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Diario de Pernambuco ( Monday, March 31, 1873 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12874

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, March 31, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12874

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12874

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, March 31, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12874

Full Text

mbTBK NUMERO 74

PA11A A CAPITAL i: LVGABES OSIHJ SAO SE PACA PORTE.
Por tres mezes adiantados .-............... 69000
for seis ditos idem................... 12000
Por um auno idem ,............... 2i?0
Cada jpnmero avulso.................. 320
GIMA IRA 31 E MARCO DE 1873.
--------------------------------------*---------------------------------------------------
P.1BV DEXTBO E I OH A DA PROVINCIA.
Por tre mezes adiantados.............*.
Por seis ditos idem...................
Por note ditos idem..................
Por um anuo idem...................
6A750
135500
205250
275000
'
,
PR0PMEDADE DE MANOEL FICIROA DE FARIA & FILH0S.
O Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Tara; Gongaives & Pinto," no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira Killio, no Cear; Amonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jusno
' Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, sa Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da {tolia; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emN'azareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna; Francino Tavares da Costa, em AlagaMpalves & C, na Bahia ; e Leito, Ctvquinho & C. no Bio de Janeiro.
=
PMTE omCIAL.
(ovrrno la m'oviliciu.
.i secano. -Ministerio dos negocios da fazenda.
Ttio de Janeiro, 28 do evereiro da 1873 Illui. e
Kmu. Sr.-Coininiinico a'V. Exc. que neata data
de'ermiuo tliesourara de fazenda dcssa provin-
cia, que prohiba o despacito de 731 kilogrammas
(ecartes de passagen*, nm valor declarad),
qno. neifiiii'ln cominane u o r-;*|eittiv.i inspector
era ofli.'i'i n. lo ilii ' d seteuibrn utini >, foram
importado* pela eompauhia Iy Irilhos urbana do
R"cife a oln Ja. Por osla occasiao recominen ! a
1T. Exc. que ejxpeca as anas ordena, afira de que
S'ja posto en pratiej nessa provincia o gyslema
que fui iiiaini.nl i a l.ip'.ir ma'a corto de eluittirora
ae> cjmpanhias bilh -tes que so dem direilo ao
portador para passar nos carros a ellas parten-
eenfes nos dias era que forera emdidos : para o
que M inscreverao nos m um >.* bilhetpe, e:n alga-
ri.-nios bem salientes, a dala d i dia da eratasao c
a declarara i do uno ralera tmente nesse dia :
podando, entretanto, as ditas eonmnli'u* emittir
cuines qiut sima para rineo viagens, em sabsli-
iuirii dos aetmi referid is, se assim Ihes eon-
rier. Deus guarde a V. Exc. Vitoond do Rio
Branca.A S. Exc. o Sr. presidente da provincia
de Pemambuco. Cu npra-se o publque-se. Pa-
iaeio do ajoverap de Pernamlmro. ii de mar ;n de
WXl.ucena.
osse&an o\ rtmwnmrn dk 17 ub marco di
I8;:t.
Ant.-uio Bento de Oliveira Indeferi.li em vista
Ja informacao do engenheiro ebefe da reparti;ao
das obras publicas.
Francisco Xavier de Soma Hamos. Deferido
(mu ondcio desu data ao coraiuandante superior
de Pao d'Alho.
Francisco Cordeiro da Fonceea. Volle ao Sr.
ramandante superior da guarda nacional do
municipio de Cu -uarn', para informarse elfeeii-
vamente o supplirante passou a residir em ontro
municipio.
tiuilhermiua Maria. -Informe o Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Joao Bautista da Kocba li.iixa Lina. Sim, me-
diante recibo.
Joaquim Agripino Furtado de Mendoira. -Exer-
endo o suppbcante o emprcgo interinamente, a
(ceii^a que re.|uer imp)rta urna exonera<;ao que
V.i ser concedida sa a pedir.
Joiquira Gomes de Albuquerque. A' vista da
informa^ t de M do correte do respectivo rom-
raandante suaxrior, aprsente o supplic;mte ao di;o
ciMOinandante superior a sua guiado passagem.
Luiz Antonio Cordeiro. -Volle ao Sr. roinman-
dante superior para iaformar, qumdo se Ihe apre-
scnion com a rtpeetiva guia o supplicante.
Maxiaiiano Lopes Macbado Jnior.Passe por-
tara.
Manuel Gomes de Moura e Silva. Informe o
Sr. inspector da thosouraria de lazenda.
Thomazia Maria de Lima.Informe o Sr. ins
{actor da thesouraria de fajen la.
Rufino HanoM da Cruz Consseiro. Informe o
ar. engeobeiro das obras militares.
Severino (Juiutiuo Alves de Araujo. Deferido
coro 0 o'licio dest.i, data dirigido ao Sr.|ins|iei:tor
da tliesouraria da lazenda.
Teixeira Marques & C. Deferido com otlieio
desta data, dirigido tbesouraria de fazenda.
- 28-
Vigario Augusto Fianklin Moreira da Silva.
Sim. nao bivend) incjivenicnte.
Antonio Jos Teixeira de Mendon.a.Informe o
Sr. director geral interino da iostruce&o publica.
Ernesto de Carvalho Paes de Andrade.Informe
o Sr. ins|)ector da tbesouraria de fazenda.
Francisco Antonio Cbalaea. Informe o Sr. com-
manlante superior do Cabo.
Fielden Brotben. Deferido, com ofli:io desta
data dirigido tbesouraria de fazenda.
Francisco Antonio Collio. Informe a junta ad-
ministrativa da Santa Casa de Misericordia.
joo Maria de Alba merque Oliveira. Sim.
|Oo Jos Manuel Deferido com otlieio desta
data thesouraria provincial.
los Caetano de Albuquerque.Informe o Sr.
coMiinuddante superior da guarda nacional do
Kecife.
Jo>e Lucio de Albuquerque Mello. -Passe p uta-
ra, concedendo um mei de licem.a com veuciiueu-
IOS, na forma da le.
Joao de Alraeida Lima. -Indeferido vista da
iormaco.
Joaquim Jos dadista eSilva. Como requer.
Julio Alvares Teixeira de Macedo. Sim.
Manoel Jos da Silva Vianna.Pode suppli-
cante era sua casa, de portas fechadas, -exereer as
prtticas de suas crencas religiosas, com tanto que
nao adinitti ellas "pessoas extranlias sua fa-
milia.
Maria Victonana Pantaluao.-Informe o Sr. cjm-
mandante das armas.
Secretaria da presidencia de Pernambuo, ti de
maree de 1873.
O porteiro.
Silvino A. Roihiyiies.
t iin.ii ii uili (|n aini ii.
u v-.TKl. i-.i.NKKAI. DOGOMMARDO DESARMAS
[KTERnO M l'KKNAMBLCO, KM 2! b>: MAKI'.H
M 1873.
Ordem do dia n. 713.
O brigadeiro commandante das armas interino
tai publico, para as fins convenientes, que no dia
|. deste mez, era virtude de urdens do ministerio
da guerra, legbio para a corte a reuniese ao seu
regiment, 2." de cavallara ligeira, o Sr. capitio
JOM MelchiadCs Bezeira da Silva Costa, que se
achara emprento esto miarte! general; e que
obteve. por portara da presidencia de 22 do cor-
me, prorefacao de lieeaca por mata ire mezes
i para continuar em seu tratameuto lora da capi-
tal, com os vencimentos que por le llie compeli-
ivm, o Sr. majar honorario doexereilo ajodante
de ordena deste eommando Jos. Bonifacio dos
Santo? Mergulho.
O inesmo brigadeiro determina que, na maulla
d-t dia 1." de abril prximo vindouro, se passo
r-vista de mestra em leas respectivos quarteis,
aos batalbdes de infantaria o deposito de recrujas
e coiupanbias soladas, pela ordem segrate: s
(i lloras i companbia de operarius, as 6 1/2 a.i
2." batalbae ; s 7 compinhia de cavallaria.
as 7 l/l ao 9. batalbao e s 8 ao deposito dos
recrutas.
(Assignado) Jo<7o Uuilherme de Bruce.
Conforme.-Jos lanado llieno ini. tenente
ajnda ite de orden ntorlni encirregad* do
detall}*.
ment d" v. Exc.que, segando consta das partici-
paeoes recobidas boje insta reparticao, forain reco-
Ibidos bontein casa de detonciu os seguintes in-
dividuos :
A' miaba ordem, iosopha, oscrava de Emilia
Canuda de Ara.ijo Ahneid, a re|:ierimentii
desla.
A' ordo.n lo subdelegado do Recife, Francisco
Jos Hachado, a raquarimouto di capitio do por-
to; 1: Anua dos S:iuts, p iv disturbios.
A'ordem do subdelegado do I. distrido de S.
Jos, Joto Oliveira e Silva, como inicia lo as pe-
nas di art. 260 do cdigo criminal, dispisi^to
do l)r. iu>z de direittdo '!" distrido criminal.
A' ordem do d 1 i." districto^e S. Jos, [de* ira
Sebastiana, e-cravas de Antonio de Soasa, por
siispeda ile aodarem fgidas.
O subdelega Jo d- Recife, por ofcio de bontein
latul 1, eominiinicfiu-ine qao naquelle Jia desalia-
ra a cubera d > ipi.nl 1 de baulms do predio n. 110
sito raa de S. J rge, em que reside Anlonio G011-
ealv.-s Beltrao, sondo que na occasiao do desaba-
meuto isiavaui ni referid) miarte mu senhorae
dous meninos que licarain maltratados.
o subdelegado do l. distrcto de S. Jos, por of
licio de bontem datado, participou-me que captu-
rara e reeolhera casa de detuneSo a Joa < da Oli-
veira o Silva, disposl/ 1 do Dr juta de direito do
3." districto criminal, com indiciado em criraa de
roano.
Une, cbeganloaseu conhecimento que Firmi-
no Sanliagode Vaseoneello* deflorara a menor Au-
na Francisca Mondes da Silva, que proceden a tal
respailo o inquerito policial, tendo-o remettido ai
juizo competente, -para os devidos fins.
Em data de b uite.n partiera iu-uie o delegado de
Olinda que no dia auteror, no lugar Gabuatan fo-
ra assassinado com nm tiro e daa* tacadas Joo
Baptista do llosa rio p ir Lui/. Jos, que tamben)
feira oessa occasiao a ex-preca do exercito Bel-
larmino Beierra da Britto, conseguindo o deliu-
qiiente evadir-sc ; que fez as competentes veste-
rias o o inquerito, o qual inquella data remettera,
ao juizo competente.
O Dr. didegado da capital coininunicou-me que
o sabJelegado da Capaoga por otlieio de 27 d 1 cor-
rente Ihe participara que, Joao Pereira BartDSa,
ex praca do exercito, pelas 8 horas da manba
daquelle dia procurara a casa de residencia de An-
ua Alves Feitosa, sita no porto do Jacobina daquel-
le districto no intuito de pela segunda vez furtar-
Ibe algum dinb ro, como fliera ha dias tirando a
quantia de trinta c cinco mil reis, de um baba,
nerteneenie :i dita Anua ; que tend disso denun-
cia o inspector d; quart-dri Jos Tuoinaz Caval-
canti dirigira-se imnedialamente para a mencio-
nada risa eprendera Barbosa ejn IIigrante,"na oc-
casiao em que elle procarava snbtrahir de nm
baln i-.. 01; e tinalmeute que ia proceder in-
querito policial, alini de remette-lo ao juizo com
ptente, do que me dara logo atienda.
Deas guarde a V. Kxc.Illm. e Exm. S: com-
iiendador Henrique Pereira de Lacena, dignsi-
mo presidente desla provincia. O chele de polica,
Lu; Crrela de Queiroz Barros.
DIARIO DE PEHNAMBUCO
RECIPE, 31 DE MARCO DE 187
Portugal contra
v Kt'jiitrtii'iii (-i pnrlu.
I &eceo. Secretaria da polica de Pemambuco.
2S> de marijo de 1873.
r.:. 022. Illm. e Exmi Sr. Lavo ao eonboc-
\iilii-ius da l'jiiropa.
Cbegou sabbadu pela minb o vapor inglez Va-
fagonia, trasendo datas de LisbJa af 18 do cor-
rente, adiantando portante quatro das s noticias
que receben >s pelo Boy te. EN o que ralbemos
dos jomaos e cartas :
IMil.ATEIIR.V.
Um telegramma de Berlim iransmitte que a In-
glaterra eommanicra conlideacialmonte s po-
tencias a resolaeo de sustentar
quaesquer eventualidades.
Parece que as grandes potencias se achara de
aeraron para eelebrarem um contrato para garan-
tirn) a integridad- do territorio portugaez.
Dizera de Lon Iras ao Dablin Mail que trin-
ta membros irlandezes do parlamejito, pertencen-
tes ao partido liberal, esta va ni resolvidos a votar
contra o bil sobre a universidade da Irlanda e que
trabara a certeza de yerein augmentar inaitoo seu
numero al o dia da votacio.
O Freeman do DablinJpeierindo a entrevista do
Sr. Gladstona cora a deputacao dos membros irlan-
dezes, annuncia que o Sr. JobnGray deelarou que
era preciso opporem-se ao bil, como elle actual-
mente, qualquer que fosse a consequencia que po-
desse resultar dessa opposico.
O Standard allirraa queaopinio publica con-
traria ao bil. O Daily News julga que o resul-
tado da Vvitacao dependera das concessocs do Sr.
Gladstone. O pata nao quererla que boavesse por
urna questao destas crise ministerial.
O Daily Teleijraph nio er que o bil seja re-
jeiado se o voto implicar a questo do coftlian.a
no ministerio.
O Times pensa que o govern 1 poda obter um
resultado favoravel se quizesse ; mas entretanto
nao previa arada qual seria o resultado da dis-
cusso.
A vota.ao fui contraria ao gabinete que pedio a
sua denissao. A rainha Victoria confiou ao Sr.
Disrael o encargo de organisar nm gabinete tory;
o que cou-eguio, segundo alliancam os ltimos te-
legrammas recebidos em Lisboa.
A voiaco que motivoa a crise em Londres, foi
de tres votos de rain tria. O debate sobre o bil da
instru-cao superior na Irlanda tomara grande ca-
lor siguilicacao publica. O ebefe do gabinete e
o da opp.isico pronunciaran) acalorados discursos
na sanio de II. A cmara fon adiada para 13,
ponderando o Sr. Gladslone que se nao podam
tratar de assumplos de interesse secundario em
vista da crise poltica.
Muilos iornaea de Londres publicara a carta-
protesto seguinte:
Lia legitima da commisiio carlista.i de
marco de 1873.
aenhor:
A Commissau carlista, de Londres ser bem fe-
liz, h qutaerdes permittir-lhe protestar no vosso
nonrado jornal, da maneira mais enrgica, contra
os actos de crueza e de vandalismo de que eertjos
telegrammas de MaJrid acensara o exercito car-
lista. *
Hallas vezas as aecessidades da guerra exi-
gem a interrupeio das vas frreas e das bubas
telegrapbicas; mas a coinmissao'pdc alrmar do
modo mata formal que os exereitos de sua magos-
tada Carlos vil recebaran as ordens mata severas
relativamente ao respeito das propriedades parti-
culares.
Quanto as cruezas de que se acensara certos
generaos earitaUs, depois de infonnaedea tomadas,
a couunissio pode assegurar que sao cumpleramen-
le destituidas de fundamento.Pela eoinmissao.-
Coiule F. de la Cronel de Prez.
raaifca
Foi eftsctivamente approvadoo projecto da com-
missao dos liiutapor ill votos contra 33i. Trium-
pha a iiultica de co*ncilia';5o.
Foi j publicado o tratado entre a Franca e a
Prnssia, flxando o pagamento do quinto milbar em
>' Je juuli', -i de jalli 1. 3 de agosto e 3 da setam-
bro do corrate anno. Por este trata lo erao eva-
cuados no principio de jnllio os quatro departa-
mentos que anda faltam, incluindo Belforl: s a
praca de Ver.liin continuar a ter guarnicaj alie-
na d'.e o pagamento da ultima prestacao.
0 Ibesoii!'.' bavia |ago nestes ltimos dias 279
muJes de francos, dos quaes 129 millioes para
pagamento de juros e Hi para o cimplemento do
'r milbar.
O governe franco/, apresentou asseinbla na-
cional una proposta pira ser autorisado a man-
dar operarios exposieio de Vienua. A commis-
sa 1 encarregada de dar o seu p .recer sobre esta
proposta, deelarou que a sua oplniio era que se
rejeitasse recordando (|ue a origem da Interna-
ruiiml dala da ida dos operarios francuzes expo-
sieao de Londres em i82, e acba que os operario*
que se enviassem a Vienua, baviaui de prestar mais
attengao aos assamptos polticos e sociaes, que aos
do setl ramo especial.
- O governo francez ji responden circular
do Sr. Casielar. Eis o texto d este importante do-
cumento diplomtico, que assignado pelo minis-
tro dos negocios estraugeiros da repblica franceza
e fii dirigid) ao Sr. Oiosaga, ministro da rep-
blica hespanhola em Paris;
Sr. erabaixador. -Reeebi das mos de V. Fxc.
o Meaioranduin qie o ministro dos negocios es-
irangeiros acaba de dirigir aos representan les de
Hespaa >a no estraagetro. O referido documento
foi objecto do aliento exame que a sua importan-
cia reclama sub todos os couceitos. O governo
francez comprai-se em recrabecer os elevados
sentimen! >s e os mais n brea intuidos 111 inifesta-
dos no referido olllco, e acolheom vivo desojo de
ver realisadas as esperaneas que firma o Sr. Cas-
telar para o futuro do seu pata.
0 governo da repblica franceza nao podia
ver com indilTeranca o que a IIespanha faz uestes
momentos para doW-la com una nova consti-
(uicao. Nos nao podem is senai desejar que po-
nha lira < revolueoes que com tanta Ireqoencia a
tara agitado, e que alcance finalmente o primeiro
de todos os boas, a estabilidade dentro da liberda-
de ; oxal possaui as Cortes coustitu ntes, cuja tni-
vocaeo est annunci 1 la, garantir-llie um governo
regalar e definitivo que pola respailo de todos os
direito no interior e n 1 exterior, con juiste a con-
fianza da Europa.
Pela nossa parte. Sr. embaxador, velaren*
Rttenlammle pela manuten ,Ao das exc dientes re-
laci'tes que existen) entre o vosso e o nosso paiz ;
cumprireuios todos os deveres de boa vlsinhan;a
que nos impoem asnossas commans fronleiras, e
esforcar-nos-liarais p-ir contribuir quanto em nos
caiba para o Bsttitelociraento da tranquilidade e
das rammonicaeas livres ua regij.dis Pvn-
daros. *?,
A naci franceza nio |wds professar pela
naco besoanbola sena i sentknralos de estima e
sympathia. Recebei, ele.Rennsat.n
O jornal Aetir Sational publica o segrale, por
cuja veracidade nio rnapojldettMa :
Recabemos de Berlim graves noticias cora res-
peito a Mr. de Hismark, que segundo e amaneii
est amei-ido de um ataque d s albmacio mental.
Ha milito* anuos qu4 stfre de accessos nervo-
sos qne o obrjgam a pasear mezi-s nteiros na sua
pTopriedade de Varzin.
Dolado de um carcter orgiilboso e vigenlo, o
Sr. de Bismark nao siqi.iorra nnubuma contra-
riedade ; e entregase militas vezes entre os saus
empregados, e ni seio da sua familia, violencia
11 le assomem as proporeoe* de verdadeiros actos
de loucura.
ITALIA.
O ex-rei de Hespanba, D. Amaleu.-chegon a
Genova no dia 9 de marco, partalo logo para Tu-
rim : ne chava de llores. Km Geaov, tiveram tambera
ama receptan multo contal, saudando as bateras
das fortalezas an ch-gar a fragata Rna Em Tu-
rn eram SS. MM. esperados pelo principe de Ca-
rignam epelo'prncipe II imbua; paruram de Tu-
rim para Floren-.a para abrarare;n seu pa, o re
Vctor Manoel.
0 governo bavia ordenado que se ihes tribatas-
sem todas as honras regias durante a sua passa-
gem pela Franca.
- As cmaras italianas dirgiraui nina mensa-
sem ao ex-rei da B iwanha, a qual elle responden
agr lecendo, e dUend 1 que bavia aceitado a coroa
de Hespanba, esperando que socegaria o paiz;
mas logo que re:onbeceu que nio poda fazer a fe-
licidad.: de Hespanba, renuncian ao.throno c ac-
crescentando que observara lealmente a cousti-
tuieao que ba\'ia jando, e teftninava declarando
s ser soldado amante da patria it liana.
AUSTUO-IIU.NfilUA.
Terminou a criso ministerial do gabinete bun
gar pela sahida do ministro do interior o Sr.
Tot'n. V.\substituido pelo conde Szapary, que per-
teuce ao partido de Deak, com o seu predecessor,
mas que pela sua 111 ideracio mais sym.iathcn
a opposicS).
Toaojuu.
AHanea-se que a sublime Porta e o Khediva ha-
vam feto de novo saber a sua determinacao de
nao reconbecerem a competencia dos tribunaes
estrangeiros as questoes do canal de Suez.
HF.Sr.VXHA.
- Acerca deste rein 1 esereve nosso correspon-
dente de Lisboa :
a Ser conveniente voltar um p .uco atraz para
realar o fio dos aconteeinientos qne na mautia
de II do enrrente. procurei resumir-Ibes.
Na assembla, depois de debates multa anima-
dos, foi adoptado o contra projecto de Primo R-
vero, por i8ii. votos contra 19. Foi, pois, resolv
do o conflicto entre a assembla e o poder execu-
livo d'um modo patritico. O presidente das
cortes deseen da sua cadeirae pronunciou um n>-
tavel discurso, dizendo que nio poria obstculo
algum poltica do governo, nein resistencia
dissolu ao das cortes e convoca.ao das consti-
tuiates. O ebefe do poder execulivo pronuneiou
outro discurso, sustentando que a poltica de con-
cUjaco entre tolos os elementos riberaes, era o
principal esterada uniio nacional e da riqueza
do paiz. Sabeudo do resultado do voto das cortes,
a grande rauliido que esperava o >m auciedade
as ii tticias, em volta do palacio do coagresso, rom-
pen e:n acclamaeoes e vivas repblica iiespa-
11 hola.
Os fundos piibcos suliram. logo que foi co-
nhesida a votacio.
0 llenriqe atarlos c Sal loal Otero demittiraov
se, depois de terem votado.
t Kst. pois, resolvido do modo mais favoravel
o conflicto parlamentar. Se na) pode dizar-se
positivamente, que se realisou a concdiacao, acon-
teeeu melhor do que isso, os antigs radicaos To-
rain vencidos, e desorganisaram-se a ponto de que
o ImpartU, um dos seus orgias, diz quo esse par-
tido morreu I
Desapparecer, pois, a disUceo entro o par-
gjir, certo que por bem do paiz e inesmo da
ka cservadora que querem patronsar, fra
irelbor que tomassein francamente o partido do
Enverno na sua dirix;<;o, pois que os seus mem-
rosjnirira os cheles dos republicanos nuderados.
Pi>r oillfo lado e duvidoso que Serrano c m seus
aniguue declarara desde j republicano*, entran-
do na wnibinacao cima alludida.
Cw se, e com probabilidades de umita ver-
dade, fue s perante a urna que vai abrir-se pa-
ra a eljic 1 di coiistituinle, que os antigo* con-
servaifires constitucioiiaes farao as suas declara-
fjo*, naiiifestanJ 1 os seus seiiliraralos com a
maiof^tiquez.i e lealdade.
Resta data, a a se nbla approvon a organi-
sac;o de \H,(I0) voluntarios, e discute 0 tra.ado
do canutillo de ferio pelo rio Gerona, para Franca.
A gente carlista contina contando numero-
sas ciclaras contra as vas forreas e linbas tele-
grapbicas, e cofre* punlicos. Annuncia-se nova
proclamacto de 0. AlTon.se, runo da D. Carlos, e
Casado com 11111 filba do infante portuguez D.
Miguel de Braganca. E' um appeno a todos os
bespanbol para os carlistas, tltimanuule fugiram
US 10 doexereilo do norte.
Entretanto, a lolagraphia governamental falla
com grande entono da subordina;3o e disciplina
militares!!!
Desigua-se t. lleruardo Garca, director do
jornal federal a Discusin, para plenipotenciarie
de Hespanba, em Lisboa. D. Argel Fernandos de
los Uios, antigo ministro de*Hespauba nesla corte, |
ser transferido para a de Londres.
Foi promulgada a le de amnitia pira OS de-'
lelos de imprensa em Porto Rioo.
Tre* mil carlistas qne espera vam D.Carlos em
Vera, sob o com nando de Durregaray, furain dar-
rolados e po>,os em higa. Fowm *pupada#aelos
correligionarios. Anda nao vieran) pormenores
desta farca, em que entrn tambem a sua parle
de tragedia.
a Trinta oJcoIm dos bairres de Hadri l foram
exonerados das suas lunccjes.
1 A Gacela, da tli, d noticias truinphaes da
derrota de (bversaiggerrilbas carlistas as pro-
vincias.de Galiza, Granua, Vascongadas, Xavar-
tido republicano da vspero e do dia seguinte. eu-
trando-sj na dassifieacio natural de moderados e
editados, '
Deu-se um-grande passo. O goyerno ganliou
grande forga moral.
1 Com os protestos que o presidente do gover-
no fes ua sessao de 8 di corrate, dizendo que o
governo seguira risca a poltica de conc.liacao,
11.10 s com os radicaos, com para com todos o*
partidos, ha quei afleme que a principal idea de
offereeer indulto geral aos carlistas, convidndo-
os a depor as armas e a acjcudir urna. E' pos'
sivel que este alvitre seja aceito pela maior parte,
i..-,! 1. u resi 1 de ce^er,
3>.z que Bivero pens en reunir os 1
dispersas do partido radical' e infeiaiur com ee-
n partido confeti wVr repujicano. ,%
a Sabo-se que Becerra, sju ihtunoamigo, proftji-
rou Topete, e que este, em se^ajda, fallou com 9
duque dp la Torr i. Se nao ha duvi.la qpc osjin-
tigosdemocrjrta nao leejn oao eaminho a>-
coino se tem portido. O que de t ido o ponto
evidente estarem cmcentranlo. toda* as suas
breas na Calalunlu, Vascongada e Navarra, de
penden lo a sua soite do resultado dos eucontres
com as trepas se tiles os nao evitareni; assim
como destas se consirvaren su -ordinadaf
Os ltimos jurare* niadriledos trazem ponne-|
ores acerca do counale da Moureal. Dizein que
o exercito continuo! perseguindo 1 carlistas a
que para Pamplona veio s o genraN>miiilJi|s
com una angina. R>frem tambera que nesse fei-
to de gu-rra os carliifffi perdern) algn* ehefes e
tiveram iiiuIih ferid*."
A acc "ni foi eucamiqada de ara os os lados.
Parece que 0 baUlhau de Vuerto Rico no da se-
guinte se amotnoupor Ihe nao querereiu entre-
gar para sei fusil id va tavernairo ne dra fal-
sas Qforinaeoes a re|iaito dos carlistas.
Diz-se que Donajaray se apro^jmira da Ve-
ra para receber D Gados.
O asentante mais Tmporlanle dos jornaes do*
ltimos dia* o discurso do presidente do poder
execntivo, Figuera*, deputacao pro incid da
Catalunha a dar-lhe coila dos negocios.
Ejs aqu uui resumo porque muito conve-
niente oonbecer-sa at sua poolo entraran) a leal-
dade e inoralidadc politra na historia da queda da
dyiufKa de Saboya era Haspanha
< Dsse que d partioV republicano bavia previs-
to a queda da m ni irchii cmistitucional, e enten-
dido que, *.: nao prjcedcssft cora ra id :rai;ao, o ra-
sullaiti seria robustecer o monarcha 011 preparar
o caminlm para outro ni. Por isso vio cora des-
gosto parle dos repul cano* toui r as armas. Fe-
lizmente o raovinicnto aao progredio.
.. O* Chste do partido, todos, samara era Ma-
drid que o ministerio Zorrilla seria o ultimo da dy-
naslia saboyana, e nesle sentido seguiam p ibtica
benvola, raas como olho aberto e o braco prorap-
to tiara aproveitar a agonia da situacao raonar-
cbica ik modo que nio houvesse derramara rato de
singua.,-0 Sr. Fgueras acreditara Unln nisio
que nfiqlietisoii ao manptez ite AlbaMa a proela-
111 ir;*.* a- repblica ant-s de pas*ar o mez de fe-
vereiro.
c Assim mesmo n Sr. Figueras nao esperava
q le o caso se passasse com umanba serenidade.
Imaginavaque o rei quera bvrar-se do mi-
nisterio radical e entao tralou-se de preparar o
liarlaniento para resistir cora a sua soberana s )-
berania real
Mas tamb-in podia succeder que o rei deixasse
correr os negocio* al que as cortes se cantwsem
e pedtasematas proprias a suspensao das sesses,
e nesse casi a crise dragara qu indo eslivess 1 le-
chado o parlamento, e perianto fosem muito me-
nores as probabilidades de triimpbo. Era. pois,
necesario provocar a crise, e servio para isso
a questo dos artilbeiros.
Esta declarar-ao do Sr Figueras deixa em
mo terreno a lealdade dos radeaes.
Honve entio propostas de resistencia feitas
ao rei, mas a atla-lew g i/erno c das cortes fez
com que nao tvessem eucito, e o monarcha veo-
do-se en situado* desairada toinou a sorprenden-
te resolueao de renuiruar a cora. Entao era f-
cil proclamar a repblica, e assim se fez, porm,
com lorigas mnnarribinan Teria sido grande o pe-
rigci, se os republicanos nao porcebessein esta ma-
licia. Era impossivel iinjir a cmara a repbli-
ca federal e dissolve-la iminelialamente. A pro-
posta sustentada pelo Sr. Pi y Margall, marcando o
que a cmara tinha a discutir levava iniplicla a
dissolucao della antes da prxima convocarlo das
constituintes.
Proclamada a repblica, aecrescenta o Sr.
Figueras, formou-se um ministerio de concila-
eto. Era nao s patritico, mas justo que parti-
cipasse.n da poder os que to poderosamente ha-
viam contribuido para triumphar a i lea republi-
cana.
c Se todos aceitassem o novo governo para juiz
do campo entre a repblica da assembla e a da*
cortes constituintes, entenda o Sr. Figueras que
ludo correra p iciticamenle, mas republicanos o
radicaos desconfiavam uns dos oulros, e o governo
nao podia caminlur. D'ahi nasceu a crise de Ji
de fevereiro, e ludo quanto os radicaes teem' feito
por estarera desgostosos.
c Do ministerio actual diz o Sr. Figueras que
Ihe chamara por ah homogneo, porm a verdade
que l estao anda dous dignissmo* radicaes.
Entretanto fez a proposta Dar a convocaejta das
co-istituintes, que j no* seus termos era trausac-
rrio, mas os radicaes constitu ram-se logo em op-
Kisicio, e o Poder Execulivo para avilar lulas pe-
rigosas adoptou o raeio termo na prcqtosta do ge-
neral Primo de Rivera.
t Fiuou vencedor e satisfeito o Poder Execnti-
vo. Surgiram pirm, entao, as agitaeoes de Bar-
celoua, e o Sr. Figueras veo de Madrid cara sere-
nar os animo*. Achou exaltado o sentimento fe-
deral, mas cora cumqiiauto todo* saibam as suas
opinioes, elle nao pode proonneiar ossa palavra,
porque chefe do governo. Nao ha de facer co-
mo o governo de I8i8 que se pronunciou pela rao-
narebia, devendo ser neutral. Figueras c os seus
amigos sao o que semprc foram. Nao proclaman!
nada, mas se nao Iriuuipbarem as suas ideas, dei-
xaro o poder e iro para os bancos da oppo-
sico.
c Espera que estas explcacSes satisfacen -os
nimos da deputa;io, e a disponham a auxiliar o
governo que a nica laboa de gafaraeaO da rep-
blica.
t MO se engae, concluio Fgueras. A rep-
blica carece de ordem para viver. Os disturbios
que presenciamos de 8 dia* a osla parte debilitan)-
a ; commo.es mais graves poderaui mata-la. Se
ebegannos s corte* constiluute seai trans irnos,
a forma republicana ser aceita por lodosos par-
tidos que poderam dentro della, sem humilhacaa
nem dosar, defender as suas ideas, e ffcar slida-
mente ostabelecida em Hespanba.
Em Salvacaude Huexa) o povo reunio-se
voz do pregoeiro e dividi os ben* da condessa de
M .i'eiij i o de miii\. 5fl.ilg.is. Sii o primeiro
acto d" !u.u!dicjpial que em II-s/.anlia tenoa
succedido nest* ultimas semanas. Nao uu ec-
mittida pelo telegrapho) que os carlistas tiveram
mais de I00 feridos na derrota de Dorregaray par-
to da fronte ira franceza.
t Foi noraeado presidente da agencia linaneal
no estrangero o Sr. Antero Oletaa, sendo aceita a
dlnssao de Lope* Tojada. Verilicaram-se tara- j
bera bulras nouieaces de pessoal no ministerio
da fazenda. |
t O presidente do Poder Execulivo, (Figieras)
visito]) o* navio* de guerra surto* no porto de llar-
ce Ion \ Foi rondado com as honras da ordo-
nanea.
Um despacho de boje, de Madrid diz que era
breve ser anresenlada a propbSitjiara suspensao
das sessofs da assembla soSerana. a qual, por
emquanto, contina a discutir o projecto de arro-
lameuto dos voluuurios. E' desmentida a irise
ministerial.
a Foi interrompida a comniunicacao as linha*
Ja Madrid a Irun e da Cbiranda a Bilboi. O tren)
que sabio de. Madrid s 0 a 'i horas da tarde de
8 do crrante, presencou os carlistas a incendia-
reu a enlacio da Santa Oballa, licandu rodozida
s 4 paredes exteriores.
c Diz-se que o governo portuguez convidara o
Sr. Ruta Zorrilla a sabir de Portugal. E' realmen-
te excepcional a situacao daquelle estadista. Di-
zora que prearon a queda da monarchia, e lica
mal com os republicanos ; dzem qne cabio com a
meaarchia, e fica raalvisto pelo rei. O governo
perluguez quiz com aquella medida por-se em
guardas de commauicaee? que pileram sobre-
vir.
Um perjudico ministerial de Lisboa desmea-
tio este boato.
Eis a proclainacao do principe D.AITonso de
Bourb in, ao exercito :
nhol : Com a alma despedecada pela dor e com
o rubor as faces, vos dirijo buja palavra, anco-
so por chorar comvosco a deslionm. que cahio so-
bre todo* os que vestimos o unilorma militar ; aos
meus ouvidos cbegou o ruido da escandalosa bae-
chanal que a revolu.i, desejosa da vossa deshon-.
ra, preparou c levou a cabo.
Vergonha sobre ella, esforcados militares bes-
panhoes, que nao vacillon para chegar a *eus fins
em couverler o exercito hespanbol em deseul'rea-
da soldadesca, terror hoje dos cidados pacficos.;
vergonha sobre vos todos se por um instante mais
o toerassei* !
Chote, ollieiaei e soldados, a quera a mnba
voz est prompla a chamar queridos conipanheiro*
de armas, o aggravo a todos foi dirigido, cominura
se lera querido fazer o baldo ; seja a reparacaO
filba de lodos.
Ante as vossas bandeiras manchadas, ante a
vossa honra calcada, ante a completa humilhacao
du exercito j nao p le ha ver mais duvidas nem
hesita;"es : que o* tibios se resolvam, que os des-
encaminhados volvam ao dever.
A gloriosa bindeira de Hespanba que trmu-
la as raaos de el-rei em Navarra e que o vosso
general sustenta uestes campos, testeiiiunbas da
lealdade ctala, a todo* cobrr para vos restituir
os brotos que tanto vos elevaram no amor deste
povo e que a revolofio ameaea.
Militares bespanhes : U rei, c VOSSO general
vos chamaiu ; somante militando sob os seu* pan-
dees podis reconquistar a honra que, ah mudos
de vos chorara hoje perdida.
Qual de vos deixar de acudir aonde a honra
militar vos chama .'
c Classes consercadoras : -Cumprem-se a* pie-
dieces que homens de elevada intelligenca e cri-
terio tlzeram a respeito da nossa desolada penn-
sula.
Entao urna ceguera que desculpo, vos itnpel-
lio a ser causadores de tanta ruiia .-
t Hoje retrocedis espantado* ante a realdade
do conllictu !
Desvanecida completamente a fallaz esperan?*
que obrigavam vossos eoracoes e patente final-
mente o extremo a que a revolueao vos leva ; que
fazeis ?
a Se, como arteiraniente se propalava, a com-
munhio catholica-monarchica, o givrno de el-rei
meu augusto irino fosse intolerante, intransigente,
amante exclusivamente de velhas instituieoes, ai-
migo declarado do bem que a sociedade moderna
encerra, ai de vos I alvo das iras de um povo des-
enfreado, objecto do odio de urna soldadesca per-
vertida, e castigados pela tyrannia que atliibuiaui
a vossos salvadores. Triste espiacao Ma* nao.
O grande partido nacional que tem escripias na
sua bandeira as santas palavras da Deus, de re
e de patria, tem mostrado por sua firmeza iuque-
brautavel, por seu coraportamento nobie e leal
que nio sao letra raorta o* lemmas com que se
honra, e que o espirito da f christa o vivifica e
exalta.
a Pondo de parte preveuciies injustas, meditai 0
que vos espera e decidi-vos.
libases conservadoras: j soou a hora c com
terror a ouvistes ; para atalhar por una vez o
damm correapandei aos grandes sacrificios que os
legtimislas team Teito para lvrar-vos da total
ruina, e em. breve renascer a paz tao deseja la,
poupando o sangiiedos hroes da ordem oda san
la liberdade dos homens de bem ; vencida e do-
mada a revolucio que nos devora, llorescei nova-
mente a industria, a agricultura e o commercio,
honrados como nos tempos felicissimos de Fernan-
do V.
A dignidada de homeni c os direitos e deve-
res de cdadio, devidamente garantido*, -coherlo*
cora o veo que a concordata com a Santa S as-
tendeo sobre fados j passados, segundo diz sua
magestade na carta manifest de l de agosto de
IGG9, dar Haspanha a paz, a concordia, j> so-
cego duraestico hoje perdido, e a nossa naco oc-
cupar o alto lugar que Ihe coube entre os pavos
quando fai veidaleiramente christa o sabiamente
livre.
a Nestas horas de infortunio a todos abro hoje
os bra.us. 1
t O infante general em c efe do principado,
Alfomo de Bourbon e Austria. Quartal general,
23 de fevireiro de 1873.
piUTl'OAl..
E.11 18 do correte, as 2 horas da tarde es-
de Lisboa
corren') agora a* localidades onde tao* (irosas sa creve nosso c irrevauiantf
tem reuhsadJH!! ,. 'V-'n;;* Pjr,u'"v-* l,ea! i?P** ie~
> ...... .m.:... 1. ....::. i, .,li;,.>,^.. ,li-\c ram i-Vi
Tvi d.'*eiu4o. varios officiaes do exercit^
te> ltimos dias com severidad.' ji.-iisi;iu &) Ira.
tes aconteciioentos i|uc tiveram lugar 110 Para, ln
reiacio bandeira porlugueza. O acto, parlindn
de uns poucos individuos ebrios, jaoi imnntaeio
e assaz reprovado foi elle pelas pessoas cordatas
daquella cidade ; as excitace* porm da Tribuna
que sao altamente reprebensveis, porque nao s>
pruvocam, mas aggravam aquellas vergonhoau de-
monstra'; oes.
A imprensa de Portugal e o nosso parlamento
confiam (com razio) no bom senso e illuslracaodo
governo ORIStleiro para dar forca as autoridades
daquella cidade. aliiu d all manironla ordem e
a segoranca das vidas e propriedades dos estran-
geiros all residentes.
h E' de esperar que o esclarecido gabinete d
llio de Janeiro leona lomado promptase enrgicas
providencias para garantir a segoronea dos estran-
rns residentes no imperio, e a estas horas devera
ter adoptado as medidas neeessaras para cohibir
os dscul .s que proco rain deshonrar o bom norae
da sua patria.
o proeedimento do governo de Portugal, dove-
regnlar-se pelas uforraavoqs officiaes que recetar,
^i\ perder de vista a seguran/a de vida aos nos-
os compatriotas residentes no Para.
Polo menos assim foi assegurado ha dous dias
peo nosso ministro dos negocios estrangeiros, na
camaia dos deputados, em resposta a urna inter-
pellaco |ue Ihe foi dirigida por varios men.bro-
daquella casa, jii-erca dos deploraveis excesso a
que se refiuem as mais recentes cartas e peridi-
cos do Para.
Tambem o Jornal do Cmmrrto tem susten-
tado as suas eolnmnas urna discnssio com o Sr.
Murray. embaixador ingle nesta corte, a proposi-
to do un acto que 0 mesmo jornal qualilicou de
llentail) contra os direit s e mniunidadesda nos-
sa soberana nacional.
A colisa nao mereca tanto espalbafalo. e se
nio fosse nina certa arrogancia ullrabriannica
de que usou ao principio o Sr. Murray nns_seu>
eommnnieados com o dito jornal, a polmica teria
acabado ha mais lempo. Na folha de boje, d-se
0 dbale por terminado, declarando o ministro h-
ulez que na 1 bouvera nieocao de otl'ensa no fado
alludido. e retirando o jornal algumas librases me-
nos benvolas que empregra.
A qnesiao reduz se p meo : uns ratraei-
ros (barnueirosi dos caes da Lisboa, empalmaran),
ae que pafcee, unas duas 011 tres pecas de gan-
ga a varios .marinlieiios da fragata Hercules per-
lencente esquadra surta as aguas do Tejo. Ora,
assim que o faato. foi sabido bordo, largou um
escaler sobre os rtoneros. prendeii-os e levou-os
para borda, era vez de os conduzir logo em segui-
da para a primeiro eatafJo de polica portuguesa.
Ah eslava a Inconveniencia ; mas bem aparadas
a* colisas, s foram daliiVis a bordo os ratonei-
ros portuguozes, emquanto se ofliciou ao ebefe
da policia, e logo foram o* catraieiros posto* em
ierra, cora a respectiva parte, o que muito re-
gular. ,
a E imporlantissirao u.n despacho teiegraphKo
que boolem veo e diz assim :
A Inglaterra commanicou confidencialmnil-
s potencias a resotanlo de sustentar Portwjal
contra quaesquer ecentu tltdade,
t Acha-se de aecordo este telegramma com as
noticias qne Ihes Iransmitti pela mala do Boyne,
acerca da resolueao enijpie esto as potencias do
norte da Europa, de nao reconbecerem ofllssal-
ni'iile a repblica hespanhola sem ser garantida
de um medo definitivo a independencia c autono-
ma portngueza contra quaesquer eventualidades,
sendo nao menos ceno que nao prestaro" esse. re-
eonhecimento nova lrina de governo de Hespa-
nba, antes de ser declarada unitaria a repblica
pela constituinle.
O governo da Hespanba, apezar d is coiitinua
das escaramuc.is a algumas be.n serias contra o
carlistas, apezar das tentativas demaggicas de li-
quda'.o social, ou divisan violenta e SQJminosa
dos bens e propriedades dos ricos polo* pioieta-
rios mo armada, o que j alii se den nestas ul-
timas semanas em tres mi quatro povoaces diver-
sas,bem se esforca por fazer crer ao mundo qu
estao as cousas restituidas ao seu estado normal.
Baldado esforc.
1 Os fundos bespanhes a 20, l) internos e o*
externos a l,0) nao condtacm com estes reitera-
do* anuuiicios de ordem, pai e Iraaquliuade pu-
blica. Os nossos, ineiv de Deus, estao a i.9>
em Lisboa ; em Londres aflKJi1, em Amsterdam
1 :t,;"|l6; em Anvers a 39 "|u, 0 que asss 1-
songero anda para o nosso crdito.
Ahi vai por exeniplo do quan se esforcam
os novos govemaiitesda Hespanba, para huera-
ereditar na sua paz interna, um telegramma otli-
eial expedido a lli do renle de inanli pan toda*
as praeas da Europa :
O governo recebcu as mais satisfactorias ttO-
t ticias de todas as provincias.
1 A ordem val-se consolidando por toda a
t parte. A disciplina restabelece-se c vigora-so
em todo o exercito. Os generaos e homens po-
lilicos de todas as parcialidades se uera ao uov"
t governo.
0 duque de Osuna aceilou o encargo de pro-
sidenle da commtaso hespanb da na prxima
a exposieio de Vienna. 0 chefe do poder execu-
lva (Fgueras) telegraphou buje de Barcelona,
. dando as memores noticias e dizendo que se.
dispon a regressar a Madrid.
Assim seja !
Na raa portngueza, junto a Valen.-a, entra-
rain carlistas armados I As praeas da nossa lisca-
Ksacio aduaoeira luarcharam logo contra a guer-
rilha, afim de a desarmaren) e internarom.
t llontein as c'irterh.ouve urna interpellar^o d
deputados ao giverno a proposito da falta de se-
guranca publica na capital. Eiicclivamente as
praeas da poiieia civil sao poneos, c o chamamento
da reserva ltimamente decretado, anda mais des-
falcou aquello corpo.
Foi prsenle ao governo por ntervcneio do
visconde de Duprat. cnsul geral de Portugal ero
Londres, urna pr.p sla de Mr. Edwni Archer Woid
para eslabelecer una lnha hdegraphica entre Por-
tugal e o porto de Hossamcdes por va do S. Vi-
cente, (Cabo-Verde) commnnlsando-se cora algu-
mas colonias brlannica*. Estabelecendo-se esj 1
linha telegranhica, como i de presumir, ate as
colonias do Cabo e Natal, e depois at Loaron; 1
Mirques, ficar o governo de Portugal tend), eni
poucas horas, noticias das nossas p issessoej da A-
frca occidental e oriental.
As noticias de aco, ehagadas honleffl (por
alarselha) sao boas.
m Na cainaia Bos deputados entrou bontein em
discosao o or -amento do ministerio da fazenda.
a Com 1 Ibes disse na minia ullinia, o suprema
tribunal de jnstica negou o recurso de revista no
prooBsao do visconde d 1 Ouguella, confirmando 1
pronuncia, conforme fra modificada pela relai.ao.
isto , reeonhecendo que entrara em coiispiracao
contra o governo, mas nao contra a indcpr-ndeii-
cia da patria, nem contra as n-tiluiQoes. 0 de-
legado do ninisterio publico fundainentou a sua
argumeutagio nos depuimentos das testeinuntia-
que deelaravam ter visto o reo entrar frequente.-
vezes para o palacio do inarquez daAngeja. O
accordao foi por uiiaiiimidade.
Um lavrador da provincia do Alemtejo, offe-
receu comnissao ue remontas para o exercito
2JJ cavadlos do paiz, e as muars uecessaria* para
se completar o servico de artilharia.
A familia real porluaueza tomou luto por '*
dias pela mirle da irmado rei da Suecia.
a N5 dstriclo de I.airia (E.-lreuiadura> grasa
urna epidemia de febre a?htqsjp ewbuucu.



