Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12872


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Full Text
AAiVO XLIX. MMERO 72
PARA A CAP TAI. E Ll'C.lBES OXDE bV AO PASA POHTB.
Por tres mezes adiautados........- t .. 69000
Por seis dita* idcm
Pur un auno dem
OkU MtMTO valso
.I

. ........... 24$Q00
^Aiv


SEXTA FE1KA 28 DE MARCO DE 1873.
PARA DE.\TBO E PIIA IA PHOV1XCIA. S
fot tres oneses aoiantados........;..... Wi&u
Por Mis ditos dem..................., HK60O
' *2 iu.t*. ditos idein WM50
, Tot nove ditos dem................
t*r ura anuo dem. ..............
oit I
. *7*>0Q

PROPRiEDADE DE
0A ti* FAMA & FILHOS.
..
.
Os Sr*. Geranio Aatouio Alves Filhos, no Para; Gonc-alves & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira. 4 Ribo, to (^rd; Alfonio de Leraos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Peroira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Pirtayba ; Antonio Jos Gomes, paVIUa di ^ula; Belarmino dos Santos Bulco; em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;


Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Turrares da Costa, &a AlagM|| Altes C, na Babia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio jde Janeiro.


PARTE OFFICIAL.
Gaveruo Im provincia.
".-.:-cai.ids \ 11TIT' DK os maucji us
18 ..
Antoniuo Piiladelplio Pereira Uutra.
Pesse portara conce leiiilo a lieeiica requo-
rida.
0 inesmo.Entregue-so mediante recibo
e nao bavendo inconveniente.
Antonio de Jess.In loferidn.
Francisco Tito Xavier de Lima.Deferido
trom oilicio desta data, dirigido ao Sr. inspec-
tor da tliesonraria de fazon a.
Vfgario Genuino lloin -s Pereira.Inforin9
o r. fhesoureiru das loteras.
Joo Fernandez Vanna.Passo portara
conceden lo a I cen;a podida.
Pechare! Joaquini Jos do Garvalbo Si-
i]u,'ira Varejio.ira. meliante recibo e
na ha*enJo inc ni veniente.
Jos Fernandos Montuno. Informe o Sr.
director das obras publicas, tendo em atten-
gie o que reqner o sopplirante.
Manuel do KgdeirOa Paria. Concedo o
prazo de seis mozos.
Seratim Vieiru de Carvallio.lnt'orine o
Sr. comman lauto superior da guarda nacio-
iial do Goyanna a data queso lli apreseutou
o supplicante.
Secretaria da presidencia de Pcruambuco, 7 de
Aireo do 1873.
0 porteiro,
Silviao A. Rodrigue*.
('rtimniitl Mtipnror.
81.VRTKL DO COSt.VN 1)0 StfMSRtOl IXTKUIXO DA
GUARDA .YVtUO.YVL DO MUNICIPIO DO REUFE,
* M mak;odk 1873.
Ord'in ilo din n. 109.
Faco publico pira conhecimento dos cor-
pus da guarda nacional ora sob meu coin-
(nando, eatimde ter a devida execucao.quo
o Etin. Sr. comm .ui.l:i lor prest lente da pro-
vincia ROmeou para o t*, 3" e ti" batalbo,
de coufonui lado cun as propostas dos res-
pictivos Srs. co:um andantes, por portara de
O do correiite nuez, o Srs. olliciaes abaixo
deciarados:
*battlhij 'le Minutara.
Estadu-maiur.
ToatMO quartel-niestre, o alferes secrotario
Adulpbo Pereira Moutinho.
S* cotnpanhia.
Tewiito, o alores da
Silva.
3* companhia.
'jpito, o tenoote da inesma JoioGoncalves
Torres.
Teoento, o alferes da 8' Jos Clenientino
Henrques da Silva.
5* companbia.
Alferes, o guarda do P batalliao Al) Ir Jos
Das Pereira.
ti' compaohin.
Al '.-res, o guarda do batalbo Antonio Ro-
drigues de Souza.
7* companbia.
Capitao, o tenente da i' Joio Capistrano de
Oliveira.
8* companbia.
Capito, o tesante quartel-mestre Joaquim
de S Leitao.
bdlalhao.
3' companbia.
Alere, o guarda do V" batalbo Joo Bular-
te Garaeiro da Gama.
V companbia.
Tenante, o alferes da v Candido do Barros
^ anderlev.
Alfares, o "sargento da '** Jos Joaquim do
Reg Barros.
Alferes, o guarda Jos Vieiru de Oliveira Ma-
ci.il l-'ilbo.
7' companhia.
Alferes, o guarda Ludgero da Motta Pereira
Dutra.
6"* batallulo.
5' companbia.
Alferes, o guarda do 3" batulbo Bernardino
Soares Branoo.
Fa?o ainda publico para os litis conve-
nientes que no dia 8 do correte mez falle*
ceu tiesta cida le o Sr. tenente da G1 compa-
nhia do i" batalbo do snico da reserva,
l.ourcnco Jos de Moraes Carvalho; e no dia
t fallecen igualmente, nacidadede Olinda,
o Sr. tenento da 1* companhia do 3" batalbo
desse serviro, Joo Marlins Ribetea.
Filialmente que, por despacho de 20, con-
ced '* mezes da lcenga, nos termos da lei,
ao Sr."tenente da 4* companbia do Io bata-
lbo de infantaria Jos Vi lal de Negreros,
pal i tratar de seus interesses [urtioulares
nesta eidadc.
Aqba-se de servico durante o mez de abril
prximo o Sr. capito ajudante de orden
tno Nanoel da Silva Paria.
Rodulpko Jofw Barata do Almeidn.
Coronel comnundaate superior intorioo.
5* Domingos Jos da
DIArliO DE PEHNA1V13UC0
!%'tit*a*t (ln l'hiropn.
Hontem ;\% 10 horas da maah (andeou no la-
nario < vapor infiel Hayne, trajeado datas de
Lisboa at 15 do correute. Eis o ipie cullienus
dos Jomaos e cartas :
i.nl m:uR.\.
A noticia mais importante reeetiida nesta mala,
6 a de ter o gnverno inglcz perdido nina votaoM
na '-amara doscoiirnuns, e que em seguida pedir
a 3u.i deaisso, e que se julgava qu; seria subs
tiuido por um gabinete exclusivamente* tarv.
Esti noticia havia sido recbida m Lisboa p f
uai tele'grain-.na partinriar de Biltrnu. tfiieaelres-
..nava que e* torin .l -.-i t ?i seguir eom to'Je-o
a a politiA exteraa para une i se in'mra
rd (iianvi!!,;. /
Um segundo despacho da Bilbai. reeUftoan) o
telegramma anterior, diz qac haven lo perdido o
giinete inglez urna votacao. se ealculaVa que del-
.. o poder, mas pie tma opiail. d pie para
resolver o conilieto eom o parlamento, c*tava dis-
posto a recorrer dtssolnrio da cimara eom
quanto tal expeliente, piuco commmn em Ingla-
terra parensM nesta oeeasio muito pouco con-
veniente ; pois era psriffoso convocar o povo a
eleirAM nesta occaio de grves e de excitaco
pepinar.
As di*>rentes ajencias telegraphiras nada ha-
viam transinitido para Lisboa neste mentido; e us
jornaes eram do data anterior supposta crise
ministerial.
Assiin cominnnicamos esta noticia- aos nossos
leitores eom a maior reserva, mismo porque nao
temos pormenores sobre o bil, cuja discussa) pro-
vjcou a annunciada crise.
A assembltn dos prdalf catholicos de Dtiblin
fez um protesto contra o bil da edneaeft) superior
na Iran la. Dizein elles que o bul a applieaea
do prinripio da adoea(So inixia. principio perigo-
so para a f e para a moralidado da mjidade ca-
tholica ; que no orejelo sao consagradas grandis
quantias aos c illegios e bibliothecas irlandezas
protesUates, em quanto que a universidade catho-
ira nada ohleve, posio que a maioria da popula-
cao soja catholica e que a siinacao dos eullegias
catholicos seja miseravH, egundo atiesta a propria
eonllssio do Sr. (lailstonc.
Os membros irlandezes do parlamento Uveram
urna conferencia sobre a aititude que deviam to-
mar na discusso do bil ; aneaatr de ter sido se-
creti a conferencia, assegnra-se (po resolveram
eownltar os prelados irlandezes catholios, sobre
- nio seria conveniente noi" Um opposi'/ao con-
tra a segundi leitura do bil, urna vez feitas as
uiiMlilica.-oo* prometlidas pelo governo.
No dia 8 celebrou se em Groydon um jantar
parlamentar, em honra do Mr. Loek-King, mem-
bn liberal da enmara dos oammuna, a que assis-
tiram miiitos membros das duas cmaras, minis-
tros de nstado e o Sr. Gladsfame.
O Sr Gladstone respondendo a um brinde em
que se H allusa ao bil rotativo oducacao supe-
rior na Irlanda, disse : nos aceitaremos asemen-
das que forem otis e recordando quanto ti-
nha sido activa a existencia do ministerio liberal,
aerrescenton : t quamloa hora da dissolueao soar
i |inra o ministerio liberal estaremos promptes;
mis at entto, no abandonaremos o nosso ps-
ito intilmente. Entretanto preciso continuar
i a *os-a obra, u.to receiando conlessar os nossos
erras, mas (tosejando reparados seni abandonar
o os nossos principios. >
HeQVe.em Itiroiingham urna conferencia dos
deiisrilos Je todas as associa^des de Houserule ;
apezar da conferencia ter sido secreta ficou resol-
vidi a forai.-icio de urna confederac'io irlandeza,
rujo fin ser o deseovolvimento do |vder eleitorai
o poltico dos iriandnes espalhados em Gran-Bre-
tana, pelo estaaeieeiaiento de associacoes meiea.
Lord Enlielil declarou na cmara dos com-
muns que estavam suspensas as negociitcnes do
tratado de extradiccao dos criminoso?, ent iboladas
eom Portugal.
('ontinna-se a fallar muito no prximo enla-
ce matrimonial do duque do Edimburgh coiu una
priocea rosea, mas at agora amia nao ha nti-
cia alguma oTicial.
Diz urna carta de Londres que os grandes cen-
tros manufa tureims, inquietos eom a caresta do
earrao, reeuam diante da compra das materias
primas, recolando coinprninetter os seus captaes.
O trabilho a'trouxa fatalmente, e o comprador te-
rdese sujitar agrandes oxigencias. Os pro-
prietarios de fabricas, interessados na grande gr-
m do eommereio de linho em Baruslcy, avisavam
todos os seus empregados e operarios para que
procurem oeenpacao e trabaiho neutra parte, jwr-
que vio fechar os seus eslabeleciineutos.
Ainda nao terminaran] as grves nos conda-
dos do sul de Galles, resultando grande miseria e
desgraea para todos: as exigencias dos operarios
exceden o que os pairees pode:n conceder. A
companhia das ofllcinas de Dawlais j prineipiou
a apagar os altos fornos.
Diz um despacho de Cardiff <(iie os operarios se
deeidiram a pegar no trabaiho eom urna redaeeio
de dez por eento nos salarios at 13 de inaivo, e
que os de Hiains fariam o inesina eom um a reduc-
co no salario durante um me-.
Eoi Borneada urna eommisaao especial de
que membrO o principe de Galles, para inquerir
das causas que teem concorrido para diminuir o
numero e efraquecer a i|ualidade dos cavallos
inplczes.
ptaaei.
Tem sido multo auiinaila a discusso na as>eni-
bla nacional sobre o relatorio da coinmisso dos
trinta.
Os discursos mais importantes foram os do Sr.
Gambetta, do Sr. Bufa uro ministro da |ustica e
do Sr. T.iiers, que eucerrou o deiate, depois do
(pial a assembla approvou por 470 votos contra
197 o prembulo do projecto da commissao dos
trinta.
O Sr. Gambetta foi muito moderado e .prudente
no seu discurso.
Negra que o projecto de lei da coaimissao cor-
reapondesse ao sentnento da opinio publica, que
desja sabir da situaeao provisoria e quer saber
em i|ue ella delinitivamente tirar. Bisse que nao
era dos republicanos que provinham as diillculda-
des; e que, quandj elles linhain votado a consti-
tun.io Hivet. haviam fefto notar os perigos que re-
sultavam de una medida que prolonga va indefi-
nidamente os limites do provisorio; que se a divi-
so dos partidos monarchicos nao tinhaento per-
mtelo a estes faz;r urnaconstituicao, porque
nSo tinhain rei para por DO throno, iiein povo (|ue
Ih'o aeeilasse ; que a sitiuco nao linlia mudad >;
ou que, so liaba mudado baria sido no sentido da
repblica; porque a opinio publica, depois da
measagem do presidente, se llie tinha mostrado
fayoravel e feito adhesao sua poltica.
Qae na inensagein dissera o presidente da re-
publica que era tempo de constituir a repblica,
eque a assembla coalla o velo do paiz, que s
ipieria saber se o levavan para a repblica, ou
para a m marchia, continnava eom paliativas, se-
guiude urna poltica bastarda neste projecto, em
que cada partido pareca ter licado victorioso,
p >i'.|uc continuara a indeehlao (pie alimentava to-
das as esperaocas, e eoU ieata.se n ivamente o go-
verno sob o jugo do pacto de Brdeos, da que elle
se tn a querido afaslar; o que importara urna
hostilidade manifest contra a iiiensag'in.
Em seguida o Sr. Gambetta disse que a crea-
cao de una segn la cmara sera uma amoaca
contra o sulfrago universal, e a perda da rep-
blica, c que o partido republicano nao poderia ac-
eeitar cmara, que o proprio relatorio chama de
resistencia, cmara destinada a lutar coai urna
assembla que deve ser soberana como a ac-
tual.
Que ha mi auno todos os representantes nova-
mente eleitos, o que teem viudo reclamar em no-
mo de seos constituintes nao uma organisaco
dos poderes, mas a dissolueao da assembia Que
desconfiara destai tentativas de organisaco por-
que, poito que nao podejse nenlium rgimen pas:
sar sein conservadores, nao comprehendia uma
repblica (pie nao tinha por programma senao di;
ininur a Importaacia da democracia, e resusci-
tar 4>s abusos do pissado :
Se ist-i que a republca conservadora, en-
. ta > ni'i o repblica
RespondeU'lhe o d;i \\e de Broglie. relator d*
i' i u n.-so <\>- trinta, del'endeiido o projecto c eoc-
11 .......
lidade ministerial e das attribueJs dos poderes
pblicos ; e que era isso que" (loba felto; que
nunca h-iuve entro a cotn:nissao e o gdTrno hos-
tilidade declarada, e que aewordo tinh? s!du Jei-
to n'um terreno neutro ; e que a cO:miiissap fon-
do em vista, ulo a repblica, no sentido restricto
da palavra, mas os intersses do p$t! tinha en-
tendido que nao o deva abindonar merb do
acaso, e as aventuras do suffrgio dmverslal
que o projecto nao toca neste, nada d*stro>, H s
tem p>r lim proteger toJos contra as inrasde' a>
demagogia.
i epois de tomarem a palavra differennu orado-
res, responde i-lh.is o Sr. Bufaare^ ministro da
justica, em none do governo.
O discurso do Sr. Dufaure nao agr loo ne:n
esquerda, nem mes im ao centro esqoerdo, e a
propria minora do consciho de ministros tinha fl-
cado um pouco consternada eom as explica .-des
dadas em nome do governo.
O centro esqnerdo teve uma renniao eoi qno se
discuti o procedunento que devia seguir na vo-
tacao do prembulo ; as opinides eram encontra-
das, e a discnss i esteve uiuito a.iim ida.
Mr. de Pressens disse (pie o prembulo era
uma manlestaco di espirito minarchic* dt di-
reta; o almirante Jeurs disse que tinha tido
urna grande dwcep;ao quandu euvira o ministro
da justica enterrar a mensagem para exhumar o
pacto de Bordeus, o Sr. Bertauia era de opimau
que se devia approvar o prembulo para mostrar
assembla que o centro esquerdo tambera aspi-
rava constitair.
O Sr. Bucuing era de opinio que o prembulo
devia ser rejoitady, pois que o poder coustitainte
da assembla era destinad. a distrur a repbli-
ca ; a maior parte djs oradores que se seguiram
entendam que sentido do prembulo, era pedir
um adiamento para se poder formar nmnente a
inonarchia.
O Sr. Ghrstophlo presidente do centro esquerdo
propz a seguinte uioci) que foi approvada por
grande maioria:
O cintro esquerdo entente derer rejeitar o
prembulo, a menos que o presidente Ja repu-
< blica nao venha atlirmar que a sua poltica,
contina a ser a da mensagem.
Foi este o motivo porque o Sr. Thiers ^e vio
obrigado a tomar a patarra na assembla contra o
(pie havia resolvido.
Na assembla o Sr. Taiers co.necou dicndo que
tinlia querido dispensarse de subir tribuna, mas
que o nio poda fazer. pois tinha de responder as
pergenias instantes que Ihe eram feitas, e de ae-
eresceniar algumas palavras as que pronunciara
o ministro da justica ; que vinha sustentar o nexo
puro e simples do projecto da coimnisslo; porque
procurando expressocs qne mais satistizessem a
todos, havia perigo de cahir no chaos.
Que para garanta os seu* deveres para eom o
paiz tinha dentado passar sem oservacaj algu-
mas di acuidades pessoaes, pois que o seu ftm era
conservar a prerogativa de poiler tomar partj al-
gumas vezes as deliberacies, o quejolgava de
incont^stavel utilidade. e que o projecto dava
mejiis de accao repblica conservadora.
Que o motivo principal (pie tinha levado o go-
verno a apresentar o projecto, era a neeessidade
de accordo e que para obter esto accordo, que era
n-!Ccssario ampliar, elle eslava promuto, a menos
que o nio quizessein obrigar a faltar aos seus
eotnpromiasos, a f zer tolos os possiveis sacrili -
cos.
Que perante os dous grandes partidos, um que
quer a inonarchia, e outro que er na repblica ;
ante as suas subdivises, porque nem todos que
querem a inonarchia, Ihe quercm dar a mesiua
forma, nem tolos os republicanos querem a mes-
iua repblica, o que tinha o governo a fazer ?
Se elle se pronuncia, gritaiu : traieo Se eile
se calla, bradam : equivoco !
Querer isto dizer que nao ha meio de go-
vernar o nosso paiz ?
Nao o creo. O meio indcamo-vo-lo em Br-
deos. Fui chamado a Tregua des partidos. A si
tuaco que me inspirou o meu dscu so em Bor-
deus, to apphcavel as circumstancias actuales
eomos de eulo.
Continitou Mr. Thiers recordando as condicoes
em que dir feito o chamado pacto de Bordeus,
como todos tinham coinprehendido a neeessidade
de fazer pausar a repblica das maos dos exaspe-
rados para as dos hoinens moderados, que que-
riam a pal eom a ordem e a regeneraco do paiz,
sem ipie uingueiu peusasse em suppruuir a rep-
blica.
Paisou em revista as circum>tancias difliceis em
que se tinha vjto e como tinha combatido a eom-
mua e restabelecido a ordem as cidades do
Meio dia, em nome da repblica.
Reeordou ainda como, uouieado presidente, pro-
metiera nao trabalhar clandestnameate para des-
tru-la, era proveto de determinados pretendentes
da tradifo monarchica ; como nao- tinha favore-
cido pretenco de nenhuma especie e como a as-
sembla e o paiz tnhaui ficado livres na sua es-
colha.
Nada est comprometido. A liberdade do
paiz esi sem quebra. Est sem quebra na esquer-
da como na dreta. E' a maioria do paiz que ha
de decidir.
Se na nossa mensagem vos fallei em consti-
tuir a repblica porque, como vos todos, tinha
a conveco intima que alguma cousa se poda
fazer.
Fostes vs meamos quem decdistes que vos
separareis depois da libertaco do territorio.
E' o roseo pensamento, vos todos o dissestes.
(Keclamaco na dreta). Trato de por a maior
exactido na expressao d;is minhas ideas, porque
boj preciso que nao haja equivoco.
Parguntou Mr. Thiers se era um pensamento
anarehco, se era Ilegal pensar que a assembla
se nio deva dissolver sein ter dado repblica
estas iustituicoes que todos os homens de bem de-
vem desejar dar-lhe.
(Humor na direita).
Nao era porvenlura um empenho de conser-
vador pedir estas instituicoes indispensaveuw as-
sembla actual?
Mr. Gambetta veio francamente, eom franqueza
de mais tal vez, para os interesses que Ihe sao ca-
ros, qiu era preciso uo confiar a esta cmara
misso tal.
E' possvel que temis a cmara-futura, mas
nos viveinis n'um paiz lvre c preciso contar
eom a contradcio, promettendo-nos a nos raesmos
vence la pela verdade. Combate-se o projecto de
uma segunda cmara. A repblica dos Estados-
Unidos reconheceu que nao podia passar sem
ella.
t Bit-s hoje que o poder demasiadamonte
forte e que este o mal da situaco. Fiquei atto-
nito quando soube que eu que era o mal da si-
tuaco, eu enjo poder de tal inanera forte que a
cada instante me vejo obrigado a fazer aqui as
mais importantes concessoes.
3=

sul, encarwgada de decidir.a questao da monai^
rhia, ou da repblica ; e que pelo seu mandato se
liatava a discusao das eoadicfie3 da respoasabi-
J-
Quantas vezes tive de me encerrar as pro-
fundizas do palacio da penitencia.... (riso), que-
ro dizer da presidencia, uma coiisa parece-se eom
a nutra. pra discutir eom os vossos delegados as
oondicSss ((iio vos qiierieis im|>or-mo.
os temos o regmien parlamentar no seu
mai >r excesso -A assembla tem o mximo po-
pcando aeommissio: ifse quo esta nao tinha der. E' por isso que pedimos signos nieios do
governar mais praticos. Repito que aceito as pro-
postas da commissao. Combat-a quando ella quiz
prohibir-uie o uso da palavra.>
ella acitou as minhas" observables e eu
, las c*wiiic..V)s seui reserva ; porque
lublica as ciiuucThm de existencia, que
ifh'qne eft.a pussa scr'^ fique s-nio a re-
ftenservadiira (sussrrmna direiti). Haja
, e boa ; : Mas a^republii existe !
ces na direita).
"amos-nos bem. Nio se trata da repuhli-
iva, votada por riVs e pelo paiz, mas da
^hdinado por viis ha 2 ar.nosi.
k 4 m .*.
*, N"k iirM-laurmios, pois, a repblica d initiva
por bom senso, p >r pr lonca a tambera para res
pehac a, wnsciencia da pielles dos nossos coucida-
M qflf preferem anda a mmirclda. Nao op
preaiiiys reciprocaiiunte as nossxs couscien-
sc o governo ii repblica tio concil a-
's vos nao ter oiitrahido pira rom elle
* Nio gikSii delle, mas deveis-lhe
.as, tima .idininntra?ao, um exercite. Bi-
sita-lo, nao podis retrar-vos siwn ter vo-
Jneios de 'jue elle ureee para existir. Nao
seriis ftons culaiaos se vos retirasseis entregando
a Fnnea ao ;xa>o,
Onan lo vos |iropusorm k de votar estes meios,
nau consultaremos se nio o iiteresse di paiz.
Qnal a situaeao ?
Ut pacto de Bordeus continalo, isto para a d-
reta o hturo livre ; para a es.tnerda a repblica
existente ; para o governo uma palavra lealtnente
eurapriea de conservar a repullica. ( Heclama-
eds na direita).
B' preciso que o paiz nao c Ahi tendes a nica poltica que eu cmiprehendo.
Besafi.i.quc vos possara pnipor oitra, sem violen-
tar a* nossas roiiseencias.
S* sois da uossa opini.to, admitiris as propos-
tas da emaiasaao e daris ao paiz t conflanca em
vos e cu si proprio de que elle ten to Imperiosa
nece.vsdad.i e qne s nos Ihe podnos dar. ( Ap-
plauso prolongados na es pierda i.
Foi era resultad > deste habilissiim e oloquente
discurso, que a asserabla approvou por grande
maioria o prembulo do projecto da o*m:us*ao dos
Tria.
As palavra* do Sr. Thiers prodtuirara grande
inpre*s> de cracilia.-ao e agora j se nio consi-
dera como duridosa a votar.to do projecto.
O Sr. d* Ventavon nao retirou anda a sua
tmmda. o adinua-M que nimios mamares da di-
reita esta i dispostes a apoial-a.
AecreseenU-se porein que a esqoerda, que en-
teoderi dever votar contra o prembulo por prin
ripie, decide agora votir o projecto, retirando o
Sr. Arag'i i sua emenda
A votaran mus importante depois desU loi a
rogeico da emenda Bekastc dizendo que a as-
sembla nio .* separara seui ostabeiecer a* insti-
tuices definitivas I > p i;z
kVti muito prxima a complete evacua;e de
territorio fraaeex, pela* breas alinales ; assegura-
m que as nfWHnBll para este lira onlre os dous
governos estao inuiti adianudas e qne Unto por
parle do i>n|erailur tiuilherino como por parle dr
principe de Biswark, nao meuor desejo de se-
cundar os patriticos intentos e os lcaes atreos
do presidente da repblica franecza.
Um tele.-ramma de.Paris de l diz que a assem-
bla adoptara o ultimo artig. do projecto da oom-
uiisso dos Truiia,
BMC*.
Uuiitelegramiua deBruxellas.de 2 de mar.o,
noticia o boato de crise ministerial.
Afttrraa.se que o projecto di compra dos cami-
nhos de ferro do Luxeinburgo encontrara na c-
mara mais forte op|toscao do que se pensara, por
causa de varias disposteoes accessoas relativas
eoaslruepao de diversas Iinhas.
Musa.
Continua a hita religiosa na Suissi.
t) Sr. Greith, bspo da Saint Gall, proclamou o
d guia da infalibilidad) na pastoral da quaresma,
o'gevemo central prohibi que se publicasse
este docuine'.tn.
O coBSelho fcdiral em conseqiieaeia da meusa-
gem do clero catholico do canto de Soleuro, em
que este leclarava considerar Mr. Lacht.como seu
chofe espiritual, apetar da decisao do governo, re-
solvcu quo todos os ccelesiasticos subsidiados pelo
estado, sejam chamados a responder por este acto
em virtude da lei sobre a fespoiisabililale dos
fuuccionarios do estado.
O conselho faderal tambera resol veu que fossem
mettidos em proemio todos os membros do clero
que tiverem feito leitura da ultima pastoral do
bisto, e pronunciados por desobediencia"aos man-
datos da autoridade.
Assigna-se um protesto entre os catholicos na-
conaes de Genebra contra a manifestaco feita em
Franca(Ferney ) ao bspo Mermillod, expulso da
Suissa por ter infringido as leis da confederacio.
0 protesto ser dirigido ao conselho federal e ao
conselho de estado.
Foi autorisado pclu grande conselho do can-
to de Borne a construeco de camraho de ferro
de Bieune a Bolle, destinado a ligar o projectado
camino de ierro de S. Golhard, eom o camuho
de ferro de leste da Franca.
ITAI.ll.
Sio de pouco interesse as noticias daquella bel-
la pennsula.
a saude do Santo Padre, vai-se conservando no
mesino estado, nao se tendo aggravado este invern
os susantigos padecrasuts.
0 Pontifica continua a recusar-se nomeacao
de no vos cardenes.
O conde de Chambord enviou ao papa uma of-
feria valiosa para o dinheiro de S. Pedro, eom una
carta era que se lia:
t Ao veneravel prsioneiro do vaticauo -o exila-
do d casa de Franca.
J chegou a Roma o prncipe Amadeu de
Saboa, ex rei de Hespanha. sendo all recebido
con grandes manfestacoes de sympathia ; parti
d'alli para Turim onde B. Amadeu e sua espasa
receberam enthusiasticas acclamices.
Oimperadire a imperatriz da Russia sao
esperados era aples no da O. Fnzem-se pre-
parativos para a sua recencao.
O governoit abano notficou a sua adhesi ao
relatorio da commissio encarrega la de deliberar
sobre as relormas peines a introluzir no Egypte.
M.I.KM \N.U. *
Na abertura do reichstag em Berlira, no da 12,
o discurso d throno diz que o regulamento das
relaofies tinanceiras coai a Franca condnzra an-
tecipadamente evacuacao completa do territorio
francez.
Assegura-se. porm, que a praca de Belfort,
nao ser evacuada antes do pagamento integral
do ultimo milhar.
A cmara dos deputados de Berlira adoptou
em prim.'ira leitura a proposta do deputado Ber-
nhard pi ra a bolicao do sello dos jornaes, ape-
rar das observaedes do ministro da fazonda e do
do interior que a combateram.
P>r proposta do principe de Bismark, resoiveu
o governo que as concessSss da caminhos de fer-
ro dependessera de todo o gabinete, e ndo do mi-
nistro especial.
J comecoq os seus trabalhos a commissao
de inquerito acerca das aecusacoes feitas por Mr.
Lasker contra os actos de corrupeo do conse-
IheifO Wigner jiila cotices s i do cainialu de fer-
ro da P.imeraiiia. _
A E'toUe Belg? Boato a este respe'1 > Tactos gra-
vssimisde que os jornaes allemaes nao fazum
mea'io, e por isso os narramos sob -a respoasa-
bilidade d aquella folha. V_ decot-aedes carlistas. Sao iguaes as que D. Car-
As duas principa s tcstninunbas neste proeseo
erara,
_ princlp
diz o prriodico belga, o juiz Gronow e Mr.
los ere tn depois do convenio de Vergara, e teem
, uma insciipco que diz : .4os ltimos defauo-
NVchi. Sccrelarlu.particular do aecusado. Ambos|,M ; utemro e ontubiode 1839. i fsta legenda,
raorrefatn repentinamente, o priieiro em ti e o de-suca-se era um circulo de esmalte rxo, no ceo-
sigundo em 2i de fevereiro. tro da cruz, que branca, com bracos, que s*
Finalmente, os edificios onde esto o.-ta- alargara na extremidade, sendo encimada por uma
belecidos os archivos 'd tribunal do eommereio
de Berlira, e onde tinhatti sido depositados os do-
cumentes relativos a eonstrnecao dos caminhos
de ferro, acabara de ser destruidos \m um in-
cendio.
Nao fazenvjs commentarios !
A cmara dos deputados da Saxonia tomn
a raatueSo de crear um tribunal imperial nico
para toda a Allemanh.
- A cmara negou a autorisacao para a pu-
blicaejo d.i dogal i di infallblidade. O ministro
dos negocios ccelesiasticos annuncion na cmara
quo o governo conibateria por todos os meios le-
gaes do que dispoe, as Lniluencias contrarias ao
(lireto publie > d i paiz que proviessem do dog na
da hailibilidads.
O re da Bavera foi a Munich, mas na) re
solveu nenhuma das (pistes pendentes. Orde-
cora real, cuja cruz, que a remata formada por
uma flrde liz.
POBTUGAL.
Era I i do corren ti.- escreve o nosso corres-
pondente de Lisboa:
Besde a ninlia de 4 do correte, que Ihe man-
de pelo Cuzco, pouco notareis tem sido, eotre nos,
os acoutecimentos propramente ditos. Era eom-
pensacio, pwra, da falta de auccertos, e ero des-
conto dos nossos peccade?, tera-se a mpreosa eu-
ropea entretdo a devanear phantasiosas crises era
Portugal, em conseqiiencia das crises e inespera-
das peripecias da poltica hespanliola. Hoje inven-
tain ipie el-rei Luiz obstara a que se declarasse
Lisboa em estado de sitio; ainauh proclamara
que a dynasta de Braganca est por um triz a la-
Bur as malas e a dar f' buenas nortes ao pub.'ieo.
a exentlo de D. Amadeu nico el-rei rcsg_nata-
uou s que se ad tptasse no exercto o uniforme r0 de Hes|ianha ; agora urna cumbinacao tf-
' plomatica planeada no imperio da Allemanh a
e Glyczy, chefe do centro esquerdo na t&m este paiz una saccursal da Allemanh e
e Pesth, va i propor que o estado tome mna ameaca constante joveti e, por ora, muito
c capacete prussiano, quando se niitilisissem
os uniformes e capacetes bavaros. O goveroo
central da Allemanh nao tem podido conseguir
medida alguma Importaste da Baviera, era favor
da ideia unitaria.
AUSrRO-HI'NiHUA.
O cond
cmara de
conta das dotacoes desfrutadas pela greja para
despezas de instrueco publica, e antgainente pa-
ra se formaran por parte dos Hispes corpos de
voluntarios contra os turcos.
Esta mocil obligar o governo a romper eom
os conservadores clercaes, ou eom os membros
liberaos da maioria. .
Era todo o caso poder ser rrotiVo de divisan
entre os amigos d> ministerio, e por Isso este
se ui mistia sa!isreto e eraprega o meios ao
seu alcance para evitar a mocao.
Os deputados da Gallca eslo revolvidos a
desamparar o Reichsrath de Venna, logo que se
faca a seg inda leitura do projecto que Ihes diz
resucito.
A cmara de Pesth approvou a proposta do
Sr. S*anyi, pedindo que o governo aprsente o
mais depressa po>svel um projecto de le con-
eeruente liberdade religiosa e introduccao do
casamento civil
As opposi.iles polaca e teheque fundiram-se
para a votacio desta proposta.
UKSFAMIA.
Acerca deste reino escreve nesso correspon-
dente de Lisboa :
O estado convulsivo da Hesinnha esta, ac-
tualmente, attrahndo a alten/io de todos os ga-
binetes da Europa, que a olham cora desconfiaii;a,
fazein os seus clculos sobre mil eventualida-
des possiveis, sem cumtudo se iutrometterem no
redimen interno d'uma nacao que procura con-
solidar a nasflenle. reimblica. tendo a ituerra.ci-
vil a ror-lhe as cntranhas.
f Na" manh do dia 0 foi proclamada em Bar-
celona a repblica'federal. Be tal gravidade era
o facto que o proprio presidente da assembla
soberana, o Sr. Higueras partu logo para aquella
eidade. A agitao foi apasiguada felizmente.
. O general Nouvillas entrou em Pamplona as
5 horas e meia da Urde do da I. Na rospera
hava-se apoderado d is alturas de Morreal, onde
Borregaray cun mais de 2,000 homens Ihe dispu-
ta va o passo.
t As tropas da repblica tveram perdas consi-
derareis. Morreu o coronel de estado-raaior Ibar-
reta, ofllcial de grande reputacio.
0 general em chefe ataron s cora oOO ho-
mens e fez M prsoneiros alin dos morios e feri-
dasque se calculara em grande numero, ro le-
vado para Pamplona o cadver de Ibarrets.
f B. Carlos den ordem a Lizarraga para pro-
cesar o celebre ndre Santa Cruz, que tem eom-
niellilo atrocidades hediondas
Nio exacta a noticia de terem entrado em
Portugal algumas guerrilbas carlistas de Gal-
liza.
. Em Lisboa nada consta a tal respeito.
. A ordem est restabelecda, alin de Barce-
lona, como disse, era Granada, Malaga e Sarago.a.
Entretanto as naces da Europa vio adiando
o reconheciineuto da republca, e os fundos vao
descendo I
Fui decretada a auppressao, cora um prem-
bulo de B. Emilio Castellar das ordens de Carlos
III, Isabel e Tosi e as ordens militares de San-
Calateara, Alcntara, Montesa, e San Juan.
for;a de muito parafuzar do principe de Bismark,
em consequenca da qual a Sra. princesa B. Auto-
na, Irma do Sr. B. Luiz I, vera remar em Portu-
gal cora seu marido o principe Honhenzolleru, afra
de que tal combinacao desea un resultado ficar
tiago,
santo
Foi snpprimido o coramissarado nos lu
os. Nao sero concedidas mais Ueencai
lugares
as aos
hespanhoes para aceitarem condecoraces estran-
geiras. .
Os cavalleiros das ordens militares, poderao
formar associaoBeS particulares como entenderein.
O iiue se Ihbs retira o carcter ofllcial.
Foi votada pela assembla a organisaco de
48,OOJ voluntarios.
Contina na assembla a discusso do pro-
jecto da abolco da escravatura em Port^-Rico.
a A sessao' do da 8, foi muito interessante.
Nossa sessae foi approrado p ir 187 votos contra
19, o parecer em separado do general Primo de
Rivera, e foi eolio que o partido radical reconhe-
ceu a completa insufflcien'jia da3 suas forras para
governar, e a nicessidade patritica de nao eom-
Bator o governo. Resolveu-se cumtudo o conflic-
to, segundo os verdadeiros interesses da naco, o
que inmediatamente foi comrauucado a todas as
potencias e>trangeras em despachos offlciaes.
As cortes soberanas tomarain era considera-
cao a pr posta que marca os dias para as novas
elecoes e para a reufliao da assembla consti-
tuinte.
O presidente da cmara, Figneras, deseen da
presidencia, e pronunciou um discurso patritico,
dizendo que nao oppora nenlium obstculo a po-
ltica do governo, nem resistencia alguma a disso-
lueao da cmara e a convocaco da constiluinte.
h 0 presidente do p^xler executvo pronunciou
outro discurso iinportantissimo no qual sustentou
a poltica de concliaco entre todos os liberaes, e
dirigi enthusiastco appello aos partidos conser-
vadores para consolidar-.se a republca.
t Ao saber-se o resultado da votacao, uma
grande multido que esperava anciosa por noti-
cias, proroinpeu em ruidosas acclamaces rep-
blica h-spanhola. *
i Os Srs. Marios (Heurrque) Pardoal e Oteit.
depois de terem votado contra o governo, pediram
a demisso. Lhristno Martos demittio-se da pre-
sidencia da assembla.
B. Amadeu chegou a 10 de mareo a Turim,
onde foi recebido eiithusaslicameiite.
i a assembla, Figneras, leu em nome do mi-
nistro da guerra, um projecto pe lindo a formaeo
de 53 batalhoes de 900 homens cada um, e um
crdito de 10 milhes de pesetas, para combater a
insurrecao carlista.
Hjuvd desordens em Salvatierra. Eusiaram-
seimmedataineute tropas que reslabeleceram lo-
go a ordem.
Biz-se que os bandos cari stas de Vera Manso
foram batidos e dispersos na Catalunha, perdondo
0 morios e feridos.
0 bando Ferrar foi bat lo em Maestrargo, per-
dendo 30 morios entre o* qoaea Barrer e o seu
immediata, e bastantes prisioneiros.
Foram appreheudidas algumas ca:xas decon-
dodivanas repblica hespanhola, que Beus guar-
de Para isto se realisar, o Sr. B. Luiz abdica-
ra ; mais larde sao noticias dadas a serio mas
tio falsas como Judas, em qne se descreve Lsboa-
e Porto a arder nos preliminares de urna insur-
recao.
' Nunca a Europa central so lembrou tanto de
que mis tintamos a honra de existir, como na ac-
tualidado !
E nos, os portugiiezes vellios a rir sicapa,
de toda essa moxinfada de de-panlerios, plantan-
do as nossas couves, comendo os nossos feije?
cora a classica ovelheira, fazendo do carnavel uma
cousa muito grave, e das eoosai mais serias, uai
verdadeira patuscada de quinta feira do coma-
dres.
Nos, os pacatos sera confeicao, que enrhemo>
toneladas de papel a discutir a Iba das Galliiihaii.
e que anda levamos horas e horas no mais bona-
cheiro dos parlamentos possiveis a argumentar
eom o Sr. Fontes por ter despachado para a fisca-
lsac') da raia secca o seu compadre Tavares que
disse mal do throno antes da portalia que o des-
pachan, e que fui logo nietler no prlo ura alina-
nak luonarchco assra que Ihe acercaran cora
magra fala aduanera!
Nos sira A Europa est a lar.. nao nos
conhece ainda por dentro e quer passar por mullo
avisada. Nao somos nos que fazeinos essas ima-
ginarias abdicaces, usurreicoes, federalismos so-
nhados e germanismos impostes. Nem se quer os
discutimos, poruue nao Dassa tudo isso de uui
acervo e ilisparaies de marca maior. ."(ao Ovan
comnosco, isso o esseqcal, porquo se o tenia-
rem cada logarejo dos mais serranos, arma pelo
menos tres guerrilha, de cada mulher se faz uma
nova Mana da Fonfe, v nao se esraaga assim cora
ura golpe deino ou cora duas pennadas, um POVO,
erabora desengracado e muito quem dos arrebi-
ques do modernismo estrangeiro, mas que tem di-
veras a ennscienca da sua independencia e da sua
individualdade politi a.
E tainl.ein, (que phantasas essas!) pensa acaso
a Hespanha (pie fermenta e se debate irrequieta e
febril na quasi penumbra de uma anarchia chroni-
ca. pensa ella acaso, cssa p abre opulenta em con-
tender eom a individualdade poltica de nos outros ?
Ella que v carlistas puritanos, c carlistas bandidos
por toda a parte, ora l'urtando-lhe as malas do cor-
reio, ora pondo a saque povoaedes mportaotes,
fusilando molheres, vemos e criancas, prtrotisando
as proprias igrejas era nome do mais puritano car
isino, descarrilhando-ihos os eomboios, e assol-
ando-lhe a fazenda '
Ella (a llospanha), apear de lima bravatasita
de occaso do Sr. Figneras, lembra-se acaso se
vr por ahi abarse quando predsam os seus cida
daos armarse eom o pie encontram ino para
guardar os proprio* domicilios ? Quando necess-
ta armar e equipar i8,'00 voluntarios para derri-
bar a hrdraearlista, quando Ihe est a fugir Cuba
de urna hora para mitra, quando vai convocar
una coiititiiinle no tufjiultuar de tanianha con-
vulso, e quando depi is dessa constituiite convo-
cada, lera de pleitear palmo a palmo a terma de
governo em que d-jve moldai-se a repblica que
mu querem unitaria e que tantos outros cubi.ain
ver federa' I ?
Histo.-ia_da carochinha, c o qne vera a ser
lodos esses remoques da iniprcnsa europea. Nao
passern dsso. Em Hespanha nao ha uma s ca-
bera bem rrgansada que pense seriamente em in-
vadir um palmo que seja do nosso territorio.
i Nem se creia tambera que o governo portu-
gus chama a reserva s armas para defiende-lo
de phantasadas invasoes. Se o exercto ral com-
pletar o seu p de paz, porque tem obrgacao do
Rteer res|ieilar as fronteiras, e de internar qual-
quer bando foragido, que se lembrasse de entrar
armado por ahi dentro cotn > nos por nossa casa.
Entretanto o que parece alem de verosmil,
muito vendi, um boato que tem corrido, n'es-
tes ultni >s dias. de que se faria brevemente un
accordo diplomtico, um congresso, protocollo. ou
como quer que seja a lim de que a nossa indepen-
dencia venha a ser garantida por tratados, como i
da Blgica, sem o que nao seria reconhecida offl-
eiabnente a repblica hespanhola pela Franca,
lela Grau-Bretanha, pela Austria, pela Russia, nem
pela Allemanh imperial. Isto o que lera corri-
do e se colhe de diversas revelacoes eom que una
vez por outra se tem deseahido os correspondentes
mais bem informados; dos grandos orgos la publi-
cidade europea. \
E bem o que fique de urna vez para sonipre
asseutado este principio, at mesmo por que do
estado molesto de mutua deeeonOanea nada lucrain
as duas naces vsinhas. Parece tambera que ou-
tra condco para o reconhecimento da repblica
hespanhola pelos gabinetes das nacoes de priineira
ordem nos conselhos da Europa, ser-0 :.doptarem
os hespanhoes a forma unitaria para o seu gover-
no republicano oeste pensamento vai tiliar-se no ou-
tro, pois que a.fethraeo mais cedo ou mais tardo
precipitara tal vez, o iberismo, pela menos assim o
cuidara os politicos l fra.
Ainda (pie a maior parte da gente em Portu-
gal, entrale, e creo que bem. nem mesmo assim
vir a ser contagiosa a nova forma de regimein em
que a forra das circumstancias laucou a Hespa-
nha.
Outro problema se agita, mas por ora, vem
grande espalhafato. neste nosso paiz: ha aqni
nm paNiJo republicano I
i Livre-rae 1 leus de fazer desta nnssiva urna,
dssertaco poltica. Todava precisemos os fac-
tus
succedesse que o soberano, desgostado do encargo,
resolvesse uma bella manh offerecer o* braco a
sua augusta esposa, e mandar seguir as suas km-
ras creancas na frente, .partndo 'eom tao medes-
tissma bagagem eom o seu cunbado de Saboa,
para onde Ihe apetecesse ir gosar da ncomparave .
bealilude de nao ser re de cousa alguma se nao
s das suas aeros e da sua familia,-liyputheso


