiqueirw;,
O Sr. (mvs Cavalcante oppoe-se
emenda.
O Rr. F. de Fisrueirn faz diversas con-
sideraroes em justifica>;o de sua emeuda.
O Sr. Rvtis k Silva :Sem ter podido prestar
attenro leitura do projecto que concede privile-
gio por 50 annos para a canalisacao d'agua e luz
para a cidade da Victoria, nao posso deixar de
offcrecer algumas considerarles sobre elle.
0 nobre deputado que apresentou urna emenda
reduzindo o prazo do privilegio para essa empreza,
fez urna comparacao entre a cidade do Rio For-
moso e a cidade da Victoria, conclundo que a
obra era de dillkil reaaaeio. \ cidade da Victo-
toria uraa cidade central e o caniinlio a percor-
rer inuito mais longo, e dillicil para fazer-sc a
conducao dos malenaes, do que para Rio Formoso.
A cidade do Rio Forraoso tem alm dislu em sea
favor o porto de mir que facilita consideravelium-
te a conducao dos materiaes, que podera ler era
menos teinpo e mais baratos ; outro tanto, porm,
nao succede na cidade da Victoria, onde tudo isto
difncil e inuito dispendioso.
O Sr. F. de Figueira d um aparte.
O Sr. Ratis e Silva : Veja o nobre deputado
com que.di/culdades nao vai lutar o empresario.
Passando oulra consideracao relativa ao prazo
menor de 50 annos para esse privilegio, disse o
nobre deputado que a canalisacao desta cidade foi
mais ditlicil...
O O Sr. Ratis e Silva : ... entretanto que a
distancia mudo menos de meia legoa. Com ef-
feito a distancia d'ahi para a cidade de meia le-
goa como alHrma o nobre deputado, autor do pro-
jecto, mas que ini|iorta isto, se todo o mundo v,
se est na consciencia de todos que a companhia
que fez a obra desta cidade, tem auferido lucros e
vantagens que nao poder ter a que fizer a da ci-
dade da Victoria, pela grande differenca da popu-
lacho.
Quera poder negar que o consumo d'agua po-
tavel desta cidade 10 ou 20 vezes raaior do que
oda cidade da victoria?
O Sr. F. de Figueira : -Mas nao compare a
populacho do Recife com a da cidade da Victoria.
0 Sr. Ratis b Silva :Comparo porque me-
nor talvez 10 ou 20 vezes mesmo naquelle tempn.
Eis aqu a razo porque entendo que nao se
deve reduzir o prazo do privilegio.
i Ha um aparte).
O Sb. Ratis r Silva : Quanto ao acude esta
razio nao procede, porque se o acude se prestas*
esta necessidade, nao seria preciso fazer o enea-
menlo.
( Ha um aparte ).
O Sr. Ratis e Silva : -De duas urna, ou nao
presta a agoa potavel, ou nao sana esta difflculda-
de. O projecto portante, de summa necessidade,
e importancia para a cidade da Victoria.
(Hn diversos apartes).
O Su. Ratis k Silva :A diftVuldade est no
local, na falta de recursos da localidade, por. isso
o emprezario ter de lutar muito para vence-la :
s na conducao do material tora elle de consumir
urna terca parte do valer da obra.
(Ha um aparte)
O Sb. Ratis k Silva : -Porm o privilegio
reciso qne seja muito menor de 50 annos. Assim,
r. presidente, eu voto pelo projecto tal qual se
acha. k
Vai mesa W apoia-se a seguinte emenda :
Em voz de 60diga-se40 Ratis t Silva.
Vai lambem mes n apoia-se o seguinte re-
quorimwuto :
Rei|neiro quo da repartirlo da* obras publi-
cas se oh ten ha as seguintes informante*:
i Qual a despega a que licaraiu sujeitos os co-
fr's proviuciaes cora a execucao .de contrato de
fue trata o on>ieete.-Ocw'ro pnete* .
Tambera vai mesa e apoia-se a seguinte
emenda:
a Era vez de 60 diga se30 lampeoe*. Fi-
(jueiri .
Oh Srs. Grs Cavalcant* e Ollvelra
t'imifi'a fazeui consideraces sobre a materia.
Encerrada a discussao, foi retirada a emenda, e
approvado o artigo.
Entrando era discussao o art. 2.*, vai mesa e
apoia-se a seguinte emenda :
Ao artigo 2. -Supprima-se as palavrasnao
excedendo o numero dos lampeVs a W) e aecre-
eente-s sendo o numero dos lampees inferior
ao concedido para a cidade de Goyanna.Go>
Ciivulcunte .
O Su. Ratis k Silva : -Sr. presidente ped a pa-
lavra nnicamente para dizer que excessivo o n.
de 60 (empees consignado no projecto. e acho
lambem que muito inferior o n. de 30 lampeoes.
A cidade da Victoria que nao igual era exlen-
sao e populacao cidade de Goyanna.
(Ha um aparte).
>flUa. Ratis e Sii.ua :Nao, mas digo eu qn a
r.idjAde da Victoria nao con effeito tao extensa,
laAopulosa como a cidade de Goyanna, mas a
diKren^a muito pequea, e portante entendo
qt|* 30 lampeoes...
0 mi. F. k FiUKiRA :Eu acho que a dilTe-
renca muito grande.
O Sr. Ratis e Silvv : -O norc deputado j foi
cidade da Victoria ?
O Sn. F. de FrarunA :- No, mas se a planta
nao mente, a dilferenca enorme
O Sk. Ratis e Silva :Nao se pode dizer qne a
diforenca enorme ; concordo que baja dilferen-
ca, mas nao tao grande como diz o nobre de-
putado.
E' por isto que eu entendo que nao se deve re-
duzir a 30 lampeoes simiente ; concordo que nao
teuba tantos quautos a cidade de Goyanna mas 30
lainpfes tambera nao satisfaz a necessidade da
cidade.
Gran ter justificado a emenda que reduz a 40 a*
lampeoes.
Encerrada a discussao, rejeitada a emenda.
E' appmvado o art. 3.
Passando-se discussao do arl. 4.*, vai mesa
e apoiada a seguinte emenda :
No art. 4.' supprima-se municipaes.Fi-
gueira .
Encerrada a discussao, apoiado o artigo, bem
como a emenda.
E' approvado o art. o.9.
3." Discussao do projecto n. 12 deste anno, des-
membrando da freguezia do Nossa Senhora da Pe-
nha de Villa Bella e ronstituindo urna nova fre-
guezia sob a invocacao de S. Jos do Belmonte o
seguinte territorio : todas as aguas do riacho Bo-
queirao da fazenda Carnauba para cima.
O Sr. Ollvelra Foneeea faz algomas eon-
sideracfcs era justificarlo do projecto.
Encerrada a discussao, o projecto posto a vo-
tos e approvado.
2.* Discusslo do projeeto n. 56 do anno passado
alterando os limites da freguezia de Nossa Senho-
ra da iliaca da Capunga.
O Sr. .1 Correa de Araujo oppoe-se
ao projecto.
O Sr. RatiK e Silva : -Sr. presidente, sen-
do um dos signaLirios do projecto nao posso_dei-
xar de dizer alguma cousa em ua BUSteotacao.
Nao foi sera razio d- ulilidade publica que
apresentei o projecto. Era primeira discussao jul-
gO que mostre a utilidade queresullava, 8 estando
o projecto boje era segunda discussao, julgava que.
a irasa aceitara as inesinas razes que enLlo apre-
sentei.
O Su A. Pi:nxAMUuoo : No meu espirito nao
calara ni.
O Sil. Ratis e Silva : Paciencia ; no tive a
torca necesaria para convencer ao nobre depu-
tado.
Pergunto se j foi ouvido o prelado diocesano
sobre elle.
I'm r. kiltado: Sira, senhor, roncordou
cora a informarlo do vigario da Boa-Vista.
O Sr. Ratis e Silva :-Respeito mi'ito a infor-
nuelo do nosso prelado que entio era o Sr. riga-
rio capitular, assim como a doSr. vigario da Bea-
Vi*ta, mas isto nao me (ira o direito de dizer al-
guma cousa em sustentaclo do projecto
U Sr. Dei'I'tado : O projecto nlo faz ma:*
do que augmentar o rendiraento do vigario.
O Sr. Ratis e Silva : -O fin do projecto nao
augmentar o rendiraento do vigario.
Um Si. Deputado : Eu disse que d'ahi s po-
da ."esultar isto.
O Sr. Ratis e Silva : Eu vejo que este lugar
Pica mais perto da Bea-Vista do que da Capunga.
mas...
(Trocara-se apartes.)
0 Sn. Ratis e Silva : Mas digo eu que julguei
que promova os interesses dos habitantes da (Ca-
punga, fazendo augmentar a freguezia que incon-
testavelmente muito pequea.
Scnhores, nao ha tal detrimento, nlo ha desvan-
tagera nenhuraa para os moradores da Soledade
era irera buscar o pasto espiritual na freguezia da
Graca.
i lia um aparte.)
0 Sr. Ratie r Silva : Diga-me agora o nobr
deputado, aquellos que moram em freguezias do
centro nlo vio buscar o Pasto espiritual em dis-
tancia de 4 e 5 legoas ?
Um Sr. Deputado : Porque nlo ha remedio.
O Sr. Ratis e Silva : Militas vezes ha rernedk
e nlo se quer dar. De nada serve a convenien-
cia publica, focha-s os olhos a isto, e s se ouve
a voz da conveniencia particular.
(Trocara-.se apartes.)
O Sr. Ratis e Silva : Se o nobre deputado
julga que nao ha conveniencia, eu nlo julgo as-
sim ; entendo que o projecto traz comsigo utilida-
de, mas, por fin, como rae trazem informaces do
prelado diocesano, contra aquees eu nao pos-s*
ir de encoctro, eu sento-me < nada mais direi.
entretanto julgo que tenho dito quanto bastante
para justificar o projecto, visto do qual fui um dos
autores, e declaro que vote por elle.
Encerrada a discussao veri tica-so nao haver nu-
mero para votarse.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.




"

REVISTA DIARIA.
Assembla provincial. A assenibla
provincial honlein funecionou com 23 senhores
deputados.
, Approvada a acta da antecedente, o Sr. se-
cretario leu o seguinte expediente :
Um officio do secretario do governo da provin-
cia, remetiendo por copia a inforraacio ministra
da pelo Exm. Sr. hispo diocesano, sobre proiec-
lo n. 18 deste anno.- A' quera fez a requisicao.
Outro do mesmo, transmigrado por copa o offl-
cio e orcaraento relativos a obra de urna ponto
sobre o riacho denominado Momo em Beber be
A' coicmissao de orcamento provincial
Urna peticao dos moradores da freguezia de
Alagoa de Baixo, comarca de Pesqueira, pedindo
a creado de ora termo naquelle lugar. A' com-
missao de estatisUea.
Outra de Antonio de Lellis Son -.a Pontos, pe-
dindo para ser admittido gratuitamento um sea
filho ne gymnasio provincial. A' commissao de
pelices.
Ontra de Cosme Flix Correa de Meti, porteir
do collegio des orphaos, pedindo sua aposeulado-

