Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12878


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Full Text
*~
'
~
AMO XLIX. NUMERO 78
- -----.-------------------------------------------------*
PARA A CAPITAL E LtABES OSDE NAO SE PAGA POBTE.
Por tres mezes adiantados................. 69000
Por seis ditos idein................... 128000
Por ura anno iilem.................... 24#000
Cada numero avulso.................'. 320
SEXTA FEIRA 4 DE ABRIL DE 1873.
PABA WBXTBO E EA DA PfcOVISCIA.
Por tre* mezes adiantadd............. .
Por seis dito idem..................
Por note ditos idem................
Por un anuo idem..................
750
139500
209250
179000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGROA DE FARIA & FILHOS.

Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Connives & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira'& Filho, no Ceai; Atiulio du Lemos Braga, no Aracatj ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Rata!; Jos Jostao
Tereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyba ; Antunio Jos Gomes, na Villa da 1'eJba; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferceira de Aguiar.em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagas; ^Ives & C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio jde Janeiro.


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PARTE 0FFICIA1.
Gravena* i prvvlaola.
>IIA1.\.\GK.
iln | KKCIKK
luspeecin da nade
raeu oillcio de lo du fovereiru prxima pastad >,
em que apresentei a V. Exc. urna rupia do relato-
rio HiidtTiv.idii ao Exm Sr. ministra do imperio,
sobre as oecurreiieias havdas nesta provincia, re-
lativas sade publica, cbamci a attencao de V.
Exc. sobre o estado dos apparellios di." ladinas col-
'lacados pela eompanhia ikcifi Druinagr, o a na-
neira mperfeita porque funceionam, :; derlarei
que os eoasiderava outros lautos foros de infere io
uiauovivois.
Concern, portante, qne en presie as expleacoes
a prcTas em une me baseei para emittir tai j .izo.
Doas sai) as proprieJades physieas empregadas
t.a Iuiiceo da ioaii>r parle dos aiiparcllms Culloea-
dos pela eompanhia fe Drninaq- I." 0 pen
d'agua, i.' a comprcs.-ibilidatlc do ar atniosphe-
r.'.'o.
) apparolbo commuiu, a ano elle* ehaniam au-
tomtico, consiste em urna bola de ferro, que pode
.aduiillir tres a quatro garrafas d'agua, a qual tara
urna vlvula, que se abre, quando se ralea sobre
o asiento e reeebe a agua que ven. di torre.
E-sa vlvula se feeia qaand i se deixa de ralear
.-obre o dito analo, para se abrir urna outra que
da sabida sbita e velez agua ipic rerebeu.
0 iilieiinaieno que se elcrtua nesse inomonto
mudo simples > faeiimonte se explica pelas leis da
pliysica. h por eonseguinte fcil ser pravar que
pbysieamente mposeivel que os apparelhos foue-
rameril regularmente e couscivem-se inodoros,
< mi i coavera, nao s eoramodidade, como tam-
/em mide dos lialiilantes.
Coosistiado a fimc/So do apparelho na eom-
prossiiihdade do ar atmospherico comido na bola
<.- na sua forra expansiva, a que faz rom que a
agua saia coni forca e precipitara, necessario
qua n peso d'agua seja inulto grande para poder
comprimir suflKtentenenie o ar e tozar entrar a
uaior quanlidad; d'agua possifel na bola. Nao
xbtindo essa cundir io, oque ge segu que a
quanlidade d'agua que entra na lila milito di-
minuta, e que aturado se abrM a vlvula que Ibe
coa que e]la sabe pequene, porque, o ar almos-
filierico nao foi bastantemente comprimido; e
as-ini a agua cabe como de urna garrafa quo se
despeja vagarosamente e iiennum impulso pode
dar as materias feees existentes no apparelho, sal-
v.) >e ellas sao tao inconsistentes que sedissilvem
fcilmente n'agiia e com ella sahem lentamente.
Qaanto maior for a altura em que estiver col-
leeade o reservatorio d'agu^ e quanto mais perto
fiear do apparelho de ladina, lauto melhor lia de
lie futiccionar
Por milito grande, poivm, que seja a massa
d'agoa retida no resorvatorio, que fornece aos ap-
preltK, a forra rompressiva lia de st^r muito di-
i.iiuuta. porque Ha subdividiJa eiiiinuilos ca-
no ifftTeibtt o anda menor se tornar qnanJo ura
grande humero de apparelhos estiver un exerelcio
ao inesino tnn'ipu.
A raz-io desse phenomeni de fcil intuicao.
A- subdivisoes mltiplas, a grande quantidade
de curvas, os Mtritos desenvolvidos as paredes
)6 ubis, e finalmente a sua altura, nao as cau-
sas que dimiuuem a forra ou pressao exercida
de!,.ii\o para cima, romo se pode fcilmente veri-
ficar.
A agua depositada na torre faz peso para baixo
por ;:n ro-so lubo de ffvri : a sua tendencia
para tunar nmesoto nivel nos ihIhis em que o
pr "ipal se devide e ramifica po' milhares de ca-
t- mas a proporco que se v.ii afastando do lu-
ga dj depo.-ito e pnqmrcn que vai augmen-
tando o numero de sub livis'ies, a forra OU peso
d'agua vai tambem diiuinuindo e quanlo maior nu-
ui ir de sabidas encontrar a agua, tanto mais i!-
minnir para > outros appare nos o dito peso ou
i rea, de forma que a agua s chegar as casas
i.i nivel da trra qnamlo nesta bouver grande
4|uantidade dola; mas anda assim sem a torta
Decessaria para comprimir o ar eontido uas es
pheras. .
tt ar comprimido por urna torca muito grande,
sem a qual impossivel obter >.\ tavel diminoicso
d- sea volume, tein urna tendeacia a tornar a lo-
mar o sea volume natural logo que eessa a com-
pressl1): assim que se na officina das Cinco
Pontas se observar como trabalba mu apparelho,
\.tlia que o jorro d'agua sane com tanta tor-
ga que capaz de levar aliante de si qualqu.T
-.orpo de mediocre peso.
Mas .se observar.se o npdo por.pie funccioni o
apparelho da cantara municipal nn nutro qnalquw
que '-t ja distante das Cinco Pontas. mesmo nos
andares ierre >s. ver-se ha que quando se abando-
na a taima do assento, me-ino depois de a conser-
var abaixada por muito lempo, an prnetro instan-
t> ( e rara voz isso acontece) a azua salle com
tn pequeo impulso, porra logj depois coutinua
mni vagarosamente.
No- terceiros andares, que tenho Kaminado,
ainda nao encontr! agua nos apparelhos, e em
aigumas casas, apesar de deitarem neUes toda a
agua servida, o fet do insupportavel.
Tica, por tanto, conbecido que impossivel que
os apparelhos ruaceionem regulanunte c im o sys-
loma adoptado pela eompanhia, porque a agua na)
exeree a pressao necessaria para |ioder reduzir o
ar atmospherico amelade da menos de sen rota,1
Ine, quanto mas a tres qnartu partes, ca^o em
ta forca na oCcasflto em que se abandosasse o as-
sento, e que o ar, por eflwto de sua grande ehwti-
cidade, tornasae a adquirir o seu volume primitivo.
Parece que os engenheiroj da eompanhia, co-
cendo a diminuicao cada vez maior da torca
compressiva d'agua do reservatorio, quizeram re-
mediar esse mal enllocando mu cano de chumbo
diverso para cada apparelho as casas de oasis
de um andar e qie possue.n mais di um appare-
lho.
Consta-me, pnrm, ijue essa disposigao fira alta-
inente impugnada por parte do director das obras
publicas em que devem sobrar eonheiimenlos de
"physica para saber que a agua mpellida em um
tubo dcbaixo para cima encuntra obstculo no seu
peso, que para baixo e para os lados, no altrito
desenvolvido entre o liquido e as paredes pela for-
ca de adhesao, pelas curvas que encontrar etc.,
etc.; donde se segu in lubilavelmete que abrin-
do-se as vlvulas" do apparelho do andar terreo,
a agua tende toda a sabir por ahi e nao subir se-
no no caso de ser a forca impulsora fio grande
que po9sa vencer a resistencia que Ihe oppoe a
agua existente no tubo, tanto maior quanto mais
comprido for este.
Ora, nao existindo essa forca, como est patale,
o que se segu que se houver sonente um lubo
d'agua para cada casa, quando um ou dou3 dos
apparelhos inferiores estiverem em uso. a agua da
nianeira algama chegar aoterceiro andar, qaan
lo mais eom forca sniBcienc para comprimir o ar
e reduzir o gen volum.-.
Bste (menomeno, alias cjnicimho, '([:.- por ea-
nhecido de todos, n3o precisa de demoastra;o
obeerva-sa diariamints*niM eacan unentos daeom-
panhia de Beberib->, pon quaodo em qaalquer
casa acontece baver uo ptqneni fura no rana
conductor d'agua, usa deixa lego di correr para
a rnservatorio.
Ha algn.' mezes qu?, diriginda-rne a eompanhia
Diainiije afim de consultar ao engenheiro se mil
apjia elliti automtico poda funccionar bein sendo
coliiKvido perto de um deposito d'agua que tem
mus de lo palmos de extensio, de largura e 8
a !i de profundidade, aquello empregadu procu-
roa conveiiecr-ine que o apparelho nao funecio-
nara bem, porque apesar do grande volume d'agua,
ella nao liaba a torca que ad piiria com a altura,
e Ueii-iiu raides que me nao convenceram porque
me parece que u volntiie d'agua do dito deposito
representa um peo mus cjusideravel, appiicado
(inmediatamente, do que o das Cinco Pontas sobre
una casa situada ra do Imperador ou onlru
lugar equidistante.
Conclu, pos, por di/.er-lbe que se a torea d'agua
d i prinieiro deposito nal era sulflciente para com-
primir o ar eontido na espnera do apparelho :iu-
lumalico, unlo eu polia desde i aj^egurar-lhe
que jamis os app.uelnos fuiccion.inan com a
furea d'agua do dejiosilo das Cinco ontas. O en-
genlieiro dissj*in que para convencer-me da ver-
dade, mandara collocar um apparelho automtico
6 com ed'eilo, colloeado que foi, nao (dneeloOiNI
bc.n e fezse necessario mandar sulistitui-lo por
um outro de vlvula manual.
O eiigeabeiro, na verdade, acertou n i seu ral-
culo, mas eu nj errei no juizo que havia feto,
porque de todos os apparelhos que tenho exami-
nado, o que funeciouava melhor era justamente
aquello que eslava sujeito presso do deposito
d'jgna existente em casa.
Pela leilura do art. 11 do contrato innovado em
1S<> j se percebe que a inten.o da c mpanua era
collocar um deposito d'agua em cada casa e que
este fosan proporcionado ao numero dos apparelhos
que ella conlivesse.
Em meii humilde pensara esseo.unco meo
que ha para se evitar o daino e grande inconi-
modo que resultara da falta d'agua nos appare-
lhos e por conseguate sua completa inutiluaco.
A razan do pessiinu estado em que eUes se acliam
lacil de apreciar : nao baveudo agua, as mate-
rias nao podem ter livre curso, demoradas ellas des-
teeam e a demasiada estreileza dos canos empre-
gados inuit. favoravel a accumulacao o entup-
ment. A eompanhia attrib it o desrraujo cous-
tantj dos apparelhos ao mo uso que se tem foito
d'elles, deitando-se deatro retamos de pannos,
todbas, nssos e outros bjectos sem serventa.
Tem ella multa razio u'isjo porque ama verda
de ; mas outros apparelhos, em que se nao tem
feto tal uso, esto putredinwos e alguns entupi-
dos e' smente as ratees que daixo apuntadas ae
deve esse pessimo eskido i|ue precisa de serias
providencias u.io s |wr parte da eompanhia, cujos
mteresses se perderlo em re|Klidos reparos, como
tambera p ir parte do governo e seus agentes que
na i devem consentir que em cada casa fique uta
bro de lufec.iio.
l'enso, portauto, que o nico alvilre que se podo
adoplar para prevenir os grandes males que nos
amea.am. e fazer eessar o grande nconimodo que
j se seule em multas cuas, collocar em cada
una aellas um reservalorio que contenha a agua
precisa para levar inmediatamente as materias
ecaes.
Era conclusa.), duas sao, eai m-u eutender. as
causas do desarranjo dos apparelhos : a eons-
lante falta d'agua e a sua nterrupcao completa
desde meo da al tres horas da tarde ; 2' a es-
treileza dos cncaiiameutos, que anda se torna
mais prejudicial por elfeito da falla d'agua, En-
tretanto, sujeito minha opiniao a outra mais bem
fundada.
Deus guarde a V. Exc. llbu. e Exra. >r. r.
Hearique Pereira de Lacena, dignissimo presidente
da provincia.--0 inspector, Dr. Pedro ile Atkayde
Lobi Moteoto.
I SKDULAS FALSAS.
Juzo de dreito da comarca do Buique, em o do
narco de 1873. lllm. o Exm. Sr. Coininunico e
V. Exc. que boatem pelas 1 lloras da tarde cao
gou esta villa o respectivo delegado, tenente Jlie-
Pires Ferreira, que havia seguido para o Mochlo
atim de pers iguii e capturar o grupo de Crimino-
sos capitaneado par Manuel Francisco de Siqueira,
por antonomasia Manoel Xico, e seu inua Joa-
quim Marques.
Infelizmente ainda desta vez nao se pode acabar
com aquello grupo, apesar dos retorcos que para
isso empregou o tenente Pires Ferreira, lendo an-
dada cerca de 00 leguas por espaco de 16 das ;
mas lado fruslrou-se pela razan que passO a
expor :
Voltanda de Alagoa de Baixo o lente Pires
eai procura dos criminosos, foi ter a fazendajpoei-
ra, onde mora o inspector de quarleirao Joo de
Siqueira, que assegurou ao mesmo tenente que os
criminosos nlo stavam naquelle lugar; ento
indo com a tropa j caneada foi com o me mo ins-
pector, a que u ronduzio, pernoitar em outra casa
adiante e prxima a daquelle inspector, onde iid-
rava um eunhado deste, c ao avistar-se a casa la-
drn um cachorro do criminoso Joaquim Marques,
com o que despertaram os criminosos que, dando
Jaus tiros em direccao ao lugar por oude segua
a trapa, e,vadiram-se imniedatame.nte.
Foi entao que o lenle Pires conheccu ter sido
i Iludido por aquelle inspector, que logo o pren-
deu, o internou-se eom os soldados pelas catin-
gas : sasfpdo foi baldada, porque al.un daquel-
les scoleratos conhecerem a palma esses lugares,
orara favorecidos pela escurido da noute.
Foi to precipitada a fuga, que deixaram no
campo .1 chapos de coiiro, 3 giboss, 2 alforges
com arroz e caf, o sellas, 't cavallos, 3 pares de
^apatas, 1 maca com alguma roupa velha e mais
'. eiberta em cajas pontos eslavam embrulhadas 3
notos falsa* de Z0.
V pas, V. Exc, que nao foi de todo perdida
essa diligencia, principaluiante porque o mesmo
de egado apprehendeu mais 5oO e:n notas falsas
de 104, em poder de Jos Freir da Silva Arara,
morad:* em Alagoa de Kaixo, e 0 que Antonio
Loureneoda Silva j havia paseado, e ambos esto
aqu recibidos para seren remottidos para Pes-
yueira,.bem como Honorio de Siqueira, que tam-
bem esl pronunciado em Pesqueira pelo mesmo
ciiuie, e Autouio Pedro que o Pires encontrn con-
duzindi) urna carga de l3coiuos de bois fur-
tados.
. Avista dissn.julgo imprtante essa diligencia,
que sem duvida ser lonvada por V. Exc.
Acha-se tambein recolhido cadeia para ser re
medido para essa cidade o criminoso de duas
inortcs, de nouie Manoel, que em dezeinbro do an-
uo passado asassinou ao capitn Pedro Alexandri-
no e urna filia de 12 annos de idade, cujo assassi-
no era escravo das proprias victimas, que mora-
vam no Limoeiro, provincia das Alagoas ; foi urna
captura tambem importante, e com toda a segu-
railca farei remetter para ah esse sc'eleratd.
O tenente Pires lavrou o auto de apprehensao
das sedulas e aqui proced ao respectivo exame,
que incluso remeti a V. Exc.
Todos aquellos individuos sao agentes e socios
de Manoel Xco, Jooquim Marques, e do portnguez
fabricante de taes sedulas, que, segundo consta-
me, est morando em Quitraibu, pertencente ao
termo de Cimbres.
O los Freir da Silva Arara! muilo protegido
em Pesqueira, o por U soltado desse pmci'ssi), com quanto en conheca o
respectivo Jqiz de Treito, que e um m::rodistinc-
to pelo eu carcter probo e honesta
At boje anda nao chegon o rerarpo do desfa-
auirnto. como V". Exc. me coaimunicoupor nli-
C.V.
co de-S (to passado, e apenas chegar fara o de-
lejjso' seguir outra vez para Mocbot.
Aialai na tez asseguro a V. Exc, que m -o*
contraa sempre prompto e dsposto perseguir os
diversos grupos de criminosos, que inlestam esta
comarca e a de Cimbres, mxime lendj o lenle
Pires a meu lado.
Deus guarde a V. Exc lllm. c Exm. Sr. Dr.
Henrique Per eir de Lurena, muito digno presi-
dente da provincia. Luiz dn Silva GtumSo, juiz
municipal e de direitj interino.
Auto (le exaim:
Aos cinco das do mez de marco do anuo da
naseimento de Nosso Sonhor Jess Christo de 1873,
nesta villa de Buique, em casa do Dr. Luiz da Sil
va Guarni, juiz de direito interino desta comar-
ca, onde ei cscrivan de seu cargo adiante nomea-
Uo fui vndo, os peritos notilieadoa Jos Cesar de
\ asconcellos e Anlonio Tranquilino de Aranjo Ro-
sa, negociantes, o Io nesta villa e o 2" na cidade do
Recito, e as testemunhas Manuel Garca de Souza
Padilha e o tenente Joo Pires Ferreira. moradores
nesta villa, o juiz deferio o juramento em snas
maos de bem e belmente desempenliaiem a sua
misso, declarando com verdad-: o que descubr-
rem e encoulrarem e o cpie em suas canscencias
enteoderem, encarrcgandn-lhes que procedessem
exame as no;.s de 2 que Iheforan'i apresen-
todas pelo mesmo juiz e apprehendidas a Jos
Freir da Silva Arara, c que respondessem aos
quesitos se.guintes :
I."' Se sao ou uo verdaderas as notas pre-
sentes.
2." Quaes os nmeros das series das uies-
mas.
3. Quaes as suas asignaturas, e se estas po-
tan ser consideradas come verdadeiras.
4. Qual o valor nominal de cada urna das
notas.
5." Se os seus algnaes sao Adrenles das ver-
dadeiras.
6. Finalmente, ipiaes os siguaes que denotara
sua falsidade.
Era consequencia passaram os peritos a fazer
o exame e inve.-tigacoes ordenados, concluidos na
quaes daclararam o segrate :
Que as notas de que se trata e em numero de
25 sao da quantia de 20 cada urna, e de imita-
cao iuioerfeita das notas de igual valor, amiltidas
pal Caixa Filial do Dancodo Brasil, e qne o pa-
lie! das mismas notas o denominado cartuxinho
e lithographado. e que, portante, respira lem aa i*
quesito que as olas gan falsas ; ao 2* que o nu-
mero da serie primeira, com os nmeros 22-I,
26J, 1,001, 1,002, 1.010, 1,020. 1,100, 1,100, l,n>.
1.200, 1,226, 1,600. 1.612, 2,001, 2.010. 2.026,
2,122, 2,200, 2,210, 6,in, 6,iK)0. 6fi90> 6,10.
6,6 e li,60ii; ao 3* que esto assignadas da se-
grale forma: J. Karo, J. J. Souza Leo, e que
estas tirinas sao palentemeiite differeole> das lan-
zadas as notas verdadeiras, porm que engaara
IHjrfetamenle a qualquer que naoconhecer as di-
tas firmas ; ao 4* que o valor nominal da cada
una de 204 ; ao 5" que os sgnaes nellas conli-
dos sao semeltiantes aos das verdadeiras; au 6-
fico prejudicado.
E so esias as deca aces que em suas cons-
ciencias tem a/azer debaixo do juramento; epar
nada mais Iwver deu-se por findo o exame orde-
nado, de que se lavrou o prsenle auto que vai
por mira 'escrlpto, rubricado pelo juiz o assgnalo
pelo mesmo, peritos e testemunhas. comigo Joao
Alvaro da Cunha que o Hz escrever ; do que lu-
do duu f. -Luiz
Vusconccllos. Antonio Truni/aHiiio Ro-
sa.-Joo Pires Ferreira. Munoel Garca de Son-
sa Padilha.Joao Alean da Cunha
.iuto de pergnittai felfas a Jo*t Freir di Slt*
Arara.
Aos quatro das do mez de marco do aoita lo
naseimento de Nosso Senhor Juss Christo de
1873. nesta villa do Buique. em casa da residen-
cia do Dr. Luiz da Silva Gusmao, juiz de dreito
interino desta comarca, onde eu escrivo de seu
cargo abaixo nomeado fui vindo. ah presente Jos
Freir da Silva Arara, peto mesmo juiz lie foram
feitas as pergunto* seguintes :
Perguntado qual o seu lame, idade, estado, f-
iaco, naturalidade, profissio e residencia? Res-
npndeu chanMf-se Jos Freir da Silva Arara, de
39 anuos de idade, casado, filho do fallecido joa-
quim Ferreira. natural do Olho d'Azua dos Ure-
dos da comarca de Cimbres, negociante e resi-
dente na Alagoa de Baixo, da menta comarca.
Perguntado de quera hara reeebido os soiBoio
em notas falsas que havia sido encontrado em sua
casa ? Responden que havia reeebido de Manoel
Francisco de Siqueira, por antonomasia Manoel
Xico e sea innSo Joaquim Marques de Siqueira,
para introdusi-las na circulae), trocando-as por
outras ou pastando-as par mm de nejrocio.
Perguntado para ipie rcebeu esse dinbeiro sa-
bendo que era falso? Responden que havia reee-
bido para fazer mal aos referidos criminosos.
Perguntado qual o fabricante d9ssas notas
falsas, e onde se acha ? Resaondeu que um portn-
guez e um outro individuo, cujos nomes elle res-
pndeme ignora.
Pergnntalo onde se aehava a macbina com a
qual te havia fabricada essas notas? Responden
que nao sabia e apenas ouvio dizer a Joaquim
Marques de Siqueira, que possuia uns ferros ou
instrumentos prapros para esse fabrico.
Perguntado se algum mais havia reeebido nu-
tras sedulas para passa-las ? Resporfdeu que nao
sabia, e que apenas ouvio dizer que um individuo
do ame Cbagas tnha duas notas em seu poder,
as quaes harta entregue ao delegado Pires Fer-
reira.
E como nada mais respondeu nem Ihe foi per-
guntado, manden o juiz lavrar este auto que de-
pois de lido e achar conforme, por nao saber es
crever a seu rogo assignou Rodolpha Rolemberg de
Albuquerque rom o juiz, de qne tuda dou f.En
Joo Alvares da Cunha. escrivo o escrevi.Luiz
da Silva Gusmao.Rodolpho Rolemberg de Albu-
querque.
Em seguida e no mesmo acto, presente Manoel
Honorio de Siqueira. pelo Dr. juiz de dreito foram
feitas as perguntasseguintes:
Perguntado qual o seu nome, idade, estado, fi-
lia;ao, naturalidade, profissio e residencia ? Res-
ponda chamar-se M.moel Honorio de Siqueira, de
% amw de idade, casado, natural de Moxot,
agricultor e morador na povoaco da Alagoa de
Baixo, da comarca de Cimbres.
Perguntado se havia reeebido de Joaquim Mar-
ques de Siqueira algumas notas falsas, bem como
Jos Freir di Silva Arara? Respondeu que nao,
e que apenas ouvio dizer em vagem para esta
Villa, que o delegado havia tomado a Jos Freir
urna porcao de olas falsas, todas de 204000 cada
urna.
Perguntado se sabia qual o fabricante dessas
sdalas, e onde se aehava assentada essa ma-
china ? Respondeu, que ouvio dizer ser o fabrican-
te um portuguez, cujo nome ignora, e nao sabia
onde exista essa machina, s ouvio dizer que Joa-
quim Marques de Siqueira e seu irmao Manoel
Francisco de Siqueira, por antonomasia Manoel
Xico, tinham emseu poder notas falsas. E como
nada mais respondeu, nem Ihe foi perguntado
deu-se por findo este auto que, depois de ldo
e achar conforme, assigna com o juiz ; do que tu-
da dou f. Eu Jlo Alvares da Cunha. escrivo
o oscrevi. Lirz -
norio de Siqueiru.
Em Mgaida e m mesna acto, presente An'onig
Pedro Aveliin, |ielo mesma jui; he foram feitas
as perguntas seguintes:
Perguntado quai seu nome; idade, estalo, r>-
fissaos naturalidade, ftliacaa e residencia? Hps-J
annos
natural
sidente
xot.
Pergui
Respond
liJade, casado, filho de David Jos de S,
isla frethiezia de Buique, agricultor e re-
lugar Rio Grande, da fregaezia de Ma-
e a uiannVdo
Perguifailo
ado se sabia o motivo porque foi preso ?
que por conduzir carcas de eriinin no*
do alguem.
de 11110:11 era a carga d
pelo numero de eus representantes nas duas ca-
sas do parlamento, ci 1110 pelos grandes inleresse
que trazia, em jogo, a provincia de Pemambuco,
em boa copia de annos, dexuu de ser representa-
da nos consellios da c iroa por mandatarios inime-
dialos.
Por nao levar mais longe esta demonstraeo,
procuraste o Sr. conselheiro Correia de Oliveir
auruveitor para cargos <\<- coniiaiica pet'os qu-
lh'a mereciaiii pir di-tu lis quali-lades *
N.io teule Mi de Mina* desertar rivalida-
des desproveilosas
Accimo a aduiiuislra.o do Sr. Veaam-io Lis-
boa logo que ella man'estar por actos im-n <* rer-
couros qui'i
comazjatillando fui preso ? Hesp.mdeu que era
de Juaquitn M ir liles de Sqiein Azcvwlo, i-onhe
cido por Qoineas, que a havia entrenado a elle
ivspmdente pura a vender; e disse mais qudias
antes bavia condolido ama rarga ile carne que
tinba reeebido do m>nn Joaquim Marques, para
vender, e que foi tomada em eamiuho por Jos
Mur.
. Perguntado se nao saba se esses couros e car-
nes eram fuadas ? Responden que sabia ser de
rezes tortadas.
E como nada mais responderse, nem Ibe foi
periiintail, mandn o juiz lavrar este auto, (pie
ib'pois de lido e achar conforme, assigna com o
mesmo juiz. de que diu f. Eu Joo Alvares da
Cunha. escrivo *o escrevi -Luiz da Suca Gns-
mu -Animio Pedro Icelino.
E miis se nao eonlinha em ditos autos de per-
guntas. qiu- eu escrivo fielmente copie dos pa-
prios ori^uiaes, nos quaes me reporto e dou f.
Uuiqne. 8 d-- marco de 1873. Eu, Job* Alvares
da Cimba, escrivo <> escrevi, confer e assigna.
Joao Alt res da,funha.
lliiiisti-rii lu rnzoniln.
3" seceo. Ministerio dos negocios da toteada.
-Ra de'Janeiro. 20 de marco Je 1873. lllm. 6
Exm. Sr. -T.-n'in presente v ollcio desea presi-
dencia n. I de i'.l de marco de 1872, aeompa-
nhado do r qneriiceato em que a mesa regedora
da iiinaiid ule ih> Siwi*simo Sacramento da ma-
triz da Roa*Vista, da cidade do Recite, pede nao
s a restituieao da quantia de 70/SOHO de dretos
que pagou pelo despacho de 18 pedras vindas de Lis-
boa para as obra da referida matriz, mas tam-
bem que soja m intua em seu inteiro vigor a <>r-
dem do Ihesauro n. 20 de 8 de fevereiro de 188,
para o lim -le con inuar a despachar livre de di-
reitos o resto das pedral que estn sendo lavrada?
na dita cidade. com destino as mesnis obras: e,
em reposta eabe-me declarar.a V. Exc. para seu
conhecimento e fins convenientos, que a vista da
leirislaco em vigor nao pode ser deferida a pre-
tendo de que se trata.
Deus guarde a V. EscF-acemba M+Bnwn.
A S. Exc. o Sr. presidente da iirovincia de Per-
nambnco.-Publque-se. -Palacio da presidencia
de 1*1 inanlumii. 2 .le abril de 1873.-ce-.
Hrpm-tiiMt d plCa.
t.' ecci). SecMlaria da polica de Pernamhuco.
3 de abril de 1873.
N \\. lllm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc que, segundo c insta das partid-
pacoes reeebidas boje nesta repar'.ca, foram reco-
Ihiilos casa de deleneaoos seguintes individuas :
A' minha orlera, Pedro Antonio da-Hora, ia*mo
desertor da paarincia das Alago is, e Flix Caval-
cante de Albuiuerque R .meiro. como pronuncia-
do nas penas do art. 175 do cdigo criminal, vindo
de Seriih.lein
A' ordera da delegad 1 da -apital, ^ebistia. Ma-
noel Lias, disp isiao do Dr. juiz de dreito do
2.' dsiricto criminal.
.V ordem do sulilele..'ilo do Recito, Manuel.
escravo da lava deLu:z Vern-t, a requerimeato
1'esta.
O Dr. dele .ido da capital, pwoMeio de I ion-
tem datada, ce iimanieou-me que o subdelegado
do Peres Hie partkipara que Vicente Ferreira Ca-
valcante ferira leremente Guilbermina Franris
e.i Bezerra
Ainda c >m naacou-aae o menina delegado que
o subdelegado da fregaazia da B 'avista Ihe narti-
para que, das 10 .ara 11 liaras da noute do da
31 de marco Mu >, a Ir 11 d 1 ivan labia dos tri-
Ihos urbaniH do Recit Olinda passara por ci-
ma de urna das mos de Candid 1 J >>' di Silva Li-
beral, decepando-lhe dona dedos; que 1 respec-
tivo subdelegada tratava de piMced.T a lal res-
peito ao respectivo inqoerito.
Outro sin., que 0 subdelegado da Capunga Ibe
camaiuflicara que fizera remessa ao juizo eom-
peleati^lo injuerilo a que proceder pelo criine
de fnrta praticado |>>r J0S0 P-nara Barbosa, con-
forme refer V. Exc em minha parle diaria, sob
n. 62, de 2;) do mez prximo passado.
Po-ollco de bontem datado, participou-me o
delegado do Cabo que n sublelcgado da 1." ds-
iricta d'aquelle termo Ihe communcara iiue cap-
tarara e recolbera a respectiva cada. disp asi a 1
do Dr. juiz criminal, a Pedro Alexan Irino di Cos-
ta, por estar |ironuncado nas penas do art. 167
do cdigo criminal.
Que o mesmo subdelegado Ihe participara que
na noute do da 31 da mez que lindou, lora br-
baramente espancado o prelo Pedro, escravo de
Francisca Ribero de Carvalho, par ama Pedro
de Alcntara, caixeiro do engatillo Malapagpe
d'aquelle distrieto, Manoel Librala. Manoel da
Paixo e Manoel Ser.', escravos do commenda-
dor Antonio da Siqueira ; que fez o competente
carpa de delicio e inquerita policial, e que tendo
sido considerado o crime como previsto no art.
203 do codise criminal, capturara e recolbera
disposica do Dr. juiz criminal os mencionados de-
linqueiites, exce|cao f ;ita do de nome Nunn Pe-
dro de Alcntara, que se evadir do termo, e
conIava achar-se n'esta capital,
Deus guarde a V. Exclllm. Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena. dignissi-
na presidente desta provincia.O chato d? polica.
'jtiz Correia de Qwiroz tarros.
vein de molde observar que", entre os distin -tos tas nlences. Mas nao o unir p-ir meiti nsidio>
estadistas chamadas em 16 de julho de 1868 a
a naaginar a sita o conservadora, nao lgurou
um s pernambncano.
A deputaco de Pernaiiibnco nao recusou, en-
tretanto, ao ministerio presidido pelo venerando E||a couiprebende que a forca que patota
visconde de llaborahy, o apoiojinais dedicado e bnele, nio em Derla dos legiti
romper a harmona de vistas que llyam ao gabi-
nete de 7 de mareo a grande uiai iri.i da d<^mta-
^o de Mik.s.
Ella tem eonsciencia do que e d>> qu* va*1.
ao ga-
intere*<*s da
mais 1 esoluto. provincia de Minas.
Se no g.ibinete de 7 de marco est conliada Quando a Ilustre deputaco nio tive*o eacH-
uai ilustre periia.nburaiio a gerencia dos neui- letal nanea para confiar no eqiirito nol>reiml-j
dos do imperio, 110 honrado Sr. conselheiro Joa- inspirado do honrado Sr. conselheiro Joao Alfr-d,
quii Delphino lema provincia de Minas um ele- Correia de Oliveira, vera no digno ministro d-
vado rop 'escalante. negocios da marinha, o honeil*>iuio min-int Joa-
As vagas deludas nn gabinete pelo; Srs. Theo- quim Dolphino. urna garanta ellicaz da justa ia-
dorn da Silva e llanos Brrelo foram pn-enchidas fluencia que provincia de Mu is m-nhuia h<>-
mein poliiico pode recusar.
I Va sen inglm-ioso caininbo o Jro de lf<* m.
Ao termo de una laboriosa jornada elle r.vonlv-
cer ter-se adiantado demasiado para poder vol-
lar sobre os seus propros passos.
f
par dous illuslres cidados, nenliuin delles per-
mimbucano.
, Nem os grandes mteresses da poltica podem U-
car subordinados razoes geuraphieas.
De le.itio modo as pequeas provincias senara
despojadas da influencia que Ibes compete no me-
canismo poltico.
Ellas se revoliariam justamente udinadas con-
tra a forca do iiumern e esta justilicavel reaeco
poderla conduzir consequaueias funestas.
l'arecia-nos banido do parlamento e da mpren-,
sa este infructuoso espirito de provincialismo.
O Kola de Minas, enlre cujos redactores lemos
o nome de um representante do paz, julgou de __,,,,-., n-n,!..-!!
boni coiiselho reaviva lo. I *-*"'- pro\lnrll.-
A preferencia concedida pelo honrado Sr. Ve- ^,"|np|,al ,"",,e'" f","T,0",m ,-' m
nancio Li boa ao Diario de Minas para a publi- oepm.iuo.v
cacao do expediente do jroverno, foi o fado que I Al'
deleiinnou a inslita apnresso do Sr. Dioio de
Vasconcellos. tanto ao administrador que lirinoii' ma pen .
o contrato, como aouoverno imperial c a poltica ^eira profcssora publica de instrucca,. pn.nana.
realisada na provmca sob o bnete dr? de Priado um anno de l.cencz era, ndos os sen,
1 vencimenlos. A eommisaao de petieias.
Guiri, de Josephna Bem viuda da Cunha Son
to-Maior, directora do collegio SS. Garacio 4<-
Jess, pedindo una siibvenrao de ti iHX*' 00. pelo
aitmif
qualquer modo manifestado as intencoes que o ll -'com-
devem guiar no governo da provincia, e por muco ,
de seus acto era couhecida a preferencia couce-
didaao Bmrio, eniendeu opporluno o Echo de, repl.cindo acerca de sua prtiew.na q. al aaflfte
K, ron,,,,, desde logo desmedida ^-^^^^^^t ZZ^ ^.
acio'SmX^pm?Sv= "B | ^*;
vez tirar a liuipo, traduz todo um plano audaeioso Hec(* a ol,nda- PJn* I'm I'" *'W
REVISTA DLVRIA.
A assembiea
26 seirtxK--
dei'Utados.
acta da ses-o antecedente, o Sr.
secretario leu o segunte expediente :
Tina netico de Guilliennina Itrasilissia de Ol
mareo.
Nao espern o Echo de Minas que a adminis-'
traco desenvolvesse as suas vistas e traduzisse em
actos o seu pensainento.
Antes que o Sr. Venancio Lisboa houvesse por fspaco de dez .ranos comprme mido-se a *
er modo manifestado as intencoes que o *" no seu c.llegm ,loze alai.raas.-A
missao de instrucc.io publica.
Outra. de Cvriaco Antonio dos Santos e Silva.
por dez annos, razo de 7 0/(1 sobre o capital de
700:0001000 prera em que esto calciiadas a-
obras da referida'estrada.A' comniisso de pe-
tieoes.
Ouira. de Thomaz Fraacisco de Salles Rosa, p^-
de maro a j.ist.ea a que ** -'Utorisacao para contratar con, a junta da
lio e severa iu.parcialida-1 ** LiS* *^?*- ransporlc de cadi-
de alentar dissidencias na provincia para, por este
meio, quebrantar em proveito da alisoluta domi-
nacji de Pernambuco a legitima e iudisputada in-
flueecia de Minas
Os que conheeem a ^KilUica mineira, lia reeu
sarao ao gabinete de 7
llie dad direito o escrupulo
,00 O lera u^pirado na escoma de seus dele-, ? r, v sas e igrejas nara actos fnebres.A conraussa
gados.
Dissidencias que possam ter surgido em Minas
no M'io do partido conservador, nao dalam da ad-
ministracAo actual.
O gabinete 7 de marco nao Ibes den causa :
nao as alirae:itou por nenhiim acto. Nenbiiin in-
ters se Ihe dictava es'a insidiosa poltica.
0 illustiv uiin.'ro que tem assento nos cons-
jeos da eoroa, nao pollera ser alias suspetado de
eoadesceader con providencias que leadessem a
enfraqueeer a afluencia que su;, provincia com-
pete.
i tjgreaajjara
de i^fcoAT^*
Foram considerados ahjacto de debb<>ra(a<(
mandados imprimir dous projectos: um asgna
pelo Dr. Ralis e 'silva, coneede.ado leis loterus d>-
12".0000(,0 cada nina para obras de diversa.
, mairizes e outro asignada por diversos si-anon*
depulados. autorisan lo o presiden! da prnvinri 1
a construir una ponte sobre o rio Japuuii aa
cidade de Goyannx
Foram saceessivamenle anarovadoi auatro aa-
i receres da commisso de ordenados: um dee-
Os presidentes das provincias alo sao os dele- ";''|J" P-'ra a comm.ssio de .i,s,ruc,-;,o puM.ca ..
gados de um ministro, mas delegados do governo P'">' J l"'ofcssor Geni.aia.io Joaquim de M -
Lneria! se ao ministro do iumerio que iucum-, ?''' ": ",;,''., <'^'ndo mforma,-,.i- '. *+*
imperial: se eao ministro do imperio que
be .1 sua e eolha, a nenlium inembro do gabinet 1
ella po e ser estranba cu indilferente, nomeada-
meole quando se trata da provincia de que sio
niandataiio- aerante o parlamento e a que esto
assim ligados por lacos de immediata conlanca.
Poderla a Sr. conseliiero Joaquim Delphino,
da tbesour.iiia jirovincinl, sobre a Beiicaa de An-
tonio CarkM de Lemos Duarte. continm lo consu-
lado provincial; e os dous ltimos, ndeferind-'
as pet.'Vs de Amane i o Francisco Mondes e J Xavier Faustino llamos.
O Sr. J. de Anoto, pela ordem. jMMai 1 roa
an que solicita por intermedio U
fflTERIOR,
B10 DS JANEIRO, 26 Di MAKQO DE 1873.
Minas e Pernambuco.
s duas grandes provincial que foram o beren
de tantos homens Ilustres, sio chamadas por sua
importancia a exercer larga parte de influencia
nos destinos polticos do paiz. Urna como outra,
representadas no parlamento de modo correspon-
dente a extenso de seus recursos e interesses,
tem por ahi o meo de intervir em justa medida
sobre a direccao dos negocios pblicos,' influen-
ciando tanto quanto devem sobre a organisacao
dos gabinetes e consequentemenle sobre a marcha
geralda poltica.
Nenhuma cuMan de interesses pode suscitar
entre as duas importantes circumscrip.oes do im-
perio urna suspeitosa rivaldade. Talhadas ambas
a um largo futuro, dotadas de fecundos elementos
de prosperidade, postas a caminho de esperanzoso
desenvolvmento, Minas como Pernambuco nao tem
que invejar ao destino que aguarda as do uais pro-
vincias, aos seus recursos naturaes, s suas con
dicocs de existencia e influencia que exercem
sobre o governo do paiz.
Se pelo lado das melhoramentos nao as separa
fundado antagonismo, nenhuma razo as pode cons-
truir em desacrordii ds iss* sobre o modo pelo
qual se tmlaz > >)i.-i ynsrtil-
A supoosu ilonimaride Pernambuco, phanta-
Ab tt pe! i Zrh < 'Ae tfinas, encniUra nas fai'ias a
em toctos de irrecusavel evidencia, solenmissuio
leamentidn.
Seo abdicar a justa influencia que tle era at-
qoe deve a provincia de Minas a elevada posivo : ^lenme.it.. en que solida por iimMU
a que o preestiaava o ten raro mereciment. Pr j \**"* *" provine.:., diversas infoinucocs.
algum inleresse en. ver quebrantada urna afloja- %lul '". -''Provado .,.,,.
cia a cuja sombra elevou-SC ? Poderla S. Exc. ver ^^ ^0r^'", d.,:'-f"'?'" ;';'' ^J^^;
irapassivel a mina ou o enfraqueciiuento de ura
partido, a que o prenden tantos iuleresses ?
0 simples b un sonso intervem aqu para justifi-
car a poltica sincera e lealmenw realisada
!. discussio os projectos! a. 26 que ixa a biaa
policial, sem debato : n. 2.'i. que extingue o '
gares de mdicos de poliei i. oand i a Sr. Per-
nambuco Fillio e dispensado o intersticio do de
en. Minas pelos delegados do governo imperial. O f<"p policial a ^"tatortodo Sr Figue^a :
nobre ministro do imperio, o Sr. consellieira ioao," ** f7' ,e:-"!',.a *^& L'"
Alfredo Correia de Oliveira, muito leal, muito 2 1T222 LT^.tiaS
fundar sobre os w- <" aul"r,sa PrMdente da provincia a reforma.
M coa, que se apavora oSr. ,ioga d ^L&^^^&SZ *%m o
Que hetoa pronuncian, esta tentativa f | **. "--"*> *
Por muito tempo esbulhada de im.nediata re-1-'.^ pela hora, dep, s de oraren, os Srs. .
presentaco nos conselbos da corda, a provincia :Lavaleante e J. ue A-iujo -. .... ..
lie Pernambuco oflerecea nalteravelmeu'e as s- A orden do da para baje e coa "'uca. da
toacoes con-ervadoras un. desinteressado apao. I '"tenor : M d-scussao n jrojaataa aa .
eeto n. '.
o prucincialismo a
provincias, em gran-
tara de 2-' de "* 7- e 3-" dos de n* 2- M *
i lodos de-tes anuo.
Ella nanea elevou
'''Fdb^s'Sinetos de outras provincias, em gran-! Kstrella Hllanle.-llonlem por voltdas
de parte homens do sul da imperio, tem presid- j7 ^df *^'-' t. mnh/r
do com ligeiras alerrupcSea os destinos de Per- ll P9"^ ; "* p,hnen"?":>l ^^TI 1'
nambuco cos '" ,1"!5n, ignorante era meteorologa, fot te-
! temunha o assorabrou-se de veras ante a pasta-
a magistratura, no ensinn superior, nas repar-'
Ucees liscaes. em tudas as classes e cate
sem despertar
cteeorias do l*6"1 instantnea e vertiginosa de urna ttirwa /.'-
funccionalis.no, serven, se... despe'rtar ciume a '<'''<' ^ ^ ""y8?. I1 l'".
1827, a velha como a nova geracio de l.lhos da tes a de um oguete.
orovncia fez-se distincta Jilo amor das let- ** ^"y M!#** !**+J
: e mesmo tempo capaz de infundir terror, posto que
IstO nao tem, entretanto, impedido que filhos de nenhum mal produzisse ne... mesrao o estampido
outras provincias tenham figurado na deputacioi^ commoiil em semelhantes phenom.mos.
de Pernambuco. Antonio Carlos Barroso. Mai- Jury-Hontem, sob a presidencia do Sr. des-
rynk. Azeredo Coutinho, Nabuco de Araujo, Ser- f Cargador L. Santiago fue,aonou este tnbuna.
g,o d aeedo e outros tiveram assento na ban g Srs. jurados e foi julgado o reo Maaoel
cada pernambueana. Agora mesmo a deputaco! francel.no de Barros, pronunciado no art. 237, do
de Pernambuco conta em seu seo um Ilustre re-1^1?1 cnnunal, sendo o advogado da defeza o Sr.
prcenlante que, embora ligado a provincia por. ?- ljU'z E'gl'o
lacos muito ntimos, nio nasceu nella. Ivldo fc I*10 <* *
cul
poodtiU^ ciainar-s Aatouw. Pedro AveCio, de'S1'tribuida por sua importancia, e assegurada, tanto
Perreira Vianna. 0 reo foi abs.l-
em bberda Jj?.
O Echo de Minas evidentemente fez-se o echo' Pagador! iln thettouria dr
de nconfessaveis paixoes. 0 Ilustrado Sr. con-1 da. Moje pagam-se as seguales Moa-
sellieiro Gorreia de Oliveira, pernambucano dis-1 to publico, emoregados do roceuseaineiilo, fnar-
tincto como o dedicado a sua provincia, tendo da nacional, alfandega e aposentados,
all radicado os mais preciosos interesses, nao Rauniao. Os Srs. logisuB deqoaesq
mantem outra aspiracao, que a de ver elevada mercadorias importadas sao convidad d*"
aquella parte do imperio ao nivel que Ihe desti-1 reunio, afim de provideociar-se a bem da au*
nado pelo progresso moral e material, pelo desen-' em geral, devendo ter lugar este acto ao *. aa-
.volvmento de seus recursos de toda natureza, dar da casa a. 56 da ra Mrquez de wiinaj, a-
pelo aproveitamento de suas grandes forcas. III horas da manhi de 5 do crrante ; depou o>
Esta nobre paixao tem-n'a em elevado grao o amanha.
Ilustre conseliiero Gorreia de Oliveira. Missas. -As raissas para boje anauaeiafi
Porra S. Exc. nao revelou ainda po# nenbum pelo descaneo eterno de D. Joanna Bernardina
cto a iateaco de fundar sobre ruinas polticas a Raposo da Cmara serao resadas nas igrejas de
preponderancia de Pernambuco. Esta preponde- Nossa Senhora da Goncejco dos Militares e a> S.
rancia nunca existi, nem existe. Jos do Mangu.nho, e nao corar, diz erespectiv*
Qufcfactos a demonstrara ? >|convite em outro lugar publicado.
Percorra-se a lista dos delegados do governo, a Prla onda As pessoasqne se
lista dos magistrados de ultimo nomeados, a listo 'dignaram de aceitar bdhetes para o ,fsp"'
das honras o d*s grecas, hlv/d, no theatro Santo Aatomo em beneieio do
I Si Pernambuco nao' tem sido excluido de urna iasylode alienados, sao rogadas a remetieren ase-
Uem entendida partcpaclo na longa serio desses cretona da presidencia suas esportutos em cart
act^, nineuem dir qu? ibe te;n cabido um qm-( fechada. ____
imn leonino Feriueento. No lugar denominado Hm.
Querer se-hia que pernambucano como se pra- Vicente Perreira Gavalcante fena levemeoto a
za de ser, eonbe -endo' inlintamente a sociedade em Gnilhermina Fraaatoaa tezerra.
cujo scio despondeu a servio das ideas poltica* KHpaaoaaaj| ^ Vm escravo de nome
de seu parido boa parle de sua mocidade, jw> Pedro, de Frajj


