Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12870


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Full Text
AiVXO XL1X. NUMERO 70


I

.

rAMA A CAPITAL E LUGARES MDE XAO SE PAGA M*ORTE.
for tres mezes adiaalados..........t..... 69000
for seis di tus dem.................. 139000
Por un anuo dem.................. 849000
Cada nutnefo avulso.................. 320
QIMTA FEIRA 26 DE PRCO DE 1873.
PARA BEVTB E 1HA DA 1MIO VIXCIA.
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos dem..................
Por note dkoe dem.................
Por ura auno dem.................
6#750
1500
80*450
DIARI
DE
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILH0S.

1 "
t
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos.no Para; Goncalves d Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear; Antonio de Lomo* Braga, no Aracaty ; Joao Alaria Julio Chaves, no Ass; Antouio Marques da Silva, no Natal; Josa Justino
i Villa da Peaha; Beiarmino do Santas Bulco, em Santo Autu ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Pereira d'Almeida, em Mamauguape ; Augusto Gomes da Silva, ia Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tarares da Costa, em Alagoas; Al ves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho C. no Rio de Janeiro.


U I i ,.ih ir.) ,.
parte ornciAL
..... *-"*f II
iovcrno KMMRirrs do da 4 M MAiti;) i>e 1873.
I.* STCCOO.
.Mirios:
Ao brigadeiro eommindante das armas iu-
.-miiii I*-r parte do rominandante Jo corpo de
polica, sera .-presentado a V. Exc. o toldado Ma-
noel dos Santos Reg pra assentar orara no exer-
.lo. s para isto for ligado apio.
Ao capitn do porto interino. Mande Vine,
une em liberdad* o recruta Antonio Francisco
i clioa, visto ler nido julg-tdo incapaz do se/vico
U armada con) enasta de seu oHico da 58 de
ievcreiro ultimo sob n. 48.
Ao director das obras militares. Declaro a
Vine, para sua intelligencia e governo, que as
arreiiiatafois das obras que correrem pela repar-
ticao a sen cargo, dever ser d'ora em diante stric-
tanu-iite observada a disp Mlfte cuntida no art. 18
das instrui-coes para as repirtic,6os do obras mili-
UN) da orle e provincia, mandadas observar
jieia circular dd 31 de Janeiro do 187 >, e ordens
ila di a da r Cilo u. 7 o de 18 de man; i do nusnu.
2.* tercio.
Actos:
O presidente da provincia resolve nomear
para o corpo de polica os oIBcaos segrales : 3.a
'oiipanlua. rapitao o teneat da 6* Francisco da
siqueira Davaleante ; i" c.mipanhia, alferes o ale-
ret voluntario da patria, Manuel Antonio Cimillo;
ti" companhia, lente o alferes da 4' Manoel Apri-
io de Moraes; 7" co.npanliia, tonoule o leueute
agregado Fiavio Jos dos Santos e .-Uva.
0 presidente da provincia, de c.mformidade
eoni o disposto no $ 7* do art l' da lei n. 2033 de
iOd; tttambrn de 1871. cari. 8 do decreto n.
4Hii de 2i le novainbre do mesmo anuo, resol ve,
sob proposta do juiz de direilo interiuo da comar-
ca de labrob, nomear o lenle Lourenc.> Por
Weos Guimares, para exercer o cargo de ajudan-
io d > promotor publico da mesma comarca, no tor-
no do igual nomo.
. 0 presidente da provincia, de conformidade
ewn o disposlo u ? 7* do art. 1* da lei n. 2033 de
11 d setembro de 1871, u art. X'do decreto n.
tSt do 22 de noveinbro do me>ui) auno, Mdve,
sob proposta do juiz de direito interino da comar-
ca de Ouricury, em offleio de 7 de fevereiro proxi-
iiu passaJo, nomear adjunto do promotor publico
l'.'.quella comarca, no termo do Ex, o alferes Ce-
zarto de Seuza Leao.
0 presidente da provincia, alten JenJ) 9
que utieren Jos Aut rai S Lctan, alferes porta
o nleira d i l' bataii i de infaniaria do munici-
ipto d:> Recife, mol va conceder I he 6 mezes de li-
nppr.ra tratar de seus negocios particulares
fura da provincia.
Offleio*:
Ao Dr. chefe de polica. Teado Calisto de
uVa* da i't do ui>u prximo passadn, na villa de
> >ssa enli >ra do Q de fpojuca, assassinado bar-
harauente o inspector d <|uartt>irao, Vanoel ar-
dozo le Vargos, expela V. S. as convenientes or-
den* para a captura do delincuente, e a inslaura-
ci do resuoctivo proce*so. cota a brevidade re-
conimendada na lei.
Ao mjsm. -Pode V. S conceder ao subde-
tagwia daBe-ienhe, capio Mao.jl da Carvalho
Pies de An lrade Goavim, 3 das de licenca para
ir a ffu.-ir.i-su tratar de negocios de seu interesse,
coiiii licita ni poticao. que ac^>mpanhou. por
o|n.i. o ollco de V. S. de 3 do eorrenle, n.
Ao mesmo.Acensando o rocobn mto do
offlew de V. S. dj do eorrenle, n. W3, em que
oartieipa qut da cadeia da villa do Brejo evad
ramso Theotoni i, escravo, criminoso de mirle, e
i iaquim Mariaiu dos Prazeres, conde.iinad) a l
auno* de nrislo, recom.n ndo-lhe a captura dos
ineainaa reos.
Aa juiz di direito do Bonito.Para poder dar
deslino policio a que se refere a sua informa.ae
lo 7 de Janeiro ultimo, na qual Francisco Caval-
i'aate de Albuuuerque implora a S. M. o Iiipera-
I n- o perdi do resto do lempo, que falta a sen
llio Thomaz Cavalcanle de Albuquerque para
cumplir a pena, que Ihe foi imposta, faz-s preciso
i.'im.ianliar a citada iifoniiacc, relativamente a
oinduela que esta tem apre l'i se aclia.
Ao juiz de direito de Giranhuns.Devolvo a
Vnir. o requerintentn do lente Flix Athauazio
iIa Villa-Nova, a que se refere o seu offleio de 22
de f-vereiro u'tim >, alim de que, de conformidade
mu a lei, venha juntamente eoin os dos outros
roiiciirrenies, depois de c iinpelentemente infor-
mados.
Ao juiz de direito de Cimbres. Informe Vine,
se ao proceJentes as accu-aeies, feitas em mn
artigo do Jnrn'il ia Ikcife de hoje, contra o pro
fessor pubeo de Pesqueira, Valeriano Bezerra Ca-
valcante ; outro sim, se elle desempenha os sena
<|evros, qoMltoe alumnos frequentaram a sua es-
cola no auii) prximo linio, quaiitis foram jaiga-
doa habilitados, e linalineule se solTre molestia IB-
c:; ivel Igoal ao juit municipal e promotor pu-
blico.
3.a $eci;So.
.Mirios:
Ao inspector da thesourarii de fazenda. -Em
-ejHOsta ao offleio de V. s. de t\ de fevereiro ul-
tiin i, i ib n. I !8 serie C, tenli i a dizer-lhe, quauto ao
pagain-nto dos veneimentos do Or. juiz iledireito
ioc.al do cap'lias e residuos, Manoel Clementino
'.a.neiro da Cunha, que a doulrma expedida em
;1iio otJMo, com quanto nao lenlia sido observada
na pfatica, com ludo jurdica, porque se funia
em le e le expressa; mas nao lem applicaeio ao
caso de que te trata: porque o menciona lo Dr.
ioraeote^olieila o pagamen'o do me/, de desemhro
ulmo, como se v du atiesta lo que iaehMO devol-
v, tempo asea em que nao eslava anda reconhe-
r-ido dejuirad > Reral por esta provincia ; 2a que
tnaaoto depois do reconliecimento, assiste-lhe di-
reito pereopro de sdus ordnalos de juiz de di-
N lo por nao "constar ler prestado juramento e
i:i; itrado rom csse acto haver aeteilado o mandato
que ihe foi c-inliado; 3* finalmente, por que a ea
mar dos Srs. deputados dispensou-o do compa-
reciraenlo as semoee do crreme anno, coaceden-
do-ie urna licenca com todos os venciinenlos de
ai de direito. Em vista, pois. do expoeto, eampre
que V. *. mande pagar a hm magistrado os or-
uenadM a que tiver direito, nao s no citado mez
de dexouiLro, mas tambem nos seguintes.
Ao mesmo. -Onstaudode ofllciodocouuiiaiv
dantn superior deste muiiici|io, datado de 3 do
corrente. que a corneta mor do o." batalbao de
infantera, Praneiaeq pies de Lima, tendo conclui-
do o seu eng ijamento, desde o 1.a deste mez, nao
per continuar a servir naquelle baulhao, a*sim
( declaro a V. S. para seu (>onljcimonio e fin-
convenientes.
Ao inspector da thesouraria provincial. -Mau-
le V. S. entregar ao tliesonreiro da reparti^io das
obras publicas, a importancia de 9:60 00.), cons-
tante do incluso pedido pedido, que me foi remet-
pnl i respeetivo chefe, m efflcio dn i.do cor-
rale, sob n. 78, am ile ocorrer a despezaa oom
asobraa a cargo daquella repartieio no correte
.i. ..-.
Ao mesmo.fnteirado de quanto V*. S. expoz
em >eu ofllcio de 2S de fevereiro ultimo, sob n.
79, impugnando o pagamento da quanlia de.....
4t(ll7W, proveniente de ohjectos ornecidos uo
mez de Janeiro pretrito para a expediente da se-
cretaria da presidencia, tenho a dizer que man-
de elTectuar esse pagamento pela terna etentimes,
visto achar-se exiincia a eousignacao para esse lim
votada na lei do oreameato vigente. -Devolvo a V.
S. paraos transmitesiagaes a canta que veio annexa
ao citado ofllcio.
Ao mesmo. -Em vista da onta documentada,
annexa ao incluso requerimento, mande V. S. pa-
gar ao gerente da coinpanliia Santa Tliereza aquan-
lia de 165*500, proveniente da inio dobra e uia-
teriaes empregados para a canalisacao d'agua e
gaz no quartel da destacamento da guarda nacio-
nal existente na cidade de (junde, como se v da
mencionada conta, a que se refere a ntormacao
do chefe da repartida i das obras publicas, de hn-
tem, sob n. 83.
Ao mesmo,Alten lendo ao que expoz o co-
eago Joao(mr>sostomo de Paiva Torres, no incluso
requeriinenln, a que se refere sua nfonnacao de
28 de fevereiro ultimo, sob n. 8/, autoriso V. S. a
mandar entregar ao stipplicante o producto da lo-
tera extrahida a favor das obras da matriz de S.
Fedro Xartyr di cid.ule de Olinda, devendo a este
respeto ser ob>erv;ido oartg-i 119 do regulamen-
to dessa repartyao e raais disposicoes em vigor.
Ao mesmo. -Communicanio me o engenheiro
chafe da repai'.n.o das obras pnblicas, em o'.Hcw
de houtem datado, sib n. 8i, haver mandado pas-
sar certificaila ao empreiteiro do calcamento des-
ta cidade bario do Livramento, por achar-se ello
com direito ao pagamento de O:()31*>5'), corres-
pondente aos Irabalhos executados no mez prximo
passado, assim o declaro V. S. para seu conhe-
ci.-uento e tins convenientes.
4.' ueeo.
Acto :
O presidente da provincia, de conformidade
com os arligos 8 e 9 da lei n. 369, de il de maia
de 1855, resol ve nomear os professores pblicos
Antonio Kutiuo de Andrade Luna, Rodrigo Lobo
de Miranda e Vicente de Moraes Mello, o-1.a Miem-
bro do conselho director, o 2." para substituto do
dita eonselho, e o ultimo para substituir o Dr, Exe-
quel Franco de Sa em quanto exercer este o car-;
go de director da escola normal.
OIcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia da Pa-
raliyba. -Me grato participar a V. Exc. que, d*
conformidade com o seu o'lio i de 22 de feveraira
ultimo sob n. 528, a que respoud i, recommendou
o Dr. chefe de polica s autoridades policiaes das
cidades da Victoria.Caruar e Naiareth, bem como
das villas de Liinoeiro, Bom Jardim e Brej i da Ma-
dre de Deus que presten) auxilio a Nelo Jos de Car-
valho uo sentido de ser lavada a effeito a cobran-
za de seu contrata na qualidadede arrematante do
imposto de 1 ni .0 sobre cabera de gado, sabido
dessa provincia.
Ao Dr. director geral interino da instruccio
publica.- Pessoa digna de l me informa que am
viagem para esta capital encontrara em caniinhn o
proessor de instruccio primaria do Brejo da Ma-
dre de Deus, mereadcjanik' fazendas ; que o de
Jngaseira vive .in continuada embriaguez ; e que
o de Pajea de Flora*, m pta eaeaevraaMra Nrai
sua escola. Sai, por propria experiencia, que os
professores pnbiicos do interior, com raras excep-
>9eaj nao cuHiprem o seu dever Elles sao nego-
ciantes, adviigados, ebefe de partido ou de gru-
pos, lavradores tildo menos profdssores. um-
pre, pois, que V. S. mande proceder a um inque-
rilo geral, a respeto do professorato primario da
pr.ivinci.i, declaran lo quaes os que cumprem com
os seus deveres e os que inerr-ccm ser punidos de
ronformdadf com a lei. m relacao aos prmei-
ros, ministre V. S. todos os esclarecimenlos preci-
sos, para que esta pre-idenca pos.a apreciar de-
Tridamente o seu naereeitnente.
Ao mniMift i ftie tendo havido h intem o con-
curso para preeiichimento da 2* cadeira de geo-
grapba e historia do gymna"io provincial, como
me coiiimuuicou V. S. em oflreio da mesma data,
designo o da 12 do ntrente para tal lim.
Ao mesmo.Chamo a attenco de V. S. para
o artigo publicado no Jornal d'i Recife, de hoje,
contra o professor publico de Pesqueira, Valeriano
Bezerra Cavalcaule; cuiuprindo que mande syndi-
ear do modo porque aquelle jirofessor desempenha
os sous deveres, e se site procedentes as aecusa-
cjies que no referido artigo Ihe sao feitas. Outro
sim, sirva-se V. S. de informar qual o resultado
do proce-so que se mandn instaurar contra o
mencionado professor, qoantos alumnos frequea-
taram a sua escola an anno prximo lindo, quan-
tos foram julgados habilitados, e se elle soffre mo-
lestia incuravel.
Portara :
A' cmara municipal da villa de Panellas.De-
claro a cmara municipal da villa de Panellas, em
resposta ao seu o Itrio de li de fevereiro proxim i
lindo, que. visto achar-se funecionando a assem-
bla legislativa provincial, ao seu conhecimento
vou submelter o projecto de posturas organizado
pela raaanu cmara, e de que faz menguo o citado
offleio.
5" serrn.
(inicios :
Ao engenheiro chefe da repartii.ao das obras
publicas. Fico inteirado pelo offleio de Vmc, de
hontein datado, sob n. 81. declarar-se concluidos
os reparos da ponte e bomba da ranea do enge-
nlio Fragozo, ua estrada do norte, resta'oe'.ecen-
do-se assim o transo pela mesma ponte,
KXPKDIKNTK DO SKCRKTARIO.
2.' secro.
OOicios :
Ao promotor publico interino de Pao d'Alho. -
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda aecu-
sar o recebimento do olfl io de V. S., de 26 de fe-
vereiro ultimo, participando ler naquella data sido
torneado promotor publico dessa comarca pelo
respectivo juiz de direito.
Ao promotor publico do Liinoeiro. O Exm.
Sr. presidente da provincia manda acensar o re-
cebimento do olllcio de V. S.. de 15 do mez prxi-
mo passado, participando ter naquella data entra-
do no gozo da lirenca que Ihe foi concedida a II
do dito mez.
4.' fea no.
Offleio:
Ao Dr. Joaquim Coma de Araujo, Ia se-
cretario da assembla legislativa provincial.-N. 8.
lie ordeiu de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, remeti a V. S. para terem o conveniente
destino as duas colleccoes juntas, sendo una das
leis geraes o a outra das decisios do governo re-
lativas ao anuo de i87l.
Ao mesmo. N' 9.De ordem ie S. Exc. o
Sr. presid nle da provincia, transmittoa V.S. pata
ser presente assembla legislativa provincial a
inclusa copia do aviso n. 5,167 de 21 do iiovein-
brordo anno prximo passado, <",ii que a Exm. Sr.
ministro do imperio chama a alteq^aa da presi
dencia para a conveniencia de destinar Mesma
assembja. una cunlribuifiao annual em favor doa
institutos Jos meninos cegos e dos IQ/dos fflqdOj!,
fnadadi ua corte.
Ao mesmo.-N*. 10.Oe ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, passo as mos de
V; S., alim de ser levado ao conhecimento da as-
sembla legislativa provincial, o incluso projecto
de posturas organisado pelo cantara municipal da
villa de Panellas e submettido apreciacao do
mean Exm. Sr. em offleio rh 14 de fevereiro pro-
xim lindo, jr,nto por opia.
0.' teccJtt.
Offleio: a
data aa convenientes ordens ao inspector da the-
sourara provim'ial, alim de mandar entregar
thesourara dessa reparticao a iiuantia de 9:6 0#*
por v. S. solicitada em offleio do Ia do corrente,
sob n. 78, para occorrer s despezas eoin as obras
a seu cargo no corrente mez.
Ao engeuneiro fiscal da estrada de. ferro do
Recife ao S. Franciseo. S. Exc. o Sr. presidente
da provincia manda aecusar receido l> offlrio
de V. S de hontem d itado, ciHiimuncando ter o
engenheiro Paulo Jos de Oliveira sumido na-
quelle da o exorcicio do lugar de ajudante do
engenheiro fiscal dessa estrada de ferro, no impe-
dimento do Dr. Felippe do Figueiroa Faiia, que
se acha co n assento na asamblea legislativa pro-
vincial.
A' rommNsan eensira da fregueiia do
Triumplio.to ordem do S. Exc. o Sr. presidenta
da provincia, commuuico a V. S. que, achand)
o mesmo Exm. Sr. ex^essiva a retrihuicao pecu-
niaria proposta para os" agentes recenseadires
dessa freguezia, reduzio-a a 60 ij, e ueste sentido
offlciou Ihessuraria de fazenda para seeflectuar
o pagamento.
A' da freguezia de Floros. -De ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, commnnico a
Vv. Ss. que, adundo o Exm. Sr. excessiv a re-
irihiiicao pecuniaria proposta para os agentes re-
censeadores dessa fregu ia, reduzio-a a 50o, a
oeste sentido offlciou thesouraria de fazenda
para se effectuar o pagamento.
Santo, eorna s 3 horas da tarde Jo da 28 na do
convento do (armo, para acotnpanharein as res-
pedwan prorissoe*.
(Aasignado)' Imio fiUktrm* ie Bruce.
i'anformo -Jo** Iqwio Hibem Rom*, tea-ote
ajudante 4 ordena interino encarregado >to
deodhe.
IM*a


r;RNAM3C0.
ASSEMBLA PROVINCIAL
SESSO (tKDlNAHIA KM 17 DE MARCO.
esidk.n4:ia do *a a. rK.aauaA.DK aoi-iar.
Ao mcioda feita a chimada acbam-se presen-
te* o* seguintes Sr*. deputados : Lamenha Lins,
Oies Cavairante, Freir Gameiro, Arconcio Silva,
Fumino de Novaos, Oliveira Foaceea, Felippe de
Figaeinia, Alinetdwi Pernanibuco, Vieira de Arau-
jo, Albuiiuerque Laeerita, Pinto Jnior, Tolentino
de Carvalho. Vieira de afeito, Guedes Gondim,
Mello Reg, Goncalves Ferreira, Oliveira Andrade,
i'.iiicinato Caulmria, Barros Wandei ley, Olympio
Marques e Ferreira de Aguiar.
Are-se a seiso.
E* Kda e approvada a acta da anterior.
0 Sa. I" Secbktario d conta do segainte :
arK.ouaTB :
Oros :
Do secretario do governo, remetiendo o projec-
to de posturas da cmara municipal da v illa do
Hrajo e rpias annexa*.A' eonunksao de postu-
ras munirfpaaa
Daatemo, resnetteado o projecto de posturas da
cantara municipal da vilu do Granito A' com-
misfj dt posturas muairipaos.
Do mesmo, nemettendo copia do offleio de 15 de
Janeiro nllim i da cmara municipal da villa de
'elroliua, ponderando as j-citelados do seu mu-
nirieaa.A' eesaaeissiu do aagocios de cantara*.
PeticOes :
01 tcense Fsrra de Paiva Simos, servente
da repa*tirio das obras publicas, pedinde e paga-
reeato 4 se i *alaho Integralmente, visto lie te-
rem descontados es das saateicado*. A' eom-
mLssfto de petirfies*
De A istmio Carlos de Lentos Baarte, continuo
do consiil.id.> provroebii, pedinde que os sen; ven-
rimeatos sejaut esplipacados aos de* fimreiouarios
de igual tageru da aswouraria provincial.
DKSfAGHOS DA PRRStOKMCIA DK 21 K .MAI1CO DR
1873.
Antonio Pitiladelph i Pereira Dutra. Indeerido.
Antonio de Souza Rangel Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de facenda.
Cotnpanhia Rtcife rautage Informe com ur-
gencia o Sr. inspector da tliesourtria proviueial.
Ernesto de Carvalhe Pae de Andrad-.Infor-
me o Sr. engenheiro das obras militares.
Francisco Gomes da Silva.Seja junta a procu-
rac-to.
Dr. Henrque Leopoldo Soares da ("amara.
Entregese ao supphcante termo da n-qie/cao
incluso.
lrmandade da ordem 3.' de Nossa Seuhora do
Carino. Deferido com offleio desta data ao Sr.
inspector da thesouraria provincia!.
Isidoro Tbeodulo de Mallos Ferreira. -Eucami-
nhe-w.
Jos Pedro Alexandrino das Chagas.Sim.
Bacharel Joio Zeferino Pires de Lyra.-Enea- A eenim.ssio de or*ialad*s.
minne-se. Do padre Ignacio Francisco
Joaquim Klia.- de I arvalho Moura. Informe o
Sr. inspector da thesouraria do fazenda.
Manoel Loureiiyo de Mallos. Entregue-se.
Bacharel lergentioo Saraiva de Araujo Galvao.
Deferid i com olllcio desta data thesouraria
de fazenda.
Dr. Simphrouio Cnzar Coutinho. Modulo e de-
marcado o terreno, e pagos os direito*, couj*
requer. .
Vicenle Pereira da Silva. Declare o supusM
canto se o menor orpliai e ueste cano se i tn-
tor do mesmo, no cas contrario Jua'e eoaaenli-
mento do pai do dit> inen ir.
Cezario de Souza Loao.Solicite o snpplicante
os esclarecimenlos de que carece, ao inspe i-.r da
thesouraria provincial.
Secretaria da picsidencLa de Peruaiubuco. 22
de mareo de 1873.
O porleiro.
Silcnio A. Rodrigues.
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-S. Exc. o Sr. presidente da provincia
mtnda declarar aV. S. quclicam cxpedulas nesta
OosMiutindo Miipr-i-is!-.
QUARTEL DO C.OMM.VX'IK SUPKKKIU INTKRINO DA
GUARDA NACIONAL DO MU.MCHMO DO RKCIFE,
-24 de .M.vKi,.o he 1873.
Ordepi do dia n. iQH.
Em cHinprimento la ordens do Exm. Sr. com-
mendador presidente da provincia, de 22 do cor-
rente mez, determina o coronel couimandanle su-
perior interino, que os corpos de guarda nacio-
nal desta capital, sob n.~ 1 de artilharia, I, 2, 3 e
4 de infaniaria. reunidos ao 2.a e 9.a de primeira
linha, que foram postas a dwposcao deste enlo-
mando, pelo Exm. Sr. general commandanie das
armas, formem urna divisao, compostade tres bri-
gadas, tara aeompanhar na tarde do dia 28 a
procissao da sagrada imagem do Seulior B nu-Jesus
dos Pasaos, no regresso do convento do Carino
para a matriz de S. Fre Pedro Qncalves do
Recife.
A primeira brigada que ser commandada pelo
Sr. lesete coronel Alexandre Augusto de Frias
Villar, fe ir composta do 1.a b itaiho de artilharia.
i." e 2. de infaniaria da guarda nacional.
A secunda brigada sob o mande do ir. tenente
coronel Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
se compora do 3.* e 4.'.
E a torceira se formar do 2.a e 9 de 1.a linha e
ser commandada pelo Sr. tenente coronel Joa-
quim Cavalcante de Albuquerque Bello.
A divisao se achara formada pelas 3 horas da
tarde do referido dia, no caes 22 de novembro, em
linha, ap.dando a direita travossa do arsenal de
guerra, e tirar ao mando do Sr. olflcial a quem
por lei competir, emquanto me nrio aprsenlo
sua frente para lomar o commando e eonduzi-la
ao seu destino.
Farao paite do eslado-utaior do commando da
forcji, alm dos Srs. ofllciaes competentes, os Srs.
capitaes do 1.a esquadro de cavallara Elias Gon-
calves Pereira da Cunta, e do 8.a de infaniaria
Pedro Otario de Cerqueira.
Os Srs. cominandanles de brigadas escolhero
os seus empregados d'entre os Srs. offlciacs dos
corpos, as mesmas pertencentes.
O servipo da guarnico nesse dia ser feito
pelo 6.a batalbao.
Para acoinpanliarein a trasladacao da mesma
imagom da referida matriz para o dito convenio,
sao convidados por S. Exc. o Sr. presidente da
proviicia. todos os Srs. eommaudanies de corpos
e ofllciaes do servido activo e da reserva, bem
como os Srs. olliciaes reformados corapurecerein
s 6 horas da tarde do da 27, na sobredila ma-
triz ; deveudo tambem all se acharan todos os
inferiores.
E para a procis-a i sao igualmente convidados
os Srs. offlciaes dos corpo que nao arruman!,
bem como os da reserva e reformados.
Rodilihi Joo R'iratn de Almeida,
CoroQOl coujniandante superior interine.
CiMiiiiiiiilit iirmiis,
QUAHTEL GENERAL DO C.OMMANIlO DAS ARMVS
INTERINO lll. I'EINAMIUC.O, EM 2V DE MARCO
dk 1873.
Qntem do tita >l. ?I2.
0 brigadeiro conimandante das armas interino,
em cumplimento ordem da presidencia, cuntida
em ofllcio de do frrente, determina que i
5 l/ horas da tarde do dia 27 do Crrante, o 1'
batalhao de infamara esleja poslado.em frente
da igreja matriz do Corpo Mal i, atim de aeom-
panhar em procissao a saxT.^d imagem do Se
nhorBom-Jcatis^los Passos,-em sua traa!*5f
da referida igreja para a do Carmo, e que os1 infe-
riores do 9.a batalhao da mesma arma e das com-
panluas de caval'aria o operarios se aprl'sen'em
as nasmai horas na sobredila igreja matriz, alim
de guarnecer o andor, com o de estylo.
. O mesmo brigadeiro convida aos Sr?. olflciaes
dos carpos especiaes, arrigiinentdos, honorarios
e reformados, a compareceeui, nao s no citado
dia 27 pelas 5 hopas da tarde, tu igreja do Corpo
OSr V tJorreiit te Araujo: -m pre- offlcialidade de mar e trra e mullas seahoras,
sidente, a torceira ou quarla vea que se poe este do que emm a uossa sociedale tem de hu* ele
projecto em discussao o se requer o adiamento por vado em suas posicoes.
quarenla e aita horas. | Aborta a sessao pelo Exm. Sr. presidente da
O Sa. Pinto Jumoa :v'ai pegaudoa moda. provincia, que o fez proferndo um eloquente e
O Sr. A. Cohrkia uk Araujo : -Parece que vai patritico discurso; segaio-se a distrbuicio dos
pegando a moda. Na casa ha deputados quo po-1 premios.
dem dar explicaces sobre o projecto ; cu espero \'- haver adoecido o secretan da comntUsao
que uo caso de volarutos pelo adiamento do pro- directora, o 8r. Dr. Buarque de Macedo, foi dig-
jecto, voto-se por elle conforme as raziies apre- naitieale substituida este pelo Sr. Dr. Manoel Por-
seutadas pelo seu autor.
O Sa. G i.Nc.AL.\ks Fkbheiha : Adiamento nao
se nega a ninguem
Encerrada a discussao, o requerimento posto
votos e approvado.
3a discussao do projecto u. 9 de 1871, autor-
sando o pre-i lente da provincia a remover a lii-
bliolbeci publica provincial para algum edificio
que melhor se preste aos misteres daquelle esta-
belecm-nlo.
O Hr. de Fifsueirua ju>tilica a emen-
da qua mandou mesa e foi apoiada, expenden-
do varias consideracoes em ordem demonstrar
a conveniencia da remocao da bibliolheca publica
para local mais apropriado ao seu mister do que
aquelle em que actualmente ella funeciona.
OMr.lioes Cavalcante faz considera-
coes contra o projecto.
Encerrada a discussao, o projecto posto a vo-
tos e rejciiad>.
2' discussao do projecto n. 97 do anuo passado,
aulorisaud > o presideule da proviucia a contratar
a construcciio e explorado de unta fctbrca de fa-
zcr papel tiesta provincia.
E' approvado o art, 1.a
Entrando em discussao o art. i; vai mesa e
apoiada a seguinte emenda :
Em lugar de quareuu anuos, diga-se vinte
NrJunt Cavalcante.
Encerrada a discussao, a emenda posta a vo-
tos e approvada.
Oeisade volar, so o art. 3" por falta de numero.
0 Sr. presidente designa a orden do dia e le-
vanta a sessao.
padre Ignacio Francisco dos Santas, profe
ror de latim do fryrrnasto. pedado a esta assem-
bla quo lite coate, aat de ausweutar-se, o tempo
que sobstituiij a eadeira dsisirjraa nacional ao ao-
ti*ilyce.). -A etatmissio de inatroegao publica.
K" lulo, apoivlo e itMOdad iuspruir o seguin-
te proje -to :
A assembla legislativa provincial da Paraaav
bm resoivv : i
Art I" Fie o preeideate da provincia auto-
ji.sade a cMtraiar eom quem innliioias vanUgeos
ot*er>-eer a ausa -ao d'agua p<4avei e illumina-
e,i i a gaz para a cidade da Victoria sobro a* se-
gniates ese*': -.....u
1.a Privilegio at cinco<>nls> abnos para agua
c trinta para o gaz.
| 2.a Privilegio at dona annos por cada chafa-
riz que fiver de ser ralloraa por ordem do pre-
-idente da provincia, alm dos designados no con-
trato.
f 3.a O proco dailluminacao nao poder exce-
der ao mximo lixado na lei n. 813 de 22 de inaio
de 1968 para a cidade de Olinda. e o d'agua ao
que foi determinado pelo 8 7a do art. 2a da lei ti.
Ui de U de jullio de 1837, podendo o presidente
de aecordo com o contratante inodificar para me-
nos o preco da illuminaclo quando houver estra-
da de ferro para a mesma cidade.
Art. O contratante se obridar :
$ I.* A collocar os chalarize* e lampioes nos
lugares que pelo presdeme da provincia for desig-
nado, nao exceden lo ai numero del lampioes a
asienta.
$ 2.a Findo o privilegio para a canalisacao
d'agua, a Ceder a presidencia todas as obras i es-
peetivas, das quaes far entrega administraco,
correndo por conta do mesmo contratante .todas
as despezas com as mesmas obras e as do gaz.
Art. 3.a O presidente entregar ao contratan-
te no estado em que se adiar o acude, mandado
construir em dita cidade por conta da provincia.
Art. \. Ficara lientos de diretos provinciaes
e municpaes todos os materiaes necessarios s
referidas emprezas.
Art. S." O contrato ticara dependente da ap-
provacao da assembla.
Art. 6.a Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.S. R.Paco da assembla, 17 de mar-
co de 873.Ge* Caoalcaute.
E' tambem lido, apoiado e approvado o seguinte
requerimento :
Requeir que se solicite da presidencia da pro-
vincia copia do contrato celebrado com a eompa-
nhia Pernambaco Street Rnilway ToleiUim de
Carvalho, a
ORDKM DO DIA.
3.a discussao do projecto n. 47 do auno passado,
antorisandoo presidento da provincia a contratar
com a companha Recife Drainage o estbele t-
menlo de torneiras as ras da cidade para a ex-
tiucejin dos incendios.
O Sr. de Figueiroa manifesta-se contra o
projecto, adduzindo as razo;* em face das quaes,
lendo apoiado a idea nelle contida, na sessao do
anno passado. vota hoje. contra ella.
O Sr. Lamenha Lima como signatario do
projecto, juslifica-o e repondo ao precedente ora-
dor, refutando os argumentos por elle apresn-
tads.
Encerrada a discussao, o projecto posto a vo-
tos e rejeitado.
2' do projeclo n. 103 de 1871, autorsando o
presidente da provincia a contratar con, Jos Cor-
rea de Mello urna ponte sobre o rio Ca-me-vou. -
E' approvado.
! discussao do projecto n. 24 de 187", autor-
sando o presidente da provincia a dispender a
quantia de cen contos de res com o jardinamrn-
to da praca de palacio e collocapio no centro da
mesma de um monumonto memoria do conde da
Boa-Vista.
O Sr. Mello Reg diz que este prometo mi
apresentado em 1871 e desde cnto nao foi mais
pasto em discusio ; hoje que oSr. presidente leve
a bondade de anreseiita-lo consideraran da casa,
requer o adiamento da discufso por quarenla e
oilo horas, alim de rever a segunda parte do pro-
jeclo e fazer a alleracoes que julgar conveniente.
Enlende que ha urna prova de estima o considc^
r.icV). niandando-se levantar um monumento a
me'm illa do finado conde daB ta-Vi-ta, nnulos per-
nambueanos, que mais servicos presten a mprp*
uinei-. natal itn a nrovincia dove ttiautesiar
REVISTA DIARIA.
AmaeraaMea provlachU.-Na segunda-
ferani houve sesslo por talla de numero legal
de deputados
Guarda nacional. Por portaras da
presidencia da provincia, de 15 e 17 do corrente,
mandou-se dar gua de passagem para o raunici-
pi da Serinhtan ao tenente Jos Gotnes.de Moraes
e alteres Manael ite Oliveira Lins, ambos do :19a
baialho de infantan.i do municipio do Cabo ; t
dispensou-se o lapso de \empo, para peder tirar a
patente que o.reformou no p isui de major, o capi-
tn do 6- hatalhao de infantaria do municipio do
Recife, Manoel Joaquim dos Passos.
Thesouraria provincial Por porta-
ra da presidencia da provincia, de 17 do corren-
te, foi aposentado a sen pedido, com o ordenado
correspondente ao tempj de 26 annos c 24 dias de
earttaa/ o porleiro da ihesouraria provincial Do-
mingos Sorano Alves da Silva; e foi nomeado pa-
ra o substituir Sal ador Barbatho UChfla *rai.
cante. ,
Prufrssorrs pablicott. -Por portaras da
presidencia da provincia, de 15 doeorrente, foram
nomeados intorin.imenle professores pnbiicos de
instrueco primaria dns cadeira*: de Pajert de
Flores, Maiwel Vieira Feitosa ; da Pedra. Jos Soa-
res N'eiva; de Vicencia, Joao Pedro da Silva; e
de Pao Ferro, o Rvut. Frei Pedro da Purilicacao
Paz e Paiva.
Hospital militar. -Por portaras da pre-
sidencia da provin-ia, de 13 e 7 do corrente, fo-
ram exonerados a seu pedido, Rodolplio Marques
Theophilo de amanuense, e o major honorario Joao
Manuel Pereira de Abreu de almoxarife dohrspital
militar; e foram nomnados o capitao relormado
Trajano Alipio de Carvalho para o lugar de almo-
xarife, c Joaquim Pinto de Almeida Jnior para o
de amanuense do hospital militar.
Ar ti-ii-.ti de marinan. -Por portara da
presidencia da provincia, de 17 di corrente, foi
demittdo. bem do servido publico, o Rvm. Jos
Bonifacio de Azevjdo Brito, de capello da compa-
nhia de aprendizes marinlieiros do arsenal de ma-
rinha.
Foro civil. -Por portara da presidencia da
provincia, de 17 do corrente, foi credo (Veo civil
na villa de Panellas, co n eonselho de jurados.
Delegada Iliteraria. Por portara da
presidencia da provincia, de 15 di corrente, foi
creada na freguezia da Pedra umi delogaa litle-
raria, tendo pir sede a povoicio desse nome e por
limites os dos respectivos (ojiados de paz.
Delegado Iliterario. Por portara da
presidencia da provincia, de lorio corrente, foi no-
meado o major Francisco Vaz Cavalcante, delega-
do liUerario da freguezia d i Pedra.
Autoridades polieiaes.-Por portaras
da presidencia da provincia, de 13 do corrente :
Foram exonerados : Pedro de Mello e Silva, de
subdelegado do distado de Carte, do termo de
Itamb ; Jos da Vera Cruz Campos, de delegado
do termo do Flores ; Manoel Joaquim dos Passos,
de 3a supplentedo subdelegado da Boa-Viagem ; e
Jos Matheus de Camilos Coimbra, de subdele-
gado de Alocados de Ingazeira, sen lo o 2.a e o
4.a seu pedido.
Foram nomeados: subdelegado do disincto
de Caric, Urbano Guedes Gondim ; 3.a supplenle
lo subdelegado da Boa-Viagem, Manoel Jos de
Oliveira Lima. ...
Jury do Recite. Installou-se definitiva-
mente na segunda-feira (24) a 2a sessao do jury
da comarca do Recife, aofa a presidencia do Sr.
desembargador Lourem.o Santiago, e servmdo de
promotor publico o Sr. Dr. Jos Maximiano Alves
Cavalcante, nomeado ad-hoc, vino estirem im-
pedidos o promotor e o adjunto effectivos, com as-
sistencia de 44 juizes de fado. .....
Sendo
o-
Dr.
Joao Francisco Teixeira, foi condemnadA no grao
mnimo do art. 201 do cdigo criminal, a um
mez de prisao.
Deve entrar hoje em julgamento o reo Anto-
nio Zacharias do Carmo, pronunciado no art> 205
do cdigo criminal.
. j juizes _-
submetlide julgamento a r Angela Ma-
ra da Concei.q, pronunciada no art. 20"> do c-
digo criminal, tendo por seu defensor o Sr
Vinte e eiuco de marco -0 aniver-
sario do juramento constitui'.-ao do imperio foi
hontem solemnisado, como do costume, com cor-
tejo, no palacio da presidencia, ante a elugio de
S. M. o Imperador, ao qual assistiraui, alem do
funccionalism administrativo judicial, religioso e
militar, o corpo consular ostrangeiro o crescido
numero de pessas grada* da capital, fazendo as
honras militares um dos batalhoes de linha
Em seguida esse acto, celebiou-se a dislrbui-
i fio dos premios da ultima exposic provincial, e
a noite houve espectculo gala no tfteatro.
Durante o dia esliveram embandeiradas as "
tacoes publicase navio- surtos no Bortn a;inja"a
fortalezajl.. Brum as s-*^ flQ esl-,ju o a*oras
mann, 1 c C da tarde.
vincia natal, e que a provtnGia
a sua gralido.
Vai a mesa e apoiado o seguinte requeri-
mento :
. Requciro o adiamento da discussao pof 1lia'
renta e oito horas. Vello R-go.
Encerrada a discuti o requerimento posto ^
,. ''*{ Tanto na noite da vesner
votos c approvado. 1.
Ia discussao do projecto n. 74 do anno passadlo,
reg.lando os limites entro os termos da Escada e
Seritijiaein.
Vai a mesa e apaado o seguinte requeri-
mento :
! Reqneremos o adiamonto da discnssiio pir
qiierenta e oito liaras.Bnrros Vianikrlaj.-Gts
bavatopnte.
tella, a quem cabendo a entrega des premios aos
expositores, dos quaes alias, quasi todos compa-
receram, o fez de modo a enthusasmar o audi-
torio, Ututo se coni|ieneirou de sos missoao fallar
etn artos, industria, em piogre*so smlini, a um
povo que, como o nosso, agora que vai entre-
vendo as victorias da civil*a$ao moderna.
Foram deslribuidas 46 medalbas de prata, 17 de
cobre, e 43 men oes honrosas.
Rematou a ceremonia um discurso recitado pelo
Sr. Antonio Mara Ocouel Jersey, em o qual, con-
parando a cvilisacao amiga com a mooerna, fez
patentemente sobresahir a vistura da inteUigencia
a da forca ; o triumphodo operario sobre o sol-
dado.
Foi esplendida essa festa do trabalho, e de mai-
tas feslas como esla, que precisa o povo bra-i
lero. naturalmente dolado de lodos os elementos
de engrandecimenlo, e que para assumir a posi-
cao que Ihe devida no mundo, s fasta quem de
urna vez e francamente rasgue diante de si a u-
neusa estrada do verdadeiro progresso.'
oNpicio de alienssdsMi.Damos em se-
guida tres ofUcios relativos a mais urna oflerta
feiu para a obra do novo hospicio de alie-
nados :
I Um. Exm. Sr. Pela carta junta ver V. Exc
que o Sr. Joaquim Francisco de Mello Cah con-
corre com cincoenta alqueires de cal, da medida
do forno, qne corresponde 111 ou 131 barricas
aqui no Recife. c como elle viesse receilar boje
um iiluo, ped ihe que se encarregasse de entregar
em Iguarass e Marmita Farinna a* cartas -que
vou dirigir aos outros fabricantes de cal procu-
rar a respaila, proiuptamenlo aeeeideu ao meu
pedido e prometteu lomar Uido o tercase por
Lie imprtante e piedoso esUlwlecirnanto.Deus
fiiar.le a V. Exc. Recife ti de usare do 1873.
lim Exm. Sr. commeudador Itr. Henriqua Pereira
de Lucena, digr-issiieo presidente da provincia.
Dr. Pedio de Athahyde Libo Moscozo.
Ilim. Sr. Dr. Moscozo. Iguarasad 10 de marco
de 1873.Em resposu da carta que V. S. me di-
rigi ora dala de 15 do crrente, tenho a respon-
der-lhe que mandarei. logo que para is do 50 alqneires de cal da med U lo lomo, para a
coostrueco do as y lo do alienados, e se para o fu-
turo as circumst'aucias o penmUtrem, mandarei
mais alguma etc. Sou cera eslima sempra -De
V. S. amigo muro obrgado Jeaeatta fraac* de
Helio Cah b
f 4a seceo. -Palacio ila presidencia d* Pernam-
buco, em 21 de marco de i7i. -Em respeeta ao
ofllcio de V. S. de hontem datado, tenho a dizer-
lhe que agradeeo e donativo que ageuetau, para a
construecao do'asylo dos alienados, de 50 alquei-
res de cal da medida do forno, que eorrmpoode a
120 a 130 barricas, feito pelo cidado Joaquim
Francisco de Mello Cahd, a quem V. S, agrade-
cer e louvara em meu nme asea importante
otrerta. -Dens guarde a V. S. Uenrioue Pereira
de Lucena. Sr. Dr. l'edro de At*hhyie Lobo Mos-
cozo.
Aiiiiiversnrio Completara->e aoje 372
annos que Frei lleurique celebrou em Porto Se-
guro a primeira missa.
Claeii.-()s rkis Betierbe e Capibarbe, em
consequencia das copiosas chuvas da semana
passada. auginentaram bastante o volume de suas
aguas, bem como a correnlez;i.
Mo costme.-Apesar da expressa deter-
ininaco do regulamento e das continuadas ordens
das auuiridades coinpeleiites, continuam os trens
da linha frrea do Caxanga a percorrer o ("ampo
das Priacests, sempre a grande velucidade, e a
atar parte das vezes sem dar aviso (piando se
achara as duas curvas, cora o que os seus ma-
cliinistas poeta oa transsunles em grave risco.
Chamamos para isso a atleuco do Sr. Dr. enge-
nheiro liscal.
Medulas de 5t>l>- No Ihesouro na-
cional no Rio de Janeiro e as lliesourarias de
fazenda as provincias procede-se ao recolhimen-
to das sedulas de 50*000, da quarla estampa, das
quaes tem apparecido em eirculaeao algumas fal-
sas, com cando ellas, do 1.a de Janeiro de 1874 em
diante, a solfrer mensalmente o descont de dez
por cent.
As sedulas falsas distngueui-se das verJadeiras
pelos seguintes signaes e circumstancia.
Nao ha na circulago nota alguma deste valor
de serie inferior quarla. nem to pouco de nu-
mero superior a 5 ,000 da serie 7.a; cada serie
aleanca smente o uumero lOO.-M); o papel das
notas verdadeiras de lnho c encorpado e o das
falsas algodo e pouco consistente; o trabalho
de gravura no t'ido das notas falsas mu iinper-
feito ; confrontando estas com as verdadeiras,
torna-se mais saliente a mperfe.ao as figuras
do emblema, cujos contornos e claro-escuros es-
tao mal delineados e confusos ; nos signetes dos
quatro ngulos das notas observa-so a mesma im-
perfecao no trabalho de gravura e mais anda a
diuerenea de que a facha clara que forma a cir-
circumlerenca do pequeo crculo que envolve o
algarisnio 5n, menos destacada as notas verda-
deiras do que as falsas, p .rque nestas notas essa
facha nao so mais larga como est asssentada
sobre um fundo mais escuro, principalmente na
parte interior ; nota-se tambera que os algaristnos
impressos da numeraco sao mais grossos e menos -
regulares.
HonrosoTendo sido ha pouco tempo, agra-
ciado pelo governo imperial com a coiiiuienda da
imperial ordem da Roza, o Sr. Dr. Pedro de
Athavde Lobo Moscoso, em attencao a relevantes
servidos por S. S. prestados a esta provincia, os
empregados da cmara municipal do Recife, mo-
vidos por sentimentos de sympatbia e gratidao
que Ibes lera inspirado o Sr. Dr. Moscoso no exer-
cicio do cargo de vereader da mesma cmara,
oirereeeram-ilie as respectivas insignias, resultado
de urna coiisagao que entre si promovenun.
Actos como este, como este dictados pela voz
espontanea do reconliecimento, os quaes, como
aNi. nem de leve deixam transparecer motivos e
intuitos menos digno honra nao s dos que
se tornara objecto delle, mas tambem dos que os
praticam.
Supertluidade, pois, seria diz Tinos que felici-
tamos o Sr. Dr. Moscoso pela elevada prova de
consderacao que, por esse modo, acaba de rece-
ber ; amim como, que a manifestacio ^ ftm.
pregados da cmara municipal ^ m-nj de louvor
pela face nica porn*- dove ser flOT SS?: u,,l:>- B- npalavras oom quo o Sr. Dr. Moscoso rc,-
ponJeu as que Ihe foram dirigidas no acto aa
olTerta :
Mena senhore.
Grande com effeito a orova de r*)ptrVrsi>svi
r a*
o -r?iXSSri!nVera a ^ ^-is^e
se a distnbuiQo dos premios conferidas por oc-
casiao da ulnn poshja provincial, te]
.autoridades superiores da P-^'Sttt-J^JS^^S^
....r......,,. Hiu.w..u-|.-j anuos i
s con/erides por pe- E muito raaior realce recebe essa eraea imne
provincial, lendo Iu- rial com a multo distincta demon tracfo de T
do mesmo palacio da'e amisade nne no mnr*? X.di'_uc ,!*eV
*+'
Sta


