Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12873


This item is only available as the following downloads:


Full Text
A\j\0 XLIX. NUMERO 73
PARA A CAPITAL B LUGARES 0\1>E WAO SE PAGA PORTE.
Por ttes_mezes adiantados.................. 69000
Por seis ditos dem.................. 129000
Por um anno dem ...*............... 249000
ada numero avulso -................. 320
SABBAD0 29 DE MARCO DE 1873.

PARA IEXTKO E FRA DA IKOVI.\IA.
Por tres mezes adiantados. ................ 69750
Por seis ditos Wem........'.......... 139500
Por nore ditos idem.................. 209250
Por ura auno dem................... 279000
PROPRIEDADE DE MAH0EL FIGUEIRQA DE FARIA & FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Futios, no Para; Condal ves & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; AAnio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Tereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Ffenha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Draga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francno Tavares da Costa, em Alagasj Alves i C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho C. no Ro jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Govci'uo la provincia.
BXPiMKrs di da 7 i): mviqi jk 1S7.
/.' sn-r/io.
OflkioS :
Ao brigadelro comman lauto d is arma* inte-
rino. Mande V. Ejy*. por un liberdade oreeru-
1a Joao Nimio Marque.*, visto ter sido julgndo in-
capaz I servieo iln exereilo em inspaeeao de saty
de como consta do termo aooexo ao sen oiHcie de
k ilo corrate, sob d. 2Vii.
Ao niiyin i. Sirva su V. Exc. de informar,
, sem premiso do wrvijo Ja gnarniei >, p dem
ser dispensadas 11 pracas e nm inferior alim de
conduzretn seis criminosos une tem de seguir pa-
ra os termos de Cimbres, Ingazeira, e Trtuinpno.
Ao commandante do presidio de Fuman Jo de
Noronlia. Segu para este presidio, em modos
vapores da companbia Pernainbneana, doze sen*
tenriadosdejusnca constantes da relajo junta,
c rajas guias ihe remeti.
Ai ni' otJbim aflu de sor transportado para a casa de
htentjao det eidade o sentendauo Jos Antoni
Insoluto Mereira para pissar procura*-) e cons-
tituir procurador, alim de ser vendida urna pro*
prredale e cobrar umis dividas na eidade da Vi-
ctoria.
2." tecpio.
Acl i< :
o presidente dt provincia, de eonformilade
com a proposta d > I),-, ctete d p ilieia, em oli-
do de a do eorrente, n. 477, rasoive exonerar,
pelid), o ciltdi Zeferioj Aurelianod; Figueire-
do Moli d> earg d: 1." supplente do subdelegado
4o 1. distriet i d i terai i da Esca 1 i.
O presidente da provincia, atteateado ao que
exude o Dr. ehefe de polica e:n oleio n. i76 de
5do eorrente, quanto ai encano liavido na propos-
ta do citad ao Leandro Cavalc.inli da .Silva Gtiiiiii-
ric* para o cargo de subdelegado d i 5.* dtslrie-
to do tonu i do R;o For.iuso, quando devora sor
liara o 2.' distrieto da fregaeth de Din, resol ve
uc, rectifleado o engao, se Iho passe novo ti-
tulo.
O presidente di provincia, sol proposta do
tr ehefe dn policia, en Offleio de o do eorrente,
fl. 175, rasoive exonerar, a podido o ciJadi Fran-
cisco avaleanti de Albuquerque Uns. do cargo do
(.* supplente do delegado do Ternn da Escala.
O presid mte da provincia, rectificando e en-
j'iii bavidj no nome do Alteres nomeado por
portara de i d) orrento pira o cirp) de pjlicia,
doctora chaour-sa elle Manoel Antonio Cantillo, e
nio de Cirvalln, eiiio p>r equivocse declarou
na dila portara.
Oficios :
A o Ur. enefe do p ilieia. Recontmond a
V. S. qtp ib! i esta presidencia conlucim^nto do
resultado do processo, que bo ternn do Bonito
deve ter sido inst turado, pelo fermento grave fei-
o na posma de !anlido Francisco dos Anjos pelo
ftUftJite purtognez, Diogo Pereira de Souza.
Ao enmm mdante superior de Olinda e Igua-
i"-:'i. Cora 0 olido jnnt i, p ir copia, do capito
do porto interino, de 2H do mez prximo passado,
respondo ao le V. 3, de II do dito mea, sobre o
ficto do seren in lebitamente matriculados na
misma capitana inlividios que devem ser guar-
das uaeiooaes ; ehamando a alinelo de V*. S. so-
lir i o que di', o m sin i eapitio d i porto, com re-
lacio ai eommamlante do 9." batalnao, para que
ftija oeste informales, que trar ao conhecimen-
: i desta presidencia.
Ao con n indulte do corpo d policia. De-
v iiv i a V u'.. a eonti que veio aaneta ao sou offl-
eio de 1 d) corrate, sob n. 139, afin do que juu-
te-se a olla o* documentos comprobatorios da dos-
i-.-.i feitteom o enterro do soldado desse corpo,
Ltn tel Gabriel dos Santas, fallecido na eidade de
:. yanna, para poJer ter lugar o respectivo paga-
III i ilo.
Ao mesn. Muid! Vmc. por disposii;ao
do Ur. cUefe de policia um inferior e duas pracas
di corpo sob son coramando, afun do escoltarem
a! o termo do Cabo, no dia ID do eorrente, o cri-
ni.oiso pronunciado, do nomo Joao Guilbernu da
Costa.
3.'secrdo.
0 Ocios :
A) inspector da thssanraria do fazeada.
Expeca V. S. suas ordens, alim do que por essa
liiMouraria se ajuste eontas e passe guia de soc-
orrimento ao atieres di!).- batalhai de infanta-
ria. Joaqnim Jorge de Mello Filho, que tem de se-
guir fiara a curto no vapor que se espera do norte,
Vo mesm i. Em vista da melosa conta que
me remetiera o secretario da eommisso directora
da exp icio provincial, eom olcio de 3 do cor-
rente, mande V. S. pagar a Manoel Figacirda de
Paria Fllios a quantia de 200, proveniente
da publica;o do reiaiorio da mesma exposicio,
devendo semelnaute pagamento correr por conta
11 v irba para esse lim destinada.
Ao ineuno. Transmiti a V. S. o attestado
un i em duplcala, que mi remetteu o brigadeiro
com.Tiandante das armas interino, com o offleio
i > 5 do e irrenle, sob n. 131, afim do que mande
pagaran 2.4 sargento do corpo do policia desta
pr ivincia, Jos da Silva Guimares, a gratificacSo
que tivor direito em vrtude di aviso do ministe
rio da guerra de i da malo de I8.'is, por ter ca
turado os desertores do 9." batalnao de iufantaria
i ejercito, Antonia Felismini Pereira .- Antonio
Jos dos Santos.
Ao inspector da ihesooraria provincial.
Kecommendo a V. S. que vista da follia e pret
junios cm duplcala, que me IransmiUio o cam-
mandante superior da eidada de Olinda, com offl-
eio do 1 dj eorrente, mande pagar os vencimontos
do destacamento da guarda nacional existente
naquella eidade, eoneernentes ao mude ev-rei-
i limo.
4 a BecfSo.
\no :
U presidcnte'da provincia, toado em vista as
i. ii das elei'.'des para vereadores e Jotaes de paz,
procedida i ti do outubro do anno lindo, na fre-
guezil de S. Bom Jess dos AlBictos da villa de S.
BflBto, e a da apuraeo faita pela respectiva cma-
ra c;nais papis relativos : attondeodo a quena
letelo presidida pelo primeirojuiz de paz, foran
mencionadas as tres cbamadas em urna s acta, nao
se [aviando a especial da 3', como determina ex-
presaamente o art. 19 da lei do 19 de agosto de
1816, c por cuja falta foram amalladas eleicJJas
idnticas polos art. ns. 13, 118 e 119 do lo de Ja-
neiro de 1870, 31 de marco e 3 de maio de 1871;
attendendo mas a que nao foram mencionados to-
dos os votantes que nao comparecern!, o que ve-
ruca-te comparando-se o numero dos comparec-
dus c nao comparecidos cora o total da qualitica-
efo, contra o que determina o art. 49 da lei j ci-
tada e aviso do 24 de outubro de 1857 e 27 de se-
tembro de 1859 ; attendendo ainda t que nao foi
mantda nesta eleicao a liberdade-de voto, como
est provado por um protesto assignado por um
crescldo numero do eleitores e supplentes, o qutl
foi lavrado em nota do tabellio Lemos e trans-
cripto as actas da eleielo, presidida pelo 3o juiz
de paz, por um abalso assignado de 73 eida 11
di paroebia e por ium justifleacao julgada por
sentenoa, eoi queso declara, por accordo do pri-
fneire juiz de paz e o delegado de policia, lor sid
de /espera coreada a matriz, consonando-so a (or-
ea no dia seguinte para impedir que entrassesn
i I i os da parcialidaee opposta, sendo tambem'
{MktUdos piquetes as estradas para azer voltaros
votantes que os nao ae impanbassem, o que foi por-
roborado poromclos daquelles fun.-cionarios, no-
lirianilo esses fados, dando porm como motivo os
boatos de disturbios yue corriam, e O mel de evi-
tar que os volantes entrassem armados na villa,
sendo que para isto, alm do destacamento a sua
disposi vio, foi requisitado parte do da villa de Pa-
nellas, e foram chamados 30 paisanos corno auxi-
liaros, o que declarou o referido delegad* no seu
Offleio : attendendo por outro lado, a que na elei-
cao presidida pelo 3" juiz de paz, deu-se tambem
a nullidade de nao coinbinareni as cdulas rece-
bilas e o numero de votantes nio comparecidos
cetn o total di qualifleaca i; attendendo finalmeii-
tea que, alm disto, in toda presompcao de haver
sido jalsiheada a respectiva qualiflcacao, o que j
nio est verilcado por nio ter ainda sido a,ue-
aentado em juizo o competente livro para sobro el-
le procodor-se ao examo ordenado por esta presi-
dencia, o que Riis vem corrob irar a presuiupcao
Iludida ; resol ve, de conformidad*; com o art.
118 da lei cima referida, aviso n. 5o0 de 19 de
novembro de 1861 e mais dispasiooes relativas em
vigor, anuu lar as m ineionadas e*lei**oes, expedin-
do-se as noeossarias comniunicaeoes, afim de que
continen! em exereicio dos cargos de vereadores
e juicos de paz do municipio e districtos respeti-
vos os do qHatriennio lindo.
Esta delibera;ao fica dependente da approvaco
do governo imperial, a cujo coubocimento ser
submellida.
Oflcios :
~ Ao director interino da Faculdade do Direi-
to do Keeife.- Em resposta ao offleio de V. Exc,
de hontem datado, designo o lente dessa faculda-
de, Dr. Jos Antonio de Figueiredo, para servir
as comniissoes que tem do fuunccionar nos con-
cursos a subitituieao da cadaira de linguas e o da
cadeira de grammatica e lingua nacional.
Ao conego regedor do gymnasio provincial.
Pode v. RvmJsaonceder a > mordomo de^se es-
tabelecimento, Antonio Crrela Gomes de Aludi-
da, a pennissao que solicita para dormir ttra do
Hiesino estabeiecimsato, deveodo isso ter lugar so-
mente as noutes em quo poseaJO ser dispensados
os saus serviros, conforme V. Hvm. indica em sua
informacao de o do eorrente.
Ao Ur. Jos Antonio ds Figueiredo.Com-
munico a V. S que designei -o nos termos do art.
77 do regnlameoto de 4 de maio de 1856, para
fazer parte das comnissoes que tem de funecio-
nar n >s concursos da cadeira de linguas e da ca-
deira de grammatiea o lingua nacional, que pr-
ximamente torio lugar nessa Faculdade.
Ao presidente da cmara municipal da villa
do Bonito. -Respondendo ao offleio de Vmc, de
21 de fevereiro ultimo, tenbo a derlarar-Ilie, que
os juizes de paz eleitos-no quatrieunio ultime, pa-
ra o dslriclo do Verde, desse municipio, e que
sao hoj; domiciliarios na frogueziaf tos Montes, por
desinembraco bavida naquelle territorio, podem
assomir o exereicio desse carga, cono foi orlena-
do pelo acto, que annullon a ultima eleifo de ve-
readores e juizes de paz, porque nio leudo hivido
eleicao nessa freguezia, por terem as desmembra-
coes territoriaes que a constituram affectado a
distrieto eleitoraes diversos, foi decidido |que ficas-
lem as coasas no seu antigo estado, at que o po-
der competente resolvesse sobre as atteeSts dos
iHositios ^districtos.
6.' secuto
Offleio :
Ao agente recenseador da freguezia de Aguas
Bellas, Jos Cypriano Bezerra de Mello. Accuso
recebido o oflicio de Vmc. de 20 do fevereiro pr-
ximo lindo; e em resposta cabe-me Isuvar e agra-
decer os sorvicos prestados por Vmc, na quali-
dade de agente recenseador dessa paroebia ; certo
de quetaes servi.os sern opportunamente levados
ao conheeimeiito do governo imperml, que nao
doixar de loma-Ios na dsvida consideracao.
Portara :
Os Srs. agentes da companbia de navegacao
brasileira mandem dar transporte para a cine por
conta do ministerio da guerra, no vapor que se es-
pera do norte, ao alferos d) 9.' batal ao do infan-
tera, Joaquim Jorge de Mello Filho e ao 2. cadete
2." sargento do uiesnio batalnao, Jos Sancho Be-
zerra Cavalcante, os quaos vo praticar na escola
do tiro, do campo graude.
BXPSMBfm DO SRCKETAhll.
i* seeedo.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas inte-
rino. Exra. Sr. presidente dar provincia manda
eommunlcar a V. Exc que nesta data expedio or-
deas a thesouraria de fazenda no sentido do ser
paga ao 2.* sargento do corpo de policia desta pro-
vincia, Jos da Silva Guimares, a gratifica.o de
que trata o seu offleio de 5 deste mez. sob n. 234.
Ao mesmo.Do ordcui de S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia, declaro a V. Exc em resposta
ao seu offleio de o do eorrente, sob n 230, que fi
cam expedidas as convenientes ordens nao so para
os trausportes para a curte do alferes do 9.* bata-
lnao de infamara Joaquim Jorge d; Melle Filho,
e do 2. cadete 2." sargento do mesiui batalho
Jos Sancho Bezerra Cavalcante ; como tambem a
thesouraria de fazenda para a justar e pastar guia
do soecorrimento ao referido alferes.
2.1 secgao.
Olidos:
Aojuiz de direito do Cabo.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda acensar o recebi-
mento do offleio de V. S., do i. do eorrente, parti-
cipando ter na mesma data, prestado juramento,
perante esse juizo, o 2." supplente'do juiz munici-
pal e do orphios do termo do Cab), major Joaquim
Francisco do Souza Leo.
Ao commandante superior de Olinda. S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda counnunicar
a V. S. que a thesouraria provincial tem ordem
para pagar os vencmanlos do destacamento da
narda nacional, de que trata o seu offleio de 4
leste mez.
Ao i." supplente do juizo municipal de Na-
zaretb.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do offick^de V. S.,
de 21 do mez prximo passado, participando ter
entrado naquella data no exereicio do cargo de
juiz municipal e de orpbos desse termo.
Ao promotor publico do Buique. O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar o rece-
bimento do offleio de V. S, de 30 de Janeiro pr-
ximo passado, participando ter naquel'a data as-
sumido o exereicio do cargo de promotor publica
dessa comarca.
Ao adjunto do promotor publico da capital.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda aiscu-
sar o recebimento do offleio de V. S., do 1" do eor-
rente, participando ter naquella data assumido o
exereicio do cargo de promotor publico desta co-
marca, em viriude do impedimento do effectivo.
Ao Sr. Joo Antonio da Silva Cabral.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, manda aecusar
o recebimento do offleio de V. S. de 24 do mez
prximo findo, participando ter naquella data as-
sumido o exereicio do cargo de juiz substituto da
2." vara de direito da comarca de Pao d'Albo, na
qualidade de I." supplente do mesmo juiz.
4.' secQ&o.
Offlcios :
AotjDr. Joaquim Correia de Araujo, 1J se-
cretario da assembla Icgislatativo provincial.16.
- De ordem do S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, remeti a V. S. para ser presente assem-
bla legislativa provincial; a iuclusa resolucio de
o do juuho do anno passado, relativa as aposenta-
donas e liconcas dos empregados publico* provin-
ciaes, a qual deixou de ser sancrionada.
Ao mesiuj. -N. 17. De ordcui de S. Exc. o
Sr. poesidento da provincia, transmiti a V. S.,
alim de sorem proslitos assembla legislativa
provincial as eontas da cmara municipal da cida-
du de Nazareth relativas ao anno de 1871.
Ao mesmo.N. 18.De ordem do S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, passo s mos d: V.
S., alim do ser presente assembla legislativa
provincial, o incluso requerimenlo em que alguns
professoros c professoras do IV leitras podem o
rostaboleciinento do feriado da qninta-feira, ao
qual acompaonam as informacoes ministradas a
ta! respeito pelo Dr. director geral interino
da instrueco publica, em 23 do fevereiro prximo
Onda
Ao mesmo.N. 19.De ordem de_S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, transmuto a V. S.,
para seren presintes a assembla legislativa pro-
vincial, nio SO a Delicio junta em quo diversos
moradores da estrada J nova de Catanga xpoein
a necessidade do ser ella illinninala a g.iz, mas
tambem a copia da informacao que a tai respeito
ministrou a reparticao das obras publicas em 13
de outubro do anuo prximo passado.
Ao mesmo.N. 2J.De ordem de S. Exc
o Sr. presidente d: provincia, transmiti a V. S.,
afim de serem presentes essa Ilustre assembla,
as informacoes juntas por copia, ministrad is pelo
presidente da Associacao Commorcial Beneficente
e inspector da thesouraria provincial, em 10 de
junho do anno passado e 8 de Janeiro ultimo,
acerca do privilegio que requereu Manoel Bastos
de Abreu Lima para estabelecer trapiches no caes
do Apollo, ticando deste modo satisfeita a delibera-
cao da mesma assembla, cuntida em seu offleio
ae 24 de maio daquelle anno, sob n. 73.
Ao mesmo. N. 21. De ordem de S. Exc o
Sr. presidente da provincia, passo s mos do V.
S. asm de ser presente a assembla legislativa pro-
vincial, quo se dignar de tomar na devida consi-
deracao, o offleio incluso por copia, datado de 26 do
mez findo, sob n. 293, em que a vice-provedoria.
da Santa Casa de Misericordia reclama em nome
da respectiva junta administrativa um auxilio para
reconstruccao da casa dos exposto*.
Ao mesmo.N. 22.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, pas.>o s raaos de
V. S., para serem presentes essa ilustre assem-
bla, que tomar na devida consideraba*, copias
de doui requerraentos que ihe foram inderecados,
um assignado pelo Dr. liento Jos da Conta e ma-
jor Jos Antonio do Rritlo Basto* e outro pelo ge-
rente da companbia Pernambuco Street Holway,
offereceend-se os primdro* a contratar urna linha
de carris de forro puchados por animaes ou mitro
3ualquer motor de nova inven* o que, partindo
esta eidade, siga pela Torre, Estrada Nova, Ca-
xang e Vanea, mediante as clausulas all estipu-
ladas. 0 segundo propde-se a contratar cons-
trueco de um ramal que, a partir da buha da
Magdalena, na entrada do Chora Menino, e pa-
sando pela Estancia, entre na Capunga al os
Quatro Cantos, que ser considerado ponto termi-
nal da buha, e continuando d'alii atravesau n-
trala do Apipucos, ligaudo-se com o rainal Fer-
nandos Vieira noManguinho, e bem assim a do pro-
longrnoslo da buba da Passagem at a Torre, e
finalmente a de um ramal qn;, partindo da linha
da Magdalena siga pelo Remedio a encontrar a dos
Alegados.
5.' secfo.
Offleio :
Ao secretario da commissi directora da ex-
posicao provincial. -O Exrn. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. que! nesta data
expedio ordem thesouraria do fazenda, no senti-
do de ser paga a Manuel Figuoirda de Faria i Fi-
Ihos a despeza, de que trata o seu offleio do 3 deste
raez.
la, assassinou brbaramente o feitor do
engenho Pedro Aloxandrino, a golpes de
sendo os mais notaveis no crneo que pe-
cerebro, na gorja e nos rius.
bem no dia -i de marco corrate, no en-
Rayuuulo do mesmo distrieto, Joao Fe-
lippe ds'S.iiii'is d mi ni seu cunhado Jos Romo
do Oliveira duas facadas, de que ficou esto em es-
tado mrtal.
t Os criminosos se achara presos. >
No, dia 1 do eorrente, pelas 9 horas da ma-
nila, dapois do reunida a feira na eidade de Pro-
pri, t*ye lugar um conflicto entre Manoel da Ora-
ra e mni mullier d'aquella localidado, de que re-
sultou sore.e ambos feridos.
No acto do couflicto a patrulha pode capturas
aquello inJividue, monos a mullier, que evadir-
se. _Nesse 'nteriin appareceu Pedro Brai de Faria
e Joo Ferreira e outros, com o fim do toinarem o
preso, e por tal modo se portaram, que d'ahi re-
sullou urna lula renliida, em que foram bridar
duas pracas do destacamento.
< A hita continuou at a casa de priso e quar-j
tel, senoo nella incluidos seguramente 130 horneas,
que ainda mais intolerantes Acarara ao chogarem
a porta do quartel.
Finalmente foran recolbidos prisao nao s
Manoel da Graca, como Pedro Braz de Faria e Joo
Ferreira. E' essa a coramunicaco que foz o com-
mandante do destacamento daquella eidade.
< No dia 26 do passado foi capturado no lugar
denominado Estrello, termo da Capaila, o crimi-
noso Luiz Gonzaga de Franca, pronunciado no
art. 206 2.* parte do cdigo criminal, pelas aflea-
sas e ferimentos por elle pratcados na pessoa de
Florencio Pir*s de Carvalho.
Tambem foi capturado no dia 28 o criminoso
Henr me, indiciado e a criino inaillancavcl no re-
ferido tem j.
i Essas diligencias foram feitas ais esf ir?os do
Dr. juia muiicipal, delegado da termo e alferes
Mathias Jos dos Santos.
ALAOOAS.
Por acto de 21 do crrente a presidencia adiou
iara 4 de julho prximo os- trabalhos da asseui-
ia provincial, em vista de nao compareciuiento
dos depulados sessoos desde o dia .inmediato ao
da abertura solemne, at o da data da portara.
A minora dm depulados protestou contra o
acto da presidencia da provincia.
- A alfaudega de Macelo reud.m de 1 a 22 do
eorrente 9:!J23670.
cao ao imposto addiconal ; quanto, porm, aauto-
risaeo para coutratar-so 0 aliaslecimento do car-
nes verdes para osla eidade, autorisaco que e ho-
bre depntado julgori iiiconvenienlemnte e contra
a qual se pronuuciou, eu a concedo, porque a
julgo neeo.-saria, porque estou convencido de que
ella, longe de produzir os inconvenientes apunta-
dos, vira salisfazer completamente a rana necessi-
lado publica, acabando com o monopolio que ac-
tadas s redaOCOOS dos projectos de|>ois de publi-
cadas no jornal da casa.Marques da Silva.
O Sr. Presidente : A discusso vai mal
porque foi pedida a palavra sobre um parecer, **
o nobre depntado sabe que quando pedida a
palavra sobre'qualquen parecer, tica a discussaV
adiada ; agora se o no|re deputado quer discutir,
requeira urgencia e eu cnnsultarei a casa.
O Su. O. Maroues : -Eu requeiro ento urgen-
tualiiiente existo, segundo sou informado. (Apoia- ca para se discutir o parecer.
lli'pirtii'ili da policia.
i.' seccao. SecreUria da policia de Pernambuco,
28 de marco de 1873.
N. llbn. e Exm. Sr. Levo ao conbeci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partid-
pacoes recebidas hoje oeste reparticao, foram reco-
Ihidos hontem casa de detencao os seguiutes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, Jos, escra
cravo de Simo Pereira Borba, a rejuerimento
deste.
A' ordem do da Capunga, Joo Pereira Barbosa,
como vagabundo.
O subdelegado do 1" distrieto dos Afogados, por
offleio de houtem datado, communtcou-me qne na
tarde do dia anterior appreheiidera em pod;r de
Numeriano do tal, guarda nacional do 2" batalho
de infautaria, 14 latas com doce, que elle bavia
furtado de um mulato na estacan das Cinco Pon-
tas ; que o furto lora de 23 latas e que esperava
apprehendcr as 11 que faltavam.
0 mesmo subdelegado reeolheu esta reparti-
cao 3 armas defezas alli apprehendidas.
O Dr. delegado de Jaboato, por offleio de 24
deste mez, communieou-me que'Germano, esera-
vo do. capito Manoel Pires Ferreira, proprietario
do engenho Bulhoos, daquelle distrieto, ferira le-
vemente Roberto, tambera escravo do mesmo
capitn, que procedeu a corpo de delicto e mais
diligencias reconvnendadas pela novissima lei da
reforma judiciaria.
O subdelegado do Recife, por offleio de hontem
datado, participou-me quo prendera a Manoel da
Hora, residente no povoado de Beberibe do termo
de Olinda, autor di roubo que soffrera Joaquim
Geraldo Bastos, no msncionado povoado Beberibe,
de cujo facto tratei em minha parte diaria sob n.
604 de 26 do eorrente.
Por offleio de 26 do correte, participou-me o
delegado do Agua Preta que o subdelegado do
distrieto de Preguica, daquelle termo, Ihe corn:nu-
nicara que no dia 28 deste mez, em Ierras do en-
genho Santa F, Jos Mauricio da Silva fora ca-
sualmente lendo por um seu tiln de nome Fabio',
de menor idade, que fez-se corpo de delicto e tra-
ta-se de proceder ao respectivo inquerito, afim de
ser reuiettido ao juizo competente, do que me da-
ra logo seiencia.
Deus guarde a V. Exc.lllni. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lacena, dignissi-
no presidente desta provincia.Ochefe de policia,
Luiz Correia de Queiroz Barros.
PEMAMBUCO.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ASSEilBLU PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 19 DE MARCO.
PltKSIDIUCU Do SR. KKHtKlRA O i \ Ao ineio da feita a chamada achaiu-se presen-
te Cavaicau^ Arouncio Stlvs. Lamenha Lias, Cin-
einato C\mt>obn, Felippe de Fignolra, otheim
Andrade, J. Correia de Araujo, A. Girreia de Arau-
jo, Tolentino de Carvalho, Vieira de Araujo, Frei-
r Gameiro.Almeida Pernambuco, Vieira do Mel-
lo, Pinto Jnior, Cunta e Figueiredo. Olympin Mar-
ques, Correia Gondiui, Firuiioo de Novaes, Ferrei-
ra de Aguiar, Ucba Cavalcante e Barros Wan
derl .'y.
Abre-se a sesso.
E' lida e approvada a acta da anterior.
O Sr. 1.* Secrktahio d conta do seguiute
EXPEDIENTE !
Petii;oes :
Dos moradores do primeiro distrieto da fregue-
zia dos Afogados, podindo a oreaeio de_ urna esco-
la nocturna. -A' eommisso de Instraccao publica.
ORDEM DO DIA.
Contiua a discussao do projecto n. 90 do auno
passado, creando o lugar do contador dos feitos
proeessados oosjaixos de paz.E' approvado.
1* discnsso do projecto n. 3 deste anno, crean-
do um imposto addiconal ao 2o<)' sobre calieca de
gado vaceura que se matar nos municipios da pro-
nada.
Vai a mesa e apoiado o seguiute requeri-
mento :
Requeiro que por intermedio da prc>idencia
seja ouvido sobre o projecto a Ulma. cmara mu-
nicipal. Marques da Silva.
O Sr. (/ti-sC.iviiliMiiti pendo a pala-
vra declara que vota em 1* discussao a favor do
proieeto, porque entende que alguma (irovidencia
devo dar a assembla ao sentido de fazer desap
parecer o fatal monopolio no coramercio das car-
nes verdes que se tem convertido era una verda-
doira calamidade publica; porm na segunda dis-
cussao nao prestar do mesmo modo o seu voto
senao fdr o projecto modificado, quer com rela-
es as ideas contidas no art. 1" que lbe parecem
inexoquiveis, quer a respeito do art. 3 que nao
acha redigido de um modo bastante claro a nao
permUlir a interpretacao que por ello so autorisa
ao presidente da provincia concesso de privile-
gio a pessoa ou corapanhia cora quera se livor do
contratar o abastecimento de carnes verdus para
a eidade do Recife. 0 orador pensa que tal pri-
vilegio alm d.' ser inconstitucional, porque res-
tringe a liberdade do com .i.;reb, garantida pela
constituicoo, ainda inconveniente poique pre-
jadica aos criadores que nao podero dar pree.o
aos seus gados, e ao contrario soro obrigados a
vende-los ao arbitrio dos compradores.
O orador expuca porque modo se faz nesta ei-
dade e coramercio das carnes verdes e o motivo
da caresta dellas; attribuindo a afluencia de
urna seciedade de marchantes que s tem por
fin chamar a s o uso exclusivo deste genero de
coramercio, fazeudo baquear lodos os competido-
res que se atreverem sera seu censuaran uto a
vir talnar carne nos acougues desta eidade. Faz
algumas consiJeracoes ainda sobre o projecto e
conclue dzendo que se a assembla em todo o
caso quizer conceder privilegio em lugar de tai
concesso, seria melhor que foise fixado o proco
das carnes, attendendo-se a difforenca das esti-
co*, pois entende que esta idea omito preferi-
vel a do privilegio, porque nao restringe a liber-
dade de commerdo, nem prejudica aos criadores,
O Sr. J. Correia de Araiaju :-Sr. pre-
sidente, bem importante o projecto que se acha
em discussao ; elle interessa a toda a populado
desta eidade ; elle tem por lim attender aos recla-
mos de una populaco immensa, que espera uuia
providencia, ura actonosso, que a livre do vexame
em que actualmente se acha.
Tanto basta para conhecer-se a importancia do
Srojecto e a urgencia com que deve elle ser vota-
o : isto, porm, nao exclue o examc e a discus-
sao ; ao contrario eu pens que devenios cora todo
o escrpulo examinar e discutir cada ura dos ar-
tigos deste projecto de sorte que a resolueo desta
assembla produza o eiTeito desojado.
Me parece, Sr. presidente, jue o projecto tal
como se acha redigido nao pode ser aceito e se
elle for approvado em primeira discussao rae cora-
proraetto a offerecer algumas emendas, que julgo
necessarias para que elle possa satisfazer o lim que
se tem em vista.
O projecto contera duas partes bem distinctas :
na primeira crea um imposto addiconal ao 2530
por eabeea de gado vaceum eonsuminklo na pro-
vincia ; na segunda autorisa o presidente da pro-
vincia a cuutraUr com urna companbia o abasle-
cuwnlo de carnes verdes para esta eidade.
uebre deputado que encetou o debate oppz-
e Unte a urna como a outra parteado projecto,
dos.)
Eu nao sei se verdade ou nio, mas diz-se ge-
ralinente que os talbadore de carnes verdes (ite-
rara um contrato pelo qual se torna impossivel a
queui qner que seja dedicar-se a esse ramo de ne-
goefo, quo por sua forma constitue monopolio de
nieia duzia de posadas.
Se de faeto existe este contrato e est registra-
do no tribunal do coramercio, eu desojo ter delle
eonhecimento, porque se delle resulta, cuino se
me assegura, o monopolio, ca nao tenbo a menor
duvida em votar polo art. 3." do projecto, em con-
ceder ao presidente autorisaco para contratar
com urna companbia o fornecimeulo de carnes
verdes. (Apidados).
O que poder dala resultar
O monopolio regulado e inspeccionado polo go-
verno. 0 que temos boje ? 0 monopolio sera a
menor inspeccao, som garanta alguma para o po-
vo, dominado o dirigido nicamente pelo iutoresse
dos associados.
O nobre deputado pelo J distrieto disse que o
projecto era inconstitucional, pois que Mo o con-
trato nieguem mais poderia dodicar-sC ao negocio
de carnes verdes.
Isto o que acontece actualmente : a actual so-
ciedade iuipoe o preco carne : quando lera com-
petidor vende-a barata para tazer desapparecer do
negocio aquelle que nao faz parte delta, e quando
se acha s em campo vende a carne, como actual-
mente est veudendo, por 4U0 ris a libra e por
mais.
O projecto nao autorisa o presidente a conceder
un privilegio ; feito o contrato quera quizer pode
negociar com carne verde, pois aos contratantes
nao se concede privilegio algum, faz-se-lhes cer-
tas concesses por isso que ellos se sujeitaui a
vender a carne por procos estipulado*.
E nem se diga que do art. 3" se deduz privile-
gio : nao ; o privilegio ou expressamenle con-
sagrado na lei ou nao existe, pois que elle nao po-
de ser entendido, ou deduzido por interpretacao.
Feito o conirato a actual companhia poder
continuar no sou negocio e lutar cora a compa-
a i que se estabelecer ; poder, tal vez derrota-
la, faze-la desapparecer como tem feito desappare-
cer a todos que se tem dedicado a este negocia e
que nao se achara asseciados.
E' provavel, porm, que succeda o contrario,
que a companbia qne contratar, gozando de cer-
tas vantagens, consiga tazer desapparecer a que
actualmente existo a neste caso nao tercios a
carm por 40) ris a libra, mas sira pelo preco
convencionado ; nao teremos o abuso, o intere*e
a a '.niihi^'ni nQii ^Arrtit n rptfil.vlores do lire'" M
carne.
Nos sabemos qne a carno est sendo vendida
por um pre;o oxcossivo, ouvunos todos os das
clamarse contra o acttial monopolio eporque ba-
vomos de hesitar em adoptar a nica medida de
que podemos laucar mo para fazer desapparecer
tao justas reclamacoes!
Ao nobre deputado polo 3- distrieto pareceu que
a idea contida no artigo 3." do projecto era pre-
judicial aos criadores : mas se o nobre deputado
attender bom as circumstancias om que (cam os
contratantes, ha de coaveuccr-se de que o seu ar-
gumeuto nao procede.
( Trocara-se apartes.)
O nobre deputado disse que os contraanles iriao
iiapr o proco do gado aos criadores ; nao ha tal,
estes que virio iinpr o preco ; os contratantes
lea necessidade de comprar o gado, mas os cna-
dojes nao tra necessidade de vender ; podem
addiar a vendo ; os contratantes nao podem adiar
a compra.
Esta a verdade.
Nao contoudo o artigo 3.* privilegio, como nao
conten....
O Sr. Goes Cavalcante.A idea de art. 3",
como a entende e explica o nobre deputado, acho
limito boa e voto por ella
O Sr. J. Correia ds Arai jo.Deve ser acceita.
podendo a casa ora 2." discussao emendar o pro-
jecto como julgar mais conveniente.
Nao sou signatario do projecto e nem pretenda
lomar parto na presente discussao ; quera nica-
mente dar a raso porque liz o requeriraento que
passu a lr : (le)
Vai a mesa, *' lido, apoiado e posto em discussao
o seguinte requerimeuto :
Requeiro quo sera prejuizo da prsenlo dis-
cussao se peca com urgencia presidencia da
provincia copia do contrato celebrado por dilTe-
rentes marchantes nesta eidade, contrato que se
acha registrado no tribunal da conauercu.
Araujo.
O Sr. Oliveira Foiiceca justifica e man-
da a mesa o seguinle requerimento :
Requeiro que seja ouvida a cmara munici-
pal para que, coma possivel urgencia, d seu pa-
recer sobre o projecto, e propouba qualquer me-
dida que Ihe parecer conveniente.Oliveira Fon-
ceca.
O Sr. Comes Prente faz breves consi-
deracoes.
O Sr. Oliveira Fonceea : ( nao devol-
veu seu discurso ).
O Sr. Mello Regro'justilica e manda a mesa
o seguinte reiueriraento :
O Sr. ii'ii-H Cavalcanti faz ainda 'algu-
mas consideracoes em resposta aos Srs. Mello
llego c Gomes Prente.
Encerrada a discussao deixa de totar-se.por fal-
ta de numero.
O Sr. presidente designa a ordem do dia
e levanta a sesso.
O Sr. Piusidente": Eu duvido mandar lr
o requerimento do nobre deputado, p le ser urna
medida muito boa para ser inserida no novo regi-
ment, mas por ora, nao. O regiment da casa
ordena que baja discussao sobre o parecer da
eommisso ou sobre a redaceju. mas me falla
nem trata do que o nobre deputade acabale di-
zer. J v, portante, que a assembla em utraa
medida especial nJo pode alterar o regiment/
o regiment diz : (Id)
Isto urna quesio de ordem que versa sobre
se deve ou nao ser lido um requerimento que al-
tera a disposii-ao do regiment.
O Sr. Olimpio Marques faz diversas
eoBOideraedos era resposta ao que acabou de dt-
zer o Sr. presidente.
O Sr. Oliveira Fonceea disse que cora
quanto esteja longe de ir de encontr a opiniao
do Exm. Sr. presidente, comtudo julga fazer algu-
mas consideradles tendentes a materia de que se
trata.
Lembra-se de que quando se discutio a lei do
orc.imentn, o projecto de ornamento tem sido por
mais do urna vez adiado, assim como todas as
emendas para seren discutidas depois de seren
impressas no jornal da casa.
N io v, pi .ranti i, razio para que nao se posu
fazer o mesmo eom as redaec >s dos projectos.
O Sr. (Uoiues Prenle : Eu vejo-rae-
impossibilitado, Sr. presidente, de continuar na
eommisso de redaccao.
A eommisso de redaccao est boje reduzida a
dona membros, eu e o meu nobre amigo e collega,
o Sr. Guedes Gondim ; entretanto nao posso con-
tinuar na mesma eommisso de redaccAo. Pco_
portanto, casa dispensa do cargo que OMopo.
Consultada a casa, vota contra a dispensa
pedida.
O Sr. Mello Reg justifica c manda me-
sa o seguinte requerimento :
Requeiro qne por meio de nma eommisso es-
pecialmente u.nucida pela presidencia da casa, on-
de qualqner nma das existentes, seja examinado o
projecto de lei do orcamento de 1870, dando a re-
ferida eommisso parecer se foi ou nao alterado
em sua redaccao./. JJMfo Reg.
O Sr. Oliveira Foneeea eppoe-!e ao re-
querimento.
O Sr. Mello Reg dofande e seu reque-
rimento.
Sendo a discussao adiada pela hora, o Sr. F. de-
Fgueiroa pede para sor cuusullada a casa a ver
se consente que continu a discutan.
Consultada a casa, responde atBrmati.TauN.ui.,.
Tolenjinn il> CoSH" faz J
g urnas considerarles.
i.W.K.V DO DIA.
Contina a discussao do projecto n. 3 deste an-
no, que crea um imposto addiconal ao de 24300
sobre caneca de gado vaceum que se consumir na
eidade do Reeife e nos municipios do interior.
O Sr. A Correia de Araujo justifica e^
manda a mesa o segrale requerimento :
Requeiro que por intermedio da presidencia
se peca cmara municipal as seguales informa-
coes : Io Se esto arrendados alguma compa-
n ia ou a particulares os acougues que Ibes sao
pertencentes, e se esto todos oceupados ; 2.' Se
os arrendaraentos dos meamos acougues pago
por me/, ou se irieruialmeiite ; 3.* Finalmente, no
raso de ser por tres annosjquando comecoue quan-
do deve lindar esse arrendamento.A. Correia de
.1 ranjo.
O Sr. Olvmpio Jlurques faz largas cou-
sidoraces sobre o projecto que se discute.
O Sr. Pinto Jnior faz consideracoes so-
bre o tirojecto.
O Sr. Mnenla Pernambueo faz lar-
gas consideracoes a favor do projecto em dis-
cussao.
Encerrada a discussao, o projecto posto a votos
e approvado, bom como todos os requerimentos.
O Sr. Presidente nomea para a commis-
so que tem de rever a lei do orcamento de 1870,
os Srs. Olvmpio Marques, Firmiiio de Novaes o
Goncalves Ferreira.
Entrando era discussao o projecto n. 92 do au-
no passado, deixa de votar-se por falta de nu-
mero.
O Sr. presidente designa a ordem do dia o le-
var la a sesso.
RECIFE, 29 E MARCO DE 1873.
noticias de Sergipe e Alagdas.
Cbegou hontem o vapor brasileiro Mandahu,
trazendo iornaes de Aracai at 19 e de Macei
at 26 do eorrente. D'elles colhemos o que
segu.
SERGIPE.
No dia 8 do eorrente presin juramento e to-
mou posse do cargo de presidente da provincia, o
Dr. Manoel do Nasci ment Fonceea Galvo.
Installou-se no dia 18 do eorrente a assembla
provincial, cuja mesa administrativa ficou assim
coraposta : presidente, Dr. Manoel Luiz de Azeve-
do Araujo ; vice-dito, Dr. Rozende Mauricio Lobo;
secretarios, Drs. Vicente Portella e Beravindo
Lobo.
Na noite de II do eorrente reasou-se, no
palacio da presidmcia, o baile oiferecido ao Dr.
Cy.iaco Sebrao por diversos amigos seus.
Lemos no Jornal do Araaju :
i Na noite de 23 de fevereiro, no engenho de-
nominado Crn :ciro distrieto da Chapada, o escra- -
vo de aouie Antonio, do coronel Joaquim Cufvollo acomnanho-o ao seu modo de pensar com rela-
SESSAO ORDINARIA EM 21 DE MARCO.
PRESIDENCIA DO SR. OLIVEIRA ANDRADE.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se presen-
tes os Srs. tanteaba Lius, Gos Cavalcanti, Mello
Rogo, Vieira de Araujo, Felippe Figueira, Albu-
querque Lacerda, Arconcio Silva. Cincinato Cam-
boira, Pirmino de Novaes, Ernesto Vieira, Pinto
Jnior, Alenla Pernambuco, l'cba Cavalcanti,
Barros Wanderley, Gomes Prente, J. Correa de
Araujo, Oliveira Andrade, Alipio Costa. Olvmpio
Marques, Goncalves Ferreira e Oliveira Fonceea.
Abre-se a sesso.
E' lida e approvada a acta da anterior.
O Sr. 1* secretario da corita do^seguinte
BXPEDIENTS
Offlcios:
Do secretario do governo, remetiendo o projecto
de posturas da cmara municipal da villa de Pa-
nellas,A" eommisso de posturas municipaes.
Do mesmo, remetiendo a proposta da cmara
municipal da villa de Panellas, para substituir*
de dous artgos do projecto de posturas sob n.
1. -A' eommisso de posturas municipaes.
Do mesmo, remetteode urna representaco de
diversos moradores da freguezia dos Montes, na
comarca de Palmares, pedindo que se eleve a
mesma freguezia categora de villa.A' eom-
misso de petices
Do mesmo, participando haver o Exm. bispo
diocesano exigido dos vigarios de Pesqueiras e de
Brejo os esclarecimentos sobre o projecto n. 37 do
anno passado.Inteirada.
Do mesmo, remettendo copia da informacao do
director da instrueco publica sob n. 80; acerca da
representaco dos moradores da povoarao de le-
jucupapo, pedindo a creaco de una cadeira ae
primeas letras para o sexo femuno. A quera
fez a requisico. _
Do mesmo, remettendo copra do oQicro do Lxm.
bispo diocesano, participando haver exigido do vt-
L-ario da freguezia de S. Vicente rnformaciies para
poder emittir seu parecer sobre o substitutivo do
projecto n. 39 de 1871.-A- quera fez a requisico.
Petices: .....
Do Dr. Gregorio pparom, redor do seminario,
pedindo que se autorisa o pagamento da despeza
feita com o encanaraento d'agua potavel e gaz fei-
to naquelle estabelecimento.A couimissao de
orcamento provincial.
De Fr. Venancio Maria de Ferrara, preferto dos
missionarios capuchinhos, pedindo que sejam isen-
tas do pagamento do dizirao as rezos daa.aaquenas
fazendas que possue o collegio de Nossa Senhora
do Bom Conselo.-A* eommisso de orcaraen,
provincial. n
a mesa o seguinte requcr.n.en.o De Isabel Francisca Mo ^X^-ortl'
reforme o regiment professora aposenlada no Rio ura
SESSO ORDINARIA EM 20 DE MARCO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. FERREIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia,' feita a chamada, acham-se presen-
tes os seguintes Srs. doputados : Freir Gaineiro,
Vieira de Araujo, Ges Cavalcante, Vieira de Mel-
lo, Arconcio Silva, Oliveira Andrade, A. Correa de
AraHijo, Mello Reg, Felippe de Figueira, Tolenti-
no de Carvalho, Cunha e Figueiredo, Pinto J-
nior, Barros Wanderlev, Oliveira Fonceea, Larae-
uba Lins, Gomes Prente, Ferreira de Aguiar,
Firmino de Novaes, Alipio Costa, Guedes Gondim,
Olvmpio Marqese Ucba Cavalcante.
Abre-se a sesso.
E' lida e approvada a acta da anterior.
O Sr. 1." Secretario d conta do seguinte
EXPKDIB.NTB \
Petiroes :
De Maria Emygdia de Aluieida Monloiro, pro-
fessora publica da povoaco do Gravat de Jabu-
ru, pedindo seis raezes de licenca cora todos os
vencimentos para tratar de sua saude. A' eom-
misso de petiroes.
Abaixo assignado dos empregados da casa de
iL'teuco, solicitando augmento em seus vencimen-
tos.A' eommisso de ordenados.
E' lido, apoiado e vai a imprimir o projecto de
lei n. 14.
Sao lidas o approvadas as redaccoes dos pro-
jectos ns. 7o de 1870 e 10 1872.
O Sr. tiljiupio Marouesjustifica e man-
da a mesa o seguiute requeriraento
v Requeiro que antes se
desta assembla ao sentido de so poden* ser vo
ladrado ser uoraeada, indeyeudeute de concurso.