-* *
---"*


-----------

II II
::.xvt \
na Mm os vmcimentos qne aftual-nente pe/cche.
. A' romniissao de iieU/ies.
Odtra de AutonijAijjusU-i e S.-'r. cuUratate ite
transporte de cara jigotes, pedimlo que >c au-
torice o presidentem-jiwvjncia a rever e innovar
o seu contrato A' enreinissaode leglao-io.
0:itra de Jos ferMtbte Goncalvcs.salgiieiro,
escrivo da subdelegada da Vanea, pedindo o
pagamente de. anantia de 3Qi,i"80. A' commis-
so de negoaos le ca:mJras^W
Vorain innruvados os seguan!, paarecros ;
Da ewsmsua de fejriic.-.l^Bbiir.n d indcfiTiiKUi a petirao le ('; nace Ant*ni'> das Sti-
ti e Siten o e nutro efcnndn, rom mu (rojee;.,
que maadim-sr miprimir, a, ngtn'.i*. *.j Ifetth'i
francisca Monteiru Hjrnt.
Ua commissao de >M puLSt* Air. r.iJoe/in
do a te Francisca Ruteo do Rec.i Ilar.rt...
Ficaram adafi nm 4 nsjn/iiissiii le instrnr-
je publica, nuf\rinri uaSenvinda da Cimba souto Mlwr, c outro da
omuiissa i de constituirn c |Kjderc*, sobre a pe-
ti.-io da mesa rugedora ila irmandade ilc S. Jos
d'Agnnia, ronoluiudo julga-se a assembla incunv
^hHinN fra fcferir : este por hurer pedido a p-
lavra o Sr. Pcrnaiaimeo Fillin, e aquelle o Sr-
<>oneaives Ferreira.
Passando -ordoin do dio, firaiii approvados :
Em 11 jecto n. 17 d-sle auno, que crea diversas enmar-
cas, de|ois de-nrarem os Srs. Mello Reg, r Vteirn
de Araujo.. >em 3.", sem debate, u de n. 15 tam-
ben! dcsh: nnn. que noefle un ando e liei-n
oa a> disi-assap o-de n. ti, ijue fixa a terca p betel, He-
poi* ck orareui os Srs. Veira de Araujo, Ttileito-
o Je Cattrnlho, Gon;alws Ferreira, Olimpio Alar-
jaca e Permiiibuco Filto, e bav-r pedido Sr.
Tiiteatin va retirada de una emen.* suppressiva
ao ait. 4", que otTcrepeii, e Ihc fui conreoida, e
> Sr. 'Olimpio Martines mandado asese, nm re-
iiNnronle no quat f*ie pie a comastesao de tor-
va policial ou nutra especial proceda un; exaiiin
nx"seriitsra.;a'> dn civpo de poJicJa, o levantada
a *-'esan, cando a itauesio adiarla fxn falla de
animen, para votar.
A rdotni do da jwra bojo 6 a Mm ja desig-
nada Messao antevlor.
Jar;'llontcm,! ondu/.itlo a barra i --se tribit-
tual o reo laudiiiH Jos Aletandrc, | ' i arlig 11't di f-tigt c:iioina.1. sub a presido!"
cia Jo Sr. deo-o'.'t argador tjtetano Santiago eo
mtinm'n de 4:1 Srs. jurados, foi condeii'tutd" a.set*
juirnis'o pris.vi simples, solidasen advogado o lr.
TrjoHieo C>rrein de Ariuja. O nVvappelao da
-senlHica para iproinn tnliaaial da orlarao.
-lnctitc:ta> lEistoricu c Plitlosopliic^.
J>i(Kngo ;is il 1,1 luirs do dia. iviuio-se esta
voeala-le sob a prosi-.leticia d'i Sr. ftandeira de
afelio.
Liila appr.ivt Ja a acta da mnm anterior.
I'resetre e sop(oproposV4ceJliii Sr Oliveha
Santos, c intmilrudo no rertatt roa: as tomialida
ites do est/l*. t'cciUid i pWa Sr. V. Bopges, res-
ponder: agcaVtido.
Sao lidus c .tpjirovados rjirios 'proj-eto< par*
aMKKM Sfecraj ios Sis. A. Saldanka e tlliveira
-Santos y
HroeeoiM-M cleicao rifn os cargos das di-
verws rniamif i que s anbscr.in vagos a 6-
jam eleitos os't is h\ llorpis (rnluh:r i, Isaias Gue-
li's e S. .Mif.ira^'.tra a de R^Jicro ; Refln Itarros
relator ) kaJaa e Cinta paraa>%: symliratiria;
F-B-rgos 'i'k'.oii, Isaias <> Fohtocra pana de
same a Muta*.
I^eraiiitae os laareceres tts Uversas eanMuisaaw
sot) "S reiatHriitv dos Sr?;. t." sec-'.".ario e'.(m.-soii-
re.ni. se>t.i ayprovoiL o uaquolk: c adiado o ea-
lo ;. n- pt>M!ei.' J'ass.ii!;.i-s.! ordeni 4- da raram sobro.
justao : ptrtii ila seiii' ,- Lovola os -rs. F. C.i-I. uan,
A. Oria, Hortera ..- J*ell>, A Sal.laniia e F.
15 irgo. Foi anda a.;-a ritoeussiRi da (bese.
-mrte.inU-i>' ii.vi'i oatrt do Kr. F. C.itii-'-rra :
4{:.:'. :i:d:.i.-'.-i'' dasnii'd;;-.}; civil ? K<;iw
.ir.--..-.l* tk. J. OnaUtiMo^i iitm uVuiuiaries.
?: .;.". BaDros
Rieerron-iBa se*aus -l horas da tan!".
H\'ee,*txrSx di tm><[>.'iil. Por esla*
eretariaesp- ii.-ii:i se :t mez-ite marro tillimu as
aegaiutes :
: -PravisiWde coadjutor, pasa a freg-ie-iae
flffiU
Kiwxji rada
l MU
c Pemambuco ^^ .Terca, feira 8 de Abril de 1873. }* oliaiM f/.
*m^*imuQga Sur**" **""+.*
olvmi a sociudaii;
80 proaetns d.i
iraaiovcr a ejip
pravincia no da t iP> fieienilir-i'prdxitrtti e em
rgual da d) anm ^udoum, fazer-se a mesuut v\-
poigeao. esjendeno-a.aos. productos, das nutras
provincias.
O Sr. Dr. PoTteila pronoe que. a sociedade pres-
te todo o auxilio fl,up poder sociedad* dos artis-
tas mecnicos' e libertes na exposicao.de produc-
ios artisticiis qne esta socie.laJe tem de (aior em
inivooibro ic.oxIoo, e assmi voloa-se.
As 9 (toras fe noute foi levantada a sessao.
M;il mcim cura. Anda hutitem o Sr. Ei>
nesiino Cavideanle do Aftuqcraui, Ibeal 4e i.
Jas, niandou deitar ao mar 83 kilo de caenes
veriles apedrecidas. Por favor, Sr. fiscal, pur fa-
vor coiHiwte aisim !
Catara iiicntn. Crmr ldadcde WTinnm
fallecen em 5 do correte e foi no dia seguinte
sepuftado no cemiterio iiOblro, o t.Tigadeiio Jija
qni:n Bernardo de Figttufcdo.
Figurou vantajosamente na poUtica ile sen teni-
,po. c hoje ao |f da vida timada, a tjne lie-
va milito se recolhera, ao tmulo, dere te-lo fei-
to trauquillamente, reveedo-se na prns|)eridadc da
prole, que lia de no mundo continuar d seu uonie.
IVIsAi. Pelo deiea> da capital foi pfe*r
'til llagraute, por enme de-fi)iio, fterinano Lopes
frazao.
"Xistijm 35, a
A s.i^t : '* rl
kekmM* 2tt\*alWBre!' (i, estraugei
aca-a*si7,.e-s Alimentados a fltt ds cofres nublieos 2%.
totnle que u *Cflc--1^M'4H*r feiN^0:Vil^I#y-''MyB.OaniW>Kv>ar^
eieertiTicar-me ijuc
o preciso qwv 'm:.ita}|ow%) g>.
lao claramente a su^^pMMito, trate-
EaVir este estado dec/i^iti >. coii>as.
j em beai do paiz, e.uTWtr'aa pnipria*
bem dessa geraiSH* prsenle que
de gerir os negocios pblicos, dar
mal.
o s^B
JV1 a^Lv
' laapnndo
itt qtfl
triampl. ir, miJJ
traer
selbeiro
r asss
artigo
e con!
do paiz,
a santa,
sricneia
tRKSWKV.:I f> KXd.
Jh aW fb
"Secretario interino,
4 VH,CBIKI
pce**es u* 3J.
raes, Keis c Silva
OJittto lliwtiitf. Candida
de e supplente
sdlieiro presiden
SCS
4e 31 *; mar;o ultime, '
Adiados das
mdida AJeoferada. Lapw Idaaha- j. K'd
Foi, depois de lila, approvada a acta da
time, .
juui.vvwrrps
8*n-
Tose FiRti-
I Ana i!, lian iaulir, ao padre
.:-' 4 iSoiw: \'::;'.\ i.. ^i ir liaW.UU.i.
' Pnvkw para exbumares essoe de Adesajt-
drata tdaric oVi Santos, s. Xaiiodl Jauuarc e at-
:'tl i
Piovisi i par; ex imar os oes de El^rundia,
a mu pa Autoaio.Abnta dwdaiaa Apiar.
4 !i-vi ..nii-i. ;. pudre Luii de Araujo Jarli a.
rt'ovisiw noteeando o pioicss,or ile caali are-
goriauo dVstfa.i ir diuda, fvni. c.ine^u Vrm-
qnilino CjBnst! lavares de Vaituimccllus, paran*-
uuna: i i.
6 !'r dea i la^^er, ^ i
Ir-1 Jo-i- JjttonM 'Oic.j.
ra d? Litlt:::;..::; Jo lUQUBe se-
.:i: ana .,
ate Xas k
'.
'...ut.i d !'i :i :..: d i V.
Maamaes.
7 ProchiTu -i ceadji lee, |i*Ea a kreguesia '''
s. Podra Uunijfllves, pur tem|o.de utn aono, ao-
Kvm. Fre A:;---; da famaculjda C meeirao Al-
ves,
l'l -Pr.wisTj } cnufwfior, per imi aou, .as
siadre Valeeiano e Alelnca C irr. ia,
^arta de '. :iu a (ve (! Jceu Nepuaiacese
Valladares.
dem fari r d pa !: Ernesti Pern ira da Cu-
nta.
I! ProvMio para edranar e; o#w de oapo
dunivi Fre liante de Meefia, ao IBvm. Fre Ve-
: Mirla .' Provino para exliaaaar e* oseo de S-:;
'Maia. ao sen cvint J.o li l'i ivissMil runieor-e pregador, HHiaiS
,j:r letup.i i'a- Uarea bsvea.
Unsfitiil portiiffnc. Est deseinan/
o Sr. inurdouio Francisco Ribeiro Pinto Guimc-
re<.
O m.tvimento das enfermarins de 30 de marco
a > de abril crrante i* o segante : exisaam em
tralamento 40, Mitraram 14, swliiram II, WHeee-
ram :t, existea 40.
.Winlus.!) tratiscrevemes a seguinte destrip;ao das modas di
Parts:
Diiem as dhronistas de modas que se devisa
o- liorisente nmtilBnova'.ao (|ue, por taais exren-
Maa ou absenta qae paree, nao pode-Ueixar >le
iiienciona-Ja. As damas a alta elegancia eome-
eein x desdciilxii no sen UileU intime a fina bol
landa, e agradavet canibraia tle linlio, que as nos-
sas exeelintcs avs, e mais, tan! estimavam.
Mandaia agora fnzer camisas de dormir, nao de*
sas faecedas. qajetaOJ boje eram consideradas masi
proprivs para eesfi destino, mais de una especie
ile f l'ougis, que os preceitos da hygieao recouiniendam
que aeje bronco, principalmente quando estemos
<|uas a entrar na estacan calmosa, e que a trans-
pirarn, dissoiveido as"cores, pude originar gra-
vm iHcuiivenientes, sobretudo as eon ea ciivuiMstanci.i que as ewhoras deven ter
tuuito em 'vtsla.
< Ksio muito cm voga os chamados firhns de
crep da CUha, de tedas ;is cores, e tan finos, que
facilnieute e passam por un annel, A moda sobre
os eorpoe dos vestidos vai-se tornando mais fem-
mtm*, i'pi'oxiioaudo-se da graca com que antga-
meute as senlioras usarain o enn> de tres pont.'i
de i-auiliriii.i, os de bobinet, bordado mao. Hoj"
ni Pars inestni os vestidos potMO /' bdlee*, quer
sejam der.talos.quer smeeteabertosem bieo.ou
m qtkili;lo, nao se trazet sem o fi'-hu. <)s tes-.
KidiM a'+tMilos at a gar.'.vrta. os cullarinlins r.-vi-
ados, as grvalas de hmtietn, e as eolias de ino
gesto, can paivciam colleira do cao de qninta.
pass-irans inteiratnerite de arada entre a gente ele-
gante.
Urna das primeiras B(edi*tas de Paria acaba
de exwtiir para Inglaterratnn desses toilettes que
as fivuivas chamam nage de tariatana, para
una wira e jovni lady gne vai fazer a sua appa-
ricao M corte da rain'iw Mctoria. A saiade cima
muito comprida esta va eeberta com triata peque*
nos.i.tliiiis de tariatana recortados.; n tnica tinha
Dina duaia deltes ; > oeerpo do vestido esta va todo
eafeitodn no nu de verte, de fuinl d fe branro. era toda borda
da ootu mambnzes braeteos : nabneute um peque-
no marabua Sena pr*>aer tro cabello o veo de ri-
gor.pam as apresentaci's sna uiigestide brit;i-
nira iwrque o ir mais joven que seja a apreetsMeB
i!;. ii;:i;aas, veu, e raa*2a sS inShpensavWs ni"*sa
c-.-ivmoaia. e eompSeai seniprij o pnlforme fete-
nio em ta"s oceasiojei.
i3 d"syo de andar moda, e o de parecer
b"m, em nada contraria a d.'voeai; aetni e M*
tendee es ueo-ratholims e alte b'aterlo de Pa-
ris por iss i as modistas anuuiieiam esplendidas
/ ilttHrs ua serniao. Eis aqu urna das mais en-
<,tc.' :
Vestido de figi vente' vort-pain i de sala
lisa curt ; pirdtyulc veludo liso can firma ie
aebweaeaea. abena: unto o corpo de vestido com
O ai 'i,'aii.-ias tem por tnico enfeite alamares t
sula (oai agullietas :nas preciso dUer, segando
no.- aitii'iiiam, que indo ist. as devotas do Hau-
!> isnu de Saatt-Geratain nsarn com ajn.-.ior-graca,
puc.'iaa i i inuit i para Iraz a saia, seguadi o rito
la.;-a elegancia que manda por etu evidencia
a o ; ,'' ao joeio qtiando a devota, sepplieo, o
dobra iluv ampias ricas almofttdas de viHcdoj
con; uurlaa de euro. O vortladeiro dfH consiste
bMlujf) si'greJo devalier dar eerl s tofac ao '.rajo
o meis .-impies : .a inaneira de puchar e tufar a
saia e tina que-lao importanBsiaia para qoem
desojar afastar se do vulgo no modo de (rajar.; e
as formas simuladas pela crinolina, iadispensaveJ
sob as s.ii.is das pessoas magras, sao deeisivae
neste ponto; del las depeade a elegancia ou ruli-
culi!; quem seapreseuta na sociedade. t9 segre-
do este : a saia co:'ta-?e exeessivamente chata a
diaote o prende por babeo da tnica, ou do tufi
i).- loliioa auhwpostos atraz. E' esta a nica res
pusta ').! podemos aqu dar s carias, que temos
WtdtieiQ de aigiuias das nossasainavek- ssign.in-
tes das provincias sobre o verdadeiro c-ieM que
a moda luje aareseota, em refaci a imaeira de
vestir. Pelo que respeita ao denotninado tinta re-
geate,i opiniae d-s seohoras acua-se aqni cantes
ac mi o las vaafegeas qae olle apreseuui sobre o
jullebM iiuiiniii. A nossa espiritiiosissiina eejrres*
a Lusiesa,
pimd.'uie compre ende perfeitameale qu; nao nos
.aitetfwtf.a faver. .arifoneejoiFewti- pt-ruttido entrar em ronueaoree a nwpeito de
tao ileiwadiasinia assumpto.
Vai-se runiabnotinilii que a maneira de por os
bapeua, ehaaaflfef redondos, muio a nuc ou
Babagasi s tica bees ;;- ereaneas, oa as s<-cioras
Muito jtfaeas. ^ara se lanrar mao esta moda ex-
UavagaaSe, pracaso ser s<- amito bonita, muito
degat-. e nj baver recio de lar na vista. As
pes-oas de b:,iii seiiso abstem-se dola, aifeptam
c iatio ter o. cooio acontece sorapre c nc as
as modas novas, qur prindpiam por tocar ei ex-
.remos.: o cbapeu redondo tannHBaa bao ss (eac ae>
bfeo nana, com seusavao aunopassado : caNfe
ea-rc de icancira. .|ac deixe ser um pnt&o a fr.tnta
; os bttuiruj,x ondulados a rassa i oa o< iynilo>
d Proviiki p/ra exhuncar eseess do curo-;
Necdajttr l'M, Pin o de Lem*s. Adelaide il de
(lurtes ttmws.
il Cirtade i*'at a l'av>r di- AUerio libaos
da SUvara ?fovae<.
ii ranvisao i'-sa Setdiora na gane, ai padre Jos do cacajao de Mara
Castro
i'rovi de prepndor e cadessor. ambas par
.a-mpo de .ni anrnt. a padre Msawei ignacio Ik-
e:Ti do lmar.il.
< .PiK-isao paraf.sbuinar h.ossi.s de Joausa
Joaijuina fires Porteifa Pessoa de Mello, seu ir-
enao o majer Jos.- Tncmaz Pires Machado Por-
eeUa.
i7 Prowso para (ejiumar (nvws. le Anlo-
aio Merei.'a ile MendB'?i e Henriqueia Moreira
Jt. Mendonca, sua irma Guillienaiua Mereira de
JKemten^a. "
Provis) cottirnuno mo Jugar de copeco hono-
rario da /atlicilraldciiaifa, ao padre Tnemisio-
Je* Rumao Pjiia daSocios., vigarw?acomuien-
dado da fregu-a da Itea VLsUi, desta oidade.
8Pmvisaode vigario->iic>iimeitdadu para a
freguesa de Nma Criu, no Rio Grande io>'rta,
ao padre Thoinaz de Aqiria* Mauriciu, pt-r um
asno.
Provisio de craterio prirado, ppr tuuaua, a
Prancuico Antonio <|) Oliveira, residente no.eage-
nho Doas Innos. oa frogtiezia do Poro a Pa-
aella.
99 Provis.-jo ,|.' coadjutor i/j a fieg^ia de
Nossa SeuPlua da leria do iiijita, m' padr I>o-
aate Barnico, por um auno.
Socfciiaati |>:tfiti>a l/ore d sev
trmbro. Sabbado teve.Jugar a renuio tesoa
roeiedaaV!, comparocendo ipiarenta res socios,.
sob a presjdeucia do Dr. Lamenba teu>.
ProcedeiiJo-<"a clei.-ao dar .va dirctoria firati
c-ia assim compra
Dr. Maawi do Sascimento Macliado Portelia.
Or. Adolpbo Lanwn!:a l.ins.
J>r. Jos .VicoJai Tolentino de Carvalb<>.
LuJz (Joucalves da-Silva.
Hr. FJLipe de Kigueiroa Faria.
CaRJJese Anloaio Pialo.
ioaquini Das d..s Sanios.
Joo dos Santos Ferreira JJanw.
Dr. Francisco Gimes Prente.
Na forma do? estatutos C ni o Exm. presidenfaii
a provincia de nomear irentrn ests.o pr-fsid',8l"
da sKiedailf, e os deuais eiegerao. eatre-s.' os ou-
.ros fanee! arios.
Pas-anaVse a 2.' parte da ordem do dia, foi
eoeU em iscusso a proposL-i do Jlr. Lamenba
Lias para ijoe a sociedade premova uina ekposi-
:o de productos e n?trumenti.s agiicolas, no dia
2 de dezembro do.eorrenle nno.
O Sr. eaenheiro Silva Coutinho, desenvolvendo
emnm belk' discurso ette pMiamento.prop5e xposicao te (tendales .productos agrcolas, da Miela Maria da Gmcoeao ; caria
provmeus le- norte er*ul- do imperio. Vcnuima Mara da Coneei^ao;
O Sr. Dr, Manoel Portell mostea a convenien-
cia de ser : fxposicjfiat dj dezembre oeieAe
-ale producto* da provWim, attendende-ee-ao pos
cortados a mauoira eos lillios do lJ^ar bri4e< sao bidispeusaveis para ate un s rubios, onde
-0 itewpo cjuK-ca a aecr os seos estrajroe.; taes cbapeM w eabeite, caindo pelas costas, vai
anihiii de moua; comtuilo, a noca ibreliilimf
te descidvi'ta, neiu a tsdas as seabora* lic^i bem;
as jue a ten; dospiwidade cabello deixata eairal-
gin i oaiipri.iii at a raz dos cabellos.
* .ltes de lindar, diremos qae para passeio osf*
celJarittJios Ue lisa, detUiruiiaram o coi tute ; e qne para Uitttt
de jaatar -< iii<-erunooia .tanshi; n li*am muito bem
fa7.n4*<>rie le camisiuUas transparectes, e leem
lioje )ir;'i
(LaterEit..i que se acha a venda a kl.', a
beueVio da igwja da Casa Forte, que corre no
dia I.- J>. cossofl.
Ia'Uvv*. Hoje eftectua (. agente Pinii u:i
grands 'luo depiapos, nwbiba?. muitoe dMfc-
reatus niovete, louca. -brisLaes ca^ritUets e earal-
tes. pa casa n. i" em qui- resida o Ur. J030 ua
Silva Ramos.
A na ubi i>. sendera o uiesmo agente die-
rentes. movejrt usadas, grandes, eaixaa.de aiadeira
piaceeidas de ftirre <1stemes na ptaca te Pedro IL, casa que foi da
cuardL conforme 'est annunciado.
Hospifai Pelri IL-0 movimento leste
estabeleeimento. te 31' de oiar;o. ao dia bid abril
/' 'seguinte :* existiaui !17. ezcraOM HLsaui-
ram CS. fi.ltec.'-rain 11, existem li, seudo : W$
hmeos e JOS- luulberes.
Adcerkikid.
Foratn vltitadae a* enwrmaiai neatotdate a^: 7.
T,l/a, 7 J, Ol/, 8- i,t hiqs; as II, li 1/8,-11 ii, ;il/8.fiiilP Dr8at-
monto ; aJ 8 l/, t;i, 8.1/.. SL #/l paJoIte:
Malaquia- ; a 8 1/8, 8 1/, 8. 8 1/2, a6> paloiJftr,
Vianna.
Fallecido*.
Francisco Cavalcante^Fer/eira; cachex:.
Manoel da Eucaraaco ; ijbre.auariHIa
Francisca do Asis ; phtjsica pulmonar.
s.ss*es te tP* 31 -lo prexime pa*J
ado
Juizo especial lo commerrin ; appeHanii Man-
des Azevedo J. C, appeuados es administradores
da inassa. fallida te Ftwnaado Sumpte-da-Mtea-f
jnizes >s Srs. Res e Silva, Aecioli, L5p5s"Mcba-
du o l'ci'eira Kcgo. Conlirmada a sentenca.
Juizo umnteip.-.I e do commerrio W AMa^Pra-
ta : appeliaaie Js Antonio Soarcs de Azevedo-,
ap;iellado Joan Claudiaao de Inojosa. Varejio.
Reformada a seatcnca, (Feram Juizes es mesmos
cima ineucteaades.)
Sendo pelo Sr. flesembargador Reis e Silva pe-
dido dia para- ojulgameato dos seguintes feit.is,
6 ha vendo Kxm. Sr. conselheiro presidente de
signado o dia de boje, fnram aiiados a pedido dos
Srs. depuunlOs : appeUaiite ChristtV l.citao de Mello, appellado Scrallui Alves da Rocna
Bastos; appollant.s Jos Marcelino'da Re* *
Filhos appeliados os administradores da massa
fallida de Antonio Pedio de Mello. '.
Sendo igualmeitte pioposlo nesta sessao, e nao
na provima pausada, como por engao se disse na
respectiva acta, u jrrigaiueiito do fetto que pende
te cinhargos entre partes : app -liante Luiz liy-
polite Lima, .apiiellado Jos Mara (on.'.ilves Pe-
reca, adien-se a pedido de um dosfaizes com-
me rciuntes.
ASS\'.KM.
De Sr. desesjbafg.idor Aecioli ao Sr. desembar-
gador Silva Cniparaes.Embargos 'mnntiites
do jnlgado entop partes : embcrgaite JViwi de
Azevedo Kaiao*. ssu.i mulher, embargado Antonio
GoavalvM Fonera Caseo.
VIKiH.WO.
iiiizo espo -ial d i om iiTcio : aggravante
a deWmto Juaitoiai de Rriio VasconcHo*, aggra-
vaJo kiomingos Froni-isco Ramalho.
0 Exiu. Sr. cous.;lliero presidente negi.i provi-
menui.
Encorruu-s a sessao 1 1/2 hora da tarde.
j.# 0 professorate iguoranto.
i.* Nao pode haver magisterio particular.
E'. defraudado o thesouro porque fazcudu parte
Ua reeita a matricula 3o estdautes do crillfegfn"
dcsviadnr dessa matrlcala para preferircra o curs
particular do profesan* da cadelra que ter de
uxainiaa-las, garaulndo-ibes por csse meio, pouco
Jioneo, urna ejrta benevolencia que se traduz em
jipmvacSo.
Shn so se infringe a lei como ate' se projudiea
a Duenda jmblica em urna soiima elevada ;
qiiahda a-de"speza d-'.erraipada e excede semprc
a recela.
E tanto assia) ffte e-sa preferencia que im-
porta em despia para o estudaute ou ames para
o pai, elle a'aceita, porque, a-> |ia.sso que a taxa
da matricula pouco elevada, nao extedeade a
lo'KK) no anuo li-civo u da aula particular do
professor regula Gl)i.|00.
Aleiu.ljss> ha o corso partU-uJar.de firui=, s.urso
TUEriDORARIA DE FAZE.fDA
7 de abril.
Foram remetdos ao Sr. ibesoureiro paraserein
pagos.
Ullicios :
Da presidencia, mandante pagar a Rufino Ma-
nrel da Cruz Cousseiro a quantia de !:19<'i0t.
Da all'.ui.Jega, rem-tlendo a cania e dicnmen-
los iL'w .1 is;m/..is ni n la<, feitv lelo porteiro no
KM de nureo ullim. na importancia de......
:j ;..iSJ.
Da inesma, apcesentan 1 o a relacao das desperas
foi las eiiii i 'imano interno e externo do rcferio
me/, na iiiip.rt.imaa de i>->Vi8
Da rc.:elK*-i.riai com a conta das des>ezas de
expediente foitas pelo porteir relativas ao dito
ina, na imp isiaqcla de iliiii.
Da aciiluade do direit, com a conta das des-
pezas i-i:as cuta, o expediente no mer, prximo
|.a--ado naiiuportancia de I051i>.
Di secr.iiacia da polica, com a conta das'des-
pe/..s tenas cj.ii oisseio di mssma secret tria etn
dito niel, na ini|iortaneia de i88 K.
Do presidente do tribunal da rel.lCao, com a
costo das iteepaaas miadas futas pelo continno uS-
quelle iiibuual em *li:-j inez, ua importancia de
;17W.
D-. conimaiiiVi d) forre di Huraco, com a c mta
do ornccuiieiii d'agua dj niesmo Ibrte, no iez
prximo passadii, na importancia de.......
Milis i
Reij.ueriuiemws :
D> haeliarel Arvsti.les 'tez.ird'Aln}t!ida.
De Lucas Evangelista Sitares.
58 do regulamento das faculdades de 1834.
defraudado o thesouro.
ntiscrvada e alimentada a ignorancia da
c-ioi clfeito i'stuu engaado :
mas permita > Sr. Law pie lie diga <\M: o appa-
re|bo .coiicado pa c.ini.ira ui.iaicim ibstarida-
de, que dos que nao k-ein mai-.r so, o sobre*
qttal en iiltsufo tenbo' por rallas vaos ido ao es-
criptorio da cempanbra reclamar proridencias, fede
mais do que quaiquer barril deiuanteiga em exer-
o a seis mezas-iaae quaae>se abre aigaMia
portas qas> coaViiuiiia co'n elle, muguen!
Je parar aa sala ande ejsporam as, partes, e
onde se paa de' naa para outra sala ; e
ando o apaareJho da cmara fede assim, e apo-
r de um vareador ir em pessoa ao eswiptori
couipanbja pedir provid.mcias ellas na. appa-
cem e o JMrellio continua pulridinosi', apezar
ufe todos us das do raanl se deitar nellc um ca-
co d'agua silgada, facas > urna ideado que nao
ipteccr por ah por estas usas dos pebres, qne
nao lecm quem orne para cites.
Como inspector da aiide palluca, empregq que
e*cfrd)eje laano posso pronichcr bem, nao so
:intes do abase do-ati porqbe elle exige enantes e eonheciiiienlos espe-
recera,
A nao laver Hflpas^Hro,
condesce*o\iiiciai,ininliaiii _.
irs; tiara ate abysmo de ignoran-
rsio^oecostumes.
trar a evideneia a
ciaes que nao se adquirem de um moin mo para
o" ontro, como porque para adquiri-los era pre-
ciso nao me applicar a ontro quaiquer uiis'er,
tenbo obrigaco de velar ao menos quanto pos-
sivel, pela eatinecao das causas que pdem con
correr para a damnificaban da sadile : e assim
era impossivel icar callado, quanJo ouco queixas
por toda parte contra os apparelbos da companhia
Uraiiuge, e en uicsmo sinto os seus perniciosos
effeiros, qnando por quaiquer circutnstaucia te-
nbo de me approxitnar de algum delles ; quando
eu vejo, iludo* quo o piizerein p3 o apparellm collocado no csrriptorio dacwupa-
nhia, que devia ser o mais perfcito modelo de to-
dos quantos se acliam enllocados em outras casas,
nao funeciona bom, e foi preciso deitar uina hacia
de rosto quasi clieia d'agua para as materias lo-
ca s desapparecerem d'elie, depois de se Uaver
feilo funecionar por tres ou quatro vozes a tal
bola ou roservatorio d'agua. E nao carece ser
um engenheiro do quilate do >r. Law ou do Sr.
director das obras publicas, para saber que nao
cora um bocheco d'agua que se .ia Jo fazer urna
iporcao de materias que nao podein deixar de ter
um certo [eso, venoarem a rotistencia que llie op
aiV-
f(tL>*
de empreada eomnlhe cbaua o cousellieiro Paulaipoe a agua existente na curva do syphao, para
Bapfi-ta, 'tuque o estudanteapwude em dousiuo jircm adiante.
Foi igualmente lemettidos ao Sr. pagador pata
0 tiiestiio iim:
Reipii'iiiiii-nto do Franeiseo
e AlbtHjiierqiie.
Secretaria da Ibesotiraria de fizend;: de Pit
aambuco, 7 de abnl le 1871.
Serxiiiiio de olTirial-niaior,
Jerninu Rodrigues Cardngo
zes o que toveria aprender em um anuo lectivo,
por um preco determinado; curso que desuin aun
alta escalido curso publico do collegio os eslu-
dantes.
. Io E' conservada 4 ignorancia do alumnos
ou estdautes, porque fiados etn sorem discipulos
(.articulares do professor que. os Ua de julgar e
que ser benvolo para coui elles, nio esludam, so
procuram obtsr pelo quadruplodo quanto Ihecus-
ta/ia o easiiio publico,. o eusino particular, dei-
xando assim de appiirar-se e estadar as lualerias
ueessarias e base solida do curso de diniite
Sj procuram por esse meio voncer o cabo das
tormentas e matricular-se na faculdade, oute iiwj<
preparados eacoulram serias.diliculUaJes, as te-
les ate as mais simples aivuiiH-ntaeoc-, o einim
ficaui ignorando o que eonstilue a base do una
boa educacao ; ao tendo coubecimontos de mate-
ria algutna, que mal sao (idas para uuia saiisla-
eao ao professor o ao publico nos exames.
0 curso de |Luas um., outra escola para a
m nstrrci i, nelle aprende rUeterio, ,e geome-
tra, comnamente, para *c i.u*r jpe exames quando
uo apparec-iu tusados que estudam outras ma-
terias e are em menos tempe [
Sr. conselheiro Paulo Baptista, assim como
o Sr. Dr. FraoWih Tav.ua, explicaram sasfacto-
riamente os graudos maullados do oosiue mide
Oco que predomina nessa mocidade vida de vene
cer o curso preparat rio.
3" Os professoTes ignorantes pela mnilo simples
razan de eusinando particularmente, lazerem -se
ds p no estribo, aiiui de |>oderem abarcar os 4b
versas collegi-isouie eusinam, semeslikiarein oon-
veukiiLeaiciUe os progressos das scieacias, os tite-
tiioj.s e .-.aa applicac^i, elcM eiiuiv.iui-.se a^siin
eulregand i-su ao eusino rotineiro.
i." FinJiueie, nao pd lia ver magisterio par-
ticular porque a preconcebida garanta, dos pro-
tessores do collegio das artes a rueda todas as
pessoas do eusino, sao elles us pr.-i'i-ridos, qi; a
pelos directores dos coegioS qaor pelos prowios
estallantes, porque aquellos veom o crdito de seu
es!al)i.'leciiiieato se augmentar, e a concurrencia
tornar niaior c portante os lucros, vista orno a
appi'ovac.io no Un d.> aniu urna provn de apro-
veitaueuio, o que e u.*ua verdadeira mentira.
Os monas ou as pessoas q^ie Ilustradas querom
di;di".ir-se ao uugisterio, veeni-so sem canc.iaranr
lee, sem discpulos. s djrootace* dos lollegios
recoiilie :end i as nabilllafdes de quaiquer respoii-
.Jetn-llie, quand i solicitados, que bem se deve lar
em cous der i.-.e.i ;e lia uina probabjlidade de ap-
priva.-V. qae OxeptO K pclessores do collegio
ii..s a;:es ou seus prente.-, nculiuin oulio g-
fenle.
Eis | v-t'.la.le :
Assim inuit.s vezes perde-se voca.-oos que sao
eutivo iieni res -.liado
^JBLtCMOES A PE1UD8
*> fdataro do livin. Hr. eiu-
. H'iidmlni Dr. ?t. P. de Lurraa.
lilla, cute aiisveuiSIt'.i pruviu-
rfal.
t^srHta ':.'.',
IV.
IM.L'V
Collegio las artes e o gvmnxsio.
II.
- Auterissdas no-&s palacras, como.fiaafara eoin
a oinio de dnus lentes da Facullade de Direito,
sobro o mal intenso das professores daicoegie das
artes na instrurco publica ; Cujas raines foram
appjsentadas suramarianienle, sejamos, assz cora-
josas e francos para provar at a evideacia esse
sinktre ensino.
Afiles de entranr.os nesse desiunelvimeate,
roisnta-se-ios un reparo.
Sao universaliaenti; recinheci los os piincipios
icos e pouco Justos que resultm do ensino
autuerati :o d.is prefesstires do colegia, jfes artes :
<* pot>t'io3 lentes da Faculdade de Direito ,peeo*
nMeem isto e eensaram; entretanto que unju-
ma s das .MnNaria* Acadmica?, apreseoiaslas
por a^s lentes, tecam nessa parte iiswial da
itistrina-i!
EMes que sao soosaquop-
cias des*? mo nsnio, lies que van eacontear es-
! tldame- mal preparados nes divers-ts preparato-
rios, indispensaveil <()m,> *ase ao estado do di*
reite. nao pedeni urna provioencia, uio iemlma
a m em proveito do faturu do paiz !
Das Memorias Acadmicas, quer da Fuculdade
desta ei'lade, quer da de S. Paule, que folheamos,
nada di tem.'
Seatgumiha
r> ,. .. ., e>quecid:s oa na. adiara iii"
Paulino -ieAlm"i!.: a +,,d UabaIbo, veuiJas.peles proies^res do asjfa
iegio das artes.
Ha quem sollmente posso contestar as verda-
des que dei'.aiu. as claras Nos nao queremos
uCijoacr a uiiigucn, uueremos s.enente a lei,
moralidadi, o beui publico.
Proi'essoies ha do collegio das artes qu9 tm
fiiu fortuna coto esse uieic, pouco honesto, al-
guns ha que abarcam diversas materias i icm
rendimeto de 7 eolitos de ris, eai dett imcuia do
bem publico.
Nio se queira deleuder com os uiinguados.
ardeados; quem quer quaiquer eiuprego
.deve conaocer as obrigacoes que Ibe sao in-
nerentes e nao prevatecer-se de abuso para jusli-
ucar necessidadcS ou ctinipriiiieiitos de devores
mal retribuidos.
Einim eis as raines que tinbamos a expender
sobre a inQuencia malfica do collegio das arles
e sobre o gyiauaso.
uiunpra-e a lei, entro cada um na rbita de
suin. deveres, sajeite-* a pena os transgresso
res e veremos o. na! desapparecer.
Recife 7 de abril
l'hncio.
sr.c,-NDAH;A.
Conboeo a dilferenca que ha entm engcnbeiros
Je grandes conhecimenlos, como sao o Sr. Law o
o Sr. director das oteas puolicas, e eu, quo apo-
pas estudei phjsica oomo preparatorio ssciencias
medicas : mas acho que os negocios da compa-
nbia Drainage esto de tal forma patentes, que
jualquer, mais ignorante do que eu, pie dis-
-uti-fos com vantagem.
Nao me Intimida esse ar emphatieo e seguro
com que o Sr. Law, em seu inicio de 28 de
marco, diz:
Sendo eu e V. S. engenheiros, -me desne-
cessario fazer mais do q.e apuntar os dou*
erro' de physica em que cabio o Sr. Or. inspector
da sade, etc. etc.
Sei que o Sr. Law pode diter a inini, como lizia
0 valentao ao fraco :
Para leva-lo at a pona te sua casa, nao ca-
rero da espada, basta-me a bamba.
Nao deixa de ser u.na falta de caridade ; mas
paciencia.
E eu ll-.e direi que para sater que os appare-
lbos da companhia Recife Drainage Rao poden
funecionar bem. nao carece s-r um ensenhoiro
do quilate do Sr. I.awn-ni do Sr. Dr. director das
tbras publicas, liscai ib rompaiibia : basta ter
quaiquer intelligeucia menos que vulgar como a
niinlia, e saber que um civ.io |iodo tirar u na
carioca com sessentaarrobasemmn terreno com
paet i e plano, mas nao tiran com a quarta parte
en umatoieiro i" que cono eu .v.mfessei em meu
iili-io, os apparelbos pdem funecionar muito bem
o p do deposito d'agua na torre das Cinco ron-
las ; que essa quaniioade tagua tem um paso,
que i Sr. Law coin sua sciencia nao p>le avaiiar
ou cimpiebeiider ; mas qne esse peso ou brea
que represuta, nulliiicado pea sua subdivisio
por mlUiaros de tubos, (telas volcas, pelas subidas
muito principalmente pelos escoament s quan-
do algum dos apparelbos BStSe em servico ; que
para conbecer qae os apparelbos d.% companhia
denle Drainage estad p'.itridiiiusns mais fad-
renlos, que quanta crnica na nesle mundo, e
que qoaudo a bomba ebma a< inateriai para as
Cinco Ponas nao ha vvente quo possa s:ipp*rtar
ofedor, n*o carece ler o nariz de Barruel, basta
nao ter extincte o sentido do olfacto : finalmente
qne boje a sciencia de quaiquer natureza nao
redo ne.n pioprielado exclusiva de ninguem :
os livros ahi cslo para quem quer es'udar e
aprender.
Antes de terminar direi quo cansei d" esperar
pelas Infrmateles que oadi ao Exm. Sr. prest*
lente da provincia ; e romo sabia que S. Bac.
bavja de exigi-tasdo Sr. director das i.tiras pupli-
este pedi-la ao Sr. Law, n Sr. Law ao- seus
epostos, e assim ficaria, como anda estou ea-
l'audo por ellas, come se espera pela viuda do
alia! om diajn-eu nao sei:
OBSRVACAO
Nao tendo o autor testes artigos correcto as
provas t>:m ellas iaiidos-cbeios te erras como par
turnlo,: xistirein eui lugsr de existir.
Pede desculpa desses e de nutro, porque julga
,u,o Uaver aecesidade em artigos JLigtiiruc de jor-
na>, de e.TiU.
inte* erro tai piando devia diaer-sem |ue se
.baja uirnado eflectiva a pena casnminada.
Paot'ten.
se atgumt ha e (ao rara qne o? escapou !
EntreCaato o escndalo continua impvido, e a
aettradn leii uina tslatua deoedra que nao tem
vida.
*au.n.1o oeeulame;it) de |j8i>i prauibe exarp*-
aau?ento no ae.38 o, endno conimlaa unte pena nos
arte. 3H c :i4 do regulamento das uilas' prepaca-
terias, de {J.le.raaio de 18. ~ .
. 0*ft 3t (te i>gnlameuo las aula,-; ^ref|CaJOr
r "oprofessor....................>.........
infriogindn lualjnar Joo A laass*arf As da nmhiIc publica
a finprt'za RcoIIe
naje.
Sr. fienr> Law, parece que uao gosten da
(materia, do met ollicio de 15 te juez passailo, di-
ifgido ao Exm. Sr. presidp*i1te da provincia, e por
,s\i veai muito ancho dar publicidad* oes oejos
que dirigi ao Sr. director las obras publicas so-
bre a inesma materia, ca solueao s. porgo atas
por mim feitas em relatjife dos appaielhos da lim-
ezade que S. S. mui digno engenheiro.
Mas,' como este mundo de comp-insacoes, e
quando, por occasiao de ser eu ouvido pelo Exjn.
Sr. Assis Bocha, j fallecido, sobre a conveniencia
ora!
d. i
tilia lititn
Ja h'iviaiaaav^paVpuhite.-ir o i.v-ripta ac>-
m., qne Lu |ivtSitaMul:if> Saeise aewesin*-
tem com docuiiiontost (Bao,de vn'aadeinr* e sen-
tenciados) nulbllcando quanto tenvts dita no-> Dia-
rom de SI e S3 de marco passado, qiaodo deparn-
iiios com urna laaewfci. ou Iotih-sjIv escripU
Jnruui do ttecife de 3 do eofn-uia, en que seu es-
cripter s teve em vista empreftf fbrases otoJ- '
tantos que ik-spresamos: a coanesjnenria inl'i-
vel Je qnando se palenta bal las eeftas do indivi-
duo) e Jeitos rriiniKtsos parante a lei e o p-ibite*
sensato; f i a r.iiva feral que ferjon -.'.nciianV
expressies. ,
Esa lamuria que traza atsiginltVa te Sr. An-
t mi de Cunpts MeUn. da quee esl lem cuida-
do do bein-eur tes mfelizes wiIRJad presidio, (letra viva) e pje para vesti-los venuVa
mllio etc.
Se assim fez (o que nao duvidamos! !) c.m-
nietteu falta gra*e, registrada nos archivos da af
cretaria lo. presittei te Fefiiandi te Xefonb*. es
que o Exm. Sr. presidente la provincia repr
ter o_coronel Luiz Jos Monteiro romitrado a."
americanos que all apnrlavam faaiMiila propri*
para 'Vestuario dos sentenciados, mandan-te a pvl
le coiiiinandante recolber aos odres a quantia o.
pendida coin taei f.-uenl.s, cuja importancia ft*
liavida dos legiMMS da illia ; por isso SJH o astv
di da vesluario aos prests, etc. etc. N i cas) vet-
tente, se o Sr. Campos Mello, venden legume ea
illia, para vestir oes sNileo-iates .lo pee- id>, re-
dsse parte lesse feito a autoridad-' rompeieale,
taiia de corto a serle lo Sr. Luiz Jos Monit".r.\
Diz mais, que i a nico tltscrvador d i n^aia-
mento iffl presidio.
A cirne de porco. que unu lab-lia orgamsad
por asan aiiteccs*ircs, auteri-ada pote dito repula-
mente, marca os imcc.is dos gneros ilimenticios'
que alli se vende, sendo n prero da dita c.rne dr
2(K1 rs. a libra, conmute vender os partir; lera a
:i rs. e a de seas p-.n-os a V**) rs. a !if>n< Brite
observador do regulamento. Tira-se dalii a ilIafaV
do mais. sendo mis o fornecedor em grosso !.....
Negou o estaquiamonto de Mano -I Lopes,
ahi est na deten.,o.
Deu como alienado n que se ia eofoccar. e ui r
apresentar-se bnmaiiisado, negando snas barbar.-
dades por de que forma armiar sua
D. Sebastiao,
utro n'.o sei.
orno o Sr. Law acaba de f.izer em dito seu
oflfcio de iri de mar*, com un excesso tal de
molestia, que anda mais reaire d a sua elevada
poste.io como engenheifo de grande nota, entend
queldevia mandar o meu ofilcio a s. Ese., tanto
mais que as informacoes qae en pe-lira, em nada
apr.iveitavaui a niinlia expsita.., que se nao
teilalcom toda procioncia de um engenheiro con-
sumido, ao menos com tal carea, t|ue creio
que ninguem a deixar de eomprehender, salvo se
nao Uver alguin pequeo eonhecimento desse p.r-
tuguez abrasilcirado que nos fallamos geralmen-
te ; e em todo caso i urna verdade- reconhecida
por todos aquellos qne site victimas innocentes
tos apparelbos inodores da companhia Itecife
Drainage.
E tendo eu de dar as razt'e*: por que em meu
relatorio ped ao Exm. Sr. presidente da provin-
cia a sua attencao sobro o estado dos appnrelhos
da coinpouhia Drainage, nao me ficava bem que
S. Ese. di.-gisse-me um offleio. notando-me essa
Jaita : o que parece que nao deve deixar de in-
eommodar a quem procura cumprir os sens de-
veres, nao bem, mas como poce.
No seguinte artigo procurarei mostrar que nao
aoininptli os tteus erros de physica de que com
tanto enihusiasmo im acensa o Sr. Law, como se
fusse urna grande desgrana a um mdico er.ar em
.materias de engenhana. ou a um engenheiro
errar na applcafao de una cataplasma eu ce-
roto ; e como nos tambeni temos nesta tena ou-
-icos engenheiros, sem serem os dousos Srs. Law
e director das obras publicas, e alm disso ha mul-
ta cuira ente, sem ser engenheiro, que pjde
ajuimr do que eu disse em meu oftVio de lo de
mard/t, julgo que nao-ser* muto dilfleil conbecer
me Sr. Law nao foi muito '..: na sna ieven-
Quando qat bonus trmita Hom-rus : os sa-
btos tambera erram.
At logo. Sr. Law.
Kecife, 7 do abriL .te 1873
Dr Lobo Mttrcjzo.
gativa ? com o monlr escrevw bravata*t Nar
Nao tenhas pena do gastar o dinhero qn te entra
a j uros pela porta a dentro. Os riamos ;
los aos miseros s'nt:ncados Cassimin. Al:ncaT,
at de urna miseravel setenciada Maria laca cn;a,
alguna dos iniaes eulenciados chefes d- onerma
familia, para addir a outr.s da na.. com i Ra
comprar a 45 o centollas catana*, cuja ini r:.mc.c.
se recolbe ao cofre ti i a'moxarifad, \or'lau*
mandan lo a minia sennora vendlas na p t:
aldeia, as menores par KK) rj., crescendo pnr
proporrio do taiiiauhn. ate 2ot> rs. as maiore*. ft
um tal'Vellaso; nao eonhec-r talv.o. ,-s-
duo ? julgoTjtie na>; nn< o certo iue essa -
gracado a mi direi*.i do iieg.-io le min'ai -
ahora !!! E se q-ialqu r lemlira vee I r ai -i
ma cana, das aue na esli c cnpr.-iicudid.*-
appreiieusao, chadrez (som elles: que diga Gandid.
Ins.'- itaiino boje sen prelil..-cto, e outr..s qae ii-
veram a inesnii sorie. E'direito exclusivo; >
mais : se algum d >s miseraveis sentenciad -.
que ctiiduzem as rannas, queJirar urna pon".:,
camiiilm e comer, o cabo qua o aeompanlia f
di o logo, r ao chegar recelic ordem pra dar-
Ihe cbibatailas !! O i! pie human tan i' Man
naSiberia! Emlim, guarde os seus insultos.
Irat de se justificar ts nuderi cimii nalras pn
que nao seja a limpeza d'1 sua f tle tll-i-i. w?Ti-
ciaes teeni bavido rtiihataitee qnando nratn*
pret: uniros PxndlsTS por infam-s. ane na segn
da prara sao olliciae-: outros. depois de cun,
rrem una sent.n;a infaman'e n > presid) de Fer-
nau.lo. e iiii-s-iio em c'imprmente de peal
olliciaes: outros, reprehendidos em origai d1
do quartel gen-ral. e no circulo il-><
por isso snas fes esto bem liinpinbas. e. se amanh foreai ci;ii.
sao cavalleiros le Avia; doculientos vale-
,\ frente, uando nao lira prnvada a aceusai*!
melhor seria, se o EXni Sr. presidennle d
cia tivesse a bondade de oavir, a respeito a >
niajor da praea substituido, rhegadn ultimam .
que melhor r.tullecer (testado presi-nte >'
na ido.
Tcnha por certo que lilho de um 1
dos nao o deixar jamis. Elle nao podo aer
bonito, nem de edncacSn fina, nraraveiineiit'
a cara estanhada. porm diz elle, que ha la ;
om publicar verdade*. para tirar a MMMn .''
te que j a tinha antes .11 carnav.-l atnsado
do-a no passado; e que sao -abe tnra-la por i
cau-a, nquid nliqun rr permttKTf, pela vchi
candura c pi'onuivi.r..
Sr. Campos Mello, atienda estas pa'.avra- t
c non aere i.
Assim o espora
O /Itto // nm do* fHXtiiiado.
' gulasnento, dos Estatutos, e
Fa mldade, u das decistcs
mtaH
ica sil-jeito as s^;u
^.' Admci a- .oppunba' a isso, dizendo que essa materia
i uina 'ido snfflcienteoKsute discutida pela iui-
prertsa e reprovda a idea, sem que se digiias.se
'S a* razjes em que se fundaya pora semelhante
npposicio apezar de minh^ia reiteradas instancias,
ff^|ijBsJasjsjPMfo boje do Sr. Law pelo prazer de
intesjjejyjj
^ftlr'Va^yinf
ft Perda dp ca
O.art- 3 da
varasi
ata meu parecer vr-seha que eu nao sou
eth.n,una fui mfriiso a companhia Recife Draf-
e e nem suppnbo que bafa algum habiten-
.v8usnejiKl'dobx-r,ifeib eveneiroaatc de^ M'nWfcas eiUas, tas at sateos. ; ^-'r < '-a UMKZp^aiWS.tx^Sisseios^ eircumstancias estas que
J i-viu. Sr. prosfdpiitr da pro-
vincia vai ver.
Catilii** intuios spectt quidum
asimtUaia: vr.'aJis U(elt:t.
Suspcndeu V. Exe. o juizo que poderia fazer
acerca dos escriptos publicados K-itra o actual
rtOMMfMW
- |e teruamm dtgus de moior aptoco, contemplan
n iteyaajsmb.a^'JBeanavpg, a quem competa esse as-
- ojnefttite sertto^ey .ao escass^ando, e por conse-
A pe-n* d sn&|naad ara imposta.
4 Na sefneid ntoi **.*i-u* ^^ tite, tora inste w te. mais matoso e dioieil
["' "-" ] ilsnii(fTJ-'#^ -m)*'
m ^i^^poranv
a nm mo Jado prasidio a se
^aiaTttougao. e o aito abandonar nun
doao Vitorino ; febre amarella. alrnoeaJbio pelo ireetor. na>ia#' aUtade dos apparelbo inodoro* quo a
Tbeodorio da Luz CavaJeanle ; ineecii uriaosa.; Attsm-enteidida irohibicao do govemo Ibi te- eentottahialtini eoHoeado eeontnda a cotteenrnas
Raphael : gangrena no pe. guida de orna uno; o penal; mas m* de tai- casas, os ^uaes-, anda o repito, sao outtotif
Caroelro; febre amarella.
. apando- *k loe. n-urttob**!*.,
dos eattfmn-daij <-HJ*+$Zw
c^larmente atan temas atlartSN
' copea ao professor
cancro n* esto- temBramoe, das a*
* a R. Paute, qae
i aarttcnlariDewe.
h j freeisarat. ieaae
_ ~--, ~ y^- .. .uw v o wnt-
ttepnio o-governo goral negoo n-
de ge.graphia, se bem nos
faeoadeinfeccoo ; como todos que os leem ei
rando os desmentidos vindos daquell nialfadada
ilha; eis que chega o Gequid, e ati} o presenje to
departimos com dous desmentido i,l.licaio- o
Jornal do Bcctfe de 3 do eorrente ; desmentido'
aqnplles ifue nao nos adiantec \ih, e com os
quaes j colavamos.
'' O Velho comtneudador fez o cu: de,',., saljifez
ipianto Itie pedirara, e asim nvrou-'s de ser no-
vanieBte tortu^t)do,. Martha, mulher bem ctmlie-
ca w. tsertjjs e de orTJciixcs alli destacados.......
. ..............................-----ajguns
!d)M(jua6i!.fst(\to entre nos, ianibem defpadeq a seu
groVJtfir"!} a sej'jviotgido isto ao sentenciado
qne aeompanha, b. a quem o "-om-nanilaiite pro-
tete; caudal isamea por rextor motfvps'!! !
E r'nara Uto jueV pedie a' su JtHsb'pubfico?
spravaiites ser ciwmadO: rep^ahidade,
para protar quanto dissomos, e.mie aWpipafthKi-
do' a este fcjp vje$sp..um esiiaac aaeinso bem
aoeradoXnw falta'quem ^oju gatJiAs.flruboiem
^iiodojvjn zjas* a. acQu^^, p^ Mata*
r W?P Ptvto,. wmn defender aquillo. que s
venale t cuja llngaagera nao precisa ornato ?
Pouco esperaremos, quitado nao, la vai obra
Cahuna enganou umita' gente con apparencia de
rvir,tuao; mas o Sr, Campos Melio uio engaan
mais ao respejUve) publico, por que Ibe ha de plr
Jedaje que asseg*a a.ealva ao aol-o fiho de. um ios fus&oa.
*nttaf*m, e omnat _Mtnr NnjBat O oue dii? Atreveu-se
Jicj**tftrv W^Ti!?-^ mi''se- -vel. -E'panai valantenos
" .fHI *Pfwal de|conBte8 e covarde em suateobu- seos actos.
"taaww-ijdw seus r PJ^ conseguate menlio. Qem nega, mente l!l
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seguros maritimos e trro-
tres estabelecida na Bahi;
ein 15 de Janeiro era 1870.
CAPITAL 4,000:OOC-r(KiO.
Toma seguro Je niorcadorias e dinhein i
risco martimo jin navio de vola e varn"-
para dentro e tora lo imperio, assim c-rt
contra logo sobre <:eiios, gneros I.-
laodas.
aajnto: Joaijuim JosGonralvcsBe: i
ra Jo Coinmurciu n. o, Io andar.
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Phenix Pcrnambucana
Toma riscos maritimos em mercndornv-.
fret>s, diiiheiro a risco e tiaalmente'di MMil-
quer natureza, em vapores, navio! vea <"
barcadas, premios muito niotlic*.
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SEGUROS
CONTRA-FOGO
IMPERIAL.
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Funo fa rfaerta. ,*
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JUiA DA CRIA 1% 3B.
%