lerem minha \*aai<* poueoque teiihojirestado a.noel PereiraHalo Bravo; do direito internwional
causa publica, ajpiajeipaliiieiite ao municipio do | martimo, 6 i> teniente Helmirb de Mattos Ti|m;
Blaro --
flecife.
Devei *
yo-lo corrfesso : minea
ente qu Ya ma julgasseis
digno de tad sdbida prova de considerado romo
a qae acabaes de daijata ^"V ,
ite, fF'0Z *uiais
"irea: virjdes (l
npenho d olii
ieapuou-me.,qije
a, incoinuiodat-vo :
voseo corar se 'a
sealimcnios d'alnia -a
lfer> 'i m.'iis firme pr<>-
t rosta peflcioso
iiMipnl
alaseme
Fui sempre
fjertincate de
rar que era o
na missao qti
4tava-m a%um,
des denunciar
um dos mais
justica !
Meirs se
testii de in
Nunca me^se^iecenrTro voss^efWoso pa.
ccdiniento que oic penhora para sempre, e que
me euche ao Para rtiim nenhtiiri galardao mador do que este
0 vos aedkaes de dar-ine.
CflBtmnaf rser goloso* t tammm empregados
! a i t-n-le- sido at boje
Deus e c Patria vos recompensarlo devidainente
relaa via virtudes.,
%HMIhkD laouim Martins Gomes,
Drasrleiro, ferreiro, casado e norad r uo Arraial,
alli assassinnu brbaramente; a* golpes "de fouce.
fia niaahi de 13 do eorrente, o portuguez Joo
ttaptista, eemuierciante, associado eni urna luja de
fazendas da na Duque de Callas e all resi-
Dii-se a,ue Joan Baplista era padrinho de nm
?Nw> do 3(*M#n ;^q*e rivlam em grannVatiini-
-ibme.lew!*-' issawiw por rotfMM ir lados .*
abitados, noulinha, buscar sen c impaabeiro.r
trnjro segtlrnte. Isso se den desde nin lempo em
ijue adoeertido doio Kantista e precisando dere-
lrar-se p ira tora da ridade, leve de ceder a rei-
teradas untaiVia* de s-u compadre, que o levo
fMfa soa c*sm do Arrala!.
Sem qne heuTPsSe oeeorrido<> ma's tjeiroin-
calente, ehi um-dos dias da semana pas'sada re-
verten Joo Bepti la de soa comadre, a nmlhor
de Joaqnim Martins, aviso para que 1 mal*
(Alternare, visto como sen marido apparenera
deArutlHado d qne heuvesse entre enes nttajM)
tmeitfS. ^
Tin tranquila-eslava a ronsciencia de loao Bap-
*tita jne rio- se da absurdidad do aviso e lew
squecen-se, como ira.s tarde exhuberanlfincnte
o provon.
" \n ttthbadn. a hora acnstiunada, apparecen o
e .padre par*nepiirem viafcm do AfWq Joo
antista, a a!TahtlH:Hle do c^>irfKfdre, como .iconteoia seni-
pre, gue ageite pretenda lirar ao domingn no
Josii Alonlq, prtlo, frica 33 "jmos. tilto, *
;*
concA-^
iK; historia, tatica mrval-e jn-atira dos clculos BmlMi*li)i^( da) B'-mw Lima,
de avega'io,.o S,- tenouto A4Tuii de Aloncasti. aibw}e,H^.iiflfll, -.tcira. S. Jos; m _
Graea ; toos para sctvircjn 4urapte .a vja?em d% ui^wf,, >, V_]
instrueco dos guardas-marinha na A'icdkeray. SarcTinu Tol&un i de Oiivein, pardo, Pcrnain-
Foi mandado vender, por ter sido condemnado, huco, i') annos. sulteiro Boa-Vista. bospiUI Pedro
liamm a aifjMH ; tfIRrcuM piumiian*-..
o trantpor
matacao oKt |HraUfStf (3 MPOO
Foi coiiMBa #a tetreote Maanel do N:sci
nipnto Cauro < Silva, jeenra para pregar
vapores do oMuuiereW.
Em 7 do Cdtldnle enc|fdio>se o segu .
aviso: -.
A'intettdenciH, fuamlando expsdir as conve-
nientes ordens paiamie.dc.accordfccofci o dlspos-
M?d!oo xEk Stsffit SS
it^- de ou flninnw fdmreseiiiiie^e t^^^^pi^
i.irios um dia de jornal ein cada mez, e recoflu-
s immediatamente
a calxa ccomoiii
de crdito, afira de"f(irmare7n-se s pelisoSTa qw
peteve-se ait- 9 do -atM NgalMMMiS
inesino seniido s presidencias da Bahia, l'er-
nambuco c Para.
Estrada de t>rr do Recite ao I.i-
&:
Wfrtjlratii jimtn*. p.tssarain a notte sob o mesflio
VM: no domingo alinm-aram mesnu taesa NR
rrie i >ao Bapti*ta llottlsse tran re-e e %arrns (oin-s a idi'ti criminosa i\ncb
dotiinava.
P>iiiro' depoi-i de attnoco prop<" Vwns i -irn pjOMb n rtafierdfe este, semp'e faU em
-mdeseend-r eti ellv, acceitiu^ ManiUsftomr<
tomn de nma fuee, acto limito satura! lio cjrdh
1l e jliiraui os dous.
Clifjwdos jt^ loran a urna eapflelra tpie damor
ra ao ftmdi> de *hii siti*. que aki kft, do Rr. Ipi-
^rira. traiceii-ni<>iite M.Hthi< Gomes aMTMii
* .tptisra e era momentos, a polpes ilfl toben o
iitatmi.
-alWHan'lo snnintto para ca-^i. Id I salpicad.) de
rtBjrne'prtrlici|H>u niulher a qnr havia (cuta de
sw-ce-lo^. A st.t reveUeSi tremeada, porm.a
flluflier yrW)u i>or so.-c.nToe apfiareeeflilo alfwm
il*J|iu que o d-**alma & rio sanpninarH iiiflfcuto.
Despindo a roupa eBsangiientada que o cobria
-t-nnm nina Mitra edwnpafWMK
A aut iridade local tojro que tf ve winheenneato
j o Tacto e stjiiir atnem park o Recite atlin de
j. irticipar ao socio de Jo;io Haptisla que a esle
wee.ler.1, e entrn aas miciniiesa indatranies
arerca do crirti>. I '<
Logo qae aqui eAep tu a noti.aa os eaixsir.n>,
socio e amigos il> ieo liaptieta ir.iXaraui de lmar
arrits para irem huvc.ir o sen cadver, a di* s
ceuWaan) na d Impera.lorqnando viran ap-
prn*iinar*) plcidamente Martus omes a quem
coattedaH perfeitauMnte pato inuitu que elle fre-
inentava a I >ja do assasnuado.
l)rrigirem-e a-efle, intenrogaraiBtno abeai
destino de Joa Bapti-ta : acensarem-no do cri-
me comettdo: confnndirem-n) e preuovrein-no
iw (im ; foi t-.ito obra de um moatento.
Anda bem I K mais um qae al licara im-
pun'. ....
Crre a verseo de .ne osla tragedia foi origina-
da por calumnias -a-vacadas contra Joao B plata
por nina inulliei- qiii' entrelev em outro lempo
n-l.-i.; es intimas eo,n elle, e qno, vin-Jo liojc ao co-,
oliei'iinento da iaUnidade que gosava aquelle em
casa d*'>fiirens rime*, i eaM capacitna de que
ja miillicr a irania enm o compadre.
Parece-nos, d'alii, que apeaar de piwso o assas-
vino. imita ton que faar aiada a polieia. alim de
averiguar o que o lerna a eonverter em braco de
algo/-., o braco de um amiya
Passamr-iit. N> domingo 23 do eorrente,
a tarde fallecen, victima de rpido mais agudo pa-
iieciniento, o bachai Afltaata L:iiz Fe reir de
Vaeeondettaa Mcnezos de Btnmniljllhn do nosso
amigo u dislineto ente da ansia fasuldadti lo di-
.iiiti) e dvogado no fi'iro da Becife, Dr. Antonio de
Vasconcelos KeMMft de Mranuiionil.
Formado om direiU lia seis p.ira sete anuos.
atada inuilo no verdor dos aoa, recolbeu-se ao
son gabinete de esludo e, rom verdadeirj des-
(M--:i.linicnto do muido, poJ><-se dizer, dedicou-.se
ap-Tfei;oamento 'le nu i-spirilo ale o moutentn
i- -,. -rad i em quevei) a u> >rte. cun horrorosa
.i i.-iiiatiiiilaJe, roiiliar-Jlic a vida.
Filho li'L'iiinxi d sec.ilo, de espirito laborioso,
ideas a vaneadas e carcter iudej-enilenle, ao re-
c'Oer a borla de hacharel nao foi joga-la em pri-
nieira parada a essas laesquinhae coiiveiiieniias
ociaes, que laut.i si'iu/.ciii a.> c.iiiii'.ain. I'oi*s-
'udar, foi pensar, foi tuergulliar mais fundo no
ocano das grandes verdades;
K. que elfe, o que raro acontece, lave espirito
e^larer.idd bastante para reconlieeer que se havia
c. nquisiado um titulo scieatilico, i esteva llio anida
.0 inajinrioilndmii dever de banta-Jo poranta a
opiuiao publica, que na.: abdica seu pador e sea
diroitn ante a palarra do mestre ou o sel! > de Din
fiergamiiiho.
Qdando a. poi, jiitMirae posta de seu nr-
i-iro louio, e anetosameiMe deixar .irrompcrein
.e sua alma as uolires aspirces. qne entao devi
bM mente nutrir, morreo.
No dia seguidle ao de sua inorte deratii-lh
*ejiiltura no reiniterio pubiieo, com issiaencia
-i entes da faculdade de du>.-. quasi todo
jfMVpu academice grande numen) dos que Ihe
fann na vida collegas e amigos.
(' ma devida prova da ap e;o oi seu cadave
noaalBfida mao at a peda de >aut-> Amaro e
ao doceer o ultim i daght-j da muBda urv.illiajaui
no as lagrimal da antisade e da saudade.
Vapor franeei Arhbou imatiu M MStd
parto, ^:i de rofapsear e tomar aignai cu-vo, n
por franeat Vascoiui-t, da baba oalre o Havre e
i Id i da l'rata, procedente do Montevideo. Nada
...1 Uta e.'le em noticia* as que recebeuri tmlo
vapor hia.sileiro Cmzfiro do Sal. que noa l <
dalas ile d wtofid i at 8 do corrate, da eui qae
saM i d'ani o Kaioaa a.
Trllios uraaittis do Cavan^a Vt-
leaado a gerencia dcsi.i ccmipaniia liaveiein-se
strav-ados, uties de otanfitwai M reapoerorefti
uiplori i, cerca de ."tW bilbetol diir|MlffuJW. dos
lUtimam nta meebiilos da Kuiopa, resolvuu ella
loemitir.aseriede lausbiihetw; decl.liando-os,
- iiseguiotamanta, seui valor alcuui.
Euiiii'oUeuidade da iiupreiiaut.-vAt-
lesUm-na : aimmiiudicia de ceilasruas e bee-eos;
o arraiic;iiiieal) das podras do cal/amento da (i
dad'-; a iinm-iralidade a luz do sol; inoiiLinlias
de !ij II.s a. arruinaren: o caes da Aurora' Sis.
liscaes, sip.m de casa, andeiu, passeiem pela ci-
dade; vio ao becco do Itosario, ra da Aurora ;
atlondam a inda is'o pie ahi esta a clamar p>-
limpez sob todoj os pontos de visla.
Ministerio da Harirtha. Por este m-
i.i-f rio foram noinea-l -
O caplto teniijtc Dionisio Manhae-v Barreto,
para c;immandir o vapor Onzc (le Juulw.
O c::pitio tenente Jos Antonio de Alvarim
Caata, para o vapor Taquary.
O 1." tenenic Miguel Joaojuba Paderoaira, inte-
nnaroaotfl para 4 eanboatja lMri}n:- 0/-;s.
r> t.'-fne-ite fosa 1? aoel Pontos, para o pa!a-
O t.Menonte Liborato Lins Cavalcantc dd -4)!-
veira. interinanjantc pa o vapor Chuy.
O I. teoouia Fraa-Fieo ailherme de ,Sobz.1
MTrano^ interinan)'>'o para a companl.a ile
aprend.zes marinrjeiros da proviocia 1I0 Para.
O -. teaente.Joia Antonio do Oliveira Fraila,
'. .i^:^'"pnt', para comnanhia de anrenlzes do
Cleiiei
uco, u
ica.
Papa*-
tfriti *br-
SHTctario
^rorwem-so ls pense^ qu" WAdWT^aroro*; ria,^>Smats% raa, Be-*
jMie>lr:--Pele mitete*ie da guerra foi expe-
dida o segninle aviso : .
*\ A" de reraamban, detlarando *m docat ao
offtcin n. 389 de, 13 do Jiovembro do anno prximo
nd tor ou-,
vido cointaaMO das armas e a cmara inunj
cipaj sobre um reqnerimento qoe Ibe dirigir o
barao da Sojedac. concessio'nario da estrada de
ferio do fteelfcanH-imneiro, pedirMo |>or fora-
m nto os terrenos de servida! do forte do Brum,
resnrrera antorlsT o inspector da thasouraria, a
mandar Ibe passar o competente titulo, fleando
todatia semelhante concesso dependente 'amda
da apprevacdn deste ministerio, -'pie, *en pensaveteonservar-sff-desorrupada nma berta ex-
tensao do merao terreno em roda do dito fcr
pai-a ipie n*o fique completamente annulada a
.-icr-ao de sua arHMMI e mesmo a das armas de
fugo portateisque laubem se;empregam an (fefesa
prxima de todas as obras de fortificara, ap-
provada para isso a concessao'do aforamento; nao
nos termos d* pelillo (h) dito barao e segando as
expl cares da planta que acnmpanhou. mis sim
com as limitacoes que ora sao indicadas.
I "seo!.is :i^rieolas Pe > ministerio do
imperio, em 12 do eorrente, incumbi-se aos mi-
nistros braileiros em Brriim e faris e ao encar-
regado dos negocios interino do Brasil em Londres,
qne indaguen! e-mforniemconi a possrvel brevi-
dade q\faes as condi'-o contratar as ditas cidades algumas |iessoas que
tenham as neeessarias babilItacAes para o ensmo
as escola agrcolas qrte o governo pretende as-
tabeleeer no imperio. *
F.-eiiiilnde fie IpM<*>Mo--M %.
Em 11 do crlenle, pelo ministerio do imperto,
envi.lram-se ao engenhein Francisco Joaquim
Bittcncoart da Silva copias nao s do oficio do
pre*r*nte da pmvincia de Pernambuco. mas
lambem do pafeeor da mmnissan bnearregada
de proceder scdttia do local anropriado para
edilleacan de um predio destinado a acuWade de
direito'do Kecife e a planta que o acnmpanhou,
a fim de que em vista dMMM inioTmacoes escxdha
o terreno que Ihe pardNf preforivei *... p.'
tVelsnna.Foram lidos no dia 23 a*.ir>
rente* na matriz ib- Santo Antombida Hecife. os "*
girintrs: < '
r p denunciacao. I
MH Aurerrapn do 0MNO Marareh'.as, ieonp
foanna da Recra BarriM Wabdoriiy. 1.
Antonio Banto Cardoao da Gama, com Cariota
Joaquina da '}"'' un, .n,,, I|
lnacio Ferieira rT's Santos, r, tn Kmilia
Jesnina de MeJbi.LessA ,.,.
Faustino nos 'Snfos Costa, eom OlinJma Lidia
\\ Au onio'flos''?a'i;ris. enn P.'MhP','dxGlp
ra Costa.
Manuel Joaqnim de aut'Anija, coin Consta/tr
tpiaisa I osla, Soma. Li'&w. JeivaZ-bltanA. Jonl
causa os Srs. deseniliargadores Arauio Ji>rge e
Loureneo Sanffc-0 JMfWWpVjfcpndo (flribu-
y, abrio-se aTessao.

nal do Jury,
iHaAaiajsToa.
ffabeas corpus.
Paciento.saaoel P.lar da Vra-Crw. Osoca-
deram ordem para a sesso de 29 do eorrente, ou-
vido o Dr. juiz de direilo ilc Ignaras*).
Paciente Manoel Alvesdos Santos.-Concedefam
a| taiubcm otdem para o dia t) do corrate,
"ttncnrsris ciimes.
Hecnrrirnte j.tto de diceitu do Sobral, recor-
ridos J.ao Luiz de Sonsa* nutro*. Juize*ysSrs.
desembargadores A. Albuquenpa, Doria, Baguai-
ra 1.osla e Sea I^elo.-tlatpfticedeata. ,/
Hecorrentc o juitn de dtraito de NazaraUi, re-
corrido Joio Francisca Lima. Juizes ns Srs. des-
embaifadnres Kegueira Costa, Djminguea.. Sila.
forte, Suuw Leao e Aiiuaida ilhuqucrque. luiproce-
KgstvrM^m I^Mrraira. ageravado o jui-\
zo. Juizes os Srs, dc^mbaMdoresReBuir Cos-
ta, Neiva e Al.nei vimento.
Ir :iU 1 pAaMnkns i
Do Sr. dsembargador Almeida Albuqaer pt' ao
Sr. desembargador Multa > .
I)o juizo manieipai delguarass. t- Appellsnte
Asma loaqtliba Teixeira da >f*a Carbleanti, ap-
pellado Ji>at|aim Cavaicattti Garran.
iv. Limdetrn.-Ap|>iMMrt[,n'Mwdx-oIB.io, ap-
peilalo Poneiano.por sencondiav, .
lto'Paranyba.-.p|felB*ite.o jiiza, appcllads a
jisrda Maris.
An Sr. desembarfador Bbiia:
Do Ic.-Appellanto Joaqnbn Joati de Mello, ap-
pellada aiustica.
D> Sr. desemlrtVgadnr Mottaao Sr. ddscrttbai-
gador Doria:
Revista eiral.
Becorrente Pedro Goncahres Ferreira, recorrido
Francisco Gome* da i>>sta. .. -
Ao Sr.- desetWba*#dor itofoeira Cueto .
D l GanpaNIs
Netto, appellado Manoel Joaqnim Baptjtto.
- Pf>. flesem1iwrKiM Hwtof be. desakar-
gailt Dnmibfraes Sdva I
Do iury dr S. BetMhlk-H* ppelbtoto o jnizo,
apt*'B*drt tibe Jhaqujm de HflHanda, ot
m T>4tia.-^Ajilantea AsrtorJo Jolsraim Vwira
% niitros, afmeMada -a-jostica. : 1
mmm. - Rwirigacs, appeliada a justica.
Dlpi.'AppeHaaaa Qbsario da aWa e Silva,
appeMada a joslira.
lo Sr. desembungadnr Dotniagues ao Sr.
d*-mbarfaftor'RiniR!eira fiosta :
po jnizo municipal de Podras de Fago. -Appel-
hnm D. Candida tlaraJkati da Albnwierque Pe-
relra. npielradp Mbndel Mi da Costa..
Oo Ibrjr de Anedo.-^AprleMMrte Joao Mauricio
da Nova. ap#ttado Haanieoagibbi Itorlms Baiao.
Uo Sr. desembargadar. Regneirt Costi ao Sr.