Diario de Pernambuco Sabbado 29 de Marqo de 1873.
para una das cadcras de inslrucao primaria > Srw YioiiM le Araujo: Sr. pro i-
desu provincia. A'commissao de inslruc-cao pu- dme, 0:1 cnteuo que apesar das c.-rasraeraciie*
que acaha d fazer o n-il>i<- doputado pelo 8* dis-
feliea
Da companiia le Bcberibo, pedio !o augmento
em seu privilegio, visto ter de executar*obras J
grande valor. A' oommss*o do obras pallucas.
Abaixo assignado dos commerriantes estabelcci-
Ijs mu lojis de nnudozas ncsla eidade, redaman-
do sobre a interpretadlo dada ao 2S du-art. 161
da Ici n. 1,001 do ann(tassado. -A' commissao
de ornamento provinriaL
8o lidos, apoiados o vad a imprimir os projoc-
ios ns. 15, iC e 17.
nmiKM DO DA
1* disenssao do profeeto n. 0 deste anno, appro-
vaudoos contratos celebrados em II c 11 do feve-
iviro do corrate anno pela presidencia da provin-
cia coiii Justino Jos de Sou/.a Campos, para o en-
eanamento d'agua potavel c gai para a ciliado do
Ooyanna. E' approvado.
0 Sr. .1. Correa de Arniijo pode, dis-
pensa do intersticio para que o projeeto soja dado
para ordeni do dia.
Ginsultada a casa, vota pela dispensa pedida.
l'mVa disenssao do projecio a ; deste anno, ap-
provando as alterae's hitas nos arts. (i, II o 02
lo compromisso .da irinandade de Nossa Seuliora
la Solidado.-E"approvado.
i' discussao do projeeto n. 12 deste auno, des-
membrando ila fregiiezia de Nossa Seubora da I'enlia
te Villa Helia, eonsttuindo moa n iva fregiiezia.
Bofe a iovocaeio de S. Jos do Belmente, todas as
aguas do riacho Boqoeiro da bseoda Caraaadba
para cima e ostras. E' approvado.
Vai a mesa e apoia-se o seguate requerimenio :
Itoipieiro que seja ouvido o Sr. hispo, sem
prejuizo da prsenle discussao. Firminode o*
*am.
Encerrada a discussao, approvado 0 requer-
monto.
i* discussao do projeeto n. 11 deste anuo, i.-on-
Unde dn imposto de dcimas as casas em que lime-
eionanu hospitacs. -E' approvado.
t" discussao do projeeto a. 10 deste anno, anio
rasando o presidente da provincia a contratar o
:i''.i-tccimcnt Victoria, bem eom illuinnaeao gaz.
y ai masa a apoia-se n sepilite requerimentn :
i Requairo o amamanto da,diseassao por.48 ho-
ras.-fines Camicatite.*
Encerrada a discussao, approvado o reqaeri-
III 'lltl.
1 discussao do projeeto n. 13 deste anno, falli-
do eon que a fregiiezia de S. Pedro Martyr de
OIm la rnmprakanda todo o territorio denominado
'.ampo Grande e liolia.
Vai a mesa e ap iia-se o seguate re pioriment i:
Requerimos, que soja ouvido o Sr. bispo so-
bre a materia, sem prejuiso da 1J e i" discussao. -
Meila ';/>. -Qumes Prente.
E' approvado o projeeto. "boni eomo o requer-
ment.
:i'disi-i:ssi i ilo projeeto a. 92 do amopassado,
c..:-t:dendo a Cuaba .v Maula um privilegio pira
montaras urna ou mais fabricas de curtir couros
do todas as ip alidades.E' rejeitado.
.1* discussao do projeeto a. 70 I > anno passado,
augmontando o oraennado da solicitador dos fcitns
;. fazenda piovocial.
Vai a mesa e apoia-se a segninte emenda :
. Bm vez de 1:000*000, diga-se l:SOO*0(W.
M : fUeS d'l Siten.
Vai mesa e apoia-se 0 gegnillte re pie: monto :
Re pioiro o adiamento da disenssao do projee-
to e ornan lis ale qae sejam iiniressos no jornal da
ea-a.tluttfs Varale.
Ton l i-so esgotado a nrdem do dia o Sr. presi-
lente designa a ordos do da e levanta ases-
si >.
SESAO OHDIXAKIV EM 22 DE MAREO.
i--ksidi:n<:i\ do .-i. ituhuha iikaihiv.
.Vi meio dia. t'eita a chamada, aehani-se prese i-
lus n< seguiotos senhores: (Jiws Civaleante, La-
inenha l.nis, \ ieira de Arai|jo,Cincinato Eamboim,
l'in' i Jnior, Uni'iia l'oraambuco, Freir tiamei-
ro. Aivjicio Silva, J. CorrAdo Ar.iuj). A Corre.
" .V'.injo, Mello cffO. liarros VAAriderley. (iuedas
frmili'n. Alvaro Ueboa, Ernesto Vieira. Tolentino
i ;: vallio. Albaqnorquo Laccr-la, Kerroira do
c ir, Cunha e rigueiredo, Firiaiui de Novaos.
<. mcalves Ferreira e A'.ipio Costa.
Abre-so a seaso,
K lida e approvada a acta da aateri ir.
' Sr. 1 secreta! io da coala do seguate
EXPEDIENTE :
Petidj i :
Miaixo assignado dos habitantes do povoade do
l'aj-'a.'ai i. da tre^uezia do Pesipieira. pediado que
..... ,...!.,..,-or h Bragueaia de S. Bento o releri-
|>"VM,lde.A' TiriMIMIlIll lili -Iili.li.'-. BAJto
E* lilo. apoiado e po vado (i seguate parecer :
< A fom.aissao de iiiitruceio publica, exauu-
i: i! i -, a poi.an de Cvriacj Antonio dos Santos e
Jva, !>"u eomo os doeumontos que viara.n .\\\w-
<. eonviineeu-se em vista d'eUs, e do que itt-
i irm i 'i i aspe.q,ir da tuesouraria provincial, o
aecrelarij da roparti.-ai da iustruficao publica, de
que o premio, hoje requerido, j fra concedido
ao peticionario por despacho ca presidencia de R
le scieahro do anuo pafsado, e por elle recebido,
i gando declara em sua propria petico ; e sendo
certa que a le, alen di premio, que concede
aquellos qae comp aerem o traduzire:n quaesqaer
rompeadios ou obras para redas escolas, neuliu-
ma ijuanta autorisa mais a dispeader-se, neui
mesmo a titulo de subvencao impressiio do re-
ferido trabalho. como parece que quer snppor o
petickmorio e finalmente, sueeedeodo que os 80
en inpbrea do Catbeeisoio Brasileiro, os quaes
allega elle ter brneeido repafticSo da instrac-
rio publica, atn de seren distribuidos pelos
iims pobrea, eoBStitoJem una verdadeira'
I i.ao, ejamis podem sor considerados como
l ..miento da q.iantia que recibeu o peticiona-
rio, eomo presante, para constitnir-se novamente
ci-i.iv de mitro promii : por tuda isso a coo>
i li-sfio do pareeerque seja indeferda a petieao do
laplicaai:. Paso da assembla provincial, 25
dinar.;. .: i [873.Aleare V. C-teakun'e. C.
inititjo.i
sao tautbem lidos, apoiados e mandados mpri-
mil os projeetoe do as. 18. id, 20, 21 e 22.
Sao lulas e approvadas as redaecacs dos pro-
de lei sota ns. 1: e 128 de 1871, 10U o l'J*
d 1872.
oaosu do da.
'',.' discussao do projeeto n. 128 de 1871, conee-
dendn 12 loteras de 12o:00('5 cada urna em la-
> i da libordade dos esclavos. E' rejeitado.
i nica discusep do projeeto n. (Oi do anno pas-
-.id i. app vaudo o compromissi da irmaudade
de Nossa Senhora do Rosaria de J\u d'Aliio.E'
.. iprovado.
:;.' discussao do projeeto n. 48 do anuo passado,
deso irabraiidu da freguezia de S. Jos d'Agua
?Vela, e mandando pertencer de Nossa Seunota
da Peba de GaineUeira, diversos engennos. -
E approvado.
l'nica drscussiodo projeeto a. 100 do auno pas-
ado. approvando posturas da cmara mnnicipai
do Salgneiro.E' approvado.
.1.' discussao do projeeto a. 103 do anuo pas-
tado, antorisando o presidente da provincia a con-
tratar a factura do urna ponte sobro o rio Ga-nie-
roo.E' approvado.
A rcqacruacato do Sr. F. Figaeroa, lica adiada
a discussao do projeeto a. 'S de 1872 para ser
refundido pela cotmuissao de estatistica.
2.* discussao do projeeto a.'.) deste aaao, ah-
piov.iiulo os contratos celebrados em lie 'i de
teveroiro do correte anno, pela presidencia da
rovinciaoom Justino Jos de Souza Campos, para
o encana.;;"iito d agua potavel e illuminacaa a
gaz para a eidade de Goyanna.E' approvado.
2.* discussao do projeeto a. 98 de 1870, coace-
dendo ;! loierias de l2'J:'!0^ cada una, para as
obras da matriz di Boa-Vista dista eidade.
O Sr. Toleutiuo do ( tervatho diz que
^ede a palavra para fazer apenas una siiaples
observa.ao.
Diz que o projeeto que se discute j lci da
provincia desde 1870, isto desde o anno em que
foi apreseatado. Diz que islo parece ser um pu>
ganu, ou naorgausa;.'.u di ^iaopse, ou no ca-
rlerno. da mesa ; pede perianto, a S. Ex<; o_ Sr.
presidente que os digne retirar-lo da discussao
O projecio foi apreseoJade por elle e outros
ollegos, e esta perfeitatnenle lembrado de que
pasaos ero :r diicossan.
Verieado o engao S. Exc. o Sr. presidenle re-
lira da discussao o piv,joeto.
Contina a 2a discussao do projeeto n. i>i do
anne passadv, autotisando o presidente da provin-
cia a expedir os rfgnlamentosaooessarios para re-
organisar o ensino.primario e Fecundario da pro-
vincia.
E' apresenlado um substitutivo.
O Sr. Prewldeute diz que pelo regiment
nao se pode aceitar o substitutivo englobdaamente.
O Sr. Oliveiru l'oiiccca com quanto
respeite muito a opinio do Exm. Sr. presidente,
comtudo julg* conveniente dizer alguma 'ceusa a
este respeto 9 nesle sentido faz algumar conside
/aeoes.
trelo, elle nao Icm razan tiesta qaes'.o d?. orden.
Us projectos podeni ser substituid is ca 1" e :|4
discussao. Em 1* discussao pode-se apreseatar
um projeeto que cnntenha as mesum ideas o
ueste cazo a assembla escolher um dos dous,
que devo entrar na discussao. Na 3* discussao
pdese faxer o que o nobre depntado desoja agora
fazer, mas em 2* discussao quaudo se trata de
discutir artigos por artigos, nao se pode anresen-
ta um projeeto para substituir outro englobada-
mente ; demais a mais tendo o projecio de que se
trata aiguns aitigos approvados.
O S.i. ToLKNTiN i de C.wiv.u.110 :S foi appro-
vado o l*art.
O S. ViEa.v dk An.vi'j i : Maso i" arl. tein
al mais de um $;. Enlendo que a assembla boje
devo votar os ariigos do proj;cto, isto artigo
por artigo.
Ku creio qae de modo algain por estas razo is
pode ser aceito o subsiiiuiivo do nobre depntado,
0 sini na 3' di-cusso. "
Espera; portaiiui.a dscbSo da. mesa, e creio mes-
rao que este precedente mais que prejudicial,
entiende ao arl. 131 do regiment.
O Sr. Oliveiru Fomcca responde ao
precedente orador.
O Sr. Presidente diz que vista do arl.
t.'tl do regiment nao pode acceflar o saostutivd
englobado como no caso vertcntc.
_.\'a 2* discussao lodo o substitutivo deve ser dis-
cutido artigo por artigo, Isw snbstituindo artigo
por artigo" do projecioipie esiver em discussao,
e diz que S est oui discussao 0 art. -i- di pro-
jecio. o qnal doixa de votar-se por falta denuinero
iogal de srs. deputados.
o Sr. presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessan.
REVISTA DIARIA.
Autoridades pnlieiat'S. Por portaras
da presidencia da provincia, de 18 do Corrate,
f ii exonerado, seu pedido, de 1." suppleale do
delegado do tormo de Oliada, Maacel Antonio dos
Passos e Silva, e nomeado para o substituir Can-
dido Eustaquio Cesar do Helio.
Promotores uuhlieos.Por portaras da
presidencia da provincia, de 2(i do corrente :
Forain declaradas sem eTeito as nouieacoes dos
hachareis Jos Maria de Alhuquerque Lacerda
liara, promotor publico da comarca de Olinda, e
Joaqun! Moreil'a de Barros Oliveira l.ma, para
igual cargo na de Cabrob.
Forain removidos : pira a comarca do Bonito,
o bocinare! Flix de Figuoira Paria, promotor
da de. Flores; e para a de Rio Formuso, o hacha-
re! Manoel Joaquim Ferreira Esteves, que exerca
igual cargo na de Santo Antao.
For.iin n lineados promotores pblicos : de Olin-
da, hachar. 1 llr.iz Florentino rleuriques de Souza :
de Santo Antao, hacnarol (aspar de Vasconoetos
Menczes do Drummond ; deCab.iibo, bicuarel Jos
Leandro Dantas Scrra; e de Flore--, bacharel Ora-
ciliano Augusto Cesar Wandorley..
Hospicio de ttlieuadks.Damos em se-
guida mais dous imp irtantes olferoeimentos para
as olnas dosse aovo edici :
a lllui. e Exm. Sr.Desojando roncorrer para
a reahsaca ao importante melhoraiucnto de que
V. Exc, atieinleulo a una raudo nocssidade a
provincia, pretende dota-la com a ereaeai do um
hospicio de alienados, ollere.o o aiiaguado dona-
tivii d..- 40 travos de madeira para o projeclado
edificio, e rogo a V. Exc. que so digne de, aeoitaa-
do-o. mandar e-iinmuuicar-me i esteriormente as
dimeasos que deven Ut ditas ira ves. Aproveito
o enrejo para apresentor a V. Exc. meas protestos
de alta estima o eonsideracao, e bom assira que
me achara prompt a cu:ii,nir snas ordens e as-
si.'ii.ir-mo Do V Exc Muito afectuoso criado
obligadoCoriuluno Vetlozo < Gabinete da presidoacia de Pernambuco 26
de marco de 187.1. Ilim. Sr. coronel Cariolano
Velloso da Sveira.Em rospos'a a caria do V.
S. de 21 do correle leaho a dizerlhe que aceito
e agradoeo o offerocinunto de '0 naves para a
coa-iruciyio do asylo dos alienados, ficando a meu
coi lad l coiuuiunicar a V. S. C'r.n i pede, as diaien-
s.'ijs que ellas deven) ter. Louvando-o por esta
ui'ova dosseus sentimentus carUativos e patrioiicos,
apresento-lhe os mena protestos '\c estima e eoa-
udoracAu cuno qae sao.De w. s. muito atteucio-
so venerador e obrigado Henrigue Pereira (!:
buena.
< Minas-Novas, 18 de marco do 1873.Illin. e
CMil. ^r. 1^ i.nji ni i il-ti- un... |'i'o'a Ilustrada administra.-a i que lem merecido os ap.
plausos do todos os borneas bom intencionados e
que aa i veein as cousas somonte polo prisma da
politica. aproveo a ccasiii i o:n que so vai dar
exocucao a una das ideas mais generosas o pbi-
lautropicas que vem mostrar a bolla taco da admi-
uislracao de V. E.xc. revelada pola sublime virtude
de cuidado christfi na pica en que a impiedade
aleando o seu colla a todo parece d manir, e
a-sim que V. Exc. aosta eoajuiiotura se compa-
de -eiido da sorto dos infetues alienados, man la-
bios construir um edificio com todas as proporqous
hvgienieas que possam mitigar-.'hes os agrores da
vida o so han que nao p ssa ser eompreliendidd
.i alcance de tio meritoria medida por aqaelles
que para sei.ipro perderam ;. razo ; osera por
aquel les que nelle a recuperaro, abenooando o
autor de too sublime idea, lioaeio que repercutin-
do por todo osenlo passariposteridade, porque
Exm. r., se por esta magestado, a razo, o hornera
se colloca cima da todos os seres creados c se
torna a ultima das croata ras qaando a per-de, nao
podan dexar do merecer as vistas o complacen-
eias daquelles qae prinioiro sabem vellar pola sua
sorlo. e por isso que calando poderosa mente
en meu espirito a generosa idea dftV. Exc. rao
associo ella, ollerccendo para a eoostrnecao do
tal edificio 12 travos o 2 iludas de eaibros que no
tempe determinado polo enearregado de tal ediii-
cac.io, ilevcrao se aoiiar na estaofio Aripib ou on-
de mollior conyier. Digne-so V. Exc. aceitar os
protestos da mis subida considera .-.".i. Dous guar-
do a V. Exc. Ilim. e Exm. Sr. eomioendador
Menriqne Pereira de Lacena, dignissiino presiden
te da provincia. -Antonio vtntHKio Cavaleaute
de. A tbinuerque.
Palacio da presidencia Je Pcrnambuco em 26
de marco de 1873.Aceitando o oueiveimento do
12 travs e 2 dusJas do caibros para aconstruci^a
do asylo dos alienados, que fez V. S. e.n olcio do
lis do crreme, tcnio a diwr-lho qae fice certa de
que V. s.. em lempo, os mandar para a estarn
de Aripibd ou onde moior convior. I.ouvaudo-o
por esta prava dos seas oeatmentos buraanitarios
e patritico, ugrade,o-lhe as expresso s eom qae
se servio quafiear a miaba administra.ao. Dana
guardo a >'. S.Hmriq& Vertir 8r. Antonio Venancio Cavaleane de Allimpierqtie.
Swry do RecSfe. Nfto honve hontem sos-
-a i, por falta de numero suflMeato de juizes de
fado.
Uhtliero. -O vapor Mam'.ik i troaxfl para:
David Flack l:."iO'*00i
JoaqaimJo Goncalv Beltra) i F. 7iOiO o
Br. loao da Silva Hamos 390*000
Clicia. As aguas do rio Cipiharie teesn
baixado sensivelmente de antes de hontem para
Ubntem.
A parte da estrada de ferro do Reeife a Caxan-
g, que fra invadida pela cachate, entre S. Daz
e Caxang, est conipletamonte desconecta.
O pequeo volume d'agua e pones tempo que
este se demorou sobre a estrada causas am-llie pe-
(jjenos estragos, abriudo apeuas ei.i algons lu-
gares o aterro ltimamente feito.
Por ora o servco dos treas feito at S. BfM,
onde um carro, impellido por homens sobre os iri-
llios, transpoe- os passageiros com desimo ao La-
aag.
Quanto a segurarla dos pinjaayirqa nada ha a
recelar;
fusta reelamacaii Pedam nos que
ebamemos a attencao do Sr. fiscal da Boa-Vista,
para um hoteleiro estabelecido ra do Vlsoaode
de Pelotas que converteu a sanjeta do canto da
pra.a o jardira hoe-Conde, d'Eo, em sumidouro
das aguas ptridas de. s"u esabeiocimento, tor-
nando qaasi intraasitavel aquelie ponto, pelo e ei-
ro pestileucial que all reina ; isso com benusissi-
mu rncominodo dos que tambera me ficam vial-
feos.
Instituto histrico c pSatosonhic.
- Araanha reonr-se-ha esta sociedade em seasao
ordinaria, pelas 10 horas da dia, ron do Han-]
gel a. 73. Ordem (b dia, *- elucidario da these:
Como deve critea decidir-se sobre a seita de
Lovolla
\ova Thalia. Segunda-teia, 31 do cor-
rente, llavera reuuio da assembla gerai desta so-
eiedade, no lugar e hora do costume, afirn de se
tratar de negocios importantes.
Furto.Em poder de Numeriano de tal, guar-
da nacional do 2 batalhao de infamara, foram
apprehendidas pelu subdelegado do districto dos
Affogados em 26 do corrente, H lata3 de doce, de
que havia, elle fuado a um matulo na estacio
das Cinco Ponas. A antoridade prosegno em bns-
6a das latas que faltam ; aclw-las-ha aia la
P**eo.l'elii suli-lo%,v'ado do Recia1, foi aates
de li iiiteui pros i Mauool da Hora, resideata em
Belierio, autor di .ren pralioa.lo all em casa
do Sr. .loaquiii Gerardo do Bastos.
Feriine.ato.-Em torras do engenho Santa
E, districto da l'reguica e termo d'Ainu-Preta, a
23 do oornpato iii3z, Jes Mauricio da Silva, foi ca-
sualmente feri lo oor mu seulllho do mener ida-
de, denominado Fabio.
A autoridalii coin|ietente tevo conhecimeato Jo
fado.
Outro. O escravo (ormaao do capitn Ma-
noel Pires Ferreira. pnmr.qario do eogenho Bu-
Ihoos, em Jahoato, fono levemente o sen compa-
nbeiro Hoborto escravo como elle do inesnio se-
nlnir.
Armas defezas. Tiyeram o &mvenienle
destino S, apprelioa lidas nos AITogadcs pela sub-
delegada do Io districto.
Porto de I.iveraoJ.Devam sahir para
o aosso porto : a 8 do aireante, o vapor ingle/. Im
PUice. a l.'i o navio GizeUe, ea 18 o navio FurU'ur
Morte de principe.-Fallecen o principe
Nicolao Augusto, duque de Delecarlia e irmao do
sua magestade o re da Sueeia a Noruega, Osear
II O principo .Nicolao, nascido em 2i do agosto de
H.'ll, liaba a patente de major general de artilna-
ria sueca. Tnha casado em l(i do abril do 1861
com a prineeza Thereza Amelia Carolina Josefina
Anloinollo daqueza de Saxoaia, lilba de Eduardo
Carlos Guilhenne enristran, principe de Saxa-AI-
tomboarg, j fallecido. A viu.a do prncipe Nico-
lao coala llanta e seis anuos de idade.
II laiaisii Ceios no Brasil, jornal de
Lisboa :
t A i do corrente liouve missa de rquiem com
libtra-me na groja da Santa Casa da Miseri-
cordia da braza, polo eterno descanco do dlstincte
ador brasileiro Joaquin Augusto Ribero de Souza
ha poueo fallecido no Hio de Janeiro, sendo cele-
brante o Rvd. Dr Jos Daniel de Carvalho_Monte-
negro, qiw convidara para este acto de caridade e
gralidao a irmandado da mesma Santa (lasa, por
ter aqaelle distincto brasileiro tlado um beneficio
ao diestro da imperial eidade deS. Paulo em favor
do hospital da Louz.1, a pedido do Sr. cominenda-
dor Montenegro, e que renden liquido do despea
a importante quantia de! 1.7)5000 fortes.
Portos linipos. Pelo consollio de sade
publica de Portugal foram declarados limaos os
portos da repblica do Paraguay, e os da provin-
cia do Rio Grande iln Norte, no Brasil.
Condecoraeoes nortii}j;u?7.as. Lomos
00 Brattt, do Lisboa :
Foram agraci dos com eommenda da Coacei-
pSo : os Srs. Antonio, Jos Ferreira da Silva, Dr.
Jos Joaqiiia Pereira Santiago Dr. Manoel Mar-
ques ilo S, e Jos Das da Cruz Lima, guarda
roupa de S. U. o Imperador do Brasil, toros sub-
ditos brasileos.
PereftTiia;a a Meca -l'm Idegram-
ma de Bjeddab aiiuncia que o numero de pere-
grinos que iam este anno a Meca durante as fes-
las diCourbam-Bairam ser pelo menosdeoOidO.i.
Esto numero Sabdivide-se do seguinte modo:
15: MO peregrinos das Indias, 32:0 W do imperio
ottomanu e3:00J da Algeria. As ofTertas que le-
varaai comsigo calculam-sc em amitos niilhoes
coaipreheiidondo os presentes dosulto, da sulta-
na e de outros digualar.os do imperio. O piedoso
exercito d i Coran ser precedido c seguido de um
relianho de earneiro?, em numero de 200:000 ca-
becas. Assevera-se que teem sido tomadas diver-
sas medidas hvgienieas, afirn detonar iuoffensiva
a-jornada dos peregrinos, nfo s para ellos pro-
prios como para a humanidad eai gera], porque,
como sabido, por causa da peregrinaeao a Meca
que em 1863 a cholera atravessou a Arabia, o
Egypto e a Koumcia, estndendo-se Allemanlia
o a Iran.a.
O projresso da d*struicao. Encon-
tramos em una folha e-traageira a segninte no-
ticia :
L'm dnter allomao, JdStOS Fuchs, acaba do
inventar um novo agente destruidor mais terrivol
ain la. ao que parece, do que a dynaniita. Cha-
ma-s a jalminitiva o na sua eowpsaifae erara
como base a aitro-flycerma. Esla substancia vo-
lat!.s?.-se c im|iletameale no momento da explosao,
o que augmoata coasideravelmeate a sua Cocea
destruidora.
i Como sabido, aa expliwao dynamita aareia
que ella contera deixa um residuo branco muito
visivo]; os residuos da fulniiuaiiva sao [mpercep-
tiveis. U Dr. Fuchs calcula que so ubtem cora
urna parle da sua eomposiejo os mesmos elTeitos
que rain fre* imites da dvnamita. > ^ ,
Vtrtliildad^s roininuiiistas. -Trin
peridico fraucen dajos seguiates e*cl!frccimentos
cere i dosempregos qde desempenham algomas
n ilablidailos da couimuna de Taris, qne so aeham
actualmente om ouuia, na Nava Caledonia:
Regare tornou-se veterinario e at cirii gio.
Traa ao mesmo lempo animaes c possoas, cttme-
cando a sua clienie.i a tomarse bastante inipor-
laaa:.
Tria met sujeitou-se a Ui-v sapatos, o gaaha
bstanlo dinheiro no son novo officio.
i Finalmente Assy solicou um emprego de
mecbanico, quo oxerce cora malta habilidade.
Quanto aos deportados mais plebeus, esees
nao fatcm nada durante asi* horas do dia'e. wto vencido, sora lan.ado naacta om os funda
consttueui uma das clienlcllas mais crasideraveis
dos cafs de Noun'.a. Consomem muilo, mas nio
pagara nada.
Lotera. A que se acha.a venda 6 ai-
a beneficio da matriz de (pojuca, a qnal corre
hoje.
I.eiles.-1!eje (SS) as 11 horas eiTectua o
agente Pinto o leilao ee cerca de oO'J jaeazes de
bamb conforme est annunciado.
Terca Ieira 1 de abril venden o mesmo
agente dfferontos fazendas avariadas, sondo que
o leilo teri lugar no escripterio do.referido agente
Casa le detengan. Movimerao do dia
27 de mareo de 1873 :
Existam (presos) 3iC, enlraram 2, sahiram 7,
existen! 341.
A saber :
Nacionaes 210, mulhcres 13, estrangeiros k%
iscravos .", escravas 4.Total 341.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 271.
Movimento da enfermara do dia 27 de inai-.o
de 1873.
Teve baxa :
Francisco de Souza Viauua da Silva, dattlios.
Passageiros. -Viudos do Aracaj e portos
intermedios, no vapor brasileiro Mandanu :
Dr. Migue' Alves Feitosa c I filho, Manoel Cae-
tao Brandao, Dr. Julio A. T. de Macedo, Jos
Duarte do Aieyedo, Severo Bispo, Eufrasio Caea-
no, Jos Garca, Joaquim Antonio Pires, Jos n-
gel i, Manoel Botaa, Joan Baptisla Caganova, Sal-
vador Holl, Migue) Adolpho.
Ceinitcrio publico.Obituaiio do.da 27
do corrente:
Izaicl Ribeiro Pires Ferreira, branca, Pernaw-
bitoo, 8t annos, vinca, Santo Antonio ; uLeraees
do nt-TO|
RiKceiiinascida, Maria, branca, Pcrnambuco, Re-
cife ; asphxia.
Maria de Jess, preta^Pernarabiu'-o, 0 airaos,
casada, S. Jos ; congenio cerebaa),
Justina, escrava, pfeta, Pernambueq 14 annos,
solleira, Santo Aatoaio; cing-.so cerebral.
Rita, escrava, pret. Pernambuco, 22 anuos,
soltera, Boa-Vista; gastro encephalitc.
Roborte Francisco do Souza, pardo, Alago;.s, 23
aunas, casado, Santo Antonio ; tubrculos- pulrao-
nares.
Maria, branca, Pcrnambuco, 7 anuos, Bua-Vis-
ta ; belugas,
Aguida Maria de Jess, parda, Pernambaw, 22
amias, casada, Gra; febre puerperal, a
Jos, pardo, Pefnamhflco, 2 annos, Samo Anto-
nio ; convulsSes.
Gabriella. parda, Pernambuco, 10 dis S. Jos,
eclampsia.
Victoria Maria da Concei'io,. parda, Pernambu-
co, 38 anros, viuva, Recifo ; erysipela.
Joaouim, branco, Pernajnbuci),6mezes, S. Jos
ctravulsp'es.
OAIrio do presidente c secretario da junta dos
i-i ia loro-, reinettendo o lioletim Jas cota.o. s
oiciaos da semana de 10 a 13 do corralo. Para
o arcliiv i.
Fui pasto o competente compra -so -na porta-
ra do Exm. Sr. presidente da provincia eoace-
dendo 30 das de licenea ao Sr. Dr. oUlcial-maior
deste tribunal.
Livro de registro da correspondencia offieial
regularmente e3Crpturado at o n. 49.
Distriboiram-se os soguintes lvros :
Copiador de Mendos Lobo & ('.., diario de Joao
Jaeintho de Medeiros Itezende.
DESPACHOS.
Reiiuerimentos:
De Joaquim Felippe da Casta, submettendo a re-
gistro uma carta cominercial do espolio do finado
Augusto Ferreira Pinto. -Seja registrada.
(Nao votou o Sr. depntado Lopes Machado.)
le Jos da Silva Oliveira, commerciante e-labe-
locido na eidade de Goyanna, pedindo que se
maude invalidar o registro da procuraeao bastante
que un 18IJ (lera a Joaquim Carlos de Almeida.
Como p.nle.
De Manoel Hibeiro de Carvalho e Joao Baplista
dos Guimraaes Peixoto, solicitando o registro do
distrato que untara da firma Carvalho Vista ao Sr. desembargado!- fiscal.
Joao Baptista dos Guimaraes Peixoto, snecessor
do activo e passivo da tirina extincta do Cary'alho
i l'eixoto, pedindo transferencia dos livros copia-
dor e diario qne a ella pertenciain.Na forma
requerida, lavrando-se na secretaria os neecssa>
rios termos.
De B. It. Kabello & C, submeltendo a registro a
nouieaeao de seu caixeiro Manoel de Castro Fon-
coca. Jiialem os sapplicaates a nomea^o de que
tralam na presente peticao.
De Suiza Bastos A C," allegando terem satisfei-
to o preceto d art. 307 quo se refere ao art. 301,
requerendo o registro do novo instrumento do seu
contrato social, e que se a ntencao do legislador
fosse exigir a repeticio de tudo quanto deve con-
ter nina eseriplura de nstrranealo primordial du
sociedade, ter-se-hia referido ao art. 3U2. Infor-
me a secretaria, doelaram|o se j t'.eti-se algara
caso seiiielbanle ai dos supplicautes, conformo
ellesasseveram na presento replica.
De Manoel da .-Iva Maia, mostrando acbar-se
satisfoia a exigencia ilo despacho de 13 do cor-
rente cora a inod;lieaeao ora fota no contrato so-
cial (pie celebrara cora Antonio da Costa Corroa
Lei te. Registre-se o contrato, na forma do decre-
to n. 4,3!)4.
Informacao da secretaria em cumplimento do
que exigi o trit unal por despachle 13 do cor-
rente, rotativamente ao registre do distrato defi-
nitivo da faina social Silva & loaquim Felippe.
Vista ao Sr. deserabargador fiscal.
I'.mi O PARBCRR FISCAL
Pelicao de Francisco Jos Silveira, em que pede
o registre da nonieacao de seas eaixeifos.De-
ferido.
(Votaran a favor s Srs. deputados Candido Al-
coforado, Lopes Machado e supplente Pereira
Bego, votando contra o Sr. depntado Olnto Bas-
tos e o Kxiii. Sr. eonselheiro presidente, que as-
sira fundaiiioiitiiu o seu voto : -Vol contra o
pedido do sinplicanlo pelos seguales motivos :
O suppcanlo nao commerciante, mas agento
auxiliar do coiaaiercio. art. 33 I.* do cdigo
commercial. e por eonseguinte nao lhc applica-
vol o que.est disposto para os commerciaates ao
art. 74 com referencia ao arl. 10 n. 2. K domis,
nunca o sapplicante fez registrar too tribunal ao-
meacao alguma de caixeiros, como infonaou a se
croiaria.
Era sogundo lugar Krakenhcrg c Thom,
aquello subdito allemao e este ingle/., que o sap-
plicante diz ter nomeado seus caixeiros. sao os
proprios que a ultima e a actualJonta dos corre-
lores, como se v da informacao da secretaria,
apona com > individuos qu-s illegalmente se intro-
raeltea as funecoes de corretor, ou como zan-
gocs, na p rase vulgar, faaendfl transaccoes para
negociantes de snas nacionalidades, as quaes sao
legalisadas pelo supplicaate.
E:h terc^iro lugar o trilraaal doterinnoa que
a junta promovesse contra todos os intrusos zan-
gos, e coaseguiateiaente c nitra os referidos Kru-
konberg e Thom pelos ineios competentes aupli-
ca.) das ponas imp .s!as no art. 24 do de cre 0
a. SOS do 27 de jullio de 1851, mandado observar
pelo decreto n. 808 de 23 do mesan met e nao,
polo que considerar elle agt]p Krukonberg e
Thom como caixeiros do supplicaate, e mandar
inscrever no seu registro a sua nomeacao, coa-
Iradi'.er o pivprio iirocedinento perante 0 publico.
j .ju-linas ilii paiz o g->vernq Imperial, que or-
o>n zangues.
Finalmente o deferiacato da poti.iio d i sup-
plicaate di lugar a que os outros corretoros fa-
cam iguaes nouieacoes, anda mesmo aquellos que
mais rospeitadores da lei resolveram-se a despa-
diros atrasos OU zangues cora quera seryiam, e
\ein abrir ura pr-jcodeate ou croar um estado de
colisas que estorva, caso nao impossihillte, o rum-
primelo da obrigacao que o art. 41 5 3." do cita-
do decreto n 80o imp ai a junta dos correteros,
que podar dizer que o tribunal, seu legitimo su-
perior, era vez de coadjuva-la, po obstculos
ao exercieio de toas funecoes. Sendo este ineu
lientos que o justificara, afitn do que a todo o tem-
po conste qu nao concorri para sanreinnar um
abuso, que de meu llover extirpar, e que leaho
proeuradocom todo o estreo couibater ; notando
por fin que, toado o sapplicante ara lho que *
ajada na q'jalidade de seu agente ou caixeiro,
heai louge de dar-lhe n iinoaeo e.iuio tal, tenlia
Solo contrario nomeado seus caixeiros os dous in-
ividuos que com elle Irabalham como zangues,
como publico e notorio, c um dos quaes acaba
de ser.nomeado sapplonte de director da cotana*
nhia pernaubueana, cargo que por va do regia
nao couliado a caixeiros.
Sendo 11 horas e 1/2 da m.inha, e nao bavendo
mais nada a tratar-so, o Exm. Sr. eonselheiro pre-
sidente encei rou a sossao.
PUBUCAWES A PEDIDO
t licali'o <. mu ii as o IbratMatico.
Est annunciado para boje, sabbado, o impor-
tante drama sacro de grande espectculo Vida
emUagres de S. Henatelo. Os einprezarios que
to capricho.-aiiionie teem representado os seus
dramas, prometiera as traiisforiuacocs e iiiaehins-
DKN a vista do expectador. BcUmente deve ser
de um effeito niaravilhoso. Esta peea j tantas
vezes representada, e senwre freaolicamealc ap-
plaudida de esperar (|uehoje com as transfor-
DUcdes vista, e sendo tudo novo, (ac tambera
nava poca eui sceaa .
Constando-nos que esta excellenlc peca vai s
uma vez, e vendo annunciado para domingo outro
drama -Familia Motel, pedimos a empieza quo
nao dcixe os seus constantes dos domingos, sem
uuia representaco do-S BenedHo.