f

i


...... I
DnlaV dwJtaaJataiai u>?*TIetw S de Abril, de M.
)
mu "mi
tunasas^f carregatnontos e contra fogo
n edifi .o*, mercadorias e tuobilias; na
do Vicario n. 4, pavimento terreo.
MASADO RECrFE 7 DE ABHIL
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDS.
Cacp ofllciac*.
Atsacu -'mascavado purgado 2*100 e 5*150 por
-araencano superior 1*950 por IX kilos,
tobado.
AaWrar-bmo bom 1*900 por 15 kilos, sabbado.:
.tomar bruto regular 1*500 por 15 kilos,
satttade.
Alfada-de Macul !' surte 9*000 por 15 kilos
a fre.', de 7j8'd.e>0|0,
itifatfao -de vtamangiiapc 1' sor te 9*000 por lo
Hites, sabbado.
flJtn sobre Londres a 90 d|v. 26 I [8 d. por
IftV Banco, liojfi.
CaUfcio safcre Hamburgo a 90 d|v. 4i rs por
lljt, fartugal wsta 106 0j0 de pre-
baucit, hoje.
. vubourcq
Presidente.
Yasconcellos
Peto secretario.
:*
ALFA.NDEA
;* 1 a5 .
2:t8:Io7*0l9
58:908*838

297:065*857
Oeseitrerim hoje 8 de abril de 1873
Hnju 'fcaticei Typhes earvo j despachado
IHja o raes do Apollo.
Brigue ingiez Cabrio* Bete-carvo j despa-
chado para o caes do Apollo e mercado-
riis pira atandaga.
tlfca p.rtogaez.i--Gratidovinho para deposito
no trapiche Barbota.
Vapor ing5 z m P/ar-vinho e azeite de olivei-
ra para os trapiches Cunta e Barbosa, e
mercadorias para alfandega.
Krf$rue iiglez M oud ferro para despachar no
trapiche ("oneeicao
Paiarbe iagtaz Princess ferro j despacha-
da jMtra o caes do Apollo.
Jrigue pjrtaguez/f/a/pa;o- vinho para depo-
sito no trapiche Cimba.
lr-giie inglez-Grar/an hacalho j despachado
para o trapiche Conceico.
Bura puruiguezaBeila Fgueirense~mercado-
ria> para o trapiche Conceico.
fVSg*e aliando -Pius JA'-taboado ja despachado
ara o caes do Apollo.
Importacilo.
Logre nigiez AjfRLU \Vn.so, vindo de N'ew-
YatV, consignado a Henry Forster & C, manifes-
tvu :
Amostra liua Hunda 50 ca xas a L, Machado & C
iiiea 1; barris aos consignatarios. Brim 10
.'aata Ferreira i Matheus. Banha de porco
9*,lrua F. I). Costa. 100 a S. Bastos 4 C,
HS a Costa Auior'nn & C.
Caadieiro <; seus pertenees 9 caixas ao* consig-
luAviu. Carne em salmoura lo barris aos mes-
Bi*(. Corada grelada 5 caixas aos mearnos.
Bregas 5 caixas aos consignatarios, 1 a A.
Can.
Esleirs #1 i i! nos consignatarios. Estopa de
;! atetar IS lardos aos niesmos.
Farinba de trigo 1,166 barricas aos consignata-
rio
Kerosn* '10> caixas a Costa Amorim & C, 2;>0
.i A. V. Magalhies, 5j a 6. Bastos & C, 1,000
.ws (signatarios.
Oleo de oliveira 150 caixas aos consignatarios,
'. i A. Caors.
Sh* arrulla 5 caixas aos consignatarios, 1 a
chapellaria.lreixa af^IF.f^ifcaWrtosc de
Mello. Amostra 1 votante A Cnamo Tt ISoguei-
ra. Artigos pfcarmaceuticos 2 caixas ordem.
Cognac 10 aiaas ordem. Champagne 60
ditas a Sodr da Motta. Camisas 1 caLxa a P. S.
Cascan, 1 a, J. Ramos. Chapeo urna calta a or-'
dem, 1 a Ctthha Manta, a tbristiani, 1 a
P. de Mello,! a S. C. A Alnsaida, 1 a Arminio A
Moretra." eticado 2 caixas? a Seqneira, 2 a P. 4
Bastos, 3 a Oliveira Sobrinno, 1 a Lyra A Vfanna,
1 a Mendes Azevedo A C, 1 a Goncalves & C, 1
a Araujo A C. Chapeo de sol 1 caixa a M. Maes-
tral!, 1 a Mme. Falque. Confeic^es i ca|xas a B.
Frerea.
Drogas 3 eixas a M. SiWa, 1 a Caers.
Knvelopes 4 caixas a W. Sonta
Fitas 1 caixa a C. & Manta.
Instrumentos de msica 1 caixa a E. Ribeiro.
Livros 1 caixa a Lailhacar, 4 a iwni Dandigne.
Manteiga 2 caixas a.KelIer,.l a Cratner Frey, I
a M. MarsjoJi, 50 a Tset Malas de viagem 1
caixa a A. Sabuco A C Mfetcfidorfes Hivepas 1
caixa a P. Sirades A C, 3 a V. J. A C, 5 a Taz A
Leal, 3 a D. M. Martins, 1 a A. .Mona, 1 a J. S.
Ramos. 1 a Prenle T. A C, a WslM,' Mo-
das 1 caixas a Costa A C 1 a Santos Aguiar, 1 a
J. Tas so.
Papel de msica 1 caixa a J. N. Souza.
Queijo 91 caixas a ordem, 58 a A. T. Carvamo,
20 aLebre A Deis 5"t, a Magalhies A Sonza, 40 a
Rosas & Souza, 17 a C. raga, Bal. J. Altes,
65 a M. B. Filho A C, 4QaJ. J. Costa, 29 a S. Bas-
tos 4 0, 30 a M. Bocha A C,23 a G. Beltrao A
Filho.
Sardinhas 100 caixas a Sodreda Motta, a
Monhard A C.
Teoido-l caixa a Oliveira Sobraho, la
Matheus, 1 a C. A Ncgueira,2 a.MdUbard A
a Gonralves Ferreira.
Vinho 8'barris a Leelere, 5 a Caperan iWdo,
50a J. F Santos A C.JSa F Ramos. 2-a La-
costa. Velas 15 caixas a ordean. Vidw $- abelunaon. u ,,
O-Dr. Joao AngusMdo Rego'ilarros. sapplentc oo
sutistituui do juiz -de diroito privativo de or-
phos e ausentes da-cidade do Recib,* seti Ler-
ma nqr Sua Magestade ^'Tfmpervllo' o1^ D^tty
guarde etc.
Paco saber aos que este vtrrtf. rae o bacharel
lmtwenwoSerapaico 4.- Mm > wvallin, tntor 4o
menor, filho do tonetite eoaoMlFelMaao'Joaqusn
reaajues ):!'i caixa- a F. U. Costa. t:; a S. Bas-
-^ AC.
Harrafrai-eza Fideut. vinda do Havre, con-
signada a Burle A C, manifstou :
Artigas de escri|)torio 1 caixa a Lailhacar. Ar-
>,viai 1 caixa a M. Bernel. Acido l caixa a Caors.
Batatas I" ti caixas a C. Cardozo, "0 a Costa Amo-
, (;., 50 aos consignatarios, 20:) a M. D. Ro-
Varrks iiestno.
Calcado 3 caixas a Pereira Arantes & '".,1 a Po-
. i. A'C-, 'a Vild, 1 a L. >. A Coimbra, 1 a uar-
,* (imao, I a L. Machado A C a Mendes
A. \ do C, 1 a P. de Mello C. Chapeos 2
a M. i i regao o C, 'i a Cunlia A C, 2 a
W-I.l & l, \ a SAbard A C. 1) a Rabe Scha-
iataaii A t a P. i Barthoio, 1 a J Almeida.
jdinho i caixa a Hyvernat. Gaitas de jogar 8
w: as a Prente V. A C. Crystaes I caixa a II.
X. Bobert, i aos consignatarios, l a M. Vasconcel-
os. a P.ial) Guelpliee, 1 a M. J. Martin-. Cer-
vi-j:t ID caixas a A. .1. Azevedo. Chocolate 1 cai-
Ui Manrer A C Couro 1 caixa a C & Manta. 2
, i inha Ii'ino, l a S. Neres. Camisas 1 caixa
t S. L Coimbra.
Drogas e medicamentos 12 volumes a Bartho-
1 -i & ti., i a Manrer A C, 23 a S. Parias, 4 a
A Bal bosa, 8 a Caors, 1 a M. Barroso de Mello.
fcjspelhosi oaixas a \az Jnior A C, la Caors,
2 I f. & Azevedo. Espoleta 1 caixa a Lhemanu.
Fmetas 20 caixa; a $. Neves. Fogo da China
8 c xas a Linden A C. Ferragem 1 caixa a Sou-
za e s A C.
J ias 1 -aixa a S. Castro & Almeida.
Livros 2 caixas a Lailhacar.
Mfodezas i caixas a Cunha A Manta. 3 a A. A
Motta, 2 a S A C,3 a Adriano C A C, 8 a Men-
,|,-. Azevedo & C, 3 a Goncalves Ferreira. 6 a S.
L. A Coimbn Mercadorias diversas 1 a P. Si-
res & C. 1 a Preme V. A C, ( a E. Bohert, 2
j it. T. Bastos, i a Q 4 Manta, 1 a Monhard A
C, 20 S. L. i- Coinbra, 2 a Chnstiansen, S a A.
A. Almeida, 33 a Gonralvivs Ferreira, 3 a Rocha
Lima, 2 a L Machado A C, 1 a Farias A Irmo,
46 aos consignatarios, 3 a V. A Leal, 7 a J. Arau-
ju C Movis 1 caixa a B. Lima A Gaimares,
;l a )'. A A vedo, 3 a M. Cardozo A C, 3 aos con-
siniatarios. Manteiga 210 barris o 260/2 ditos a
Oveira Azevedo. 73e 75/2 a Alvos Lebre,20e 30/2
a M. Roeha A G, 0 e 100/2 a M. B. Filho A C,
*f*M) a S. Motta. 193 e 173/2 aos consignatarios,
40 <- 29'2 a J. J. Airas, 40 e48/2 ordem, 40 c
ftO/ a Coste Aniorim A C, 23 e 23/2 a L. Du-
pn.\ liV e !5'V2 a ftorga, 13e U/i a J. Pater A
t... 20 e 20/ a S. N'-'ves. Machina l a Caors.
Papel 'J fardos a C :i.-. t a Magalbles A Irmao, 60 a J. Palmeira, 20
a Costa A Irmo, i caixa a Lehe'iiann,6 a M. Hal-
May. 7 a S. C. i Almeida, 1 a Bartholomeu A C,
4 < M. B. de Mello, dito de msica 1 caixa a N.
de Souza, I i H. Roberto. Perfumaras 2 caixas
a 1. Almeida, 4 a Prente Vianna i$ C, 1 or-
deui. 1 a la nos Peixoto A C. Pistolas 1 caixa a
$, S. Silva. Porcelana 7 caixas a M. Ncves, 1 a
A. i'. Oliveira. Bes de banco 1 caixa a GoneaWes
Fontcs.' Piano 1 a M. Martins, 2 caixas a D. C.
Kainos.
Ouin Botires. 6 a Farias 1 i'Isidoro Bastos. Quadro 1 a M. B. Mello. Quai-
ju 4<) caixas aos consignatarios.
Te-ioos 22 volumes a Keller A C, 2 a Linden A
(:.. la Wild A C, 2 a R. Schametteau A C, 9 a
41 A Cardozo, 1 aos consignatarios, 1 a Monhard
A C. 1 a Cista A Irmo, 1 a Lhemann d Freres.
Tijnio 132 eaixas a M. Roliin. Tapete 1 caixa a
M-juhard A C.
Vi4ro 1 eaixa a S. L. A Coimbra, la A, A Mo-
- i.Oa l!:.iiholomeu A '... 4 a J. U. Pereira, 4
a Pereira 4 C 2 aos consignatarios, 1 a Caors, 7
a M.8. Paria, 1 a C. A Manta. Velas 2 caixas a
t Robert, 1 a E. Bobert. Vinho 1 barril a Caors,
3 di'os e 100 caixas a S. Neves.
ftrijrae pertuguez Jidith, vindo do Rio de Janei-
ro, consignado a Fonceca A Suceessores, mani-
fi-s'ou :
ftarricas vasras 220 a Goncalves Beltrao A Fi-
B
Carreja 50 barris a Magalhes A Irmao, 50 a
:; A Nogueira, 50 a Corga, 50 a Prisco A Bar-
\o-;:. -Caf 400 saceos a M. A Rocha, 50 a F. a
Rocoa, 30 a S. Brasil, 100 a Pontes Guimares,
*id a Pintij Guimraes, 200 a Duprat, 51 a F. Bi-
. Amorto! Ir nao A C, 50 a Teixeira A Primo, 319
a Bu&as A irmo, 30 orden, 115 a Feniatides A
Irmie, 52 a J. F. Ferreira, 60 a J. J. Leitao, 105
a Corga, 100 a C, Marlins, -60 a Cunha A Irmo,
100 a J. J. C, Sli'i L.C.. Meraes, 5 a M. B. Fi-
Jho A C, 5 > a Costa Amoritn. Cevada 32 saceos
/4adrilho i ea^ Lima.
*if*I^^H 'rftido' tos portes
Brigue mglez'GREaAN, rindo de Terra 'Ne^a
consignado a A. F. Oliveira A C, manifeston :
Bacalho 2,020 barricas aos consignatarios.
Patacho hespanhol Mvstkrio. viudo de Mon-
tevideo, consignado a Goncalves Beltrao A Filho,
manifestou:
Couros 20. Xarque 4,300 quiataes, aos consig-
natarios.
DESPACH S DE EXPORTACAO MO DA 5 DE
ABRIL DE 1873. <
Par* os vertot do txterivr
No brigue inglez Emogent, Dar New-York,
carregaram : S. Brothers A C. 4,331 saceos com
317,323k kilos de assucarj mascavado ; Alfredo A
Barbosa Jnior 369 ditos com 27,675 ditos de lito.
- No navio inglez Metsar. nara o Canal, carre-
garam : S. Brothers A C. 5,000 saceos com
375,000 kilos de assucar mascavado.
No patacho inglez Eliza, para o Canal, car-
regou : T. Christian9en 3,100 saceos com 232,500
kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza Khedice, para o Canal, car-
regaram : R. Schmmettau A C. 185 saccas com
13,825 1|2 kilos de algodao.
Na barca italiana Kepler, para Liverpool,
carregaram : G. Neesen A C. 367 saccas com
26,400 kilos de algodao.
Na barca franceza lean Baptisfa, para o
Havre, carregou : T. Freres 473 saccas com
37.933 kilos de algodao,
Na barca hespanhola Elena, para Liverpool,
carregaram : J. Pater 4 C. 3,000 saceos com
223,000 kilos de assucar mascavado ; P. Brothers
A C. 2.20H ditos com 165,000 ditos de dilo.
Na barca ingleza Constancia, para Liver-
pool, carregaram : J. Pater 4 C. 200 saceos com
15,0^0 kilos de assucar mascavado.
No patacho brasileiro Jaboatfw, para New-
York, carregaram : H. Forster 4 C. 2,1,00 saceos
com 15,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue allemo Johann, para New-Yerx,
carregaram : Amorim Irmo i 4 C. 400 saceos
com 30,000 kilos de assucar mascavado.
o navio allemo Cecilia, para o Rio da
Prata, carregou : H. B. Oliveira Jnior 210 bar-
ricas com 21,021 kilos de assucar branco.
Na brigue francez Rpido, para o Rio da
Prata, carregaram : J. S.' Loyo & Filho 467 sac-
eos com 49,751 kilos de assucar branco.
Na barca alienta Isabetla Joanna, para o Rio
da Prata, carregaram : J. S. Loyo & Filho* 60
pipas rom 28,800 litras de agurdente.
Na barca braaileira Supute, para o Rio da
Prata, carregm : F. R. Pinto Gaimares 30 pipas
com 14,400 litros de agurdente.
- Na barca portugueza Trmwpho, para o Porto
carregou : C. P. Lopes 2 barricas com 130 kilos
de caf, e 2 ditas c-m 216 kilos de assucar
branco.
Na barca portugueza Alegra, para o Porto,
carregou : F. A. da Costa 300 saceos com 22,300
kilos de assucar mascavado.
a galera portugueza Audacia, para o Porte,
rregaram : T. A. Fonseca A C. Suceessores 750
saceos com 56,250 kilos de assucar ma-cavado.
No brigue portuguez Laia, para Lisboa, car-
regaram : f. A. Fonseca 4 C. Suceessores 400
saceos com 30.010 kilos de assucar mascavado e
60.1 ditos com 43,000 ditos de dito branco.
Pata os porlos do interior
Para o Rio Grande do Sul, no lugar allemo
Alfred, carregaram : Carvalho 4 Nogueira 307
barricas com 31,106 kilos de assucar branco e lOi
ditas com 11.442 ditos de dilo mascavado
Para o Rio Grande do Sui, na escuna portu-
gueza Agtiia, carregaram : Oliveira Filhos 4 C.
300 saceos com 22,5v*0 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande do Sul. no brigue nacio-
nal Procidencia, carregaram : M. L. Paes Barreto
200 saceos com 15,000 kilos de assucar branco ;
N. Costa Moreira 20 birricas com 2,398 1|2 ditos
de dit.-, e 800(4 ditas com 9,301 1|2 ditos de dito
mascavado; Silva 4 Casco 100 saceos com
7,500 ditos de dito branco.
Para o Aracaty, no hiate brasileiro .V, S.
dos Navegantes, carregaram : Costa A C. 6 bar-
ricas com 535 kilos de assucar refinado.
Para o Aracatv, no liiate nacienal Olindi,
carregou : L. J. Marques de Araujo 22 barricas
com 4,746 kilos de assucar refinado.
Para villa da Penha, na barcaca Henriqueta,
carregaram : J, L. Radieh l barrica com 72 kilos
de assucar refinado e 2 ditas com 130 ditos de
dito ; Silva A Irmao 1 pipa com 480 litros de
agurdente.
t-i|ui[geL caria j0 jncas cura bai
lho; a Augusto rrederieo
Per-70 dias, barca wfteza'
873 *mltiH,,fvm>. D.
10; carga varios generofi
Vcio refrescar e soi '
SantM36 das, fcri
ladas, ea pito Roi
caf ; ao mesmo capillo.
cido o capiteo ; sau destino FalnsMth.
Montevideo50 das, patacho hespanhol Metmm,
de 134 toneladas, capiteo B. Salles, equipagem
10, carga carne; Joaquim Jos Goncalves
Beltrio A Filhe.
New-York-35 dias, lugar ingJez Amelia Wilton,
de 208 toneladas, capftao Wataoo. quipasor
"cajiga ferfnlrade trigo rf-oMres g
enrj Forster AC -
Observando.
Nao bouve sahidas.
sssfa
A junta admi
rieoraa do Hfcc
ndI
anta Casa da Mise-
tentemente aolorsada,
Para Lisboa.
ebe carga a frete o bem conhecido brigue
F*ai Mfttr cora toflaalfrevi-
ter a malor parte engajada, e para i>as-
^^Mrata-se com os consignatario T. <1 Aqui
Fonceca & C. Suceessores, ra do Vigario
.______________ ._____________
'ara oio Grande do Sul
das Santos, r-cq*eiurH* futre,.teadoi.tut li.-U
publica desle juizo os travosipettenoetMes.
tutelado,, os Auaessao.: Antonia, preta
Mter.ae.Ejtevo, de33 annos db.idae
,o servico uoiaeititio, 806|OV,-'flereuli1
crloola q,33,aBnos de idatie, sad]adB jri
mesth-o,W0TO00Gcrfildo, mualo, WV
Meidade, sadio tubo dellerciilana, 860*000 .
ataa, -mulato, de aatnos de idade, tita :*. re li-
laila, 35000J. ) r.Ji
E, pois que, annuMo^.seBielhante preteflrJO,
polo presente e frmalo ao ^e dispae o decreto
1693 de 5 de setemfcro Me ^#0, convindo a todos
quanto t]uizerem lanfar'sefcre os-meifcmaflos' es-
cravos, apresentarem-me suas-prdpbstas, stotn-
piuladas, noipraeo 4e tata alas-* cantar deJipja.
Os pretendemos Querendo podam vr os ewaWs
na travessa do Veras n. 8 da freguezia. vista. E para, constar mandei passbr presente
que sera aflKadu ns' lagares do oostunat e pnbli
cado pela mprensaHdo e paoald'rsb-n'ieu signal
e Sllo ou vallia sem sello, ex-eaiua. Cidade do
Recife de Pernambitco 44 de uaego-ae WV Eu
Florian Correia de Brito, esenvo, o flz escre-
tuer e subscrevo-
Joo Augusto do. Reg Jarros-