Diario
na especie bovina, que t-;rn prdiuido bastantes
'estrago*.
Teve lugar na rolar!> o julffrm mto] 11 pr <
eesso, de libcrdad:! do mproisu, o;i qo d reo (i
delegado di procurador reglo na comarca de Evo-
ra, e parte n Sr. Ramaliio, abastad i p:-oirielaro
d'a-pi da ei lade.
tribunal absorreu o reo. Em tempe le
coala di origen deste extraordinario proco--l
Reunise a aaaembra geral d s accio^rstas
da companhia doa nh i |ues miritim is o lluviaes
portueosc. Pfesitlio o r. lidiarlo Miser. I'o:
aprewitadn p-w urna commhua < o parecer sobre
acornara de um novo barco a vapor, que ful a>-
provida, nncind >s" a eomlhissao para offectuar
a dita compra Fot nomeada outra coinmissao pa-
ra rever a reforma dos ettatnt w u tabella*.
c A cimns-ao de exame d i coalas aprsenlo i
tambe n o parecer de que lo derla dar 55000 p >r
areao a cada accionista, para roiorlisaco do c.i-
ilal, sondo o resto appheado para a acquiieao
. novo barro a vapor proposto.
t Fallecen e:u Lisboa, o Sr. 1. Fernn Jo d Ci-
ver e Tisear, que foi durante nviil o. aunas |insul
4> toWMil om Hivan>. Ilivia - da? que clie-
h'ia a Lisboa, para roquerer a sua aposentara*,
usado accommetlido logo depois do desembarque
de tima febre cerebral a que ueeumo dentro
em pnuc<)s das.
< Foi apresentado cmara el iva um pro-
jecto de le para a continuante de don camino
de ferro da Boira. B' signad i p ir trta e t in
t is espalados das dilTerenles corea |>4it:eas.
Xa ninha (tima Ih's iiianl'i um extracto
detonad-i 1 -( pntje. i.
A cmara municipal do Porto cinprouao
%jverno, por contrato p-ibli-o. o edificio do ex-
melo convento dos Carmelitas na rulado d i Por-
to, p >r 18 conlos do ivis. Envista de lal enm-
ura, tenta a referida cmara do levantar un om-
prestmio, alimde salisfazer o importe dil, attim-
don-lo a que esta s.mi na se destina consl rcelo
d: alguns qnarleis militare;. O producto dos ter-
rn m, que acamara toneima vender do momio
Reavento, s.-r destinado a amoriisa'jl* do referi-
la ew prest ino.
a Elrrei*l). Luir, em visitado o ilustre ministro
le I. Pedro IV, o consellieiro Joa pum Antonio de
Aguar, que contina a pasear milito mal do sa-
de. Sonera < <'- miros
a X) ir, Aguirdave ter j osseaa oiteuta e tan-
tos anuos.
Chogoii e parti o vapor Trujan* que eslava
indinado a 1-var para Vienna d'Austria m restos
dos voliime: do; tinados a exposicao.
> Fo Roearragadq o director d:i_s obras panu-
cas d.i districto do Lisboa, da compra de don-
mh Listes a cauor para o stv.-j das alfaudcgas
ile Lisboa o Pono.
Chegni de Deja (Alemiejo) o batalhin de en-
ea loros numero (i, parando era seguida para Lo-
ria.
-.< No banco ultramarino de Lisboa, foi paga um
!i:.| i) a porta 1 ir no val >r de V::) -OS que se r i-
ii.v.i ser de ialiridu) que nio. tinlia j aquello
t ni le ni ti' i bjtnco, oas quantia milito menor, o
b.ii'M u"i i pigm
< o -oii lo de Arnand ministro de l'ran.a em
l.:.-!i (i. di tu dia 17 un gr.ude jaatar ao oorpo
diu!inatco.
< E' transferido p .i"i Londres o ministro de
ir -.iiulia cu Lisbh, Fornaud de los Rios.
l*e.!:n ebegadj ullimamente a Elw c a Lis-
boa mulos proprie!.irio- bospaulii>, que vown
ros: I r a |u: leiiporaiian.-uie recoiandi quo as
li'i'j'i.li.i.fo' drain) le Hapanna |ui!ian cm
pji'ijli os s'.i- tieus e |i(;s-is.
E pera- e u i Tejo trn cs|:iadra frinci'za
J- c'i sg o u ni fragan do guerra que tronxe a-
l'i'lla 'dica ;"io.
trari-io'primaria Joaquim G.tnoalves Avre> us
q'H-s sbmttlilx adi-';is:n. foi i*Me,.rpVovS-
d o a |u 'ifo adiad i m.; - bnras, a re.|ueriin.'.:it
do Sr. 'ernamlrici. Filb^
Em seguida ii rejeitarh em prim ira disenssie
o projecto n. 63 do 1872, -nao transfera para a
i groja de Nosa Seiibora da LonceicAo da ilba 4e
ltanarac a s le da matriz do inesrao nmne, de-
pois de sobre a sua conveniencia orar o Sr. Ralis
o Silva ; approvadn em t. discussao o de n. 18
deste anuo, que marca limites nova fregueziade
S. Jos de lgazeira con um req-ieniuento do Sr.
Oliveira Fonceca, solicitando a audiencia do Ktm.
Sr. hispo diocesano.
" Entrando en i.' discussao o de n. 19, que al-
tera a lei n. 1033 de i.J do abrirde l adiada para st nuvida a di roe, loria da instraoau
publica, isso a requcrinia'o do Sr. GomosJ'arn-
le, ocMiido sobre a materia do projeoto o do-e-
querm;:ilo os 9r*Htoitt* c Wva, Oltwira FntWw-
ca, Prenle c A. de Arujo.
Foram approvado sera deleite, em l.'ditussao
rim, publica um breve indico iU> farfi- d i rei-
na lo do I). Am ido i. rematan I i-o oow e-te resu-
mo :
Corles dissiMla-,' qaatro. (!.i'-iuo!is Onnsn-
m !s. >ete. Cris'-, iniiisieriai-s,daas por mok
Mmisiros substituidos, nina eoute.iit. A-sassioa-
t-)s polilicos cousuminados, um. Assasinatus in-
tentados, um contra ZorriN e nutro contra o re.
Victorias sobro os carlistas, segundo o (ekgr.ipho,
umaflji- dia. Jl''n(iias de Agencia Steftni, tem
conta, s ctnnUil alaria mui. Isto pensam os
papas n i principio do sen pontificado e o reis no
dia da suaafcdk-a.'o.
Xavgaeiid transitftlfcntica.- Nos-o
teorrespn^pt de Lisboa diz-nw o -oguin'e :
<( Helo nannr I.aplace, sabido hunteni, nao mere-
vi-pirque al*i pedo linjm brgainonto o linlia
filo, >!venlo boje tocar aqui o LnzUaiia,
da coatflff ib a do Pacitleo. que de, grande mftr-
e*, |B*ir certanientc ailtnirtdaq'neHo peioe-
00 vau ir de Liverpool.
(/trk. i! abril, no 1" o Um mi, da companhia do Pa-
4
iENAIBOft
REVISTA DIARIA.
\s*t:i'il; i>riv^ttt'i.'. A asaembla
h vii i-ira fnuccioniacom i Srs. deput:i .'.:>;i:Mval.is as actas da sossfn do e di rea-
"i de d correte, o Sr. l aoeretario leu o sj-
gui-i'o expediouie :
i' H odelo il i secretario do govenio di piovin-
:. i, remetiendo por copia u oHkio Ji cmara inu-
i'cpil d"sta cidade, e:n q.ie solicita a concessa)
de urna quantia aiuual para pagamento dos scr
>i -o< que prestar llie o advogado, bacliaicl Luiz
E i;;: li i liod nuca Viauna. A' cjmmisso de or-
-i ;i -r i iu;iiii"ipal. v
Oi'ri do inosino, remetlondi 40 exemplares do
inlitri e oal-os tantos do balan;o da roceita e
d ,i va provincial, ooaeernente ao excrcicio cor-
.i: -A' distribuir.
Um peticao do l)r llufini Augusta de Almei-
I i, pe din 11 licenea con vencimeatos durante o
i-:.';i i pie cstiver ooenpado na c i;n nis-a > qao
lem ile r.'nresoawr ,, Brasil na ospusi.-do em Viea-
ua d'Austria A commissju do pelajes.
Outrade Vieejite Xans d> Magalbos. pedindi
una subven;i'i par p nlor coniimiar sous esta-
do? ni seminario do Lnar -A' coinmissao de po-
li noes.
Oatra de loaoj Cavalean' do AJbuqueriue, ar-
remataate 11 e-jrada d n irte, pediud > um praao
le 9 meses para eorybi r a reforida obra. A"
eominisso de obras publicas.
ulra da mesa wgod ira da innandade e s. lo-
- d Aglaia. :amandi contra o aol) pratioalo
ioi#xm. Sr hispo diocesano para con a mesma
mandado. -A' coinmissi d conitituijao e po-
I 'IV-.
Outra de divolsos negociantes de carnes verdes,
reclamando contra o projeoto que limita o preco
da, cune e crea um privilegio para o abastec-
mnto daijuelle geneco. A ooauni|sao de poii-
Sii liJos, julgados objocti de deliberaeAp c
mandados iiuprinnr dous pmjectos: um assignadp
(icios Srs. Vicira de Araujo, IVrnanibuco Fillio e
orreia do Araujo. extinguindo os lugares de me-
dios de pilicia, e nutro a*3Jgnado pidos Srs. Gon-
alves Perreira, Pernambuco Filbo e Vieira d
\raujo. mollinos da coinmissao de for-;a policial,
lixandoo*nuinorodas pra.as e modo de sua or
jranisacao.
0 Sr. Alvaro l'choa depois de jastiticar, manda
a mesa um rejoierimento, assignado por elle eou-
fros Srs., pedido a nomeacao Je una commiseao
pecial para examinar e dar parecer sobre a
ooeetao poudenle entre a adminisira-.ao da proviu-
! i ii a ooipanhia Recife Orainage, () qual foi ap-
|irovado.
Passaii'lo ordeni do dia, foi approvad" em uni
ou dis.-iis-.i i com urna emenda do Sr. Olympir
Marones, uppriniindo as palavras finaos da <'-'
gema parte do art. nico, o projecto u. IOS de,
W72. qn approva posturas da cunara municipal
la villa do Floresta.
Entrando em 2* discussao o projecto n. 3. destfl
anuo, sobre carnes verdes, tioou aliada por i'i
turas, reqierimeuto do Sr. Oiympi Marae*.
Sao approvados : em t* dissussio o projecto n.
?J'deste anuo, (|uc approva a wocogaeo do eou-
irato celebrado com o bario do Livramento, em 11
de fetereiro de 872 ; umLem em I" o de n..,,
que manda pertencer fftgnezia doltouito oengt-
nho C-me-voiiziiiho, com um reouerimeuto do Sr.
Mello Reg, para ser ouvido o Kxm. Sr diocesa-
no ; em .1' disenssao com a emenda do Sr. Pinto
iunior, o de.n. 87, do anuo passado, e linalm inte
o 1 . atorisando o presidente d provincia a
contratar com Andr de Abreu Porto o estabele-
eroenti>de trullos de madeira e ferro as mas des-
la ciifhde. onde nao passarcen os da companhia
Street Hailway ; o 2." autorisamio o -mesm
presidente a contratar linhas ou ranues de trilho*
M madeira e ferro que liguem esta cidade com os
araffaldes : en'S* aatorwando o meneinnadopre-
sidente a eunceder um auno de Keenra ao Dt.
Joao da Silva Ramos.
Vio have.ido mais nnmero para votar, foi levun-
iH sesse.
-A ordem do dia para hoje : ieitura de pare-
jieeres, indicacoes, projeclos c requernentos, ds-
cuvoes d pireceres adiados, j" d-w projectos ?
os. i i do presente armo ; : dos de ns. 9 deste
a*iff e m, sri e fi? de 87 ; I* dos <* ns. 17 22
feste anne e til do anuo passado.
No aliado a asseioblca funeeionou eom 27
i^s- depulados
Approwida a acta da sesso anlocedente, (i Sr.
4.*-awretano leu o sepuinte expedieme :
Vma peticao de rsula Senlwrinha Pessoa-Mw-
teiro, pedindo que seja admittid'. eepio pensionis-
ta da provincin. o scu IHbo de nomo AiTou-o>.jC
comrmssao de ,peti';f>s.
Oatra do padre Florencio Xavier Das-de Alba-
querque, capelln do recolhimento de Iguarasfi.
pedrado preferencia para aexlracfo de Menas.
A* eommis*'.o de orcamitti provincial.
Passando- (vcilem d->dia, fofam lidos do'.is pa.
receres : uin da'commissio de negocios ecclesias-
iieoe.^deferindo a -peti^&o- da irmindade do Santb -
iroo Sacramento da freguezia di S. Jos derta ef-
bvle. e ou ro da commissao de rostrue-o paidiea,
jndei'rindo-a peticiedo profeorpablie?-4eln?--
os de ns. tO e 21. lambeta deste mirlj, esjQau! i<3
ris.indo a presidente da provincia a mandar ad-
mitlir a exame do ten-eiro armo do corso normal |eiHco ; 3 o Une Qtum, de Liverpool; a 4 ?
'h Man tel Mara Cesar le Mello, e aquello supprl-
niindo o 2." districto do paz da froguezia do Poco
da Panella.
Finalmente foi ainda approvado c.n i." disco*
sao o den. 22do.st; auno, pie autorisa o presi-
dente da provincia a transfcrir'pari as povoic'i'-
dos Remcdi is e mitro; lugares as cadeiras j crea-
da; e que freqtientarcm monos de 12 alumno;,
orando sobre a miteria, a favor 0 Sr. Oliveira
Foneeea, e contra os Srs. A. d; Araujo e Toloo-
tin i ; c suban tilo disc ssao o de n. t7, roc.i
nhecendo-se nao b&rer nnuiero para votar, levau-
tou so a sesso.
A ordem do dia pira ho'e : cmtinnacto da
antecedente, L* discussii do projecto n: Hl de
1872 ; 1 dos do ns. 10 ste a:mo c 54 do anno
passado, e 3.a dos de ns. 1, 2, 1, 'J e 11 d> "pre-
sente auno.
Asylo de a!icu(ls. Damos em segufdi
ni lis olTereoimaitos (ft materiaes para as obras do
novo hospicio de alienatios :
Illm. e Exm. Sr. Participo . V. Exc. qne os
Srs. propriolarios de diarias do districto de Afo-
gados eomprometterain-se a concorrer com alguns
inilheiro de ljalos para a consiruoco do asvlo de
alionados, coulorme V. Exc. ver da' relacAo junta.
faltando smenle fallar ao Se. Jos Antonia da Cos-
ta .Medeiros, qnein nao encontr1,; mas que es
pero nao recusar a praear um i aeco de amor
ao prximo.
Deas guarde a V. Exc. Illm. c Exm. Sr.
eommendador Dr. Henrique Pereira de i/icena,
dignissiino presidente Ijsla provincia. -Dr. Pedro
de Mliatj'le hibo Mmeov).
Tenome-coronel Francisco Carndro Machado por lim, depois de um tratammto de li hora,
llr:i;i (altos. K) van ton-se ria meia, t oniou una eha-
vena de cha e alguna gotea dr agurdente, qucl-
xando se cm voz alta de llie 4)erem as p res do
corp i que tiiibaiu estado em omtaclo com a mesa.
Agora pardee que est sao e alvo na Suissa, onde
viv com o nome de Fura be. n
> O peno lico conclue a narrativa com urna in-
terrogijeo. porm nos eonclui-la-iamos com tres
duzias de admira^oes e alrid nao feriamos expri-
mid i o que sentimos de toexlupendo caso.
Jl-orta bnrlo.Dorante a viagem do va-
I mi