m*
Z\n\ M K/UJt (i fci #JUJai0/aiSFcnsanibco Sexk/eira 28 de 'Margo d 1873." uiJtt/ /,A
vio provavel, mas emita aessjvd, -or tes jM'4H
caafc, comodizia PciLVd; cnscs mythiilflgic >s, -
digam-me, nao ai; onfwJJWaqui; eotn alenvGna-
diana, e ons prouMMMRtneute amia,-quo pe
procurara Jo baldoqffaajpio de homens para fa-
zer delles mis miiiistrps.2iM|hlcanos'da gemina,'
ministros em (im qHriftK tivessem jafmais sido
coiii a nfonari'hia, ministros auo nao andassera
eouracados de veneras
nao 'ivessein prestado
embora eons'.itucional
demoeralicas.e d\ n
pblicos desta boa
encantar Man maJn
de urna dynastia :
das abdicarlos sn
bates-e porta
zes?
De tmio isto
sioflcs, concilio milita ponte cireumspc
agora, que Portugal pode dar sinceros repblica
bus, podo aggregar i'um grupo mais ou menas
numeroso e importan!* os de Iludidos dos partidos
imnarrhico representativos, pod,-;. ovados a efcrc-
vcrnmbcllo peridico rechcado de succulentai
homilas dontriuarias, pode Inspirar-Ibes mesmo,
nnrdia por nutro algnma manifestaran pacifica,
masnaot^^i^.iru,-^rt.z ^Ma^cedo a.
que h chama nm paifido repuhfir.uo. E nlo ft
lera, porque, mtala nomina a repolle* Jrnitori.ii
e bcm democrtica isto o que nos c temos!
re nao u impoe; i sua innuenria pessoal nao se
faz sentir; os goTernos sacm das maiorias; mais
ccdido-ann qui n tiiiilaite naci nal Nw de c*l.
legtimamente rewesentada nos oonsel|ios do go-
verme ntahiW IfatiWtifia' os-ad.ffa crtlji h'.io i
do eTrcW rfv'Mt^i flo'< riilal-Vos une nao ns.nn
por'afthca-j.,J|,1'brrupcrg tfqs .sV-usj rlirt'ito? de
A oTft-rc-tWr tnd.^'gt' i*m que' aprcaVliria
-s feptfWh'jt 8'nlo $ vimh'cia, mas lioredi-
ta dos qu.c/j fizeram o sen
[ TXm^Mtm a*** MriKJ<|>ili.<|AviN de l annos. Exigir-sc-lia para ser admittido li- mirado p Jos Manoel Soaros, eonheoil.
citado deposito de 1*1 cuto, ca en.;reja >*t> Wl*i*i^ ec-.ssim.iria lora.de $izcr aln deste. o .deposito de, iuem*rH'*>}vtl!>W: Mif>so* so.'Iriment >.
mais de 1 W contos. au^ra.jiafi Francisco de Assis, na c
doTrak uispetor na-JAi prender ao rriioM
Afls'Trrof'wWi 'S'priKw, mas poucos dias di
don escpula ao preso, Arando assim iuipun
"A -empresa* ter de ga'rantir b jtro de 5'por*
eento do- capital- dispendid; sendo bases da licita-
ao o preco kilomtrico de 33 contos o despezas
adiaiaisiUacao, ate,, jjuiaia-wBajore*
*> inii^,to brtito. ou jira
nninmtm'+n Mwliii'M bmto kilomel
"1:880J a Mlse|>Jt-Mi,it;rJo, con o inte
.ilomelra% o mccJer-fe-l (nipra:i
iubvenjefciiio snperw'a- Ui aoWos por\i
tro, serta* Iste BOi|iero|'J>ase ila Witaco..
.o^o (ftic o ren linfeiito I i pudo do capital ga
anli 11 exee.ldr a 8 por enlo, ai>1|irlwbwtjiliru
kilui||tMco subir a **U\\> de i;880i.. jera
k'''"-s(i^di(lo,^|oj{flijejt|ojia^aiipiian..
fci'o objecto dos dbales na cmara po-
pular, nesles ltimos dias.j acfoi-Jo mili a SOS
panhia do raminho de reua|b|Utc eleiy> l>!
posto pelo' governo. Ilomem VrArf** t k
lino, niinislro das obras publicis. Foi votada:.
leralidatTe~a7r pnijecto por 56 votos contra 2'.i.
Da vuta<*.1o destas novas aedaracoes, contra
as quaes a op|>osii/o tem esbravejado, depende a
cwiejusio 4f eajiiiidio de ferro ^a (iatj. (.ao ;Vg|)[o,
ue|)os d p'asshr as das cmaras, uirei o:n que
pm$*,>cg*rdo.., ^_-, .. | fMA ojujig
n Xa Fratenudtute Operara portuense, n urna
das sessoes proxim!i,1;(aH*i*-P* W jro9L'% '^i
------ ..., .....,.... ...... montar urna fabrica de tabaco, afim uo em'pregar
de yiuJaxJius.amio dejat octavana se 'em ic- "s grevistas mifi. nimia rstain. As acedes do tal
i
tari'
Sei una forma
temp.i Em!ora,n\as por >rn'liu;jto, a grande
inaiona da n'rf-Ao acceit, nitir'Page; eVin-na
aeccitado e nio tem a-agido, porque MiCnilopeta
iiijo. j. .r;pi ti IhHp'e ass Itavc-h-liia namral-
m.-irte frb ilifcirKlAt Hpi'- P1" he.matili .1 alian
dino tfimW v.v. para enpre a' dinasta bSrn-
nica eni fefcmbl*o'(tt I08'.
. Aitid.i mni- ; irlo ,' a \*.*lha ilcn mesmd a
nova .intocra-h que tem predomnalo nos cn-
sul o i.gmVriio niritigm-z, nani fio pouco mu
suas'-ftssliimftt rjfMatKMS!. ScnSt veja-se : a
cmara dos pares, ii-titilda w.TUti pbnsailoT
coii--ftnrioiial. nlo tem primado eiii' ii< por jila
milerici', nen mesmo por siiu 'dciaiiva nos
grandes i-oiiiineitinieiltoifc
E* urna v.M'in irtachinj n-a 11. csta!hi|n, e <(:ie
stana ia miit t soi-rraia no-i rtesvios m:iis -o-
ros d >s riossos ;ir->;!\cJ rejiresL'iiiativo'i 'se h.T fos-
sein as continuadla tW*nt,ot,s di <,mgue n,ovo,
do element p.ii:il.;r. opei'ad,is com a'ssentimeu'tp
pleno d.1 re.nli-7.a. as successivas.fonldai rom que
*e tem pn-eii (uo reinoea-la. Ijassein Ibc OU 1-
Ci-aclls eai-llio. c.-iia'ra hereditaria, lia lioni -ll<
novos,os i|ep'i::i.|os la v.'sp-in^ -' os'Iillios dos
velli is proce;c- q In-rdaram y paTJati ibas que
titerain y sen t\r.i,-ini i l r..n inquefe ambie
uiai- de.-atrionrailo da Risa eiVertf, cftih
ene 'MTraiiun .'
eote
(Jrfejjl se
Smt i M-iis! com uris1 paos iMJhrc-., digoissi-
ni's. veo .m:i I is, irioi ii r-o-is. miito a'T'it.s aos
mi ni.t;. de p.-.lacio, imito resiugu 'iros o pala-
p >r ef-
vr.s.-.-, ni 111 pr i'-ra-tuia hres por i111 _
feiti I lOinn-'s, > por i-ondico:
Digim-me. os me tem syg.iido passo a p.i- da a iff.i o .no es p i !) iricts da n o<-a pnfi.!lca
Ul>l-ilV: q.i.intos d'es- Miiadire- tem .!":.. 1
a< s-ns i-aiciras curii.-s'nir.i snbraih ep'ieoiT.i
apoihi-ose d'iima p.i-ta minisd.'rial ?
< K se algnin la val ou l te n id >, i-ivn dC es-
: ; de ini.-iativ.i tem ttstrdfl i a s:ia pAsSagem
pelas regios do poder ?
A proprla olen.ao de 'algmii N-n corttfmnjjo
fara .ii!in!lar-!li s o typ.i, ooai i i-t'l i-:i ria,
D'-i li lioieifo ni i pndd ser nrais it-'Ttcri-
ica mais p qnl ir a orgapi^.-a poltica dos g.i-
vi-mos lie l'ortog i ha grande numero da aun is.
- Ora, cre., e o -rl.vm os leores a cxleltSao
d '( i auali.o de-piV' 'nci isa, que nio ias-a il.v din
lifi CJTfac taris laniic i. |0 ruside em tolo
i*j que pira ahi se ni; f.i soltando djs bielda
p- ma,a verladeira esplica^-ai do nlo t-rroos ao\
ora urn riairi lo r.-orflilican) drganisado, efin ho-
m?ns foiti;. ctfn urna igroj.i eotistituida, com
e hjs imp itentes na anuuaa das niassas, rom urna
raza > de salr"ao pal
apnaii.ao.
i> '.-........-,
fallar :'u tnrlias
fabrica naoderem exceder alt valor -Tj*T4;
/msta que o governo ingle pn? i djs[nsijo
'dt) gt*iMportuguez a esquadra quu est acl,at
niontij -no Tejo. i
E.ili^nonieaojosplioiipoteJir.Larios paia a conf
cliiso da epnvencaQ pastal outre PpJJUlli'J i'ttpfL.
Cn, os Sfs. visconde iieLoisal e'c^'solhoo Lesa,1
. .y'jimia consultiva do 'mjhstiqo "dei.obris,
ptibl.icaof esto aljuctus os Mojefios J airipjl^
ila c>^>. ^iada, cidad^ do Porto,! ond^ 1fu'h',0}jaiU
as rop^rjieo.s piihlicjis (e o prbjeclo Jo caelja'
margoniosqncrda dp fiq -Minliovcm. vafnca. ,_.,
(naos, caberas do conselbo e froguezias, cirixila-
res jiiandand apresentar as .reservas, que 5j c ,n
servara^, no sorv;o ciru;iivo, al que pe is cttaj
ting ntes d rei-ru'amhto, 'o exercilo coiuplul.o
son numero em lempo de paz.
'\) cdiUrq promotor, foi-no da O do cotoii!,-
jtoavada a proposta' que tem p>V lln r?jir -sentar
aos poderes pub.'iebs cerca dos inconvenientes
de nii.i tal eonvoi-acio, pomeando-se a rouvnis-
sao para iratar de promover %-signaluras rc-
0RtcnU{o.
lO^oyeino noineou na cpuimissao c/inipost,a
de f ntcc'onaiio' de difierentes ministerios, para
oxaiuiar e dar paree ;r sobre os veuei)ioii!os'dos
'tnprogados publicas.
O supremo tribunal de juslica couliniioa a
pr
he
Sociodade nacional beneficeiile.
l/'-sc no' Uommercio Ao .Jin/izona*
< Vapor "y-t^ '71MtM/tm T^mr tp|| rTla--a*" i'"jf V] jg l+
\\z em sua primeirl^iMiin hftm<,'Wijfl>^P ^^^wi^ssiXtiBm^ImTpffl^flos Srs. Dr. Ce-
ttto M WWjlPiybJlpW9kMfo-W J,.**1 %^>M..1*n'n ^1W lUUriguap e.majo
do, eonno consto das noRcias receidas p.-fo Tea- Aluxandre Collares Moreira.
Seu commanuante foi exemplar em sua eoH-yneinbros uesla eoimnissao, tratou ella de Mar im-
nav+gacao, ano arf Sr. (.halles couimanda e da nm grande terreno, que (Tea na ra Grande uesta
liij't.v.'o abraca de irmao. ^ cida le, prximo da praca d'Alegria.__S._Exc. or-
nno fm.lo, offlciou aos m* H**t'l* *t*w*t>*M,**\i>i* t, aliui do que prostem cm nr-
parecer acerca desiftOMsiia, no
f. Sanjos Jacintlio par,
to mwlica o Dr. Jn.se
na corte, e que fazia
nmissio j nomeada em 1* de o
uno.
istruce;
liielle, S.
ujo alca
mais pro
nmmissan
ccao pubji
onvidou
ao adm4
Irecerem
a I no i
pruneira |
lliL
fiir nes-
o daquelle
arrecad
sa comini
as pira i
_ ia 18 dou
enlmenlo
o_dfi_jjm p
sino
isa
solvcu-so nella noincar urna
raeinbros'para indicar o Joca! cmvcuTehle n~araa~
i praca i
A foBobiidorii da TiwwniU prowiiwial arrasa lnon hitjn qne^sH iwxns a eoniprw At*~inono
alguns iinpostos.
8ennMi< seni lwn;a opork-iroi .pie cueree o.
iugar de, almiiiilr;ulor.das capatazun.e q l. es-.
cripturario, que actualnieu'e exeroe o cargo di
inspector da' alfndcga.'
A noum de i\ do crreme (feverelro)- for
urna noute alem de tenebrosa, iocominoda para
nao pequcnay'pBte da aii|nkco d*4k A gramb/ clin que. Mo unr lugar,
panhada e^troiaba it#if!i-a Wnt.uiia,
10 tograatj ipiantid.i'l-1 Agut fluviaes,
os p uitos teak haijtos fy c.pl- -h virara.
pli'tamente 4tfado| 1 ^~
A roa do nfisaiiif, jor pSCBpl", Orre emi-
c perigo rfwiis des -ms Ik. I litantes pasat-
algumas mtm daaoute, em. morios ?aiilieii-
sobresaltos \ -
Ilui algumasVicasaA boiui muaJfr^os rs.
l-eao, alferes MoraesRego, capiao Miguel liorg,
Ha pelas portas
as) alravessavam
e espraiavam-
' de tres I se as salas, pji varandas jkL_a'fJir_ Ll___*_J
Cabio urn raio, uo dia 12 tarde,, em ras
de nosso amigo o Sr. capitao Marcelino Jos Couto,
que se achavana loja com varioj Srs. a conver-
*ir. alem d- scus .lous raitioiros o mu dos liifco*.
'O raiu cabio na cumieira ; desceu pela pa-
P'1.1*. arraacaiHW pedras o uoiToes de barra; foi
a foja e deitou abaixo caixilhos e vdros de per-
uuie ; paesoa Jdpnis M cldnefcas I* referido ca-
pitn Marcelino (knito, suliio-lhe pela perna at
para a cmslrnc-
iest^ e^ aj^B^^jHte
ia d*4|MMo, s* m>r$rymMf* *WPs'd*;i.*a
du lio nujjdo.f^reiro^^Danfi 1,^6^8.1^630,.t.-rro/vu que ^i iimiied.Liiamente eltectuai|oJfa
w,^'s"i w^m .w*Hf??"-fW5vwmm vmt
Para a, .nj-oVmw M ; .^/lJJ..,W" 'eVetorear crataao miranbenses irij.orda-
J>?r'a,J.co.^attfiaflJvrir ffi^W;1*3p dppWmltui Sr. Hr..Silvmn.;,^V., ...
i ^punis^ao, desig-
du corante, para ter
rw imortlo.,dajprioieira
y dojifarlido p>n3crv;idory ; pedra, perpetua/ndo,assiq( d,e una uiaaeira digna
Encabara,,no Jia 1,1' S)iC'trreb,.'deThntw do seq rcconbccido paribti-wo,a.,iucnwrvl d;'la
Ar.ipvrang, a bafta; MW Si't).-aV|i)i,tte .'WJ'tOr Ua,jijr|iieuto di cbus'tuisSo polilira do imperio,,
e'aitt*, capitn" AjfkaMri Mltdjelori,, rflije viph.l And* epi .ivlai-ao inslruc.a'i publica, tratou
d Leith carrt'galu de" Carvao parA' a mrei'i.lriliia ja i Exc. de providenciar em ordern a n.W .p.u a-
^le nv gajao a vapor do Aufa/.oiias liinitriita. f Jvsarqm.n grapilc* melboranienlosiue so o-tio
O i-apj(j e o .l.^pnoto foram ca)ltal em je'-, f^zeipio no p'reUi i da iuft,o Egypto, pertofice-nW
nianj|id4?occ'oj-roj." ^ycii-dade II do Agislo-e para qste liin ofllciou
Ajjtanjle^a inmidoii o hy.-ite /ffio/i'/o'o, e gnar- ppx espuro provincial para uiaiylar.entuegar a di-
ilaslpjtra.p jpgar do sitiHro, seluo ties' 'pro'iiilim- Vejctnfia dsta wc&lade, nao s a ipiantia ik 4i.,
.^a soenniiadas pela capirauia" di porto, iplo maYi'-l deposit;nl;| n .ipieJIa xepjrli^ e proveniente do
Seseonlo oflerocdo pelo ppresano da obra do.
4a,jgt> dos Reinodios, como a de 6 exiraliiJa
do crdito geial destinado para as olxas publicas
pi.ivineiaes.
ip.yima i Tomio uDc. Augusto Glyinpio Gomp* de Cas-
liar a jni posta dis|iosi.ao da prvsideuia a 'luaa.de
'}nwC' .ctneq conbm d-: ris. pbr ello angariada. litro o*
cooii i If'ils msinos'.li'rioiiistas 'rof;o z,2'di auccs,,^Aiinesi'nlaibs os i e.at tos iti ti: ofvc. s; Exc. amdU-a-la s obras (la predyj da so-
'=^0 de' exanii?'\
lluvial ^(V^Jfjj-^ufcpina^ io d(>ipngo hT pir aTir/i posto d:s|>osi.;ao da prvs.ideii.iia a quana de
eleicao iWivie|fibi;os';da,,s'a dlrertrid, cotiipVc: cm'eo, contos do ris. p(,r .elfo
minb
eilti
il
ren ,
i-omposla do general de b'riga'la. Alb-ito Maia,
coronel' Daniazip e major Simza Ilraudao, p.ira
inspeccionar os Irablnos e darein o su tftutit,-
vini, na soa casa decampo de Sanl'Anna, deu U'u^tLs
jantar .i que assistio o do |oo"d; Aosta.
fain lambein o prosidonte do coiisc'bf) U
tro e o ministro dos jiogwws esirangoiros de l'oi'-
Ingal.
pabliea para pretexto de sua
..... Ii ..'o a lliutl'l, O-i.i'i lt...i.
i alto ilc urn b m prlo mecha-
nco de grande liragem, como una retliorio.i Je
oc.-asi5o,m lito .te.) ii ihd.i a r.i* ir-se estunar as
s la*, Has familias, c mesmo as olfleinas. Vir
r- i, porqne ha de rir, ponrue, em flu, alg.im da
deverao passar a (ni os principio rpublean ? Ja
implileto calumnioso da
da do
diant
(orina i obri mara UO
lirada demaggica, da cbofhtrasteira que se api-
menta na tablFna entre longos tragos do mais ab-
rdo earrascao, pira a phrase correcta o castiga-
jornal soii.,. qae ningiiein se poja deler
si qiando almoca n'tim caf, ou mian-
do quer matar lempo n"um wagn.
Ha do vir. dizem 11.! ve i; mis nai o pira
r 'o. nem lalve para am.n'ii o.i para estes das
mi.s cliegados, o ser 'ida ppla grande maioria do
no-so povo, a forma republicana po una necessl-
dade urgente, dessas nao fazein c en que urn h >J
w mi largue a rabra da eharrna o va logo nscre-
cr-se smsinnifoda u'timahora.
Esta gente ordeira, rrineipalnieiite desdo a
.ili'.'i'do 1S7; as /r.-oo,- io so aeclina-
ra u. mesma se aceliraassem c ropresutarim a
r\oe-sio .lo i \ p'.isamouto he..i iellnld). Do-
11 :I '-e 1 '.'bri i cononiieo ; nas a iiaesao
do ti-ibalho e o problema d> salario ni i o dos
equilibrio poll-o.
Asnossas grctj, embira j so alimeutem por
-.inaes eoc,herios da soiva que as tom nutrid i i
tira, e-douiei.iiu ; balem o piorno cuian.aa rai-
vosas; em breves audiencias vao fazer as paz.-s
o o chapeo na mo c >:u o capital, o do vivas
aospatroes porinas um vintom, on por raenis
.un quarto de hora na faina das lab)
(i Mais duas palavras, e vames a s fartos, de
qae deve rozar a nossa clironica do -es oi'o
as.
O qao nos couv.n, no meki ueste emaranluc
: Ton.oes pro.-or na mesma sonda oifl
, tea Btflgiea ap-zar .Je pequea em terroia
se tem engrandecido aos ollip do mundo. E lau-
ro laso o a-o, que gq vd estareui as grandes pa-
tencias nesta h na, traanlo de assogurar nos em
i ass muir i mais solidas as condices d. oxisteon
ia oolitica, a cuja sombra unicirooto, por ora,
pod',-!>.(< O iros -erj.lan.l i mair incremento mossa
io. i accelerada, s nossas exporlaeoos, nossa
industria e n iss agricujtara.
TuJo jija nao t r isla, agora, ser compro-
mettero futuro, e ijucm sbese atorosmo ao ma
inJi'oe.iJoncia!
O bispo do Vizeu pronuncio;! na cmara dos
[aros nina pouco evangeli a Borrina contra o go-
verno a proposito do ehaun.iietito da reserva,
Qaando deucarau os bisnus e arcebispds do ter u-
gereneia na poltica e admioistracao do paia .'
Tarece que vai agora de vento era pupa o
urojectad i raim'nh i do forro Ja Boira. Xa sWio
do d;.i iJ .I, crrente, na cmara electiva, foi
aprsenla lo um i)r.wcto do lei relativo co.is-
irncca dos camiftffoFaT'ferro as doa- Boiras,
.ipoiranio ooaos a* lirectriaes de-sas linbas, que
ras e liand.riras, e a oseada eslava vistosamnje
d ec .ira.Li.
.('Ui-s-- qoo o general marque', .lo S da II m
doira v.ii ser en.-arrog.ulo do dirigir as' frtitita-
oes das lindas d Lisboi.
Em sessao secreta do parlamejito foi approTa-
doo trdada de extradiceio franca com o imperio
do Brasil.
l*i anprovado o pfojecto que crea os addicio-
naes na ImpurtcSo e exportac, autorlsand-
goveruo a couraliir um emprestiir.o de
contis do res para as obras da escola polytd-
chniea.
Es Exm. Bvm. D. Joaquim PerciraForjaz, antigo nvih-
ge de S. Rento, Dr. na sagrada tbeologia, pe'a uui-
Vcrsidade de Coiibrt, loite da mesma unive--
o.uio o m?pu o.; i.fii la.
Por carta regia de !8 de abril do 8'>, e r m
firiuacao pontificia do 2S do setembro, foi nooma-
d i hispo ilo lira ranea, o trans rid para aquello
hspalo em 20 de oatubro le l/-">
Os continuos padecimentos que de ha milito o
a'lligi.im, faziam com .po cstivosso fra di seo
bispado, e babitasse em Breellos, torra da suana-
turalidaile. Faileceu este virtuoso prolado com
i lienta e qualro anins e cinco metes completo*.
Em lo accrescenta esse zeloso collabora-
dor :
i.
nm sobro a sua c inclusa).
Est approvadu o liorario p.ra o serviei) de'
exidorac. ... A exterlsao a..hr por 35kilimk-tr s.. ^tj jK^ic^ ,; (< T .' 'lpde,s vrgaisaca.. O ministro itahano em LisImki, maVque Te. (Jld,- ., "5>*p^, ljffilgf$* ty OJkfSlra* .' im 9f) vo- l,mi,4, ,,1,^ l|U(. ^|U tl.t^t uias d alo cumplimento della, jssj'sfindo S Exc. oesr
*MliucHte.a<> regular au.laou;ntp da obra, que se
",|r" Mifaieudo por c-ta do crdito ltimamente vo-
, J-% Aiitoni
Trod.i-l-o-l i'ltM t Win>.id8 cooi KW drfbs
'liutrjniui uiftTto do Pai, do im no eun
esivangji-o' uo'.-rmio pisimo pos-sali2Wn.1tls
con in ri.^i:; t':icV >) v.ip.ros' o li l volla. .Tas srJgftmti'S nnci.mi-
.< E-tivcram present s vario; mooibros do orp'd Eutr;iram no Pf.rto do Paja, ibi iin rio c dfr
Tipio :iriiii'i. O pal icio, du iioul'. linlia l:nfila-_ C^D-anJ.'Jj-o 1
I
'l'ialnu
'nton. ,tL
oe.u livor coulie-uiKm'n da edificacao ,destp
,10 nio poiiei. iM'gar, a euuvonimr.i Uesla-
uui-a,,que logo priiiieira visir; .saltn aos ollios de
Soi'retor.o. -Tolfo Antonio M,ih:il\ rom fyr., nao se HinifauU esta sua o'rdcn Q>
o/redor os canos liavia, qiieui us podoss,! jkV a liescoberUv P1"" s-
tafein.com a liuuiiaa,le, incliadas s taboas >bro-
poslas f. r
Tude isto ilcu-e uiun abrir e. techan- d'.dbos,
sem.quo todava bouvesse morrido nina, s das
pessoas presentes, em numero de 8 Por esta
i'ire;i!iit.uieia fclic.itaiaos aos que escaparaia de
.morrer all instantaacamenle.
h Vimos urna podra brocada' pola faisca elec-
flra ; beni como um dos ebwttns, que na <>e
eaio tin|ia calcadn. o capitao, Marcelino Cunto, a
|ii;ii par.-cia ter siJo rasgado r|>etula> voto por
dente* de cachorno.
S a Providencia Divina faria com que sa-.
Iiissirin iucolaunes 1..I.1- asiposoaas que all se
acbavaiu 11.1 teja, 11a referida occasiao.
Narramos .1 faeto muibt jior alto : estr.-Unlo,
jado que tica dito, ver-so-ba que >> caso nao deixa
do ser suiprebendente eoi seus eileitos extraor-
dinarios.
Os .oaixeiros ficaro ligoirameiite tenidas por
estillia.ms de vidro.
.. 1 monino, l.oin como o po, .l.;i...u-u-se no
meio do fngo, dan lo gritos de espanto, 9 vio-se
envolvido |ior urna Ihirrivel fumarada com cheiro
de enxofre.i)
CKAI.
Pida presidencia Ja provincia, f MfMdn
o giiaida-inm- di aifamiega coroool Victnrano
Augusto Itorgos, |iara exercor o tegaf de inspector,
emquanto durar n impediniriito da eifectivo.
Por ler seguido para Peina nbiieo o secreta-
rio ila prosideucia. loidoaighado p.ia exeirer esse
cargo o (illiohl-iiiaior-respectivo Dr Jo;iquini Men-
dos da J'ruz Faileceu, no (nhaiuiuis, p major -Manoel Ker-.
reir Ferro, ab.ista.o airotiltor.
O bisjH) de S. Paulo !nUiilnistr..o o sacranien-
lo do chrisna, na ;.ulie.lral, iluspedindo-se depois,
com tocaiiles phrases, do povo rerense,
S. Exc. Ilvma. preleudia ega'ir no /' para o A-MeatjUO d'abi s llussas, para tlespeibr- clamarse contra o actual nmnspolio eporque ba-
prtira 1 de branles
por Vfonfortinho fi-outeira,
ramal de Castello B raneo a
onteira. O
no rio Heb/aj com uo
Covill, de Tii ruar por Lo'i'isan fio
(irojecto foi assgnado por o deputaJos.
As BStfStf seo estalielecidas em Abrantts,
Villa Vellia do Radw, rastetH Branco, Idanlia a
Nova, Mool'orimlio, Covilha, Fundao, Tiiot.is.
ibacos, Avellar, Esinhal4 Corvo, Zoazau. fites,
Argauil, Av.j, Ceja, Gouvea, Colorin-Wbhel e Al-
meida, sendo de primeira ordem as de brante-1,
Monf.irtmho, Tlumar e Alneida, de segn.la as
de CastoUo-Braoco, Covilh.l, Oia, Gonva e Cor
lonco, e du tcrceia av restantes.
As buhas d rectas eo ramal, expropriacoos,
alerros, lega Ierres e obras d'arte. ser o lcitas
para nina s via de carris. O mximo dos decli-
ves ser em r.-gra do 0,m 02 por metro, poden.lo
em casos oxc-.p-iooaes olevar-sea O'mO 14. 9
ratos das curvas deverao ser no mnimo de 800
metros e do ton as vas de resguardo. A largu-
ra ua va sera de Im, *7 entre as arcst.is interio-
ra dos carris, e estes nao poderlo ter menos de
34 kilogramu as por metro corrento
O governo conceder empresa a exploradlo
dos eainmbos ppr!9 anuos todos os tenenos'do
est.ido, que devetn ser occopadi-s pelos caminhos
de Ierro ; iseorao por SO annos do qualquer con-
iriboieao, nao omprehendend o direito de tran-
sito e de quaesquer direitos durante a eenstrueclo
polfj*iateriaes neeessarios.
As lardas dos passageiros .; mercadorias serio
^uaes s da? buhas frreas de norle e leste.
u Teiu-se trocado notas diplomticas entro o ?r.
barao Japur, nijnisiro do. S. M o Imperador 'o
Brasil uesta c.'irt". o o Sr. Andrade Corvo, mlnis'ro
dos negocios estraugeiros, com referencia rerla-
macsloque aquello plenpolonciario susleuta rom
relacan nai-onaldade da mperatriz. O ministro
di U'rasll quer suslentar que a fallecida era brasi-
lelra, e <|ue portanto o seu testamento nio pode
ser ab ro peante as autoridades portuguesas. O
nosso governo sustenta o contrario.
Trata-s de realisar nm contrato para a com-
pra de tres mil cavallos para o exercilo. Esta
inst|Hada nina coinraissio o remonta em Lis-boa,
no (|uartol to Campollde. enn entras filiaos em
Evora, Collegt, Vou e Chavos, para proeelerem
eooiioa de cavlfa para a cavalharia' artil a-
ria do oKorcito pottugnez.
Chcgou e:te porto, procedente de Pernam-
bnco a l do corrente, a barcaSopa^'i,
Saturara de Lis! oa para Pefnmbuco : a G
barca Gr brguj) Cofffe.
. Achani-se carga em Lis! oa para Pernam-.
lia1. : barca Dtpiqut IIe brigue .Secono
liolois lu Aiiierlca.
Por via de Lisbi recebemos as seguimos no-,
lcias :
KSiAO l.,10.,S,
A cmara dos roproseiitanros Je Waslji/g'-oo
adoptou a emenda constituirn, augnioutaoJo
os veiicinu-iit is do pre>iden!e, do vice-presiden-
le e dos jilizos, como foi propusto- primeiriiiehie.
,0- ordenados dos membr os di congresso lixa-
ilo oai n,800 dollars.
A cmara lambern adoptou urna brqpQsla do fe-
li'citacae ao povo de Hespanhi pelos seos esfor-
.;os para consolidar os principios da liherdadc
universal na faria republicana. O senado rali-
Icou asta resolurao.
A cmara dos re.|ireso;iU::les ordnou que se
reclamissooi as quautias pagas a niai- ao crejibi
iiiovo: ..ni o'i. ano,.pela companliia do catriinio de
ferro do Pacifico.
X romtnisso do in pierito diz que- as aecusa-
ces da corrupcio contra o senador Pomeroyuo
laran provauas.
A divida publica diminuid o,r2oO:000 dollars.
3'ijttra joras d lalacio.
_ iLi poneos dias viimi S. Esc, algunas re-
b.rti^s publicas; passau 11 .lopoi a examinar o
iiit. roiij^vol ces da iigraca-, cuja importuiria
'putrasta com o lamentavcf aban.toiut t 01 que su
..1 oos o Ul .r^m'^'sl^teAWWIIW lima.
hdado.s : to.'loz.!,JU fldrte-fifiiehcafris Ti, fraif- .&b \tfa fbe mereceu cpe:ul.attoii.;, por-
czos 9l'poptfpm M, brasfleiros ?V, fotoAl* WA^9 I.1a a. sua exi-uso e inCrmando-se, polo
iiiiiiiiL-4o-ld;;do ilo todos os pormenores relativos
s.aae*mstiuc.r,'.o ,
Exc. nalre os molhores lientos era favor
ial
f-
lales .
nacional!....
Safm'aril n.rinesnio periodo til aavios, 98 "
poros e 11,0 cotia. '*,. -'"'i' '
l-'rall...
h'irgo
fl ,1o imperio
1
. c
'.i:ilro7fiSlVJ
t vmjiK
76:877H7
;i .9:183^0
RECFE, 8 DE MARCO DE" 1873.
Vitsciaoj Auianhece.i hontem em nosso porto o vapor bra-
sileiro Para, traiendd datas lo Amazonas 11, do
l'ar 18, do MaranliAo *>. do 1 ear 23, do Rio
Crando i"> e da Parabyba 2ii do-orrente.
AMAZOXAS.
A presidencia da provincia dividi em dons o
aelnal termo de Cudajs, com as donomin.i.es de
1." c 2 o, leudo este por limites o braco d Para-
n-miry de Cudajs at ao lago do mesnio nome;
aUangendo os tributarios CrumuarU e Cudajs, la-
go Jo Acftr e o Piortiny. Isto corollario do
progresso do Amazonas segundo diz o omme.r-
to ia Amazonas>+ rpidamente se tom deseo*
volvido era todos os ramos de interesse e prospe-^
ridad geral, e como conseqiienia disso e da onda
do imigracan que diriamcnte. augmenta, preeu
rando em nosso frtil terreno o trr.balho e a vida,
tem augmentado tainbem a edilicacao, vendo-se ja
alguna predios de valor aformoseaudo a nossa ca-
pital.
O Diarto du kmazonns d 03 seguimos por-
HMdores de um assassmao perpetrado em Ay-
i Em principios leste mer,, na povoacao de Ay-,
rao. Kaym'.mdo Jos de Carvalho, assassiaou com
urna facada no abdomen a Francisco de Assis,
morador na freguezia de Tauapessasi).
Referem-nos episodios anteriores dados no se-
ringal oji, que denm em rebultado este-aenn-
tecimento.
l,-t:l:B-.ll
Sio o principal nVtf> vilor "rVim\ kilos de
bol racha e :!IO:rJ'i7 ditos .!-< cacai.
- A alfandoga icn-lerv do 1 a 17 do eom'nte
2io:tl.i2^tO.
M\".AMI\0.
' E:n i~) do crrante escrove nossb corrospui
dente da capital :
O v.-.por l>u, rpic aqu chogou cen nnnlia de
deonr.i, veio di-sipar o boato, -oe j corra com
goYal aceitaeoo, de que a ftrjittp: nina .b\ fiaWpr1
eao Brasileira havia qu.'hrado e que este facto da-
ra ligar a jkd termos vapor ahruui nete mez.
at que o governo tomasse as pi-ovidenoias neces-
sarias para a inc..rpora;.lo de ontra, am de nao
soitroroui os iutoresses publico e particular.
Se por um lado este boato nao Uutia funda-
mento legitimo, p ir ontro nao Jeix.va de ir ine-
recendo um tal ou qnal acolhiniento da parte da-
quellos, que esto par dos contratiempos que tem
Soffriilo a companhia, iom as repetidas varias dos
nevos vapores.
Tu.lo IsrJ deu lugar .1 mil eonjeetWM, fono 1-
mdars pela Jran e phaTaage de novel'eiros, que
sempre'os ha, principalmente qnando se trata de
deprimir um crdito; por mais st.ibeleeido que
festeja ; c quando a expectativa publica se prpa-
rava para a realisa.ao lo farto to inijiensata-
meilte pr.ignosticado, eis que appareve p ir dPtraz
dos morros de areia do furto' de S. Maro. a c->-
lunma de fui do Pim; que poz.em completa de-
bandada o Iranio de Jgo'ireotos.'
^ Conven todava notar que nunca estivo:.113
t') mal servidos de vapores.
< Como sabido, Os paquetes da antiga compa-
nhia 6 que esto supprin'lo a falta dos ivo?, ai-
grins' dos qnaes jazetn nos partos de varias pro-
vin.'ias, sem podercm fnirccionai1; ei'or outro la-
Ulo qT-ix.-im s os passig-iros do miio trata monto
(rae se observa em algiras, sem que liaja nina rne-
liiii qr;c os fara retroceder detendo de obrar.
Talroz hnjn exnger.ic;U) nesta censr.ro, po-
rom. ueste en-o a responsabilidad-4 dola coito |wr
co-ita daquello que a trazem ao iiss*r conheei-1
oiiritii e que pedem-nosa sua pribcidalle.
Na nossa primeira missiVa (hitamos da ques-
tap suscitado-entre o Dr. juiz de. direito doY
pliaos desta capital, Jos de Almcida Martina Co--
ta o o siHieitador Antonio Joaquini Ferreira do Cnr-
vnlho; declarando hessa ooraio qe aquelle juii
iraiava de collier os primeiros dochiaentos para
promover prnt-essoj por crimo .ie-calumnia e-in-
juria, contra a supracitado solicitador.
t Iojo temosa arcrescentar-qne'esse processo
instaurado or denrmeia da promoloria.publica,
fo polo juiz de direito, Antonio Augusto da 8va,
julgado millo na parte que comprapende o erime
de calumnia, e improcedente em retaca'e s o.ttms
eapreises que TuotTaram a auciutiaoj pof nao
conterein inji. ras, oom quanto- iMllaS nao i fosae
guardado o r.ispoito' devd ao jalz. "
' Ontro tauo, usrai, n,'io'podemts dkzer cot-
ra da outra quesla-maisimpiirtante, do embargo
d viagem opposto ao negocinnto Custodio- BeT-
cbior, |iolo^ii! do commorek., Dr. I Sebastian Bra-
ga, e que motivoii a ordem'de babeas-mrpus, eoa
cedida pela rdlacao, como j noHciaiuos.
Privado de elfcotuar a soa vlagem, por novo
embarazo que lhe oppoz o mesino juizv recorreul
Belchior novamente pata aquelle tribunal que, por
accordao de 8 do corfcnle, determinoU que o Dr.
chafe de polica nao consenlisse mais inatilisar-se
o haheas-corpus concedido, qua.qutr qce osse o
pretexto novamente sugjferid.0 pelo mencionado
juiz do rommercio, com relacio a fallencia da f
ma social da vluva e til los de Jos 1'edro dos San-j
tos. E por que a.falkmcia da atludida firma so-
cial fosse aborta ha mais do dous anuos o nao te-
nha sido at agora qUalilfca'da, determinou tanv.
bem qu se ja elle responsabilisado na ferina da
lei, offleando-se ao prbmotor -poblico.
E-to negocio, pbis, a ordeft do dia do cir-
culo forense e ae mais ontros, que esta na expec-
tativa do ulterior proeediibento doquiz. .
. Nos poneos dias que seeontam-naadminislra-
gaodaExm. Sr. Dr. SUyIuo. muitos sao j os ser-
viros prestados por S. Exc. em relacao abbem es-
lar dosta provincia.
No iniportantissmo asmniptn da sade-pu-
blica, acaba S. Exc. de revelar todo o seu desve-
lo, tratando como objecto principal da attencaadoj
governo, de c-tudar e remover as causas-que po-
dem ter contribuido para o descnvolvimento da
epidemia beriberi, que tanto ftageila- a popula-
fioj ...
* No sentido de dar execu.-ao ao aviso de 11 de
qno S- Kie. > r. Dr.
Slvino tom "procurado iniciar a sua adi.iinistracar
lera pi-oTorado-4a parte do jorualisnio desta cap-
tal b-'in elalioia juUa Jiimoaagenr rendida sua iliujlr.10.io e lian
aJiiiioi-tralivo, san eotn rentado cipontados ns ine-
Ibor.uivntes .tn qno carece a pmvinria, anpellan-
do-se para o genio creador de S. Exc., no intuito
do arrancar o Maranhao d 1 iiidilTerenlisun e
nbandono que parece estar entregue.
No jornall'uhlioubr Martnkaue -sabio lia
poco nina serie de aitigos no-te sentido, assigna-
dos culi o pseudnimo de Uanliiu, al.'-.n de
um commnnicado, cuja lingoagom 111:1.to lisongeia
o inerlo deS. Era, inlicrinlo-iho ao nesmo lem-
po os diver-os ramos do servio publico, quo ca-
loceru de sua attencao.
i O funecionalismo foi nm dos pontos especia-
lisa l.s pelo communicante e que na verJadc mili-
to deve dispertar a ae.-o eocrciva de S. Exc.
Aquelle mesmo j 11 nal transcreven ha dias
um luminoso discur-o do distincto depiitado pf la
Parahyba Dr. Anizio Salalhiol C-arncrii-o da Cimba,
fazendo-o preceder de um artigo editorial, ein que
o roi-ommeii la ao publico.
O illustra.lo nrador define de um modo claro
a importante posico.que o partido eonservador
tem assuiuilo na'-rol i tica dopait, desde que lhe
foram rondadas as rodeas do governo.
Acha-se delinitivamontc concluido o edificio
destinado, para a repartico do thosouro provin-
cial, e nos ilias 2i e 2.* do tomate eslaro os
seus vastos salo-s em exjiosico publica.
A cmara municipal da capital dominio o Dr.
Tiberio Cesar de Lomos de sen engenheiro, e
nomcou para o substituir o Dr. Manoel Jansen Pe
reir.
n No lugar Banoci, do termo do S. Jos dos
'latios, foi assassioada com 28 lacadas a uiulber
de nomo loaquiua, por Daiuiii). Pereira de Jess
Das Caruoiro, que foi preso em flagrante, e j so
acna pronunciad o como ncurso as penas do art.
trf'do c.xligo criminal.
No lia 8, noule, o pratieintc da baa Pru-
dencio Vital de Lentos, toado com niais dous
CQjnpanheiros ido pescar, calvo ao mar e nao sa-
bendo nadar nao toruou a ser visto por sous coni-
panbeiros o nem apparoceu o seu cadver.
A barca porUiguoza Clfinenlaui, navegando
To Para para o nosso porto, no dia 6 do eorrottle
pelas 1.horas da madrugada baten sobre as pe-
ers .doriterveaua (Tury) e abri logo agua em
tulla quaulidado que pt'iiicipioj a sobmergir urna
Aiorda.sobre a qual adonviu.
Stis trpolantes, ineluindo o ptfoto, correram ao
escaler, que esfava do lado sobr^ quo o navio
iftnha adornado e conseguir 111 solta-lo dos turcos,
metteram-se dentro e desviaram-se da arrebenta-
uiao immensa que rodeava e engolia o navio, per-
suadidos que o eoinmandan e COOJ os cinco Iripo-
lantcs que fiearan) a bordo proenrassem fazer o
mesmo que eUcs com o outro esca|rr que licava
do ludo opposto, visto a lancha grande t-r-se de-r-
f editado de encontr a borda do navio quando
ste adomoit. j
,Ao amanoeeer, porem, nio viram nem navio
oeni cscaler, fican lo na Incerteza se se terara ou
ao salvado os sous inelizos conipiMilieros.
O lugar portuguez Cidral, que fassava na
martlia desse dia por aquellas lluras reoebeu ao
meio dia a seu bordo os seis nufragos e o esca-
ler, que trouxe ao nosso porto onde entrou no
domiugo tarde, -
Desss ltimos s morren o capitao do navio,
salvaodo-se os oulros, os quaes foram ajwrtar
Vizu, donde os trouxe para aqu o vapor Gurupy.
<' Na freguezia de Curupnr no uve durante o
anno-ide 1872 os seguimos baptisados, bitos e
eosamentoe:
Baptisados livres3a7, sendo I6i homens, e
fli3] mulheres : esrravos Kl, sendo 37 homens e
ISmuIheres.; ventre livre 102, sendo 52 homens,
e 80 mulheres, destes um o" genieo e dos esrravus
nm genieo, e mitro incgnito-total 471 Dcnim-
se 6 liberdades, sendo 4 homens, e i mulheres.
bitos liv res-a7, sendo 18 hormns e 19 mu-
Iberosi; eseravos 13, sendo 10 homens e 13 niji-
Ihbres ; ventre livre -6, sendo o homens e 1 mu-
lher-rtoUl66. ...
^Gasamentos-livres ai, eseravos total 35.
... AVIIY.
No dia 24 tomba posse do cargo de presidenta da provincia
o Dr. fiervazio Cicero de Albuquer juo.
Faileceu, na villa de P^ranagu, o eapilao
Cypriano da Silva Brasil, com 70 annos de idado.
Lemos na Imprenta :
No elamea que se proceden esta alfndcga
por ordem do ex-presidente Dr. Pedro Alfonso,
encontrou-se um desfalque superior a dous contos
de- ris, e muius outras faltas gravissimas, dignas
1 (sfiref^AMm'luM p*lk4A ilisfcelal '
na (irmeira crea upi imoysto aijiT^OMf *> *'*' "
pin- cal.e.a de gfidr^fagwm^tnsrniiiH-'ni na f,rn'
viMcia-; os sagud*' MHsIMlo jrT^-ilWe (ti pro*
vmcia :t .-imti .' o-.ownrwBLeoiBpauhia' o abaste-
cinienjode carnes Jb^s.t^^^laj.fihd'e.
O nobre depuiado que euceton o debate omina-
se lanto a una como a outra parle do projecto,
3conipalBIa-o 110"3W Mi I -'
cao ao imopsto addiekjfeal
risac. par contrR\l*e oj!
ues vnrdes para esta cida
loe diputado julgoU BCil
a quaj se, pronuuetou, ea
juigorneee.-saVia, porque esto
ella, lenge de proiuzif .
dos.-vlrf satistizer cntlplo
d-depu4-!ica. cilundi c of
riinlmf*! nAm, '.wpjUo
dos. I
Ku nao soi se venale ou nao, mas diz-sc ge-
ralm. ule que os talhadore de carnes verdes liie-
ram nm contrato polo qual se toma i.npossivol a
qiii'in quer quo seja dcdti ai-se 1 i>m iimsils Wm
o ioelbo, a-sando a. pelto. e euxoicndd os ca- renlcs: (A priado?). -
botlee que Hie ttcaram ao --redor 7 ***tampon no
un rela-
om, aanto-
to do car-
po h no-
te e centra
, pnrqnc a
ilo de que
bs apona-
la eeewi-
lio que ac-
(Ap.ia-
gocio, meia duzia de pesadas.
Sedefacfo existe este contrato e est regjstri-
MtfMVtaMi 'efHnmeivi. ettOeseje' ifT'd^fe
conheeimcnlp,, porque ,*e d. He rsulta, como w
,*e a.
mi, en
meaweiWr, a mmioprlliii, cu nao t.-nho a menor
duvida en votar pelo art. 3." do-projecto, ncon-
ceder ao presidente antorisaco para contratar
com tima companhia o btneekneuto de erroes
(I que poder^ tljajii resuj|ar.
' O monopo'10 rgjl,i.|.i e iiis^ei*ti|ldUpikflo-
terho. (i.tmfiiii* h ' menor iuspoceao, sjm garaulia ulguuia para u pu-
ro, dominado o dirigido uiiiraraenie pelo iirtere-y
A* associadifs. 'i flO
(I Hbr-nVpirt.Vl>-lelo .bstrlct.V dis*e qw ft
meeto ora inconstitucionaf, ds qpe frito o. nn-
iraU niirfii*iiimis'podria d.sto'sr-^- ao gw'to'
do caraos /erdos. ,
Isio 6 o que acontece actualmente : a actual 't-
iodale iinp.ie o proco a carne : quando tem f-rr-
petldnr vende-.i barata para faier desa\\\pMVH't'd
mtp*cki aquella qno uo M prte detM] ft^niMn
so acha s.1 emeainpb vendo a-em-ne. mm orinal-
mente est vendondo.-por fcUO ris,a libra v ppr
mais.
O projecto nao aiitori'a .1 pres>nte a rnnc^'or
um privilegio ; feto o coiiicrto qn.irt .jiii'.er f/^to
ndgDelaf ton carne verde, pnit aos coHiraiinilfs
nao ;o concede privilegio algum, faz-se-llies car-
tas concessc for isso que ellos so snjeitim a
voiiilor i carne p r prefos csTipuISdl -
K nein so diga que do art. it" edol*t privile-
gio :-ii:Vi : o privilegio ou xprcssaiaento 'Ct>^
sagrado qi lei ou nao existe, jioisque elle u<> p-
de ser entendid', ou deduzido por ulirpretacai>.
Keito o coniralo a actual ijijmpanhfa poifera
Continuar no sen negocio e Intar crim' emopa-
whia que >e estalielccer ; poden'i; -fcrtvez tffi n la-, faze-Ja dosripnaieeor cuno tom Caita il.-s.>jfc-,...
rer a 1 utos que se lera dedicado a rsp nrucl H
qno pao so achain asseciados.
E' provavel, porni, que .suefUnM o rsmmrio,
qno x c ou viuioa que conlraUr, irozandi .loifer-
t*s vaiilageu, consiga fazer desapparecer a aciualuiento txi-le o neste caso nao lere* .
carne por 4(11 ris a libra, ms mu pelo fr.'
cimvcuconado ; nao tercios n aboso, o ieffr^tl
o a mbffo nao serio os reguladores do jH-r*.-. da
carne.
Nos sahornos que a cafhe e o de sua raio e irinos, o depois partir para Per-
u.unbuco no Ijujuoi a IV de abril.
O bispo do Cear prolondia ir reteknr os
actos da semana sania 110 / racaly, paM onde ia
segnir.
As noticias do invern, ..g.-las du sorlio,
SO Il-ollyir,,-.
Leaos no Ceaivnse :
Do Inhnniim esc.reve-nos o iumso restimjMB
amigo toneiilo coronel Joaquim [^jopoidiiio de Arau-
j Cbarei o segrate, para quo cbam.imos a it-
tenco do governo e do Se. Dr, inspector da sonde
publica.
t Em dezemhro ultimo appar.vou mpii um mal
desconlieci.lo c terrivel por suas taequenem
fataos, que tem atacada a maitq gente e principal-
mente a minba familia. J ui.irre.i-ino 0111 tilli
na dado de _-> annos, outro sobrinho pouco dura-
r e mais dous que ja se consideran! salaos, porom
liada em eouvalescenca.
O syntoiiMS principis do nal so os se-
gu 11 tes :
Comeea por una inchaco nos ps o no roslo
ao inesmi lempo e com tal progresso que t-iu pou-
cos das estende-se por to.lo eorpe. as parles
gonitaes onde a ucliacao niostra-so mais saliente
c em alguus lornaiu-se to ltese mi II 10* que vera
a ostourar, deilando quantidailo extraordinaiia
d'agua. Depois disso dosappareco 3 in.-r.ac.o, po-
rem sobreven una ancla eruel acabando por ax-
phixiar o iloenle.
As pessoas accommoitulas nao teoteni dor Mr
guia, porem licam eaupletameato paraliticas, sem
o menor niovinient, apzar mesmo !e desappare-
cer a inrbaco.
O meu infeliz sobrinho j sr acha n '-le sia-
do lesesperador; esl desiacbado porem sem a> 10
alguma, no>uslenta nem sequero Descoco, quan-
do a cabe.a pende para um lado, so outra pessoa
a uiove. Abri una listula em ambas as vias dol-
iendo quantidade enorme d'agua. i;s deentes sof-
frem um faslio horrivel.
Alguns caneaos, em falta di facultativos, opi-
nara que seja hydropesa, poreui nlo croio, por
que ossa moleslia nao lid rpida como a quo
hora nos llageila; e. nem os syBtMUU daquella
tem seiuelliane.i c/mi os desla.
Por difierentes lugares ha muiln gente atacada
e militas pasteas ja tem suecuinbdo.
eBaMos de recursos m.slicos, temes empregado
purgantes do leile do urna arvore que aqu te-
mos, cuja appcaco tem sido proveilosa em
alguns.
Qie mal ser este ?
FIO oaANBKI P4EAHTBA.
Nada ocorrad digno do raengao.
^EMMBM
ASSBMBLSi PHOVISSIiL
SESSAO UDINAIUA EM 19 DE MAIUJO.
1'.is.shi.:.v:h nisn. fsiiku o.;
Ao meio dia feita a abantada aohaiir-sc prosea-
es os seguiutes Srs. deputados ; Mello i;e,;o, Cues
Cavalcante, .-Vrconjiq Silva, Lamuiiiu Lias, Ciu-
pinato Canilioim, Pelippo jle Fig ; i;>. Oliveira
Andrade, J. Corroa de Araujo, A. Correade Aran-
jo, Tolentino de Carvallio, \ieira de Araujo, Frei-
r (aiueiro, Almoida Peinonibuco. Viora de del-
lo, Piulo Jnior, Cunta e Figueirodi. Oh,opio Mar
que, i.'orreia (lon.lim, Frminode -Novaos, Perrei-
ra du Agotar, 1'clia Cavalcante a Sarros Wan-
derby.
\\bru-se a sessao.
B lida e approvada a acta da antei
Sa. l.0m:iiET.iiuod conta do togi kto
EXI'EUIKNTK
Pelijoes :
Dos moraJores do primeiro ds'n.-[-. Ua regu.i-
zia dos Al'ogadiis, podindoacrca.,10 de uma esco-
la nocturna. -A' commissao de iustruccao publica.
OHDK.M DO DIA.
Contina a Jiscusso do projecto n. 00 do anao
pascado, craudo o lugar do c nlador dos feitos
procossados mis juizos do paz. -E" approvado.
1* discusso do projecto 11. 3 deste auno, crean-
do um imposto addici nial ao 2*301 sabrambuja de
gado vaccuin que se matar nos municipio-, da pro-
vincia.
Vai a mesa e apoiado o segBinte requeri-
menio :
. Requeiro que por intermodio da pie iionoia
sejaouvido sobre o projecto a Mina, camari ni.i-
nicipal. Marques da Silo*.
O Sr. A. C6es faz algumas oaoideta^oai
sobre o projecto.
O Si-. .1 Corrcia de liauju:--Sr. p:e-
sidonio, nem importante o projecto quo so acha
em discusso ; elle interessa a toda a populaco
desta ci.lade ; elle lera por fin Hender tos recla-
mos de uma populaco iuimcnsa, quo espora -urna
providencia, un acto nosso, que a-liaro do 111 una
ero que actualmente se acha.
Tanto basta para eonhecer-se a importancia do
projecto e a urgem>acom que deve- ello lar vola-
da : isto, porm{ no exclue o exame e a discus-
se ; ao contrario eu pens que devenios com todo
o escrpulo examinar e discutir cada um dos ar-
tigos deste proiecta.de sor'.e que a re&oluco desta
assembleaproiluzao elfoito doseja.lo.
Me parece, Sr. presidente, que o projecto tal
como se acha redigido nao pode ser aceito o se
elle f> approvado eut-primeira discusso me com-
prometto a offerecer agumas emendas, que julgo
necessarias ira que elle pos-a tatisfaser o fun.que I presos.' do
se tem em vista. | masca vado.
vemos do hesMM en* adoptar I u>MM ***udi.| oe
qno poilouies lau.ar mo para fazer desappartr^r
to justas reclainares ?
Ao nobre deputado pelo^'1 districto pwrm fVae
a "idea .-.'ntida no artigo :\.' .lo primerio era pro*
jiHlical aos criadores : mas se 0 nobie'depnt.ido
atleiider bcm as crcuinslancias em que ki. a: ; -
contratantes, ha de conYncer-seufcqueo sen .;r-
gumento bao procede.
( TMfaW-se apartes. 1
obro iipiwle Tisso qiH5 0scoutraJant*"-iri.
ini|i'ir o |ire.'.i do galo sos erjadures ; pAp h:.:-'i.'.
osles que viio iii|h'ii- o preco ; os coiitrat r.;.-;
tem iiccessida.lc de cortiprar if gad.'tfiis'rrs;>'r."-
dojes na 1 lm neressidade de vender :fH*em
a.ldiar a vendo ; os contratantes uo podem ao .r
acampra. .
Esla a vordade.
Nao cooteudo o artigo .V privilegio, rimo nao
conten___
On Sen Cavai.ca.nti:.A idea 4ftiN"t#.JtfV#
cuno a entrale e explica o nobro dopuiado, ;.t;u
1:1-1 i 1 boa e voto por ella
OSa J. Coimm o-: A-imiiI)'ve podondo a casa em 2.* d'seussiio emendar -o pr*-
joci.o comojulgar mais conveniente.
Nao son signa!mo do projecto e nem pretet dia
tomar parto ua presente discUssiO ; quera u..-.-.-
monte dar a ras.n porque liz o requerimonio
passo a ler r ( l)
Vai a mesa, lido, apoiad 1 c posto eiu diseco io
o seguate roquerimeuto :
Requeiro que em prejmzo da presente .lo-
cusso se pec-\ c"n' urgencia a resldencia da
provincia copia do contr.ilo relolinido por tliflr-
ren'.es marchantes nesta cidade, coniralo qm <'
acba registrada no tribunal da pomiaerci
Araujo.
? ? Sv. oii .<-ir:t Frtiiopi*a justifica c man-
da 1 mesa o sogninle reqtienmento :
< Requeiro que seja ouvida a cmara n.
pal para que, com a possivol urgencia, de son i^
reeer sobren projecto, e proponha qualquer h -
dida qno lhe parecer conveniente.01 ir tira F",i-
OOa. 1
O ln Ciomes Prente faz brerc-s cem
deracoes.
OSr. Oliveira Foaceett: (nao di
ven son discurso ).
O Sr. .Mello ltes< justilica c manda a
o sogninle re |ueiiinento :
O Sr. Gcs Ciiviilennte: 1 nao do*.o.
sen discurso 1.
Encerrada a discusso doixa de rotar-sep. .. -
ta do nu'iiero.
O Sr. presiileiite designa a ordem ii* Ca
e levanta a sessao.