rapes
sobrado de nm
Dito mei-agua
Hua
Mtfpfm "
Sobradoa. 57 .
Ruado,
Casa terrea d. 29.
Rea
Qmr &** Metaae do sobrao
-^ IhiM'a
u
ewl 't>
Terreno
__
Editai n. eS;;
Pela inspectora da alfaiadena se faz pHbWo,
que, nao tendo sub despachadas, den|ro dJraiu
marcado, as mercaderas abaixe- awnoionadas, aa-
nunciadas para consumo por edital o, 89, de Janeiro
prximo pasado, se ItSofle ari-eisater, livreM^
dtreitog, porta dosta reparticao rH -horasdo
dia 8 do cnente, as- referidas imitad orlas.
Armazem n. 4.
Marca A C l* C Urna Caixa n.*2,,contendo amos-
tras de chitxs, algodao, madapolS etc.. tudo eu
pedacos pesando 6 kilos, avahada wr 1*000, vln-v
da no navio norte allomo Republick, descarregada
etn 26 de fevereiro de 1872 e consignada* A. A.
de Araujo 4 C.
WemUrna dita sem numero com 3.3 garrafas
de cerveja, medindo 27 litros, avaliatla por 9*720
dem dem, ignorase a consignaco.
dem S. B.^ lima dita, cntendo frasco; de vidro
n. 1, de bocea larga, pesando 29 kilos, avahada tw
9666, vinda no navio inglez Brilliant desearrega-
da em 9 de marco de 1X72 e consignada a Saun-
ders Brothers 4 C
dem J M LUrna barrica n. 451 contendo 12
pratos cobertns, 22 ditos travessa, lo lacias de
rosto com orificio ; 8 pratos para fructas com for-
ma de cestos; 8 molhros tudo de louca n 4, em
bom estado, pesando liquido O-t kilos ; 2 vasos com
lampas de louca n. 6 para agua, pesando 8 kilos,
1/2 kilo de obras de cobre e suas ligas simples,
nao classificadas, avahada por 885OO0 vinda na
barca francez? Jean Baptiste, descarregada em 8
de abril de 1872 e consignada a 11. Bernel.
Wem D 4 P-2 barricas ns. 201 e 902, pesando
477 kilos de bren comooosto para preparar lacre,
avahadas por 2335o rindas na barca franceza
Santo Andr, descarregada em 27 de abril de 1872
e consignada a H. Leiden.
demCm gigo sem n. com 32 kilos peso liqui-
do de parafusos de ferro simples com porra, nao
expeeincado, avahado por 21^333, vindo no navio
francez Gracille, descarregado em 23 de marco de
1872 e consignado a Avilla Irmao.
Marca B A T.30 caixas n. 1, conteni villas
stearinas, cada una com KiO pacotes e peso de .'ti
kilos, sendo peso total 1,701 kilos, avahadas ror
2:125400' descarregada em 21 dejunho de 1872,
consignadas a J. M. de Barros A Filhos e vinda no
navio allemo Marqareth.
Armazem alfrndegado Barao de vraniento.
Marca R A P,Urna caixa n. 280, com espole-
tas para armas de fogo, pesando 7 kilos, (com
principio de avaria nos envoltorios ) com abat-
ment de 30 0/0, avahada por 16666f5, vinda do
Havre no navio francez Bertli, descarregada em
23 de fevereiro de 1872 e consignada a A, L. de
Azevedo.
Alfandega de Pernambuco, 3 de abril de 1873.
O inspector
Fabio A. de Can-albo Reis.
leva pela ultima vea praca de venda, at o dia 17
de abril, perante aaesma junte, na sala de
suas aessfcs, os predios segukitcs, lomando por
bate apaacn jacaltreadMt:
00 Hn!, ..... laagu iQBaiaphn
Mak'aiaaiidao. J*>Lt>W~. 409#(NO
00 olirt.i i tHptaaJei&<9o*f.
ia*a-4ereaa.Q2.eade 8ttd0aaMA
't-'idu-JIattoa. '
de tres andares n.
I:300ODO
WMOrO
500>000
*mo
fcOOCOOO
l:68Oi000
1:080*000
3:5DD*080
J6656t
700O0
230*000
>4:00*0AO
Roa da AMompeo.
........imtfOQO
da, Sania Casa da Misericordia do
aiar->ide.t87a,
_, Oasearsio,
Podro. lloiiwgs de Saaiaa.
Para a Baha
o hiate Gaaibaidi sage uestes poucos dias : para
o reste da carga trai-se eomo consignatario Cus-
todie Jos Vianna, on ra do Amorim n. 39.

%w Ajrcu.
Ga>a terrean/???". .*.
"R*.rco do Tlclrn.
Casa terrea n. 5. .
-1 i- :! i Largo dasHiaco t.m.
144 .
SANf^ft*A Di;>ll|l!fHHKOADIA H)
KECIlTE.
Pela secretaria da s&ata oasa da misericordia
Ido Recife sao conv&aas a< amas a que tu foram
confiados expostos para-rriar, que no da 14 do
arrlate, iiOlas-'U Doras da dia no sal #veste-
belaclmenio.-o-%t. OiesMsreim far pagamento do
Wtgtrtf-ItrrtaVde Janeiro marea flnd, -nel-
laa aan oaiparaeeaem conduaindo es referidos
aaiaaba.
ti t-*.. -' sfe ......
Eta jiemed juma Htlniinisti-.-itiv.-i 4esta sasfar
ansa etinltto -a tod'ts os sonhores mrdomos sop-
atialas p-imtitos fiara assistirem a missa soienme
qaa tolda pfWNea a exposi^odo 8-*. ^acraaMn-
BBjapajal eta-ier l;ig.# un igrej 1 de 3f. S. do
natapo, pphs 10 horas ft> da 10 do corwnte.
A'retara da santa cusa da misericordia d<>
Recite 7 de abril ib- 1373.
-" .' O eserivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
=*

n
uuj J..1.-IU a
Hi 1 n
'JJ.14-
mnm mmm
Sabbado 12
Sobe a sceua o grande drama histrico em 4
actos e om quadro baseado sobre os mysterio
da iuqiiKCio hespanhola :
III
HKp m wmm
A empaza Jao se poapou a despezas para mon-
tar este rkafii<-i> drama, sendo todas as roupa-
novas e nfProsaniente da poca.
O scenario atentamente novo e deatfngnindo-se
a sala do Palacio Escorial e is histricos subter-
rneos da inquisicao hespanhola.
Na sexta-tera saldr o anuuncio mais minu-
cioso deste espectculo.
Kecebe-se encommendas at sabbado ao meio
dia.
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Salsipuedi's. trm parte desea carrega.
mente contratada ; para o restante qne lite falta,
trata-se com os seos consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo A C, no seu eseriptorio rtia
do Bom Jsias n. 57,op'ora ra da Cruz.
Para Maeo
Para o porto cima pretende seguir eom mnta
brevidade o paJbabote nacional Joven Artkur, n-
rebe carga a frete barato : a tratar com os ser
eonsignataros Antonio Laiz de Oliveira Azevedo-
A C. no seu eseriptorio i roa do Bom Jess n. 57,
ontrn rna da Cruz.
i:ipi\kia m\\\
Maeeia, Penod* e \rrajk.
E' esperado atoo dia 7 de-abril prximo fnfo-
nn o vapor Gast* de Gritan, desta companh.
Receb carga e passageiros para os porros ci-
ma : a tratar coi os seus c dignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo A C, no seu eseriptorio,
ra do Bom Jess 57 outr'ora na dii Cruz.)
Pacific SIpihi \n'i*awn faipany
Royal liil Slcamcrs.
At o da *1 do correntSmez, esperi-se da Et>-
ropa o vaporesta companhta Itlinumi.
Recebe passageiros, dinheiro a frete etc, para
o sul.
O primeiro vapor para a Europa ser o Qatat-
bwazo, que dever chegar aajaj at o dia 23 e dahi
em diante tara u vapor da eompanhia todas as
qoinzenas.
14 RA DO COMMERCIO -14.
Para o Araeaty em direilura sahe nestes
oto dias o hiate nacional Olinda <>e 1.a classe,
tem dous ten.-os de seu carregamento para o res-
to trata-se com Antonio Alberto de Souza Aguiar:
a ra do Amorim airmazem n. 60.
Bahia.
di/isos MmMOS
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do dia 1
dem do dia 7 .
a )
3:833 623
7915405
4:6255030
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 5......
Primeira porta no dia 7 .
Segunda porta.....
Terceira porta-.....
Trapiche Concedi .
SE11VICO MABIT1MO
Alvatengas descarregadas no trapiche
da alfandega no dia 1 a 5 .
Ditas ditas no dia 7......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ........
No trapiche Conceico ... .
10,276
73
72
321
601
*^aB*rhB
a-amaetaifCKafMiEif
^GtBim
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa desta Santa Casa, afora
dous terrenos que possuc no lugar dos Arrumba-
dos, boje Dunte Coelho, soi) ns. 39 e 46, tendo
aquelle 390 palmos e este 309 de frente e ambos
de fundos at a baixa mar.
Secretaria da- Santa Casa de Misericordia do
Recife, 7 de abril de 1873.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHIA PF.RXAMBUC.iSA
DE
Nu.vcga.c3o costalea a vapor.
RIO FOT.MOSO E TANAJtMAB
O vapor Paiakyba, eom-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os jKirtos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da aon-
jgs i,.. Hecebe carga, encoiu-
-jmt? Hiendas, passagnros e di-
a frete : eseriptorio no Forte do Hattos
nheiro
n. 12.
Para o referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Olnda, por ter parte 'Ja carga, e
para a piuca que Ihe falta, trata-se com os con-
signatarios Joaquim Jos Goncalves Beltrao 4 Ki-
llios : ra do Comnietrio n. 5.______________
COMIMAlllt
M
NAVECACid BR.ASILEIR.4.
Dos portos do sul
os|ierado at o dia
8 do correte o va-
por l'annd, rom-
mandante Pamplona,
'- .~r~:-^.-l^^j-;..' Jr^-iSmi n i|ual depois da de-
raora do e stume, seguir pira os do norte.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia, ra
do-Gommereion. 8.
garrafas, compoteira. fc 1 fljfV fwrro ainertaaa^
novo, 1 fajpieiro, 1 Jarra e Hm>, laHiarw o ftavaa.
tudo de prata
Urna nw^jilia d^inogno. jfterfres, porta-iota*.
enfeites para cna. t mSaffWftVa, f lavatnria.
1 guarda-vettiU AfuaM IJU I" ceza de jacaralM, lupwVvlrVtdn, i toca-
dor, 1 caixa de ferro (coire), I maehim de costu-
ra, 2 camas de ferro, e antros muiros ofc|ectos dr
Cisa de fa Italia
Um cabnolel e 3 edvaflos para caito.*
HOJE
Na ra da l iuu casa u. il.
ODr. Ao da Silva Ranina, asado de faacr ata
viagem a Europa con aua tataa, arrasa > I
por iiitenenco da aaaaae Maja, ai a)via aal
olijertos cima raenciecadns. ajitaaiaa ana as
de saa residencia, ra da Uaa a. 17.
O l'-ilo priaciaan s Jf
44 barrica* eom brcaUa com toque V
avaria.
Hfjc
O* agente Pestaa far leilio, por conta e risro
de (faem perterUtrer, de S4 bainaa- rnm baca-
lho cwn toque de avaria, hoje as U) l|2 horas da
mauha>.
Na portado armazem do Anues, dbfronfe da al-
fandega _____
Laido
m
cofres de madeira cm bffaajeuv.- I#er-
teira, 5- mesas, 4 krratorius, I i eadarai.
S banco, tlcadeama, 9 morbos, 6-pratj-
leiras, 2 estrados, 2 snelas, 2 laic|)eoe.
22 trancas- de ferro e owtros objoctos.
OuurSa-lein. 9 t) aferiU
A10 1f2 da manila
Na praca de Pedro II, em frente ao chafara, casa
que servio outrora ie corpo da guarda.
O ageute Pinto levar lilo, por autorsacio
ito lllm. Sr. inspector da thesouraria de fanata.
os objectos cima mencionlo-, existentes na can
qu^ servio de cor; da guanla do aaesino thasaa)-
re, 10 1|2 hora* do dia cima <______^^
LEILAO
DE
V2 saceos com arx>z avnriailo,.marca DA M.
flARTA-FEftA 9 IK> CORRIOiTK
A'S 10 HORAS l.A MAXHA
O agente Pestaa .ara Icilo. par coala < rite.
d quen pertencer, d 42 saceos- com arroi ava-
ratlo, vimlos de Liverpool ne navio Ikfpkis. e se-
rio vema Jos quarta-feiru 9 do cotronb- s 11 bo-
tas da laanh.
No awaaiein do Annss, defronlr da -Uiandega-
PA
1
Para o referid.") portosegne com poucos dias
de demora o brigue portuguez Liyeiro III,
capito e pratico Xobtu, por ter mais dedous
terc.os de seu carregamento prompto, e para
o que lhe falta, que recebe a frete com mo-
do : trata-se com os consignatarios Joaquim
Jos Goncalves Beltro & Filho, mu do
Commercio n. 5.
i:iIP\Mli.\
11,343
30
4
3
37
RF.CEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 5 8:8005362
dem do dia 7...... 3:967OOi
12.7675W
Rendimento do dia
dem do dia 7
CONSULADO PROVINCIAL
la
37:3565504
4:610,4708
41:967*212
atUVIMENT 08 PflRTt
A'atnoa entrados no dia-6.
Havre-42 dis, barca franceza Fidtit, de 187
toneladas, eapnao Pretal, equipagam 10, carga
fazenflas e ootros grneros ; a E. A.'Borle A Q.
South Shetland -35 dias, hiate americano Lesi P.
Snm,.de.89 toneladas, caphao I Potts, efnl-
fpageui a7;*carga peUes d lata); tea aaesmo ea-
itao. Veio Tefrescar, e apucf ara New-Ldiv-
,pon. #- o -
Navios entrados no dia 7.
RECIFE DRAINAGE COMPANY.
0 lllm. Sr. engenhero liscal da companhia Re-
cife Drainage manda fazer publico, que tendo sido
at esta data reparados, anata dessa empreza os
dainos causados nos apparelhos, quer por descui-
do dos moradores, quer por negligencia : d'ora em
diante sero ditos reparos feitos de conformdade
com os artigos segu nte-s do regulamento de 12 d
Janeiro de 1872.
Art. 13. Os proprietarios ou locatarios das casas
em que houverem apparelhos funeconando, par
ticiparo no eseriptorio da companhia, por escripto
datado, qualquer kiterrupcAo no servico dos mes-
mos apparelhos, mencionando a causa que a ella
4eu lugar, se for delles conhecida. -
Art. 14. Se dentro das vinte e .qualro horas se-
guimos particinarao d .',T:e trata o artigo ante-
cedente, nao tver a companhia mandado examinar
e concertar o apparellio, os proprietarios u loca-
tarios o communcarao ao engenhero liscal, que
providenciar pela forma do art. 15.
Art. 13 O^engenheiro fiscal, logo que receber a
communicacSo de qne trata o artigo antecedente
examinar ou far examinar per engenheiro da
companhia a uerrupcao do servico do appareho
e a causa desta.
^ 1. Se pelo exame conhecer-se qne ainterrup-
-ao provm de negligencia da companhia ou defe-
to da obra, ser a mesma obligada a rapara-las
inmediatamente, sob pena de pagar a multa de
101000 e peda dasannuidades einqnanto dnrar
a inlerrupro do apparelho.
2." ^e, porm, a InterrnpeAo -pfovier de ne-
gligencia por parte do proprietario ou locatario,
os reparos serao feitos por eonta denles, sendo o
pagamento elTectuado do mesmo modo quo as an
nuidades, incorrendo na multa do 10*000 se tver
havido proposito ua negligencia
Rupartioao das obras publicas, 27 de -fovereiro
ie 1873. r
0 secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
*~>------' j "jM
COMPANHIA PERSAMBCANA
DE
Mavc^acito comtcira a vapor.
PARAHYBA, KAT\L, M.VC.VO, MOSSORO-', ARACA-
TY, CEAR, MWDAIIl', ACARACU* E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Azevedo
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do correte, s 5 lio
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas, at
o dia 14, passagens e dinhero a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida: eseriptorio no For-
te do Mal"- a. 12.
Para o Porto.
Seguir com toda a brevidade a galera portu-
gueza Aml'icia por ter ma'orpane da carga promp-
ta. Para o resto e passageiros, para o que tera os
melhores eommodos, trata-se com os consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonceca A C. suceesso-
res, rna do Vigario n. 19, ou com o capto, na
oraca. ____________________
DAS
MESSAGERIES MARITIMES.
At o dia 8 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Mendoza, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayivs,
tocando na Babia, Ro de Janeiro c Montevideo.
Para condieoes, fretes e pasfagens, trata-se na
ageneia, ra do Commercio n. 9.
No dia 9 do corrente mez espera-se dos portos
do sul o vapor francez Rio Grande, commandante
Giost, o qual depois da demora do costume, se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore) e
Lisboa.
Para condieoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.______________
Para o Rio Grande do Sul
recebe carg;. a frete a barca brasileira Mimosa, a
tratar a ra do Vigario n. 1, primeiro andar, es-
eriptorio de Raltar, Oliveira & C.
LEIL0E5
arlnel (em Terra Nova; -?as, brigu iigtez ma occa-3o ftttwi&s para demolir
Santa casa da mzseeardia
o Recife
A junta admtnjlratlva da santa casa .da mise-
ricordia do lecif, autorisila pela presidencia,
o.dp-wro?midado como S a. -ft3ob 'conjuro
mim anurovadii pifojaj pr^yinaiai 531 de. f de
blica o predio e dous
ruada Moeda, pectaaoUl
tle candaae/ o q3l VTWM fenAbo
Aceita propestts na sala das suas sesst
dia 3 de abrlrpaatmo vindouro, e recebe
COMPANHIA PERiNfUlBLCANA
DE
\nvc;anli) costeira a vapor.
MACEI, ESCALAS, PENEDO E AilACAJC'.
O vapor Gigni, com-
inandanle Martins, se-
guir pora os portos
cima no dia 15 do
corrente s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas at
oth'a 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da larde do dia da sabida : eseriptorio no
tftrtb- do Hattos n. 12.
COMPANHIA PER.NAMBliCANA
DE
'* avosarXo watclra a vapor.
| ftOYJUSA,
0 vapor Paralan,
miiMiandante Pedro,
seawr para o porto
cima no dia l do
frrente, s 9 poras
a'nottte.
..Recebecarga, encommendas, pasageiro8 e di-i
nheiro a frete no et3h>tariu forte do Mallos-
n. 11
imio
LE? ao
DI
bons mo\ eis
4 ntobili 8 de jacaraiMa lr>
di&erentes feitios, toa vmn
taiii)s (Je pedra marniore, 4
Suardas touqa #le Ainhitiro.
teiilo um petlra marm;re; un t
mobilta 2 aparadores ti** iim>^h<>, 2 li
tos tle amarelo coih peora e
outros muilos toriKeados, Pelo-
gios de parnde, MMttl para *-
criptorio, guarda roapa, guarda
Vestidos,, espedios dotirmlos l-
vatorio?, tesas elaul:c-8,.oopa.
ou raHis, eaitvs e ootros HJ*-
ta-.'-. siani's u- i.rniarto cordas e 78, pequea m^br-
lia b nuca propr.a para jfat>Mic-
te ou '-scripton-i. at> :->, a^-
ttiras praescripteric,
Jat,. objedM
C.'ln.il- -
a prata.
pg
de iuro
untle quantiilade de Ira.-***-*
a vultos e objectos dj uso Jo-
meftieo
qi arta-fe i ra 9 de abril
NA
FURA SEMANAL
l(5=rua do Imperador n. 16.
Ani '/em.
t,i:ii,io
DA
arniaao, gneros, gaz e Btai ule:ti>-
esistentes na tavenia sita nu jwteo i ri-
beira, defmnti da Penha.
QIARTA-FK1RA !1 li: ABRIL.
" O agento l'e-tana far leilio, a mandado tiallbu
Sr. Dr. juiz de dirritu esp.-cal do joaterr. *
taverna cima mencionada, pcleneenle a i
fallida de Jo:iu Antonio Ferreira, cujo talar >.
arlia em mao do agilite para ser examinad*, e -*-
r vendida em um ou mais lotes nu -lia cjisrt.i
feira 9 lio oorrenfe*, s 11 h as da ii-an- m*
niesnia breraa.
um
(IL-
Hoje
D sitio da Crua de Almas, estrada do Paraame-
nm, entre o sitio do commendador Tisso, e o
do desombargador Doria, com 568 palmos de
frente e 900 de fundo, com muitos e diversos
arvoredos, grande baixa de eapim, e urna mui-
to soffnvel rasa de yedra e cal aatiga, com
bastantes eommodos, galinheiros murados, etc..
muito perto da estaco da Jaqueira, passando a
linha frrea- pelo fundo do sitio.
O agente Pestaa
far leilo do sitio cima, porta d'assoriacao
commercial, no dia 8 do corrente, s M horas da
manh ; para ver no mesmo sitio, e outras infor-
macoes ra do Amorin.. 37.
DE
sobrado na ra de Marrillo !>i.>.
tora ra Direita n. .
SKGUMU-FLllU li IXJ l.ORRKTt
lo itaeio da rnt poata.
Emsen eseriptorio, ra doRmn lesas a. 53.
O afenle Pinbo Borges comp -terlrmetie aut>-
rsado pelo Sr. Antonio Maria da Silva. ,ilaaii -
trador dos boas de toa malher, e il> maaaata a--
enrdo com os mais hurdeiros, taadari apn
aeima mencionado, o pial iii- um andar e +A*>
andar tem salas de visit i e de jantar e bom U
manho, 2 qoartos regnlares, > atu endatta >*
etc., o andar terreo proprki para umrad.
mu bont quintal e cacimba ,.os pnieidoU'> W>
deja sao convidados para wantina lo, e s*br -
niais esclarccimeatos com o meacionad.i agr.'
no seu eseriptorio roa do. Bom J.ws oofr^i
Cruz., n. ."
LEH.A0
LEILAO
DE
novis, lom;;i e iTjslai's.
um cabriolet americano e- 3 cavallos para o
nvamo e obras de prata do Portj.
A saibor t
Um piano forte e novo, 1 nwbilia de Jacaranda
w com 18 codeiras, 2 esrlos grandes, 2 jarros de
IlanygH9>ff caaitietjraaa >fanar fcarmore. 2 serponm.as, candieiros a gas, Upe-
mamasgi'APE. tes e-csteitas ftaro das alas e quartos, J laincas
ar Corm-.ipa, com-, aoavflttaes poraaortinados.
'SJla;aapBr para taa pequona mobma de vime, 1 masa redonda
iciha ao da 12-dt aaJuasqnadradas eom ps ,de ferro, -{.excedente
: da tarde.' fatoalo'awndra, lattantes envidi-aradas, i sota
ncfcmoen-i estufado e 1 magnifica secretaria.
'dinh*o a Un mesa elstica, i guarda lauta, 2 parado-
sahlda-. js,1|$p4ukif^ij^,irafradra, lappare-
,k 'fooparacmV -> wiV* >jl**f *oe, -"ej,
e
BE
um magniflcii piano, 1 moMia de jai; i anifci, n*
tendo 18 cadeiras de guarmeio, r le krr<. i
cOncoUos, I jardineia e 1 sof. I -Ht.-i aaaafir
aa (madeira pretal eonlendo 1 snU, 1.
r, 2 concollos, 12 cadeiras gaarnapi
de belanc.
Urna mobil.a pequea para rrLan a>, I rama par
casal, 1 columna de vistas eaiteiras avuly
ditas para meninos, dita- pata p taaa, esarefai-
eadeiras, 1 machina de aaaura dt acrattatVv
fabricante, 1 iMtsa elastira. rauM de (erro.
coiiuuodas. waixas. oom iaslrumeutos arurjiet
1 machina elctrica, mesas de amirelso, tta
de piHbn, t silhao inglei,prr... bguias M ja^
pe e mnitos outros aragia, lodoem perfeiR. as-
tado.
TERa-FEIRA DO (DRRE.MC
s 11 horas.
, 0 agente Pinhota r a MUo> atafc-
e mats artigo acuna aaaedflcaeat, poronaend
urna faoua qu se ripia para (ira. da proviaeja
V
i

