Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12869


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Full Text
r
<>*
> V
Ai\.\0 XLIX. NUMERO 69
l'Alll A CAPi/aL LIGABES OADK NAO SE PACA PORTE.
or tres mezes adiantados JP............... 6000
Por seis ditos dem.................. 12JJ000
or um anno dem *................ 24JP000
<2ada numero vulso.............'..-... 320

IKMIM.O 23 DE ARCO DE 1873.

PARA l>*;\TKO E l'BA li PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.................. 6*750
Por seis ditos dem................... 139500
Por nove ditos dera.................. 20*250
Por um anno idem................... 27JH>00

PR0PR1EDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILHOS.
O Sis. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para; Gonc,alvos & Pinto, no Maranho; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almcida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, Ka Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santa Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em iaaareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna ; Francino Ta vares da Costa, em Alagas; Al ves C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.
parte ornciAL
Miiiter la juttit/a
No decreto n. 2,113 mandnu-se contar para
ntiguidade Jo magistrado o lempo de servico
prestado durante a guerra em junta de servir.>
milita; e pelo de n. S,IH estobelecerm-se as
sBOintes dispo*c3es relativas ao mesmo assuoipto
Art. unieo. A matricul dos magistrados ser
de ora em diante foila vista das parlieipaces
dirigidas ao supremo tribunal de justka, peia se-
cretaria da iustica, presidentes das provincias,
rhesouro pulilieo the miraras.
1. julgamento da antiguidade dos magis-
trados, que exclusivamente compote ao supremo
tribunal de justi.-a, prevalecer para todos os
actos dependmies de antiguidade, como o acceso,
remorio ou promoc/w das eutraucias dos juizes
de direito.
i J'SeiM contado na antiguidade dos actuaos jui-
zes de direito o lemp > de elleetivo exercicio, que
em vrtude do art. '!. do decreto de 20 de dezern-
brn i 18-H nao Ibes tiver sido conlado.
3*0 governo pelos ministerios da justica e
lazenda dar as providencias necessari.is para a
i'jalera regular das participabas exigidas neste
artigo.
I'i* Ficam revog.vlos o art. 3." do decreto de
SO de dezei'ibro de 18:10 e quaesquer disposcoes
040 contrario.
Aranosos decretos sao de I do torrente mez.
Ministerio dos negocios da justica. Rio de Ja-
neiro, 1 de marco de 1873. lilil, e Exra. Sr. -
Em officio n. 12'de 21 de Janeiro ultimo V. Exc
submetteu approvacio do governo imperial a
solurao. que dera consulta do promotor publico
da combrea de Carvellns, sobre a competencia
lo adjwtcte. vi-la do arl. f< 1." do decreto u.
'kjSn-de ti iie novembro de 1871. para offereeer
i libelto aecusatorio. nao estando o promotor pre-
sente no lermo S. M. o Imperador, a cujo eonhe-
. ..nenio leve o objecto do mesmo ollicio, manda
declarar a V. Exc. que as attribuicoes relativas
fortnacao da culpa, conferidas ao aJjunelo pelo
citado rt. 13 I.* do decreto n. 4,82i de 22 de
novembro de 1871, nio se comprehende o libello,
que acto de aecusaco pelo qunl -e inicia o jul-
gamento do reo, e portante da exclusiva compe-
tencia do promotor publico. O que V. Exc. ara
constar ao da comarca de Caravellas. Deus
e'iarde a V Exc. Manuel Antonio Duarte iet
X:w Por este ministerio foram expedidos em o
lo correte o segumos avisos:
Ao presidente da provincia de Pernambneo .'
sulten ao antecessor de V. Ex., se romiiejem
aos jnzes de dir to emolumentos das senlcnras
proferidas em grao de appeUacto as causas
nvo, visto como os arta. 37 e 4" do regulamento
te ctistas rnente se referen! ao julgamento das
awiellacocs de que trata a lei de 11 de outubro
de K37, e das appellacoes rrimriaes. Declaro a
V. Exc. em r:sp sta ao ollicio u. 210 de 1' de
outubro do anuo prximo passado. e para o fazer
constar ao dito jniz que, em piante oiilra provi-
d-racia nao fr decretada, dever observar n'esie
caso a disposicu do art. 37, segunda pane do
citado regiment, conforme a pratica seguida no
loro da corte. Deus guarde a V. Exc. Maiwi
Antonio Duarte ile Azevedo.
Ao da do Amazonas: Com ollicio n. te de li
e novembro ultimo, V. Esc. tr.iiisiuitlio copia do
?c Ibe dirigir o juiz de direito da comarca de
arintins, cmsultando : I." se cada supplente do
fui/, mi nicpal deve ter especialmente para o cri-
uie um evrivao, a cujo cargo se aclem o pro-
(olio das audiencias c papis do archivo do
knzo ; 2.". se a aome.ic.io interina do serveutuario
lele ao supplente ou ao jniz proprielario ; 3.\
- i. audiencias devem ser dadas na residencia
.11 luppcante ou as casas das cmara- das vil-
las ou cidades respectivas ; 4." se. os ditos sup-
penles podeni noniear i iBciaos de justica para u
ervi^o do seu juizo. conforme a regra estabele-
eida pelo art. 2 do cdigo do proeesso criminal
ombinado com o art odo ragmamento n. 120
de 31 de Janeiro de l'2.
a S. M. o Imperador, a quem 'foram presentes o
ri'feriJo ucioe papis juntes, manda declarar a
V. Exc.: Quanto I." duvida-que os supplen
fe dos juizes miiuicipaes, como j o expbcou o
aviso de 18de outubro do auno prximo pasado,
nao tm escriv.-s privativos, mas podem servir
crio os dos delegados e subdelegados de polica,
a vista do art. 82 do decreto n. 4,81V de 11 de
uovenibro de 1871, licando assim prejudicada a
t.' duvida : quanto 3', que Ues suplentes (te-
tera dar audiencia n is districios que Ibes forera
designados para nelles prestarem de preferencia
a sta cooperar i. segundo a doutriua do art 0."
; '. do eitado decreto Finalmente que a'i.' du-
vida est rtSolvida pelo decreto n. 4,838 de 30 de
d "cP.ibro de 1871, qu establece no art 3.* a
. ..-.opulencia de ipi-lesquer juizes para nouieaeio
i-, demisso dos olDciaes de justica que peanle
Los servirera. Deus guarde a V. Exc. Manuel
Antonio Duarte de Azevedo.
cstudos a semelhante respailo: declaro a V. S.
que este ministerio, aceitando o seu espontaneo
olferecinienio, o encarrega daquelle Irabalbo jun-
tamente com o Dr. Luiz Alvares dos Santos, tam-
bera adjuncto da referida commisso Deus guar-
de a V. S. -Joo Jos de Oliveira Junqueera.
M i ii i I tirio lo Imperio.
Foi dirigido ao presidente da provincia d
Santa Catbarina o Segtllnte aviso :
Rio de Janeiro em 11 de marco de 1873.Ilm.
a Ex.ni. Sr. Sobre as eleicoes para vereadores e
juizes de paz da capital dessa provincia e da villa
da Joinvilie, s quaes refere-se o oltlcio dessa pre-
sidencia de 18 e 2 de dezeinbro e 3 de Ja-
neiro ltimos, c os documentes que os acompa-
nharam, tcnbo de declarar a V. Exc.:
1 Que as eleicoes da capital, em cujo proeesso
nao houve oceurreneia de irregularidades nota-
veis, devem subsistir, cumprindo que se respeile,
quanto a el-ico dosjuizes de paz, a ordem em
virtnde da apuracao feita pela mesa parociiial.
Nao admissivel 0 descont de qualro votos
ao cidado oaisjvoiailo, passandooseu iinmediaio,
por este laclo, para o I." lugar, desde que foram
englobad luiente apuradas as quatro cdulas que,
sendo relativas eleieo de juizes de paz, aprc-
sentavam o rotulo para vereadores, e as quaes
se diz ter sido contemplado nicamente 0 dito*ci-
dado mais votado.
. Que seapprov o acto pelo qtial essa presi-
dencia annulou a elei.o da villa de Joinvilie
pela razio bem fundada de ter havklo excesso de
votos em rolado ao numero dos cidados que
concorreiam eleieo pudendo este excesso,
visla da volaco oblida, alterar o resultado da
eleico, sendo outros eleitos. Cumpre, amianto,
que V. Exc. mande proceder nova eleieo de
vereadores e juizes de paz na referida villa.
Deus guarde a V. ExcJMo Alfreda Coneia
de Hveira,
ERRARA.
No final dos documentos houtem publicados,
sobre carnes verdes, lia um engao que convem
corriga* da segrate forma : onde se 16' A" azoa-
da nacional aOjOtO, deve lr-se.-A' fazenda na-
cional o 00.
INTERIOR.
Corre* jr nleiaeia
to Ifiurio
Fernuiuhueo.
de
Hinisilerio la tierra.
Rio de Janeiro. 18 de fevereiro de 187.!. Tara
cUr cumpr.meni > lei n. ,ti03 de 4 do corrente,
q\iv( aagmentou o sold dos ofciaes e pracas de
pr-t do exercilo, consulta Vine. :
1. Se o sold com augmento tanto para os offl-
rtaea como para as pracas de pret deve ser abo-
nado da.data da lei ou da sua pnblicaro, visto
r;ino o art. ti." das in d 1843 so se refere a novo sold no caso de pro-
n : ao dos olBciies.
S os empreg idos paisanos com vencimentes
' r.i Mres, taes como os da repartico do quai'tel-
li -.ir general, do bospital de Andaraln. das
is militares, e os mdicos pbarmaceulicose
.-l's c inlraiados, devem perceber o sold com
"?augmento, visto que a lei restringe esse be-
pncio mnente aos oliciaes e pracas de pret
d exeivito.
3." Se Com o augmento de sold deve continuar
o abono ila |ratilicaio para alagad de casa aos
, | Iciaes que nao a tem nos respectivos quar*
'.,-.. i vista da observacao feita no relatono
i aprosentei assemUa geral, tratando do
dito augmento.
Quanto ao 1." quesito, declaro a Vine, que 8
novo sold deve ser abonado a contar da data da
le.
Quanto ao 2.*, respondo negativamente.
t filialmente, quanto ao 3., do mesmo modo que
0 2-, sendo qif:, porJin o abono da graliticat-410
para alnguel de casi deve cessar a contar del
de marijo prximo futuro.
Deus guarde a Vine. -JoaoJotde Oliveira Jnn-
i v ff.Sr. Domingos Jos Alvares da Fonceca.
Ao Dr. Joaquim Moiiteiro C.aiuinlia foi dirigido
segrate aviso:
'I 'tuIo -se V. S. offerecido, viste seguir como ad-
juncto da commisso que tem de assistir exposi-
y i universal de Vienna, para e-tudar os melhora-
iientos e progrossoj da clrargia militar no eonti-
aeate europeo, e principalmente o que ,.r conve-
rrionte s ambulancias, hospilaes de vanguarda,
distribuiQode servico e modo pralico do aze-Io.
apparelhos, utensilios e tuda mais quanto p >ss
inieresaari cirurgia militar em nosso paiz, apre-
.-.. uUudo-ui'- mu rclalorio de suas obierva^Ous c
mo dk lAM-mo 14 de HABtte UK 1873.
Principiai ei boje tratando com mais largueza,
do que o liz na anterior, das occurrencias que se
deram com a Hejmlilica (panel.)
Ilavend-se propalado que por parle desta ba-
veria na iioite de 28 un contra inanifestacao as
scenas da noite anterior, aova agglomeraco de po-
vo. teve logar era frente ao seu eajriptorio, na ra
do Ouvidor. Nao era. nrem, exacta a noticii, ao
que parece; pirque nao houve illumina'-ao, nem
bandeiras. nem discurs is por parle da respectiva
redacto. Com lulo alnladeram-ss por parte do
povo vaias e apupadas acompanbada* de algumas
ceblas, btalas e cbouricas arremessadas c mira
as janellas dat vpographia.
Apparecendo a polica, foi 0 povo disperso. No
da seguiute publwou o directorio republicano um
manifest, expondo a seu modo o occorrido e an-
nuneiando que suspenda a publieacao de sua folb ,
por nio acbar.se garantida contra agresset, que
roptltava prolegidas pela polica.
Nesse niesino dia apresentoii o Sr. Silveira Lobo
um requerimento, no sanado, pedindo informapoes
acerca dos aeontecimontes bavidos as referidas
noites ile 27 e 28 d) passado, e, acompanbando-0
de um animado e aggressivo discurso, em que altri-
buio ao governo a autora dos meslos acontec-
mentes.
Redarguio-llie o Sr. visconde do Rio Brauco.
mostrando a improcedencia das aecusacoes que
I lie erain dirigidas, e fazando paloute, pela leilura
das parles olliciaes, que a polica uavia feito o sou
dever, piocedendo com prudencia e Duendo acal-
mar a exeitac, io popular pelos meos suasorios, de
tal modo que ninguem nasa offeadido nem mal-
Irado, inclusive Os proprioa autores da festa, que,
apezar iHi indignaeao do publico, neiibuina aggres-
so material sullreram em suas pessoas : nao se
podia exigir que a aulotidade fizesso varrer a ra
pela tropa e acutilasse o povo, para que os adora-
dores de Castellar terminassem a sua festa u;a, nro-
nunciaiid i os incendiarios discursos que bem Ibes
apron vase.
A discusso licou adiada ; mas.somentd na do
vol de gracas locaram outros oradores nos men-
cionados aconlerimenios para censurar o g.iverno,
ao que responden anda o Sr. Rio Blanco eng oba-
damente com outros fados de que se oceupou ni
sen segundo e importante discurso.
Na cmara dos depulados tambera no dia 1
aprasantou o Sr. Florencio de Abroa um requer- [
nunte sobre o mesmo assuuipto.ggrediudo o go-
verno com virulencia.
l'rincipiou 0 Ilustre deputado rio-grandenso d-
zen.lo, que a maneira franca por que j defini
suas opinioes polticas, do-lbeo direilo de ser con-
siderado iinparcial. e anda mais porque nao
duvidava declarar solenmeuieiile, que se militasse
as bandeiras dos que festejaran! o eslaielecimen-
to da repblica na llespanba, tera procedido por
modo di ver.-o do que procederam os nossos repu-
blicanos.
1., porem, sua opiuio que as oceurrencias de
que traa devem envergonhar-nos, por que
o governo cumplice. se nao autor aellas; o
povo estar pacifico, os agentes da autoridade fo-
ram os liirlmlentos, e os urbanos disfamados eraai
os que carregav.ini podras era cestos, para seren
arremedadas as vidraeas do oscrntorio da Hepa-
Hira, alera de que desde que a polica den licenca
para que a redaeco daquelle jornal illuniinasse o
geu edificio, eslava obligada r. garantida c prote-
ge-la por meio da torca, se nao podesse faze-lo
Inandamenle.
Ilaveudo a cmara volado urgencia para se dis-
cutir o requerimento, subi tribuna o Sr. minis-
tro da jiislica, que. em um vehemente e eloquenle
discurso, vivamente apoiado pela maioria. respon-
deu a todas as ariiuicoes df precedente orador,
expondo e apreciando os -fados sob a .-r:i verda-
deira luz, e mostrando que os nicas provocado-
res e responsaveis le to denloraveis aconleciraenj
tos foram os proprioa redactores da Hipntica, p
imprndencia com que procedern!.
Nao podendo dai-lbe aqu a summa desse m-
poilanle discurso, contentar-me-liei cum trans-
crever algiuu trechos do extracto que delle fe: o
Dimit BonoM de protestar contra a grita de mo;-
nexperlos que nao podara consliluir-se orgo da o-
pinio, (pie clama pela verdade e permanencia das
nossas instituiedes, e repellir a connivencia em taes
factos que o r. Florencio atlribue ao governo.
0 Sr. ministro da justica contina duendo
que todo o mundo condece os aconlccimenlos que
tiveram logar nos dias 27 e 28 de fevereiro. Ten-
do edegado a noticia (nao sabe se feliz ou infeliz)
dos ltimos factos siinedidoi em Hesp.inln. pre-
leuderam algn i majos festeja-loa e airiglram-se
i polica, pedindotlbe licenca para ahiretu com
mu banda do msica pelas ras e para illu-
miuar o estebetecimonto onde esl o escriptor.o da
Bepnblica.
a a primeira parle do seu peJide Ibes loi re u-
suda. Euteudeu-so, e eateadeu-9 bem, que seria
affrontar de mais o bom senso do povo brasileiro. B preciso, porm confossar? que, a parte o es-
e evitar as justas susceptibilidades deste paiz emi- P,rit0 oppo*ieionsta e as malignidades a que me
neiilemente rnonarchista (muitos apoiados), con- orador costnma reccorrer, o seu discurso foi mi-
sentir que se festejasse publicamente, com escn-
dalo talvez, um acoutecimento, que pela forma "por
que era apresentado nessa festa popular nao attra-
bia as attencoes e os favores da populacau brasi-
leira. Repblica illumraassem o seu estabelecimeuto e li-
zesseui a sua festa no interior do edificio em que o
mesmo estabelecimeuto est montado".
No dia aprazado, afim de se inanter a paz
durante essa festa e para que nao houvesse qual-
Duer desacate por parte,da |pulaco, a polica
dispo: pela ra do Ouvidor patrulha*', que transi-
tavam constante e permaiientemente por ella.
Contra este procedimento, reclamaram os redac-
tores da Repblica ou alguem por elles, pedindo
que essas patrullas fossem arredadas.
........................
\\-Je as
i "visa
" ; a
la"*
Pede cmara que veja se o prurido de fozer
inanifestacoes ao povo nao era o movel principal,
mover a agglomeraco de povo defronte daquelle
estabelecimento.
Depois que se arredaram as patrulbas e o po-
vo foi-se oggioraerando, entendeu-se que era beca-
sio conveniente : I* de darem-se vvjs repbli-
ca, 2o de tecar-se a Marselheza, e era 3" logar de
fazerem-se discursos incendiarios.
L o orador o extracto do discurso proferido
ento pelo Sr. Quintino Bocayuva e publicado no
minifesio da Repblica, para mostrar que os fins
dos redactores della estavam realisados com agglo-
meraco de povo defnate do escriptorio, e diz que
foi nessa oceasiio que rorapeu a vozeria por parte
do povo, levantando-se um protesto vivo contra
principios tao demaggicos (apoiados e nao apoia-
dos); foi nessa oerasiao quercpellio-se o espirite de
propaganda e eomeroa a luta infeliz de meios ma-
teraes entre os redactores daquelle jornal e o po-
vo all aglomerada Mas, inmediatamente que a
poJtcia feve conhccimcnlo dos factos da aggressin
material quosedavam. interveio para qu cessasse
o escndalo.
Para a festa que se feria no escriptorio da Re-
publica arvoraram-se bandeiras de ililferentes es-
tados republicanos. No centro elevoii-se ulna ban-
deira com as cores nacionaes, mas sein o symbolo
do pendao da nossa soberana ; adoptaran!
cores, mas nio se ad iptaratn as insignias, a
da nossa bandeira.
Nao ludo. Sobre o encost da janella, ser-
vindo de almofada ou de tapete,eslava entre unas
enrolada a bandeira.nacional. (Contestac/ies.)
o Ora, vista de um procedimento desta ordem,
quando se fazia Je tapete a bandeira nacional B
era e>bibida despida do seas atavos aquella fl-
mula, que o symbwlo da soberana do paiz, pe-
dera o jpovo assistir indifferente a um es-anJa
lo que provocava os seus mais generosos sem-
inen tos ?
Fois a baud ira que o lar, que a familia
1'ie 6 o estado, que representa a honra e a sobe-
rana nacional, que a gloria e o symbolo das
mais generosas aspiraces dos brasileiros, poderia
estar despida de suas galas e enrolada como tape-
te para servir na festa dos republicanos ? (Muitos
apoiados e contestaeoes.)
O orador nunca autorisaria o emprego de
meios materiaes (apoiados), deplora que se tvesse
recorrido a elle-; mas preciso tambera dar al-
gum descont e justilicaco n\u jurdica, nao poli-
tica, mas moral, se pessivel, ao espirito da po*
pulacao just.mete irritado por urna pravocai.'o
to inslita. (Apoiados e nio apoiados.)
Foi em razo da repulsa violenta por palavras
6 depois por meio de projectis que a (Milicia inter-
veio para fazer cessar a aggresaao que at ento
nio tinlia havido seno por causa do proeedimen-
to irregular dos redactores da Repblica.
a Interveio a polica e para que 1 Nao so para
que cessasse o escndalo de estar arvorada a
bandeira nacional som o seu symbolo, como lam-
ben! para que cessasse o motivo da irrtaeo po-
pular.
Ao principio os redactores da Repblica apre-
senlarara algumas difliculJades, mas por ultimo
adheriram mtimacao da autoridade c a bandeira
foi arriada.
Arriaran! a tal bandeira e a atiraram ra. O
povo despedacoua. Era seguida tambera atira-
ram a bandeira americana, alim de que rasgan-
do-a tambera o povo, houvesse protexto para urna
(uestio internacional. Assim. porem, nao aconte-
cen. Um individuo apanb .ndo-a, dobrou-a, e
deu-a a gnard i^em ama loja.
Iiiiiiudiatanienle o povo julgou-se satisfeito e
cada um retirou-se para sua casa.
Quaes foram, portante, os autores dos atten-
tados, amo chamara os nobros deputado3 os fac-
tos de 27 e 28 de fevereiro ? Foi a polica que in-
terveio para acalmar os nimos, que nao quiz des-
de o comeen, que houvesse ajuntamento de povo
defronte do escriptorio da Repblica, ou foi a p
palacio do Ro de Janeiro indignada contra o pro-
cedimento dos redactores dessa folua I
0 governo nio liaba receio algura das maui-
estacoes |ue fazia a Repblica. Este jornal exis-
te da muitos anuos e elle mesmo pode dar teste-
inundo de que nunca solfreu por parle do governo
a menor doslilidade.
Passou S. Exc. depois a mostrar que o governo
se quizesse perseguir a Republici, poda le-lo fri-
to sera sabir (Oradalei : nesta adiara base para
reprimir sua publicar i, anda mais Hgando-se a
assignatuia desse jornal umi rifa, ou lotera, ex-
Irahida por oumaros, o que contrario a iei de
18 0, mas a que se tem fechado os olbos, para
que nao paraca que ha perseguicao impreusa.
quilqner quoiseja a opiniao que esta sustente.
A ptiliea s interveio para inanter a paz e se-
guranea individual, e claro que nao foi ellaqueni
mandn fazer o desacato ; e nao passa de urna
historia inventada, e que o Sr. Florencio tirou do
manifest da R'pn'ilicu, d_- que os urbanos coudu-
zissera cestos de podras.
0 Sr. ministro da jnstiru diz que Ihe consta que
nvadio-se um armasen! prximo ao estabeleci-
meuto da Repblica e fez-se prjvso de batatas,
de cublas e er que at de cbourcos. (Ililanda-
de). Foi com esses instrumentos, de eerto modo
ridculos, que o povo acconimetteu o escriptorio
da Repblica ; e se esta deve a su.Vmorte sim
plesmente s ceblas e batatas, pode-se dixer que
de inuito pouea cousa morrea (Riso).
Repel que nao saneciona a aggressao, mas o
governo nao pode ser responsavel por nio te-
la evitado completamente, porque eases tumultos
rpidos, levantados pela onda da indigua;o popu-
lar, nao sao facis de ser repi imidas ; e para pro-
var es*a aseer/o cita os factos acontecidos em
1813 na questao Chriatie e em 18U7 na do"> Fi-
gueiredos.
Como que na dypotdese verlenle em que
nio se den por parle dos suppostos aggrediuos
nem um arranho, en que conlinuaram no seu
estabelecimeuto e ahi formularain e publicaram o
seu protesto, declarando que tinban prosegudo
nos seus trabadlos, elles .i]ireseiilaram-se coactos,
suppinmein a folba e faiem-se victimas de u oa
agressao inslita ?
Em seguida ao Sr. Duarte de Azevedo, falln o
Sr. Ferreira Vinna. o qual, em artigo de ftiud i do
Diario do Rij, j b..via protestado contra o utlen-
ludo de 1/ e 28 de fevereiro. coiicldinjo com as
palavras d; C'iristo ao ara primiro ministro itex-
lual).
Qmih com ferro (ere, com ferro ser fendo.t
portante e muito eloquente. Piincipiou baaou
unvi descripcio topographica do campo tlt bata/ha,
i-lo a largura da ra do Ouvidor e a oxtenaio
do quirt'iro em que se aclia o oecriptorio da Re-
pblica, par d'ahi inferir (ue as mteatjoea dos re-
daelores desta eram tedsa pacificas, que a illiiini-
nacao e etabandeirameaio nada tinbain de iiilen-
sivo e provocador, e que t por TOteeeao ou
conveniencia da polica, que a'is i-avia dado li-
cenca para o festejo, que poda dxr-ss o que
houv
Occupando-se com-a parlo do discurso do Sr.
ininisiro da iustica relativa, a bandeira, disse :
O Sr. Ferreira Viinni: -Similores, na ban-
deira brasileira vejo tres grandes svuibolos, que
representim tres grandes realidades : nina que
.........t resume em si as soberanas esperaueas da huma-
udade, outra a patria e una terceira o elemento
m os preponderante de nossa arganisaco poltica.
A cruz collocada na maor elevaco da coroa e do-
minando-a ; as cilres nacionaes c a monarchia que
consorciou a liberdade cora a ordem.
A religlo senipre inunutavel no meio de tan-
tas cousis passageiras e mo'eU, que se elevam e
cem, superior acc.io dos honieiis e dos aconte-
cim ralos ; a p uria inmortal, que sobrevive, a to-
das as revolu.oes e a todas as calamidades, e a
monirchia, principio conservador de nossas lber-
dados, mis, como todas as crea.oes humanas, su-
jei a ao desenvolviniento das condieies peculiares
de ea la povo, transforma(*rio, e por sua aatureza
de meio de governo, transitorio.
E anda em sua qualidade de memoro do parti-
do catholico, como jihima vez se qualificou, aceres-
centn :
Defendendo aos opprirail'is, devu-lhes teda u
franqueza.
A* qnalquer nutra b.mdeira preflro a nossa,
tingle do seguiute modo : votes que euteiidein que forma, porque esta tem sido a opiniao geral...
a materia 6 constitucional e que a constitui.ao
procisa de reforma ; votos que entendem que a
materia nao constitucional; votos que enie.idem
que o censo deve ser elevado, constitucional ou
nao constitucional a reforma; votos que entendem
que o censo deve ser baixo, de iiianeira que com-
prebenda a totalidade, a grande inassa de cidado*
que hoje tem vote. Tu lo ato se rene para dizer:
viva a eleieo directa Na occasio em que vior
o projecto da reforma pela elei.o directa os da
reforma da constitu;o nao votam ; os que que-
rem o ce.iso ainda mais alto nao votara, e vire ver-
sa; de modo qne o senado vai coni|iri)inetter o
seu vol por um melhodo de eleieo, de cujas b.i-
ses anda nao lein conheciniento.
O Sr. Flrmino : -Quer a idea ; depois trata-
remos da forma;'
0 Sr. lia rao de Cotegipe : -Rem, enlo diseu-
ta-se, mo>tre-se o que 6 bom ; mas nao se leve o
negocio ao ponto de dar-te um voto ; o vote acto.
Desde que o senado na roposia a corta diz -que-
remos a eleieo directa, est compromettido a fa-
ze-la.
Ora, a emenda nes-c sentido toda poltica ;
nem nos illudauos com as BXpticacde' nMii com
o que disser um ou entre seu.nl.ir; emenda de
opposieo e d I Oppnsco franca e decidida. A
prova que o lado dos nobres senadores e os
que respeiio com sacrosanta ; o symbolo da
ordem e da pus, da terca e da gloria da patria.
Receio puBf inlegri 1 ide do ini|>ero, talvez seja a
tiiuido'. que as mividades rae incutera, e sobretudo
que|com a corda v a cruz.
Nao dvsaniuiei do futuro e nem csteu conven-
cido da conveniencia de mudancas em nossas ins-
tituicoes.
A bandeira que victoriosa tremiilou desde a
embocadura do Prata at o Aqnidaban ; a bandei-
ra, que fez cahir as duas mais abominaveis tyran-
nas do nosso seeulo, Rosas em Buenos-Ayres e
Solano Lpez no Paraguay, nos eleva no ronceite
to mundo, lera muita gloria a pre.o de heroicos
sacrificio1. a
u A bandeira, arriada por ordem da soberana
ra do Ouvidor, nao era e nem podia ser consi-
derada um nllrage ao patristismo ; era o symbolo
de ana idea e nada mais.
Apedrejada e rasgada, eom*;ua a sua historia
pete soffrhnento.
v'
. As minhas opinic sao condecidas c as man-
teado. A hi.-teria das tentativas para melhorar
governos desa ni madura. Pretiro supportar go-
vernos loleraveis que cerquem de sufllcientes ga-
rantas as pessoas e a pr prie la le. a correr os ris-
das revoiu.ioes. As repblicas idaes estte, como
dizia Bacou. muito alto para darem luz.
E aqu, como que QnerM o dar una Itsposta
aos q le o aecusam de ter sido republicano de 24
quilates quando esludante.o orador accresi-entou :
Lembremo-not de nossas primeira iaelina-
.oes, de nossos puros enlhusiasmos, de nossas
paixes vilenlas e sinceras, e nao estranbareinos
o que vemos e queremos condeinuar.
A lucidor forma de governo na regiio tdeori-
ca urna questao sem alcance poltico. O proble-
ma est resolvido pela nossa constituidlo, pratica e
sabiamente. Foram attendidas devidamente as
condcoes do n.is.-o paiz. Os resultados, n.lo olis-
t.inte as degeneravoes de nossas instituicoej. seno
corresponden! inteiramoate s previsoes do legis-
lador coosliluinle. nos leen! assegurado beneficias,
que duvido podesseraos alcancar de qnalquer ou-
tra forma de governo.
Por fin falln o Sr. Marlinbo de Campos na mes-
illa toada do Sr. Florencio, fazendo o governo res-
ponsavel pelo quo oceorrea. A discuss.io licou
adiada pela dora, e nao continuou mais nos dias
seguiutes ; visto qne, devendo proseguir no sab-
bado (8) que destinado aos requerimentos, nao
douve sessao nesse di i, por causa da eduva. lam-
bem porque, com a epidemia andam os nossos re-
presentantes iiii pooco assustados e evitam ex-
por-se, quer aos grandes calores, quer dumi-
dade.
Na imprensa lamben o negocio tem sido muito
discutido.
A Reforma, no seu papel de opposicionsla, ac-
cusa cora violencia o governo : a .Sacio, o Jornal
da Corlee pedidos no Jornal do Commercio o de-
fendem.
Ura Sr. ClimaCO dos Reis, cidado nascido as
Ildas, ipie j foi empregado, ou colI.adorador da
Repblica, apresentou-se no dia 9 pelo Jornal do
Commercio em u;n extenso artigo, e p9e a calva
moslra toda a sucia dos taes ropobUcanos, pa-
lenleando que havia por l grande quebradeira, e
que o jornal eslava a expirar, pelo que procura-
raa esse pretexto para caloleareui com decencia
os assignantes, que tinbam sido encoclados com a
promessa da sorte grande da rifa. Os redactores
da R'publi-a, que team publicado bolelins diarios,
protestaram contra o artigo, declarando que o tal
Sr. Reis espito da polica ; (o que alias nao
exeto, segando me a firmam) e este ainda veio
imprensa.
Seja como ftir, o facto que a Repblica vai
reanpareeer no dia 17 (segunda-feira). Pallava-lhe
dndeiro.J verdade; mas houve um amigo, que
adiintou qualro eonlOS de r:s, con o que foram
pagos os typographos e o aluguel da casa, e um
outro, fazeudeiro rico do interior, que em odio ao
governo por causa da lei da eiuancipaco, mandou
por 3'J conios disposic.ao da folba, alim de quo
e-la continuase a ser publicada, vaina a ver-
dade.
Deixando, porm, a Repblica, com que de mais
me tenhooecupado, dir-llie-hei que j terininou
so senado a discusso do voto de grae.v, sen lo
approvado o projecto da iniioria da commisso, e
rejeitadas aj nvs emendas do Sr. Zacaras, mem-
oro divergente.
Era a principal neil.is a que diza rsped i a
eleieo directa, em favor de caja idea pronunciou-
seoSr. viscond) de Jaguary (Souza Ramos) de-
clarando, entretanto, que votava contra a dita
emenda, por entender que com^ senador nao de-
via coacorrer para torear o ministerio a retirarse.
Fallou ainda o Sr. Cotegib.-, cuj discurso acha-se
publicado no Diario de 11. Reeommendo-lhe que
o lea. Na parte dos negocios externos a sua res-
posta aos Srs. Zacharias, Nabuco eSaraiva foi vic-
torosissima, nao teve mais conteslaco.
Na parte interna, cora rela.o eleieo directa,
produzirara os seus argumentos grande impre.-sio,
e desapontaram completamente a opposieo liberal,
que o provocava a que se pronunciasse, visto ter
elle dito era 1*67, que a eleieo directa era um dos
meios mais elDcazei para a regcneraeo do systo-
ina representativo, o que foi muito co nbatido pelo
mesmtssimo Sr. Zacharias, hoje advogado extrema-
do da idea.
Com quanto esta carta v j um ponfo tonga,
cousinta que aqu trauscreva parte do que a esse
respeito disse o Ilustre senador.
0 Sr. Bariio de Cotegipe : -Os votos, que se
reaww em favor da eleieo directa pjdem-se ds-
(Ha ii/ uparle.)
t- Querem a eleieo directa sem reforma dacons-
iiIiihm Ku nao digo a minba opiniao ainda, as-
tea apenas pergiinlando a dos senbores.
Sr. I'ompeu : Queremos, sim ; V. Exc.
tambera desta opiniao.
'I Sr. llanto de Co'eoipt : Nao disse isto :
nao est no meo discurso ; l est : a eleicio di-
recta e mais nada. Mas vamo* a hypothese.
Quer a cmara dos deputados a eleieo direcla.
mas com a reforma da constitui'.-.io ; se ha refor-
ma da conslituieo, a comtuicio manda que a
iniciativa seja aquella cmara
Ser o senado, cwpo por sua natureza prnden-
te, creado pela constituido para sua guardan
garanta, que ha de dizer cunara popular: nao
para i-to nao preciso reformar a constituiejio.
podeino-lo fazer sem reforma e, (Mirlante, reprovo-
a lei /
Podar osenado fazer isto ; mas dando um vo-
to preventivo arrisca.se a todas as consequencias.
Snpponha-se, parm, que a cmara diz que
quer a eleieo directa sem reforma, entio, dizem
os nobres senadores, pode a iniciativa ser aqu, co-
mo j acotoccu em 1833.
t Sr. presidente, os eorpos legislativos teem af-
Iribuieoes escripias e attribuic; es que nao sao es-
cripias, porque estn na ndole do governo o de
conservador* s descontentes, que se oppdeui ao mi-, cada um dos eorpos codeliberantes. Assim, em-
nislerio, que votam por ella. I bora na i esteja expi esso na censtituicao que as
O Sr. Vieira da Silva : Os que querem a leis regulamentares a respeito de eleicoes teabam
eleieo directa. sua origem na cmara dos deputados, todava a
O Sr. Batdo de Cotegipe : -Eu timbera pens natureza do governo, a natureza das duas eaiua-
que a eleieo direcla conveniente e neciissaria ; ras pede que na dos denotados se inicie a reforma.
e quando chegar a occasio do vota-la, os nobres puque a el'.a .uj principalmente alTecta a re-
sonadores me tero a seu lado. N.o tranalverse-. forma.
m>s ; a emenda deiJiduneiile de oppjsico. Governo nenhnm tem feito proposta (tara re-
O governo tora dous procedimentos a seguir forma eleitoral aqu nesta cunara ; as que tem
no caso de ser approvada a emenda. Ou, segn- apparecido relalivaineie le regulao entar ie
do o nobre senador pela Babia, apoiado no voto eleicoes foram Iniciadas na camari temporaria,
que j lera da cmara dos deputado*, nao d.i ira- Ora, a respeito de urna lei que nao se pode
portancia passagem da emenda, e isto nao sei se considerar Mmente regulameiitar, lei que vai inu-
procelimento conveniente edign* pafa osenado, 'dar roinjiletam-nte o systeraa eleitoral da eonsti-
ou vendo que tem urna maioria respeitavel, de. tuico, quero dizer. mudar do pelo para o bran-
pessoas to notaveis no senado contra a sua poli- ( co, que deve ser iniciada na cmara doi Srs. se-
tica, re rase. Vamos ver as consequencias.
Retirando-se o governo, necessariamente ha I
de formarse um gabinete, em que predomine a]
idea da reforma ; e esse gabinete ou ha de faze-la i
pasear ou eabir lambem.
Nao quero perguntar quem ha de ser chama-
do ; em rainha opiuiio devia ser o honrado sena-
dor pela Baha.
O Sr. Zacharias : Eu fui antipatlnco lei de
elemento servil; estou inntilisado.
O Sr. Baro de Cotegipe : Os douiens poltico*
nao podem dizer : dcsle pi nao conierei, desta
agua nao bebereJ.
O .Sr. Zacharias : Ponha me tera de suas hy-
pothesea.
0 Sr. BarJo ie Cotegipe : -A minh.i liypofhe-
se nao pode ser tomada sanio no sen verdadeiro
sentido, porque V. Exc. tem oecupado essa porice
muitos vezes e digno de oecui>a-la. No systeraa
representativo, o que dara succeder ser o nobre
sonador incumbido de fazer a reforma. Formava
o seu ministerio elle, ou algura dos seus collegas,
c a a cmara dos deputados propdr a reforma.
Suppon^a-se que a cunara negava-lbe o voto, qual
sera a eonseqnencia ? Ou havia de demittir-se o
ministerio e isto seria urna roda .-era lim.ou havia
de dissolver a cmara e appellar para a na:o.
Mas, senhores, com qne semblante, com que
cara havia de ir consultar a nac 10 com esta lei
que tendes desmoralisado por tal forma t
0 .Sr. Z'icharias : O Sr. visconde do Rio-
Braneo nao consohon
0 Sr. Vuconde dn Rio-Branca (presidente do
COHteUu ). -Ora ahi est !
O Sr. Zadkariai :Nos estamos pedindo ao
governo que propouha a lei.
'< O Sr. Bardo dr Cotegipe :Aqu se (em dito,
Sr. presidente, que os governos huei lado, mas
ainda nao se disse que o senado f.ii tildo.
o O Sr. Zacharias : Nos queremos que os con-
servadores facam a reforma; os u'beraes esli lora
da le.
O Sr. BarSo de Cotegipe: Qual! esto at
muito perto.
O Sr. Vieeonde do Rio-Bronco (presidente d'i
conselhoj; -Esto fra da lei, porque nao esli
no poder.
0 &. Bariio de Cotegipe: -Cintioun cara o
meu raciocinio Tem passado em julgado que os
governos sao capazes de lud, al (taquillo mesmo
que como homens particulares seria causa di! res-
ponderera a accusa.o criir.in.il. 0 senado, porm,
nio esl acjetnmado a fazer tildo, 11.10 deve fazer
tudo c neslo caso seria quem havia de fazer tudo,
porque seria quem promovera a queda do gover-
no, e. por consequencia, teria liazido um novo
ministerio, que promovera a dissolacio da cma-
ra ; por esse aclo era responsavel, por todas as
scenas que a dissoluco tiaria, c por todos os re-
sultados da nova cmara. Einliui, o senado se
constituira urna olygarchia, e nao haveria remedio
que podesse curar essas dores, nem administracio
(|iie podesse vivar. Isto o que n'o quero nem
desojo.
Nos somos os retardatarios pela constituicao ;
nao nos eumnre pormo-nos frente de niovimen-
tos desta ordem. ( Apoiados; muito bem ) Fai-
tees completamente, senhores, ao lim da constitui-
cao, que nao vos croou para serdes promotores
de reformas, mas para que moderis o fogo, o im-
pelo, essas explosoes qne de ordinario apparoeem
na mocidade, na outra caraira!
t O Sr. Cans-ansdo de Sinimb : -A reforma
dos -circuios foi proposta no senado.
0 Se Barao'de Cotegipe: -Hoje. pode ser
muito conveniente que o 111 mnenlo acoderado
parta daquella roda que foi posta na machina so-
cial |iara retarda-lo ; mas amaub talvez vos ar-
rependaes de ter transformado o machinismo !
A cmara dos depulados, anal |iier que seja
a sua origem, quaesquer que seian os defeitos da
sua eleieo, defeitos que provem de 11111.1 lei do
paiz, representa o tnovmento prbgressivo da socie-
dade, represento a opiniao do dia, representa, em-
fim, a necessidade de mdhoramentos, que poeeam
ser mais precisos. O senado, nao ; o senado deve
reflecto, deve fazer como oslavradores (seja-me
permittido fazer urna eomparaco da minba pro-
lisso) que ao descer a ladeira atam alguiis ani-
inaes do carro pan que este nao se precipite. Nos
somos retrdate!ios devemos andar samare obs-
tando um pouca e roteado o moviraente da cma-
ra popular.
Como |ioderes ter a vangloria de querer ser
os promotores desta reforma ? Ficai certos que a
cmara dos deputados ha de rehaver a sua posi-
co e o senado, se quizer inanter essa qne tomn
indevidamente, ha de se ver cm collisoos com o
ramo popular e talvez nao possa resistir, porque
ha de ser o choque da panella de forro com a pa-
ncha de barro.
Nos nao temos oulra base na sociedade seno
a confianza do povo ; nao somos os aristcratas
da Inglaterra, que tem grandes trras, grandes
fortunas, o que Ihesdsempre certo prestigio; nao
senhores, somos muito demcratas; distinguina-
nos apenas pela vitaliciclade. a
Isto c hgurandn o caso de se dar o facto aa
dissoluco : agora vejamos outra hypothese.
A cmara dos duputdis declara que quer a
eleieo directa porem aom a retorma da constl-
tuiclo. Vera ao senado n reforma : mas o senado
que ] doclarou u,ue (juer a eleicio direcla sem re:
nadores
Quem fechon a discusso foi o Sr. ramudo Men-
des, o qual nao tandil rfdn tetiipo di' trat ir das
questocs religiosas, quando falln na primeira, veto
finalmente cumprir a promessa que etno fez : e
cumprio-a de modo cabal.
Poneos sacerdotes no nosso paiz sao lao Ilustra-
dos nessas materias como o filustre senador So
Maranho.
Dando o devido descont .1 certo espirito de in-
tolerancia, que cm cellos pontos revelou S. Exc.
a ponto de laucar evcommtinliao ao Sr. presidento
do eenselhojpor ser macn, preciso reconbater
qne o sen discurso ( moite importante e tem o
iateresse da actuadade.
Abusando ainda da bou lid.' dos leitores, traiis-
rreverei alguns trechos do extracto que desse dis-
curso nos den o Jornal do Commercio de l.
Tratando das manifestacoes maconic.is feitas por
occas>i da reforma do estado civil, ao Sr. vtoBfB-
de do Rio Brinco, censuras a este por ir com qua-
tro collegas receber o ramo de jubilo :
Entende que a um particular livre seguiro-
que melbor Ibe parece ; um primero ministro no-
podc fazer ostontocio de pertencer a urna socie-
dade que segu doutrinas diversas das que a cons-
tilui;.io impoe aos ministros o dever de defender.
- Em sua op'nio um ininisiro, um senador que
prestou loramente de manler a rebgo de estado,
nao est no caso de qnalquer particular; nao qo-
de pertencer maconaria,
A questo muito grave ; trata-se da raus
publica, e de i:il re-ses da maor magnitude que
esto sob a garanta do governo de um paiz ra-
Iholico.
A lei de 13 de setembiv de 1827, sobre res-
ponsabiiidade dos ministros, no art. I.* j 2-' define
como crime qnalquer macbinacio contra a reli-
gio do estado.
1 O nobre presidente do cbnselho den um escal-
plo opposto ao que devia dar ; em lu(jir de ma-
nifeslar-se catholico, esrandalisou seus correligio-
narios pondo-so testa di> urna associac^o con-
domnada pela nossa religio.
t Depois de demonstrar qne a doutrina catholi-
ca opposla doutrina maconica, e que as bul-
las que condemnaram a esta nio precisara de pla-
cel entre nos, chegou conclesao de que quem
preten le reunir a qualidade de litaron a de catho-
lico, ou idiota, ou honiem de m f. Voltralo
ao nobre presidente do conselho dii que nia-
eonaria viva, entre nos. toda oceupada com seus
banquetes, restas ou d vertimentos verdadeiramen-
te carnavalescos : o nobre presidente do conselbo
foi dar a essa associaedo urna onsislencia polti-
ca, que nao tinlia.
Aecenderam-se entio por toda a parte as tejas;
diam temos o governo por mis. As autorida-
des ecclesiasticas foram por toda a parle injuria-
das ; os macis cmlivam com o apoio de seu
chele, que eslava frente do governo. Foi o no-
bre presidente do conselho quem creou esta situa-
rn.
0 erro que assim commetteu foi quasi seme-
lhante ao que praticou no caso da Repblica. Co-
mo qne um governo monarchico da permisso
para manifestacoes daquella ordem lm gover-
no que se deixa discutir governo morto ; veja
se os governos republicanos deixain pregar a mo-
narchia.
1 Nao se comprebende como o governo e a po-
lica deram permsssao para a illiiminai.'ao c em-
handeira.....nte externo do edificio Repblica.
Petos nii'-mas razos porque foi negada a licenca,
para o passeio pelas ras, devia ter sido recatada
aquella manifestacio.
1 Logo, porem, que o governo teve a inepcia
(recl'unacSes do Sr. prenden'e do conselho), ou
praticou o grrade desacedo de permillir seme-
ihanles manifestacSes externas, na ra mais pu-
blica do Hio de Janeiro, logo que teve essa fla-
queza nao devia consentir as violencias que hou-
veram, e que lizeram Repblica mais servico do
que mal.
i Na questao religiosa ainda o governo andou
mais errado. >
Finalmente:
O orador aprecia a questao do hispo de Per-
nambneo, que, segundo St Exc, se acba em sen
direito, obrando como devia obrar.
Quanto prudencia, recunhece que urna das
qualro virtudes rardeacs. que nos ensina a pre-
ver e prevenir; no sentido propriamente human 1,
refere-se a essa previsio individual, mas no -cu-
tido christo a prudencia importa resguardar a
alma, tratar da sua salvaco.
E o hispo de Pernambneo ha de cruzar os bra-
cos edetxar que a propaganda se estenda, por-
que um Sr Fulano dispfle de grande influencia na
maconaria, tem abobada de ac e repiques de si-
nos ? .
O hispo de Pernambneo nao e um Bemvinito
de Viciar Hugo, mas, louvaa* orador a-fieos por
ter dado ao Brasil um hispo, que alm das virtu-
des que o distinguen!, possue a fortaleza, que, for-
ma o explendor de sen carcter ; e a provincia
de lyrnambuco era digna de possuir um hispo
daquella ordem.
Oitn o orador o facto histrico do padre apos-
tata. Manoel de Moraes, a quem Joao Fernanda
Vieira fez voltar ao seo da religo de onde ti-
nha sabido, eoncluindo que a provincia onde se
i-perara esso prodigio por sem duvida era digna
de possuir um hispo qfle sonbesse affrontar o er-
ro, veoce-lo c esmagar a heresia comiuoiite 1