REVISTA DIARIA.
Iloottm ba
Asseinltla provincial.
funcciouou por falta do nnmiTo.
Jury alo \<*fe.Devendo enlrareiu j ro-
tos era juigainento os reos Tihuriino Jos il"c
Santos e Severiano Rodrigues Toixeira ou Va 1 -
riau 1 da Costa ; por nao haverem compavecido ae
leslcmuulias de cujos depoirnentOS pende o n
nbeciment-i da identidade de pessoa iteseguwto,
co-io de um des crimes de que o primenc
acensado ; rosolvcu o cvnselio do seiitea^a, juv i\
votos, adiar esse julgamento para a 3." sessao
earrente auno, em que poder ser etnniyb o
0,1'irei-imeiito de toes testemniihas.
lii!eiiN.-(l vapor Boyiw, levou detnoesa
praca paru a da Babia .*>:C19IU'J
O vapor Para Irouxo para :
Pereira Vianna A l.
lia rio? .Mondes & C.
Antonio de Mouta Kolni k C.
Barros Jnior ic C.
K 0. C. Doylc
Souza. Junqjieca & C
Joaqu'im'J. G.'AeltMb Filho
Antonio Lltik de O. Azeved 4 C.
Do mingos Alves Mallieus
Lfc Anrmio de Sequera
Tisset Frres
Domingos Ferreira Maia
J. T Cordeiro
Jos Hamos Machado
Sa Leiiao & Irmao
Fraga & Rocha
Francisco Martin* de Amorim
Perdigo.Oliveira* C.
Jos FelrsF Gravy ^ C
l'nrii o tal lo iiuiierio

,
icavauo
a:Gj*l(30l>
:3o00(ii)
<:iKi1OoN)
l:8l6fJ
l.oojtKr
I.-I8:wa
1:0 O'00
iiflsflsr
KN>llD
8G4 90
MiiW)
."?so jiro
WSO000
2oO''fn
snjwt-
IWtO(
Cun o nove .
recebid.i's em nosso porto levou o Bnyne, 97 pav-
sageirns. '
Clieio.Moradores da |iovoacio do. Caxauga,
inforiiiaranos que hontem, auaiilicceu cobpJto
d'agua, o -Jeito da estrada que do AttpartB
vai para aquelle lugar, passando os tren da xia-f
frrea respectiva com dliouldade, era conse.pu u- -
ca do grande augmento do iokwie das aguas Oo
rio Capibaribe; e qa, se. eonhnuarem eilAs a
deoer conrtanto for, a e 0111 toa grande qoa ati-
bado, muitodeve soirre aquella iwwaiao.
Rna do falsnar. Na calcada, do eanlo
dessa ra para o largo da matriz, ha am> baooo
que pode occasionar grave desastre. E bom que
se mando fazer o devido concert, quanto antes.
Telesraniiaas .-oiiuaereiaes.
dos Srs. Knowles & Foster e Pinto Leite V Sebri-
nhos, do Liverpool, cu 13 do correqto, aa 5 hora"
e meia da tarde, dizem o seguinte :
O assucar frouxo cora baixa de 6 sobre a
do 25 a 28 o braaso, e de lo a 22 T. o
i




'

dS*j i^^^J^fe-2ff#qrt rk w&
l/ta lo do Rio
do Oir. _
rao
*7 o do Hijkdllneir.
i o dj C&V .
a do
Poro
i/i a|#l
!o Marahhao,
d Norte, e a 10 1/8 o
Idos ithrtsj.-14
13 a 8d. O io Sanl
ttai e jrandsf) 1
Aujse Jr.ii-.-iL'i'.i
.Do Sr. "des#mlhl
Fa<*ulrii>rie de dlrelto, Kst marcado
o concurso para provmedto da cadeira de gram-
Qiatica e (agua nacional, do curso preparatorio
01 *fcn4oM<4hNi*>*l dMt do Relfer
CMMrihMtM! httfvrier'e v*"o>Kp)hii<*.
es sodeaade i sua sessao de abiriur.
penlo ao de Instrumento .
mercal sle ItamttJ entM pitW:
u$ raX&o&fclJUd^aan!
Francisco de Aj^c^
. Nada ni.ifs honre, encerr ,u-t i
m remettidaf aa Sr. thesonrero.paraserein
de 400*000. \ r __ si*
^MqheriHitentaf) r > & / n
Da ompaiiliii'peiTOitttocan*.-
Dobaehirel Luir Ig.iariuJe^aUloJairtOi
-.,- 9i- c-j01TCI
Forain Igualmente remullidos ao Sr. pagador
11WUBI UU61II05 .
'UBUCCOES
cfcglQlojL. <|M|den|s d* pl-lu conliasfio foi
Smelityi {Zalona ItMoJufir oadr; havia pra-
ir.i 11, para proeeaer ella confirme a lei.
V ini*niriit d iiiimi prest* di
aiii^i o Dr. Antonio de Druiu-
m*1 >Uhm).
Elle uinrreu em liiivI...A euj\iii;a inmensa
Que se dourava ardente ao sol da eren.-a,
D.tgloria as visos...
fiagan-se bem r lo !. .a ei-to deilado
No marro que lia dous mundos separados, -
Do infinito aos clardes I
dos socios ao eittetdr'-b*'
*i tMtotookitUiMrio?
ftl4fcr,WsiiS|!i*ll^iR-*WoiHi pronunewu nJi
a sumj amaogo a* .aj-to, preoidejido-Q. na tri-
buna os Srs. orador e pnman'o-secretario.
iW% IMprliMA--^olrtMi da abertura, o Sr
. presidate ni mlu lr a acta da ultima sauto
{preparatoria, que foi ap-n-^jd*
O Sr. secretario loa uiu ofurn.do Sr. socio
Hoceira Al ves. participando nio poder compare-
'*WK:Mo fi.oiM^^JrdelhefeQ.-sewl
eitrahida a seujinte do^Srj Isaias^
Arce dseiiif,
Loyoa! *
Forana sofleiHles'para' o 'desedyolviiUehto da
mesma os u K. Codicoir*, Av Taeio a Albino
Nada mais'raVcnd'a tratar oj Sr. presidente
oeerrou a sessa) as lloras da tarde, mamen*)
a ordemtt*M%savin VrilliaiiI<-n. Pelo subdelegad) da Boa-Vis-
. -1 Mi Wlfai*;""ftbttadidiosx m viriudo -de -f uspeins
eiu funaaaa.1, ooas atinis com brilhante* ein
poder do italiano Jos Antonio Uruno, que deela
-"?^rouVlat**!? *)nlpi-a4* -.mu pn-to.
O que vordade que verillcou-se que um dos
4 ,aars aiiuun, lo vlw ii|htoi-a y 0 ..gjJi furla'do a ,Ios Kr.iuse, j mllieiro na do
Cibug. a qnrn ji foi o ntesmo entregue; res-
ta le atada apparecer e doilb do segundo, que
natural, leona timbem sido furtado.
II ir.iknai i Lujo Hrasilcir. Hoje
ha ver sesso nessa sociedide, as 7 biras da
noite.
o\ pIJllIii. -O epubo pratk.idj) eui Bober
ri )- e;u ca*TCaSi-. ioauHii Gera^ij ll:i*t), Tqi
por inronnACJcolhidaypi'bi -ubMegailul do Re-
rife. AutonlWWiicisi-# l;# Neves, Soadj&vad i'-po
lo luspector Santos Neves, preso o sea autor Ma-
tic
lluai syslciua!I.euiis na Corresponden'
iniuliBHJ| M^p|(&(/; liifidar'* social Suva
CirtaW^Mjfls ri'Wfiedin toa urnas 'i.OOO du-
rws. a uuiras coai mil pcelas. E' a divisan dos
bons liquidados ein iliulieiru en ve/, da repartico
du ierras, >-! principiada na provincia de Badajo/,
ni :ii liir ir.ni i'iiliJtle. co:iu a'liroiiva a junta
m*'ltriiuuia. ~ .
Ni!>v Hi^-iiitl d<" niortf. Por bem da
hiiniaoiiade trausu'evetipiKj do ex;ellen!e Correio
Ufil'm de ,;..jiiiii seguiite :
u U'iiilira alaguna tnn sigqal para conhecer a
mirtt' re.i, partuilo d principie jjhyfol igloo qae
al. |.k.-jw! a vi Ja Aun a rircuLi!;*i) do s'angn*.
Aehselua elfo liar forlonente com mu lio;a
par Media di1 um dedo quabjuer da mao; s"e o
p.tfi:>UT vive, i lo .', se fancciana ainlaoseu ap-
li.tivMi> croulit.iriii, v/'-.-t iij.;iiai' a |i>;i'..ld' dlo
!i/i1'. e a,ire?iribr aniacor no principio verme-
lii.i '. ,| ip '_ ihtia ; Mta tuii!'.',..-;,". i a d trida a
'i il i sangtre proddzida pela forte* preaiaii
e o lorao do (i.jilu ; e de cerlo artes pbunomeiws
ti] > tarso lugar, se a cireula.a esti >l lodo pa-
radi i i m: i u ioliviiuo deisoj de viver.
<.' K*te pr i ss'i a > alcance de \> los, a que dewe
- rulgarisa t-. i Atn tu 11 flfffl nos esmp s, 6n-
Aa ni do iMdieeis nzee te deanra ou
[alia o n c.wipos.d.- batalha, onde os soldados
vericar ae raj ou apparejie amorte
il ii seas cannradas. ><
l-i>t*rj. A qtip se arh". a veodil i a i.71 a
ii iellcio da matrii de [pojuea, me corra amanli.
t'i i. de ii'cn{;i. M ivimento do dia
?8 dfi marra de 187 :
Exstiari [presosj -lio. entraram 9, sahiram 11,
fali n i, xistem,3l6L
A .-aber :
Na^ionao 831, mulueree '.. esu^ngeiros 41',
eacravos v, esrravas 3.Total 346.
.'.'.' o ita! a cuaja M rimenl i Ja enfermara do i i 6 i i niar.-o
.1 tS7*.
' Ttw i., n baixa :
Man*) Anl i Dia- gaslr dgia
iii!!! iroiino Peceira ; pleurodynia
M m el, es *r iv i de J id i Cn ;lli i ; I Itr
v >:'. eacr.iro do '.' mo I T .' ; di intua.