Rio?, "i inillieiros.
Canito Jos Buarqne Lisboa, 1 milhciro.
Joaquini DomiRgnes Po.-is, i mimefro.
llenjaniin da Cunda Torroo. 2 miliieiros.
Candido llago Villaoa. 2 milheiros.
t Joo Polyearpo de Mello, 1 millieiro.
Fr.ui'-isco Ignacio 'da Cunara Mello,
Iheiro.
Jos Joa |uim da Silva. 2 miliieiros. .
M.inoid (! imeJ Guerra, 2 miliie.iMS.
< Dr. (Ililon, 2 milboiro-.
ir Tcnenti-coronel Manoel Joaquim Reg Atbu
qnennie, I milheiro.
Somin.i 2;l milhoirvs.
Reclfo, 2.1 de marco de 137). Dr. Pfi Hf
Alhaijile l.ib.i MoiCQso.
n Palacio da preideneia d; Pernambuco,- em 29
de marco de i873.'-Em rosposla ao olcio'de V.
S. dosta data, teob) a dizer llie que agradco e
louvo aos cididms cou-tautes (la relac.lo' que
aeompanhou, o ditoofflcio, peloorTereelrenio lie
2 i mil tijollos para a cons'ucca i do asvlo de alie-
na .los, dem ms raodo assim os sejjtlmeiilos carita*
tivos o pa'rioticos que os animaui ,
Doas guarde a V. S. ftiriqe Prnin d*
-r.nr.'na. Sr. Dr. Pe Iro deAthayde Lobo bos-
coso.
Illm. e Exm. Sr.Desojando c nicovrer, am
de levar-se a effeitoo mportant'el:ticio,-|!ie deve
servir para o hospicio do alienad s, nfatMKutil fi-
zer por V Bxc : o!fere?o a ipiantia" de \ 040*11
em materiaes da mtflfia nlaria, sita ra d> Coro-
nel Lamnlia ni "), c peco a V. Esc. dgnese
acetar Lio mesqiiinlio donativo. Aprov oto o'\i-
sio para assegurar a V. Exc. os protestos de raj-
aba mais alta estima o consideraco: p'rintiu-
do-me assegurar c an > ipiem de V'. *e. nmito
re-pi'itador e liel criado. Joi Crrnr/i'o dt Cu
h/ i. i)
Gabinete da presidencia de Pernn nbuco, em
2!) de marco de 1873. Illm. Sr. Jns# Carneiro da
Cuiba. Ein resposti a carta d? V. S. dRla data,
I: 11 a di'.er-lho que aceito e agradece o olToreci-
meiito, que 11WI.1 faz, da qaanl d MWl< OH, em
uiateraei da olara de sua propriedadei para a
cin-'rue ao Jo asylo dos alieaados, o que des
iii'.nstra os sontimontOS carita':vos o patriticos
qne o distinguen).
Do V. S. mui!o atl meloso venerador e criado.
fonrique Pereira it Lucelia.
?lary do Refife.S.dibado onccionou c tribunal, sob a presidencia do Sr. desembargador
Santiago, leudo comparecido Vi Srs. juizes de
fado.
Foi sobmettido a Jaleamento o reo Jos Gue les
da Silva, pronunciado no art. 2i do cdigo eri-
rainal, e fui absolvido, send i sen a hrugado o Dr.
Joan Francisco Teixcira.
Restos mort;ifs. O vapor l.az-tunia,
cbogado no alibado til luto dos porto.1 da Europa,
foi portador dos restos morlwu d> nosso presti-
inoso amigo, o finado bario de Amaragy. A fa-
milia daquclle Ilustre finado faz publicar, na soc-
cao competente do nosso ornal, um auuuncin
convidando aos seus parales e amigos, afun de
assisiii-ein ao deseinhar.pie ( acompanhareni
aquel les restes morlaes igreja do convento do S
Francis'o. onde serio rosadas nlgumasmissaspeio
sen eterno descanso.
Desastre.Em 2S do raez que boje linda,
desabon a coberta Jo quarto do brindo da casa n.
120 sda ra de S. Jorge, em que reside o Sr. An-
tonio lonealves Beltnio, oflenden lo urna senhora
c duas enancas quo all estavam na oecasiSo
lloiiiieiilio ferimentos. iJm indivi-
duo de nome Luiz Jos, no lugar Gabuatan, as-
sasoiuou Joao Baptita do Rosario eom um tiro o
duas Itaidas, ferindo na mesma ora e.l do exercito Bellarmino liezerra de Brttto, m
dia 28 do mez (jun h je lermin.i.
Isto feHo, evadio-se.
s litio tosf(ii-(ido -Joo Pereira Barteza,
ex-prac.l do exercito, pela* 8 horas da manhl de
27 do me/, expirante, procurara subtmhir de um
hahd em casa de Anua Alves'Foihisa. moradora no
porto do Jacubina, districto da Capun-ja. uns i'A),
que l haviam, quando foi abordado," e preso em
fiagranlo ; pois havia sido aquella avisada de que,
dias antes fujtara Barboza dessa mesma casa, usan
do dos meamos nu-ios, a quantia de Xiy
Arrangem-no bom, que ser am de monos.
; I.itter.itora -ti Sr. Antonio Ignacio Tor-
res Uandeira d;u principio publica;ao de diver-
sas cotiiposiees Irilcrarias, a elle legadas par sen
pai lia ponteo fallecido, o poeta de saudosisslma
memoria, Dr. Antonia Range! de Torres Bandeira ;
para que tem elle aberto urna asignatura
Resolvendo effecluar essa publicacao por meib
do eadernetas ni msaes, das qnans j foi dlstnba-
da a primeira, sub o tltolo1 de MisnHania Lutera-
na, de snppor que sejs bem suceedida, atienta,
sobre tndt? a applie ic.ao que lera o respectivo pro-
ducto liquido, o qual destinado a auxiliar as-ne-
essidades de lima viuva evilguns orphaos itesla-
v irecidos da fortuna.
Fallreiment -Sabbado deu a alma ao
Creador o religioso franciscano Frei Jos de Nos-a
Senhora d Satide,. que oceupon dorante mniios
annos o cargo de guardio do convento de S.
Francisco cm Ipojnca.
Vapores do PaelBro. Com a viagem do
10 dias e horas ehegou atibado de Lisb inglez Liiitunii, de 2,120 toneladas, pertencente
companhia de navrgacao do Pacifico.
Arto de eonfissao O jornal madrileo
lA PMtJiti publica o segninte engracado acto de
eonfissao, do Martos :
x Eu, Marios, me conlcsoso ante o paii, todo po-
deroso ; a braaveiturada Repblica; ao U aventurado Hivero ; ad bcmaventura.lo -Serrano!;
aobemaventnrado Cattel'ar; aos santos apost-
los Becerra e Zorrilla ; a todos os santos radicaos
e a tvs /). Amadeu, quepequei gravemente com
o pensament, de palavra e de obra ; por mlnka
culpa se rompe'! a conciliario o% tres partido- i -
voliicionarios ; \wr minhn colpa se foi o m ; por
minia grandissima culpa esteve para merrer fra
eofiro.men.te a Repblica ; por tanto rogo bem-
aventurada Repblica, ao hsmavonturado partido
constitucional, ao desventarade c desditos. partido
radkal, aos santos apostlos Ectleg.aray e Cordot
i va, a todos os santos da minhc Tertulia e a vs
D. Autadeufiae me perdoeis e rogueis a Deus me
deine tranquillo em Medoc, para onde me retiro a
cultivar a minka vinna Amen.
5 o ViUe ile Rio de Janeiro, ipie o priuieiro da n>i
va companhia franceza Fies Girgews rius,
com escalas por Pernambuco, Babia, Rio e San-
ios ; a LI o H)ro do Sauthampton (Roijal ilaili;
a lo o Galicia, da Ijnha o Pacifico ;-a 2'J o Joia
Rlder da mesma companhia.
Reurreleuj !..O Glolie de Londres c ta nina historia incrivel, que transcripta ihIos
jomaos de Pars. Eia o caso:
CinU-sj que um professor allem.io pedio ao
Sr. Tbiers dous commnnistas destinadas a. marte,
chamados Dodu e Brun, afim do mata-Ios e les-
tui-los vida tres mezos depois. A experieicia
consi para impedir a deeomposicao. Segundo a sua
theoria, o paciente pode ser devolvido vida, lio
si passados tros mez*s, mas at* eem amjos depois,
se isso se desojar. Tendo o profesar nunistiado
o cbloroformio a cada nm dos eondemmdos em
presenca de varios mdicos c de alguns fmiccion.t-
rios puBiicos, injevtou a-siducao deca esan-
grou-os at que inorrerain. Os sena coripo? foram
deseccados ao calor de uns fornos at qn se en-
j'ugaram i a pello se tornou ama relia como perga-
minb '. Em lal estado licai'am ex|iotos* durante
os tres mates proscriptos, sob urna temperatura
media depois do que se veric.iu x tentativa de
rosurreico, injectan I -lhes ras veiis o sangue de
dous vigorosos operar! is e applicanjo-lhes a pilla
de' v'olui. A exp riencia nao deu o menor resul-
tado cm Dodu, porm com Brun f*i surprehenden-
te, para nao dizt nutra cousa. Ao principio os
tubos morerain-se dealru das orlitas; os msculo*
principiaram a distender-so, eAirfio pulsou, e
porjiyzjcz l.nzUania. na lal 42.' 3' o na long. 0.
wich i.j 17 i'a'oon a passageira Ca-
ntarna--Cisterna, que' se d'stuiat'a a valparaizo,
\octima-de ediisunip.-ao' uinonar.
Protesto de lettras. O eserivo Jos
Mariano'est*de semana. *Mrtorio na ra do Im-
perador jiritneiio andar, onde foi a secretaria
de polica,%alato Indi di nar.
Ili henelicio da groja de Sopa Senhora do Monte de
Olinda: qir?l corre'no'diaS.
I.eilao. -Amanb, tcfea-feira, elTeclua o agen-
te Pinto o lei'o' de fazchias ingh'Ms avaradas i
Dwdo do vapor ingb-z Slident conforme est an-
hun-iado para o son esci'iitorio, roa do Bom Psus,
n. i3.
flawai de- detenciin.- Movimwa do dia
2S de maivode 187H :
Exi^tiam presos) 311,- entraram 7, sabio 1,
existen! Ti7. *
A saber :
N'aoioimes MI, mnlberes lo. ejrrangeiros U,
scravos '53. escravas 7.Total 317.
Alliilfatados aeusta dm cofres nnhlioos 2< Jiovini -uto da ou'.'rinri'ia do lia 2S de nnr'O
ie vm>
Te ve bai.M :
Joai|ui:n de tal.
Tivoram alta :
Jeronj ni > Machad o C-ird'ir o.
Felippo .Vi y da Silva.
PA-SAiL''l OS.Sabidos p,ua os parios do-sul,
DO vapor Para :
I). Doratbea d b Praeres, n.ijor Manoel S. Mu-
es de ObVeir.i e I cria I, 1'. P. SampoioOf. M.
de Oliveira Fraga e 1 oscravo, frei A. Tlrwraga.
l)r. Aaioaio J. B. Nazaretb. sua senhora e itiibo,
l). itiiin'i.i e :i enlados, A. Rapozei, Manoel J. Main,
I. F Maia. A. F. Maia, J. II. Barbosa, Antonio F.
Po-ti. Antonio E. C. All.aquerque, A. J. Diniz,
M. T. Machado Jnior, J' M. Garca. Josd de Mello,
D. B. de i'arvalho Jiinior, francisco L. Nogucira.
Antonio J. de Figaeiredo, Antonio M. de Cu-Talho,
A. II. W'ilnier, Francisco F. 11. Vieira, engenheiio
Julio A. T. de Macedo, Vicente F. S. Alvos, Am-
brosio Luiz A.. Dr. D. Lnizde S. Silveira, Joo Ae-
edy Antonio do Rogo. Ch. Bauc.urt, Octavio Ni-
bro, L. Aguiar, Gregorio Villarooco. Jos Vidal,
Joaquim Rosa, M. Pereira, Jacintho M. O. Sfn0es.
2 recentas. 1 cafio e 2 pracas.
Viudos no vapor Lucitamia, procedeniu
de Liverpool, Bordeaux, Vigo, Ijsba e S. Vi-
cente :
John Rowland Clihu Elluon, Bobert Leyhtbowi.
Antonio Ahtemarc, Nicolo (alio, Luigi d'Alto,
Miclieli Grammaraiii, Pantaleo Liurvo, Cono d'AI-
U), uiseppe Penella. Custodio Alves Pedroza, Ma-
thias Fernandos de Sonsa, Joao Pedro de Azcve-
do, Jos Bachees Pereir.i, baroneza de Amaragy, *i
lilhos menores, 1 criado e I criada, Tito de Barros
Corroa, Joo Manoel, Jos .Vives da Costa.
Seguem para o ral :
Antonio Gomes Heno, Dr. Alberto de Aq,ii.-.j
Fonceca.
Viudos de Li Fmtrimut:
Manoel da Cruz e Ant mo da Crol Maia.
Ceiattcria publico.Obituario do dia 28
do crreme .
Manoel Jos da Silva, brauco, Pirtugal, 2-'. an-
uos, solteiio, Recite : febre adynamica. -
Colina, parda, Pernambuco, 8 mezes, Santo Au-
Umio : bexigas.
Manoel fjreeem-naseido), brauco, Pernambuco,
Recife : aspMxia
Damio. branco, Periiambuc i, I mez,"RfCfe ;
COIlVulsoes.
Izhlra1 Perpelu, preta, Maranho," 20 annos,
Carlos Vctor, branco, Russia, 23 annos, ioltei-
ro. Ro-Vista, hospital -Pedro U ? fe*-e anrareth.
Antonio, pariVo, Pernambuco, 2 nflnos, Grar;a ;
anemia.
Jo'1, branco. Peniambueo,' 14 meze*,' Rocffe:;
dentioao.
Do Nazaretb.Recorrente o juiai, recorrido Ro
zou lo .lo-, le Almsida. Juizes os Srs ilosembar-
g.olnes |i iria, Ite^ocra Cata, .N'eiva e A. Albu-
quorque. hnproeedente.
lio j:iiz i esoecial do com ncreio. -Rccorrente o
nto, recorridos Fencira \ (}onealves. Juizes os
^rs. desembargadores Almeida Afhuquerquc, Do-
iningucs Silva, Neiva e Souza Leo.Nao toma-
rain conhecimento por e.-tar o reo ausente.
HABAS CORPUS
Negaran ordem ao paciente Manoel Pinto de
Araujo.
Coiicederain soltura ao pacicute Manoel Pillar
da Vera Cruz.
Cjoedepem ordem n Joao Vasco Cabral para o
dia 8 de abril futuro, ou vid i o Dr. juiz municipal
de Maeei.
Ficou adiada a ordem pedida pelo paciente Ma-
noel Alves doa Santos.
I'ASSACENS
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Molla :
Dojuizo rmmicipal de Palmares. Appcllante
I&Si Caetano de Oliveira, ajipellado Sebaslio Al-
vos da Silva.
Da Arela. -Appellante Antonio-Jos de Olivei-
ra, apuelhdos Braga Uome \ C.
Do Labe.Appellante Francisco Beringuur Ce-
sar d Andrade, appellado Candido Jos Barbosa
Romagueira.
Ao Sr. dse nhargador Doria :
Do jury da Imperatriz. Appellante Joaquim
Concia de Arauj). appollada a justica.
D Sr. (li.'scinbargadoi' Molla ao-Sr. desembar-
gador Doria :
Appellaoes civeis.
Do Limoeiro.Appellante o juizo, appellado
Policiano, pqr seu curador.
Da Parahyba. Appellante o juizo, appollada
Mara, esclava.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingucs Silva :
Appell.v.-fios civeis.
Da Imperatriz. Appellante Clemente Rodrigues
do Sobral, appellado Cassinuro Medeiros Caval-
canti.
Da Victoria. -Appellante Joo de Meara Flo-
rencio, appellado Amonio Fernandos Peixoto Ro-
sal.
Do jury de Lavras.Appellante o juizo, appel-
lado o menor Joo Baptisia.
Ao Sr. desembargador Begneira Costa :
De Mamanauape. Appellante o promotor, ap-
pellado Jos Vicento Perreira.
Do Sr. desembargador Domingucs Silva ao Sr.
desembargador Regueira Costa :
Do jury de Caiiind.-Appillante Antonio Fran-
eisoe Hodrigues, appollada a justica.
De S Bernardo. -Appellante o juizo, appellado
.loso Joaquim de llollan-la.
Da Ipd.Appellante Cosario de Mello e Silva,
appella :a a Justina.
Da Independencia.Appellante o juizo, appel-
lado Pedro Xavier de Oliveira.
Appellaco civel.
Do Recife.-Appellante a innandade de Nossa
tanhofada Gnacncao da Congregaco, appellado
Bernardino Lopes1 de Oliveira.
Do Sr. desembargador Begueira Costa ao Sr.
desembargador Santa Leo:
Appella.oes rrimes.
Appellante Manoel Martins de Aievedo, appel-
lado Antonio Piolo Moreira : appellante Joo Mau-
riciii da Nova, appellado Hermenegildo Martins
Baiao.
Appellaoes civeis.
Appellante Dr. Sebastin Antonio Accioli, ap-
pe'lado Jos Norberto Caslcllo Branco ; appellau-
tes Fiancisco Antonio Soares c outros, ajipellado
Vieeate Ferroira Padilha Calunibi; appellanle
(-Francisco (Imioalves Netto tutor do orpho Af-
inar; appellado Manoel Joaquim Baptista.
li Sr. dosemear#ador Souza Leo ao it. des-
embargad or Neiva:
Appella;oes criuies.
App 'Ilauto.Francisco Doniingiies. appellado Ma-
noel FraneBco Oatalha ; apfieflante Joaquioi Jos
de Sant'Anna, appollada a justica; appellan'.e Vi-
cente \^ctoriiio' da Silva; appellante Lourenco
Jos de Oliveira, apsallada a justija.
I o Sr. deaeinbargador Neiva ao Sr. desenibar-
g.-i'lor Araujo'Jorge :
Do jury do Recito. Appcllante o juizo, appel-
lad-> Luiz, escravo.
Di jai'a) mum.'ipal de Canind. Appellante
Manoel Joaquim Sampaio, appellado Jo npiim Fi-,ui-
etseo Soares.
Diligencia crime.
.\ > te desembargador promotor da justica :
Do Quixerainobim. Appollanto o juizo, appel-
lado Jos Je Oueiroz Lima.
Do Sibral. -Appellante o promotor, appellado
Vicente Rnndeira de Moura.
Uo Bique. -Appellante o juizo, appellado Sim-
pHciO Ivs de Souza.
De Nazpivth. Appellante Man-el Paulo da Sil-
va, apnpllado o juizo.
De Baiurtte.Appellant- Antonio Alves de Car-
'. i! o. ;.apolla lo Manoel Lopes da Silva.
Iba Bom i'on-. Appellanto Luiz Elias da
9Yt Alluquei(|ue.-.appellaila a justicia.
Diligencia civel.
Ao Dr. eotador Mr*l:
Do Natal. Appellante o curador geral pela par-
da Ignez, appellado Manoel de Mello.
Do Recife,Appellante Domingos Jos Marques,
appellada Cecilia, eaerara.
Do Acari.- Appellante O juizo, appollada Joan
na, esorava.
Ao Sr. dcso.nbargador prooncador da cora :
Aiipellante a fazen la nacional, appellado- ller
uuncgildo Accioli de Barros Pinentel.
' Assjgnou-so dia para julgamcnto dos seguintes
Utos:
Appellaces crimes.
DaTelha.-Appellante Benedicto Tiieopliilo de
Mcnezes, appellada a justica.
Do Saboiro Apiiellante Vicente Adrio do
Nascimento, ippellada a justica.
Do Limoeiro. Appcllante Joo Francisco Bar
bosa, appellada I jusiiea.
Appellaces civei^.
D Agua Preta.Appellante Pedro Goncalvcs da
Ro:ha, appelladas D. Francisca Feliciana Lopes
Bastos e suas (Ibas.
-Da Parahyba.-Appellanle Joo Coellio Bastos,
appeHada a fazenda ; apwUantea herdeiros deaia-
noel Gomes da Cimba Lima, appellado Bento Cor-
r-ia Lima.
De Alagoas. Appellante Joo Francisco Alves
Silva, appellado padra Antonio Jos Pinto ; ap-
pellante a preta Silveria, appellado Manoel Felip-
pe-Wanderley Lins.
Bovisla civel.
Recorrente a fazenda -nacional, recorrido An
bttJHM Pereira de Abreu.
DISTIIIIUig.l".
Aggravos de/petizo.
Ao Sr. 'desembargador Motta :
Aggravante Silv.-ria, p>r seu curador.
Ao Sr. desembargador Doria :
Aggravante Symphronio Olympio dos Santos.
AoSr. desembargador Dommgues Silva :
Aggravante Manoe! dos Santos Nunos de Oli-
veira.
Eucenou-se sessao a 1 hora e 1/4.
i-HiTUMI A JLIiM lABJt
tit>Hi\ti ii.i it i , t < ; o.
SESSO IHi 'DE-MARCO UB>-|&73.
P..-i'JB.NCIA DO KXM. SR. '0.1rumiilO CABTANU
SANTIAGO.
Fecreturi Dr. Virgiti* Cnlhn.
As 10 horas da aianlia, presentes os Srs-. des-
embargadores Almeida Albuquor*tte. Motta,-pro^
curador da eora, Doria, Domingues Silva, Rd-i
gueir Costa, Souza Leo, Neiva e Araujo' Jorge,
faltando o Sr. desembargador Lourenco-' Santiago,
por estar presidiado o tribuna) do jury, abran
a sesso.
JULflAMe.NTOS.
Recursos'crimes.
Da Fortaleza.-Recorrente- o juizo, ttiwstfo
Joo Moreira da Rocha. Juizes -os '^rs.v-desemi-
bargadores A. Albuquerque, Domiugues ffirwl,
Araojo Jorge e teiva. -Improcedente.
Recrreme o juizo, veeorrdo Mthias- Peretri
do Valle. Jaftes o* Srs. -desembargadeivs A.-nfc
buqnerque, Regueira Costa, Dona e Soaza eiM.
- Improcedente.
De llaranmins-R^orente-e jnrzo, recorridh
Mari Franersco Calado. ''Jfnrres- -s Srs. -desen>
bailadores Derla, Sarta Leo; A: Albuqnerqn^ e
Araiijo Jorge.-Improcedente. i*'
Brcorrcille o-juizo, reeCftido1 Manoel' Martun
dos Santos. Jnlzes os Srs. "deset)iba.rgadoros Smr-
z Leao, A. Alboquerqne, Aranjo Jorgo'Dfmiirf'
gurs SilvaImprocedente, v
CMARA MUNICIPAL.
De Mamangnape.- Recorfente o jnizo, roeocri-
do Msnoc! Antonio da Silva. Juizes" os Srs des.:
embargadores Dbmmgues Silva, Regueira Costa.
Doria e Souza Lcao. -Improcedente.
Do Sobral.Recrreme o juizo, weorrdos os"
readores da cmara municipal. J?* os" rs.'
HjMMrirao rlironolofrico do WetinadttNosembarradorcs loria, Araujo 'Jirge
D. Imadcu. A VnMCaMiea, dcT;v'Leao/A. AHniqnrquc1-lmp;roWdm>;
-sowra
SES^AO EXTRAORDINARIA AOS 7 DE MARCO
DE 1873.
PRES'PENCIA DO SR. DH. BE.NTO COSTA.
Presentes os Sis. Pego c Albuquerque, Angelo
* Heariques, Costa Moreira, Dr. Villas-Boas, Salva-
dos Henriques e Dr. Lobo Moscoso, ahrio-S(0 a
sesso, e foi lida c approvada a acta da antece-
f-dente.
Leo-se o seguate
' expediente :
"Um ofticio-do Exm, presidente da proviucia,
' | 'corntiranicando cmara mnniaipal que, por aviso
i do ministerio do Imperio de 22 de fevero'ro ultimq,
foram annulladas as eleicoes para venadores 5
jnizes'de paz, procedida-S 7 de setemhro do anno
prximo lindo as narochias do Santissimo ."-a-
cramen'.o da Boa-Vista, e de Jftw* Senhora da
Pa>. drw Afogad s, pertencentes a este rmnilcipi,
e ordenando que se reunamos veriadores em sessio
especial, para proceder a nova apur.acao, cujo of-
ficio fo>a abertoj lido pelo presideTne da cmara,
Se eonvocou presente sessio para esse nm. -
. ..mprio-se.
' Poifio oatro'(firio do mesmo. chamando a
attenco da cmara municipal para o artigo pu-
MleAdo .na Rsdtt-Dluria de 6 do (frrenle, obre
a\epigraptte --yrgeme'necessidfide.- Ao enge-
nb*iro para com njrgencia dar sen parecer.
Otro do/mesmo; hrtolrahdo a ranura munict-
pal'-de 'ter* daflo-ordens para ser satisf^ita a me-
dida solicitada por ella, da presenca de duas pra-
cas no corpo de polica no matadouro da fregu-
la do Poco da Panella.Inteirarla. -
Outro do nweroo, notando os motivos porque
nao foram incoiados- os trabalhos da innta de
flealificacao do vptantes d 'pBguezia de Afogados.
r-*4,se baviam dado as providencias,
'ttftro-do mesmo, transmittindo por copia qj
o.Tioi i que, em data da 8 do mez finjo, ilii--t) ,i
presidencia o "Exm. Inspi dioce^no, pe lindo a
nonie.iofio do. u::i eapollSo robusto paatoemi-
ictio publico desta cidade. (Juo so eillcie dando
as razos porque a cmara, a qnein rmpete tal
noiiiea(ii, nao aunue ao p di.h do Efm. Si. bispj
diocesano.
Desspacharam-se ;is peticBes de Antonio Mar-
ques de Oliveira, Antonio Bosa da Silva, firmaron
Tavaros i outinho, Domingos Alves Matheus, Flix
Lins Cavalcante, Joaquim Francisco das Chagas e
Silva, JoJlo Jos Perreira de .\gniar, Jos Cardozo
do S, Januarin Martins da Cruz, Lourenco Jos
de Hollanda, Manool Espindola de Mendonca e
Manuel Furtado: e levantou-se a sesso.
Eu. Lourenco Cezerra Carnoiro da Cimba, se-
cretario, subscrevi.
Denlo Jos da Corta, pro-presidente. -J li Marin
Freir Gameiro. -Manuel Joaquim dn liego AHm-
querque.-Dr. Si'rio Tarquinto Villa*-Boas. Dr.
Pedro de Atltuydc Lobo Mosaiso.
*UBUCACQES A rEOOC
nsisn.HMnnto de Ja fio Ritptwtu
Fei*iiaiidcN.
O Diario de Pernambuco e a Prncincia, publi-
caran) a noticia da uioitede Joo Baptista Fernn-
des.
0 contexlo dessas publioa.oos indica a presenca
de urna informaeio eommttm, d'oiide resultara o
pronunciado^ iuteresso de lirniar desde logo urna
opiniao contraria ao infeliz Martins.
Todava, a propria gravidade do assnmpto, sua
qualdadedu tacto poneo vnlgar, deveri ter incli-
nado os espiritosa inqiiirircm porque meios pode-
rain ser verificadas essasciroamstaneiaa oocoridos
entro Harluis e sua iniillior. ao passo que nao
houve urna s testeniunlia presencial qne o podes-
se allirmar I Sem duvida ter parecido nolavel a
scguran;a com que se deu u iticia de-se faeto a de
suas cirenmstancias I
Para que nao vingue a calumnia que revela-se
t.lo inleressada em ienogrr-O carcter o o acto de
Martins- alias clpalo, vanos reslabeleeer a
veidade dos fados, os qoos, ainda que referidos
por Martin-, tem toda a verosiniilhanea, e deveni
ser crides al que o contrario se prove.
Martina eonneojd a leao Baptista Fernandes,
desde milito lempo
Adoecenlo Fernandes pedio a Martins para ir
tratar-se em sua casa, o que foi consentido por
Martins.
Alli paason Pernandes um mez, sendo tratado
com todo o desvelo e oannlio de um amigo sin-
cero
Apenas quasi rostabelorido, voltou Fernandos |
cidade ; e queroado pagar n Martins a despeza
qne Azara, Martins reensou reeeber, dizendo-lhe
que nao quera pagamento algum, e que nada mais
(lesejava alem da sua ainisa.ie.
Paasaio ilgum Mamo, propon Pernwes ir pas-
ser as noutes casa de Martins por llie ser tnuito
salutar a dormida no camp i. Martins, immedhua
e proii'|)lamente accede, e insta mosmo para que
i Fernandes, ao ir de novo morar cm casa de
Martins, leva consigo una peca de madapoln e
2i covadOs de caita que olTerece para roana dos
meninos: Martins recasa a principio, mas a llnal
aceita.
Nao foi somonte sto : Fernandos lomeo assig<
natura no caniinho de Ierro, para si e para Mar-
lina.
Decorreram alguns dias ; Fernandes Cora obri-
gado a interrompe' a mi ida de toda* as noutes,
pelos muilos afazeres (ao o attrabjam. Por sua
parte Mmbem, Vartins deixa ultrmamante de pe -
noiiar em casa por urna semana.Entretanto, di-
ziaa Fernand s, en ipiem couliava, que poderla
ir; o que ene fez.
No salibado, 22 do c irrente, passa Martina por
casa de Fernandes, e pergnnta-llio se vai ao Ar-
raial : Fernandos resindeu-lbe que sim, convi-
da-o para jaiitar, e depois, seguem jnnlos.
Ghgam ao Arraial. Fernandes dorma na sala
da Urente, o Martins na sala de antarcoin sua uin-
Ihcr.
Depois de agaaalbados, nao pudendo sor ndfie-
ronte a Martins o noiavel estado de abalimenlo
moral em qne se aclia ana inuiticr, pergantfedhe
o quo tem que a v tao triste !
Kniao, vencendo a perturba po que a agitara,
dizllie que elle nao devia levar Fernandes para
casa ; que elle a persegua soiicitando-a sempru.
Domis: conta-lhe quo r'eniandes, em una das
noutes em que l fra dormir, estando ella sosinha
por llie nao ter ido fazer companhia a preta, eonu
era cosame, a sorpmhnndnra no leito, onde dei-
tou-so loi'cadaucnlc ; o que ulii ella resistir quau-
to podara, at qne, etanuando-*e-lhe as foroai,
nao sabia o que se segaRn -----
Martin-, racilimagma-lo, leon att.-rrado, qua-
so onlouquoceu e inulto custo se eontove ipio
nao fosse logo tomar con'!- de tamanho insulto a
Fcniaud.'s.
Lembra-se das (libas.. .e depois de una noate
agitadlsaiiM, resolver cspellir a Fernandes de sua
casa, expronando-lbe o prwe xlimento "Ojue Uvera
Nao sabia como nvesiir com Pernandes sobre
tao melindroso as-o.unpb, e receiava as conseqnen-
cias.
Mas, aqni o caso dedizer-se :
O homem poe, e Deus disp
Ouando Martins eogitara de exeeular o seu pla-
no, evitando faze-lo diante da mnlber e das fil as
-cogitacAiem que esteve durante o almoco em
que quasi nao tornou parte Fernandos o convida
para ir cm sua companhia at a casa de nina mu-
llid' que alli lieava as cercana-, em busca de hor-
ras medicinaos, ao que se presta Martins, levando
comsi?o urna foucc encavada com que costumava
andar por alli.
Fez o trajecto at a casa da mulher sem ni-
mar-se a interpellar Fernandos. Fe lo somonte
na volta, e prximo casa onde is primaras pa-
lavras pronunciadas pir Martins, conhecendo a
(travidade da aceusacV) o a que-ponto podia che-
gar justainonte oflondido, cornos eadiava, saca de
urna faca de que se mullir. < com ella investe
para Mariius.
E' s ento que Martias se .-.tira elle, a prin-
cipio rom o cabo da fouce, .- lejiois com o gume,
a miiidando-lhe'os golpes a quatas invectivas fa-
zia Fernandes sobre ell- com a faca que atina I
largou
Martins dcixa-o ainda vivo, nas j prostrado ;
e apanhando a faca que mais adianto lancou no
riacho, ebega casa, declara a mulher o que il-
zera, ordeua-lhe que v para a casa de sua irroa
ou cuohada. e segu elle mesmo para a cidade,
com iutcoeao de apresentar-se a polica, e previne
seu cunhado que morador no halrro do Recife,
res|cito do que succedera.
*o pa-sar pela ra do imperado;, em dtreecto a
secretaria da polica, encontra-se eom Maia, e dar-
do-lhe este voz de prisao. declara-lhe Martins que
para isso elle ia apre=eni,ir-se polica, denotan-
do bem a sua vinna para 0 Rocife e a direccSo
que levara, que nao pretenda evadir-so. e menos
negar o que flzera.
Eis o caso cm toda a sua nu lez,
E' absolutamente falso : !. que Fernandes fosse
padrinho de sea fllho ; 2." que ello desconliasse
das relacoes Ilcitas de Fernandos com sua mulher:
3." que quando seguir com Pernandes para sua
casa na tarde de sabbado 22 do c rrente soubesse
de cousa alguma ; i.* que honresse pfemeditaco.
Martins um homem honesto, trabalhador e
amante de ua familia.
Quem fez delle um assassinn, quem cavou a sua
ruina ca de sua lamjlia ; ese o seu acto justi-
licavel ou nio, isto pojan a< homens, e sobre
este o-de-Deus.
Ao Sr. conro&ndantrC supe-
rior interino.
O decreto n %tfft do liie abril de I85f) es-
tabelece a precedonoianos c mmandos concorren-
do a tropa de buha com a guarda nacional.
Artigo -tnico '* Os bfflciacs de I." linha
ainda que graduados-, e os honorarios da lei n. S3
de 16 de agosto de 18J8, teraj sempre a preceden
ca aos de 2.- linha, guarda oacional, permanentes
e pedestres em iguaes poslos, mo-m elfecti os.
O decreto de io de tavereiro-de 1868, publicado
na ordem do dia da repartieo do ajadaiite gene-
ral, n. 613 igualon os iudiviJ >s aquem se eonce-
deram honras de postos-doexercito por seniqos
prestados no Paraguay, aos honorarios da- le de
Vi de agosto de HW9, e pea resolucao da secre-
taria de 12 de agosto do >|868 passar patentes.
CMMtBCfC.
COMPANHIA '
Phenix /Pernambucana.
Torca ri?eos marhinor em rriercadorias,
freteo, (lilioiro riswot'fimiijii'ido di) quaf1-
ijuor na tureca, om harcacas, 4 pwiBaMoTtuils Meos.
* UA DUCO.MMKUl'.iO.N. 3i.
SEGU1!.U8
CONTRA-F0G0
IMPERIAL.
Ihu <1< Coninicroio . ***. pri-
iiit-iro nodui'.
Aconte.
W. G. I'KNNKI.I.Y
Segura coiitra-fofo
COMPANHIA
INORTHERN.
Capital.
Fundo de reserva.
2),0t)0:0O0Kl(K>'
8,OQ:05OOD
Agentes,
Milla Lalhnm & C.
RA DA CIU.7. N. 38.
seguros
M8*i*I3te
liujuna-A<
Barca portagueza H?:li.a Figukibensi:, vindu e
Lisboa, consignada a Ribello & C, manifestou :
Veos de pao luo rodas a Antonio G. Valemey
azeite 6H barri aos consignatarios.
Bufias de cera 2 caixas, Antonio D. C- Viaie ..
Cal em |)cdra W barris a Oliveira i Filbo, ne-
vada 12 barris a L. Duprat, 30 saceos sM. i.
Silva. Cera om grune V barris, a Thomaz de '.
Fonceca 4 Successores. Cadeiras de vimos O'vo-
Inmes e 4 grades a A. D. C. Vianna. tjnrt>'-
1"I8 barris, aos consignatarios.
Koijao 71 saceos a Ferreira de Almeida 4 C-.i-V
a Antonio A. Silva Aguiar. Farelo Wd-saece-*
Rosas lrmo. Figos SOatados.aGoncalves^De!-
Irao AFilhos.
Lavatories e baldes de sinco 4 volames, a tar-
neiro Vianna. Lagedo *W varas, a M. GOGfsil(w
Fontes.
Massa de tomate 10 caixetes, a Gon?alw*ei-
tro 4 Filbo.
Peix 15 caixotcs, a Goncah*es Bekra fiMic.
Semea 43 saceos, a A. Fonceca 4 SuecessOros.
Toucinho 40 barris, a Habello 4 C.
Vinho 22 pipas 10 barris a A. Fonceca '$a(--
cessores, S<) ditas 0-29 ditos a GOncalves DettrM A
Filhos, ISdltas e -Oditos a Amorta Irmao-ft .....
21 ditas e 5 d tas a Costa Amoriin 4 C, 10 ditas
e 5 ditos a Rodrigues Mendos, 2 barris a A-drHmo
A. A. Jordao, 31 pipas e 2d barris a 8. Bastos 4
4 C, 56 pipas e 20 barris aos consignatarios. Vi-
nagre a pipas e 25 barr aGoaalves Filho.
Brigue inglez Dou.r Varden, vtulo dJy^-
pocl, consignado o Braga Son 4 C, naxiftipnt ;

MARTIMOS
CONTRAJO FOGO.
A companhia inl<.'iniiis.-nJfr;, r-^t.-ilMil%< lite
deaU praca, toma seguros tnaritimos Swre
navios e sous carregamontos o contra fugo
etn edificios, murcadorias e nmliilias : M
ma do Vigario a. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA ALUAHCA
martimos e terres-
tres establecida na Babia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAl 4,000:000^000.
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risco martimo i.'iii navio le vela o vapona
para dentro o fra do imperio, issirn c>vrx>
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Brigue rancci Tj/pke* 'mercaduras para
faiidcga.
Brigno iDglea -Cabran Me-mentatm para
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caaiiiias para 0 trapiche Conroicu.
Brigne aUentio Adtpko meroadoriaa iuia.
ira|iirhe rnceaco.
Lugar aiUoiio i///.-./ nereadorias loraoira-
pirlie Concomio.
Barca porlugueza-//c//'i Viyneiremc- mor
ri.i.s para u trapiche loneeicio.
Lugar inglezSyriiuja inareaatas para i'.,
nicho (ionceicAo.
Baa italiana Jvoct niercadorias para v t-,
piche Concoipia.
Patacho nacional -Jaio'i/iio-inercadoria para
traiiiclie Coudcao.
Escuna ingleza -1 Pandarapedrapara cnlcai.xr-
to para o trapiche C-mccicA". P*W **"
pachar.
Barca inglezaIhnHancc bacalbo ja deep
ilo para o trapiche Cenceieao.
Barca ingleza -Iwxjenebacal bao ja despach,-
para o trapiche Conceicao.
Barca inglezaGlaucasbacalho j despaeh-o
pan o irapiche Concaicao.
Brigue alleinio-Pm IX tabeado j despachad"
para o caes do Apollo.
Patacho alloma Victorial'arinha j despasbti'iJ
para o caes do Apollo.
Barca dinautaroueza * Irer UtUfell labaml-
j despachado para o caes do Apolk
Patacho iiespanhol -Pajaro del Bastillaarieti
j des|iacliada para o caos do-ApoMo.
Brigue inglez Momi inercadorias jara ilbio-
dega.
^-^
ALTKnACAO NA PAITA DOS PRKCOS MU OK^aBl-
siiKiros A uiiiKiros de kxi>ota;ao, nassmai*
DE 31 Dt MMli;.i 3 u:: ABRIL DK 1873.
Assucar masca vado 12i ra. o kilo,
ouros-de boi seceos salgados Coi rs. o kilo.
C.arvao de pedia estrangero, tonelada met i,v-
MjWOO.
Alfandega de Pernambuco, 29 de marco W
1873.
Io canferente-F. das Chagas lalvao.
O i- eoaferente -I. O. de iJastro iha.
Approvo.Alfandega, 29 de iiiarco de 187..
inspector da allandega
Fabio Alejandrino de Canalho l.i
- i