-r
Diario de Pernambuco Domingo 23 de Mar^o de 1873.

lvessc tambem possuido bispos que dcixarawi
dio?!?*! em estajo miseravel. e Icvavam a jopar
vollarete : bispos prudentes, que leein deixado o
rebanho s t devorado pelos lobos.
Jem bje uem hontem houve sessio na tatuara
dos deputados, temi sidio ah approvado, sem ate-
j'ussiti o ornamento do ministerio da raleada, fal-
ta ainda disi-ittir-se a receto.
Por ora foi dada para ordein do da a % discus-
sao da forra de tena.
rio im; .i i\i:i"<
2 iik marco ok *873.
S. M. n Imperador, arompanhado de
nsrios, visitou hntem, das 10 boras
al a 1 d i tarde, as nove enfermaras
lo de Santo Antonio, e as Iros da
1 scus gemi-
da manh
do conven-
rdem teireira
da Penitencia, as q:i;ios se achain recolhidos cer-
ca de 300 enfermos de febre amarella, Sua Ma-
gostado falln eom todos os doentes sem exeeep-
ci, 0 dirigi a rada un delles palavras de con-
otaco e conforto.
jiisti-a, Perrriw Vianna Martinho Cantp fittrt-
5o a mesnia dis-eusso adiada pela h ira.
Fallecen bontcm o Dr. Honorio Hermeto Car-
neiru Lean, deputado pela provincia de Minas-
Geraes e director de soccao da secretaria do esta-
do dos negocios-ostrangeiros. O salimiento bo-
je as 10 lloras da manh.
Por decretos do |do crrante :
Fui concedida a exoneraco que |iedio Jos da
Cd*ta Camino, do cargo d secretario da provin-
cia do Minas-lle'aes.
Pnram nomeados offlciaes da ordein di Rosa :
') bacbarel Antonio Joaquim Roirigues e o ra-
pit io da guarda nacional da provincia de S Pe-
dro do Rio Grande do Sul, Antonio Candido da'
Silva Job, pelos relevantes servir prestados na
guerra contra o Paraguay : o Dr. Iknrique He.r-
-m;to Carm-iro Leo, pelos relevantes servieos pres-
tados ina|rucoAo publica : o Dr. Jos Victorino
da Casta, da provincia do Itio d Janeiro, pelos re-
levante) servie is prestados ao estado ; Jos Pinto
Rodriga*! da Costt, da provincia da Rabia, petos
relevantes servos prestados hunianidade c ao
estado.
Por cartas imperiaes do igual dala (orara no*
me idos :
Secretario di provincia de Minas Ccra-s, o Dr.
Joo Percira Tjrra Jnior ; roinmendador da or-
il.-r-i da Rosa, o manjuez de Xfodaillac, prefeitodos
Raixps Pjrreo is; ofllciaes da dita ordem ; Oeor-
ge Wllniirhly Reman-, vice-presdente do insti-
tuto dos engeiiheiros civisde Londres; ("liarles
Manbv. eerelario honorario de inesiuo instituto '
James Brindes- e Elwai d WooiK mcmbros de
e msellio do mesilla instituto : Charle.- Rlicker
Vignotef, nieuiliro do iivsmo instillo ; cavalhoiro
da dita ordera Aaguste Msire, eidadia franeez.
Parara concedidas as honras de eonego da ea-
thelr.il de (Himfa. ao padre Themistocles Romao
Pereira dos Sanios, visarte eneournsndal-j da Ira-
guezia do Saiiiissiin i sacramento da Bia-Vsta da
eidade do Recil'e.
Pnram epresenlados :
Na diimidadc de chanlre. da cathedrai da dioee-
gd de Mai i.iuii.i o eonego Jos Emilio Fernandes
Valle.
as (gredas parneuiae*, de NVsa Seuhorida
Madre de leus do Ron pieira o n padre Romualdo
lual' erlo Ferreira dos Santos Res ; na de >'ossa
Senhora da CnneeiVo de Riachuelo a padre Jes in >
TeJIes Nugueira Crave ; na de Nossa Senhora da
-4". ni -cico jv i ; e na de Nossa Senhora da l'.onceicao da
Villa v i;osa o padre Gemido Xavier de Sant'An-
iia. ite-i do arcelnspa 1 > da Rabia.
Fnr.ni iialuralisados : os subditos portugiiezes
Jas Coet, Jos Joaquim Goncalves Sinioes,
Francisco Josi4 da Costa, (naquim Antoni > da Silva
Lirai, Manoel Cardnso da Silva Coruinba, Franris-
eo di -'aaalliii's Mentues, Antonio J^s Ferreira,
Juiio Gonealves Tinoco, Joaquira Ferreira Ramos e
Manoel Codlio da S Iv.i. o sub |ito alleraao Julio
Laagne e o cidado americano Danil K. Ponroy.
Por decretos do t" do corrente rom :
Ptri removido o iuiz de direito Gervasio Cicero
i!- Albuquerqnc M-dl > ra comarca de [iihaiiiiiiis
para a da Te:ha. arabas do priraeira eatraneia, na
provincia do Ceaci, p-ir assirao haver pelido.
Porara noineail >s iuizes de direito : o bacba-
rel Euthiquio Icarios de Ctrvalbo Gama da comar
-i de Soliines, na provincia do Alimonas : o ba-
cbarel Jos Ciiandri ti de Azevedoda de Gurupa,
im provincia do Para ; o bacbarel Eneas Jos So-
pu'iri da de S. Raymundi Monato! na proviacia
do Pianh) :obaebarel Jos Joaquiu D.OTlingaes
Cameire ila de Inhatnins. na provincia do r.ear ;
o barbarel Manoel Coelho Cintra Jnior da de Ja-
gnarilie-mriin, na inusnuSprovincia ; o bacbarel
.loa piim Corleiro Coellio Cintra dadoCrati.ua
me-iiii pioviiiia : o bacharef Jos Gonialves de
Meara, na da Barhalha, na mesnia provincia o
bacbarel Samuel Fellip ie de Soma llcliJa, da ilo
ip. na Diesina pmvinria ; o bacbarel Francisco
Jovila (l>valeantide Albuquerque, dado Pianco,
ii provincia da Parabyba ; o bacbarel Joao da
Gusta Rioeiro Macbado da da Boa-Vista, na pro-
vincia de Pernauhiieo. Foi lamben) nomeado o
bacbarel Jo.ii Baptista Rabello de Campos, jui/.
neinicipal e de orphaos do termo do Arara na
provincia de Minas Geraes.
Fui reeonduzido o bacbarel -naquim Pereirada
Silva Lobo no lugar de j;ii'. mnnicipal e de or-
ph'B do term i de Itapariej, provincia da Babia
FoiconeeJida.au bacbarel Joiquim Pereirada
Silva C;ii na raes a demissau une pedio, .lo lugar
d" j'iiz manicip.'il e de orphaos dos termos reiini-
>. i- il i Ip e Tamboril, na provncia dii'.eara.
i'oi demitdo Alfred i Bandeira Hall do lugar
dee.Heial externo da secretaria da poticia da pro
vineia do Maranho, por assim convir ao servieo
1'iiiiiic).
Poram nomeados para a guarda nacional
.' i'/j.ix. o tcneate-coronel Jos Goncalves de
.'i Ira i ebnfe do estao-miior do eommand > su-
perior dos municipios de Paulo Aiio-oc Pao de
tosuear Manoel Afro da Costa Nune- tinenta-
coronel eommandante do balalhio n. 23.
Maranh'o. 0 inajor Joo "'andido Vieira Tor-
res tenante-coronel chefe do estado-inaior doc im-
mando superior dos municipios da Passagem
Franca e Manga.
Foram designad is :
O capibio Mainel CaeUno drra, para exereer
as funecoes de inajor do batalba i de infantarij n.
. la provincia do Para.
Fer-se mro d serventa vitalicia dos nfficios
l>ara que foram provisoriamente nomeados pelos
respectivos presidentes :
A Candui i Ferreira de Jess, dos de -' tabel-
n.io e escrivao de orphaos n ausentes do termo d i
Simio Das, na provincia de Si rgipe.
A Joaipiim de 8 Cavaleantc Machado de Albn-
querque, dos de tabellian e escrivao d i civel e cri-
mio do len i de Ip, na provincia do Cear.
Fet-se tambera men a Itaymundo Guedes e
uveira da serventa vitalicia do oficie d-s esert*
vao de orphaos e ausenis do termo de Lavas, na
tiicsmi provincia.
Por portara do Io di crrante loi nomeado
mego ni mi i Jos Iteni para o izar de ea-
pellio do arsenal de guerra da proviueia do Para.
Comefram hontemos exa .- da e c ila de ma-
liuha, o resultado foi o seguinte :
Em /i/ii/.-o -i. Itaymundo Frederiej Kiappe da
Costa Rubiin, appnivado simplesmsnte, grao 3;
Joaquim Antonio Fernandas da Assumpcio J t-
nior. ideai. grao t : .1 is Joaqni u Machad3 da a-
aba, Uff Amelio Goncalves, '- Augusto Bama-
sioe Igoaio Gabriel Montero de Mendom ., dem,
gra> l
.Vii ide. a il !- innu .! \o Tiomaz Quartim,
approvado simplcsmente, grao 3 ; Eduardo Au-
gusto Verissimii de Matt i'bMn. grao 2 ; Luiz Pe-
reira Arantes, Jos da Silva Sngueira e Praneise i
Jo-e Fernn les Pa n r Jnior, dem, grao I.
9to Ctmara dos denutados, hontfn, logo dep i
da i'itira do expediente, o Sr. Florencio de Abren,
! (uereiido urgencia, fi'.dameatou o seguinti re-
cruerimto:
Requeiro que si pea ao gover ia i ai, : .
rms infoniiai-.es enm urgencia :
!. Qnaes os autores c respo:is.iveis dos at-
. a'oilos commettidos n.is noutes de 7 e de 28 do
f< vereiro ultimo, contra as *-soa- e propried les
doj redactores da /. i ir o -ziv l.io do '' l\-
O aoterisado pela n:dic! i, e r. ipta do iaqueril
..veii^',;.(,,., p i;A:a,,s a .,;10 0 goVeTS > Oa-ldo
preceder
2. Sendo ;ilr,uf1-..v >:.!, itcia oa a inca-
paei lade das nut ridades pohciaes e da for;a pu-
Dlira que impa-iveis o inerte? presenciarn!, 80
to anxlaaram as ass-.ia las e altrage* que ti ve
rain lagar nis uoites cima alludidas, una previ-
denci-.s adoptou o guvetns no seatidi) d; reprimir
-os autores d >ssos actos, e Irausjaillisar a popula-
4% garanlindo a ordem publica <. seguranea pes-
sol e propriedade de todos os muuiciass da
corte, quaesquer que sejiai suas ojHcioes politi
cas,?
Tenia de adjar-se esta discawSo, o Sr. Ca
Jnior refrieren urgencia i.-.ra proseguir-se nella;'
eadherinilo a cmara, oraram os Sn. roni-o da
Por leeretM do 1* do correte forara nonwa-
dos ;
Ajudante general, o conselheiro da guerra, ma-
rcchal de campo fiaran de Gavea.
f" rirurgiocs do eorpo de saude do exercit:
os Drs. em medicina, Luiz Jos Correia de Ha, Ray-
mundo Pereira de Castro Jnior, Francisco Jacio
Mo Percira. da Multa, Joo das Chagas Rusa e Ro-
drigo Aprigio do Carvalhal.
Francisco Rodrigues Soares do Amaral, se-
cretario do arsenal de guerra da provincia do
Para.
Andr Paulino de Corquoira Caldas, secreta-
rio do arsenal de guerra da provincia de Mallo-
Crosso.
Carlos Deinieheles das Neves, escrivao das offl-
einas do arsenal de guorra da corte, para o lugar
de escriv.to chefe d > qscripierio do 2o ajudante do
mesma arsenal.
Joaquim Ignacio da Silva Abren, amanuense
do arsenal de guerra da corle, para o lugar da
e-crivao da reparticao das costuras do mesmo ar-
senal.
Francisco de sete Salles, para o lugar de escri-
vao chofe de eseriptorio do ajudante do director
do arsenal de guerra da provincia de Matto-
1'illlSSO.
Foram concedidas em atleue.la aos relevan-
tes servieos prestados na guerra do Paraguay :
As honra do posto de major do exercito ao c.a-
pitao do i'J- corno de voluntarios da patria Jos
Augusto Abraaehes,
As de alferei pharmaceutico do eorpo de saude
do exercito, o alteres pharinaceulico em comuiis-
sao Joaquim Valerio da Cunha Para, de conformi-
dade eom a imperial resoiucao de ii de fevereiro
ultimo, tomad i sobre caiLsulta do conselno supre
pao inliitar.
As de capellao alferes la repaiUcao ecclcsias-
tica do exercito, ao ex-capello alferes da mesma
rep irticao, padre Jos Correia Dias de Moura, de
conformidad!; eom a imperial resoluta) de 22 do
mez prximo passada. tomada sobre" consulta do
eooselno inprVnw militar.
Foi coinniiitada cm carrinbo perpetuo, de con-
formidade eom a imperial resoluco de S de fe-
vareiro prximo lindo, tomada sobre consulta da
sce.-ao de guerra e inarmha do coiiselb i de es-
tado, a pena de murle, imposta ao soldado do I(P
batabao de iiifantaria Isidoro Vieira de Oliveira,
por lenteoea do eonselbn de guerra, e confirma-
gao do conselho supremo mililar de ju-tiea, da-
tada de 22 de outnbro de 1870.
Foram transferidos :
O inajor do 16" hatalhao de infantaria, Joao
Pinto Homein. para o 21 hatalhao da mesma
arma.
O inajor do 2P hatalhao de infantaria, Antonio
Jos Raptista Ctniachn, para o 10" da mesma
arma.
o capital) do baialhio de artilharia a pe
Amarillo Olinda de Vasconeeiloj, para a 3' batera
do t* regiment de artilharia a cavallo. *,
O capilao do 1" regiment de antillana a caval-
lo, Bibiano Sorgo Maeedo da Pontoura Costallat
para a > conipanliia do 1" haUdlin d; artilharia
;l I"'-
O inajor do 2o regiment de cavallaria li^e.ra,
Adolpho Sebastiano do Ath.iyde, para o 1 rgimen
to da dita arma.
O inajor do 1" regiment de cavallaria ligeira,
Joao Candido Gaulart, para o 2" regiment da
mesma ar.na.
(I capitn do i baUlliao do infantaria, Oaofre
lose Antonio dos Sant >s, para a I* companhia do
8"baulb'io Ja mesma arma.
O capao do 8 batabao de infantaria, Jos Ge-
raldo Gomes, para i 8J eompatlhia do fc* da dita
arma.
O capitao il i 5" hatalhao de artilharia a p, Car-
los Bduarlo Sauln.er de-Pierrolovj, para o corpa
de eugeuhoirus, de c mormidade
ior, Ivlnard i Augusto Virissimo de Mattos Joao
Jos Rolrlfiies ('. irreia approvados siinplesmenle,
frijrVj Luir Pereira Arantes dem, gr" I.
Os result uLis dos Bxamos extraordinarios da pri-
iii.ira cadiira do 3." anuo da escola central, foi o
seguinte :
Appr.v/ados plenamente eom o grao 8, Albino
Pint i ile >arvjiho ; -eom o grao fi, AnUmio Bor-
ges da Costa, Trajano Ignacio de Villa-nova Ma-
chado, Jos Tliomaz de Lima Jnior e Eduardo
Maeedo de Azainhuja.
AppiwaifcM simplesmente eom o grao 3, Joaquim
Jos Ignacio de Mello, Miguel Aotonii Lipes Pe-
cegueiro, Prancisco Ferreira Puntes, Antonio Au-
gusto da Gonceigio.e Paulino Lojies da Cruz; eom
o grao 2 Raf mundo de Miranda Osorio, e eom o
grao I Jos Militan Machado Pereira e Ernesto An-
tonio Lassance Cunha. .
Do Rio da Piala temos foi has at 1 do do cor-
rete, pelo paquete inglez Uffey.
A nica noticia de interesse que traz das repu-
blic .s platinas a de no mesmo dia haver sido
eleito presidente da do Uruguay o Dr. Jos Ellauri
que j era presidente do senado. Ten 11 este re-
noniado a sua candidatuaa. a hita travara-se
lie Mouaos o G laieaioro, quando na vespera da
eleicao os a:nig is deste ultimo," desesperando da
victoria, fi'.cram convergir os seus votos sobro o
Dr. Ellauri, que reio assim a triumphar.
Fiel sua declarado, rogeitpu este duas vezes a
eleicao, mas instado pela assemhla, acabnu pjr
aceitar, protestando fazc-lo para bem da patria.
A carta do nossa correspondenle de Montevideo
relata os (actos relativos a esse successo, como ou-
ira de Buenos-Ayres, que publicamos, refere mili-
tas eireiiiiBlacias cariosas a respailo da eondico
da lepiihUca Argentina
As noticias do -Paclie. apenas fallam de um ter-
rivel temporal no (xirto de C Ion que causou
grandes deslereis ni i s entre os navtts all fun-
deados, mas tam lein no caes e margeos do litoral.
Os vapores tiveram de fazer-se au mar. No Per
urna p mte sobre o Trapai a baten ao passar um
treni de estrada de ferro. Precipitaram-se a lo-
comotiva e quatra wagims, e houve muitosmirtos
e eridos.
coin as disposi-
9 de agosto d<:
IVt p.irtarias de S di crreme foram nomea-
dos : o major honorario do exercito Candido E uig-
dio Pereira Lobo para o lugar de offlcial da se-
cretaria do arsenal de gu ra da urovincia de Per-
nambuco, e o capitao honorario do exercilo Tilo-
ma'. Pereira Pinto paca o lugar de directirda o
I m a militar Ilacay, na|( r iviucia de Ma t i-Grosso.
de
c.ms do art. 21 di le n. 1,973
1871.
0 eapitio do t" regiment de cavallaria ligeira,
Francisco Servulo de Oliveira Porto, para o eorpo
de estado maior de 2' classe, de conformidade coin
as mesmas dispesicSes'acima citadas.
Por decretos do 1* do corrate foram a peli-
do removidos os jatees de direito:
Bacbarel Manoel Franco Fernandes Vieira, da
enmarca de Cabrob,pa provincia de Pernambuco,
para a da Vicosa, na do Cear, arabas de l- en-
trela.
Bacbarel Miguel Goncalves Lima, da comarca
da Roa-Vista para a de Cabroh, ambas de 1" en-
traneia, na provincia de Pernainhuco.
Por deceto de 10 de fevereiro foi promovido
effectividade do posto de 2" tenente da armada
o 2 tenente de eonnnissiu Podro Goncalves Perdi-
ga' i.
Por decretos de 27 do referido mez foi nomeado
2 cirurgiae do eorpo de sadc da rmala'o Dr.
Manrique Ferreira dos Santos Res, e reformado
coin o sold por inteiro o cabo de esqaadra do c.r-1
DO de imperiaes marinheiro Jos Casimiro.
Por carta imperial de 1 do crrante foi nomea-
do sead >r pela provinsia da Babia, o Sr. COUSO-
meiro Joao Jos de Oliveira Junqueira.
fii Rio da Prata temos folhas at 27 do passado
pe is paquetes inglozes Tropic e Jokit EUt das 2
linhas do Pacifico.
No norte da Repblica Argentina tinha havido
i nundftcdes como nao existia memoria de se te-
rem dado outras iguaes. Djzia-SC que todo o ter-
ritorio da provincia de Santiago eslava lilteralinen-
te dohaixo de agua e baria ja tres semanas que
as diligencias para Tucuman nao podiam transi-
tar. Mesmo para o sal se tinbam ledo sentir as
cheias. transbordando os rios, mpossivel era cal-
cular toda a extensa > dos prejuizos causados pela
furia das aguas.
o ministro do interior, Dr. W. Fras eslava au-
sente da capital, achanlo-se a sua pasta confiada
ao da fazenda Luiz E. -jaiingues.
E' euri .sa a resenha que algumas folhas puhlf-
cam d i tributo annna', que sob a forma de rac/Ies
paga o governo Argentino aos indios, para que
se conservera em paz. Sao 32,400 vaccas, 3 !,20
fibras de herva mate. !!>. Oa de assucar, 13,830 de
tabaco e 32.8.,0 de t'irinha, 1.20 i frascos de agur-
dente, 2 !0 garrafas de genebra, 160 fanegas de
iniliio, 3V.010 eguas e fu mais curioso de ludo)
1 i,79i resmas de papel de linbo de cinco fo-
lhas.
Foi o carnaval muit i festejad i tanto em Rueos-
Ayres eom i e;n Montovid i, donde alias nao ha
noticia de importancia poltica, o rio Negree
seas aflluenles lambem cachera r muit) e o Uru-
guay foi acoitado par violentos temporaes.
0 resultado dos exames hontem, na asela
marinha, foi o seguinte :
/. caeira d> t.' auno. Joii Francisco de
Mello Carvalho e Miguel Antonio Pin a Jnior, ap-
provados sbnplesmente, grao 3 ; Arlhur Jos dos
Res Lisboa, dem grao 2 ; Jis Joaquim da Fon.-
caca Lesea, idam grao I.
II tuve duas reprovaeoes.
-8
A cunara dosdepulados apprjvou bontcm, suc-
eessivaineiite os pareceres di l. anunissio de
poderes sobre as eleices primarias das narocluas
de Nossa Senhora do'O' da villa de Vallen/a do
nnieo itestrieto Mlnnl da provincia do Piauhy, e
de Nossa Sentiora di 0' e de S. Luurenr^ide Ti-
jueupapo do coUegiO de Gayauru, pertencentcs ao
2. districto eleiloral da proviueia de Pernam-
buco.
Approvoa ein seguida em 3.* diseusao o pro-
ject (pie consente na postura da (Um. cmara mu-
nicipal do Rio de Janeiro, prohihindo a epUocacao
de cartazos ou quaesquer annuucios as paredes
e muros dos predios desta eidade.
Approvou depon em nina s discussao eom va-
rias emendas, o projecto que concede a pensao de
6 > mensaos a 0. babel Nova da Cmceirao Rar-
boza. viuva do capitao de voluntario da patria Jos
Cuinelio Barboza.
Approvou mais, em unica discussao, as emen-
das do senado a proposicao que augmenta os ven-
cimeutos dos lentes cithedralicos e substitutos
das faculdades de direito e de medicina do Im-
perio.
Approvou ainda. em urna s discussao, o pro-
jecto que releva a U.- Houoria Rodrigues Martifls
da Cruz, viuva do tenente Ludgero Braulio da
ruz, do lapso de lempo em que iueorrcu para ha-
bilitar-sc na forma da le a perceber o nu;io sold
de sen lina o marido desde a data do fallecinieuto
deste.
A seguinte emenda ollerecid.i pelo Srf Campos
de Meleiros foi tambem approvala :
-' Igual favor as menores U. Delirara e D. Antonia;
libas legitimas do filiado tenente do exercito An-
tonio Jos de Sant'Anni. para hablilaram-se na
furnia da lei a perceber o meio sido de eu finado
pai, desde a data do sen falleciioento. /
Approvou igualmente, em 2.- discussao, eom al-
gumas emendas, o projecto que concede oito lote-
ra* para couclusao das obras da igreja de Santa
Luzia, erecta nesta cidade.
Approvnu ainda em 2." discussao, o orcameuto
na parte r, lativa a despea do ministerio da agri-
cultura, ora a emenda e sub-menda da commis-
sio respectiva, li.-ando adiada a votaciodas mura
para quando se tratar das disposiees geraes do
orcameato, considerando se prejudeada a do sr.
Carlos Pe'ixoto e antros.
Conlmuoa cm ultim i lugar a 2," discussao da
proposta do governo |ue fixa a forca naval para o
1873 a 1871. rsramosSrs.
anuo linanceiro de 187
Correia e Silveira Martins,
adiada pela llora.
licando a discussao
Sepnltou-se hontem no cemiterio de S. Joao
Baptista o major de ehgenheiro Dr. Jeronymo
Francisco Colho, lente cithedratico ila escola mi-
litar. Centava mais de 26 anuas de servieos ao
estado, e legou sua familia o nomc honroso que
Ihe delxon seu pa: o conselheiro Jeronymo Fran-
cisco Colho.
O resultado dos exames que hontem tiveram
lugar na escola de. marmli.i loi o seguinte :
Cadeiradt i. mino.Joao Baptista Goncalves
Tino.so, approvado plenamente, grao 3 ; Francisco
Nones Pereira, nanos de Souza Ferreira e Joo
los Rodrigues Correia. dem grao I.
Physica. Jas J laquim di Poneeea Lessa, ap-
provado simplesmente, grao 2 ; Artbur Jos ilos
Res Lisboa. dem dem ; Joao Francisco de Mello
Carvalho. idero, grao I. Houve 2 reprovados.
Por dier 'os do 1." do corrate :
Poi nomeado lan;ador da reeebedoria de Per-
nbuco Flavio Goncalves Lima.
Ke.i concedida a Frraino de Azambuja Rangel a
deaiisso, .pie pedio, do lugar de pagador ib llie-
s luraria de 3 Pedro do Rio Graue do Sul.
Por portara de 3 do corrate foi aomead
Jos Vctor Mendes Pereira amanuense d i ars
d guerra da corte.
Por outra de '. tambem do correte, foram no-
meados, sob proponte do respectivo eommanda :
para ;'. escola de tiro do Camp ^Grande, os segra-
les ofciai i :
Major de estado-majar de artilharia Candido Jos
da Costa, para interinamente servir de l. ju-
dante.
Tenente do infantaria Carlos Mano Ferreira de
Ara :o 2." ajudante.
('apilaos de artilharia Antonio Joaquim da Casia
Guimaraes e Francisco Cieaenlino Santiago Dan-
tas instructores.
Atieres de iafanlaria L.uz Mara de Oliveira ins-
truetor adjunto.
2.* tenente do I." hatalli) de artilharia a p
Antonio de Morai s e Silva quartel-tnastre.
Por portara da mjsrna data foi transferido para
.) 3." Batabao de infantaria o atieres do ir5." da
mesma arma ..uquim Alees das Keves.
0 resollada dos exames hoiitem na recela de
marinba foi o seguinte :
/.' endura do 2.' anuo.-Rayinundo Prederico
Kiappe da Costa Rubm, .ppravado sirapleimente
grio 2 ; Jos Joaquim Machado da Cuaha, Jos
Amelio Goncalves, Joaquim Antonio Feroaades
da A-surapsao Jnior, Jos Augusto Damasio o Ig-
nacio Gabriel Monleiro de Mcndo.oca, idem, gaol.
l.anno.Apparellio. -Jo da ''.Iva iiogueira
Joao Th.araaz Quartim approvad.u5 plenamente,
grao 3 : Francisco fcsd Fernandos Ponjema lu
0 resoltado dos exatnes extraordinarios da aula
primaria do primeiro auno da Escola Central,
foi o seguinte : .
Approvado plenamnte coin o grao 6 : Joaquim
Antonio Alves, Pirminio Birges de Lemos e Ar-
tbur Celestino Rarreiros ; approvados simples-
mente eom o grao o : Manos! Eugenio do Prado e
Flix Eaiinaniel Bourget. Houve 28 reprovados, e
um alumno dexou de tazer prava oral, leudo feto
a prova escripia.
Foi hontem sepultad > o conselheiro Dr. Jos
Joaquim da Cunha, o mais autigo lente cathedra
tico da Escola Central, major honorario do exerci-
to, offlcial ila ordeai da Rosa e cavalleiro da Legi.io
de Ron a. De sua longa carreira, toda dedicada
ao magisterio, s distraliio o temp-i em que foi pre
sideute da provincia do Rio Grande do Norte.
Foi hontem conferido na Escola Central o grao
de baciiarel em seteneias mathematicas e physicas
a Adolpho Del Vecchio.
O resultado dos exames extraordinarios da pla-
tica astronmica fui o seguinte
Approvados plenamenre eom grao 7, Candido
Goncalves Gnraide e Francisco Therezio Porto
Nel ; eom 0 -'i"'^ 1 Julia Tito Teixeira Mendes,
Jos* Marte Mendes Goncalves e Jos Carlos Muniz
BiUencourt.
O resultado dos exames extraordinarios de de-
senlia do |. auno foi o seguinte :
Approvados plenamente eom o grao 7, Jos
Mara Mendes (oncalves ; coin o grao 6, Candido
Goncalves Gomide, Jos Culos Muniz Bitteucourt
e Francisco Tttereio Porto Netto.
Ante-bonlem, das l< c meia para as 11 Nws
da noite, cabio sobre a eidade pesada chava acoai-
panhada de fortissima trovoada, durante a qual
desiirenderam-se varias faiscas elctricas.
lana d eilas cabio n'um dos ngulos do sobrado
n. 32 da ra do Lavradio, de onde precipito i-*e
sobre o telhado que cobre a cozinha da casa im
mediata n. Si, quebrando diversas lelhas, arre-
messando pulras a algama distancia e entrando
na eozinha, onde estragan alguns obje'clos e 'jue-
brou parte de uaia.vidraja
0 Sr. Secundinv Jos Pcraandes, morador as
Larangeirai, escreve-nos o seguate :
. u Diculpo-tiie incoinmoda-los eom a narracSo
da seguinte circomstaneia dada hontem na oce-
Biao da trovoada depois das Id horas da noite na
pasa de coavalsceoca, cuja adaiiaiatrac;U Inte-
rina me foi confiada.
' Eram 11 horas da noite. Sentado entrada
ik. parta que da varanda conduz prim. ira sala,
eou versa va eu eom um empregado que, igualmen-
te sentado, oceupava. o lado opposto da porta, ha-
vendo entre mim e o referido empregad) o paca
de dous a tres palmos.
Rugia, havia lempo, a trovoada ; e a atmis-
