Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12880


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Full Text
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ANNO XLIX. NUMERO 80
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4 i
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PARA A CAPITAL E LUGARES OXDE XA PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos idem .
Por um anuo idem .
Cada numero avulso
69000
1>000
249000
sao
SEGUNDA FEIM 7 DE ABRIL DE 1873.
PARA DENTRO E PORA RA PRVIMCIA.
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por noTe ditos idem .
Por ura anno idem.
#7*0
1SK00
fI900t

DE PERM
PROPRIEDADE DE MANOEL F1CUEIR0A DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Goncalves d Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jote Jusoo
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto' Gomes daJSva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Cost, em Alagas; Alves C, na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio/le Janeiro.
PARTE OFTICIAI.
Ciovcrno la provincia
SPVCHOs DA PIIKSIDKNCIA DK 4 OK ABRIL DI
187.1.
Alexandrina do Lima e Albuquerque.Sin.
Candido Emygdi Pereira Lobo. Informe o Sr.
inspector da thesonraria de fazenda. __
Pielden Brothers.Deferida cota oflicio desta
data a Thcs mraiiA de (atend.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.Requeira o suppl-
cante a assembln provincial a quem compete re-
solver lobre o caso de que se trata.
Coronel Joo Vieira de Mello.-Informe o Sr.
inspector da thesonraria provincial
Joao Florentino Cavaleante de Albiiquerqiic J-
nior.Nao procede o recurso int-;rposto vista da
informado .do chefe da 1.' sjcco do eousulado
provincial.
Capito Joaquim Agripino Furtado de Mandn-
.Descriniine o supplirante a conta da despesa
nU pelo almoxar'ado, da feita polo hospital mili-,
lar, nos termos da informarn da contadoria da
tjjesouraria de fazenda.
Coronel Joairaim Cavaleante de Albuquerque.
Por ora niio pode ser a'teudido o snpplicante, visto
nao haver engenheiro ou conductor em disponi-
bilidade.
Manoel Pereira da Costa.Nao ha que deferir.
Mara Victoriana Pantaleo. lillio da suppli-
eante nao foi reeruta-lo e por isso nada ha a de-
ferir.
Manoel Joaquim do Naseimento.Informe o Sr.
command inte las anuas interino.
Baeharel SUvino Cavaleante de Albuquerque.-
lofonne o Sr. inspector da tliesouraria de fasenda.
Vicente Tlioma* Pires de Pgueiredo Camargo. -
Informe o Sr. administrador do Correio.
Secretaria da presidencia de Perm.inbuco, 5 de
abrit de 1873.
O portero,
SUvino A. Rodrigues.
Commiintlo uipcrior..
BUA&TEL DO COMBANDO SUPERIOR IftTEKtSO DA
GUARDA NACI03UL DO MUNICIPIO DO KUPE,
i DE ABRIL DE 1873.
Orden do dia n. no.
Para os derdos lins faro publico aos corpos da
guarda nacional lieste municipio, o seguinte :
Que S. Exc. o Sr. commendador presidente da
provincia por portara de 28 do mez prximo pas-
cado nomsion de conformdade com a proposta do
Sr. tenente-conmel commandante do 3. batalhao
do servifo da reserva, para o posto de alfares
secretario desee b 'talhao ao guarda nacional Fran-
cisco de Lemos Duarte Jnior, u promoveu te-
nentc da l.4 compantiia o Sr. alferes secretario
Joaquim Leocadio Vegas.
Que por por outra portara de 29 do tresmo
mez, mandn o mesmo Exm. Sr., que ao Sr. al-
feres da stima companhia do 3." batalhao de in-
fantaria. Mathias Tvares de Almeida, se d a
guia de que trata o ari. 45 do decreto n. 1130,
de lo de marco de 18.'), para a provincia da
Parahyba, onde vai residir.
Que passou a commandar o 6." batalhao de n-
fantaria desde o dia 2" do referido mez o Sr. ma-
jor ellim Lias Cavaleante Pessoa, por se consi-
derar impedido o respectivo Sr. tenente-coronel
commandante.
Que por incotnmndos de sade deixou o com-
mando do '.- batalhao, ilesde o dia 29,^ o respec-
tivo Sr. lenentc-eorouel commandante Ernesto Ma-
chado Freir Pereira da Silva, passando-o ao Sr.
major Jos Thomaz Cavaleante Pessoa.
E Analmente que no da 31, em conseqoencia
de haver renunciado o resto da lieenca quejruia,
o Sr. capito do i.' batalhao de infamara, Jos
Alfredo de arva'ho passou a commandar o mes-
mo batalhao, por Ihe competir em vista de le.
Rmlolplm Joo Barata de Almeida,
Coronel commandante superior interino.
V *_M'.co.'-
Secretaria da polica de Pernambuco,
o de abril de 1873.
N 668. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
inento de V. Ese. que. segundo consta das parlic-
pacoes rocebidas boje nesta reparticao, foram hon-
tei recolhidos casa de detencao os seguintes
individuos :
A" ordem d) subdelegado de Santo Antonio,
Mana, escrava de Manoel Moren* de Soma, a
requerimento desle.
A' ordem do do 2." districto de S. Jos, Rosa
Maria da Cnnceico e Lourenca Maria dos Reis,
por offensa a moral publica.
0 delegado de S. Bento, por olueio de 19 de
marco Ando, communicoii-me que no dia ante-
rior pelas 3 horas da tarde, Manoel Cypriano das
Chaga ferio com urna faca a Maria Magdalena
da Conceieo. logrando evadirse ; que a tal res-
peito proceder nos termos recommendadus pe'a
novissima lei da reforma judiciara.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com
mandador Henrique Pereira de Lucena. dignissi-
mo presidente desta provincia.0chefe de policia,
Luiz Correi'i de Queirnz Barros._______________
a praea de VeVdun com o seu raio, continuar s
a ser oecupada at o de setembro a partir desta
data, ella ser evacuada em duas semanas
Taes sao as condicojs do novo tratado, con
diques tongamente debatidas, que apesar de dolo-
ro-as rocordacoesalegraro o patriotismo de
todos os bous cidados.
Logo que os documentos diplomticos tive-
DIARIO OE PERNAMBUCO
ikV
(?4rir}>po]idenea do Diario
Per na mlmco.
"%'otci<* da tiuropa.
RECIPE, 7 DE ABRIL DE 1873.
Hontem, por volta das 7 horas da inanh, fim-
deou no nosso porto, procedente dos da Europa,
cujas ultimas datas sao de 24 do prximo passado
mez de marco, o vapor francez Mendoza, da linha
de Bordeaux. .
Do diversos jomaes e cartas, que temos a vista,
eelhetnoa as seguintes noticias, algunas das quaes
*o credoras de interesse e inmediata leitura.
Fiuxg.\.
O Jornal Oficial publica a seguinte commu-
a Acaba de ser hoje mesmo 18 de marco, as 5
horas da tarde, assgnado em Berlim um tratado
de evacuaco do territorio francez, trataJo que e
o fructo d longas negociacoes.
0 governo (pieria que a assembla nacional
foise a primeira informada deste feliz acontec-
meato, mas tornou-se-lhe impossvel, em conse-
cuencia de nao ter chegado a Versalles, senao as
7 horas, o teligramma que se esperava de Berlim.
Todos sabem que o governo pode enmprir
com urna rapidez inesperada, as obrigacoes finan-
ceiras, que prudentemente s havia contrahdo
para prazos mais afastados.
Sobre os tres mlhares que ainda se haviam
de pagar Allemanha, um foi inteiramente pago
"este outomno ; o segundo j est em grande parte
pago, e fica-lo-ha inteiramente entre 1 e 8 do pr-
ximo mez de maio.
t O tercero e ultimo milhar (quinto de todaa
iniemnsacao) ser entregue ao thesouro allemao
em quatro prestacos iguaes a 5 de junho, S de
|B11 i, i' agosto e o de setembro do presente
anuo.
Eui ciiiupcnsac) sua nugesldco Imperador
da Allciua;iha, re Ja Prusiiia comjircinieltcH-se :
A evacuar no f de julho proximn os quatro
departameatos dat Vosg<, da Ar.lenni.-, de la
Mouse e de Muertlie, el Hoselle, .'luirn coiun a
pm{a*c as circnmscripcdo de TBelfort Esta eva-
i' i igio nao de ver durar mais de quatro semanas.
c Para garanta ds dous ltimos pagamentos,
rom recebido a forma autqeutiea, sero submetti-
dos anpr vacuo da assembla nacional, para que,
lio mais curto espaco possivel, a ratilicaco do pre-
sidente da repblica possa ser trocada contra a
do imperador da Allemanha.
Apesar de approvado o projecto de lei da
commss) dos trinta, nao ser este anda decre-
tado. O Sr. Thiers espera para promulgar aquelle
decreto, qne tenha lugar na assembla o debate,
sobre a peticiio do principe Napoleo, no qual o
pre dente q'uer tomar livremente parte, sein as
peas que pela nova lei se Ihe oppoein.
A assembla nacional adoptou por unanim-
dade o projecto, approvando o tratado de evaca-
cao do territorio.
No ornamento de 1873 a receita lica equili-
brada com a despeza, sem delicit.
Reunio-so no dia 12 a commissao encarre-
gada do exame dos tratados de commercio com
a Inglaterra e a Blgica ; nomem presidente o Sr.
Poyer-Querlir, viea presidente o Sr. Feray e se-
cretarios os Srs. Montgollier e Joubert. Dcpois
da eleico, foram ouvidos os diversos meinbros da
comuiissao, que deram a coimecer a opimao das
suas respectivas repartii;oes sobre os miados.
Estes nao encoutraram approvaeao; todos os
meinbros da commissao por dilferentes motivos
repellem os tratados, mais ou menos hostilmente.
Os membros menos hosts reclamam um inque-
rito entre as cmaras de commercio, afim de que
se possa determinar se as tarifas sao realmente
compensadoras, ou protectoras.
Todos pedera a manuten;. io do statu-quo duran-
te o periodo deste iuquerito.
No da lo de mareo deviaf terminar o prazo da
denunciaco do tratado franco-inglez; os meinbros
da commissao preoccupados com esta eventualidade
pediram ao governo algumas providencias neste
sentido, porque era mpossive!, que mesmo no
caso de ser approvado pela assembla nao poderia
de modo alxum estao ratificados nesse dia.
A commissao resolveu igualmente perguntar ao
governo se o artigo 2o da lei, -autorisando a de-
nuncia do tratado, sutBciente para permttir
emprehender novas neg >ciac5es, ou se necessa-
rio nova lei; e que neste u timo caso, se pedsse
ao governo que reclamasse iminediatamente c-
mara as providencias legislativas que fossem ne-
cessaras.
Os governos francez e inglez, concordaram em
que o tratado do commercio entre a Franca e a
Inglaterra que devia espirar no da 30 de marco,
fosse provisoriamente mantido at que a assembla
nacional raneeza chegasse a urna decisao relati-
vamente ao novo tratado.
O governo francez em vista das reclamacoes
de Hespanha, resolveu que se cumpra .o disposto
em outubro de 1872, expulsando D.Carlos do
territorio francez.
MLGJ0A.
A cmara dos representantes contina a discus-
so do projecto de compra da caminho de ferro do
Luxemburgo.
Encerrou-se dspois de diversos discursos no da
12 a di-cussao sobre a generalidade.
No da 13 comecou a discussio por artigos.
Os jornaes publcam una carta dos ministros das
(mancas o Sr. Malou, e das obras publicas o Sr.
Moncheur, em resposta ao una outra do adminis-
trador delegado do caminho de ferro do Gran-Lu-
xemburg ; nesta carta dzem os ministros hHvereni
recebido a carta, que tencionavam annunciar
cmara dos representantes, e que lastmavam que
nouvesse sido dada publicdade, antes do gover-
no ter feito conhecer cmara a sua resoluto so-
bre as novas propostas apresentadas.
Declaram depois (pie o governo nao ace ta ne-
nhurna dellas, pois a convenci de 31 de Janeiro
aonue subsiste as obrigacoes della, s podein ser
derrocadas de commum accordo, e que o prazo
da convencao ainda nao terminou.
O governo est resolvido pura e simplesmente a
manter a convenci de 31 de Janeiro.
Na sesso de 13 foram rejeitadas as emendas
dos Srs. Frre e Dmeur ao projecto relativo ao
caminho de ferro do Gran-Luxemburgo por 74 vo-
tos contra 32.
O projecto de lei do governo foi approvado por
76 votos contra 24.
Houve 7 abstencoes.
SUISSA.
O governo cantonal de Berne demitto parto de
10U curas catholicos que assgnaram um protesto
contra as resolucoes da conferencia diocesana, re-
cusando-se a obedecer autoridade civil,
ITALIA.
0 presidente da cmara leu urna carta do re
Amadeu, em resposta mensagem que Ihe fora
enviada, e em que este prncipe diz que aceitara a
cora na esperanca de poder dar tranqullidade
Hespanha, mas vendo que nao poda fazer a felicida-
de deste paiz, renunciara a cora depois de ter ob-
servado lealmenle a constituicao jurada; que a
Italia sempre encontrara nellc um soldado dedi-
cado patria italiana.
Urna carta de Roma, fallando da proposta que
devia ser apresentada na cmara para a dotaeo
do principe, diz que este precisava della, porque
nao tem fortuna propra e gastara em servico da
Hespanha metade da fortuna de sua mulher, isto
, o iielhor de oito milhes.
O ministro dos negocios estrangeros resnon-
dendo a Ferrari, declarou que) a Italia respeita a
independencia da Hespanha, e contina as suas re-
lacoes com ella.
Quanto ao reconhecmenta formal do governo,
este havia de regular o seu procedimento pelo das
outras poteucias.
l.NGL ATERRA.
Foi adiada a soulc da crse ministerial ingle-
za, reassumndo o antigo gabinete liberal whig,
presidido pelo Sr. Gladstone, as pastas de que ha-
viam pedido a exoueracao.
A coalisao dos radicaes, dos conservadores e dos
catholicos irlandezes, s conseguio dar 3 votos de
maioria contra o ministerio ; mas da ordinario os
catholicos da Irlanda votara com o gabinete Gla-
dstone, de modo que um gabinete tory nao pede-
ra governar cora a cmara actual. A maioria
pronunciar-se-ha contra ello em todas as ques-
toes; por isso o Sr. Dsrali se nao pode resolver
a aceitar a direceo dos negocios, que Ihe era ofTe-
recida pela cora.
O bil que o chefe dos liberaes nglezes, o Sr.
Gladstone, entendeu dever elevar altura de urna
Juesto de gabinete, fazia parte de um conjuncto
e projectos, por meo dos quaes o Sr. Gladstone
se tinha proposto a separar as njusticas seculares
da Inglaterra para com a Irlanda.
Um primeiro bil tinha realisado a reforma agr-
cola e melhorado de certo modo a condcao dos
aldeoes irlandezes, protegendo-os contra as exac-
ces dos proprearios ruraes.
O sgunlo bil tinha corregido em parte os abu-
sos da jtreja protestante, que existia na Irlanda
domo igreja do estado, e obrava para com os ca-
tholicos, como o seuhwr para com o vassalio.
0 tereeiro, que era o que fui reje.udo actual
meze em segnml leitura, itllrodnna na L'niversi-
dad uma sort.- de cnsino secular, ou antes mixta,
ooncedendo a- coilaeio dos graos universitario?, in-
deoendentemenic das eitas religiosas ; este bHl
dvia na opiuiio do Sr. Gladstone o dos seus ami-
gas polticos contribuir to largamente como Jos
outros 2 j adoptados, a apasiguar.as queixas legiti-
mas da Irlanda.
A intolerancia fantica dos ultramontanos irlan-
dezes, que tem assento na'cmara dos communs
fez abortar este plano ; depois de ter apoiado as
duas reformas precedentes no seo do parlamento,
levantaram-se sbitamente e com extrema violen-
cia contra a terceira reforma, a do ensino.
0 bil da va aos catholicos irlandezes vantagens
incontestaveis; conceda, principalmente era qpe
dizia respeito concesso dos graos, um direito
commum que n.> existe hoje.
Isto nao impedio os bspos catholicos da Irlanda
de boearera o anatbema contra o projecto do Sr.
Gladstone, e de dar coalisao dos conservadores e
radicaes o apoio necessario para consegurein dar
um ebegue ao governo por uma maioria de tres
votos.
Veio ordem do Roma, deeidindo que o ensino
universitario, o ensino secundario e o ensino su-
perior deviara ser exclusivamente catholicos- na
Irlanda; e que todas as vantagens otTerccidas pejo
bil seriara repellidas, e que nao havia transaccao
possivel entre o ensiuo secular, ou mixto. Ou til-
do ou nata ; tal a divisa ultramontana.
Os toryes iearam muito mharacados com a
sua victoria. Nao podein gevernar com a cmara
actual onde em outras questes os whigs ou libe-
raes contara cora uma maioria de 90 votos.
O Sr. Disraeli a quera fra commettida a missio
de organisar gabinete, mandou chamar telegra-
pheamente os Sr-. Derby, Cairus e Caruaryon,
para cenferencarem; tentaram ver se podiam
formar um ministerio de trausaccao presidido por
lordGranville, que gjvernasse at o flra da actual
sesso em julho, poca em que poderiam, sem in-
conveniente ser dissol vidas as cmaras.
O gabineto Gladstone, continua pois, frente
dos negocios at o ilm da actual sesso eml que
ser dissolvdo o parlamento, e se appellar para
o voto do paiz, que ter ento de decidir entre
lorze.i e wkiys.
Segundo as declaraces do ministro da guerra
acamara, v-sj que a Inglaterra possue um exer-
cito activo de I2"> mil hoinens, 13 mil de milicias,
160 mil de voluntarios e 33 rail da reserva: Total
463 rail boraens.
O gabinete Gladstone propoz nltimamente ura
augmento de quarenta mil homeus uo excreito
activo.
allkma.nha'
O imperador da Allemanha abri no dia I!
reichstag era Berlim.
O discurso do throno diz que a assembla ter
de discutir successivamente o regnlamento das re-
lacoes de propriadads dos bens de raz transmil-
tid*os pelos differentes estados adminstracio do
imperio ; a reorganisacao do systema de fortilica-
ces ; a reparticao da ndemnsaco de guerra aos
invalidas ; a modificario do pmjecto de crea.o da
armada ; una lei militar geral, baseada sobre o
servico obligatorio em lempo de guerra; o aug-
mento dos ordenados dos funeconarios do impe-
rio, meHnramento da Siluacio dds*offldae3 e.offl-
ciaes inferiores, que pJe, gracas ao bom estado
das finanras do imperio, ter lugar sem que as
contribuicoes matriculares dos dilferentes estados
sejain elevadas a cifras mais elevadas.
O discurso falla depois de uma nova lei moneta-
ria, e de uma nuva tarifa postal para a remessa de
valores era pacotes.
Ajunta que a questo da suppreso do impos-
to sobre o sal esta quasi estudada c que o resul-
tado deste exame ser tambera assurapto de dis-
cussu no parlamento.
Menciona a cnven.ao com a Franca relativa-
mente aos prazos fixados para o paganismo da ul-
tima jiarte da ndemnsaco de guerra. Diz que
a Fran.a adiantou os prazos do pagamento, e que
chegado o momento de regular as questoes re-
servadas sobre este ponto; ajunta que o impera-
dor exprima na falla do throno do anno anterior
a certeza de que os negocios interiores da Franca
tomariam um aspecto que inspirara confianza ; e
que esta profeca se hava reaiisado. O imperador
espera por consequencia que se nao acha longe o
momento de um completo regulameuto (inane jiro
com o governo francez, e que a evacuaco total
do territorio oceupado ser possivel n'uma poca
prxima.
As relaces com todos os estados estrangeros dJo
lugar a contar com a manutencae e conservarn
da paz.
Esta conllanca justificada pelas razoes amiga-
veis do imperador com os soberanos das poten-
cias vizinhas, que foram confirmada* e coraolda-
das pelas suas visitas pessoaes. O imperador
considera como um dever cultivar com os seus
vizinhos relacoes, que sao uma garanta de paz;
esta obrigacao que Ine cara, pode-la-ha curaprir
com o auxilio de Deus.
A cmara dos senhores, em Berlim, adoptou
no dia 13, eni segunda leitura, por 93 votos contra
63, o projecto de lei, relativo s modilkaces a
introduzir em dous artigos da constituicao prus-
siana.
Celebrou-se uma reunio' de 62 proprieta-
ros de imprensa de Berlim, e da provincia de
Brandebourg decidi entender-se com os editores
e impressores de jornaes para que os operarios
impressores de todas as offleinas de Berlim e da
provincia de Brandeburg, que pertencein liga
dos operarios-impressores-allemes, sejam por
elles todo < despedidos no dia 29 de marco, no ca-
so de ainda continuar nossa data a grve deLei-
psig.
Uma reunio de operarios impressores, decidi
aceitar a proposta feita pelo Sr. Huertel, presidente
da liga dos operarios impressores, para recomeca-
rem novas negociacoes cora os patroes sobre a
base da ultima offerta feita por mutos patroes
pertencentes unio dos impresores.
O Sr. Huertel prope que patroes e operarios
deveriam escolber hoinens de confianca encarre-
gados de preparar um projecto de tarifas, e as
mesmo tempo o arranjo de todas as questoes liti-
giosas.
Houve em Berlim um esplendido baile pelo
embaixador de Franca, a que assistiram o impe-
rador Guilherme, a imperatriz, os principes e prin-
cezas da familia real, o Sr. de Bismark e os em-
baixador es das grandes potencias.
No jantar que teve lugar no palacio imperial,
em honra dos erabaixadores japonezes, o embai-
xador francez exprimi a sua mmensa satisfarO
pela parte do discurso do throno concernente
Franca, em um brinde que foi muito applaudido e
entusisticamente correspondido.
ArSTRO-HUMURIA.
A cmara dos diputados da Hungra comecou
j a discusso sobre os impostos; adoptou o pro-
jecto de le relativo ao imposto sobre os alugueis
e sobre os rendimentos. O ministro das ftnancas
prometteu apresentar prximamente um projecto
de reforma para todos os impostos.
0 Sr, Tiosa, chefe do partido da esquerda. fal-
lou demonstrando que sera Injusto e impolitico,
repel ir o augmento pedido sobre os impostos.
Devia brevemente coraecar a discusso de lei,
relativa ao imposto sobre a industria pessoal.
amo \. ;
lizem de Viemi. em dita de 12, qne o governo
da Grecia recenhecra a repblica hnspanhoka.
Os governos francez e italiano felicitaram ojgo-
vernu grego, por oceasio da solujio da quesW)
do Lanrium.
Uma companhia de capitalistas grego, frente.
Sr. Serperi todos os seus direitos de possa sobre
as minas de Laurium ; e ton'uu a responsabilida-
de de todas as reclamacoes da companhia franco-
italiana, feitas ao geverno grego, por uma somma
de doze milhes e meio de francos.
Ficando por oste facto desinteressados deste ne-
g>Ko todos os Jacionaes franceses e italianos, ca-
ducou plenamente a questaa-Lauiam !
. turqu \.
Foi no meado levereiro assignado ura protocol-
lo cmtre a Sublime-Porta eos ministros da Franca,
regulando differentes pontos de direitos e deveres
dos cnsules estrangeros em Trpoli.
Protocollo.
A' pedido da Sublime-Porta dirigido aos go-
vernos das potencias abaixo mencionadas etc. etc.
Art. 1. Os agentes da Franca, da Gran-Bre-
tanha e da Italia, em Trpoli d'frica, recebero
dos seus sovernos ordens precisas e formaes,
para qne, dora cin diante, todos os processos e
todas as contestacoe-s entre os indgenas e os sub-
ditos francezes, inglezes, ou itilianos nesta pn-
vncia, qualquer que seja a nacionalidade do de-
fensor, sejini julgados conforme as dsposicoes das
capitulacoes em vigor, e do mesmo modo que
estas capitulacoes ato applcadas as outras pn>-
finesas do imperio oltomano, na Europa e na Asia.
Art. 2.* A Sublime-Porta ohriga-se a tratar
os cnsules e os subditos francezes, ing czes ou
italianos, noque diz respeito jurisdic;ao consu-
lar sob o p da naco mais favorecida, e faie-las
participar da regala de todos os favores ou van-
tagens concedidas, a este respeito, aos cnsules e
aos subditos de gualquer outro es'ado.
Feito na Sun '
1873.
e Porta a 2i de fevereiro de
de Voyui.
A*sgnado3=&Vi(7' Ckerif.Conde
H. Ell-nt. -Conde de Barbdini
A Sublime Porta e o Khediva, ou vice-rc do
Egypto, sgnilicarim novament a sua determina-
rn de ni reconhecer a competencia dos tribu-
naos ostrangeiros na qnestao do canal de Suez.
Por outro lado o tribunal de Parie, no processo
que foi levantado contra a compam a do canal de
Suez pela das asm .j/m frangaises, declarou-se
competentemente para decidir este processo e
julgou-e corno entendeu.
Honve alleracio no pessoal do gabinete tur-
co : o ministro dos negocios estrangeros fti de-
raittido, e sqhstituido por Sawfet-Paha. Este,
aue era ministro da juattea foi substituido por Mi-
hat Paella, ej-gro-visir; e Rachid Pacha, ex-
governador geral da Syria foi nomeado ministro
das obras publicas.
HEiPA-MIA.
Sobre este paiz escreve-nos especialmente o nos-
so reloso e Ilustrado correspondente de Lisboa,
nos seguintes termos :
c As eirrumstanciasde Hespanha parecem apre-
sentar-se actualmente com mu as|>ecto mais favo-
ravel.
A conrma-aO da derrota de Doiregaray, o ge-
ueraliiiimo de D. Carlos no paiz vasco-navarro, e-
um terrivel golpe para a nsurreiro ; e de certo o
preten lente pora de parte inteiramente a idi^a de
passar a froateirarffanceza, se que alguma vez a
teve. Por outro Saballs, na latalunha esta em
graves diulculdadcs, visto que a sua_ gente Ihe
exige o pret de 10 reales diarios, e nao ter mar-
chas superiores a seis leg>a< por dia. De D. Alfonso
n.) se falla agora parecendo que, se eclipsou com
sua bellicosa esposa, que os enlhusiastas do seu
partido apresentam como nova Judith, prompa a
cortar a cabe<-a revolucio. Era vista disto pois,
e das mais derrotas de partidos e quadrilhas car-
listas, que menciono, deve-se crer que por essa
parte vao menos mal os negocios para o governo
actual. Vo elles igualmente bem do lado dos in-
transigentes federaes da Catalunha? Sena para
desojar que sim ; mas apezar das ultimas noticias
receidas de Barcelona, nada nos leva crer que
Figueras seja to feliz como querem fazer persua-
dir-nos.
De feito, s se ajunta de Barcelona resolver os
actos extralegaes que praticou, que o governo
em geral, e Figueris em particular nao ficamdu*-
vairados; e por ora o contrario de tal que todos
atrmara e j se est vendo. A assembla nacio-
nal nao tem com os seus ltimos actos resgatado
o crdito perdid) cora os anteriores : ainda bom,
pois que se noticia a suspensio della. Entretanto
j teve a boa idea de votar que Cuba fosse repre-
sentante as constituintes; e espera-sc que vote
um addtaiuento proposto a le dos 80 batalnoes de
voluntarios, autorisandoo governo a achamar as
armas areserva criada pela nova lei de organisacao
militar, lorca em que se pode ter outra conlian-a
que nao nos corpos francos,
Nao s pelos federalistas da Catalunha que a
situaco actual, assoberbada e comproraettida ;
os sochlistas esto causando serias preocupac$es.
Sobre tudo na provincia de Badajoz o povo raos-
trar-se muito inclinado Uquidaao social, e vai
raalisando-a or meo da reDarlicao violenta e tu-
realisando-a por meo da repariica
multuaria de algumas trras, gados
veres.
O governo deu j ordens terminantes para
punco imraediata dos culpados, que tem
e outros ha-
a
sido
povo no dia seguinte. O governador Ferzer y Gar- m\)T( a eplK.,|,a em ,,,. < esTavoa entraro n*
goso dos direitos politkros, votaram puf ai
cao e com o maior euthusiasino a aholieao 4a et-
cravatura em Porto Rico. Houve caloroso* ap-
plausos e vivas enthusiasticos a Hespanha, a re-
publica e assembla, aos quai-s se assoeioa fer-
vorosamente o publico das galeras.
Os deputados conservadores Inquran pan.-
unanimeinente e com elfuso no voto da abolirn
cez dirigi a palavra ao novo que se havia reuni-
do na praea, corroborando as palavras de Buxo,
aecrMcenndo qne BarceMooa, que e n todas as
occasioes se loriou de ter em seu seo o Sr. Fi-
gueras, naquella oceasio devia ufanar-sa anda
mais pelo ter como presidente do poder executivo,
por ser lilho d'alli. e poruue se interessava por
aipiella capital bem como por toda a Catalunha.
Exortou n povo a que tvesse conliancano poder j;l escravatura.
executivo da repblica. Havenlo sido interrom-' \ assembla sopronse deixando firar a siib-
pido o orador por algumas vzes do Federal Fe- ttui-la uma commissao permanente co derall continuou Pois da repblica democra- t0,|as M fraCr5es da cmara,
tica federal. Vivas e applausos romperam da pra- j q^ nijjftutj
ca. Eu tambera a desejo, contiuuou ; porem an-1 E#ta v.itac.to foi a 22 (sabhad >i.
tes de tudo havois da jurar-nie que respailareis: q artigo 2.* da lei dizque os esrravos gosaran
as dsposicoes do poder exerutivo, a quo preside ,ia |j|,erdade apenas .*i anuos deiiois da sua einan-
o cidado Figueras. Juraes ? A mullida raspn- cipaco.
deu, m, sm. Pois se assiin o prometteia, con- y^j tardtt ronstou que os instransigenfes
suljai as vossas consciencias, e esperai que a re- ,|e Madrid projectavara uma manifestaran par
publica federal se levant; abura que Ihe com-
pete. Terminou dando um viva repblica demo-
crtica federal e outro a Figueras. O presidente,
retirou-se para des-anear das fadgas da viagem.
No campo da emigraco hespanhola tem-se
verificado os seguintes octavis acoiitecimentos.
O duque de vtontpensier entregou a rainha Cbris-
tina os pod.-les polticos ile|>ois de grande junta dos bbmens notaveis que ,e) paHfcunt m segniila :
houve em Pars no lirado anno de 1871, e era Usboit 23 d' mam*.-O paiz m
isla da nova kitnaeo que creou em Hespanha da ce(t0
abdicico do duque de Aosta, o qual, entre paren- \ discusso do orea ment geral do
thesis, *desembarcou com sua esposa e lilaos em a va|(0|. t ^ssjn, era da i.-sperar depois de to Ion
Genebra sera tocar era porto algnm da Fran.a, e ,ros e pprtjniUfs debates na re-posta
marchando e.u seguida a Turim. O duque de U;i Cl)roa O projecto do governo para novas cm-
Montpcnsier, 'n'uina carta muito notayel, a*M^*>(anasoes companhia dos caminhos de ferro por
destituirem a cmara municipal, e ek>;erem tu
tuaraniente outra.
O governo tomn a tempo as suas providen-
cias, conseguir obstar aos premeditados desali-
os.
PDRTUOAL.
As noticias de Portugal consiam, romo de m-
tume, da carta do n>>ss.i estniavel rorrespoadeM-
com pelo so-
rtado, var
continuar a dispensar todo seu apoio moral em
beneficio do principe Alfonso. A rainha Chri-tina
que acaba de vender seu lindo palacio, nos rain-
lis Elyseos, ao banqueiro Alberti, e que marchara
para o' Havre, a|ienas melbore a estar io, teve lar-
ga conferencia com o ex-rei D. Francisco d'Assis,
que foi de proposito de Londres, e concordaram
entregar do novo os poderes que haviam recebido
da rainha Isabel. Hizem que a ex-soberana de
Hespanha se prope convocar de novo algumas
das pessas que mais fiis permaneceran causa
de seu filho, e pedr-lhes conselhos sobre o que
convem fazer na presente ronjunctura de Hespa-
nha, parlindo do proposito de nao alterar em uadi
a paz publica, e proceder sempre pelas vas da opi-
niao, e da inilenca moral.
Pignoras colloc;u era Barcellona a primeira
pedia do monumento, que resolveu levantar o mu-
icipio na pra.a de Junqueras, para coniineinorar
a proclainaco da repblica. ...,,,
Os carlistas augmentam na provincia de Alba-
ceta. Por es posta de 140 voluntarios republicanos, e 20 guar-
das cvis coraraandados por Tablaras, dingindo-se
a Alpera, lugar amearado por urca partida car-
lista.
Os jornaes carlistas annunciam que o empres-
trao carlista est fec'nado era Londres, por estar
j completamente coberto. Se assim e e houver
armas, nao se de ve estranhar que o movimeuto
Urnie grande desenvolvmento. _.
Diz-se que a faccao Ortega, depois de batida, en-
trou em Portugal na raa de Orens.e. Entretanto
m solfrdo grande derrota algumas guerrillas
provincias de Galliza, Granada, ^ ascongadas,
Navarra e Castelha a Velha. sendo batidos em
Vera 3.00J carlistas, como na nimba anterior Ibes
dsse. ,
Foi promulgada a lei amnistiando os prezos por
delictos da imprensa, em Porto Rico.
Trinta alcaides dos bairros de Madrid foram
demittid.is das suas luneces. Vanas demissdes
tambera se teem dado no pessoal de tan
ellas a de Lopes de Tejada que foi
no seu lugar de presidente da commissao ue
zonda e eslrangeiro. por Austero Oleiza.
A assembla continua a discutir o projecto p .ra
o allstamento dos voluntarios, o qual era termi-
nado, ser-seguido da apresentacao da proposta
para a suspensao das sessi'tes da assembla.
O duque de Osuna aceitou o cargo de presi-
dente da commissao hespanhola, na exposiciide
Vienna d'Austria.
No club de Zafra, em Badajos concordou-se que,
sendo a repblica federal a repartiro de bens. e
sendo isto o que se deve estabelecer, o conveniente
era proceder quanto antes divisao para evitar
trabalho ao governo. Portante, em virtude de tal
accordo, dividtam-se as propriedades das prmci-
paes casas da provincia, nao havendo ate boje
da bastante forca tendentes a la
leen
ras
sulHiluido
fa
da qual se acha o Sr. Svngros, um dos adminis- sa.-o do cam
tradores do banco de Constantraopla, comprou a' tido durante
causa de uma emigraclo enorme para a cida.de
prara d'Klvas, de Portugal.
A ordem va-se porem, consolidando em toda a
parte. A disciplina restabelece-se e sustenta-se em
quasi todo o exercito. Os generaes e homens po-
lticos de quasi todas as cores ligam-se ao novo
governo. -.orreu o boato de uma crise ministerial
mas est desmentido.
Algnns republicanos hespanhoes percorreram
n'um dos ulmosdias as ras de Madrid com uma
especie de manifestacao, eomposia de dous caval-
los, ura carro, una bandeira vermelha, um quadro
que representava a repblica, ou a Densa da Hasao
e um grupo de cidados com seus corresponden-
tes gorros frigios. Na pra;a maior, um dos ma-
nifestantes arrenegou ao povo, dizendo que havia
completado ura mez a proclamaco da repblica.
Em Granada circula actualmente grande nume-
ro de moedas de ouro falsas, de cinco duros, do
anno de 1867, que, voz unnime, foram compra-
das por urna casa commercial a 40 reis cada uma.
Parece que a tal casa despendeu 15,-OUO duros na
acquisicao de taes moedas.
Os Chetos carlistas Castillo e Alonso, ferdos e
arisoneiros na aeco de Buendla. aeham-se na
sala dos offlciaes do hospital militar de Madrid, por
ordem do governo. O primeiro, de 74 annos de
idade, tem fracturadas duas costellas, em conse-
Suencia de haver cnido do cavallo, e uma fenda
e baila ; o segundo est tambem muito malfe-
rido.
Figueras, chegou a Barcelona no dia 12 ao meio
dia. Poi conduzido por um trem especial. __ Era
esperado pelo caplto general, pela deputacao da
cidade pelo alcaide da Graca, juntas dos crculos e
sociedades republicanas, por uma forja do bata-
lhao de capadores de Havana n. 26, e outros de vo-
luntarios da repblica.
Depois de haver conferenciado cora as autorida-
des, subi a um carro descoberto, onde tam-
bera tomaram assento o deputado Douadeu, que
que acompanbou desde Madrid o presidente da de-
utaco provincial, alcaide Huxo, o conselheiro
orner. o chefe da columna de deputa?lo provin-
cial, e o deputado Gnillemnns. Precedido de al-
gn* mnnicipaes c guardas cvis deca,.il.aria, d-
rigio-se as casa consstori te*. Depois de haver
desean ado; siiui a jaoutla principal do edificio,
onil? fu saudsdo freneiicaments pelo povo. O al-
caide disse que o presidente era virtude do ean
lo caminW e dos mutos afazeres* que havia
argumentos ----------
cura que os influentes desistam do seu proposito
o Debaixo da presidencia do governador civil,
e assisiindo o alcaide e deputado, Mr. [Camn, ce
lebrou-se m Malaga uma grande reuraio de to-
dos os chefes e offlciaes de voluntarios dauueHa
capital, concordando era saudar o .governo da re-
pblica, e offerecendo-lhe todo o apoio e adnesao
do povo de Malaga. __
A ex-rainha Isabel e seu filho o principe Alfonso,
representado pelo conde de Goroski, foram padri-
nhos de um lilho da infanta D. Isabel, casada
com o cavalheiro Parkins, secretario dos Estados
Unidos. O baptisado veriflcou-se na capella da
nunciatura apostlica em Pars, offlciando o nun-
cio de Sua Santidade em Frenen, assistmdo o re-
presentante dos Estados Unidos, e uma concur-
rencia distincta de hespanhoes, americanos e fran-
Abbbbbbi
Alguns banqueiros de Barcelona offerereram
cinco milhes de pesetas a Figueras. Este yisiiou
as esquadras americanas e inglezas que esla\am
naquelle porto. --
Por uma partcipacao do governador de l orto
Rico, soube-se em Madrid qne fra alterada a or-
dem em varios pontos daquella ilha. Ao norte do
Arecibo, em Camuy, reuniram-se uns 300 ca n-
ponezes em attitude de rebelliao, sendo logo dadas
algumas providencias militares Dcz guardas cu is
e onze voluntarios os atacaram e dispersaran!, fa-
zendo-lhes tres morles, dous feridos e dezaseis pn-
sioneiros. e tomando-lhes papis importantes e
armas. O grito dos revoltosos era I ira P rto
Rico lirre!!'. Morra a Hespanha l Marramos
voluntarios '. !!
Accrescenla o governador que eslava restabele-
cida a tranquillidade, nao obstante a activa pro-
naaanda que estavam fazendo os agentes separa-
f. 7 r.._____.:-;____:. ..u;.,U n'mtvi fu r
a v vragem, So
poderia faltar ao
tislas. Esta partcipacao publicada numa folha
de Porto Rico, dirigida an governador da Havana
e foi apresentada na assembla hespanhola pelo
general Sauz, o qual interpellou o governo a este
respeito, de que resultou acalorado incidente, ha-
vendo grande confuso, muitos gritos, e trocndo-
se dlos vvenles entre alguns representantes.
Por um telegrarama recentssimo, de Madrid,
consta que os radicaes j resolveram a attitude que
hio de tomar, e que esto dispostos a impedir
que lh'a annullom. Espcrava-se que- no domingo
23 houvesse em Madrid uma manifestado de in-
transigentes.
Figuera devia ter chegado a j Madrid. Fallava-
se de novo era crise ministerial.
Corria nos crculos raais autorisados o boato de
2Be a Franca tinha decidido a expulsAo de D.
arlos do seu territorio. _..
A ultima hora de 2i de marco, accrescenla
o mesurt nos-o estmavel rorrespsndente :
P irliciftHio 'frial de Mulrid :
DepoiaMp ministro d>s ne? rios estrangj!ros
erifivoriif abolir) da escravatura em Porto
Rict, exefllndo eneord a a nart toda, todas
as far.Scs-parlamenlares, adoptadas a
tiiguezrs, tem sido tambem o pomo da itiseoH.
Um diluvio de emendas Ihe rabio em cima. Vl-
tou s comniissoes do parlamepto r parece qnr-
no sahir llalli, porque o governo agora preten-
de retirar o accordo que taes brados levaaUHi
nos bancos da esquerda.
As coramisses de fazr.nda e obras ptihlicas re-
solveram primeiro aceitar a emenda de Sr.
Barios e Cunha ; depois resolveram nao a acei-
tar e diz-se que foi assignado o parecer nesse sen-
tido.
Parece tambem que as corles sero pmro-
gadas at lercein semana inimediata Pa*-
choa.
Diz hoje uma folha da opposicao a este res-
peito :
Parece -pos pouco para que a maioria e <
governo, como andar prometiendo ha ana e
meio, matera o dficit, refonnem a administrar
melhorera a instrueco publica, reorpaueai
exercito elc.'ete
Cumpre advertir, que em idnticas critmaUn
cas, m is trocados o> papis, os amigos do gover-
no actual, feita opp >sco, largaran o mesano
remoque a gente da opporao feita governo
Tem-se etfectnado algumas transferencias **
corpos na frenteira, por xempio, alada ha pon-
eos das se decidi qne o n ihasali de in-
fantaria n. 12, da cidade da liuarida ira para
Penamacr, que fica mesmo na raa.
Circolaram, aqni noticias atbTradoras, ha ias.
a respeito de Badajoz, que flra fronteira ooa
pra^a d'Klvas Dizia-se que estavam muil pre-
dios a arder e uma anarenia d>-senfreada raioava
(telas us daquella cidade. Um despacho oficial de-
Badajoz desmontiu o boato, ma> o certo qe
Bispo, aljramas casas bancaras t militas fami-
lias de Badajoz quem tem une |>erder. vieram re-
sidir temporariamente em Klvas
Foram nomeados commissarios honorarios d*
portugal na wpisiclo universal de lasare dAus-
tria os Srs. viscondes d Vidar Alien a de Re-
nalcanfor, batn de Santos e Joo Mara de Mi
galhes. Paran parte do jury internacional. N
recbem subsidio ilgmn do governo.
Este systema mais econmico e nunca MU
quem tenha nieios para desempi'nhar rommisstV*
dcstas, |ue sobre darem certo relevo aos com-
missionados. os habilitara a estabelecer militas-'
muito boas relacoes commerciaes l fra
No dia 2t) do torrente far-se a experiencia
do caminho pelo systema Larmaajat na linha de
Lisboa a l'.inti-a. A inaugiiraco realisar-se-li* <
dia I* de abril. Na alfandega estn ja algumas car-
ruagens de I" rlasse e bastantes de 3."
Nos primeiros lempos, parece qne nao kaver
em servico rarruagens de 1* rlasse.
Cintra vai pois ser uma digressio de tal vez meia
hora. Novas hospedaras se vio all establecer.
muitas possoas all residirn todo o anno. pois ago
ra lhes ser fcil a baratissim a yinda capital
para os seus esenptonos ou reparticOes, pusei
r ainda jantar nessa potica vivencia.
Na Fralcrnidade Operario eniJJsboa. abri-
se antes de hontem uma subscripro para os ja-
Iheiros da Suissa que esto em frre
O Sr. Ramalho Diniz Perdigo, alustado capi-
talista d'Evora, interpz recurso de revisu para o
supremo tribunal de justica, ni processo de que-
rella que havia dado contra o delegado naquetU
comarca. Dr. Francisco Antonio da Veiga. |vlo cn-
rac de abuso de liberdade de imprensa 0 tribunal
da relaco dra a aecusaro por improcedente por
nao se ter provado que a corres|>oodenca denun-
ciada se referisse ao dito Sr. Ramalho.
Este processo tem muita originalidad^ e por iseo
chamou aqui a attoncan do nosNi mundo jurdico, e
tambera do publico em geral.
O conselheiro Eduardo Lessa, director feral
dos corridos e postas do reino, partir dentro ere
poucos dias para Londres, afim A- concluir as aao-
dilicaeoes na convencao postal. Seguir depois
para Pars, com idntico llm. Concluidas ealaa coa-
vences, ha esperancas de que seja lamben reodi
ficada a nossa legislarn postal, passando a ser >
20 res a taxa mnima de uma carta simples (re
grammas) em vez de ser de 25 reis como actual
mente.
Tem sido taO extraordinaria a quanlidade
de mercadorias que tem chegado de Hespanha oes-
tes ltimos dias, que as nossas vas ferreaa ano
ha o material dsponivel para o bom dreeaapno
di serviro. Esto combo)% enro e deaaarndos em
varios pontos.
Noticias recentes de Maco dizem qne ehegara
aquella cidade uma peca raiada d' catrera *>,
olferecida ao governador para servico a oorensa.
pelo capito Sands, americano e rico iatrestriai ea-
tabelendo na colonia ingleza de Hong-Hong. Cear-
stava all que prestara juramento dr vassaJageni *
rei de Portugal, o coronel regente do Patunarn. B.
Matheus dCSouza Fernandes, na jorisdiecao > Tl-
nior. _____.. .
Poi approvaia pelo governo a propoata na
Academia Real das Seieocias para re despend
a quantia de 9:000*000, afim de que
sao scientitlca vi a Maco para observar a |.
gem do planeta Venus pelo 4, em 187. snre*
observadles os Srs. Oom e Capello.
a Subi scena no theatro da Tnndaae a Li -!>*
o ^rorrnfo, de Moliere, traduccio praonaa do
Visconde de Castilho. Foi hoje a regnnta fepr
senucio. Tom causado enlhuaiasreo.
a Coucedeu-se i companhia Ae carris a> farro
de Lisboa, que possa desembarcar e conservar pro-
visoriamente, no litoral, desde o raes de VeP-e-He-
so. at ao caminho de ferro, o material qw fre
vindo e continuar a vir pira a ratean oaaafsk
nhia.
No dia 16 do corrents de tarde, depoie do aeran
da qnaresma. cahio no zimhor da frela da Se do
Evora (Alemtjoi nm raio qne, descendo aereap*
do coriio rio duaj gravemente, carb"Bisaaa reo cimpieta-