v

r
-T^-.-, .
^.
-*


Diario de Pernambuoo Ter ..
E
*s quaes serio transportados par o primeiro an-
*ar de predio n. ti, na da Bom Jess, onde se-
a effectuado o leilao no da cima.
LEILAO
DE
No.iiao crreme, s'irhoras da inanes,
je fr leilao, por intervenco d.i agente Martina,
de .diversas joias modernas, ditas de hrilbante, es-
laeralts e parolas, dadas em penhor a travessa
da ra das Cruzes n. 2, por se naver vencido os
prazas das transaeces sob n. das cautelias, 18)8,
1*0, 852, 1893. 1894, 1897, 1918, 1932, 1957,
tSK, *02i, 2027, 2032, 2036, 204, 2045, 2084.
1B,2092,2095, 2101, 2l(i8, 2tu9, 2H1, 2117,
38, 2146, 2147, 21irt, 21t>4, 2167, 2168, 2177,
M, 2194, 2233, 2247, 2275, 2i83, 2290, 409, a
4^, 498, 438 a, 504 a, 605 a, 398 a, 262 b,
306 i>, 331 b, 275 b, 390 b, 419 b, 465 b, 469 b,
474 b, 493 b, 801 b, 522 b, 523 b, 525 b, 540 b,
5461), 550 b, 557 b, 560 b, 573 b, 582 b, 5s8b,
4UB J>, 606 b, 607 b, 610 b, 629 b, 643 b.
s resgates e reformas, pagando os respectivos
premios poderlo ser feitos ate o bater do martello.
(Mee
DE
bons movis, finos crystaes, objectos de
clectro-plate, prata do Porto, carros e
cavallos.
Vm piano forte do afamado fabricante Kertz, 1
mobdia de Jacaranda a Luiz XV, I cadeira para
pianno, 1 jardineira, 2 devans, 4 grandes espelhos
dourados, 1 dito oval, finos jarros e vasos para o-
res, 6 sanefas escultadas e cortinados, tapetes avel-
lanados, escarradeiras e 4 almofadas bordadas.
Urna mobia estufada, 1 secretaria, muitos e
difterentes quadros com finas gravuras, 1 lustre
de crystal com 4 bicos, outros de dous bicos e pe-
denlos para gaz.
Dous guardas roupa com espelhos, 1 guarda
vestido,-! toilette, (lavatorio, 1 guarnieo de por-
celana de svre, 2 espelhos dourados, 4' capiteis, 4
jarros,;8 ricos quadros a oleo, 6 porta-joias, mesas
de feno com marmore, 1 jogo de xadrez, 1 relo-
gio de mesa, tapetes de pe I le de carneiro.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 aguia, 1 ri-
co cortinado de fil bordado, 1 sof de jacarando,
A meta de cabeceira, 1 mesa de ferro imitac.au
de chao, 3 tancas e cortinados, 1 reposteiro de
seda,' 1 commoda, 1 sof, tapete oleado e esteiras
forroidas salas e quartos.
mjustrc de crystal, 1 mesa clstica para 21
pessoas, 24 cadeiras de mogno, 2 guardas-loiv;a
envidracados, 2 aparadores com tampos de pedra,
1 mesas cem pedra para trinchar, 2 aparadores
torneados, 2 quartinheiras, 2 relogios dourados, 7
quadros dourados com finas gravuras, 6 Lineas e
cortinados, porcelana para cha e jantar, 5 duzias
de chicaras e pires.
Objectos de fino crystal.
Garrafas, fructeiras, porta queijos, compoteiras,
copos, cauces e saleiras.
Objectos de electro-platc.
Urna rica fructeira com .') ordens, 4 ditas com
pratos de crystal, 2 resfriadeiras de champagne,
1 cesta para pao, escora e bandeja, salvas, des-
cancos para facas, letreiros para garrafas, colhe-
res, garios e porta-licor.
Objectos de prata.
tlm apparelho para cha, 1 guarni'.o para toilel
te, 4 casticaes e 1 palmatoria, 1 vaso para punch
A faqueiro dobrado, garfos, facas, colheres, trin
enantes, salvas, copos, 1 cesta para pao e i-pali
teiro.
Urna mobilia de ferro parajardim, 24 globos de
vidro cortado para lluminac/io, i espelhos doura
dos, 1 Linterna mgica e i ettagers.
Carros e cvanos.
Um cope, 1 victoria franceza, 1 carro america-
no, (novo) 1 cavallo prelo para sella, 1 dito mella-
do para cabriole!, 1 parelha de cavallos rosilhos
pretos, 1 dita rudada e 1 dita rnssa.
QRTA-FEIRA 16 DE ABRIL.
lo primeiro andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. 6:1.
JoI>) Cavalcante de Albuquerqw, tendo de fazer
urna viagem Europa, levar a leilao por inter-
ventas do agente Pinto, os movis, crystes, objec-
tos de electro-plate, obras de prata. e maisobjec-
tos cima mencionados, existentes em casa de sua
residencia, montada apenas ta um auno, ra
da Aurora n. 63.
Olclao principiar ..< 10 horas em ponto por
serem muitos e diflerente os lotes, constantes do
cathaJogo em poder do mesmo agente, sendo que
os pretendentes pdenlo examinar o bom esta-
do e apurado gosto des referidos objectos naves
pera e dia do leilao.
Salsa parrilha Ayer.
E' um ALTERANTE enrgico e eflicaz
paro debellar a maior parte das MOLESTIAS
CIIRONICAS.
Criado.
1'rocisa-se de um criado no caf Imperatriz.
Attenco
Manoel Ignacio de Oliveira Martins, estabelecido
com luja de pintor ra da Imperatriz n. 82, avi-
sa as pessoas que lm imagen mandadas encar-
nar em sua ofneina ha mais de 1, 2 e 3 annos,
qne mandem buscar dentro do prazo de 30 das,
para as pessoas residentes nesta cidade, o de 60
das de fra da cidade, e que Ando o referido pra-
zo dispor del las para o seu pagamento, sem qne
possam depois do prazo fazerem reclamacio al-
guia. Recife 2 de abril de 1873.
30*000
D-se pelo aluguel de urna escrava que salba
engommar bem : no Collegio da Conceieo, ra
Je S. Francisco.________________________
Tranca loura
K- levan 11. das Mercez, com salo de cabellei-
reiro ra larga do Rosario n. 24, andar, nao
poupando sacrificios e esforcos para bem servir
a todos os seus freguezes e I ion- assignantes, tenv
resolvido juntar pericia e asseio de sea trabalho
a maior modicidade possivel em precos : penta
cachepaines ata, coques de t ranea a it; rece-
be encommendas e aprompta com gosto e breri-
dade qualquer obra de cabello ; barbeia, friza e
corta cabello todos os dias uteis, das 7 horas da
manila as 9 da noute, e al as i horas da tarde
nos domingos e dias santificados: na ra larga
do Rosario n. 24, 1* andar.
Curso de tachigraphia.
Acha-se aberta a matricula para o curso gra-
tuito par i de tachigraphia, aque pelo seu con-
trato e obrigado o tachigrapho Carlos Falco,
na Vidal de Negreiros n. 139.
CASA DO OURO
Aon 5:000-000
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000/ em dous
meios de n. K30, a sorte de 800* em bilhete in-
teiro de n. 1136, a sorte de 300* em bilhete intei-
ro de n. 2714, e quatro quartos de n. 69 com a
sorte de lOO, alem de .nutras sorles menores de
40i e 20 da lotera qne se acabou de extrahi
(45"); convida aos possuidores a virem receber,
que promptamente sero pagos na forma do
costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para fir no seu eslabelecimento eom-
pr r os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer (.remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acbam-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4' parte das loteras a beneficio da
igreja da Casa Forte, que se extrahir no dia 15
do corrente mez.
Precos'
Inteiro 6*000
tfeio 3*000
Quarto 3003
De 100-000 para ma.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 29 de marco de 1873.
_________ Joao Joaqwm da Costa Leite.
CASA,
Aluga-se, na Boa-vista, Caminho Novo, a casa
novan. 155, rom muitos commodos para grande
familia, com um quintal feixado e sitio.
AVISOS DVERSOS

Aviso
Salsaparrilha Aye.r
As MOLESTIAS 'DA PELLE: ERISI-
PELAS, ERU'PCQES, DARTHROS, HER-
Hetc, podero ser fcilmente
curadas por meio della.
AVISO.
O. Alexandrna de S na Guimarcs vieira es-
tando procedendo a inventario |o juizo de or
phaos, por fallocimento de mu marido Antonio
do Couto Vieira, roga aos e redore* do meta* sea
marido que queiram aproseetar seos malos oa
contas, atim de serem attendidos; ao mesaso in-
ventario nao se attender a qualquer tralo oa
cont que se aprsente depois das partilhas feitas.
Recife, 4 de abril de 1873.
Salsaparrilha Ayer.
Sua eicncin torna-se especialmente
notavel nos casos de RHELMATISMO, para
o que, um remedio segurissimo.________
~Ne ma do Argo n. 18 precisa-se alugar
nina easa qne tenha de 2 a 3 quartos, com tanto
qne teja na Boa-vista ou Santo Antonio, embora
seja um S"b aaho pequeo : quem tiver an-
auncie.
Preci>a-se de uma^inia livre ou escrava,
que corte -i cora com perfcieSo toda e qualquer
obra para senbora : quem pretender, dirija-se
ra du Barao du Triumpho n. 104, andar.
AMA Precisa-" le
*>" prar e cozinhar :
46, 1* andar.
CRIADO
Preeisa-se de um para o servico de easa : roa
do Imperador, n. 32.
Ainda precisa-se de um menino para eaixeire
de venda na villa da Escada : a tratar na roa Di-
reita n. 35.
Precisa-se de um eaixeire com bastuta pra-
tica de molbados, qne d fiador a sua condoeta :
a tratar no largo da Ribeira de S. Jos n. 1.
Precisa-se de um forneiro, um mestre de
maceira e 2 trabalhadores : na padaria dos Afo
gados n. 27.
Precisa-se de um piloto de carta para o pa-
tacho hespanhol Roger de flor, que segu viagem
para Barcelona : tratar com o capitao do mes-
mo navio, a bordo._____________
Jos Luir Goncalves Penna eomprou a ta-
verna da ra de Thnme de Souza n. 3, a Amo-
nio Jos Al ves da Fonceca, o qual foi aulorisado
por todos Seus credores para fazer a dita venda,
e passando tres dias nao me respensabiliso.
Recife 7 de abril de 1873.
AVJSO
No dia 7 do corrente, do lugar povoaco do Ca-
xang- da freguezia da Vanea, fugio o escravo
Sardo, de nome Cy rio, estatura baixa, grosso
o corpo, e cicatrizes bobticas, falta-lhes as
unhas dos dedos polegaes dos ps, pouca barba,
falla grossa, representa a idade de 2l annos e le-
vou vestido urna calca parda, camisa de algo-
dozinho em mo estado, usa de pragatas nos
ps, levando mais roupa e dous chapeos, sendo
un de maca e oulro de palha novo, e urna ca-
misa de bata encarnada: roga-se a qnalquer
pessoa, antoridades e capites de campo, que o
encontrar o conduzam a mesma povoaco, e en-
treguem a seu senhor Manoel Felippe de A. Lopes,
com estabelecimento de molbados, que gratifl
cara. i
Escravo fgido.
\JAeha-se nutra vez fgido o escravo Antonio
crioulo, idade 22 annos, cor preta. cabellos cara-
pnhados, rosto comprido, olhos flor do rosto
e amartllos em virtude do vicio da embriguez a
me se entrega. Roga-se a todas as autoridades
policiaes e capites de campo que o apprehendam
e conduzam a casa de seu senhor Miguel Jos de
Almeida Pernambuco ra do Baro de S. Bor-
ja, antiga ra do Sebo n. 28.
O major Jos Francisco CoelhoSilva
Vieira agradece cordealmente aos
seus amigos e parantes que acom-
panharam os restos mortaes de sua
muito prezada e sempre lembrada
mu D. Antonia Francisca Rosa Vi-
quilina da Silva Coelho ao ultimo
jaziga, e de novo os convida para assistirem as
missas que pelo repouso eterno de sua alma man-
da rezar no stimo dia de seu passameato, quar-
t-feira 9 do corrente na matriz de Si Jos, as
7 horas da manha, como tambera aos i seus pa-
rantes e amigos do matto, no me^mo diale a mes-
ma hora, na matriz de S. Jos dos Bezarros, ma-
triz de Una e capella da Estco'de Agua-Pret,
pelo que muito grato Ihes ficaraV \
I)espesca-se o viveiro da travessa do Mo-
locolomb ao Afogado nos dias 7,8 e 9, ter-
;a, quarta e quinta feira da semana santa,
onde encontr rao o bom peixe e barato.
CASA W F08M7
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de. Marco (outr'ora ra de
CrespoJ n. 23 e casa: do costum.
Aeham-se a venda os felizes Nlhetes garantidos
da 4' parte das loteras a benelicio da igreja da
Casa Forte (46*), que se extrahir na terca-reira,
15 do corrente mez.
PPECOF,
Bilhete Inteiro fiOOO
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORQODE OSOOPARA CIMA.
Bilhete :nteiro 5*500
M< o bilhete 27o0
Quarto 1*375
Manoel Martins Fhaa.
Cuidado.
Pede-se ao Sr. Francisco de Pau'a Rosa, que
venba roa de S. Jos de Riba-mar n. 27, con-
cluir o negocio que V. S. nao ignora.
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante. precisa-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.
Jos Cardoso da Silva, subdito portuguez,
retira-se para Europa : a ti atar de sua saude.
Alngase um moleque ou preta que sirva
para vender : a tratar na ra da .onceico n. 22.
PARA
A junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
predio da ra do Commercio
n. 17, sendo um andar e ar-
mazem com grandes com-
modos e coi fundos e sahi-
dapara o caes, propriopara
armazem de gneros de em-
fatfque: trata-se na ra 1.
de Marco, outr'ora do Crespo
aL 13, com Antonio Correia
e Vasconcellos.
Os Srs. Meuron & C, fabricantes de rap,
na ra doVisconde deCoianna n. 157, preci-
sam de algumas mulheres para trabalhar na
sua fabrica : a quem convier, pode dirigir-se
a mesma fabrica para tratar.
Avisa-se
s. quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos San-
tos, e aepois comprada ao Baro de Nazareth,
represent ter 25 annos, tem falt de dentes na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos. que ser generosamente recompensado.
Tinta Amazona
Para tingir instantneamen-
te a barba e o cabello
A 1*000 o fraseo, em poreo, 3 frascos 2*500.
Odilon Duarte & Xrmao
Cabelhireiros, na ra da Imperatriz n. 82, pri-
meiro andar.
Terceiro andar.
Aluga-se o 3" andar ra do Padre Floriano :
a tratar na ra larga do Rosario n. 22.
Ao commerciJ
Os abaixo a-signados declaram com especiali-
dade ao corpo do commercio que tem justo e con-
tratado a taverna sita na ra de Marcilio Dias n.
74, pertencente ao Sr. francisco de Araujo Ce-
zar livre e desembarazada de qualquer onus :
quem se julgar com 3gum direito, aprsente suas
contas no prazo de tres dias a contar de boje.
Recife o de abril de 1873.
Francisco de Paula de Almeida Cruz.
Jos da Silva Pereira.
Cabetteireiro
Precisa-se de offlciaes de barbeiro c cabellei-
reiro : na ra da Cadeia do Recife n. 51, pri-
meiro andar.
Urna mobilia de palha, mesas de jgo, cadeiras
avulsas, mesas de ferro, pannos para mesas, can-
deeiros a gaz, tapetes avulsos, 4 serpentinas, ca-
deirae de balango e muitos outros objectos.
(lorreio de Pernambuco.
Pede-se ao respeitavel administrador que faca
com que o carteiro da estrada de ferro nao se
demore tanto entregando cartas, antes de as trazer
para o correio, onde est sempre muita gente a
espera delle.
Aviso
Fjgio da cidade de Olinda a escrava Mana,
cor fula, com 2 lobinhos nos bracos, em estado' de
gravidez bastante adiantada, e que fra ha poucos
Jos Estcves Viajina.
Um sacerdote, grato a memoria
do finado Jos Esteves Vianna, celebra umamissa
pela sua alma, amanha, stimo dia de sua sepul-
laco ; na igreja da Congregacao, s 7 hora* da
manh. Para esto acto de caridade christa, con-
vida aos parantes e amigos do referido finado.
Francisca de Paula e Silva Lins.
Franciso de Paula e Sil-
va Lins Jnior, Joanna Ti-
burtina da Silva Lins, Eu-
genia Firmiliana da Silva
Lins, Clara Olympia da Sil-
va Lins, Joo Baptista da
Silva, Joao Baptista da "Silva Filho e Fraaisco
Borges de Souza, pungidos do mais doloroso senti-
mento, agrade:em a todos que se dignaram acom-
panhar ao cemiterio publico os restos mortaes de
seu presado pai, cunhado e ti Francisco de Paula
e Silva Lins, e de novo os convidam para assistir s
missas que, pelo seu eterno repouso, se ho de ce-
lebrar na igreja matriz de S. Jos, no dia 9 do cor-
rente, as 6 1/2 horas da manh, desde j se con-
uma ama para coro-
na ra da Roda n.
Amas
Precisa-se alagar duas amas ; urna para
engommar e cuidar de outros semvos do-
msticos, outra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na ra do Capibaribe n. 40.________
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite sem filho ; na
ra do Mrquez de Olinda n 39.
- Precisa-se de urna ama para cozinhar : na
padaria da roa da Praia a. i7.
Precisa-se de urna ama para en-
\ nl \ gommado e mais servico de casa de
l\ 1X1 il. pouca familia : a Iratr na ra larga
do Rosario n. 32, ou na Passagem da Magdalena
o. 38.
- Precisa-se de urna ama para cozinhar, na
ra da Penba n. 23.
km
Precisa-se de urna ama escrava para cozinheira
e coaaprar; na ra da Gloria n. 107._________
Ama Na roa de Pedro Alfonso n. 4, precisa-
-1J11"' sa de urna ama para cozinhar.
Urgencia.
Precisa-se de urna ama de
leite, que o tenha bom e
abundante e sem filho, pa-
ga-se bem: a tratar no pri-
meiro andar desta typogra-
phia com o administrador.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Duque de faxias n. 3, Io andar,
preeisa-se de urna ama livre ou escrava, para
cozinhar e outros servicos proprios de casa de
familia. Paga-se bem agradando.__________
a A >"a ra do Hospicio n. Iti
% 11 /% precisa-se de urna ama que
^*-^'*^" saiba engemmar e lavar, pa-
ga-se bem, agradando.
Precisa-se de urna ama para cozinhar: na
ra Imperial n. 102, passando o viveiro.
A rrin Precisa-se de urna ama para casa de
*"'"* pequea familia : na ra do Coronel
Lamenha n. 17.
AMA?
Precisa-se de urna ama para
cozinhar : a ra do Baro da
ietoria n. 22.
AMA
Precisa se de urna ama para
andar com criancas : a ra do
Baro da Victoria n. 22.
AttII ^a rua ^e"a> nDJe "na ^ Carvalho,
xxjuoi prec$a.se de uma para cozinhar e com
prar.
m.Na rua da Cruz, hoje Bom Jess n. 9
2 andar, precisa-se de uma ama para
cozinhar e outra para emgommar,
AMA
Precisase de uma ama para
cozinhar, a tratar no armazem
Fidelidade, na rua do Imperador
n. li.
Ama Precisa-se de uma ama para cozinhar,
.fiuiai para casa de rapaz solteiro, na rua lar-
ga do Rosario n. 32.
fessando
ligio.
gratos por esse acto de caridade e
MOMA
Est encourac,ado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
esenvao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Casias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
reahsar, pela terceira chamada deste jornal, em
Bns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho se
achava nesta cidade.
f GrABI\ETE
Medico-cirurgieo
RUA DO IMPERADOR N. 73, f ANDAR
0 DB. BUHES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTE1RO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operares de olhos.
Cora radical e instantnea dos
estreitamentos da uretra.
Consultas : Das 7 s tO horas
da manh.
Chamados: A qaalqoer ora.
Sitio para alugar.
Aluga-se o sitio dos herdeiros do finado Santos
dia' comprada por intorvencao do corrector Joo Coelho, com casa bastante grande, tendo 3 salas,
Frederico" de Abren Reg : roga-se polica a
priso de dita escrava, ou a qualquer particular :
entender-se na rua da Imperatriz a 30, an-
dar, ou na de S Bento em Olinda n. 11, onde
ser recompensado.
Os Srs. Dr. Flix Moreno Brando e Arlindo
Francisco Nogueira teea eartts na rua do Apollo
j *>, scriptoriode larval Nogueira.
A todos!
Frederico Pinto & C. com loja de f- zendas roa
do Mrquez de Olinda n. 40, pedem a lodos es
seus fregueses de dbitos antigos o obsequio de
virem sausaze-los ne improrogavel prax* de
oito dias, certos de que, Ando este prazo, ea-
pregaro o meio judicial qne Ibes beaka as leis
do paiz.
Recife, 7 de abril de 1873.
Ahoga-se o 2.* andar da roa da taha a i,
a fallar na roa das Ciic Pantas a 31.
dea quartos, todo murado, com muitos arvoredee,
tanques para baaho e gallinheiro : a tratar na rua
do Mrquez de Olinda n. 62.
SITIO.
Para tratar de um pequeo sitio em S. Js4
Mangumbo, precisa se de un trabalhador ene
tmbem enfeuda de flores. Caes Jo Apollo ar-
zem n. W.
SaJsaparrilha Ayer.
Dell*
As SENBORAS encontram
excellente repetfio paraos sm
dos. Nio conten nada rae posm $mt
ojal.
Via frrea de Olinda
Regula a partida dos trens na o> e 6* feira san-
tas deste anno,
Quinta-feira santa de manh-s horas data-
bella em vigor.
A tarde do Recife para Olinda al, 3, o, 7 e 9
horas.
De Olinda para o Recife s 2, 4, 6 e 8 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe a 1, 15; 3, 13;
5, 15 ; 7, lo e 9 lo horas
De Beberibe Encruzilhada s 2, i, 6 e 8 ho-
ras.
Se-xta-feira sania.
Manh: i
Do Recife para Olinda s 7 e 9 horas.
De Olinda para o Recife s 8, 10 e 12 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe s 7, 15 ; 9, 14
horas.
De Beberibe pan a Encruzilhada s 8 e 10 ho-
ras.
Tarde:
Do Recife para Olinda as 4, 6 e 8 horas.
SJDe Olinda para o Recife s 2, 5, 7 e 9 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe s 4, lo ; 6, 15
e 8 15 horas.
De Beberibe para a Encruzilhada as 5, 7 e 9 he-
ras.
O Irem de carga no ser expedido nesses dois
dias.
Escriptorio da companhia, Io de abril de 1873.
O gerenle interino,
L. J. de Miranda.
PENHORES
Na travessa dama
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Salsaparrilha Ayer.
ANDA QUE constantemente receitada
pelos mdicos e usada nos hospitaes, qualquer
pode applica-lhe attemleodo bem s ins-
trucres.
A MU AFAMADA
AGUA de florida,
DK
MURRAY A IA\HAX.
He o mais delicado e mimoso ao mea
mo tempo o mais estavel de todos os per
fumes, e encerra em si, no seu maior augt
de excellencia, o proprie aroma das verda
deiras flores, quando ainda na sua flores
cenca e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores d<
cabeca, nervosidade, onbilidade, desmaios
flatos, assim como dectra todas as forma*
ordinarias enteca s decid hystericos; d
summa eficacia e nlo tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperads
com agua, torna-se um dentifrcio o mai
igradavel e excellente, dando aos dentes
aquella alvurae aperolada apparencia Ule
altamente apreciada e desejada, pelas Se
ohoras.
orno um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua, i
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que s
criam roda des dentes e das gengivas.
tornando-as duras, sadias e d'uma linda c6r
3ncarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certe nao tem igual: e a sua supe
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meiomui excellente, para fazei
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulices, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disguramentos,/e que tanto desfei-
am as lindas feic5es dooiello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluic5o, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feic5es trigueiras e pallidas:
ama pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe uma linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua nE Florioa de Muriut
Laman.
AsiraitacSesque se temfeito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes;
s3o inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tento recommenda-se mui especialmente
is senhoras, que tenham toda a precaucSc
9 cuidado, de quando comprarem, estejaro
certas que compram._________________
Caixeiro.
Precisa-se de um menino para caixeiro : na
padaria da rua do Bangcl n. 9.__________________
0 Sr. Caetano Quintino Ro-
drigues Lima
tenha a bondade le apparecer na rua
do Duque de Caxias n. 60 A, loja de Bento
da Silva C, successoresde Manoel Ribei-
roj Bastos. |
Tendo de retirar-se para a Europa Jos op
Almeida Rabillo, deixa por seus procuradores
Victorino de Almeida Rabello, Antonio da Costa
Almeida e Manual Alves Santiago.
Salsaparrilha Ayer,
As pessoas de urna NATLREZA ESCItO-
FL'I.OSA ou que henlareuio a suaglM o
VICIO SYI'HILITICO detem toma-U con
tinuamente.
Aluga-se
o segundo aaar ma bons commodos p.u.i familia : tratar m caM
imperatriz.
Servente.
Precisa-se de um ma larga do Rosario a.'3t.
Arrendase o engenho Penedo de baixo, aa
freguezia de S. Lourenco da Malta : a tratar no
mesmo com a viuva de Francisco Joaqaat da Ro-
cha Falco.
Aluga-se uma boa cozinheira :
asar dirija-se rua da Matriz da Boa^ Vista'sa-
me ro 18.
Fugio do engenno Junii, da comarca dtS
n-tli. no dia \ de marco, o preto rriocto Aa utme
lli-meterio, com os signaes seguintea : % UWm
de idade, baixo, cheio do corno, tem falta de
dente do lado de cima, pouca barba, alnriiin n
levou calca de riscado azul e caima da aafodie
branco : quem o pegar leve-o ao sea iSBMr
tenente Antonio Ribciro de Moura m dito efe
nhe, ou a Joaquim Cavalcnhe de Alboqnerqne
Mello no sitio do Forte freguezia da Varara, qne
ser generosamente recompensado. O do eecravo
foi eucontrado em Caxargae sopSe-se ter '
ao Recife.
(rindo.
Precisap de nm criado de boa eoadneta para
casa de napea s lteiros : na rua da Cruz n. W,
escriptorio.
Funileiro
Os Srs. Meuron d C, fabricantes
rua do Visconde de Goyamu n. 157,
um funileiro perito c activo.
Jo rap, aa.
precisa 4e-
0
I HEDIGO-GIRCRCICO
& DO
Dr. J. M. Curio
OPERADOR E FARTEIR0
& Rua do Mrquez de Olindi n. 2o, pri-
M meiro andar.
2 Consulta das 7 horas s 10 da manh.
dr Chamad a qualquer hora.
i
m
m
0
Escravos a aluguel.
Xa padaria da rua Direiu n. 8i, prrrca-se
alugar escravos para o servico interno e ex-
terno.
SR88$B9^a 0000^.
Vende se uma mobia de Jacaranda macia, 1
ama franceza, tudo obra muito boa, um piano de
armario, e outros muitos trastes avulsos; assim
amo tambe o vende-se a ofneina, e garante-se a
casa, tudo por preco commodo : a tratar na na
estreita do Rosario n. 27.
Fora os callos.
0 nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito i;a Pharmacia America-
na, rua Duque de Caxias n. o".
ENCIMO FKIM
100#000 de gratificad
D-se a quantia arin a a quem appn-header <
escravo Boa ventura, que se acha fgido ha cinco
para seis annos, com os signaes seguales : ca-
bra escuro e de cabellos carapinhos, cheio d
corpo tendo n rosto descarnado e o nariz corve,
as mos e os ps sao regulares, tendo nm dedo de
menos na mito rsquerda, c pisco e tem marcas de
chicote as costas e as nadegas. Foi visto em
tins do anno passado nos engenbos Javunda e Ca-
mua da freguezia de Jaboato, onde tranalhava
alugado, dizendo ser forro : quem o apprthen-
der pode leva-lo a seu senhor Jos*1 Barbosa da
Silva, no engenno Piedade da freguezia de Ipojuea.
Attenco.
O abaixo assignado pede ao Sr. Joao Hennques
Pessoa o favor de vir entender-se com elle sobre
aquelle negocio que o mesmo nio ignora, sor*
pena de ver por este jornal a specie doaegocio.
Marcos de A. Lima.__________
20|000..
Frecisa-se alugar uma escrava que engomm-
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de uma casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, c de una outra que eoznfce com
perfeicao : no largo do Paraizo n. 8, t* an-
'dares.
Precisa-se de um criado livre ou escravo
para entreg r caixoes de conudorias e carregar
agua para uma casa de familia que foraeee ro-
medorias para fra : na na estreita do Rosare)
n. 3o, preferese escravo, porm que na> *e;a
criado a eolio. __________________________
^ De 10 palmo?.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo. pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, arttwuiava-p. aba-
cate, laranjacravo, flanbovant ou brilhante, |i.!-
meira imperi.il, roseiras de qualidade, aJecrmss
fiarreiras coracao da india, romeiras e outra,
antas : na Capunga. rua da Ventura numero Stl.
Francisco Josc Cardo-
so, artista aJfaiatc, transferio
sua oficina da rua do Barao
da Victoria n. 46 para a ma
do Mrquez de Olinda n. 34.
primeiro andar.
Chumbo
Compra-se chambo velb i > ettaoho, em t (pap-
ua e Brandes ;redes i roa Nova loja n. ll. do
Azevedo.
Na fabrica de cerveja a rua do Rosano r.
5. compra-se laranjas da larra a 6Vil rs. o cem*'.
Trastes. S
Compra se e veade-es trastes novos
8 usa.los : no armazem da rua do !m-
r orador n. Id.
9
Na rua da Madre de Deus n. 3, preciza-se de
um criado para todo o servico interno. _____
Menea.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife Caxang.
O trem que sabe do Caxan-
g s 8 heras e 10 minutas
da manh, e que vinha -
presso do Manguinho ao Re-
cife, tocar na estacao das
offleinas, de amanha por diaa-
__________ te ; e por esta razio *er
cfcegv no Recife tres mantos mais tarde do qne
est aaarcado na tabella.
Eacriptero da companhia, 4 de abril
de 1873.
R.C. Btterbt,
Gerente.
Vende-se uma prela ptima engomraadeira. Ha-
de de 18 annos, e um piano ex bom estado : a
tratar na rua do Baro da Vid ria n. 69.
0: <$> &&%\
Compra se urna neprinha de 10 a 12 an-
nos : na roa do Bom Jess n. 57, outr'ora nu
da Cruz, no escriptorio de Aot mi Luiz de Oli-
veira Azevedo A C.
Compra-se uma earroca propria para boi,
ou mesmo cavallo : quem tiver e quizer vender
dirija-se a rua do Mrquez de Olinda n. SO A. Na
mesma casa tambem se preci entend de plantacdes. _________
Fugio
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joo, de 18
a ii) annos de idade, com os signaes segnintes :
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
dentes perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapinhos, ps chatos e cheios de cravos,
bem esperto e ladino, canhto, co inheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le-
vou uma bolea nova com dnas camisas, sendo
uma bordada, 2 eeronlas, i cami-a de meia, 2 pa-
res de meias e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levou 54J, e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, prtanlo, s antoridades
e capites de campo que o apprehendam e levem-
no ao sen senhor, rua de Pedro Aflonso n. 7,
que seroo generosamente recompensados._______
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' de animaes e com propor-
eoes para, 1,500 pies : os pretendentes podem di-
rigir-se roa Duque de Caxias n. 58, 2 andar,
que all lerao informacSes.
v CMsaltrio nedico-cirorgieo r
Dr. Ferreira.
Rua larga do Rosario n. 20, (amigo
fabiaete de seu pai)
Gratis ae pobres.
Compra-se
ojan il.
Registro de gaz.
registro de gaz : rn Nva
um
VrNBA$.
Chapeos de castr branco. finos e copa alta
na'na Direita n. 61, loja de chapeo*.
Casa a venda.
Vende-se a casa terrea com bons commodee oa
rua de Mathias Ferreira, n. i, em Olinda; a tratar
a roa do Cabug n. 5, loja de r>:ra, on no patea de
S. Pedro Novo em Olinda, com Joo Conceico
Vende-se um terreno situado na Agoa-Ftia
de baixo, na rua da Generarn, com 80 palmos de
frente e 470 de fundo, a 4| o palmo : a tratar aa
rua de Hortas n. 53 com sen propriolario A agolo
Gomes dos Passos.
AOS 5:000*000. '
Esto vendaos felizes bilhetes da Mora da Ba-1
hia, na casafelz do arco da Concoicao, loja di)
ourives, no Recife. ______________
Vende-se
Um sitio na cidade de Olinda, aln
ter urna boa casa de viveda para graade
familia, teta muito arropados de fructoa a
tedas aa qualidadea, e eaeaUaaln afeada
Weer; a tratar nesta tt
/