<


Diario de Pernambtioo Segunda feka 31 d^ Marco de- 1673.
<


Arroz "2 Chrtetiansen, 50 > 1* J Uo^ a J- - Alvos,
100 a A. J. Ouvallfe; M<* M> -i-unlioles a com-
panhia Santa Thereza. Aduelas de ferro 12i> ata-
jados a, Isidoro Bastos >St C.1
Barrilha 40 barris a F. Olveir G. '
Cervej 130 barris a oncalves Bellrao s riiiK
100 a i. Martins de Barros Fillio A. C. Carros
atas aos consignatarios, 50 a Bawman. Unan
20 toneladas, os consignatario?, (.obre su tone-
ladas, a Cardozo A Irmao. Culilaria I caixa, aos
consignatarios. Cmiro 1, a Bawman & U
Ferragem 1 caixa a companhiaSan a.Thereza,
12 a Prente VianuaiC. 7 a M. Halhday, la
Btwman. Ferro bruto 9 cawas a Bawman, i 1
toneladas companlna Santa Tlieroza. Follta do
Fiaadres 2 eata? a J J. C irvallio Morac* Linha
4 caixas, a M HaJIM*,\> ln 4 lardos, ao mesmo.
liouca 42 gflrs-aCosTSoaies, :t3 ordom
Medicamentos i caixas a M. J.-Faria i C. Mor-
oadnjvs dvwrsas t caixas, a Mili tatuara & C.
(eo 3 barr; a Simpson 4 C., 4 aos consigna-
ras de ferro 3 atados a Simpson C, 6 a Pa-
rei4.y5iiiv^ f- Pimenia 10. saceos a l\ da
CunW'iglrmao. Peixc, I caixa, aos consignatarios,
Peaii-jiViiiuclMiiisHii) i caixas e 166 pecas, aaw-
an.
Tjeta lf barril, aos consignatarios. Tubos 12
antis e na i & 200 pe;as, companliia Santa Tlie-
reza. Telos 2a volmui apa consignatarios.
Vidros 3 caixas, a coinianhia Santa Tliereza.
ESBACH SDE EXPO:TAt;.VO NODli 28 DE
MAB',0 DE 187i
Pura os. portos do txteriur
-i >'d brigue austraco Istriu, para Liverpool,
arregaram : G. Neevn fe C, 2il saccas cora
iHfity-ifi kilos de algoiao.
-. iNo nayio austraco S/oros, para Liverpool,
carregaram: G. N'eesen Je C. 610 saccas coui
'UloJulos dualgodao.
Xa barca franceza fgaro, para o Havre, ear-
regaran : E. A. Burle A C. 73 saccas com B0M
J< itf de algodo.
No patacho allemao Mirgureth, para o Bio
la Prata, carregou : A. Bastos 264 barricas com
:P).69i kilos de assncar Itranco.
No brigue francez Rpido, para o Bio da
Prata, carregou : A. Bastos 30 pipis com 21,000
itro* de agurdente.
No brigue alleinio Delphi m, para o Bio da
l'rata, carregaram : Amorim limaos i C. 250
barritas com S,('.10 l|2 kilos de assucar branco.
.Na galera portugueza Asia, para o Porto,
carregaram : H- d C. Sobrinla 54 saccas com
1,919tilos dnalgodlo ; J. J. de Olivoira Lisboa I
barrica cen 7-" kilos de farinlia de mandioca ; J.
V GaiOKraes t caixa com 32 ditos de doce.
"ara os portn do interior
Para l'ruguayana, na escuna germnica Ca-
IhariHa, arregou: A. M. Soiiza Maciado 194 bar-
ricas com 20,531 I|2 kilos de assucar branco.
Para o Grande do Sul, na escuna portu-
guea Agttia, carregaram : B. Oveira cV C. *>00
a (frusta); Oliveia Fillios 4 C. 200 barricas
oom S3 469 kilos de assucar maseavado.
Para o Rio Grande do Sul, m brigue nacio-
nal Procidencia, carregou : J. R. Ferreira 300
i-.rricas com !3M l|2 kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, no brigue brasileiro
;>'.;<>. carregou : F. R. P. Guinaraes 200 saceos
com l.';,o 0 kilos Je assucar branco.
Para o Ceari, no vapor nacional Ipojuca,
rregaraiu : Bartholomen if, 20 barris com
^J litros de alcool M. A. Seima 18 barricas com
9.">8 kilos de assucar braneo ; Costa 4 C 7 ditas
com. 440 dit.is do dito reliuado ; para Acarac, B.
Mireira & C. 3 barris com 4Si litros de agur-
dente e 7 barr tas com ISJ kilos de assucar Man-
eo para Mossor. B. 1. Pereira 4 Irmao 1 bar-
cica com 60 kilos de assucar franco ; para o Ara-
aty, .'. A. M. Viauiao barricas eom 817 kilos de
assucar branco.
Para > Natal, na bareaca /i(0 l"'f/', carre-
garam : 1!. iiiivcira & C. 2 barricas com 190 kilos
1 assu ir loauco.
Para Mamanguape, na barcada Espadarte,
Mrrcgou : B. F. Guimaraoa 1 barrica com 03 ki-
I >s do assucar branco.
Para Mossor, na bareaca Riachuello, carre-
-j .. I). P. Magalbaes 10 pipas com i,90J litros Je
.'u'uur.l'iit .
CAP4TAZIA DA ALFAJOWiA
,.: i ,l..lu 1 a 2S 13:025*5
29...... 1:0*8*186
s atrazados que se achaxem a dever, bem como ,hoje (31), pelos vaporas cima mencionada para
domis impostos do exercicio prximo lindo de os.porlos do sul ate o Aracajo, e para os do mu
171 a 1872. al,! a Granja, sera recebJsja pobi maiieira se
Recife a Apipticos, que nao ctiver murado, ex-
ceptuando-si; os terrenos, que tivereiu cerca; na-
tivas em bom estado de conservado ; 20OK) iwr
cada baixa de capim dentro da cidade do Recife ;
103000.por cada urna machina a vapor, das que
existirem ou forcm montadas na cidade do Recife
paraqiulqucrinister ; e finalmente o imposto dtf
3*000 e 20*000 por cada boceteira e mscate que
vender dentro do municipio do Recife.
Contadura da cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1873.
O contador,
Hyuolito Cassiano de V. Albuquerque Maranh'o.
Pela mesma contadoria ila cmara munici-
pal sao chamados aos donos de diversos estabele-
mentos do porta aberta a virein pagar os impos-
tos
os
1871 1872.
Contadoria da cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1873.
O contador,
HypolitrtCassiano de V. Albuquerque Maranb.ao-
O Dr. Alfred) Alfonso Ferreira, juiz municipal c
do orpliaos do ternw da Escada comsrea do
mesmo nome da provincia de Pernambuco, por
SuaMagesladeo Imperador, que Deus guardo
etc
Fa--o saber que pelo presente edital de vinte das
de pregfio e tres de praca tem de ser arrematado
a quem mais der e maior lance offerecer, no
da o de abril deste anno crrante anno, as 11 ho-
ras da manhii na sala publica da ca a das audi-
encias o arrendamento trienal do engenho de fazer
ssucar Tres Bracos, deste tormo avallad em..
2:300*000, annuaes constante da respectiva ava-i
liacoem puder c'cartorio do esenvo interino de
orphaos que este cscreveu, aqual do theor se-
guinte : E logo no mesmo dia, mez e anuo retro
declarado, neste engenbo. Tres Bracas do termo da
Escada, comarca do mesmo nome da provincia de
Pernambuco, em casa da residencia de D. Anna
de Siqueira Gavalcante cousenhora e rondeira do
mesmo engenho, presente o juz municipal e de
orphaos Dr. Alfredo Alfonso Ferreira, contigo cs-
crivao in erino de seu cargo anaixo as>gnado,
all compareceram os lotivados, escolhidos-e no-
meados os edadaos Antonio Jorge Guerra e Fran-
co Gavalcante de Alququerque e disseram que
debaixo de juramento que haviam prestado tinham
examinado minuciosamente o engenho de fazer as-
sucar, Tres Bracos deste termo com todos os seos
utensilios e pcrtences.e avaliaram em a quantia de
dous contose quiohentos mil reis, por cada anno,
que vem a ser a quantia de sete contos e qiiinhcn-
tos mil reis, no espaco de .tres annos. E esta
avalacao que em siras consciencias enteudem de-
ver dar sem dolo nent malicia.
E para constar mandou o juiz lavrar o presente
termo que assignoa com os peritos. EuThouiaz
Rodrigues Pereira, escrivo interino o escrivi. Al-
redo Alfonso Ferreira.=Antono Jorge Guerra.
Franco Cavalcanto de Albuquerque. E assim
serlo ditos arrendamentos da referido engenho
arrematado por quem mais der e maior lance offe-
recer no dia e hora cima indicados, e para dito
lini previne-se aos prtendentes que comparecam
habilitados na forma da le. Dado e assado nesta
villa da Escada aos II dias do mez de marco de
1873. Eu Thomaz Rodrigues Pereira, escrvao in-
terino o escrevi. Ao sello 303 rs. ou valha sem
sello ex causa, eslava Unta cstamplha do valor de
400 rs., inuiilisada na forma da le, com data e
assignatura da maneta seguinte. Villa da Esta-
da 11 de marco de 1873. Thomaz Rodrigues Pe-
reira.=Alfredo Alfonso Ferreira Esta conforme
com o original aoqnal me reporto o. don f, Vil-
la da Escada 11 de mareo de 1873. O escrvao
njoiuioi Thomaz Rodrigues Pereira.
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
18'ii o casco, machina, c Ideira,. apparalho,
mastroacas, veame, amarras o ancoras do va-
por pftj'uc da companhia pernambucana. do na-
vegaccj costeira, achou toaos esses objectos em
estado de poder o vapor continuar no servi em
que se emprega.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 29 de mareo de 1873.
Francisco Romane Stepplc da Silva
___________Inspector.________
ADMIN'ISTRAGAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUtO 31 DE MARGO DE 1873
j Malas pelos vaitores ilafulaha' e Ipojuca,
da roiupauhia. periuyulmcana.
A correspondencia que tem de ser expedida
gu inte
Maros de jornaes, imp.ressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, cestas at 3 1|2.
pagando porte duplo.
O adiiiiin-Uailoi' interine.
Vicente Ferreira da Poreiuncula.
AVISOS MAfiTIMOS
todas as fazeoJas, armin.vio omai* uteoci-
lios existentes no armuzem incendiarlodst
ra do Vicario Tenorio n. 10.
TEBLv-FKIUA 1 DE ABRIL.
\'* llUI'HM.
A requerimento de madama Rosa Adour, c
mandudo do lllm. Sr. Dr. jui/ de direito especial
do connnercio, o agente Pestaa far lelo por
conla e risco" de quem pertencer, de todas as fa-
zendas, mudezas, armai-ao e mais utencilios exis-
tentes no armazem .iuci-ndiado ra do Vgario
n. 10. II dia a<-na nwncionadp, as 11 horas da
manh, no mesmo armazem.
DE
sendo: 1 piano, 6 duzias de cadeiras, secretaria
do moyun, .cadviras-tle bracosJJi,rainb mesas,
de jantar.mczoes para auia,.pcur^4e/azercon(as
mesas redondas. 1 sof de amarcllo, candeeiros
do.gaz, araodelas, bombas de tirar, agua, por-
ta-, caucel las, tabeas de pin lio, telUis de zinco,
auparemos di*jant;tr e d.alnk^i, t;dhere.vco-
|os,caliw>, coLUas, coiupotoiras,. estantes, ca-
lilles de parede- e tuu trein de isinia.
TEiU^-WtllU.l^ DK ABRIL
O agente Martins far leilao de lodos os movis
cima, perteneentes ao colkfio que frmeciiiava
Companhia aprim e-brasileira- s5;d:
li pailas amfHk
At odia 1 de abril esperado dos portos de
sul o vapor americano Smm America, comman-
dante Carpnter, o qual depois da demora do eos;
turne seguir para New-York*. tocando no Para
e S. Thomaz.
Para frotes e passagens, trata-se com os agentes
Henry Forster 4 G, ra do comiuereio n. 8
(\\IMBHum
llacei, Pesied* e Araeaj.
E' esperado at o dia 7 de abril prximo futu-
ro, o vapor Gasttio de Orlecuis, desta companhia.
Recebe carga e passageiros para os portos ci-
ma : a tratar com os seus c nsignatarios Antonio
Luz de Oveira Azevedo 4 C., no seu escriplorio,
ra do Bom Jess n. 57 (outr'ora ra da Cruz.)
Para o Porto
Vai sabir muito breve o brigue Portuguez Tri-
'tmpho. Recebe carga e passageiros, a tratar com
Tito Livo Sitares ; ra do Vigario n. 17.
lito bem G-mervHdis, e alguns novos.
O- leilao ter lugar no andar terreo do sobrado
n. 79 da raa do rtispicio, as H horas do dia.
., E> v e~ *"
16.114*018
yOLMES 5AI1IDOS
...
Pnmerra pi rtatio dia 29. .
Segunda porta.....
rerceira porta _.
: C inceicao .
SEHV1C0 MARTIMO
i.!., i- d scarr ijadas no trapiche
da all :. I -,i no lia I a 18. .
'! I I l 2.1.
! airaead'lsno trap. da aifand
: i|
:s,8:7
130
l'-8
1)30
9,37d
69,811
. :i rl
ir
i
3
140
Pela ihesoitrara proyincial se faz publico
que toram transferidas para o dia 3 de abril pr-
ximo vmdouro as seguimos arremaUcoes :
Sitio dos Remedios por 3:750*000.
Madeiras extrabdas ia ponte do S. Joao por
36*030 cada duaia de pranebees.
Secretaria da tlusotiraria provincia] de Pernam-
buco, 22 de marco de 1873.
O oflicial-maior,
li A. Ferreira.
Real companliia de paquetee
ingiezes a vapor.
No dia 1 de abril, espera-sc dos portos do
suLo va|or ioglez Xcra, ceinmandantc II. Ras,
o qual depois da demora do' costme seguir
para Soulhamplon, tocando nos pollos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Cninmereio n. 'i0.
Via adininistia: ie do corrcio desla provin-
cia se faz publico que na i tendo sido prvido o
lucrar de prateante da ine-nia por nao lerein sido
Tgados habilitados os candidatos que concurre-
rain ao concurso que leve lugar DO dia 21 de
fevereiro pretrito, toi mareado o dia 20 de abril
do correte aune para novo concurso.
Os candidatos dever-t apresentar ate odia 19
do dito mez folha corrida e ci'rtidao do idade.
0 concurso constar de excjclcio d calligra-
pha, orloliraphia. arithmetica elementar, compre-
hendendo o u-o dosystema mtrico, e nocSes ge-
raes de pe grapbia.
o eonnecimento'das linguas1 estrangoiras dar
incia.
Corrcio de Pernambuco, 20 de mareo de 1873.
O administrador interino
Vicente F. da Poreiuncula:
DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUGO
:' i dO
a Jo li. 21
co:
: di
lo dia 2
lia la 88.
37,261*073
1:645*830
38:007 921
.AHO PROVINCIAL
dia l a 28.
127:737*211
4:141*639
131:898*870
imras militares.
Por ler sido suspensa a arrentaiaeao dos coa-
c rtos do laboratorio pyrolechnico, oreado em
318*380, de novo aborta a concurrencia para
a mesma, que ter lugar a 31 do correte, s 11
lloras do dia, na raparncAo das obras publicas, en-
de se ada o orramento : quem quizer enea ne-
gar-se de semelbante servijo, aprsenlo snas pro-
poslas em carta fechada, na referida hora, dia c
lugar.
Pernambuco, 24 de margo de 1873.'
Chrysolito F. de Castro Chaves.
Bnxennero encarregado das obras militares.
Para o Rio Grande do Sul
recebe carga a frete a barca brasil 'ira Jfmssa, a
tratar a ra do Vigario n. 1, primeiro andar., es-
criptorio de Bailar, Oliveia 4 C. ___________
RISCO. MABITIM0
Segunda 'eira 'M do correte
O cabitao Gastn da barca franco a Auna e Ma-
ra arribada a este porto com agua aborta na ua
rcenle vlagcm de Sanrabaya a Falmoutb a or-
em, precisa lomar a risco martimo cerca de 36
contos de reis para pagar os concert.- da dita
barca cutis desperas oeste pono, dando em ga-
ranta o casco, quilha, apparel os, manfimentos e
carga ds mesma barca.
A adjudicacao lera lugar no consulado de Fran-
ca as 11 horas do dia cima dito, sendo fcila a
quent por menos flzer. ______________^_^^_
movis, loun e \idros.
OL'ARTA-FKIUA '2 DE ABR1I-
Sondo nina mobilia iK) Jacaranda, com lo" cadei-
rasde guarnido, 2 ditas de-bracos, 2 -cousollos
com podra, e sof, un mobilia' do megno, un
guarda vestidos de amarollo, urna canta franceza
de Jacaranda, mn manraesao de dko, um dito de
amarelln, urna mesa- elstica de finco tahuas, I
dita dita de 3 taltoas, um guarda louea de ama-
rdlo.tlous aparadores de columna,urna quartinhei-
ra, um cabide, nota cotamoda de Jacaranda com
secretaria, unta meia commoda de amarello, um
piano, dras serpentinas, um candelabro de cris-
tal, louca de jantar, um apparelho de porcelana
para da. copos, clices, |irta licor de chrystal,
jarros de vidro para llores, fructeiras e oulros
muitos objectos, que serio vendidxs pelo maior
preeo.
Pelo agento Mnrtins, n,i armazem da ra do
Imperador . 48, s 11 horas do dia.___________
rosnas pra pseriptono e piano,
i grande carleira homcepathica
le tintura?, cadeiras de b;ilan-
t,o, I guarda roupa com espe-
Ihc, (MHuito- oulros artigodo
uso domestica qne estarao pa-
tentes na
quarta-feira 2 de abril
NA..
FEIIA sE\UM.\L
l^=rua lo nij>ratlr n.16.
.
Arnta/eni.
~
LEILAO
m
I>E
urna caixa com vaquetas, 1 dita com be-
zorro, urna dita com sola de lustro o 2
cota niamxjiiiiis, nina dita com botinas
atariailas para senltoras.
(~8}pv4i}feir 4 Je abril
(i 11 horas.
rvencao do agente Pinho Borges, em
torio' ra doBom Jess n. 53, primei-
seuHsn*<|
re aukUr.

LEILAO
DE
Fazi'iiilas avariiiflas
CONSTANDO DE :
inadapoloes, algodes e coilas.
tkki;a-fi;iu.v i deabkil
s 10 lp2 lioras eai ponto.
O agente Pinto levar a leilao, por oidein de di-
verso, e por conta e risco de quera pertencer,
dfferentes fazendas, liarle devoluines avallados
abordo do vapor ingles Student, na sua ultima
viagem a este porto; o leilao sera etieciuado as
101|2 horas do dia cima dito, em o escriplorio
do referido agente, ra do Bom Jess n. \ i.
Leilao
chapeos ile castor branco, altos, chapeos do
Cbire o ditos de se la prpta
TerfA-feira a ii- abril.
s 11 toras em ponto.
Por interven';.! > do agente Pinto, a seu cs-
iriptorio, ra do Bom Jess n. i'.l. .________
GRAD"E VARIADO"
Leillo
DE
-IXOV0 LEIL\0
NA
loja de calcado
i ra de Marcilio Das n. 98" ( outr'ora ra
Direita.)
Sabbado 5 de abril.
A'S H HOHAS liAMANHA
O agente Pinho Horges, competentemente auto-
risado, vender em leilao a referida loja, a qual
?e arha sortida de calcados nacionaes e estrange-
ros, duzias de marroqoinsj ditas de bezerro, sola e
todas as pertencas e mai* aviamentos necessarios
para o fabrico de calcados ; propria para qual-
[uer principiante, por -e adiar em boa posicao e
bem afreguezada.
Para qualquer informacao os Srs. pretndeme?
prdein so dirigir ao escriplorio do referido agente
i ra do Oom Jess n. 53, primeiro andar.
O leilao ser clfectuado na supradita loja.
no escriptoro do referido agente ra do Bom Je-
ss n. 43. ________.
CASA DA FORTiA.
AOS 5:0001000.
BILIIETES (GRANUDOS.
V ra Primeiro de Marfo (outr'ora ra do
Crespo) n.23e casas do coslume.
eabaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lices bilbetes, quatro quartos n, 917 com 5.WU*.
tres quartos u 192 coin 800^ 00, um warton.
980 com 300COO, J^s luartos n.fon
100000, c outras surtes de l00O e W*wv U'
lotera que se acabou de exiraliir (i*.*), convida
aos possuidores a viran) receba1 na con&)rmidaUV
do coslume sem descont algum.
Acham-sc venda os felizes blltetes garantaos
da 4* parte das loteras a Iteneficio da igreja 0*
Nossa Senhora du Monte de Olinda (45*), nue *
extrahir na segunda fera, 7 do mez vmdouro.
PRECOS.
Bilhete inleiro 6JO0O
Meio bilhete 3*000
Quarto US00
V.H POligAODE lOOSOOOl'ARAClM^.
Bilhete intero 5)0
Meio bilhete 730
Quarto 1*175
ilawxl Martins Fiuza
Agradecimiento.
Os abaixo assgnadns tendo soffrido cfn sua toja
de joias, ra d Cabug n. 4. deiioiuinadaMu-
seu de joius -um furto de dous anuci* de brillan-
tes, um no valor del :O0Oi e oulro de 'iOo,,iX)0.
recorrerain mniedialanteiiie s antnid^idis |h>1-
ciaes, da8do sciencia do faito e i;din I > provi-
dencias para elle, e taes foram ellas, que, |>ek
zeloso e mu digno subdelegado da liegueza da
Boa-vista, o lllm. Sr. Elizio Alberto -da. rilveira.
o* aunis furlados foram appreUeuddos e nos
adiamos de poaso delles.
Honra ao illastre subdelegado da Boa-vista pela
aclividade e pericia que moslra no cumprimento
de seus deveres ; e fa emos votes por sua tuamr-
vacan no lugar que oceupa Uto digiiameiite.
Aceite o lllm. Sr. Elizi. Alberto da Silveira nos-
sos jgradecimentos. Recife 28 de marro de 1873.
Joseph Krause Ai C._______
iie
carros e
... ni M W)
tirados no dia 29.
erp Uordeaux, Vigo, Lisboa oS. Vicente
17 di ilo do ultimo porto 7, vapor nglez
. /, de .'i'.i toneladas, commaadante C.
. Peti i, cmi '--m I8, carga varios gineros;
.i Willson Rwe -v C.
, :,!: >-! i d'Afrca 36dias, brigue allemao
i;. ,! 28 > ten, i las, espita i II. II. von
era, oqulpagem II, em laslr i; ordem.
1 iverpo I 'i'l das, brigue ingles DoHyrardm, de
MStoneladas, eapitao Bilcvin Sherri", equipa-
c m i, carga difterentes gen iros; a Brasa S m
.N icios Si liados no meutM iia.
Liverpool para Parabyba Barca ngl iza Eirtj
oamtoo BarlNt, carga assucar.
!.:i HRate brasileiroOai'tbaW, caphao Custodio
o-f- Viannal carga varios gneros.
Barcelona -Pal panbol Prim, eapitao Agos-
unlio Curcll. ci-ga algodi i.
>ortOS do SilVapor iuglez f.nzUinia. eoiunrin-
dant Petrie. carga a mesma t|n6 irouxe dos
porto: da Europa.
Untos-Patacho allemao WiUun kJestpk, capi-
11,, c li ol. carga agurdente e oulros gneros.
Uni entrado tto d
cp..)l-W das, patacho inglez Rica, de 177
i ueladas, fcapitwB. W. Bsrre, eqjpfpsgem 8,
kfgt -aivo.; a Simpson & C. ,
ri'isnca.;o.
AJ meio dia nao liouve sabidas.
Para o refer bportosegue com poneos dias
de demora o brigue portaguez Ligewo Ji7,
capit&o o pratico Nebro, por ter mais dedous
lerciS du sen enrregamento prompt, e para
o que llie falta, que recebe a frete comino-
do : trata-se eom os consignatarios Joaquina
Joslioneulves lieltro Connnercio n. 5.
ECITAES.
RECIFE DRAINAGE COMPANY.
O lllm. Sr. engenheiro fiscal da companhia Re-
Bife Drainage manda fazer publico, que lendo sido
uv esta data reparados, costa dessa empieza os
lamaos causados n apparelhos, quer por descoi-
lo dos moradores, quer pv negligencia : d'ora em
liante sero ditos reparos feiios de conformidade
eom os artigos seguntes do regulamento de li de
Janeiro de 1871
Art. 13. Os proprietarios ou locatarios das casas
em que houverem apparelhos funecionando, par
ticiparao no escriptoro da eompanhia, por escripto
latado, qualquer interrupcao no servipo dos mes-
in os apparelhos, mencionando a causa que a ella
jen lugar, se for delles conheeida.
Art. 14.' Se dentro das vinte c quatro lloras se-
guintos particiuaco du qne trata o artigo ante-
sedente, nao tiver a companhia mandado cx.minar
exonci-riar o apparelho, os proprietarios ot loca-
tarios o communcaio ao engenheiro fiscal, que
providenciar pela forma do art. 15.
Art. 15 engenheiro fiscal, logo que receber a
COmmunicacao de que traa o artigo antecedente
examinar i.u far examinar per engenheiro da
eompanhia a interrupcao do servico do apparelho
o a causa desta.
l. Se pelo exame conhecer-se que a nterrup-
;o provm ele negligencia da companhia ou delei-
to da obra, ser a mesma obrigada a repara-la?
immediatamente, sob pena de pagar a mulla de
100) c perd das animidades em quanlo durai
a interrupcao d i apparelho:
| 2." Se, pornt, a interrupeao provier de ne-
gligencia por parte do proprietare ou locatario,
os reparos serlo felos por conta destes, sendo o
pagamento effectuado do mesmo modo que as an-
imidades, ncorrendo na multa de 1D500J se tiver
havido proposito na negligencia.
Repartieo das obras publicas 27 de fevereiro
le 1873.
O secretario,
Feliciano Itodriyues da Silva.
Para o Porto
pretende sabir muito breve a galera portugueza
Woi i Fama II, por ter grande parle do seu caire-
gaiente prompto; recebe carga que lite falta a
pre-.os mdicos, etatnbem passageiros, paraos
nuies tem ptimas ac i mm facoes : trata-se com
T L. Suares, ra do \ igario n. 17.
t
it nr^
,; i, U ',-'' -
urna c-.a terrea edificada de novo, a mo-
derna, ra de S. .loo ti. 77, rende
2ov rnensaes.
HOJE i
Pelo geme-' Martins no armazem Ja rus do
Imperador ti 48, onde baver eilao de mais das
casas terrea s 11 i oras do dia.
ixccllcutes movis, boa louea e linos crys-
taes.
\ Msber:
Um piano forte do Blondel ^ Wignes, 1 estante
para msicas, I cadeirt para o mesmo, 1 mobilia
(massica) de Jacaranda, 1 mesa de sof, quadro,
jarros'para flores, i ricos candieiros agaz, de
rryslal, fifuras de br:nsei i casticaes e mangas,
.1 (ancas o c a tinados, ta les, escarradoiras e es-
leira forro da sala.
ma toylcto de Jacaranda, i lavatorio eom peora,
mesa dejego, 1 mesa redonda de charo, 1 ca-
ma com couao de nula, 2 guarda -roupa, 2
guardas-vestidos, i espelho escarias de ferro.
l n secretaria de magno, 1 estante, diversos li-
vros, 1 raappa, I globo geographico, i machina
de-costura (perfeita), 1 mesa com jogo xadrez,
1 taboa e peoras (jogo de gamito), cabales, 2 ve-
Dezianas, 1 tinl iro eom campa.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 aparador
arnmrio. 1 quartinheira, 1 reoslo, i sola, 24 ca-
deiras, 2 lavatorios, i quadro douradn, com flores
ra, I apparelho para jantar, 1 dito para cha,
eompotolras, garrafa.-, copos clices, porta-garra-
fas, bandejas, caberlas de rame, objectos ele
dcctro-plate, baos para jardn, vasos para flo-
re-1, oseadas de abrir, mesa e labpas do engom-
mar, mesas e Irem de co/.inha, c oulros objeelos
le casa de familia.
QIJINTA-FEIRA 3 l>6 ABRft
No primeiro aii'lai*do sobra-Jo da ra Impe-
ratrizn. I-2
Jo llenrique Trindade, tendo de faidr una
viagem ao Ra. do Janeiro, levara a leilao por in-
tervencaodq jente Pinto, os movis 6 mais objee-
los existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra dalinperatril n. lz,
uale se eflectuat o leilao do dia cima.
0 I-, la i principiar s 10 '; horas <-;;; ;;:::
(iranilo t variada
DE
bous movis, finos erystaes, objeelos
eeclro-plate, piala do Porto,
cavallos.
Um'piano forte do afamado fabricante Kerlz, I
mol lia de Jacaranda a I.uiz XV, I cadeira para
pianno, i jardineira, 2 devana, i grandes espelhos
dourados, 1 dito oval, fin s jarros e vasos para llo-
res, I snelas escoltadas e cortinados, tapetesavel-
ludados, escarradeiras e 4 almofadas bordadas.
Unta .mobilia estufada, 1 secretaria, muitos c
dfferentes qtiadros eom linas gravnras, I lustre
de crysial com 4 bicos, oulros de dous bicos e pe-
dentes paragaz.
Dous guardas roupa com espelhos, __ 1 guarda
vestido, 1 toilette, i lavatorio, l gnarnieao de por-
colana de svre. i e-[ielbos dourados, 4 Capiteis, I
jarros, 8 ricos qoidro a Ole >, 6 porta-.'oias, mesas
de ferro com marmore, 1 jogo de xadrez, 1 reto-
a de mesa, lapeti s de pelle ile earneiro.
" Urna rama frauce/.a de Jacaranda, 1 aguia, 1 ri-
co cortinado de fil bordado, i sola de Jacaranda,
1 mesa de cabeceira, 1 mesa de ferro a imitacio
de cbaro,:laucas o cortinados, 1 reposteiro de
seda, I coinniod, i sof, tapete oleado e esleirs
forro das .-alas e quartos.
Um lustre de cnslal, I mesa elstica para
pessoas, 24 eadeiras demogne, 2 guardas-louca
envidracados, 2 aparadores com lampos de ptdra,
2 mesas eem podra para triochar, -J aparadores
torneados. 2 qiiarliiiheras, 2 relagios dourados, i
quadros dourados com linas gravaras, (i laucas e
cortinados, porcelana para cha e jantar, 5 dutos
de chicaras e pires.
Objeelos de inoeryta!.
Garrafas, fructeiras, porta queijos, compoteiras,
copos, clices c saleiras.
Objectos de electro-piale.
Urna rica Irucleira com -1! ordens, 4 ditas com
pratos de crysial, 2 resfriadeiras de champagne,
I cesta para"pao, escova e bandeja, salva.-, des-
eancos para facas lelreiros para garrafa.-, eolhe-
res, garfos e porta-Iicdr.
Objectos de prata.
Un apparelho paramea, l guarnicao para imlet-
. \ castieeosel palmatoria, i vaso para punch,
CASD0 0UK0
\h .-:04M-vMM
Bilhetes garantidos
Itua do llardo da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do coslume.
Acbam-se venda os muito feliies bilhetes ga-
rantidos da 4' |>arte. das krfi ras a beneficio aa
igreja de N. S. do Monte de 01 inda, que se extra-
hir no da 7 do mez vindour >,
Preces
Intero GOOO
Meio 3*000
Quarto ASOM
De lOOrOOO pura na.
Inleiro 5-"i(t0
Meio 21750
Quarto I 373
Recife, 29 de marco de 1871
Jwio Joaqnnu da Costa Ixite.
Aula particular.
Seeundino Jus de Paria Simos, professor par-
ticular, avisa ao respcilavel publico, e com espe-
Cialidado aos pas de familia, que esta aberta a sna
aula na ra da IVnlia n. t, I" andar. O ni miio
protessor lent aborto um curso de printciraslet-
Iras a neule para aquellas peasoaa que nao podem
frequentaf durante o dia._________________
~ Arrendase o engenho Penedo de baixo, na
freguezia de S. Lourenco da Matta : a tratar no
mesmo eom i vinva do Francisco Joaquim da Ro-
cha FalcSo._______________________________
Os abaixo asignados declaran! ao publico
enigoralocoiiiespeci.eida.li' ao oorpo comuier-
eial desta praca, que compraran! o eslabeleeinienT
to de molhados sito ao largo da Santa triu u. 1.
a Sra. D. Maria Florencia de Souza Tinto. Iivie e
desembaracado de qualquer onus, Bcand iporeni
re<|ieiisiveis pelo passivo perleucenlo ao dito es-
tabelficirento, como consta de una relacao que
<, acluJute ao papel de venda : se algnem mais
se achar com direito ao dito estaheleciiiienU, ap-
anoprasode oitodias, a eontar da dala
deste. Recife, 9 de mareo d" !8"3.
Gama 4 Silva rito._________
Escravo.
Prceisa-se alugar um escravo para todo ervi-
(o : a tratar na ra do Crespo n. fi. ou no hotel
de Apipucos._____________________^_
Caxcifv
No iiot'l de Apipueos preeisa-se de rimeaixeiro
de 13 a lti anuos de idade, prefeailid.i mil quo te-
lilla platica.
te, _
i taqueiro dobrado, garios, facas, colherea, irm-
chantes, salvas, copo?, 1 cesta para pao e l pab-
Uma mobilia de ferro para jardim. 24 globos de
vidro corlado para illuminaco, 4 espelhos duna
Jos, 1 lajiterna mgica o i etlagers.
lina mobilia de pajha, mesas de jogo, cadeiraa
avulsas. mesas de ferro, pannos para mesas, can-
deeiros a gas, tapetes avulsos, t serpentinas, ca-
denas de balaneo o inultos outros objectos.
Cairos c cavallus.
Um cope, 1 victoria francesa, l carro america-
no, (novo) I cavallo preto para sella. 1 dito mella-
do para cabnole, l parelha de cavallus rosuhos
or toa, l dita nidada e i dita ruasa.
QARTA-FE1L4 10 DE ABIUL.
No primeiro andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. OJ.
Joao Ca vafeante de Albuquerque, tendo de fazer
ama viagem Europa, levar a leilao por nitor-
veneo do agente Pinto, os movis, cryslaes.-objec-
tos de electro-plato, obras de prata, e mais objec-
tos cima mencionados, existentes em casa de sua
residencia, montada apenas i a u.u anno, a ra
da Aurora n. 63.
O leilao principiar s 10 horas em ponto por
serom muitos e diffcrentes Ss lotes, constantes do
cathalogo em poeler do mesmo agente, sendo que
os prtendentes poderlo examinar o bem esta-
do o apurado gesto dos referidos objectos na ves
pora e dia do leilao.
Terceiro andar.
Aluga-seo 3' andar ra do Padre Floi
a tratar na ra larga d i Rosario n. 22._________
__ A contadoria da cmara municipal desla ci-
exia scientlica aos daaos de diversos estabeleci-
mentos de porta aberta, que do i de maceo vta
dente, coineca a c.obcini;a iLt imposte de imP,
^r.do por tei, devondo, porm, ser apresentado
na BMsma conladeria, o conJiecimonto do imposto
eral sobro industria enroflsaao, am de quepro-
'eqji.ter assim pago o dito imposto.
Tamhem sao elumados a virem p"2:U* impos-
i le 2JSQ sobre qualquer estabelecimento que
vandeF-ospjrito ; Oi-ndiMir-eada arr*;a ou veh-
culo de quatrpradfs, pwgiulos no servico da
capital ; 10) ri pdr-twlino de terreno dentro ^
eiade do RedjfaLiBiis'sibubHis, que na esteja
iduwado o cultivado, emAiara se conserve mura-
do ..aOjOOO po cada casa de sobrado na cidade
do Jftee*,- we cea ervar varaadas ou sacadas de
rnaderra ; 60 rw per paimo de terreno nos. povoa-
dos de-Magrla4>na-, i'.apunp, Chacn, Casa Forte,
j'oco da Panella, Ca\|leirelreti.Uo|teiro e Apipu-
cos, que nao estiver fnurado ou cercado, conser-
^aado-se a palmo de torreao envtotUa'cxb'nso da cidade do
Snbdelegacia ela freguesa da Poco nella, 30 ele marco ele lS7;t.
Aehain-se depositados pir esta subdelegacia um
cavallo e um burro, o eavalln de cor alasan, o qual
foi appivherutido a um ladro, e o burro que an-
dava vagando pelas ras, sem dono.
O subdelegado
Sebastio Alfonso do llego Barros.
J,EIL0
DE
duas casas terreas na ra da Poeira, clilica-
da em terreno proprio. (tm fregnezia do
Poqo da Panella.) '
bons movis
Pela secretara do coimnainlo das ariita desta
Srovincia, se faz saber - viuva do alferes do 11
atalhao de infamara do exercito, Leopoldo Be-
zerra Gavalcante, que na mesma secretara existo
para Ihe ser entregue, a certidao do assentainentos
do seu finado marido, remettida. pela presidencia,
com officio datad n de 27 diste raaz.
Secretaria militar de Pernambuco, em 29 da
morco de 1873.
Francisco Camello Pessoa de Lavrda.
TVneote-eHPOHel secretario.
I4Nil'XCiO IX) AH.sENaIa Dr.
MARIMIA.
Fai-se publieo que a cemmissio de peritos, exa-
rninaniio na forma delermuwAv ao regulamento
m
O agente Marlius levar a leilao, requerimen-
to deManoel Duarte Rodrigues Tinto e por man-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz e penal do connnercio,
duas casas terreas ra da Poeira. freguezia der
P050 da Panella.
No armazem da ra do Imperador 11. 48, s H
horas do-dia cima._________________________
LEIIAO
DE
latas com bolachiulias surtidas x
Hoje
O agente Pe.-taua far leilao de 301 latas com
belacliinnas sortida, e scro vendidas 0111 1 ou
fnais lotes, -vonlade, hoje' s 11 horas da manh,
na porta do Anoes.
AV
I SOS c
:500
-Mendu:
iVlobilias oottpleUfl de j o
randa, ani.uoliit e tSeja;;co, to-
das ootn lampos e ;edra ma-
rjjior', ^uai.a vtiiMu.*, cania,.-
franfcebl de jcirand am-
rello. guarda lotn.ade vari s fei-
tjoa, auaradores go tos v>mmoda, guarda co-
m i, eanelhos dourados de ui-
ver.s:.s tumauhos, michiuas de
DQStor*, oideirai de f-.ro p;ira
jardins eterraq s, lOeaaa elasti-
oaa, 1 piano francez de 3 cerdas.
CO E
dico e especialmente ao oorpo dVcommere o di -
a praca 011 Tova dola, que as casas bamanas ou
.articulares nao facam negocio em dcseoniar duas
Bttrasde liento Ferreira Pimentel, sol rej n A
taixei
Offerece-se um moco cora bastante pratica ik-
hiendas e iiiolhados para raxeiro, dentro ou
fra desta idade, dando fiad r de sua coi
na ruajtuque de Caxi is n. 70, .i11 anjar.________
Isascs
Ks abaixo assignados fazemos sci ..
Ij|j,.r..-. MnMi!ibm>iita ao corno a la
I
pcrde-las por embarjio d 1 acollante Francisco Ro-
drigues Alu.irante, e d 1 garantidor I. I 1
relativo ao engao de nossas conlas, em 1
da responsabilidadc de liento berreira Pune
:,--: nada o declarada por este Diario em l, <*N
rerlro de 1873, s qqaea exislem ei
poder valiosas e documentiTlas, por n ter u l
sopiiliJanted semharacad legaluientc 1 '
ci, confonne a lei : o m mtw Brmea h-m
asiignamos Recife, 1 de marco dei!8/u.
1; drigues & Pires._______
Sowli!rilefEii
DE
Carros luuebres.
ESu la l'uz n> 13.
Manoel Cabral 1 r^es tenJ clu 5a lo lia
Alagoas, acal i
INSTTUTO AfiCHEOLDG
GRAPHICG PEiil ,
Rm observancia do artigo- 27 dos respec-
tivos estatutos ter logara i.* sessao ordina-
ria do corrnnte auno acadmico terca-feira,
1." d'abril prximo, pedas 11 botas da ma-
nila.
OIUH..M 1)0 DfA.
1. Posse da nova mesa administrativa e
commissoes da casa;
i." Pareceres c trabalbos de commissoes
adiados ;
3." Biscussao d dTC,ameiito proposto para
o anno social ele 187374 ;
4." I.eituri de urna memoria sobre n po-
voato do Poco da Panella, sua fundaoao e
orecgo d acapella ele N. Senbora da Sade,
hoje matriz d'rquel.ra fregue/,ia, peloSr. ma-
jor Salvador Henrique d'Albuqucrque
pono da pr vincia das .;,
montar um imp rante esteDelecimqpt 1 l
carros fnebres, e si' oncarrega de 1 |
prepar para qualquer enterr fliei
nebre e id sis mais mistercs que di
rom respea > a seu estabeieciniera 1
ra a C ncurrriuia daqVielles que do
presumo se quiwrcm utilisar, cerl s il |
scro bem servidos na pontualida.le e
presos.
Avluva ilo dcMoiiibni*Sa',1' Ui'
tirana o NkHw>
Tendo chegado ao meu conl.ecm.c.i
Exm Sr bario de l'tinga fin victima de um I
lSe&M~olte.lt.7dnir.rt-rrnte:r
mn^lheraindanieca.alt.ee.i-ii.. I.,, o
Ipgio, cryslaes, carteras para
escriplorio, objectos. de prata,
.oadriras de talaiiqQ de vi me,
tpHrquezns largus e es.treitas, 1
, sjof dejacarau,d e 2 couqo'o
ftSdS^ B^*a*** ^^ ^^Uediiocom.pedra.c.ideifaacoiu
4
de cerca de 8t)0>. librs da maya de to
mates
hoji:
O agente Peitaeft far leilao, por ma e rieeo
de quem pertencer, de corea d 89Q saceos com
niassa de totsatas, em l 011 mais lo',es, lv; s 11
I^^ttoriOd, mesas -para advoga-^. i Secretaria do Instituto, 28 de margo de
dos, relugia, sfo prele, aitos
\j algibeira, coireues pM re-
i. SOARKS D/UEVEDO,
Secretario perpetuo.
Cnheira.
Precisa se de unta boa eorirt**. ^ teta
bnx conducta nreferindo-se escaia, lara com-
Sr coSai^ara Sina.neflpena f.m.l.a. paga-
nu ma da Imperatrit n- 37.__________
sa-se de um caixeiro ew "l a li an-
com pratica d" taverna: a tratar ea
nciar-o u 7.
prar e cozi
st bem.: n
J_ Preci
idejj.<
nps
tra
o espcciaimenlo
pozar da extrema pobreza em que 0 |
um familia de 18 pessoas, na. pitcieei ainil 1
pedir esmola, porque um meu Bino, tembem ene
rado de familia, esta repartir.,'.' evmigo seu pobr.-
nao ; e o far at que a munificencia imperial ati
nha em meu auxilio.
Aqusllcs que me conlieccm, saheirMiue o? sig-
naos cima notados nao podiin t. r apphca-
mira, .
Cpncluo chamando para este acte a t:
lllm. Sr. Ir. diere de polica; lam
"' dado porque acabo de pastar. ***
.r ou a qnadrilha de que ella. 6w?I*L ^
Thar rtiorcer sua industria, o illaqr m
o um cdadJo re-peitavol.
flecife, 19 de marco de lm
J
y


Diario dePernambuco Segunda feira 31 de Marco de 1873.
4

Escrava.
N'a rua do Crespo n. 6, precisa-sn de nina e-
-4iiava para todo servico de urna casa de lamina
*nn mu dos arrabaldes da cidade.
- Os abaixo assignados deiaraa ao respeita-
vel publico o especialmente ao corpa 4o cominer-
eio qu compraram a taverna sil* i rua da San-
la Cruz n. 7i, que -perteneia ao Sr. Domingos
Mar'ns Guies, livre e desembarazada de qual-
quer debito que possa apparecer, e quem se adiar
om alguiu direito a mcsina laverna, apreseute-
se no prazo de 3 das.
Pedro Jos de Medeiros 4 G.
Aluga-se um moleque ou preta, que sirva
para vender : a tratar na rua da :pncei$to n. 22.
Aluga-se urna escrava para vender bollos ou
aira qualquer vendagem : na rua do Imperador
n. 50, tcrcei o andar._______________
Ao bacharel C. R. roga-se o favor demandar^
indemnisar a quantia de vinte mil ris, que se
Ihe fe* o favor de emprestar no niez de abril do an-
uo prximo pissado, e nao o fazendo ver o seu
nome declarado por extenso.
Escravo fgido,
Fugio no dia IC do corren te mez de marco o
escravo Henriqne, comprado em 19 do mcsmo a o
enente-eoronel Glaudino Correia de Mello, do en-
genho Algrelo em Pao d'Alho, onde ge presume
elle esteja. Tem os signaes seguintes : 20 anuos
le idade, pouco mis ou menos, bem preto, olhos
grandes e espantados, rosto redondo, dentes al-
vos ; levou calcas e camisa de algodao da Babia
t chapeo preto de nianilha. Foi encontrado na
Estrada Nova, caminho do S. l.ourenco da Malta.
Pede-sa as autoridades policiaes e capitaes de
campo, que o apprehendam e o conduzam rua
lo Bario do Triumpho ns. 92 c 9i, antiga do
Brum, que serio generosamente gratificados.
Os abaixo assigna los, constando-lhes que o seu
ex-caixeiro, o Sr. Mainel Moreira Maltes, tem to-
mado dinheiro emprestado a algnmas. pessoas, cm
nome da Irma Bourgard & C, participan) ao res-
peitavel publico que nao se responsabllisam por
cousa lignina, visto que o mesura Sr. deixou de
ter ten caiv-o desde o dia l de Janeiro do auno
corrente.
Recife. 29 pe mareo de 1873.
Bourgard A C,
lo coiiinicrcio.
Candido Alberto Sodr da Motta e Jos Domin-
gues do Carillo e Silva tem dissolvido a soeiedade
que gyrava si b a razio social de Candido Alberto
Sodre da Motta A (--, Meando a cargo do ex-so-
do l andido Alberto Sodr da Motta, e coin a
nica responsabHiade (leste, toda a liqnidaclo
activa e passiva.
Recife, ;) de marco de 1873.
Candido Alborto Sodr da Motta.
lose L'oiingues do Carino e Silva.
rEdi k S5J (mWii
De ordem da mesa regedora dcsta irmandade,
&3o convidados iodos nossos irmaos professoret
para se reunirem em mesa geral no dia -'l do cr-
rante iw?. as ii lloras da manh.1 aiim de tratar-
- do interesse da mesma irmandade.
Consistorio da innandade de Santa Cecilia, 27
de marco de 1873,
O secretario.
Rodolpho Matutee de Amaral.
CX
A.
ARA
A junta administrativa do
hospital polituguez aluga o
predio da rua do Coinmerci
n. 17, sendb um andar c ar-
mazem coi
modos
da para o i
armaz
11 gran
com-
; i: uidos e sahi-
aes, propriopara
e l |s de em-
barque: na rua 1.
de Mareo, ojutr'ora do Crespo
Ani lo Correia
dios.
n. 13, e
de Vaso
Contina-se a fornecer ahoco e jantar para
i ir pi i id i e com nromptidao : na
' i do R iari :i. -T;. 1." andar, casa de
familia.
Hospital Portugwz de Bener
Para
pita),
ra*d ficencia e n Pemtmbuco.
mto dos socios deste. hos-
tomadas '.la junta administrativa
em sesso de. 16 Jo con ni .
Ossoei : p tral los nas
enfermaras do hospital, bastar para serena
a Imittid pro icios e estarem
em '.. d de suas mensalida-
des.
Outr-j sim, 'i':''i; i i junta que
fosse elol rada | o no oratorio do
hospital, uina missaupralma do socio que
tallecer, levo: do ser aprsente lo ao respec-
tivo prove !or j diploma lo socio que uo
fallecer no bi tftn delle fazer ei
tir essa d
Se :retaria do Ujispilal Portuguez I
licencia i ?o, 2>' de mar o de
1878.
Luis D yr i .
Secretario.
(kiliiieil'O.
Precisa-se 'lo um botn cozinbeiro parad
hospital portuguoz : a tratar no mesino h.os-
pital, ou na rua Primeiro' de Margo, ou-
tr'ora do Crespo, loja n. i;i.
Alnga-se de nevo o i andar darnadeS.
Jorge n. 71, com 2 salas, 6qnartos, eoanba fra,
l'rcsco e pintado de novo: a tratar do 2 andar.
Perden-se ou ral nirtado um bilheite inteiro
Ja lotera do Rio de Janeiro (44B.> de n. 2C0o :
pede-se. no caso que seja premiado, o especial
favor, a quem oflc for aprescnlado de nao fazer
negocio com ovlito bdhete, visto ser o seu renta-
leijo dono o abaixo asfignado.
Recife, 28 de marco de 187.J.
Antonio Jacinthc Paes de Mcndon.a.
Engenho
Arre la-.'o'-genho Estrella, junto cidade
doNoFwiu* t' de animaes o com propor-
i.'o.'s para i.oOO paes : os pretendentes pooera di-
rigir-sei rua Dnqne de Caxias n. 58, i* andar,
queaUi terao inforniai;oes.
Xa villa da Escada
vende se por 1:6 0 duas moradas de 'casas oas
melhores ras, rendem mensalmeote 344 : para
inforniaco, na niesma villa com o Sr.'joio Paw
do Xascraento. e no Recife, no largo do Terco
n. 23, coni Simio dos Santos.
c 2.
5.B
S
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P S.S ? o 3-9-3
fPSlii
B a 2. r-, -, u
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508
Continua ausente da casa do abaixo assignado,
desde 13de novembro de 1872, a preta vana, de
:t.* a 'i annoi, natural da Baha, teudo- os signaos
seguintes : baixa, magra, cor fula, andar faeeire,
falla babeo, cara comprida, nariz afilado, bocea
regular, dentes perfeitos, faltando-ihe um de nm
dos lados de cima, e malfeita de maos e ps, ten-
do o pe e a perna esquerda mais grossa do que
a direita, usa de trunfa na cabeca, levou de casa
una outra de tarlaiana verde, rosetas de ouro,
saia ile eambraia. com listras de cor e chale novo
loada ao Sr. Zumba Chaves por intermedio do
eorretorSantos, teudo sido antes escrava de urna
preta da Costa. Pede-se a todas as autoridades
policiaes e capitaes de eamp\ ou a qualquer pes-
soa que a apprebender, levar rua da Aurora n.
lb'J, que serio recompensados com a quantia aci
ma. Outro sim declara que desde j protesta de
haver os servieos da mesma escrava, da pessoa
que a tiver cceulta.
Joao Athanasio Bolelho.
IPENHORES
Xa travesea da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
t e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Xa niesma easa
compra-sc os mes-
mos metaos epedras.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua offieina da rua doBarao
da Victoria n. 40 para a rua
do Mrquez de Ohnda n. 34,
primeiro andar.
Fugio
a de ttvereiro o escravo de nome Joao, de 18
,i :0 aturas de idade, com o^eignaes segnintes:
altura regular, ero, olhos gran L1-, nariz grosco,
dentes perfeitos, rosto redondo : sem barba, ca-
bellos carapinhos, ps chatos e cheios de cravos,
bem esperto e ladino, canhOto, coiinbeiro, tem
bastante pratica de armsem de carne secc.i; le-
vou una bolea nova com duas camisas, sendo
urna bordada,'2 eeronlas, t cami-a de meh, 2 pa-
res de meias e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levou 54#, e mais alguma roupa perten-
eente a elle : roga-se, portento, as autoridades
e capitaes de campo que o apprehend.ini e levem-
no ao seu senhor, a rua de Pedro Aflonso n. 7,
qr.e sei-rm generosamente recomviis.-ulo<.
Fora os callos.
O nico remedio coutia os callos o em-
plastro americano o que sobro todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America^
na, rua Duque de Gaxas o. 57.
Aliento.
') jdtaizo assignado faz sciente ao respeitavel
ouWico c principalmente ao respeitavel nrpodo
.omniercio, qa tem comprado ao S.. Joao Teixei-
ra de SOuza Lima, a sua padaria sila rua Direi-
ta dos Afogados n. 27, livre a desembarazada de
'odo o ac.'ivo o passivo : quem se ulgar credor
aprsente suas conta? no praso de" tros dias a
-ontar da data deste em liante. Reci-e 27'de
mareo de 1873.
_________Marcelliao Jos Lopes Ribiro.
300^000
Ansentaram-se desde o dia 30 de Janeiro do
orronte anno dous escravos irmaos, sendo um de
ionio Lourenco, de idade de 26 a 27 anuos, esta-
tura regular, ch^io do corpo. tfyt clara, cabello
estirada, roslo redondo e sem barba ; e o outro
de nome Andr, da mesma estatura, mais franzi-
no Jo eorpo e mai novo, com os mesmos signaes
do irmao. sendo comprado Lourenco ao Sr. Clau-
dino de Aibuinierque Mello, da comarca de Patos,
provincia da Parahyba, e Andr ao Sr. Joao Fran-
cisco Gomes de Amida, da comarca do Limoeiro.
Suppde-se que seguiram a estrada do Limoeiro, a
berra do Teixeira ou enmarca de Patos; roga-se
a todas as autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que os apprebcndam e levem-os a rita do Apol-
lo n. 30, armazom de asnear, que fe gratificar
com a qu nt a cima.
toilljtaillliil
Santa- Thereza
A
o empenho de bem servir aos sens freguezes e
ao publico em geral tem procurado- \ rover-se do
ri ha de mellior e da ultima moda nos merca-
do Europa para uxpo-lo aqui venda, cor-
tos de que os seus artigo* scrao bem apreciados
pelos amantes do feom e barato; fuwsa a ennu
merar alguus il'entre clles, como sejan : a .
Vl.lfl; S, os mais ricos que tem viudo a BtM
meriadn, coui cajlas da madreponta,
tartaruga, inari.in, velludo e chagrin.
ADEHEfJOS pelos e voltas |iro|rias para luto ;
assiiu ciiim, uiu uuuiu sortimento de
(utos de plaqu, obra Ana e muito bem
acabada.
BOTOES para pnaos, o que se pode desejar de
melhor eiu plaqu,, tartaruga, inadre-
perola, niarlim e sse.
BOLCAS de velludo, seda, pallia e chagrn, o que
ha de mais moderno e 1 ndas.
RICOS de seda e de algodao, unto branco como
preto, de variados desenlio
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
i" AIXI.MI AS para costura, muito ricas e de di-
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imllaco, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer m caprichos de
qualquer seahora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQUET de madreperela, marfim e sso,
este um objecto indispensavel s-se-
uhoras do bm toni, alini do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem s luvas, ou mancha-
rem as delicadas maos.
PENTES de tartaruga, de niarlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sqmpre conserva um importan-
te sortimento de perfumadas de lino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, soeiedade hygienica, Con-
dray. Gomes e Raphael, que in-
cumbido da esculla dos aromas mais
bem aceitos pela soeiedade elegaate
da Europa, e por tanto, achato-se na
possibilidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar una m-
mensidade de artigos, aliin de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se rua do < abug n. 1 A. pa-
ra convencer-se aonde pxle comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de;tu de quin cor, o
que ha de mas bello neste genero.
VESTLMENTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissirao preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bota ainda que nao es-
teja bem replecta de dinbeiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que poeui encontrar um
grande sortimento de lilas de setim,
lafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo preco.
GRAMPOS de^tartaruga, imitacao destes, pre-
tos c ^e ci'ires. o que se p-ide dsejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de eambraia para senhpra,
la eos e golinhas de bonitas c'n^-', tain-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana c de vidro niuitj bonitos
para ornatos de sala.
Ilei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senbora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos leqnes de madraperola, tartaruga,
niarlim e de osso. os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e do algodao, para
hpraem e senbora.
1.1VR0S para missa. a Preddecta apresenta a es-
culla do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madraperola, tartaruga, marflnt, Jsso,
velludir e ebagrin, por precoj niui
razoavi-is.
Novidade.
A Pivdilecia, rua doCabng n. I A, acaba
le re eber pelo ultimo paquete chegado da Eu-
ropa, um bello sortimento de corpintras de eam-
braia bordados para senhoras e menina-, golli-
has e punhos tainbeui bordados e de Dttaittazia,
saias bordadas, dias .nn entremei ra senho-
ras, bonitas calcinitas de div rsos tampdilhos
para meninas, ricas fachas ('>' :i niim de cor,
irae tudo ven le p^r barato pre;
\l(eii
cao
A abaixo assigoada estando promovendoa ac
rao de divorcio com sou marido Antonio
Jos de Souza, e toado requerid i e feito seques-
tro em todos os bens de seu easal, nao tendo sido
encontrado ttulos e nem papis de dividas, n ten-
do'a annuntiante certeza que diversa;
slodovedaras ao sen casal, faz sciente a asses de-
redores bem como ao publico que nao pague
suas dividas c uem I'acam negocio algum com di-
to seu mando sobre os bens de seu casal, sob pe-
na de seren anunllados ditos negocios 'cobrada*
de novo ditas dividas.
Recite. 28 de marco de 1873.
tria Max'imilina Pereira de Mora"-.
Aviso de tifidade.
O abaixo assignado faz ver aos. Benhores mora-
dores da freguezia d) i'-i.o da Panella, que ar-
renden ao Sr. Beato Josd Domingues, a padaria
sita na rua a Casa Forte, por cuj flm pede aos
bous-amigos e eonliecidos da mesma tivguezia a
sua proteccii i n i consumo de pao e bolacha, coni-
proniettemo-se a trabalbar com boas farinhas e
limpeza, zello a promptidaa para melhor satisfazer
aos seus freguezes ; a qual principiar a traba-
lbar no dia Io de abril em diante.
Fregu'ia do Poco da Panella, I de abril de
1873.Hypolito Martins Gomes da Pinho,
_ De 10 palmos.
Sapotiseiros e sapoteiros, e dabi para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-cor, ariticum-a-pe, aba-
cate, laranjacravo, flanboyant ou brilliante, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecnnss
parreiras, coraclo da india, romeiras e outra,
lantas : na Capnnga, ma da Ventura numero 20.
Ivisa-se
a juem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sai-
tos, e oepois comprada ao Barii de Xazareth,
representa ter 2o anuos, tem falta de denles na
frente e as maos com cicatrizes de queimadora
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
L dividendo de 6
l
Caixeiro.
)
Precisa-se de um caixeiro de 12 a lo annos
rom pntica de taverna : no pateo da Ribeira na-
iwao 23._______'
/Terecese una nuillur cipa- para fazer
cpmpau'bia a urna familia, e presta-se a algn
.servico?, e principalmente a costura : quem pre-
cisar dirija-e Boa-vista, atraz da matriz n. 13.
O pagamento do primeiro dividendo, relativo ao
semestre lindo em dezembro, ter lugar s sex-
Jas-feiras, das ti boras da manha t da tarde,
no escriptono da rua da Vigario n. 13, ! andar.
. Recife 26 de marco de 1873.
O gerente, .
Justino'J. de S. Campos.
NOVIDADE
Fiambras preparados, s libras
ros, com nscripges anlogas
ellas.
Pastis, bolos,
padas para sobre
yende-senarua do Imperador n. 24.
ftinfeitaria d-Caispos.,..,
e intei-
ou sera
de-Id, pudings e em-
Casa foreira.
A casa terrea n. 85 da rua de Hurtas, perten-
cente Francisco de Souza Reg, e que vai
praea pelo juiz dos feitos da fazenda, foreira
santa casa da misericordia de Loanda ; seu pro-
curador mora na rua da Cruz n. 19, 1 andar.
fiisillorh medufl-cinirgico \
l*r. JPerrelra.
Rua larga do Rosario n. 20, (antig
gabinete de. sen nai)
|Q Gratis ao pobres.
Os abaixo assignados declaram ao respeita-
vel publico c com cspe^ialidade ao corpo do com-
mercio, que tem justo e contratado comprar ao Sr.
Antonio Ferreira da Costa a sua taverna sita
rua Vidal de Negreiros, outr'ora pateo do Terco
n. 1, livre e desembarazada de todo o activo c pas-
sivo : se alguem se julgar com direito mesnj^
qnaira apresentar-se no praso de tre9 dias, a *m-
tar.da data deste.
Recife 17 de marco de 1873.
Antonio da Silva Jnior.
Manoel Bezerra dos Santos.
OGQANDE PURIFIGADOR 00 SAISGUEI
Esta xceUente e admintvel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifi
ca por Cbimicos e Droguistas mui doutos e
d'nma instruccSo profunda, tndotido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma Ion-
ra e laboriosa pratica.
A sua composicSo n3o consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
tes, taervas, cascas, e folhas, possuindo to-
las ellas, sua virtude especial ou poder
am curar as molestias as quaes teem sede
9n essento, no sangue ou nos humores;
d estes differentes extractos vegetaes, acham-
te por urna tal forma combinados ponto
le conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida nas Honduras, a que
us usamos nesta preparacao, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
d estimam. Na composico da Salsa-
parrllha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
33o encerra em si cousa alguma, que pos-
ta por leve ser perigosa ou {injuriosa
jade; e tanto n'este, como em quasi to>
ios os mais respeitos, ella inteiramente
versa de todas essas mais preparacoes.
is quaes debaixo do nome de Salsaparr-
iha, sao accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de .cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRJRA DE BRISTOL
am frascos grandes, e assim por este modo,
lividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanzado por aquelles
que acondicionara sua preparaclo era^r '
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aossa Nalsaparrilha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual por^ao
;ontida naquellas garrafas pequeas, e alm
iisso, possue ainda muito mais forca e
.irtude medicinal do que .aquella, que por
-entura se possa achar couda dentro de
feis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
icham oceupados era preparar e vender as
suas produccSes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos tras-
sgrandes: proclamando, que a nossa Sal-
aaparrilha de RrEstol nao pnsstle z
menor virtude; porcra quo effeetivamen-
.e sao elles postas em silencio, quando indi-
)amos, ou simpiesmente referimo-nos para
lora essas centenares de certid3es e tes-
'.emunhos authenticos^ por nos receidos
ie todas as classes da soeiedade, nos quaes
plenamente attestfln o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRH.lIA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
pios agentes naquelles lugares aonde as
jiucrentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas.
ilo produzidas, que nos habilita exer-
ler aquelle constante cuidado e disimilo na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformid.ide de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nSc
ios poupsraos aem diiiheirp, nem iJ.;!i
encias; afim de alcncennos o melhor
i nicamente o melhorde cada um ai
>ti ingridiente que entra na sita composi-
;o ; pois levados e compenetrados. t
nais firmee persuasiva conianca; quepo-
lemosafoutaraente dizer aosdoenles dot-
las as nacoes, e de todos os paizes, que na
9 ssparrIJha de Bristol. possuerr
m remedio mais efflcaz e seguro ; do que
lenhum outro, que vos Unta sido offere-
:di) at boje, o o qual por corto nao had
mallograr vossas expectativas, na prompta
>, effectiva cura dos seguintes enfermidades:
escrfulas, Tinha,
Ghagas antigs, Syphiiis,ouMal Ve-
nreo
ulceras, Humores Escrofu-
losos,
heridas Ulceres.'?, irregularidades de
Sexo
Tumores Feminino,
Abscessos Apostemas, Nervosidade,
SrupcSes, Debilidade Geral.
Herpes, Febra e Malignas
salsagem Febre e Sezes
Impigens, Biliosas,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sira, achar-se-ha, que para o bono
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
as enfermidades cima apontadas o adian
lamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
empo das nossas mui valiosa pilulas
regetaes assucaradas de Bristol.
tomadas era doses moderadas em connec-
;8o ou conjunctamente com a Salsaparrilha:
ellas fazem remover e expellir grapdes
quantidades de materias morbificas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulara esp alhados pelo systema,
isto causado pelo utso da Salsaparrilha; e
por esta forma faciliar a volta e o exercicio
aormal das operagoes funecionaes,
i qual preparada smente pelos nico/
PropMrietaos,______________
ANSOTACES
COMMENTARIOS
Aleida wformajndieiari
PELO
ii. Asrai: wim la bocha
1 VOLUMF. DE CERCA DE 300 PAGWA8.
BROCHADO 7!?000.
ENCADERNADO 85000.
Esta obra tem merecido elogios dos juiis-
consultos e dos'estadistas, sendo devidamen-
te c,lassilicado como o mais bem elaborado
trabalho e o mais completo sobre o ob-
jecto.
Livraria Franceza.
Aluga-se
Aluga-se a loja do -sobrado da rua do Impera-
or n. 17, e o arroarem ojie lhe fiea ao fundo,
o caes 23 de Novembro n. 2?, proprio para gran-
de deposito do generes seceos ou molhados, ta-
ca, madeiras etc.: a tratar na rua do Rangel n.
7, I. ou i. andares.
Precisa-sc de um mjpiuo de 12 a 18 annos,
para criado : na ma doyucimado n. 81 ,
Casa
Aluga-se o !* andar d Srafrii l nii do Im-
perador n. :i8,todo forrado e pialado, proprio pa-
ra quabiuer escriptorio ou soeiedade : a tratar na
rua do Imperador n. 7o, loja, das Os liftos de -Agostinho Jos da Silva, Jos
Gonealves dos Santos e Silva, Antonio Gonealves de
Parias-e Silva e suas irras, veetn por niela deata
prevenir ao publico queteum de pedir mmieio da
presente una esmola, a anal tem por lim a.udir a
(icrda de 1:6 9j que seu reino pai perder da es-
ta?ao da Ja^jueira a rstaclo da rua de Santo Ama-
ro, quai.'tia esta pertenecnte a nrpliaos, e que,
como thesoureiro do juizo respectivo, tinha de sa-
tisfazer ' vista dos mandados que lhe foram
apresentados no dia 26 do corrente ; e por meio
do presente apreseutar-sr-bao rogando a caridade
dos benignos coracoes a quem lhe for pedido, a
concorrer para tao justo fim, attendendo tambeui
sua idade, pobreza, e ipiasi loucura em que se
acha com seiiudhanle perda.
Aluga-se a casa terrea da rua dos Guarara-
|ies n 12 em armazem, com um sollo grande e
quintal tambem grande, proprio para eoxeira ou
outro qualquer negocio : a tratar ao p n. 10 ou
na Boa-Vista rua do Itosario n. 2fi.___________
Cozinheiro.
Precisa-sc do um cozinheiro muito bom : a tra-
tar na rua da Cruz n 48.
Soeiedade recreativa harmo-
na luso-brasileira
De ordem do Sr. presidente convido a todos os
socios a comparerereni na sala desta soeiedade no
dia 28 do corrente mez, s 7 112 hora da nonte,
para se tratar de negocios tendentes niesma.
Sala das sessoes ib do marro de 1873.
A. do Reg Santos
I" secretar o.
Itibeiro ai Gamillo previnem aos devedores
da firma que gyrou sob o titulo de Cbrispiano &
Paredes, na padaria da rua Vidal de Negreiros n.
147, que s deven) pagar seis dbitos aos novos
proprietarios sapm ditos, nao se attendendo a ru-
cib s que nao sejam sellados pela competente re-
particao com data posterior ao presente annun-
ci, e nas mesnias eoBdtaOes os curadores da ami-
ga linna de Francisco Jos do ("ampos Pamplona,
rogndose a todas aquellas pessoas que se acba-
rem devendo aquellas duas (Irmas, o favor de en-
tenderem-se, no prazo- de ;10 das, com os ditos
proprietarios.
Precisa-se de um memuo de l a II annos
annos para taverna, emboca nao tenlia grande
pratica, comanlo qne seja de boa conducta : na
rua Imperial n. 19".
13,200
O Sr. Jos Bernardino Gomia de Carros cha-
mado rua do Crespo n, i'^. > uegoci
Liiiz Pereira \\\\\m.
losephft de Parias Raposo, Justino Pereira de
Parias, Antonio Pereira de l rjanna de
Parias Botelbo, Isabel de Parias Guimares, Cae-
tana do Parias Costa, Joaquina de Pariai Teixei-
ra. Clementino ile Pari&s Tavares, Hermina de
Farias Tavares, agradecem summamente a todas
as pessjas que se dignarata assisUjr as exequias e
enlerraniento de sen l'alleeido marido, ennhado e
to. I.uiz Pe eir liapis, e Ibes rogam o caridoso
obseanio de ass-'stirem - ra ssas do -elimo dia,
i|ue por'alma do mesmo inandam rezar na Vene-
ravel Ordem Terceira de S. Praneiieo e na ea-
pella do cemiterio publico, terea-eira 1." di! abril"
as 0 I i horas da manha. ^^
-aaMiiiMiMBfia?.tffiTTT? ^-^aa
Barita de itmsy.
O i
-^5 A baronesa de Araeagy,
, .... : sens filhos e genro, convi-
'wjL ,|:;l'' ;|S pesoas de i.' mu-
5^ sado para que s 10 1/2
;; horas da manha do dia l
no caes 22 d: novembro,
afim de assistirem .. i l rque aeom|
rem os restos mortac! de seu finado marido, pai
e sogro, o Barao de Aracagy ; fallecido em Lis-
boaa. 10 de dezembro ultimo, afim de serem de-
positados na igreja do convenl de S. Francisco,
desta cidade, ondeas 11 boras d'aquelle dase
rara omissas por alma do mesmo finado ;
ja agradecem s pessoas que se dignarem
assistir a taes actos.
i... ::-: :- ...
Casa para utagar
Aluga-se o sobrado de um andar o ito i
da Iniperatriz n. 82, cora grandes ae > i n ida; es
para familia, tendo agua gaz, qainl d arbori
-i lo: a tratar ua roa Nova n. s.
- So ia -i de fevereire de 187't fngi i o mea
escravo mulato, los, idade 10 ann -. estatura 7
palmos, cabello corrido, falta de dous dentes na
frente no queixo superior, os dentes podres, os
dedos dos ps cortos, ps achatados ; levou cami-
sa de madapolio, calca de easemira parda de al-
>, chapeo preto de massa : aaem o p< gnr
levar a seu sonhor Sebastiao Jos Mondes, nos
Afogados, no sitio do Boi, que ffir bem recompen-
sado______________________
Fabrica de fiacao e teci-
dos.
Nao estando a ida mnpleta a assignatura dj
capital necemrui para esta empieza (ISO.OnOj )
contina aborta a subseri {5o at o fim d.> cor-
rente mez o cin mo do empreiario Silva Barro-
ca, na rua do Mrquez de Ohnda n. i, ou d i eor-
retor Mosquita, na prega do Commi
a rua do Crespo u. 7, loja do Galio \igi-
lante, preci3a-sg de urna ann para cozinhar: pre-
fere-se escrava.
e novo o
Cli preto da pona btanc
E cha verde perola superior
Porque vende-se na tus do Impera-
dor n. 24.-
Confeitaria do Campos.
Perdeii-se da c.-tacao da Jaqueira at>! a do
Po to do Capim, a quantia de i:WW0u0, M "s-
pe:ie seguiate : tres sedlas de qoinbeatos mil
n'is, ama de cem, una ile cinco > quatro do mil
ris; quantia esta que devia ser entregue hoje
pelo thesonreiro dos orphos : pede-se encareci-
damente a quem livr adiado um enibrulho com
a referida quantia o obzequio de ^ntrega-lo ao
mcsmo thesonreiro rua de Marcilio Dias n. 117.
Recife 26 de margo de 1873.
Escravo rugido.
Fegio no dia 7 do corrente mez i> mareo, do
engenho Boa-vista da freguezia de S. Vicente, co-
makca de I tamb, o escravo Antonio com os sig-
naes seguintes : 3a annos de idade, pouco mais
ou menos, alto, seec, cor fula, pouca baria, tem
cicatrizes de ferida nas pernas, carapina,- sabe
ler o escrever : quem o.pegar feve-o ao dito en-
genho, ou no Recife ao Dr. Laurino de Moraes
Pinheiro, rua do Rangel n. 7, que ser generosa-
mente recompensado.
(VANILLA)
A melhor bolachinha at boje eonhecida,
tanto para cha como pare dietas.
Vende-se na rua do Imperador n. 2 -.
Amas
Precisa-se alugar duas amas ; urna para
engommar e cuidar de outros servidos do-
mctieos, -outra para cozinhar e lavar. Tra-
tn-se na ma do Capibarjlte n. 40.________
Precisa-se de ama ama para cozinhar e en-
gommar, forra o:i es, cava : ua rua do Duque
de Caxias n. 22, 1." amtar.
Pieeisa-se de una ama escrava ou
forra para comprar e cozinhar : m
rua da Roda n. 46, 1* andar. ____
AMA
Urgencia*
Precisa-se de urna ama de
leite, que o teuha bom e
abundante e sem filho, pa-
ga-se bem: a tratar no pri-
meiro andar desta typogra
phia com o administrador.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Duque de axias n. 3, 1* andar,
precisase de urna ama livre ou escrava, para
cozinhar e outros servieos proprios de casa de
familia. Paga-se bem agradando.____________
l jyip Precisase de urna ama cozinheira, for-
f\i*mjgm efCrava, pagase bem : na ma do
Aragao n. 37.
Pre isa-se de urna ama para auinhar: na
rua da Aurora n. 33.____________________
Precisa-se de duas amas, urna de leite e ou-
tra secca : na rua Augusta n. 161.
inri Precisa-se de urna ama para pou-
\ \ I \ ca familia cstrangeira : na rua da
inlTXil. Camboado Carmo n. 9, l andar.
mi Precisase de una ama para cozi-
\ nbar e comprar para nina s pessoa :
fl. na rua da Senzalla-velha n. 110, se-
gundo andar.
- Precisa-se de um caixeiro do 10 a 12 annos
de idade, para taverna- e de fiador a sua coBduc-
ta : no pateo do Terco n. 82.
\