L
* .
ni


V
IXH\ \\\ MI T
se
r^mn t ir. sirsrraam
Hglio mais vari pjflfr imiy
I. Gaafo oxtrt
alg**s estrados.
-faJW qaW . taisca i, a.fs.T.i inaugurado o nv.nn.'wento, do Birjsseti.
ment as roupaa.
dos os vidros da,
pao episcopal, fc
lioo atterradi.
Foi propasta iit,fm Jas debutados, pifo mi-
ni-tro dos aegociap iangeiros, o Sr. Andrade Cor-
vo, a creado do lint 'consulado do 1.* elasse em
Porto Alegre (Bra:il), c' aereado de consulados
n'outros pontos demai^rtm^rtaneja commercial o
palmeta.
itrativo da cola potytcch-
inantar construir mu jar-
_ se wUbtfercr & troc ule
$oi! ha]* obra por 1 nitros que
n*a em.se pr ito aceordo cera
a e**a sustentar os animacs
abatidas ni matadonro pa-
edilMo escolar l
UtJH 'flMjfttfaijfe PmiiiWo Segunda feira 7 c Abiil de 1873. UJj ijMlt/

//.
'M^M CmiUno* .tolas At miago* a tnver c*'rri*as
Ja trens e'do cavaljw ton Campo Grande, ffrSimo
* O consclho adr
tiiCft lo!.islma,
Jim zoolgico,
xemplares vivos
faJtein. A escola
n cantara mnnicipj
cun os restos ias
tilico. O terod rr
a Lisboa. Para ahi anta'-grande nuftro de cu-
riosos d todas as conmeoes. O lempo nao iem
estailo muir toavidahvo para aquella tao til
distraeo.
Paroeo qao vai marchar para o Sfcaho uinaid
columna re tropa.
Os eoranraaiSas do Alhuqnerqno ( Hospanha),
segando reata urna folha de Madrid, vieram ven-
der Portugal os gados que tinham apaa ido
nos campos, repartindo entre si o dinheiro.
Todos os lias os jomaos hesnanfmea traten no-
ticias de tses depredaeoos, em nome do que elles
eimmaia liquidaran socio/.
.Vites de unatem reunio-se a commisso
7
ft^ns meii.->an|W)rtys m ns infiriirar-es wf^tftfip
(jniites : qrt.les \\A i>j?u:inl >' d.i c-rntrtofaTt* se&t'i
itmi-a rmipMdt*i ty.-- aluda, uo.f.e-.vu rnnipr- 1"
tUy. V.sm^ ^-/marti.ao das" o ras*j,-.fclMtas eia; so
lu
forran declarados limpis de f-'>re amarella osj
partos da repblica lo Paraguay.
ti conde de Qnsio traduiio" en castelhano os
T.uzinuot. l)i*.-.!f. que a tradutxi primorosa.
Eistim SecMt extracto do rognlam-'nto'cxtcrnn
jrroi-isorio da otf.cina ib se-aa phetographica, es-
taksteMa na direcao geral dos irabalbos ge.)dCsi-
eos de Portupa.
Aotli-ina tncarrega-so dednas ordens de tra-
'Wlfio : npraSareSes photo-Nilwgrpniicaa, renro-
diMf&M pWiogra|liieas. hap; rts primeir.is os
nrjinaes fovinam tres rlasse a que correspuidoin
priMis ilinV,-entes, que drpentm, piii cada urna
rilas, da granela da copia,-do papel empreado,
sio vnJ.ir fa encoiinneiida, Re.
As dMN sao:
1.'Owtas geograpliieas. clinroLTapliieas, tqio-
gnpWeK, etc. C>rtes, plantas e aleados iliv.-r-
KM. K>li:i.(is e desiMihosMttgakN sein'meias tintas.
"r.'sciihus de pmynageni mi do flgra. Quaes-
itn*r especies de estampas, contando sombras ub-
1
a< p-ir tracejad i un pontnaf&o, miuda mas dis-
tiivta.
t- -Aut-ipripbiis. Ro.minento* im;ressns nu
raaaflsrriptos niais ou toeoo denrioradns. Qnaee-
qoer originaes em rondiccs que dlieultein a a>
eaa pftoto-ehtiniea,
Rm a lefunda especie de trabams: indica os
prwos dos dicto e dos pDSltrfM. Publica tam
Iji': as eondiftes giraos a que o* originaos devan
sat:sazer eom rela-ao a niaHdade d i panel, tin-
ti. ao desenho i te. etc., ciindico's a cpie se (levo
(Mr para nsegonr a permeio Jos trabtlhne.
A to imnortants estabelednnmlo preside o icut<*
de ehimi-a da esedla polftechnica de Lisboa tos
Jolio I Hlripiies
O talemiiso pintar nrmense Resonde, conear-
reu lamliem logrando certamen de Vjenna d".\us-
i*, euvi.iiiiiu ;i|i alguna dos seits inals beHos
fMdros.
Parece que ir como ministro de llespanha,
-pam Lartdms or. i). Angd Pernaude* d" los Ros
que :iin a boje t ministro em Lish ia, mas que se-
ra em !i;-eve siikstitni lo, como Jaige (er-liiis dito
ira miiiha de li do Mrente.
< lMzt o dr. Jnaqaim Thomaz
L:.i d'Avilaiiv. <:ibrituir o Sr. Mendes lyil.no
lugar i* ministro de Portugal em Mal id. \"o da
tt Ibes enntei eomo esto estadista havia abando-
nad* as lil-'M-as do partido iiistorico efll que mili-
Urj li.; iimi'ns aiHMM.
v.ti imUicar-se, eom a inaior brovidade, em
Li.-boa. ara jornal republicano.
- Parece ain.'sm.i inJ i,e o lii-a.
Pui-m itontem venda u :i nngnilieo vnl:i-
me de pt "-J;1- de Kl.ilio J.ise Nuuos, que e de lo
dttf nos scmjalamente sj |;m;a na .ola de que Vo:t>r
'! ;_'. mi (..li chamar o chele.
- Jfn tkealni do gyuwasii) reanpareeea n elo-
bre acfrii Emilia das Nevos, no drama a < Corte
ua .Vldeia >i, imiLi.ao librrima Ueudea L">ai.
\ ti." rpprusenlac.io ipie fui boje (aperar do
gl i : numero deltas qneesta peca ttve em 1887
i-i' llHsatro L-1). Siaiia U) anda den moa enciien-
'.- I'.ai.
Ha iti.is a ttmal ./-> Conuwrci, pablieava nn
roihetlw i- impaniido de nneomios insigue ai 1
.-lio prti.is. mas da ai:ia:e.ir.i indo i|ue nos pai-
i ieiou.ii s nao fosse ella e so ella. Uaje res-
i' i lie a eese tilheni i ludatario verrin iso, o Sr.
rransise i Patria, Iliterato bom con'iecido c erapre-
tirio do the; tro da i Trindade eom urna carta
o ifi.j/, eoi uae prova, ue se'am quats forem os
gnu i .o-: itus da grande a tri.:. o Cacto (jae as
de qaalqin : eatnreza trOMH MOH -o l.-nip..
^ Matiiralmonte os sarcasmos .le que vem rechoia
la a pistola, lerarao tr-ico uo Jorn-il lo Cmm -
". entretanto u i:iblieo, que uiurre por estas
nueordias, achara debiqne
ia e a-i rio governo, estatutos da Eratoinidade
itaeraria, iiaraAormacao d'mna fabrica eoopera-
liva do uianipeJ.ic.ao de tabacos, a mal sedero
deaunnar : fabrica ocial do mampuladores de
lliscos.
CUegoaa Lisoxi D. Fernando de Boorbon,
parete .u rainhade e-spanha, u. Isabel-de ur-
ina.
O hospital civil le S. los, 'i' Lisboa, foi v-
Mttadopor >. M. Eij-Bg Lu?... que picorrea
qoN todas as eaferawrias, e a propr a cozinlia.
T-m-i; despachad-1 n'estes ltimos dixsM
alfaadegade Lisboa urna quaiitidaie de acucar
-;'.:::tosa.
. l'oram approTados em assembla gerol, os
w.i|os do Banco Commercial de Braga,
ft*i i-iiaini..jii; aotorisadaa meza a dar o devi-
tt. myuincutn a indo que for oeeessario para a
i > detuit-vado bae -.
irrgalo como relator o rivm. arcotiMpo
de Ga. Assistiu o ministro da marfnua e nego-
cios cstraamras, o Sr. Andrade irvx
Em 28 de fevereiro ultimo, o activo e passivo
do banco agrcola e industrial de Vizeu, era de
l.li:206*i3, e 1:535306)a Verba laucada a a-
nhos n p*das.
Ja passou na enmara hereditaria o prdjectb
de lei que amplia altera as (alas do sello, ravda
remettiik1 a respectiva cmninisso as rnenlas
qae all-se lizeram, alira de dar o seu parecer.
Ifontem reunio-se a wmmissilo parlamoiitar
enearregada de dar parecer acerca do projectj de
reforma da carta apresealado pelo governo. Dis-
la :.cta da sessao anhltQtylgf* l
en t> aagulnle expedios
^ di serret..riodo^Wef) da provin-
Kyio que o.ExmfllrtBIinidiiK-esa-
SiSrai2,-tWt*rt,'r, K".n*.flHt*- "tJfr ",,ici" ,lt 2 do correm^enlarou haver
fc7*.9!"f te FBBedtt aslifta p. ^4|R do vigario da freguezta dos iW.es nfor-
seu i-eifitohibetMo, "Jdlacocs acerca
O Sr< F. le l'i-u-ir' diz quo julga ter teirda.
eixadftJem nato1'- a
ni disc|ssioi^^,4,a_ s
Ser ouvWa ar(l(liti(;i
Irepoe hio
pMo Ir dis.
reji.irtieloi
que ess:| M
adlantar W
Borla
da estraH
em q:i il-^iii' urcaao
i!ii-a.-C: o'ic r.-in
j' distrtcti o a assejo
mu debelo esacci
ja
es
el
MI'iepMoio
urna JK qu
a traifi^ef
jza^ein jIFh*
mide iii'Heada ti
r, eniiii'- aten
fl'IT*
do iM'i4uUd4
S sobre K
Jcas, como
de|)fttado
teado essa
01in4a, dasdV
acia |dc aa
rdqiifriiueitta.
lifcal, que i!,
't-t^Hi piumptopara
as mforma^oes eax-
o ffolir ileputado pe i
'niejando-se para isso
a jespeito d'este assumpto.
serloK-se largamen
versando urineipauaente a discussfio sobre oppor-
lunidade de tratar agaTa da reforma. A opiuiao
geralmente manifestada, de que nao oppor-
tmia para a mesma refirma a presento quadra,
principalmente nao se pudendo realisar o pensa-
mento do governo ja manifestado pelo presi-leate
du conselho (o Sr. Pontee) de que ella se reabso
eom o aceordo dos dlerentes partidos.
As folbas liespanholas ebegadas honten publi-
cavam duas versoes de certo vulto a rosaetio de
Portugal. O Impircinl referia-se a boatos pavea
sobre o estado das relacoes diplomticas eom o
governo portagoer. A Correspondencia disia que
os clubs fraacezes dirigen agora os seos traballios
ao din de pnauajarera em Portugal as ideas repu-
blicanas, e que se formara em Madrid um direc-
torio secreto para esse lim.
Seja orno f'ir, eonolno como prineipiei, baje,
que pela mais importante noticia:o pas est
completainealte tranonillo.
Osnossas titules di divida interna estao quasi
a 13, e os da externa a mais de 39
L.
"Vtt i-is ila .linerco.
Dos Estados-Unidos da America lo Norte
apenas temos registrar a seguate noticia :
Bixeag do Nova-York era lt> queogoveruo amexicaoo respondera nota
da lu^lt.-rra, pro:neUen.lureprinair asde-
vasianics comnetti ins pert lia fronletra da
Honduras as que se recuza a concordar as
reclamaces le in;lomiisai;o, o concluo !i-
zendo (ue o Mxico seinpre eumprioassuas
lirigcoes.
sado iiienK-nto ; aecres
cenia qae a aotual k-iwsiao me o paroee ade-
qnala p.-.r.i -essas infonnaedes, visto como nada
Il':ii que Vef o e-tado das obras da empruza e a
execiieao de cu.caatrato rom o qirgaeto cm-dis-
ciissao, que eonflbi mlirfli bSstarfMieute CWihl!-
cid.i e disentida.
Encerrada a dlscnssao, approvdo o projeclo
e rej'Usi' i o re iiieriuiento.
do projecto u.^Sfcste auno.IU-
cai
Outro
co do
i-encia da
d.) mes
no, rer
ector di_ ,^._
o, remfttendo' por copla a nfor-
a inuiiitfipal du Ueeife sobre o ar-
acougues pertAnceute* mema
em lez a leenismao.
smo, !ramfttiubpor copia o odl-
r. bispo diocesano sobre a tranfc*
da freguitia de Itamb para a villa
v Mhs Mt* rlrfbsUrwiSm^ico fiM.ili.f-f, ti-
das essas sement i:.o tm cabillo e.n campo es-
tril.- .
iiiesmi^jhe.A ijiitm fez areiUlsicJo.
Urna peTIyao de Joao FTyplito de M.-ira Li
ja*
do
wmmw
'< l-nastou na cmara dos aa o projecto qw
cara a s ^siopassada para o Banco de Guima-
m ser considerado como banco de emisso.
* o da 14 do jrrente boave reeepeao no ]>a-
foda .Vj. ia para, celebrar o auniverario nUli-
m i do : >i i'i el ir M noel. Hoave dep lis jaatar de
irte .;..- ij i.il assistioe ministro do Italia e o mi*
. -'!'!> pnrtugucz.
- Por um teiegnuRiaa de Siogapora nos ebe--
r -i aqu no iba ) a triste noticia de ter-se mic-
'....':. atiraa lo coiasigo ao mar. o brioso e dis
i eomataadaiito da corveta Duqw. de PttmeUa
Tifomat de \iia.\'o\a Ferrari
F.. o caso que a crvela a de viagem de sia-
tapera para Mi-a,, quadoeacaloaa"am baa-
iwde coral coaliecidn pelo uome de Hrito, a lo
m Ibas da cesta de Saigou onde se !::n a perdido
a/jruus navios da esqualra iagleza. slaistro
i'i a 16 do eorrente.
O e tmmaadante imaginando q i o navio eslava
iTCnediavelnientc perdido, e suppndo do cello
,rue o desastre era devido a etrip sua, perileo a
cabeca e arrujau-se as -inda-.
Todas que raidwceraM aquefe oflleial de inari-
iba, lami-tamainJa mafc ou triste Ui, por Be
sipre sedesemiienho'j perfectamente das fue-
immandaute daqueHa
c^Ses que e*etceu eotHo
orvetie de ostros navios da uossa armada. )
mediato mostrea mata e tergia naqueHe arrts-
cado lanee, e ae-jrveta pij mui! i armiada sa-
-lar-seda lascada.
.,. T.ii::!>-:ii caasbu sesacao m Lisboa o sui-
cidio de Vieira Leaos, amaaaeDse da bibuatheea
.aaelorial de Lisboa, que inleiiniunedte estata ha
neze- .-ei-.-iu.-J i e secretario da.; I< ibelefii
-acato. LaM^ou->e ao tejo ao p da i,jiile de
Alies, teadoprim iramente peixuataaVa un ra-
pases quat er.j. i sitin uiide o rio era tuais fundo.
Attribne-seette acto de deso^iter. a ter sido prefe-
rido por ou'.ro individjio no concurso a .-ue ha
paso se proceden paca o prwiatento dofinitiv
do elfo lugar de secretario, qne em tempo fofa
-xercido pelo nfigo mesre do- uriacipes oja-faf-
ecido Colfs Galutacdes.
A miseri-.jrdLi de Vianda do Castalio obtave
.usa para vend-r 38:0905 em i.is-ri-{".es e ap-
plicar o sen prodarto A insfitiii.-'io de um banco
de crdito aplicla.
Teto" sido puMfcadas n;s jeniaes de Lisboa
nforaiacSes cireunutanaiadae do cocuaendador
Jr"*Coelho da Gama Abrej, br.isileiro, natural
J) Para, aaerca dos de-atines iir.i'-ad.s :ia-ii"lla
cidade contra os polagiie-es
muarum eui ifus de rcis s objecif
- neqnisitados dh-ee^o gcral de eiigenfiaria para
reserva. De mantas lia grande falta o pareja.
^ae Dio se obttta por prei'o aigum
T*m rtiiivld eWirmeraflate aeora*eni air-
{0. ultimas chavas tcm causado areiizos cou-
ideravai-i a agrieitlIUrj, tacto no Aienteio'
no Ribatejo; alo *o istruiMdo seras ja f<-a
como i opediado a otiutaufao dos trabafios ,1o
ampo. (7T>)nro,otejif a b Fajo torn eacnad
ni|tfo. Da-chuia do, Tejo consta que osUoiaun-
utS^^S ^^',p[m Goloean, Eenaveal
e Alcocite. S a>'cHTas oninuareai, teremo-
uu! aoo agrcola ealamitoso.
Pallaeeii em Usboa o contra al-skaae refir-
mado ^a ASSEMBLA PROVINCIAL
SKSS.vi OKINAKIA EM 1 DE AfJRIL.
."iii:-i;i- v:\ o su. PRBHBIRa k AfOUft.
Ao meio da, fea a chamada, a. liam-se presea- ,-
tes os segiiintes Srs. doputadoe : Freir (iameiro, I
Mello Hego, ti. Kencirn, L?.mi-nha Lina, Get
valcanie, Vieira de M dio, Tolentino i!e Carva-
llio, Fiiiiino d Novaos, A. Correa de Araiijo, J.
t'.uirea de Araujo, Amaral, l'into Jnior, CinciuaW
Camboiiu, Kelippe de Pigneira, Arconrio Silva.
Sainado Netto, Barree Wandwley, Perreira de
Aguiar, CMiveira Andrade e Gomes'Prente.
Abre-se a sesso.
1" lida e Rpprevada a acia da anterior.
O Su. I. Skciictahio da eonta doseguiuto
EXI'EUlKMTi:.
OOlcios:
Do secretario de governo, remetiendo o mina*
rimento de Bellarmtno dos Santos BncaoFilbo,
escrivio de Santo Antao, pedindo para ser rctira-
i! i do rartorio de orbaos e aniiexadu ao do ivbI
a proreduria de caplias e residaos, e bein assim
ar informa'. ;*u prestada a tal resfietlo pelojuizde
direito da romarca.=A' cowieissao de justica, ei-
ve| e criminal.
Do mesnio, remettendn um exemplar do it trio
le Prntraitace, em que se acham publicada-; to-
das as pecas relativamente a companliia Ueeife
Braiiiage. .V eoiimiiss-lo esaeeial.
E' liiic, apoiado e fiea adiado por t.-r pedido a
palavra o Sr. tles Cavalcaate, o seguiuto pa-
recer :
A commisso de petirde examinando a petifAo
de Ji=e alaria Marques de Carvsdho, em que p
gne se Ibe eoneela o abate de anta terca parte no
pie-;;) da arreni.itacao do imposto de lieeacas da
cmara municipal da cidade da Victoria no" auno
lluancoiro de 1871 a l7. igualando-a as condi-
rdes d'ontro arrematante que o suceeden na re-
brilla arrematai-o, por ser excessivo o pro-
co daprlmeira. do que resultou grave prejuizo
para o sopplicante : e attendendo qne nao sendo
as arrematres de impolos (citas clandestina-
nenie, devendo os licitantes saber quaes as vaa-
tagens que do seu acto Ihes possam sortir, e nao
havendo unitivo de ferea maior i|ue occasionaace
o prejuizo allegado e sendo abusiva e Ilegal a
nratica de podir*se abate nos piceos de amata*
taedes : de parecer qne seja inielerida a dita
):ei;c,io. Sala das cnmuiis'.'ns, 1 de abril de 1873.
~ Harros Wanfrtey. f. Fefmira.Pluto Ja
mor.
mo lulos e approvtdes os seguintes parereres :
A eannttissSo ae obras publicas, para formular
juizo e emittir parecer acerca da netieo que
esia asseniblca dirigi o i>. Joan Umeaote de
Albnquerquo, solicitando proi-.gacao de prazo |>a-
ra poder concluir urna obra que arremato.!, re-
quer e precisa qae sobre o objecto da inejma pe-
ti_c.io. que se acba inclusa, sej,'. ouvida a ropari-
cao d" dbras pobeas pelisivaat| eontae6>wes.
Bala das conutussoea, : abril de 187.:.-Fc-
Uppe di Fgueiroa furto. Jtaoypruncitct do
.lw-.ni/.
A etimmissfin de petic.^es. ren^o examinado a >e-
li'-ao de Joo Hicarto Marinh", .-.u que pede
se Ibe mande pagar a quamia de BOMOO ampre-
Rada ii; abstrae-i) da nova barra do rio Una, am
d; eaiia'isa-lo pelo Abrej. para dar*o Rea ;>are-
ce:-, etMende ser itoeesSarH) oovfr o engenheiro
das obras pioliea^ ama vez que o melbonunealo
na referida barra de intei-esse publico, coai i a
foi ieC(iiibt.:;do por esta assembla. Salada* ses-
sdes, i ittiiil de 1873.-Jorras \V C. Perreira.-*'Pinto Jnior.
R' tambein li.Io, jti.'gado objacto de deli)i"ra.v.
dispensado da impressao o -eguinte projecto de
lei deste anuo, n. 27 :
2a wcu 'sao do projecto n. :i deste anuo, auto-
risaad ii.n i:n,iosio addicional ao de 2;>'0 sobre
taboca do gado Vaccum que se matar nestd cida-
de e nos municipios do interior.
Vai mesa o apokula a seguinte emenda do
art i.-..-
Su.;!prima-se o art. l.*-Aremp.
Bcerrada a disenssio, app.-ovada a emenda.
Vai a mesa c apoia-se a seguinte emenda ao
art 1
Snpprima-so o art. 2.*..Ii-iy'.
Encorrada a discuss.lo, approvaUa a emenda.
V.to mesa e sao aparados os s%aintcs artigo*
substitutivos ao art.'ir* :
Subititua-sa o art. 31 pe' seguinte :
Art. nico. Kica o presidente da provincia
a'.itorisado a c.intratar, eom atiera memores van-
tagens offereCCT, o abastecimento de carne i-po-
pulacao desta cidade, sob as segumtes condi-
coes :
I.* O contratante nao peder talhar carne
por pre.-o superior a ti I rs. o kilogramraa no
tempu do verao on drtrante os mete de outnbro
a mareo, e 300 rs. durante os mezes de abril a se-
tembro.
1" Ser obligado a ter as proximidades desta
cidade, un lograduuro ou um ou niais cercados
de pastagens, onde se conserve o gado destinado
a ina'.anca de cada semana.
:.J Ser obrigado a receber no mesmo logradou-
ro ou cercado de pa eom o mcaino destino qualquer possa Ibe conliar
mediante a ie.m;uiera.-.ao que no contrato se esti-
pular.
i.* A carne ser pesada e vendida sera osso,
i m i) este vendido sa parad ament pelo pre;o que
neconvencionaf eom o consumidor.
ti.' O gado nao vira directamente do serta para
o I igradoaro ou cercados de pastagens de que tra-
ta a condie/io 2.', mas se demorara pelo menos G
mezes em ca npos ou cercados de"reazer em dis-
tancia nao superior a 2d leguas desta cidade.
i'..' l'.iJer a prndente dispensar at metade
do impasto provincial de 2i."i9tl sobre cada rez
consumida, indemnizando nestr. proporeao os ac-
tuaos arrematantes deste impasto, memaata aceor-
do previo, e sb este nao tiver lugar ser o contra-
tante indemnisado da quantia que pagar ajs mes-
mas arrematantes, na razo do bate qub Ibe for
concedido.
7.-1 contrato ni) durar mais de qualno an-
nos e nia importara privilegio em sentido al-
g;:-n.
. ..ima,
pedindo o pagamento da quantia de 3:5201, oiu
se Julga ciim direito, na qualidadadeiiTematantc
de parla do npeilraincate la estrada a Vktoi.
A commisso de orcaroealo provincial,
Outra do Dr. Francisco l'into Pessoa, pedindo
aagaaituto de seus veurimantos como professor
Mdfflbao gymii-isii provincial, e reclamando coa-
tra p despacho do Exin. presidente da provincia
em sua petl-ao junta.-A' oomiaisso de OStruc-
ca" publica.
Forah liaos e jnlgados objecto de deliberacao e
mandados imprimir dous projectus : um assigna-
do pelos Srs. Pinto Jnior e Correa de Araujo,
marcando limites entre a* freguezias de Pao d'Alho
o a da lo.ia de tioit
Srs. Gomes Prente
8. O presidente manear um fiscal que vele pe-
to exacto cumplimento do contrato, e todo que
~io estira- ni mesma provisto ser regulado pe-
las posturas da* respectivas cmaras municipaes.
Sala das sessSes, 2!) Je margo de 1873.Olym-
pia.jhtrqHrs d: Slnu.i
Fi-.-a o prcMtf'onteda provincia autorisado atoft-
tratar rom i.ma companhia o abastecimento de
carnes verdes para o mercado desta cidade, me-
dlante as seg untes basi s :
!.v A carne ser vendida 'pelos precos estl-
paloi! s no cahtrata
i :;_?.v A companbu ter preferencia na arre-
.::a'.ai>; des '..libes da cunara mnnieipal.
S '!." l"::i quanto scbsisttr o arreudamento dos
(albos da cmara municipal, sera pennittido a
compar.Uia c"oi!S'trnir nos acMBBs mercados pe-
queuas casas de madeira para vender a carne.
5 i.- A companhia n.-.gar os impostes que
ora existem.
k g 5." 'Por cada bH quo for consnrnido nesta
cidad '. ex 'ptuados os i;io forem lilbados pela
c-ompanbia, se eobrdr nin imposto addicional de
SOaOt.
:t ;-, 'i." o contrato durara almos, c os contra
Untes prestarn Hanra salNeiente para garanta
Ais multas que forem estipuladas. Amujo.
Vai a mesa c apoia-se o seguinte requeriniento :
Uequeiro o adiamenta da diseutao at que
sejam os substitnrivos publicados no jornal da ca
ia.Itrtfs e Slltto.
O Sr. nafta c MH-a :-Sr. presidente,
rreia que est por si mesase justicado o roque-
rmenlo que acabo de mandar mesa
Os sub-tif.'.tivos que foram apresentados ao art.
3 do projecto que se discute, iinpdrtam un novo
projecto.
F.m urna materia importante como esta, nao se
pd vitar assim de cliofre ; ou peco por isso o
adiameiito da eiscuss5o sobre elle<, para que se
possa jtar eom consciencia e eom acert.
Foi por esta razo que eu ptdi o adiamento al
Ojie ees seiam impressos no jornal da casa ; eu-
to todos nos pederemos estuda-los conveniente-
uente e da: bes os nossos votos eom canseien-
era.
Encerrada a discussjo, approvdo o requeri-
mento de adlatuento.
Entra em dbeussao o art. i do projecto n. 51
do auno passado, antorisando o proideuie da pro-
vincia a expedir es irgulamentos neeessarios pa-
ra reorg misar o ensino primario e secundario
da pro-.iucis.
O art S diz o seguinte :
Submettor-?c liscalisaco do director da
:nt:mecao publica e seus agentes, a qual ter pm-
nica iim, verificar se sao guardadas as leis do
pai-, os proceitos da moral e as regras da hy-
tiene^j
t Sr. Ratfss e Suva : ?r. presidente.
c outro assignado peles
. Mello Hego e Pinto Jnior,
mandando pertencer fregoeua da S de Olinda
a parte do eiigenbo Fragozo.
Km seguida foram approvadas as redaccSes dos
projecios ns. e 12 deste auno, este creando a fre-
gnezia de S. Jos de llelmonte e aquelle nppro-
vando os confratos celebrados cam .ustiuo Jo. de
Souza Campos para o eneanamento d'agua e luz
na cidade de Ooyanna, e tem assim a da seguinte
ind icario :
A commisso de redarri i sa Ws, a quera foi
presente a indicara de'algn-; mentaros desta
casa, Mmbraadn que esta assembla representa
assembla geraJ legislativa o direito que assiste a
esta provincia, do ser attendida na exouera.io qne
pede de algumas despexas que por sua natureza nao
devem ontrar os seus cofres, e nos neinramentos
que sea eommercio e agiicultura reclaman), de
parecer que se adopte a seguinte reiaccao :
Augustos e diguissimos Srs. representantes da
naci.A assembla legislativa de Pernartibuco,
desejando contribuir quanto o:n si couber para o
ptogresso e prosperidade desta provincia, vem re-
preseatar essa assembla o iucoutestavel direito
que Ihe assiste de ser attendida na exoneracao
que pede, de aLmmas despetas qne por seu ca-
rcter nao devem sobreearregar os seus cofres, e
nos methofefrieata* matenaes que instante e in-
cessantement1. reclr.mam o seu comiue.-cio e agri-
cultura, as niais fecundas imites de sua riqmsa.
As despezas a que alludo esta assembla, s.io as
concernentes forra policial, ant soceorros e con-
dnenan de presos, aos cnadjutores, a!)rica e g.ii-
zameuto das matrizes, as (|Oacs por isso que
affectam interesses geraes, como a segnranea e
culto publico, -le evidentisima justi*a que cor-
ram por emita dos cofres geraes e nao porconta
dos provinciaes, cujas rondas sao to mingoadas.
atienta a elassilicacao feita na lei de 31 de ontu-
bro de_183V Alcm disso accresce que esta pro-
vincia tem ante si um dficit considerara", que
na i desannarecei cimium mito e||a a despender
parte de" sua renda eom servicos ger;ics, que im-
portam directamente toda a afio.
')s inelhorameritos referidos, que intere grandemente ao eommercio c agricultura desta
provincia, consisten em obras relativas ao porta
des'.-i cidade, e na construc.-o de duas pautes,
ama que ligne o bairro de Santo Antonio ao de
>. rra Pedro (loncalve-, prolongando a eonmm-
mc.icao entre os b.iirros da Boa-Vista e Santo
Antonio, e outra que ligue o penltimo desses
burras ao de S. Jos. Descaneando e bla no /.el i da represcnfa.o nacional pelos inte-
resses geraes. nao hesita um s instante em crer
que esta n;clami'.o que Ihe eneaiiiiiilia, coma
interprete dos sentimental desta provincia, ter o
mais benvola aeolhiiiieiito, vista que da bem-ser
provincial (lleude o bem-ser geral. Sala das
eommissocs, ." de abril de 1873 Gwes ondim.
-''"i's f. redi.
Foram ajada anprovadoa um requerimento de
>r. J. Araujo, pedindo que eom urgencia *c peca
a thesouiaria provincial informados sobre a ren-
da afreeadada pelo eanslado, de Janeiro a de-
zembro do auno passado, a quaes os veaebheatos
dos respectivos ompregadus; uatre do Sr. Mello
Rogo, pedindo que eom urgencia se exija a re-
moasa do areamenmeoofecciimado pela thesoura-
ra para o anuo de I87:j a i87i ; isso depois de
aver di-cl.irailo. em res*>sta ao Sr. presidente,
o pavo pmambajeane vl eom iadistvel prawr a
irasa augusta de sna excelsa pr.rteetota elev.-u -se
em adutiiavd crescimento do da em lia .-obre as
ruinas do anligo templo... Todos pastnam. todos
procurara saber eom qae matea em dispooibilidadc
wemplares do se vai operando este prodigio e nao encontrara se-
" provincial,-- nao a pobreaf do capaebinho... Elles nao ti'-m
patrimonio, que Ibes renda nem ao menos o sus-
tento quolidiano, t entretanto os ineios para as
grandes obras avultam em suas moa... A robus-
tez da f em que sa apoia a sua catbolicidade c
que conslitue o brasao de sua nobrea, o ali-
mento moral que di incremento e corpa ao admi-
ravel de shas concapQ3es.
O novo templo aprsenla ama perspcc'iva anana
Ijsongeira.
Todo o edificio'se acba na altura de 18 metros
jiauco niais uu ujeuos..UUemaiueiite se v os dilfe-
rentes compartimentos qeSBstauja magestade da
olira ; e algumas cdimrtias-des-madas a fazerom
a divisao das naves, se osfimtam imponentes para
assobro dos incrcJulus e deseuganu dos descren-
tes. Nao nos dado fazer urna descripeao doi
trabamos feitos, mas o que fica firmado, bom de-
monstra o impulso, o augmento que tem recebido
esse migestoso monumento, leetemoabo nd fula-
ram dos esfor-.-os dos cspuciiinbos e da f da [ove
pernambneano.
Paraclu'gar, DOFm, a este p sincansaveis le-
vitas tm despendido quantia superior a 15H:000i,
empreados unicameate na constrneca do novo
templo, sein levar em canta lo:000 gastos eom a
uemolicao do antigo... Parece incrivel... Entre-
tanto quera esliver ao par do que sao as DOSSaa
oaras e do alto salario, que exigem os BOSSOS otli-
Caes, nao sera ornado de adinira.o. A excessi-
va caresta dos materiaes outra difficuldade tu
peza sobre quem se resolve a edilirar.
Tudo sto enera a pobreza dos capuchinbos na
actu-lidade....Mas, o que mais os tom sobrecar-
regado a grande soinma dos uipostos sobre o
material importado... Oeeasioas lem havido era
que o material importando em eem mil ris, o im-
posto sobe (iuzenlos e tantos mil ris I E o pie
mais compunge apparenhos uzados mandados vir
para o bom andamento da obra pagaran pezadis-
simos direitos .'... o queremos eom isso cen-
sura;- as nossas repartii^ies ; apenas o aosso iu-
tenlo notar a defectibilidade de nossas leis.
E porque o governo do paiz, que se arvora em
protector da religiaa do estado, nao exime is capu-
cuinhos do pagamento desses direitos : Nao o
conjuneto desses impostas que vai eacber os co-
fres do estado e livrar c imperio de semi-grandes
empeohos c nao seria nra favor feito s-
mente aos capuchiahos ; Beria lamhom urna con-
ces-ao feita provincia, que entra para os cofres
rom urna elevadjRsima samma, a pauto della u-u-
frdii; porque o aovo templ.de Nossa Senlmri
da Peulia, que era se lovanfa esta cidade, cons-
titu! um soberbo mormmeiito para a provincia.
Entretanto emqnantu o governo nao se lembra
de batear a sua proteecio sobre anta tao meri-
toria preciso que o leal e religioso povo peruam-
bucano na i ilcixe em abandono a causa dos atas
padres e preatom a sua franca coadjuvacio aos ca
puclunhos, que lautos beneficio* Ihe lem prestado
e que tem jas ao sea rec,inheeui?nto Ellos nao
exigen) sacrificios, bornease querem o apoio ca-
Inuueo para a causa do cathoficisma.
A motila ian.ada por una pobre mnlher no Ga-
sa|ibilacio fo mais bem aceita por Christo do que
os altos donativos dos poderosos.
Imrjr.-Sabado foi julado nesle lribn:ia),
presidido pelo Sr. desemlrantor Umromja San-
tiago, eom assistenria de 43 Srs. jurados, o reo
lose Marcelino Barbosa do.; santos, inenraono art
193 do cdigo criminal, eudo por advogado o ka
charol Jos Eustaquio Perreira Jacobina. O reo
loi absolvido.
ThetMiararia sle fa/.eiuLu- Pela j.a.\-
doria da tbesaararia de haanda ha-ae pblico
que boje paga -se as seguiates lolhas : Hospital
ni.litar e quaesquer foaeaiunarioi que nao leniam
i-ecebido seas veoetmeaKM nos dias que Ibes foram
marcados.
Vivi ile t,-uerr:n. Cbegatl sabbado, p.ro-
cedeiite do Km do Janeiro, a crvela brasileira
l ital de Oiiveira, do commando do Sr. cnido de
fragata Antonio JoaijUim de Mello Taiiiiiorim. Vai
fazer parte da cs'.Ae.ia naval na provincia do Para.
1'ovo.ieoiia MHawanm. Kniovem nos
desta loeanoadeem gJo mareo :
As chavas paraiiui leem sido abundanlissi-
tnas e aeompanliadas de relmpagos e UovOes at-
terrai nry, que tronxeram a queda de dona ratea,
um detatz de ama das roas desta povwacao que
matn una arvore, sam oBensa de pessoa akraraa,
e outra distante d'aqoi meia legua, em nina chou-
pana, ficando armiada um -.sieio principal e um
humera contuso levemente.
II. i.itrri. Hoje nuite ter lugar no
bealro de Santa Antonio o espectculo eiu beuo-
b.'te. ara primeira diaettssao, o pVojecto n. 111 do
anuo passado, que aotorfm a eanstruceo le tres
hntras frreas ; o eontinnanoa a segunda diseas-
sao adiada do proJeetB n. 3 deste ama, sobre car-
nes verdes, em referencia ao art 3. e seus subs-
titutivos e emendas, orarara o Sr. Joaquim Aran-
jo, mandando a mesa um adlitivo que foi apoiado
e submettido discussao ; e o Sr. Natis e Silva,
que se proimnciou a favor do substitutivo do Sr.
(Hympio Marques, caadttw requerendo que seja o
projecto u todas as emendas remllelas com-
ini.ssao qne dr mais pertinente materia.
J tendo dado a hora e nao havendo mais nn
mero para votar, o Sr. presidente levaulou a
sessao.
A ordem do dia para hoje : con'.innaeao da
antecedente : 1.- disenssio dos projeetos ns. i,
31, 3 c 33 ; 2. d>s ite ns. o, 7, 14. 23, 2a e 27 e
A assembl,-'. legi-fr.tiv.i proviarial de P-raam-
buco resolve :
Ai-t. nico. Os emolumentos .;ne l'orern llovidos
pelas certidoos naaniaai nela seerotaria da assem-
bla provincial serio recolhidos 6 repartico eom-
ptente em vista de urna guia que ser dada peta
mesma secretaria. Revocadas as disposicoes m
toatrario.
Pac-i da assembla legislativa de Pernambnea,
1 a> abril de 1*73. ~ Araujo.
Sao a i ma idos, ulgados objectos de de.'ibera-
fl jo andados impnmir os projeetos de ns,
28 c iS. <
sam -.ana e\p!icaco, sem esclare-'iment da parte
ios aatoros do projecto que se acia em discussao,
cu nao posso dar o ir.ou voto este artigo. (Tro-
cai'i-e ip.irte^).
Mas quer o r.obr deputado toreara minliacons-
eiencia ? Qur privar-me do direito que tenho de
pedir explicables i
Peeo ao nabre depatade mesmo qae me escla-
re;a acore. d;i duvida que tenho.
iz o or. 3* : (l)
Me p-, rece pie'este arugo desnecessario, pn-
tendi ni-Hino que elle vai tomar para si attribui-
coes que e i-nptem a outros poderes. Sempra
qae se d um crime da eompeieneia da polica
investiga-!o, e temar dello coabeeimelo.
O Sa. T. dk Ca; valu : -Confirme.
O s. Rama k Silva : Sempfe
onmM Da DIA.
3.a discuMso do projecto n. 1 deste anuo, rnra-
gando o? arK 1- c i* da lei n. 957 de 12 de ja-
Oeiro iia n-otupa a seguinte emenda, que apoiada, -eatr
em lll8t.!^sao :
A primeira parle do ai*. 1 en ibi'Mhh
aasuB :
Fiea revagada a lei n. 9.*7.-J/Wfo fr-gu.
O Sr. F. di* Plg-urlroa, chamado a dis-
eassao pea opp;icio do nobre deputado pelo 4f
eisir.-to e e'pecialraente pela itu cinenda,desen-
vliK vis razoas que act::aram em seu espirito e o.
uwveraiB a apresentar o projecto n. 1 deste anoo,
e Jein assim demonstra a inconveniencia da medi-
da leateada pelo nobre deputado na referida
emenda, actuziddo cousideraefies em ordem a pa-
(cnteiar a necessidade de que passe o projecto tal
como foi eon'eccionado.
O Sr. J. Helio Rea;o faz aiada algumas
eon?dera.5cs em Jastificacao di sen requerimento.
Vai a mesae apoia-se o seguinte requerimento:
peiicia deve
aitervir, eleve apparecer, lleve tomar cenhocimen-
: -lo ttctOdUletnoso, qualquer que elle seja. In-
oontesJaveliiirute a policia ijuein deve tomar eo-
ahecirmttto de todo faci Criminoso,-por qncisto
at-.-ibiiieao espeeial sua. Como so quer dar esta
ai-ib-.-i-.-'.o :\ mitras pesseas ? ao empo doeente
quenada tem rom a perpetrariin de criiaes'?
E' nma esjiecie de auardiia "a invasao das pode-
ma JistiueiA*. Por isto que eu peco explica-
;e3.
( Trooanyao apartes).
O Sr. EUns e Silva : -Se nao h jiasim o artigo
* intil.
'm Si:. Dki jtaho di um aparte.
OS.:. Rat:s g Silva :i'or is'o nesmo qus
c: digo que'intil, upeje poruoto que
flt'bras autores do projecto inoeiiipiqoeB.iaiajptur
que se me ponventerem, eu ho u-roi duvidal-
gama e::. votar a tavor do artigo.
O m-. (k ha CavatlaMuute Caz afumas
eonaialarafiees.
Encerrada a discussao, posto a notos o artigo
Ib approvdo.
t'ntfaia successivamente cu disusso iao
ajpprovadja sera debates os.ans. 4?, %-lif,7.-80.
, 10>, II, 18, 13- e 14, deandVda Wr-se
elle ullimo por falta da nuoaero.
. O Su. Pa k i&wTB designa a orden-do- da e le-
vanta a^esso.
REVISTA )IAB1A.
Asseioblai provincial. A assembla
. proviECial ante-tontera funecionoo 'cea se-
Hoqueuv que o projeclo seja adiado at qnejnborcs depulados.
3. dos do ns. 2, 4, 10, n, l3 c 13. rodos deste
auno, e 2.' do de n. >3 de 872.
< tetHpln le Nossa Sen hora da |'e-
nlta.A obra gigantesca que os benemritos fi-
mos de Matteo da Bnssi tomaran sobre seus de-
bis hombros, marcha passos acceierados.....
E' que o capuchinbo nao desmente as tradio
roes do sen burel ; que o iutluxo que o bafejou
na aurora da sua sua existencia, anda o alenta no
meio de todas as vicisitudes da impiedade e da
indifferenr.a dos lempos que atravesamos.
Nao so issu. A idea, o peusamento catholicjn,
emaranhando-se no vasto labyrintho da soeieda-
de, sabe eonverter os elementos de fraqueza em
ineios de fortaleza, cni instrumento de esplendoro-
sos triumplms.
A sua missao de regeneracao toda proviilen
cial e dependente de meios de urna s-.ibre-natural
explicaco.
Mnajajem jamis imaginaria nos tempes d'cu-
tr'ora, iue a Cruzpatbulo de jjuemtnia eu con-
vertesse um dia em sym'.olo resplandecente de
nossa rodempcao, que um simples rajado, consa-
guisse fazer baquear os sceptros poderosos dos
Cesaros romanos... Entretanto assim foi...
Os sceptros se abat: ram e sobro as ruinas do
Capitoleo ergueu-se garbosa a bastea raverdes-
cente da Cruz.
A lei moderna, a lei catholic.i, pesando na ba-
lanca da justica os direitos e as preiogativas da
humanidade, tirina- se no amar e considera a hu-
mildade como um dos seus pricieiros ademaus,
como urna de suas mais preciosas virtudes.
0 capucliinhos sainara comprebenderara e ou-
beram guardar as bellezas da humildade e da po-
hreza : por isso o dedo da Providencia uuuca
Ihes negou o seu auxilio, por isso sempro elles fo-
ram bem succedidos em suas emprezas...
Urna das provas temos nos debaixodos olhos.
A ereccao do novo templo de Nossa Senhora da
Itenha, entre nos um tc3temun:o do seustriura-
phos...
s animosos levitas que, professando o voto de
pobreza, lem-no sabido fielmente camprir, sem
que entrotanto, Ihe sirva elle de embaraco as gi-
gantescas obras, que em todos os lempos e em to-
-dos os lugares, tm olles levantado, nao esraorace-
ram, e depositando toda a sua f as proiaessas
do,mestro, irataramde levar a efi'eito os planos
an .mbroso de suas arrojadas concepcoes Elle
bm 50mprehendem 4ue a riqueza do missionario
eit ao coracao do povo pernambucano, povo co-
rajoso e bravo, mas tambera extremamente reli-
gioso ; e foi por isso que eMes se atreveram a em-
preeoder tao arduo e ao mesmo tempo, tao glo-
rioso trabalho '
FY. Se'rlmde Ca'tania teve urna parte activa
nessa debbera>;ao, aue tanta honra faz aos capu
rhinhos.de Pernarabnco. Era elle eulao muito
digno prefeitodo hospicio. Fr. Fidelix da fogoa-
no tambera cooperou etUcazmente para ella.
Mas Fr. Venancio Mara de Perrara, muito dig-
no vice-commissario dos capuchinbos no Brasil e
hoje prefeito tambera do hospicio, eom jostica,
quem tem sobrecarrogado eom a parte mais one-
rosa da obra. Brasil.
jae seja a base de. todo o progresso social, e
itlizmeute ama vainada em todos os aantriloa gra-
vada, anda os mais incultas .' Da iu.-trucco de-
pende ^ a moralidade, o adiantamento, a prosperi-
dade das naeded I E qoando o povo se eoaape-
nelra de nasa verdade ; quaudo urna mesma mea
cala em todas os nimos; qniadn a iniciativa
miiividiial precede aos decretos e resolucoes go-
veraativas, llevemos nos applaudir e refosijar in-
lluamenfts parque urna graude e beiietica reso-
lucao se lem operado : isto o que acaba de ene*
ceder na cidade do Rio Formo*, que de algum
lempo a esta parte tem procurado sobresali- na
cruzada des grandes eniprehendimentos.
Dez cidados dislinetos, j pela posic.to que oc-
eupam entre os seus comrcaos, j pelos bencii-
cos prestados em diversas pocas a este termo,
resolveram a expensas suas construir um eiilicio
omte tunccionejii as aulas primarias desta cidade.
Nao cabe ao despretencioso noticiarista encare-
cer este rasgo de patriotismo, que a to alto eleva
os nomes de Uo conspicuos cidados, nem pedir
para elles aquellas recompensas honorilicas que o
governo costuma distribuir a mCs largas pelos
que prestara ervieoa des^a ordo
acto em si j pSa em relevo a meo
pe
111, visto que o
mora desses pa-
triotas, que se recomraendam a esta localidad^ e
ao paz em geral, eamo benemritos e como mo-
delos.
Eis os seus nemes
Major Tbornaa Lina de Barros Wanarie), majar
Joao Manoel de Barros /.cciolv, lente-coronel
Tliomaz Luis Caldas, tenle Antonio da Rocha
VVanderley, capitio Manoel Vicente de Hollanda
Cavalcanti, commondador Jos Luiz de Caldas
Lms, lente Pedro Alexandriuo da Costa Lins.
s bastiao Amonio Aericli Lins Wanderlev, laicl-
liao Augusto Ratino de Almeida, teneuto' Manad
Bernardo das Virgens.
Ferimcnto. Era S. Bento, a 17 do mez al-
tano, Cyprian.1 das Chafas ferio eom urna faca a
Maria Magdalena da C^nce^o, conseguindo eva-
dir-se.
Juizado ce paz.Em consequencia de
ser quarta-feira da semana santa feriado, sera a
audiencia do juzo de paz da Boa-Vista terca-frira
8 do eorrente.
noventa e einco. Foi este o numero de
charcos que ante-bontem mandou o Sr. tis-al de
3. Jos deitar fura da ponte do Recife. e mais meio
samboral de peixe salprezo.
Assucar.-Sob este titulo publicara tambera
os citados preys CtrrtmUt : 1 Tem havido algum
movi.nento ueste artigo, mas devTdo a entradas
comparativamento pesadas os praetM teem eslado
um pouco irregulares, c o mercado fecha quieto a
nina descidade 3 d por H2 Ibs em comparadlo
eom as nossas cotaccs anteriores. O assucir do
Brasil attrabio a maioria da attcneaO dos carapra-
doros, e consta a collocaco das seguintes partidas:
t Em 10 do actual I,i00sr.i-eas do Ceara a 2(ti?
.por 112 lbs. '
Em II d actual 7,200 arcas de Feraambacn
a 2!j6a23ipar 112 lbs.
Ei
a 20(9 por 112 lbs.
1 Para c.arroganinn;.h b*. h ,,.
a venda da carga'lo uEdua ilu Urei. am re-
gnda na nitima, a tiifi [.i 119 As aaab
mais se tem febn aitMalaioaia st la urna ilrrti-
naro de 3 d. a xer alguna cuusa.
2|irraebit d Para. Dianm anda ot
mesmos prerx corrrnlf, stib e>fe titulo De-
vniaa maiort entradas e lacnw aeoenra para
coiisiiino, o morcado tem esculo mais rain 1 e m
precos teem declinado l|2 |ior Ib. nao havendo
mesmo a esta rednecan dispiniri par janrio.
As venias montara a cerra de Va ti.acnV
abrangem p-'la maior parte, lina, a eutraa>r a
eorrente me a 2|0 |Kir II. Cheg^ra** earaa e
330 loneta K, a a cxislenciaactn.il tanto erii |n-
meiras i-uu 1 em segundas mitoj ap^atfaaajlBr
uientc (VM) toneladas.
llojo wudeii-se uma tonelada d.% Ha sBjaaa
a2|lliwrlb. O mercado fe-ha ma:s lirme
Cr.Finaliiicnie, a cena d -te reneat, '-
tem os mesmos precos mrente* : -< O ns* estove firme em seguida nossa iltima rtviaaa.
e um negocio regular se cififimta a peea> aaaaai-
iiins. Desde ento ttm havido menos prweaa.
cora mais disp-sicao para vender e nt m ao aechar
e um tanto inactivo. ^ betn qn* os | icy aaa
mostrara altcr.ir.ao. Vemlerain-se pcir;l ir"!*
caceas, inciuiido 3."i0 do itio a 7!l|( a : o llf
lbs Em leil.io nalrrsi w isa ai 4mi nena m v-au-
MS jU; foram retiradas p y Taita dti uiTertaa a
taveis
t E111 LoliVs haave muito Ima p; i-ara
priuripH da qiiiuzen.-i. e a nao s- r as r ri^ebiv
prctencoes dos |Kissuidoies. Ut-sc-Ii feito .uu
negocio importante, D'|ks rec. pi.o de <'-
l'i animas avisando accumalac* 'le t&A i* K>"lr
Janeiro, e entradas liberaos do mv. 1 or, Bi: I
do afrouxou e os precos tiwm mi .-ligiu* aso* r\-
pei im.-::Uido una peqai-na baixa. E.n ieilo a0F*
recerani-se -.'.liiia sacras lo Itio. r. a<,tiimo ~
maior parle de qa.iliil.-idi-s sii|rri.>r'S. las qsa
venderam-ao ;!'' a 83/S a HaV, e aajiuM tolna, bmti
ordinario, a 0/ a 82/. Tambora se o-Veierorana
19.". raers da llabia snpvrkr que obtir.-iam *K%
a!>2/ por HslilH-as.
Para cairogain. utos o im-rraJ nr* i\.,tf
e ol.serva-se algunia indilTcrenc [.ara
Colloeou-ae um earrcajaaaaata das Aiuilha*, eiw-
tatambem que i do Cania*par, c -:in 2.310 sacias achoii tomador aceica de 77/por lslile.... Ama-
Bh taaa lugar u leilo da roiu|Miiliia il-llin.^
qae abraiiRer 8l,Uau sacras e as nana .^i:x---
se,acnaram rompradoraa ana araawa vahan. .
Onrnc |i'ilr- -Anda fui honteo ma-,
deitar ao mar 7 l,i l.ilos de carne pdr pr r-
deai do fiscal da fregne/.ia da S. Jos.
i\itv< eiiet>!)ti-a!>.-Oeat'Lo .ia aaar*
portngucxa Jmtitli, fallou honlein na l.it. *- 36*
S. e lean. 34- '" o. de fi. eom a gal. ra
ricana Etlfiirth Cudtimj, que rnirava i(K". -m
de viageni do S. Francisco, na CabfsfBia, ese
linava a Cork, ordem. A bordo n Mi b- .1
awiooeaatVIy*. -Sebate tlfnli pulass
o soguntc, a (frnunmieati 1 dr /' I
11 Euiraram arribados all u
de bogo curso :
n Barca .InaVicJf, eapiaaa I'ai-.a, da : .-i:ib!
co para o Purl c en assnear e alg.l. Satroa
no lia 2 para fazer anaranaroa aarlSdias, *o-
ili-lbe morrillo a bordo o inarinhcin ; Ra h
natural da Froqucla.
Marca './/mciim, capitao Caata, de LHA Man
o iVrio, cora ssucar e algo tao. Enarou laaaaetn
anillada no mesmo dia.
Brigne AtUma, eapiGlo Silva, aV Peraa
ca para o Porto, cual aaancar < aajodao Ea'j*
no dia 2 para lser quafanaana de i- di t
Barca .f. yon capitn Li-te, d>- Aiaap) para
o lorio, eom assucar. Entran arribad.
!o
\ov mraaa tf-le^rnplti;*e. > !--
jornal l-se o seguinte :
veriio uma proposta para rntabrlrrsr ..:ia 1. ilr,
hdeeraphica entre Portugal a a para de Ma<.a
mades, por via de S. Vicente. tommnasVMdr r
eom abrumas colonias britaniiiras. A pren-
de Mr. Archer i de grande un dad* para Pnraa-
gal, pois estabelcreudn-s.- o novo citio M 1
Miando dep.iis at s cotonas du (tan, JaiUi
Lourenco Marques, Rea o govcnn e o aomaaei 1
tendo em puu w horas noticias raj i.l..- da Mrir-
aeridental e da oriental'
\:ivis de guerra.Ainda r. i#--i ..
folha. i-se .-
< Eatadtts-uiiidos mandaran navios (! gu-'-ra 1
0B palos de Valencia, llam lona. Malaga o V.{. .
para proteger os seos wcidwlau contra ".
quer exressodos repubHcaaws avsp^uttcs.i
Mereatto aatmnitertm.uk esta ana,
h.-se bus prcni.< rarmfet 4a Liv- rpoo*. J>
Pinta Leite \ Sobriaams aa Ita ataron
t> mercado ra motarla lem i--t.i.>> :".r...i iA .'
nossa ultima circular de 8 do n 11 ;;t--. In
vido baslante procura para dinheiro. pira
mi ale tiestas ultim-s dias, levido a o.puda.,-.
de coalas do nn-iado du iiht. do Stoca-Ba
rhaage, qne foi a maior que lem hai l. ; ,- .
gnerra fnarv-aiieaaa, aoanMe a lasa i .
de loglalerra eeananaai inalterada a : l' ,
eserva :ne'.:dlica do .-.nco de Inylal :;.
nlo em 13 o 1
mesma nota:- em rirc
no valor da t i\,7\lj) 10.
Consolidados subiram I.T* /. r |. !t
1/1 a '.>_ :./s.
Fund* estrangeiros era geral Haan >
frouxos. caaectrimeana os hesHaanaa--4Bji 1
tram uma baixa de 2ic/. desdo o .nn 1; .....
auno, e JO", i-oi.oparada eom igualpaCa do aaaa
Iiassado.
Bm aecoes de bancos as nnsacciie w
sido limitadas. As du Englisb Ban.. m l'.iu dt A.
neiro baixa ram 1/i.
Cotamos :
Ettglish Banc of Rio de Janeiro 2 a t. I?
premio.
London i Mear Pate-lo a 17 idem.
t Ditas novas:; J/l a i 1/4 idem.
f Commercial iiank ef the llave: Platoi
I I t dem.
New London i Brasiltan Bank >
idem.
< Baha e
idem.
uma diininuiro, sea
2i,778.52t, tendo da 1
iys
I
Francisco Railway-rl i,! a 22
,l
ra li do actual 1,2.10 sacras ,do Rio Grande
a Em 12 w.gciual 2,300 saccas do MarauhJo
il|3 or 112 lbs.
Em 13 do actual -i,3>>) sa;cas de Xazaretb a
16| por i 12 libs.
Era 13 do actual 3,200 saccas de Macei
2ii3 por 112 lbs.
Em 7 do actnal 5,6C0 saciras de Pcrnara-
bucoa2(9por 112 lbs.
As entradas desde a nossa ultima, tem sido de
algoma importancia, e o stok lem em consequen-
cia augmentado, orcando-se hoje em 39,370 tone-
ladas, contra 6. 90 ditas no anno findo.
Em Londres nao ha alterado no valor das
sones boas e uleis para refinarao, mas as mais
ordinarias teem geralmente baixado 6 L por 112
lbs., a cuja rednceao fez-so um negocio regular.
indurado uma ou dua$ partid.-s fe assnear do Egypto.....,
I}*Af!I 1__
Recife e S. Francisco dito-17 l a 18 ia>r.
S.Paulo lito2l 1/i a 22 1/i idem
Na casa central de Banquems as liq
diarias duranli- a semana linda eut lida
aanaajaiBB) em iw.G'JO.
A1s:k;i du Brasil. L- -oda
este titulo, nos u:--smas preos, o mt
Tem estado era pequea requ..si;-o, o dt
til mesa dos pos-u alore* rausada piauipaln-
pela existencia reduzida, os valores nao leem U..-
xido na miasma projwreao do que o de Maaaa
procedencias, cuntmlo nola-se nana aatta de car-
ca de /i il. a :i/8 d. por Ib. I>est.r a nossa ,.Hi-
raa, o do Maraaiiau, Santos e Parala!... e.:.vrra
em n.elbor favor teudo-sc feito pouco ios das an
iras procedencias. Para o de Perr.r'i.b :r>, n*a-
ve alguma procura, mas como aa aMaua imfwr-
tac.iies teem sido de qualidade indiHer-nto, as quee."
esto bastante desaltendidas, ajnad M-.l.um arg--
rio resultou. (J ralto do stock ronaiatf actual-
mente de algudao do llaranho, Cear c Macan
Desde 10 do andante at hoje. hartasive, as ep>-
racoes monlam a 6,040 saccas. inrlnindo 3,1500 d
Pernaaibuco, Parahyha, Ceara. Itio i.rr. 1 fc
Norte, llossor e Aracaty; 5 de Sari..- .1 da
Babia cMaeei; e 1.000 do abaraa-, qn* as-
eanraram re - 8 12 d a 10 1/2 d, 9 3/4 d a 10 .1/8 L, 8 7 s 4
a 10 1/2 d, eiOda 103/1 d por Ib.
a A tendencia dos procos durante o pri do
decorrido desde a nossa ultima puhliralo, M
seraprc de baixa e no resumo a kriiaaca:
asaai impurlanh-, consitterando as previas oscilta-
eoea, mostrando as sones Haas e medianas uan
baixa de 1/4 d a 3/8 d, e as mais infrrior'-c 1.2 1!
e mesmo em algtius casos 9/16 d por Ib.
O algodio do Brasil de qualidade especial "U
1/8 d, fair 1,'t d a 3/8 d, e ordinario 3/8 da 12
d. por libra mais baixo. O aaesaaa dia
ao u'frica se bem qne gante caso aa
de tranac(Oes tai descida considera Ja;
Aqu damos as rotaroes actuaes equipan
as da mesma .porha do aaao fiado, sendo Mi
fair em pernio* por arrale! ingles a saber.
aan w av
Pernambueo........ 9 7/8 a
Ceara .............
Maranbio.......... 10 1/8 a
Parahyba......... f 3/8 a
Santos.............
Macei............
Baha...........
Peni.........'..,.
frica......
Americano
10
9 7*
! 1/4
iV*
9 7/8
9 7;8
97?
m
il
M
II i/2
M 7*
II 1*
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Btee de Peflktii&ueb Sguikla1 fera' 7 AbS e 1873.


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Bbaftsr/k srraY'e
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Benita! dem
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7
8
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Vil pirres esperarlos. Il-tje ou amanh
estilas, Paran, do Rio de Janeiro, Baha e Ma-
ai, trances Mendoza, da Europa, e francez Rio
Gremie, 4.0 Rio da Preta e escalfa*.
aprcs a sahir.-No dn 12. Cururipe,
ra Mauuuguape a 13, Pirapama, para a Gran-
t oseaba s, e Cequia, para Aracaj e escailas.
teatro ..*iaot( Antonio.-Deve rcali-
Wailnoute aesto thaatro'o concert dado
pela'Mena''tn pianista Hermenegildo Lijtu iri, e:u
sea beneficio.
# programan consta do segninte:
l*r>iuoira pcirto.
**mu cmica < Sr. Dotning/u (ora do serio,
pelo asigne artista Flavio.
Segnnda parte.
K'c flfl uolo d'oreiieslra, (J. l'op>e ) pr4o Sr. Poppe.
Daeit i d.i opera Marino Falliero ( Donz'tti),
jgiGPSra. Brucioni e o Sr. G. Seolari.
..-* f UamUsia sobre motivos da opera Safo ( Ca-
xalini), pelo Sr Antonio M. Vianna.
Cava'tina da opera Be.atrke di Tend i. ( Belli-
ni i, pela Sra. M Brucioni,
I'aiifctsia obre motivo* da opera Somnmbu-
la ( Taiberg), por H. Lguor.
Tereeira parte.
Cavatina da opera II travo de Venezia. (Mer-
Cadatfe ),. pelo ar. Seolari.
Concertino sobre motives da opera Rigoletto
( Candido Filhq ), pelo Sr. Candido Fillio.
Pbantasia sobre utiros da opera Stse, pelo
Sr. Antonio vartins Vianna.
Imetlo da opera Elixir d'Anwre (Donizetti),
art.vftra.'Bnieiom e oSr. Seolari.
tirande iranserpeio do Miserere d> Tronador
! Lniffer ), exeeutado nicamente com a ma &>-
pierda por H. Liguori
t Qnarta parte.
Scena canica, ornada do msica, ferro e Fo-
fo, pelo insigne artista Penante.
Os solos sero acompanhados ao piano pilo
Sr Pappe.
9 karchestra ser regida pelo hbil maestro o
r. Colas Flho.
ScJulus falsas Lemos na Cons'iluirao,
joru.il da capital do Ceara;
Bsemaem-ans da laturt :
Ha p jucos dias appareceram nesta cid-de
italianos de nomos Vicente e Antonio viudos de
l"**nabueo, rondusindo grande quanlidnde de di-
a**iro en ouro, que com a maior facilidade tro-
ca ua por papel.
mu den as vistas de todos, e verificando-se
ilepois quj o ouro era falso, o delegado em exer-
tao, tenento Lionel Augusto de Alencar procuran
syf.dirar do negeeui, e sto foi bastante para que
enes tratassed) com seeteridade de evadircin-se.
Eflerljeattientc assim acontecen ; mas o digno de-
ogad.i ds polica poz-se no encalso dos tratan-
tes, iodo eocontra-los arranchados na fazenda
Tauro. Ahi r.liegando, por.n, um pouco adianta-
do da brea, que o acompanhava den lugar a que
i'Ues dcan lo ida bagagem se emhrenhassem nos
mattas, e eseapassem por esta forma no escuro da
BWBte, de ser capturados.
Apprehendeu-se todabagagem; entre diversos
bjeetes, que foram encontrados sobresane a quan-
tia di 14 contos de reis em cobre galvanisado.
Pf*;egne-se com solicitude Has deligencias
prer sas. afim de capturar lio refinados tratantes.
%i-rrre* do Cxanaf.-0 trem desta
inha. que parte do Cixang s 8 horas e 10 minii-
ios da manda, c qae costumava vir expresso do
ttfOiaho ao Recife, pnssa apira a tocar na es-
{fia das officinas. na ra do Coade da Boavisia.
"atfOM ile refieitf u Bolciiu da Praga de Lisboa, de
22 d>*ruano, o seguinte :
Par-1 Barca portugueza Ligeira,com
4 pipas, 27 barris, 105 ancoretas e i23G
Caixas de viuha ; 120 barris de vinagre, 47
bfirisde azeite, 10 barris decarno, 56moios
''.-: ^i\, CO aiicnretasd'azeitonas, 61i pedras
de cantarla, 8 barricas lo berva doce, 1 de
80aaho&, fardos de passas, 50 saceos de
Carelios, 47 volui^os (te drogas, 62 caixas
dv albos, -210 minilhas, 10 caixas de mas-
as, li de azulejos, 425 barris de cal, 32
vav.os, 0 figuras, 35 saceos de lego mes, 25
ditovde stea.-iua, 18 lavatorios, il ourinoos
o 27 ralumes diversos.
HiaiioN i t*ai*sa.U referido ole-
ttat, sobaste titulo, diz o seguinte :
de .iaueiroBrigue l'riampliante.
BabiaBarca Luga.
'' Bambuco Barca Despique 2. e bri-
' berariQ.
LoaadaPatacho Restaurafo 1."
Barra de Lisboa..N'essa
William A. Campboll, S. L. Jbhnston. JrtSo de A'
GiHncs, Jo.-" Gomes daSUva.
Sahidos para o Porto na' galera iwtlogueza
Manoel Martios Papelo, Francisco Martns Pa-
peiao, Manoel Jaemluo Loeiw. Joaquini Jos de Li-
ma, Manuel do Reg Lima, Manoel Pinto Soares,
Antonio Martins, Manoel Gaspar de Bastos e Vir-
gilio Mues.
Lotera.A que se aelta venda a 45\", a
tieneliclo da igreja de Nossa Sethora do Monte do
Olinda, a quaf corre no dia 1.
l.ellao.Amanha () deva ter htcar o leilio
na casa de residencia do Dr. Joao da Silva Ramos,
o qual vai Europa, consistindo elh de movis,
cmtae louca, carras & cavtaMus.
Casa de teaennao. Movimeate 9 dia
4 de abril de 1873 :
Existiaiu (presos) 363, entraram 6, sahiram,8,
esjstam 361.
A saber :
Nacionaes 2i9, mulheres, 17, ertraafliros 39,
sscravos 47, escravas 9.Total 361.
Alimentados a eosta dos cofres piAlicoa 307.
toovrmento da enfermara do da 4' de abril1
de 1873.
Teve baixa :
Jos Manoel de Souaa aduna
Ti vera malta :
Manoel Francisco de Moraes.
Severino Francisco Bezerra.
Ce?nIlerio publico. Qbirnarlb do dia i
de abril
Manoel de Lima,'pardo, Peraambuco, 40 annof^
solteiro, Boa. Vista; ianara-se a molestia.
Vicente PnrheiEo, braneo, Itcspapha, S3 annos,
Boa Vista; febre ainarella.
Delphina, escrava, parda, Pernaniburo, 14 an-
nos, solteira, Santo Antonio ; tubrculos pulmo-
nares.
Jos Lourenco, pardo, Pernambueo, 4fl annos,
viuvo, Santo ntome, Casa de Delencao ; febre
amare! la.
Francisca Mara das Chagas, preta, Pcraamhli-
co, 21 annos, solteira, Recite plitysica.
Julio, branca, Pernambueo, 2 annos, S. Jos ;
marasmo.
Jos Candido Saraiva, bratwo, Pernambueo, 32
annos, solteiro, Graca; phtvsica pulmonar.
Franctsco de Paula Silva Lins, branco, Pcrnam
buco, 52 annos, viuvo, 8. Jos : hepalite com.der-
ramelo.
/
J>o Telxeira.- Appenante o jnizt?, appattadl
Joo Ferreira da Costa.
Ao Sr. desembargador Sonza LeJo : ^ i
J\e Caruar.apellante Antonio Jos Ortla,
appellada a juaca.
Ao Sr. desembargador Nelva :
De Miplbd.-Appeltante Candido Mattia d*
Castro, appellado Jos da Costa Villar.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge : ,
Da villa da Palma Appellaute o Juio, appeffa-
do Manoel Pedro de Souxa
AppelIuQoes civeis.
Ao Sr. dusembargador Ar tuja Joroe :
Do Recife. -Appellante Jos Alves Barbosa, ap
pellado Antonio do Sonza Braz.
Ao Sr. dcswDbargadur AUncida AJfiuquemue ^
' Da' Rwlfe. Appallante V icen Iba fefblft
Maior, appellado Jas Caetaao do-Medeiros.
Encerrou-se sesso oa mio Jta.
PU8UCA60ES rEiKD
na, que com a eonsUtui;-So a lr^'.ftftWfeirJ acei-
tn e pedio. (|
Ora, ee act solotnne c unnime de ltre von-
tade da naipe brartfeira na octtsiio que gritavj
i sna indeiiendea* e que se libertava das tene-
brosas lritasc PoAgg, 'nal finiiarncnta
um pwto^jtfm ^paTk^ITOwva ei,lTa
duas potencias estrngeiras que se colligaiii; ma
um acto voluntario e soleoino de consumada gra^
mal espiritual, a igreia de Rnna !
Homa, qiiando Portugal baria dedarado a es-
cravidao dos brasileiros puros, DernitlintlO aos
JP.rt"^ueM3 'wlvem homens eimwftVs < 5po*-
i "MMflo dwstn iH.ns eumo proprkidade sos, foi
**,a^"nwiiett romami pontifirie o santo pa-
lfc*B*^*wdieto XIV quem, zomlemoaiidw sol) pena*
( ,*J**Bj';ia aos ditos hmeos e nmlheres do a* o continente
brasillro a-sua liberdade e beus coibo .>e v do
q* e segu:
Da
a Mnee.M&o mu tlene^urlo da)
hcnepliteito. e da juraadieeO*
das hispos.
Jio.haduvidaque ajaestio dohnmpt-mtt [l
flIKOXItM Jl'lHfHSR
Tllllll \VI. U1 ilF.I. \< lO
barra,
segundo o mesmo Botetim% entraram os se-
sfii.i;'.- navios,
Vai
2 Sophia,
das procedencias abaixo :
Cimba, Pernambueo.
ti (v.,, Byrne, l'ortos do
Pascal
Brasil
13 Julio, Barros, Pernambueo.
ti