m*
--------------,-------------.



~.
mu
:m m mi
!$&fc) ie Pemambuco S$xta feira 4 de Abril de 1873.
hararoeiflc eupanosilo/nrt'i.* UMtfMa** Cano,
Ntitn.i i'i'ilro de Alcntara, rrxeiro do engenlm
.tiurt pjjip- 4/tid>' ili5lniitwre Maueel Liberato
aa Paixa. e Mano! aerto estyavos Jo eouiojen-
dador Antonio da Siuiioisa.
A excepeo ifc ^Uma Pedro de Alcntara,
acham-sc-presVMrM<)s delincuentes
Aldcfamentev de Indios.Km a nossa
ojtava pagina damejmie, ;i publicidade o reialo-
riu sobro os aldciajSnto!tw indios, airan gento a
liscriji-.-a j actual"- C.adJk4rihlL scus'Usos, teus
cosiumcs, c 9s as trras jju posme. Cha-
mamos a altearan ds leMore* para esse trahillin,
confeccionado pela Hunuiisso Humeada pela pre-
sidencia da provincia.
A furcH ruultier,Deutquanlo tez o numera', deu-^e o
dominio suMe todo o mondo, por coosugtiintu
< j.i-liuiM-s^ldaii rei de todos os aniniaes. Oho-
mem, senlior de tanta Binaria, resurveu um ota
pasear revista ao sen grande exercilo e convocou
os seas nevo* subditos para admirar a variedade
de castas, que o Creador n'um dia havia tirado do
Hada. Como Adn reconhecosse ein muitos ani-
maos um iustncto especia!, que milit Ihe polle-
ra servir, para melhor adornar e reforcar sua hu-
manidade, rrsolveu imnr um tributo (vejam la
desdo quando e;n a k-i dos impostes l) dos re-
cenecamentos dos seus subditos; m.;s como ne-
nhum tinba dinheiro para pagar, ieou ohrigado
cada animal a dar a sen rol (o homem) una par-
te do seu instiuclo, completando assim Adi a
obra do grande genero humano.
Os instinctos, que Adn aeeitou como tributo e
que Jcgou posteridad, sao M eglliutes :
Aceitn do "avallo a nebreia.
lo lean a forca.
Do burro a manha.
Do boi a paciencia.
Do camello a reslgnaco. ,
Do macaco a mmica.
Do poren a senstinlidade.
Do gato a agilidad*.
0e ele a tidolidade. .
Do carnero a mansido.
Do tigre a ferneidede.
Do cabrito o frenes.
Da pauthera a crueldad.
Do tamandoa a traigo.
Da aangiosuga a philantropia.
Da cigarra a etnnortonaeo>
Da borholetea voluhilidade.
Dt prilho a misantropa.
Do Lagarto o patriotismo.
Da Mpivara a vileza.
Da aguia a audacia e rapia.
Do sabia, canario e rouxinol a meloda.
tto gata a gentib-za.
Do jiaro o jauoti-mo.
Di p.im o genio de navegado.
IV carangui-jo a inconstancia
Da coruja o cvnisme.
Do lobo a voracidad'.
Do raSo a nsperteza.
Da aeraba a industria.
Do mosquito a mordacidad'!.
l'oDa m ra a gulmlico o a ponUudade em tem-
de calor.
Da alterna a artividade.
Da pregnica a indolencia.
Da jaratataea a catinga.
D > pnree espiaba a aspereza.
Da zebra a solvaiteiia.
Dt jumento a estupidez.
Di v.-ado a timidez e a IjgeJreza.
Do kag&de a pachorra.
1 coothe a esperteza.
Do bizrturo a insipidez.
;' jacar ;: maldade.
Da Inutra e do castor a habilid;; I".
Da pul,ra e do (Mjrsevojo a sabulosa.
D corroa cubica.
i< pon o amor conjugal.
. i,, '
Do pelicano o amormuonial.
Di uapgaio a eloqiwneia.
Di) p"ri:|!iito a poesa.
Da :i:i.'oi;iIi; a muubidade.
D i perii a soh;rba.
D.-todos os mas animaos o nstincto da con-
M']*Var-.'.
A liiultier quando sabio da csteHa de Adn, ja
acli m e-e estada, e a nae^i sojeiti a este tribu-
to; por eonseguinte nao polia tambeni como o Ii*>
oir.n eolnero.sou trilmtozinlu), porque o re dos
;ui:quos enamou ao rijcenseaiueoW todos os babi-
tanfes do sel vasto i)i>inlnto.
A cobra, porm, astuta, soberna ardtosa ma
do j'.ie lodos os ontro* bichos, proeurou meio de
So so subruetler ao dominio i bornein, evitando
assim pagar o tributo a que os inais se submet-
tefaia.
Eva ti mu muito contento qusndo soube irae a
cobra octava indep^ndente, e tratoa 4ogo de sub-
* ntetto-la aoseudumini A cubra attrahida pela
belleza do sexo, rojw.i-sf c satisfez a euriosidade
'' Kva, que Jogj Ihe pedio o tributo de seu ins-
liacto.
A mnlher apenas licon senliora Je tres instinc-
tos: mas alcancou da cubra duas armas que va-
1 UD por lodosos instlelos do resto dos aniniaes
ooin as quaes ebegon a dominar o homem.
\ a'traerao, a prudencia e a fragilidade foram
s instinctos que Ihe olTereceu a cobra ; a setn-
ela do bem do mal o o veneno foram as armas
que ella arrancn da cobra; Eva servo-se deltas
para eommotter o peeoadu, mas lamben debas se
tera servido para hbilmente renegar o genero .1
.ibera da mesma cobra.
R diga ni la que a mulher nao forte.
Lotera.-A qneseaeiM a venda a 45.*, a
i'-.'K'iicio da Sgreja de Xossa Seahora do Monte de
linda, a qual corre 110 dia 7.
Casa de detenerlo. Movimento do dia
: de abril de 1S73 :
Existiam (presos) 36), entraram 6, sahiram 0
existem .10o. ,
\ saber :
N'a'ionaes oiT. muiher^s 17, ostrangeiMS U,
-v ra*os 19. eseravas 6.Total 3 . .alimentados a cnst dos cofres nublicos ?93.
Movimento da enfermara do dia de abril
J" 1873.
Teve barxa :
.noel Francisco de Moraes, febre.
Ti ver. malta :
aro ornes de Sant'Anna.
1 .listo Lo|ies da Silva,
-'r.ujcisco Jos Machado.
Cemlterio publico. Obituario di ia 1
t abril:
-iiujuim Alves da Silva* pardo, LcnoN-ee, 18
nanos, solteiro, militar, Boa-Vista; dysinteria.
fa&O Vctor, branco, Portugal, 40 anuos, solteiro,
Hoa-Vsui, hospital Pedro II; febre amarella.
Amaro, pardo, Pernamtoico, 10 mes^. (iraca
ignora-se a molestia.
Isabel, escrava, preta, Pemambuco. iO annos,
soitein, fioa-Vista; apople.tia.
rma mulher encontrada na rampa da ponte da
Boa-Vista, 2o' annos, Boa-Vista; hepatite ehronica.
~: Joquira de Sant'Anna, pardo, i'eruambu-
co, >ti annos, casado, Santo Antonio, casa de de-
tincAo; tubrculos pulmonares.
Sophia, preta, Pemambuco, 1 ."nnos, Recife; en-
torrtis chronioa.
Francisco Rogelio 25 anuos, solteiro Boa-Vi.ua : htpetrophia no
coracao.
Michaella Arehanja da "onceico, branca. Per-
naaibnco. 70 annos, soHeira, Sanio .'.ntonio ;
hjdro(.-esia.
-- 2
Jo*|itim Lawrinno, pardo, Rio Grande do Norte.
5 xmm, Recife ; desyntcria.
Joe Joaqnm KohValves. branco, Portugal, S6
nos, solteiro, Boa-Vista ; congestAo.
iuHo, escrava, *reto. Baha, ."W anno?, solteiro,
oa-Vista; clica heptica.
Viaiioel, pard, Dernaoibuco. i mraes, Recife .
convalsoes.
tregorio, pnr-do, Pemambuco. '> mezes. S. k*i>- [
gastro entente.
Florioda, escrata, preta, Petoamtaeo amios,
S. Jos ; astfena. j
Tbeodohco Moa-Vista, Mspitai I'.-rtro II ; infeeelo finesa.
MathiaS Comeiro, bram-o, Pertigal, M annox,
8a-Vista, hesDital Pedw IIJ febre amarella.
Kaph.v I. eseravo, preto, Pernambaco, 58 anno-j,
<-Mt4m, boa-Vista,; gangrena no t.
Mariano, pardo, Pernarabnco, 8 mezo, Graca
-rrit*9HMutesiu.
.MaiNNtl, parda, Pemambuco, 18 dtas, Santo An-
wnw, easarfoseKputos ; aspasrao.
Jnvenrina, parfa, .feranmbncc. 3 meaos, Ben-
Va : marasmo.
Catbartna Anneica Uaria de Carvabo, branca,
Pemirtbaoo, n oteir^- Boa-Vista : ve*
toce.
Jte. Vieeatn-'Bfreira; do
Prrbuco. M) anuir, elieiro. S.
'I'rikwnirl 4 comnicrti.
AfcTA" DA SESSJte AD.MMSTATrVA5ES7 DF
.SrARf'X) E lh73.
raesioENciA no -mu. s. oonskuikiw) a.nsklmo
- FRANCISCO. l'RBETTI. .
A's 10 horas da manha, presente* *s Sr*. de-
puudos, secretario Olinto Bastos, topes Macha-
do o e Sr. supplente Peroira Ucg, faltando o Sr.
diputado Gandido Aleoforado, o nal encontran-
de-ae cem o Sr. Lopes Machado jBodio-ihe que H-
zsse constar ao tribunal, quo per motivo do in-
commoib em sna Mude, nao poda comparecer
sessao de boje, o Exm. Sr. coaselheiro presidente
abri asessao.
l-'oi lida e approvada a acta da sessao de 21.
KXPKDIRNTK
Aviso do ministerio da jistiea de 13 do corren-
to, dando solircao aos omcios destetribimal de SO
de do emt ro do auno prximo passado o 9 de Ja-
neiro ultimo.
Foi indeferida a pelifn de Cirios da Silva
Araujo, e deferida a de Antonio Leonardo Rodri-
1HMS; etennifiando-se que, prestida a competente
anea, se Ihe passe o devdo ttulo.
Oliicio do sccretari interino do tribunal do
commercio da Baha, acensando a recepto do
oillcio dette tribunal de 6 do corrente, que re-
metta a lista dos conunerciantes matriculados no
HHMo tribunal durante o mez de fevereiro pro-
xiioo lindo.Para o archivo.
Foram mandados rubricar os seguimos livros :
Copiador de Joaquim Jos Goncalves Belti io 4
Filho, dito de Pimrntel 4 C, dito de Ladislao Ro-
dolpho de Araujo Osar, dito de Gnimaries liman
4 C, diario de Algonz 4 Carvalho, dito de Bel-
trao Oliveira di C
DK8PACH09.
Requerimentos :
De Beruardino da Costa Ferrara, pan %e Ihe
dar por certidao o theor do seu contrato na ta-
verna prar^i do Conde d'Eu. -Co o requer.
De Francisco Alves Linhare? e Luiz Gomes de
Lima, por seus procuradores Moraes 4 Irno,
para se Ihes registrar as snas nomeai^os de c.ai-
xeiros do tenente-coronel Joaquim Jos Alves Li-
nhares.Registre-se a nomea^iio dos suppl cantes,
sendo que nao est provado serem brasileiros,
como se duelarou em dita nomeacao.
Do Joaquim Antonio de Araujo, Adriano Au-
gusto de Alineida Jordn e Joao de Castro Guima-
riie, para se Ibes registrar o contrato qne juntam.
Vista ao Sr. dwenibargador fiscal
De Jos Feliciano de Naza-eih, |ediiido por
eertidu se acha-se ou nao registrada a uomcacao
de seu caixeiro Innoeencio Feliciano Nazarcth. -
Dse a certidao requerida.
De Joau Mundes de Araujo, Manoel da Cunha
Lobo e Chrstovau Forrcira Cunpns, cominandita-
rio, apresentando, para se Ibes registrar, o papil
de additamenlo que tizeram ao contrito da tirina
Meados Lobo 4 CVista ao Sr. dosembargador
fiscal.
De Joao da Silva Pmimtel e Henrique Martins
Saldanha, assoeimlos sob a tirina Pimcntel 4 C,
pedindo iransferaicia dos Ivtos diario e copidm-
ele sorrlram extincta firma de Henrique Mar-
tins Saldanha A &, para a referida firma de Pi
meniel 4 C. Sim.
De Alfredo 4 Barbosa Junor, negociantes ma-
triculados (lesta pia<;a e credores do tmido los
Augusto do AmaraL negociante qne foi em Maman-
guape, tratendoaoconhecimento do tribunal cortos
faetos que, ilizem, milito importan para a decisao
da consult que fiera o uiz municipal de Maman-
guape sobre a porcentgem que de ve recetar o
curador liscal da massa fallida do mesmo Ama-
ra'..Vista ao Sr. desembargad 1 liscal.
nscu.
OfQeios :
Da presidencia, man luido pagar a lu Wal-
rwb de SfcrfMn t* C a ipuntia de \.'i!lo.
Do iiiKiiector Hi' arsenal do iiurinha, i-q lisit.in-
do n paga.iienln da l.ivaiiein de iou:a dozumm ca hnpofUncia u; Wiioo.
Do engenlicir Interino da estrada de ferro fio
Recife a S. Francisco, requisitando o pagamento
di. uuin'tos de expediente furnecidos por Urbano
Xunes Machado Autuues, na importancia de ....
ISSM9.
Be pierirasnto de Joaquim Ellas de Carvalboi
Moma.
hxeotJjjfin, quando depende essa ft*ecn.n s-smet*i)PtHloisiio* meits, de sen dinheiro,de sna*
Ignlniento rear>ttdo5 a > Sr. pagador
ssmo lifii:.
Foram
para o mesm
Requerimcuto de D. Anua Joaquina da Costa
Gitirana.
Secretaria da th sourria de fazenda de Per-
nambaco, de abril de 187^1.
Serviodo de offlcial-maior,.
Jfino Rodrigue! Cardoso
NGLISH BANK. OF^RIO DE JANEIRO
(LIMITED)
Capital ilu Hinco em 50:tM)0
aocoDs de 2!) cada urna 1,000:000
Capital rualkiio ...... 500:008
Fundo de reserva. ..... 120:505
!.i .tsciuiicia do liel, de sua crenca. nao lia ne-
ce^sidade do beneplcito par a sna forca c val ir,
60IWJ ja dis.se n 1 passalo artigo.
E.n io vem nada a proposito, para o Sr. Dr.
jRrtor esta distiuc;o (de que alias nao faz applica-
cao), porquanto a questio que se agita e de que
S. S. foge, -se a falta "do beneblacito s bullas
que cinJemuam a inatjjuaria, desobriga o liel de
ijSbtar-e a esta bulla ou decreto, fi'neste caso
a bulla nio se refere ao tiro intenu, mas a actos
exleriorw, i pratca que a igreja condemnando,
polco oslado julgar licita e eou -uniente, co;oo
sucede.
B twra se sustontir que neste caso ou casos se-
meihantes as bull.is, etc., nao tem forca ou valor
antes de serem confirmadas polo enverno civil,
uao' necessario sotcorrer-se a proposi{;lo-que
as bullas, etc., A? qu diuer aitureza, nao tem a-, poderes que Ihe foram d ido* por flews, quaudo nao
BALANGD DACAIXA FILIAL EM PKRNAMBUCO,
* EM 31 DE M\RCO DE 1873.
ACTIVO.
Letras descontadas............. I,i:i3:08t)368"l
Emprestimos e coutas caucionadas li:i:iC.)"l"l
Letras rereher.............'.. 19:5t)i78i
(arantias e valores depositados.. I39:320oo'l
Mobilia,etc. do banco.......... 11:08V*7W)
Diversas cuntas............... M7:39il70
Caica......1................. S13:7iatWO
Rs. 2,678:332*900
PASS1V0.
Cuntas coirentcs sim-
ples........:..... 417:133*210
Dep sito a prazo lixo
com aviso c pot le-
tr.t*............. I,i73:732*7il0
Ttulos em caucan e d.'jusito.....
Diversas cints................
1,922:8674910
43'.: 3205330
3l6:364*'iW
Rs. 2,678:332*900
S. E. 4 O.
Pemambuco, 3 de abril de 1873.
F. R. Bloxham, manager.
L. llenderson. a'vountant.
'URCAC0K A P-EPIOO.
O *;:. 2br. Colinca na quesillo
It Ih.
CD>1 o PMRCii
Requerimentos
Ita D. Umbdina Libania
de Lomos Guimarae?,
regorio Paos do Amara I, Osario Aecurcio da
Silva Ppenla e Joan* da Silva Lemas liuinaiaes,
cpieseui.im.'s da lirm.i -Viuva Gulherme da
.viva Guimaarais 4 C, distrato social.-Regstre-
se, n distra'o na forma do decn-o n. 4,3"4.
D< Ali/one 4 Carvalho, contrnio social. Seja
regsrtndn o cntrate junto nos termos lo decreto
n. 1.39
De Antonio Jos Silva do Brasil e Joaquim Fe-
np|)c da Costa, distrato soeial.Adiado, por ser
impedido neste negocio o Sr. depntado Lopes Ma-
chado, e lea* em Btaoqaoneii desse imtMnon-
to e au-oncia d.) Sr. deputado Candido Aleoforado
o tribunal smente com dous mombroe, numero
apenas sulJiciente para negocio de mero expe-
diente.
De .New London and ferasftian Bank Limited,
satisi'azendo o despacho do tribunal de 2^" do cr-
reme, com a juncijao do diar o otllcial de 14 de
agosto de 1H72, em o qnal veo.-n publicados os
seos estatutos. -Informe a secretaria.
.Nada mais havendj a despachar, o Exm. Sr.
conselheiio presidente encerrou a sessao ao meio
dia.
SESSAO JUDCIARIA EM 31 DE MARCO
DE 1873.
MB3DRHCM DO EXW. SR. CONSELilKmi ANSEtVO
FRANCISCO PRnETT!.
StmtWh interino, o oficial Torr.'t.
A /2 hora depois de meio dia, aehando-se
presentes os Srs. desembargadoros Silva Gaima-
raes, Res e Silva e Ac;ioli. e os Srs. denotados
Oiinto Bastos, Candido Aleoforado. Lop do e supplente Pereira Reg, o Exm. Sr. eon-
seiheiro presidente abri a sesean.
Foi. depois de lida, approvada a acta da sesslo
passada, com declararao de que fra por motivo
de incommod) de sade que n >"r. Candido Aleo-
forado deixra de comparecer a dita sessao.
O protoeolfo do oserivSo de nrotoMos Jos Ma-
rianno de Albuquerque tem o n. 2,732 em data de
26 do expirante, e o do ocrivao Alvos de Brto
tem o 11. Itk'.i, em 28 do mesmo mez.
JULGAMRNTO
Sendo prpotos pelos respectivos juizes rcla'.o-
res fetos entre parte* : appellantes Meados,
Aeevedo 4 C, appellados os administradores da
massa fallida de Femando Stepple da Silva ; ap-
peliante Jos Antonio Suares de Azoredo, appc.lla-
do Joao Ctaudiano do inojoa Varejan; appellante
embargante luiz lypolito Lima, appellado embar-
gado Jase Mara Goneaives Pereira, foram adia-
do* a pedido dos Srs." diputados.
Nao tendo comparecido o Sr. desembamdor
Doria, dcixou de ser proposto o feito entre par-
tes : appellante a baronexa de Jarago, apneflnda
D. Aimirina Fres de Mendonca, indante-
mente o feito entre panes : appellante Joaquim
Severiauo Nogneira. appellados lasao Irmaos, em
que juiz certo o Sr. desembargador Motta.
nannams.
Do Sr. desembargador Sil-a Gumaraos ao Sr.
desembargador Res e Silva : appellante Dorain-
gos Rodrigues de Andrade. appellados os adminis-
tradores da massa fallida de Marqnes Barros 4 C.
Do mesmo Sr. desembargador Silva Guimaracs
ao Sr. dtsembarga.for Accioli : appellantes appel-
lados a viuva e herdelros de Manoel Goneaives da
Silva appellad.i appellante I). Claudina'Scnhori-
nha \1e1ra de Carvalho.
Do Sr desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli : appellante Antouio Joaquim
de ouva, appeJIado Vicente Ferreira Veras.
Nada mais hoave, e encerrju-se a sessao um
hern e 20 minlos da tarde
LONDON 4 BRASILIA* BANK LIMITED
oapitai 10 Banco 15,e0f>a6coes
* i(^.................. 13^39:313*330
Aero-' emittidas t3;600...... 1 l.S.^aooSW
Gafltai pago *46"por aeco... .",200:000jl06t>
BALA5C0 BA CARA rnjAL'EM PUr.S IMBCRO BV Jt Dt
x.vnco de 187:1.
Activo.
Letras descontadas.........
Crditos diversos, ontros bn-
eos- e caitas filiaes.......
Caixa:
Siv rrweda corrente.........
Com o son terceiro artigo conclua n mea ami-
go, Sr. Dr. Collaco, e sen penoso e ingrato traba-
lleve rerou-se "despedin 1 se franecza.
Viera atirar a luva, oilerecer batalha em campo
deseoberto; apenas as primeiras descargas que
1 eii'!i-ra, em campo igualmente franco, sem res-
ponder com um so tir rctirou-se em boa ordoin,
dividi seu exercilo em guerrilhas numero-as, e,
desando cada urna por sna conta produzir o seu
eifeito, espera do iumigo, foi-so como o general
a q lem, nao sei se tranquill.) ou se de-cnnliado
ile sua causa e do sua gente, sobra a modestia pa-
ra nao reeeber a palma do triiimpbo, ou falta a
coragem para eonfossar a sua derrota.
Com os proprios principios com que onv.n do
Sr. Dr. Colla;o. niosiiei a falsidade de soas conse-
3uencia.s, eum o rigor da lgica que pareee-me
iflicil romper; do mesmo modo demonstre a fal-
sidade, o erro de nutras propositis suas e por-
tan: das constMiieucias que deilas tirara.
Foi es' 1 a batalha offorecidn : primeira com
segunda carga, S S. nao oppoz a mnima resis-
tencia.
Todos os ruoioeuios e demoastra.ocs tcaram
sem resposta.
Agora so corre-se o Sr. Dr. a urna I mga serie
de arguuieatoa sollos e destacados, sem alguma
cada lgica entre si, rep:tiiulo-os inui'as vetes
por formas diversas, como fiaera tem pouc.i coil-
riaii/a Relies, sem partirem do principio algum, o
toman lo como principio o que est em quoslo, ou
o que foi demonstrado ser errneo mi falso, que
faiso c errneo iteve ser considerado desde que a
sua demonstrarn licou sem replica.
S.io estas as gemidas que o general deixou oper
raudo por canta dellas ine-smas, muito eedo anda,
descouuado de sua causa de snas (oreas, ou im-
prudente e demasiadamente ojotado na valenta
dessas forjas assim divididas e sem unidade de
aeeio e.n "suas secees, sem general que poss"
unit'ormisar e eoneentrar as operacoes em ca-o de
perigo.
Ser que o meu amigo tenha desesperado de
sua causa, e, emquanto se poe em boa guarda,
dcixa sna gente assim dividida fm grupos varios,
e linha incerta eobrlndo a sua retirada ?
S;r que ao contrario tenha tanta te u seguran-
ca na sua causa, c na forca de seus proiectis, que
julgue imuossivel ser batido, nao so pelo inimigo
que quer que possa apparecer ?
So elle o pode saber.
Pelo modo por que S. S. se retira, parecera
que nem me vio, se de urna de suas guerrilhas nto
saissem alguhs tiros directamente contra mim, pois
S. S. transcrove duas prnpoak6es minhas, e j bem
desanimado lenta responder-ine sustentando, sem
demonstrar o que dissera.
Ou fo lianca do Sr. Dr. em sna causa e em sea mundo
de maos argumentos, e nao demonstradas projw-
sicies, .ue o Ilustre Dr. se tenha retirado, eu ire
a todas os pontos, que elle deixou, a meu ver, o
mal guarnecidos, osperando bter e desalojar to-
das as siias mrrimas, eonflado na bondade du
causa .pie defeno, contra a pessima cansa que el-
le sustenta, assim como na fraqneza de seus re-
ductos que nao passam de espartas moutas e uc-
eas raaravatbas que deseobrem e expoem suas guer-
rilhas.
VI
Cometa o Sr. Di-. Collaco duudo por prooado
nao so o que nunca se contestn, como o que tem
sido contestado com deinoiistraco e sem replica,
al hoie, c dahi parte para mostrar aquella tao di-
flicil harmona da neessidade do beneplcito dos
.governos s bullas pontificias, com a subordiaa^ao
do astado soberano igreja, igualmente soberana
como elle sasteatou, com a bulla pontiticia que
condemna < beneplcito.
Assm dando S S.. por provado o absurdo da
doutrina do- que sustentu que as bullas, decre-
tos e 11 nstituicdea pantilicias de quaiquer luUure
i-a que srjuiH nao uodem ter forca nem valor al-
gum, se nao depois de contirmaoos pelos goveruos
civis, prop3e-se no mesmo paragrapho a demons-
trar que esse mesuto benepln- posiriw razoavel, e dt\unl tuiopodem prescindir
os estad* cifhoUi$, sendo ronsaju'ntcinente com
foia a raz n* se acka adoptad-) na noss-i cons-
tituioSo.
Cmo, porm, eonslliar esse beneplcito* de que
p'sr.lu o absurdo da doutrina, com esse< mesmo
benepta-irr, me disposica rasoavei etc. T
O meu amigo arranja isto muito bem : RM
mesmo beneplcito tem dous sentidos, um lato,
o nutro restri.to.
ollaco procede
r.G2.;3650.30
374:758* WO
Bs.
2,498:356/74!)
aW( branca.
: wmtn-
Passiva.
Capital forneeido pea> uxa
matriz..........;........
Depsitos:
*: 888*890.
Em conta cor-
rente......
Depsitos Use
o por avij.
2'W3*P>
lor antes de eonlirmadas.
Desta proposiijao s tera necessidade o Sr. Dr
Collaco para inculcar qne na sua distinccl veio a
aehar a harmona que prometteu mostrar, no em-
tanto que, quand.. ehega a essa pretendida de-
monstracao, nao usa absalutamente dessa distinc-
cao.
Portento, a sua distinec-o em nada veo ncm
para a qnestao que e agita, nem para a sua-de-
nwnstraeio, nem tao pouco para a dissolucao de
alguma duvida, adiantemento do algunu Idea; e
um lucho de faier quostao do que nao 6 quaso,
para o flm de se confundir o que, com a clareza
nao pode dar esperan.a de vencimenlo.
Desde n principio quen Sr. Dr. Cnllac-)
assim. D- elle em seu enunciado
Ser necessario o beneplcito dos governos
civs, para que as bullas e eonstitnicdei pontifi-
cias, possaiu (troduzir os elletos para que sao des-
tinadas ? t
Porque eatabeloeer assim a questii o ?r, Dr.
Collaco, e nao deste outro modo :
t IIave e iso om que o beneplcito dos gover-
nos civs necessario, etc. 7
Por me, isto que vm a proposito, isto que
est em qnestao; e nao se toda a bulla de qnal-
quer n-iturza que teja carece de approvauao.
Mas que o Sr. Dr. estabelecendo o problema
com a propesi-ao genrica tira e demonstra a ne
gati'a da proposco especial, que ajis nem se
contesta, nem vera ao caso ; e da demonstrar >
da especial tira a conclusio para a genrica, o
que* grave peccado contra a lgica.
Prgunta -se ser necessario o beneplcito para
as bullas (de qualqucr natureza) produzirem
seus efletns.
Eis a proposico gura!.
Demonstra que, para o que iliz resneiti aofro
interno, nao preciso o beneplcito (o qne nao se
contesta.)
Eis restringida a proposeo urna especie.
Logo falsa a proposico' gcral, isto que as
bullas de qualqiur natureza eareeam de contir-
macSo civil para produzir seus eleilns.
Dahi concille:
Nunca preciso o beneplcito.
Eis a auc se reduz talo o seu trabalho liem ex-
primiJo.
Nao obstante para arranjar a sua harmona com
a constitui.o deste estado ; i u dispoe o benepl-
cito, dil depois (como ver.nos;: o beneplcito
necessario para t.l cousa.
t) Sr. doutjr anda est n'um: grande eonfuslo,
quando faz a sua distinc.o de beneplcito tomado
em sentido lao, e beneplcito tomado em sentido
restricto.
Nao existe tal dstinecao de beneplcito, meu
charo amigo, o peusj que nunca lera sido feita.
A alstiaecao das duas proposi.-es, a genrica
o a restricta.
Pcrguntar se o beneplcito necessario em todos
os casos, ou e:n alguns somente, nao e distinguir
dous sentidos no ben^blaciio; pelo contrario,
iir;n.i-io em mu s sentido.
E' o mesmo beneplcito tomado no mesmo sa-
udo, que se pcrguuta se neeessarki para todos
os casos, ou para alguns somente.
Os casos que sao dilferentci, -r. do:tor; a ap-
plica:;a.) que ditl'ercnto ; o beaepiaaito que se
quer applicar a todos ou a'guui dos eaaaa o mes-
luo beneplcito. 0 msu amigo iraeruudo pois dis-
tinguir iani coitsa de si tutus, conrondio-a com
outra.
Depois dista contraduvo, que para o Sr. Colla-
co nao o c, por que elle a hanmnisur mais
adiante, nota que n is paixes ein que o ctbocis-
mo no a religio do estado, mas sim as protes-
tantes e outras, nio existe a disposico do bene-
plcito; para dahi concluir, como concilio, que
nao o beneplcito a sxfrtuo de um direilo que
lem o estado de obstar a que a igreja, abusando do
poder que Ihe compete, invada as attnbui.-oes qu
deste sao proprias; pois que se assim fosee esta
disposico com maior raiio se aebaria tambera
uaquelles paixes.
Toduz-se o argumento do er. dontor uestes ter-
mo-- mais breves :
Se n beneplcito, que existe nos paius catholi-
eos, fosse a exptvssao de n:n direitu do estado
contra as invases da igre/a, essa disposico exis-
tira nos paisas nio eathotieos.
Mas purque'' pergunto : Com i p Je demonstrar
S. S. que o iae|ilaeno mt paizes catboiicos nao
a expresso de um -reito, por que elle nao existe
nos paizes nao calmbeos ?
Para o Sr. Dr. Collaco. pois, a disposico d
beueplaclto nos paites catholico-', nao Sendo a ex-
presso de um dtreit contra as nvases da igre-
ja, at'xpressao de umaVtwr en) favor dos decre-
tos da igreja, como adiante elle o indica
Por ventura neear o Sr. doutor que os paizes
nao eatol.4 tenhatn o direito de estabeleeer a
disposico do beneclacito contra- as invasoes da
igreja? Siai, porque so o beneplcito fosse a ex-
pressj do um direito contra as invasoes da igreja,
os estados nao catboiicos com mais razo teiiam
esta disp.>si(;Ao.
Assim. safando S. S., os paizes que nao adop
tam o catholicismo como religio do estado, nao
teem a direito de dispar o beneplcito.
Assim, segundo o Sr. doutor, os estado] ni 1 ea-
tholj.w nao teem. o direito, e perianto, OU por ou-
tra, nao podem ter a disposico do beneplcito, para
obstar a que a igreja, abusando de seu poder, inva-
da o que promvj 00 estado. .
Como, e com que fundamento, su pJa negar
aas estados nao tataoiieas o direito de lispor que
os decretes da igreja nao teo exacofao nem
forca ou valor, sem appnovaeio do respaotiva go-
pemav, de seus brao-w ; mas nao de imdcres da
igreja.
E para cohibir esses abusos nao tom anda a as
fculu o direito nem a n-cessidade de examnar-o
decreto da igreja que os ordena aus liis, para ap-
provvlo ou nao; porque se o aem ordenado pela
igreja ja prohibido pela lci do estado, o dito acto
constitue um rrime que s compete ao poder judi-
ciario punir depois de praticado on tentado.
Nos paizes, porm, em que adoptado o cathole-
csmo como religio do estado, tem a igreja pode
res, e para nao abusar dellos, o ustado, que os re-
conhece e antorisa, tem por tanto o direito de exa-
minar os decretos da igreja, para que este n*o
abuse de tees poderes ; por quanto, como disse o
Sr. Dr. OeUafO ( e do que parece j estar esqueci-
do ) a igreja pode ser einhararada no extremo d s
se limita aadesempenlw de sua mtssuo.
Paremos aqu visto q^ue temos de acompanhar o
Sr.'Dr. Coiiaoo, como duse, no grande numero de
suas argumentacoes soltas e quasi sempre sem li-
gacao lgica entre si.
Marco de 1873.
Alfonso de Albuquerque Helio.
ELEIQO
Um a Lsurda doutrina de que nio podem ter for-
i;a nem valor algum as bullas ponliBcias de qual-
quer natureza que sejam, se no depois de confir-
mados peje: (jocernos ciis.
Ne sentida restricto, define, ou antes tenia $ S.
explicar o beneplcito l.muito odiante ao seu as-
lgo, como veremos.
Mas quem disse ao Sr. Dr. Collado que se sus-
tente, ao menos entra nos, < nem isto vem nade,
a. proposita na questa qne entrfcius agita todos
vem") r
P.ide, sim, S. S. sustentar isto, porm si de um
modo que nao Ihe aproveita, que prejudica sua
conclusa 1. Pode, dizendo' que nao tundo os ejta-
dos nao calmbeos quo dar execuco a- disposieoes
da igreja calholica, nao Ihe dando prateecao algu-
ma, nao teem direito do examinai os decretos da
igreja, que sao para os seus subditos catholicos
executarera ou nao, segundo a sua ventada, sem a
mnima interveneao do estado.
Si pois os estados nao catholicos nn tera'o di-
reito de examinar e approvar ou reprovar os de-
cnjtns da igreja contra as suas invasoes no estado,
porque este no Iba d execuco, e dcixa a seus
subditos catholicos a liberdade de executerem ou
na tees decretos, segue-se que
Ob estados catholicos tei o direito de dspor o
beneplcito contra as invasoes da igreja, porque
ses estados aiecutam os decretos da igreja, do
apoio e protecSo aes seus mandamentos.
Argumenta pois o meu Ilustre amigo com muito
pouca ponderaco com a devida venia 1 quando
com toda esta facilidad? aventura :
Seo beneplcito nos es ados catholicos fosse
tl do fentejar o ^loriosio Santo
Amui'o. esti a Nua capolla las
Valliiuts no aimu de SS4.
Juiza peqietna.
A Exm 1. Sra. D. Carlota Mara do Reg Barros.
Juz por eleicao.
O lllm. Sr. nommendador Jos da Silva Loyo.
Juiza por eleico.
A Exma. Sra. D. M.ircionilla Seixas Maia, esposa
do Ura. Sr. Manoel da Silva Maia.
Juizes por devo.-o.
Os Illms. Srs :
Dr. Antonio Vicente lo Nacmento Fetosa.
Dr. Ileruuro Cesar Coutuho.
Panto Jos Gomes.
Joao Pereira Moutinlio.
Capitaa Manoel da Silva Faria.
Jos de Seixas.
Joaquim Baptista da Silva.
Jos Joaquim da Cuaba.
Francisco de Piula Goneaives Ferreira.
l'dlro Lopes Rodrigues.
Manoel GMcalwM Agr.
Juzas por devo'jo.
As Exma. Seas.:
D. Mana Emilia Cavaleante Campos, esposa do
lllm. Sr. Justino Campes.
D. Olympia Aira de Men loiica, (iba do lllm. Sr.
coiniiieiulador Jos Ignacio de Memlonca.
D. Amelia Port 1 Cirroiro, tlha do lllm. Sr. major
Luiz da Osta Porto Carreiro.
D. Mariana Francisca de Abreu e Lima, cunhada
do liim. Sr. teiiente Francisco l'aclieco.
D. FrancUca Joaquina do llego e Albuquerque, es-
|H)sa de lllm. Sr capitn Felippe Bcnicio Caval-
eante.
1). Genoveva liosa da Sdva, esposa do lllm. Sr.
Elias Baps.M di Sdva.
D. Feliciana da Bago Barros, es|>osa do lllm. Sr
tanente-eonmei Sebastin Antonio do llego Bar-
ro.
D. Clementma Amalia Ferreira de Faria.
1). Toerez.: inili.: de Souza Gomes, esposa do lllm.
Sr. E.istaouio Gomes.
D. Maria Cardoso Ayres. iillu do Illin. Sr. Manoel
Cardiisri Ayris.
Jaizes protectores.
Os [lima. Srs :
Manuel Ai-vas Barbosa.
Caj)ito Mano"! Marques de Abreu Port i
Capitn Antonio Alves Barbosa.
Rvm. vigario Temistocles Bernia Pereira dos San-
tos.
Rv:n. Fr. Jiao '; Santa Tliereza.
Capitn Jos Elentorio de Aleado.
Francisco Gamos da silva .irava.
Francisco Vicenta dos Santos.
Jote Fernandos Ramos de Miveira.
Joaquim Fernandes Vianaa.
Manoel Itolba Cintra.
Manoel lo.ejuim de So-iza Ramos.
Manoel G-.mcalves Cas-o.
Francisco Antonio de Albuquerque Mella.
Manoel de Araujo AtooJbrado.
Flavio Angosto de Reros,
Manoel Francisco Man oes.
Antonio Joaqun de Vasc-ncellns.
Antonio Jos Gomes Jnior.
Bartholomeu Laoranoo,
Juviniano Augusto da Silva Manta.
Manoel Spinnla de M'md.mca.
badsjaro raisem Lopes
Manoel Giuealve* Ferreira Costa
J so Pereira do liego.
Dr. Manoel de Figueira Faria.
Jaizas per lectoras.
As Exilias. Sraa.:
D. Guilhennina Candida Ferreira, esposa do lllm.
Sr. Francisco Afltnnes Ferreira.
D. Joaquina de Guamo Araujo, esposa do lllm. Sr.
Jos Augusto de Araujo.
D. PastoraTheodoriea des Santas, esposa do lllm.
Sr. Manoel Jos dos Santos.
D. Rita du Camina Aiitr.in, esposa do lllm. Sr. Dr.
Pedro de Alooqnerque Antran.
D. TbsnpbJl Botelhu de Andrade, esposa du lllm.
Sr. Francisco Botelhu de Andrade.
D. Mariana Gomas Pereira, esposa do lllm. Sr. An-
tonio Gomes Pereira.
D. Francisca Joaquina de Oliveira, esposa do lllm.
Sr. Joao Francisco de Oliveira.
D. Olympia Lopes Morena, esposa do lllm. Sr. Joao
BaptRia Moreira.
D. Aurelia Lepas Btaga, esposa do lllm. Sr. Jos
Maria Braga Jnior.
D. Anna Ferreira la Costa, esposa do Um. Sr. Dr.
Cirnante Jos Ferreira osta.
D. Maria da Concvi.o Veiga, esposa do lllm. Sr.
Jos Goneaives Ferreira Coste.
D. Auna Ama!i de lledeiros, e-posa do Ilim. Sr.
Jos Caetano de Meoeros Jnior.
D. Maria Amalia de Miranda, esposa do lllm. Sr.
Dr. Joaquim Autonio Carneiro da Cunha Mi-
ranila.
D. i'.uliarna Lopes Catan, mai do lllm. Sr. Mareo-
lino Lopes Cato.
D. Maria Magdalena da Silva Gu'unaies.
D. Isabel Eladia de Carvalho Guimares.
D. Josephina .lovita de Oliveira.
1). laama Pacheco Soarcs. fdha do Dlm. Sr. tonente
boa razlu, c nem elle timlfeui se qner e-
vencer.
l'ermitta, |mr.n. o cpllega dizer-lhe qta* asv
muir qu 'stao ime fiz, foi peilindn s.du> a on
das que unta* I111I1.1. r qu, nao obstante a fusumi
informarn do Sr. coronel Amonio Gomes La
(que nao expn'. debidamente a qui*i'4, e te? ~-
cursos que na ciirte dispoe o collega. o ftvrrj.
imperial a nao decidi (se que Ihe rto-g.
mai--'
A deciso proferida pelo Sr. brigadeiro rmumw
dinte das armas i merino pirece r ttravagaafe;
evidentemente Ilegal, porque S. Exc. ikmL tn~>
que ver enm a guarda nacional; alen de <[nr
aabava com parte de docnte, e sem ditvib f -
eonliar e-se negocio a queiu d'elle uo taa-*. r
que o mesmo, j bem conhecido de tV, 4W
segundo diz-sc, eu opiuiSe ao Sr. cotwwiLta
Agora nio representei eu : saiba a coHega
dei queixa a S. M. o Imperador, porque o raai: <
reitn foi olfondido, como |h1u ser o W dt(na<*
collegas que approvam o meu procodine;'.
que praticarn o mesmo se quizerem haw na*s
elfos o que lizi-rain comtgo.
Deixe o collega que a questio camiiihe ! sombrada de eiupenhos e que a poltica B* >
llua nolla, que a justira se far.
Em todo eaas digo 'ao collega qne ir-nhmn *-
Sr. ofDcial honorario do exercilo, de miaba-gra-
duarlo, e que venha a servi.- na guarda -nacin,
a 11.0 ser mais mitigo, me cummandar, potojOM-
di'vo confiar as les que nos regem e na ivi*iv
forca de vontade.
Recife, 3 de abril de Mi.
Decio de Aqi'tiw /-"wicit./
C;WM8(?lt!.
COMPAHHIA ALLI4NCA
seguros maritimos e terresy-
tres estabelecula na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAI. i,OO0-.00OH)()0.
Toma easnm o murcadorias e dmhwvr r>
risco marilimu ein navio ile vela e vaaorp*
para ilentro e fra da iinpono, nssiir !*'*
contra fogo sobre urdios, gcuoro* *
zenJas.
Ajenie : Joaqui;n Jos Concajves Bei^-
ra tliiC.niiimcrcio n. o, 1 andar.
COMl'A.NHIA
Phenix Pernaml)ucaiij;
Toma riscos maritimos en laMMsVwaM
freles, .diahaire t risco e liiialmonte le i^aj
quer natureza, em vapores, navios veioo.%
liarcacas, premios muitii mdicos.
Kl'A l)OC()MMKH(.IO\.3i.
CONTRA -FOil
IMPERliU
Hu ilo C:i:iicrc*A n. 3H, pTV -
iaa*ia aiislnr.
Afale,
W. G. FLN.NF.IXY.
Seguro
LIVEIU-O!.
couira-Togu
A l.(l.MK>N i^*n
Francisco Paebaeo Snares.
D. Amelia Augusta Ferreira de Aguar, filha do
lllm. Sr. Dr. Joao Jos Ferreira de Agular.
D. Ad.ili.-i Jusiiniaua da Silva Gaimaries. hlha do
Illui. >r. Dr. Aprtio Guimares.
D. Henriqueta de Carvalao Asdrade, esposa do
lllm. Sr. Epionaab Carvalho da Osta.
D. Jeronj-ma Emiliana de Mello Coussuro, esposa
do lllm. Sr. Bntno Manoel da Cnu Coussere.
D. Maria d.i Amparo Seraphico de Assis Camino.
D. Amelia Bautista Puggi.
D. Anglica Cootinho, esposa do lllm. Sr. .\bilio do
Souza CouUnho. .
Escrivo por eleicao.
O lllm. Sr. Vicente Goneaives Ferreira.
Escriva por eleicao.
A Exilia. Sra. D. Candida Rosa Duarte Hbeiro, es-
posa do IU;n. Sr. Ismael Cesar Duarte Ribeiro.
Escrivo por devocao.
O lllm. Sr. Joao Candido Gomes da Silva.
EwriaS por devocio.
PIUCA DO RECIFE 3 DE AbhIL
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
t.'oincGrm olatcimeak
Algodo de 1* sorte libra longa 9at i..<
kilo-, lioutem.
Dito de dita dita curta 8*800 por lii kifo-
Algndao-dc Maco sem inspoccao 9JO0& ri"
kilos, hoje.
I* Cambio sobre Londres a 90 d|v. S7 ., *
b:mco 26 7|8 d por li, honlem.
Descontde "tras 12 0|0 ao auno, ln ale.-,
uhourcq
HresiaVm*.
.'.. P. de Lemas
t^elo "oeietai*
aexpieasode um direito contra as invasoes da A Exma. Sra. D. Florimia Barbosa de Oliveira,
esposa doUm. Sr. Joaqumi Barbos de Oliveira.
Thesouraro.
O liim. S*r. Prancy,.o Antuoes Forrr. L
Procurador goraL
igxeja^com mak raze o boni)laeit'> existira nos
estado nao catholicos.
' Nao v S S. iue a> igreja non pode nsar de
tem federes, Invndindo o q >o srntid ia'i tomam-no aqutlies que susteu- onde este nio adopta o cathalecisuin *
os espiritos), quera disse a S. S. que ue as bullas e consfituioes pontificias 6n qual-
Crditos diversos,- ontro ban-
cos e caixas (ae*:.......
Ife........
"Mft881J500
s. e a o.
PartAtotmeo, 0 de aril de W3.
W. H Bton. A?ecut
WESOrjRAlttA DE FAZENDA
' 4*atm.
Foraai remettidos ae Sr tbeonrei'opara m?m
p*p*.
<#Ut nnturtz.1 quejtej'iin ^6 teem valor e forci d
p/is de confirmadas peles governos civis t
.Supponhamos, perm, qu alguem techa sus-
tentado isto. Ain* .vem Boemfauto talcoasa.
proposito da^queetap que se a^i.ta
A disposico do beneplcito n nossa constiftir
jpo, nao nranda que. o govnfno de ou negu pAc-
neplacito a. todas as bailas t consfituicoei ponfi*
cia>; diz s que o gorerno eompetente em tai
caso, c ejn tai outro a assemblea geral para dar ou'
negar o beneplcito as bullas, etc.; e portento,
icut o governo o direiio da dar ou negar b bene-
plcito quando iuigar cooveoientc, mas nao. a
obrigaco de sobre qualquer bulla dizer serapre -*
sim oa nao; porquanto quando abulia pontificia
versa obre obiecto do foro interao, qve ao."de-
pende de auxilio eu forja do governo para ter
NO v que a igreja cuide o caUteiecismo nio e
a aeligia do estado, nae tem poderes aiguos, e
artame nem pede usar era abusar delles, isto ,
O estado, em tal estado ?
i f era. p.)deres para, con es cidados catholicos
desse estad-'*; mas na que o estado os autorise,
o es reemifie;.a ; mas por pura vontade dos ca-
tlwlcos de se submelerem a taes poderes. O que
Jans cdad.:ios praticam em rela;o a taes poderes
sao actos a que o estado t iudifferente, como qual-
(jaer outro acto que a le nao prohibe.
Sao iem,.pois, e estado nao cathoBcui quo exarai-
j4W5a.'.a-4gr*ja cbvsa de seus poderes contra elle
iWrae-ne-lle n*> tem. a igreja algum poder, uo-
Shunt-Iho reconteje o estado.
SO se pod abusar,, coaw abe o meu amigo, do
" se tem-
..'la tendo ,t igreja. poder alguin no estado nao
Mhelico, nao peije abnsar do rider q; nio fem.
, tbiiifMi m ntante mandar aseas liis por al-
gum a buha ou decreto qne prauquemtet ou tai ac-
edo que for contrara a lei de um estado nn catho-
lico para esse estado anda n abusa a igreja de
seus poderes,, porque nao os tem aelle Afcusaro
somenSeo?. seus delefados.rnaj somente da liberdade
comrounicar os- pensamantos, se publiearem a
a decreto que manda os fiis pratcarem
O lllm. Sr. Antonio Martins- da SIKa.
Encarregados da festa.
a* iluus. Srs.:
Eustaquio Antonio Gomes.
Manoel Roberto de Gatyalho Granaraes.
Julio Cesar Cavaleante lie Albuquerque.
Felippe Nery Goneaives Ferreiaa Coste-
Epiphaaio Carvaibo da Costa.
Joao Baptista Mercira Jnior.
Alvaro Affonco de Oliva'a.
Antonio Eliseu Antuues Ferreira.
Joao Baptista Moreira.
Manoel Tnrqualo ''' Araujo Saldanha.
Mordemos e mordoraas, todos os devotos do glo-
rioso Santo Amaro.
Sanio Amaro, 9 de fevereiro de 87.1
O vigario.
TkeimsUn>: Rema frreirn dos untos.
Qoestao de precedencia.
Eslau perfeitemente do aceorde com o meu col-
loga e amigo, Sr. tenente-coronel Rraesto Macha-
do Freir Pereira da Silva, nonu-ndo por decreto
imperial de 20-dt setenore ite.ltfH, para o posto
de.teninte-ceixmtl commandante da toarlo be-
iallutad infamara da guarda nae,oeul dtitt
em na* discuirmos a questao de pre-
THE
AgcateM
SAUTCDERS BR0TBEBS4 C.
11Corpo Santo11
SgU!\> COlafaVftfl
CO.MI'ANir.A
NORTIIEUN.
Capital..... io.otWHMM***-'.
PuihIo de reserva. 8,000:000-7
.Vgentes,
MU Lathnm &
RA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARITIHOS
CONTRA E0 FOGO.
A coinpanhia Indomiiisadora, esboit-. n.
nesta prai;a, toma seguros inaritimos sca>^
navios e seus carregainentos e contra \^
em editicios, raercadorias e mobias ;
ra do Vigario n. i, pavinx-nto terrei>
ALFANDEtA
Hendimeuto d'. dia I a! .
Uem do dia 3.....
M-.AW*
5l:teW i:fi3*.'.--
Descarregam hoje 4 de al'til de 1873
Lugar iugiez Seringa mercadoriaa paro-
trapiche uinceicao, para despachar
Patacho nacional Jaboatao mercaderas *. -
aifaudega.
Bngue iaglez Jiond mercadonas par aflbr
doga.
Barca ingleaaDolly Variis mercadera RBSW
alfandega.
Patacho inglez Princess raercadorias naiw
al/aadega.
V-apor ingl- La Placemercadorias :ara*ali"afc
dega.
Barca ingieraZwwpftvbaoailiao ja de-jpi>w>i
para o trapiche Coneeicao.
BrigueallemIo-/>iui JA'-taboado j despaeb**
para o caes de Ramos.
Barca portugueza Bella Fifiieirense jo
na** deposito no trapiche Graba.
Barca dinamarqacia ver llvitfett maeii
j despachado para o caes do ApeUc.
Brgue portuguet Lata I lagede para o ar*-
piche Cunha, para despacbar.
Barca portugueza j4rai* AMeurique viojft*
para o trapiche feracaieao, paso*. V
pacbar.
3rgue portugueziteram/xijio-vinlk pan
sito no trapiebe Cnnba.
minicrpt,
acto centran' as lis do estado nao eathoiico, cedeucia ; necajae naa pode elle' absaiutemeate
'" esses le's que pratiearsm taes actos, a> me convencer, visto que estou fundado na le e na
mportitc<.
rapar La place,
Cantinuacto do maaifeala>de Liveraool.
Artigoe de litograpba I dita a S. P. Jobneton. Me
sapateito i dita a Lyra 6\ Vianaa. A50 11
a. Smpson A C. Aguibas 30 caixas ordeaa
hnetes 1 caixa a P. .imoes 4: O, i a Paria.* n-
mao. Arreios 1 caixa a Linden Wevdrasan A C
Agua ae Vichi k caixas a Begard A C.
Botos I caixa a Silva Cardo A C ana-ev
e.To 1 a Guimares *Akoforado. Briadba*i
4 aOke Biiadlos, i caixas a Craraer Froy C./i
a Johnton Pater A C, 1 a Lineen a; C.^^*-
'




1.
IS
m
t
Diario 4e 'Pennubueo Sexta fra 4 de Abril de 1873.
** S. & GuimarSos. Dito de Angola 1 caixa. Une, nao tendo sido despachadas,' denfro do prazo
A Oraste Fri'v. (maread >, ;is uanjadonas abaisopimajionadas,au-
raspeas i "caixas a \nninio i Moruira, 2 a J. nunciadas para consunto por edital n. 89, de Janeiro
tansiiaui, 2 a Cramer Kroy, 5 a Conba C., 3 a
rornit & Mttheus, 3 a Cunt* A Mama, 3 a Cos-
a Maia. .8 a Monhard 4 C. i itos de sol t caixa a
Aaao Castro 4 C, 1 ordein, l a'Perdigao Oli-
-aira A C, I a'Monteiro Gregorio, 2 a Keller A
<:_ t fi. lastro Almeida Cutelaria i caixa a
Aterida 4c Viunna, 1 a S.P. Johnston, 3 a Paren-
Ge V. 4 C.SaM. Halliday. Chale* i caixas a
anku-J &C. Craraer Frey, i a Gopcalves 4
tima*. Calcados caixa a Braz J. Feraandes &
C.* i rdem, 4 a I. de Almeida, 7 a Arantes, 4 a
.>Lyr Vianna, 2 a Costa lata, 4 a Poras 4L
4 a MiWttfcy 1 a D **., a Oliveira So-
tj*4, la S. S. Silva. Camisas 3 caixas a Cra-
tMV->4a-1hKirte44rnit Caldeiras 2 a corapa-
nka. Periwmlmean. Canos 40 atados a Simpson
* i- Cabos Jaldos ordem. Cobro 9 cunhe-
e K. P. Johnston. Couro I caixa a J. J. C. Mo-
-*4, t a ft T.'Basto*. 4 a Senvarres lrmao, 2 a
aikardcC.
4Mus3s 3 caixas a OUo Bobera, 1 a Regard
K**o* 2 caixas a Cramer Frev. Estopa 11)
f'nflks Mls l.atham, 10 a Phipps Brothers 4 C,
MaiU Sogueara, 40 a II. Gregorio 4 C, 7 aos
oawignalaNus.
Foraaas de assucar 10) a Silva Barroca. Fer-
aptu 5 caixa* a Va'z 4 Lea), 4 a L. 4 Coim-
tata, i a Maehado 4C, 4 a Wild, 34 a Prente V.
4C. 7 a tioncalves Ferroira, 2 ordem, 2 a t. T.
i. laseida, i tto Bohres. Ferro a feixes a Otto
*$irrs, 7 a Von Schosten, 16barras a S. P. lohns-
.-.* Filas 4 caixa a T. Jnior 4 C, 2 a V. 4
Jutas 2 caixas a S. Castro 4 Almeida.
Liaros 1 caixa a J. N. de Souza. Linha 8eai-
* erdm, 2 a Carneiro 4 Xogueira, 26 a S. L.
lr'CwHiira, (i a Phipps BnMbers & C, 14 a D. M.
**rtfcs. 4 tto Bobros. Lenees de cnumbo 40 a
*.-**. .*a4iuston.
Manufacturas 3 caixas a D. T. Bastos, 1 a S. C.
.& AJiacida. Medicamentos 3 caixas a P. Maurer
A C Mnssnlina 4 caixa a Phipps Brothers 4 C.
4Nr<3*ras diversas 4 caixa a Kabo Schammettau,
t Aiuaral Je Motta,, 4 a Amaral Nabuco 4C.
Gajeclos de esgoto 5 caixas a Recife Drainage.
0Ma ie gaz 17 a Simpson 4 C.
Fumas 1 caixa a Faria lrmao, 4 a Oliveira So-
! jnthw. Piano 4 a V. Prcale.
Aleada 2 caixas a S. L 4 Coimbra, 1 a J A.
Viej 4 C. llelogio 1 euibrullio a P. Mou-
ini'..
fcSKfts vazios 10 fardos a Johnston Pater 4 C,
M a Siaipson \ C, 17 aos consivnatarios.
lala I caixa a Hegard C. Tbennomctro 1 a
< W. oanston. Tecido de algodao 20 volumes
*"M, 12 a Adriano C. 4 C, 3 a W. Wiat, 84 a
atftf : C, I!) a Goncalves 4 lrmao, 80 a Cramer
Y^v 2 a C.iiuiuaTes. 13 a B. Son, 10 a Joltnston
Mer & C, 32 a Perdigao Oliveira 4 C. 11 a P. de
4^in & C. 49 a C. Xogaeira, 33 a Linden 4 C,
- a Rurie 4 C, 23 a Alcoforado Vieira .v C, 36 a
Y-.ififiU Cardozo, 22 a Wild C, 49 a Goncalves
Jreir. 6 a Monhanl 4 C. 4* a S. Barroca, 32 a
l&a&HMndlos. 16 a WillsLallian, oi a Babe Scham-
cartixu. 19 a Cunha & C, 16 a Rodrigues Irados
i Ganaraes, 27 a Ferreira 4 Matheus, 20 a L. A.
u Aijueira, 6 aos consignatarios, 5 a M. Halliday,
i a t. F. Lopes, i a Vaz Jnior 4 C, la Mendes
AwceAn \ C Dito de liaba 1 caixa a Monhard
;i PbippsBrothers 4 C, 3 a Linden Weyd-
iuiC,l .1 Adriano Castro 4 C Dito de seda
>-ixa a I F. Lope, 11 a Simpson 4 1/, l aCar-
aOw 4 Gnimaraes.
VawQiiras 1 caixa a S. P. Johnston. Vellas stea-
-;.'. J00 caiuaaerdenL l> a Oliveira Azevedo.
Virvs i ealxa a A. J. Azevedo, 2 a Bartholmnea
*C. t a Perroira Monteiro, 1 a Monhard 4 C.
.'.artao 30 barris a Cunha 4 Manta, 30 or-
sitrjieol barca franceza Robert Surcouf, con-
i9b fiar-?A'j toneladas aos consignatarios.
lRSPA/H S DK EXPOUTACAO NO DI A i DB
ABRIL DE 1871
Para os portas do exterior
Xa b.iiiM france a Jean Baptita, para o
llwid, 1 mi 11111 mi E. A. Burle c C. *i0 saccas
>i* 2,01*i lis kilos de algedao.
.No bngne austraco htria, para Liverpool,
ewen%*nai : n. SchmmeHaa & C. 78 saccas com
778 Kilo-i do algo 13o.
.'o pataeiio portuguez F "rala, carregaram: Auwrim Irmaos t\ c. :>2
!..'-.:r?.s com 3 417 kilos de assucar branca
Mi navio allemio Cecilia, para o Rio da
- tta, enrregon : II. B. Oliveira Jnior 20 barri-
*> >i 2'2'ko kdos de assucar branco.
Ko brigne franenz RapAl, para o Rio da
vt carregaram : J. S. Loyo 4 Eilho '*7 barrica
t'iD i.698 fcili.s de assucar branco e liO ditas com
** tfltos de dito miscavado.
Na barca portuguoza Alegra, para o Porto.
.-ATregarara : E R Ralwllo 4 C 400 barricas com
'it kil> s d.' assucar mascavado e 400 ditas com
(| ft H (n; de dito branco.
Na galera portugiieza .tt, para o Porto,
f arregaran : oliveira. i C. 394 coaros salga-
la* -ni l.').'l kilos.
Xa bate, portuguoza Tmnnpho, para o Por-
irregoa : II J. da C. Solirinho 200 saceos
ora !.';.') ni kilos deaasnear banco, e 2!0 ditos
. 11,000 ditos de dito mascavado.
Para 04 porto* do interior
-- Para Santos, na escuna mgleza .Vino-Boy,
"-"w : P. M. Matny 10"pipas com 48,600 litros
marente.
Para o Rio Grande do Sul, no lugar alletnao
iifrei, earregu : J. R. Ferreira 400 barricas
. 1 : HRl I 1 kilos de assucar branco e SO ditas
:.. 5.4:47 ditos de dito mascavado
Para a Aracaty, no hiate brasileiro N, 8.
i>. Vatefantest carroganan : Costa 4 C. 10]2
aMfieas cora :>'.'ii kilos de assucar mascavado e 10
uriiencom 1,478 ditos de dito branco ; Carpin-
afaFiSh'i k Sobrinho 30|2 barricas com 13SOO
- I/ir--, c dito : G. de .Mattus Irmaos 15 barris com
'.A v'tri.s de mol.
Sroxkno pasado, se bao de arrematar, livros du.
ireitos, porta desta reparti'.^io as 14 horas do
dia 8 do corrate, as referidas mercadorias.
Annazem n. 4.
Marca A C 4 C Uuta caixa n. 2, con tendo amos-
tras de chitas, algodao, madapolio etc., tudo em
pedacos pesando 6 kilos, avallada por 1*000, vin-
da no navio norte allomao Republick, decarregada
era 20 de fevereiro de 4872 e consignada a A. A.
de Araujo 4 C
dem -Urna dita sem numero com 35 garrafas
de cerveja, mediado 27 litros, avahada por 9*720
idem idtm, ignorase a consignacao.
dem S. B.-Urna dita, contendo frascos de vidre
n. 4, de bocea larga, pesando 29 kilos, avahada pm
96<6, vinda 110 navio inglez Brilliant d'scarrega-
da (111 9 de marco de 1872 e consignada a Saun-
dees Bfothers 4 C
dem J M L-I"ma barrica n. 451 contendo 12
pratos cobertos, 2 ditos travesea, 4o tiaeias- rosto com oriucio ; 8 pratos para fmeras com for-
ma de cestos; 8 molbeiros tudo do louca n.4, em
bom estado, pesando liipiido 93 kilos; 3 vasos com
tampas de louca n. 6 para agua, pesando'0 kilos,
4 1/4 kilo de obras de cobre e suas-ligas simples,
Dio clasificadas, avahada por 88*11 vinda na
barca france. Vean BaptUtt, desearregada em 8
de abril de 1872 e consignada a M. Bernel.
Wem D 4P- barricas ns. 204 o 902, posanda
477 kilos de brau oamooosto para preparar lacre,
avaliadas por 23*350 vindas na barca franceza
Santo Andr, desearregada em 27 de abril de 1872
e consignada a H. Lciden.
demlira gigosem n. cam 32 kilos poso Inun-
do do prannos de ferro simples com pon-a. nao
expecilicailo. avahado por- 21*3:13, viudo uo navio
francez Gravilte, descarregad em .23 do marco da
1872 e consignado a A-villa-Irmo.
Marca B 4 T.W caixas n.d, caoWno vellas
stearinas, cada urna com lii^.paeotos e pese de 34
kilos, sendo peso total i.Tivi kilos, avaliadas > or
2:i23*00.i desearregada em 2i de junho de 4872,
consignadas a J. H. de Barros 4 Filhos c vinda no
navio allemio Mvriptrtth.
nnazeuLalndegado Bario da Livramento.
Marca R 4 P,Urna caixa u. 280, com espole-
tas para armas de fogo, pesando 7i kilos, ( com
principio de avaria no* envoltorios ) com abati-
mento de 3o O/o, avahada por 46666, vinda do
Havre no navio francez Berlh, desearregada em
14 de fevereiro de 4872 e consignada a A, L. de
Azevedo.
Alfandega de Pornambuco, 3 de abril de 4873.
O inspector
Fubio A. de Carvalho Res.
O Dr. Alfredo Affonso Ferreira, juiz municipal e
de orphos do termo da Escada comarca do
mamo nome da "provincia de PeTnambneo, por
Sua Magestade o Imperador, que Deus guardo
etc.
Favo saber que pelo presente edital de vinte dias
de (iregio e tres de praca tem de ser arrematado
a quera nuil der e maior lance offerecer, no
dia 3 de abril deste anno crreme anno, as 11 ho-
ras da manha na sala publica da ca a das audi-
encias o srrendantento trienal do engaito de fazer
assucar Tres Bracos, deste termo avaliado em..
2:300*000, annues constante da respectiva ava-
liacao em puder c carlorio do esenvo interino de
orplraos que este escreveu, anual do theor se-
guinte : E logo no mesino dia, mez e anno retro
declarado, nasto engenho, Tres Uracos do termo da
Escada, comarca do mesmo nome da provincia de
Pernambuco, em ena da residencia de 1). Anna
de Siqueira Cavalcantc consenhora e rendeira do
mesmo engenho, presente o juiz municipal e de
orphaos Dr. Alfredo Affonso Ferreira, comigo es-
crivio in erino de seu cargo aoaixo assignado,
ahi compareceram os louvados, escolhidus e no-
meados os cidadios Antonio Jorge Guerra c Fran-
co Cavalcantc de Alququerque e disseram que
debaixo de juramento que haviam prestado tinham
examinado minuciosamente o engenho de fazer as-
sucar, Tres Bracos deste termo com todos os seus
utensilios e pertengcs,e avaliaram em a (|uan!ia de
dous contos e quineiitos mil rete, por cada anno,
que vem a ser a quantia de setc contos e quinhen-
tos mil res, no espaco de tres annos. E esla
avaliacio que em siras consciencias entendem de-
vor dar sera dolo ne:n malicia.
E para constar mandou o juiz lavrar o presente
termo que assignou com os peritos. Eu Thoinaz
Rodrigues Pereira, escrivio interino o escrivi. Al-
fredo Alfonso Ferreira.=Autonio Jorge Guerra.
Franco Cavalcanto de Albuqnerque. E assim
serio ditos arrendamentos do referido engenho
arrematado por quem mais der e maior lance offe-
recer no da e hora cima indicados, e para dito
l'mi previne-se aos pretndanles que comparecam
habilitados na forma da lei. Dado e 1 assado nesta
villa da Escada aos 11 dias do mez de marco de
1873. Eu Tliomaz Rodrigues Pereira, eserivao in-
terino o escrevi. Ao sello ."100 rs. oa ralba sem
sello ex causa, eslava urna estampilla do valor de
4O rs, inoiiUsada na forma da lei, com data e
assignalnra da maneira seguinte. Villa da Esca-
da 11 de marco de 48":t. Thom.u Rodrigues Pe-
reira.=Alfredo Alfonso Ferreira. Esl conforme
com o original ao qnal me reporto e don f, Vil-
la da Escada 11 do marco de 1873. O esenvao
Rjoiuioi Thomaz Rodrigues Pereira. __________
------ O procurador fiscal da thesonraria prtvlnria de Pernmbuco, declara aos cWitnbnln-'
les do diversos impostoido exercpo do 1874 1872, cargo do consulado provincial, que Ibos
flea marcailo o prazo irapnrajavel do 30 diaj a contar da publicarlo deste, na cononni
dado da lei n. 884, art 53, para solicitirem da seccao do contencioso as respectivas gnias, afim de
recolhercm sena dbitos provenientes dos mesmos impostos, certos de que nao pagando dentro
deste praao, paaeeer-se-ha a nabrtmea judicialmente, fazendo publicar para isto a relacao dos dc-
edores'aliaixo transcripto.
Secco do cantenciaso provinteial de Peraantbuco, 13 ia marro de 4873.
0 procurador fiscal,
Gpprmwt Fenelon Gwdes Alcoformio.
fithMO ios deudores ie diversos impoMos que ieixaran de pagar seus dbitos no exercicio
a> m i 1S72.
Imposto de 100*000 sobre roupa feila.
I
Mrquez de Olinda n. 43. Erancc Antonio Pereira 4 L.
Duiue de Caxjas n. 88 A. Wm 4 Bastos
Bario da Victoria n. 14. Jbs^ Franaier-o de Moura 4 C.
[.mmenlo n. 30. Jaaqaim SUverio de Souza
linperatri/ n. 43 A; Jeaquim Pereira ^essoa 4 C
Duque de Caxias n. 61. Leite Rontes 4'.
Iraporatriz n. 72. liourenijo Pereira Mendes Guimarcs
Primeiro de Marco n. 40. Moreira Heis 4 C.
Dito n. 23. Manool Dias Xavier
Duque de Caxias n. 65. Maia Monteiro 4 &
Barao da Victoria 11. 46. Moura 4 C.
Dita n. 48. Monteiro Cunha 4 ti
Barao da Victoria.n. 34. Oliveira 4 Carvalho
Imporatriz n. 48. Paulo Fernandas, dejMoHo fia'mwrtes
Mrquez de Oimda n. 43. Santos Faloae 4 C.
Imposto da 1080000 par eenwcior
Commercio. Augusto Pinto debemos
Torres. Antonio Botelho Pinto de Mosquita
Francisco los Si Iveira
George Patch
Henrique Stcpple
Juvcncio Athavde

I-
*7-
1003000
lOuHMi
400*01)0
100*000
HOiixHi
lo-i*m.o
10 5000
'52fiffi
10**000
400*000
f00*lki0
P>i*0t*l
401100
IflOitO

900>
9*4M)
9*000
9*00i)
9*000
9*0W)
3*0(0
9*000
9*4100
9*000
9*000
9000
9300)
9*OuO
9*(W0
400*000
100*060
109*000
109*000
109*000
40941,00
4090nO
109*1 00
109*0ii0
409*0'O
4O9d00
109*>O
IOW000
1094000
40.!5'MM>
Lniz Amavel Duburq
eoiumercial
400*000
400*c00
4)*0 O
400*000
4U0* 0
H0*00o
4W)*iHH)
9 000
9*000
SfiiOO
9*oo
9#0#
9*000
9*000
4O9IO0O
109*000
109*800
409*000
109*1:0o
109*000
409*000
tta-de- Sv Sene.
lobrado n. 30 ,....., 240W00
Vm n, W........3001000
dem n.-82 ........ 180*000
PATBIMOXI0 DOS 6RPH0S.
Ra da Senaa-velba.
Casa terrea n. 46...... 209*000
Ra do Mrquez de Olinda.
Sobrado de dous andares n. 57 2:8O0*0"O
Sobrado de dous anaares ns. 57 60i*':00
Os pretendentes dever o apresenlar no acto da
arrematado as suas llancas, on comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores, deyendo
pagar alera da renda, o premio da quantia eci-
que for seguro o predio quo contiver estafa elaop
monto commercial,.assim como o servico da lim-
peaa e precos dos apparelhos.
SecretaTia da santa casa da misericordia do Re-
cito, 4 do abril de 1873.
O eserivao
Pero Rodrigues de Souza.
0 administrador da racebedoria de rendas in-
erttas ge raes avisa que neste eorrente mez de
abril que e linda o prazodo pagamento, sera mul-
ta, relatrro ao segundo semestre do exercicio cor-
rente de 4872 73 e ao imposto sobre industrias
e proissDs; depois do que ser pago com a multa
de 6 Reeebedoria de Pernmbuco, 2 de abril de 4873.
Manoel Carneiro de Souza Laeerda.
Francisco Gomes de Oliveira
Jos hatero Martina
Imposto de 100*0(0 por agento de lei I oes.
400*000
400*000
9*000
9*0C0
1901000
109*000
Imposto de IflOfIMiO por obras de marcenara.
Hispo Sardiir a n. 3. Antonio Ingnacio Martins 10't)O>
Imperador n. 47. Joaquim da Gusta Ramos 400*000
Manjuez de Olinda n. 2i.
Imiwsto de 400*000 por obra do
Morcos de Almeida Lima
selloiro.
100*000
9i000
9*000
--------j_
409*000
t09*000
9000
mmo
Impoetode H 0*0JO por casa que vender polvera
Bom Jess. Antonio Cezario Moreira Dias loo40 0
Vigario Tenorio. Barao de Berafiea 400*001
Imperial. Claudio Dubeux 400*000
9*000
9.X
9*1)00
109*000
10940HI
109*000
Ces da Corapa nliia.
Imposto de 1005060 por deposito de carvio de pedia.
Antonio Jos Dantos 40*5000
9*000
109*000
Imposto de 1:060*000 por agencia de seguros.
Largo do Corpo Santo o. 13. Corapanhia de seguros Lon-
don Alliancc Life and lire 4i0tt>4"00 90*i;00 1:090*000
Bom Jess n. 57. Companhia Fidel ida le do Rio de Ja-
neiro 1:000*000 90*000 1:090*000
Imposto de 500*000 por casasbancariasccomoanlriasanunyinas.
Amorini. Compiuihia Vigilante de vapores de reboque 500*000 5(H)0 545*000
Santo Amaro. Companhia dos trilhos urbanos do Becife
aCaxang 500*000 tOgmO 545*000
Barao do Triumpho. Pernambueo Street RaBway Com-
pany {00*000 4."i000 545*000
Bario da Victoria
Imposto de 1 :():H)*O0O por garantas de bilhetes.
Joao Joaquim da Costa Leite 1:00.)000
90^000 1:0905000
Imposto de 4:000*000 por casa que comprar e wnder esclavos.
Travessa do Carino. Joao Frederico de Abreu Regj 4:000*1.00 904000 1:090*000
Ini|iosto de 30*000 por casas
Duque do Caxias n. 44. Mme. Antonieta
Baroda Victoria n. 31. me. Adelaide Schiapp
Imperatriz n. 5. Antonio Amrasto de F. Menezes
Barao da Victoria 11. 67. Mme. Carregal
Imperatriz n. 7. Mine. Lecomte
Imperador n. 39. Rosa Adour
de mod:s.
30*000
30*000
:JO*000
30*000
305000
:io*ooo
2*700
2*700
2*700
2*700
2*700
2*700
325700
32*700
38*700
32*700
32*700
32*700
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
da 1 a
;/--..lo:irttto io
, etn de dia :i
VOLUMES SABIDOS
dta 1 a 2 '.
aean porta no dia 3 .
->:u( porta.....
Ifeaeetra pona .
fiTrapicki: Cimceisao .
SERVICO MARTIMO
., aeas deaensTegadas e trapiche
ti aiandeja no dia tai. .
l$V.r ditas ni dia3......
.*aw(salraci.!.i Afcraretgas........
traplcbo Cuneei^o.....
1:303*983
671*611
1:975*894
De ordem do lllm. Sr. Dr. director geral interine
faco publico para conbeoimento do professi.r do
primeiras lettras da cadeira da lovoacio de Vi-
cenca, Henrique Clorindo Taylor, a portara abai-
xo pnblicada, pela (pial foi-lhe marcado o prazo
de quinze dias, na lorma declarada na mesma
portara, alim de responder a acc.usacao que lhe
feila por ter abandonado sua cadeira sem licenca.
Secretaria da nstrucco publica de Pernmbuco
29 de marco de 1873.
O secretario,
AurelhnoA. P.de Carvalho.
Portara a que se refere o edital cima.
Directora geral da instrucrao publica de Per-
nmbuco, 20 de marco de i873. -'O director geral
interino da instruccao publica, tendo em vista a
declarado do consellio director que em sess.ao de
0 do eorrente decidi ao osse o prolcsstr pu-
blico de instrnccao primara da cadeira da po\Tia-
c3u de Viceneia. Henrique Clorind.) Taylor sujejto
ao processo disciplinar na forma do3 art?. 05 o
406 da lei u. 369 de 14 de maio de 1855, por se
achar incurso no art. 96 n. 1, da citada lei, con-
tinuando f ra do exercicio de sua cadeira sem li-
cenca, resolve ouvir o mesmo professor, que dever
anresentar a sua defeza no prazo de quinze dias,
a contar do dia cm que Xor publicada no jornal
offlcial a presente pr-rtaria. visto nao ser conhecida
a residencia dn mesmo professor, que nao esta na
sede de sua cadeira. O director geral interino Dr.
Jo(7o Jbaj P/ii Jnior.
Conforme. O secretario, Aurelmno A. P.de
Carvalho.
Imposto de 40*00 por bilhar a 20*000 i>or
Larga do Rosario n. 44. Antonio Casadera mt, 1 bilhar
Joio Fernandas Vieira n. 27. Chouvin 4 dito
Monteiro n. 10. Ceiiliano Rodrigues dos Passos, 1 dito
Larga du Rosario n. 31 A. Oliveira 4 C, i dito
Imperador n. i. Polycarpo Jos Layme, 1 dito
Barao da Victoria 11. 48 A. Rocha Y uto 4 2 ditos
Larga do Rosario n. 37 A. Francisco Garrido, 4 dito
Imposto de 5 0/0 sobre a venda do
Engenho Brum. llarnab Lins Caldas
Varzea. Francisco de Paula Correia de. Araujo
Apipucos. Francisco Antonio de Oliveira
Barbalho. Jos t.'arneiro de Farias Lins
Engenho Brum. Joaquina Marques da Cunha
Monteiro. Joaquim Pires Carneiro Monteiro
Apipucos. Joao Francisco do Reg Maia
Porta d'Agua. JooLuiz Vctor Leuthicr
Cruz d'Almas. Lourenco Uezejra Carneiro da Cunha
Manoel do Nascimento da Vera Cruz
Sympbronio Olympio de Queiroga
Sebastiao Jos do llego B3rreto
excedente
40*ooo
.40*000
40*000
40*0 0
405000
60*000
40*000
de um.
34600
:3io
3*600
3*600
3 600
5*400
3*600
43*600
43*600
43*600
43*600
43ARO0
655400
43*600
Correio geral
Jtelago dos objectos registrados existentes
na adminislrafo dos wrreiot desta pro-
vincia, *para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Luiz Maciel, Angelo Jos da Fonseca
Ramos, Antonio Jos de Souza e Silva, Anselmo
Rodrigues de azevedo, Antonio Fernandos da
Silveira Camino, Dr. Antonio Francisco Correia
de Araujo, A. Carrolle, Anna Isabel da Silva, ma-
ior Antonio M. de Castro Delgado, Andr Corsino
Pereira. Antonio Domingos dos Santos e Silva,
Benlo Feliz Tavares, Bellarmino Jos Coelho, C
Ferreira Cato, Dehninda Thereza da Silva, Fran-
cisco utoaio de Dos c Costa, Francisco Antonio
Correia de Araujo, Francisco de Paula Rosa, Fran-
cisco Leopoldino Cesar, Flix F. e Souza, Francis-
co de Carvalho Soares Branda o. Felismino Jos J.
Bento da Silva, Francisco Delpjiino da Silva. Fran-
cisuo de Soma M., coronel Joao Baptisla Pereira
Lobo, Jo.-.quim Manjues da Silva, Dr. Joaquim
Moreira de Barros, Oliveira Lima, Jorge Bento de
Souza. Joao B. de Oliveira, Jos Antonio do Olivei-
ra, Joao Francisco Tavares, Jos Francisco Diniz,
Dr Joan da Silva Ramos, Jos Joaquim da Cunha,
Jos Zeferino Rangel de S. 1*., Joaquim Jos J.
Bcltrao 4 Filho, Manoel Gomes da Silva, Maria A.
Vieira de Carvalho (2), Machado 4 Brando, Ma-
noel Caldas Brrelo (2), Guilherme Vieira da u-
'ha, E. Aureliano de Castro Leio, Vicente Nunes
da Serra, Thcodoro Joaqui a de Souza Braga, Luz
Barbosa M. Maciel.
Admnistracao do correio de Pernmbuco, 31
de marco de 1873.
Joao Candido de Barros Jnior
SeTvindo de encarregado do regisiro.
Baha.
o
tr-
para o referr aorfo seajtni cera penras-
demora o hiate (Xmh, por tor parto da
para a ponca que lie Wh, n^sain-ie
signatarios Joaqnim **OotnltB
Ihos : ra do Commercto a. 5.
COMPAWHA
DE
NAVEaCAO MliSILEIBA.
Dos porto db mu
esperado ale ala
8 do crranle o va-
por Paran, cwn-
DMOdente Tnaaniana.
o qaal depois da de-
mora do c istume.'s^ni'paraos do norte.
Para fretes e passageo, lraia-se aa agearia, roa
io Commercio n. 8.
Para referid.") porte segu com poucos dia-s
de demora o brigue uortuguez l.ii/eiro II.
capito e pratico Nobr, por tor mais de anos
tercos de sen carregamento prtunpn, e para
o que lhe falta, que recebe a frv'y. comino-
do : trata-be cora os consignatario* Joaquim
Jos Goncnrves Behro *c F1II10, i rua o
Commercio n. 5.
THEATRO
EMPBE2A
Sabbado 5
llenclirio lo actor
KEXT\S
Penltima recita do excellentc drama-sacro
VISA 1CILA&BES
DE
nmm\
Mi:ss\I.LKIKS HVKITIMES.
At o dia 8 do eorrente ui-z e-pera-se dn Bo-
rona o vapor francez Mendoza, o qnal depois d.
demora do costiune seguir para Bu-oos-Avi-ts.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicocs, fretes c pasagons, trata-se n..
agencia, ra do Commercio n. 0.
No dia 9 do corrento nwa espera-se des porta).
do sul o vapor fraacez Rio Gmnde, cninmaiidaae
Giost.o qnal depois da ileuiora do "-tiiine, se-
guir para Bordos, tocando era Dakar (Goree)
Lislxja.
Para condicoes. fretes e passageiM, trala--e aa
agencia, ra do Cominerrin n. '>.
Para o Rio Grande do Sul
recebe carg a frete a barca br ishVira .Mimos, a
tratar a ra do Vigario n. 4, primeiro andar, aa-
criptorio de Bailar, Oliveira A C.
LilOt>-
LEILO
i*
S. BESED
Imposto de liOOO por tonelada
Avelino Lins Cavalcantc, Minas Novas
Joaquim Antonio Kxlrigues, Baleia
Jos Fernandes da Silva, Ligcira
Joaquim Antonio de Carvalho, Carapeba
Manoel Espndola de endonen, Juvenludc
O mesmo, Victoria
O mesmo, Albanla
Manoel Jos Moreira, Riachuelo
O mesmo, Jovenlina
O mesmo, Activa
Vicente l.icinio da Costa Campcllo, Florida
O raesmo, Concordia
O mesmo, Carapeba
Secro do contoncioso provincial de Pernambncp, 31 de marco de 1873.
, O {oBlrial,
7ornci'o Walfrido Peregrino in Silva.
7,293
{\
do capim.
8i-i; 5372
16t*2.i() 145782
4WMO 4"J*44fl
Sl 84136 5372
27*375 2*463
5t*73u 45027
Mino 45927
40 275 4 5-464
8*436 j:t72
27<375 2*463
IflOtO *9:i0
de aatbrenoas.
liltHl r,.-.'in
r.iii;. r5W)
SiOM) *7t0
saeou 472>
74-Ooi 6* OoS'OO nSBn
.OiOOO wnm
WMMlO 8*40U
6000 540
mvm SSSM)
4540U 4411.V)
loiomi t M
HaVli lilil
85508
479*032
6?5846
595677
8*5(18
2058 '8
395677
395677
17*710
8**18
29*838
10590!
65340
715940
S5720
8*720
IWgii
705R5u
:I2*7'0
!)S*O:i
6*&40
30*5:0
49*i'50
(61850
! 6*350
OUO
TSArMUaM U CECILIA
A's 8 1|2 horas.
Domingo 6
l'I/riIIA It^'l'D'.a
As 6 horas em ponto.
DE
S. BENEDICTO
Finda o espectculo com a scena cmica do es-
criptor portuguez Jo.- Romano :
MUDABAS COM A IDAIIE
representada pelo actor Penante.
..*m*iw m '9tt

ES>,
. CEIiEBOBlA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNMBUCO
GE-
tnaimento ilo da I a 2
do lia 3 .
3:3565888
3:7385127
7.0955015
Pela tlies,turara provincial se faz publico
que toram transferidas ora o dia 3 de abril pr-
ximo vindooro as seguintes arrematofoes :
Sitio dos Remedios por 3:75u*U00.
Matciras eXtrahidas da ponte de S. Joao por
365010 cada duzia de pranchoes.
Secretara da thoseuraria provincial de Pernm-
buco, 22 de marco de t873.
O ofllci.al-maior,
M. A. Ferreira.
CONSULADO PROVINCIAL
-'..J;i(.ill!o dotiia 1 at
,.*-aa*i. da 3......
Mai/iMENTP W> P9HT8
Suvtm entrados no Ha 3.
?m-raarana -Patacho nHernao Catharina, oapito
M. Oerever, carga assucar.
*o 4a Prata -Patacho allemo Xargareth, capitao
1. H. Jacob, carga aasnear.
inal-Brigue allemo Wellebald,eapilM A. Mulz,
carea algodao.
Observmsa*.
3ii imvefmtraas.
Perante a cmara municipal desta cidade,
estar em hasta publica nos dias 3, i7 e 24 do
raez de abril prximo vindouro, para ser arren-
dado por quem mais offerecer, mn terreno devo-
luto na ra do Sol, outr'ora da Praia de S. Fran-
11:540*463 cisco, ptimo para edificacoo, contendo do lado do
7:715*7 ly nascente (frente) 49 palmos, do poento 29, do nor-
te 56, e do sul 46. na razio e 340 rs. o palmo.
Paco da cmara municipal de Olinda. 27 de de
marc de 4873.
Manoel Amonio dos Passos e Silva.
\ Presidente.
Marcolrao Dia de Araujo.
Secretar.
19:235*173
Ssintii casa la misericoiMlfia do
Uecife.
PREDIOS VENDA
A junta administrativa da Santa Casa (la Mise-
ricordia do Recife, compet'iitemoute autorisida,
leva pela ultima vez praca de venda, at o ilia 17
de abril parante -mesma junta, na sala de
suas sessoes, os predios seguintes, tomando por
base os precos j oilerecidos :
Largo da Campia
Meia agua de n. 5......400*000
na de S. Jorge.
I Casa terrea n. 92 e a de 85 dos Guara-
rapes .........
Sobrado de um andar n. 30 .
Dito mei-agua.......
Ra de Antonio Henriques.
Meia agua a. 26.......
Ra da Restaurando.
Sobrado n. 57.......
Ra da Amparo (Olinda)
Casa terrea n. 29.......1:980*000
Nasa de S. Pedro.
Casa terrea n. *........
Forte do Mallos.
Metade do sobrado de "tres andares n.
43 por.......
Becco do Abren.
A 3* parte do sobrado n. 4 .
Ra da Solodade.
Casa torrea n. 72.......
Merco do Teixoira.
Casa terrea n. 5.......
f Largo das Chico Ponas.
Terreno.........
, Ra da Assumpcio.
Terreno
3:3*0*001
2:00050: 0
300*000
6o0 0
6:800*000
1:060501/0
5:500*000
266*666
700*000
280*000
4-000*000
Para toiperises martrtiemis e aprendizes
Mas,
om'is-deipanaoaznl, camisas -de baifti brmiro,
calcas de algodao rizal, camisas de algodao aaul.
alcas de panno nunl.-calcsis-de hrim brancc,ca-
iwas de bala azul teudo'o corpo 4 I|2 palmos'de
oomprimcnto e 3 as mangas inclusive os purihns,
camisas dc*buta aatfl tundo o corpo 3 palmos-de
inniipriinauto e 2 as'inanias inclusive oa purthos,
laadelas de panno azul, lencos de seda preta para
!ravto6, sapatesssanare ik; lona para marinha-
^api e colchoesdo linlio Chetos de palha.
JTira artees avn*jos.
piusas de panno azul, ldsas de algodao aaul.
eaVas-d" bfim toam-, caifas deptmao nznl. sal
M de algodao azul, camisas -de .algudiiozinlia e
cantos de couro branco enverriisado.
Par? raartiihafrpm.
Jtalcas de'nflm 'lirrm'i'i, calcas 'Ooafgodao anu,
cttnss debrim btanco, camisas de algodao atul
i'^iaaiBii di" l*ir'-"i "inl <-"\l- v-ootou 4 Aj2-pal-
mos 'fteTOmpTtmprrto e "Snsiwmps lmfhsfve os
pimlw.
Tamlera o conselho no mencionado dia 5 do
corride mez centrara mais, ;'i vista de propostas
ignalhtente recebidas, t,s servicos de barbeiro
e'nfermria de iiinrinha, e o fornecimento de carne
vi'rde aos navios da armada e estabeleciraentos de
marinlia. duranle o referido trimestre.
Sala das aanaBei do coiiselho de compras de
mariiiha de Pornambuco, 1' de abril de 4873.
O secretario
Alexanre Hod'ignes dos Afijos.
sata casa da
jgjJjWj
Para o Rio Orandc do Sul
pretende seguir com muila brevdade o patacho
nacional Salstpurdes, tom parte de seu carrega.
ment contratada ; para o restante que lhe falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Atevedo & C, no seu escriplorio ra
do Bom Jess n. 57, outr'ora rna da Cruz.
As II 1t2 da manila
Orna caixa n. 1157, canteado esnatetaa warda-
il.is. pannos de crochet para cadeiras. envebipc
tarjados, camisas para senhora--. renda* Bro-
francezes avariados, cosiuuqui--. agufcas raarc-
zas e mais artigos.
0agente Pinho Borgesfara os'tppra Uto k.!
no seu cscriptorio, nu do \'> J i a. ">::. I
andar.________________________ ____________
L.EIL.10
DE
movis, louQa, vidros, mm binas para MhH
ra, sapateiro e seleiro, diversos objeto-,
de ouro o prata.
Hoje
s 11 l|lhoras da mnohl.
A' RLA DO VKi.ARIO N. 11, AUV.AZr.v
O agente Pestaa far l'-ilo, nu-"oiu.i p risc.
de quera pertencer, delm>il;i de j.icaianda
Luiz XV, com lampos de parir da luelltor e '(
mais posto que tom viudo a esla pa.a, 2 'lilas I
dito ciun tanos de pedia er.tai.idi. linio jara
randa massico, 1 dita de junco tamhcaa anal t.o i
pos de pedra, I dito sera con;, los, I dita de ansa-
relio cora lampos de madeira, 1 cooiuwda dn to'*-
rand, 1 dita do amanllo. meia dita de dito. I
guarda roupa de amareilo, guarda louca, apara-
dores, inarquezoes. narquezas, camas franceza*
para casal, ditos para aanams, dMasda ferro, ca-
di'iras de amarello, mesas reonaa, lavatorio-.
eabides, candnelma aajaz. Jarros, lamparines rom
relogios, revohvers, pi-'oll.-s. roncoaW, 4trtrn*
objectos de. ouro e prata. e niiios sata ohj.
que se torna tnfadonlio amillonar ; na niesm.
occasiao se vender 1 caixa eaw 1">') libras aV
chocla^! de milito boa quaiidadn, Ba ManaHM
ruado Vigario n. 41. ______________^___
Para Maco
Para o porto cima pretende seguir com muita
brevdade o palhabote nacional Joven Arthur, re-
cebe carga a frete barato : a tratar com os seus.
consignatarios Antonio Luir de Oliveira Azevedo
IfC., no sou escriptorio ra do Bom Jess n. 57,
outr'ora rua da Cruz.
Para a Bahia
Para Lisboa.
Recebe carga a frete o bem conhecdo brigne
portuguea Ijwx I. v seguir com toda a brev-
dade por ter a maior parte engajada, e para paa-
sageiros trata-se com os consignatarios T. d'Aqtii
no Fonceca 4 C. Successores, rua do Vigario
n. t9. I
COWAMItt
4<:0*0 '0!
MISERICORDIA DO
RfCTFE.
A Ilrma. jtmta ntahnslrafrra da santa casa da
llaceid, Pencdo c Aracaj.
E' esperado at o dia 7 de abril prximo futu-
ro, o vapor Gasino de Ortenns, desta companhia.
Recebe carga e passageiros para os portos aci
ma : a tratar com os seus c, nsignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio,
rua do Bom Jess n. 57 fnntr'ora rna da Cruz.)
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do misericordia do Recife, manda fazer publico que
... _^_ ---- Ifc a.- J..-.------------_>----. .1, i pan n Km I n,i I ii .i
EDITAK
.'la inspectora da^nUande^a
Consulado de la repuWia
del Paraguay en P-ernaja*
buoo.
Be conformidad cn las instrnecions del fo-
btorno de la repnbllca, invfto a wSm los subditos
rtf la "nacin p rngnaya residentes en esta pro-
vincia a comparecer en esle consulado en el ter-
iriino4e 30'diss contados de la'fecba, a 'fin 9ins-
eribir sus nmibres en el libro de registros.
Consulado de la repblica del Pa aguay, calle
1 de la Compaa Perrnmbncaflft n. 6. (altos).
Pernambuce, 3 ie abril de t&H.
J. Hamos.
Cnsul. -
Recife, 20 de niar>;o de 1873.
O eserivao,
Pedro Rodrigpes Ue Souza.
CONSW.ttO J CMPRAai JM) ARSEPrAl
D MAlUMiA.
O censen mai?da fazer ptibco qne, sob as
roudiroes ilo estyte, contrato uo rita dn eononte.
mex, a vista de propostas recebidas at a< 11 he
na sala de. suas K>s>on)ijiio dia de abril, pelas
horas da tarde, tcm de ser arrematadas a quem
mais vantagens oiterecer, pelo tompo deum a
tivs annos, as rondas dos predios era seguida
declarados. -
ESlWBfflifSClWRX'TOS DE CAR1DADE
Rui do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49......So6.t000
Rua de Santa Rita.
ras da rianha, o rornecimerito no trimestre cor- Casa torrea n. :ti......3*0*000
renta de abril a junho, dos seguintes objecto fle Dita n. M. -. t6t*000
fardaraento: i Rna da Pnnto-Velha.
Paro aprendizes artfices. Casa terrea n. 31 ... .
Ronets do umfenHMvbiBots de servido, blusas de Rua do 'Ametim.
brim branco, blusas de algod.lo azul, Musas de Casa terrea n. 30 ..... 21*00
(raimo azul, ralea? debrimlirrmro, caifas de algo-' ittia da finia.
(filo a ul, camisas Ite algoflaorarroo, cobertonis H!' dem n. 19.........
IS, cobertores de algolao, cmtos de couro bratnco Rua d Pbalwl.
envornrsadi), calcas do panno azul. colcrtoVs dem n. 80.......1#*000
linho ebeios de palbK Hoaltos de algodozinho, Roa do Ajougumhos. -/ftiv,
lencos de seda brea pata grvala?, lencoes de Casa torrea n.TI ....... W*000
aago^zla*Bn.sapal6ea._saeaoBa>a|a)n^ ____^ Rna db UnoTim.
BawpVJU
DE
una caixa com vaquetas, i dita corr 1-
zerro, urna dita com siia de iusiro e ^
cotn marioqtiius, urna dita com botii.a
avariadas pura senhora:.
HOJE
s 11 horas.
Por intervencao do agente Pinho laifi's. *m
seu escriptorio rua do Bom Jess n ">:;. pr in
ro andar.
NOVO LEiL\0
NA
loja de calcado
4 rua de Marcilio Diasn. 98 ( outr'ora n.
Direita.)
Sabbado 5 do abril.
A'S 11 UOUAS DA MAM IA
O agrntc Pinho Bprgea, eom|*leiitciiiciite at'.-
risado, vender en h-ilao a referida loja. a i .'
se acha sortid.a de calvados nacionaes eestm.'
ros, duzias de marrinniias, ditos de to-zerro, >
tixlas as perteneas e mais aviaineutos neeoss.--'
paraofabnco decalcados; pro|iria para i
quer principiante, por se acbar em boa pesi
bem afreguezada
Para qualquer infonnacao ** Srs. pretenden
pedem se dirigir ao escriptorio de retendo a^.i,
rua do Bom Jess n. 53, primeim andar.
Oleilao ser effertuaiVi na supr.idt:i loja.
no escriptorio do referido agenta rnn do Itom J*-
sus n. 43.
hn\ Mi Slfifitcrs.
At o da 13 do correle mez, esper-sc da Eu-
ropa o vapor desta companhia Itttmani.
Recebe passageiros, (finifeiro a frete etc, para
o sul.
O primeiro vapor para a Europa ser o CAwi-
aornao, qnetevaaicbatratfBato-*a e dsl
em dame ter um vapor da companhia todas, aa
quinaenaa.
___ 14 lttJA DO COMMERCIO 44.
Pa* o. Asaeatv em -dweluwa sabe- nestes
oito dias o Mate nacional Otindu (?* alasse,
m* doiuHW90s 4e#'t*rr*frioboto par* yjrss-
Utrmmmm JaHKa Alberto da Souaa A^ar
a roa. ido. Amorim anaacem n. W)..
LEILO
BE
movis, lonp e cristas.
um cabriolat americani nArmva)l| para >
mesmo e obras de prata Jo Fort .
Um piano forte e novo, 1 luobilia do jacal x\ <
com 18 coeiras, 2 espel os grandes, 2 jarro aV
rearmare, 1 serpentinas, randiciros a gaz, tape-
tes e esleirs forro das salas e flaartos. .1 lia.s-
coui floioes para cortinadas.
Urna pequea mabllia de vimo, ttnsa redonda
e duas qnadradas cora ps de urn, 4 eseellen;-
reJgi do-jiedra. 2 sstoatcs asUBacad*^ i
csMfeO e 4 magnifica secnaarie.


,; y
-yr-
*
Diari<* de Pernambuco Sexta feira 4 de Abfril de 1873.

novo, i faqueiro, I jarre e baca, tfjheres e salvas,
tildo le prita.
Urna mobiiia de mug, porta-llores, porta-jota!,
astate* para cima de mesa, i toilette, 1 lavatorio,
I guarda-vestidos, i guarda roupa, 1 cama frau-
dor, l caixa do ferro (cofre), 1 machina Ta, i camas de ferro, e outros mullos objectos de
Ceade amilia.
Umcabriolel e 3 cdvallos para carro.
Ter(ja-feira 8 b corrente
a ra da Uiu/io cusa n. 17.
O Dr. Joto da Silva Ramos, leudo de fazer urna
viagem Europa rom sna familia, levara a leilo
-por intervengo do agente l*ntr>, os movis e mais
objectos cima mencionados, existentes em casa
de sua residencia, ra da Uniao n. 17.
leila princ'piar as 10 1|2 horas.
LEILAO
TERCA-FEIRA 8 DE ABRIL.
Do sitio da Cruz de Almas, estrada do Parname-
rim, entre o sitio do commendador Tasso, e o
do desembargidor Doria, eom 368 palmos de
frente e 900 de fundo, cog muitos e diversos
arvoredos, grande baixa de capim, e urna limi-
to soffrlvel casa de pedra e cal antiga, com
bastantes commodos, galinheiros murados, etc.,
muito perto da estacao da Jaquelra, passando a
linha frrea pelo fundo do sitio.
O agente Pestaa
far leilo do sitio cima, porta d'associacio
onimercial. no dia 8 do corrente, as 11 horas da
manli ; para ver no mesmo sitio, e outras infor-
MSta ra do Aniorim n. 37.
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LEILO
DE
No dia I "i do corrente, s 11 horas da manhi,
e far leilo, por intervencao do agente MartiDS,
de diversas jota* modernas, ditas de brilhante, es-
meraldas e perolas, dadas em penhor Iravessa
da ra das Cruzes n. i, por se haver vencido os
prazos das transarcoes sob n. das cautellas, 1828,
MU, 1852, 1893. 1894, 1897, 1918, 1932, 1957,
1985, 2021, 2027, 23, 2036, 2044, 2045, 2084.
85, 2092, 2095, 2101, 2108, 1H9, 9111, 2117,
2138, 214H, 2147, 2154, 2164, 2167, 2168. 2177,
2188, 2194, 2233, 2247, 2275, 2:85, 2290, 409, a
420a, 498 a, 438 a. 504 a, .05 a, 398 a, 262 b,
306 b, 331 b, 275 b, 390 b, 419 b, 465 b, 469 b,
474 h, 493 h, .M)l b, 522 b. 523 b, 525 b, 540 b,
646 b, 550 b, 557 b, 560 b, 573 b, 582 b. 5t>8 b.
605 b, 606 h, 607 b, 610 b, 629 b, 643 b.
premios podero ser feitos at o bater do martello
DE
bons movis, linos crystacs, objectos de
electro-plate, prata do Porto, carros e
rallos.
Um piano forte do afamado fabricante Kerlz, 1
mobiiia de Jacaranda a Luiz XV, 1 cadeira para
fiianno, 1 jardineira, 2 devano, 4 grandes espelhos
dourados, 1 dito oval, linos jarros e vasos para llo-
res, 6 sanefas escultadas e cortinados, tapetes avel-
ludados, eacarradeiras e 4 almofadas bordadas.
tima mobiiia estufada, 1 secretaria, niuitos e
tiferentes quadros eom linas gravuras, 1 lustre
de crystal com 4 bicos, ouiros de dous bicos e pe-
dentes para gaz.
Dous guardas roupa com espelhos, 1 guarda
vestido, 1 toilette, 1 lavatorio, l guarnicao de por-
velana de svre, 2 espelhos dourados, i capitel*, 4
jarros. 8 ricos quadros a oleo, 6 porta-;oias, mesas
de ferro com mannore, 1 jgo de xadrez, 1 rclo-
gio de mesa, lapetes de pelle de carneiro.
Una cama franceza de Jacaranda, 1 aguia, 1 ri-
CO cortinado de 6l bordado, 1 sof de Jacaranda,
1 mesa de cabeceira, 1 mesa de ierro -a imitac&u
de charao. :| imcas e cortinados, 1 reposleiro de
seda, 1 commoda, l sofei, tapete oleado e esleirs
forro das salas e quares.
Um lustre do crystal, 1 mesa elstica para 24
pessoas. 24 cadeiras demogno, 2 gnardas-louea
envidratadi .' aparadores eom tampos de pedra,
i mesas c m pedra para trinchar, 2 aparadores
torneado-, i | irinli iras, i re :-:<>s dourados, 7
juadi'os dourad s rom linas gravaras, 6 tancas e
cortmadiis. [wi lana par;; ena e jantar, 5duzias
de chicaras e pires.
hj tos de Ono crystal
Garrafas, fre -: ras, porta i:i- ijos, a mpoteiras,
copos, clices esal ras.
> -i de electro-plate.
lina risa fructeira com 3 orden*, 4 ditas com
moa de crystal, 2 resfriadeiras de champagne,
1 cesta para pa'. eseova e bandeja, salvas, des-
can^os para facas, letreiros para garrafas, coin
res, garfos e porta-licor.
Objecios de prata.
Um apparelbo para cha, l guarnicao paratoilet
te, 4 easticaes e i palmal ra, l vaso para punch
1 faqr.eiio di orado, i-.ri<. facas, colberes, trin
enantes, salvas, ci pos, i cesta para pao e 1 pali
leiro.
Urna mobiiia d>- ferro parajardim, 24 glob de
vidro cortado- para iiluminacao, 4 espelhos d ora
dos, l la ni na mgica e 4 etlagcrs.
Urna mobiiia de palha, mesas de jgo, cadeiras
avulsas. mesas de ierro, pannos para mesas, can-
deeiros a gaz, tapetes avuJsos, i serpentinas, ea-
deiras de balanro e muitos outros obji CtOS.
Can e cavalUs.
mcop. 1 victoria franceza, 1 carro america-
no, (novo) 1 cavallo pelo para sella, 1 dito mella-
do para cabriole!, i parelba de carallos rosilhos
pretos, 1 dila nidada e 1 dita russa.
QUARTA-FEIRA 16 DE ABRIL.
So prhneiro andar o pavimento terreo
sbralo da ra da Aurora n. 63.
Joao Cavalcante de Albuquerque, tendo de fazer
rana viagem Europa, levar a leilao por inter-
vencao do agente Pinlo, os movis, crystaes, objec-
tos de electro-plate, obras de prata, e mais objec-
tos cima mencionados, existentes em casa de sua
residencia, montada apenas I a um anno, ama
da Aurora n. 63.
O leilao principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e difterentes os lotes, constantes do
cathalogo em poder do mesmo agente, sendo que
os pretendentes podero examinar o bom esta-
do e apurado gosto dos referidos objectos na ves
pera e dia do leilao.
AVISOS DVL-RSOS
DO
BEBERIBE
Segunda-feira 7 do corrente mez, dever
reunir-se a administracao desta companhia,
uo escriptorio de suas sesses, ra do Cabu-
g n. 16, a qual ter lugar no mencionado
dia s 12 da manh.
O secretario,
Jos H. II. de Menezes.
Alugarse
.um hornero livre par todo o servico de urna pa-
dara ; tambem se precisa de um esrravo, na pa-
dara da ra de Joo do Kego n. 3 : a tratar na
jnesma.
Lavrador
iOJ.-. CAPIT,-. SEIS DE MARCO DE
1817.
Esta ang.-. oft*.-. faz sesso magna de mee. no
sanbado 5 do corrente, para o que convida a to-
dos llr.'. este e outros QuadV. assim como os
avulsos deste circulo. Recife 2 de abril de 1873.
S. Ferraz
Secretario.
?la ra do Arago n. 18 precisa-se alugar
urna casa que tenha de 2 a 3 quarios, com tanto
^ne soja na Boa-yisu ou Santo Antonio, erabora
ja um sob.'adinbo pequeo : quera tiver an-
BKie.
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARAKTIOS.
A' f(,ia Primsiro de Margo (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do eos turne.
abaixo assignado lendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetcs, quatro quartos n. 917 com 5:00i,
tres quartos n 192 com 8005'00, um qnarto n.
980 com 3005000, dous quartos n. 2313 com
100*000, e outras sortes de 405000 e 203000 da
lotera que se acabou de extrahir (4V*), convida
ans pnssuidores a virsm receber na conformidade
do costume sem descont alguin.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
da 4* parte das loteras a benelieio da igreja de
Nossa Senhora do Monte de Olinda (45"), que se
extrahir na segunda feira, 7 do mez vinduur.
pre<;os.
Bilhete inteiro 65OOO
Meio bilhete 35000
Quarto 15500
EM PORg.40 DE OO^OOO PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5500
Meio bilhete 2750
Quarto 15375
Matioel Mnrtins Fiuzn
O padre' Donato Barrueco, havendo de re-
tirarse para fra do Imperio, e nao tendo tempe
de despedir-se de todos os seus amigos, pessoalmen-
como era o sen desejo, vera faze- o por meio do
presente c assegurar-lhes que ser sempre a
niesnia a sua dedicacao e ami .ade para com
todos.
Recife, 1 de abril de 1873.
AMA
Precisase com urgencia de
nina ama para servico muilo
diminuto : a tratar a ra do
Duque de Caxias n. 26, ou!r"ora das Cruzes.
Precisa-se de urna ama para rozinhar para
rasa de pouca familia : na ra Duque de 1 axias
n. .'3, 1. andar, outr'ora Cruzes.
Na na da Alegria 11. 38, precisa-se de urna
ama para lavar e engommar para duas ptssoas.
Precisa-se de una ama h'vre para casa de
pouca familia, nao fazendo compra alguma : na
ra do Pilar n. 75.
Precisa-se de urna ama livre on escrava,
que corte e coza com perfeicao tola e qualquer
obra para senhora : quem pretender, dirija-se
rna do Sarao do Triumpho n. 104, I.- andar.
\r"iqa Precisa-se de duas amas, sendo urna
meninos : a tratar na Porta d'Agna, em casa de
Hanoel Fcrreira Diniz.
A ATA Precisa-se de urna sma para com-
**"* /x prar e eozinhar : na rna da Poda n
46, l" andar.
Ama
s
isa-se alugar duas amas
engommar e cuidar de outros
mesticos, ontra para eozinhar e lava
ta-so na ra do Capibaribe n. 'o.
iinj1 para
ser1 osdo-
Tra-
rgencia.
Prcisa-se de urna ama de
leite, que o tenha bom e
abundante e sem filho. jja-
ga-se bcra: a tratar no pri-
meiro andar dcsta typogra-
phia com o administrador.
Ama para casa de amilia.
Na Iravessa do Duque de axias n. 3, 1 andar,
precisa-se de urna ama livre ou escrava, para
eozinhar e outros servicos proprios de casa de
familia. Pagase bem agradando.
Vim Precisa-so de urna ama de
j viiict Q!icja- que compre e cozinhe :
Francisco n. 54.
boa con-
rna de S.
i
i
Precisa-se de ama ama para eo-
zinhar e engommar em casa de urna
familia de duas pessoas : a /ralar
na rna de S. Joao n. 63.
Ama
Precisa-se de urna ama para serviro
de casa : na ra da Florentina n. 10.
Precisa-se urna ama que saiba
eozinhar e comprar para casa
' 1. 'J*. l\. de homem solteiro.: na ra de
Pedro Alfonso n. 7, antiga ra da Praia
Precisa-se de um ama de
idade que sirva para fazer
companhia a urna senhora e
ajudar no servico de casa : na na do Rosario da
Boa-Vista n. 6.
A M A
AMA
Na ra do Hospicio n. (6
precisase de urna ama que
saiba engommar e lavar, pa-
ga-se bem, agradando.
AMA
Precisa-se de urna ama para eozinhar: na
ra Imperial n. 1<>2, passando o viveiro.
Jos Tavares Carrciro & C, tazem publico,
que deixaram de vender agurdente em seu esta-
beleeimento de molhados, ra de Marcilio Lias
n. 14.
Precisa-se tomar a juros a quantia de oto
contos de ris, dando-se em caucan valores na
importancia de quarenta contos ; nesta typogra-
phia se indicar a pessoa tratar.
Na travessa da ra das i ruzes para a dos-
Quarteis n. 14, loja, ha para alogar-se um cria-
do ou escravo de 14 para 15 anuos de ilade.
Servente.
Precisa-so de um ra larga do Rosario"h. 34.
E' serio!
D-se bom aluguel por um sitio, que embora
pequeo, tenha boa casa e agua potavel, sendo
nns estradas dos Aftlietos e de Joo de Barros, on
na circumferencU da Soledade : na ra da Ponte
Velha n. 6 se dir quem precisa.
SITIO.
Para tratar de um pequeo siuo em S. Jos do
Manguinho, precisa se de um trabalbador que
tambem entenda de flores. Caes do Apollo ar-
zem n. 69.
Escravos a aluguel.
Na padaria da ra Direita n. 84, precisa-se
a'ugar escraves para o servico interno e ex-
terne.
LEHRAS E TBETA&
0 agricultor c o negnciante
<) emprozario e u gere.ite
O engenht-iro o o capitalista
O juiz e o advog.ido
O serivo e o eseiwente
O procurador e o emjiregado publico
O Vorretor <> o zangao
O desparliant- u n aju'Ianle
O ituaraa Sun < u cosmm le cobran;as.
(I mmlico o'i pliariiia'-eiili'' 1
( mesire e o cintra iimlr
l) olli. i.ii e aprciidi'.
O piulessor e o dix'qiulo
O actor e o jornlista
O acadmico e o nutico
O militar e o clerign
e at mesmo
i^- O MACN E O JF.ZITA
Todos.....todos.... venham em im
E qual ser destesque nao queira comer um....
Jezuitapor doustostoes?!..
Je/uit., meus senhores, a denorainaco dada
pelos p-oprietarios da eonfeilaria do (hampos a
um pequeo, mas suceulonto e saboroso LUNCH
(com vinlm) que olferecem a todos, pela diminuta
quantia de
DZENTOS RIS?!...
Olhem l !... e vejara bem !... que somente na
CONFUTARA 1)0 CAMPOS
Ra lo Imperador n. i.
Ajudante de pharmacia.
Precisase de um com pratica, para urna phar
macia fra da provincia : para informacoes na
pharmacia Barbosa, na do Mrquez de Olinda
n. 41.
Cuidado.
Pede-sc ao Sr. Francisco de Pau'a Rosa, que
venha ra do S. Jos de Riba-mar n. 27, con
cluir o negocio trae V. S. nao ignora.
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo igi-
lante, precisa-se de tima ama para eozinhar: pre-
fere-se escrava.
GERAL
Pharmacia de P. Maurer & C0
Siembre da Academia de Medicina de Pariz,
Medico em chefe do Hospital de S. Luiz
ACCAO POOEROSA E INKALL1VEL
t-viio romplcto na cura das
MOLESTIAS DE PELLE ANTIGS
Tlcio do nn:nr. IntpIgeiM, escrfula e
<(< (odoH om ocrialcnfeA que deprndt-m
das ilncnp.-n nfiic|is:is |\' pliilll i.-u -. |
Iri'pM on ln*crradn
1: RUHLDES A QOALQSn OL'Tno TUMMBtlO
Ee X:.\IIOi'K nao um nmedio secreto; elle fsi apjirn-
Wiio l'fla Aradeuiia de Medicina de Paris. Alera U'mo,
re-uca dis Dimrren> nperieieiM ti'j* us BetaiUet
de P.jn's, c!c- Londres, ele, e'.c, que este depuralivo e o
melhor, o mais arli\o e o m-is econmico.
1'ahis. n" -2. rna Poissonnire,
Pharmacir. DESLAURIERS. successor de DoOTmi
Deposito em fet/ut ns l'luirnuintis c casas de Droga*
Uc-sulta las <:l"-prvarocs colinda* pelns *.:>.nuli-
dades me ci !s hospilaesde l'ari'.qne o Xarope
peitoral balsamice do dislineto e illusin; profesaos'
Vai q\ ". i\ empregado com Rucees w vempre i*;ual
para curar
as iituhkijes dog bubc&ics e rr:cc5is do teito
. h (.ti;.- polo nomo do
BROKCITSS AG^AJ CU GKK0:'C"~
a ;.i': \s. .ier/ .- -, CATAH :
ncflux' s ii--.'- rehuidos, BxtinecSo da voz.
AM \ss>.\. .".(11 ano fcile agrada**! sabor,na
precioso medicamento p ; om :' iajam,cr
sao ubi.'.. a fnlim '. Pars, Pharmaci*
VAL'ori-.i.iA-Dr.SI.AUlKS. roa di Clry, 81.
Dejolii na t'-i >. ftanas c c>ss Je Drogas.
Radical para
Escrfulas, Chagas A.ntigas, Ulceras,
Feridas Ulcerosas
TUMORES, ABCESSOS
POSTHEMAS, ERDPgOS, HERPES
Implnsrn*, Lepra, Tfnha
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiliticas
Febres amarella e Typhoide
TUlTlE\TO
PELO
VINHO
DEPURATIVO c REG0NSTIT11INTE
Do Dr DELOR. de Pars
DEPOSITO 4, boulmari St-Marti*. Piws
T
Agentes Geraes para o Brazo..
F. RODDE (ao grande mgico), na do
Ouridor, 118, Rio de Janeiro.
. ?<* sjV U
Para cura certa das tosses anti
gas, recektes, catarrhos bronchio?
e pulmnae, asthma, tosse convul-
sa, etc., preparado nicamente em
sua Pharmacia, 34, ra Larga do
Rosario.
S-G-KVtSCfil 'O
\ lliera|K'iilic.i ilas iln.eri'an moleslias do pfil',
.'-le a |diai;ii(ile mi mal da garcanla M a lulicr-
vnl.i, ,iii |oiliinioar. iia*-;m I pelas d*rr->as brnn-
clines ciiurrliae e o eiii|'(iys.;iiia acaba de sel
ejirejuecib com mai.s este medicamento, qn
toruna a |>r.....ira nrdem entre lodos at Imje
coiili.ciios. O tarop Vegetal Americano, garanlimo
pnramenle vegetal, n.io contm em sua romposicia
um so alomo >) opio, e sim somenie smcus Je
plaas indgenas, eiijss propriedades benficas na
cura das molestias que pe.rteucem ao.< oraos ce
respiafo foram por nos obserradas por longo
lempo, com ptimos rasullado caita mus
cretcenles ; pelo u,ue nos julgumos auloiisa compor u isrope que agora apresenlamos, t -
rece lo aos mdicos e ao publico, l'rovaoios com
oe attestados o que leamos dito, e comamos que
o conceito de que ja gosa larope Venetal Ameri-
cano crescer de dia a dia, licuando mullo
i todos os poiioraes em toga
apos ila
nico deposito, aonde se acha a venda
casa de P. Maurer & C.
Ra do baro da Victoria n. a*.
AO ARMAZEM
|RO
rn
IlUA DO I1UUO DA VICTOHIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Arabam de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphnse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WolfT C. : no
vapor francez, ra do Bario da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantnzia, brancas pretas e de
dilerentes cores, tanto para sehhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para no-
mens.
Sapatos de cordavao Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como pac meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com sallo para homens.
Abotinados de umitas qualidades e precos para
meninos e meninas.
Sapa toes de verniz com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, cajemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Bario da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Pinos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trillce, agua de H r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caxinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamaitos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora ova n. 7.
Para viagens.
Vuito boas malas c bolsas para viagens de r
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e mcias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france, ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanro, de braco, de guarnicoes, so-
fas, jardineiras, mesas, conversad iras e costu-
raras, tudo isto muilo bom por serem fortes, e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
Xo armazem do vapor franeez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo. Jiliantazias.
os para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Lavas de Joavin, de fio da Escocia e de ramurra.
Caxinhas de costara ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas rom vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
t'.orrentes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos Umitacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de pliantazia para cima de mesa
eloilettc,
Pinccnez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oeulos de aro fina c de todas as graduarlos.
Rngalas de taso, canoa, cun castes .le" marfim
Bengalas diversas em pnnde sortimento para ho-
mens o meninos.
Chifounhos de baleia e de mnitaa qnalidades di-
vecsas.
Esporas de tarracha para altos de botas.
Ponleiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e pars
barba.
Ditos de martim muito finos, para limpar rabera,
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Ca leirinhas de mndreperola para dinheiro.
Mcias para homens e para meninos,
Grvalas brancas o de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jugos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differenies joguinhos alle-
maes e franeezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
anos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
crian cas.
Arjanbas de marfim para as criancas morderem,
bom para os dentes.
Ber os de vimes pan ernbalancar criancas.
Cestinhas de vimes para brao/) de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeics de crian-
S
Vcnezianas transparentes para portas e janellas.
Heverberos transparentes para c.ndieiros de gaz.
Esterescopos e cosmoramas cjm escolhids vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fes tas.
BalSes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e Ianterna9.
Tintciros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazi
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objentos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinquj
Diarias dBceis de mencionar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo?
os brinquedos fabricados em difTerentes parte*
da Europa para enlretenimento das criancas
tado a precos mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria, outr'ora rna Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
No armazem do Vapor Francez ra do
Barao da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do BarSo da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
Predilecta,
no empenho de bem servir aos mus freguezes e
ao publico em geral tem procurado j rover-se do
3ue ha de ineihor e da ultima moda nos mrca-
os de Europa para expo-lo aqu venda, rer-
tos de que os seu* artigo* srriio Iwm apreciados
pelos amantes do Ikmii e barato ; pama a ennii
merar algiins il'entre elles, runu sejam l
ALBU S, os mais ricns ipto tem viudo a este
mercado, aun capa* de mmlivpcrol,
tartaruga, uiari.ni, velludo c chagrin
ADERECOS preu>* e vnttai proprias para luto ;
assim cuino, um iioti.io sotliiiiento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada.
BOTOES para punhos, o que se pode desejar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, uiarlim e osso.
BOLCAS de velludo, seda, paltia e chagrin, o que
ha de mais moderno e Indas.
BICOS de seda e do algodao, tanto brnnco como
preto, de variados desenlio*
CASSOLETAS prelas de metal e de madrepe-
rola.
CAXINHAS para costura, muito ricas e de di-
versos fonn tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaco, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, nesle genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimeuto
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET d madreperola, marfim e sso,
este um objecto indispensavel s se-
nhoras do bom tiiin, alim do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou mancha-
rem as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumarlas de tino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gomes e Raphael, que in-
cumbido da esculla dos aromas mais
bem aceito* pela sociedade elegaBle
da Europa, e por tanto, acham-sc na
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
mensidade de artigos, alim de niio mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitave! publico em di-
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
ra conyencer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de'tu de quin cor, o
que ha de mais bello neste genero.
VESTIME.NTOS. Ricos vestimentas para meninos,
por baratsimo proco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llore* ao alcance
de qualquer bolea ainda que nao es-
, teja bem replecta de dinheiro.
FITAS. E ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas da setim,
tafet, velludo, lnho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPOS de tartaruga, imitaco destes, pre-
tos c ?e coras, o que*se pi'xle desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lacos c golinhas de bonitas cures, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro multo bonitos
para ornatits de sala.
Mei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQl'ES. Ricos leques de madreperola. tartaruga,
marfim e de osso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa, a Predilecta aprasenta es-
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros rom capas de
madreperola. tartaruga, marfim, (Viso.
chagrin, por precos mui
velludo e
razoaveis.
Novidade.
A Predilecta, ra do Cabugt n. 1 A. acaba
de rereber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de o rpinhos de cam-
braia bordados para senhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambem bordados e de pnantazia,
salas bordadas, dias com ntremelos para senho-
ras, bonitas calcinitas de diversos tampadh
para meninas, ricas fachas de taquim de r-v.
pie ludo vendo por barato preco.
GASA DO OUu
los 5:030-000
Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova;
n. 63, e casa do costume.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4" parte das loteras a beneficio da
igreja de N. S. do Monte de Olinda, que se extra-
hir no dia 7 do mez vindour >,
nsis.
Inteiro
eio
Quarto
Do leogooo
Inteiro
Meio
Quarto
Recife, 29 de marco de 187.1
Jo<7o Joaquim da Costa Leite.
m

60O0
:iooo
.'iio::
para
27S0
U378
@; Manoel EnedinoRe- 0
; go Valenga.
MEDffCD
Camhda do Carino
Que aeaniamento!!!
Roubaram de dentro de um caixito, na igreja
de S. Goncalo, um relogio e urna con ente, tudo
de ouro, o relogio meio chronometro, coberto,
e em urna das pepas que cobre o machinismo, tem
estas iniciaes de meu nome J. F. T. B.
Rogo as autoridades policiaes e com <>speeial-
dade aos Srs. ourives, a apprehensao de ditos ob-
jectos.
Recife, 1. de abril de 1873.-0 seu verdadeiro
dono,
___________Joao Francisco Torres Bandeira.
Arrenda-se o engenho Penedo de baixo, na
freguezia de S. Lourenco da Matta : a yratar no
mesmo com a viuva do fc rancisco Joaquim da Ro-
cha Falcao.
tozinheiro
A Manca
Precisa se d um no hotel
ta do Rosario n. lo.
ra estrei
Punas assiiearadas de Brislol.
SAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHOTI
OUTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta detraar
:hartico ou de urna medicina purpativa, ha
inuito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdadt
aedica; e por isso, infinito o gosto
pra/er que sentimos, em pdennos con
toda a contianca e segurdade, recommendar
1S punas regttart assucarttdas 4 frittnl,
orno urna excedente medicina purgativa, a
pal encerra em si todas as partes e maia
ingredientes essenciaes, tomando-se em un
perfeito, seguro e agradavel catharuco dar
familia. Este remedio nSo composto
iessas drogas ordinariamente asadas na
composicSo (iessas pululas, que por ah sa
vendem, mas sim, s5o prejiaradas coa as
mais finas e superiores qualidades de raires
medicinaos, nenas e plantas, depois de se
haver chimicamente extrahido e separado,
)s principios activos, ou aquellas parte
e contem o verdadeiro valor medicinal,
quellas porcoes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor v mu-
l. Entre esses ager'es activos ou ingre-
dientes especficos, podemos MW I f*-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
inn demonstrado, possue um poder oruau>
jaravillioso possivel solire as regioes to
ligado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinaco com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege
taes e drogas altamente valiosas, consu-
mera 8 formam urna pitan purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
ptalquer urna outra medicina da misma
aatureza, que jamis fora apresentsdo ao-
publico. As pilulas vegetaes assucaradn$
ie Bristol, achar-se-h5o sempre um reme-
iio prompto. seguro e eminentemente eflQ-
oaz, p^ra a cura de molestias, taes como
sejam as seguiutes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corno,
Affecces do figadn,
Ictericia.
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cibera.
Dspcpsia, ou indi-
gesto,
lAstringencia, ou..
priso rio ventre
habitual,
\zi.i do estomago
flatulencia,
Perda do apetite,
SiHomago sujo.
Km todas ns mn!esiia me dorivam
ia origem '!;t massi i!o sangue: a salsa
oarrilia de Bristol esse m<:!hor de to 3S purilicadort'S (leve ser lomado conjun
ament piulas, pois que
suas med'k'i'.i.is, tendo sido fxpressarr.cnte
preparadas para obrare de harmona urna
som a outra, quando fielmente assim se faz.
tSo nos resta a menor duvida em dizer
qne no maior numen i i canoa, tatanv*
ffiancar nao s um grande aivio, to*
ambem urna cura pr-:npta e radical, .uto
est bem visto, quando o di nion
iche n'um 'estado muito ai^rn dos newwi
rmanos.
Oabaix ass gnadn faz scienleao iwpiifawI
publico e. c un es| 'ilidade ao o ipo do c i,
ci que tendo compra! i .: labena sita m ns da,
i n. Ti. perteneonli a>> Sr. Fraaote* Bar
bosda silveira. livre f ''- imbaracadi de Meo i
qualqner onus, qnem se jttlgai rom direi :.
lirija-sc i! i \ 11 de tre< das, a r wtar
desta data.
R fe, 2 d abril de 187.1.
O Lc> E ...... Lii. HACA]
Xuriiiiento

DIOICA!
i



w.

?tv
Na rea da Madre de Deus n. 3, preciza-se de
um criado para todo o servico interno.
Previne-se
Se o primeiro andar da casa da ra do Impera-
r n. 38 nao pode ser alugado, conforme est
annunciado, pois que nem ao menos est arren-
dado por esenptura que desse poderes para isto.
Caixeiro
Preeisa-se de um caixeiro :
verso, ra 4o Cemmercio n. 1
no betel de Uw-
Aliento.
Precisa-se do 500 a juros, dando-se por garan-
te ama casa de pedra e cal: quem quizer dirija
se ao pateo do Carao, casa n. 37.
Fugio do engenho tundid, da comarca de Naza-
reth, no da i de mar^o, o preto crioulo de nome
Hemeterio, com os signaes seguintes : t\ annos
de idade, baixo. cheio do corpo, tem falta de um
dente do lado de cima, pouca barba, nmbegudo e
levon calca de riscado azul e camisa de algodao
branco : quem o pegar leve-o ao seu senhor o
tenente Antonio Ribeiro de Moura no dito fuge-
nhe, ou a Joaquim Cavalcnlte de Albuquerque
Mello no sitio do Forte freguezia da Varzea, que
ser generosamente recompensado. O dito escravo
foi encontrado em Caxacgae supde-se ter chegado
ao Recife.
. CabeUeireiro
Precisa-se de offlciaes de barbeiro c cabellei-
reirt: na rna da Cadeia do Recife n. 51, pri-
sueiro andar.
n &Kemp
I m fisira
q nlidanti dedo-
eneas, qn r seta
na sarfl
to on bol
B x p i sa-
rr.-.'iite es
dos melhores fi-
gados dos quaes
??>>. se e x t r a he o
SWtW"leo- n0 banco
da Terra Nova,
purificado cni-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a om exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-o
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi di-
vulgado por elle e coniem
MAIOR PORCAO D'IODINA
do que ouiro qualquer oleo, que elle tem
exammado
I0DIN0 E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo #de fgado do bacalho,
a naquelle no qual contm a maior porco
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosso,
resfriamentos.etc.
Uns poneos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada e estomago
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARA japoneza.
Se nica aptirovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, i. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.



i.!,'
Diario de Pemambuco Sexta feira i de Abril de 1873.
4
*
AVISO
Contmfa esir fug: nlw CaMirinl,
em Seajnhfem, vesatavo Gregorio, desde n da 11
de setenibro de 1872, tendo os signaes seguintes :
crioulo, de idade de I1J a 20 annos, mediana esta-
tura, cor preta. seeoo do co'po, tests saliente, olhos
vivos, eom falU de dontes nfrente, p*reguteres
e os dedos iguaes, tem una marca de queimadura
na barriga, e varios de cnsliggs <|ue solTren. tanto
na costas como as nadegas, por ser rauto fu-
iao e ladran, costuma a laudar o nome em suas
fgidas, e ineulea-se forro, muito fallante, can-
tador cachimbeiro, e tem nma orelha Jurada;
julga-se ter subido para os altos sertoes em com-
paofaia de algum senhor boiadeiro : roga-se as
autoridades aos Srs. capities de campo que o
hajam de encontrar, o facam capturar e traxer a
este en gen no, ou napraca do Recife, rua de Pedro
Alfonso n. SI, ao Sr. Joao Florentino Cavalcante
Jnior, que alem de Ihes ser obligadsimo, sero
bem recompensados de seus trabalhos._____'
Maa Emilia Vilella de Albuquerque
Gama,
O bacharel Ayres de Albuquer-
que Gama, o tenente-coronel Joio
Valentim Vilella, D. Isabel Ignacia
Ignacia de Gusmao Vilella, D. Ma-
na Iguaria ae Gusmao Vilella Pe-
reira do Lago e Joio Valentim de
Gusmao Vilella, convidan a todos
os seus prenles e amigos para assistireu as mu-
sas qne se bao de celebrar na igreja da ordem
terceira doCarmo, no dia 5 do correte, s 7 1|9
da manha, 1* anniversario do passamento de sna
sempre chorada esposa, lilha e irm,
EBil?LH^^
Antonio Rufino de Andrade Lu-
na, Emilia Candida de Mello Luna
e Manuel Rozendo Torquato de Al-
meida, agradecem cordialmente aos
seus amigos e prenles que se dig-
naram de acompanhar ao cemite-
rio os restos morta- s de sua mu
prezada filha e esposa, Emilia Laura de
LunaTAlmeida; e rogam aos mesmos o obsequio
de assistirem s missas que por sua alma man-
darlo dizer s 7 horas da manila de o do cor-
rente mez, na matriz do Corp o Santo, pelo que
ficar-lhes-ho summamento gratos.____________