CBROMCI JlbfcJfeBifc
Tribunal ilo couaitiercio.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 17 DE
MARGU DE 1873.
PRESIDEN. !A DO EXM. S3. CONSBLIlEIRO ANSELMO
FHAMCISOO PBBETTI.
A's 10 horas da man ha, presentes os Srs. de-
pntados, secretario Olinto Bastos, Candido. Al-
cforado, Lopes Machado o o Sr. sapptentti Pereira
Reg, o Exm. Sr. eonselheiro presideate ;abrio a
sessao.
EXPSOIEKTC.
Odlcio do Exm. Sr. presidente da provieia-,i
e-mbrando a remessa dos mappas cstatislicos a
que se refere o decreto n. 3,572 da 30 de descu-
bro de 18t3O tribunal resolveu que se respon-
desse a S. Exc. qae, ate a psea marcada no art.
22 d > decreto citado per S Exc, serao remeto
dos os mappas d> que trata e mesmo Exm, Sr.,
como sempre tcm Jeito .o mesmo tribunal,
O li'iiente-cui'onel Decio le A.
Fonceca ao publico illusi rudo.
*> hi'ioso ^unrda-itocroual
deta provincia.
Exige a dignidade, que aiuo preso, que d pu-
b'kidade questao que se debate entre raim e a
precedencia, que se julga cora dimita a todos es
collegas, o meu amigo e eollega Sr. leueulo-coro-
nM coiumandnte do 4." batalhao da guarda na-
cional deste Inunicipio, Ernesto Machado Freir
Pereh/a da Silva ; e, antes de obter a licenea que
podi para publicar a corresjiondencia bavida, en-
tend conveniente publicar os avisos abaixo em
suas. integras.
Devo, porm, declarar que S. M. Imperial di-
rijo a minlia queixa. contra o que at certo tem-
po praticou a semelhante respeito o commando
suprior da guarda-nacional deste municipio e ul-
tintainenle o Sr. brgadcjro commandante das ar-
mas interino, que. entendeu poder decidir sobre
taes.negocios, pata os quaes nao tera elle compe-
tencia, e j tiaviam sido decididos p 'lo Sr. coro-
ntU i commandante superior interino, Rodolpho
Joao. Barata de Almeida.
Nao admira tal intromettimento do Sr. comman-
dante das armas interino, quando lambem decidi
qae p Sr. coronel Barata mo podtu conmandar
nen!\utiSr. tenente-coronel do exercito !
Se o meu amigo-Sr. tenenle-eorone! Fras Villar
rae quizesse forueoer aquella carta, talvez podesse
en jutificnr o acto, ou dar .descont a elle.
' R>cife, 29 de marca do 1873.
Decio de Aqu no Fonceca.
'
Copia.-.Y 279.Justica.-Em 29 de julho de
1868.Resolve duvidas a respeito de offlciaes da
guarda-nacional que por motivo de molestia sao
dispensados do servico de guerra, e dos que tem
honras de postos no exercito ; e declara que as
{eneoes do decreto n. 3,371 de 7 de Janeiro de
ou passar
noiro om 29 de julho do I88.- Ilim. o Exm. Sr.
Em oTic.o de : i abril no anno pasi el i, o ;:n-
pjces-or de.V. Bxc coa-ultin a e.-t; hunistria,
sobre as soguintes llovidas:
I. Seo (illl-ia do cmimiisso do exercito ipie
em jaula de saude Julgado neupai do sorvieo
militar, sendo tambera ofOoial da guarda-nacioaal,
leve ahi continuar no servico activo,
para o da reserva.
1* Se a isi'iigo do servico da guaiaU-nacional
do exercito, que o decreto n. 3,371 de 7 do Ja-
neiro do 18,.*j promette e garante aos voluntarios
da patria, abrange tambera aos offlciaes, ou limi-
ta-se as pracas de pret.
3.a Se o oleial honorario do exv rcilo que na
guarda-nacional tora Datante interior ao pasto ho-
norario, quando em servico da iii'-uu guarda,
pode usar das divisas superiores e tomar a posieao
que ellasjllie garntela.
Ilcipondendo ao eRado odlcio, tenho a declarar
a V. Exc! para sea conheciinento :
Quantii a 1.' duvida que, referid ose o parecer
da junta de siude nicamente ao servio) do guer-
ra, o allicial da guarda-nacional dispensado d'ello
por motivo de molestia, se quizer passar
para a reserva ou ser reformado, deve-o re-
querer, urna vez que esteja loniprehendido em
.ilguin dos casos do art. (iS da lei de 19 de seteui-
bro de 18-jO, sendo entao inspeccin ido pela jia-
ta de saude d'aquella guarda, aos torraos do arl.
11 das nsfruc'oos aimexas aa decreto n. 3,496
de 8 de julho de 1865
Quanto a 2.a, qu; a LsencSo estabelecida pelo
deerel i n. 3,171 de 7 de auoro do mesmo auno.
aproveita s aos guardas uacio:iaos que volunla-
riaineiile Se apcesentam para o serv.o'do I." li-
nha, coma se deprouonde dos arts. it." o 8.* da
dito decreto.
Quanto 3 *, que os oieiaes da guarda na-
cional qaando em servico, devera usar dos uni-
< formes c distnctivos correspondentes as suas
palomos, visto como tendo aquella guar la a
sua disciplina o organisa.a i a parte, Bao cu-
ral allora-las era virtude do honras conferidas
por serviros eslraahos, aera o offieial que. as
< toado superiores ao exercito, oceupa un posto
inferiora ellas. Dea par so rebalsado, pois que
taes nierci- nao Ibes foram concedidas para
a usar d ellas as fileiras da guarda-nacional,
mas sim para distingui-lo na sociedade. Deas
guardo a V. Eso. Joti Marta de Alencar.Sf*
presidente da provincia de Minas Gerai -.
Rio de Janeiro, 13 de Janeiro de I8F2.-Illm. e
Exm. Sr. Respondendo ao alucio de v. Exc, n.
3,228 de 10de.dezembro ultimo, em uno me con-
sulta sobre diversas duvidas reiativauente aos of-
ficiaes da guarda nacional que tem ibtldo posto
honorarios do exorcifo, declaro a V. Esc, qu a
taes offlciaes Oca livro o dfretto du renunciar as
patentes quando nao Ibes conv) alia continuar a
servir na mesma guarda, devendo, porem, solici-
tar da autoridade competente, as suas deiniss es.
No taso de nao o fazerem Bcim sujeil is ao ser-
vico, e ahi subordinados aos offlciaes eflectivos' de
postos superiores ou iguaes aos honorarios de que
gotarem, e sera i punidos nos termos da lei de 19
de setonibro de IS-'iO. pelas fallas que c imuiette-
reai, visto como s dep lis de obtidas as dcinissuos
serao considerados desligados da guarda naciona
Dens guardo a V. Exc Francisco de Paola de No-
greims SaySo Lobato. Sr. presidente da provin-
cia do Rio Grande do SuL
Caso novo.
Devendo forutjr hontem o 4 batalhao de in-
faaiaria apenas compareccram aiguns offlciaes ;
no entanto o respectivo connaadanta anda com-
inandou brigada.............................
i guarda-nacional indignada.
Attencao

Tendo deparado no Jora il do fecife de '-i do
corrente. a resposta dad. a ininha pergunta que ta-
lo Diario !r Pernainbuw de 22 do corrale fez a
contrara de NossaSenhora do Livrameiito, relati-
vamente ao direito de rataenmba do irmao falle-
cido Aleixii Pereira Soares, tenho a declarar ao
nobre secretario qaeestou bastante satiajeito, e com
o que iiiauifostou, quanto ao nomo do tallecido foi
equivoco meu, ik'ilo isto a pouea intimidado que
para elle o sena iilhos nutria ; para conimigo s o
que nao rae satisfaz Vine, em dizer que quanl > aa
direito de catacumba a presente mesa regednra
tem sempre procurado comprir seu dever, o que
amito ou admiro, <|ue ha beni poucos dias fallecen-
do um irmao desta confraria, cora direito do ea-
tacumha. e como nao a tivesso nesta occasid
(ainhoni. nao procuraran) naearaan municipal,
pois qae ia exista mais do duas dosocaupadas, e
este irmao perteneendo a oatra corporaejo c nao
loado ella cataenmba dosocenpada, tratou logo de
comprar aa cmara municipal, com tanto, quo
seu irmao fosse sepultado em catacumba, 6 qua
nao acontece cora esta respejtavel confraria.
Recife, 27 de marro do 1873:
Liberato M. de Souza.
13 aproveita smente as pracas de pret.
liuisterio dos negocios da justija.Rio de Ja-1 lado de individuos;
I.NSTRlV.i \0 lASTOli.VLSOBRE A M.\i:u-
NARIA.
CONSI3ERAI -. IB O ASPECTO MORAL, QEMulOSO r. S"l-
CIAV.
D. Antonio de Macedo Cu da tanta se oaostobea, bispo do GramPaiv,
prelado assistente ao-throno pontificio, d> conse-
lito de S. M. o Imperador, que Dens guarde, etc.
Ao clero e aos liis que habitara o Para c o Ama-
xonas, sade, paz e bencam em Jesu-Cbristo,
nesso adiravel Salvador,
Quando o solo se agila, e cslremeceni oseJiO
pios sobre suas bas>s. ameacando tremenda ruina,
tlz-so logo : ha nos antros subterrneos materias
volcnicas quo siuamaram, e prodozem esla coa-
VulsSo espantosa.
Do mesmo modo quando na ordem moral, ve-
nus as. nados esiremecendo tomadas de vortigem,
o os povos eambalean lo como ebrios em seos ca-
rainhos, na phnse enrgica da escriptura ; quan
do vemos toda a ordem civil e religiosa abalada e
perturbada de ura modo assnstador, devora >s di-
zer : ha ura principie occalio, uma immensa
conspiraeao. causa d"este funesto terremoto mora!,
que tras aoeiado e inquieto o mando.
Ora justamente o que est succedendo no se-
culo era que vivemos. Nanea, era todo o correr
da historia, vio-so agjtaeao tao profuoda e lio ge-
ral como a que abala os povos ehristftos aos tem-
pos em que vivemos. Nunca vio-se tamanha per}
sislencia e cor.formdade no ataque dado rel-
giao ; nunca vio-se manejar, com tanto enearr/ca-
niento e descaro as armas da mentira, da calum-
nia, da bypoerisia e da astucia, para abater e des-
honrar o suinmo pontfice e os pastores da greja
de Jesu-Christo, o separar do amor e obediencia
delles os povos baptizados. Nunca vio-se no ama-
do tao vasta exploso de odios salan'cos contra
nossos dogmas, aosso culto, OOSSoS sacramentos,
nesos institutos religi'sos, procurando-so banlr
tudo isso, para por em logar ura mero pliantasma
de reb'giao,o naturalismo pagad, debalxo do es-
pecioso nome de ei oureligiao natural. Nunca vio-
se esforco mais hbilmente combinado para desai-
rar e cubrir do descrdito as mais nobres virtudes
do christianismo, coran a f, que ah considerara
partilha d'espiritos acanhados ; a humdade o obe-
diencia, como s proprias de almas vis; a morlifica-
cao, o desapego do mando, a castidad, a pobreza
voluntarif, ramo loueuras de fanalieos inimigosda
humanidad e do progresso; emlim, nunca vio-se
to temerosa onda de erras, do immortalidades e
de paixoos perversas assoberbar a um tempo todas
as barreiras do decoro, da justica e da verdade;
nunca vio-se tio horrv?! iogomachia, tao univer-
sal eonfusilo de linguas e de principios, chaman-
do-se ao bem mal, e ao mal bem, a luz trovas, as
trovas luz; classillcandc-se tudo o que venia-
deirq, bello e santo como mentira, horror, vileza
hypocrita, ao passo que s'endeosa com pomposos
elogios a anibicao, a soberbae.os mais torpes ins-
tinclos do coreo humano : nio, nunca foi visto
debaixo do sol espectculo semelhante, o sea igre-
ja nao tivesse promessas divinas, era agora -
nesse vrtice tremendoque ella tinha de desap-
parecer para sempre da face da trra.
Ora, caris? irnos filhos, qual o principio gera-
dor desto tao geral o tan desabrido ataque contra
a nossa santa reg$o Nao se pode apontar ago-
ra com horror, como em outros seculos, para um
Arip, para um Pelagio, para um.Ncstorio, para
um Luthero, para um ('alvino : nao ha um i.ere-
siarcha no nosso secuto, pela simples razo que
nao ba uma hereda; o que abi e ensiua
mais que issa; o complexo,, a synthese de
de todas as heresas, a negagao absoluta de toda
a ordem sobrenatural. E quera esta espalhaodo
essa suprema c desesperada negacao nao n'um
paiz, nao no Oriente, nao no Occidente, nao no
norte, nao no sijl; mas no mundo iutoiro a todos
os ventos do ceu, pelos livros, pelas gazetas, pelos
theatros, pelas tribunas, pelos club?, por todos os
meios de publfcidade, nao nio pode ser um in-
dividuo, com nome particular, ncm um grupo iso
orna associaco immensa
quo tera oslandido snas ramUicaciJis I iiobrisa-
para to las aa partes da Ierra.
A ell'eilo universal causa universal K' impM-
s-vel que por puro acaso, se M trio petfoita uni-
l'or niqade de ac.-a-i e de re-:illados, ao iiie-uin
ttraipo e era tantos paites dillerentos, sem r.rec-
c.io hoinogene-i, smi impulso uniforra, parttado
de um centro nico.
As espantosas oatastroplies qiie se tem dado
uestes ltimos lempos, tanto no terreno da polti-
ca, coma no"da relgiao, nao so podem explicar
sem a influencia di urna vasta aeaoeiacao, cojos
chefea tenbam concebido o plano geral, disposto
os diversos elementos i'a luta. aproveitando o
tfoncurso de todas as dedicajCes para fazer chegar
tudo o xito desejado,.....dirrfe pro'nado segre-
do. Sera tolas estas condces juntas, ro no pon-
dera o sabio Eckerl, impissivel fra explicar as
rovnlucoos e nioviineati'is do que tomos sido, e
estamos sen IJ lesleariiilias, e todas oslas nece-
sarias condieOes se reunera na focjedade donomi-
nada uaconabia, s nclla.
Nenhum estadista canhece si;a poca,nata
com ra ao o niesmu sabio e ignora as causas
dos acoiitecimeatos qu ge ,1,'n no terreno da mais
alta poltica, sonsa estuda afondo enaorom-
prehen le nerfi tmente i ordem dos Franoos-Ma-
eous era sua csseucia e em seus actos. Sem esta
estado, sem e-te conhecimento, n'io veri mais
que lacios, dos quaes nunca (ora a iiOelligencia. e
em cuj prosenca naosaber qae partido tomar.
(I)
A questao inacnaiea pas, de allissimo iotC-
resse e momente considerada por todas a-- taces] e
de sarama utitldado para tolos que ella seja i en
estudada e aprofundada.
Quaudo a nos, irmiios o Iilhos muito amados, es-
tamos intimamente ronveneldos, flepoii ile longo
estado taita sobro osla seita, qae ella Intrnseca-
mente m ; que Ha o anl-clirslinia!iismo, a rn -
ga.ao mais eo iqilela, a negacao mais absoluta de
nossa santa religilo, e a Causa mais poderosa des*
ta espantosa d 's irgansaC/lo social que ahi estami
preseacaada, e do qae nao lia, por certo, exomplo
nos anuaes da historia.
Ah caros lilao..! algUOS, iniiitos dentro vi'i-", es-
tn persuadid .s quo a inacoii.iria lima si'iip CS
Sociedade do bonelicencia; que ella, a mea i i
Ipasil, nada tem de hostil nossa saata reli
As horrivois blaspliemias, as allozos iinpiodades
vomitadas agir poli mpreosa inaconca na crie
e as provincias, nao ti.-in anda aberto os oibos a
tantos illudidos.
Cuidara elles ser essa propaganda abuso de al-
gons individuos, c.uii oque nada lem que v'ci ..
raacouaria ; ipiando na roalidado esses individuos
nao r.a/.em mais que- promulgar ai doctrinas o >,
principios e enciacs, constiUiUlvos da asila, a : ial
pal' todas as partes do inundo, e Clll todOS os m'.:-'
livros o 'o.-.-., odcaos, professa as mesassimas
impiedades.
Ora bem j que a iine.iuaria sabe das trovas,
laca-se a luz sobre a maconaria. Sainamos au>
lii o qae osla sociedade, que caiTO.gada CiiUi
tanto- anadenlas dis Siiiuuios Puntillees, lera io-
grado grangear afluencia tamanha at nos paizes
catbolicos !
(Nao vi'.i s com que atrovmento inandito olla
ah su levanta Nao veles como ella contrapee
oscaiidalosain-ato ensillo a easino, altar a aliar f
Nao vedes quo ella nos seus Metas, nos si -
orgaos oficina, nos seos Manifest, nuaditeur-
-rus 'ehefes. ,0llSa dizcr-IUlS a luis bisp:-s, a
nos clero calbolico do Brasil era communhao c m
a S Apostlica: Sois iras emissarioi teuobro.
sos da curia pcilencos a nina seita rcprovaita
quo ensiua ao povo falsas doutiinas; somos no
outros, nos macos, que ensiuamos vt-rdadeira
doutrina catlniiica, a verdadeira religiac do Jes -
Cbristo Na vedes que fazem em diversas pro-
vuelas reuuloe- publicas e sediciosas para ped.-
rera sejam expulsos do inperio esees bispos e
esses padres ealhocos, sob pretexto que sai
mitas l
;!; oque deve fazer o hispo, irmaos e filho! .-
loctissinios ? Guardar s lencio, como os caos mu-
dos de quo falla Isaas i Atraicoar o jurainaal
solemne que fozera sua sagraeao 1 abaodunai
infame covardia o deposito sagrado que lite lei
confiado Nao. isso nunca !
K o bispo ama senlinella em alaiaia ;
nella quo pao da o grito d'alariua quaudo o ini-
aiigo escala os baluartes, nao sentineHa, trai-
dor.
E' o bispo pastor; e pastor qae v o lobo vu-
trando paca dilacerar o rebanbo, e nao cltiiuA
hora alto, e nao o expolie, nao pastor, DWrev-
naro.
E' o bispo pai ; e pai que vendo nlguns Giban
rebeldes so levanlarein contra sua autoridade, mu
Ibes mostra a sera razan o nao os reprime parA
exemple d is uniros, nii i pai, padrasto.
Fava nos, p is, n issj dover. l-'a.a'iin-lo COI I
olliosoni Dous e n i bao dis almas que nos foi.
eonli.ailaV Piolliguemos a seita era si ine-ma, Otni
crios lunostos que/.da propala, sem faier, aggra-
vo. neia do I ve, as possoas.
Militas ha quo nao perteneca a inaconaria te-.
ni i porque tiveram a nfelicidadc de alistaren*
nella o nomo. Qaando ellas souberein o quo real-
mente esta seita tenebrosa, se apressaiao a desa-
|iegar-se completamente 6 para sempre dalla.
Entremos, pois, caros Albos, no vivo do argu-
mento.
0 que a inaconaria ?
1. Dlzeni que a inaconaria, ao menos a iiiaee-
naria brasileira, rana sociedade licita, pois s se
oceupa de beneiicencia ; c nos varaos domonsi."..i
que a maconarla brasilera, como qualquer oatra,
macooaria do mundo, ama sociedade prohihula.
pela moral.
2." Dzeia que a lua.oaaria, ao menos a inaco-
naria brasilera, nada tem do hostil a relgiao ...
iholici, c nos vamos demonstrar que a maconaria
brasilera, coma qualquer ontra ma;onaria da
mundo, inteiraraenle opposla aos niais funda:
ineiitaes principios do christianismo.
:t.' Dizem que a maconaria, ao menos a naav-
ilara brasilera, nao se ravolve com poltica, o nao
podo sor iistiumento de revoluoos; e nos oe-
inoustraromos que no I5ra;il, como por toda a pai -
te a inaconaria uma instituicao eminentemenK
rev.ilucii iiari.i, mi para mollior dizer, que ella i a
rovol'n;ao mesma.
PHIMKIHA PARTE.
A UAQOXABIA SOB 0 iSPCCTO MOBAI..
O pruneiro ponto que temos de provar e pji .;
luine da evidencia este : quo a maconaria u :...
sociedade Ilcita ; pelo que nenhum hornera, qooi-
quer que seja sua relighlo, pdc era consciein..a
cruzar o limiar das lojas macoawss.
Notai : nao dizeinos uenltitm elirishiu, utmkwn
cniltolieo ; mas nenhum horaejn, judeu, mahome-
tano, protestante, de qualquer rehi'iao 00 seitar
que o queiraos supoor, cora tanto que teiiha u.....
eonsciencia e seja prudente e honesto.
Comecemos por firmar bom um fado qne vai
servir de base principal nossa argiimeutacao,
vem a ser: que a inaconaria brasilera, como
a domis maconaria c.xparsa pelo universo, de sua.
natureza una sociedade secreta.
Sociedade secreta aquella que oceulta suis
loutrinas e seus intuitos debaixo do veu de sya-
bolos mysteriosos, os quaes vao sondo maniusla-^
dos ponto a pouco aos adeptos por iniciacMs
successivas, dopos do prometterem estes e jura-
re.in guardar inviolavel segredo nao s em rela^ao
aos oslranhos a essa sociedade, seno tainbem para>
eom os aiombros dola que oecupara graus inlo-.
riores.
Ora tal a maconaria e em particular a 111.10,0-
naria brasilera. l'rovemo-lo com os docoinento
mais rrecusaveis, pois sao documentos mesmos da.
seita.
Aqni temos nossa mai a BihUothcca MfConii --
011 instrnecSo completa do Franc-Macon. (2) Teiu
por fim esta obra, como vera declarado no pro-,
logo, apresentar a verdeira doutrina maromea.
resuraida do quasi lodosos escriptos masnicos
publicados at 1833.
Foi composta nesselanno por um carallieiio,En-
sa-Cruz, por elle offerecida aos Grandes Orioutt
Lusitano c Drasiliense.e desde entao tem servid,,
de manual, de livro liturgico.de regulador dos tra-
halhos das lojas em Portugal o no Brasil, c mu,
consta iue os Grandes-Orientes a que fei dedicaiiu
reclamassem jamis contra essa obra como coii-
tendo doutrina contraria verdadeira doutrina..
maconica. ., ,
Ja se v. pois, amados "hos, que a autondaot,
dosse livro grande quando se trata dasnacouar
n dos dous suprafteneionados naiaos, autoTdad*,M
tao recouhecidaque no ultimo Manifest da mut-
ilarla do Brasil, somos enviados pai esses Jim*,
de que elle se serve, e o mesmo faz o graiu-
mestro faldanJio Marinlio no virulento e desemu-..
dido discurso pronunciado na abertura dos trala-
Ilos da assembla geral do povo maconico brasi-
leiro no dia 27 de abril do anuo passado. (4)
Podemos pois citar esta obra cora toda a segu-
(I De la Franc Maconerie etc. Liege 1854 T;
I pag. 15.
(S) Em 6 Tomos in 18 nov. edc. Paris 1864-
(3) Pag. 38.
(*l Pag. 21.