Venus, Rosa, Pernambueo.
Douro (v.), Tbevaits, cortos do
Brasil.
Douro, Silva, Para.
'cia mesma barra sabiram, com destino
aos portos abaiso declarados, os seguintes
naytas :
13 Araueania
do Brasil
13 Bovne 'v.
Brasil.
Marco
v.), Lecky, Portos
e do Pacilico.
, Leeks, Portas do
6
7
lii [\.,,
Brasil.
La Place
i
Classo, Portos do
Strick, Pernam-
v.
j
DUCO.
>. Maranhense (r.), Holgate, Para e
Cear.
t'i Jerome (?.), acastaey, Para e
Maraobao.
*> CityofBio de Janeiro (v.,, Ver-
rill, Portos do Brasil.
* Luzitania 'v. Petrie, dem.
T- ivaW. na matriz de Santo Antonio do Recife. os se-
uintes.
1" dennnciacao.
Josquim Alves da Fonceca," com Francisca de
Paula Felicia da Cunta.
Manoel Cantoso Dnarte de Figueiredo, com Ma-
ra Magdalena da Natividade.
Firmin" da Silveira Nobre, com Viceneia Caria
Anastacia.
Manuel dos Santos, com D. Abxandrina da Cu-
naa Ferr ira.
Bufimi de Moura Pinintcl, com Francisca Ro-
naana de Car val ho.
irraino Jos dos Santos, com Emilia Maria do
jUaraaMata.
Justino Lopes Cardim, com D. Izabel Mara do
ftapirito Santo.
**ranciseo Antonio Moreira de Carvalho, com
irmencia Julia do Livramenlo.
atar:ano Joaa Paulo Dias, com Clara Mara da
aaearao.
**4r Jos<'- da Silva, com Rita Ferrepa da Fon-
2' dennnciacao.
com Tbercza
Mara
Tolan-
Joaquim Manoel da Cruz,
da Conreiro.
aet-io Rodrigues dOlivcira, com Maria
Kavygdio Francisco de Souza Magalhies com
^\iiM;ia Augusta Madeira.
.'I' denuncia/ao.
Manael Felippe do .Nascinvjnto, com Noberta
Maria da Motta.
Joaquim Cardgzo de Al neida, com Maria Vir-
ria, de Souza Ribairo.
Jjarcelino Candido da Silva, com Lucinla do
CjUao Bandera.
JpMniano Joj da Cwta, com Francisco Xavier
Ww&H
SI ves.
Fraaciseo Soarcs
com Umbelina Maria da
Vaasaeelros.-- Viados
i')3 |
VMtoaio
M*Jro*a.
Seguem para
da Europa no pa-
Aaan
Sare* Meades.
SKSSAO DE 5 DE ABRIL l)E 1873.
fMSlDK.MUA U.i Ei. SR. COKSRLHGIHO CASTAO
SANTI.VOO.
S(T As 10 horas da manha, presantes os Srs. des-
embargadores Motta, procurador da coroa. Doria,
Domingues Silva, Xeva e Araujo Jorge,, l'akaudo
Bom causa os Srs. desombargadores Lourenco San-
tia;.'.), Almeida Albnquerque. Regueira Costa, e
Souza Leio, abrio-se a sessio.
num aa*oe.
Recursos crimes.
Rcoorrante o jaizo do direito o Cenr, recor-
rido Miguel Francisco Bastos. Jnzes os Srs. des-
embargadores Neiva, Domingues Silva, Araujo
Jorge e Doria.Improcedente.
Reeorrente o }uizo de direito d'Areia, recorrido
Jos Joaqnim Ramas. Juizes os Srs. desembar-
gidores Aranjo Jorge, Doria, Domiagues Silva e
Neiva. Improcedente.
Recrreme o juizo de direito de Nazareth, re-
corrido SeverinO Ramos da Costa. Juizes os hrs.
deserobargndoros Domingues Silva. Araujo Jorge,
Do ia e XeivxImproc-dente.
Reeorrente Zeferino Vieira .Machado, recorrido
o juizo de direito do Paulo Alfonso. Juizes os
Srs. desembargadores Araujo Jorge, Domingues
Silva, Doria Neiva. Improcedente.
Reeorrente o juizo de direito de Caanretaaaa,
recorrido Francisco Jos Martins Jnior. Juizes
os Srs. desembargad Tes Araujo Jorge, Neiva, Do-
mingues Silva e DoriaImprocedente.
PASSACENS.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Doria:
Do juizo municipal da Lagoa !fova -Appellan-
te Manal Quirino Pareira, appellado Dr. Francis-
co Ignacio de Souza Gouvcia.
Do Sr. desembargador Uoria ao Sr. deseaibar-
gaiw Domingues Silva :
Do jury de PetrolinaAppellaptc o juizo, ap-
pcllaJo Jos Francisco Feitoza.
Do jury de Garanhnns. Appenante Joaquim
Gomes da Franca Villar, appeliado HaitUUMO
l'nriqne de Souza e outres.
Do jury de Mamanguape. Appellante o juizo,
appellado Pedro Jos Boateiro (ios Sanio;.
Do jury de S. Beata Appellante -o juizo, ap-
pellado Antonio Gomes de Andrade.
DoSr. desenbargador Domiagues Silva ao Sr.
desembargador Regueira Costa :
1) > jury de (/imaragibc. Appellante o juizo.
appellado Feliciano Jos da Silva.
De Porto Calvo.Appellante o bacharel Joaquim
Gu?es da Silva Mello, appellada a jntfica. '
De Garanhnns. Appellante Antonio Florentino
dos Santos, appellada ajustica.
Lo Sr. desembargado!' Neiva ao Sr. desembar-
rad. >r Araujo Jorge :
Do Jury de Maria Perca-a Appellante Joanna
Maria do Espirito Santo, appellado o juizo.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des-
embarcador Lourenco Santiago :
Do juizo de orphaos de Mamanguape.Appel-
lante Alfredo ic Barbosa, appellado o curador
geral.
Do juizo de direito da Fortaleza.Appellante Jo-
s Dias da Silva, appellada ajustiea.
Do Paco de Camaragibe.Appellante Marcelino
Machado, appellada a justi'/a.
De Flores. -Appellante Joo Izidro da Silva, .ap-
pellada a justica.
Assignou-se dia para julgatneato dos seguintes
fcitos:
Do jury de Bananeiras. Appellante Joaquim
Ferreira do Monte, anpellada u justica.
De S. Francisco.Appellante o juizo, appellado
Damiaa Francisco dos Santos.
Do Ico. Appellante Joaquim Jos de Mello, ap-
pellada a justica.
Do Brejo. Appellante o promotor, appellado
Joo Gomes da Silva.
Appellaces civeis.
De Iguaras'.Appellante D. Amia Joaquina
Tcixeira da Motta Cavalcanti, appellado Francisco
Joaquim Cavalcanti Galvao.
Da Imneratru.Appeilante Clemente Rodrigues
do Sobral, appellado Cassimiro de Mederos Ca-
valcanti.
Diligencia crime.
Ao Dr. carador gerl.
Do jury de Pesqueira.Appellante Manoel Ig-
nacio, appellada a justica.
distiubcicXo.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Recife.-Reeorrente Antonio Maria Carnero
Leao, recorrido Jos Rodrigues Campello; recur-
rente Manoel Soares de Lima, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador i'ora :
Reeorrente o juizo de direito do Cabo, recorri-
do Heliodoro Raptista do Rosario.
Ao Sr desembargador Domingues Silva :
Reeorrente o juizo de direito do Natal, reco-ri-
do Jos Flix da Silveira Varella.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Reeorrente o juizo de diroito de S. los de Mi-
pib, recorrido Joaquim Jos de SanfAnna ; re-
torrente o juizo de direito de Macei, recorrido
Jos Nicaco dos Santos.
Ao Sr. desembatgador Souza Leao :
Reeorrente o juizo de direito de Agua Preta, re-
corrido Francisco Ferreira da Silva; reeorrente
Manoel Pinto de Araujo, recorrido o juizo de di-
reito de S. Miguel.
Ao Sr. desembargadjr Neiva : ^
Reeorrente Manoel Baptista da Silva, recorrido
o juizo d; direito do Recife; reeorrente o'juizo
de direito do Bonito, recorrido Jos Lourencj) dos
Santos.
Ao Sr. desembargador Arau/> Jorge :
Becorrente o juizo de direito de razarelh, re-
corrido Joaquim Cmara dos Santos reeorrente
o juizo de direito do Uabo. recorrido Olympio Ma-
noel Camello. >
Appella^oe? crimes. "*
Ao Sr. desembargador Almeida Anjuquerque :
Dojury da Escda.Appellante Antonio Fran-
ciseo"Cavaleanti de Albuqnrque, appfcHada a Jus-
tica. '
' Ao Sr. desembargador Docia :
Da villa de S. Joo. -Appellante juizo,
lado Iddro Ferreira da Costa.
De S. Qaiteria. -Appellantea juizo, appellado
Vicente Ferreirajde Souza
AoSi. desembargado!- Domingues Silva :
Da Villa de S. Joao. Appllante o juizo, ap-
pellactos Joo Sabino de OIWeirae'ai>po.
' Da ViMflriaAppellanle (Vjnrei.'appailaaUHtai-
toaiO"alva Campos. a^.. ?.-
Ao Sr. desembargado^ Reguei tuCosta :"
appel-
utaa da mais gra-vos enx jansertiauoma, aar
que leude ao cxmecimento dos limito da jaris-
diegaudu uuv suberano, onde priiMiipi-w a U outro,
em usurpacao de parte a parte. OcupAiaoa aat-
U'ueao anda dos -dignos lailanes. **re to raaci-
cedente assuntpto.
Uaiodo se. traU dea limites dedtfafl.juBdiftfes,
taacados unieameole por urna parco de tumioriu
,fcil de conhecer a iinba divisoria -iluta* eaaat
ar trata de con leeer os das que dev-wn existir --ni
eouiiavia ao mearno lampo, crea de um pavo
ou individuo como a civil e religiosa nos paizes ca-
thoitcos, que sao as da qae tratamos, a s aaa
focil de eonhocer os limites que as sopara, como
mesmo ha perigo-de iaeorre em usucaao.qnaJ-
qn>T dellas.
Assim seria teineridade arriscar joizos annre h-
wi tes do jursdic'.o entre marido tnulher, esis-
tindo entre eles proasn-joos e dosconfiaacas m
negocios em que tem de cesar a Iri, e fallaran
os seutimentns.
Esta rtmiparari), embora nao seja das mais
(rizantes, de adiuma forma poeem relevo a gra-
vidade do assumpt, quer se cunadi:re os eimjuges
no toro interno dnas almas u'nm corpo. parado um do o litro no toro externo, exerejadu
direitos correlativos.
Ora se j d'aqui a materia sobe da importancia,
dobrado valor assume, consideran do-se a juris-
dieco da Igreja e do Estado em cada pcssOa, em-
quanto nesta existir movimento e razio.
Nem de outro modo se peder acbar a pedra
angular, nem sobre esta so podw torniar o syn-
ertse que gua o boinem verdade m ral, Iivre
de virio ou pensil externa, neste delicado as-
sumpto.
' Eis aqu mcllwr comparaco, ou antes a mais
frizante e nica, vindo por em maior relevo a gra-
vissima diHeuldadeito. solncaa a-questio jurisdic-
cional entre o Estado e a igreia.
O Estado' esta to ligado a Igreja, e a Igreja to
ligada ao Estado em presenca do nossa consti-
tiiic'm poltica e costumes que, s por absurdo
calculado, poderao ser concebidos em separados
como dous rivaes !
Disto mostra-se que a Igreja e o Estado entre
nos formam mn lodo livre religioso e civil, e que
tanto obriga a Igreja legislando sobre o espiritual,
como o civil legislando sobre o temporal.
Por consecuencia as questoes que se levantam
contra a Igreja e terminam a illuso do secuto, on
as que se agitam no serillo, e terminam a luz da
Igreja, menor que liqttem em d>ta, do que ar-
recar urna decisai que venha romper a unida 'e,
enfraqueeendo o zelo e disciplina dos dous pode-
res, se por zelo forem levantadas, como as billas
de excommunho contra os macos.
Ncnhuin poder devi obrar se nao Jm vrtude
da lei, ou por alguraa utilidade por effeito da
mesma le ; tal la scencia governamental um
ponto de doutrina sobre que assenta toda boa
razo.
Ati por este lado o poder poltico nio tem ne-
cessidade de rever as bultos de excoinmunho;
porque sendo meios nicamente de punir o preve-
nir espiritualmente os subditos na pertinacia do
erro contra a f qatliolica, em nada prejudicam a
pesaos e bens, nem affectam as rendas nacionaes,
ou reccita temporal.
Nao esseiicial saber-se m secuto em que ponto
determinadamente chega a Jarlsdieeao da igreja.
nem o ponto em que na igreja chega a temporal,
sao promiscuidades de enfeite seientifieo sera im-
portancia real, de que se servem os culpados para
declinaren! o castigo, e de novo aHaaram livre-
mente de outras tentavas na carreira dos crimes
e vicios.
Isto infelizmente .unu verdade que se observa
todos os dias nos limites policiaes do estado, e nos
da propria igroja.
Assim tipie de parte a promiscuidade jurisdic-
cional ua extrema em que o estado toca a igreja ;
porque neuhum dos dous poderes penca oa exorbita
no tocante a ser vigilante e zelozo em manter os
costumes nos limites da moral social e religiosa,
que o essencial a qualquer (brea viva racional.
De oulro modo nao ser fcil de achar a un-
formidade e harmona govornamental nos dous
poderes; mas agitacoes c desorden sem utilidade
civil e relig isa, porque a malicia imni'ga que
dispoe de mais actividade.
Tal o sentimento do* pMreiros-l.i'-res contra
a autoridade d is bullas de excommuaho em pre-
senca do segaiate argumento. :i reasabeosm n
podir da igreja e seas ministros, ou niu ie;onhe-
cem.
Se reconhecem. nao ha razo para desobedece-
rem os seus decreos, e ha toda em conscienca
para inteira snbmissi, como fazem os verdadeiros
fiis : se no reeonhecem, nao ha razo de otTensa
para violentos insultos pessoa sagrada do zelozo
pastor ; porque a excomamnho s alcanca aos
subditos da igreja que se rebeam contra ella, e
nao aos que nao sao ou querem viver separados.
Mas os pedreiros lares pelo que fazem e pelo
que dizem,ou sahem o que nao querein,on querem
o que nao sahem, e a razo que era aceitam a
forma e negam a substancia, e ora aceitam a subs-
tancia enegam a forma;'emlira alguraa cousa ha
nelles em conscienca que, os estremece a, sna
em aranhada misticaco rohgiosa, tpie muita
nos apraz deixar ao cr'ero dos inusires a aprecia-t
cao destes plieuomenos moraes.
Pelo que fiea ponderado < pelo mais que vamos
dizer, mostra-se que, as leir- ccclesiasticas com ou
sem beneplcito, vigoram como leis do imperio ;
heni como subsidiariamento todo o diroito romano
lla le de 18 de agosto de 1769, eeaae adiane
se ver.
II
A lo civil ou ecclesastica, depois de publicada,
obriga em conscienca Jess Chrisio fallando aos
pastores da igreja, diz: Qui tos.audit. m auitt
et qui vos spernit, m- spernit. (S. Luc. 10 e 1W ,
e S. Paulo aos pita pipos seculares diz que UM
estejamos sujeilos non ilum propetr iram se>
eliam prop'.er conscieulinn. (A de, Bom. 13 e b.
S. Ambrozio sobre- est> assumpta diz tambera :
Red dicit subditos esst deber, nn solum pr.tpter
iram, id est, ult'onem presentem... sed et propter
futurum judicum; se quidem si hic evastrim, ifr
ic, eos pcena ctteru i expectat.
Alguns diiem que as leis eceiesiasticas e as dos
concilios graes s vigaram entre nos depois de
plucitudas pelo poder poltico, emboca publicadas
em Roma. ... i
Esta doutrina nao s esi em contraposeo a
do art. 6 de uossa couslituioao poltica, como iue*
mo nao se funda era nenhuma disposicu positiva
de direito italrio: por quanto anda quando *e
queira recorrer a da li ao art. 103 da raeras
constituico poltica, que diz : anctder um ii'jwi-
beneplcito, nao podero jurdicamente precia
vit-tu como a construirn grammaticai desta disnor
srao meramente facultativa, e nao imperativa,
caso cm que de algum modo lees podia aprsvai'
tar.
Em flm para se ver o depotismo c ni fy
deste manejo interpretativo do citado art. 5' com
o >4 do art. 102, contra a obediencia devida a
igreja e letras sagradas, copiaremos em seguida o
juramento do imperador qae vera no Anal da res-
ma constituico, sobre o mesmo assumplo. A't
tenco!
Juro rrfanJer a rellgao catnolica, apostlica,
romana, a integridade c ndlvlsibllidade do impe
rio, observar, fazer observar como constiluijao"^
litica da iu;-ao brasijeira o presente proieto (
constituico, que offereei. e a, mesrpa na^o 4oe'
top e pedio que .ftKse desde logo Jurada como
cosliluicao do Impafio: juro guardar e lazer
guardar todas as-tois', a prvor ao ima Retal do
BrasiP; rpfrrato cm-tnim ctraber. Rto d^aneiro,
Vt de marro de ltfc.-D. *rtra I. imaenntor abra
gatada.' :m af
D-mantrc* JjraiateirD diz nesta-aat9>aaiftoa|lf
jura manter a religio c.ainoltcaf*lsalitaaifoat*
^ Cuasideratido H-nii D. Jos I. arn* o santo pa-
dre Benedicto XIV hav, pHa enttslitiiicao de *>
de deaembro de' I TV f, psp rovado todos os abasos.
eenlaa a liberdado dos Indios do Brasil, coodera-
aado'dkiixe(d panos ecrlesiasticas a eseravi-
aa a pe*)-!! c a u>ur|ci) \>s ben* dos ditos
indi* ;_cmsidorando mUn njnej polas ranas, de le
de b e 7 de junjio de 17 i, hava osfOleeiJo in-
vioavehniit.; a libertarte das pasadas, beUft, as-
sim de raz coiho movis, exercicio d!i a^ricitBora
eimmercm a favor dos indios de 'rab Para e-do
tlutoi dmidMhes atan forma de governo pro-
Tia para errltsa-lo* e attrahMos por este mcio
adeonado au gremio da igreja;
< Consleraiid> assim. achnu, >P* *""l maior
utilidade f.iter as duas subraditis li'is guraes en>
baaatiaktii t>Uj ertado j Bpisil, o par isso- man-
dou pelo airar de 8 de nulo do cortante anno
do 1758, qte *s saas dispasieocs se sl-icdesseiii
aea indias de ta o contlnento do Brasil sera ivs-
aa.f alguna todas os seus bwis, assim de
traa sanea semoventes o movis, e a sna lavoura
ue comwercio. assim, da mesma sorto, qoe se
acha exprussaiiioato as referid* leis, sem inter-
prutoota,ustrirea ou modillcaco alguma, qual-
quer que ella fi**e.
Nao ha maiorjiiaieand*le>e Aipravaco de- eos-
tnmes em nina nac) r Pitrtrlgal traicou cerca de
eein anuos cmn a lib nlade e bens de romos pr-
witiveaiiteti;uutos, vnde a ceder urna e nutro
coiwaapressaoido aaaaapa do santo padre Bene-
dicto a\l V, depois drstrt. tinto toaiixj, a de oiuras.
raelaioaces ita enra nunana ; eutmiiti o an-
da poetugnezas mar >*i/nudos ijuein na maior par
te Iota asatolemeiii contra Bta>kaaatWra distiac-
tov noaso- rrtn o prelado 11
Hija (anda nao ha mnito tempo) aqneltcs ta-- e
meia duzia de partidores ingratos edescoiihecidos,
dzem que sera beneppino nao reconbecem o po-
der de setw amigos l.bertaitores a igreja e o
romano paniihr-.
Pas aeat j u*i smente o art. i." da cens-
htitii qat assegura da parle dos Imsileiros obe-
diencia c lldi'lid.id'! igreja ile Roma, a piiipria
naci brasrleira ipie. na,pessoa de sen ini|)eradnr,
jurn solemneiiieule gua da-las perpetuamente.
Por consequencia'lasa dissemos no osciplo, o
mamo pastare as ovttkas mscas que : quera jura
guardar a constituico, jura guardar a religio
oaiholica, apostfiai c romana
Assim lie* evidente pela constituico qoe le-
gislador romano legisla ca oommnra com o poder
poltico entre nos, e que publicadas as suas leis,
ibsdo logo eJuigam era consciencia ndepeudeiite
de beneplcito, o ta aaa vejara >s:
IV
a As leis ccclesiasticas, conciliares ou pon li-
rias, que concernem f e aos eostames, nao sao
nem |iudem ser com jitsti/a sujetas ao beneplcito ;
[ur<|tie wiuiValeria isto a torera os principe* secu-
lares direito a cnri da palacra e dos Sacramen-
los, como diz Bossuet e o conde da Iraj.
A razo que a palavrae os Sa;ra:nentos, s fo-
ram conferidos aos ministros da igreja JeinsCmi-
to, porque o poder ecclesiastico foi o que reeebei]
de Beus o poder da decida- as questies de don
sobre a f ou rtgra dos costumes, como diz
da- Confer. de Angers.
Perianto, de'qnalquer modo que chaguo ao co-
nheciraeiito'dos eis as leis ecclesiaspras sao obli-
gados a guarda-las indenennente Aftplwo ou eso-
<-;i(;.lo que Ibes possa dar 0 |iuder poltico ; e na
mesma conformidad'! sao obrupido* a guardar as
ecclesiasticas couciliare oujontilicias que concer-
nen) disciplina geral no/fiue fr puramente es-
piritual. J
Anda Biissui'I iprcm diz, cu1 os decretos dos
Mapa* sao mudos Jx si mesmo pela autoridade
que Jess i hristo/unio ao seo carcter, sendo que
por isso nao espera do poder poltico se nao una
inteira subnu'ssao un proteceoexterna. A ra-'
zo que, sendo Quisto o autor inmediato do
episcopado, Sii elle quem ordeaou bispos seus
apostlos, qnandiK Ibes disse : Assim como raeu
pM me maiido;i. assiSp eu vos mando.
Beeebei o Espinto Suato; de iwr todo o mun-
do, prega!, ensiia; e bapusi: ludo o qoeligardes
ou desatardes na trra, ser ug1^ ou desatado, no
ceu *^
Palavi-as estas que, na saa a:nplidoc>vierali-
dade mostram mu poder sera imites em quanto a
materia ; porque a sua medida era as imcessida-
des dos subditos ; sem limites quanto ao lugar ,
porque em Vfrtnde das mesma* pdavr.n do Chris-
io, Unta cada aposto! i por diocese nao menos
que o mundo inteira. Isto evidente.
V
A este res eto dzem con o insigne nelogo A.
Pereira de Figueiredo, Nicolao de Cusa, rardeal o
hispo de Briosa no liv. 21 da sua admiravd obra da
concordia citliolica, cap. 13 : ttecti dicimas om-
ites apost-'los in poteslate aun Petra equales. n-
super est ad memoriam reiUcendum. quod ni prin-
cipio ecclesice fuit unus tantum episcoputus getie-
ralis.
E Domingos Soto, gloria immortal da sagrada e
Ilustre familia dos pregadores, que no concilio de
Trento fez no tempo de Paulo III a primaba Bgo>
ra, disse: Chw atraque plenissima jurisdicJio de
essentiii sil apostoli muneris, ii'ramqu- a Christo
onines mmeiatt nuceperunt, atque odas afeas-
gisque erat per Christu-n episcppu totius orbis.
Porm para mais perfeitu desempenho do minis-
terio episcopal e conserva da unidade no sagrado
collegio catholico, de que o mesmo Christo consti-
tuir centro a Pedro, repartiram os apostlos cm
si de commiim accordo as provincias, que cada
tira especialmente baria de instruir c reger ; e d'a-
ipii a origein dasfdoceses, e o motivo porque foi
necessaro os apostlos introduzirera no episcopa-
do no principio da nova igreja as ires elaaaoa de
bispos, arcebispos e primaz :s, nomes de maior
adiiK'nistrarao por ordein tp governo exterior da
jeiarchia ccclesias'ica ; mas nao de maior juri-
dceo a respeito do governo interior de cada di-
cesi' ; porque diz S. Jeronymo :
Ubirumqne fnerit episcopus. sice Romee, site
MmpK, sice Constantinopoli, sice Alexandriv, si-
ve Tanis : rjtsdem meri. ejusdem el scenlo-'
tii. Ceterum omnes successores apostolorum sunt.
Ou como diz o papa S. Symmaco :
Ad trinitates instar, tujas una est atque indi
ridua potestas, unan est per diversos A Misteles
sacerdotium. tDi*to veio dizer Guilhermc hispo de
Pars, qoe Jesos Christo emquanto homem, nao
exercera neste mundo maior poder que o de his-
pe : fpse doHihins Jesui Pkrislus non plus quam
opiseopus est in diyuitatibus ecclesiaslicis, secun-
dum quod lami.
Ora, se neste pider anne.xo por Christo ao epis-
copado os bispos suecedem aos apostlos, como se
v do que disse scisia S. Jcmnymo e ensina toda
antiguidade; caro.une os bispos dentro de suas
dioceses se lia'.de estouder a taatq, o s-;u poder,
quanto a necessidade.de suas ovelhas.
E' alada S. Cvpriano, feicrevendo ao papa S. Es-
Uatoia epistaTt p. 30 edc.de Tell., quem
diz: ll-ibet in ecrlesiu a-liumisiraHu voluntatis
suwtubi'i-iuin libenum itiiu&iuisquf freepositus,
ratioiiem artas fui' Doinhi i rwfetfw us.
Deste modo *Tora de dnvida qui, i pumrm e o
sacramento s o pa conferi ao lllbn r assim remo
mee pai me -M a** : c sd IHtio conferio hos
apoatMUs :->uim eu <* waaA) a vs : atlos
pie, ua* bispos'seus saw'Ossofe.*, dobrlram o mes-
mneptder ne- havkini recabd de i.'.'irslo nosso
denhor. como .-lien demonstrad') como tostwaunhe
dos santn duutiros exde toda auttoaridade.
Mito segbe^iaquo. o poder tediar-com oa sem
beaepiarifi), se leve' aos Hlewntos dos bispos,as
tomH>etosiiicnHie*nailires,e MUlktas. iitleira
tubmis6o>etrotmQM-milru4, ama da BessueM
aa-eit cooter.,'eamioa entrnmottor-^e animando a
dea>badiimeia"* qiiwu por direito' iv*ttre en
carregada de preparar os fiis.
" O bcn.|)lacito ni sua orgom applicou-se aoa
rescriptos poniiiiciii c pi-Incipalmenfe aos que
eatW|jiii*aoB particnlares beieOtoa otf preben-
das ; porque a respailo se deram abusos, e mm-
las veze se commetteu vicios djp ob e su&ep'-;
e d ah a necessidado da revisao das letras de
Roma.
Mas este estado "j aeabou ; em Roma
ja e nao du benelicios. salvo m consistoriaes que
nao se conforts a pet;ao do particulares; e mes-
mo os canonistas nao dio importancia ao planto
de toes constituales privadas, quer passe ou nao
por esta formalidad civil; mas nao aceitam nem
a querem para as coustituiroes geraes da igreja.
0 abbade Leqnenx seguo isto.
Em lira, anda dea rescriptos cm favor de
paiitsulare, necessane exeeptuar do pfaclfo os
que respciiam a negocio de consciencia e secreto
eqmo sao os rescriptos espedidos pela peniten-
ciaria apostlica. E' opiuio geral dos canonista^,
e lei do estado em algtms paizes ; na Franca pelo
D. Je 28 de fevereiro de i-i, e ha muito'femi|Mj
era Portugal pela carta regia de 23 de agosto de
1770.
VII
Entre nos s a le exige imperativamente o pfi-
ritu regio, para os qoe aceitam emprego, pensa
ou eondecoracao do qtialquer goveraa estrangein.y
pena de perdercra os acoitititos o foro de cidado*
brasileiros,1 conforme dispoe o g' 2.* db artigo 7 da
mesma constituico poltica; o que nao se enten-
dearespeito do governo romano ; porque como
disemos poder que legisla em coumuuui cm o
p.-d-'i' civil e inipeiautes catliolicos.
Fiualuieiitt, mesmo nos casos em que a lei exi-
ge o fMRito, em rigor de dreiu> cousidera-se con-
ferido tcitamente, quando o poder poltico leudo
scencia da le ponlitieia, ao depois apjirovar de
algnn* modo ; verbi-yrtitio : so fuuevionando as
cmaras, nao impugnal-a expressamente ;si negar
recurso em materia regulada pela dita lei ; se o
imperador lomear para lugar publico, acei-
tante de emprego, pensio on condecuracAo de
governo cstrangeiro, sabendo que os aceitara sem
liceo'/a. Eis a concesso tacita do beneplcito, se-
gundo o direito.
VIII
Ora quem conhecer cora justc^i e mparcialida-
da a valor moral e jurdico do que tica escripo,
ha de ehegar as seguintes condusues :
1.*Ole o beneplcito, alem de t-r lugar so-
lueate en materia, parte espiritual e porte tempo-
ral, pode ser conferido por acto expresso, on tcito
e denegado nicamente por expressa disposi.-ao,
como acontecen com o concilio de Trente pela lei
de U de novembro de 1827, do qual licm alienas
como le do imperio a sess 2i cap. l.'de refor-
ma) ioni m trmmli :
2.'Que a igreja ou legislador ecclesiastico no
mundo catholico, legisla em commum esaa legis-
lador temporal, viudo disto em suas leis a qunlida-
de de obrigarem em consciencia depois de publi-
cadas :
3*Que a lei de 18 de agosto dj 171V.) reconlie-
cendo legitima a communbo dos dous legisla-
res, admittio entre nos, como direito subsidiario,
o direito romano era ludo que iosse conforme a
boa raso:
i.*Que por este modo e segundo a groja
regulada a prole e a successio sob graves peri-
gos cvs na hj|iK)these conara:
5i* Que JesnB" Christo, em quanto homem, lia
teve mais jurisi lcco que bispos, como se v de
saas propiias |latavras dirigidas aos apostlos :.
assim com) mei\ pai me enoiou, assim cu rucio a
eos ; recebei o fopirito Santo ; encina!, buptisai,e
pregai ii evamjelh em todo o mundi e atodis us
erraturas :
6.*Quec/podftr poltico deve inteira submis-
so aos decretos aos bispos em suas dioceses como
sueeessore/ dos apwstolos :
7.(Mi os papas e arcebispos sao nomes de
mais uKiiinitracao, nas n.) de mais jurisdico
no mrverno interior dos bispos cm suas dioceses,
seu^iidu S. Jeronymo o toda antiguidade.
Que a ignorancia ou m f, tuna das cau-
s da decadencia regpsa que lamentamos ; por-
que quanto aiais se .mora, mais ha que duvidar !
9.*Finalmente, que.'a cenlralisaco do ecclesi-
astico no rerbo do exterior, c a freza deste poder
em mante-lo em sua fonte permisiva, sao outras
lautas causas, e talvez as nicas, da luta e deca-
dencia que deploramos presentemente, e nao as
llallas naa placitadas, que fundamento ftil de que
nunca se servir o verdadero catholieo para du-
vidar da groja e seus pastores.
Recife, 20 de marco de 1873.
J-iaj d i Silveira forger-Xjwrt.
PaMHPe aa alta-
i, tan P.* 9.
137 ctNtnt *m-
eo com t\KH koWde |
com 3,!15;i dte*
-Na barca
ra-regaram : E. R.
gado rom i GU kilo
fmmmp
Para l'rur.iayaaaa, a sala
Thetes. carregarata : Carvalta *
barrica > enm 7,8t Uta da astaca
dus com X,l80 4ito.
Para o Rto Grande toSav, aa .
gueza A guia, ear regar Sai: OhnrJ
100 barricas oau MMS l# Mam de una
masca vado e I0 ditos aaa IQStt tfk ditas a>
dito branco.
Para Santos, na escuw iafteta Htm Hay.
carregou : P. M. Maury 17 pajae ca a\MMtaa
de agurdente.
Para o Para, ao arigae pnrtag Limrn
tlk\ tsunmmrstm : B. tWatra C
ewn 2I.27 kilos de ,
41
COMMERCIO,
PIL\CA DO RECIFE S DE ABRIL
DE 1873.
AS 3 1/2 aOaAS DA TARDR
I oiacocx oftemes.
Assucar-nvi sea vado purgado 2100 por lo kilos,
hontem.
Assucarbruto bom 900 por 13 kilos, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 27 e 27 1(8 d.
por 13, hontem e boje.
Cambiosobre Pars a OU d(v. 3oi rs. por franco,
do I unco.
Descontde tetras 12 0[0 ao anno.
Uuboureq
Presidente.
A. P. dy Lemos
Pelo secretario.
mor & <:. 75ff barricas nem mjkm
Para Parabyba, aa fcarr ra
avreeanot: Bahaotoaem kCI
litras a akaoL \
r^PATAZlA DA AUAMtKGA
Rendintcnto Jo dia 1 a i f:
Iditn eVdta 5 ..... I:
aa
tenX
ti
1f
VOU7ME SAMIWJS
odia I a 4......
Pnmeirap"rt*no dlaS .
NJjmnda porta .....
Teretira pirta.....
Trapiche Concei SKRVHpr MMram
Alvar cagas Yscarreiadc* a Uaa*clif
da aVaadfga tm di I a i .
ratas ditas a di 3. .
Navios atracados a trapt 4
Alv.'iriaiga* ....
No trapiche Concciea* .
RECEBEDORIA OE REMIAS INTKM.1AS GB-
RAE5 DE !AMMItX)
Kendiineiuu do di* t a V Wmt
dem do da 5...... %
9:8b**5K
CO.\Sn.AIX> PIW>\T^aAL
Kendimento do dia
dem do dia 3 .
lai
Si:MWa*Pft
37:
MOVIMENTO DO HMTa
Navios entrado no dia 5.
Rio do Jauriro30 'lia*, brigue portufraec
JiiilU, de 216 laaalpdaa, capito Joa-
quim l'iut) da Costo, ei|m|).i':e:n 11,
carga varios gneros ; a Tilomas ti- Aojui-
no t'oiiseca v\: C. WKmWmX
New Loada*)12 dias,.hiafci wnaricana(tt'-
taa, Cun nan, de a3 toneladas, eapt ao
I!. N. ltobison, equipaKoni 7. car^a diks-
rentos geuores, ao mesnto capitn : vc-io re-
roscar, ingnwpara S. Fntieiaaa ua Ct>
libreta]
Rio de Janeirolo lias, crvela nacional
a vapor Vical de Olireiri, cmu.nandaii-
rtendimento d<
dem do da 3
ALFAXDEGA
dia 1 al .
180:3703618
51:786J371
238:157*019
VI
o As leis njiiiu ece4aa)t|ljaswco
pontificias em uto aspirlicij # parte tempo-
raes, como disasti<|(|iJ*n*#''scripto, que
sao siisceptvels de flneet jito-iu poltico na
porte respectiva ; porqupialera da igreja nao ter
poder inJepeadentai.0 U4kr)0iMa como tem ne
espiritual, tan4a ao ltoM-*fda\Wtos aastarem
aleaa*d>apartldtaajear--qajaa fka^4im: >
Descarregam hoj 7 de abril de 1873
Barca iuglezaDolly Vardenmercaduras para
alfandega.
Vapor inglezLu Wdc-mercaduras para alfan-
dega.-
Brigue inglez Mond mercadoras para alfan-
dega.
Barca p rlugueza -Grafiofarcllo j despacha-
do para o trapiche CoaoeiOto, para con-
ferir, e vinho para deposito no trapiche
Balboas.
Brigue portuguez /te/ampooo vinho para depo-
sito no trapiche Cuoha
Barca portugueza Amelia 6 Henrique mer-
cadoras para o trapiche Concecao, para
des oachar.
Brigue francuz Tgphes carvo j despachado
para o caes do Apollo.
Brigue inglez-Cubran Relie -carvo j despa-
chado para o caes do Apollo.
Patacho inglez Princess ferro j despacha-
do para o caes do Apollo.
Vapor nacional Gastn de Oricans -(esperado)
gneros nacionaes para o trapiche da
companhia.
te capito de fragata AiUouio Jooquiii de
.Mello Tamborn).
Marios saludos nn tt. sin> dti.
PortoGalera portugiie/a I"', capit
Azevedo, carga assiu;ar maXM outros
guueros.
ParaPatacho portugturz Mulrielente, ra-
jtilao Franciscos, a Mederos, aMfi
assucar e outros gneros.
Ri ida Prata Patacho jvirtngu'/ fWfo, a
~-J_jjijtao Sampaio, car^a assucar.
Marios entrados no dia 6.
Bordean! e portos intennodaaa1!< dta-,
send i do ultimo-port> .'i dias.vaporfraiwrT
Mendoza, de l'6:>5 toneladas, rumm
danto IJcnegric, oquipas^aoi I carga va-
rios gneros; a Tisset reres.
Maeab no Rio da aaaairr)-W dina, bri-
gue inglez Regulalor9 de IN loaaaada*.
capito Nortli Colt, e([uiiagetn *, ; jfm
lastro, ordoni.
Marios aaaulaj m Rtaasaa Canilllscuna inglcza Pandora, ruptla
John LaCoueaur Durt1; ea ar.
LiverpoolBrigue austraco Slava ".. re-
juto Pedro Charsenez : carga alg<> !>.
LiverpoolBrique austriaoo letria, c.qati.
Vicenzo Zagabrio ; carga a!-o!;. >.
Rio da Prata. e portos iiitonnidaaVapor
francez Mendoza, comiiKinluite Beneg:,,.
Oftag) ggfa.
l'uiidcou no lamaro um brigue ing'..'z,atp
mcio dia nao teve cotumuaioarao rom a
trra. A[iparece a leste uina barca Cratv-
ecza.
EDITAES
AI.TFJUQAO NA PAUTA DOS PngOS DOS GNEROS
SUIE1TOS DIRKITS DE KXFORTACAO, NA SBKAIU
DE 7 DK 12 DK AB11IL DK 1873.
Algodaoem rama ou la 552 rs. o kilo.
Assucar mascavado 123 rs. o kilo.
Cerveja=*360 rs. o kilo.
Vinagre -i50 rs. o kilo.
Carvao do pedra estrangeiro, tonelada metriea-
16*000.
Alfandega de Pornarabuco, 5 de abril de
1873.
O 1 conferenteJos Anuncio do Outoiro.
u 2 conferente -J. J. Henrique.
Approvo.Alfandega, 5 de ahrl de 1873.
inspector da alfandega
F(i6'o Alexandrino de Carvalho Reis.
OESPACH'.S DE EXPOllTAOAO NO DIA 4 DK
ABRnY DE 1873.
Pora as portos do exterjpr '
Na barca heapanhola Elena, para Liverpool,
carregou: T. A. da Costa 1,030 saceos com
73,1)00 kilos ile assucar nascavado,
Na barca italiana epler, para Liverpool,
earregaram : G. Neesen C. 41 saccas com
3",195 kilos de algodao ; Borstelmaun A C 503
ditas com 43,320 1[! ditos de dito ; Braga Son
k C 174 ditos em \iM ditos de dito Boxwill
\ Jonnes 70 ditas eonv 5,272 1|2 ditos de dito.
No navio allemo Beetorem, para o Canal,
earregaram : Borstolmann 4 C. 200 saceos com
lo.'JOO kilos de assuar roasoavado.
Na' barca francea Jean Baptista, para o
Havre, earregaram : T. Freres JWO couros salga-
dos com e.oou lujos e 410 ditos verdes com 9,240
ditos.
No brigue fl^acoa Rpido, para o Ro da
Prata, carregou: \. 0. Leito 400 saceos com
36,000 kilos de assuea branca.
No brigue tespanhol Mito, para o Rio oa
Plata, eawegou t.Ut. S.Salmaritos 100 barrjeos
caalo, sitos de estucar branco e-20 tas
eoaK'M,M3 ditos-de dtamisoftvacto.
' --J tm*^**^WB, O Dr. Scbastii do p.cgo liarnis de Lcenla
do direito especial do rtenmerio ncst.i riikil
do Hecife de Pernambueo, p>r S. li. Impera-
dor, etc.
Faro saber acs que o presente edital ftN
dclle noticia tiverem. que a icqucrimcnio d
Martin- da Barros Mas A C.. c F-vr Pe-
reir, te acha aborta a falleu<*ia d< ni
Albino Martns da Nlva Borges, pela s.-ntci..i ,U>
theor seguinte :
Avista da peticao de lolhas dn.v, dooaan..
a ella juntos a dejwimentus de testom'inhas. :-
folhas, achando-se [trovado que a negiN-i.-u! \i-
bino Martns da Silva Borges, cs'aliele-iai
taverna ra de Sacia Cruz, deca ridadr. fcx
cessado seus pagamenios, hei por d.-daradi a
abertura de sua allaacia, a datar c 28 de I
ro do corre'nte anuo.
Nouie.ii) curadores ti sai es aos rrnl.res in-i-
tartos da pttcfa da folhas das, Ju Martoi- l<
llanos Filto & C. e daaoaarms aos credioef
que tambem assiguaraiu a ine-iiu v'.i.o. Per-
ra'. 4 Pereira.
Proceda-sc iinmediatamcnlc a i inventario, e pi-
blique-se na forma da lei Me desi-aclio. Un>
de convocar os credores, perqu avista da vr>>-
posta de folhas 20, parece que a fallenrii ile
natureza summaria e deve s.-r iistnlala peto da-
posto uos arligos 93 a 93, de ragiilaiaente
i'ado execuiar ielo decido n. 1397 de IK'i.
Pagou a nnssa as rustas. Hecife 3 te aard de
1873.-Sebastiao do llego Barras de Laeerda.
E para que ehague ao cenhecimente de'
raandei passar o presento que ser
pela impreusa u a.lixado n is lugares du fhMtn-
rae.
Qdade do Hecife de PonuiUmci. 3aabri!
de 1873.
Eu, Maaol Mara Rodrigues do Xanasal*.
escrivao o subaaraoL
Sebastio do Ay> Biuro &ECLARAC0ES.
IK>
BBERIBE
Segunda-fcira 7 do corrale iuez,
reunirrso a aiHniuijtrasao dU i
uoascriptono dn suas eeatai. roa
R n. 16, a qual ter lugar nomencionidb
dj* a ti da uianh.