Odorico da Cmara agradece cor
dialmente aos amigos e prenles
qne acompanharam osjestos mor-
taes de sua prezada mai D. Joan-
na Rernardina Raposo da Cmara
ao ultimo jazigo, e convida-os,
bem como a alguns de seus ami-
gos, que por circunstancias imprevistas nao ti-
veram partieipaco em tempo, a assistirem as
missas, que pelo repouso eterno de sua alma
manda rezar no stimo dia de seu passamento,
sexta-feira 4 do corrente, na igreja da Concico
dos Militares e matriz de S. Jos do Manguinho s
7 horas da inanha.
sS
Amorim, limaos 4 C. mandam
celebrar missas por alma de seu
caixeiro Mauoel Jos da Silva, sex-
ta-feira 4 do corrente s 8 horas
da manila, na igreja do Corpo San-
to ; pedem s pessoas da amisade
do fallecido o caridoso obsequio de sua asisten-
cia.
d^ywigw--^The i i.n.ii mnmi i i
lar. Antonio Luiz Fcrrera de
Meneze* VaNconcellos de
Driinimond.
Um amigo do finado Dr. Anto-
nio Luiz Ferreira de Menezes Vas-
concellos de Drummond manda re-
zar na matriz da freguezia de S.
Jos, no da 5 do corrente pelas 8
horas da manir?, urna missa pelo
repouso eterno do mesmo finado
e para assistirem a esse acto de caridade convida
aos parentes e amigos do mesmo finado.
^SSESPjESS:" Z&lXES^iS5l&3&L3!'Ji3f!>
Ilr. Antonio Luiz Ferreira de
MenezcM ntcoi^--lio** de
llruminond.
Pelo repouso eterno do finado
Dr. Antonio Luiz Ferreira d3 Mene-
zes Vasconcellos de Drummond
manda-sc rezar urna missa na ma-
triz da Villa de Serinhen no dia
5 di corrente pelas oito horas da
manha.
Os parentes c amigos de mesmo finado residen-
tes na freguezia de Serinhem sao convidados a
assistir a este acto de caridade.
Sociedade patritica doze
de setembro
Sao convidados todos os socios a reunirem-sc
no dia o de abril prximo dindouro. s 6 horas da
tarde.no Io andar do predio n. 17 da na da Im-
peratriz, para em sessio extraordinaria dirigirem
a nova direccao, o tratar se de negocios urgentes.
Secretaria da sociedale doze de tctembro, 27
de mar?.o de 1873.
Lu Goncalves da Silva
Io scTctarin. '
Giiilheritie Augusto Rodrigues
Siette
66RUA DO AMPARO -66
Lisboa
Casa de commissdes e consignares, recebe e
expede gneros para todas as partes, telegrammas,
movitnento de fundos, esecueao de qucesquer
ordens, etc. etc.__________________________
Felippe Nery Rodrigues da Silva previne a
quem por v ntnra tenha negocios ou queira te-Ios
rom sua av D. Anjela Mara da Couceic^o, mo-
radora na villa da Escada, que essa senhora se
acha, por sna velbiee, em estado de demencia ;
facto que o annunciante pretende tornar evidente,
pelos meios legaes; e por isso protesta contra
qualquer engodo que o? Iiomens sem consciencia
possam fazer pobre velha, para arrancarem-llie
os poucos bens que I he restam.
Escada, 29 de marco de 1873.
Felippe Nery Rodrigues da Suva
i
Sao convidados todos os senhores logistas de
fazendas e quaesquer merendonas importadas
para urna reunan que ter lugar no dia 5 do cor-
rente, s II horas da manha, no 2 andar da casa
n. 56 rua do Mrquez de Olinda, afira de se de-
liberar o que for a bem de sua elasse.
Aluga-se urna boa coznheira : quem pre-
cisar dirija-se rua da Matriz da Boa-Vista nu-
mero 18.
N. 10 N.12
Refinac,o.
Vende-se a bem conhecida fabrica de refinaco
I a vapor, rua da Concordia n. 32, com todos os
utensilios necessarios para retinar e crystlisar
assucar, e com todas os pertencas necessarias ao
i movimento mechanico, constando de grandequan-
i tidade de formas proprias para erystalisacao com
' sous competentes andames e furos correntes, prc-
O pagamente do p-imeiro dividendo, relativo ao': Sl^^ff^^^S^S
taTS fflAnB^JftASl* "'P'-ehender para qualnuer purgador de en-
ts-feiras, das 11 horasda mannaa ida tarde, !h assim como, quantidade de tachos, cal-
noescriptorio da rua do Viganon. 13, 1 andar, acir, deposito, cboS de cobre, ierro e madei-
Gompanhia
Santa Thereza
. 1. dividendo de 6 "i
Recife 26 de marco de 1873.
O gerente,
Jnstino J. de S. Campos.
ra, urna machina para reduzir a p o assucar,
2 filtros, 2 machinas a vapor, e o mais utenolios
pertencentes ao estabelecimento, tudo se acha ex-
Espera-se por estes dias orna bonita por^o pos'o para os pretendentes verem, e tudo se ven-
de burros, com boas parelhas para carro, tendo de por baratissimo preco. Tarabem se vende 10
grande numero mansos e passados : quem preten- escravos habilitados para todo o servico de refl-
der comprar, dirija-se aos escritorios-dos Srs.' aacao.
Francisco Bibeiro Pinto Guimares, rua do.
Brum, e FranciscD de Assis Brito, a rua do Apol- ?
lo n. 8, podendo deixar sens nomes, afim de serem' Vende-se pelo barato preco de 10/000 o bar-
Mel de assucar.
procurados pelo preprietario dos referidos animaes.
ril de i|uinto : rua da Concordia q. 32.
GAUL\TE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, l* ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTE1RO.
ESPECIALIDADES.
Molestias e opera^es de olbos.
Cora radical e instantnea dos
estreltameiitoH da uretra.
Consultas : Das 7 s 10 boras
da manbi.
Chamados : a qualqner hora.
20^000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engorame
perfeitamente bem, e faca o" mais servico interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de urna outra que cozinhe com
perfeicao : no largo do Paraizo n. 28, Io e 2o an-
dares.
' mmmmmmmmmm
S Novo estabelecimento &
de joias. ^
Rua do Cabnga n. I'i. Ih-
O proprietario deste estabelecimente ^
1 receheu entre muitos objectos de peque-
* nos valores, os seguintes: rozetas e anueis g*
7^ de brilhantes, brincos e cazoletas, ade- ^
^T? recos e meios aderegos de rubins, esme ^
- radas, perolas, alfinetes para rctra- %e?
~!fj tos, com brilhantes, rubins e perolas, **.
^ porta-charutos muito proprios para me ^.
9 sa, de delicados gostos e perfeita mo -.*-
"' de obra, apparelhos proprios para almo- ^T
':V co e antar, para meninos levar para o
collegio, tudo se vender por precos ra- &
ie
flfe
MOPINA
Est encouracado !!!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello, ?& ^aveis, garant ndo-se todas as joias que
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o ** des'? estabelecimento saia. Tambem se ^
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho'se
achava nesta cidad9.
Caixeiro.
Precisa-se de um no hotel Allianca : rua es--j
treita do Rosario n. 10._________^_^^
. Os Srs. Dr. Fe ix Moreno Brandio e Arlindo ,
Francisco Nogueira teem cartas na rua do Apollo
n. 20, eseriptorio de i arvalho & Nogueira.
Casa
Aluga-se o andar do sobrado da rua do Im-
perador n. 38, todo forrado e pintado, proprio pa-
ra qualquer eseriptorio ou sociedade : a tratar na
rua do Imperador n. 75, laja, das 9 s -'1 da tarde.
Aluga-se a casa terrea da rua dos Guarara-
pes n. 12 em armazem, com u:n soto grande e
quintal tambem grande, proprio para coxeira mi
outro qualquer negocio: atratar ao p n. 10 ou
na Boa-Vista rua do Rosario n. 26.
Precisa-se alugar um criado, livre ou escravo,
para casa de homcm solleiro ; a tratar com Ma-
noel Azevedo de Andrade, rua 1." de Marco
n. 81
--> labrica e concerta qualquer objecto ten-
' "' dente a mesma arte.
ANNOTACES
E '
COMMENTARIOS
A'leiiia refondjdiwia
1 VOLME DE CERCA DE 300 PAGINAS.
BROCHADO 75000.
F.NC.ADEKNADO 8W)00.
Esta obra ten merecido elogios dos juris-
consultos e dos estadistas, sendo devidamen-
te classiticado como o mais bem elaborado
traballio e o mais completo sobre o ob-
jecto.
Livraria Franceza.
rn'-Y-, jrfr^y^^fi^ia

PENHORESI
Escravo fgido \
150#000
Noengenbo-Massuassii, freguezia da Escada, se
dar de gratilicacao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado ; o ;* tem 9 annos,
;astanho e castrad:, tem a orelha direita bastante
aseada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem urna cruz ; o 2." ru^o, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o pes-
3050 fino, castrado, tem os quadris feridos da
langalha, ferrado com a marca-I. R. do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
- Ono quarto direito : gratifica-se com 50^000
por cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
Francisco Al ves Monteiro Jnior vai a Euro-
pa, deixando por seus bastantes procuradores os
Srs. Joao Fernandes Baptista, Joo Jjs Rodrigues
Mendes, Antonio Jos Silva do Brasil e Jos Joa-
quim da Cucha.__________________________
Jos JoaquimiAlves, retirando-se temporaria-
mente com sua familia para Portugal e nao tendo
podido despedir-se pessoalmente de todas as pes-
soas que o tem honrado com as suas relacSss
de amisade, roga-lhes o obzequio de descnlpar
esta falta involuntaria, e aproveita e ensejo para
frfferecer o seu limitado presumo naquelle reino.
Recife 18 de abril de 1873.
Precisa-se de nma preta para vender bolos
na roa larga do Rosario n. 28, 2.* andar.____
Precisa-se de um caixeiro de 13 a 15 an-
nos, que d flader de sna conducto : na padaria
dos Alogados n. 27. ______________________
Precisa-se de um criado livre ou escravo
para entregar caixoes de comedorias e carregar
agua para urna casa de familia qne
medonas para fra :
n. 35, prefere-se escravo, porm que nij seja
Theatro Gymnasio Dra-
mtico.
Pedimos a empreza deste theatre que principie
o S. Benedicto, no domingo 3 6 horas da tarde
e nao s 8 l|2. Esperamos este favor dos Srs
Espiuca & Penante.
Frequentadores da rua da Praia.
a
Rap areia fina da Babia]
DE
Morara & Comjpanhia
O abaixo assignado, nico agente dessa
fabrica, avisa ao publico qne tew aberto
o deposito de dito rap, no seu eserip-
torio rua do Vicario n. 21, onde os,
freguezes encontrarao sempre a quan-
tidade qne precisarem.
Recife, 29 de abril de 1872.
Domingos Alves Matheus.
Q5
1
Na travessa da rua
dasCruzes n.-2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
' m
mi
m
m
^1 c-
m
3k
2. s 2
S cs> w i>
5 3. 3 ^
S. o
a
09
|ges.

- -j 7, S
a. o 3 5 5
O 3
>o-2
?"8gs
o
M2
familia qne fornece co-
na rua estreita do Rosario
criado a eolio.
r,
Os Srs. abaixo designados tem cartas tna
rua d Amorim, armazem n. 60-
Gapitao Vicente Nunes Serra.
Capitao Manoel Juaquim Ferreira Estoves.
Dr. Manoel Coelho Cintra Jnior.
Rna Telesphoro de Paula Augusto.
ATTE^CAO
Ma Capunga, rua da Ventora a. 33, alagase
ama escrava que eozinha, engomma e faz todo
9trnqo de ama casa de familia.
Pl-%.
Hlf
t V
r =
p a.
q.- a.
3 0 c
T.S*S
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Ele
c. o
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2 30
38?
Cozinheira

O 3
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8.8
1*1
II
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3 s
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o


Alugasc un m para v.-nder : t (filar na r
Tendo de retirar-se para a Europa Jos de
Almeida Rabello, deixa por seas procuradores
Victorino de Almeida Rabello, Antonio da Costa
Almeida e Manual Alves Santiago.___________
Aluga-se em Santo Amaro, rua de Lima
n. 4 e 6, duas casas, urna para moradia, com
um grande soto, agua e gaz encanados, e a ou-
tra muito propria para reflnacao ou padaria, por
ter um grande, forno e ter tambem agua e gaz
encanado : a tratrar na rua da Guia n. 54.
I CONSULTORIO *
* MEDICO-CIRURGICO I
0 DO #
Dr. J. Jal. Curiat
OPERADOR E PARTEIRO g
& Rua do Mrquez de Olinda n. 25, pr-
Q, meiro andar. Q
Consulta das 7 horas as 10 da manha.
w Chamados a qualquer hora
l De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dahi para baixo, ni-
nheiras, fructa-po, oiti-cor, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanbovant ou brithante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrinss
parreiras, coracao da india, romeiras e outra,
lantas : na Capunga, rua da Ventura numero 20.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da rua do Barao
da Victoria n. 46 para a rua
do Mrquez de Olinda n. 34,
primeiro andar.
Fugio
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joo, de 18
a 20 annos de idade, com os signaes seguintes :
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
denles perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapinhos, ps chatos e cheios de cravos,
bem esperto e ladino, canhto, co'inheiro, tem
bastante pratica de armazem de carne secca ; le-
vou urna bolea nova com duas camisas, sendo
urna bordada,'2 ceroulas, 1 camba de meia, 2 pa-
res de meias e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levou 54, e mais alguma'roupa perten-
cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades
e capitaes de campo que o apprehendam e levem-
no ao seu senhor, rua de Pedro Allonso n. 7,
que seroo generosamente recompensados.
Continase a fornecer almoco e jantar para
ora por preco coramodo e com promjttidao : na
rua estreita do Rosario n. 3o, 1," andar, casa de
familia.
reta que sirva
-----------T----
Fugio no teravo Hi'iiriquej foiuprailn ent'J do nic-n;-
frneiiie-riiroiirl B|:iUM> lUnu-'m d" lIlln,>-n
eiitm AU'j-icn i-tu i:Vi cl'.VMm, .-n.le s.-|.rwnnr
lo i'sicj:i. T'mm imiQgtiac MrgiiTnnts: SU annos
de idade, pouco mais <>u ineiios, bem |ir>to, olhos
grandes e espantados, rosto redondo, delitos al-
vos ; levou calcas o camisa de algmlan da Rabia
a chapeo preto de maiiilha. Foi encontrad" na
Estrada Nova, eaminho de S. Loaren^) da Matta.
Pede-se s autoridades |o|ciaes e capules de
campo, que o apprehendam e o conduzam rua
do Bario do Truimpho ns. 92 e 1)4, antiga do
Brum, que serie generosamente gratificados.
Vendse
PAHA
junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
predio da rua do Commercio,
n. 17, sendo um andar e ar-
mazem com grandes com-
modos e com fundos e sahi-
da para o caes, proprio para
armazem de gneros de em-
barque : trata-se na rua 1.
de Marqo, outr'ora do Crespo
n. 13, com Antonio Correia
de Vasconcellos.
Cozinheira.
Precisa se de urna boa cozinheira, a qual tenha
boa conducta, preferindo-se escrava, para com-
prar e cozinhar para urna pequea familia, paga-
se bem : na rua da Imperatriz n. 37.
Aula particular.
Secundino Jos de Faria Simoes, professor par-
ticular, avisa ao respeitavel publico, e com espe-
cialidade aos pas de familia, que est aberta a sua
aula na rua da Penha n. 2o, 1 andar. O mesmo
professor tem aberto um curso de primeiras let-
tras a noute para aquellas pessoas que nao podem
frequentar durante o dia.
Aviso
Os Srs. Meuron & C, fabricantes de rap,
na rua doVisconde delloianna n. 157, preci-
san de algumas rnulheres para tralialhar na
sua fabrica : a quem convier, podo dirigir-sc
a mesma fabrica para tratar.
.Uisa-sc
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquina dos Sa -
tos, e aepois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter 2o annos, tem falta de denles na
frente e as maos com cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
gK3DS$ |C!QOQGaX>M
Consultorio aeiefl-cirargicfl &
&
%
DO
Dr. Ferreira.
Rua larga do Rosario n. :0, (aatigo
gabinete de seu pai)
Gratis ao pobres.

ilnea-se
o 3 andar do sobrado da rua do Vigario n. f, com
bons commodos |iara familia ou para qualquer so-
dedade: a tratar no armazem n. 25 da travessa
do Corpo anto.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
doRi Formoso. ,JS'de animaes e com propor-
coes para 1,500 paes : os pretendentes podem di-
rigir-se rua Duque de Caxias n. 58, i andar,
que all tero informacoes.
Fora os callos.
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobro todos tem
obtido os melhores resultados, alcm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, rua Duque de Caxias n. 57.
Via frrea de Olinda
Regula a partida dos trens na o* e 6* feira san-
tas deste anno,
Qui.nta-feira santa de manha-s horas data-
bella em vigor.
A tarde do Recife para Olinda al, 3, 5, 7 e 9
horas.
De Olinda para o Recife s 2, 4, 6 e 8 horas.
IDa Encruzilhada para Beberibe a 1, 15; 3, 15;
5, 15 ; 7, 15 e 9 15 horas
De B^teribe Encruzilhada s 2, 4,6 ,e 8 ho-
ras.
Sexta-feira santa.
Manha:
Do Recife para Olinda s 7 e 9 horas.
De Olinda para o Recife s 8 e 10 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe s 7, 15 ; 9, 14
horas.
De Beberibe para a Encruzilhada s 8 e 10 ho-
ras.
Tarde:
Do Recife para Olinda as 4, 6 e 8 horas.
lie Olinda para o Recife s 5, 7 e 9 horas.
Da Encruzilhada para Beberibe s 4, 16 ; 6, 15
e 8 15 horas.
De Beberibe para a Encruzilhada as 5, 7 e 9 he-
ras.
O trem de carga nio ser expedido nesses dois
dias.
Eseriptorio da companhia, de abril de 1873.
0 gerente interino,
L. J. de Miranda.
I
CAZA DA FORTUNA
rua 1. de sungo OlTlYOUA DO CRESPO R. 23
Aos 20:(KN$MIO.
O abaixo assignado tem sempre exposto venda
os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, ati- o premio de
i:000.
Precos.
Intciro.......24*000
Meio........12!K
Quarto....... tOO
Manoel Martins Finta
Tinta Amazona
Para tingir instantneamen-
te a barba e o cabello
A *000 o frasco, em porcio, 3 frascos 25500.
Odiloc, Duarte & Irmo
Cabelbireiros, na rua da Imperatriz n. Si, pri-
meiro and.ir.
iii i ta
.ii.'a
.....u.'ii.i- ( aj ..1...1. \
de Urna "Otra casi '.r,--;\.
.i'iailn. ti > li.
na- ( apan,:;.!.
r.li r!l.- .fn.HHl. |:r
-.i;. I. ii!-.. -ii .. n .i
l.illilii'ai ji.
ni cha- i'i
a UiiLir u roa t.
l.i-boa pelo menos
na na de Pedro
;i na ila Vai;i a (i:a>;mg;.; :
di: Marco n. 7 A, I. ;nlai.
Vemle-se cal nova de
prepi do qne em outra parte
Alfonso u. 5 _____
Salsa parrilha.
Nova e de primeira qualidade
Vende-se
rua Larga do Rozario n. 3i
Vende-se um terreno situado na Agua-Pria
de baixo, na rua da Generara i, com 50 palmos de
frente e 470 de fundo, a 44 o palmo : a tratar na
rua de Hortas n. 33 com seu pioprielnrio Angelo
Gomos dos Passos.
CaiiWMfs.
Muito
rcita n.
novos e grandes ; vende-se na rua Di-
14, esquina do becco ik- S. Pairo.
Vende-se por 950 un.a escrava que eozinha,
lava e engomma bem : na rua da CaaMl do
Carino n. 20
.1
Clie^uciit a grande pecliincha
o saeco com dez ruias do iniHio : a tratar no ir .-
piche Angelo, na rua da Cadoi.i n. i, primeirT
andar.
Hotel e buhares.
Vende-se t muito afreguezado Imti-I CnanV,
sito a rua do liaran da \ ictona n. 48 : a uur
no mesmo.
Farinha de mandioca.
A melhnr do mercado.
Vende J. F. *. Coimhra Guimares rna d)
Mrquez de Olinda n. 3, I.* andar.
"TOS 5:000#000:
Estn vendaos Mitas bilhetes da lotera da Ba-'
hia, na casafeliz d arco da Coiieeiojo, loja dej
ourives, no Itecife.
Vende-se
L'm sitio na cidalo da Olinda, alen de
ter urna boa casa do vi venda para pande
familia, tem tnuHoi nrvon-dus defroci s de
todas as qualidadpa, < e\n l!cpt<- agua li^*
beber; a tratar nestatypographia. _____
Vende-se
urna casa terrea nova, eom duas salas, ira
tos. eozinha exierna, qnintal murado e e
na rua de S. Joao i. "' : a Valar BD ana
it. '", rua Nova de Sania Rita.
As
300^000
Srs. iii?---!rtisile predio.
Vende-se nleosiliot pan avaWaMi. m i
do Visciiide de tlovimua n. o. para ftf < ti
das 0 s i horas da manha t ata \ :\< 6 di lartV,
Veade-se a (avena da roa da Thoaa da
Souza, outr'ora Sescalb, o. '! : a tratar am-
ina a toda hora lo dia. __________
Casas para vender-se
Vosde-se bm t aas terreas.
amana roa da Padre Ftoriaao n 7;. i
soto n iiiui!.is. i i
nma dita ou becc i da Lama a. I : i
qnizer, dirijas.- a rua da Cadeia da i;.-.-. i
.' andar.
Vende-se ara sitio n i Remedio, na t:
do Lnea, tendo de frente mais de 1,180 p i ,
pan i eamba I,:' ', maco mais oa mmioa, po-
den lo- levantar mais dnas otarias, ala
ama que Ut existe : a pessoa quequiaei
gocio, dirija-se nw d Imperador;
i'.', que acbar i possoa o m qoem se A i
* dar '.oda- as i xplle oes.
Canoa
Voade-se urna canda que pega 1,000 :'.
fa-sc te i negocio : na ra i da Pena n. 2.".
i ,i i andar.
Yon i
MI
er
Comprase ou aluga-se
dos Pires n. 30.
urna escravr ; na rua
Joao Mara de Albuquerque Oliveira, pela
presteza de sua viagem para a Europa, nao se j
podo despedir como lhe cumpria* das pessoas;
de sua amizade, pelo que pede desculpa desta.
falta, e ao mesmo tempo oiTerece-lhes os seus
prestimos em Paris, onde pretende residir : outro
sin, previne ao corpo commtrcal desta praca
Atteneo
Jos Cardoso da
retira-se para Europa :
Silva, subdito portuguez,
a tratar de sua saude.
Os Srs. que receberam bilhetes p*ra o bene-
ficio da Sociedade Propagadora "da Instruccao Pu-
blica da freguezia de Santo Antonio, podem re-
qne' deixeu como seus procuradores os seus fllhos ^S^^IS?^ ^^ ""
Julio Arsenode Castro Oliveira e Joao Mara de do Imperador, 45,1. andar.
Albuquerque Oliveira Filho, aquelle em primeiro Aluga-se por preco rasoavei urna casa sit
e este em segundo lugar, que sao os nicos com- poveacao do Monteiro, com bons commodos e
Detentes para qualquer transaeco em seu nome, limpeza : tratar no pateo de S. Pedro n. 1.___
ptenles para qualquer transaeco
qner seja commercial, quer particular.
Aluga se um moleque, ou nma preta que
sirva para vender : a tratar na rua do Rosario
da Boa-Vista a, 21
Criado.
No hotel do universo n. t, toa do Cammercid. xias n. 0 A, W. de Bento da Silva i
ecisa-se de um criado. 'successores de Manoel Riwiro Bastos.
Aluga-se
o sobado de um andar na rua de Aguas-verdes
n. 27, com bons commodos : a tratar na rua Di-
reita n. 84.
D. Joaquina Bernarda de Castro Ros, va-
va de Manoel Antonio da inlva Rios, faz sciente ao
respeitavel publico que nao autorison pessoa
alguma a contratar arrendamento de sua casa si-
ta rua de Paulino Cmara (outr'ora Gamboa do
Carmo) n. 44, visto como se acha a referida casa
arrendada;ao Sr. Francisco Joaquim Gomes da Silva
por espaco de cinco annos, a contar do dia 10 do
mez prximo lindo, como consta da escriptura por
mim e elle assignada
Recife, 2 de abril de 1873.________________
0 Sr. C. Q. R. L., queira ter a bon-
Idade de apparecer na rua do Duque de Ca-
da Silva d C,
Ansentaram-se desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno dous escravos irmos, sendo um de
nome Lourenco, de idade de 26 a 27 annos, esta-
tura regular, cheio do corpo. tr clara, cabello
estirado, rosto redondo e sem barba ; e o outro
de nome Andr, da mesma estatura, mais franzi-
no do corpo e mai novo, con os mesmos signaes
do irmo. sendo comprado Lourenco ao Sr Clau-
dino de Albuquerque Mello, da comarca de Palos.
provincia da Parahyba, e Andr ao Sr. Joo Fran-
cisco Gomes de Arruda, da comarca do Limoeiro.
Suppde-se que seguiram a estrada do Limoeiro, a
Serra do Teixeira ou comarca de Patos ; roga-se
a todas as autoridades policiaes e capities de cani-
llo que os apprehendam e levem-os rua do Apol-
lo n. 30, armazom de assucar, que se gratificar
com a qu. nt a cima. ______________
Terceiro andar.
Aluga-se o 3 andar rua do Padre Flor ano
a tratar na rua larga do Rosario n. 22.
COMPRAS.
Compra-se urna carroca com arreios para ca-
vallo, que seja em perfeito estado: na rua larga
do Rosario n. 22._________________________
Compra se armacoes usadas de chapeos de
sol: na rua larga do Rosario n. 22.
E\|rOsiao quansial
E faz nraito bem, deaa bm
reler e deeo ir, rmje sa man a
que Sear safa or, sabeada am le
qoe se pode rom suavidad': a
prazer (impar a gnella, (Ja -
eom aiginaa pmmi i i Nrla, al -
c;/, md !''. eogn w, c/ki
/,.' ... :mii if mim lieorol)
achara a Sl I : .el. -se I..... i
suave effeito dos sappraiuenciona-
dos i apurar uHaeto, lamda c
o dito das ditas ditasi e ..
adquirir u paladar estragado, (sa-
boreandu rara- e exctames victoa-
Hl.-l* I e uoie |ie:n (Mili pouco d-
. presos sao os mais resumid
Chumbo
Compra-se chumbo velho e estanho, em peque-
as e grandes poro3es : rua Nova loja n. II, do
Azevedo.

irastes. 2
Compra se e venderse trastes novos
e usados : no armazem da rua do Im-
terador n. 48.
Na fabrica de cerveja rua do Rosario n.
6, compra-se laranjas da trra a 640 rs. o cento
Compra-se um realejo que se possa condu-
7ir as costas e que sirva para cosmorama : sa
rua Duque de Caxia3 n. 71, e dir quem com-
pra.
ahero ios precos >o os mais resuinidts q
[Mide vaajar) lado lie, paamm a M N ^
gente licar exces-vaineuie wrMN (lam
iador como o comprador) em menos da quatro
semanas e mea, acabando quas sempre no lim
das cinco or licar o arliaaia eseoalMl
plUfisico e o segundo eoaffado fcfdraptaal Par-
tanto, j que se diguou lancar os s.n- oRs --
ductores sobre mim (exposie&o qoaraaaaai) mui-
ti consentaneo que eu tainlein os ..ra o
amago de meu aeraran, isto vos iadiqu
gremio mbritmlr,4ttitmk, mtt-
tu i unte, iffrxjeraHte f (torturan-
te, aonde V. S. e Exc. (charo
leitorou leitora, qoe Wde rom .
tanta avidez) pode r com cer-
teza, eertos de ser*m bem servi-
do recheiar a sna despensa de
tudo o que ha de raelhor e mais
saboroso para pasar a quaros-
ma, i tempo de abstinencias) dan-
do assim cabal desmentido aos
bereges de que sabe guardar
convenientemente os sagrados
pi eceitos .da Santa Madre igreja
Vindo ao armazem do
Campos
V 'H Rua lo liapcrMdur t**
E' nesle ocano do prazer onde se pode encon-
trar, alm do mais o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacalho, bacalho grande e peqoeae,
-ardinlias francesas e portuguezas, peixe em la-
cas de todas as qaalidades, (nove mil latas), ca-
maroes seceos e lodo o mais necessario para le-
var estas e outras guarias a ponto de satisfaz*
ao mais rara e apurado paladar.
La vai
'precisa-se
ODAS.
Na padaria da rua da Guia n. 54, vende-se
biscoQtos hamburguezes a <40 rs. a IMM.
prova.
Bacalbo e peixe em
Fara boa digesUo T
Faz sinl senhor.
Ovas fritas bom petisco
Com arroz de carnario *
E' sim senhor.
O salmn e a sardinhas ,
Nao c boa petisqudra T
E' sim senhor.
Livrara de exeomamViw
Vinho do Porto e da Figoeira
Livrasim'semW.
E tudo rearado banquete quaresraal *
Que peder ser comed* i ninguem fazer cut
E' ifaMBbor


I
.-jjj.mim. m awaaa..jji
*^iP
6
Diario de Peraambuco Sexta feira 4 de Abril de 1873.
Y


-*

FUNDIOO DlPWMAN
RA DO BRUM N. S2
(Passando o- chafariz)
PEDEM AS sensores de-englobo e outros agricultores, e ein plegadores den
camisran o favor de au vijita asau eslzJj deemvmlu, para varea o novo aoiiimento
eaocleti qie abi teua; se ido tud a superior em qualtdade e ronidao; o que mi toa'
peccao pe mi pode-se verificar.
ESPECIAL ATTKNg.AOAO NUMERO E LUGAR DE SUA fUNWQO
VfttlOrfiA ft rnH Acuerno ,1"s m,is no'eroos aydeina* eem 4
VLUre* O rUUttS U dgtta ma0( convement.s.>7ra as diveras
aiannistancias dos seohores proprietario- e p^ra dessaroc^r algqdao.
""0811(li8 (6 OTlIll ^e.lol^os ostamanhos, a ra ilnures qne aqni
existem.
Obras de phanlasia.
A loja di tenia Branca, rua do Duque de
Laxi s n. ;**. receben um bollo sortiinento de bo-
nitas modernas obras de jilmitisia, sendo :
Brinc s e crines pretas, Cum dourados e pedras.
Outros de adra rola oueiuiada couf bonitos
tnfertes de delicadasUores.
Outros encarnados e de bonit s moldes.
de fioo dqttcadtt-tom pe^ brancas,
Ditas dourados com camapaeo preto.
Difee enearncidos.
BUfe imitadlo oUOs e floras naturaes.
CnfoietaS de maSa perufa
VdMas de frossos%ljofares de r s.
Outras de dtlos pro* s coraonrados.
PMloeiraS'drtartataiga corn dourado.
Outras pretas.
; Granposjiretos e :de cores.
Bonitas Sboldaduras de fine dourdo, i
dras, coral j*Uf. para abertura de camisas.
. Botes donados e de outfs qualidades, para
aberturas e-cdBarinhos.
Eodas dentadas !. wpor-
Taixas :e ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Maehmismo3
"Bombas
para mandioca e algodio,! Pudendo todos
e piN errar imdeira. (ser mondos a mi
/por agua, V*por,
do p.iit ru, garantidas........ |ou animaes.
Toda as machinas e ptc"rt*q,,e se '"JsU,mj prei8ar-
de machioismo, a preco mni resumido.
Faz qnalquer concert
Fomas de ferro
tem as melhores e mm baratas existentes ao mer-
cado.
e m pe-
Bnitos laques.
Tv y>o TYi mdr\ tiaa Incumbe-se de mandar vjr qnalquer maeh -*>UV> JlHlLKSLL^*,0, ..,< AlVt Hionlaa lomhrnrtJh. amanan. Ha foram TV'
A toja fe Aguia Branca, ra do Baque de
11 flaxias n, 0, recoieu bo*t s leques d>perfeita
tfiantasia, pre o com domado-, e outros.de apu-
pados gasto; assim comoreeebeu ou ros de ma-
duira aat se conoudceam $a*iU', e tem el-
WW eotoridus A c itrv, e anda assim-ven-
stes palo harat* proco de 4*000 cada um.
asos de crystaipara taiM.
*"lfl) da Agafa "B^aB; a rna do'tWotte de
(Was n.", i ceUen bonitas garraAnhas de crys-
[taTtm'prc-eontfanKigeis dooradas e mal pro'-'
pria'paT arranjos de toilet, te,
nneiacolares elctricos
A lojai'-d'aguia branca roa Duque de Caxia>
_ o. SO, receben nov# nressa dos proveitosos an-
j 1 e colares electrUas e contma a recebe-lue.
rtensalmnte, palo jue sempre estar prvida da
tade dos clientes, lembrando-lbes a vaotagem do.aierem
u.s compras por intermedio de pessoa enteudida, e qne em qoalqaer Decessidade pode
ps prestar auxilio.
Arados americanos e iQstrDfflei08 ricolas
RA DO BRUM H. 52
A loja d'agu* Df*nca i ra Drtqoe Se Paxias n,
*), recebeo novameote bonitos diademas dourados,
eatffettaos eompedrase aljofares,, obras de eos*
ta e,#haatasta. Tambaaa reccfceu noTos grampo
$MQM Leques com bouquets e. ou-
tros ->oineges.
Arteja d^agua bimaea na Buque de Caxias
*.oD, recbeu ama
PASSANDO O CHAFAMZgn^pSSlS";
Ra
DA
Direila, hoje .Hamlio Das o. 51.
sent de
Resta estabeleciment encontrar o respeitavel publico o mais completo sorti-
de miii lozas, chapeos, calcado franeeze artigos de luxo ; e recebendo quasi to-
os-os seas artigo? de propria cncommnnda de Kuropa, acha-se as condi^oes de re~
talhar mais barato do que qualquer outro, e quein diividar veja :
Reos transparentes para janeilas a 10-^.
Ditos de madeira imitando, a 2$.
Ditos de papel a 1-3800.
Kscovas linas para denles a 400 rs.
Ditas mais inferior a 200 rs.
Gaas le metal muito lindas com pos de
arroz a 1~.
Abajadores finos com lagos a l$a00.
Ditos ilitos a 2?.")00.
Ditos ditos Sf:in lanosa 1-5100.
Ricos espelbos de diversos tamanhos, com
moldura dourada, modelo oval de 35 a
1-2-5.
Ditos dito com moldura envernisados, a
25300.
Ditos dito com columnas de Jacaranda, de
25300 a 3?.
Bengalas linas a 15.
Collarinhos de papel a 400 rs. a duzia.
Chapeozinhos depallia para senhoras a 65.
Ditos de dita para meninas a 25800.
Ditos de dita para creancas a 15280.
Ricos chapeos de palha escura para se-
ta de dito de edres, de 100 dita, a 336 ahora a 165000.
Diademas douraJos de 15300 25500,
Ditas de tartaruga a 3?.
Ditas ue bfalo a 500 rs.
Grvalas ik seda para seohora a 1-3300.
['arares de seda muito linos com 2 lacos,
Fu-cas de madreperola a 1?.
I'iim baptados, ricameute en-
Carli isde Doros muitiifinos, contendo G
" tnus f> !' 35.
CiciiinUas com perfutnarias, muito ,pro-
jdaspara mimos de 4^500 a 65.
lucos vasos de porcoiiana com finj ba-
tw, fie 19 a r.
com dita dita a 598 rs.
Lilas grandes com dita astOOrs.
koltas le vtiliido para pescoco com corw-
. a >lo inadreperola a 5J0 rs.
Linba decarritel de 200 jardas a 800 rs.
; *,!z;.
Diademas dourados
amaciar a pelle
A lopifagnra branca a roa Duqnc de Caxias
n. 50, recebeo eold reme ios afamados fabrican-
tes Lubi, Legrara e Goadray.
Diademas e grampos de
a^o.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, reeebeumovaniente bonitos diade-
mas e graspos de aro.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, rua do Duque de
Caxias recebeu, como novidade bonilos bicos de
seda pretos com flores de cores, sobresaliindo sel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
pira barras e outros enfeites de vestidos de gra-
nadine, ou medina, e mitras faiendas traBsparen-
tes. Pete comniodidade dos pre.os esses bicos Wr-
nam-se mai cmimodors e pela novidade de gosto
lireferiveisa quaasquer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da ajtuia branca, A rua do Duque de Ca-
as n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
xi as
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croch, e vende as pelos baratos pra-os de
e 6*000. A fazendaiwa
estado, pelo que contina
cao.
pravos de 3,
e est em per'eito
ter prompta extrac-
ks a duzia.
Dita de dito branca, de 60 dita a 280 rs.
Entrcnaebs e babadinhos bordados, de
: I i a 25300 a \r.n;;>,
tiales de seda, de 1520;) a 25600 a
Ditos de algotfo, de 100 a 208 rs. a
ii :, ij brancas de caracol, a 40 rs. a
Dita lisas de edres e brancas, a 30
rs.
a peca.
Caxiuhaseom 4 papis de agulhas france-
ii p .; 240 rs.
Ricas cestinhas para o braceo, muito bem
efeitadas, de 25 a 35.
Rica g linlias com manguitos, para se-
0001-33, a i".
Camisinhas para senhoras, ricamente en-
tatadas, a 49388.
Gasaquinbos de la para ditas, muito boni-
fehos, a 7-')0.
Colarinhos borda los para ditas, de 500 rs.
l 19.
Lsparlhos muito linos, a 45 e 39.
Grvalas para Kiin-m, pretas e decores,
a 240, 100, 500 e 295f0.
La para bordar aN.iOa'libra.
r'nissimos leques demarlim, a 85.
Ditos ditos de dito a 5>.
l...-ques de san-lalo a !>?.
Ditos ditos de Italia para ditas a 115.
Gorros de veluilo para meninos a 45.
Chapeos de palha ingleza parajhomens
a 3?.
Ditos de feltri finos para ditos, de 35
a 49588/
Hitos de sol de merino, muito lindos, com
cali de metal a 6?.
Ditos de seda cum cab:s e pegadores de
marlim a 16?.
Meias chape-linas para sentara a 65.
Duzia de camisas de cretone de cores fi-
xas, para homens, a 335.
Botinas traneszas para senhoras, a 49500.
Ditas ditas finas enfeitadas, de cano alto,
a 69 e 79-
Sapatos Charlot com salto e sem salto
para homans e senhoras, de 35 a 35800.
Sapatos do Porto, de tranca, a 15900.
Sapatos de tapeta a 15100.
Focos para meninos de 25 a 25500.
Alfinetes e brincos de pedra cravados a
15500.
Ditos ditos de perola e inagram a 25.
I'asscpartouts para retratos a 500 rs.
Agulhas dechrochet com cabos demar-
fi:n a 800 rs. a caixa.
Granadme com listras.de seda, fazenda
para vestidos, a 700 rs. o covado.
Correntes de plaquet para relogios de 29
e39.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu urna pequea porcao d
diademas e aderecos de m?dn:
apurado gosto.
perola, obras de
Prfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, rua do Dique de
Caxias n. 50, recebeu noves grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o qne de certo
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
imr lato em breve se acabar'.
Novas gollinlias ornadas com
pelucia ou arminho
A loja 'aajaia braoaa rua Duque de Caxias
- 50, receben mna.|eqiiena quantktade de boni-
s e novas goHmhas, trabalho de l e seda, en-
neitadas co:u arminho, obras estas de muito gosto
e internamente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja da:aguia branca, ruado Duque de
Caxias n. 50, receb?u novamentc bonilos gram-
pos, brincos e rosetas dourados ; assim como
noves diademas de ac, e como sempre conti-
nua a vemle-los por presos muaveis.
DE
BMTH0L0MEU & G.
31RUA LARGA DOJISARIO31
Catalogo de novos medicamentos, to-
Bicos, estimulantes e estomacaes,
, reoieutemeiite descobertos pelos
elhores pharmaceuticos e
.-. chimicos da Europa
A SABER,
LiRKetitADOS DE AROUD.Vinho ferrugi-
npso rador das forjas dos convalescentos, as
ffer.-s typhoides, as perdas de sanguc,
cte.;, et(.
Xarope concentrado, com bal-
sanao dot(>l e tolos principios nutriti-
vas soluvi'isdo extractitde carne de Lie-
b^, nii'dicamento mas-poderoso para
Of^tysicos, as airoc;es catarrhaes,
etc., etc.
Xarope de casca de laranjas
amaegas, coto todos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, o mais poderoso dos analpticos,
para os temperamentos delicados e ner-
vosos, estomal por escelloncia, etc., etc.
ANDL'RAIf.Viflho ante-gotoso ante-rheu-
matico, como grande especifico.
l'AI.lF.KI.S.Xarope ante-nervoso e inalte-
ravel de bremureto de potassio, medica-
mento especial contra as affeccoes nervo-
sas e convulsivas.
SHERRY-KINA.Vinho de quina, tnico
ante-febril de um gosto agradavcl, supe-
rior ao lodeira, e Vermuth.
THOMMERET GELIZ.Granulos xaropes,
banhos sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta e de
pelre, de um grande proveito para os or-
gos respiratorios.
CHEVRIER,Vrnho e elesir de Gocado, P-
rou, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante,-nutritivo e estomacal; empre-
gado com grande vantagwn as criancas
debis, as mulheres chlorotii as, ataca-
das de flores brancas, nos vo!ii< fracos
pelaidade epelos molestias, na .on iados
OTgaos digestivos, as gastritis, gastral-
gias, etc., etc.
CARI'ENTIER.Vinho ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradare! sem
produzirconstipotjesnem alt.-racoes no
estomago.
SAVORY E MOORS.Emulsao pancreti-
ca, mnito estomacal, com grande pro-
veito no tratmientoiLi phtysica.podendo
ser empregado com grande vantagem,
quando o oleo de figado de bacalho nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tes; sendo o nico remedio que com
ellicacia facilita a digstao do oleo, fa-
zendo apparecer o appetite e o augmen-
to da nu triduo, etc., etc.
CRAXTREL.Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra as af-
feccoes nervosas, ataques hysteriros, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, in-
somnia, tristeza, delirio e todos os in-
commodos que tem por causa o crethis-
mo nervoso.
HENTEL.(iranulos de snb-nitrato de Bis-
muth. Este medicamentod'uma gran-
de ellicacia contra as diarrhas, cholcri-
na, dysenteria gastralgia e nos casos de
digestiies diftit.-ieis e dolorosas.
Pede obter em poaco lempo com o oso do melhor dos lieortta
HESPERIDINA
Faz^oito anoos qne conbecido este precioso tnico, a difficil acoar mu
qoe, teodo expenmenUdo pesaoalmeote, nao falle em ara Uvor. j com boas ataaca
a apetuador, tomando om callx della antea de jantar o coa aci'itadof
t imando-se depoia.
ABASE
da HESPERIDINA a LABANJA AMARGA, nao ha em c6 habitante de BRASIL f
especial das laranjis) qoe n5c conheca a propriedades medicinaee di doarada fr
ora bem, a
frocia.
em sen estado nattral tem om gosto pooeo agr4ael, e o mrito da HuepeattM
siste em retar mas boas propriedades, e ao meato lempo apramnta-U como
EXQUISITO HCOR
A HESPBWWrtA eomo INDUSTRIA HAGIOKAL ofe tem nada qM n
melbores importacoea oropas de Cthegoria 'amamante. Eatai, qoando mnito,
ser gostosas, porm a flesperidia e a cojiinaco perfeha do
AGRADim l SAOBAm
r-ara prava o que om artigo no qoal pde-ie ter iutaira conflanca. por m \
e lonoceole, basta dizer-ee qoe foi plenamente approvada e aniarieada p*U
d, fc JUNTA DE HYGiERE
do Rio de Janeiro, permittindo ana livre elaboraeSo no Imperio; ootr
BOA 9BOVA
a aceeitacio geral qne tem em todas as partea onde apreaentada. Em 64 eat
lecen-ae a primeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1868 a segonda em Montevideo; a
no da da ebegada de S. M. O IMPERADOR inaogaroo-M a fabrica qoe acti
iratialba na corte. Em Valparaizo e em toda c>tu do Pacfico toa boa acceii
tanto qoe rara a casa qne considera completo seo aparador sem nma garrafa de

O homem velho toma HesperidiDa para obter
O bomem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
O bomem dbil toma HesperidiDa para obter
Hesperidina para
obter ooa ttr
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam
animac5o durante oa loncos gyros da
BARROS JNIOR d C, roa do Vigoro Tenorio n. 7, I* andar, recehoraa aat
grande espeatico, e venoem-no nos depsitos aeguintea :
Joaquhn l'erreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zefarino Caroeiro, rua do Comroercio.
Marcelino Jos Goncalvw ira Porte, roa da Cadeta n. 2.
Antonio Gomes Pires (]., rua da Cadeia.
Antonio Gatees Pires Gomes d irmSo hotel d^ Paasagem.
$H Smuel Power John^
tmr & C.