! i i los Torrea,
j t.- Vid irin i de Barros.
Roberto Francbco de Souza (falleceu).
I* i i.i .;,;;..V ia ios Ji- ;>:;,; donortj
n vi i ir /'/.-.i :
J .a [Ui.n i.. Alba i ler |U i .'! '. J is Maria Mo-
i, Lin Uraira. Jactntlto II. Ovoira Simie?,
A .' ..i |n n Pern an I es, Julio P-da Coa-
la, J |'J a Kerraira Barbosa, Mantel Angelo da
i J, -r'i i H laa Belfort( I.'.. i ". il 11 vaseon-
riai > Parhec i U>fge-<, Custodio Dorain-
gu i da i-',:: i ir > 11, (! lin i J is '. Btiros l> 'an:
da i. B r i .\lcin i Civaka itc i Miran b, l ea-
:i.o i r- -:a,a.
E:n tra'nil > :
vi i P i| i Pe-s ia. Val mti n : i Reg, Can lid i
,lin do A iiar.il Can I > I Leil >, A. \iila-
rim m S3iilnra. l>. C James, Finninlano A. !'.
:11. Man ''i II'ato Amaztna, :s (mease
i I u:rars a enl eg ir,
Vi il il: Kiropa no pa i. t ingle Bovne :
l Ferrara taha? Jnior, J s Anp inlb
di tiilv i Ar.iuj'. J f !'.:ni M mi aro da Crax Junl.u
- 11 h' r.uaa, e I criada, J >><' da Costa Ferrejra,
Vir| j di Alui)i la, Boraardido da Silva Grado,
.I.-.' o i Siij Pereira, Josa Horera da Casia, Jo>
M trerj d i Coda.
Sa'ii.l i- para os p ai c do u! do pa uete in-
gLz a ij,.
aio .! -.i i iiui Dia Medroaln. Augusto Co-
-ii j i- Igaacio Ribciro una, ise Bi cbaJboCa-
v i1-- mt i, sua ni lber e n o e a 3 D. Aiwa Tria-
da lu, tuna lia o um eria lo
Comlierio paMioMObituario dndi 26
ia surroaie:
Alejandre Wlden, braneo, 1 igl rra, 50 anuos
ido, IV.a Vista, hospital Podro H; fine
a .i'trdia.
ll.ir:.i, lir.mM, Peroambnco, 2 mez -. Reeife ; con-
\ ibas',
Sm i Soaros da Silva, par >, l'.in'iyl.a, 3(i annos,
>'!!eiri. li'ia-Vista ; pUlysica pulmonar.
IdMiM, i'-.ava. preta, Pernanibuc.), 10 anuos,
Iteira, S Jos ;4>rancliit cbrouia.
Hara Ricarda de OUveira; branca^ Portugal, ti)
ann,s. catada tonto Ant inio ; gastro enteritis.
MaRyol, blanco, Pernambico, U metes, Gira i
anemia. *
.'u Pereira IVibmo, bracea, Pj.igal, 71 armo?,
111, i;V:-Vi-!.i bepalite
I.-jiu, Mara d.i Concekao, prela, l'ernambaco, 3*>
aaa b, casada, IIJ .-Vista ; gostro euloritis.
fUHMC.i JlDfJABIA.
IVlU-mn! iln coaimercia.
SESS.lf) JlTDtCfARIA EM 2i DE MAttCO
DK 1HT:
pjeiiusn :iv ) exm. S".. ciNsr.i.irr.mn axslmo
K.iANcr.r> PKEETTL
Setretdfi interino, o ofiial Trfes.
A'as 4mmutos derois de mcio da, achando-se
presentes os Sr. cfatembargadores Silva Guima-
rai'-, Itei- e Silva e Accioli, e os -Sra. doputads
linto Bastos, Candi lo Alcoforado, Lipes Machado
c suaplanl'' Pereira Reg, o Exm. Sr. conslbeim
prcideiHi" abri a sean.
Foi, depois de lila, approvad.i a acta da seesf
O pr-it woll d<< esrlvao de prot^tos Jnstf- kfa-
IrtMMWde An?d^uerllUe teai o n. t,'i em data
4f* d'i corfente, e o doesjrivJe-Aires de Brito
tenr-nn. IftW, enrrft d > tn^im-) me?.
ACfirfHDSo.
Asfioii-ae o q'ie fra priiferido na prxima
pasaHa ^eaio^ no fciw qife penda de embarg,
ertt* pirte<: appellnnte Ferrira 4 Martins, ap
pettwdo Andr-de-Abreu'Port"
juica sirros
Adiaiwda wssfto'e 17 do correne:
Juiro especial <11 eontrnerci-a : appellantr- os
AdMMvrtrad ves da mansa fallida d Fernando
Stepple da Silva, appellado Joao Christiaif.Foi
confirmada a aatene com o votodlVEtm !Sr.
r.ouwWwiro (rsaidentc.
Appellan'es appejlados Bernardina Jos da Silva
lamsfrqueaa ver
j>4MpneMaw-o.
Baro^MlrtlWi jCJoytgpCT^baca
Pata
Barca,
ir.n
re^ri
gadorSila GuimarSe"ad Sr:.
deaembargador Reia e Silva : apellantes kmt
UlarceliM^L, Bosa UUh|.app diados oa adiait
nistrafAJa mjbifflIJdivAntonio Podm.^e Vat^ck
MeltoAMlnte #*i|i^#liel.-a Leitao de Mel-
lo, apfMalfcerfMftMJa Rocha Bislos. i
ireio4 nsia marcado r JI aiiorwj.
|ara s M horas da mantiSadttift'il dlt_colente;! PKlfixmJBn tonselheiro presidente negou proyir
ento aoi me Ib e foram apresen lados, vindus do
jui o especial do coinmvcio_elrc partes : ag-1
gravatUfl Jti-'Gfcrfsflftnf;- i%lWa4a 'D. Ur
(jesar-de'AliumiMqil'-; lg|Mvantof>:iCeiai
=
a j despa< da
Irilfdt tal
\o IraptiriM C t lrj|)i5be C'MMHMO,
..n '.fi>r.
Cociliafcaj Bolelbu ;d* .Meadoucii
quim rra^fiMW do ^pjfilo Sjtu
aasriwM*
; .e. tloafii
io JflWmil
ravanle b 'e
day 4 C, 1 s
1 a BoraUlm:
A Ci'Ta-lr.'* '

7Tt
PH o tr>, I i ii
?ttn.i^i^1*^ij*fttp%"a' .
Ch 25 caiiras KIT."tafHWHIWg Wtmkfo*
s 1 eaisas
kwtm
! 'EfifcitM'dc eabeht'l %ai>*a-lftllfc Jf 9
aJ^A^ArattiaAJl ___________* *
Ferragem 2 caixas a B. o S 4 C, 1 a|
iarrafas^JiaaffcJxdf a Wilson Rowe
Joias 2 caixasa Lehmann Freres, 1 a Otto
reayd.-a Cu"h*A.M*bt.vta.HfVt:raW. i I
caiias.a. A, Pridro fj-bozaj J7M
20.a J. do Am*a', ilf o$hm; 50
4 Irmao, 20 a Lebxi; 4. Ryis, 8 J-
m i ~ i i i *< f ., ImK..
Ah o espiona a,.'jd(i da amargura*
Nao mais te ha de forir...
Uesfez a espuma ea vagados formuiit'i-
0 sapro rijo e glido dos ventos
Ad inoner teu porvir I..
|.E Tlveate lio cdngafllN'lO'anseio
l)aspira;oes uelon^so no teu1 seio
, Da iiDPte no esc;irc Xa manlia da existencia, qiando os bymnos
Da esjieranca e d > am T sao mais divjnos
Tea pelto einmudeciu!
E te arrojas aos bracos do infinito,
Qiiando da vida no ocano um grito
I),' desespero e dor-
S-.e do fundo d n na alan anyastinda,
Qne ae esforc em vida....inda abrasada
Do, mais celeste amor.
Te ni firma- d mullier-M;?n Dens...e ella
E" o anjo da tena que nos vola,
K' luz na cerra.ao I...
E' o coracao de tnii que a ii )r consoma
Que um iifirt) procura ai leu iiim.',
Na Biblia, na oraeao !
Darmeosumno linal !...e l as vagas
Da eternidade e.inte nplando as bagas
Do pranto que orvaliou
Tina fac (le frm, dernai. c amigo,
Deixa dormir lambem no teu jasigo
A virgein que te amou.
Kegam Ihe a face lagrimas divinas,
Trax em sua alma nenias peregrinas,
Sea -eij 6 todo amor...
Fulge um clara > n.a sua face paluda,
E do bou c iraca i se aecenda callida
A m i!'-, a eterna diir -
Sabis qiieai ella ? Vede-lhe o pranto...
E' a gloria, sua amante, are ojo santo -
Q i e mvida a sonbar...
Oh-1 .teu tal mi i se apagan ta i cdJ...
Bo eorpo fri, macilento e quedo
Vai da campa tombar I
A leas' A morte inda foi bell i,
Fui com i o azul da Ini de immensa estrell
Q ie a alvorada esconden !...
E ta vais d?sd ibranp as brancas azas
As regi ', Dena...l onde em brazas
0 im ir alvoreceu ..
Alma nobre de eren .a e liberJade,
De vi "tu le. de amor. ..deanciedade ..
Hi gl tria l M*m i ao sol I
E i irs hinl i a I mza a v.iz dos ventos,
As itcs, o ;ypre3te, astros, lamentos
V. prantos d i arrebol!
Pape*. 1 calai a L. Duprat, 1 a.Da'LUiacbri"!
finio a Lidstoiie. Uito iiuMa boro 1 caita a
M Halliday. Penlea 1 eal*i.a.Boch* 41. Pedes-
7 ia* ordenv;
Quoj.,i0 ca'
Correia Bi'aga
a Magalhit A .
J. Alvos, 10 a Taseo limao 4'' 16-a Gosta'Amft-
rim 4 C, 40 a J. J. Costa;" 5 a Mv [it/BUrvm
Fillio 4'C, 30 a M: Rodra 4 C, ti a Goritilvas
Bel!ra. A Fillio. 23 a Souza Bastos 4 C. 39 a A.
F. Carvalho, i a, Gomas Pires, fc'i 'tasWi-
lis. Oaiiiino 3 caixaH a H. Scliamocltau 4 C.
Relogio I calza a Lehmann Frresv i.-a'Mj*Wi
nat, llmpa teila 1 cajxa a Ajontia V Manta, -1 -a
astro 4 U, J, a Duarte'4 lrino,#i |? f. Leal;
17 a Jnior 4'G-, 1 a Patn. / t
Tecido de ftlgdao (1 caixas a Craaner Frey 4 C,:
2 a Adirano Castro 4 C, 2 a Rodfcgues Irm 4
Guim#-a4 ^i> KilftitA, c; 21 a j Mills I- itban,
5 a rldie-k t* IptomM a endes Azevodo-'
A C, 4 a Monteiro Gregorio 4.C., 10 a Duifto A
Irmao. Dito de lialiu I dita a C. J. Mfleiros, 1 a
Lopes Machado & C, 1 a Darle 4 Irmao, 1
Melller 4r>' Dito) do .seda-! a C. Guiuvires i
C.. 1 a L G. Silva & Pinto.
' Vazofc de pTroolana-1 caixa a Vaz 4 Leal. Vi
dr 1 caixa a Tasso Irmao A C.
23 de marco de 1873..
Altino il' Araujo,
ven publi
proferido na-j
-liertado, ro
BeotlfleaeB.
No Di > Pernanueo de hoje
do am discurso do Sr. Dr. Prente,
assembla provincial, em que fui ci
mu meu, u u ;?.>;: i alian estravaganle.
i;-te ap irle o segoiale: J m ue rimWm ron
serju's 4e p n
Na i autorisei o Sr. t:ic!iig.-apli i .lan.ar a nii-
nba coala o que Ihe apraz. dizer, e por islo re-
cttao-mo a adoptar o lln que me attrlbne, pe-
ilinilo Ihe que 'ii me faea inaisoalra imputurfio.
Fique, p lis. saben lo qao nao tenho pretencdes
a ser miz de par.
27 de mareo.
./ de \i]!lo Reg.
--i!
MME86I0.
1 Itpor-UgUc-rntom, -intJ^^ftrt^i-*1-
JStuopu,mmtfi-stmi: ..n un
Amostras 1 volume a Adrin fl*liv*.fi,
i I. il
-
Mem do dia
P.

1:56*UV ,fq da obja, sera a
>... i' uamediaiameoie,'s.

dem Ai dia WjjL-^J 2:027,4592
141 s* n ib 41 irJIcKhm <* cH t >-. hWw^j^j
* O lAtTlllMl ..fit fll -.1,:U i. I
WMMV.IMfW. I W
por iuglez RpyneyJk 1,084 loneladas.^com nan-
ue inglez Glauc ?.
E. Sanders, ei| ipS-
irrica.1 i>iiu, liacal!iap-r>a-
lieWa^lW^ifiM 'K
.. emJaa^^femMtu tv'g.' *-**
iKrc?ps
tm
pitad SUS*.
P
AT^^'gH^^W'i
^,. .^qM.^dwstMM-tos.da Eufcopa,
Olijeelos de eseriptorio i caixa aP. Carw+tJ*
C, i a FfefieHj.H fi.vfon. DlW'de pboto-
gjapbialcaixaT.'SI.SIlVa.
-
V-ipf ivicionil v\k, rindo das portas do
norie minifetl-n t
Comiftoda 1 ordem.
Espingardas de caea 34 caixas ordem.
bjectos de lueatro 2 caixas e 1 babii,
Salsapnirillia 30 rolus.
Twid i 1 caixa. Dito de seda I dila ordem.
BfflM inyle:a im mm:', rindo de Terra
Nora, consignada a S. Brothers 4 C, viturfes
roa :
liacalbo 4,931 barricas aos me?mo.s
Burea ingltSa Glavsc\. riadi de 'Tena Soca,
eo-isiijnada < 8, Uro'iiers i C, manifestou :
Baeallio 2.83' barricas aos msalos.
Pi.V.A D'J BKCIFK 27 12 MAltllO
DE 1873.
\- 3 1/2 HORAS D.V T.VRDH.
Ct*p9B onicla.
As-ucar am ncano superior 2 por 15 kilos,
hontom. *
AI.'uil,o-de Macelo 1' sorte 95S00 par 15 kilos
a f ele de 7(R d. e 5 0|9,.lnntcm.
Dito de dito 2' sorte 9JO O por 15 kilos a frete de
7|8 d. e 5 0[!Vhoniem.
Cambio sobre Londres a 90 d,v. 27 1|8 d. e 27
1[4 d. por I i, hontem.
Dito -sobre dito a 90 d|v. 27 1|4 d. per 11, hoje.
Cambio sobra a balda a 8 djv. ao par boje.
ALFANDEGA ,
ftendimento de dia la 26. .
dem do dia 27......
1,068:8015323
35.3I2492
l,10i:113815
D*>c-Fregam"hoj# 28 de-marijode 1873
Bngue mgtei -dfmif varios gneros para al-
faneVg-i.
Brigue frarfez -p Typlies varios gneros para
alanilega. .
Brigue inglez Cabran Belle varios gneros \
para alfa idega.
Lugar inglezSyringa varios gneros para o
trapiche onceieio.
Palaeho naei mal -iabo-tao varios gneros para
otramchc Conoeiao.
Briguo allemao Aiolpho vario genere* para
o trapiche Conceigao^
Barca portugueza '-Amelia & tenriqtie vari'W
genero* para-o traptWw Goneeoio.
Patacho henranhol ^f.%rro del Basttllfarinh*-
. j despachada paf.t o caes do' Apoffo.
Brign franrez .?rrn/r-farello-e comento Ja des-
pnrtiadiH para o-tntphfhe ContSfift,
Bar^a ingwza -Imgene Bacal ho j despachado
pin o trapiche Cinceicno.
Barca injiera teleof crvao j de
para a eomnanhia pefnamtttfcana.
Brigue allemio -Po /A-tattadh parti tfaplchi
_____Conrev.-ao, pata despachar.
(*) Foi recitada poroseaaio de se 11 dar a se-
pultura no cetnerio publico.
[)r^I'A':iI S DE EXP0UTACAO NO Di > 0 DK
MARCO DE 1871
Pjr.i os poros do exterior
IS.i brigue atlem o Willibnid, par; o '"ana!,
carregaram: Kefler4C 263 saecas com 4u,7l
kilos de algado.
No patacho inglez for Kmj. para o Canal,
carregaram: lt. rlminicitau 4 C. 3.00 saceos
com 225JKW kilos de sssucar mascavadi.
Noorigne iogliz .4 WAioTon.,para Posten,
carregaram : BorstcJaiana i?s ('.. 381 saceos com
22,5J0 kilos de assucar mseavado.
>. pataei o hespanhol Peiyo, para Bareel-
lona, carregon: P. M. Maury 08 fardos eem
.'j.oiG kilos de dg da i.
No vapor franrez Gambie, para Bordeaba
carregon : A. J. de Azcredo 1 caixa com 15 hilos
de doce. -
No patacho brasileiro David, para o l > da
Prata, carregon : II. B. Oliveira Jnnior 90 bar-
ricas com 32,221 kilos de assncar brsnet.
No pa'ac!:o portugnez Furto, para o Rio da
Prala, carregaram: Amorim Ir.ao< & C. 2o
barricas com 68 611 kil is de assncar braneo.
No brigue allenwofgZtelaft, para o Rio da
i'rata, carregaram : Amorim [raos 4 C. l-'.O
barricas c m 17,'ili kil de asea -ar braneo.
No patacho allemaa Marijtr.'li, para o RiO
da Prala, carregou : A. Bastos 349 bamcas com
42,411 kilos de assue.ir brilaeSi
No brigue hespanbej lul'do. para o Ri da
I'rata, carregaram : Silva A Cascao 20 pipas com
9.600 litros de aguar inte.
Na barca pnrtngoeza Alegra, para o Porto,
ea rogaram : E. R. Rabelto C. 583 couros sai-
gados com 6,996 kilos.
Pdra os parias dio intei ior
Para O "ara. no patacho portugaez M-rl t-
lente, carregaram : M. J. Alvel 4"> l barriquinhas
com 28,189 1[2 kilos de assncar braneo ; F. de
Alffleida & C. 163 ditas com 12,0.^8 ditos de dil i
Para o Rio- de Janeiro, no brigue brasileiro
Caigo,carregou : F. R. P. Gnimarac.l Mishceas
com :t i.o o kilos de assasar branen e 8 bar |raa
com 953 ditos de dito.
Para L'ruguayana, na eseuna gerinaMen Ca-
lli-irina, rregon : A. M. Souza Mpchado 79 !i,r-
ricas eom 8,749 kilos de assncar braneo e 26 ditas
com 2 977 ditos de (lito macavailo.
Para Santos, no patacho allemaa WiUm
Joseph, carregon : J. F ('.. Avies 15 pipas com
7,20J litros de agurdente.
I ara Alagoas, na baleara JW ra Vi/mna,
carregou : A. C. rujo 4 barricas com 300 kilos
de assucar refinado.
Para o Ro Grande do Norte, na barcada
Jod i Valle, carregaram : A. O veira & C. 2 barri-
cas com 180 kilos de assucir braneo : Fraga A
Rocha -7 volumes com 1,12 i kilos de assucar
braneo, 3 pipas com- ',45 lilros de agurdente e
1 caixa com 30 kilos doce.
Para o Rio Grande do Norte, na bafcaca
IlHichitello, carregou ; D. P. Magalliea 6 barricas
com 636 1(2 kilos de assucar branc, O barris
com 2,200 litros Je mcl e 2 ditos com 72 ditos de
a pardela aniz.
Para Mauuiiguape, na barraca Flor de Ma-
ra, car egaram : remandes >x Irmao 1 caixa com
18 kilos de doce.
a mean obligada,* a repara-las
ue, sjb pona de cagar a multa de
53:W3*73 10/000 e perda da annuidades em qnanlo durar
a inWrrup'.yw d i apiarellio.
| .2." Se, porm, a QlernipoAo pnovier d ne-
gligencia por parte do proprieUrio ou locatariA.
oa reparos serao feilos |>or coala deats, sendo o
uidades, ineorreudo na nuilu de 10*00 se ttrer
vida proposito na negligencia.
Renarticao das obra* publicas 27 de fevarerro'
*7-|. ....i, ....,,;,
O secretarip,
iieliciano Itwtrirpigs da~Sitva.
fWiibkk MvmMm dk pkkIam-
pilao-tenente Pedro C. .
ilei-
!tfc ra-
e<|uipagen 59,
Forsler 4 ',.
16 la: va-
* I AMJ '
aer; Brotherj 4
Terra N y
127 ton,
thfc
ADMISUTOACM !('CWtM!l().S DK PEB
RUC 28 DE MARCO UE 1873.
,-MalaH^lo vapor J>ara da companhia
lx TTbrii^ra.
AIlcorreapiBdenJ;la ^ue ten de ser expedida
luij'MHI *lo Tapor cima moaciouailo para os
porto* do sul, setfyj receida pela maneir.i sft-i
'Mllefi diMoraaes, irhtiftsso'a' '4 qtialqaer'aatu-
"r^ra ralrtih registrar, at horas da tarde,
cartas ordinarias ato 3 horas, e estas ato 3. l^ti
K^JuiA- gajdopolie dupla
nAsiaartis JbsaaflB que so dirgirem ao Rio da
BKila, pagarlo previa mente, aquellas a Usa de
UfAw. por 15 grainmas ou raocio de 15 gram-
au e oatea a de-40 r por 40-grauuivas un irac-
Cfluide 40 minina*, aa pregresso Blabetecida
na tabeWasC e D -annesa as iostrue.'des do 1
de detenta de 1860.
O adraiastradur ilerino

i geni
Canal
> mi *^
jSdde e Direito. .. **
i De ordem Ai Exm, Sr. cntitel iciro d reetorin-
Mini'. fue*publici que no djl :il di ourrotite,
t 10 horas da uianhi lera lugar o concano de
,. ff*wajwa>! I1 I
"Secretaria a Pa-nldade dfAjpnf d*eeife.
27 de mareo de 187.3.
.0
Jrj Ihiwrio-ifczerm
D IlrTSeb^anTliR oB'fVi
ije diref cape'al Vi com|i
i i""
de do
; Reiifj *; ,l*ef:iamh;i( o [i ir S. M. i., que 'Dcos-
_ guarde etc.
Fajo saber pelo pres 'ite qur ni dia 24' de abril
o)i'torrente nh'se hfl.; arrematad por venda a
quem maisder rtn pni\i ouhllca deste juizo de-
Soanla audiencia respc'cliva, os predio1^, sfignbitea:
mcia-agiias de podra c cd. sitas na fregueziado
.-'. J "s ra de l.uiz de Mendoiica, leudo cada
.data porta e janella, con 3'pnlinis de con pri-
prunento e 1) de birgura. I Sala, 1 qnrto e co-
>lrtha dentro precisan lo de fertos,todas ellas,
avahadas a 1(1 )*(!:? *), cujas meias agitas vao
a praea por esacfUpn de Manuel Josfi de S Arau-
jo contra llutiuo Ant'jiiio de Mello e saa mulhor e
arlLim-so depositadas stb a rjiarda du deposita-
no geral Manoel (lon.alvis F. rr.ra e'dva, e na
falla de liclt.ui'cs que cubrain 0 pnvo da araba-
fo ser a arremtacu fel pefc preeo da idju-
di-arao rom o abalimenlo i!a lei
Epara que chegne ao iiiabecinic'.i!" do todos
maud' fazer o presente cdital q ic ser afflxado
no? fugares dp costum: e pjiblifadu pelos jor-
naes,
Dalo o passado njjtn eiJaJc du R {fb da Per-
nainbuco ans.2' das do mz de mar;o de 1"473. -
En, Ernesto M. F.eiie '.'ereira da Silva, es-riv3o
O iMTi'Vi.
. Sebastiio do liego llarros de Lafl rda.
Thfc^a, noyi
..iras de
llares da f0d.o|5,i
'dados.
'oVht/e proprios
O 8c<.'nario A
Chapelin distin,
que repree|ti
Santa Clara e
lando a nuffhc
Vicente Ferreira da Porciuncula,
I III1 I I '1*1 I II
mm\u
il) i teaffi
De ordem do Hm. Sr. Dr. director geral in-
terino da instruceio publira. convido ao profossor
publico de iu-W"uceo primaria da cadeira oa pi-
roaio 11 QloraJ* Goit, J > > Jos Rodrigue?,
qu r,onta achar-se ne.-ia eapitaL a compareecr
nopraz/i le 5 das a contar desto data oes a secre-
tara, para objoctu d rservco publico.
Secretaria da instnieei i publica do Pcruaaibu-
c' :."i de mareo se 187:.
o secretario,
Atreliuno A P. dkVuita ko
paj iiinpi'ii m m i
-- r*"ii
ARtCOIl
Pela thesonrarl provincial se faz publico
que loram transf ridas para o dia 3 de abril pro-
n'rn i vindonro as segnintes arrematarles :
Siiio <\i< Remedios por 3:7a>-'J'00.
Malciras extrahidas da pinte d i S. Joao por
36 K cela duzia de pranendea.
Seeretaria da th seuraria provincial de Pemam-
bnco, 22 de mar;) de ik;:.
O offlcial-maior,
M. A. Feneirn.
Pela a bainisir.:.;!' do correio desta provin-
cia se faz pubb'co qae ilu leudo silo prvido o
lugar de pralicante da me ma par nao terem >i lo
jnlgalos habilita js os candidatos que coneorre-
ramao concurso tfnS tare lugar no dia 21 de
fevereiro pretrito, toi mareado o dia 20 de abril
i! i c orate aune para nov i concurso.
Os can !i ia! us devora > aprsenla!' at odia 19
d dito ipez follii corrida e ceriidio de idade. *
O concurso constar de exea'icio de calligra-
plii:u ortohrapbja, aritbmetica elementar, eompre-
hendendo o u-o d i sysl na mtrico, o noches ge-
raes de geographia.
O coiilieciaiento das lingnas e-tr.r.igeiras dar
preferencia
Correio de Pernambuco, 26 d mareo de 1873.
O administrador interino
Vicente F. da Porciuncula."
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendmonto do dia i a 26 v 14:1854*r
Idem do dia 27...... 4">l472
Hospital Militar de Persum-
buco.
Na i teJ i apjiareci lo, mi da 22 do corrate
qutm quiesse enearngar-so da ferragem e con*
ic:' i de roujits do uso dos Joentea do inesoio
hospital, io riniestre d i prtmelro de abril! a 30
de junh i do cirrente auno, de n>v-, se faz o pre-
sente .-.nnuneio, convidaniki-sc a (fem se que ra
prrtpor ao dito serviro, para que apresentem s
suas propastas em caria feichada na secretaria do
e lab-Iecimttlo, no dia 28 do rorrente, s 10 ho-
ras da inanba.
Secretaria do hospital militar, 23 de nur-o de
1873.
O escrivo uterino,
_________Jos Carneiro Saciel di Silra.
Obras Diilares.
Por ter sidW saspen-a a arremstae.io dos con-
i'rl.is do laboratorio [lyrolec'iuico, oreado em
518i5r, <' di* novo ain*i ta a c mcurrenia para
La mesaia. qae lera lugar a 31 do corrate, as II
lioraa da dia, na fcparneao das obrasjmblicas, on-
de se acha o orcameato : quem quizex enr^rre-
gai se posta; em cana fechada, na referida borae dia e
lugar.
Peraambnco, 24 de marco de 1873.
Chrys.iHto F. da Caslro flliavts.
Engenlieiro enrarregado das obras militares.

VOLUMES SAI1DOS
N'o dia i a 26. .
Pnmeira perta no da 27. ...
Segunda porta.....
Tert'eira porta.....
Trapiche Conceicao. .
i 4.63. 95*
n
-
57,085'
SERVIDO MARlTlMl
Alvaiengaa descarregadas no trapiche
da aMander no dia 1 2, .
Ditas ditas no da-27: .
Natos alraeado9*0 trap. da alfaodeg
Al*arengas........
Xo trapiche Conceigo.....
124
4
BE-
RF.CEBEDOIHA E RENDAS INTBRXAS
RAES DE PERNAMBliXO
Rendimento do dia I a 26. 54,36!*Ql
BEUFE DRAINAGK COMPANY.
O Illin. Sr. engenbei.ro fiscal da companhia Re-
eife- Drainagq manda fazer publico, qne.tendo sido
at esta data fepa ado=. nisti des^a empreza os
dainos cnsalos nos apparelbos, quer por derui-
|q ilos moradore-, quer por negligencia : d'ora em
50,382" fiante sero ditos repares feitos de conformidade
fi 0 com os artigossegu ates do regulatnento de 12 de
89 aocir de 1872.
Arf. 1.1 Os prujirietari'.s ou locatarios das asas
em que hauvereni pparnlhos funeconando, par
ticiparao no pseripteno di companhia, po.r escript
iatad i, qualqner ititcrrupriio no servia do? hies-
mos apparerho--. mencionan lo a .Cansa que a ella
leiVlugar, sefor JeBes f-moecka.
Art. 14. Se; dentro das vimV e'^natro h^rts se-
gulnt's irartrcipa;ao di que trato, o artigo ante-
sedente. Tito tiver a cohipanliia rjiandado examinar
_1 jixuucertar oauprtlho, os hrpriefarios' tin'loca-
tarios o roiumunicjrf) w* ingenheir.> fiscal, que
providenciar p*ln flinna krnrt. 15.
Art. t f> engmthHtnritsfat, logo'que receber a
eomnHintee^o' de-que traa1 artigo antocedeate
?xartiiBiri'''ou fari examinar p r fioenheifo a
compnhi* mWwupcao -do serrico ovapptteifio
e a eatavilesft '
g I." Se-petentame-eenhecer-se qaainftrrup
zo provm de negligencia da comiianhiu ou defei-
Sobe- a acea o importante drama-sarro de
grande espectculo em 4 actos e 5 qnadrs, chcio
c Ihwisfornia-.ies visualidades :
VIDA I MIL&RES
DE
S. BENEDICTO
:::*:a:s:: sa cscilu
Este drama n sendo todo o acenaria e machinismos aperfeicoa-
dos para as transformarles seren feitas vista
da espectador.
Personarens. Actores.
Fre Ben dicto, religioso de San-
la Mara de Palerrno Sr. Fretas.
Antonio Cotona, vice-rei das
Duas Cecilias Sr. Thomaz.
Marcos, otUcial das guardaa do
vice-rei Sr Santos Silva.
Barnab, pescador Sr. Penante.
Anjo Biui D. Bernardina.
Anjo Mo Sr. Braga.
Magistrado Sr. Paiva.
Pedro, pci.cadur Sr. Procopia
Roberto, idem r. I.yra.
Jiianua, mullier de B rnabe 1). Olynpia.
Mari, donzella ceciliana I). Henriqueta.
l'm ollicial das guardas do vi-
ce-rei Sr. Procopia
Francklin Sr. Lyra.
Pescadores, rades, soldados, espectros, p iv i,
etc.
Denomina?o dos actos
." A pe-ca ) diabo.
2. A lenta.ao.
3.* O incendio.
4.* Os esjicclri >8*.
Deominafao dos quadros :
t. 0 milagro.
2. A Baeeanal.
3.* O Golgotha.
4* O espectro.
R A ador;o.
6.- O glora.
Kste drama j conheeido do Ilustrado publico
dente capital, nao precisa de recommendaco al-
funm.
A empreza juiga'nicamente apresentar o tra-
baffaode um ar.ista que tem merecido os inaior. s
louvores pelo feliz deseinpenho que tem dado
no papel de Fre Benedicto.
AVISO AO Pl'BL'CO.
O theatro ach-So convenientemente armado e
decorado.
">) Leonor, filha o> Edmundo
;itbarki, abbdeasa & Santa"
ira. ladres jesutas, fami-
- criados de Edn)und e wl
m
rtodo o
lodo
,no e a
lo icenographo L.
oraeao dh 4.* acto,
na do convento de
flegorico, represen-
^ D. Jos I e o uraii-
uei.de ,It(0ljalT na.pqcasio ib
jje.nnmairo tnarunei-,
a irtsnlar o decreto qu La/ilu para mpre *
rel'd Poffagal ac^nh. Aft pttiM1-
|. Prmcipui j qb*m*.
ant '
- Domingo^
\h N horas.
t.' rrp^kttyrUo
!

"'fls'juilas
i
Otn
I
-i .w
m.
O resto dos bilhetea aeha-se a vvnd i na exTip
torio du; theatro. ; '
AVISOS MARTIMOS
,<*ll
Paeiic Slfeiii TO^llii CwnpaDy
Boyal Mi %\mm$.
Al o dia 30 decorrente mea, e*per.i-se da Eu-
ropa o vapor LHzanin, desta eumpnnhia.
Recebe eswagetrbB, dinhelro a freto, vetc, para
oa portos do snl.
O primeiro vapor para a Europa ser o Chim-
borazo, que dever chegar aqui ato ti de abril
prximo, e dahi em liante lera pst% a Euro|>ani
vapor da companhia totas as quiizen.is.
_______14 RA DO COMMERCIO 14._______
C0,MPAN1HA l'tlUA.MBLCA.NA
di:
\nvo;m;ili cotleirn a vapor.
MACE1, ESCALAS, PENEbo E ARACAJll'.
"O vapor Giqai,com-
maiiilante Siarlins.se-
guira pan os Mfftos
cima no dia 31 do
correnleas 5 horas di
3_-..^-^s^aaas tarde.
Recebe cana at dia 2'.i, ejicomroendae, pas-
sagcnS edinheiro afrete at as 2 horas da larde
do dia da sabida : escrijitorio no Forte do Mat-
los o. 12.
-------------#-j^--------'-------------------------------------------
PARA
K* cspoivul do Kiuile Janeiro a lodo o
momento o brigue portuguez Ligeiro II
que depois com posaivei lnovilule seguir
para o l'ar por ter a mai ir parle da carga
pronipta, epara que Me falla, pie recebe a
fre'te tommodo : trata-.'-' eom us consignata-
rios Jcaquim Jos Gone.iUcj Beltro llio, ra do Cooimerciu n. 5.
CMTASItt MILUi
As pessoas qne fizera:n er.coramen las de cama-,,. .,
tos queiram procu a-loa at ao meio dia de r",, '.^ |
Principiar as 8 1|2 horas
role.
sabbad
DMITiCi)
EMPREZA
Espiar k Mnk,
Domingo 30 do corrente
A"w ti hova* la tarde.
Representar-se-ha o apregoad drama em 4 ac-
tos, ornada de msica do maestro Noronha.
DOS
OTSTRIOS DE tm
Termiuar o es|iectaculo com a comedia do :
ena.
Quem casa quer casa.
O actor Penante Cari o papel do gago.
SANTO ANTONIO.
EHPREZA-VICENTE.
Importante nodade I
Sabbdo 29 de marco
i.' representaco dk assigxatiHa
do drama histrico em 5 actos e um quadro al-
legorico de grande appatato, intitulado :
Os jesutas
ou
0 bastardo dd-roi.
DE.VOMLNAfxjES.
acto.A entrega do testamento.
A noute da.despedida.
0 enveneuaniento.
O da da profisso.
Os horrares da nqyisieao.
1."
2.'
3.'
4."
Quadro.A expulsio dos jes'ilas.
A aeco passase em Portugal nos annos de
1686 e 1687.
0 1.* acto e Q 2.. em Coimbra, na casa do ca-
valheiro Edmundo de Castro d'Avilla.
O 3. em Lisboa, no claustro do collegio de
Santo Anto.
0 4.* om Conrtira, mo convento das religiosas
de Santa,Clara.
O 5.* ern Lisboa nos carceres do palacio da in-
qnsieo.
. .. Distribu?*).
Edmundo de Castro d'A Villa ca-
v dheiro pqrtuguez Sr. floriodo.
Afonso Peres, dito Sr. Santos.
O conde de Castelio-memor, mi-
nistro,de Alfonso ,V Sr. Julio.
O padre Francisco Mansos j*- __ .
guita Sr Flavio.
pair NteoU. oMngav. dn> Sr. Cmara.
Roberto Goncalvos, batlBart*
de Belm Sr- Beruaumo.
*liri*, Peaedo e \iveji.
E' esperado ateo din : de abril prximo futa-
QattUoie Orleans, desta compa
rgn c passageiros para os portos ci-
ma : a tratar com os se i C asignatarios Antonio
Luizde Oliveira Aiovedo \ C, no sea esrlptorio,
ruad-i l'.nin Jesus n 57 i mtr'ora ra da Cruz.)
Lisboa c Porlo.
A galera 4si a sahir em
poucos dias recebe caiga a fre-
te mais barato do que outro
q&alquer navio:em excel-
lentes accommodac.oes para
passageiros. -V tratar eom
Tito LivioSoares: ma do Vi-
gario n. 17, 1. andar.
Para o Porto
Vai sabir inulta breve o brigue Portognei r
smpilo. Recebe carga c passageiros, a tr.it.-,,- com
Tito Livio Soares ; roa do Vigario n. 17.
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
No dia I de abril, espera-se d is porto- ,11
sul o vapor inglez era, coinmandante fl. Ba,
o qual depois da demora do costum? seguir
para Sontuaropton, tocando bo portes de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens etc., tratase na agencia,
ra do Commercio n. '0.
COMPANHIA PKllNAMBLCANA
DE
\iivegnrAo ctMtfira -i vnpor.
?AI\AHYBA, NATAL, MACAO, WOSSOKO', AllAf.A-
TY, CKAK, MANUAHU*, ACARACl"' E GRANJA.
O vapor pionca.
commandanto Moura.
seguir para oe por-
tos acuna no dia 31
do corrente, s 5 b.>
ras da larde.
Recebe carga to dia 2!>. encommendas, pas-
sagens e dinheiro a fretr at as S horas da tarde
do dia da saluda : escriptorio na Forte do Mallo*
a. 12.
i; >r;|)mS)ia americaua e Irasilriri
de panorttt i w
Al o dia 1* de abril esperado mt porto* de
sul o rapor americano Son/A Amerka, ..itpiuau-
dante Carpinter, o oual depois da demara do cos-
tume seguir pata New-York, tocaudo no Para
e S. Tbomaz.
Para freies e passagens, tratase eom os agentes
teory Forster & C, ra do commercio n. 8
L


Diario PAhT
RISCO. M.MHTIMO
Segunda fera 31 do crrante
O capitn Gastn dh barca franee.a An*a Ma-
ri* .arribada a este porto con agua aberta na sua
recente viagcm de Sahrabava a Palmouth a or-
dem, precisa tomar a risco uiaritimo cerca de 3o
otros de res para pagar o. rncenos da dita
barra e mais despiezas ncste Borlo, dandrf oin ga-
ranta o casco, quJha, apparelr-es, nautimento* e
carca da mesma barca.
A adlndieacao lera logar no consulado de Fran-
ca a 11 horas do da cima dito, sendo rata a
ijuem por menos flzer.
: -
;
L i 1.1. til.
Para o referid porto segu com poneos das
de demora o brigu portuguez LigeiroIIl,
. capttao e pratico Nobne, por ter raais dedous
tergos de seu rarregamento prompto, c para
o que Ihe Lilla; que vqeeM a frete comino-
do : trata-,se jCon| o qpijgignatarios Joaquim
.Jos Goualves Beltro & Ffeo, ra do
Commercio n. .,, _____________
Para o Porto
pretende'sMfc'mnitt^ hreve a palera portugueza
Nota Fama //, pe* ter grande parte do seu carre-
garaento prompto ; recebe carga. que Ihe (alta a
preces mdicos, etambem pas>ageiros, para os
* Huaes tcm ptimas accommodacoes : trata-fe con
T L. Soares, ra do Vigariu n" 17. _________
Para a Bahia
o hiate Ganibatdi sage nestes ponen* dias : para
o reste da carga trata-se com-o consignatario Cus-
jodie los Vianna, ou i ra do Amnrim n. :l.
LEILOES.
LEILAO
DE
cerca de oOOjacazes de bamb.
SABBADO 89 DO C01UIKNTK
s 11 horas.
O agente Pinto levar a lcilo) a requerimento
do capilo da barca ranneza Aune 4 Marir, arri
hada ueste porto na una recente viagein de Son-
rabaya Faimouth, ordem, com liccnca do Sr.
inspector da alfandega, em prosenca de un em-
pregado da in< sma repartiejiu para o lim nomoa-
ile tranca, e pur coala e risco de ipicm pertencer,
cerca de" 300 jacazes de bamb vasios, pertcncen
tes carga da referida barca, e existentes no ar
niazem alfandogad'i liaro do Livramenlo, caes
do Apollo, onde se ell'ectuaia Q leilao, as II horas
do dia cima dito.
LEILAO
DE
urna casa terrea edificada de novo, a mo-
derna, ra de S. Joo n. 77, ronde
2o--* mensaes.
SElilNDA-FEiRA 31 DO CBRENTE.
Pelo agente Martins; no aimizetn da ra do
Imperador n. i8. onde baver leilao de mais duas
casas terrea : as 11 t oras do dia.
LEILAO
DE
duas cosas terreas na ra da l'oeira, edifica-
da cm terreno proprio (na roguezia do
Toco da Panella.)
NegiuiiEti-fV-ira 31 lo corrente.
O agente Uartins levar a leilao, requerimien-
to de Manoel Diiarie Rodrigues Pinto e por man-
dado do IUm. 9r.Or.jofz e-pecial do commcrcio,
duas casas terreas roa da Poeira, fregoezia do
1' ie i da Panella.
5o arniaze i da roa >i i Imperador n. 48, as ll
horas da dia cima.
Si^l"^
ni:
^Ln
todas asfazeii las, ar.naciio emais utenei-
lios existentes annazem incendiado da
ra do Vicario Tenorio i. 10.
TEREA-FEULA 1 DE AlilUI..
W hovan.
A n ruerim ni. .! madama it.s:i AJ mr, e
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz dedireito especial
doeommcrci .... ufe (Pestaa Tara leilao por
contt e risco de (Hirin pertencer, de tudas as fa:
zendas, miudezas, arma fu e mais utentilios exis-
tentes no armazem incendiado a ra do Vigario
n. 10,ii) dia cima mencionado, as II horas da
manha.no mesmo armazem.
GRANDE E VARIADO
DE
Les movis, boa lonco e linos erys-
taes.
A soiber:
Um piano forte de Monde) & Wignet, I estante
para msicas, l radeira para o mesmo, i mobilia
(massica) de Jacaranda, 1 mesa de sota, quadros,
jarros para flores, ren- candieiros a gas, de
erystal, figuras de brenze, 1 castigaos e mangas,
.i lancas o cortinados, tapetes, esrarradeiras e es-
leir rorro da sala!
Urna t lylete de. Jacaranda. I lavatorio com pedra,
mes.'i de jogo, 1 mesa redonda de cnarao, I ca-
nia rom eolxao de mola, 2 guardas-roupa, 2
guardas-vestidos, l espelho e 2 cunas de Ierro.
Tin secretaria de mogno, I estante, diversos li-
vros, 1 mappa, 1 globo geographieo, 1 machina
de costura (perfeita), I mesa com jogo xadrez,
1 tahua e podras (jogo de gama), eabides, 2 ve-
Badanas, l lint* irn com campa.
Erna mesa i las'.lca, 1 guaraa-lou^a, 1 aparador
armario. 1 quartinheira, I relogio, I sola, i ca-
deiras, i lavatorios, l qoadro aburado, com llores
de cera, l apparelho para jantar, l dito para cha,
compote i ras, garrafa, copos, clices, porta-garra-
fas, bandejas, cobeiias de ara no, objectoe de
electro-plate, bancos para jardim, vasos para flo-
res, escadas de abrir, mesa e taboas de engom-
mar, mesas e trem de cozinha, e outros ohjectos
de casa de familia.
QINTA-FEIRA 3 DE ABRIL
?io primeiro andar do sobrado da ra Impe-
ratriz n. 12
Jos Henrique Trindade, tendo de fazer urna
viageni ao Kio de Janeiro, levar a leilao por in
terveneo do agente Pinto, 08 movis e mais objoc
tos existentes em casa de soa residencia, primei-
ro andar do sobrado da rna dalmperatriz n. M,
onde O leilao principiara s lo >/shoras <--, pesio.
LEILAO
O agente Pinho Borpes, conipetentenvtite aoto-
rlsado, venier em leilao a referida Joja, a qual
se acha sortida de (aleados nacional c estrangei-
ros, duziBRde marroquins, ditas de heterrd, sola e
todac as pertenc.iwe mais ariamentOB necessarios
para o 0*ico d calcadas ; propffa para qual-
qner principiante, por fe achar eui ba po8i{So e
a* afreguerada.
Para qualqner inrormacao os Sr*. f i-etendpntes
em se dirigir ao eseripWio .i*. 'Mido agente
i ruadoffom Jess n. .*i. primeiro .andar.
OeiUft ser effectuado na supraJKa luja. _.
do osjonjp&u io do referido agente n do Boei Je-
susn-M. ____________,
(raudo e variado
Caixtir