*



Diario de Pernarabuco Sabbaclo 29 -de'Marco de 1?3.
ranea, visto ser olla tld'aitnada entre "F" i"Ja9 'et **** gncaliva,
w,: ,, !'. JS o 33 d* Hito Escos^.diz:
----....... referen
OY ei<- |fii ,i ifn i noll adiamos em
eia questo que tratamos; isto ; se a ma-
raara ou nao entre nos urna sociedad-' se=
reta.
Qual a dafinico da maraara, segundo este
manun?
c A maconaria, diz olle; a philosophia symbo-
Esta deflnied em verdade nao o bem dar. Mas
vem logo a cxplica.ao: A philosophia positiva
tem -por misso o encarar as abalrseed'es as mais
subtis, dobiiixo de diferentes forma?, e de as pa-
tentar ao vulgo como verdades; pelo eontrari i, a
philosophia svmboliea tem pon bjkcto RMCbtA
AS IfgSMAS VKHO.UIES HUl VKI IMPMSTfIAVKL. PA-
R*-NAO AS MOSTRAD SKRAO AOS ADK'-TeS. !Ma
definicao, ajunta n livro, fondada sobre um
pprfttto ronheeimento dos symbolos -maeoui-
0OS.(6)
Se pois a maconaria a philosophia symboliea.
ella tem por njert enfobrir certas verdades d'iuii
reo impenetravel, para nao as mostrar sendo aos
adeptos, i
Logo nma sociedade secreta.
Mais k li mi i pag. 11" l-se :
* Em qniilo o macn vulgar satisfeito com urna
apparencia myslica, so contenta de saber pronun-
ciar algnmas palavras, cujo verdadeiro sentido
"fctnora.'i na-ron philosopho se lanca aos sdalos
l>assados e la ve as causas primiras e es llns reaes
Ja instituico maconica.
Assim na niaeonaria lirasileira, com as etttras
fia duas etasses bem distinctas de macons, os ma
Cens migares, (|ue o maior numeroa tnrha
ifilla dus Iludidos, que coucorrem com os metaes,
COmem, hebom as lujas, e satisfeitos ctm vina
apparehciu mastica rantentam-se de pronunciar
flgvnias palacras, c.vio vteKnADEiim sejtux) RHIO-
' Am ; eos mamns phUosophos, os macos de pol-
ia, jubilados na artettnl, que condnzem a tal lor-
ia rnnlta orno um rebanlio de Panurgio, eonhe-
cendo bem as causas primiras e os fixs reaes
da seita, sd dados a ronheeer a um certo numero.
Ora nao isto o qne se chama una sociedade
secreta ?
Mas vejamos os juramentos tremendos que se
prestam as tojas do Brasil, comeeando pelo pri-
nieiro grao da niaeonaria symboliea, o grao de
Aprendiz.
O venerare! assim que ellcs intitnlam o
cltefe da tojacom a mo esquerda aborta so-
bre o candidato que est ajoelliado (liante do altar,
tsndo o mesni o candidato os peitos c um dos
.toellms descolarlos, a ponta ie um compaseo
apoiada sobre o pe lo esquerdo^f preciso, diz
gravemente o ceremonial, que a ponta soja ram-
osprevine solemnemente ao candidato que o ju-
ramento ser terrivcl, o pergunta-se o quer pres-
tar.
Se o candidato reeusr., deve-se trabalhar para
resolver a da-lo (?) por nieio do parausad ; mas
i elle perseverar obstinadamente, ser preciso
deixa-lo sabir. (Textual)
Assim, como vedes, este juramento terrirel
radicad sihs nu i no da admisso.
condi
Jt HAMKXTO DE APRENDIZ. JurO C prOlllCttO SbrC
OS estatutos geraes da orden] e sobre esta espada,
-ymbolu da lionra, peralto o grande arehitecto do
universo goabdar invioi.wki.mknte tod s ossr-
CSioos !}:;: kv. imif.m confiados por esta res/rita-
vel toja, bem como tudo o que eu nella \iv e ouvir;
nunca escreve los, traca-Ios, grata-ios oudoixar
dalles vestigios de qaalquer manelra que seja, sem
que se me leona dado urna licenca expressa do o
fazer,onessacasofalo-hel do modo que me for
indicado Omsinto se eu vier a perjurar que
o pescoco me seja corlado, o corarlo e as entra-
nhas arrancadas, o meo eorpo inieirnado?Teduzido
a cinzas e minlias cinz;.s lanzadas ao vento, e que
minha memoria flque em oxecracao entre todos oe
macos. ajude >> (71
J \mi:\c. oe ubstre. Juro e prometi ao
gran le arehitecto do universo nao revelar de
maneira algoma a nenhom compaoheiro, aprendiz,
ou profano, s orboo algvm do grao di^ mestre, *
qtt inr tem siiii t han i \ ser confiatas, debaixo das
ponas a que me sujeitei pelos meos preoedeotes
juramentos .... repito lodos os juramentos que
j contralii na ordein.(8)
Juramento do bleito secreto, b Prometi
j revelar a nenlinm boniem, que nao lenha
feito o (.i i ''! i. nsRGRson dos eleitos. Hro-
"i pteenehor escrupulosamente as obrigacoes
grao Me impSe. Sim, eu observarei em
tudo mous (urainentos maconieos ou a m tri
unis cruel espo o meo perjurio.... |9|
Jl'RUfENTO D-? CAV. ROS.V-CRL'Z. i'ioai -ttO.....
retaros sraredos, Am......Ros-Cruz
a nenhum irmao I gr i inferior, nem a profan i
)..- i'i pena de tusar para sempre prvalo da
palavra..., seja o mea c irno a fnite de um rio
continu i languc, soffra minha alma as maioros
angustias, seja meo loito formado p las espinhas
I is, minha nica bebida fl e na>
e emlini perca vx a vmA>JBRRru.v crui, se
: is que vio ser-mu npo l is Pro;
metto outrosim nunca revelar o lugar onde fui
'\. nem por qnem o fui. Grande Arcl-
to d i niv i -1.....ajnd {ifl
,\ si i l istcs b uninav 'i. |uram:nl >s a ti is
:',:-:!' se prestam a n dlvers
p- n I ij is inacotiicas d n ss i p tiz, a n!
, ; ieai mha a fronte de diz r ; ia a
. .<''/ est bem longed? < km i
tecreta, eom i se l no manifest do Grande
0r (ti)
, Pois orna '-i da le r: i impoe co it i con h; io
essencial d'adtqissao tantos iramentos de gnar-
legredos, Dio tem segredosf E' pois asim
qu a-maconaria respeita onomede Deus,cha-
mando-o a cada passo por testemunha de segredos
si I im ?
a maconaria no te i segredos, .para
enta i essa mnitiplicidade i de |t s
nieiacao, que nella slo usados ha at 33 no
./. ? Porventura para se faz ir obras
de b nefic mei precisa-! i a ir ini -: lo suec isst-
v: "i i em l iil > gr s mystic is, imi os clia-
. r un u n I lxo ridiculo do formalidades, Je
:..-- secretas, de toques, do signaes,
i,- mysteri isas, de symbojism is obscuros,
de juramentos horrendos? Pois para se Jo- es
las a viuvas e desvalidos. recisa-so desse ap-
< de tenebrosas iniciacoes, fetas noil
absolutamente fechada a ollios profanos?
znillca tulo isto ?
Significa -diz o regalador da maconaria brasi-
-as diflii'ul lades qus o h une n eacoatra
11 ijrir .i leiles eonhecimeotos os eo-
cimentrs da philosophia maconica-pois que
n ii su | .i aeqoisico dogro-nolailque
pode c nseguir, mas pelo assi la i estado
; i;, i, e pira se presncher e i doi d ices-
saria tuna alma forte, capaz de venceros prepon-
evtgares -os dogmas c preceitos da fteligiio
:> apagar as deas erroo as que -1 ad init
lunie 'Vi ciiii os ignorantesos qne n5o
(12)
'. dzei-Q is, Blhos mnii > amados, ; >' possivel,
>ta disto, desconhecer que lia na maconaria
doutriuas retas, ooe so vao aprendeudo pouco
i, e que nao basta adquirir .aigaem cortos
para cjitheeer essas doutrinas, mas ene-
ire a ',;s' tal estndar, e tornar-se um espi-
bastante forte para romper com as vidas c
irencasque tinha antes de ser macn? Q
n iria i esina nos declara isso em um livro
!i o adoptado em todas as tojas do
>il, anda paderi aigaem vir afflrmarque nao
.; i, ,< ii ti,.r i- de imqe o t
! i) JS > isl laotnaf domis da cretlnlidn I
i os !
Mais: gcgnn-io os eslatotos geraos da macona-
ra lao e i : lera I is com i macona irregulares
Lcloidos da toja, os que revelamos seguros.
da orden'. ua lo o modello d is estafa) is par-
ticulares das bjaj deveOl os irmlos goarlar o
> mvq'i.xi'-.o" _',o s para cornos profanos,
m is inda para coti os macos que nao perten-
o .i asi quaJro i li;
Ainda Urna vez, ha oa ftJo segredos nos , macaneos io imperio ?
Kmfim, Abibliotkeca miconin, qua so-intitula
lirosanicnle nstrjtcra completa do Fraw-Mi-
logo no prologj contradiz-se, afflrmando,
qne m revelar de certo m 4oalguns de seas mys-
teriosii niaeonaria. Logo cala ontros, sem
ibivida os m.,is importantes. E'.co:u elfeito na
' -oxplicacao do symbolismo dos diversos graos faz
e chegando ao
U resaaito
que consagramos aos tres ltimos-graos-que
rizem o Complemento da maconaria esCosseza, e
que se nao devein conferir sena) aquellos irmaos
(|ue porsuainstruccao, virtudes e talentos tiverem
dado sobejai pnwas de os mereceros mais r'.-li-
nados em impiedade-nos acanha de cntrarmos
em seus detalhes... (sic) pelo que toca instruc-
cao, temos toda a raza de crer que os irmaos de
quem tiverem recebido suas iniciar-oes, Ihes hajam
dado a nstrucQ o sufflcente sobre o oojecto que
usjittmos. (W)
Km face do documentos taes ~poder-se-ha ainda
sustentar que a maconaria eulre nos nada tem de
secreta ?
Ou este regulador da maconaria no Brasil, este
livro ritual da seila,onde se leem, alm destas
cousas," tao encomisticas e frecuentes allusfies
aos mysterios, s inieiacoes dos lgypcios ootros
povos anfigos, aflirinando-se ipae esses mytterios
secretos e sublimes sao continuados nos timplos
maconieos, ou este livro, dizemos, desde a
a primeira pagina at a ultima, um OScarneo
pungente laucado face dos macn?, wr se deve
dizer que a maconaria brasileira, portugueza,
fraucoz, a maconaria, em suinma, seja qual for o
paiz em que ella tenha plantado o seu rwo de
acacia, urna sociedade secreta, essencialmente
secreta.
Nao importa que se conhecam os lugares da?
reunioes e at as pessoas que as frequentam, urna
vez que ignora-so o que ollas ahi fazem, e dizem,
a que impulso obedecem; urna vez que estas pos-
soas prestam juramentos tremendos de guardar
segredo sobre as operacoes e determinaces da
si'ita. suas tendencias, meios, lns reaes, e os
mesmos macos dos graos inferiores ignoran) o
que fazem e ramam em seus conventculos os
inaiores da ordem.
Nao, impossivel nega-lo. A maf.onaria"T5 urna
soeiedade secreta.
Ora, nenlium homem, seja qual for sua Heligio,
pjde licitamente ontrar fin associa^oes secretas.
Por outra, ninguem pode entrar em urna socie-
dade secreta, como a maconaria. sem violar as
rogras mais coinesinhas da prudencia, os dilames
da boa razo, as justas exigencias da dignidade
liumana, ein urna palavra, sem coniprouietier a
consciencia em materia que de si gravissima.
A prudencia manda que ninguem se empenhe
em urna assocaeajc;ijos fins reaes ignora; a boa
ftzao dita que nao se preste juramento) de guar-
dar segredos que nao se sabe quaes sejam; a dig-
nidade humana prescreve que nao nos escravse-
mos a cumprir ordens, nao sabemos raaos, nao
sabenus de quem. a medida que nos forem inti-
madas, sob pena de passarmos por nns refracta-
rios, nos traidores, nns perjuros e como taes ser-
illos punidos de niorte.
Ou as tencoes e doutrinas da maronaria sao
boas ou so ms; se sao boas crime, peanle a
consciencia, que fagamos um juramento respon-
sabilisando-no.s, sib'penade morte, a guarda-las
era segredo : pelo contrario a caridade nos orde-
na que as divulguemos para bem do prximo.
Como nao nina abomiuacao que tome um ho-
mem a Deus por testeumulia de que jamis rev
lar a seus maos cousas uteis e boas ? N'o
isto, obrigar-se por um juramanto a faltar cari-
dade ? E se, por acaso, sao ms as tencSes da
seila, so sao falsas e perniciosas as suas doutri-
nas, ento nao meaos Ilcito o juramento que
se prest, pois pede a Justina o a caridade quo de-
nunciemos altamente a oossos irmaos, cujo bem
drwmos procurar, os erros e perigos de urna as-
sociacao tenebrosa em que Iludidos nos alista-
mos. Vio, evidentemente, nao podemos tomar a
Deus por testemunha de calar-nos sobre oque
sabemos ser pernicioso aos nossos irmaos. Pelo
contrario devenios gritar a lodos: sentido, povos I
sentido, governos! nao vos deixeis Iludir : os lns
desta associacao sao mos, suas doutrinas perver-
me sas! Oarigar-nos por um juramento a fazor o
contrario urna immoralidaue, abusar sacrile-
gamente o nome de Deus, fazer um acto con-
(lem.iado por nossa consciencia de horneas hones-
tos e cordatos.
Assim, quer se spponha que os segredos ma-
conieos versam sobre cousas boas ej alis, quet
sobre ms e nocivas, em todo caso altamente Il-
citos so_ os juramentiis exigidos e nao podem
ser prstalos por nenhum liomem de conscien-
cia.
Logo a oonscieoeia e a recta razio, vedam a cn-
Irada as lojaa majonicas.
Mas n io liaMgredos, volvem ainlaalguns. Ser-
\ i-se, dizain, a maconaria desses pretensos mys-
terios, como de urna simples sea para allrabir a
turba dos curiosos, e ret-los na sua rede. Isto,
como j dissemds, nao atienua. antes aggrava a
malicia da seila porque, se assim alm de
iinprcgar ella para grangear proselytos meto tao
ignobii e reprovado, qu.il a mentira, faz confir-
mar es-a mentira eom a religiao do juramento
p o- quantos iofelizes entrara no gremio delta, ou
sao promov los a seus graos, calcando assim a
ceder a ordenl nVste modo em rclarjlo ao magons
dos graos afarjyreS) < e para dis'servir de suas
expressoes, a fazer ella prometer e mesmo jurar
a um irmo submisso a obediencia absoluta a ou-
tro irmi). >Como exclama o principe, faz-se
Erometter ao candidato segredo sem, reser'a so-
re um objeclo que Ihc desconhecido, at loe
fazem jui*r obedecer o que Ihe for coramunica-
do ; e, como se nao fora Distinta, deve era cima
disso proniiitter proteei;o custa de sua vida...
ver o que tratamos c que conheca o que fa-
Z0IUO8 t w (U)
Em urna palavra se a maconaria boa para
que se esconde ? *
Todos os que obram mal, lz a Eterna Sabe-
dora, aborreiem a luz, e nao sahein a ella para
que nao vejam suas ms obfas, temendo seren re-
prehendidas ; mas os que obram bem nao re-
cusara sabir a publico, nem que as suas obras se-
jam vistas de todos, pois sao fetas segundo Deus
manda. (*>)
S es insensatos caminhan em trovas, e a ve-
reda dos impos va dar n'um inopinad) precipi-
cipio !.()
Deus luz, e em Deus nuucahouve trevas;
se R corto (pie estamos unidos a Deas, e nao obs-
tante isso estaotiri trevas, mentimos e nao fal-
lamos vwdade. 9certa ii i|ne se caniinlnmos na
luz.cnm o niMino Sfnbor que vive e-mora nella,
e.ito todos inidon com hile e em sua eompanhia,
gozamos da ntilidade do precioso sangue de Je-
su>Christo, que o- quo palka de todo o pec-
cado. ii (*)
Perianto, como homem de sonso, ainda me-
nos como christo, nao entrare em sociedades,
conlrarias.nclubs, og Oncjfiatmloi conlem.vi-los
pela igrej,utIdeAo ser excluido da partid-
payiodosUnjaCdeJesus -"Chrislo mu Il-d-smp-
tor.
Jcsu-Cliristo nai quer doutrinas e sociedades
..e iniunara secretas
nao importa que ordem desptica, e essa orde n 'K* teolu) filiado piblicaneite no iuhndo, diz
M vfeiripre-eMmoi publicamente na Synagoga,
e no templo onde todos se ajuntavam, e nunca dis-
seconsa algunfa^-oseondidas. (6)
O grande teste nunbo quo Jesi-Cristo di
sua doutrina nao ter sido oceulta. E aos seus
Apostlos liase : Ide, ensinai a todas as a-
mes. (i7)
O queeu vos tectos. (i8)
t Ora, a maconaria nma soeiedade que tem
doutrinas secretas, como j est provado ; lego s
por isso manifesta lla'bem claro nao ter as dou-
trinas de Jesu -Christo. (29)
Em lim, se a maconaria tao innocente como
se aprego, como pikte*ter sido tao repetidjs va-
tes condemnada por tantos papas, por tantos res,
a quei ? a que"? ignora-o ; talvez um bem,
talvez um mal, talvea urna conspiratao contra o
estado, porventura o juramento de renogar a
Deus !... E do ante-mo jurou elle guardar se-
gado, obedecer e at proteger e defcooer isso que
ignora !... (16)
Em verdade e o'hltimo grao dehmiWacjw) e
de degradaco qne posea' soffrer a dignidade da
natnreza humana refierte-aqui um erhite es-
criptor. Nala a eseravldao- em confronto wm
o estado do abjeecao a que se ri'Jm o adepto da
maconaria.
O escravo supporta o sku esta lo por forei. de-
ve-o desgraca do seu asdmiento ou' ao direito
de conquista ; sabe qual o senhor a quem obe-
dece, e nelle nao reoonh-ce o direito de fazelo
obrar contra a lei natural-nenf contra a tel divi-
na O adepto da loja, porm, >grada-se por seu
gostq : empenh-se a obedecer a um dCsconhe i-
ao, talvez a um celtio da monlanha que do fundo
de seu retiro, do fuado de >eu antro, Ihe intimar
como diz o principe Fredecico, >6de ser um mal,
ser porventura una conspiracao contra e*tado,
seratalVez o Juramento de^ren^gar a 'Heos, e to-
dava tem o adepto tie anieMiao jurado guardar
sigredoeoi3edeccrl
l'orlaiito nao podemos deixar de estigmatizar
taes juramentos como contrarios* le natural, e
cmo tal condemaaveis no tribunal da recta ra-
zio. d'(17)
Mas ha' anda oniros argumentos nao menos
ponderosos
Oh amados lilhosl se-jamaisvos vier atenta-
cao do entrar n'um templo maeonico, Par;u un
instante, antes de franquear q prtico, dizei com-
vosco mesmo : Que vou fazer f Sei eu bem ao
certo o que a maconaria ? Um homem reflecti;
do, serio, quo quer guardar sua autonoma e dig-
nidade moral, nao p le resolver-se a fazer urna
aeco, sem primeiro estar bem certo que estaac-
c.io licita. Determinarse a oirar, quando an-
da labora em duvida sobre o valor moral de seu
acto, obrar contra a consciencia, commetter
nma falta. Ora sei eu ao oferto qual a origem,
a natnreza, as tendencias, os meios de aecao, eos
fns reaes dessa- soeiedade a que chamara maco-
naria ?
Ser prudente que eu entre nella as cegas,
e preste um juraraeBto tcrrivel, coinproraettende-
rae a una cousa que eu nio sei se convr ou nao ?
Nao antes este modo de obi ar proprio de levia-
nos ou precipitados ?
O que ser essa sociedade que uns raa^ons
dizem ser a continuaco das antigs iniciacoes do
paganismo, ontros dos hereges Gnsticos eMani-
cheus. ontros de Cromwel que assassinon no ca-
dafalso seu rei Carlos I, ontros dos Templarios,
processados e convencidos de graves crimes v por
isso abolidos por Bonifacio VIII e' relippe o For-
por tantos sabios e homens'filustres? Come tem
succedido que tantos mac.ms notaves e conscien-
eiosos a tem abjurado, o durante a vid i, ou na
hora damor'o protestando contra a inaldado des-
ta seita infernal ?
Tudo isto deve fazer reflectir. Tudo isto de-
ve abalar um homem sensato, e ao meaos faze-
lo duvidar da innocencia dos taes pitias di viu-
03. >
Ah leudes razio, caros limos. Se tod >s assim
retlectissem, por certo que iveuariam cora horror
do limiar das sociedades secretas, ou si, pir les-
graca, sodnzidos e engaad>s tivessem alistado!,
nella seu nome, inmediatamente protestanani nio
querer mais perteucer de m ido algun a taes so-
ciwlades !
Te:no-lo, pois] dem rastrado cora todo o.rigr da
lgica.
A razo e a onscienci nao permiitem a pesaua
alguma l'arte parle da raacunara.
(Cantina i.j
moso ? Estas origens fcio lubricas, e
outras ridi-
insprar al-
iliotli. Mar
etc. Tom. 1 jag^'i.
Ibd.
(7) If.id. Tom. 2. paa.19L WP'
i% lbid. Toin. 1 nflMpr ^
(7) Ibid. Tom. 2 p.TgWl.
I 8) Ibid. Tom. 2 pag. i57.
Ibid. Tom. 3.- />'( (0) Ibid. Tom. 3 pag lt. Allrsat sacrilega
% S- Jess Christo. Veremot depois porque.
MI) Paj.38.
(12) Ibid. Tom. r,.' pag. 278.
d't) manifest di Uaf. do Brasil, pag. 39.
it'O Bibl. Tom. pag. 138-ll'J.
seita aos p, o segundo preceito do declogo ta-
a; vezas, qnantas sao as joieiacSes. fNo isto
zumbar do mod > mais indigno da Divindade ?
Nao escarnecer do Omnipnente estar semprea
chama-l i por testemunha de segredos qne nao
existem i
Portanlo, Pilhoa earissimos, ahi temos logo no
limiar da ni icouaria, um crime horrendo, u perju-
rio, pelo qual preciso passar para entrar Relia,
perjurio, ou porqde cbam-so o nome de Deus
para attestar urna mentira ;ou porque obriga-
se nm homem a fazer o mal, ou a nio fazer q
bem,
Quem presta tal juramento faz urna accao in-
trnsecamente tii-i, (pie em nenliunia circumstan-
cia, em bypothese ncnliuma, pode ser permittda.
\i quem compre um juramento feito, accamula
neceado sobre neceado, niquidade sobre iniqui-
dade, como Herodes peccou prestando aquelle ju-
ramento maeonico de fazer tudo o que Ihe pedisse
a lillia, -seii saber o que ella l!ie ped.ia e pee-
coa de nuvo, coii redobrada malicia cumpriodo
lao iniqm jm-amento, que nao o obrigava de mo-
do algom.
Mas por outras razeos ainda iUicito este jura-
mento exigido pela maconaria.
E illieit i porque exigid i por bomens incom-
petente i, ou s en aatondade para isso. O poder de
pedir juramento s lemne s compete as legitimas
autoridades proptjtas \nv Deus ao gowrn > daso
ciedade religiosa e civil. Quem den aos fi
Mestres e aos Veneravcis das lajas o poder de exi-
gir um juramento desta natnreza ?
E' iiliciio porque so invoca a Deas sob um o-
ra errado, que minea no Christiauismo se don ao
verdadoiro Deus, c imo I go veremos, o nome de
Supremo Krchitecto, omittindo-se maliciosamente
o nome de Deus, ou as pes-oas da Santissiina
Trndade. ipie coDslitnem o nice Deus vivo que
todos os b imens devem Invocar.
K Ilcito pela sua mesma forma, cnireiido es-
so fnramento horriveis imprecacoes, que nenhum
homem de consciencia pode em caso nenhum pro-
ferir. Neste juramento se sujeilam os macons a
ler o v ; i t ido o r ifoo e as entraan ar-
raneadas, o eorpo reduzido a cimas etc. Nunca
nos juramentos exigid is pela igreja e pelo es-
lado, se preferem patarras destas, tao abomina
veis!
Nao : nao podemos dar aos ontros o direito de
nos assassinarem : nao podemos tfypotheear a nos-
sa vida a urna sociujsfle quaiquor, porque nossa
vida de Deus. Isto borrivel !
S Ilcito, emli n, porque se empenha onacon
por este jnranMntu a desobedecer as, autoridades
legitimas Ja igreja e do estado, no cjfco que ellas
o interroguen) sobre os planos ou tramas da seita.
E' verdade que di.'.em que se o papa e os res sou-
besstem o segredo, nao a teriam condemnada, e que
das cavernas mi.oiieas nao podem soprar sono
brisas mansas c favoraveis. Seja, mas tambera
podem l prepararse tremendas tempestades. Se
sto succedera -e pode succeder, pois, o; macons
sao homense podem peccarteriam as autorida-
des legitimas direito estricto de o saber, para pro-
ver ao nem s icial entretanto o macn interroga
do deve desobedecer a seus legtimos superiores,
e isto para cumprir o inviolavel sigil'.o que jurou
guardar no interesse exclusivo da.seita.
Logo, ilhosr delectissimos, o juramento majo-
nico,%considerado por todas as suas faces, iUi-
cito.
Logo a sociedade qne o exige como condicio
indispensavel de admisso em seu gremio, e nos
diversos graos de suas iniciacoes, urna sociedade
que nao sejustillca aos olhos da moral.
E" isto tao verdade que os mesmos macons cans-
cienciosos o reconheceai
Assim o principe Gnilhermo d'Orange, elevado
sem nada saber a > grao de grio-mestre da macona-
ria dos Paizes Baixos,informido por communiracao
da loja isjwanrade Bruxellas que io%aprendizes,
companheiros e mMfrc.i.fignoram o que se passa
cima delles, e decem loaavia por derer e por prin-
cipio, sujeilar-se a todos as decisSes dogmticas
dos graos superiores, e obedecer, sem poder emit-
tir pirecer algvm -eisto sujeilanda-se apena
de morte-estran'jm n'uma circular famosa pro-
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------. i i
(5j Ibid. Tom. 5." pag. 3i2.
enlmente fabutosas, nio nie devem
gura reccio ?
Porque razio, se a maconaria urna sim-
ples sociedade de boneficencia, ou de convivencia
alegre e ainystosa, exige ella, como condQio es-
sencial de admisso, urna promessa jurada de
gmrdar inviolavel o segredo, sob pena de morte?
Que segredo, ou que segreJos soro estes ? Para
que este templo, este altar, estas ceremonias, o
todo tssfl complicado systema de iniciacoes tene-
brosas, de syurolismos obscuros, de lendas extra-
vagantes que se do seriamente como outras tan-
tas historias ? Que qner dizer esse. curioso inte-
resse pelo templ de Solomo, e pelos obreiros que
nelle trahalharam, sobretudo o que ter um tal
Hiram, personagein que viveu ha mais de dous
mil anuos, e cuja morte faz ainda boje derramar
tantas lagrimas aos macons ? O que significa tudo
isso ?
a O que significa essa maconaria superficial,
que se contenta de comer, beber, e divirtir-se uas
lujas, em qnanto por traz della se vo formando
outros concilibulos secretos, que manobrara as
trovas sob a direecio d is altos graos; que, rece-
bem ordens secretas dos GranJes Ocie ites, que rc-
cebeui elles mesmos ordens inda mais secretas de
um centro mysterios.), que d o impulso a essa im-
mensa machina em todo o monda t Para que essa
foruiidavel orgini.saeo dos altas fro$\ chamados
eom razio mytteriosos ? Tudo isso ser s |iara
dar esmolas a viuvas e desvalidos !
Depois | nao devo deseonfiar de ama sociedade
que atfrahe proselytos pelos meios porque os at-
trahe a maconaria ? Nao promeitendo que por
ella acharar lacil accesso aos empregos, as hon-
ras, ao crdito ; que sero tid'Js em conta de bo-
mens alustrados ; que se cabirem em algnm cii-
me, acharad a maconaria' em campo para tira-Ios
da accad da justica e dos Iribanees; em samma,
,: nio lisongeando o interesse, a acabicao, a va-
dade, as paixoes mais torpes, que ella consegue
attrahir para seu seio'tanta multido de bomens de
todas asjerarchias sociaes.
Depois ser possivel quo en, presando-me de
homem cordata e serio, me sujeite s ridiculas
pro vaco s que esta soeiedade impoe aos seos a lep-
tos ? "Eis pelo que tcnio de passar,: IIei de dei-
xar que rae despojen) do rejoffio, eaixa, fiedlas,
anual, e toda prenda de metal; que me vendem
os olbOS com o maior cuidado (sin ipie me dis-
pam o brae > c espadoa e o oelbo direito, que me
obrem o talao d > sapalo esquerd de modo a ter
de tora o calcanhar ; e oeste triste estado me
deixaro ama sala escura, forrada de; preto,
guardada por dentro o por fora por af-Ons lodos
de espada na. E:n seguida o preparador oupa-
drinho, me aprosentar na porta da loja, dando tres
pancadas irregulares ; < se abrirao com eslrnnd
as portas, para fazer crer que se cirrem potados
ferroJhos {textual). Depois de pergnntas e respes-
tas do una fctvolidade inerivol, indaganil>se inui-
to seriamente qaem que onsa porlubar osan-
gustos mysterios, quem iospirou ao candidato o
lesejo de ser macn, que idea faz da maconaria,
=quaodo ainda ninguem lli'o exidicou= outras
tolas formalidades que i absolu11 necestidade obsef
r \r tod u, diz o ceremonial,pira augmentar o em-
barace do candidato I '. = obrigar-me-lio a fazer
com osnlboi tapados tres viageos, eaminbandoat
para trfiz. s ve7.es a passos lentos, s ve/.', apres-
sad is, entre estrpitos e unidos d espadas e
grandes labardas qne se aieondem u se apagam.
Emfim depois de Bngirem querer sangrar-me, de
me l'azerem server nao sei que beberagem, que
elles chaiiiain calis de amargura, ire\ diante da
altar, e dobrando o joelbo mi, toado um cumpa-so
com urna pinta apoia la sobre o paito esquerdo,
prestarei o horren lo juramento queja conheco, e
depois, arrancada a venda, verei todas as espadas
dos macons apuntad.is para niiin ()
Em outras occasioes terei os labios barreados de
nao sei que amalgama, apencado nellespefo vene-'
ravel mediante urna pequea Bolher de pedrciro(M),
e com um puohal em punbo rei ferir manequins
e corlar-lhes a caliera, e voltando loja, dian-
te de todos os macons de espadas desernbainliadu,
txclamarei : .1 cinganra est cor.su nmtda! i-1)
Em verdade tudo isto ti) extravagante e
sioistro qu; nao sei como possa um a sociedade
pratica-lo sem attrahir o horror e o desprese de
todos os i omens sisudos !
c Alera disto, nao me deve inspirar graves
suspetas ver que a maconaria admiti no seu seio
tola sorte de pessons, absolutamente incrdulas
libertinas, cobertas de crmjs, ateos, pantlieist.is,
socialistas, c, o que com todos convive era paz, e
a lodos proclama virtuosos, perfeitos macons, iUus-
Irados, tratando pelo contrario de profanos, de ig-
norantes, de intolerantes e supsrstcosos os que a
ella nao pertencem ?
Ah certo que se devem anplxar a esta socie-
dade as araeagas que Deas faz por Iraias : Ai de
vos os que alarmis que o mal bem, eque o bem
mal ; que as trevas chamis luz, e a luz trovas^
ue queris fazer passar o amargoso por doce, e o'
oce. por amargoso Ai de vos os que sois sabios
diante de vos mesmos, e vos-reputis por pru len-
tes, s porque vos parece Ai de vos que sois bons
e fortes em vossas demasas c excessos de meza !
Ai devs que tendes em vossos coracoes umal-
tis.-imo muro para esconder a Deus vossos desig-
nios e segredos, e que sendo as vossas Juntas ein
trevas, izeis : ? Quem ser aquelle que poder
CQMMERCIO.
PIUCA DO B.ECIFK 28 DE MAHGO
DE 1873.
AS 3 1/2 IIOH.VS DA TAIIIH!.
Cot>ic3ts Hlcinos.
Assucar -('.mal 13><>0 por lo kilos.
AlgoUao -de Macei lJ sorle USHD por 13 kilos
a frote de 7|8 d. e 3 0|'J
Cambio sobre Londres a '.1U d,v. 27 l|8 d. e 27
d., e do banco 20 7|8 d. por l.
Cambio -sobre o Porto a 90 dlv. 98 00.
Leal Seve
Pelo presidente.
A. P. de Lomos
pelo secretario.
ALPANDEGA
Rendimenlo do dia 1 H 27. .
dem do dia 28.....
1,101: li:ij8to
36:715*988
1,139:8294803
Desearregam hoje 2i) de mareo de 1873
Para o Rio (innde d> NorJe, na barcaea
Jo, Valle, cauegaran: Fraga 4 Hucha 2 saceos
com 117 kilos de assucar branfo ; J. L. Hadich I
barrica com 51 dilos de dito refinado ; E. i.
Duarle 3 pipas com 1,4V litros de aguan'ente ;
J. D. da C. Lages 4 barricas com 22i kilos de
assucar refinado.
Para Alagoas, na barcaea Af'/ Vianna,
carregou : F. A. Barbosa 1 Sftln com 60 kilos de
doce.
Para Alagoas, na barcaea Fe em Dos, car-
regaram : J. M. Barros Filhos 4 C. I barril com
9 litros de alcool.
Para aeo, ua ban-aea Uiachuello. carre-
gou ; F. J. da Silva (i barrs eom 570 litros de
agurdente.
Par Mainonguape, na barcaea Flor de Ma-
ra, car egou : J. L. Hadich 1 barrica com 66 kilos
de assucar retinado.
Para Alago ?, na barcaea Verana do Porto,
carrngaram : Souza Junqueira A C 20 caixas com
37 kilos de doce e I barril com 96 ditos de alcool.
Para Mamanguape. na barcaea Boi-ciagem
carregou : M. J. G. da Ponie 2 barricas cora 128
kilos do assucar branco.
CAPATAZIA DA ALFA.NDFGA
Rendimenlo do dia 1 a 27 li:63V<9S5
dem do da 28...... 3'JO*87i
VOLMES SAHIDOS
No da 1 a 27......
Primeira porta no dia 28. .
Segunda porta.....
TerceTra porta .
Trapiche Conceicao _. .
15:013*839
37,065
l'.l
57
238
1,356
58,837
SERVICO MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alfaiid.-ga no dia I a 27. .
Ditas ditas no dia 28. .
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas ......
Xo trapiche Conceicao.....
129
3
4
136
RKCEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia i a 27. 55:9!373
dem do dia 28. ..... l:338i8C0
37,2621073
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 27. M3:53SJI93
dem do dia 28......, 2:222*911
127.758*101
MDViMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 27.
Aracaju e portos intermedios3 das, vapor bra-
silero Mandoln', de 222 toneladas, comman-
dante Julio Comes da Silva, equipagem 16, car-
ga algodo e assBcar : a eompanhia pernambu-
eana.
Safio entrado no din 28.
Lisboa -28 das, Lrigue portuguez Bella Figuei-
renre, de 239 toneladas, capitn Antonio de Bar-
ros Valente, equipagem 1?, carga varios g me-
ios ; Euzebio H. tabello & C.
Navio saludos no mesmo din.
Portes do SolVapor brasilciro Par, coinin n-
diite capitao lenla I'. II. Duarte, carga fari-
nlia de mandioca e ontros gneros.
Liverpoolbarca ingleza Roderick Pul, eapile B.
Johnson, carga assucar.
BostonLugre ingles .1 un W'heaton, capitao Pred-
dle, carga assucar.
com os.ariigo! segn ntes do regnlamenlo de 12 de
Janeiro do 1872.
Art. 13. Os proprietarios ou locatarios das casas
em que honverem apparclhos fonecionando, par-
ticiparo no escrptorio da eompanhia, por e>eripto>
lalado, quali|iier interrup^o no servico dos mes-
mos apparelhos, mencionando a causa que a ella
leu lugar, se for delles conhecida.
Art. 14. Se dentro das vinte e quatro horasse-
guintes particioacd d que trata o artigo ante-
cedente, nio tiver a eompanhia mandado examinar
e concertar o apparelho, os proprietarios ou loca-
tarios o commuiiicarao ao engenheiro fiscal, que
orovidenciar pela forma do art. 15.
Art. 18 O engenheiro fiscal, logo ipie receber a
oiitmuncai;o de qae trata o artigo antecedente
examinar on far examinar per engenheiro da
eompanhia a interruped do servico do apparelho
e a causa desta.
L" Se pelo examc eonheccr-se que ainterrup-
o provm de negligencia da eompanhia ou delei-
te da obra, ser a mesma obrigada a repara-la.s
mmediataniente, sob pena de pagar a mulla de
103000 c |ierda das animidades era quaiito durar
a interrupcao do apparelho.
2." Se, porm, a inierrupco provier de ne-
gligencia por parte do propritaro ou locatario.
os reparos sarao feitos por conla destes, sendo <
pagamento effectuado do mesmo modo que as an-
imidades, mcorrciido na multa de 10*0XW se tiver
liavido proposito ua negligencia.
Repartirn das obras publicas, 27 de feverein
de 1873. '
O secretario.
Feliciano Rodrigues da Silva.
THEATR
Siililmil 221 de iiiiii'C"-
Sobe a scena o importante drama-sacro de
grande espectculo em 4 actos e 5 iniadros, clieii
de transforma-oes e visualidades :
vida e m&as:
DE
S. BENEDICTO
:::;:::::::: u ::::::
Este drama novameiile nionUidn a capricho.
sendo todo o scenario o macliinismos aperfeieoa-
dos para as transformares seren feitas vista
do espectador. .
Fersonagens. Actores.
Fre Ben<.dicto, religipso de San-
Sr. Freita-,
Sr. Thomaz.
Sr Sanios Silva.
Sr. Penante,
li. Bernardina.
Sr. Braga.
Sr. Paita.
Sr. Prosapia
>r. Lyra.
1). (Hympia.
D. Henriquela.
Sr. Procopio.
Sr. Lyra.
espectros, boto.
ESITAES,
v
do
(i 6) Reponse ele.,au~Rupport dla commission
du Grana Chapitre2i Janvi k 1828. Veja-se apu-
blicacao AnnaesMaFon. Tom. IV pag. 138. ,
(17) La Maroirnerie soumise ou grand jouf de
lapublicit a' l'aide de docwnents authentiques.
Ion* II pags. 33 e 34.
18 O Sapato esquerdo di Chlnella.Vh araos tex-
tual da Biblioihec Maconica Tom. 1. pag. 184.
19 Becepoo do Aprendiz, pag. 63 o seg,
20 Ibid. Tom. 3;
20 Ibid. Tom. 3/ pag. 43, ai e 5L
[ 21 Ibid, pag 13, 29 e 3o.
lrigue inuiez Mond mercadorias para altan-
deg.
Bngue francoz Tgphes mercadorias para al-
faiidega.
Brigue allemao Adolpho mercadorias para o
trapiche ConecSo.
Barca portugueza Amelia & Uarique mer-
cadorias para o trapicha Conceicao.
Barca Habana Norme mercadorias para o tra-
piche Conceicao.
Patacho nacional -Jalioatdo -mercadorias para 0
trapiche Coneeicao.
Lugar ingle'.Syringa merca-lorias para o tra-
piche i onceieao.
Brigue allomad -Piut /.Ytaimado para o trapiche
Conceicio, para despachar.
Brigue portuguez Laia I lagedo para o tra-
piche Conceicao, para despachar.
Barca ingleza -Imtataebacalho j despachado
para o trapiche C-mcei/o.
Barca ingleza(ilaurns -bacalho j despachado
i ara o trapiche Conceicao.
Van o- nacional Mandaba generes naeionaes
para o trapiche da eompanhia pernam-
bacana.
Vapor nacional Cururipe gneros naeionaes
para o trapiche da eomnanhia perna u-
bucana.
Barca nacional Suprete-gneros naeionaes para
o caes da eompanhia p H'nambucana.
Inipnrtactlo.
' Vapor nacional m .noaui:' vindod i Aracaju,
manifest :
AlgodaO 149 saceos ordem, 41) a M. 0. Agolar
Bairao. Assucar 183 saceos ordem, Arroz 'ij
Utos.
Banha 6 barrs e 2 caixas a Rocha Lima (c tu-
maraes.
DE-iPAllI S DBEXPORTAgAO NODU 27 t.l
MAltCO DE 1871
Para os pbrios do exterior
Na barca franceza Fgaro, oara o Havre, car-
regaram : E. A. Burle & C. 66 saccas com 4,968
kilos de algedao.
No vapor francez Gamble, para Bordeaos
carregou : >l. J. Pessoa 1 caixa com 36 kilos de
pennas de ema.
.\o brigue austraco Istria, para Liverpool,
carregarain : M. Lathan & C. 388 saccas com
27,6'Jo l|2 Mos dealgodao.
No navio allemao Clio, para o Canal, carre-
garara : Keller & C. 530 saceos coi
de asquear mascavado.
No patacho portuguez Farto, para o Rio da
Prala. carregaram : Amorira Irmaos {{ C. 230
barricas com 27 038 kilos de assucar branco.
No patacho allemj Mirgareth, para o Rio
da Prata, carregou : A. Bastos 171 barricas com
18,888 kilos de assucar branco.
No brigue hespanhel Mito, para o Rio da
Prata, carregou : L.J S. Guimares 12" barricas
11,629 kilos de assucar branco e 200ditas
com 20,880 dit is de dito mascavado.
Na barca portugue/.a Alegra, para Lisboa,
en reg ei : A.' M. Souza Machado 80 barricas com
9,926 Wfos de assucar brance.
Na barca porlugueza Trmmpho, para o Por-
to.carregaram : II. J. da C. Sobnnho 1 barrica
com 36 kilos de assucar branco e 3t)0 saceos com
22,'Oi) ditos de dito ; A. C. da Silva I barrica
com 97 ditos de dito, 1 dita com 72 ditos de farinha
de mandioca, I dita com 43 ditos de caf, 2 caixas
com t(>2 ditos de doce ; J. da C, Martns 4 barricas
eom '>:> kilos de assucar branco e 2 ditas com
230 ditos de dito mascavado. v
ra galera portugueza Asia, para Lisboa,
carregaram : Barros Jnior & C. 1 barrica com
48 kilos de farinha de mandioca ; D. P. Magalbaes
32cocs (frncta).
Para os portos do interior
Para Santos, no patacho allemao Willam
Joseph, carregou : J. F C. Ayres 6 pipas com
2,880 litros de agurdenle e alcool.
Para o Ceari, no vapor nacional Ipojnca,
carregaram : Costa & C. 30 barricas com 1.799
kilos de assucar refinado ; para o Natal. J. M. B.
Filhos & (16 ditas cora 4C0 ditos de dito branco.
22 Isaas, cap. 3. v. 20 a 22 CapJ v 13 e 19.
21 Joan, cas. 3.- v. 20 e 21.
2i Eccl. can. 2 v. 14.
(2a) I Eptst. Joan. fea. v. 7.
(26) Joan. cap. 18 v. 20.
(27)' Math. cap. 18 v. 19.
(28) Math. cap. 10 v. 27.
(29) vid Atalaia contra os Pedreiroj-livres,
onde vem outras citacocs da escriptura e dos pa-
drea.
cora 41,230 ki os
De ordem do Illm. Sr. Dr. director feral in-
terino da instruecao publica, convido ao profsssor
publico de iustruce') primaria da eadeira da po-
voa.au da Gloria d) (loit, Joao Jos Rodrigue?,
que consta achar-se nesta capital, a Comparecer
no aran da 3 dtas a contar desta data nos I secre-
taria, para objecto do servico publico.
Secretaria da instruci;ao publica de l'ernainbu-
co, 2 de marco ce 187!.
O secretario,
___________Aureliauo A I'. 0 Dr. Sebastio do Reg Barros de Lcenla, jniz
de direito especial do commerc/o nesta cidade
do Uecife, capital da pr.nincia de l'ernambuco,
por S. M. o Imperador que Dos guarli-, etc.
Faco saber aos qae o presento edita) viren) e
delle noticia tiverem, que a requerimento de Mo
lavaresCordeiro & C. se acha aberta a fallencia
de Joo Antonio Ferreira, pela sentenca do theor
seguinte:
-A' vista dos assentos constantes de f Ibas 12,28
o 29, e do requerimento de fo lia- 27, e- provado
como se acha iiaver seseado feos pagamentos Jos
Antonio Fcrreira, estahelecid i com laverna no
largo da Penha desta cidade, bei por declarada a
abertura de sua faiteada, a datar de 16 de feve-
reiro deste anno.
omeio curadores fiscaes aos credores Joao Ta-
sares Cordeiro 4 '.., e depositario ao mesmo dos
arestos.
Proceda-sc nos termos do artigo 93 do decreto
n. l-"i'-'7 do 1 de mato de 1833, e publiqno-se este
des aeho por editaos. Cusas pagas pela massa.
Becile 27 de marco de 1873. Sebastio do Re-
g Barros de Lacerda.
E liara qne chegne ao eonbeeimento de todos,
mandei passar o prsenle, que ser publicado pela
imprensa c afflxado nos lugares do costme.
Cidade do Recite, 28 de marco de 1873. Eu
Hanoel Hara Rodrigues do Naseimento, escrivad
o subscrevi.
Sebastio do Rno Barros de Lcenla.
Recife,27 de marco de 1873.-Manoel Hara Ro-
drigues do Naseimento.
Ao sello 300 rs.-V. S. L. ex-causa.-Barros de
Lacerda.
Pela thesonraria provincial se faz publico
que toram transferidas para o dia 3 de abril pr-
ximo vradouro as seguimos arrematacoes :
Sitio dos Remedios por 3:750*000.
Ha Iciras extrabidas da ponte de S. Jod por
36O.) cada duzia de pranchoes.
Secretaria da thjseuraria provincial de l'ernam-
buco, 22 de mareo de 1873.
O offleial-maior,
M. A. Ferrera.
la Mara de Paterno
Antonio Culona, vice-rei das
Duas Cecilias
Mareos, oflicial das guardas do
vice-rei
Barnab, pescador
Anjo Bom
Aojo Mo
Magistrado
Pedro, pescador
Roberto, idem
Joanna, inulher de B rnab'1
Mara, donzea eeciliana
Um ollicial das guardas do vi-
ce-rei
Praneklin
Pescadores, irados, soldados,
etc.
Deaominacad dos actos :
i. A pescado diabo.
i." A l.-ntacao.
3.' o incendio.
4.* Os especiros.
Denominadlo dos quadros
. O milagre.
2." A Baccanal.
3." O Golgotha.
4.* O espectro.
3. A adorco.
6." O gloria.
Este drama j conhecido do Ilustrado publie >
de-la capital, nao precisa de recoininendacao al-
guma.
A empresa julga unteamente aprcsenlar a ira-
balho de um anista que lera merecido os maiores
lomorcs pelo feliz aesempenho que tem dada
no panel de Fre Benedicto.
AVISO AO PUBLICO.
o theatro aeha-se convenientemente armad i
decorado.
As pessoas que fizeram ei'onimendas de cama-
rotes qoeiram proca a-Ios at ao nieio dia de
sabbado.
Principiar as 8 1|2 horas
EATRO
m\m im\wi
BMPREZA
Espiura Penante.
Domingo 30 lo corrente
\'s tt los*;** i3:i iai*de.
Representar-se-ha o apregoad drama em 'i ar-
los, ornado de msica do maestro Noronha.