Farinha de mandioca a3|o
E mil outros artigos que s a vista do comprador ro lera certificar-se da modi-
10 dos precos, j)or quanto vende o RAZAR da rua direita n. 51.
Qiegdtt mais madapolo ba-
rato para a Rosa Branca.
E mo ipolao francez muito fino, pecis da 20
varas, que valem 1()J, a Rosa Branca queiina a
J ; tem 5 pahnos de largura Temos tambem
na peqoena por.o de pecas para 4a e 54; tam-
fefin e boa lateada.
Corte? de easemira a 5 Tenido Chapeo para bajMisadi> por lii.
toM s ni Rosa Mranea, rua da imp?ratriz
. ,i-
Isto
sim.
Grosdenaples preto com 5
palmos de largura a 5/?!
E ni liosa Branca que se vend esta Pechin-
cfra. rua da Imperatriz n. 56.
i
Isto que vender
barato.
SO' 0 VIANWA A" RUA LARGA DO ROSARIO
NUMERO ti.
12 carriteis de linha or 400 rs.
3 gravatas pretas e de cores por l i.
I bonito onfeite para senhora por l.
1 masso de pentes por 1*.
1 peca de bico por 50) rs.
1 par de focos para senbora por 2j.
1 ato de dito de daraque para homem por 21
1 par de borzeguim francez nara dito por 8j.
I peca d medapolao multo fino por 5.
1 corte de easemira por 3a.
I cobertor por 14200.
i or de borzeguins para senliera por 44.
t balo para senhora por 14.
Chitas a 200 e 2i0 rs., madapolo a 200 .
24 rs., algodaoa 210 rs., cambralas a 580 rs., e!
; rauilas odtras causas, que tuJo se vende por me-
i tado do prego.
Bordadas a seda
Amaral, Nabueoi'C.
sacco.
Na rua da Madre de Dos
quanto naV> se acaba.
n. 7 ; a ella, em
Xarope d'agrio do Para
Antigoe concekuado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthraa, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-so na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu C, na Larga do Rosario n. 31.
sem segundo.
Cheg-ram agulhas para machinns, do fabricante
Crower-4 Baker. Bazia por HOPO.
PHMH.4 M 9Wm.
Vendem Cunta Irmos & C, proco commodo
rua da Madre de Deus n. 34-
Vende se urna mobllia de Jacaranda marica, t:
ario^e^t^^,^ttwa,rpai,0,de *"22l IS'abuco4'C- receberam da Europa1
aa^aNTaa???^ avuls<*:.aMm &* mT vapor ?"**> 9nmhm, de o Se
Escocia, femcia, abertas no palto do p, e torda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, e
aso da nlttina moda em Pars : vendem no barar
victoria, rua do Bario da Victoria n 2.
vndese a ofheina, e garante-se a
todo fi PW0 wmnwdo : a tratar na rua
tsrreita do Ri
insano n. 27.
Vende-se o sitio existente na travessa
dos RjuJios.iregutiia dos Aogados, n.
*1, hoje becco da IKavCTssM (tosJlBm-dios n.
18 (em chao preprio;: qnmii o pretender en-
Aos Srs. de engenbo.
Devendo-se mandar para o Rio de Janeiro o
saldo-dos uteneilios provenientes di reftiaco do
Monteiro, engaja sr os senhores de engenho de
aproveitar esta oecasio para comprar barato
utencihos de primeira-qualidade, fabricados pelos
memores autores de Parts.
!. urna ma-hina de Vacnuml de eobre com
cas as pertems.
t. qnatro filtro? grandes.
3.a tres caldeiras,para cezinhar,a vapor, com o
fondo dobrado.
** dita com serpentiita de crtre, com 2 0
kilos de peso.
Sitio
t'nda-se com o seu proprietario na rua de ^ ^ I?*.^^ *#-> ra7*a^oS5."
i-, francisco desta cidafle a. .tft, como quem i Veffe-S? urn cellente sifto com TWnlfa casa,' boje Rar'ao 0? S. "Bofia-
vu para a rua Bella.
perto de nma das estantes do ramal dos Afflictbs
na rua da Ceneprdia n 28.
duas turbinas de Cail ( C.
q.' dts raMeiras a vapor, de 7 metros
comprimento, cada ttmaT.om 2 aquentatfores
7. urna mathtifa a tpnr de cavaltos
ore, la ttflTcma de'C. St.trr C.
t2faJnatWna jwa ralnr assOTar.
9* ffidOlb'rrmrs dfe urna arwba e mela.
10. Qnatro raldelras para estufas.
11. um nwntfjas.
f. 'l'Tcnvis, R? firnetras d* cohre e pwr-
SIo gran*> Bn canos te cobre viudos. Ue Paris
t diversos diamemetros.
Cbamamos sobre. tudn a aftBn'.'ao parr< astnr-
binas, e,ue ambas sran mais baratas 'do-ajue urna
iie uaraofle
N. B.^avsfntfoYesfeie desrtaraW pnne naiwj
4p6de se dar-praio pdfi^gaTBe'W
L. BEliF.Emulso vegetal de aleatro.
Este medicamento administra-se de urna
maneiro commoda e precisa. O alcatro
em seu mais perleito estarlo de pureza,
vantagem que. nenhuma outra prepara-
?o de alcatro possue.
DR. CRI.A.Solacio le pyrophosphato
de ferro c soda. Esta soluco consti-
tue um esclfente reparador das forcea,
dir sempre mis pessoas que tendera
para chrorose (corospaludas) ancmra fra-
queza geral. Este preparado tem a van-
tagem do nao ter nenhum sabor.
GRIMAUD.Confeitos especficos, para cura
da incontinenciaila urina, e osinconlmo
dos das senhoras chloroticas, etc., etc.
CilAMBAUI)Cha" tnico purgativo e depu-
rativo, possue um gosto saboroso e um
aroma suavissimo, e as propriedades as
mais notaveis sobre os embarazos do es-
tomago, dos intestinos e do figado, o
daobstraente por exeelleneie na cons-
tipado do venteo e nao tem resguardo
nenhum
L BEUFCoaltar Saponiue, emulso des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
H I'I.ONXarope unitivo e peitoral empre-
gado com vantagem na tosse frequente,
Oftlarrho efartaieo, coqueluche, e etc.
etc.
MERTELGranulos de phosphato de cal,
medicamento til as molestias dos os-
sos, fracturas, diarrhas chrooicas, dia-|
l)et"srachitismo, etc.
H09GPululas de peprina aciduladas, em-
[rega-se as al'eccoes gastralgicas, e em
todos os casos em qoe a digestao difli-
cil ou impossi.vel. Com 4rande vanta-
gem.
BLISS KEEN & CExtracto hydroalcooli
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra a syphilis, scrofulas, rheumatis-
mo, ulceras, etc. etc.
VALOUELINDESLARIEISElixir de qui-
na e caf-tonino especial contra as fe-
bres nevralgicas, cnxaquece, empohrcci-
mento de sangne, fraquesa geral, cores
palmdns etc etc.
DR. CRO.WKRPillulas anti-nevralgica,
omprega-se com a maior ellicacia em to-
das as affecijes nevralpicas, n*os incom-
medbsda menstruaedo, facilitando oflux :>
sanguneo.
QUKRGGeln de oleo de figado de baca-
Hiau aromatisado, com todos os princi-
pios activos do oteo de figado de baca-
lhau. Esta gela nao irrita o estomago,
podendo os doentes usar delle por mofti-
.to sem a^enor repugnancia. E' um
grande especifico para oqjj}& esso
consump(;o bronebial, tuliercular, es-
crfula, debidade goral, etc. etc.
JOHNSONEssencia de salsaparrilha ver-
melha da Jamaica, empregada como o
uuico depurativo inmediato do san-
gtie.
BL1XIR ANTI-ASTHMATICOSedativo lvi-
toral, applicado com grande vantagem
na tratamento da asthmn, tosse convulsa,!
del!usos eathnrrhaes e toilns ns moleslhs
dos [lulmce.
>;!.Kt2jj
Sai
do
asi
{ e 40
A}>oli o
Pacen cciente sos ens fregueses qoe tepm
mudado o sen depcstlo c- mactofl
. i'r, mocadas e laxas da mmto MrnHtaoa
:'C'" {l'bnf!i ri;> L'wM-.-or para roa oo ApnUo m.
fe&j 38 W, ..iev- >mnmaoi a ter o dmhm mr-
;^> iineai*! ao KwmiMt.
;- V*taa schh umifecn qoa lepa fertn bu
;; ..- jrraOr: r ilfl :. mndicS.) geral, pelo ,,Ur p0.
i<:-:.'; diUj '"' ''''*< para anenur qnalqoer
.;--. mach!ni I110
tUi I
o* hmdtcao gtral fa-ena ?&
M!.eUlti *M KNkf^M d* 'r>-y 6 0!RH 1^*-"
O,
n
pruimaiariM

Apparetho para fabricar atodK^r, no
WIMna CESTBKPJtr, M
janei tremw ei Pmixmkm-o ;t f.(,d:rS. n .
Para trata/ m .hHU aaeriaiiiii a rua ao AoM>i n. to j 40.
pttano. que leeia ettaOl08U>< '.::>> i^a-li- -- ;
a vs- i'.i,. f> f-rrn e brouze a rna a Rroat, j:m-
tu a e.::nao tm honda, oa! aiirinSars-) '
1oalqur obra ir moNUMOa c^m perfei-
c.io f pii'i-o.r-.i. i,-
'', "" r iiaui i-* paraos* mh> a
r'lll Rtll'zr :- -.-ira. ,]r- ileiu- v^,
pem a- .- : -m ,,;, io. Sr. 5- '
niel ? r J :,.,. aii; a ru.. d-, A-jol- V
1 11. SH 50. iui !i- nma .iHii; >**am r..vr.ar s.
-.; .
^
TASSO IRMOS & C
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas de padaria.
Potasa da Russia em barril.
I'hospboros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafSe*.
I.entiihas em garrafoes.
Rhnm da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vaha da Madeira".
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores linos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toncinho inglor.
Barris com repolho em salmonra.
DF
! BICHAS
As mais recentes e melhores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de B.--
tholomeu d: C, rua Larga dosnrio o Rn. J4
SEGRKDO ECONOMA E l.KI.KRIDADI
Obtem-se com o uso
OA
IfiJECCAO SHOST
nica, hygienica,radicaleinfallival nace-
r das gonorheas, flores brancas e flua dV
toda especie, recentes ou chronicas; e qaw
offerece como garanta desahitares r^ultoaV
' a continuada applicarno que sempre com a
! maior vantagem se tem tarto della nos hos-
pitaes de Pars.
Una* deposito para o Brasil, Barthotomei.
d C, rua Larga do Rosario n. 34.
ATTENQA0. .
Vende-se um excellente aaa cni R^berhV d-
baixo, junio a cstarAo do Funda, mralo aa
frente e portao do ferro, com urna bonito casa d
/"V,-,,-, i-------------TTTv-------1 Pedia e cal, tendo- 4 quartos. 2 sala* e eorinha
OaSSaS aVanadaS a Z40 rS. ra, tem 350 palmos de rreute e 4,*fi de fon*..
1 1 sendo di
o covado.
O Pavao vende flnissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrees,
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelo
barato preo do doze vintens o covado. pechin-1
cha : na loja do Pavao, rua da lmperatri n.;
6U____________________________
Para a quaresma
Mantilha pretas brasileiras para senhoras a
IU'00.
Ditas ditas madrileas para citas a 7 e 81.
Franjas pretas de soda com 8 metros a peca a
Luvas pretas de torcal para senltoras, o par
mata, com exceMcnte cacimba de au;<
de beber; assim como um outro comeado
palmo* de frente e o mesmo fundo, tendo nnu.
por te-em Pelaen,a J- de ta pa : quem pretender dirijan
um pequeo toque de avaria de agua doce, pelo II",, Alfonso, antiga rua da Praia, nn-
CIHEHiO.
Vcndc-re o verdadc.'ro cimente de Portland : n.
armazem da bola amarella, travessa da na *
Imperador, garaute-se que niuuucm o vende por
menos.
Vende-se o hotel da rna das Aguas-Verdes.
Tbem afreguezado, com bastantes a-signante e
Gaoes pretos de seda, a peca a 5e 6. i bem acreditado neste lugar; faa-se negocio an
S no bazar da rua Direita n. fi l se encontra todas as pertencas por ter de remar-so para a
Europa.
Vende-se fcijao mubitinho em saceos ea re-
tdlho por menos flreco do qae em outra qualqner
paite, na na da Piala n. i.
destas pechinchas.
Raji.
Na venda n. 22 rua da Imperatriz
VENDE-SE
1 libra de rap de ara fina por 000 rs.
1 libra dn rap superi >r p >r 900 rs.
1 libra de rap ara preta por 1?M)00,
Casas em Una.
Grosdenaple preto a 2#S0#. E!sneoc^^
Fatemln que rri SI : na rua larga do Rosario'tonk) AlresfLeWe, na rua la f o awi
Vende-se duas easasna roa Nova do aovoaao *
Uha, multo fcem eunawtdaa, a urrujuaa aoai
a tratar manila pavwar*" m liso*
cara *a~
atoara.
numero 22.
^po orioulo,
Al' rn la Hndre l> l>f>u. n. 9.
VenJe-se feijao preto. liovo, "J deste anno, mais
bar-tainoaem pate atgama ; a =1I amlfjos db
fom e barato.
VENDE-SE
urna excellente casa reconstraida ultmwmente,
rom rcvestlmento de azulejo na frente, d^fywnW
; da estacao das CpVo.'Ponttis n. iH. artHal li
Vidal de Negfetros, j qoal esta 'rendenlo WXJl''
annua!. E' urna mni boa neqoisisae-para quem
quizar einpregarseu capital oda seruranca e nsa-
Tiir um bom juro : tratar rua Nova a. 41
Yenoe-se f
um ercetleate piano da aflamada la- 4
bnca Roissel* a perMta ostadn F
peloprero^^*3|: .'1rator ^
aa na do Bonj- Jeas o 5*J, amja^u. qP



,
l 1
L



/
h
-4.
Dlaiio de Pernanibuco Sexta feira 4 7
=E=3=
____i meto e brohze
HBRICA DE MACHINAS
4 na do brft dj Tran^bo (na lo Ira) os. 100o 104
CARDOSO IRMAO
AVISA.U aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
e oiisteres da industria agrcola, o quetudo vendem por presos razoaveis.
Formas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaDOreS norisontaes e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra dclla, os
**Y^ raelhores que teem vindo a este mercado.
AlOenaaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
JieaS moenaas parj assentarcm grades de madeira.
aixas U6 ierro e ferro fundido e batido, de diversos tamanhos.
Rodas d'agua de diversos --,Wii
tt0u3S OIltaaS j0 diversos tamanhos e qualidades.
Ooncei'tOS concer'am com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
su a fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EllCOnimeildaS ^'an0'<,m v'r Por encommtnda da Europa, qualquer rachinismo,
para o que se corresponden! com urna respeitavel casa de Londres
i com um dos meJhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar asseutar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F INDI CAO DE CARDOSO & IRMO
MIDEZAS.
Soares Leite & Innos, com loja de miudczas e perfumaras rua do Baro da Vio
toria n. 28, peden) muiu attenjo [ira os pregos abaiso especiticados, a saber :
Sapats de tapete para homens csenhoras
a 13300.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem dem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado (imitacio) a 32000
duzia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem dem de marca a 210 rs.
Mago de fiia chinen a 1-5000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 15200.
Iiem dem fcanauga do Japo a 1 200.
dem dem divina a 15000 e 15200. (
dem dem Magdalena novidade) a 15500.1
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,! 25200.
15000, 25000, tOOO e 7000. Duza
Frasco cora Salsaparrilha verdadeira a
35500.
Duzia de sabonetesjle amendoa a 25500
e 350.
MIDEZAS.
Tivros ttezi notas a 320 e 400 rs.
Rbd.~s .'..licitadas a 15400.
Resma de papel pautado e liso a 25600,
25800, 39500, 45000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem dem idem boira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem dem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas l'erry a 800 rs.
dem dem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
Esmeralda
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualdade que tem vindo ueste genero, como eassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas Unas, aderemos e meios aderece* com pedras fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e quididades, para homens e senhoras, desde o
prego de 405000 at 3005000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com. diamantes.
Ditos de prata de 1.65000 e 405000,
T
CABUG m,
MORMA MARTE* C.
Je sabonetes com flores a 15500.
SabonetesGlycerim transparentes 15000.
Lindas e elegantes caixiubas de madeira
dem com tnico oriental de Kerap a 15000 com perfumaras do autor E. Cudray proprias
o frasco. para presentes, assim como de palha e pape-
MIUDEZAS. lo.
Magos de triacas de caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia ele pegas de cordao imperial a
320 rs.
uzia de cachimbos pe de gallinha a
25500.
dem idem de madeira com tampa a
35600.
, i
Duzia de collarhihos bor Jados
mera a 85000.
dem idem lisos a 65000.
PERFUMARAS,
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 15000.!
dem idem antique muito b m a 400 rs.
ipiata muito boa e fresca a 15, 15500 e
99000.
Caixa ile pos para deutes a 200 rs.
dem idem do pus chinez, rauite bom, a
'00 rs. e 15000.
Mago de sabonetes inglezes muito supe-1
> .jres a 600 rs.
MODAS E MIDEZAS.
tndispensaveis le couro da Russia para
senhoras a 105000.
Leques para senhoras a 25000, 45000 e
i 79000.
! Vara de lita escoseza lajga 'novidade) a
;45000.
Lamparillas gaz a 15000.
Groza de botoes de osso para caiga a
para ho- 200 rs.
Grinaldas para casamento a 25 e 55000.
i Duzia de baralhos franceses canto doura-
!do a 35600.
dem idem boira lisas a 29500.
Garrafa de tinta roxa extra-lina a 15000.
Pegas de fita de velludo de todas as cores.
Ide n idem desaria de todas
e larguras.
as cores
Sapatos de tranga, tapete, casemira e char-
lte.
Chapeos para senhoras e meninas.
Luvas de pellica muito frescas a 25500.
Miu i'VN qce seria longo mencionar.
28 Ba do fiaran da Victoria 28
arados para lavrar a trra.
Carrinhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Ostos d'arame para fl
logos de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cubrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodio.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES RUA DO BOM JESS N. 4. %
OJA BOM PASTOR
KECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Paris, fabricante de
plaqueo inais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqucirus ein caixa, eolliercs em duzia, aparelhos de cha,
bandejas do todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, castigues,
saleiras, farinheiros.etc, etc.
Recebeu tamben*
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas viudas nesta praga.
Recebe encommcuda para o Porto, I.yun e Taris.
Eafcrica etKaaWs para grejas, e
iigens

OSTURA
HOWE
'vi
mm
Adereces de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perolss.
Obras de ouro e
prata de todas as
b qualidades.
NOVA
N. 2 ARua do CabugN. 2 A
DE
BARBAS <& FELHO
Aehaudo-se completamente refermado este estabelecimento, e
tendo os seus preprietarios feito urna importante acquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de quabdades superio-
res, convidara ao respeitavel publico a fazer urna visita ao sen es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
" razoavcl.
S^SS^S
Grande laco.
i.
Vende-se.
*---- ^. i casa tora n. 45 da raa Vidal do Negreirc?, oft-
?.* w JPf*9 m l*o hioro goto t rtniMM Tercjo : a tratara red do-BarM
i:ww. na loja da Rosa branca, ra da Iroperatnz cUvicloria n.6i.
Libras sterlinas.
tote*Mirwa de fazendas de Augusto
P. de Otiveira A C, i roa do Coromercio n. 42.
Po de ahrxfio da Bahia e cal de Lisboa, re-
ceBtemente ebegado : ha para vender no es
riptorio de Joa^m Jo Goncalve Be'trao & Fi-
Oto, i rua do Cotmncrcio n. $.
da'
Panno de algodao da Bahia
da fabrica Todos" os San-
tos.
Tees para vender no escritorio Joaquim Jos
Gencalves Beltro* Filho, rua do conucereio
A'
Ba do Bario da Victoria \i 28
As mais simples, as mais baratas e as melliores do mundo!
Na exposigo de Paris, era 16fi7, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
go da Legio de Honra, por serera as machinas mais per.
fi-itas do mundo.
A meda.a de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
* Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-

tura.
A medalha de ouro na eiposigo de Londres
estas machinas.
reditam
A 90S000
Cebe-nos o de\er de annunciar que a companhia das machinas de Howe de ^ova-
York, estaboleceu nesta cidade rua do Baro da Victoria n. 28, um deposito o agencia
geral, para em Pernambuco. e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigao de seu trabalho,.
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linlia que qualquer outra,
e pela introduego dos mais aperluigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offereecr ao exame publico as melheres machinas do mundo.
As varkagens destas machinas sao as segumtes:
Trimeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
circunstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Tercena.Ha nellas menor fricgo entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fdrafeito mi.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se no consegu
as outras. ',
Sexta.Fa2era ponto miudo em casemra, atravessendo o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sera modificai-e a leoso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressdr levantado cora a maior facilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comegar nova costura.
Oitava.Muitas companbias do machinas de costuaj tm tidapocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'orapopulares, sao hoje-quasidescoubaeidas, outeas soffrerara
mudangas radicaes parapoderem substituir : entretantoa companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre era artes mechanicas, tem co:.;.tanteraente
augraentado.0 seu fabrico, e hoje naoattede a procura, posto que faca 6Cj machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com nstruc(}5es em portoguez.
ACAO NO BAMTEIBO
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
LourencoPcrcira MendcsGuimaraes
aSEMIRA PRETA A 23500 O CORTE. | COLXAS DE FL'STO A 2T500.
Vende-se cortesde casemira preta paracal-, Vende-se colxas de fusto, de cune,
gas de homem a 9500, 49500, 59 e 69000. 29500 cada urna.
I
PANNO PRETO FINO A 29500.
Vende-se panno enfestado proprio para
calcas e pahtts a 29500, 39, 49 e 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o eovado.
CORTES DE BRIM 49500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 19500 e 29000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 300 rs. o covade.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita linas para cobertas a 280 zia.
COBERTORES DE PELLOS A 19J#.
Vende-se cobertores de pellos e
a 19200 e 19400.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cares a!
e 29500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toa I has felpudas proprias jpi
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VIAC.ENS A 3900.
Vende-se bolsas para viagens a 39,
e 49000.
LENCOS BRANCOS A 29000 A MUL
Vende-se lencos brancos a 29000 a J-
A 400 RS.
de cores para
rs. o covado.
ML'SSELINA DECORES
Vende-se musselina Unas,
vestidos a 400 rs. o covado.
FCSTAO BRA.NCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a |
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS. |
Vende-se cassas de cores muito finas a 3G0 '
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTI8TA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
yjr^w;
GROSDENAPLES PRETO A 1980
Vemlc-sc grosdenaples preto para \csiiiie,
a 19800, 29, 19500, 39, 49000 c 59000
covailo.
.MAAPOLO FINO A 49000.
Vende-se pecis de madapolc, a 490M,
49500, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pegas de algodo bom a i>a
49300, 59, e G9000.
ALGODO ENFESTAHO A SOO RS.
Vende-se algodo enfestado a 00 rs.
metro.
RAPE
IMPERIAL FABRICA
MOREIRA & C.
NA
BAHA
Moreira buco para o rapArca Finaproducto de fabrica pertencente a tilns
do paiz, e cuja qualidade est conhecida perfeitamento igual do verda-
deiroArCaPretacomo o fabrica a casa primitiva na Rabia, kndoalm
disso a vautagom de ser viajado.
No intuito de tornar coubeceido devidamenteaprei-iudo o rap- Ara
Finaos annnunciantes acabamde autorisar seu agente em l'ernambuco,
a acceitarr mo grado, os obstculos e direilos de introducgao.a lnta la
concurrencia, acompanhaudo-a nos abalimeutos de pavo Mi onde foi
isso compativel com suas torgas.
Os annunciantes esperara encontrar na nobre jMipuIago de Per-
nambuco, o apoio que tem jus a actividade e os eswgos que elle,steero
empregado para, por assim dizer, naciunalisarcm um ramo de industria
que athoje s ao estrangeiro lora aproveitatlo.
O deposito era Pernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, rua do Vigario n. 21. As vendas sao feitas em libra*
ou meias bbras, vontade do comprador.
Prego 19000 a libra, com descont de 18 ";' em porgo de 10 libras
para cima.
Bahia, 21 de fevertiro de 1873.
Moreira & C.
s
Rua do Bar a o da Victoria n. 28.

Lindos vestidos a 5$ o corte *
Superiores cortes de cassa de cor, de organdy e de percalia cora barra e de daus
saias, acompanhados dos competentes igurinos a 59 cada corte. Vendem na rua Pri-
meiro de Margo (antiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
cellos.
MZEO DE JOIAS
N. 4 Rua do Cabug N. i
JOSEPH KRAUSE & C.
DE
GOMES DE MATTOS, IRliAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, oontimia a
verder variad sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande reduego do pregos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de in-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do ML'SEU DE JOIAS, serio constantes sempre que ve-
rera occasiio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
ML'SEU DE JOIAS vende seus artigos a pregos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
exposieo obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissiinns de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
pregos. Ca ieias e traneciins de todos os gostos, e tudo o mais que fdr de
manufactura d'ouro ou prata.
S4o avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias sahidas do MLZEU DE JOIAS sao garantidas.
weStUCc
Yendem-e os segaintes ivro*,
graphia, por presos b?rati~simcs :
rardessus DroK rommercial,
Villaum Revolution Frangaise.
Kluber Droit ees gens.
Rogron Coda de comroerce.
Vattel Droi des gens.
Ventura floovi public.
Porters Cours de droit naturel.
Louis Blane Utoire de dix aas.
nesia typo-
Aos Srs. maoons.
Amara!. Nabuco 4 C. vendem insi
nicas de diwrsn* graos.
Leques
Casa.
Veode-se um sobrado em ama toa
tratar aa rua 4a Jmperatriz n. 8, loja.
n r
IHEIAS
pan.
Amaral, Nabuco 4 C receberam um
simo 9 elegante sortimento de laques de i
rola, branca lavraia pan Miiee,
aasseio, bailes, etc. etc., de UrUrafa M
dos, de marliiD lieos e lavrados
omo Usos e lanados e con seda e
de sndalo bordados a lantijonlat, e mn nsn-
nas : vender ao bazar victoria, rua m Batie*
Victoria n. 1
Vende-te qeatro
rial: a tratar na raa de
Lanbas
Vende-se
a ttvertu bem afrefunada,
Amarali Nabuco AC. ven-
dem a seguintes quah^ades,^^^nrainfc,n^
de meias de fio de Escocia: I -^.lton>aeoobndo*> Bratca* aberlaa ao iito *> pe bordadas a'j> JUrcdio Das n. 5(4,
seda para saabora, abertar>ara meainas, eruas j^ d finado Xanoel Luis
manim* ho-
o de core para bomeoi.
dealgodao
Brancas a-e oneaara meainos,
mens e senboras.
m
Decores panmano, ntama* aameaa a e-
ntaoras. .
DE SEDA
Carmezliner^us para padre, eaptBas nMta
res, eonegos e '
Ne bazar Vi
numero i
voz
Vendetse
Jlatoaio **aria da Silva, i
Piialia
rea 4a Hoea*- If
amara
terrea nova, eoa pa'
ijamcnto par
S. Jos, em muito boa
*K. *
bom traveiamento pan sobrado, 9| .
boa ioeali4a4t pan
ment, que se aeha oeeapada
da S. Juao, esqaiaa pan a -
na do Basta -4a Victoria ao tareo dos Caaftoa com
Cunh?