'
OHewee-se om moco com bastante pratica Je
fazeoas e molhados para raixetni, dentro |n
- DE
urna caixa com vaquetas, 1 dita com be-
zerro, urna dita com sollo de lustio e 2
'om marroquins, urna dita com botinas
avariadas para senhoras.
exta-feira t de abril f
s 11 horas.
Por interveneao do agente Pir.ho Borges, em
sen ?'seriptorio' ra do Bor.i Jesus n. ;!, primei-
o andar.
NOVO LEIO
NA
ja de calcado
ra de Mar:ilio Dicen. 98 ( outr'orn ra
Direita.j
Sabbado 5 de abril.
AS H ROBAS DA MANHA
lo
=>
bous movis, linos crystaes, objoctos do
electro-piale, prata do Porto, carros e
cavallos.
Um piano forte do afamado fabrcame Kertz, I
mol. lia de jaca randa a Lu XV, t radeira para
pianno, 1 jardincira, 2 devans, 4 grandes espelhns
don'rados, 1 dito oval, linos jarros e vasos para fio-
res, ft sam-Cas scultadas e cortinados, tapetes avel-
ludados, escarradeiras e 4 almofadas bordadas.
Urna nwbilia estufada, 1 secretaria, muitos e
differentes quadros com finas graTuras, 1 lustre
de cryrtal cotn 4 bicos, outros de dous bicos e pe-
dentes para paz.
Dous guardas roupa com espeihos, 1 guarda
vestido, 1 toilette, I lavatorio, 1 guarnicJo de por-
celana de svra, 2 espeBius delirados, i, capitris, 4
jarros, 8 ricos quadros a oleo, 6 porta-joias, mesas
de ferro edm irorai ir, 1 jugo- de xadrez, 1 relo-
gio de mesa, tapetes de pelle de carneiro.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 agnia, 1 ri-
co cortinado de tilo bordado, I sof de jararand,
1 mesa de caheceira, 1 mesa de ferro imitaco
de chao, 3 lancas e coi tinados, 1 reposteiro de
seJa, 1 coinmoda, 1 sof^tapete oleado e esteiras
forro das-salas e quartm.
Um lustre do mata I, 1 mesa elstica para 2i
pessoas, 24 cadeiras do mogno, 2 guardas-louca
enviJracados. 2 aparadores com tampos de pedra,
2 mesas cen pedra para trinchar, 2 aparadores
torneados. 2 quartinheiras, 2 relogios dourados, 7
quadros dourados com finas gravaras 6 lancas e
cortinados, porcelana para cha e jantar, o duzas
de chicaras e pires.
Ohjectos de fino crystal.
Garrafas, frueteiras, porta queijos, compoteiras,
copos, cauces e saleiras.
Objoctos de eleotro-platc.
l'nia rioa fructeira com 3 ordens. 4 ditas cora
palos de ci'ysial, 2 iysfriadeiras de champagne,
1 cesta para pao, escova e bandeja, salvas, des-
cancos para facas letreiros para garrafas, colhe
res, garfos e porta-licr.
Objectos de prata.
Un apparelho para cha, 1 goarnicao para toilet
te, 4 casticaes e I palmatoria, 1 vaso para punch,
I faqueiro dobrado, garfos, facas, colheres, trin-
chantes, salvas, jopos, 1 cesta para pao e 1 pali
teiro.
Urna mobilia de ferro para jardim, 24 globos de
vidro cortado para iiluminacao, 4 espeihos doura
dos, | Linterna mgica e 4 ettagers.
Urna mobilia de pallia, mesas de jogo, cadeiras
avulsas, mesas de ferro, pannos para mesas, can-
Iriros a gaz, tapetes avalaos, I serpentinas, ca-
deiras de ha lauco e muitos outros ohjectos.
Carros e cavallos.
Um cop, 1 victoria franceza, i carro america-
no, (novo) I cavallo preto para sella, 1 d'to mella-
do para rahriolet, 1 parelha de cavallos rosilhos
pretos, 1 dita nidada e l dita russa.
pUABTA-FEIBA 1G DE ABRIL.
No primeiro andar e pavimento terreo do
sobrado da ra da Aurora n. 63.
Joo Cavaleante de Alhuquerque, tendo de fazer
urna viageni Europa, levar a leilao por inter-
venco do agente Pinto, os movis, crystaes, objec-
tos de electro-piale, obras de prata, e maisobjec
tos cima mencionados, existentes em casa de sua
residencia, montada apenas fca um anuo, ra
da Aurora n. 63.
O leilao principiar s 10 horas em ponto por
- .u muitos e differentes os lotes, constantes do
eathalogo era poder do inesp.io agente, sendo que
es pretendentes poderao examinar o bom esta-
jo e apurad.) gosto dos referidos ohjectos na ves
pera e diado l"ilao.
MISOS DtBSOS
t\%\ DA FORMl
AOS 5:000,3000.
B1LIIETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Marro (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abanto assignado tendo vendido nos sens fe-
lizes bilhetes. um inteiro n. 46t com 800OOO.
tres .piarlos n. 1345 com lOOCOO, tres quartos n.
til7 com 1003100 e outras Bortes de 40000 e
20G00 da lotera que se acabou de extrahir (43.*),
convida aos pi ssnidores a viram receber na con-
firmidade do costume sera descont algum.
Acham-se venda os felices bilhetes garantidos
da 1* parte das loteras a beneficio da matriz de
Ipojuca (44*), que se extrahir no -ahbado 29 do
corrente mez.
PRECOS.
Rhcte inteiro 6*000
Meio bilhete 3000
Qnarto i500
EM PORQAO DE lOOOOO PARA CIMA.
Bilhete inteiro fioOO
Meio bilhete 2*oO
Quarto \ l:i~'i
Manoel Martins Fiuza
DOS
TRILITOS URBiNAOS
no
Recife Olinda e Beberike.
Devendo ter lugar no
domingo 30 do cor-
rente, urna corrida de boi
*no pateo do Carmo, em
Olinda, esta companhia
expedir na forma do
costume, os trens extraordinarios que
ililuencia de passageiros exigir, e de que a
mesma companhia puderdispr, alm dos
trens ordinarios indicados na tabella em vi-
gor.
Eseriptorio da companhia, 26 de marco
le 1873. .
O gerente interino,
Laitrentino Jos de Miranda.
Quera precisar e um rapaz portuguez de
14 annos, com alguma pratica de taverna, dirija
Iriuandttde acadmica de !%'os
a Menliora do Kom-t moe-
llio.
De ordem de nosso irmo juiz, so convidados
todos os irmos do Bom-Conselho, reunirem-se
boje (28) no consistorio do convento de S. Fran-
cisco, pelas 2 horas da tarde, afim de encocora-
dos acompanhar a procissao do Senhor Bom-Jesns
dos Passos do CLnvenjode-Canno para a igreja do
Corpo Santo.
Recife, 27 de marco de 1873.
O secretario,
Francisco Fernandos Vieira,
Innandade de Sania (Iwilia.
De ordem da mesa regedora desta irmandade,
sao convidados todos nossos rmaos professores,
para se reunirem em mesa geral no dia 31 do cor-
reute mez, s ll horas da raanhi, afim ee tratar-
se de mleresse di mesma irmandade.
Consistorio da irmandade de Santa Cecilia, 27
de marco de 1873,
O secretario,
odolpho Mamede do Amar al._______
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 an-
nos de idade, com pratica de taverna: a tratar na
travessa do Poucinco n. 7.
ru.
Loja [f
. Al^a-se a loja do sobrado n. 14 da ra de Bar-
tas : aJcatar na ra do liufterader n. 75. Ha,
das!li:idUrde
lffi.if,v
Mugare o andar do sobrado da ra i-\ 1 n-
perador a. 38, todo forrado e pintado, proprio la-
ra qualqner eseriptorio .ou sociedade : a tratar na
ra 4o aperador n. 75, loja, das W s 3 da urie.

Aliiga-se
um sitio com bastante* arvaredos, com au gran-
de baixa ae rapiro e tasa de moradia, ra Salto
Amaro das Salinas, estrada de Luiz do Rre : a
tratar ua ra ras do dia, -----------------------------------------------:;------------------------->-----------------------

I H-T|
1-T
1.1.1
' X
Na rna da Gloria n. 71 az-se bolinhos de todis
as qualidades, assim como pudn?, pastis da natt,
bolos francotes e inglezes. Na mesma casa ais
ga-se una prela para vender bolos.
Aeata4e ehegar navio de Genova com lidrilho
de aacaere, de 10, II e 14 pollegada?, pedra
de lnzerna mtti rija, e por isso propria para ladri-
Mar rauzene: s desembarca a une for vendida
aijni, ao altrtaaemdc B. A. Burle C.
CabeU@ieiro
rewa-se de oflleiaes de barheiro c cabellei-
rciro: na ra da Cadeia do Recite n. SI, pri-
aialra-andar. / -'y
, "lferece-se um rapaz,brasileiro de 5 a 16
anaoe, para caixeiro de miudezas, fazeadas, ou
outra cansa semclh.-uite t quem precisar dirja-
se a 0?b typograpni, due se dar as inform-
is____;_____________:_____I__.......i ;-----
2.5#000
Aluga-se ama ama muito nova, parida de pouco,
coro muito boro e abundante leite, e muito carv
nh'*a para criasca : qnem precisar dirija-se
Cafanfa, roa da Ventura n. 33.
Ana para eRgommaft
Precisa-se de urna e paga-sc bem: nb Caldei-
reiro, caga de Francisco Joaquim Biheiro de Brito.
a Y.Q Precisa-se dfi urna ama para cozinhar
AIIIA e comprar ou lavar e engommar, prefe-
RA DO BRM N. 52
I
(rassaado o chaianz)
i'DEM \S seubores de eug<.uho e outros agncul.ore, e empregatUroi de m
chioismo o favor de orna visita a seu esl?JHecirontu, para ver o novo tertimento
complet i qoe bi tem; Modo todo superior em qualidade e (ortidSo; o qoe con > ins
peccao pessoal pode-se vorifiear.
ESPECIAL ATTENCOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIDA)
VaDorose rodas d^asraa (1,s.maismo*no* **umttl*-
pvi \ja v iuuho % u* machos convenientea pata as diversas
circomstaociaa doj enhores propriflarios e pr-ra desear ctr algodlo.
Moendas de eanna ,1t!,oJo8 oslatnanbos- ***** *fr
existem.
para nimaes, agoa e vapor.
Ao contoerfi
O abaixo assignado faz sciente ao respeitaiel
publico, e com especiafitfade ao respeitavel eoipo
do couimercio, que tem justo e contratado a com-
pra da taverna sita ra do Visconde de Suastu-
na (antiga ra de Horta) n. II, enm os Srs. B-a-
ga & Bairao, livre e desembarazada de todo o ac-
tivo e passivo at a presente data : quem fe jnl-
5ar com direito mesma, apresente-se no praso
e tres dias, a contar de boje em diante. Recife,
22 de marco de 73.
iydrenlo Sih-anio .Vunes Sette.
Nazaeti
O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Urna qnei-
ra ter a bondade de vir ou mandar ra do Im-
perador n. 28, a negocio de seu particular inte-
resse.
IHDMHMBMBMtfiHHlWKl
O Dr. Antonio de Vaseoncellos
Menezes de Drummond, agradece
summamente a todos os seos esti-
maveis parentes, amigos, collegas,
discpulos e mais pessoas, que por
convite uns, e espontneamente ou-
tros, se dignaram de preslar-lhe a
subida fineza de assislir, na matriz da Boa-Vista,
s exequias feitas ao cadver de sen presadsimo
ti 11 io o Dr. Antonio Luiz Ferreira de Menezes Vas-
concellos de Drummond; e d'ahi acompanhar o
seu fretro at o ceiniterio publico.
Outrosim, pedelhcs muito encarecidamente o
especial obsequio de concorrerem as missas, que
serio celebradas n'aquella mesma igreia, por alma
do dito seu mui saudoso filho, sabbado, 19 do
corrente mez, pelas 7 horas da manha; o que
ainda fari subir de ponto a acrisolada gratidao,
que desde j, para sempre confessar dever-lhes.
Recife, C de mareo de 1873.______________
re-se portuguesa
n 28.
ra do Barao da Victoria
Amas
.tu
Precisa-se lugar duas amas ; urna para
engommar c cuidar de outros servicos do-
msticos, outra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na ra do Capibaribe n. 40.
r Precisa-se de dnas amas para cozi-
A !M 4 nhar e comprar, para casa de duas
1.1TJLti pessoas a tratar na ra de PedroAf-
fonso, outr'ora da Praia n. 3.
Preoisa-se de urna ama para casa de pouco
familia : na ra do Forte n. 30.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar, forra ou escrava : na ra do Duque
de Caxias n. 22, !.* andar.__________________
A|| Precisa-se de urna ama para
M A cozinhar em casa de homem ol-
1"1. IX teiro que tcm pouea familia : na
ra do Crespo, casa n. 12.
4 rna Precisa-se de urna ama para cozinhar:
%JUi* Ba Ina Direita n.-lO.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava pa-
ra o servico de urna casa de pouca familia de bous
costumes, e de raeia idade, na ra do Hortas n. 48
2.* andar.
AMA
Precisa-se de urna ama escrava ou
forra para comprar e cozinhar : na
ra da Reda n. 46, 1 andar.
Augusta Ilalday Haiitas.
Antonio Jos Dantas, Francisco Goncalvcs Netto
e sua mulher Emilia Adelaide Xetto, por si, e em
norae de seus respectivos prenles, agradecem d)
intimo d'alma, a todos os christaos qoe caridosa-
mente assistiram s preces e enterraniento de sua
lio querida espjisa, cunliada e mana. Augusta
llalliday Dantas, e rogam aos mesmos
christaos a caridade de assistirem s missas doj
stimo dia, que serao resadas na igreja matriz da
Boa-Vista, das 6 1/2 s 8 horas da manh de sab-
bado, 29 do corrente.
Hmlii- mihi eras tibi.
Joo Baptista Fenianes.
Manoel Ferreira Garrido, agradece do fundo
de seu corac o a todas aquellas pessoas que to
maram parte na ddr e pezar na morte de seu
prezado e infeliz amigo loio Baptista Fernandos,
e que se dignaran) acompanhar ao cemiterio pu-
blico, seus restos inoria-'s, e convida a? meamas
pessSav, c tojos eeae amigos t eanbatidOR, para
assistirem a urna mssa que. pelo eterno repens
da alma do mesmo, manda celebrar no dia 9
de corrente, s 8 horas da manha, na igreja do
convento de Nossa Senbora do Car.no, pelo que
desde j se confessa eternamente gratt
.^HSSia
o Dr. Ignacio Alcibiades Vellozo,
convida as pessoas de sua amisade,
para assistirem a tnissa que
manda rezar, pelo rcponso eterno
de ?eu irmao o coronel Tranquil!
no Angosto Velloso, fallecido no
Rio-Grande do Sul; a anal ter
lugar na Conccicao Jos Jfilitares, sexta-feira 8
do corrente s 7 horas da nianh.

RiiiIiii.
Gratilica-se a quem djscobrir onde pairara os
seguintes objectos roubados n'uma destas nhliYta
nou'.es de casa contigua pontesinha da povoa-
cao de Beberihe : I sof de Jacaranda, tendo no
assento de palhinha, no meio, un pequeo bura-
co feito por un p de cadeii'a, 2 cadeiras de ba-
lanco, de Jacaranda, tendo urna dellas os dou a-
lan<;os quebrados e sordados, sete ou oito cadeiras
de faia, usadas, com ps terneados, 1 par de lai-
ternas de vidro rom mangas, I candieiro de stua
com globo, para gaz, sendo a liase cor de rosa e
o bojo com Bilvados zoes e verdes, :j pares de
jarros de terra-cot.i, sendo um par encamado com
ramos verdes, e tendo por azas duas cobras, ou-
tro de cor einzenta clara com ramos verdes e en-
carnados, e o tereeiro de cor fusca com 2 figu-
ras de homem e mulher, e una eestinba de llo-
res, dous pares cestinhas representando exter.
mente seretn feitas ile viroe branco com preto e
as lampas de um par representando morangos, e
as de outro, ovos, e urna garrafa branca para vi-
nno, de vidro lapidado Quem souber dar noti-
cia dirija-se ra do Vigario n.16, eseriptorio, ou
dar oarte subdelegada da povoayo de Rebe-
ribe.
Escrava
Quem preci ar de urna escrava de L". annos pa-
ra o servico interno de eata de familia, dirija-se
ir
ra do Cabuga n. 11.
O abaixo assignado tendo perdido a cautella
n. 527 B, da casa de penhores ua travessa da rna
das Crazes n. 2, vem por este prevenir ao mesmo
proprietario que n5o entregue os objectos cons-
tantes na mesma cautella, seno ao sen proprio
dono. Recife 26 de marco de 1873..
Joo Americano de Alhuquerque.
Francisco Jos da Costa Hiheiro, tendo de
retirar-se para a Europa, julga nada dever nesta
prar;a ou tora d*>lla, mas, se alguem e julgar S8U
credor, queira apresentar suas eontas ou ttulos,
para ser pago, no praso de tres dias.
Recife, 26 de marco de 1873.
Engommadeira.
Lava-se e engomma se com aspeio e prompti-
do por mtnos que^m outra qualquer parte : na
becco do Quiaho n. 12, freguezia oa Boa-Vista.
" Os lillios de Agostinho Jos da Silva, Jos
Gonfalves dos Santos e Silva Antonio Gon^alves
de Farias e Silva, veem por meio deste prevenir
ao publico que teem de pedir por meio do pre-
sente urna esmola, a qual tem por flm acudir a
perda de l:6u9# qu seu velbo pai perder da es-
tacao da Jaqueira a estaco da. ra de Santo Ama-
ro, quantia esta pertencente a orphaos, e que,
como thesoureiro.do juizo respectivo, tinha de sa-
tisfazer i vista dos mandados que Ihe foram
anresentados no dia 26 do corrente ; e por meio
do presente apresentar-se-hao rogando a caridade
dos benignos cora$oes a quem ihe fr pedido, a
concorrer para tao justo fim, attendendo tambem
sua idade, pobreza, e qnasi loucura ern que se
acha com semelhante perla.
Professora
Precisa-se de urna mestra com habilitacees e
capacidade necessarias, para ensinar a urna me-
nina em um engenho prximo linha frrea de
S. Francisco: quem se achar naquellas condi-
S5es pode dirigir-se ra da Impcratriz n. 14,
anclar, que achara com quem tratar.
Urgencia.
Precisa-se de urna ama de
leite, que o tenha bom e
abundante e sem filho, Jpa-
ga-se bem: a tratar no pri-
meiro andar desta typogra-
phia com o administrador.
Ama para casa de familia.
Na travessa do Duque de Caxias n. 3, Io andar,
precisa-se de orna ama livre ou escrava, para
cozinhar e outros servicos proprios de casa de
familia. Paga-sc bem agradando.________^_
.v.
i-e
Rodas dentad s
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
UliltlliaiaiilUa e par, ierrar madeira.
de patete, garantidas.
Pudendo lodoa
ser molidos a mi
por agua, v ou arutnaes.
e pecas de que se costoma precisar.
M
Bombas
Todas as machinas
Fae qualquer concert de macbiism0'aprf0 "k,-
al a
P'nrTTllQ p "fflrrA tem as mtlbores e mais baraias fxisteoloa o mer-
r?r> Pr\TYiman ra e ncunibe-e ds mandar vir qualquer tnach nifino i voo-
Piil/JlIIlIluUuaS. ta(je dos clientes, lembrsndo-lbesa vaniagetn de faiertm.
suas compras por intermedio de pessoa enleodida, e qoe em qualquer neetsaidade pdfr
Ihes prestar aoxilio.
Arados americanos in,,rm,emM ,e,lc"'*'-
.
- RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
PAltA
T
Precisa-se de urna ama cozinheira. for-
ra on escrava, paga-se bem : na ra do
Arago n. 37. ____________^^^
Ama
Pre-isa-se de urna ama para cozinhar: na
rna da Aurora n. 33.
i
Prccisa-se de um caixeiro de 10 a lar.nos
de idade, para taverna c dd Sudor a sua conduc-
ta : no pateo do Ter^o n. 82.
uniinun.OTB
ABIJTOTB
Medico-oirurgico
h BITA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIP.O.
ESPECIALIDADES.
Molestia! e operacoes ds o'hos.
Cura radical e instantnea dos
estreiUmentos da uretra.
Consultas : D3S 7 s 10 horas
da matiba.
Jl Chamados: a qualquer hora.
MOFINA

Est encourac.ado!!
!
Rnga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Xazarcth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
a por. este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. 8. se deve lembrar que este negocio
de mais de otr> annos, e quando o Sr. seu lilho se
achava nesta cidad?.
0

8
m
&
8

*
i
MEDICO-CIRIRGICO
DO
Dr. J. II. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 2o, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manha. M
Chamadas a qualquer hora. W
* -8888 8 1 8
Sociedade recreativa harmo-
na luso-brasileira
De ordem do Sr. presidente convido a todos os
socios a comparecerem na sala desta sociedade no
dia28'do corrente mez, s 7 Ii2 horas da nonte,
para se tratar de negocios tendentes mesma.
Silla das sessoes 25 de marco de 1873.
A. do Reg Santos
Io secretar o.
Furtaram
hoje (26) da ra de Marcilio Dias, antiga ra Di-
reita, nma peca de casemira azul de quadro com
12 a 14 covados : quem souber traga que se gra-
tifican^_____ ___________
Ribeiro < Gamitto previnem aos devedor^s
da firma que gyrou sob o titulo de Chrispiano 4
Paredes, na padaria da ra Vidal do Negreiros n.
147, que s devem pagar seus dbitos aos novos
propietarios supra ditos, nao se attendendo a re-
cibas que nao sejam sellado? pela competente re-
particao com data posterior ao presente annun-
cio, e as mesmas condicp>s os curadores da anti-
ga firma de Francisco Jos de Campos Pamplona,
rogando-sc a todas aquellas pessoas que se acba-
rem devendo aquellas duas lirmas. o favor de en-
tenderem-se, no piaao de 30 dias, com os ditos
proprietarios. j________________
1 junta administrativa do
hospital poftiguez aluga o
predio da ra do Commcrcio
n. 17, sendo um andar e ar-
mazem com grandes com-
modos e com fundos e sabi-
da para o caes, proprio para
armazem de gneros de em-
barque: trata-se na ra 1.
de Marco, outr'ora do Crespo
n. 13, com Antonio Correia
de Vaseoncellos.
Gozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro para o
hospital portuguez : a tratar no mesmo hos-
pital, ou na roa Primeiro tr'ora ilo Crespo, loja n. 13.
Lili?"
Precisa-se de algtras e pagvse bem, para iraba-
Ibar'em charutos linos, no Becco Largo ns. 1 A e
2, no Recife : na mesma casa compra-se Diarios
velbo?.________________________________
Precisa-se de um menino de 12 a li annos
annos para taverna, erabora nao tenha grande
pratica, conitanto que seja de boa conducta : na
ra Imperial n. 19". __________
Fabrica de iacao e teci-
dos.
Nao estando ainda completa u assignatura do
capital necessarie para esta erapreza | 150:0 '0* i
contina aberta a subscri ea > at o lim do cor-
rente mez e em mao do emprezario Silva Barro-
ca, na ra do Mrquez de Olinda n. i, on do eor-
retor Mesquita, na praca do Commcrcio.
Xa ra do Crespo n. 7, loja do Gallo vigi-
lante, precisa-se de nina ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.__________________________
Engenho
Arrenda-seo engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' de animaes e enm propor-
coes para 1,500 pues : os pretendentes pn,iem di-
rigir-se a ra Duque de Caxias n. 58, i" andar,
quealli terao nformacoes.
Continuase a fornecer almoco e jantar para.
fra por pre<;o commodo e com promptidao na
rna estrella do Rosario n. 35, !, andar, casa de
familia. __________
Escrava fgida.
Est fgida a escrava Mathilde, de 40 annos de
idade, criouia, tem a cara bastante grossa de es-
pinhas, falla mansa, sahio de casa a titul) de le-
var nina Irona de roupa Boa-Vista, s i h
ras da tarde do dia 17 do correnle e nao voltou ;
pede-se s autoridades a apprehencao da mesi ia
e entregar ra do I.ivramcnto n, 1._________
Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Perrmmbaco.
Para conhecimento dos socios deste hos-
pital, fazem-sc publicas as seguintes delibe-
raeocs, tomadas pela junta administrativa
em sessao de 1G de corrente.
Os socios quedesejarem ser .tratados as
enermarias do hospital, bastar para serem
a'lmittulos, que provem ser socios e estarem
em dia no pagamento ile suas mensalidn-
dcs.
Outro sin, deliberen a mesma junta que
fosse celebrada pelo capellao no oratorio do
hospital, urna missa por alma lo socio que
fallecer, devendo ser apresentado ao respec-
tivo provedor o diploma do socio que nAo
fallecer no hospital, afim delle fazer exe li-
tar cssa deliberacSo.'
Secretaria do Hospital Portuguez de Beae-
Qcencia em lVrnamluKo, 20 de marco do
187:5.
Luiz Dupral,
Secretario.
Coziuheiro.
Precisa-se de um cozinheiro muito bom : a tra-
tar na ra da Cruz n 'i8.
Aluga-se a casa terrea da ra dos Guarara-
pes n IS em armazn, com um sotao grai
quintal tambem grande, proprio para coxeir i
outro qualquer negocio : a tratar ao p n. lo rfu
na lina-Vista rna do Bosario n. 26.
Aluga-se de novo o I" andar da ra de S.
Jorgen. l\, edm i salas, i> qoartos, connba f'-ra,
fresco e pintado de novo : a tratar no 2* andar.
25S000
Quanto se paga pir urna cozinheira on cozinhei-
ro para urna casa de 4 pessoas, nreferindo-se es
cravo : a tratar no Corrcdiir do Hispo n. 50.
Madame Amelia Blard, habilitada pela
eons mento do Sena para ensinar caligraphia,
arithmetica, francez, geographia e. historia,
o que poder provar com a exhibico do
seu diploma, se oiTerece para dar lices ties-
tas materias por casas de familias. Para
garanta de sua moralidade oerece ; teste-
muriho de pessoas respeitaveis desta ci-
dade.
Rna da Imperatriz n. 22. _______
N. 1o,200
Irmandade dos Passos do
Corpo Santo.
A meza regedora convida a todos os irmos
comparecer na igreja do Carino as 3 hora.- da
tarde de sexta feira 28 do corrente mez, para en-
corporadns acompanbarem a procissao do Se-
nhor Bom Jesus dos Passos que tem de vir para
a matriz do Corpo Santo.
O Escrivao, Joo X. Ribeiro de Andrade.
Quem quizer dar 300 por 4 mezes a juros
de 2 por cont mensaes, com garanta em um mu-
latinho de 13 annos annuncic
Allenc&ft.
ciado pelo promotor publico inte-
i do Limoeiro, Maqoel da Assump-
Foi denunciado
rio da comarca
cao Santiago, o advogado Francisco Leandro Bor-
ges, pelo crime de injurias escriptas, dirigidas
contra o integro juiz de direito daquella comarca,
actual presidente da provincia da Parahyba do
Norte, Francisco Teixeira de S. Felicitamos ao
Sr. promotor pelo modo intelligentc. honesto e im-
parcial com que se tem portado, e contina a diri-
gir-se no desempenho de snas funicss.
O matuto de Bom Jardim.
O abaixo assignado faz atiente ao respeitavel
publico e principalmente ao respeitavel c irpo do
commercio, que tem comprado ao S'. JoSo Teixei-
ra de Souza Lima, a sua padaria sita ra Direi-
ta dos Afogados n. 27, livre c desembarazada de
todo o ac/ivo e passivo : quem se julgar* credor
aprsente suas eontas no praso de tres dias, a
contar da data deste em diante. Recife 27 de
mareo de 1873.
Marceliino Jos Lope?.
Os abaixo assignados declaram ao respeita-
vel publico e com especialidade ao corpo do com-
mercio, que tem justo e contralado comprar ao Sr.
Antonio Ferreira da Costa a sua taverna sita
ra Vidal de Negreiros, outr'ora pateo do Terco
n. 1, livre e desembarazada de todo o activo e pas-
sivo : se alguem se julgar com direito mesma,
queira apresentar-sc no praso de tres dias, a con-
tar da data deste. ,
Recife 27 de mared de 1873.
Antonio da Silva Jnior.
Manoel Pezrra dos Santos.
0 Sr. Jos Bernardino Correia de Barros cha-
mado a rna do Crespo n. 20, a negocio.
Sociedade Beneficentc Luso-
Brasileira.
O presidente desta sjeiedade, desejando facili-
tar a inieiaeao daqnelles candidatos aos que ja for
commnniealas a sua approvacao para socio efli -
tivo desta corporaeao tem esovdo a fazer no
correr das semanas, duas sessoes de directora,
sendo as quintas-feiras s 7 horas da noute, e
nos domingos as 11 l|2 da manb, aliin de que
os mesmos Srs. candidatos Viiham a es-as ses-
ses inscreveremse no livro da matricula e to-
maren! parte nos trabalhos humanitarios a que
se dedica este corpo social, achando-se por este
meio sanado o inconveniente allegado por aquel-
los que seus allazeres nao permittem comparece-
rem em da de trabalbo, o Sr. presidente tomando
esta deliberacao espera que dignar-sc-hao compa-
recer.Outro sim, faz sciente aos Srs. socios que por
deliberacao da assembla geral de 13 do corrente
ni!/. foram adiado as eleicSes de que trata o art. 20
de nossos estatutos para quando tiver a aprova-
co final dos novos estatutos que a directora es-
pera ser no c Secretaria da Sociedade Bimeficentc l.uso-Bra-
sileira, 24 de marco de 1873.
O 1." secretario,
Rento de Souza Mira.
Perden-se no dia sabbado, ou furtaram um
oculo de ouro com urna sida de prata no meio,
tendo tendo sido perdido ou furtado da
thesouraria da capatazia da alfandega. es-
tando dito oculo dentro de urna caixa de pao cn-
vemisada de amarcllo com tampa de flandres; se
alguma pessoa achou, querendo fazer o favor de
entregar ao dono, pode procurar na ra do Ara-
gao n. 18, ou annunciar para ser procurado, sen-
do offerecido aos senhores ourives torio a bon-
dade de nao comprarem e sim tomar do vendedor
e annunciar, quem qner que seja ofTerccda.
Escada.
0 Sr. Jos Alfonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Escada, queira vir ou mandar a
ra do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse._______
Offerece-se urna mulher capaz para fazer
companhia a una familia, e presta-se a algn?
servicos, e principalmente a costura : quem pre-
cisar dirija-e Boa-vista, atraz da matriz n. 13.
AO COMERCIO. ""
O abaixo assignado. tendo comprado o bolequim
da ra da Senzalla Vclha n. 18, ao Sr. Jos Fran-
cisco Ramos, livre e desembaracado de qualqner
onus comtudo, pede aes crednres do mesmo de
apresentarem sens ttulos, no prazo de tres das,
findo os quaes, nao se attendera reclamaco algu-
ma.
Recife, 24 de marca de 1873.
Manoel Luiz Fernandes.
-
4




I

Diario de Poimaiijbuco Sexta feira 28.de llardo de 1S73.
o

hia, W4$taMlzft arto
ourires, no Recife.
lo engenho Masspass, /reguezia.4a Escada, se
dar de gratiflcaeao a qnaflli acuna a quem ap-
prebewter tres avallo* que jusello engenho
lorara fuados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o i.' tenvft an
eastanho e castrado, ten a orelha diMtaro
aseada, orna estrella na testa, e no quino
do tea ram cruz ; o % raro, eo pintas "ver-
melhas nos quartqs* oande, gordo, com opes-
cocpltao, castrado, te* oT q&trft^leWdo M
cangalha, ferrado
direito, e tem
sanhass claro,
castrado,
Ono qul
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*e _
i*r*ielHi ota |J~^
Aluga-se _
Muga-se a loja da sobrado da ra d Im
orn. 27, e o armaae que lrae Cea *. fundo,
o caes 13 de Novembro n. propno para gran-
d e deposito de "gneros seceos ou molhtdos, lon-
?i, maderas etc.: a tratar na roa do ngel n.
, 1.' oa i* andares.______________________
Sitio para alugac
Alncja-se um sitio a ('apanga ra das Per-
nambttcaaas n. 23, tendo boa casa de vi venda,
uocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na rna da Imperatriz n. 9. pri-
meiro aadar._____________________________
Pnecisa-se fallar com o Sr. Jos Vens, filhe
do finado Samuel, negocio de son inloresse ; na
ruadolaiperador n. 77, escriptorio dc-Severiano
de Siqneira Cavalcaate. ,
Escravo fgida
Fogie no dia 7 do corrente mez de lanarco, do
engenho Boa-vista da freguezia de S. Vicente, co-
marca Ae ltamb, o escravo Antonio,001 os sig-
naes seguintes : 35 annos de idade, jdouco mais
ou menos, alto, secco, cor fula, pouca barba, tem
cica'.riies de ferida as pernas, carapina, sabe
ler e escrever : quera o pegar leve-o no dito en-
genho, ou no Recife ao Dr. Laurino fle Moraes
Pinhoiro, ra do Ranjel n. 7, que ser generosa-
mente recompensado.__________________^
Na ra da Madre de Deus n. 3, preciza-se de
um criado para todo 0 servico interno.
mmBtmmmm& >M
3 5Tovo estabelecimento *
de joias. jg
Ra do Cabula n. 18. <-+.
3 ^ proprietaro deste estabelecimente ***"
4|| recebeu entre mu tos objectos de peque- ^
S nos valores, os seguintes: rozetas e aunis -
**g de brilhates, brincos e caplelas, ade- *&
reces c melos aderegos de rubios, esme
rada?, perolas, alfinetes para Tetra- 4*
tos, com brilhates, rubins e perolas. JJ
porta-charutos mHito proprios para me "
sa, de delicados gostos c perfeila mo
de obra, apparelhos proprios para admo-
4 <;o e jantar, para meninos levar para o
-:-** eollegio, tudo se vender por precos ra-
?2 zoaveis, garantado-se todas as joias que
'."., deste estabeJecimento sata. Tambem se
4r* fabrica e concerta qualqucr objecto en-
~/T? dente mesma arte.
i- ai'
If* 8
i ausente da cx<;a de -abaixo assignilo,
desde 15 de Tuivemhro de 1R72, & prela Mana, de
35 -a. 40 Bimoj, atnral da Babia, '(endo os signaes
tes : ba/sa, ifagra, cor fra, andar faccire,
llaBanto, cara ciiprida. nf.riz afilado, beeca
regular, dentes perfliitos, faltando-lhe um de nm
dos lados de cima, e malfeita fie mios e pesien-
do o pe e a nema esquerda mais grossa do que
adirelta. uso tninfa na S)eca. 'evou de-casa
urna outra dctarlatana vere, rosetas de miro,
saiade cambraia, com lislras fle cor eehalewovo
de merino'estampado com assewto azul, foi com
poda ao Sf. nmba Chaves ipor intemieuis do
cntretor Santos, tendo sido antes escrava te urna
preta da Costa. Pede-se a inflas as autoridades
prficiaes e eaptaes de eamp ; ou a qiialquer pes-
saa que a anjrrehender, levar h ra da Aurwa n.
1W, que sera* recompensados com a qnantiaaci
nw.' Ontro sn declara que desde j protesta de
hver os serviros da mesma escrava, da pessoa
qe a liver ooculla.
- JoSo Athar,s.sio Botelho.
a mu Afamada
aOA DE FLOHIB^k
IBRAY A LABMntX.
He o mais delictdo e mimoso o mea
no tempo o mais estavel 4ft UkW os per-
fumes, e encerra em do w ilwior aug*
de exoellencia, o proprie aro* d|8 wroa-
deiras ores, quando anda m'su flores
cenen e"fragancia natural. Como dpme
segvo e rpido ailivio contra m dw *t
cabera, nen'osickrde, onbilidade, teaios
flatos, issim como dectr todas rmat
3rdinarias enteca s decid fqrstoricoffr*. dt
imma efficacia e no tom entro i***
tguale. Iguateieiue, quando destente rada
:om agua, tajna-se um i^nlifricle' e nui
igrada4fe|/exce*ite, 4aio aos denldt,
aquella ivirae. aperoi 'pparencia O
altamejjte. ^preciada e desejada pelas Se
imorfc.
orno na* remedia "cor*1! o tu hlito
da boca, depois de diluida em agua, i
a
r~>^'\
.. ...y

CAZA DA FORTUNA
rva 1. de AKr;o octr'ora do crespo n. 23
Vos 20.000S00.
O abaixo astignado tem sempre exposto venda
os felices blietns do Rio de Janeiro, pagando
Sromptamente. cuno eostnma, at o premio d>:
:000.
Procos.
Inteiro .
Helo .
Quarto
-
l>*000
Manoel Martin? Unza.
i\lo novo o (al
' na preto da ponta branca
E cha ver Je perola siipennr
Porque vende-se na roa
dor n. 2i.
do Impera-
Confeitaria do Campos.
" 205000.
Freeisa-se .tingar ama escrava que engomme
i erfeitamente bem, e faca o mais sen-o interno
de urna casa de pequea familia, composta de
tluas pessoas. e de una outra que cozinhe com
perfei<;o : no largo do Paraizo n. 28. Io e 2o an-
dar*.
Perden-se da e-tarao da Jaaueira ate a do
Porto do Capim, a quanta de 1:(>095000, na es-
pe.'ie segunte : tres sedulas de quinhentos mil
ris, urna de cem, urna de cinco e quatro de mil
ris; quantia esta que deva ser entregue hoje
Selo thesourero dos orphos : pede-se encareci-
amentc a quem liver achado un cinbrulho com
a referida quantia o" obzequio de enlrega-lo ao
nipsmo thesoureiro ra de Marcilio Dias n. 117.
Recife 26 de margo de 1873._______________
Engommadeira.
Laxra-sc e engommase com presteza, roupa de
hornera e de senhora : na ra estreita do Rosario
n. 2o sotao.
Ka travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
mearo andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhates, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mes-
mos metaesepedras.