phera, apezar da abundante chuva, eslava carreg-
dissinn. Do repente um estampido, o maior da
tormenta, echou, e, cm frente c pouea distan-
cia da varanda, senao mesmo sobre um pequeo
krdim era frente da casa, urna roda de faiscas
iueii cas se deseavolvcu, segunda direesjes di-
versa*.
Uniente um lo terrvel plica ameno ; o quo no ca-
tanto m: parece ter prcse.iciado qae nina das
faiscas lomsu a dir-.a4da porra, e seguinda em
zig-z;ig entrn na primeira sala onde desappare-
ceu, deixand 1 fumaba verde e oscura e chero de
enxofre muitissmo pronunciado.
Dizcr como lique na occasiao, nao o posso ;
parece-ne ter aofTrdo com urna vertigem, e, por
instincto da conservacao levante-me rom a velo-
eidade que pude, correndo para dentro da sala, e
sentindo as cosas da mao e braco esquerdo como
t'icadas por urna chamnia ; esto estado durou
mais de urna hora.
O empregado eom quera eu con versa va, que
igualmente correa para a sala, quexou-se de
igual soffrimento no braco direito, apparecendo
eom urna pequea contuso no hombro do mesmo
lado.
Por poneos minutos um claran appareceu no
ponto mais culminante do morro de Santa Tbire-
za, que foi incendio, talvez causado por alguma faisea
elctrica.
- 10 -
Em 6 d> carrate foram approvadas :
As nomea^ocs feitas pelo cirurgia-mr do exer-
cilo, dos segundos cirurgides Carlos Jos de Souza
Nobre, Augusto Jos de Lemos, Luiz Vctor lio-
mein de Carvalho, Joo Sabino Vieira e do plwr
maceutico Francisco Hermelino Ribeteo, para ser-
virem, o primeiro no arsenal de guerra da pro-
vincia de Matlo-Grosso, o segundo na provincia de
Sergipe, o terceiro na das Alagas, e o quarto, li-
iialniente, na diviso brasileira estacionada na re-
pblica do Paraguay.
As propo tas que faz o Inspector dos corpas qui
se aebam e:n Santa Catharina, S. Paulo eJKspirilo
Santo, do capitao do L' regiment de artilharia a
cavallo, Luiz Antonio Schimdt Pereira da Cunha, o
do tenente do 7." hatalhao de infantaria, Miguel
Calman Du Pin Lisboa, esle para ajudante de or-
denSj e aqnelle para secretario da mesan ins-
paccao.
Pelo ministerio da guerra foram escusados
no dia 6 :
Por estar comprehenddo as in-truee/ies de 10
do julho de (8i, o cabo de esqaadra do l." regi-
ment de artilharia a cavallo, Felisherto Nuues de
Olrera.
Como gjiarda-nacional designado, o soldado do
7.* hatalhao de Infantaria, Joaquim das Dores.
Por meapacidade physica o soldado da compa-
nhia de addidos do l/balalhao da dita arma, Luiz
pereira da Silva.
Pelo mesmo motivo e por conclusao de tempo,
o cabo de esquadra do 3.* regiment de cavalla-
ria, Luciano Jos Joaquim Antonio.
Foram transferidos para o !. baialhio de ar-
tilharia os seguales aprendizes artilbeiros : 2."
sargento Tito Franco Villas-Boas da Graea, far-
rieis Alvaro Madeira de Lima e Joao Rodrigues
Barbosa, cabos Jos Luiz Tarl, Lauriauo Jos de
Siqueira, Chrislino de Barros Falcan, Leopoldo de
Souza Salles, Rodolphu da Greca Carvalho c Adeo
dato da Costa e Almeida, ans'pec.ada Carlos Rraz
de Abren, c os soldados Jos Joaquim da Costa e
Almeida e Manoel Jos IVxeira.
Mandou-se admittir na companhia de aprendi-
zes, licando addido al haver vaga, se na inspec-
ro do sade que dave soffrer for juigado as con-
di.es exigidas pelo rejfiilaaiHnto, ti menor de
lime Adolpho, fiho de Maria Francisca de Jess.
II -
A cmara dos deputados approvou hontem em
primeiro lagar o parecer da icrc.eira commissao
de in.juerito sobre a eleijao a que se procedeu a
18 de agosto do anuo prximo lindo as diversas
parochias do callegio do Serr, do 6." districto da
provincia de Minas-Geraes.
Approvou em seguida, em urna s discussao, o
Erojecto que concede pensos a I). Maria Isidora
arreto Lins, viuva do coronel reformado Rento
Jos LameiihaLins; ao capitao honorario do exer
cito Tito Elpidio da Rocha ; a Anglica Caetana
de Lima Bertrago, viuva do sargento Manoel da
Silva Bertrago. e ao sohlado Clirispiui de Oliveira
'antoja.
Afiprovou depois, tambem em urna s discussio
o projecto que autoris.1 o governo a mandar ad-
miitir matricula do primeiro anno da Escola de
Marinba a Elpidio da (Jama Bentes, sendolhe acei-
to o exame dt arithmetica prestado na Escala
Central.
A seguinte emenda offerecida a este projecto
pelo Sr. Tarquinio de Souza, foi tambem appro-
vada :
OTeraco como emenda o projecto juigado ho;e
objecto de deliberarn, que autorisa o g.iverpo a
mandar admittir tnau-icula do primeiro anno da
Fasulda le de Direito de S. Paulo, o cstudante
Joio Mendes de Almeida Jnior, inlepenuento-
mente d exame de arithmetica e geometra, em que
devermostrar-se legalmente habilitado antes do
a-to d.'is materias do referido anno.
Approvou ainda, em primeira discussao, o pro-
jecto que autorisa o governo a mandar admittir a
pagamento das prestarles de matricula do segundo
anno medico da faculda le do Rio de Janeiro o
alumno da mesma facul lade Manoel da Cunha 1 el-
x uto Gai maraes, aim de poder prestar o exame
das materias do referida anno.
C ontinaoa em ultimo tugara segunda discussao
da proposta di govern 1. lixand i a forca naval
para o anno linanceiro de 1873 a IS7V. Oraram
es Srs. Araujo Ges Jaoior, Martinba de Freitas o
Meneies Prado, licando a discussao encerrada.
Por decretos de 8 do crrante foram nomea-
dos :
O bacharel Alfonso Peixoto de Abren Lima, para
o cargo de L- supplcnte do i." juiz substituto d.i
corte
Rayinundo de Souza Mendes, tenente-corone!
eommandante do i. batabao de infantaria da
guarda-nacional da provincia do Piauhy.
O capitn Jeronymo Honorio de Abren e Anto-
nio Favilla de Souza Prata, majores ajudantes de
ordens do commando saperior do municipio de
Maranguape, na provincia do Cear.
O tenente Jof Francisco Soares, capitao secre
tario peral do mesmo commando saperior.
0 capitao Meleodoro Cavalcanti de Araujo, ca-
pitao qiiartcl-mestre do mesmo cnitimanin.
O capitao Manoel Moreira de Souza Macieira,
majar ajudante de ordens d> commando superior
dos municipios de Maroim c annexos, da provin-
Cia de Scrg pe.
Fez-se merc da serventa vitalicia dos ofui-ios
para que foi provisoriamente nomeado pelo res-
pectivo presidente, a Antonio Rufino Parlado de
Meudon.a, de cscr.vo do criine, civel c mais an-
nexos do termo de Sobral, na provincia do Cear
Foi perdaido ao ri Antonia Jos Maria, o resto
da pena de 8 anuas de prisa 1 e malta correspon-
dente a metade do tempo a que, por crime de fe-
rimentos graves, foicondemnado pelo jury do termo
de S. Gancalo de Amarante, na provincia da
Piauhy. 1
Por parlara de 8 do corrate :
Foi nomeado o capitao reformado do exenal >.
Jos Caetano de Oliveira Rocha, para O lagar de
recrutador na provincia de Santa Catharina.
Por periaria de 8 do correte foi nomeado o
agrimensor Mana Firmo da Silveira Jaoior, para
medir lotes de Ierras na colonia ile Santa Leopol-
dina, provincia lo Espirito Santo.
Era casos taes nao possvel iescrerertic44e lanero. Oraram o Srs. Araujo Goes Jeinior o
Perein da Silva, .ffeandi a discussao encerrada,
nao se vetando p ir falta*de nu;ii;ro l.gil.
Foram ofierecdas as ragiltow? orneadas:
Se passar o projecto, em dijoussao, em vez d*
20 diga se 10 aunas. -Hemiqu's.
t Em vez de 20, diga-'se 30 anuos.rfra da
Silva.
Continuando, logo apsy a 2J discussio da orra-
mento para o exerccio de 1872 a 1873, na parle
relativa despeza do ministerio da fazenda, tam-
bem ficou encerrada pelo mesmo motivo.
Foi offerecida a seguinte emeu la substitutiva ao
art. 7 :
Art, 7." 0 ministro e secretario de estado dos
negocios da fazenda autorisado a despender, no
exerccio de 18721873, eom os artig designa-
dos nos segrales paragrapbos, a quaittia de.....
4,VI'J.31*8!.
< A saber:
1." Juros, aniortisaeo e mais
despezas da divida externa per-
tencente ao estado, ao cambio
par de 27 9,918:9ti8ff8tt'J
2.' Juros e amortisa^ao da
divida intima fundada 17,388:200000
3." Juros da divida inscripta,
antes da emisso d;is respectivas
applices, e pagamento em dinbei-
ro'das quantias raenares de 400i,
na forma do art. 9 da lei de 21
de outnbro de 1832 ..0:000*000
4." Caxa de amortisava c
secarlo de sabsttaico e assigna-
tura da papel-monda, sent.....
11:709J liara o augmento dos
vencinientos e do nuinero dos
respectivos empregados 211:7096000
S o. Pensionistas e aposenta-
dos 1,993:8001004
6.- Empregidos de reparti-
roes extinctas 17:722JC91
7.* Thesouro nacional e the-
sourarias de fazenda, sendo
i97:o(it3 para o augmento de
veiirimentos dos empregados l,301:8Oil0
8." Juzo dos feitos da fazen-
da 107:1335000
9." Estacos de arrecailaeo,
sendo 10:2184 para o augmento
dos veaciinentos e do numero dos
empregados das raeebodorias 3,7,3:0lll*00
i0. Casa da mieda e o31cina
de estampara e iuipres.-o do
thesouro nacional 130.28 )aoo
P II. Administracodepraprioi
naciouaas e terrenos diamantinos 31:3095000
S 12. Tvpographia nacional o
Du-io Oficial I70:000000
g 13. Ajadas de cus, 3o:OX)000
i 4. Gratflcacoos por servieos
temporario-.- e extraordinarios 20:fjfJO000
5 13. Ditas por Habanos fra
das horas do expediente :;.)a 005 '60
10. Despezas eveatuaes, sen-
do i0:U00* para diversas e----
1,093:8105 especialment! para
dilTereaias de cambio 1,133:810*000
S 17. Premios, juns reciprn-
cos, etc., sendo 3'K):iiO't5 para va-
rios servi.os e 938:500* para ju-
ros de bilhetes do thesouro i,*.h.owisiw
s 18. Juros do emprestimo da __^
cofre dos orphaos 400:0005000
19 Obras 1.380:000*'!00
g 20. Exercicios godos 800.00J*00'J
III. Adiantamento da garan-
ta de 2 O/i provinciaes as estra-
das de ferro da Baha, Pernaui- ......
buco eS. Paulo L001:13(5333
22. Beposfes e reslituicoes 9-i: 793*030
a Sala das commisses, 1 de nnreo de 1873. -
.1. J. Ihariaws.Cunha Figutiredo Jaator.Sou-
za LfSo.Pettira Franco.Araujo Ge$ Jnior.
Dioao Yclhn.-I!. Grara.-Joao itriuUs.
To pouco puderio ser votados por [alt de nu-
mera legal os projectos, em discussao, abobado
a pena de gales applicada aos escravos esobstl-
tuimlo-a pela de prso c.mi trabalbo; e hiendo
extensiva aos offlciaes commissionados. durante a
guerra do Paraguay, |iela presidencia da provincia
de Matlo-Gro-so, que entraran! em aeran contra o
iniuiigo, a lei n. 1,843 de 0 de outnbro de 187'.
Por despacho de 8 lo crrante foram nomeados :
Ordem de S. Rento de Aviz.Cavalleiros: os
capites do exercit Ernesto Ferreira da Silva, Jo-
s Borges de Abren e Joaquim Manoel de Madu-
ros.
Ordem 'da Rosa. Commendador : Diego An-
driew, subdito brttannico.
03k-.iaes.-E Cheyssen, CidadO franco/., enge-
nheiro de pontcs o calcadas, director das fabricas
de Creosot, Dr. E. Cruveilhier, eidaddo (ranees,
0 resultado dos exames extraordinarios da I' ca-
deira du 2" anno da escola central, fni o seguinte .
Approvados plenamente eom grao 7 Rodolpho
Delinque Baptista o Gustavo Adolpho Sauerbroon;
eom n grao 6 Jos Prxedes Rabello Bastos F1II10,
Luiz Martinho de Moraes. Adriano Nunes Ribeiro,
Caetano Cesar de Campos, JoAoBorgeaFerrase
Plotno Soares: approvados sftnplesmente cota
grao 5 Jos Horacio oias de Parias, Joaquim Gol-
Iherme de Souza Leito baldonado e Manoel Timo*
tbeo-da Costa ; eom gra 4 Vicente Paulo de. Oli-
veira Castro e Alfred i Jos Nabuco de Araujo Frei-
tas ; coin gra 3 Joaquim de Almeida Ribeiro e
Francisco de Almeida Torre= cora rao 2 o "..avio
de Sampao, Heraldo Pi Pimenta Boeao o Manoel
de Castro Netto Tinoco. ara
O resultado do exame extraordinario de physica nal1
foi o seguinte :
Approvad) simplesmente eom o grao o Joaquim
Guilhcrme de Souza Lflito Maldonado.
Os herdeiros da fallecida D. Jesuina Nones Ran-
gel, em memoria da mesma senhora, cance.lcram li-
berdaile a Maria H isa, de oacS i, e a Camilla e Vi-
cente, efioulos, aquella a mais velha e es-e os mais
mocos dentre os escravosHlexados pela lina la.
- 12 -
A cmara dos deputados approvou hontem o
parecer da 2* commissao ile Ibqnerito sobre diver-
sas eteljceesdo o- districto eleityralaaprorinciada
Bliia, rejeitando todas ::s emendas.
Appr-.Youem seguida, em 2' discussi, a pro-
posta do governo, que fixa a forca naval para o
anno financeiro de 1873 a 1874.
Continan depois 3 2' tliscussaa do projecto au-
torisando o gavemxi a dispensar por JO annos- do
impasta de ueeiraas os 11 ,vns edificios dj pala;io
da pra;a do conynerco e suas dependencias, qae |
pfijectaoostroir a As*-a. '.o Commerctal do Rio.' em projecto de lei:
prestadas ao r.-iauo e a
iidmanidade.
Foram concedidas M segnintos pensoes :
De l:J03*0:n ananaes a I). Adelante de Andra-
de Neves Meirellcs, e tillia do brigadeiro barao do
Triumplw, sem prejuizo de meio sold que Ihe
competir.
De 300 rs. diarios ao cabo de esqaadra da 19.
batalh.1i de infantaria Antonio Joaquim Ramos.
impossbilitado de procurar os metes de subsisten-
cia, por ter perdido as raaos eom a cxplosao de
una peca.
D- 4'H rs. diarios aos soldados do 2." batalhao
de infantaria Joo da Cruz dos Sanios, do ti." dito
Antonio Ferreira doNascimento : do M." dito Jos
Francisco dos Santos, todos imposibilitados de
procurar os meios de subsistencia, em eOflSOOjaen-
cia de ferimentos rceebides em combate.
Foi naturalisado o subdito alleaiio Luiz Perrot.
Por decreto de 8 do crrante :
Foram transferidos para a 3. companla do cor-
I 1 de cavallaria de gaarnicio da provincia de Mat-
: Grosso, o capitao da companhia da reusma anua
da de Minas-Geraes, Manoel Rodrigues de Oliveira
Nelto, e para esta companhia o capitao daqneue
eorpo, Joo da Silva Barbosa.
Foi nomeado o bacharel Sebastin do Reg Bar-
ros, secretario do arsenal de guerra da provin -ia
de Pernambuco.
Foi reformado, eom o respectivo sol 11 por intei-
ro. na con'brmidade do $ 8" do plano que baixou
eom o decreto da II de dezembro de 18I.0, o sol-
dado do l. batalhio de infamara, Manuel Marcel-
lina, visto achar-se impossibiliudo para o servido
do exercito, em conse juencia de ferimento recebido
em combate.
F" tambera reformado, vencendo sold dobrado
de voluntario da patria, na conformidade das .lis-
posicoes da ultima parte do art. 10 do decreta n.
.1,371 de 7 de Janeiro de 1863. asoldado do35.'
corpa de voluntarios da patria, Caetano Pimenta,
inutilisado para o servia do exercito, em couse-
qnencia de ferimento recebido em co olate.
Por decreto de 10 do corrate foi perd da
ao 2.* cade!; do I." regiment de artilharia a caval-
i Jcj mvmo Blysio dea Rete, a pena em que ia er-
ren pe 1 crime de primeira desercao simples.
Na cmara dos dcpu'.ados, hontem. ao p.l. ser
votado, par faba de numero leg I, o parecer d 1
3." c immissao de tnqoeriti sobre a eleicao do 1.
districto da provincia de Minas-Geraes.
Pelo mesmo motivo nao foram votadas a: emen-
das do senado feitas aonroieeto approvando pen-
sos a I). Julia Augusta B iteuio de Mell i, I), mbe-
lina Candida de Medeiros Seabra, Joi Prandteoo
Antonia Cabra), ao padre Bernardo Antonio da Sil-
va Penedo, D. Francisca Jaciutha Cesar l.oureiro <
Man el Jos de Menezes.
Tamben ficaram encerradas a- diaeoS ,; des
segumtes projectos :
i. Aatorisando o governo para dispi nsai
rinl) annos do imposto das dcimas os novos edB-
cios da nraca do comraereio e suas dependencias,
que proje:t conruir a Assoca/o Commercia d
Rio de Janeiro.
2. Abo'indo a pona de gales applicada aos --
vas g substituindo a pela de prtead eom tra-
mo.
3. Declarando que aos offlciaes commissionad is
durante ? guerra da Paraguay pela presidencia da
provincia de MaRo-Grossp, e que cn'.raram em ac-
p.-io can'ra o nimige tica extensivo o que dis]
ie n. 1,843 de 6 de 6 de outubru da 1870.
i." Relativo ao prcamento na parle relativa
despeza do ministerio da fazen la.
5." Amansando o governo para conceder ejoa-
renta loteras a irmandale do Santissime Sacra-
menta de Nossa Senhora da Candelaria desta corte.
6. Aatorisando igualmente o governo a desp
der .1 quantia de 6631750 pira pagar a Caetan 1
I Souza Percira c, ontros como indemuisaco de
15 sacras do algodao queTlbos foram tomadas por
occasiao da rebcllan de 18J9 na provincia do Ma-
ranho.
7.* Sobre a legiiimacao dos (Mhos espurios por
subsequente matrimonio.
Sobre este projecto oraram os Srs. Correa, rer-
reira Vianna o ministro da justica.
Fci a imprimir o segnjate parec ~.. convertida
t Fui presente commis-o de inarnha e gnT-
ra a pivjiusta do p .der exeeulivo, lixaml:w tor-
cas de (Orra para o exercieio de 1873 a 1H74
Do Htenlo exame e esludo quo (e^, cune(u a
coinintesa>qne a pmaosta aavjaiente, c satistaz
os imeresses do listado, por isso de parecer seja subinettiila discussao:
c 'E, parque, du relatorio do niiuistro da guerra,
se reconhece a prompta necessidade de attender
s proposlas que nelle sao reclamadas em nona
da nielhor regularisa.ao do servco, a commissao
tein a honra de a presentar o seguinte projectn
A assembla geral decreta :
Art. 1." As larcas de trra para o anuo Goaa-
ceiro d? 1873 a 1874 consta ro :
I 1. Dos offlciaes das diferentes clasees dy
quadro do exercito.
% 2." De 16,000 pr.icas de praf em (rcuiu-
stancias nrdinarias e de 32.'X)0 em circumstancia!.
extraordinarias.
Estas Coreas serio completada's por alstamtu-
to voluntario, ou pelo recriitamento. nos teTBio
das disposiciM vigentes. Na insufHcienda Taitas
metes, as tercas extraordinarias pedern srr !*-
enchidas por coqios destacados da guarda nacio-
nal.
I 3.* Das coinpanliias de deposito r de aprafl-
dizes artilheiros, nao excedendo de 1,000 praeaK.
Art. 2.* A isencin do servieo militar sera re-
gulada pela lei n. 1.220 de 20 de uHm de I8G4 em
seu art. 3." 3."
Art. 3. Fica desde j o governo atitnrisadn:
1. A reformar 04 eorpos de eogenheiroe l Ir
estado-maior de 1." elasse, reiluzindn aquetfe a ?
ollieiaes, e ampliando esle coin a crcai.10 de loair
2 coronis, 4 tenentes-coroneis, 4 majon-s 1? 40 ca-
pites, devendo do quadro do carpo de esttdo-
maior de I.* elasse ser eliminados aquelles oflk'tai
que nao tiverem o curso completo da ama, e ojw
sern transferidos para aquelles eorpos, que,
guilde suas liabilitaeoes, o governo Ibes assig-
nalar.
2" A elevar ao numero de 3 os rijiinieaios
de artilharia a cavallo, sendo os dous novauwuti
oreados comnoslos de quatro bateras de seis pr-
cas. Ksla elevaran se far reaiizinds a quatro oa
batalhoes de artilharia .pe, que licarao i.***
eoinpanbias cada um e snppiiinindo doos W;n*-
tes-eoroneis do estado-maior da mesma anita. e
eliminando o pasto de lenenle-coronel que exbtv
no I." regiment de artilharia.
3. A reformar o regiilaineuto da esculamB-
lar, r 'iiiilarisaiido o ensino de maneira a 1" ript<-;
nesse estabetecimeato os estudos relativos ienia^-
uli.iria militar, sendo a escola central pausada jaia
o ministerio do imperio.
4." A dar nova organisa?ao reparfteio *-
clesiastca do exercito.
.">. A dar um plano e nova oiganisarao at*
presidia e colonias militares, snppriimwli 'm
creando as que pagar convenientes.
k Sria das sessoes, 12 de marco de 1K7I.F. I,
(lardoso Jnior. F. H, de Mello Reg.A. de E>-
cragm>lle T'inn'iy.
Augustos e ilignissinios siaihorc- represenJ|B-
tes da na cao.Fin cuinpriuienlo do prertito cm>-
stii'icoual, e de ordem de S. M. o Imperador. *-
nlio aprasentar-vos a seguinte proposta :
t Ait. I. As turcas de trra para o uitfiiten-
coiro de 1873 a 1874 constarn:
I. Dos o.'liciaes das dill'ere.-.tesclas-s doaji-
dro do exercito.
c i 2." De 16,009 pracas de pret em circmafcttu-
cias extraordinarias
i Estas tercas serio completadas imraltetaoMTtf-
to voluntario 011 pelo recrutaiieiito, o 1- lera** -*'
dis|iosicoes vigentes. Na insullicieiicia dtttnc^
as loreas extraordinarias podi rao ser preenelMdi.-
por corpas destacados da guarda nacional.
3.* Das coiiipanhias de deposito e de apna
dizes artilheiros, 11:10 excedendo de I.'hO pracas.
Art. 2,* A iscncao do servido militar ser.ii"-
gulada pela lei n. 1,220 de 20 de jnlbo dt 1*64, ^t
seu art. 3." -I."
Art. 3.' Ficain revogadas as disposico- 1 .
contrario.
Palacio do Ra de Janeiro, cm 8 de oaa< 4+
1872. Vicuude do liio-Bruiuu
Por portara de II do crlente foram noraeoli
o Dr. Benjamn Franklin Ramiz Galvao, o Dr Mi-
guel Antonio da Silva, o Dr. Joo Jone Pizarra.
Dr. Luiz Alvares dos Santos, o Dr. Joaquim Mm-
leiro Caminbo.o Dr. Guilhcrme Scharh de Ch--
nenia, o bacbarel Ruliuo Augusto de AlnieiV, i
Dr. Ilenrique Hermeto l ariieiro Le.io, o Dr. Os.i
Adolpho de Bulhoes e o Dr. Miguel Antena; C
Silva, para inembras adjuntos da cominissao bra-
sileira encarregada de representar o Brasil peran-
tc a eiposicKo inteinacional de Vienna de 1F7..'
A n:rtalidade da eidade. do Rio de Janeii .. da
qiiinr.eiia de 1( a 2H de levereim ullimo foi, m-
gundo o boletiin da jauta central de hygiene pu-
blica, a seguinte:
Causas de multe.Febre amarella.(t)SOS, dilar
remitientes e intermittentes 100, varilas 51, pis-
tysca pulmonar 82, bronchites e pneuinouuis 10,
pl.guiasias cerebro espiuhaes 15, limpbaliba 5,
liarrha 7, dysenteria 3; aftercoes do ligado 1".-
congesto puinonar, 7 ; congtstao cerebral m~
plexia 16; lesees orgnicas do coraco 17; (Ul
vul uascinicnto 27; outras causas 119, somma I
Sacioitah'iude: nacioiiaes 400, estrangeiiu- 5t
ignorada 2.
I 'oudiro: livre 932, eseran 66, ignorada .">.
Ser, masculino 711, feminino 237.
liades: at 7 airaos 157, de 7 a 15 391, dt K -
10 276, de 40 35 83, mais de 55 63, ignorada
29.
Loe al i do de: domicilios 330. hospitaes BtUittres.
31, ditos civis 431.
Sobre esta estatislica faz o Sr. coiiseltieitc Dr.
Jos Pereira RegO, presidente da junta de bygi-1
as seguintes obsorvacOea:
i Comparando o quadro de?le periodo rom .
da qiinaeoa anterior, ehegase as seguintes mi
cues;
II |." Que a mortaUdade geral cresceu ati
pouco, dandi-.-i.' diariamente, termo medio, 77
falle cimentos.
( I." Que a febre amarella, servatis mtmda
angmentou neste periodo, regulando quaei 33 .
cifra diaria das inortcs a ella devida, exrlnxi-
.os fallecidos na hospital da Jurujuba, e 41
addie.10 desles, sendo que este ditlercnca -pa'.
mais" loi antes devida a diiTuso da epidemia m
que a sus mtcnsidade, visto como neuhuma coio-
paraci tem esta boje eom a do principio, .porq'-
eiit. 1 a mortalidade seria dupla ou tripla.
i 3- Qae as outras febras de infeceab erla-
materieas, augmentaram sensivelmente de fiewtuti-
cia e vigor, regulando pir 7 a cifra dos falteri-
loealos por ellas causados.
4.a Knitiin, que a varila ei>ii?ervou-ee'.*ii:
estado estacionario porquant 1 naj se augmenh.:
tambera nao decrescen o numero das suas victi-
mas, revestindose ella ento de symptomas mnilf
graves, e apiesentanlo urna marcha promptaoni
le fatal.
Neste periodo doiniuou intensa s.-cca, arlo-si
ape.vis, mu dia d; chuva, dia 27, coui trovoad;-
de NO, marcando o pluvimetro 3"-. Alm df
veiou ao longo e no mesino rumo nos dia-
i i 28.
( calor que as vezes era supportavel dfc.ina51-
nli e de urna as quatro horas da tarde em nir-
tude dos ventos frescos que ento sopravam, fo
quasi sempre llagellador das nove horas dJMB
nli ao iicj dia, e das quatro horas da tanto.em
djante, pela calma reinante ; altos graos em (ja-
se inantiuha, excedendo siempre de 80. 96 eil
um da, 21, excedeo de 90 graos.
Os dias cm que mais suba a mortatuiSpc
geral, foram 27 e 28, dando-se no primeira M
fallecimontos e no segando 99.
a A maior somma de victimas prnduzdas ptl;
febre amarella occarreu na da 25, em o qnal
sua cifra subi a 51.
Electuou-se bou tem a reunio em asfeiuu"..
geral dos accionistas da companhia Perro Qtrril
r/.i reihu. serviiida de presidente o Dr. Th
Antonio de Abreu, e de si-creun ios o Dr. Hatu .
de Oliveira Fausto e cainmendador Francisco Pin-
ta de Mello.
Leu-se e (yi submetlido a discussao .paren :
,;. eomniis.-,io, eleita ltimamente para n:
i.: 1 sobro o qae inai conveui fazer embemdi>-
iOteresSe8 da comoanbia, sob propestado Sr. Dr
Souza Carvalho, ficuii adiada a disensio pa'
no 1 reuniao.
Os membros da directora declararam- ojie t*si.'--
navam ns respectivus caigas.
O resultado dos exames extraordiaartes. da t
cadeira do 3." anno (chimica, da seria cealr..
foi o seguinte:
Approvad 1 |ilenamente, coui o grao 6, AUmu>-
Pintii de Carvalho. Approvado supiesniente, eom
o grao 4, Eliscu Jos I.opea^-cwn o grap ''
Paulino Lopes da ruz e Francisao Ferreira f ('
tes; coiu o grao 2, Alteedo Jos Nabuco de Aran>
Freita-, Ernesto Antn La'ance Cuaba e *"
Antonio Ilalfel-1.