' "'


"*
3
Diario e Pernambuco -* Sexta feira 4 de Abril de 1873.
UTTERATURA,
==
Relatorlo sobre t* de Indio na provnola de
PeanamlHiee.
Illra. Exm. Sr.A comrnissao nomeada
por Y. Exc. para emittr parecer sobro as
aldeias d'esta provincia, que devem ser ex-
tincias; e lembrar ;is medidas miis conve
sientes, afim do qun os:i extincv'io soja le-
vada a effeito, tem a honra de upresentar a
< Y. Exc, como desampenho da sua tarefa, as
segralos observarnos.
ESTADO !>\s Al.DF.IAS.
V comrnissao desagra lavel comisar por
informar a V. Exc. que nenhum servico
existe na provincia, onlo a desorganisaco
tenha attingidn tamarillas pronorcoes, onde
a desidia e a incuria da mlior parte dos
funccionarios, que o teem a seu cargo, se
ostentem t;V< misadas, como o que diz res-
peito s aldeias.
A este abandono quasi total a que che-
gou este importante rama da publica a Imi-
mstracio, se devo o:n mxima parte a deca-
dencia das aldeias. o roubo das suas tecas,
a degradaran dos indios, e > nenhum pro-
veito real qu.e era bonuGcio d'astes ou do
paiz tenha colhiJo o Estado con semelhaute
insituieio.
':'.' (i-isn compulsar urna loriga seri d
documentos existentes as archivos d'essa
presileucia, e p;in;ipil n:^:ita os o'fi'i >s de
alguna is Jirjtoros genes dos i.ili>>, q
se mostraram desojisas da melhirar este
servir.), para que se prisa aquilatar riuvida-
mente lo deploravel estalo das aldeias
d'esta provincia.
Noiouvavcl empenho de promover a en-
tchese c civisarao dos indios, o de trans-
forms-los em homens laboriosos e uteis, foi
promulgado n decreto n. '20 de 21 de
julhode 18i5, que, entre outras providen-
cias, cllocou-os sob a imme liatala vigi-
lancia de mu director geral na provincia, e
d directores parciaes em cada una das
aldeias.
Era occasio de regularisar e harmonisar
ento sacrificados, para
lecreto hava sido previ-
todos os intefesses
0 qir o citado
ilente.
Ao contrario d'isso, a nica medida que
leve execucao foi a nomeacAo dos directores,
que pela maior parte utilsaram, em todo
esse longo periodo, a sua activi lade em era-
pregar os indios em sen servico particular,
ou deixa-los ao abandono ; em arrecadar,
sem systema uem ajuste de cuntas, as rendas
das aldeias, e dar-lhes destino desconhoci-
do ; ao passo que morriam os indios min-
gua, sein os soccorros dos seus directores
(oflicio do director gera! Baro do Buique]!
A mais importante disp >sicao do decreto
de 18io foi por sem duvida a demarcaco
das trras dos aldeiameatos, porque s as-
sim se poderia prevenir a invasao d'essas
magmas trras, e caberia ao indio o solo
necessario para a sua iavoura. Este servir, o
nunca tevo seria execuejio : a propriedade
do indio foi usurpada, nao s a pretexto
de aforameiitos illegacs o de commissos il-
ludidos, como viva forca. A este respai-
lo chegou o escndalo ao ponto de um rico
aldeiam rato, coja concesso primitiva com-
prehendia quatro leguas de terrenem qua-
dro em 1098, nao possuir em 1859 mais
terrenos de Iavoura sufficientes para os seus
legtimos propietarios I
Como adianto ver V. Exc. os esforc, sdo
governo imperial para proceder medir >
las tenas, (piando nao foram baldados,
trouxeram em resultado, na insignificante
parte em quef rain effectivos, demarcaces e
reconhecimento de posses boje contestadas
pelo director geral, e que sao a .principal
origen) dos disturbios de urna das aldeias.
Erna falta das mais c ndemnaveis a au-
sencia quasi total de iostruocao civil e reli-
giosa nas aldeias. Nao ua um sacerdote
sequer, que dirija a palavra de Deus aquel-
es infelizes, e por isso, diz o director geral,
vivera ellos na maior immoralidade.
As vastas e ricas proprieiladcs dos indios,
embora subdivididas e usurpadas em gran-
de parte por homens sem aonsciencia, de-
vem produzir avultada renda ; certo d'isso
previnio o legislador o seu extravio, obri-
gando, pelo citado decreto de 24 de julho,
< directores geral e parciaes a prestarem
tontas da sua gestao.
A comrnissao )ercorreu os documentos
relativos a um periodo de cerca de viole
anuos, e entre ellos alienas encontrn um
balanoo da receita c despeza da Aldeia da
Escada no anuo de 18G1 !
A ausencia de taes contas traauz melhor
do que tudo a desorganisaci d'cste ser-
viro.
Seria longo enumerar a serie de fados de
espoliacao, que esto denunciados e com-
1 rovados por documentos, que ainda se eu-
i :am nos archivos da presidencia.
Alguns adianto seleem, que explicam
c:.. parte o estado de desespera at o crime,
a que teem chegado os indios, na descrip-
cio de cada um dos aldeiamentos que passa
a fazer a comrnissao.
Existem actualmente seto aldeias reconhe-
cidas na provincia : Riacho do Matto, Bar-
reiros, Cimbres, Ipanema, Brejo dos Padres,
Assumpc&o e Santa Mara.
Foi suppnmeida a aldeia da Escada, e
abandonada a de Baixa Verde, na comarca
de Flores.
1 Da primara d'estas indispensavel occu-
par-se a comrnissao, nao s por ter sido a
mais rica possesso dos indios, como pela
necessidade que tem de explicar a creaco
da nova aldeia do Riacho do Matto.
ALDEIA DA ESCADA.
l'elo que resam alguns documentos an-
tigos, os indios receberam em doaco n'esta
localidade, por fonja da carta regia de 28
de Janeiro de 1698, e por servidos prestados
ao Estado, quatro leguas de trras em qua-
dro. Ah fundou-se a aldeia, que dista
doze leguas da cidade do Recifc.
Desde ento comecou a ser usurpada a
sua propriedade, e parece que s estiveram
na posse de urna extensao inferior a tres le-
guas.
O progresso que cada dia tinha a invasao
dos hroes confinantes e a tolerancia que
teve este abuso, fizeram perder completa-
mente a verdadeira extensao, que constitua
a posse dos indios, baldeados cada dia de
um para outro'ponto, a pretexto de que o
terreno que oceupavam pertencia a terceiro'
Sehia-se igualmente, que o terreno, onde
est situada*. Villa da Escada, era proprie-
dade dos indi's.
Tambem constituiam urna especie de usur-
pado disfamada rertos arrendamentos au-
torisados pelo governo, e cujos interessados
nunca pagaram" o devido foro,. a pretexto
de que o mesmo governo nunca Ihe co-
brou.
Nio pode a commissio fer, nemencontrou,
os actos de arreudamento; mas alera do com-
misso em que evidentemente cahiram quasi
todos, nata que din antigo relatorio do di-
rector dos indi s coronel Jos Pedro Velloso
da Silveira, hisuspeito para muitos dos pre-
tendidos rendeiros, diz que no arcn lamen-
to (restas trras impoz-se a condiro das
obra que se tivessem de construir nas pro-
prietlades, ficarrm pertencendo d aldeia.
Entretanto annos depois esses rjmissos fot
reiros uo s contrariara esta obrigae,o,
como julgam-so legtimos proprietarios do
solo I
A esta ousada usurnaco se deve a exis-
tencia e.n 186V, nica quepo le a com-
rnissao averiguar por informacoes etliciaes,
ile dezeseisengenhos e quarent i e seis sitios
enclavados u.is propriedades dos indios;
estando urnas arrendadas sera tempo, outras
rom tempo, outras finalmente sem arbitra-
mento e todas ou quasi tolas sem pagarem
o arronda nento! fe' natural que ossas pro-
priedadn: se tenliam multiplicado no perio-
do djcorri lo da nove anuos.
A' fesse iemjM> tentn o presidente da pro-
vincia, como se ve do ollico archivado de
tt de julhode IHO'i, aviveutar os rumos
de algumas d'e'.as ironriedades, e rehave-
las ila posso indevida em que estavan, para
olim da ah fundar unta escola de agricul-
tura. Este til projeco nao pode ser urna
ama realida le nomeio de todas essas diJi-
cul lados, que o governo imperial, apezar
dos seus borts desojos, :l;ixou que corrossem
SO abandono.
A anarchica sitdacAo d'esta aldeia era de
notoriedale publica, e provocava os clamo-
rps dos indios, que aiiual resignaram-se a
aceitar o alvitre dos usrfrpadores, que os
induziam a pJir ao governo a remoco da
al lea ; transforman lo-se assim, el les as'
victimas, nos melhorcs instrumentos dos
seus proprios inimigos (vide oflicios da di-
rectoria geral
Foi devido a isto, que o governo imperial,
ce leudo s queixas de um inculcado maio-
rai, ordenou, por Aviso ile 14 de setenibro
do 18(H a demarcaco das trras do Riacho
lo Mallo, o para all mandou transferir a
ill ia da Escada ; sondo que em 23 do
mesmo mez determinou que fossem avi-
ventados os rumos da antiga sesmaria da
aldeia, verificados os ttulos dos proprietarios,
i arrecadadas as rendas devidas, declarando
extractas as funccOes dos empregados da
i ni 'si n.i aldeia.
Em 22 de Janeiro de 1802 reconsidero*
0 governo o seu acto, e mandou ficar sem
effeito a reraocoo, que pareca ser apenas o
fructo dos artificios dos posseiros ; supprimio
nao obstante a aldeia, e determinou que se
procedesse quanto ao mais na forma j pros-
cripta.
A primeira parta deste aviso nao teve effei-
to : a aldeia subsisti, e s em 1868 um
novo aviso vera novamente extingui-la.
Quanto a aviventacao dos ramos da anti-
ga sesmaria, arrecadaco das rendas da al-
deia e outras operaces, ficou tudo em lettra
morta, sendo por esta forma espoliados os
indios da maneira a mais vergonhosa.
Parece que dessa misso foram encarrega-
dos successvamente os engenheii os Conrado
Nmeyer, que falleceu, coronel Rohau, Luiz
Maria Gonzaga de Lacerda, que chegou a
entrar em funeces, e Qnintanilha, que al-
guns trabalhos preliminares executou.
A respeito dos trabalhos "deste ultimo ha
um facto digna de figurar neste histrico. O
governo mandou levantar a planta de urna
nova villa ; feito isso, devia esta edificar-se
em um terreno de propriedade da aldeia,
que estava na posse Ilegal de um terceiro ;
entretanto nern o director geral, nem o pre-
sidente da provincia, nenhuma autoridade
poude inpedir que o posseiro continuase a
usar e abusar do terreno usurpado, como
bem Ihe aprouvesse, e fosse abandonada a
ideia da nova villa.
Finalmente, no meio desse cahos, que a
comrnissao descreve apenas com alguns dos
seus caractersticos, teve ella sob suas vistas
um offico de 23 de Janeiro de 1871 do en-
genheiro LuizJos da Silva, encarregado
pelo governo imperial de raedico de trras
nesta provincia, que, dando conlade traba-
lhos de que foi incumbido no ald.eiamento
da Escada, diz ter verificado a extensao da
sesmaria da antiga aldeia, aviventado os
rumo*, reonhecido as posses legitimas etc.
Nenhum outro documento comprobatorio
desse simples oflicio encontrou a comrnis-
sao para justificar lio grande resultado.
Sem contestar a palavra d'aquelle distinc-
to engenheiro, a comrnissao observa apenas
que s por iuformaco consta boje no archi-
vo da presidencia a extensao da dita sesma-
ria ; que nenhum documento prova sequer
que os rendeiros tenham pago os seus foros ;
e antes pelo contraro tudo taz crer, em vis-
ta dis informacoes dos directores geraes, que
quasi tudo, outr'ora pertencente ao aldeia-
mento da Escada, foi usurpado e illegal-
raente possuido, quer essa illegalidade pro-
venha docommisso, quer da fraude e invasao
dos heros confinantes.
A julgar dos dados ministrados pelo enge-
nheiro Silva em seu oflicio, foram medidos,
na sua comrnissao, 45,079 metros torrentes
ou 20,895 brac;as ; e a rea da sesmaria da
aldeia da Escada de 3,155,100 metros qua-
drados. Accrescenta o mesmo engenheiro,
que, com a sua medico, podem-se revali-
dar os direitos duvidosos, e acabou-se a con-
uso.
Por um simples ollicio impossivel ava-
har do mrito destas declaracoes. Releva
entretanto notar, que a parte das ordens do
governo relativa arrecadago das mesmas
rendas devidas, e a concluso indispensavel
dos trabalhos do eugeuheiro Silva, quando
estes sejara aceitos, e que consistira na des-
crimiuaco das posses legitimas, esto por
fazer ; e que a permanencia deste estado,
a autorisac,o do abuso, da espoliarlo de tr-
ras ubrrimas, de um valor cjnsideravel, e
que, pela extinego da aldeia e por forca do
aviso n. 172 de 21 de outubro de 1850,
sao propriedades do Estado.
Nos documen'os que a comrnissao consul-
tou menciona-se, quejpor carta rega de 16
de abril de 1774 concedeu-se ao capito-ge-
neral Henrique Luiz Pereira urna legoa em
quadro de trras no lugar denominado Sor-
ra da Rola, antigo dislrcto de Ipojuca, e
que essa propriedade foi doada aos indios
da Escada. Cinco destes, porm, vende-
rn) indevidamente essa trra, que nunca
foi reivindicada.
Nao pdde a comrnissao verificar, por fal|
ta de dados, se essa propriedade so compre-
hendia, como um dos documentos consulta-
dos faz suppr, nas quatro legoas que se tem
geralmente attribuido a ssmr.ria primitiva.
1 Nio libjrt'i::1. .-.'.. .'' d-i alJeia, habi-
, t.un j ,ait;o a- Jia.iu-.it c ,.^ido numero
=
de indios ou de individuos que tal nome
tinhamf
ALDEIA DO HACHO DO StATTO.
fcta aldeia formou-se racentemente. Em
virtude das constantes usurpares e veame
que soffriara os indios da Escada, e ao que
parece tambem seduzidos pelos interossados,
muitos dclles procuraram as trras devolu-
tas do Riacho do Matto. Teve isso lugar em
185'J, par? o que so diz concedeu o gover-
no urna legoa em quadro de trras. Essa
concedi, que parece s ter sido confirma-
da por viso de 1 fdeseiembro de 1861, que
para all mandou transferir a aldeia da Es-
cada, foi revogada por aviso de 22 de Janei-
ro de 18152. Em 186i, porm, o aviso de
9 de Janeiro mandou garantir as trras do
Riacho do MaJto aos indios que all cstavam
installados, por que de novo comecavam a
ser invadidas e usurpadas as trras que cul-
tivavam.
A' repelidas instancias dessos individuos,
que coulinuavjn a ser victimas dos escolia-
dores, mandou o governo imperial, por avi-
so de 23 de setembro de 1867, medir as tr-
ras por ellos oceupadas, e destribuir lotes
de 22,501) bracas quadradas paralada fa-
milia.
Esta comrnissao foi incumbida ao enge-
nheiro Luiz Jos da Silva, que concluio os
seus trabalhos, ao que parece, com descon-
tentamente do director geral dos indios, Ba-
ro do Buique, que contesta as posses que,
em prejuizo dos indios, foram legitima-
das.
A aldeia do Riacho do Matto dista... le-
goas desla eapital, e situada na comarca
de Agua-Preta.
E' habitada, segundo as primeiras infor-
macoes do engenheiro Silva, por cerca de
quatro ceios indios, ou individuos de cor,
que assim se denominara ; e segundo outras,
apenas por S5 pessoas, que abandonaram a
aldeia da Escada.
O director geral contesta este insignifican-
te numero.
Riacho do Matto divide-se em dous al-
deiamentos, chamados um de cima e outro
de baixo.
Cada um ilelles obedece ao seu maioral ;
e d'ahi p rece que se originara as desintel-
ligencias.
A' erlldade da trra, que a torna mus
to ambicionada, attribue entretanto o direc-
tor geral os disturbios da aldeia, e a ra
vontade que se tem aos indios.
Nao existe na aldeia estabelecimentos
agrcolas- de importancia. Consta corais-
so. que apenas se encontrara all alguns
pequeos robados de mandioca e algodo,
duas eugenhocas.de fabricar rapadura.
Parte dos habitantes do aldciamento empre-
ga-se no corte ou devastar das madeiras
do Estado, e outra parte entrega-se indo
lencia, caca, etc.
AIJ>E1A i>k exiliamos.
Ha quasi ausencia completa de esclareci-
mientos, quer quanto a aldeia de Barreiros,
quiz quanto as de que adiante se oceupar a
commmisso.
Esta aldeia dista da cidade do Recife
vinte e tres leguas, o est situada margem
do rio Una na comarca do Rio Formoso.
Nenhum documento se enenntra na se-
cretaria da presidencia, ao menos d'entre
os que foram presentes comrnissao, que
indique, ainda mesmo aproximadamente,
qual a extensao das trras primitivamente
concedidas aos indios daquella localidade.
Presume-se entretanto, que sendo a doago
feita por servicos idnticos aos prestados pe-
los indios da Escada, a sesmaria comprehen-
deria igual extensao de terreno.
A. aldeia foi primitivamente situada sem
demarcaco e no centro das trras conce-
didas a Joo Paz Velho. depois morgado
do Cabo. Mais tarde este a fez remover pa-
ra o lugar onde se acha actualmente em
Barreiros, para o que deu aos indios urna
legua de trras. Se esta permuta foi legal,
ou se constituio um abuso, nao teve a cem-
m sso meio de averiguar.
Parece, que no seu cemego a aldeia de
Barreiros teve alguma ordem. As proprieda-
des que se construiram em suas trras, paga-
rem fro. Extincta, porm, a antiga directo-
ra, presume a comrnissao queochosentrou
ali como em todas as mais aldeias : os marcos
do aldeiamento foram arrancados, e a qua-
si totalidade dos terrenos usurpados. A
peior parte das trras, e a mais insignifican-
te a oceupada pelos indios.
Tendo um particular feito urna doaco
de trras aldeia, o parocho da freguezia
encarregou-se de administra-las, e recebe os
respectiv s foros : ah nesta parte est si-
tuado o povwado.
Nao ha noticia em todos os papis que
a comrnissao percorreu d > destino que le-
varam as rendas desta aldeia.
Em 1835 este aldeiamento contava 384
indios ; era Leto8, 460 ; em 1861 Cerca de
191 familiasyNenhum outro dado estatis-
tio ou nformaco existe diversa desta, e
posteriormente aquelle ultimo auno.
O aviso do governo imperial de 22 de Ja-
neiro de 1862 mandou extinguir igualmen-
te a aldeia de Barreiros, devendo-se aviven-
tar os rumos da sesmaria, arrecadar
as rendas, etc.
Esta medida ficou sem execuQo. A al-
deia ainda subsiste, as trras continuam
usurpadas, e as rendas distrahidas.
ALDEIA DE CIMBRES
E' urna das maiores propriedades dos in-
dios desta provincia. Est situada na ser-
ra do L'rub na comarca do Brejo da Madre
de Deus, e dista 6i leguas desta capital.
Nunca houve demarcar das suas trras,
nem a comrnissao encontrou documentos ou
informacoes exactas da extensao da sesraa-
sia ; entretanto de alguns dados que se
acham no archivo dessa providencia, se po-
de deprehender que as trras dos indios
de Cimbres tinham tres leguas da, corapri-
mento sobre urna de largura, estendeudo-
se at as aguas do rio Ipojuca.
Os terrenos da serra sao excellentes para
a Iavoura e os da baixa para a criaco do
gado.
A expoliado das trras desta aldeia pare-
ce que foi feita principalmente pela cma-
ra municipal. Estando o terreno desta en-
era vado na aldeia, isto origem de rixas e
demandas frequentes.
A villa de Cimbres est situada em trras
dos indios, as quaes comprehendiam urna
legua alm das de que cima falla a com-
rnissao.
Nesse terreno se tem edificado sem au-
torisacjo legal.
60s indius qucixa.n-se de que as suas la-
voures sao destruidas pelas solta dos ani-
maos, daquelles mesmos que usurpam a
sua propriedade.
Em u' esta aldeia era habitada por 8Gi
indios, e em 1861 por 789. D'ahi em
diante nao ha nenhum trrolamento. Tam-
bem nao consta o destin i que teem as ren-
das da aldeia.
ALDEIA DE AGUAS BELLAS OU DE IPANEMA.
Esta aldeia est situada na comarca do
Buique, freguezia de Aguas Bellas, mar-
gem do rio Ipojuca. Dista da cidade do
Recifo cerca de noventa leguas. Conformo
os documentos, quo a comrnissao cnsul-
tou, a superficie dos terrenos once lidos aos
indios comprehen lia duas leguas eiu qua-
dro, e*fo demarcada. Actualmente nao
existem vestigios da demarcaco; e apenas
considera-se na localidade terrenos dos in-
dios urna legua em quadro, a coinecar dos
arredores da vdla, e c .mpiohendendo-so a
serra Commiinatv.
Os indios cederam illegalmenle parte de
sua propriedade para o patrimonio da gro-
ja : os foros dos terrenos cedidos sao arre-
cadados pelo parocho.
Sao erlilissimasas trras que possue esta
aldeia, sendo que as raelhores estao oceu-
padas por estrauhos.
Em 1855 eontavain-se 738 indios DO al-
doamento de Ipanera >j; em 1861, p rm,
j Aquello numero desceu a 3>i. Posto-
rioruii-iite, este numero redusio-se, e parece
que nao chegar actualmente a 100.
CoCorreram para isto os crimos froque-
tes que p >r vezes commetleram os indi s
de Ipanema, o que osobrigoii a abandonar
a aldeia. Tambem para reprimir os seus
mos hbitos, mandou o governo reconta-
los em numero superior a sessenta.
O abandono quasi total da aldeia era
1861, em,vrtudedos tristes acontecimientos
hav los, em Aguas Bellas era 1MC-0 e em
que tomaram parle s indi s, determinou o
K'veruo imperial, por aviso de 4 de novem-
bro de I8iil,a mandar extinguir o aldeia-
mento. cobrar as respectivas rendas deste,
etc.
Esta medida nao teve execucao ; e por
isso anda s.; ignora o destino que tem tilo
as rendas.
ALDEIA DO BRKJO DOS l.VI):s
E' situada na comarca do Tacaral, a
distanciado 120 leguas d'esia capital.
Apenas por pre.sumpro se pode dizer
quo as trras concedidas para a aldeia com-
prehen liam duas leguas em quadro. Estas
uunca foram demarcadas.
C no e.n todas as aldeias, as pessoas que
oceuparn as trras dos indios recusam-se
ao pagamento das respectivas rendas.
Existem no aldeiamento diversas eugeuho-
cas sendo algumas de indios. -
E' esta urna das localidades d'esta provin-
cia onde se aponta a existencia de selva-
gens (na Serra Negra), que dilficilnunte se
approxiuiam da aldeia.
O estado de abandono, em que es.t a
catechese, causa da deploravel situarn
d'aquelles infelizes, alguns dos quaes en-
tretanto.conhecidos por simi-selvageiis, cora-
prabendem um pouco o p.irtuguez, e sem
grande esforc/) se civilisariam.
Existiam n'esta aldeia em 1855 cercado
580 indios, e 270 era 1861.
QlMUto receita da aldeia, nio tem a
eommissao noticia.
ALDEIA DA ASSOII'I.XO.
Situada era uuia grande illut do Rio
de S. Francisco, na comarca do Boa-Vista,
dista d'esta capital cerca de 128 legoas.
Dizem os documentos, que a comrnissao
consult u, que a aldeia da Assuropr;ao devia
ter cinc i legoas de extensao, coniprehen-
didas iiaturalraehte as pequeas ilhas.
Os terrenos d'esta aldeia foram comple-
tamente usurpados. De urna antiga infor-
raaQao,se deprehendo que um juiz de capel-
las, a pretexto de que os terrenos da aldeia
eram patrimonio da matriz [do que entre-
tanto nao tinha urna s prova) arrendou era
praca silba por nove annos, e veudeu oga-
dp pertencente a aldeia !
Facto demediante acaba de dar-se agora
mesmo. juiz municipal de Cal)rob man-
dou em lilis de 1872 por em hasta publica,
nao s as pequeas ilhas da aldeia em que
plantam os indios, como a parte en que
est collocada a propria aldeia ha 150 an
nos; e tudo islo por simples prasumpcSo
E, una espoliacao indecente esta, que
por toda a parte seexerce contra a proprie-
dade dos indios, u do Estado para quera
dever ella reverter.
Esta aldeia na opiniao do director geral,
a mais favorecida da naturesa, porque, alm
da fertilidade, nao est sujeitaasseccas, quo
muitas vezes ass lam os Dossos sertes.
Se tivesse urna boa administracao, que
podesse evitaros esbulhosdas torras, e livrar
os indios do servido da guarda nacional e
do recrumento poderia dar excellentes re-
sultados.
Existem ainda por aquellas paragens in-
dios selvagens, que fogem da aldeia. Nao ha
obsolutamente catechese; e como haveria
esta, se s por excepeo baptisam-se os
recera-nascidos ?
A populacho da aldeia era 1855 era de
620 indios, que estavam redusidos a 177
era 186l.jActualmente parece ser este nume-
ro ainda menor.
Nao fonsta eommissao que se tenha
arrecadado e dalo destino conveniente s
retidas da aldeia.
ALDEIA DE SAMA MARA.
E' una das aldeias que, pela persegui-
o feita aos indios, est quasi extincta por
si. Situada na comarca da Boa-Vista, em
tres ilhas contiguas no Rio deS. Francisco,
distado Recife cerca de 132 legoas. Os ra-
dios que abandonaram a aldeia, refugia-
ram-se" ua Serra Negra, onde se encorpora-
rain as ordas dos selvagens. Foi a cate-
chese de cabera para baixo !
Assim transformados, esses indios eram te-
raidos e perseguidos como feras."
Os proprietarios visinhos apossaram-se
das ilhas.
Em 1861 havia cerca de 29 familias ou
104 indios. Este numero hoje muito in-
significante.
E' intil accrescentar que nunca se
prestou contas dos rendimentos da aldeia.
COSTUMES DOS INDIOS
A maior parte dos individuos a que n'esta
provincia se d o nome de indios sao de
urna raga j degenerada ; os pretos, pardos,
mais on menos fulos, quo vivem com os
indios, todos sao tambem conhecidos sob
esta denominarlo.
Os indios propriamente ditos sao doceis e
guerreiros. Os que habitam as aldeias f-
cilmente se relacionam nos puvoadot visi-
nhos.
E' sssira que sao encontrados uo povo-
do do Pesqnaira os indios da aldeia de Cim-
bres ou L'rub, no de Barreiros os da al-
deia do mesmo nome, no do Tacaral os
di de Brejo dos Padres, nas colonias do Pi-
inenteiraa o Leopoldina os de Riacho do
...jo, no puvoado de Aguas Bellas os de
Ipanema.
" Era geral os injiu Jas al leias d'esta pro-
vincia, com > quasi todos, amara a ac e a
pesca; sin preguicosos, e inclinados ao
rio.
Pelo abandono, em que se tem deixado
a sua educaeo, sao do urna conducta re-
preheusivel.
Este estado em parte devido relaxa-
cao notoria dos directores parciaes.
Esbulhados era seus direitos, vendo usur-
padas as suas trras, os indios de umitas
aldeias se tem lainjado em ver ladeiro deses-
pero, procurando o camiiiho do.crme.
Existo uin consider.ivel numero de indios
processados |w>r crimes de inorte, e que
vivera foragidos.
Tambem circulara pelas fazeudas bando
de indi s que roubara o matara o gado.
Ei 11 1867 os indios da aldeia de Ipanema,
j celebres e:n suas correras e crimos. as-
sallavam as casas e estradas publicas.
COXXUSAO.
A exposiyo, ainda que imperfeita, que a
comrnissao fez, ter convencido a V. Exc.
deque impossivel a p-rraaneucia do es-
tado actual das aldeias d'esta provincia ; o
que urna reforma radical se taz d'esdej
necessaria na aua organisago, em quanto
nao sao tolas ellas supprimidas.
A extincro total, que a primeira vista
parece urna medida acorta la, a comrnissao
tem serios escrpulos em aeonselhar, atlen-
dendo que ainda crescido o numero ia
indios existentes nas aldeias, e que estes,
mal educados para o trabalho, sendo entre-
gues aos seus mos insliuctos, se transfor-
marn1 fcilmente em oiros tantos bandi-
dos, que irfto infestar as uossas sorras do in-
terior do paiz.
Apezar do abandono quasi completo.
em que os deixam os directores parciaes, diz
o director geral que tirar-Ibes essa tutela
e rednzi-los a maior dosgraca, poique os
indio* s se entregara ao trabalho sendo ins-
tigados por alguein, que olnem como auto
n l.i le.
Considerando a medida que mais con-
sentanealhe parece com o estado das aldeias,
e tendo em vista as informacoes do director
geral, a comuiisso prono*) :
1". Oue sejara extractas as aldeias de
Barreiros, Riacho do Matto, [panam, Brejo
dos Padres 0 Santa Maria ;
2. (ua sejam demarcadas as trras das
referidas al.Jei*s, reivindica las as usurpa-
das, inclusive as da extincta aldeia da Es-
cada ; o arrecadadas as suas randas, tanto
quanto for possivel ;
3". Que sejam distribuidos lotes de trra
de 22,500 bracas quadradas por cada urna
das familias dos indios das referkis aldeias
romanos, quiz as honra do triumphu. Essa
honras teve-as S. Exc. na testa mac.ka oV
3 de maio ; ah foi o nobrv preiidle do
conselho, era companhia de quatro de sea
collegas do gabinete, reottier o ramo de
jubilo c as honras devidas ao trumpbador.
En ton le que a um particular hvre se-
guir o q\ie melhor Ihe parece ; m primeint
ministro nao pode fazer ostentarlo de per-
tencer a urna sociedadeJ que segu doutri-
nas diversas das que a constituir*) impe
ao* ministros O dever de defender. Einsua
opiniao u;n ministro, ura senador q oe pres-
tou juraimsnto de inantcr a religio do Esta-
do, nao est no caso de qualquer particu-
lar ; na [Mide pertencer mac/m ana. A
questo i muito grave ; trata-se da causa pu-
blica, e de OtSMMa da mu ir magnitodf
que esto sob a garanta do governo de um
patz catholico.
A le de 15 de site nbro d; 1827, sobr.-
resjyinsabilidade dos ininistr>, no art. I*
^ 2 define co:n) crine qualquer m.ichiu.i-
i;o contra a religio do Estado. O >$*
prusi |H)sto ao que devia dar : em lugar de m.i-
uifestar-se catholico, escaudalisou seus cor-
religionarios pondo-se i tnsta de urna nt-
ciai;ao con lemuada [>ela BMSM religio.
Entra o orador era grandus deseuvolvi-
menios para provar que a d^utrina catho-
lica iuteiramente opposta a doutriua ma-
Qonieo. Mostra era seguida como a inari-
naria fot con lemnada era iull dos Suiamos l'ontiiices i.l-m nte \ll. Ren-
to XIV, Pi Vil, I.eo XII, Po VIII. tVre-
gorio XVI e Pi IX. que esta' doutmu
4c.id-sc geralmente aceita, al- polos que nio
aJ pas a inlallibililade do l'ipa.
Depois- de mostrar como, iin sua oHiniao
ura catholico nao pile sur mroa, observa
que tem-se acnsalo os nisos bispos p^r
terera-se uppostO s doUtrifMM dessa soco-
llado, allog,'iu do-si
que as bollas (pi<> a cm-
ir.iin entro nos, por falta
demn.im ato v
do nfacet regio.
No iuluito dedem in>(rar que esta argu-
mentacao io procede, faz ver que a- bulla.*
da Clemente XII a Rento XIV ato sta de ep -
ca riii que fosse de uister i> placH, porque
ento anula- este nao estava nsUlvelecido.
como foi no g iverno do raarquez de Pom-
bal.
Mas o acto quo rcstabcle ru o ttacct nao
tinha elleito retroactivo, tairt-i asMm que
aquellas bullas nao deixaram de ter phu
execuro em Portugal, durante a adminis-
tracao do mesmo marquez de Pxnhal.
Assim, os bispos, quo sao dHngalos da
S.*nta S, asHo em seu pleno direito \i-
que forein reconhecidamente morigerados, Igiado a execucao daquellas bullas.
; que tenliam dado pravas de amor ao tra-
balho ; devendo ser vendidas as torras res-
tantes ;
4*. Que sejara conservadas, sob urna no-
va organisaco, as aldeias de Cimbres e
Assurapco, cumprindo quanto antes de-
marcar a* suas trras, reivindicar as usur-
padas, e arrecadar as suas rondas;
5". Que estas duas aldeias sejam organi-
sa las, sob um rgimen colonial, e cora as
segointas bases:
i. As trras serio divididas era lotes para
serem distribuidas pelas familias dos indios,
que n'ellas trabilharo, sob rgimen, du-
rante dez anuos.
O governo arbitrar a parte proporcional
da renda de cada lote de trra com que
deve contribuir a familia para as despezas
da aldoia.
II Aos indios sem familia, que se torna-
rem merecedores pela sua conducta, se con-
cedern igualmente lotes de trras para a
Iavoura. Todos os mais, que nao tiverem
industria, e que quizerOm gozar das vanta-
gens e beneficios da aldeia, trabaikarao em
oom.num em terreno para isto designado, e
receberao a quota parte lo trabalho que
Ihe fr distribuido ou o salario que Ihe lr
proporcionado.
III Cada nina das aldeias ter um direc-
tor, um medico, um capelln, e duas esco-
las primarias pelo menos, sendo una de
ca b sexo. 0 governo marcar as attribui-
r,eS o devores desteslunecionarios e dos ou-
tros que julgar dever croar.
IV llavera em cada urna das al leias os
edificios necessarios, quer instruido civil
e religiosa, quer ao servir ) da aldeia.
V Alera das quantias que o governo des-
tinar para o custeio da aldeia, formar a
renla desta o producto da contribuirlo com
que concorrerem|us indios. o foro das trras
que foram arrendadas por serem dispensa-
veis ao servico da aldtjia.
VI 0 indio que por ociosidade ou mos
costuraos deixar de oceupar-so assiduainente
dos seus trabalhes, e se nao attender s ad-
moestac*6es, perder toda a proteccao do Es-
tallo e deixar de fazer parte da aldeia, po-
dendo ser recrutado, ou ter qualquer outro
destino legal ;
6.8 Os indios das aldeias extinctas, a que
na da-
nao tiver o governo distribuido lotes de tr-
ras, serio removidos para as novas aldeias
de Cimbres e Assumpgo ;
7. O governo far acquisicao de novas
trras, se fr isto necessario, na visinhanca
das actuaes aldeias de Cimbres e Assump-
c,o para organisar, segundo as bases da pro-
posta 5.a, as novas aldeias,applicando ao me-
lhoramento. destas o producto das trras do
todas as mais que forem vendidas;
8. Finaos que sejam os dez annos, de
que trrta a proposta 5a licarolgualmente ex-
tinetas as duas aldeias de Cimbres e Assuin-
pgo, que entrarao no 'rgimen cora-
mu.ii. s
Os indios que a esse tempo, e por sua con-
ducta nao tiverem perdido o seu direito s
trras que lhes forem distribuidas, sero
seus legtimos proprietarios, sem que ne-
nhum direito assista mais^ao Estado de re-
ha ve-las.
Todas as mais trras abandonadas, ou que
constuiroin o patrimonio commum das ditas
aldeias, por nao terem sido distribuidas,
sero consideradas devolutas, e prertencero
ao Estado.
Deus guard9 a V. Exc. Recife 13 de
marco de 1873 lllm. Exm. Sr. Dr. Hen-
rique Pereira de Lucena, dignissimo presi-
dente da provincia.
Os membros da comrnissao.Joaquim
Gonpalves Lima, Antonio de Vasconcellos
Menezes de Drummond, Manoel Buarque
de Macedo.
ASSEMBLEA GERAL
' SENADO
DISOUSSO DO VOTO DE GRABAS.
(Continuacoj
Nas o nobre presideute rio conselho nao
se contentou cora o triumpho que Ihe dau o
corpo legislativo ; maneira dos generaes
Prosegue > orador extensamente
monstrac.o de seu asserlo, que n i
ser marn o catholico, cliegando i
sao de quera pretende reunir ossas das
qualidades, ou idiota, ou hornera de mi
fe.
Voltjndo ao nobre presideute do conse-
II11, pensa que S. Exc, com o exemplo qu<*
deu, nao represeutou papel dTgno de um
primeiro ministro de urna grande naci.
A macularia viva, entre nos, toda oceupa-
da cora os seus banquetes, fastas ou
divertiraentos verdadeiramente carnavales-
cos s0 nobre presidente do conselho foi
dar a essa as6ociaco urna consaeucia po-
ltica, que nao o tinha.
Acceuderain-se ento por toda a parte is
lojas; diziamtemos o g vernopor n As autoridades ecclcsisticas foram por twlj
a parte injuriadas ; os macona t-oiilavant
com o apoio de sou chefe, que sola va a
frente do governo. Foi o uobre pre-
sidente da conselho quera creou esta situa-
c,o.
O erro quo assim comraetteu foi qu.iv
semelhante ao que pratic .u no cas) da //-
publica. Como que ura governo m.uar-
chico di pcrmisso para raaiiesta^dcs da-
quella vrdeiu! Lin governo que se deixi
discutir governo ni rto ; veja se os go-
vornos republicanos deixa n pregar a m<-
narclua.
Xo se comprehen le romo o goveruu
a polica derara perruiss para a illumina-
cao, embaudeirainento externo do adlfici
da Repblica. Pelas mesmas razes por
que f i negada a Uoeaoa pira o [kissco p.--
as ras, devia ter sido recusada aque'.a
manifestaeto.
Logo, p irm, que o governo teve a inep-
cia reclamaCfes do Sr. presidente do con-
selho ou praticou o grande divinarlo de
p ruiittir seinelhantes manifestai.es exter-
nas, na ra mais publica do Rio le Jane -
r logo que tevo essa fraqueza nao devu
consentir nas violencias que houieram, e
que lizeram Hepubleu mais servico l<>
que mal.
Na questo religiosa anda o governo an-
dan mais errado.
Diz o orador que o hispo do Rio de Janeiro foi
maltratado, como todoosenado sabe, carada
mais, que os membros das kjas macotjiea
ameacaram por rauiti unipi que em dia
determinado, na igreja da ViaSacra, celebra-
riam urna missa com exhibn.o dos sysabo
los masnicos. Teriam elles o mesmo eom
outro governo, que nao tivesse por presi-
dente do conselho um gro-mestre da m,i-
conaria ? Nao. Veio o vigario geral ped;r
que fossem retralos aqu;lles symbol s ; e
o foram ? Nao, senhor. E porque a teceu isto ? porque os macons estavam car-
t s de que o seu irmo estava i testa A
governo, e que havia de desamparar por
fora a autoridade ocelesiastira.
Diz mais o orador que o proprio Sr. vis-
conde de S'itheroy, vista disso retirara m
do poder.
O Sr. Viscoxde do Rio-Brasc.o prasi-
dente do conselho) : V. Exc. afnrnia
isso?
O Sr. Cax'oido Mesdes Sim, senhor,
aflirmo.
O Sr. Visconde do Bio-Br\>co (presi-
dente do conselho) :One o Sr. Visconh-
de Mitherohy sahio por esse motivo ?
OSr. Caxdido Mesdes : Sio, senbor.
mas cojecturo.
Proseguindo, diz que sao esses factos que
mostram que a poltica do nobre presideute
do conselho, em materia religiosa, tem sido
urna poltica contraria a seus deveres ; que
se S. Exc. nio machina directamente con-
tra o catholicismo, com seus actos e eem-
plos promove propaganda contra a religio
do estado.
0 orador aprecia a questo do hispa da
Pernambuco. que, segundo S. Exc. m eaha
em seu direito, obrando convj devia obrar.
(Ton/ inu.1 r-se-ka.)
TYP DO DIARIO- ^A DUQtfE DB UAXU


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