iMedico-cirurgioo
ROA DO IMFEHAORN. 73. f A^DAR
0 DR. NUNES DA GOSTA
MF.DIfO OPERADOR E PARTE1R0.
KSPEChL1'A0ES.
Molestias e jpmces de o hos.
Cura radie! e instantnea dos
esiri-it-mentos da uretra.
Consultas: Das 7si0boras
da maub.
Chamados : a qualquer hora.
...
M0F1NA
Est encouracado !! !
i
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Meilo,
iserivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
9 por este motivo de novo chamado para dito
!im, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu lilho se
achara nesta cidade.
Attenco.
Acabadle ehegar navio de Genova com ladrilho
de marmore, de 10, \l e 14 pollegadas, e pedr
de Interna mni rija, e por laso prefina par :..
lliar armazens: ) desembarca a que for vendida
aqui, no armazem de E. A. Burle i C.
GabeUeireiro
Precisa-sede oficiaos de barbeim r <
reiro: na roa da Cadeia do Recife n. 51, pu-
meiro andir.
.Na rua da Madre d i1 .- u. 3, preciza-i
um criado* para todo o servido interno.
\viso
Os Srs. Meuron ('.., fabridntes de rap,
na rua doVisconde deGoianna n. 157, i .
am de algumas mulleres pare trabalhai
sua fabrica: a quem convier, nodo dirig
a mesma fabrica para tratar.
COMPRAS.
20*000.
Frecisa-se alugar urna escrava quo engomme
perfeitamentc bem, e faca o mais servico interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de nnia outra quo cozinhe com
perfeic:n : no largo do Paraizo n. 28, 1 e 2o an-
aares._______________________
Od'erec**e um rapaz brasileiro de 15 a 16
annos, para caixeiro de miudezas, fazendas, ou
outra cousa semejhan 1 quem precisar dirja-
se a esta typographia, que se dar as informa-
c5es.
Na fsbri .. de o rveja i rua do Brum n. 70
compra so laranjas da Ierra a (iiO re o cento.
I Frasl" m
.es.
\ Compra-se e vende-se trastes novos *>.,
o usados : no armazem da rua do im- J*?/
. iierador n. '.. gag)
Chumbo
ompra-se chumbo velho e estanto, empeqae-
n.- i grandes pereces : rua Nova loja n. 11, do
Azcvcdo._______________________^^__
Compra-se nina canora coin boi qu- -
manso : a tratar no pateo do Carmo, easa de
banhos.
Compra-se urna carroca com arreios para ca-
vado, que seja em perfeito estado : na rua larga
do Rosario n. 22.________________
(Vmipra searnneoes usadas de chapeo, de
sol: na rua larga do Rosario n. 22.
Compra-se o Oiario de Pernambuco de 16
de Janeiro de 1862, paga-se bem : na rua dos
Pescadores n. I.
Vr:NDAS.
Vende-se um excellente boi tourino, novo,
grande, bonito e gordo ; assim imo urna burra
muito bonita e gorda, nova, e ainda nao est bem
mansa : no engenho da Sapucaia, em Bcbcribe.
Mobilia.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda ein
perlWto estado : a tratar oa rua da Madre do-
Deus n. 5,1.* andar.
Vende-so um escravo cozinheiro de 33 an-
nos do idade, una negrota nr,!la e 'da|l de u
annos, urna mulata cabra de idade de ! annos,
bonita figura, una dita de 28 annos de idade,
com duas lilhas, urna de 10 annos c a outra de
8 todas pretas e a mai das crias cozmha e en-
gomma peritamente : na rua de Mortas n. 110.
VENDE-SE
a taverna n. 20 do pateo do Paraizo, com poucos
fundos, muito afreguezada para o retalho c nre-
pria para principiante : tiata-se com o propm-
tario Jos Duarte Pereira, na mesma casa.
Camarjies.
Muito novos c graudos; vende-se na mt Di
reita n. 14, esquina do becco de S. Pedro, *
4 '




>
Diario de Pernambuco Segunda feira 31 d Jfarco de 1873.
FUNDICAO DE FERRO
FABRICA DE MACHINAS
V na do Baro di Trimnpho (ra (hita) os. 109a 104
CARD0S0 . IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem rccebidb da Europa
grande sortimento de ferragens para engenhos e para lavoura.e quacsquer outros usos
e misteresda industria agrcola, o quetudo vendem por presos razoaveis.
FOrillas para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VUK)r6S no"sontaes e verticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra dclla, os
r*^ melhores que teem vindo a este mercado.
AlpenaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS mOendaS para assentarem grades de madeira.
TaiXaS de ferro de ferro fundido e batido, do diversos tamanhos.
KOaS Q agua de diversos tamanhos.
xOClaS dentadas de diversos tamanhos e qualidades.
rVuinPrtTVl concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
WUWWD sua fbrica bem montada, com grande ebom pcssoal.
FnpnmmPTldiq Mandam vir por encommendada Europa, qualquer rcachinismo,
umAniuuviiuao para Q quj3 ge correSp0ndem cora urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra.; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Baro do Triumpo ns. 101, 102 e 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO
r\
R*SBB1f(SinA(flflKOBiMTSR0
O
BAZAR- NACIONAL
liua da Imperatriz n. 72
ni:
Loureu^o Pereiru MeiulcsGiiiiaraes
Esmerald
MIUDEZAS.
Soares Leite & IrmSos, com loja de miudezas e perfumaras ra do Baro da Vic
toria n. 28, pedem muita attenc.ao para os precos abaixo especificados, a saber :
Sapatos de tapete para homens esenhoras
a 19200.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talherescabcdeviado 'imitacioj a3?000
a duzia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
600 rs.
dem dem de marca a 210 rs.
Maco de tita chineza a 19000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 13200.
dem idem kananga do Japo a 1,200.
dem idem divina a 19000 e 19200.
dem idem Magdalena 'novidade) a 1-J500.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
19000, 2-?000, 4?000 e 70000.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
33500.
dem com tnico oriental de lfcemp a 1?000 \ com perfumaras do autor E. Cudray proprias
0 frasco. i para presentes, assim como de p.ilba e papc-
Duzia de sabonetesjde amendoa a 2500
e 39600.
MIUDEZAS.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redas nfeitadas a 19400.
Resma lepapel pautado cliso a 29600,
29800, 39300, 49000 e 69000.
Caixa de papel amisade 600 rs.
dem idem idem beira doorada a 800 rs.
Caixa de envelnos forrados a TOO rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa do pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
29200.
- Duzia de sabonetes com flores a I-T500.
SabonetesGlycorim transparentes 1--O00.
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
a
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem vindo neste genero, como cassoletas de
onx com lettras de diamantes e pinturas finas, aderemos e meios aderecos com pedras ii
as, etc., etc. .
Relogios de ouro, de differentes gostos e cualidades, para homens e senhoras, desde o
prego de 409000 at 3009000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfei<;oado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 e 409000.
RA DO CAIHJG N. 5
MOREIRA DUARTE & C.
CASEMIUA PRETA A 29500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira prela paracal-
cas de homem a 29500, i9300, 59 e 69000.
PA.N.Nl'ltK'i O 1 l.NO A 29500. ;
Vende-se panno, enfestado proprio para
calcas e palitts a 29500, 39, A* 59000 o
covado.
ALPACA TRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 300 e 610 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 19300.
Vende-se cortes de brim para calcas de
homem a 19300 e 29000.
CHITAS BARATAS A 2i0 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA CBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas"para concitas 280
re. o covado.
MUSSELIN'A DECORES K '.00 BS.
COLXAS DE FUSTAOA 29500.
Vende-se colxas de fusto, de cores,
29500 cada una.
GGBERTORES DE l'ELLOS A 11^00.
Vemlc-so cobertores de pellos o papados-
a 19200 e I9'i00.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias'brancas o de cres a 29000
e 2-300.
TOALIIAS A 800 RS.
Vende-se loalbas felpadas proprias para,
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA YIAC.KNS A 39000.
Vende-so bolsas para > iagens a 39, 39800
e 49000.
LENCOS BRANCOSA 2-;000 A DUZIA.
Vende-se lencos brancos a 29000 a du-
zia.
GROSDENAPLES PRETG A 19800
Vende- e grosdenaples preto para vestidos.
branca, a
MIUDEZAS.
Maros de trancas de caracol
400" rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pecas de cordao imperial
320 rs.
Duzia de cachimbos p de gallinha
29500.
dem idem de madeira com tampa
39600.
Duzia de collarinhos bordados pora
mem a 89000?
dem idem lisos a 69000.
PERFUMARAS.
Frasco ile oleo Oiza verdadeiro a 19000.
Idem idem antiqae muito bmu 400 rs.
lio.
MODAS E MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
senboras a 109000.
Leques para senboras a 29000, 49000 e
79000.
Vara de fita escoseza larga (novidade) a
'9000..
Lamparillas gaz a I000.
Groza de botes de osso para caifa a
hn- 200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralhos francezes canto dora-
do a 3.-000.
dem idem beira lisas a 29300.
Garrafa de tinta roxa extra-lina a 19000.
A LOJA BOM PASTOR
RECEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Pars, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, casticaes,
saleiras, farinheiros.etc, etc.
Recebeu tambera
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praca.
Recebe encommenda para o Porto, Lyon e Paris.
Fabrica cteoruamenlos para igrejas, e imageis
Vende-so musselina linas, de cores para a 1*800, 29, 500, 89, .9000 e 59000 j
vestidos a 400 rs. o covado. .covado. .
FSTAO BRAXCO A 320 BS. MADAPOLAO FINO A -000.
Vende-se fusto bramo para vestidos a Vende-se peca* do madapoln, a 19000
320 rs. o covado. H00, 89, 69, 79000 o 89000.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS. | ALGODA0 A 49000.
Vende-se cassas de coros muito finas a 360 Vende-se pesas de algodao bom a w
e 400 rs. o covado. 19300, 59, e 69000.
CAMBRAIA BAISTA A '.00 RS. AlGODAO INFESTADO A OJO BS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos Vende-se algodao entestado 00 rs. o
de senhora a 400 rs. o covado. i metro.
)A
55
Orata muito boa e fresca
2SO0.
a 19, 19500 e^. Pecas de fita de velludo de todas as cores.
Ide-n idem de sarja de todas as cores
Caixa de pos para dentes a 200 rs. e larguras.
dem idem do pos chinez, muito bom. a
>00 rs. c 19000.
Maco de sabonetes ingleses
riere? a 600 rs
Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
lte,
muito supe- Chapeos para senboras o meninas.
1 Luvas de pellica muito frescas a 29500.'
REA FINA
IMPERIAL-FABRICA
di:
NA
&
Je
Morara & C. solicitam a attenei do publico
.1 provincia de Pernam-
tiios
de moldura deura la de todos os tamanhos, tocadores le quadro, caixa e zincq, ra litas
miudezas que seria longo mencionar.
28 llii do Baro da Victoria
para
Aradas para lavrar a trra.
Carrinnos de mi.
Sarnas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d rame para fi-5
J-'ogoesde ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanis
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descansar
Machinas do cortar fin ,
Cimento..
Salitre.
Balancas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWRES RA DO BOM JESIS.N..
1
algod
Aderemos de bri-
lhante, esmeraldas
rubins e perola,
voltasde perolas.
Obras de
.prata de toda? as
qualidade?.
SAPHIRA
NOV LOJA DE JOIAS
N. 2 ARa do CabugN. 2 A
DE
BARROS A I'ILHO
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisicAo de
ioias as mais modernas vindas ao mercado, e de quahdades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar una joia de gosto. por
prego razoave.

COSTURA DE HOWE
BOIS WSKUTOS
SOABES LEIIE, IRMAOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Bario da Vidoria 11. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposicao de Paris, em 1867, oi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
ro da Legiao de Honra, por ?erera as machinas mais per.
teitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, 'nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
St|| A medalha de ouro na exposifiao de Londres acrediten
estas machinas.
I JL
QUCl 'I
buco'para o raprea Fina -producto de fabrica perteooente a Blhos
do paiz, e cuja qualida loes! ihecid perf : nonte igual a do w rda-
jeiroArOa Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Baha, temi alem
disso a vantagem de ser viajado. .
No intuito de tornar conheceido devidam teapreciao o rape rea
finaos annnuncihtes acabam do autorisar seu ag nto em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obsta dos o direitosdeintroducoao.a lutada
concurrencia, acompanhando-a nos .' do proco ate onde lor
ss corapativel Bom suas forcas.
Os ites esp ' na nobro poj i de ler-
namlnico, o apoio que lm ius o tivi! e os c I >rc s que cllesteem
emprega i" para, por assim dizer, uacionalisarem um ramo de mdustria
queathojo \ ao estrangeiro tem a| ido.
O deposito em Pernambuco .noescriptoro doSr. Bom
ves Matheus, ra do Vigano n. 21. I \m\u
ou meias libras, vontade do
Doiiiiii^'i^ Al-
em libras
Preco 1^000 a libra
om de cont >k 18 \ em porc.aode 10 libras
A 908000
e menos rpido estrago
Cabe-nos o dorar de annuiiciar que a companhia das machinas de Hov,e de 3va-
\ork, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, om deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
empregaudo urna agulha mais curta om a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
olterecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagem destas machinas sao as segmntes:
Primeira.0 publico abe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel,
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frcelo entre as diversas pegas, e menos r
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito mo.
Quinta.Perraitle que se examine o trabalho de ambos os ios, o que se nao consegu
nasoutras. .
Sexta.Fazem ponte miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tensao da linha, cozem a fazenda i
fina.
Stima.O compressOr levantado com a maior fcili.iade, quando so tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura. ,
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tra tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, ootras sop^ram
mudangas radicaes parapoderem substituir: entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, meslre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabric, e hoje nao atiende a procura, posto que ftca 600
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccCes em portuguez.
A 90&000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
Grande la<]0.
Sao grvalas grandes com laco, ultimo gosto a
1.000: na loja a Rosa branca ra da Irapera'iz
n 86.
Libras sterlinas.
Vende-se no armazem de faiendas de Augusto
P. de Oliveira 4 C, rna do Commercio n. 4
Fio de algodao da Bank e cal de Lisboa, re-
cernemente chegado : ha para vender no es-
criptorio de Joaquim-Jof Goncalves Beltrio Fi-
ibo, ra do Commercio b. 5. i
Araruta verdadeira
Contimia a vender-se na travessa da ra das
Cruzes n. 4, e ra do Vigario n. 26, pelo preco de
oO rs. a libra, em pacote-_________^______
Panno de algodao da Bahia
da fabrica Todos: os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
Goncalves Beltrao & Filho, roa do commercio
a o
Ra do Barao
A'
da Victoria n. 2 8.
Litidos vestidos a 5$ o corte
Superiores cortes de cassa de cor, de organdy e de percalia cora barra e de daus
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 59 cada corte. Vendem ha ra Pri-
meiro de Mar^o (antiga do Crespo) b. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Val
cellos.
para cima.
Bahia, 21 do

1 r 1.
&a
N.
JOS
i
m
i
m
IA
Ra do Cabug X. -i
r,1,*UTSEA:C.
1)
GOMES DE MATT0S, HMlOS
Neste imprtante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
verdor variado sortimento de joia*, sendo de brilhaotes, esmeraldas, porcias
e rubins, com grande reduccao de procos, pOrque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ba de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.'
Os proprietarios do MSE W.M)\ \S, sero constantes sempre que tivc-
rem occasio de verem suas pajavras confirmadas pela voz geral, de que o
MUSEU DE JOIAS vende seusartigos a presos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, adiase
exposieao obras 'le prata, de todas as quali lades, relogios BndissimoS a do
acreditados autores, para homens e senboras. Ditos de prata para todos os
preros. Cadeiase trancelms do todos os gostos, etudo e mais que lr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, azendeiros c lavradores, que to-
Vendcm-se os segtuntes liviv-. .neala typ-i-
graphia, por prejos b?r;iti>simos :
-Pardssus Droit eoramctcial,
Villaum Revoluttan Fran
Kluber Droit des rens.
Rogfon Codo de commerce.
Vattel Droi des gens.
Ventura Pouvi- pobiic
Portan Coors d>- droit natar< .
Louis Blanc Histoire de dix ah
isa.
Vende-st oa sobrado em ama boa
tratar na ra da Imperatriz n. 8, loja.
MEIAS

MivMffn
HELMAnSMftS
Rruiltiu
tipt|i
Isaal
tic.
if 55 B4 Sebastopol as
rCOMOOOSE PURGATIVA!
I '.C:-AL-AS*dD!TAf!-SC \
Amara!, Nabuco & C. ven-
dem as seguintes qualidades
de meias de fio de Escocia :
Brancas, abertas no peito do p, e bordadas a
seda, para senhora, abertas, para menia!*, cruas
e de cores para homem.
DE ALGODAO
Brancas e do cores ptra menino?, mininas, hi
mens e senhoras.
DLA
V.*' 8AUDC
DEPOSITO (iERAL
KA
rhtT-nisrcla e drenara
DE
fUHTHr)L0MEU4 C.
34 -Rii targa doKoparin34
Aos Srs. mac,ons.
Ama ral, Nabuco t C vendem insignias mago*
de diverso* graos.
Leques
j Amar..., Nubnco C receberam um variada
imn o elegante gortimento dt> leques de madrepe-
rola branca h\ rada para notos, queimada para
jiasseio, baile?, etc. etc., de tartarugaJiso e lavra-
dofi. de martim lisos c lavrados e com seda, de
se-: osso lirio- e lavrados e com spda de todas as cor,
de sandaio bordados a lantijonlas, e para uiu-

Decores para mininos, meninas homens
nhfii"i
Qp h| i, ,v : v'nd.-se no bazar viciona,ni-
Carmezim e risas paVa paVrs cap-llis milita- 'Vhyrtan.1.---------------^_^---------
res, megos e bispo. ,--., . Ven!p-se vmlwsuperior do Porto echara
No bazar Victoria, ra- do. Barao* da victoria tos daHahia
Dttmero 2 ** "dr.
i
na na da Madre do Doui n f





6
Diario de Per
Segunda fcira 31 de Marco de 1873.


Fazendas em liquidaeo
NA
CZ3
N. 60 Rua da Imperatriz N. 60
m:
DA SILVA & C.
KKMW\E
TenJo o proprietario doslc importante estabclocinaento, grande vontade de liquidar
tedas as fazendas que tem em ser, lein resolvido vende-las por precos muite mais baratos dp
qaa se vonlem em outra qualquer parte, cm o fim de apurar dinheiro, razo por que con-
vida o respoitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de falencias 9p
k, eorao tambera de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
E previne queso vende a dinheiro vista, por estar em liquidadlo.
IOFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO
WLISTKASDESEDAA809RS.OCOVADO' Neste grande esUbelecimeoto encontrar
O Pavao fecebeu um elegante sortimento 0 respeitavel publico, urna bem montada pffi-
dasmais lindas grenadines pretas com listras cia de alfaiate, onde se manda ecttfar
do seda de cor, teodo entre ellas comlistra qaalqner peca de obra, tant<> para hornera,
pjm propria para luto, que vendo pelo ba- como para meninos, com a maior pres-
wtissimo prego de 800 ris o covado ; asim tesa e perfeicao assim como pira qoalqoer
como dita muito fina com listra encarnada, |uto que de repente appareca, tendo na mes-
n va de a 1?000 ris o covado. Esta ma officina nm perito official destinado par
faasnda veto pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de goirda ns-
raen'.o da Europa., e liquida-sc na loja do cional oa tropa de linha, sendo esta officina
Fvo nuda Imperatriz n. 60. !dirigida pelo hbil artista Pedro Celestino
CAMBRAIS ABERTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalbo.
9-5000 e 10-J0OO RS. ESPART1LH05 A 3,9000.
OPavao rocebcu um clegaute sortimento O Pav5o tem nm grande sortimento de
d mais Unas cambraias brancas, abertas e espartiloos, tanto para sanbora como para
bordadas para vestidos, que vende pelo ba- menina, qbe vende pelo barato preco de
rassimo presos de 9jJ>, e 02W00 rs. o 3|Q0O. Ditos muito finos a 400 X) 150000,
corte, tr'iidobastante fazenda.E'j>echincha,
im toja do Pavao amada Imperatris n. 60.
LSI.NHAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
i&i ma; lia las lasinhas transparentes com
sao doa mais moderos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 2i0 RS.
CHITAS A 240 RS.
O ParSo vende chitas francezas proprias
femabas bordadas, tendo de todas as cores psra vestido, sendo muito boa lazenia.com
iuclusive roa propria para viuva, e vende J padrSes claros e escuro, pelo barato preco
i
jwiobaratissimj preco de 400 rs. o covado.
E' peoulnohinaloja do Pavo a ra da lm-
jxjratriz n. GO.
GftEN UHNES A OVO RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das m;'.is lindas grenadines pretas com listras
loas e de cores, sendo muito boa quali-
ado, e vende pelo baratissimo preco do 5(i0
rs. o covado. E' peclincha na loja do Pa-
vao a ruada Imperatriz n. 60.
:.''.;;:hisde fusto acolxoadas a
49000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fusto, aco.lxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
case de todas as cores, e vende pelo baratissi-
bbo proco de 4<$, rs. E'pechincha na loja
Pava > a ni i da imperatriz n. 60.
S PARA SENUORA A 139000 RS.
0 Pava > receben um elegante sortimento
mais modernos chapeos depalha, rica-
m ate enfeitad s, para seohora, com osseus
axnoetunles veos, e vende pelo baratissime
. do L2&D00 rs. E' pechincha na loja
tf Pavo a ruada Imperatriz n. 00.
LAS MODERNAS
0 l'.r "i i vende um bonito sortimento de
- liatradas, sendo das mais modernas
i vindo an mercado, pelo baratissime
I 560 e >!>!> rs. o covado. E' pe-
i logado Pavoarua da Impera-
i. 60.
. ,i lCASLAVRADAS agio rs.
0 EOVADO.
(.:i.v. ,1 para a Lijad i Pavo um elegante
idas mais b mitas alpacas de cores
. udo as odres mais modernas que
i iara vestidos, e vende-se pelo De-
preco de 640 rs. o covado. E'
i loja do Pavfi i a ruada Impc-
> - .I' eaubrftia. hiiua n.
vidarie, a 7 ?.
Pavao recebeu pelo ultimo vapor de
tes de caibraia branca com ba-
irn .. bordados, I >n lo fazen la
I ira vestido de qualquer modelo,
os mais mo lernos que tem
> m i ido, ep ila s 11 exce siva bara-
i '. :>: 11 iv lis as senhoras
B izar do Pavo, ra da
'. 60.
JOS \ 2900A DUZIA.
1' P tora urna grande p irgo de len-
c ira barra de cor, muito bonitos
e boa qualidade, que vende porS$400 por
' rc4o,
- brancos abainhados muito fi-
aos 100.
s co ib irr i 11 cor, muito fi-
. E' an le p ;hincka, naldjal
Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
rato de romeiras pretas de fil
. cora lindos enfotes pretos edo
. ile pelo barato preco de 3-^000
um, p ir tT grande porcio,
todos (1
100.
PARA 0 CARNAVAL.
DosniaAs
i ternura gran le .sortimento de d-
I as qu di I ides goetos, proprios
10 carnaval, tenJotambem de merina
muil i interessantes, ijue vende ou
muito barat >s; por ter gran-
de 210 rs. o covado, por ter um leve to
)ih de mofo : pechincha.
LIQUIDADO DE CALgS DE CASEMIRA
0 Pavo tem nm grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qoa
iidades, para todos o; prec 8, e desejando
amito limida-las, resolved vende-las por
om preco muito em conti, para diminnir a
grande porc3o.
OASSAS FRANCEZAS.
0 Pavao vende bonitas cassas francezas
com bonitos padres, e de muita phantasia
pelo baratissimo preco de 2i0 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja"do Pavo.
BOURNUS A 169000.
O Pavao recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at boje so condecidos, e em relaco -ex-
cessivabaratcza,convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 69000.
O Pavo vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
prec/) de 69000, por ser grande pechincha.
Ditos muito Unos com babadinhos brancos
bordados a 85000.
Ditos ditos com listas de cores a 49000 e
55000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 9-5000. E'grande
pechincha na loja do Pavao.
BRAMANTES PA1U LENCO'ES.
0 Pavo ven,1e snperior bramante de al-
godio ten!) 6 palmos de largura que s
percisa de 1 '/i vara para um lengol, me-
tro -MflOO e a vara US00.
Dito de linbo paro superior muito encor-
pedo com a mesma largura a vara 25100
Diios francezes m>:ito finos a 2io00 e
tfOOO.
Pe^ de Iliiaburgo e panm de linbo-com
20 e 30 varas, parj todos 03 pregos e
Obras de phantasia.
A loja da Aguia Braiie.i, ra do Duque de
Caxi s n. M), rccekan um bello sortimento uY bo-
nitas e modernas obraste- phantasia, seudo,^ '
lirin Outros da ad/ap rola |usjmada com bonitos
eneites de delicadas.flores. '
Outros t'e fia dourado cera p nge les de cores.
Outros enearaados e de bony s moldes^
Rosetas de liso dourado com pairas brajiea,
Aderecos d madiVLcrola..
Ditos domados cQiafimapaeo preto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando tullas e (loros naturaes.
Ca soletas de madreperola
Voltas do prossos aljofares de cor s.
Outras e ditos pret s coin^kaMBdps.
Pulceiras de tartaruga i pa.j(IaiLa4ii
Outras pretas.
Grampos pretos e de cares. \
Bonitas abotoaduras dt fino dourado, empe
das, coral etc. para aber%jra de eajsas.
Botdes dourades e de oabja^anidadcs, para
aberturas e collarinhos.
Bonitos leqwoa.
A loja di Aguia Bfanoa, a#ti% do Duque de
Cftxias n, 50, recojaju.bola sietaaei d. perfeita,
phantasia, pre o e.xa douaov o--oulroa.de apu-
rados gostos ; assim como recebeu ou ros de ma-
deira que so confunde com o sndalo, e tam el-
las lindos coloridos a c ntro, e ainda ft^ia ve,n^
de estes pelo barato preco de iOOO^a^mn.
Vasos de crystal para toifiet.
A loja da Aguia B nnca, a roa dp Duque de
Casias. n.;-50, r cebpu bonitas garfafiaaas: d cos-
tal pm .par. com ramagqns douradas e njuji, pro-
prias para arranjos de toilet, etc,
Aaae.ig-e.oola.res elctricos
A tyjtdaguia bjraaea ra Duque de Casias
n, 50, recebeu nova remessa dos proveitosos a-
ilis e colares elctricos, e contina a recebe-los
mensalmente, pelo que sempre estar provida de
taes objectos
0ideas (iourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias n.
50, recebeu novamento bonitos diademas dourados
e enfeitados com pedras e ljofitras, obras de gos-i
to e phantasia. Tamben; receben no vos granulos
pretos ouailinetes ctm QWes para a cabeca.
Leques coro bouquets e ou-
tros chinezes.
.-\