com
'Caro-
Mi^uoi ,Jo.s dus
"ttquim^W de Moura, rom'Mari* Cu Ihermi
na Maciel Caldas. 1 ..,,..,1-. 1 1.'..*
Joio.Damasio. d V'ilva, toth Mara Pitrofinip
da Cimba. ., ._. .. ^J,^
Henedjdlo Mendos iminia, com Mina Jc!stejti-
i:a Machado. --
JLipiKwl Avba'y0 d" EiPint) =SBt?i pom 5rrin*
Ferreira do Carm>. f ", ,
. > denuncia?50- .
Francisco Xavier de Lima, com Hermlna Luiza
Moi\teiru. .. .. ..
Justr Lopes de Azevedj, com Mana Marcelina
Clara de Amonio. ; *v
Manoel Joaqnim de Almeida. com vindiana Pa-
raguasid Leilao de Oliveira.
Francisco Tliomaz da SllVa Araiij
lina AineJ'a Forttcs.
Demetrio de Gasinio Coelho, eoni D. Mara Au-
gusta Je Almeida. .
Jos Maximiano dos Santos, com Mana Geralda
do Espirito Sant. 1. ,
Josi- Joaquim Ramos, com Thomazia Joaquina
da Costa. -.
Autonio Flix Peroira Jnior, com D. Tnereza
Balbiua d'i jess Munfe.
Joaquim Prudencio de Almeida, cen Henn pela
Lacerda Puntes.
31 denunciacSo.
Adulpho Emiliano de Mattos Ferreira. eom
Francisca d Adolpho Jos de Aranjo, com Theodora Lan-
deliua dos Santos. .
Vicente Ferreira dos Santos, rom Thereza Maria
de Je>us. .
Damin Aderito Ferreira Lima, com Francisca
Rufina de Freitas.
Antonio Lopes d 1 Azevedo, com Maria Alexan-
drina deMedoiros Lima. _
Silvesire Jos da Suva, com Josefina Mana da
Concqicap.
Poljcarpo Joao R> legues de Miranda, com
Joanna Maria do Espirito Santo.
Hospital Pedro BLO movimento deste
establecimento de 17 ao da 23 de mareo foi o se-
guinte : rxistiam 310, entraram 57, sahiram 36,
l'alleceram II, existan 3:6, sendo : 215 liomens e
10ii mulheres.
Adcrrtenria.
Furam visitadas as enfermaras nestes das < *
l/, 7 i/2, 8, 8, 8, ti 1/2, pelo Dr. Kanns ; .as 12
1,2,2, 12, 12, 12, 11 l/i,'pe1o Dr." Sarniento
desembargador Almpi a^Albuquerque :
peratriz. AppellanteTJ falto, appelbtdo
oniaz de Faria.
Nataretb. Appeilanla .*aaiel Paulo da
a, appellaila a Jtislica.
An Si. descinbargador Dona :
De Ba tu rite. -Appeliante Antonio Alvos de Car-
valbAaa||jtoda a jusU*ar-aH- ^~ ggf
W> SrnswmbargadJrDorJIBes SjB :
Bb BottOnnvIlio. Appeliante Luir Elias d*
la a taiti'/a.
egneira Costa :
1 Joaqnim Ignacio
Trt-
A-iiazonas.
lrefeore-': dehydrographia. o 1. tenente Ma-
a
8 3/1,"9, 9. 81/2, 8 i/2,9, pelo Dr. Malaquias; as
1/2, 8 i/2. 8 1/2, 8, pelo Dr. Viaona.
Faiteados.
M noel Fraiiv-iseo Xavier; grarigrena.e diarrhea.
JoSa Baptlsla Ferraila ; tubrculos pulmonares.
Jiivencij dos Santos : tubrculos,pulmonares.
i; msscl Geltas Maria ; febro amarella.
Miguel : deliriuin tremen!,.
Mm colino Tolentino de Oliveira : tubrculo pul-
monares.
denuncia Maria da Conreicao ; ioterite ebronicai
!l"inc!i Pennein ; fehre amarella.
Arui 1 M m!i > ; f-!>re amarella.
Belmrn da Costa M inteiro ; tmrcnlos. pu'lmo-
narir.
Anna Maria da Concicao ; bexteas.
Hospital Portc^uez. Est de semana o
Sr. moroonvj Jos Lopes Alheiro.
O moviicnto das enfermarlas de 17 a 21 d
eorrente foi o sguinte exisliao doenles 41, >n-
U.uani U, sahiram lo fabecra.Ti 3. exi*tem 39.
l.eilo.-Ani.inha, 27 elTeelua o ageirte Pinto
O Wlo de papel avariado, couloruie est annun
ciado.
- O leilao aV movis-anmcfieiado para a inaah
na r;j;i da linperalriz n. 12. casa de, residencia do
Sr. Jos Henrique Trindade, fiea transferido para
ipiinta feira 3 li* abril.
Passaseiros.Sahidos para o norte no va-
por Cin'.i'iiodi) Sul:
Jiao li da Silva, Candido Jos da Silva o f cria-
do, Jos Gomes de Aranjo Guimares Jnior, Jos
de Anujo Main, Antonio F. de Mendonca, Vicente
Ferreira, Joaqnim F. Coutlnlio, Felinto E. de Al-
bnquerque. Joaqnim F. Lima, G. N. Faabnrg, D
Amelia J. C. de Albuquerque e 2 filhos. I). F. da
Costa. 1. Vaz o I criado, Antonio Fernandes. Joan-
na e I li lio, Franciseo J.-Silva Jnior, Candido B.
Fernandes, ilvestre Cbagas
Cenitterio publiet.Obituario do dia 21
do enrrentc !
Jo-< Perelra da Silva,- branco, Portugal, 48 au-
no*, viuvo. Hoa-Vita ; Tabre amnrella.
De. Jotie'Lnix da Silva Honra, branco, Piauhy,
42.annot:, casado, Roa-Vista; amolecimento cere-
bral. .
Joo Vicente Ferreira, pardo, Pernambuco, 6
annos, solteiro, miiitar, Boa-Vista; tubrculos
polm-m.-ires. .
Jes, pardo, Pcniarqbcco,. i dias, Graja on-
vtiloes.
genhofraha, parda, Pernambuco, 2 raezes, Graea;
gastro enteritis.
Jos, bfanco, pernambuco, (d.mezos.Boa-Vista;
Lab, pVde, I^rnwpico. ,8 dia. ftoa-Vjsft
cmami '
AprMU.daa erraars-
- Appeliante o jirio, apfiebdosManual. Soares da
Silva e outro; appelaate Joaquim Ferreira do
Monte, appeltadatt jbslica ; appeajte o promo-
tor, appeltodo Jovino Peres da Olreiaa !.
Do Sr. desembar^ador Souza Leao ao Ir. des-
et*bartad<# Neiva 1, .'i :^ t.
Appellacoes crinies.
Appenante<,Vidento Adriap do Espirito Santo,
appeliada a js-ap anpaBaato.Joao Francisco
Barbos, apnHIada a juslica ; appeliante o juio
apnellaio Luir, tarifa*. ,;......
|*o Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gad ir Arauio Jorp :
Do jury da Granja.-Appeliante o juizo, appel-
lado Antonio Gomes da Sisa.
Diligencia crhiie-.
Ao Sr. desembargad ir prouwtor da justica :
Appeliante Tberooleo Ernesto Branco Beaerra,
appellado Bernardo Antonio, de M. Caslello Bran-
co"; appeliante o juizo, appeBad'f Wdrj)- e Fran-
cisco ; appeliante Joanna Theotoni do Eepiritu
Santo, appeliada a justi.a ; appeliante o jui o, ap-
pellado Flix Jos de Lima.
Assigna o de dia :.
AppeUaebes eiveis.
Appeliante Jos Jtodriguea Lima, appellado Cas-
simiro de *ssis Brisa; apallante Manoel Joaquim
da Silva lado, appeUada hachare! Jos Angele
Marcio da Silva; appeliante Joao do Couto e Sil-
va, appellado Jeronyaro Jos Barbosa.
DisminncA".
AoSr. desembargador Neiva
O conflicto de Jurisdicao'are n juiz de direito
da primeira vara e o substituto do juizo de or-
pho do Becife.
Ao Sr. desembargador Atanejda Albuquerque :
Itecurso da faliencia.
Recorrenle o juiso especial do connnercio. re
corridos Ferrara a GopcaWes..
Cartas testemunhaveis
Ao Sr. desembargadir Souza Leao;,
Do Recife.Aggravante Dr.Luiz Lopes .Caslel-
lo Branco, aggravado o subsiitut) da -ganda
vara.
Ao Sr. desembargad;* Neiva : ...
a ggravante a innandade das almas] de Santo
Antonio, aggravado o juizo de capellas.
SBecursos crimea
Ao Sr. desembargador Doria :
De Garanhuns.-Recorrenle o juizo. recorrida
Maria Francisca Callado.
Ao-Sr. desembargador Domingues Silva :
Do Ip.Recrreme o jirzo.recorridas Euphro-
sina e Domingos.
Ao Sr. desumbaegador Pegueua Costa :
Da Fortaleza.Becorrente o juizo, recorrido
Francisco Pedro do Sascimento* .,
Ao Sr. desemliargadoc Souza Leao .
De Garanhiins.Recrrante o juizo, recorrido
Manoel Martina Sanios. 1. .
Ao Sr. desembargador Neiv :
De OlindaRe;irreate lnnoerncio da Cunha
Goyanna Jnior, recorrido Diogo Baptista Fer-
nandes. ...
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
i'eCanguaretama. 1 Becorrente o juizo-, recorri-
do Francisco Jos Martins Jnior.
Aofir. da*emiiargador Almeida Aibuquerque :
Da Fortaleza Becorrente o juizo, recorrido Jo-
s Moreira da Rocha.
Ao Sr. deseinliargador Ooria : ,.
De Sobral.Becorrente o jnizo, recoirklos s
vereadores da cmara municipal.
Ao Si. desembargador Domingues Silva :
Be Nszaretb.Becorrente o jnizo, recorrido Se-
veriao Ramos da Costa.
Ao Sr. desembargadiir Begueira Cosu .
Da Fortaleza. Recocrente o juizo, recorrido
Manoel Martins dos Santos.
Ao Sr. desembargador Soma Leao
De Piane. Becorrente o juizo, recorrido Jote
Vjrgolino das Nevea.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Da Fortaleza. Recorrenle o iuizo, recerrido
Miguel Francisco Bastos..... ,
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
1 lia Fortaleza. -.Recorrente o juizo. recurrido
Mathias Pereira do Y-dleu .1. .,...
Ao Sr. (tesembargador Alqa/^da AlbBquerqlje:.
Da Arcia.-Rocorrente o juizo, iwoftido Jds
Joaquim Ramos.
Ao Sr. desembargador Doria
. De N'azan ili. Uecoirrente o jiico, Vecorfitlp
Bo-endo Jo> do Almeida.
Ao Sr.^flfttenibargador Dorningues Sjlva .
De Mamanguape. -Becorrente e'juizo, ie'corri-J
do Manoel Antonio ,da Silva, ,
Appellacoes enmes.
Ao Sr. desembargador Neiva :
De Bm'qoo. AppiiJIanlfl o juuo, puellao Siin-
pljcio Alves de Si liza.
Da SolrraL Appeliante o promotor, appellado
Vicente Bandeira de Moura.
Ao "r. desembargador Araujo Jorge :
De Riiique. Anpellanie o juiio, appellado Joao
Goncalves de Almeida.
De Recife -Appeliante los Hannebildo de
Souza. appeliada a justica.
qne,apieij
embargailbr I
.-Appellanj
da a justicaj
mbargadir Souza .Leao:
'ereira. zppellante Joanna' Tlieodo-
Sanlo, aiaelUla atostiea.
, :.j. AppellPktaxtrm.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Iteeife.Aupelnu Germano Augusto Pe-
nelo, appeHado Dr. Inujeecio S. He Assis Car
albo. **. ,
Ao Sr. desembargador Motta : _
De Macelo. -Appeliante a parda Maria. appel-
iada Flix Perelra de Souaa
Ao Sr. desembargador noria :
Da Asseinbla. Appeliante- Joao Maria da Sil-
va e outros, appeliada I). Maria da Annumtacao.
AoSr. desembargador Doniiages Silva ,
Do Recife.Appeliante a irmandade da Con-
gregado, appilad Beruardin Lapes de Oliveba.
Do-Natal.Appeliante o curador geral, appel-
lado Manoel de Mello.
^0 Sr. desembargador Regneira Costa :
Da Areia. Appellanle Joo Jos de Oliveira, ap-
pellado Jos Victorino cas Xeves.
Da Granja. -Appeliante Vital Vaz do Espirito
Santo, appellado Agostinho de Bribi Passos.
Ao. Sr. descnibaiyador Souza Leao :
Do Recife.Appi-llante Jorge Gaswert Starr,
appellado Wall redo Camello Pessoa.
De Penedo.-AppeHante Antonio Jos da Silva
Mandinga, appdla io Francisco Antonio Estacio.
Ao Sr. desembargadar Neiva :
Do Assari Ap|ieUante o juizo.appellada a afri-
cana Joanna.
Do tocife.- Appeliante Domingos Jos Marques,
appeliada Cecilia, por sen euradur.
Aa Sr. desembargador Araujo Jorge :
Da Im peratriz. Appeliante o curador de Ro
mana e eus lilhos, appeliada D. Anna Martins
Lacerda.
Aggravos de. petico.
Ao Sr. desembargador Arauio Jorge :^
Aggravante t. Joanna do Rosario Guimares
Macliado.
AoSr. desemliargador A. Albuquerque :
Aggravante Dr. Syniphroiiio Osar Coutinlio.
Eneerrou-se a sesso a I 1/2 hora.
Tribunal al couimeitio.
SESSO JUDICIARIA EM 10 DE MARCO
DE 1873.
msricxciA di kxm. sn. ci*sRi.umo a.nsfuio
KRANCnCII PKRSTTt.
Secretrtrio interino, o offvial Torres.
Ao inaio dia deelaroii'so aborta a sesso, estan-
do reunido os Srs. desembargado res Silra Gui-
mares, Reis e Silva e ttfcius*, e os Srs. dcpuU-
do Otinto Bastos, Candid Ateoforudo, Lopes
Machado e Mipplewte PeYetn Reg.
Foi, depis de lida, appmvada a acta da sesso
passada.
A CCO ROSO.
Assignoti-se o que fra proi'rido am sassan de
13, julgando os n-bargiis que pendiam no eito
enlre panes : appeliante Jos Joaquim Pereira,
appellado o harharl Joaquim Francisco de Mi-
randa.
JULC.AMItNTOS.
Sendo proposto o feito entre partes, appelrantes
appolladni ReTnardinn Jos da Suva Maia e Fran-
cisco Ferreira Guimares, foi adiado a pedido de
um dos juiaen eommerriabts
Ig almente o feito em que sao appellanles os
administradores da massa fllala de Fernando
Stepple da Silva e appellado Joo Christiani, din-
bem oi adiada a pedido de um dos sobreditos
jotres.
Relatado pelo Sr. desembargador Bcis c Silva o
feito qne penda de embargos a itre partes, appel-
iante* Ferreira & Martins, appellado Andr de
Abreu Porto, foram desprezados ditos embargos.
O mesmo Sr. dcseinliargador Reis e Silva jurou
sospei^o iiis foitos seguintjs, que S. Exc. o Sr.
onselheiro presidente mandoii seguir a revisio do
Sr. desembargador Accioli : appeliante Jos Anto-
nio Soares de Azevedo, appellado Joo Claudlano
8e too-josa Varejo appeliante Uz Rodrigues
da Otaba Sobrinho, appeUada D. Thereza Julia
Botelho.
PASSAGSN.
Do 8r. desembargador Reis o Silva ao Sr. des-
embargador Accioli : appeilanto Luiz Hypolilo
Lima, apellado Jos Maria Gon.alves Pereira.
bwticfta
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente fez as se-
guintes disiribuiciVi :
Ao Sr. desembargador Silva Guimares : ap-
pellante Domingos. Rodrigues de Aaakade, appel-
lado* os administradores da massa fallida de Mar-
ques Barrps < C. .
Aa Sr. desembargador Reis e Silva : appelian-
te Antonio Joaquim de Gouva, appellado Vicente
Ferreira Veras.
Ao Sr, desembargador Accioli : appellantes S
Amoriru k C, appellado Salustiano Se eriauo
de Hollanda.
AHORA vo.
O mesmo Exm. Sr. conselheiro denegou provi-
mento ao aggi avo que Ibe fura presente, viudo do
juizo espee.al do commercio, entre parles : aggra-
vante Joao Pinto de Lemos, aggravado Manoel
Alves Ferreira.
Encerrou-se a sesso urna hora da tarde.
THESOCRARIA DE FAZENDA
24 de maro/).
Foram remettidos ao Sr. tbesoureiro para serein
pagos.
Olkios :
Da presidencia, mandando pagar as despezas do
hospital militar, relativas ao mez de noveuibro,
na.importancia de 2:778.421.
Da mesina mandando pagar a Luiz Pereira Ra-
poso Jnior a quantia de gjuOO.
Da inesma mandando pagar a Jeronymo Perei-
ra Marios a quantia de 15120.
Da mesma mandando pagar a Moura dt C. a
quantia de 170i(M).
Requeridlentns '
De Aiblr Rampck.
De Paclieco &. Azevedo.
Da companhia ic Santa Thereza.
De Loureneo do Amparo.
Foi igualmente remullido ao Sr. pagador para
o mesmo Jim.-
Ollicio da presidencia mandando pagar a Be-
nedicto Rodrigues Campello a quantia de 27fi.
Secretaria ila tbesouraria de l.zenda de Per-
nambuco, 2i de marca de 1871.
Servindo do ollicial-uwior,
...... Je*lnii lididri'/aet Ciirduso
3u8cacoes a mm
.4 llas'onaria e o u IpoNtolot.
Com o titulo do Apostlo publica-se nesta c te
ama gazeta, <|uo se diz consagrada aos interesses
da religio, sob s auspicios do hispo diocesano.
Nao comprehendeudo o espirito christo, que
inspira nos houiotis o am >r universal, a gazeta
episcopal se ba convertido em orgo da intoleran-
cia, que gera o fanatismo.
Dominado pelos preconceitos da seita ullranion-
tana, o Apostlo presume discutir, quando apenas
maueja a injuria, o apodo e a virulencia de lin-
guagem.
O raciocinio placido e calmo ; convence, e
nao irrita.
No, ultimo Boletim cscrevmos uui artigo sobre
a Ma.onaria e o nosso episcopado ;' procuramos
esclarecer e acertar, c s neste .ntuilo discu-
timos.
O Apestlo, animado do rancor que se inspira
na deaeonaoM das causas ms, nao tenta a per-
auaso; iriveste com a injuria.
AsSim as mimosas e. pressoes: papel triste r
ridiculo, indigesto artigo, dislates, despropsitos c
Wara do tavrhdio, sao os coneludenles argumen-
tos, com que nos refuta o gracioso escriplor do
AposMo.
A elle dexamos o nao disputado iriumpbo nesse
ca,mpo /h tnjurt tinerre wrpe est.
'-fps paginas dw Aposl.ilo Jtem os morios sao
flptipados. Se se trata de urfl priucipu mi de um
rade, embota j cobertos do venerando p do
jazigr? dos Hilados, nem por isso varia o lom da
resposta : aquelle lascivo e sensual, este e or-
gulhnso o depravado
Deixemor a personalidade e o improperio, e dis-
cutamos o ass^rnpto da nossa polmica.
Examinando o ligo do Apostlo, vemos quo o
seu autor labora em* erro d fado o ero erro de
direito.
Elle mostrou desconhecor o modo por que as
sociedades nrronicas- constitncm-se entre nos, e
uaocoiuprahenera dispoi.o da le civil.
Q pqtlo uue agora cmnpre nos ventear, o o s-
guinte : .; ......
A Ma-.oriaiia nd Bfasil e associa$io legal, re-
conhecida pela legislaran do paiz ?
A gazeta episcopal considetoM a Maconaria bra-
sileira corun- assuclac-) [legal e sen tntidade ju-
rdica, segutdo a sua phrasaologia.
Desse erro dedaziu ioadBissjrais consequeu-
cas : d'abi provea a insMtcuc'a em reputar i
nossa soberana corporaeo como sujeita excom-
munho pontilicia : a'ahi proeede a doutrina cea-
suravel, que considera o macan (era da lei.
O funesto erro do i4p.,otok'vou-o a formular
esta pruposifio : Estando o macn iucurso em
/rime previsto no art 282 do Cdigo Criminal, nao
pode prevalecer-se dos dircilos (pie assegura a
Coastituicoj)
Isto "o cidado brasHero ou estrangeiro, que
faz parte de urna soeftdade secreta, incurre em
cxcomiuunlo e perde toda a proteccu das luis :
constitue-se ludibrio de toda a injuria e de toda a
violencia : o reprobo que suecumbe indigna-
to de um povo inteiro no mais completo aban-
dono.
Se o roubarem, a autoridade. Ihe :iao restituir
a propriedade; se o ameacarem, o poder publico
o nao proteger ; se. o feriiein. a sociedade o uo
desiiggravar.
Eis o que o macen, segundo a doutrina dos
bisaos do Brasil : eis a extica doutrina, que de-
cididamente conibatercmos.
Aquelle a quem a lei criminal do nosso paiz
apenas iiiipoe o castigo de A a 15 dias de priso
por celebrar sesses em sociedade secreta, o pa-
dre ultramontano exautora de todos os direitos
legaes, e nao duvidar itnpelli-lo ao tormento do
fogo t ao motejo do sambenito.
Tal o furor do fanatismo !
Para clareza na dedueco das ideas, mostre-
mos :
i." Que a Maconaria do Brasil una associaco
legal.
_ 2." Que essa associatjo nao est sujeita sanc-
e.io das bullas de excommunho contaa as socie-
dades secretas.
3.* Que as referidas bullas nao o exequiveis
no imperio.
Firmados estes pontos, s por espirito de into-
lerancia proseguir o Apostlo na sua auinadver-
sio contra os ma;ons, cominunidade de bomens
sinceros, regida pelos mais severos preceitos da
moral.
I
A llix-oiiaria ori-ltl- l<-i** -
A legislaco brasileira considera como illicita
e criminosa a reunan de 10 ou mais pessoa em
rasa, e dias cortos e determinado, qamao fr para
(im de. que se exige segredo dos associados o
qnamh neste nltmii raso nao se cominnnicar
autoridade do districto onde se fizer a reunio.
(Cod. rjrita art. SS2 )
Ora, a Maconaria no Brasil urna associaco de
linmens livres, independehles e observadores da
lei : ella ao constituir-se preenche as formalida-
des estabaleeidas pelo legislador (Cod. Crlm. art.
283), coinmunicando autoridade local o fim geral
de sua reunio, com declararlo do lugar, lempo e
nana dos seus directores, e com protesta de se
nao oppr a ordem social.
Logo 'aa sociedades Htaeonkas entre ris sao a-
soriaes licitas, e como' raes reconheeidas pela
lei.
Rwusar-lhes este carcter, querer perseverar
em erro voluntario, e eommelter peccado. que
bradaaos cos, negando a verdade conhcida por
tal.
As sociedades maconieas no Brasil constituem
aaaoeiaedea legaes ; e pode afllrmarse, ni 1 sao secretas.
A lei define como taes aquellas que teem por
fin objecto sobre o qual se exige segredo dos asso-
ciados.
Basta, porm, lr a nossa constitni'.o macunica,
para reconhecer-se, que os macons nao teem fim
secreto : elle ostensivo e patente.
A nossa lei orgnica diz expressamente no art.
ta* O iim da Saconaria o exereicio pleno bimefieencia e earidade. a illustracao e moralidade
da especie humana, e a pratica das virtudes so-
ciaes e domesticas. >
Se este o fim da Maconaria, fin exprs" e
declarado na sua lei fundamental, como reputar
secretas as sociedades maconieas no Brasil ?
Nao podemos por isso crer, que o chafe visivel
da igreja de Jess Christo qnelra proserever coh-
gregaces de homens justos, qne esorcam-se pelo
nielhoramento da humanidade; o assim, embora
reeonhe;a o santo padre, que olas dtrigem-se a
nm escopo humanitario, julpue-as todava mere-
cedoras de repulsa o Mmente por insereverem-
se com um neme t9o determinado, o nnnie da Ma-
conaria.
Nao licito oecultar que os estatutos masni-
cos exigem lagrado para os myslerios da ordem e
para os negocios decididos dentro de suas olfi-
cias.
Mas o que importa isto, se patente o condecido
o lim social ?
Desde que o lim notorio e divulgado, nao ha
sociedade secreta
O segredo alias exigido p ira es*e* dous i.lijectos
mais urna frmula do que urna raalidade.
Os myslerios m symbolos masnicos sao hoje
conhecidos geraimciite. A niprensa ik' lodos os
paizes os lem divulgado, a as obras sobre a nossa
liturgia andan as mos de todos.
Os actos da Maconaria, ellae divulga nos seus
pmprios jornaes.
Quem nao Je nesta corte e em todo o imperio os
tata os boletins, eontndo a noticia de todos os
tata actos f
Quando, porm, akznma reserva baja no proce-
dimento economioo das lojas. nao cousa digna
de reparo e censara.
A igivja admoesta, corrige e castiga em segre-
do : os bispos proceden! ex in/ornata cvnsrientia,
guardando inviolavel sigille : e diremos por isso
que a eongrc?a;.ui dos Sois catholicos urna so-
ciedade secreta e perigosa '
Ninguem o aftlrmara.; porque tudo isso enca-
minha-se ao boni regtrdn e ao lim ultimo e santo
da igreja.
Log uo Seremos reputar secreta e odiosa a
Maconaria, so porque reserva da publicida le al-
guns actos da sua vida intima quando es-a reser-
va apenas tende a melhor eonsecuco do* lins ma-
snico*, alias patentes.
Erram, pois, aipielles (]ue acreditan! e pregan
que a Ifaeoaria no Brasil una sociedade Ilegi-
tima, sem entidade jurdica e merecedora do abo-
raincao.
Mostrou-se hospede na mhteria o escriptor do
Apostlo, quando alludio a responsabilidade dos
tliesonreir|is, guardas dos metaos macouico*.
Elle confundi a eapacMade civil com a pro-
pria existencia da sociedade ou com a {acalda-
de de livre reunio.
Nao ter prrtomalidadt ante os iribimao* civis.
cousa bem diversa de nao ter O direito de 8SS0-
ciai-se para um lim oninum.
A respeito do direito de associaco c, mo facul-
dade poltica, entendem as leis criminaes em-
qnaiito representaco jurdica forme a nature/.a
dos interesses que as sociedades rflpreMMtaMt
Pode, pois, existir urna sociedade politicn hu-
manitaria, porque a lei permltte, e pode esa
mesma sociedade nao ter personalidade civil.
O que d'ahi se dedlll em deafavoc da Maeona-
ria ? Nada, absolutamente nada.
Pelo contrario se alguma cousa devesse inierir.
seria em abono da nossa instituir.>.
A esses thesoiireiros conliam-Sc vatUMs quan-
tias. sem ontra seguran.a alm da probidaile in-
dividual ; e essas quantias nSo desviam-se do son
fim.
Tanta a forea da virtude entre os macons '
bensivel pretencao ; inadmissivel alxrraco-V>
poder.
O espirito, porm, 4pie brasrira com pena da cuoinaiunhn, so pode-
ser aquelle que in-ina, que Jess Cbrislo aa
aristocracia, e qz nascer nobre.
Este Jess Christo, fautor da nobreza e jaefan-
cioaafidalgo, e>fWio da Marn, qrte o Evangetbo
nos eihibe J E' aquelta que ea jroplietas decla-
raram, que chamar-se-hia .\'azarrr.ot isto sim.
ptei cidiido ?
Nao, por i-erlo. Ala aagradas letras dizem-nw,
que aquelle que em Maria se gorou, (o obrud
Espirito Santo.
' O divina Parclito, norm, -to gerou ture,
nem pedo forrnou o Beus humanado, q*e vei
ensinar-nos a oinoi-ns tins na* nutres, por ser-
me* rnvios, flfhos do mesmo pai.
Se o clero proclama, que os governos represen-
tativos fnndatn se no roubo e no latrocinio, por-
que basam se na voulade geral, coinpriiida-sa
assim o rox populi, vox Dei, esse dom despreza
o iireceito dos prophetas, repetidn por 9. Pwdl:
Nao dirs mal do principe do leu p vo.
E afastando-se assim da palarra sagrada, le-
vanta contra si a indignaco d'aquelle que disse :
Vos sois o sal da trra : e se o sal perder n sua
orca, com que ontra cousa se ba de salgar? Para
nenbuma cousa fica servindo seno para se lanzar
fra e ser pisado dos homens.
Padres, quem lo ardua misso Jess Cbrislo
confiou, o contra quem proferto to aerara roi*-
demnaco, pregai a palavra da EvangeihoViBi-
xai as nri-ti-ncOes da curia dcRonta.
Segumdo a curia romana, e nao a igreja Deus, vos fateis como os publirmus ; so amai"
aos qne vos amam.
Seguindo a curia romana, c nao a igraja dw
Deus. vos (azois como os gentos : s saudais a**
que vos sadam.
Mas o pai celestial condemnou essa doutrina, v
vos recominendou que fosseis perfeitoe.
Sede perfeitos, miuielrus dji aliar, e nao odiei:-
a vossos irmos, s porque sao macons.
Sede perfeitos, pastores christos, e nao leran-
teis a sizania entre asVossas ovelbas, s.pof^c
os macons nao auxiliam os intentos mundano?
da Koma dos ultramontanos.
Kaa paama unir a Deus $ i* riquezas eb t
que disse o marlyr do Golgolha ; mas vos que-
ris o reino dos cos e a posse da trra.
Se a Maconaria turba-vos nessa posse, 4 per
isso nos odiaes, solTruinos jiela doutrina do Divi-
no Mestre. cuja ira nao sera contra nos.
i
As luillus le cx"oststslso uAr
no excquivciN aa Brassll.
E' preceitn formal do nosso direito publico, qii*'
nenbuma bolla, breve, ou resrnpto poatificfo te-
nba cxecue/io no imperio sem o beneplcito-mi-
perial.
D'enlre as cinco bulla de excnnininnbo mu
tra as sociedades secretas, tres foram expedH
nos lempos em qne raziamos parte da moiWet:.:.
porlugiieza. sendo as duas ultimas pumVlttas ''-
pois da nossa independencia poltica.
Nem a piclfas tiverain o pl cet do governo poi
tuguez, como eumpria, nem estas e rerebertiito n\.
govemo brasileiro.
Para que .as bnllas, a qne nos referrnw. V
execntassem no Brasil, forzoso era o heaeplaimV
do imperador, como expressaicenl^ o exige Mt.
1021 I\ da nossa Constituicio Ptditica, esie bcu--
placito nao foi oirtorgado.
Logo as bnllas nao teem vigor no imperio,', e
assim nao poden* os nossos (Rapta por via dVa--
fulininar excommunhoes.
Se o fazem, violam as leis do paiz, e' do 'mais
un testemnnlo d 1 necessidade de premutrrTfo.*
contra aslrrvasdes do poder crerira!.
Nessa vkdacao das leis patrias porTAd^re'tf'
prelados brasileiros, j se annuncia uiurpaco
manifesta.
Jiil-ram se superiores s potestades tenpra;
e contra reara d Divino Mesltr recusm a CeVlr
o qne de feSar. ',
Ninguem ttith do qn Elle presoiv a obefliT-
cia a essas poteitades. Foi para dar exemplo rl'Hla,
que Jess Christo mandn Pedro ao lago aprntcii
o peixe e tirar-lhe da bocea o estater, eom '^ie
pagasse o imposto das dirs drachmas.
As referidas bulla* nao pndem merecer b-cWlb-
cao do governo do Brasil.
Admittidas ellas, corre inminente perigo uTn *
mais preciosos direltos do ciladao brasileiro, rjnal
o direito de livre associaco, garantido peas leis
do istado.
Se boje recahe a excouimunho sobre as so;ie-
dailes pnlitieas e hamanitarias, amanha o Hiio ra
exc immunWo fultnrrrart: i* saciedades tftflu*ttf^-
sob pretexte de 'applicarem se a nhjertM Vrro-
nos, e castigar as sociedades mercarais sob pre-
texto de especularen! em cousas reprovada.
Assim nao teremos no paiz, mas fra d'f ib-.' 1
pod-r magestatiro : o soberano real e (fWferrV
ser o pnniitice romano.
Os papas j tenta rain o dominio universal :';-
armas para tamanho commettimento deu-as a t-\-
eommnnho.
Esse htio, porm, caldo inerte ante a civiiis.-.r.V
do mundo', e apenas hoje recenta o plano-glJi
lesea da ambicio theoeratiea e a Ilimitada fratfnV
za do homem ignorante.
Se to gmente pela ignorancia do mundoVJ
a ambico romana prevalecer, cimipre reconhec-i
qnfio me.nloria a accio da Maconaria, que #s*di
ca-se pela cultura do entendimento humano.
Proclamou o nosso Redemptor : Arriai-vo',
aperfeicoai-vos para serdes livres e felizes
Mas o nltramontanismo bradou : i09a ;>
que nos nlo servem e mantenriainos a ignoratrta.
porque seremos fortes e terembs o dominio itUn
dao.
O divino preceito constitue a mxima stpren^
da Maconaria : o ronco bramido de Satn o'W
ma da curia, que nao por certo a igreja.
Quem vencer A lei do odio, ou a hV%
amor !
% Mnroaturin atto mc Incltac ata
-vi-oEaminilttto das Snia.
Desde 1738 at 18G7, isto desde que a scien-
cia coiiie'.ou a despertar o espirito investigador da
sociedade ni bem dos seus aireaos, cinco pontfi-
ces romanos bao "promulgado bullas contra as so-
ciedades serretas.
Todos esses actos pontificios, expraiando-c em
inundas e epetidas consideraeoes, na fnna do
usual estro da curia, concentrain-sc em u:n ponto
bem definido, e vem a ser a excommunho das
sociedades secetas, aessas sei' s odiosas e ticte?-
tateis: qne se propoem a destruir a igrej.x ; qne
d. caradamente pubtiram que neo existe Deus ;
qne buscain derribar ataa s apostlico. ,
Ora, por este intuito formal dos papas, lo clara-
mente enunciado ao vibrar os raios do Vaticano:
v se que nao pode-romp ehcnder-9e na censura
papal urna sociedade como a Maconaria brasileira,
a qual s pretende otaraer a beneficencia c eari-
dade, promover a illuslraro da especie buinaua,
b praticaras virtudes sociaes e domesticas.
Insistir no contrario, sustentar que o papado
infenso earidade, civilisago e mora!.
Excommungar h'kneficenciu, a cultura da /.;-
rau e as virtudes moran, por corto inenmpre-
Eleigo







A lli oiiursH ua dicesi de IVi-
aiMnabiaeo
Quaudo airuelles que se revestem do borel ib>
huniildade chrisi ou usam da solaina, ni\o traaflm
da familia hbitos modestos, doutrinas sis, e. t*l<1
aquillo que constitue a santa e .simples boacdut'-
cao que cada homem deve posuir as sociedatlt's
cultas e livres, certo que, quando uro dia Ib
da 1 a prebenda do pastor christo, lorna-se vi fe'
na ventada desabrido as resolucoe-- c antipaib'-
co as acces.
Nao basta ter urna longa barba rapuchuna, di
Ter-se prelado a eleito de Koma, para ser-se bbu
hispo. 1
A ignorancia ousada d a mojaos liomens es,;
eterna provocaco liumanidade.
E a culta cidade de Pernambuco, a catttQfi">
por excelleneia. a patritica de renome justo ebem
cabido, neste momento a victima das iinp'u- -
colricas da cabala romana, posta em mos ib
um padre brasileiro.
Cusa a crer que a respuitavel ratlrgoria de a/.i:
diocesano possa ser invadida pela puta hedionda
parcialidade e pela mais revoltante mjnstica .
E' indilereme aquello inoataN da familia bra
sileira profanar Deus e patria 'rom arintosas pro-
bibices.
Elle entra ousado as altribuirOes civis, enP1.'-
nha a vergasta dos phariseus e torna-se a negaci
do bom senso e do criterio. ....
Melhor fra ao prelado altivo despir as sipi*-i-
e lancar-se em solitaria cela do claustro, ?<
aprenda a ser justo aa christo, e a sw cbf/
so brasileiro mito.
Os discursadores que Ihe sustentain os orros
sao apenas s inentecaptos que, um dia, por enga-
o, tiveram carta paia sentarse no meio de grnti
seria ipie deve argumentar em bem da patria..
Siv porm, todos esses erros, toda essa prp-
teucia que iaslimainos. e nos irrita, sao apenas <
o resultado da mais profunda ignorancia, resta a
e-ta trra grande n magnnima um recurso po-
tentearrede do caininho da eirilisaeao aqnelb
que ousa do fronte erguida arvorar entre nA- >
pendan do fanaisn>o estupido, lazendo-o vcltar an
nada de onde sabio.
Se o nao fizerem os que pdem, a uossa %ubhn.i
istiiuicao de sceulos far o sen daVer ; oHa^sa
lier com pertinacia e cresceatc fnrreza vingajf s
foros da laberdade huinani-esilarecendo a, pr'"
legen loa, isoletrando-lhc a cada pagina ao Bpn-
gelho o santissiino nutne de um Deus de pidanv
o sabedoria.
(Do Boletim Ofkial do Grande Oriente dfBui-
sil da ma do Lavradio, do qual grao-iuestr
Kxm. Sr. \1sconde do Rio Branco. ti. l"#i<
trino.)
DOS
JUIZES, JIM7.AS, ESCRIVAES, ESCUIVi E WP
DOMOS, QUE HXO DK FESTEJAR WOA Vi:
NriRA DA SOLEDADE. DA IGREJA DE NOS1



Di*bte>P<3tomk\w$ *~ mr fet U d>Mftn^*^^f*
>
SfcSHOIU DOS PIUZEhES DOS MONTES Gl'.V-
KA1U1'S, NO A3X0 DP, 1872 A 187.1.
_ Juizes oor eleicio.
. 0> lllms. Srs.: ..
Joo encalves de Swa Bairao.
aja* oW Thoniaz da Silva.
Jfaaoet Cedliano Nona da Fosseea.
^ -, 'm*" r** devorio.
Os nina, Srs.: .
Antonia Joaquim Casgao
Antonio Pae Pirjfc '
Jarintbo Roque Cunha.
ftkwies por eleico.
^MiMa/taina'.
Fraaeise Pereira de Meadonca.
Bscrives por devocao.
Os l!lta. 8ts. -
Antonia los de Paula Cnrvalho.
Antonio de Azevedo Jnior.
Juizas porelei^a.
As Exiaaa. Sras.:
D. Emilia Maria Luz Esteple, esposa do Illm. Sr.
capitao de mar e guerra e inspector do arsenal
de marinho.
O. Alexandrna, esposa de-Mai. Sr. tenentc-coro
nel Seve.
Juizas por devoeao.
A Kxma. Sra. D. BitAGon(,alves de Azevedo, espo-
.s* iA.mii. Sr. Viriato fe'nteio Lopes.
Bscriva porelsirao.
As Exmas. Sras.:
J*Maaih de Addrade Luna, esposa do Illm. Sr.
, groeasor. Antonio Rufino de Andrade Luna.
^SfS* Jara Uuarte, esposa do Illm. Sr. Joo
Wfhrfr'rPr'flHfVda Costa
rUaltfct Kra nrrsrn i d' Cnnoeieio.
Bsorivs' por cleieao.
A* Kxmas. Sra. :
0* ftzlti Itari.i da Conceicao.
1t\ Joaquina Mara da Conceicao.
Mordomo
Os Hlm*. Srs. :
Hemo de-Freitas Cumiantes,
francisco Landelno da Silva.
Sernardmo Pinto Barbosa.
Francisco Jos de Azevedo Braga.
Manoel Francisco Correa.
Constantino Rodrigues Mendes.
Maaoei de Souza Fgueiredo.
Dionizio Moreira Leite.
Antonio Goncalves de Azevedo.
Domingos Amonio Soares Braga.
Augusto de Castro Monteiro.
Joaquim Dias Brito.
fimpalres Alfredo Martins Pereira.
Joaquim Pinto Lapa Sobrinho.
Jos Pinto Lapa.
Jos Carneiro Monteiro.
Jos Bento da Costa.
Jos r.ardoso de S.
Joao Jos Eleshao.
Jos Fructuoso Goncalves Ferreira.
Joaquim Ferreira Nlto.
Joaquim (Celtio dos Santos.
Joaquim Francisco da Silva Lages.
Joo Pernandes de Almeida.
Jarintho de Freitas e Silva.-
Manoel Caetano de Almeida.
Maaoei Caetano Nettn.
Juizea por devoeao.
Os Ulms. Srs. .
Eustaquio Jos das Chagas.
los P. de.Souza.
Jnices por. devoeao.
Osllltiift Srs.:.
loo Manoel Lino da Silva.
aWivno Lino da Silva.
Escriv.o por eleico.
(Vllftn. Sr. Dente Joaquim de Sant'Anna Renlcio.
Escrivao por devocao.
0 Illm. Sr. Florentino Jos da Silva.
Juiza por eleico.
A Kiraa. Sra. D. Josepha Mara da Coneeico.
Juiza por devocao.
A Exraa. Sra. D. Constancia Mura da Conceicao.
Juizes por eleico.
O* Illms. Srs. :
f;.il9rrK. H Aleixo Caetano Amaro Pcrnambujo.
Juiz por devocao.
;t Illm. Sr. Quirino Jacob do Espirito Santo. \
Escrivao por eleicSo.
O Illm. Sr. Goilherme Tudes de Lacerda.
KsrrivSo por devocao.
U Hlm. Sr. FeUppo Bencio da *anta Cruz.
Juilas por eleico.
As Exraas. Sra. :
Clemencia Maria da Concedan,
''.andida Valentina dos Santos.
teizas.por devocao.
As Kxmas. Sras.:
.O. Amelia Analia Gines da Rocha.
t. Francisca Maria da Conceiro.
Eserivs por ecico.
As Exmas. Sras. :
Esposa do Hlm. Sr. Antonio Francisco de Lacerda.
Domioaai Maria da Conceicao.
Rosa Maria da Conceicao.
Eserivs por .devoeao.
As E.unas. Sras. :
M. r. -telina Maria da lamceico.
1). Grtrudes Pereira da Costa.
>. Mara Tliereza de Jess.
Procurador geral.
Ra 'iiilo Celestino de Barros.
Protector.
tdvearpe Hamos de Jess.
m
Capital.
Fundo
Sejorj .cmlra-
CObIVA?IA
|N0tBERN.
.... ao.owfcaooytoo
de reserrn. 80W:(MH)^00
Ageotes,
MiU Latham&C.
tA DA CRUZ N. 38.
infBHB
CONTRA E0 FOGO.
A companhin Inilomnisadora.estabelecidal
esta praQa, toma seguros maritimos sobre
navios e' seus carregamentos e contra fogoi
em edificios, morcadorias o mobias; na*
ra do Vigario n. *, pairimefitw tela>eo.
GOMPANHIAALLIANCA
seguros maritimos e terres-
tres establecida; na Batato
em 15 de Janeiro em 18.701
CAPITAL 4,000:000*000.
Toma seguro de meroadorias.e dinheiro a
risco martimo em navio de vola e vapores
para dentro e fura do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, gneros e f-
zendas.
Agente i Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
Faqueino i|e fura i catea Arrqfr (ii*nares
Imaneiv t'rrixuii flarpnlelrj -FB /Sobri-
nho. 6 a M\ A-fWaein A t., ii.ii, P. S". Cottfi-
f a Rwlia U/M k tilha*-
Hl*. tea; la}Sl|U*j
Seguro
THE LIVERPOOL
roiilrii-t'ogo
LOrfDON GfcOiij
INSURANCE COMPANT
SAUNDERS BROTHERS & C.
ltCorpo Santo--11
A justea da trra fallvel, ineerta e por vezes
ven !....................................
A justea Je Deas infallivel, certa e sempre
permita [...................................
As pmti?5es sociaes, o onro e a estupidez buma-
oleada na-'/j f'.v/'/ dinlieirosa, podem milito e mui-
... BMQOt torcer ;i aceao Divina em sua no-
li jastira................-...................
CnU com.'cou hoje !.......................
O cu leinltra-se dos martyres : aunsenama-os
i .i osaras eouserva-Ihes a vida para testemu-
aharem a p.i.'ii.a > cracante dos................
l'.ir ajrora s.
Rerife, t de marco de 1873.
F. A. P.
-,fr*tv \VRmffasxmMem
O aadre Joa Roberto da Silva declara que ten-
do deixado de freqnentar a macollara lia an-
fem, eanslAra-ee MaSL^uthluauate desligado da
ii'.iiu.
)Soc(f.-. ide marco de 1873.
S
OMMIHCII.
>J
\ CONTRA -POG0
IMPERIAL
T>a d'ntiitrrci n. 39, prl-
tucir antfnr.
_,, Aaenie, _
W: G. PEXN'ELLY.
Augusto F. d'Oliveira i &
A casa commercial e bancara-de Augusto
F. d'Oliveira & C.1., ra do Commercio n.
42, encarrega-se de esecuco de ordens para
embarque de |)ioliictos, e de todos os mais-
negocios de commissio^qur commerciaes,,
qurbancarios.
Desconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaos, e saca vista, e a1
praro, tfvontade do tbmador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras c nacionaes :
l.omli-t-sSobre o unin bank op
i.o.miiin fdb responsabilidade Ilimitada) e
varias firmas de 1.a classe.
Paria.Sobre os Srs. marcuard an-
DRK & C.aP. IL, C A. BLACQUE VIGNAI. &
C* BANOUEJROS.
ITaiuburgo.Sobce os Srs. jo.\o setm
BACI & KII.HOS.
Lishoa.Sobre os Srs. ionsecas, san-
tos & VIANNA, C SEBASTlAO JOS n'.VBREU.
Porto.Sobre o banco tniao no por-
to, e o Sr. joaquim pinto da fonskca.
Pnr.Sobre o B&NCO commercial no
para, e os Srs. francisco GAODJHfciO DA cos-
ta (i FILIIOS.
llaranhto.Sobre o Sr. JOS ferrei-
ra DA SILVA JNIOR.
Ceai'.Sobre os Srs. s. de vascon-
CELLOS & SONS.
Baha.Sobre os Srs. marimios &c.'.
llio le Janeiro,Sobre o banco in-
dustrial E MERCANTIL DO RIO DE JANEIRO, e
O BANCO NACIONAL.
ALFAXDEG V
Rendimento do da I a 28. 969:0704135'
dem do dia 2i...... 3*783*770
nbo, 1 a J R',
raes. .
hiaaa I caigh i tf* tea!/ HalS
I a Machado k ifranoao,. i a M. K. Suva, 3 a M
N. Ponceca,. ft lAtia e^lra, dita alealroadi
fardos a O. A. Matheti, 3 a M. J. Artiiar 4.C.
Livros 2 caxa a J. J. Datso Lenca U canas a
J. R. Fariaa, ? a A. J. F. Monteiro.
Mercaduras diversas I caica a M. A. And rada,
.l'a D. Garmo eSHva, I cestas a H. B. delivei-
ra-Filho. Wlbo I0-so* a Redrifjces Mendos.
Paltieawt eaixas a laMos Oreira & t., I a t
T. Itasas... Pttme bnrii a Rabelte C, S a
Jjoyo kt FHho.ll av Patente \r48**'C., a
Oueites Araujo, 83; a'8vt>dl Altes: Pentes D cai-
ra ai Ferreira-(Minaiiea)4M>., a- Miteiro Gre-
gorio & C. Peneiras 1 caixa a J. 11.' anaWio. ifoi
litos de denles 8 caira* a Bra^a Gomes k C. Pei-
xe 1 barril' A. G. de AMVeda Pailico 1 barril
a J. F. e Sttr
Rosarios di ntissangas 1 caixa x Vn k J.eal.
Hollias 24 sacos aoscoasitaiatarjos.
Salpicoes 2'eaixas a J. K. Aievedo, 5 a Guedesil
Araujo, 2 a F O. Maia, i a< A. A. Palmeira, 2 ai
Oliveira k Pilhos, 1 a M. J. Rodrigues, 1 a Costa)
Maia, 1. a Carneiro Viaau, 1 a DUarte Campos, 3l
a-M-. G. Arevedp, 14 a Goncalves- Bettrao drPiiho.j
I lata a II: B -OliWi WlWr, 1 a 1 ft Vianna, ll
a J. J. F. *inca* VAAnra# Sardinha.1