m.
Diario de Pernambuco Terqa feira 8 de Abril de 1873.
'
,
FDNDICAO DE FERRO E BRONZE
,T tMRICA DE MACHINAS
A* na do Bario CiRDOSO fe IRMO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, queteem recebido da Europa
grande sortimento deferragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
e misteresda industria agrcola, o quetudo vendem por precos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VftDOreS ho"sontaes e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra della, os
^ melhores que leem vindo a este mercado.
JnOenaaS completa* de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS moendaS part assentar em grades de madeira.
laixas de feTO de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
RodaS d'agua de diversos tamanhos.
KOaaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
OOcertOS concrtam com promptidio qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pesseal.
EnCOmmCIldSjS -^an(*am vu* Pr encommenda da Europa, qualquer rxachinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Barao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
_______FUNDIQO DE CARDOS O 4 IRMO
MIUDEZAS]
So&res Leite & Irm&os, com loja de miudezas e perfumaras ra do Baro da Vic
tona n. 8, pedem muita attencio para os presos abaixo especificados, a saber :
Sapatos de tapete para homens e senhoras
ttfMt.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idera para punhos a 320 rs.
Talherescabcdeviado (imitaco) a355000
a duzia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Maco de fita chineza a 19000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a i$200.
dem idem kananga do Japo a 1#200.
dem idem divina a 135000 e H5200.
dem idem Magdalena (novidade) a 1J>00.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
1000, 2J5900, 435000 e 70000.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
39500.
dem com tnico oriental de Kemp a 135000
o frasco.
MIUDEZAS.
Macos de trsngas do caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial a
320 rs.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
29500.
dem idem de madeira com tampa a
39600.
Duzia de collarinhos bordados para ho-
mem a 89000.
dem idem lisos a 69000.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 1JJ000.
dem idem antique muito b un a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 19, 19500 e
29000.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
Duzia de sabonetesjde amendoa a 29500
e 39600.
MIUDEZAS.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 19400.
Resma de papel pautado e liso a 29600,
29800, 39500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 #6.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
29200.
Duzia de sabonetes com flores a 19500.
SabonetesGlycerim transparentes 19000.
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray proprias
para presentes, assim como de palha e pape-
leo.
MODAS E MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
senhoras a 109000.
Leques para senhoras a 29000, 49000 e
79000.
Vara de fita escoseza larga (novidade) a
49000.
Laraparinas gaz a 19000.
Groza de botes de osso para caiga a
200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 39600.
dem idem beira lisas a 29500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 135000.
Pegas de fita de velludo de todas as cores.
dem idem de sarja de todas as cores
e larguras.
dem idem de pos chinez, muito Lo, a Sapatos de tranga, tapete, casemira e char-
500 rs. e 19000. : lote.
Mago de sabonetes inglezes
riores a 600 rs.
milito supe-
Chapos para senhoras e meninas.
Luvas de pellica muito frescas a 29500.
ESPEJAOS
de moldura dourada de todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e zinoo, e muitas
Mudezas que seria longo mencionar.
28 Ra de Baro da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'rame para fio
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado paa cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES RA DO BOM JESS N. 4.
Aderegos de bri-
lhantes, esmeraldas
rubios e peredas,
voltasde perolas.
f
Obras de ouree
prata* de todas as
qualidades.
SAPHIBA
NOVA LOJA DE JOIAS
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS ft FU no
Achando-se completamente reformado este estabelecimeoto, e
tendo os seus propnetarios feito urna importante acquisigo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego razoavel.
Grande laca
Sao pavitas grandes com lace, ultimo gosto a
1 OOii: na ka da Rosa branca raa da Imperalrix
Libras sterlinas.
. X^fe-86.110 armazem de f&zendas de Augusto
W. e Ohvcira a C., ra do Commercio n. 42.
FV e igAdto 4a Babia e cal de Lisboa, re-
Hemente ehegads : ha par vender no es-
criptorio deJoaqun Jo- Gonealves BeHrio & Fi-
Ibo, a ra do Commercio h. 3.
Panno de algodo da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio "oaquim Jos
| Goncalves Beltr ft Filho, ra do commercio
1 n. 5.
Vende-se
'una taveraa bem areguezada, nos ambaMee
4esta cidade : para infonnaodes na taverna jauto
a maciaabomba 2.
GRANDE JOIJPACn NO BAR ATERO
: o
BAZA R N A fJ i 0 N A L
Kua da Imperatriz n. 72
DE
LourencoPcreira Mcndes (iiiimariies
mu m joiAs
Esmeralda
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem vindq neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderegos e meios aderegos com podras fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homens senhoras, desde o
prego de 40#000 at 3009000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 e 409000.
RA DO CABUG R 5
MOREIRA DARTE & C.
CASEMIRA PRETA A 29500 0 CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta paracal-
cas de hornera a 29500, 49500, 59 e G9000.
PANNO PRETO FINO A 29500.
Vende-se panno enfestado proprio para
calcas e palitts a 29500, 39, t e 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 6V0 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 19500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 19500 e 29000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FCSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se caSsas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
A LOJA BOM PASTOR
RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Pars, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, castigaes,
saleiras, farinheiros.etc, etc.
Recebeu tambem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praga.
Recebe encommenda para o Porto, Lyon e Pars.
Eahrica deornamentos para igrejas, e intagens
COI.XAS DE FIST10A 2?5O0.
Vende-se colxas de fusto, de core,
29500 caila urna.
COBERTORES DE PELLOS A 19200.
Vende-se cobertores de pellos papados
a 19200 o 19400.
SAIAS BRANCAS A 23*00.
Vende-se saias bramas e de cres a 29t0#
e 29500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. rada urna.
BOLSAS PARA VIAf.ENS A 3*000.
Vende-se bolsas para >iagens a 39, 39500
e49O00.
LENCOS BRANCOS A 25000 A DUZIA.
Vende-se lencos brancos a 2?O00 a du-
zia.
GROSDENAPLES l'RETO A 19800
Vende-se grosdonaples prcto para vestidos,
a 19800, 23>, 9500, W, *"r000 e 55000 o
covado.
MADAPOLAO FINO A 49000.
Vende-se pegas de madapoln, a 4C000,
49500, 59, 69, "9000 e 89000.
ALGODO A 49000.
Vende-se peras de algudo bom .. W,
49500,5a, a (?ooo.
ALGODO EN KE.STA 1)0 A 900 RS.
Vende-s algodo enfestado a 900 ra. 9
metro.
COSTURA DE HOWE
SOASES LEITE, IRISAOS
NICOS MENTES
A'
Ba de Baro da Victoria it. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposigao de Londres acreditam
estas machinas.'
A 90000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machines de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicAo de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introducto dos nuus aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friego entre as diversas pec,as, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponte miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr levantado com a raaior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao come^ar nova costura. .
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tra tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre era artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que fa^a 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruc$es em portuguez.
A 90a>000 A 90^000
SOARES LEITE,
A'
Ra do Baro da Victoria n. 28.
RAPE REA FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & C.
BAHA
Moreira & C. sulicitam a atten';o do publico da proviucia de I'irnam-
buco para o rapeAi a Finaproducto de fabrica pafteoceotfl a lilbos
do paiz, e cuja qualidade esta conhecida perfcitanunie igual ; do verda-
deiroArca Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo m
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar coubeceido devidamentepreciado o rap- Ara
Finaos annnunciantes acabara de autorisar seu agente em Pi rnanibuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitos de introdcelo, a luta la
concurrencia, acompanhando-a nos abatiinentos lo prego at onde for
kso corapativel com suas forras.
Os anoaocintes esperara encontrar na nobre populacao de fot-
nambuco, o apoio que tra jus a actividadeeos estorbos qi e i Hesteen
empregado para, por assim dizer, nacionalisarein um ramo de industria
que at boje s ao estrangeiro tem proveiUdo.
O deposito em Pernambuco no escriptorio doSr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao feitas em libras'
ou meias libras, vontade do comprador.
Prego l?000a libra, com descont de 18 /# ?m porrode 10 libras
para cima.
Babia, 21 de feverer> 1873.
Moreira d- C.

MZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH BRAUSE & C.
DE
GOMES DE 5IATT0S, IRMAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
verdor variad sortimento de joias, sendo de hrilliantcs, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande reduceo de precos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, Iradissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedradas de valor.
Os proprietarios do ML'SEU DE JOIAS, tarto constantes sempre que tive-
rem occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a precos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acba .i
euposicAo obras de prata, de todas as qualidades, relogios litul Kimos e de
acreditados autores, par homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
presos. Caleias e trancelins de todos os gostos, e tudo ornis que tr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradcres, que to-
das as joias sahidas do ML'ZEU DE JOIASsu garantidas.
Vendem-se os segaintes livro*, nesU typo-
graphia, por precos b?ratisimos :
Pardessus Droit commercia!,
Villaum Revolution Frantaise.
Kluber Droit des gens.
Rogron Code de eoflunarre.
Vattel Droi des gens.
Ventura Pouvi- public.
Porters Cours de droit natnn!.
Louis Blanc Hisloirc de di\ ans.
ios Srs. d eogenlbi.
Vende-se um sobrado em urna boa
tratar na ra da Imperatriz n. 8, loja.
MEIAS
Lindos vestidos a 5Jo corte
Superiores cortes de csea de cor, e. organdy e de pareaba com barra e de daus
saias, companhados dos competentes figuri&os a 59 cada corte. Vender na ra Pri-
meiro de Marco (autiga do Cwbpo) 18, ioja das cohimnas de Antonio Correa de Vas-
callos.
Amaral, Nabuco & C. ven-
dem as seguintes qualidades
de meias de fio de Escocia:
Brancas, abertas no peito do p, e bordadas t
seda, para senhora, abenas, para meninas, ma*
e de cores para homem.
DE ALGODO
. Brancas e de cores para meninos, meninas, ho-
mens e senhoras.
DE LA
De cores para mininos, nftninas nomen? e se-
nhoras.
DE SEDA
Carmezim e rxas para padres, capetls miliu-
res,conegose bispo. ___ .
No baxar Victoria, ra do Barao da Victoria
numero 1
Devendo-se mandar para o Rio de Jamuro j
-alJo dos utencilios provenientes da refnac^o do
Montoiro, engajase os senhores de engonho de
aproveitar esta occasio liara compra bant
utencilios de primeira qualioaile, rabncados peioi
malhore autores de Paris.
I 1.* un machina de Vacuuml de cdlr -.a
(;!as as perlencas.
S. quatro liltros grandes.
3." tres caldeiras para eoi.nhar, a vapor, cus
, fundo dobrado.
4." una dita com erpentiaa de cobre,- com SOO
kilos de peso.
$. duas turbinas de Cail & C.
6. duas caldeiras a vapor, de 7 melr. a*
cumplimento. caJa una com 2 aijuent.-.dores.
7. urna machina a vapor d 8 cavaii,.; >.
orj. da ofllcina de C. Starr & C
8 orna machina para raiar assucar.
9." I5U0 formas de urna arroba e mela.
10. Quatro eaMeiras para estafas.
11. um montejus.
15. Ii remos, 150 torneiras da cobre i pgr-
cao grande de caaos de cobre viudos, le Pan-,
de diversos diamemelros.
Chaamos sobre tudo a attencao para as tur-
binas, que ambas serio mais baratas do roe um*
s das inglesas : a tratar na roa do Sabe n. 35,
hoie Barao de S. Borja.
N. B.Os senhores que desejarea pule
pode se dar prazo para pgamelo.
t \hi\h\ iit mm\
VunJoin Cunta Irruios Jr C, preco
ra da Madro de Dens n. 14-_____________
ViMa-se cal aova de Lisboa pato mk ?
prneo do fue em outra parte na na 4a Pidrv
Affonso a.^6



DiS i de: P&natabfic0 Tej-^/feira 8 de Abrilvid*iJWkr2
FUNDICO DO BOWM'A'N
RA DO BRH I. 52
J
1
(Passando o chafariz)
PEDEM A0S senbrs de engenho e oatros agricultores, e emprega dores' id
Gfliismo o favor de ama visita a seu d-st^belecimenU', para verem o iiovo aortimento
comotet) que ahiteua; sejrto tudo superior em qualidade e ortido; o qoacaa a m
pec?5o pess^al pdese verificar.
ESPECIAL ATTENgAO AO NUMERO E LUGAR DE SA FNDl$O i
VdUU.B.xB rUdS) U tt^ad maobos eonveniemee pra-aeiiisieraaB
circomstancias dos enhorna proprietarm e pira descarofir algodo.
Moftnda.^ lfi PTTnfl. ^e lodos ostamanhos, as moldles qwt. *(ti
Bodas dentadas p8ra?nifflae9'*aaevapr-
Taixas le ferro fandido, batido e de cobre.
Alambiques a fundos de alambiques.
ManHimVnnS pan-mandioca algodo,! Podendo,todos
JILabllllAlOlUUS e pard serr;,r maiei,,. 186r movidos mm
"Rnmhq P01" "S*"* V4,>ar4
'jumuwo de patente, garantidas........ |on animaos.
Todas as machinas e peC3S d9qne 8ecostaffla preciiiP"
Faz qualqmr concert demachiisn10' *w ''* '
Formas de forro
Encommenias.

Salsafayrilha Ayer.
NAO HA Jtj)tyA efe outros remedios
que tantos atoo grandes beneficios fcnjam
feito aos doeiUes jias
mundo.
differentcsji partes disides pr ella
A loja
6axi s o.
ni tas modei
Brinc s e c
Outros de
TI ra
lio sorti
aantasia,
comdoura
adrep rola queimada
[camapheareto.
tem as relbores e mais baratas existentes no mor-
cado.
Incumbe-se de mandar vir qnalqaer marh-nism i ron-
tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem dafaterem
8n3s compras por intermedio de pessoa entendida, o qoe em qoalquer necesaidodt pode
mes prestar auxilio.
Asftdea americanos e iatr,Mnenl0S aricolas-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFAMZ
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'oca rtin da Caricia)
LO,? A DE MACHINAS
Sendo esto
H
polos gran
antigo
estabelecimeato assaz conhecido como principal e recoramen-
depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
es-,-mais acreditadas e vrrrlnilnirm aaTiMaam imialtiaaaasj para algo-
ri-i" t. desde l ; 60 norraa, e liavendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
9tas e molhorameatos para perfeko c rpido dcscaror4amonto ; tornam-se dignas de
s vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enconlrarao
tambem mais :
apurados vapores locomoveis, deforma
de i{ :5' cavallos coi tolos pertencas
pi isos para trabalharem machinas para '
al jo Lio, ou para outro qoalquer mistar.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para
ra.
Carms d i mo para attorros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos I' ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos J' madeira para
Appaaelhos para jar lins.
Cuards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
varzea e lado:-!
i
Tornos de bandeijas linas.
Correntes para arrastar madeira.
Cilindros americanos para padarias.
Prtenlas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
.Mohnos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debnlbadoras para milho.
Azoite de spermaceto para machinas.
Camas do ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cantos de forro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos do borracha.
Folies para ferreiros.
enfeites de delicadas flores.
Outros iV fin dourado cam p nge tes dce*e,
Outros encarnados f^0/0k s moldes.
Rosetas de tino dotia^Haitjg)edras branca*
Adereco d madqpMla
Ditos mirado* coi
Ditos encarnados.
Ditos imitando folHaVe floraj^fcaturaes.
Ca-soletas de madrefSaB*
Voltas de grosso* aljofares de cor-s.
Outras <*e ditas-Arel^ cea dnsafcSak
Pulceiras de fbafnm efpfpfraj.
Outras pretaa^F
Grampos prutes e 4 cotas. -
^Bonitas abotildjiraa. e noidiuiiav <
dras, coral etc. para abertura de camisas.
Botdes dourados e de outras qfalidjdes, para
aberturas e collarinhos.
Bonitos leones.-
A luja da Aguia Hraiu-i, jnu o Duque (le
0tiaa-n, SO,'reeowu bnfflt siegues d^erfetta
phtia,.pivo: com dooraAw. cwtnosde apu-
rBJigpstos; assiin cotna reebea acts'de nw*
deira^ue se confunde com o sndalo, e tem el-
las lindos coloridos n c atrp, e anda Assini ven-
4e esteB-pefo'barato preco de 4JKKK>cada ntn.
Tsos de crystl para tdillet.
A loja da Aguia B anca, a ra do Duque de
Caxias n. 50, r cebeu bonitas garratlnhas de crys-
tal etp par cenuamagajis doufaUas e. mui pro-
pria%pra anpijos dc*ilet, cto,
JEnnei.s e cofefes elctricos
A loia d'aguia branca roa Duque de Caxjas
n. 50, reciiicn nova reoicss* dos proveit^sos aiv
neis e colares elctricos, e onirtiaa a recebe-los
st^mkmai,f^qaii.- sempre estar provida.de
UMobjMtas.
Diademas dourados
'A loj*-d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
SOjecujbeu nofanepta.bDnitps diaderaas dourados
.os t&iiipdras e aljofares,- oirs da gus-
iStasia. i faibajn rec^heu nofos grampos
pietsotlalflnetes confflores para a rabera.
acepes com bouquets e oit-
. tros chjnezes.
A loja.d'aguia branca i na Duque de Caxias
a.flO, receban urna pequea quantidade daquelles
J Jeques com .bouquels e outros chinezes.
creme,para refrescar e
amaciar a peJle
A loja d'aguia branca a ra Duque de Caxias
n.UO, reaebeu cold reme dos afamados fabrican:
tes Labia, Legram e Condray.
Biademas e grampos de
ac,o.
A loja da aguia franca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recabou novamente bonitos diade-
mas e grat pos de ato.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de core?, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barras e outros. enfeites de vestidos de gra-
nadme, ou mediaa, e outras fazendas transparen-
tes. I'elaommodidade dospre.os esses bicos tor-
nam-se- nai amin>d(>,s e pela novidade de gosto,
preferivei a qaaajqaar outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja_da aguia branca, roa doDunue de Ca-
xias n. 50, receben- bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a mitaejio de
croch, e vende as pelos baratos precos de 34,
U e 6000. A fazeada boa e est em. per.'eito
estado, pelo que contina a ter proinpta extrac-
cao.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
Afilia branca ra do Duque de
pequea porrao
inadroperola, obras
Salsaparrilli^ Ayer.
. Todas as enfermftiades derivadas de
VIGI ou IMPUREZA DO SANLE sao cu-
li
DE
A loja da
is n
diademas e aderecos de
Caxias n. uO, recebeu uma pequea porrao de
erecos de madronerola
apurado posto.
Perfeita novidade.
Trens para cozinha.
Emfira muitos outros artigos, que s avista e nste estabelecimento podero
examinados.
5 t O
Ven le-se ora excellente sitio com bonita casa,
perto de urna das es::'.;^ do ramal dos AlUictos :
na roa da Concordia a 28.
Ven-h-su o sitio existente uatravessa.
dos Remeos.iregBezia, dos Afogados, n.
2!, boje be > da travasssa dos Remedios n. |
13 [em chai proprioj: qtrom o pretenderen-
temla-se no:n o sea iroprietario na ra de
S. Francisco Testa ci I ide n. 10, como quem
v para a rua Bella.
Isto que vender
barato.
SO' o VIAX.NA
\m
m
likvi
Clie.^ii^eu a gratule pccltincha
a 3->3Q!>
pfoacco cam dcr. caas do raUto : a tratar no tra-
to i.: Aagelo, aa rua da Ca lean. I, primeiro
car.

Formas de ferro.
Fglhaa de Flandres.
Vidros para vidraga.
Estanto em verguinha.
Chumbo em lencol.
Nti rua do Mrquez de
Olinda n. 4, armazem de Sil-
va Barroca, & Flios.
A" RUA LARGA DO ROSARIO
NTMERO 21
12 carrtes de liana por 400 rs.
3 grvalas pretas e de cores por 1*.
1 bonito onfeito para senhora por 1 .
1 masso de pente? por 1J.
1 pega de bico por 30) rs.
1 par de focos para senhora por 25.
1 dito de dito de duraque para homem por 24.
1 par do borzeguini fraucez para dito por 8z.
1 pega de medapolao muito tino por 5#.
1 corte de casemira por 3.
i cobertor por l 200.
i par do borzeguins para senhora por 4*.
I bailo para senhora por 1 $.
Chitas a 200 e 210 rs., madapolao a 200 e
j 211 rs., algodoa 240 rs., cambraias a 380 rs., e
, niutas outras cousas, que ludo, se vende por me-
| tado do preco.
Bordadas a seda
Amaral, Nabuco 4 C. receberam da Europa
pelo ultimo vapor melas para senhora, de fio de
Escocia, brancas, abertas no peito do p, e berda'
das a seda, o que so pode chamar novidade, e
sao da ultima moda em Pars : vCndem no bazar
victoria, rua do Baro da Victoria n 2.
Grampos com horboletas, bezouros e gafa-
nhotos ilourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-
boletas, bezoros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loia d'aguia branca rua Duque de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quautidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiraa-.entc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 30, reoahau novamente bonitos gram-
pos, Brincos a rozetas dourados ; assm como
aovos diademas de ac, e como sempre conti-
nua a vende-tos por precos razoaveis.
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Veode-ac na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que de Caxias a, 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agnia Branca, rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretns e de outras cores.
Vital:--; urna casa terrea sita rua do
Vi-rmdo da Boa-Virt n. 121, tendo duas dojs quarto*. cozinha lora, quintal e cacimba
mei^ra : a tratar raa da Ponte Velha n. 118.
Farinha de mandioca a 3| o
sacco.
Na rua Ja Had>e de Dos
quinto nao se acaba.
n. 7 '; a ella, om
Vende-s- a casa terrea em bom estado, com
*i salas, 2 cuartos, cozriilja tora, oui qninUl e
muito boa cacimba, cor. idor ao lado, porta e ja-
neila na frente com cornija, sita roa do Cabral
di cidade de Oliada: a traUr no largo do Parai-
W a, 14.
Chegou mais madapolao ba-
rato para a Rosa Branca.
E' madapolao francez muito fino, pegas de 10
varas, que valem 10, a Rosa Branca quoima a
7 ; tem 3 palmos de largura I I Temos tamtwm
uma pequea por.;o de pegas para i e 3; Uit-
bem boa Ruerna.
Cortes de casemira a 000
Vestido e chapeo para baptisado por llj.
Isto s na Rosa Branca, rua da imperatrlz
n. C.
Im'Sts. eflfficadsrcs depredios.
Venden utensilios para andaimes: na rua
4o Visoeodede Goyanna n. 3, para ver e-tratar
das 6 as 9 horas da manhit e das 4 as 6 da tarde,
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a pntYsiua, bronchites, astbma, etc.,
ipplioado aimla com ptimos resultado* no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rmLArg*do.RosMion.. 34.
Isto
Rifl wm sepili.
Cheg ram agulhas para machinas, do fabricante
Crower A Baker. Duzia por 2i000.
Legues
-
biscoutos taamburguezes a 610 rs. a libra.
Amaral, Nabuco C. receberam um variadis
simo o eltjajtfe sormento de^ejios damdrepe4
rola branca lavradapara nolvas, queimada para
passeio, bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e lavra-
ia% da nirfira lieoa -.Xinmiim com seda, da
sim.
Grosdenaples preto com $
palmos de largura a '5#i
E' na Rosa Branca que se vende esta Pechin)-
cha, rua da Imperatriz n. 56. _________Vatde-wnnmweAa em ama ths^iMrrW
da pa Jara da rua da Guia a. 54, vende-st lofialidailes da iregimia.a>. HjJoaa,; a *rmt M
osso lisos e lavrados e cora^4e todas as cures
de sandijo.bordados a lanOfulai^ e para nieni--
as.; wandi-' bo daaar vinr,rua-ido Iiarao
Viciaitea.-. ^
Aoeomnwme

rna dos Pescadores n. 1, padaria.
WfHOLGW t C.
.34^-Xl'A LAUCA ne.BH0A.RIO:U
;Ca%l^o de novos mOdiqm -utos, to-
niees, estimulantes eestomacaes,
4frecem>me*ta. eacobortos pelos
mclhoros pharnaaecuticos e
chimkos da Europa
A KAHR:
REPAUADO UE'ARO.Vinho ferrugir
nosode (iuin,;-totljeo estomacal, repa-
rador das orcas dos c febresij'|ilaf>dtjp,uaspcrdas de sangue
etc.,#i.
Sai;Qpo4:(nfntrado, com luil-
samiadialaieUaldos>frincipios nutriti-
vos soluveis do extracto de carne de Lie
big, me#camento mais poderoso para
etc., etc.
Xarope de casca de Jaranja
amargas, com todos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebrg, o mais poderoso dos analpticos,
i para os temperamentos delicados e. ner-
vosos, esternal por excellencia, etc., etc.
ANDLTtAiN.Yinlio ante-gotoso ante-rneu-
jaatico, como grande especifico.
PALIERES.Xarope ante-nervoso e inalte-
. raypl ide,bemuretQ. de, potasaio, medica-
rmoito especial contra as affecces nervo-
sas e convulsivas.
SHERRVhTNA.Vinho de quina, tnico
. ante-ebril de um gosto agradavel, supe-
rior ao .Madt-ira, e Verututh.
lTHOMffiRET GELIZ.Crmudos xaropes,
banhos sulfo-acidos, para o tratameno
das molestias de paito; garganta o de
pelle, de. um grade provuito pan os or-
gaos-respiratorios.
gHEYTUEK.Vinhoe cle:ir de Cacado, P6-
rou, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante,: nutritivo e estomacal; empro-
gadocom grande Tantagcm as crianzas
debis, as mulheres cliloroticas, ataca-
das de flores brancas, nos mitos fracos
pelaidade epelas molestias, na aton iados
orgios digestivos, as gaslrites, gastral-
gias, etc., etc.
CARPENTIER. -Vinho ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipar,es nem altera<;oes no
estomaga.
SAVOIIY E MOORS.Fmulsao pancreti-
ca, muito estomacal, com graude pro-
veito no tratamentoda phtysica, podendo
ser em pregado com grande vantagem
quando o oleo de ligado de bacalho nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tes ; semlo o unico remalio que com
elficacia facilita a digestao do oleo, fa-
zendo apparecer o appetite o o augmen-
to da nutrifo, etc., etc.
CHANTREL.Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra as af-
fecfes nervosas, ataques histricos, epi-
lepsia, tosso convulsa, coqueluche, in-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o erethis-
mo nervoso.
MENTEL.Granulos de sub-nitrato le Bis-
muto. Este medicamento d'uma gran-
de efficacia contra-as diarrhas, choleri-
na, dysenteria gastralgia e nos casos de
digestes difBcieis e dolorosas.
L. BEF.Eraulso vegetal de alcatriio.
Este medicamento administra-so de nma
mancara commoda e precisa. O alcatriio
em seu mais perfeito estado de pureza,
vantagiMii que. itwihiiin.i outra prepara-
cao de alcatro possue.
DR. CROLA.Solugio de pyrophosphato
de ferro e soda. Esta solucao consti-
tue um excallente reparador das torcas,
ohra sempre as pessoas que tendera
paracnlorose (cores paludas) anemia fra-
qaaoageral. lite-proparado tema van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
GRIMAIT).Confeitos especficos,para cura
da. incontiueiiciada urina, e osincommo-
dos das sonhoras chloroticas, etc., etc.
CHAMBAKI)Cha tnico purgativo e depu-
rativo, possue um gosto saboroso e um
aroma suavissimo, e as propriedades as
mais notareis sobre os embaracos do es-
tomago, dos intestinos e do ligado, o
desobstriiente por excellencia na cons-
tipaco do ventre e nao tem resguardo
nenhnm
L BEUECoaltar Saponine, emulso des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
H FEOSXarope unitivo e peitoral empre-
gado com vantagem na tosse frequente,
catarrho chronico, coqueluche, e etc.
etc.
MENTE!.Granulos de phosphato de cal,
medicamento til as molestias dos os-
sos, fracturas, diarrhas chronicas, dia-
betes rachitismo, ote.
HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
prega-se as atfeeces gastralgicas, e em
todos os casos*em que a gesto dil-
cil ou impossivel. Com lutada vanta-
gem.
BLISS KEEN &CExtracto hydroalcooli
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra a syphilis, scrofulas, rheumatis-
mo, ulceras, etc. etc.
VAIOCRLIN DESLAURIERSElxir de qui-
na e caf-tonino especial contra as fe-
bres nevratgicas, enxaqueca, empobreci-
mento do sangue, fraquesa geral, cores
palllidas etc etc.
r4)R. CHOMIEKPululas anti-nevralgica,
omprega-se cem a maior eflicacia em to-
das as affecces nevralgicas, nos incom-
modosda menstruaco, facilitando o flux.j
sanguneo.
QLElUIGela de oleo ile ligado de baea-
Ihau-aromatisado,' com todos os princi-
iios activos do oleo de ligado de baca-
hau. Esta geJa nao irrita o estomago,
podando qsjdqentes usar delle por moui-
to sera a menor repugnancia. E' um
grande especifico para oq.uR}eo 'assot
coflsumpfo brpachiaL,. tulwrcular, es-
crfula, debihdde geral, etc. etc.
JOHNSONEssencia de saisaparrilha ver-
melha da Jamaica, empregada como o
nico depurativo inmediato di san-
FfLTXm*ATI-ASTHMA'fICOSedativo Pei*
^ toral^aitpiitiadn com..-groadrt ^vantagem
. no tralamanto daasthtua, tosse convulsa,
. defluxos cahajr.rbai c,tudaS^s jaolesas
dos oulmcs.
de
i-f hmi
HESPERIDINA
Fazfoitt anoos qoe conbecido este precioso tnico, e difcil acbar orna paaao*
qne, tendo experimentado peisolmente, nao falle sao sea ator, ja como boa etloaaca
e apetiador, tomando om cliz della antea de janlar, on copo aci'itador da,digMtJ
tomaodo-ae depoia.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, -'uto .ha ok habitante do BftASIL (atar/a
especial das'taranja) qoe xio coubefa as prorjrdsttes medicinjfs da doorada >rc*-
ora nem, a

em seo estado natural tem om gosto ponco agr*dvtl, a o aoerito da laaof^ndiaa
siste em reter soas boas propriedades, e ao mesmo lempo spreasatarla cwao
EXftUISITO LICOR
A HESPERIDINA cerno INDSTMA NACIONAL no teso nada qoe inv|ar Ja
aelbores importac^es enrepas"** calhegoria seaelbaota. Estas, ja.aja4(H a tato, anea
ser gostosas, porm-a Hespertma -- a combiDacJoperfati 1)0
p tmoiiRLiiBtm
rara prova de que om. artigo no-qjnalpooVise tr-inietMCoafiaaea. pora* pon
6 innocente, hasta dizer-se qoe loi plenamaote spprovada a aitariaada pela
4rij. Jimiamhtone
do Rio de Janeiro, permitiindc soa iwa alatqracin ao (imperio ; ootn
9Jk FAOVA
a acceit^au geral qoe temem wdas a* parles *twleaprHada. Ea 18H aUbe-
lecen-se a priaeira abr.ca em Bnenos-Ayres ; em iW a egonda em Motuavlca ; a
no dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaqgoroo-se a fabrica qoe actutacau
traba Iba na corte. Em Va para izo e em toda a asa do Pacifico .lata boa acoaiUcao.
tanto qoe rara a casa qoe considera completo seo aparador sera nma garra.'* 4a
1
Ohoaem vtho-toma Hesferidioa para obter
VIGOR
O bomem dnente toma Hesperidina para obter
O homem dbil toma Hesperidioa para obter
a ueiperidioi para
obter boa Of
Nos bailes as doozellas e ot mocos tomara
animaco dorante os loucos gjros da
BARRO? JNIOR dr C, roa do Vigano Tenorio n. 7, I* andar, receberam eau
grande especifico, e venom-no nos depsitos segnintes :
Joaquim Perreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carnero, roa do Comroercio.
Marcelino Jof Gongalves da Foaie, roa da Cadea b. 1.
Antonio Gomes Pires & C, rna da Cadeia.
Amonio Gomes Pires < C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao hotel da Passagem.