B3K

. Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua officina da ra do Baro
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez de O inda n. 34,
primero andar.
Fugio
a 20 de fevereiro o escravo de nome Joao. de 18
a iO annos de idade, com os signaes seguintes :
altura regular, secco, olhos grandes, nariz grosso,
dentes perl'eitos, rost redondo e sem barba, ca-
bellos earapfnbos, pos chatos e ehcios d cravos.
bem esperto e ladino, canlioto, eo inheco, tem
bastante pratica de arniazem de carne secca ; le-
vou una bolea nova com duas camiMa, sendo
urna bordada," 2 ceroulas, t camisa de meia. 2 pa-
res de meas e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levon i. e mais alguma roupa perten-
cente a elle : roga-se, portanto, s autoridades
e capitaes de campo que o appreheudam e le veni-
no ao seu senhor, a na de Pedro Allonso n. 7,
que serSo generosamente recompensados._____
Fo
ra os
callos.
Veneravel ordem terceira de
N. S. do Carmo do Recife.
De ordera da mesa regedora convido a nossos
charissimos irmios a comparecerem no nosso con-
feistorio, paramentados com seus hbitos, para en-
corporado", aeompanharmos a procissao do Se-
nhor dos Passos, que tem de sahir do convento do
Carmo, no dia 28 do corrente, pelas 3 horas da
tarde.
Consistorio da veneravel ordem terceira de S.
S. do Carmo do Recife, 26 de margo de 1873.
O secretario, -
Modesto do Reg Baptista.
AMOTACES
COHHENTARIOS
Aleida reforma indiciara
PELO
is. 370310 :&&si?.o:a s::s:
l'VOHME DE CERCA DE 300 TAGINAS.
BROCHADO 75JOOO.
ENCADERNADO W>*0.
EsU obra tem merecido elogios dos juris-
consultos e dos estadistas, sendo devidamen-
te classificado como o mais bem elaborado
irabalho e o mais completo sobre o ob-
jecto.
Livraria Franceza.
Ajudante de cozinha
Precisa-se de nm, paga-se bem ; no hotel da
Independencia, roa do Imperador n. 32.
O nico remedio contra os callos o em-
plastro americano c que sobre todos tem
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia America-
na, ra Duque de Caxias n. 57.
CASA DO OURO
Aos .VOOO-OOO
Bilhetes garantidos
Hua do Baro da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do coslume.
O abaixo "assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 300 em dous
meios de n. 836, alem de outns sortee menores
de 40* e 20 da lotera que se acbou de ex-
trahi (43*;; convida aos pessuidores a virem re-
eeber, que promptamente sero pagos na forma
do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi* no seu estabelecimento com-
pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
aniiun ios.
Acham-se venda os muito feliies bilhetes ga-
rantidos da t* parte das loteras a beneficio da
igreja matriz de Ipojuca, que se extrahir no
dia 29 do corrente mez.
Presos"
Inteiro 6J0O0
eio 3#000
Quarto 5003
Be f OO-OOO para na.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto !37o
Recife, 20 de marco de 1873.
Joao Joaquun da Costa Leite.
snmmamente excelleirte, ftii remover e neo-
'.ralizar tedas as materias taporas ene m
:riam roda dos dentes e das gengivas.
tornndolas duras, soas-e d'uma linda cr
encarta*!. Qu-mtoa delicadora, riqae
e permasencia do seu fragrant aroma, efe
por certo n5o tem igual; e a sua supe
rioridade sem riv*. Ella ialmenle ter-
oa-seum meiomui excellente, para toe
remover de sobre-a pello do "rosto, toda a
qualdade de brotoejas, ebuliooes, sardas,
-pannos, manchas, impigen* e espinnas.
Quando se queira -servir della como reme-
dio para fazer desaparecer t Jestes disfigurameatos, e que tanto desei-
am as ndas feices do bello exo; devera-
e usal-a n'um estado de dillwcao, destm-
perano-a n'umapouca d'agua ;porm no
ratamanto de qualfuer espinka, usar-se-ha
iella ftura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de cem-
municar as feices trigueiras e paludas,
ima pe lie rancia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de-roca :
para um tal fm, ella leva a f alma a todos
os perfumes que-se teem inventado at "bo-
je, e existe em plena soberana sem mal.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua de Florida i* Murrat A
Lanman.
As iraitaces que seiem feito na Franca,
\llemaaha, assim cerno em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui- especialmente
s senboras, que teaham toda a precaucSo
8 cuidado, de quando comprarern. esteja
:ertas que compram.
IPP*^ De (0 palmos.
Sapotiseiros e fapoteros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, fructa-po, oiti-cer, ariticum-a-p, aba-
cate, laranja-cravo, flanbovant ou brujante, pal-
mera imperial, rosciras de qualidade, alecrinss
parreiras, oracio da india, romeira* e outra,
lanas : na Capunga, ra da Ventura numero 20.
Escrava fgida
Au.sentou-se da casa do Sr. Jos dos Santos Oli-
vera, on-le se achava alugada, a escrava Ignacia,
de cor preta, estatura regular, cheia do corno,
olhos grandes e meio espantados, nao tem bons
lentes, e falta-lheum ou dous na frente. Desde
protesta-se contra qualquer pessoa que a tenha
oin seu poder, mesmo a titulo de pagar os seus
servicos : a pessoa que a tiver ou der noticia cer-
ta, pode dirigir-se sua legitima sennora, D. Car-
lota Augusta de Figneiredo Belfort, no pateo da
matriz, no Poco da l'anella.
Quem precisar de um liomein portuguez, de
33 anuos de idade, e de conducta afianeada, para
o Borrico domestico, pode dirigr-se ao seminario
de Guada, onde ainda acha-se empregado, ou
ra do Imperador n, 28, armazem do Campos.
Avisa-se
a quem der noticia da escrava Guilhermina quej
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa^
tos, e depois comprada ao. Bario de Nazareth,
representa ter 23 annos, tem falta de dentes na
'frente e as nios com cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, que des-
appareceu da casa do sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamante recompensado.
Casa for eir.
A casa torrea n. 83 da ra de Hortas, pertcn-
cente Francisco de Souza Reg, e que vai
pra^a pelo juiz dos feitos da fazema, foreira
santa casa da misericordia de Loanda : seu pro-
curador mora na ra da Cruz n. 19, Io andar.
Klbeiro A Gamillo jnrcipam ao publico e
no respeitavel corpo do commercio, que tem con-
tratado com o 3r. Jos Crispiano da Silva a com-
pra de sua padaria sita rua de Vidal de Negrei-
ros n. 147, livre e desembaracada de qualquer
direito : porm sealgucm sejnlgar credor mes-
ma, queira apresentar-se no praso de tres dias, lin-
do osquaes nao se atiende a reclamaejio alguma,
assim como previne-se aos devedores da antiga
firma de Francisco Jos de Campos Panplona, que
desta data em diante licam sendo devedores fir-
ma cima supra. Recife 26 de marco e 1873.
Veneravel ordem terceira de
S. Francisco do Rec.fe.
De ordem do nosso irmao ministro convido a
todos os eharissimos irmios, que paramentados de
seus hbitos, comparecam pelas 2 horas da tarde
do dia 28 do corrente, na igreja da mesma vene-
ravel- ordem, para encorporados, aeompanharmos
a solemne p ocissao do Senhor Bom Jess des
Passos, que tem de sahir do convento do Carino.
Secretaria da veneravel ordem terceira de .
Francisco do Recife 26 de marco de 1873.
Thomaz Fernandes da Cunba
Secretario.
7Ontfora NovaN. 7
pianos. :
Araban de chegar muito bons pianos fortes e de
elegante modelos Aot mais netavos e bem! co-
nhecidos fabricante*; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel WJff C. : no
vapor francex, Aro*4o Baraa, da Victoria, ki-
tr'or Novt b. 7. (l -
francez.
Botinas de luto e'phatnaua, branca pretae e de
diflereates core, unto nra senhoras, como- pa
ramertai 'li ">rTTr
Sapatiobos com salto no rigor da moda, brancos
Botinas de Xelies, de Sujer e de Polak, para ho
meas.
Sapatos de cordavio Mili apara bomens.
Beliius par* menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perueiras tanto para bomens
como para meninos.
topatlu de Suser para horneas e menino*
Sapau.s de verniz com salto para bomens.
Abotinades de muitas quahdades e preces para
meninas e meninas.
Sapa toes de verniz com sola de pao proprios para
sitio, jardios e hanluis, sortrntento para lnnaen
e senlioras. I
Sapatos 4e tapete, c-awmira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e franoez.
No arnuoem do vapor francee, rna do Barao da
Viciotia, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Fines extractos, bantas, leos, opiata, e lies den-
trifiae, agua de fl r de laranja, agua de toile-
te, Jlvina, florida, lavande, pos de arroz, sabo-
netas, cosmticos, muitos arttgos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
' tractos caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
rentes tamanhos d'agua de cologne. todo de pri-
mein>. qualidade dos bem conhecidos tabriean-
tes.Bver e Coudrajr,
So armazem do vapr fraoea, ra de Barao da
Victoria, outr'ora Sova n. 7.

Para viagens.
3001000
Ansenarara-se desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno dous escravos irmaos, sendo um de
nome Lourenpo, de idade de 20 a 27 annos, esta-
tura regular, cheio do corpo'. cor clara, cabello
estirado, rosto redondo e sem barba ; e o ontro
de nenie Aodr, da mesma estatura, mais franzi-
no do corpo e mai < novo, com os mesmos signaes
do irmao. sendo comprado Lourenco ao Sr. Clau-
dino de Albuquerque Mello, da comarca de Patos,
provincia da Parahyba, e Andr ao Sr. Joao Fran-
cisco Gomes de Arroda, da comarca do Limoeiro.
SuppSe-se que seguiram a estrada do Limoeiro, a
Serradoeixeira ou comarca de Patos; roga-se
a todas as autoridades policiaes e capitaes de cam-
po qne os apprebendara e levem-os a rna do Apol-
lo n. 30, armazom de assucar, que se gratificar
c,om a qu nt a cima.
| Consultorio itiedico-eirargieo S
S Dr. lerreira
V Ra larga do Rosario n. JO, (antigo
U Gratis ao pobres.
N0VIDADE
Fiambres preparados, s libras
ros, com inscrip^es analegas
ellas.
Pasis, bolos, pas-de-l, pudings em-
padas para sobre mesas.
Vende-se na ra do Imperador n. 24.
C<)Dfeitaria do Campos.
Casa para alugar
Aiuga-se o sobrado de nm andar e sotao ra
da Imperatriz n. 82, com grandes aecommodaces
para lamilia, tendo agua e gaz, e quintal arbori
sado: a tratar na ra Nova n. 8.
e intei-
ou sem
Quem precisar de ama secca ou de leite, di-
rija-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja, tratar.
Muito'boas malas e toolsasipara viagensde c
de-erminhos de ferro.
Botas de sioatarta.
Novo sortimento de botas Napoleio ea Guilhcr
me, ,perneiras e mciasperneiras para homens,
e metas perneiras para meninos.
No armazem do vapor france', roa de Barao
da Victoria ontr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeirae de balando, de braco, de guarnieres, sc-
fs, jardineiras, mesas coaversadeiras e cosni-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armacem do vapor franoez, rna do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
4rt4Mi de diflereates gotos e
Jihantazas.
os para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas,
Luvas de Jaavin, de fio da Eseocia e de camua.
Caixinhas de costura ornadas cora msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obra* de ouro bom de le garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos limitaro e botoes de pnnhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantaza para cima de mesa
ejtoilette,
Pineenez de cores, de prata dourado, de a^o
rruga.
de ac fina e de todas as graduacies.
Bengalas de laxo, canna, com castoes de niarfim
Bengalas diversas em grande sortimento para bo-
mens o meninos.
Chieotinhos de baleia e de muitas qnalidadcs di-
versas.
Esporas de tarraeha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para, charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabera.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirnhas de madreperola para dinheiro.
Meas para bomens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e ontros muitos differentes joguinhos alie-
m5es e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhus de ferro,
Hamadeiras de vidro de dar leite mui fcil s
criancas.
Argolinias de marfim para as erlaneas morieran,
bom para os dentes.
Berros de vimes pan embalancar criancas.
Cestinhas de rimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para pnsseins de crian-
cas.
Vehcziana? transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para c:.ndieiras de gaz.
Esterescopos e cosmoramas c^m escolbidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminaeoes de
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadores de palha e de pennas.
'esourinhas e" caivetes finos.'
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tintciros de louca branca, modelo bonito e bom. .
Tiras" de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadro j promptos com paysagens e phantazi
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqui
lharias difflceis de mencionar-se.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo?
os brinquedos fabricados em differentes parte*
da Europa para entretenimento das criancas
tudo a preces mais resumidos que possivel :
no armazem do vapor francez, rna di Baro
da Victoria, outr'ora roa Nova n. 7.
.PARA PIANOS
"Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro
fado.
No armazem do Vapor Francez ra
Baro da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para cosua.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do BarSo da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
estu-
d<3
Cozinheiro.
No armazem do caes do Apollo n. 69, se dir
quem precisa de um bom cozinheiro para casa de
pequea familia ; paga-se bem.
Alllg!
ja-se
o terceiro andar do sobrado sito na rna larga
do Rosario n. 41: a tratar na ra do Vigario
n. 31,
iwn n T :
Neta tv^'fr.ipTii.i precisl
p..ra p.-.(-!i;;(!., de rula, c'uJB m-h':>* pa a p/e-
hedor de papel.___________________'
o dit.Sdc fe ve n;ir i V 187;; fu^lo o nieu
escravo uuiy^ U*\ i.la-Ui (* aiinw, estilara 7
palmo, cM!o corrido, h\to de Aoagd-:. tes na
frente uo queixo superior, o lentes podres, os
dedos dos ps cortos, per achatados j levou cami-
sa de madapoUls,Valca ^de casemtra parda, de i\-
;odao, chapeo preto de massa : quem o n- g* r
usonhor S^baliaj Jos Mendes, nos
levara a seu sonhor s^liasnai Jos mcihicn im
AfAdos/o sitioMo Boi, que er bem reconven
a IJ JTK T ^. "i
COMPRAS.
Na fabrica de arveja rna do Brom n. 7,
compra-se laranjas da trra a 640 rs o cento.
I
T
-
Compra-*e vende-se traste ova* *k
e osados : no armazem da ra do Un- *X?
pefador n. 48. [ft
Cowpra-se rendas e lteos, send.) finos c bem
feitos, e de divursas larguras : na rna do- Cm
mercie 46.
Chumbo
Cimpra-se chumbo velho c estanto, em peqoe-
nas grandes porcoes : a ra Nova loja n. 11, do
Azevcdo._______________________________
Compra-se una carroca com boi que se a
manso: a tratar no pateo do Carmo, casa de
bachos._________________
Comprase urna carroca com arreios para ra-
wllo, ipie seja em perfeito estado : na na larga
do Rosario n. l-_______________________
Compra se armacsles usadas de chapeos de
sol: na ra larga do Rosario n. i-i.
VENDAS.
BULL WMB
Tinta rxa.
Esta tinta preparada exclusivamente pelo phar-
maceutico PEREIRA DO REG, c til para es-
creve.- e tngr seda, la e algodio : vende-se na
pharmacia Torres, ra de Marcilio Dias n. 13"',
antigo pateo do Terco. Preco de cada garrafinlia
00 rs.________'_________________________
Doce de Caj Secco.
Vende-se na ra do Bom Jess n. 27. I. andar,
muito bom doce de caj secco, porgao a vonlade
do comprador.
Barris para niel
Vndese por barato preco : na ra larga do
Rosario n. 34, botica.
Isto que vender
barato.
SO' O VIANNA A' RA LARGA lj ROSARIO
NtlIEBO -n.
ii earrites de linha por iflf) rs.
3 gravatas pretas e de ores p< r I ;.
i bonito onfeite para senbora p< l.
1 masso de pentes por 1 .
1 pecadebico por 900 rs.
1 par de focos para senhora por i$.
i dito de dito de duraque para homem por 53.
1 par de borzegum francez para dito por 84.
t pcija de ir.edapolao muito lino por i.
i corte de caseniira por 3|.
1 cobertor por 1 i 200.
1 par de borzeguns para ..; por 'i.
1 balao para senhora por IS.
Chitas a 00 e 250 rs., inadapolo a 300 1
240 rs., algodaoa 240 rs.. cambraias a 280 rs., e
muitas outras cousas, qne todo rende por me-
lado do preco.
Pao de Vienna
Na padaria da ra Direila 11. 26, vende se dia-
riamente o muito aprecavel pao de \ ienna, o
nhecido por pao de cerveja lambem se re ni 111
as casas dos eoBsomidores.
vende-se vinho superior do Pone e charu-
tos daBahia : na ru da Madre de Dan* n ;i
i. andar.________________
Vende-se feijo mulatnho -111 saceos a re-
talbo por menos preco do que era outra q ia
paite, na roa da Praia n. i.
1801
Aiiiar.il, Nabuco & C. ven-
dem as sfcgurfltes qulida-
dos de ieias de lio de Es-
cocia:
Brancas, abettas nojeito do p, e bordadas a
seda, para senhora, alienas, para meninas, cruas
e-de coles para lionieni.
UE Al.COl'AO
Brancas c de cores para meninos, meninas, ho-
mens e senlioras. *.
IK \\
De cores para ra nios, meninas homens e se-
nhoras.
DE SKDA
Carinezim e Wtsai para paflres, capellils milita-
res, eonegos e hispo.
No bazar Victoria, rna do Barao da Victoria
numero 2. .
1
Leques
Amarnl, NalMicn C. receberam um variadi--
fino o cletanle sortimento de toques de madrepe-
rola bn.iica laviada para noiv;-s, .piciuiada para
I assew, bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e lavra-
dos, d>> marfim Usos e lavrados e com seda, do
osso lisos e lavrados e com seda de todas as cures,
de sndalo Imrdados a lantijonlas, .e para meni-
nas : vende-se no ba/.ar victoria, rna do Baro da
Victoria n. ________________^__^
Bordadas a seda
Amarar, Nabato >V C. receberam da Ear ; a
pelo ultimo vapot rooTai para senhora, de lio de
Escoitia, brancas, alierUis no peito do |mj, e borda-
das a seda, u q:ic se | de chamar novidade, e
sao da ultima mola rm Pans ; vendem n
victoria, na do Baro da Victoria n %_________
Chapeos para senhoras
Augusto Porto acaJia de rcivher os mais lindo*
eliapcos de seda e pa'lu de cor. enfeitados gra-
ciosamente e un liiissimas llores, para senboras,
vestidos de blond eom sel. biaora e flores linas
para noivas, cliapelinas brancas e piets, ricas !u-
oicas polonesas para senhoras e inuitos OUtl s
trtbjOS que vende |ielos mais COlnfltodO* precos :
na rna Duque do Caxias n. 33._______________
A horboleta
da rna do Mvramento n S est vendendo, pelo di-
minuto piv- ii.ados ingli-7.es ultii
chcaados a esta pra a. _________^^
"CUITAS
avariadas
1 hitas com pouca ararla a lfift, OO c 2'.0 rs.
o covado.
liila^oo.
Madapolo com pouca avaria a 4000 c
a pera.
!Sgsti$.
Algodao com ponen sujo a .' e 3j."00 a p;a.
Dito dito marca T a 3^300 e '> I 00 a pe a.
Chita para coberta.
Chitas paia coberta com alaria a 210 o cavda.
Meriii azul.
Merino azul entestado lino, propro para r^a
pas. a _20* 0 o covado.
vendem-se os segmntes livro, nesta ty
graphia, por precos b?ratissimos :
Pardessns Droil rommercial,
Viliaunic Rcvo'ntioo Fran aise.
Rltiber Droil des gens.
Rogron Codc de comaierce.
Vattel Droi des gens.
Ventura Ponvi pnbiic.
Porlers Conrs de droit natnrel.
Louis Blanc llistojre de dix ans.
(asa.
Rapara vender nos Coelhos a. 20. ti
cas boas.
Kil|I.
Na ven.la 11. 22 ra da Imp ratriz
VENDE-SE
1 libra de rap de ara lina por 900 rs.
1 libra de rape superi r p r 90o rs.
1 libra de rap ara preta por -rOOO,
Attci
ncao.
Vende-se urna das melhores (avernas nojBarro,
freguezia dosAfogados, 110 lugar Rraca do Capim.
muito iropria para principiante por ter poocos
fundos: a tratar na mesma, com Joaquim Lucio
dos Santos.
Vende-se urna rede de 60 bracas de comp i-
mento, muito boa, e por commodo pnce : a ver
e tratar na ra de S. Miguel da freguezia dos .vfo-
gados, defronte da fabrica de .Sabio.
Vende-se um terreno situado ni Agua-Fra
de baixo, na ra da GeneraeO, com oO palmos de
frente e 470 de fundo, a i o palmo : a tratar na
ra de Hortas n. 53 com seu proprietaro Angelo
Gomes dos Passos.
Vende-se a Inverna da ra do Rangel n 53 :
quem quizer fazer negocio dirija-je na mesma.
Fl
Vende-se um excedente sitio otn Bebente de
baixo, junto a estac.io do Fundan, mralo na
frente e portao de ferro, com urna bonita casa de
pedia e cal, tendo 4 quartos, 2 salas e cnzigha
fra, tem 330 palmos de frente e 4,800 de fundo,
sendo de mata, com excellente cacimba de agua
de Deber; assim como um outro contendo 58
palmos do frente e o mesmo fundo, tendo urna
pequea casa de ta pa : quem pretender dirija-so
ra de Pedro Alfonso, antiga ra da Praia, nu-
mero 37.
Para a qnaresma
Matilhas pretas brasileas para senhoras a
tUiOO.
Ditas ditas madrileas para citas a 7 c 8/.
Franjas pretas de seda com 8 metros a poca a
6JO0O.
Luvas pretas de torcal para senhoras, o par
11000.
Galoes pretos de seda, a pera a 8 c G.
So no,bazar da ra Direita n. 51 se encentra
destas pechinchas.
Vende-se urna escrava aiuda moja, lava e
cozinha bem : na ra Nova n. 23, loja._______
Vende-se um sobrado em urna boa ra : a
trat.-ii- 11;, i-ua da Imperatriz n. 8, loja.
Aos Srs. de eigenli.'.
Devcndo-se mandar para o Rio de Jan
saldo dos uteucih'os provenientes da refina^o
Monteiro, eugaja se os sinhorcs de eng
aproveitar esta oceasiao para comprar I
utencilios de prmeira qualidade, fabnc;
melhnres aut res de Pri?.
I." urna ni -hii 1 de Vacuuml de cobre
odas as pertem
i: qnalro Blln ; r odes.
3.* tres cal1' iras para eozinhar,a vapor, com >
fundo dobrado.
!. uma dita rom serpentina de cobre, rom 1
kilos de pes .
.'i. duas turbinas de Cail & C.
t. duas ealdeiras a vapor, de 7 roetr
comprimento, ca la nina rom 2 aqnentadores.
7. una machina a vapor do 8 eavallas Je
ore.... da oflkna de C. Starr & C.
8." uma machina para ralar assocar. ^_
0. 1500 formas i!'1 um arroba e roela>
10. Qoatro ealdeiras para estufas.
11. um montejus.
12. 12 remos, 150 torneiras de cobre e por-
co grande fle ranos de cobre viudos, de i
de diversos diamemetros.
Chamamos 'sobra todo a attenoio para as iur-
binas, que ambas serio mais baratas do que un.a
s dai ingk'zas : a tratar na ra do Sebo 11. 3!>.
buje Barao de :;. Borja.
N. ft.-Ds scnhoies que desejarem parte maior,
pode se dar pralO para pgame to.
Vende so o hotel da roa das Aguas-Verdes,
bem afreguezado, com bastantes assignantes e
bem acreditado ueste lugar; faz-se negocio com
todas as pe tencas por ter de retirar-se para a
Europa.
Attencao.
Vende-se urna escrava boa engommadeira e o>
sinbeira, sem vicio, e i.....1 urna cria de 7 a 8 aa-
nos : a tratar na rna de Santa Cecilia n. 37.
CUHENO.
Vende-re o verdadero cimente de Portland : zn
armazem da bola amarella, travessa da ra do
Imperador, garante-se que ninguem o vende pjr
menos.
v ende-se ou aluga-se por preco com:
um pequeo sitio bem tratado c olantad ..a
urna pequea casa, cacimba e banheiro, em Be-
beribe, lugar do Fundan, ra da Esperanza : a
tratar na loja da Conquista, ra do Cabug na-
mero 0.__________._______________________
Em Oliida
Vende-se urna casa terrea em Olinds, na ruaJo
Amparo n. 10. em muito bom estado, e chaos
proprios-^ tratar na ra da Imperatriz n. i, l*
andar.-*^
Vende-se.
a casa tenca n. 45 da ra Vidal de Negreiros, ou-
tr'ora pateo do Terco : a tratar na ra do Bar^j
da Victoria n. 61.
Carrocas e bois
Vende-se dous bois mansos e gordos, c duas car-
rosas, proprias para carregar assucar : na ra
Augusta n. 248. ____ ^__^
Salsa parrilha.
Nova e de pri^icira qualidade
Vende-se
ra Larga do Rozario n. 34
Sitio
Vende-se um excellente sitio com bonita casa,
perto de uma das esta<;5es do ramal dos AflUctos:
na ra da Concordia- 28._________p
Vende-se urna pequea casa de tapa, bem
construida, tem 6'palmos de terreno d* fronte e^
170 de fundo, na estrada nova de Beberib". p. rto
da segunda eslacao de Agua-frii, rende mensdl-
monte 14, vende-se por prefio muito razoavel: a
p ssoa qne pretender dirjase ao largo da Santa
Cruz n. 4, Inverna, tratar o neg ci, e tambem en-
sinar a localidade.
^


Diario de Pcniatottco Sexta feira 28'rdeMrco de T83.
T
Fazendas em liquidado |
A loj,
Caxi s
uilas t
Brides
Outros do
1 adr^pi
ra do Duque de
sortimento deibo-
a, sendo
ados e
[ola queiraada cura boditos
N. 60: Jtaada^m^ratriz N. 60
DE
PEREIRA DA SILVA &
Tendo o propretario deste importante estabelecimento, grande ventarle e liquidar
talas as fazendas que tem em ser, tem reaolvido vende-las por presos milite mais barato} do
pti se vendem em outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razSopor qu oW
wfaarespeitavel publico a vr sortir-se, nao s de nm avultado sortimento d f&MndV^P
%. rao tambero de grande sorumento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
Igrevine que,s-vende a dinheiro vista, por estar em4iquidja^ r* -\ -"-y &'
GREWIUM lOFFICINA D| ALFAIMTNA L0* M
^^"^^^K1^800118-000^ Noste grande e?UbLolo en^ari
O fvo receben um> elegante sortimonlo o-r-8B8rtvelpnbico,Bnttbin.onl| tffi-'
iaus lm.Lis grenadmes protas com listras Cra de alfaiite, onde se mftda ^Sfe^K
dsela de cor, tendo entre lias eom luir qoalqoer peca de obra; Uoto-part tonein,
awia propria para luto, que vende pelo ba-'eoao para meoioa, coa A. omQWW-
ntesuao prego de 800 ris o covado ; assim tesa e pereclo assim coao pa qtftd
>dita muito fina cora listra encarnada,'hito quede repente appareca, teodo oa i
qae vendo a 1*000 ris o covado. Esta m oficina om perito officiaj destinado ara
faKwfeveo. pelo paquete chegado ultima- farda dos Um. Srs. officiaes da goaraa ns<
euie da Europa, e hquida-se na loja do ejonal oa tropa de lioha, endo esta offiena
^s^^AiiSimiDosAtrrra^pedro t3
95000 e 10*000 RS. I ESPARTll05 A 34000,
Pavao recebeu um elegante sortimento o Pivlo tem m grande sortimento de
smais linas carabraias brancas, abertas e espartilbos, tanto para sanhora como pa*1
fcwdadas para vestidos, quo vende pelo ba- meoina. qba vende pelo barato t>recp de
Wttarao procos de 9-J, e 105000 rs. o 35000. Ditos muito finos a 450JQb5JOO.
,brnea>,
preio! *
&s toja do Pavao amada hnperatris n. 60.
LASINUAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pava o recebeu um elegante sortimento
1* mi lindas lsinhas transparentes com
floraidias bordadas, tendo de todas as cores
Euusivo rota propria para viuva, e vende
efe baratissipfc) prego de 400 rs. o covado.
t p8cbicbane.qji do Pavao a ra da Im-
poratriz n. 60.
GRENADINES A 6iO*RS. O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimonto
> mais lindas grenadioes pretas com listras
branca* o do COOBS, sendo muito boa quali-
dafe, e vende pelo baratissimo proco de 5(i0
r > covido. I" pecliiuclia na loja do Pa-
vo a ra di Imperatriz n. 09.
.'JERTAS DE FSTO ACOLX
45000 RS.
O Pavao receben um ando sortimento
aie bertas grandes de'fstao, acolxoadas,
pMKseeidas com franja em volta, tendo bren-
caso de todas as cores, e ven.le pelo baratissi-
aeo prego de V., rs. E'poebincha na loja
.Jo Pavao a ra da Imperatriz n. O).
CBAPO PARA SE.N0R.V A 125000 RS.
6 Tnvo recebeu um elegante sortimetato
ios mais modernos chapeos depalba, rica-
tados, para senhora, com os seas
bu.....' ro8| e vende pelo baratissimo
?db-125900 rs. E'pochincha na loja
'.. I'avaoa ruada Imperatrizn. G0.
LAS MODERNAS
.XOADAS A
'
1 voi
id.
um bonito sortimento de
.. 1. I i st radas, sendo das mais modernas
Iaud vind > an m sread i, polo baratissimo
' 5 10 q 600 rs. o covado. E" pe-
ijado Pavo a ra da Impera*
RS,
pr ; 1 de 640
. iul.ua [ll \>;
rs. o covado. E1
' 1 a ra da I np
. s. i; i.
SUi RADAS A 610
0 !'.:' ..1 :.
1 1 -. 1 para a loja do Pavo um elegante
ni 1 das ni i'... mitas alpacas de c Jres
. ido as s m lis modernas que
. fido para vestidos, o vonde-se pelo ba-
ln 1 pr kj i de
iu I >ja
-J onnali*!. nltiwA no-
- :> 5e.
') i' va < re 1 pelo :'i no vapor de
de c tmb ai 1 I a com ba-
/ los, teH lo fazon la
ir 1 v'osli lo de qu il \a ir"no lolo,
v ioos :': ",'i is que tem
t lo, e p da sua excessiva bara-
1; .1 : ihoraa
Bazar do Pavao, ra da
:. :; >.
i 25100 A DI ZIA.
O I 1 Lera urna grande p irgao de len-
1 .1 bai ra de V muito bonitos
[i la '. 1, q te v ;. 1 p ir 2$4O0 por
iv,"io,
Ditos to los bran bados amito fi-