nos
,BfM se nm
Ti
Pena.
KTSIISlus
rminara i> espectculo com a comedia co Sr.
Oiieni cusa (jhm casa.
O actor. Penante far o papel do g
rnj
rrii
Pela administracao do correio desta provin-
cia se faz publico qne nao tendo sido prvido o
lugar de praticante da mesma por nao terem si lo
julgados habilitados os candidatos qae concorre-
raraao concurso que leve lugar no dia 21 de
feverciro pretrito, fo mareado o dia 20 de abril
do corrente aune para novo concurso.
Os candidatos devorad apresentar at o dia I'.
do dito mez folha corrida e certidad de idade.
O concurso constar de excicicio do calligra-
phia, ortohraphia, arithraetica elementar, compre-
hendendo o aso do systema mtrico, e nocoes ge-
raes de geograplna.
O conheciraen'.o das linguas estrangeiras dar
preferencia.
Correio de Pernambuco, 26 do marco de 187
O administrador interino
Vicente F. da Porciuneuia.
Obras militares.
Por ter sido suspensa a arremataco dos con-
certos do labortitorio pvrotediuico, oreado era
o 18*580, de novo aberta a concurrencia para
a mesma, que ter lugar a 31-do corrente, s II
horas do dia, na repartirn das obras publicas, on-
de'se acha o orcamento : quem quizer encarre-
gar-se de semelliante servico, aprsente suas pro-
postas em carta fechada, na referida hora, dia e
lugar.
Pernambuco, 24 de marco de 1873.
Chrysolito F. de Castro Chaves
Engenheiro encarregado das obras militares.
RECIFE DRAINAGE COMFA.NY
0 lllm. Sr. engenheiro fiscal da eompanhia Re-
eife Drainage manda fazer publico, que tendo sido
at esta data reparados, custa deesa empreza os
dainos causados nos apparelhos, quer por descui-
do dos moradores, quer por negligencia .dora em
anle sero ditos reparos eito de conforiaidade
11-
EMPREZA-YICENTE.
Importante novtdade I
Sabbado 29 de marco
l. REFUESEMTaCO DE ASSIi'.VA:
do drama histrico ein o actos e ora qoa Ir i a -
Megorico de grande appaiato, intitulado
Os jesutas
<


i.
2.
3.a
i."
8.
ann is de
OU
0 baslanh fel-fei.
DRNOMLNACOE8.
acto.A entrega do testamento.
A noute da despedida.
O enveiienainento.
O dia da profissao.
t -Os horrores da aquista i.
Quadro.A expulsao desjesuilas.
A ac^o passa-Sfl em Portugal nos
1G86 e 1C87. ,
O !. acto e o 2. em Coimbra, na casa do ea-
valheiro Edmundo de Castro d'Avila
O 3. em Lisboa, no claustro do collegio de
Santo Anto.
O 4." em Coimbra, no Convento das reh^
de Santa Clara.
O o.* em Lisboa nos carecres do palacio da ia-
qoiaicad.
Distribuic/io.
Edmundo de Castro d*Afilia, ca-
valheiro porsagoez Sr. Florindo.
Alfonso Peres, dito Sr. Santos.
O conde de Castello-nieihor, mi-
nistro de Alfonso V[ Sj. Julio.
O padre Francisco Mansos je-
suta Sr. Plavio.
O padre Nicolao Nobrega, dito Sr. Cmara.
Roberto Goncalves, boticario
de Belra St. Bernaruiuo>






Diario de Pcrnambuco Sabbado 29 de Mareo de 1873.
\
Sr. Pailadelpho
ta*M Valentina-
D. Manuela.
D_ Kml ia.
D. ioanna.
D Olvmpia.
C inquisidor-mr
Alberto, tubo de Alfonso Pe-
res
Leonor, flha de Edmundo
Margai ida, sua aia
Camarina, abbadessa de Santa
Gara
Therexa, novica
Freirs de Santa Clara, padre* jesutas, fami-
liares da inquisicao, criados de Edmundo e sol
dados.
Este drama est posto em seena rom todo o
esmero, sendo os vestuarios e aocessorios todos
novos e proprios da poca.
O seenario exeeutado pelo scenographo L.
Chapeiin, distinguindo-se a deceracao do 4.* acto,
jne representa o coro e igreja do convento de
Santa Clara, e a do quadro aflegorico, represen-
lando a apothose da religiao, D. Jos leo gran-
de ministro marquez de Porabal, na occasiao de
apresentar o decreto que baniu para sempre do
reino de Portugal a eompanlna dos jesutas.
Principiar s 8 1/ horas.
Domingo 30.
Vw 8 horas.
.' rc|ir<>MOii(HC4to
do drama :
Os jesutas
ou
0 bastardo d'cl-rei.
O resto dos bilhetes acha-sc a venda na escrip-
torio do theatro.
VISOS MARTIMOS.
PARA'
Pacific Steam taigaliiin doiiipany
Rojal Mail Sleamors;
At o dia-30 do corrente mez, espcra-se da Eu-
ropao vapor Luzitania, desta companliia.
Recebe passageiros, dinheiro a fete, etc., para
os portes do sul.
O primeiro vapor para a Europa ser o Chim-
borazo, que dever chegar aqui at 23 de abril
prximo, c dahi em diante lera para a Europa am
vapor da eompanlna todas as quinzenas.
I i RA DO COMMERCIO li.
COMPANHIA PKKNAMBICANA
DE
?Vavcgiicito costcira a vapor.
MACHIO, ESCALAS, PEXEDO E ARACAJU'.
O vapor fiqui, rom-
mandante Martins, se-
guir para os portes
cima no dia 31 do
torrente as "> horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas, pas-
sagens e dinheiro a fre.' at as 2 horas da tarde
do dia da sabida : escriptorio no Forte do Mal-
tos n. 12.
PARA'
E' esperado do Hio tic Janeiro a todo o
momento o brgue portnguez Ligro III
que depois eom possivo! brevidade seguir
para o l'ar por ter a maior parte da carga
prompta, e para que Ihe falta, que recebe a
frete rommodo : trata-se eom os consignata-
rios Joaquim Jos Gonealves Rcltro di F-
l!io, rua do Commercio n. '>.
L

i
ss
JBkfe iz&i
.
wm
tapairiiia a \ picana i trajlan
k apeles:-. i..;, t.
Ate odia I purtos de
sul ii vapoi r. comman-
dante Carpinier. a >ois da demora do eos-
lir paro ew-York, tocando no Para
e S. Tbomaz.
Para fre -- as, I con .- gentes
Henrj Porster C, ra do commercio n. 8
COMPAMUABIHIO
lincea, IVtteiIo e Veneajii.
E ateo dia 7 de abril prximo futu-
ro, o vapor Qataode Orle au, d -ta eompanhia.
Rec '> carg i e passageiros p: ra os portos ci-
ma : a tratar cora os se i< c asignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & ('... no seu escriptorio,
ruado Bom Jess n. 57 (outr'ora ra du Cruz.)
Para o Porto
Va i sabir mnitn breve o brgue Portoguei Tri-
tmpko. Recebe carga e passageiros, a tratar eom
Tito Lirio Soares roa do Vigario n. 17.
Real eompanlna de paquetes
inglezes a vapor.
No dia 1 de abril, espera-se dos portos do
tul o vapor inglez eca, commandante H. Bax,
O qual depois da demora do costume seguir
para Sonthampton, tocando nos portos de S. Vi
rente e Lisboa.
Para (retes, passagens etc., trata-sc na agencia,
ra do Commercio n. iu.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^iiu esarao eosteira a vapor.
PARAIIYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEAR, MANDAHU', ACARACU' E GRANJA.
o vapor pojucn,
commandante Moura,
seguir para os por-
tos cima no dia 31
do corrente, s o ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas, .pas-
sagens e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da sabida : escriptorio no Forte do Mallos
a. 12.__________________________________
Para o Rio Grande do Sul
recebe carga a frete a barca brasileira Mimosa, a
tratar a ra do Vigario n. 1, primeiro andar, es-
criptorio de Baltar, Oliveira A C._____________
RISCO MARTIMO
Segunda feira 31 do corrente
Oeapitao Gastn da barca franee-a Auna e Ma-
ra arribada a este porto eom agua abena na sua
' recente viagem de Sanrabaya a Falmouth a or-
jdem, precisa tomar a risco mwijimo cerca de 36
contos de res para pagar os concertos da dita
barca e mais despezas neste porto, dando em ga-
ranta o casco, quilha, arparelbos, mantimentos e
carga da mesma barca.
A adjudieaco ter lugar no confolado de Fran-
ca as 41 horas do dia cima dito, sendo feita a
juem por menos fizer.
Tara o referido portosegue c>m poucos^ias
de demora o brigue pertuguez LiyeirelII,
capito e pratico Nobru, por ter mais de-rfous
tercos do seu carregauKiuto prompto, e para
o qe lhe falta, que recebe n frete cowtno-
d: trata-se eom os consignatarios Joaquim
Jos Gonealves Del trio & Filho, ra do
Onimercio n. 5.
> ...____,..- '___ ... i. Mi
Para o Porto
pretende sahir muito breve a galera pottogueza
Sitea Fama II, por ter grande parte do seu earre-
gamento prompto ; recebe carga qne lhe falta a
presos mdicos, etarabem passageiros, para os
raes tem ptimas accommodacoes : trata-se eom
L. Soares, ra do Vigario n. 17.
Para a Bahia
o hiate Gaaibaldi sage nestes poneos dias : para
o reste da carga trata-se eom o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, ou ra do Amorim n. 39.
vros, I mappa, 1 globo seographico, 1 nwchina
de costura (perfeit), i weaa eom iogo xadrez,
1 taboa e podra? (J4>go de gao), aibides, ve-
nezianas, i tioteiro cora -campa.
Urna mesa bslica, t guarda-loura, i aparador
armario, t qnrtinbera, \ relogio, 1 sof, 24 ca-
deiras, 2 lavatorios, I qnadro dourado, eom llores
de cera, 1 apparelho para jantar, 1 dito para cha,
compoteiras, garrafas, copos, clices, porta-garra-
fas, bandejas, cuberas de rame, objectiw de
electro-pate, tantos para jardim, vasos |iara fl-
n.'r, escadas de al ira-, mesa e taboas de i*mjuiu-
inar, mesas e ttvm' de lainha, e^ulros obradas
de rasa de familia.
IJII.MA-FEIUA 3 E ABRIL
No primeiro andar do sobrado da ra Impe-
ra tri zn. 12
Jos Henrique Trindade, tendo de fazer urna
viagem ao Rio de Janeiro, levar a leilo por in-
tervencio do agente Pinto, os movis e mais abjec-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra da I injiera triz n. 12,
onde se eflectuar o leilo no dia cima.
O leilo principiar s 10 Vi horas c7T. ?s=to.
LEILOES.
LEILO
DE
cerca de 500 jacazes de bamb.
Hoje
s 11 horas.
O agente Pinto levar a leilo) a requerimento
do capito da barca franceza Atine & .Vari, arri-
bada neste porto na sua recente viagem de Sou-
rabara Falmouth, ordem, eom licenca do Sr.
inspector da alfandega, em presenca de um em-
pregado da mesma repartico para o fim nomea-
do, por antorisaeib do cncarregado do consulado
de Franca, e por conla e risco de quem pertencer,
cerca de 500 jacazes de bamb vastos, perlencen-
tes carga da referida barca, e existentes no ar-
mazem alaiub'gado llaio do Livramcnto, caes
do Apollo, onde se eflectuar o leilo, s II horas
do dia cima dito.

LEILO
bons
DE
Hoj
e
s 11 horas da manila.
armazem na Duque du Cavias n. 0.
O agente Pestaa fara leilo, hora e lugar
cima indicados, de plantas, arvoredos, flores, Ic-
gumes, os mais lindos e mais novos que tem vin-
do a este mercado, e serio vendidos sem reserva,
em razio de sen dono ter de se retirar para a Eu-
ropa no primeiro vapor.
LEILO
DE
urna casa terrea edificada de novo, a mo-
derna, ra de S. Joao n. 77, rende
25$mensaes.
SEGUNDA-FEIRA 31 DO CORRENTE.
Pelo agente Martins; no armazem da ra do
Imperador n. 18, onde llavera leilo de mais duas
casas terrea : as II loras do dia.
LEILO
DE
duas casas terreas na ra da Poeira, edifica-
da fin terreno proprio (na freguezia do
Poco da Panella.]
Nc^'iiiidn-icfn 31 O agente Martins levar aJeilo, roflurimen-
todeManoel Duarte Rodrigues Pinte e por man-
dado do lllm. ,-r. DrTjuiz ejpocial do commercio,
duas casas terreas ra da Poeira. freguezia do
!' i da Panella.
No armazem da na do' Impera 1 :' n. 'i'1, s 11
loras d dia cima.
D
todas as fazendas, armaco emais utenci-
lios existentes no armazem incendiado da
ra do Vigario Tenorio n. lt.
TERCA-FEIRA I DE ABRIL.
A's 11 horas.
A requerimento de madama Rosa Adour, e
mandado do lllm. Sr. Dr. iuiz dedireito especial
do commercio, o agente restaa (ara leilo por
emita e risco de quem pertencer. de todas a* i'a-
zendas, miudezas, armaro e mais utencllios exis-
tentes no armazem incendiado ra do Vigario
n. 10, no dia cima mencionado, as 11 horai da
manila, no nvsmo armazem.
IILAO
DE
MOVIS
S< ado : i piano, eadeiras, i secretaria no, eadeiras de bracos, 2 grandes mesas de jan-
tar, rnezdes para aula, pedia de fazer comas,
mesas redondas, 1 sof de amarello, cande
de yaz, irandelas, bombas de tirar agoa, por-
tas, cancellas, taboas de pinito, telhas de zinco,
apparelhos de jantar o de almoc5, talheres, co-
pos, clices, comeres, compoteiras, estantes, ca-
bids de parede e um trem de eosinha.
TERCA-FEIRA 1DE AHRIL
0 agente Martins tara leilo de lodos os movis
cima, pertenecntes ao coUogio que funecionava
no sobrado da na do Hospicio n. 70, os rjnaes se
acliam nmito bem conservados, e alguna novos.
O leilo ter lugar no andar terreo do sobrado
n. 79 da na do Hospicio, as II horas do dia.
LEILO
DE
Fazeiidas miradas
CONSTANDO DE :
niaJapolcs, algodes e chitas.
TERCA-FEIRA 1 DE ABRIL
s 10 li2 horas em ponto.
O agente Pinto levar a leilo, por ordem de di-
versos, e por conta e risco de quem pertencer,
differentes fazendas, parte de voluntes arariados
a bordo do vapor inglez Student, na sua ultima
viagem a este porto; o leilo ser effecluado s
f0 1|2 horas do dia cima dito, em o escriptorio
do referido agente, ra do Bom Jess n. 43.
Leilo
DE
chapeos de castor branco, altos, chapeos do
Chile e ditos de seda preta
Terca-fcira 1 de abril.
s 11 horas em ponto.
Por intervencao do agente Pinte, em sen es-
;riplorio, ra do Dom Jess n. 43.__________
GRANDE E VARIADO
LHlilO
DE
excellentes movis, boa lou$a e finos crys-
taes.
A saber:
Um piano forte de Blondel & Wignes, ^ eslante
para msicas, I cadeira para o mesmo, 1 mobilia
(massica) de Jacaranda, i mesa de sof, quadros,
jarros para flores, 2 ricos candieiros a gaz, de
crystal, i figuras de hrone, 4 castijaes e mangas,
3 lancas o cortinados, tapetes, escarradeiras e es-
leir fofro da sala.
Urna toylete de Jacaranda, 1 lavatorio eom pedra,
mesa de" jogo, 1 mesa redonda de charao, 1 ca-
ma eom colxo de mola, 2 guardas-roupa, 2
guardas-vestidos, t espelho e 2 camas de ferro.
Um secretaria de mogno, 1 estante, diversos li- i
movis
Senda:
Mobilias completas de Jaca-
randa, amarello e de junco, to-
das eom lampos de pedra mar-
more, guarda vestidos, camas
francezas de jacirand e ama-
rello, guarda loucade varios fei-
tios, aparadores de differentes
go^tos, commodas, guarda co-
mi a, espelhos dourados de di-
versos tamanhos, machinas de
costura, eadeiras de ferro para
jardins eterraqcs, mesas elsti-
ca, i piano francez de 3 cordas,
lavatorios, mesas para advoga-
dos, relogio 4 de pare Je, ditos
de algibeira, coirenles para re-
logios, crystaes, carteiras para
escriptorio, objectos de prata,
eadeiras de balanco de vme,
mirquezas largas e estreitas, 1
sof de Jacaranda e 2 conqolos
de di o eom pedra, eadeiras coin
r3fas para escriptorio e piano,
I grande carleira homaipathica
de tintaras', eadeiras de bjlan-
c;o, 1 guarda roupa eom espe-
lho, e muito? ou'ros artigo.* do
u-o domestica qneestiirao pa-
tentes na
quarta-feira 2 de abril
SA
FEIIIA SEMANAL
I6=rua lo Imperador n. 16
Armazem.
Una mobilia de ferro para jordin, 21 globos de
vidre cortado para illuminaco, i espelhos doura
dos, 1 lanterna mgica e 4 ettagers.
rnia mobilia de palha, mesas de jogo, eadeiras
avulsas, mesas de ferro, pannos para mesas, can-
ieeiros a gaz, tapetes avulsos, 4 serpentinas, ea-
deiras de balanco o muitos ohItos objectos.
Carros e cavados.
Um cop, I victoria francesa, 1 carro america-
no, (novo) 1 cavallo preto para sella, 1 dito mella-
do para rahrmlet, I parclha de eavajlos rosilhos
pretos, 1 dita rudada e I ti Ka rosta.
OUAKTA-raRA Ifi UE ABRIL.
No primeiro andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. 63.
Jlo Cavalcante de Albuquerque, tendo de fazer
urna viagem Europa, levar a leilo por inter-
vencao do agente Pinto, os movis, crystaes, objec-
tos de electro-piale, obras de prata, e mais objec-
tos cima .mencionados, existentes em casa de sua
residencia*, montada apenas ba um anno, ra
da Aurora n. 63.
0 leilo principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos e differentes os lotes, constantes do
cathalogo em poder do mesmo agente, sendo que
os pretendentes podero examinar o bom esta
do e apurado gosto dos referidos objectos na ves
pera e dia do leilo.
VISOS OVERSOS
CaixeiiNi
OBerece-se um moco eom bastante pratica de
fazeadas e molbados para caixeiro, dentro ou
fra desta cidade, dando fiador de sua conducta :
na ra Duque de Caxias n. 70, 3" andar.
Loja
INST TUTO ARCHEOLOG
CO E CEO-
DE
urna caixa eom vaquetas, I dita eom be-
zerro, urna dita eom sola de lustro e '2
eom mnrroqnins, urna dita eom botinas
avariadas para senhoras.
Sext-fefra -i s 11 horas.
Por intervenjao do agente Pioho Borges,
seu escriptorio rua do Bom lesos n.S3, primei-
ro andar.
OVfl LEILO
NA
S
J
a
4 na de Mareilio Das n. 08 f outr'ora rua
Direita.]
-Sabbado 5 de abril.
AS II BORAS DA MANHA
0 agente Pinito Rorges, competentemente auto-
risado, vender em leilo a referida loja.aqu.nl
se acha sortidade calcados naeionaes e estrangei-
ros, duzias de marroqaios, ditas de bezerro. sola e
todas as pertencas e mais aviamentos neeessarioa
para o fabrico de calcados : propria para qnal-
luer principiante, por se aehar em boa posicS > e
bem afreguezada.
Para qualqner informaeo os Srs. pretendentes
pedem se dirigir ao escriptorio do referido agente
a rua do Bom Jess n. 53, primeiro andar.
0 leilo ser eli'ectuado na supradita loja.
no escriptorio do referido agenta rua do Bom Je-
3us n. '*:).
GRAPHICO PERNAMBUCANG-
Em observancia do artigo 27 dos respec-
tivos estatutos ter lugar a 1.a sesso ordina-
ria do corrente anno acadmico terra-feira,
i. d'abril prximo, pelas li horas da ma-
nfai.
ORDEM DO DIA.
1. Posseda nova mesa administrativa e
commisses da casa;
2. Pareceres e trabalhos de commisses
adiados ;
3.* Discusso do ornamento proposto para
o anno social de 187374 ;
4. Leitura de urna memoria sobre a po-
voagao do P050 da Panella, sua fundacao e
erec^o de Nossa Senhora da Sade, hoje
matriz d'aquella freguezia, pelo Sr. major
Salvador Henrique d'Albuquerque.
Secretaria do Instituto, 28 de marco de
1873.
J. Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.____
D. Luiz de Souza da Silveira nao ten-
do podido despedir-se de seus amigos, pela
rapidez de sua viagem, pede disso desculpa,
offerecendo seu limitado prestimo no Rio de
Janeiro, onde pretende demorar-se._______
COMPNHIA
DOS
TRILHOS URBNAOS
DO
Recife Oliiida e Belicrbe.
Devendo ter lugar no
domingo 30 do cor-
rente, urna corridade boi
no pateo lo Carmo, em
Oliuda, esta eompanhia
expedir na forma do
costume, os trens extraordinarios que a
illluencia de passageiros exigir, e de que a
mesma eompanhia puder dispr, alm dos
Irens ordinarios indicados na tabella em vi-
L'or.
Escriptorio da eompanhia, 20 de marco
le 187:!.
O gerente interino,
Laurentino .los de Miranda.
IrRiandade de Sania Cecilia.
De ordem da mesa regedora desla irmandade,
sao convidados todos nosaos irroos professores,
para ?e reunirem em mesa geral no dia :H do cor-
ren!1 ni-", s 1! horas da nianha, alim de tratar-
se de interesse di mesma irmandade.
Consistorio da irmandade de Sania Cecilia, 27
de mareo de 187-"!,
o secretario,
Rololpho Mnmeile do mural.________
Preeisa-se de um caixeiro oe 12 a 14 an-
Dos de idade, rom pratiea de (averna : a tratar na
Iravessa do Poncin'o n. 7.__________________
casa:
PARA
A junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
predio da na do Commercio
n. 17, sendo um andar e ar-
mazem eom grandes com-
modos e' eom fundos e salu-
da para o caes, proprio para
armazem de gneros de em-
barque: trata-se na rua 1.
de Marco, outr'ora do Crespo
n. 13, eom Antonio Correia
de Vasconcellos.
Aiuga-sea loja dosohrado n, 11 da rua de-Bor-
las : a iratar na rua do Irupcrader n. 75. loja,
das 9 as 3 da tarde.
Casa
Aluga-se o andar do sobrado da rua do Im-
perador n. 38, lodo forrado e piolado, proprio pa-
ra qualquer escriptorio ou sociedade : a tratar na
rua do Imperador n. 7o, loja, das 9 s 3 da tarde.
O Dr. Antonio de Vasconcellos
Meneies de Drummond, agradece
summamente a todos os seus esti-
mareis prenles, amigos, collegas,
discpulos e mais pessoas, que por
convite oos, e espontneamente ou-
tros, se dignaram de prestar-lhe a
subida fineza de assislir, na matriz da Roa-Vista,
s exequias feitas ao cadver de seu presadissimo
filho o Dr. Antonio Luiz Ferreira de Menezes Vas-
concellos de Drummond; e d'nhi acompauliar o
seu fretro at o cemiterio publico.
Outrosim, pede Ihes muito encarecidamente o
especial obsequio de concorrerem s missas, que
serio celebradas n'aquella mesma igreja, por alma
do dito seu mu saudoso filho, sabbado, 19 do
corrente mez, pelas 7 horas da manda; o que
ainda far subir de ponto a acrisolada gratidao,
que desde j, para sempre confessar dever-lhes.
Recife, 26 de marco de 1873.________^__
AttenQo.
Acaba de chegar navio de Genova eom ladrilho
de mariHorc, de 10, 14 c li pullcgadas, e pedra
de luzerna mui rija, e por tan propria para ladri-
Ihar ariiiazens : so desenidarra a (pie lor vendida-
arfui, no armazem de K. A. Hurle > C.
Gah&teireiro
Prccisa-se de ottciaes de barhcn c, ral^llei-
reiro : na rua da Lideia do llecife u. 51, pri:
tneiro andar.
Offercce-se um rapaz brasileiro de 15 a 16-
annos, para caixeiro de miudezas, fazendas, ou
outra cousa semelhante : quem precisar dirja-
se a esta typographia, que se dar as informa-
coes.
Amas
Augusta Halllny Dantas.
Antonio Jos Dantas, Francisco Gonealves Netto
e sua mulher Emilia Adelaide Netto, por si, e em
nome de seus respectivos prenles, agradecen) d >
intimo d'alma, a todos oschristos que caridosa-
mente assistiram s preces e enlerramento de sua
t.-io querida esposa, cunhada e mana. Augusta
Halliday llantas, e rogam aos mesuios
christaos caridade de assistirem s missas do
stimo dia, que serao resadas na igreja matriz da
Roa-Vista, das 6 1/2 s 8 horas da manda de sab-
bado, do corrente.
HotUe inihi eras tibi.
Joao Baptista Fernandes.
Manoel Ferreira Garrido, agradece do fundo
de seu corceo a todas aquellas pessoas que to-
maram parte na dor e pezar na inerte de seu
prezado e infeliz amigo Joao Baptista Fernandes,
e que se dignaram acompanhar ao cemiterio pu-
blico, seus restos morlaes, e convida as mearnas
pessoas, e a todos seus amigos ; conhecido, pan
assistirem a urna missa que, pelo eterno repouso
da alma do mesmo, manda celebrar no dia 29
de corrente, s 8 horas da maohi, na igreja do
convento de Nossa Senhora do Car.no, pelo que
desde j se confessa eternamente grato.
bons movis, finos crystaes, objectos de
electro-plate, prata do Porto, carros e
eavallos.
Um piano forte do afamado fabricante Kertz, I
mobilia de Jacaranda a Luiz XV, 1 cadeira para
pianno, 1 jardineira, 2 devans, 4 grandes espelhos
dourados, 1 dito oval, finos jarros e vasos para llo-
res, 6 sanefas escultadas e cortinados, tapetes avel-
ludados, escarradeiras e i almofadas bordadas.
Urna mobilia estufada, 1 secretaria, muitos e
differentes quadros eom finas gravuras, 1 lustre
de crystal eom i bicos, outros de dous bieos e pe-
dentes para gaz.
Dous guardas roupa eom espelhos, 1 guarda
vestido, 1 toilette, 1 lavatorio, 1 guarnicao de por-
celana de svre, i espelhos dourados, 4 capiteis, 4
jarros. 8 ricos quadros a oleo,- 6 porta-joias, mesas
de ferro eom marmore, 1 jogo de xadrez, 1 relo-
gio de mesa, tapetes de pelle de cajneiro.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 aguia, 1 ri-
co cortinado de fil bordado, I sof de Jacaranda,
1 mesa de cabeceira, 1 mesa de ferro imitacio
de charo, 3 lancas e cortinados, 1 reposteiro de
seda, 1 commoda, 1 sof,*tapete oleado e esteiras
forro das salas e quartos.
Um lustre de crystal, 1 mesa elstica para H
pessoas, 24 eadeiras demogno, 2 guardas-louca
envidracados, 2 aparadores eom tampos de pedra,
2 mesas cem pedra para trinchar, 2 aparadores
torneados, 2 quartinheiras, 2 relogios dourados, 7
quadros dourados eom finas gravuras, ti lancas e
cortinados, porcelana para cha e jantar, 8 duzias
de chicaras e pires.
Objectos de fino crystal.
Garrafas, fructeiras, porta-queijos, compoteiras,
copos, clices e saleiras.
Objectos de electro-plate.
Urna rica fructeira cora 3 ordens, 4 ditas eom
pratos de crystal, t resfriadeiras de champagne,
1 cesta para pao, escova e bandeja, salvas, des-
sancos para facas, letreiros para garrafas, colhe-
res, garios e porta-licor.
Objectos de prata.
Um apparelho para cha, 1 guarnicao para toilet-
te, 4 casticacs e i palmatoria, 1 vaso para punch,
1 faqueiro dobrado, garios, facas, colhere?, trin-
chantes, salvas, copos, 1 cesta para pao e 1 pali-
teiro.
AilEWCAO
Continase a fornecer almoeo e jantar para
fra por preco commodo e eom promplidao : na
rua estrena do Rosario n. 35, 1, andar, casa de
familia.
Hospital Portnguez de Bene-
ficencia em Pernambuco.
Para conhecimento dos socios deste hos-
pital, fazem-se publicas as seguintes delibe-
racOes, tomadas pela junta administrativa
em sesso de 16 de corrente.
Os socios que desejarem ser tratados as
enfermaras do hospital, bastar para serem
admittidos, que provem ser socios e estarem
em dia no pagamento de suas mensalida-
des.
Outro sim, deliberou a mesma junta que
fosse celebrada pelo capello no oratorio do
hospital, urna missa por alma do socio que
fallecer, devendo ser apresentado ao respec-
tivo provedor o diploma do socio que nao
fallecer no hospital, afim delle fazer execu-
tar essa deliberarlo.
Secretaria do Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Pernambuco, 20 de marco de
1873.
Luiz Duprat,
Secretario.
Gozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro para o
hospital portuguez : a tratar no mesmo hos-
pital, ou na rua Primeiro de Margo, ou-
tr'ora do Crespo, loja n. 13._____________
Offerece-se urna mulher capaz para fazer
eompanhia a urna familia, e presta-se a alguns
servicos, e principalmente a costura : quem pre-
cisar dirija-se Boa-vista, atraz da matriz n. 13.
Precisa-se alugar duas amas ; urna para
engommar e cuidar de outros servidos do-
msticos, nutra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na rua do Capibahbe n. 40.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar, forra ou escrava : na rua do Duque
de Caxias n. 22, 1. andar._________^__^__
\ IVIfl Precisa-se de urna ama para cozinhar:
Li.ui.tt na ,na rjjrejta n, iq.
Precisa-se de orna ama forra ou escrava pa-
ra o servico de tima casa de pouca familia de bons
costumes, e de mcia idade, na rua de Hortas n. 48
1* andar._____________________^____^
Precisa-se de urna ama escrava ou
a para comprar e cozinhar : na
da Roda n. 46, 1 andar.
AMAsr
Urgencia.
Preeisa-se de urna ama de
leite, que o tenha bom e
abundante e sem filho. pa-
ga-se bem: a tratar no pri-
meiro andar desta typogra-
phia eom o administrador.
Ama para casa de familia.
Na iravessa do Duque de l'axias n. 3, 1" andar,
precisa-se de nina ama livre u escrava, para
cozinhar c ontros servicos proprios de casa de
familia. Paga-se bem agradando.______v
Atyii Precisa-se de urna amacozindeira, for-
.Allltl ra on escrava, paga-se bem : na rua do
Aragio n. 37. *
Desembargador Antonio
Baptista Gitirana.
M. J. M. B. convida a todos os prenles e ami-
gos do fallecido desembargador Antonio Baptista
Gitirana, para assistirem a missa que pelo re-
pouso eterno da alma do finado, manda ama-
nhi, vigsimo dia do seu passamento, rezar na
eapella do cemiterio publico, pelas 7 horas da ma-
nha.
t
Escrava
Quem preei ar de nina escrava de 13 annos pa-
ra o servico interno de casa de familia, dirija-se
rua do Catinga n. 11.
u abaixo assignado lend > perdido a cautella
n. 327 R, da casa de penbores da iravessa da rua
das Crazes o. 2, vem por esto prevenir ao mesmo
proprielario que n^n entregue os objectos cons-
tantes na mesma cautella. seno n son proprio
dono. Recife 26 de marco de 1873.
Jo2 > Km rican i do Albuqnerque.
Francisco is da Costa Kibeiro, tendo de
retirar-se para a Europa, julga nada dever nesia
praea on lora dalla, mas, so aignem Fe jnlgar sen
credor, queira apresentar snas contas ou litlos,
para ser pago, no praso de iros dias.
Reeil i, fi d mi reo de 1873. ______
Engommadeira.
Lava-se ir se eom asseio e prompti-
dao p'r i ; i is que em outra qnalquer parte : n i
bceeo do Qui.il: i n. I'i. freguezia da Roa-VMa.
" os Hio- de Agostinho Jos da silva. los
Gonealves dos Santos u Silva i; Antonio Gonealves
da Parias e Silva, veem por meio deste prevenir
ao publico que leera de pedir por meio do pre-
sente urna esmola, a qual lem pi r lim acudir a
perdade l:609| que sen velho pai perder da es-
t.vao da Jaqueira estaco da rua de Santo Ama-
ro, quantia esta ; irl aconte a orpliaos, e que,
como thesoureiro dojnib respectivo, tinha de -
sfazer vista dos mandados que lhe foram
aprcsi otados no dia 26 do rrente ; e por meio
do presente apn sentar-se-bao rogando a caridade
dos benignos corajocs a qoem lhe fr pedido, a
concorrer para ta justo fim, atleodendo lambem
a sua idade, pobreza, ; quasi loucura em que se
arda eom seiiielli.ini:1 perda._________________
ESTRADA DE PERRO
DO
Recite .Caxang.
Tendo-sc verificado laltarem 500 dos hi-
Ihetes recebidos ltimamente da Europa, os
quaes foram subtrahidos antes de chegarem
a este escriptorio, pelo prsenle previno a
quem os liver, que nao tem ellos valor ne-
nhuio, visto que a serie em que esto ellos
eomprebendidos nao ser usada.
Escriptorio la eompanhia, 24 de mareo
le 1873.
R.C. Balterbe,
______________________Gerente.
Perdeu-sc no da sabbado, ou furtaram un
oeulo ii". curo eom urna sida de prata no meio.
tendo tendo sido perdido ou furtado da
tnesouraria da capatazia da alfandega, es-
tando dito oeulo dentro de una caixa de pao en-
vernisada de ainarellueom lampa de llandres; se
alguma pessoa acliou, querendo fazer o fawr de
entregar ao dono, pode procurar na rua do Ara-
So n. 18, ou annuneiar para ser procurado, sen
o offerecido aos senhm-es ourives terao a bon-
dade de nao compraran e sim tomar do vendedor
e annuneiar, quem quer que seja offerecida.
Pro isa-se de nina ama para cozinhar: na
rua da Aurora n. '\'\.
-Precisa-se de um caixeiro de 1(J a iS asnos
de idade, para taverna c de fiador a sua conduc-
ta : no pateo do Terco n. 82.
Ifluniriuumi
i GAISOETE I
Mecco-cirnrgico
RUA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. NKES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTE1RO.
ESPECI LFA0ES.
Molestias e opersQoes de olhos.
Cura radical] e instnnUDea dos
eslreiUmentos Consultas: Das 7 s 10 horas'
d^ manhS.
A Chamados: A qnalqoerbora.
*^J t
.1.JL \J JL
Est encouracado !! !

Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
iscrivSo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. :!G. con-
cluir aqnelle negocio qne S. S. se comprometten a
r. pela terceira chamada deste jornal, em
Bns do lezembro de 1871, e depois para |
.,;,- .u reverciro e abril de 1872,e nada ron
9 por este ni ilivo de novo chara Iu ra lito
iim, pois s S. se dcvi lemlirar ou negoi o
,e mais >ie o! i aira ; .-. Sr. seu ulh
ichava oesla cidae.
0
m
m
m
IIEIMCO-CIKIHCICO
DO
D-. .1. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Rua do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 doras s 10 da manda.
Chamadas a qualquer dora.
*
&
2SS000
Quanto M paga p)r urna cozinheira ou cozinhei-
ro para una casa de 4 pessoas, preferindo-se ti-
cravo : a tratar no Corredor do Rispo n. 39.
O
M
Rap areia fina da Bahia
DE
Moreira & Compartida
O abaixo assignado, nico agente dessa
fabrica, avisa ao publico que tem aberto
o deposito de dito rap, no seu escrip-
torio rua do Vigario n. 21, onde os
freguezes encontrarao sempre a quan-
tidade que precisarem.
Recife, 29 de abril de 1872.
Domingos Alves Matheus.
Cliai'llIcil'IIS
Precisa-se de alguns o paga-se bem, para traba-
Ihaj em charutos linos, no Becco Largo ns. 1 A e
2, no Recife : na metma casa compra-se Diarios
velhos^__________*
Aluga-se a casa terrea da rua dos Guarara-
pes n. 12 em armazem, eom um sotao grande e
quintal taibem grando, proprio para coxeira ou
outro qualquer negocio : a tratar ao p n. 10 ou
na Boa-Vista rua do Rosario n. 26.
&$ aHMG*96N* ***
Sociedade recreativa harmo-
na luso-brasileira
De ordem do Sr. presidente convido a lodosos
socios a compareccrem na sala desta sociedade no
dia 28 do corrente mez, s 7 1(2 horas da nonle,
para se tratar de negocios tendentes mesma.
Sala das sessoes 2."i de marco de 1873.
A. do Reg Santos
___________________I" secretar o._________
Rideiio & (amitlo provinem aos devedoies
da firma qne gyrdn son o litlo de Chrispiano &
Paredes, na p idaria da rua Vidal de Negreiros n.
157, que so deven pagar seus dabilos aos novos
proprietanos sopra ditos, nao se attendendo a ro-
emos que nao sejam sellados pela competente re-
partico eom data posterior ao presente annun-
cio, e as inesinas condicSes os curadores da ami-
ga firma de Francisco Jos de Campos Pamplona,
rogando-se a todas aquellas pessoas que se lea-
ren) devendo aquellas duas firmas, o favor de en-
lendereni-se, no prazo de 30 dias, eom os ditos
proprietarios.____________________________
Foi denunciado pelo promotor publico inte-
rino da comarca do Limoeiro, Manoel da Assump-
vo Santiago, o advogado Francisco Leandro Bor-
ges, pelo crime de injurias escriptas, dirigidas
contra o integro juiz de direilo daquella comarca,
actnal presidente da provincia da Parahyha do
Norte, Francisco Teixeira de S.i. Felicitamos ao
Sr. promotor pelo modo inteligente, honesto e im-
parcial eom que se tem portado, e continua a diri-
girse no desempenho de suas funecoes.
O matulo de Rom Jardim.
Precisa-se de um menino de 12 a li annos
annos para taverna, emfiora nao tenha grande
pratiea, comanlo que seja de boa conducta : na
rua Imperial n. 190.
N. 15200
0 Sr. Jos Rernardino Correia de Barros
mado rua do Crespo n, 20, a negocio.
cha-
Irmandade dos Passos do
Corpo Santo.,
A meza regedora convida a todos os irmaos a
comparecer na igreja do Carmo as 3 horas da
t^rde de sexta feira 28 do corrente mez, para en*
corporados acompanbarem a procissao do Se-
ndor Bonv Jaaus dos Passos que lem de vir para
a matriz nb Wrp
irpo
O EsenV
X. Ribeiro de Andrade.
fiuem quizer dar 3\) por k mezes a juros
de 2 por cento mensaes, eom garanta em um mu-
"atinlio de 13 annos annuncie 4
Cozinheiro.
meisa-se de um cozinheiro muito bom : 4 tra-
tar na rua da Cruz n 48.
j
r







Diario de Pernambuco Sabbado 29 de Marco d 1873.

AOS 5:000#000.
Esli vendaos Mizos buhles da lotera
hia, na casafeliz. do arco da Conceicio,
ourives, no Recite.
da Ha-
lojadej
Escravo fgido
150J000
No engenho Massuassil, freguezia da Escada, se
dar de gratficaco a quanlia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
oram furtados na nonte do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o i. tem 9 annos,
eastanho e castrado, tem aorelha direita bastante
aseada, urna estrella na testa, e noquarto esquer-
do tem urna cruz', o i" meo, com pintas ver-
melhas nos quartos, grande, gordo, com o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalha, ferrado coma marcaI. R.-do lado
direito, e tem a idade de 9 annos; o 3. rudado
sanhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado-com a marca
Ono quarto direito : gratifica-se com 50*000
por cada um em presenca da pessoa, em cujo po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
___J
Manoel Enedino Re-
g Valenca.
m MEDJcn
Cambia do (armo
N.ftf.
9
Aluga-se
Aluga-se a Ioja do sobrado da ra do Impera-
or n. S7v e o armazem que lhe lira ao fundo,
o caes 23 de Novembro n. 22, proprio para gran-
de deposito de gneros seceos ou moMiados, lou-
ca, madeiras etc.: a tratar na ra do Rangel n.
7, 1.* ou 2.* andares.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga rea das i>er-
nambueanas n. 23, .tendo boa casa de vivenda,
cocheira, estribara, arvores fructferas e agua
potavet: tratar na ra da Imperatriz n. 9, pri-
meiro andar.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Nonis, fdho
do finado Samuel, negocio de se interesse ; na
ruado Imperador n. 77, escriptorio de Severiano
de Siqueira Cavalcante.__________________
Escravo fgido.
Fogio no dia 7 do corrente mez de marco, do
eagenho Boa-vista da freguezia de S. Vicente, c-
mica de ltamb, o escravo Antonio, com os sig-
naos seguintes : 35 annos de idade, pouco mais
ou menos, alto, secco, cor fula, pouea barba, tem
cicatrzes de ferida as pcrna, carapina, sabe
ler e escrever: quem o pegar leve-o ao dito en-
genho, ou no -cafe ao r. Laurino de Moraes
I'inheiro, ruado Rangel n. 7, que ser generosa-
mente recompensado.______________________
Na ra da Madre de Deus n. 3, preciza-se de
um criado paca todo o servio/) inteeao.
Novo estabelecimento
-i
~>
de joias.

Itua do Cnbng n. Vi.
i# O propietario deste estabelecmente **
2| recebeu entre muitos objectos de peque- ^.
-~& nos valores, os seguintes: rozetas e anneis >rf*-
^ de brilhantes, brincos e capollas, ado- 8*
!ff! recos e meios adoregos de rubins, esme 3
_ radas, perolas, alfinetes para retra- 4&
_*| tos, com brilhantes, rubins e perolas, Jr-fr
4j| porta-charutos milito proprios para me ,..;.
-rf sa, de delicados gostos e perfeita mil" -
1# de obra, apparelhos proprios para almo- *T
2f eo c jantar, para meninos levar para o .. .
-3s collegio, tudo se vender por preeos r;i- -
'J~* zoaveis, garant ndo-se todas as joias que ;;*:
4|i deste eslatoeleoiiiiento saia. Tambern se ".
I ibrica e concerla qualqucr objecto tcn-
'" dente a mesma arte. ;;;;
H .: :)
CAZA DA FORTUNA
r.rA 1. de M.vit<;o utr'oiu no cncwo n. 23
ios 20:(IOl80f}0.
O abaixo ass':;: nado tem sempre exposto ve nda
os felizes bflhel es do Rio de Janeiro, pasando
promptamente, como eostuma, ate 0 | de
i:0003. Procos.
Inteiro ..... 24*000
He 1 . . 12*000
Qujarto . r>.;o'0
Manoel Marlins Fiuza.
Na villa da Escada
vende se por 1:6 O itaiai inoradas de rasas Ras
nielhores ras, ronden inen-.alenlo 3l : para
nforiiiaeo, na niesina villa com o Si. Joao Paes
do Nasrmento, e no Recfe, no largo do Terco
n. 23, com Smao dos Santos.
-a c-
->
2. 3
= 522.
*l!->Ai*Mss
_ i|^-
__gi
3 ss
O 3
_, O
3 GO -
3jS >
t*
og
="3 i
a
B.6B
B Si
irrg
s_w-':'
5 S.
Fa.
-ffl
rlU
ffB
gis*
S. O
_
S> 1 __!
si
g
O
co
5 OS
Continua ausente da casa do abaixo assignado,
desde 15 de novembro de 1872, a preta Mar, de
35 a 40 annos, natural da Baha, tendo os signaes
sectales : baixa, magra, cor fula, andar faceire,
falla baixo, cara cemprida, nariz afilado, bocea
regular, dentes perfeitos, faltando-liie um de nm
dos lados de cima, e malfeita de mios e ps, ten-
do o p e a perna esquerda mais grossa do que
a dircita, usa de truna na cabeca, levou de casa
urna outra de tarlatana verde, rosetas de ouro,
saia de cambraia, com listras de cor e chale novo
t merino estampado com assento azul, fui com
prada ao Sr. Zumba Chaves por intermedio do
corretor Santos, tena* sido antes escrava de urna
preta da Costa. Pede-se a todas as autoridades
palieiaes e capitaes te carnpi, ou a qualquer pes-
soa que a apprehender, levar ra da Aurora n.
169, que sero recompensados com a quantia ac-
na. Outro sim doclara que desde j protesta de
liaver os servioos da niesma csccava, da pessoa
(r Jo5o AthanasioCotelho.


PENHOBES
Na travessa da ra
dasCmzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quanta.
Na niesma casa
compra-se os mes-
moa metaesepedras.



Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de O inda n. 34.
priniciro andar.
A MU AFASIADA
AGA DE FLORIDA,
M
ni lili A V dk LAWWAM.
He o ma delicado e mimoso as mes
mo tempo o mais estavel de todos os per
fumes, e encerra em si, no sea maior au^l
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deiras flores, quando ainda na sua flores,
cenca e fragancia natural. Como um meto
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabeca, nervosidade, onbilidade, desmatos,
flatos, assira como dectra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; dt
summa efficacia e nao tem outro queos
guale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvura e aperolada apparencia to
altamente apreciada e desejada pelas Se
ohoras.
orno um remedio contra o mau balito
da boca, depois de diluida em agua, k
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que s
criam roda dos dentes e das gengivas:
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual; e a sua supe
rioridae sem rival. Ella igualmente to*
na-se un meio mui excellente, para faze;
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulices, sardas
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira senir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
amas lindas feices do bello sexo; devera-
se usaU iTum estado de diliuic5o, destera-
perand-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamesto de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feices trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna" linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua e Florida de Murrat i
Lamhah.
As iraitacSes que se tem feito na Franca,
Allemanha, assirri como em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e invabosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauco
a cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.__________________
De 10 palmos.
Sapoti-ero-T sapnteiros, edahi para baixo. pi-
nheiras, rrneta-pio, oiti-ceni, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, llanboyaut ou brilliante, pal-
meira imperial, rosaras de qoalidade, alecnnss
parreiras eoracio da india, romeiras e outra,
lanas : na Capiuiga. ra da Ventura numero 20.
AO ARMAZEM
|BO
VAPOR FRANGE-
KUA DO BARAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WollT C. : no
vapor francez, ra do Bario da Victoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
diferentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordavio Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens.
Abotinados de muitas qualidades e preeos para
meninos e meninas.
Sapatoes de vernii com sola de pao proprios para
sitios, jardins e banhos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem da vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
tritio**, agua de fl> r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavande, pos de arroz, ab-
neles, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas surtidas e garrafas de dife-
rentes lmannos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora "Nova n. 7.
Para viagens.
Muite boas malas e bolsas para viagens de e>
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas a Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e meias perneiras para meninos.
No armazem do vapor france?, ra de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balaneo, de bra^o, de guarnicoe?, so-
las, jardineiras, mesas, couversadeiras e costu-
raras, tudo isto muito bom por serem fortes e
eves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
Xo armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
jiiurirnur.*
Nesia typographLi prerisa-se It- um Iiohhii
ii.ua p;irli;alo: ile rjda, e um menino pa roce-
hedor de papel.__________________________
No dia S de fovertW do 187.1 fugio o non
escravo mulato, Jos, i>lailc #> anuos, .-stnlura 7
palmos, PiaaHo con do, taita de dons dcrK-s na
trente lio qneixo sujierior, os dentes |Kidres, os
dedos dos ps curto?, ps achatados ; levou cami-
sa de madapoln, calca de casemra parda do al-
godao, chapeo preto de massa : quem o p levar a seu sonnor Sehastiao Jos Mendes, Das
Afogados, no sitio do Boi, que ser bem recompen-
sado__________________________________
Os abaixo assignados declaram ao lespeila-
vcl publico e com espeoaliJade ao corpo do com-
mercio, que tem justo e contratado comprar ao Sr.
Antonio Fer.eira da Costa a sua taverna sita
ra Vidal de Negreiros, outr'ora pateo do Terco
n. I, livre e desembaracada de todo o aotivoe pas-
sivo : se alguem se julgar com direito niesma,
queira apresentar-se no praso de tres dias, a con-
tar da data deste.
Recife 17 de marco de 1873.
Antonio da Silva Jnior.
Manoel Bezerra dos Santos.
Allonrao.
O abaixo assignado faz sciente ao rcspeitav.-l
publico e principalmente ao respetavel orno do
commercio, que tem comprado ao S Joio Teixei-
ra de Souza Lima, a sua padaria sita ra Direi-
ta dos Afogados n. 27, livre o desembarazada de
todo o ac/ivo e passivo : quem se julgar orador
aprsente suas contas no praso de tres dia<, a
contar da data deste em dante. Rccifc 27 de
margo de 1873.
Marcclliuo Jos Lopes.
Quem precisar de um hoiiioin portuguet, de
38 annos de idade. e de conducta afUcada, para
) servico domeatico, pode dirigir-se ao seminario
oda, onde ainda aeha-se empregado, ou
na do Imperaler n, 28, armazem do Campos.
Avisa-s
Fu_io
>ao novo o tal
< prcto da pona branca
E cha verde perola superior
Porque vende-se na ra do Impera-
dor n. 84.
Confeitaria do Campos.
20000.
Frecisa-sd alugar urna escrava ra engonune
perfeitamenie bem, o faca o mais servico interno
de urna caja de pequea familia, composta de
duas pessoas. o de una nutra que eo__M com
perfeioao : no largo do l'araizo n. 8, Io e 2o an-
dares.____________
Perden-se da o-tao.vi da Jaqueira al a do
Porto do Capi-n, a qoanta de 1:6094000, na es-
pe:ie seguinte : tros sedulas de quinhentos mil
ris, urna de com, urna de cinco e quatro de mil
res; quanlia esta que ilevia ser entregue hoje
pelo tliesoui'eiro dos orpliaos : pede-so encareci-
damente a quem tiver achado um embrulho com
,. i ferida ijuantia o obzoquio de entrega-lo ao
meamo thosoureiro ra de Marcilio Das n. 117.
Recife 20 de margo de 1873._______________
Engommadeira.
Lava-se e engomma-se com presteza, roupa de
fcomem e de senhora : na ra estreita do Rosario
n. 2o sot3o.
a 20 de fevereiro o escravo de n ne JoSo, de l
a SO annos de Idade, com os signaes segis
altura regular, secn, olhos gran les, oari grosso,
dentes perfeitos, rosto redondo esem barba, ca-
bellos earapihos, ps chatos e ehcios de cravos,
bom esperto e ladino, canhlo, co-nheiro, tem
bastante pratiea de armazem de carne ?ecca ; le-
vou urna bofga nova com duas camisas, sondo
una bordada, 2 eeronlas, l camina de meia, 2 lia-
res de meias o um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levou 54/, e mais lguma roupa perlen-
cente a elle : raga-s, portante, as autoridades
o eapit de mpa que o apprehendam e levem-
no ao seu senhor, ra de Pedro Aflonso n. 7.
que serS i gen isamenl i reci mpensados.______
Fora
os ca
k7
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos lera
obtido os melhores resultados, alen) de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Carias n. 37.
s
300^000
ANNOT
E '
C0MMENTAR10S
Vleida reforma jodiciara
i:, A.7TO-7ZO CAMSIBO SA BOCHA
1 VOLL'ME DE CERCA DE 300 PAGINAS.
BROCHADO 7$000.
EXCADERNADO 8-7000.
Esta obrajera merecido elogios dos juris-
consultos e dos estadistas, sendo devidamen-
te classiicado como o mais bem elaborado
trabalho e o rais completo sobre o ob-
jecto.
Livraria Franceza.
Ansentaram-se desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno dous escravos traaos, sendo um de
nome LoHrenQO, de idade de 20 a 27 annos, esta-
tura regular, cueio do corpo. cor clara, cabello
estirado, rosto redondo e sem barba ; e o outro
de nome Andr, da mesma estatura, mais franzi-
no do corpo e mai novo, com os mesmos signaes
do irmao. sendo comprado Lourenco ao Sr. Uau-
dino de Albuquerque Mello, da comarca de Patos,
provincia da l'arahvba, e Andr ao Sr. Joo Fran-
cisco Gomes de Arruda, da comarca do Limoeiro.
Supp5e-se que seguiram a estrada do Limoeiro, a
Serra do Teixeira ou comarca de Patos; roga-se
a todas as autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que os apprebcndam e levem-os a ra do Apol-
lo n. 30, armazom de assnear, que se gratificara
com a qusnt a cima.
a quem dar noticia da escrava GuillWmina que
foi' do tenonte-eoronel Feliciano Joaquim dos San-
tea, e uopois comprada ao Barao de .Nazareth,
representa ter 2*i annos, tem falta de dentes na
frente e as maos com-cicatriKS de qqeimadnra
de ga.^. secca do corpo e muito regrista, que dea-
apparaceu da easa ie sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recnnpensao.
lrti:
Quinquilharias.
Quem precisar de ama secca ou de leile, di-
rija-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loia, a tratar.
Amaral, Nabuco & C. ven-"
dem as seguintes qualida-v
des do meias de fio de Es-
cocia :
Brancas, abortas no peito do p, e bordadas a
seda, para senhora, abertas, para meninas, cruas
e de cores para hoiiuin.
!)K AI.C.OMO
Brancas o de cores para meninos, meninas, ho-
mens e senhoras.
Di LA
Decores para m>nios, meninas homens e se-
nhoras.
DE SEDA
Carmezm e rxas para padres, capellis milita-
res, conegos e hispo.
No bazar Victoria, na do Barao da Victoria
numero 2.
Leques
COMPRAS.
Na fabrica de ceneja ra do Brum n. 76,
compra-se laranjas da trra a 6i0 rs o cento.
Trastes, f
Amaral, Nabuco A C receberam um variadia-
simo o elegante sortimento de leques de madrepe-
rola branca lavrada para noivas, queimada para
passeo, bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e lava-
dos, de. marfim lisos e lavrados e com seda, de
osso lisos c lavrados c com seda de todas M Sores,
de sndalo bordados a lantijoulas, e para meni-
nas : vende-se no bazar viclona, ra do Barao da
Victoria n. 2.___________________________
Bordadas a seda
Amaral, Nabuco & C. receberam da Europa
pele ultimo vapor meias para senhora, de lio de
Escocia, brancas, abenas no peito do p, e brda-
las i seda, o que se poda chamar iwvidade, e
sao da ultima moda em Taris : veodem no bazar
victoria, rita do Bario da Victoria n 2.________
A borboleta
da rna do Livramento n *i est vendendo, pelo di-
mimilo proco de 71, calcados ingl-7.es ultiinaii!''!!:e
chegadm a esta prara. ________^_______
Comprase e vende-se trastes novos Mfc
e usados : no armazem da ra do Im-
perador n. 48.
A
Chumbo
Compra-sc chumbo velho e estenho, em peque-
as e grandes porcoes : ra Nova Ioja n. II, do
Azevedo.
Compra-se una earroca com bo que sea
manso : a tratar no pateo 'do Carino, 'casa de
banhos.________________________________
Compra-se urna earroea eom arreios para ca-
vallo, que seja em perfeit estado : na ra larga
do Bosario n. 22._________________________
Compra se armacoes usadas de chapos de
sol: na ra larga do Hosai o n. 2.
Casa f<
oreira.
A ca-a terrea n. 83 da ra de Borlas, perten-
eente Francisco de Souza Bogo, e que vai
anca pelo juiz dos feitos da fazenda, foreira
sania casa da misericordia de Loanda ; seu pro-
enrador mora na ra da Cruz n. 19, Io andar.
^^tK5^S^ S5_i_S_?SS^
Cimsiilloriij iHedicft-i'irurgieo g
DO
lli*. Fes'rciive.
Rna larga do Rosario n. 10, (antigo
gabinete de seu pan
Gratis ao pobres.
9
S
%
l
NOVIDADE
Fiambres preparados, s libras
inscripeoes
analegas
e ntei-
ou sem
'Vtteneo
ros, com
ellas.
Pas.cis, bolos, paes-de-l, pudings e em-
patias para sobre mesas.
Vende-se na roa do Imperador n. 24.
Confeitaria do Campos.
Casa para alugar
Alnga-se o sobrado de um andar e sotao ra
da Imperatriz n. 82, com grandes accommodaqoes
para familia, tendo agua e gaz, e quintal- arbori
sado: a tratar na ra Nova n. 8.
Coinpanliia
Santa L hereza
Fabrica de fiacao e teci-
dos.
Nao estando ainda completa a asignatura do
capital necessarie para esta empreza (150:000* )
contina aberta a subscripcao at o fim do cor-
rente mez e em mao do emprezario Silva Barro-
ca, na ra do Mrquez de Ohnda n. 4, ou do cor-
retor Mesquita, na praca do Commercio._______
Na ra do Crespo n. 7, Ioja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de nma ama para cozinnar: pre-
ferc-se escrava.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cidade
"do Rio Formoso. E' de animaes e com propor-
c5es para 1,500 paes : os pretendentes podem di-
rigir-se ra Duque de Caxias n. 58, i andar,
que all terao informacoes.
Aluga-se de novo o Io andar da ra de S.
Jorge n. 74, com 2 salas, 6 quartos, cozmha fra,
/rosco e pintado de novo: a tratar no 2" andar.
1
A abaixo assignada estando promovendo a ac-
ciio de divorcio com seu marido Antonio
Jos de Souza, e tendo requerido e feito seques-
tro em todos os bens de seu casal, nao tendo sido
encontrado ttulos e nem papis de dividas, e ten-
do a annunciante certeza que diversas pessoas
sao devederas ao seu casal, faz sciente a_esses dc-
vedores bem como ao publico que nao pague
suas dividas c uem facam negocie algum com di-
to seu marido sobre os bens de seu casal, sob pe-
na de serem anunllados ditos negocios e cobradas
de novo ditas dividas.
Recife, 28 de marco de 1873.
Iria Maximilina Pereira de Moraes.
1. dividendo de 6
1,
Criado.
Precisa-se de um meniuo de 12 a 18 annos,
para criado : na ra do Queimado n. 11._______
Aviso de utilidade.
O abaixo assignado faz ver aos senhores mora-
dores da freguezia do" iofd"da Panella, que ar-
rendeu ao Sr. Bento Jos Domingues, a padaria
sita na ra da Casa Forte, por cujo fim pede aos
seus amigos e conhecidos da mesma treguezia a
sua proteccao no consumo de pao e bolacha, com-
firomettenao-se a trabalhar com boas farinhas e
impeza, zoilo e proniptidaa para melhor satisfazer
aos seus freguezes; a qual principiar a traba-
lhar no dia Io de abril em dante.
Fregueria do Poco da Panella, 1 de abril de
1873.Hypolto Martins Gomes de Pinho,
O pagamento do primero dividendo, relativo ao
semestre lindo em dezembro, ter lugar s sex-
tas-feiras, das 11 horas da manh 1 da tarde,
no escrptorio da ra do Vgario n. 13, t andar.
Recife 26 de marco de 1873.
0 gerente;
Justino J. de S. Campos.
Perdeu-se ou foi furtado um bjlheite inteiro
da lotera do Rio de Janeiro (445.*) de n. 2695 :
pede-se no caso que seja premiado, o especial
favor, a quem elle for apresenlado de nao fazer
negocio com o dito bilhete, visto ser o seu verda-
deiro dono o abaixo assignado.
Recife, 28 de marco de 1873.
Antonio Jacintho Paes de Mendonja.
Madame Amelia Blard, habilitada pela
conselho de instrucc,o publica do departa-
mento do Sena para ensilar caligraphia,
arithmetica, fpincez, geographia e historia,
o que poder provar com a exhibifo do
seu diploma, se offerece para dar lir6es des-
tas materias por casas de familias. Para
garanta de sua moralidade offerece teste-
munho de pessoas respeitaveis desta ci-
dade.
Ra da Imperatriz n. 22.
_ Iihantazins.
os para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de lio da Escocia e de camurea.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de Ici garantido.
Correatea de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos'fimitaciio e botes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
N'ovos objectos de phantazia para cima de mesa
ejioilette,
Pinocnez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina, e de todas as graduacoes.
Bengalas d luxo, canna, com eastes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de balea e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponleiras de espuma para charutos e cigarros.
Pontos de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabera,
Escovas para roana, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Gravatas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhiaa de mola para chamar criados,
Jogos da glora, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos aiffarantes-jogninhos alie-
mies e francezes.
'Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar lete mu fcil a
erianeas.
Argolinbas de marfim para as erianeas morderem,
bom para os dentes.
Bersos de vimes pan embalnnonr erianeas.
(x'slinhas de vhnes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Veneanas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para e_ndieiros de gaz.
Esterescopos o cosmoramas com esoolhdas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores/ para Uuminacoes de
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
I'esourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e phantazia
Eslampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertmentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de velos com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqui
haras difllceis de menconar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo?
os brinquedos fabricados em differentes parle
da Europa para entretenimento das erianeas
tudo a preeos mais resumidos que possivel_:
no armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro
fado.
No armazem do Vapor Francez ra
Baro da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modolos
chegados ao armazem do Vapor Francez
ra do Baro da Victoria (outr'ora No-
va] n. 7.
Compra-se o Diario de Pernambuco de 10
de Janeiro de 1862, pagase bem : na ra dos
Pescadores n. 1.
avar
( hitas eom pouca avaria a 160,
o covado.
o 2i0 rs.
Madapoln
Madapolo com pouca avaria a iOM e 300a-
a peca.
MgMlie.
AlgodSo com pouco soja a 3j c 3*500 a peca.
Dito dte marea T a :(.*iio 'i i' i o a peca.
Chita pera coberta.
Chitas para robera com avaria a 200 o cavado.
Merino azu!.

DAIUA IR.WIU
Tinta loxa.
Esta tinta preparada exclu>ivaiu. ate pelo phar-
maceutico PEREIRA l> l(i:GO, mil para es-
crever e tingir soda, la o algodao : vende-se Da
pliarmacia Torres, ra de Marcilio Das n. 135,
antigo pateo do Terco. Preco de cada garrafinlia
tiOO rs.________________"________________
Doce de Caj Secco.
Vende-se na ra do Bom lesas n. 27. I. andar,
muito bom doce de caj secco, porcao a von
do comprador.
Merino azul i ufesl
pas, a 2 0(0 o covado.
\oude:ii-se os segainles livros,
grapbia por preeos b?ratissimos :
Pardessiis Droil commercial,
Villaum Rev lution Fran
Klul er Droil des gons.
Rogron Code de commerceJ
Vattel Droi d ';; cus.
Ventora Pouvi- public.
Pi rters Cuurs de droil nal
Louis Blanc liisl iire di di: an.
. iprio para i a
nesta -
ii^Hl
Iso que vender
baraio.
SO' O V'IANNA
12 carriteis de
A" Itl'A LAUCA DO ROSARIO
NUMERO i
inha por Ou rs.
3 grvalas pretas e de cores por 15.
1 bonito onfeile para senhora por 1 >.
1 inasso de pontos por 15.
i peca de bieo por oo rs.
1 par de focos para senhor; p ir -1.
1 dito de dito de duraque para nomem por 2i.
1 par de borzegnim francez para dito por 8>.
{ peca de medapolao muito tii-> por 'j.
i corte de casemra por 3/.
1 cobertor por 12GU
1 par de borzeguins para r 1-3.
i balan para senhora por 1 j.
Chitas a 2!0 e 2'i0 rs., madapolo a 200 e
240 rs., algodao a 210 rs., cambraias a 280 rs., e
umitas outras cousas, que tudo se vende por me-
tade do proco.___________________________
Vende-se feijao mulalinho em saceos o a*re-
lalho por monos proco do que em outra qualquer
pai le, na ra da l'ra'ia n. 1. ________
Ha para vender nos Coelhos n. 20, tres vac-
cas boa-.
Vende-so a taverna da ra do Rangel n. 53
quem quizer fazer negocio dirja-se na mesma.
Vende-se urna escrava ainda moca,
cozinha bem : na ra Nova n. 23, Ioja.
lava c
estu-
do
Carrocas e bois
Vende-se dous bois mansos e gordos, o duas car-
rocas, proprias para carregar assnear : na ra
Augusta n. 2i8._________________________
ili'im pardo
Brim pardo fino a 400e 4M) o covado.
S na ra do Crespo n. 20
Loja de Guilhcrme Cameiro da C. C.
VENDE-SE
urna excelleute casa reconstruida ltimamente,
com revestimento de azulejo na frente, defronte
da estaco das Cjnco-Pontas n. 130, actual ra
Vidal de Negfeiros, a qual est rendendo 6005
annual. E' urna mui boa aequisicae para quem
quizer empregar seu capital com segurauca e usu-
fruir um bom juro : tratar ra Nova n. 42.
Vende-se nm r 'o m ai ia li n ra :
tratar na ra da Imperatriz n. 8, 1 ja.
ios Srs. de engenho.
Dcvendo-se mandar pira o Rio de J:"
saldo dos utencilio provenientes da refinar,
:: itpiro, engaja se os senhores engei '. i .
aproveitar osla occasiao para comprar b
olenctlios de primeira qnaliu; c. i. riead
melhoros aoi ros de Paris.
I." nma machina de Vacauml de cobro c ..
odas as pertencas.
->: quatro Gltn a gra ules.
3 (res caldeiras para cozinh ir, a vapor, c >_
fundo dobrado.
';. ii na dita com i ientna di cobre, c
kilos .i' i -
">." duas turbinas de Cail ,\ C.
0. duas caldeiras a vapor, de 7 metros de
comprimento, cada una com 2aquentad .
7n. ama machina a vapor de 8 c i
! ,, da officina <\i^ C. Sterr Je C.
s." ama machina para ralar assnear.
9.' I'' o formas de ama arroba e meia.
|:; Quatro caldeiras para estufas.
II. mu montejus.
l. l remos, 130 lorneiras de cobre'e p
cao grando de canos de cobre vi:: lis.de Pai -.
de diversos diamometros.
Chamamos sobre lud ti aeopara as tur-
binas, que ambas -i lo mais baratas do que urna
so das inglezas : a tratar na ra do Solio n. 33,
hoie Bario de S. Borj i.
X. I!.-Os senhores que desejarem parte m
pode se dar prazo para pgame te.
Vende so o hotel da ra das Aguas-Verdes,
bom afregnezado, com bastaates asaignanl
bem acreditado ueste lugar; faz-se negocio com
lodas as pertencas por ter de retirar-se para a
Europa.

i-
CIMEHIO.
Vende-re o verdadeiro cimente do Poiiland : :-.i
armazem da bola amarella, travessa da roa
Imperador, garante-ee que nmguem o vende p^r
menos.
Vende-se ou aluga-se por proco commodd
um pequeo sitio bem tratado e ulantado, cora
urna'pequea casa, cacimba e banheiro, em Be-
beribe, lugar do Fuiulao, ra da Ksperan.a : a
tratar na loja da Conquista, ra do Cabug nu-
mero 6._______________________________
Vende-se.
a casa torrea n aS da ra Vidal de Negreiros, ou-
tr'ora pateo do Tero,o : a tralar na ra do Barao
da Victoria n. 61.
Ajudante de cozinha
Precisa-se de um, paga-se bem: no hotel da
Independencia, na do Imperador n. 33.
Cozinheiro.
No armazem do caes do Apollo n. 69, se dir
quem precisa de um bom cozinheiro para easa de
pequea familia ; paga-se bem._____________
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 15 annos,
com pratiea de taverna : no pateo da Ribeira nu-
mero 3.
PARAUIAHKSMA.
Tullirs.
O Pavao 'recebeu as mais modernas tni-
cas de seda preta, ricamente onfeitadas, que
vende a 40?? e 60JP000 cada urna.
CASAQUINHOS.
Modernos casaquinhos de grosdenaplujprc-
to muito bem enleitados, a 16??000 e
20?000.
VEOS.
Ricos veos de seda preta, sendo bastante
grandes, a 10?X)00 cada um.
GROS PRETO.
Grosdenaples muito eucorpado com 5
palmos de largura, a 69000 o covado.
Dito cora i palmos muito encorpado a
4^800 o covado.
Pito com lrgala regular, a 49000 o co-
vado.
)ito dito a 19600, 29000, 29500 e 39000
o covado.
Tudo isto pechincha na loja do Pavao
ra da Imperatriz n. 60.
Sitio
Vende-se um excellente sitio eom bonita casa,
porto de una das estaedee do ramal dos Alictos :
na ra da Concordia n 28._________________
Vende-se una pequea casa de taipa, bom
construida, tem 61 palmos de terreno de frente e
170 de fundo, na estrada nova de Beberibe, perto
da segunda estacSo de Agua-fria, rende mcnsal-
mente 145, vendo-so por preco muito razoavel: a
p ssoa que pretender dirija-se ao largo da Santa
Cruz n. 4, taverna, tratare neg co, e tatabem en-
sinar a loealidado. ________
Barris para mel
na ra larga
Vndese por barato preco
Rosario n. 34, Imtica. ____
do
Chegou
nova rameen de hesperedina: no armazem d
Tasso Irinos ft C. : ra do Amorim n. 37.
Attenc,ao.
Vende-se urna das melhores (avernas no^Barro,
freguezia dos Afogados, no lugar Praca do Capim,
muito propria para principiante por ter poucos
fundos a tralar na mesma, com Joaquim Lucio
dos Santos. .___________________.
Vende-ae um terreno situado na Agua-Fria
de haixoraa ra da Generado, eom 50 palmos de
frente o 470 de fundo, i 44 o palmo : a tratar na
ra jle Hortas n. 53 com seu proprietario Angeio
Gomes dos Passos.

v


Diario do Pernambuco Sabbado 29 de Mareo de 173..
Fazendas em liquidado
N. 6(T Ra da Imperatriz N. 60
DE
PEREIR A DA SLYA & C.
Tendo o proprietario Jesto importante estabelecimento, grande vontade de liquidar.
todas as fazendas que tem em ser, tem resolvido vende-las por presos muito mais baratos do
qa se vendem era outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razaopor que con-
vida o respyitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento de faiendas ep
la, eomo tambem de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gestos.
I previne que.s vende a dinbeiro vista, por estar em liquidado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVAO.
Neste grande estabelecimento encontrar
o respeiUvel publico, ama bem montada offl-
cia de alfaiate, onde se manda executar
eseda do cor, tendo ontr ellas com listra qaalquer peca de obra, tanto para homem,
rota propria para luto, que vende pelo ba- como para meninos, com a maior pres-
nfcssuno pre(;o de 800 ris o covado ; assim tesa e perfeicao agim como pin qflalqnerj
bbodita muito fina com listra encarnada, |Qto quede repente appareca, tendo na mes-
jae vende a 13*000 ris o covado. Esta ma officina um perito official destinado para
fcaen>ti veio pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiae de goarda ns-
aawite la Kuropa, e liquida-se na loja do cional oa tropa de liaba, sendo esta oficina
finio na da Imperatriz n. 60. | dirigida pelo hbil artista Pedro Celestino
CAMB1UIS ABEltTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
OM LISTRAS DE SEDA A 800 RS.O COVADO
OPavo recebeu um" elegante sortimento
asmais lindas granadinos pretas com listras
W000 e 103*000 RS.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mais linas cambraias brancas, abertas e
boidadas para vestidos, que vende pelo ba-
latiseimo presos de 95, e 10?!)00 rs. o
corte, teiklobastantefazenda.E'jiechincha,
na lojauV) Pavo amada Imperatris n. 60.
LASINUAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das roas liadas lsinlias transparentes com
floranlKis bordadas, tendo de todas as coros
indusive roxa propria para viuva, e vende
pelo baratissimo prego de 400 rs. o covado.
K* pechinohmaloja do Pavao a ra da Im-
yeratriz n. 60.
GREA DI MES A 640 RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
dLvsmais lindas grenadines pretas com listras
cas o de cores, sendo muito boa quali-
d ', e vende pelo baratissimo preco de 5G0
rs. o covado. E' pecliiiiclia na loja do Pa-
tSd a ruada Imperatriz n. 60.
IDBEKTAS DE FUSTAO ACOI.XOADAS A
45000 RS.
O Pavao receben um grande sortimento
de cobertas grandes de'fusto, acokoadas,
guarnecida com franja em volta, tendo bran-
ease de todas as cores, e vende pelo baratissi-
BjwpQodu V:>, rs. E' pechincba na loja
Jo revio a ra da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 1-25000 RS.
O Pavao recel)eu um elegante sortimento
ios mais modernos chapeos depalha, rica-
aaeol tadbs,4>ara senhora, com os seus
,,! ,\ <'<><, < vcir.Ii- ni baratissimo
125000 rs. E'pechincba na loja
tvoa ruada Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS
O Pavao vende um bonito sortimento de
ha I i-.iradas, senda das mais modernas
loni vindo ao mercado, pelo baratissimo
._ i de 5BO e 600 rs. o- covado.' E'pe-
a toja do Pavo a ra da Impera-