9
tRua
Samuel Power Johns-
m & 0.
Apollo 11. 38 e 40
do
Pasea seiente aos seas freyupies^inetftem
modado o seu deposito do iiueomas a va-
^F*? per, mofoia* e laxas ,1a uiuito aeraditada
:j/\:< fabrica de LowMoor para rua do Apello n.
gg> 38 o 40, om] eoawaaa a ter o mesrao yor-
Pacem smaWH is:r,htin qaa tea feito um
arranjo >w a fondicao KTal, pelo .jae po-
dm on*ercer-i< para assentar ..oslaaer
machni--ra.) e mamo garant-lo.
>Si
53
Pililo SIL
Os proprietarius da InodicSo jeral fareto Sjj
Kiaole* ai>s senhorp de engotrhn nai* ^'-
pssaoaa, qne teem ettanelodiio om :nn*i- ff*
cao de fsrro e brouse a rea lu Brasa jun- *?"
tj_a wta(io dos honda, on-> aproar.jo .'
qtialqarr obrt de eoeommenda ci/in pirfci- "v.
530 e praapiMlo. '?}
Os me-mr^ n^ un as Desvia? qr.* nrM- f*i,
r.-.ro u'i'.ir ? seu serviln > 4eiia- '/-,'.
H
Apparelbo para fabricar acucar, do
weston rjtnummiAi
Cauros atentaa era Peraanonco a fundicao eral.
Para miar ROO seu aacriplorM a rua do Apo.' n. 'x
rt'i ^TTommec.ia ecn .rasa isa Sr. S;-
D|nfl P r.-r lohusluB & C. a rua le o. 38 iO, onde achara | e-oa baUli- 'ZSJj
lid coto qur.^ possam eut*ndr s. G&
a iO.
'3;f
TASSOIRMAOS & C.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos :
Tjolos encarnados sestavos para ladrlho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydranlicc.
Macliinas de descaroar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Bussia em barril.
Phosplioros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoe*.
Lent has em garrafoes.
Khum da aJiuaica.
Vinho do Perto vellio engarrafado.
Vinho do Porto superior, dit).
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores tinos sonidos.
Cognac GauJhier Freres.
Latas de toucinho-inglez.
Harris com repclho em salaoura.
Cassas avariadas a 240 re.
o covado.
O Pavao vende finissimas cassas francesas de
cores com os mais delicados padroes, por tereiu
um pequeo toque de arara de agua .Ve, pelo
barato prc.-o do do?e vntens o ovado. pechin-
cha : na loja do Pavao, rua da Imiieratriz u.
6U___________________________________
Para a qu&resma
Manfillias pretas brasairas para senhoras a
11*00.
Ditas ditas madrileas para Vitas a 7 e S5.
Franjas pretas de seda eom 8 metros a pe^a a
6*080.
Luvas pretas de torcal ara senhoras, o par
1J0O0.
Galoes pretos de seda, a peca a 5 e f>.
S no bazar da rua Direita n. 51 se encontra
destas pechinchas.
I BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes o melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomirii & ['.., rua Larga dosario o Un. 3*
SEtillEDO ECONOMA E CELERIliADI-
Obtem-se com o uso
UafaO SHOST
nica, hygienica, radical e infallivol na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos d<-
toda especie, recentes ou chronicas; teja)
offerece como garanta desahitares resultados
a continuada applica^o que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos nos-
pitaes de Pars.
Uni deposito para o Brasil, Bartholome1:
A C, rna Larga do Rosario n. 34.
ATTENf;A Vende-se um excedente sitio em Hnberike de
baixo, junto a estafao do Fundi, mralo na
frente e portao de ferro, rom uma bonita ea d.-
pedra e cal, tendo i quartos. i salas e w-anh.i
fra. tem 330 palmos de frente e 1,800 o> rond...
sendo de mita, com excelkiHe carimba de afila
de beber; assiin como ur.i outro contemio .'"
palmos de frente e o mesmo fundo, ten.!., nm.
nequena caa .!<> ta pa : qumn pralrnier dirija---
rua de Pedro AHonso, autiga ron da Praia. nu-
mero 37.
CMEflliO.
VendVre veola.le.ro cmtMti 4>> Portland : n
annazem da bola amarella, rravessa da ma d*
Inperador, garanle-se que- aiaguem o vende por
najas.
Vende-W! o hotel da rua das Acnas-VefaV.
Rap.
Na venda n. 22 rua da Imperatriz
VENDE-SB
1 libra de rap de aria fina por 900 rs.
1 libra de pepe superi. r por 900 rs.
1 libra de rap ara preta por 19000,
Vende-se
uma eai terrea nova, com duas salas, tres quar-
tos, corintia externa, .dnintat .murado e cacimba:
aa rua de S. Joao n. 77 : a tratar no annazem
n. S7, rua Nova de Santa futa.
Farinha de mandioca.
A ineHior do meroido.
Verid e J. F. S. Coftnbra Guimaraes
Martjuei de Olinda n. 3, I.* andar.
rna do
, Aqs Srs. macona
Amaral. Nabuco 4 C. vidm insi nicas de diversos graos.
bein afreguezado, com bastante* assaaaai
bem acreditado neste lugar; faz-se napea sen
todas as pertencas por ter de retiraran para a
Europa.
Vende-se feijao m;ilatiuho ei sanea a re*
talho por menos proco do que em outra qnalquer
p.-u tu. ua ma da Praia u. L ______
Casas em lina.
I Vende-se drwts casas na rua Nova do poanaV dr
Una, muito eaa cnnsiruidas, o oecnandni om
negocio: a tratar'naaiiella peanfio can Ja~-
Francisco Correia Man|ues, e no Recife com An-
tonio Al?s Lebre, na na la ra do Hnsarir.
WfNMIM
Vende-se J
m exeeHena Mam da atTaania-ea- m
rica .stoiNela .ni prMt tmm^W
**** prtco fiv 4f.7iKM 'Sfi?'-iia.naado;Boiii Jefu v. ii,^ -
B.*.


*


Diario de Ptamsunbuca Terca feira 8 de* jtwttTkte; >!&*&<

o;.
.rto* 4^
ALTA MOWIOAeiS
mro n itiuoiuil
AYTOVIO JO&f; IE AXEVEDO
Ra dB-riada Victoria n. 11, a: masera, e 12 1. an4ar, anfoi ra Nora
publico emjril ftrtnntrnhmpre o maior e mais esplendido sortimento de pianos de
Pianos, msicas e iastrameiitos de msica para banda militar
e orche&ora.
lo* ir. o
/%.w*
A'aba ile *trir rm prinieiro ailar ra tica V-ur-r. uib trraoiV* s. ao oede eM*o aposto.-- oh maeaiflco!>
-------- de aifia caoda do mestno aQfnf.
-------- de H. Heon.
-------- de Asaede* Tnibom.
nico agente nesu eidade, o celebre
afamado
PUPIOS- DE MICHER FR^RES
auado* <-m divr* exponios? nni 14 in" .-...i us dicu inauoa o? qat veu da Europa, perfectamente afina
*k, [Mtw com legan -,ia e solidez.
Timben r^cih'-u erawle- fortimeato de mo-ie* p-r piano. pi*e<- i
canto e ealre ella* a lindas compOficoVs du rr.uiu ivmpaihico coa ro
F. stvrixt
A SABEM :
Voe rae quer WaJaa.
Oiga Muu)ca.
L Separ^omi P-ra oto.
A Lai elctrica, grande MrVw
Franco Bra-ul-iro Wk*u
Tomada d? Vllela (Ijlope.
Joaninha Wala.
A Libertan-ira Polka.
A PfimHira !! afla Wai;a.
A M'Oha l.vra Wslsa,
A NnUlicu Polka
Stndieote Po ka.
Ultima* [lubllcatoe .
rVtas na flkh* ''- msicas
do .utionei.mie.
Emilia, polka p< r I S'oltz
urraeuiu, >ch''-tcn. r &\tt
irtnliu) do l'.aMqw da t'ncraa--,'
quailiilha, p-r J. P.."K
Chova ue Ko-a, Wai, ;-r H A j
bertatii.
D'iai iiijdiac* .ontinuar a anuoneiar todas as pnblicacSes qoe se forem friendo as soas oficinas de noara*.
I
V
"ESE?!
i
o

LEnRAS E TRETAS
yissS

''*4G.
IO eXCv
^
<
XAROPB PEITORAL JAMES
PTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSIS, I0LESTU8 de PITO i PHTYSICAS
ensatado e approvado dos hoepita.es de Lisboa,
legalniente auctorisado pelo Couselho de Sai'tde Publica,
auctorisaoo que se acha reconhecida pelo
Cnsul geral do Imperio do Ilrazil.
-------mu ,: ats=----1 im-------
O agricultor e o negociante
O emprezario e o gere.ite
O engenheir > e o capital ieta
O juiz e o advocado
0 esr.i'ivao e o ese revente
O procurador e o t-inpregado publico
(eorretOT e o zango
O despachante e o ajumante
(i nanla b'vros e o eai.xeiro de colxsucas.
(i medico eo pliarniaceutico
0 liioiic e o contri roestre
O dfficlal e o aprendiz
(i profetfr e o discpulo
U autor e o JonwMiiH
O acadmico co nutico
O militar e o clrigo
e at incmo
0 MACOxN K O JFZU1TA
Todos.....todos___venham eni fin
E mal wri destesque niio qvieira comer um....
Jezuitapor doustostes?!..
Jeznit., nicas scnhnres, ( a denonttnai.ao dada
pelos proprietarios da ronfeilaria do Campos a
atoa compradores do bem conkecido e aere litado rap
ASEA. PSETA, que repsrepi nos botes e meics botes,
pois que os ha de rap a outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo uesenho ? pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizaren* do verda-deiro ASEA
PEETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de UESOK & C,
nao&o. de REA P&ETA.
e a
desig-
>s<
Alto l
:
y-.-
***!
% Novo estabelecimento
^^^0 m&mm*
anda outra vez
Como c sabido pela hamamdae. que hahiUt nes-

de joias.

tuIIM.
i.
Ra do Cantiga a
i*. ~~
estiilielfcciiiiente "'''
at*
'. mas sm-eulento e saboroso LKCH tacapitale suburbios e' a conikitaia ;) oampobo., i* O proprietario deste
com vinho) oue otlerecem a todos, pela diuimU esulMvimeatM que ton tancnto as occasiws neebeti entre muifos objecUis ue peque- .-,
quantia de ptoprias, os uielburos PASTIS c na maior abuo-
niTTA'TAC DTIC 0 I : dancia desejavcl, tudo isso devido somente ao -
U ULba 1110 i\LliV i !... nriclio dos projmetarios desla tao reeommendaa
Olhem l !... e vejom bem !... que somonte na fai epwciai eentto do oonfeitof, pstete. It-
"les tabris cou que-ella.
PA1IA A il AHF.HMA *
Hiquisrimas basquina r casaqoMM &
de prosdenajil.s e gTgurao i;c:i,,iente A
a
IJiVtCO BKPONITO V.M VEKX.XMBVCO
liua Iti-i to Rozaiio
CCNFEITARIA UO CAMPOS
Ra 9
OLSA
NOS HOSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS
I NOS HOSPITAES MILITARES NA MARINHA IMPERIAL!
FRANCEZA E NA WARINHA REAL NGLEZA
O problema resurtido per M* Rtcollot com o mlis feliz resaltado na composicao deste
papel foi conservar a mostarda tedas as suas propriedades, obteodo em poacos instantatj
a e com facidade um effeito decisivo com a mener quantidade possivel
ak medicamentos. (A Bevchardat fAnnuaire de thtrapeutifu* de 868
Eilrir asslgliatnn ao lado, por rae ha blcificadoree
?a pbarmacia .Maurer ra do Baro da Victoria n. 25.
fi/ll lillilUtl.llJ
Ra da Imperatriz n. 72.
Vende para a semana santa em Oliuda s
seguiutes fazendas, muito barato, a saber:
Vende-se halos de reinla pelos, a -r.
(juippreto com 0 palmos do largura pt'/a
nrio uara mantas e cosacos para sonliora, a, 0,.DO, !(*>, 200, 500, tuW, eic.
r, ... ____ lllhom Un l wm h......
cores linos e as pronnm;
est auuaada,; s*uao qe venha que.n quizer
dzex
Or. nao i: vma VtbAtiE incontestavel
que os proprietarios da Coitfeitrtria o
Campte eskio manido'! de machinas aprepria-
das para saiisfazer
FNCQM51ENDAS
df pastis de carne al a diminuta quantidade
De duzeutos laaiL pa&fceis
em seis horas [!
Sabtod>i d'alkluin o iaaWMP m pasehoa.
Li'i.i qoea quiaer e encommende queui puder
em poneos mswmei
M0-
rs. o covado. Grvalas pretas para
lioinem, a iOO e500 re.__________________I
Vende-se tres cas;* peoui'iuis, na Torre,
cada urna com I sala na frente e outra para jan-
lar. 1 quailo bom, cozinha fora, com copiar, bom
quintal com algnos arvoredos. por ireco cobuiki-
do, qne rende e pckle render um por rento u
mais : a tratar na Capanga, ra da Ventura, an-
tigo porto do Lacerre n. M._____________
Feijo crioulo.
A* ra la Sladro de Deas ti. >.
Vende-se feijo preto, novo, j deste anno, mais ^c01wi_ ru
bar.to que em parte alguma ; a elles amigo do
b om e barato.
Ofhc'm berh c veiam la...
f NA r.OWWTARIA PO AMPOS
Ra do Imperador n. 2
"ItOlE'A TRETA,
Cala dcjcaetiira preta, a 5?000, 0^000
o 8?500.
Falitts de pauno. peto a 55000, 70000
ol.0000.
Colete preto de .casemira a 3DO00 e
iOOO. F. outra aieudas baratas no Bazar
da Imperatriz n. 72.
& nos valores, os segin'ts: rozefs e aunis
|W de brilhantes, brinco? e cacoletas, ade- JjJ*
^ retos e melos aderecos d rubios, Mne ,-
K# radas, perolas. alimetes para rvtra-
^ toe, com bri'iantes, rubiris e perolas, '_
~, porta-charuto muitc proprios para me
*h sa, de delicados gostos c .icrfi-ita mao -
& de obra, apparell.os proprios para almo-
^ jo e janlar, para meninos leva para o %
-MI collegio, tudo se vender por pre^.s ra- --
*? zoaveis, garantindo-se tidas as joias que *" _
deste estabelecimento saia. Tanibem se ??".
fb> labrica e concerta qualqucr objecto ten-
jgf dente a mesma arte.
enf"itadps e de muitifosU) para ?.,-.. ,
a 124,1.", 18e 20 : mnit. I
Na na do Crespo n. I1'
Semen tes de pitonga.
Vende se na rua da Cruz n. Vi.
Peixinhos dourados.
Para se ter em Vidros : vende-se na roa ti
Cruz n 13.
Doces, frctas, flores e plan- j
tas.
Vende- se na na r>a Gnu n. 13.
*
0
Ainda fazer.^as baratas M
loja da America.
Brilliantina branca com flore? a-sttinadas a iflfi
re. o covado, grate iMmehs.
Madapolo cimii poacn sujo a Si e Oi a | "a.
Algudau marca T largo a 0 > a peca.
rUiBircs! a pnc!
Chales preiis de inirin bordados a Mna:
sio grandes < de nasilaii i k un.
lirosdeu apies ie acia B*n a 2140U e 2 i1**
rs. o corado.
li
Cntxas graadea com linla- barras de cure*, a
;,:,:, para acabar na ruado Chug 10.
ConBWw H! fm?t
Qaeie preetsar de um p nsaaMa, d.r ya-^t a
rua estreita do lo ario u. 9.
Casas para vender-se
Vende-se duas ca:as rrcas. sendo
urna na rua di Padre Floiunon 75, com
sotao e mullos eomnodos para familia, c
ama diu n.j becco da Lama n. 18 : quem
quier, dirija-ae a rua da CaJcia do Recite n. 60,
y anda r.
AH
t^;
.u
Cootina-se a Ihnwcer alionen r jant r i fra por preco ommxlo e com pnfliptiitio : na
rua e-treita do Rnawl n. .Ti, I, andar, easa oe
familia.

4.
LISTA GERAL
45;
E)OS PREMWS DA *. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LEl PROVINCIAL N. 593 \
BENEFICIO DA 1GREU DE NOSSA SENH0RA DO MONTE DE 0L1NDA, EXTRAHIDA EM 7 DE AbIL DE 1873.
N*. PKL.MS.iNS. I'REMS.. NS. PREMS. MS. PREMS. NS. PREMS.1NS.
t
io
b4
__
209
11
14
19
9
3S
39
40
41
53
*
62
71
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8
Diario de Peraambuco Ter IJTTERATRA;
nvslerioinn.