f
mu.
os licoresa ijfimada
ric imonte "afeitados a
t]oalidade.
Pe?as.de bretanha de pnro linho, tendo
30 jardas pelos pre?os T'i barato que se
tem vito.
Pechincha de Qaissimo esga3o sncelena
com G fardas "5 CO.
Peca de Bnissimo celena com 30 jardas
i S-^S'O, atoalhado adamascado com 8pal-
mos de lirgnra a vara 25 TO.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavao tem um graaie sortimento de
calca de casemira, assim como cortes o*
mais modernos qne tem vindo nos ltimos
i rins e em fazenda das mais finas e mais
Bovas ao mercado, e vende-se por baftto
preco para apnrar dinheiro assim como cal-
as de l'ri':i hranco e de cores por precos
inn.'to raxuaveia pira alabar.
A loja d'aguia hfanca na Duque d^. Casias
n. 50, recebeu urna, pequea quantidade daquelles
bonitos leques com.bpuquets e outpis chinezes.
Cold creme para refrescar e
amaciar a pele
A loja d'aguia branca a ra Duque de Casias
n. 50, recebeu cold creme d,os afamados fabrican
tes Lubin, Legram e Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente boqitos diade-
mas e graspos de ac.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de coros, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barras c outros enfeites de vestidos de gra-
nadino, ou medina, e outras fazendas transparen-
tes. Pela commodidade dos precos esses bicos tor-
nam-se ma< enmmodo.s o pela novidade de gosto,
preferiveis a quaesqaer outros enfeites.
Veos ou mantinnas pretas.
A loja^ft aguia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 50, receben, bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imifacao de
croch, o vonde ts pelos baratos precos de 35,
ii e C|000. A fazenda boa e est em per.'eito
estado, pelo que continua a ter prompta extrae-
cao.
Diademas e adereoos de ma-
"dreperola.
A loja da Aguia branca ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu urna pequea porcio de
diademas e aderecos de madreperola, obras de
apurado posto.
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
rBhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia liranca, roa do Dique de
Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-
boletas, bezoueos e gafanhotos, o que de torta
perfeita novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas g-ollinlias ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ma Duque de Caxias
- 50, receben urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho do \i e seda, en-
neitadas coai arminho, obras estas de omito gosto
e inleiratnente novas.
Grampos, brincos c rozetas
dourados.
A loja di aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, receben novamente bonitos gram-
pos, brincos c rozetas donrados ; assim como
novos diademas de ac. o como sempre conti-
na a ven.1.'-los por procos razoavefc.
MACHINAS
COSTURA
Cbegaramaq Bazar Universal da roa No
va n. z2, om sortimento de machinas para
castora das melboros qualidades que existe
oa America, das qua.es multas j sao bem
conbecidas pelos seus autores, como sejam;
Weller & Wilson, Gravar & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras mui tas
j|oe com aviaU davero agradar aos com-
prad.ois.
Estas machinas tem a vantagem de ff/.er
o, trabalho que trinta costnreiras podem
anr diariamente e cozem com tanta per-
feico como as mais perfeitas cosiu/eiraa.
Garanle-se a sua boa qnalidade e ensina-se
a trabalhar com perfeifSo cm men-is de nma
hora, e os presos sao to comm.'dos qoe
deven, agradar aos pretend* otes
Pede obter em ponco lempo com o oso do irelbor des
HESPERIDINA
Faz^oito anoos qoe conbecido este precioso tnico, e difficil achar, orna pessoa
qae, tendo experimentado pessoalmente, nao falle em seo favor, j como bou estomaca
e apetiador, temando om calix d.illa antea de jantar, od como facilitador da digestu
tomaodo-se depoia.
A BASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, Dio ba nm s habitante do BRASIL (a trra
especial das laranjas) qne ce conbeca as proptiedades mfdicinaes di donradt frocta.
ora bem, a
em sen estado natural tem om gosto ponco agrad*v*J, a o.nwriiq da lieaperidina siste em reter snas boas propriedades, e ao mesmo lempo apresenU-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n3o tem Dada qne iovjar a*
melbores imporlac5es europeas de catbegoria semelhante. Estas, quando moito, pode,
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinarlo perfeita .do
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de que om artigo do qualpde-se ter ioiejra confiaoca, por aaJLpp/t
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e antorisada pela
JUNTA DE HYGIENE
do Rio de Janeiro, permiltiodo sua livre elaborado no imperio; outra
BOA PROVA.
e a acceitaco geral qae tem em todas as partes ond* apresentada. Em 1864 estabe-
ieceo se a primeira fabrica em Bnenos-Ayres; em 1869 a segnoda em Montevideo; <
qo dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR inaogurou-se a fabrica qoe actnalmaoU.
trabalba na corte. Em Valparaizo em toda a o ata do Pacifico tem, boa acceitacJo,
tanto qae rara a casa qae considera completo sea aparador sem urna garrafa da
I
Farinha de mandioca a 3| o
sacco.
Na ra da Madre do Dos
quanto nao so acaba.
H jao.
LENCO'ES DE BRVMANTE.
O P le leoces de bramante mai-
i lo deaa panao s, pelo ba-
0 cada un.
MADAPLES.
s ^ oaadapoBo fraocei mnito floo
tardas s 50&0O e 6O0O.
ed "\ jardas m^iio soperior a
7500 i.
Dito li.V1'-' fajteoda mu-o fin-i 5,-5O0O,
100 n C4B00 at L^J'O'.
)i: s fraqpezese ioglezei maito fiaos de
lOjardis para diffarentas precos.
ALGODOZINHO.
0 PavS) vende por preco muito barato
lefaa de alialeozinao americano muito
feora co i 18 arda* t i|O0O.
Dib com U j.rl.s a 4500 e 5#0C0
a^ 6 n 10,
Dito argo marca T muito encornado a
000.
ALGODAO enfestado.
O Pav5o venda o verdadero e iQperior
igodloziiho do duas larguras para leoces,
Mido r,:uto enorpado Id 00 cada van.
traunvdo da mesma. largara 1I*80
CaifES DE CHITAS A -2/J4U E UHM. '
P.-v i venta corles de chitas frsueisM
hau, r-i 10 covados pelo diainato prego
to 24iO c-di corte.
ius cju 12 covados pelo preja de
W*Q caJa corte.
CORTINADOS PARA CUIAS E JANELLAS
A .'1500, 8,5000 E 10500.
0 Pavaj tem um grande sorticcento ds
cortinados para cama e j'.nflllas, qi\e ven-
de pelo barat i preco de 70500; 8500" e
105000 0 par, tendo at por-iS^OOO, assim
mo colchas de dara^co para cams de
aoiv s, e graride sortimento de tapefes tan
lo para 4 cadeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., ludo vende por precos razoa-
vels.
CAMBRAIAS.
0 Pavao ven le cortes de cambraia trans-
parente propria p'ra vestidos a 20300 e
W o.
Peca de dita mnito fina com 10 jardas
lanto ta-iad coxo transparente a 40000,
50000 e 60000 at a mais fina que vem
io mercado.
CORTES DE PERCA.LIA COM DUAS SALAS
A. 40000.
O Pavao vende bonitos cortes de precalia
coa duas saias, sendi fazenda de maito
gosto a 40000, joechineha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
0 Pavao vende um grande sortimento
das mais moderis, bautistas com lista de
cor, proprias pinvestido, com as cores mais
novas qoe tem fiado ao mercado sendo
muito mai< largas do qa asebitas francezas,
e vade palo baratissim) preco de 500 rs.
cada covado.
Botinas
para senhoras, a 6$000, na
loja do pavo.
Pereira da Silva & C. receberam pelo ultimo
vapor de Europa, um elegante sortimento de bo-
tinas pretas e- com delicados enfeites de coros,
proprias para senhoras, garantindo-se serem das-
mais m.vlcrnas que ha no mercado ; assim como
a boa quaiidade por .terem sido rcmettidas por
um dos malhores fabricantes de Pars, vendem- j Wi Bario d- S. Bnrja.
n. 7 ; a ella, em
Xarope d'agrio do Para
Antigoe concekuado medicamento para
curadas molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
,Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu *k C, ra Larga do Rosario n. 34.
Ptalas assucaradas de Bristol.
SAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NE.NHUJl
OUTRO MINERAL. -
A grande necessidade e falta de nm ca-
trtico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em podermos com
toda a confiancaeseguridade, recommendar
1S pilulas vegetaes assucaradas de Bristol.
anno urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
oerfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
iessas drogas ordinariamente usadas na
coraposico dessas pululas, que por ah se
vendem, mas sim, sao preparadas com a?
3iais finas c superiores qualidades de rnizes
medicinaos, hervas e plantas, depois de se
Oaver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
pie contem o verdadeiro valor medicinal.
Jaquel las poiroesi fibrosas inertes e agres-
tes inteirame.nte destituidas da menor virtu-
de. EoU"e esses age-tes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a p>>
! hgtiin, a qual segundo a experiencia
um demonstrado', possue um poder o mais
laravilhoso possivel sobre as regios de
liga Jo, assim como sobre todas as seore-
ves biliosas. Isto de combinpco com o
lepiandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tnem e formarn urna pilota purgativa, tor-
nando-se por isso mnitissimo snperior, i
qualquer um? outra medicina da m
aatureza, que jamis fora anresentado ao
publico. As pilulas vegetaes attucaradcu
le Bristol, achar-se-ho sempre um razie
lio prompto, seguro e eminentemente etfi-
caz, para a cura de molestias, tas coim
sejam as scgtiintes.
Hydropesia dos mem-
bros ou do cor)0
Affecr.es do ligado,
Ictericia,
lieniurrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexr
feinenino,
Dores de cabeca.
O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomem doente toma Hesperidina para obter
SAUDE
0 bomem dbil tema Hesperidina para obter
jWOjWUPA
Nos bailes as donzellas e os mo?os tomam a Hesperidina para obter boa cr
aoimaco dorante os loucos gyros da
BARROS JNIOR A C., roa do Vigano Tenorio n. 7, Io andar, receb'eram e*u
grande especifico, e venoem-no nos depsitos seguintea :
Joaquim Perreira Lobo, ra da Imperatriz.
s Zeferino Carnero, ma do Commercio.
Marcelino Jo Gongalves da Ponte, roa da Cadeia n. I.
Antonio Gomes Pires d C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pires d O," caes 22 de Novembro.
Gomes & ImbI hotel da Passagem.
w
- .
Samuel Power Johns-
ton (fe U.
ua do Apollo n. 38 e 40
Famm maule aus seus fregueies que te^ro
nmado o sen deposito de mteblBM a *
&NV Por, moendas e taxai da nuito acreditada
v'.'i fabrica ds LowMoor para ra o.) Apollo n.
^ ''e 4, onde eoniionaiB a ter o mtsmo sor-
:-f ,j, lmenlo do o stume.
\ Faxm sciaute utnbemqae tesio (eito um
iri mjo eom .i (undico gel, polo gue po-
dem H recer i ira aaaentar quaigoer
Diacliiui-mo b ininio garant lo.
Dspepsia, 0f ind-
gestSo,
JAstringencia, ou..
prisao do ventre
habitual,"
Azia do estomago
ilatulencia,
Pe na do apetite,
Edtomago sujo.

& '

a
o proprietarios da (nndicio peral fa'c-m
Kieotea aos snhorc-s * epgcnho e mais
pessoa?, que teem estabeleeldo nma lundi-
ca-) d Ierra e brouie a ra do lirum, jun-
t> a e.iacao dos bomls, onJe aprontarlo
qualquer obra de eocommenda ci-m perfe-
(io e promptdao.
Os mssmoi rogam ai pesioat qnp qn"-
r tn utill-.r ?p d^ feas ervicos de
rero ; eoeommaoaai era casa dos Srs. S
mubl Power Jojiosii u & C a rna do Apol- ,
Ion. 38 40, onda schara pessoa babili- '*
6
m
tada e m qii.ii.'i p'-.'apj e'Qtendsr m.
Apparelbo para fabricar assorar, do i itema. fer*-
WfiSTQN CENTHEFl-GAt
Uatcoa em Pernambaeo a fuodicSo pt.-i.
Pra tratar em .-cj escnpiorio a ra do Apoll i n. 38 a 10.
TASSOIR1IA04CI-P
Rival sem segundo.
Cheg rain acrulhas para machinas, do fabiicante
Crowur A aker. Duzia por 2 000._________
HFahmi de mmm.
Vendem f.unlia Irmos & C, preco conmiodo
ra da Madre de Dcus n. 14'
Atis Srs. de eiigcitlio.
se pelo barato pec de 6|#00
vo, ra da Imperatriz n. 60.
Devendo-se mandar para o' Ufo de Janeiro
saldo dos utencilios pr.>venientes da retinafn do
Monteiro, en aja se os scnliores Oe engenho de
aproveitar osla occasiao para cooprar barato
ttencilios de primeira qualiuadc, fabricados pelos
nielhores ant( res de Pars.
i.' urna machina de VacHnml de cobre com
odas as perk-ncas.
2. quatro iiliros-graiufci. : J
3. tres caldeiftis para eoxlnliar, a vapor, com o
fundo dobrado.
4." urna dita com serpentina de cobre, com 2.0
Kilos de peso.
, 5." duas turbinas de Cail & G.
6. duas caldcira a vapor, de 7 metros
oomprimento, cada urna eoiu <2 bquantadores.-
' 7o. urna machina a vapm de 8 cavallos
pre-, da officina de C. Starr & C.
8. nma macbina parairalaj ajsucar.
' 9. 13 (0 formas de urna arroba e mela.
10. Quatro caldciras para estufas.
it: ummontejer?.
ti 12 remos, I.*i0 lorneirajhde*)bre e por-
Chamamos sobre ludo a alten^ao para as tur-
binas, que ambas sern mais baratas do qm- uuu
W daiing/lMas : a tratar.na rqa.do Se-'"'n. ,T.
e Bario "
na loja do Pa- *B.-9.i sMihosn'(pa.; d*eja*ein parte maia,
* I pode se dar prazo para pgame.to.
de
de
Em todas as molestias que dorivam
ju^ origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todoi
os purifteadores deve ser tomado conjun
ament piulas, pois -que estas
mas medicinas, tendo sid.) expressam
preparadas para ebrarem do harmona umf
;om a outra, quarfdo fielmente assim sa.faz,
q5o nos resta a menor duvida em dizer
jue nomaior numero dos casos, odemos
ilSancar n5o s um grande alivio, come
tamhem urna cura prompta e radical, isto
st bem visto, quando o doente nao s
icbe n'um estado mnito alrn dos rocorsof
'jumanos.
ATTE^GA
Cheguem a grande peohin-
cha a 0000
o sacco com dea cnias de iitho : tratar no tra-
piche Angelo, ou na ra da Cadeia n. 1, primiro
ailar.________________________________
Yeiide-sc
urna boa casa.terrea, em nao propiio, grande
quintal murado, serVindo para familia, sita ra
das Griolas ('.'ujunga). Vende-se tambem parle
de uma ou Ira casa terrea, em clin proprio, sita
ra daVenti] a (Cajiunga) : a tratar na ra 1."
de Margo n. 7 A. t.- andar.
Km seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n, i",
tem [iara vender por precos commodos ':
Tijolos encarnados- scxlavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimillo Porand.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algoda .
Machinas de padaria.
Potassa da Jiussia cm barril.
Phosphoros de cera.
Saga em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lenti has "cni garrafoes.
lii da aJmaica.
Vinho do Parto velho engarrfalo.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de BordaaQx, dito.
Vinho de Schen y.
Viiihf ii;i Maileira".
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores ih.s sorlidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Lata-; de toucinlio inglez. *
liar, is com repdho em salmoura-
Cassas avariaclas a 240 rs.
o covado.
O Pava-i vende finsimas cassas francezas de
D >res com os mais delicados padroes, pur terem
um pequeo toque do avaria de agua doce, pelo
barrito proco do doze vintens o covado. pechin-
cha r na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
SO.
Em Olinda
Vende-se una casa tairea eri
Amparo n. 10 cm muito liofi
pro) os : a Iratarna rua da
andar.
lOlind.-., na rua do
i estado, e chaos
imperatriz n. 5, 1*
S DE HAIBDRGO "
srecntese memores.
Vendem-se na pharmacia e drogara de Bar-
! tludonieii A ('..rua Larga dosario o Itu. .1..
Cal de Lisboa.
Vende-se na rua do Bem lesns n. 27. |.. .
[ou no trapiche AUandega Velha mais barato d
que em outra qualquer parte.
.StGUE KCONOMIA K CKI-KUIIUr-C.
Obtem-se com o uso
IHJECgAO SHOST
nica, hygienica,radicaleinfaOivel na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos do
, toda especie, recentes ou ebronicas; e qu*'
ofjereco como garanta de salutares resultados
! a continuada applicaco que sempre com a
' maior vautagem se tem fetto dola nos hos-
pitaes de Paris.
i nico deposito para o Brasil, Biirtholomou
& C, rua Larga do Rosario n. 3i.
MAIS F.UE.MUS B.IBATM
NA
"" ^SMA
Peilos de linho bordados a agulha, para camisas
de hornero, a 1*0 0. grande pechincha.
Toalhas felpudas a 6i rs. una
Cobas.grande- con sarros de cores a &J5DP.
Chales protos de merino bordadas a rclr.u :
sao grandes e de boa qualidade a 8a0f 0 para aca-
ba?.
Atraillado uiperior cora duas larguias a 1SC0.
Oiapos de sol a 5000 : sao da merino traact-
' do, muito elegantes e de armacio moderna
Madapola lino da marca M. 6. verdadeira, val
8/000 e vende-se por 300) para acabar, na
Rua do Cabugn. 10.
?

.
Paris,
t Vende-se cal. ora do I.i-h > peU* menos
piv; i d que era oafra parle : ni rua de Pedro
Alfonso q.
S;ilsa jiaiTilia.
Kova e de primeira qualidade
Tejide-se
rua Larga do Rozarlo ir. 34
Feijlo crioulo.
A' rua Vende-se feijio preto, novo, j deslo anno, mais ,
bar-to que em paite algtima ; a ellos- amigos do ;
benn e barato.____________________
Para a quaresma
Maiitilhas pretas brasileiras para senhoras a Vende-se um excellente sitio em Beberibe iLt
lli'OO- Ibaixp, junto a estafan do Fimdo, mualo.na
Ditas ditas madrileas para nas a." e 8*. frente e portee de ferro, com una bonita cas* de '
Franjas pretas de seda com 8 metros a peca a pedia e cal, tendo 4 qu arlos, 2 salas- e ceiioha
*'- i ra, tem 350 palmos de frente o 4,800 de fondo.
Luvas pretas de torcal para senhoras, o par sendo de mata, com excelteHle cacimba de agua
1I0O.V I de beber ; assim como um otitro contend 6o
Ganas pretos de seda, a peca a * e 6. I palmos de frwMe e o mesmo fundo, tendo un
51 se encontra ; pequea casa de ta pa : quem pretender dirija-se

desias pee hinchas.
Ru.
Na venda n. 22 rua da Imperatriz
.....VtML
1 libra, de rap d ara nfia por 900 rs,
1 libra de rap superi r p r 900 rs.
1 libra de rap arca preta por 1J00O,
rua d* ledm Affeso, airtig rna da Praia,
mero 37.
nu-
Vende-se urna escrava ainda mora, lava r
cozioha bem.: n rua Nova n- **, loja."
m\i
.Vende-se feijao raulatinho cu saceos e a re
-ttlh por menos preco do qae em outra qnalquer. Imperador, garante-se qu^ ningv"
paite, na rua da Praia n. 1. I menos.
Vende-re a vordadeiro- cimente de 4"wrland : it*
armazem.da hola auiarellJ, trawssa da na d*
po


/
T"7
"4, lA
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i

Diario de'Peroambuco Segunda cira 31 de Margo de 1873.
;
PIANOS E MSICAS
autopio fos ibe jeraBVuo
Ra do Biro da Victoria d, II, armasem, e 12 1. un 1ar, antiga ra Nava
tonle o pnhlico em y eral encontra**gmpre o maior e"mnis esplend'.to sor tmenlo deptauos de
Pianos, msicas e iustrunientos .de% msicas para banda militar
e orchestra.-
*
Acaba de abrir no priroeiro arHar do sobrada d. 12 confronte
aetJra Msurer, mu grande saio onde eslo expotos os magnficos
mr& M & de armano. de Pleyel.
------- de roeia canda, do memo antor.
------- de H. Heon.

tm
m
*L W I S %L
de Amede Thibont.
Coico agente nesia cidade, des celebre ?fan.adus
PUOS DE KUCHER FRSRES .
remados eio diversas exuosi;5ss nm 14 roedallia de oorn e prata.
Sao os ouico? pianos que aqu veo da Europa, perfeitaroenle alia-
KM, hitos com elegaa :ia e solidez.
"T^mlieg] receheu grand- sortimeotn de moMCis pi r pi.-.no, piano o
fiiai a
as Iradas eomposico s^io mui.) ryoipalhico matero
*" TsA&EK;
Voe rae quer .WSIsa.
canto e entre
Olga Manrka.
La Separaci-^ni P*fi casto.
A Lai elctrica, grande \Va:s.
Franco Brailf-iro Polka.
Tomada da Vllela i'M-ipe.
J aninh.i VValia.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wal-a.
A Mmha Lyra W*lsa.
A Natalicia Polka
Stadieute Po ka.
(JUInias piibeavdes
Feitaj as officinis d. mosteas
do snnuneianle.
Emilia, polka P'r I. StoIIz.
Cireariaoa, >eh>.ti"h, per Sinoltz.
Jxraim do Campo das Picrta*,
quadrilh, par J. I'.'nre.
Chova de Komi*, Wai-a, per II Al
berlatii.
D'aqai emdiatirt eoutionar a annunc^ar todas as publicares 'juo se forem friendo as sois officioss d* msicas.
__________,_______________*___________________________'___________________________________________
FNDICAO DO BOWMAN CIITAS
RDA DO BKDI I. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seobores de eng^nho e outros agricnl.ore?, e empregadores de ra
cbioismo o favor de orna visita atea MabetocineaUi, par^ vprem o iiovo rortimeoio!
com.leti que ahi tetn; sendo lodo superior em qaalidade e (orlida-j; o que com <> os
peecjSo pess-jal pdese-verificar.
ESPECIAL ATTtNCAOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQO
V d['Ul d lUUaa U a4d ma-ibos convenientes pata as diverjas
arcanstaDciaa dos seobores proprietarios e pra descantar algodlo.
Moendas de eanna IV. os tamanbos' M nHbores q,,e aqai
Rodas dentadas i . n****.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
IWli^lllQfTlAQ para mandioca e algodao,! Podendo todos
Aual/IllillSIIlUo e para serrar madeira. f ser mo-idos a tnao
ftnmhaa lpor ***** v*por'
iiuutvao de palete, garantidas........ |on animaes.
Todas as machinas e p?as de qoe se cos,oma preciS3r-
avariadas
Chitas com pon-a ivaiiu a 160,200 e 240 r*.
o covado.
III*
ao.
IHdapolo com pouca avaria a 4000 e o'OOa-
a peca.
Algodao c nlo dilo marea T a 3500 c 55000 a pe.a.
Chita para robe ta.
Chitas |iara coherla com avaria a 200 o cavado.
Merino azul.
Merino azul onfestado lino,- proprio para rou
pas, a 25000 o cifrado.
Ilrim pardo
Brim paiJo fino a 400 c 440 o cuvado.
S na ra do Crespo n. .20
Loja de Guilhcrme Cameiro da C. & C.
PARAAQUARESMA
TllllCHN.
O Pavo receben as mais modernas tni-
cas de sodapreta, ricamento onfi'itadas, quo
. .. , vende a 40-T'e GOrOO cada nina,
de mabiiiismo, apreso mu resutio., CASAOUINHOS
Modernos easaquinliosile giosdenaplelpre-
to inuito bem enfeiUdos, a Iti-^OOO e
VEOS. I
Ricos veos deseda preta, sendo bstanle!
Fas; qualquer concert
IrVll'UlfM p fflVf'A tem as m?Ihores e mais baratas existentes, no mer-|
"lrTPaTriTn A/Ml/vJIIlUlollua.S. jaf]e f]()S dientes, iembrando-lbes a vatitagem de fazerem1
unas compras por intermedio de pessoa entendida, e une em qoalqtier neetssidade pode! """"^ *w^!?'?.yT!. :
thes prestar auxilio. t GROS PRKTO.
Ar&dcS ameriCanOS e ,8,rna,etJlos f**- Grosdenaples mutto eocorptdo como
I palmos de largura, a 6-00 o covado.
Dito com i palmos muito eticorpado a
RA DO BRUM I. 52
m
'Mi
'-TJtl
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e maiog botes,
pois que o ha de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pd
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro AR A
FRETA, devem para nao serem engalos vsr que
os botes tragam o nome de BIEUROJ & C, e a desig-
naoo de REA PRETA.
MERON a- C.

Islo que
barato.
H
60 -O-1 ASNA A'RA LAI'.OA DO HOSAIUO
NUMERO 22.
12 carriteis de linha por 400 rs.
3 pravatas |>retss: e e cores por 1S.
1 iiiiiiito ontiito para snnliora por 1.
i m-.fiio do peiilcs.purli.
1 peca de hico por 300 rs.
1 par de focos para sohhora por i. ,
I dito de dito de duraque para tontera por 2.
1 par de borzeguim franrez para dilo por 8/. -
1 p'va de nuda|H)lo muito lino por J. ,
1 em te do caenTA por 3.
1 cobertor por 1 200.
i par de borzeguins parsenhora por i.
'( kiin i para senliora por 1 >.
Chitas a 200 e 240 rs., madapoliio a 200 e
24'i rs, aluudaoa 240 rs., eianbnalai a 280 ra., e
muitas outras'cousas, quotudo se vende por me-
ta;!.: do preco.
Bordadas a seda
Aioaral, Nabnco A (". receberam da Europa
pelo ultimo vapor meias para senliora, do lio de
Escocia, brancas, abertas no peito do p, e borda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, e
sao da ultima moda em Paris : veudeni no bazar
victoria, na do Barao da Victoria n 2.
Attei
iiicao.
Vcnde-se urna das molhoios Uvero^s no'Bam,
froguezia dos Afogadbs, no lugar Praca do Capim,
muito propri para principiante por ler dducos
fundos: a tratar na mesma, com Joaqnim Lucia
dos Santos.
Vende-sc um terreno situado na gua-Fru
if-rrnurlpiinnlf nrr>fr o 9^^110 de baixo, na na da Generado, cmn 30 palmos d;
3ie prtO d ^OUU. frentec470dofundV,a4io palmo: a tratar aa
na de Bertas n. 53 com sen pcopoetario Ka
Gomes dos Passos.
Fazenda que val 33 : na ra larga do Rosario
numero 22.
Tinta
rxa.
PASSANDO O CHAFARIZ
i""800 o covado.
Dito com lrgala regular, a 4^000 o co-
vado.
Dito dito a 1?00. 2-^000, MftQO e 3rM)00
i o covado.
Tudo isto pecbiuclia ua loja do Pavb
i ra da Imperatriz n. 60.
Esta tinta preparada exclusivaukiiio pela pliar-
macoutioo PERCIBA DO REG, til para es-
ereve e tingir seda, la e algodao : vende-se na
plianuacia Torres, ra de Marcilio Das n. 135,
amigo pateo "A> Terco. Preoo de cada garralinlia
000 rs._______________________________
Doce de Caj Seceo.
Vende-se na ra do Rom Jess n. 27, l. andar,
muito bom doce de caj Meco, porcao a voDtade
do comprador.___________________________
Vende-se por 930/ urna esurava que eozinha,
lava e engonima bom : na ra da Gamboa do
Carme) n. 20.
Vende-se o hotel da ra das Aguas-Verdes,
bem afreguezado, com bastantes assign.tntes e
bem acreditado ueste lugar; faz-se negocio com
todas as pertencas por ter de relirar-se para a
I Europa. __________*
Vende-se.
I *
a casa terrea n 45 da ra Vidal de Negreiros, ou-
tr'orapateo do Terco : a tratar na na do Bario
da Victoria n. 01.
VENDE-SE :
urna excedente casa reconstruida ltimamente,
com revestimento de azulejo na fenle, defronte
da estaco das Gjnco-l'ontas n. 130, actual ra
: Vidal de Negfeiros, a qual est rendendo 6(10
annual. E' una mui boa acquisicae para quem
quizer empregar seu capital com seguranca e usu-,
fruir uin bom juro : tratar ra Nova n. 42.
Sitio
Vende-se um excellente sitio com bonita casa,
peno de urna das estac5es do ramal dos Afilelos:
Ha ra da Concordia n 28.______
! Ha para vender nos Coelhos n. 20, tres vac-
eaa boas.
-Vende-so a taverna da ra do Rangel n. 53 :
quem quizer fazer negocio dirija-se na mesma.
Vende-se Dina pequea casa di- taina, () :,t
construida, tem fi palmos ile lenvim ,], fien;
170 de fundo,n,i estrada una do Beberibe, perto
da segunda estacao de Agua-I'ria, rende mei....
mente 143, vende-se por preoo muito razoard : s.
P ssoa que pretender dirija-se ao largo da Sanu
Cruz n. 4, (averna, tratar o neg ci, e tainbcm ".
sinar a localidade.
Refinacao.
Vende-ae a bem ronbeeida fabrica de pefinac>
a vapor, ra da Concordia n. 32, cum t.ui-
utensilios necessarios para refalar e cryMalisar
assuar, e com todas os pertenjas m-e-'s-.i-iasao
inovimento mechanico, aonstando de ciinde foan-
tidade de formas pronrias para rrysUuiac^o eon
S008 competentes andames e furos corr.mie?. prr-
prias para qualquer agricultor que ao ira ira apir-
ear ao nethodo de crystalisaeao por ser farihffl
de comprehender para quali|iier purgadorde
gento ; assioi como, panlioade de tacaos, ca!-
deiras, deposito?, cubos de cobre, ferro e :ii;.i!c -
ra, urna machina para reduzir a p u assnear,
2 filtres, 2 machinas a vapor, a os mais nteacJios
pertonecntes ao estabelecimento, tudo -e aena -
posto para os pretendentes verem, o tudo se ei
de por baralissimo preeo. Tamhem se vende i
escravos habilitados para todo o servir i de nf -
aacao.______________
Mel de assucar.
Vende-se pelo lualo prese de 'OiO^o o !'?-
ril de quinto : ra da Concordia n. 32.
I.
M
a
DOS PREMIOS DA M PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 303 A BENEFIOIO DA'MATRIZ DE IP0JUCA, ESTRAH1DA EM 211 DE MARQO DE 1873
N?. PREMS.