-r--
III i MI

4
Diario dePernambuco Segunda feira 7 de Abril de 1873.
Consulado d* la repblica
, del Paraguay en Pernam-
buco.
De conformidad con las instruecions del go-
bierno de la repblica, invito a todos los subditos
e la nacin p raguaya residente en esta pro-
viuda a comparecer en este consolad en el ter-
mino de 30 das contados de la fecha, a fin de ins-
cribir sus njmbies en el libro de registros.
Consulado de la repblica del l'.i aguny, calle
te la Compaa Pernambucana n. 0. (altos).
Peruambuco, 3 de abril de 1873.
J. Ramos,
Cnsul.
S1NTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.)
Pela secretaria da santa casa da misericordia
lo Recife sao convidadas as amas a quem foram
confiados expostos para criar, que no dia 14 do
corrente, pelas 9 horas do dia, no salao do esta-
beleeimento, o Sr. tbesoureiro far pagamento do
trimestre decorrido de Janeiro marco lindo, aquel-
las que comparecerem conduzindo os referidos
-expostos.
F.m nome da junta administrativa desta santa
asa convido a todos os seahores mordomos sup-
f lentes e irmos para assistirem a missa solemne
que ha de preceder a exposico do SS. Sacramen-
te, a qual deve ler lugar na igreja de N. 8. do
P.iraizo, pelas 10 horas do dia 10 do corrente.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife 7 de abril de 1873.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPASMA PERNAMBUCANA
DE
Nveftf8o costeira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Parakyba,
commsndante Pedro,
seguir para o porto
acuna no dia 11 do
corrente, as 9 horas
da uate.
Recebe carga, encommendas, nas?ageiros e di-
nheiro a frele no esriptorio no rorte do Mattos
n. il_________________________________]
COMPANHU PERNAMBUCANA
DE
\'aveuctn oosteira a vapor.
MAMANGUAPE.
O vapor Corxtripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 12 do
corrente, as 3 horas da tarde.
Recebe carga, encomnien-
das, passagens, e dinheiro a
frete ateas 2 horas da tarde do dia da sabida:
escriptono no Forte do Mattos. n. 12.
ter de aeretirar para a Europa; 'serio vendidas
sen reserva de/preco, ao correr do martetti.
A' RL'A DO VICARIO N. 11, ABJiAZEM.
As II horas da manhi.
Mattos, n.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
SEGUNDA-FEIRA, 7 DE ABRIL DE 1873"
Beneflcio do pianista brawileiro
Hermenegildo Liguari.
No qual por especial obsequio, tomaro parte
diversos artistas, aos quaes o beneficiado desde j
se confessa eternamente grato.
Pro^ranima.
Primeira parte.
Sccna cmica, o Sr. Domingos (ora do serio,
pelo insigne artista Flavio.
Segunda parte.
!. Viva a Pandiga I Galop land com acom-
{anbamento d'orchestra .... (J. Poppe) pelo Sr.
oppe.
2.* Duetto da opera Marino Falliero, (Bonizelti)
pela Sra, Brucioni e o Sr. G. S:olari.
3. Phantasia sobre motivos da opera Saffo....
{ Cazalini), pelo Sr. Antonio M. Vianna.
. Cavatina da opera Beatrice di Tenda.......
(Bellinr), pela Sra. M. Brucioni.
5. Phantasia labre motivos da opera Somnm-
bula.....(Talberg), por H. Liguori.
Tereeira-parte.
!. Cavatina da opera // Uraco de Venezia....
i Mercadant), pelo Sr. Scolari.
i. Concertinosobre motivos da opera Rigoletto
< Candido Filho), opel Sr. Candido Filho.
3. Phantasia sobre os motivos da opera Moise,
pelo Sr. Antonio Marlins Vianna.
4. Duetto da opera Elixir d'Amore.....(Doni
zetti) pela Sra. Brucioni e o Sr. Scolari.
3.* Grande transcripeao do Miserere do Trovador
(Leifler), executado nicamente com a mo es-
-querda por H. Liguori.
Qoarta parte.
Scena cmica ornada de msica Ferro e Fogo...
pelo insigne artista Penante.
Os solos serio acompanhados ao piano pelo Sr.
Poppe.
A orchestra sera dirigida pelo hbil maestro
Colas Filho.
A's 8 1/2 horas nm ponto.
O resto das eadeiras esto a venda no cstabcle-
i'imento de msica, do Sr. Azevedo.
Para o Porto.
Seguir com toda a brevidade a galera portu-
guesa Aiidncia'por ter ma'or parte da carga promp-
ta. Para o resto e passageiros, para o que tem os
melhores commodos, trata-se com os consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fouceca 4 C sueeesso-
res, ra'do Vigario n. 19, ou com o capito, na
praca.__________________________________
Para o Rio Grande do Sul
pretende seguir com milita brevidade o patacho
nacional Salsipuedes, tem parte de seu carrega.
ment contratada ; para o restante que lhe falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo 4 C, no seu escriptorio ra
do Bom Jess n. 57, outr'ora ra da Cruz.
Para Maco
Para o porto cima pretende seguir com muita
brevidade opalhabote nacional Joven Arthur, re-
cebe carga a frete barato : a Iraiar com os seus
consignatarios Antonio Xuiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu escriptorio ra do Bom Jess n. 57,
outr'ora ra da Cruz.
Para a Baha
o hiate Gaaibaldi sage nestes poucos dias : para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus
todie Jos Vianna, ou ra do Amorim n. 39.
LEILO
DE
movis, louca e crvttaes,
um cabriolet americano e 3 cavallos para o
mesmo e obras de prata do Port..
A sabor:
Um piano forte e novo, 1 mobilia de Jacaranda
com 18 codeiras, 2 esoel' os grandes, 2 jarro* de
th'armore, 2 serpentitias, candieiros a gaz, tape-
tes e estenos forro das salas e quartos, 3 lan<;as
com fiordes para cortinados.
Urna pequea mobilia de vime, 1 mesa redonda
e duas quadradas com ps de ferro, 1 excedente
relogia de pedra. 2 estantes envidracadae, I sof
estufado e 1 magnifica secretaria.
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 2 parado-
res, 12 eadeiras, 1 filtro, 1 recriadora, 1 appare-
Iho para cha, 1 dito para jantar, copos, clices,
garrafas, compoteiras, e 1 Mjhfila farro americano,
novo, 1 faqueiro, 1 jarre e Lacia, Ulheres e salvas,
tado de prata.
Urna mobilia de mogno, porta-flores, porta-joias,
enfeites para cima de mesa, t toilette, 1 lavatorio,
1 guarda-vestidos, 1 guarda roupa, 1 cama fran-
ceza de Jacaranda, 1 cpula e cortinado, ~1 toca-
dor, 1 caixa de ferro (cofre), 1 machina de costu-
ra, 2 camas de ferro, e outros muitos objectos de
casa de familia.
Um cabriole! e 3 cdvallos para carro.
Tercarfeira 8 do corrente
Na ra da Unido casa n. 17.
O Dr. Joao da Silva Ramos, tendo de fazer urna
viagem Europa rom sua familia, levara a leilo
por intervencao do agente Pinto, os movis e mais
objectos cima mencionados, existentes em casa
de sua residencia, ra da Uniao n. 17.
O leilo principiar as 10 1|2 horas.
se (ara leitio, por intervencao do agente Martins,
de diversas jutas modernas, ditas. de brilhante, es-
meraldas e pendas, dadas em penhor travessa
da ra das Cruzes n. 2, por se haver vencido os
trazos das transarcftes sob n. das cautellas, 1828,
IHWi, 1852, 1893. 1894, 1897, 1918, 1932, (957,
1985, 20SI, 2027, 2032, 2036, 20ii, 2045, 208i.
2085, 2092, 2095, 2101. llt*. 2P9, 2)11, 2117,
1138, 2H, 21117, 215i, 2164, 2167, 2168, 2177,
2188, 2191, 2233, 2247, 2275, 2185, 2290, 409, a
420 a, 498 a, 438 a, 504 a, .'05 a, :i98 a, 262 b,
306 b, 33i b, 27.'i b, 390 b, 419 b, 4G5 b, 469 b.
474 b, 493 b, M)I b. 322 b, 523 h, IftS b, 540 b,
546 b, 350 b, 557 b. 560 b, 573 b, 58 b, 38 b,
605 b, 606 b, 607 b, 610 b, 629 b, 643 b.
Ot rasgales e reformas, pagando os respectivos
premios poderlo ser feitos ate o bater do martello.
Grande e variado
?
Na rna do Arago n. 18 precisa-se alugar
urna casa qne tenha de 2 a 3 quartos, com tanto
que seja na Boa-vista ou Santo Antonio, embora
seja um sob adinho pequeo : quom tiver an-
tiuncie.
Precua-se de urna ana para coxinbar para
casa de omita familia : na ra Duque de Caxias
n. 33, 1. andar, outr'ora Cruzes.___________
Xa ra da Alegra n 38, precisarse de urna
ama para lavar e engommar i ara duas p'ssoas.
Precisa-se de
pouca familia, nn
ra do Pilar n. 75.
urna ama livre para casa de
fazendu compra al gama : na
- Preci.a-so de urna ama livre ou cscrava,
que corte e eoza com perfeicao toda e qualquer
obra para senhora ': qnem pretender, dirija-se
ra do Bario do Triumpho n. 104, I.* andar.
LEILAO
conrvNiiA mnm
llacci, Penedo e Aracaj.
E' esperado at o dia 7 de abril prximo futu-
ro, o vapor GaslUo de Orleans, dcsta companhia.
Recebe carga e passageiros para os portos ci-
ma : a tratar com os seus c nsignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio,
ra do Bom Jess n. 57 (outr'ora ra da Cruz.)
rr<
.1:
TA
EMPREZ-VICENTE.
Grande iitvd.uie!
Prepara-se para subir scena no dia 12
Sabbao de alleluia
h DOagnifiea comedia-drama om 4 actos, toda or-
nada de msica (no genero da Cigana de Pariz):
as recorbvcaes
iHOCBADE
Pacific Steaiii Navigaon Company
Royal Mail Steamers.
At o da 13 do corrente mez, esper-se da Eu-
ropa o vapor desta companhia Illimani.
Recebe passageiros, dinheiro a frete etc, para
o sul.
O primeiro vapor para a Europa ser o C/i borazo, que devora chegar aqui at o dia 23 e dahi
em diante ter um vapor da companhia todas as
quinzenas.
14 RA 1)0 COMMERCIO 14.
Para o Aracaty em di re tura gane ne3tes
oito dias o hiate nacional (Minia i1e L* classe,
tem dous tercos de seu carregamento para o res-
to trata-se com Antonio Alberto de Souza Aguiar:
a ra do Amorim armazem n. tiO.
TERCA-FEIRA 8 DE ABRIL.
Do sitio da Cruz de Almas, estrada do Parname-
nm, entre o sitio do commendador Tasso, e o
do desembargador Doria, com 568 palmos de
frente e 900 de fundo, com muitos e diversos
arvoredos, grande baixa de capim, e urna limi-
to solfrivel casa de pedra e cal amiga, com
bastantes commodos, galinheiros murados, etc.,
muito perto da estarlo da Jaquelra, passando a
linha frrea pelo fundo do sitio.
O agente Pestaa
far leilo do sitio cima, porta d'associacSo
commercial, no dia 8 do corrente, as 11 horas da
manli ; para ver no mesmo sitio, e outras '
macoes ra do Amorim n. 37.
infor-
Leilao
DE
3 cofres de madeira com ferragens, 1 car-
teira, 3 mesas, 4 lavatorios, 12 eadeiras,
2 bancos, 3eadeiras, 9 mochos, 6 prat-
leiras. 2 estrados, 2 sanefas, 2 lampeoes,
22 trancas de ferro e outros objectos.
Quarta-feira 9 de abril.
As 10 1]2 da nianh
Na praca de Pedro II, em frente ao chafariz, casa
qu servio outr'ora de corpo da guarda.
O agente Pinto levar a leilo, por autorisacao
do Illm. Sr. inspector da thesouraria de fazenda>
os objectos cima mencionados, existentes na casa
que servio de corp da guarda do mesmo thesou-
ro, s 10 1|2 horas do dia cima dito.
LEILAO
DE
bons movis
Baha.
a nova representa cao da linda comedia em 1
acto, de eostumes ehinezes
0 OPIO E 0 CHAMPAGNE
dt-M-mpeiihando o papel de asg a actriz
Manuela Lucci
E le costume* brasileiros :
Para o referido porto segu com poucos dias de
demora o hiate Qlnda, por ter parte da carga, e
para a pouca que lhe falta, trata se cornos con-
signatarios Joaquim Jos Goncalves Beltro & Fi-
lhos : ra do Commercio n. ._____________
. COMPANHIA
DE
\AVE(.ACA0 BRAS1LEIRA.
Dos portos do sul
esperado at o dia
8 do corrente o va-
por Paran, com-
mandante Pamplona,
o qual depoisda de-
mora do c stume, seguir para os do norte.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia, ra
4o Commercio n. 8.
original do Dr. J. M. do Meedo, e msica com-
)K>sta expresamente polo maestro.
F. fel*.
Visos- m\
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
iave.a.oao cowtcira a vapor.
RIO VORMOSft E TAMAN0\R
O vapor Parahyba, com-
mandante Pedro Nolasco,
seguir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
frete : escriptorio no Forte do Mattos
JLI11
Para o referido porto segu com poucos dias
ie demora o brigue portuguez LigeiroIII,
capito a pratico Robre, por ter mais dedous
tercos de seu carregamento prompto, e para
o que lhe falta, que recebe a frete commo-
do: trata-se com os consignatarios Joaquim
Jos (loncalves Beltro & Filho, ra do
Commercio n. 5.
iiheiro
n. 11
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^iavegaeao coateira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACA-
TTT, CEAR, MANDAHU', ACARAC' E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Azevedo
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 3 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommendas, at
o dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
rae 4a tarde lo dia da sahida: escriptorio no For-
te de Mattos a. 12.
Para Lisboa.
Recebe carga a frete o bem conhecido brigue
portuguez Laia I. \ ai seguir com toda a brevi-
dade por ter a maior parte engajada, rpara pas-
sageiros trata-se com os consignatarios T. d'Aqui
o Fonceca C. Successores, ra do Vigario
o. 91
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
lavegacAo costeara a vapor.
ACE1, ESCA.LAS, PF.NEDO E ARACAJU'.
0 vapor Giqui, com-
mandante Martins, se-
guir para os portos
cima no dia 15 do
corrente as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 12, encommeadas At
o dia 14, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
rae da Urde do dia da sabida : escriptorio no
Forte o Mano n. 12.
MESSAGERIES MARITIMES.
At o dia 8 do corrente mez e^pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Mendoza, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicSes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra to Commercio n. 9.
No dia 9 do corrente mez espera-se dos portos
do sul o vapor francez Rio Grande, commandante
Giost, o qual depois da demora do costume, se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore) e
Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ma do Commercio n. 9.
4 mobili s de Jacaranda de
differentes feitios, todas com
lampos de pedra marmore, 4
guardas louqa de vnhatico,
tendo um pedra marmare, urna
mobilia de amareo a Luiz XV,
' aparadores de mogno. 2 di
tos de amarlio coco pedra e
outros muiostorneados, relo
gios de pared?, mesas para es-
criptorio, guarda roupa, guarda
vestidos, espeihos dourados, la-
vatori'S, mesas elsticas, copos,
ga rafas, clices e outros crys-
taes. 2 pianos de armario de 3
cordaa e 7|8, I pequea mobi-
lia' b anca propria para gabine-
te ou escriptorio, oabijes, car-
tearas para escriptorio, commo-
da?. objectos de ouro e prata,
e grande quantidade de trastes
avulsos e objectos do uso do-
mestico.
quarta-feira 9 de abril
NA
FEIRA SEMANAL
16=rua do imperador n.16.
Armazem.
DA
armagao, gneros, gaz e mais utensilios
existentes na taverna sita no pateo da ri-
beira, defronte da Penha.
QUARTA-FEIRA 9 DE ABRIL.
WQ agente Pestaa far leilo, a mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio. da
taverna cima mencionada, pertencente niassa
fallida de Joo Antonio Ferr ira, cujo bataneo se
acha em md do agente para ser examinado, e se-
r vendida em um ou mais lotes, no dia quarta-
feira 9 do corrate, -s 11 h^ras damanh, na
mesma taverna.
DE
bons movis, finos crystaes, objectos de
electro-plate, prata do Porto, carros e
cavallos.
Um piano forte do afamado fabricante Kertz, 1
mobilia de Jacaranda a Luiz XV, I cadeira para
Sianno, 1 jardineira, 2 devans, 4 grandes espeihos
ourados, 1 dito oval, finos jarros e vasos para flo-
res, 6 sanefas escultadas e cortinados, tapetes avel-
ludados, escarradeiras e 4 almofadas bordadas.
Urna mobilia estufada, 1 secretaria, muitos e
differentes quadros com finas gravuras, 1 lustre
de crystal com 4 bicos, outros de dous bicos e pe-
dentes para gaz.
Dous guardas roupa com espeihos, 1 guarda
vestido, 1 toilette, I lavatorio, 1 guarnico de por-
celana de svre, 2 espeihos dourados, 4 capiteis, 4
jarros, 8 ricos quadros a oleo, 6 porta-joias, mesas
de ferro com marmore, 1 jogo de xadrez, 1 relo-
gie de mesa, tapetes de pelle de carneiro.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 ag'uia, 1 ri-
co cortinado de fil bordado, 1 sof de Jacaranda,
1 mesa de cabeceira, 1 mesa de ferro imitacio
de charao, 3 lancas e cortinados, 1 reposteiro de
seda, 1 commoda, 1 sof, tapete oleado e esteiras
forro das salas e quartos.
Um lustre de crystal, 1 mesa elstica para 24
pessoas, 24 eadeiras de mogno, 2 guardas-louca
envidracados, 2 aparadores com tampos de pedra,
2 mesas cem pedra para trinchar, 2 aparadores
torneados, 2 quartinheiras, i relogios dourados, 7
quadros dourados com linas gravuras, 6 lancas e
cortinados, porcelana para cha e jantar, 5 duzias
de chicaras e pires.
Objectos de fino crystal.
Garrafas, fructeiras, porta-queijos, compoteiras,
copos, clices e saleiras.
Objectos de electro-plate.
Urna rica fructeira com 3 ordens. 4 ditas com
pratos de crystal, 2 resfriadeiras de champagne,
1 cesta para pao, escova e bandeja, salvas, des-
eancos para facas, letreiros para garrafas, colhe-
res, ganos e porta-licr.
Objectos de prata.
Um apparelho para cha, 1 guarnico para toilet
te, 4 casticaes e 1 palmatoria, 1 vaso para pwach
1 faqueiro dobrado, garios, facas, colheres; trin
chantes, salvas, copos, 1 cesta para pao e 1 pali
teiro.
Urna mobilia de ferro para jardim, 24 globos de
vidro cortado para illuminaco, 4 espeihos doura
dos, 1 lanterna mgica e 4 ettagers.
Carros e cavallos.
Um cop, 1 victoria franceza, 1 carro america-
no, (novo) 1 cavado preto para sella, 1 dito mella-
do para cabriolet, 1 parelha de cavallos rosilhos
pretos, 1 dita nidada e 1 dita russa.
QUARTA-FEIRA 16 UE ABRIL.
No primeiro andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. 63.
Joo Cavalcantc de Albuquerque, tendo de fazer
urna viagem Europa, levar a leilo por inter-
vencao do agente Pinto, os movis, crystaes, objec-
tos de electro-plate, obras de prata, e mais objec-
tos cima mencionados, existentes em casa de sua
residencia, montada apenas ba um anno, ra
da Aurora n. 63.
O leilo principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e differentes os lotes, constantes do
cathalogo em poder do mesmo agente, sendo que
os pretendentes poderao examinar o bom esta-
do e apurado gosto dos referidos objectos na ves
pera e dia do leilao.
tmf,n Precisa-so de duas amas, sendo urna
AIIIto para cozinna e outra para andar com
meninos : a tratar na Porta d'Agua, em casa de
Manoel Ferrara Diniz.
V \f A Precisa-se de
A-M-A prar e cozinhar
46, andar. ____
urna ama para com
na ra da Rodan.
Amas
Precisa-se alugar duas amas ; urc para
engommar e cuidar de outros servaos do-
msticos, outra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na ra do Capibaribe n. 40.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite sem filho; na
ra do Mrquez de Olinda n 39._____________
Salsa parrilha Ayer.
E' um AI.TI'.HANTE enrgico Hhcaz
para debellar a maior parte das MOLESTIAS
CHRONICAS.
Salsaparrilha Aye
.r
Precisa-se de urna ama para
padaria da ra da Praia n. 47.
cozinhar : na
Precisa-se de urna ama paraen-
A M A gommado e mais servico de casa de
t\ LTlii. pouca familia : a tratar na ra larga
do Rosario n. 32, ou na Passagem da Magdalena
n. 38.
Precisa-se de urna ama
ra da Penha n. 23.
para cozinhar, na
AMA
Precisa-se de urna ama escrava para cozinheira
e comprar: na ra da Gloria n. 107._________
Ama
.Na ra de Pedro Alfonso n. 4, precisa-
sa de urna ama para cozinhar. ______
u
rgencia.
Precisa-se de urna ama de
leite, que o tenha bom e
abundante e sem filho, |pa-
ga-se bem: a tratar no pri-
meiro andar desta typogra-
phia com o administrador.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Duque de raxias n. 3, Io andar,
precisa-se de urna ama livre ou escrava, para
cozinhar e outros servicos proprios de casa de
familia. Paga-se bem agradando.____________
Amo Precisa-se de urna ama de ba con-
-Allldi ducta, que compre e cozinhe : ra de S.
Francisco n. 54._____________________^__
a jj|- a Na ra do Hospicio n. 16
A wfl A precisa-se de urna ama que
iml"j.i. saiba engemmar e lavar, pa-
ga-se bem, agradando.______
As MOLESTIAS I>A PELLE: ERISI-
PELAS, ERUHES, DARTHRirS. HER-
PES, EMPIllENS, etc., podem ser facilment
curadas por meio della.
Salsaparrilha Ayer.
As SENHORAS encontram nella m
excellcnte remedio paraos seus ncomm-
dos. ?io contm nada que pus tum
mal.
Salsaparrilha Ayer.
Sua eflicacia torna-se especialmwle
nota vel nos casos de RUI.I M VTISMO, para
oque um remedio segurissimo.
Salsaparrilha Ayer.
ANDA QUE constantemente receiUd
pelos mdicos e usada nos hospitaes, qualquer
pode applica-lhe nttendendo bem as ios-
truc<;6es.
Salsaparrilha Ayer.
Todas as enfermidades derivadas de
VICIO ou IMPUREZA DO SAHG11 slo cu-
radas por ella.
Salsaparrilha Ayer.
As pessoas de una NVTIRKZV ESCRO-
FULOSA ou que henlnwmo u saiif;u o
VICIO SYPHILITICO devem tum-U con
tinuamente.
Salsaparrilha Ayer.
NAO HA NOTICIA de outr-s mmm
que tantos eto grandes hnMMI Ijm
feito aos doentcs as dilTerentes pjM I
mundo.
se
o segundo andar ra da Imperatrii n. S, rom
bons commodos para familia : a traur m calr
Imperatriz.__________________________ _
Servente.
Precisa-se de um ra larga do R< >ano u 34.
Para o Rio Grande do Sul
recebecarg:. a frete abarca braseira Mimosa, a
tratar a ra do Vigario n. 1, primeiro andar, es-
criptorio de Raltar, Oliveira & C.
LEILOES.
DE
250
lotes de plaas, fruclos e flores de
todas as qualidades.
HOJE
sll horas da manha.
0 agente Pestaa fart leilo, per mu e re*
de qnem pertencer, de f60 lotes de plastas, froc-
tos, flores, sebollas, dalia, seiaentes de flores e
ortalicas das planlas'nais frescas ejtM eoaservava
araaBahia, perseackar atale ''
AVISOS DVEBSOS
mk DA FORTUNA.
AOS 5:0001000.
B1LHETES GABANTDOS.
i' ra Primeiro de Marco outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, quatro quartos n. 917 com 5:000,
tres quartos u 192 com 80100, um quarto n.
980 com 300*000, dous quartos n. 2313 com
lOOOOO, e outras sortes de 40*000 e 20*000 da
lotera que se acabou de extrahir (l4-'), convida
aos possuidores a viram receber na conformidade
do costume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 4 parte das loteras a beneficio da igreja de
Nossa Senhora do Monte de Olinda (46"), que se
extrahir na segunda feira. 7 do mez vindouro.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM POR^AO DE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manor! Martins Fiuza
Atiendo.
Criado.
Precisa-se de um criado : no caf Imperatriz.
LEILO
DE
um sobrado na ra de Marcilio Das, ou-
t'ora ra Direita n. 94.
SEGUMDA-FEIRA I i DO CORRENTE
Ao meio dia em ponte.
Em seu escriptorio, ra do Bom Jesns n. 53.
O agente Pinao Borges competentemente auto-
risado pelo Sr. Antonio Maria da Silva, adminis-
trador dos bens de sua mulher, e de commura ae-
cordo com os mais herdeiros, vender e predio
cima mencionado, o qoal de um andar e sote,
o andar tem salas de visita e de jantar de bom ta-
maito, 2 quartos regulares, e o sotao eoiinha etc.
etc., o andar terreo proprio para moradia, eem
um bom quintal e eacimaa; o* pretendentes des-
de j sao eevridaos para eumina-l, e sobre os
mais esclancimentos com o mencionado ageate,
no seu eseriptorio roa do Bom Jews, outr'ora
Cruz, i. 53.
LEILAO
DE
No dia I6lt mole, e 11 aera* ia najii,
Atten^o
Manoel Ignacio de Oliveira Martins, estabelccido
com loja de pintor ra da Imperatriz n. 82, avi-
sa as pessoas que tm imagens mandadas encar-
nar em sua ofneina ha mais de 1, 2 e 3 annos,
que mandem buscar dentro do prazo de 30 dias,
para as pessoas residentes nesta cidade, e de 60
dias de fra da cidade, e que Ando o referido pra-
zo dispor deltas para o seu pagamento, sem que
possara depois do prazo fazerem reclamacao al-
guma. Recife, 2 de abril de 1873.
30*000
D-se pelo aluguel de urna escrava que saiba
engommar bem : no Collegio da Conceif*o, ra
de S. Francisco.
Tranca loura
Estevao R. das Mercez, com salo de cabellei-
reiro ra larga do Rosario n. 24, andar, nao
poupando saenficios e esforcos para bem servir
a todos os seus freguezes e bon* assignantes, tem
resolvido juntar pericia e asseio de seu trabalho
a maior modicidade po6sivel em precos : penta
cachepaines a 1*, eoques de tranca a 2* ; rece-
be encommendas e aprompta cora gosto e brevi-
dade qualquer obra de cabello ; barbeia, fria e
torta cabello todos os dias uteis, das 7 horas da
manha s 9 da nonte, e at as 4 horas da tarde
sos domingos e dias santificados : na ra larga
do Rosario n. 24, I* andar.__________________
~0~~
abaixo assignado previne a companhia
Recife Drainage, que nenhuma responsabilidade
assume quanto a maior deterioramento do ap-
rrelho do sobrado n. 2, sito ra do Porte em
los, porquanto em 25 e 29 do mez passado
ccmmunicou ao escriptorio da mesma companhia
o mo estado do citado apparelho e em 2 do cor-
rente ao Sr. Dr. engenkeiro das obras publicas, e
aenhuma providencia ate esta data. O abaixo
assignado sent muito fazer esta declaracao e d-
zer-Tbes que nao causador de suas ruiaas na
parte relativa ao dcsarranio de seu contrato.
Recife, 5 de abril de 1873
Aiferes Manoel Perreira Guimares.
Precisa-se de urna ama para cozinhar: na
na Imperial n. 102, passando o viveiro._______
Ama Precisa se de urna ama para casa de
VIlliL pequea familia : na ra do Coronel
Lamenha n. 17. __________
Francisco de Paula e Silva Lins.
Francisca de Paula e Sil-
va Lins Jnior, Joanna Ti-
burtina da Silva Lins, Eu-
genia Firmiliana da Silva
Lins. Clara Olympia da Sil-
va Lins. Joo Baptista da
Silva, Joo Baptista da Silva Filho e Francisco
Borges de Scuza, pungidos do mais doloroso seuti-
raento, igradeeem a todos que se dignaran acoui-
panhar ao cemilerio publico os restos mortacs de
seu presado pai, cunhado e tio Francisco de Paula
e Silva Lins, e de novo os convidara para assistir s
missas que, pelo seu eterno repouso, se ho de cc-
lebrar na igreja matriz de S. lote, no dia 9 lo cr-
rente, as 6 1/2 horas da manh, desde j se con-
fessando gratos por esse acto de caridade e
iigio.
O major Josa Francisco OelhoSilva
Vieira agradece cordealmente ao
seus amigos e parentes que acom
panharam os restos mona es de sua
muito prezada e sempre lembrada
mi D. Antonia Francisca Rosa Mi-
quilina da Silva Coelho ao ultimo
jazige, e de novo os convida para assistirem as
missas que pelo repouso eterno de sua alma liu-
da rezar no stimo dia de seu passamento, quar-
ta-feira 9 do corrente na matriz de S. Jos, s
7 horas da manh, como tambem aos seus pa-
rentes e amigos do matto, no mesmo dia e a mes-
ma hora, na matriz de S. Jos dos Bezerros, ma-
triz de Una e capella da Estacao de Agua-Preta.
pelo que muito grato Ihes ficar;____________
Espera-se por estes dias urna bonita porcio
de burros, com boas parelhas para carro, tendo
grande numero mansos e passados : quem preten-
der comprar, dirija-se aos escriptonos dos Srs.
Francisco Ribeiro Pinto Guimares, ra d>
Bruin, e Francisca de Assis Brito, a ra do Apol-
lo n. 8, podendo deixar seus nomes, atira de serem
procurados pelo proprietario dos referidos animacs.
GABINETE |
Medice-rirurgico ^
RA DO IMPERADOR BL 73, ANDAR "
0 DR. FUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e operares de olbos.
Cora radical e instantsaea dos
estreit?mentos da uretra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
da m.inh.
Cbamados : A qualquer hora.
MOFINA
Est enedurajado!!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta pro\incia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela tere eir chamada deste jornal, em
8ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereirp e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
8m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava nesta eidads.
Despesca-se o viveiro da travessa do
tocolomb no Afogado nos dias 7,8 e 9, ter-
rea, quarta e quinta feira da semana santa,
onde encontraro o bom peixe e barato.
Arrenda-se e engenho Peaedo de baixo, aa
freguezia do S. Louienco da MatU : a tratar *>
mesmo com a viuva de Francisco Joa mira da Ro-
cha Falco._____________________________
Na ra da Madre de Deus n. 3. preciza-se t
um criado para todo o servico interno.__________
Curso de tachigraphia.
Aeha-se aberta matricula para o cono gra-
aito par de tachigrapaia, ano pelo sen -
wm eeifa4o o ucbicra>bo Carlos Fakae,
rea Weal de Negreiros n. 139
llllMIllll.
Precisa-se de 500* a juros, dand>-s: por garan-
te urna casa de pedra e cal: quem qnizer dinja
se ao pateo do Carmo, casa n. 37.____________
Fugio do engenho Jiindi, da comarca de Naza
reth, no dia 4 de marco, o arelo crioulo de neme
Hemeterio, com os signaos segrate* : 24 aaaos
de idade, baixo, cheio do corjio, MB falta de um
dente do lado de cima, pouca barba, umb gudo <
levou calca de risrado azul e camisa de algodao
branco : quem o pegar leve-o aj -'-u enhor
tenente Antonio Ribeiro de Moura n dito rage-
nhe, ou a Joaquim Cavalenlte de Albuquerqur
Mello no sitio do Forte freguezia da Van-a, qu<-
ser generosamente recompensado. O dito weravr
foi encontrado em (^axaigae supoe-sc t--r rhegav
ao Recife.
CobeMcireiro
MMM
51. pn
Sitio para alugar.
Aiuga se o sitio des herdeiros do finado Santos:
Coelho, com casa bastante grande, tendo 3 salas,
dez quartos, todo murado, cora muitos arvoredos,
tanques para banho e gallinheiro : a tratar na ra
de Mrquez de Olinda n. 62.
Aluga-se o 1* andar da ra da Penha n. 2h,
a fallar na ra das Cinco Pontas n. 3t.
SITIO.
Para tratar de um pequeo sit em S. Jos do
MinpifiiT. precisa se de um trabalhador que
taabem eatoada ae ores Caes do Aootto ar-
Htiafl.
Precisa-se de offeiacs de barli
reiro : na ra da (.aJci.i t IV'cife r.
meiro andar.________________________
Urna mobilia de palha, mesas de j go. radcira
avnlsas, mesas de Ierro, pannos para mesas, ean
deciros a gaz, tapetes avulsos, i scri-efltinaa, ta
deiru de balanri c muitos oulros objectos._____
Corrcio de Pernambuco.
Pcde-se ao respeitavel administra lor qoe far~
cora que o earteiro da entrada d'1 :erro aao *
demore tanto entregando cartas, aM de as traxcr
para o correio, ende est scni|iv mr.ita gen*; a
espera delle._____________________________
Aviso
Fugio da cidade de Olinda a eslava Mana
c.'ir fhl.i, com i lohinhos nos bravos, < n estado o'
gravidez bastante adiantada, e que fra ha poo
dias comprada por intervencao do corrector Ja*
Frederico de Abreu llego : roca-se pohaa a
priso de dita escrava, ou a qualquer particular
a entender-se na ra da Impetalriz n. 10, aa-
dar, ou na de S Rento em Olinda n. 11, oaa>
sera recompensado.
(lliiii.i.
Precisa-se de um criado de l>oa conduela par
casa de moco* s dteiros : na ma da Cruz a. 4,
e.scrintorio.
Funilciro
Os Srs. Mearoa \ ., fabricantes do rap, aa
ra do Viscoule do Goyanna n. 117, precisam *
nm funileiro |iento e acvo.____________
Caixeiro.
Precisa-se de um menino para caix'iro
padaria da ra do Rangel n. 9.____________
[I
100#000 de gratificacao.
D-se a quantia aci ra a quem aporHieader
escravo Roaventura, que se acha fugi Eara seis annos, com os sigoaes seguint.-s : ca-
ra escuro e de cabellos carapinhos, cheio 4
corpo tendo o rosto descamado e o nariz carav
asmos eos ps sai regulares, teado um dedo ae
menos na mo csr|uerda, pisco e tem marcas a>
chicote as costas e as nadega. Foi visto r*>
lins doann passado nos engenlws Ja\unda eCa-
rauna da freguezia de Jaboao. onde trahalhava
alugado, dizendo ser forro : quem o apona*-
der pode leva-W a seu senhor Jo Barbosa a
Silva, no engenho Piedade da freguetia de Ipojem
Attenco.
O abaixo assignado pede ao Sr. Joio Hennaai
Pessoa o favor de vir enteader-se cora elle aaw
aquelle negocio que o mesmo nio ora, a
pena de ver por este jornal a rspene do i
Mam de A. Un.
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que
perfeitamente bem, e faca o mais servico
de urna casa de peaueoa familia, imposta aa
duas pessoas, e de urna outra que coziabe W
perfeicao : no largo do Paraso n. 28, l>a-
dares.
Precisa-se de um criado livre ou
para entrag r caixder de comedoria e
agua para urna casa de familia que
apeonas para lora : na roa
o. 3S, prefert-se escravo,
criada acollo.