)

L
7T
n



Diaria de Psnrambuco Domingo 23 de Manjo de 1873?
-15 -,
Velo pa pete inglei-\ir*idrtf reeeliemos hontera
Cethas do (tin da Pratr al 8 do correa le.
Di Repblica Argentina apenas, temos noticia
4e algaas estrago que as inundares continua-
* i i'isif as provincias d) norte.
O gantral Mitra Rcava a partir para Assutnpea)
+m nmsi especial para negociar o tratado deli-
aro de pac eam o Paraguay. Aeompanharam-
a Antonio Balelo e Alexo de Novare, como se-
m*trto oficial de legaeiio.
N'o Estado Oriental o novo presidente Ellauri,
jeto 4a eleea>, ainda no di a seguinte, adiando
anidado; n i formaeo do ministerio, repetiu
aipeU* renuncia enviando-a a assembla legis-
awtenvrom a declafaeio do sor imleclinavel. En-
ti os faatro batalhoes de linha e urna compa-
nattil artillara qne havia ein Montevideo, sa-
irara los quarteis, sem ordem do estado-maor,
<* forma rain napracida Constituici, onde est
*n> alacia legislativo, para paJirem ao presiden-
te retrrasse a sna renuncia. OrJcnou este quo
j> tfopas v dtasseai aos seas quarteis, c os res
ajajeliroi eoaimandantes se rec ilhjsscm presos, no
jar, felizmente foi obedecido.
Al tarde de :l a capital este ve porplexa sem
jaber se a repblica liuli i ou nao presidente. An-
anriou-se eutao >pie Ellauri consenta em assu-
air o governo do Estad >, tonda adiado para a
llanta do interior o Ur. C. Alvares, para a da fa-
xeaJa o Dr. Penalba, para a da guerra e man-
aba o coronel Eugeni) Faida e para a de estran-
#eiros Dr. Prez Gomar. Achando-se este ul
hwo-em liorna, lioou a pasta interinamen e a car-
ia di) Dr. Alvares.
taterpellado na assembla sobre os notos do dia
%: o- governo respondeu que seria dovidainento
asfigado o act) sedicioso dos conimaiidantes do
araos
TOHim-se dado em Montevideo algn* casos
le febre amarella. O meliior meio que all so co-
aliara para impedir o desenvolvimento da epedi-
iltu era por soldados de sentinella s casas onde
fanal I n haver algum doente, para assim impe-
dir foila a eomniun.icaja > dos moradores das mss-
can rom o resto da pipulaean. Se ora sHv.i-
gem este prncedhaeato, nao menos brbaro era
(t tratamento que aos passageiros do exterior se
data bo chara ido tatareto da illia das Flores du-
rante a baga quarente na a que all os sujeila-
vara, Alojados n'um barracan juecto, nom ali-
nalo sao e abun I inte eneontravara, quanto oais
intra qualquer commodidade da vida. O que tor-
cuva wais odiosa esta deshnmanidade era a irra-
cianaliflade que a elhr presidia. Confundian-se,
viveado promiscuamente, antigs e novos quaron-
SeaaTios, de iii-xlo que aquellos que haviam con-
cluido < sea lempo eram pastos em liberdade,
tewd tido s vezes m unentos antes contacto com
passageiros que aeabavam de cliegar, contacto
ejae s lornava tao snspeitos como estes mesmos
i> olhos da ciencia iiygeniea montevideana.
Em honra da imprensa daquella ciJade, dir-
ovas que ella moma protligava enrgicamente
.-1es inqiiallieavois abusos, considerando-osurna
vargoaha para o paiz.
Era Buenos-Avien j haviam decretado para
precedencias "de Mmtevido urna quarentena
de 15 das, que se dizia iatn ser elevados a 3') se
fonjianasseni a apparecer :asas de labra Tn-
dem all os miseros rpiarentenaros solTriaai iiiau-
dStt martyrios denunciados pela imprensa.
Por portaras de 13 do corrente foram no-
.rtcaato ....
O major honirario do exrcito Joao Detsi, Qi-
rertOfUacolunia militar C.aseres, na provincia de
s>. Pedir do Hio-iiran le do Su'.
lfc"pit.Vi reformado Mano-'l Alexandrno de
mierqne. Pita, almoxarfe do presidio de Fer-
.uado de Xironha, lugar que exerc interina-
ate.
bzcharel Evaristo Xavier da Veiga. coadju-
. .mti- do chfs i prepara! >ro la escola militar.
Pabio Ilortio de Morae< llego, praticante do
.atptrial observatorio astronmico.
tftt portara da mesma data loi exonerado An-
">ia* iosr- p^ruandes dos It.-is. do tagar de ciad-
tmste di curso preparatorio da escola militar.
Vor decreto d 13 do corrente me/, foram
!'<*nfndos os reos Francisco Antonio do S Jnior,
4* re*t'da pena de pristo cera rabalho aqiw foi
:*ir#eniBado. em 3 de abril de 187'', pelo juiz. de
Jceito da eoraarca da capital do S. Paulo, por
rime de quebra fraudulenta.
Joio Kaptista da Rocha, do resto da pena de 21
unos de (iris o com irabalbo, a que foi eo&dera-
. ..t em 17 de dezemhro de IHrt't, pelo jury do
-rn > de Maragugipe, na provincia da llaliia, por
'SBM ie llo'oiddio
Cot-tancio Augusto Teixeiaa, soldado da i.'
mipauliia i) enrpo militar de pol cia da edrte,
ik tena de quatro me:ei de priso a que foi eon-
iata por cii.'ne de nraeira desert^o slm-
iie, i-oiillrma'la a senlenra polo consdho sopre-
aw iMilitar de Justina,
foram c >m n rtadas : na pena de gales parpe-
das. fue ser ctvnprida no presidio de Fernan-
do de Noronha. a de marte, imposta por crime
la homicidio ao reo eseravo Felipp, emvirtude
da deciso do jury do termo do Pomba, n-<
jMmtneia de Minas-Geraes.
I9t de seis anuos de priso simples, o resto da
H i) anuos Je prisaa com trabalho, inmosta por
m! '-ri i;; ao reo Pi Pereira da Silva, em
tirtHdeda deciso do jury do term de Flores.
.ja |ii'/viiici: de Gayaz.
DIARIO DE PEBNAMBUCO
s;
Ri IFE, 23 DE MARO) DE
\ nMheeau liontem em nosso porto o vapor bra-
>. ir i Crioeii-n 4i Snl, (rafeado jornaes c un da-
tx%: do Rio da Prata 8, do Rio Grande do Sal 3.
de Minas Geraes lJ, do Paran o, de S. Paulo o, de
Sania Catliarina 8. do Itio de Janeiro 1">, da Baha
D. e das Alagias 21 do corrente.
Alcm do qn i dim is s ib i< rubrica' Pirl Ofli-
'"! e lulerih-, > ene 'Hiramos nos jornaes o que
II :
lu r.UNWx DO SOL
No ia I." f.'ir.i iintalla la na capital a assembla.
riBual, caudo a mesa assim composta : presi-
fe, Dr. J >a piiin Vieira da lamn: vice-presi-
deate, Dr. Fdisberto Pereira'.da Silva ; 1." secreta-
ria. Ur. J.v> i Ignacio Teixeira ; 2." dito, Menandro
l.drigue.s F.iutcs.
Toado o- membros da n iva mesa oeeupaJ i
eadeii : pe lira a palavra o deplalo Epa-
Jai M. de Arruda, o reordando acoinci-
deacia de ahrir-se .i assem'ola no auniversario do
ifi fe i" i di Vquiliban, |irop izera a n rne.i-
le umi c nnii-so, uue era iwma da a t\ fosee felicitar o Sr. viscoude de Pelotas. Sendo
luunimemenie approvado o requerimento, nomea-
ra o presi lente para a comraissao osSrs. Dr. Ri-
fci-, EpamiiDii las, Joao Ignado eCimargo, e le-
vantara em seguida a sessao.
Sol) a ligraobe Mnmi-Silceira Martint diz o
KHtn &o 8"l de \ :
Renoira-n-se os eleilor.w de Santa Victoria,
faUim e !' i-.Vovo. e deliberaram approvar o
iweedim nt i que tiveiM na cmara temporaria o
'5*. Dr. Gt-;ui' Silveira MuIiik. Nao coinparcceu
i r*-.nniio o "I -itor di Santa Victoria, Sr. ezefrc-
4 HMrigii' tlorra.
c O do't! i Grande livenm sabbado a nou-
"i* inua rrauio para idntico lira. Dn presentes,
quatro j *<> declararam a favor_ do Sr. bario de
Mau Nao deliutiva a reuniao.
-*- Segundo constava, achava-se assigsado o
contrato para o cstabelecimento de nina linha
a catre o Kio Parda e a colonia de Santa
Crat. de que concessionario ocapit J. deBir-
Dizia--e lambem que em consequencia da
iriMu reeebi las do minisierio da guerra para
-ad do ser-.-i;) toda a guarda nacional destacad i
aquella prr.mcia, fazedo-se o detallie dos cor-
gios de I." linha de m >J i a poder eumprir-se a di-
ia ordem. 'i .' regiment de artilharia a cavallo
estacionar em S. Gabriel, fornecendu nm desta-
-(Bailto para o Rio Parto c pastos militares. O
&\lk Tallara ira para Bag, o.I* para Sant'.Vn-
m do' Livramen'o. continuando o 5" em Jaguaru
aakf l" hatalli i de infamara. O 6. de infan-
MtfMflv-t'ruuaiavana. .lando destacamentos para
alaf-* i Borja". Os 1." e 13. da mesma arma
formarlo una brigada que estacionar em Alo-
2r"te, vindi o 12.- fazer a guarnirlo da capital,
Sio Grande e Pelotas.
- Tinliam uhido abun Jantes chuv.is cm San-
. AiJij do Livramnti e em Canjuss. ma car-
a Jeste lugar, di.:
plantaron e>aa-s3 perd'endo, e o commcr-
io eM paraly-a 1. : dentro desta villa ha lo ca-i
as de negocios para I ti) casas de familia. Muitos
neiiiiriaates-nar) fazeni para cobrir a uespeza dia-
ria, e. iif'i.''0JWln:' '1ie nao chegam a vender i'i<>
rs por djafl nuam as coasas assim. mui-
Jm ero qrreftiohar aaiportas para nao aororcm
Miares prejuzos
No dia 2.) do passado. tofttra aufeid
I). Pedfito iinia ijp! Piruiia,-,aBB|
de Firmiiio Mar l'W a levara
a corametter e- T19 era ccr*
Ib, porem, era que data una facad no estomago,
e duas no ventre, send) estas sem graaridade e
aquella perigosa. Nao morrendo logo, qaizera en-
forcar-se n'uma trave da casa; mas um filho, que
vira a intenciio da feliz, correr vzinhanca",
entilo acudiram algnmasj pessoas, que corlando a
tempo a corda, puderam salva-la. Por cumulo
de infortunio, no acto de cortarera a corda ella
eahira, e batendo com a cabeca nos tijolos, feri-
ra-sc bastante. A infelit vi uva e tem numero-
sa familia. Os mdicos, que proeederam a oarpo
de delicio, nao a julgaram livre de perigo.
O Diario de Peitas noticia :
c O Sr. Antonio Jos Rodrigues Powlra, pessoa
que ha longos annos dedicava-se ao magisterio,
entrando para a casa em que resida ra de San-
to Antonio, esquina da de Yatahy, disse sua pie-
zadissima e virtuosa esposa, que d'alli a 20 mna-
los estara sem marido. De faci, nao era decor-
rido ainda esse espaco de tempo, e o infeliz Perei-
ra senta os terriveis efleitos do veneno que havia
tomado, fallecendo momentos dopois.
t C'Mihecedor desses ingredientes chimicos, por
assim diier, o mal aventurado Pereira preparara
a dse conveniente e escolhera o veneno quo de-
va produzir seus elleitos repentinamente, c ao
que parece o tomara antes de entrar em casa, a
iulgar pelas palavras que dirigi sua esposa
Nao pode anda sor conaecido pelos medico* o in-
grediente de que se servio o desgranado para ter-
minar com a existencia.
t Nao deixou o fallecido neniaras esclarecimen-
tos sobre o fatal suicidio, presumindo-se quo to-
se tomada aquella deliberacao por ser elle pessoa
que neste lugar possuio regular posico pecuniaria,
sendo-lhe adversa a sorto, qae raais tarde o obri-
gou a lutar com a falta de recursos.
Da cadea de Sant'Anna do LivramenW fu-
giram tres presos, dous ihas qnaes j haviam sido
capturados. Antes da fuga travaram lula com a
guarda, que se compunha de tres pracas, urna das
uas Beara levemente ferida, e duas gravemente
com balas, t Os soldados estavam bem armados,
urna espala para lodos trtt (dizuma correspon-
dencia dalli) O que mais admira que os presos
tvessem comsigo armas de fogo !
Haviam fallecido : na Rio Grande o cidadao
oriental I). Antonio Benito Casal, relojoeiro, ca-
sado, com oo annos de idade ; em Porto Alegre o
capillo Sezel'redo Pereira Nunes e o negociante
francez Dinil Legrande; e:n Bag, o octogenari j
Claudno Goutralio de Lima ; no Jaguario, o abas-
tado fazendeiro Henrique Francisco das Ghaga-^,
Vicente Aurelio de Frates, cuja familia llcou em
extrema pobreza.
Com as ultimas chavas os arraios do inte-
rior, com especialidade os do municipio de Pelo-
tas, conservavam-se cheios e invadeaveis.
No Capa do Lefio, por exemplo, havia bas-
tantes das que se achavam invernadas as duas
margeos algumas otentas carretas, impossibilita-
das de passar, porque a endiente e a correnteza
eram exlraordinaras.
Com um temporal que houvera no dia 16
vrara-sc perto da barra de Pelotas o biate I). Liiiz,
procedente do Porto Alegre, com lastro de afea.
O patrio, de nomo Damasio, sua senhora, dous
lillios, urna passageira e um menino de 11 snnos
salvaram-se, gracas agilidade c firmeza do dito
patro ; perecer, porem, um passageiro inglez.
Apezar de submergdo, esperava-se salvar o hiate.
Os negociantes de Bag, l'ruguayana. Ale
grete e S. Gabriel iam dirigir um abaixo assignado
assembla provincial contra os mscales que na
eampanha tanto prejudicam o coinmercio.
A loja capitular Imparcialulai adoptou una-
nimemenle a proposta do seu orador para repro-
sentar-se aos altos poderes maconicos do Lavra-
dio, alim de que estes pe;am aos poderes com-
petentes do Eslado providencias sobre os actos
abusivos e violentos praticados contra os que,
pertencendo maejiiara, sao inombros de corpo-
racoes religiosas.
* Sob a epigr.aplie Crimino OH ianocenl', re-
fere o Diario de Pelotas '.
que esteve preso como moedeiro f Uso, o que fora
entregue liberdade, de dexar liear mal aos seus
defensores na imprensa 'e em juizo. Ilontem mes-
mo, dopois de ter veudo p >r calculo, a sua casa
eomaicrcial ao Sr. Antonio lavares, urna [neta que
possuia c ou'.ros objectos, reduziiido ludo a metal
sonante, dea i de villa Diogo, ou antes retirou-se,
segando julga-se, para o Estado Oriental, visto
que nao se pode considerar fuga a ausencia de
urna pessoa que gozava de seus dreitos, entregue
pela juslica liberdade.
Antes disso o Sr. Ribeiro qcwlmou varios pa-
pis, que linha guanlados em um escondrijo, d -
baixo do lugar em que eslava a sua cama, e as-
sim fo-se rindo dos tolos que o consideraiam
innocente.
Se o era, porque fugio Tinlia talvez recelo
que viessem rovos telegrammas que claramente
patenteassein sua crminalidade. E retirou-se
sem pagar, ao menos, o advogado, que tanto s
esforcou por ranoeenta-lo !
n Tentaran suicidar-se : en Pd das, a baila-
rina haspanbola Raphaela Montero, que se ochava
hospedada no Hotel d > Universo, e no Rio Grande
mu moco brasileiro de 21 annos de lado,de nomo
Joo Bapsia Vieira, aquella bobeado duas micas
de ludano e este disparando dous tiros de re-
volver na l) i" a.
L-se no Arlist'i, folha do Ro Grande :
a o Sr. Carlos G lillienne ltheinganlz fez 'en-
comiaenda para a Europa de algumas joias des-
uadas a ssrvir no da de sea casamento. A cai-
xinha cm que devam vir essas joias foi transpor-
tada a esta ci lade pe o vap r 'oriental Charra II,
que aqu cbegiiu de Montevideo no dia 2 do cr-
lente. O Sr. Mheingaulz que leve daquella re-
messa, como de suppor, aviso aatecipado, con-
vdou alguns amigos e com ellos se dirigi a bordo
do referido vapor. Ah chegados, procuroii-se a
caixub que appareceu e Toi levada alfandega,
onde foi a hera : e quando o Sr. Rlmhgautz e
lodos os seus convida los esperavain ver elegan-
tes e primorosa; joia-. rarificaran que a non*
donada c.iixinha nao contralla mais do que, pura
t simple-mente, una regular quantidade de palha!
A decepeo foi geral ; "o gracejo ou ladroeira ex-
cessivameiite pesada, tanto mais que o Sr. Bhein-
gantz ter de pagar ou talve? ja pagasse pingues
dreitos pelas joias que han recebeu.
i Transe/evemos de urna folha do Porto Alegre a
seguinte exposiro feila por una commssao de
sen ora? que na'capital da provincia de S. Pedeo
tomou a si a formaio de um asylo para as or
phas desvalidas. lilhas legitimas dos olllciaes do
exordio, armada e guarda nacional :
u Ao publico.A commssao das senhoras pro-
motoras de urna associacao- paro o lim de crear
tiesta capital um coPegio destiuado principal-
menle a ediicaco gratuita das orplis filhas legi-
timas dos offlciaes do exercito, da armada e da
goarda nacional, ven parante o publico generoso
desta heroica provincia, convidado a coadjuva-
las no seu pensamento, inscrevendo-se cada um
segundo os meios do quo dspe, e as aspira-
coes da sua carida.le nas listas que se acliam
abertas nas cinco typographias desta capital e nas
diversas igrejas das fregueiias:
Nas lisias encontraro os Srs. subscriptores
as condiQoes da entrada para a associago e o
fin principal da fondhcao do collegio.
'AIUNA'
In^tillou-se a assembla provincial no dia 16
do passado.
Sob a f e t'stemunho dos Drs. Rocha Lima e
Justino de Mello,deelara o Aiitoi rento ser inexacta a noticia de haverom ja appa-
recido casos de febre amarella naquella cidade.
Km Paranagu Jos Florencio de Archega, mo-
rador da barra do Sul, tentando passar no dia 22
do mez lindo o rio Pireque, que se achava bas-
tante cheio. morrera afogado.
Haviam fallecido em Paranagu o capito Joo
Timuthw de Simas o Daodedano Correa c cm An-
tonina I) Mara I ia pilna da C >sta Alves, esposa
do alferes Antonio Jos Alves. deixando nume-
rosa prole.
L-se no Coinmercio do Paran, folha de Pa-
ranagu, em data de o do corrente :
O Sr. Francisco os Alvos recebeu de Morro-
I es no dia 3 o segrale telegramma :
Grande rnrlfnte.Ao meio dia talvez estoja-
mos no a'to da igrej'a. Parte das casas j estao
no fundo.
Refere a mesw.a folha :
a A' obseqninsidade do Sr. inspector da alfan-
dega, devenios a noticia abaixo :
i Perdbu-se nc da 1 do corrente V I e l|l ho:a
da manh na praia do Superaguy, ao N* da barra
desta cilade, o brigu inglez Klimheth Headerson^
capitie Thomaz Davbon, procedente do Ro de Jo-
neiro em lastro, consignado casa do Sr.. Manad
Leocadio de Olivoira. Salvou-se a tripolacaoi
Esle navio vinli* recebef um carregamento d
herva para Tfalpsrazfr.
Consta-nos que a inspectora da alfandega
dera inmediatamente as- providencia neeessaria*
para arcadag,;ia dos salvados^
BhjajaadSl^ miiia8-oeras8.
.ri capital uo dia 28 de fevereiro. o Dr.
Venando Jos Lisboa. No da seguinte devia S.
Exc. assnmir a administradlo da provincia.
Refore o'Diari :
, Na villa de Dores da Marmelada,. foi assassi-
nado Fdippo Ferrera Vaz por Jos Joaquim da
Silva, vulgo Jos Caxeta. A orgem deste crime
foi a disputa enlre os mesmos travada, qae teve
om resultado dar Felippe duas caceta Jas ora Ca-
xeta. o este dar-lha urna faeada sobre a regio do
Ufado, que o matn instantneamente. O assassi-
no foi logo aps preso e recolhdo cadeia, pra^
cas energa do juiz municipal supplento Joao
Roberto d Heredia Men le* Ribeiro.
Na mesma villa de Marmelada, no lugar de
nomnalo S. JacnHio, foi brbaramente assassina-
do Manoel Francisoo de Olivara Bueno, na noute
de H de Janeiro prximo passado, .sendo os auto-
res deste allantado Francisco los Baptista- Barcel-
los a Prdnklin de tal. Barcellos j est preso e
provldenciou-se sobre a captura de Frankliu.
i A esforcos da raesraa autoridade cima refe-
rida, achara-se presos e rectlhido. tadeia os
pAiu Viefor iWpira An iSnrn e Jiltino. urOllllll-
reos Vctor Pereira de Suza e'Justino, prdou
ciados no art. 193 do cdigo penal.
. Noticia o Monitor Sul Mine tro, da Garapanha
da Princoza, de 8 do corrente :
Hontem o Sr. Joao Possidonio dos Res, con
ferio liberdade sua escrava Thereza, parda, de
18 annos de idade, alim de que ella, livre da con-
dic) servil, realzasso seu casamento com Libera'
to J. Tiburcio. Alm da concesso gratuito do li-
berdade de sua escrava (que valia ma de 2:00u)
o Sr. P.issdonio fez a (esta nupcial.
- A cmara municipal d S. Jlo d'EI-Rei. em
sessSo extraordinaria de if de feVereiro indOj
conceder ao cdado Francisco Garlos de .**'
Ihies Jnior, privilegio para estabelecer linhas de
bonds para transporte de cargas e passageirosi
En Ar&is o alfe.* Jos Al vare Pereira
conceder carta de liberdade aos seus escravos
Alfredo, pardo, Mara Joaquina e Silveria, prefas,
etas sem condicao aiguma, e aqiwlle com a de
arvir a Virginio Alves Peroira at complotar 25
aanos.
Em Queluz um eseravo da fazenda do capi-
to Manoel Pereira Saares, da noine Marcos, as-
sassnra a 22 do pasudo o feitor Antonio Ferre-
ra da Silva Vianna subdito portuguez. O assas-
si no fra preso.
A' bordo do Pauiisla ehegaram a Santos
quarenta colonos viudos dos Pyraneus com destino
aos estabelecimentos agrcolas do Sr. senador
Queroz.
L-se no Diaria ie Santos de 11, sob a epi-
graphe Enfermara do poro :
Fica hoje montada eto enfermara, que toma
o Home mam Tds as iespalaf aorreraen por
conta dos Srs. coiumindador Nicolao Vergueiro,
Azurara Costa, coronel Antoniu Ferrera da Silva e
Camillo de Andrade. Estabekcda na casa da c-
mara municipal desta cidade, propoe-se a receber
todos os enfermos atacados da febre amarella,
qualquer que seja a condicao, nacionalidade e
sexo.
Somos informado* de que se nao exige for-
maJidade aiguma para-a admissao dos enfermos,
quo a qtlalquer hora ou momento pndorao procu-
rar a enfermara ou os meios para seu transporte.
O t ataraento hoineopathico e allopalbico, sendo
da .piimeira especialidade enearrega) o Dr. Cu-
aba Jdmeira, e da segunda o Dr. Movaos; poden-
do o doenu fazer escolha do systema que mais
confianca Ihe mereeen
A Companha de Navegacao Paulista trans-
porta indepeuJenlo de fete tolo o naeessario
entermaria, tal como camas e o mais que preciso
fwv Este acto philantropieo e desinteressado mui-
lo realce ieM, mxime ferto como foi, com tonta
Este contrato fora feto sem onus algum paf os reserva Anda urna vo<. os candosos habitantes
cofres municipaes, qae pei contrario vao usa- de hwlos eiavara-se a altura qu* Ibes pertence, e
fruir urna quota animal. O cootrato celebrado o cdiiicante exemplo uue lestemunhamos e a viva
quota
eslava pendente da approvaoao do poder compe'
lente.
Organsaram-se tamUem daa< companhias
naquella mesma cidade urna coul o llm de esta-
belecer um gazometro, c oatra para a caoalsaao
d'agua polavel.
L-se no Diario de Minas de 7 :
. Consta-nos que no arraial da Meia-Pataca, a
deshoras, tem-se ouvido toques kVngmquos do
cachamb nas fazendas ; o qne faz suppor urna
repeti.-o doS'Cnaerrs muito fallados naqueha lo-
calidade o no municipio da Leopoldina ; eque en-
tretanto as autoridades policiaes conservam-se
quedas, e nada providencian! em be n di preve-
nir qualquer le van lamento de escravos que por
ventura esteja-se proyectando.
Refere o Pharol desta ultima cidade. sob a
epgraplie Ataque naetlrtvla :
Comtnunicam-nos pessoas fideJigna?, que na
estrada nirio e Industria, entre Simio Pereira e
o registro do Parahybnna, teem sido atacadas e
perseguidas vanas pessoas, tendo*se j realizado
alguns roubos.
Sao quatro ou cinco assdlwnte q saheni
disfar..ados, cercam, atir:mi soljre of transentes,
etc.
s. tkeuy.
As grandes e conlinoas chuva?, que lem-ca-
bido na capital, jproduziram seus effetos. As
vaneas contiguas cidade estavam totalmente ala-
gadas, e muitos estragos j se tem feito sentir. Va-
rios muros tinham djsabado, entre elles urna
grande parto do paredao de Pique?, ltimamente
construido, cajo restante ameacava ter o mesmo
fin.
No Braz foram 3 .as casas cahidas.
Tambera desabara parte de urna casa de sbra-
lo sita ra das Flores, levando comsigo parle do
predio eontiguo, nao Invendo a lamentar, felizmen-
te, desgraca asgan. Houvera igualmente um
desmoroumeiit na estrada de ferro de. Jundiahy,
entre Pers e Agua Branca, occasionanlo a de-
mora do trem que, cm vez de cliegar a S. Paulo
s 9 3/'i. chegou I 1/2 da tarde
Urna casa da ra da Consttuico ameacava des
abar pelo- Unir do fundo. Parte do quintal j ha-
via cabido sobre urnas tres castaas da ra Vmte
e Cinc) de Marco, que ficam em plano muito in-
ferior.
Urna mulher e urna manca foram tiradas de
baixo das ruinas de una dellas, ficando a mulher
bastante maltratada.
N i campo dos Curros liouve urna grande en-
diente, que obrigou varias pessoas- a saliirem de
casa.
Foram encontrados dous cadveres no Taan-
diiatahy, um deltas era do um soldado do corpo
policial, o outm era de um eseravo do Sr. Manoel
Rodrigues Jordao, que feudo fgido atirara-so ao
rio.
Escrevem de Santos para a capital:
Para o hospital da Santa Casa lem entrado
qitarento e tantas pessoas atacadas de febre ama-
rella, entre nnrnheiros e estrangeiros residentes
aqu, e poneos tem escapado. Acham-sa varias
pessoas. filhas d'aqui. (lenles da febre, que deno-
mnam os mdicos biliosa -mas nao lm suctum
bido nenhiima. Eu creio que a amarella, po-
rem fraca, porque acompanhada de vmitos. Es-
tamos bem recelosos de qne ella se desenyo'.va, de-
vido ao calor, que continua cada vez mais forte e
abrasador.
Encetara-se em Santos a publicaco do urna
nova folha diaria intitulada Gormo llercnnttl. E'
|iropiedade do fundador do Commfivio de Sanios,
o Sr. Jos H aballo de Ainoriin.
Com referencia ao contrabando ltimamente
appreliendido, diz a Imprensn de li.
P dem-i as qne ratifiquemos a noticia que a
respeito publicamos em nosso passado numero.
Fazemo lo da mellior vonlale, aecreseeiitando-que
o navio, de cojo bordo sabio o contrabando,' a es-
cuna hospanhola Vestal, consignada ao Sr. Alfaia
Rodrigues ; as fazendas apprehendidas destino*
van-se a Francisco G-. Sorriliio, caixeiro do Sr.
Alfaia, eo prOto conductor dos fardo- (eram far-
dos e nao pacotes) o es'ravo do Sr. Alfaia. A
Vestal desta vez perdeu o direito de velar o fogo
sagrado : violn a lei.
O uroeesso administrativo est em lemos de
serjulgado, e oSr. Alfaia prestou canco para re-
laxar o e-cravo detido. Creaos que desta vez li-
demonstraQo da verdade enunciada.
Consta-nos que a que pretende abrir a cama-
que
carao satisfelos.
O Sr. Francisco de Salles Das Ribeiro, aj-
dsete do bibliothecario da academia de direito, l'ez
um mappa doslvros exislenls na bbliotli.-ca da
dita academia at :il de dezemhro do anuo lindo,
pelo qual vi'-sqae o numero total das obras e de
3,593, divididas em 9,6<3 volamos, das aunes sao
impressos en lingaa nacional 515 obras forman lo
:)."i8 volumes. e em estrangeiro J,W8 lormando
6,637 volumes.
Dessas 3^593obras : 612 sao en brochara for-
mando 1,351 volumes e iGi folbetos formand)
l,":t2 volumes. De iItoIo civil 1,127 obras era
2,181) volumes, ede direito ecclesiastico 2i7 obras
em 497 volumes. Do historia sagrada 148 obras
em 197 volumes, e da historia profana 267 em
98 volumes.
De 31 de dezemhro para c foi a bibhotbeca
augmentada pela abundantsima livraria (mais de
mil volumes) do finado Lucio Manoel Fehx dos
Santos Capello, que a doou aquelle estabdeci-
menlo.
Foram capturados: em Campia-, Augusto
da Silva, Rosa, que ha pouco asnsainara Auna
Barbara, e na villa do Soocorro, um eseravo de
norae Jos, que comraeHo'ra ana mirle no termo
do Amparo.
L-se no Diario do S. Pan 'o :
t No dia 27 do miz prximo lindo, no lugar de-
nominado Capclla, de S. Joao do termo de S. Ro
ra> municipal expensas do governo geral pela
verba Soccorros pblicos empregandose os
owmi decretados para o lazareto, que ficon de
nenhum eu* itw.
Nao poi*, da cmara, como dissemos, mas
sob a liscalisacao desta cor|wiraeo que nesle sen-
tido represe ntou.
Na cidade de Silveira, na noilc de 27 do mez
niido, fra assassinada, por nido de estrangula-
cao, a viava D. Anna Jacintha Qiiintanilba, por
tres dos seus escravos, de nomos Joio, Samuel e
Marcoiino, os quaos, no nquerfo a que respoude-
raui perante o delegado daqueHe termo, confessa-
ram o crime com todo o cynisno, pelo que foram
rocoJldos cadeia com a escrava Rosa, cmplice
no niesino crime.
a Fora novamente capturado e recolhdo ca-
deia de Mogy-inirira o reo Evaristo, eseravo, con-
denando pena de 20 annos de gales, e que ha-
ra-so evadido da escolla que o aeompanliava, no
dk 13 do mez passado, por oceaniao de ir buscar
agua para abasteeimento da cadeia daquella ci-
dade. A prisio fra elfectaada no termo de Pi-
rassinunga.)
Dera-se na capital, no dia 10, pelas 2 horas
da tarde, o seguinte desastre, na otllciua de cha-
peos de Francisco Fisber^ ra Dtreita.
Ui moco, filho de pas ademes, de nome
Pedre Heibel, de 18 para- 19 anims de idade, aili
empregado, iadi collocar una correa qae havia
escapado da roda di trammissih), em occaso em
que estova a Irahalhar o raadinismo, qne i a
vaiwr, licou preso na mesma roda, e dando, em
poneos segundos, au Manada de volas (como
fcil de suppor em urna roda movida a vapor),
ipiando acudiram algumas pessoas eslava j no
mais lastimara! estado, eom um braco quebrado
em duas partes, una d :s costeos igualmente
quebrada, e o corpo inteiraaiente pisado : 'de sor-
te que sendo conduzdo ao hospital da Misericor-
dia, fallecer pelas o e iiieia horas da tarde.
L-se na Gazeta de Campias de 9 :
O >r. Amonio Augusto da Fonceca perdeu
no dia 7 do corrente o seu tilla* Corolauo da Fon-
eeea, vctima da fatal epidemia da febre amarella,
que grassa beira-inar.
O pobre moa) achava-se em Santos, onde
ganhou o germen da molestia, viudo suecumbr
no seio de sU,\ familia.
(t O linado era empregado da casa Maitinh>
Prado 4 SVajght, de Santos.
Noticia a llu-uio de 2*i :
J- se ouve o sibMo da locomotiva no trabalho
da suporstraatnra da estrada E' que os trlhos
diatara do nossa estaco apenas meio legua. Tudo
leva a erer que a ianoganeio da linha nao pes-
iar do mez de marco futuro.
* Para a estrada de Terra do norte tinham sido
subscriptos em S. Luiz lio accoes e em Cacapava
Sil.
O Dr. Galv.ao Filno conimunicra para a
capital Ter contratad a exploraco, e traen do
ramal da estrada de ferro de rlzcnde a Ardas,
cujo servico dever Bear concluido dentro de i
mezes. No da l ou i do corenle dcviain adiar-
se en Rezoihle todos os engenheros, afim de se-
g irem para Aras e comecarein a explorai;o.
Estando concluidos os "trabalhos preliminares
de preparo do terreno, ra'las, etc., ia lan/ar-s' a
priineira podra do Iheatro provisorio, levantado
na capital por nina assoeiacio emprozaria.
Noticia o Pindttinonkangabmse:
A respeito da prisa) que se effectaou na noite
d 3. inforniam-iios o seguinte :
Teudo sido prevenido o delega lo de p l icia de
que dous escravos fgidos adiavam-se acaltados
en casa da viuva de Francisco de MagalhOS, ao
bairro do Buraco, resolveu tomar as medidas pre
risas para que tosen os referidos escravos cap-
turados ; constando-lite mais que elles andavan
armados, e, o louvavel intento de prevenir qual-
quer resultado funesto que podes-e apparecerna
oceasfio de eHoctuar-se a prieto, deberon, com
seu escrivo, aconiian!iar a torea, a qual na noite
de 'I segua par a pielle bairro.
Infelizmente, porem apezaj de havor bastante
cuidado, nio correa a diligencia eono era para
doiojar-se. Logo que dous nucos da casa, em que
estavam os escravos, Sentirn approxiinar-se a
corulla, sahiram arrebatadamente de dentro, dispa-
iMr.ini don tiros e procuraran! abrir camiuho por
entre as pessoas que gaardavam a porta da (reate
da casa Em seguida um dos guardas, sem que
Ihe fosse ordenado cansa aiguma, disparou a arma
quetrazia.
No dia seguate soube-se que um dos mocos
que fugira, tinlia sido ferido nas. espaduas.; peta
que se conduio qae a imprudencia daquelle guar-
da prodiiiria. talvez, a norte do moco qae curta-
mente nao foi ferido por oiitrein se esta nao de-
pendesse tamuem da tarea da arma quando fra
disparada.
A auloridade elJtaptnou a prisa i dos escravos
denunciad >, que declararam pertencer a Wences-
lao Pereira Barros, de Tobalo, e ordenou qne se
procedesse a auto de corpo de delicio na pessoa
do otTendid) ; o que feito foi considerado o feri-
ment leve, e avahado o damus causado em :! .
E esta a VerdadO do facto.
Foraai capturados : no termo da Canstituidtai
freguezia de S. Pedio Joaipiim Jos.' da Silva e Joa-
quim de Obveira Lima' pronunciados no art. 201
do cdigo criminal.
Dos tres reos que se evadiram da cadeia da
capitai.na madrugada de 2!ilo passado.f jraracap-
tarados dous no mesmo dia peas 1 horas da tar-
de no lugar denominado Jagaarah, a 2 o meias
leguas de dlstauria, e s no dia 23, polas 11 horas
da maulla, mais ou menos, foi qae cliegaram
cap tal e foram rcr.ilhidos cadeia. Uina das es
vinrla 1,272 individuo* pcft segainfe? frn !
Iiomicidio, 63 ; tentativa de" homicidio, i i ; fi"ri-
mentos, 75 ; roubo, 6 ; furfe, 5; injurias 4 ; re-
sistencia, 12 ; estupro, ; desobediencia, i I;
perjurio, i; uso de armas defesas, I ; entrada era
casa albeia, 1 ; inraccao de contrato,- 30 ; dita
di rcgulaiiu uto. 1 ; dita de posturas 23 ; em-
briaguez, desordens e outros motivos, 1,023, No
mesmo anno foram capturados 311 escravos f-
gidos, e presos 37, a pedido dos senhores.
Em Janeiro transitaram pela estrada de ferro
de Jundiahv a i'.amplias 1,528 toneladas de caf,
133 de algodao, 716 de sal, 2il de assucar e 671
de diversos gneros; total 6,291 toneladas.
No dia 22, ao chegar estaco da Luz (na
capital) o trem de passageiros, s 2 1/2 da tarde,
achava-se no centro des trlhos o mestre da oIB-
cina de machinas, e, fosse por distiaeco ou por
persuadir-sc que o trem passaria antes de chegar
ao paulo em que se achava, deixou-se licar no
mesmo lugar, o uao percebendo os avisos que se
Ihe fallan foi alindo pelo varre-trillios do vapor,
cahindo lo infelizmente iqtie leon com as raaos
sobre os trlhos, passando sobre ellas as rodas da
locomotiva' cortando-lbe os dedos de ambas as
mos, e salvando nicamente os polegares, Foi
logo soccorrido e acha-se em (ratamente.
E crevem do Cajurd :
Hontera pelas 6 horas ;passou juir esta villa,
urna horrivel tempestade que pareca acabar o
mundo. Cahio um raio n'um esteio da capdbr do
Rosario, em constmecio a.uc deixou em misero
estado.
t Felizmente nao occasionou morte aiguma.
L-se no Carreio Paulistano de 4 :
.Na noute de ante-hontem para hontem, fal-
lecen nesla capital, aps longa enfermidade, o ra-
na lente aposentado da academia, consdheiro Jo-,
se Mara de AvellarBrolero.
Era a tradiceao viva dos primeiros tempos da
faculdade, sendo o prmero que entrou para o
corpo docente em sua installacao
SANTA-CATHAm.VA.
Desde o dia 1 al o dia 8, linha cabido in-
cessante chuva na captol e seus arredores, peta
que era de suppor que as lavouras houvessem
soffrido muito e esuvessem intraiistaveis as es-
tradas.
No dia 1 inaugurara-se a aula nocturna gra-
tuita para adultos livres e captivos, instituida pe-
la loja ma'.onioa Rqeneracaa.
Foi este o resultado linai da eleicao a que se
liro^edeu no dia 23 do mez Ando, para praencu-
ment da vaga deixada na assembla geral legis-
lativa pelo Sr. Bario da Laguna, que foi escotln Jo
senador :
Capitn de fragata T. de Biltencourt Co-
trin 12
Capito de engenheros Dr. Sebastian A.
Rodrigues Braga '
Vai aqui incluida a eleicao da capital, onde
hoave duplicata, e em que o capiio de fragata
Cotrim obten 30 votos o o Dr. Braga 26.
ESPIRITO-SANTO.
As ultimas datas recebdas sao de 1 d"
corrente : ...
Conimiinicaram da villa de Guaraparv ter all
fallecido no dia II do passa lo, o juiz de direito
Dr. Joa'piim Jos de Almcida Piees, victima de
una febre perniciosa, que o acrommetera na ves-
pera. O finado era meiiibro 'da assembla pro-
vincial.
Na cachoera de Itapeinirim continuava a reinar
a dysentoria j havia feito nao peipieno es-
trau^- i
No da II do mez passado, as 7 horas da
inanlia, no lugar donominado Cachoera Alta, do
municipio de Beaevente, tal brbaramente assas-
sinado Joaquim Francisco de Paula, por um seu
eseravo de nome Ezequiel. .
0 Sr. Paula ora um importante fazendeiro,
que gozara de grande estima e conslderacao de
lodosos habitantes daquelle municipio.
IUO 1)E JASK1RO
No senado tinham j tomado asunto os Srs. se-
nadores JerenyiMi Jos Teixelia Jumor, pelo ido
de Janeiro, e Joo Jos de Oliveira Junqueira, le-
la Babia. ..... .,
Nessa cmara foi votado, no da 10 o projei to
de resposta falla do throno, sendo registradas
todas as emendas do Sr. Zacaras.
Na sessio do dia 12 do corrente, o br. prssi-
do ite do senado diz :
Sua Exc. o Sr. ministro do imperio em caria
pie roi-me entregue hontera depois de levantar-se
a seOSiO, coiiraiunica-rae que no da 1 uto or-
rente mez nao haver cortejo no paco da cidade.
s que faz pelo progressivo ailiantamenio w ira-
friO. e pela felicidade da familia Imperial.
Nao podendo este anuo pelo motiva que uidi-
ei, nomear-se a deputa. o que too grata uus.-ao
ue,'den-se m conllicto entre Heleodero Vicente collas que expedir e Dr.chefe.de polida, com-
inandada polo lurnel l*>rflno Joaquim de Andrade
e Francisco Claudio, resultando a morle de a al-
bos, sendo o primeiro morto por ni tiro dado pelo
segundo ; o quando esto procarava or.idir-se, foi
morto cacetndas,
O respectivo delegado do polica, que adiava-se
na mesma Capella, logo que leve conheeimeiilo do
fado, liirigio-se ao lugar onde elle se dra, o por
que recaliissesuspeitas sobre Joaquim Rodrigues
Soaros, prendot a este, e promovendo o nquerit
policial, rhognu ao ranldcinento do que o mesmo*
iiidividuo fra o autor da murta do KVatciseo
Claudio; que expirou poneos minutos depois.
Falleceram: em Giwratinguet, o Rvdi Ma-
noel Benedicto db Jess; em It, Joao Pedro dr*
Santos Das, socio da Orina social Bueno i Dsr iLa
iliaca do Rio ile Janeiro, e o Dr; Americo Antonio
A y res.
Escroveram do Iguap;
No Yporanga o engenheiro Menriu' Bauer
est preparando a estrada que dhs inin;is tos mor-
ros Agudos vn ter ao Jernmirbn, pw finta d*
concessionnfhO do privilegio ; e agpra. no vapor
Coramb, a chogarr esperam-se trakJhalwrcs l-
lemes, inclus ve dous Mineiits.
O Dr. Joaquim I'. SnVera da MoMa, concessio
ronsegnira efiectuar a priso dos riks Joaquim
Uarlo Carneiro, pronunciado em crime de homi-
cidio e Antonio Alves de Oliveira, cohdcmnado a.
oito anuos de priso por crime de ferinicntos gra-
ves. Nao so effbctuara a priso do terceiro em
virtude de terum licailo atrasadas na niardia, oot
estropeadas diLis. prncas que faziam parte da lila
escolla, podenik) apenas o furriel e naisdnas pra-
cas realizar a captura dnquelles dous reos.
' No dia 2* fura rogalansada era ltapotiuinga
a loja Franceza, estando presdate 50 macan* e
uuis d 30' senhoras. A este respailo coiamuni-
cara:n,ao CorreioPnnlislan':
J se-v que o jesuitismo penle seu tempo. Ao
pftss*iuui os bii*80de l\jrnauaiuco. Rio de Ja-
neitu e ootran dmeeso* esfiwn>ii-so, pratieo actos
do violottcia cora o iini do extiiajnur e.-la sublime
oiaUii, novasofikias sao cFeoitis-comoun pro-
'testo vivo, contra' too aivirhroniea pretenrao.
( Era Tatuby esto- iistaRada itraa loja maconica
tm Branaalli Faxiiw proleaJeai fundar outtas.
O quo ora- exige n inewsa da ordem a uniao
desoriento* divisan eni lado, menos na marinara.
Inspirada ida loja,-. Ffrmeza foi fvndada na
da 23 una sociedae oora o tulo Propagndora
o da l'i de narco o aaalversatio natalicio
de Sua Magestade a Imperatriz e nel'.e costana o
senado, estando reunido, manifestar o Impera-
dor, por niei.s de urna deputacao, os seus senli-
mentos do invariavel respeito e lealdade, e os vo
los que faz pelo progressivo e'hantamento do m
per
K
que.,.
teria de deseinpcnliar naqudle da de jubilo para
o imperio, peco permisso para boje exprimir des-
te lugar, como mgao da cmara, a que tenho a
honra de presidir, aquellos seotimentos, e aqaelles
votos, que sao sen duvida os do pora brasileiro.
Na cmara dos deputados, no dia 3 do cor-
rente, disse 0 presidente:
Senhores, a gencrosid ule dos meas conpro-
viucianos e a benevolencia de Sua Magestade o
Imperador, acabara de devar-me a naior digni-
dade que o suflragio popular pode conferir ao c-
dado brasileiro.
Nomeado senador do imperio por carta impe-
rial de 22 de fevereiro lindo, e rcronheoido pela
respectiva cmara em sessao de 8 do corrente,
eurapre-me tomar all assenlo.
Faltara, porem, a um dever, muito grato
para mini, se no momento em que von ueixai
esta angosta cmara, mulo tive a honra le exer-
cero sublime mamlato da naci durante qualro
legislaturas, eu me olvidasse de tributar o mais
profundo reconheciniento a cada um los meas
dignos e Ilustres allegas, nao s pela alta consi-
derar) .pie me dispensaran, eonnandp-me a pre-
sidencia dos seus irabalhOS, como pela dedic.eao
com que todos me auxilarain no desempeuho de
lo importante tarefa.
A vossa providente soHeitnde, facilitando o
cuinprimento dos seus deveres, supprio as .'acu-
nas que necessariaraenfe rcniltariam da nimba
insumeieneia (muitos nao apoiados), para a sa-
tisfaco deste honroso encargo. Lonsngwates,
assiii urna verda.le inconcussa : a indulgencia
para com lheias faltas tai sempre apanagio de
verda leiro mrito.
Nao pois, senhores, para cunipnr nica-
mente um dever de cortezia ipic ora pivjadico a
vossa attenco. para render homenagera i
vossa illustfaco. patriotismo e benevolencia, e
para agradecer com a mais sincera |W8saO da
miiilia gratido pdo obsequioso proccdimciito
que tivesles para cora o presidente desta cmara.
Desculpa-mese insisto era coiiinieiuorar r-Me
facto, ponpie a elle se prende a mellior patina
da ininba vida publica, assim como sera o mellior
brazo que legarei a nieus tilhos.
Nem a nova posieo que vou oceupar, nem
as vicissiludes da poltica me farao obliterar a di-
vida de honra deconlrahir para com todos os
dignos meiiibros desta augusta cmara.
O Sr. Campos de Medeiros: l-izeino< o nosa
dera*. (Muitos apoia-los i
0 BE. presidente :-..- e csioi-.-ando-n e
quanto em mira couber para auxiliar a grande
obra do progresa eengrandecinienlo,da nossa pa-
tra, cuja nioativa vos perlence, la^o os mus
sinceros votos para que o wsso civismo, e dedica-
co possaui accelerar o brlhante porvir que a
Providencia Dirna teservgu ao inv)ono sul ame-
ricano.
c Vozes:-Muito bem.
* OSr. Pim de Campos : V. Exc. cuinpiao
exactamente os deveres de presidente des:a casa
(muitos apoiados.)
0 Sr. presidente: Convido M Sr. l..vice-
esidente a oceupar a eadeir* da presidencia.
resina (do aranh ao Pfenhy), do Recife ao Li-
moeiro e seus rawana, na patineta de Peniambim.
Pelo ministerio do imperio expedio-se orileu
presidencia de Minas-Geraes para mandar pro-
ceder eleicao de um deputado assembla geral
felo 7 districto, em substituirn ao fallecido ba-
cbarel Honorio Uermeto Garneire Leao.
Por decreto do I.* do corrente foi.creado nm
lugar de juiz municipal no termo do Japarahyba,
na provincia de Sergipe.
Nao*foi agraciado o capito Benjamn Cons-
tan! Simonelii, condemnade em 19dejidhod
anno passado pena de um mez de priso simple:.
e multa correspondente metade do tempo, peto
juiz niunicipei do termo de Goyanninha, no Rkt-
Grande de Norte, por crime de- injurias verbaes.
L-se no Diario Offitial;
> De cartas recebdas da repblica Argn i i ni
consto qne o respectivo governo, leudo ouvido a
commssao medica, resolveu nao cerrar os portos
da repblica aos navios procedentes do iiimerio,
nem augmentar as qiiarentenasj estalieieridax.
Kis as noticias commerciaes da ullira.'i dala:
Nao liouve boje COtaeOOS otBciaes.
t 0 mercado de cambio, apezar de se sentir ai-
guma falta de letras da pra.apara seren negocia:
ilas, continua a mostrar lii nieta sensivel. As trans-
acedes efectuadas luje foram menos quo regula-
res a 26 3/i d. para o papel baneari, 26 7/8 e 27
d. particular, e sobre Franca a 330 rs. par fianflo.
tonibem papel particular.
Para as apoliees genes do 6 0/0 contnaoua
baver procura e firmeza de pre marcado com tendencia para alta. Os possudb-
res de lotes insignificantes alcauciram fcilmente
lio.** e l:Oot>; mas os de partidas regulares
Bieentraran com franqueza ao merrado, p..npie
pretenden! precos mais altos. De apoliees provin-
eiaesnsgociou-se um lote regular razio de....
1:012.tOO a dnheiro.
* Foi extremamente apalbico o niovimentb do
mercado de accoes. Apena* nos conslaram pe-
qnonas transaceoes aos seguinte* pre.-os: I!anco
do Brasil, 2674 por aeco a dinheiro e 2584 pa-
i.'iiiueni'i e transferencia no fin do mez: Banco
industrial e Mercantil, li a diulieir, e compa-
nhia de Segnros Inlcgridade, 56J tonibem a di-
nheiro.
As vendas eflecluadas boje no merend de
productos foram regulares, cat e assucar para
consumo.
a Sahiram tambem jiara consumo eerea de
2,Of O arrobas de carne secea.
ahiram para Pernambuco : a 5 brigue por-
tnguez Jndilh e barca dem Corra : a !>. barca iO-
gleza Saltea : cali, patacho argentino Melina.
BAHA
Tinha seguido para a Europa, affec-
lado de beri-beri o Dr. Francisco Jos da
Costa, presidente da cmara iiiuiiit-inal da
capital.
Arribaram : o hiate I /rr/o por fal-
ta de niaiitiuieiitos, c o vupor (ialathi,
por desarranjo na macliina.
Fallecer, em Cete, o coronel Anto-
nio de Souza Spinola.
Ltnos no Jornal :
A receita da provincia no 1' semestre do
exerciciode 1872 1873 foi de.....
1,319:4929027, inclusive 5:0099D2V de
renda com appilicaco especial, alm Uo. .
911:9909100, que existiam na Souiedade
Commercio, c quo foram retirados para se-
rem applicailos aos negocios da estrada l'a-
raguass.
A despeza no mesmo semestre monlou a
1,145:8999302.
A tliesouraria calcula a receita para o
exerciciode 18781874 em rs. :.....
2,100:00"O!' ; eoiva a despeza |WEa O
mesmo exercicio em 2,28i:9059448, dan-
do-se um defficU de i:049i58 sobre o
ornamento em vigor.
Cbegou procedente de Antuerpia por
Ramsgale o brigue dilema Wuiujerland,
trazendo do ultimo porto 4 dias.
u Nelle acbam-se I 4 colonos, com des-
tino Commandatuba, por Danta da empie-
za ibis Srs. Dr. F.gas Mutiiz e dezembargador
l'olvcarpo Leao.
l'arecem bous, vigorosos e sadios, e
mostram-se satifeitos com o tratainento que
tiveram durante a viagem.
Sr. Dr. Egas foi a bordo com o Sr.
Dr. (Juerino Bastos, que medicou algn-
enfermos, na maior parte enancas com pe-
queos abeessos.
Nao desembarcaram com receio da fe-
bre amarella, e consta que seguirao hoje
no mesmo navio para Commaiidatuba, on-
0
narl* do privik'gio- pam a exploraco das jaaid*
minares da espinelo. em eiaueonencia da cheb gWanha Marinho, en Lampinas, uina pobre mu~
daiBihein e ^huvas 0O0 tam anda seguido ^ ^^^^^^ ^^ Iff.Sa^rt^SiSi Caxias i-aff U *A A
t "(tfiWsrs! ceputados deixando os seus luga-
res, vao despedir-se do Sr. presidente I o abra-
Qam.)
1 O Sr. 1." vice-presidemo : -Senhores, no mi-
mentik&nqueo dislincto Sr. eoii'olheirw Jerony-
nw JosTeixem Jnior, nosso digna ex-presiden-
te,. ehwado "a posicaO de senador, acaba de se-
pararse de nos, deixando esta eadeira que
tao-/Hnobreiiienle oceupou, creio que interpreto
bem os sentimentos desta augusta cmara, mani-
festand em seu noina que S. Exc. correspondeu
nossa expectativa e dosompenhao brillian tenien-
te o honrado mandato de que foi inaumbido.
(Apoiados genes.)
O Sr. Freitas Henriques: -A cmara em pesa
liiv.intou-se ao deixar a eadeira da presidencia o
benemrito cidadao, qu-; lia dignamente a occh-
piu. (Muitos apoiados.) Q ,
- Foram sanecionadas e por deeaelos de 8 do
corrente maadou-se por era exeou;o as resoiu-
c5es da assembla geraL quecoaoideraoi 'seii^o
.dVdiioiton sobra o material 'o, 'd^^^
luportarera da Jairopa
le ludo est prompto para recebo-Ios.
l) navio est muito aceiaJo, e parece
ter sido expressamente disDOSto para o trans-
porte de gente.
Reunidos, no dia !), os accionistas do
Banco da Babia, depois da leiturados rela-
torios, procederam as eleiedes, dando o se-
guinte resultado :
Meso da assembla geral
PresidenteUr. Mane el Pedro Morena de
Vasconcellos:
Vice-jiresiJenteJoaquim Klysio Po-
reira Marinho.
Secretarios -Januario t'.yrilli da Costa
e Dr. Augusto Alvares Cuimaraes.
Siembros do conselho fiscalcnmraca-
dador Manoel Jos; Bastos, Manoel Francis-
co de Almeiila Braudo e Arnaldo Conos da
Silva Lima.
k DirectorFrancisco Fernandos Mosqui-
ta com 183 votos ; ob endo o outro can.h-
dato, o Sr. cotnniendador Francisco Tei\ri-
ra Ribeiro, 175 votos.
Hontem (10; ;'n duas horas da; tarlj
foi morto o imperial marinlieiro XttTeuci >
Candido Alves da Costa, MtTSO le um los
escaleresdo vapor, ds guefl-a Paraome, |>or
outro imperial marinhoiro do bordo do mes-
mo vapor, de nome Manoel Joao de Sou-
/a, cabeclo, natural do l'an.
.< O facto se don do seguinte modo, ? -
gundo fomos morrnedos :
Ha bias, bordo, houvo urna hgeir.i
disputa, por motivo do ciume. Mitre os-
dous, que desaliaram-se para quando se en-
contrassem em Ierra, eaproveitando-se bon-
tem da vinda ao Caes Domado, depois de
troca de palavra arreutess u-se o polrao,
armado de um punlud, contra o outro, desviando o corpo foi por sua vez contra
aquelle, armado tambem de punhal, com o
qual deu-lbe urna pun'ualada sobre o uai-
big-o.
Apparecendo alguns urbanos inlei.'.a-
ram prende-lo, ao que elle resisti o des-
perado estirou-se sobre o infeliz Javencio,
em quem deu outra punhalado.
Hontem reunio-se em um dos- saioes da
faculdade de medicina os estudaatos do 0*
anno meduo,. para elegerom o *idor e a**
commissoes. que tem de representa -los .o
acto do doutaramento.
0 resultado foi o seguinte :.
' Orador. -Pedro Kibeiro Manar*.
, Commssao le convite-5.-4
Jos Santos Poiaual. Antonio lJOtWgcs ..>
leira e Trajano Borges do Abroa Mai< es.
, tonmissao de tesioe.-4or Lopes ila
Silva Jnior, Vicente de Paula oSHva e Vn-
tonio Hormenegildo do Castro.
Tendo-se de novo aggnwada os seas
incommodos retirou-se S. tsc. Kv.na, o
Sr. arcebispo, para o seu palacio na PS-
nha.
A ahandeja. rendeu do t *, 1 do
corrente 53iO*W78.
r 0 cambio rejuhva: soUrri Londres,
'X


II II.


Diari de Pernambuco Domigo 23 de Manjo de 18 "3.

ALACOJLS.
Twe Hagar, no dia 16 Jw -oorrente,
sesslo solemne da abertura da assembla.
*ie ramalir -ciedade pr^pagaiura da-mstruceo publica nesta
provincia.
E' uih acto este que muito reemnmendar os
Tcnde comparecido os Srs, deputadosl mprezaries "aquello fccatro os festejados artis-
Jos Bernardo, padre Jos (rtmes, Tiburcio, a*
gario Jio Luiz, Titra, Jos Virginio,
Candido Moura, Vascontxflilos Mendonca,
Ism Morcira, Julio, Ara*yo, Lopes, Ra-
leada, Aarelio, Floriano. 'beotonio, Ber-
nab, Maritiba, Imbuzeiro, Jo*i Candid e
Fdipe de Vasconcellos, lida e pprovada a
acta, foi suspensa a sessao.
A -urna hora da tarde, toado chegado S.
Ikc, e Sr. presidente da provincia acompa-
nhadopor grande numero de seus amigos e
jfficialidade do corpo destacado da guar-
da nacional, da compaubia fixa de liaba e
sessao.
S. Exc. teve ingrese*, cm todas as
formalidades do estylo, no salao das esses
tomando assento direita do presidente da
ssembla, procedeu Jehura do searelato-
no, linda a qual retirou-se com as mesmas
1'armalidades.
Nao poude ter lagar a eleicfto d* mesa
por se terem retirada algans Srs. deputa-
dos.
S. Eic. o Sr. De Laiz Romuk) Peres
le. Moreno, muito digne presidente desta
provincia, dignou-se coavidar alguns de
seus-amigos para um janitar, que offereceu-
Ihesmodia 16 do correte.
Entre o-maior prazer e a harmona fi-
seram-se algumas saudes S. Exc, aos
seu-s verdadeiros amigos, s legitimas in-
fluenoias conservadoras da provincia, ao
.gabinete de 7 demarco, terminandoo ban-
quete coin a saude de honra feita por S.
Exc.fi S. M. o Imperador augusta fa-
milia imperial.
' PERNAMBUCa
REVISTA DIARIA:
.\sseni!)l:i provincial. Funceionou
Lonteinroni 27 Srs. diputados.
Appruvada a acta da sessao anterior, o Sr. 1*
secretario lea u segainte expediente :
Una peticao dos habitantes do uovoado do Pa>
jagaio, da freguezia de Pesquera, pedindo que
passe a pertcncer freguezia de S. Bento o refe-
rido povoado.
Foram juigadns objerto de deliberacao e man-
dados imprimir lies projectos : un assignado pelo
Sr. Olivtira Foncoca e outros, marcando limites
aova freguezia de S. Jos de Ingazeira ; OUtTO
assignado pelos i rs. (lliveira Fonceea e Firmino
de Novaos, alterando a lei n. 1,1133 de 13 de abril
de 1872; outro assignado por diversos seohores,
supprimindo o 2" districto de paz da freguezia do
Poco da Panella : nutro precedendo parecer da
commiss.lo, de mstriirro publica, autorisando t
presidente da provincia a transferir as cadera.-
de primeiras lettras que foreni frequentadas por
menos de 12 alumnos, para a povoacao dos Re-
medise estrada noya de Beberibe, c bem assim
outroda mesma eommissao, dcfoindo, por anto-
risaro do Exm. presidente da provincia, a peti-
cao de Manuel Alaria Cesar de Mello.
Foi tambem approvadO um parecer da referida
ininmissao indefenndo a petico de Cyriaco An-
tonio dos Santos e Silva.
Passando orden do dia, foi rejeitado o pro-
jeeto n. 128 de 1871, que conceda loteras em fa-
vor da libertaco de esclavos, e approvado seno
debate em 3" liisrusso o de n. 1 '3 d'aquelle an-
uo, que autora o presidente da provincia a con-
tratar a factura de una ponte sobre o rio C-me-
vou ; em anjea disensso o de n. lui de 1872,
approvanlon compromiso da irmandade de Nos-
sa Senhora do Rosara de Pao d'Albo, e bem as-
sim o de n. iOO do mesmo auno, approvando pos-
turas da villa de Salgneiro.
A reqoerimento do ,-r Figaeira, feoif adiado
em S discussao o pro ecto n. 48 de 872, para
ser refundid i pela n mmissao de csiatistca.
Em seguida foi approvado em 2* diseossao o
projecto n. i desl i anno, sobre ranalisacio d'agaa
e gaz para a el la I de G ivanna, e continuando a
'J* discussao dude n. do anuo pasudo, refor-
mando eregnl ind 1 1 inslruceSo publica : sobre o
art. 3 o Sr. liveira Foneeca manda ;i mesa um
substitutivo., o qual nao foi aceito por se opporao
regiment, d pois de p^la ordem baverem fallado
os Srs. Oliven : i' leooae V'ieirade Araojo.
ProseguiKlo a liscussio sobre o art. 3' do pro-
jeito, verifican*!: naonaver numero para votar,
foi levantada a 3o.
A ordem do dia para buje : 1* discussao dos
projectos ns. o, 6 ; 7 deste auno ; 2' dos de ns.
I. 2, 3, 4, II, 12 1 I nbeai deste anno, 3!), di.
6, 87, 90 e 97 de 1872.
Tliesourai'ia ii fazenda.Peto vapor
Cruzeiro do Su/ vieram bonlem para a tbesoura-
ria de fazenda desta provincia : 30:o00 j em moe-
da de nickel, ."i.OOO em estainpilhas, e 100:000$
em moeda papel.
DiiilicircY.O Cruzeiro o ful trouxe para :
Casa le deteneao. Movimento do dia!
l da marcare 1873 :
Existiam apresos) 3W, entraram 4, sahiram
existem US*.
A sabar :
Nacionaes 217, nntlhcres lt, e*angeiros 42.
escravws -4, eseravas ti.Total 32-<.
Alimsutados a cu&a dos cofres pabticos 250.
Passagreiros. Vindos du porto* do li
no vapor CniTtiro lo Sul:
Frederico Maia e sua senhora, Pr. Manoel Gee-;
Ido Cintra luni r, Carlos da Silva Araujo, Rnsa'li-
na Afneiia-Oliveira ros Rinentel, Octavio Pereira aa Cimba, Mara,
criada, Rosalina, Castricano 1 astro Silva, Eran-
ciseo Martins Eleves, FranciHo Eulalio Nasci-
meata Silva, Joao Ribeiro Campas Carva'.ho, Ma-
noel-Santos Villaca, 12 pracas doexercito. Emita-
nul Ruffler, D. gnez Cilina Goacalves, Paale da
Costa Espinbeira, Constantino Jos Viegas jJunior,
I criado, D. Igaez, Argin^ro, las, Antonio Jos
Barbosa, lexaudrino Das Gnimaries e I ciado,
Amortee Raposo, loo Rodrigues Barbosa, barao
de emlica, I criado, Manoel Joaqun) Maia, Anto-
nio Manoel Carvalho, Manoel Teixeira Machado,
Jos Bonifacio tames Castro, Alfredo M rioko, An-
tonio Fernandes Porto, Joo Barros Silva, Fran-
cisco Ignacio Ferroira, Ondr de Mello Camello,
Francisco Lino Nogueira, Andr Henrlques Wil-
mer, Ignacio Francisco Maia, Antonio Francisco
Maia, Antonio dw Couto, Manoel de MeHdonea e
sua familia, Ayres Jos Diniz, Antonio Joe Fipuei-
redo, D mingos Rodrigues Carvalho, Br. Espexi-
di&o Eloy Pimeatel, Augusto Pereira Castro, 4
Dcacas de polica, Lheri-lno Bandeira, Jannes Le-
liuiz, Amancio .3. Aniuiim, Manoel los Ribeiro,
loaquim Ferreira Silva c 2 praras escoltando o
mesiuo, Joaquiui Marques Rosa, Gregorio Redonda.
Km transito:
Tenente-coronul Jos Joaquim Carvalho, Dr.
Jos Piaubilino M. Magalhcs, r. Samuel S. Ichoa,
Alfredo Astuilillo Ruuono, Joao Joaquim Maciol
Aranba, capitao oniingos Ferreira Silva, Felip-
pe Paes Sardnha, inajor Rodrigues A. Cavalcan-
t<\ Dr. Innocencio Pinheiro Correa, 2 filbos, Mi
guel Joaqnim Pcderueira, Fraaciseo G. Gancalves
e sua senhora, T. Antonio Silva Ramos, Soln Pe-
dreira Cerqueira, Joao Felippe de Soasa, Alexan-
dreSaldanbaGama, Licinio Jos Ferreira e sua
senhora.
Vindos do Paito na barca portugueza Amelia
k Hmrifue:
Jos da Cunha Lobo, Joaquim Antonio Ribeiro,
Joaqnim Antonio da Silva, Antonio Joaquim do
Prado, Alfredo Ferreira de lbuquerque. Antonio
Ifiguel da Cruz, Manoel Jos da Costa, Jos Mara
Machado, Francisco AJves,' Florencio Campos.
Eston conreando 4c que, leudo estas buhas,
a Stedaccao 4a Froviiuia rectificar a aa citada
cAicia, declarando qae o sen FT se* mohada foi
taem mo Mt.
Se, porem, a Promcin nio Me qarier dar essa
que tomarei como prova de yjnpathia, nem por
so Ihe licrei querando mal. pois que o mea fim
restabelecor a verdad, e craiu te,ln feito, sem
enensa para a illurtre Redarla* da Provincia, i
nem entretanto pego desculpa pela -lontrariedade
que Ihe pnssa cancar a minlu ecJH"22de!mr'io de l "73.
tFelltppe k Fi*eiiiK Furia. '
PUBUCACOES A PEDIDO.
4 f- R. *".
Pereira Vianna A C. )3:C0|0 Manoel Jos de Si Araojo 10:000$ 00
A. llyvernat \ C. S:U Oi'HO
.Manoel Teixeira Basto- 3:098*511'
Manoel Martins Pinza 3:0 03000
Jos Rodriga a de Sohz i 800| 00
Joeda C. dr Oliveira Figneiredo 20ojOOO
Antonio E. da S. Cmara 93 10 0
Vapor Bahbkno.At 7 de abril espera-
seaquio vapor Gatto tTOrleatis, da compaubia
Pantana, voltapdo dentro de punco lempo para
Macei, Penedo e AracaiA.
Freg;ii>/.ia de Santo Antonio. Em
onsequen-' 1. de ser U-rea-fe ira da santificado, te-
rilogar aiiKinba s i horas da tarde a audiencia
do iui o de paz da freguezia d-- Samo Antonio.
Navios ciifontcados. O patacho alie-
nao Vict: na, viudo de Trieste, falln, no iba 28
ule feyereiro, na lat. N. 11" e na lung.O. de Giveu-
wieh 20', com o patacho da mesma inglez Marta,
indo do cabo da Boa-Esperanca; e, no dia 9 de
marco, na lat. S. i" 8' e na long. 2.", o paacho
allemo Marn, iiflo para o lo de Janeiro.
Vapores do Paeffleo.-At odia 30 do
currarte-espera-se da Europa o vapor inglez /.-
zitania, da liaba do Pacifico,
Jnry do Rccii'e. l'eixon hontem de fuuc-
cionar, por <> terem comparecido 27 jnizes de
facte.
Cmara dos deputados-Xa nossa 8'
pagina damos hoje eomeco pnblicacao do pri
meiro discurso do Sr. deputado Dr. Tarquimo
acerca das representaeoes contra o nosso dioce-
sano.
Sudacao Biiliarla.Lemos no Diario da
Bakia:
Um dosnossos mais habis clnicos e distnc
U amigo aesso .ommunica-nos que epidemia
que est rejnando entre nos com o nome de febre
;marella, nao senao a molestia sudacao miliaria
(suelte militire.)
Chamamos para esta importante declaradlo
s estudos dos competentes : o assumpto digno
de todo o estado, principalmente por parte da
inspectora da saude publica.
vavio de suena Para o Para, pela
Babia e Pernambuco, (cava a sahir do Rio de
Janeiro a corveta brasileira Vital de Oliveira.
Qiiartel de eavallaraN'o expedien-
te do ministerio da gaerra, de 4 do crreme, lo-
mos o segainte olicio :
A' presidencia da provincia de Pernambuco,
declarando que as obras do projectado quartel de
cavallaria. da mesma provincia, no terreno que
faz parte do quintal do quartel do Hospicio, po-
demter eomeco no prximo futuro exercicio, e
prevenindoa de que para esse exercicio ser
marcada a quantia de 33:000*, e a de 33:337* 17.
para o de 1*74-1875. .,
Concurso.-() annunciado para hoje, aflm
de ser provida a vaga de substituto < cadeiras de
upguas do curso preparatorio annexo faeuldade
dire.to, foi adiado para o dia 6 do corren!''.
Nova Thalia. Esta sociedade dramtica
particular dar seu terceiro espectculo no thea-
m Santo Antonio 26 do corrente, levando a
eena o drama original brasileiro em um prologo
0 doas actos, intitulado Emilia ou qualro annos
4*foii composicAo do Dr Carneiro Vilella e a co-
media Dom iijuaes nao fazim liga.
^ esPada taacional. Com seminante
titulo acaba de ser completamente remontada a lo
ja de cirgneiro n. 1J3 da ra do Cabug.
BeneOeio N noite da prxima terca-feira
5 do correte, effecloar-se-ha no ttiealro gymna-
COMMUMICADOS.
A l'i'ovhieia c o engenheiro lis-
eul la -s rada le Ierro do He-
file Olntla e llcherihc.
No desempenho dos seus devores de opposicio-
nista a Provincia, orgid do partido liberal, nem
sembr tem a cautella precisa na esc Iba dmelos
de guerra, e, agarrando-te i Verdadeiras ninharias,
nao raro, escorregae cabe desastradamente, quan-
do .-e deixa guiar por informantes suspeitos e
de m f.
Foi o que lbe acontecen com referencia noti-
cia que a Clironira do seu numero de hontem, 21
do corrente, publicuu sob o titulo- iif.m achada.
Agradeeendo as fallazes sympathias que a Pro-
vincia diz nurir por mim, no eomeco da citada
notic a, compro um dever de honra'defendcndo-
me da malvola aecusaejio que ah se me faz pos-
to que em tom bonancheirao e humorstico.
Disse a Provincia nada menos que, sendo eu
deputado 1 rovuicial e como tal tendo de tomar as-
sent na assembia respectiva, passei um logro no
Exm. Sr. commendador Luce na, digno presidente
da provincia, ronirnicndo-o de que, na qualidade
de engenheiro lis al da estrada de ferro de Olinda,
eu 11.10 era empregado publico, isto com o fim de
accumular ao subsidio de deputado os vencimentos
d aquello cargo, contra a letra expressa da eonsti-
tui'.ao.
Por tal forma e de um s golpe fez a Provincia
doas injustii; is : suppdz o Exm. Sr. Dr. Lucena
capaz de receber insinoa(des minhas ou de dei-
xa r se lograr por mim, e attrmaio-toe um senti
un'!.: 1 vil e baixo, qual o de procurar engaar,
para lins extra-lepacs, a prmeira autoridade da
provincia, a que todas doran respetj e conside-
ra ^ao.
Pretendo distruir ambas as aecusaedes, e para
isto, como ver o respeitavel publico e a propria
Provincia, basta-me referir o que ha respeito e
passo expr.
Em outubro do amo passado fui Borneado en-
enheiro fiscal da estrada de ferro do Recife
Olinda e Beberibe, e live sciencia disso por com-
mnnicavao que me fez o secretario do governo da
provincia. Fui secretaria da presidencia, e l
me informaran] que eu nao tinha nenlium titulo
tirar, nem despeza algnma a fazer por semclbaute
nomeacao, e que bastava a citada communica^ao
para determinar-me a entrada em exercicio.
Assira o liz. dando sciencia do fado, nio s a
eompanhia, como presidencia, para os effeitos da
lei.
Mais tarde fallei respeito ao Exm. Sr. desem-
bargador Erla temos, que me isse que o tal car-
go ite liscal era implesmente urna eommissao e
nao emprego publico, como alias j o tinha julga-
do o Exm. Sr. conselheiro Junqueira, quando
exercendo eu idntico cargo na linha frrea de
Apipucos, o consultei para os effeitos do art. 23 do
Soto addicional.
Era essa e semprc foi a minha opinio em face
das cireumstancias: mas como em taes objeetos
escrupuliso muito. consultei empre quem tinha
competencia na materia, e s depois de ouvir a
opinio valiosa do superior, que emita' a minha
op.niao.
'Aisim proced com relaco ao Exm. Sr. Dr.
Lucena, u quem s refer oque se tinha passado
anteriormente, depois de ter S. Exc. externado o
seu pensamento em tal assumpto.
Onde, pois, est o logro: onde, pois, o feio senti
ment que me eraprestou a Provincia, apezar de
suas sympathias ?
Se neste ponto foi infiel e por demais ferino o
informante da Provincia, nao menos caviloso foi
em aliiniiar que o cargo de liscal di,estrada de
Ierro do Recite Olinda e Beberibe era emprego
publica.
Se os caractersticos do emprego publico, como
dehea entrever a Provincia, sao: o Ululo da
nomjarao, sellado e registrado : o juramento do
cargo, o pagamento de novas c vethos direitos, e a
percepgao i vacimentos, papos pelas rendas pro
vinciaes; neste caso forca confessar que como
engenheiro da estrada de Olinda nao sou emprega-
do publico, cmodo factono sou, pois que nem
lenno titulo, pelo qual pagasse sellos e novos e ve-
Ibos direitos, nem prestei juramento algum, nem
anda recebo vencimentos pagos pelas rendas pro
vinciaes.
Na secretaria do governo, na recebedoria geral,
c na tbesouraria provincial pode>a Provincia certifi-
ear-sede todas essas atenuativas, sendo que os
vencimentos do tal lugar de fiscal sao-me pagos
pela caixa dos depsitos da ihcsouraria, onde os
recolhe a eompanhia para os effeito da lei n.
1,06o, que ella acceitou em sua integra, e cuja
exeeucio estava dependente d'essa acceita;.ao.
A Provincia acha extravagante que, exerceido
eu o mandato de deputado provincial, esteja tam-
bem exercer o referido cargo, e accumule os
respectivos honorarios aos de deputado; mas nio
tem razai nenhuma.
Se, como suppe a Provincia, fosse o dito cargo
um emprego publico, tinha eu o direito, que me
deu o art. 23 do acto addicional, de fazer opcao
pelos vencimentos do meu emprego ; e por essa
forma aceumularia os vencimentos de ajudante do
fiscal da estrada de ferro do Recife ao S. Fran-
cisco com os de engenheiro fiscal da estrada de
ferro de Olinda, e nada perdera, ganbando entre-
tanto em ter menos trabalho.
Se isto se desse, sabe a Provincia o que acon-
tecera ? Em vez de 200* mensaes, seria de 400*
a despeza feita com a fiscalisacio da estrada de
Olinda, por isso que alguem deveria substituir-mo
no cargo, e esse alguem teria direito ao mesmo
ordenado.
Portanto, posta de parte a minha insufliciencia,
que reconheco, haveria ganho para a provincia
com a minha permanencia na liscalisacao da es-
trada de Olinda, ainda quando fosse esse cargo
emprego pnblici.
Mas isso assim nao como ja mostrei ; e pois
por todos os lados cabe a aecusacao doorgao
opposicionista. para s ficar de p a sua sympathia
(quasi aotipalbJca), que entreunto torno a-agra-
decer, v
do Jiu-ntkJ do He-
r fe.
Nio te azedes contigo, a questaot tan peqneni-
na que nao vale o caso de esmurracarmo-nos...
pela imprensa.
Ja niiij!iieni briga por lettra, a nao ser um par-
vo orno t e orno eu, ou a alo serem aquellas
de cambio.
Eu sei que tai es muito iatelligeme e muito illns-
tcado, e o qae mais nasceste asimj promp-
1o. Mas como hajam illustracoes itio solidas que
cmtundam aquelles que com ellas se mettem,
eu.. nao sei porque, temo-rae de ti.
rareaenne que andas pisado ao -cafe, mas creio
que eu nao fui quem t'o pisou. (Jifia: contem-te,
v se pdos eontr esse prurido de jogar trancas
com a humaaidade inteira.
Teis td, por ventura, mordido tala f Pjs es-
tamos no inmrno, e o costume da municipal em-
bolar no .vario.
Perdoa arepeticao. Cr: o teu talento tal
que, assombrando a principio aos que o viram
grelar, j :hoje horrorisa a gente. Beus te fade
bem, com senielhante genio ; porque tu s um ge-
nio.
Trato-te assim para que nao lenhae motivos de
quefxa.
De me .agora: em conseieneia, nao reconheces
que tolice desnnreada querer suscitar discusses
'Iteraras ou jurdicas sobre cousa to frivola, a
forca de ser explicavel e comprehensiva!, como
aquella excUaaiacao da Revista Diaria*
l'abi, sao ofiinioes.
O redactor da Revista pensou que a cousa en-
caixava, tt jalgaste-a incabivel; o quee segu?
que elle ao escrever, nio o fazendo para ti somen-
te, esqueceu aquclle principio de direito, que diz :
albarda-se o burro segundo a vontade do burro do
dono.
0 actual redactor dama Revista- e o da Chronica
da Provincia, a quem tambem babeaste, iaterro-
gam-se sobre o juizo que possivel formar-se de
ti, incommensuravel roceiro.
Dcv -te urna explica^ao, que ser explicaao da
explicacao: Poz-se ao fresco, quero dizer eva-
dise
Pois nao pereebestes ?
Aquillo foi com vistas a ti. Tu as vezes, soja
dito a puridade, cusas a comprehender as cou-
sas ; e, poz-se ao fresco, sendo um modo de dizar
figurado, poda engasgar-te, cmo acontajeu com
a Ah reforma fudiciaria.
Deves confessar, sem receio de desdouro, que
tens a ronAa de aborrecer a figura; s o hornera
da positividade ; e foi por isto que naufragaste,
com assombro de todos, at mesmo do Limoeiro
na espltera celeste
Aqu est o que nao contesto; que eu seja
nullidade nnproada, porque proa tenho-a eu e
bem pronunciada- Mas quem me trahiria rev
lando-te o que suppunha meu segredo!
Desalmado que s! Para que havias de quebrar
o verso do pobre moco, cuja fortuna a de te co-
nhecer por dentro e por fra t ( isto fi-
gura )
Aquillo assim.
O sol vacilla, escorrega,
E ao lr teus escriptes cae.
Aqui (ico as las ordens; nada de ceremonias.
Rasgadas as sedas do costume, vou fazer provisao
de batatas para dvertir-me comtigo. Anda, cstou
ancioso porque tornes. Pagas o que poes abi no
Jornal f
Nao; nem eu o que publico por c. Isto
com modo. Ja ves que desse modo, se quizeres,
poderemos divertir o publico leitor, p)r todo o
resto de nossa vida, tu em nome do direito, do codi-
00 aiminnl, e do Sr. de Nillieroy; eu em nome
da pilheria somenle. Olha : nao dixes de vir
Agora, s me resta pedir s Deus, que o Diario
de 'erntnnbuco e a Provincia te sciam leves.
Z Z.
:
PIUCA DO RECIFE 22 DE MARCO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotaeoes officacs.
Cambio sobre Londres a 90 drv. 27 1|8 e 27 Iii
d. por l, bonlem.
Dito sobre dito a 90 d[v.26 7|8, 00 banco, hontem.
Cambio-sobre Pars a 90 d|v. 334 rs. por franco,
do banco, hontem e hoje.
Cambio sobre o R o de Janeiro 8 d[v. ao par.
Dubourcq
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGA
Rendimenlo do dia I a 21. .
dem do dia 22.....
929:376*209
39:69392'3
969:070313o
Descarregam boje- 2i de marco de 1873
Briguo inglez-Cubran Relie lou'.-a para alfan-
dega.
Bngue ingi^z-.Woiilvarios gneros para alfan-
dega.
Rngue francez Typhes varios gneros para
alfadega. w
Patacho inglezPrincessvarios gneros para al-
fanJega.
Lugar inglezSyringavarios gneros para o
trapiche CooceiQo.
Brigu allemo Ailolpho varios gneros para
o trapiche Conceioo.
Patacho nacional Jrboatao farinha j despacha-
da para o caes do Apollo.
Escuna portugueza Aguia vinho para depo-
sito nos trapiches Cunha e Barbosa.
Barca dinamarqueza ver lvitfelt madeira
j despachada para o caes do Apollo.
Patacho inglez Jessi bacallao j despachado
para o trapiche ConceicSo.
Barca ingleza.Vc/eor-baca|ho j despachado
para o trapiche ConceicSo.
Brigue portuguez Laia I vinho para deposito
no trapiche Cunha.
Patacho alterna .Victoria -farinha para o trapi-
che Concedi, para despachar.
Escuna ingleza-Pandora-milho para o trapiche
Conceicao, para, despachar.
U.TBUCA0 NA PAUT.A DOS PREQOS DOS GNEROS
SUJEITOS DIREITOS DE RXPORTAg.VO, NA SEMANA
DE 2' 29 DS MARCO DU 1873.
Assucarmasca vado 133 rs. o kilo.
Louros -de boi seceos salgados 643 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 22 de marco de
1873.
O Io confercnto-Jos Amando do Outeiro.
U 2o conferente J. J. Henrique.
Approvo.Alfandega, 22 de marco de 1873.
O inspector da alfandega
Ffioio Alexandrino de Carvalho Reis.
IiiiportacHo
Vapor nacional cruzeiro do sul,
vino dos portos do.ful, munifestou :
Rio.
Accessorios de machina 8 caixas aos con-
signatarios.
Cigarro 2 caixas a Bernardo do Reis.
Fumo 100 latas, 33 rolos a Sodr da Mot-
ta, 25 latas a J. M. Palmeira, 22 encapados,
1 barrica e 1 caixa a Bourgard C, 5 en-
capados a B. Reis, 12 a J. A. Pereira & C,
10 latas a C. A. Barbosa, 15 a A. F. Carva-
lho, 30 a Cardoso Martins, 30 a M. J. Tino-
co'de Souza, 20 rolos a MagalhAes & Filho.
I.ivros 1 caixa a J. N. de Souza.
Massa de tomate 9 caixas a Cruz & No-
gueira, 9 a A. P. Barbosa.
Rap 10 caixas a P. Vianna C.
Baha.
Charutos 1 caixa a A. M. Gomes da Silva,
3 a D. A. Matheus, 11 a Bourgard C, 9
a Cunha Manta, 3 f C. Ferroira. Ci-
garro 1 caixa a Mearon di C.
Fazendas 13 fardos a Cramor Frey, |7
caixas a Monhard & C. Fios d'algodo i00
saceos a Amorim & -C
Oleo de bacalho-2 caixas a Johnston Pa-
ter & C.
Panno de algodae 24 fardos a Loyo & Fi-
lho, 30 a Pinto tiuimares, 70 a Amorim
rmo t& C, lOaBaltar A Oliveira, 10 a
Gongalves Torres. Piaoo 1 a Monhard & C
ltl*c 18 caixas a-. A. Matheus.
Barca brasileira suprestre, vinda
da Bakia, consignada a Pinto Guimares,
manifestou :
"Arroe 12a saceos. Azeite doce W harris,
dito de palma 1 casco. Alpiste 25 saceos a
diversos.
Baaha de porto 100 barricas ordem.
Caf 50 saceos. Cerveja 50 barricas. Cha-
rutos 8 caixas. Copos de barro 106 a di-
verso.
Fumo ero folha 73 fardos. Fios d'algo-
do 40 saceos. Fumo 88 fardos ordem.
Piassava 330 molhos e 150 betos or-
dem.
Quartinhas de barro 500 ordem.
Tinta 2 caixas a Walfredo & Souza.
Vinho 15 .pipas e 10 barris or-
dem.
Etcuna portugueza pantora, vinda
de S. Miguel, consignada a Ferreira d'Oli-
veira & C, mauifestou:
Linha^a 14 barris aos consignatarios.
Milho 2,166 saceos aos consignatarios, 227
a Reg Lima, 102 a Monteiro & Cruz.
Pedras de ages 646 ordem. ,
Brigue inglez ciiantec.lef.r, oindo de
HaborGrace, consignado a Johnston Pater
& C, manifestou:
Bacalhdo 2,517 barricas aos consigna-
tarios.
DE
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO DA 20
MARCO DE 1873
Pira os portos do exterior
Na barca ingleza Agosta, para Liverpool,
carregarara : J. Pater A C. 4,903 saceos com
142,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza Perseverance, para Liver-
pool, carregaram : J. Pater & C. o<) saccas com
3,224 kilos de algodo.
No patacho hespanhol Pateo, para o Canal,
carregou : P. M. Maury 800 saceos com 60,0i,0
kilos de assucar mase vado.
No lugar inglez Reethren, para o Canal, car-
regaram : Borstelmann & C. 1,900 saceos com
l7,5O0 kilos de assucar mascavado.
No brigue inglez Aun Wltiaton, para Boston,
carregaram : Borstelmann & C. 800 saceos com
00,000 kilos de assucar mascavado.
- Na escuna ingleza Flyng Eoam, para Hamp-
ton Roods, carregaram : M. Austin & C. 4,300
saceos com 322,ouO kilos de assucar mascavado.
Na barca franceza Fgaro, para o Havre, car-
regou : T. Chrislianseu 200 couros salgados com
2,100 kilos.
No vapor francez Cambie, para Bordeaux,
carregaram : B. Oliveira & C. 1 barrica com 73
kilos de caf.
No patacho inglez Solarlo, para New-York,
carregaram : P. Brothers A C. 2,000 saceos com
13u,00 kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza Empresa, p; ra Liverpool,
carregaram : P. Brothers A C. 500 saceos com
37,5^0 kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza William Jones, para Liver-
pool, carregou : A. Bastos 1,200 saceos com
y0,001 kilos de assucar mascavado e para o Ca-
nal 1,20 ditos com 90,000 ditos de dit >.
No brigue allemo Delphim, para o Itio da
l'rata, carregaram : Amorim Irmaos A C. 100
barricas com 7,736 112 kilos de assucar tuascava-
do e 5o ditas com ofiit l|2 ditos de dito branco.
xa gaiera jwrlngueza Asia, para o Porto,
carregou : II. J. da C. Sobrinho 200 saceos com
15,000 kilos do assucar branco c 330 ditos com
20,230 ditos de dito mascavado.
No navio hespanhol Prim, para Barcellona,
carregaram : B. liveira & C. 148 sacras com
10,203 kilos de algodao.
Pitra os portos do inferior .
Para o Para, no patacho portuguez Mickae-
tense, carregou : N. da C. Moreira 200 barricas
com 13,390 kilos do assucar branco.
Para o Para, no brigue portuguez Ligeiro
///.carregaram: Oliveira & C. 413 barrquinhas
com 12,323 kilos de assucar branco.
Para o i'.ir, no vapor brasileiro Cruzeiro do
Sul, carregou : P. M. Maury 200 cascos com
13,924 litros de agurdente ; para Maranho, J.
Paulo 50 saceos com 3,750 kilos de assucar mas-
cavado e 10 ditos com 730 ditos de dito branco.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue portu-
guez Gityo, carregaram : Costa & C. 23 barricas
com 1.472 kilos de assucar refinado.
Para Uruguayana, na escuna germnica Ca-
tUarina, carregou : A. M. Souza Machado 100
barricas com 7,562 kilos de assucar branco e 110
ditas com 15,598 l|2 ditos de dito mascavado.
GAPATAZIA DA ALFANDF.OA
Rendimento do da i 5 21. 12:5905271
dem dodia2...... 496*019
13.08GA293
VOLUMES SAHIDOS
No dia i a 21. .
Prmeira perla no dia 22. .
Segunda porta.....
Terccira porta.....
Trapiche Conceieao .
SERVICO MARTIMO
Alvar engas descarregadas no trapiche
da alfandcra no dia i a 21. .
Ditas ditas no dia 22......
Xavios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas........
No trapiche Conceicao.....
52,181
139
97
289
672
33,678
106
3
112
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 21. 17:8G6lll
dem do da it. ,. 582*001
48:418X112
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 21. 102:fi09fi613
dem do dia 22...... 8:812*271
ill:42U91t
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 22.
Rio de Janeiro e portos intermedies6
dias, vap ir brasileir.t Cruzeiro do Sul,
de 1111 toneladas, commandento capito-
tenente Teives, equipagem 60, carga dif-
ferentes gneros; Henry F< rster & C.
Porto32 dias, barca portugueza Amelia
& Henrique, de 247 t meladas, capitao
Jos Goncalves da Silva, equipagem 16,
carga differentes gneros ; Thomaz de
Aquin/F nceca <& Successores.
Genova43 dias, brigue italiano ftoemi,
de 394 toneladas, capita) Benedetto B li-
li equipagem 12, carga diversjs gene-
r, s ; Burle & C.
llha de S. Miguel30 dias, escuna ingleza
Pandora, de 99 toneladas, capita > Juhh
L. D r, equipagem 7, carga milho; i
Ferreira de Almeida C.
Liverpoil -58 dias, brigue inglez Camtoos,
de 200 toneladas, capitavjhn Wallace,
equipagem 9, carga carv); Eduardo
Fentin.
Navio sahido no mesmo da.
Uruguayanapatacho allemo Voorwaarts, \
capillo Beckman, arga ssurar.
Qbservaca.
Suspendeu do lataar;) para a Babia o bri-
3*0 ing'.ez Chanticleer, capitao Morreson,
m a mesma carga que trouxe de Har-
bor Bretn:
Idom para West ludios, barca ingleza Al*
baina, capitao E. Hicld, c .m o mes-
mo lastro que trouxe do Rio de Janeiro.
Apparece a leste um brigue francez, o ao sul
o palhabotu nacional Joven Arthur.
EDITAES.
Precisando a presidencia da provincia do
Rio-Grande do Norte contratar um facultativo
tara, durante o impedimento do Dr. Henrique
eopoldo Soares da Cmara, que se acha no goso
de tres mezes de licenca, prestar sen- servicos
mdicos na guarnieao d'aquella provincia, cornos
vencimentos de 2. cirurgiao do exercito, paasa-
geui livre e mais a gratificado mensal de cin-
coenta mil res para encarregar-se do hospital de
caridade da respectiva capital, de ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia convido aos
Srs. mdicos que se quizerem contratar com as
condie^es cima estipuladas a apresentar-se nes-
ta secretaria para o fim indicado.
Secretarla da presidencia de Pernambuco, 19
de mar;o de 1873..
O secretario interino,
Joao Diniz Ribeiro do Cunha.
Edital n. 1(T.
Pela inspectora da alfandega se faz publico, que
no dia 26 do corrente, s 11 horas da manila, se
hao de arrematar livres de direitos, porta desta
repartilo, as mercadoria3 a baixo mencionadas,
apprehendidas pelo guarda Franciscj do Paula
Campos Quaresma, na noute de 15 do corrente.
5 pares de calcas de casemira, avaha-
dos por 353 200
S cohetes da mesma fa enda, avallados
por 17600
3 paletots da mesma fazenda, avaha-
dos por 175000
3 cartoes com lencos de linho at JO
fios, avahados por lOOOO.
Alfandega de Pernambuco, 21 de marro de
1873.
O inspector
_______________Fibio A. de Carvalho Reis.
Faeuldade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. director interino faro
publico, que nio podendo ter lagar boje o concur-
so substituicao de linguas, foi marcado o dia 26
do corrente, s 10 horas da manhaa.
Secretaria da facnldvle de direito do Rfeiff.
22 de mareo de 1873
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Edital n. 108
Pela inspectora da alfandega se fa? publico que
as II horas do dia 26 do corrente se liu de arre-
matar, livres de direitos, porta desta repartigao,
as mcreadorias abaixo declaradas, abandonadas
aos direitos por Antonio Jos Ferreira Mantino.
1 caixa n. 8,090, vinda do Havre pelo vapor
francez Rio Gratule, entrado em 10 do corrente,
coDtendo 12 bornes de l e seda, avallados, no
valor de 185 ; 3 colchas de l e seda, variadas,
no valor de 123 ; 3 ditas da mesma fazenda, em
bom estado, no valor de 603, e pesando 2,010
grammas; 6 colchas de seda em bom estado, pe-
sando 3,120 grammas, no valor de 1203.
Alfandega, 22 de marro de 1873.
Fabo A. de Carvalho Reis.
A morte do gallo.
E' este o espectculo apresenlado pelo artista Mi-
guel de Paria.
O publico desta capital deve lembrar-se Aa.
eompanhia equestra Luanda, deve lembrar-se
tambom do pequeo Borracha que entao fazia
parte da eompanhia esse artista (outrora per-
feito)'qiie hoje aprsenla os esforcos do seu cons-
tante lidar,
Mutilado por Dina q u-da, ronseguio aperfeic/r
o sen trabalho ao ponto de nao sentir a falta das
pernal o lornar-se i-lebre enlre es da sua arle.
A empieza julga dosnecessario podir prole crio-
para esto artista, nao s pelo alto coneeito que
faz do publico pernambueano, como pela eou-
vieco que tem de que o trabalho sera corado
de louvorcs.
Comecar s 8 horas e oeia.
avisos martimos.
DECIARAGQE!
Nauta casa da misericordia do
Recife.
PREDIOS VENDA
A junta administrativa da Sania Casa da Mise-
ricordia do Recife, competentemente autorisada,
leva pela ultima vez praca de venda no dia 27
do corrente. perante mesma junta, na sala de
anas sessdes, os predios segrales, tomando por
bise os presos j o"erecidos :
Roa da Matriz da Roa-Vista, casa terrea n. 56
por 2:00|.
Ra do Viseonde de Albjiquerqiie, casa terrea
n. 61, por 2:0003
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 21 de marco de 1873. -
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
THEATRO
GtffiSIO ntilATIGO
COH'WHM lltlIUW
ncelo, Penedo e Ara caj.
E' esperado ateo dia 7 de abril prximo futu-
ro, o vapor Casino de Orlenns, desta eompanhia.
Recebe carga e passageiros para os portos ci-
ma : a tratar com os seus c nsignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Aicvedo A C, no seu eseriptorio,
{-ra do Oom Jess n 57 (outr'ora ra da Cruz.)
Lisboa e Porto.
A galera Asia a sahir em
poucos dias recebe carga afre-
nte mais barato do que outro
qaalquer navio;tem excel-
lentes accommodaqoes para
passageiros. A tratar com
Tito Livio Soares: ra do Vi-
espxjca & PF,:\wra
Terc,a-feira25 demarco.
Viiitivci'sacio do juramento da
constitiiicto ilo imperio*
Espectculo em grande gala com o Ilustrado
concurso de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, em beneficio da sociedade
Propagadora da Instrucco publi-
ca da fre^uu'zia de Santo
Antonio.
Logo que S. Exc. o Sr. presidente da provincia
chegar a tribuna, tocar-se-ha em scena aberta o
Hymno nacional.
Segur-se-ha a representacao do apparatoso
drama em 5 actos, de grande "successo :
Pacific Sleam toigalin Company
Royal lail Sleamers.
At o da 30 do corrente inez, espera-se da Eu-
ropa o vapor Luzitania, desta eompanhia.
Recebe pa-sageiros, dinheiro a frete, etc., par
os portos do sul.
O primeiro vapor para a Europa ser o Chim-
borazo, que dever chegar aqui at 23 de abril
prximo, e dahi em diante ter para a Europa um
vapor da eompanhia todas as quinzenas.
14 RA DO COMMCHCIO 14._______
lOUt'AYIIIA
DE
WYEIVO BK\S1LFJR\.
Do dia 2fi em diantc
esperado dos portos o\>
norte o vapor Par,
coiiim.i ndaute Duarte. o
|u:il depois da demora do
costume seguir para os
do sul.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia,
ra do Coinmcrco n. 8.
gario
n. 17, 1. andar.
Para o Porto
Vai sahir nnito breve o brigue Portuguez Tri-
implio. Recebe carga c passageiros, a tratar com
Tito Livio Soares ; ra doVigario n. 17.
PARA'
E'esperado do Rio de Janeiro a todo o
momento o brigue purtuguez Ligeiro III
que depois com possivel brevidade seguir
para o Para por ter a maior parte da carga
prompta, e para que Ihe falta, que recebe a
frote commoilo : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jos Goncalves Reltro Fi-
!ho, ra do Commercio n. 5.
GHIGI
ou
0 Q1.ADR0 DI Mi
O theatro estar decorado com luxo e profnzao.
fazendo-se ouvir nos intcrvallos repetidas e agra-
daveis pegas de msica pelas bandas marciaes.
Principiara chegada de S. Exc. o Sr. pres-
deme.
Real eompanhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Europa o
vapor inglez /?ot/e,commandanleF. Reeks, o qual
depois da demora do costume seguir para Bnc-
nos-Ayres. tocando nos portos da Babia, Rio de
1 Janeiro e Montevideo.
No dia 1 de abril, espera-se dos portos do
sul o vapor inglez .Vera, commandante H. Bai.
o qual depois da demora do costume seguir
para Southampton, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para (retes, passagens etc., trata-se na agencio,
ra do i iommercio n. 40.
EMPREZA
riuca k Penante.
Quarta-feira 26 de marco
ovidade do dia !
Trabalho asombroso !
Ilaniciii afilia ?
Depois que a orcheslra terminar a ouvertura,
principiar o divertimento polo primeiro acto da
muito applaudida comedia em 2 actos :
HesliT Jeronrmo
*
Em seguida o artista Miguel de Faria exhibi-
r pela prmeira vez nesta capital o admiravei
trabalho chinez
Golotao de ac,o
trabalho assombroso que Ihe tem angariado 2 me-
dalhas de mrito, pelo perigo e perfeico com
que executado.
Segue-se o segundo acto A
Mr Jeronymo
Findo o qual, continuar o espectculo com a
linda e sorprchendente exhibcAo da
Aguia rapia
Trabalho dfficil sobre cadeiras e garrafas, no
qual o artista preencher o mtervallo de 20 mi-
nutos sempre com difficeis e perigosas sortes,
terminando pelo arriscado salto mortal sobre 2
cadeiras.
Terminat o o espectculo com a comedia cm
I acto : ..>^M
Para o referid") porto segu com poucos dias
de demora o brigue portuguez Ligeiro tyt,
capitao o pratico Nobrc, por ter mais dedous
tercos de seu carregamunto prompto, e para
o que llie falta, que recebe a frete comino-
do : trata-se com os consignatarios Joaquim
Jos Gongalves Beltro Filho, ra do
Commercio n. 5.____________
Para a Baha
o hiate Gaaibaldi sage nestes poucos dias : para
o reste da carga trata-se com o consignatario Cus-
todie Jos Vianna, ou ra do Amorim n. 39. ^
Porto por Lisboa
a barca portugueza Alegra, capitao Carvalho, vai
sahir com brevidade, recebe carga e passageiros,
para os quaes tem bons commodos : trata-se cora
E. R. Rabello A C, rui do commercio n. 48.
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto vai descarregar o brifue
nacional Galgo, podendo engajar frete o reste
da carga que ainda Ihe falta : tratar com Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guimares, ra do BarSo
io Triumpho rr. 96.
LEUDES.
DE
300 lotes de diversas plantas e flores novas,
arvores e arbustos para ornamento de
jardim. -
SEGUNDA-FEIIU 2i DO (ERRF.NTK
A's 11 horas da manki.
O agente Pestaa far leilao, por Sonta e risco
de quem periencer, de 300 lotes de diversas plan-

>



-
Diario de Pernambuco Domingo 23 d _lare,o de 1873.
>
tas e floies. Mino sejara rozewas, camellias, mag-
nolias, izulioi, ortcncias, peonnia, |irud", de/
drem, arvores de tractos ~de tolas as qualidad :
segunda-feira 14 do corrente tr.e as i i (ras da
maib, no armazera da ra Duque de Caxias n.
60.__________
Professora
Leilao
DE
fazendas inglezas
AVARIADAS
SEGUNDA-FEIRA 24 DO CDRRENTE.
as il horas em ponto.
Braga Son 4 C. levaro a leilao, por intervcn-
jao do agente Pinto, e por conta e risco fe qnem
S' ertencer, ditTerentes fazendas avariadas, onstan-
o de madapoloes, algodSes echitas, existentes era
seu armazem da rua do Tr pichen. 44, onde se
elTectuar o leilao. ___
c=_>
Carteiras de amarello, mesas para escrever, arma-
rios, cofres grandes e pequeos, caixas de ferro,
carteiras. bancos, bicos de gaz, um relogio, mo-
chos, cabides, venecianas, urna prensa de copiar
cartas e urna grande armacAo para armazem.
Por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio, o agente Pinho Borges vende-
r em leilao todos os movis e mais pertencas de
escriptorios cima declarada, pertencentes massa
fallida de James Ryder & C.
QUARTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
as 11 horas.
NA RUA DO BOM JESS N. 6
LEILAO
de urna caixa com vaquetas, urna dita com
bezerros, chas com marroquins, sendo
urna avariada.
Quinta-fera 27 do corrente
s 11 horas da manha.
Por intervenga do agente Pinho
' Itorgcs
Em seu escriptorio, ra do Bom Jess n. 53.
GRANDE E VARIADO
DE
escellcntes movis, boa louca e linos crys-
taes.
A saber:
Um piano forte de Blondel & Wigncs, i estante
para msicas, 1 cadeiri para o mesmo, 1 mobilia
(massica) de Jacaranda, 1 mesa do sof, quadros,
jarros para llores, 2 ricos candieiros agaz, de
crystal, 2 Ognras de bronze, 4 castieaes e mangas,
3 lancas o cortinados, tapetes, escarradeiras e cs-
teira forro da sala.
Urna toyletc de Jacaranda I lavatorio com pedra,
i mesa de jogo, 1 mesa redonda de cha rao, 1 ca-
ma com coUao de mola, 2 guardas-roupa, 2
guardas-vestidos, 1 espelho e 2 camas de ferro.
Um secretaria de magno, 1 estante, diversos h-
vros, i mappa, 1 globo gcographico, 1 machina
de costura (perfeita), 4 mesa com jogo xadrez,
1 taboa e pedras (jogo de gamo), cabide*, 2 ve-
nezianas. 1 tinteiro com campa.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 aparador
armario. 1 quartinheira, 1 relogio, 1 sof, 24 ca-
deiras, 2 lavatorios, 1 quadro dourado, com flores
de cera, 1 apparelho para jantar, 1 dito para cha,
compoteiras, garrafas, copos, clices, porta-garra-
fas, bandejas, cobertas de araaie, objectos de
electro-plate, bancos para jardim, vasos para flo-
res, oseadas de abrir, mesa e taboas de engom-
mar, mesas e trem de eozinha, e outros objectos
de casa de familia.
Quinta-icira t 7 do corrento
No primeiro andar do sobrado da ra empe-
ratriz n. 12
Jos Henriqne Trindade. tendo de fazer una
viagem ao Rio de Janeiro, levar a leilao por in-
tervenc/io do agente Pinto, os movis emais objec-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da ra da Imperatriz n. i2,
onde se elTectuar o leilao no dia 27 do corrente.
O iB principiar s 10 choras em ponto.
Precia-so de nmi m.i-ira ro-n hftb'litarses o
capacidad)* neress-i ias. para eu>i lar a urna me-
nina ni uiu engeiihu proxim a
S. Francisco: quein
edes pode dirigirse
iiiha terrea de
se adiar naquellas condi-
rua da Imperatriz n. 14,
3* andar, que achara cun qnem tratar.
T- Ahiga-so um cscravo para o servico do lio
le nu para quiLmer nutro : na ra do Imperador
n. 50. _______ .
Quem precisar de ama secca o;i de leile, di-
rija-se M pateo de S. Pedro n. 3, luja, tratar.
Fugio no dia 17 de marco, do engenho Ta-
pera, freguezia de Jaboato, o cscravo Gregorio,
cabra escuro, muito alto, secco, seta barba, fei-
cSes regulares, e de 26 annos de idade ; foi qom-
prado ha poucos dias ao Bario de N'azareth ; sup-
pde-se haver seguido para Sabugo, perlo do Seri-
llo : quem o trouxer ao dito engenho, ser gene-
rosamente gratificado.
25#000
Aluga-se urna ama muito nova, parida de pouco,
com muito bom e abundante leite, e muito cart-
abn para enanca : quem precisar dirija-se
Capunga, ra da Ventura n. 33._____________
Quarta-feira 2o' do corrente, finda a audien-
cia do Illfn. Sr. Dr. jniz substituto da 1' vara, vai
praca diversos movis, sendo alguns perita-
mente novas, e outros em bom estado ; penhora-
dos Antonio Ignacio Martins por execucao que
contra o mesmo encajninha Joio Maria de.Albu-
querque e Olivara._______________________
Escrava.
Precisa-se alugar urna escrava para todo ser-
vico : a tratar no hotel de Api pucos.
Moleque.
No hotel de Apipucos, procisa-6e alugar um
moleque para todo servico._____
Aviso.
Machado 4 BrandSo, successores e liquidata-
rios daextincta firma Silva Rocha 4 Machado,
de Pernambuco, fazcm publico que sendo-lhes dc-
vedor Manoel Antonio de Sonza Itibciro, resi-
dente na villa do Triumpho, comarca de Pajeu
de Flores da mesma provincia, de ttulos venci-
dos desde 1869, previnem que ninguem con-
trate com o dito devedor on procurador em Por-
tugal ou neste limeo, sobre a heranca le-
gada que o mesmo tem no testamento com que
falleceu era Lisboa o negociante Antonio Joa-
quim de Souza Ribeiro, cujo inventario se pro-
cede pelo juizo daquella cidade.^-cscrivao Frei
tas Jacote, como sobrinho que o dito devedor
6 do testador, por ser tilho de sua irm D. Au-
na Joaquina de Souza, da fremozia de Lanrtim.
conselho de Villa-Nova de Famelicao ; para evi-
tar duvidas e futuros letigios da preferencia que
a divida tem sobre os con! ralos posteriores, vis-
to que seus direitos cstao os annunciantes sus-
tentando contra o devedor no respectivo foro
domiciliario.
Ama para engomiiiado
Precisa-se de urna e pagase bom: no
iro, casa de Francisco Joaquim Ribeiro d
reiro.
Caldei-
e lirito.
KM
Prccisi-se de una ama para
cozinhar ; na ra da Aurora n.
67._________________________
\ma Precisa-se de. urna ama para cozin'ar
__lllct e comprar ou lavar e engommar, prefe-
re-se portaguoza : ra do Barao da Victoria
n. 28.
Amas
Precisa-se alugar duas amas ; urna para
engommar e cuidar de outros servidos do-
msticos, outra para co/.inhar e lavar. Tra-
ta-se na ra do Capibaribe n. 40.
\ recisa-se de una ama que
saiba cozinhar para rasa de
rapaz solteiro. Rua do Mar-
AMA
quez d'' Olinda n. .'i9.
avisos DVBSOS
0 padre Jos Roberto da Silva declara que ten-
do deixado de frequentar a macouaria ha Mi-
nos, considera-so iviisiguiitemenii; desligado da
mesma.
Rocife, 22 de margo de 1873.______________
O abaixo assignado avisa ao respeitavel pu-
blico que os seus dous tilhos Fabio Xavier de
S ora Fonceca e Ladislao Xavier de Souza Fon-
;<. ambos sahiram de sua eoinpanhia ; vem
portanto declarar ao publico que ta se respon-
sabilisa por qualquer transacao ou emprestirao.
Recife, 2U de marco de 1873.
Augusto Xavier de Souza Fonceca.
Avisase
a qnem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do teen>.-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, -e oepois comprada ao Barao de Nazareth,
representa ter i"> annoe, tem falta d? denles "na
fren^ e as mos com cicatrizes de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, qu' des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da rua dos
CoeMS, que ;r generosamente reeomnensado.
De 10 palmos.
SapoliseirosTsapoteiros, edahi para baixo. pi-
nheiras, frneta-pao, oiti-cor, ariticum--p, aba-
cate, Jaranja-cravo, tlauboyant ou briiltaote, pal-
meira imperial, roseiras de qualidade, alecrinss
-parreiras coracio da india, romeiras e outra.
antas : na Capunga, rua da Ventura numero 20.
Eservo fgido.
A nteu-se da casa de seu senhor, o abaixo as-
signado, desde o dia 12 do corrente, e vaga pelas
roaa desla cidade, o escravo Manoel, crioulo, altu-
ra boa, olhos vesgos, barbado, e tem o vicio de
embreagar-se qnando ausente, o qual levou cami-
sa fina e calca de liriui lona de cor : pede-se s
autoridades policiaes e capitaes de campo a sua
prisio, e leva-Jo rua larga do Rosario n. 44, 2
andar.
Preeisa-se do dnas amas, sendo una
engommar e outra para cozinhar : naxua d
nba n. 23.______________________________
Precisa-se de una ama para o servico de
urna casa de pouca familia : no Corredor do Bis-
po n. 2.________________________________
A m n Precisa-se de urna ama forra ou cap-
. V .!1 ca familia : rua de S. Francisco n. i.
Precisa-se de una ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na rua da Anroi a n. 311.
G A BNETE
Meciico-cirurgico
P.A DO IMPERADOB N. 73, ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PARTEIRO.
KSPECIiLinAOES.
Molestos e operares de olhos.
Cara radical e instantnea dos
estreiUmentos da uretra.
-Consultas :
da manliS.
Chamados
Das 7 s 10 boras
A qaalqoer hora.
MOFINA
Est encoura^ado! I!
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de C.axias n. 36, con-
cluir aqnelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desie jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
tlm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho se
chava nesta cidade.___________
Engenho
Arrenda-sc o engenho Estrella, junto 4 cidade
do Rio Formoso. E' de animaos e com propor-
coes liara 1,500 paes : os pretendentes podem di-
rgtr-se rua Duque de Caxias n. 38, f andar,
que alli tero informac5es.
mm
Quanto se paga pjr urna cozinheira ou cozinhei-
ro para urna casa de 4 pessoas, preferindo-se es-
cravo : a tratar no Corredor do Pispo a. 59.
Madama Amelia Blard, habilitada pela
conselho de nstruccao publica do departa-
mento do Sena para ensinar oaligraphia,
aritlunctica, francez, geographia e historia,
o que poder provar com a exhibido do
seu diploma, so offerece para dar heoes desr
tas materias por casas de familias. Para
arantia de sua moralidade offerece teste-
unho de pessoas respeitaveis desta ci-
liado.
Roa da Imperatriz n. 22.
I)-se 6:0005 a juros sobre predios
de Hurtas n. 112.
na rua
D-so 60:)2 a juros sobre penhor em escra-
vo : na rua de Hortas n. It2.
Preeisa-se de duas anas para cozi-
nhar e comprar, para casa de duas
pessoas a tratar na rua de Pedro Ai-
fenso, outr'ora da Praia n. 3. __________.
AMA
Preoisa-se de una ama para casa de pouco
amiba : na rua de Forte n. 50.
una ama para cozinhar e en-
escrava : na rua do Duque
andar.
' Precisa-se di
gommar, forra ou
de Caxias n. 22, 1.
H Anua toin de Muraos Guerra.
.*-^ lv^ Laurino de Horaes Pinliei-
ro, D. Auna G. de Muraos
Pinheiro, Manoel Percira de
Moraes Pinheiro, Balbino de,
Moraes Pinheiro, pungidos
da mais acerba d"ir pela
merte de sua muito presada sogra, mai, e tia, D.
Auna Maria de Moraes Guerra, fallecida na co-
marca de Na areth, tendo de mandar celebrar al-
gumas missas do 7." dia pelo seu repouso eterno,
segunda-feira i4 do corrente, pelas 7 c ineia ho-
ras da manha, na igreja de Francisco, convidam
aos ?eus parentes e amigos para lhe fazerem o ca-
ridozo obsequio de af.sisti-las : pelo que se con-
fessam desde j eternamente agradecidos^
Contina-se a fornecer abnoejO e jantar para
tora por preco commodo e com promptido : na
rua estrella do Rosario n. 33, !,' andar, casa de
familia. ________________________
Escrava fgida.
Est fgida a escrava Mathilde, de 40 annos de
idade, crioula, tem a cara bastante grossa de es-
pinhas, falla mansa, sahio de casa a titub de le-
var nina trouxa de roupa Roa-Vista, s 4 ho-
ras da tarde do dia 17 do corrente e nao voltou ;
pede-se s autoridades a apprehencao da mesma
e entregar a rua do Livramento n, 1._________
Hospital Portugus de Bene-
ficencia em Pernambuco.
Para conhocimento dos socios desto hos-
pital, fazem-se publicas as seguintes delibe-
rarles, tomadas pela junta administrativa
em sessao de 16 do corrente.
Os socios que desejarem ser tratados as
enfermaras do hospital, bastar para seren
a Uailtidos, que provera ser socios c estarem
em dia no pagamento de suas mensalida-
des.
Outro sim, deliberou a mesma junta que
fosse colebrada pelo c-apello no oratorio do
hospital, urna missa por alma do socio que
fallecer, devendo ser apresentado ao respec-
tivo provedor o diploma do socio que nao
fallecer no hospital, afim delle i'azer execu-
tar cssa deliberado.
Secretara do Hospital Portuguez de Bene-
ficencia e;n Pernambuco, 20 de marco de
r" 1.878.
Luiz Duprat,
Secretario.
Aluga-se o Io andar da rua de S. Jorge, (an-
liga Pilar) n. 74 cora 2 salas, 6 quartos,.coziaha
fora, fresco e pintado de novo : tratar no 2
andar.______
O Dr. P. l'itanga, restabeleci.lo de seus
iccommodos, contina no exercicio de sua
profisso medica.
j) consultas em casa de sua residencia
rua da Imperatriz n. 6i, das 6 s 8 horas
e das 11 s 12 horas do dia,
A seus innmeros amigos e a suas F.xmas.
familias, agradece as provas de amisade pro-
digalisadas durante sua molestia.
A seus collegas protesta gratido pelos
servicos recebidos, especialmente aos Drs^
Caetano Brito, S Pereira e Silvio Villas
Boas.
Recife, 22 de mar^o de 1873.
____________ *
Attenco.
Acaba de chegar navio de Genova com ladrilho
de marmore, de 10, 12 e 14 pohegadas> e pedra
de luzerna mui rija, e por isso propria para lad
lhar armazens : s desembarca a que for vendida
Sqni, no armazem de E. A. Burle A C. ______
/ -----------------------------------
Cabeiletreiro
Precisa-se de offlciaes de barbeiro c cabellei-
reiro : na rua da Cadeia do Recife n. 51, pri-
meiro andar.
Alfredo Gassier.
Carlos Gassier, tiodo finado Alfredo Gassier,
engenheiro da escola de agricultura de la Saul-
say e dono da hotel do Universo, agradece a to-
das as pessoas que se dignaram acompanhar ao
cemiterio o corpo do finado, e convida a todos
seus amigos e eonhecidos, para assistirem a urna
missa que pelo eterno jepouso d'alma do mesmo
manda celebrar no dia 2* do corrate s 8 ho-
ras da manha na igreja do Corpo Santo, pelo que
desde j se confessa eternamente grato.
Bernardina de Leos, Vicente de Lemos e
Amelia de Lemos, viina elilhos de Vicente Her-
culano de Lemos Duarte, convidara aos parentes
e amigos, que delle foram, para assistirem a urna
missa, queczar-seha na igreja do Livramento
no dia 24 do corrente pelas 7 horas da manhA, em
eommemaraeio de sua alma, segundo anniversa-
rio do faeci'iBonto do n esmo.
Ilerculano Gavalcante de S e Alhuqucrque, D.
Leonor de Queiroz Carneiro da Cunha. bacharel
Sdvino Cavalcane de Albuqucrque e Dr. Estevo
Cavalcante de Albuqucrque cordialmente agrade-
cem aos cavalueiros que se dignaram acompanhar
o cadver de sua esposa, filha e runada, D. Cos-
ma Carneiro de S e Albuquerque seu verdadei-
ro jazigo; de novo os convidara, asstoi eemo ao
outros seus prenles e amigos para onvirem a
missa do stimo dia por alma da mesma finada na
matriz da Boavista, as 8 horas da nianha de se-
gunda-feira 24 do corrente.
HHBBfli
Artigos
JAKA
A junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
predio da rua do Commercio
n. 17. sendo um andar e ar-
mazem com grandes com-
modos e com fundos e sahi-
dapara o caes, propriopara
armazem de gneros de em-
barque : trata-se na rua L
de Marca, outr'ora do Crespo
n. 13, -com Antonio Correia
de Vaseoncellos.
Coiiuheiro*
Oiterece-se um rapaz brasileiro de 15 a 16
anuos, para caixeiro de miudezas, fazendas, ou
outra cousa semelhante : qnem precisar dirija-
se a esta typographia, que se dar as informa-
cees.
Escada.
O Sr. Jos Alfonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Esc da, queira vir ou mandar
rua do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse.
Fugio do engenho Acude Grande, em Naza-.
reth, o escravo Rufino, preto fulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, com urna cicatriz
na face entre o nar e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca-
xang e Varzea : quem o pegar leve-o ao referido
engenho, on rua do Apolla n. 28, que ger ge-
nerosamente recompensado._______________
Dinheiro juros
Precisase tomar 1:5004 a juros, dndose baas
escravas em penhor : guem quizer annuncie por
ste jornal, on dirija-se rua da Concordia n. 22
que achara com quem traur.________________
- Precisa-se de nm caixeiro de 10 a liarnos
de idade, para taverna e de" fiador a sua conduc-
ta : no pateo do Terco n. 82.
Precisa-se de um bom coziuieiro para o
hospital portuguez : a tratar no mesmo hos-
pital, ou na rua Primeiro de Margo, ou-
tr'ora do Crespo, loja n. 13.
Cbrateiros
Precisa-se de alguns e pag^-se bem, para traba-
Ihar era charutos tinos, no Becco Largo ns. 1 A e
2, no Recife : na mesma casa compra-se Diarios
velhos.
N. 13,200
O Sr. Jos Bernardino Orreia de Barros
mado rua do Crespo n, 20, a negocio^____
cha-
Fabrica de fiacao e teci-
dos.
Nao estando anda completa a assignatura do
capit|inecessari para esta mpreza (i'>0:0 0 )
contittda aberia a subscri cao at o tira do cor-
rente mez e em mo do emprezario Silva Barro-
ca, na rua do Mrquez de Olinda n. 4, ou do cor-
retor.Mesquita, na praca do Commercio.
Caixeiro.
Quem precisar de um caixeiro, com bastante
pr tica de mol hados e que d fiador de sua con-
ducta, dirija-se rua larga do Rosario n. 23.
AO ARMAZEM
|BO
VAPOR FRANCEZ
RUA DO BARO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.
Acabara de chegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mais notaveis e bem eo-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C. : no
vapor francez, rua do Barao da Victoria, ju-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas pretas e de
ditTerentes cores, tanto para senhoras, como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melis, de Suser e de Polak, para ho-
mens.
Sapatos de cordavao Mili spara horneas.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-perneiras tanto para homens
como para meninos.
Sapatdes de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz cora salto para homens.
Abotinados de muitas quahdades e precos para
meninos e meninas.
Sapatdes de verniz com sola de pao preprios para
sitios, jardins e bandos, sortimento para homens
e senhoras.
Sapatos de tapete, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, rna do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Perfumaras.
Finos extracto?, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de fl r de laranja, agua de toile-
te, divina, florida, lavande, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumara para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de ditTe-
rentes tamanhos d'agua de cologne, tudo de pri-
meira qualidade dos bem eonhecidos fabrican-
tes Piver e Coudray,
No armazem do vapor francez, rua do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Para viagens.
Muito boas malas e bolsas para viagens de r
de caminhos de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilher-
me, perneiras e mcias perneiras para homens,
e mehs perneiras para meninos.
No armazem do vapor Trance-, rua de Barao
da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Mobilias de vimes.
Cadeiras de bataneo, de braco, de guarnieres, so-
fs, jardineiras, mesas, conversad iras e costu-
raras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e
gabinetes de recreios.
No armazem do vapor francez, rua do-Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilleras.
de difcrcntcs gostos e
Iihantazias.
os para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
ASuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom do lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos .imitaco e botes de punhos de plaqu.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
ejtoilette,
.Pim'enez de cores, de prata dourado, de ac
tartaruga.
Oculos de ac fina e de todas as graduales.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades di-
versas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e par
barba.
Ditos de marfim multo finos, para limpar cabeca.
Escovas para roupa, cabello, unhas e para don-
tes.
Carteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e outros muitos differenlcs joguinhos alie-
mes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar e cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de -vidro de dar leite mui fcil s
enancas.
Argolinhas de marfim para as criancas morderem,
bom para os dentes.
ier os de vimes pan embalancar crianzas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas para passeios de crian-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para c_ndieiros de gaz.
Esterescopos c cosmoramas com escoliiidas vis-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoramas.
Globos de papel de cores para iiluminacoes de
festas.
Baldes aereostatieos de papel de seda mui Taeil
de subir.
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jantar.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadorcs de palha e de pennas.
i'esourjnhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrimos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca--branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Euadrs j promptes com paysagens e phantazia
stampas avulsas de santos, paysagens e phanta
alas.
Objectos de mgicas para divertimentos cm fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, outros muitos artigos de quinqui
lharias difficeis de mencionar-se.
No armazem do vapor francez, rua do Baro
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todo?
o* brinquedos fabricados em ditTerentes parte*
da Europa para enlretcnimento das criancas
tudo a precos mai resumidos que possivel_:
no armazem do vapor Trancez, sua do Baro
da Victoria, outr'ora rua Nova n. 7.
PARA PIANOS
Pannos proprios de cobrir pianos.
Cadeiras de parafuso e forro estu-
fado.
No armazem do Vapor Francez rua do
Baro da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Cestinhas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
rua do Baro da Victoria (outr'ora No-
va) n. 7.___________ -
Ao commci'cio
Jnaqhim Cactno da Xotta A C, toni justi o
cntitiat.-i'lo a eoinraq a :.i;.a aft ;ila rna d >
Vidal di' Ni;>reiro.", <>uir'"i;i llwjrVi.-il r. IM7. per-
tenceiite o Sr. M^u Jusvd 0.>ta .l/cia. Se
aiguem se julgar cora direito a nie-in.i, apparera
no prazn de :i dias a rontar da data drste, no
becco iln Pelxoto n. '0.
Recife, tt de marco de 187.1._____________
TIlBiDIRES.
Nesta typograp!';a precisa-se de um twmcifl
para puchador de r>da, e um menino pata rece-
bedor de papel.
Precisa-se de um menino portuguez de 13
15 annos, que tenha alguma pratica de venda :
na rua do Brum n. 3!>, dando informacoes de sua
conducta.__________
Nazareth
O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lima quei-
ra ter a bondade de vir ou mandar rua do Im-
perador n. 28, a negocio de seu particular inte-
resse.________________________^____
Precisase de um caixeiro com pratica de ta-
verna, na rua da Uunio n. 52 junto a estaco de
Olinda.
Na fabrica de cerveja na do Brum n. 76,
comprase laranjas da teira a 6U) rs- o cento.
Preciza-se de una pessoa que faca o ser-
vico de fachina: na padaria da rua do Han-
ge! n. L______________________________
Precisa-se de um criado
tratar na rua Nova, loja n. 7.
para um sitio : a

COMPRAS.
Compra-se moedas de 20 francos : na rua
Nova n. 23, loja._________________________
Compra-se
urna escrava de meia idade e que tenha bons
costumes e que saiba cozinhar o diario de urna
casa e lavar e eng/.mmar : quem estiver nestas
condieoes dirija-se rua da Cruz n. 37, que acha-
ra com quem tratar.
mm&M 99
Trastes. |
*
Comprase c vende-se trastes novas
e usados : no armazem da rua do Im-
perador n. 48.
Compra-se rendas e bicos, sendo finos e bem
feitos, e de divursas larguras : na rua do Com
mercio n. 46.
ClllllO
Compra-se chumbo velbo e estanto, em peque-
as e grandes porcoes : a rua Nova loja n. II, do
Azevedo.
Grande
DiPOSiTO D12 l?UM0
No arma/.ein de ( ninliiL Alberto So Ir da Mot-
ta A C, travcsa da Wfldf de Deus n. 14, ha a
venda fumo em latas inteiras e meias latas, dos
melhores fabricantes do Bio de Janeiro, Tcixeira
Pinto ft Portilla. Antonio Manins de Siipieira k
C, Lisaur Schimidt A C. c Torres 4 Araujo ;
assim como em rolos, de outros muitos fabricantes
arredilados._____________________
Merino trancado a 2:500.
Preto, fazenda superior que geralm. ule se ven-
de a 4$00:>, a Rosa branca est uneimando a 2ioOJ
o covado.
Bombazinaal|200
E' tina c val 25-00 o covado.
Duvidam ?
Se duvidam, botera ligninas sedlas na algibei-
ra, e venham Itosa branca ; rua da Imperatriz
n. 56, e vejam a
Etcaldutle.
Aposto que duvidam.
Que a Rosa branca vende
Peitos bardados a 1 #000.
E sao de lino escullo e forrados.
Rua da Imperatriz n. ;i< lujada
Rosa branca.
Grande lac.
Sao grvalas grandes con laco, ultimo gOSlO a
l:WMi: na luja da Rosa branca ra da Imperatriz
ATIMft.
Charutos de iavana
8i|M>rfrM
no escriptorio de Txs.su [rn_os & C. rua do Amo
rim n. 37.________________________
Araruta verdadeira
Contina a vender-so na travessa da iu
Croses ii. 4, e rua do Yigam n. 2ti. peloprCC/ de
>O0 rs. a libra, em picote.
Craveiros.
v
Doce de Caj Secco.
Vende-se na rua do Bum Jesns n. 27, !. andar,
muito bom doce de caj secco. porcao a vonlade
do comprador.______________________
Vende-se o hotel da roa das Aguas-Verdes,
bem afreguezado, com bastantes assignantes e
bem acreditado neste lugar; faz-se negocio com
todas as pertencas por ter de retirar-se para a
Europa. ______^______
Ha para vender alguna bonitos ps de cravo
(craveiros) do prinieira qualidade, a 21000 cadl
um ; na Torre, ultimo sitio esijnerda da pi .
margem do rio tapiliaribc.________________
Panno de algodao da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaquim
Goneilves Beltrio & tilho, a rua do comnercio
n. 'i.
;Vos Srs. macns.
vomlcni insignias maco-
Amaral. Nabuco ; C.
nicas de diversos grao-.
Padaria,
Vende-se a padaria da rua do Marcilio Dias,
antiga rua Direita n. 69 : a tratar na mesma.
Vende-so um piano novo de Herz : ira"
tar na rua Formosa, casa do Sr. Hamos Nett".
\os Srs. de engenho.
Uevendo-se mandar para o Rio de Janeiro o
saldo dos utencilios provenientes da retinacao do
Monteiro, engajase os senhores de engenho de
aproveitar esta occasio para comprar baral i
utencilios de primeira qualidade, fabricados pelos
melhores aut res de Paria
l. una machina de Vacuuml de cobre com
odas as pertencas.
2." quatro filtros grandes.
3. tres caldeiras para cozinhar, a vapor, com o
fundo dobrado.
4. urna dita com serpentina de cobre, com 2.0
kilos de peso.
5." duas turbinas de Cail i\ C.
6. duas caldeiras a vapor, de 7 metros de
cimprmenlo, cada urna com 2 aquentadores.
7". una machina a vapor de 8 civallos de
ore, da olicina de C. Starr & C.
8." urna machina para rilar assucar.
9. I5u0 formas de urna arroba e meia.
10. Quatro caldeiras para estofas.
11. un montejns.
II 12 remos. 150 torneiras de cobre c por-
Cao grande de canos de cobre vindos. de Pars,
de diversos diamemetros.
Chamamos sobre tudo a attenco para as tur-
binas, que ambas sera mais baratas do que ama
s das inglezas : a tratar na rua do Sebo n. 35,
hoje Barao de S. Borja.
N. B.-Os senhores que desejarem parle muor,
pode se dar prazo para pgame t.
Feijo crioulo.
A' rua da Madre de Deu i. 9.
Vende-se feijo preto, novo, j deste anno, mais
bar.to que em parte alguma ; a ellos amigos lo
bom c barato.___________________________,
7~ A 5$O00 a arroba,
*Vende-se na rua Vidal de N'egreiras n. 151,
outr'ora imperial, fumo em rolo, do Rio, propno
para cigarrus.___________________________
llllS F\ZEM)\S IAim$
NA
mrn
Amaral, Nabuco & C. ven-
der as seguintes qualida-
des de meias de fio de Es-
cocia :
Brancas, iberias no peito do p, o bordadas
seda. |iara senhora.il ertas, :. croas
e de cores para homem.
D_ ALGODAO
Brancas c de cores para meninos, meninas, ho-
mens e senhoras.
l' LA
Decores para mrnios, m nin homens e se-
nhoras.
DE SEDA
Carmeiira e rAxaa para padres, capells milita-
res, conegoa e hispo.
No bazar Victoria, rna do Bario da Victoria
numero i.
Leques
Attenco
Quem precisir de um rapaz para ajndante de
escritorio on cobrancas, pode dirigir-se rua Di-
reita n. 84, que se dir quem .
- Na roa do Crespo n. 7, loja do Gallo (igi-
lante, precisarse de urna ama para colnhar: pre-
fere-se escrava.
Cozinheiro.
No armazem do caes do Apollo n. 69, se dir
quem precisa de nm bom cozinheiro para casa de
pequea familia ; paga-se bem.
Aluga-se
e terceiro indar do sobrado sito na rua larca
do Rosario n. U : a tratar na rua do Vigano
o. 31.
Peitos de linho bordados a agulha. para camisas
do homem, a l0'0, grande peehineha.
Toalhas felpudas a 640 rs. urna
Colxas grandes com barras de cures a4*ofl<1.
Chales pretos de merino bordad**! a retroz:
sao grandes e de boa qualidade a 8$0t0 para ac-
Atoalhado superior com duas larguras a I8f0.
Chapos de sol a o0): sao de merm tranca-
do, muito elegantes e de armaco moderna
Madapoln fino da marca M. 0. verdadeira, val
8*000 e vende se por 600u para acabar, Da
Rua do Cabuffn. 10.
Amaral. Nabuco .v ('.. receberam um variadis-
suno ,i ele-ante soriimflnto de leqnes de madrepe-
rola branca lavrada para noivas, queimada para
passeio, bailes, ete etc., de lartarnga lisos e lavra-
dos, de marfim lisos e lavrados e cora seda, da
osso lisos e lavrados e eom seda de tudas as cores,
de sndalo bordados a lantijoulas. para mini-
nas : vemle-se ii" bazar victoria, rua do Bar d.
Victoria n. 1____________________________
Bordadas a seda
Amaral. Nabuco A C. receberam da 1
pelo ultimo vapor meias para senhora. de fio de
Bscocil, brincas, abortas no peito do p, e belda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, 8
sao da ultima moda em Paris : vendem no bazar
victoria, rua do Baranda Victorian i._________
"Chapeos para senhoras
Augusto Porto acalia de recebar os mais lindo
chapeos de seda e patea de cor. enfeitados gra-
eiosamente com fluissimas llores, para senhoras,
vestidos de blond eom seda branca c llores I
para noivas, cbapelinas brancas e pietas, ricas t-
nicas polonezas para senhoras c muitos OUtTOS
artig09que vendo p i a mais commodos precos :
na fu Ptiir-ie d.i Caxias n. 53._______________
A borboleta
Ja rna do Livramento n esta vendendo, pelo di-
minuto piveo de 7-5. cal-.ados ingh-zes ulliniaraente
chegados a" esta praea.___________________
Vende-se
urna boa casa terrea, em chao proprio, grande
nuintal murado, servindo para lamilla, sita a rua
das Crioulas ( aponga). Vende-se tambera parte
de urna oulra casa terna, em cha) propno, sita
rua da Vcntu a (Capunga) : a tratar na rua l.
de Mareo n. 7 A, 1." andar.
Para milita,''"
Vende-se os seguintes objectos para" militar :
1 farda para official.
1 bonet dem.
1 espada dem.
1 habito da Rosa.
Tudo em bom estado, e por preco commodo '
na rua de Marsilio Dias n. 76, outr'ora rua Di-
reita.__________________________________
Vende-se
a arma.o da taverna do becco do Peixoto n. 30,
muito propria para um princiDiante por ser pe-
quena, e preco muito commodo, bem afreguozada
para a trra.
CIMENiO.
Vende-re o verdadero cimente de Portland : no
armazem da bola amarella, travessa da rua do
Iniperadojfc-garaute-sc que ninguem o vende por
menos.
CHITAS
avariadas
Chitas com pouca avaria a 160, 200 e JiO rs.
o covado.
Barris para mel
Vende se por barato preco : na rua larga do
Bosario n. 34, botica._____________________
Chegou
nova remessa de hesperedina : no armazem d
Tlsso Irmaos C. : rua do Amoriin n. 37.
F4RINHA DE MANDIOCA.
Vendem Cunha Irmoa C, pre;o commodo
roa da Madre de Deus n. 34*. '
ll;iil;i|iiil1ii.
.Madapolo cora pouca avaria a 4*000 e 300
a pec_.
Ululan.
Algodao com pouco sujo a 34 e 3*500 a peca.
Dito dito marca T a 3i300 e 5*000 a pe:a. _,
Chita para coberta.
Chitas para coberta com avaria a 200 o cavado.
Meri azul.
fianiroorio para
rou-
Merino azul entestado
pas, a 2*000 o covado.
Brim pardo.
Brfm pardo fino a 400 e 440 rs. o covado.
S na rua do Crespo n. 20, loja de Guilheroe
C da Canoa 4 C,
i -


Diario do Pernambuco Domingo 23 de Mar$> de 1873.
Fazendas em liquidado
NA
3
gjill FfiWt
N. 60 Ra da Imperatriz JT.' 60
DE '
PEREIRA DA SILVA & C.
Tendo o propriotario doste importante estabeleciraento, grande vontade de liquidar
toda; as fazendas que tem om ser, tem resolvido vende-las porpregos inuits mais baratos de
pw se vendem em outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razio por que con-
to orespoitavel publico a vir sortir-se, naos de um avultado sortimento de fazendaSep
bi, como tainbcm de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados gostos.
Rprerine que^s vende a dinheiro vista, por estar em lquklac,ao,
(RE\\DI\ES OFFICINA DE ALFAUTK NA LOJA
OWUSTR.4SDE8EDAA8WRS.OCOVDO Neste grande StmSjBtm eneonlrari
O Pavo receben um elegante sortimento 0 rdspeitavel poblico. urna bem montada offl*
dasraais lindas granadinos pretas com listras cina de alfaiate, onde se manda excoiar
e ellas com 1 tra qaaigaer peca da obra, tanto pata homem,
iwa propria para luto, que vende pelo ba- conjo para meninos, com a maior prs-
tamo preco de 800 ris ocovado ; assim tesa e perfeicao assim como i
ratissi
. perfeicSo assim como pira qualquer
corno dita muito fina com lastra encarnada, i0t0 que de repente apparefa, tendo' na mes-
que vendo a 19000 ris o covado. Esta ma offiema nm perito official destinado para
tuteada ve pelo paquete ciiegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de gaarda D-
ente da Europa, e hquida-se na loja do cional oa tropa de lioba, seado esta oficina
Pavo ruada Imperatriz n. G0.
CAMBftAIS ARERTAS PARA VESTIDOS A
9-50O0 e 10$0O0 RS.
O Payiio recebeu um elegante sortimento
das mais linas cambraias brancas, abortas e
bordadas para vestidos, que vende pelo ba-
ratsimo precos de 93, e 105000 rs. o
corle, tem v bastante fazenda.E'.pechiucha,
ai lojad) Pavo amada Imperatris n. 60.
LSI.NHAS BORDADAS A 400 RS.
OCOVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mas liadas lasintias transparentes com
floraitltas bordadas, teudo de todas as cores
inclusive rosa propria para viuva, e vende
pelo baratissimo proco de 400 rs. o covado.
IT pechiiiiiln na loja do Pavo a ra da Im-
peratriz n. 60.
UUENADIXES A 640 RS. O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com listras
brancas e de cores, sendo muito boa quali-
dadt, e vende pelo baratissimo proco de 560
rs. o aovado. E' pechinclia na loja do Pa-
v3e a ra da Imperatriz n. 60.
CjBERTAS DE FSTO ACOI.XOADAS A
4-3000 RS.
O Pavo recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes do fusto, acolxoadas,
guariu.vMas com franja em rolla, tendo bran-
ease do todas as coros, e vende pelo baratissi-
prego de 4(5-, rs. E' pechincha na loja
> Pavao a rita da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENIORA A 12?000 RS.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
los mais modernos chapeos* dcpalba, rica-
jeento enfeitados, para senhora, com ossous
OOMpetontes veos, e vende pelo baratissimo
regode 12-rO rs. E' pechincha na loja
>> Pavo a ruada Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS
O Pavfio rende um bonito sortimento de
[.sinlias listradas, sendo das mais modernas
em viudo ao mercado, pelo baratissimo
> de 560 e 600 rs. o covado. E' pe-
lcha na loja do Pavo a na da Impera-
- t. 60.
ALPACAS UVRADAS A 640 RS.
O COVADO.
Cheg ni pira a loja do Pavao um elegante
. meuto 'las mais bonitas alpacas do cores
radas, sendo as cores mais modernas que
na rindo para vestidos, e vonde-sc pelo ba-
-. mo prego do 6iC rs. o covado. E'
incha na loja do Pavo a ruada Impe-
l. (0.
Coartes vldade, a 3?000.
O Pavo recebeu pelo ultimo vapor de
cortes de cambraia branca com ba-
tinh ; ricamente bordados, tendo fazenda
para vestido do qualquer modelo,
estes vestidos sao os mais modernos que tem
lo i > ra ireado, e pela suaexcesslva bara-
. tomam-serecommendaveis as sonhoras
magosto. Bazar do Pavo, ruada
iratriz n. 60.
lencos a aaioo a di;zia.
O Pavo tom urna grande porco de len-
com barra de cor, muito bonitos
\9 quai lado, que vendo por 29400 por
. ajan le porgao,
Ditos to los broncos abainhados muito fi-
aos 29800.
Ditos ehinezes com barra do cor, muito fi-
aos a 39300. E' grande pechmcka, na loja
z Pavo.
ltmeh>< a39000.
O Pavao recebeu pelo ultimo vapor, um
M sortimento deromeiras pretas de fil
i m salpicos, com lindos enfeites pretos ede
alies, e vende pelo barato proco de 35000
c*ia um, por tor grande pon-fio.
Ditos to los de se la ricamente enfeitados a
19600.
PAISA 0 CARNAVAL.
Btomfaad*
i) Pavao tem um grande sortimento de d-
osde lol isas qualidadesgostos, proprios
ara o carnaval, tendo tambera de merino
aseossez muito uitressantes, que vende ou
i por procos muito baratas, por ter gran-
el :>rv";ii.
LEN'CO'ES DE BRAMANTE.
O Pavao ende lences de bramante rom-
Id grandes, sendo deum panno so, paio ba-
nfeflSimo preeo de 25iOD cada om.
MADAPOLOES.
Pees da mad^nn'o francez muito fino
C-S35 Ojard.s a 350C e 000.
Ditos C"m 24 jardas muito superior a
l|500 e 750(1'.
Oko inler fizenla mbito finia 5^000,
irlXX) e 6:300 at iOjJKKJO.
Ditos francesas e inglez^s m;iito fiaos de
AO jarcias para diffrentes nregos.
ALG0DA0ZINH0.
O Pavlo vende por pro^o muito barato
pegas de afeoSzinho americano muito
hom cora *8 juYdaj 45000.
Ma r,r-,m 24 jarls a 45500 e 5,5000
al 6cnto.
Dito largo marca T muito encornado a
#00O.
ALGODAO ENFESTAD0.
O Pavjy vende o verdadeiro e uperior
l?oziur,o de daas larguras para lenfes,
jo moito en-orpado 15 00 cada van.
Dito fafl^jro d? meS'ii largura {180.'
CORTES MCmTAS A 25400 R 880.
O Pavetoaado enrf? de rhitas< fr*nr.e^as
foa. cotb 10 cebados pelo-diaimuto preco
t3 U'viO c^da corte.
Dias co.u 12 covdoa pelo preco de
i#m cada corte.
dirigida pelo babil artista Pedro Celestino
Soares de Carvalho.
ESPARTILHOS A 3^000.
O Pavo tem um grande sortimento de
espartilhos, tanto para senhora como para
menina, qbe vende pelo batato preco de
35000. Ditos muito finos a 45030 e 55000,
sao dos mais moderaos qae tem vindo a a
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
O Pa*lQ vende chitas franceas proprias
psra vestido, sendo muito boalazenda, com
padr5es claros e escaros, pelo barato preC
de 240 rs. o covado, por ter um leve to-
que de mofo : pechincha.
LIQU1DAQO DE CALCAS DE CASEMIRA
0 Pavio tem om grande sortimento de
caigas de casemira de todas as cores e qoi
lidadas, para todos o presos, e desejando
muito liquida-las, resolvea vende-las por
ora prego muito em conta, para dimrnnir a
grande porc3o.
CASSAS FRANCESAS.
0 Pavo vende bonitas cassas franceas
com bonitos padres, e de muita phantasia
pelo baratissimo prego de 240 e 280'rs. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavo.
BORNUS A 169000.
O Pavo recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gostos que
at hoje sao conhecidos, e em relaco ex-
cessivabarateza,convidam-se as Exmas.Sras.
para as verem, para assim admirarem o que*|
ha do mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A 69000.
O Pavo vende cortes de cambraia branca'
com listas c lavores da mesma cor, tendoa-
zenda para um vestido, e vende pelo barato
prego de 65000, por ser grande pechincha.
Ditos muito finos com babadinhos brancos
bordados a 85000.
Ditos ditos com listas de cores a 49000 e
59000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 99000. E' grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
0 Pavo vende soperior bramante de al-
jodo tendo 6 palmos de largora qne s
percisa de ^ '/t vara para nm lenco!, me-
tro 15000 e a vara 15800.
Dito de linho puro superior muito enebr-
pado com a mesma largura a vara 23400
Ditos francezes muito finos a 25500 e
35000.
Pega de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para tudos os pregos e
qtialidade.
Pegas de bretanha de poro linho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato qne se
tem viitffi
Pechincha de fioissimo esguiao sncelena
com 6 jardas 750OO.
Pega de finissirao celena com 30 jardas
a 355'K), atoalhado adamascado com 8 pal-
oos de largura a vara 25000.
CALCAS DE CASEMIRA.
0 Pavo tem nm grande sortimento de
caiga de casemira, assim como cortes o
mais modernos qne tem vindo nos ltimos
uxorios e em fazenda das mais finas e mais
novas ao mercado, e veode-se por barato
prego para aporar dmbeiro assim como cal-
as de briin brapco e de cores por precos
omito razuaveis para a;abar.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A 73500, 85000 E 105000.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e janollas, qne ven-
de pelo barat) prego de 75500; 85000 e
105000 o par, tendo at por 185000, assim
como colchas de damasco para camas de
noiv.is, e grande sortimento de tape'es tan-
to para 4cadeiras como para cimas, pianos,
portas, etc., tudo vende por pregos razoa-
els.
CAMBRAIAS.
0 Pavo vende corles de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 25500 e
350.JO.
Pega de dita muito fina com 10 jardas
tanto tapada como transparente a 45000,
55000 e 65000 at a mais fina qu vem
ao mercado.
CORTES DE PERCALIA COM DAS SAlAS
A 45000.
0 Pavo venda bonitos C3rtes de precaa
com doas saias, sendo fazenda de moito'
gosto a 45000; jpeerencha.
BAPTISTAS DE GRANDE NOVIDADE
0 Pavo vende um grande sortimento'
das mais modornis, biptistas cha lista de
cor, proprias piraW.ido, com as cores mais
novas que tem vindo ao mercado sendo
moito mais largas do que as chitas* fraocezas,
e venda pelo baratissim prego de 5O0rs\
cada covado.
Botinas
para enhoras, a 6$000, na
oja do pavo!
Pereira da Silva & C. reoeberarrt pelo ullkrtb
vapor" de Europa, um elegante sortimentu de bo-
tinas pretas e com delifca* enfeites decores,
proprias para senhora, garantinao-se serem >*
mais Uderpas que ha no ihercado ; assim conjp
a boa' qualiddo por t'ererh sido remettidas por
um do; nnlhores fabricantes de Pari, e vehdem-
e pelo barato' prego de fl/000 : na loja do Pa-
ra^ sr nwda Impefatfia' tf. 001
Obras de phantasia.
A loja da Aguia. Branoa, ra do Duqn de
Caxi a 11. 50, recebeu um bello sortimentu de bo-
nitas a modernas obras il<: phantasia, sendo :
Brinc s e emita pretas, com dourados e podras.
Oulros de > adrep rola queimada com bonitos
enfeites de delicadas flores.
Oatros de fin 1 dourado enm p nge tos de cores.
Oatros encarnados e de bonit s moldes.
Rosetas de lino donrade com podras branca,
, Aderece* d madreprola.
; Ditos dourados com camaplieo preto.
Ditos encarnados.
Ditos imitando folhas e floree naturaee.
Ca soletas de madraperola
VolUs de grossos aljofares de cor s.
Oufrijs de ditos pret's cf\ donrados.
Pulceiras de tartaruga com dourado.
0'utras preta.
Grampos pretos (e de cores.
Bonitas lwfoaduras d fin dourado, c m po-
dras, coral etc. para abertura'de camisas.
Botdes do&radfiS' e de outra qualidades, para
aberturas e collarinhos.
Bonitos loques.
A Iota da Aguia Branca, a ra do Duque de
Caxas n, 50, rcbe b'mt s le phantasia, pre o cora dourado1, e oatros de apu-
rados gosths; assim como recebeu ii ros de"ma-
deira (iue.se confuude com o sndalo, e tem cl-
les lindos nloridos u c ntrq, e anda ssim ven-
do estes pelo barat prego de 4000 cada um.
Vasos de crjstal para toilfet.
A loja da Aguia Banca, a ru "do Duque de
Caxias n. 50, r cebeil bonitas garraflrhas de crys-
tal erii par' cm ramgerts dourads e mu'pro-
prias para arranjos de toilet, etc,
Anneise colares elctricos
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
n. 50," recebeu nova reossa dos proveitosos an-
ne colares elctricos, e continua a recebe-los
menslmele, polo que sempre estar provida de
taes objectos.
Diademas dourados
A loja d'aguia branca ra Duque de Taxias n.
SO.Yecebnovmente bonitos diademas dourados
e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gos-
to e ptantasia. Tatnfaam recebeu novos grampos
protos ou ainetes tora llores para a cabera.
Loques com bouquets e ou-
tros ehinezes.
A lj d*a|a branca a ru Duque de Caxias
n. 50, recebeu urna pequea quantidde daqulles
bonitos leque ooitf'bottqnjts e outrbs ehinezes.
Cold' creme para refrescare
amaciar a pelle
A loja d'aguia branea a ra Duque de Caxias
n. 50, recebeu cld creme dos afamados fabrican-
tesIrubid.Xegram Condray.
Diaaemas' e grampos de
ac.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50/ recebeu novamente bonitos diade-
mas graipos de ac.
Bico de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias recebeu, como' novidade bonitos bicos de
seda pretos com flores de edres, sobresal indo, nel-
lestcprefoeom encarnado; e todos mu proprios
para barras e owtros enfeites de vestidos de gra-
nadme, ou mefflna, e ontras faeendas transparen-
tes. Pela commodldade dos prefi* wses bicos'tor-
nara-so mais commodo, e pela nortade de gosto,
preferiroisa quaquer ourros enfeites.
Yos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia feranr, ra do Doque de Ca-
xias n. 50, Teeebea bonitos veos 00 mantnlias
pretas de seda com flores, e outras a imilarao o
croch, e vende-as pelo* baratos preros de 3,
4 e 6000. A fazenda boa e est em perfeiio
estado, peto que contin a ter prompta extrac-
cao.
Diademas o aderecos de mpp|
dreperola.
A loja da Agoia branca ra do Duque e
Caxias n. 5i>, recebeu una pequea porco de
diademas e aderoeos do niadreperoia, obras de
apurado gosto.
Perfeita novidade.
Grampos com borlxrfetas, bezonros e gafa-
nhotos dourados c coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafiubotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidde pepuena, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca ra Duque de Caxias
- 50, recebeu nina pequea quantidde de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la c seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loj da aguia branca, ra do Duque de
Caxias n. 50, recebsu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rzalas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como sempre conti-
nua a vendc-los por pregos razoavei.
MCHNAS
DE
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va -n. 22, nm sortimento de machinas para
costara, das raelhores qnalidades qne existe
na America,' das quaes moitas j sao bem
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Welter 4- Wilson, GroveT & Boka, Silen-
ciosas, Weed e Impariaes e ontras umitas
qne com a vista- deverao agradar aos com-
pradores.
Estwma'cbinastem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costnreiras podem
fizer diariamente e eozem comanla per-
feigo como aa mais perfeitas costnreiras.
Garante-va a sna boa qnalidade e ensina-se
a trabalbar com perfeigo em menos de ama
ooraV'6 os precos slo t5o commodos qo*
detem"agradar aos pretend*ntes.
Vende'-so o sitio da estrada da Cruz de Almas,
oue tica entre o do commendudor Tasso e o do
desembargador Doria, com casa de vivenda, d (Te-
rentes arvoredos, grande baixa de rapim, etc.,
dando os fundos para a estrada dos trilhos urba-
nos ao p da estacao da Jaqueira : a tratar na
ra do Amorim n. 37.
Farinha de mandioca a Z$ o
sacco.
Na ra da Madre di Dos
pianto nao se acaba.
n. 7 ; a ella, em
Xarope d'griao do Para
Antigo e concekuado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a pbtysica, bronchites, asthma, etc.,
applieado aind com ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholome & C, ra Larga do Rosario n. 3i.
Pilulas azucaradas de Brisio!.
MAO CONTEM N'KM CALOMELANOS NEU NENHCU
OUTRO MINEUAL.
A grande necessidade e falta de ura ca-
iiartico ou de urna medicina purgativa, ha
multo que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto
pnrzer que sentimos, em podermos com
toda a confianza e seguridad*, recommendar
>s pilulas vegetaes assncnradas de Brisiol,
jomo urna exeellente medicina purgativa, a
^ual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes. tornando-se em um
perfeito, segwo e agradavd cathartico de
familia. Ete remedio n3o composto
iessas drogas ordinariamente usadas na
composigo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, s3o preparadas com ai
atis finas e superiores -qaHitades derarres
medicinaes, bervas e plantas, depois de se
baver chimicamente extraldo e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
iaqnellas porgues fibrosas inertes e agres-
tes inteiramesite destituidas da menor viitu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especificos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
aun demonstrado, possue um poder ornis
jaravilhoso possivel sobre as regioes do
ligado, assim como sobre todas as secre-:
ges biliosas. Isto de combinag3o com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pima purgativa, tor-
aando-se por isso muttissimp superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
aatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucarodas
ie Bristoi, achar-se-l>3o sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes come
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affeccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexc
femenino,
Dores de cabeca.
Pede obter em poaco lempo com o uso do mlbor dos licoresa armada
HESPERIDINA
Faz"oiio annos qne conbecido este precioso tnico, e difficil acbar orna peaioi
qoe, tendo experimentado pesaoalmente. nao falle em sen favor, j como bom etomaca
e apetiador, tomando nm calix della aotei de jatttW, otrctoOadritadbf da digeilio
tomando-se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nio ba om s habitante do BRASIL (a Ierra
especial das laranjas) qne nao conhecs as propriedafles medicinaes da dowadt' rocta.
ora bem, a
em sen estado natnral tem nm gosto ponoo- agradaM, e omWlto da' Heperfd'ma con-
siste em reler snas beas propiedades, e ao mesmo lempo apraenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nadi qoe invejar ai
melhores importagoes europeas de cathegoria semelhante. Estas, quando muito, podaa
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinago perfeita d
AGRADAVEL E SADAVEL
Para prova de qoa nm artigo no qoal pde-se ter inteira confiaijca, por ser por;
e innocente, basta dizer-se qne foi plenamente approvada e autoriada pela
JUNTA DE HYGIEN
do-Rio de Janeiro, permittindo sna livre eliboragSo no imperio; ontra
BOJL PHOVI
a aceeitagao geral qne tem em todas as partes onde apresentada. Em>>MM eitabe-
lecen-se a prmeira fabrica em Boenos-Ayres; em 1869 a segSnda em Montevideo; s
no dia da ebegada de S. M. 0 IMPERADOR inaagoroo-se a fabrica qne actualmente
trabalha na corle. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitacao,
tanto qne rara a casa qne considera completo sen aparador se orna garrafa de
O homem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O homem doente toma Hesperidina para obter
0 homem dbil toma Hesperidina para obter
Nos bailes as donzellas e os mogos tomam a Hesperidina' par obter boa cor
animagao dorante os loncos gyros da
BARROS JNIOR C, roa do Vigario Tenorio n. 7, i" andar, receberaa en
grande especifico, e venuem-no nos depsitos segoiates c
Joaquim Terreira Lobo, ra da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, rna do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, ra da Caeia n. 1.
Antonio Gomes Pires & C, rna da Cadeta.
Antonio Gomes Pires C, caes 22 de Novembro.
Gomes i Irmo hotel da Passagem.
V
t$ Saiiie] Power Job?-
ton BJD.
[Ron elo Apol) 11. lili e 40
Faxfin cente aos sem- kafMMi nu cem
mudado o seu pMHa d J^> por, mopndas e laxas da muito asredliada
-jyVj fabrica d LnwMnor para ra gCy 38 e M. linde cnnnoun a ter o rasmosor-i
IjfS timtiik> dn eoMuine.
^i> Faii-m s.-ii-ni- larntatu que leeni Vuo nm
^jf. arrai;.i om riMMtafM geral, pel% nue ;io-
&it d8ni ***!"' "" para ausentar ,}ialger

roac!wni O* pxmriniano. At fnndicao geral faiera
scienf aos wo\nre* de ingerto e mais
r.v>

pe*o*, qoa teem esubetecido ona fund- ^
cao da Iwro e brsuxe a roa do tbun>, jnn- f?>
to a ..i.;.i 1 dos bonds, onde a^rontaria ;v,
qnalQ^ier obra (Jjo e pn>mt)iido. {Tfr
O menMM r>>nM as ppssoas riiip (jdp!- r-A
riu wi'i-r >e 11 --us ?crvicos f deua- f/k
rem v- nri.n>tnv4M em .-as do Srs. 5a- -*4
mue> PV.wtr JutMMua 6 i: a rna Jo Apol- H$V:*
lo n. 3.H h 40, oo l i:i lili il'lrt'U fru**! eliiad9r-Sil/
Appart-iho \, WfiSInN CENTl'.iVl'r.AL
Dweoa agratea em Permmtrtm a (nodig < -r.'.
Para tratar ca -..u escriptom 1 ra do A^oliu u. M a tu.
' Kafie^ls&flSfgSi
Cadeiras oratorias coc a?senio de pslhinha
10*000 cada urna no eaaj do Apollo, arma-
;em de Tasso lrmio A C.
Ce
rvea
Dspepsia, ov indi-
gestao,
lAstringeocia, ou..
prisao do veutre
habitual,
Aaia do estomago
flatulencia,
Perda d apetite,
Edtoinago sujo.
Vende-* tW cabriot?t americano, de dousas-
sehtds, maito '^ve e en bom estado: para ver
na cocheira iB Sr. Cerino, roa de Hospicio nu-
mero 86.
&t sem1 segunde.
Chegaram agulhas para machinas, do fabiicante
iCrower & Baker. Dtizia- por 2it00.
Mobttik
-* Vende-se tima- mebiH do Jacaranda cmi|
/pito estado : a tratar na ra da Madre de
o, attflr.
mt
Em todas as molestias que derivam
$na origem da massa do sanguc: a salsa
parrilha de Bristoi esse melbor de todo;
os purificad ores de ve ser tomado conjun
(ament piula*;, pois que esta:
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
om a outra, quando fielmente assim se faz.
nao nos resta a menor duvida em dizer
que no maior numero dos casos, odemos1
ffiangar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura premptA e radical, isto
est bem visto, quando o doente nSo se
iche n'um estado muito alm dos recurso?
Punanos.
TASSO IRMAOS & G.
Em scus armazens ra do Amorim
i 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos : J^S^i^
lijlos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
('inuMit,! Pnrll^rn
A verdadeira eerveja da Baviera, marra ban-
Aiira, de soperior qoalidda : vendem Tasso tr-
aaos 4 C ern seu armazem da roa do Amorim
numero 37.
Fio de algnuao da liabia e cal de UJi6a,~ra-
Iho, ra do rommercio n. 5.
Aos senhores acadmicos
Vendem-se as sejojotcs obras de direito, com-
pon ro uso :
Ahrons, eottrs de droil naturel, 1 vol
Ferreira BorgeS, diceidnario juridicu c conimer-
cial, 1 vol,
Guizot, histeire du governoment represntala,
2 vols;
Liz Teixeira, curso de direito civil, 3 vols.
Maekeldey, Manuel de Droil Roriain. 1 vol. etc.
E moitas ontras que seria enfadonho mencio-
nar : os nretendentos dirijain-se ra do Cabug
n. H, loja de joias. .
Cimento Portlarid.
Cimento Ilydrauliec.
Machinas de descarogar algodao.
Machinas de nadara.
Potassa da Rossia em barril.
riiosphoros do cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lenthas em garraRes.
Hlium da aJmaica.
Vinho do Parto voltio engarrafado.
Vinho do Porto superior, di 0.
Vinho de Bordeanx, di!ai
Vinho de Seherrv.
Vinho da Madeira".
Potes com linguas e dobradas nglezas.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
llarris com rcptlho em salmoura-
Fazendas baratas
NA
Loja da Amrica
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melliores.
Vendem-se na pbarmacia e drogara de Bajv
tnulomeu dosario o Rn. 34.
VENM-SE
Vende-se um sitio com tima casa terrea da
pedra e cal, tends !>( primos de fundos, em
chaos proprio : a ra da Flon'sta 11. 2, em Olin-
da, pira ver e tratar na mesma casa.
Cal de Lisboa.

branca com flores assetlnadas a
lindos de
Vndese na ra do Bom leMU n. 27, 1. andar.
! on na trapiche Alfandeja Yellia nuiis batato 4t
' que en outra qualquer parte.
De plaqu.
Amaral Nabuco & C, vendem guarnicoes com-
pletas, |iara senhoras, ontendo 1 par de pulcei-
ras, t par de brincos. I alfinete. 1 diadema e
1 flor para o cabello, ludo de tartaruga e de co-
ral, meios aderefro, medallias e brincos de pta
qu : na ra do Bario da Vinaria n. 2.
Brilhantina
400 rs.
Atoalhado de duas larguras e com
senhos a 13500. I ----------' 1--------------
Panno alvo trancado de duas larguras para toa- JlTlTiaCaO
lhf'hi-T!Sm lutm. ,1 a r Vende-se una armara- dc'amnreHr., envidraca
(.nales de munno com listras de seda a o um: ',, .,,,, ,i,' vi.-t.ii-iu n ni i trata
Meias muito finas para senhora, de 12 a<8a d.yorua do Barao da \ u to! ,a n. ol a trataj
dtizia. rnesma-
Colchas grandes com barras de cores de 7JO0O SF.tlllKOO
im' gosto;
Cadeiras pretas dourads e marchetadas de" ta-
uT'eJIBToTa": nos ariazes-de TFisso Innao 4 C,
no caes do Apollo
Vende-se no arniauerir de'fWehias'd* Jtomst
F. de Olivera_& C. i ra do Commercio n. 42.
-r- Vende-se p*r 9O0p( afij 'bom escravo fem
vicios n?m achaqies urdpVo para qualquer Cr-
^C.*Wide'beWde-ms Che^ueiii' a grande pechin-
cha a 4$0f)G
o sacco coiu dez cniasde ntlHlo :. tratar no tra-
piche Angelo, ou na-roa da Cadeia n. i, primeiro
a^L_____u_______,_______,________
um terreno no bofcee do" Ea>>)ilieirn, prximo a
ettrada de ferro de QRnda,- com 170 palmos de
fi*enfe'e1 1*0 ae"fUrtW': a1 tratar na frafa" dVIn-
dpettdeifcfti.^
Vende-se eat nova de Lisboa peto mmios
oVrqu'e ertt'o'.ttr'a parf : nh' rifa' do Pedro
ECONOMA F. CELERIDAOE.
Obtem-se com o uso
IMGCAff SHOST
nica, hygienica, radicale infallivol natu-
ra das gonorbnas, floTes brancas e fluxos d
toda especie, recentes on chronicas; e q>
offerece como garanta de salutares resultados
a continuada applicaefto que sempre com a
Ditas ditas adamascadas a 4J500 urna.
Caitas finas de 400 300 rs. o covado
Chapeos de seda com c bo de canna a 8J um.
E outras muitas fazendas, todas por precos m-
dicos : na tua do Cabug n. 10.
Cassas avariadas a 240 rs.
o covado.
O Pavao vende (Jnissimas cassas francezas de
cores com os mais delicados padrees, por terem 'maior vantagem se tem eito della' nos hos-
um pequeo toque, de avaria de agua dota, peto l Diaes rU parta
barJrto pre-fl do dozn vintens o covado. pechin- v IT ', .' i-.A;i ^Jtml......
cha : !.a loja do PavSn, ra da Imperatriz n: l'ntco depostto para o Brasil, Bartholomeu
m. & C., ra Larga-lio Rosario n. 34._________
Chegou o nilbor cha preto, pauta branca (paU.
qne ha multo tenipo nao \*inha a este mercada):
vende-se a retalBo,-Ufl> loja dWlKw n.'12 da ra
estreiu du Rosario, deGcraldo llenrique de Mlfa.
oomo tambem cha hVsson miutb' Bom; peraJa
idetn, e pfeto ptimo, por presos commodos.
Vende-se o engenho Ronca, silo na frejnezia do
Cabo, a tres lfgoas di estaco1 de Olinda ; quem
pretender dirija-se ao engenho Pars, na mesma
tregueziaf a'tratar cem Francisco Xavier" Cartfei-
rV> da Cunta Jdnior; ou no-Recie, rda' da Sa'O-
m t. g.__________............ t__.........
Vende-se vinho superior d" Pprto e charu-
tos (ti Bahia : na ra da Madre de 9us n 5
f'andar:
Bom negoeio.
Vene-s K'actoes da tfompanhl dhs rfllM
urbanos do R'ebire a Olinda : riem tyogrtpnfli *
I



r



Diario & Pcraarabuoo Diutugo 2S de arajotie 1#78.
U *
f
FHWCAO DE FERRO E RRONZE
FABRICA DE MACHINAS
V msi do Bario ct> TniuiipUo (ra iBrum) ns. 09a 104
CARDOSO IRMAO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que leem rccebido da Europa
grande sortment de ferragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer outros usos
e raisteres da industria agrcola, o que tudo wendem por -precos razoaveis.
S Ormn.S para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaDOreS br'sonta06 e verticaes j bera conhecidos nesta^rovincia e fra della, os
melhores que teem vindo a este mercado.
MOenaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bom acabada.
MeiaS moeiHiaS para asscntarem grades de madeira.
laiXaS Q6 Ierro de ferro fundido e batido, d diversos tamanhos. ^
Rodas d'aglia de diversos tamanhos.
rvOdaS C1C1 itadUS de diversos tamanhos c qualidades.
CocertOS concertam com promptidio qualquer obra ou machifia, para o que teem
sua fabrica bera montada, com grande e bom pessoal.
RnOOmmPndlS Mandam vir por encommenda da Europa, qualquer rsachinismo,
xjiiwiiLiixviMao para Q ^ue sq gQpfgsponjenj com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 10a
* H D I ? O DE CARDOSO & IRMO
mmv
M1UDEZAS.
Soares Leite & Irmos, com loja de miudezas e perfumaras na do Baro da Vic
loria n. 28, peden muit attenc.o para os precos abaixo especificados, a saber :
Sapatos de tapete para borneas esenhoras
a 13200.
Abotoaduras para collete a 200 e 320 rs.
dem dem para punhos a 320 rs.
Talheres cabe de viado (imitacao) a 39000
a duzia.
Caixa de lnha branca com 40 novellos a
500 rs.
dem dem de marca a 2i0 rs.
Mago de fita chiueza a 19000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
dem idem kananga do Japo a 1&200.
dem idem divina a 19000 e 19200.
dem idem Magdaleua novidade) a 19500.
Garrafa com agua de colonia a 500 rs.,
19000, 29000, 49000 e 7*000.
Frasco com SalsaparriUui verdadeira a
39500.
Mein com tnico oriental de kemp a 19000
o frasco.
MIUDEZAS.
Macos de trincas de caracul branca, a
+00 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial a
320 rs.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
29500.
dem idem de madeira com tampa a
39600.
Duzia de collarinhos bordados
mem a 89000.
dem dem lisos a 69000.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 19000.
dem idem antique muito b ->m a 00 rs.
Opiata muito boa e fresca a 19, 19500 e
29000.
Duzia de sabonetes]de amendoa a 29500
e 39600.
MIUDEZAS.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Rales enfeitadas a 19400.
Resma de papel pautado o liso a 29600,
29800, 39500, 49000 e 09000.
Caixa de papel amisado a 600 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
29200.
Duzia de sabonetes com flores a 19500.
SabonetesGlycerim transparentes 19000.
Lindas e elegantes caixinhas de madeira
cora perfumaras do autor E. Cudray proprias
para presentes, assim como de palha e pape-
lao.
MODAS E MIUDEZAS.
Indispensaveis de couro da Russia para
senhoras a 109000.
Loques para senhoras a 29000, 4,9000 e
i 79000.
Vara de fita escoseza larga 'novidade) a
I 49000.
Lamparinas gaz a 19000.
Groza de botes de osso para caiga a
para ho- 200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralbos francezes canto doura-
do a 39600.
dem idem boira lisa.s a 29500.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000.
Pegas de fita de velludo de todas as cores.
Ideai idem de sarja de todas as/ cores
Caixa de pos para dentes a 200 rs. 'e larguras.
dem dem de pos chinez, muito bom, a Sapatos de tranga, tapete, casemira e char-
500 rs. o 19000. lote.
Mago de sabonetes inglezes muito supe- Chapeos para senhoras e meninas,
riores a 600 rs. l.uvas de pellica muito frescas a 29500.
ESPELHOS
de moldura dourada de todos os tamanhos, locadores de quadro, caixa e zinco, e muas
miudezas que seria longo mencionar.
28 Ra do Baro da Victoria 28
Arados para lavrar a Ierra.
Carrinhos de mo.
fiamas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
Fogoesde ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Pregos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodo."
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RA DO BOM JESS N. 4.
Aderecos de bri-
lhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perolas.
Obras de ouroe
prata de todas as
qualidades.
NOVA LUA DE JQIS
N.
2 ARa do CabugN. 2 A
DE
iitimos < iii.no
Achando-se completamente reformado este estabelecimento, e
tendo os seus propnetarios feito uma importante acquisigo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
res, convidam ao respeitavel publico a fazer uma visita ao seu es-
tabelecimento, afim de apreciar e comprar uma joia de gosto por
prego razoavel.
Esmeralda
Acaba de chegar a este estabelecimento *nm importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tena vindo neste genero, como cassolotas de
nix com lettras de diamantes o pinturas finas, aderegos e meios aderemos cora podras fi
as, etc., etc.
Relogros de ouro, de diflerentes gostos c qualidades,. para bomens e senhoras, desde o
prego de 409000 at 3009000, sendo estes.ltimos de machinismo mais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 169000 c 40$000.
RA DO CABUG fc 5
MOREIRA RUARTE (fc C.
GRANDE LIQIDACAO NOBAMTEIRQ
DO
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
^ DE
Loureiifo Per eir Mendes Guimares
A LOJA BOM PASTOR
necEBEU
Apparelhos de mesa de C. Christofle de Pars, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros ein caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanho, gatheiteiros, sementinas, ^astigaes,
saleiras, farinbecos.etc., etc.
Recebeu tanibem
Grande sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas ^estapraca.
Recebe encommenda para o Porto, Lyon e Paris.
Fabrica deinaiuentos para igrejas, e imagens
CASEMIRA PRETA A 29500 O CORTE.
Vende-se cortesde casemira preta para al-
cas de hornera a 29500, 49500, 59 e 69000.
PANNO PRETO FINO A 29500.
Vende-se panno entestado proprio para
caigas e palitts a 29500, 39,-49 c 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 19500.
Vende-se cortes do brim para caigas de
homem a 19500 e 29000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas franeczas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para coberta6 a 280
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
Vende-se musselina finas, de cores para
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPT1STA A 400 RS.
-Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
COI.XAS DE FUSTAO A 29500.
Vende-se colxas de fusto, de cores,
29500 cada uma.
COBERTORES DE PELLOS A 1920O.
Vende-so cobertores de pellos e papada*
a 19200 e 19400.
SAIAS BRANCAS A 39000.
Vende se snias brancas e de cores a iO
e 29500.
TOALIIAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada uma.
BOLSAS PARA V1A6ENS A 39000.
Vende-se bolsas para viagens a 39, 3950*
e 49000.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se longos brancos a 29000 a zia.
GROSDENAPLES PRKTO A 19800
Vende-se grosdenaples preta para vestidos,
a 19800, 29, 29500, 39, 49000 e 59000 o
covado.
MADAP0I.A0 FINO A 49000.
Vende-se [>egas de madapolo, a 49000,
49500, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGODO A 49000.
Vende-se pegas de algodo hora a i9,
49500, 59, e 09000.
ALGODO ENCESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo entestado a 900 rs.
metro.
MMP
Tinta roxa.
Est tiata proparada exclusivamente pelo phar-
naceutico PEREIRA IV) REG, til para es-
crew e tingir seda, la e algodio : vende-se na
Pharmacia Torres, ra de Marcilio Das n. 135,
antigo jateo do T.t;... Prego do cada garrafinha
600 rs. f
sendo
Vende-se 2 escravos pegas,
leque de 13 e uma negra de 17 anuo?
de Pedro Affoncon. 61.
nm mrr
ni rof
Vende-se, arrenda se oa permnta-se, pon
ierras que sirvam para plantar canoa, uma padaria
sita no pateo da feira no povoado dos Mr otes; a
tratar com seu proprietario no mesrao povoado; e
para informacoes, com 09 Srs. Rocha Lima & Gui-
maracs, ra do Bom Jesos (ontr'ora da Cruz) n.
16, eu com o Sr. Nicomedes Mara Freir, no
Caes do Apollo, n'esia cidade.
Podra mariBore.
Da melhor qualidade e para todo, genero de
obra, retalha-se por pregos commodos : i& ra
S- Madre de Deus n. 9.
COSTURA DE HOWE
uots wmm
SOARES LEI1E, IRMAOS
NICOS AGENTES
.V
Ra do Baro da Victoria 11. 28
As mais simples, as mais baratas e as melhores do-mundo!
Na exposigo de Paris, em 867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medallia de ouro e a condecora-
gao da Legio de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser-o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditan)
estas machinas.
A 90S000
Csbe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas d-Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais proviucias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
empregando uma agulha mais curta com a mesma quahdadG de linha que qualquer. outra,
e pela introducto dos mais aperfeic,oados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantugens destas machinas sao as segtdffks:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prava incontestavel, a
circumstancia de nunca terem apparecido no mercado machimis d iHqwc em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso,para reparar qualq^r desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frico entre as diversas pegas, e.menos rpido estrago
do que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feito ,m$o.
Quinta.Permute que so examine o trabalho deamjjos os lios, o.que se nao consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem modificar-se a tonsao da lipha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O comprcssr levantado com a maior facilidade, qyando se tera de mudar
de agulha ao coraecar nova costura.
Oitava.Muilas companhias de machinas de costura, tra tido pocas de. grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, s5q hoje quasi desconhecidas, outras soffreram"
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinjo de Elias Howe, mestre em artes mechariicas, \em constantemente;
augmentado o seu fabrico, e hoje nao atiendo a procura, posto que faga 600 machinas
por dia.
Cada machina acompanha hvretos com instrueges em, portuguez.
A 90^000 A 9%0aO
- SOARES LEITE, IBMOS
A'
Ra do Baro ta Victoria n. 28.
If filil
RAP AR A PINA
BA
' IMPERIA-EFABRICA
DE
MOREIRA & C.
NA
BAHA
Morena & C. solicitam a attengao do publico da-provincia de Pernam-
buco para o rapAr,a Finaproducto de fabrica pertencentc a fillios
do paiz, e cuja qualidade est conhecida perl'eitaniente igual do verda-
deiroAra Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo alm
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conhoceido devidamente apreciado o rap Arfa
Fihaos annnunciantes acabatnde autorisar seu agente em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitos de introducto, a hita da
concurrencia, aeompanhaudo-a nos abatimentos de prego at onde for
isso compativel com suas forcas.
Os anuuuciantcs esperara encontrar na nobre populago de Per-
nambuco, o apoio que lm jus a actividade e os esl'orgos que ollesteem
erapregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo de industria
que at hoje s ao cstrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptorio do Sr. Domingos Al-
ves Mathcus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao feitas em libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Preco 15000 a libra, com descont de 18 /0 em porgo de 10 libras
para cima.
Babia, 21 de uvereiro de 1873.
Morara < C.
MUZEO DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRALSE & C.
DE
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste importante estabelecimento, o primeiro nesse genero,, contina a
verder variada sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
e rabins, com grande reduccao de pregos, porque recebemos direclauQUte
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que lia de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre que.tive-
rem occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, do que o
MUSEU DE JOIAS vende seus artigos a precos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
exposigo obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e de
acreditados autoras, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
pregos. Caieias e trancelins de todos os gostos, e tudo o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias saludas do MUZEU DE JOIAS sao garantidas.
Lindos vestidos a 5$ o corte
Superiores cortes de cassa de cor, de organdy e de percalia com barra e de daus
saias, acompanhados dos competentes figurinos a 5$ cada corte. Vendem na ra Pri-
meiro de Margo (antiga do Crespo) n. !3, loja das columnas de Antonio Corra de Vas-
cellos.
Tijolos francezes sextavados
De 453000 a .YrOOO
nillieiro.
Estes tijolos, fabricados de barro vermelho con-
solidado, sao os melhores e os mais econmicos
pela sua baraleza para ladrilhar os pavimentos
teneos das casa?, porquanto,j)ouco mais custan-
do do que os feito9 no paiz, sao, sem comparago
alguma, superiores a estes pela timpeza de que
o susceptiveis. Custam. alm disto enos da
decima parte dos de marmore, j reproyados,_e
dos de diflerentes mosaicos, os quaes nao esto
tartamente ao alcance de todas as fortunas, e s
sao empreados e proprios para as salas princi-
paes. Alm da vantagem que ha no empngo
desles tijolos para os pavimentos terreos e casas
de camp, tem estes anda a de serem os melho-
res e mais proprios para ladrilhar cozinhas nos
sobrados da cidade, attenlo a sua solidez e ppuco
peso, estando mais que provada a conveniencia
de serem assoalhadas as cozinhas todas de lijlo,
e nao s a parte junta ao fogo, no que al as
companhias de seguros se everiam interessar.
Vendem-se nos armazens de tarinha de Tasso Ir:
maos A C, n caes do Apollo
COK5T1P5AO
rlefui
lu
lllll
IIIEUMATISliOS
leirallias
Itu
til.
^^ssrn^
<^^omSscf
^trOlPUfAnVR
CL
CQMO DOEPUPxauvA!

.COMO QOSE.REFBtSCAME/^'
'j\. 0PUfAT//A f*
liWknr
i tMMPir
^ 6AUDE
Milho de Mananguape
Vende-io por prego eommodo : na ra da Ma-
dre de Deus n. 5, primeiro andar.
DEPOSITO GERAL
HA
Pharmacia e erogarla
DE
BARTHOLOMEU 4 34Rua larga do osano^34

Vende-se ou alugarse
o sobrado n. 8 da rua do Rio, na trmat-
jiadoPcoda Panella, cora 3 Salas, 6
nuartos, I saleta, despensa, coziuha e quWW'ttB
rado. cujo predio" acha-se concertado, calido t
no
Porto.
Antonio Pereira de Oliveira Maia tem para
vender era seu estabelecimento, rua da senzai a-
Nova n. t, chinellas para homens e anhora*. ta-
mancos, sapatos de tranca, para oa mesmos tudo
de superiotqualkiade e por pre?o eommodo, por
ter vindo 3c conta propria.
lintado
le novo : a tratar com o O bacalho
ditas : no cae.-
Tasso Irmws &
) d Noroea, e. Jornega,
di Altaadega
C
u. J.
aeu
: < i* z-ta i*
=> Vende-se uma balan?a de Rotnao, m>v* i
o competente temo de kilogrammas a iraur
rua da Companhia Pernambucana, armazem ci-
mero C


8
Diario de Pemambuco Domingo 23 de Marqo de 1873.
UTTERATURl
I ^^^
Quem rontu un cont...
(Coiiclvso)
VII
Ficaram sos o major e o Sr. Pires.
AgoYa, disso o primeiro, lia de tcr a
bondade de me acompanhar casa d'esse
. empregado do thesouro... Como se chama ?
hachare! Placido.
F.stou s suas orJens; tena passagem
c cairo pago.
O Sr. Pires fez um gesto do aborreci-
Oieito, c ni un miro 11 :
Masen nao sei... se...
Se?
nao sei se me possivel n'esta oeca-
sio...
Ha de ser. IVnso que un hornea
honrado. Nao tem i lado para ter ffllias
mocas, mas pode vir a te-las, e saher se
agradaduvel que taes invenccs andem na
ra.
ry Coofesso que as circumstancias sao
melindrosas ; mas nao poderiamos...
qae ?
Adiar ?
Impossivel.
O Sr. Tires mordeu o labio inferior; mc-
diLou alguns instantes, e aiiual dudaron
que eslava disposto a acumpanlia-lo.
Acredite, Sr. major, disse elle conclu-l
Ifl lo, s as circo instancias especiaos d'este
caso me ubrigariain a ir cida le.
O major inclinou-se.
O Sr. Tires fui despedir-se do dono da
casa, e voltou para acompanhar o implaca-
vel major, eni cujo rosto se lia a mais fran-
ca resolucao.
A viagem foi to silenciosa como a priinei-
ra. O major pareca urna estatua; nao
fallava e raras ve/es olhava para o seu com-
panheiro. A razao foi corapreendida pelo
Sr. Pires, (pie matn as saudades do vol-
tarete, fumando sete cigarros por hora.
Emim chegaram a Catumby.
D'esta vei oi o major Gonva mais feliz
que da outra aehan o bacharel Placido
ora casa.
O bacharel Placido era o sen proprio no-
mo feito hornera. Nunca a pachorra uvera
mais fervoroso culto. Era gordo, corado,
lento e fri. Receben os dous visitantes
coro a.bencvulciicia de um Placido verda-
deramente placido.
0 Sr. Tires Mpjicou o .bjecto da vi-
sita.
E' verdade que eu lho fallei de um
rapto, disse o bacharel, mas nao foi nos ter-
mos era que o senhor o repetio. O que eu
dissafoi que o nainoro da sobrinha do ma-
jor Gouvca eoiii um alferes era tal que at
)j saba de um prefecto de. rapio.
E quem Ihe disse :,$$o, Sr. bacharel ?
pergustou o n^jor.
F
varios, e s de longe em longe um tilbury
vago convidava, a passo lento, os fregu-
zes.
O resultado de tudo isto foi, que s as
oito homs chegaram os dous casa do ca-
pito Soares. 0 bacharel respirou larga,
era quanto o major batia palmas na es-
cada.
Quem ? perguntou urna voz assu-
carada.
O Sr. capito ? disse o major Gou-
va.
.01 o capito de artilharia Soares.
Onde mora T
All cmMattaporcos.
Bem, disse o major.
E voltando-se para o Sr. Pires :
A gradea-Ule o incommodo, disse; nao
lite agr lee.i.porem, o accreseimo. Pode
irseembora; o cairo tem drdem de o
acompanhar at estacan das barcas.
0 Sr. Pires nao esperou novo discurso ;
despedio-se o sabio. Apenas eulrou no car-
ro deu dous ou tres socos em si mesmo c fez
um soliloquio extremamente desfavoravel
sua pessoa.
E' bem feito, dizia o Sr. Pires; quem
me manda ser abelhudo ? Se s me occu-
passecomoque me diz respeito, estara a
osla hora muito descansado o nao passaria
por semelhanto dissabor. E' bem feito !
VI11
O bacharel Placido encarda o major, sera
compreheuder a razao porque ficara all,
quando o outro fra se embora. Nao tardou
que o major o osclareeesse. Logo que o Sr.
Pires sabio da sala, disse elle :
Queira agora acompanhar-me a casa
do capito Soares.
Acompanha-lo exclaraou o bacharel
mais sorprehendido do que se lhe cabisse o
nariz no lenco de tabaco.
Sim, senhor.
Que pretende fazer ?
__ Oh nada que o deva assustar. Com-
prehende que se trata de urna sobrinha, e
que um lio tem necessidale de chegar
origem de semelhante boato. Nao crimino
os que o rcpetiiam, mas quero baver-me
com o que o inventou.
bacharel recalcitren ; a sua pachorra
dava mil razos para demonstrar que sabir
de casa s ave-macias para ir a Mattaporcos
era um absurdo. A nada atendan-
major Gouvca, e com o tom intunador que
lhe ora peculiar, antes intimava do que per-
suada o gordo bacharel.
Mas ha de confessar que longe, ob-
serva este,
Nao seja essa duvida, acudi o outro ;
mande chamar um carro que eu pago.
0 bacharel Placido cocou a orelha, deu
tres passos na sala, suspendeu a barriga e
sontou-se.
__Ento ? disse o major ao cabo do ai-
gum tempo de silencio.
Reflecti, disse o bacharel ; melhor
innos a p ; eu jantei lia pouco c preciso
digerir. Vamos a p...
Bem, estou s suas ordens.
0 bacharel arraslou a sua pessoa at a
alcova, em quanto o major, com as mos
as costas, passeava na sala meditando e fa-
zendo, a espacos, um gesto de
cia.
GastOQ o bacharel cerca de vintee cinco
minutos em preparar a sua pessoa, e sabio
emm sala, quando o major ia j tocar
campamha para chamar algueui.
Prompto ?
Prompto.
Vamos.
Deus v coinuosco.
Sahiram os dous na direccao de Matta-
Eu nao sei se j sabio, respondeu a
voz ; vou ver.
Foi ver, era quanto o major limpava a
testa e se preparava para tudo o que pudes-
se sahir de semelhante embrulhada. A voz
nao voltou seno d'alli a oito minutos, para
perguntar com toda a siugeleza :
O senhor quem ?
Diga que o bacharel Placido, acudi
o individuo d'este nome, que anciava por
arrumar a calholiea pessoa em cima de al-
gum sof.
A voz foi dar a resposta e dahi o dous
minutos voltou a dizerqueo bacharel Pla-
cido po lia subir.
Subirn os dous,
O capito eslava nt na e vejo receber
porta o bacharel e o tuajor. A este conhe-
cia tambera, mas erar apenas cunipcimen-
los de chapeo.
Queiram sentar-se,
Sentarain-se.
IX
Que mandara u'esta sua MH? perguntou
o capito Soares.
O bacharel usou da palana;:
Capito, eu tivea infeliddader de repe-
tir aquilloque'voc rae conteu- a respeito-
da sobrinha do Sr. major GoufA.
Nao me lembra ; que foi f disse o c
pito com urna cara to alegre como a de
homem a quem estivessem toiccndc um
p,
Dtsso-ma voc, continuou o-bacharel
Placido, que o namoro da sobrinha' do Sr.
major Gouva era to sabido que at j se
fallava de um projeeto de rapto...
Perdo 1 interrompeu o capito.- Agora
rae lembroquealguma cousalhe disse; mas
nao foi tanto como vena: acaba de inpetir.
Nao foi.
Nao.
Ento que foi f
0 que eu disse fi que havia noticia
vaga de um namoroda sobrinha de V.. S.
cora um alferes. Naifctmais disse. Hbuve
equivoco da parle do roen amigo Placido
Sim, ha algum* differenca, coaeor-
dou o bacharel.
Ha, disse o major deilando~lha* os
olhos por cima do hombro.
Segutosc um silencio.
Foi o major Gouva o primeiro que fl-
lou.
Erafina, senhoees, disse elle-, ando
desde as duas horas da tarde na idagacau
ila fonte da noticia que me deram a res-
peito de miaba sobradla. A aoticLa tenkdi-
minuido muito, rna> anda ha ahi um na*
inoro de alferes que incommoda. Quwv o
Sr. capito d zer-me a quero ouvio isso
Pois nao, disse o capito; ouvi-oao
desembargador Lucas.
E' meu amigo !
Tanto melhor.
Acho impossivel que elle dissesseUr
so disse o major levantauuMe.
Senhor! exclamou o capito. ,
Perde-ine; capito, disse o mejor
cabindo era si. Ha de concordar que ou-
vir a gente o seu nome assira maltrtado.por
culpa de um amigo...
Nem elle disse por mal, obserunu o
capito Soares. Pareca at lamentar o. fac-
to, visto que sua sobrinha est para casar
com outra pessoa...
E' verdade, concordou o inapri O
desembargador nao ora eapaz de injuriar-
me ; naturalmente ouvio isso a algaera.
E' provavel.
Acompanho mfi t casa
Muito bem, disse elle; a mira nao
me basta esse dito'; desejo saber a quem
ouvio, afim de chegar ao primeiro culpa-
do de semelhante boato.
A quem ouviT
Sim.
Foi ao senhor-
A mim !
Sim, senhor ; sabbado passaJo.
Nao possivel.
Nao se lembra que me disse na ra
do Ouvidor, quando fallavamos dos prazo-
res da...
Ab mais nao foi isso exclarnpu o
major. que eu lhe disse foi outra cou-
sa. Disse-lhe que era capaz de castigar
mintia sobrinha se ella, estando agora para
casar, deitasse os olhos a algum alferes que
passasse.
Nada mais? perguntou o capito,
Mais nada.
Realmente curioso.
O major despedio-se do- desembargador,
levou o capito at Mattaporcos e foi di-
reiU> praguejaivJo contra si e todo o mun-
do. Ao entraron) casa estaVaj mais a>p-
placad.. O qite o consolou foi a idea de
qiie o boato1 poda ser mais prejudicial do
que ffir. Na cama ainda pef*sou no acon-
teciinento, mais j se ria da mwssa la que
dera aos novelleirosv Suas ijIoms pala-
nas antes de dormir .foram :
Quemeonaumronto...
J,.
1SSEMBLEA GEffi'
CMARA DOS DEPETADOS.
MSCOR8PVO SR. 9H-. T.VAULlKtO' BK.VUUB> Di
SOtZX AMAKANTHt-, POR Ot'CAetAO DE RRBM
APltESICSTAOAS AO HEPRKSESTA^ES CORMA/
o msh nt: reanAAicnpo;
0 SU. TAUOUNIO'DE SOl'XA:Sr. pre-
sidente, [Kilo queacaboudeduer-noso Ix'ii*-
rado deputado pela provinciadeS: Pedrodo
Rio Grande doSul, a-camura'Oompreucn>-
der'a importancia do-objectO' das repre-
sestagoes que vo ser^ibmettidsao'Seu eo-
nliscimenio, a cmara comprehender ojio
o objecto- destas representacesprende-seao
uiaiti- graves-interesses- da ordew seeial v- ej
desde que estes interesees-estao etmjogo St.
prcsidente,.nseparece qa* deve haver da par-
te da cmara a>maior cirooraspecc>o,.omaior
desojo de obtec aquellas- iiiforica^pes,. ted
aquella luz, ajte necessana paca urna boa
solucjto da questo agitada as mesmas ie^
prescMtac.Oes.
O obre deyutado, So., presideote, prwir
cipiolainentaudo que anconstitui^-ao OoKli I
ca do>tmperK> do-Brasil,, contra,es-principio*
entafrreiiiaulc&,..declarasse religiao do esta-r
do a rehgio t-athuliea, apostlica, roinai;*,.
consagrando assiua. ura.oasamento hj brido
entre a-igreja e o-estado
Mas-,.Sr. presidente, so- reeermos um
poui.-o, se attendermos pa. o qpe se pu;a-
vaao-tempoemque foi decretada o promul-j
gada a.nussa coustituiQo. havemosde coo-
vencer.-nos que-o-nosso legislador coostir
tuinte-no fez maisdo querecoabecerepro.
clamar um, grande facto.social que eoiaoJ
existiav.e ainda hoje felianente existe era sua
mxima parte.
Ao-terapo eck que a. nossa. constitu^ao
foi piomulgadav-oBrasillera, managoes-
senciahnente catholica, s')cat4olicos reuna,
em seu seio.
U Sr-. Silvera. Ma&mss.^Nao cortes,
tei isto, eu disse isto mesmo-que estl duen-
do o-nobre degutado.
Ot Sr, Tarojiimo. de Soi'Z\ ?Era jortan-
to um facto social dorainante, o queacons-
tituijo reconheceu, como.bem sedeprehen-
dea.disposi(o do art.. 5.% o quai declara,
que a religiocathrjlica,.apostlica^romanas,
aainmrd a ser a rehgio do impe-
Ok.
Senhores,. segund disse o nobae depular
do, a constub;o do. imperio consagrando.
urna tal dispofio,consumou uratcasaminto,
Tenho interosse era saber a fonte de h) brido.
O Sr. Silvera Martins : K.4
O Sr. TAR.uL\to,u Souza :Pois, senhor
res, ser hybrido o casamento^ o. consorcio,
do hoaiem com Deus 1
Ser hy brido o casamento, do estado com,
a groia !" Ser hybrido o consorcio da alma
e do corpa, que olla deve animar, corarau-
nicando-luo aquella vida moral, que o tor-
na forte e perfeito I
O Sr. Silvera Marij.\s :Nao ten pa-
ridade.
porcos.
Se una pipa andasse seria o bacharel
Placido ; j porque a gordura nao lh'o con-
seutia, japorque desejra pregar uraa pega
ao importuno, o bacharel nao ia sequer
com passo de gente, Nao andava... arras-
tava-se. De quando em quando parava, res-
pirava e bufuva ; depois segua vagarosa-
mente o carainho.
Com este era impossivel o major empre-
(jflf o systema de reboque que to bom effei-
to te ve com Luiz da Costa. Ainda que o
quizesse obrigar a andar era impossivel,-
porque niuguem arrasta oito arrobas com a
simples forca do bra^o.
Tudo isto punha o major em apuros. Se
visse passar um carro tudo eslava acabado,
porque o bacharel nao resistira ao seu con-
vite intirr.ativo; mas os carros tinbam-se
apostado para nao passar all, ao menos,
semelhante boato.
dalle.
Agora.
E" indispensavel.
Mas sabe que elle mora ao llio Cum-
prido.
Sei : iremos de carro.
O bacharel Placido approvou esta resolu-
c.o e despedio-se dous dos militares.
Nao podamos aliar isso para de-
pois ? perguntou o capito loga que o ba-
charel sahio.
Nao, senhor.
O capito estar em sua casa ; mas o ma-
jor tinha tal imperio na voz ou no gesto
quando exprima a sua vontade, qu era im-
possivel resistir-lhe. O capito nao teve
remedio seno ceder.
Preparou-se, metteranf-se u'um carro e
tarara na directo do Rio Cumprido, onde
morava o desembargador.
O desembargador era um homem alto e
magro, dotado de excellente corago, mas
implacavel contra quem quer que lhe nter-
roinpesse urna partida do gamito,
Ora, justamente na occasio em que os
dous lhe bateram porta, jogava elle o ga-
mo com o coadjutor, da frogueza, cujo
dado era tao feliz que em menos de urna
hora lhe dera j cinco gangas. O desem-
bargador fumava... figuradamente fallando,
c o coadjutor sonra, quando o moleque foi
dar parte de que duas pessoas estavam na
sala e queriam fallar com o desembar-
mpacien- gador.
Digno sacerdote da justica teve impetos
de atirar o copo cara do moleque ; conte-
ve-se, ou antes traduzo o seu furor n'um
discurso furibundo contra os importunos e
massantes.
Ha de ver que algum procurador
procura de autos, ou cata de informa-
cocs. Que os leve o diabo a todos elles.
Na sala teve a surpresa de adiar dous co-
nheeidos.
O capito levantu-sc sornndo e pedio
lhe desculpa do incommodo que lhe vinha
dar. O major levantou-se tambem, mas
nao sorria.
Fcitos os cuinprimentos foi exposta a
questo. O capilo Soares appellon para
a memoria do desembargador a quem dizia
ter ouvdo a noticia do namoro de sobrinha
do major Gouva.
Recordo-me ter-lhe dito, respondeu o
desembargador, que a .sobrinha de meu
amigo Gouva piscara o olhoa um alferes,
o que lamentei do fundo d'alma, visto es-
tar para casar. Nio lhe disse, porm, que
havia namoro...
O major nao pode disfargar um sorriso,
vendo que o boato ia a diminuir propor-
cao que se aproximava da fonte. Eslava
disposlo a nao dormir sera dar com ella.
O Sr. Tarquimo de Souza :Fallo em
nome da naco brasileira e particularmente
dos 220,000 habitantes da provincia do Rio
Grande do Norte, cujos eleit'ires me envia-
ran para defender aqu, entro outros miji-
tos, os sagra los interesses da religio de
nossos pas, desta religio, cujas sublimes
doutrinas nos, por assira dizer, ingam >s c un
o leite de musas inSis, desta religio citho-
lca, apostlica, romana, que todos nos jura-
mos raanter ao entrar para este parliin.-.ito.
(Muitos apoia los.)
O Sr. Silveiua M.vuriNs :Nao faga in-
justicia aos calholicos.
0 Su. Ar.umo Goes Ji.mok : Nos somos
representantes de cidados.
O Sr. Tarumixio de Souza : Sr. presi-
dente, declaro a V. Exc. que son sincera-
mente amigo doseslrangeiros, qiie muito de-
sojo que elles alfiuain em gran le copia para
a trra de Santa Croa.
O Su. Sii.vkiuv MARTUtS : M is ento
nao Ibes tiro direitos.
O Sr. Tarul'iiniowvSoi)/,*; Evplican^kc
as Jis civis do m su paz. eu tenho por mais
de urna vez procurado oarriboT as barreiras,
que alguns julisconsultos pretenden) levan-
tar o espRTiido direito civil unir os ua-
cionae* e enmgeiros
EnUodo, Sr. presidente, que aos estran-
gekos s se dev'ei negar aqeiHes direitos
ewis que era' MMde de um lei espacial I lies
seo- recusados. Mfe nao pens do mesmo
modo na espbera ik>direito poltico, En-
letadb que sobo-ponto de vi.Ha do dreito
potico em VM de ileiribar, devenios man-
ter as-muralIcHS qiues4*j>arara cnidudo-Ura-
sileiro-di) estrangeiro ; porque ntO>posse ad-
millrqiieosestnangoiroft renhamde sua ier-
ra Cwer fortuna entre mis-, para depois iv>s
governarem, doainarenK- Sou moitozeloco
da nnssa- indcpeadenciai.
(lin diversos apartes;)
Sr. presidente, ouiobre-deputado eneare-
eu a iniportancia das representan 1*5 que
mandcn'mesa prib-nome* dos signatarios
que nullasse achai Nao* sei, nto tenho
ponlieciniento dessovnomes ? mas, eiu no:ne.
da> br9S provincia de Pernombuco, devo
dizer & VI Exc. e eainara fuo-aqueMa no-
bre provioeia por cariono-pactua com to-
dos acuelles que esweveraiiu e assignuram
essas repfesenta(;es;: e a pro-.i est emique
laes retresentai;esn'partirr* desta ban-
cada, Od W ilMnntiaOi honrada deputaco
'pernarsbuicana.
OSk. Slteira HmSKIS :fiis mil oida-
dos vileto mais dt> (jjite um.
O S*.-T.MIOWIMO Dt.SOBZA :Se ex3ni-
narmo6-osnorafesdesses.eidadob-co!ii a lente
deuinaubrtida analyse^.muita sonsa deseo-
brirenujSi. qpe ha de- enfraquwew a raiio
.do-numerot
P-- Siu.SnvvEiiiA .Vlasri^s :Nao sao-s-
.mentohuiattus de pantidw.
0Sr; Taaouraio meSooba a-r-ttavewos
de encontrar talve nautos e*trangeiros,
imutosmeninos de escolas e ooUegios, i*i'i-
tos dasses-iapazes e auulos qte vagueara
pela*rmv que sao embados pra assigjiar
um. papel que se lbs.? presenta, e que elles
assigoainjsejB saber e*ojoo fazem
0)Sa^.S*i.vEiR.v Mhejns:uto. faca m
jusOJaia^eidados. que assiguaram as ao*
presen tagpes.
OiSiu Tskouimo. m Souza : -Sr. presi-
dente*. V. Lie. e a casa mu penraittiro que
eut.di icesaoo de Pfluaenbuoo, lho espiri.-
tual do bispo qpe- acaba dO ser to
acremente censurado...
O.S&.S1LVE111A Maujins :B^Arlhe nmi-
to> boia-proveito!1
i O.Sa. TAMJUBt9fijS00ZA :Tenho nim-
ia honra em declararlo. (Apoiados.)
OiSr, Ministro, bo Imperw>:Apoiado.
E' nosso dever do catholicos.
O.Sr. TAR03isi(hi*:SoL7.\ Permitta.V.
Exc. que eu, filho espiritual desse hispo.re-
pitaa palavra, (apoiados) losante a luiuha
tea voz emiSUJ defeza, que eu lax: um
protesto coiua.as injustas aecusaces Sjpolbe
foram feitas,
Sr. presidente,, o bispo de Pemambuco
brasileiro como, qualquer de nos, elle ama
a sua pafia,;; alm de ser brasileiro-,. -tam-
bem-peraambiu:.Hio, e como pernambucano
ama estitemeci.lamente a provincia que o vio
nascer.
EllCi. poisK nao podeiia praticae- o- acto de
resolver s ibre o que aceite eo que rejeite.;mixta; e, pergunto, o que fez o bispo de
Se ello tivesse esta fatal attribuic>, (icaria lVrnainbuco a respeito de algumas confra-
destruilo o art. 5o d4 constuico, e Deus rias? Intremitteu-so porventura nos bens,
sabi o que restara da religio catholica, B patrimonio dellas? Regulou a gerencia
apostlica, romana, qu- all se procla;na e;ulministra(;j desses benst
religio do Imperio.
Vejamos, Sr. presidente, se ple preva- 0 Sr. Pereira da-Silva : E' o que falta-
lee >r o argumanto qoe SO protn le tirar da va. 'Usadas.)
legislagio autig de Portugal a respeilo do
placel regio. 0 Su. TAiQUiOtO OE Souza :O hispo s
placti foi almittido em Portugal, se interveio na parte de sua competeoaia ; na
mj n) falha a m ira tria, em l:Jr0oa 13(51, parte religiosa, a respeito dos actos do culto,
sob o reina lo da Pedro Cril, e ento se (loque propiamente espiritual, daquillo
Iba lava o nomiih carias de publicacio. deque algus /.oraban, disse: Obedecei
Poslirionnsiite, em t478.03W pineal foi le da igreja; ese nao queris obedecer,
abol Jj por urna lei de El Re I). Joo II, ritirai-vos; nao po leis continuar a fazer par-
talvez a instancias de um breve que a este te destasa>socia<;os, cujos vnculos espirw
re dirigi o Papa Innoeenco VIII no toaos ten les quebrado. A que (icaria re-
ui(S'ii) anuo. -duzi la a religio, senhores;, se o decretos
He li78atii 17G5, desde D. Joo II daautoridadedaigrejaafonudosliWoam*
at o dominio d M.-rquez de Porabal o pridos pelos prelados diocesanos, seinqueo-
plaeet nao exislia em Portugal; foi de ff<0 pineal baixoaso das religides do poder tem
em diante que o placel regio comecau > poral ( Aparte,
rzer parte da legis.w;o portuguesa, sendo f .
explica lo pir una lei, se nao
Boofirmado
mi-
me engao de 1770..
Neste espaco qoodaoorrou entre t:t>l e
i16y, leudo sido publicadas algumdas]
ConsUUlQdes, alguiVo das bullas em ques- **** ** *itns .nm.steral er-a catbo-
nisterial; mas estou persuadido q,ue o- go-
verno nao est vendo unpassivel estes- facfos.
O Sr. Tamh:-vMn> ob Souza :Sou minid-
ti), claro desleJCogO, que faziaiu ellas
perte ib doutrina religiosa, aceita era1
eipi! de Portugal passjb pjKrO
Portugal
Brasi
V,- pofey V. Exc. pelo qtue acabo
dizer que o- argumint qui) se deduz
Mi/ 1 (lili: I." i 1 1 1 111 w "- 9a uvt**. wv -.
pheefi, aiivbr raesrao sol)-o ponto de v^ fadtllaae desses principia que
do dreito civ* positivo-, nao'pode prejo> a ininba fraca v [mo- apomdot]
dicar ao acto do iOustrado prelado db erem outras mais atonsadas|sae t|
pr.
Pernambueo.-
Sr Silveiiv* Martin?-:'Era b un sa-
ber se o Sr, ministro do imperio est de
accordo oonr- estas doutrnaei
0 Sr.- T-ARyn.MO de S h/a:Nao con-
jsulto ao Sr. ministro do imperio para
Vallar neste assumpto; acredito' nos senti-
mantus religiosos de-Si Ex. elj-dlr quando
quizor qixd a sua opinio a respeilo, mas
Jeclar. ao nibre (plalo SJUO'ttAo con-
sulto a nngoem* oni' assuraplna desta or-
dem :obro> segando as'nspirat^es de miaba
conciencia edef: [muito hem^muitot apo-
iados:)
O Sa. t'iuz .Mvuado OrdiRtO de
fince.t est encarnado na soberana desde
gusa groja teve aproteccjto do -estado;
& viso as raises d >sdons podeveOt
O'Sr. Takui i.mo urSou/.A 5A protec-
srf> do Estado nao quer dizer sujeinio da
igreja, a qual se est no Estado^ como a
alna esUEno corno* l (Ha aparte*.
. O Sr. A*aujo (ihS'ELUO diimia arle.
O Si;.T.vuimo K. SOOZ A sNao fallo
6)(>ndiviiw>s, mas ilasoeiedade-..[apartes].
jStMi catholirode Rom* ; o mea* cl*e nos
iiUeresses ti.-poraesost no Rs-ilbianeiru,
o govermvimpcriaf ;-em>maternu oVf po-
i o ineuibefe esteiu.ROraa pavlos),
o suinmi^-pontfice...
0 Su. Cura Machato a constitu* ;ro.
O Sr. Tir.yu.Mo dk Souza ;Nao aceito
limitaooes;-. separar nv.-lua da wopaia coqs-
ituic^o se ella viess.-tefir as minhaft atoncas
religiosas.
lino tnpoi idosj. Presto ao gabinete' de
de iiNMT') sincera adheso, acompanbOH) 11*
marci poltica dos nogocM do paiz, mais
a raspcaO-i da religio e do principio* em.
que ella se funda,, venho com franqueza
noanisfestar as minbaa-erencao. E' era de-
levanto
por iiho
Ipreceiddo
na dscuaslo.
O Sr. Puro de
letenipo.
CuH'ns :iao passou
O Sr. TAftQCIXIO 1* Soi/A ^ Sr. presi-
lente, tiraiei a questo-do 'terrein, eucandes-
eante, era que ella se aeba, pava-coiloca-Ia
emoutro parfitamentov anlogo, o ontao o
acto-do Ilustre bispo d*t Pei-uai(d>tu ser
mais calma e desapatKotia lamente- apre-
stado.
Swppoohamsa que unt*oatro pooeedfeaeo-
lv contrario'i>santidada-dos prinuipioe re-
lii;i'jsos que- professarK foi que- leveu
;'.j,tiielle piedoso prelailu a praticar' o- acto,
que- argido-dit violento pelo noble depu-
tado [lo Rio-Uranio do-Stl; SUfMMuhaiDOS
fyait alguns membros de moa cofi'HFu.pro-
pagassera don ninas contrarias s-da igreja.
pot wsempU>,. do dogu.a da lunuaoolada
Coueoicto "le Mafia Sainissiuia.
Aquellos c\io profsssasaam toss ideas,
oaborro to uioustruoscy.tfj niaifestaiaente
OfyMOtO ao dogma cathol, (icaria desde
l-jgov ipso [auto- separados- da cuHunuuho
daigreja, eToaoamnngadno.
Deveria pooom o bippo cruzas os hncoa
e-HJ..presenta de ura tal alteutaJe coulra a
?s s porqiw)-a bulla lncfabUU que dohuio
aquello dogvia n<> teva-o bentjlacito> iuu
'^rial ?
Sa. Tarquinio de So^za :Pois, quan-
do o Brasil estava persuadido, como ainda
hoje felizmente est em sua mxima parte,
de quo a religio catholica, apostlica, roma-
na, a nica religio verdadeira, a nica
baso, o verdadeiro fundamento da ordem pu-
blica e das liberdades dos povos (apoiados e
nao apoiados}, vem dizer-nos o nobre depu-
tado que a coostituico do imperio consu-
mou um casamento hybrido consorciando
a religio catholica e o estado ?
Note V. Exc, Sr. presidente, que a nossa
constituico poltica, sabia em quas todas as
suas disposicoes, ao mesmo tempo que re-
conbecia e proclamava esse grande facto so-
cial a que me tenho referido, deixava a li-
berdade desejavel a todos aquellos que de
futuro viessem i-eunir-se soeiedade brasi-
leira. Ahi est a segunda parte do art.
5. da constituico, onde se diz que todas as
outras religies sao permiltdas cora o seu
culto domestico ou particular, ahi est un
dos paragraphos do art. 179, onde se deter-
mina que niuguem seja perseguido por mo-
tivo de religio, urna vez que respete a do
estado e nao offenda moral publica.
0 Sr. Florencio de Abreu Entretan-
to, muitos cidados nao tm o mesmo drei-
to que os outros.
O Su. Tarouinio de Souza:V, pois, V.
Exc. que a nossa constituido procurou,
quanto era possivel harmonisar os grandes
interesses religiosos da soeiedade brasileira
com os da liberdade individual dos cidados,
que nao professassem a religio "do es-
tado.
Sr. presidente, o honrado deputado fal-
lou, segundo disse, em nome dos 40 ou
50,000 protestantes que existem no Rio
Grande do Sul e que, no dizer de S. Exc,
sao chamados talvez a seren os dominado-
res desta trra.
0 Sr. Silvera Martins :-Eu nao disse
isto : bao de influir como cidados. .
0 Sr. Tarquinio de Souza :Pareceu-me
ouvir a palavra dominadores, mas nao in-
sisto.
Eu declaro a V. Exc, Sr. presidente,que
nao fallo em nome da provincia do Rio
Grande do Sul, nao fallo em nomo desses
50,000 protestantes de que S. Exc. se fez or-
gSo.
O Su. Silvera Martiss ; Teuho rouita
honra nisso.
O nobre deputado que lamenta va, ha pouco,
que nao houvosse separacao entre a igreja
e o estado, veio dizer-nos que os bispos sao
subditos do oslado, quando executam as leis
da igreja, quando exercem os sagrados e
imprescriptiveis direitos do episcopado I
0 nobre deputado, que nao aceita a nos-
sa constituico em alguns dos seus artigos,
aceita porm o 14 do art. 102 da mesma
constituico, que concede ao poder execuvo
o direito e altribuicao de dar ou negar be-
neplcito aos decretos dos concilios, lettras
apostlicas, e quaesqur oonstuicoes eccle-
siasticas. E o que mais, Sr. presidente,
o nobre deputado quor interpretar essa dis-
posico constitucional com o mais extremo
rigor.
Nao poda o nobre deputado recorrer a
outro argumento para justificar as reprc-
sentac,es quo msndou mesa. Masdevo
observara V. Exc. que esse argumento fr-
gil, nao pode ter procedencia alguma.
Sr. presidente, a constituico do imperio
de data muito pestorior a algumas daquel-
las bullas ou constituiges apostlicas, que
acturam na conscienca do illustre bispo de
Pemambuco para praticar o acto legitimo,
de que acensado ; e se a constituico no
art. 179 3o de'.erminou em geral que no-
nhuraa disposico de lei tivesae effe.to re-
troactivo, claro, manifest que ella nao
pderia quer'erque as suas proprias dispo-
siges violassem to salutar principio, sen lo
retrotradas ao ponto de comprehenderera
actos anteriores, c alguns delles passados ha
quas mais de um seculo.
OSr. Florencio de 4breu:-Deraaneira
que as leis contrarias constituico deveriam
continuar a vigorar, porque foram anterio-
res.
0 Sr. Tarquinio de Souza:Nao: aquel-
las leis que implicarem com as disposices
expressas da constituico nao pedem vigo-
rar ; mas devo observar ao nobre deputado
que nao ha paridade entre a hypetheso
que figura e a de que estou fallando.
0 podo* execut vo nao pode ter a attri-
buic,o de rever toda a legislago ecclesi-
astica, toda a doutrina catholica, para
inpre-por
ligio.
que acensado, se nocedesse ao;>imPul-^cssenciabiiente icligiosas, porque eUkS tm
sos d*sua conscienca, se nao. codesse ao SC|,U)re. oor gffi y, objeclo de piedad* e re-
cum^riraen*o de uradover (apovdos) que
elle julga imperioso (apoiados) ;, se nao ti<-
vesse em mira o bem das almas, a salvaban,
do seus nthos espiituaes. (Apoiados.)
OSr. Florencio de Abkeu -.Elle sub-
dito tambem, nao soberano.
OSr. Tauqiwmo de Souza:Sr. presi-
denta, assira a coutradieco dos hoaiens 1
Supponliiays que tnii lugar dtjta ikypo-
tbese, alguis meinbrcs de uiaa. confraria
OSr. Amujo Gfcs Fil.HO:r-tM"reme-r,WQ ( ,,1, .j ^ade de negar a dmudade da
dio lera sen*) aceitar..
O Sk. Tarquixkj. m SoiAu:r-Seria des-
terrailo, paojencia ; mas nao- aceitara lim
tacos, parque a tumba (S -quo*aao ha de-
salvar, e nao a constitu i cao ^
O Su.. Aracjo (EsFn.iWi-::Bella dou-
trina esta.: o cidadao nao-deve acatar a lei.j
do paiz .: e V; Exi, lete ufe-ama facul-
dade.
(Ha ouhos muirles'..
(I Sfct Tarounio dk Sov/.a :l'aaso a
outro tonto. F. certo, Sr.. presidente, qao
as contrarias sSo entre nos uateria mixta*
(pie^jior ura lodo eltaatdopoadoui do podar
civU^outro ladoeslo syjeitas > poder ecefe-
siastii.
Para creac-io e exisk'DCas. destas conjora-
ceOs necessarioa iutervenglodo rabes es-
tes poderes, mas cumpre observar antos de
tud-qual 1 natura destas corporafoos, e
collocaJa.a, questo abai.vo (leste ponto de
vista, digo que, se anaJupon de ama asso-
eaco qualquer aonbaoa pelos fias-aqne
ella se prope as confrarias sao assoctayes
0 Sr. Jo\o M\\o*x E OUTROS. Sus. De-
. pitados -.Apoiado.
O Su. T.vrqiixio de souza %Esla ver-
dade est conbocida at pelo proprio consc-
Iho de estado, em um parecer formulado era
dezembro de 1806, no qual dous Ilustrados
membros reconheoeram qne asconfraj?Las, sendo afssor
ciates religiosas por sua mesma natureza,
coutrahem vnculos espiituaes, e debaixo
desta rela<;o ollas esto sujeitas s autori-
dades ecclesiasticas; que esta ntesnenco
ecclesiastica est recouhecida na lei de 2
de setembro de 183K, quando tratando no
art. 2., 11, da comtirmaco dos com-
promissos das irmandades, salva a appro-
vaeo pelos prelados na parte religiosa.
[Apoiados).
Foi relator deste parecer um cidado,
cuja p rda todos nos deploramos, um cida-
do que entenda um pouco deslas materias,
o Sr. marquez de Oliuda, de saudosa memo-
ria [Apoiados.)
0 Sr. Martimio CaMDS :Nestas quos-
tes nao ha de encontrar apoio na opinio
do Sr. marquez do Olinda; elle era muito
liberal.
0 Sr. Tarquinio de Souza; .4 lei de
18-28 reconheceu, como acaba de ver a c-
mara, que cabe ao govemo confirmar os
compromisos das irmandades, depois de
approvados pelos prelados, na parte religiosa;
o que portante d o-ser, a existencia s con-
trarias propriamente a approvacAo de au-
toridade ecclesiastica.
O Su. PfaEAA da Silva: Approvaco
de ambos os poderes: sao corpora<;es por-
fcitamente mixtas.
O Sr. Tarquinio de Souza : A appro-
vaco do poder civil p le ser necessaria para
completar o acto, porque as confrarias, ten-
do de jogar cora interesses Ue ordem tempo-
ral, preciso ser autorisadas para adquirir
pro'prie la les, para administrarem essas pro-
piedades, c para outras funecoes que deveni
ser reguladas pelajei o a autoridade civil;
mas a respeito dos actos do culto, das oraces
e sulTrigios, as confrarias dependem exclusi-
vamente do ftbder ecclesiastico; sao associa-
noas de ordem religiosa. (Apoiados.)^
OSr. Pereira da^ Silva : Sao mixtas.
O Sr. Tarquinio dk. Souza:Aceito a
proposito-: admitto que sejam materia
lesus-1'.hris'Bv.a coosubstancialidade do Pai
edu Filho,, ou a matemidad divina de
'.Mara SS., ;ibra;andc .asim os eiros-Cfc Ario
Nestorici: ilir-se-hia porvestuca., que o
hispo nadi.tpde obrar, s porq\ie os de-
netos ilos concilios, dt Nicae de Cpheso
uo tem odaaneplacitOi imperial?!
Se um al argunaanto pudaasa to valor,.
po leriair.tambem -Jltrmar que aquttlles que
snstentassam propocoes eontnrtas ao Sm-
bolo dos. Apostoli.si esse cdigo divino de
nossa f?,que todos nos aprendemos sobre
08 joelhosde nossas.mais, podianvbze-lo iii-
imneiiKute, porque nao me consta que
SvmboUt dos^lgostolos tivasse o benepla-
cire imperial.
Pareee-me, S, presidente-,, que tenhc
demonstrado qpauto |ossi.vtl s iracas
forcas de que dispoiiio (muilos nao
apoiado] qac a religio. catholica, apost-
lica, romanat.no Brasil uo palo era deve
estar dependente nem merc do benepl-
cito, impeiial, porque se assim fosss,. em
rea de sei mus. catholicos,. apostlicos, roma-
nos, seriamos catholicos do benepiaulo,
oatholicos talvez do couseLho de estado.
O IdUi ,1 I, dcputaij pela provincia do
Rio FBaude do Sul disse-nos que a causa
de toda- esta agitarn, que vemos t- que al-
guns bispos do Brasil portencem compa-
nba da Jess" !
Sts presidente, tio me ceasta que ne-
r.hum, dos prelados brasileirostenha porten-
cklo- orapantua de Jess.M
O Su. LEAXOftO Bezeur.v ::E queperten-
cossem.
0 Su. Tarqumio de Souza ; ... e por
aonsogninte eu vejo que estas palavras de
corapanhia de Jess e de jesutas tocara-me
por casa, porque, se sao jesutas, se per-
teneci companhia de Jess todos aquelks
que professam sincetainenlo, sera restricQes,
a rehgio catholica, apostlica romana, eu
uoelaro que, sol este punto de vista, sou
tambero jesuta, tambem pertenco coiu-
panha de Jess,
OSr. Sivmka Martins: E' muito dif-
ireme.
O Su. Tauouinio de Souza: Nao sei,
j disse, que ueiihum dos bispos brasaleiros
tenha pertencido companhia de Santo* Ig-
nacio de 1.0)la, dando-se-Ibes entretanto a
denominaco de jesutas, creio poder aflir-
niar, que a cxpresso torna-so synoninade
catbolico,apostlico,romano, e neste sentido
tambera sou jesuta poiipio quero tambem
estar com os bispos.
E podemos nos brasileos, Sr. presien-
te, sera a maior ingratido levantar a voz
para acensar a illustre companhia de Jess?
Estaremos por ventura esquecidos de que
os nomos do Nobrega de Anchieta, de An-
tonio Yieira figurara to honrosamente na
nossa historia ? (Apoiados.)
Seria por certo preciso 1 a-garas paginas
da historia do brasil para dizef-se que os
males do Brasil sao dovidos a essa compa-
nhia.
(Continua
>+'
<
TYP DO DIA1U0 IVJA DUQUE DE GAXUS
1


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