Iveatajra
?lio s na Europa e especialmente na
Fra^a e na Hespanna, que o observador
colhaVassumptos para romances.
Tambera aqui, na capital do Brasil, vo
elles apparecendo : a maior parto, porin,
passarn desapercibidos e cahem do esqueci-
mento.
Eis aqui um de recente data.
Corra o mez de fevereiro.
A noite estar chuvosa.
Eram 8 boras. No largo do S. Francisco
de Paula, grupavam-se porta do Caf do
Rio os passageiros que esperavam a chega-
da dos bonds.
Atravessando o largo pela calcada da
fachada da escola militar ern demanda da
estage, encontramos no ngulo da balaus-
trada de pedra, urna mullier elegante e de
ar distincto trajada de preto. Kspesso veo
lhe cobria o rosto atravz do qual brilha-
vam uns olhos lindissimos.
Choviscava, Ao passarmos, murmurou
ella :
Maldito lempo...
Quem escreve estas linhas nao um mo-
go, um homem que attingio a dade vi-
ril, mas que nao esqueceu >i que a polidez
o galanteio devetu a certas mulheres.
Minha senhora, descuipe o inen atre-
v intento, mas permitta-me que compra um
dever de cavalheiro offerocendo-Ihe o- n>sso
guarda chura e um Carro, se necessita dalle.
V. Exc. corre pengo expondo-se assim
chuva em urna poca de epidemia.
Mil vezes obrigada, senhor, nos res-
pondeu ella, tenho aqui perto o meu car-
ro. Aceitara osen guarda chava, mas nao
devo priva-lo delle.
Est ao seu dispor excellcntssima,
u tomarei um tilbury.
Isso nao. Aceito, si quer ter a hon-
dade do acampauhar me at a > meu carro.
Diga-me V. Exc. onde est, que eu
vou chama-h.
Perdi, eu prefiro ir toma-lo no lu-
gar em que rae espera.
Como quizer.
Ento vamos.
E dirigio-se pelo centro do largo em d-
rccgo ao becc > do R ario, onde se acbava
um coup com urna parelba de muas
baias.
Antes de ehegarnuM ao carro, ella parou
na calduda da galera Ruqu e disse-nos sor-
rindo.
Vou passar a seus olhos por incivil,
nao lhe oierecendo uossa casa, mas des-
culpe-rae, isso me compromettiria.
Mas proraette-me ao menos encon-
Era elle to pequeo que nao servia pa-
ca isso. !
Ella ento, sor rindo ji aya Yin
rendar-lhe os olhos de outra maneira, re-
cost a sua cabeca no meu peito.
Obede i, e ella cingindo-me com o bre-
go esuerdo, impossibilitju-rae de rer mais
nada.
Sondo agora, so pode, meu pito, ou-
5a o palpitar de meu ccrago, e se capai
advinheo que elle sent.
Eu tinha a fronte unida seu peito abra-1
zado, e sentia-me quasi suffocado.
Ella percebeu isso.
Afast u-me hrandamente a cabera, co*
brio-me com a punta de seu chale.
0 cirro deu immensas voltas e andou se-
guramente perto de duss horas.
Chegamos me disso ella, agora dnte-
me tapar-lhe os olhvs.
Parece-me que o carro tinha entrado em
alguma chcara, pe i' rodar surdo e ran-
ger de ara, e lembro-me de ter ouvido o
tmir das campainhas dos bonds.
Apeamj-nos, ella segurando-mepela mo,
foi-me guiando o introduzio-me em casa,
fazendo-uie subir uns seis ou oito degros
de urna oseada de pedra.
Sente-se aqu1, disse ella, tirando-me
da cabeca o seu chale.
Estavamos em completa escurido.
_ Nao saia ilrqui, nem se mecha, eu
virei daqui a pouco.
O leitor p le imaginar o que se passaria
[Taima da um homem em taes circutnstan-
cias. 0 espirito humano toin a avidez do
mysterio, eeu espora va anciosa pelo desfe-
cho desse drama.
uvi passadas, era ella.
Cheg ra-se a mim, tomou-me a mo e
dissejme era voz baixa :
Ven ha.
hgeiramente e
abandono mais que feminfl do urna mnlher
romntica,
Nao mar era parmittido mais.
Enganei-iae, o ardor desordenado,
a vehemencia doTemper amento, de tres mu-
lheres, cada qaal mais excntrica e mais
bisarra I
Faltam-me as expressoes pira isso.
Fa-lo-lioi como puder.
V
Eram 8 hars da aoute de 17 do cor*
trar-se comigo.
lio que lhe servira isso ? Aposto
que si me encontrar amanh, talvez nem
rae conheca.
Apegar de nao lhe ter visto do rosto
sanio esses bellos olhos, eu a reconhocerei
entre mil ; tal a impresso que me cau-
saram.
Nao rae lisongeie, eu detesto a li-
sonja.
Eu digo a verdade, minha senhora,
e creio que a nao deve offender, pois ha de
ter coas iencia de que e do que elles va-
lora.
O senhora ama alguem ?
A esta pergunta feita a quoima roupa,
respond sem hesitar.
- Nao amo, nem nunca amei
Ento um homem original. Porque
razo rae faz agora a corto ?
Porque ao passar pela senhora estre-
mec... porque o brilho de seus olhos des-
lumbrou-1110... porque...
Porque um L-jvelace, atalhou ella
rindo-se, e sera dar-rae terapo de respon-
der-lhe, accrescent u
Os homens sao inuito curiosos, mais
do que as mulheres. D-me patarra de
honra que nao me acompanhar nem inda-
gar quera sou ?
Se me promette que a tomarei a ver
agumas vezes, dou.
Ella rellectio um momento e disse-me :
Prometto.
Quando ha de ser esse dia ?
Nao o quero fazer esperar, porque eu
tambera nao gosto de esperar. Depois de
amanh s 7 1/2 da noite aqui neste lugar,
eu virei quer chova, ou nao. Quer?
Si quero! Ver como sou pon-
tual.
Ella apertando-me a mo dirigio-se pa-
ra o carro, apenas me disseAt vista.
0 carro parti trote largo em direceo
ra do theatro.
Y'oltei para casa, e durante toda a noite,
dei tratos imaginago, invoquei todas as
minhas recordacoes, foi-me impossivel saber
quem ora ella.
Entretanto, cousa singular, era que pou-
co aprego dou a esses encontros, tinha
diante dos olhos seinpre aquella mulher
elegante, de cabellos louros e olhos ne-
gros I
*
* *
No dia segrate percorri de dia a ra do
Ouvidor e largo de S. Francisco, para ver
se encontrava ,mas foi tudo em vo.
A's 7 horas do dia aprasado j eu estava
no lugar ajustado.
A's 7 1/2 em ponto chegou um coup
puchado por um cavallo.
O cocheiro vinha com outra libr.
Nao a conheci. Trajava ella vestido cor
de cinza e cobria-lhe o rosto um veo cor
de castanha. Hesitei em chegar-me' ao
carro.
Ella chamou-me.
Entre.
Abri a portinhola e sentei-me ao lado
dalla.
Demos alguns passos, serapre na mais
completa escurido, subimos urna escada,
passamos, creio eu que por um corredor e
entramos era um vasto aposento.
Ao transpo-l, ella fechou a porta por
den xo.
Fez-nie sentar era um sof estofado de
brocatel do seda e aaceudeu u:na;arandella
do gaz.
Eu estava em um vasto quarto de dormir
mobiliado com esmorado gosto e capri-
cho.
Quando ella voltou-se para mim, nao a
conheci
Eu julgava-a alta, clara e loura.
E agora. Era de estatura mediana, mo-
rena, de cabellos negros e hgeiramente on-
deados Smente os olhos negros e bellos
tiuham a mesma expresso da vespera.
Trajava ella um peignoir branco bordado,
meas de seda com listras escarlates, e cal-
cava chinelinhas de setim azul claro borda-
das matiz
Os cabelloscahiam-lhe sollos pelos hom-
bros.
Era tal a belleza dessa mulher, que eu
passei a mo pela fronte, encarel-a esttico
e exclaraei:
Estarei sonhand > ?
Nao est sonhando, me disse ella,
sentando-se junto de mim, est junto da
realidade, mas... em breve julgar ter so-
nhado.
Porque
Porque... porque o senhor a nin-
guem ama.
Mas amo-a... adoro-a. "
Ella me olhou em face com indefinivel
expresso e disse-me :
Escute. Eu sou urna mulher feliz
porque nada me falta, infeliz porque ati-
ram-me a um poste e nao me amam.
Nao tente saber mais nada.
Esse nosso encontr um verdadeiro
sonho, cujo despertar ser para o senhor
urna illusao, e para mira urna realidade e
talvez um triumpho.
Quando eu me convencer de que sou
amada, eulhe direi quem sou.
Levantou-se e disse-me.
Varaos tomar cha
A um canto do aposento baria urna mesa
redonda com algumas iguarias frias, vinhos,
licores e cha.
Sentamos-nos mesa.
J rae nao lembra do que lhe disse du-
rante o tempo que estivemos mesa.
Beba deste vinho, me disse ella en-
chendomo o calix de superior vinho de
Constanza.
ahi a um miuuto, replicou :
Beba mais, quero vo-lo alegre.
Notei que antes de aos levantarmos da
mesa ella acendeu urna pequea lampada
da alabastro, e apagou o gaz.
Fomos sentar-nos no sof.
A luz da lampada dava apenas dubia cla-
ridade.
Eu sentia-me abrazado.
Ella deixou lnguidamente cahir aquella
cabera artstica sobre meu peito.
Nao sei quanto tempo estive assim a
contempla-la.
De repente, ella ergueu a cabera, afast u
os cabellos e deu-rae um desses famintos
beijos, que enlouquecem.
Silencio.... A lampada apagou-se, e eu
ouvi ella murmurar estas palavras em puro
fraucez : Puisque ce n'est qu'un rve.
Estara em casa de um amigo conversando
sobre a situado actual da Hespanna.
Bateram porta e d'ahi a pouco um f-
mulo da casa trouxe-me urna arta, dizon-
do que um homem branco a trluxera e ag-
perava resposta.
landei que entrasse, mas quando o fo-
ram chamar tinha desappaeecid I
A carta trazia o seguinte sobrescripto :
lllm. Sr. L. J.S. CUrgentissima.
(Reservada).
Abri e li o seguinte :
Seubor.Preciso ve-lo boje sem falta.
Em frente ao theatro de S. Luiz est o meu
carro i sua espera. D'ahi nao sahiri at
s 4 horas da raaiih. Desta vez nao so-
ndar. ...
Pretextei um' chamado e tomando um til-
bury rira ao lugar indicado verificar se ahi
estava o carro.
Era o coup com urna parelha d bestas
pretas.
Fui casa, mudei de roupa, e s 10 ho-
ras apeei-me na ra do Theatro.
O coup me esperava anda.
O cocheiro era o prto da primeira noute.
Couheceu-me ao aproximar-me e disse-
me :Pode entrar meu senhor.
Para onde vamos nos lhe perguntei.
Para casa de minha senhora.
Como se chama ella ?
Chama-se, minha senhora.
Nao isso ; o que eu quero saber o
nome della.
Minha senhora.
Onde mora?
Mora... mora... na Tijuca.
Est bem, j sei, vamos.
Entrei no carro que parti em direceo
ra da Carioca.
Bem, disse eu comigo, boje desvendo eu
o mysterio, gracas publicado que iz. Ora,
queira Deus que ella nao se queira tingar de
mim. 0 que poder ella fazer.
Ora, uem pens mais iiisso.
Accendi um charuto e recostei-me :
Passamos a praia de Bjtafogo, e anda o
carro andou perto de tres quartos de hora
em direceo ***
Entrou em urna chcara.
Apeei-me. Um criado veio receber-me,
e conduzio-me.
A casa era a mesma, pois reconbeci a es-
cada de pedra.
Deixo de descrere-la porque me reda-
do faze-lo.
0 criado annunciou na porta do salo
correndo um repostero. O Exm. Sr. L. i,
proferindo smente as iniciaos.
Entrei. Ao redor de urna mesa de raeio
de sala estavam tres mocas entretidas a fo-
lhear um lbum.
A dona da casa, era ella... levantou-se
e estendeu-me a mo. '
Seja bem vindo Sr. Paulo de Koch.
Comprehendi o epygramma e respondi-
lhe.
V. Exc. tem a faculdade de chrisraar-
me todas as vezes que lhe aprouver.
Ella rindo-se, apresentou-me s amigas
duendo :
Minhas amigas, apresento-lhes o Sr.
L. J., um homem distincto, que tem o raro
privilegio de nao amar, nem ter amado
nunca I Sr. L. J., apresento-lhes minhas
mais intimas amigas, esta miaba Pai.cdo
e esta outra o meu Ciume I!
Curvei-me respeitoso, e fomos sentarmos
todos.
Ella trajava vestido branco, com saia de
seda de ramagens chinezas, e tinha os ca-
bellos sollos.
Aqui ella chamou sua Paisco, era urna
moca de estatura regular, clara, paluda,
de olhos pardos e cabellos castanhos, den-
tes magnficos ; vesta da mesma forma que
ella.
A outra era leura, clara, de olhos azues
mimosa e terna. Vesta toda de branco.
Eram tres, mais cada qual mais bella.
Smente os olhos d'EUa, afaziam sobre-
sahir s amigas.
Ningnem mais bavia no salo.
(Continuar-se-ha.)
dava-se apenas por um^titulo que nao l
dos mais lisongeros era bom mogo.
Em um bello dia, depois de urna confe-
rencia na vespera cora o seu procurador,
acordou D. Rosa cam o semblante abatido,
e chamou a filha.
Entra, menina, disse ella indicando
Morcas a porta do quarto onde j vimos o
oratorio, a velha comino la do Jacaranda.
O que se passou intra murot nao pude
ouvir.
Quando Marcas sabio do quarto tinha os
cilios humedecidos, a ponta do nariz rubra,
os ps de gallinhu mais pronunciados, e
um que no semblante que traduzia a resig-
narlo.
Estava dosfeito o casament II
P rque ?! perguntar o leitor. *
0 noivo era casado e pretenda commet-
ter una bigamia ?
Era judeu ?
Tinha onomenolivro ntgro da polica ?
I0p<.
lnHPP Jaz"> atendido sobre a trra. sana e a italiana c rcuUm sem perca
com a cabeca um pouco descarada para tras descont durante o periodo da pccio.
e as feces completamente demudadas pelas Terminando estes scWimento* rwoa-
contraccoes das agonas da raorte. Apezar mendc a todos oa riajantas, a aqaistcao da
da noite ser escura, hara naquelle sitio urna p|anu da exposicao dTviesma raradT
clareira desassombrada, que concoma para fefvr, que n vende esa *ct
tornar mais distioclos os objectos ; e por este Schropp, commercianU na rea
motivo o velho secerd..te pode reconhecer Madrid.
que o assassinado era ainda moyo, e que __
do seu peito, rasgado pelo punhal, manava HOMICIDA E SUICIDA. -Km Earlsbea-
0 sangue, que, formando urna grande pota, lon (|ng|alerr,), ura homem .le 73 anees
mundava a trra e manchara a rouna da m.i... iu 1 1 V l j
l" mmfSMM a sua mulher, i golpes de machadi-
nha na caU^a e na face.
ida por
do Sr.
ia entera
Era republicano t
D. Rosa rira-tbe o nome no famoso pro-
testo contra as batatas !
VARIEDADE
Segu, disse ella ao cocheiro fechan-
do as stores do carro. Trocamos esses
cumprimentos de mera cortezia, o eu,
como nao sou dos mais timoratos, lhe
disse.:
Tudo isto parece-me um sonho, para
onde vamos ?
Disse-me que nao amava, era tinha
amado nunca, quero rer si isso yoi-
dade.
Mas nao lhe disse que nao amara.
Ainda cedo para cr-lo :fiu sou
como os advogados, quero provas,
Exija-as... que eu as darei.
0 carro ia chegando ao largo da Lapa.
Quero ver se consigo que o senhor
ame urna vez na rida, ainda que seja em
sonho. Se nao for a mim, ser a urna
outra. Deixe-me agora vendar-lhe os
Olhos, sira ?
Faca o que quizer.
Ella dobrando o lencinho de cambraia,
quiz atan-me os olhos.
De nada mais me lembro.
No dia seguinte quando acordei erara 11
e inda.
Estava era um quarto deitado e vestido I I
Levantei-me, cheguei janella.
Reconheci gue estava no hotel de***
Charaei o caeado, pergunte-lhe com
quem tinha eu vindo para all: elle sorrio-
see disse-me que nada sabia 1...
Calei-me, Pedi a conta.
Respenderam-me que estava paga I
Como vira eu ahi ter ?
Quem para ahi levou-me ?
E' um mysterio, que heide desvendar.
Sao passados quinze dias, nunca mais a
vi, e nem siquer sei onde bei de procura-la*
Entretanto eu nao deixo de o fazer todos
os dias e por toda a parte.
Estas paginas sao a fiel narraco de ama
aventura, a mais prodigiosa, a mais inte-
ressante, a mais importante talvez que tenha
acontecido actualmente no Rio de Janeiro.
Que magnficos resultados poder della
tirar o homem que possuir essas faculdades
do espirito, que se definem pelo termo da
anal) ticas I
Esses que a apreciem.
Esta singular narrado urna prora do
quanto incomprehensirel o coraco huma-
no, que quasi sempre se oceulta e toraa-se
inaccessivol analyse de urna' intelligencia
ordinaria.
Sirva eita narradlo para os Uitores do
coniraenuri.
vessaros.
Era republicano !
(Concluso)
Sobre urna escura commoda de Jacaranda
com grandes gavetas ornadas de cabecas
de leoes, de cujas bocas sabiam argolas de
lato, via-se um-retusto oratorio, tendo
dentro a imagam do Christo, cercado de
um grande numero de santos da corte celes-
te. Aos lados ordiam, em dias de festa,
duas crepitantes velas de cera, sendo este
apparato solemne substituido nos dias ordi-
narios pela frouxa luz de urna lamparina
modesta.
Nao pendiam das paredes gravuras mo-
dernas em ricos quadros, nem o-liso crystal
de soberbos eSpelhos.
Ao lado do leito via-se S. Jos com o
basto de anglicas, dando a mo ao Meni-
no Deus, que sorri para a Virgem Santa.
Mais adiante, de mos postas, elevando ao
ceo a fronte piedosa, a Mi de Deus osten-
tava-se s sobre seu tbrono de nurens,
cercado de anjinhos.
D. Rosa, emfira, era urna senhora verda-
deramente religiosa e amiga dos principios
de ordera.
Seria mais fcil encontrar dous romances
do Sr. Macedo sem um primo Juca, 'doque
urna cadeira fra do competente lugar em
sua casa. ^
Quando ralbara com os escraros, perten-
cia escola ingleza, nao adarttia apartes,
nem mesrao para urna justificaco impor-
tante.
J re, pois, o leitor que o casamento de
Marcas devia ser considerado por D. Rosa,
como um acontecimanto* grave e mnito
serio.
Por isso tratou de esludar o noivo de sua
filha sob todos os pontos de vista.
Excusado dizer que fui ouvido sobre
estes pontos um procurador de causas, bo-
ira lava dos
mera sisudo que tratava dos uegocios da
:i 1 >*> ta i-puraque atra-iviuva.
1 Marcas era rica, e nojyo recommen-
O v;'iu() la roca.
as tardes calmosas do vero, o vigaro
Anastaco costumava seutar-se u'ura pedago
de tronco dorrubado que baria aos ps de
urna frond >sa mangueira, em frente de sua
limpae modesta casinha, e all, a pouca dis-
tancia do presbyterio, cuja velha o denegri-
da fachada o velho sacerdote enxergava do
seu logar predilecto, reuna em torno de si
as enancas, realisando a santa parbola de
Christo, e Ibes explica va em urna biblia Ilu-
minada as passageus mais notaveis do Velho
e do Nov Testamento, despertando-lhes a
curiosidade do saber, e guiando o sou espi-
rito infantil parao caminbo do bem, que nos
ensina a moral santa, e do que tantas vezes
nos desencaminhainos por nao tertido quem
nos anuos verdes da existencia nos raostras-
se a verdadeira direceo.
Apenas o sino do templo tangia no alto da
torre vetusta as compaseadas e tristes badala-
das da Ave Mara, o velho levanta va-so de
seu rustico assento, tirava respeitosamenle o
seu chapeo de tros poutas, e deixava ver a
vasta e rospeitavel fronte calva, guarnecida
apenas as tmporas e no occiput por algu-
mas madeixas almeladas de cabello tino e
alvo, como estrigas de linho. Os seus pe-
queos companheiros imitavam o santo se?
cerdote, e este ent>ava ento com voz grave,
se bem queja trmula pela idade, a oraco
da Virgem, que era murmurada em voz bai-
xa por todos os assistentes.
Os vandanies que ueste momento passa-
vara pelo povoado. descobriam-se respeto-
samente dante da serena megestade deste
quadro augusto, que rapressionava tanto
pela sua singeleza, como pelo reflexo de di-
vina m agesta.i o que o ambiente afogueado
pelos raos do sol poente imprima no fundo
do painel.
Ento o sacerdote despedia-se das cran-
cinhas, que a urna e uuia viuhain beijar-lhe
a mo, e regressava para sua casa, aprovei-
tando as horas de repouso que lho deixavam
as labutaros da vida ecclesiaslica.
Urna noite, era perto das dez horas, o ve-
nerando sacerdote havia fechado o seu livro
de rezas e dispuiiha-se a conciliar algumas
horas de somno at o pnmeiro toque das
matinas, quando se ouvio bater duas panca-
das cora torga na porta de sua casa, que fo-
ram poucos instantes secundadas por outras
mais fortes, emquanto o vigario, acostumado
este moio de o despertarem, en lia va a sua
loba, a liin do ir elle proprio abrir, para nao
incommodara preta Sabina, velha quem
estava encarregado o governo domestico e
que, em virtude da lida diuturna, adorme-
ca ordinariamente s sete horas da n,ile.
O Jos, crioulo, pagem do vigario, tinha ido.
mandado do paracho, cidade prxima,
e nao se acha va, portan to, em casa nessa
noite.
Quando o vigario abri a porta, deu de
rosto com urna pliysionoinia estranba, que
lhe disse cora o semblante transtornado, e
lirapando o suor que lhe cahia da fronte :
- Sr. vigario, acuda, acuda depressa a
ura hornera que est expirando cora uraa ta-
cada no c zilbada das Caveiras.
Dizendo isto, o desconhecido fez um rao-
vimento to rpido, que o sacerdote quando
o procurou, nao o tornou a encontrar : to
instantneamente havia desapparecido !
0 vigario pensou um momento nesta sin-
gular apparco. Sentio um movimento in-
voluntario de hesitaco, lembrando-se que
se achava s sem ter ao menos a companhia
do seu crioulo iiel : porra a forca do dever
foi mais poderosa que o receio, e vestndo-
se pressa como inspirado por urna idea
sbita, dirigio-se, sera chamar pessoa algu-
ma, era luesmo as autoridades, com medo
de chegar tarde para prestar os soccorros es-
pirituaes, ao sitio que lhe fra designado.
A encruzilhada das Caveiras ficava cerca
de um quarto de legua do povoado.
A noite estava escura ; pormo firmamen-
to limpo arqueava-se magestoso, marcheta-
de de myriadas de brilhautes e trmulas es-
trellas.
Em vez da viraco fresca da noite corra
urna leve aragem tepida, que agitava singu-
larmente a folhagem dos arbustos e vinha
quebrar em lufadas ardentes nos desvios do
caminbo, tornando dilllicil a respiracao e pe-
nosa a marcha, 0 silencio mais profundo
reina va em toda a natureza.
As sombras das arvbres eram to profun-
das nos recantos, que mal se distingua o
trago da estrada, e difiicil sera atinar com o
trilho a quem nao estivesse, como o velno
parocho, acostumado a cruza-la em todas
as direeges, fossea que horas fosse, da noi-
te ou do dia.
O vigario oamiuhava apressado, murmu-
rando em voz baixa as suas intimas orages,
e o som de suas passadis era o nico ruido
que se ouvia naquella splido.
Ao chegar perto do sitio que lhe fra de-
nunciado, ouvio de facto os sons doloridos
de um choro acerbo, que cortara alma e
{aria vacilar o animo mais rebusto.
0 relho continuou mais apressado.
A' estas horas, na roga, difiicil encon-
trar ente riro. Apenas um ou outro raro
viandante sem aventura, mais por necessi-
dade que por desejo, a transitar nestes des-
campados.
O som dos lamentos, mais perto e distinc-
to, era tambem mais pungente proporro
que o sacerdote se approximava do lugar
tMiJe se havia dado o facto que lhe rara to
iystenosaineiUe annunciado.
O ancio apenas pode distinguir objectos,
ficou parado diaiiic de um quadro terri-
vel.
victima.
Ao lado do infeliz achava-so'uma mulher
ajoelhada, com as mos occultaudo o rosto-
e com os longos cabellos cahidos em desor,
dora pelos hombros e pelas costas.
0 vigario, informado do que havia occor-
rido por esta desgragada moga, soube que,
vindo ella em companhia de seu marido,
havia cousa de meia hora, fr.t elle acom-
mettido por um homem, que, sahindo re-
pentinamente da espessura, o apunhalara, e
fugira sera que elle podesse oppor-lhe a mais
pequea resistencia., e que desde ento tinha
debalde gritad > soccorro ; mas que uingueio
lhe acudir, e vira seu pobre marido expi-
rar sem soccorro de natureza alguma.
A dor desta desventurada era to profun-
da, o as expressoes que empregava to re-
pastadas do angustia, que o nobre e compa-
decido parocho levou-a em sua companhia
para o povoado, e depois de se por em mo-
vimento toda a p lica para descobrir o cri-
minoso, e saber a causa deste mysierioso
assassinato, sem que jamis se couseguisse
este fin, o vigario tomou sob sua protecgo
a desvalida, que ainda boje conhecida pela
afilhada do vigario.
Quando o velho morreu, deixou-lhe a sua
pequea fortuna, ea casa de sua residencia,
que olla cora virtude exemplar tem sabido
conservar, honrando a memoria de seubem-
foitor.
Esse instrumento foi adiado junto ao ca-
dver da victima, todo ensamjiaontade.
O velho logo qae commettea o crime, lo-_
mou uma porgo de laudanum, e assim
tambem a elle proprio arrancn a rida.
Naquella avangada idade rarsimo pra-
ticar-se um crime daquella ordera.
AOS VIAJANTES EM VIENNA DE AUS-
TRIA.O Sr. Dr. Ramn Gelu, acaba de
publicar na poca de Madrid alguns apon-
tamentos que, diz elle, podem servir de
guia aos hespanhoes que se proponham visi-
tar a exposigo universal de Vienna de Aus-
tria. Como esses esclarecimentos podem
tambera utlsar a alguns dos nossos leito-
res que tencionem visitar aquello grande
certamen, transcrevemos em seguida o arti-
go do Sr. Dr. Gelu :
Madrid dista de Vienna por Pariz, Stras-
burgo e Munich 2.3(i(i kilmetros, ou otti
e 1/4 legoas de 20.000 ps (3.575 kilme-
tros), que se percorrem por caminho de
ferro em trem exprosso. O trajelo de Ma-
drid a Paris demasiado conhecido para
que d'elle nos oceuperaos econstituemaisde
metadedo caminho, pois d'allia Vienna dis-
tam;apenas 1.416 kilometros.Sahe-sejdc Pars
s 8 horas e 3a minutos da raanh pela es-
tago de Strasburgo, chega-se a esta cidade
s 8 da noute, continuando a viagem para
passar por Stuttgart s 2 e meia horas da
manh seguinte, por Nuremberg 1 da tar-
de, e por Munich s 8 da noite para chegar
no outro dia s 8 da manh a Vienna. Qua-
renta e oito horas de viagem que custam
na primeira classe 176 francos (319680),
e 129 na segunda (249220), resultando de
Madrid 84 horas de viagem por 1.330 rea-
les (5955850J prego da primeira classe. 0
regresso pode fazer-se mais econmico e
mais breve por Zurich, Balee Belfort e os
que nao enjoem podem eflectuar a viagem
sem grandes despezas embarcando-se em
Barcelona para Trieste e d'ahi a Vienna, em
quatorze horas de caminho de ferro passan-
do por Nabresina, Marbourg, Graz e Neus-
tadt. O quo tomos lito o que est fixado
as tarifas dos caminhos de ferro, porm
nao pode servir de base para os gastos, sen-
do como costume, haver bilheles de ida
e volta, validos por 30 ou 60 dias com fa-
culdade de visitar as povoages do transito.
Os directores dos caminhos de ferro france-
cezes j isso annunciaram, estabelecendo de
Pars, como prego mximo regulador, o de
200 francos (369000), em primeira elasse,
e volta a Vienna, podendo portante ir-se
de Madrid capital da Austria por 2000 rea-
les (909000) comprehendendo a volta.
Vienna, situada na raargem direita
do ro .Danubio, que recebe as aguas do
pequeo rio Vienne, o qual desee do
Wiener-wal, dista do Paris 230 legoas na
direcgo de E, e 120 de Berlira. S.S.E. la-
titude N. 48 12' 40 ; longitude E. 14* 2'
30" Altura sobre o nivel do mar 145 me-
tros. Differenga da hora com Madrid, 1 ho-
ra e 20 minutos de avango. Populago
400:000 habitantes.
A cidade est encravada em uma frtil
planicie, rodeada de colinas do mais pitto-
resco aspecto. Passeios frondosos e a vista
de um rio que se divide em diversos bra-
gos, do campia um mgico encanto.
Porm ura clima vario e um co encapotado
cobrem-o todo de uma apparencia triste
e montona.
Vienna, com os seus 34 bairros tem 23
kilmetros de permetro. 0 circuito da ci-
dade a decima parte d'este permetro e
formam-o fortificages destruidas na sua
maior parte no anno de 1809. A povoago
irregular e as ras estreitas e tortuosas,
porm bem Iluminadas e calcadas com es-
mero. As casas, de construego macissa,
teem 5 e 6 andares e as principaes pragas
sao a de Hof e a de Graben, ponto de reu-
nio dos vieios e dos estrangeiros que pulu-
lam nos seus brilhantes cafs e restauran-
tes. As ras principaes chamam-se ilerru-
grass, Schotten-gasse, Woltzeil, kohl-markt,
e algumas outras de que nao nos recorda-
mos. Ha edificios que teem seu valor mo-
numental e que pertencem ao imperio.
Nos bairros novse onde se v oadianta-
mento da povoago. Sumptuosos palacios,
raagnificosjardinse rasespagosas contrastam
cora o recinto fortificado e no Leopoldstat
e lagerceil o luxo proverbial. Estes dous
bairros esto situados em uma das ilhas do
Danubio a N. E. da cidade, com a qual se
communica por meio de uma elegante pon-
te de ferro. A ilha, pelo seu baixo nivel,
CRIMINAI.1DADE EM IIESPANHA.-E
punco lisongeiro > quadro estilstico dos
cnaies praticados em Hespauba, no periodo
decorrido do Janeiro a dezembro de 1871.
Segundo os dados oficiaes publicado, o
numero total dos crimes, sub.livi.k-se pelo
seguinte modo :
Contra a independencia e paz do esta-
do, 84 procossos se intentaran!.
Por crimes de lesa-raagusUde 7C.
hebollio e sedicao 1,630.
Falsificago da firma real 16.
Falsificagao de notas do banco .138.
Falsificago de outros d.cuuieiiUis p-
blicos 52H.
Tralicancias em fundos pblicos 42.
Homicidios voluntarios 1,522.
Parricidios 20.
Infantecidios 12?
Violagoes 56.
Raptos 10.
Roubos 724.
Fogo posto 20.
Soqucstro de menores 'para .seren pisto*
a resgat; 24.
Delictos cominettidos por meio da un
prensa 396.
Delictos eleitoraes 356.
O que tudo forma o total de 5.982 enmo-
e delictos, que foram julgalos m proc*s<>
ordinario.
Por aqui se pode avahar a que numero
subiram os processos, de simples polica
correccional, por ferimontos desorden*, pe-
queos furtos, etc. !
Na realidade os dados estatstiros, que ce-
piamos, abonara em pouco a educacao nao-
ral do pova.
Apraza a Deus que a i'jualilade e a fra-
ternidad*, que ahi se proclamara agora.
possa tornar raelhor os costume, transmu
dando os instinctos raaos que se observara
na parte mais rude da populagio.
RAIO NA SE' DEVORA.No da M de
margo, cerca das 3 horas da tarde, dtpoi>
de barerem lindado sermao < tnittrrt,
que todos os domingos de quaresma aquella
hera, costuraa harer na igreja da S, paeaou
s ibre a cidade de Erora uma pequea, aea>
terrivel trovoada, cujas recordacoes sera
para ella immorredouras.
Quando ainda na igreja, infelizmente,
havia algumas pessoas esperando que parea-
se a chuva para sahirem, uma)faisca elctri-
ca cabio no.pico do zimbsrio e d'alli, diri-
gindo-se para o interior delle, deaceu pelo
cordo de ura dosf lustres que esto 00 ateto
do cruzeiro, matando uma pobre mulher *
feriudo gravemente duas, alera de outras fe
ridas levemente, deixando carbonisadas ca-
pas, lencos, saias, vestidos, etc., nao s des-
tas, mas de mais. cuja salvago se attrbu*-
a milagro.
A faisca na sua queda devastadora deslo-
cou e parti varias podras de grande tama
nbo, algumas destas gasteadas no zimborio .
no cruzeiro deslocou uma lapide turaular.
adiando um grande pedago della (talvez d.
20 kilos de peso, para alguns metros de dis-
tancia e fazendo pedagos todo o estrada da-
quelle recinto,
Os vidros do zimborio e de di floreles a-
nellas da capella-mr edocorpo docdiki"
foram destruidos.
Na :u sma occasio era que esta tristssi
masceua se dava 110 interior da cathedrai.
110 pago archiepiscopal uraa outra faisca,
penetrando pelo telhado, procurou a cozi
nha, onde tambem exerceudo o seu maHer
devastador, larabeu com sua f.tmiuta lu
gua de foge tudo que oucoutrava, indo su-
rair-se depois no vasto edificio da S, en-
trando pola porta do norte, local onde uiu
cadver, umitas lagrimas e milito terror at-
testara 111 bem tristemente o nada que vale-
mos e o nada que podemos !
A infeliz que suecumbio e as duas as-
sombradas e feridas gravemente eram toda*
irras de um individuo chamado Fernanda
Maria Boleto, ollicial de carpiuteiro, mora-
dor na ra de S. Pedro.
Os estragos sao grandes, com cspecalida-
de na parte exterior do templo, mas por ora
nao se sabe o valor delles.
PARA 0 PAPA. Escrevem de Roma
que a deputago internacional que foi cum-
pa mentar o papa, entregou a sua santda-
de som mas considera veis.
A Blgica sua parte envin mais dr
meio mil bao | perto de cem cont < de ris .
O summo pontifico recebende Mr. Haina-
le, senador belga, disse-lhe : A Blgica
torna-se notavel as lutas em favor da
igreja.
Ao conde de Rabiano, presidente da fede-
rago das associages censerradoras, sua
santidade expressou-se nestes termos : Ok
favores materiaes que Deus me prodicalaa,
sao fianga dos favores moraes que elle re-
serva para a igreja.
O PADRE JACINTHO.Diz um telegraan-
ma de Genebra, que havia acola ebegado o
padre Jacinio, e que devana celebrar
seu primeiro meeting publico oa segunda-
feira.
Havia grande enthusiasmo para o ou-
vir.
A sala destinada para elle raahsar a sua
conferencia taoespagosa, que pode contar
estava constantemente exposta inundagoes
que hoje se evttara por um systema muito
engenhoso ; ahi onde se acha e celebre!2,500 pessoas.
passeio de Prado (Prater) e onde se cons-
truio o edificio da exposigio unirersal e' PAUL RIGOLLOT. Falleceu em Par.
seus annexos. | um homem que era muito sabedor, porm.
Os theatros sao bons e elegantes e d'elles dotado de modestia :ftw o Sr. Paul RigcA
nos oceuparemos depois, assim como dos lot, inrenlor dos sinapmot sobre papel,
hoteis, casas de pasto e hospedaras, que conhecidos no mercado por sinap'smos B'-
tanto interessam ao riajante. gollot.
As moe.las do imperio aust iaco sao as Contara 62annos. Era um chimiro die-
seguintes : krone de ouro, cerca de 59000 tinelo e rerewlo em rariados conheci mea
da nossa moeda.Ducado, dem, 19900. -os. #r
Gulden, florim de prata, 420.dem, Apezar das contrafrages ao seu invento,
outro florim 1837, 410.Kreulzer, de co- oi elle que lhe fachtou o ajuntar uma pe-
bre, 10 ris pouco mais u menos. Po- quena fortuna._________________^
rem, a m >edafranceza, belga, ingleza, prus-.TYP DO DLUU r.^A MJQUS DB GAXUi



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