.Yt>wr mkiht
Lrvferpoul -Barca Ingleza
T Lwrptw BarcaliStoS'WXaltll fhottm
yio< Brfgue i^WMino, eapifUo A.
Si *^-B.e^^^,w,*^W|,S
BarceMrra Barft'S^tola jfowy CaYmt, eapi-
tio Geraldo Pl, carfa-alfodio.
Suspenda V tamario akJa a#Byba, o bri-
gua iUaI .\k**JHk, oa|io> Srwn, rom o
mesmo lastro que trouta de Rio de Janeiro.
Ifao nMv etWtms*
M''J*'*^-1t das. vaj>"r ffirovz Vtaama, de
tTtrtonlaOb. rorarfirnUnta passicqt equipa-
gem ae^crlTf; a Tuiet Frert: Vfeld reefl-
ber carvio.
50 barriaM%tair#A A TalbereJ" frafca RaIJlfc #C
: Vinho 25 barrda {Pe-JO!da 16 mk ttHen-
ts, 188 a Cunba'Irmao it- C, .">' a A. I.ebne,'i t
J. P; Ramos; ti- a JV F. J^opes, 6 aJ. m Stivm-ti
C, 10 a B. J. Pereira, 41 a J. C. S. Hoto, i meias.
pipas a A', j: Alavedo, 1 barril a Moiucirrr Cntz, 21
a Izidoro Bastos: 1' a J. Oliveira, f oalxas a Carva->
Jho k -Nogueira, la F. F. Maia. 4 barda-a J.
Coinhra Gumaris, 2'a Costa Maia. 2S caixas a1
J. J. Vieira, I pipa a A. I J\. Guimara-s. Vas-
sotiras 2 voliimes J. B. Carvalio.
Brigiie [ranejz avknir,, viuda de Dhnkurque
consignado Cemento 400 barricas. Gar-vao de pedta
219(000 kilos aos consianataris:
PaUmlMlfi nnckmat jovbx atiiiw, vinario Re:
Grande do Sul, consignado a Oliveira AzeCedo
mnn iftetm :
PHjao *?* saceos.
Graxaeni bexifa l,80 alos.
Xarque 'l.ill kilos aos consignatario*.
Brigue inglee cantoas, rindo de Liverpool, con-
signado a E. Ftnon, manifestou :
. C*rvo de podra 320 toneladas aos consigna-
tario*.
Bnenos-Ayres43 tifas, ttrfeu' JImao Joan, de
Mf'lMtfate} cr4ti* L. SMrVew, ecpipaftri 8,
" emlistrt ; a Ameri IMo C,
Buenos-Ayres -31 dia*. baraa hollao4exa>/;lwWa
teWfc&famlk WBfflt.Va Brik,
^PJH8W HeBBaetn).j.a Jeae da Silva Layo
.rfrh' das, barca-aowicana Sile,
del*'toneladas, capitao John William, equipa-
fem-*% earga aseitedejeine e-peHes de lobo;
ao mesmo cagf> Veal TaTeicar e seguio pa-
ra -NewjLondon.
' lh topioi salfdor no mesnto da.
!aWW<-Bn hlaJrjfcm;dtpIo Gfeofte 1*e-
mx, carfa parte- dlu oue trnxe da Torra-
fova.
Canal -'Bar^ ingina Jfer*ojl, capiti R'. LoV-
. riniuxargxassucar.
Ww^ool-^area inglex Parattvramv; capRio
: Dearmarf, carga, assucar.e l|do. -
Baha-Escuna franceza Liomte, capitao Haoleliir,
'arg*. uarle da- ^ue trouxe d> Aoluerpia.
..... '
C: t^lJ"^^"^"!0* GSfHh' Sllvi,; K W de mamo
eayciaiHe J(>g Ouimiao d-Sou*a TraTasso, aatis-
to Cu sute Jw de Paata Lojb Xeves, defuailiante
Wslo Alberto SilveiM, eidadao Joaquina do Si
Azevedo, cidadio Jos Lopes Viaana. ciliada--
Joa^m Juvino Honorato Bailo, eidadao Joo Gaf
J8 Jionesk etnpregatlo puJjlicoJiiliuCesar-Cafdoso'
AYCes, adjadao Jos Jaiquim Pereira, eiupregado
publico Joao Leopoldino do Reg, artista Jos
Francisco Bioia, .eidadao Jos Francisco de Paula
Ramos, Manoel publico Manoel d liratfi \4tri eidadao Mar-
colino Jos Pupe, B^rliAjd|gela Dias, Rodri-
go Gome* da SflVa flgo. W:Hffrsco Joaquim Goo-'
oawes do Carmo, Victorino- Antonio Martins, Fran-
cisco AITuso Ferreira, negociante. Joio Martina do
Ro, Dr. Praxsdes Gomes' de Soiiz Pilanga.
E pira constar mandn o Jnrr d pal, presi
dooto Oa mesa parelii.tfazar esteudital qae-ser
aviado no lugar do costume e publiaado pela im-
prensa, Subscrevo e assigno. O eSMvao, Alvaro
WinVVoW.HW. t?regtietia'M BWtita,' 2 de
marco de 1873.
Antonio Carneiro Machado hs.
Jaiz d* paz.
inrial de Pernrfm
Quarl'feira *> daHH |& illa a audien-
cia do Iln, Sr. Or. j>i71iu|b*llulaf&.l( vara, va i
a prara diversos moveM MV'MpVllB perfeila-
mente novos, e ontros em botn estado ; penhora-
dos Antoaw Ifn.-wm >ll a^s"|or>ea^CBa> qm-
cob* o mesmo eneaiafalis toa*' Maria de AHfu -
quenjue e OKveira. .. i
ilini ij
fCLARACOES.
wtm;
a
Pa barca ingleza Persecefance, para L
pool; carregaram: M! LatWan 4 C. 1(58' sa
1,007:838*901
De Vapor inglezBoyne (esperado! mercadorias e
bagagens para alfandega.
Rriguc raneez Typhes mercadorias para al-
fandega.
Brigue ingiez Mona mercadorias para alfan-
dega.
Brigue inglez -Cabran Bclle-mercadorias para
alfaudega.
Patacho inglezPrincess mercadorias para al-
famlega.
Brigu allemo Adolpho mercadorias para o
trapiche Conceir-ao.
Barca portugueza -Amelia & Henrique -mercado-
rias para o trapiche Conceic.lo.
Patacho nacional Jrboalao mercadorias para o
trapicha Concoicao.
Brigne francezOrcn/Vmercadorias para o tra-
piche Couceicb, para despachar.
T^apor nacional [pojaramercadorias nacionaes
para o trapiche da companhia pernam
bucana.
Escuna inglezaPm/ommilho para o trapiche
Concegao, para despachar.
Patacho alloma, Victoria -farinha j despacharda-
para o caes do Apello.
Barca dinamarqueza her Uvitfrlt tabeado
j despachado para o caes do Apollo.
Brigue portuguez Laia I vinho para deposito
no trapiche Cunha.
Barca ingleza Mefeor-baca|h.io j despachado
para o trapiche Conceieio.
Lugar allemio Alfrd ferros j despachados
. para o caes do Apollo.
Patacho inglez Jtsi bacamn j despachado:
para o trapiche Conceieio.
DESPA H S DE EXPOHTACAO NO DI\ 22 DK-
MARCO M 1873
Para ot portas do txteriur
Liver-
saccas
com 12,268TIi2 kilos d algodlo.
Barca ingle a Heilena, paca. Liverpool, oarrejra-
rasa : J, Pater C. .--,0U0 saooos com 375)0 0
kilos do assucar mascavad.
Na barca ingleza Agostin, para iiivcrpool,
carregaram : J. Pater k C. 4,30o1 saceos com'
95,00 kilos de assucar mascavad.
Na barca ingleza Empresa, p: ra Liverpool,
carregaram P. Brothers & C. I,00J saceos com
75,' OTcilos de assucar mascavad.
NO patacho inglez Solarlo, para New-York,
carregaram : P. Brothers k C. 1,800 saceos com
135,000 kilos do assucar mascavad.
No brigue inglez Aun Wa/'j/on.nara Boston,
carregou : L. J. S. Gaimaraes 2,000 saceos com
loO.OOO hilos de assucar mascavad.
INO navio alleme Clio, para o Canal, carre-
garam : Keller & C. 4*200 saceos cora 315,000
k os de assucar mascavade.
- rio navio i n gira Mamion, para o Ganal,
carregaram : Crvalbo k Nogbeira 355. saceos
com 'iLoi.-i kilos de assncar mascavad.
Na barca ingleza WHUam Jones, para o Ca-
.nal; oarregou : A. Bastos 300 saceos com 22,300
kilos de assucar mascavad.
No vapor francez Gambie, para Bordeaux
canegaram : A Carrs 4 saceos com 225 kilos do
caf; M. B. de Mella! caixa com 58 kilos de pea-
nas d ema ; B. J. d M. Henrques 1 barrica com
48 litro* de agurdente ; J. L. G> Ferreira k C.
I caixa com 5-kilos de rap.
No- brigue allemioDeipUim, para o Rio da
l'rata. atrogaram Ainortm trillaos k C. 350
barricasoom38(365 kilos de assucar branco.
If barca brasileira Mnrinho IV, para o Rio
da Prata, carregaram : Ainoriui Innaos-4 C. 370
barricas com 41,160 1|2 kilos d assucar branco.
i No patacho ailomao Murgartlh, para o Rio
da Prata, carregou : A. Bastos 179 barricas com
2,337 kilos de assucar branco o 243 ditas uom
30,043 ditos de dito mascavad.
No patacho brasiieiro David, para o Rio da
rata, carregou : H. B. Oliveira Jnior 150 bar-
ricas com 17,138 kilos de assucar branco e 200
ditas com 22,807 ditos de dio mascavad.
.">a gaiera portugueza .-Isio, para Lisboa,
carregou : A. Bastos 13 barricas com 927 kilos de
assucar branco
"ara os porlos do interio)
Para o Pira; no vapor brasiieiro Cruzeiro do
Sul, carregaram : A. L. O. Azevedo k C. 130 bar-
riquinh s com 8,8-7fr 1|? kilos de assucar branco;
B. J M. Pocas |. caixa coni30ditos.de doce ; para
o Maranhao. M. F. Marques 100 saceos com 7,500
kilos de asacar braneo.
Para Fruguayana, na escuna germnica C>t-
tharina, -arrcgon : A. M. Souza Machado 126
barricas com 13,968 l|2 kilos de assucar branco e
100 ditas com 11,362 ditos de dito mascavad.
Para o Rio- Grande db Sal, n i brigue nacio-
nal Providencia, earregtm: J. R: Ferreira 430 bar-
riquinhas com 39.936 1|2 kilos de assucar branco
e 50 ditas com 3.638 \i ditos de dito mascavad.
Para o Para, no patacho portuguez Michae-
tense, carregou : N. da C. Moreira M0|! barri-
qunbas com 7.771 1|2 kilos de assucar branco.
. Para Santos, no patacho allemaa Willrm
Josepb, carregou : P. M. Maury 43 pipas e 10 di-
tas com 25,440 litros dw agurdente e-aleotd.
- Precisando a preMdend da pwicla: do
Rie-GraitdT! do Norte contratar um facultativo
para, durant'- o impedintento do Dr. Hehriqne
Leopoldo Soares-da Cantara, que se-aclt'no goso
de tres mezes de lcenca, prestar sea- servieos
mdicos na gnarnicao (if aqaeHa provincia, com os
veneimentos de 2r jeas hvre e.nwis a. ffiajitacao uwasal de
candado da- respectiva capital, de ordeni.de S.
Exc. o Sr. presidente da nruviaeia convido aos
Srs. medieos (|oe se quizerem contratar com as
condicSes aciina estipuladas a apretentar-se nes-
ta secretaria para o fin indicado.
Seeretaria dapresMncladb Pemambuco, 19
d mar-o de W73.
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro do
ftl-.
Edital n. 10"
Pela in&oeetoria da- alfandega se faz- publieo, que
p dia 26 do crrante, i-11 horas da maaha, se
hao de arrematar livres de dreitos, porta desta
reparticat), as mercadorias abaixo mencionadas,
apprehendidas pelo guarda, Famnciso de Paula
Campos Qaresma,a flota* de 15 d ; correute.
5 pares de calcas-db c&emira; avalia
dos por
3 collele* da m?sma fa onda, avahados
por
3 paletots da mesma fazenda, avaha-
dos por
3 cartees com longos de linho at 0
los; avahados per 10*600.
Alfandega de Pernambaci. 21 de mar-o de
1873.
* O 'inspector
F hio A. de. Carvajho Be.*.
35*200
17A6O0
17AO0OI
Edital n. 108
Pela inspectora da alfandega se Iv. pualico que
as 11 horas do da 26 do correjite se bao de arre-
malar, livres de-direitos, a |>orla desta reparticao,
a> mercadorias abaixo declaradas, abandonadas
aos direitos por Antonio Jos Ferreira Maiiiiim.
i caixa n. 8,'i9, viuda do Havre pelo vapor
francez Hio Grande, entrado em 10 do correte,
conleudo 18 borns de la e seda, avariados, no
valor de 48 ; 3 colchas de la e seda, avadadas,
no valor de 42 ; 3 ditas da mesma fazenda, em
hom optado, no valor de 60i. e nesando 2,010
grainnias ; 6 colchas de seda em liom estado, pe-
sando 3 42) graumias, un valor de 120J.
Alfluidega, 22- de mnr.-o de 1973.
Fabio A: de Carvalho Reis.
CAPATAZIA DA AhFANWliA
Rendimento do da 1 a 22 MMNMM
dem do dia 24...... MatMM
13.3695247
VOLL'MES SAHIDOS
No da I a 22......
Pnineirapcrtano dia 24, .
Segunda porta.....'
Tereeira pona .
Trapiche Conceicao .
COMERCIAL
iT-sconta fettras ,df cambio, J Ierra
. i ; i-'.sijuif titilM paflnens.
Bc.ujbwWitheiro cm eoota corrente simples,
m conta corretrte com juror e por let-
.r.
Fjican^J5Prij>|rcoainifa*o fe||ualquor
*s*eipdiMit fmmifkiri s 9 horas- da
JMl n-dndiaT* fbJtUimi.
'Wmt to Viganr a,, i, primerro aft

..i -*
finpoi>tncSo
Barca portugueza amki.ia k aWIMQmi, rindo do'
Parto consignada a Tltom'iz de Aqaino Foneeca1
<. SU cessorei, man-festn :
A Ifio 200 canastras a Soares Primo, 57 a M.
D. Rodrigues, 7 a Goncalves Beltrao k Filho, 1
dita e 15 cestos a Braga Gomes Je C, 200 canas-
tras onlem, 28 a J. J Rodrigues Mendes, 57 a J.
J. AzflVPifrt: Azeitonas 50 aMMMM a Oliveira A
Filfio, 2 a C. Lucio Jorge, 1 a J. R. Silva, 1 a M
J. Rodrigues, 3 a A. D. Torres, 1 a M. J. Ribeiro.
Ameixas 1 caixa a T. R. e Silva. Apitos de chum-
T)o e osso I raixa a Vaz k Leal. Azeit- doce 3
ftsrris a B. J Pereira. Aprestes i caisa a Cnona
h*mao k ('.. Alfaias l caixa a Justino R. Faria.
Buchas de ferro 1 caixa a Perreira Guimataes
& C.
Carne de poreo 3 barn'3 a J. J. C. Mbnra' 1 a M.
F. Garrido, 2 a M. A. Andrade, 1 a Livio S. Silva,
3 latas a C K. Martins. Cadinho t caixa a J. C.
Oliveira Figueiredu. Chouri^as I caixa a Ferreira
Monteiro. Chumbo de inuni.au 50 barrilinhos
ordem, 40 a Perreira Gimares C Cabo de
Imlti) 74'pacotcs a ordem> 73" a Leitao 4 Coirtbr.
Cesta > madeirsKi volmnes a Luciano Pernattde!*.
Capachas 3 voluntes a B. T. Bastas, 6 a J. B:Caa-
vallro. I a Monteiro(irejuirio k C, 1 a iloncarves
Bettrtft ft*Flff.- ChtoeUe* S oalxas a JI k Pan-
mi, .Ta M.: A. Allliritilff; 2 a Bmga Oaias* C.
Cartellras r calx Pfn Viannaar,.
Escova p^rat supab* calta ai MtttiMriro- (*-
jorlo-A f, ditJ ordlnnriaf" I canta !. Cart-
mo, f a'Jt. fr refreir *f.. Buche 1 ensAetel
a Silrjf k Afre*.
Fejao 200 saceos a Fraga >i
Lima, 4!) a J. P. S*vm ta--abata Guinaraes, 16'*;
wat Xrm, *-A fl, Mendos, 50 A. A*anJ
53,078
135
7
i 82
426
54,438
SERVIO) MARTIMO
Alva angas descarregad;is no trapiche
da alfandega no dia 1 a 22. .
Ditas ditas no da 24. .
Navios atracados no trap. da alTanVga
Alvaiengaa........
So trapicho Conceicao .
112
4'
117
RRCB(DORIA DE RENDAS INTERNAS GB-
RAES DE PBtWAilSJCO
Rendimento do dia f a W 48:448II2
dem do da 24...... 3:9544354
51:4024466
CONSULADO PROVINCIAL
Henrifmenl do dia f a*
dem do d>i>24i.
*M^2TS914'
7'.83-4tS|
Pela Wtesoflraria provincial se Taz publico
que foram transferidas para o dia 27 do corrente
as segnintes arrematacoea :
Fornecmen'o de aliuientacao e dietas aos presos
pobres da casa de deten.-ao no trimestre de abril
a junho.
Se<9enla ris por litro de agurdente consumi-
da na comarca de Nazaretb, cuja renda oreada
em '.Hii'.iuo por auno.
Srcrelaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco, 13 de marco de 1873.
# O offlcial-mainr,
.tf. A. Ferreira.
O tenente cororel Antonio Carneiro Machado Ros,
ron:ih-Hilador da o:dem da Rosa e presidente
da mesa paroohial da frcgueza do Santissimo
Santa casia la mf*<-rroi- tocirV.
PWBDIBw M WBS9A
JlhjBnu adminisuativa da Saata Cisa da Mise-
ricordia do Recite, competentemente autnrisada,
leva pela ultima vez precade venda iwdia 27
do corrente. perante mesma-junta, na sala de
tras- sessoes, o predios seguiaes, tomando por
base os procos j otlereeidbs :
Roa da Matrlzda Bba-VUta, casa terrea n. 5
pM"2:6tO*
Ra do Visconde de Albmrucrqne, casa terrea
n..6,l,pori000A
Sddrataria da SanU Casa da Misericordia- do
Recife, 21 de marco de 1873.
(lescrivo,
^^^^^^ Pelro Rodrigues de Souza.
THEi
(ifl\1HIIT(lIM
EHPJKEZA.-,/
Huahua & tttal^. ;
Qaarta-fomWirfe ai^o
TYalmiho asswbroaef
Depois que a orchestra terminar a ouvertura,
principiara o divertraento M^>HjrMro Mk d
nMto auplaudida comedia ent^ artos -.
flesife Mmm
'
C*vei
SANTA CASA DA NISEIUCOllDIA DO
KECIFK.
A Rima, junta administrativa da .-anta casa da
misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sesses.liio dia 27*d'marco cor-a
rent, pela 3 horas da tard, ten de ser arrema-1
fal flodfenm a tres annos, as rendas dos predios em
seguida declarados.
ESTABELECmENTO DB CARIDADE
Largo da campia.
Meia agua do........260il)6U
Ra de S. Jorge.
Casa terrea n. 92 e a de 85 dos Guara-
rapes.........3:3"0jt000
Ra de Antonio Henriqnes.
Meia 3gna n. 26.......18 WO
Ba da Restauracao.
Sobrado n. 57........3:O0O#'~OO
Ra do Amonio.
Casa terrea n. 26 .....121*000
Ra da Gnia.
dem n. 29 .......200*000
Ra do Pharol.
dem n. 80........18J000
Ra dos Acouguinhos.
Casa terrea n. 26..... 98*000
Ra do Amorim.
dem n. 26......... 303*000
Ra d S. Jorge.
Sobrado n. 30........ 2405000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Seuzala-velha.
Casa terrea n. 16...... 200*000
, Os preleiidentes devoro aprsen'ar no acto da-
arreinatacio as suas. fiancas, ou comparecerem
acirrpanhados dos respectivos dadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da ipiantia eci-
que for segtUD o predio que contiver estab eljop
monto commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparethos.
Secre'ana da santa casa da misericordia do Re-
cife, 1 de le ver ll'. i de 1873.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Santa casa (la misericordia
do Recife
A junta administrativa da santa casa da mise-
sericordia do Recife, antorisada pela presidencia,
e de con'ormidade com > $ U" ari. :>>do compro
imsso appmv-ado pela le provincial n. 531 de 9.de
junho do 1862, perinola por apolices da divida pu-
blica o predio do dous andares e sotao n. 37
ra da Moeda, perteacente aos estabeleciinentos
de caridade, o qnal se acha em mo estado.
Aceita propostas na sala das suas sesses al o
dia 3 de abril prximo vndouro, e recebe na mes-
ma occa'io propostas para demolir o referido
predio e converle-lo em un arurizein terreo, obra
que dever ser levada a effetou o caso de nao se
conseguir a sua permuta.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 10 de marro de 1873.
O escrivao,
Boto Rodrigues de Souza.
VDUIMINT8 Bfl PORTft
Sacramento do bairro da Boa-Vista, e u virtude
d le ele.
Faco saber que tendo o governj geral anntiiado
af elcicaa de ven-flores e juizes d-paz desta fre-
guezia-proced a a 7 de setembro do corrente an-
no como me foi commuuicado por ofBcio da c -
niara mun ripal de 7 de marco do corrente anuo
e marcado o dia 2 > de abril do corrente auno pa-
ra se proceder nesta freguezla aovas eleices para
juizes de paz, conveo aos Srs eleitorese supplentes
abaixo declarados, afini de que comparecam it.t-
quelle mesmo d'a as 9 hora-! da inanha na igaeja
matriz dusla freguezia, alim do que se organoo a
mesa paroehial na forma da lei regulamentar das
eleicoes de li d* agosto de 1848 decretos em vi-
gor concornenlcs ao referido processo ffcando su
jeitos a mulla eommiuada pela mesma 1-,-i, qnando
deixem de comparecer sem motivo justificado ou
inesino coinparecendo no assignar a respectiva
acta. Outro sim convoco aos cidadaos qualifica-
do- votames nesta freguezia para que compare/un
a dar seus votos, em qualro cidadaos residentes
nesta freguezia e com as qnalidades precisas para
juizes de paz, litando sujeito i multa de WaOoO
os que deixarem de comparecer bem como que as
listas contiverem nomes riscadosesubstabeleeidos
por outros nao serio apuradas. '
Eleitores.
Tenente coronel Antonio Carneiro Machado Rios,
desemb^ugador Caetano Jos da Silva Santiago,
major Joo Francisco Antuuws, major Francisce
Martins Raposo, Dr. Manuel Barbosa d> Araujo,
professor Simplicio da Gnu Ribeiro, negociante
Candido Casino Gucdes Aleoforado, Dr. Cypriano
Funebui Guedes Aleoforado, Dr. Miguel' Jos de
Almeida Pernambuco, negociante Jos Martins db
Rio Jnior, ridadS-i Joaquim de Gonveia Cordeiro,
capitao Manuel do Nasciueat) da Silva Bastos, ne-
gociante Francisc Joaquim de Men lavares,
capitao Manoel Gomes de Figueiredo Castro, pro-
piytaro Jos > arneiro da Cunha. tenente coronel
Joaquim Jos Silveira, artista Joao dosSantos Fer-
reira Barros, Jeronymo Pereira Martins, empre-
gado publico Alvaro Pereira de S, tenente coro-
rel Joaquim Caetano de Sotuw Cousseiro, capjtao
Joaquim (Instndi de Oliveira, enipregado publico
Joaquim Gusmo CooUio, eidadao Joaquim Jos
Ferreira da Penlta, padre FrancisiM Alves de
Alarantes, proprietario Alexandre dos Santos Bar-
r, major Luiz Amonio Ferraz, Dr. Joao Jos Fer-
refta do Agoiar, Dr. Manoel Clemontino Carneiro
il.-i.Ciin'ia. capitn Jos Maria Freir Gamoiro, aj-
nente coronel Theodero Machado Freir Pereira
1I9:24"07J d*Silva negociante Nicolao Toleutiao de Cam-
ina tmente coronel Francisco de Miranda Leal
Sw3, major Caetano Cyraco u Costa Moreira, Dr.
D*io Grvalcanto do llego e Albuquerque, Dr.
^ LMtmtojrtnMpm. PWtm da-
*-
-. .... .i i, .ii, i
' m***iim*uosrt>inmi2t
Rio Grande do Sul -48 dias, palhabote
Joven Arthur, dettf8.loaa|ada&.eapitin Joaspi
Mariaiino de Souzal equipasen! j carga carne
Antonio Um de O.- Aievedo 4'<
Rocha, 100 a J- Rj Dunkerque -51 dias, Jirigue fraapz
tf roaefndas,
carga sement ^carfao ; a"
test to-cwijjia*ar08r20 a RabelTo ,C, Ifl So/a4k
AUneid* k, CjJ Liverpool Barca, aiWmu \tiriu.
-tWiMI,
AaHaH>*
Moscoso, tenente Francisco Paclieco Soares, Dr.
Mannei de Barros torrlo,.O. SebasHao do Reg>J,
Barros do L.-uferda* tenente ciK.avl Joao Valentina
braaiMaai Villela i\ I\
Su^pleite^
Negoc|ate Ccanwsaa, Joaquim da,\Ja>|FWla)-
Jnior, teitentWfeWn'jtart "Hvrtra Ileafffe, nego-
<* Aatax Lanap> rMlr^uos, m|iagiahte
A*nmn AagjMaaRa^aajaaaa *H*jmmt*iMntes*>
Ywr m Amaw O. 8 IsamJa Auf w *. r* pwawsofGeiw.ikmo Jnacpnai,de Jfcaoiata*-
A-J. AaeadOk.lft* Farreira d. Aiueida"S,J Livorpod Barca, aiatriBoarAaSnVi, capitao Col- ft-Joa daotf lallaa tamo* hianta; leGas
35 a Goncalves Beltrai k -Filho, 20 n S. Fwru.1 suleeh, cara algoiKo. sa* is? *Mae% Aalanib. be/jaiiu. dfc Dnrala e
J/arellalWsJtnOTa-QTOdesd Aranio, 10 a Ra'-' Porto* norte'-Va^
t$ ?hP + *3&*?lJ oh a Caralllo 4.- ow.W.Jar,. capUio teflwwT^vat W^r lAtfeoaiu. OkmM*Smmr!*r siva, Mf ocmp
3gaaeat5Uf Tamite Vlanna & C, \ a MrnteRo, MUatWgfltrM. 'iaktc Jetqaaa# Tn iri. ll. atcMalM Ja*
Gr|on^C FYraJttra ctsa a Dihizy. P0- lli^erpol 4eriVn'lgie#' #*** W Yhfxgt eaMf Pedrk.'Bafisii omb; I*mm*^afc JMatea,
reir. FWirarloTiiV rtaraos- a1 J. F* CamfBo'.l fio Murphy, carga assucar. artista Alexandre Dorou/.a
De ordem do Hlm. Sr: inspector da lliesou-
raria de fazendtvse faz publico para conhecimento
de quem interessar. que no da 2 de abril prxi-
mo vi ndouro, p-das 2 horas da tarde, perante a
junta da mesma thesourmia, ser posta em liaste
publica para ser contratada com quem melhores
condifoes offerecer a consaiccao de um armazein
ou paiol para servir de deposito de toda a plvora
importada nesta capital, cuja planta e descripeao
9B franquear nesta secretaria aos pretendooles,
que deverad apresentar suas propostas em cartas
fechadas dcvidamenle selladas, e declarando nol-
las a residencia e profissao dos proponentes e os
nomes de ses fiadores.
Secretaria da thesnurarih de fazenda de Pemam-
buco 20 de o arco de 1873.
ervindo d offleial-inaior
Jezuiuo Rodrigues Cardse
Em seguida o-argsta Miguel de Faria
ra nell primciM vez rata caaUtkMt
trbalh chiacif- .1
Golotao de. acp
trabalho asaombroso que llio latn amwriado 2 i
dalhas de mrito, pelo |ierigo parfeico cee
que executade.
Segue-se o segunjo acto do
Meslre Jerjwynift
Findo o qual, cenlinuar o-espuctaculo cont *
linda e sorprehendenle exhibi^.nj d
Aguia nipiaft
Trabalho dfflcl sobre cadetm f garrafas, uw
qual o artista pref ncher o intervajlo de-20 ar-
nutos sempre ouim iliOin-H e pegonas aoMft.
terminando pelo arriscado salta) mortal sobre 1
cadeiras.
Terminar o o espeeiaouio ce* a.cosnedia> en
1 acto :
A morte do galio.
E este o espectculo apreseiMadi pele artista Mi-
guel de Faria.
O publico desta capital deve lembrar-se d
couijianhia equestre Luanda, deve lembrar-.-^
tambom do pequeo Borracha- que euta fazia.
parto da companhia esse artista (otrom pec-
feito) que hoje apresenta os esforcos do seu ooiM-
tanto lidar, ,
Mutilado por urna queda, conseguio apecleioasar
o sen trabalho ao ponto de nao sentir a falta dar-
lenlas e tornar-se celebre entre es da sna arte.
A empieza julga desbecessarioifh'dir proteccao-
para esto artista, nao so pelo alte conceito qoe
pernambucano, como pela mu-
de que o trabalho ser coreado
faz do publico
vicrao que l.-ni
de louvores.
Come'/ara s 8 horas c r eia.
niE\l!!l)
Sr
rTl
i1
-
EMPREZA-YC1NTE.
Sabbado 29 de marco
Grande wMkik f
l. RECITA K ASSI(;.NATIRA
drama histrico em 5 actos e um quadro al-
lego rico de grande appatato, intitulado :
do
Os jesutas
08
I bastanl i (IYI-r
Representado por militas vezes no Ro de Jauci-
ro e em varias provincias do sul e nesta cidade,
no theitro Santa Isabel, sempre com geral ap-
plauso.
0 programla ser minuciosamente publicad.
a vos pera e dia do espectculo.
Aviso
No eseriptorio do theatro recebe-se damanui
em diante assignaluras para um pequeo resto de
bilhetes.
A comedia
sica :
Em ensaios.
drama em 1 actos, ornada de mu-
Reronlaces da ft&cUafe.
E a opereta em 3 actos de assumpto nacion.il:
V torre em concurso
ih Dr. J. M. de Maceh.
Original
4VIS0S martimos
A contadura da cmara municipal desta ci-
lade scientilica aos donos de diversos cstabelcci-
mentos de porta aberla, que do l* di marco vio
douro cmneca a eobranca do imposto de 400n,
creado por lei, devendo, |iorm, ser apresentado
na mesma contadoria^ o conheoimenlo- do imposto
-'eral sobre industria e prolissao, a/uu de (pie pro-
rom ter assim pago o dito imposto.
Tambem sao chamados a vtrena pi^ar o impos-
to de 2o00 sobre quab|uer estabetecimenlo que
vender espirito ; 6<*t)f>Der cadn laiioca ou velii-
oulo de qualro rodas, empreados no servico da
capital ; 10 > ris por palmo de terreno dentro 4
;idade do Recife e seus suburbios, qiiae*n i estoja
edificado ou cultivado, embora se conserve mura-
do ; 204000 por cada isa. de- sobrado na cidade
do Recife, que conservar varandas ou sacadas do
madeira; 60> ris por palmo de terreno nos povoa-
dos de. Magdalena, Capunga, Chacoa, Casa Forte,
Poco da Panfila, Caldireiro, Monteiro e Apipu-
cos, que niw estiver murado ou cercado conser-
vando-se as cercas em bom estado; i res por
palmo de terreno uuvtodi a eslejsaa- da cidade do
Recife a Apipoeos, q*# nao eetivwr murado, ex-
ceptundose os terrenos, que- tiverem cercas na*-
iivas en bom estado- db-eonsetvaco ," 20()iHt pt*
cada baa dv5 capim efentro da iifcMie do Recife-;.
lOitOO por cada ume macbiaa a va|>or, das existirem ou forem moMadas na calade do Remo-
para qualquer mister ;: e-linalnwate o imposto de
3*fW0 e 20300 por cada boceteira e mscate que-
vender dentro th. namt/k> do Recife.
Contadoriada ama^ taonitipaJ do ReciS9 27
de fevereiro de 1Z3.
O entador,
Hvatiltn Caaaiaj*>de V. Akbuqnerque Majann. o.
Pela mestaa conbdoria da canura munici-
pal sao chamados aos donos de di versos- estabele-
saentos de uorta-aberta a virem Bagar os impos-
to* atiazads qtfe- se adiarem a d.-ver. bem como
es itiimsn iiapomMB'de atorcicjo proxna tiiu-'o da
latC* a 1871
Gestatoria- te toverro-^B r89X
O contador,
Huaiba?,-iaa (ja^! AbumTia.i.Mnnt>b.o-
#af> aslatt
o de MVa.
se-deposRsMo nestb' sqMbtegaeia um anel
de bfilbante. apprehendidi>iVje Wnie'fiMado
o qtmf srt'WMreiyate' a" quem ptwrar direito elle.
O subdelegado.
HfrMttAtoorto Silveira.
puVltteftil' se fat pWicoi
dte. Wram- transferidas, riart odia 3 de aWr'il 'pttt-'
xrnro ltSbufe a' sefalubw arrethateods
Sitio dos Remedios por 3:730AHX).
^ra tbahiaa ai poafc d. S. Joo por
cada duzia
hv Slfiii ^ivigaiiiim\my
\\\m\ liiiil Sicniiors.

At-o-dia 30 ilb-rnrrenle iucz, espera-se da Eu-
ropa o vapor Ijizi'/iiwi: desta c<>iupauliia.
Recelie-pfsageiros, dinheiro a frete, etc., para
os portes do tul.
O primero, vapor para a Europa ser o Cavav
boixizo, que di-vera chegar aquiat 23 de abr!
proxiuio, e dahi em diante ti'ra para a Europa un
vapor da companhia todas as quiaawas.
14 RA DO COMMERCIO 14.
~4ltI*\V\IB)A *"
DE
1U4\S1LE1\.
Do ora 21 em diante
'suerado dos portn .I.
norte o vapor Para.
ronunandante Dnartt- >
quai depois da dl-morad..
rstame seguir paraos.
da
Para fretes e iiassaget, lrata-se na agencia,
ra do Commercio n.
Para o Hi>liraue il >u!.
Para o porto cima segu o brigue maciona]
Piovidenci, ipie roifoao amia algamai carga a.
frete, devendo em poneos di As srtlxpadid por
ter a nviior parto do seu rarregamente eugajad...
A' tratar no eseriptorio da .*m 4k Caetia, ra,
do Marqnez de (Rinda n. !>.
-----------------------M '-------------'
W esperada do Riade Jaiaaira twb<
momento o brigw pnrtttgitt titftt^ tl
que depois com possival 'brexMiae- sebiya
para o Par por te>a*rtt*ior parte da oarga
prompta, e para^M-ll*lJAa; que recebe a
frete conunodo-. trata-so coini'os pouaiguata-
rios Joaquim Js Goncalves -nms' r't-
Iho, i ra de-Co.niaorckOsiu &. _
, km, .^. ......f am----------
Para a Baha
o histe Gaoib+kti sage neslcs poaeoi"dfa : tur*
o reste da carf trata-ae eem e eemignUIrln-Cus
tedie*Jos Yianna, ou i ra do Amwua-n, ^

-----------


-4
Diario d* Pernambuco Qaarta feii> 26 de Marg de 1871
aun
Macei. Peaaesl* e Araraj.
E' esperado ateo di 7 de abril |>rn\imo futu-
ro, o vapor Giutoe rkans, tiesta rnmpanhia.
ma : a tratar cora o* seus c asignatarios Antonio
Luizde Olivdtra Awvedo & O, no seu escriptorio,
ruado Bom Mni 57 {outr'ora roa da Cruz.)
QJJINT-FEUU 7 DO CORRENTE
A's 11 horas da manh.
O agente Pestaa far WISo. por eonta e risco
de quem perteneer, 4e.10O Mes de diversas plan-
tas e flores, come sefam rozeiras, rametlias, mag-
nolias, zuKos, ortencias, peennis, pro A, dem-
drera, arvores de fructos de todas as qualidades :
quinta-feira*7 do correte me-, fc* ii horas da
maeh, no armazem da ra Daqiie de Caxtas n.
6a ...
LEILO
____e Porto.
A galera' Asia a sahir em
pouco8Mocbe carga a fre-
te mais barato do que outro
qaal^uer navio ;tem excel-
ientes aooommodacoes para
passageiros. A tratar com
Tito LivioSoares: ra do Vi-
garios 17, 1. andar.
Para o Porto
Vai sahir rouHo breve o brlgue Portuguez Tri-
mmfho. Recebe carg a e passageiros, a tratar com
Tito Livio Soares ; ra do Vigario n. 17.______
de uma caixa com vaquetas, ama dita com
bezerros, duas com marroquins, sendo
umi ;avariada.
Quinta-fera J7 do corrente
s 11 horas da manh.
Por Intervenga* do agente Pinna
Bordea
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess
EscravO fagido.
A ntou-se da. casi da sea senhor, o abaixo as-
signado, desde o da 11 do wrrente, e vaga pelas
ras desta cldade, o seraV IfcsoeL crioulo, auo-
ra boa, oraos vost*. |farba4o, e vafe o vicio de
embreagar-se quialo ausente, o qna! levou cami-
sa fina e cele* de Un lona de cor : pede-se as
autoridadeTpotkiae* e caprtees de campo asna
prLsao, e lvalo rua larg Kmrm n. II, *"
andar. '___________ i ,
O.
Acaba de chegar navio de Genova com ladrdho
de marmore, de 10 |t I* pollegadaa, e pedra
de luzerna mu rija, e por so propna para ladn-
Ihar arauaens : s desembarca a que for vendida
aqni, no armaiem de E. A. Burle 4 C
n. 53.
c .. r /
Leila
DE
355 pacotes eem papel de embrulho com
avaria.
QUINTA-FEIRA 27 W) CORRENTE
A's if karata.
O agente Pinto levar a tlo, requerimento
de Rabo Schmweltau C, por autorisacao e era
presenca do cnsul da Blgica, e por eonta e risco
de quem pertencer, M paeotes com 1,775 resmas
de papel avariado "lo do navio franoez ao*-
ne, na sua ultima viag.m de Antuerpia para este
porto, existentes no trapiche Coneeicao, annaan
da bagagem, onde se effectuara o leilio, as tt no-
r.is do dia 27 do frrente. ____________
CabeUeireiro
Pfccwa-se de- offlciaes de barbeiro c
reiro: aa ra da Cadeia 4o Recife n.
mero andar. .___________
eabellei-
M. pri-
Offcreee-se um rape brasileiro de t5 a 16
aenes, para caixeiro de lindezas, fazendas, ou
outra eousa semelhante : quem precisar dirja-
se a esta typograpM-, jue se dar as Intorma-
ejea.
Professora
Precisa-se de uma aestra com habiUtacSes e
capacidade neoessarias, para ensinar a uma me-
nina em um cgenho prximo linha frrea de
S. Francisco : quera se achar naquetlas condi-
ces pode dirigir-se fua 4a Impcratriz n. 14,
r aadar. que achara com quem tratar.
M Bu FOEUA.
AOS &0Q0W00.
BILHETES GARANTIDOS.
1* __ Primtiro.ee MarQO-foutr'ora ra do
Crttpo\ *. S3 e casa do.coafuwte.
rjab-ia'assfcnao teudo vendido nos seustV-
lliies llilhetc^ uniateiro n. 44VS eom 800IO0D,
tras quartos a. 431S cora lOOiUaO. tres quartos n.
617 ooiu 1OQ40M a outras sortea de WiO e
_*iiOda lotera que se acabou de extrahir (43.*),
convida ana posstndorea a viram receber na con-
formkde eostume sera descont algn.
Achanvae i wenda os felizes bilhetes garantidos
da 1' parle das loteras a beneficio da matriz de
Ipojuca (k% fue se eatrahir no sabbado 29 do
rorrente mez.
PRECOS.
Binte inteiro 6*000
Meiobilhete 3*000
Quarto 1*500
EM POK,-.\0 DE 1009090 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 1*750
Quarto 1*375
Manoel Martin* Fiuxn
GRANDE E VARIADO
Real companliia de paquetes
inglezes a vapor.
Al o dia 17 do corrente espera-se da Europa o
vapor inglez Boyne, commandante F. Rt-eks, oqual
depois da demora do eostume seguir para Bue-
nos-Arres, tocando nos portes da Baha, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 1 de abril, espera-se dos portes do
su! o vapor inglez Afeca, commandante H. Bax,
c qual depois da demora do eostume seguir
para Southampton, tocando nos portes de 3. V-
rente e Lisboa.
Para freles, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. O. __________
1\IU
Para o reieri de demora o brigue portuguez Ligeiro III,
Otpio e pratico Sobre, porter mais dedous
tercos de seu oarregamento prompto, e para
o que lhe falta, que recebe a frete comino-
do : trata-so com os consignatarios Joaquim
JosGongalves leltro Filho, ra do
CoBiBierci n. 5.________________.
Rio de Janeiro.
Para o indicado porte vai desearregar o brigue
nacional Galgo, pudendo engajar fete o resto
da carga que ainda lhe falto : tratar com Fran-
cisco Ribeiro Pinto umaraes, ra do Barao
Para o Porto
pretende sabir muito breve a galera portugueza
Xova Fama II. por ter grande paite do sea caire-
gamento prompto ; recebe carga que lhe falta a
pre;os mdicos, e tambera pMfgeiros, para os
quaes tem ptimas acconiinodao'jes :
T. l. Soares, ra do vignrto n. i".
DE
excellentes movis, boa louca e finos crys-
taes.
A saber:
Um piano forte de Blondel k Wignes, 1 estante
para msicas, i cadeira para o mesmo, 1 mobiha
(maasiea) de Jacaranda, 1 mesa de sof, quadros,
Sarros para flores, 2 ricos candeiros a gaz, de
crytal, 2 figuras de bronze, 4 easticaea e mangas,
3 lancas o cortinados, tajieUs,. escarradeiras ees-
leir forro da sala. .
Uma toyletc de Jacaranda, 1 lavatorio com pedra,
mesa de iogo, 1 mesa redonda de charao, 1 ca-
ma com colxao de mola, 2 guardas-roupa, 2
guardas-vestidos. I espelho e i Rimas de ferro.
Um secretara de mogno, 1 estante, diversos u-
vros, 1 mappa, 1 globo geographico, 1 machina
de costura (perfeita), 1 mesa com jogo xadrez,
1 taboa e podras (jogo de gamio), cabidos, 2 ve-
hezianas, 1 tint' iro com campa.
L'ma mesa elstica, 1 guarda-louya, 1 aparador
armario. 1 quai tinliera, 1 relogio, i sof, 2* ca-
deiras, 2 lavatorios, 1 quadro dourado, com flores
de cera, 1 apparclho para jantar, i dito para cha,
compoteras, garrafa*, copos, clices, porta-garra-
fas, bandejas, cobertas de rame, objectes de
plectro-piale, bancos para jardim, vasos para no-
res, escodas de abrir, mesa e taboas de engoin-
mar, mesas e trem do cozinha, e outros objectos
de casa de fam'.la.
QUINTA-FEIRA 3 DE ABRIL
No primeiro andar do sobrado da ra Impe-
ratriz n. 12
Jos Henriquc Trindade, tendo defazer uma
viagem ao Ro de Janeiro, levar a leilio por in-
tervenido do agente Pinto, os movis e mais objec-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra da Imperatriz n. 12,
onde se effecluaT o lelo no dfa 27 do corrente.
O lelo principiar s 10 \t horas em ponte.
Aluga-se um escravo para o servir.) de ho-
tel ou para qiulquer outra : na roa do Imperador
n.50._________________________________.
Quem precisar de ama secca. ou de leite, di-
rija-ao ao pateo deS. Ve4w n. 3, Iota, .*raiar._
Fug no dia 17 d marco, do engenho Ta-
pera, freguezia de Jaboatao, o escravo Gregorio,
cabra escuro, muito alto, secco, sem barba, fe-
ooes regulares e de 26 anuos de idade ; fui com-
prado ha poucos das ao Bario de Nazareth ; sup-
poe-se haver seguido para Sabug, perto de Sen-
do : quem o trouxer ao dito engenho, ser gene-
rosamente gratificado._____________________
25#000
Aluga-se uma ama muito nova, parida de poseo,
cora muito bom e abundante leile, e muito cari-
nho*a para crianca : quem precisar dirija-se
Capnnga, ra da Ventura n. 33._____________
Ama para engoiiiiiiado
Precisa-se de urna e paga-se bem: no Caldei-
reiro, casa de Francisco Joaquim Ribeiro de Biito.
i Precisa-se de uma ama para
AMA cozinhar; na ra da Aurora n.
a Precisa-sede uma ama para cozinhar
Ama e comprar ou lavar e engommar, prefe-
re se portugueza : na do Barao da Victoria
n. 28.
Ama
s
MISOS OVEBSOS
ATTENQO
Contina-se a fbrnecer almoco e jantar para
fpra por preco commodo e com promptidao : na
ra estreita do Rosario n. 35, !, andar, casa de
familia.
Escrava fgida.
Est fgida a escrava Mathilde, de 40 annos de
idade, crieula, tem a cara bastante grossa de es-
pinhas, falla mansa, sanio de casa a titub de le-
var uma trouxa de roupa Boa-Vista, s 4 ho-
ras da tarde do da 17 do corrente e nao volteu ;
pede-se s autoridades a apprehencao da mesma
e entregar ra do Livramento n, 1._________
Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Pernambuco.
Para conhecimento dos socios deste hos-
pital, fazem-se publicas as seguintes delibe-
rarles, tomadas pela junta administrativa
em sesso de 16 de corrente.
Os socios que desejarem ser tratados as
enfermaras do hospital, bastar para serem
admittidos, que provem ser socios e estarem
em dia no pagamento de suas mensalida-
des.
Outro sim, deliberou a mesma junta que
fosse celebrada pelo capello no oratorio do
hospital, uma missa por alma do socio que
fallecer, devendo ser apresentado ao respec-
tivo provedor o diploma do socio que nao
fallecer no hospital, afim delle fazer ejecu-
tar essa deliberaro. *
Secretaria do Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Pernambuco, 20 de marco de
1873.
Luiz Duprat,
Secretario.
aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(aatr'ora na !n i tol-iu)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recoonnen
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com (juc sempre prima em ter as
memores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para alga-
daa, desde 10 60 erras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de sjste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descaroramento ; tornam-so dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrarao
mais

tamben
Apurados vapores loc.omoveis, deforca
de 2'/t e 3*/i cavallos com todos pertonQas
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodao, ou para outro qualqucr mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladea-
ra.
Carros de mo para attorros.
Tinas de madoiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanliado.
Ditos com Vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
(luards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas,
torrentes para arrestar madeira.
C.vlindros americanos para pederas.
Perteoeee avulsos para machinas.
' Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para irn-
lho e caf.
Debulliadores para inilbo.
Azaite de spermacete para machinaa.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanliado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Emim muitos outros artigos, que so avista e neste estabelecimento podero
examinados. _______
DA
PARA
trata-se com
COMIWNHIV
PERNAMBUCArlA
DE
Nossa Senhora Mai dos
Homens.
Mavcesacito costeb*a a vnr.
PARAHVBA, NATAL. M.VC.VO, MOSSOr.o', ARACA-
TY, CEAU.\,.MAN:M!ir', ACARAC' K GRAN.
"\ *s val'r f/"V"'v'>
^2r iJ eommanoanto Moura.
seguir para os por-
tos acuna no dia 31
do corrente, s *> bo
ras da tarde.
Becebe carga at dia v2'. encommendas, pas-
sagens e dmheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da sabida: escriptorio no Forte do Mallos
n. 12._____________ _______________
OOMPANHIA PEBNAMBl'Cm
DE
lavegacao coMteirn n vapor.
ACETO, ESCALAS, PENEDO E ARACAJO'.
O vapor Giqui, com-
maullante Hartins, se-
guir para os pollos
cima no dia 31 do
correte s o horas da
larda.
Becebe carga at o dia 29, cncominoHdas. pas-
do dia da sabida : escriptorio ni Foxte de Hat-
tos n. 12._______________________________
COMPANHIA PERNAM BCANA
DE
\avest'o costeira a vapor.
MAMANGIAPE.
O va|ior Cor ai i pe, com-1
fe ordem do 00890 irmao juiz da irraandado de
N. S. Mai dos Homens, erecta na igreja da Madre
de Dos, convido a todos os nossos irmao?, para
no dia 28 do corrente, pelas 3 horas da tarde, se
reunirom no consistorio da mesma irmandado,
afim de encorporados, acompanharmos a procis-
ao de Senhor Bom Jess dos Passos.
Jos Vicente dcima.
Escrivo.
Vlrcilo (iassicr
Pedro Bezerra Peral de' Araujo Beltrao man-
da dizer uma Buaaa pelo descanco eterno de seu
amigo Alfredo (iassier, e convida a seus amigos
a Virem assistir a este acto, que ter lugar na
matriz de S. Pedio Hartyr, em Olinda, no dia 26
do corrente, s 7 horas da manh.
ArENGO
Na ra de Vidal de Negrei os n. 192 (outr'ora
rua Imperial) precisa-se fallar encarecidamente
com os seguintes senhores : Jos Xavier Coelno,
Joo da Sumir Borgcs Tavora. Jos Rodrigues
da Silva Rocha, Andr Mara Pinheiro, Manoel
Francisco de Souza Reg, llemjamin da Costa
Haia, Juvencio Miguel da Costa, Antonio da Costa
Oliveira, Manoel Domingos da Silva Junior e Ma-
noel da'Cruz Martins.___
Precisa-se alugar duas amas : uma para
engommar e cuidar de outros servicos do-
msticos, outra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na rua do Capibanbe n. 40.________
Precisa-se de duas amas, sendo uma para
engommar e outra para cozinhar : na rua da Pe-
nba n. 23._________,_____________________
Precisa-se de una ama para, o servia de
uma casa de pouca familia : no Corredor do Bis-
po n. 2._______________________________
Am**S5;mJUSo'>m S SE predio da rua do Commercio
ca familia : rua de S. Francisco n. 54. '______ l7 ,,ftn(lA nm ..Jor p ov.
-Precisa-se de uma ama para cozinhar em 17, feeildO 1
casa de pouca familia : na rua da Aurora n. 59.
Procisa-se de duas anas para cozi-
nhar a comprar, para casa de duas
pessoas a tratar na rua de Pedro Ai-
tenso, outr'ora da Praia n. 3.______________
Preoisa-se de uma ama para casa de pouco
familia: na ru Uo ro le u. 00. _____
A junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
H
Rua lliirilii. hoje Marcilio llias n. SI.
Neste estabelecimento encontrar o rps.eitavel publico o mais completo sorti-
mento de miudezas, chapeos, calcado franeez e artigos de luxo ; e recebendo quasi to-
dos os scus artigos de propria encommnnda de Europa, acha-se as condiQes do re-
talhar mais barato do que qualquer outro, e quem dnvidar veja :
- M\
Pivcisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar, forra oa OfCiava : na raa do Duque
de Caxias n. 22, 1." andar.__________________
Precisa-se de uma ama para
Dtinhar em casa de bomem sol-
ero que tem pouca familia : na
rua do Crespa, casa n. 12._________________
Precisa-se de uma ama para cozinhar:
na i ua Direita n. 10.
AM Aa
mazem com grandes com-
modos e com fundos e sahi-
da para o caes, proprio para
armazem de gneros de em-
barque : trata-se na rua 1.
de Marco, outr'ora do Crespo
n. 13, com Antonio Correia
de Arasconcellos>
Ama
L
rgencia.
Cozinheiro.
Precisa-sc de um bom cozinheiro para o
hospital portuguez : a tratar no mesmo hos-
PreeSa-Se de lima.ama de|pital, ou na rua Pnmeiro de Margo, ou-
tr'ora do Crespo, loja n. 13.___________
xm
Offerece-se um moco com bastante
mandante Silva, seguir para 1 fazendas e molhados para caixeiro,
pratiaa
dentro
de
ou
leite, que o tenha bom e
abundante e sem filho, pa-
ga-se bem: a tratar no pri-
meiro andar desta typogra-
phia com o administrador.
Ama para casa de familia,
vNa travess.i do Duque de axas n. 3, 1" andar,
precisa-se de uma ama livre ou escrava, para
cozinhar e outros servicos proprios de casa da
familia. Paga-sc bem agradando.
o pirto cima no dia 28 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, roeonmen-
das, passagens, e ilinlieiro a
frete atea* 2 horas dataran do dia da sftUa:
'siriptorio no Porto do Mattof n. 12.
Ompaiihia amcricaua e Itrasileira
de paquetes a va|i.:r.
At o dia de abril esperado dos jiortos de
ul o vapor americano Snuth America, comman-
dante Carpinter, o qual depois da demora do eos-
tume seguir para New-York. tocando no l'ar
S. Thomaz.
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
Henrv Porster & C, rua do commercio n. 8.
LEILOES
_letras de amaiello, uiesas para escrever, arma-
nos, cofres grandes e pequeos, caixaa de ferro,
oadeiras, bancos, bicos de gaz, um relogio, mV
hos, cabirles, voeziaius uma prensa de copiar
cartas c uma grande arrnaeAo para armazem.
Por mandado do lllin. Sr. Dr. Jiiz de direito es-
mtiti do commercio, o agente Piho Borgcs vende-
-rern leiko todos os movis e mais per tencas de
ftferipterios cima declaradas, pertencentes a massa
/aHioa de James R)der & C.
Hoje
s 11 horas.
HA RUA DO BOM JESS S, 6
l
K^
300lotes iie diversas plfintas eBore3 novas,
arrores e arbustos pjra onurouito de
^Jardim,
fra desta cidade, dando fiador de sua conducta :
na rua Duque de Caxias n. 70, 3" andar.______
Quem precisar de um rapaz portuguez de
11 annos, com alguma pratica de (averna, dirija-
se a tratar na praca do Conde d'Eu n. 10.
Loja
Aluga-se a loja do sobrado n. 14 da rua de Bor-
las : a tratar na rua do Impender n. 75. loja,
das 9 s i da tarde._____________________
Casa
Aluga-se o andar do sobrado da rua do Im-
perador n. 38, todo forrado e pintado, proprio pa-
ra qualquer escriptorio ou sociedade : a tratar na
rua do Imperador n. 75, loja, das 9 s 3 da tarde.
Aluga-se
um sitio com bastantes arvoredos, com uma gran-
de baixa de rapim e casa de moradia, era Santo
Amaro das Salinas,. estrada de Luiz do Reg : a
tratar na rua de S. uoncallo n. 26. das 6 s 7 ho-
ras do dia, ou das 4 s 9 da noute.
UlrlH'ail.
.Xa rna da Gloria n. 71 faz-se bullimos de todas
as qualidades, assim como pudinf, pastis de nata,
bolos francezes e inglezes. Na mesma casa alu-
ga-se ma preta para vender bolos.
Ao coinincrcij
abaixo assignado faz seiente ao respeitavel
publico, e com espeoiali'lade ao respeitavel oorpo
do eommeneio, que tem jui>to e contratado a com-
pra da taverna sita rua do Viscone ee fcunrl-
na (autiga rua de Hortas) n. 41, com os Srs. Bra-
ga Bairo, livre detembaracada de todo o ac-
tivo paasixo at a presento data : quem se jui-
gar com dirt-iio mesma, apreswte-se no praso
de tres das, a eontar de boje em diante. Recife,
22 de marco 1873.
Sydroaio Siivanio aues Sette.
Nazareth
0 Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lima quei-
ra ter a bondadr de vir ou mandar rua do Im-
perador n. 28, a negocio de seu particular iat-
_______________;_.____. -M. -.______
- frocisa-st da ma criado para um sitio a
tratar na rua Nova,bajero. 7.
Precisa-se de uma ama para comprar e co-
zinhar : no pateo do Terco n. 63.____________
A mo Precisa-se de uma ana cozinheira, for-
J\.llldi r;l on escrava, paga-se bjm : na rua do
Aragao n.
Fgio do engenho Acude Grande, em Naza-
reth,-o escravo Rufino, pretofulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, cora uma cicatriz
na face entre o nariz e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 2C annos de idade, tem sido visto no Ca-
xang e Varzea : quem o negar leve-o ao referido
engenho, ou rua do Apolla n. 2?. que ser ge-
nerosamente recompensado.
Dinheiro juros
Precisase tomar 1:500*" a juios, dando-se bass
escravas em iienhor : quem quizer annuncie por
este jornal, ou dirija-se rua da Concordia n. 22
que achara com quem tratar.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a i 2 annos
de idade, para taverna e d fiador a sna conduc-
ta : no pateo do Terco n. 82.
qggg^ uno jmjj ,-jj M^jE
Chanileiros
Precsa-se de alguns e pagvse bem, para traba-
Ihar em charutos finos, no Becco Largo ns. 1 A e
2, no Recife : na mesma casa compra-sc Diarios
velho?. ____
Ricos transparentes para janeilas a 10?.
Diademas dourados do 15300 2-9500,
Ditas de tartaruga a 3*.
Ditas de bfalo a 500 rs.
Gravatas de seda para senhora a 15300.
Parares de seda muito finos com 2 lacos,
de 35 a 55.
Fivelas de madreperola a 15.
Vestuarios para baptisados, ricameute en-
feitados a 25-
Cachos do Qores muito finos, cootendo o
ramos por 35-
Cachinhas com perfamaras, muito pro-
prias para mimos de 45500 a <>5.
. ftteos vasos de porcellana com liru ba-
nha, de 15 a 25.
Boioes com dita dita a 500 rs.
Latas grandes com dita a 200 rs.
Voltea do veludo para pescoco com cora-
r^es de madrepero!a a 500 rs.
Linha de carritel do 200 jardas a 800 rs.
a duzia.
DUa de dito de cores, de 100 dita, a 320
rs. a duzia.
Dita de dito branca, de GO 'lita a 280 rs.
Entremeios e babadinhos bordados, de
100 rs. a 25500 a peca,
Gales de seda, de 15200 a 25600 a
peca.
Ditos
peca.
Trancas, brancas
pega.
Ditas lisas de cores e brancas,
N. 13,200
cha-
0 Sr. Jos Bernardino C'-rreia de Barros
mado rua do Crespo n, 20. a negocio.______
Fabrica de fiago e teci-
dos.
Nao estando ainda completa a assignatura do
capital necessari para esta empreza ( _:0 0* )
contina aberta a subscri cao at o fim do cor-
rente mez e em mo do emprezario Mlva Barro-
ca, na rua do Mrquez de Olinda n. 4, ou do cor-
retor Mesquita, na prara do Commercio._______
Cai
xeiro.
Quem precisar de um caixeiro, com bastante
Sratica de molhados e que d fiador de sua con
ucta, dirija-se roa larga do Rosario n. 23.
Attenc.o
Queui precisar de um rapaz para ajudante de
escritorio ou cobrancas, pode dirigirse rua Di-
reita n. i, que se dir quem .
~ Na^rua do Crespo n. 7, loja do Gallo > igi-
lante, precisa-se de uma ama para cozinhar :. pre-
fere-se escrava. _______
i
)
I
ti.ABVETB
Medico-cirurgioo
RIJA DO IMPERADOR N. 73, ANDAR
0 DB. NUHES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
f^PECI LI'ADFS.
Molestias e operag5fc8 de o!bos.
Cora radical e inst.-taoea dos
esiretomenU da oretra.
Consultas: Das 7slObori8
da manh. *
Cnamados: A qoalqoer hora.
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto eidade
do Rio Formoso. E' de animaes e cora propor-
cCes para 1,500 paes : os prelendentes podem di-
rigir-se rua Duque de Caxias n. 38, 2 andar,
que alli tero informacoes._________________
de algodao, de 100 a 200 rs. a
de caracol, a 40 rs. a
a ?.0 rs.
a pega.
Caxinhas coni i papis de agulhas france-
zas, por 240 rs.
Ricas cestinhas para o braco, muito bem
enfeitadas, de 25 a 35.
Ricas golinhas com manguitos, para se-
nhoras, a 4*.
Camisinhas para senboras, ricamente en- [^
feitadas, a 45500.
Casaquinhos dla para ditas, muito boni-
tinhos, a 7(8500.
Colarinhos brdalos para ditas, de 500 rs.
a 15.
Espartilhos muito linos, a 45 e 55.
Gravatas para homem, pretas e decores,
a 240, 400, 500 e 25500.
L para bordar a 55 a libra.
Finissimos leques demartim, a 89.
Ditos ditos de dito a 55.
Ditos de madeira imitando, a 25.
Ditos de papel a 15800.
Escovas finas para dentes a 40 rs.
Ditas mais inferior a 200 rs.
Caixas de metal muito lindas com pos de
arroza 15.
Abafadores finos com lagos a 15500.
Ditos ditos a 25.
Ditos ditos sem lagos a 15400.
Ricos espelhos de diversos tamanhos, co-r.
moldura dourada, modelo oval de 35 a
125-
Ditos dito com moldura envernisados, a
29500.
. Ditos dito com columnas de Jacaranda, de
>.^500 a 89.
Bengalas tinas a 15.
Collariiihos de papel a V00 rs. a duzia.
Chapozinhos de palha para senboras a 65.
Ditos de dita para meninas a 25800.
Ditos de dita para creangas a 15280.
Reos chapeos de palha escara para so-
ahora n 169000.
Ditos ditos de Italia para ditas a 1156.
Corros de veludo para meninos a 45-
Chapeos de palha ingleza para Jionv>
a 39.
Ditos de feltro linos para ditos, de 35
a 45500.
Ditos cabo de metal a 65.
Ditos de seda com cabos e'pegadorcs de
marfim a 165.
Mcias chapelinas para senhora a 65.
Duzia de camisas de cretone de cores fr-
as, para homens, a 335-
Botinas franeszas para senboras, a 45500.
Ditas ditas finas enfeitadas, de cano alto,
a 65 c 75.
Sapatos Charlo! com salto e sem salto
para homens o senhoras, de 35 a 35800.
Sapatos do Porto, de tranca, a 1-5900.
Sapatos de tapeta a 15400.
Focos para meninos de 25 a 25508.
Alfinetes o brincos de pedra cravados a
15500.
Ditos ditos de perola c linagram a 2?.
Passepartouts para retratos a 500 rs.
Agulhas dechrochet com cabos demar-
liui a 800 rs.
Granadme com listras de seda, fazenda
para vestidos, a 700 rs. o covado.
Carrelas de plaque* para relogios de 29
c35.
i
258000
MOFINA
Est en(30urac,ado!! I
Rofa-seao Illm. Sr. Ignacio Vieira de MUo,
escrivfc> na cidnde de Naiareta desta provincia, o
favor de vir a rua Duque de Caxias n. M, con-
cluir aqneHe ne|ie*eio que S. S. se comprometleu a
realisar, pela terrvra chamada deste jornal, ero
fin 4e dezembro de 18; 1, e epois para Janeiro
asson evereiro *#ril de 1872, e nada euraprio
por este motivo aje aovo cnamaoo para dito
aa, pou S. S. se deve Hanarar mu este oeeoeio
a nuis de ot airaos, ,v quaado o Ir. MU "lhl' M
acbaiva nesu eidade.
Qnante se paga p^r urna cozinheira ou cozinhei-
ro para uma casa de A pesaois, preferindo-se es-
cravo : a tratar no Corredor do Bispo n. 89.
Madame Amelia Blard, habilitada pela
conselho de instrucco publica do departa-
mento do Sena para ensenar caligraphia,
arithmetica, franeez, geographia e historia,
o que poder provar com a exhibico do
seu-^iploma, se offeroce para dar lices des-
tas materias por casas de familias. Para
garautia de sua moralidad offerece i teste-
monho de pessoas respeitaveis desta ci-
VLade.
Rua da Imperatriz n. 22.
Dft-se $:000| a juros sobre predios : na rua
de Hortas n. 111
Leques de sndalo a 55-
E mil outros artigos quo s a vista do comprador podar certihcar-se la modt-
cidade dos pregos, por (manto vende o BAZAR da rua direita n. 51.__________^_
ESTRADA DE FERRO SociedadeBSefiirCa"te Lu8"
O presidente desta sjciedade, desejando facili-
tar a iniciaco daquelles candidatos aosque ja fc>i
DO
Recife Caxang.
Tendo-se verificado taltarem 500 dos bi- communicadas a sua wro*W_ *?L
Ihetesrecehidos ltimamente da Europa, os tiro-d*u -rporacao /^do^.^no
quaes foram subtrahidos antes de chegarem; |endo nas quintas.fPras s 7 horas da noute, t
este escriptorio, pelo presente previno a ^ domingos s H l da w*a. afij" *> ^
_____. __, ..nintsm lies valor ne- os meamos Srs. candidatos veham a essas sea-
quem os tiver, que nao tem elles valor
nhurn, visto que a serie em que esto elles
comprehendidos nao ser usada.
Escriptorio da companhia, 24 de
Escriptorio
le 1873.
margo
f.C. Baterbe,
Gerente.
Da-seflOO* a juros
vo : na rua de Hortas n. 1
penhor em eacra-
Attenco. -
Vande-se um.. das melhores taveti.ujnoyarra
freguezia dos Alegados, no Jugar Praca do &ap:-i.
muito propri esra principianto por ter muco*
fondos: a tratar aa aaesma, com Joaquim Lucia
dos Sasto
" Perdeu-se no dia sabbado, ou furtaram um
oculo de -uro cora uma sida de prata no meio,
tendo tendo sido perdido ou furtado da
t,esouraria da capatazia da alfandega^ es-
Undo dito oculo dentro de uma caixa de pao en-
vernisada de amareUocom lampa de flandres;; se
alguma pessoa achon, qnerendo fazer o fav r*
entregara dono, pode procurar na rna do Ara-
do n 18, ou annunciar para ser procurado, sen
do oflarae do as senhores onnves terao a bon-
oide de nao compraren e sim temar do vendedor
c annunciar, quem qoer que seja oflerceida.
Eecada.
O Sr. Jos AfJonso de Aaevedo Campos, com
botica na villa da Esc da, quetra vir ou mandar i
rct '-o !^mrad' resv. '_____
Jjierce->c ui. mulher capaz para fazer
companhia a uma familia, e presta-se a algnna
seivtfO:, e principalr^ntc' a ctura : qoem pr
cjsar irija-se 4 Boa-Vista, atraa da, matriz n. 13.
livro da matrcula e to-
os
ses inscreverem-se no
marem parto noa trabalhos humanitarios a que
w dedica este corpo social, achando-se por este
meio sanado o iucenveniente allegado por aquel-
les que seus aflazeres nao permittem comparece-
rem em da de trabalho, o Sr. presidente tunando
e*ta deliberacio espera qne dlgnar-se-hao compa-
recer.Outro sim, faz scente aos Srs. socios que por
deliberacio da assembla geral de 1-T do correle
mez foram adiado as eleioBes de que trate o art. 10
de nossos estatutos para quaado tiver a aprova-
co final dos novo estatutos que a directora es-
pera ser no errer do mez prximo v ndouro.
Secreuria da Sociedade Benefloente Luso-flra-
sileira. 2l de marco de 1822.
tn.0 secreUrio,
Bento de Souza aMra.
\ MI.
O aballo assignado, leodo^pra* ohM
da rna da -enzalla VeM **%0rASL
cisco toM^jsrss^^sStt
3SS^^A y prv. tres dij,
finoTos Vaos, nio se attendera reclamarao algn-
--
I
I
-
.
-
'
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"



_
Diario de Pcrnanibuco Quarta feira 26 de Mar^o de 5
\
villa da E^ifia
~" "*0S'';' ''1 ra
mu
Preds'se de dm *ho
ge escrava, a qual tenha
de familia
ro-endar.
na ra da
eozinuelra, prefefindo-
lueta, paeasa
i n. 37, primei-
Salsa-parrlni
Salsa-parrna
Salsa-parrilha
n*, em bonl estado e de excellente qualidade :
vende se i roa do Vigario n. 16, escnptono.
CASA,

Atara-se o I.* andar do sobrado ra Nova,
esquina da Cambo oo Carmq stando Pfrtado
de* novo, salas forradas a pap
tratar na Chapellerie del Di
mero 16. """IWI
pe
es
atapetada
ra Non nu-
Precisa-se de um feitor para todo o servico
de sitio, que entenda de jardim e alguma cousa
elJohelro, paga-se bem : a gratar das 3 da tar-
de as 10 da manh no sitio da Solidado n. 27 e
das 11 as 2 da Urde, na ra do duque de Ca-
xias n. 36, drogara. *
100#000
HFugio do engenho Pont-J, em Serinhaem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simio, com os
signaes seguintes : estatura regular, con,o secco,
cor afranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descantada: quem o pegar leve-oao
sen senbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wanderiey no dito engenho, oa o Recife ao Sr.
Bernardino de Sena PomuaL na ra d *Jadr de
Dos n. 36, que recebera a jrratttiecio de 100*
Criado.
Precisa-ne alugar um moleque de 12 a 15 annos,
que seja fcet e diligente : na ra Nova n. 19, t
nadar.
AOS 5:000#000.
Estie vendaos leKzes blhete da lotera nafta-'
ta, na casaelii arco 4a Conceice, loja flej
ourives, no Recife. _____^_
ti O *
i'i'in!'
ia uncial
_to. e Ji fn&
n. 23, eomSiuio.db; Sanios.. r

i na?
para
IVISI).
Os administradores da massa desaines Ryder
& C convidam pelo presente a quem sejingar
credor da d& massa a apresentar os seus ulos
para a respectiva classificacao, no escriptorie dos
mesmos na praca do Corpo Santo n. 9, no prazo
dos.
Recife, de marga de 1873.______________
Escravo fgido
No engenho Massuass, freguezia daifiscada, se-
dar de -gratificacao a quantia cima a quem ap-
preheodr tres oavallos que naquetfc engenho!
oram urtados a noute do a 29 para 30 de no-;
vembre prximo pausado : o '. tem 9 anno9, f
castanho e castran!), tem a ordha direita bastante'
lascada, urna estrella na testa, e no quarto esqur-1
4o tem urna cruz o 2. Toco, rom pintas ver-
melhas nos qnartos, grande, gordo, com o pes-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
eangalha, ferrado coma marca -1.'R. do lado
direito, c tem a klade de 9 annos; o 3. rudado
sanhsss daro,'curto grosso, um pooco cambito,
castrad.', pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratifica-se com oOOO
or cada um en presenta da pessoa, em cujo pe-
er for encontrado qnalquer dos ditos cavallo.
Manol EnedinoKe-
:go Vatenqa. 0
Cswboa do Carino ~
SI. '*. W
Aluga-se
Ahiga-se a loja do sobrado da ra do Impera-
dor n. 27, e .o armazem que lho fica ao fun*v
no caes 23 de Novembro n 2, pro; rio nararan-
de deposito de gneros seceos ou mojlia^18 lou-
ca, madeiras.-.: a tratar na ra d* Rangel n.
7, !. ou 2. andares.__________________-
"Sitio para fugar.
.\luga-se um sitio na Gipunga a ra das Per-
nambucanas n. i-i, '<'ndo boa casa de vjvenda,
--och-ira, .'stritrla, arvores fructferas e agua
pouvel *ratar na ra da Imperatnz n. 9. pri-
:neirr- andar.________^^^^^^^___
Contiada ausente da casa do abaixo assignado,
desde 15 dff novembro de 1872, a preta Mana, de
35 a 40 annos, natural da Bahia, teiido os signaes
seguintes : baixa, magra, cor fula, andar faceire,
fafla haixo, car* <*mprida, nariz afilado, bocea
regular, dentes perfetos, falUndo-lhe um de nm
dos lados de cima, 'e malfeita de mSos e ps, tea-
do o pe e a pwna esquerda mais rossa do q*e
a -direita, usa de trurira na cabe?, tevou de casa
ma oufra de taYlatana verde, rosetas de onro,
saia de cantiraia, eom listras de r e ohate ovo
de merio estampado com assertto azul foi com*
prada ao Sr. Zunba Chaves por mtemeaio do
corretorSantos, feudo sido antes escrava de urna
preU da Cosa. Pede-se totas as autoridades
policwes e capitaes de camp >, ou a qualqner pes-
soa uus a apprhender, lev ra da Aurora n.
1^9, (joc ser^o recompensados com a quantia aci
ma. Outro tim declara que desdo j prelesta de
ha ver os-serriijes da mestnu escrava, la pessoa
quea tiver ooeulta.
Joao Athanasio Btelho.
Precisa-se faHar com o-Sr. .lose Nonis, tilhc>
do fina lo Samuel, negocio de seu inieres&e ni
ra do Imperador, n. 77, eseripteno de Severiano
e &ii|ueira (avalcante.
Alnga-se umbom sitio na Capnnga, ra das
Crioulas s 59, rom -todas as eolnmodidades preci-
sas, como sejam: cacimbas, tanque para banlm,
bombas etc., alm de muito boa casa, jardim e
grande numero de frueteiras ; a tratar na ra
;arga do-Rosario n. 20, segundo andar.
Escravo fgido.
Fcgia no dia 7 do coKcnto Miez de mar cugenho Roa-vista da freguezia de S. Vicente, co-
-maica de Itamh, o escravo Antonio com os sig-
naes seguintes : 35 annos de idade, pauco ma s
ou menos, alto, seceo, cr fula, pouca barba, tem
ciea.rizes de ferida itas pernas, carapina, sabe
Ier e escrever : quem o pegar love-o ao dito en-
genho, on no Recife ao Dr. Laurino de Moraes
Pinhoiro, ra do Rangel n. 7, que ser generosa-
mente recompensado. ^_____________
Na"ra da Madre de Deus n. 3, preciza-so de
im criado para todo o tervieo ialerno.
Novo estabeleemento
_
-?
i
de joias.
Kua lo Cabngia n. f .
O proprietarfo deste estabeleeiment'1