1 le >r, muito (i-
in ka, na loja
Pavfio.
16 uieii>aa a 3r>9.
BPavoi.....beu pelo ultimo vapor, um
". .' '.ti de rom iras pretas de fil
. c im lin los enfeites pretos ede
t res, e \ < p 1 baral 1 preco de 35000
ia um, por ter gran le porra i.
Ditn to l le s la ri :a oonte enfeitadosa
jwoo.
PARA OCABSAYAL.
O 'a'. 5 M ii i; 11 grande sortimento do de-
is t"'! nas quali lados gOStOS, propijos
iaocarnaval, tMvlotambem de merino
hcc ; muil 1 nteressantt'3, que vende ou
au-_: 1 p i1 presos muito baral ts, pot ter gran-
LBNOO'ES Dfi m\ IMANTE.
O Patio veade.leaQW r? bramante moi-
to grandes, sendo deimi pansa so, pelo ba-
atissimo preco o"e %V^0 cadi cm.
MADAPLOKS.
Pwpn de midipolao francez mr.ilo fino
toa -i) jards a c30C e UOOO.
Dil's i',',. 21 jardas m^iiu topetiur t
9&)Q e 73001.
.j in^'e/. fazenda muito fina 5^000,
10)00 e 61608 atilftieW.
Ditos francozeseinglez:.-; maito fiaos de
VJjifJ33 para differen'.es pregos.
ALGODOZINHO^
0 l'r.'l) veode por preco moito barato
:C38 ds aL'ol1 znh') americano muito
bom c)u 18 jirJasi 4JQ0<'-
Del. Win 21 jardas a 450 e 50OO
M 6?') '0.
D.tu largo marca T muito encordado a
#000.
A4.GOD0 ENFESTADO.
O Pavo vend o verdadeiro e superior
ijiOiVc-uho de da*> larguras para leoces,
Nodo muito en>:$ado l 00 cada vara.'
Dir. t afve*do di mus na largara 13^80,!-
CORTaS O ACUITAS A H)0 E 2SS80.
0 Pai.V) teo4e cortes de-rbim fr &i9i> com 10 covados polo dinianto proco
?j niM cida corte.
Ditas com 12 covado pelo.prwo^dil-
:l*0 ca.da corte.
33000. Ditos muito finos a WOJO 50JOO.
sao do 1 mais modernos que tem vindd ao
mercado.
CHITAS A 2i0 RS.
CHITAS A UO RS. i ,
. CHITAS km 5-
0 Pnio vende chitas francezas propria*
psra vestido, sendo muito boa lasen da, com
padroes claros e escuros, pelo barato prec)
de 210 rs o covado, por ter um. leva; to-
qm de mofo : pecbincha.
LIQUIDAgAO. DE a\LC,JS'DE GASEARA
0 Pavio tom nm grande sortimento! de
calcas de casemirade todas as crese qaa
lidadas, para todos o prec s, e desejaodo
omito Itjaida-las, rasolven vende-las por
un. preco muito em conta, para diminuir a
grande porc").
CASSAS FRA>TCEZAS.
O PavSo vende bonitas cassas francezas
com bonitos padres, e de muita phantasia
pelo baratissimo prejo de 210 e 280 rs. o
covado, sen lo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavo.
ROURNUS A 169000.
0 Pflvao recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at boje sao conhecidos, e cm rela?3o ex-
cessiva barateza, convidam-sc as Exmas. Srs.
para as verem, para assim admirarem o que
lia do mais novidade ueste artigo.
CORTES DE CAMBRA IA A 65000.
O Pavo vende cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
preco de 69000, por ser grande pechincha.
Ditos muito finos com babadinhos brancos
bordados a 8?000.
Ditos ditos com listas de coces a 45000 e
59000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de ba'oalinhosde cores a 9-5000. E' grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pavl vende suprior bramante de sl-
jodio tpn!) 6 palmos de largura que s
percisa de 1 '/ vara para um lencol, me-
tro l.fiOO e a vara 10SOO.
Dito de lii!o pnro soperior muito encor
coai a mesmi largura a vara 23100-
Ditos franceses m^ito linos a 21300 e
Pe(fa de Hambuxgo e panno delinhocom
20 e 30 varas, par todos os pefs e
qoalida la.
Pecas de bretaoha do puro linho, tendo
!0 jardas pelos procos mus barato que se
;em vi-to.
Pechincha de fiaissimo esgnMRS snceleaa
om fi jardas .i 74-00.
Pe?a de Qniseinra te!enav com 30 jardas
1 3)J5 mi, atoalhado adamascado com 8 pal-
BBos oe l.ru'u.a a vara 2.) 0. .
calcas de casemira.
O Pavo tem nm grande sortimento de
calca de casimira, ksmb coa cortas o-
taa modernos qne tpm vindo nos altimos
S^arins e em fazenda das n:ais finas e mais
aovas ao mercado, e vende-se por barato
precb p"a aperar dinheiro assim como cal-
as de brin brarjeo e de c6r.>s por precos,
muito rtEuaveis para a:a!>ar.
CORTINADOS PARA CAMAS E MNELLAS
A .(5500,8^000 E I0d00\
O Pavao 4em uin grande sortimento d"
cortinados para cama e jan-das, que ven-
de oel-n barat pre^o de 7-3-J'OO; 8300') e
IOSOOU o par, teado ate por 18^000, assim
como colchas de damasco para camas de
noiv.is, e grande sortimeato de tape'es tan-
to para icadeiraj como para cimas. pi?.nos,
portas, etc., tudo vcnde por precos razoa-
vels.
CAMBRA I AS.
O Pavi vende cortes de cambraia trans
par^ne propria para vestidos a 25500 e
350 0.
Peca de dita muito ica com 10 jardas
tanto ta jada como transparente a 400,
5iJ000 e 63000 at a mais fina que vem
*o mrcalo.
CORTES DE PERCALIA COM DUAS.SA1AS'
A 43000.
0 Pavo vende bonitos cirtes de precalia
com duas stias, senda fazenda de mu.to
gostoa 43000, )oeciiincl)a.
BAPT1STAS DE GRANDE NOVIDADE
O Pavo vande um prande sortimento
das mais nnddrms, biptistas com listado
cor, proprias pira vestido, com as cores mais
novas que tm viudo ao mercado sendo
muito mais largas do flpw as chitas francezas,
e vende pelo biratissim preco de 500 rs.
cada cov4o
OimsCc aun i#et 5 rordonrM^
Grampey|rff3t4'V!d#*Alpsr' '
Bonitas ahotoaduras Je-Tlr TjoTJTaa>/U m
^S^SSm1^"^ qu*lldad'?'
Bonitos Teqyft&n
A- rOj' aT A'
Caxias ik.50, rt
'p1Ilmas^a(!pr(!cft#,
rados gosta; assim
deira/fine pe rtriiBeom o
te'twjdos tmaos ,u t Bfm-e ,,
Vaaos: A Ipj^'^jrala' fimea,' a,ma ,,do DnqnHW
Caxiks' m, r^ebori borjtas a^n%a^ de ts-, stns
tal era par cor ramagns doarafla's e raui pr,
pftas para-afrtmjos dlolet, etc,
nneis e colares elctricos
Alo;a-d*rtobi branca ra Duque de Caka
u. 50,.recj;b(iu-nva peoiessa A** proveitostaarnJ(ptheda pelos seoeautores, como sajam;
r!.-i,s wUerd Wiloo, Grover A B,/ka, Silen-
ciosas, Weed 6 Imperiaes e ootras muitas
(IM ceta vista devero agradar ao com-
GhefNraniio Bazar Universal, da roa No-
va n 24,'Bm"BfBwnto de machinas para
costura, das roelhores qualidades que existe
oa- Aasfici, mensalmente, pelo que empre "estar; prvida de
eQUs [O J
A toja d'a'aia branca ma-Dairaedc raxis n.
50, recebeu DOvamente Ixmiios diademas doarados
4 eneitafcis ctimpcdws. e aors, ubeas de g<&
toe pbaalasla. Tarabem receben noviis grn*\m
pretos ou aJSnetes com iteres para a caheep.
Leque:Oom) bouquts/o c(-
tros chjnefces.
A loja d'aguia branca na Duque de Canias
n. 50, reMtft)9{na.peeM,qBaritidade daqueft
bonit' 15 fques com bouqueis e outros cbinanfe.
Cold creme para refrescar e
'teciTa'pl!e
A toja (Tajuia branca a na Duque de C;u\ia
n. 50, recebeu cold reme dos afaados falrican-
les l.ubin, Legram e Comkay.
Diademas e ^rampos- de
^.^ti
A iofa, da aguia branca, raa do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos diade-
mas e gra rpos de apo.
Bicos de seda pretos com
flores de eores.
A loja da aguia brama, ra do Duque de
Caxias reeebeu, como novidade bouitos bious de
' seda pretos com .flores de cores, sobres:.l)inJo nel-
les o preto eoin encarnaAi, & todus mui BrooriBS
para barra e outros enfche de vestiilos le gra-
nadine, oamedina, e futras fin-ndns trancaren-
tes. Pela com;noiliil)Kle di prefos eeses bi pradones.
Esos meobmas tem a vantaga de faaer
o trbame que trinta costnreiras podem
(far dsriaiDeiite e coaem com tawta per-
feici como as sis permitas coetnreiraA.
Garante-fe a sea-boa qoadade e ensrna-se
a trabalbar com perfeiejo em menos de urna
nova, e os presos sao il commodos qae
devem agradar aos preten-dentes
n.wi-se ma<> tioamttibfl o |ela noviitae-ego.-ao^
preferiveisa quasquer.outros enftes.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da Bgbia branca, f ma do Duque dn Ca-
xias n. 50, n-ci'beu bonitos vfeS ou nantmlias
pretas de seda com flore?, e outras a imihcao de
croch, e vende as pelos banato pretos d'e 31,
45 estado, pelo que contina a ter proinpta extrac-
cao.
Diademas e aderecos d ma-
dreporola.
Alojadi Aguia branca na do Dmpuc de
Caxias n. 50, receben urna pequea porcao de
diademas e aderemos de niaderpi-rota, obras afi
apurado gosto.
1 cifeita novidade.
Grampos com borboletas, bozouros e-gafa-
n'wtos donra los o coloridos.
A loja d.i aguia branca, t na do D iju- de
Caxias n. 50, resaben novoe grampos com bor-
boletas, bezoaros c gafanbotoa, o qm do eerto
perfeita n.ivul de. A quanhdade pqmena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ormdaseom
pelucia 011 arminho
A loja d'aguia bra'-.ca ra Duipie teOaxrai
- 50, recebeu urna pequea qaaauade de boni-
s e novas gollils, trabalho de la c seda, en-
n 'tadas co:il anniiho, "!;:'a> estas de'inuitu goste
e inteiraa ente oras.
Grampos, brincos e rosetas
dourados.
A loja da aguia branca, a ra do Duque de
Caxias n. ."jo, recaban novaiente bonios gram-
pos, brincos e rozetas dooradoe ; assim eoipo
nevos dia lemas de aeo, e como sanpM conti-
na a ven e-Ios por precos*razoavc>.
Vende-se o sitio da estrada da Cruz de Almas,
que lica entre o do commewbrtor Tasso e n do
aesembargador Doria, com casa de viveeda, d fTe-
rentes arvoredos, grande 6aixa de canina, ele..
dando os fundos paca a estrada dos trtios urba-
nos ao p da estacao da Jaqueira : a tratar na
ra do Amorim n. :(7.
Botinas
para senhoras, a 6jjfOOQ;-na
loja do pav>.
PcKkra. dai^ilva & recifceramj slo, nliimo
vapor de Europa, um elegante' sormunto de bo-
tina> pretas e cora delicados ^enfeites de (res,
Farinha de mandioca a 3$ o
Na ra
quanto na" -< acaba.
sacco. /
da Madre de Dos n. 7 ;
a ella, em
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronebites, astbma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pbarmacia; e drogara de Bar-
tholomeu Vende-se nm cabriole! americano, de dous as-
?entos, muito I e e en bom estado : para ver
na cocheira do .ir. Cerina, ra do Hospicio nu-
mero 86.
Rival sem segmk
Cfieg raoi agulhas para machioas, do fab: cante
Crower 4 Baker. Duzia'por 2*000.
Punas assuctradas de BristoL
Mb CONTEM NEM CAtOMELANOS WEM NENHUI
OTRO- MINERAL.
A grande uecessidade e falta de um ca-
'.harticoou de urna medicina purgativa, ha
omite que. tom sido sentida, tanto pelo po-
ro, como mesmo por meio da faculdade
"meria; e ppr isso-, infinito o gosto e
prazer qu#' sentimos, em podsrmos com
oda a confianeaes'egdridade, recommendar
is piMm wgetaes (rusticaradas de Bristol,
:orno urna excellente medicina pvgativR, a
pial encona em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeiw, seguro e agradavel cahartico de
familia^ Este rometHo nao composto
iessas drogas ordinariamente usadas na
compc6cao dessas pululas, que por alii se
vende, mas sim, sao preparadla com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaos, hervas e plantas, depois de se
aaver cbmcamente extrabido e separado,
)s principios activos, ou aqueHas partes
pie cootem o verdadeiro valor medicinal,
iaqiB>'!ii.- porpes rosas inertes e agres-
tes inteirameate destituidas da menor virto-
1". Entre estes agentes activos ou i:
lenles especficos, podemos ncaienr a ;>o-
i';/i;fn, a qual segundo a experii
(nm demonstrado, psssue un poder o mais
*iaravi!hoso possivel sobre as regioes do
igad, assim como sobre todas as secre-
tes Biliosas. Esto decombinacSQ como
ndriri, e mais algtms extractos vege-
e drogas altamente valiosas, consti-
'.uem e formam nma -tilula pwgaliva, tor-
ano-se por isso niuissimo superior,
pakTOcr uin-.' outra medicina da mesma
laiareza, que jamis fora presentado ao
publico. Ai puls mgetaei assucar
e tii-isto'. acw-sebo semp^e um ceme
lio prompto, seguro e eminentemente efn-
iaz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguirttes.
liydropesia dos mem-
l;i'os ou do corjio
AiTecroes do Cgaio,
Ictericia,
Heiaorrodias,
Man hlito, e irregu-
laridades do MI(
femenino,
D >res de cabera.
Km todas as molestias que derivam ;
iua-origem da maesa do sanguo: a salsa
panilha de Hristol esse mellior de todo:
os purificadores tleve ser tomado conjun
.menle piulas, pois qae estas
5uas medicinas, tendo sido expressamehtt
preparadlas para obrarem de harmona um:
:om a outra, quando fielmente a'-'simse f.i/
q3o nos resta a menor duvida em dtier
jue nomaior numero dos easot odemos'
tliancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prempU e radical, iste
st bem visto, quando o doente nao s
cbe n'um estado muito aleta dos recursos
humanos.
IfriMlvo--
Clieguem a grande pechin-
cha a .yo 00
o sacco com M cnias-de milbo-: tratar no tra
[lidie Angelo, ou na ra da Cadeia n. i, prtaieiro
andar.
Pede obler em pooco t--mpo eom cnso-do melaor dos licores a &**d
SPEffil
Faz^odo anfios-foe cooheeido este precioso inico,'' e di
qee, Modo ex^imejMfc^silaene, hSrj fall va mliSffT,;
e apeUador, tSbaao^niKciliz delis inte* ds: iinUtA'Smt
timando-te dep^ii. o- r ,, <, ;tmm na
i li>.
^^'orna, pesio*
Ki-HMUflestk
\. kMitmiJuLi-
dailBSEERIDUNA LARAKJAiAMAjvOA, 8libaom,*t,N|3te^ I
;injas) qae 2 *onoeca! a. ptoprJttfl* O LlflOK V
ii
ea
ore
sen estado natnraHem na gostd p
te em retersoas tna proptindades
A HESPERIDINA-comomBSTBMP>NAC10NAaVl*>||i^nairqne d<
mefeores importte6eie8rop#--de4beg(jr1a semelbaote. EsUHMaflo mnito3&
ser gostosas, poreta a Hesperidioa a (di^inacio *f**-*
AURiDAVBII __
Para prova de qae om artgo no -qaal pde-se Jevii>._
e mooceoM, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada. e otoada pe;
mmmmm
do Rio de Janeiro, permitlindo saa livre elahoracSo no Imperio ; octr
; BOt PBOVA
a ;tteitacao geral que tem em todas as pies onde apresen**!.- Em t**8Ube-
iecen-ie a pnmeira fabrica em Boenoi-Ayres ; emLM* wo> lemiMInttrvido ;
oo da da ebegada de S. M. O IMPERAD^* maagwou-w a farica qt aemalmente
tcahalb na corto. BahValpareizo e em -leda a cwto do PaeiBto tom be acMitacao.
tanto qve rara a casa qae consideraompteto sea aparador sea orna garrafa de


O bomem velho tema Hespendiva para obler
VIGOR
O homem doente ioma Hesperidioa para obler





0 homem dbil toma Hesperidioa pora ol tor
Nos bailes as dotueftas e os mocos tomam s iiejperrdina para
aoimagau dorante os Iomcos gyros da
BARROS- JUNK3R 4 C, roa do Vigario Tenorio y. 7, I* andar,. Mcb&raU eeto
grande especifico, e ven:Jeni-no nos depsitos segaintes :
Joaquim ferreira Lob*,--roa da Impera?rz.
obler boa cir
Zeferino Caroeiro, raa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadeia
Aotonio Comes Pires A C, raa da Caitoia.
Antonio Gomes Pires C, caes 22 de fiovembro.
Gomes d-lrmo hotel-Oa Passagem.
E-. 2.
:
S::;:ir' PdWt Mm-
t< >n & G,
do Abollo ft Zii n 40

->|o ll. i
Fatjto scienle aos NOS fr^s^xe.- (us fea;
mudado o feu eposito dt macbifAs ;( va-
i-ir, moHiw e laxas da kilo eri
fnbrii'.a i iaw% or para r:a o
Plfl
ttortjAV


l1
SI
Gfc
SW 38 e 10,
f) pro|: iiari I |rl farem
mWbIn "s .PlT.r-- O" n| !!> eroai.
pttMwa<, joe leen nsWbelseitfn onsfnudi-
ff rro e t?ase rui do brek, jen-
!-'.' a cu.ri'i ,'. m I
lasjqntr i i asii

onie apnnlara-'
fiiOa cott p'jifoi-
tr v mtoOHi -or- ni i.


l>j(epsia, ol' irnii-
..istao,
!\s!.'incenca, cji. .
, prisBO d veMre
tiabitual,
\;m do estomago
liatuleucia,
P i'a do apetite,
Edtomago suio.

..... cam a
nmi n na>f>.
y- un qui -.,: ,
rraoi i .....! 1qe.90.jrew a> j^'. 3K 3a-
''" ra aattaiai quiqai ..... ia d Apo!-
maebiDi-nto b o >m ux:-.,f:\ lo. ., .
i '' .. ndsr .-'.
Api 1 tnhbrttottnmrat.au -. r-.n,.
we mise
"01c ,, ; 1 ;,, '>.. ieri.
^ra .-..: -.'.. ejtcrtfMn ra ... n. :.-> .
*

CadeirM t ratonas com usenuf iOfOOO cad-una ns caes do A| lio. arma-
tem ie T. mo Irmaoi & C.
n
C
rveja
n) \ \ AO f P Averdadelreerveja da naviera, marca ban
1 \| 4| INV* I ra, de soperior qualidaao : vembui Tas?
tj-ilxl'JU \X Ui autos & C. ea sea armazem da raa d
I'.m seas acmazens ra do AmorVni
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
fijlos encarnados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para espato.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas do Aasearofat algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia ero barril.
I'h isphoros de cera.
Sag om garrafoes.
Sevadinha cm garrafoes.
Lentf-haa cm garrafoes.
P.hum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do l>orto superior, di o.
Vinlio dt; Borde,1ux, dito.
Vinho de Sclierrv. v
Vinl da Madcira".
Pote; com linguas o dobradas inglezas.
Licores Unos sortrtos.
Comac Gaulhier Frircs.
Latas do touciuho inglez.
Barris com ropclho em saimoura-
nunnT 1 :7.
. BICHAS 1)E HMBRGO
As mais roeoDtes e melbores.
Veiidem-senaph.irmaiia e drogara de Dar-
.hnliiMieit di ('.., ra Larga du-aiiii (i Hn. 3i
Cal (le Lisboa.
1. ar !:r.
1 11
Vende se na ras do Bom leras c 2",
0:1 11 1 Iraptche Alf.iiiilega Velia 1 ais
.'!:c m r;:'... -, jL.|iicr parte.
De plaqu.
Aman! Nabuco & C, vendem narnirSes com-
pletis-, para e~)ntolMo t paras pnlcei
ras. l par de brinco?. I allinete, 1 diadema e
1 flor para o caliollo, InJn de tartaruga e de co-
ral, netos sdereerts, niedallias e briaros de pla-
qu : na na do Rarao Ja Vicrosia n. 2.________
Armaco

Vende-se urna armacao di- amar lio, envidrara
di, na fu do Baro da Victoria n. l : a n*ataJ
na mesma.
Cassas
iadas- a 240 rs.
Mcmilia.
, Vede-se, urna mobllia de hcarandi em
perfcito est!do': a tratar na ra da Madre! de
Deue n. ; *> andar.
um dos melhores fabricantes de Pa/is, e vendem- eentemente efiegado : lia' para. Vender i
so peto-batato preep de,6*009 : na loja do-Pa- er'iptorto*51J6qu1fti'o Goncah-esBeltrio 4,'
vio, ra da Iihperatriz n. 60. Iho, raa do Commercio n. o.
Ultimo gosto.
Cadcfras pretas" doorarias-B Tnartljetadas de" ipa-
dreperola : tms artnati de>Tasso frmao &TC,
no caes da Apoll
Libras sterlitias.
Para militar
Vende-se os seguintes objectos para militar :
1 farda jara oficial.. .
i bonet dem.
1 espada ulera.
i habito da'RiVsa.
Tttdo em.hfim estailo. e por prec/r coniaimU :
na ra de Marsilio Dias n 76, outr'ora rna Di-
r.-ifa.
Vende-se
una- l>oa casa tacna en chao propria, grande
quintal nmrad,,servindi- para familia, sita ra
das Crioulte ^rpnnga)-. Vndese tambem parte
de iu**outra.casa terrea, ara cha) proprio, sita
hia da Ventar* tCapnaga^: a tratar na rfla.*
de .Margo tQ A,A* xau.
avanadas' a
o covado.
O Pavao vende finisslmas cassas francezas de
Cores cora.os mais delicados padroes, por tercio
um pequeo toque de avaria de agua dVe, pelo
barato preco do doze vintens o covado. K pechin-
cha : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
e^__________________
ti
Vende-se oeogenho Ranea, sifo na freguezia do
Cabo,a tres tenoas di estacao de Oliads ; quem
pretender dirija-se ao cngenho Pars, na mesma
freguezia, atraterejm Francisco Xavier Carnei-
ro da Cunha Jnior, ou no Hecife, ra da Sau-
dade n. 6
iF
Chegou
nova reaas*a de hesperedioa : bo nraiizem d
Tasso Irmaos A C,: ra. (16 Amorim p. 37.
Feijo crioulo.
.%' ma I? Madre le IScum a. 9.
Vcnde-se-fejjao prelo. novo, j deste anno, ais
bar.toque era1 parte algnma ; a eHee amigoe do
bom e barato.
importaute.
M. H Ctiapman est refolvtd1 a liquidar sem
reserva de pre^o, os ricos candierros oMetos
para gaz e agtra em seu amwim, rna -VIftve-
rador n. 4fc E opportunamente dar o agente Pin-
Veade-fte sal' aova "d"L*ooa pelo meaos to seleneia dos leire? que se hM -e fazr, os
pfe do 1op w '''f P*rto na rus de fedro J senhores podem escolher o qtte melnr Ihes fee--
Afrotiso n. ,vier com antecedencia.
SEGREDO ECONOMA E CLRIbADE.
Obtem-se com o uso
INJEGCAO" S80ST
nica, hygienica, radical e infallivol na cu-
ra das gonorheas, flori1 brancas losis de
toda especie, recentes ou ciironicas; e que
offerece enmo garanta rio salntarvs resultados
a continuada ai^dicacao que srrnpr-e com a
n>aor vantagem se tem feito della nos hos-
pifiws (le Par.
nico deposito para o Brasil Bartholomeu
4C, ra Larga dn Rosario n. 3^._________
ms r.urais B\KAT\S
NA
immxkm
*Ml8s deii*ft'ID(M'B $ Sfwaa, aara^auuNis
dcTiomein,a t TWtte Miw* Wi'rt.wn
Oilxas graudsnom-hurrw* cures a i#510.
Chales pqMos-> de uwbmw botdad-s a relroa:
sao grandes e de boa qualdade ia 8j000 para aca-
bar.
Atoalhado superior n> dn Infgirra a 1*800.
Chapeos deso aSiW: sao dcagnan tranca-
do, mtaitn e\egmM* e de armaco maderna
Madapolo fino da marca M. 0. verdadeira, val
8>000 e vende -se por 6A0OO para acabar, nfr ^
Rria^t Cafegxi 10.

)
*


"Vene-se a padaria dft ra deMare Dias,
antiga ra Direi a. 60 : i tratar rmtsaai


r
Diarip, fie, f^i^nfou^ % foHm ^ faiMm&A%AM&irn
7 *
EBROHZE
/
V m'Tte"*;iri9:rTHlWqll GARBOSO .y* IRMAO
AVISAM aos Srs. de engcnhos e ao publico em .geral, que teem recelado da Europa.
grande sort monto de ferragans para engenhos e para lavoura, e quaesquer outr.os usos
e mistereada industria .agrcola, o quetudo vender por preces razoaveis. .
FormaS paa:aSSUar pintadas e glvanisadas, de diversos tamanhos.
VnnAww horisorta^ivWfica'c^'Ji'yeni'cOWheojdos uesiajiroVinci e fr (
VaOreS hoVisoifrtfesi tWtfcM'J-'tera'coWhepidL
mthores t -della, os

MoettdaS completas-de diversos ua.aiihos,<>bra muito forte baru -acabada. '
Mefl&S UlOendaS para assenaf em grades do madeira.

TaixaS (le ferro de ifrro fundido e Batido, de diversos ttinatthos:
lOUaJ u tgllft de diversos .tamanhos. i
RodagdIltildad de dvljrsb'slamanhdsequalidades. _' ., /
Conpertos concertam"com;pVompt{dao' qualquer obra ou machina, para o que teem
*t_**V sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
F,npnmmpnf1a<5 Mandam vir por encommtndada Europa, qualquer rsachmismo,
uuouunucuucti q corregpondom pon! uma rospeitavcl casa de Londres
b com um dos melhores engchheiros de Inglaterra incumbem-se do mandar assentar
litas machinas, e se resp'bnsabllsam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra-4 Baro, do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F V" B I- Gk O D E C A R D OS O. & I KM A O

JAI
Soares Leile A'Innaos, com loja do miu'dezas q perfumaras na do Baro da Vic
loria n. 28, poden muiu attene,o para os presos abaixo especticados, a saber :
Sapalo. de tapete para horneus esenhoras
a 17-200.
Abotoaduras para collcte a 200 e 320 rs.
Hem idem pura piiuhos a 320 rs.
Talherescabcdc viado [imita<;o] a 35000
a duzia.
le vil lu >u\
ti' w
ili,Au:< ni,
/IJW.-'A' '.


Ra da Imperatriz n. 72
DE
LourencoPereira MendesGuimarics
CASEMIRA PRETA A 25500O CORTE. COI/XAS DE FUSTAOA 2500.
Veod9~se-cortes.de; casemira preta paracul-, Vcnde-sc colxas de fustao, de coree
Lat de b/une/ua ##O0, W?500,5?S e (00. 25>300 cada uma. %
^ 'PANNO PllETO FINO A 2^500. C0BERTORES DE FELL0S A i?3*>-
Vende-se .panno onfcstado proprio para Vende-so cobertores de pollos c ,ppate
calca* palitts a 25>_qo, 35, W c 55000 o a 1P200 e 15100.
covado. SAIAS BRANCAS A 25000-
ALPACA .TRETA. A 500 RS.
Vende-se alpaca preta.una a 500 e G10 rs.
, 4,0 corado,
CORTES DE BR1M A 15500.
.i
. { tt* II
i-u-'i.i i.
,( iIkkmJ >
Ycnde-se cortes de brim para calcas de
homema 1550PoSSF0OO.
n
Duzia de sabobetesjde amendoa a 25500
e 35000.
MILDEZAS.
vros ikm notas n 320 e 400 rs.
Redes nfeitadas a 15V00.
Resma de papel pautado cliso a 25000,
Caixa do linha branca com 40 novcllos a _W00, 15500, 45O00 e 65000.
500 rs.
dem idom de marca a 240 rs.
Mago de lita chiucca a 15000.
PERFUMARAS.
'iarrafadt agua florida verdadeira a 15200.
Idem idem kananga do Japo a l200.
dem dem divina a 15000 e 15200.^
dem idem .Magdalena (novdade) a 15500.
('ai-rafa com agua de colonia a 500 rs.,
15000, 25000,45000 c 7/J000.
Frasco com Salsaparrlha verdadeirj a
rj-toOO.
dem com tnico oriental de Kcmp a 15000
<> frasco.
..MU.DEZAS.
Majos de t-sr,cas de caracol branca, a
iOOrs.
dem idi'in lisas a 200 rs.
Duzia de pe^as de cordo imperial a
320 rs.
Dazia de cachimbos pe
de gallinha a
Caixa de papel amisade a G00 rs.
dem dem idoui beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas I'erry a-SOO rs.
- dem dem a 400 rs.
PERFUMARLAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
25200.
Duzia desabneles cora flores a 15500.
SabonetesGlvcerim transparentes 15000.
lamias c-elegantes caivinbas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray.proprias
para presentes, assim como de palha c pape-
lo.
MODAS E MllDEZAS.
Indispensaveisde couro da Russia. para
senhorasa 105000.
I-cques para senhoras a 25000, 45000 e
75000.
Vara-de fita escoseza larga (novdade) a
Acaba de chegar a este estabelecimentOi m importante sortimei^Q.de,jpa,d.c
ouro, do melhor gosto e quedado qutj,tflin viudo nesto gpiiflro:cqmo cftgso^tas $(\
nix com lettras de diamantes e pi'uVujas liuas,.adereq* e uieios adec<;os ivm petb'as
as, etc., etc. ,; ,
Relogios de ouro, do differentqs'gpstos e qualidadcs^pra.toaaocnse, s#nhorap, desde,9
preepde 405000 at 3005000, senjlo esteg ltimos de-aiachinisflM> inais ape^ivoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes,.
Ditos de prata de 105000 e 40ff000. ,
''RA DOCAMTO'N. 5
:- MOREHA U UrVHB vfc C,
2>o(Ml. 145000.
Idcn idem de madeira com tarapa a Eampariuas gaz a 15000.
35600. Groza do botes de osso para cal$a a
Duzia de collarinhos bordados para ho- 200 rs.
mem a 85000. Gruanlas para casamento a 25 e 55000.
IdiQ 'dem lisusa 65000.
l'EHFUMARIAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 15000.
dem dem antique muito b 'in a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 15, 15500 e
25000.
Caixa e |i.s para dente's a 200 rs.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
doa 35600.
Mem idem beira lisas n 25500.
Garrafa de tinta roxa extra-lina a 15000.
Pe^as de fita de velludo de todas r.s cores.
Mem dem de sarja de todas as cores
'e larguras.
Idem idem do pos chinez, rauito bom, a [ Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
500 rs. e 15000. ;lote.
^;.i'jO'!i: sabonetes inglezes muito supe- Chapeos para senhoras e meinnas.
1 oret a 600 rs. I l.uvas do pellica muito frescas a 25500.
ESPELHOS
de ni '. tura dourada de todos os tamanhos, tceadoces do qua ir o, caixa e zinco, e murtas
miu as q le seria longo mencionar.
28 Rua do iiarao da Victoria 28
ra !os para lavrar a trra.
Caninhosde man.
('amas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d rame para fio
Fogocs de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
iiajias de ferro galvanisado para cobrir eaad
Prcgos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarocar algodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Bataneas, pesos e medidas.
EtSA DESHAW HAWRES & C.
RUA DO BOM JESS N. 4.
BARROS tt FU.IIO
Achando-se completamente reformado esW estabelecimento, e
tendo os seos ppoprietprios-ko uma importante acquisigSo de
joias as mais imodrnas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, envidara ao respeavel publico a fazer uma visita ao seu es-
t*belecimentOv aftm de apreciar e comprar ama joia de go6to por
-preijo rasoaveL
Charutos dotlavana
no escrintorio de Taso Imios 4 C. rua do Arao-
rim n. 37.
Vende-se saias brancas e decores a 23809
e 25500.
T0AI.UAS A 800 RS.
Vende-se toa Ibas felpudas proprias pe
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VtAGENS A 35009.
CUITAS BARATAS A 240 R. Vende-se bolsas para viageus a 35, 3556
VendQ-6e chitas francezas largas, para e.45000.
(hvesttoA 240, 20, 320 e 360 rs. o covado. I I.F.NCOS BBANCOS A 25000 A DVZIA-
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. | Vende-se lencos brancos a 25000 a-
Vende-se chita fiuas para cobortas a 280 zia.
c. o covado. GROSDENAPI.ES PRETO A 15800
MtSSELLNA DECORES A 400.RS. Vende-se grosdenaples prcto para vesudos,
. Vonde-se musselina finas, do cores para a 15800, 5, 25500, 35, 45000 c55*W*
vestidos a 400 rs. o covado. covado. .
FJSTA RUANCO A 320 RS. .MADAI'OI.AO KNO A '.5000.
, Vend-se fustao bronco para vestidos V*>nde-#e p:
Mi
-^a""'-
ft&
'" A LOJA BOM PT"
.REC.EBK
Apparelhos de mesa de C. ^hnstollo de Pars, Jabeante de %.&**
plajuo mais acreditado na Europa, tanto na qaddc como 'g^A^
na riqueza dos seos modelos. # ."\AI
Faqueiros cin caixa, colheres cuyluzia, aparclhos "d cha, ^ Kf
bandejas de todo Un>auho, gi\!hei saleiras, farinheiroj.etc., efe.
RcebeA-taiiibem
Grande sotlmento do quadros mnUos-ricos, com ae estam- %r$fc
pas, as mais bellas \indus nesta-praca.
Recebe encomniemla para o Pwto, l.yon e'Potis. ;
Mrica". de iirnamenfas Bir" ig^Js, p inntgns
if*:i/^;l'f.T TI
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito linas a 360
e 400 rs. o enviado.
CAJJBRAIA BApTISTA A 400 RS.
Vende-se oajjibraia haptista para vestidos
deisenhora a 400 rs. o covado.
45300, 55, 65, 75000 e 85000.
AI.GODAO A 50M.
Vende-se peras de algodao bom
'i5500, o5, e (5000.
ALGODjO ENFESTADO A 300 ltv
Vende-se algudo enfestado a 900 ti.
metro.
***

VI. f>*l*n.'nr>?
-n I
%m%zw$
MMM^wrmmmim-


IrW
. -^.'8
RAPE A REA FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MORE IR A & C.
NA
BAHA
I
I
:
SOARES LEIE,
mucos
Rua do Barao da Victoria ji. 28
As mais simples, as mais baratas c as meUaorofe ,do mundo!
Na exposi<,ao de Paris,. cm J867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a mcdalhadewircr e a c-jndecora-
o da I.tgiao de Honra, por seren as ui;tihias mais per.
feitas do inundo.
. A medulha de ouro, confeuda. a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por sor o mentor da machina de eos
tura.
A mdrlalha de ouro na esposicio de* Eortdi^yacreditara
estas machinas.
A
Morena < 0. solicitara a atten.ao do publico da provincia de feroa-
buco para o TapArca Fina- producto de fabrica pertenrene a lilhos
do paz, e cuja qualidade est condecida perfeitamente igual do vcnl;-.-
deiroArca Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, teudoalra
dissoa vaotagein de ser viajado.
No intuito de tornar couheceido dcvidaincute apreciado o rape Avt
Finaos annnunciautes acabara de autorisar seu agente em PomartbucB,
a acceitar, rao grado, os obstculos c dreitosdeintroduecao.a lutada
concurrencia, acorapauhaiido-a nos abatiraentos do proco at onde for
isso compativel cora suas forjas.
Os auuuncianles esperara encontrar na nobre populara do Per-
nainbuco, o apoio que lin jus a aitividade e os esforro qito ellesteem
erapregado para, por assira dizer, naconalisarem um ramo de industria
que at boje s ao eslrangeiro tem aproveitado.
0 deposito era Pernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, d rua do Vigaro n. 21. As vendas sao feitas em libras
ou raeias libras, volitado do comprador.
Prego 1500.0 a libra, cora descont de 18 % em porro de 10 libras
- para cima.
Baha, 21 de feverciro de 1873.
1 Ci.be-nos^deve* deannunciar .que a cowpanhia das machinascdedtore.e Nova*
York, estabeloceu nstacidade d rua do Berao da-Viclolia n. 08* m ddpasitp .e agencie
geral, para em Pernffmbuco c moiS'provincias se \enderetn as afanvadasumachinas de cos-
tura tle Howe. Estas tnschin^sfib justamente aprecia<)si pola--perfeif&p da eu.balha,
empregando uma agulha maisieurta corn a mesura ^uaRadfedollnhqu(uqalqueriQiitrar
e pela Introddccao dos1 mais aporfeic.oados appaHtios,: estamos atua4ei>te' liabihtadps a
offerecer ao exame publico as melhores maehlnas -do mundo.
As vantagensdestasmahinqs sao W xsegufhtes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradoras, para. is^o prova. incoutestavel, a
circumstancia de uunca terem apparecido no mercado -HMcbijias d Howe em segun-
da mo. .
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualquesdcsarranjo.
Terceira.la aellas menor fru:c.4o entro as diversas peas, e menos rpido estrago
do que as outras.
r .


Quarta.Fonnarn o ponto cuino se fr.i l'eito mao.
, Quinta.-Permiue que se exas^ne o trabalho de*mbos.os. nos,, o.quesenaconaegu
as outras..k .
Sexta.Fazem ponto miudo em cascA-ira, atravessanda o fio de in, 4 nutro lado,
el logo era. seguida, sera modifiear-*e a tensao da. linha., cana' a- fazonda mais
Grande laqo.
San grvalas grandes com la^o, ultimo gusto a
1:00o: aa loja da Hf*a Ijraaca rua Ja Imperatriz
8. 50.
Araruta verdadeira
Continua a vender-se na travesa da rua das
Cruzes n. 4, e rua do Vigaric n. f 6, pelo preo '(fe
500 rs. a libra, em yacote. .
Panno de .algodo da Baha
da fabrica Todos os Sany
tos.
Teem para vendemo esaiptorio Joaquira Jos
Goncalvee Beltrao & Filho, ras do commercio
tffn
Setima^-<) compressot' }evaqtado cora a maiorailidadeJ,qaando se tora demudar
de agulha ao comecar, nova'costura.
Oitava.Muitas companbias de machinas de coitnca^tein tido pocas de grandeza e
aecadebeia. Machinas outr'ora populares, sao boje qua dascoobacidas, outras soffreim
mudanzas radicaes parapoderem substituir: entretanto a companhia das machinas fle Howe
adoptando a opini^o'de Elias'Howe, meStre m artes,mechanicas, tem constantemente
augmentado osea fabrico, e boje nao attende a procura, posto que' -faca -600 machinas
por dia.
Cada machina acorapanha Jiwetos cora, nstruegocs 'em" portguez.
i
Rua do Bario da Vietjo,i'f1af"nn. jM# j
.
f- ipottlll IIMII.lll >- >
,1
Linos vestidos a 5f o cotte


n. o.
Superiores c<5ftes de cassa do cor, de organdj e da peroaa ombawa d daus
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 65 cada corte. ,< Vendpm na rua Pr-
meiro de Margo 'antiga do-Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correa de Vas-
J cellos.
UZEO DE JOIAS
N. 4 Rua do Cabug N. i
JOSEPII KRAtSE
DE
GOMES DE MATTOS, HtMAOS
Neste imiiortante estalwlecimento, o primeiro nesse genero, contina a
verder variado sortiinento do joias, Mude de brilhantes, esmeraldas, parolas
e rubras, cora grande reduceao de procos, porque recebemos directamente
da Europa,' por todos os paquetes, lindissimo sortiinento do que ha de ma-
Ihoremouroe pedrarias do valor.
Os propietarios do MttSEU DE JOIAS, soro constantes sempre que tive-
rem oecosiflo de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
Mt'SEL-DE JOIAS vendo seusartigos a precos mu limitados.
Mn do variado sortimonto de joias de alto e pequeo valor, acha-se
esposigoobras de prata, do todas as qualidades, relogios lindissimos c de
acreditados autores, para horneus o senhoras. Ditos de prata para todos os
preces. Caleias etrancelins dentudos os gostos, e ludo o inais quefir de
manufactura d'ouroou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias sabidas do Ml'ZHL DE JOIAS sao garantidas. ,
Tyolos francezes sextavados
Ie A&5VOO a 55-000
o mtlkeiro.
: Esles Ljolofl, fabrioado de barro vermelfco eop-
felidado, sao os melhures e os mais econmicos
pela sua barateza para ladrilhar os pavimentos
trreos da* casas, pon uanto, poijco mais cusan-
do dp que os fcitos no paiz, sao, eem comparao>o
alguma, superiores a estes pela limpeza de que
bio ssoptiteis. Custam. alera disto menos da
dcima parte dos de marmore, j reprovados, e
dp de dilferents ^nosaicoe, os quaes nao esto
ccrlameote ao alcance de todas as fortunas, e &
slo empregados e proprios para as salas princ-
pftes. Aleta da vantagem que ha no emprego
fcWes tifotos para os pavimentes terrees e casas
do campo, tem estes anda a de serem os raelho-
iJU)J

IsuiDff
rifimu
Un
Illil


dt.
res maiB proprios para ladrillar oozinhas nos
sobrados da cidade, ltenlo a sua solidez e pouco
ppso, e/lando mais que provada a conveniencia
ae srem wsoalbadas as corintias 4oda de tijolo,
2=f55B4SeDaitopoI
o.

34
,G0M0DOSREFnc.SC
"%\ CPOAAT.VA /$
DEPOSITO GERAL
NA
l'i.aru;tca e drogara
DE
BATHOLOME 4C.
-Rua larga dotosario>34
e nao so aparta junta ao osao, no que al as
companhiie de seguros se qeve '
everiam ntercsar.
1 Vendeni^se nos rmzens de larinba de Tasso Ir:
aSTC, no Caes1 do Apollo.
Vende-se ou aluga-se

I Yndera.Qunba- kmSos 4 C, prefo comniodo I
UJ-------1
o sobraden. 8 da rua du Rio, na tit&tr
' ,ia do Poco da. Paaolla, com 3 salas,
quartos, 1 slela, desueusa, cozmha e quinW aa
rado cjb predio acia-se concertado, aite
intado de novo : a-tratar om o couuaendato
sso. ________________________________

O bacalb*o da NortJfga:'m1'eW8 *
dttas y do cm da AKaadega n. i; armaian
DO
Porto.
; Antonio Peroira do Oliveira Maia temi P*1*3 tasso Irmiss & C
vender era seu.,estabeleciraento, rua da Seniaija-. _____--------_------------_--------------_>
ffcvan. I, chineHas para mense-^nhoras,ta. ^^ rS. maCOS.
ter vindo do conu propna. nica ae a'>ersos graps.