"
-a,----i.-----------


Diario de Pernambuco Segunda toa 7 de Abril de 1873.
. i
AMVmV*. NOIIDADE
PIANOS E MSICAS
ANTONIO JOS DE JKEVEDO
Ra do Bario ds Victoria d. 11, armasem, e 12 1.* andar, antiga rna Nova
donde o publico em geral encontr, ]sempre o maior e mais esplendido sortimento depiauas de
Pianos, msicas instrumentos de msicas para banda militar
6 orchestra.
Acab da abrir no primero ster do sobrado n. II confronte i
Krtica Usurar, asa grande lo onde esto expoetos os magnficos
rM Ja NOS do 'armaro, do PloyoL
-------> do sela ciada, do moimo autor.
-------- di H. Htm.

do Anadee ThiboaL
L'nieo grate nesto cidade, dos eelebret afamados
PUOS DE ftUCHER FRRES
ramiados em diversas expsitos* om M medalhas de onro e prata.
Sao oe oafcos piraos qne aqni vem da Europa, porfeitamente afina-
dos, renos eom stogana e solides.
D"qui emQdiaate conunoari a annoneiar todas as publcacoes qne se forera friendo as soas offlcinss de mnsieas.
Tambera receben grande sortimento de mnsieas ptra piano, piano
eanto e entre ellas as lindas eomposicfes do mnito svmpathieo maestro
F. g 1 XT1MI
A SABER :
yoe me qaer Walsa.
I "Itimas publlea?5es
Feitas as offleinas de mnsieas
do snnonesnte.
Emilia, polka por L Smolti.
Circaciaoa, sehoteb, por Smolts.
Jardim do Campo das Prieesas,
qaadrilba, por J. Poppo.
Cbuva de Rosas, Walsa, por H. Al-
bertaszi.

Olga Maznrka.
La Separacin! Para canto.
A Luz elctrica, grande Walsa.
Franco Brasileiro Polka.
Tomada de Vallen Glope.
Joanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Walsa.
A Minha Lyra Wslsa.
A Natalicia Polka
Sindicte Polca.
CAUTELA!
MEURON &C.
a ^w m s a ha


aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do veradeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o noma de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft C.
Joaquim Jos GoncaJves
Beltrao.
Mu do Commereio n. 5, !" andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre os seguinles
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
leja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do|Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famacao
Villa Nova do Portimao.
VU Real.
Vizeu.
Vaienca.
Figueira.
LETTMS TRETftS
O agricultor e o negociante
O emprezario e o gerente
O engenheiro e o capitalista
O juiz e o advogado
O escrivo e o escrevente
O procurador e o empregado publico
O eorretor e o zangao
O despachante e o ajudant
O gnarda livros e o eaixeiro de eobraaeas.
O medico e o pharmaceutico
O mestree o contra mestre
O offlcial e o aprendiz
O professor e o discpulo
O actor e o jornalista
O acadmico e o nutico
O militar e o clrigo
e at inesmo
ar 0 MACN E O JEZUTA
Todos.....todos.... venham em fim
E qual ser destes que nao queira eomer ura
Jezuitapor doustostoes?!..
Jezuit.,meus senhores, a denominado dada,
pelos proprietarios da confeitara do Campos a
um pequeo, mas succulent e saboroso LUNCH
(eom vmho) que offereeem a todos, pela diminuta
quantia de
DDZEHTOS RES?'...
Olhem l !... e vejam bem I... que somente na
CONFEITARA DO CAMPOS
Ba do Imperador n. 24.
AVI20
Escravo fgido
150*000
No engenho Massuassti, freguezia da Eseada, se
dar de gratificacao a quantia cima a qnem ap-
rebender tres cavarlos que naquelle engenno
fcram furtodos na noate do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o tem 9 annos,
eartanho e castrado, tem a orema direrta bastante
aseada, una estrella na testa, e no quarto esquer-
4o tem una crn; o 1 i ruco, com pintas ver-'
Ibas nos quartos, grande, gordo, com o pes- (
ceta fino, castrado, tem os quadris feridos da(
raagalha, ferrado coma marea-I. R do lado
direno, e tem a idade de 9 annos; o 3.* rodado
anabaes* claro, enrto groase, um penco cambito,
i castrad.., pequeao, e esta ferrado com r\ marca
-O-no quarto diraato : gratifica-ge cem 50*008 |
Ver cada um ea preaenca da Besana, em eoiopo-:
4tt fci eBCoairado qaalqaar ditos caniles.
Contina a estar fgido do engenho California,
em Serinbaem, o escravo Gregorio, desde o dia 11
de setembro de 4872, tendo os signaes seguintes :
crioulo, de idade de 19 a 20 annos, mediana esta-
tura, cor preta, secco do cor po, testa saliente, olbos
vivos, com falta de dentes na frente, ps regulares
e os dedos ignaes, tem ama marca de qoeimadura
Ba barriga, e varios de castigos que soffreu, tanto
as costas como as nadegas, por ser multo fu-
jao e ladro, costnma a mudar o nome em suas
fgidas, e ineulea-se ferro, muito fallante, can-
tactor c cachimbeiro, e tem urna orelha funda;
julga-se ter subido para os artos sertfles em com-
panhia de algum senhor boiadeiro : roga-se as
autoridades e aos Srs. capitaes de campo que o
bajam de encontrar, ofacam capturar o traaer a
este engenho, on na praca do Recife, roa de Pedro
Alfonso n. 21, ao Sr. Jeao Florentino Cavalcante
Jnior, que alem de Ibes ser obrigadissimo, sero
bem recompensados de seus trabajaos.
AbMa-se orna boa cozmbeira : quem pre-
ctsar diriia-K a roa da Matriz da Boa-Vista a-
aro ti.
Vende se urna raobilia de Jacaranda macija, 1
cama franceza, tudo obra muito boa, um piano de
armario, e outros muitos trastes avulsos ; asim
como tambe n vende-se a offleina, e garante-se a
casa, tudo por preco commodo : a tratar na ra
estreia do Rosario n. 27.
flBSBeftaSSSS
PENHORES
Na travesea da ra
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
uhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife Caxang.
jjimqgB O trem que sahe do Caxan-
g s 8 horas e 10 minutos
if ,rl 1 1 da manh, e que vinha ex-
Asas^Bfc presso do Manguinho ao Re-
TJrq|BlBjPPJ^ cife, tocar na esuco das
^vflDSnjnuC ofBciBas, deamanha por dian-
1 .^3s5SS Se te; e por esta razao deve
chegar no Recife tres minutos mais tarde do que
est marcado na tabella.
; Escrptoro da companhia, i de abril
de 1873.
R.C. Batterbie,
Gerente.
Escravos a aluguel.
Na padaria da rea Drreita a. 84, predsa-se
alagar eeeravM tara o aervioo interno e ex-
terno.
O Sr. Caetano Quintiho Rodrigues
Luna trtha a hondade ffeappari'' ;r na ra
do finque do Casias rt. <* A. luja A* Bcnto
da Silva AC., suo-osstircsdv MjiikwI Hibui-
ro Bastus.
Tendo de retirar-se para, a Europa Jos op
.Uuieida RabeJIo, deis por seus procuradores
\ ictorino de Alm.ida RabeOo, Antonio da Costo
Alraeida e Manoal Arre ^alltialK______ '
Alaga-se ein Santo A"1""^! fO* de Lima
b. 4 e 6, dnas casas, urna para moradia, com
um grande sotao, asna e gaz encanados, e a ou-
tra muito propria para refinacao oo padaria, por
ter um grande fon e ter tmbern agua e gaz
encanado : a tratrar na roa da Guia n. 54.
* CONSULTORIO i
MEDIC0-CIRIRGIC0
DO
Dr. J. M. Cirb
OPERADOR E PARTEIRO
W. Rna do Mrquez de Olinda n. SS, pri-
16 meiro andar.
Consulto das 7 horas as 10 da manhi.
m Chamados a qualquer hora. W
* *-*****# mmmmm
l De 10 palmos.
Sapotiselros e sapoteiros, e dahi para baixo, pl-
aeiras, frncto-pao, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-eravo, flanboyaat ou brtbante, pal-
meira imperial, roseiras de qaalidade, alecnnss
KTeiras coracao da india, romeiras e outra,
tos : na Capunga, roa da Ventura numero 20.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Alaga-se um molerme on preta que sirva
para vender : a tratar ni rna da onceirAo n. Si.
Escravo kih
i o
Fugio ih) escravo Henriqi^1. r^Apnido em '.l iln RteKWtu o
tenenu!-nn.ii.l Cl.iiidino Oirreia do Mello. Lgeiiho Ah'kicKi um ( il'Albci. ende so presume
ilk Neja. Tem os signa segualas : *) anuos
de idade, pouco mais ou menos, bem prcto, olhos
grandes e espantados, rosto redondo, dentes al-
vos ; levou calcas e camisa Ao, nlgoilao da Ibhia
e chapeo prcto de manilha. Foi encontrado na
Estrada Nova, carainho de S. F-ourenco da Matu.
Pede-se s autoridades policiaes e capilaes de
campo, qne o npprehendam e o conduzam ra
do Bario do Tnumpho ns. 92 91, antiga do
Brum, que scrao generosamente gratificados.
Fugio
a JO de fevereiro o escravo de nome Joo, de 18
a 20 annos de idade, com os signaes segnintes :
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
dentes perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapinhos. ps chatos e cheios de era vos,
bem esperto e ladino, canhoto, co'inheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le-
vou urna bolea nova com duas camisas, sendo
urna bordada, 2 eeroolas, I camia de meia, 2 pa-
res de meias e um chapeo de pama de arroz : em
dinheiro levou 54f, e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades
e capitaes de campo que o apprebendam e levem-
no ao sea senhor, ra de Pedro Aflonso n. 7,
que seroo generosamente recompensados.
ATTENCAO
Contina-se a fornecer almoco e jantar para
fra por preco commodo e cem promptido : na
ra estrato do Rosario n. 35, !, andar, casa de
familia.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' de animaes e com propor-
coes para 1,500 pes : os pretendentes podem di-
rigir-se roa Duque de Caxias n. 58, 2o andar,
que all terao informacoes.___________________
Fora os callos.
O nico remedio contra os callo c o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Caxias n. 57.
PARA
A junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
predio da ra do Commercio
n. 17, sendo um andar e ar-
mazem com grandes com-
modos e com fundos e sahi-
da para o caes, proprio para
armazem de gneros de em-
barque : trata-se na ra 1.
de MarQo, outr'ora do Crespo
n. 13, com Antonio Correia
de Vasconcellos.
CASA.
Aluga-se, na Boa-vista, Caminho Novo, a rasa
nova n. 155, eom muitos commodos para grande
familia, com um quintal felxado e sitio.
serio!
D-se bom aluguel por um sitio, que embora
pequeo, tenha boa casa e agua polavel, sendo
as estradas dos Afflictos o. de Joo de Barros, ou
na circunferencia da Soled.ide : na|rua da Ponte
Velha n. 6 se dir quem precisa. W
Aviso
Os Srs. Meuron & C, fabricantes de rap,
na ra do Visconde deGoianna n. 157, preci-
sam de algumas mulheres para traba!bar na
sua fabrica : a quemeonvier, pode dirigr-se
a mesma fabrica para tratar.
| rJr;istcs. %
Cim.piM m >*Hfe>Mt' novo- ffQ
e iisailim : imi um ,.:, <, di roa !( In- Tr
/a i radar u. V8. aA
Compra se una nc;rinha d*i 10 a 12 as-
nos : na rna do Ttoiu Jess n 57, natrn roa
da Cruz, no escriuturw de Aut-mio Luis de H-
veira Azevedo 4 C
V^NOS.
Yndose
urna boa casa torrea em ehio proprio, tn4
Suintal murado, -ervindo pan fninilia, sil.i roa
as Crioulas (Capnaga). Vvnde-te tonbem parte
de urna outra casa leriva, ein chai proprio, fla
na da Ventu' a (Ca|iunga): a tratar na roa 1.'
de Marro n. 7 A. I." andar.
Vende-se uu terreno situalo na Ajrna-Fna
de baixo, na ra da Generario, om :n) palmo de
frente e 470 de fundo, a V ? o palmo : a tratar a
ra de llortas n. 'i-I cora ten proprietario \ngeto
Gomes dos Passn*.
AOS 5:000#000."
Esli vendaos (elizes biiheles d;. lotera da Bt-
hia, na casafeliz do arco da Gto^-eicao, l->ja >*
ourives, no Recife.
.Vende-se
L'm sitio na cidade de Oliixla, alcm d ter urna bol casa le vivenda para grande
familia, tem nuitos arvon; los de rurtos d'
todas as fDalidados, e uxccllcnt" ;.gu.. beber ; a tratar ncst.i lypographM.
Aos Srs. ('diiciiil'in s de pretliits.
Vende-se aMaBaa para anda-mes : na rna
do Visconde d* iwiyanna n. 5, para ver tratar-
das 6 s buraii da manh e das'. as 6 da tai
Casas para vender-sc
Vemle-se duas ca urna na ra do l'.ulre !'lor.ano n 75. rom
x.t.in e uiiiil is r. iiiwi.mIo- pa:a familia, e
urna dita no boceo da lama n. 18 : qu. m
qnizer. dirijaso a ra da Cadeia i i i:< .<-ife n. 6 ,
and.ir.
Via frrea de Olinda
Regula a partida dos trens na 5' e 6a feira san-
tas des te anno,
Quinta-feira santa de manha-s horas da. ta-
bella em \igor.
A tarde do Recife para Olinda al, 3. 5. 7 e 9
horas.
De Olinda para o Recife s 5, 4,6 e 8 horas.
"Da Eucruzilhada para Beberibe a 1, 15; 3, 15;
5, 15 ; 7, lo e 9 15 horas
De Beberibe Eucruzilhada s 2, 6 e 8 ho-
ras.
Sexta-feira santa.
Manhi:
Do Recife para Olinda s 7 e 9 horas.
De Olinda para o Recife s 8 e 10 horas.
Da Encruzilbada para Beberibe s 7. lo ; 9, li
horas.
De Beberibe para a Eucruzilhada as 8 e 10 ho-
Tas.
Tarde:
Do Recifo para Olinda as 4, 6 e 8 horas.
De Olinda para o Recife s 5, 7 e 9 horas..
Da Encruzilhada para Beberibe s 4, 15 ; 6> J*
e 8 15 horas. "
De Bebente para a Enaruzilhada as o, 7 e 9 he-
ras.
O trem de carga nao ser expedido nesses dois
das.
Escriptorio da companhia, Io de abril de 1873.
O gerente interino,
L. J. de Miranda.


Jos Cardoso da Silva, subdito portuguez,
retira-se para Europa : a tratar de sua saude.
Novo estabelecimento
de joias.
Rna do Cabajrdi 12.
O proprietario deste estabelecimente
^ receben entre muitos objectos de pecpie-
*> nos valores, os seguintes: rozetas e anueis >?*
^* de brilhantes, brincos e cazoletas, ade- 9t
.'.',.1, recos e meios aderemos de rubins, esme 'JL
b radas, perolas, alnetes para retra- s-
g tos, com brilhantes, rubins e perolas, J
-^ porta-charutos muito proprio para me ^
B sa, de delicados gostos e perfito mao <^-
JB de obra, apparelhos proprios para almo-
S eo e jantar, para meninos levar para o
- collegio, tudo se vender por procos ra-
** zoaveis, garantindo-se todas as joias que
-x:>
deste estabelecimento saia. Tambem se

ify fabrica e concerta qualquer objecto ten- ***
*** dente a mesma arte.
*
w

AHEMCAO
.N Capunga, roa da Ventura n. 33. aluga-se
urna eserava que eozinha, engomma e faz todo o
servioo de urna casa de familia.
Cuidado.
Pede-se ao Sr. Francisco de Pau'a Rosa, que
venha rea de S. Jos de Riba-mar n. 37, con-
cluir o aegocio que V. 8. nao ignora.
Na roa do Crespo n. 7, loja do Gallo vigi-
lante, preeiea-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se eserava.
Ne ha mais cabellos
Os
IMRIA JtPONEZA.
So e nica approvada pelas academias do
sciencias, reconbeckla superior a toda que
tem apparectdo at boje. Deposito princi-
pal ra i Cadeia do Recife, boje Mr-
quez de Olinda, n. 61, i. andar, e em
todas as boticas e casa de cabellei-
rairo.
A\isa-se
a quem der noticia da eserava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joa<|uim dos San-
tos, e depois comprada ao Barao de Nazareth,
represento lar 25 annos, tem falta de denles na
frente e as maos com cicatrizes de queimadura
de gaz, secca do corno e muito regrista, que dos-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
Consultorio meiUco-cirurgico I
DO B
Dr. Ferreira. i
Ra larga do Rosario n. 20, (amigo tjf gabinete de-seu pai) ji
(J Gratis ao pobre?. (J
CAZA DA FORTUNA
RA 1. DE MARgO OUTR'ORA UO CRESPO N. 23
Aos 20:0(K?$000.
O abaixo assipnado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, at o premia de
4:000.
Precos.
Inteiro ....*... JifOO",!
Meio........l0;
Quarto....... 6000
^_______Manoel Martins Fiuza.
Tinta Amazona
Para tingir instantneamen-
te a barba e o cabello
A I 000 o frasco, em por?ao, 3 frascos iOO.
Odiloc, Duarte & Irnio
Cabell reros, na roa da Imperatrii n. 82. pri-
meiro andar.
Terceiro andar.
Aluga-se o > andar ra do Padre f'!:, iaao :
a tratar na ra larga do Rosario n. 22______
O Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de
Drummond, achando-se em extremo penhorado
para com todos os seus estimaveis prente, col-
legas, discpulos, amigos e mais pessoa*, qu; n~
s o visitaram, seno tambem concorreram c a<-
sistiram (alguns espontneamente, em ra ao de
haverem-se extrav ados os respectivos convites)
aos sufragios prestados nos dias 24 e 29 do mez
pretrito, por alma de seu presadissimo lilho, o
Dr. Antonio Luiz Ferreira de MenezfS Vasconcel-
los de Drummond; e nao podendo por seu actual
estado alllictivo, ir pessoalmente agradecer-Ibes
tao subidas finezas, desde j prevaiece-se deste
meio para significar-lhes o profundo reconheci-
mento, e a mais viva gratido, que per isso con-
fessa dever-lhes, e de que nunca deixar de pres-
tar-lhes solemne testemunho, bem como para
offe ecer-lhes todo o seu diminuto prestimo. Por
igual, agradece sunmamente s Ilustradas re-
daceoes dos jornaes e peridicos desta cidade o
propicio juizo (reconhecidamente merecido), que
benvolamente manifestoram a respeito do dito
seu fllho, por occasio de noticiarem o fallecimen-
to delle.
Ao coinmereio
Os abaixo assignados declaram com especiali-
dade ao corpo do commercio que tem justo e con-
tratado a taverna sita na roa de Marcilio Dias n.
74, pertencente ao Sr. Francisco de Araujo Ce-
zar livre e desembaracada de qualquer onus .
quem se julgar com algum direito, aprsente suas
contas no prazo de tres dias a contar de hoje.
Recife o de abril de 1873.
Francisco de Paula de Almeida Cruz.
Jos da Silva Pereira.
Aluga-se por preco rasoavel urna casa sita
povoacao do Monteiro, com bons commodos e
limpeza : tratar no pateo de S. Pedro n. 1.
Os Srs. Dr. Fe ix Moreno Brando e Arndo
Francisco Nogueira teem cartas na roa do Apollo
n. 20, escriptorio de arvalho Kogueira______
COMPRAS
Compra-se urna carroca com arreios para ca-
vallo, que seja em perfito estado: na roa larga
do Rosario n. it.______________
Compra se armar.'ies usadas de chapeos de
sol: na ra larga do Rosario n. 22.
Chumbo
Compra-se chumbo velbo c estanho, em peque-
as e grandes porcoes : a roa Nova loja a M, do
Azevedo.
Na fabrica de cerveja a roa do Rosario n.
G, compra-se laranjas da trra a ato re o oeoto
Compra-se um realejo que ae aossa eondu
7!r as cestos e que sirra para osaaorama: aa
jroa Duque de Caxias i. 71, dir ouem com-
\OU 1(T
Exposiao quarcsmal
E faz muito bem, deve me lr,
rotor c decorar, HffM so assim c
que Bcar sabedor, sabcndi a"nde
qne se pode com sua^d.!'!1 c
prazer lini|iar I (Mella, (ja se ukt
com alguma pafi di Ni la, tor-
ry, maileir-i, oajnor, dwtt^iwmtf,
kespnidina t... tout le wumil he:
adiar vista ; (entende-se com >
suave cildio dos suppraii jorwna-
dos ) apurar o olfact, (ai ida cura
o dito das ditos ditas i e finalioemc
adriiriro jialadar Mnpa, i-a-
horcando raras e esdlaiile viclua-
lhas ) e ilute bem com pon<*o di-
nheiro (os procos sao os mais res imidos que e
pode desejar) "liado nao, porque o fiado fax a
Mto fiear eiGBMtoMMM (tanto o ven-
dedor como o ciiinprador) Mi mciiis de qua'ro
semanas e meia, acabando qua- tint
das cinco ior fiear o primeiro descuidado e
pliti/sico e o segundo confiado e hyt!iop>e<> V :
tonto, j que se dignoo Linear n- ans "lh-v luctores sobre mim resmali .
t> consentaneo <|iie cu iniiiem os aira i
aaafo de neu corsea >. i1. ', vo* indique
inmo mbrmttf Inteato, <*<-
orkmte, refrijenuttt t t
tr, Boaie V. s. e Bxr. fdk
Icitor on leitors. que l''de rom
tanta avi^lez) pode ir com cr
teza, rertus de seren bom serv
i i raeMar i mi ianicn^a *
ludo o que ha de inelnofe mais
sabaraa para paaaw i (|iian*s-
iii!. (temKi'!: ab-nencia^i dan-
>lo assim caiial il-"sinen*.' aos.
bereges de i. sabe guardar
eoavenieniemi.iita Mgradiw
preceitos da Saata Madre ifnto.
Viudo ao armazem do
Campos
V 'Z% d ItMj.crn.Ur U, 99
E' neste oceauo la pflMf ondo se p-*de eaota-
trar, alm do mais o seguiato : aval de diverv-s
pelxes ^ de bacalBo, bacalho (trkiide a pequeo,
-arinhas francvzas c p>utuj i -
tas de todas as quaii..,!'.-. (nove mi lataj,
aarta seceos e todo mais ne ario para r
var estas e outras guaras a po.ito de
o mais rara e apurad i paladar.
La va i i)ro va.
i
BaraHaiVi a pain m l dan
Para boa dige-
Faz bim : jii!i. r.
Oras fritas e bom petiico
Cosa arroz de eaassfie ?
E' sim senhor.
i -,-!.ij.in .. jilinh-H
N'o boa petisqueira f
E' SBB -' I
Livrari de excasaaatseea
Viuho do Parla e da Fiemira
Li\Ta sim seiitnr.
E tudo reunido banquete quaresma' '
Que poner ser comido sera a ninzu-tn faier aw
_________________E' sim nhor.
Canoa
Vende-se urna canoa que p^za 1000 sjaj
fa?-se todo negocio : na ra aJMnha n. 83. pri-
meiro andar. ^
Ao comiie, co
Vende-se urna taverna em un.?, das sassatm
localidades da freguezia de s tos : a tratar na
rna dos Pescadores n. 1, padaria.
VeaiS as tres casas pequjoas, na Torrr,
cada urna eom>! sala na frente e outra para i. -
tar, I quarto bom, eozinha fra, rwn copiar, U*u
quintal om alguns arvoredos, por preco cnesaw-
do, que rende e pode render um pncretoca
mais : a tratar naCaponga, rna da Ventura, a*-
tigo porto do Lacerre a 31
ROUPA PRETA,
Cairas dejeasemira preti', a NO0. 6i0.i
e8>000.
Palitts de panno p:eto a H000, 7300 J
e109000.
Colotes pretos de caseinira a 3^000 e
49000. >E outras fazendas baratas no toza:
NacioBal ra da Iniperatriz a. 72._________
OLINDA
0 BAZAR MCiOML
Ra dalmperatriz n. 72.
Vende para a semana santa eos Otaacto as
seguintes fazaudas, muito barato, a saber :
Vende se chales de renda p^os, a 1?.
Guipo pretn rom 6 palmos d largura pro-
prio para mantas e casaca; para seobora, a
500 rs. o covado. Grvate preUs para
nemem,| 400 tMtft.
I



Diario QePernambiico* Segunda foira 7 de Abril de 1873.
DO BOWMAN
RA DO BRtl I. 52
(Passando o chafariz)
<.*
-n,,l- 4
tmlnanM iIm,
'tjtt.1 I!'i ti .
PEDEM AOS senbores de engenho atroa agricultores, e empresa dores den*
cartiismo o favor de orna visKa a sea estaJjeiecimentu, para vereca o novo sormeol
compieti q-ie hi ten; se do tudo superior em qoalidade.$ ortidao; o qaa-cooh* i
pacco pesK >al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENQ.lOfO NUMERO E WGAR M SA. FNMCAO,
Vapor? a rodas d'agaa t^SSfc*"
cxamstanc:as dos senhoras pnprietarios e pira desoaroc, ir algod3).
os tamanhos, as nHnora qW ;eqoi
. IIJI /
todos
bernias da caima islein.
Taixas *e ferro fandido, batido e ije*
Alambique e fundos da alambiques.
Hachiismos
"Bomba:
Obras de phantasia.
A toja d.i Aguia Branca, i ra do Duque de
6ax s n. >0, receben mu bollo sortimento de bo-
nitas e modernas obras >- pluntasia, sendo :
Brino s e erares untas, con doBrado e pedras.
Oulros de adrep tola queimada coni boniies
aofeite&u delicadas fibras.
Oulros de fin dourado cm p nge les de cares.
encarnados e de bonit s moldes,
^ lino dourado eum peraa borneas,
riscos i madtajjterola.
iios 4wtr KSffia^
as ae dito* rtO f *iDH|r>dos. a*
1 *& n Iwfado.
Jfeert^Mit"1
nitas abotoaduras q Jino dourado,
coral etaJW*ka(jfpura^e cansas.
^aseJSr^^^'^*8^'
Botte legues.
laja #1 Agoa Branca
as n, 50,
c m

; aSsim con
1 le estes pelo larato preco de 440fl*cada un"
,3
Faz qualqu*r concert
Formas de ferro
Snc ominen**

para mandioca e algodao,] PodendVtodos 1
a par serrar niideira. f aer movidos a I mSo > #< >I K
de patente, garantidas........ |on animaes. rOfi fi""- *>"' tkoimtmaiiiS~^
Ton as machias e pe*asde qne 8aw*-* i STp^aX^i*^e"*^
de macbiufcmo, a prego-nar ttltfMK -AaeaolareS.leCtrCOS
ai, baratas exi^e, no J l^S^SS^^T^^S
mcilnUa>Q a>VQDk taes pbjectos.
)iaa^TOs dotfratfos
Afloja tfaaii brahi Arta Daane:(fot>xia'B.'
50, receben novamente bonitos diademas dourados
e eaeitades conipedras ivijntans, ollnas de gos.
te e j*aau.MA. TmJ)erecebeu.,, boy granaos
pretos ou alllnetes odm Aeres pa/f a cabeca.
Leques ct.fi Jidtfqi^ts e ou-
tfids cJkinezes.
A; teja- (fasmisbranca i' rna Pnque de Carias
'WJeeiW'U urna pequea'qnantidade daquelles
itbshues cximbotuiets e outros ehinezes.
tem as melhores e mais
cado.
Inciicobe-se de mandar vir qaalquer
'US tade dos clientes, lembrando-lbes a vaatagem de fazeretn'
idm compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qual^uer ua^essidade p59e
Bm prestar auxilio.
Arados americancs e inslron)entos ****
RA DO BRUM 1 52
PASSANDO O