!2^ recebeu entre muitos objectos de tcque-
-% nos valores, os seguintes: rozetas e aunis ---
"*& de brilbantes, brincos e cazoletas, ade- *
".' recos e melos aderecos de rubina, esme j^
-i-i radas, perolas, altinetes para retra- **
g to*, cora brilhantes, rnbins e perla, g
J^ poru charutos muito proprios para me _.
-*^ sa, de delicados gostos e perfeita mo
-^ de obra, apparelhos proprios para almo- f*
..i. oejantar, para menino levar para o |
--t* collegio, tudo se vender por preces ra m
'" zoatis, garantido-se todas as joias que '*:
"S des'e estabelecimento saia. Tambem se J^.
m abric e eoncerta qualqner objecto ten- 1
^> dente a mesma arte.
mnmvmmmnmm* m
CAZA DA FORTUNA
WJA i* MAR(JO OUTRORA DO CRESPO N. 28
Ans 2:000000.
O abatxo assignado tem sempre exposto venda
PENHORES
3a travessa da ra
< meiro andar, d-se
dnheiro sobre pe-
nhores de oure, pra-
i& e briantes, seja
.qual for a quantia.
Na mesma casa
comprarse os mes-
mos metaes e pedras.
Francisco Jos Cardo-
so, artista alfaiate, transferio
sua dffieina da ma do Bario
da Victoria ^ 46 paaarua
do Mrquez de Oliuda 54,
primeiro andar.
0 OLEO DE PKABB DE DACALIIAC
Nulriroepto
MEDICINA!
f Preparado poi
Laoman 4 Kemp
para tsica etodt
qualidaoU dedo-
eneas, 4fur if}a
oa garganta, pe
te oo bofe.
Expreisa
menlfr- escolbidc
dos mBlhores fi-
gadodb^aet
se extraho o
oleo, no basco
da Terra Nova,
purificado chi
cabaente, e
toas
prepriedade*
conservad *f
com todo e coi-
dado,era todoc
frasco, se garan-
te perfeitamen
te paro.
Este oleo tem
sido submettide
a um eiame
9WtitosevSro, pelos ckimicos de mais tate-c
i, do govenio hespanhol em Ciiba.foi de
vulgado por elle e conten
MAIOR P0RA0 D'WDINA
do que outre qualquer oleo, que elle ten
examinado
IODINO EM PODER SALVADOR
Em tode o oleo de figado de bacalho
a naquelle do qual contm a maior porcc
d'esta ievaluavel propriedade o unk
meio para curar todas as doencas de
G.UWSANTA, PEITO, ROFES.FIGADO,
risica, bronebites, asma, caUrrno, to#5e,
resframentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao rauitc
magro que seja, clare aursta^ d vigor a
tode o corpo. Neahum outro artigo co-
nherido na medicina o sciencia, d tantc
nutrimento ao systema e encommodandv
quasi nada e estomago
As pessoas cuja organisaclo tem sidr
iestruida pelas affeccoes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO

sil
....W.caunqiiio 1
i.k-.t* '*, tim usa 4
'ftlitrai.id.t a ci'inpia da anua.;* -i'a i ma

Fugio
a.iO de fevereiro o escravo de nome Joo, de 48
a :0 annos de idade, com os signaes seguinte? :
altura resulax^ secco, oll'.cs grandes, nariz grosso,
Jectes perertos", rosto redondo e sem barba, ca-
bellos c;ira|jin!ius, prs chatos c chulos de cravos,
bem esperto e ladino, canb/jto, co iiiheiro, te-n
bastante pralica de armazem de carne secra ; le-
vou urna boka nova com duas camisas, sendo
una bordada, 2 eeroulas, i cami a de meia. 2 pa-
res de meias e uta chapeo de palha de arroz : cm
dinheiro levou 54*, c mais algnma roupa perten-
ceate a elle : roga-se, prtanlo, s autoridades
e capites de campo que o apnrehendam e Icvrm-
no ao seu senher, na de Pedro Aflonso n. 7,
que seroo generosamente recf mpensados.______
Fora os callos.
0 um-;o remedio contra os callos o em-
plastro americano e que sobre todos tem
obtido os mehores resultados* alea de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na abamiada America-
na, na Duque de Casias n. S7.________
os f>'hzt)8 bithete* do Rio de
f>rompum<;nfl, como costuma,
Pr9.
Inteiro.......
Meio........
Quarto
Janeiro, pagando
at o premio de
suoeo
IU000
tCiO
Mauoel M&rtins Piuza.
CASA DO ORO
Aos 5:0009000
Bilhetes garantidos
Kua do Bardo da Victoria (outrora y ova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de weader nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 300J em om
meios de n. 8.16. alem de outr s sortes menores
de iO e 2" da loterta que se acabou de x
trahi (43a, j envida aos jssidcres a virem re-
eeber, que prornplamente sero pagos na forma
do costume.
O mesmo abaixo assignado onvda ao respeiu-
vel publico para < no seu eWabelecimento com
pr r os muito felizes bilhetes, *ue nao deixara de
ur qualquer pernio, cora prvva pelos mesmos
annun ios.
Acham se venda os muito ttim bilhetes ga
rantidos da parte das lot-rias a benefleio oa
igreja matriz de Ipojuca, que" *e eitrahira n
da 29 do eorrente inez.
Ia!1 clisa
Inteiro 6*000
J eio 3*000
Quarto *3003
De lOO-rOOO para ma.
Inteiro 5*500
V.-io 2*750
Quarto 1*375
Recife, 20 de marco de 1873.
____ Joo Joaquim Cotia eite.
Nao novo(al
Cha pra*> da punta br; E cha ver- pirla superior
Pofqfte vendase na ra do Impera- U todag a3 autondajjes pjiciae e capitae de eam-
dor n. 44. i |pque 03 apprekend molewm-os ruado ApoN
10, armazom de 8*$ocar? que se" gratipcar
qu nt a cima.
300#000
Aiuntarara-se desde o da, 30 de Janeiro do
eorrente anuo dous escravos irmos, sendo um de
nome Looren>;o, de idade de 26 a 27 annos, esta
tura regular, cheio do eorpo. eor clara, cabello
estirado, rosto redondo e sem barba ; o outro
de ii no do cerno e mai novo, com os mesmos signaes
do innao sendo comprado Louren.o ao 8r Claa-
dino de Albuquorque Mello, da comarca do Patos,
provincia da Farahyba, e Andre m >r. Jeto Fran-
. o ': <* dA11 \ Ja, Limeiro.
Bti^ -.16 seguir aestrad* a Limociro, a
i. o .i.ira r oiarca de Patos; .roga-se
*0 ARMAZEM
PO '
VAPOR FRAHGEZ
WTA B0BA1U0 DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabam de chegai muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais aotaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como seiam : Alphonse
Blondel, Henry Hen e Pleyel Wolff 4 C. : no
vapor franrez, roa do Bario da Victoria, ju-
#tr'ora Nova n. 7. i
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas prrtas e de
difireme cores, tanto para senheras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Snser e de Polak, para ho-
rneas.
Sapatos de cordavio Mi spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perqqiras e meias-perneiras tanto para homens
| cono para meninos.
Sapatoes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homens..
Abotinados de maitas quahdades e precos para
meninos e meninas.
Sapatoes de verniz com sola de pao proprios para
sirios, Jardins e baos, sortmento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, caiemlra, charlot avelludado,
de tranca prtuguez e francez.
fio armazem do vapor francez, ra do Barao da
Ylctoria, outr'ora Nova n. 7.
?1
ii.>l it^ Xcjgrein. imlr'-ura l:np<-i ; i*, f.17. \ :
I tonrente au Sr. Mkutfc^lige da Oj>l.. ltciia. Su
|*igue:n se julgrcoiu diivitii a iinhiu.i, Hipare.-a
no prazo de :i di.xs a contar
becfo do IVixoivi. o.
-Recit-, 22 de marco de 1871
,i.
A


h
Nfiitr typugraphiaApi
paia pqMiador fc rj^kT
bedor de papel.
I ?
marali
recisa-se de flu huinrin
c tan menino i*i a rece-
Veneravel prdem terceira de
N. S. do Garmo do Recife.
De ordem da mesa regadora convido a nossos
charssinios irmaos a comparOcerem no nosso con-
sistorio, paramentados com seus hbitos, para in-
corporado-, aeompanliarmos a procisso do Fe-
nhor dos Passos, que lem de sahir do convento do
Carmo, no dia 28 do eorrente, palas 3 horas da
tarde.
Consistorio da veneravel ordem terceira de N.
S. do Carme do Recife, 26 de marco de 1873.
O secretario,
M'HJi-sto do Reg Baptista.
Veneravel irmandade
do Senhor Bom Jess das Portas, erecta na
igreja da Madre de Dos.
Pela secretaria desta veneravel irmandade man-
da o irmao provedor convidar a todos os irmaos
i ara se reunirem no consistorio sexta-feira *7 do
eorrente, 1 hora da urde, p ra encorporados,
acompanharem a profisso do Senhor Bom Jess
dos Passos, que ha de sahir da igreja de N. S. do
Carmo para a matri- do Corpo Santo.
Secretaria 24 de marco de 1873,
O secretario,
J. X. V. L.
Perfumaras.

.i
De 40 palmos.
^apotiseiros-e sapoteiros, e dahi para baixo, pi-
nheiras, fructa-pao, oiti-cer, ariticum-a-pe, aba-
cate, laranja-cravo, flanbwant ou brhante, oal
meira imperial, Toseiras e qualidade. alecvmss
panuiras,-eorarao da india, romeiras o outra,
famas : na Capnnga, ma da Ventura numero 20.
O Dr. P, l'ilanga, restabelecido de seus
incommodos, -contina no exercicio de sua
pFoiisso medica.
D consultas em casa de sua residencia
ra da Impeutriz n. 64, das 6 s 8 horas
e das 11 s 12 horas do dia,
A seus innmeros amigos e a suas Exinas.
familias, agradece as provas de amisade pro-
ddlisa A seus eollegas protesta .gratido pelos
servidos recebidos, .especialmente aos Drs.
Caetauo Brito, S Pereira e Silvio Villas
Boas.
Becife, 22 de mar^o de 1873.
Vende-se urna rede de 60 bracas de eomp i
ment, muito boa, e por commodo preco : "ir
e tratar na ra de S. MiguiJ da freguezia dos Aft-
gad*-, defronte da fabrica de Sabio.
Escrava fgida
Autcntou-se da casa do Sr. Jos dos Santos Oli-
veira, on >e se acl-.ava alugada, a escrava Ignacia,
de cr preta, estatura regular, cheja do corpo,
olhos grandes e meio espantados, nao tem bons
denles, e falta-Uie um ou dous na frente. Desde
j prrlesta-se contra qualquer pessoa que a tenha
cm son poder. mesM a titula de pagar os seus
servicos^: a pessoa que a livor ou der noticia cer-
ta, pode dirigir-se sua legitima sennora, D. Car-
lota Aiuju>a de Figucredo BelforI, no pateo
mali'iz, no Poco da Panolla.__________________
Qacm precisar de um homem prtuguez, de
38 annos de idade, e de conducta afiancada, para
o servico domestico, pode dirfgir-se ao seminario
de iiiind;: onde ainda aclia-se empregado, ou
ra do lindera ior u, JNi, armazem do Campos.
Avisase
a quem der noticia da escrava Guillermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos^a -
tos, e aepois comprada ao Baro de Nazaceth,
representa ter 2o annos, tem falta de dentes aa
frente e as mos com cieatrizes de quemadura
de gaz, secca corpo e muito regrisa, qu des-
apparoceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coellios, que ser generosamente reeomuensado.
Casa foreira.
A casa terrea n. 85 da ra de H irlas, jierten-
cente FraneUco ^le Souza Rt^o. e que vai
praca-peio juiz dos-fetos da uzeada, foreira
santa casa da misericordia de LoaniK seu pro-
curador mora na ra da Cruz n. 19; 1 andar._
Hlbeiro & Gamillo participara ao publieo e
ao respeitavel coipo do commercio, que tem eon-
\ tratado com o Sr. Jos Crispiano da ha a com-
pra de sua nadara sita ra de Vidal de Negrei-
ros n. 117. hvce e desembaracada de qualquer
direito : poroi sealguem se julgar redor mes-
ma, queira apresentar-se no praso de tres dias, An-
do os qiiaes nao se atiende a reclamacao alguma,
assisi como previne-se aos devedores da aatiga
firma de Francisco Jos de Campos Panpiona, que
desta data em diaute licam sendo devedores fir-
maLacimajmpra;Beejfe26dema^^
Veneravel ordet terceira de
S, Francisco do B-ec.fe. ,
De ordem do nosso irmio ministro convido a
todos 03 charissimos irmaos, que paramentados de
seus hbitos, eomparecam pelas 2 horas da tard"
do dia 28 do correte, na igreja da mesma -vene-
ravel ordem, para encorporados, acompanharmos
a solemne p ocistao do Senhor Bom Jess des
Passos, que tem de sahir do convento du Carino.
secretaria da veneravel ordt-m terceira de 5.
Francico do Recife 26 de marco de 1873.
Thomaz Fernandes da Cunha
Secretario.
% CiiiisiiKjiii liiedieo-eiriirgico {,
Dr. Ferreir.
Ra larga do Rosario n. ?(>, (amigo
gabinete de seu pai)
Gratis ao pobres.
Finos extracto, banhas, leos, opiata e pos den-
,' ffiflee, agua de f! r de laranja, agua de toile-
i te, divina, florida, lavande, pos de arroz, sabo-
~ netos, cosmticos, muitos artigo delicados era
"perfumarla para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
reates tamanhos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Condray,
No armazem do vapor francez, ra do Baro da
tictoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Muito boas malas e bolsas para, viagens de r -
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e meias perneiras para homens,
e mens perneiras para meninos.
No armazem do vapor trance i ra de Baro
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guarmc5es, so-
tas, jardineiras, mesas, conversad iras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por seren fortes
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Baro da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dlfierentes gostos e
phaiitazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Laquee para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com' vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos ^mitacao e botoes de punhos de plaqu.
Bolsimhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ojioilelte,
Pincenez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina o de todas as graduacoes.
Bnugalas de luxo. canna. <*om cast(> de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotkihos de baleia e de multas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e par*
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar cabera.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Vende-se um terreno situado na Agua-Fra
de baixo, na ra da Generaro, cora 50 palmos de
frente e 470 de fundo, a 4J> o palmo : a tratar na
ma de Hortas n. 53 cora seu proprielaro Angelo
Gomes dos Passos.
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engomme
Serfeitamente bem, e faca o mais servico interno
b urna casa de pequea familia, composta de
dnas pessoas, e de uma outra que cozinhe com
perfeicao ; no largo do Paraizo n. 28, Io e 2* an-
dares.
Xabi&o &C. ven-
tem hs seguintes cualida-
des c meias tolo de Es-
cocia/: ^ y
t Brancas, abertal no neito do |,-e bordadas a
seda, para aenhojri abortas, pra meninas, eruas
e de Core para hnnvin.
DE Af.(?t)r).\0
Brancas c, do cores para meninos, meninas, h'>-
mens e senhoras.
f)F l.\
De cores para nv nios, meninas homens e se-
nhoras.
DE, SEDA
Carmezim e nixa para padr*, capcllis milita-
res, conegos e raspo.
No bazar Victoria, roa' do Bario da Victoria
numero 2.
leqiies
COMPRAS,
Compra-se moedas de 20 francos : na ra
Nova n. 23, loja._________________________
Na~fabrica de cerveja ra do Brum n. 76,
compra se laranjas da teira a 640 rs-, o cento.
Compra-se
uma escrava de mea idade c que tenha bons
costumes e que saiba cozinhar o diario de uma
casa e lavar e eng/ mmar : quem estiver nestas
condicoes dirija-se a ra da Cruz n. 37, que adia-
r com quem tratar. ^ ^
I Trastes.
Compra-se e vende-se trastes novos
e usados : no armazem da ra do Im-
perador-n. 48. /Ti
Amaral, Nabuco C. receberam um variadis^
siinn a elegante sortimento de jantes de madrepe-
rola branca lavrada para noivas, queimada para
passeio, hafles, etc. etc., ifc tartaruga lisos e lavra-
dos, de inartim lisos eJavrado.s e com seda, de
osso lisos e lavrados e com seda de todas as cores,
de sndalo burilados a lantijotilas, e para meni-
nas : vende-se no bazar victoria, ma do Bario da
Victoria n. 2.______________^^^^^^^
Bordadas a seda
Amara!,. Nabuco C. receberam da Europa
gslo ultimo vapor meias para seuhora, de fio de
coca, branca^, aftertas no petto do pe, e borda-
das a seda, o que se pode chamar novrdade, e
sao da ultima moda em Pnris : vondern no bazar
victoria, ra do Baro da Victoria n 2._________
Chapeos para senhoras
Augusto Porto acaba de receber os mais lindos
chapeos de seda e palba de cor. enfeitados gra-
ciosamente rom linissimas floro, para senhoras,
vestidos de bloud com sed branra e flores finas
para noivas, chapelinas brancas e pietas, ricas t-
nicas polonezai para senboras e muitos otttrus
artigos que vende polos mais commodos precos :
na ra Duque do Caxia n. 33._______________
A borbolcta
da ra do I.ivramrnto n 5 esl vendendo, jielo di-
minuto prono de 73, calcados inglezes ltimamente
chegados a esta praca. j________________
Vende-se
uma boa eaaa torrea, am chao )roprio,_ grande
quintal murado, servindo para familia, sita ra
das Crioulas (i apunga). Vnnde-se tambem parle
de uma outra casa terrea, ein rlia > proprio, sita
na da Ventu a (Capnnga): a tratar na ra 1"
de Marro n. 7 A, I." andar.

Vende-re o verdadoiro cimento de Portland : nt
armazem da bola amarolla, iravossa da ra da
Imperador, garante-se que ninguem o Vende por
menos.
#
iNOVIDADE
Fiambres preparados, s libras e intei-
inscripcOea anlogas
e
ou
n. 44. > poquec
Confeitaria doCampoe. fi^
ros, com
ellas.
Paaois, bolos, pea-de-16, pudirjgs e em-
padas para sobre mesas.
Veude-sena ra do Imperador n. 44.
C pfeitaria d) im^s.
Proffisa-se de um raixeJro com aignma pra
tica de momados; na ra Duque e Caxia* a do Hoaario
da Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
iegos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos dlfferentes jogunhos alle-
mes e francezes.
Halas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
ohos de fenro,
.Mamadeiras de vidro de dar leite reui fcil s
enancas.
Arg*linnas de marfim para as enancas morderem,
boni.para os don tos
Ber es de vimes pan embalancar enancas.
Gestionas de vimes para braco de meninas.
Carrinkos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para perlas e janellas.
Reverberos transparentes para c-adieiros de gaz.
Esterescopos c cosmoramas com escolhias vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para illiuiimac,oes de
testas. m .,
8aloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadoros de palha e de pennas.
esourinhas e camvetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e preta para qua
dros.
Quadros j promptos com paysagens e pantazii
Estampas avulsas de santos, paysagens e phanta
zias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias. .
Realejos pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinqu
Iharias difficeis de mencionar se.
No armazem do vapor francez, ra do Baro
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior varwdade que se pode desejar de todof
os brinquedos fabricados era differentcs parte*
da Europa para eniretenmento das crianras
tudo a precos mais resumidos que possivel_:
no armazem do vapor francez, ra it Baro
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir piano*.
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
No armazem do Vapor Francez ra do
Baro da Victoria (outr ora Nova) n.'7.
Cestohas para eosioia.
Grande sortimento de bonitos modelos'
chegados ao armazem do Vapor Franco;,
fu do Barao da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.
Compra-se rendas e bicos, sendo finos e bem
feitos, e de divursas larguras : na ra do Cora
mercio n. 46. _________
Chumbo
Compra-se chumbo velho e estanho, em peque-
as e grandes porrees : a ra Nova loja n. II, do
Azevedo. ______I a peca.
filie, m*
CHITAS
avadadas
Chitas rom pooca avaria a
o covado.
160, 200 e 240
:-
Compra-se uma
manso : a tratar no
banhos.
carroca com boi que se a
patea do Carmo, casa de
VENDAS.
BAIU.4 IMSILEIRA
Tinta
rxa.
sem
Esta tinta preparada exclusivamente pelo phar-
macautico PERE1RA DO REG, til para 68-
creve e tngr seda, la a algodo : vende-se na
pharmada Torres, ra de Marrillo Dias n. 133,
antigo pateo do Terco. Preco de cada garrafinha
600 rs. ____________________________
Doce de Caj Secco.
Vende-se na ra do Bom Jess n. 27, \. andar,
muito bom doce de caj secco, porco a vontade
do comprador._______________________
Vende-se
a armacao da taverna do boceo do l'uixoto n. 30,
muito propria para um principiante por ser pe-
quena, e proco muito commodo, bem atreguezada
para a trra. ________________________
MalajHilito.
Madapolao com ponea avaria a 1*000 e 'J00
Algodo eom poueo soja a 3| e 3J500 a peja.
Dito dito marea T a 3*500 e oi"00 a pe;a.
Chita para coberta.
Chitas para robera com avaria a 200 o cavad ,
Iloriii azul.
V-
Lisboa pelo menos
na ra de"Pedro
Barris para niel
Vende-se por barato prero
Rosario n. 34^Jjotica.
na na larga do
Cozinheiro.
No armazom do caes do Apotto n. 69, se dir
quem precisa V? um bom cozinhoh-o para casa de
pequea familia ; paga-se bem.
Chegou
nova remessa de hesperedma : no anmzem d
Tasso Irmaos A C. : ra do Amorim n. 37.
UltlMH III IAKM6CA.
Vendem Cunha Irniss A C, preco commodo
ra da Madre de Deus n. 34'
fsio que vender
barato.
SO O VIANNA A' RA LARGA 1)0 ROSA RO
NUMERO ti.
12 carriteis de liaba por 400 rs.
3 gravatas preta s e de cores por 1.
1 bonito onfeite para senhora por 1.
1 masso de pentes por l i.
1 peca de bico por 50() rs.
1 par de focos para senhora por 2*.
1 (lito de dito do duraque para homcm por it.
1 par de borzegui.rn francez para dito por 8/.
1 peca de nedapolso muilo lino par 5.
1 corte do riseraira por 3/,
1 cobertor p.ir 1420j.
i par do borzeguns para senhora por M
\ balo para senhora por l
Chitas a 200 e 240 rs., madapolao a 200 e
24H ra, algodo a fi'i rs., cambraias a 280 rs., e
limitas outras cousa, que tudo se vende por me-
tadedo preco.
Merino azul enfafao Ban, proprio para i
s, .i iXJO o covado.
Veti'le--e ral nova de
prr;.i do qu< am outra pa
Alfonso n. _____________________
ende'i-so os segointos livro<, nesta typo-
graphia, por precoz i. ratisslmos :
Pardessns Droil rommerelal,
Villaum Revolulion Frantaise.
Klnber Droit dea geas.
Ilogron Coda de commonc.
Valle! Droi des geua
Ventora Pouvi publc.
P>irirrs C ion de droit natural.
Louis Blanc lloire de dix ans.
Casa.
ma
Pao de Vienna
Na padaria da ra Direita n. 26, vende se dia-
riamente o muito apreciavel pSo de Vienna, co-
nhecido por pao de cerveja ; tambem se remelle
s casas dos consumidores. _________
Liquidago
importante.
M. H Chapmaa est re-olvido a liquidar sem
reserva de preco, o* ricos candieiros e objectos
para gaz e agua em seu armaiem, ra do Impe-
rador n. 4*. V opportonanMale dar o agento Pin-
to Miencia doe-teiRes que se ho de fazer, c os
stnliores podem escolher oque melhor Ibes con-
vier eom antecedencia.
Aluga-se
terceiro andar do sobrado
larga
a. 4 r a tratar n ra do VBan
Atten^o.
Vende-se uma e*cra": t,na en'- u...u o co
tnheira, sem vicio, e com uma cria de 7 a 8 an-
uos : a tralar na ma de SantfCrcilla n. S7.
. Ha para~vendei nos Coelhos o; 20,
saaboat.
Vende-si um sobra-'o em uma boa
tratar na roa da Imperatriz n 8, luja.
A'o sei se foi por descuido ou proposito, mu
de meo dever mostrar que na puhliracao oflici;.;
dos doriimento. relativos rompanhia Recife Drai-
nage no Diario de Pevnnmbuco de 21 do eorren-
te, quatro dos ollieios mais imprtame loram
oinitlidos, a sabei : lons do Dr. Tiburcio, datado
e ii 7 e 13 de fevereiro, e dous meus com data de
7 c 15 do mesmo mp(. os quaes foram por mim
publicados por extenso no Dimio de K do cor-
rente.
Recife, 24 de mire, de 1871
Honrj Ljur,
,_______ Gerente.
Aos Srs. de engenho.
Devendo-so mandar para o Rio de Janeiro o
^do dos iiteneilios proveniente da refinaro do
Montuiro, engaia se os senhores de engenho de
aproveitar osla ocrasi.io para comprar barato
utencilios d> phmeira qualidade, fabricados pelos
memores aut res de Pars.
i.' uma machina de Vaenninl de cobre eom
odas as perloncas.
2. quatro filtros grandes.
3 tres caldeiras para cozinhar, a vapor, com o
fundo dobrado. .
4." uma dita com serpentina de robre, com 20(
kilos de peso.
."i." duas turbinas de Cail S C.
6.' duas caldeiras a vapor, de 7 metros
comprimento, cada uma coji 2 aquentadores.
7o. uma machina a vapor de & cavallos
ore... da officina do C. Starr & C.
8. una machina para ralar assucar.
p. 15 '0 lomas de uma arroba c niela.
10. QaJtfTo caldeiras para estufas.
11. um inonlejos.
12. 12 remos, IjO torneiras do robre e por-
cao grande de canos de cohireNudos. de Paris,
de diversos diamemetros.
Chamamos sobre tudo a attencao para as tur-
binas, me ambas sero mais baratas do que urna
so das ingl zas : t traur na ra do Sebo n. 35,
boje-Bario de S. Rorja.
N. B.-Os senhores que desojaren! parte maior,
pude se dar prazo para pagameato.
de
de
Feijo crioulo.
A' ra da II adre de Deas ai. 9.
Vende-se feijo preto, novo, j deste armo, mais
bar to que em paite alguma ; a elles amigos do
bom e barato.
AfiOOO a arroba,
Vende-se na ra Vidal de Negreiras n 151'
outrVa 'mperiaL fumo em rolo, do Rio, proprio
para 4.anjj| (___________________________
/eada se o hotel da ra das Aguas-Verde*,
bem : iregu, cade, com liaslaates assignantee e
bimi *cr 11: lo ueste lugar; ,fcu-se negocio com
tres vac- todas as pn^ceas por ter de retirar-9e para a
! Europa.
*


.----------.
I
6
A
Diario de Pernambuco Quarta feira 26 de Marc,o de 1&T3.
Fazendas em liquidado
...
esa
Obras de phmlasia. -
A loja da Aguia Bfann, ra do Duque de
Caxi 8 h. Mf+ocvlim'lUm&U Batimento de bo-
nitas a modernas obras > pluafaMa, sendo :
Urie s e craza Srfs*.tufa duO*a4*> e pedra*.
Ontros d> n adfty Afta' qdeimada com bonitos
enfeites de delicadas floesai
Ra da Imperatria K. 6*0
in;
i
"
PEREIRA DA SILVA & .
Tendo o proprietario deste importante csUboleciment, grande vontade de liquidar
todas as fazendas que tem em ser, tem resolvido vende-las por precos muito mais baratos do b^s rt d^oTpre^'s^n^di^aabs.
que se vendem em outra qualquer parte, con o Rrade apurar dinherro, rasao por que en-
vida o respeitavel publico a vir sortr-se, nao so de um avultado sortimento de fazondas op
le, como tainbem de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostofr.
E previne que .so vende a dinhero- vista, por estat'erfrHqidatl&v
(RFUDIUS
iOFFICINA DE ALFAIATB NA LOJA Pd
PAVAO
COM LISTIUS DE SEDA A MO RS.O COVADO, Neste grande estabelecimento encoafWi
O Pavo recebeu um elegante sortimento 0 rospailwel publico, omabem moatadi flfc>
dasm.iislii.lasgrenadinespretascomlistras cia de alfaiate, onde 86 manda *xecutar
desuda d* ir, taido ontre ellas com listra qualquer peca de obra, tent) pan homem,
roiupopna para luto, que vende polo ba- como par! usoiaos, com a maiof prs-
ame) pr-5ode8 >ris oeovado ; assim tesa e perfeico assim como px q^almerrr
PtUciras de tarrarUi coru domado.
O*a pTMas.
Grai^^pretoSSe' de coife.
BtfKlt .-itxJTOadiirt d? fino -dotn-ado, c.m po-
dras, coral etc. para abertura de ca~ttiii.it
Hotoes dattttrJaH de ftuMas1!
.aberturas e^llarinhos.
Dtontas^^pre.0 jtpa, dbta*,^^m.$*<
mito fina eom listra encarnada, foto que de* repente appareca, lencfo ti
9 rrfis o covado. Esta m oficina om perito oficial desHoado para V
ESPARTILHQ3 A 3000.
0 Pav5o tem ira grande sortimento de
espartilbos, tanto para aanhora como para
menina, qbe vende pelo barato preco de
3O0O. Uitos maito finos' a 450 30 e 50000,
83o dos mais moderos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 R6.
CHITAS A 240 RS.
CHTAS A 240 RS.
O PaSo vetfle chitas fraoceas proprias
psra vestido, sendo muito boa lazedi, coso
padroes claros e escaro, peto barato preso
de 240 rs o covado, por ter um toftMv-J
que de mofo: pecbincha.
LIQUIDAC *>B CAL*9
0 Pavlo taon nm grande sortimento de
caten de casemira de todas as cores- e oa
lidadds, para todos ai precos-, e tosejando1
mnito li juida-!as, resol ven vende-las per
um preco maito em coat, pan diesruoir a
grande pbrcio.
CASSAS FRANCE2AS.
0 Pavo vende bonitas cassas francezas1
com bonitos padrdes, e de muita phafttisnr'
pelo baratissimo preco de 240 280 rs.
covado, sendo feenda de muito mais dinfiei-;
ro, grande pecbincha, na loja do Pavao'.
BOURNUS A 163WOO.
0 Pavo recebeu pelo ultnfo paquete da1
Europa, bouenusdos mais lindos gostos qne1
at hoje sao connecdos, eemrelacAo es-l
cessiva barateza, convidam-se as Exmas. Sras.'
para as verem, para assim admirarem o
ba de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 6*000.
0 Pavo vende cortes de cambraia brn/M1***1
I
r i" u
que vende
fawndaveb pelo paquete chegado ultima- farda do TsTsl'oIfl^eVdT'gS
meute da r.uropa, e liquidare na loja do oional ou tropa de inha, secdo esU
r!Lu,f/,"\LV,Tr.ar!n-60- i dirigida pato hbil artista Pedro
CAMBRAIS ARRTAS PARA VESTIDOS A Soarea de Carvalbo.
95WOO e 40JW00 RS.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais finas cambraias brancas, abortas e
bordadas para vestidos, que vende pelo ba-
ratissimo precos de 9^, e 10*000 rs. o
corte, tendo bastante fazenda.E'jwchincha,
na loja do PavSo a ra d Imperatris n. 60.
LSIN1IAS BORDADAS A 400 RS.
0 COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortiraento
- das ma liiylas lsinbas transpuretes com
florzinhas bordadas, tendo de todas as cores
. inclusive .oa propria para viuva, e vonde
pelo baratissimo preco de 400 rs. o covado.
ir pechimiha na loja do Psvo a ra da Im-
peratriz n. 60.
CREN VfH.NKS A 640 RS. O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com listras
brancas e de cores, sendo muito boa quali-
dade, e vendo pelo baratissimo prego de 560
rs. o covado. E' pechincha na loja do Pa-
vo a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTVS DE FUSTA ACOLXOADAS A
45000 RS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fusto, acolxoadas,
guarnecidas com franja em volta, tendo bran-
casc de todas os cores, e vende pelo baratissi-
mo prego de 45, rs. E' pechincha na loja
io Pavo a ra da Irnperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENHORA A 12*000 RS.
O Pavo receben um elegante sortimento
dos mais modernos chapeos de palha, rica-
mente enditados, para senhora, com os seus
eomoetentos veos, o venife pelo baratissimo
prvod'.' 12r'30O rs. E'pechincha na loja
lo Pavo a ruada Imperatriz n. 60.
LAS MOUERNAS
O Pavo vendo um bonito sortimento de
[feinhas listradas, sendo das mais modernas
q : tem vindo ao mercado, pelo baratissimo
prego do >(() e 600 rs. o covado. E'pe-
chinchana lujado Pavo a ra da Impera-
tl n. 60.
A.LPAC1S LAVRADAS A 640 RS.
O COVADO.
Cltegou para a loja do Pavo jira elegante
s-rti nL'iilo das mais bonitas alpacas de cores
lavr.-das, sendo as cores mais modernas que
toca triad > para vestidos, e vende-se pelo ba-
ralissimoprefo de 640 rs. o covado. E'
1 lincha na loja do P.ivo a ruada Impe-
ra*::/ n. til).
(Garlea vidade, a 9*000.
O Pavo receben pelo ultimo vapor de
Europa cortes de cambraia branca com ba-
t i lih o ricamente bordados, tendo fazenda
;: : :.; para vestido de qualquer modelo,
estes iresti I j; sao os mais modernos que tem
v .... mercado, e pela suaexcessiva bara-
teza, lornam-se recommendaveis as senhoras
'. Bazar do Pavo, ra da
'. i eratriz a. 00.
LENGOSA 2JS00A Dl'ZIA.
O Pavo tem nina frran le porco de len-
c i; brancos com barra de cor, muito bonitos
c b W quali lado, que vende por 2*400 por
t grande porfi,
i los todos brancos abainhados muito fi-
nos a 2?800.
Ditos chinezes com barra de cor, muito fi-
r = :;~'j:>J. I" grande pechincka, na loja
do Pavo.
ICi*mcirai a 3^000.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento deromeiras pretas de fil
i aalpieos, com lindos enfeites pretos e de
cores, e ven le pelo barato preco de 35000
C8 la um, por ter grande porco.
Dito, to los de seda ricamente enfeitados a
PARA O CARNAVAL.
Domin.*
( Pava i tem um grande sortimento de d-
'^sde to las as qualidades gostos, proprios
par o carnaval, ten lo tambem de merino
e-' sea muito interessantes, que vende ou
a; i%:.i por precos muito baratas, por ter gran-
de porro. ,
LENCO'ESDE BRVMANTE..
O Pavfio vende Ience3 de bramante mni-
t grandes, sendo denm panno s, pelo ba-
ratiiimo preco de 25S00 cada om.
madapolOes.
Fc:s de midiDolo francez mnito fino
ceen t jardas a 5|J50G e 5000.
Ditos c ai 24 jardas muito superior a
65 )0 e 7500).
Di.o inglez fasenda muito fina 55000,
60JOO e 6J500 at 105WU.
Ditos franoeze? e inglezes mnito fiaos de
40 jardas para difffrentes precos.
ALG'OMOZ'.NHO.
0 Pavao vende por preco muito barato
pe{as de algodozinho americano mnito
boto com 18 jarJav 45000.
.Dito com 24 jardas a 45500 e 55000
at 6500.
Dito largo marca T muito eocorpado a
W000.
ALGODO ENFESTADO.
O PavSo vende o vrddeiro e sarierior
a!G^5o2ioho' da ifli largaras1 para lences,
sendo muito enmrpado 15 OQ.cad' vara.
Do trai^do di me^na lardara ll580.|
CORTS 02 UHIT.AS..A 25400 E 2588.0.
. PavSo vende Cqrles de rbilas francezas proprias para senhfr?^||rWlrfto-
'^h com 10 covados pelo dimiOiro oteCd pais madernas qu h no mercado;
d.254CO c.dorte:
-Ditas com l curVado palo reOo de
*tm cada corte.
CetoftRW
Adereco^ Ditos doiHlHlN t*tn eaMpfeo preto.
Dito* encarnados.
TJmstJtsst "**"
VoJUs de grossos albfares de
cor s.
lades, para
assrnrcrtw feceben"o m Stjii-
; coaltjde coa o. laadai^, e' feir el-
ifsMvea-
:da m
oSsha fe*?*
1P afol
asos de crystafrpwwtoilfet.
deCry-'
e nT pr5-
tf em par"1 cnf rmagnils" door
prias para arranjos de toilet, ele,
Aitneise'Cr3af8 eleci^os
.iACftNAS
DE
C6STURA
com listas e lavores da mesma er, tendo fa-1
zenda para um vestido, e vende pelo barTdd,
preco de 6*000, por ser grande pechineftaj
Ditos muito finos com baKdinhos brancos
bordados a 83000.
Ditos ditos com listas de cores a 4*000 e
5*000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 9*000. E* grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENgO'ES.
0 Pav3o vende saperior bramante de al-
godo tendo 6 palmos de largora que so
percisa de f % vara para nm lenco!, me-
tro 15600 e a vara 15800.
Dito de nho paro superior mlto ebeor-
pado com a mesma largura a vara 25400
Ditos franceses muito finos a 25500 e
15000.
Pe(ja de Hamburgo e panno de linbo com
tO e 30 varas, para todos os precos e
qualidade.
Pecas de bretanba de poro linho, tendo
30 jarda3 pelos precos mais barato qae se
tem visto.
Pechincha de floissimo esgaiSo suce'lena1
;orn 6 jardas 75'JC0.
Pega de finissirao celena com 30 jardas1]
a 355'X), atalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a vara i 25'T"0.
CALCAS DE CASEMIRA.
0 PavSo tem om grande sortimento de1
calca de casemira, assim como cortes os
mais modernos qne tem vindo nos ltimos1
Q-'urios e em fazenda das mais finas e mais
aovas ao mercado, e vende-se por barat1
praco para aporar dmheiro assim como cal-
as de brim hranco e de edres por presos
maito razoaveis para a;abar.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /'5500, 85000 E 105000.
0 Pavo tem um grande sortimento de
cortica'dos para cama e janguas, qbe ven-
de pelo barat i preco. de 75500; 85000 e
105000 o par, tendo*at por 185000, -assim
como colchas de damasco para camas do
noivos, e grande sortimento de tapetes tan-
to para 4cadeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., tado vende por precos razoa-
veis.
CAMBRAIAS.
0 Pa\5o vende cortes de cambraiatrans-
parente propria para vestidos a 2500 e
350)0.
Peca de dita maito fina com 10 jardas
tanto tacada como transparente a 45000,
55000 e 65000 at a mais fina' qne vem
ao mercado.
CORTES DE PERCALIA COM DASSAIAS
A 45000.
0 Pavao vende bonitos cartea de preealia
com duas saias, sendo fazenda de1 nouitoH
gostoa 45000, jeteehineba.
BAPTISTAS DE GRANDE NOYIDADE
O Pavo vende om grandf'sortimento
das mais moderois, baptistas com lista de
cor, proprias pira vestido, cm'scQVe'inVuvj
novas qae tem viudo ao mercado sand*
mnito mais largas do qn* as chitas francAns-;'
e vende pelo baratiisinfo precorde 900 rs.
cada covado.
M9fa 4a8uia branca- ra Duque d Caxias
n. 50, recebeii rivj rpessa dos proveitosbs n-
5e^^*a;|#tricbs, -e cofina receie-lw.
mensateente, pelo que sempr esur providk de'
taes objectos
Diatirfrr^s dbnr^dos
J, -Ib^ (fagla branca a ru Duque d Caxias n
50, recebeu oovrnente buuitos diatlma^ doradoi
e enfeitados comjted'fas e aljotares, obras de gos'
io e lAlntasi. Tjitibert^receten novos grampos
otraMnetes -fmMwres para a cabefa.
ecoffj'boqacs' e ou-
tros QJiMMm:>
A oja'^'iiia'brancii riia DuTpe di Caxias
n. 50, recebeu umabeguena qunaad'e daquelles
bonitos lequat'ttttlWqtfet doros chineies.
Colri ewir> pawi rdkemsr e1
amaekr a peHe-
j^^gnia; brapc^ a,,roe Duque de Canias
V receoeu cqld reme dos afamados fabricau-
lUbin, Lgram e Condray.
DiMfemas e graiftr* de
tyo.
> 'S* ,4a, aguia,hraBca, rna.dij Duque de
Cms n. So, recdpeu novamnte bonitos diade-
mas e^graTipos do apol
Bfeosdc sea pretorcwri
flores de cores.
Cbtfgaram ao Bazar Univer?al da rea No-
vsr-n. 22, om lortimscTO de machinas para
coWra, 6ittattMHW qoalidadts que existe
na Amerfca, das qnaes moitas j sio bem
conhecidas pelos saos1 antore-, cAo sejam;
Weller d- WHsot, Gf over d' Doka, Silen-
cosis, Weed e Imperiaes a ootras nanitas
qne com a vista devero agradar aos com*
pradoree.
EUsi machinas tem a vantagenYde fazer
0 trabalho qne trinta costorvins podem
iizer daramanta e cowm coa tanta per-
Sicaocomoai aalus psrfeHas costuraras.
arante^^e a saa 6o ooaiidade e errsina-se
a trabalhar com perfeico em menos de una
hora, e os precos so i3o commodos qne
d%#o'agra*dW aoWprelendtnWs
A loja da agaia branca, ra do Duque de
Caxias recetan, onro" novMaiile bojntos bicos de
seda pretoa com flores de cores, sobresabisdQ nel-
fes o pYeto Corh' ecarnadfl. lodos mu proprw
para barras e Atroi'"* mtmfr d vestidos de gra-
nadine, o effiaa', e oQtras'faSchfflff IraiWWfMl-
tes. PelaTOmmodld^d^P^o^sSS'WW'tor-
*m man emfim*te*-ruMij-(Mi-iitfStb
preferHreia qnBWrqitr oirttt^ tmm.
Y eos ot iriaftirtSis brts:
A loj da ai.-nia' branp, ro.tdoDhrtu* Ci-
pretas de seda com flores, outra^a rmtocvV
croch, e vende as pelos baS precoz S*,
4 e 6^000. A fazenda boa e est rtV prfci*
estado; pelo rfue continfltf1 tr'prornpto e*rrac-
cao.
Diademas e adbrecos de m-
dMpflmla,.
A toja da Ayuia branca ra' do Bttott de
Caxias n. 50, recebeu urna peqtefa' aorfe dv
diademas e aderdeos de intotcperela, obris de
apurado gasto.
Perfeit advMade.
Grampos com borblctae, bzotiro* e ga/a-
nbotos ilourados-e coloriilosv
A. Iftja da aguia branca, ra do Dvique de
Caxias a 50, recebeu novs grampo com Iwr-
boletas, bezmiros e gafanhotos, oquedecerto
perfeit novid de. A quantidade pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinliasomadascom
pelucia oit armjnlo
A toja d'agia branca ra Duijua de Caxias
- 50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho do l e seda, en-
neciadas com anniiho, obras estas ds- muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dottads: *
Aloja da aguia branca, ruado Duqne e
Caxias n. 50, recebeu novamente bonios gratar
pos, brincos e rozetas- dourados ; assim como
nevos diademas de ac, ti comosempre xonli
na a vende-los por precos razoaveis.
Pilnlas assnraratfas de Brislol.
ou-
des
Vende-se o sitio-da estrada da Cruz de Almas,
<- fica entre o do cominemlador Tasso s n do
esembargado'r Doria, com casa de vivenda^ d ffe-
rentes arvoredos, grande baixa de capira, etc.,
dando os fundos para a estraib dos irilhos urba-
nos ao p da estacao ^da Jaqueira : a biaar na
ra do Amorina n. 37.
Farinha de mandioca a" 3$ o
saetf.
de Dos n. 7 ; a eka,
Na ra da Madre
quattto niii se acaba.
en
Botinas
para seiihtoas,' #
f^ereij-a da SiTva &,up receberiji.jefe', ultima
vapor de Europa, um elegante sarliuienio de ifoh
linas pretas e com delicados_ enfeites de' cores,
-se serem das
_j assim como
a boa qualidade por terehi sf un dbs malboVes fafricrt de-parl^fV^
Se pelo barato pfe?If dH^BOf) f M tyF
v3o, a ruda Imporatriz n.W.
fc.>i
Xarope d'agrio do'Par
Ahtg e coricituad medicamento para
cura das molestias dos orgc&respiratorios,
comoapbtysiea; bronchites, asthma, etc.;
appleaaoHindtom ptimos resultados no
escorbuto.
Ven9e-se na pbarmaciae drogara de Bar-
tholomeu C, rya Larga dd Rosario n. 34.
---------ViWWMAi
Vendaje'UTW'cabViflt arrMcann. de'dotsas-
swttosi ntaito Vvef o 'hem estado : wfra'Ver
a cocheira'd > Sr. CerStia, rK do IWbcio nu-
iero 86
n'
m
Ctaegiram agulhas para machinas, do fabrcame
Crower & Baker. .DazU jtor,'2QQQ.
M0)Tft;
- Vendo-se; -fld)a ^mHMi;* dt' jieat*d em
r/eito stao : a trawr'n ra da Madre de
^aaoa/. "h""' ^ ti nt
ultimo goto
Cadeiras pretas douradas e marchetadaJ de"'nia'
drepeiula : rror armaziiss flir TViS Ifmao F C,
no caes do ApotiC Uw..