.PACAS LAVRADAS A 640 RS.
0 COVADO.
u parea loja do Pavo um elegante
,' i das mais bonitas alpacas de cores
. itudo as cOres mais modernas que
mo p ira vestidos, c vende-so pelo ba-
> i de 640 rs. o covado. E'
ii ni loja do P.ivao a ruada Impe-
te ; .3'.> cambraia. ultima no*
vSUnde, : J:3>.
0 Pavo Bocebeu polo ultimo vapor de
'. cortes-de cambraia branca comba-
mi i borda los. tendo fazenda
ia vestido de qualquer modelo,
s sao os mais modernos que tem
I ao in r a le-, e pe i sua excessiva bara-
immon lavis as senhoras
. : Bazar do Pavo,, ra da
1.60,
; ICOS a 5&JH00A DUZIA.
: urna gran lo porco de ton-
i n barra de edr, muito bonitos
i qu di la le, que vendo por -2,7400 por
leporeo,
los trancos abainbados muito fi-
' ;.).
in iz4s com barra de cor, muito i-
'; M). E' grande pechincka, na loja
Pavo.
Ronaeiras 3?0.
1 Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
.' i leromeiras pretas de fil
picos-, com lindos enfeites pretos e de
venle pelo barato preco de 35000
I r grande porco.
los I: seda ricamente enfeitado a
)0.
PA1A 0 CAMAVAL.
HwaainAs
O : m ih [e sortimento de d-
mali ades gostos, proprios
? carnaval, tendo tambem de merino
: muito rnteressantes, que vende ou
presos muito barat js, por ter gran-
LENgmOf BRVMANTE.
O Pa i I. !ico3 bramante raui-
leodo de um pnan > s. pelo b3-
-i precr do ->3iO0 cada om.
MADAPOLES.
naqaDfltito francez muito fino
..... 150G e 65000.
i i jardas moito superior a
e 7300)
Do ingle: fazenda tnnito finia 5^000,
6^)00 a 8J500 at 100000.
Ditos franctaMi e inglezes muito fiaos de
40 jardas para differen'es precos.
ALG000ZINH0.
O Pava) venda por prer;o muito barato
StfM de altolanzinho americano muito
tona com 18 jarais 4j500f'.
Dih n>,n 24 jardas a 45500 e 5^000
li 6(> i.
Dito largo marca T muito encorpado a
5000. H
Al.GODAO ENFE5TAD0.
O Pavo venda o verdadero o superior
tJgoozino de dna? larguras para lence,
en.io moito HiKorpado 1-5 uO cada vara.
Di;- t'-a-i da mes-na largan J .5 +80
COrTES DE (MUTAS A t,Jiuu 830.
O Patito vende cortes "r!e rhitis frincezas
Isas, ro-n lo covados pelo dioniouto nreco
ate 2,5 i 0 cid a corte.
Ditas com t covados pelo preco de
,}880 cada corte. '
ESPARTILHOS A 3,5000.
0 Pava) tem um grande sortimento de
espartilho3, tanto para senbora como para
menina, qbe vende pelo barato preco de
35000. Ditos moito finos a 45030 e 55000,
sao dos mais modernos que tem vindo 10
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
HITAS 240 RS.
O Pi'o vende chitas francezas proprias
psra vestido, sendo mnito boa (azoada, com
padroes claros e escuros, pelo barato preco
de 240 rs. o covado, por leruoa leve to-
qui de mofo : pechincba.
LIQUIAGAO DE CALC\S DE CASEMIRA
0 Pavao tem um grande sortimento de
calcas de casemira de todas as cores e qoa
lidadjs, para todos os prec/s, e desejando
muito liquida-las, rdsalvea vende-las por
um prego muito em cont 1, para diminuir a
grande porc3*
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavo vende bonitas cassas francezas
com bonitos padroes, e de muita phantasia
pelo baratissimo proco de 240 e 280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavo.
BOL'RNL'S A 16J000.
0 Pavao recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at boje sao conhecidos, e em relaco ex-
cessiva barateza, convidam-se as Exmas. Sras.
para as verem, para assim admirarem o que
la de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 655000.
O Pavao vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
preco de 03000, por ser grande pechincha.
Ditos muito finos com babadinhos brancos
bordados a 83000.
Ditos ditos com listas de cores a 42*000 e
53000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinbosdc cores a 93000. E'grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pavo vende snperior bramante de al-
godSe tend 0 palmos de largura que s
parcisa d I '/i vara para um lenfol, me-
tro 15000 e a vara 15800.
Dito Je linho pano superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 2500
Ditos francezas muito finos a 25500 e
35000.
Pe$a (h Hamburgo e panno de linho cora
20 e 30 varas, para todos os precos e
qrjalidade.
Pejs de bretanha da poro linho, tendo
lo jardas pelos presos mais barato que se
tem vi-to.
Pechincha de finissimo esguio sucelena
com 6 jardas 75c00.
Peca de finissimo relena com 30 jardas
a 35800, atoalhado adamascado com 8 pal-
mes do largara a vara 25''f0.
CALQAS DS CASEMIRA.
O Pavo lera um grande sortimento de
o lea de casemira, asnea com.) cortes os
mais moderos que tem vindo nos ltimos
fl?nrins e em fazenda das mais unas e mais
aovas ao mercado, e vende-se por barato
preco pira apnrar dmheiro assim como cal-
as le brim hrarjeo e de cores por precos
maito razuaveis para a;abar.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELUS
A '5?500, 85000 E 105000.
O Pavao tem um gran e sortimento de
cortinados para cama e janellas, que ven-
d pelo barat 1 preco de 75500; 8500J e
105000 o par, tendo al por 185000, assim
c.'mo colchas de damasco para camas de
ooivi s, e gr.mde sortimento de tape'es tan-
to para lodeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., ludo vende por precos razoa-
vls.
CAMBRAIAS.
0 Pavo venda cortes de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25500 e
350O.
Peca de dita muito fina com 10 jardas
tanto lanada como transparente a 45000,
550OO e 65uu0 at a mais fina que veno
io merca lo.
CORTES DE PERCALIA COM DUAS SAIAS
A 45000.
O PavSo vende bonitos cortes de precalia
com doas saias, sendo fazenda de muito
posto a 45000, joechincha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo vsnde um grande sortimento
das mais molerms, bapiistas com lista de
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas que t^rn vindo ao mercado sendo
moito maij largas do que as chitas francezas,
9 vendo pe'o baratissim preco de 500 rs.
cada covado. *
Obras de phanlasia.
A loja da Aguia Dranc, ra do Duque de
Caxi s n. SO, receben um bello sortimento de bo-
nitas e modernas "liras de phantasia, sendo :
Brinc s e cruzes pretas, cora dowados e pedras.
Outros da adrep rola ijueimada com bonitos
enfeites de delicadas ores.
Outros co fin 1 dourado cam p nga les de cores.
Outros encarnados e de bonit 3 moldes.
Rosetas de fino duuntdo eom pedras brancas,
Aderecos d madreperola.
Ditos1 (laiirados eom camapneo prelo.
Ditos encarnados.
Ditos imilando'folhas e flores aaturaes.
Ca-soletas de madieaerola
Voltas de grossos aljofares de cor s.
Outras ditos pret s eom donrados.
Pulceirau dn-tarlaruga eom dourado.
Outras praUs.
Orampos protos decores.
Bonitas abotoaduras de fino dourado, e ra pe-
dras, coral etc. para abertura de camisas.
Botdes orade* 6 de outras qualidades, para
aberturas e eoilarinaos.
'Bonitos leques.
A loja da Agaia Branca, ra do Duque de
Caxias n, oO, rceobea bonit laques d- perfeita
phantasia, pre o een dourado*, a outros de apu-
rados gostos; assim como recebeu ou ros da mar
deiraoue se confunde com o sndalo, e tem el-
las lindos colorido n 1 o ntro, o ainda assim ven-
de estes pelo burato preco da 41000 cada um.
Vasos de crystal para' tdillet.
A loja da-Aguia B'anca, a ra do Duque de
Caxias n. 60, r cebeu bonitas garraanhas da fcrys-
tal em par com ramagens dormitas e mui pro-
prias para arranjos de toilet, ote,
nneis e colares elctricos
A'loja d'agaia branca ra Duque de Caxias
n. 50, reerbeu nova remessa dos proveitosos an-
aeis a catares elctricos? e continua a recelie-los
mensalmenic, pelo que sempre estar provida de
taes objectos.
Diademas domados
A loja d'agnia branca ra Duque de f axias n.
50, recebeu novamento bonitos diademas donrados
e enfeilados com pedras e aljofares, obras de gus-
to e phantasia. Tambem recebeu novos grampos
protos ou alfinetcs com flores para a cabeca.
Leques com bouquets e ou-
tros chinezes.
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu urna pequea quantidade daquelles
bonitos tques om bouquets e-outros chinezes.
Cold reme para refrescar e
amaciar a* pelie
A loja d'aguia branca-a-rua Buque de Caxias
n. 50, recebeu cold reme dos afamados fabrican-
tes Lubin, Legram e Condray.
Diademas e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 80, recebeu novamente bonitos diade-
mas e graspos de ac.
Bcos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, na do Duque de
Caxias recebeu, como novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de cores, sobresahindo nel-
les o preto com encarnado, e todos mui proprios
para barras e outros enfeites de vestidos de gra-
nadme, ou medina; e outras fazendas transparen-
tes. Pela comtiiodidade dos presos esses bicos tor-
nam-se mais commodo.s e pela novidade de gosto,
preferiveis a quaasqaer outros enfeites.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, roa do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitaran de
croch, o vende as pelos baratos precos d'e 3,
4jS e GjiOOO. A fazenda boa e est em perfeuo
estado, pelo que contina a ter promnta extrac-
cao.
Diademas e aderecos de ma-
dreperola.
A Inja da Aguia branca ra do Duque de
Caxias n. ;>P, recebeu urna pequea porrao de
diademas e. ulereos de madreperola, obras de
apurado rosto.
Perfeita novidade.
Grampos com liorboletas, bezouros
nhotos donrados o coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos. o que de corto
perfeita novid de. A qoantidade pepuena, e
por so em breve se acabar.
Novas gofiinhaa ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- 50, reoebea urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinlias, trabalho de e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
domados.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aeo, e como sempre conti-
na a vende-los por preco* razoavok
e gafa-
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 2, ora sortimento de machinas para
costura, das memores qualidades que existe
na America, das quaes moitas j s3o bem
conhecidas pelos sens antores, como sejam;
Weller & Wilson, Grover Boka, Silen-
ciosas, Weed 6 Imperiaes e ontras mnilas
que com a vista de ver So agradar aos com
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costnreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feirao como as mais perfectas costnreiras.
Garante-pe a sna boa qnalidade e ensina-se
a trabalhar com perfeico em menos de urna
hora, e os presos so t3o commudos qoe
devem agradar aos pretendeotei
Pede obter em ponco lempo com o oso do mlhor doa licoresa limada
HESPERIDINA
Faz^oiio annos que conbecido este precioso tnico, e dimcil acbar urna pesso
qoe, tendo experimentado pessoalmente, n3o falle em seo favor, ji como bom estomac
e-apetisador, tomando om calix della antes de jamar, 00 como facilitador da digestic
lomando-se depois.
A BASE
da HESPERIDINA e a LARANJA AMAR6A, nao ha ornad habitante do'BRASIL (^ trra
especial daa laranjas) qne c3o conbeca as propriedades medicinies da doirada frocta.
ora hem, a
Vende-ge o sitio da estrada da Cruz de Almas,
3ue fica entre o do commendador Tasso e o do
esembargader Doria, com casa de vivenda, d (Te-
rentes arvoredos, giandc baixa de eapim, etc.,
dando os fundos para a estrada dos trilhos urba-
nos ao p da estadio da Jaqueira : a tratar na
ra do Aniorim 11. ,'17.
Farinha de mandioca a 3$ o
sacco.
Na ra da Madre de Dos n. 7
quanto nao se acaba.
a ella, em
Boti
mas
para senhoras, a 6$000,na
loja do pavo.
Pereira da Silva & C. receberam pelo ultimo
vapor de Europa, um elegante sortimento de bo-
tinas pretas e com delicados enfeites de cores,
proprias para senhoras, garantindo-se serem das
mais madernas que ha no mercado ; assim como
a boa qnalidade por terem sido remettldas por
Um dos malhores fabricantes de Paris, e vendem-
se'pelo barato prego de 6J000 : n loja do Pa:
vio, ra da Imperatriz n. 60.
Xarope d'agriao do Para
Antigo e cooeeituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-sn na pharmacia o drogara de Bar-
tbolomeu & C, ra Larga do Rosario n. 3i.
Pilulas assucaradas de Bristol.
,SA0 CONTEM NEM CALOMELANOS NEH NENHUS
0CTR0 MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
trtico ou de urna medicina purgativa, ha
amito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em podermos com
toda a confianza eseguridade,recommendar
s pilulas vegetaes assucoroifns de Bristol,
como urna cxcellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que por ahi se
vehdem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver chimicamente extrahido e separado,
as principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daqucllas porces fibrosas inertes e agres-
tes Inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre osses agentes activos ou ingre-
dientes, espedficos, podemos nomear a po-
iophgtin, a qual segundo a experiencia
tnm demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regies do
ligado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinaco com o
leptandrin. e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
iucn e formam una piiula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
aatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucarada>
le Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
lio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, pata a cura de molestias, taes come
sejam as seguintes.
Hydropesia dos mem
broa ou do corpo.
AJfeccoes do ligado,
Ictericia,
llemoriodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexc
femenino,
Dores de cabeca.
em sen estado natural tem om gosto poco agradavel, e o mrito 'da'HeaperidtM con-
siste em reter anas boas propriedades, e ao mesmo lempo apteaenta-la eolio
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL na> tenv nada que iov)r i
melbores mporlacoes europeas de cathegoria semtlhante. 'Estas, quando muito, podem
ser gostosas, porsm a Hesperidina a combinaco perfeita do
p AGRADAVEL E SAUDAVEL
Para pro va da que om artigo no qual pde-se ter inteira conflanfa, por 1er pon
e innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e aotorieada pela
JUNTA EHYGENE
do Rio de Janeiro, permiltindo soa livre elaboragSo no Imperio; BOA PBOVA
a aceeitac5o geral qne tem em todas as partes onde a'prei'ntada. Em 1864 estalie-
lecen se a primeira fabrica em BoeDos-Ayres; em 1869 a segooda em Montevideo;
no dia da cnegada de S. M. O IMPERADOR inaognroo-se a fabrica qoe actualmente
trabalba na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitae2o,
tanto qoe rara a casa que considera completo seo aparador sem ama garrafa de
I
0 homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O homem doente toma Hesperidina para obter
SAUBE
O homem dbil loma Hesperidina para obter
Hesperidina para
obter boa cor
Nos bailes as donzellas e os mocos tomam
animac5o durante os loncos gyros da
BARROS JNIOR C, roa do Vigario Tenorio n. 7, i" andar, receberan eiU
grande especifico, e venoem-no nos depsitos seguintes :
Joaqulm I'erreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, ma do Commercio.
Marcelino Jos Gonfalves da Fonle, roa da Cadea n. 5.
Antonio Gomes Pires & C, ma da Cadeia.
Antonio Gomes Pires & C, caes 22 de Novembro.
Gomes & Irmo hotel da Psssagem.
Samuel Power Johns- WMMnI'A amkU 9
ton & 0.
lo Apollo i. 38 e 40
SK; Farem ocenle aos sens fregus qae teem

'.*;* mudado o seu deposito de machini? a va-
J^,>) por, raondas e laxas da mnito acreditada
tr/pi fabrica de L^wMoor para ra do Apollo d.
5^g!) 38 ft 40, ocie eoottnnatn a ter u metuo sor-
limeolo do r tome.
1 GERAL
efe
B
/.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
{Astringencia, ou..
nisao do ventre
habitual,
Aaa do estomago
Qatalencia,
Peda do apetite,
Edtomago snjo.
Os prppriaiaris da fan-iicSo geral fa!em >I
scientes aos scniores de engeoho e mais S*
pesaoas, rjue teem esiabelecidn urna lunti- V*
cao de ferro e brome a*ra do Brum, jun- ^
to a ettaaio dos bonds, cale aproniaro tye
qaalquer obra de eacommenda cem perfei- ^"
gao e prurpdu>>. ^i
Os in:-:ios rogam as peanas q'je qoei- 5^
rano oliii?ar ?e de feos lervijos d.- Jou:.- ,'
retr. < eaaAmmendas em tasa dos Srs. 53- ^'1
muel Powdr Joboslon & ('. a ra do Apol-
lo D. 38 e 40, oarie acharao pe.-soa tiai- .-*i"'
t;;d.-; co:u qut.n oossam eotendar-ee.
Apparelho para fabricar aasarar, do svstem. 'i*''-*
WESTOS CENTREFGAL > ^'"J
Doie a agentes em Pernambaeo a fanicio peral.
Para tratar c-m sea escnpi >rio a ra do Apollo u. 38 a 40. .'
,\ Pateni scienw tambem que teem feito um
:.- -irrarj.! coro a fuodirao geral, pelo qne po-
arra
dem offerec i ;;ara uaeotar qualquer
macbini.-mo e me?rao gcrr.ii lo.
^s
Cadeiras oratorias com issento de palbioba,
iOOOO caiia urna no caes do Apollo, arma-
lam de Tawn Irmos & C.
c
ervea
CABRIOLET.
Vende-se un cabriolet americano, de dous as-
sentos, muito leve eco bom estado : para ver
na cocheira do Sr. Cerino, ra do Hospicio nu-
mero 86.
Rival sem segundo.
Cheg-ram agullias para machinas, do fabiieante
Crower & Baker. Duzia por 2fO00.
Mobilia.
Vende-se urna mobilia
lorfeito estado : a tratar na
)eus n. 3, l.- andar.
do Jacaranda em
ra da Madre de
Em todas as molestias que derivam
su.! origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melbor de todo:
os puiiiicadores deve ser tomado conjun
lamente piulas, pois que estas
suas medicinas, temi sido expressament
preparadas para obrarem de harmona um:
com a outra, quando fielmente assim se faz.
nao nos resta a menor duvida em dizer
que no maior numero dos casos, odemos1
affiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prsmpU e radical, isto
st bem visto, quando o doente nao st
iche n'um estado muito alero dos recursos
humanos.
ATTE^GAO
Cheguem a "grande pechin-
cha a 4,1000
o gateo eom dez euias de milito : tratar no ira-
piche Angelo, ou na ra da Cadeia n. i, primeiro
andar.
TASSO IRMAOS k C.
Lm seus nrniazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por preros cominodos :
lijlos encarnados sextaves para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de doscarorar alaodo.
Machinas de nadara.
Potassa da Mussia em barril.
I hosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em tjarrafoes.
Lentiihaa em garrafSes.
Iihuin da aJmaira.
Vinhado Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto toperior, di o.
Vinho de Rordcaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores linos sortidos.
Cognac Gaulhier Frere.
Latas de toueinho ingle/.
Barris eonrropclho em salmoura.
(^l
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qualidale : vciulein Taago Ir-
mios A C em seu annaaem da ra d:; Am.-,rim
numero ^7.
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melbores.
Yriidem-se na pharmacia e drogara de Bar-
tbolomeu & C, ra I-arpa dosario o Itn. 3.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende Bnissimas cassas francezas de
cures com os mais delicados padroes, por terem
un pequeo toque de avaria de agua doce, pelo
barato preco do dote ateas o covado. pechin-
cha : na loja do Pavao, a ra da Imperatriz n.
60.
Cal de Lisboa.
Vende-se na ra do Bom le ou no trapicha Atfaadega Velha mais barata do
que em outra qualquer parte.
SttlKKIX) LCUNOMIA E CELE1UDAD.
Obtem-se com o uso
injecc' shost
nica, hygienica, radical einfalliv.d na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e quo
offerece como garanta desabitares resultados
a continuada applicacao que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
nica deposito para o Brasil, Bartbolomeu
& C, ra Larga do Rosario n. 3.
im FAZL\B\S BiATAS
KA
Em Olinda
Vende-se nina casa terrea em Olimh, na na do
Amparo n. 10, em muito bom estado, e chaos
proprios: a tratar na ra da Imperatriz n. a, 1
andar.
Ultimo gosto.
Cadeiras pretas douradas e marclietadas de ma-
dreperola : nos feraonmr de Tasso Irmao 4 C,
no caes do Apol I v
Libras sterlinas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F. de-OKveira k C, ra do Corrmrcrcio n. 42.
Fio de algotaoda Bahia e cal de Lisboa, re-
centemente chegado : ha para vender no es-
criptono de Joaquim Jo Gon^alves Beltrao & Fi-
Iho, ra do Oomrnercio n. .5.
Vende-se
urna boa casa terrea, em chao proprio, grande
quinlal murado, >ervrndo para familia, sila ra
das Crioulas (''.-rpunga). Vende-se tainheni parte
de urna outra rasa terrea, em chao proprio, si'a
a ra da Venlu. a (Capona) : a tratar na ra 1."
de Marco n. 7. A, l.~ andar.
Vende-se cal nova de Li-ho.i peto menos
preco do que eiu outra parte : na ra de Pedro
Alfonso n.
Salsa panlia.
Nova e de primeira qnalidade
Vende-se
ra Larga do Rozario n. M
Feijo crioulo.
1" i'ii da lladrc Vende-se feijao preto, novo, j deste anno, mais
barato que em parte alguma ; a elles amigos do
bom e barato.
Para a quaresma
Manlilhas pretas brasileiras para senhoras a
Il|f00.
Ditas ditas ipad/flem para utas a 7 e 8.
Franjas pretas de seda com 8 metros a eca a
60iM).
Luvas pretas de torcal para senhoras, o par
1*000.
Cales pretos de seda, a peca a .'i e 6.
S no bazar da ra Direita n. 51 se enconlra
destas pichinchas.
Peilos de linho bordados a agulha, para camisas
de homem, a 150 0. grande pechincha.
Toalbas felpadas a r<. nina
Colxaa pjnmdM eom barras de cores a i a500.
Chales pretos de incriini bordad?* a retroz:
sao grandes e de boa qnalidade a 8i0t0 para aca-
bar.
Atnalhado superior com duas larguras a I 800.
Chapeos de stil aSUOO : sai de merino tranca-
do," muito elegantes e de armacao moderna
Madapoln Uno da marca M. O. verdadeira, val
8C0 e vende-se porfiJOOO para acabar, na
Ra do Cabug m 10.
Rap.
Na venda n. 21 roa da Imperatriz
VENDE-SE
i libra do rap de arca fina por 900 rs.
1 libra de rap supori r p Jt 900 rs.
1 libra do rap rea preta por 1?POOO,
a
Vende-se um exeelleute sitio em Beberi'ae da
baixo, junto a estacao do Fundao, mura lo na
frente o porta de ferro, com urna bonita casa de
pedia e cal, tendo 4 quartos, 2 salas e cozinha
fura, tem 350 palmos d (rente e 4,800 de fundo,
sendo de mata, com excellente cacimba de. agua
de beber; assim como ni.i outro conteado 55
palmos de frente e o me.tno fundo, tendo rana
pequea casa de la pa : quem pretender dW}a-se
roa de Pedro Affonso, amiga ra da Praia.* nu-
mero 37.
VenJe-se vinho superior do Porto e charu-
tos da Bahia : na ra da Madre ile Deus n 5
i andar.
1 *
\
)



'Diario de Pernambuco Sabbado 23 de Margo de 1873.
FUNDIDO DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
4' ra do Bario d Trinmphe (roa diBnrai) ns. 10!) a KM
CAKDOSO & IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teera recebido da Europa
grande- sortimento de ferragens para engenhos e para lavoura,e quaesquer outros usos
e misteresda industria agrcola, o quetudo vendem por presos razoaveis.
r OrmaS para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
Vq'norPS horisontaes everticaesj bem conhecidos nesta provincia e fra dola, os
a melhores que teera viudo a este mercado.
MOendaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS mOeiKiaS para assentarem grades de madeira.
laiXaS Ce ICrrO je ferro fundido o batido, de diversos tamanhos.
liOCiaS d agua de diversos tamanhos.
JtiOdaS deiltadaS de diversos tamanhos cqualidades.
Conoei'tOS concertam com promptidoqualqucr obra ou machina, para o que teem
^ va gua fabrica hem montatja> com grande e bom pessoal.
F,nonTrimPnfllsj Mandam vir por encommenda da Europa, qualquer r-achinismo,
uuuuuiuii-nuao ^ q ^q sq correspon(jem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros do Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
d1amachinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Barao doTriumpho ns. 101, 102 e 104
FUNDICO DE CARDOSO & I R M O
GRANDE LIIDAGiO NO BAM1EIR0
DO
-BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LoureneoPereira MendesGuimares
Esmeralda
MIUDEZAS.
Soares I.eite & lrmos, com loja le miudezas e perfumaras & ra do Barao da Vic
loria n. 28, pelem muita attenrao para os procos abaixo especificados, a saber
Sapatos de tapete para homeus e sea horas
a i$sno.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Talherescabcdeviado (imitaco) a3?000
a duzia.
Caixa de linha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem idem de marca a 240 rs.
Macode lita chineza a 15000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua llorida verdadeira a 1*200.
I lena idem kananga do Japao a 1&200.
dem idem divina a 12000 e 15200.
dem idem Magdalena Jnovidade) a 1^500.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
19090, 29000, '?000 e 7#000.
Frasco com Salsap.irrilha verdadchi a
39300.
dem com tnico oriental de Kemp a 1?000
o frasco.
MUDEZAS.
Ma'jos de trsncas de caracol branca, a
460 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de peras de cordao imperial a
320 rs.
Duzia de cachimbos p de
39500.
dem idem de madeira com tampa
3*600.
Duzia ile collarinhos bordados para
mem a 8-5000.
dem idem lisos a (000.
PERFUMARLAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 19000.
dem idem antique muito b >m a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 1?, 15500 e
19000.
gallinha
Duzia de sabonelesjde amendoa a 27500
e 39G00.
MIUDEZAS.
Litros tiara notas a 320 e 400 rs.
Redes nfeitadas a 15400.
Resma de papel pautado o liso a 2JJG00,
25800, 351500, 45000 c G5000.
Caixa de papel amisade a 000 rs.
dem idem idem boira dourada a 800 rs.
Caixa de cnvelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de peonas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
25200.
Duzia de sabonetes com flores a 15500.
Sabonetes Glycerim transparentes 15000.
Lindas c elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudrav prqirias
para presentes, assim como de palha e pape-
lo.
MODAS i: MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
senhorasa 105000.
Leques para senhoras a-25000, 45000 e
75000.
Vara de fita escoseza larga -novidade) a
19000.
Lamparillas i gaz a 15000.
Croza de botes de csso para caira a
ho- 200 rs.
Grinaldas para casamento a 25 e 55000.
Duzia de baralhos francezes canto doma-
do a 35600.
dem idem boira lisas a 25500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000.
Pecas de fita de velludo de todas as cores.
I Idcii dem de sarja de todas es cores
Acaba de chegar a este estabelecimcuto um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidado que tcm vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes c pinturas linas, adereces e meios aderecos com podras fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de difieren les gostos c qualidades, para homens o senhoras, desde o
prego de 405000 at 3005000, sendo estes ltimos de machinismo mais aperfei<;oado pos-
sivel c guarnecidos com diamantes.
. Ditos de prata de 165000 e 405000.
CASEMIRA PRETA A 25500 0 CORTE. COLXAS DE FUSTAOA 25500.
Vonde-se cortes de casem ira prcla para cal- Vende-se cokas de fustao, decores,
cas de homem a 25500, 45500, 55 e 65000. 25500 cada uma.
PANNOPUETO FINO A 25500. rom nmnm
Caixa de pos para dentes a 200 rs. je larguras.
dem idem de pos chiuez, muito bom, a Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
500 rs. e 15000. jiote.
Mago de sabonetes nglczes muito supe-: Chapeos para senhoras e meninas.
ores a 600 rs. > Luvas de pellica muito frescas a 25500.
SPELHOS
de moldura dourada de todos os tamanhos, locadores de quadro, caix
miuflfm que seria longo mencionar.
28 Ra lio liara da Victoria
c zinco, e rauitas
Arados para lavrar a tena.
Carimbos de m&o.
Canias, de ferro.
(.ofres de ferro,
(.estos d'rame para fi
. Foges de ferro.
Baldes de ferro gakanisado.
Chapas de ferro gakanisado para cobrir casa
Prcgos americanos. g
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descansar algode >.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
fr Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
CASA DE SHAW HAWKES fc C.
RA DO BOM JESS N. 4.
2& 2& 2* 2ft iM 'M& K
i M Wm mB P! 5w wml
Adereces de ln-!
lhanles, esmeraldas]
rubias e perolas,
vcltasde pcrolas.
Obras de ouro e
prata de todas as
qualidades.
N.
NOVA LOJA
2 ARa do
DE
BARROS rt
DE JOIAS
CabugN. 2 A
FILHO
Achando-se-completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus proprietarios feito uma importante aoquisico de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidara o. rospeUavel publico a fazer uma visita ao seu es-
tabelecimento, am. de apreciar e comprar uma joia de g06to por
preco razoavel.
Charutos de Havana
Superiores
no escriptorio de Tass Irmaos 4 C. roa do Amo-
rim n. 37.
Grande la<]o.
Sao gravatas grandes com laco, ultimo costo a
1:000: na loja da Rosa branca ra da Imperatriz
n. S.
1UJA DO CAIHJGA N;
MOREIRA MIARTE v
Vende-se panno eufeslado proprio para
caigas e palitts a 25500, 35, 45 e 55000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 040 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 15500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 15500 e 25000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 210, 280, 320 e 3(i0 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MUSSEL1NA RE CORES A 400 RS.
Vende-se inusselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fustao branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS. |
Vende-sc cassas de cores muito finas a 300 ,
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPT1STA A 400 RS.
A'ende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
|rn> trijo
COBER'OJRKS DE PELLOS A 15200.
Vende-se cobertores de pellos o papada
a 15200 c 19400.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Ve^nde-se saias brancas c de cres a 33QM
e 25500.
TOALHAS A 800 RS.
A'ende-se toalhas felpudas propvias par*
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VTAGENS A 35000.
Vende-se bolsas para viageos a 35, 355O
e 45000.
LENCOS BRANCOS A 2-000 A DCZLL
Vende-se lencos brancos a 39000 a a-
zia.
GROSDENAPI.ES PRETO A 15800
Vende-se grosdenaples preto para
a 15800, 25, 29500, 35, 'OUO eSjfOOt o
covailo.
MADAPOLAO FINO A 49000.
A'ende-se pegas de madapolo, a 45000,
19500, 89, W, "5000 e S500.
AI.CODAO A 45000.
de algodo
%<

A LOJA BOM PASTOR
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Paris, fabricante de
plaqueo mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros em caixa, colberes cm duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanho. galheiterus, serpentinas, castigacs,
saleiras, farinlieiros.etc, etc.
Recebcu tambem
Grande solimento de quadros muitos ricos, cora as estam-
pas, as mais bellas viudas nesta praga.
Recebe cncominenda para o Porto, Lyon e Paris.
Ealnini deoraamentus para igrrjas, c iqogeis
Vende-se pecas
49500,59, e (.5000.
ALGODO ENFESTADO
A'ende-se a
metro.
boa a 49,
A 900 B&
godio eufeslado a )0(| rs.
COSTURA DE HOWE
BfllS HKIffi
SOARES LEITE, IRMAOS
RAPE
FINA
REA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & C.
NA
BAHA
A'
liia lo Barao da Victoria 11. 28
As mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na expesicio de Taris, em 18G7, foi. concedido a
Elias Hone Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
rlo da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
l'eitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na. expsito de Londres acreditam
estas machinas.
Aloieira & C. solicitam a alteii(;ao do publico da provincia de Pernam-
buco para o rapA rea Fina-producto de fabrica pertencente I fiihos
do paizt e cuja qualidade est conhecida perl'eitamente igual do v< rda-
deiroAra Pretacomo o fabrica a caa primitiva na Babia, tnd ak'iu
dsso a vantagem de ser viajado.
o intuito de tornar conheceido devidamente apreciado o rap Afea
Finaos annnunciantes acabaa de autorisar seu agente em Pernambuco,
a acechar, mo grado, os obstculos c direitos de introdcelo,a hita da
concurrencia, acoinpanhaudo-a nos ahatimentos de ire<;o al onde for
isso compativel com suas forgas.
Os anuunciantes csperain encontrar na nobre popularao de Per-
namijuco, o apoio que lm jus a actividade c os estoicos que ellesleem
empregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de ndastria
que at boje s ao cstrangeiro tena aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao l'eitas cm libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Preo 15000 a libra, com descont de 18 / em poreo de 10 libras
para cima.
Baha, 21 de fevereirode 1873.
Moreira <&' C.
fe^ST
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade roa do Barao da Victoria tt. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias se veuderem as.afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de-seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesnia qualidade de linha quequalquer outra,
e pela introdcelo dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
oltcrecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao a& seguirdes:
rrimeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel,. a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frcelo cutre as diversas pecas, e.menos rpido^ estrago
do quejaas outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito mo.
Quinta.Permtte que se examine o trabado de ambos os fios, o que.se nao consegu
as outras. ,
Sexta.Fazem ponte miudo era casemira, atravessando. o fio de um outro lado,
e logo em seguida, seni modificar-se a tenslo da linha, cozera a fazenda mais
fina. ,
Stima.O compressr levantado cora a maior facilidade, quando se tem de mudar
de,agulha ao comesa/1 nova costura.
Oitava>Muitas companhias do machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sio hoje quasi descQnheeidas, outras soffreram
mudanzas radicaes parapoderem substituir entretanto a,companhia daa machinas de Howe
adoptando a opinilo de Ehas Howe, raestr em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e boje nlo attende a procura, postoque faca 600 machinas
por dia. ,
Cada machina acompanha livretos com.inMrucoes em portuguea.
iiamta verdadeira
Contina a vender-se na travessa da ra das
Cnues n. 4, e ra do Vigario n. 26, pelo preco de
b'M rs. a libra, em pacqte.________________^
Panno de algodo da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim Jos
Gongalves Beltrao & Filho, roa do coraoercio
n. i.
A 90^)090
SOARES LEiTE,


m
MDZEO DE JOIA
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRAUSE cV
^^roac
DE
a,^a$s
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero; contina a
vei'der variad sortimento de joias, sendo de brilhautes, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande redcelo de precos, i>orque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, serlo constantes sempre que live-
rera oecasiao de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a precos mu limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
exposiclo obras do prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
presos. Cadeias e trancelins de todos os gostos, e tudo o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sio avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias sabidas do ML'ZKU DE JOIAS sao garantidas.
A'..
Ra do Barao daVictoriant 28s
*
Lindos vestidos a 5$o cort
Superiores cortes de-cassa de cor, de organdy e de percalia com barra e ,de dans
saias, acompanhados dos competentes figuriaos a W cada corte. Vendem na ra Fvi-
meiro de Marco (artiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
cellos.
Tijolos francezes sextavados
lie 4&9 o millieii-o.
Estes lijlos, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os majs econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
erreos das casas, porquaoto, pouco mais cusan-
do do que os feitos no paii, sao, sem comparaya
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
sao, suscepveis. Custam, alm disto menos da
dcima parte dos de raarmare, j reprovados, e
*t de ifferenk's mosaicos, es quaes nao esto
ortameDle ao. alcance de todas as fortunas, e s
sao empreados e proprios para as salas princi-
pie. Alm da vantagem que ha no emprego
destes tijolos par* os pavimento terreos e casas
descampo, tem estes anda a de serem os memo-
re e mais- proprio para ladrilhar corintias nos
sAflados da cidade, atiento a sua solidez e pouco
pSo, estando ihais que pruvada a conveniencia
de serem assoalhadas as coiinhas todas de lijlo,
aos a parto junta ao fygao, no que at.as
compasivas de' seguros se deveiiam mteressar.
Vandem-se nos armaiens de larinha de Tasso Ir:
rios & C, no,caes do Apollo.
"CONSTIPACAO
N lu
Bilis
:^rPUfATJVF.<
WIEIMATISSIOS
lian
lOOSEPURGAr.vf"
11QVAL-AS A!) OETAft-ir
.0 OOSE REFRESCAMTEy^?
DEPOSITO GERAL
M
rharinacla e drogara
DI
BARTHOLOME 4 C .
34Ra larga do Rosario
34
Vende-se ou alugaree
' F.MHIHA DE UMMi.
1 Vtndem Cunha lrmos 4 C., preco coajmodo PBtad
rila, da Madre de Deas n. 34-
.0 sobrado n. S da ra do Rio, na freftie-
>co da Panella, com 3 salas, 6
1 saleta, despensa, cozinha e quintal ma
o predio
le aovo
adoPC Panella, com 3 salas, 6
miartss, 1 saleta,
rad cujo nred
t
speosa.
icha-se concertado, caiado e
a u-atar com o comiaeodad^i
fe
DO-
Porto-
Antonio Pereira de (Miveira Maia tem para
vender em seu estabelecimento, a ra da s.ni
NOva n. !, chmeHas para homens e "nhoras "
manees, sapatode-tranca, para os meamos, tudo
de superior qualiade e por pre?o commodo, por
ter viudg Je oma propna.
I?I.V
O bacalh? .V up em
di las : do c>e< aa AJauuea
Taase Irma A C
u
mu* ".rmt>
i, armaMBs aa
Aos Srs. macons.
Amaral. Nabuco 4 C vendem insignias maca-
nicas de diversos graos.




f
8
Diario de Pemambuco Sabbado,20 de Martj de 1873.