8
Diario de Pemambuoo Sexta feira 28 de Manj de 1873.
ASSEMBLEA GElUL
SENADO
DISCUSSO 1)0 VOTO DE GRACAS.
(tonAinuaQu a)
V. Exc. comprchonle que observages
lesta naturez nao po liam lar outro resul-
tado seno dillicultar os ajustes de pa com
o Paraguay, animar a reluctancia que era
natural ho'ivosse da palle do vencido para
o recouheeimouto de* limites com o Brasil e
com a Repblica Argen'ha. Todavia, fo
esse o program oa que pntfo se iiopuzeram
os nobres senadores.
Hoj\ quechegmOs a um accr.lo com
o governo argentino, boje, que a nica
dilficuldadc subsistente, para que s com-
pleten os ajustes de paz dos alliados com o
Paraguay, a questo do limites da Rep-
blica Argentina, os nobres sena lores collo-
cam-se no ponto opposto e dizem : O Bra-
sil est abrigado a sustentar a todo casto,
anda que pela forca, os limites argentinos
declralos no trata lo de alli,ui.;a, diga em-
bora o que quizer o Paraguay, quaesquer
que sejam os ttulos que este exhiba m
exercicio de sua plena soberana e em do-
feza de seus direitos !
Oque resultadas observados dos nobres
senadores, se ellas fossom ouvidas pelo go-
verno argentino r U Brasil seria chaina lo,
em noine de urna obrigaco porfeita por
elle coutrahi la, a faxer o que os nobres se-
nadores em 1870 diss.-ram que nonbura al-
tc ter-se divulgado o texto desse importantes
documento contra o qual protostaram alguns
dos estados conterrneos bem que sem r-
zo sufBciente. O gabinete de ento, ape-
zar da publicidade que tivera o tratado se-
creto, desde que o ministro da Repulilica
Oriental confou urna copia ao encarregado
de negocios da Inglaterra, este a remotteu
para o seu goveraoe foi publicada em Lon-
Jres ; apezar disto o goveruo do Brasil nao
eu, que fui por algMB tempo alimentado
com o pi secco da wLnetria, tivesse facul-
dade para cultivar uttjh>u.co as lettras.
O Sr. Zacaras: t- Telo contrario, f.
O Sr. Viscosde o- Rio-Branco (nrosi-
dento do conselho/1 i -%,* Exc- dissOque
pelos estudos a que estou habituado, suppu-
nhalque, eu n* conhecerii O que sao gal-
lirismos. *
OSr. ZacaAas:O que certo I que
quiz dar por coiiliecido o tratado K dizia. esse gallicismo t n* tabellajlo seu rolato-
outro dia o' nobre senador pela Babia quo rio de maio. w
temos o diabito de Jissimular a verdade*' O Su. Viscoso do i basco
Porque vos nao fustes francos., quando a pu-
blicago estar feita.
O Su. Zacaras : Nao eslava feita re-
liado tinha Jireilo a exigir do Paraguay !
[riamos forjar a mo do governo paraguayo,
nao para reconhecer os limites do Brasil,
examina lose discutidos largamente entre os
dousgoveritos desde tonga data, mas para
que reconhecesse os limites da Repblica
Argentina, taos quaes forain designados no
tratado da allian.a, o a despeno de quaes-
quer allcgaces modadas do Paraguay I
O governo argentino, Sr. presidente, mais
razoavel que os nobres sena lores, tinha an-
dido as conferencias de Buonos-Ayres, que
ns questoes de lmites tilo paliara ser resol-
vidas smente entre os alliados, dependiam
da radiancia daoutraparto interessada.que
audiencia nao era urna simples formali la le.
Esto accordo, que consta dos protoeollos de
Buenos-Ayres, fuidesconhecido pelo plenipo-
tenciario argentino cm Assumpco, mas, de-
pois de tu lo quauto condece o senado, che-
garam a entender-se nmigSrelmento os dous
govornos e resol verana a sna dlforenca por
um iii'i lo pacifico e salsfacao de ambos.
Entretanto, como discorrem os nobres
sen.i lores a respeito deste accordo ? Vo
buscar no art. 5' una intelligoncia quo
nao est lie.11 na sua lottra, nem no seu es-
pirito, para di/.erem : O Brasil, seo Para-
guay nao aceitar nragavlmente os limitas
quu exigir o governo argentino, est bri-
ga lo a empregar cunjunctamente com seus
alliados quaesquer meios coercitivos para
vencer essa resistencia I
Sr. presidente, se o governo argentino
nao fosee tao bem aconscUiado para o accor-
do de l'J de novembro, as opinides dos no-
bres sena lores poleriam crear urna nova
diiheulda le entre os dous goveruos ; feliz-
mente, porm, a iuielligencia que SS. ESxc.
dO ao art. 5" nao verdadeira.
Nao se tratou nesse acto de resolver a
questO de limites entre a Repblica Argen-
tina e o Paraguay. O Sr. general Mitre
oaesra i disse que esta questo devia ser exa-
minada e discutida cutre as duas partes in-
teressadas. O Brasil, pois, nao licou com-
promettido a sustentar, at por meios mate-
riaes contra o Paraguay, que os limites ar-
gentinos vao desde a embocadura do Para-
guay at Babia Negra, em virtude da base
(presi-
dente do conselho) :Sr. presidente, o pao
secco da geometra nio impede que os ma*
thematieos possam tamben* dar-se littora-
gularmontc, estava feita som respjusabili-ltura ecultivem esse jardn do inundo intui-
da le do governo. lectual e moral; portado, o nobfe senador
U Sr. Viscoso;; no Rio-Branco (presi-
dente do conseibo; : Porque nao ti vestes
a franqueza de dizer s cmaras": Havia o
artigo, que man lava guardar segredo, ma
o segredo est levantado, o texto do tratado
fo revelado pela impreUM, nao ica bem a
um governo serio dissimular este fucto s c-
maras do seu paiz...
O Sr. Zacaras : -Foihdo as cmaras.
O Sr. Viscosde un Kio-Bkasco ('presi-
dente do conseibo) : .. o, por tanto,
confesso que a publiearo exacta, o texto
do tratado i; aquelle mesmo.
O Sr. Zacaras : Demos lcitura s
cmaras.
O Sr. Visconik no RuvBraxvo- fprosi-
dente do Bous \hi> -. Km sessaa secreta,
e a requermento dolas.
O Si. Saraiva : Na formado Miado.
O Sr. Visi.osdk do Kio-Bkas<:o> (presi-
dente do conseibo : A responsabihdadei
lo governo
eslava salva.
O Su. Zacaras : Nio estava.
O Su. Viscosos no Hio-Brasco
O SU. WscoatE
o Sr. baro de Cotegipe, que hontem falloi dente do conselho) :... ttt acoMcUear,'
coinjoda a imparcalida le porque elle opina a n.io ser co.Tiy um meio de guerr, que O .deQto do c
pela eloico directa, pondorou ao. senado o s\enado diga cor cleigio directa,
que eu antes Ihe bavia ponferado. Nao se.n declarar as liases della, se ple ser ou
propek desU prudente corporaeao o proco- nu decretada .
dimonto a que nos quer arrestar o autor da
emen la. U Sr. Zacari.is nao se limilou a di-
zer : -aeleicjo directa arefoi-mi que o
paiz reclama ; nos, os liberaos, promovere-
mos essa reforma por to los-ps meios ao n iss i
afcano'-- O nobre sena Inr nao limitoii-se
a manifestar esti sua creuca e a exigir (|ue
t'preM-
que o governo argentino estabeleceu no art.
l do tratado deallianna. Se nao bouver
golucS i amigavel entre as duas partes inte-
ressadas, o que nao de esperar, dar-se-ba
a bypotbese do art. 5 lo accordo de 19 de
novembro : os alliados se reuniram, consi-
deraram o caso e resolveram como mais
convenha, para evitar urna nova guerra,
para que a paz seja mantida o su vem;a a
difficuldade do molo mais razoavel e justo.
Os nobres senadores, nao obstante a lettra
do art. 4 nao obstante o que dizem os pro*
eocolios, j figuran) um novo conflicto entre
os dous goveruos, sustentando o governo
argentino a ntelbgencia lata o absoluta que
os nobres senadores tem dado ao accordo e
0 governo imperial recusando o seu concurso
e responsabilidale sob taes condires !
Sr. presidente, se o accordo de l'J de
novembro dependesse da resoluta o previa
daquestao de limites entre a Repblica Ar*
gentna e o Paraguay, fra preciso quo o
governo argentino, antes deentender-secom
o Brasil <- com o Estado Oriental, tentasse
primeiro sua negociado com o Paraguay,
parque, smente depois de ouvi lo o Para-
guay, e de reconbecer-se que nao era pos-
sivel um ajuste amigavel entre os dous limi-
trophes, estariam tolos os alliados habilita-
dos para conhecer da dill'iculdade e procu-
rar os ineios de vence la. Desde que o go
verno argentino nao exigi dos seus alliados
um juizo previo e definitivo a respeito da
sua questo de limites, e quiz to smente
firmar as normas do procedimento que ellos
deviam guardar catre si, e dar toda a forra
moral aos comproiuissos da allianga, que
em consecuencia do conflicto pareciam en-
fraquecidos, claro que o accordo de 19
de novembro n5o poda ser o que queriam
os nobres senhores, urna solucao definitiva
de quaesquer questoes que possam occorrer
entre o governo argentiuo e o Paraguay.
Eu uotava lia pouco, Sr. presidente, que
as observacoes dos nobres senadores tndem
sempre a 'enfraqueccr a aceSo do governo
imperial e a levantar-lbe resistencia da parte
dos seus alliad s oudos goveruos estrao-
aeiros, com quem nos achamos empenhados
em alguma questo. Vou agora mostrar
aos nobres senadores come pelo lado conser-
vador se tem procedido.
Celebrado o tratado de allianga, Sr. pre-
sidente, nem todos concordaram com as
diqosic'es desse tratado...
O Sr. Sabaiya : E' por moque anda
hojo sopbisma-so.
O Sr. Viscosue do Rio-Brasco presi-
dente do consolboj : Nem todos concor-
daram com as disposicoos desse tratado ;
mas apenas urna ou outra voz so pronunciou
na impiensa contra elle, BO parlamento to-
dos o respeitaram ; e se essas jnesmas ob-
servacoes por acaso, apparoceram nao ten-
diam a prejudicar os direitos e interesses do
Brasil, ou a debilitar aacijio do governo,
pelo contrario, davam-lhe forca para que
pudesse resistir a qualquer pretentjo exa-
gerada dos seus alliados.
O partido conservador, Sr. presidente,
le vou sua prudencia a tal ponto, que nao
quiz suscitar discusso as cmaras sobre o
dente do conselho) i ... e a seu respeito
s cmaras exiga que, urna vez publicado'a
tratado...
O Sr Zacaras: Regularmente.
O Sr. Viseo.fOR DO Uio-Brasco (presi-
dente do conselho; : ... elle se enten-
desse com os seus alliados alliados, e Ihes-
ponderaste: Na>fpodemos negarofaete
notorio, nem mesm> ilissimula-lo ; o texto
do tratado est conbecid >, do nosso dever
declarar s cmaras que o tratado esse
mismo ipie corr* impresso.
Mas os nobres senadores entrincheiraram-
se no segredo, anda mesmo depois de vio-
lado, e seus adversarios nem por isso estabe-
leceram urna discusso franca e solemne
sobre esse d )cumento, em que se baseou
urna guerra de cinco anuos, que custou mul-
to sangue e muitos cabe laes, que por vezes
fez duviilar do seu bom xito.
O Sr. Saraiva :J Discutio-so no senado.
O Su. Viscos de do Rio-Brasco (presi-
dente do conselho): Na.i se discuti.
O Sr. Zacaras : Ora! se se discutio.
O Sr. Saraiva : Lea os aunaos e im-
prensa ; ento discutio-se muito.
O Sr. Visco.\i>k no Rio-Buasco (presi-
dente do consdlio) : Durante o conflic-
to uglez, V. Exc. Sr. presidente, sabe quo o
partido conservador collocou-se do lado lo
governo e nao llie faltariam, se quizesse,
motivos para censuras. Nesses factos de
1807, de que ha piuco allei, a imprensa
conservadora nao creou dilliculdades ao go-
verno, nao o aecusou no dia seguinte de ser
connivente com desordeiros, e de ter abusa-
do do poder e da forra material, dissolven-
do ajuntamentos popularos a ferro e fogo.
0 Sr. Saraiva : Oajuntamento era
contra a autordade, agora fo contra cida-
daos inermes.
OSr. Viscosdf. no Bio-Brasco i'presi-
deuto do conselho) : Em vez disso, o par-
tido conservador proenrou dar forca aut >-
ridade e tirar toda a animacao para factos
semelhanles. Eu posso dar testemunh > de
que o Ilustrado redactor do Crrelo Mer-
cantil, que nessa noute estava em minha
casa, procuren saber do chefe de polica a
exactido dos factos para noticia-Ios de modo
que prestasso seu concurso autordade : o
ministro da juslira, o Sr. Martina Francisco,
o reeonheceu quando deu explicaeoes sobre
taes occurrencias na cmara dos deputa-
dos.
Hoje, como procedem os nobres senado-
res 1 Factos que nao tem a mesma gravi-
lade, os nobres senadores os ve.n imputar,
nao ao acaso, a tima simples negligencia,
erro involuntario, mas connivencia dajau-
tori lado I Nao nosso, Sr. presidente, dei-
xar de notar esta difierenca entre o procedi-
mento dos nobres senadores e o procedimen-
to que seus adversarios teem guardado em
circumstancias anlogas.
Tratarei agora da questo financeira. 0
nobre senador parece que quiz conciliar-se
coinigo, porque disse : Urna vez que receita
nao nao o quo eu suppunha,]uma vez que
comprehende nao s a renda ordinaria, mas
tambem o producto de qualquer oporacao
de crdito, nao contesto que as palavras da
falla do throno sejam exactas. Por outros
termos, o nobre senador recouhece que hou-
ve excesso de receita sobre a despeza, en-
ten londs-se a palavra" roceita como cu a
entendo e nao pode deixar do ser entendida.
Mas ueste caso, objectou o nobre senador,
a falla do throno nao disse mais do quo urna
vulgaridade.
Sr. presidente, sem deter-me sobre esta
questo, que realmente nao vale a pena, to-
dava, tal o respeito que tributo ao nobre
senador o taes sao os estmulos que ello me
imprime pelos seus discursos, que noposs
deixar de dirigir-lho breves reflexoes em
apoo do que antes expend.
Em 1 lugar, o nobre senador, quanto
propriedade da palavrarecursos nao in-
vocou outro documento ollicial alm de urna
tabella annexa ao ultimo relalorio ; deixou
de lado o texto da eoustitucao, onde pre-
tender achr confirmada a sua delinic,o,
nao quiz consultar as synopses e os balan-
60$, que coustituem o estylo ollicial do
thesouro, ateve-se a essas tabellas, em que
os einpregados da contabilidade nao teem
formulas prescriptas, c como achou cm urna
das tabellas, sob a palavra recursos a
roceita ordinaria e o producto de operarles
de crdito, concluio que recursos um ter-
mo mais genrico, ou que a palavra receita
tem ama accepeo mais restricta.
O Sr. Silveira Lobo: 0 discurso
da Cora falla de tabellas.
OSr. Visgosoe do Rio^Bracopresi-
ponte do c nselhq) : As synopses e os
balanco3 que nos da i a linguegem oflicial
do thesouro, e nesses documentes, que teem
formulas prescriptas nalegislaco fmancera,
v-se que a palavra receita mais compre-
hensiva.
Eu accroscentei que a palavra recurso nao
de porluguez castico^ no sentido em que
a empregava o nobre senador.
0 nobre
tratado do Io de maio do 1805, nao obstan- senador levoy a mal, e al.nirou-so deque
releve que eu alguma ?:/. fa<;a desses repi-
ros. J mnei quo a paiavra-pbastante -
com referencia intensidafe da epihjmia
nao era bem applicada.
O Sr. Zacaras :*-!)Dr(}ue *
0 Su. Viscosdf, Jb ffio Bnv;o (presi-
dente do conseibo)?Uo posso vi-ltar atroz.
Insisto em que a palaVrarecursos, io
sentido de quaesquer capitaes ou fundos en-
trados para o thsouro, nao de bou
le.
0 8. '.icarias :Est admittid pelos
classicos modernos.
OSr, Viscos de no Uw Brasco (presi-
dente do eonselho):1 palavrarecurso*
tem sua a*cep<;o genuin na sciencia' de ujne
o nobre senador mostr,, significa appella^
^o para tribunal ou autoodade superior^
p Je tambe entender-se com referencia
pe lido de auxilio ou remedio-.
O Sr. Zacaras:Alexaudre Herculano
empregou essa palavra no meaao sentido em
que eu a empreguei.
O Sr. Viscctde do Rio Biusco (presi-
dente do conselho) :Pde-scdizer recurso
ao crdito publico ; mas recwso como ex-
presso absoluta de quaesqucir fundos ou
capitaes recolhidos aos cofres''do thesouro
nao palavra pvepria.
O Su. Zacaras:Alexandre Herculano a
empregou.
O Sr. Viscosdc. do Rk> Brasito (presi-
dente do conselboi,:Empregou-a. em sen-
tido figurado.
O Sr.. Zacaras-:. Nao, senhor; reairsos
do thesouro.
O Sr. Viscosdk. do Rio Brasco (presi-
dente do conselho) -O nobre senador quer
uaac da palavrarecursosdando-Bie um
cunho oflicial, mas- nao pode dizer qpe essa
pala-vra mais comprehensiva do q,ue re-
ceitai, quan lo esta, Sr. presidente, cumpre-
heivie assim a ren la>ordinaria, eonawqual-
queti outro meio extraordinario que- veuha
ao ti loso uro para ser applicado s despezas
pubtieas. A etymotogia da palavrarecei-
tainustra o seu sentido proprio o- ex-
tenso-.
Vamos agora i vulgaridade. Entendida
a palavra receita coi no dove ser entendida,
reco-nlieco o nobre senador que houwe ex-
cesso* de receita sobre a despeza,. mas
ento- a falla do throno uo disse nada de
importante.
Sr. presidente, eu raostre, e mostre com
o testemunho dos algarismos, que, no-uxer-
cicio-de 1870 a 1871 r a receita ordinaria do
estado- excedeu a suti despeza ordnaria ;
mas nao pode chegar para as despeas-ex-
traordinarias da guerta e para o prolomja-
mento da estrada d ferro de D. Pedro II,
porque V. Exc. sabe que nunca entrou no
pensamento do legiskuior que despezas-desta
iiaturuza e to considera veis pudessciui ser
feita* pelos meios ordinarios. Mostrei, ou-
tro sim, que, no exereicio de 18714872,
nao s a receita ordinaria excedeu despe-
za ordinaria, mas anda toda a despeza,
contemplados os gastos da guerra e do pro-
longamento da estrada, de ferro : o excesso
da receita ordinaria sobre a despeza da mes-
ma denominado foi de 10,705:0090000, ao
pateo que as duas mencionadas verbas de
despeza extraordinaria sommaram...........
10,3i2,ili9, quantia inferiora primeira:
J se v, pois, que a falla do throno deu urna
idea exacta das circumstancias do thesouro
e da prosperidade publica, quando disse que,
sem deixarmos de activar os melhoramentos
naoraes e materiaes do paiz, temos podido
satisfazer todos os encargos pesadissimos da
guerra do Paraguay, sem perturbar o equi-
librio das finangas do estado, antes obten-
zas.
O nobre senador quiz attribuir o estado
actual do thesouro nicamente aos empresti-
mos de 1870, mas est bem patente que este
conjuncto de circumstancias nio proveio
smente dos meios extraordinarios que ob-
tivemos, mas tambem do crescimento natu-
ral das rendas publicas.
Senhores, quando um goveruo contrahe
um emprestimo," usando discretamente do
seu crdito, nao se pode dizer, por este s
facto, que suas finaugas nao estejam em es-
tado prospero ou condiyoes normaos ; resta
examinar a applica<;o que se fez desse cr-
dito, se o go verno.usou bem ou mal dos re-
cursos extraordinarios, se os meios ordina-
rios chegaram ou nio para os gastos ordi-
narios, so apresentam ou nio incremento
progressivo. Ora, se este o nosso estado,
se as rendas crescem progresivamente, ou
se contemplera os novos emprestimos, ou se
deduza o producto destes, se nio s temos
feito face aos grandes empenhos da guerra,
mas activado nossos melhoramentos mate-
riaes e moraes, e se, todava, as caixas do
thesouro apresentam saldos, fra de du-
vida que a falla do throno nada exagerou,
mas deu urna idea exacta do estado da fa-
zenda publica, sem que dahi se possa con-
cluir, o que receiou o nobre senador, que o
governo por essa sua affirmacio aconselba e
justifica qualquer augmento irreflectido da
despeza.
Em coucluso: creio ter demonstrado que,
se o nobre senador pela Bahia nao fosse to
obstinado como elle diz que eu sou, se sou-
besse retrahir-se da alguma proposito enun-
ciada, nao direi em discursos reflecdos, mas
nos seus improvisos e sobre negocios secun-
darios, se o nobre senador tivesse essa tole-
rancia que inculcou, se o seu culto ao ri-
gor da ldgica e demonstracao da verdade
fosse um dos caractersticos do seu espirito
superior, S. Exc. nio insistira as emendas
que apresentou, relativamente ao estado sa-
nitario e s circumstancias do thesouro.
Sr. presidente, entrarei agora no terreno
da questp eletoral, sem empenhar-me de
novo na discusso da utilidade 49 novo sys-
tema, que se prpteude ensaiar entre nos. A
primeira vezjqe fallei, creio ter dito fran-
camente o mea pensamento e o do gabinete
a este respeifc); nesta occaso tenho apenas
de accrescentar observacoes muitos geraes
sobre o que posteriormente ouvi.
0 nobre senador pela provincia da Bahia,
fundamental do paiz.
liu trazia marcada^ J6 obseivao.)S d<*>
nobres sena lores a ret^ito to proeoto do
Sr. conseliieiro Paulino, porque sao mtliM
o governo seproiiunciasseecoiitrilwisse para odificairtes e mostram que os-nobros senado-
que to importante assnmplo tivesse urna res nesta sua campanha de eloico diroc-
solc^o, qualquer quejosso, o uobro sena lor laest) com as suas bateras mascarada,
formuloii urna emeiftM, pretenden Jo que o nao descobrroiQ anda a, sua artilbaria ;
senado diga cora quo a reforma eleitoral na i nos disseram aiu la se quarem a elego
de v ser no sentido da doigao directa. directa con censo elevado ou se querem
Saplioros, a reforma, que pretndelo 08,001* o censo que hoje regula para a' clci-
uobres- sonadores, envolveem si questoes da r.So,primaria. Mas, Sr. presidenta, ou nao
maior gravidadu. A primeira, e preliminar, teub t roceio de que o nobre senador con-
a da sua co.ijtitucionalida le. Se a eloico(siga di sabedoria do sena lu o passo preci-
drocta, como ou enteii lo e (vino enten lem pitad > (jue pretenden c-m a sua emeJa ;
muitos, nao pode ser adopta I. sen reforma: ella nao ha de passar, conli > na prudencia
da lei fufllaiojlit.il do imperio, e*a reforma desta augusta cmara,
nao nulo ser inicia la na cmara vitalicia. 0 Sr. Zacaras :.! fa
x^'Wr:
i
Mas os nobre* sonadores dizem: temoso
exeiiijdo du 1S>5, oulo decretou-se, toinau-
dt> o senado a (Vianteira cmara do> Sis.
deput idus, o projuto da lei dps- circu-
ios.
Mas, Sr. presiilii*ti?, o caso muitcdluo-
rente. A lei dos-cinrjlos foi Impugnada,
' verdade, por algins, como ol Misiva da
coustitiico do imperio,. e o nobre senador
pela Baha, autor ike presente emenda-,, foi
ii dos que a consfranm sob esse ponto
le vista ; mas os defensores daquella !-i
mostraram, ea meu wV trvideiiteiueute.ipie
U* nao violava a coiEtitni<;ao, -pie a lei dos
eieculos nao mudou a eleirj&o indirecta para
cirecto, na > tirou o vodca qnem podia votar
iw6.;i6S0inblaspriinana-, nao altern os reitos-iknpielles que pwliim tuer parte dos.
coUegioseleitoraes ; a Iwii do crculos nao festam. Se acaso en visse que
fez: rom* do que estabelecer novas crcums-
crirn^seleitoraes que tue- alteram direitos
poltico, nem amplan lo nem rostringmdo,
circiMHBCTp (;oes- eleitoraes que importara o mes-
mo, cob effeitos liuiita-tos quo a crea-
yo Bs-novas provincias ou ai sob hviso das
provincia actuaes, materia de una lei ordi-
naria.
Coico quer que fosse, osenailo, votan l^i
a leidoii cireulos, votara umtsystifina intei-
ro ; nao- yotava urna idea complexa, cujo
leseoOoUkMntO ignorasse ; enti'io uo s a
questo-preliminar da constiuxioualidade do
projecto- iims todo o seu kscnvidvimeiilo
pu nado, como pela outra cmara. Hoje o que
pretende os nob es senadores l Que o sena-
do, semt uro exarne dolido sobre- a materia,
digaconia: couvom a ele(;hdttreeta ; sem
poder diaer-lhe ao mesmotempo e com r)-
forma ouisem reforma da onatiuitgao, sem
poder daw a base esta ou aquella.
Senhoces, quem diz eleio directa nao diz
um systema completo, nao lisum syslema
aceitaveL por todos os que opiyvm por esta
dea em abstracto. Ha alguns-, como bem
ootou o nobre senador pela Baha, O Sr. ba-
rio de r.otegipe, que querem a etei<;o direc-
ta com a reforma la constiti!*o, outros
dispensa* a reforma; ha alguns quo querem
a eleico directa com o censo hms ou menos
elevado; outros nao aceitara o censo eleva-
do, querem um censo igual onquasi prxi-
mo ao qfie hoje regula o direitoxlos cidalas
activos nas assemblijas primarias.
Acaso o senado, dizeudo a cora que a
eleicio-directa referivel ao sjBtema actual,
votara conscionciosamente ? apresentaria
corda o ao paiz um pensamecio claro e bem
delirado? Seguramente uo. Mas isto
precisamente o que quer o nobre senador
pela Bahia. A sua emenda, permita S. Exc.
queodiga. um yitel-upettis armado aos
conservadores, que esto dissidentes do ga-
binete actual. O nobre senador Ibes diz :
Queris a elei;o directa ? uo discutamos
por ora as bases do novo s-ystema ; viudo a
nos por essa idea communy depois veremos
o melhor modo de realis.i-la. O nobre
senador quer que os co adoptam o principio da eleic/lo directa passem
o rio com elle, e depois que 0 chor do >u-
tro lado, ento o uobro senador Ibes dir.
qual a sua elei;o directa, que pde)no ser
e certameute nao seria a mesma que preteu-
dein alguns dos meus illustres amigos.
0 Sr. Saraiva : -EUes Ija teem mu pro-
jecto na cmara ; ns sabemos qual e a sua
idea.
0 Sr. Viscosdh do Rio Buasco (presi-
dente do conselho : E o que eu estou di-
zeudo, Sr. presidente, ij mera cou-
jectura j tem sua conlirmaco nos fac-
tos. V. Exc. sabe, como bem recorda o
nobre senador no seu aparto, que o Sr. con-
selheiro Paulino Jos Soares de Souza apre-
sentou em 1868, como raembro da cmara
temporaria, um projecto da reforma eleito-
ral. Este projecto consagra va o systema ac-
tual e o combinava com a eleico directa.
Os nobres senadores, os Srs. Zacaras e Na-
buco, chamaram logo discusso esse pro-
jecto e como o atacaram f Dizendo : o vos-
so projecto aristocrtico, e vosso censo de
eleico directa muito elevado, os vossos
elei.oies;'ure proprio supplantaram oselei-
tores feitos pelo systema actual I
Entio os nobres senadores allega vam que
o projeato do Sr. Paulino ia annullar o di-
reito dos cidados activos, que hoje se reu-
nem nas assemblas primarias, porque o seu
corpo eleitoral directo era muito mais nume-
roso do que o outro.
0 Sr. Saraiva :Assim mesmo cem
vezas melhor do quo o que existe.
0 Sr. Viscosde do Rio Brasco ( presi-
dente do conselho) :-Esta nao a ques-
to ; eu quero as posi;3es claras c francas.
0 que digo que nao basta dizer eleico
directa para que se conheca como se pre-
tende reformar o systema actual. (Apoia-
dos.)
0 Sr. Nunes Goscalves -Isto ques-
to do projecto. i
O Sr. Viscosde do Rio Brasco ( presi-
dente do conselho) : Esta a essencia da
questo.
Apreseutou-se esse projecto em 1868 e os
nobres senadores logo o atacaram por aris-
tocrtico. Portento, a questo do censo
tudo na eleico directa ; depois da questo
do censo, o modo como ha de ser verifica-
do, ou orno serio qualilicados os cidados
em coudicoes de ejercer o eleitoTado.
Nao pode, pois, o nobre senador, autor
da eieada, espirito tao llustrado qpe,
quando presidente do conselho, nao ces$a-
va de recommendar prudencia no sonado,
le appellar para os seus sentimentos do
corpo couservador...
O Sr. Zacaras]:Que nao faz poltica.
0 Sr. Viscosde do Rio Brasco ( presi-
das
instru,oes dadas a0 ex-preadtte da pro-
vincia u#s AUgi^asMOUHKM t#u<#%iOs outros,
forana no sentido 3a circular qu^ exped e
0 Sr. Zacaras : -Nao o sscsse i cora. ,qUe por noa parte ^nloaiatoos Aantor fiel-
0 Su. Viscosde do Rio, Brasco (pres- mente. O presidentes e leus, delegados
i> eonselho)... n, rhforma da lei i0 deviam hitervir como autdrl pleito eleitoral, sim conservar-fe na posic^o
de bem euurprifca o seu dever < nio pro-
tectors b)gaes de uns e outros que toiiia-
sem parle activa nesse lppelf opiuiio na-
cional.
O Sr. PakS de lESoosg.i;As instrue-
;6es de V. Exc. nio ram publicadas em
um s jornal das'AJngoas; ficaram banca-
das na secretaria da presideno a.
0 Sr. Viscosde do Rio Brasco ( presi-
lente do conselli, :-*-0 nobre senador,
Sr. presidente, quer a eleico directa, sup-
poe que com ella evitar a iutervonc.aj dD
goverm...
0 Su. Paes na Mesdosca : -Nio s
por isso que eu quero 9 eleico directa.
O Sr. Viscosde do Rio Br..v^:o (presi-
dente do .conselho j : ->ias, Sr. presidente,
n queixa. do nobre senador teem a orgem
nos hbitos dos noss-is hooicns politico,
pelo <|ue respet.i a eteicoe.
Sempre enten Ji, Sr. pres la*te, que os mi-
nistros, assim com os delgalos do governo
Mmierwil, lia- esto inhibid"^ ulerease peU> trumpho da opim-j publica
que representara, dentro da espbera de
sois- ral;m;*h articulares ou infftieticia pes-
nab Oque--proiiibido a t-yti9 agen-
tes, do poder pulieo a nter naci como
aut dtide uai li le eleitoral.
(.Srv- Pa*d Mesdosca : li o que
se Im iuu AlatgAoSf O que li provoo sto a
tod.i ai evidencKi..
0 *;. ViscortoK no Rio-Braxcd- (presi-
lentedo conselho) ;... o abuso-da au-
tori la) pira obter pido receio ou pel-pfO-
niessa WtoS qutr dh outro modo nio fce
soriam- lados. (%>oidlaos col loe 10s-es-
sas posares odicies-no pdem ser indtfe-
rentes ao voto das- urnas, ao trumpho' o
drrottu da opinado-ft que adherenH-como
honiens polticos c doni> iiiteressados- peli>
bem publico.
HomeiR muito competentes e respeiiti*eis,
autoridadbs-em nossodiruito constitucional..
como Antonio Cario*- Itibriro de Andrcda
Machado s-Manuel Aives-Branco, sustenla-
ram esta doutrna, qp e- governo, oomo
opino, jakIo tomar parte nas elevos ; o
que niopftkr intervir como poder e-per
os meios otliciaes, que- Uv* sao fianfiadee
para W interesses geraes-,, & disposi(;o dos
interesses dfc um partido-, transformaudo
assim a autorrdale publto em instrumento
poltico contrauus-a a>,faaw de outros.
O Sr. SiuiwiiRA I.obc: Agora V. Exc.
est fallan Jo como presBOle lo conselho'
ou como o Sa..Paraabna>f
0 Sr. Viscosde do Bc-Brasco (presi-
dente do conselho; :Kstoo fallando come-
V. Exc. quiaer ; creio tjkt o pesso te#<
duas opmidesv.
Sr. presidente, eu recowbecp que hffi
cil discriinifcira- interveoe*0 lo governo...
0 Sil. /.Al.AiRIAS E OlTUVOt SESIIOHES :'
Ah !
z a estatistica.
O Su. Saraiva ;J cata] seguro.
0 Sa. Sii-veira l.ow>: -Tem certeza
previa.
0 Sil. Viscos DE no Ra Bianv) (presi-
dente do couselh; :Nj> li/. estatistica ;
nao mo preoecupa isto ; estejnn f-S nobres
senadores certos. Devq dizer aos nobres
sonadores- pie aos mous amigos, sobre es-
tas e outias-quests importantes que se de-
batom nas conucos, eu ibes UlU principal-
mente desta ribuna, com piant nunca re-
cuse os seus couselhos, ne:n InnNyphr) com
ellos reservafr.
Nao desejo nem peco aos nobtes sen ado-
res meus amigos Um apuro que seja de ra-
ra benevolencia-; ao contrario, ilesejo pa
no momento md que ellos crean que 04
ministerio nio serve bem ao paiz, o uiani-
;^ grande
maioria dos meus amigos no senadOveape
cialmenta os hornuos en cuja proloncia
estou acostumado confiar n que emedero
mofes legilhnos' b> partido conse vador,
queriam acompanbar o nobre senador na
sua emenda, nao Haes opporia o menor
embarace, como niio- tenho opposto, e ac-
ceitaria a resolueae. atino expresso le* um
voto li stil ao gabinete, para obrga!o a
retirar-se.
USr.. Zacaras*aMaso senado nao>faz
poltica no sentido-de V. Exc. ; porque est
fa/i-n lo questo do- gallineto ?
O'Su. Viscosde. do Kio B:usco (ps-
deote d conselho > .li nao estou levan-
taedo urna piesto de gabinete. Enteaaiu
qu.-a theoria lo nobre senador, quaudo
presidente do conselho, em reia;o ao se-
nadDi at corto ponto exacta *, 0 senado
use dove propor a-qmda ou ascens le
ministerios ; mas, ualquer que seja o mi-
nisterio, nao p le evitar o elTeito moral
qiir-tenha urna douaao le assembla to il-
lustiada, to prestigiosa como o senailo.
Pucisso digo, se acaso- os conservadores,
que teem assento nesta casa e que eu consi-
dero como chelos legtimos do partido con-
servador, em cuja experiencia eu mais le-
vo confiar, absolutamente se pronunciasiwi)
todos pela emenda do n bre senador, consi-
derando a elei;a. directa como um cuso
de salvaco publica, urgentissimo, eu Sr.
presidente, eutendiria que esses illustres Lra-
sileiros. cuja opino muito respeito 6* do
cujo apoo morai muito carero, me iniea-
vamqior esse molo-que o gabinete nao le-
via manter-se.
O'Su. Zacarlw-: V. Exc. tinha decla-
rado que se niantinha pelas SUmmidadOS do
senado, estava no seu direito. Eu uuoea
dclarei isto ; apoiava-me nas summiihides
da cmara.
O Su. ViscoitDE do Rio Brasco (prusi-
dente du conselho j :Sr. pres lente, a. pro-
posito da reforma eleitoral, o nobre sona-
dor pelas Alagpas, com quem mantenho ha
muitos anuos relajos de amizade, que pre-
zos fez ao ministerio censuras que nao po-
diam deixar de doer-me profundamente...
0 Sr. Silveira Lobo : Por serem jus-
tas.
O Sa. Visoi.Ni)E do Rio Brvsco. i presi-
fdonte do consalho; :- ...c mus anda por
fserem injustas.
Sr. presidente, o nobre sonadjr aecu-
sou nos de intervonco no p.oilo eletoral
na provincia das Alagos.
OSr Paes de Meoioosca :Creio que
prove.
Sr. Viscosde do Rio Brasco (presi-
dente do conselho) :E'a mesma aecusa-
o que, ha muitos anuos, se formulou
contra o ministerio de 16 bre senador e seus amigos na provincia das
Alagoas.
0 Sr. Paes de Mesdosca :Defendemo-
nos perfeitameote.
O Sr. Viscixsdf. do Rio Brasco ( presi-
dente do conselh ) : -Assim como as vozes
que partirain daquelle lado ( o liberal j em
18(')9, a respeito Jas eloiQes da provincia do
nobre senador, nao eram fundadas e elle d
testemunho desta minha assereo, assim
tambem as censuras, que hoje nos dirjge o
n >bre senador, tomando o papel do
a aecusador, s i injustas, sao infundadas,
uascein de suas prevencoes contra alguns de
seus proprios amigis da provincia...
0 Sr. Paes de Mesdosca -.Nao ha
prevonQo da minha parte.
0 Su. Viscosde do Rio Brasco (presi
lente di conselho) r... e contra alguns
inembros do gabinete.
0 Sr. Silveira Lobo :0 Sr. baro de
Maroim formula as mesmas queixas.
0,Sr. Paksdb\Mesdosi;.a :E ha outros.
O Sr. Vise sde do Rk) Brasco (presi-
dente do conselho) :Que motivo poda
mos ns tor para hostilisar o. nobre senador
e seus amigos na provincia das Alagoas ?
0 nobre senador nos tinha prestado o seu
apoio na memoravel sesso de 1871; ateas
eleces acredita vam M que merecamos o
apoo do nobre sonador o do sus rmos,
que comparec.-ram na sesso de 1872 e na
questo de conlianca na cmara temporaria
prestaram-nos seu valioso voto. Record-
me ainda com re onbecimento de que o
Sr. Dr. Bernanlo de Mendonra, acabando
de tornar asssento quando se levantava essa
grave questo, inesperadamente podio a pa-
lavra para dizer que, nao sendo conheculo
naquella cmara, precisava declarar que
veta va com o ministerio o que os motivos
desse voto Ihe eram muito honrosos.
Amig s particulares do nobre senador e
do Sr. .bario de Anadia, Jendo rec.ebido seu
apoio no pcri.do mais difmil do ministerio,
em l>71 e em mato de 87i, fqae neeessi-
dade teriamos para sermos hostis ao no-
bre senador e a seus rmos ?
0 Sa. Paes de Mksdosca :Os factos
provaram queV. Exc mandou-noshostilisar.
O Sr. ViseOMDE do Rio-Brasco (presi-
dente do coiwelho; :-, ou da autorida.-
de como mero cidado, oon representante
individual le urna opino poltica, da au*
lorida le no exc-rcicio do- soas fuiic<;5es so-
ciaes ou do poder quo U est confiado;
Mas, Sr. presidente, a nio querermos esta-
belecer, wi> vez-da verdtkie dos tanto*-, .i
hrpocrsia coiivemionaU, os nobres seuado-
res bao de ulmittir quo- nao ha ministro,
que nao ha presidente-,, que nao ha agente
publico ahjatnique durante as stohjoasnlo
inanifeste o voto de saatOpioO, nao pe<>
e estimulo xoncurso espontaneo e vttluu-
tario do seus-amigos.
O Sr. Paes de Mcsoomca : Isto uito
dilfeivute le fazer presso.
0 Sr. Viscosde no. Rio-Brasco (presi-
dente do conselho; : que eu conaemoo
o empr>go dos mena oflicaes para fiilsea
a expresso-das urnno, ou a corrupiao, a,
violencia o as sedacCtSaS...
0 Sr. PaJtS de Msoosca : Tado isto
houve nas> Alagos.
O Sr. Baji.vo de Maroim d un aparte.
O Sr. Viscosdh do Rio-Brasco. 'presi-
dente do Conselhu : Sr. presidente^ em
que me peze, eu icetarei a drscussuo.com o
nobre senador por Sergipe.
0 Sk BtaftAO OB Maroim : V. Exc. ;
sabequeeu nao sou orador.
0 Sr. VlSCOKE do Rio-Brasuo- jirest-
dentodo conselbo, :Nao queco provocar
V. Eso. ; so nao orador, nao o (jjuero cons-
tranger, mas tambem o nobre senador nao
de apartes, que sejam. ouvidos. por todos e
quo me nbriguem a coiitesta-lx).
O Sr. Baro de Maroim-.guando ougo
cousas dessa ordem nao posso deixar de dai
parias.
O Sr. Viscosde do Rkv-Braxco 'presi-
dente do conselho) : Nao o neg ; ma
noste caso nao leve a mal que lheresponda,
nao considere falta de generosidad** a con-
tcstac/io que eu oppuzer aos seus apartes.
0 Sr. Barao de Maroim i -V. Exc. tem
conscencia do que so passou comigo.
0 Sr. Viscosde do Rio-Brasco (presi-
dente do conselho, Eu preciso haver-me
priitieiro com o nobre senador pelas Ala-
goas...
O Sr. Zacaras:Ellos esto de todo*
os lados. .
0 Sh. Viscosde do Rio-Brasco (presi-
dente do conselho): Enisto est a melhoi
prova do nosso precodtinento imparcial.
Direi alguma cousa em relafos Alagas,
j que o joobre senador assim o quer.
0 Sr. Paes de Mesdosca :Estou o ou-
vindo com a maior attenco.
0 Sr. Viscosde do Rio-Brasco (presi-
dente Jo conselho) :0 nobre senador es-
tava em relaces muito amigareis comuos-
co, e sempre Ihe manifestamos, seno direc-
ta, indirectamente polo intermedio dos seus
irnios, que o ministerio nao impunha can-
didaturas, nem as exclua. Saliendo que
havia, seno rivalrdade, desintelligeiicia en-
tre os Srs. Hendoocas e o nobre deputio o
Sr. Sobral Pinto...
0 Sr. Paes de Mesdosca : A questo
nao foi de desintelligencia, foi creada pelo,
partido.
0 Sr. ViscosDe do Rio Brasco (presi-
dente do conselho) : -Poco que nao me in-
terrompa, deixe-me contar a historia.
(L'oniinumse-ha.)
TYP DU DIARIO RA DUQUE DE CAXlA






O


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