ittf Crie* NSM CAL6MIAN09 NRM HEmil
0TK0 MTNCftML.
A'p-aftde netessidade e falta de um ca-
dwrticoo dertnfh medieifw porgatta, ba
muito qne tem sido sentida, tanto peto po-
vo, cWHcV BMsmo por rete da factildade
rnernca'; e por isso, infinite o goto'e
prazer qne sentimos, ein poderntos cott
toda a confianca e segundarle, recownefHlar
IS pilulnir vegetis asmcofaas de Bristol,
jomo urna encllente medicina purgativa, a
qutd encert em si todas a'partes eraei
ingrediente* eflsenctoes, toraando-se em vm
petreito, sejaro e agradavel catbartico de
Familia. Esle remedio uto comp'ceto
dessas drogan ordinariamente usadas na
composic5o dessas pululas, que por ahi se
vendem, rea* sim; sae preparadas com as
q4* ftn* **H|Mrii'8 qualidades de rai7?s
medicinaes, hervas e pfcmtr, depois de se
haver chimbamente extrahido e separadsj
06 principio activos, ou aquellas parte?
(e contei* o-verdadeiro valor medicinal,
daquellas porrtoes fibrosas' inertes e ar/res.
tes intjiMihante destituidas-da menor virta-
[cte. Entre esees agentes activos ou ingre-
dientes especficos, poden- nomear a po-
iophgttiin, a qual segund. a experiencia
mm demon^rado, possne um poder o msie
5ara.Vlhos&- possivel sobrs as regioes do
fajada, assim como sobro todas as secre-
;os biliosae. Isto de cembinacSo com o
'fipiandrin, e mais alguna oxtractos vege-
taes e dregaa altamenle- valiosas, const>-
tuem e foamam urna pirata purgativa, tov
oando-se por isso rntfesimo superior,
qualquer ama outra rsodietna da mesraa
aatureza, que jamis ftra apresentado ao
publico. As pilnlas vagtms assucaradat
1* Bristcf, achar-se-hao sempre tmi reme-
dio prorento, seguro 3- eminentemente e-S-
caz, para, a cura de molestias, taes ceme
sejam as seguintes.
Hidropesa dosmtm-
bos ou- do coq>o,
Meccfls do fijado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e regu-
laridades do- sexc
femenino,
Dores de cafeaga.
Peda obter em pooco lempo eom o aso do atibar dos licoresa armada
. HESPERIDINA
Faijolo annos que eonhecido esta precioso tnico, e-- difncil sefiar mas peaic*
qae, lando experimentado peieoalmentaT nao falle ta sea favor jj< cosan bom eatomaca
a spetisador, tomando om calix della sota de ntir, oo eolio facitador da digestid
tomando-se depon.
A BAS!
da HESPBRipiNA a URANIA ttRG/nlo ba nm s balita* der BRASIL (a larra
especial daa leTam) q aio conbeca aa propriedides meifaaaardadoorada irada.
ora bem, a

em sea estado nateral tem ogoeto ptwa|rWf,,e>(j' mwrrfe da Iftparidloa ba>
sste em reter soas boarproprledaoVs; # aot mestfio- launa arjiisaBU4a enmn ^^
ETQMlTO LKOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL DfWteYfltdsT qQe mviar
melhores importaces earopaa de calfiegoris semelbante. Estas, qnando maito Dodoss
rgostosas, porm a Hasperidiba a combDacJo'perteo do ^^
p dMADAVEL S SAWAm
Para prova da que e om arUfo oo qiitp6de-s8 ter iotefromlhac, por ser port
e innoceote, basta dizer-ae que fof plenameota- aporevada a antomada- pea
tttt mn de mnm
do Rio de Janeiro, permUindo saa livre oliboracJo no imperio; oMft
e a acceitacao geral que tena em todas as- partes onde apreseDtadi. Em 18o* ertaae-
SSS Prf-a fabriea BoeuoHgres; em iim- a segooia em. Montevideo; a
nodiadacbeg^deS.M OIMPEWtfWW inwp.rOn-ae frica qoe actsaiaaeate
trabalba na corte. Em Vtparaizo a em toda a costa ff0 FacWiCo tna boa acisacSo.
Unto qae rara a casa qoe considera completo san aparador sem orna garrafa da
HESPERIDINA
O hornera wao toma rreiperMiifi'par obter
0b ^ nmt
O bomem ioente toma Bespondios pira oblar
O bomem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as deatellaa eos mocos teman*
animacao dura ote os laucos gyros- do
BARROS JUNIO* 4 C, roa do Vigario Tenorio n. 7, T atdar,
grande especifico, e veauem-no noa depsitos- MgMM:
Joaqaim Ferreira Lobo, roa da toperatriz.
Zeferino Caroeiro, ra d Gommarcio.
Mareelioo Jos Goacalves da Poole, roa'da'eadeMr'B.'i.
Antonio Gentes PJres & C, roa da Cde*:
Antanio Gomes Pirerd- C, caea-22 de NoveJabro.
Gomss Irm5o hoel di Passagam.
M. Samuel Power Jm-
Mfeo
para Bt boa cor
resaterasaass
twtr & C.
o Apoio i. M
4#
Fakoosclewe,os ses-lr|raR6S'q^iMM
mudado o sen h^S|[(. ^ Inacbj01!. ^,j
ps^ por, mBdas- e lax ** ortio er*#ii6*
K&t 'nllde LowMoor para-..,, Atoitets.'
g* SSp v* iHMa cr-ntmnasa ter 'n6sfWsor.'
yyf) limemo di- cottouie.
:is Katem srieni* lamticnijoe i#in fpt> im
artaoj" i-om ltaiiieihl fral, pelo .:> po*
dem or-recer t>i .ara asaenlar i'..:.;nuer
maehi.Ti'iDo umrmn ;inii lo.
M BU, y

m
St
WI-;>> > CBNTUBWn M
laicos ageni> nv .^rnamiuK a Wn'l'c n*r*f.
Para irar em se.e.st*ripiuri.> ra c AjioMo u: o*40
O* uroprieisri.) dd frm**ri-i geral fa'sm
eiec(M ao*' -ffthofe*'1 d enjprtN tBMS
pesnes. qno Mem Mlabltrt*Bo aro (ncd- &f*
i*o Jt*'*rro e-srouN a roa-Jn Brnni. >3. ?>
-lo a H-Mi;5n dos brrads, cada apronlarao riV,
qnajqner br ^- pocommM- 7
Cao s-pfompiiaia! (jajt
(.> mronuM r.^iM as p** que qart- JS%
tanj'ptiliar ? i* -hiis serios d delA-
ret 1-o>-ini-ndiii' em >.->* dbs-Srs. 3-
DJUl p.Swnr jKafi lo o. 3&m W^ tMDd nchari) ^esba hafcii-
Rila Hffi iii>^, ^rjAi rutoMns:
m
is
Dspepsi, o' indi-
geHo,'
lAstriagencia, ou*..
priso do ventrfc
habual,
\zra d estomago
tlanlencia,
Per do apetite;
Edsnanago sujo.
Cadeiras oratorias com senlo SsrjMMWI
SO/001) cada urna no caes do- Apollo, aftra-
unj de Ta*so Irmaos A C.
bav
Eai todas as molestias que dsrivam
ia orgem da aaaaaa lo sangue: a salsa
{wwirifaa, de iaistal- esse melhor de todoi
' pdrificadbrae deve ser tomado conjun
lamente piulas,, pois que estas
iuas medicBas, tendo sido expressamente
preparadas papa obrarem' de hanwnia uma
jom a outra, quando fielmente assim se faz:
aio nos rosta a menor duvia em dLzer
jue no maior noaero dos casos, odemos'
ffiancar nao so um grande alivie, como
tambem-urna" Cura1 prtmipt^ e radfeal, isto
asta bem visto, quando o doente nao se
icbe n'um estado muito. alera dbs recursof
jumanos.
os sefthof os acadmicos
Vendem-se as seguintes obras de dirolto, eom
ponto ho :
Ahrens, conrs d Yoit MnM; t val-
FerVefa Horres, difeionarto jnridico e eommor-
eial, l vol,
Guizot, histoire du governemenl represcntalif,
vots
Lir Teixeira, curso de direilo civil, 3 vok
Maeketdey, Sfennel de Droit t*>mam, 1 vol. etc.
E muitoS nutras que seria enfadonlio mencio-
rlt: os nretendentos dirijrtm-so ra do Gibug
n. ti, loja.de jdfn.*
Em settfr armazens nua do AKiorim
n. 37 e caes do Aoollo n. W
A f'
tem para vender por precos commodos
lijlos encarnados sextavo para lasflbe.
Canos de- barro para esgoio.
Cimento Portland.
Cimento Hsdraulicc.
Machinas de deearo^ar algodao.
Machina d padari.
Pqtassa da Russia em barril.
Phospaoro3 de cera.
Sag em garrames.
Sevadnha em garratoe-.
Lentiihos em garrafoes.
Kbum da aJmaica*.
Vinho do Porto velho engarrafad.
Viabo do Porto superior, di o.
Vinho de Bordame, tito.
Vmho de Scherry.
Vtnho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas bglezas.
Licores finos sorlidc*.
Cognac Gaulhier Frere?.
Latas detourinno ingler.
Barris com repclha em salmonrn.
:.;
Cerveia
A verdadera cerveja da' Ba-rfera, >mrea
esajierior qualidade. : venden. IteSO Ir-
C em seu armaram da ra de Amnriro
nnrncr.) 3T.
BIOfAS DlAiBiRGr-
As mais recentes o raclhores".
Vendem-sena pharmacia e drogariade Bar-
tholomeu &C, ra Larga dosari o Rn. 34,
Cal do Lisboa.

Vertdfe-se na rua do Bom fesus & 27, i. andar,
ou no trapiche Alfantlega Velha mais barate do
que em outra qualquer |>arte.
1 ATfE^CAO
(jliegjicm a graude pechin-
eha a tfffO,
o sacco com clei Arla* di lijlrln ; 'ttatar no tra-
petferAnselOiia-n. I, primefro
andar.
Pazendas baratas
NA
l-oja lis: .Iwcrirn
Brimantna briH>a com flores assetlnaas a
400 rs.
Atoalhadb de dwas Inseguras e cosa lindos do-
senhos a i 3500.
Panno alvo trancado tte duas larf liras para toa-
Phas de mesa a I|i00.
CUales de m Meias muilo finas para senhora, de t25 a 8* a
duzia.
Colchas grandes oom barras te cores de 75000
iooo.
Ditas ilias adamascadas a 41500 urna.
Caitas finas de 400 300 rs. o envida
Chapeos de seda com c bo de canna a 8 um.
E outras militas fazendas, todas por presos m-
dicos : na rua do Cabug n. 10.
Cassas avariadas a 2^0 rs.
o covado.
O Pavo vende finwim:is nasas frsmeflfes de
cores com os mais delicados padRes, por terem
iim pequeo toqn efe avada d* agua drice, pelo
barato pre^fl do dbze vlnfns o covado. pechin-
m : n*'foj* De plaque.
Amaral Naburo B (., venden gnapni^oes com-
plelas;. pura senhoras, cintcnd 1 par de pnlcei
ras, I par de brineos, 1 allinatei. t diadema e
t flor para o cabello, Mdo de firiaruga e de co-
ral, meios aderechs^. medalhas e brincos de pa
qu : na rua do Bario da Vittoria n. 2._______
Armacao
Venderse urna aemacao de- amaro*, envidraba
dn. na rua do Barao da''Victoria n. 51 : a trataj
Ba mesma.
ff
11~.....
;
Vende-se no armarem de tntnda^dfr AntnjNO
. de Olivera A C.^a rna.do" Copimercjo n. 41
g1.1?;rzrn l_. ----r- ,
i Pi de al^iu
entemente chegaao': .
crhmH^te MiiAtm h
lla)#rla fJWmeftttf
/al de Lisboa, ra.
a vender no es-
tgfk
Para militar
Vnde-ife os s^gultes ob]ectos para militar :
i farda para ofllcial.
1 IwWt iffeW.'
1 espada dem. n
l habia/da Bes*.
e
i/fjjl
#a.
n
Sut/bfa rtfa- m-
YrM&te nrvismain B-wa, sMn natr#zmti* Catn, tic* ri\fHm estacao d> Olinda ; fm
breatider driJa-< arj nagenho Psrt) Aanrmem
frffir*l*, aSraur em Francisco Xavier Carnei-
h dmennha lnnonm RaoMe> roa da su
laa>SA-6 ^^^^^^^^^_________
trnntf stqrMr' dd Wf' e etraro.
vas
m ra di Madffr da Dus n, T
SEGREO- KiOMOtsMi I CAUU1ADE.
Obtem-se cent' o raso-
m
UECfji SHOST
l'nica, hygieniea-,radical'-oinfallival qacu-
ra dasgAnorhcw. flore brancas e fimos de
toda especie, recentes ou' chrenieas; e que
offerece como ga rauti a ib? salutarcs resaltarlos
continuada applic.'tcao que sernpre com a
maior vantagem solerfeito della um hos-
pitaeS-* P8ri.
nico"deposito paro Brasil, Baatholomeu
A C, rua Larga do Rosario n. 34.
1.US F.UE^ilHMrARms
Wnes de Imtin borfadh*' a agitfn; para camisas
*r hornera-, a I lOro. ^ graw. |^cMnlta.
Toalhas felpudas a 640 rs. urna
Colxas grandes c(i#fWfarlli ires a 4*500.
Chales iRMMfcde- naerin lionlai v relroi:
(lo granda#*aVboa qualidade a 8A0M>SKira ac
jar.
Ato,illiadsinwrlnriiradiiwdargiiras a 1*800.
ehrrpeos drs a **eHe-; san BlOOO e vende se poKtWBrJ para acaBir, A
1 Pa*tr^
Vende.se a padaria da 5*22*25iP1^
. '
\.

,-
HHUi -H
I




Oiaiio de 'Pe^iartibuGo Qtft'TenaW> 4ftty>MdeLflGr?&.
E BRONZE
DI MACHINAS
ftinm|MW) (m ih Bmifi) ns. IM a W
Maw
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortente de ferragens para engenhos e para lavoura.e quaesquer outros usos
e misteres da industria agrcola, o quetudo vendem por presos razoaveis.
Formas paraaSSUCar pintedas e galvanisdts, de diversos tamanhos.
yor\Qpdg borisontaes e Terticaes j bem conhecidos nesta provincia e fra della, os
^^ melhores que teem vindo a este mercado.
310H(iaS completas de diversos taraaubos, obra mtiito forte e bem acabada.
ivl6Hl8 moenas para- asseritarem grades de madelra.
1 aislas (le ferro de ferro fundido-e batido, de diversos tamanhos.
KOQaS (1 agua de diversos tamanhos.
RoaaS dentadas de diversos Wmanhosequalidades.
CoiWfcos coneertam^ompromptkito qrralquer obra ou machina, para o que teem
v* wq n( fabrca i^n, montad, com grande e bom pessoal.
Encornrnenda^ Mandnm virPorencornmen(,atIaurepa' (iua,(iuer rtachinsmo,
para oque se orrospondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engeaheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabifisam pelo bom traballio das mesmas.
Ra do Biarao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
F U" D I C O D E C A R D O S O & I R M O
MIDEZAS.
Soares Lerte & IrtrSos, com leja de miudezas e perfumaras ma do Baro da Vic
tona n. 28, pedem mutai attenc&o para os precos abaixo especificados, a saber :
Sapatosde tapete Tiara homens c senhoras
a 1W00.
Abotoaduras para collete a 200 e 820 rs.
dem idem para punhos a 320 rs.
Tlherescabcdeviado imitarlo) a3?*000
b duzia.
Caita de linha branca com O : rtoVlls-a
600 rs.
dem idem de marca a "240 rs.
Mago de fita chiheza a 15JOO0.
PERFUMARAS.
ftarrafade agua florida verddeira a I5?200.
Idem idem (carlanga do Japo a lfi200.
dem idem divina aA9000 e t52fl0.
dem idem Magdalena (novtdade) a I&500.
Garrafa com agua de colonia 500 rs.,
1*000. 29900, 4SOO0 e 70080.
Frasco com SalsaparriH verdadoiM a
^500.
dem com tnico oriental de-Kempa f 5*000
n frasco.
MIDEZAS.
Ilwjos'de'trincas de caracol branw, a
400 rs.
dem idem'lisas a 200 rs.
Duzia depe<;as de corto imperial -a
:>20 rs.
Puzia de cachimbos p degallinha a
23>500.
dem id*m de madeira tom tampa a
3&6O0.
Duzia de coMarinhos bordados
tnem a 83000.
dem dem lisos a 69000.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 1JS00O.
Idem idem antique muito b mi a 400 rs.
Opiata muit boa e fresca a i*, 1*500 e
'WQOO.
Duzia de sabonctesjdc amendoa a 2?*500
e5M500.
MIDEZAS.
-ivros iara notas a 320 e 400 rs.
Redes imfeitadas a 1-J400.
Hesrna de papel pautado o liso a 200,
BOO, SK50O, 4000 e OfOOO.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem dem beira dourada a" 800 rs.
Caixa de envelopcs forrados a 700 rs.
Idm dem de cores a 500 rs.
Caria de pettnas Perry 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
2#20G. .
Ikizia de sabonetes com flores i 1S5500.
SabonetesGtyoerim Iransparentes i?30tM).
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray proprins
Ciara presentes, assim como de palha e ppe-
lo.
MODAS E MIDEZAS.
mdlspensaveis de couro da Russia para
senhoras a i 0*000.
Leques para sehhoras a 2JS000, 43HJOO e
7000.
' Vara de fita escoseza larga (ovidade) a
OOO.
' Lamparinas gaz a (9000.
Groza de botOes de osso para calca a
para ho- 200 rs.
Grinaldas para casamento a 2J eTKSOOO.
Duzia d barlhos francezes canto' doura-
do a 39600.
dem idem beira lisas a 29500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000.
Pecas de fita de velludo d todas as cOres.
\ Ideii idem le sarja de todas as cores
Caixa de pos para dentes a 200 rs. 'e larguras.
dem idem de pos chinez, muito bom, a \ Sapatos de tranca, tapete, casemira e char-
500 rs. e 19600. lote.
Mac,ode sabonetes inglezes muito Supe-! Chapeos para senhoras e meninas,
i iores a WO'rs. I Luvas de pellica muito frescas a 29500.
ESPELHOS
ti; moldura dmirada de todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e fuco, e rmlitas
imiidMH que seria longo mencionar.
28 Ra do llario da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
'Carririhos de mo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'rame para fi
Fogfics de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
"Fechos de ferro estanhado.
Machinas para descansar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balanzas, pesos e medidas.
EM GASA DE 8HAW HAWKES t C.
RA DO"BOM JESISN. 4.
i:
y i
Adereces de bri-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas.
vbltasde perulas.
Obras de ouroe
prata de todas as
qualidades.
.1 DO
Ib
Esmeralda


Acaba de chegar a este es,tabelcimento um importante sortRnhto'de joiaS'do
ouro, do melhor gbsto e qualidade que tem vindo peste genero, como eassoletas ^
nix com lettras de diamantes e pinturas linas, aderemos e riiios adercoscom pedfas fi
as, etc., etc.
Rclogios de ouro, de differentes gostos e qualfdadek, ^frU horrir-'se&horas, desde o
pre^o de 409000 ate 3009000, sendo ests ltimos de machmftnio mis'aperfeicoado pos
sivel'e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 e 405000.
MJA DO AUft m.
MOREIRA DUAKTE^ C.
^ A LOJA BOM
Apparelhos d mesa de C. Christofle doParis, faonotntetde
plaqueo mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos sUs modelos.
I^ueiros m eaixa, -comeres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas do to^tamanho. galtioiteiros. jorpentiMS, castiga*,
salerras, fwrnhewos.etc, etc.
Receb3 tathbem
Grande sotiinento de quadros muitos Vicos, com as estam-
pas, as mais' bellas vindas-nesta prai;a.
Recebe eneommenda para o Porto, Lyon e Pars.
FaliricH rifitmmiienlHs fmriis^fjits, e1 imagnis
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LourenfoPereira- Hiendes Guimaraes
CASEMIRA PRKTA A 29500 O CORTE. I COL\AS J)E FLSTAOA 2950O-.
Vende-se cortesde casemira preta paracal- Vende-se colxas de fustao, de- core,
Jas dehomema 29500, 49500, 59 e 69000. 29500 cada urna.
'PAWO'PRETO FWO A S9500. COBERIORES DE PUXOS A 19200.
Vende-se panno iifesfado pfoprio para Venderse cobertores de pellos e papados
cljas e palitts a 29500, ?fij,'49 e 59000 o; a 19200 o 19400.
covdo.
ALPACA PREtA A 500 RS.
"Vende-se alpaca*preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTESDEBR1MA 19500.
' Vende-se cortes de biSm para caigas de
homem a 19500 e 29000.
CHITAS' BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA (OBF.RTA A280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. o covado.
MISSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BRANCO A 320 RS.
' Vnd-se fustao branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBR'AIA BAPTISTA A 400 RS.
' ''Vhde-se Cambraia baptista para Vestidos
de senhora a'400 rs. o covado.
SAIAS BRANCAS -A -29000.
Vende-se saos brancas a de cores- 290A0
6 29500.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PAMA VIAGEiNS A 39000.
Vende-se bolsas para viagdns, a 39, 39500
e 49000.
LENCOS BRANCOSA 29000 A DIZIA.
Vonde-se lencos braucos. a 29000 a d j-
zia.
GROSDENAPLES PUETO A 19800
Vende-se grosdenaples preto p.ua vestidos,
a 19860, 29, 29500, 39, 49000 e 59000 o
covado.
MADAPOLO FINO A 'i?000.
Vcii'Iost; pego* d inadapolau, a 490G0,
49800, 59, 69, l'fOOO e 8*000.
ALGODO A .49000.
A'cnde-se pe<;as de algodo boJB a 49i
49500, 59, e 69000.
ALGOKAO HttiKibfifi A 000 RS.
Vende-se algodAo enfstado a 900 rs. o
metro.

SOARES LEIT E, IRHOS
NICOS MENTES
A'
iSini do llano da \ doria ii. 28
da mais simples, as mai baratas cas Ttt^hores do mundo!
Na etposicfio de Paris, m. H867, fbi conoadido a
Elias. Howfl Jnior, a awdalha do ouro e a condecora-
?o da Legio de'Honra.-porsorem os maehinas mais per.
feitas do rtuhdo.
A- rmedalba de ouro, eohferida a E. owe Jnior, nos
Estados-Oidos por ser o kj*aator ,.da .machina de cos-
tura. i|
A- medalha do ouro-na pos*4ao de,Londres acreditara
estas machinas.
A.


N.
mu
2 A-
LQJA
-Ra
DE
JOIAS
do CabugN. 2 A
DE
RAICUOS Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tejido os seus propnetarios feito urna importante acquisQo de
joias as mais modernas viudas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidara1 ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar urna joia de gosto por
prec.0 razoave.
Charutos delavana
wnprriorrN
no esoriniorio de Tasso Irmos 4 C. ra do Amo-
rim n. 37.
Giande lac;o.
Sao gravaras grandes com laco, ultimo gosto a
1:0(V
Araruta rerdadeira
Contina a vender-se na travessa da ra das
Cruzes n. 4, e rua4o'Vigario n. 26, petopreco de
jtio" rs. a libra, em paeote.____________________
Panno de aJgodao da Babia
da fabrica Todos os San-
tos.
Tem para vender no enErtotorio Joaqumi Jos*
..!-, n~i<.sn pin. '. .. i_ .1_____:,>
Cabe-nos o dever de annunciar que a companbia das-machiiias de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n.r.28> um deposito, agencia
geral, para em I*ernambuco e mais provideiasse venderem as afamadas'mchinas de cos-
tura de Howe. Estas raacliinas sao jusUimente.apreciadas pela perreio doscu tabalho,
erapregando urna agulha mais curta cwn a mesma qualidaua de linhaque qualquer outr,
e pela introdueco dos mais aperfeisOTdosia{*pweAhos,-atacaos, actualmente Jiabilitados a
ofierecor ao exame publico as raehores tachinas do mundo.
As vantagens deskts-niachinas sao ,as,s$gwintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradoujtasvipara ^isto pcova, iacontestavel, a,
circumstancia de nunca terern apprecido no mercado'xaaobiaas d .Howe em segn-,
da mao.
Segunda.Contem o materia) prected para reparar qualquer d'esarranjo. H
Terceira.:Ha hellas menor friego eatrei'as'diversasi'piecas," e-mano rpido estrago
do que as outras.
Quarta.-^Formara o ponto comO'Se fra ferto mao.
Quinta.Permtte que se examine o ttbaiholdeambosos ifios, o que>se>noconsegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando a fio. de um outro lado,
logo em seguida, sera modificarle a i tooso da^ liaba,, ooaom a fazenda mais
fina.
Stima.0 compressr U-vahtado oom a maiorfacilidad,quando se tem demudar
de agulha ao combar nova costura.
Oitava.Muitas companhias'de'nTachinaadeeostuxa, te^n.*ido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas orrtr'ora popnlares, sao hoje quasi descowheeidas, oOtras soffrerara
mudanzas radicas parapoderem substituir r entreunto a companhiadas machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mostr, en'artes meobaoicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje no'ttende aprocUra.f^ostOque faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha hvretos cominstruooes emnportuguez.
A 90*000 ASftuTOO
RAPE REA FINA

DA

MOREIRA & C,

T1

XX


KA IIIA

.
Moreira & C. solicitam a attenco do publico d.i provincia de Pernam-
buco para o rapArca Fina producto de fabrica pertencenje a fillios
do paiz, e cuja qualidadeest oonliecida perfeitameuto igual do verda-
deiro-rea Pretacomo o fabrea a cas primitiva na Babia, leudo ala
disso a vantagem de ser viajado. .,
^0 intuito de tornar conheceido devidamenleapi^iado o rap Aria
Finaos annnunciantes acabara de autorisar seu agente em Peruainbuco, .
a acceitar, mo grado, os obstculos edireitosdeintcoduc<;o,a lut concurrencia, aoorapanhando-a nos abatimentos de pro?o ate onde for
isso compativel com suas forjas.
Os annunciantes esperaio encontrar na nobre populai.ao de ,Pr-
namhuco, o apoio que tra jus a actividade e os esforcos que eKesxeem
ompregado para, por- assim dieer,'nacionalisaren um ramo de industria
que at hoje s ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Hernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, i ra do Vigario n. 21. As vendas sao feitas em libras
ou meias libras, i vontade do comprador.
Pre?o 1?K)00 a libra, com descont de 18 %
para cima.
Baha, 21 de fevereiro de 1873.
em por^odc 10 libras
Mor eir c C.
MZE0 DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
&c.
Ra do B1ar,o'ldai;rit3tdi^ n. 2S.
T^
na leja da Ro?a braixa ru.i da Imperatriz Goncalve Beltrao & Filho, ji toa do comaercie
n. s.
Lindos vestidos a 'SS o corte
Superioresrtes do cassa dec6r, de orgartdy ^dpercalfa eoitt-barraje do daus
saias, acompanhadosvdos competentes figurinos a 5?P cada corte. Vendem na ra Pri-
meiro de Marc/ (antiga do:Crespo) n. 13, loja das columnas; d Antonio Correa de Vas-
cUos. .
DE
COMES BE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
vei'der variado sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, j>eroIiis
e rubins, com grande redcelo de presos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre que m>
rem occaso de verem suas palavras confirmadas pela voz geralj de que f>
MUSEU DE OfAS vetde seus rtigos a precos mui limitados.
lm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
oaposicao obras de prata, de todas as qualidades, relogios Imdissimos e de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
precos. Caleias o trancelins de todos os gostos, e nido o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias sabidas do MUZEU DE JOIAS sao gapantidas.

Tijdos franei'zes exlavados
De 453000 a 55-0410
milheir.
Estes tijolos, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores eos mais econmicos
pela1 sua baratera para ladrilhar os pavimentos
terreos das casas, pon|uanto,pouco n ais rustan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem comparaao
alguma, superiores a estes pela limpoza de aue
Sao suseeptveis. Custam. alm disto menos da
dcima parte dos de marmare, j reproyados, e
dos de differentes mosaicos, os quaes nao estao
certaraente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empreados e proprios para as salas princi-
Saes. Alm'da vantagem que ha no empngo
estes'lijlos para os p^vimeats terreos e casas
de campo, tem estes ainda a de serem os melho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da rtdade, atento asna sohdez e pouro
pesn, estando mais que provada a eonveaioncia
de serem assoalhadas as coiinhas toda* de tijolo,
e nao s a parte junta ao fogao, no que at as
companbias de seguros se deveriara interessar.
Vendem se nos armaiens de tarinha de Tasso Ir:
maos S C, no caes do Apotio________________
Milho de Marnanguape
re^o commodo : na ra da Ma-
CONST1P*C*0
ItUfiKI
PlffBII
lili
lilll
^frrOPUf/ffi
255B*Spbasin-

34
*V SAUDE
DEPOSITO GEBAL
Pharmacia e drogara
BARTHOLOME & f.
-Ra larga do Horario^34

Vende-e por
dre de Deas n
'X
primeiro an'ar.
Vende-se ou aluga-se
o sobrado n. 8 da ra do Rio, na fregu;
i ia do foco da Panella, toa 3 saJas, o
quarto?, 1 salta, despensa, coziuha c quintal mu
rado ouin predio acha-se concertado, caiaflo c
o omiTtcndsdor
pintado de novo : a tratar com
Tasso.____
a auca m*m
Porto.
orueg, em cixss t r:'\s
i'Alfahdega n t, an. ,.,fu de
O bae*ib>o d
dlia : o ee>
Antonio Pereira de Olivcira Maia ttn Pra tma ffcAfca t, G
vender em sea etab.'k*cment, ra da Semana- .._------
Novan. i.oWnellas pata homens ejeahdlM.^; ^QS bl'S. maC,0n8.
mancos, saputos de tranca, para os ntesmos; ntao
de superior qualidade e por preco commodo, por
ter vindo do conta pcopria.
Amoral, Nabuco 4 C. vendem infig; ia~ maco-
nica* de diversos graos. _,
\
#
L
i



8
Diario de Pernambuco Quaria feira 26 de Marco de 1873.
ASSEBBLEA QERil
CMARA DOS DEPUTADOS.
DISCURSO >0 SR. DR. TARyi INIO BRAULIO D'-;
SOUZA AMARANTHO, POR OCCAllAO DE SEREM
APRESE&TASAS AS*.KPRSENTACflES COMTRA
O SISPO DE PERNAMCUCO.
(Cnnchisio.)
O Sr. Silveira Martins : A obra prima
delles uJko o Brasil, o "Paraguay.
0* Sr. Leandro Bezerra :Ento j con-
fessa quinao fizeram mal ao Brasil.
O Sr. Pereira da Silva : E preciso
fazor distincges : quando linham urna
grande misso a cumprir e que a cumpri-
ram raligiosamente, e quando tornaram-so
ultramontanos.
0 Sr. -Tarqiimo de Souza:-Entre ou-
tros muitos testemunhos que poderia citar
em faror dos padres da companhia de Jess,
preferirei um, que procedo le um juriscon-
sulto brasileiro, muito distincto, o Sr. Dr.
Ribas, o qual na sua obra de direito admi-
nistrativo, reconhece os scrvigos prestados
pelos padres da companhia de Jess aos
indgenas do Brasil, de quem eram incan-
saveis protectores ; ao passo que outros prc-
tondiam escravisa-los.
0 Sr. Pereira oa Silva : Sobre isso nao
ha duviila ; nos primeiros sceulos presta-
rara ivle.antissimos servidos.
O Sr. Tarquinio de Souza :E anda bo-
je prestam e molhores po leriam prestar, se
nao fosse a guerra injusta que se Ibes
faz.
O que so diz dos jesutas se di* tambem
da igreja -j foi seu tempo, agora quere-
mos o pensamento livre, cada um pode
ir ao co pelo eaminho que escolher.
Pela minba parte ilcclaro que tenbo o pen-
samento livre para atteuder aos objectos que
esto inteiramente sujeitos aleada da mi-
nha razio; no que diz respeito, porm,
religin e a f, curvo-me subnssu s dec-
6es da igreja, porque a propria razao me
diz que a ellas elevo submetter-me.
(Trocam-sc diversos apartes).
Para a felicidade dos povos, diz um no-
hre disputado, entretanto, senhores, ahi es-
t esse grande paz das liberdades publicas,
esse grande paiz da democracia, os Estados-
l'nidos, onde os jesnitas sao respailados co-
mo todo o hornera tem direito a sedo, onde
ellos tem tal vez osmais importantes collegios
da linio-Amcricana.
O Sr. Sh.teira Martins -.Masnao go-
vernam.
O Sr. Tarquinio de Souza :E depois,
senhores, o que quer dizer, o que significa
ain um paiz nobre cgeneroso, como o nosso,
esta guerra que se levanta contra meia du-
r.a de horneas, nove ou dez, quando muito,
contra esse coUegio que existe era Pernam-
buco ? E como estabeleceram os jesutas
esse collogio por que sao to aecusados?
Estabelecerain-o porventura sorrelfa enas
trovas? Nao, Sr. presidente, aquello col-
legio descansa sombra das leis do paiz e
da autoridade publica ; esabe V. Excquera
autorisou o estabelecimento delle ? Foi um
distincto liberal da nossa trra, um hornera
eminente do nosso paiz, o Sr. conselheiro
Silveira Lobo, quando este ve na administra-
gao de Pernambuco.
0 Sr. Silveira Martins: Que tem
isso ?
O Sr. Tarquinio de Souza: E honra
aeja feita por este acto ao illustre conse-
lheiro.
X) Sr. Araujo Goes Jnior: Esse eje-
suta tambem,
0 Sr. Tarquinio de Souza : E jcsui-
. ta tambem o Sr. conselheiro Silveira Lobo I
Tome nota, Sr. tachigrapho.
O Sr. Leandro Be/erra : Ento o Sr.
Zacaras o o Sr. Nabuco tambera sao jesu-
tas Temos muitos companheiros.
O Sr. Tarquinio de Souza: Naquelle
tempo V. Exc. bem sabe, Sr. presidente,
que o partido conservador nao esta va no po-
der, portanto, se culpa houve, nao delle,
e cu creio que foi um dos actos mais meri-
torios da administrago liberal.
Eu j disse c repito i este negocio tca-
me por casa.
O Sr. Silveira Martins : Anda bem
que confessa.
O Sr. Tarquinio de Souza:Confesso ;
nao sou homem de substerfugios ; advogo
pro demo mea por duas razes : 1*, por
que o epitheto de jesuta ten, st tornado sy-
Donimo de oatbolico, apostlico, romano; e
eu sou catholico, apostlico, romano; 2*.
porque l naquelle oollegio tenho dous ii-
lhos, e como pai de familia e como cidado
brasileiro tenho direito a que sejam manti-
dos os mestres, que escolbi para meus i-
lhos. entre aquelle? que as autoridades do
meu paiz puzerain minba escolba.
Senhores, nao comluirei este ponto sera
fazer um parallelo entre aquellos que se
queixam boje do acto do hispo de Pernam-
buco, dizendo-se catholicos, apostlicos, ro-
manos, e os jesutas a quem aecusam.
E' bem conhecida, Sr. presidente, a his-
toria Ja illustre companhia do Jess ; V.
Exc. sabe a conspirarlo que nos ltimos an-
nos do seculo passado se levantou ao mesmo
tempo contra todas as insttuiges religiosas,
o particularmente contra os clrigos daquel-
la companhia ; V. Exc. sabe que instan-
cias dos ministros de Portugal, da Franga
e da Hespanha, o soberano pontfice Cle-
mente XIV, por amor da paz, supprimio a
mesma companhia; sabe ainda V. Exc. co-
mo asses 2'* ou 26 mil homens, que eram
aecusados de governar os estados, recebe-
ramogolqeque fulminou o seu instituto,
obrigando-os urna penosa separagao.
Aquelles homens que se dizia dominavam
as cortes e aos res, curvaram a cabega,
prostrarara e humildemente, separaram-se,
deixaram suas aurigas habitages, c forara
viver solados, at que instancias do im-
perador da Russia, do re das duas Sicilias
e de quasi todo o episcopado do mundo ca-
tholico foi restabelecida a comp sunimo pontilice Pi Vil.
Eis como'procedcram os padres jesutas ;
obedecerara autoridade legtima da igreja :
o seu maior elogio.
Sr. presidente, o acto do hispo diocesano
de Pernambuco nao sem precedentes. Se
attendormos ao que se tem passado na Eu-
ropa, veremos que todo o episcopado da
Irlanda e da Inglaterra tem se pronunciado
contra as associages magonicas.
Se deixarmos a Inglaterra, veremos que
o episcopado belga procedou do mesmo mo-
do ; que os bispos francezes, na sua mxi-
ma parte, fizeram o mesm; que o concilio
nacional de Baltimore, na livre Unio-Ame-
ricana, fez ainda a mesma cousa; e entre
nos alguns dos nossos bispos, e virtuoso his-
po de Diamantina (apoiado), o preclaro
apostlo brasileiro, o Exm. bispo de Marian-
ua, ainda o anno paasado dirigirara aosseus
diocesanos pasiones preeavendo-os contra
os perigos que tro si conten aquella socie-
dade.
O Sr. Araujo Goes Filho : Emquanto
se limitara pastoraes, nigucra Nies con-
testou o direito.
O Sr. TaRQminio de Souza : -a. furpren-
de-me, ver que aquellos que pertencem
mesma sociedade, que ao dizer delles est
alliada grande associago da Europa, nao
sejam coherentes, como sao os membros da-
quella associago.
Entre os diversos actos dos bispos france-
zes de que eu ha pouco fallava, ha urna
carta pastoral do hispo de Autum, a qual con-
clue por diversos mandameutos aos seus pa-
rochos ; sendo um delles, prohibindo que
os membros da sociedade magonica, reco-
nhecidos como taes, fossem admittidos como
padrinhos nos baptisados, salvo se quizessem
renunciar i sociedade.
Os individuos comprehendidos nesta pro-
hihigao nao se queixaram della ; ao contra-
rio julgaram-na rasoavel e justa, como eu
devo inferir'de urna especie de gommeotario,
feita pastoral do bispo de Autum por um
jornal insuspeito, o qual deve ser considerado
o Le Monde Maconitjue.
Pego licenga cmara para 1er alguns ex-
tractos daquelle jornal, os quaes tenho-os
comigo aqu.
0 bispo de Autum prohiba que se trou-
xessem insignias da sociedaile as igrejas, o
o Le Monde Mopanw/iie demaio de 1866 diz
a este respeito o seguinte ;
Perrailtiriaraos nos que um bispo, ou
simples padre, viesse officiar em nossas to-
jas, companhados de seus accessores ou
de seu clero? Qua loja na Franga tolera-
ra em urna festa fnebre, ou solsticial, a
exposigo dos emblemas especiaes do catho-
licism ? Pedindo a assistencia e o concur-
so dos ministros de um culto qualquer
quem o pedir deve ficar resignado a soffrer
todas as consoquencias de semelhante passo;
como queixar-se das pretenges exageradas
de um homem, cujo ministerio se i'mplorou,
que se reconheceu e aceitou por urna sub-
misso voluntaria, como o representante de
Deus sobre a torra aquelle que pode abrir
ou fechar as portas do paran!
A' parto da pastoral, em que o bispo
francez lembra aos seus diocesanos as pala-
vras de Jesas Christo, aquelle que nao ouve
a igreja deve ser considerado pngo e pu-
blicano, diz anda o jornal citado :
O prelado, de accordo cora todos os
doutores ortodoxos, repete com razo, que,
quera quizer ficar francamente catholico,
nao pode ser ao mesmo tempo magon ; elle
tem pois o direito e o dever de xigir
dos magons, que quizerem aproveitar-se
d indulto apostlico, que Ihes outhor-
gado, a renuncia completa socieda-
de, e a destruico dos livros, manseriptos
e insignias, que a elle se referem. Aquel-
les que protestassem contra suas palavras a
suas ordens, formuladas em nome de urna
tolerancia repellida pela igreja catholica,
e em contradiego com as suas doutrinas
fundamentaes, mostrariam que nao conhe-
cem bem nem a magonaria, nem o catho-
licismo.
O bispo de Autum prohibe que seadmit-
tam os membros da sociedade como padri-
nhos nos baptisados, salvo o caso de renun-
cia.e o Le Monde MaQoniqm convm ain-
da em que : O bispo nao ultrapassou o
seu direito.
Eis aqu, tem a cmara a cohenrencia com
que na Europa se procede; e nao sei porque
entre nos se ha de promover tanta agitaco por
um acto legitimo do prelado pernambucano,
acto que nao priva de nenhum direito civil,
nem poltico, mas apenas do que propia-
mente espiritual e da algada da groja.
Agora, Sr. presidente, permitta Y. Exc.
que eu consagre ainda duas palavras em
defeza da Ilustre faculdade de direito do Re-
cife, a que tenho a honra de pertencer, e
da qual confesso ser o mais obscuro lente.
(Nao apoiados. )
Essa faculdade foi aecusada de ser o abri-
go do ultramotanismo.
O Sr. Silveira Martins :V. Exc. acaba
de dar casa urna prova esplendida disso.
O Sr. Tarquinio de Souza -.Muito obri-
gaJo- ,
E o meu ultramotanismo, pelo que ve-
nho de ospender, V. Exc. ve que synom-
mo de catholicisrao.
0 Sr. Silveira Martins:-Nao do
Quando os actos emanados da igreja de
Roma, quando dfjecretos dos concilios ti-
vercm de prodimrefeitos temporaes, efleitos
meramente i'ivia, eOffc> o governo pode dar
ou
lhe convwr.
ou negar o b
ep5Sfc,
kuiuiiiv uuuo una
imperial, segundo
Nos outros caso, nos que dizera respeito i
f.o beneplacidofiaaperial n8o necessario lia-
ra a exeengaodos a tos emanados da igreja.
(Apoiados.)
Eu proyo isto ainda com a tolerancia
que nesta materia tem felizmente tido o go-
verno do paiz, permiindo, noseoppon-
do a que fossem publicados pelos- bispos
diversos actos emanados de Roma, inde-
pendeutemente dn beneplaeito.
Assim vimos, senhores, qae a Encyclica
Qaanta Cnra4b 8' d dezembro de
186i, e o syllabusl que a acetnpanhou, fo-
ram publicados em 1865 pel# nosso virtuo-
so metropolitano o Sr. rcekispo da Babia,
e pelo Rvm. deao da S do Olinda na qua
lidade de v gario capitular da diocese de Per-
nambuco.
E' note V. Kzc, gr. presidente, que em
t86o nao eram os conservadores que esta-
vara no poder, porque felizmente, meus
senhores, nesta materia nao ha quasto po-
itica entre nos ; o se entre os conservado-
res ha distinctos catholicos, entre os libe-
raes tambem os ba, e nao em menor nu-
mero. (Apoiados.)
Creio, Sr. presidente, em vista das consi-
derages que acabo de expender, haver
demonstrado a magnitude desta que'sto, a
qualjoga porcertocom um dos mais ele-
vados interesses da ordem social a conser-
vago dos direitos e da autoridade da igraja.
(Apoiados.) ^
E' por cstartzo que vou mandar a mesa
um requerimento, atm do que, por inter-
medio do Sr. ministro do imperio, seja
ouvido o Exm. Bispo de Pernambuco sobre
o objecto das representagos quo acabara
de ser levadas a mesa. (Apoiados.)
Demos lugar defesa, senhores, porque a
a defeza de direito natural. (Muito bem,
muito bcm.j
Vem mesa, lio, apoiado, e entra em
discussao o seguinte requer ment :
Requeiro que por interrmdio do mi-
nistro do imperio seja ouvido o Exm. bispo
da diocese de Pernambuco sobre o objecto
das represenlages que foram submettidas
considerago da' cmara. Tarquinio de
Souza.
O Sr. Presidente faz algumas observa-
ges.
O Sr. Martinho Campos (pela ordem):
Sr. presidente, supponho que negocio
de mero expediente a impressao de qualquer
papel ou representago no jornal que publica
os trabalhos da casa ; a consulta me parece
inteiramente superfina, mas V. Exc deci-
pardos da nago, e sem duvida alguma que apjiadoi.) Quem que ceieu ? ^Fomos
essa reforma presuppe a reforma d< algn ni, provaa lo o nosso direito, oa oram
trtigos da constituigo codo o orador j o ellos 1 Nao quera dizer quom foi, porque
dtsaera.em 1867 nesso discurso excavado a questo est termnala. Oque reste e
pelo nbre presidente do eonselho no intu- subirmos ao Capitolio o rendewos gag*s a
to da aoha-lo em contradiego. Deus.
Tambem em 1867, quando o nobre Ba- Finalmente, se os tratados que o orador
rao de Cotogtpe declara va lia tribuna do celebro com a Repblica do Paraguay nao
lepado, que O po ler pessoal eslava de tolo- tivesscm outro prestimo sonro o de tirar o
patento, o orador de.se raosm lugar com-' Brasil de um novo Estero Bellaco em que
bata a S. Exc. o collocarara, bastara esse grale beneficio
Cora a eteigao directa esto benten lulas para o consolar e conforta-lo aiadu mais o
outras reformas, a incompatibih la le dama- teren sido approva los pelo governo impe-
gistratura, independencia do poder judicia- rial, pola digna corpjragio" do conselho de
rio, reforma da guarda nacional, do recru- esta lo, pda approvagao que ousa esperar
lamento, etc. I do senado; Bca'ndo-Ihes na onsciencia quo
Dissera o nobre presidente do conselho, aquillo que elle praticou prtfticariam todos
que a eleigo indirecta nascia ira mediata-' os nobres senadores. (Muitos apoiados.)
mente da soberana do povo, e a eleigao di-' Passando ao terreno dos negocio > internos
tecla era aristocratice ; dissera o contraro recoia muito pagar mal a benevolencia com
do que real, e que a eleigao directa a quo tem sido ouvido; tratar da magna
filha legitima e genuina do povo. A elei- qnestao que tora oceupa lo tantos oradores
gao. indirecta urna mentira com que se' do senado, e nao o far com espirito aggres-
quiz Iludir a soberana da nago. (Apoia- sivo, mas como urna especie de defoza ao
dos e nao apoiados.) I voto que tem de dar na rasposU ao discurso
0 Sr. Visoondk do Rio-Branc.o (presi- da corda em referencia A nfiMUM eleitoral.
dentf do conselho) : Mas V. Exc. ai la' orador vota pela oleigo directa, mas
nao disse qual o seu senso; se alto ou contra a emenda do nobre senador pela
baixo. Baha. Reconhece que s a eleigao directa
0 Sr. ParNAGU : E' o senso com- rehabilitar os corpos legislativos ; mas,
mum. i votando desde j, vao se compromjtter por
O Sr. Zacaras : compara os resultados urna reforma cujo processo anda desco-
benelicos da eleigao directa, em relagao nliecido ; porque, desde que o senado votar
Inglaterra, Estados-Unidos, Franga e Italia ; pela emenda, fiea, eomprometti lo parante a
domonstra quo a renda lquida de que falla coma a executar por forga essa reforma,
a constituigo nao so verifica na pratica, ad- A emenda de opposi?io franca edoci-
duz exemplo para prova-lo ; e produzin lo.elida, e a prova que, o el la com os lite
outras considerages, termina dizendo que raes ou com os dissideutes. O ;$ovenio s
preciso ministros responsaveis que obstem ter dous mo los da proceder, no caso do
i principe a fazer o que bem quizer. (Mui-
to bem I 0 orador comprimenta lo.)
O SR PAES DE MEN'DONCA manifesta-
se a favor da eleigao directa, como nico
ser approvada a emenda : ou stguulo oa
consolhos do nobre senador pela Babia, o
apoiado pelo voto da cam ira dos depulados
nao d importancia passagom da emenda,
meiode regenerar o systema representativo e isto nao sabe o orador se digno do sena-
no-Brasil. Era susteiitago desta opima (do, ou, vendo que sem urna maiufestago
trata d abusos comraetti los rxdo governo tao respeitavel de opposigo no sena lo con-
e seus delegados, as ultimas eleiges, e da tra sua poiitica, retira se. Quaes, porem,
interferencia indobita que o -ministerio leve
at na verilieagao de poderes de alguns mem-
bros da cmara temporaria.
Dando as razes porque, tendo apoiado
o gabinete de 7 de margo na sessio de 1871
boj.-. faz-I he opposigao, basea-se no facto do
nao terem os Srs. ministros orocurado aca-
nto.
O Sr. Tarquinio de Souza :E' do meu ;
a religiao que eu professo, a catholica
apostlica, romana ; a minba regra de f ,
o ensino da igreja ; acredito tudo quanto
ella manda crr.
0 Sr. Silveira Martins : Ento e mfal-
libista tambem ?
0 Sr. Tarquinio de Souza :Sem duvi-
vaalguma.
0 Sr. Silveira Martins : Logo noe
catholico.
0 Sr. Tarquinio de Souza :Sou nfal-
fibista ; a igreja defina como dogma a in-
fallibilidade do papa ; a igreja a rninha
mestra em materia de|f, ella nao pde>rrar,
eu curvo-me submisso a tudo quanto ella
ensina e manda crer.
0 Sr. Silveira Martins :Nao vou por
ah.
0 S. Tarquinio de Souza ;Em que, Sr.
presidente, a faculdade de direito do Roci-
fe tem desmerecido ao alto conceito de que
sempre gozou ; em que pode ella ser cora
justiga aecusada, quaes sao as doutrinas
perigosas que ensina ?
Ignora porventura esta cmara, que na-
quella faculdade existem lentes que sao
prestrnosos cidados, amigos sinceros de
seu paiz, que ensinao constantemente as
melhores e mais sas doutrinas? (Apoia-
dos). .
Oual a doutrina pengosa ensraada na
faculdade de direito do Recro? Provoco
ao nobre deputado para que a declare. Se
essas doutrinas perigosas sao as doutrinas
da igreja.declaroa V. Exc. Sr. presidente.que
sou o Io reo confesso desso crune, porque
desde que comecei a exercar o meu lugar,
tenido sempre me esforgado para nao ensi-
nar doutrina alguma que possa offender as
da igreja cath lica e apostlica romana.
Tenho procurado sempre harmonizar ao
doutrinas da constituigo e das leis civis com
as daquella igreja.
A doutrina do beneplcito, por exemplo,
nao posso entende-la sem ter muito em
considerago o que est disposto no art. 5"
da constituigo, para nao chegarmos a re-
sultados absurdos, que contrariariam a
mente do legislador constituinte, e a lottra
expressa do citado art. 5.
Para evitar aquellos resultados, eu pens
que o IV do art. 102 da constituigo do-
ve ter um sentido restricto.

dir.
O Sr. Presidente faz algumas observa-
ges.
O Sr. Leandro Bezerra : Parece-me,
Sr. presidente, que se deve, primeiro que
tudo, votar o requerimiento apresemado pelo
nobre deputado pelo Rio Grande do Norte.
Descubro inconvenientes na publicago desta
representago sem que venha logo acompa-
nhada pela defeza do prelado diocessano.
'Apoiados.)
Entendo, por consequencia, votado que,
seja o requerimento do nobre deputado
pelo Rio Grande do Norte, tambem suben-
tender-se quo nao se pode publicar no
jornal que imprime os trabalhos da casa,
esta representago, sem que venha, como
acabei de dizer, acompanhada da defesa do
prelado diocesano. .
Assim pois, entendo que, votado este re-
querimento, fica rejeitado o do Sr. Silveira
Martins.
Uma Voz :Elles sao inteiramente con-
tradictorios.
O S. Cruz Machado :Nao ha contradie-
go nenhuma e* eu vou mostra-le.
O nobre deputado pelo Rio Grande do
Sul requereu que as representages fossem
impressas e remettidas s coramisses de ne-
gocios ecclesiasticos e justiga civil ; o nobre
deputado pelo Rio Grande do Norte pede
que, sem serem impressas as taes represen-
tages, sejam devolvidas ao bispo de Per-
nambuco. Sao dous requerraentos desfa-
zendo um ao outro.
Portanto, parece que V. Exc. tem de dar
seguimento discussao do primeiro reque-
rimento em tempo competente, nao sendo o
segundo mais do que uma emenda suppres-
siva do primeiro.
O Sr. Leandro Bezerra : Quem ap-
provar o primeiro rejeita o segundo e vice-
versa, porque elles sao inteiramente contrac-
ditorios. (Nao apoiados e partes.)
O Sr. Presidente faz algumas observa-
ges.
nao terem os Srs. ministros procura
bar com a diviso do partido conservador
anda que fosse resignando o poder, logo
depois de decretada a einancipagao do ele-
mento servil, que fra causa da dissidencia :
pelo contrario tem tratado de aggrava-la
cada vez mais, mandando at crear a dissi-
dencia em provincias onde ella nao exislia,
e perseguir amigos que muito os auxiliaratn
s porque nao podiam contar que fossem
subservieutes.
O SR. BAR VO DE COTEGIPS volta anda
aos negocios do exterior, dos quaes trata
detidamente, respondendo ao nobre senador
pela Baliia e especialmente ao Sr. conse-
lheiro Nabuco, no intuito de justificar os
tratados que o orador negociara com a Re-
pblica do Paraguay.
Concluo o seu discurso adduzindo entre
outras considerages as seguiritos :
Que sao dous alliados que sustentara o
tratado de allianga por um modo, e outro
differentoraenVe, porquo querem que esse
tratado osteja ligado como os gemeos siarae-
zes aos tratados de limites o navegagao ; mas
que todos os factos concorrem a demonstrar
e a deixar inconcussamente provado que o
Brasil, nos tratados do navegagao, de com-
mercio e de j>az houve-se sem offensa das
estipulages da allianga, sem ferir o trata-
do de 1 de mao. (Apoiados.)
as consoquencias :
0 Sr. Presidente do Conselho : E'
assim quo se deva fallar ao paiz e cora.
O Sr. Bar.vo de Cotegipe diz que, dessas
circumstancias o governo que vira com a
i lea predominante que M proponha a fazer
passar a reforma da eleigao directa, figuran-
do na sua opiniao, nao devia ser outro
sanio o nobre senador pela Babia, o Sr. se-
nador Zacaras.
O Sa. Zacaras : Eu nao. Sou auti-
pathico reforma do elemento servil. Po-
nba-me fra la linha de coutas.
O Sr. BatiO de COTECIPE diz que pelo
systema representativo, S. Exc. quera de-
via ser chmalo e incumb lo de fazer essa
reforma. Formava-s-i o ministerio com
alguns dos correligionarios polticos do no-
bre senador pala Biba : qual era a marcha?
Supponha.se que a cmara dos deputados
lhe nogava o voto qual era a consequencia ?
Ou havia S. Exc. de de:nittr-se, o que seria
um motuo continuo, ou havia de dissolver a
cmara. E com que systema eleitoral ha-
via de ser consultada a nagao ? Com o
aetual, j to desmoralisado ? (Muitos
apoiados.)
O Sr. Zacaras : Com aquelL* com
que oSr. Rio Branco a consultou. (Apoia-
dos.)
O Sr. Presidente do Conselho ; Eu
comprebendo que os hberaes nao querem
fazer a reforma.
O Sr. Zacaras : Os liberaos estao tora
da lei.
O Sr. Presidente do Conselho : Esto
fra da lei, porque nao esto n > poder.
Consultada a cmara sobre a publicago
da representago no Jornal do Commercio,
resolve-se pela negativa.
O Sr. Presidente declara essa discussao
adiada por terem pedido a palavra os Srs.
Pinto de Campos, Pereira da Silva e ontros.
SENADO
DISCUSSAO DO VOTO DE GRAgAS.
O Sr. Zacaras volta tribuna para de-
fender as emendas que offereceu ao voto de
gragas.
Sustentando a emenda relativa ao tpico
que trata da epidemia, o nobre senador
falla incidentemente nos acontecimentos de
27 e 28 de fevereiro ultimo na ra do ou-
vidor, e na questo religiosa, que vai to-
mando graves proporges.
Trata depois largamente dos assumptos
fmanceiros a proposito da emenda concer-
nente a excessos de receta sobre a despeza
do Estado.
Passa poltica exterior, com referencia
emenda ao periodo 6\
Faz algumas considerages relativas
existencia do poder pessoal, que, em sua
opinio, est tcitamente provada pelas pa-
lavras do nobre senador pela provincia de
Rio Grande do Norte, quando disse que-
nas mos do principe est collocada a om-
nipotencia dos poderes pblicos ; omnipo-
tencia que nao foi conquistada por elle.
Trata em ultimo lugar da eleigo directa,
tao malcQinbatida pelo nobre presidente do
conselho, que coraegar dizendo, que o
orador e aquelles que o acompanham que-
riam j e j ossa reforma, tomando o sena-
do a diauteira da cmara dos deputados.
Essa questo, porm, est collocada as
condigesde um verdadeiro conflicto entre
a opinio publica e a corda ; e, ou aquella
ha do vencer, satisfazondo-se assim as aspi-
rages de ua povoque a reclama, ou con-
tinuar o systema actual prvando a omni-
potencia do governo as mos do chefe do
Estado.
A eleigao directa nao programma do
partido liberal, porque hoje de-todos os
Que o Ilustre Sr. senador Nabuco recor-
rer ao art. 6o do tratado de allianga, como
base, de sua arguraentago para assegurar
que o Brasil tiuha a obrgagao de tratar
smente em coramura com os alliados ; ad-
mirando o orador que um espirito to pe-
netrante nao se soccorresse de outros argu-
mentos era sustentago de sua these cuja
importancia allis o orador nao desconhece.
O art. 6o diz que os alliados se compro-
metiera a nao depr as armas senao do
commum accordo, etc. Mas o Brasil de-
poz as armas, sem accordo, e antes de der-
rubada a autoridade do governo de Lpez ?
Nao. Negociou separadamente com o ini-
migo a paz, a guerra ou o armisticio ? Nao:
nem sequer esteve presente na celebreon- e
ferenciade chicotes. Celebrou convenges
para suspender a guerra, sem os alliados?
Nao : logo a paz foi restabelecida em com-
mum ; ej o accordo dejunho de 1869
estabeecia o Paraguay como um alliado,
de modo queja ello nao era um inimigo do
Brasil, mas urna nagao alliada. Era pois,
preciso que o nobre senador Nabuco tortu-
rasse a lgica para asseverar o contrario.
Que o Paraguay nunca esteve, nem est
sob o protectorado do Brasil, como o dissera
o nobre senador Nabuco. Se com effeito,
as vistas dessa guerra declarada pela nago
argentina fossem o prejuizo da integridade
do Paraguay, sem duyida alguma que o
Brasil devia' protege-lo (muitos apoiados) ;
mas eram evidentemente outras, e nenhum
O Sr. Barao de COTECIPE recorda que
so tem dito que o governo faz tudo, mas
neste caso seria o senado que vir a a fazer
tudo, que o senado teria assim promovido a
queda do ministerio, provocado a dissolu-
gao da cmara, finalmente o senado se cons-
tituida em uma oligarcha no paiz.
O Sr. Vieira da Silva : Ha remedio
na constituigo.
O Sr. Barao de Cotegipe, depois de ou-
tras proposigocs sobre o assumpto, e refe-
rmdo-se lei dos circuios, reonhece o va-
lor do precedente invocado na questo da
constitucionalidade da reforma eleitoral, mas
nao passa de um nico precedente, e isti
nao basta.
Procure-so melh rar a eleigao, estudar a
materia eleitoral com calma e imparcialidade
pe s mei s mais convenientes aos interesses
da nagao ; qualquer senador" pode dar o seu
voto, sem compromettiment de sua opi-
nio, o sobre tudo da ndole do senado, que
jum corpo retardatari Deixem que as
ideas fagam seu eaminho, e sobre tudo nao
sejam ellas impostas por meia duzia de vo-
tos vitalicios, o que est muito longo de
ser opinio immediata di paiz. (Apoiados;
muito bem.)
O SR. VISCONDE DE NITEROHY prin-
cipia tratando das oceurrencias que se de-
ram na ra do Ouvidor, as noutes de 27
e 28 de fevereiro ultimo, as quaes todo o
mundo sabe como tiveram lugar.
O jornal Repblica procura fazer uma
pozar nos Picara de que se izessem todas as festa por occasio das ultimas noticias dos
represalias. E ser isto um protectorado? jornaes da Hespanha; dingiram-se F-
Temos all a representago do exterior ? i redactores autoridade pedmdo- he o<
M.nfflmnsa ca indenendencia contra todos 'sentimento para conduzrem pelas ras
seus
con-
Manteraosa sua independencia contra todos' sentimento para conduzrem peas ras pu-
e contra tudo ? Temos a necessidade de blicas bandas de msica e illuminarem a
conservar all uma forga para garanta de, fachada do edifico onde funce.onam, ra
nossos direitos;; e por denudade decir- do Ouvidor.
cumstancias, a Franga est sob o protecto-
rado da Prussia ? E1 impossivel que o Sr.
A autoridade policial noaccedeu, porque
importava isso uma provocago cidade,
senador Nabuco nao conhega a differenga j qUe eslava em paz, produzin lo gravissmos
que vai de um protectorado ao procedimeii-:escailjalos: nao prohibi porem. qualquer
to do governo brasileiro ; nao taz o orador f9Stcj0 dentro da casa dos republicanos,
esta injuria aos seus talentos e illustrago ; contauto que nao perturbassem, ainda assim,
mas o que S. Exc. n5o previo que uma a ordem publica. Um nobre senador dis-
tal proposigo, partindo de sua boca preju-1 sera hontein que a autoridade devia marcar
dica mais os interesses do Brasil do que 'as condiges com que autorisra esse festejo ;
todos esses artigos que os peridicos daquel- 0 qUC er;l impossivel e ocioso, porque qual-
las repblicas publicam. (Muitos apoia- qUer cidadao pode fazer uma festa em sua
d0St) casa, sera dependencia de porraisso da au-
Que quando se v que o Brasil foi bene- tordade, o nem os proprios redactores da
volente, nao procurando aferir vantagem al- itepublka aceitaran essa licenga com res-
guma de sua paz com o Paraguay, todos se trieges, desdo que era feita de portas a
calam... dentro. '
O Sr Fernandes da Cunha : Nao ha ; Mas o facto de apparecer o dstico fiam-
politica mais generosa que a nossa. (Apoia-, .nejante de -Viva a repblica -a bande.ra
puutiM .urna fa h nacional disposia em forma de repblica o
OSR Bar yo de Cotegipe : ... que a do grande imperio da monarebia o outras
os limites j devera oslar demarcados, mas de nages monarch.cas enroladas a modo
os oue nao se calam dizem : nao temos de almofadas para serv.rem de encost cha-
As convengas esto-se fazondo, mou a attengodo publico ; a ponto e_ ox-
rerdadeira arma do guerra da doutrina cons-
titucional, ji era par ai s b*d somonte um
efcandafe, mas soguandoa pasa lei crimi-
nal, constitua um casa rio s repressivo
como pnnivtl.
Nao foi, o tem sido tolerado, por haver
da parte do governo mmto escrpulo de nao
fazer obra de um principio de liberdade de
mprensa.
S a tolerancia levara, naturalmente, a
nao perturbar esse festejo, "a deixar todas as
largas aos homens da Repblica.
Proseguindo no histrico desses fados, diz
o orador que esse distico deViva, a rep-
blicanao podia deixar de indignar muito e
muito a popolaco desta capital; o fama
que o illustre general Mitre dlzia, a respeito
desso jornal, quo ello tinha uma grande li-
berdade, mas que forga lhe era confessar
qu uraa sermdhante publicago, mutatii
mutandis no seu paiz, seria repellido pelo
pvo com urn desacato s instipjigoes do
estado.
O orador contina ainda na revelago
desses factos e seus coramentarios, passando
em seguida a tratar do discurso do nobre
senador pela Babia, das vanlagensdo rgi-
men monarobieo, da questo eleitoral, em
que combate a eleigo directa, coucluindo
cora ligoiras observages, pelo adiautaraento
da hora, faitee ao discurso do nobre sena-
dor o Sr. Jacintho de Mondonga, quo clas-
ificara do fraudulento o ultimo pleito elei-
toral, o qual, na opinio do orador, est
rauito cima de outros que tiveram lugar
as admiuistrages pretritas, quo no eirtre-
tanto se mostrara muito anchas de seu pas-
sado.
O SU. VlSl'.ONDK DO RIO BRANCO
(presidente do conselho) : Sou forgado,
Sr. presidente, a pelir ainda por algum
lempo a attengo do senado nesle debate ji
lao protrahido. Nao posso deixar sem con-
tostagao o discurso que ltimamente prol-a-
rio o nobre senador pela provincia da Babia
e o voto hostil ao gabinete que manifestou o
nobre senador pela provincia das Alagoas.
O primeiro desles illustres oradores u>
sistio era todos os pontos do seu primeiro
discurso, nao escapaiulo o periodo da falla
do throno relativo ao estado sanitario. S.
Exc. nao s insisti, como me parecen ter
replicado com mais acrimonia : desatteu-
deado s considerages que submetti ao
sou juizo relativamente a eso periodo, nao
duv duu o nobre senailbr mais uma vez af-
firinar quo houve proposito, nao de fallar
sobre a materia com a discrigao quo ella
exiga, mas de oocullar a verdade dos tac-
tos I Para lar torga a esta sua critica,
por dentis injusta, o nobre senador nao he-
sitou tambem era dizer que a falla do thro-
no nossa parte deve ser considerada como
o primeiro dos boletn.
Sr. presidente, nem sempre as fallas do
throno se tem referido ao estado sanitario.
Do poucos airaos a esta parto adoptou-so
este uso, mesmo em circumstancias ordina-
rias. E' claro que, no estado em que en-
to se achava a saude publica, haveodo pe-
rigo de que as molestias reinantes toraassora
maior extenso e gravidade, a falla do thro-
no devia fazer raengo desse facto, mas nao
como quem tivesse de publicar um boletiru
da junta de hygieno.
A epidemia de UMO foi sem duvida algu-
ma mais extensa e mais grave do que a
actual ; todava, a falla do throno nao se
exprimi ento nos termos explcitos c assus-
tatioros que o nobre senador pela provincia
da Babia quizora que houvossemos empee-
gado.
O Sr. Jobim : At no iim da sesso
djsse que a epidemia tinha testado, quando
ella ainda durava.
.0 Sr. Viscoxde no Rio-Bram.o fpce.si-
dnte do oons Uio) : Vou ler a falla do
throno de 3 de raaio de 1850, depois da
primeira invaso de febre amarella, cujos
estragos forara naquelle anuo muito mais
extensos do que os da epidemia actual. A
falla do throno entao se exprimi oestes
termos. (Leudo,1.
Algumas cidades do nosso httoral, o
especialmente as da Baha, Rio de Janeiro e
Pernambuco, tem sido assaltadas uestes l-
timos meaes do uma febre epidmica. Os
estragos da enfermidade, que allis nao estao
era proporcao com o terror que lera cau-
sado, allligera profundamente mou coragao.
Gragas a Deus, vai dimiuuindo o mal e es-
pero de sua divina misericordia que, ouvin-
do nossas preces, arrede para sempre do
Brasil semelbaute flagello. O meu governo
tem ampregado todos os ineios ao seu al-
cance para acudir aos enfermos necessita-
dos.
O Sr. Zacaras:Isto exacto.
"O Sr. Visuonde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) -.Note V. Exc, Sr, pre-
sidente, que a falla do throno nem designou
a epidemia pelo seu nome, disse uma en-
fermidade. ..
O Sr. Zacaras :lina enfermidade epi-
dmica.
O Sr. Y1SC08M do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :... procurou atte-
nuar o terror que essa epidemia ento in-
funda.
O Sr. Zacaras:ii nao infunda, em
maio estava acabada.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho, :O senado sabe que a
peste de 1850 foi cruellissima.
0 Sr. Zacaras:Mas era raaio estava
acabada.

Km mge^n^remtora^oc,^ clta sobeja indagago (no ver "do orador),
isto^ que vale ? para nada presta., 0 paraque a autoridade publica mterv.essee b-
?^?3r~-lJZZ. direitoS auo zesse remover a cxhib.gao man.fes la de ura
tratado de Daz estabelec^u os direitos quo -
eral Brileiros, que soffroram em suas escndalo, ou antes a perportragao do um al-
propnedades, a seren oderanisados ; as lenta do punivel.Esehouveemtudoisso mate
"*o nomei
tudo c_
disto tem prestimo. Pois bem (exclama diff.
S^stonoraeadasT"os'iWmna- ria de censura ella deve recahir do preto-
rios trabalham. tudo caminha ; nada rencia autor dado que tao impasMvele in-
disto tem prestimo. Pois bem (exclama difieren tomento testeraunhara tanto abuso,
o orador) eu desejaria saber ento o que A existencia desse jornal, como orgao de-
que tem prestimo no mundo? (Muitos. terminado a propagar doutrinas subversivas,
0 Sa. Viscohm do Rio-Branco (presi-
dente do conselho, -. Em dezeinbro ulti-
mo a febre amarella nao tinha ainda apo-
sentado carcter epidmico ; o nobre senador
pela provincia da Babia nao o pode negar e
por isso foi ater-sc epidemia da varila.
0 Sr. Zacaras Desde o principio das
duas.
Sr. Visconde do Rio-Branco (prpsi-
dento do conselho : Dover a rH "
throno, quando apenas appareciam casos
sporadicos do febre amarella, anuunciar
dentro e fra do impe io quo nossas povoa-
ges eram assoladas por essa terrivel epide-
mia ? Ninguom quo esteja desapaxonado,
quo nao procure a todo custo motivos d&
censura ao gabinete, poderia affirma-lo.
nobre sonador quiz, da primeira vez
que fallou, provur-nos quo no juizo do pro-
pro governo estava a conviego do que a
capital do imperio j era por esse tempo vic-
tima de uma grave epidemia ; o para este
lira citou-nos S. Exc. ura aviso do uobro
ministro do imperio, autorisando quo a San-
ta Casa da Misericordia abrisse novas enfer-
maras, segundo o seu contrato com o go-
ftmo.
(Continuarse-ha).


i
c.





TYP DO DIARIO t'-jA DUQUE EJ CA\IA3
"^ "
" *


Full Text
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