56 aRa do Mrquez de Oliuda 56 a
(aulr'ora ra da Cadeia)
P.OJFA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
a -i. pelos grandes depsitos e bons sortimuntos com que sempre prima em ter das
n',;!i..ii(s. mais acreditadas e verdadeiras ninriiinas americanas para ul^o-
So. desde 10 (io erras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de sjste-
d e meJhoramentos para perfeito c rpido dcscarocamotito ; tornam-se dignas de
seren vistas e apreciadas polos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontraro
l:;ib(;ii maja :
Turnos de bandeijas finas.
Correntos para arrastar madeira.
(iylindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Brea superior.
Mohnos de diversos fabricantes para mi-
| Iho e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite do spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Camos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Apura los vapores locovoveis, de forca
de Vi e 3f/i cavallos com todos pertencas
pre lisos para trabalharem machinas para
algodao, mi para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para vanes o ladoi-
ra.
Corros demo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditas de ferro estanhado.
Hilos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelos para jardins.
t.uarls-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Treiis para cozinha.
Cmiim inuilos outros artigos, que s avista e ueste estabelecimento poderao
examinados.
Sitio
Vtnle-se um exeellmite sitio c:>m bonita casa,
p.rtodis urna das psta?Ss do ramal dea AQictos:
a roa da Concordia n 28.
Vende-so o sitio existente na travessa
dos Remedios, freguezta dos Afogados, n. I
2!, hoje beeco da travesssa dos Remedios n.
18 (em chao proprio]: qnem o pretenderen-?'
tfoda-se com o sju proprietario na ra de;'
S. Francisco desta cilide n. 10, como quem '
Tai para a rua Belia.
Islo que vender
alo.
bMite1
creme para refrescar e
amaciar a pelle
' A-4oJadlfcgn*lr*nca arma Duque de Caxias
bi 50, roebet e'ol'creme dos afamados falirican
tHu%in Lgrame Condray.
Diademas e grampos de
aeo.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 6B, reoefcH ow-ameate boafeos diade-4:
mas e grajcpoue ato.
Bico e seda pretos com
flores de cores.
Af toja-da aguia branca, rua do Duque de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de cores, sobresahirido nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
va.barras e oulros enfeites de vestidos dfegra-
aadim; medina, e ontra fazendas transparen-
tes. Ka comraodidade dos procos esses breos tor-
nam-se mai cnsomodo,s e pela novidade de gosto,
preferiveis a quaesqueroutros enfeites.
Tos ou mantinhas pretas-.
, .Aloja da aguia branea, na do-Duque de Ga-
vias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e entras a raitario de
croch, e vendo as pelos baratos presos de 3,
4# e e5000. A fazenda boa e est em perfeito
estao, pelo que oootlna a ter prempta exlrac-
Diademas e aderemos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca rua do Duque de
Laxias n. 50, recebeu urna pequona porcao de
diademas e aderemos de madreperola, obras de
apurado gosto.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bexMU&s e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantjdade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinlias ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia bra>:ca rua Duque de Caxias
- 50 recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
neitadas co:n armiuho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da aguia branca, ruado Duque de
Caxias b. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aeo, e como sempre conti-
na a venJe-los por precos razoaveis.
DE
BARTHOLOME & C.
34RUA LARGA 1)0 ROSARIO34
Catalogo de novos medicamentos, t-
nicos, estimulantes e estomacales,
recentemeute descobertos pelos
melhores pharmaocuticos e
chimicos da Europa
A SABER:
R*W)S Wv ^JtiUlI).Vihoforrugi-
"doquma tpjako aaloniacil, repa-
rnm mr?>>4oi onvalcscentcs, as
febres typhoidus, as perdas de sangue,
etc., etc.
Xarope concentrado, cero bal-
samo de tol e todos principios nutriti-
vos soluveisdo extracto dt earni> de Lic-
big, medicamento mais poderoso para
os phtyatcfA, ikis allecrOes catarrhaes,
etc., etc.
Xarope de casca de laranjas
amargas, eoMhMes os prinuipios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
cfejg, q Biais^podoreso dos analpticos,
para os temperamentos delicados e ner-
vosos, estoma! por excellencia, etc., etc.
ANDls'RAK.Yinlw ante-gotoso ante-rheu-
matico, eomo grande especifico.
FALIERES.Xarope aatenervoso e inolte-
ravel de bromureto de potassio, medica-
mento especial contra as affecQes nervo-
sas e conw bitas.
SHERRi-KINA.Yinho de quina, tnico
ante-febfil de um gosto agradavel, supe-
rior ao Madeira, e Yermui.
THOMMERET GELIZ.Granulos xaropes,
banhoa sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta e de
pelle, de um grande proveito para os or-
gios respiratorios.
CHEVRIER.Yinho e elexir de Cocado, P-
rou, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo e estcinacal; empre-
gado com grande vantngem as criancas
debis, as mulheres chloroticas, ataca-
das de flores brancas, nos vel',os fracos
pola idade epelaav molestias, na. .iton iados
ei^aos digestivos, as gastrites, gastral-
gias, etc., etc.
GA1UXTIER. Yinho ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipa^es nem alteracoes no
i
Chei
;;.*:!i u gr.ui I techincha
a3-S
pan-cu co.n dez cuias d okilbo : a tratar no tra-
late Aagelo, narua di Caloia n. 1. airiuiiro
car.
Formas de ferro.
Folhas de Flandres.
Yidros para vidraga.
Estanto em verguinha.
Chumbo em lencol.
Na rua do Mrquez de
Olinda n. 4, armazem de Sil-
va Barroca & Filaos.
Vende-se uraa casa terrea sita ra do
Vis-onde da Boa-Vista n. 121, tenflo duas salas,
Oous juartos, cozinaa fora. quibtal e cacimba
neteira: a tratar rua da Ponte Velha n. 118".
Farinha de mandioca a 3$ o
1 SO- O VIANNA A' RUA LARGA DO ROSARIO
i NUMERO 2i.
19 Barrilete de lmha por 400 rs.
3 gravatas pretas e de cores por 15.
1 bonito oafeite para senhora por i i
1 masso de pente? por ||.
1 peca de bico por 50.) rs.
1 par de focos para senhora por 2|.
i dito de dito de duraque para holnem por 2#.
1 par do borzeguira francez para dito por 8y.
1 peca de medapoISo muito fino por-VJ.
i corte de casemira por 3i.
t cobert.ir por I 200.
I par de borzeguins para sea hora por 4J.
I balo para senhora por lf.
Chitas a 2H) e 240 rs., madapolo a 200 e
2i i rs., algodao a 2W rs., cambraias a 280 rs., e
muitas outras cousas, que tudo se vende por ma-
tada do preco.
Bordadas a se.da
Amaral, Nabuco & C. receberam d Europa
pelo ult-mo vapor meias para senhora, de fio de
Escocia, brancas, abertas no peito do p, e barda-
das a seda, 6 o que se pode chamar novidade, e
sao da ultima nuda em Pars : venden' no bazar
victoria, rua do Baro da Victoria n t.
Caixinkas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que il" Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ma Duque de Ca-
xias n. 50, reoebeu novo sorlimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Vente-se cal nova de Lisboa pelo meno?
preco do que em oatra parte : na rua de Pedro
Alfonso n. 5
Xarope d'agrio do PaT
Antigo e concekuado medicamento para
:cura das molestias dos orgos respiratorios,
;como a phtysica, bronchites, astbma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
[escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
itholomeu&C., rua Larga do Rosario n. 34.
Chegou roais madapolo ba-
rato para a Rosa Brancas;
E' madapolo francez muito fino, pe^as de 20
varas, que valem 10*, a Rosa-.Branca queima a
74 ; tem 5 palmos de largura I Temos taajbwa
uiua pequea por-.-io de pecas para 4 e 5*: tam-
bem ti.boafazeiida.
Corles de casemira a 5000
Vestido e chapo para baptisado4r-llJ -
Isto s na Rosa B&auca, rua da iinoeratria
Isto sii.
Grosdenaples preto com #
rtos, cozSS1 K* taJiJ1; I palmos de larguras '9f1
BeHan'.r^^,^S,r-.a-,ad''5,rtaal- ^ na Rosa BrA*a que s? vende esta SaihiB-'
ridad mi &,8'ta a,rua Q^abral .roadaimpeottiz o.A
aefrs.'alibr. ^f_1
fiival sem segundo.
Chegiram agulhas para machinas, do fobrica
:o*er &. Baker. Pazia por 2OO0
14lll\li\ .nt WIOCA.
Vendem Cunha Irmos 4 C., preco commodo
rua da Madre de Deus n. 34*
C:
estomaga.
U.VORY E MOORS.Emulso pancreti-
ca, muito estomacal, com grande pro-
veito no tratamento da phtysica.podendo
ser cm pregado com grande vantagem,
quando o oleo de ligado de bacalho nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tec; sendo o nico remedio que com
efficacia%cilita a digestao do oleo, fa-
zendo apparecer o appetite e o augmen-
to da nutrigo, etc., etc.
CHAfl'REL.Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra as af-
fec<;oes nervosas, ataques hystericos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, m-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o erethis-
mo nervoso.
MEiNTKI..Granulos de sub-nitrato de Bis-
muth. Este medicamento d'uma gran-
de eflicacia contra as diarrhas, choleri-
na, disenteria gastralgia e nos casos de
digestes dillicieis e dolorosas.
L. BEUF.Emulso vegetal de alcatro.
Este medicamento administra-se de urna
maneira commoda e precisa. O alcatro
I em seu mais perfeito estado de pureza,
vantagem que nenhuma outra prepara-
co de alcatro possue.
DR. CROLA.Soluco de pyrophosphato
de ferro e soda. Esta souco consti-
tue um excallente reparador das forras,
obra sempre as pessoas que tendem
para chloiose (corespaludas) anemia fla-
queza geral. Este preparado tem a van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
GRIMAllt.Confeitos especficos, para cura
da incontinencia da urina, e os incommo-
dos das senhoras chloroticas, etc., etc.
CHAMBARI)Cha tnico purgativo e depu-
rativo, possue um gosto saboroso e um
aroma suavissimo, e as propriedades as
mais notaveis sobre os embarazos do es-
tomago, dos intestinos e do figado, o
desobstruente por excellencia na cons-
tipado do venta e nao tem resguardo
nenhum
LBEL'FCoaltar Saponine, emulso des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
H FI.OXXarope unitivo e peitoral empre-
gado com vantagem na tosse frequente,
catarrho chronico, coqueluche, e etc.
ote.
MENTELGranulos de phosphato de cal,
medicamento util as molestias dos os-
sos, fracturas, diarrhas chronicas, dia-
betes rachitismo, etc.
HOGGPululas ile peprina aciduladas, em-
pr.'ga-se as aireccoes gastralgicas, e em
t'.-dos os casos om que a dige.st.1o diffi-
cil ou impossivel. Com 4rande v gem.
BLISS KEEN fc CExtracto hydroalcooli
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra aayphilis, scrofulas, rheumatis-
mo, ulceras,, etc. etc.
YAUQUEL1.N DESLALRIERSElixir de qui-
na e caf-tonino especial contra as fe-
bres nevralgioas, enxaqueea, ompobreci-
mento de sangue, fraquesa geral, cores
palIIidas ote etc.
DR. CROM1ERl'illulas- anti-ncvralgica,
. omprega-se cem a maior efcasia em to-
das as affeccoos nevralgicas, nos incom-
Pde obter em pooeo lempo cem o oso do melbor dos lieoreaa arranada
HESPERIDINA
Faz^oito annos que conbecido elle precioso tnico, e difficil acnar nma peaec*
qoe, tendo experiMeoiai* peaeoaJmente, oio falle em seo favor, ja cobo boa eatoaaca
e apetiaador, tomando om calix della antea de jaotar, oo como facilitador da d
""** A B*
da BEP^RIP^ a I^RAlpJA^AftGA, nk> bmm s habitante do BRASn, (a
"spocial das laraajas) qoe ou acbfga aa
ora Um, a

edades mediunaea da doorada frocta.


ttilUU
i
em tea eetado nateral tem nm foste penco agradavel, e o mrito da Hetperidioa
sisio em iattr snea bou propriedades, e aa matao Ump ayaniaBl li coma
EXtMIKIIO IlfiOA
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nSo tem nada qw invafar i
melhores tuportacoei europeas di cahegoria semelhante. Estas, qnando muito, pode
ser gostosas, porm a Hesperidinti a eubDaae per feria de
I6RADATEL E SADim ?
Para prova de qoe om artigo no qnal pde-se ter inteira cooflanca. por ser pon
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente ipprovada e aotorisadi pela
JUNTA OE HYGIEKE
do Rio de Janeiro,.permittindo soa livre elaboracSo no imperio; ootra
BO % l'lltll A
e a acceitaco geral qjne tem em indas as partea onde apieaenUda. Eaa 1864 aaUi*-
leceose a primeira fbrica em Buenos-Arres; em 1869 a ief nada em Ifuiurvido; a
oo da da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaugurou-se a fabrica qea actateeaae
trabalba na corte. Em Valparaizo e em teda a coeta do Pacifico tea boa aewtaceo.
Unto qoe rara a casa qoe considera completo seo aparador sea aaa gaaait da
O hornero vtlho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O Domem doente lana Hesperidina para oMar
SAUDE
0 bomem dbil toma Hesperidina para oblar
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam a Hesperidina para obter boa M
?nimacao dorante os loncos gyroa da
BARROS JCNIOR 4 C, ra do Vigario Tenorio n. 7, V andar, recebaran m
grande especifico, e venom-oo noa depsitos aeguintes :
Joaquirn Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zefanno Caroero, rua do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonie, roa da Cadeu a. i.
Autonio Gomes Pires & C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d- C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmao hotel da Passagem.

mx>
Samuel Power Jonns-
W'
^Ru;
j
ton & C.
i do Apolla n. 38
FaiHm sciente aos seus freguews que teem
mudado o san deposito de mactimiis a va-
. por, motadas e taxas da muito acreditada
^ffil fabrica de LowMoor para rna do Apollo n.
(Kg 38 e 40. ood continuara a ter o mesmo sor-

'^;. tmenlo do cosiumo.
Par.*.m sci:'-.ir lautlma que leem (eito om
amnjocom n rondicio gral, polo qu aa-
doj oflereeer w yara assentar quaiuuer
roachini-aio e ui-!no cirsnti lo.
e 40 proprutar; da Ion Je;, i fml farem
sc.enles aus aMhOTM &k rag r i oais _
pessoas que teem estabelec'i'.' um laa<1> *'
cao de frrro a brouze a rua do Bron, ;cn- Q-
lo a e?iai;o dos binas, en* aprinuri.j (j/
qnalqoer obra Ao i>DCommesda com perfei- "
cao e pron o'i'i.
Os Die-inoj rcaB pe*sc!> qui' aBM*
Tia n'-isar sh de seas >er^ica> deiii-
rem i-. MteofTOKMMlM eir eaa dos S-s. Sa-
muel tumor Jhas'.> o A C na do A->ol-
I1 n. S8 e 40. onde achario t>e*sr>a aa.'i.ii-
trt Ci.!i qu*;u BMMa t'wnJer-M.
Apparelbo para fabricar asnear, .-. uyakima.
,. WE.sro.v ck'.NTKErc; u
Coicos i|ow) coi PernamMeo a ftiaditio ?"nt.
Para tratw eco sea aserqNaria a rna do Apollo u. 3 4:i.
TASSO IRMOS & G.
sacco.
Ifa ru da Madre de Debs
epuoio nao se acaba.
n. 7 ; a ella, em
Venle-s a casa tarrei em boas.estado-
Leques
Attaral, Nabuco C receberam um variadii-
eimo a elegante sortimento de leques de madrepe-
rola branaa lavrada para noivas, nuajmada aira
passeteiMe, Htv ate:, de taitarnajisos edaVa-
pos, deanMiinOJ* e-'lawalos eeana sedde
so lisos e lavrados e com seda de todas as cores,
e sndalo bordados a.laoujpulaa e para meni-
' T80"*"86 no b** nMf'lfna do Barao da
ictona n. 1.

ZOfctt.
a-tntar
largo do^arai- > Na pa ,arh ffa rua;
Jtisemrtos hainbtrrgofees
SS
modosda menstruacjlo, facilitando o flux
sanguneo.
QIRLGela de oleo de figado de baca-
lhau aromatisado, com todos os princi-
fiios activos do oleo de figado de baca-
hau. Esta gela nao irrita o estomago,
pudendo os doontes usar dalle por moui-
to sem a menor repugnancia. E' um
grande especifico para oiijjpibo 'ossoi
consunarjgao bronoiiial, tuberolar, es-
crfula, dabiUdadegeral, etc. etc.
JOHNSONlssencia de sasaparrilha ver-
melha da Jamaica, empregada como o
uuico depurativo irmnediato do san-
go*
ELlXlRANTI^STMATieOSedativo Pei-
toral applicado com grande varrtaRein
no tratamento da astlma, tosse convulsa,
( ire'fluxos cath'arrlihcs e todas as molaas,
dos oulmoes.
Em scus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de desearoear algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
I'hosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lenthas em garraSes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di-o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho do Scherry.
Vmho da Madeira".
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores lios sonidos.
Cognac Gaulhier Frercs.
Latas de toueinho inglez.
Barris com repclho em salmoura.
! BICHAS DE HAMBCRGO
As mais recentes e mclhons.
Vendem-scna pharmacia edrogaria de Ba>
tholoineu d: C, rua Larga dnsario o Rn. 34
SEGREO ECONOMA E CELERlDAlJt-
Obtem-se rom o uso
DA
MJECCO SHOST
nica, hygienica, radical e intabivel na r -
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos i
' toda especie, recentes ou chronicas; e q .
offerece como garanta de salutaresresult.-"l
j a continuada applcaco que sempre com .-.
; maior vantapem se tem feito della dos av
pitaes de Pars.
Unk deposito parao Brasil, Bartholon. .
& C, rua Larga do Rosario n. 84.
OTENW
Vende se um excclletitc sitio em lleberiac .
fcaixo, junto a estacan do Fundi, monto na
________ frente e portao de forro, com nma bonita casa d-
f~\^ Z iT77\------ Pedra e cal, tendo 4 quartos. 5 sala* e anaMia
uassas avariadas a 240 rs. frh m m palmos de fieme e 4.8oo > t*
, .sendo de mata, com excellente cacimba dr api.
O COVaUO. ', de beber ; assim como uro ontro conten'
O Pavao vende finissimas cassas francezas de paln,os de fron'e e mefma f"n,,, tm> ,"m
cores com os mais delicados padrdes, por tercm |'t!!,1!!le'ja ,a? (l''.!? ^ : (",!,'m r,rrt"**_**--
um pequeo to<]ue de araria de agua doce, pelo a ^a de ledro Affonso, antiga rua da Praia, au-
barato pre^/o do doze vintens o covado. pecliin- mero
cha. : na loja do Pavo, rua da Imperan n.------------------------------------
60. H i
Para a quaresma
Mantilhas pretas brasileiras para senhoras
11*' 00.
Ditas ditas madrileas para ritas a 7 eJ.
Franjas pretas de seda com 8
metros a peca a
de torra! para senhoras, o par
6#)00.
Luvas pretas
1*001
Cales pretos de seda, a pera a 5 e 6*.
Snobaiarda rua Direita n. 51 se encontra
destas pechinchas. -^
Rap.
CIMEWiO.
\ ende-re o verdadeiro cimente de tviralaad : v
armazem da bola amarella, travessa 4a raa A
Imperador, garantc-sc que uiaguca o veae pnr
menos.
Vende-se o hotel da na das Aguas-?Wde.
I"'in afreguezado, rom tiaalana aMfniMe9
I Ifin acreditado nesle tapar: fat-ee nefoc otm
todas as penencas por ter de retirar-se aan a
Europa.
Vende-se feijao mulatinho em sa-TeTT-
talho por menos preco do que em ouUa
pai te. na rua da Praia n. i.
Na venda n. 22 na da Imperatriz
VENDE-SE
1" libra de rap de ara fina por 900 rs.
1 libra de rap superi ir par 800 rs.
1 librado rap rea preta por 19800,
c

Feijao crioulei
rua-do
aap^u-temaiwta>ioam'|!rne sotao, muit
1 JJola, estrawl pafa ar AiSmtltk : T 'trataf MeaoeafcAo preta nma,. jdate.aan, mai -L8 &*' Uja^OBS.
aflapas caih* mn AatSm^rarnatro tt *irilo fuejaapartea*gTia ;a^llaa^os
Vende-se
urna casa terrea nova, com duas salas, tres quar-
tos, cuiinUa externa, quihtal murado e cacimba:
oa rua de S. Joao n. 77 : a tratar no armazem
n.,57, rua Nova de Santa hita.________
Farinlia de mandioca.
A metbor do mercado.
Veade J. F. 8. Ooimbra Guimaries :
Mrquez de Otada n. 3. |. andar.
asas em una.
Vende-se duas casas a na Adra do poroadad
Una, muito tem constan Ha, e ucenpadaa aa
negocio : a tratar uaqueUa pawafSo cua J
I Francisco Correia Mrqpes, e no Uraje cam An-
toaw Alves Cebra, na roa la ga duHoori,
'aMWWat.
J Venae-s Bb om exeetteaapiaa) 4a
tfiP area i.sat a j
^tlo preco laaide
awnautoaan "
'Hllcas de diversos graos.
'MNIWMf







Diario de Pernambueo 8egm#tf<(aib*yi>4&*lil& & f8f&
10 BE FERRO E 886NZE
. .MCA DE ACHINAS
A rea Jo B Ao' THnmpbo (roa do Bram) bs. llMa 104
,| CARDOSO IRMAO
; AVISAM aos Srs. de engentas.e ao publico era geral, que teem rccebido da Europa
#andeswumeotodeferragenspara angenhose para lavoura.e quaesquer outros usos
e misten da industria agrcola, o que ludo vendem por preros razoaveis.
Formas para aSQUCar piadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
Vapores ^'^^^^"'^sjbemconhecidos nesta provinciae fra della, os
r raeHiores que teem rindo a este mercado.
MOenaaS completas de diversos tamanhos, obra mito forte e bern acabada.
Meias moendas para assentar m ^ de raadera.
TaiXaS de ferro de ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d a^Uade diversos tamanhos.
Bodas dentadas de diversos tamanhos equidades.
CoilcertOS concertam com proraptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EllCOmmendaS Mandam vir Por cncommtndada Europa, qualqu.r rxachinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e cora um d0s melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se rosponsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F N D I C A O DE CARDOSO & I R M O
BAZAR NACIONAL
T J T m
,h Kua da Imperatriz n. 72
1)E
LooeneoPereira Menes Guinares
CASEMIRA PRETA A 29500 O CORTE. I COl.XAS E*E FISTO A 2T30S3.
Vende-sc eortesde casemira preta para cal- Vende-se eolias de fusto de rorea,
cas d tamem a 2?96, 4^500, 5 e 65*100. 3P500 cada urna.
PANNO PUETO FINO A 2>500.
proprio para
Esmeralda
Soares Leite & Irrnos, cora loja tona n. M, polem mufla atteii(;o para os pregos abaixo especificados, a saber :
Sapatos de tapete para horneas c sentaras
a 15-200.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
I Talherescabcdeviado (imjtafio) a3?000
a duzia.
Caixa de Iiuha branca com 40 novellos a
500 rs.
Ideai idem de marca a 240 rs.
Mago de lita chinan a 15000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
! lem .lera kananga do Japo a 1^200.
dem dem divina a 19000 e 19200.
dem idem Magdalena 'novidade) a 15500.
Garrafa com agua de colonia a 300 rs., 29200.
Duzia de sabonctes^de amendoa a 25500
e 39600.
MIUDEZAS. '
Tivrosicra notos a 320 e 400 rs.
Kedes nftadas a 15400.
Resma de papel pautado e liso a 29600,
25800, 35500, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
Mem idera idem boira dourada a 800 rs.
Caixa de cnvelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa do pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
Acaba de chegar a este estabeleciment um importante sortimento de ioies de
ouro, do melhor gosto e qualidade quo tem vindo neste genero, como wsotetos de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, adereces e moios adereces com podras fi
as, etc., etc. *
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homens o senhoras, desde o
preco de 405000 ate 3005000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeiroado pos-
sivel e guarnecidos cora diamantes. .
Ditos de prata de 165000 e 409000.
RA DO CARUG N. 3
MOBffiM flABll
Vende-se panno eHfestado
calcas e palitts a 29300, 35, 45 e 55000 o
corado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM 19500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homcm a 15300 e 25000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
COBERTORES DE PELLOS A 1520.
Vende-se cobertores de i*lios e
a 19200 e 194M.
SAIAS BRANCAS A i-rOOO.
Vende-se saias brancas e de crea a
e 29500.
TOAI.IIAS A 800 RS.
Yende-se toalhas felpudas prepnac
rosto a 800 rs. cada urna.
ROtSASPARA \IAGI S A 35flt.
Vende-se bolsas para vir> ensa 35,
e 19000.
I.E.NCS BtUXGOSA S5U00 A HI7LL
Vende-se lencos broncos a iti.vli a na-
Vend-sc chita finas para cobertas a 280 zia.
"fSfn,0;. ~ GROSDENAPI.ES PRnTO A aSOt
MIS8ELINA DE CORES A 400 RS. Vende-se Kn*denaples w a hm xuMm.
Vende-se nrasseiina finas, de cores para a 15800, 29, 29500, 39, 43000 < :m* m
vestidos a 400 rs. o covado. covado
FUSTO MANCO A 320 RS. MADAPOLO FINO i '.9000.
Vende-se fusto branco para vestidos a! Vende-se peras de mada|joio, a 0#t
320 rs. o covado. 49500, 55, <, 75000 e HPOOO.
CttSSS FRANCEZAS FINAS A 360 RS. i AI.GODO A trooo.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360 Vende-so papt de algodao i.
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cartbraia bapiista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
MJSOfr, .i9. e ticooo.
am;o(e.\flsta.o a doo rs.
Vende-se algmio cnfcstdo a 90 rs.
metro.
15000, 25000, 49000 e 7^000.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
35500.
Mera com torneo oriental de Kerap a 15006
o frasco.
MIUDEZAS.
Mayos de tesneas de caracol branca, a
400 rs.
dem dem lisas a 200 rs.
Duzia de nejas de cordio imperial a
320 rs.
Duzia do cachimbos p de gallinha a
23-500.
dem idem de madeira cora
35600.
Duzia de collarinhos bor Jados
mera a 85000.
dem idem L'sos a 65000.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oiza venladeiro
Idera idem antiquo muito b Opiata muito boa e fresca a 15, 15500 e
23*?0- I Ide:n idem de sarja Jo todas
Uixa de pos para dentes a 200 rs. !e larguras.
dem iden de pos chinez, muito bom, a; Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
500 rs. e 15000. lote.
acode sabonetes inglaze* muito supe-| Chapeos para senhoras e meninas,
ores a 600 rs. I Luvas jc peluca mul0 frescas a 5500.
-
Duzia de sabonetes com flores a 19500.
Sabonetes Glyccrim transparentes 19000.
Lindas c elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray proprias
para presentes, assim como de palha e pape-
'ao.
MODAS E MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
'senhoras a 105000.
Leques para senhoras a 25000, 45000 e
79000.
Vara de lita escoseza larga (novidade) a
45000. '
Lamparillas gaz a 15000.
Groza de botes de osso para calca a
para ho- ; 200 rs.
Grinaldas para casamento a 25 e 55000.
Duzia do baralhos francezes canto doura-
do a 35600.
dem idem boira lisas a 25500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000.
Pe^as de fita de velludo de todas as cores.
tampa
a 19060.
X A LOJA BOM PASTOR
lECUBEf
. Apparelhos de mesa lo C. Cbnstofle de Pars, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros ein caixa, colheres em duzia, aparelhos de oh,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, casticaes,
saleiras, farinheiros.ctc, etc.
Receben tambem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, cora as estam-
pas, as mais bellas viudas nesta praca.
Rerebe encommenda para o I'Orto, Lyon e Taris.
Eatca (etiniaaottluK paralgTejas, e "\\um
v
i
de_ moldura dourada de todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e zinco, e militas
Hudezas que sena longo mencionar.
28 Kua do Barao i!a Victoria 28
i

RAPE REA FINA
ii
DA

f

DE
MOR EIRA & C.
HA

BAHA


Arados para laTrar a trra.
Carrintas de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
Fogdesde ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descansar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Bataneas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RA DO BOM JESES H. 4.
???*&. ^-54. Jb4, \iX-X'M Jk
Aderecos de bri- fl
Ihantes," e*n>erahlas ]
rubios e perolae,
volasde peruias.
f Obras de ouroe
prau de todas as
qualidades.
EU
NICOS
Rki- do Barao da Viclwia. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mando!
Na exj>osi<;ao de Paris, em 186T, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medallia de ouro e a condecora-
co da Legii) de Ilonra, por serem .:s machina mais per.
fuitas do mundo.
A raedalha de ouro, conferida a E. Howe Ju:or, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.

Moreira fe C. solicitam a atten^o do publico fia provincia de 1' man-
buco para o rapeA rea Fina produelo de fabrica portenreiite a Mijos
dopaiz, o cuja qualidade est conhecida pe feit, monte igual do \ir>'.;.-
deiroAria Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Baha, tes alai
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito do tomar couhuceido devidaraeute apreciado o rap: Arta
Finaos annnunciantes acabara de aulorisai scu agenta cm Pemaruboco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitosdeintroduccau.a iata da
concurrencia, acompanhando-a nos abatiuientos de pre;o ate anda fur
isso compativcl com suas forjas.
Os annunciiites esperam encontrar na nobre popula^io de Per-
nambuco, o apoio que Uta jus a actividade e os estoicos que I ', m
empregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de in que at hoje s ao esti-angeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco e no escriptor o doSr. Domingo Al-
ves Matheus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao icitas em librai
on meias libras, vontade do comprador.
Pre?o 19000 a libra, com descont de 18 0/0 em por^o de 10 bras
para cima.
Bahii, 21 de fevereirode 1873.
Moreira & C.
A medalha de ouro na expo6c,ao de Londres
estas machinas.
meditara
A 9000O
NOVA LOJA DE MAS
K. 2 ARa do CabugN. 2. A
DE
BARROS I 1I.IIO
Acaando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendoos!seus.-preprtetarios feo urna importante acquisigao de
joias as mois modernas vmdas ao mercado, e de qualidades superio-
res, corrodara ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, arim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prego raaoavel.
Grande feo.
1.000. na lo>a LrRosatrranca roa da Irapratriz
Libras "sferlinas.
ViJde-se no armazem de fazendas de Angosto
F. de CHrwra k C, a na o Commercio n. l
- Fio de alg.xlao da Babia e cade Lisbia ra-
centcmenle efiegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquiui Jo? Goncalvcs Eeltrao A Fl-
o, a ra do Coannereio n. *
Panno de algodao da Bahia
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
GoDcares Beltro 4 FilBo, raa do roratcercio
Vende-so
urna taverna bem aregaaada, nos arrabaiUea
awt*cid4e : paniBfcrnufifcs aa uverga iunto
a m;"*t'iUTihBmh3 a. %.
0;.be-nos o dever le annunciar que a companhia das machinas de Ho-e de 'Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfei^o de seu trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a rmesma qualidade de4inhaque qualquer outra,'
e pela introducto dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a'
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantageiisdesisonackinasso as seguintes: ',
Pnmeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, ai
circurastancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segn-,
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo. !
Terceira.Ha nellas menor friccSo entre as diversarpe^as e menos rpido estrago
do que as outras. j
Quarta.Formara o ponto como se.fraolto rote.
Quinta.Permute que se examine o trabalho de'ambas06 fios, o quese nao consegu
as outras. i
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado)
e logo em seguida, sem modificar^ a teosao da linha, cozm a fazeuda mais
fina. j
Stima.O compressr levantad^ coraa'maior facilidwle, quando-saetero de mudan
do agulha ao comear nova costura.
Oitaya.-Mukas companhias de machinas > costara tfcn tiflo pocas de ^randera*
decadencia. Macbioas outr'ora populares, sao boje quasidesconhacdas, outras soflreram.
mudaacas radicae¶poderem substituir ; entrelaotoa'companjadas machinas de How
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes raoehanioas, tem constantamW
augmentado o seu fabrico, e boje uto attende a proauro, peeto>ue Saca -00 machinaai
por da. r 7
Cada machinaecompanhalwretescominsttroec^eyem-portugnet.'
Awmw A9mm
^
(Ni
Ra d.e ,aro tit TietoUa n, 2;8. I
3.<^*Or_ "-.-*r. 7\> -" 7f V. -vi v -rt*-*v. .T-ntv*'. '* -T*-"' -r ir. .
UZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabiig H. 4
JOSEPII KRAL'SE .
DE
GOMES DE MATTOS, DOLlOS
Naste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
vei'der variado sortimento de joias, sendo de brilhautes, esmeraldas, perolr.*
e rubias, cora grande reduego de precos, porque recebemos direc '.ament
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre que tive-
rera occasijlo de verem suas palavras confirmadas pela voi geral, de que o
MUSEU DE J0IA5 vende seus artigos a precos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acba-se
oxposigq obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e d'>
acreditade* autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
preces. Caleiase trancelins de todos os gostos, e tudo o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao .aviados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores. qu%tn-
as as joias sabidas do ML'ZEU DE JOIAS sao garantidas.
Verjdttn-se os egaintes livro, nesta typo-
Igraphia. pw prefo brrHtissimos :
PardBssos firoit coramercial,
Villauma IJevnkuion Francaise.
Kluber Dreit des gens.
Rieron Ct Vattel I>rf*f dos gens.
Ventura Pfivi public.
, ftwteisf Coured; droit naturel.
Louis Blaic Hktoire de dix ans.
1 >

temiconstantaraeBdl, Vaa4e-W am itb/n4o ea urna boa
ktar na ra Iinperatrz n. 8, leja.
-----------DJ------,-----------1---------

.
r'l i.
TI
") '
1
''' ------------....... '!' -.....'";
Lindos vestidos a 58 o corte

Superiores cortes de cassa de cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
saias, acompanbados dos competentes figurines a 55? cada corte. Vendem na ra Pri-
meiro de Marc/> (antiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de'Antonio' CorrSa de Vas-
cellos.
ISEIAS
ralt .STbueo & G. ven-
tett a$ seguintes cfuaKdades
e> mci&3ev fio de Escocia :
Branetsf aWrt&s no peito do p, bordadas a
Aos Srs. de engrillo.
Devendo-jo mandar para o Rio de Jaaairo o
saldo lee utuncilius |iiaveaieutos da reoa^ao de
. Montoiro, enga;a4e os senhores (Je engenho de
aproveitar esta occasiao para comprar barato
ulencilio de primeira qnaliitad.', fabricado* petos
melhore? aot- res de Paris.
4 urna machina de Vacnumi de cobra o
edas as pertecas.
?." quatro filtros grandes.
3.* tres caldeiras para cutinhar. a rapar, con*
fundo doblado.
4.* urna dita com serpentina Je cobro, oom %$
kilos de peso.
5. dus turbinas de Cafl A C.
. doas caldeiras a vapor, de 7weti a
comprimento, cada uaaa eotu gaqjaolidi-aa.
7*. una macbiaa a vapor de 8 caalas da
orfc,, da oalciua de C Surr A C
B> urna machina para ratar assuesr.
tt.- t* formas de nasa arroba e ateta.
tt. Quatro caldeara* para tucas.
11. um mwiUaua. ^ ^.
it 12 remos, 130 tornara. da cobre e pnr-
.cio grande de ranos de cobre \mdos. l fiada,
de diverws diamemetros.
_ Chsmajsoa aoUe todo a attoB^iep#r aa tsar-
wdpy 9ft> seabera* aberta, para meninas, croas binas, uueambas sero mais i.\nu do qoa uaaa
'dt>asMHpaca henicai. s das ingli-zas : a tratar na ra do'Se*'a. 3S,
U ALGODAO bote Barao de S. Borja.
B.raoca.a de,cores para meninos, meninas, bo- w B.-Os senhores que ^esetosvaa.
lense stmorta.' padesedaruraaopara
^ '* Vende ne um sitio i
De cores para n> nios, meninas norr.ens e se- do Leca, tendo de frenos'
* para a camoda ,2j0, wm
DE SEDA demo-e levantar aair
Carraosim adxas para padi-es, capeUis milita- urna queja ex te :
res, conejos o hispo. gorlo, dirlja-se i roa
No bazar Victoria, ra do Barao da Victoria 3H, qoe achara a
numero 1 e dar vodasas "


_____;
______
8
Diario de Pernambuco Segunda feira 7 de Abril de 1873.
UTTERATDIIA.
Belatorle abre e a eenvente
da Carmo, deOHadn, se pres-
ta a hespirle do alienadas.
Recife, 3 de maride 1873.Illra. Exra.
Sr.Aprsenlo a V. Exc. orelat;no que
se dignou approvar a commisso medica,
uomeadn por V. Exc. para dar sen parecer
acerca da situaQo do convento do Carmo
em Olinda para alli ser fundado um hospi-
cio de alienados.
Commcttendo a commisso esse trabalho
ao menos habilitarlo do seus mombros, pr-
vou a V. Ere. de ter os mais solidos funda-
mentos para formar o juizo que tem a t'a-
zer.
Do aRo criterio do V. Exc. e do conheei-
mentoque tem des diversos trahalhos de
que tinha de dar conta nestes ltimos das,
espero a benevolencia c desculpa de que
me julgo merecedor, porque a imperfeicao
do dito parecer nao foi devida falta de
vontade nom de esforros, sim do conhoci-
mentos que infelizmente nao possuo.Dous
guarde a V. Exc.lllm. Exm. Sr. ctmmeu-
dador HenriqHe Pereira de j.ucena, dignis-
simo presidente da pro\incia o Dr. Pedro
d'Athahyde Lobo Moscoso.
Illin. Exm. Sr.A commisso nomeada
porV. Exc. para dar seu-parecer acerca da
conveniencia da localidado cm que se acha
situado o convento do Earmo em linda,
para nella ser edificado um hospicio de alie-
nados, vem dar conta a V. Exc. do examo e
iuvestigaeoes que fez com aecurado zolo e
minuciosa attenco, alim de poder dar urna
opinio fundamentada na sciencia que pro-
fessa.
A commisso c a primeira que roconhece
a siimma importancia da materia, as gran-
des dilliculdades que a rodeiam, e o embara-
zo em que se ha do achar. apezar de sua
boa vontade, para dar um parecer que dilu-
cide todos os pontos duvidosos, que remova
toda a escurido que possa envolver a ques-
to, que emfim satisfaca a expectativa do ad-
ministrador que tanto interesse mostra pe o
progresso de sua provincia.
Exm. Sr., quasi que se pode afirmar
que a primeira vez que nesta provincia se
nomea urna commisso do mdicos para ilar
sua opinio a respeito da situaco em que se
pretende construir um edificio publico de
grande importancia, a primeira vez que
se procura na scicncia que tem por fim nao
s minorar os males da humanidade como
principalmente previni-los, urna opinio
acerca da cscolha do lugar em que se quer
fundar um estabelecimento que neccssaria-
mente deve de ser prvido de todas as con-
dicoes hygienicas indispensaveis, urna vez
que destinado aalliviaro mais possivel os
soffrimentos de que sao victimas um certo
numero de individuos, a quem a natureza
foi adversa, privando-os do attributo que os
distingue das outras classes dos seres ani-
mados. .
Ser que urna nova era desponta no hori-
sonte para esta provincia a quem o Supremo
Creador to magnnimamente dotou uos
mais poderosos elementos de prosperida de
o at de belleza, e que seus filhos descuido-
sos nao .tem sabido aproveitar ? Ou ser
que repetidas e mu custos?s lcoes tenham
por fim despertado os govemadores e lhes
mostrado a vereda que deve de ser trilhada
por aquellos que se interessam de corago
pelo desenvolvimcnto physico e moral de
sua patria.
A commisso nao se pode eximir deapre-
sentar alguns exemplos que provam exube-
rantemente que todos os edificios pblicos
de maior importancia nesta trra, tem sido
construidos sem attender as condicoes hy-
gienicas de que era indispensavel dota-los e
que a maior infeheidade tem sempre presi-
dido a cscolha das localidades, preferidas
muitas vezes smente para satisfazer a inte-
resses mesquinhos, ao passo (moa cada cau-
to se encontrara terrenos espacosos, desem-
barazados de casas, batidos dos ventos _
prvidos das qualidades que a sciencia re"
quer para a construccao de edificios emque
se tem de reunir grande numero de indi-
viduos deentes.
A commisso pede licenca a V. Eic. para
dizer poucas palavras a respeito dos edifi-
cios pblicos de importancia, que nestes l-
timos vinte anuos tem sido construidos nesta
cidade, e que pelo seu numero e grande va-
lor fa-la distinguir das outras principaes ci-
dades do vasto imperio da Santa Cruz. O
grande hospital de caridade hoje denomina-
do Pedro II foi edificado em um terreno
cercado de mangues e espraiados, onde a
iramensa vaga da mar supporta durante
muitas horas do dia a aecodos ardentes rajos
do sol : esse grande monumento de religio
e civilisaro hoje contm mais de 300 indi-
viduos, que vencondo as repugnancias na-
turaes, vo nelle procurar allivioa seus ma-
les, conforto a seus pezares : e at hoje nao
recebeu beneficio algum tendente a aterrar
esses mangues, essas praias que o orlam
om grande parte, onde vo se depositar
grande numero de animaes mortos, onde as
proprias materias dos doentes se demoram
muito temjpo expostas ao ar e aeco do
sol ardente, que reina om nossaatmosphera,
principalmente de setembro a margo.
A Casa de Detencao foi edificada em um
lodazal que custou sommas enormes para
sor reduzido a um terreno baixo e hmido,
seus alicerces f ram de um prer/> fabuloso :
em proporcoes desfavoraveis a receber urna
perfeita venti'a;o, nao pode ella deixar de
resontir-so dos perniciosos effeiios da grande
quantidade da humidade existente natu-
ralmente na atmesphera : o ar que ah se
respira pouco remvado, (rio e hmido
e de um cheiro que desagrada ao olfato.
Alm disso, no tempo actual, um edificio
dessa natureza circulado de ras de casas,
tal vez apenas com 60 palmos de distancia,
cousa reprovada inteiramente pela scien-
cia. E' de crer que nao foram ouvidosmej
dicos a respeito da escolha de tal lugar.
A poucos annos foi construido o hospital
militar destinado, como seu nome indica, a
receber os militares doentes : sem capacida-
de talvez para mais de cem doentes, tem
elle j por vezes recebido mais de duzentos.
Mas quem acreditar que esse importante
estabelecimento fosse construido as proxi-
midades de um quartel, onde constantemen-
te ha um batalho, rodeado de casas por
todos os lados, e que nee existe um recep-
tculo, immediato as enfermaras, de to-
das as materias feces e outras de milhares
de doentes, e a muitos annos, as quaes nao
tendo fcil e immediBtcK esgoto, produzem
mfedor impossJ.';''' de supportar ?
Sabendo-se qu> individuos, que alli
vao satisfazer aigu. necessidade natural,
nao morrem asphyat*jos mmidatamente,
que nao ha urna peste constante n'equellel poueos das
hospital e as suas immediacoes, nio se acre-
dita na existencia de miasmas.
A commisso nao pode deixar de fazer
especial menco do maior foco de infeceo
existente bem prximo esta cidade ; nao
pode deixar em olvido um dos monumentos
que attestam ignorancia e ineptido ; nao
pode emfim esquecer-s domatadooro pu-
blice, um extenso lodacal, lenteiroou treme-
dal,ou como melhor o quizerem chamar, foi
escolliidoparano meiodelle ser construido
esse edificio: ahi nao possivel ao menos que
tenham esgoto b sanguo e demais materias
provenientes do esquartejamento das rezes;
alli nao nao ha agua para os animaes bebe-
rem emquauto esperatn a sua ultima hora ;
nao ha agua para se lavar o estabelecimen-
to convenientemente ; eom difficuldnde en-
tra a mar no grande tino donde o sangue
empurrado p,^ admirando que aiada
baja um desgranado que se sujeite a fazer
semelhante servico ; no invern os bois v-
vem empegados na lama at o ventre, e
muitos morrem de resfriamento e inauco.
A muito grande distancia sente-se o cheiro
ptrido e infecto que dsprende-se das ma-
terias animaes existentes em constante putre-
facto uesse estabelecimeiito, e nenhuma
providencia se tem tomado t hoje para se
justificar que a sade publica merecedo-
ra nesta trra d'alguma attenco.
Ha poucos annos foi construido o gymna-
sio em um pequeo terreno e sem espaco
suficiente para os commodos que hoje
em toda parte se procuram para estabeleci-
meiitos de tal ordem : ainda ha bem pouco
era esse terreno um charco, o qual anda
existe por 3 dos seus lados.
O campo, as arvores os passeios, o ar
puro, alli foram desprezados. Para se ter
um pequeo espaco para recreio foi preciso
tomar urna ra que lia muitos annos eslava
na posse do publico, e como os propieta-
rios que por alli tinham sacrificado seus
capitaes em edificaco de predios importan-
tes reclaraassein a restituico da ra, foi
ella de novo aberta, e o gymnasio privado
desse pequeao espaco que, servndo para o
edificio ser piis fcilmente prvido de ar
novo, podia ser aproveitadopara um jardim
ou passeio em que o collegiaesse distrahis-
sem lias horas vagas. E por cumulo de
nrlicidade ainda se foi plantar ao lado de
um estabelecimento de educaco urna casa
de assemblea provincial, cujas calorosas dis-
cucoes tantas vezes tero de pertubar a
attengo da mocidade, to fcil de distrahir-
se : e quem tal a conselhou ? Seram ou-
vidos os professionaes ?
Quem escolheu o local lembrou-se da in-
conveniencia de se collocar urna casa de
discsso e discursos ao p de urna de
educaco e estudo de meninos ? Lenabra-
ram-so que emquanto durarem as sessoes da
assemblea provincial os meninos do gymna-
sio tero muitas vezes de ser distrahidos pela
assemblea provincial, ou para remediar esse
grande e incontestavel inconveniente,querer-
se-ha construir urna alta muralha que prive
a communicaco dos edificios ?
A commisso talvez nao devosse fazer to
grande digresso, e menos ainda tocar em
negocios que denunciam o pouco interesse
com que as vezes sao olhados objectos dig-
nos da maior considera^o; mas conscia da
obrigaco que tem de procurar cumprir o
melhor que poder o mandato que V. Exc.
fez-lhe a honra de coutiar-lhe, julgou que
nao era fura de proposito lembrar os pre-
jusos inmensos que resultam, nao s
para o presente, como para e futuro, do
nao se prestar a devida attem;o s cir-
cunstancias que hoje parecen de nenhum
valor, mas que algum dia se tornaro de

=
Portanto o campo solitario fon ai cidade,
mas perto della, o prefenvel.
3.* Qualidade do terreno : O terre-
no deve ser elevado, areiento e privado d
humanidade. Est em primeira lugar a
falta de humidade, deve ser qtalidade
indispensavel, porque do contrario se n
evitariam as mffltraces, as molestias de
materia esc rbutica, as diversas cuali-
dades de d desynteria e as molestias dos
orgos respiratorios. AhJm disso' a ter-
reno areiento exige pouca despeza na edi-
licai. i de alicorees, porque a pequea
profnndedade se encontrar logo a amada
solida e compacta.
0 terreno deve ter alguns accidentes para
nao apresentar urna vista igual e mono-
tona.
Quando elle por natureza nao os tenha,
preciso crea-Ios artificialmente, adra de
multiplicar os pontos de vista.
Os alienados gostam da vista docamp) :
os monomaniacos passara das e horas a
contemplar urna bella perspectiva. .
Alm de ser o terrino vasto, extenso ba-
tido inteiramente dos ventos, preciso que
elle seja plantado de muitase frondosas arvo-
res, eque baja muitos lugares inteiramente
por ellas obrigados das arvores do sol.
As arvores do alegra s habita$6es,
sombra excita a vontade de passear, se res-
pira mais livremenle sob a sombra.
A maior parte dos alienad'>s nadafazem,
elles gostam de andar muito, de passear, ou
ento licam heras inteiras no mesmo lu-
gar
grande momento.
Pedindi) porem,desculpa a V. Exc. deter-se
emaranhado em um passado, que excita
sentimentos tristes, e recorda erros muito
difliceis de remediar hoje, passar a oceu-
par-se da materia que faz objecto do seu
trabalho.
Tendo a commisso de estudar as condi-
coes que deve possuir um edificio, que se
destina a receber e tratar aquelles que tive-
ram a infelicidade de perder o uso de sua
razo, esse dote precioso com que Deus dis-
tingue o homem do bruto, nao deve esqui-
var-sede ouvir, em primeiro lugar, a mais
competente autoridade na materia, o medi-
co que mais de 40 annos dediou-se ob-
servarlo, ao estudo e Intmente das( mo-
lestias mentaes. E' esse muito grande, e
muito respeitado mestre da sciencia que
deve dizer a primeira palavra.
Esquirol, que para bem dizer consagrou
toda sua vida ao tratamento dos alienados,
fallando das qualidades que devem ter os
hospitaes para taes doentes destinados, ex-
prime-seassim.
. Estes estabelecimentos sao instrumento
de cura e nas mos de um mudico hbil,
sao o agente therapeutico mais poderoso
contra as molestias mentaes. Tudo nelles
deve merecer considerado : situaco cons-
truccao, distribuicao interna, mobilia, ser-
ventes e empregados, assim como os chefes
que os dirigem : um asylo destinado aos
alienados deve ser situado fora das cidades,
tanto por considerares econmicas de pri-
meiro estabelecimento e costeio como pelas
condijoes vantajosas de salubridade, extenso
e isolamento que elle pode reunir, etc
A vista desses principios estabelecidos
por Esquirol, procuraremos mostrar quaes
as qualidades que devem ser exigidas para,
como V. Exc pretende, fundar-se nesta ci-
dade um hospital, era que venham a ser
recolhidos os.padecentej de alien 'Cao men-
tal e passaremos a tratar de cada urna dellas
em particular, e fallaremos: 9
i.D Vastido de terreno : O terreno
que se escolher para a fundaco do edificio
deve ter o mais vasto possivel, para que se
possa construi-lo com todas as regras adop-
tadas pela sciencia moderna, e com ampi-
do sulliciente tendo em attenco o futuro
crescmento da provincia, e de sua popula-
do, e das provincias vizinhas que nesta te-
ro de procurar lenitivo para alguns de seus
doentes.
$ 2.' Isolamento completo longo da ci-
dade ;De vendo'a alienaco mental sua ori-
gem, na mor parte dos casos, aos vicios,
paixes e miserias, que se do nos centros
de grande populaco e civilisac&o, torna-se
mister afastar as victimas dos lugares pie
lhes fazem trazer memoria sua desgraca.
A prova est em que quando se aprsenla
pela primeira vez no meio dos loncos urna
figura estranha, elles ficam iogo igastados,
furiosos e do gritos que mostrara e mal que
lhes cnusam as mprosses novas
A tranquillidade e o silencio combinados
com os bons tratamentos, reconaecidos hoje
como os nicos capazes de serem emprega-
9os com vantagem, sio suficiente! paraem
acabiiarcsa u "'* furiosos.
Elles tem necessidade de vastos passeios
cobertos, e quanto mais extensos sao elles
meuos necessarios sao os meios coercivos. O
alienado Jgasta seu excesso de forca no pas-
seio, e a elle devem urna calma e somno que
nao se poderia conseguir pelos mais enr-
gicos narcticos.
Portanto, o ar puro, a verdura dos cam-
pos, as alamedas, as planicies cobertas de
reivas, as llares, sa > outros tantos elementos
de hygiene, que nunca podem ser esqueci
dos para o tratamento dos alienados. As
arvores sao por excellencia os purificaderos
do ar, o sem muito ar puro a vida su nao
conserva, os soTrimentos nao alliviara, as
molestias se uo curam.
A extenso do terreno tem alera disso ou-
tras vantagens: pode ser parte delle ap-
plicado cultura, quer de hortalicas, quer
de flores, o que pode oceupar grande nu-
mero de alienados, e entrete-los por tal ma-
neira que pouco tenham que fazer aquelles
que se oceupam em vigia-los.
A exposico dos terreuos alm disso deve
ser tal, que todos os edificios, que fazem
parte do asylo, recebam a acQo dos prin-
cipaes ventos modificados pela folhagem
das arvores, por todos os lados, afim de que
seja completa e incessante a renovado do
ar atraospherico.
4.* Agua boa e em muita abundancia
urna das condicoes de absoluta necessida-
de para estabelecimentos desta ordem :
Os banhos sao urna das principaes necesi-
dades dos alienados, quanto mais se pudor
facilitar-Ihes o uso delles, tanto maior se-
r o beneficio que se lhes far. Ella deve
existir em todos os corredores, nos pateos
e nas cloacas. Sua abundancia um esti-
mulo para o asseio, e portanto, quanto mais
agua mo houver, tanto melhor faro os
serventes a limpeza dos differentes campar-
timentos do edificio.
Para isso devem os encanamentos ter o
dimetro maior que o necessario, afira de
que se nao entupara com facilidade e evte-
se a frequencia dos concertos, e por conse-
guinto interrupyoes da corrale d'agua que
sao sempre prejudiciaes.
Nos estabelecimentos em que nli ha mul-
ta agua, at os mdicos esquivam-se de
mandar dar os banhos que julgara necessa-
rios.
Conhecidas assim as principaes qualida-
des que deve ter o terreno para que nelle
se funde um grande e importante asylo para
alienados, as quaes qualidades em resumo
sao vastido e seceura do terreno, agua boa
e em grande copia, ar puro e renovado in-
cessantemente, passaremps a esmerar quaes
das qualidades cima descriptas, se encon-
trara no convento do Carino de Olinda, que
faz objecto do nosso estudo ; quaes as ou-
tras que possue esse monto de ruinas e
quaes as vantagens que se pode rasoavel-
mente tirar aellas no saatido da econo-
ma.
O espaco que pertence actualmente ao
convento de Olinda, inclusivamente oque a
cmara municipal daquella cidade pode ce-
der Santa Casa de Misericordia, diminu-
ta : alm disso desigual, estando as ruinas
na parte mais elevada delle.
Nao tem arvore de qualidade alguma, e
sem o emprego de apparelhos, que nos nao
possuiraos nao possivel obte-las de grande
taraanho, e para plenta-las era estado que
ellas nao siutam a mudanca, levaro muitos
annos a crescer.
Dizem que se pode obter agua pota re
de encanamento de Beberibe em quantida-
de suficiente, e que urna cacimbe que exis-
te no largo fronteiro ao convento, muito
propria para todos os servicos domsticos,
e que em circumstancias criticas pode-se be-
ber.
Alm disso, o ar que alli se respira, o do
mar, a ventana forte, as vezes difficil de
supportar, e portanto, nao ser desacertado
contar com a frequencia das suppressoes de
transpiraces e os incommodos que dellas
orignam-se.
Olinda em geral muito sujeita as febres
intermitientes, e se bem em eras remotas, e
mesmo em outras mais prximas, alguns
mdicos de Milo tenham pensado que as
febres intermitientes tem dadojlugnr jalguns
curativos nos loucos, esta opinio actual-
mente soTre muita contestaco, por que
hoje conhecido que longe de curarem a lou-
cura, podem as febres intermitientes nao so
aggrava-lo como tambem trazer aps de si
outros padecimientos que compliquem-na
ainda mais.
O terreno do convento do Carmo, alm das
qualidades negativas apontadas, tem con-
tra si a de .na no centro de urna papul?-
Qo que constantemente ha de ser incom-
modada com os gritos e vozerias que costu-
mam fazer os loucos que nao sao mansos,
ou que esto em accessos de furia : a con-
sequencia disso ser que nao s nao cres-
cer a edificaco naquelle ponto, alias pro-
curado pela proximidade aos banhos salga-
dos, como mesmo as casas existentes sero
abandonadas pouco a pouco, perdeudo as-
pira muito de sea valor.
Parece que a eseolha do convento do
Carmo tem por pretexto duas circumslan-
cias : 1* a sua proximidad.; do mar para
aproveitarem-se os. banhos salgados no tra-
tamento dos loucos; e 2* o emprego do
L,

material proveniente das ruinas do conven-
to na edificaco do asylo como meio de
enonomia. 'm
planto 1* circumstanaia j dissetnos que
a ventana desabrida que all reina em mul-
tas occasioes, ser desvantajosa aos doentes,
e causa de molestias intercurrentes ; alm
disso dos banhos salgados nao se p Je tirar
proveito| se nao para um certo numero de
alienados, t'idos aquelles que esto no perio-
do de agudeza, os furiosos, os sanguneos de
natureza, e os que ni obedecem nem atten-
ilein a pessoa alguma nao tiraro resultado
delles antes muito-, sero prejudicados, e os
da ultima classe at correro risco, sena i
houver urna bem dirigida e completa vigi-
lancia.
Para as condicoes e propriedades que deve
do ter um asylo bem organisado, que se
pode appellar e dellas esperar o maior pro-
veto possivel, uraa vez que, para numero
nao pequen) de aliena los, uo se pode es-
perar da sciencia e da humanidade seno o
tornar a sua infeliz sor te m jn .s precaria, e a
sua vida menos penosa.
A segunda circunstancia, que parece ac-
tuar para a indicai;o do convento do Carmo,
o pensaraento de se obter grande economia
de dospeza com o aproveitauento do ma-
terial, que ha de provir da demjlicao das
ruinas do mesmo convento. Parece com-
misso qno ha completo engano no calculo
que se faz a tal respeito, como procurar de-
monstrar. Pde-se approveitar ura edifi-
cio, que foi feito cora um destino, para ou-
tro que deve te-lo muito ditereute : isso
mesmo de urna dilficuldado inmensa e
acarreta daspezas que nunca se pode calcu-
lar com aproximaco ao menos, mas que-
rer aproveitar alicerces velhos para um
edificio, om que de mister que se nao es-
queca nenhuma das condicoes de hygiene,
quer publica quer especial, e que por con-
segrante nenhuma relaco se pode encontrar
entre o velho e o novo, onde tudo deve de
t.?r urna applicaeo sai geiviris, no enten-
der da commisso cousa em queso nao deve
pensar. Economia 11 Quantas vezes esse
phantasma quo atormenta a imaginado do
tanta gente, a causa do despendi de som-
mas fabulosas o mal applicadas 11 A verda-
deira economia consisto no bom e proveito-
so emprego do capital.
Deixemos de parte as circumstancias des-
favoraveis que j notamos, a todas as quaes
se deve de prestar a mais seria attenco, e
vejara s o que se pode vir a poupar cons-
truindo o edificio para o asylojde alienados,
no lugar do convento do Carino era Olinda.
0 que mais pode avallar na conta das eco-
nomas a fazer, o aproveitaraento dos ali-
corees, laes como elles existem : se elles se
nao poderem aproveitar, nenhuma econo-
mia haver, porque ninguem querer des-
manchar alicerces, que provavelmente esta-
ro petrificados para, depois de insano tra-
balho e despeza, emproga-los em outra obra,
excepto se o meteriaes novos postos naquelle
lugar estiverem em uiha relaco do preco
despropositada.
O material, que ha de resultar das pa-
redes cabidas e das que se ho de demolir,
constar pela mor parte de pedacos de pedra
areienta e traca, e de tijolos quebrados, que
certamente nao valero a despeza que de ne-
cessidade se ha fazer para sopara-los da ca-
lida. Demais, para que o projoctado asylo
ficasse em condicoes indispensaveis de per-
feita ventilaco e isolamento, seria preciso
demolir ambas as igrejas o que intil, por
que com o sacrificio dellas nao se obtein as
outras condicoes que faltara.
Pensa.lportanto, a commisso que, a que-
rer-se respeitar os preceitos hoje geralmeute
admittidos na construccao de edificios desse
genero, nao s na sciencia medica como na
architect nica para que elles possam preen-
ciier cabalmente os fms a que sao destinados,
nao possivel approveitar a localidade do
convento do Carmo.
A commisso sujeita seu juizo a melhor
pensar.
Desejando porra a commisso cumprir
fielmente o mandato dequeteve a honra de
ser incumbida por V. Exc. examinou o sitio
denominado Parnameiim, pertenceute a San-
ta Casa de Misericordia, frouteiro a estaco
desse nome na estrada de Apipucos. Tra-
tar portanto, de expr sem phantasia, nem
floreios o que observou, depois de ura mi-
nucioso exame que procedeu nessa cha-
cara, que parece ter sido destinada pela Di-
vina Providencia para um fim de tanta mag-
nitude e alcance como esse, que o amor de
sua provincia inspirou a V. Exc. Digamos
era phrases resumidas o que os sentidos al-
canzara immediatamente e se deleitam em
observar por muito tempo, e o que a fama
aprega a respeito da bondade e salubridade
dessasituaco.
E' ella com etleito rauito aprasivel, seu
aspecto risonho e encantador.
0 trro bastantemente elevado no centro,
apresenta para os lados um declive sufi-
ciente para dar esgoto prompto s aguas
pluviaes. s
O terreno arenoso e pequea profun-
didade encontra a carnada solida, tornando
assim muito econmica a construccao dos
alicerces, e vastissimo e coberto de lindas e
verdejantes arvores, que em muitos lugares
produzem urna sombra magnifica. .
A agua que nesse sitio se encontra na pre-
sea e estaco, era que. as chuvas nao tem sido
abundante, crystalliha, e seu sabor muito
agradavel, possuindo as qualidades de boa
agua potavel.
No invern porra, quando as chuvas tem
conduzdo muita lama e detritos de folhas
para o lugar em que costuma-se tomar agua,
ella Gca lodosa e nao pode ser aproveitada;
mas de sppor que em qualquer parte do
sitio se obtenha agua de mesma qualidade,
construindo-se urna grande cacimba, que a
dar em quantidade suficiente, nao s para
beber, como para banhos de toda especie, e
para se conservar jno estabelecimento o mais
completo asseio.
No caso porm que se reconheca quo a
agua proveniente da cacimba nao de su-
perior qualidade para beber, poder-se-ha
com muita facilidade tomar urna pennvd'agua
da companhia de Beberibe, cujo encana-
mento passa pela linha posterior divisoria do
sitio Parnamerira como a pouco dissamos.
Alem de 'que hoje com o uso dos pocos
instantneos, sem muito trabalho, pde-se
procurar o lugar que d melhor agua.
*0 ar que alli se respira puro e livre,
consolador, e passado "pela esplendida folha-
gem que lhe rouba parte do calor e dos prin-
cipiosnocivos; arespira$o,portanto,deve S3
gosar em abundancia do primeiro principio
verificador, o ar atraospherico puro, com
faue sa alimeata a uossa existencia.
Essas boas coa ligos de que goza o sitio
i?arnamerira, lhe tora creado a fama de ex-
celente para as pessoas que.se achara doen-
'i____
tes ou que acabara de urna molestia grave d. placido Ellauri o segundo ftlho da ftr.
e precisara de ar puro e tnico para terem jos Ellauri, e alguns anuos mais telho qe
urna convalescencia rpida. 0 novo presidente. E' tamben presidente
Portanto, concluir a commisso declaran- Ja commisso de instrueco publica. O mais
do quo considera o sitio de Parnamerira veu,0 dos Ellauris um negociante que falla
como muito proprio para nelle ser constru- ingle/, correntemente. O terceiro filho foi
do vontade e sob todos os preceitos d'arto durante algum tempo sub-secretario do in-
o edificio destinad. para nelle serem recebi- terior.
dos e pensados os infeliz s que se acharem. o presidente Ellauri durante o seu curto
privados da razao.
Sent a commisso nao p >d ;r satisfazer a
espectatrva de V. Exc, fez o'que podia, nao
se deve attribuir falta de vontade e nem de
esforcos, a que deixou de fazer e por isso
esfera da benevolencia de V. Exc. ser rele-
va la das faltas e omisses que houver com-
tnettido.
Deus guarde a V. Exc. Recife, 26 de fe-
vereiro de 1873.Hlra Exra. Sr. commen-
dador Dr. Henrique Pereira de Lucene, pre-
sidente da provincia.Dr. Pedro de Athay-
de Lobo Hoscoso, relator.Dr. Alexandrt
de Souza Penira do Carino.Dr. Estevao
Cavalcante de Alba/juerque.Joao d& Sil-
va Ramos.Dr. A ayusto Curneiro Montei-
rn da SUva Suidos.Dr. Jos Soriano de
Souza.
VARIEDADE
Etuilos sobre latittide da Iih-
parcial hservatoria Austre-
ii o ni ir o.
I
ContinuaQoj
Sao este os erros mais notaveis que
podem dar. Quanto aos que podem provir
da falta de um nivelaineulo rigoroso da
orintenlo e coUimaciO perfeitamonte deter-
minadas, pouco iniluem sobre o resultado
da latittide. Pde-se, pois, dizer que o m-
ximo erro possivel em cada observaco so-
lada ser de 4 a o segundos. Alm destes
ha ainda um grande numero de outros er-
ros, os quaes, comquanto era geral mu di-
minutos, poderlo em certos casos nao se
compensarem. No numero destes ltimos
esto comprehendidos os devidos attracoo
local, flexo da luneta, deformado do
circulo, irregularidade da graduacao,
irradiadlo, s taboas de refraccao, etc. O
da irradiarlo pode ser attenuado, fazendo-se
observaces de arabos os lados do zenith.
Os seguintes resultados raostram a estabi-
lidade era azirauth do instrumento. Era 13
de dezembro de 1872, o instrumento apre-
sentava ura desvio azimuthal de 6",5 NE;
era 7 de Janeiro de 1873, 6"\7 NE; em 9
de Janeiro de 1873, 6",9 NE; em 4 de feve-
reiro, 3"9 NE ; em 6 de fevereiro, 5"2 NE:
em 13 de fevereiro, 5",0 NE.
Para ter mais certeza da estabilidade do
instrumento, escolhou-se ura ponto na Glo-
ria, distancia de 1,680 metros, o qual ser-
ve de mira meridiana.
Antes de comocar as observaces, visava-
se para a mira, por meio do lio movel, e
ordinariamente os nmeros indicados no
tambor do micrometro pouco differiam entre
si.
No cal lulo das observaces admittio-se
que o desvio azimuthal variava proporcional-
mente ao tempo.
Em vez de observar a estrella pelo fio ho-
rizontal, quando passasse pelo fio do meio,
o que dara urna nica observaco para cada
estrella, apontava-se para a mesma por meio
do lio horizontal quando passa va pelo pri-
meiro e quinto (ios. As estrellas prximas
ao equador, movendo-sc raui rpidamente,
e sendo por isso o tempo do primeiro ao
quinto fica insuficiente para as leituras nos
microscopios, observava-se antes do primeiro
e depois do quinto fios, quando, percorren-
do ellas o lio horizontal, achavam-se afasta-
das destes li s de um iutervallo igual a dis-
tancia entre dous fios consecutivos.
Comquanto estas distancias fossem apre-
ciadas vista, este modo de observaco nao
pode ser errneo, attendendo-se que as es-
trollas lovara alguns segundos percorrendo o
fio horizontal, sobrotudo as de pequea decli-
naco.
No segrate artigo daremos as observaces
astronmicas.
Manoel Punta dos Res,
ongenheiro da commisso da carta geral
do imperio.
O nova presidente e a Repblica
Oriental.
A assemblea geral acaba de eleger presi-
dente da Repblica do Uruguay o Dr. Jos
Eugenio Ellauri, por 30 votos em 49, e o
cantio do forte S. Jos est agora mesmo
saudando o novo magistrado, cujo retrato
lhe envi com esta, e cuja biographia a se-
grate :
Jos Eugeuio Ellauri nascou em Montevi-
deo em 1836 ; formou-se em direitos na ten-
ra idade de 16 airaos, e rpidamente se ele-
vou em sua profisso em que reputado
como um dos mais habis advogados de bo-
je. Seu pai, o Dr. Jos Ellauri, era tam-
bem legista e residi muitos annos era Bue-
nos-Ayres, onde foi durante algum tempo
sub-secretario dos negocios estrangeiros; mas
depois da guerra com o Brasil e do juramen-
to da eonstituco oriental, veio para aqui e
foi escolhido sucessivamente para varios emr
pregos pblicos, taes como juiz do tribunal
criminal, ministro dos negocios estrangeiros
e afinal presidente do conselho de ministros'.
Subsequentemente servio durante 17 annos
como ministro plenipotencionario em Lon-
dres, Paris e Madrid.
Morreu em Montevideo em 1867, deixan-
do 4 filhos, dos quaes o mais moc,o o no-
vo presidente da repblica.
Esta familia Ellauri dizem ser originaria
de Hespanha, mas as suas feices teem ura
decidido ar cltico, tal qual se pode esperar
Pde-se ex-
prazo" de 13 das no governo provisorio, nao
leve occasio de desenvolver talentos admi-
nistrativos, salvo a manutenco da ordem
publica.
Na noute passada reprimi promptamente
um movimento sedicioso em um dos aquar-
telamentos, prendendo os oficiaos que tente-
ram fazer a revolta. Esta a verdadeira es-
pecie do homem de que precisa este paiz,
onde o magistrado deve ter cabeca fra *
mo firme. Nem se pode dizer que o Dr.
Ellauri seja deficiente no tocante o xuavi-
ter itn modo; foi um dos frequantadores
dos bailes do Club Liberdade durante o car-
naval ; um amigo comraum nos apresentou
um ao outro e nos conversamos acerca de
Buenos-Avres, onde elle tem numerosos ami-
gos. S. Exc. nunca esteve na Eur -pa, mas
tem visitado frequentemente a Repblica Ar-
gentina. Suas uisposicoes sao muito amiga-
veis para cora o governo do presidente Sar-
miento.
O vico-presidente o senador Pinero ;
falla-se no Sr. Ricardo L'sher para capito
do porto.
O Dr. Jos; Mari.- Muoz, que era mais
popular do que o Dr. Ellauri e que at ao
se ultimo instante todos pensavam que seria
oloito, recebeu grande testemunho de estima
publica o respoitavel numero de votos. Man-
do tambem o retrato photographado deste.
tirado por Bate d C, e extremamente pare-
cido.
E' homem baixo, j de meia idade, testa
alta, olhos claros e olhar austero. Koi edu-
cado em (lascow, e tomou grao em Monte-
video ; mas metteu-se depois no commercio
como mercador de pannos, at 1834, em
que foi para Buenos-Ayres e ahi residi at
ha pouco. Alguns de seus filhos sao casa-
dos : urna filia casada cora o Dr. Carlos
Ramrez.
E' impossivel exagerar a alta opinio fM
ile todos os lados ouco exprimir a seu res-
peito, e se acaso se lamenta que nao fosse
oloito, o desapontameiito compensado pela
certeza de que o seu triumphante competidor
homem mais notavel e perfeitamente esco-
lhido para dar-vos quatro annos de admi-
nistraco tranquilla e progressiva.
Os Srs. Bate & C. nao teem mos a me-
dir, nem podero tirar sullicicnto numero
de retratos do Dr. Ellauri. Correm que est*
nao aceitar o cargo, mas os seus amigos
afinal o persudiram a ficar. A estaco te-
legraphica est cheia de gente que manda
telegrammas para toda a parte. Viva Mon-
tevideo I viva Ellauri I
(Standard, de Buenos-Ayres).
Era republicana !
Chamava-se Mara, e era conhecida em
casa pelo doce e engracado appellido de
Marcas.
Marcas tinha urna dessas physionomia>
que, no dizer de um escriptor, "escapara
brutalidade de um numero exacto.
Ninguem lhe diria a idade ao certo.
O observador diante daquelle rosto, Ilu-
minado por dous olhos negros e travessos
sombreados pelo setinoso veo dos cilios,
quando quizesse escrever com seguranza
uraa cifra, teria de esbarrar diante de al-
guns ps de gainhas, que se entreviam j
nos ngulos desses bellos olhos como peque-
as nuvens negras a annunciarem a lea bor-
rasca da velhice, e, lancando-se no campo
das conjecturos, havia de dizer, como eu
digo agora:
Marcas teria vinte e cinco para trinta
annos.
A idade de Marcas era como a poltica
de certos estadistas, que ho de dar que fa-
zer a historia, quando esta tiver de delud-
ios.
Nao quero, porem, entrar em questes
de cifras, e sobre tudo quando ,se trata de
urna representante do sexo que to justa-
mente tem conquistado foros debello.
Marcas era elegante e esbelta.
Tinha todos os elementos de que sabe
dispdr uraa inulher para ir certeira como
uraa setta ao coraco mais cauteloso.
Os sales elegantes da nossa sociedade dis-
pulavam a sua presenca.
Ninguem mauejava to bem um dito agu-
do e espirituoso.
Jamis borboleta mimosa adejou cora
tanta gentileza sobre as flores, como o leque
a descrever-lhe as mais caprichosas ondula-
(oes sobre o eolio de alabastro*
Quando a cauda de seu vestido varria o
p das salas, dir-se-hia ura manto de raiuha
rocandq pelos degros de um throno.
Tal era a magestade de seu porte 1
Faltava-lhe, porem, j um pouco desse
viro da mocidade, que o verniz da belleza.
O verniz da arte, entretanto, substitua
ainda, s rail raaravilhas, o fresco rubor das
rosas que desmaiavam.
Restavam-lheem compensaco, entre mui-
tos elementos, dous -dos mais poderosos; o
espirito e um nada, que a meu ver, o
mais forte condo de que pjde dispor una
mulhcr : ura p pequeo 1
Ha por ahi quera nao se deixe calcar por
ura p insidioso, c mprimido dentro de urna
botina, eque espia a furto por baixo dos
babados de um vestido ?!
Um p fino e pequeo urna setta de
amor que nao erra o alvo do coraco.
Pois bem, houve quem pensesse como
eu.
A elegaote dos nossos salees foi requesu-
da n .r um admirador de seu foiticeiro p.
ver na Irlanda ou na Escossia.
plicar isto pelo insto de que os vascongados J *> me encarregaroi de fazer a desenpeao
so celtas, ou, como me informou o Sr. Ben-
jamn Ellauri, porque seu av materno, o
Sr. Gobbs, era originario da Irlanda. Os
Ellauris sao primos do general Gelly y Obes,
de Buenos-Ayres, que tambera pretende ser
rlandez ou inglez, pela linha de Obbs ou
Obes.
O novo presidente um gentil, franco, in-
telligente hornera de cinco ps e sete polle-
gadas de estatura. Falla correntemente fran-
cez e inglez, est em bons termos de amiza-
de ou de relaces profissionaes com muitos
negociantes estrangeiros, e foi sempre notavel
desse admirador, que os leitores vo j co-
nhecer no fim dessa pequea historia.
Marcas era filha de urna viuva, amaora
de principios severos, e que a adorna, no-
mo a mulher pode adorar nos ultimo das
da existencia o nico fructo do amor.
Chamava-se Rosa esta boa e santa velha.
Educada pe systeraa antgo. contmrava
certos hbitos que os precouceitos da socie-
dade moderna em que vivia, ao lado do seu
idolo, anda nao traham podido destruir.
E' assim que ouvia missa duas vezes por
semana, que commungava sempre pela qua-
poTsuas ideas liberaos e benvolas tisposi- resma, eque voltendo de um baile ou es-
ces. A distineco que j antes tirara **' pecteculn. nao concliava o somno sem en-
seusconcidados, sendo eleito presidente do fiar Padr> !\ossos atoan de Ave Mar*^
senado, mostra quanto en. estimado, e foi percorrendo as contas lustrosas de um velae
prenuncio da alta honra que agora se lhe rosario.
confere. Nao casado, mas corre o boato'. Em san quarto nao encontrara^ ieiter
de que est prestes a contrahir nupcias. Seus jard.neiras. nem estatuas
irmos oceupam posicoes importantes, eivis
ou commerciacs, nesta cidade.
0 actna!presidente da junta de Montevideo
bre custosos aparadores.
(Gontin uar-H-ita.)
Ti? DO DIARIO- &JA DUyUK D* CAA1A3
umL


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