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98
64
5


8
Diario de Pernambuco Seguuda feira 31 de Margo de .1873.

..
i
ASSEMBLEA GEiiL
SENADO
MSCUSSO DO VOTO DE CB.V^.VS.
(Conlintiago;
O Su. Vkgosde uo Rio Ruanco (presi-
dente do conselho) : ... o ministerio nao
pode coniiiiii.ir(lepisdesta escolba ; o nada
mais. Qualiliciir a escolba de desacert,
ver no liare exercicio de um direilo eonslitu-
ciaiial nina prora de governo pessoal, s ten
ovni po, Sr. presidente, no fado que so at-
tribuio ao ministro hespanhol lozaga, eojo
precedente o nobre senador eitou, ha
dias.
O Su. Zacaras :Eu nao ; seria oluw
senador.
O Su. Visc.djJdk no Rio Bh.vgo (prosi-
dente do conselho) : -Cavo que citou, com-
parndo o procediraento do marque} du Pa-
ran:!, pela candidatura Saturnino, inspector
da alfandega da corte, cu.u o do mecioM-
do ministro hespanhol.
O Su. Zacaras : Nao falloi aqu nisto ;
seria mitro senador.
O Su. Visconp- no Rio Bbaxco (presi len-
te do consejbo] Nunca at ao nobresena-
dor iienhum gabinete bavia eito questo da
esc >Mm de sena lores, e menos se tiuha jal-
gado com o direilo* de vir quaKfiear a esco-
ma pirante o publico e censura-la por des-
acertada.
/ Entretanto. Sr. presi lente,, oslo fado lio
simples, que nunca foi causa do crises ini-
nisteriaes ; o oxercicio de um direilo ipcon-
testarel, p r siia natureza innocente, porque
como j disse, o chefe do ostadoeseolne sobre
urna lista que Ihe aprsenla o corpo elito-
ral, justamente esse facto que o nobre se-
nador nos traz agora como provada existen-
cia do govecuo pesspal E' o mesino que di-
zer que nao ha mais pode*, moderador que <
executive deve absolve-lo.
O Su. Zacaras : Nao disse ao impeca-
dor que era desacert o que fazia.
O Su. Viscokde do Ro Branco (presiden
te do consolbo) :t>isse-o perante a c-
mara.
O Su. Zacaras :Est aqui oque disse;
querque lea t
O Su. Viscos de do Hio Branco (presi len
te do conselho) :A palavradesacertada
retuinbou ; o nobre senador e um dos
,eus-collegas na ca'mara a leram com vo:
accentuada.
E por esta occasio, Sr. presidente, cabe
bem notar oulra circumstancia digna de re-
paro nesse procdimento do nobre senador.
S. Exc. entendeu que era sen direilo (eu nao
lli'o contesto), nao referen lar a caita do se-
nador escolhido pela provincia do Hio Gran-
de do Norte ; nao aceilava a responsabili-
dade moral dessa escolba, portanto, deixava
a .vforonda ao ministerio que lbe sucee des-
se. Bem ; mas, porque o nobre senador,
que nao referendou a carta do senador esco-
lhido pela provincia de Minas-Goraes, que
deixou tambera ao sou soccessor a respon-
sabilida le deste acto, veio revela-lo as c-
maras Se o nobre senador nao tiuha ro-
ferendado essa carta, se a responsabilidade
desse facto licava ao seu successor, a que
vinha o nobre senador traze-lo ao publico ?
Nao era descobrir a corda, o consequonto-
raente faltar sua propri t doutrina, de que
os actos do poder moderador devom ser es-
cudados pela responsabilidade ministerial ?
O Sr. Zacaras Contava a historia
como a historia foi.
O Su. Silveira Lobo :.Nao mutilo o
facto, contou-o em sua integridade.
O Su. Viscas iu-: do Rio-Branco (presi-
dente do conselho') :Sr. presidente, com-
pre reconhece-lo, nao era delicado nein co-
herente da parto do u-dire senador, quando
elle nao consummava o acto da escolba de
senador por Minas Geraes, quando nao re-
ferendava a carta desta escolba, vir annun-
cia-la s cmaras ; deixasse que sen succes-
sor o fizesse.
Qual foi, Sr. presidente, o nutro facto
que 0 nobre senador allcguu ? A dissolucao
da cmara dos deputados em 22 de inaiodo
auno passado ; esta a segunda [trova do
governo pessoal.
O Sr. Zacaras : Ha oulras.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :Deve apresenta-las.
J disse que dirijo ao nobre sena lor o mes-
mo repto que S. Exc. i ffereceu ao viscou-
de S. Lourengo, de outro modo o publi-
co acreditar que para o nobre senador ha
governo pessoal s porque S. Ej. nao est
no poder ; que se estivesse, tudo correra
s mil maravilbas, pela mesilla razio por-
que tudo boje lhe parece degenerado eper
dido.
Sr. presidente, ningueni pode ver no acto
da dissolucao de 22 de majo a revelarlo
da grave anomala constitucional que o no-
bre senador tem assignalado. O nobre se-
nador pode entender que essa dissolucao nao
foi acertada; aqu que a -palavraacert
ou desacert pode ser bem cabida, por-
que trata-se de um acto por sua natureza
poltico, de grande alcance, que nao devia
ser praticado sem que os conselheiros da
Corda, membros do conselho de Estado eos
ministros fossem ouvidos; a resposabilidade
pois, desse facto reca infeira sobre os mi-
nistros da Corta que o propuzeram e exe
cutaram, e tambem em parte sobre os con
selheiros de estado que opinaram no mesmo
sentido.
E' licito, Sr. presidente, pensar diversa-
mente ; mas digno da illustrago do no-
bre senador, do conheciinento que elle tem
do carcter e virtudes do monarcha brasi-
leiro, proprio deS. Exc. vir dizer-nosque
esse acto nao deve ser imputado aos minis-
tros e conselheiros de estado que o aconse-
Ilr.rata mas sm voutade iiresponsavel ?
Senhores, o ministerio, desde que se es-
tabeleceu o conflicto entre ello e a cmara
dos deputados, manifestou o seu juizo res-
petosamente Cora ; propz destes dona
alvitres um : a dissolucao do gabinete, ou -a
dissolugo da cmara. A cora nao anuuio
proposta do gabinete sem madura refle-
xo, sem que antes ouvisse o conselho de
estado, sem que apreciasseas opines enun-
ciadas pro e contra no seio do conselho de
estado.
O Sn. Saraiva ; Como opnou o conse-
lho de estado 1
O Sr. Viscomdk do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : Euj disse que no
conselho de estado opinaram uns peto disso-
lugo, outros contra.
O Sr. Saraiva :A maioriaa favor de
quem foi ? #
O Sr. Viscosof. do Rio-Brasco (prefi-
ate do conselho) : Nao Ib; a estatistica.
O Sr. Zacaras: Ah.I era to fcil...
O Sr. Saraiva :-A maiora foi a favor
da sabida de Y. Exc.
O Su. Viscoxde do Rio-Branco (presi-
dente do coiiselbo] : Est V. Exc. muito
onganalo ; nao assislio n?nhum ministro a
essa conferencia, mas sei que a maiora foi
pela dissolucao da cmara.
A Cora, portanto, leve para guiar-se os
pareceres dos conselheiros de estado o a pro-
posta fundamentada dos seus ministros.
iceitandoa opinio do ministerio, queiado
accoixlo-(e que nao fossej com o parecor do
urna pirto do conselho de estado, acaso, Sr.
presidente, desviou-se a cora da pratica dos
principios constilucionaes, exorbitou desuas
altribuicdes ? Seguramente nio,
Tendes o direilo de dizer que a cmara
Dio devia ser ilissolvda, que a dissolucao
foi um erro, mas nao podis imputar osse
erro senio aos ministros, e aos conselheiros
de estado, que com ellos opinaram ; nao po-
dis jamis attribuir arbitraria e caprichosa-
mente esse facto ao poder rrosponsavol.
Senhores, est patente o que sompre
comprehendi: que os nobres senadores
queriam a dissolucao do ministerio, nao
i irqne vissem na conservacO da cmara c
einqualqner ontr > ministerio tiradS da mi-
nora de 18/1,dessainaiotia de um votoern
1H72, a observancia do rgimen represen-
tativo, mas porque os nobres senadores ospe-
lavam que a Sltuac i Ciiservailora fosse
assi'.n aniquila la. As esperances dos nobres
sealles foraui frustradas ; eis porque SS.
EExes. nSuveem eom imparcialidade e cal-
ma esse acto, eo trazem apaixouadainente
como pruva de un governo pessoal, cuja
existencia elles nogavam lealmente quando
ministros da cora.
O Sn. Zacaras : Lilao o Sr. Cotegipe
asseverava deslealmente !
O Su. Viscosde do Rio-Brasco (presi-
dente do conselho] : O Sr. bario de Co-
tegipe nao era enlao ministro. ,
O Su. Zacaras :Eusu ministro agora?
O Su. Yiscosm: do Riq-Branco (presi-
dente lo couselhoj :V. Exc. agora tem a
experiencia que elle nao tinha.
1) Su. Zacaras :Ora, pelo amor de
Deus. I Veja as datas.
O Su. Saraiva : -Tela nossa parte nao
temos neuliiima experiencia nem queremos
ter, dahi talvez venha a dilliculdade de
nossa poltica boje.
O Su. Viscomde do Rio-Brasco (presi-
dente do conselho) :Senhores, iieidcre-
per muitas vezes estas palavras eloquentes
e veroadeiras do digno presidente do con-
selbode 18(>7 : Hei de sempre combater
propesic,-s ta > arriscadas, applicaQes tao
mal feilas ao nosso paiz, e por pessoas to
autorisadas, como sao os sonad .res do im-
perio, cujas palavras correm risco de pro-
dusir odio ' faser rom que os iiwaulos e
menos versados nos negocios.puMicos per-
suadanse de queno lia mais esperanca
para o paiz, pin/ueo mal vem do alio.
Nisso nSo lia coragem, nem servico ao
pinz.
Sr. presidente, tendo eu tido a honra de
ser por mais de urna vez ministro da cora,
dovo tambem, em presenta de tao graves
propositos, dessas denegacdes tao vehemen-
tes dos nobres senadores, dar meu humilde
testeinunho peante o paz. I'de ser que
minhaspalavras sejam attribudas lisonja;
na i receio, porom, este conceito da parte
das augustas pessoas a quem vou referir-
me, porque ellassaboui que, se, como devo,
Ibes fallo sempre com o maior acatamiento,
fallo-Ibes com dignidade e consciencia.
Sr. presidente, a maior injustica esse
prop sito de tornar odioso o chefe do estado,
attribuiu lo-lbe pretennjes que nunca teve,
nina omnipotencia que nunca reconbeceu
em suas attribuires constilucionaes, e que
elle seria o primeiro a attenuar, se a const-
tui.ao Ib'a desse. (Apoiados.)
Mmist.ro junto ao actual chefe do estado
mais de mais vez, tendo tido igualmente a
fortuna, que ser para toda a ninba vida
um titulo de gloria, de servir junt i prn-
ceza imperial como seu ministro ; tendo es-
tado no Paraguay ao lado de Sua. Alteza, o
augusto esposo da excelsa princeza, pres-
tando o meu fraco concurso como ministro
c diplmala, eu digo com a mo na cons-
ciencia que nao conhejo no Brasil espirtos
tao abertos verdad, coraces tao amantes
da justica, civismo to acnsolado. (Apoia-
los.;
Nao digamos, pois, senhores ao povo qiie
' do alio que lhe vem seus males ; nao,
MONOMANIACO ? O tribunal de Lon-
dres, denominado Central Criminal Court,
condemnou, em um dos dias da semana
passada, na pena de dez annos de trabalhos
pblicos, a um ratazana, q'ue nove rezes
casou, sem jamis onviuvar !
Mudava do mulher como quem muda-de
casaca. J tinha sido condeinnado como
bigamo, porom nao (icaria asSustado, e con
tinuou n'aquelle'mofit continuo, tao depres-
sacasava como se descasava.
Afinal, porem.queo divcrtimento^lbe
sai carissimo.
UM MARIDO DE NOVE MUIKRES.-
No tribunal criminal central de Londres foi
julgado, n J dia 4 de mareo, W'illiam Moa-
gan, de 49 anuos, aecusado de bigamia.
Provou-se queo reo tinha casado novo
vezes, tendo vivas todas as ifltilheres. i
condemivido em 10 annos de trabalho* for-
jado.
A FEBlE TYPHOIDE.Segundo a opi-
nio do Dr. Alexis Poirier, as causas mais
activas de febre typhoide sao a miseria", a
fome, e a agua o o ar corrompidos ; bom
como a accumulacao de estrumeiras. Por
estes motivos n'algumas trras da Alleina-
nha tem-se estabelecido premios para o
asseio, e creado muitas sociedades de be-
neficencia.
mens, pois ha ummezqu nio se recebem \ para delles se adoptar um, anda sao n)ta- 'En un piqoin qnirt) s:eic).itroj re-
notci'as d'elle. I fias as dtffereiiQas. O d.j custo uns ole- cene.n )i!b lava la e un sapito miachaio
vado de tres mil c quiuheutos contos, e o desangu;. Ante estas provas esmigi loras,
mais moderado de mil o duzontossetonta e Ganit n'u ousou negar a sua pjrversiale,
cinco contos, novecentos sessenta e seis mil o uij telmiu mus na coarctali d que lora
cento e oitenta ris. a desventurada victima quem por corto pu-
A' cerca do modo di or.;.ir u mi obra /.era fogn pilluiro.. Confsioa tudo i-
daquella mignitub at frace > de u n fian- nahn.'ue, cat qua des le nv.iito tempo pre-
co, um jornal francez chas^j!i c ni razio mitava miar sti mullior.
a exqusilice. Foi, pois, soore a djpla ac'usi.i i dj ho-
iiibilioefjgi poito, qi o r ) foi j ilg lo,
^GIIANOE JUBILEO DE MOLIERE.N is econ I n 111 pdo referi l > tribunal a peua
joYnaes /raucezes encontramos sab epgra- de uorte.
phe iguali'dfiti noticia o segui:ite. ."
Palacio dj"lJvistna. Inauguradlo ll* R!:'.:.AM\!.:\0 O! !E PAREi'.E JLSTA.
i., demaio de 187L A yiuva do doutor oai leis, Mr. Miiro,
) Sr. H. Rallande iliri^e um rdeal vai chamir a juizo o aju linte de campo do
appello^i todas as celebridades tbeatrae*,' actual ministro da guerra da repblica frau-
dramlicas e lyricas, Jfransezas o estrngei- ceza, fun lau lo-se em que elle in:i:i lara fu-
ral, que, almiradores de .Moliere, quei*in. zila^-o marido da reclamante, sem motivo
prestar a valioso concurso do seu talento\>ara vo fazor, nem precedencia de processo.
para o* grande jubileo que o autor deste Mr. Millire fra preso em 20 de maio de
couvite trata de organisar glori6cando aquel-^ 1871, em casa de sed sogro, e nao forman
le gran le escriptor ; e Ities roga, tambem, 'dJ parte de qualquer lona armada da eo ;n-
.de se dignarem fazer-lhes sciente do, suas manf, ao ser captura lo.' '
boas disp6sii;es a este respeito antis de l Este facto deploravel pretende .clnpro-
de marco, alim de que possa coordenar e va-lo a viuva* nr.naiido-sj in d^poimeuto
publicar o seu programma definitivo entre feito pelo dito olicial 'o capit (i.ir>'ia;, \>i-
10 e 15 de abril o mais tardar ranle a graniofeo n nissa de inquorito. Al-
' lega ainla q le o genewl MjoMahon, no
*ESTEML'NHAS FALS.1S:Em um dos seu djpoimantfl|(^|Srit a aio>mJi cummisso
tribuiiaes criuoiuaes de Rruxjdlas t nun con--de iiiqterito, mu cvpress.ineote dissera,
de.miados ''Ukys anuos "de priso dojas.sUi que quaii loo nyiigj entrega a suas armas,
fitos, que tiuhain'deposto' ?)in faral le njo (llve sot fa/ilalo* Q i**^'>rta:i'.o, 0
um pr cesso por tentativa dbomitKm* capitao Garca osquecu as iustracij > * dos
Oh! se sempre que se podesse fosse \cs- seus superiores; commettendo urna barbari-
tigado o perjurio, nao teriamos tantas vezes
de l.istimar o pouco respeito que tantos
teem pelo juramento que Drestam antes-de
deporeii! Ha urna falla de escrpulo de-
ploravel na maior parteoa gente que cUa-
nadaa depr em causas crimes.
da le, ordenando o arcalmzamonto de um
bomem, que iao offjreco;a resistencia 4i>ri-
sto. e demais a mais don; dias d i u- de
(mnuiada a luta, no bairra ftm qua foi en-
contrado. Por taos motivo>, reclama urna
in lemnsacio decent e cincuenta mil 1ra-
eos, como deyida' reparajao de nal que
VEIO DE CINABRIO.L-se o seguinte Mwcausou, e UpuJend ao estado-de penur
em urna fotha bespiiihola : ra o que licou reduzida.
Em S. Luiz, no Mxico, descobrio-se No dia W deste raez que o capitie Gar-
um grande veio de cinabrio, eoutenuo urna eia deve comparecer parante o juizo de paz
prodigiosa qaantidade d'esta materia. L'ui p->r onde foi autoado.
peridico do estado refere a. oroposito d'isto'
i seguinte tradicio: VEMIA AIS ESTA.-Na sala .ascon-
Quando o conquistador Fernando Cor- C't-encias.da ra dnCupuctne* e.n 1 an>,,
protestou urna duradoura lilelidade ao vio ser dadas c oneroiicias, por Mr. Mieho.i.
re Quanhte-motzin, para apoderar-se por sobre urna nota scieiicih aquedtoo-nooMi
esse meio dos tbesouros da cidale, o ral do graphologia, ou arta le julgar OS h >-
olereceu a Cortez una mina que suppriria nums pela sua caligraphia ou taliio-de let-
iem riqueza toda6as descolMrtas feilas ate.tr.
ento no referido, reino ; a mina foi etTecti-j I^ivater chegou a delinear os pnmeiroa
jvamente descoberta, e por ordem do mes- ^ traeos nossa arte, ou pelo menos lhe nio es-
Imo rei se impeiio a sua exproraeo, recei- capou que na escripia se p da tasibeestadar
ando-se que a sua riqueza fabulosa pro-,o carcter dos individuos ; mas estaba re-
BOA PROVIDENCIA ADMINISTRATIVA.
0 governo franene vai estabele(*r uina
colonia penitenciaria martima em um dos
cinc grandes portos militares da Branca.
Ser destinada a receber os rapazes deudos
as casas do correceo, qu^. manifestarem
desejo de abracar a vida martima.
Para ser levado realsacao esse projec-
to, o ministro da marnala pora disposi-
co do ministro do reino um navio, que
recebor os arranjos e ser posto as con-
dices necessarias do um navio escola.
Os regulamentos eydiscipina de bordo se-
ro raui rigorosos e severos devendo, ex cr-
eer influencia salutfera no espirito daque-b-
les individuos, que o desamparo da familia.,
a indigencia o porventura urna inclinacao
para o mal mais desenvolvi, os hajar
tornado ao alvorecer da vida antes n .civos-
sociedade.
Aosvintee um annos ser alistados na
marinha militar ; o se acaso deixar de ob-
ter-se urna refonhaijo moral completa, ao
menos essos individuos se tenorio tomado Fando-se que a sua riqueza tabulosa p.- ,
habis pvira a profisso de arinheiro, e duzisse a contmuaco da guerra entre os serado a Mr Micnondar d-.so.no vi i oto
servirn a patria honradamente sob a ban- mesmos vassajlos, Pois essa mina oxtraor- idta, demostrando-a e levan lo -a ,et*-
djnaria a que, segn lo se diz, se acaba rfwicia, o que era umacousa vaga-eiuu-
tez pr
patr
ileira da repblica.
nesse alto nao se abrigano, seno as i
puras intences, o mais edilicaute exomplo
das virtudes domesticas e sociaes, o mais
decidido zelo pela prosperidade'do Brasil.
(Apoiados. Muito bem. Muito bem.
O Sr. Vieira da Silva -.r- Estou conven-
cido disto-0 mal vem de nos. Somos os
mais culpados.
(Continuarse-ha.)
VAHIEMDE
SINISTROS MARTIMOS.L-se o se-
guinte em uina folha franceza :
As colises entre os navios succedem-
se de ha tempo a esta parte com grande
frequencia. Depois da calastrophe doNor-
thfleetjnaojsc passa um dia que nao tenhamos
de registar alguns sinistros, dos quaes sao
victimas muitas pessoas. No sabbado passa-
do, no mar da Irlanda, abalroaram os va-
pores Torch e Chicabur. Este sossobrou
tres minutos depois, morrendo 24 pessoas.
0 outro tambem foi pique, podendo an-
tes d'isso serem recolhidas em barcos todas
as pessoas que eslavam a bordo, excep-
to de urna s que nao pode ser salva.
De Liverpool referem tambera o se-
guinte em data de 1 de marco :
Um vapor de tres mastros, em viagera
para Liverpool, foi a pique vista do ban-
co de Wct-Uayle. Ocanoera pintado de pro-
bo, tetido um "circulo branco. ^ia occasio
do' accidente acbavam-se prximos dous
rebocadores que presencearam o navio ir ao
fundo sem poderem spccorre-lp. Nada se
sabe acerca do nome do vap ir, nem mesmo
da sorte que teve a tripolaijio.
Um telegramma de Cdiz d noticia de
um novo siuistro que recorda o succedido
ltimamente como Morth/leet. No dia 18
de Janeiro houve urna coliso entre o navio
hespanhol Tres Maras e o Chaos, vindo
da Reunio. 0 primeiro destes sossobrou,
morrendo afogados 92 passageiros. Aiuda
nao ha pormenores d'esta calastrophe.
Diz tambem outro telegramma que o
vapor Cidade de Cumbridye, que ia de Cal-
cuta, fra de encontr, to dia 27 do joassa-
d , em Mersey, ao navio Burmak. Este foi
a piquo pouco lempo depois. Aiuda nao se
sube u sorte dosjasgeiros e da tripoacio.
Receiava-se igualmente euiLiverpool que
o vapor GreeWL aue partir ha tempo
para Pal 'W^^'!''' COm ***"
iuaj trpo!a.,ao, quc>' coi-iomiha de
QUE PECA IFoi agora caddlemnado em
Inglaterra m rapaz de doze annos a per-
manecer cinco annos n'uraa casa de cor-
recgo, por ter tentado, por mais de urna
vez, envenenar o professor da escola que
frenquentava, em consequencia deste lhe
ter applicado urna correccio corporal I
Que boa pec,a e que esperances que nao
d urna ndole, que tao precocemente se re-
vela pervorsissima.
CAVALHEIROS MISTERIOSOS. Ha
bem poucos dias que chegaram a Rruxellas,
vindos de Pars, quatro mancebos da boa
sociedade, e couhecidos as lides da ira-
prensa poltica.
Dzia-se muito puridade que ellos vt-
nham para regularem um negocio de
honra.
No dia immediato ao da sua chegada fo-
rano, vistos nos princjjpaes cafs daquella ca-
pital, e a alguem se descairam em dizer
que Ibes nao fora possivel encontrar um
medico que os acompanhasse ao campo.
Ao segundo dia a nev caira to espessa,
que tornava de todo impossvel cruzar os
ferros. Os corabatentes nao teriam p idido
vr-se atravs daquelle veu de flocos de ne-
v. Era, porm, indispensavel baterem-se,
e ajustaran! os padrinhos que se arrestara
com todas as contrariedades. O encontr
devia realisar-se fra' qual fra o tempo
que fizesse.
Porm, um novo contratempo se produ-
zo.
Um dos corabatentas levantara-se de ma-
drugada, e bem resolvido a que nesse dia o
sangue do um ou de outro servisse para, la-
var a affronta que procuravam dirimir pelas
armas. Estava j prompto para marchar-,
quand) indo procurar o seu porte-monnaie
nao o encontrou. D'isto se quoixou aos
seus padrinhos ; os quaes indo procurar
seu dinheiro tambem nao encontraram as
suas bolsas. Nao contando" 'cora este con-
tratempo, que os punha em graves difficul-
dades, sao chamados os donos da hospeda-
ra para lhes contarem o succedido. Este
facto corre logo p r tod) o hotel, levanta-se
burburiubo, e chamada a polica a inter-
vir. -
Ento a p licia interroga os mancebos so-
bre os fins que os tinha levado a Bruxellas,
vendo-se obrigados a confessarera a verdade,
para nao serem tomados como suspeitos de
algumas tenges deshonrosas. Ficou, por-
tanto, dsde logo frustado o combate. A
polica dando busca bagagem dos irre-
quietos mancebos, encontrou os floretes e
os apprehendeu, tornando assim irapossi-
vel o desafio.
Os quatro mancebos parisienses volveram
para a sua patria, porventura resolvidos a
darem a pendencia por terminada.
BANCAROTA.Osjornaes francezes do
sonta do julgameiito, por baucaiota simples
do Sr, Tournois, bacbarel era lettras, o
qual arvorava uraa empreza para a publca-
qo de um peridico-, a que foi posto o titu-
lo La Eemocratie.
Tourn
do Rey
nha um coraq, o outro, isto , ambos esta-
vam baldos ao naipe, procuraram o dono
de descobrir. Buida.
A Independaiice Belge auuuncia co voioc), que Mr. Michou em breve pussar
Blgica, e ahi se far ouvir em Anvers.
I.iegj, Ostende, e raui provavehuente tam-
be.n-em Rruxellas.
No programma das conferencias em Pars,
que principiaro em- IV deste mez, tratara
rnois procurou para socio o advoga-!o coiiferente da caligrapbia das naturezas
rnier ; mas, com tanto dinheiro ti- exaltadas, o general Cambronie, Barbey de
Aure-villy, Louis Vcuillot, l'alob Jim qua.
Tambera se publicou um jornal par;1 pro-
4b una imprensa.'para'assim pVa folha a pagar a doutrina grapbologica intitula-se :
La Gfapbologie.
Apparece no I" cera 13 de cada mez;
costando a assinatura 6 francos por auno.
Todo o assignantedeum aunte u direito
a receber cora > premio gratuito, o seu re-
trato intellectual o moral, feito sobre con-
u:n
correr mundo.
0 jornal era poltico, e venda-so a
sous.
Esgotados iras doze ral francos que ti-
nham arraujado, a erapreza a Siissobrar, se
outro expe lente nio fosse tomado.
Com effeito, Tournois teve arles para ar- jecturas fornecidas peta sua caligraphia.
ranjar urna socielale era coinnian lita,
com o capital de cncoenta rail francos era
aeces de 30 francos. Mas o. poior que
apenas quaforze aeces acharara tomador.
Lodavia, como houvesse quem fiasseo
MYSTERIOSA DESCOBERTA NO-MAR.
De-Gibraltar escrevemo seguinte :
Ha uo nosso porto um navio pequen i,
| cuja hatera recente
ain la raa.s nivste-
Em ttulos de divida fundada no mesmo
paiz (United States Funded Loan) tulos
no valor representativo de 160,500 ollars.
Foi promettila a gratificago de quintan-
tas libras esterlinas a quem prender Pro*
deric Alb3rt Warren, como susioeito de fal-
sificador, ludicam-no como sendo bomem
de cerca de VO anuos, c ter cinco ps e uove
ou dez pollegojas (inglezas) de altura ; fal-
lando o inglez com ac-onto americano mu
pronunciado,
A' polica*c nsta que elle se faz passar
tan!: ii pelo nome de C. J. Ilorton.
As letras falsas esto admiramente imi-
tadas, tanto n i re rente s urinas, como a
gravara, pape!, estampado etc.
O individuo que reabsou a compra dos
titulo? dos Estados-Unidos com o dinheiro
frau lulentamentc levantado, nio foi o mes-
in > Warre-.i, pjrm outro, que se apr esentou
elegaiilemeut vestido c que tem porte dis-
tincto
INFAUSTAS DESAVENGAS CONJUGAES.
Polaobservagio que temos feito, reconhe-
cc se que-depois da ultima' guerra, que lio
brbaramente se ferio entre a Prussae a
Franja, as desavengas matrmoniaestomam,
neste ultimo paiz, nina feieao muito terri-
vel.
Ha lempos a esta parte, tornou-se mu
frequente eocootrarnas folhas francezas nar-
ra ; s-de vinganeas terrveis tomadas petos
maridos sobre suas consortes, por motivo de
InfedoKdade ao Ihalamo.
O caso Dubourg fez muita bulla, mas
(puntos laclo-; saioolbantes tinham j havido
antes e te n succedido posteriormente?
Neste momento sciws deparara dous des-
ses casos infaustos quelevam a perturbaoio
ao seio las familias, e provocara, nao pou-
cas vezes, represalias ta.nliem criminosas,
embon se rodeiem de circumstancias atte-
nnaiites.
No mesmo-dia, em Par*, dois maridos
pozeram omacc^o dleamiesraeiospara inar
t irein suas i.wlheres.
A's cinco horas ilatanlc-as pessoas que_pas-
avam pela ra Carteaux., no dia lo, virara
uina mulher pendurada pelas raaos ao para-
peit da janella de um quarto andar, force-
jando por galgo- o parapeito. Da ra na >
so va quem obstava a ijue a mulher tre
passe.
Houve logo quem resolutamente subisse a
estada o Ior. ie a [loria da- casa. Quando
isto se fazia, os que esta vara na ra virara
apparecer ura bomem junto janella, sera
dar iu licios de estar desatinado, c, cora a
maior friesa, obrigar a mullior a largar o
parapeito e depois- lancar as pomas por cima
do parapeito e despeuhar-sc tambera !
O povo iiorrorisado vio aquellos dous cor-
pos pelo ar e cahirem no solo. O marido
morreu pouco depois ; porm a mulher so-
broviveu e talvez escape.
Contam os jornaes que prescrutando-se a
causa, d'aquelia desgraca, tanto mais para ad-
mirar quanto era corto que haviam casado
mu i recenteineute, avonguou-se que o ma-
rido tinha recebido uraa carta anouyina
denunciando-lhe que a uova bavia tido j
um lUho, fructo de uns amores mal corres-
pondidos. 0 marido tinha j revehdo a
alguem as suas desatinadas inteugoes de ti-
rar a vida mulher o depois fazer o mesmo
a s proprio.
__O outro caso acontecen com o Sr-.
Charles Hoeh, que j conta os seus 59 janei-
ros e vive de fazer nonecos para criancas.
N'um acoesso de euuue atirou contra sua
mulher tres tiros de revolver, ferindo-a mu
gravemente.
Emquanto ao llochv foi iramediataraent^
preso pelos vsinhos e entregue polica.
Os milicos do hospital de Saiiit-Loui?.
para onde levaram a victima, teem esperan-
zas do salva-la.
40 ho-
RECONSTRUCgO DO .HOTEL DE VIL-
LE.A cidade de Pars abri concurso pa-
ra a rec nstrucco do seu palacio municipal
denominado Hotel de Villi, ao qual os com-
muuistas puzeram fogo, sem embargo-de
nao ter sido alli a sede da realeza, senio os
pacos do conselho s representaces deuma
instituigo popular, o municipio.
No dia 28 de fevereiro, o jury encarre:
gado dos projectos o planos da seconstruc-
c apresentou o seu parecer, fazendo se-
lecgo de vinte, entre os que se apresen-
taram, que nao foram menos de.sssenta e
seis.
Os nomes dos vinte architectos, sao pela
ordem alphabeca, a -saber:
Balluet Deperthes, Baltard, Bretn, Ca-
liuaud e Rozier, Chardron e Lambert, Cr-
pinet, Davioe, Deraangeat, Escalier, Geh-
rardt, Labulle, Leclre, Lheureua Magne
Pre, Moyaux e Lafforge, Pascal, Poisso-
uier, Roguet, Rauyer, Vandremer.
Um dos projectos pistos de banda cono
inaceitaveis, pelo seu custo, iudcava- un
orcainto superior a qutorze mil e(qui-
nhetos mil contos 'de ris! 0 outro,' que
fica no evtrem > opposto a' este, 1 mitava-se
a trezeutos e sessenta cDntos de ris.
Nos vile planos e ornamentos separad.s
papel e eraprestasse algura dinheiro, o pa- riosa do que a po Marillo, e poda ser to
pelucho foi trombeteando toda a sorte de uagica como a do Norlhfleet.
tolice poltica. Chegou, oraliin, um da
em que dous credores rejuererara a aber-
tura da fallnela.
Aprsenla ios os-livras da escripturgio
reconbeceu-se que eslavam cheios de lacu-
nas ; e que, sen lo o passivo vinte mil
francos, o activo era representado por...
O tribunal lraitou-se a condemnar Tour-
nois em ura raez de priso. 0 joven ha-
cha re nao-tornar a metter-se n'outra, por
que onguem tornar a conliar-lhe nem um
maraved, para fundar jornaes.
Foi to breve como melanclica a car-
reira jornalistica de Tournois ; breve por-
que s durou mezes, melanclica porque
terraiuou na cadeia.
O Maay Celeste, brigue american ,
encontrou no mar, a V00 inillias ao Este
dos Acores, ura navio i.iglez, elevou-o cora-
sigo no dia la de dezembro ultimo. Quan-
do .o descobrio uavegava comas vellas da
raezena e bojarrona, e bavia dez dias, se
acreditarmos na ultima inscrif?o feita no
seu livro de bordo, que seguia a sua derro-
ta no mar largo, se:n levar ninguem a
bordo. '
A excepeo do livro a que' nos referimos
nao existiam a bordo mais nenhuns papis
manifest, conhecimentos ou o menor docu-
mento que servisse de esclarecimento e dsse
ali
urna
luz sobre as causas dJ abandono
daguelle navio.
HORROROSO CHIME.Ni communa de
Cabasse, ura scelerado por nome Jean Pisan,
de origein italiana, matou seus tres filhos,
todos anda de tenra idade.
O primeiro recebeu nove facadas. Quanlo
o vio morto, Pisan foi beber ura copo de
agurdente'; depois, voltou a matar outro,
que era urna rapariguinna, atravessando-a
quatro vezes com o ferro homicida ; tornou
a ir beber joutro copo de agurdente, e vol-
veu a tirar a vida tefcera victima, que era j que coiitiiiha alguns rolos e ca lernos de mu-
o mais novo dos tres filhos era ura menino.
Os gendarmes chamados pelos vizinhos
O carregaraento, quo consista cn
aguardende, nao tinha sido tocado ; um bo-
liche, que parece ter sido habitado por urna
senhora e urna creanca, nao tiuha sido sa-
queado ; alli tudo estava no seu lugar. Una
pequea garrafa cora azeite eslava coljpcada
sobro urna machina do cozer ; sobre urna
mesa via-se ura no vello de algodo e ura
* *
dedal, que nao tinham cabido. Ao cauto
do bali-he estava ura harmonium, e prxi-
mo deste instrumento, bavia um armario,
[uio leudo estes ousado penetrar na casa
sica perfeitamente arranjados.
.As nicas cousas suspeitas eram, na-
die boliche, urna espada na bainha, mas
qu
quando as creangas gritavara) atacaram a 'cuja lamina tinha vestigios de ferrugera pro-
casa da fra, penetrando pelas janellas de
revolver em puuho. O assassino foi desar-
mado e atado o conduziram preso.
CONDEMNACAO A' MORTE. -0 tribunal
das assises de ube acaba de condemnar
morte um desgranado, que com atrocidade
matara sua mulher e lngara fogo a urna
dependencia* da casa, em que um e outro
moravam, alim de disfargar e oceultar o
crme. _v\
No dia primeiro de Janeiro deste auno,
appareceu fogo n'um palheiro pertencenle'mo tempo.
ao reo (quedum tal Genet), sendo reduzido: Ate as
duzidos por sangue incompletamente limpo,
e na proa do navio e de cu la um dos lados
bavia profundas aberturas, que pareciam
feitas expressamento.
Ser tudo isto indicio de actos violen-
tos T e cora que lira ? Porque que se
deixou sobre vella o navio, e porque foi
abandjnado ?
A inspeceo que se fez ao navio, tanto
da parte superior como inferior da linda de
fluctuago, nao mostrava o menor indicio
de arara, era que o navio tivesse-soffn lo
anda se nao eucoutrou o
sacadas
id res,
oe de
cora o dinheiro
cinzas totalmente ura corpo do edificio,' menor vestigio da mulher, dem da creanga
sem embargo da promptido dos soccorros. 'do capito ou da equipagein.
. 0 aspecto e proceder de Genet que se' .,.,,. vrt ,.,, ,Vli iJdbi
afastav da casS era chamraas chegada! IMPORTANTE R9UBO EM INGLATERRA.
dos soccorros, a ndirterenga que mostrava -Descobrio-se que urna avulada s-mma
pelo prejuizo que o fogo devia causar-lhe. o fra roubada por meu de falsificagao de
nao apparecraento da mulher delle, era-n firmas, em letras, que se figurara saca las
actosque nio passa vara desapercebdos aos sobre casas de pnmeira ordera de Londres,
rzinhos, os quaes comegaram a suspeitar da letras que fora.n descontad
existencia de um grande crme. [Londres.
Sendo perguntaio se sabia aondo eslava 0 roubador comprara
sua mulher, respondeu floumacamonte : subtrahido ao que parece bonds dos Es a-
Visto que ella nao appareco, porque dos-Unidos, cujos nmeros forana publicados
est debaixo dos destrogos? Genet mos- afim do que n.nguera sobre elles insciente-
trou-se ento pressuroso emir|com eutras mente transaccionasse.
pessoas procurar nos entulhos sua mulher.-- Os bonds sao do ratoriJe fM,W'
Sera muito custo foi encontrado' o cadver 1,000 dollars cora o juro de b por Jauto ;
da pobre mulher, todo ensanguentado. Ti- e cuco Je 1,000 dollars cora o joro (je ciu-
nha o crneo fracturado era mais de urna co por cento.
p ni ; nuiuroiosgolpes bavia recebido com!' O valor totalrepresentativo dopniueiros
.urna"maehadinha ainlaem vida, e. o que i de 7-2 mil dollarsl; e dos segn tasis
era evideiUe, fura fvi la le.improvso. mil dollars.
UM HOMEM DE MOS FGAROS.Em
Elimburgo, no tribunal IIiyh court ofju*
ticiarg, eutrou era julgamento a causa crime
por homicidio commettido uo mar, na qua!
erara reos o capito e o immediato do navio
tfarf, pertencento i praga de Liverpool.
Sao elles acensados, o primeiro como autor,
e o segundo como cmplice no crime.
A aecusaco diz que Antonio Francisco,
bomem de cor, fazendo parte da equipagera
do navio, c estando doente, e de cama, foi
dola tirado violentamente pelo capio, mal-
tratado de [laucadas, e, sera mais resguardo
que a camisa e uraa camisola de chita, ex-
posto ao tempo por espago de urna hora.
pouco mais ou menos ; do que resultou a
morte do preto.
Estes lados, tendo sido comprovadoe, o
jury voltou da sala das conferencias com um
ceredktum, em que d como culpado no
icidio o capito Edward Evans :
crime d homici
c como nao culpado (not guilty) a James
Denword, que era o immediato do navio.
0 juiz reservn lavrar e publicar a sen -
tenca contra Evans para o dia mme-
liato.
Suppunha-se que a sentenga iraporia a
pena ultima.
PERICOS DO CHI.OROFORMIO.A casa
de um dentista de l.ille fra, haver um mez.
tirar um dente uina senhora ; e mal se vira
livre d'aquellc incomraodo hospede, sem
dor, quando passados trnta dias outro den-
te arruinado a obrigoo a procurar o dentis-
ta : pedio para ser chloroformisada, decla-
rando que daoutra vez, sentir- raui agra-
davel irapresso emquanto estiverasob a in-
fluencia do aaesthesico. .
O dentista, portanto, comegou a adminis-
trar o chloroforraio. Mas, aps as primei-
ras aspiracos, cambaleou, cabio desmatada
nos bragos'do dentista e qaasi no mesmo ins-
tanto exhallou o ultimo suspiro.
.As autoridades quizerara que se procedes-
se'a autopsia no cadver. Os mdicos de-
elararam que a finada suecumbira a urna
congesto, produzida pelos elfeitos do chlo-
roforraio.
PREVEN0ES.Falla ura jornal francez,
postoque com reserva, da noticia de que o
governo francez, ia mandar urna divisio do
i.' corpo de exercito, acampado em Satorj,
para os Pyrenos, como exercito de obser-
vago, encarregado de vigiar a fronte hes-
panhola.
Essa diviso teria o seu esttfdo-maior em
Tolose, a sua ala esquerda era formada so-
bre o Tet, o Tech, e a Gly ; a ala disemina-
da pelos pontos intercortados pelas innmeras
correntes de agua da margeno, direita d,0 rio
Adour.
_
ESTADO PROSPERO.Noticias de Was-
hington dizem que foram amortisados....
S.-loOiQOO dollars, e que thesonrotinha urna
reserva raVtallica de (i,937,500 dollars.
ITYP O DARI0- ftA DUQUE DE CAXJAS
1 ILEBtVtl

o!