ASSEMBLEA GERAL
SENADO
DISCUSSO DO VOTO DE GRAAS.
/Continuago,!
Havendo entre os Srs. Mendongas e n Sr.
Sobral Pinto rivalidadc local, ou desintolli-
goncia de qualquer outra especie, nos, como
amigos etMBtnuus, aconselhamos ao nobre
senador o aos seus irmaos que nao fossem
tis candidatura do Sr. Sobral Pinto, que
nao podamos deixar de fazer votos pelo
triumpbp dessa candidatura.
0 Sr. Silvkika Lobo : Fazer votos
dar Votos. (Apoiados.)
O Su. VlSCONDE DO RlO-BllANCO : Os
nobres senail res esto querendo envenenar
miabas patarras, e pensara que, Ostentando
esses escrpulos eleitoraes, todos acreditara
que SS. EKxc, quando ministros, presiden-
tes de provincia, ou om mitras posiges offi-
ciaes, em lempo de eleiges, nem conversa-
vam com seus amigos... Pois, senhores, per-
mittam que cu prosiga. Paziamos votos
pelo bom xito dessa candidatura; o Sr.
Sobral Pinto um meinbro distinelo do
partido conservador, representa ha militas
anuos a provincia das Alagas..
O Sr. Pies de .Mkndonga : Em duas
legislaturas somonte.
O Su. Visconde no Rio Branco (presiden-
te do couselbo] : Muito antes que o nobro
Senador tivesse assento -na outra casa, o Sr.
Sobral Pinto j representa va all asna pro-
vincia.
O Su. P.vr.s iik Mendonca :Hei de expli-
car isso muito bem.
O Su. Visconde no Uto Branco (presiden-
te do conselho) :Deviamos ao Sr. Sobral
Pinto o mesmo apoio honroso que merece-
mos aos Srs. Mondongas, e pois, pedimos ao
nobre senador e a seus irmaos que nao fos-
sem bostis a essa can lidatura.
Nossos couselbos tendiam a concilia-los,
mas essa questo devia ser decidida entre as
influencias locaes ; os ministros nao intervi-
nbam seno coai a expressao do seu parecer
e a sinceridade de amigos prudentes e leaes.
O Su. Zacaras :Com a circular.
O Su. Silveiua Lobo: E mais alguma
i cousa.
O Su. Visconde no Rio Brant.o (presi-
dente do conselhoj : O Sr. Sobral Pinto,
Sr. presidente, segundo son informado, era
um candidato legitimo pelo i" districto...
O Sr. Paes de Mendonca :Ea prova de
sua legitimidade c que, apezar dos esforgos
do governo, foi preciso fazer-se aqui urna
depurarn para elle ser deputado.
O Su. Visconde do Rio Branco (presiden-
to do conselbo) : Havia outro candidato
tambera lilho das Alagas, all respeitado e
com o apoio das influencias locaes desse dis-
tricto. Porquo riamos nos, anda quando
nao nos tivessemos tragado religiosamente
esse prograinma...
O Su. Silveira Lobo :Religiosamente 1
O Su. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselhoj:... iutorvr as elei-
ges das Alagas? Nao posso responder pe-
las relages do nobre senador com o presi-
dente da provincia, nao sei o que a respeito
de eleiges conversaran) entre si.
O Sr. Paes de Mendonca :Hei de contar
tudo, V. Exc. me obriga a isso.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselbo) :Sr. presidente, falla-se
muito contra a intervengao da autoridade as
O Sr.
aparte !
oioicoes, e na regencraco do systema eleito-
ral ; mas o facto que os nossos partidos
(refiro-me a todos, perdoera-me os nobres
senadores do lado liberal, tenham paciencia),
o facto que nossos partidos estro a este
respeito mal acoslumados. Nao ha duvida
que nao sao os ministros, nem os presideu-
tos de provincia os que devem imprimir mo-
vimeuto ao seu partido no trabalho eleitoral,
que sao os ebefes locaes que devem esclare-
cer, activar e dirigir os seus co-religionarios
polticos, segundo os sentimentos geraes do
seu partido, as necessidades da situago poli-
tica e o mrito dos candidatos. Mas a ver-
dade que, segundo hbitos inveterados de
um e outro lado poltico, alguns chefes po-
lticos e mesmo multas influencias locaes en-
tiidem que a autoridade que deve ser a di-
rectora...
O Su. Paes de Mendoza :Sempre me
oppu/ a isso.
O Sr. Visconde do Ro Branco (presi-
dente do conselbo) : ... ed'ahi vein que
procuran para isso o presidente de provin-
cia, o chefe de polica, os delegados c sub-
delegados.
Zacaras :D licenga para um
O que se segu que os partidos
entregam ao governo a omnipotencia que
ost as inaos do chefe de estado.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselbo Os chefes polticos e mes-
mo as influencias locaes procuram as auto-
ridades, e querem descansar, entregar-Ibes a
direcgo do pleito eleitoral. Tenho sempre
clamado contra estes mos hbitos. Se eu
sustento que um ministro, como qualquer
outra autoridade, pode no circulo de suas re-
jacos pessoaes nteressar-se pelo triumpho
do seu partido, das ideas polticas que julga
necessarias seguranza e prosperdade na-
cional, tambem entendo c proclamo que a
autoridade deve conservar-se em posicao que
inerega o respeito de todos, para que nao
possa ser averbada de suspeita quando cha-
mada a dar protecgo a este ou aquelle cida-
do, a esta ou aquella parcialidad poltica.
Mas, nem todos os nossos homens polticos
pensam e procedem assim, e, ou a autorida-
de queira ou nao quera, real ou apparente-
mente, a figuram como empenhada as elei-
coes.
Sendo estes os nossos costumes, o estando
o nobre senador om relages pessoaes com o
presidente da provincia, era natural que con-
versasse com elle sobre eleicoes...
O Sr. Paes de Me.ndoxca :E muito.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :... e que o presidente,
como representante do urna opimo poltica,
tivesse a mesma linguagemqe tivemos aqui
na corte :conciliem-se, nao se guerreem
mutuamente, nSo ha motivo para que os
senhores se mostrem hostis candidatura de
um co-religionario to digno de estima e
respeito como o Sr. Sobral.Se o ex-pre-
sidente da provincia das Alagas foi mais
longe, se interveio as eleiges como autori-
dade...
O Sr. Paes de Mendoza :Parece que
V. Exc. nao pode mais ter duvida a este res-
peito.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselbo) : ... ento deslisou-se
das instrueges do governo imperial ; mas
nao podemos condemna-lo nicamente pela
aecusagao do nobre senador. Respeito mui-
to a palavra de S. Exc, porm nao menor c
a confianca que nos inspira aquelle co-reli-
gionario. Em-4odo caso preciso seguir o
principio andi alterum partem. O nobre
senador parte e parte que se mostra muito
apaixonada contra esse ex-presidente.
O Sr. Paes de Mendonca : Ao con-
trario.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :Senhores, estes ne-
gocios eleitoraes das Alagas, de que nao
posso ter conhecimento em seus pormenores,
deviain ser ventilados na outra cmara.
O Sr. Paes de Mendonca :Como ?
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente ilo conselho) :O nobre senador tem
all amigos, nao menos d tres...
O Sr. Silvkika Lobo :Est emseu di-
reito discutindo aqui.
O Su. Visconde do Rio-Branco /presi-
dente do consdbo) : Porque n) f i all
levantada a questao, presente tambem o no-
bre ministro do imperio, que pelo exorcicio
do seu cargo, est mais habilitado do que
eu para conheesr os factos eleitoraes da pro-
vincia f Constarme que, na discusso ha-
vida no seio da commissao de poderes, o
nobre senador, ou o Sr. Bernardo1 de Mon-
donga pretenden Wantar algumas- dessas
accus.iges, mas foi detido p-r seus antago-
nistas e comprovincianos, observara! j-lhe
estes que responderan! nos mesmos termos
nio temiam essa querella domestica.
O Sr. Paes de Menbonoa : Fui eu
quera levantou a aecusagao, discut e M-
tjtiem contestou os documentos que l a pre-
sen tei.
O Sr. Visconde do' Rio-Branco /presi-
dente do conselho) : Estas eleiges uV
1" districto, a que o nobre senador se referi
foram objecto de largo exame na commissao
de poderes, os pareceres corren? impressos,
foram muito motivados, e ah no-appareceu
a intervengao de que o nobre senador aecusa
o presidente da provincia.
O Sr. Paes de Mendonca : Oh> 1 senho-
res at bou ve urna representago escripia
em que se transcreveu a carta do befe de
polica.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho/ : Que documentos
veio aqui apresentar o nobre senador ? lima
carta particular do chefe de polica.
O Sr. Paks DE Mehdohca : Refcrin-
do-se a urna circular da presidencia, e eu
apresentei esta circular.
O Sr. Visconde di) Rio-Branco (presi-
dente do conselbo' : Urna carta particu-
lar do chefe de polica a um seu amigo. Sr.
presidente, resta saber se a expressao circu-
lar, de que falla a carta do chefe de polica,
carta da qual nao tenho mais noticia do que
* que colhi da lcitura feta pelo nobre sena-
dor, a expressao propria, ou apenas qu*r
dizer um pedido feito a algumas pessoas do
conhecimento do presidente e no intuito de
evitar que se abusasse do seu nome.
O Sr. Paes de Mendonca : Ento V.
Exc duvida da existencia do documento que
eu apresentei ?
O Sr^ Visconde do Rio-Branco /presi-
dente do conselho) : Se realmente houve
urna circular, com olearacter que lhe attri-
bue o nobre senador.} isto verdico, en-
tendo que 6 ex-presideute da provincia pro-
cedeu mal. Poderaelle escrever a algumas
pessoas do seu conhecimento, sem nenhuma
especie de imposigo, mas nao urna circular
em que fallasse de candidatos do governo,
que nao os tinha.
Perdoe-me o nobre senador, nao dou
como verificado que esse documento seja
verdico ; o, nobre senador apresentou urna
copia, nao dsse que elle proprio a tirou do
documento original.
O Su. Paes de Mendonca : Sim sa-s
nhor ; o previnimo com muitas testemunbo,
homens importantes.
O Su. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Quem levava o do-
cumento original ?
O Sr. Paes de Mendonca :'=-0 couiman-
dante de polica encarregado por elle de as-
sistir eleigo.
O Su. Visconde do Rio-Branco /presi-
pento do c inselhp' : Senhores, ha aqui
ciscumstancias que mister averiguar antes
deemittir juizo definitivo. Como foi que
o commandante de polica, portador de um
escripto reservado do presidente da provin-
cia, mostrou esse papel ao nobre senador,
que ento estava em antagonismo com o pre-
sidente, e deixou tirar copia ?
O Sr. Paes de Mendonca :Hei de dizer
como foi e se permitte, direi j ein poucas
palavras.
O Sr. 'Visconde do Rio-Branco /presi-
dente do conselhoj : Demos, porm, Sr.
presidente, que a circular seja tal qual o no-
bre senador apresenta ; que nao seja urna
comraunicago dirigida a pessoas de confian-
ga particular do presidente, quem sabe se a
copia (salvo a boa f do nobre senador) nao
contem alguma omisso ouerro...
O Sr. Paes de Mendonca : E' ver-
dade.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselbo) : ... se com a prsssa
escapou ao nobre senador alguma palavra
ou phrase que alterasse o sentido e alcance
da circular ?...
O Sr. Zacaras : Nao f.i concer-
tada...
O Sr. Paes de Mendonca : Eu devia
mandar conferir e concertar.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : Se de feito houve
urna circular do presidente s influencias lo-
caes, recommendando candidaturas em no-
me do governo, declaro que o presidento
errou e o lamento, porque tenho o Sr. Dr.
Sil vino na conta de um homem leal, ho-
nesto e boin administrador.
O Sr. Paes de Mendonca : Teve urna
presidencia de segunda ordem em paga dos
seus servigos.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :O governo nao tinha
para julgar do ex-presidento das Alagos
seno documentos que lhe sao muito favora-
veis ; os que o nobre senador exhiba hon-
tem, c sobre os quaes preciso ouyr a parte
aecusada, nao estavam no conhecimento do
governo, e cumpre apreciados vista das
explicages que d esse honrado funciona-
rio publico.
O Sr Paes de Memdonca Ainda te-
nho alguns documentos que hei de apre
sentar.
O Sr. Visconde do Rio Branco ( presi-
dente do conselho) : Sr. presidente, o
nobre senador pela provincia das Alagas
reclama a reforma eleitoral; eu tambem a
quero em todos os sentidos ; desojo que as
eleiges corram por conta dos partidos e que
as autoridades ao usom, no interesse deste
ou daquelle, dos meios officiaes que lhes sao
dados para o servigo publico. Portanto,
eu fago votos para que os h")mens polticos
as provincias nao sejam os proprios que
pretendan que a autoridade interveoha, e O Sr Visconde do Rio %anco presi-
intervenha por modo a excitar as queixas e
censuras" de seus adversarios.
O Sr. Paes de Mendonca : Nunca exig
intervengao de presidente nenhum.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : Eu desojara que as
influencias locaes procedessem sempre con-
forme o exemplo de alguns dosmeus amigos
que esto nessa categora, entre os quaes
eitarei o nobre visconde de Camaragibc.
Tenho tido a honra da ser ministro muitas
vezes ; S. Exc. como natural, me faz urna
urna ou outra recommendago, um ou ou-
tro pedido ; a ma'or parte das vezes nio te-
nho podido satisfazer seus pedidos e nunca
o vi desgostoso por isso contra mim nem
contra nenhum ministro.
U Sr. Silveira Lobo : Ora ora
O Sr. Paes de Mendonca j Sabe calar
os dosgostos. Os utros nao se conten.
O Su. Zacaras : Urnas em ebeio, ou-
Iras em vo...
(lia outros apartes^.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselbo) :Porque senhores,
que este meu juizo vos est excitando tanto
clamor ?
O Si. Zacaras : Porque nao exacto.
O St... Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do' conselho) ; Exactissimo.
O Sis.- Zacaras : O Sr. Camaragibe
domina Pemambuco. (Apoiados da oppo-
sii.au liberal;.
O Su. Visconde do Rio-Branco /"presi-
dente do eonselho) : Se domina, pola
sua milui'ii legitima.
O Sil. Visconde de Camaagwe : Nuiv-
ca'dominei P&rnambnco.
O Su. Paes de Mendonca. : Tem i-
- "limen pelo seu merecimento..
O Su. Visconde do R>-BRa^o /presi-
dente do conselhoj : Mas-neu* todas as
influencias esto- nesse case, e desde que os
presidentes nao procedem como' se- lhes fos-
sem consignados-,, o descontentamente- ine-
ritavel.
O Sr. Paes de Mendonca. v.Se serefere
a mim est completamente engaado ; nun-
ca ped intervengao' de presidentes.
O Sr. Visconde. do Rio-EfcANco- (presi-
dento do conselho*,.:: Fallo em.geral ; em:
relago ao nobre senador direi o seguiste :
nao deixa de recorrer, aos presidentes para
ponderar-Ibes osla ou aquella providencia
que julga conveniente...
O Sr. Paes de Mendonca s Isso fa-
zem todo* os chefes do partido.
O Sr. Visconde do>Rio-Braxih (presideni-
te do conselho) : ... cre- que o no-
bre senador pouco- tolerante-,, quando a>
opinio do presidente da provincia nao se1
conforma com a sua.
D Sr. Paes> de MenmMCA : Est com-
pletamente- engaado ; appello para rauitos-
presidentes; aqu est o Sr. Saraiva.
O Sr. Visconde do Rio-Brajscd (prest-
dente do eooselhe) : Entretanto, os dele-
gados do governo imperial tem sido sempre
acensados de se constituirem instrumentos da
familia do nobre senador. Nao o tem sido,
assim o creio; mascas apparencias motivar
essa censura do lado contrario, e, pois,
natural que esses cidados, feridos em sua
reputago...
O Sr. Paes de Mendonca : Hei de res-
ponder-lhe categricamente nesta parte.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho): ... pelos adversa-
rios, procurem evitar at ssas apparencas,
que nao s corapromettem ao nobre sena-
dor e aos seus amigos, como aos ministe-
rios do seu partido.
O nobre senador disse que a denunciada
circular tinha por fim proteger a eleigo
dos Srs. Sobral e Dr. Teixeira da Rocha ;
mas, Sr. presidente, se V. Exc. ouvir as
pessoas que teem conhecimento da provin-
cia das Alagas, saber que justamente no
Penedo, para onde disse o nobre senador
fra dirigida a circular, o Sr. Sobral tem
amigos dedicados e preponderantes.
O Sr. Paes de Mendonca : Nao teria
um voto no proprio Penedo se nao fosse a
intervengao do governo.
O Sr. Visconde do Rio-Branco /presi-
dente do conselho) : O Sr. Sobral Pinto
tem representado sua provincia mais de urna
vez e veio na ultima lista trplice com o
nobre senador...
O Sr. Paes de Mendonca : Quer obn-
gar-me a coutar toda essa historia l Con-
tarei.
OSr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselhoj : ... nao um ho-
mem obscuro, alagoano importante e que
vale muito pelo seu carcter, firmeza e cons-
tancia para com os amigos.
O Sr. Visconde de Niterobv : Apoia-
do.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho/ : Sr. presidente, eu
estava to habituado a troear com o nobre
senador pela provincia de Sergipe sentimen-
tos da maior benevolencia, que sinto-rae
constrangido, tendo de oppor algumas ob-
servages aos apartes to vehementes que
S. Exc. dirigi contra o gabinete.
- .0 Sr. B.vrao de Maroim : V. Exc. na
sua consciencia sabe que eu tenho razo para
estar offendido.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselhoj : Pego ao nobre se-
nador que modere suas expressoes. Se eu
tivesse consciencia de que o nobre senador
tem razo, eu lh'a dara ; ms tenho, pelo
contrario, consciencia de que ao nobre se-
nador nao assrste razo alguma.
O Sr. BarAo de Maroim : Ha 1 isto
sempre assim...
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselhoj: Nos recommenda-
mos ao ex-presidente da provincia de Ser-
gipe, o Sr. Dr. Joaquina Bento de Oliveira,
carcter muito respeitavel, espirito muito
llustrado, urna das esperangas da provin-
cia de Minas Geraes, que fosse neutro na
questo eleitaral. Alm das razes geraes
j expostas, accrescia em Sergipe que a con-
tenda se dava entre conservadores, e con-
servadores todos amigos.
Um dos candidatos novos era o Sr. Dr.
Leandro Bezerra, que foi sempre conserva-
dor e amigo do ministerio ; sua candidatura
era apoiada pelo nobre senador o Sr. Diniz e
outros correligionarios naquella provincia.
Ora, o Sr. Dr. Jqaquim Bento de Oliveira
nao levou para a provincia de Sergipe outro
desejoque nao fosse o de prestar algura ser-
vigo til aos povos que ia administrar.
O Sr. Barao de Maroim : Oh I meu
Deus I a quem foi elle consignado ?
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : Consignado I isto
urna expressao offensiva.
O Sr. Vieira da Silva :Mas V. Exc. ja
empregou.
denle do conselho) :Quando?
O Sr. Vieira da Silva :Ha pouco, nes-
te mesmo discurso.
O Sr. Vis;oxde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Eu nao disse que ne-
nhum presidente fosse consignado, limitci-
me a usar da expressaodesde que os presi-
dentes nao parecem consignados. O Sr. Dr.
Joaquim Bento do Oliveira um carcter
muito independente, nao podia subordinar-
se a quem quor que fosse; obriguein-no a
explicrseos actos na cmara temporaria, e
estou certo que ha de confundir os aecusa do-
res. Ha na outra cmara representantes
das duas fracras conservadoras de Sergipe ;
ellesque liquidem entro si esso negocio. Eu
disse ao nobro senador, quando me articula-
va suas queixas: provoque a discusso na
cmara temporaria, desojo esta discusso ; e
estou plenamente convencido de que o Sr.
ex-presidente de Sergipe, que nao tinha mis-
sao para intervir as eleiges, que tinha re-
pugnancia n isto, nao iria intervir justamen-
te contra aquellos por qoein mostrei-im
ni >-> interessado. Eu disse k> Sr. Dr. Joa-
quim Bento que o nobre senador eseus ami-
gos nos tinham prestadolapoio emeonjunctu-
ra dicil para o gabinete de 7 de margo,
pelo que tera o maior prazer env que os
amigos do S. Exc. fossem reeleitos- ; mas ac-
creeeentei: nunca peda interveneiio da auto-
ridade; minea mpoudo a exclusvio1 de ou-
tros candidatos, que tambem sao conserva-
dores, e, alm do conservadores, amigos do
governo.
OSr. Bar.Vo de Makoth: V. Exc. mWJ-
dou.hostilisar os amigos.
O Sr. Visu)nde do Rio Branco (presi-
dente do consetb >) :O obre senado*: est
lora da provincia, v as cousas de long-.
O Su. Bar\o> DE Maro*:Como V.
Exc.
0Sr. Viscomw do Rio Bbmnco (presiuW-
le-do conselho) Mas tenho informantes-
db> presidente da provincia, qjue merece-mn c
maiselevado concento, e, portanto, posso as-
segurar ao senado que as quei-\as do Sr. bu-
rae stu> infundadas^.
0Sr Bar.Vo de Maroim :Nao sao...
U*Sr* Visconde do Rio BtaKGO (presi-
denta'do conseibo).:... oque elle, pele-
menosv suinmaccoutc injusto,.quando lev
o seu. desgosto at ao ponto de langar-no*
ncrepaces to graves o otlender ao presi-
dente da provincia de Sergipe en seu carc-
ter individual, suppondo-o capas?desubordi-
nar-se-a-alguem. Ptmjue interesse esse mo-
go tac- 'restante iria all servir aos caprichos
ouintei;esse de Pedro;ou de Paulo?
Sr. presidente, nao- posso proseguir em
urna discusso desta natureza com o nobre
senador- S. Exc. teta um orgii na outra
tomar, tem alli os Motados dudado oppos-
;U>y que conliecem tambemos facto* ; provo-
que l <- debate.
O Sr.. Rar.Vo de Maioim : J nao se
provoco?
OSr. Visconde un Ro Brax.o (presi-
l dente do conselbo) :Tem o nobre senador
tambem a nuprensa, provoque o-Sr. Joaquim
Bento do Oliveira a eaplicar seu procedimen-
to, e eu khe garanto que o Sr. Dr. Joaquim
Bento ha de defenderle cabalmente.
OSr. Bar.Vo de Maroim :4, quem est
entregue a polica da provincia de Sergipe?
Tenha a bondade de dizer. Todos os dele-
gados e subdelegados, guarda nacional, etc.,
a quem V. Exc. mandou entregar ?
O Sr. Presidente, tange a campa.
O Sr. Silveira Loro : Lis a impar*
cialidade proclamada em una circular pom-
posa I
OSr. Visconde do Rio Ruanco (presi-
dente do conselhoj :Sr. presidente, esta
a sorte de todos os ministerios que atraves-
sam urna quadra eleitoral. Felizmente, o
ministerio actual aecusado, nao s pelos,
seus adversarios naturaes, como tambem
por alguns de seus amigos polticos, disi-
dentes e nao dissidentes antes das eleiges.
OSr. Zacarias :So dividi o partido,..
OSr. Visconde do Rio Branco 'presi-
dente do conselho) :Esta trplice aecusagao
creio que depe a favor o nao contra o nosso
procedimento.
O Sr. Silveira Lobo :E' prova da exis-
tencia do partido ulico e nada mais.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Alm desta nolavel cir-
cunstancia, temos um facto positivo : que
a cmara actual representa todas as parciali-
dades, conservadores ministeriaes, conserva-
dores dissdentos e liberaes.
O Sr. Silveira Lobo :Em que dses I
OSr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :As cmaras feitas em
outros tempos, quando o systema represen-
tativo nao estava to degenerado, nao apro-
sentaram os mesmos matizes; por conse-
quencia, Sr. presidente, soffro Jcom resigna-
go as censuras que partem daquella banca-
da (a dos Srs. senadores liberaes) e as que
rae teem soado direita e esquerda.
Nao podero, porm, Sr. presidente, os
aecusadores do gabinete demonstrar com fac-
tos, com documentos positivos, que nao fos-
semos fiis s instrueges que expedimos ;
nao podero tambem demonstrar que os de-
legados do governo em geral nao observas-
sem strictamente esse programma. No'res-
ponderemos por um ou outro facto, que nao
chegou ao nosso conhecimento, pelos quaes
tambem nao creio responsaves os presiden-
tes de provincia ; impossvel em tempo de
eleigo evitar todo e qualquer abuso, ou seja
por parte dos agentes da autoridade, ou seja
por parte dos particulares.
Sr. presidente, eu quizera fazer algumas
observagos sobre o que se tem chamado
omnipotencia do poder executivo, mas a hora
est adiantada ; vejo que estou impacientan-
do os nobres senadores (nao apoiados) ; por
consequencia devo resumir o meu discurso,
e passo ao que o nobre senador pela provin-
cia da Bahia disse em confirmago de sua
these : que ha hoje governo pessoal.
Entrando neste gravissimo assumpto, eu
preciso tomar um ponto de partida : at cer-
to tempo nao havia governo pessoal. Para
este fin vou apoar-me em autoridade nsus-
peta. -..-
O Sr. Silveira Lobo Esta discusso
obrigatoria; recorda o da anmversario do
gabinete, a sua origem.
OSr. Visconde do Rio Biasco (presi-
dente do conselho) :Agradego a V. Exc. a
recordago ; festejarei o da, recordando ou-
tras o rigen s.
O nobre senador pela Bahia, em sesso de
25 dejunho de 1867, quando muito digno
presidento do conselho de ministros, tomou
a palavra nesta casa para maravilhar-se de
que o nobre senador, cuja perda todos de-
ploramos, o Sr. visconde de S. Lourongo, e
se ento : nao ha quo notar: tudo marcha Ora, Sr. presidente, este juizo, estas pa-
regulanneute ; nao existe governo pessoal; bjvras, estas apostrophes do nobre senador
nao ha mvaso do poder moderador no exe- ^ pplicam perfeitamente ao que S. Eic.
cutivo; e pedio quo lhe aprosentassem os esU ag0ra dizende e repetindo.
factos em contrario de sua competente aflir- 0 Sr. Silveira Lobo : -Nao apoiado.
mativa. Convm que eu record ao senado 0Sr. Zacaras :De 1868 para c,
as palavras textuaes do nobre senador ; pego que tive' pr0vas
licenga para as lcr O Sr. Visconde
(.orno ia dizendo, fui buscar a luz em dnnle do conselh-
um documento, no qual o problema est disse que (1tl; 1868f pi)r conisso do nobre
independencia dos Snaj01. 0 reconliecdo por S. Exc. nao ha-
DO Ro Branco ( presi-
-Sr, presidente, cu
posto uestes termos : A
poderes acia-se actualmente aniquilada pela
omnipotencia o degenerarlo do executivo.
Note-so bem, o executivo omnipotente o ao
mesmo tempo est degenerado.
Em urna das bases comprometto-se o par-
tido conservador j nao aceitar o poder seno
para exerce-Io na plonitudo constitucional,
desviando-se o menor symptoma de coin-
presso. Assim, o poder executivo ao
mesmo tempo declarado omnipotente o fra
de sua plenitude constitucional.
E* preciso sor franco, encarar de frente I
questo; a mais grave que se p le susci-
tar. Se o poler executivo nao gyra na r-
bita que lhe tragou a constituigao ; se nao
est na pleuilu Je coustituciooal de suas attri-
buij;es, o paiz marcha mal, est prestes a
ver realisada a perturbogo que auuuuciou o
nobre senador pela Babia.
Sr, presidente, em materia de confuso do
poder executivo o moderador, ou de prepon-
derancia deste sobro o executivo, ha dous ty-
pos ; a tristona nao os apresenta mais carac-
tersticos. Ha o typo de Ooilhermc de
Orange, ministro de si mesmo, especialmen-
te nos negocios estrangeiros. Este typo pre-
suppe grande saber no re o mosquiulias
proporgoes nos ministros. O outro typo o
de Jorge 11 [: este nao era ministro de si
mesmo ; fazia consistir na caiaiarilha todo o
systema do son- governo. Sao dous systema'
muito difereiUcs: emum o rei iiiflue direc-
tamente, usando de seu saber; emoutroa
camarilha perturba a marcha do1 governo,
introduz-se as-cmaras,, faz inmenso malv
(ueruin, quer outro caso syiaptomade
grave perturbago na sociodade. Mas onde
est, nada disto entre nos?!,.
O nobre senador aceitn o repto, Deve,
pois, apresentar os factos, os argumentos
que tem, porque- os apresentados at- hoje
sao to insiguUxcantes que nada prevain.
Qual oi o primeiro? urna, caixa do- rap
mandada ao cholo de urna ordem regiosa
u,i Babia 1
Onde esto r porm., es- factos ? & do
presente da caixa de ouro r^ovar por venr
loca a existencia do governo' pessoal nitro
nos! Est o imperador vedado de razer
um presente a. quem quer fie, em suaupi-
nio-o merega ? A raiiiha Victoria 009 es-
cn^e cartas, nao manda, pcesentos a indi-
viduos que se distinguen! e- recommendam
por qualquer motivo ? Trwte- o papeKda
reideza se voltaiu essas doutrnas que come-
ga*a a agitar-se, ea-agitar-se senhores, dudado
de- um parlido que tem at- hojp feito tim-
bee em sustentar outra ordem de ideas-1
O Sr. xiscowte de S. Vicente :E ain-
da> faz.
O Sr. Ped'reira sE frl
O Sr. presidente do conselho :lsto> o
qac me admira.
Entretanto, sao dous dignos nvwabros
desta casa, viudos da Bala. que accordes
dizem agora que todo o mal do paiz vera
da falta de plenitude constitucional do po-
der executivo I llavera quem ponlia em
duvida que quer um quer outro dos dous
nobres senadores da Rabia, que tuinaram
parte na discusso, teem abundado- nessa
i'li-.i.
Quando. alguom da altura do nobre
senador e da sua autoridade diz : O go-
verno nao est a par da situago, e nao
um desdora que exprimo, esim convcgo,
respondeudo que folgarei que o nobre se-
nador me faga cahir o tome o poder. En-
tende o nobro sonador que es ministros vi.
vem em to grande goso, que nao lhes im-
portara os males do paiz. So S. Exc. est
bem era suas fazendas, se os negocios lhe
correm excelentemente, o que admira
que queira trocar esso grande goso da sua
vida rural pelas amarguras porque passa
actualmente um ministro, sobretudo o pre-
sidente do conselho.
O Sr. bardo de S. Lourenro :Tenho
muita pona.
O Sr, presidente do conselho :=No pe-
go a compaixo do nobre. senador; mas a
verdad que o ministerio nao tem seno
amarguras; ainda nao achei esse gos) a
que allude o nobre sonador, sem duvida
porque S. Exc. quando esteve 3 poder go-
sou muito...
O Sr. burdo de S. Lourenco :Se gosei
fui seu companheiro.
O Sr. presidente do conselko : Pois eu
nada gosei.
Sr. presidente, o nobre senador levan-
tou a voz para dizer que os males do paiz
resultara em grande parte, da degenerago
e omnipotencia do poder executivo, degene-
rago era consequencia da intervengao inde-
bta do poder moderador, e omnipotencia,
porque por toda a parte se mostra capricho-
so e desptico. Propuz ao nobre senador
um repto sobre esta questo, para que fi-
casse bem averiguada o ventilada no senado
essa pretendida intervengao ndebita do po-
der moderador. S. Exc, pornvrecusou
dizendo que essa era a sua convcgo, mas
que nao podia dizer os porqus.
Mas. disse o nobre senador, ha duas es-
colas de homens pblicos do paiz : urna qne
leva as censuras at aos mais elevados cumes,
outra que nao faz chegar a esses lugarse
seno hymnos; e nao perdeu a occasio do
via governo pessoal portante, o governo
[pessoal que hoje aecusam os nobres se-
nadores, paseen com a queda do partido
liberal o ascenso do partido conserva,
dor!
O Sr. Zacaras : Nasceu pelo modo por
quo subi o partido conservador, por ca-
pricho.
O Su. Visconde bo Rio Branco (presi-
dente d i conselbo :'Assim como o no-
bro senador desaliava ao sempre chorado
visconde de S. Loureneo pira que lhe apTe-
sontasse factos que comprovassem o sew
juizo, assim eu hoje desafio ao nobre sena-
dor, e vou apreciar as debe provas que
S. Exc. allegou para asseverar ao paiz que
existe governo pessoal, entidadequenio in-
tluio sobre o nobre senador, porquo nao
lhe tinha ainda apparecido.
A asceiieao do partido conservador em
868 foi imito legitima ; o nobre senador
levantou entre o minietero e a eoroa um
conflicto que nao podia ter outro resoltado.
S, Exc, tem urna doutrta que tod s eonhe-
cem s a respeito da responsabilidad^ dos
actos do poder moderador hontem attri-
buio ao partiilo- onservador em $eral
d OtrilU diametralmento opposta, o que
nao exacto. Ma muiios queenteudeinquo nV> se d respotv-
sabilidade legal pelos actos do poder mode-
rador,, a nao ser pelos abusos-que se prati-
quem Na'xecugo desses actosr mas poucos-
recusaro a responsabilidado moral.
O Si*. Zacaras Esta noa questo.
OS. Visconde do>.Rio- B.\nco (presi-
dente de conselho) responeabilidade le-
gal nai> pode haver, a' nao ser por abuso de
execugao;: mas ha e basta a respousabilidade
moral o* poltica, quo-sujeita oensura pu-
blica os actos do poder moderador-, que cer-
tamento bo podem estar fra' da-discusso,
pela SU natureza e alcance poltico. Esta
especio de rosponsabilidade inuitos conser-
vadores, se nao todos, a< admiUerm
O Sr. Visconde de Nitherov -.Todos a
aceita m.
O Sr. Visconde do Rio-Bramo (presi-
lento do aonselho) : Dnobre senidor tinha
o direito, fita a escolh de senadocpela pro-
vincia do Rio Grande do- Norte, de dizer :
esta cscoihM torna impossivel a continuago
do ministerio ; mas nao- podia. diaer a co-
ra : esta escolha um desacert ; em logar
do Sr. Torres Homem dbvia ser escolhido
outro. A pretengo de impr a. escolha de
um senador era um atteutado contras a cons-
tituigao do-imperio.
O Sr. ZtocARUS :Comieffeto 1
O Sr. Silveira Lobon Aconselhar nao
impr f como presidente do conselho es-
tava no suu. direito.
O Sr. Visconde do Rjo-Branco (presi-
dento do conselhoj : Desdo que o nobre
seuadors-e apresentou pecante as cantaras di-
zendo que a cora tinha cominetudo um
desacert na escolha que fez, S. Exc. nao
dava simplesmente a justilicago do seu pro-
cedimeuios constituia-se juiz da escolha de
senadores.
O Siu Zacaras: Expuz os motivos pelos
quaes nao quiz referendar.
O Stt. Visconde do Rio Branco (presi-
dente . conselho) :W nobre senador re-
ferio-se i escolha e n referenda. da carta
do novo sonador. A linguagem de S. Exc,
para ser constitucional devia ser esta:
Deu-se um facto, e eu entend que, em pre-
senca desse facto, o ministerio havia perdi-
do a confianca da cora ou estava na im-
possbili4ade de continuar.
O Sr. Zacaras -.Tres das instou para
que eu licasso ; nao perdi a confianga.
O Su. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) iLogo, o nobre sena-
dor nao devia exprimir-se como quem [\r
vesse tido a pretengo de dictar a escolha do
senador pelo Rio Grande do Norte.
O Sr. Zacaras :Nao quera referen-
dar.
O Sr. Visconde no Rio Branco (presi-
dente do conselho) :E' cousa differente ;
nao querer referendar nao o mesmo que
julgar da escolha e qualilica-la do desa-
cert.
Ponhamos a questo nos seus devidos ter-
mos : a escolha de senador nteiramente
livre ao raonarcha. A constituigao querque
elle escolha sobre urna lista tripliceque o povo
lhe aprsente; o chefe do estado nestes
casos deve proceder com inteira liberdade de
consciencia.
OSr. Zacaras:Pois bem ; e o minis-
terio obra livremente retrando-se.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho^ :O ministerio tem o di-
reito de julgar-se o facto debilita sua forca
moral e o obriga a retirar-so ; mas nao tem
o direito de vir dizer s cmaras : a cora,
fazondo esta escolha, commetteu um des-
acert.
Sr. presidente, necessario que se raan-
tenha a div sao que a constituigao estabele-
ceu entre o poder executivo o moderador,
ou ento essa distinego urna cousa v.
A escolha dos senadores precisamente o
exercicio das attnbuiges do poder modera-
dor que nao provoca censura. O chefe do
estado escolhe, nao a seu arbitrio Ilimitado,
mas sobre urna lista de tres cidados que o
corpo eleitoral da provincia lhe apresenta
corao dignos deum assento nesta casa. Quem
tera o direito, Sr. presidente, de collocar-se
filiar-me nesta ultima escola com o no- entre 0 corp0 eleitoral e o chefe do estado,
bre senador o Sr. marquez de Olinda,
este porque ha das elogiou um artigo pu-
blicado em um diario desta corte contra a>
tendencias manifestadas de certo tempo a
esta parte para comprometter e mais alto
alto poder do estado ; e eu, porque restabe-
leci a verdade dos factos, fazendo ver que,
tendo o nosso Cesar rauitos ttulos grati-
do do paiz, nao os tinha admitrago,
para dizer "a este : escolhei Pedro e nao
Paulo ?
O Sr. Zacaras Nao disse isto ; nm-
guem o disse.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Ouem tem o direito de
vir dizer perante as cmaras, perante o paiz :
O imperador escolheu um dos tres cidados
que lhe foram apresentados pelo povo, mas
o nobro barao de Cotegipe enuncassem cer- ha mais esperanga para o paiz, porque o mal
tos juizos sjbre tisurpages do poder executi-l vem do alto. Nisso uo ha coragem, nem '
no mesmo sentido em que Cicero a tributava commetteu um desacert ?
ao seu Cesar. Mas sto hymno ? Nao. senhores, o nobre senador sabio de
Se hymno, foi provocado p.r urna sua posigo constitucional: levado por um
censura. I sentimento, a que devera ser superior, nao
Hei de sempre combater proposiges' guardou o acatamento devido cora.
to arriscadas, applicages to mal teitas ao. Estava no seu direito dizendo : nao refe-
nosso paiz, e por pessoas to autorisadas, rendo esta carta de senador,
como os senadores do imperio, cujas pala- o Sr. Zacaras :Foi o que disse.
vras correm risco de produzir odio e fazer
com que os incautos e menos versados m>s
negocios pblicos persuadam-se de que nao (Ltmttnuars+ha.\


,

vo. O chefe do gabinete de 3 de agosto dis-1 servigo ao paiz.
(TYP DO DLMUQ WA DUQUE DE GAXIA


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJFO8R0KC_66Z7KO INGEST_TIME 2013-09-19T23:01:30Z PACKAGE AA00011611_12873
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES