Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12868


This item is only available as the following downloads:


Full Text
"*%J
AXXO XLIX. M1UERO 68
PARA A CAPITAL E JLUGABES OXDE KAO SE PACA PORTE.
Por tres mezes adiantados.........."....... 6&000
l'or seis ditos idetn.....'............. 12r000
l'or um anno dem.................. 24#000
Cada numero avulso.................. 320
SABBADO 22 DE MARCO DE 1873.
7G$fi lliru'/ lat / i PABA DK.Vl'HO E FKA BA PBOVISCIA.
Por tres mezes adiantados............
Por seis ditos dem. .,.............
Por nove ditos dem
Por um anuo dem.
6&750
13*500
209250
279000
PROPRIEDADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FARIA & FILH0S.

Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Fillios, no Para; Gonralves & Pinto, no Maranuo ; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cedri; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Perera d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da l'enha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anto ; Duaiingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguar, em Goyanna ; Francino Ta vares da Costa, em Alagas; Alves 4C, na Baha; e Leite, Cerquinho & C. no Ro de Janeiro.
PARTE OFTICIAL:
Guvci'iiu la pvo\ nria.
Copia, o c MiTr.it i social
suo.nettido a registro i
Tribunal d eomaiercio da provincia de Pernam-
baca, 6 de min;o de IS71. lllm. e Exm, Sr. -
.Satisfaz.-,uto a exigencia do V. Exc. c ntida em
sen oSeio do 2 i da fevereiro ultim >, re mito, p>r
mira! i s neste trbun il p >r vari e ci-
dadaos enpregulis m iiejirh de carne- verdad
nesta cid.id K pirque V. Etc. mistra nodit)
ofluo o desejo de ser infonn id i do processo que
pre e le i 'i registro, qu-j f ord m ulo, d > sobre li-
11 iatr i1 n a te ni >s 11 dj ret n. 4,3 '*, pass > a
fazer o histrico desse registro.
Em de setonbro 1 i .111:11 proxim>pissad 1 f ii
irazid) 11 em'i inteiti di tribunal a petie*> p >r
copia 11. I, e sobre ella pro.'rio-se o despich 1 d;
copia 11. l
Vol'-in I > os iM:itr.it inte., ali n de aunaxareai ao
sei req lerim-o! 1 n duoli-'a'is, cuja junccio fra
determina 11. ordenoufn trilni.il que nouvesse vists
ao desembargjdor fiscal, une liiaUou-se a dar o
parecer inserto na copia n. 3.
Ouvin 11 o tribunal sua secretaria, apresentou-
*.he ella a informaco cmstm'.e da copia n. 4, que
o tribunal pn*despacho de 2- de outubro pro.i-
mo pretrito mandn cumprir.
Satisfetas as duvidas da seeretiria con apre-
etiiarem os contratantes o regiment interno e o
contrato feilo cotn un advogado, a que se refere
ram eni o mencionad 1 cmlrut 1, e ten lo se ferio
desapparecer um espaiy em branca que existia em
um. dos traslad >s delle, copia 11 5, ordenou entto
o triluin.il o registro a que alindo, como se v de
seu despacho de 12 de tbtembro ultim1, exarado
ni consulta da secretaria, lamben d 12 de de-
ae.nbro, que faz o objeeto dcopia n 8.
A' vista d > que tica exp ist >, ver V. Kxc. o m >-
'i por que proeedeu o tribunal ni admtela do
) indicado contrato, cujo registro niio se Casia n-
ensario, segundo o que se telut di art 325 do
-C'Mlig) comincrcial, e rpie s foi requerido e n con-
eeaueueja do que se aclia prescripto nos arls. 326
v 327 ; eumprindo aecrescentar que, sendo a coiu-
petencia dos Iribunaes do comniercio em malcra
de registro de cntralos sociaes exigir sonenle a
T-gul irida le de suts foroi lias e n pigaineato dos
*elo< o niais direitos da fa'.enla. nada lm que
wr con a legalidade de mas disposiedes socie<
com) j foi remitid 1 em aviso do ministerio da
juti;a, de 25 d> Janeiro de 186 l, proferido sobre
parecer d* sencao de justica do comeltio de estar
do, de 17 de dzembro de 1859.
Renov o* protesto de estima o consderac.a>
gu* ten*M consagrado a peseoa de V. Exc, a quein
Beu> guarde. lllm. e Exm. 0r. Honrijue Pe-
feira de Lacena, presidente da provincia. O
presidente do tribunal, Amelan Frunciin) Pe-
rMti.
Secretaria do tribunal do coinmereio de Penum-
iMico, e:n 22 ; maio de 1872. istribnieao A'
SJveira Lobo. Escriptura de contrato e socieda-
de em eonta dr ptriicipjeao que entrd si fazoin
fJbanioCandido Hibeiro, l*epp.; Pomares, Manoel
de Sou'.a Tavares & ('., e outros negociantes de
g:ido vaeeum para o consumo, estabelecidos nesta
fidadf. Kecife, 21 de maio de 1872.O distribui-
dor, Maciel Montiiro.
Eslava sellado coni estampillia de 200 reis de-
vidaniente inuiilisada
Saibam quautos este publico instrumento virem
qu>- no auno do nascimento de Nosso Senlior Je-
ss Ctirist) de 1872, aos 2 dias do niez de maio,
Oesla cldade do Ree emun cartorio, ante mim,
Ubelliao, comparoeeram parles presentes contra-
tantes ouUrgiiiles e aceitantes a saber : Libanio
Candido Kib-iro, Felippe Pomares, Hanoel de Sou-
t\ Tavares a C, Joan Chrysostoiim de Aibuqner-
qw, LuiZ de Franca Soares, Galdino Francisco
Boares, Bellarmin 1 Alves de Arocha, Jos Lucio
Lias, Manuel Joaquim Ferreira Eleves, Francisco
Rttlino Batioga Braga, Alfredo Peregrino Camello
Pessoa, Mainel de Sonta Keaezes, Antonio Joaipiim
de Albaqueroue, Jo) Jos de Albuquerque, Luiz
Jos Gomes, Jos Francisco di; Soma Lima, Mauoe!
Paulo de Albuquerque, Wenceslao Machado Freir
Pereira da Silva, Jacob loaqiiiin da Silva e Joao de
Souza Lima, tolos miradores nesta eidade, conhe-
ejdos de mim taballio e das testemunnai abaixo
assigaadas : dou f.
pi-los ditos contratantes me foi dito ante s mes-
las t'-teiiiunliis. que sendo elles negociantes de
galo vaeeum para consumo, estatelecidos nesui ci-
ade queren lo obviar os inconvenientes resultan-
tes de perdas excessixas na compra e aproveita-
menl > de gados para o aeougue, ji pelo exeessivo
i,; 1 do gado em p, que de dia em dia cresce
em espantosa progressao j por aleas-alas, que sao
postas coln ni" li las liscaes da provincia eda nv.i-
nicipalidade que tambein cresce de anno em anuo
em progressao anda mais espantos 1, e no nteres-
se d consumidores, em cujo numero eslo elles
cntratantes, leem r-solvido e contratado entre si
reunirem-se em sucedade, cin conta de participa-
finos termos do cdigo commsrcial, sjb as se-
guintOS bases :
Organizados os contratantes sem firma social,
lod 13 tslles o gociantes reunidos para lucros c un-
fAnnsen operacesde eommercio de gadi,para
matan;a nesta el late, e consumo dos seus habi-
tantes, cada u:n delles conlratantes continuar co-
m at hoje a comprare a vender por sua emita
e m4i sua respiasabilidadc, obrigadj somente pa-
ra con lerceiro o sien ofensivo ou socios oslen-
giv 1., nos termos do art. 326 do cdigo commer-
cial, por lodosos rebultados das transac.-es e
obrigaedes sociaes, etnprebendldaauos termos pre-
cisos do presente contrato.
Para esto fin, cada um delles contratantes en-
tran para a raixa social com tantas latirs de
4fK)!)U0, quantos bois untar por semana ; e para
a, triisa;i 1 de*sas Miras tara cada um doliesen-
ir.ela diaria na inesini caixa social de mil ris
por cada um bol (|ue maur, paraos talhos das
rregaezias de S Prei Pedro Gonoalvea, Santo An-
lomo, s. J s, Boa-Vista e Afogodlis.
Por cad 1 Ill'JiOlX) recolliidos, o socio ostensivo
cairelar u na das leltras na razio de suas dalas.
O p.-olu-to desta cotisaijo ser eioprega lo, j cm
promover inilos de diminuir os onus que pesam
sobre as earnas verdes, em ordem a baratear o
preco das mesmas carnes; j em occorrer qnal-
< ier eiabaraeu de cada um socio, dentro das for-
<\ii e re ir-os sociaes. Cada um dos contratan-
i' obriga-se a maater preo goal para as carnes
de primira qualidade e coma fr colado no regu-
lamenl > interno
O contraventor indemnizar os outros socios do
lamno que les causar. A sociedade durara at
22 de maio de 1873, nein um socio su podar re-
tirar della antes deste pr..zo : faieado-o, perder
ni o s as leltras que liver na caixa, como todas as
airadas feitas para ani irtisaco das mOMUS let-
tc Irabalbo emiunm, indicando ao me-mo temp)
as medidas iiu', julgar convenientes para desen-
volvimeiito dos lins -ociaos e do seu progresso
econmico. Far"parle da sociedade e ser ouvi-
do s uare que se carena estudar una quesiio
econmica ou jurdica, um advogado, que ser
contratado logo que f ir nrgbnisadaa sociedade ; e
o contraljcoin o advogado eilo far parto do re-
gimento interno, que sera igualmente, por todos
asslgnailo, fnzend) o dito regiin-n'.o pude inte- (Antonio Burgos da Silveira Lobo.
fraile ieite contrato, obrtaanao cada um dos so-
riu< tinto como este memo contrato. Para que
lique no cunheciniento publico e se appliijuem aos
conlratautes os arls. 327 o 328 do cdigo comnier-
cial, ser este contrato registrado no tribunal do
Eslava collada una eslaiupilha do valor de 400
rs., devidamente inutilisala. Conforme com o ori-
ginal il) meu livro de notas, ao quil me re-
porto.
Kecife, 26 de igaatO de 1872. Subscrevo e asr
signo. 1
Em testemunlio de verdade, o tabellio publir.d.-
Estiva una estampilha de .400 rs. inuldisada 4*.
man eir segui ule -Kecife. 15 de junho do 18/2
comaieivio e se aunuiiciar pelos jornaes a exis-
tencia da sociedade e o noine da socio gerente. E
por esta forma sao c intentes os contratantes que a
pre* mte escriptura teuha defido eleito e execu-
o e:n juilu e fra. delle, e que mutuamente re-
nunciando a todo e quilquerdireito, ac?io ou pri-
vilegk) que allegar possam contra a firmeza e va-
ldale da presente, obrigam-sc por siias pesadas e
bous a fosa-la boa, lirme e valiosa a lodo lempo.
Em f de verdade assim o disseram, outhorga-
ram c niutinmenle aceitaran!, e eu tabellio acei-
to em razao de meu oiBcio.
Faco a presente nesta nota por me ser distribui-
da, lida por mim aos contratantes, assignam com
as testeaanlus presentes, Pedro Alexandrino lio-
drignes Lins s o eapilad Trajano Alipiode Carva-
Iho Mendouca, desta eidade, meas cunheeidos :
dou f.
Pagou Cl)0 ris de sello fixo de Ires folhas deste
muu livro de notas, Has quaes lavrei a presente es-
criptura, como se veda estampillia abaixo collada
e deviJammte inutilisada pelo primeiro sigla-
la rio.
Eu, a Ubello publica Antonio Borges da Sil-
veira Lobo, eserevi. Declarou o contratante. Luiz
Jos (romes nao saber escrever, a seu rogo assig-
na Jos de Medciros Mello. Dito tabellio o de-
clare!.
Beeife, 22 de maio de 1872. -Libanio Candido
Ribeiro. -31 a noel de Soma Tavares \ 6'., Bellar-
m no .1 Ivs A rxhn. ilanoel Paulo de A Ibuquer
nu.Jacob Joaquim da Silva.Antonio Joiquim
d: Albuquerque,Jos Francisco de Souza Lima.
Manat de Souza Me-iezes.Luiz de Frunca
Soares. -Felijip Pomtus. -Joo Chrysostomo de
Albuquerque. -Manuel Joaquim Ferreira Esleves.
Francisr lu/ino Bal nga Braga.Alfredo Pere-
grino Camello Pessoi.Jos Lucio Lins. royo
de L Jos.' Gomes. Joto Jos de Medeiros.
Wenceslao M.tclmdo Freir Pere ,a da Silva.
Jlo Jo (fe Albuqwrqiu-. -Ga'dino Francisco da
Sile-a. Joo de Souza LtVf.Pedro Al'xandrin
Rodrigues L'nsTrajano Alipiode Carvalho Men-
don$u.
Eslava collada urna estampilha do sello ixo de
i 11 ris, devidamente inutilisada conforme o ori-
ginal do ineu livro de notas, ao qual me reporto.
Recife, dia era ut retro. -Subserevn e awigno
em testeninbo de vordaio o tabellio publico.
Eslava una esumpilba de 600 ris inutilisada
da maneira*iguinle : Recife, 22 de maio de 1871
Antonio Borges da Silveira Lobo.
Em 15 de junho de 1872. Distribnicao.A Sil-
veira Lobo.
Escriptura de declaracio e raliftcacis que fa-
zem Libanio Candido Ribeiro, Felippe Pomares,
Monoel de Souza Tavares A C. e outros negocian-
tes de gado faenara para o consumo, estabeleci-
dos nesta eidade, a escriptura do contrato e socie-
dade em conta de participacao, que entre si fi-
tersjn.
Recife. 15 de junho de 1872. O distribuidor,
Maciel Mon'eiro.
Estava sellado com una estampilha de 200 rs.
devi lamente inutilisada.
Saibam quantos este publico instrumento vi-
rera, que 110 anno do nascimento de Nosso Senlior
lesos Christo de i872, ais 15 dias do mez deja-
nhi>, nesta eidade do Kecife e meu cartorio, ante
mim tabellio, comparecern! como declarantes e
ratificantes Libanio i/inliio Ribeiro, Felippe Po-
mares, Hanoel de Souza Tavares 4 C, Jo.ii Chry-
soslo.no de Albuquerque, Luiz de Franca Soares,
Galdino Francisco da Suva, Bellarmino Alves de
Archa, Jos LuciojLins, Manuel Joaquim Ferreira
Esteres, Francisco Rufino Balinga Braga, Alfredo
Peregrino ChiiicIIo Possoa, Mioel de Souza Me-
nezes, Antonio Joaquim de Albuquerque, Joao Jo-
s de Albuquerque, Luiz Jos Gomes, Jos Fran-
cisco de Souza Lima, Manoel Paulo de Albuquer-
que, Wenceslao Machado Freir Pereira na silva,
Jacob loaquim da Silva, Joao de Souza Lima, mo-
radores nesta eidade, conieci los de mim tabel-
lio c das tesleuiunhas abaixo assignadas, dou f.
Pelos ditos declarantes e ratificantes, foi ditoan
te s mesmas testemunlias, que elles como nego-
ciantes de gado vaeeum para consumo, estabele-
culos nesta eidade, accordaram entre si fazercni
sociedade em conta de participacao, como effecti-
vaineiite fizeram por escriptura de 22 de maio
prximo pastado, do crente anno, lavjado por
mim tabellio, ueste men livro de notas, e tendo-
se dito na dita eseripuira. que a sociedade no fun
do anno se coasideraria disolvida e antes disso,
se mais de dous tercos dos socios o repierer, elles
socios declarantes e ratificantes, pelo presente v'ein
declarar que a sociedade s se considerara dissol-
vida no fun de 3 anuos, a contar do dito dia 22 de
maio do crrente anno, em que fui celebrad-, a
escriptura de sociedade, e antes disso se mais de
dous tercos d >s socios o requerer : e s 110 lim
dos 3 aunos aqui estipulados e no caso de di-so-
lu.o social, ter lugar a divisao dos fundos exis-
tentes na caixa por cada um dos socios na razo
de suas entradas, e nao findo o anno, como se dis-
se na referida escriptura de sociedade, e que com
a presente declaracao ratifican! e bao por ratifica-
da a Bopra citada escriptura de sociedade em con-
ta de participacao que entre si fizeram, lavrada
no dia 22 de maio prximo pM*ado, do correnle
anno, alim de que conjunctamente com a presen-
te, produiam todos os seus devidos e legaes ellei-
los em juizo e fra delle, para o que renunciando
a todo e qualquer dir to, jieoao ou privilegio que
allegar, possam contra a lirni a e validado da
prsenle : obrigam-sc por suas pessoas e beus a
fazi'-la boa, Grme e valiosa a todo o lempa
Em f de verdade assim o disseram, outorga-
ram, ratificaran) c mutuamente jaceitaram ; e eu
tabellio aceito em ra-o do meu olH:io.
Faco a presente nesta nota por me-ser distri-
buida e lida por mim aos outerganles, assignam
com as testemnnhas prsenles Pedro Alexan Irino-
Rodrigues Lin3 e Felisbiuo de Carvalho Raposo,
desta eidade, meus conheridos : dou f. Pagou
iUJ rs. de sello lixo de duas folhas deste meu li-
vro de notas, as quaes lavrei a presente esenp-
tnra, como se v da estampilha abaixo collada, e
devidamente inutilisada pelo primeiro signatario.
Eu, o tabellio publico, Antonio Borges da Sil-
veira Lobo, escrevi.
Rcrfc, 15 de junho de 1821Libanio Candido-
Ribeiro. -Bellarmino Alves Atocha.Manoel Pau-
lo de Albuquerque. -Vfencesldo Machado Freir Pe-
reir da Silva. -Joao Jos de Albuquerque:Joao
Chrysostomo de Albuquerque.-Jos Lucio Lins.
Manoel Ferreira Esleves. (aldino Francisco da
Silva.Jos Francisco de \Souza Lima. Manoel
de Souza Tavares 4 C. Felippe Pomares. Ma-
noel d- Sonsa tbnezes. Francisco "Rufino Italia-
na BragaAntonio Joaquim de Alhuquerqui. -
Jacob Joaquim da Silva. -Alfredo Peregrino Cu
melo'Pessoi.Luiz di Franca Soares.-A'rogo
de Luiz Jos da Silva, Joao Jos de Medeiros Met-
tras. Por morte de algum dos socios icario per-
teneeado i sociedade durante o anuo, e com os
mesmosdireitos e obrigacjSes sua mulher e sem
lilhos, raso queirain. Findo o anno, e no caso de
dissolnelo social, os fundos existentes na caixa se-
rio divididos por cada um dos socios na razo de
suas entradas.
A Sociedade se considerar dissolvida no fun do
anno, B ante, disto se mais de dous lereos dos socios
i requerer, u socio ostensivo, ou sofinostensivos,
o que ser regulado no regiment interno, ser
abrigado a apresentar mensaluiente em reunio
geral da sociedade, un balancete demonstrativo, -
do estado da caixa, com observaces a respeiio dos lo.-Pedro Alexandrino Rodrigues l.inf.-tehsln-
uieliwranienlos, que r obleado' a sociedade des-' no de Canalho Raposo.
regulamento interno da sociedade et
conta de participacao parv o'era-
coes de consumo de carnes verdei
Nesta cidaue.
TITULO 1.
Capitulo 1*
Da assembl* geral :
Art. I.- Os socios rcuuir-se-ho em asseuibbi
geral una vez em cada mez, s priuu-ir.is quarta
feiras para ouvirem lef o relatorio do m-.i findo*
e deliberarem sobre os negocios tencia.
Art. 2." Para considerir-se constituida a assein
bia geral, e poder-se tomar qualquer deliberarn
necessario que esteja presente a maioria relati>i
dos socios.
Art. 3." Qualquer negocio que for trazido ai
conhecimento da a^sembla gerat, s poder ser
decidido pela maioria d)s socios presantes, exf
copio aquellos que e.sti.erem prevenidos neste rs*
gulamento.
Art. 4" A asembiea geral pode relevar a*
multas impostas aos socios infractores, quaiidn
estes apresentarem motivos que as justifiuuein. .
Art. 5.* Os trabalhos da assembla serao diri-
gidos por um presidente, um vicepresidente e M
secretario. [
ArL 6. Ao presidente compett :
t. Presidir as sesses.
5 !. Asstgnar as actas e tolos os miis papis
qui forem relativos ao expediente da Sessao.
Art. 7.* Ao vice-president compete :
nico. Auxiliar e substituir o presidente ei 1
seus impedimentos.
Arl. 8." Ao secretario compelo :
8 1.* Ler o expediente. "I
l 2.- Escriptdrar o livro das actas.
5 3." Fa er e assignar os olficios que se expar
direm.
4. Nolar era livro especial as multas impos-
tas aos infractores do presente regulamento, as
datas e os motivos que as tiverem occasionado.
Capitulo 2
Da admiuistraco.
Arl. 9. A administrar i ou gerencia da socie-
dade ser exercida por qnatrq socios, aos quaes
compele :
5 i.# Rrepresentar a socieiade e. sor orgo del-
la para com 3.', poden lo demandar e ser demao-
dados e passar procurai;o para qualquer acto,
juizo ou iranmites legaes.
S 2.* Fixra o prazo para a aprcsenta{io da re
laco de que trata o arl. 14 $ I*.
j' 3.* Determinar o numero de rezas que cada
socio dever matar.
4.* Estipular o mximo do proco por po po-
3era ser vendida a carne, segundo a sua quali-
ade.
i ii.' Resolver at se reunir a assembla geral
se a sociedade deve iicar com os talhos e as casas
que os socios quizorein eutregar.
6.* Comprar, sendo por preco conveniente, e
dividir prop jrcionaluieule enlro os socios o gado
que vier para ser vendido nesta eidade.
7. Impr multas aos socios que nao rumpri
rem seus deveres.
Art. 10. Os socios ostensivos se reuniro ordi-
nariamente todas as quartas-feiras, e extraordi-
aamente todas as rezos que os dous maH vota-
dos julgarein necessario.
Art ii. Dentre os 4 socios ostensivos, a assem-
bla eleger un para thesoureiro, ao mal compele
especialmente :
I. Tomar conta dos dinheiros receidos palo
socio ostensivo menos volado, ao qual passar re-
cibo.
$ 2." Ter sob sua guarda e immediata res|wn-
sabilidade o cofre da sociedade.
3." Fazer os pagamentos, depois de autorisa-
dos pelos outros tres socios ostensivos, aos quaes
prestar contas todas as vezos que Ibes for exi-
gido.
S 4." Conservar dividameule escripturado o li-
vro caixa.
Art. 12. "Aos outros dous socios ostensivos qHe
obtiverem maior numero de oos, compete espa-
cia I mente:
$ i." Apresentar lodos os mezes assembla ge-
ral um batanete dos precisos termos do contrato,
e um relat rio dos negocios inherentes socie-
dade.
2. Promo -er o andamento de qualquer deli-
beraeao da assembla nos termos do contrate res-
pectivo.
3. Ter cala um, bom como o thesoureiro, una
chave do cofre.
4." Levar ao conhecimentr-da assembla na
1/ sesso seguinte as multas impostas e os nomos
dos socios infractores.
5. Vigiar no inatadouro os negocios sociaes,
e tambera os do socios individualmente; alim de
prefinir e evitar qualquer infraeco desle regula-
monto..
6. Tomar cuntas ao thesoureiro todas as ve-
les, que julgarein necessario.
Art. 13. Ao socio ostensivo menos votado com
pele especialmente :
1.* Substituir qualquer dos mais votados cm
seus impedimentos.
2." Agenciar a eobranca dos dinheiros pertea-
eentea sociedade, entregando os ao thesoureiro.
3- Exercer nos aeongoe* as attribui?'ies que
pelo artigo 12 | 5.* competein aos mais votados
no inatadouro.
S i.1 Tomar cjiiUs ao thesoureiro.
Capitulo 3
Deveres dos s icios ora geral.
Art. IV. Sdo obrigaeoes commnns a lodos os so-
cios:
Si." Eulregar aos socios osteusivos, dentro do
prazo de 5 dias, logo que for tixado, urna relacao
assignada e datada, contendo o numer de todos os
seus talhos e arraigues; as ras era que sao si-
tuados ; a numerar 1 de suas carroras, os nomes
de seus campillos e as salgadeiras que possoir ;
declarando, se nao liver crnicas, os ames de
quem carrega as carnes de sus rezes para os
aeoiigucs ; e se nao salgar os couros, a quem os
vonde.
2.* Conservar na sua posse, 0111 quanto durar
a sociedade, t.dos os talhos, acougucs e salgadei-
ras que houver mencionado na relacao de que
trata o g antecedente, sem os poder transferir, de
qualquer modo, pessoa que ni o faja parle da
sociedade.
g 3.* Trazer ao conhecimento dos socios ostensi-
vo, por escripto, nos oito dias subsecuentes, qual-
quer ficto que possa alterar a rela.o, de que
iratao 1." desle arligo.
S 4." Participar aos socios ostensivos, logo que
quizer deixar de malar gado, e a quem pretender
transferir a sua iiatanca.
5.' Participar aos socios ostensivos sonipre
que pretender entregar aos respectivos donos as
ci-a-i-m quotiveros seu* talhos e acougucs.
.' Nao matar maior numero de rezes do que
aquelle que fr marcado pela gerencia, segundo
as necesidades do consumo.
7. Nao vender carne por preco excedento do
que fr estipulado pela gerencia.
8." Nao conduzir do inatadouro para os arru-
gues carnes de r-tfes, que nao portencerem aos
socios. ,'
I 9. Nao comprar nem salgar carnes, que
igualmente na > pcrlencerein aos socios.
J 10.* Dar carnes para conduzir somonte ao
privilegiado ou aquellos que couduzireiu as dos so-
cios.
S I1. Incumbir a matanza de suas reze* so-
mente aos campillos, que malarem as dos socios.
12 Vender factos soraente aquello.-, que com-
praron aos socios.
13. Matar as suas rezos somente no inatadou-
ro publico da Cabanga.
14. Nao admittir talhador que ti ver sido des-
pe lido por nutro socio sem previo conheci-
lueoto da gerencia.
i 1. nao comprar maior numero de rezes do
une o necessario para sua matanca, salvo se os
deiuais socio* j estiverem prvidos.
i -6. .Nao emprestar dinheiro para co uprar
gado suino aos socios, nem aceitar eomn.issoes
para o niesmo lim. de pessoas que nao fizerem
parte da sxciedade.
$ t~. Fazer com que os seus minadores con-
servem .leuim dos acougucs a devida moralidade,
punindo-os com usiienses pela priraeira vez,
e desoedindogec se houver leincidencia
18 Comparecer s sessoes da assembla geral.
i 19. Deuuuriar qualquer falla que souber
ha ver coinuwltido nutro aoeJA.
Capitulo 4.'
Disposiroes geraes.
Art. 15. Todos os cargos serio electivos e du-
rarn tres annos.
Arl. 16. Nenhuin -sucio poder exercer mais
de um cargo.
Art. 47. A sociedide ter alagada una casa
para os sou trabalhos, onde estarao o cofre e
todos os livros e papis qun luo portoncrein.
Art. I*. No cofre serio guardadas todas as
leltras mencionadas no coutrat > social e todos os
rendiinnbis da sociedade.
Art. 19. O presente nnrulamento s poder ser
reformado pela maioria dos socios quando se
tiver de proceder eleigii para a nova adminis-
traran.
ArL 20 O ocio, ao qual 'for imposta alguraa
4s& penas de que trata o titulo 2.*, podar recor-
rer, para a assembla geral; e se o aao lizer at a
priraeira sessao seguinte, perderesse direito.
Art 21. O secretario poder ser pessoa que nao
faca parte da sociedade.
Titulo 2s
. J)as penas.
Art 22. Serio impastas aos socios penas de
ronlLis, a do perda de capital que tiverem na
caixa social, segundo a nalureza das infraccSos
que riimmelterxnv
Art 23. inrorrer em mulla :
!. De 0ts por eada wz; l.'osoeioque in-
fringir a di.spo.si>) do art. 14, j i* ; 2.a o que
infringir a dis|nisic 10 do mesino art, | 18
f 2.* De 5iH 'por cada ver ou faeb), a socio
que infringir os J$ 8 M do ritaJo arL 1S.
3.* De M 00 por cada boi ou eouro ao socio
que violar o dispisto nos ^ 9.", 10 < 15 do citado
Vt 14.
% 4.* De 201, o socio que infringir oa consentir
que os seus lalhadores infrinjara a disposicio do
arl. 14, 7." Q-iaudo esta ufraec-to fr cominet-
lida pelos lalhadores, dever o socio admoesla-lo
pela primira vez, e despedi-lo se houver reinci-
dencia ; no o fazendo, tirar sujeito mulla tan-
tas vezes quautas forera as reincidencias.
\ o. de ."iOi m em cada sessao da assembla
geral o socio que n.vj cumprir os deveres i|ue
llie sao impostos pilos %% (.', 5.", 13 o 14 do
art 14.
I I. Da 1004000 por cada boi, o que infringir
o I 6' do arl. li, e o que violar o 16 do mesmo
artigo.
? 7. De 2004000, o socio que arrogar ou En-
infringir a disposieao do art. 9.* $ 6.*
8.' De metade di capital que tiver na caixa,
o socio que infringir dlipoticae da art. 14, 2.*
9.^ De Uido o capital qui tiver na caixa|social,
aqujlle que nio cumprir a obrigacao estipulada
no art. 14, $ 4.
Art. 24. lneorrer na multa de 104000 por cada
sesso da assembla geral, o thesoureiro, se nao
liver o livro caixa escripturado como preceita o
art. II, 4.
Es ava urna estampilha de 800 rs. inutilisada
com as tres primeiras assignaluras seguinies: -
Libanio Candido Ribeiro. Bellarmino Alces
Arrhi.-Mano-l de Souza Tarares & C. Jos
Luiz Lins -Francisco Rufino Balinga Braga.-
Joao Jos d* Albuquerqu: -Munoel de Souza Me-
nezes. -Por Luiz Jos Gome*, Joao Ignacio de Me-
deiros Mello.Man >el Paulo de Albuquerque. -Al-
fredo Pereg ino Camello Pessoi. Antonio Joa-
quim ile Alboquerque. faldino Francisco da Silva.
Jacob Joaquim da Silva. Joao Ckrisostom 1 de
Albuquerque.Manonel Joaquim Ferreira Esteces.
Wenceslao Machado Freir Pereira da S'loa. -
Jos Benedicto dos Santos.Iuforme o Sr. bri-
gadeiro c.oiniiiaudaiite das armas interino.
Loureiico Hezerra Cavalcanle. Informe o Sr
brigadeiro coramandante das anuas interino.
Severino Quiuteiro Alves da Silv.i. informe o
Sr. inspector da tliesouraria de (alenda.
Secretaria da presidencia de Pernaubuco, 21
do marro de 187&\
O porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
o.-iiiiiaiiilo as ai mus.
QUAHTKL GENERAL 110 COMBANDO HAS AMIAS
I.NTKRINO DE PERXAMBOCO, EM 21 DE MARCO
HE 1873.
Ordem do dia ti. 711.
O brigadeiro corainandanle das armas interino
determina que o 2' batalho de infantaria esteja
postado eoi 4feule do palacio da presidencia as
12 horxs do dia 25 do crrante, anniversario do
juramento constilui'.o d'o imperio ; alim de
slemnisai o acto do cortejo que a 1 hora da
larde so tein de fazer elllgie de S. M. o Impe-
rador.
O'mesuio brigadeiro convida aos Srs. officiaes
dos eurpos especiaos, arrogiraentados, e honora-
rios do exercilo, a coniparecerein no niesnii pa-
lael i para assistirein ao cortejo, durante o qual
devera locar as msicas do sohr*dit batalho e
do 9*, Le ii como ni acto da distribu'.io dos p e-
uiios conferidos na ulliina exposiole provincial,
(|ue se realisar era seguida au cortejo.
Conforme. Jos Ignacio Rilieiro Htm i. tenente
atildante de ordens interino encarregado do de-
talhe.
Keititrtlril la policin.
t* eeeao. Secretaria da polica de Pernaubuco,
21 de marro de 1873.
N. 584. lllm. e Exin. Sr Lavo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partid-
paces recebidas hoje nesta repartirio, forara reco-
midos honteni casa de detenco os serrantes in-
dividuos :
A'ininhaord-ni, John Henndy e Henry Rhau-
yau, dis|Kisi;aodo subdelegado di HeVife ; e Se-
verino, eseravn de Manoel Cirneiro de Souza La-
cerda, requerimento deste.
A' ordem do subdelegado do Recife, Procopio
Jos da Silva, disposico do Dr. juiz de direito
do I d.'stricto criminal, como indiciado as ponas
do arl. 2)5 d'i odigo criminal, e Benedicto, escra-
ro de Antonio G-on;alves Ferreira, reqaerimenlO
deste.
A" ordem do de Santo Autonio, Del fino, escravo
de Manoel do Reg Barros de Souza Leio, re-
querimento deste.
A' ordem do do distrieto de S Jos, Alfonso
Cecilio Teleinon, por desordem.
A' ord>-m do de B*lem, Angelo, esCTSVO de Ma-
nuel Ignacio d'Avili, por embriaguez e insultos.
A' ordem do do Poco, Jos Martmianu da Silva,
por cri ne de raerte, disposico do Dr. juiz de di-
rwi criminal'
O mibielegado do Recife, por offl 'io de hontem
datado, coinnunicou-ine que em virtnde da requi
siego do Dr. juiz d.) direito do 1 distrieto criminal,
Capturara e recolhera casa de detenco, dis-
posico dito juiz. a Procopio Jos da Silva, por es-
tar indiciadou ai penas do art 205 do coligo cri-
minal.
Deus guarde a V. Exclllm. c Exm. Sr. com
mendador Delinque Pereira de Lacena, dignissi-
3io presidente desta provincia. Ochefe de polica.
Lm: Correia tle Qiteiroz Barros.
i* i : bambuco.
Felippe Pomares 4 C Li2 de Franca Soares.
Jos Francisco de Sonza Lima
Os abaixo assignados, socios ostensivos da socie-
dade em conta de participacao para operaoSeS de
corausrcio de carne para inatanea nesta eidade,
necessitando de um advogado que defeuda os m-
teresses da mesma sociedado sempre que for ne-
cessario, tem conratado cora o bacharel Francis-
co do Reg Baptista incumbir-se elle desta tarefa
mediante a quantia de 600|Q00 annuac, pagos
em trimestres adiantados, pelo lempo que durar
a mesma sociedade, segn lo a escriptura lavrada
em notas do tabellio Silveira Lobo ; para firmeza
do que mandaram fazer a presente em duplcala,
em que se assisnam cora o referido advogado, a
principiar da hoje.
Estavam duas estampilhas, sendo que una do
valor de 400 rs e outra de 201 rs., inuthsadas da
maneira seguinte : Recife, 30 de outubro de 18/2.
Francisco ao Reg Baptista.-Bellarmino Alves
Archn.M moej de Souza Tavares i C. Jos
L**xUn*.Francisco Rufino Batingn Braga.
N. 131. O presente contrato de sociedade,
qlie consta de urna escriptura publica, um dita
de declaracao e ratificaran, regulamenla interno e
contrato celebrado com um advogado, conten dez
folhas de papel inclusive a presente, por miiii nu-
meradas e rubricadas, cujo theor foi verificado na
forma da lei e merece f. Secretaria do tribunal
de commercio de Pernamhue.o, 14 de dzembro ue
1872.-Oofticial maior, Julio Guimaraes. A la-
teada nacional 51400U. Mi conforme. Secre-
taria do tribunal do commercio de Pernaubuco,
5 de marco de 1873 O oDBclal maior, Julio Qui-
maraes.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DK 20 DK UiMQu DK
1873.
Antonio Pedro de S Brrelo. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda, se o docu-
mento a que alinda, se acha no archivo da res-
pectiva repartico.
Clemente Jos Rodrigues.- Informe o Sr. briga-
deiro commandante das armas interino.
Domingo Alves Matlicus. Informe Sr. capi-
tio do'porto interiuo
Francisco Jos de Oliveira Jnior.Estn lo era
praca o sitio de que se trata pela quantia de....
3:7804, concorra o supplicante a ella, se assim lhe
convier.
Guilhermina Basilissa de Oliveira e Silva.
Entregue-se.
Joaquim Antonio de Castro Nunes.Informe o
Sr. director geral interino da in.sirui.cc5o publica.
REVISTA DIARIA.
Vssi'iiiin- i provincial.Hontem func-
cuinoii cora 23 Srs. denotados.
Approva la a acta da sessao anterio, o Sr. !.
secretario leu o seguinte expediente :
Din ofticio do secretario do governo da provin-
cia reinetleuli por copia o oH-ii do Exm. hispo
diocesano, participando haVW exigid 1 do vigario
da freguezia 'de S Vicente informacoes sobre o
projecto substitutivo ao de n. 39 de 1871, alim de
poder einittr seu parecer.A' quera fez a raqui-
sicao.
Outro do mesma, cimmunicando haver o Exm.
bispo diocesano exigido dos porochos de Pesquei-
ra e Brejo os esclarecimentos precisos, sobre o
projecto n. 37 do anno pateado. -Inteirada.
Outro do mesnu, transmittinda copia da infor-
nia.-ai do director da instruc;ao puh'ica, acerca
da representa^ dos moradores da povoaeio de
Tejucupapo.-A* quem fez a requisico.
Outro do meemo, remetiendo una represenla-
?3 de d versos moradores da fregnena dos Mon-
tes, da comarca de Palmares, na.qual pedem aele-
vaco da freguezia a cathegoria de villa.A' cora-
inisso de petiroes.
Outro do mesmo, transraittindo urna proposta
da cmara municipal da villa de Panellas, para
substituirlo de dous artigas as posturas remedi-
das este anno, com ofilcio sob n. 10.A comuiis-
so de pastaras.
Outro, remetiendo um projecto de posturas da
cmara iiiiinir.>al da villa de Panellas.-A' coin-
inisso de posturas.
lima peticao da companhia de Beberibe, pedin-
do augmento de privilegio, era vista das obras a
que se pmpde fazer. -A' coinraisso de obras pu-
blicas.
Outra de diversos aageeianles de miadeza) des-
ta eidade, represenlando sobre o modo porque o
consulado provincial entende o paragrapho z8 do
arl 16 da lei n. 1061.-A' commisso de orinien-
to provincial. .
utra de Gabriel Francisco Monteir.) do Quin-
tal Barros, professor aposentado no Rio Grande do
Norte, pidindo ser nomeado independente de con-
curso para una das cadena* de inslrucco pri-
maria dasta provincia.A' commisso ae inslruc-
rao publica.
Outra de Fr. Venancio Mari i de Ferrara, prefeito
dos misfionarios capuchinhns, pedindo que sejam
isentas (le pagamento de dizimos a* rezes das pe-
queas fazenda que possue o collegio de Nossa
Senbora do Bom Conselho.A' cotnirassa de or-
ramento provincial.
Outra do Dr. Gregorio Lipparoni, reitor do se-
minario, pedindo que se autorise o pagamento da
despeza feita cora o encanamento d'agua potavel
e gaz, feito n'aquelle eslabelecinieuto. A conv
missio de orcamento provincial.
Sao liaos e considerados objeeto de deliberaran
e mandados imprimir tres projecto?:
Um cora parecer da commisso de petiroes, de-
ferindo a petico do Dr. Joo da Silva Ramos, na
qual pede um anuo de licenca ; outro compulan
do o padrio monetario da p ea em que foi de-
cretada a lei que estalKjIeceu- para os inatnbros
da assembla legislativa provincial, o subsidio, e
outro creando mais cinco comarcas cora as deno-
rainacoes de : Victoria, Jaboatao, Bom-Jardim, Pa-
nellas e Bezerros,
Passando ordem do dia foram approvados:
era primira discusso o projecto u, U dot aonO.
sobre Iluminar-toa *-. ,
dade do G--* ai "ua Pt,avel e;,ra.a.ci-
.. ...urna, e dispensado do intersticio a
equejnento do Sr Correia de Araujo; o de
n 8 lambem daste anno, approvnndo o compro-
misso 5 da jrmandade Ja Soledade da treguezia
da B>a-Vista ; o de n. 12, creando urna nova,
freguezia, sub a den.iiniuaro de tlelinonte, com
um requerimento do Sr. conego Novaes, pedindo
audiencia do Exm. hispo diocesano sobre o ob-
jeeto ; o de n. II, isentindo dadeina urban o-
edificios onde funcciouain hospitaes; o de n. 13*.
alterando limitas da fregu -zia de S. Pedro Martyr
de < 'nula, com um requeriinenlo dos Srs Mello
llego e toines Prente, pedindo audiencia d
Exm. bispo diocesano, semprejuizo da primira
segunda discusso.
Entrando em priraeira discusso o de n. 10.
anda desle anno, autorisaudo o presidente da pro-
vincia a contratar o encanamento d'aitua |iotael
e illuminaco a gaz para a eidade da Victoria, fi-
rou adiado por 48 horas a requerimento do Sr.
Gees Cavalcanle.
Em seguida foi rejeitado era terceira discusso
o projecto n. 92 de 1872, ceneedendo privilegio
para fabricas de curtir couros
Finalin .'lite entrando eui terceira discusso <>
projecto n. 70 de 1872, elevando os vencineiito.-'
de solicitador dos feitos da fazenda provincial, li-
cou adiado a requerimento do Sr. Gomes Prente,
ale que as diversas emendas a elle olferecidas se-
jam impressas no jornal da casa.
Estando esgotada a ordem do dia, o Sr. presi-
dente levanta a sesso.
A ordem do da para hoje : segunda discus-
so do projecto n. 98 de 1870, terceira dos de BS.
128 e 103 de 1871 e nica discusso do de n. l-'i
do anno passado.
Nutriz, de "Santo Antonio Por por-
tara da presidencia da provincia, de 13 do cor-
rente, foi recebido o recurso iulerposto pela iruian-
dade do Sanlissimo Sacrainenlo da fregnekia de
Santo Antouio, da deciso uVi Exm. e Rvni. Sr. bis-
po diocesano, julgando-a interdicta uo ell'eito de-
volutivo, mandando-se proseguir nos tramites le-
gaes.
Ilelpiados Iliterarios.Por |.orlaria(Li
presidencia da provincia, de 13 do correnle, foram
Borneados delegados lilterarios : da povoacio de
Una, Bernardino Alves Machado ; e da povoac.'u
de Propriedade, Henrique Angosto Millet
Arsenul de imiriiiliu. Por portara dx
presidencia da provincia, de 13 do correnle, fu;
nomeado o Rvin. Telesphoro do Paula Augusto.
para exercer interinaueuio o lugar de capellao d;i
companhia de aprendiao* artfices do arsenal de
marinha.
Trras di-voluta*. -Por portara da pre-
sidencia ila provincia, de 13 do correte, foi no-
meado Joao Baptista da Rocha Baixa-Lins, para
servir de escrivi perante o ongenheiro Luiz Jos
da Silva, na demarca.;\o das trras devolutas o pos-
suidas, sujitas legitimarn e revalidacao existen-
tes nesta provincia.
Auloridutle policial Por pelara di
presidencia da pr.ivinea, de 14 do con ente, foi
nomeado delegado do tormo de Flores, Francisco
Gomes Villa Nova.
Promotor puulier. -Por portara da pre-*
sideneia da provincia, de 14 do correnle, foi exo
nerado. seu pedido, o bacharel Sebastio Cordel-
ro Cf>lho Cmlr^, do Bonito.
Termo da Kseadn. -Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 14 do correnle, foi con
siderado vago o lugar de I* supplente do juiz mu-
nicipal do termo da Escada, por nao ter lirado ti;
lulo q bacharel Sergio Diniz de Honra Mallos, foi
transferido para esse lugar o 3* Manoel da Ro-
cha Lins, e nomeado para este Jos} Pereira ae
Araujo.
Jury dReeile.-Cotn a assistencia deir
juizes de faci, insUillou-se hontem a 2.' sessao do
tribunal dojurv.
O Sr. Dr. juiz de direito eonvidou o Sr. desem-
nargador lnreneo Jos da Silva Santiago a presi-
dir a presente sesso, como lhe tora. Sendo mul-
to adiantada a hora, ficarara os trabalhos adiados
para hoje.
Vapor Ipojue;*.- Chegou rontcm do Cea-
r e escalas, nada adiantando as noticias de que
foi parlador s que recebemos pelo Guar.
Dinheiro. -O vapor Ipojuca trouxe para :
f .i ,....:.. i. i__r... lvmn
3:60)*O0O
3:l60i0iii
S.56J500
2;oo:)i0,(l
2:iH)0iU,H^
l:K'ii :ih.
I.83U640
1:2*0*0 9
467J21H
4;iiSi)0i)
372*48.
2U*0CO
SiMlJ'J0t>
76 anoos
Alf.edo Gareia 4 Irrao
Gomes de Mallos t Irmos
Jos Duarte das Neves
Barros, Monde* 4 C
Fraga 4 Rocha
Joo Jos Rodrigues Mondes
Joaquim Jos G. Beltro 4 Filb
Alfredo 4 C.
Severino k Irraao
Antonio Crrela de Vasa ineellos
Antonio de Honra Rolim 4 C.
Dr. Joo da Silva Ramos
Monleiro. Gregorio 4 C
Joo Jos da Silva
Anniversarlo.Completa hoje
S. M. o Imperad .r da Allemanba.
Diario de Pernanibueo Se chegarein
ije os Tapires asfleiro Cruzeiro do Sul e fran-
..z Bamba, do sul do imperio, distnbuirerao-
ainann nosso numero de segunda feira.
Bi'iielleio. .Segando se esporava, f> ex-
.raordinartamenle concorrido o aspectaedln d-
antes delunleni no theatro de Santo Antonio, cu
jo producto ser apphrado em favor do projecta-
do hospicio de alienados, nao obstante a nofte I r-
nar-se tempestuosa.
\ sala achava-se profusamente ornada de lian
letras, duas bandas de msica, a di rorpo de p>
ficia e a do 9 batalho de infamara de liana.
preeiichiam os entreactos, deixando ouvir v.ina-
dissimas eomposioads ; a eaecucaoda peca a ti- .
Hu ioAsmlaimo, de sobejo apphudida |a pelo pa-
blico. conquistou anda tuna wzpalmas invejaveis.
Pela sociedade que c mcorreu a esse esp i
culo, presumimos que seo producto sera imaar-
'Instituto Historien e Philosoplu-
eo. -Amanh, as 10 horas do dia, uva cata s -
iedade a sua sesso de abertura, ra di Ran-
gel n. 73.
O theatro entre ns.-Pedem-nus a pu-
blica.o do seguinte :
.i Nao poucas vezes temos ouvido dizer, que
nosso publico nao vai ao theatro, nao gestados es-
pectculos dramticos, nao apreciador da arto.
e outras quejndas invencocs, que s tendera a de-
primir o nosso estado de civtlisacao. Entreanl.
nao esta a verdade, presenciada por aqueiic-
mesinosque assim nos julgam. Protestara corara
se neltiantc calumnia as passadas companhia ura-
mateas do Santa Isabel, onde mais de um anisi.i
foi laureado e devidamente apreciado: ">'"-.;'
ainda a empreza Vicente co... osen vana, c
torio e amor ao trabalho. Se mea Mft dcurio-
sos sem nome e sem prestigio, se cli.in 1.1 nmn
rompan ia d artistas: se fabricar un Miilb qual-
Jue e ex lo a irrisi. publica, empreslando-lhe
n lg es, que nunca fez, se charaa um drama ; se
[a i lar o bom senso na exh.b.rai de pMa< im-
Dortintes, a por que estas teem imi nome, que
pode attrahir a concurrencia, se chama nina boa
direceo, ento concordamos com os que propalara
a falta de gosto do nosso publico. Felizmente
assm nao ; vens com prazer o nosso publico
coneower ao theatro do Santo Antonio, sempre que
acate se annunria urna nova peca, < tato por que
acrodita nos artisus que alli trabalham com vef-
dadeira dedioajao e se parvemu. PJt "n.u
ciada uraa uganu ......, .
frago da Meduza, ou outras muita, ei-lo procla-
mando a excellencia da peca, sua boa e.xecucSo, e
ap'ilaudin lo os verdadeiros interpretes do pensa-
menlo, aquelles artistas que vivera para a arte e


IJ&rio de Pernambuco Sabbado 22 de Marco de 1873.
lo da arte. Quando nao bastaste oque temos
dito, e. o milito fue rtula teriamos que ilizei' ueste
ataranto, as duas (rititias repetiroes da Cigana de
Pars ahi estavan para desmentir os que nos con-
sideram anda to tratados. No sahbatio passado
a concurrencia atr theatro de Santo Antonio foi-tal
que mais de cem pessoas deixaram de obter bilhe-
es, tendo se vendida eadeiras a cinco e seis ipil
ris, pelos cambista^, quo Bao pdWein xoecasiao
de exercerein a s*a :agiotageiii. No demtago in-
da o theatro esteva cheio, e pura He consta-nos
t Monte a embrea Vrente pera* *nnorta|tes,
orno tvn feito, a Teri que o ubco no e nidilfe-
rente, nem arte, nem aos artista*.
\*lhvvi: |elo cln arhimieo-
llonlcm peUdaanh* mandando capitao da birca
iugleza **fez# dhu, .que nm marinheiro fosse ao
loro arruinar mis ba'rrfs rom agua, que la esta-
vaiu, para all aegbio o nfeh'z e mais nao tnrnuu.
Estranlixndo o eapitio a demora desse inarnheiro,
manden mu outro, e este, como o primeiro, tam-
*eni se Ikou. Impacientado o capitao com o que
aconteca, desee elle mesmo, mas para tambem fl-
ar por sua vez. Entilo observaram que elle ao
i-hcgar em certa altura eahira como (pie fulmina-
do. Preeipita-se o pumo, atim de acudir a seu
rapitao e cabe como dle fulminado tambem.
Era assombroso o caso. Um marinheiro cau-
telosamente deseen ainda, e ncohheccndo o
que baria, tornou para cima, enrolou na cabera
um lona de mdo que Ihe taparo perfeita-
inente a bocea e o nariz e dusceudo de novo en-
se; uio, por nvo de-ganchoi que prendeu cin-
tura dos qualro corpos,dar lugar a que fossein fi-
les retirados d'aHi.
Chegados cima eram quatro cadveres. Foi
horrivel aquillo.
Coniparecendo iminediatainente bordo o
Sr. inspector da saiide do porto aroinpanhado do
l)r. K. King e proeedendo a diversas exiterionrias,
verifirarain que fra a morte desses quatro ho
mensoceasionada por forte exllalacao do acido
arboniro e que iemm ter suecumbido instan-
taneaniejiU'.
I" \ i>l<;< fio nrei-ssarln.- Enviam-nos
< seguidle :
rara ipe se no supponha quo Aniceto de
tal, hdeeiro do Exm Sr. Ilarodo Nazareth, (tal
perverso, e que Antonio Banana, de quein Vmcs.
tratan na na Revista de bontcm, um santo,
rogamos-lites nos perinttain a segiiiuto narra-
tiva :
Toado semana pausada Mnoel Dativo dos
Santos, condecido por Trovao, morador em Fra
de Portas, dailo urna bofetada em um fuao Teixei-
ra, liseal da linba de bonds para a Magdalena,
sea disetHtfie que eom este tivera, nesse povoado,
(ui n i domingo passado all insano esbordoado por
mu cresrido imnisro de empregados dessa com-
panha, que, vendo Dativo embarcar n'iim bond,
em riagein para a Magdalena, tomaram passag m
nesse mesmo carro, realizando o espaiic.uiiento
jiroxiaio ilo termino da linha, escapando o infeliz
Dativo de levar urna tacada, por ter Aniceto, bo-
leare do Exm. Sr. Bario de Nazaretli, desviado
a mao do a Desagradando aos espaneadores o proced-
ment de Aniceto, juraram tirar ne!le un des-
Jorra, logo que podessem.
Na quarU-t'eira (t) ao escurecer, mando
Aniceto ia *Li asa do san pairan para a de atta
familia, um pouco distante daquella, i'oi persegu-
-do por Antonio Banana e mais dous compariheiros,
pie estavaui armados, evitando a sanba desses
tres individuos por ter corrido e penetrado na
caa de na m irada, onde el les tcmeram penetrar!
ii i e Aniceto.
Eisos fados taes com se p.vsaram.
liando cabimento essa ex|t)ieaco, corre-nos o
lever de declarar pie a iarracao pie lizemos e.n
nossa Itenistit de houtem, foi liaseada no deiKji-
111 uto de Banana peante subdeltgacia da fre-
fue-ia do Heeifc.
1.-ila< agente Pinto effectu.ir boje na
Atoeiaeio Conunereial os leiloes, estampados na
competente aaecn, las anoUeee das eorapanuiaa de
Keberilie de Seguros Utilidade Publica e Pernam-
bueaia.
Pnssaspcipos.Vindos de Granja e escalas,
-SO vapor Ipijuca :
D Juan llusson, Francisca d'Oliveira Cuide.,
Francisco Pacheco o um tilbo, Joanna Martlia dos
Santos, Vicente Ferreira Monte, Francisco Jas L.
Alve>. loaqtlira (lurgel Amaral, Manuel Francisco
Cunha. Jos l.ourengo Collares, Jos Borges Gur-
jao. Licurgo P. d'Agniar, Antonio tJirutiano Go-
mes. Lia Flix da Silva Caldas. Cicero Carlos de
Olivera, Galdino Apolonio dos Santos Lima, ioo
Aea -io Varelia Braaea, BaWiatar de Monra e Sil-
vi i.i.-i {iiiin Prmlno D!an Goocalvea, Manoel Xa-
vi.-r Monte-Negio e um lilho, Maupol Maitins da
Silva e um lillio, Ioo Baptista da Silva, Francisco
Teixeira Barbosa, Jos Podre d'Aquino, Jos Anto-
nio de Moura, Mincrriao Henriaae de Oliveira,
gua mana, quatro filhos, dous criados endona es-
praros, D tuiinsos llenrique de Oliveira Jnior,
Jae pies l'lys-es e su i senliura, Rita Antonia de
Mello, Antonio Plorenciano, Miguel Tavares, Filin-
11 Elysio d'Aibat|uerq,ue, FeUcune P. de Lyra Ta-
vares. Joao de Oliveira, Dicadato Jos da Silva, E-
duardo Keller, Symphronio Gozar Paes llarreto,
Julio Cesar Paea Brrelo e sua familia, Eduardo
Lopes, loaqnim Felippe Be VI tura Guefles, Manoel
Pjreira da Silva. Joao Baptista Xavier, I). Ilenri-
que Rodrigue > Cao, Juo Meadei d'Araujo, Anto
no Augusta Vi-ira da Silva, sua seuhowi, sua so-
l'im. um menino e dous criados, Elias Francisco
Mindello, -S nufragos d)brigue sueco Hxpress, i
pra;as de polica, H eseravos entregar.
Ceiniterio public<.Obituario do dia l'.l
ilo corrente:
Cosme, pardo. Pernamboto, 3 mozos, Graca;
niiviilses.
Braziliano, pardo, Pernambuco, 13 mezes.Boa-*
Vista ; intente.
Manoel Rmios/de Jess, pardo, Paralaba, 58
mnu, casad i. Boa-Vista ; gastro OBlerte,
t;in prvulo, pardo. Pernambuco, Boa-Vista, ip-
jiora-se a idade e a molestia.
Bosa Mana da Cjikvc.o, parda, Parahyba, 53
.unios, solteia, S ; elepianliase dos geegos.
Aleo Soares Pereira, pardo, l'eniainbuco, 76
ano >, vinvo, Boa-Vista ; elepbanuases dos araj
bes.
_ 2) -
Joo CapUtrano Vellos i, pardo, Pernambuco, 13
anuos, ign ira-te o estado. l!oa-Vis:a. militar; d;ar-
rba.
Francisca, parda, Pernambuco, 8 niezes Reci-
' : di Qti;ao.
Manoel, branc >. Pernambuco, 30 das, Recite ;
onvub les.
Mara da ConceicJo, parda, Pernambuco, ii an-
i ns, soeira, Boa-Vista ; entente ebronica.
FeHzardo Pires Ferreira, prcto Pernambuco, 40
auno" solteiro, Boa-Vista; hepatite.
Leovigdod Moura Araiijo Pereira, branco,
IVraambueo, 7 anuos, Santo Antonio ; fehro anu
relia
' BBOKKA JU>EttJtttt,
i -i:?iil (I <' \ DA SESSAO \rMIN'! MARCO DE 1873.
t l.i ..:..". :. l>.; Bim SO. CONSKLHEinO A.NSKLM i F.
rF.RI-.TTI.
\ 10 !: iras da mab, reunidos os Srs. dep'i-
lado -retario Olintb'Bteto?, Cndalo Aicoora-
i i Machado, o Sr. supliente Pererra
Reg', o Exmj3r. ooaceineiro prcraeue dMsroa
,.'.....; sao.
Lida, ;.i, .v'i'i-nvj'ia a -acta de lido presente mej
KXiF.DIKNTP.
do leeretario do tribunal do eommereio
ii,. Babia, acensando o reosbmonti do offlcio de*
ribunal de 13 de revereiro ultimo, oobrmdt) a
ie!a\'.io doi eommerciaotos tfon se matricularan!
dorante o mea anterior.Mandou-se para o ar-
rllivo i
01!' i i da junta dos CMTetoree, -emettendo o
im das cotacoos offlciaef da semana de a 8
do corrente.Para o arobfvo.
Jornal ollin.il de ns. 4 a 4!). -Para o archivo.
Ltvro de registro, da correspondencia oflBeiaJ
regularmente e.icripturado at o n. 4o.
Lbrros eomiaerciaes submeltidos a rubrica :
Copiador de Alcoforado Vieira 4 C, dito de Soaz
SonIMm 4 C, dito de Antones Gnim.irM 4 C.
DKSPACHOS.
K quei-imeiitos :
De Kclix Pereira da Silva o Jos Joaquim Arlo;t-
mi G nmaraes, apresentaodo para se Ibes registrar
asen contrato social soh a (irma d Pereira da
silva & <.mmaraes.-Vi->.a ao Sr. desembargador
twcal. c
De Franeisco Nunes da Silva e Juo da Costa
Ribeiro, gubmettondo a registro o .distrato social
tue celebraram, da firma Francisco Nudos da
Silva &'C.Vista ao.Sr.. desembargador fiscal.
De Antonio Jos da Silva do Brasil e Joauun
reiippe da &Mta, apresentando o di-trato definti-
w da firma Silva ^ Jonqnim Pelippe, afim de ser
registrado em substitn gao do que fura lan-ado
olfvro avnts, em* r*>ao dc's napWl>!go'o"
sello competente, -r Infirme a sir-yetaH*... .
I Nao votou o Sr. denutado l.opc> Machado.)
De Pedro Bruno Laupiquef c Joo'Ferreira dJif
Santos,- juntando o seu contrato social para o lim
de ser tambem registrado. Vista ao Se. desem-
bargador fiscal.
De Pedro Bruno Launiquet, negociante matriciv-l
lado, suhmcttcndo a registro a nomarao de seu
raixeiro Joao Ferreira dos Santos.Informe a se-
cretaria se o supplicate coinmercanle matricu-
lado.
De Franklin Alves Moreira e Firmnb Vieira da
Suva, juntando o seu contrato social |*ra ser re-
gisirado. Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Alfredo llenrique Garca, como jirocurador
de Francisco Colho da Fonceca k Fillm. da pro-
vincia do Cear, requerendo o registro da nomea-
fo de caixeiro dada par sens consmumles a Hen-
rique Colho Machado da Fonceca.-Como re-
quer.
Da direccao da companhia de segures inacjlimosj
-l'tilidade Publica-, peaindo o registro dasduas
nomeacoes que jnnta, sendo urna de guarda-Hvros
fcita pessoa de Joaquim Feliciano Gomes e nutra
de cobrador dada a Flix Goncalves de Arruda.
Sejam registradas as nomea.ocs juntas.
De Ramos 4 Machado, pedindo que se Ihes
transfira o livro copiador qoe perlencra a Joao
Ramos, um dos associados a dita firma.Sim.
Do barao de Bemfica, requerend) o registro da
proc.uraco por elle conferida a seu lilho Jos d
Oliveira Castro.Deferido.
De Joao Jos do Carvalho Moraes, requtrendo
por certidao o tbcor do distrato social de Paes de
Meilo 4 C. -Na forma pedida.
De Francisco Jos Gon.-alves de Siqueira, para
cerlificar-se-lhe se cominerciante matriculado a
se Francisco Jos Goncalves de Siqueira Jnior
on n5o seu caixeiro. Certifique-se.
De D. Uuibelina Rosa de Lima Pinho e Jos
Francisco de Moura Jnior, para registrar-se-lhes
o seu contrato social. Cumpra-se o disposto no
CMARA MUNICIPAL.
i.' SESSA0 6nMN>r.IA AOS 26 DE PKVBREI-
' JO DE 1873.
iKtsWic'Vc'rx do sn. mi. Mtsnoso.
! PiOaontaa os Srs. Hcgo e Albuouerque, Angel)
Henriques, Costa Moreira e Dr. Villas-Boas, abri-
se a seuau, e foi lida e approvada a acta da au-
tecedrtite. ''
Leu-se o seguMo- -j( _
fin ioflcio do'Ex fresidnle da provincia,
uisiiiittindo por copia, lis intoriiaeoes prestadas
i offji-io de 21 fie cocreaW, sobji. 115, pelo ins-
ctor da .lliesduracia fie. fiueda e pr-curadpr
cal ce sportivo, acerca de um terreno alagado no
lugar doMbnguiaiio, qun solieifcdo pela cmara
niiiicijih para logradaru-o pubjiro Aguarde-se
o resultado Uasdlrigenms, qe s-sto proceden-
I do pelo iuizo dos fetos da fazenda sobre o terreno
edi njlesjit. | 'i A fl Qi < i 1
Oplru do tngcalieij" ("bofo das oras tOHioa/,
tratando do projeeto de posturas mumeipaes' apre-
sentadas por est*amura, -com despaeho do Exm.
presiilente da provincia, mandando informar.
art. 2." 7. do decreto n. 4,505.
Replica de Antonio Valentim da Sika Barroca,
allegamlo que estando na Europi um dos associa- t
dos afirma que requer ser matriculada, de Bocha, Se mata na mesma freguezia.
Cunbada 4 Sobrinhos, nao podem os que residen) 'ciar a eobrane.
na capital do Cear declarar a idade daquellb
socio. -Diga a secretaria.
Requisie.o da secretaria para effeito de ser or-
denado que os contratantes Abreu Rocha 4 C.
rectlH|iiein os exemplares do seu contrato social.
- Os ipplieantes facam as emendas a que s re-
fere a presonto informacao.
Nada mais havendo a despachar, o_ Exm. Sr.
eonselheiro presidente cncerroii a sessao as 11 c
meia horas do dia.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 13 DE
MARCO DE 1873.
PI1KSIDF.NCIA DO EXM. SU. CONSP.I.IIF.IRO ANSELMO
FRANCISCO l'F,IIRTTI.
A's 10 horas da matiha, presentos os Srs. di-
putados, secretario tilinto Bastos, Candido Al-
coforado, l,opes Machado o o Sr. supplente Pereira
Reg, o Exm. Sr. eonselheiro presidente abri a
sessao.
Foi, depols de lida, approvada a acta da sessao
passada. "
KXPFDIEirrW.
Disti ibuir.tin-se os seguintes lvros :
Copiador c diario de Pinto, Moreira A C, dito
e dito de Vianna e Silva, diario de Soares da Silva
4 C, dito do Jos.'' Antonio Mac'cdo Lopes.
DRSI'ACHS.
Reqnerimentos :
Do agtHite de Iciles Jos Maria Pestaa, mos-
trando can o competente coahecimento ha ver |ago
o imposto de, sua profissai relativo ao segundo se-
mestre do exercieio e 1872 a 1873. Registrado-
o conheciiueuto, seja entregue 10 supplicanhv
Pe Jos Vctor' da Silva Pmcntel, solicitando
Ijaixa no registro da nomeav-io de caixeiro por
elle dada a Cicero Buarque Bandeira de Mello,
visto nao ser mais seu caixeiro. C uno rcqnor.
De Silveslre Baptista de Santa Rosa, par certifi-
car-se-lbe .icliar-se ou nao n^cripto como caixeiro
do finado Rodrigo Pinto Moreira -Certifique-se,
De Duaite Antonio de Miranda, para registrar-
se-lbe una procoracao t asante que junta.Como
jiede.
" De Joo Procopio dos Santos, para scr-Uje re-
gistrada a sua nomcacao de caixeiro de Manoel
Gomes da Silva AmoriiNa tornia pedida, Sen-
do que o patrio do supplieante nao provo^i, como
disse em a nomeacao annoxa, sor brasileiro 0'
mesmo supolicante.'
De Jo'o Pereira da Sjlveira, requerendo o regis-
tro do distrato social feito entre Jos Targino Con*
calves Fialljo e D. Maria Rosa de Mello. -Declare
o suppliiante qti.il o capital com que sabio da so-
eledade.
De Simoes 4 C, igualmente requerendo o regis-
tro do contrato social que celebraram para com-
nierciarein por grosso e a retallio em drogas e me-
dicamentos na phannacia n. ti da Fricado Conde
d'Eu.-Vista ao Sr. desembargador fiscal
De Joao de Lentos Leal Reis, juntando para ser
registrada una procurado de seu conimittente
Guilherme da Silva Guimaraes, ora residente na
cidade de Lisboa do reino de Portugal. Regis-
tre-se.
De Antonio Jos Leal Reis, juntando tambem
para o mesmo Sin a procuracao bastante que Ihe
OUthorgra sua eonstitninte D. Umbelina Libania
de Lcms Guimaries. -Deferido.
De Chagas 4 C, aprosentaodo a registro o sea
contrato social. Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
INFoHMACOKS DA SEnitETAIUA.
Em cumprimenio do despacho proferido na pe-
Icio de Silva 4 Joaquim Felippe, declarando
achar-se registrado no livro avulso o papel a que
se referirsni os supplieantes em dita petico, e que
posto seja legal a verba de sello, parece que bou-
ve equivoco da recebedoria, cobrando menor sello
do que o devido. A secretaria, tendo e:n vista o
contrato da sdeiedade que honre entre os suppli-
eantes, informe qnal o capital com que cada um
d'elles entrou para a mesma sociedade.
Respectivamente ao pedido de l'edro Bruno Lau-
piqnet, tendo verificado ser elle commerciante
matriculado no tribunal do eommereio da Baha
Hegi*tre-se a nimea.-i junta pelo supplicante,
que allegou, mas nao piovon ser brasileiro o cai-
xeiro nomeado.
Em componiente do despacho de 10 mareo,
exarado na replica de Anl mo Valentina da Silva
barroca, demonstrando que as condicoes exigidas
para matricula individua!, devem ser mesnlas
que regulem a das firmas ioctaes, e declarando
que a firma que im|>etra matricula nao em con-
trato registrado ueste tribunal.Indeferdo. vista
da informacao.
COM O PARECER FISCAL
Requer mentos
De Jos Bernardo Mendos e Joaqam Pacheco da
Silva, contrato de dis-olueo de .sociedade. -Re-
gistre-se. na forma do decreto n. 4.3I4.
De Jos Bernardo .MenJes c Francisco do Couto
Gaimaraes, contrato social.Registre se, na forma
do de-reto n. 4,391.
De Sonta 4 Portilla, don).-Seja registrado,
segundo o disposto no decreto n 4,394.
De i. lue 4 Reis, ilem.Faea-se o registro pe-
dido, de conformidde com o deereto n, 4,394.
De Jos Fortunato dis Santos Porto c Antonio
Francisco dos Santas Falcad, distrajo social.Re-
gistre-so no livro avulsO, al que, liquidada a so-
c lade dos supplieantes, seja coiiheeida a qnantia
que pertenecu a cada socio, atim de que seja sa-
tisfeito o sollo respectivo.
De Manvl da Silva Maia. contrato rree1 fizera
com Aqjonio da'Costa Correi.1 Leiln. -Satisfaca o
parecer fiscal, moditlando a parte do contrato
junto, qnal se refere o parecer em questio.
De Antonio Ferreira de Lima e Manoel Joaquim
Alves Costa, distrato social.Seja registrado, na
ferraagdo decreto n 4,:94.
De Victorino de Almeida Ral>el!b e Jos de Al-
mei.ia Rabello. contrato social. -Como reqierem.
De Victorino de Almeida Rabelb e Manoel Bap-
tista de Figueiredo, iilem. -Saiisfaam o parecer
fisul.
Os argumentes da opposicaosJfo rnsr>rdqifepaVsr!izti! ciifiie dhs dlleetates e arnaiores.
Adiado.
.
Qutro do solicitador, dando a.rekico dos termos
dn.infrac>ao, qu se icham em setl poder, e qno
ainda nii foram juizo, em cumprimento de or-
dem'da cmara munielpibAo Sr. vereador Lobo
Muscoso. .
Oiilhi db procurador, comihunietindo haver re-
mettido os objectos necessarios s convocacoes das
juntas qualifictidoras.Inteirada.
Um parecer do engeiibeiro cordador, l
ds limites da cidade.(Juc so remetta' p&f pia
ao recrutador da Hdade
Outro do mesmo, sobre a petico d- Manoel Jos
Marltrts das XeTes-.-^CbdcedeO-se, asi^naildo' ter-
mo de obrigijao;
Outro db mesmo, sobre a pefic3o de Jos Fran-
cisco FTadiqne.*JCortceMefl'se,: ssiglmndo tetno
de obrgaco.
Um ofticio do Hscl da fregueiia de S.'Jos, dan-
do cntas da ameada'c'an qu tem feito do im,-
psito de OO t*. sobrte gado s'ui'n' e ovelbum- que
CorttmOe a dillgen-
miorentes, s;lo infauti*.
A Producid, propondo-se a analysar o relatorio
dti S. Exc, uenhuma cousa digna ie acha, nc-
nhiima ideia, principio, medi*i que raga 11111 be-
neficio provincia, mas como.todas as aecusa^es
da Provincia sao subtis e impalpaveis. teem a
propriedade physira da mponderabilidade
A aflmintstra.o do Ejfrr. Sr. Df. Ilenrriiue Pe-
reiBi du.LUfena, posta, margein a idea ue poli*
tica, un felo, que jase a cbnset|iieci que nos
aprsenlas) os principios, constituir orna excep-
cao regrageral, Oinadminislraoide infltt'
xna e. res di los benficos e sal uta res.
E nos, pedmos a attencJo pubBea para a serie
de artgos q^e dcsprefcnclosamenle desojamos es-.
crever, norqpc tere.iiosVde analysar onosBo estado
actual em p^alcllo com as iniciativas do progress)
em lace do reletono dj S. Exc
Apesar da Provincia do directorio julgar que o
rotatorio de S. Exa um plano rido, que% pri-
r*ira vsft'promette, mas que%se alguiu fin sfio
torcidos e entesados, ebnlndo para aqueles, para
os propros liberaos sinceros, elle um oasis, no
juaL^iepois^a/j jini ^ingo de erto arenoso se en-
Outro do fis -al da fregnezia do Poco da Panefla,
informando petiello de Francisco'Jorge de Suza.
ffidt'fcro-s. ,
Um i peticio de Thomaz de Crtalho So."res
'Brandao.Ao engenheiro, conr lplrfnW.
Despactiarmi-se as' petases : 9e AntOnio'IOsp
Leal Reis, Claudio ebeux, Frataclsco; Jorge" de
SOnza, Fbppe 1O|s da Crnz, F.anefeo Bernardo
de CarvaJIo, Ignacio' Esteres' Mortra da dista,
Jos Manoel Teixeira Guedes, JOanliim Franetsc
das Chagas c Silva, Jos Joaqnim da Costo Braga,
Ltiz'CelanoRorpew, MnOel J0# Ortielre Jubior,
Miguel ArcHanjo ir* Crur. Mtfnrz e Pedro Ferreira
da Silva, c levautouse a sessio.
Eu, LurcflWi Bzerr Csrrierodft Cunta, secre-
tario, siibserev.
:Dr. Pfdro He Atkaytle Libo .VMcosOj pM-presi-
deule.-Manoel Joannim do fl*je>IffllUfM*|MM-
Angelo Henriques W Silva. A ntonro Remar
Quintero. Dr.Sillfio-TWrqHinio Villas-Roas.
o.' SESSO ORDINARIA AOS :8 DE FKVEREIRO
DE W73;
PnFIDBNCI.V DO SB. M. M0SC0SO.
Preseiites i Sr*. Reg e' Amtiqocruue, Quin-
leiro eDi' Tifias Boas, abrio-sea sessio e foi lida
c appr'v.iffa a neta da antecedente.
Leu-se o segmte
FtrrniFNTB:
Um officio do Exm -presidente da provincia,
conjmonirnndo ojie dex*e tr lngar 'no dia ii* de
marco prximo vindouro, urna hora da taro*; h
abertura da sessRo ordialria d oorrente armo dh
assembla legislativa provincial, e recoinmendando
cmara' nirfcpl qu mande prefinrar a grejh
matriz de Santo Antonio, ,1flm de nena celebrar-se
a mis' votiva do Divino Espirito Santo, a hora do
estvIO.Ao proenrador.
utro do iosmil, ordenando cmara, municipal
que d-v, com urgeneja, o seo parecer sobre, a neth
cao que dirigi p'resideriria a sociedade Amor a
Bencficeocia dos talhadores de carnes verd>s, re>
'presentando contra a dos marchantes de gado, a
qual foi remottida a mesma cmara ijiara informal'
em 14 de jancim ultitno.-Qie se ouinpra.
Outro do juiz de direito da 2. vara eivel da co-
marca, convidandoab presiilenteda amara, como
muidos efarieularkx, para comparecer no dia3 de
rtarco proxim virtdoUPo ao sortoio dos 4H jurados
que bao de servir na segunda sesean indiciarla,
convocada para odia 17 do mesmo mrz. hitei-
nula.
Outro do subdelegailo do S. districto da fregue-
zia di S. Jos, coinmunieando ter assnmido o exer-
cieio de seu cargo.Inteirada
Outro do proenrador, dando contasdas despezad
leitas pelo amanuense desta eamara, Joao Ribeiro
PeesOa de Lcenla Jnior,' com o> asseio da sala
das audiencia''. -Esto satisfeitas as neeessidades
relativas.
Outro do mesmo. acerca dos termos de infraccao
lavrados contra Krederlco de Souza Gomes e o pe-
dreiro Silvestre Lourenco do Espirito Santo. -Adia-
do, para seren confrontadas as inforniacoes P
procurador com a do solicitador, que devero com-
parecer na primeira sesso.
Outro do mesmo. apresentando o baioncete da
receita e despica jclativamente ao nn-z de Janeiro
ultimo. -A" commissao de polica.
Outro do fiscal da freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
calves, coiiimiiicaudo que o termo*-de infraee>o
vrado contra Joaquim Collares, nao l'oi.reraettido
i cmara, porque, tendo a parte satisfeito a sua
importancia, Ioi-lhe entregue com o recibo no ver-
so. -Inteirada.
Outro d > mesmo, remetiendo um termo de vis-
toria feita no predio cua da Mod n- 37, perteu-
1 Casa de Misericordia desta cidade. -
rowa.o Kctisa b. rtrificante que refocila
as forjas extenuadas do caravaueiro.
Quera UVer a obre njciepca dbaTer mao da
historia do reinado do progresso; quem liver fo-
lUMo oy relatorios des presidentes desse partido,
que se baptisou com to, seductora palavra : ha de
reemihcer qae percorreo um dserto arendso,
rido, rlente c que se plantas encontrou, foram
produzindo fructos com 1 os qne nis descreven os
viajantes^ se'rem encontrados margein do mir
moHc. tem que contestados por Chateaubriand.
Xa poca do progresso destaca-so apenas urna
administracaodejusticaa doDr. Castello-Branco.
.Nao ha iniciativa alguma da parte de S. Exc,
nao procura dotar a provincia de mellioramontos
e reformas !....
Entilo o que significa o- empenho chm que
$. Exc. lanea a -peasa do *sylo de mendicidade ;
oiquw significa agraildiosa idVa de fundar o asrlo
dos alienados, dirifmdo-W'r'popiibicio, em'nome
dos nfelzes pedindo o seu auxilio, atim de trazer
um e^tiv'o ss^s'erit^s' dSgbos'd irommiseriicao;
'o qe'auer'dizer a csc'olhV de um local prmpta-
mente-feita- pari-a Fauldade de Direito ; i fus-
penso da ordein de dejapropria.o para a rasa
do correio, mandando estaar e levantar a planta
de um edificio que sirva tamben para a esta-
taco telegraphica e condigno da bella e grandiosa
phVinK., ,
, 0 que qticr feer qma cbmmissaojpara' a csco-
llia"de unifocal apropriado .fundacao de um Ter-
adero arseral ufe guerra'em vez de recnstruc-
I)e E. R. Rabello bunalda dtiviJa opposta peln escriyao de protest
Jos Mariano, do protesto de un saque que rece-
berm de Londres.-O tribunal rosalveu que fosae
011 vii lo o cscrivo Jos Mariano Sobre n pe I vi
junta, a qua! Ihe ser remiJ para scrvir'de
til' i sua inirmapao.
De New LOrtUon nn] BrsilTan Bank Limiiej,
registro dos seu; estatutos e Pana imperial de
aulorlsagao para poder ruucciona'r nesta prap,,v*-
infonne a secretaria.
De Francisco Jos Silveifa. cm que insiste [>elo
regisiro d tornea (ao ds caixeiros feita om 'indi-
viduos apontados pJa junta dos-cofretors como
zangas.Adiado, parju ter d,idoa hora lia mul-
lo, sendo um quarto dejiois do-mel da
Encerofl-se a scsao um quarto de hora
depois de meio,d;.i.
cent.) Santa
Ao archivo.
Curo do riscal da freguezia dos Afpgados, dan
do contas do qne tem recolhido do imposto de t K)
rs por etbean de.gado suino, ovelbum e oabrum,
morto em sua. freguezia.-Que se declare ser1
muilo p meo, e que continu a diligenciar a o-
bran-a.
Outro do fiscal da fregueaia de Nossa Seuhora
da finen, o mesmo sentido.Que continu a de-
ligenciar a eobran;a.
Outro do administrad ir do-matadouro do Poco
da Panella, pelindo am regulamento para o seu
trrico, bem como alguns atensi* de que precisa c
diminutos reparos as obras, e tambm roquisitan
do duas piaeas para maiiter a ordem do servico. -
Qnanta ao regulamento, que srva-se do regula-
mento do matadouro publico da cidade, e emquarj-
to aos ntensk e reparos, que seja satisfeito, assim'
como, que se officie ao xm. presidente da provin-
cia, para que seja satisfei a requisicao das duas
procaz.
Urna petiio de Antonio Jos Bodrigues de Sou-'
za.Ao e.ugciihero, com aplanta.
Outra de Lui/. Vicente Pinto!Ao fiscal.
Outra de Cramer Frey & C. Aoadvogado.
l'm requeriin snto do Sr. veroador Lobo Moscoso,
nos seguintes termos:
Requeiro que o procurador desta cmara, d-
po:.s de minucioso exame nos cartones por onde
se tratain as ejaettoea desta cmara, depo,is d
ouvir o advogado e solicitador, e fazef os lemais
- exames qio julgar necessarios,. informe esta
cmara do estada das suas questdas, quaes os
motivos porque algumas esto paradas, e outra'
nao teem fulo andamento olgum, emlini, preste
todas as inf innacoes necessaria* para 6e entrar
110 conhecmiontO' exacto da maneira.porque; se
* tem gerido as rjuestoes relatjva. ceoranta io
multas ti bntras.-Payo da cimaf." muiiiipa.l- ieeife, em o de teverdiro do 173. c Moteoso. Approvado.
Despaobaram-se as peticSes: de Antonio Jea-
quim Seri-magro, Antonia Mara da Coneei.ao, De-
metrio de Gusmfto Colho, Francisco Candido da
Silva, Francisco do Assis Medeiros Pinto, Guima-
raes A C, Jos dos Santos Natividade, JosFran-
cisco Kradiquo, Nicio Ruib^gues da Cunta; e i<\-
vantou-se a sessao.
Eu Lourenco Bezcrra Carneiio da Canhat 8d-
cretaro, subserevi. i'
Dr. Pedro de Athayde Mo Moscoso, pro-presj--
denteManoel Joaquim do Reg e AUmqaertJuk.
Anijelo Heni'iines da Silva. -* Gaetano Cyrio.o
da Costa Moreira.-Dr. Hiivio Tarquinio Villas-
Boas. _, j
O i-elt4r d Kvm.W.IIr, Hlen-
rjiir Pcreiria a usseuibla provitaofl.
Apczatr das aecusacoes vagas, aerias que a op-
p iiec pretende levantar e sustentar lotis viribvs,
contra o Sr. Dr Lucena, ellas se desfaiem
cao do actual f .
Isfojnio Importar iniciativa de nielhoramcn
lks 1
*. xc. iiomeia commls'scs para estudar e apre-
sentar projoatosde regulamcntos pai a o corpo de
polica, para a ihesuraria proVihcial,' para os
collgos de orphs c de rphSs ; e nada faz c
apta far,
O relatorio da S, Exc. apresenta a's questoes mais
vitaes da provincia.^ aprsenla algumas ideas
a adopta.'ir se, e 6 arjdo como um deserto !
Su EXc^o Sr.Dr. Henriqu l't'rera .le Lacena,
nao apresntu iri Velatorio com 1 nos pinta A
Provincia. ;
Sua Exc. apresenliano seu relatorio a.grande
uucstao do porto de Peruambueo pede o concurso
da assembla, das cmaras muureipaes c do prc-7
prio povo para que, repcsentcirt ao governo sobre
a realtsi.ilo dessa grandiosa idea.
Sobr a jnstruccao jiqbfica pede S. Exc. que se
reahse a Veform palpitante desse rabio, inicia elle
deas quantb a macan de bblithe'cas populares,
pede ipie se reyogiie a liarte da lei que excine
dos provimentiis das cadejras tdas as pessoas que.
nao forem alumnos da escola normal, dando assim
liberdade do ensinar qdem soher. Sobre o
gyhiuasi'), esse sorvedouro de dinhero, mOStaa S.
Exc. o seu estailo e apresenta a idea de rCfundi-
^.tocoin o'collegjo das artes, fio que nao concn
'damos pel3 razoes que dcsenvolvidatnente dare-
mos qando traannos da instruccSo publica ; so-
bre a agricultrura lnostra anda a necessidade de
abaiidenar o sryte/na rotiner 'e auto-economico
adoptlo' h'-sta provi(-ia, prcferhidb o systema
americano dos instrumentos agrarios, assim como
a urgente neessidade de promover a colonisaco
estraflgeira que nos traga bons usos, costumes e
se'.enca agrcola.
E irtco'ntestave), claro edrtic a Inz meridiana
.0 nasso alrazo agrcola. As sociedades que se fon-
daii hoj para Se eVap)harem amanlra, nunca ou
muito larde psderaO prodnzir rcsullad;s, por
isso que S. Ene.'pede aanmaedoeo concurso da
assembla, em favor dessas benemritas socieda-
des; Sobre o eommereio S. Exc. mostrando que
elle era dependente inteiraniente da agricultura e
sotTrera todas as consequeucias desta, expendeu
os altos desejos qne tem de ver creados escolas e
corsos commcrciaes.'onde se habiliten] as pessoas
qiic sigaui essa carreira; assim como a necessi-
dade qu Hdese fcuerrepresentar as assethblas
piTjvihciafes e geraes para b-;:n discutir e pugnar
pelos scus subidos intorcsses.
Sobre estradas de ferro, S. Exc, mostra eviden
temeute a convencer que grandes e immediatos
resultados tiara industria renda da provin-
cia, assim romo ao seu engrandecimentn, a factu-
ra de diversas emprezas, que, cortando a provin-
cia eni diversos, sentidos a fa.a rellorescer e tor-
nar-se o primeiro emporio do eommereio, nao s
'do imperio, como da America do sul.
S. Exc, comparando a nossa situacao com S.
.Paulo, faz sobresahlr a grandeza desta, resultante
desse grande motor de ihteresses e cvilisacao.
Apresenta a dea de garanta de juros s ein-
prezas,' f!uetdo-e os estudos das zonas, cujo trac
for resolvido primeiramente.
Mostrando as vantagen* das estradas de ferro
de Santo Anlao e Lmoeiro, apresenta logo con-
di..Ses que, garantindo os interesses das oorapa-
nhias, podem ficar como base legal de toda e qual-
quer empreza de sementante ordem
S. Exc. faz ver os perigos immediatos do retar-
daniento da realisaco de obras de tal natureza e
u prejnizo ncalculavel renda do estado, ao eom-
mereio e agricultura.
A alimenlaeaopublica, essa expiora.ao horrenda
de mi duzia de marchantes, niereceu ser viva-
mente delineada no relatoVio de S. Exc., pedindo
uui correctivo para esse grande mal e lembrando
a'formacao i: nina eomparfhia de pesca, com
m'aiores garantas do que as cedidas por urna lei
anteriar.
O Exm. Sr. Dr. Lucena, tratando do estado fi -
naneero da provincia, quo o mais contristador
possvel, recusa a dea de novas ImposicOes sobre
o eommereio, ja asss sobrecanegado, e agricul-
tura.
O nico meio de salvacSo sao as estradas de
ferro; serao Has que frao cobrir una divida
de quatro mil contose levantar a provincia, fazen-
do-a prosperar assombrosamento, como eih artigo
especial piovaremos.
E' em vista desse relatorio, cujas principaes
qdest Jes summariamente cam ennumeradas, que
se levanta urna grita de esterilidade do o'rgo da
opposicao.
Srs. apresentaias vossas iniciativas, c proVai'OB
boa f o que dizeis.
O espirito recto, do presidente da provincia al-
anjou as magnas questoes da provincia, compre
assembla por sua vez. studando s, desenvol-
vidamente autorisa-las.
Se nenhuma outra rhedida fosse lembrada e
instada por S. Ele, a nao ser a grande idea e
realisaoao das estradas de ferro, nica salvacSo
da provincia, istb so era bastante paca seh noirte
merecer honrosa lenibranca da Provincia, eja
gratidao cierna deseas comprovincianos, que es-
peram soborbos fructos de to auspiciosas ideas.
Reeife, 20 de marco de 187o.
rhoci(\
Cear.
Iffflf'C'B RTO.
Tete effeetlvainento lugar, nanoite de 0 lio cor-
rente, o concert dado pelo distincto pianista bra-
sileiro -Hermenegildo Ltguori, no salao do Club
Gearense.
j Liguori urna grande vosaco artstica, arreba-
tado pela inspiracao e aperfetcoado pelo estud,
emprehendido com paciencia durante alguns an-
nos na Europa, de onde acaba de regressar. jt
ludo.jsso rene urna, grande doze de paixo da
jn*cidade, e de sentiioenlos delicados, que elle trd-
dtia perfeitaraente em caila una das notas do m-
gico instrumento, que f;iz sua celebridade.
Tendo dado alguns concertos 110 Pai c Mara-
lihao, sendo caterosameote festeja 'o- pela prando
imprensa das duas capitaes, resolvca fazennos
tambera urna visita, e t!ar urna cxibi(o de seuls
p'pgrcssiis na arle que se dedicou.
Por maiores que fossein os seus esforcos e o de
alguma- pessoas que o coadjuva/am, nao foi pos-
svel conseguir a passagom de um terco, ao menos
dos bilhetes. Ha aqui perfeita c invencivel indif-
Nesta parte estamos em um atraso que se contra-
diz eom todos os uossos progr'esso's.
No emtinto -o conoerto foi levado avante, com
um limita'lssimo nu noro de senhoras e cavalbci-
ros ; era urna verdadelri sala de familia.
Liguori assentou-se ao piano contrariado, e sem
o enlhusiasmo que deva transmittir ao teclado.
(Jomecou tocando pira satisfzer o programmi,
mas acabou sem se dominar e arrancando do gru-
po que o eereava, frenelicos applausos. Sua exe-
eiii.'.io completa e purissima, e as difilculdades
sao subjugadas pela grande agildada de que dis-
poe, ou pelo gusto com que vibra cada urna das
notas. Se na phaotasia sobre motivos da Son-
nmbala de Talberg, elle arrebata pela bravura da
exoneraeao, na phantasia sobre motivos da Troni-
dor, tocada s6 pela mao esquetda, que faz ao mes-
fnio lempo o thema e o ncompanhamento, elle im-
prime em todos os espirtos um momento de ad-
iuh*aro ao sen talento.
A peqnena sala que o ouvia cobrio-o dos maio-
res e dos mais merecidos applausos, e retirou-sc
apresando seu justo mereciiHOflto.
Liguori foi coadjuvado por alguns outros artis-
tas, entre os quaes sobresahiram o Sr. Leandro
de Moraes, as difllees variaces de cirmela, em
que ravelou talento a g islo apurado, assim como
o Sr. Vctor Nepomuceuo na rabeca, <|uc to justa
repula;ao Ihe tem conquistado.
Liguori retirounie para o Reeife. onde de es-
perar, sja elle indemnisado da iiidilferanQa com
aue aqui foi tratado.
(Oo Futuro).
Ccai*aV.
APERTO DE MAO.
Parece de certo modo improprio, para um func-
conario na altura de S. Exc. o Sr. Dr. Oliveira
Maciel, esse conebego intimo em que se acha com o
seu escrivJo ha cidade do Reeife, nomoando-o seu
defensor n'aquclla cidade, e fazendo-o depositario
das intimidades do seu governo. O aperto de mao
que elle acaba de dar-lhe por rima do ocano,
dos mais suspeosos.
O Sr. Correa de Brito liberal, e como tal fre-
quenta os crculos polticos em Pernambuco. Em
prova da rigidez dos seus principios, que diz pro-
fessar, opnoz-se elle o anno passado publicaCao
de urna defza do Dr. Jos Avelino, na Provincia,
s iwrque n'essa defeza o Dr. Jos Avelino nsava
de algumas palavras de benevolencia para com o
Sr. willrcns, estgmatisando at com offensa ao
carcter d'aquelfe cavalheiro, a nomeacao por
elle aceita de procurador fiscal da thesouraria
provincial.
Ora para quem tao nexoravel com os conser-
vadores, fcil de crer que as defezas do Sr.
Brito em vez de espontaneas sao mallo instadas.
0 que verdade que o Sr. Brito nao pode
continuar suas defezas na Provincia, vendo-?c
compellido ir escrever em um jornal neutro.
Este facto edificante, e vale urna plena satisfacao
opposicao do Cear.
Nao queremos com estas palavras fazer offensa
ao carcter de S. Exc. e de seu escrvo, o Sr.
Correa de Brito ; mis o que nao resta duvida
que os Cactos prestam-se a este comnientario.
E' muilo mais proficuo que S. Exc. o Sr. Dr.
Maciel faca publicar aqui suas defezas com os es-
clarecimntos que manda para o Reeife, do que
estar a mandar apragdar-se (era do Oar : aqu
que os acontecimentes esto imperando com
ruido, que sua a tminislraco tem produzido que
elles devem ser discutidos.
O Sr. Brito, de Pernambuco, rcbella-sc contra
os intrigantes, mas nao "v qne os liberaos todos
do Cear esto revoltados com as suas jacula-
torias.
De-nos escrever n este ton, e sobre este as-
sumpto; mas mister lmbrar ao Sr. Dr. Maciel
que o seu eserivao liac-' a pessoa mais competen
te para defenderlo. '
(Do Futuro.)
PltAfiA' DT) ftCi l DE MARGO '
DE 1873.
AS 3 /2IIOBA3DA TABW
itifc9cs nFIrIa-N.
Assucar-bruto 'bu:n 880e I 000 por 15 kJlue.
Algodo-de I* IMltIOB por 13 kilos
Algododo Ro Grande do Norte 9,4700 pir J5
kil-is posto a bordo a frete de 3|8 d r 5
0i0, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 dr. 7 118 e 7 i i#
, d. por U. honlem.
Dito sobre dilo a 90div. J7 1(8 d. por UOMt, bojt-
Cambio -sobro o Porto -visia lo* 0|0, hontem.
Cambio-sobre Hndmrap a 90 d|v. 6 r?. por
11. M do banco.
Descont -de letras 12 0|0 ao anuo.
Leal Seve
Pelo presidente:.
J. da Cruz acedo
Pelo secretario.
ALFANDEG*
Rendimento d<> dia 1 a 20. .
dem do dia 41.....
893:2704 9 VJ
n\ ^rsua wsw
929:37t2Ci
^OMMERCIO.
G0MPANH1A
Phenix Pernambucana
Toma riscos martimos em merendonas,
fretes, dinhero a risco e tinalmente'de quul-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
bareacas, .1 premio? mujto mdicos.
RA DO COMERCIO N.3i.
SEGUROS
CONTRA -P0G0
pi>i
M
Una do Coniiucrcio n. 38,
moiro andar.
Agente,
W. G. PENNELLY.
BANCO COMERCIAL
DE
PERNAMBUCO
Dos(;onta lettras Je cambio, de te rra
quaesquer titulos pblicos.
Recebe dinhero em conta corrente simples,
em conta corrente com juros e por let-
tras.
Kncarrega-se por commissao de qualquer
operacO bancaria.
0 expediente principiar s 9 horas da
manh e lindar s 4 (la larde.
Ra do Vigario 1:. 1, primeiro an-
dar.
Segur,* cnnfra-fg
' CO.MPANHIA
NORTHERN.
Capital..... 30,000:00055000
Fundo de reserva. 8,000:000#000
Agentes,
Mills Latharn & C.
RA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARTIMOS
- CONTRA "o FOGO.
A companhia Indemnisndora.estabelecida
nesta praga, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamcnlos e contra fogo
em edificios, mer'cadorias e mobilias ; na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
seguros
ao mais subtil sopro da lgica, como os glbulos de
sabao que as creancas costumam crear.
A opposicao .em campo limpo aem thema'para ferenca por musicas'de grande coacerto e grande
I suas deortajdes, leve urna feliz lembraoca, a (de execajSo : os pianos do Cear sao exerctad* dia-
Janaly#af o rotatorio de ?. Exc. framente apenas por quadrilhas e polkas e Iso
COMPANHIA ALLIANQA
martimos e tenes-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinhero a
risco martimo em navio de vela e vaporas,
para dentro e frn do imperio, aSsim como
contra fogo sobre predios, gneros e fa-
zendas.
"Agento: Joaquim Jos GongalvesBcltrSo,
ra doCommeroio n. 5, Io andar.
Seguro eonlra-fogo
THE LIVERPOOL & I.ONDON & GLOP
INSRSB COMPANY
Ajeiali's
SAUNDERS BROTHERS & C.
11P.orpo Santo11
Im|ior(acilo.
Vapor nacional ipojica, rindo ia Granja, ma-
nifest* :
AIrimIo en pluma 77 suecas ordem, ::>!.
M. Piubo.
Couros 27) a Oliveira 4 Filho, 77 a J. ff. Oli-
veira, 160 a Fcrnaadei & Irmto, H ordein. lar-
naba 7 saccas ordem, 12 barricas a M. M.Pintf-
Ov,i 1 caixa a Alfredo ('.. Oliveira.
l'cnnas de ema 1 caixa a F. J. de Darme faM
& C. 2 sacos ordem.
Sola 9 ni.ios a ordem, 129 S Letao &. C, Vf
a J. F. Barros J. & C
Palacha alleino victoria, tinta de Triesh
consignada a Keller 4 C, munifestou :
F.irinba de trigo 2,108 barricas aos coBsrnat&-
ros.
Barca inglesa mfntoii, rinda de Terra Xont,
consignado a Saituders Brothers C, mmftt-
Ion :
llacalho 2.8.'0 barricas aos consignatrios.
DESPA :HS DE EXPOUTACAO NO Di \ 20 W.
MARCO DE 1873
Para os parios do exterior
Na I-arca ingleza Toronlo, para Uvtrr"-
carregaram : M. Latlian & C. 272 saccas -un
111,232 kilos de algodo.
Na barca iuglea Empresa, p;ra Liverpool,
carregaram : P. Brothers 4 C. 1.000 saceos cJ
7.'i,'!0O kilos de assucar inascavado.
Na barca ingleza Persevcrance, para Li*r-
pool, carregaram : J. Pater & C 150 saceas cn
12,509 kilos de algodao.
Na barca ingleza Hermiuiie, para Livtflpool,
carregaram : S. Brotbcrs 4 C 07 fardo* MPD
13,852 kilos de algodao.
No brgue aJIeino Willibald, para o Cajwt.
carregaram : Keller 4 C. 634 saccas com 46^Hft
kiio- de algodao.
No brigue inglez Aun WAia/on, para Boste,
carregaram : Borstebnann t C. 900 saceos ruin
67,000 kilos de de assucar inascavado lL. 1. S.
Guimaraes 1,00) ditos com 75,060 dilos de dit).
Na corveta bespanbola Rosa y Carmen.-para
Barcellona, carregaram : R. Schmmeltau 4 L. 127
saccas com 9,609 1(2 kilos de algodrio.
No navio bespanliol l'rim, para Bartfinojta
carregaram : B. Oliveira 4 C. 3u7 saccas ru:>
15,576 kilos de algodao.
Na barca franeeza Fgaro, para o Havre, rar-
regaram : E. A. Burle 4 C. 42 saccas eom 3,C5*
kilos de algodao.
No brigue frailee* Ropido, para O Rio p
Prata, carregoii : P. M. Maury, 70 cuse" (B
9,600 litro de agurdenle.
No patacho alleiufio Margartlh, para ollio
da Prata. carregou : A. Bastos 139 barricas com
17,657 kilos de assucar branco e 161 di/as culo
19,908 ditos de dito inascavado.
No brigue allemao Iklpuim, para olV 4
Prata, carregaram : Amorim Iiinios 4 C 2M
barricas com 29,038 l|2 kilos de assucar branco.
.>a galera portugueza Asia, pari Pu/t".
carregou : H. J. da C. Sobriubo 20 saccas ^m
1,675 kilos de algodao ; M. M. Montero 67 dil;.-
com 4,881 1|2 ditos de dito ; B. Oliveira 4 C 192
couros salgados com 1,224 kilos.
''ara os portas do interior
Para l'ruguayana, na escuna garinaBea Jfti-
tluirina, .arregou : A. M. Souza MachatV; 34
saceos com 37,69) kilos de assucur maaewMdo.
Para Santos, no patacho alleinaa ylu*'
Joseph, oarrejou P. M. Maury 40 pipas c iOdtar-
ris com 24,000 litros de agurdente e alcool.
Para Mossor, na barcaca Joa < Valle, c:t">-
garam : Silva Neves 4 C. 8 barricas as 'o**
kilos de assucar branco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Bendimeiito do dia 1 a 20. 14:833^65^
dem do da 21...... 3S6|CM
12.590^5*'.
VOLLMES SABIDOS No dia 1 a 20....... Primeira porta no dia 21. Segunda porta..... Torcera porta Trapiche Coucecio . i w:
J^H
SERVICO MARTIMO
Alvar engas descarroffadaa no trapiche
da altandcga no dia I a 20. ,
Ditas ditas no dia 21......
Navios atracados no trap. da alfandega
Alvarengas .....
No trapiche Conccifa:......
m
!l'.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO .
Rendimento do dia I a 20. 45:607*(H-'
dem do dia 21...... 2:2o'8j23'
i7:8ffe#i}l
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia I a 20. 93:7l7/l*
dem do da 21...... 8:892*'..'-'
102:609*<
WOVIMENTO PD PfiT&.
Navios entrados no dia 21.
Terra Nova-30 das, barca ingleza Metevr, tk
147 toneladas, capillo James Irvine, equipagem
14, carga 2,850 barricas com bacal bao e IbO to-
neladas de carvao ; a Saunder Brothers 4 C.
Haibor Biiton- 32 dias, brigue inglezChtntHlei-r,
de 22 i toneladas, capitao Thomaz Morris*u.
ei|uipagein 1?, carga 2,517 barricas eom baa-
Ibao ; a Johuston Pater & C.
Irieati70 das, patacho allemao Victoria, d>- 17(.
toneladas, capitao T. H. KorfT, eipiipagrm 9.
carga 2,008-barricas com farinha de trigo ; a.
Keller 4 C
Granja e porlos iulernledios 8 dias. Vapor aVas-
leiro Ipojuca, de 36> toneladas, commandnnt-
Moura, eqaipagon 30, ca/ga varios gneros a
companhia pernambucana.
Babia12 dias, baiva brasileira Cypreste, de 34-
toneladas, capiuio Francisio Maria de Soasa
equipagein 10. carga varios gneros -r a Fruta -
cisco Ribeiro Pinto Guimaraes.
Navio sal ido no tnesmo dio.
Rio da PrataPa'acho allemao Sirolaus, (#*'
D. Lutres, carga issucar.
Observacao.
Suspenden do laniaro para os porlos do siU ..
escuna ingleza Pcfrtrif*, capil* mesma carpa que trouxe de Trieste^______
CFTAES.
rNtfftespurarla provincial. ,e taz pti^Ot t_
que foram transferidas -para o' dia 47 do bOITWii
s seguintes arrematarles :
Forrtccimcn'o de allmentaro e dielas.aos rjre*>i '
pobres da casa de deten-;o no trimestre dfc abr
a janho.
SoMflnta ris por litro de agurdente con.-..
da nn comarca de Nazareth, cuja renda oreartii
em 2904900 por anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernaii
baco, 13 de roario de 1873.
O offlcal-maior,
M. A. Ferreira
ItnfWL
.V---------



PM1 Ma inspectora ii;i alfluiflega so faz publico pe
tase teado efectuada a venda das moreadorias
anm declaradas, ^anunciada por edital n. 103,
*er falta de concurrencia ao valor ollleial, se
irawifare a mesma venda para o dia 22 do corren-
le."!'*! horas do dia, porta desta repartico.
Armazem n. 2.
arca 11C, P, sem numen Um volumc do
t&t hado pintado, pesando 320 kilos, avaliad
gaMUjOOO, rindo de Liverpool na barca ingloza
&avirifle, descarregado em 30 de oatubro de 1871
e'eowBgn.ido a ordem.
Idear-S1, seni Minero -Urna barrica com orre
amanilla, planto bruto 100.kilos, taxa de 5 0^0
t*, 5 Tolos, avahada por SmS, vinda de Li-
vpmeat. no vapor'iiietez Stndrnt, desearregada em
3WW Janeiro de 1872 e consignada a Saunders
Brttiers 4 .
Armazem n. 3.
Hrrm K L R, n. 21 Vm\ caixa contando : 48
l/2'daaasdeeseovas para spatos com costas de
otaian-a H duzas de ooulos de metal ordinario
avallado ludo por 2734000, vinda de Liverpool n
palacio, inga M. Ame, ilesrarregada e.n 5 de
nato de 1870 e consignada a A. Lopes Rodri-
Mem hiera, n. 102 Dina dila com i6 1/2 kilos
SL2?" W ? gramos, avahada pir
iJE. a ''ambarco no patacho norte al-
\mm^^ dada feRtoib-.e mu* suburbios, que f&, estej
?ulu2tiS cult,vado, embjra se conserve mura-1
uo, aojOOO per cada casa ]de sobrado na cidade
_ f2,fSs.,l.ue conservar verandas ou sacadas de
do, de Magdalena, Capunga, Chacou, Casa Porte,
Poyo da Panella, Caldeireiro, jtfonteiro c Apipu-
;^'Aq nao es,,v'jr curado ou cercado, cunser-
K"e?)scercUi ** boin estado ;W rispor
almo de terreno em toda a extensao da cidade do
nenie a Apipueos, que nao estiver murado, ex-
ceptuando-se os terrenos, que tiverem cercas na-
tivas em bwu estodovde couservacao ; 20*000 por
in.'^!aixadc eaP'm dentro da cidade do Recife ;
wwm por cada unja machina a vapor, das me
existirm ou forera montadas *na cidade do Recife
para qualquer mister ; e finalmente o imposto de
tal
municipi
todie Jos Vanna, 08 ra do Amorira n.
Para a Bania
o hiato diiibtdi sage nestes poucos das : para
o reste da carg* trata-se com o consignatario Cns-
ifrinTi
Porto por Lisboa
h
J#WO ( por cada boceteira e mscate ane
vender dentro do municipio do Recife.
Contadora da cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1873.
t. u. O .contador,
Hypolito Cassiano de V. Albuque/qwe Maralo.,
a barca portugnma, Alegra, capillo Carolho. vai
sahir com brevidade, ecQbe carga e passagr
W os 'l*8* tembons comaiodoi: tratt-se co
b. H. Habello A C, ru do commercio n. 48.
Rio Para o iodicadf jtoi>i|lfl|barregar o brigue
nacional Oalgo, podeuii engajar frete o resto
elso mpito Pinto Guimaxae, ra do Barap
^o Tnumphon. $6.
J5 Hito* d omfaiihfg dV^eWrflie. 'J >
tQ ditas da opropB|iia de seguros Lticl-
lepublten. .. T';T ^
r-m lotes a voiitado-dos compradores.] \
Htf J
80 meiO dia ^ dovodores o olwequb der dentro de 15
N salada Associaco Commercial Ben- d,a* Jo*>oj.e, vireraou mandarem saldarsuas
Jo3o Obfisti.iii uk,i ao respcilavel
corpo do confntjreiJ .Ue adrnitlio desde 1
de Janeiro do correnta 'atino, como socios
do sua casa cotrui.erci'al, os Srs. Thoma?
Feraeira^e CarVallio e HicardoA. Christiani,
sendo a prr^a social d'ora em diante, Joo
thrisam & C.
Recife, 15 de margo de 1878.
Cirros Juuior & C. rogara a todos
fo hotel Oriente, ra Nova n. 9t sef trtnn dto-^
'ftyaterer o allndklo aclfna..... ^ "^
08
cenle.
jS^Jti'i'M' t'es,c*nvt!s0 n 7 dejulho de 1870
-rvo.lgiud^ a A. Lopes Rodrigues.
*iT V1 C ''' m ,T,na barrica contendo :
ikos de mangas de vidro lavradas e 32 kilos de
-'r^ 71 1/ Pintados e douraos, avahada
'l*r vil,da *' HaVre na barca franceza
Mhul Raph.il,-, desearrejtnda em 6 de novembro de
<-< e consignada a O. M Bernel.
dem It m, U 4 (1 u. iO-Uma caixa conten-
o r vnHnlos de botes de osso e 5 t/2 kilos de
*Uu!*c madreperola, avahada por 310t0o, vinda
le Ifamborgo na escuna norte alleiua tlantie,
'bucarreula eui 20 de Janeiro de 1870 e consm-
mfS,a Matiirino Ilarroso de Mello.
, Trapiche Cunha.
9dM diamante t 2 barris de quinto com vinho
alte estado, medindo 135 litros, no valor de
iWWH, viudo de Hamburgo no navio allemao As-
ex, pairado em 2 de dezembro de 1871 e con^iu-
nades a J. M. de Barros.
Atfaadega de Pernambuco, 20 de marco de
it*/.}.
Pela mesma contadoria da cmara muniei-
I1 sao chamados aos donos de di\-erso eslabelo-
mentos de porta aberta a virem pagar os impos-
los airazados que se acharem a dever, bem como
os demais impostos do exercicio prximo finio de
1871 1872.
Contadoria da.cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1873.
(^contador,
HypolitoCassjaao do V. Albuquerfue Maranh.ao
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EmprezaVicente.
0 inspector,
Fabia A..Je Cmv/Ulio kh.
Precisando a presidencia da pntviocia do
Mjkaade du .Norte contratar um facultativo
ytrav durante o impedimento do I)r. Henrique
I^oyoblo Soares da Cmara, que se acha no goso
tutres mezes de hcenca, prestar t-eu.- servicos
oia4os na gnarni?ao d'aquella provincia, com'os
vencmenMs de 2." cirurgio do exercito, passa-
:}ts livre e mais a gralilicaao mensal de cin-
c(Vt> mil ris para enearregar-se do hospital de
ciiwL.de da respectiva capital, de ordem de S.
Bse. a Sr. presidente da provincia convido aos
SO. mdicos que se quierem contratar com as
ci)Hdi(es cima estipuladas a apresenlar-se nes-
ta Meratcria para o iim indicado.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 19
ti oiar.o de I8H.
O secretario interino.
Joao Diniz Ribeiro do Cunha.
Edital n. 10\
?Vtis(ie,-iMiia da alfimdHga se faz publico, que
a dia 2G lo orrente, :\* II horas da manh, se
baj e nrera itar Kvma de dvius, porta desta
re/i*rticSo, xs mercadorias abaixo mencionadas,
WWJifiadida* |>elo guarJa Franciscj de Paula
Cimass Quanisma, na noute de l.'i do crrente.
i pares de aucas de casemia, avaha
*r 33J00
OMOI da mesma fa enda, avahados
",r 1760)
.-piJatotsi da mesma fazemla, avalia-
dosior 173000
> carnes rom lencos da linho at 20
dos, avahados por 103000.
.ftjKBdega do Pcrnamliuc^ 21 de mamo de
O inspector
F.bio.i. de C'ii-vnlho Reta.
*^
i) 22emup' ESPLENDIDO SUCCESSO t
Quarta representacao da excellente comedia-
drama em 5 actos; cuja boa aceitacao sempre
crescen e :
a e roo.
A galera Agfa sabir m
poucosdias recebe c&raaAfra-
te mais barato o que on#e
qal[ner navio ;tem excejU,
lentes acconimoola^oes para
passageiros. A tratar mn
Tito Li vio Soares: ruadoVv-
gario n.l7, 1. andar.
.,-JWIIB.
rt^T"^'.'!}^ lSTaruyViMent'! a leiUo, por
??"* ,H'*-'?fcVa provedoria, as
SrvSW'*,'Mvo ir" 'te Sotiza Ribe.ro,
senado de ba^j as.ofertas olidas, notla* do
SU *' uevena naquena occaslo eTectuar dita
NM| a Muer.
ae
%
30Q lotes dejliveris^lantas e flores novas,
TvYires d artjrstos para ornamento de
jardun.
S&Nt'A-r'EteA -2i DO (URKNTE
O agente Pfstaua/ffiSo*Tr'Vonu e risco
jdt fwemiKsriencdri^lrt*** diversas plan-
Pna*mi'M do eorfente m-, la 11 k* 4a
mann;i, nu armazem da ra Duque de Caiias n.
^**------.----------^
Leilti
C0IP.\.\ffl.\
iw

T>AS
LARACOES.
Grmaasio provincial, 21 de
marco de 1873.
A visa-se aospais, tutores ou correspondentes
lo$'alnnuios internos, meio-pensionisias a exter-
.. ii i fymnasio, que no dia 22 do corrente prin-
cipia a.recebinteBto das mensahdades dos mes-
OMM alumnos.
A. A. Cabra!.
Secretario.
CIGANA DE PARS
sendo o papel da protogonista desempenhado pela
1.' aetnz
mmk mu
Segue-se pela orchestra a nova quadrilha da
actualidade :
As irmandades interdictas.
1." Conferencia jesutica. 2." A interdiccao.
3.* Manifesiacao popular. 4." Triumpho da ma-
mura. 5." Os jesutas em debandada I Msica
do maestro Julio l'oppe c Ittras do hymno do Sr.
Dr. Carneiro Villela.
Terminar o espectculo com o sempro ano I an-
dido dueto :
O estudante e a lavadeira
desempenhado pelos artistas Olympia e Florindo.
As 8 ||| horas.
Domingo 23 do corrente
O drama martimo em 1 prologo e i actos :
0 NAUFRAGIO
;da
MEDUZA.
Com "odo o apparato da primitiva, e a come-
dia em 1 acto :
O diabo atraz da porta.
desempenhado pel
MESSACERES MMHTflflES.
At o dia 23 do corrente nwt espera-s dos partos
do sul a vapor fraucez' (ambir., commandahte
lkn>r, o qual dqwis da dea ira do costume, se-
gara para Bord* leeanjfcr sar Dakar (Gore^e
Para condioes. freies e passagens, trata-se na
agencia, ru do Conuuercio m:%.
Para o Porto
Vai sahir-milito-'breve o brigoe Portngne Tri-
Wfto- Recebe carga e passageiros, a tratar con>:
Tito Livio Soares ; roa do Vfgsrte n: 17.
fazpwk^ urgiezas
. AYA fe JADAS
Srei.NDA-FKIIU ^1 1>0 CORKENTE.
11' horas eoi punto.
.BraKa Son & C. levarao a leilao, por mtrven-
fcao do agente Pa,,, e por conta e nw de .juein
ertencer d.nerc* fawmda* avadadas, constan-
Wo de niadapoVs, alSudSa c clutasr existentes em
^rmwMndaTOanio-TrV^nen M, onde se
contas, pois do contrario, passaro pelo des-
gosto de verein seys nomes publicados ueste
jornal, e dopois sero ajuizados.
Recife, 20 de margo de 187.3.
-Arrendase ra da Aurora n. 65, a pro-
pnedade denominada -Barra de Serinhaem na
freguezia do mesmo nome, beira-mar e beira-rio,
propna para qualquer estabelocimento de seceos
e molhadus, com muilos iis de coqueiros des-
frucLir, e mutas rendas do slo cobrar annual-
mente,
Escravo fgido.
Fogio no dia 7 do crreme :nez de marco, do
engenho Boa-vista da freguezia de S. Vicente, co-
uarea de lumbe, o escravo Antonio com os sie-
mes Hguintes : 33 annos de idade, pouco niaTs
&X3S2 ia"r' ^CC' cr f,,la' Puca imba>,e"'
icatnzs de renda uas pernas, carapina, abe
ier o escrever : quem o pegar iere-o ao dito m-
IgMo, en no Recif.. ao Dr. Laurino de Moraes
I aheiro, ma do Haogel n. 7, que ser geoerosa-
mente recoinneusado.
Quem qaizer.
Em um sobradinho no boceo do Falco lava-se
engomma-se por barato prejo e a gosto dos seos
regueze.s; se assini nao for, podero seos1 donos
Mar suas roupas para endireitar-se:
zer pude desde j mandar.
D~ Precisa-se alugar
qnem qui-
ces
E'esperado do Rio da Janeiro a todo o
aar e comprar
andar.
una escrava (jue saiba
na ra do Torres n. .'8, se-
JNovo estabelecimento :
de joias.

momento o brigue porgue* Liqeiro III BBaW?fiS?f P*tti "^
que depois com possivel brevidade seguir
para o Para por ter a mator parte da carga
pronipta, epara que lhe falta, que recebe a
rete coiimodo : trata-s com os consignata-
rios Joaquitn Jos Gonalves BeJtro %-
Iho, i ra do Commercio n. 5.
COM1MXUIA
DE
SdTtki rasa da misericordia
do Recife
\ anta administratira da sania casa da mise-
^eriaordia 11 Reeife, autorisada pela presidanAia,
de eoa'ormidade com i s a- ari :>2i[" compro-
nuet aparova lo pela le provincial n. 331 de J de
Ifti, permuta por apolie.es da divida pu-
. l o predio de dous andares e suiao n. 37
ras da Moeda, perteBeente aos estabelecimentos
Aceita prop ,sias na sala das suas sessoes at 0
i : de abrd praxina rinduuro b reeebe na mes-
icca-iao propostas para denwlir o referido
e mverte-k em um armazem terreo, obra
lerer ser levada a elToiton o caso de nao se
i'.-ffUK a sn permula.
Secretaria da santa casa da misericordia do
19 d marco de 187:1.
O escrivio,
IVdro Rodrigues de Souza.
O papel de criado sera
sympalhie artista Menezes.
As 8 lloras da manila.
Prepara-se
para o dia 2"> do marco um importante especia
culo em grande gala.
Recebe-se eneomnMDdaa. Para um dos dias
da prxima semana, o drama histrico em 5 ac-
tos :
Os jesutas ou o bastardo
d'elrei.
A empreza pede s pessoas que se dignaram
agenciar assignaturas para as representacoes des-
te drama, o obsequio de enviarem ao es'criptorio
do theatro as respetivas listas, alh de ser orga-
nisada a distribuico dos bilhetes.
THEATRO
NMEGACiO BRASILEIRA.
Dos portos do sul
' esperado at o dia
22 do corrente o va-
por Cruzeiro do Sul,
commandante Tcive;
o qunl depois da -de-
mora do costume, seguir para os do norte.
I arA fretes e passagens, trata-se na agencia, ra
ao Commercio n. 8. '
artfflras de anarcjlo, mesas pBra escrever, arma-
TioveeItMTrraiines e|queaos, caas de forro,
"""as, taos, bicos-degai, um rologio, n*V
dios, catafles, ven*ziaas, nina prensa de copiar
cartas e una grande amiacun para armazom
IMr mandado do 1ia Sr. Dr. joiz de direito es-
pecial do commercio, o agenle Pinho Borges vende-
r era leilao lados M.itowits e iu;hs partencas de
WARTA-FEIRA |>0 COMIENTE
s 1.1 horas.
NA, RIA DO BOM JESIS N. fi
2 O planetario deste estabeleciiwnte S
ag, recebeu entre muitos objectus de peque- 2E
~* nos valores, os seguinles: rozetas e aunis "^
S de hnlhantes, brincos e cazoletas, ade-
rejos e melos aderecos de rubins, esme ^
f radas, perolas, alfijietes para reta- S
tos, com brilhantes, rubins e pendas, -~
porta-charutos mnito proprios para m H
m ja, de delicados gostos e perfeita mao S
ig de obra, apparclhos proprios para almo-
?. Coa janlar, para meninos levar para o "^
^ collegio, tudo se vender por precos ra- r
- PeeM-se fallar com o Sr. 7oae Noms, fift
do llr/.vdSainuel, a negoeio de son interesa n*
ra do Imperador n. 77, escriptorio de Sereriano.
de _iqueir* Lavalcante.
-UjIl/lVfACikV
Nesu typograpliia precisa-se do um bomenv
para pucuador de roda, e um mema para rece-
bedor de papel.
Inslriicc puMiea,
A quarta cadeira pubfica do sexo feminino oV
8. Fre l'edro Goucalves do Recife, acba>-. time-
clonando actualmente no segundo aadar d s A>t^
do n. tx, da ruado Mrquez de Ojiada.
4S Precisa-se de um menino portones d* LI .
15 annos, que tenua alguma pratira de venda
na ra do Brum n. W, dando bil.H-.fini d*s-
conducta.
CASA D00K0"
tai ArWOO-^Of
Bilhetes garantidos
Roa do Burdo da Victoria (outr'oru .\ocaJ
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba do vender ana sens
muito fellzes bilhetes a sorte de Mil m dou*
meios de n. 836, alem de ootr s saaM menores
de 4oi e SO da lotera que se acabo de ex-
trahi (t1); convida aos pwwuidores a viitin re-
ceher, que promptamente atrio pago* na forma-
do costume.
O mesmo abaixo assijrnado convida ao respeRa-
vel publico para vi no seo estabelecimento com-
pr r os muito felizes bilhetes, ijue naodeixara.de
tirar qualquer tremi, como pro va pelos meamos
annun ios.
Acbam-se venda os muito foles bilhet.s ga-
rantidos da parte das loteras a benelicio da
igreja inaUix de Ipojnca, que se extrahir no
dia 2 do corrente mea. ^
ra*o<^a0
.
ma.
De oi\l"in do lllin. Sr. inspector da Ihesoii-
ir de fazenda se faz publico para conhecimento
c)< fam interessar, ave no da 2 de abril proxi-
viadoaro, pelas 2'horas da tarde, perante a
ta da mesma iliesouraria, ser posta em hasta
paMea par,, ser contratada com 'quem molhores
l iidoes offerecer a construeco de m armazem
I j-.iiol para senrir de de|msito de toda a plvora
riada n-jsta capital, cuja planta e deseripcao
- franqu.MiM esta speretaria aos pretendentes,
ie deverio apreseatar suas propostas em cirtas
hadas devid menle selladas, e declarando nel-
ir a residencia e prolssaa dos proponentes e os
- de se GaaoaeB.
Secretaria da Ihesouraria de fazemla de l'ernam-
^"20 de tfarro de 1873.
ervindo deefBeial-maior
_i:_________ Jeznino Rodnvnes Cardoso.
*.mlu cas i!a miMcrcurilia do
Rncife.
PREDIOS VENDA
A taita a lirtinistrativa da Santa Casa da Mise-
Mrdj do Reeife; competentemeRte utorisada
lWa pela Ultima vez prara du venda no dia 27
dfr- corrente perante mesma junta, na sala de
si!* aesaOes, os predios seguirttos, tomando por
i lee i* pre -os ja ofrecidos : gs;
RUa da Matriz da Roa-Vista, casa enea n. ."fi
r 2: KX).
Rua do Viseonde de Albiiquerqne, ean terrea
n. SI, por 20iOi
.Secretaria .h Santa Casa da Misericordia do
ttetffe; 21 de mareo de 1873.
9 flsrrivSo,
______Pedro Rodrigues de Souza.
fcni*, '211 k mares oV ffi'lS.
'ir es'a capttania e faz constar ao Sr. Hanoel
.] i-.- Danta- pie lhe fica marcado o prazo impro-
iffcfd de 19 dias, para retirar do lugar em (pie
se acha na uontn da i'ora dosPassafinhoa, um
,utode ferro de sua pnipriedade, que W
,".i-7ne : com i 6 expreo no artigo 40 do rrgilta-
Av,itne 19 de mam de I8l#, procedeiido-se ctm-
rrv ti'n\)'. o ari. 41 d citado ivgulnmento, rtb
**,de que dentro do prazo marcado, nao for ti-
4*^'completamente famfo dito Battlao.
O capitn do porto interino,
_______Becli; (fAquino Fbafca.
J7" *.cutadoria da cmara municipal desta' ci-
ide scientifica aos. donos de diverso? ektabeleci-
nu
ESPUMA k P,X\XTE
Sabbado 22 do corrente.
Representar-3e-ha pela primeira voz neste thea-
tra a sublime comedia-drama em 3 actos, traduc-
?ao do distinrto cavalheiro e primeiro artista dra-
mtico Germano Francisco de Oliveira
Real conipanhia de paquetes
ing-lezes a vapor.
Ate o dia 27 do corrente espera-se da Europa o
vapor mglez Boyiie, commandante F. Reeks, o qual
depois da demora do costume seguir para Bue-
nos-Ayros. tocando nos portos da Baha, Rio de
Janeiro e Montevideo.
No dia 1 de. abril, espora-se dos porto do
sul o vapor inglez AVim, commandante H. Bax,
o ipial depois da demora do costume seguir'
para Southamplon, tocando nos iwrtes de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para frefes, passagens-etc., trala-se
rua do Commercio n. 4).
le untabais, com. varjiMtA, una 1U com
bezerros, duas com marroquins, semlo
urna a variada.
Quitta eihi 2^" ilo corrente
s li horas da manh.
Por intervenga do agente Pinho
lorjjes
Em seu escriptorio,. rua do Rom Jess n 53
GRANDE E TARIADO
Leilao
na agencia,
Esta prodcelo
razas representada
nesta capital, recominenda-se pelo Ilustrado no-
nie do traductor. O Sr. Germano Francisco de
Oliveira costiima traduzir nicamente as produc-
coes dramticas que na scena tornan- se verda-
deros succoessiis. marta Jwnnu Coereio de Uo
e ontroe muitos o attestam
Personagens.
Actores.
Sr. Penante.
Sr. Froitas.
Sr. Brega.
Sr. Santos Silva.
Sr. Thomaa.
Sr. l.yra.
D. Olympi.
D. Bernardina.
D. Joaquina.
D. Maria.
Robin
l.a Rapiuior
Mari|uez,.de Lormia
Caray
Joo Gi.thier (idiota)
Vatentim
Baronesa de Rommcroll
Maria su i lil >a
Condessa de Cerny
Madame Gira
Gonvidados e mascaras
Segu su a frenticamente applaudida comedia
em 1 acto :
0 diabo atraz da jimia
O papel de Thomaz (criado) ser exibido pelo
Sr. Penante.
Principar as 8 1|2 horas
Domingo 23.
AV II horas la la rile.
Depois da orchestra terminar a ouvertura, su-
bir scena a esplendida comeJia-drama em 3
actos :
Mk Seai ^^irii h (Mpmv
Bityal M Seamers.
At o dia 30 do corrente mea, espera-se da Eu-
ropa 0 vapor Luzitiinin. desta companhia.
Recebe passageiros, dinheiro a frete, etc., para
sul e portos do lacheo da.sua escla ; a trillar-
se, na agenea
14 RUA D0( COotMEttGU) -14.
S MEMORIAS
Kiezttos. deporta aberta, que do I'de lnhrco vin
d(wrq cooieca a cobranc dii imposto de 4i0n,
w.a- S ''. t\'v'nt',). l'braj, ser apresenthdo;
fi ri e,,na contadlJrta; o conTiecImedto drt rmposto'*
fswil soliiv mdtMttu eproiissao; aflra de que^ro-
vem ter assun pago o dito imposto.
foatfjgmjao^amaaw fl tifem pagar o impos-
^te *foW> sobre frialquer.estabelecimento qae
Mar espirite ; 6#tX>por cada rarm^a on'vX
culo de quatro rodas, empregados no servieo da
rapital; I0J res por palmo de terrino dentro da I
teiiminar o o espectculo com a cornala tti
II acto :
A morte do gaita.
0 ir. Penante far o papal do gallij.
Para o referid) portosegue com poucos dios
de demora o brigue portuguez Lhjeirolll,
caphao e prdtko .\obre, por ter mais de dous
tercos de seu oarregammito protapto, e para
o que lhe falta, que recebe a frete comino-
do : trata-se com os'consignatarios Joanuim
Jos Gongalves Beltrao Filho, rua do
Commercio n. 5,
DE
eicellontes ihotos, boa lonija e linos crys-
taes..
A saber:
Um piano forte de Blondd i Wignoj, 1 estante
para msicas, 1 cadeira para o mesmo, 1 mobilia
(massica) de jacariadi, i mesa de sof, quadros,
larros para llores, 2 ricos candieiros a gar, de
crvstal, 2 fiaras de broiue, 4 castieacs e manu-as,
3'laucas o Cprunados, tapetes, escarradeiras e es-
leir forro da sala.
Urna toyiete dr Jacaranda, I lavatorio rom podra,
11 mesa de jogo, 1 mesa redonda de charo, 1 ca-
ma com colxAo de mola, 2 guardas-ronpa, 2
guardas-vestidos, ^ espelho e 2c:ffnas de ferr.
Un secretarla de mofnb, I estante, diversos h-
vros, 1 mappn, 1 globo geographico, 1 machina
de costura (perfeita), 1 (nesa com jogo xadrez,
1 taftoa e pMlras (jogo de gamito), cabidos, 2 ve-
necianas, 1 lint' ni com campa.
Urna mesa elstica. 1 giiavda-foiica, 1 aparador
armario. 1 qriarnherra: 1 relogio," 1 sof, i% en-
deiras, lavatorios, 1 rMadro dmirado, com Imrbs
de cera, 1 apparelho para janlar, 1 dito para cha.
nmipotelras, parrafa,. copos, clices, porta-gaira-
fas, bandejas, cobertas de arane, objeetM de
electro-plate, bancos para jardim, vasos para flo-
res, escadas de abrir, mesa e taboas de engom-
mar, mws treni do cozinha, e ontros objectos
de easa de familia.
Quiiila-leiVii 3S do corrente
No primeiro andar do sobrado da rua
ratriz n. 12
Jos Henrique Trindade, tendo de fazer urna
viagem ao Rio de Janeiro, levar a leilao por in-
tervenco do agente Pinto, os movis e mais objec-
tos existentes em casa de sua residencia, primei-
ro andar do sobrado da rua da Iinperatnz n. 12,
londe se ellectuar o leilao no dia 27 do corrente.
0 leilao principiar s 10 horas em pomo.
'" .....
^ zoaveis, garantndo-se todas as joias que '-
S lesie estabelecimento saia. Tambera se 2
m tabnca e concerta qualquer obiecto ten- S
^ dente a mesma ai te.
gf|i;.,!;.in;::.- | rffftj
Na na da Madre de Deus n. 3, preciza-se de
njn_cmdo para todo o servico interno.
Aluga-se para casa de faniia~iima escrava
qne cozinha o diario de una casa e que emendo
algtinia couza de engommado : a tratar na rua
Primeiro de Mareo, antiga do Crespo n. 7 A, toja
do Passo, junto ao arco de Santo Antonio.
Inteiro
Meii)
Malla
De IOOMMM
Inteiro
Meio
Quarto
Recife, 20 de marco de 1873.
_____________Joo Jonquim da Cotia UU*.
Precisa-se de um eaixelro com algnma pra-
ica de moihados : na rua Baque de Caxias n.
l A.
61000
31000
wm
pura
i-'ioo
2*750
1*375
Fabrica fi fiacao e teci-
' dos.
Nao estando aiuda completa a assignatura do
capital necessarie para isla empreza ( io:0u0* )
iiiMina aberta a subscri cao al o lim do cor-
rente mez e em mo do emprezario Silva Barro-
ca, na rua do Mrquez de Olinda n. 4, ou do cor-
rotor Mesquita, na pra-.a do Commercio.
Escravo fgido
Attsentou-se da casa de sen senhor o escravo
mulato, com .dade de 25 annos, gago quando
falla, levou calca de brim nova e camisa de al-
goao, hllio do Limoeiro e costuma andar ca-
..i..,ju MMa |N4C& iwga-se a> aumriuaues e
capiuea de campo o obze piio de pega-lo e lev r
a casa de seu senhor na rua da Cacimba n 1
ou Caminho Novo, rua do Conde da Boa-Vista u'
io, que serio recompensados.
n^AjoriiABiiM:!.
Do abaixo assignado
Contina a andar fgida a escrava Sevcrina des-
de o anno de I8t>8 .pialqner senhor eapitio de
cani|io, apprebended. r de esenTos Rgidos, ou
mesmo algum senhor particular, pode pegar a
escrava Sevrrina, apprehendendo linio ,pie com
ella adiar ou tiver depositado em algum logar
que resida, com toda a cautella e prevenro. Se fi-
elmente meJeHtregar receber a quantia'de 2uti#;
tambein pero a qualquer autoridad^ civil na po-
licial a captura da mesma. mo adnrittinda ne-
iiimnia evasiva, ou estrategia que se lhe apresen-
lar, seja (pial for. Os sgnaes da escrava s.io o<
seguintes : crioula bem preta, |mm ter 30 annos
Maco maiz ou B*h<<, estatura regular, obos
brancos, naris chato e curio, Mcos grossos, den-
tes alvos e limados, de ambos qneixaes. tem sig-
nal feito com agulba no braco, 6 bastante ladina.
faz renda, labwintbo coze a engomma
andado fgida e pe nome mudado.
Villa do jardi (, 27 de fevereiro de 1873.
Manoel Aires de Parias.
ja tem
Na villa da Escada
vndese por 1:6(;0* duas moradas de casas as
melhores mas, rendem mensalniente 34* : para
informacao, na mesma villa com o Sr. Joo Pao
do Nascimento. e no Recife, no largo do lene
n. a, ....... C,....... d.,. Cnl...
A ESPADA NACIONAL
U$ Srs. miniares
ni a im < Aitr^a m. B.
Acaba de ser reformada a ant'ga loja de ser-
gueiro da rua do Cabug n. 1 B., onde se ancon-
tra um sortimento completo de bais, barretinas,
(alias, cananas, talabartes, rharlateiras. bandas,
abotuadoras douradas, galA.i de prata e ouro lino
de todas as larguras, esporas douradas, ele., etc.,
assim como se encarrega de todo e qualquer far-
damento qne lhe seja pedido, por menos proco do
que em onlra i|uali|iier parte.
Una lo t 'nhtijr n. 1 B.
Avsi-w
I nipe-
LElLOEi.
m
Engenho Monte d'Ouro
HOJE
i lunas ,,%, pont ,
Por mandado do lllm. Sr. Dr, juiz de dfreito es-
pecial do comnion-io desta cidad>- reipterimem.
dos admmistrad<*es da maesa fallida tfe Siipieira
- Pereira, o agente Pinho Rorges far1 leilao do
ngenho.denominado Monte de Ouro, silo no ter-
mo de Ipojuoa'd'esta provincia, o (pial fW penhO-
irado por execmcuo dos ditos adminislrtidoires a-
viuva e herdeiroa do t. Ignacio:Niery dh'FonCe-
ca, adjudicados indicada masaMi
Ao meto daiem ponto, no escriptorio do-rereri^-
do agente rtia do BomJasns- n.' 5J (ootr ora ta
dn-Crua), ondeas Sre. pR'tendenles pdem it^er'
a iniorraacoes necessarias.
tl$0S DORSOS
CASA DA FOITLOVA.
AOS &O6O#0O0.
BILHETES CA1LL\TD0S.
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes, um inteiro n. 465 com 800*000,
itres quartos n, l315:Hm 100*('0O,1res quarto* n.
fil7 com 100*'00 e outnis' sortes de 40*000 e
!20*i)00d lotera (|ne se acabon deextrahir (13.),
leqiaid *is p.ssunloivs a virjm receber na con-
formdade do costume sem descont algum.
Acham-sc ;i vumja os folizes bilhetes garantidos
Ida parte das loteras a beneficio da matriz de
Ipojnca (44-), que se estreir no sabbado 29 do
corrente mez.
l'HBCOp.
Bilhete inteiro G*000
Meio bilhete 3*0t
Qnarto Hoiw
EM POK(AO0E 100*1000 PARA CIMA.
Hilhefc inteiro 34.^0
Meio bhete 2*7oB
Quarto 137S
Mifttnrl Mnrtns Ffuza
B quem der noticia da escrava Guilhermina que
foi do tenente-coronel Feliciano Joaquim dos Sa -
tos, e aepois comprada ao Baro de Xazarcth,
representa ter 25 annos, tem falta do denles na
frente e as raaos com cicatrizas de quemadura
de gaz, secca do corpo e muito regrista, quf '"iles-
appareceu da casa de sobrado n. 2fi, da rua dos
Coelhos, (pie ser generosamente recompensado.
Escravos futidos.
200$000.
WMi mW9MS.
\% Ib-fe ande ib Sul.
;Pi o ppnto ar*u:t ae^ne o brigue nacional
Wwidt^uiu,'.(m recabo, am,.i, .alguma carga a
ete,: devenda-em pouc diaj' ser espedido por
tt a maior parte.d seu. airregaipapto engjyftuo.
'A' tratar no escriptorio, de rilra & Casco,, rua
do Mrquez de Olmda n. 69.
EEityu
D*
100 ac^oes (fa compaiih^.^aamlsvicana.
5,ditas da wm>a|)Hia -te sofeMrs'u'tiiijado
publica.
Ausentaram-se dous esravos irmaos : sendo um
de nome Leoreneo, de idade de 26 3^7 annos, es
itatua regular, cheio do corpo, cor clara, cabello
estirados, rosto redondo, e sem barba, levou calca
e camisa branca, e chapeo de feltro prcto ; c o ou-
tro de nome Andr, da mesma estatua, mais moco
um potico do que o outro, tendo os mesmos sig-
naes do irmab. Foram comprados: Lonreneo ao
Sr. Claudino de Albui|uenpie Mello, da comarca
de Patos, provincia da Parahyba, e Andr ao Sr.
Joo Francisco Gomes de Amida, da comarca do
Limoeiro ; tendo fgido aquelle no dia 20 do cor-
renle (Janeiro) e este boje 30 do mesmo; suppoe-se
qne seguiram a estrada do Limoeiro Serra do
Teixeira: roga-se todas as autoridades policiaes
e capitaep de campo qne os apprehendam e os con-
dtizam rua do Apodo n. 30, armazem de assu-
car, que se gratificar com a quantia cima.
SUGAR WAFFERS
(VAMLLAj
( A melhor bolachirdia at hoje conhecida,
lauto para cha corno pare dietas.
Vende-se na rua do Imperador n. ti.
sisa a = t-H
1 w-2.3 553S
= 2 = = T="" S
S <<- ojia:5'2
g'3 >- 3 1' =
tt 3 S 8 fcr-5 r>a
:;::== 23_
a||f |^|g
" Wm
11* 2
O ST
3 = ~
- =
J -^ 23
pSS
wa '*
32
1
5
Contina ausente da casa do abaixo assignad,
desde 15 de novembro de 1872. a preta Vana, Aa
35 a 40 annos, natural da Babia, tonda os sigaes
scgiimtes : baixa, magra, cor fula, andar bceir,
falla baiXO, cara eamprida. nariz afilad", bocea
regular, dentes perfeilos, faltando-lhe um de mu
dos lados de cima, e malfeita de mios c ps, leu-
do o pe e a perna esquerda mais grossa do me
a direHa, usa de trunfa na cabeca, levou de rasa
una otra de tarlaiana verde, rosetas de ouro.
saia de cambrala, com listras de cor e chale aovo
de merino estampado com asseoto azul, foi atw*
lirada ao Sr. Zumba Chaves por intermedio do
corretor Santos, leudo sido anles escrava de una
preta da Costa. Pede-se a todas as autoridades
policiaes e capia&s de camp ou a qualquer pes-
soa que a apprebender, levar rua da Aurora n.
169, qne sero recompensados com a quantia ci-
ma. Outro sim declara que desde j protesta de
ha ver os servicos da mesma escrava, da pessoa
que a tiver oceulta.
Joo Athanasio Botelho.
S''2^' -^iS ^"S X"5!'w:^
ESP
as
a?-
2
N()\I)A1)E
Fiambres prepararlos, s libras e ilud-
iros, com nserip^pes anlogas ou sem
ellas.
Pasis, bolos, pae^difrlifo pudings e em-
kadaspara sobra? iJie^Ssi
Vetide-se na ra' dei ltu[jenhdor 11. 2i.
-" OrHhamo^sst^MtoliTkrt au respertVrdj pu-
*mk^w fus 0...S uihea fhto. Xamer de
yuja l-onceca e Ladislao Xavier ?ouz /on-
eca.. ambos .'sahiraJa' de' staa'"(oinpahhia;. vem
pttim dedar'air ae pnbllco que n'i-vm>;rt>spon.
^Mit por ijU(|ueo twwsaeio ou rmpcestinto
iHjcdV*) de maf^.de. IWa.
mnj^tTOradepDts de mojo dia.
Por. iptervenca Jo agente. Pinto. Angosto rXa,vier dev Souza ftmceca
l^w>lsa18ode^lMa oaixeio-dV l;a, iiaw
na taverna e reunafi) dos Atojados .it 1
Pede-se atten^o.
No segundo andar do sobrado da rua do Ca-
bug, n. 16, em casa de familia, fornece-se comida
para fra, com assdio e prcniptid.lo.
De 10 palmos.
Sapotseiros e sapoteros, e dahi para baiso, pi-
nheiras, rructa-pao, oili-cori), arllieuni-a-pe, aba-
cate, laraaja cravo, flanbovant 011 lirilhanle, pal-
ineira imperial, roseiras de qualidade*. alecrins e
omras plantas : na Capunga, rua da Ventura nu-
mero 20.
Escravo fgido.
Ausentouse da casa do seu senhor, o abaixo. as
signado, desde o dia 12 do corrente, e Vaga pelas
mas desta-cidade,-o escravo Mande!, crioulJ, altu-
ra boa. 0II109 vesgos; barbado, e tem o vicie- de
embreagar-se quando ausente, o qual levou cami-
sa fina e calca de brim I ma do cor : pede-se s
autoridades policae* e cap tV de campo asna
nris, e leva-lo rua larga do Rosario u. 4i, 2o
andat
Atuga-se o andar da rua de S. Jorge, (au.
Filar) n. 7i com 2 salas, 6 quartos, cozinha
fresco pintado de novo: trtrar no i*
andar.
PENHOEES1
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja ;
qual for a quantia.
Na mesma casa H^
compra-se os mes- f|*
mos metaos e pedas. K
ir
, Aluga-se uinbonv sltD> na Capuna. rua das
trioulas o.59, com todas- as uniunulidades preci-
sas, como sejam: cacimbas^ tanque para bauho.
bombas etc.. alm de mi vio boa casa, jardim *n
Irande numero de frectras ; a datar na n
arga do Rosarlo n, 20, segando andar.
Aluga-se o l.' audar do sobradoTu. 47 da na
ida Imperatriz, quem o pretender encontrar aa
tchaYes1 W'lojaxlc. mesmo sobrado, e se entender,
com seu proprialBrt7' i rua d Hoopicio n. 33.


Diana de Pemambuc* Sitiado 22 de Maro 4 Predilecta.
o empenho de bem servir aos seus freguezes e
ao publico cm gcral teiu procurado prover-se do
rhi de inellwr e da ulluia moda nos merca-
do Europa para expo-lo aqui venda, cel-
los de que os seus artigo serio bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a enuu
nierar alguus d'entre elle,, como MM
ALBUNS/ os mais ricos que lem vmdo a esto
manto, com caras de raa<*eperola,
tWiruS marta, velluda fchagriu.
ADERECOS pretose rollas proprias para luto;
assini como, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra fina e muito bem
acabada. .
BOTES para pannos, o que se pode desejar de
inellwr co plaqu,, tartaruga; madre-
porslo, niarlini e sso.
BOLCAS de velludo, seda, pala e chagrn, o que
ha de mais moderno c Indas.
HIGOS de seda e de algodao, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe
rola.
CAIXINHAS para costura, muito ricas o de di-
versos fura tos, coin msica e sem
ella.
iXJQUES a Imitacao, o que pode haver de mais
fconilo e bom gosto.
DEADEMAS, ueste genero a Predilecta apre-
seata um grande e lido sortimcnto
capaz de salisfazer os caprichos de
qualquer seuhora por mais exigente
que seja.
PORT-BOUQCET de madreperola, marfim e osso,
este um objecto indispensavel s se-
nderas do bom tom, atim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou raancha-
it'in as delicadas maos.
l'EN'TES de tartaruga, de marfim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre
dilecta sempre conserva um mporlau-
te sortiraento de perfumaras de Ano
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade higinica, Con-
drav, Gomes o Rapliael, que in-
cumbido da escolha dos aromas mais
bem aceites pela sociedade elegante
da Europa,. e por tanto, acuam-se na
possibilidado do bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna m-
mensidade de artigos, atim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se vrua do i abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o (pie bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas de'.lu de quin cor, o
que ha de mais bello neste genero.
VESTLMENTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratsimo proco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llores ao alcance
de qualquer bol. a anda que nao es-
teia bem repcela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setini,
tafei, velludo, linho e de algodao, por
commodo proco.
RAMPOS de tartaruga, imitacao de*tes, pro-
tos e i>e cures, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
t'.R.WATAS de seda e de cambraia para seuhora,
Jacos o gulinhas de bonitas cores, tam-
bera tem am bom sortimento de gr-
valas e regatas para hornera.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos do sala.
.Mei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEGUES. Ricos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e do osso, os mais modernos e
por barato preijo.
LUVAS de pellica, de seda c de algodao, para
homem e senhora.
1.IVR0S para missa. a Predilecta aprsenla es-
colha do respeitavel publico um bello
sortimento ditas livros cora capas de
madreperola, tartaruga, marlin, so,
velludo e chagrn, por procos mu
razoaveif
PHARH4CIA
DE'
BARTHOLOME 3iR.V LAUCA DO ROSARIO34
Catalogo lo no vos medicamtuitos, t-
nicos, estimulantes e cstomacaes,
recentemonte descobrtosp4 molhoros pharmaceuticos *e
chhnicos da Europa
A SABER:
PREPARADOS DE AROUD.Vmho ferrugi-
noso de quina, tnico estomacal, repa-
rador febres typhoides, as perdas de sangue
etc., etc.
Xarope concentrado, com bal-
samo de toM e todos principios nutriti-
vos soluveis do estrado de carne de Lie-
big, medicamento mais poderoso para
os pbtjsicos, as altecces catarrhaes,
etc., etc.
Xarope de casca de laranjas
amargas, com todos os principios nutri-
tivos soluveis do extracto de carne de
Liebig, o mais poderoso dos analpticos,
para os temperamentos delicados e ner-
vosos, estomal por excellencia, etc., etc.
ANDIRAN.Vinho ante-gotoso ante-rheu-
matico, como grande especifico.
FLIERES.Xarope ante-aorvoso e inalto-
ravel de bromureto de potassio, medica-
mento especial contra as affeccoes nervo-
sas e convulsivas.
SHERRY-KINA.Vinbo de quina, tnico
ante-febril de um gosto agradavel, supe-
rior ao Madeira, e Vermuth.
raOMMERET (1ELIZ.Granulos xaropes,
banhos sulfo-acidos, para o tratamento
das molestias de peito, garganta e de
pello, de um grande proveito para os or-
gos respiratorios.
CHEVRIER.- Vinho e elexir de Cocado, P-
rou, tnico de um gosto agradavel, esti-
mulante, nutritivo e estomacal; empre-
gado com grande vantagem as crianzas
debis, as mulheros cbloroticas, ataca-
dus de flores brancas, nos velhos fracos
pela idade c pelas molestias, na aton iados
orgaos digestivos, as gastrites, gastral-
gias, etc., etc.
CARPENTIER. Vinbo ferruginoso de rhui-
barbo, tnico e purgativo agradavel sem
produzir constipacoes nem alteracoes no
estomaga. .
SAYORY E MOORS.-Emulso pancreti-
ca, muito estomacal, com grande pro-
veito no tratamento da phtysica.podendp
ser empregado com grande vantagem,
quando o oleo de ligado de bacalho nao
possa ser tolerado no estomago dos doen-
tes; sendo o nico remedio que com
eflicacia facilita a digesto do oleo, fa-
zendo apparecer o appctite c o augmen-
to da nutricio, etc., etc.
CHAM'REI..Confeitos de bromureto de
potassio, grande especifico contra as af-
feccoes nervosas, ataques hystericos, epi-
lepsia, tosse convulsa, coqueluche, n-
somnia, tristeza, delirio e todos os n-
commodos que tem por causa o erethis-
mo nervoso.
MENTEL.Granulos de sub-nitrato de Bis-
muth. Este medicamentod'uma gran-
de eflicacia contra as dirrhas, choleri-
na, dysentria irastralaia c nos casos de
PhartfeckfSwfes.
Precza-se W*, XftfiT de Mar*ie
as n. 135.
Consiiltmo
Ama para engommadi
Precisa-se de urna e paga-se bem: no Caldei-
reiro, casa de Francisco Joaquwn Ribeiro de Brito.
-cirargic
i>e -'
*** WMfle,ra-
y Rua taifa do Kitewlr? n. *, (antige
y (ras ao f ifcrw.
Coanheira
Prec-se de nma feo coiinheira, pMerindo-
se escrava, a qua! teaha boa conducta, para casa
de familia : na rua da Imperatm n. 37, pnmei-
ro andar. ____________________
kU
Precisi-se de mna ama para
coantun; "* rua ^a Aurora n.
* mo Preca-se de i:ma ama para cozinhar
JL1T13" ,-aniprar ou lavar e engommar, prefe-
ree porta^ueza : i rua -do Bario Ife Victoria
II. 28._____________________________^____
------------------------r---------T
.oii i
Salsa-panilla ,
Salaa-parrillia
Salsa-parrilha
nova, em bom estado e de excellente pialidade :
vende-se rua do Vigario n. 16, cscrtptono.
J>recisa-se lugar duas amas ; urna para
engommar e cuidar de outros servidos do-
msticos, outra. nara cozinhar e lavar. Tra-
ta-se na rua dft Capibanbc n. 40.
"T t_ v a t^recisa-se de urna maque
A mi k saiba cozinhar para casa de
nuez de Othida n. 59.
rapaz solteiro. Rua do Mar-
CASA.
Aluga-se o !. andar do sobrado rua Nova,
esquina da Camb co Carmo, estando Pintado
de novo, salas forradas a papel atapetada: a
tratar na Chapellerie dea Dame a rua Nova nu-
mero 16.

ssori
DUCADO
AYRES GAMA.
RUA DO DUQUE DE CAXIAS
A>IA
Prerisa-se de urna ama. para
ozinhar, na rua do Barao da
Victoria n. 38, loja. _____
- Precisa-se de d.uasamas. sendo uuia para
engommar e oiKra para cezinnar : ha rua da Po-
nba n. 23.____________________________________
" Precisa-se de urna ama para o servico de
urna casa de pouca familia : no Corredor do Bis-
po n. 2.____________________________________
Precisase de urna ama forra ou cap-
tiva, para todo servico. em casa de pou-
ca familia : rua de & Francisco n.,54.
Francisco Jos Cardo-
so, artista ataiate, transferio
sua officina da rua do Barao
da Victoria n. 46 para a rua
do Mrquez deOlindan. 34,
primeiro andar. _______
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga rua das Per-
nambucanaa n. 23, tendo boa casa de vivenda.
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na rua da Iraperatriz n. 0. pri-
meiro andar.____
20|000.
Frecisa-se alugar una escrava mo pngomme
perfeitamente bem, e faca o mais servico interno
de urna casa de peuun familia, composta -de
duas pessoas, e de unia oulra t|ue cozinhe com
perfeico : no largo do Prate n. 28, 1" e I
dares.________
Alnga se
na Boa-Vista :
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na rua da Aurora n. 59.
Precisa-se de urna ama- para o ser-
vii-o interno de casa de familia ; a
tratar na rita de 8, Joio n. 63, so-
AMA
brado.
ifci3
Na rua do Crespo n. 7, loja do Gallo \ igi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.______________
~oo#ooo
KFugio do engenho Pont I, em Serinhaem, no da
7 do prximo passado, o mulato Simao, com os
ignaes seguintes : estatura regular, cortoseceo,
cor alaraniada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descancada: quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tenente-coronel Vicente Mendes
Wanderley no dito engenho, ou no Recite ao br.
Bernardino de Sena Pontual, na rua da Madre de
Dos n. 36, que receber a graulicagao de 100.
AMA
urna boa olaria para obras
tratar no Mondego n. 6S.
tina?,
Precisa-se do duas anas para cozi-
nhar e eomprar, para casa de duas
pessoas a tratar na rua de Pedro Af-
fonso, outr'ora da l'raia n. 3. ______
mdsaso de orna ama para cozinhar e ea-
gommar, forra ou escrava : na rua do Duque
de Caxias n. 1." andar.
i Advogado. |
O bacharel los Alvos Lima Jnior, ,arfc
promotor publico e advogado na co- lO
marca de S Jos de Mipib, na.pro-
vincia do Rio Grande do Norte, enejr-
rega-se de qualquer cola-apea, tanto
amig vel como judicialmente, nao s
na dita comarca, como nos termos vi- M|
znhos. Quem quzer ut'lisar-se dos ^50p
rji> seus servicos dinja-se pra^a do (on-
*te/ de d'Eu ns. 4 e 8 : tratar com o Sr.
Jos Alves Lima.
Que leigos to nnocentn i <-mto$ da rerda4e,
os autores das publicacoes inserida* no bem cancei-
twido Liberal e Jornal do fnift, c na decadente
verdade contra o padre Lyra,|vlgario da freguesa,
dos Montes ,
E cer-^ da innocencia o da rcligiao, as msultaram e
ultraiaram, (piando narraran) como exactos os he-
diondos fados que ni* .ederam: taeseoniow
mu elles im.ngii.aiara a r.-spcito do tinado L>ra e
ik macn Azevedo. E como era d- es|M-rar. asfaa
raluinnia.l.....s forain ener-U-aiuento desii.eiilido*
pola propria familia do tinado, uu Diario t itr-
nambuco n. S*. .
E quanto violencia que elles dizem o vigario
Lyra lizera para obter o* pape t e ttulos maconi-
c,i s pertenecntes ao macn Azevedo e a sy-ncope
que este soffrera nesta occasao, os inesmos Ca-
lumniadores sao tambera desmentidos pela con-
tradiccAo i|ue se nota nao s nos jornaes cima
citados, como pelos peritos e mais pessoas apre-
ciadores da verdade, que entao estavam pre-
sentes em casa do inesmo doente.
Houve verdade, una prudente e s exigencia
que o niesmo vigaro lizera em- cumprimento do
mu- deveres aagradot visto ser ministro de Cbris-
lo. A docilidatle, prudencia e amabilidade sao
caracteres, que muito honrara e distinguem o
joven e virtuoso vi gario Lyra.
Aprecien! e presera bem os parochianos as suas
qiialidades e bello proceder, que taris sempre, na
pessoa do vifario 1-yra, mu pai, um irmao, e um
sincero e perfeito amigo.
Continua!, charo amigo, como at hoje, na senda
de vossos deveres, e seris premiado por aquello
ouc ludo v e nao c engaa nunca.
1 O Calholko.
B
0
S
ft
m
*
Para cozinhar.
Precisase alugar urna ama que saiba co-
zinhar o ordinario de una casa de pequea
familia. Accit-se forra ou captiva; mas
prefere-se desta ultima cndilo. Trata-se
na rua do Capikaribe n, 0. __________
MEDICO-CIRDRGICO
, DO
llr. J. M. Curio
OPKIUDOU E PARTF.1R0
Rua do Marque* de Olinda n. 23, pri
ineiro andar. k\
Consulta das 7 horas s 10 da manha. **
Chamados a qualquer hora. I
9 $-$&&&$$ ^000i3(
Escada.
O Sr. Jos Alfonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Esc da, queira vir ou mandar
rua do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse. __________.
NoYidade.
A Predilecta, rua do Cabug n. 1 A, acaba
de recebar pelo ultimo paquete cliegado da F.u-
ropa, un bello sortimento de eorpidbos de cam-
braia bordados |iara seuhoras e meninas, golli-
nhas e punhos tambera bordado- o de phanlazii,
saiasbordadas, dias com entremeins para senho-
ra?, bonitas calcinitas de Ovemos tampadilhos
para meninas, ricas fachas de tuquim de cor,
c,ue indo vende por barato pre;o.
Ctiado.
Precisa-se alugar um moleque de 12 a 13 armo?,
que seja fiel e diligente : na rua Nova n. 19, 1
andar.________________________________________
AOS 5:000^000.
stao vendaos felizesbilhetes da lotera da Ba-
ha, na casafelz do arco
ourives, no Recife.
Fugio do engenho Acude Grande, em Naza-
reth, o escravo Rufino, preto fulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, com urna cicatriz
ua face entre o nariz c o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca-
xang e Vanea : quem o pegar leve-o ao referido
engenho, ou rua do Apollo n. 28, que ser ge-
nerosamente recompensado. L da Concr?ao, loja dej
gastralgia c nos
digestes diflcieis e dolorosas.
Vou 1er
Expsito qiiaitsinal
E faz muito
reler o decorar,
bem; Heve me 1er,
porque s assim e
se
liado" faz a
! tanto o ven-
que licar sabedor, "sabemlo aonde
que se pode con suavidade e
prazer limpar a guelia, (j se sabe
cora algnma pinga do Porto, cher-
ry, madeira, cognac, chravtrouss.
hesperidina e... tout le moud lcorol)
aebara a vista ; (entende-se com o
suave affeito dos snppramenciona-
dos ) apurar o otTacto, (anda com
o dito das ditas ditas) e finalmente
adquirir o paladar estragado, (sa-
boreando raras e excitantes victua-
llias) e note bem com ponco di-
nheiro (os precos sao os mais resumidos qu
pode desejar) 'liado mo, porque <
gente liear excessrramento nervosa
dedor como o comprador) em menos de quatro
semanas o meia, acabando qua9i sempre no lim
das cinco ior ficar o primeiro desconfiado e
fhtysico e o segundo confiado e hydropico I Por-
tante, j que se dignou laucar os sena olljos se-
ductores sahrt: niim fexposrcao quaresmal) mui-
to consentaneo ijue e tambem vos abra o
arnago de mea v racSo, Isto vos indigne o
gremio enbri uf >, ieledait ene-
briante, refrigerante t coruKQH;
te, aonde V. S. e Exc. (charo
leitor ou leitora, qac ledo com
tanta avidez) pode ir com cer-
teza, certos de serem bem servi-
do recheiar a sua despensa de
tudo o que ha de melnor e mais
saboroso para pa?ar a quares-
raa, (tempo de abstinencias) dan-
do assim cabal desmentido aos
hereges d- que sabo guardar
convenientemente os sagrados
preceitos da Santa Madre igreja.
Vindo ao armazem do
Campos
Ti. 8 Rua do Imperador \, 8
t E' neste ocano do prazr onde se pode encon-
trar, alm do mais o seguinte ; ovas do diversos
peixes c de bacalho, bacalho grande e pequeo,
sardinhas francezas e portuguezas, peixe em la-
tas de todas as qualidades, (nove mil latas), ca-
maroes seceos e todo o maie necessario para le-
var estas c outras 'guaras ajwnto de satisfazer
ao mais rara e apurado paladar.
La vai prova.
Bacalho e peixe em latas
Far boa digesto ?
Faz sini senhor.
Ovas fritas bom petisc
Com arroz de camarao ?-
E' sim senhor.
O salmn e as sardinhas
Nao boa petisqueira ?
E' sim senhor.
Livrar de excoraunhes
Vinho do Porto e da Figueira
Livra sim sennor.
E tndo reunido banquete quaresmal ?
ue noder ser comido sem a ninguem fazer mal?
E' sim nhor.
L. BEllF.Emulso vecetal de alcatro.
Este medicamento administra-sc de urna
maneira'commoda e precisa. O alcairo
em sen mais perfeito estado de pureza,
vantagem que nenhuma outra prepara-
I)R. CHOLA.Solucao de pyrophospbato
de ferro c soda." Esta solucao consti-
tue um bxcallente reparador das Coreas,
obra setnpro as pessoas que tendem
para cbloroso (cores paludas) anemia fra-
queza ffseA. Este preparado tem a van-
tagem de nao ter nenhum sabor.
GlllMAUD.Confeitos especilicos,para cura
da incontinencia da urina, e os incommo-
dos das senlmras chloroticas, etc., etc.
C11A.MRARDCli tnico purgativo e depu-
rativo, possue um gosto saboroso e um
ajoma suavissimo, e as propriedades asj
rrais notaveis sobre os embaracos do es-
tomago, dos intestinos e do ligado, c o
desobstruente por excellencia na cons-
tipacao do ventre e nao tem resguardo
nenhum
LBEUFCoaltar Soponine, emulso des-
infectante enrgico, cicatrisante das
chagas.
11 FLONXarope Unitivo peitoral empre-
gado com vantagem na tosse frequente,
catarrho ebronico, coqueluche, e etc.
etc.
MEJTELGranulos de phosphato de cal,
medicamento til as molestias dos os-
sos, fracturas, diarrheas ebronicas, dia-
betes rachitismo, etc.
HOGGPululas de peprina aciduladas, em-
prega-se as affccoes gastralgicas, e em
todos os casos em que a digesto diffi-
cil ou impossivel. Com irande vanta-
gem .
BLISS KEEN & C.Extracto bydroalcooli
co de condurango, medicamento muito
estimulante e depurativo, emprega-se
contra a sypbilis, scrofulas, rheumatis-
rno, ulceras, etc. etc.
YAIOI 1.1.IN KSLALRIERSElixir de qui-
na e caf-tonino especial contra as fe-
bres nevralgicas, enxaqueca, empobreci-
mento de sangue, fraquesa gcral, cores
palllidas etc etc.
DR. CROMIKRPululas anti-nevralgica,
omprega-se cem a maior eflicacia em to-
das as affeccoes nevralgicas, nos incom-
modosda menstruacao, facilitando o flux i
sanguneo.
QliERUGela de oleo de figado de baca-
. lhau aromatisado, com todos os princi-
pios activos do oleo de figado de baca-
lhau. Esta gela nao irrita o estomago,
podendo os doentes usar delle por moui-
to sem a menor repugnancia. E' um
grande especifico para oqjJEiBo 'asso
consump^o bronchial, tubercular, es-
crfula, debidade geral, etc. etc.
JOHNSONEssencia de salsaparrilha ver-
melha da Jamaica, empregada como o
nico depurativo inmediato do san-
gue-
ELIXIR ANTI-ASTHMATICOSedativo Pe-
toral, applicado com grande vantagem
no tratamento da asthma, tosse convulsa,
defluxos catharrhaes e todas as molestias
dos pulmos._____________________
Os administradores da massa de James Ryder
4 C. convidara pelo presente" a quem se julgar
credor da dita massa a apresentar os seus titu os
para a respectiva elassflcacao, no c-scnptoiio d
ihhuiim na prafa Ai
de 20 dias, sob pena
dos.
Recife, 19 de margo de 1873.
Corno Santo n. 9, no prazo
do nao serem mais aliendi-
Escravo fgido
150^000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratiticacao a quantia cima a quem ap-
prehender tres cavallos que naquellc cngeno
foram furtados na noute do dia 2i> para30 deno-
vembro prximo passado : o ; tem 9 annos, e
castanho e castradi, tem a orelha direita bastante
lascada, urna estrella na testa, e noquarto esquer-
do tera urna cruz ; o 2. mqo, com pintas ver-
melhasnos quartos, grande, gordo, cem o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris fendos da
caealha, ferrado com a. marca-I. R. do lado
direito, e tem a idade do. 9 annos; o :t." e rudado
sjnhass. claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marea
- Ono quarto direito : gratitlca-se com 0O4OOO
por cada um em presenta da pessoa, em cuto po-
der for encontrado qnalqucr dos ditos cavallos.
r$ Manoel EnedinoRe-
@ go Yalenqa.
en iisdjcc ,
Caiiiima do Carino ^j.
Aluga-se
Aluga-se a loja do sotirado da na do Impera-
dor n. 27. e o armazem que lhe tica ao fundo,
no caes 23 de N'ovembro n. 2?, pro; rio para gran-
de deposito de gneros seceos ou molhados, Imi-
ta, madeiras etc.: a tratar na rua do Ranjel n.
7, I ou 2." andares.
Bomingos da Silva Ferreira, Mar-
colino Jos Puppes, D. Hara Isa-
lu da Silva, Francisca das Cha-
gas e Silva, confessamse sunima-
mente agradecidos aos prenles e
amigos e as lllmas. irmandados
do Sacramento da Roa-ista c a
contraria do Senhor Roirt Jess da Via-Sacra, que
se dignaran! acompenhar ao ultimo jazigo o corpo
de seu presado pai e si.gro Domingos da Silva
Ferreira, e rogara aos inesmos o obzequio de as-
sistirem as missas quo pelo repouso eterno da
alma do inesmo finado, se bao de celebrar pelas
7 horas da manh.l na matriz da Roa-vista, sabba-
do 2; do corrento, foiimo dia do mu fallecimento.
1 SntWSt^ny:-'. ^~ ----'
D. Amia lata de Utras finerra.
Laurino de Moraes I'inhei-
ro, D. Amia G. de Moraes
Pnhero, Manoel Pereira de
Moraes Pinhciro, Balbino de
Moraes Pinheiro, pungidos
1 a hi 1 -a- da mais acerba dor pela
morte de sua muito presada sogra, mai, c lia, D.
Anna Mara de Moraes Guerra, fallecida na co-
marca de Xa areth, tendo de mandar celebrar al-
g urnas missas do 7. da pelo sen repouso eterno,
segunda-feira 2i do corrente, pelas 7 e raeia ho-
ras da manha, na igreja de i. Francisco, convidara
aos cus prenles e amigos para Ihe fazerem o ca-
ridozo obsequio de assisti-las : pelo que se con-
fessam desde j eternamente agradecidos.
Coziujkeiro
Precsa-se de um co"' nhero que seja de boa
conducta : na rua da lmperatrz n. 37, i" andar.
I GABINETE
VIedico-cirurgico
RUA DO IMPERAUOR -N. 73, ANDAR
0 DR. NNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR. E PAUTEIRO.
F.SPEClALl'ArS.
Molestias e opercries de o:hos.
Cora radical e ioslaotinei dos
estreitementos da uretra.
Consnltas : Das 7 s 10 horas
da manba.
Chamados: A Toalqoer bora.
MHA
Est encouraqdo !! !
Roga-se ao Illra. Sr. Igtacio Vieira de Mello,
escrivao na cdade de Nazarcth desta provincia, o
favor de vir rua Duque de Caxias n. 3b, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteii a
realizar, pela terceira chamada deste jornal, em
lins de dezembro de 1871, e depos para Janeiro,
pasou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprto;
e por este motivo de novo chamado para dito
8m, pos S. S. se deve lembrar que este negocio e
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu bino se
achava nesta cdade.____________________________
Engenho
Arrenda-se o engenho Estrella, junto cdade
do Rio Fornioso. E' de animaes c com propor-
coes para i,i/00 paes : os pretendentes podem di-
rigir-se rua Duque ik Caxias n. 08, i andar.
que all tciao infoimaeoes. _________________
Hospital Portuguez de Bene-
ficencia em Pernambuco.
Para conhecimento dos socios deste hos-
pital, lazein-se publicas as seguintes delibe-
rares, tomadas pela junta administrativa
em sessao de 16 do corrunU'.
Os socios que desejarem ser tratailos as-
enfermaras do hospital, bastar para serem
almittidos, que provena ser iocioae cstareiu
cm dia no pagamento de suas mensalida-
des.
Uutro sim, deliherou a mesma junta que
fosse celebrada pelo eapellko 110 oratorio do
hospital, urna missa por alma do socio que
fallecer, devendo ser apresmitado ao respec-
tivo provedor o diploma do socio que nao-
fallecer 110 hospital, alim delle fazer cvimu-
tar cssa deliberadlo.
Secretaria do Hospital Portuguez de Bene-
ficencia cm Pernambuco, 20 de man;o di>
187:1.
l.aiz Duprat,
Secretario.
/
23S000
lredo Gassier.
Carlos Gassier, lio do finado Alfredo Gassier,
engenheiro da escola de agricnltura de la Saul-
say c dono do hotel do Universo, agradece a to-
das as pessoas que se dignaran) acompanhar ao
remiteno o corpo do finado, e convida a todos
seus amigos e conhecidos, para assistirem a urna
missa que. pelo eterno repouso d'alma do mesmo
manda celebrar no dia 2 do corrente s 8 ho-
ras da manha na igreja 3o Corpo Santo, pelo que
desde j se confessa eternamente grato.
Bernardina de Lomos. Vicente de Lemps e
Amelia de Lemos, viuva e llllios de Vicente Hcr-
culano de Lemos Duarte. convidara aos parentes
e amigos, (pie delle foram. para assistirem a urna
missa, que rezar-seha na igreja do Livramento
no dia 2i do corrente pelas 7 horas da manha, em
commemoraQao de sua alma, segundo aniversa-
rio do fallecimento do n esmo.
------
Quanto se paga p)r urna cozinheira ou coznhei-
ro para urna casa do i p.;sso;is, preferindo-se s-
cravo : a tratar no.Corredor do Rispo 11. >'
Madame Amelia Ward, habilitada pola
couseliio de instrueco publica do departa-
mento do Sena para ensillar caligraphia,
arithmetica, franco/., gcographia e historia,
o que poder provar com a exhibico do
seu diploma, so oil'ereco para ilar li.oes des-
tas materias por casas do familias. Para
garanta de sua moralidad olferecc testo-
munho de pessoas respeitaveis desta ci-
dade.
Rua da lmperatri 11. i2. ________
D-se G:0003 a juros sobre predios : na rua
de Hortas n. Hi.
PARA
A junta administrativa do
hospital portuguez aluga o
predio da rua do Comniercio
11.17, sendo un andar e ar-
mazem com grandes com-
modos e com fundos e sahi-
dapara o caes, propriopara
armazem de gneros de em-
barque: trata-se na rua 1.
de Margo, outr'ora, do Crespo
n. 13, com Antonio Correia
de Vasconcellos".
I'recsa-sc de un leitor para lodo o servico
de sitio, que entenda de jardim e alguma cousa
de boliero, paga-se bem : a tratar das :t da tar-
de s 10 da manha no sitio da Solidado n. 27 e
das 11 s 2 da tarde, na rua do duque de Ca-
xias o. '.lli, drogara.___________________________
Caixeiro.
Quem precisar de um caixeiro, mu bastante
pratica de molhados e que d fiador de sua con-
dicta, dirija-se rua larga do Resano n. 23.
EiigiHinaiJeira
Precisa-se de urna ama engommadcira : na rua
do Nogneira n. -!"._____________________
(id/.iiiiiciro.
Precisa-so de um bom c'ozinheiro para o
hospital portuguez : a tratar no mesmo hos-
pital, ou na rua Primeiro de Margo, ou-
tr'ora do Crespo, loja n. 13. __________
Cliaroleiros
Precsase do alguna e pagvse bem, para traba-
Ihar em charutos finos, no Becco Largo ns. I A e
5, no Recife : na mesma casa compra-se Diarios
velhos. .
N. (3,200
O Sr. Jos Bernardino Correia de Barros cha-
mado rua do Crespo n, 20, a negocio.
Ao commercio
Joaquim Cactano da Motta 4 C, lem justo e
contratado a compra da armado sita rua do
Vidal de Ncgreros, outr'ora Imperial n. 137, per-
tencentc a o Sr. Miguel Jos da Costa .Metra. Se
aigucni se julgar com direito a mesma, appareca
no prazo de 3 dias a contar da data deste, no
becco do Peixoto n. 0.
Recife, 22 de marco de 1873.
Aluga-se
o terceiro andar do sobrado cito na rua larga
do Rosario n. ii : a tratar na rua do Vigaro
n.31.___________ _____________
- Preciza se de um moleque quo seja fiel para
entregar pao: Ba rua do Rangel n. 9.
CASA
Hereulano Cavalcante de S e Albuquerquo, I).
Leonor de Queiroz Carneiro da Cunha, bacharel
Sdvino Cavalcante de Albuquerquo e Dr. Estovan
Cavalcante de Albuquwque cordialraente agrade-
ces) aos cavalhciios que se dignaram acompanhar
o cadver de sua esposa, lilha e cunhada, D. Cos-
ita Carneiro de S e Albuquerque seu verdade-
ro jazigo; do novo os convidara, assim como aos
outros seas parentes e amigos para ouyirem a
missa do stimo dia por alma da mesma tinada na
matriz da Boavista, as 8 horas da manha de se-
gunda-feira 2'i do corrente.
Dinheiro juros
Precisa se tomar 1:300* a juios, dando-se bass
escravas em penhor : quera quizer annuncie por
(ste jornal, ou dirija-se rua da Concordia n. 22
que achari com quem tratar.
Precfea-se ae um criado para um sitio : a
tralar na rua Nova, loja n. 7.
1508000 de gratificado.
Ausentou-so desde o dia' 13 de maio de 1872,
o preto de nomo Alfredo, de trinta e tantos ann s,
crilo, e bastante ladiao; esta preto perfeito
cozinheiro, estatura alta, magro, olhos grandes,
j esleve no engenho do Sr. Luid de Caiar, em
S. Loureneo da Malta, onde consta ter parentes,
foi escravo dos Srs. Adriano 4 Castro, e do Sr,
Jos Joaquim Gon^-alves Bastos, negociantes desta
pra?a; de todos estes Srs. foi cozinheiro, tem sido
visto por pessoas que o conhecem, dizendo que
est forro, assim tem podido escapar de ser preso.
Pede-se todas as autoridades e capites
de campo que o pegando leve-o a rua do Duque
de Caxias n. 91, loja, de miudezas do Rival sem
Segundo, que receber a gratificacao cima de-
clarada.
Para alugar.
nta administrativa do hospital portu-
Juga o predio da rua do Commercio
sendo um andar e armazem, com
commodos e com fundos e sahida
es, propria para armazem de ge-
embarque : trata-se ha rua Pri-
Marco, antiga do Crespo n. 13,
nio Correia de Vasconcellos.
u-se 60o* ajaros sobre penhor em escri-
vo :,na rua de Hortas u. 1'2._______________
Exposio/io provincial.
A commssao directora da exposicao provincial
de Pernambuco tem a honra de convidar aos ex-
positores premiados para no dia S5 do corrente
B urna hora da larde, recebercm na tato de honra
do palacio da presidencia, os premios que Ibes fo-
ram conferidos. V ... ,
A mesma comnMk convid.i igualmente, pelo
presente, a todas W assoeacoes existentes nesta
cdade para que se faeam representar naque la
solemuidadc, a que poderao assistir todos os cida-
daos com suas familias que se apresentarem decen-
temente" vestidos.
E' permittido recitar discursos ou poesas anlo-
gas solemnidade, para o que os seus autores dc-
verao nscrever-se antes de comeear o acto.
A dstribuieao dos premios lera lugar depos
do cortejo, observando-se o srgumte programma :
1 A sessao ser aberta e presidida por S. Exc.
Sr. presidente da provincia, que proferir al-
gumas palavras dequados ao objecto da solemni-
dade ; .
2 O ecretaro da commssao lera a primen a
parte do relatorio apresentado pela mesma com-
mssao ao overa, o qne sera distribuido a todas
as pessoas que se acharera presentes.
: Tomarlo a palavra os oradores das assoea-
coes que se acharen) presentes, e as deinais pes-
s)as que quizerem fallar.
4 Distribuicao das medalhas e diplomas feta
por S. Ex;, o Sr presidente da provincia .
Durante os intcrvallos e porta do edilicio to-
carn ditierentes bandas de msicas.
Sala da commssao directora da exposic.\o, 18
de mareo de 1873. _. ,
Bardo do Ltcramento.
Presidente
Af. Buargue de Maredo.
Secretario.
Pergutita-se a eonfraria de Noeta Senhora do
Livraiiiento ponpie rato nao deu cataeumba ao
rmao desta contraria de nome Aleixo do Carmo,
pois era um dos irmaos que muito concoma para
dita eonfraria.
Recife, 21 de mareo de 1873.
O sobrinho do finado.
Liberato M. do Suiza
Attencao
Quem precisar de um rapaz para ajudante de
eseritorn ou eobranaas, pode dirigir-se a rua Di-
reita n. 8i. que se dir quem .________________
Escrava.
Precsa-se alugar una escrava para todo ser-
vico : a tratar no hotel de Apipucos._____________
Moleque.
No hotel de Apipucos, precisa-se alugar um
moleque para todo servico._____________________
Aviso.
Nao novo o tal
Cha preto da ponta branca
E cha verde perola superior
Porque vende-se na rua do Impera-
dor n. 24.
Confeitaria do Campos.
i Precisa-se~ de nm caixeiro d' 10 a t annos
de idade, para taverna e d fiador a sua conduc-
ta : no pateo do Terco n.t. w -
AiiEipO
Continase a fornecer almoco e jantar para
fra por preco commodo e com promptidao : na
rua estreita do Rosario n. 35, 1/ andar, casa de
familia.____________________
Escrava fgida.
Est fgida a escrava Mathide, de 40 annos de
idade, crioula, tem a cara bastante grossa do es-
pinhas, falla mansa, sanio de casa a titul) de le-
var urna trouxa deroupa a Boa-Vista, as 4 ho-
ras da tarde do dia 17 do corrente e nao voltou ;
pede-se s autoridades a apprehencao da mesma
e entregar rua do Livramento n, 1.
Machado & Brandan, successores c liquidata-
rns da extincta firma Silva Rocha Machado,
de Pernambuco, fazcm publico que sendo-lhes de-
vedor Manoel Antonio de Sotua Ribeiro, resi-
dente na villa do Ti iumpho. comarca de Pajen
de Flores da mesma provincia, de ttulos venci-
dos desde 18(19, previnem que ninguem con-
trate com o dito devedor ou procurador em Por-
tugal ou nesle limeo, sobre a heranca le-
gada que o mesmo tem no testamento com que
falleceu em Lislioa 'o negociante Antonio Joa-
quim do Souza Ribeiro, cuio inventario se pro-
cede pelo juzo daquella cidade, escrivao rrel-
ias Jacene, como sobrinho que o dito devedor
do testador, por ser filho ae sua irm D. An-
ra Joaquina de Souza, da fre'ruezia de Landim,
conselho de Villa-Nova de Faraelco ; para evi-
tar duvidas e futuros letigios da preferencia que
a divida tem sobre os emiratos posicriores, lis-
to que seus diretes estao os annunciantes sus-
tentando contra o devedor no respectivo foro
dinicilario.
300^000
Ansentaram-se desde o dia 30 de Janeiro do
corrente anno dous escravos irmaos, sendo um ao
nome Loureneo, de idade de 26 a 27 annos esta-
tura regular, chcio do corpo. cor clara, caneiio
estirado, rosto redondo e sem barba ; ei o outro
de nome Andr, da mesma estatura, mais f arm-
no do corpo e mai novo ^ "f^V^*
do irmo. sendo comprado Loureneo ao ST. Uau-
dmo Albuiiuerquc Mello, da comarca de Palos,
Zlt. Parahyba, e Aadr ao Sr. Joao Fran-
cisco Gomes de Arrnd, da comarca, do Limoe.ro.
Sunooe-se que segniram a estrada do Limoeiro, a
Sorra do Teixeira ou con;arca de Patos ; roga-se
a todas as autoridades policiacs c capites de cam-
po que os apprebendam e levem-os a rua do Apol-
l n. 30, armazom de assucar, que se gratificara
com a qu nt a cima.___________ _
Precisa-se drum menino, de liU J09.*
idade, forro ou captivo, para criado de urna casa
ie pequea familia, com tanto que saiba
jompras e entenda de servico de copeiro
ar na rua do Capibwibe n.
A tra-
libarib
40.
Quem precisar de um criado escravo para todo
o servico do caa, dirija-se a roa do Barao da vic-
toria n. 61.
I

?

<%


Diario de Pernambuco Sabbado 22 de Marco de 1873.
i

//hu


Xazareth
O Sr. rer#i* JosTrani>c.i l..pes '4"t
n ler a Ixindade de -ir un maiiuar a ra parador ii. 28,
resse.
ALTA MOVMIAD
AO ARMAZEM
|DO
VAPOR________
RITA DO B.VRAO DA VICTORIA
S& i 4 N. 7Outr'ora NovaN. 7
PIANOS.

?S

i
)
AYTWIO JOSfi BE AZEVBDO
Ra do Baro da Yiotoria d. 11, .armiea,. e 12 1. andar, antiga ra Nova
nor^e o publico em grat wconfra l$e*tpre p.mator e mais esplendido stytiirwto.deMms de
Pianos, msicas e instrumento de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir no prlmeiro andar do sobrado o. I* eoo/roote 4 Tambera receben moda sortiueato de mostea im pta*>, v
ootica Maurer, om grande Mi oBde estao postas os magnficos cinto e entre ellas
rJaVMi^lF de armaro, de PleyeL
..___i____j. j. ... ._. Vnee me aner
Ultimas pnDIIea^oes
de meia canda, do taesmo aotor.
de B. Henri.
,
de Araeda Thiboot.
I JU
afamados
Ai
nico agente cesta cidade, dos celebrea
PIANOS DE AUCHER FOES
Tambera recebea grande sortiraeato de mosteas fi;
as linda oomncaicdfs do onuito sympatbico maesiro
A SABER :
Voe me que* Walsa.
Oiga Mazarka.
La Separaciooi Para eaeto.
. A Lu elctrica, grande Walsa.

remiados em diversas exposi;oss om 14 raedalhas de onro e prata.
Sio os onicos pianos que aqai vem da Europa, perfeitameote afina-
dos, felos cora elegan :ia e solidet.
'Franco Brasilero Polka.
Tomada de Vllela GMope.
loanioha Walsa.
A Libertadora Polka.
A Primeira espada Wl-a.
.AMinhaLyra Wlsa.
A Natalicia Polka
Stadiente Po ka.
Feitas
n; oMcioa de mostea*
do aonunciante.

Acabam de ehegar muito bous pianos fortes e de
elegantes modelos, dos mafe notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alphonse
Blondel, Henry Hers e Pleyel Wolff C. : no
vapor francez, ra do Bario da Victoria, m-
tr'ora Nova n. 7.
Calcado francez.
Botinas de luxo e phantazia, brancas .nretas e de
differentes core^ tanto, para senhoras como pa-
ra meninas.
Sapatinhos com salto no rigor da moda, brancos
e de cores para senhoras.
Botinas de Melles, de Suser e de Polak, para ho
meo?.
Sapatos de cordavSo Mili spara homens.
Botinas para menino de qualquer tamanho.
Perneiras e meias-pemeiras tanto para hornea!
como para meninos. > .
Sapates de Suser para homens e meninos.
Sapatos de verniz com salto para homeus.
Abotinados de muitas qualidades c precos para
meninos e meninas.
Sapates de verniz com sola de pao preprios para
sittos, jardins e banhos, sortimeme para honien-
e senhoras.
Sajatos de tapeto, casemira, charlot avelludado,
de tranca portuguez e francez.
No armazem do vapor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova 7.
a IH'gUCU ilo sen p H
ijJH'i-
,.l lili-
cular inte-
Precisa se de miiraixcirormn platica de ti-
ma, na na da Unnio n. ;>2 junto a *t*?dn de
inda.
Na fabrica de arveja ra compra-se laranjas da Ierra a BAO rs; o cent".
Preciza-se de una, pessoa que faca o ser
vico de. fachina: na padaria da ra do Ran-
-;
i
ico de
el n. f.

:

-
COMPRAS.
Compra-se moedas de 80 francos
Nova
Lornpi
n. 23,
na ra
luja.
Compra-se
uma escrava de meia idade e que tenha bons
costumes e que saiba coziohar o diario de urna
casa e lavar e eng-mniar : quein estiver bestia
condicoes dirija-se a ra da Cruz n. 37, que acha-
ra com quem tratar.
#$$
Sfifr

Trastes, i
Al.
Compra-ge e vende-sc trastes novos
c usados : no armazem da ra do Im-
perador n. 48.
Grande
M'QSTO |JE i-'l :>I0
S3 aiiiia/.'iti de i andido Alberto Sodrc da afot-
tt S ('... ti:ivisi di Mailie le I>'ius u li, lia a
renda Riujo wil l:Uas inleii is e meias latas, dos
melforefahiicanl.-s do Il-> de Janeiro, Teixeira
l'inlti A l'ort.Ha. Antonia -Maiiins de Siqaeira t
C, LiMur Seldmi.lt A C. e IVjrres A Aranjo ;
Mtn como .ni rolos, de oulros nmitos fabricUMl
yreditadiis.__________________________
Merino trancado a 2:500.
Preto, fa/.enila superior que gerilm "I'' Jr
de a 100.1, a Husa'hranca e-ta .|iieiinan(loa 24O
o covado.
Bombarina a 10001!
E' lina e val 2- 00 acovado.
Duvidam ?
Se iluviilarn. b.it.ui algumas m' lulas na algibef-
ra, c veiiliam Rosa branca ; a ra da Imperan tz
n. 06, e vejam a
Itcnliilfule.
Aposto que duvidam.
Que a Rosa branca ven.le
Peitos bordados a 1,#000.
K rto de liao esguiao e torrados.
Ra da Imperara n. S6 lojada
Rosa branca.
Comprase rendas e bicos, sendo Unos c bem
feitos, e de divursas larguras : na ra do Com
mercio n. 40. _____
Ewilia, polka por L Smolti.
Circaciana, chotcb, por Swolti. fiaos (.xlract0?) bauhas, leos, opiaU e pos den
Jardim do Campo aaa 1 up. xe*, agua de fl r de larnja, a?ua de toite-
D'aqai emCdlante oontmnari a annnneiar todas as publicare que se forem frzeado as soas offleinas de msicas.
qeadrilha, por J. Poooe.
Ctauva de Rosas, Walsa, por H. Al
bertaizi.
t
r
3t1
FNDIC10 DO B0WMAN;Forados j__
. \j i.1 J x y j.x. \~r / O nico remed* contra os callos oerw-
RA DO BRUM
N. 82
(Passando o chafariz)
PEDEM \0S seoboret de engenho e otros agricultores, e em^re gado res de m
chiaismo o favor de urna visit a sea esta-belecimento, para verem aovo sortimento
comolet) que ahi tem; seado todo soperior em qualidade e foriulo; o queci>a-a ms
peccSo pessoal pode-se verificar. .,, n,nif>tA
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
tt j jQAinA dos mais molernos jrsteraas -eem ta-
VapOreS e rOLtaS Cl/agaa maabos convenientes para as diversas
circumstancias dos senhores proprietarios e para descansar algodao.
Moendas de canna gr O9tanaaflh08'asme,bores '09 m
Eodas dentadas ^^TfT'
Taixas de ferro fundido, batido e de eobe.
Alambiques a fundos de alambiques.
Machinismos n ""
Bombae
O nico remed* contra os callos o em-
plastro americano qu sobre todos lew
obtido os melhores resultados, alm de alie-
nar as dores cura-os radicalmente.
nico deposito na Pharmacia AmoMca-
na, 6 ra Duque de.Caxiaso. 57._________
CAZA DA FORTUNA
tx*. i. nE mar^o otrra'ORi M crespo n. 23
Aos 20:0008000.
<0 abaixo ass^nado tem sempre exposte venda
os fflizes bilhatcs do Rio do Janeiro, naganoo
promptamente, como costama, at o premio de
fc'OOOj.
Preoos.
Inteire ....... 2it360
Meio........12#000
Quarto....... 6O0O
Manoel "Martins Finia.
Perfumaras.
.
Chumbo
.
Cimpra-sc chumbo velho c estanto, em noque*
das e grandes porcoes : a ra Nova loja 11. II, do
Azevcdo.
Y
para mandioca e algodao,i
e para serrar madeira.
Podendo todos
ser mondos a m3o
por agua, vapor,
ou animaes.
Todaa as machinas 8 peti! de ,oe" c*m preci8ar-
Faz qualquer concert d8ffllcWai!"' w mmresmid0-
Formas de ferro S"MlbMM"m"U"M"-^ *
^^.A^on Incumbe-se de mandar vir qualquer macb msmo von-
ifinCOmmeniaS. tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
snas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necesstdade pode
Ibes prestar auxilio. ._
A J -.a .Mflo e instrumentos agrcolas.
Aradcs americanos
UglO
a 20 de (verairo o cscravo de uome loao, de 18
a iO annos fle idade, com os signaes seguintes :
altura regular, secco, olbos grandes, nariz grosso,
dcr.tes perfeitos, rosto redondo e sem barba, bellos carajjinlios. ps chatos e cheias de cravos,
bem esperto-e ladino, canhto, co.iaheiro, tem
bastante pratica de armazem do carne secca ; le-
vi iu uma bolea nova com duas anisas, sendo
urna bordada,"* ceroulas, 1 cami-ade meia, 2.pa-
res de meias- e um chapeo de palha de arroz : em
dinheiro levoa ol, e mais alguma roupa perten-
centc a elle : roga-se, portanto, s autoridades
e ca pitaes de campo que o appreh*?ndam e levem-
no ao eu-senhor, -rna do Pedro Allonson. 7,
que serio generosamente recompensados.
te, divina, florida, lavando, pos de arroz, sabo-
netes, cosmticos, muitos artigos delicados em
perfumaiia para presentes com frascos de ex-
tractos, caixinhas sortidas e garrafas de diffe-
centes Uunanhos d'agua de ooiogne, ludo de pri-
meira qualidade dos bem conhecidos fabrican-
tes Piver e Oeodrav,
Ko armazem do vaoor francez, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Mota n. 7.
Para viagens.
Muito boas malas e bolsas para viagens do a
de caminhus de ferro.
Botas de montara.
Novo sortimento de botas Napoleao e a Guilhcr-
me, qwmeiras e meias perneiras para homens,
e metas perneiras para meninos.
No mazem 4o vapor Trance<, rna de Barao
da "Victoria -outr'ora Nova n, 7.
Mobilias de vimes.
CaBciras de fcalanco, de braco, de guarmedes, so-
fas, jardineiras, mesas, -conversad ras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leyes, -e os raais- proprios movis para saletas e
gabinetes de recrelos.
!No armazem do vapor francez, a, ra do Barao da
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias,
Art4> de IITerentes ^ostos e
pkaiitiir.ins.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Joavin, de fio da Escocia e de eamurca.
Caixinhas de costura ornadas com msica.
V1NDAS.
Doce de Caj Secco.
Vende-se na ra do B muito bom doce do caj secco, porcao a vontade
do comprador.
Vende-se o hotel da ra das Aguas-Verdes,
bem afregbezado, com bastantes assignantes e
bem acredrtaa neste lugar; faz-se negocio rom
todas as pertenoas por ter de retirarse para a
Europa,
Giande laeo.
Sao gravaras pranJes eoin Iac.i, ultimo post a
i -.non : na loja da Roa branca ra da Emperatriz
Charutos dellavana
Superiores
no escrintorio te Tasso limaos 4 C. ra do Amo-
riin n. -17. _____^^_^__

Padaria'.
Vende-so a padaria da rna de Marcilio Dia?.
antiga ra Direita 11. 09 : a tratar na mesma.
Vende-sc un piano novo de Herz : a ira"
tar na ra Formosa, casa do Sr. Ramos Netto.
IIO
Porto.
Antonio Pereira de CRiveira Maia tem para
vender em sen estabelccimentoj ra da S ai til -
Nova n. 1, ehitfellas para homens e senhoras, te-
Bancos, sapatosde tranja, para os raesmos; tudo
de superior qualidade c por proco conunodo, por
ler viudo de conla lU^'l"^_________________
Vende-se ama balanca de Romao, nova com
o competente lerno de ktlogrammas : a tratar iia
ra da i ompanhia Pernambucana, anaaiem nu-
mero fi.___________
Gravaras.
.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Casa mobiliada.
AInga-4* o primeiro andar do sobrado n. i* da
ra das Triucheiras, quasi defronte da entrada
para ra -e>treita do Rosario, coulendo duas
talas, seis qortos, um pequeno algrete, quin-
til, cacimba e casa para banho oom mobilia ne-
cessana : tratar na mesma casa, com o solicita-
dor Burgos Poace de Len.________________
Casa.
Vndese nm sobrado em uma boa ra
ar na rna da Imperatriz n. 8, l a tra-
MEURON&C
M..
os compradores do bem conhecido e acreditado rap
ABE A PRETA, qne reparem nos botes e meios botes,
pois qn os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores qne qnizerem do verdadeiro ABE A
FBETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes trgam o nome devJIEUBON & C., e a desig-
nacao de ABEA PBTA.
Albuas e quadrinhos para retratos.
Caixinhas conrvidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Cortantes de-plaqu muito bonitas para relogios.
Brincos -imitarlo e botes depnnhos de plaque.
Bofeiahas e cofres de seda, de velludo e de couri-
nlio de cores.
Noves objeotos de phantazia para cima de mesa
toilette,
Pincenez de cures, do prata dourado, de a^o
tartaruga.
Oculos de a^o fiua e de todas as.graduacoes.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de marfim
Bengalas diversas em grande sortimento para ho-
mens o lenteos.
Gbieotinhos de baleia e de multas qualidades di-
versas.
Baeras de tarraeba para saltos de botas,
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar c para
barba. ,. ,
Ditos de marfim muito finos, para ltmpar cabera
Escovas para roupa, cabello, unhas e para den-
tes. ,- -
Oarteirinhas de madreperola para dinheiro.
Meias para homens e para meninos,
Grvalas brancas e de seda.preta para homens e
meninos,
Campanhias de mola para chamar criados,
Jejes da-gloria, de dama, de bagatellas, de domi-
n e oulros muitos differentes joguiuhos alle-
mes e francezes.
Malas, bolsas e saceos de viagem de mar c cami
nhos de ferro,
Mamadeiras de vidro de dar leite mu acil as
criancas.
Argeniia* de marfim para as enancas morderem,
bom para os dentes.
Ber. os de vimes pan embalancar enancas.
Ccstinhas de vimes para braco de menina*.
Carrinhos de qualro rodas para passeios de enan-
cas.
Venezianas transparentes para portas e janellas.
Reverberos transparentes para c_ndieiros de gaz.
Esterescopos e eosmoramas om escoihidas \is-
tas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de .cores em
vidros.
Vidros avulsos para-eosmoramas.
Globos de papel de cores para illuminacdes de
festas. .
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir. ,
Encerados bonitos para conservar as mezas de
jamar.
Machinas de varios sysemas para cafe.
Espanadores de pal'ia e de pennas.
i'esourinhas e caivetes finos. ,
Tapetes coni vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para qua
dros.
Quadros j promptos om paysagens e phantazia
Estampas avulsas de santos, paysagens e'phanU '
ziae. ,
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milias.
Realejos pequeos de veios com lindas pecas.
Realejos karmonicos ou, accordions dq todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de qumqm
Iharias diffieeis de mencionarse.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior vartedade qne se-pode deeejar de todo;
os brinquedo* faLriidosJ em diferentes parte*
da Europa para enireteninJetil das criancas
tudo i precos mais resumidos que possivel_:
no armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria, outr'ora ra Nova n. 7.
' PARA PIANOS
Pannos proferios de cobrir pianos.
Cadeiras de' parafus'o e forro
fado.
No armazem do Vapor Francez ra
Baro da Victoria (outr ora Nova) n. 7.
Osiiiihas para costura.
Grande sortimento de bonitos modelos
chegados ao armazem do Vapor Francez,
ra do Barao da-1 Victoria (outr'ora No-
val a. 7.
los Srs. de engento.
Devendo-se mandar para o Rio de Janeiro o
aldo tos utencilios pn.venientes da wfinaco do
Montoiro, engaja-se os senhores de engenlio de
anroveitar esta oecasiao para comprar burato
utencilios de primeira qualidade, fabricados pelos
melhores auti res de Parto.
4.- -urna machina de Vacauml de cobre com
todas s peilencas.
? quatro filtros grandes.
3. tres caldeiras para cozin'nr, a vapor, com o
fundo dobrado. .__
4. uma dita com serpentina de cobre, com 2iO
kilos do peso.
o." duas turbinas de Cail & t.
6" dua< caldeiras a vapor, de 7 metros il
comprimento, cada una com i aqoentadores
7. uma machina a vapor do 8 cavallos
or?.., da oflcina de C Starr & C.
8." uma machina para ralar assucar.
9. 151)0 formas de uma arroba e, meta.
tb. Quatro caldeiras para estufas.
II. um montejus.
12 12 remos. 130 trneiras de cobre c .
cao grande d canos de cobre viudos, de Parts,
de diversos diamemctros.
CeaiMffioe sobre tudo a atten^io para as tur-
binas, qu.. ambas serte mais batatas do que urna
s das inglezas : a Halar da ra do bebo n. Jd.
hoje -Baro de S. Borja.
Y I i.-Os similores que desfijaren parte maior,
podo se dar prazo para pgame t'>.___________
lia para vender alguna bonitos ps de travo
(cravcirosi de primeira qualiilade, a 000 cada
DU1 na Tone, ultimo sitio a esou.-rda da ponte,
margem do rio Capibarihe.________________
em
de
por-
Vcnde-se por W$ ot bom escravo
vicios n.'in acbaqnes, proprio para qualq f r-
vico, entetide bem de niasseiru : na roa das ru-
iii's ii. W, hotel.__________________________.
Chegou
nova remessa de hesperedina: no armaieni i
Tasso Innaos & C : a roa do Ainorim n. 37.___
Panno de algodao da Babia
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender no escriptorio Joaqnim Jote
rjoncalvesBeltrao & Filho, rna do comiere,)
n. o. ._________________.-------------
Aos Srs. macons.
Amaral, Nabuco &. C vendem insignias maco-
nicas do diversos graos.______________________.
Tlilho de Mamanguape
I Vende-si- por proco eommodo : na ra d.i Ma-
dre de Deas n. -i. prlmeiro andan____________
CHITAS
avariadas
( hitas com pouca avaria a ICO, ~M)
o covado.

Madajiolao.
Madapolo com pouca avaria a ijlOOO e oOO
a peca. j
jUgi.
Algodao com pouco sujo a :i c 3*300 a peca.
Dito dito marca T a 3*500 e 5*000 a peca.
Chita para robera.
Chitas .para coberta com avaria a 20u o cavado.
Merino azul.
iihi:
Amaral, Nabuco & C. ven-
dem as seguintes qualida-
des de meias de fio de Es-
cocia :
Brancas, abettas no peito do pe, e bordadas .i
seda, para senhora, abenas, para meninas, ci :.
e de cores para honiem.
DK ALGODAO
raneas e e cores para meninos, menin
m'eii's e senhoras.
DE LA
Decores para mrnios, meninas homens e se-
nlTOras.
DE SEDA
^armezira c rtxaa para padres, eapellis milita-
res,'denegos e bispo,
\# bazar Vietoria, rna do Barao da Victoria
numero 2. ___
Merino azul enfestado lino, proprio para rou-
pas, a i*0t'O o covado.
Rritu mi.
Brim pardo fino a 4C0 e 440 rs. o covado.
S na ra do Crespo n. 20, loja de Guilliermc
C. da Cunha A C, __________
A 5000 a arroba.
Vende-se na ra Vidal de Negreiras n. 151,
outr'ora imperial, fumo em rolo, do Rio, proprio
para cigarros.
K.
MEURON ft C.
estu-
do
Feijo crioulo.
A' rna da Hadre do Dchm ii. 9.
Vende-se fetjSo prete, novo, j deste auno, mais
bar.to que em parte alguma ; a elles amigos do
bom barato.
AIS FAHWAS BABATAS
NA
Peitos de linho bordados a agulha, para camisas
de hornero, a 1*0 0, grande pechincha.
Toalhas felpudas a 6i0 rs. uma
Colxas grandes com barras de cores a i*50(\
Chales pretos de merino bordad? a retroz:
sJo grandes e de boa qualidade a 8*000 para aca-
bar.
Atoalhado superior com tinas larguras a 1*800.
Chapeos de sol a 5*000 : sao de merino tranca-
do, muito elegantes e de armado moderna
Madapolio finp da marca M. O. verdadeira, val
8*C0 o vende so por 6*000 para acabar, na
Ra do Cabugn. 10.
Leques
Cozinheiro.
No armazem do caes do Apollo n. 69, sa dir
quem precisa de um bom cozinheiro para.cjia de
pequea familia ; paga-se bem.______ _
Urna pessoa que pretende partir pa^A'Eub-
pa. disfaz-so por venda de um casal (toBferavos,
negros mocos, de bonita figura, eom uoft cria de
4 annos, e pode ser procurada na ra doHosario n.
IO, 1* andar,
Para militar
Vende-se os seguintes objectos para militar :
11 farda para offlcial. '#
i bonet idem. r J
1 espada idem.
' 1 habito da Rosa.
Tudo em bom estado, c por preco eommodo :
na ra de Marsilio' Dias n 76, outr'ora ra Di-
reita. .
h"
Amaral, Nabuco C. receberam um variadis-
simo a elegante sortimento de leques de madrepi -
rola branca lavrada para noivas, queimada pan
passeio, bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e lava-
dos, de marlim lisos e lavrados e com seda, de
osso lisos e lavrados e com seda de todas as Cores,
de sndalo bordados a lanlijoulas, e para meni-
nas : vende-se no bazar victoria, ra do Barao da
Victoria n. t.___________________________
Bordadas a seda
Amaral. Nabuco* & C. recelieram da Europa
pelo ultimo vapor meias para senhora, de lio de
Escocia, brancas, abettas no peito do p, c borda-
das a seda, o que se pode chamar novidade, e
so da ultima moda em Pars : vendem no bazar
victoria, ra do Barao da Victoria n 2._________
. Chaj)eos para senhoras
Augusto Porto acaba de recebar os mais lindos
chapeos de seda e palha de cor. enfeitados gra-
ciosamente com linissimas llores, para senhoras,
vestidos de blond com seda branca e flores finas
para noivas. chapelinas brancas e pelas, ricas t-
nicas polonezas para senhoras e muitos outres
artigos que vende pelos mais commodos precos :
na ra Duque do Caxias n. 53.______________
A borboleta
la ra do Livramonto n a est vendendo, pelo di-
minuto preco de ''>. calcados inglezes ltimamente
chegados a esta praca.
Ovas do serto.
Na ra do Barao da Victoria n. 61 tem as sa-
borosas ovas do serto, petisco muito apreciavel.
Vende-se
urna boa. casa terrea, em chao proprio, grande
quintal murado, servindo para familia, sita a ra
das Crioulas (aponga). Vende-sejambeni parle
de uma oulra casa tenca, em chao propno, sita
ra da Ventu a (Capilnga) : a tratar na ra 1."
de Marco n. 7 A, I.* andar.
Vende-se
a armaco da laverna do becco do Peixoto n. 30,
muito propria para um princiDiante por ser pe-
quena, e preco muito eommodo, bem afreguozada
para a ierra. _________
Barris para niel
Vende-se por barato preco : na ra larga do
Rosario n. 34,|botica,
Cal de Lisboa.
Vende-se na ra do Bom lesus n. 27,1." andar,
ou no trapiche Alfandega Velha mais barato do
que em outra qualquer parte.____________ .
~~CDUEHrO.
Vende-re o verdadeiro cimente de Portland : no
armazem da bola amarella, travessa da ra oo
Imperador,' gaante-se que ningu-m o vende por
menos.
i
!^*a.


"V^
'
Diario de Pernanibuco Sabbado 22 de Marco de 1873.
Fazendas em liquidado
NA
3
N. 60 Ra dalmperatriz K 60
!:
GMfLlSTRAS DE SEDA A 800 RS.O COVADO
O Pavo recebeu um elegante sortimento
PE REIR DA SIL YA & C.
TenJo o proprietario deste importante estabelecimento, grande vontade de liquidar
todas as fazendas que tom om ser, tein resolvido vende-las por precos muite mais baratos do
qoe se vendem era outra qualquer parte, com o fin de apurar dinheiro, razio por que con-
Vida o respeitavel publico a vir sortir-se, nao s de um avultado sortimento defaxendasop
lai, como tambera de grande sortimento de fazendas finas e dos nws ajumados gostos.
E previne que_s vende a dinheiro vista, por estar em liquidado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA LOJA DO
PAVO.
Neste grande eslabelecimeoto encontrar
o rospaitavel poblico. ama bem montada ol
tmais lindas grenadmos pretas com listras CM rje alfaiate, onde se m*nd.a executar
e soda de cor, tendo entre ellas comlistra qoijquer pega de obra, tanto pira homeuo,
roa propria para luto, que vende pelo ba- como para meoinos, com .a maior prea-
Xtasmmo prei;o de 800 ris o covado ; assim tesa e perfeiclo assim como para qoalquer
orno dita muito fina com hstra encarnada, ipu> quede repente appare^a, tendo na mes-
jue vende a 1*000 ras o covado. Estama 0fficna om perito offlcia deanado para
faaenda voio polo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. officiaes de goarda a-
mente da Europa, e hquida-se na loja do cional oa Iropa de liona, sendo esta oficina
t^i^f!^A^mmna A^^m hbil artista Pedro Celestino
LaMI>UI> ABbRTAS PARA VESTIDOS A Soares de Carvalho.
05000 o 10W0 RS. ESPART1LH0S A 3J000.
O Pavo recebeu um elegante sortimento 0 Pav5o tem um gsande sortimento de
liuas cambraias brancas, abortas e espartilhos, tanto para sanhora como para
Obras de phutish.
A loja da Aguia Branca, ra do Duque de
Caxi s n. 50, recebeu um bello sortiuiento de bo-
nitas a modernas obras de phaawwia, -seudo :
Brinc s e Mines tirelas, coa dourodoj e pedras.
Outros de adrep rola queimada com bonitos
eueites de delicadas flores. .
OutrostJc nn> doaraa eqm pnge tea de cor*.
Ouir* *v*mflif *>.? s moldea!
Rosetas da.ftof *tt& nedras brancas
Adereoos a niadre&erola. ^^
Ditos encarnados.
talbas e flores'natura*
CasoIet*fejpadi>fFo!a .
: YoUa de rosaos alifafes de coi.s.
Outras c djitos. pret s cora donrados.'
Pulceiras de tartaruga com douradoT
Outras pretas.
Granulos arelas e, de coses,
Bonitas abotoduras de fino durado, c.m per
dras, coral etc. para abertura, d cambas
' Botes douxa4M;fe BO .'otjte milUjfaes, para
aberturas, e coUaxjjjJp
Boni
bardadas para vestidos, que vendo polo ba-
ratissimu pregas de 9$, e 103000 rs. o
corte, tendo bastante fazenda.Enchincha,
a loja do Pavo a ra da Imperatris n. GO.
LSINHAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mas lindas lisinhas transparentes com
lorzinbas bordadas, toado de todas as cores
inclusive roxa propria para viuva, e vende
pelo baratissimo prego de 400 rs. o covado.
V.' peebiucbanaloja do Pavao a ra da Im-
peratriz Q. 60.
CltKNYDINKS A G40 RS. O COVADO.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com listras
brancas o de coros, sendo muito boa quali-
dade, e vende pelo barassioio preco de 500
rs. o covado. E' pecliincha na loja do Pa-
vao a ruada Imperatriz n. 00.
COBERTAS DE FUSTAO ACOI.XOADAS A
4?000 RS.
O Pavao recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fusto, acolxoadas,
guarm ib; com franja em volta, tendo bran-
case dv- todas as cores, c vende pelo baratissi-
mprec/)de l->, rs. E'peebincha na loja
do Pavo a ra da Imperatriz n. GO.
GBAPEOS PARA SENHORA A 1.25000 RS.
O Pavo recebeu um elegante sortimento
dos mais modernos chapeos de pal ha, rica-
mente enfeitados, para senhora, com osseus
eMBoetentes veos, e vende pelo baratissimo
prego de 12*000 rs. E' pechiucba na loja
40 Pavo a ruada Imperatriz n. GO.
LAS MODERNAS
0 Pavo vende um bonito sortimento de
lisinhas lislradas, sendo das mais modernas
que tom vindo ao mercado, pelo baratissimo
prego le 560e 600 re. o covado. E'pe-
cbincl i na lujado Pavo a ra da Impera-
triz: n. 60.
ALPACASLA VIUDAS AGIO RS.
O ('.OVADO.
Chegou parea loja do Pavio um elegante
florti nto das mais bonitas alpacas de cores
J > idas, sendo as cores mais modernas que
te a vindo para vestidos, c vende-so pelo ba-
ratissimo prego do t 40 rs. o covado. E'
I bincha na loja do Pavo a ruada Impe-
ratriz n. 00.
Cortea .5** eambraia. ultima no-
viilurc. a ??000.
O Pava.) recebeu pelo ultimo vapor de
Eui >pa cortes de cambraia branca cmba-
la Unb is ricamente bordados, tendo fazenda
menina, qbe vende pelo barato prego de
300O. Ditos muito finos a 450JO e 50OO,
sao dos mais moderaos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 340 RS.
CHITAS A 240 RS.
O l'd'ao vende chitas. fraocezas proprias
psra vestido, sendo muito boa fazenda', com
padroes claros e oscuros, pelo barato prego
de 210 rs. o covado, por ter um 'jete lo
que de mofo: pechineha.
LIQUIDACO DE CALCAS DE CASEHRA
O Pavio tem um graode soriiminlo de
caigas de casemira de todas as cores -a qaa
lidades, para lodos o precos, e desejaado
muito li jaida-las, resolveu vende-las por
om prego muito em cqnt i, para dimioair.a
graode porgo.
CASSAS FR.ANCEZAS.
O Pavo vende bonitas cassas frangezas.
com bonitos padroes, e,de muita phantasia
pelo baratissimo proco de 240 e 280 re. o
covado, sendo fazenda de muito mais dinhei-
ro, grande pechineha, na loja do. Pavao.
BOURNUS A 109000.
O Pavo recebeu pelo ultimo paqqete da
Europa, bournusdos mais lindos gostos qu0
at boje sao conhecidos, e em relago ex-
cessivabarateza, convidam-se as Eimas. Sras.
para as verem, para assim admiraren! o que1
ha de mais uovidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA A |JMQ>
0 Pavo vonde cortes de cambraia branca
com listas e lavores da mesma cor, tendo fa-
zenda para um vestido, c vende pelo barato
prego de 6^000, por ser grande pechineha.
Ditos muito finos com babadinhos branoos
bordados a 8-5000.
Ditos ditos cora listas de cores a, 4?>000 e
59000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde ,cores a 93)000. E' grande
pechineha na loja do Pavo.
BBAMANT.ES PARA LENCO'ES.
0 Pavo veoiie sopericr bramante.de al-
axias n, 5),' rcob'u'bonjl s $\m A^Em:
,...< o -con 4dor|A><. e out^s'Se apa-
os gostos; assim como recebed ou ros de tna
:anasia, pre o com dirJA)
ios gostos; assim como rec
djeira aue se caa/uudft (joi p.. mido, ,e 4enTl-
ljs lindos colonaps ji. ,c flitro, aitlaa ass(m ven-
estes .pelo barato prego de 4000 p^ nn
asos de crystal para to
A loja da Aft'a Banca,'arua do Duque de
touas n. 5f, r cebe epoite garraflbas, Se.crysV
tal em par cora ramagets- douraila^ e mu, pro-
nrjaajw: franjo; de oilet, efe',
nnea e colaras- eleotricos
A ^^aia^lAguiaittranca rna Duque de Caxiai
H. SO, recefieu nv renjos^a dos nrovejiosoa ai
oc e .-eolacas e|ec(rico'3, e chtmua.a recebe-Ios-
mns.il'Mnte', polo qae sembr estar pryvida de
^es objectos.
Diademas dourados
tA l*j'mb ^WC^. rea,Duque de Casias n.'
JO, recebeu poyamentc bonos JiadoAnas daitraqu-s
e .enfeitAdo,s coraine/lrjw e. ayolS^, obras de gos-
m p|kaatasia. Tndem. rec,eben ovos crampos
W. 9, *f'W es )#*. i esAdrJa,, ,
Laques aom bouquefe ott-
,tros chinozeSi
Aloja d'gua branca ruaDuuue de faxjas
p. 50, recebeu urna pequea qantidade daquettes
bonitos leques.*!oih;'Bfttoittas e oiitree cbinezes.
pold oreaie para refrescar e
amaciar a}pelle
Lli^^^^kaP^ a m- Duque, de Caxm-j
KJvmFwr; tpId.cre.rae.dos armados.'fabricau-
jtes Lubm, Legrara e fywty:.
^Diademas- e graragos de
A toja da ,dgj^a fornea, ra do Duape de
tajias fi.JO, Teftebett-poyainente boaSis.diade-
:inas. efiraxpos.de.ai.
Bicos de seda pretos com
flores de cores.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Caxias recebeu, orao novidade bonilos bicos de
seda pretos com llores de cprest sobresahindo nel-
s proto com' encarnado, e todos mu proprios
para barras e oulws eantes de vestidos de gra-
nadme, ou n>edJBa,.e.utras.tze)das. lanspare'-
tes. Pela comuwWade dos preces esses, bicos tor:
TOHIMS
DE
COSTURA
; Cbegaram ao Bazar Universal da rna No-
va D. 22, om sortimento de machinas para
costara, das melbores qualidades qae existe
oa America, das quaes multas j sao bem
donbecidas pelos seos autores, como sejam;
|VeHer dt WUsob, Grover de Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
?oe com a vista devero agradar aos com-
radores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que trinta cqstureifas podem
jaxer diariamente e cozem o* tanta per-
jeifae gomo as maie per/eitas costuriras.
Garante-se a sua boa qnadade e ensim-se
a trabalbar com perfeicao em menos de urna
bora, e o precos sao 13o commudos qne
deiaoi Iffladar oa preteoo>ntaa
H*uj-ie iuaii twwnodo^ ,e pela noyitlade de gosto,
prfefenygMia;qua^querllautros,entes.
Veos ou mautphas pretas.
A |oja da aguia branca, ra do Duque de Ou-
xias n. ,50, wctbeu bonitos, veos ou., nwnlinlias
pretas.de sed;i cora flores, e outras a.,iniitac3o d
?^h*',aI*eB*.-a*l'.fc>Jlo precos.de 3tf;
*# e bOOO. A fazenda boa e est ora porfoito
estado,(pelo que centina a..ter pnomptaoslj-ac.
cao.
Diademas e aderecos de,ma-
dreperola.
A lija da Aguia branca i ra doDuqne de
n. 50, recebeu urna pequea, jorcan de
jodio tendo 6 palmos de largora qae s [diademas, e aderemos, de raadreperola obras de
percisa de I % vara para am lencol, me- i"Purado gosto.
suffipi i: para vestido de qualquer modelo,
vestidos sao os mais mo lomos que tem
lo ao mercado, e pela sua excessiva bara-
. tomam-se recommendaveis as sonhoras
debora gosto. Bazar do Pavao, ruada
Ic] Tatriz n. 60.
"josv 29400A LU.ZIA.
O Pavo tem urna grande porgo de len-
{ 5 brauCOS com liana decir, muito bonitos
a .Mudado, que vende porStyiOO por
ter grande p ireao,
Dit is to los brancos abainbados muito fi-
r o b 2$300.
Ditos cbinezes com barra de cor, muito fi-
r e .. 35500. r grande pecbincka, na loia
lio Pavao. J
ERitiierra* a S-^OOfl.
0 Pari receben pelo uKimo vapor, um
ado sortimento do romoirs pretas de il
1 '[ icos, em lindos enfeites pretos ede
S e vende pelo barato -proco de 3-5000
:
um, p ir ter grande porfi.
Dit'-s to los de seda ricamente enfeitados a
4$B00.
PAISA 0 QARNAVAL.
I)i>iiil*
0 Pava itemum grande sortimento de d-
roinsde todas as qualidades gostos, proprios
r tra o carnaval, tendo tambera de merino
muito interessantes, que vende ou
?' por precos muito barat w, por ter gran-
m pi pgao.
LFAgO'l-SDE BRV.MANTE.
O P;uhu .cu.le lences de bramante mni-
t fnnto, sendo decra paono s, pelo ba-
raUSSimo preco de 2iO0 cada om.
madapolOes..
Pecs de midipolo francez moito fino
Cm 20 jardas a 5^500 e 6*000.
Ditos com 24 jardas muito superior a
U530 e 7(5100 J.
[:o ri::... fazeoda muito finia d;?000,
H**) 3J500t |0|UU
PUjS francezes e inglezes mjito fiaos de
40jard8 para dilfrentes precos.
ALGODOZINHO".
O P^v) vende por prego muito barato
jecas de algo 15.)zinho americano mnito
bom om 18 jarlas 45000.
Dito cuto 24 jard-s, a 4^500 e 5Q00
at 64O0O.
Dito largo marca, T muito encorpado a
ALGOD.lO NFESTAPO.
_ O Pavo vend9" o vrlaffe'ifo e superior
a.godoirobo d# dnas |rgnras nara lences,
eadb mato en-orpadu I 00 cada vara.
Dito trancado d-t mes.na largura 1(5*80
CORTES DE CHITAS A- ,J40 E mso
O Pavo vende cortes de rhiWl fraqcezas
laa^ rom lO-covad-is pelo diminuto'preco
me .2iJV,0 cid corte. '
.Perfeita novidade.
Grampos com borboteas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A. loja da aguia branca, ra do Djque de
Laxlas n. oO, recebeu novos gramjws com bor-
boletas, bezouros c .garantilos, o que do corto
^erfeila novidde. A quanlidade peuuena, e
.por sso em breve se acabar.
Novas gollinlias ornadaseom
pelueia ou arminho
A loja d'a^uhi branca ra Duque de Caxias
- 50, recebeu juna. ue/|uena qqantidade de buni-
s e novas gllinhas, trabalbo de l o seda en-
neiladas co.ni aruiiulio, obas estas de muito 'osto
e inteiramcnle novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
Aloja'da aguia, .branca, ruado Duque de
Laxias n. 50, recebsu novamente bonitos gram-
pos, brincos e roletas dourados ; assim como
novos .diademas de ac, e lomo sempre conti-
nua a.vendtt-los por presos razoaVcis.
tro 1^600 e a vara t#800.
Dito de linho paro superior muito encor-
pado com a mesma largura a vara 25400.
Ditos franceses maito finos a 20500 e
3^000,
Peca de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, par todos os-precos e
qualidade.
Pecas de brelaaha do poro linho, tendo
30 jardas pelos precos mais barato que se
tem visto.
Pechineha de fioissimo esgnio sncelena
com 6 jardas 70000.
Peca de 6nissimo celena com 30 jardas
a 305/K), atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largura a vara 2$''0O.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavao tem um grande sortimento de
calca de casemira, aseim como cortes o*
mais modernos qae tem vindo nos ltimos
figurina e em fazenda das mais finas e mais
novas ao mercado, e vende-se por barato
preco para aporar dinheiro assim como cal-
as de brim branco e de' cores >ar pegas
mmto razuaveis para tdbkr.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
A /05OO, 80000 E IO0OOi>.
0 Pavo tem um grande sortimento de-
cortinados para cama e janellas, que veo-
de pelo barat i preco de' 70500; 80000 e
100000 o par, lendo al por 180000. assim
como colchas de dam^co para camas de
noivus, e grande sortimeoto de tapetes tan
to para 4cadeiras como para cimas, pianos,,
portas, etc., tudo vende por preces raaoa-'
veis.
CAMBRAIAS.
0 Pav3o vende corles de cambraia trans-
parente propria para vestidos a 20500 e
10030.
Peca de dita muito fina com 10 jardas
tanto ta.iada como transparente a 40000
50000 e 00000 at a mais fina que vea
ao mrcalo.
CORTES DE PEHCALIA COM DUAS8AIAS
A 40000.
0 Pavlo venda bonitos cortes de precalia
com duas saias, sendo fazenda de moito
josto a 40000, Ipecbincha.
BAPT1STAS DE GRANDE "NOVIDADE
O Pavao vende om grande sortimento
das mais moderis, bautista* co lista de
cor, proprias pira ?esiido, com corea mais
oovas que t9m viod) ao medicado sindo
moito mais largas do qu as chitas francetas; fr,Che? ram agu'has para machinas, do fabiicante
Vehde-se o sitio da estrada da Cruz re Almas,
Oue Jipa entre, o. do commendador Taso e .. do
esembargaaor Doria, com casa de vivenda, d ffe-
reatesarvoredos, grande baixa de capim, etc.
dando os fundos para a estrada dosifrutos urba-
os ao p da estacii da Jujueira : a -tratar na
ra do Amorn t. 37.
Fariuha de mandioca a 3$ o
saeco.
Na ra da Madre de Dos
quanto nao a- araba.
n. 7 ; a ella, em
Xarope (Fagriao do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
domo a pitysieay bronchites, asthm, etc.,
supliendo airtda com ptimos resultados no
escorbuto.
Vnde-se na pharmacia e drogara de Bar-
tholomeu d C, ra Larga do Rosario u; 3.
Pillas azucaradas de Brisiol.
NAO CONTEM NEM TALOMELANOS NEM NE^HK
OLTft .JMNEBAI..
A grande necessidade. e falta de um ca-
ithartico ou de' urna medicina purgativa, ha
iimiito que temksido- sentida, tanto pelo po-
lvo, eomo mesmo por mei<) da faculdade
|medica; e por 4s*o, iafiniro o gosto e
iprazer que Sentimos, em podermos com
ilpda a con|ian?a e segnridade, recommendar
is..pfalos vtg.etws assucar.c4as de Bristol,
i^uiKvuma excellenle medicina purgativa, a
lual.encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfetto, seguro e agradavel cathartico de
farojUa. Rite i;ne4io nao composto
lieasas drogas Lordinariamente usadas na
composi^So dessas pululas, que por ahi se
vedem, mas sim, sao preparadas com as
mais. finas.e superiores qualidades de raizes
medicinaos, be'rvas e plantas, depois de se
uaver cbimicarnente Xtrahido e separado,
os principios acjivos, ou aquellas partes
|que contem o-Britadeiro valor medicinal,
daquellas'porsfies'fibrosas inertes e agres-
tes itoirameHte destituios da menor viitu-
de. Entre esses agentes activos on ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophyiw, i qual segundo a experiencia
mm demonstrado^ possae am poder o mais
"laravilhoso possivel sobre as regioes do
figado, assim como sobre todas as secre-
tees biliosas. Isto de combinacao com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
hatureza, que jamis fora apresentado ao
publico. A pilulas vegetaes assucaradas
de Bristol, acliar-se-h5o sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo.
Alfeccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do se.u
femenino,
Dores de cabeca.
Peda obter em pouco lempo com o aso do melhor dos licoresa armada
HESPERIDINA
FazSoito anuos que conbecido este precioso tnico, e diflicil acbar orna pesso
qoe, tendo experimentado pewalmeBte, nao falle em sen favor, j como bom estomaca
e apetisador, tomando om calix della antes de jantar, oo como facilitador da dicestic
tjmando-se depois.
A R4^JF
da HESPERIDINA. a LARAN^A AJAK^A, n3o \pf m so habitante do BRASIL (a Ierra
"ftSsj ** q06 D3 0,W,,, P'oP'^Me medicinaea da doorada rocu,
LABANJA AMARGA

em seo estado natural tem om gosto pooco agradavel, e o mrito da Hetperidioa con-
siste em reter suas boas propnedades, e ao mesmo lempo apreseuUrla como
EXQUISITO JQOB
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nao tem nada qoe inviar ii
melbores mporUcoes earopas de cathegoria semelhante. EsUi, qoando moito. bodem
ser gostosas, porm a Hesperidina a combinado per/eUa 4o
AGRADAVEL SADAVEL
Para prova de qoe am artigo no qual pde-s ter inteira confianca, por Ht poro
e innocente, basta dizer-se qae foi plenamente approvada e atrtorisada pela
JlUNTA DE HYGIENE
ao Rio de Janeiro, permittindo saa livre elaborado no imperio; ootra
MA IMtOVl
a aceeitaclo geral que tem em todas as partes onde apresentada. Em 1864 estabe-
lecen se a pnmeira fabrica em Boeoos-Ajres ; em 1869 a segunda em Montevideo ; e
njMiaida chegada de S. M. O IMPERADOR inaogoroo-se a fabrica qoe actualmente
uatalha na corte. Em Valparaito e em toda a costa dp Pacifico lem boa atceitaco.
tsoto que rara a casa qae considera completo seo aparador sem ama garrafa de

O homem velko toma Hesperidina para obter
o. *. m0R
O homem doente loma Hesperidina para obter
SADE
O homem dbil toma Hesperidina para olter
.!.-.. as d,onzel,as e 8 mo5s tomam a Hesperidina para obler boa cor
animacao durante o loncos gyroa da
,,nHaBARR0? JN,0R C- roa *> Viari Tenorio n. 7, 1* andar, receberam esu
grande espec.fico, e venuem-no nos depsitos seguinte: "^neram
Joaquim Ferreira Lobo, roa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, roa do Commercio.
Marcelino Jos Goncalves da Fonle, roa da Cadea a, t.
Antonio Gomes Pires d- C, roa da Cadeia.
Antonio Gomes Pirea C, m 22 de NovembrO.
Gomes lrm3o hotel d^ Passagem.
9&&
SS Ra
Samuel Power Jokns-
ton & C.
(lo Apollo u. 38 e 40
Faiem scieote aos seus fregustes que tm
mudado o seu depsito de imealou a va-
J^M por, raoendas e laxas da muito acreditada
r/Pi fabrica de LnwVoor para ra un Apon n.
^J 38 e 40, onde cnnuam a ter o mesmo sor-
gSgft timeuio do ciiKtiinie.
(5^, Pazeiu seienn- tamhem que teem teito um
^t arranj, rom a fondicao geral, pelo une bo-
fBs oti.-rei:er para asseniar
O' propriattrios da foodico feral fatem
scieutes aos tibores de engenho e mais
pesua., qne teem estabeleciilo orna tundi-
cao de frro brouze a ra do brum, jun-
to a e.iago dos bonds, onde aprontarlo (/
qnalquer r>hr d eucommeade com perfei- ?. .
gao eprotiMiiid... {JL-
Os iiie.-wwi r iam as pessoas qn qnei- ^^
ram uiiU-^r -h d -eus nervinos de deixa-
rem < eorotninenda era rasa dos Srs. Sa-
muel Rw > n. 38 e 40, onde acharan petaca taabih- v&
8*
qualquer
e mesmo paranli lo. |.
lail..-..un qu-.iu pi.s.-a:u rui^nder-se.
Appareino para fabricar Mxorer, .. WBSTON CENTHBFnAL
Uoicms >|paois em Pernambucoa (Mdtc>i eral.
Para traur em seu escnpwno a rn do AkoUu u. 8*
.7.,(-?eir!s or*,oria J#00(l cada urna no caes Jo Apolle, arma-1
lera de T*MO Irmo? 4 C.
a vende pelo baratissim)
cada covado.
pracX) de 500 rs.
eaiMA1' ^ l c0**" P1 pr* de'
1|W0 cada corte.
Botinas i
para senioras, a^0;na
loja do .navao.
Pereira da Silva Se C. recbVrd'rn pelo ultimo
vapor de Kfepa'; Um- elpgilte' mWi*ti( tina pretas. e, eom dello^efsKe^'ae 'Orttii
proprias par.senhorasj gaw*ttintose'soreir kw
111,(1- niadernas que ha no mercado ; assim cotnb'1
a boa qualidade por terem sido remettidas por
Urri dos m.ilhors AricaiiteSlde'f'ns}
^CABRIOLET.
sntos, mrllt leve & n bom eSfadW : rVar ver
n|i cocheira do 8r. Ce/rirt, k ra o Hospicio tra-
inero 86. v
i i-----------' i,_________
ISiviil sem segundo.
Crower dj B;tler. DuziaporatOOa
i Venij-sfl utti mobilia de jftrtwrojl em
KiLi aSiiiw *rua da Madde
Dspepsia, ou indi-
gestio,
dAstringencia, ou..
prisio do ventre
habitual,
zia do estomago
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtorrrago sujo,
Em todas as molestias que derivara ;
ua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo
os purificadores deve ser tomado conjun
lamente piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona ums
om a outra, quando fielmente assim se faz.
aao nos resta a menor duvida em dizer
|ue nomaior numero dos casos, odemos'
iffiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prempU e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao st
jehe n'um estado muito alm dos recursos
ijumanos.
TASSOIRMOS & C.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Ganos de barro .para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar lgodao.
Machinas de nadara.
Polassa da Hustia em barril.
I hosphoros de cera:
Sag em garrafijes.
Sevadinha em garrafoes.
I-enthas em garrafoes.
Hhun da aJniaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vnho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaos, dito.
Vinho de Seherrv.
Vinho da Madcira".
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
tarris com repollio em salmoura._______
Fazendas baratas
l.oja la Aruerica
branca com flort-s assetinadas a
Cerveja
A verdadtira cerveja da Bavlera, marca ban-
oelra, de sopwior qualidade : vendem Tasso r-
mos & C. em seu armazein da rua do Amorim
numero 37.
i- to de algndao da Babia e cal de Lisboa, re-
centemente chegado : ha para vender no e-
cnptono de Joaquim Jo- Goncalves Beltrao & Fi-
lho, a rua do (bmmercio n. S.
Aos senhdrcs acadmicos
Vendem-se as se^aiirtes olwas de direito, com
pouco uso :
Ahrenn, eours de droil nalurel, I vol
Ferreira Borges, diccionario jurdico e conimer-
cial, f vol,
fieizot, hUtofre du governement renresenUtif,
t vols.
tu teteira, curso de direito civil, 3 vols.
Jfitckrluey, Manuel de Droil Bomain, 1 vol. etc.
E niuifos outras que seria enfadonho mencio-
nar : o* nretendentes dirijain-se rua do Cabug
n. H, lojfl de jorne-
j'tti wiswm!
-it*!''* f.
jCadeiras pretas douradas e marchetadasde nfcu-
dijeperora : ms nrmai-ns.de-Tasso. Innao A' C
caes do Apolla.'.
"ftipS7
no rmazenitdde
alma. dn> Ahiroranv Ofjyj rn'ilt-
Ofd d-os mnlhores tlbritntel^e'Pr^evendem- qiiajipiibal^oib tttw'i t Mn^&fr^i: Vend-s riiV da Atirol-rn un rv
ATTE^GAO
Cheguema grande pechin-
eha 4^000
'fcetfyom dez cuias de inillio : tratar no ta
"piche Aigelo, ou na rua da Cadeia n. 1, primeiro
aafcr:__________^____________
Yende-se
o no becco do Espinheiro, prximo a
ferro de Olinda. com 170 palmos de
30 de fundo : a tra lar na nraca da lu-
a n. 39.
Brilhantina
400 rs.
Atoalhado de duas larguras e com lindos de-
senhosa 15500.
Panno alvo trancado do duas larguras para toa-
mas de mesa a la200.
Chales de merino com listras de seda a o um
Meia muio finas para senhora. de 12i a 8j a
duza.
Colebas grandes com barras de cores de 7100O
a .)J0OD.
Ditas ditas adamascadas a 4*500 urna.
Caitas finas d* 400 .100 rs. o covado
Chapeos de seda com c bo de canna a 8j um.
, L outras muitas fazendas, todas por precos mo-;
naiuado Cabug n. 10.
o DE HAMBURGO
As mi recentes c melbores.
Vendem-se na pli.irnwia e drogara de Bar-
tlielomeu dtC./rua Larga dosario o Rn. 34.
VENDE-SE
Vende-se um sirio rom nina casa terrea d
pedra e cal. lend 90 palmos de fundos, fin
chaos proprio : rua da Floresta n. 2, em Olin-
da, pura ver e tratar na mesma casa.
Taverna
Vende-se a taverna da travessa da rua das Cru
: zes i), 6. com poneos fundos, propria i ara princi
piante : a Halar na mesma.
De plaqu.
Amaral Nabuco i C, vendem guarnicoes com-
pletis, para senhora. ciiendo 1 par .le pulcei-
ras, 1 par de brincos, 1 allineie, 1 diadema e
i jlor |iara o cabello, tudo de tartaruga e de co-
ral, meios aderecos, medalhas e brincos de pla-
que : na rua do Bario da Victoria n. 2.
dicos
Armago
Vende-se una armacao de amaivllo, envidrara-
da, na rua do Bario da Victoria n. 51 : a trataj
na mesma.
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtom-sc com o uso
INJECC' SHOST
nica, hygienica, radical e infallivol na cu-
Cassas a variadas a 2401 rs. ra ttes gnoi,Beas'nores bfanca? e flusos de
i ". toda especie, recentes ou chronicas; e que
O COvaClO. offerece como garanta de salutares resultados
O Pato vende finissimas cassas francezas de a continueila appHca^io que sempre com a
SPL*?-**"!112S"2" S8*' P?r terem maior vantaKem sC tem fcito della nos hos-
om pequeo lorpu^ de avana de agua doce, pelo
barato pre.o do dore vltiteris o cbvado. 'pernta-
na toja do Pavao, rua da Imperatriz n.
-cha
4W.
UM e fharVo e4^ftft.
ENGENHO.
pitaes-de Pars.
nico deposito para o Brasil', Bartholomew
^ 0.,.mftarg do Rosario n. 3.
I oirta iinmca
Chegou o melhor cha preto. ixinta branca (pdh, *
quo ha muito tempo nao vmha a este mercado)?
\ ene-se o eagnho Rmra, silo na fretiszis dp i*-nde-se a retalho, na Ima de livro n. 12 da ra
Ubo, a tres liigoafc di estacfo de Olinda ; qae* '^reita de Rosario, de Geraldo Henrique denn,
?.r.c!K.r '!ts ao. enpreithor Parts, r* jnem|i !,c*mo tambem cha hysson muito bom. perol
idem, e preto ptimo, por precos commodos.
fregtfefcia, a tratar C3in-?rir1ci>cV"^'A^(rI3
ro da Lunha Jnior, ou no Recife, rua da Sau-
dade n. 6.
Vende-se Vinko superior d'i Po7to e charu-
los $y Baha
> aadr:
na rua da Madre de-Daos a S'
Bom negocio.
Wnd-wfl-atcBfe.dscorrrAW dts trfmea
taos Reelw a Oluida : nesta tv pegnpla a




Dkro de Fwambu Sabfeadtr 22 tk ~Wt DE FERRO E BRONZE
FABRICA DE MACHINAS
V raa do Barao d* Triuinpto (ra tlnor) ns. 100a 104
CARDOSO & IEMAO
AVISAM. aos Srs. de engenhos e ao publico em geral, que teem recebido da Europa
grande sortimdnto de ferragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer outros usos
e misteres da rdustifoagrioola, o quetudo vendem por pregos raioaveis.
rOrma^ para. aSSllCar puadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaOOreS horisontacs e verticaes j bera conhecidos nesta provincia e fra della, os
i melhores que teem vindo a este mercado.
MOenaS completas-de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
MeiaS mOendaS para sentar era grades de madeira.
laiXaS (le ierro de ferro fundido e batido, de diversos tamanbos.
KOaS d agua de diversos tamanhos.
KOdaS dentadas de- diversos tamanhos e qualidades.
CoiicertOS concertim com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EllCOmniendaS ^an^am v'r Por encommenda da Europa, qualquar raachinismo,
para o que se correSpondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; hicumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se rosponsbilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Barao do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FUNDIR O DE CARDOSO & IIMO
MIDEZAS.
Soares Leite & Irmos,,com loja de miudczas e perfumaras ra do Bario da Vic
jtoria n. 28, pedem muiU attengo para os presos abaiio especificados, a saber :
Sapatos de tapte para horaens e senhoras
a 12)200.
Abotoaduras para collete a.200 e 320 rs.
dem idetn para punbos 320 rs.
Talherescabcdeviado (imitago) a3$000
a duzia.
Caixa de linha branca com 40 uovellos a
500 rs.
dem idem de marea a 240 rs.
, Maco de fita chiuea a 19000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200.
dem idem kananga do Japao a1200.
dem idem divina a 159000 e 19200.
dem idem Magdalena (navidade).a 19500.
Garrafa com agua de cotona 500 rs.,
19000, 29000, 49O0 e,7(|W.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
39500.
dem com tnico oriental de Kerap a 19000
o frasco.
MIDEZAS.
Macos de trsneas de. deraeol branca, a
400 rs.
Idem idem lisas >. 200 rs.
Duzia de pegas de cordOi imperial a
320 rs.
Duzia de cachimbos .pe dcgallinha a
29500.
dem idem de madeira com tarapa a
39600.
Duzia de collarinhos bordados
mem a 89000.
dem idem lisos a 69600.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oi verdadeiro a 19000.
dem idem antiqHe muito b >m a 400 rs.
Opiata muito boa e fresca a 19, 19500 o
29000.
Caixa de pos para dentes a 200 rs.
Duzia de sabonetesjde amendoa a 29500
e39600.
MIDEZAS.
Livros para notas a 320 e 400 rs.
Redes enfeitadas a 19400.
Resma de papel pautado o liso a 29600,
29800, 39500,49000 e 69000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem dem beira dourada a 800 rs.
Caixa de envelopes forrados a 700 rs.
dem idem de cores a 500 rs.
Caita de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 ts.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes a
29200.
'i Ouiia do sabonetes com flores a. 19506.
SabonetesGlycerim transparentes 1906.
Lindas c elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do autor E. Cudray proprias
para presentes, assim como de palba e pape-
lo.
MODAS E MIDEZAS.
lndispensaveis de couro da Russia para
senhoras a 109000.
Leques para senhoras a 29000, 49000 e
75000.
dem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 19600.
Maco de sabonetes inglezcs muito supe-
i iores a 600 rs.
Vara de fita escoseza larga (noridade) a
49000.
Lamparinas gaz a 19000.
Groza de botes de osso para calca a
para ho^-200 rs.
Grinaldas para casamento a 29 e 59000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
doa 39600.
dem idem beira lisas a 29500.
Garrafa de uta roxa extra-fina a 19000.
Pecas de fita de velludo de todas as cores.
I dem idem de sarja de todas as cores
' e larguras.
Sapatos de tranca, tapete, casemira echar-
lte.
Chapeos para senhoras o meninas.
Uuvas de pellica muito frescas a 29500.
ESPELHOS
d miudezas que seria longo mencionar.
28 Ra do liarn da Victoria 28
Arados para lavrar a trra.
Carrinhos-de mo.
Camas >de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'name para fi
Eogesde ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferto galvanisado para cobrir casa
Pregos. americanos.
lachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar elgodao.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balancas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES & C.
RA DO BOM JESS N. 4.
Aderemos de bri-
Ihantes, esmeraldas
rubins e peroJas,
voltasde perolas.
A.
Obras de" ouro e
prata de todas as
qualidades.
LQJA.
N. 2 ARa do
DE
DE
Gabug
BARROS t FU. SI O
Achando-se completamente reformado este estabeleeimento, e
lendo os: seus- preprietarios. feito urna importante acquisigo de
joias as mate -modernas. rondas-ao.mercado, e de qualidades superio-
res, convidar ao respeitavel publico a fazer urna visita ao seu es-
tabeIeciment prero razoavel.
-iuTIende-w, arrenda-Be ou pflrmnttwe, 'por,
trras que sirvam para plantar eaanayuna padaria
sita no pateo da fejra no povoado dos.Mentesji ai
tratar com seu proprietario no mesro povoado-f 6
para informacSes, comoi'Srs.'Roc'ha lima 4 Coi'
maraes, ra do Bom Jesu(omr'orada Cruz),ni.
16, od. com a^r. NioomedeS' Maria Freir, no
Caes di Apollo, n'esta cidade.
IVVItLlv' H! nn,
Tinta r6xa.
l!re?I*dajclUj;iy amante
m ubla,nhar-
PER1RA DO HEGO, e ifttF'para es-
Bsla Unta
maceutico
crever e tingir seda, la e alradao : verie-se na
pharmacia Torres, ra de Marfilio Das n. 135,
an'.go pateo do Terco. Pre^o de cada garrafiriha
i*U" rs.
Vende-se 2 esclavos pefas
ij^ue de 43 e urna negra de 17
de Pedro Atronco n. 6r.
sendo um.mrr
anuos : na rvr
Da melfior (pialklade e para todo genero de
obra, retalha-se por precos commodos : na ra
g- Madre de Deus n. y.
GRANDE LIIDACAO NO BAMTEIRO
DO
NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
Lourenco Pe reir .Heniles Guimaraes

Acaba de chegor a este estabeleciment um importante sortiraeoto de.joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tera vindo ueste genero, como cassoletas .de
nix com lettras de diamantes e pinturas'linas, aderegos e meips aderemos com,pedr8|fi
as, etc., etc.
Relogios de ouro, de differentes gostos e qualidades, para homons ,o senhoras desde, o
prego de 409000 at 300^000, sendo estes ltimos d raaauinisnao roais aperfeigoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de praU.de MftQOO e 409000.
RA DO CABUG M. 5
MOftEiR.V-DUARTE.AC.
A LOJA BOM PASTOR
It ECEBEU
Apprelhos de mesa.de C. Cliristoflc de Pars,, fabricantc.de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na .riqueza dos scu modelos.
Faqueiros em caixa, eolheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas d todo tmaahor galheiteinjs, serpentinas, casti.;aes,
saletras, fariaheros.etc, eUji ,'
Recebeu tambem
Grande-sotimento de quadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais 'bellas vidas tiesta praga.
Ilecetje encommenda para o Porto, Lyon e Paris.
Ealiiwa iliMiriiiiiiiciilsiaraiiiTejas. e ima-riis
w
SOARES LEITE, RMOS
NICOS AGENTES
Ra iln Barao ta Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas 6 as melbores do mandol
CASEMIRA PRETA A 2500 O CORTE.
Vende-se corteado casemira preta para*cal-
gas de homem a 2^500, 4,"5oOO, 59e 69000.
PANNO FRETO FINO A 29500.
Vende-se panno entestado proprio para
algas e palitts a 29500, 39, 49 e 59000 o
covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado.
CORTES DE BRIM A 19500.
Vende-se cortes de brim para calcas de
hornera a 19500 e 29006.
CUITAS BARATAS A 240 RS.
Vende-se chitas francezas largas, para
vestido* 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertasa 280 zia.
COI.XAS DE FUSTAOA 29500.
Vende-se colxas de fusto, de cores,
iC'ioo cada urna.
COBERTORES DE FELI.OS A 19200.
Vende-se cobertores de pellos e papades
a 19200 o 1940.
SAJAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores a 29000
e 29500.
TOAI.HAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada urna.
BOLSAS PARA VIAGENS A 3C000.
Vende-se bolsas para viagons a 39, 39500
e 49000.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DHA.
Vende-se lencos brancos a 29000 a du-
A 400 RS.
de cores para
rs. o covado.
MUSSELINA DE CORES
Vende-se musselina finas,
vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTO BRANCO A 320 RS.
Vende-se fusto bramo para vestidos a
320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 re. o covado.
CAMBRA IA BAPTISTA A 400 RS.
-Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
GROSDENAPLES l'RETO A 19800
Vende-se grosdenaples preto para vestidos,
a 19800, 29, 29500, 39, 49000 e 59000 o
covado.
MADAI'OLO FINO A 49000.
Vende-se pegas de madapolo, a 49000,
49500, 59, 69, 79000 e 89000.
ALGODO A 49000.
Vende-se pegas de algodao bom a 49,
49500, 59, e G9000.
ALGODO ENFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodo enfestado a 900 rs.. o
metro.

Na-exposigo de Paris, em'18.67, .o concedido a
Elias Howo .Jnior, a medalha de ouro e a condecora^
gao da.Legio 'de TJonra,.por serem as machinas mais per.
feitasdo mundo.
A medalha de puro, conferida a E.. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tuia.
A medalha de ouro na exposigo de Londres acreditan!
estas machina?.
A
i
RAPE REA FINA
DA
IMPERIAL FABRICA
DE
MOREIRA & C.
NA
BAHA
Moreira & C. solicitam, a attengo do publico da provincia de Pernam-
buco para o rapAra Finaproducto de fabrica pertencento a filbos
do paiz, e cuja qualidade est conhecida peifeitaiuente igual A do verda-
deiroAra Pretacomo o fabrica a casa primitiva na Babia, tendo alm
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conbeceido devidamente apreciado 0 rap Ara
Finaos annnunciantes acaban do autensar seu agente em I'ernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e direitos de iutroduegao, a hita da
concurrencia, acompanhando-a nos abatirnentos de prego at onde for
isso compativel com suas forgas.
Os aununcianles esperara encontrar na nobre populago de Ter-
nambuco, o apoio que tra jus a actividade e os esforgos que ellesteem
empregado para, por assim dizer, nacionalisarem um ramo do industa
que at boje s ao estrangeiro tom aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptor o do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vigario n. 21. As vendas sao feilas em libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Prego 19000 a libra, com descunto de 18 ;0 Cm porgo de 10 libr&i
para cima.
Baha, 21 de fevcroiiode 18T3.
Mortim & C.

Cabe-nos o dever de armunciar que a eomptmhia das machinas de Howe de Hova-
Vork, estabeleceu nesta cidade ra do Bprao da Victoria n. 28 ura deposito e agencia
geral, para em Pernambugo e mais procelas se-'venderem1 as afamadas imchins de eos-,
tura de Howe. Esta? machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seutrabaBio,,
empregando urna agulha mais, curta com a mesma qulidado de linha que fualqueroutra,1
epelaintroduego dos mais aperfeigoadosiapparelfeos.^stamos actualmente habilitados a
offerecer ao exame publico as .memores mchim do tiuado.
As vateigensd^asriyxcWMsso cts segmntes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sio duradouras, para isto prova incontestayel, a"
circumstancia de nunca terem apparocido no nwoado machinas d JJpwe em segunj-
da mo.
Segunda.Gontem o aiatecial.precisq pvftfen*far^ualquer.desarra0o.
Terceira.^Hanellae menor friegao entre as diversas pesas. ,e menos rpido estrago
do quo as outras.
Quarta.Formara o ponto como se ataeitM *>o.
Quinta.Permitte que se examinen trabnino. daiambos os.fio^,, p quese ho consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em- casemira, atravessando o fio de um nutro lado,
logo em seguida, fina.
Stima.0cpmpressB ,levantado doma' maiwfacidade, quando setm 3Q,mqdar
de agulha ao comegar nova castora. ,
Oitava.^MuiUs ccaipa^isd.macaiws.de-,o^ura,;AW|J.poga6, .^ftgraqdeza'^
decadencia. Machinas ou^r'ora popularos., sao.hcje ftuasi.descwihecidast outxas soffreran),
mudencas radicaesparapoderem, substituir : entretanto a companhia das.ma'chinas de Upw,
adoptando a opjniao da EHasHowe^, mostr emites, mochapicas', tm constantemente,
augmentado o iseu fabrico, L
por dia.
Cada machina aootnpirabaivreloiflpininstrucgoes em portuguez
...^.nv, .~.^.--i--.y-r--r -r w ,-. sjujiemoregaoos e proprios para as saias pnuri-
hoje pao, allende a, |NXMW",< .ppsto.que, faga .000 .m^ghtnas ^^ ^^ ^ vantacera que ha no emprepo
' fletes tyolos para ps pavimentos terreos e casas
d i
:dO: /B.a,it-.')0':,

i)
oa
.i
ai
H
Superiores cortes de cssa de cor, d orgaridy 'detp*clia 'eom barra e de daus
saias, acompanhados dos competentes figurines a SftCadij'cAfte. Veiulem na ua Pri-
meiro de "Margo fantiga do Crespo) n. 13, loja das columnas de Antonio Correo de Vas-
cellos.
MUZEO DE JOIAS
N, 4 Ra do Gabug i
JOSEPH KRALSE C.
DE
GOMES DE MATTOS, IRMAOS
Neste imprtame estabelecimento, o primeiro nesse genero, contina a
vewter variado sortimento de joias, sendo de brilhautes, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande reducgSo de pregos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lndissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os prpprietarros do MUSEU DE JOIAS, sero constantes sempre quo tive-
rem occasiSode verem suas palavras confirmadas pela voz geral, do que o
MUSEO DE JOIAS vende seus artigos a pregos mui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
exposigo obras de prata, de todas as qualidades, relogios lindissimos e de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
pregos. Caleiase trancelins de todos os gostos, o tudo o mais que for de
manufactura d'ouro ou prata.
SSo avisados os senhores de engenhos, fazendeiros e lavradores, que to-
das as joias sahidas do MUZEU DE JOIAS sao garantidas.
33 Cbndsgtfis
lijhlos fraiitczcs sextavados
De 4A^OOO i .r-00
niillieiro.
Estes tijo'os, fabricados de barro vermellio con-
solidado, sao os niclliores e os mais econmicos
pela sua barateza, par;^ ladrilhar os pavimentos
terrees das casas, porqnanto, pouco mais cuitan-
do do que os feitos no paiz, sao, sem eomparagao
alguma superiores a este* pela limpeaa de que
su .stincmitwiws. .Cu.-Ui. alm disto B decima aarte dos de marmore, j reprvados, e
das, de, alfferentes mosaicos, os qnaes ufo' to
certamente ao alcance de todas a ftirtima.-, i s
aioiemprefados e proprios para as salas princi-
camj)6, tm ests anda a de serem os mlho-
ws e raars "proprios para ladriBiareozinhas, nos
opr
ade,
U bradosaaicMBde, attento a suai solides e,pouco
esoj iffitandoi.maia que provada.a conveniencia
ftAerem assoalhadas,, as cozinhas.,toda> de lijlo,
re nao s a parte junta ao agao, no que at as
eompanhiai de seguros s everiaw intetessar.
Vendenvse ans armazeas de larmha d Taseo Ir:
mlv & f.. q io Apollo.
t* SAUDE
DEPOSITO Gltf.U.
NA
pitarmaela e drogara
DE
BARTHOLOWEU A C.
34Ra larga do l{o?ario^34
Venderse ou algarse
[" Yond-se ina vQella
de arcellinn'Jos Lopes.
" iAtaruta ivexdadeira
o ^obrado n. 5 da nja do Rio, na frage-
ra do Poco da Panelfo, coi 3 alas, 6
no sitio do Arrai.il. ^^ Wj0,Dredto ^ ceucertado, wi^o e
pintado tte aovo : a tratar com o cocAenaador
Tasso.
Continua, a, -vunder-*! na tnmut, dairua, idas
T^i6tuz n^a ^a, do. ,Kjaria ,n, 26t jlo-pi;c,cp dn
SyO.rs,, a.|ib/a,flerPi .pacofe.
Farinlia do mandioca.
ali
Oliuda
Yende-se farinba ensacadade superior qualidade
e a Breco commodo : a tratar-se no escritorio
de Silva & Cascao, ra do Mar;uez de
n80.
0 hacatWo da %.'rnfg. tu
ditas r no caes daiUUaaega ,
Tasso Irmes & C
Vende-se cal nova d Li-I' ^
preco do que am outra r*r'
Affonso n.
I, arniutm de
pelo menos
rta de Ped

.


8
Diario de Pernambuco Sabbado 22 de Mar VARIEDME
O priiii'.> din do hii.
Quantas recordago; desparta urna data-
Quantas lagrimas rolam sobre as face* d'a!
queVles que teem e*|>erimcntado a desven-
tura, an lembraron-so de um da Urna
ampies data cuche s ve/.es tambem de ju-
bilo inuitos coradel, que a traluzcm as-
sim : >< Nao esquejamos a felicidade.
Nao ha coragistao fros que resistam ao
mgico |>o ler desla reflexo produzida s
vezes are por urna raza > implaravelinente
hostil c >inmc;noi\igoes de alegra e orgu-
lhosa bastante para se arrojar a hitar com
os scntimentos que condenara como pue-
ris.
Pobre cnten limnto Lulas quasi sem-
pre com tolo o teu vigor contra os trans-
p >rtes d ) corago. Se s vencido, ai do
teu orgulho 1 Se vences, muitas vezes tyran-
nisas! Eu nunea soube porque se nccusa
o corago de tantos dofeitjs e se nao accu-
sa de vicios a razo.
A razo aspira ao predominio ; o coracao
d.ixa-so dominar ; apossa-se delle o pesar
com) o toma de assalto a alegra ; os affec-
tos geram-se no sangue que elle encerra,
desenvolvem-seca la pulsago c lancen
ndle lio fortes raizos como a arvore anuo-
sa asMonde no solo. A arvore plcser
derrabada pelo machado, mas a raiz nao
mares, arroteiam a trra, profundam-n'a, a somma me traa alguna unidade, apro-
descem a recnditos antros e exploram-n'a veitava-a e deicrfcviaM no meu calendario ;
de mil modos. E' ahi o labor e a vida, se me dava mano*, despresava a somma-e
como nos potos o desertoa morle. Que dizia : L vni un anno perdido. Pepois
variedade a da natureza as regios povoa- de por nina clbsefvago como esta no meu
das I Variedade na duraco dos das sola- livro, disse a um meu amigo, nuffs ensato
res, variedade nos productos do .solo, va- do que eu, qual era o\meu cqslume.. Ello
riedade as tempestades, na temperatura, sorrio-se f ponderou qna as frafc^oe* despee-
nos costuraos dos homens-variedade em za las fariana em dous u tres annos urna
ludo. unida Je Foi urna phrase be ti simples,
Mas medida que os homens se' aprox- que nunca mais esquoci. Nao terneiades-
inam dooquador vo deseo-brindo uniformi- presar ;i-, fra^goese contento-me oona obto
dade na natureza. E' rida, volcnica, algn resultado positivo no fim, de ada
i temivel aquella zona ardente, como se anno. lloje marco os menores prpgrcssos
sob ella palpitasse o corceo da torra abra- que fago e os menores defeitos que corrijo
zado, sacudindo urnas vezes de cima do si, em mim mes no. E notavelsempre
as suas palpitaces, os edificios com quo que fago as miuhasiiffcapitulagoss passo ale-
gente ousada tentou opprmi-lo, e outras gremente a noute ao p doanieus.
separando, como que confrangido pelo ar- Aqu ten les o que o calendario domes-
rependimento de ha ver causado mal. Dias tico, o calendario intimo. Vos, leitores,
de igual durag), noutes to longas como tende* sem duvida o VWWO, anda que s es-
os dias, ehuvas torrenciaos o urna almos- cripto na memoria. Lele-o hoje c seris
phera de fogo. contentes.
Passa um anno c estes phenoraenos re-
pro luzem-se. O primeiro dia de Janeiro o
aiinuucia :a nos entre os melanclicos
sorrisos do invern ; as regios polares en-
tre as saudades de prolongado crepsculo
nu na menor obliqui lado dos raiosda luz ;
na zona trrida entre as doguras de um
solsticio. O mundo completou o seu gi
Esculptura ;ArchiteOtura ; Perspecti-
va;Anatoma.
Em ambas as academias de Bellas-Artes,
as aulas sao diurnas, todava ha cursos
nocturnos durante urna parte do anno lec-
tun
I.TTERfOll,
lnwtrncvSo publica em Por-
tugal.
(Conclusio) ''
Os conselhos dos lyceus, a que de passa
ro animal dizemos nos. O sentido des- gem j alludi, sao compostos res[)ectiva:nen
la simples phrase desenvolve se; porm, na te do commissario dos estados (que em\re-
ha quem tente arranca-la da torra. Des- mente de cada um, porque principiar o gra rt.t0r do lyceu) e dos professores
trui o objecto de aflectos : estes permanece*
ro.
Sao ellos a origen coinmum das lagrimas
c dos sorrisos, da saudade e do jubilo, que
andan sempre mistura los em to la a nossa
existencia. E, comtudo, a razio non sem-
pre reeonhece a todos iguaes direitos. A
razo muitas vezes se envergonha da com-
mem >rago do um momento de prazer, de
um dia de felicidade ; inflamma-se ao des-
cobrir sentinentos espontneos que a con-
traria n e procura dominados. O corago
pele un momento de liberdade para se ex-
pandir as alegras da festa. e a razo op-
alino traz mente mais grandiosas ideas respectivos. E' o commissario quem pre-
doque a de ser necessario alterar o nume- g^. ou m sua falta o professor mais an-
ro que designa a era ou sal lar cuntas com tigo. S cm Coimbra, nao rei or do ly-
alguns credores. ceu o commissario dos ost idos, mas sim o
tivo.
Presentemente ha apenas seis professores
effectvos na academia lisbonense, porm al-
gumascadeiras sao regidas por professores
provisorios, socios de mrito. No Porto
composto s de quatfp professores o pessoal
docente, O ordenado, que percebem, tanto
es deste como os d'aquelle instituto, de
500M)00 animalmente.
A eatatistica destes cstahelecmentos as-
si m como de todos os outros da depen-
dencia da direcgo geral da instruego pu-
blicaser enviada para o novo mundo, e
Seseo volv la em artigo ou artigos especiaos,
logo que eupossa colligir alguns dados
que me faltam, relativos ao ultimo anno es-
colar.
So artfco jple fefereifo prximo occu-
par-me-hei exclusivamente do ramo de
nsno jMiblico. qu considero mais im-
portante -a instruego primaria.
* I Castilho e Mello.
<:\
Quem con tu iini conlo...
1
Eu comprehendo que um homem goste
de ver brigar gallos ou de tomar rap. O
rap d.em os tomistas que allivia o cerebro.
A briga de gallos o jockei-club tos po-
bres. O que eu nao comprebendo o gus-
to de dar noticias.
E todava qnantas pessoas nao conhecer
pri;ne-o, e, nao podando domar-lhe os im-
pulsos, condemna a festa e forga-p a conser-
var-so retrahido, solado, silencioso.
Mas freqnentomente vemos nos nao s
respeita la, porm alentada at pelo grave
entendimeato, a ddr que enluta o coracao.
Elle applaude o que pAmtuia, approva a
onmmemorago fnebre ; elle que leva a
luultido a enfeitar as cimpas dos ceinite-
rios das cidades, a abafar as harmonas
dos instrumentos musicaes, a despojar de
adornos as salas e a esconder com um veo
o rosto da inulhrr para exprimir que o co-
racao est enlutado ; co.ululono peito co-
berto da luto nein sempre geme o cora-
gao.
Oh como a razo o trata injustamente !
Se ha lugar para as commemoragi's de das
fnebres, haja-o tambem para as de dias
festivos.
Gentts creancinhas, porque nos fascinaes
vos tanto ? Porque nos sentimos bera jun-
to de vos e achamos ahi o conforto que nos
d a sublimada philosophia, seno porque
sois simples, porque a vossa alma se nao
esconde em actos contrarios ao vosso sen-
tir?
Sois oque parecis; sois delicadas e sin-
glas como as flores dos prados ; paten-
teaes como ellas todos os vossos encantos.
Choraos e rides a cada instante, porque al-
ternativamente sents o pezar que penetra
em vossos leaes corages, o a alegra que el-
los, pequeninos como sao, nao po lem guar-
dar toda. E vos sabis amar. Amaos com
ternura, com lealdade, com gratido e com
vehemencia. O vosso amor rivalisa em
grandeza com a pureza da vossa alma. Nao
ha um pensamento que, despndo de poesa
Muelles que amaos, os torne a vossos olhos
indignos do vosso affeeto.
Sois pequeos dolos a quem todos vene-
-ram, e a causa disso reflectirem-s.e em vos-
sos actos todos os vossos candidos senti-
mentos, como na lympha sobre que
-vos debrugaes se reflecte o vosso gra-
cioso rosto.
Meu Deus I Como a dade nos transfor-
ma Como vamos creando extraordinarios
costones! Ao passo que envelheccmos,
condemnamos em nos as expanses, porque
nos tornamos egostas ou porque a vitalida-
de nos va faltando.
Quando as tristezas do passado veem fur-
tivamente, cnsombrar-nos o espirito, veno-
las muitas vezes desapparecer perante as ex-
panses jubilosas de um corago, em que se
abrigam nnbres e delicados sentimentos.
Essas expanses afugentam de nos as lem-
brangas pungentes, como o vento norte ex-
polie para ajm do horisonle as nuvens que
velam o firmamento. Sajamos expansivos,
hoje !o menos, que va principiar o anno
da 187:1.
Nao achaes digno de ser festejado esto
da ? Nao vos traz elle memoria factos
que vos hajam alegramente commovido?
Nao se alonga nelle mais que nos outros a
vista sobre o passado e sobre o futuro ? O
dia de repouso. A familia ou os amigos
esperam a vossa companhia ; conversa! tran-
quilamente e dar-me-heis razo.
As primeiras horas do primeiro dia do
anno annunciam que este planeta em que
eu e vos leitores habitamos, acaba de dar
urna volta completa em torno do sol. No
seu curso urna vez inundou com branda
mas duradoura luz os polos e outra se sub-
mcrgio em longas trevas.
A nos, habitantes da zona temperada, duas
vezes nos deu a nev, Tapetou de verdura
os campos, adornou de flores as arvores,
cobrio-sedepois de fructos e dispio-as por
fim, despojou-as da sua folhagom, das
suas flores, dos seus pontos e do seu riso-
nho aspecto, dexando-as como negros es
queletos onde houve o bosque sombro.
Conservou-lacs, porm, a poesa ; cssa nun-
ca a perderam as arvores. Aterra, no seu
preguigoso e imperceptivel resvalar na eclipti
ca, mudou apenas defcgo. Foi .potica-
mente triste. A sua face teve a frescura do
rosto dacreanga.o ardor da mocdade e a
gravidade melanclica da velhice. Keco-
beu no seio o germen, tornou-se fecunda,
produzio, repousou.
Como gehda, porm, nos polos I Nao
brotara rozas as suas proximidades, nada
viceja all. O mar e o gelo oceupam aquel-
las regies longinquas c mysteriosas. Que
yolido medonha deve ser a desses lugares 1
Ninguem pode aproximar-se delles, sem o
risco da morte. E' um ponto do globo
quasi defezoaos analystas da -natureza, co-
mo se ellos, pelas suas revelages, podessem
um dia animar alguem a-tocar o mundo
perto do seu eixo ea mudar-lhe o curso ou
a susta-lo na sua marcha.
Os homens, afastados dos polos, espa-
lham-se cm outras zonas; ah cruzam os
Comogar o anno como eu j disse, re- proprio reitor da universidade, que accu- o leitor con essa singular vocago ? O uu-
cordar os phenomenos astronmicos mais mua a direcejlo dos dous estabefecimentos.
admiravois, melitrr as descoberlas da mais Os commissarios dos estudos sao os delega-
elevada sciencia o fazer nascer ou avivar a (\os fto ministro do reino para osservigosde
dea de Deus ; fazer brotar a creuga mais nstrucgo publica ; ha um em anda distric-
suave em nosso corago, aquella que pode to. Nenhuma superintendencia tom, toda
tornar-nos valorosos nos combates com o v8t nos institutos de instrucVao superior ou
infortunio. especial, cujos chefes se correspoiidem di-
Nao bastar isto para quo se saude com reclamante com o governo,e s teem in-
o sorriso nos labios e o prazer n'alma o pr- gerencia nos lyceus, quando sao seus reito-
meiro da do annodia de anno bni ?- res: na nstrucgo urmara e na* aulas so-
Quantas outras ideas, porm, desperla el cumiaras avulsas, superiiuondem sempre.
le I Procuraos na religio christa algum Poucos sao os institutos de ensillo pro'':s-
facto que vos anime a commemorar este sonal, ou especial, que wssuinosw Na
dia ? Que outro mais notavel, mais gran- dependencia do ministerio do remo, pode
dioso pela signlicaco, mais tocante pelo dcr-se que sao s trez : Conservatorio
quadro de amor que aprsenla do que a |\eal de Lisboaeas duas academias de
Virgen amorosamente arroubada junto do Bellas Artes, desta cidade e do Porto.
berg > do Rodemptor ? Em quanto vemos 0 conservatorio destinado ao ensino da
os diluvios do amor maternal, prepara-seo msica e da arte dramtica; porm aulas
sacrificio do Creador pela creatura 1 Era ha, subsidiaras, de outras disciplinas.
no principio do anno, quando o ruido das
alegras de Belm pelo Desciment de Jess
attrahia all tres soberanos do Oriente. A
Biblia falla-nos hoje de alegras.
O calendario, leitores, neste d a o vos-
so cdigo. Lde-O o obodecei-lhe. Elle
nada vos inipoe com a dureza das leis bu- fessores. O curso de 3 annos.
manas, mas acorda em vosso espirito urna escola de msica.
idea, que vos falla de deveres suaves, que Curso de rudinenlos (3annos\ ;
ESCOLA DA ARTE DRAMTICA.
Gramnialica;
Declamago ;
Lingua francesa e italiana ;
Arte de representar.
Estas disciplinas sao regidas por tres pro-
2
Solfejo preparatorio do canto
annos) ;
(( Canto ( 5 annos} ;
a Rabeca e violeta {7 annos} ;
Piano (7 annos) ;
Violoncello e contrabajo (5 an-
nos) ;
<( Flauta e flantim (5 annos) ;
Instrumentes de palhetas ( 5 an-
nos) ;
Instrumentos de metal (5 annos
u Ilarmonia, meloda e eontraponto
( 5 annos.
Estes diversos cursos sao regidos por dez
vos alegraro quando os cumprirdes. Na
beneficencia achaes inexgotaveis meiosde so- (
lemnsar o primeiro dia do anno. Pois nao
possivel com a esmola attender to va-.
nados fins ? A esmola pode matar a fome,'
dar a nstrucgo s crengas, a habitacao ao
pobre, evitar a penhora, concorrer para a
manutengo de hospitaes e intituiges de
pedade. A par da esmola est a annulla- j
gao da di? da de um pobre devedor. Cada
familia que saudando o anno bom, pratica
um acto meritorio, sonto a alegras sent o
conforto n'alma. E, se essas creaturas fo-'
Ihearem o seu calendario domestico, que
formse lhes deve parecer o da de anno professores e cinco ajudantes; entrando no
bom 1 numero destes ltimos duas senhoras, que
Os que nao teem este calendario podem coadjuvam o servigo das aulas de piano
imaginar como elle fascinador e como de e rudimento de msica. Os outros ajudan-
per si basta para que so rejubilem muitos tes sao-dous para as secges masculinas
corages, quando Janeiro principia, so cu dos ditos cursos de piano e rudimentos,
lhes 'disser que esse calendario conten no- e oterceiro para coadjuvar o servigo da au-
tas como as que tire a felicidade de encou- la de rabeca e violeta, as outras aulas
trar e das quaes vou revelar algumas. nao ha adjudantes, e todos os annos do
No calendario de um velho, d'esses que curso sao regidos pelo professor respectivo,
na velhice isenta de tribulages encontram em das alternados, havendo para cada au-
a indemnisago que lhes deve urna nocida- la trez das de exercicios por senana. O
de entremeiadade dissabores e trabalhos Conservatorio Real de Lisboa exclusiva-
ponosos, lia-se :"Marco este dia como um mente mantido expensas do thosouro pu-
d'aquelles que destino ao rej)Ouso e a fazer blieo, ao qual custa annualmente.....
um retrspecto ao meu passado. Costumo 5,78-25000.
jantar com toda a minha familia. Era este A academia real de bellas artes (tambem
tambem o costume de meu pai. Diz o vul- ern Lisboa) e a academia portuense de bel-
go que o que fizermos n'este da o faremos las artes, sao os dous nicos institutos ofi-
em todos os outros que se lhe seguirem. Isto ciaes deste genero, que exstem no paz; e
requer sem duvida urna iuterprelago log- assim mesmo mais correspondem despeza
ca, porque as proprias pessoas que ,teem f que com elles faz o estado. A sua dotago
n'estaspalavras restringem o sentido d'el- de 16,il3;?>333 annualmente, compre-
as, dizendo que apenas significara que o hendndo-se nesta verba as prestages abo-
primeiro dia do anno a norma da maioria na las a cinco alumnos pensionarios, esco-
dos outros dias. Anda assim. eu nao creio lhidos por concurso de provas pblicas, que
na asseverago popular, mas scr-me-ia pre- o governo subsidia em paizes esTaugeirosI negligentemente :
cisa muita coragem para a desattendercoin- para se aperfeigoarem no estudo de diversos ~ Qsministros.
pletamenie. Que dira eu a mim mesmo se, ramos de bellas artes.
tendo deixade de reunir minha meza, no As disciplinas ensiuadas na academia de
primeiro dia do auno, todos os-meus filhos e Olisboa, sao :
todos os meus netos, sem que nada me im- Desenlio histrico;Desenlio de ornamen-
pedisse d'esse prazer, nao tivesse depois tos ;Desenho de archtectura civil ;Pin-
occasio de congregar em torno de nin es- tura histrica /Pintura de paizagens e
tes nicos vnculos que me prendem ao productos naturaes;Escultura;Gravura
mundo ? A consciencia me aecusaria da mi- bistorica Gravura em madeira ;modelo
nha ousadia e da minha obstinago, lutan- vivo,
do contra os preconceitos populares, e sen- Entretanto, por falta de professores e de
tir-me-ia triste vendo os que houvessem pro- um sensato rcgulamento, deixaram de func-
cedido diversamente gozar a paz da cousci- clonar nos ltimos annos algumas au!as.
enciae a companhia dos seus prenles e Ha poucos dias foi, porm, approvado o no-
ami"os. vo regulamento para o curso completo do
Num pequenino livro de lembrangas, es- desenho ; e est-se agora oceupandoo con-
meradamente encadernado em chagrn, es- seibo escolar em elaborar e submetter igual-
to escripias por urna menina as linhas se- mente para a organisago do curso do ar-
guintes: chitectura.
al.0 de Janeiro.E' este um dia em que Segundo o novo regulamento, anda nao
sempre vejo alegres os de minha casa. Mi- em vigor, o curso completo de desenho se-
nha mi costuma recommendar-meque po- r de quatro annos, e as disciplinas serio
nha um vest lo de cor beta clara, porque, distribuidas do seguinte nodo :
diz ella, est mais em harmona com as emo- I. Desenho geomtrico e noges de
ges do dia. Ha sempre na visinhanga da perspectiva ; desenho de figura e do orna-
nossa casa um creanga a quem ella d fato to, por estampa
novo, talhado e cozido por mira. Ha tres U. Anatoma, desenho do antigo, dese-
annos a creancinha que vestimos era a Jo- nho anatmico e proporges, desenho de
sefina. Esta menina j mirreu. Tinha ornato, pelo relevo e desenho de architec-
dous aunse meio, e era muito meiga e tura.
muito linda. Tive muita pena d'olla. Lem- III. Desenho do antigo {2 classe
brando-me do modo com quo olhou para desenho de pazagem e de archtectura (2*
mim quando a vesti e da maneira com que classe ).
aquella pequenina creatura me signilicou a IV. Desenho de naturas, de panneja-
sua estima, dando-me dous botes de crys- mentos, historia da arte, e principios de
tal com que brincava todo o dia.snto mui- esttica (1* classe).
tas saudades d'ella. MaS minha mi diz-me Para a matricula do 1. anno, exige-se
que a pequenina est no co e que feliz, apenas approvago no exame d'instrucco
Meu Deus, ento tambem eu o devo estar. primaria ; para a do 2. preparatorio m-
N^uma carteira de velludo bordada se- dspensavel o exame de francez. Os alum-
da de cores encontreeu,investigador incan- nos approvados nos quatro annos do curso
saveld'estes innocentes nysterios das famt- obterSo um diplona desta habilitagao.
lias, a seguinte nota, escripta por um rapaz Para a acadenia do Porto ainda nSo foi
de vintee dous annos, por baixo do dia 1. decretada esta organisago, nem o poder
de Janeiro : ser enquanto, por le, nao fr augmentado
Costumava eu n'este da, ha alguns an- o numero .dos respectivos professores. O
nos, reduzir cxpresso mais simples cada seu curso contina, portento, com a seguiu-
um das doze fraeges do anno velho ; som- te dstribuigo :
nava-as desos c via 0 que me dejani. Se Desenho histrico; Pintura histrica ;
velteiroUa typo muito vulgar, mas tam-
ben nao muito raro. Ha familia numero-
sa delles. Alguns sao mais peritos e urigi-
naes que outros. Nao novelleiro quem
qner. E' ollieio que exige certas qualida-
des de bom cunho, quero dizer' as rtlesmas
que se exigem do hornera de estado. O no-
velleiro deve saber quando lhe conven' dar
urna noticia abruptamente, ou quando o
effeito lhe pede cortos preparativos ; deve es-
perar a occasio e adaptar-lne os meios.
Nao comprehendo, como disse, o ollicio
de novelleiro. E' cousa muito natural qiw
um homem diga o ques abe a respeito de al-
gn objecto ; mas que tire satisfago disso,
l me custa a entender. Mais de urna vez te-
nho querido fazer indagages a este respeito;
mas a certeza de que nenhum novelleiro
confessa que o tem impedido a realisago
deste meu desejo. Nao s. desojo, tam-
bem neeessidade ; ganha-se sempre em co-
nhecer os caprichos do espirito humano.
O caso de que vou fallar a.os leitores tem
por origem um novelleiro. L-se depressa,
por que nao grande.
Ha cousa de sete anuos vivia nesta boa
cidade um homem de seus trinta annos, bem
apessoado e bem fallante, amigo de conver-
sar, extremamente polido, mas extremamen-
te amigo de espalhar novas.
Era um modelo do genero.
Sabia como ningucm escolliero auditorio,
a occasio e a maneira de dar a noticia.
Nao saca va a noticia da algi boira como
quem tira urna mooda do vintem para dar a
un mendigo. .
Nao, senhor.
Attendia mais que tudo s circunstan-
cias.
Por exemplo :
Ouvira dizer, ou sabia positivamente que
o ministerio pedir a dBinissaoou ia pedi-la.
Qualquer novelleiro dira simplesmente a
cousa sem rodoios. Luizda Costa, ou dzia
a cousa simplesmente, ou addicionava-lhe
certo molho para torna-la mais picante.
A's vezes entrava, cuuiprimentava as pes-
soas presentes, e se entre ellas alguraa havia
mettida en poltica, aproveitava 0 silencio
causado pela sua entrada, para azer-lhe una
pergunta deste genero :
Ento, parece que os homens. .
Os circunstantes perguntavam logo :
Que que ha l
Luiz da Costa, sem perder o seu ar serio,
dizia singelamente :
E' o ministerio que pedio demisso.
Ah sim? quando?
Hoje.
Sabe quem foi chamado ?
Foi chamado o Zozimo.
Mas porque cabio o ministerio ?
Ora, eslava podre.
Etc., etc.
Ou ento :
' Morreram como viveram.
Quem ? quem 1 quera ?
Luiz da.Gosta puchava os punbos e dizia
Os circumstantes ficaram muito calados e
olharan de esguelba para o quinto persona-
gem, que por sua parte olhave para Luiz da
Costa.
0 najorGouvadaCidtdeNova? pef-
guntou o desconhecido ao"povelleiro.
Sim, senhor.
Novo o nais profundo silencie*
Luiz da Costa, imaginando que o silencio
era effeito da bomba que acabava do quei-
nar, entrou a referir os pormenores da fuga
da moca em questo. Falln de um namu-
ro com um alferes, da ojiposigo do major
ao casamen-.o, do deseepero dos pobros De-
morados, cujo corceo, mais cloquento que
a honra, adoptara o alvit-e de saltar pol-
aina dos moinhos.
O silencio era sepulchral.
O desconhecido ouvia atlcutamenle a nar-
rativa de Luiz da Costa, meneando com
muita placidez urna grossa bengala que ti-
nha na mo. Quandooalvicareiroacabou,
perguntou-lhe o desconhecido :
E quando foi esse rapto ?
Hoje de manh.
Ah
Das 8 para as 9 horas,
Conhece o major Gouv'a ?
De nomo.
Que idea forma delle ?
Nao formo idea nenhuma. Menciono
o fado por duas circuinstancias. A primei-
ra que a rapariga muito bonita...
Conhoca-a?
Ainda houtem a vi.
Ah A segunda circunstancia...
A segunda circunstancia a cruelda-
de de certos homens em tolhor os mov-
montos do corago da mocdade. O alferes
deque se trata dizem-me que um mogo
honesto, e o casamento seria, creio eu, ex-
cellente. Porque razo quera o major im-
pedi-lo ?
0 major tinha razes fortes, observou
o desconbecido.
Ah 1 conhece-o.
Son eu.
Luiz da Costa ficou petrificado. A cara
nao se distingua da de um defunto, to im-
movel e paluda licou. As outras pessoas
olhavam para os dois sem saber o que iria
sabir dalli. Deste modo correram cinco
minutos.
IV
No fim de cinco minutos, o major Gouva
continuou :
Ouvi toda a sua narraco e diverti-
me com ella. Minha sobrinha nao podia
fugr hoje de minha casa ; visto que ha quiu-
ze dias se acha em Juiz de Fra.
Luiz da Costa ficou amarello.
Por essa razo ouvi tranquillainente a
historia que o senhor acaba de contar
com todas as suas peripecias. O facto, se
fosse verdadeiro, doria causar naturalmente
es. auto, porque, alein do mais, Lucia
muito bonita, e o senhor o sabe porque a
viobonlem...
Luiz da Costa tornou-se verde.
A noticia entretanto pode ter-se espa-
Ihado, continuou o majorTiouva, e eu de-
sojo liquidar o negocio pedindo-lhe que me
ri.
Supponhamos agora que se tratara de urna
pessoa qualificada que devia vir no paquete,
Adolpho Thers ou o principe do Bis-
mark.
Luiz da Costa entrava, cumprimentava si-
lenciosamente a lodos, e em vez de dizer
com simplicidade :
Veio nq paquete de hoje o principe de
Bismark.
Ou ento :
0 Thiers chegou no paquete.
Voltava-se para um dos circumstantes.
Chegaria o paquete ?
Chegou, dizia o circunstante.
O Thiers veio ?
Veio.
Aqui entrava a admirago dos ouvintes,
com que se deliciava Luiz da Costa, razo
principalmente do seu cilicio.
Nao se pode negar que este prazer era in-
nocente e quando muito singular.
Infelizmente nao ha bonito sem seno,
nem prazer sem amargura. Que mel nao
de ixa um travo de veneno? pergunta va o
poeta da Joven Captiva, e eu creio que ne-
nhum, nem sequer o de alvigareiro.
Luiz da Costa experimentou um dia as
asperesas do seu ofiicio.
Eram duas horas da tarde. Havia pouca rol que o major o levasse at l antes
gente na loja do Paula Brito, cinco pessoas jantar.
apenas. Luiz da Costa entrou com o
.rosto fechado como homem que vem pojado
de alguma noticia.
Apertou/ a mo a quatro das pessoas pre-
sentes ; a quinta apenas recebeu um cum-
plimento, porque nao s conheciam.- Hou-
ve um rpido instante de silencio, que Luiz
da Costa aproveitou para tirar o lengo da
algibeira e enxuga'r o rosto. Depois olhou
para todos, e soltou seccamente estas pala-
vras:
Ento fugio a sobrinha do Gouvea,
disse elle rindo.
Que Gouvea ? disse um dos presen-
tes.
O major Gouvea, explicou Luiz da
Costa,
diga a quem a ouvio...
Luiz da Costa ostentou todas as cores do
iris.
Ento ? disse com voz trmula Luiz
da Costa, cu nao poda inventar semolhan-
te noticia. Nenhum interesse ten lio n'ella.
Evidentemente alguem ni'a contou.
E' justamente o que eu desejo sa-
ber.
Nao me lombra...
Veja se lembra, disse o major com
docura.
Luiz da Costa consultou sua momoria ;
mas tantas cousas ouvia e tantas repeta,
quo j nao poda atinar com a pessoa que
lhe contara a historia do rapto.
As outras pessoas presentes, vendo o ca-
minho desagradavel que as cousas podiam
ter, trataran) de metter o caso tulla ;
mas o major, que nao ora homem de gra-
Ijas, insisti com o adversario para que o
esclarecesse a respeito de o inventor da h-
lela.
Ah agora me lembra, disse de re-
pente I.uiz da Costal foi o Pires.
Que Pires I
L'ra Pires que eu conhego muito su-
perficialmente...
Bem, vamos ter com o Pires.
Mas, Sr. major...
O major j eslava de p, apoiado na
grossa bengala, e com um ar de quem es-
tava pouco disposto a discusses, Esperou
que Luiz da Costa se levantasse tambem.
O alvigareiro nao teve remedio seno imi-
tar o gosto do major, nao sem tentar ainda
um :
Mas, Sr. major...
Nao ha mas, nem meio mas. Venha
comigo ; porque necessario deslindar o
negocio hoje mesmo. Sabe onde mora esse
tal Pues.
Mora na Praia Grande, mas tem os-
criptorio na ra dos Pescadores.
Vamos ao escriptorio.
Cuiz da Costa cortejou os outros e sabio
ao lado do major Gouvea, a quem deu res-
peitosaraente a calcada e offereceu um cha-
ruto. O major recusou o charuto, dobrou
o passo e os dois seguirn na direcgo da
ra dos Pescadores.
Y
O Sr. Pires?
Foi secretaria dajusliga.
Demora-se f
Nao sei.
Luiz da Costa olhou para o major ao ou-
vir estas respostas do criado do Sr. Pjres.
0 major disse fleugmaticamente.
Vamos secretaria da justiga.
E ambos forana a trote largo na direc-
go da ra do Passeio. Ian-se aproxi-
mando as tres horas, e Luiz da Costa, que
jantava cedo, comegava a ouvir do estomago
urna lastimosa petigo. Era-lhe, porem, im-
po'ssivel fugir s garras do major. Se o Pi-
res tivesse embarcado para Santos, prova-
de
natucST. Lembrou-se de ter condemnado
Oitp dias antes, cono jurado, um crimino
go de norte, e leve horror de si nesno.
O major, porm, continuava a andar com
aquello passo rflpido dos mejores que anda-
vam depressa, Luiz da Cesta ia rebocado.
Era-lhe litteralmsnte impossivel apostar car-
reira com elle.
Eram tres c cinco minutos quando che-
garan defronte do escriptorio do Sr. Pires.
Tiveram o goto de dar ebm o nariz na
0 major Gouvea mostrou-se aborrecido
con o facto ; cono era honem resoluto,
depressa se consolou do incidente.
Nao ha duvida, disse elle, irenos
Praia Grande.
Isso impossivel clamou La da
Costa.
No tal, respondeu tranquillamento
o major, tomos barca e custa-nos um cru-
zado a cada un : eu pago a sua passa-
gom.
Mas, senhor, a esta hora...
Quera tem ?
Sao horas de jantar, respirou o esto-
mago de Luiz da Costa. .
Pois jautaremos antes.
Foram dalli a um hotel i jantarams A
companhia do major era extremamente
aborrecida para o desastrado alvigareiro.
Era impossivel livrar-se della : Luiz da Cos-
ta portou-seomolhr que pode. Demais,
a sopa e o primeiro prato foi o comego da
reconciliago. Quando velo o caf c um
bom charuto, Luiz da Costa estava resolvido
a satisfazer seu amphvtrio cm tudo o qu
lhe approuvosse.
0 major pagou a conta c sahiram ambos
do hotel. Foram direitos estagaodas bar-
cas de Nictherohy ; mettram-se na primei-
ra que sabio e transporlaram-se imperial
cidade.
No trajecto o major Gouvea conservou-se
to taciturno como at ento Luiz da Costa
quo j estava mais alegro, cinco ou seis ve-
zes tentou alar conversa com o major; mas
foram esforcs inuteis. Ardia entretanto
por leva-lo ate- casa do Sr. Pires que ex-
plicara as cousas como as soubesse.
VI
O Sr. Pires morava na ra da Praa- Fo-
ram direi t nhos-r casa d'elle. Mas seos
viajantes haviam jantado, tambera o Sr. Pi-
res tizera o mesmo ; e como tinha por cos-
tume ir jogar o voltarete em casa do Dr.
Olveira, em S. Domingos, para l seguir
20 minutos antes.
O major ouvio esta noticia com a resigna-
gao phlosophica deque estava da,ndo pro-
vas desde as duas huras da tarde. Inclinou
o Chapeo mais banda e olhando de esgue-
llia para I.uiz da Costa, disse :
Vamos a S. Domingos.
Vamos a S. Domingos, suspirou Lui/
da Costa.
A viagem foi de carro, o que de algum
modo consolou o novelleiro. Na casa do
Dr. Olveira passaram peto dissabor de ba-
ter cinco vezes. antes que viessem abrir.
Emlim vieran.
Est c o Sr. Pires ?
Est sim, senhor, disse o moleque.
0> dous respiraran!.
O moleque abrio-lhes a porta da sala.
onde nao tardou que ajiparecesse o famoso P-
reo, l introuvabe.
Era un sujeitinho baixinho e ilegrinho.
Entrou na pona dos ps, apertou a mo a
I.uiz da Costa e cumprimeutou ceremonio-
samente ao major Gouvea.
Queiram sentar-se.
Perdi, disse o major, nao preciso
que nos sentemos; desejamos pouca cou-
sa.
0 Sr. Pires curvou a cabeca e esp'j-
Tudo estava perdido.
Chcgaram euifim secretaria bufando co-
mo doos touros.
Os empregados vinham sahindo, e um
delles deu noticia certa do esquivo Pires ;
'disse-lhes que satura d'alli, dez minutos an-
tes, n'um tilbury.
Voltemos rua dos Pescadores, disse
pacificamente o major.
Mas, senhor...
A nica resposta do major foi dar-lhe o
brago e arrasta-lo na direcgo da rua dos
Pescadores.
Luiz da Costa ia furioso. Comegava a
comprehender a plausibilidado e at a legi-
timidade de um crine. O desejo de estran-
gular o majr pareceu-ilie um sentimeuto
rou.
0 majar voltou-se ento para Luiz da Co-
ta e disse:
Falle.
Luiz da Costa fez das tripas coracao e ex-
primio-se n'estes termos :
Estando eu hoje na loja do Paula Bri-
to contei ahisloria di> rapto de umajsobrinha
do Sr. major Gouvea, qie o senhor me re-
feri pouco antes do meio dia. O major Gou-
vea este cavalheiro que me acompanha, o
doclarou que o facto era urna calumnia,
visto que sua sobrinha eslom Juiz de Fra,
haquinzedias. Intenta comtudo chegar
fonte da noticia e perguntou-me quem me
havia contado a historia ; nao hesitei en-
dizer que fra o senhor. Resolveu em
to procura-lo, o nao temos feito outra
couza desde as duas horas e meia. Emfim,
emontramo-lo.
Durante este discurso, o rosto do Sr. Pi-
res aprosentou todas asmoditicages do es-
panto o do medo. L'm actor, um pintor,
ou um estatuario teria alli um livro inteiro
para folhear e estudar. Acabado o discur-
so, era necessario responder-lbe, e o Sr.
Pires o fazia de boa vontade, se se lembrasse
do uso da lingua. Mas nao ; ou nao se
lembrava, ou nao sabia que uso faria d'ella.
Assim corrern uns tres a quatro minu-
tos.
Espero as suas ordens, disse o major
vendo que o hornera nao fallava.
Mas que quer o senhor ? balbuciou u
Sr. Pires.
Quero que me diga a quem ouvio a no-
ticia transmittida a este senhor. Foi o se-
nhor quem lhe disse que minha sobrinha
ora bonita ? .
Nao disse tal, acudi o Sr. Pires; o
que eu disse foi que me consta va ser bo-
nita.
V? disse o major voltaudo-se paia
Luiz da Costa.
Luiz da Costa comegou a contar as taboas di-
lecto. .
0 major dirigio-se depois ao Sr. Pires.
Mas vamos l, disse ; de quom ouviu^
a noticia.
Foi de um erapregado do thosouro.
Ol le mora ?
Em Catumby.
0 major v'oltou-sc para Luiz da Costa,
cujos olhos, tendo j contado as taboas do
ledo, que eram vinte e duas, comegavam a
examinar detidamente os bolees do punho
da camisa. .
Pode retirar-se, disse o major; nao e
mais preciso aqui.
Luiz da Costa nao esperou mais ; aper-
tou a mo do Sr. Pires, balbuciou um pedi-
do de desculpa, e sahio. J estava a trinta
passos e ainda lhe pareca collado ao terri-
vel major. Ia justamente a sahir urna bar-
ca ; Luiz da Costa deitou a correr, e ainda
a acangou, perdendo apenas o chapeo, cujo
herdeiro foi um cocheiro necessitado.
Estava livre,
(Continuar-se-haJ.
TYP DO DLUUO RUA DUQUE D& GiUa

v
>
i*


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EY6TDWIPX_1F051V INGEST_TIME 2013-09-19T21:24:53Z PACKAGE AA00011611_12868
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES