Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12867


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Full Text
emHn

AMO XLIX. NUMERO 67
J
I?
PABi A CAPITAL* E LGABES OSDE XAO SE PAGA I'OttTK.
J*or treis mezes adiantados................. 6&000
Per seis ditos idem.................. 2JJ000
Por om anno idem ................. 24JJ000
Cada numero avulso............... 320
Ir
SEXTA FEffiA 21 DE MARCO DE 1873.
1 --------------------------'-----------:----------------------------------------;---------------------
PA|iA VE9HPBQ.E FHA DA PROVINCIA.
for tres mezes adiantados.................
or seis ditos idem................ 4 .
Por note ditos idem............, .....
Por um anno idem............,......
r
69750
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"a7joo
PROPBIEDDE DE MANOEL FGUE&QA BE FARIA &FILHOS.
6s Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos,
Pereira d'Almeida
no Para; Goncalves & Pinto, n Maranho; Joaquim Jos de Oliveira&Filho, no Cear; Ant
, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ta Paralaba ; Antonio Jos Gomes, na Vilia da Pe
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francino Tarares da Costa, em Alagoas;
i
de Lemos Braga, no AraWy ; Joo Maria Julio Chayes, no Assii; Atonio Marques da Silva no KaU\l; Jos Justina
-'"''. \
; Belarmino- dos Santos* Bulco, em Sanio Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazarotb;
es &X.., naiBaha ; e Lete, Cerq'uinho & C. no Riojde Janeito. \
________________________________________________________________________ _________________;____________________________: \
PARTE OFTICIAL.
Uovcruo u piros tic.
QUMTiq SAME A COMl'A.NlllA ltlXIFi: IHi.Vi-
SAGK.
o.* ser;ao. -Palacio da presidencia de Pernam-
buco, mi 23 de Janeiro di 1873. O presdanle da
,proviueia,a!tendendi> a que peto acto de exanie pro-
-cedida ii) juizo de direito do 2.- disirict i criminal
desa capital cm o livro do contratos da secreta-
tina da presidencia se verilieou no que foi c le-
brado com o cmnutcndador Amonio Gomes Reto,
como cessionario de Carlos Luii Cambroue para
< assoi e liuipo a da cidade : i." que, segundo o
jaiio dos respectivos peritos, existen! diversasras-
paduras; 4. me entre as palavras piceos c esti-
pulado, que se l IIJ1VI v., ha un espaco raspa-
do, indicando ler sido eseriplo ueste esparo a na-
'avra ji -; lt qne o resto da linha, que conten
as palavras de sele centos e cincoeitta o palmo -
'Wl asertlo cono caracteres maiores que o geni
das mais linlias, parecendo por isso n > ter sido
escrptu aquelle proco naiuesnia occasio, em que
se escreveu u couirato; 4.a liualineuie que as
qii.inlias de diulieiro, acliando-se constantemente
escripias no contrata por extenso e repelidas em
nlgarismo, s all se acluui e-criptas gmente em
algarismo coto a alleraeo : aportada, o que ludo
noo em duvida a autltencidade de sementante or-
tinal. E considerando que, tratando a clausula
onzo do referido contrato de um preco ja estipu-
lado, em ueiiliuiua das outras, ipier antecedentes,
quer subsequentcs, me:^iona-se esse preco, que
deixa bem ver que fico i elle dependente de aecor-
do das partes contratantes, como melhor se depro-
hende do relatorio do Exm. conseilieiro Joo Lus-
tosa da Cunta Paranagu, presidente de ento.
Considerando anda aeliar-se evideuteme ile pr-
vida a alleraeo do referido preco ; por quauto
dizem os peritos jue, se as palavras rasan de
setecentos o cincoenla reis o palmo, que se leem
no indicado livro follia cima citada, tivessem
sido escripias, como foram os mais dizeres do
ntralo, o espaco em que ellas estao laucadas,
de corto nao chegara para as mesmas. K consi-
derando mais que do depoimento exhibido na-
quelle juizo pelo r. Mainel Uuarque de Macedo,
se verifica que, sendo elle consultado na celebra-
cao do dito contrato pelo eunselheiro Paranagu,
.depois de nina ou ditas cooterencias em i|ue fo-
ram debatidas as respectivas clausulas, propoz o
jaeemo Dr. um esboco para a celebraco desse
mafrito, no qual fez mencao de um preco j esti-
pulado. E considerando tambera que, pelo depoi-
meato da segunda lestemunha, Dr. Hanoel de Fi-
rueroa Paria, aada se deprenende quanto a certeza
da|uelle pre.o, declaraudj ao contrario nao alir-
mar nem conteslar que fosseo preco supraindica-
di) o justamoote estip.ilado. Considerando linal-
jiiente que. a lmittido postariormente o aeeordo do
prnen, como naturalmente deveria ter havido, nao
v.v& all incluido, t sim em alguma das clausulas
antoeedentes, como claramoule se v dos termos
"ui que ella concebida, nem tainbem o de sete
'Wtos e clncoenta reis, de que resa o oontralo in-
novad) por quanto, impjrUndo semelhan'.e preco
a lucro para o cewwnario de trezentos eontos,
iwuco mais ponen menos, essa circumstaucia nao
leria sem duvida escapado a um administrador in
ieiligente e zeloso. como era o de que se trata. E ti-
ando p>r nutro lado pro fado segundo as informa-
oe* ministradas pelas reparlicoes competente?,
que nao foram enviadas copias do mencionado
oontralo inesouraria provincial, a repartiijio das
onras publicas e assembla legislativa provincial,
e sim as dtias primeiras um exemplar j impres-
m do tne.-.ino contrato, e bem assim que sobre se-
rneihante pre^o nao consta que fossem onvidosos
chefes das repartiedes competentes, nem nisitu
l> ssoas habilitadas ; resolve ordenar ijue o enge-
.nhero cnee da repart.o das obras publicas.
na pialidade de fiscal da companhia ReicfeDrai-
nOjfC, enleu !endo-se particularmente coi O res-
pectivo gerente, intiine-lhe que quanto antes diri-
ja-j e-ta presidencia, alim de cheg.o>-:n
a um aeeordo quanto ao preco cm qowiao, sob
pena de ver pnceder-se nos termo" Ja !ei. -len-
rune Pereira ile Lacena.
IVrnaubuco, repartico Jas obras publicas, em
H de dezembro de i*~- -Illin. e Exm. Sr. Cuin-
priodo o que determina o ollicio de V. Exc, de i'
do coirent'-"mlio a diser a V. Exc. que do archivo
desia ropariiro nao cansa que livesse ella recohi-
j., copia da lunovacao do contrato com a eompa-
ahia Ilr.ife Dr-tiatiye; existo, purem, um ollicio
dessa presidencia, de : de marco de IHGti remet-
tend > dous exeinplares iinpressos do dito termo de
nnovaco, onde esta declarado no final dol."
artife que o preco da canalisacao ser razio de
/>'> rs. o palmo.
Nao constando de livro de registro dos oficios
dcsta directora enderecadfia a essa presidencia in-
oricaclo alguma acerca da referida innovaao.
le '-se cre que n.lo foi ella ouvida.sobre tal as-
sumpto e'por eonsegomte nenbum pareser emit-
lio. S> estes os esclarecimenlos que tenho a
honra de levar ao conhecimento de V. Exc.
Deasgaardea V. Exc.-Illm. e.Exin. Sr. Dr.
llenrtque Pereira de Lucena, dfgmssimo presiden-
te da provincia. O engouheiro chefe, Jos Tibttr-
' Pereira de Mogalhet.
lllm. e Exm. Sr.Em observancia daordem de
\ lixc, eonstanie da portara de II do co rente,
nh a dlxer a V. Exc. que nao foi envida esta
i mi sobre a innovacio do contrato effeetua-
Ifl epoi a companhia Itocife Uraiuagc, e por isso
nao tive occasio de dar o meu parecer sobre o
pr ,o de 7J ris por palmo dos canos que forin'-
e,n no interior das casas agua ios appareluos.
Desle o nitrato s tive ciencia quando me reaset-
leu o secretario da presidencia, 3 de margo de
ttfiti, dous exemplares imnressos (e nao copia) e
u -."Jes vein mencionado o dito preco smenle em
iiansmos.
Deus guarde a v. Exc. Thesouraria proviu-
i:i dePeriiainbuco, i7 de dezembro de I87.
film. ? Exm. Sr. Dr. Ilenrique Pereira do Lacena,
digno presideule da provincia.-O inspector, Jet
PcJro '// Silva.
Seecio i Palacio da presidencia do l'eruam-
buco, em de j;meiro de 1873.O presidente da
o- ivincia ordena que o Dr, secretario interino des-
;,i presidencia, informe se assembla provincial
se oxpedio copia d iiuiovaco do contrato cele-
brado com o commendador Antonio Gomes NeUo,
'ssionaru da empresa llecife Dramage, o quando
-v lagar, essa remessa. -Lacena.
Secrei ira da presidencia do Perotiubaeo, em
13 do Janeiro do 1873. Cumprindo a orde.u de V.
E paitante da portara de 9 do crrente, tenho
i informar que (depofe de minuciosa busca) nao
consta das minutas e mais papis da, scete res-
pectiva e archive desta secretaria, que se livesse
reaMtwlo para a assembla provincial a copia do
contrato relativo Hecife DraMOt. Devo aecres-
em lar que enteneiido-se Q cl'.'fe da 4a seecio
oom o archivista da secretaria da ass?.ibla, de-
clarou esto que sW^fiieios arehivados e do vro
de registro ib; 4fcws recebidos nao consta qac
t** ''"'.'uos<:i tivesjtt sido feita.
Nada mais posso informar a V. Exc. sobre o
asmmpto, porqanto tanto cu, como amaior parte
ilvscmpregados da- .seceo respoctiva, fomos no-
meados posteriormente data cm que devora ter
lugar a roinossa^Uudia. -Aiiolpho LameAka Lins
sec.refario^iiteriiio.
Cerlidt'tomthnrde um auto de exame feito em
roaitaaencia d*,. ^ma portara do Dr juiz de
drreito. du seytutdo dtstricto criminal.
Guilberme Augusto de Athayde, .escrivo vitalicio
do civcl e crime nesta cidade do recife de Per-
nambuco, por Sua Magestade rniperial e Cons-
titucioaal o Sr. D. Podro II, a quem Deus guar-
de, etc.
Certifico em prosenca dos aulos de autoamenio
de ama portara, cima mencionada, que o auto
de exame a que se proceden, do theor seguinte :
Auto de exame. -Aos desasto de dezembro do
anuo do naseiuiento de .No-so Senhor Jess Chris-
to de I87i, em a secretaria do governo nesta ci-
dade do Hecife de Pernambuco, onde foi viudo o
Dr. juiz de direito do segundo districto criminal,
Q intino Jos do Miranda, comigo escrivo de seu
cargo abaixo nomeado, ahi presente o Dr. pro-
m )t >r publico e os peritos noaieades, tabelliaoApo-
Imario Florentino de Alhuquerqne Maranh.io So-
brinho e escrivo Hanoel Joaquim Baptista, o juiz
deferio juramento a estes em um livro dos Saltos
ISvangelbos, em que poz sua mo direita, e encar-
regou-Ilies ifa debaixo do inesmo procedessem
exame em 0 contrato lanzado a folhas !il verso,
do respectivo livro existente nesta secretaria, e
que respondessem aos quesitos seguintes :
1." Sfl no referido contraio irxislein raspaduras,
se essas sao numerosas, e i|uae> as palavras que
se ac am escripias nos lugares raspados t
i." se a folhas 111 verso, as Hnhas nona e d-
cima conhece-se que se achavam escripia* as se-
uintes palavraspelos preces j estipulados entre
o governo e o empresario sendo, (po.presente-
mente lo-se o seguintepelos precos estipulados
entre o governo e o cessionario a razo de setecen-
los c ciucoenla ris o palmo ?
3." Se as quantias de d nhejro acham-se escrip-
ta< coinlanteinente tanto por extenso, como em
algarismos, ao passo que a quantia de setecentos
ciiioenfi ris, escripia de novo pagina 141
verso, no se acha por extenso, mas s por alga-
risnio ?
Em vista do que, p.issaram os peritos a fazer os
sxames necessartos, dpois dos quaes, declararam
quanto ao primeiTo quesite que exislem diversas
raspaduras, sendo em maior numoro as palavras
cesionario, parecendo a palavra emprezario, que a
folhas 140 existe a palavraajul que substitu
ontra suAeHes peritos nao podem saber, que a fo-
lhas IH verso, a palavra-apparelhos,-no art.
2 na primeira syllaba houve raspadura.
Quanto ao segundo questo, que as linhas nona
c dcima, que entre as palavras precos e estipula-
do lo: um espaco raspado, que indica ter-se es
calplo ness,- espaco a palavra -j. e em seguida
da palavra estipuladoque actualmente se l e
a palavraentre,-parece ter sido escripia primi-
tivamente a palavra com, e seguindo-se as pa-,
lavpaso governo eo cessionario, -aeha-?e esta
palavra escripia em lugar raspado, denotando ter
sido a palavra primitiva!-einpreraro-e em se-
guida aeha-se a palavra- razaotambem em lu-
gar raspado, mas pie nao deixa conhecer qual a
primitiva, e o rosto da linha que conten as pala-
vrasdo setecentos e cincuenta a palmo, estioes-
crinbs com caracteres maiores do que o geral das
mais buhas, parecendo por isto n:io (eren sido es-
criptas na mesma occasio, em que se escreveu o
contrato.
Quanto ae tereeiro quesito, responderam que as
quantias de dinheiro acham-se const intrnenle es-
cripias no contrato por extenso e repetidas em al-
garismo, e s na linha decima de folhas lil verso,
que se acha escripia s em algarismo com a l-
tentelo j apontada no segundo quesito, isto a
quantia de setecentos i ciucoenla ris.
E por nada mais deca rarem e nem Ihes ser
pergontado, houve o juiz este auto por lindo, no
qual depois deudo e acharan conforme, assigna
0 juiz_peritos e lestemunhas.
Eu, Guilberme Augusto de Athayde, escrivo o
escrevi.Qainliao Jote de Miranda Manoel Joa-
quim Bitplisla.Apolinario Mehntiao de Alba-
merque Maranho Sntrtako. Joii Joaquim i
Oliveira Fonceca -Antonio l.uiz do Regn Barre-
ta. FTancifM Manoel de Almeida.
Cidade do Hecife. 88 de dezembro de 1871
1 bu. e Exm. Sr.Km cuinprimeiilo do ollicio de
V. Exc, datado de l do corrento. passei a orde-
nar o exame no term i originr.1 de innovacio do
contrato celebrado em 23 de selembro de* 1838,
para o aceio e limpeza desla cidade con Carlos
I.ni/. Cambrone, de quem cessionario o commen-
lador Antonio Gomos Xetto. -O termo eslava la-
vrado cm um livro existente na secretaria do go-
verno, e no dia 18 do corrente ahi eompareeendo
com assist-jncia do Dr. promotor publico se foz a
diligencia, a qual consta do auto junio, que por
copia aprsenlo a V. Exc. -O original lica no car-
torio,nao sendo ha mais das levado aoconheci-
ment de V. Exc. o resultado dessa diligencia por
alazores supervenientes este julio nos das pr-
ximos s ferias, e por nao me aehar na cidade
desdo o dia t. Assim hci observado o que por
V. Exc. me foi incumbido.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Pr. com-
mandador Henriqne Pereira de Lueena, presidente
da provincia.O juiz do direito do 2" districto cri-
minal, Quinlino Oti de Miranda
iahe de direito do 2" distrelo criminal, 3 de Ja-
neiro de 1873. lllm. e Exm. Sr. -Com o presente
faca acompanhar copia do depoimento do Dr. Ma-
nuel de Figueira Para, que assigoou como teste-
inunha o contrato da coiupanhia Hecife Drainage.
A segunda lestemunha que foi o Dr. Maximiano
Francisco Duarte. est ausente, ignorando eu o
lugar de sua resi lencia o por isso impossibilitado
de obter esse esclarecimelo.Aproveito a oppor-
luniJaJe para declarar a V. Exc, que se me fez
preciso a apresenlacio do livro em que est lavra-
do aquelle contrato, alim de observar o que V. Exc.
exige no offlcio de 31 do mei lindo, ordenando V.
Exc. qne no dia 8, pelas 12 horas da manli. me
seja na secretaria facultada a diligencia
Deus guarde a V. Exclllm. a Exm. ?r. Dr.
Ilenrique Pereira de Lacena, diguissima presiden-
te desla provincia. -O juiz de direito do 2o districto
erniiiial, (Jui)Uino Jos de Miranda.
Assenlada.
Aos 3 de Janeiro de 1873, emacasa da residen-
cia do Dr. juiz de direito do'segundo districto cri-
minal, Quinlino Jos de Miranda, comigo escrivo
de se cargo abaixo nomeado, ahi presenta o com
nundador Antonio Gomes N'cllo e reveja da pro-
motoria puiliea, o juiz passon a mquerir as teste-
munlias, como abaixo se v.Eu. Guilherme Au-
gusto de Athayde, escrivo. o escrevi.
Testemunha. primeira, bacharel Manoel da Fi-
gueira Fari, de 3' anno3 de idade, casado, na-
tural c inorad, .r nesta cidade, lestemunha jurada
aos Santos Evangelhos em um, livro delles em que
noi sua mao direita e prometleu di er a verdade.
E sendo inquerido sobro o ofticio de folhas 8, que
Ihe foi lido, em quanto ao primeiro punto de ser o
prego de 731 ris por palmo de cano de chumbo,
para agua, justamenlo o estipulado, bem como se
o segund i poni de ser o prc;o de 730 ris escrip-
to na occasio, em que se lavrnu e assigno o con-
trato ? respondeu que nao se recuda dos tactos
passados na occasio em vista do lempo decorado,
e que no aflirma, nem contesta que fosse o preco
supra indicado o justamente estipulado; bem co-
mo que faz a mesma declaraco em quanto ao se
gundo ponto, por isso qu aSaigoii cctG '.:-lz-
munha nesse contrato por se acbar casualmente
na occasio na secretaria do gnvgrao cm que se
apresentoao Irrw cota o eimlraio.E por n.id
mais di^sr, e nem llic ser peigunlado, houve e juiz
Seis depoimento p r findo, no qual depojs de lido
e acharein conforme, assigna jiuz, testemunha e
parte presente. Eu, Guilherme Augusto de A-
thavile, escrivo, o escrevi.Miranda,Ir. Manoel
de Figueira Faria.-Antonio Gomes Netto.Esta
conforme ao propno original, que consta dos res-
pectivos autos, aos quaes me reporto. -llecife, 3 de
Janeiro de 1873. O snbscrevo e assigivi em f-de
verdade.-O eserivi, Guilherme Augusto de A-
thayiU.
Certidaodathiar de um auto deexame u auto-te
autoamento de urna portara do Dr.juiz ti*direi-
to do segundo districto criminal.
Ostilic que o auto de exame supra mencionado
do theor seguinte.Auto de exame.Aos 8 de
Janeiro do 1873, em a secretaria da presidencia
desla cidade do Recife de Pernambuco, onde foi
vindo o Dr. juiz de direito do segundo districto
criminal, Quiuteiro Jos de Miranda, contigo escri-
vo de seu cargo abaixo assignado ahi, presente o
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco, ajudan-
te do procurador fiscal da fazenda provincial, o Dr.
Jos Joaquim de Oliveira Fonceca, promotor publico,
o interessado coniniendador Antonio Gomes Netto,
e os peritos Man ur 1 Joaquim Baptista e Apoliuario
Florentino de Albuqucrque Maranho Sobrinho,
aos quaes o juiz disse que debaixo do juramento
j prestado rospoitdessem aosquesitos seguintes.
Primeiro se as leltras que compoem as palavras,
ran de "30 ris o palmo, as quaes se leem a fo-
lhas lil verso, no linal da dcima linha do livro
presente, acham-se conchegadas de modo a cabe
rem no espaco disponivel ? Respondern! sim, por
que, se essas palavras tivessem sido escripias raimo
foram os mais daeres do contrato, o espaco em
que ellas estu laucadas, de corlo nao chegai ia para
as mesmas.
Em seguida o advogado do cnmmemlador Anto-
nio Gomes Netto, pergunlando ao juiz se Ihe *ra
permittido fazer algtun quesito, ou pelir aos pe-
ritos alguma declaraco com relacao ao exame foi-
to, e sendo-lhe respondido quo nao, atienta a na-
lurozado mesmo exame, declarou conforinar-se
com a deciso, reservando seu direito a respeito do
dito exame, para quando fosse ou julgasse conve-
niente. E por nada mais dzerem, nem Ibes ser
perguntado, houve o juit este auto por lindo, no
qual depois de lido e acharein' conforme, assignaui
iniz, peritos e interessados presentes.Eu, Gui-
lherme Augusto de Athayde escrivo. o escrevi.
-Quinlino Jos de Miranda. Apolinario Fio-
.lentino de AUmquerque Mar;\nhao Sobrinho.Mt-
noel Joaquim Baptista. -Jos Joaquim de Otice-ru
Fonceca. -Miguel Jos de A'meida Pern-iinbnco Ft-
llw. Antonio Gomes Netto.
Ant i de exameAos oito de Janeiro de mil oito
centos e setenta tres, em a secretaria da presiden-
cia desla cida le do Recife de Pernambuco, onde
foi vindo o Dr.juiz da diris do segundo districto
criminal, Quinlino Jos de Miranda, contigo escri-
vo do seu cargo abaixo nomeado, ahi presente o
Dr. Miguel Jos do Almeida Pernambuco, ajudante
do procurador fiscal da fazenda provincial. 6 Dr.
lose Joaquim de Oliveira Fonceca, promotor pu-
blico, e interessado coimnendador Antonio Gomes
Netto, e os peritos nomeados Manoel Joaquim Bap-
tista e Apolinario Florentino do' Albuuuerque Ma-
ranb.1o, aos quaes o juiz disse que debaixo do ju-
ramento j presudu respondessem aos quisitos se-
guintes : Primeiro se as ieltras que compoitlieiii
as palavras razo de setecentos e cincuenta ris
o palmo as quaes se lem a folhas cont c a-tren-
la c uuia verso, no final da dcima linha do livro
prsenle, acamse conchegadas de modo a cabe-
rem no espaco disponivel i Responderam sim,
porque se essas palavras tivessem sido escripias
como foram os mais dizeres do contrato, o espaco
em que ellas esli laucadas, de certo nao chega-
riamj para as mesmas.
Em seguida o advogado do commeudador Anto-
nio Gomes Netto, perguntando ao juiz se Ihe era
permitlido tazar algun quesito, ou pedir aos peri-
tos alguma declaraco com relac/io ao exame feito,
e sendo-lhe respondido que nao, aliento a nature/.a
do inesmo exame, declarou conformarse com a
deciso, reservando seu direito a respeito de dito
exame para quando fosse ou julgasse conveniente.
E [>or nada mais dizerom e nem Ibes sor pergun-
tado, houve o juiz esto auto por liiiuT) no qual de-
pois de lido, e acharein conforme, assigna
o juiz, peritos e partes presentes. Eu, Guilhenne
Augusto de Alhayde, escrivo, o escrevi. Qum-
tino Jas de Miranda.Afolinario Florentino de Al-
buqnerqae Maranho Sobrinho.Manoel Joaquim
Hiptista. -Jos Joaquim de Olioei-a Fonceca. -Mi-
guel Jos de Almeida Pernambuco. Manoel do Xas-
rmenlo Machad) Portella.
Certido do theor do depoimento do Dr. MuMOri
Uuarque de Macedo, exti'aJiida dos autos de ao-
tomento depeticao di commendador Antonio
Gomes Sello.
Certifico que o depoimento supra mencionado
do theor seguinte : Dr. Manoel Buarqne de Ma-
cedo, de trila e cinco anuos do idade, vive de sua
carta do engenneiro, natural e morador nesta ci-
dade, jurado aos Santos Evangelhos, em um livro
delles eoi quo poz sua mo direita, e prometleu
dixer a verdade. E sendo aquerida sobre a pe-
Uco que Ihe foi lida, disse que com referencia
ao art. 11 do contrato celebrado com o peticio-
nario e presidencia da provincia, e que Ihe foi
apresentada, quo foi ouvido orno consultor polo
conselheiro Joo Lutosa da Cuuha Paranagu,
na celebraco de dilo contrito ; que depois de urna
ou finas conferencias,, em que foram debatidas as
clausulas do iiiesino contrato, propoz um esboco
para a sua celebraco, c no referido esboco fez
ineiico de um preco j estipulad), que nao sabe
se foi o de 7-50 ris por palmo para a canalisacao
d'agua. Diclarou mais que no dilo esboco lan-
oso, o Sr. conselheiro Paranagoi ou o Sr. Dr.
Sales a nota de ctipie-so limpamente esse contrato,
donde se v que existi una outra norma do con-
trato per onde foi copiado, c que est lavrado no
livro da secretaria do governo, e isto se evidencia
pela circuinsfancia de exisiirem diversas altera-
rnos entre o esboco primitivo e o contrato lavrado.
b-tviiii mais que nenbum fundamento tein para
suspeitar da existencia do vicio argido, sobre
tudo porque existi sempre a melhor inteltigeneia
e aeeordo entre o Sr. ronscllisiro Paranigu e o
concessionario durante a discusso das clausulas
do mesmo contrato, sendo que nomeadamente nao
se secorda de qne o preco cm questo fosse objecto
de duvida. Declarou finalmente quo depois de en-
tregue o esboco cima rerido, nao se recorda de
ter lid i novas conferencias acema desse objesto, e
que nao assistio w acto de lavrar-se e assignar-
se o contrato, occasio em que se poderia ler com-
binado quaiquer alleraco. A requerimento do
peticionario, disse que depois de feito o contrato
leve occasio de ve-lo no jornal, mas nenhum re-
paro eausaram-lho as alterar-Oes liavidas em seu
esboco, nem mesmo a leitura do art. 37, que leudo
alias nido combinada a sua adopeo cm unta das
conferencias, deixou todava de ser por elle t-ste-
inunha mencionado em seu esboco. Declarou
finalmente que nenhuma reclamaco foi feita pa
rante o eonselhoiro Paranagu, depois de'publi-
cado o contrato, oom referencia ao preco lixado no
iifl do art. i i,e que nao s na imprensa, onde o
contrato foi discutido, como mesmo na assembla
provincial, onde tambem o foi,-nunca foi o referido
preco objecto de censura, ou de discusso. Disse
anda que cunhecc o empregado que escreveu o
contrato, forma dolle b m e^oiU, e vio-o no ga-
!;;iu a presidencia muitas vezes em servico,
mostrando cm isso gozar confianza do presidente
Paranagu. E por nada mais dizer, nem Ihe ser
pergumado, houve o juiz este depoimento por (in-
do, no qual assigna com n lesleiunnlta e os pre-
sentes. Eu, Guilherme Augusto de Athayde, es-
crivo, o escrevi. Miranda.'Manoel Bttnrque de
Maceio.Antonio Gomes \et!9.Jos Joaquim de
Oliveira Fonceca. -Miguel Jos de AIm*id Pernam-
buco,
Repai
rciro de
de passai
incluso,
em respi;
te, que
Deus
Dr. Heni
sidente
Tiburcio
, Escriptoj
das obras: sublicas, em 13 de feve-
. lllm. e- Exm. S.tenho a honra
mos de* fi. Exc. o ollicio por copia
rente da companhia Recife Drainage,
ao ollicio. 1*9-4)'. Exc, de 12 do corren-
uto ytente transmit!,
d a"V. EXc,lllm. e Exm. Sr. Dr.
Pereira de Lueena, digiiissimo pre-
irovincti..-. ongenheiri. chele, Jas
ira fie- MugalhuWK
o da Coiupanhia B.ciAr Drainage, 13
le f'everoiro de lf73." .- lllm. Sr. Tenho a
honra de aecusarajecepcio do offlcio V. V. S.,
incluindo nina copia, do ollicio de S. Exc. o Sr.
prisidttntde 12 do corrente, e pela leitura
do seu coatado, evidente quo as ininhas cartas
de 1 e 7 de-corren te nao fui explo-ito en mostrar
o sentid 1 males jiretendia dar, e o qual o se-
guinte : "jfc,;
Que n4 jjSrtaria datada" em 23 do passado,
verbalmentt na entrevista de Jfcno mesmo, S.
Exc. o Sr. presidente" declarou uue em consequen-
cia do coQirat.1 ter sido falsificado, Immedia ament
de|Kiis de ler sido assignado (e tres aunos aates da
existencia djesta companhia) S. Exc. linda o poder
de aunulla-lrt por um processo legal. ximh mais,
que se a Jmpanhia nao urescindisse voluntaria-
mente da posse de cortos beneficios conee.dos
pelo contrato, <. Exc exerceria esse; (Hider,* o nao
s amiiiiiaria parte do conlratofcomo tambem sus-
pendera o pagameulo dovjo companhia euv
ntar-.-oproxi
as queixas
que e>ti
que S. Exc
r
e nao tomara em considera ;o
companhia dos inultos vexames
rendo. Sabeado que jmpossivel
ha mvstificado a Jei com o fiui de
a Jei ii
intimidar a companhia, e -sendo igualmente im-
possivel qu\JLExc, como juiz, de direito, nao es-
da lei ; sou forcMo a convir que
sil permit* que um contrato seja
eua por que S. Exc o ameaca,
seja obviamente injusta e oppos|a
ros palies civilisados uo mesmo
por um descuido pode, ella existir
to de ser ella, levada ao condec-
orno goul, as-segurara a sua ie-
v
livesse ao ft
1 lei do I
tratado da
como esta
is lcis do
ponto, sm
no Brasil, e
ment do '
forma.
Tendo a companhia que' eu r^rcsenlo gasto
?,300 c >nlos de reis no einitenho ds cumprir fiel-
mente as obrfgacWes do contrat e idtroduzir nes-
la cidade um grande tplhnramento social e satii-
lario, e v diariamente a sua progriedade iuut-
lisada ou destr ida jtela ignorancia ou itulicia do
povo, nao sein razio que pode ao governo a pro-
loecio e auxilio e o fiePcumptimonla dos termo
do contrato. Isto, porm, sendo-me negado, s
tenho um recurso, que o meu dever me impoe, e
este eppeilar pao governo imperial
E' claro que as imponanles queales de que se
trala.de mam-ira alguma podn ser influenciadas
pela explicaco do Sr* conseltieiro Paranagu e
em concluso tmiio a dizer djqe eiu parte alguma
me comprometli a exhibir urna declaraco formal
do conselheiro Paranagu, em como o preco da
canalisa.o justamente o que se lt no contrato
mo presidente dosta. provincia.0 chefe t- polista, t Antonio Jos ds Ahreu Ribeiro.
Lm's Corre a d- Queiroz Barros. Antonio Valentim da Silva Barn
Bar-o de Campo Verde.
Barao da Soledade.
Domingos Alves Mathens.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
- Assemba provlKl.l Uontein frffiC-*
onou rom 24 Sr.v depntados.
Approvada ;i acta da scsso anterior, o Sr. I.
secretario leu o soguintc expedieiKe :
Urna pelico uVUara Emygdia de Almeida
Monteiro, professora de instruccao paPjiAria da
povoa(o de Gravnt, pgdindo seis nvizes ae licencia
catm todos os seus Vencimentos..V conimissao
de petiedes.
Outra dos empregads da casa de-doteui'o, pe-
dindo augmento de vencimentos.A' coinmisso
de ordenados. a *
Foi approvado e nrnidado impnmir un parecer
da comqjisso de obras publicas qive conelue por
um projectix aulorisando o presidente da proviu-
ca a contratar com quem inellhires garantiis offe-
l
Barroca..

Julio Cesar Pereira de Meiideasa.
Daniel Cesar Ramos.
Hermino Fecreira da Silva.
Jos Caxociro da Canda.
Jwaquini Aurelio Wanderley.
lose Franeiscj de Souza Lima.
Joaiiuiu (Nynto Bastos.
Jos Pereira da Cunta Jnior.
Dr. Joaquim Jos da Konceea.
Dr. FrantHsco.Augusto'da Costa.
liuiin Jos Fernandos de Figueiredo.
Prism. -Pelasubdelegada do Recife /* hon-
tein iirn^n o recolhido casa de deten/o orden
do Dr. 1.412 crninal do rcs|>eciivo districto, Pro-
copio .los.- da Silva que im madrugada de sabta-
oado intimo ferio gravemeute a Luiz Jos Xavier,
na beeco da Lama, do citado districto.
bsourse no dia 19 a posse dos vereadores do muni-
cipio do Recife, que devom servir no quadrienni
de 1873 a 1876, sondo as commissoes respectivas!
recer. mediante privilegio, linhas ou ramies do aSsjn, fgausadas
trilitos de madeira e ferrp ou earris para ligar a' Po/i'a.eves elneodora
cidade do Recife com arraUdde e em seguida EdificarZes. Dr. Rento, Costa, e Cunita Goima
sao tambnnt approvadas as reasecoes dos projec- ries>
tos ns 73 de 1870,.-sobre agua ni.tavel para a ci- Clichs. Gameiro, e Ley Filho.
dado do Rio rormoso e !0 de 18*2, ^sentando dos Sade _Dr Moscoso, e Gameiro.
direlfes de expoj-tacao as perfumara fabricadas o^/vWo rfa oVWc.-Neves, e Dr. Mosco*),
na provmci 1 /)//ol ^ fm (ia ^fc.-Souza Leao, e Cunk.
GuinurA*. ,
Matadow da cidade.Cunda Guinaraes e Sou
za Leao.
Dito do Poca. -TheoJoro, e Dr. Bc-nto Costa.
Planto de arutes. Gameiro eTheodoro.
Negocios jiuliMaes: Dr. Benlo Costa e Cunki
Depois de approvados dbus requerinientos e urna
indca^ii, passando a tratar da orden do dia,
coutinuou a discusso adiada do projecto n. 3
desle anno, sobre carnes verdes, o qual, de|>ois de
orarem os Srs. Olvmpio Marques, Pinto Jnior.
Pernambuco Fho.'-fo! ap|r.ado em primeira dis-
cusso. com o reqiierint'jnlo do Sr. Correia de
Araujo.
Entrando em tereeira.diseussio o projecto n. 9t
di 187, que concede a Cunha Manta un pri-
vilegio para montar fabricas de eurlir courov, re-
eonhecendo-se no.haver numero legal para votar,
licou'adiada a discusso flesignand* o Sr. prest-
(dente para ordem do diadenoj: coniinni;o
da antecedente c primeira" discusso dos projertos
ns. 10, H, l e 13 desle anno.
Itotilm. Appareceu Jtonleut arrombado e
roubado na quantia de um canto irezentos e
tanliA mil reis, o cofre da repartico do eorwo;
eis o que da sobre o facto :
A' hora da costume o |iorteiro desse repartico
Salustiano Severiano Ramos abrio-a seni que no-
taste vestigio algnm de (|in hoavesjenl i tioitc
penetrado imita. Mais tarde, porm, chegando o
fiel do thesoureiro_, aclualmente sulisljluindo
muelle, que'rtt doente, o Sr. Amaro -Gomesj da
^ilva Ramos, e precisando de ir ao cofre, ao ap-
proximar-se delle recondeceu, com espanto, que
elle liavia sido -violado ^ achava-sc perfcttanqente
abertq un_cadeado de letlrft que rclof cava a
cana isa ao e justamente o que se i no conuaio, ^,'_~ a- _::. ~ A _.r .* _. ,f i.,^n.
por aeeordo anterior feito eU as Jarles eonA-' ^^^S,^^^^ e a QndiU-,os
tantos, o contrato muito explcito para deixar
duvida alguma sobre aquelle ponto ; ao que eu me
refer foi sobro as duvidas suscitadas de teiupo a
te.inpo por V. S e outros. quanto ao sentido de
certas clausulas do contrato.
Deus guarde a V. S.lllm. Sr. Dr. Jos TiDuf-
co Pereira de Magalhos. digno director das obras
publicas e fiscal da ompanhia Recife Drainage.
Henry La, |irjSij.
KSPACBOS B.V *l*fcwVKt\ !)K 19 IiE MARQU DE
187.1
Adolpho Siqueira Cavalcanle.Em vista da lei
o do parecer do inspector da tlies.iuraria de fa-
zenda, com a qual me conformo, indetiro o que
requer o supphraute.
Clara Hotuique Correia de Lindares. Indo-
ferido.
Fielden Brothers Jantem os snpplieaiitcs docu-
mentos aulhentico; do cambio, que regaln na
praca de Londres.
Heuielerio Paos da Silva. Inde'erido.
Tenonte-coronol Joaquim Lucio Monteiro da
Franca. Tenlta o deslino conveniente.
J is Antonio Gttedes. Informe o Sr. inspeclor
da tdesourara de fazenda.
Capilo Joaquim Agripino Furtado de Mendon-
ca. Informe o Sr. inspector da tdesouraria de fa-
zenda.
Major Jos Bonifacio dos Santos Magalhes.
Passe portara prorogando por tres mezes coni
vencimentos a que tiver direito, a licouca que foi
concedida
loio Baplista da Rocha Baixa Lins.Informe o
Sr. engenneiro encarregado da medieo do tenas
publicas.
Joo Evangelista de Carvalho.^ Seja posto em
liberdade por ter privado isenco legal.
Commendador Manoel Joaquim do Reg Albu-
qucrque. -Prejiidicado.
Maria Isabel de Oliveira Maciel.Informe o Sr.
inspeclor do arsenal de marinha.
Ricardo Pereira Mondes. Passe porlaria, con-
cedendo quinze diasde licencacomos vencimentos
que Ihe competir.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 20
de margo de 1873.
O porteiro,
Silrno A. Rodrigues.
Itepartirtlu la polica.
i."seecio. Secretaria da polica de Pernambuco,
19 de marco de 1873.
N. 573. lllm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pagos receidas boje nesta repartico, foram reco-
maos hontem casa de detenco os seguintes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, An-
ua Francisca Mondes, por disturbios.
A' ordem do de Belni, Manoel Joaquim, como
suspdito de ser escravo e andar fgido.
0 delegado de Nazarefh, por ollicio de I i desle
mez, comiuunicou-me que no dia anterior pelas 7
horas da manli, na estrada prxima portoira do
eugenbo Cavavalcante d'aquelle termo, encontran-
do" o inspector do quarteiro Sabino de Barros
Barretto, a preto Antonio Henrique, escravo do
Fraccisco Xavier Audrade, proprietano do euge-
nbo Pndoba no termo de I tambe, procurou saber
para onde elle se diriga, o quo recusou declarar
o inesmo preto, que tentn neisa occasio assasst-
nar ao dito inspector, crime que loria realisado,
se gritando este por soccorro, nao acudissem im-
mediatamente varias pessas, entro as quaes o
pardo Remigio, escravo do mesmo delegado, que
recebeitdo doz tacadas de Antonio, SUCCOmbira alli
mesmo, que fra preeiso empregar-se a forga para
capturar o delinquento, qua por sua voz recebara
dous ferimenlos e duas lozes ; que fez-seas com-
pstentes vistorias, e j remetiera o iuquertto ao
juizo competente.
Levo mais ao conhecimeulo de V. Exc, que por
ofBcio desla data communi'xiu-me o subdelegado
Jo Popo da Panella (Scbasao udusj I Reg
Barros! quo capturara o criminoso Jos Martina-
no da Silva, que na noito de 17 do crrante, assas-
sinara bardarasaente ao cidado francez Alfredo
Gassier, de,oojo facto tratei em minlia parto dia-
ria sob n WV) do 18 do corrente, que dito-crimi-
noso foi fcJoloido a casa da deten/ao, a ds-
posigo do Dr. juiz do direito do primeiro dislne-
to .criminal.
peus guarde a V. Exclllm. c Exm. Sr. com-
rnandador Henriq,1 Pereira de Lueena, dgnissi-
deste um pequeo rombo.
Immedia'amente scienle do facto o Sr. admi-
nistrador, que por seus proprios odos o examinou
tambem, fe-lo constar sem demora pilicia. e
acto continuo comparcreu repartico o Dr. de-
legado e pouco depois o Dr. chefe de polica.
Do inquerilo policial, a que alli mesmo se pro-
ceden, guardadas a< formalidades da lei, exame
praticado pelos competentes peritos e balanc
dado no cofre verificou-se : que o porteiro liavia
encontrado as portas perfotam-iile fechadas como
presuma have-las deixado, e que iienhuma al-
leraco notara ao penetrar 110 edificio ; que nio
liavia indicio de ter alguem penetrado na repar-
tico por outra parte qualqaer, que nao as por-
tas ; que o cadeiado de lettras fra aborto sem
violencia alguma ; que o pequeo arronibanicuto
da parede, ronteira do cofre fra praticado por
instrumento perfuranle.'fazendo lembrar o sabr-
bayoneta, a forma dos golpes dados na madeira ;
qne boavo emprego de sebo ou azeite para que
0 ferro mais fcilmente penetraste ; que o di-
nheiro roubado, foi somente o que conseguirn)
apprehender com quaiquer instrumento apro-
priado. atravez do pequeo rombo, pois que o
dinheiro existente no cofre, dous coutos e tantos
mil reis, eslava arrumado em um caxozinho do
madeira confronte aquelle rombo ; que nao se
tentn contra a (echadura do cofre.
A polica prosegue na ndagaco da verdade, e
para qne muito se esforc, ama vez que eutnpre-
Ihe defender e salvaguardar a reputai-o de ho-
mens honestos, que de um momento para nutro
vm-se seriamente comprometilos por actos
d aquella ordem, que a perversidade e o vicio
eommettem ssm attender as consequencias fu-
nestissimas que podem prodneir.
l*unlialala.Antonio da Costa Pereira, ro-
nhecido por Antonio Banana, natural desta pro-
vincia, de prolisso boleeiro e como tal actual-
mente empregado na linha de bonds da Magdale-
na, achando-se de folga ante-hontcm, foi passeiar
tarde at aquelle povoado.
Ao rogressar, purera, noite para o Rjcfe em
um carro da cocheira do Sr. Baltnazar, d> qual
ora boleeiro um Manoel de tal, quando passava
por um viveiro que ahi ha, foi assaltjldo pola par-
te posterior do carro por Aniceto, Wvieeiro do Sr.
baro de Nararelh, e por ura seu companheiro de
nome, um dos quaes consegu dar-lhc urna pu-
nhalada na omoplata esquerda.
Sentindo-se traicoeiramente ferido pelas costas,
Antonio Banana precipita-se do carro a baxo ; mas,
cara Ihe salaria a temeridade, pois seus inimigos
Ihe fazendo face de punhaes em punhn, o teriam
acabado de assassinar, se os nao obrgassii a fugir
um bond que na occasio se aproxmava do lugar
do conflicto.
Nio de agora, mas de ha muito lempo, que a
Passagem da Magdalena so lem tornado um lugar
snistro e pavoroso por esse e outros fados.
Jury do Recife. Hontem s comparece-
rain 23 juizes de facto, pelo que nao se pode anda
installar a 2.' sessio do jury do Recife.
Foram sorteados mais os soguiutes:
Dr. Alexandre Pereira do Cario.
Dr. Estevo Cavalcante de Albuqueaque.
Caetano de Carvalho Raposo.
Ilenrique Jos Alves Ferreira.
Ilenrique Guilherme Stepple.
Hometerio Maciel da Silva.
Francisco d'A sis Monteiro Pessoa.
Corbiniano d Aquno Fonceca.
Dr. Antonio Estevo d'livera.
Jauuario Constancio Monteiro de Audrade.
Dr. Antonio Justino de Souza.
Antonio Ilenrique Malra.
Antonio Filiciano Rodrigues Sete.
Antonio Jos Cordeiro Simes Jnior.
\ugusto Genuino de Figueiredo.
Francisco de Barros Falcan Cavalcante de Albu-
qucrque.
Antonio Bernardo Quinteiro.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira.
Faustino Jos dos Sanios.
Jcfiaim Fraucisco de Torres Galindo.
Foram multados cm 20| os seguintes:
Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
Antonio Lapes Rodrigues.
Felicio Benico Cavalcante de Alhuquerqne.
Jos Guilherme Guimares.
Jos Ilenrique da Silva.
Juqam Jos Ramos.
Joaquim Goncalves HMMkft,
Luiz Cesario do Rega,.
Manoel Jos Goncalves dos Santos.
199 kilos de carnes
mandad j deitar .u.
Guimares,
Carne podre.Mais
verdes apodrecidas, foram
mar pelo lisoal de S. Jos.
Deus se amorcie de nos.
Facuidarte de Direito. -Deverealisar-
se aniauh o concurso para provimenlo da substi-
tuii,'o djs cadeiras de linguas decurso de prepa-
raloros annexo a Faculdade de Direito.
Arreiiist:u-i"i's provitu-iaes. -Foranr
transferidas para o dia 27 do corrente as arroma-
tacos. 1I0 foi iieciuieiiio de dietas e de alimenta-
co aos presos pobres da casa de detencio ; e de
0 rs. por litro de agurdenle consumida na co-
marca de Nazareld.
Hospital militar. -Perante esta repart-
o contratase ainanti, o fornecimento de gne-
ros alimenticios, de objecto* para o Bxpeieute, e
de sangiiesngas, bem como a lavagem concert
da roupa de uso dos doentes ahi reeolhidos.
Proprio nacional. Ainda foi de novo-
espadada pata o da 26 do corrente a venda, em
Kastt publica, peante tdesouraria de fazenda.
tlo_ proprio nacional denominado Calabouco, silo
alfar-* ffiart-;! d nirpo de polica.
onflict. -No dia 10 do corrate, pelas 7
doras da manli, encontrando o inspector de
quarteiro d> districto de Nazaretd, Sabino de
Barros Brrelo, na estrada prxima porteira di
engenlio Cavalcantt, d'aquelle districto, o preto
Antonio Ilenrique, escravo de Francisjo Xavier
Audrade, proprietaro do engendo Pindoba, do
termo de Iiamb, procurou saber o que elle por
alli faza.
Antonio Ilenrique, porni. cntendeu responder
ao diligentf inspector com alguinas tacadas ; de
leito l-lo-hia realisado, se o inspector, vends-se
perdido, nio livess gritado por soccorro, que por
felieidade Ihe prestaram immediatamente algumas
pessias, entre as qnaes o pardo Remigio, escravo
lo delegad o desse districto, que recebendo na luta
de Antonio Ilenrique, 10 tacadas, suecumbio quasi
inslantaneaniente.
Foi mister empregar o forca para realisar a
priso de lio sanguinario hornera. Efectivamen-
te depois de raceber dous fermentot e duas le-
soes. conseguiram prende-la.
(loria s poliaria S -Est preso e recolhi-
do casa de delen^ao o assassino do infeliz Alfre-
do Gassier!
Jos Martiniano. ao menos nao licar impune.
Ao Sr. Sebastin Affonso do Rogo Barros cou-
be o grauda feito de capturar esse perverso,
no districto Ha subdelegada do Pinjo da Pa-
nella, districto de sua jorisdiceio, na noite do
17 do crrante.
Hospicio de alienad.0 Sr. eren! -
da companhia Santa Tiiereza offereceu a junta
adniinistrava da Santa Casa de Misericordia do
Recife fazer gratuitamente a canalisacao e assan-
lamento dos candieiros indispensaveb i Ilumina-
fo a giz do hospicio de alionados em Olnla, cor-
rendo eolio somenie por conta daquella adminis-
traeio o pagamento do gaz consumido.
O acto de pbilanlropia praticado em nome da.
companhia Santa Tiiereza, por seu gerente, e dig-
no de todo o elogio, e muito a recontraendara a.
considerapio imblica.
Santo Antao. Recebemos o < orreio Santo Anto, de 15 do corrate, do qual extrahi-
nios o seguinte : .
De i.tuitas formas exeree-se aqu a mdusiiia.
do furto do cavallos. Os ladros aperfei^oaiii-s^
de dia em dia. __.,
Um pobre homem, morador em Podra Tapada,
peni lilou com dous animaes que coadiuia em Pu:-
pirv, deste termo, do dia 7 para 8 do corrente
Ao amanhecer, procurando seus animaes den
iwr falta de um, o qual j audava em mo de un
celebre ratoneiro de cognome Calumby.
a Afllicto pela perda que. acabava de soffrer, ea-
sinaram-llie que fosse fallar a Calumby, pois elle
sem duvida alguma darla noticias do seu cavallo.
a De facto-,-encaniinlioii-se para a casa do adi-
vinhtio. que com a maior facilidadc disse-lhe :
seu cavallo cu sei onde est, porm, s o enlrega-
re so me der 20.
O paciente, que nao linha na occasio essa
quantia, foi-lhe preciso empenhar o outro animal
para adquri-la, o quo ronseguio.
f Feito isto, nao foi levar o dinheiro, mando.1.
levar por outrem, que immediatamente trouxe 1
cavallo Avalie-se como estao audazos os ladres
nesta infeliz tena.
(i Em um dos das desta semana, no sitio do Sr.
Ildefonso Ignacio do Amaral, den um rijo furacao.
que levou tolhas das casas e arrancou graudes ar-
vores.
luizo de paz de Santo Antonio.
Foi exonerado, a seu pedido, do ofl-cio de escri-
vo do juizo de paz da freguezia de Santo Anuaw
o Sr. Jnaquiui da Silva Reg, em ytrtude de se
terem aberto as aulas do curso jurdico, de que c
elle alumno; e foi nomeado pelo juu em exerci-
cio o majOC Antonio Bernardo Uaudoiro, para
substituido interinamente o adagio Conolano^e
Abren ft Silva. .
Lotera.-A que se acha avondaeaM a
beneficio da matriz de, ipyguca, que corre UO *"
2'.'.
lo^e"^'?'0 nocida o agente Madras lei-
,,, ,1,1,.- enero< c mais pcrlcnras da ta-
Vidal
perlenr
de Negreiros n. i, as 11 hora
verna da ro-
do d*
Casa de letencao. Moviraento do da
ID de margo de 1873 :
Existiam (presos) 332, entraram 2, sahiram 12,
existem 322.
A saber :
Nacionaes 214, ujulheres f9, estrangeiros M,





jXfip>-.4e Peniai*buco 'Sexta ;eira 21 de Maree de 1873.
.rfefravos 41, escrivas 6.Total 352.
Aumentados a cuita dos cofres piibitaos 160.
Sovimento ila amara Lo da, 15) de marco
de 1873:
Tiveram baixa
Felippe Nery da SM ftebre.
Nemezio Crrala d Helio, febre.
Teve alta:
Jos Rulino Pereira.
Piassagcirtts.-Sfiniini para Musjoni no
hihate brasilciro Adelina (km Anjos i
Clementino do (loes Nogueira e '. filho, Sobas -
lo de Ge.i Nogueira, Benvenutr. Prxedes de
Olive-ira, Pedro lavare da Costa .Fillio, Alexan-
dre C. de Freitas, Manoei Ferreira la Silva, Ma-
inel Peroirs Limeira, to Ferrelrat Lustoza Li-
ma, Maaoel Alexaudre Denn, /ose Joaqun de
MoHra e Silva, S***' Caetano d* Costa.
'CMARA MUNICIPAL
3.' SSSAO ORDINARIA AOA 24 DE FEVEREI-
RO DE u-,73.
PRSSIDKNCIA DO SR. DII. MOSCOSO.
lYesentes os- 9nr *ego e Attaiquerqne, Angelo
Heuriijue*, Quinlciro e Dr. Villas-Roas, abrio-se a
Casio, efoi lula e approvada a acta da anteen-
dente.
Leu-so o seg uint*
KXPEDIENTR :
l*n ottlcio do Exm. presidente da provincia,
-ommunicando para ijtqs devidos fin?, nou a segunda donr.nga de abril vindouro para
ter lugar a installaro das juntas de qnaK6cacao
das frguezias de S.- J >s, Pojo, Varee e S. Lou-
reu<;o da Matta, caso anda nao se tenham reunido
as mesmas juntas^ Inteirada, e que se.conwnuni-
ijueao procurador.
Outro do mesmo, cstranhando cmara nao
ter *do entregue opportunaiuente a nave do pro-
prk) nacional denominado Calaboueo Voltio. ,ue
se respond, declarando que fui entregue de eon-
formidade com as ordens de S. Exc.
Outro do juiz de direito da 2.* vara do Becife,
pedindo que se pague ao porteiro dos auditorios
a importancia das anotas designadas aos objectos
de urgente necesidad, para o expediente das
salas das audiencias, que nao foram pagas. Ao
procurador
Outro do juiz substituto do 2* distrieto criminal,
requisitando 12 garrafas de labarraque que dc-
weria sim* eutregnes no cemiterio publico desta ep
lade.Foi satisfeito.
Outro do solicitador, informando relativamente
ai termos de infraeao lavrados .contra Frede-
-ricode Souza Gomes c contra o mostr pedreiro
Louwneo do Espirito Santo.Ao procurador.
O ;itro" do fiscal da freguezia de S. Fr. Pedro
G mcalves, infirniamli sobre a eobranca do im-
posto de 2iK) rs. sobre carneiros e porros, mortos
eii sna fregueeia.Inteirada, c que continu a
eo'irar o respectivo imposto.
Outro do iiesmo, informando sobre as visitas
sanitarias dadas em sua freguezia. Inteirada, e
que se remeta ao medico para dker.
Oatru do Bscal de S. Jos, informando no mesmo
sentido.Ati medico.
Outro do fiscal da freguezia da Boa Vista, no
mesmo si'iiiiilu. Ao medico.
Otttro >lo fiscal da freguezia de N'ossa Sonhora
da Graca, em igual sentido. O mesmo despacho.
Ostro do fiscal da freguezia de S. Jns. infer*
mando a peticao de Jovino Bandeira. Imtefc-
rfo-se,
-Outro do mesmo. informando contra a pc.icio
de .-Mina M.irlins da Silva Nonata. Indefe-
rie-se.
l'm parerer da eommissao de sadde, soDNI a
mam petieo.Approvado.
Outro da eommissao do matadouro publico, uos
seguimos termos:
i Bn Mrito de lo de setembr > de 1869 apro-
se itei cNisiiieracao desta cmara o seguinte re-
gulamento provisorio para o matadouro publico e
arengues, que nasso a ler :
' Nao era ii.inlia intencao por ambara$09 l-
iH-rdade de pessoa atgnna, e menos estorvos
q-iaMo*, que negoriam coin a carnes verdes.
Minha intcnca?, dermis de ter observado os costu-
m-'s. alias muilo dignos de reprovaeao dos indi-
viduos que se occupain no servieo da matan.:i do
gado no matadouro publico, do retalhamento
das rotes nes acougues.nra obter que esta cmara
i'i-iptasse algumas medidas, que fossem pouco a
ii.i-.ico reprimndo a selvageria que cm um e outro
dos referidos lugares se ostentara impvida, e
inwropria de urna cidade civilisada; linliamo*'
iim futuro diante de nos, c o m.iior crime que
Bodianm rommetter era sem duvida nada fazer.
(i Depsie de estudada a questo pelos Ilustres
vereadores, fui o projecto rejeitado, porque minia
a berdade docidailao. porque era esensado. dif-
flcil de exoeotar-se, e al porque ara ridiculo.
m Jiilgandn assim o mea pasamento, nunca
ni 1 appareeeram medidas tendentes a reprimir os
a!i j-os, e desenfreiamento dos campillos, e tallia-
doros.
CoutnaaRdo sempre na conutiase do >uata-
d toro, t"iihu sempre procurado por meio do sr;i
administrador ir soUrendn noanto se pode, o de.s-
abrimento eona que aquella gente emende que
dore portar-se em um estabeloeuMnto publico.
Ja mo lamanha a al^asarra e gritara, a
abundancia dos termos obscenos e paiavras in-
digna-', nem a correra que fazia com o gado : j,
ranfla), se pude entrar no matadouro s horas do
irahaliu sem so sabir d'ali corrido de vorgonha.
A pertinacia, a admoestafio, e at a supplieac^o
dos marchantes, e as advertencias repetidas do
l.ninistradur do matadouro tcm conseguido muito.
ii E acontecer outro tanto no acoogue grande
i ribebn t Ninguem qu i entre nessa casa uia!-
dita acreditar que si esta em urna capital civli-
sada, a gritaria infernal, patarras injuriosas, u
termos mais obscenos, urna vozeria selvagem e
sem interrapcio, bomeos pela mor parte mis da
untara para cima, e o reatante, quasi todos eo-
iier^os com aquero.'s o espectculo
que'ali se v, e que com grande petar descrevo,
(urque anda urna vot desejo que a cmara, a po-
lica e a presidencia tornero providencias para
acabar coro es niaior bnrbardade impossivel de acreditar.
A cmara, por tanto, vista da representacao
dos talbadores de carne e das observacOes do
Exm. Sr. presidente da provincia, comidas em sen
oflModa li de Janeiro, lembrando-se que dentro
em alguns mezes taremos o edilleiu do mercado
*ptiblteo, adoptar providencias aflra 'u que no novo
ffificio nao penetreni os safaros oostumes enraiza-
los na ribeira do S. Jos.
< Paco da cmara municipal do Recife, IV de
4evereiro de '871. )r. Pairo /' itlwyde Ll!h)
Htteeso. i Remettido aos Sr*. venadoras Drs.
Angelo Honriqnas e Vlllas-Boa.
RegnlamntO a que se refere Sr. vereadir Lobo
Hoscoso :
A ammimfo proditorio para o motmloum publico
earougues.
Doscampinos.
Sittgnem podara exercer o ofllcio deeampinos
no mata lotirO sern lcen^a da cmara municipal.
I'araobrer esta Ihcn'ca preciso provar : l.
q;e livre ; 2* que te;n 8 anuos ; 3 que tem boni
ntprtamentO; l.'que B*t habilitad) a exer-
eer dito oBkio por o ter piacado suHcientemente,
oaq ser justificado por attesta/oes da 3 dos
principies marchante?.
A licenea eoneedida valerpor umanno, conta-
da emo o liuaneeiro da cmara.
A falta da uhten.-ao da licenea nos primelros !5
Uai do anno tioanc3iro equivaler a suspensao do
emprego.
QaaaBapinaa seo divididos cm turmas de 8, leu-
do um ebete, e estarlo eilas sota a direccao de um
capuUiz, que ser asneada pela cmara municipal,
sob propesu da commissao do matadouro e na
moma cinfonnidade os ebefes de turma; por
reposta do eapata, para o que elle escolheru den-
tre 03 campillos quelles que julgar mais dignos
p.r seu comportamento, assidnidado no trabaio
e aptiJo para o ofllcio, assim cuino, pelo respeito
a i seus superiores.
dada campino poder ter dons ajudantes, su
ajirendizes, que entraro r.js vagas qu apparc-
eereai sob proposta do chele de turma.
Para er ajudante ou aprendiz, preaisoaaf
p-ooosto ao eiwfe da turma pelo campino e ap-
pr 'raeao da commissao do matadouro, depois de
mvido o capataz.
Vi" podar ser ajudante ou aprendiz, aquclle
joe nao tiver 12 annos do idade.
V....I......____:..___i ._ iT .
Jfior inais- de nm moz.
iz, que fr preftato:paihefe de tawa^raes a i
iftaovaeopela eoiiuaissao.
campino que desebderer ^s ordens doeaefc,
iu do Capataz, ou rie qualou-ef ernprdgndo di a-
rnara, ser pela psimeiravez reprehendido pele
administrador do .matadouro^ pela segunda, vez
Nenhnm servii.-o ser feito dentro do matadouro
se ni pelos ampiaos e seus ajudantes ou apren-
dize;.
Waver na cmara municipal um-lvro especial
para matricula de todos os "ampino", e;n qrto BBi
rai> anaotadas todas a* oeeuiyencias relativas a
ena* v
Hawer no matadouro oblieo um livro em que
se notario todas as faltas do sorvico, de respel}
aos seut cheffs e capataz, assim como, ao admi-
nistrador ou outro qualquer emprega^c do mata-
douro eu da. Ciirnara municipal.
O campino qnc faltar ao servieo do matadouro
sem causa ius:.i, ser suspenso do traballio por 3
Jiaa'e no dobro na reincidencia. Se a falta f'r
suspenso por '8 dias; e pela terceira privado do
omprego, que ser logo preeuctiido na eonfortnida-
A do artigo.
Os campillos -e sene .ajudantes sin obrigados a
faier todo o servieo de matadouro relativo iu-
ipeza e asseio, e ao se poderao retirar d'elle, sem
que o deixcm lavado e liinpo a contento ito ad-
iininstrador ou qnem suas wzes. liier.
Fica inteiramente vedado aos campinos trazerem
na ra as tacas e outro qualquer instrumento de
ea uso sem serem dentro de uina-|osa de i-oure
atacada por tres IIvelas*
0*arnpino qnefor encoittrado na rna com os
'instrumentos fora da boia, ou com as fivelas des-
atadas, ser suspenso por oito*dias e na(eul-
de*cia |ierder o lugn
O campino que na occasiao de prepartr a rez
conhecer que ella est doente, e nto der parte
inmediatamente aoadmini str.ulor, oti aquem suas
vezes lizer, ser suspenso por oito das, e na rein-
cidencia perder o lugar.
E" prohibida toda e qualquer assnada, gritos e
vozerias no matadouro iior occasi.ao da matan.a.
ou outro qualquer servieo que tensa de fazer.
Os bois serio conducidos para o Jugar do *up-
ffirio cun todo o soregle ordem.e licam expres-
saniente irohiliidas as corridas e puxVs que cos-
tumam, por divertimento, dar os campinns, assim
como o brbaro costumo de espetarein as rezes
com as puntas das facas, permittindo-se apenas o
rejritireni-iias^juando ellas oppozcre'ra milita re-
sistencia para andar.
Os campinos que nao ouvircm as admnestacoes
que a tal respeito lhe tizere n sous^diefes ou ca-
pataz, ou qualquer empregado da *aamara,. ser
saspens por oito das, e na reincidencia perder
o lugar.
A poscao do chefe ou capataz niio altena as
faltas ooiiiuiettWas por ellos, c assim luu scrao
gaa'mento applicadas as ponas cominadas ueste
regulalAento. '
O capataz reunir Unios os inezes os chefes de
turmas paza pmporem cmara municipal, por
ntermedo da comussao do matadouro o qne Ibes
parecer a bel de seu direito ou lo servieo.
A matanca principiar as 6 horas da manha, e
estar terminada irreinissvelmente ao meio di*
todo o servieo relativo a ella, devendo comecar.]
logo a lavaguin e asseio do estabeler.imento.
Fora dessas horas nao sera permittido o esquar-
tejamento do qualquer rez salvo se houver motivo
imprevisto e muito urgente, o que pertencer ao
administrador apreciar.
O administrador dar urna parte diaria com-
missao de tojas as oecurrencas havidas no mata-
douro, assmv orno urna relacao numrica das re-
es queforeai mortas, assim como das que mor-
rerem por molestias, e das que tendo sido mortas
tenham sido inutilisadas por se conhecer que es-
tavam doentes.
Serio apjilicadas aos talbadores de carne nea
ai'ougues-todas as disposi.oes Ins artlguD antece-
dentes, ua parte em que posea-ser, assini como as
seguiUes :
Os talhadores, aleni das outras obrigicoes, que
Ihos impem as posturas mmiicipaes, nao p*der.io
facer .o servieo nos acougues sem estarem lim[Kw
e decentemente vestidos, o cobertos com um aven-
tai branco que Ibes cubra O peilo at os joelhos.
O talhador que nao se apresenlar no estado ci-
ma descripto nao [todera fazer o servieo, e ser
suspenso por oito das, e na reincidencia-ser eli-
minado. Os apnadize ou ajudantes incorrem
nas mesmas penas.
A carne ser talhad de maneira que os peses
que se litercm nao levetn irais do que a ipiaru
parte ero oatos ; e p ira ena 'ifeito ser adoptado
outro systema mais conveniente de tal liar a carne,
licaudo inteiramente vedado aos talbadores divi*
direm as caraos e ossos a seu talante ; e qbaiido
desobeiWcam qualquer ordeiu dos liscacs ou outros
empreados da cmara ou polica, soffrerio tres
dias de priso, e na reincidencia serio eliminados.
Niiigueni poder de hora em diante abrir talho,
sem que aseigne nesta cmara nm termo, em que
se obrigiie a observar e fazer observar fielmente
as disposieoes do.presehte regqlamento e a ter no
talho ou aeougue um balcao'do maamore branco
azulado de um metro e trinta a cncoenta centime-
tros de cumprm.-ntu sobre sessenla a Menta cen-
tmetros de largo, suspenso sobre ps de ferro fun-
dido, colloeado aos lados, ou por delraz um carfJe
de madeiri polilla em que estaro suspensa os
grampos de Ierro poUdo, em que se expoed as
carnes ; e no caso de as rollocarcni nas portas o
serio sempre sobre toaihas muito limpas easseia-
das.
quelles que deixarem de cutnprir as dispasi-
efle do presente regulamento ser inmediata-
mente caseada a brenca e fechado o talho ou
aeoiigue.
As lic-mcas para ter acougues oa talhos valeno
por um anno somenle, *e serio contadas como o
auno municipal,
Fica inteirameute prohibido 0 uso do machado
no* talaos, sob qualquer pretext >, a Bm como dos
cepos de madera. os quaes sarao imniediatament
removido* do* talhos.
0 donosou admimstradres dos talho* emqne
forero encontrados machados ou cepos pagano a
multa de 301 e o dobro na reincidencia, ticando
suspensa a licenea, em quanto se nao mostrarem
quites com a cmara, e o talhador solfrer fres
dias de priso, e na reincidencia ser eliminado do
cervino:
As carnes serio talhadas sobre taboas movis de
um metro de compridoe cincuenta centmetros de
largo, que serio lavadas limpas logo que linde
a venda da carne, c os ossos cortados serra como
expressu no artigo.
Os ganchos de ferro eni que se pendurarem as
carnes scrao moris para seren lava los e esfrega-
dos todos os dias. logo qae se acabe a venda da
carne.
O numero das turnias rfe campinos e talhadores
ser marcado de eonformidade com n-piisicao dos
marchantes. Somenle *e crear turma nova (pian-
do os (Uros esiivereni preenchidos, e houver ne-
cessidade de niaior numero de talhadores.
Os campinos e seus ajudante*, capatazes e che-
fes de turmas ficam sjenos a papar cmara mu-
nieipal os seguintes emolumemto anatnlfliQufe:
Aprendizes jOCt
Campinos ou talhadores ifOOO
Cbefe* de turma 6'i()
Capatazes 80W)
Nraibum campino ou talhador ser admttdo ao
exercicio de sua prolissao. s-.-ro iostrar que tem
pago es emolumentos da cmara.
O que adinitti-lo* n'estas circumstancias pagar
a multa de ."WlOOO
A licenQa ser contada pelo anuo municipal.
Paco da cmara municipal do Recife, 23 de ja-
nho de "869. Manoel de Barro* Barrete. Dr.
Lobo Moscoso.
Um reqnerimento do Sr. vereader Reg e Albtt-
qnerque nos seguintes termos :
Rcjueiroquu esta cmara me mande fornecer
pelo empregado eontpetanw vista do livro de re
ceita e guias respectivas urna relacao sireiimstan-
ciada e deseliminada, com os nonies di>s contri-
buintes, das quantias entradas pelo fiscal dos Ma-
ganos, em- relacao aos povoados do Barro, Peres,
c Tigipi. de infraejes de posturas, cordeaedus,
licencas de editicaees, lieer.es para aeouge e
tavernas c soo res por cada rez tuerta para con-
sumo.
Paco da cmara municipal doRecife, 3 de fc-
ven-.ce do i873. Hego e Albuqoerqm'. -Appro-
vado.
Despaeharam-se as peticoes de Antonio Denlo de
Campos, Antonio Cardoso de Oliveira, Anna Mar-
tins da Silva Noronha, Antonio Jos Silva do Bra-
sil, Antonio Bazilio Braga, BaziRo da Hora, Basilia-
no Henriques da Cimba, Custodio Domingos Code-
ceira, Cramer Frys & C-, Francioco Antonio Al ves
Mascarenhas, Gerente da estrada de ferro do Re-
cife a (axang, Joao Goncalves Ferreira e Silva,
Jojo Alves de Miranda Varejio, Jos Pedro Vlete
Obvoira, Jos Joaquim Alver, Jacintho Ferreira,
Joo Paulo de Souza, Luiz PiTeira de Mello, Lud-
gero Joaquim de Farias Maree, Manoel Azevedo
de Andrade, bacharel Manoel Pereira de Moraes
Pinheiro, Manoel Francisco de Paula, Manoel dos
Santos Monteiro, MiguoJ Goncalves da Luz, Rx>-
moaldo Moztxes de Farias, Roefti &'., e levaa-
tou-se a s^ssio. '
Eu, Lourenco Bezcrra Carneiro da Cnnha, seere-
taric, subscrevi.
Dr. Pedro de AihayHe Loto Montoso, pro-presi-
dente.Manoel Joaquim do- Reg r Atbixfuefque.
-Atjelo Uenriquei da Siioa. Dr. Silvio Tar-
tquinto Villas-Boas.
THESOURARIA DE PASBNDA
20 de marco.
Foram rejtietldos ao Sr, thesoureiro para serem
pagos.
Icios
ila Slka Gu i na I 'Farinha de trigo US 'bariis aos consigaatarios.
I Instruwantos de talo 4 caixae aos meemos.
9a inosma, maanaudo pagar ao ntesma a quanV Kerosene O canas a .1. B. Lima, -200 a S.
liado 80'. ijllastos *. C, iO a CosU Amerita C 300 aos
to do corpo Je^olicia Jos
tiantia de *OHti.
Da mesma, manarhilo pagar a Jo 'FraneisoC
da Silra Mendenpa-a qiiautia de o.'jrt) 0.
Da mesma, mandando pagar ao delegado do Ta-
caran!, Joaquim Herculano Pereira Caldas Jnior
a uuantia de 2:i760,
Da mesma, mandandu pagar a Manoel Antonio
Teixeira a quantia, da 818*380.
Da mesma, maadaado pagar a Jote inioesde
Hagalliaes A C a qnmitia d 435800.
Da mema, imandando pagar a Jos *Iaria roira da Cnnha-a quantia de t I500J
Do inspector do arsenal de marnaa, nam ser
pago ao [irimeini enfrmeiro da nfeffBiaria d a-
quelle arsenal a quantia de 53*860.
Requeriniento do tenente Manoer Eia'igdtaflo Es-
pirito Santo*
Secrotarii da thesouraria do fazenda ^le !Per-
iiainbuco, 10.de marco d" 1873.'
Sei'vinilo de oflicial-rnaiBC,
Jetntno Rodrigues Cardo$
sBt.iCAC8ES
lia! outru
TE8IM.
ittjr-
docniuentat
tnnte.
Achci mais entre os meus papis, nau.carta
?ue me'fel dirigida qtiando mo^aelrav Jsm Lon-
dres, pelo encarreya-n de negocios do Srasrl na-
quella eidade; a qual iulgo a projiosito.puhliear,
vista do que tem havitlo com o contrato de que
est de posse a companhia Recife Dremage*
Recife, 20 de marco'de 1873.
Antonio Gomes-Netto.
_____
9 i -avendiwlM fl|nar.
Londres, 10 de outubro dp1849}
Illm. Sr. Tendo levado ao conhecimentd do go-
verno imperial aimpresso desagradavel que cau-
sn na pra?a de "Londres, a noticiado tet a as-
fembla provincial de Pernambuco revogapo a le
u. .k2 de 20 de abril de 1863, na parte .relativa
postura inupicipal, que tornon obrigatork para os
proprielarios dos predios da capital daquefia pro
vincia o servieo adoptado pela contrato Celebrado
em 25 de sete'mbro do mesmo auno? pelo Etm.
Sr. presidente da provincia com o Sf. Carlos Luiz
Gambione, acabo de receber, de S. Exc. o Sr. mi-
nistro da agricultura, commercio eobras publicas
um despacho datado de 7 de setembro ultimo, cu-
jo periodo relativo mesma cmrreza aqu trans-
crevo.
Quanto empreza Qambrone, drei a V. S. quo
o goTerno.deseja que.os contratos celebrados por
elle, ou pela provincia sejam escrqpulosaiuentc
respetados, e neste sntido dever V. S.'etlpregar
os seus esRrcoi. *
Passo.nesta data a exigir do presidente de Per-
nambuco esclarecimentos circuinstanciados sobre
este objecto, e depois do convenientememe infor-
mad -, darei'providencies para que os compromi-
sos tomados peto BrasiPsejm mantid com in-
teira f napracaide Lojidres. *
Convem, pois, qne V. S. se entendacongos inte-
ressados na empreza de que se trata, 4tfnmuni-
cando as disposii.-oeam que est ogoverno pro-
curando aniraa-Ios, aiim de que nao se desorgani-
ce a companhia o nao se- desacredite o impe-
rio, u
Dando ctimprimsnto a esta ordem, cunipro
igualmente o dever de ofTerecer a V. Sao concur-
so de meus esfurejos parao botn resultfip da em-
preza de que concessioiiario. >
Dos guarde-a V. S.Illnj. Sr. conSssionario
d;i empreza para o escoto da cidade dqfcecife.
(Assignado.) F. "Vi* dn C. iguiar^indrude,
agente do governo Jiuperil em Londres.
.4 uicloriitarlivs mais pttdereN
|llhi<-OH.
OMBIE8 YERBES.
Sem mais commentarios" publicames a caria cir-
cnlar abaixo transcripta, para qtfe-1* publico e as
autoridades li^uemeonhecentlb benidas vairtagens
qne nos tiaz a attoefa/ia! monopolista das carnes
cerdes.
20 marco-1873.
.4 oietiina.
SecretarL; ila sociedade emeonta departreipaco,
aos 9 de margo de r873._ Illm! Sr.- De ordem do
Sr. presidente, por debefacaadcs'a sociedade par
ticipo a V. S. que nao poder comparecer, a ne-
nhuma arremata^ao de carnes verdes, pr ser de-
terminado ficareaj estas a csrgo desta sociedade,
(ieandolhe desde j imposta a multo de um cont
de ris, no caso que V. S. deixe de observar a esta
determinar5o. Deus guan" a V. S. llm. Sr. F.
0 secretario, J. Argmi:o rocft/i. Estova
firma reconheena.
Santo Viitiio.
EN'SINO PRIMARIO.
Sempre que se abre a assembla Ingillativa pro-
vincial impetramos-lhe a graca da caacao de urna
escola do sexo masculino'para MeiUokabas, ou S
Joao dos tambos.
Isto fazemis ero vista das-rcelamaeOes de habi-
tantes daipiellas localidades; ma*, os nossos esfor-
C4 hio sid.) baldados, e com tamauba infeliridade
que, ainda una vez nao se ergueu no recinto da
assembla para revelar os nossos sentimento*.
Ha tres annos que pedimos.-. eieaco de referi-
da cadera, e nada de soluco; entretanto que os
meninosdaquelles lugares vivero sem a luz da
insirucco ; porque, desprotegidos e pobres seus
pas nao podem pagar inestres, nem envia-los
para a cidade. onde tudo di*pendioso e caro.
Podemos com bons dados afnrmar nina frequen-
cia de mais de 60 alumnos n'uma aula publica
ero um dos lugares cima indicados ; portante, sao
60 ou mais cundios que a sociedade tem em pou
cas anuo?, instruid- .* na moral e nos bons costu-
me*.
Em vista, pois, de una simiihante verdade, re-
novamos o nosso pedido, esperando que a assem-
bla provincial desta vez o satisfar, dando assim
una copia de son patriotismo e amor i instraceo
publica.
consignatarios.
Rolngios e sua* pertencas Ul caixa? aos con-
signatarios. !
Seringa I caixa aos mesmos.
Liverpool, brigme ingls- Asea, consignado a
S. Brttkrrs 4 C, manifrttmi :
Arroz o saeeai a Th Chrf tiinsen, 200 a Thomaz
d A. Foneeca k Suecessores, iO A. P. Barbosa,
50 a M: S. Farla A C. Arcos.de ferro 15 caixas
a J. A'. Arauio ktC. AWaiade*. 4 barri* ordem.
Cutelaria eeixar:a D.tT. Pastos. Cemento 6
barris a Simpsee>.A C. -Cenrebj 70 barris a Costa
Amorni k Cl &lderas 2 a R. C Batherbee, 4
a Cardoso A Irmio, Qnos-JO'J ,'a Sirapson A C.
Candeeiros t carra a Simpson C. Carvo 20
toneladas e 408 quintaes aos consignatarios.
Drogas i caixa 4 ordem.
Enigmas 2 fcixes a Simpson & C
Ferragem 9 barris a Prente Vianna & C 5 a
Izidoro Bastos, 25 a 1. A. Araujo, 2 a D. T. Bastos,
5 urden. Ferr & caicas a Izidoro Bastos & C.
Lonca- 180 gigos oflfcm. a M. II. Mello, 120
aos consignatarios. Lampeio 1 aixa a J. A. Pe-
reira ^C. Linna ealxas a D.'T. Bastos, Lona
_t fardo ao mesmo.
Jfiuderas 1 caira a D. T. Bastrts.
Oleo 10 barris l.idstoae &(.'., 10 a Flupps
Brothers A ft
Ps 31 atados a J. A. Araujo A C., 63 a Prente
Vianna k C. Pe-a* de xiarhinism i 22 caixas a
R. C. Bartherbec.
Saecos vados'-tS fardos-a Simpson A C.
Teeido-de linho 7 caixas a Sympson A C, 1 a
D: T. Ifcsles. Tinta i caita i ordem.
Vidroe-30 caixas ordem, 13 a Izidoro Bastos.
Vnho Shcrry 4 barris de 4* e 5 \ caixas a Simpson
A C.
Zarcio 10 barris ordem.
Patacho ingles jksst, rindo de Tcrrn Nova,
consignado a Sannders Brothers A C, manifes-
t :
Bacalho 2,714 barricas aos consignatarios.
Escuna inglesa rir.rwmK, nnito de Triste,
consignada u Johmton Paterd Cinanifestou :
Farinhavdo trigd 2,072 barricas aos consignata-
rios :
DEPACH S DE EXPORTACAO NO DI A 19 DE
MARCO DE 1873
Parir os portes do exterior
Na barca franeeia'/'"ore, para o Havre, car-
regaraiu : E. A. Burle A ti 269saccas com 19,137
kilos de aigodao. <
No vapor inglez Oberon, para Liverpool, car-
regarain: S, brothers di C. 3,000 saceos com
22o,000 kilos de assucar roascavado.
Na barca ingleza Hermione, para Liverpool,
carregaram : S. Brutbers A C. 113 fardos com
23,701 kilos de algodao.
Na barca ingleza Tlianton, para Liverpool,
carregaram : Tasso Irm.os A C. 21 saccas com
1,436 kilos de aigodio.
Na kirea mgleza Xoronto, para Liverpool,
carrehon : J. J.C Lene 129 saccas com iu,608
kilos-de algodae,
M patociio uespanbol i'elayo, para Barcel-
lona, carregou: P. M. Maury 140 saccas com
10.(11',' kilos de aleudan.
No palactw liespanbol Paita, para o Canal,
carregou : P. M. Maus 1,000 saceos com 75,OuO
kilos de assucar mascivado.
- No navio inglez Marmion, para o Canal,
carregou : T. Cl iris ti.rosen 1,500 saceos com
112,500 kilos do assucar mascavado.
Na barca -ingleza William Jones, para o Ca-
nal, carregou : A. Bastos l,2i)0 saceos cun 90,WM
kilos de assucar mascavado.
-r Na barca brasileira Marinlto VK parao Rio
da Prala, carregaram : AiHora Irmios C. 1
cascos com 15,titf0 litros de agurdente
No brigue alleino Delphim, para o Ro da
Prata, carregaram : Anemia Irroaos A C. 6-i
barricas com 68,730 1|2 kilos de assucar branco.
No na*io aliemio NicoUuu, para o Rio da
Piala, carregou : A. Loyo 40 barricas cora 5,173
kilos deascar branco.
No palacgo brasiieiro David, para o Rio da
Prata, carregou : H. B. Oliveira Jnior 300 bar
ricas con 3.>,lot kilos de as dito branco.
No patacho ingles Solurto, para New-York,
carregaram : P.. Brothers A C 2,<00 saceos com
15u,U0 kilos de assucar mascavado.
No vapor francez Gambie, para Hamburgo,
carregou : T. C. Mello 1 caixa com 21 kilos de
doce. "
Na barca porlugueza Noca Fuma, para o
Porto, carregou : J. R. T. de Mello 4 pranchoes de
amarello.
Para os portos do interior
Para Santos, no patacho allemao W'ilten,
carregou : P. M. Maury M) pipas coro 19,200 litros
de agurdente.
Para o Kara,, no patacho portuguez Mirhue-
lense, carregou : 1. C. Mor eir 300 barricas com
22,462 kilos kilos de acucar branco.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue nacio-
nal Providencia, carregou : J. J Ferreira 2J0 bar-
ricas com 24.666 kilos de assucar branco e 3
ditas com 3.671 ditos de dito mascavado.
Para .Mossor, no hiate brasiieiro Adelino Ahjos, carregou : L. J. S. Gnimaraes 10 barricas
com 939 i] kilos de assucar branco.
cmmnm.
PRAGA DO RECIFE 20 DE MARCO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotacdcs ofliriiM'N.
Assucar-bruto superior 2 por 15 kilos, hontem.
Assucar bruto regular 1*900 por 15 kilos
hontem.
Cambio sobre Londres a 90 drv. 27 18 d: e 27
1(8, edo banco 27 d. por l, hontem..
Dito sobre dito a 90 d|v. 27 Ip3 d., e. do banco 26
7|8d. por 13000, hoje.
Cambio sobre o Porto e Portugal 90 d|v. 98 0|0
de premio, hoje.
Canil io- sobre Pars a vista 356 re. por franco, do
banco, hoje.
Leal Seve
Pelo presidente.
Vasconcellos
Pelo secretario.
ALFANPEGA
Rendimenlo do dia I a 19. .
dem do dia 20.....
868:004*332
25:278a5W
893f279J940
Descarregara hoje 21 de marco de f873
patacho inglez Princess mereadorias para al-
fandega.
Rrigue francez Typhec mercadories para al-
fandega.
Vapor inplez Oicroit mererdorias para alfan-
ilega.
Brigue inglez-Cooran Bel le -mereadorias para
alfandega.
Patacho inglez lessi bacalho j desjachado
para o trapiche Conceico.
tugar inglez Syringa-varios gneros' para'o
trapiche t.'onceir^o<
Escuna ingleza Lione varios-generes pareo*
trapiche ConeeigSo.
Brigue portuguez Laia I vinho para'deposite'
no trapiche Cunha.
Brigu/, aHemao Adotphv varios gneros paraj
o .trapiche Conceico.
Rena ponrrgneza Agtia vinho para depo-
sito nos trapiches Guana Bhwsar i
&iii|Mr(a"Io.
PaiwJioinasikiro jaboatao. vimto de
rr .C
Veav
witm'.
York; WfKioMo a-Henry Forster
festvu :
Agua florida 50 caixas a i. L. Maohado & C.
Barricas abatidas 836 voturaes aos consignata-
rios. Banha de poreo 100 barris a Souca Bastos
fcC
Cevada preparada 10 caixas a Jh Cbristiansen.
Oa preeideneid, nwndaudo pagar ao secundo Cadciras 1 caixa aos consienatorios
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendiminto do dia 1 a 19. 11.675*020
dem do dia 20...... 558*610
12:233*63.
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 19. ; .
Primeira porta no dia 20. .
Segunda porta.....
Tereeira porta _. .
Trapiche Conceico .
SERVigo MARTIMO
Alvarengas descarregadas no trapiche
da alindola no dia I a 19. .
Ditas ditas no dia 2d......
Navios atracados no trap. da. alfandega
Alvarengas........
No-trapiche Conceico.....
49,612
152
1H4
363
151
50,382
96
102
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 19. W: 191*533
dem do dia 20...... i:!6i368
45:607*901
CONSULADO PROMNCIAL
Rendimento do dia I a 19.
dem do dia 20. .
89:625*185
4:092*002
93:717*187
WOViMtNTO DO PBRTO.
navios entrado no dia 19.
Terra Nova40 dias, patacho inglez Jessy, de 162
teneladas. capitio \V. X. Kidd, equipagem 8,
carga 2,7l4 barricas coro bacalho : a Sannders
Brothers A C.
New London-4t dias, hiate americano WiHiom
Santn, de 70 toneladas, capitio Sanford, equi-
pagem 9, carga varios generos.ao mesmo capi-
tio. Veio refrescar e segu para S. Francisco
na California.
Trle'stre 80 dias, escuna ingleza PicJcntceck de 179
toneladas, capito S. G. Austim, equipagem 7,
; earga2i)7! barricas com farinha de trigo, a
ohaston Pater & C,
L^tiverpoel 38 diis; brigue ingiez Maud, ,.de" 238
toneladas, capitio David Prctchard, equipagem
9, carga varios generes; a Saundes Brothers 4
(f
feV*-Y<*rk-43 dias, patacho brasiieiro Jahoatao,
d 285 toneladas, capitao Cunha, equipagem 9-
- eftf^ farinha de trigo e,outros gneros, a Hn
., ry Forster *CT -
Navios sabidos no mesmo dia.
Bk da Prata-brigue brasiieiro Of.wda, capitio
Jos- M. AJves, carga assucar.
Havre barca francez S Iauz, capitao Lbonlous,
carga algodao e outros generes.
Mossor pelo Ass hiate brasiieiro Adelini dos
AiqQJ, capitio Manoel Francisco Monteiro, car-
ga, wws genere*.
lirva (no Baltko) npigne sueco TJsette, capitio
C. J. Ramborg, carga algodao.
Gbaervafo*
Snspendeu do lamaro para Bahia o brigue in-
gle! TiTstyr capitao Kelior, crun a mes-tia carga
que trouxe de Harbor Grace.
EBITAES.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foram transferidas aira o dia 27 do correte
as seguintes arrematarles :
Fornecimento de alimentaeio e dietas aos presos
pobres da casa de detem.-io no trimestre de abril
a iunbo.
Sessenla ris por litro de agurdeme consumi-
da na comarca do Nazareth, cuja renda oreada
em 290*900 por anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 13 de marco de 1873.
O offlcial-maior,
M. A. Ferreira.
IIdital il. KM*.
Peh inspectora da alfandega se faz publico que
nao se tendo effectuade a venda das morcadorias
abaixn declaradas, aniiunciada por edilal n. 105,
por falta de concurrencia ao valor oflicial, se
transiere a mesma venda para o dia 22 do eorren-
tc, s II ..horas do dia, porta desta reparticio.
Armazcm n. 2.
Marca J A C, P, sem numero Um volunte de
ferro batido pintado, pesando 320 kilos, avahado
por 16'1*000, vindo de Liverpool na barca ingleza
Voodcille, descarregado cm 30 de outubro de 1871
e consignado a ordem.
dem S B, sem numero-Urna barrica com ocre
amarella, pesando bruto 100 kilos, taxa de 5 0/0
liquido, 95 kilos, avahada por 3*325, vinda de Li-
verpool no vaporinglea Slutent, deecarreitada cm
;:i) ile Janeiro de 1872 e consignada a Saunder
Brothers A C.
Armajem- n. 3.
dem A L R, n. 21 Um* caixa contendo : Mi
1/2 duzias de escoras para sapatos rom costas de
madeira e 44 duzias de oculos de metal ordinario.
avahado tudo por 273*000, vinda de Liverpool no
patacho inglez Jlf. Anne, desearregada em 5 de
maio de 1870 e consignada a A. Lopes Rodri-
gues.
dem idem, n. 108 Uro* dita com 46 1/2 kilos
de cartas de jogar em baralhoa, avahada por
93*000, viuda de Hamburgo no patacho norte al-
lemao Juliana, descarregado em 7 dehilho de 18/0
e consignada a A. Lipes Rodrigoee.
dem J M C L, n. 384 Urna barrica contendo :
14 kilos de mangas de vidro tarradas e 32 kilos do
jarros de vidro n. I, pintados e dourades, avahada
por UUOCO, viuda do Havre na barca franreza
Jean Bapliste, descarregada em 6 de novembro d*
1870 e consignada a C. M Berncl.
dem M B M, B A C, u. 10-Urna caixa conten-
do: 178 kilos de botiks d on*o **5 1/2 bla da-
ditos de madreperola, avahada por 310*605, viuda
de Hamburgo lia escuna norte allem. Atlnntie.
descarregada em 20 de Janeiro de 1870 e consig-
nada a Matiirnu Barroso de Mello.
Trapiclie Cunha.
dem diamante B 2 barrm de quinto com vinlh*
em mo estado, medindo 135 litros, no valor tk-
25*000, vindo de Hamburgo no navio allemao n-
ter, entrado em 2 de dezembro de i871 e consig-
nados a J. M. de Barros.
Alfandega de Pernambuca, 20 de marco de
1873.
O inspector,
Fiio A. de Carmino litis.
X
------ O procurador fiscal da thesouraria provincial de Pernambuco.'declara aos mtrrimil*?
tes do imposto de quatro por cento, sobre diversos eslabelecimentos, cargo do eunsulado provin-
cial, do exercicio de 1871-1872, que Ihes fica marcado o prazo improreganel de 30 dias, acon-
tar da publicacao deste, na eonformidade da lci n. 891, art. 53, para solicitaren da seceo do-
contencioso as respectivas guias, allm de recolhereni seus dbitos provenientes dos mesmos iii--
postos, certos de que nio pagando dentro deste prazo, proceder-se-ha a cobranza judicialmente,
fazendo publicar para isto a relacao dos devedores abaixo transcripta.
Seccio do contencioso provincial de Pernambuco, 18 de marco de 1873.
O procurador liscal,
Cypriano Fcnelon Guedes Alcoforado.
Relacao dos devedores do impostj de 4 0/0, que deixaram de pagar seus dbitos no MNKfcio
de 1871 a 1872.
"~1 m^nJttmMm IM^S.
s
ce
Bom Jes.ns n. lo A. Alfredo Tors, hotel
Mariz e Barros n. 16 A. Antonio de Figueiredo do Rouri",
fabrica
S. Jorge n. 112. Antonio Joaquim Goncalves da Costa, casa
de pasto
Bario do Triumpho n 68. Antonio da Cruz Goncalves Pires,
hotel
Nova da Praia n. 20. Agoslinho, cocheira
Morsilio Dias ir. 59. Antonio Jos Pereira, casa de pasto
Largo da Penha n. 9. Antonio Luir de Aimeida, dita
Encanamento n. II Antonio Simio da Silva, (averna
Monteiro n. 36. Antonio de Medeiros, padaria
Caxauga. Antonio Joaquim da Gama, dita
Jaboatao. Antonio Joaquim Rabello linio, hotel
Dito. O mesmo, taveiua
Tapen. Antonio Jos Cavalcante, d'ta
Boa-Viagein. Amonio Jos Teixeira, dita
Larga do Rosario n. 44 A. Antonio Casodemonte, liotel
Joo do Reg n. 2. Joao do Espito-Santo Porto, botequini
Dito n. 22. Adolpho Thiago Torres, dito
Santo Amaro u. 4. Anonio Maxiroiano de Lima, cocheira
Paz n. 13. Antonio Jos Ferreira Relinador, dita
Mathia* de Albuquenpie n. 30 A. Antonio Bernardo Quintero,
dito
B
Pedro Affonso n. 41 A. Batinga, cocheira
Direita n. 6S. Bellarmino da Losta Corte, casa de drogas
Jaboatao. Bernardo Goncalves dos Santos, taverna
C
Bom Jess n: t. Carlos Pluync, hotel
Imperador n. 34. Chsix
Dita n. 54. Costa Maia A C, fabrica
Largo da Placeta n. 9. Costa A Teixeira
Largo do Moiileiro n. 10. Ceciliano Bom dos Passo*, hotel
Jaboatao. CaeUno Lourenco de Barros, taverna
Campia Grande. (Carlota Marinho da Bocha Falco, dita
Capibaribe n. 32. Carlos Antonio Wander Lenden, fabrica
liargo do Paraizo n. 10. Cbristiano de Aimeida Morena, co-
cheira
Imperatnz n. 39. Dorvifle s Guedes
II
V
Bario do Triumpho n. 70. Teixeira A C fabrica
Imperador n. il. Francisco de Pinho Carvalbo Junidr, casa
d-; drogas
Marsiiio Dias n. 3. Fraucsciseo Antonio das Chagas, casa
de. drogas
Largo de S. Pedro n. 17 A. Fortunato Jos Thomaz, casa de
pasto
Largo 4e Apipucos n. 46. Francisco Marques ft Souza Mcn-
des, averna
Aurora. Flix Bicaf?o, cocheira
Vidal de Vgreiros n. 27. Francisco Jos Yaz, rasa de paste
Becco do Arraial n. 6. Francisco ilarlins da Costa, taverna
Estrada-Nova. Flix Jos Caetano, d
Jaboatao. Francisco da Costa Bastos, dita
Larga do Rosario n. 37 A. Francisco Garrido, faoe!
Conccno n. 24. Francisco Jos G"ncalves da S*i
vallarice
0
Bemtca n. 27 A Gomes 4 Irmao, hotel
Largo de Apipucos n. 62. Gustavo, dito
Jaboatao. Galdno Joaquim Cavalcante, taverna
Vlscondede Inhaiima n. 86. Gomes A Vaco, casa de pasto
H
Bario de S. Borja n. 35. Henriquc Leiden A C, fabrica
I
Marsiiio Das n. 133. Ignacio Pessoa da Silva, casa de dragas
Jaboatao. Ignacio Fernandes dos Santos, taverna
Campia Grande. Isabel Jasepha C, padaria
Casa Forte n. 7o A. Ignacio Gomes de Souza
J
Vigaiio Tenorio n. 20. Joao da Silva Feria, casa de drogas
Mariz e Batros n. 10. Jos Alexandre, casa de pasto
Ma :re de Dens ns. 3 e 5.Joao da Conceicio Bravo, dita
Bario do Triumpho n. 74. Jos dos Santos Villaca, fabrica
Dita n. 41. Jos da Silva Neves, i.otel
Imperador n. 20. Joao Francisco de Amorim Lima, fa-
brica
Dita n. 17. Justino Francisco de Assis, cocheira
Dita n. 27. Jos Francisco de Lima, dita
Cabugn. 18. Joao Ferreira Villela, photographia
Primeira travesea da Praia n. 2. Jos Augusto de Araujo* fa-
brica
Nova da Praia n. 22. Joao Joaquim da Cosa Leile, cocheira
pitan. 3*'. Joao Paulo Betelho, dita
Mrquez do Herval n. 35. Joaquim Fcrnanles R., dita
Jardim n. 19. Jos Vicente Goudinho, fabrica
Estrada-Novo. Juo Antonio de Souza, to'.erna
Caxang. Jos Pacheco da Foneeca, dita
Bongy. Joaquim Goncalves da Luz, dita
Jaboatao, Joaquim da Silva Costa, dita
Dito. Jos Vieira Lima, dito
Dito. Joaquim Xavier da Silva, hotel
Dito. Jos Joaquim de Sant'Anna, taverna
Dito. Joo Francisco Hemeterio Pcrtella, dita
Campia Grande. Joao Riteiro Pessoa, Uvcrua
S. Lourenco^ Joao Maria Ponch, dita
Forma d'Agua. Joaquim de Carvalbo, dita
Ribeira de uar. JoaorbeiroFrer de Mello, dito
Larangeiras n. 4. Jos Affeneo Bodoux, cas* de pasto
Trincheiras n. 43. Jos Goncalves Ferreira da Silva, fa-
brica
Larga do Rosario n. 11. Joo Goncalvts Uespanbol. la-
bnca
Matonea. J'is Macario dos Prazeres, taverna
Estreito do Rosario 3. Jos Alves Tenorio A C, casa de
drogas
Dita n. 23. Jos Mariins Das, casa de pasto
Joao do Reg. Julio, dita
Roda n. 23. Jos Graciano da Paixao, dita
Pazjn. I. Joaquim Marques dos Santos Souza Magalhies, oo*-
cheira
Largo do Carmo n. 10. Jos Maria da Conceico Ferreira, fa-
brica
Cabug n. il. Jos Bodrigues de Souza Cruz, dita
li
Barrelres Luiz Calmon Cordoville, taverna
Bom Jess n. 23. Manoel dos Pasaos Miranda, botetniiiv.
Thom de Soua n. 5. Manoel T. Sima*, easa de pgJK
Tayatv" n. 3. Manoel Benerio, dita
Imperador 25. Manoel Baplisto dt) Nasdmcnto, cocheira
Caes Vintc Dous de NovenlsK. Manoel Maria Monteiro e ou-
tro, dita
Vidal de Negreiros n. 17. Manoel L. de Wrrfi pasto
NQva do Santa Rita n. 3. Manoel Doroingues Freir
Lomas Valentinas n. 78. Manoel Peh'ctano do Npeciiwm..,
diu
/irraial n. 13. Manoel Joe'Dommojeii, padaria
ti

a
a
SI
14*400 1*2915 IIi6W
4*800 *432 5*2.->"2
8*000 ,*720 8*729
16*800 1*512 18*312
20*000 1*800 21*84(0
9*6*0 *864 U)*46V
1**400 142I6 i%$m
1*40 *129 1*569
4*320 *388 4*708
4*800 *432 5*23
2*400 *216
2*000 *18U 4*/65
2*000 180 5*2?2
4*800 432
24*(K0 2*160 26*160/ 13|tW? '
14*400 1*296
8*000 *720 6*7
12*000 1*080 13*ti?0
19*210 U728 29J9
12*000 1*080 I3*C.
9*600 *864 m.
4*800 *432
2*010 180 um
64*000 5*760 I9*7wi
32*1,00 2*880 34*SKr>
I2*(XH) 1*0*0 13*MK*:
16*000 1*440 17*440
28*000 2*20 doam-
2*400 *3I6 2*1 J ti
2*000 *180 2*1M
12*000 1*080 nam
14*400 1*2,.H> IHIaV
90*969- 1*8.0 21*8
32*CC0 2*880 314969
12*000 1*080 13*066
5*760 *5I8 b/TS'
11*000 1*080 13J9M
8*000 *720 8*720
12*000 1*080 13*K>
9*600 *804 10*464
2*400 *2I6 2*6 U'
4*800 *432 5*232
2*400 *2I6 2*6! "i
60*000 5*400 ss*otr
20*000 1*800 Sltri-i*
2*880 *259 3*36
8tOO? *720 8*7U
2*400 *2<6 2*<>t<
12*000 lito 13*60
0*000 7*200 87W
18*400 1/656 20*)M'i
2*400 *2I6 2*6n
2*0(K 183 2*l*
9*600 *864 io*4;
14*400 1*296 15*(W...
16*000 l*40 17*440
48* CO 4*320 sm
20*000 1*800 21*800
24*000 2*160 26*160
12*000 1*080 2,5.12o 13***
28*000 30*fio
24*000 2*160 26*16
8*000 *720 *.12
24*000 2*160 26*16-
32*010 2*880 38*680
9*600 *864 10*4t^
200)00 l|8>-0 21*6(10
14*400 1*2% 'lil
4*800 *432
2*880 *25,.< 3*3
2*000 *180 2*1$).,
2*000 *I80 2*160
2880 *259 :)*i
4*800 432 5*23* m
2*400 4*000 *2IC *30
2*4'0 *216 2'f^
-'*4t0 216 6&-
2*000 *I80 2*4W>
2*400 *216 2*616
14*400 1*296 !'<.
9*600 *864 UM
9*600 *864 LO**
4*000 *360 4*o4
12*000 1*060 13***
20*000 1*8. li&
16*0.0 1*440 ,7k
6*010 *40 t-*.V*P>
12*000 1*060 15** t
12*000 4*000 1*060 2*1*1 m
2*400 mm a**wr
24*000 tan 49469
I2*0C0 11669 SB'
8*640 24*000 *T99 2*110 9St
9*606 em 19*9%
0*600 *** io#aa,
! 2*010 1*090 a**
9*600 6*64 MHHk
"*760 #69* t#Wit

.




*
4
Dferfo de PfeWHnbttc ifcxte fcira 251 ex> Wu. Manoel.Dptrfj Rodrigues Pinto, laven:
Kstrada para qEngento:' Marcolino .Noves de Parias, dita
*lrada-Nova. Marcolino Francisco d. Silva, dita
taxango. Marta Margarida Gertrudes, botal
b. Lonrenco. Maiwel Antonio de Vasconcelos, inverna
Ribeira de Caiar. Manoel Ueha, laverna
Uraageiraa o. 20. Martiaho Jos de Parias, casa de pasto
Trinchetas a. %B. Manoel Garrido, dita
Hospicio a. 86. Manoel de Xisto Pacheco, hotel
Imperador n. i. tvlycarpo Jos Layme, botaqtiim
- Jaboato. Paulino Antonio de Souza Ayres, (averna
-Malinas de Albuquerque. Pinto de Magalhos & C, cocheira
Neva de Santa Hila u. 1. Pedro Gomes d*> Souza, casa do
pasto I ..
R
Travessa de S. Pedro n. 2. Raymundo Soares da Silva^-fta-
verna
'JtkoaWo. Ricardo Carlos Pcreira da Silva, dita
, Bjrio di Victoria n. 48 A. Rocha Pinto & C, hotel
tffiijbl.de .Negrciros n. 14. Rodrigo Gamillo c outro, casa de
pasto .
H
Imperador n. 14. Santos^ Pinto, eocbeira
fiH& n. 23. Semio Cavalcantc de Menezes, dita
'"llai'sfllo Dias. Saraiva 4 C, casa de drogas
.Estrada para o Engenho. Silvino dos Res Gomes, laverna
Varzea. Silvestre Francisco Alvos, dila
Larangciras n. 30. .Silvino Camoiro, casa do pasto
I T
.sant Ana n. li Thom Rodrigues da Cunha, taverna
Jabeatao. Hieren de Jess Larangeira, taverna
Raro do Triuni|*Ji> n. 98.
brica
Z
Zeferno Velloso da Silveira, fa-
*8tO
2 400
*880
6*0 0
2#400
24000
14 000
161(10)
1**000
23*000
2400
24*000
8*900
4*800
4*800
24*000
9*600
16*000
4*000
2*880
2*403
2*000
16*000
4*80O|
2*400
172
216
*t9
540
ais
*I80
1*360
1*440
1*080
2,5160
*21G
2*160
*720
*432
iVM
2*160
2*ltf
3*149
6#,40
UBIS
taso
16*860
17*440
13*0S0
26*160
2*6'6
26*160
8*720
Para o Poiic
Vai sabir muito hoerc-o brigue Portoffuez Jri-
umpko. Recebe carga fassageiroa, ajtjetyr am
Tito Livio Soares ; ra Vigario n. \
PARA'
854 10**64
E' esperado do Rio de. Janeiro a todo o
momento vlj/igpqi 05uguez Ligeiro III
que depois com posslvi brevidade seguir
l^a^oJ,a^jWrl^ia.m^a*(>r.pe4a carga
oil39 Pron'Pta e par.* que.lJieiaHaau recebe a
:;*32 *rete comwooV.: .trajease ana ps copsisuata-
26**60 rios Joaquiw Jos GQngalves .ftltrb & Fi-
Ifrp, ra do Gojamerck) n. 5.
14440
2*160
*2olt
Ai 16
*18D
1*440
*432
4216
17*440
26*160
3*139
2*616
2*180
17*440
5*232
2*616
40*000 3*600 43*600
Secro do contencioso provincial de Peniambuco, 18 de marco de 1873.
O i'offical,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva.
Precisando a presidencia da provincia do
-Ilio-Grando do Norte contratar um facultativo
fiara, durante o impedimento do Dr. Henriquc
1 de Ires mezes do licenoa, prestar seiii servicos
mdicos na guarnico d aquella provincia, com os
vencimentos de 2." cirurgiao do exereito, passa-
gam livre e mais a gratilicaeo mensal de cin-
ocnta mil ris para encarregar-se do hospital de
caridade da respectiva capital, de ordem de S.
Ese. o Sr. presidente da provincia convido aos
Srs. mdicos que se quizerem contratar com as
eoudiQoes cima estipuladas a apresentar-sc nes-
t.i secretaria para o fin indicado.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 19
de marro de 1173.
O secrelario interino,
Joo Diniz Ribeiro do Cunha.
tra a sublime comedia-drama om 3 actos, traduc-
cao do distincto cavalheiro e primeiro artista dra-
mtico Gertnano Francisco de Oliveira :
.'' '"
DECLASACOES.
Santa casa da misericordia
do Recife
linisirativa da sant
A junta admialefflliva da santa casa da mise-
gericordis do Recife, autnrisada pela presidencia,
e de con'ormUde. con o 8 art. 59 do compro-
nusso approvado pela lei provincial n. 531 de 9 de
junlm de 1862, permuta por apolices da divida pu-
blica o predio de dous andares e soto n. 37
ra da Moeda, pertcnccntc aos estaboleciineutos
do caridade, o qual se acha em mo estado.
aceita pfop .stas na sala das suas sessoes at o
dia 3 de abril prximo vimlouro, e recebe na mes-
.iiia occa;ii) propostas para demolir o referido
predin e converte-lo em um armazem terreo, obra
que dover sor levada a eleiton o caso de nao se
conseguir a aoa permuta.
Secretara da santa casa da misericordia do
lt.vio, 19 de marco de 1873.
O escrivo,
Pdro Rodrigues de Souza.
ifME r V
iVAVEGACAO m^lLEM.
os poos do sol
esperado at o;dt
ti do corrento o va-
por Ciiuzeiro o Sit^
cojnmandapte loive,"
o qual deuui- da de-.
mora do costume, seguir para os do porto.
Pacau-etes e.passagens, tratase na agenqia.rua
lo Commorcio n. 8.
LEILOES
Esta produeco j taas vezes representada
uesta capital, recommenda-se pelo Ilustrado no-
me do traductor. O r. Germano Francisco de
Oliveira costuma traduzir nicamente as produc-
Soes dramticas que na scena tornam- se verda-
eiros succoessos. .Wnrii Joanna Coerci de Uao
e mitros muitos o altestam
Personagens.
Robin
La Rapinier
Marquez,.de Lormia
Cerny
Joao Gothier (idiota)
Valentn
Baroneza de Ronqneroll
Mara sua filha
Condessa de Cerny
Madama Giru
Convidados e mascaras.
Segu se a-freaeticamente applaudida comedia
em 1 acto :
0 ilialm aira/ da imia
Actores.
Sr. Penante.
Sr. Freitas.
Sr. Braga.
Sr. Santos Silva.
Sr. Thomaz.
Sr. Lyra.
D. Olympia.
I). Bernardina.
I). Joaquina.
D. Mara.
O papel de
Sr. Penante.
Thomaz (criado) ser exibido pelo
Principiar as 8 1 [2'horas
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-, ac,os
rara de Cazenda so faz publico para conhecimonto I
&i, quein iateressar, (pie no dia 2 de abril proxi-
m.vindouro, pelas 2 horas da tardo, peralte a
junta da mesma thejburaria, ser posta em hasta
publica para ser contratada com quein melhoros
condif.es olfeiveera consiiucco do um armazem
ou paiol para servir de deposito de toda a plvora
importada nesta capital, cuja planta e descripeo
s franquear nesta secretaria aos pretendenteS,
que doverao apresentar suas propostas em enras
-Cuchadas devid-miento selladas, e declarando nel-
lae a naideacia e profissao dos preponentee e os
nomes de eens fiadores.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Pernain-
bne i 20 do iian-i de 1873.
sorviiulo de ollicial-maior
Jezuu > Rodrigues Cardos^.
Domingo 23.
As O mi-as a (urde.
epuis da orcheslra terminar a ouvertura, su-
bir scena a esplendida comedia-drama eai 3
AS MEMORIAS
movis, louc,a, vidros e crjstaes.
Hqje
As H Ij2 da majiji
O agente Pestaa far leilo, por xopta.e risco
de quein pertencer, de 1 rica mob lia de Jacaran-
da a Luiz XV, com tampes de pedra, de meliior
que tcni viudo a esta pra de junco com lampos de podra, 1 dita de amanillo,
mari|iii!zes, marque/as, con oos, mesas redondas,
sotas; cadeiras de balando, -das de bracos, 1 oom-
inoda de Jacaranda macica, 1 dita de uiogno, mei.1
dita de amarello, cabides, berros, cama.para ca-
sal, ditas de ferro, 1 toilole de mogno espellios,
quadros, guarda-louca, estantes e outros .nmitos
bjeetos, e 1 caixa com 150 libras de chocolate
de muito boa qualidade. Sexta-.feira 31 do cr-
reme, s 11,1(2 horas damanh. no armazem da
ruado Vigario n,ll.
r
Lfllii
DE
fezencts inglezas
AVAftIADAS
. SEGUNDA-FElUA i4 DO CORRENT.
s 11 horas>um ponto.
Braga Sen 4 C. levarc-a leilo, por intornen-
cao do agente PinU, e porconla e risco de qotm
pertencer, diBerentes fazemlas avariadas, consten-
ao de madapoISes, algeddee e chitas, exislentes em
eeu armazem da ra doTrHwtue n.4f, oode.se
effectuara o leilo
GEBDE e variado
JA
J)E
rs-
LEILO
SANTO ANTONIO.
EmpresaVicente.
$\mU 22 temare!) dH873.
Terminar o o espectculo com a comedia
1 acto :
A morte do gallo.
O Sr. Penante far o papel do gallo.
em
VlSOS MUI7IM0S
GANAD&FARIS^^
sendo o papel da protogjnista dsempenhado pola
l. actriz
t
begne-se
aclnalidado
lilJ
pola orchestra
a nova quadrilha da
As irmandades interdictas.
1.' Conferencia josuitica. 2/ A interdiccao.
.' Manife>l;ioi i popular. 4." Triumpho da ma-
conaria. 5." Os fesuitas em debandada Msica
do maestro Julio Poppe e ktras do hymuo do Sr.
Dr. Carneim Villela.
Terminar o espectculo com o sempre applau-
did dueto :
O estudante e a lavadeira
Ir-.-mpenhado pelos artistas Olympia e Florindo.
s 8 i|2 horas.
Domingo 28 do corrente
* drama martimo em 1 prologo e 'i actos:
0 NAUFRAGIO
DA
EDIJU.
'udo o apparato da primitiva, c a come-
la efe 1 acto :
Odiaboatraz da porta.
O papel de criado ser dsempenhado pelo
-vmpalhico :'MstA Menezes.
Aft 8 horas da matih.
Real companliia de paquetes
inglezes a vapor.
FSPI END *'1' ("'1 ^ t' corrcnle esperase da Europa o
yuarla ro'pre^Uco da exceliente comedia- 'V^1 "'a Botfne.commamlanleFJloeks, o qual
dr-.ma uno actos; cuja boa aceitado sempre ^T!,, a ,d fOS,um0, spSu>ra para Iluo-
..,... nos-Ayres. tocando nos portos da Baha, 1lio de
rcuit- Janeiro e Montevideo.
. HL |
No da J de abril, espera-.se dos portos do
cojmandante H. Bul
'a do costume seguir
para Southamplmi, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para frotes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio u. 40.
Para a Babia
o hiato Gaaibaldi sage nesles poucos dias : para
o reste da carga Irata-se com o consignatario Ca*-
todic Jos Vianna, ou ra do Amorim n. 3!>.
Porto por Lisboa
a barca portugueza Alegra, capilao Carvalho, vai
sahir com brevidade, recebe carga e passageiros,
para os quaes tem bons commodos : trata-se com
E. R. Rabello (* C., ru do commercio n. 48.
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto vai desearregar o brigue
nacional Galgo, podendo engajar frete o resto
da carga que ainua Ihe falta : tratar com Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guimaraes, ra do Raro
lo Triumpho n. 96.
Lisboa e Porto.
A galera Asia a sahir em
poucos dias recebe carga a fre-
te mais barato do que outro
qualquer navio;tem exeel-
lentes accommodac.oes para
passa.geiros. A tratar eom
Tito Livio Soares: ra do Vi-
ga^fio n. 17, 1. andar.
i1
i,ii
Prepara-se
para o dia 2*i de marco um importante.espeeta-
>uii> om urunile gala.
R'cebe-se encommendas Para um dos dias
da prenraa semana, o drama histrico em b ap-
t)a jesutas, ou "bastardo
d'eliei:
A ooiproza ipede as rutwoas que se dinaarain
aganciaf-ac-'tuli* p tftdrauu. o oiisw|io de fMmreim oo escriplMlo
O* Abotftro a* nepotva*'fcstas,artm de ser oug-
ttJteda.adietribuic.ao di>s bdheKs.
WrtP-
jafinceseuiar-se-lia pela primeira vez oeste ihe-
movis, lom;a e cryslaes.
(Tudo novo e em opliiuo usiail".
CONSTANDO DE
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, 1 tape-
te.grande e 5.peruanos, panos de crochet, sendo :
'i transparentes para jancllas, jarros para flores,
3 eandeeros_ a gaz, -escarmdeiras, 1 cama de ja-
caranda, 1 toilette, 1 lavatorio, 1 guarda-vestidos,
1 cibide, i secretaria e 2 cadeiras de bataneo,
1 me*a elstica, 1 guarda-louca, 2 aparadores, 18
cadeiras, apparelhos para cha e jantar, copos, c-
lices, compotoiras, garrafas, bandejas, lalheres,
apparelhos para lavatorios, e muitos outros arti-
gos perteiicenlc casa dft familia.
HOJE
Por iuturveugao do' agente Pinto.
No segundo andar do sobrado da ra do
I.ivranieuto n. 20.
O leilo principiar s 101|! huras em poi?!o.
excellenbas movis, boa. lou^a e fino&sry
taes.
A saber:
Um piano forte do JWondel^-Wignej, 1 oslante
para musirs, 1 cadeira para d mesmo, 1 mobilia
(massica) de Jacaranda, 1 mesa de sof, quadros,
jarros para flores, 2 ricos candieiros a gaz, de
crystal, 2 flgiirag de hr:hze, 4 casn'caes e mangas,
J lancas o.cortipados, tapetes, esea-rradeiras e es-
leir urro .da sala.
Urna toyleto.dejacaraiwla, 1 lavatorio com pedra,
1 mesa de jogo. i mesa redonda de charo, 1 ca-
ma com ooi.cki de mola,' 2 guardas-roupa, 2
giiardas-vesMdos, I spcllui.encama de ferro.
Um secretaria, de mogno, 1 estante, diversos li-
vros, l niappa, l lobo geograpliieo, 1 machina
ne costara (perfeita), 1 mesa com jogo xadrez,
1 laboa e podras (jogo do gamio), cabides, 2 Te-
neztanas, l unttiro com camiia.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 aparador
armario*. 1 quariinheira, 1 relogio," 1 sof, 24 ca-
deiras, i lavatorios, 1 ipiadro dourado, com flores
de cera, 1 appamho para jantar, 1 dito para cha,
compoteiras, garrafa?, copos, clices, porta-garra-
Tas, bandejas, coliertis de arene, objeetjs de
eleclro-pti|c, bancos para jardim, vasos para flo-
res, escadas de abrir, mesa e laboas de cHgom-
mar,.mes a irom de cozinha, e outros objectos
de easa d familia.
lniiitt.-ria *9 do corrente
No primeiro andar do sobrado da ra Impe-
- rrtrizn. \l
Jos Henrique Triiidade, ^endo de fazer urna
viagem ao Rio do Janeiro, levar a leilo por iu-
teritenco do agente Pialo, os movis e mais objec-
tos.existentes em casa de sua residencia,' primei-
ro andar.-do sobrado da ra da Imperalnz n. 12,
onde.se effottuar o leilo no da 27 do corrente.
O leilo principiar s 10 Uj horas em poni.
Jbii Christiani avisn ao respeita"
corpo-dw-commercio que aaVnittio dos Je 1
dejanew do corrente anno, coaio socios
de sua cusa comn ercial, os Srs. Thomaz
Ferreira dte-Carvalho e Ricardo A. Oiristiaai,
sendo a firraa social (Tora em diaiUe, Jlo'
Christinni & C.
Rocife, 15 de margo-de 1878.
Barros Jnior C. rognm a todo os
seus davedores o obsequio de, ietitro de li-
dias de boje, vireraou mandarem saldar suas
coutas, poisdo contrario, passaro pelodes-
gosto 'de verem seus nomes publicados neste
jornal, e depois sero ajuizados.
Recife, 20 de marco do 1873._________
Arrenda-se ra da Aurora n. 65, a pro-
priedade denominada Barra de Serinhem na
freguezia do mesmo nome, beira-mar e beira-rio,
propria para qualquer estabeleciinento de seceos
e molhados, com muitos iis de coqueiros des-
fructar, e muitas rendas, do slo cobrar annual-
mente.
LEILO
BA
annato, getioros e mais pertengas da taver-
na da ra Vidal Je Negreiros n. I, esqui-
na da ra C.hrislovo t'olombo.
tyt
O agente Martins lar leilo da excellenle arma-
cao de louro, grande quantidade de lour;a, e ou-
fros muitos gneros de le, da bem af ejruezada ta-
verna da ra Vidal de Njgriros n. 1, a qual ser
vendida om OJO ou mais Totes a vontade dos com-
pradores ; garante-se a casa, e o aluguel rasoa-
vel.
O leilo tena lugar s 11 horas do dia cima
na mesma taverna.

DAS
UKSSAilEWKS HARJTMES
AUi o dia, 2i 4* c#menUi me esper-se dos port >t
-Para condicoes, freda e passagens, irala^e3 i
agencia, rii'de Qoaniiofeio/jfc-9, \- "i

A' tratar np
do Mrquez
>-iWr3WHniL
Engenlio Monte d'Ouro
SABBA1K) 22 1)0 CORRKNTE
s 48 horas em popto
Por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de direto es-
pecial do commeroio desla cidad', requerimonto
dos administradores da massa fallida de Siqueira
dk Pereira, o agente Pinh > Borges far leilo do
engenho denominado Monte de Ouro, sito no ter-
mo de lpojuca d'esta provincia, o qual foi penlio-
rado pur execuco dos ditos administradores a
vuva e herdeiros do Dr. Ignacio Nery da Fouce-
ca, adjudicados indicada massa.
Ao uieio dia, em ponto, no escriplorio do referi-
do agente ra do Bom Jess n. 33 (outrora ra
da Cruz), onde os Srs. prctendeutes podein baver
as informacoes necessarias.
AFtSOS DVtRSOS
m\n inTin.
AOS 5:000#000.
BILMETES GARANTIDOS.
A' ra Primeiro de Margo (oulr'ora ruado
Cretpo) n. 23 e casas do costume.
Oabaixoassignado leudo vendido nos seus fe-
lizes bilhctes, um intoiio n. ili'i com 800i000,
tres quartos n. 13io cajUI IWi'JOD. tres quartos n.
617 com 100^00 e ontras sorles de 404000 e
SOjOOda lotera que se acabou doexlrabir (43.*),
convida aos p-issuidores a vir-'^i recebar na con-
formidade do costume seui descont lguui-
Acham-sc venda os folizos bullles garantidos
da 1* parle das loteras a benlicio da matriz de
lpojuca (ii"), que se extrahir no sabbado 2 do
corrente mez.
PRKCOS.
nete inteir G000
Mein bilhetc 33000
Quarto 13500
em ronglo DE 100-5000 PARA cima.
Slbete inteiro 5500
Moio bilhete 21750
Quarto 1J37S
Manoel Martin Fiazn
iNOVIDADE
Fiambres preparados, s libras
inserpces auaJogas
ros, com
ellas.
Pasis, bolos, paos-de-l,
padas para sobre mesas.
e tntei-
ou sem
puilings e em-
Precisa-so de um caixeiro de 12 a 14 anuos:
na laverna e relmaco dos Afogados n. 13.
i'recisa-se de urna cozinheira para duas
pessoas, de urna criada para arruinaban de salas,
quartos c rouparia, e de uiy criado para copeiro e
mais servicos de casa : na ra de S. Francisco
n. 72. ________________________
Escravo fgido.
Fjgio no dia 7 do corrente mez de marco, do
engenho Boa-vista da freguezia de S. Vicente, co-
marca de ilamb, o escravo Antonio com os sig-
nes seguimos : 35 annos de idade, pouco mais
ou menos, alto, secco, cor fula, pouca barba, tem
cicatrizes de ferida as peraaf, carapina, sabe
ler e escrever : quem o pegar levo-o ao dito en-
genho, ou no Recita ao Dr. Laurino do Moraes
Pnheiro, ra do Rangel n. 7, que ser generosa-
mente recompensado.
Quem quizer.
Em um sobradinho no becco do Falco lavase
e engomma-sc por barato preco e a gsto dos seus
freguezes; se assini nao for, poderao seus donos
voltar suas roupas para endireitar-se : quem qui-
zer pode desdo j mandar.
-se 6003 a juros em hypotbeca ou firma
commercial : quem pretender dirija- e nesta ty-
pograpbii a fallar com o Ferreira,
O Precisa-se alugar una escrava que saiba
etmphar o comprar : na ra do Torres n. .18, se-
rap3o andar.
jis'hmttlli \%.
Novo estabeleciinento
de joias.
f II ii a do Citlaug ii. 19.
O propretaro deste estabelecimente
.j^ recebeu entre mullos objectos de peque-
vi nos valores, os seguinte: rozetas e anueis
^| de brilhantes, brincos e cacoletas, ade- *
..... recos e meios aderegos de rubios, esme H
? radas, perolas, alfinetes para retra- ,:-
2g tos, com brilhantes, rubins e perolas, *
_j^ porta-charutos muito proprios para me
s* sa, de delicados gustos e perfeita mo ~
B do obra, apparelhos proprios para almo-
... ea e jantar, para meninos levar para o 2j
* collegio, tudo se vender por proco* ra- i^
"' zoa'veis, garantado-se todas as joias quo
."!!; deste estabeleciinento saia. Tambcm se **
labrica e colicorta qualquer objecto teu-
* dente a mesma arte. w
Hmmnmi ::^ N.i ra da Madre de Deas n. 3, preciza-se de
um criado para t-id.-i oservico interno.
Aluga-se para casa de familia una escrava
que cozinha o diario de una casa e que entendo
alguma couza de engommado : tratar na ra
Primeiro de Mareo, antiga do Crespo n. 7 A, loja
do l'asso, junto ao arco de Santo Antonio.
31688*0
! So hotel Oriente, ru Novan. 82, ser lempo de
comparecer o alludido cima.. .____________
Precisa-se f:dltr con\ o Sr. Jos Nonis, filh
dd> finado Samuel, negocio de sea interetse ; n
ra. Jo Imperador n.'77, escriplorio de Severiana
de Siqueira Oavalcante._______ _
" TA8M1DIRES.
rfest* typographia precisa-se de um homem
para puehadpr de roda, e um menino para, reee-
- de papel._________________>
IjhiI.ii.'
Insii'iicnii publica.
A quarta cadeira publica do sexo feminino de
S. Fre Pedro Goncalves do Recife, acba-se func-
cionando actualmente no segundo andar do sjtwa-
do n. 1", da ra do y.iupiez de Olinda.
| Pncisa-se de uta menino portuguez de 13 a
anuas, que tenlu alguma pratica de venda :
na ra do Brmn n. 39, dando mformac5es da sua
conduela.
=4
: i'-1 iXffi
i- ; 1 -.W^fX
r-
Fabrica de aco e teci-
dos.
Nao estando anda completa a assgnatura do
capital neeesearie para osla empieza ( 130:0.03
contina aborta a subscri cao al o lina do cor-
rente mez e em mo do empresario Silva Barro-
ca, na ra do Marques de Olinda n. 4, ou do cor-
retor Mesquita, na praca do Commercio.
Vende-so na ra do Imperador n. SM
O abaizo assignado avisa ao respeitare) pu-
blico que os seus dous lillios Fabio Xavier de
Souza Fonceca e Ladislao Xavier de Souza Fon-
ceca, ambos sabiram de sua companhia ; vem
portanto declarar ao publico que nao se reqwn-
sabilisa por quajqner transado ou emprestimo.
Recife, 21 de marco de 1873.
Augusto Xavier de Souza Fonceca.
Fui
b
IO
LEILO
DE
100 accoes da companhia JPernambucana.
5 ditas da companhia de seguros utilidade
publica.
SABB.VDO 22 O COHUK.NTK
meia hora depois de meio dia.
Por intervenco o agente Pinto.
Em continuacao ao leilo que deve ter lazar na
associaciii coiiuuercial.
LEILO
DE
i3io acces da compuuhin de Beberibc.
10-ditas da companhia de seguros l'tilida-
de publica.
(Em lotes a vontade dos compradores.)
SAJADO 2-2 DO CORRENTE
ao meio da
Na sala da Assoeiacao. Coaimerrial BedOj
fcente.
O wentePinto h\Tir^ novaweflte -teilaa.ijoirt
despaeno' lllm. Sr.''Dr.juiz da provtdoria,"-las
acedes arima mencionadas; pertDOenlBS ao espo-
lio doiUndo Automo Jmquim servindo-"d> liasen teb*?rlns fetidas noteifiodo
da 14, devendo naipirtta wrtteSo eTuctuar Ojia '
venda com quem mekiur offerta^Uer. 1 "
wf

a 20 do corronte o escravo de nome Joo, de 18
a .0 annos de idade, com os signaes seguinlag|:
altura resillar, secco, olhos grandes, nariz grosso,
denles perfeitos, rosto redondo e sem barba, ca-
bellos carapiohos, ps chatos e cheios' de. cravos.
bem esperto e ladino, canboto, coiinheiro, tem
bastan'e pralica de armazem de carne secca ; le-
vou una bolea nova com duas camisas, sendo
una bordada," i comillas camisa de meia, 2 pa-
res de nietas e um chapeo de palba de arroz : em
dinhoiro levou 543, e mais alguma roupa |>erten-
cente a elle : roga-se, poi lano, s autoridades
e capites de campo que o appreliendam e levem-
no ao seu senlior, na de Peib-o Aflonso n. 7,
que seroo generosamente recompensados.
Aluga-se o 1. andar do sobrado ik 'TTi. ra
da lmper.itriz, quem o pretender encontrar as
chaves na loja do mesmo sobrado, e se eutender-
com sen propretaro ra do Hospicio n. 33.
Aluga-se o 1* andar da ra- ilr- S. Jorge, (an-
tig" .l'ilari n. 7i rom 2 salas, 6 quartos cozinha
fora, fresco e pintado de novo: tratar no i'
andar.
Avm
Machado & Jiramlao, -ureessores e liqui lata-
rios da estiocta tirina Silva Bocha A Machado,
de Pernambuco, fazem publico quo sendo-lhes de-
edor Manoel Antonio de Souza Ribeiro, resi-
dente na villa do Triumpho, ei.inarea de Pajea
de Flores da mosma provincia, de ttulos vena-
dos desde IStiil, previue quo ninguem con-
trale orna o dito dvedor- ou procurador em Por-
tugal ou nesle bnrerio, sobre a herancii le-
gada que o lusino tem no tistamento con falleceu em Usboa o nejfoekinta Antonio Joa-
qtiiin de Souza jtajMSO ujo inveataro se pro-
ce*l<: pelo jiai (lai|ueu cidado, escrivo Fre
tas J,ic*> i o., uni soU'jii'oo que o dito dbvedor
do lesJadoi', por ser lilbo de sua irm D. An-
ua Joaquia-4 de Soiua, da -eyuezia do Landiiu.
Osellio dt-Villa-jXor.1 de Faiuelico ; para evi-
tar duv'Klas e futuros letgios da preferencia qpe-
a divida tem sobre o* w ni ralos posienoras, ws-
to que- s-fm dircJtos esto os annuaeiantea sus-
tentaniv inU;a o devDdor no, rodpectiv Tkro
VimHfario.
INto nwo % tal
PE -,
antas e flores ,un>vair
jwrjwoyaatoeu !*
Cb.l preto da porta branca
dii verde perola superior
Porque readerse n ra do
#T 0*'44-
Impefa-
Escravo fgido
Auscntouse da casa de sen senlior o escravo
mulato, com idade de 25 annos, gago quando
talla, leyoii calca de briiu nova e camisa de al-
godo, fillin do Limoeiro e costuma andar ga-
nhando nesta prava. Roga-se s autoridades e
capites de campo o obze'|uio de pega-lo e lev r
a casa de seu senhor na ra da Cacimba n. 1.
ou Caminos Novo, ra do Conde da Boa-Vista n.
10, que sern recompensados.
FARIA DE AMUOCi
Vendem Cunha Irmaos A C., preo coinmodo :
ra da Madre de Deus n. 34-
A ESPADA NACIONAL
ios Srs. miliiiivs
MI "A IMt < \UI3;U \ M. f 15.
Acaba de ser reformada a unt'ga loja de ser-
gueiro da ra do Cahug n. 1 ft., onde se encon-
tra um sortimento completo de bonets, barreiinas,
lalins, cauanss, talabartes, charlatoiras, bandas,
abotuadoras douradas, galn de prala e ouii) lino
da todas as larguras, esporas douradas, etc., etc.,
assim como se encarrega do todo e (jualipier far-
damento ip'.e Ihe seja pedido, por ments proco do
que em entra qnatqner parte.
Ilua ilo -itliij^ si. 1 II.
Avisa-sc
a quem der noticia da escrava Guilhermina que
fo do tcnente-coronel Feliciano Joaquim dvis Sa -
tos, e aepois comprada ao Raro de Nazaretli,
representa ter 25 annos, tem falla de denles na
frente c as nios com ciejurizes de-qu de gaz, secca do corno e muito regrista, qu-s des-
appareceu da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coelhos, que ser generosamente recompensado.
Escravos fgidos.
2001000.
Ausenaram-se dous esravos irmaos: sendo um
de nome Loo renco, de idade d? 26 a 27 annos, es
latua regular, cheio do corpo, cor dar, cabello
estirados, rosto redondo, e sem barba, levou calca
e camisa branca, e chapeo de fellro preto; e o ou-
Iro de uome Andr, da mesma estatua, mais moco
um pouco do que o outro, feudo os mesmos sig-
naes do irmo. Foram comprados: Lrmrenco ao
Sr. Ctaudino de Allniquoiipio Mello, da comarca
de I*atos, provincia da Parahvba, e Andr ao Sr.
Joao Francisco Gomes de Arroda, da comarca do
Limoeiro ; tendo fgido aquello no dia 26 do cor-
rente (Janeiro) e este boje 30 do mesmo; suppoe-se
que seguram a estrada do Limoeiro Serra fio
Teixeira: roga-se todas as antoridades policiaes
e capites de campo que os auprebeodam e os con-
dnzam ra do Ap(>llo n. 30, .irmmu de assu-
ear, que se graticar com-a quaniia cima.
GASA DO OURO
Aoa 5:0003000
Bilhetes garantidos
Hua do Itaruo da Victoria (outr ora :\oaJ
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus-
muiti) felizes bilhetes a surte de 300* em dous
meios de n. 836, alem de outr s sones menores
de 40* e 20 da lotera que se acabou de n-
tralo (43'j; canvida ao pnssuidores a virein re-
ceber, que prompuuiente sero pagos na forma
do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vi n < seu estabeleciinento com-
pr r os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
tirar qualquer j remio, como prova pelos mesmos
annun ios.
Acham-se venda os muilo felizes bilhetes ga-
rantidos da 1' parte das kUVrias a benellcio da
i groja matriz de lpojuca, que se extrahir no
cha 29 do corrente mez.
Prcco
Inteiro 61000
Meio 34000
Quarto 5003
Me IOt> WIM> para ssaa.
Inteiro 5500
Meio 2i750
Quarto U375
Recife, 20 de marco de 1873.
Jofio Joaquim da Goxta Ijeite.
Precisase de um caixeiro com algmna pra-
lica de molhados: na ra Duque de Caxias n
41 A.__________________________________
Precisa-se de om caixeiro de 10 a 12 annos
de idade, para taverna e de fiador a sua conduc-
ta : no pateo do Terco n. 82.
Do abaixo assignado
Contina a andar fgida a enerara Severina,des-
de o anno de 1868 ; qualquer senhor capilao de-
campo, apprehendedor de esc avos fgidos, ou
iiicsuu) algum senhor particular, pode (legar a
escrava Severina, nppehendendo tudo que com
ella achar ou liver depositado em algum lugar
que resiga, com toda a eanldla e preverico. Se fi-
elmente mejeniregar recebera a qoantta de oi-;
tambem peco a qualquer autoridad' civil ou po-
licial a captura da mesma, nao admitlinda ne-
nhuma evasiva, ou estrategia que se llie apresen-
tar, seja qual for. Os signaes Ja escrava sao >.s
seguimos : crioula bem prota, pode ter 30 annos
pouco maz ou nien-s, estatura regular, oho-%
blancos, naris chato e curto, beifos grosso?, den-
tes alvos e limados, de ambos queixaes, tem sig-
na] feito com agulha no braco, c blitante ladina,
faz renda, laByrintho coze e engomma ; j tem
andado fgida c pe nome mudado. .
Villa do jardn, 27 de firereiro de 1873.
Manoel Al ves de Paria*,
Na villa da Escada
vende-se por l:M0J duas moradas de casas as
melbores ras, rendem mensalmente 344 : para
Inforroae&o, na mesma villa com o Sr. Joao Paos
do Nascimento. e no Recife, no largo do Terco
n. 23, com Simo dos Santos.
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LUGAR WAPFERS
(VAN1LLA)
A meliior bolachiuha at hojte.conhociila,
tanto para cha Cbrno paro y^ta/s.
Vende-se na ra do Imperador 24.
A
Irmanjjftde de Santa Ce-

A viuvi
se ion lo ao
nhou-se urna
es da Cuulia az
que desenrai li-
ma letlra da qu n
c n
pelo >r.
ClWeal d*H*e1d' {l*Wk a
uU'ousj, e roRaenn--trAiUM o
coma referiS;'fa^M^m^Wm '# <*
pelo presente annuncio:
cilia.
(soeonyi dnsjos
de a reuairei.so
De ordem da mesa reg<
todos os Irmaos dessa irm
em assemblca geral no dia 4A, do corrente pelas
II horas da manh, afim de'tratar-so da circu-
lar do Exm. Bispo diocesano.
Consistorio, 18 de marco de W7"
O secretario,
Rodolpho Mamed d Amiru;
tbem\
Pede-se attencao.
No segundo andar do sobrado da ra'do Ca-
bug, n.i6, em casa % familia,
para ra, com sseto e prcyipti
Omtinta ausente iti casa do abaixo assignado,
desdo 15de ilovembro de 1872. a preta .Vana, do
35 a 40 annos, natural da Baha, leudo os signaea
seguintes : baixa, magra, cor fula, andar faceiro,
falla baixn, cara eomprida, nariz afilado, boeca
regular, denles peefeitos. fahando-lbe um de mu
dos lados de cima, e malfeita de maos e pos. leu-
do o pe e a pema esqnerda mais grossa do sjee
a directa, usa da-trunfa na cabeca, levou de caa
urna oulra de tarlatana verde, rosetas do ouro,
saia de cambraia. ei>m listras de cor e chalo nov .
do merino estampado com assento azul, foi con *
prada ao Sr. Zumba (havos |ior intermedio do
corretor Santos, leudo sido antes esenva d.^ unta
preta da Costa. Pede-se a todas as autorid.ulrs
lioliciae<"P capites de cainp ', ou a qualquer pes-
soa qu a a|iprehender, levar ra da Aurora n.
160, que sorao reeoniponsados com a quantia aci
ina. Outro sim declara que desde j protesta de
ha ver o< servicos da mesma osera va, da Defeca
que a tiver oceulta.
Joo Athana^io Botelbo.
Casa niobiliada.
Aluga-s* o primeiro andar do sobrado n. 1%
ra das Triuobeiras, quasi defronte da entrada
para ra estreita do Rosario, contendo duas
saia, seis qjiarlus, un pequeo algrete, quin-
tal, cacimba e casa para banho com mobilia ne-
eessana : tratar na mesma casa, com o solicita-
dor Burgos Ponce de Len.
Aluga-se
o terreiro andar do sobrado silo na na larca
do Rosario n. 44: a tratar na na do Vigai.o
n. 31. -_______________________________
y Aluga-se umbom sitio na Capunga. ra das
Crioulas n. 59. com todas as commodidades prec-
sas,- como sejam: cacimbas, tanque para banho,
bombas etc., aMm de muilo boa casa, jardim o
grande numero de fructeiras ; a tratar na ra
larga do Rosario a 2", segundo andar._______
, Padaria.
Vende-se a padaria da ra de Marcilio Dias.
antiga ra llireita n. 69 : a tratar na mesma.
se o hotel da ra das Aguas-Verdes,
.freaezado, com bastantes asignantes o
a/xeatado ueste lugar; faz-se negocio eom
las^a? perter.cas por ter de relirar-se para n
~*jBqraa.:. -_____________

Casa.
endiose nai sobrado em urna boa ra : a tra-
raa di Imperatrk n. 8, loja. .
r




s
I

REMEDIOS
DO
DR. JX AYER
Salsa|iaiTIIia de \j(T
(Extracto composto)
Para cura da
ESCRFULA
E todas as molestias provenientes della
As erupgoes
e todas as molestias da pe le; taes como :
Erysipela, pstulas, borbu-
lhas, tumores, ulceras
cancerosas, chagas
MANCHAS IA PELLE.
SYPHILIS"
mil todas as suas formas.
Ulceracao do figado, dos rins
e do estomago.
Hydropisia, indigestoes,
e em summa todos os malos que tem sua
origem na
Impureza do sangue.
i SALSAPARRILHA DE AYR
um alternativo para a
mavAco do sm&ue
9
o para dar nova lbr<;a e tm ao corpo j de-
bilitado pela doenca.
A Salsaparrilha do Dr. Ayer
um excellente renovador
das forjas j debilitadas pela molestia.
D VIGOR
aos orgaos enflaquecidos,
icimi
o systema nervoso
E
EXPELLE
do organismo os mos humores que proyo-
cam as molestias.
QliantaS e quantas doencas nao rc-
- sultam do
iAI^ICirijJE
VICIADO 1 IMPiRO?!
Neste temjjo de calor, especialmente, de
grande neccssidade conservar o sangue
Puro e im[>o,
>j para ulcanrar csso fim nao conhecemos ab-
solutamente remedio melhor do que o
Extracto composto
DE
SALSAPARRILHA
DO
i

Todas as numerosas molestias que aci--
rna to notadas, sao apenas fructos de urna
so arvore, (syniptomas diferentes damesmi
doenca a impureza deste fluido vital o
3 A AT
arrmcai a arvore pelas raizes. e la morrea
os fructostanibem dizemosarrancai a ar-
vore da impureza do sangue e la morrem os
seus numerosos fructos.
A SALSAPAMMLHA
DE
7
i
Diario I
*
Note-se de AyerAyerAyer],
O GRANDE
PIWICADOR DO SANGUE;
A celebridade de que hoje goza a Salsa-
parrilha como remedio depurativo, alternan-
te e tnico, devida aos resultados summa-
meote satisfactorios que tem acompanhado
este
EXTRACTO COMPOSTO
DR. AYER:
Pedimos ao publico em geral que tome
ESPECIAL ATTENCAO
que o nico, legitimo e verdatfeiro da Salsa-
parrilha o de Ayer note-e de Ayer)
/ v Preparado por ""
DR. J. G. AYERiC.
1L R.
. Cada frasco traz o s^'ciompetefl^-eayjjii- '.
torio corn todas-as direcces necessrias, cw
.81
i J

-
.
yortuguez, e na capa vem em
LETTRAS DURABAS
onome do remedio, etc., e as firmts4fos .'' 3 '"
nicos agenteVno Brasil "
W. R. Cassels AGENTES DO DR, ATSj; ____________
Agente d*a P^ ^
Rnr do iDftmirtPTV.io 'f'4
Pharnmci*.fTorres.
Precia se da um sarterte: ra 4e Marslio
** D. 85. _______________'
Casa para alugar.
Alufia-seo andar 4b*rado, csteirado >e ipiatado
de novo, do sobrade n. Vi* ra das Tjini'lteiras,
ao entrar para a fa Eslceita do Rasm-.o, mi 2
salas, 7 quartos metafcrve gabinete, .atnprete,
cara para banhu c quintal. Fh resi*wdn jfcigar-
se -imu mobilia, nor-i* > -a pessoaqie o jwetttiiiicu
assim, qoerendo aindai.pode, como qaalsiuer o'.ilio
,prettdeiite, dirigir-**; a rna do Di|tto deCaxias
outr'ora das Cruzes totaado n. 26 a tratar om-o
^alwitador Burgos P.ide Len.
Preciza-seMe
vico le fachina:
gel.n. 9.
itill Prcciso-ae de uiaa.-ama para cozinhar
ullilrt c compraron lavar a cngnmmar, prefe-
|tr'-*'' portiigue*n.: a ra Ha rao da Victoria
. 28. MI
nina pessoa qtae tua. o ser
naupadaria da na 4 Jtan-'
Preciza se de upiutoieque que sejafiel,pora
entrqgar pao: na ra-do Rangel u. 9.
Consultorio iiiedinHirawif
DO
Dr. Ferreira.
V Ra larga do .Rosario n. !0, (antigo
gabinete de seu pai)
Gratis ao penses. I
\mi para en^ommado
' (tocisa-se dma* *paga-*e htm; no CaWei-
reino, casa de Frauoisoo Joaquim Ribeiro de Brito.
iU
Precis-se de tuna ama para
cotiiihar ; aa re da Aurora n.
67.
Amas
Precisa-se lugar duas amas ; ma para
ngommar e cuidar de outros servidos do-
msticos, otrtra para cozinhar e lavar. Tra-
ta-se-na Tua-do Capibaribe n. 40.
I
Boa casa.
Ahiga-se urna .magailica casa de habitaran com
sitio, .afua e gaz: ao Chora-Menino n. I, ea
fuente .a rasa do Bario de
tar na na 7 de Setembro
Campo-Ve de
n. 13.
atea-
Cozinheira
Precki-se de urna boa cozinheira, preferiado-
se escrava, a qu.il tenba boa conducto, para ea&a
oV'familia : naxua.da Imperatrir n. 37, primei-
ro aadar._______________________________
Salsa-parrilha
Salsa-parrilha. ^
Salsa-parrilha
nova, en feoni estado de excellente qualidade
vende se i ra do Vigario n. 16, cscriptorio.
CASA,
Aluga-se o !. andar do sobrado ra Nova,
esquina da Caroba ao Carmo, estando Pintado
de novo, salas forradas a papel e atapetada:
tratar na Chapelleric des Dames ra Nova nu-
mero 16.
% ATOES GAMA.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
N. 9.
Na ra do Crespo n. 7, loja do Gallo Vigi-
lante, precisa-se de urna ama para cozinhar: pre-
fere-se escrava.
Fugio no dia 1 de feveroiro prximo passado,
o preto crioulo de nonie Lourengo, de idade trinta
e cinco annos, baixo, magro, olhos grandes, sem
barba, pernas arquiadas, andar Vagaroso; quem o
apprchender e levar ra da Uniao n. 41, ou in-
dicar onde se ada o referido escravo, ser grati-
ficado.
AMA
quet de 01 inda n. 59.
Frecisa-se de una ama que
alba cozinhar para casa de
rapar solteiro. Ra do Mar-
AMA
Precisa-se de urna ama para
cozinhar, na ra do Barao da
Victoria n. 38, loja.
i > i Preciza-se 4e urna que entenda per-
\ rVI \ fe'tamente '"* cozinhar, paga-se bem:
tx L'Xil a tratar na raa do Barao da Victoria
n. 25 DOlica francesa.
AMA
ra Nova.
Rreeisa-se de urna ama que
saiba coiinliar bem : na ra do
Barao 4a Victoria n. 28, antiga
Precisa-se de duas amas, sendo urna para
eogommar c outra paca cozinhar : na ra da Po-
nha n. 23.______________________________
Precisa-se de nina ama para o servieo de
urna casa de pouca familia : no Corredor do" Bis-
pon. i._______________
Precisa-se de urna ama para duas pessoas :
na ra da Paz n. 22.
AMA
Precisa se de urna ama para cozi-
nhar e engoaimar para casa de urna
familia de duas pessoas : a tratar na ra de S.
Joo n. 61.
Precisase de iua ama forra ou cap-
tiva, para todo servieo em casa de pou-
ca familia : ra de 6. Fraacisco n. 54.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na rna da Aurora n. 59.
Precisa-se do urna ama para o ser-
vico interno de casa de familia ; a
tratar na ra de S, Joao n. 63, so
AMA
brado.
m Precisa-se de duat anas para cozi-
nhar e comprar, para casa de duas
pessoas a tratar na ,rua de Pedro Af
fonso, outr'ora da Praia n. 3.
Precisa-se de ama ama para cozinhar e en
gommar, forra ou escrava : na ra do Duque
de Caxias n. 22, 1. andar.
| CONSULTORIO *
I MEDICO-CIRURGICO I
Francisco Jos Cardo-
so, artista aJftriate, transferio
sua officina da ra d Barao
da Victoria n. 46 para a ra
do Mrquez deOlindan. 34,
primeiro andar.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga ra das Per-
nambucanas n. 23, tendo boa casa de vivenda,
cocheira, estribarla, arvores fructferas e agua
potavel: tratar na ra da Imperatriz n. 9. pri-
meiro andar.
20#000.
Frecisa-se alugar urna escrava que engommc
perfeitamente bem, e faca o mais servieo interno
de urna casa de pequea familia, composta de
duas pessoas, e de una outra que eozinhe com
perfeico : no largo do Paraizo n. 28, 1" e 2* an-
dares.
100$000
g Fugio do engenho Pontrl, em Serinhaem, no dia
7 do prximo passado, o mulato Simao, com os
signaes seguintes : estatura regular, cori o secco,
cor alaranjada, barba serrada, cabellos carapi-
nhos e falla descansada : quem o pegar leve-o ao
seu senbor o tcnente-coronet Vicente Mendos
Wanderley no dito engenho, ou no Becife ao Sr.
Bernardina de Sena Pontual, na ra da Madre de
Dos n. 3C, que receber a gratific^o de 100*.
Para cozinhar.
Precisa-se alugar urna ama .que saiba co-
zinhar o ordinario de urna casa de pequea
familia. Aceita-se forra ou captiva; mas
preferc-se desta ultima condico. Trata-se
na ra do Capibaribe n. 40.
0.
Precisa-se alugar um nioleque do 12 a 16 annos.
que seja fiel e diligente : na ra Nova n. 69, 1
andar._________________________________
AOS 5:000#000.
Estao vendaos felizes bilhetcs'da lotera da Ba-'
hia, na casafeliz, do arco, da Conceicao, loja dej
ourives, no Becife.
Cozinheiro.
No armazem do caes do Apollo n. 69. se dir
quem precisa de um bom cozinheiro para casa de
pequea familia ; paga-se bem.____________
Urna pessoa que pretende partir para a Euro-
pa, disfaz-se por venda de um casal de pseravos,
negros mogos, de bonita figura, com urna cria de
4 annos, e pode ser procurada na r:ia do Rosario n.
10, Io andar.
Aviso,
.i.
.
Os administradores da massa de James Ryder
& C. convidam pelo presente fl quem se julgar
credor da dita massa a apresentar us seas ttulos
para a respectiva classifk-acao, no escriptorio dos
mesmos na pra^a do Corpo Santo n. 9. no prazo
de 20 dias, sob pena de nao serem maij attendi-
dos.
Recife, 19 de marco de 1873. ____________
Escravo fgido
150|000
No engenho Massuass, freguezia da Escada, se
dar de gratificaco a quantia cima a, quem ap-
prehender tres cavallos que naquelle engenho
foram furtados na noute do dia 29 para 30 de no-
vembro prximo passado : o tem 9 annos,
castanho e castrado, tem a orelha direita bastante
lascada, urna estrella na testa, e no quarto esquer-
do tem urna cruz ; o 2. ruco, com pintas ver-
melbas nos quartos, grande, gordo, com o Des-
coco fino, castrado, tem os quadris feridos da
cangalha, ferrado com a marca-1. R. do lado
direito, e tem a idade do 9 annos; o 3.' redado
sjnhass claro, curto grosso, um pouco cambito,
castrado, pequeo, e est ferrado com a marca
Ono quarto direito : gratitka-se com 50000
por cada um em presenca da pessoa, em eujq po-
der for encontrado qnalquer dos ditos cavallos.
ManOel Enedino Re-
g ;,VaIenca.
fe. LIEDJCD f
<5
0
DO
Dr. J. 11. Curio
OPERADOR E PARTEIRO
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 7 horas s 10 da manha.
Chamados a qualquer hora.
*
0
m
Escada.
O Sr. Jos Alfonso de Azevedo Campos, com
botica na villa da Escoda, queira vir ou mandar
rna do Imperador n. 28 a negocio de seu inte-
resse.__________________________________
Fugio do engenho Acode Grande, em Naza-
reth, o escravo Rufino, preto fulo, altura regular,
ps curtos e largos, barrigudo, com urna cicatriz
na face entre o nariz e o canto da bocea, sem bar-
ba, de 26 annos de idade, tem sido visto no Ca-
xang e Vanea : quem o pegar leve-o ao referido
engenho, ou ra do Apolla n. 28, que ser ge-
nerosamente recompensado. ittfetf
- g^-^JPtSJ&KQa
D. Maria Alexandrina Dantas
Coutinho e seus filnos, cordialmente
agradecem aos cavalheiros que se
dignaran) acompanhar o cadver de
seu prezado marido e pai Jos do
liego Dantas Coutinlio seu derra-
deiro jazigo ; de novo os convida,
assim como aos outros seus parentes e amigos pa-
ra ouvirem as missas do stimo dia, por alma da-
quelle, as quaes tero lugar no Babeado 22 do
corrente, pelas 8 horas da manh, na capaila do
ceiniterio publico.
Joo Martins Ribeiro.
l.uiz Salazar Mnsfiqso da
Veiga Pessoa e Mana Bi-
biana Martins da Veiga
Pessoa, rogam aos paren-
tes e amigos de seu finado
cunhado e irmo Joo Mar-
tins Bibeiro, para assisti-
rem as missas que por alma do mesmo mandam
celebrar na matriz da Boa-Vista, sexta-feira 21
do corrente s 7 horas da manha, stimo dia do
sen fsllecimento, e desde j agradecem cereal-
mente este obzequio de earidade.
Domingos da Silva Ferreira, Mar-
colino Jos Puppes, D. Maria Isa-
bel da Silva, Francisca das Cha-
gas e Silva, confessam-se summa-
mente agradecidos aos parentes e
amigos e as Illmas. irniandades
do Sacramento da Boa-wsta e a
confraria do Senhor Bom Jess da Via-Sam, que
se dignaram acompenhar ao ultimo jazigo o corpo
de seu presado pai e sogro domingos da Silva
Ferreira, e rogam aos mesmos o obzequio de as-
sistirem as missas quo pelo repouso eterno da
alma do mesmo finado, se ho de celebrar pelas
7 horas da manha na matriz da Boa-vista, sabba-
do 2 do corrente, stimo dia do seu fallecimento.
Andr Jos Dias Pereira, Antonio
da Costa Oliveira, Rita Olympia dos
Santos Pereira, Helena^ Ameliana
dos Santos Oliveira, Manoel Cons-
tantino dos Santos, Joao Felippe
dos Santos e Amaro Romano dos
Santos, genros e filhos do finado
Joo Felippe dos Santos, agradecem cordialmente
aos panntes e amigos do fallecido que se dig-
naram acompanhar ao ultimo jazigo os restos
mortaes, e de novo convida-os para assistirem a
missa do stimo dia^ que ter lugar no dia 22
do corrente na matriz da Boa-Vista s 7 horas
da manha.
Francisco Tavares de Lyra.
Bellarmina Joscpnina de Macedo
Lyra, FerDaada Tavares de Lyra,
Jos Francisco Toares de Lyra,
oao Francisco Tavares de Lyra,
lanoel Tavares de Lyra, Caetano
Salustio Coelho e Isabel de Mace-
do Coefeo, mulher, filhos e genro.
d'alma agradecem s pessoas que e
acompanhar ao cemiterio publico os
Aluga-se
Aluga-se a loja do sobrado da ra de rmiefa-
^rjO,! fi o arrtazem que; |b:fiea, a# fundo,
no caea^S de Novmbro n'. T, pro; rio para ftia
de deposito d gneros tceos ou raolhados, lot^l
-------------------------^_

i

i
Precisarse de m boijij||)?iriheir' para a
hospital fKKtMguaZ vekkmiOKMuiu> bo$-
pital, o na roa .fnmemrdt Marcoi ou-
v^'era^-Cre^o, loja-^ 13.
Aluga se urna boa olaria para obras tinas,
na Boa-Vista : tratar no Mondcgo n. 63.
Advogado.
O Dacharel Jos Alves Lima Jnior,
promotor publico e advogado na co-
marca de S Jos de Mipib, na pro-
vincia do Bio Grande do Norte, encar-
rega-se de qualquer cobranca, tanto
amig vel como judicialmente, nao s
na dita comarca, como nos termos vi- ajt
zinhos. Quem quizer ut;lisar-sc dos *&-
seus servicos dirija-se prara do fon- de d'Eu ns. 4 e 8 : tratar com o Sr. '?
Jos Alves Lima.
m
r
Cozinheiro
Precisa-se de um eot'nhetro que seja de boa
Nazareth
O Sr. coronel Jos Francisco Lopes Lima quei-
ra ter a bondade de vir ou mandar ra do|(nv
perador n. 28, a negoeio de seu particular inl-
resse.
COMPRAS.
Cobre, lato e
chumbo.
Tompra-se no armazem da bola amarella, tra-
vessa da ra do Imperador. ______________
Compra-se moedas de 21) francos-: na rua>
Nova n. 23, loja. ________
Compra-se pennas de enu na ra da Wfe
da n. 19, 2* andar.
Compra-so urna inobifia de Jacaranda eovse-
gunda man, na ra de Uortas n. 112._________
Compin-sc
ama escrava de meia idade e que tenha bous,
costumes e que saiba cozinhar o diario de urna
casa e lavar e eng^mmar : quem estiver nestas
condicoes dirija-se a ra da Cruz n. 37. que acha-
r com quem tratar.______________________
Compra-se
As OrdenaciMis do Beino, usadas: nesta typo-
graphia se diiv, ou annuncie a casa.
P9&998 S
I Trastes. S
conducta
na ra da Imperatriz n. 37, 1" andar.
l&Bi
i
I
I
1
CtS5I*ETE
Medico-cirurgico
RA DO IMPERADOR N. 73, f ANDAR
0 DR. NUNES DA GOSTA
MEDICO OPERADOR E PVRTEIRO.
ESPEClALIr'AUKS.
Molestias e operarles de o'hos.
Cura radie ?! e instantnea dos
eslreitametos da nretra.
Consultas: Das 7 s 10 horas
da marina.
Chamados: A qnalojier hora.
MOFINA
Est encoura^ado !! I
Roga-se ao II! m. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela tercera chamada desto jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu tilho se
achava nesta cidade._________________
Engenho
Arrcnda-se o engenho Estrella, junto cidade
do Rio Formoso. E' de animacs c -com propor-
<$es para 1,500 paes : os prctendentes poden) d-
rgir-se ra Duque de Caxias n. 38, f andar,
quealli tero informacoes.
ijl Compra-se e vende-se trastes nnvos
^P S usados : no armazem da rna do (:;-
CA perador n. 48.
m S : 9 *
Compra-se rendas e bicos, sendo finos t benv
feitos, e de divursas larguras : na ra do Com
mercio n. 46.
Precisase de umeaixeiro eon pratiea de Ca-
verna, na na da Cunio n. 52 junto a esta,ir, Olinda.
COII1J
VP:N0A8.
C
iras.
25S000
Quanto se paga pjr urna cozinheira ou cozinhei-
ro para urna casa de 4 pessoas, preferindo-se es-
cravo : a tratar no Corredor do Bispo n. .'9.
Madame Amelia Blard, habilitada pela
conselho de instruccao publica do departa-
mento do Sena para ensinar caligraphia,
arithmetica, francez, geographia e historia,
o que poder provar com a exhibilo do
seu diploma, se offerece para dar lines des-
tas materias por casas de familias. Para
garanta de sua moralidade otferece teste-
munho de pessoas respeitaveis desta ci-
dade.
Ra da Imperatriz o. 2.
D-se 6:000 a juros sobre predios : na raa
de Hortas n. 112.
D-se 60J* a juros sobre penhor em escra-
vo : na ra do Hortas n. 1.2.______________
Joaquim Hartinho da Cruz Crrela e sua fa-
milia retiram-se para Europa.
Caixeiro.
Precisa-sede um menino de 12 a 14 annos de
idade, brasileiro, para caixeiro do taverna : a
tratar na travessa da ra do Piincipe n 9.
do intimo
dignaram
restos mortaes de seu sejppre ifeppbraao esposo,
pai e sogro Francisco lavare*de Lyra,, ede novo
os convida para as, missas da stimo dia que tarao
lugar sahbado 22 d_o corrate s 7 .horas, da ma-
nha na matriz4a S. Jos. .,,., _,'
B. Aoaa Maria di' lolffis Lauao^e Mafees nboi-
ro, IJ. Anna Tde Moras,
Pinheiro, ManoelPmjAn fai
-Moraes Pinhtre,'B*MB5 le
Mraes.Piabo, pungidos
da mais acej&|!4r paa
presada spgrai mw, f^Xia, D.
.jas Guerra,, fallecida na
_, tendo' de mmlar celebrar
guia missas do t d pote' Sett repetsM bte-
sagunda-feira do cOTrente^pelas 7' eMI'
tas da-manhi, ni igrjaWK Frattciei^feMjl
aos-siti* parentee attiigtisfctra Ihe-fliereBttf.
Wn **%ni$ *V:as*isti:U8 : .rtj^','*:?**'
Exposiqao provincial.
A commissio directora da exposicao provincial
de Pernambuco tem a honra de convidar aos ex-
positores premiados para no dia 25 do corrente
a urna hora da tarde, receberem na sala de honra
do palacio da presidencia, os premios que lhes fo-
ram conferidos.
A mesma cominisso convid igualmente, pelo
presente, a todas as associacoes existentes nesta
cidade para quo se fa?am representar naquella
sblemnidade, a qne podero assistirtodos os cida-
dos cora suas familias que se apresentarem decen-
temente vestidos.
E' permiuido recitar discursos ou poesas anlo-
gas solemnidade, para o que os seus autores dc-
vero inscrever-se antes de comecar o acto.
A distribuicao dos premios ter lugar depois
do cortejo, observando-se o stguinte progranima :
. i. A sesso ser aberta e presidida por S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, que proferir al-
gumas palavras dequados ao objecto da solemn
dade;
2." O secretario da commissao lera a primeira
parte do relatorio a presentado pela mesma com-
missao ao governo, e qne sera distribuido a todas
as pessoas que se acharem presentes.
3.*'Tomaran a palavra os oradores das ataocia-
g3es que se acharem presentes, e as demas pos-
sias que quizerem fallar.
4. Distribuicao das modalhas e diplomas feita
por S. Ero. o S'r presideute da provincia, '
Durante os intervallos e porta do edificio to-
caro differentes bandas de msicas.
Sala da commissao diretora da exposicao; 18
de marco de 1873.
Bardo do Litramento.
Presidente
M. Bitarque de Macedo.
Secretario.
Vi-nde-se ricos lustres a candieros de cry-ta'
para gaz carbnico, por*aralo preco para aca-
bar na travesssa do Ouvidor n. 12. loja.
Cera astiarolla.
Vende-se em gande porfi por preco commo-
do : na ra do Cabug n. 5, loja de cera.
Fil de seda
A 1&000 o -otado
na loja da Rosa Branca : na ra da Impera
triz n. 56.
A borbolcta
da na do Livramento n o est vendendo, pelo di-
minuto proco de "3, cah.-ados inglezes ltimamente
chegados a esta Braca.
Ovas do serto.
Na rna do Bario da Victoria n. 61 tem as sa
borosas ovas do sertao, petisco muito apreciavel.
Vende-se
urna boa casa terrea, em chao prnprio. grande
quintal murado, servindo para familia, sita ra
las Crioulas (Capunga). Vende-se tambera parte
de urna outra casa terrea, em chao proprio, sita
ra da Ventura (Capunga) : a tratar na na 1
de Marco n. 7 A, 1." andar.
Pedreiro e cozinheiro.
Na rna de Santo Amaro n. 6, 2." andar, ha pa-
ra vender um escravo pedreiro e una escrava co-
zinheira.
Cal de Lisboa.
Vende se na ra do Bom tesos n. 27, 1." andar,
ou no trapiche Alfandega Velha mais barato do
que em outra qualquer parte.
Amara!, Xabuco & C. ven-
dem as seguintes qualida-
des de meias de fio de Es-
cocia :
Brancas, abarlas no poito do p, e bordadas a
seda, para senhora, abertas, para meninas, croas
e de coi"s para hornera.
DE AL60D0
Brancas c de cores para meninos, meninas, ho-
mens e senhoras.
f)F LA
Decores para mininos, meninas homen? e se-
nhoras.
DE SEDA
Carmezim e rdxas para padres, capellSs milita-
res, conegos e bispo.
No bazar Victoria, ra do Barao da Victoria
numero 2. ^
Leques
Attencao
No hotel do Mpnteiro, precisase de um- coz*
nheiro.
raerte den muito
Anna Maria de
marca de Na
Isssam desde'tt'eternameitte grs
Contina-s a foroecer almoco e jantar para
fra pbr preco commodo e cora promptido : aa
ra estreta do Bosario n. 35, !, andar, casa de
familia.
Esfcrava fgida.

Amaral, Nabuco C receberam um variadis-
simo o elegante sortimento de leques de madrepe-
rola branca lavrada para noivas, queimada para
I asseio, bailes, etc. etc., de tartaruga lisos e larra-
dos, de marlim lisos e lavrados e com seda, do
osso lisos c lavradps e com seda de todas as cores,
de sndalo bordados a lantijoulas, e para meni-
nas : venderse no bazar victoria, ra do Barao da
Victoria n. 1____________________________
Bordadas a seda
Amaral, Nabuco & C. receberam da Europa
pelo ultimo vapor meias para senhora, de fio do
Escocia, brancas, abertas no peito do p, e borda-
das a seda, o qne se pode chamar novidade, o
sao da ultima moda em Paris : vendem no bazar
victoria, ra do Barao da Victoria 11 2.________
Ch&peos pasa senhoras
Augusta Porto acaba de receber os mais lindos
chapeos de seda, e palha de cor. enfeitados gra-
ciosamente com flnissimas flores, para senhoras,
vestidos de blopd com sed branca c llores finas
para noivas, chapelinas brancas e pretas, ricas t-
nicas polonezas para senhoras, o muitos outres
artigos que vende pelos mais commodos preces :
na ra Duque da Caxias n. 53.
I)\IIIJ\ dIUMIRU
Tinta'
rxa.
Bata tinta preparada exclusivamente pelo phar-
maceuteo PEBEIRA DO BEGO, utiipnra.es-
erever e tingir seda, e agredan : vende* na
pharmacia Torres i tua de Jhrcilio i)jw n. 435,
amigo pateo doTefho. Preeo de cada garrainha
600 rs.
e ntrejfar
a .a
i:

Irmaje M t)oj7MCell(.|
Imperador, garntese qne n
menos.
irante-se qne 1
1X4 fgida escrava Malhue, de 4>' annos de
idade, criouia, tem a cara bastante grossa de eB- ^ ^'C-^V*
pinnas, '-falte maitta, sahia de cas a tito! > eje- DAPAlfi C
sP ..nat frooxa 'rda' Boa-Vala. as4>-' ; 'L^^JjrL *
ru da tarde do dia frEmmtto e sao wter ; Vende-s Trai do*
k s niaaiili 1'H1 aMiflVh'rl 11 n 'fln mesma
icm o teode par
U *m ^raSt
v

_______________________________
Na fabrica de cerveja roa do Brum n. 76,
pra-se laranjas da trra a 640 rs- o cento.

I
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i____
...
Diario d PernambiigO ^ Sexta fera de Marco de 1873
fondn dmo L
'IMlCA D2 MACHINAS
A' roa do Bario do Trinmpho (rnii llra-i) ns. 109 a IC4
CARDOSO i IRMO
AVISAM aos Srs. de engenhos e ao publico era geral, que teem recebido da Europa
grande sortimento deferragens para engenhos e para lavoura, e quaesquer outros usos
e misteresda industria agrcola, o quetudo vendem por precos razoaveis.
J? OrmaS para aSSUCar pintadas e galvanisadas, de diversos tamanhos.
VaOOreS nor'sonties e verticaes j bem conhecidos nesta. provincia e fra della, os
*^ raelhores que teem vindo a este mercado.
MOendaS completas de diversos tamanhos, obra muito forte e bem acabada.
JVleaS moeilCiaS para assentarem grades de madeira.
JL aixas de ierro JttOaS u agua de diversos tamanhos.
XOOaS dentadas de diversos tamanhos equalidades.
CocertOS Mn^^mwmprompt'dioqualquerobr*Ott machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS Mnc,am t* Pr encommenda da Europa, qualqucr rsachinismo,
para o que se corresponden! com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ? incurabem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho ns. 101, 102 e 104
FNDI^O DE CARDOSO <& IRMO

GRANDE IJOHID'ACAn NO BAR-VIIIRO
10
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatrz n. 72
|E
LourencoPercira MendcsGuiraaraes
CASEMIRA l*ETA A 23500 OCORTE. | COIXA8 DE M*^,
Vende-se cortesde casemira pretapracal-' Vende-se eolias do fustto, decores,
Cas de homem a 2$500. 4*500, 55> e 6*000. J00 cada urna.
PANNO PRETO FINO A 23500. COBERTORES DE 1 '^nsY auados
Vende-se panno entelado propfio para Vende-se cobertores de pellos e pa|
calces epalitts a 23500, 3, 4*B000 o a 13200 .^^ A ^
MIDEZAS.
Soares Leite <& Irmos, com loja de miudezas e perfumaras ru do Baro da Vic
toria n. 28, peden muiu attencAo para os presos abaixo especificados, a saber i
Duzia de sabonetes|de amendoa a 23500
e336O0.
MIUDEZAS.
Lotos para notas 320 e 400 rs.
Redes, enfeitadas a 13400.
Resma de papel pautado o liso a 23600,
2*600, S3500, 43000 e 63000.
Caixa de papel amisade a 600 rs.
dem idem idem beira dourada a 800 rs.
Cai*a de envelopes forrados a 700 rs.
"dem idem de cores a 500 rs.
Caixa de pennas Perry a 800 rs.
dem idem a 400 rs.
PERFUMARAS.
Sabonetes de anjinho transparentes- a
23200.
Duzia de sabonetes com flores a 13500.
SabonetesGlycerim transparentes 13000.
Lindas c elegantes caixinhas de madeira
com perfumaras do aulor E. Cudray proprias
para presentes, assim como de pallia e pape-
lo.
MODAS E MIUDEZAS,
Jndispensaveis de couro da Russia para
senhorasa 103000.
Leques para senhoras a 23000, 43000 e
73000.
Vara de fita escoseza larga (novidade) a
43000.
Lamparinas gaz a 13000.
Groza de botos de osso para calca a
para ho- i 200 rs.
Grinaldas para casamento a 23 e 53000.
Duzia de baralhos francezes canto doura-
do a 33600.
dem idem boira lisas a 23500.
Garrafa de tinta rosa extra-fina a 13000.
Pecas de fita de velludo de todas as cores.
dem idem de sarja de todas as cores
Sapatos de tapete para- homens esenhoras
813200.
Abotoaduras para cohete 200 e 320 rs.
dem idem para punhos a 320 ts.
Talheres cabe de viado (imitaco) a33000
a duzia.
Ctixa de linha branca oom 40 no*ellos a
600 rs.
Idean -idem de marca a 240 rs.
Majo de fita ehineza a 13000.
PERFUMARAS.
Garrafa de agua florida verdadeir a 13200.
dem idem kananga do Japao a l{200.
dem idem divina a 13000 e 13200.
dem idem Magdalena (novidade) a 13500.
Garrafa com agua de colonia a 506 rs.,
17*000, 23M0, 43000 e 70000.
Frasco com Salsaparrilha verdadeira a
33500.
dem com tnico oriental de Kemp a 13600
o frasco.
MIUDEZAS.
Magos de trancas de caracol branca, a
400 rs.
dem idem lisas a 200 rs.
Duzia de pegas de cordo imperial a
320 rs.
Duzia de cachimbos p de gallinha a
23500.
dem idem de madeira com tampa a
33600.
Duzia de collarinhos bordados
mem a 83000.
dem idem lisos a 63000.
PERFUMARAS.
Frasco de oleo Oiza verdadeiro a 13000.
dem idem antique muito b >m a 400 ts.
Opiata muito boa e fresca a 13, 13500 e
23000. *
Caixa de pos para dentes a 200 rs. I e larguras.
dem idem de pos chinez, muito bom, a Sapatos de tranco, tapete, casemira e char-
500 rs. e 13000. i lote.
Mago de sabonetes inglezes muito supe- Chapeos para senhoras e meninas,
riores a 600 rs. Luvas de pellica muito frescas a 25500.
utu m mi:
Esmeralda
Acaba de chegar a este estabeleciraento um importante sortimento de joias de
ouro, do melhor gosto e qualidade que tem vindo neste geivero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderecos e mofe derecos com pedras fi
nas> etc., etc.
Relogios de ouro, de differontes gostos e qualidades, para homens e senhoras, desde o
prego de 403000 at 3003000, sendo estes ltimos de machinrsmo mais aperfeicoado pos-
sivel e guarnecidos com diamantes.
Ditos de prata de 163000 e 403000.
MJA DO CABUG N. 5
MOREIRA DUARTE covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina a 500 e 640 rs.
o covado. ,
CORTES DE BRIM A 13500.
Vende-se cortes de brim para caigas de
homem a 13500 e 23000.
CHITAS BARATAS A 240 RS.
Venderse chitas francezas largas, para
vestido a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
CUITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita finas para cobertas a 280
rs. e vado.
MUSSELINA DE CORES A 400 RS.
V vestidos a 400 rs. o covado.
FUSTAO BIUNCO A 320 RS.
Vende-se fusto branco para vestidos a
"820 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS FINAS A 360 RS.
Vende-se cassas de cores muito finas a 360
e 400 rs. o covado.
CAMBRAIA BAPTISTA A 400 RS.
Vende-se cambraia baptista para vestidos
de senhora a 400 rs. o covado.
TgJ'SrzZfG"'
Vendase saias brancas e de cores a 23000
e 23500.
TOAI.HAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas proprias para
rosto a 800 rs. cada una.
BOLSAS PARA VIAGENS A 33000.
Vendc-so bolsas para viagens a 33, 33500
6 LENCOS RUANCOS A 23000 A DCZIA.
Vende-se longos brancos a 23000 a du-
|Z,a'GROSDENAPLES PRETO A 13800
Vende-se grosdcnaples preto para vestidos,
1 a 13800, 23, 23500, 33, 3000 e 53000 o
Icovado.
MADAPOLAO FINO A 43000.
Vende-se pegas de madapolao, a 43000,
43500, 53, 63, 73000 o 83000.
ALGODAO A 13000.
Vende-se pegas de algodao bom a 43,
43500, 53, e 63000.
ALGOl.AO ESFESTADO A 900 RS.
Vende-se algodao enfestado a 900 rs. o
metro.
A LOJA BOM PASTOR
RECEBE
Apparelhos de mesa de C Christofle de Pars, fabricante de
plaqu o mais acreditado na Europa, tanto na qualidade como
na riqueza dos seus modelos.
Faqueiros era caixa, colheres em duzia, aparelhos de cha,
bandejas de todo tamanho, galheiteiros, serpentinas, castigaos,
saletras, farinbeiros.etc, etc.
Recebeu tambem
Grande aumento dequadros muitos ricos, com as estam-
pas, as mais bellas vindas nesta praga.
Recebe encommenda para o Porto, Lyon e Pars.
Fabrica de ornamentos para igrejas, e isnagens
mk
COSTURA DE HOWE
ESPEIHOS
de moldura dourada de. todos os tamanhos, tocadores de quadro, caixa e lineo, e muittf
miudezas que seria longo mencionar.
28 Ra do Bario da Victoria 28

Arados para lavrar a trra.
Carriuhos de mao.
Camas de ferro.
Cofres de ferro.
Cestos d'arame para fi
Foges de ferro.
Baldes de ferro galvanisado.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casa
Prcgos americanos.
Tachos de ferro estanhado.
Machinas para descarogar algodo.
Machinas de cortar fumo.
Cimento.
Salitre.
Balangas, pesos e medidas.
EM CASA DE SHAW HAWKES k C.
RUADOBOM JESl'SN. 4.
Aderecos de bri-
Jhantes, esmeraldas
rubins e perolas,
voltasde perolas.
Obras de ouro e
praia de todas as
qualidades.
SOARES LEE, IMOS
NICOS AGENTES
A'
Ra to Bardo da Victoria 11. 28
As mais simples, as mais haraas e as melhores do mundo!
Na exposigc de Pars, em 1867, foi concedido
Elias Howe Junioi", a medalha de ouro e a condecora-
gao da Legio de .Uonra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por .-ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na tnpoaigo de, Londres acreditam
estas machinas.
A
%6e
SAPEIRA
N.
NOVA LOJA
2 Ra do
DE
BARROS A
JOIAS
CabugK 2
III.HO
. Achando-se completamente reformado este estabelcimento, e
tendo os seus proprietarios feito urna importante acquisjgo de
joias as mais modernas vindas ao mercado, e de qualidades superio-
,jes,,convidam ao respeitavel publico a azer urna vieiu ao sen es-
tabelecimento, afirn de apreciar ^comprar urna joia, de gosto por
prego razoave.

Vnde-se a Vja de cagdo titte > ra 6 Mar-
ilioDias n.;ft.8, propria para prioiipante ; ^os
ao.
PKtendouies dinjam-se rna do Bom
oia, que aciurjt coa qem' tral|r.
.-H
0
.
i
vi+m'mHfw evo .hli.m
tur 4 v#
Veade*e, arrenda sa ou permuta-Bey poiv
trra que sirvm para plantar canoa, urna pdaria
it* no pato da-, feira oopevbadn dos-Mroten; a
tratar com sea prn#rietar no mesmo povoado; e
para ipfofmac^eg, com ps Sr. Rocha Lima & Gni-
n^ri*s,yi^na do Bom'Jesns(onirlqra-da;ruz) a.
i 6, ou com o Sr. Jicomedes Maria Freir, no
Cace do- Apollo, p'eU TJdade. j>
Ufe.'-
libra ou 1**0* kilo : na roa d IbniHo Diaa n
U, antiga roa Direita
-T^-^r
'H'-."+1.
-rr
mmm.
i ni
-
.^..melhDr prtda^ *' pm ttd genero a
obra, relalha-e por nr$o* 'ommodo? ; na rtti<
e Madre de Deas a, 9.
Cabe-nos o dever de annunciar que a companiia das macinas: de Howe de Nova-
York, estabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28\. m." deposito e agencia
geral, para em Pernambuco e mais provincias e venderem as 8fai.nad.'s machinas de cos-
tura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfica^ ^e trabalho,
empregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade delinha .que qualqucr outra,
e pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente* habilitados a
offerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vanfagens destas machinas sao as segu71's:
Primeira.O publie*) sabe que ellas sao duradosras, para isto prova neo.*11 ,,,stave a
circuinstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe e.m 6e8un"
da mo.
Segunda.Contem o material preciso pau reparar qualquerdesarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frceo entr9*as diversas pecas, e menos rpido estrago.
do que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feito i mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se n8o consegu
as outras.
Sexta.Fazem ponto miud em casemira, atravesando o fio de um outro lado,
e logo em seguida, sem raodificar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina.
Stima.O compressr levantado com a maioracilidade, quando se tem de mudar
de agulha ao comecar nova costura, w -'^
Oitaya. Muitas companhias de machinas de Cfstu/a, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao heje. quasi deacortvecidas, outras soffreram
mudancas radicaes parapoderenj substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe,mestre em artfi niechnicas, tei3 constantemente
augmentado oseu fabrico, e'hbje naoattende a procura, posto que faca 6^0 machinas
por dia.
Cada machina acompanha livretos com instrucc^ am portuguez.
A 90^000 A! "90*000
i
Ra do Barao da Victoria n. 8.,
D / irnrii (--..'''il aii^cnn* >i>n
RAPE REA
IMPERIAL FABWG
DE
MOREIRA & (
BAII
Jm
Moreira & C. solicitam a attenco do publico da yiovim-ia de iVrnam-
bucopara o rapAra Finaproducto de fbrica pertencente a lilhos
do paiz, e cuja qualidade est conhecida perfeitamente igual do verda-
deiroAra l'retacomo o fabrica a casu priiiiiti\a na Babia, tendo alm
disso a vantagem de ser viajado.
No intuito de tornar conheceido devidamente apreciado o rap Ara
Finaos annnunciantcs acabara de autorisar seu asante em Pernambuco,
a acceitar, mo grado, os obstculos e diratos de introdcelo, a bita da
concurrencia, ai'oinpanhaiido-a nos abatimentos de preco at onde for
isso compativel com suas forras.
Os aniiunciantes esperain encontrar na nobre populacho de Per-
nambuco, o apoio que tm jus a actividade e os esforcos que ellesteem
empregado para, por assim dizer, naeionaliserem um ramo de industria
que at boje s ao estrangeiro tem aproveitado.
O deposito em Pernambuco no escriptorio do Sr. Domingos Al-
ves Matheus, ra do Vignrio n. 21. As vendas sao feitas em libras
ou meias libras, vontade do comprador.
Preco 1-5000 a libra, com descont de 18 0,0 em porcao de 10 libras
para cima.
Bahia, 21 de fevereiro de 1873.
Joreira cfc C.
.-yo *"*yzf>~~
iii^tt ci M y '$& MM MM P^
IZE0 DE JOIAS
N. 4 Ra do Cabug N. 4
JOSEPH KRALSE & C.
DE
GOMES DE M VTTOS, IMLlOS
Neste importante estabeleciraento, o primeiro nesse genero, contina a
vepder variado sortimento de joias, sendo de brilhantes, esmeraldas, perolas
e rubins, com grande reducto de prcgos, porque recebemos directamente
da Europa, por todos os paquetes, lindissimo sortimento do que ha de me-
lhor em ouro e pedrarias de valor.
Os proprietarios do ML'SEU DE JOIAS, sero constantes sempre que tive-
rem occasio de verem suas palavras confirmadas pela voz geral, de que o
.ML'SEU DE JOIAS vendo seus artigos a precos niui limitados.
Alm do variado sortimento de joias de alto e pequeo valor, acha-se
expsito obras de prata, de todas as qualidades, refugios Iindissimns c de
acreditados autores, para homens e senhoras. Ditos de prata para todos os
precos. Caieiase trancchns do todos os gostos, e tudo o mais que fr de
manufactura d'ouro ou prata.
Sao avisados os senhores de engenhos, fazendeiros o lavradores, que to-
das as joias sahidas do MUZEll DE JOIAS sao garantidas.
km
filos francezes sextavados

K
Ue 45^000 a 55-000
o millieiro.
F ... '- fabricados de barro vermelho con-
,, 2 J T melhores e os mais econmico*
pelfsa b^ratza" vm Udri,har os PrtmeiltOS
arreos dis w *r'luaPt,J)Ouco mais custan-
AiTJ.n^?' P*"2- ^ 9em compara?ao
do do que os fe.tos n. ^ ^ limpeza [le q\ie ;
alm disto menos da .
re, j reprovados, e
quaes nao estao'
vs fortunas, e s
galas priiici-
no emprego
^r-DP{//ljir/VS C
Si 55B4 Sebastopol^
Q.
'I'
i purgativa!
alguma, superiores a
sao susceptiveis. Custam,
decima parte dos de marmo.
dos de differentcs mosairos, o
eertamente ao alcance de todas
wo empregados e proprios para a*.
Saes.
Bstee
- ...
\ CM^rtir
REFRESCANTE
OEPUfA)
Alm da vantagem que ha Kg
estes lijlos para os pavimentos terre melio-
de campo, teta estes anda a de serem os ,g no3
res e mais prorT.'fos para ladrilhar cozinln. -,uco ,
DEPOSITO GERAL
HA
Pharmacia e drogara
DE
EARTIIOLOMOT A C
sobrados da cidade, peso, estando mais que" provada a convenUc. *l^ ^d4
de serem assoalhadas as co*Jnhas todas de tijolo,
--------------
S V
os a
;. -..'i
- Superiores cortes de cissi^d cor, de pfjjifjdy eti
saiis; cbmpanhados dos competentes figuros a W 0*4
fteiro de Margo (antiga do Crespo] ,, 1, loja das columnas
cellos.
o corte
a'c^ barra e d'daos
e, Vndeme na ru* PrtV
1 Antonio CorrJid#oTa*-.
e nao s a parte junta ao foga^- no que at as
companhias de eguros se devruWri nieress.V.
Vendem se nos aiTT^W1 de tarmha de Tasso h"
.maosAC^cae^doAioo,
Vende-se nma vitella
d Mwcelllnb los Lopes.
no sitio do Ario".!*1,
' _L
Venderse-ou alugi-se
o sobrado n. ,' da ra do Rio, na fregue-
sa do P*co la Panella, com 3 salas, 6
^ t wlea, despensa, cozinha e quintar mu
I031 "''.(o i..^'0-W^ai* (COOcertado, caiado e
k09'
do, Ci
A/awita verdadeira l|J|Bt
Contina a wnder-se nalraveesa da ra das; -----r,
UWS n. 4, e ra do Vigarw n. 16, peto^ren de
WOrs.alibray.(m.pacote.
.^, io^o : a tratar 9om
o commendador
iSli
-----------------> 1 ;------------------
de mandioca.
Vendu-se farinka.asacada de superior qualidadt
e a preco ommodOy a Waar-*e no, eserptrio
deSilva4 CacSo, I ra do Marmezde Olinda
n. 60.
0 baeal*oTa*K"hXjL v.
dJia' : no csm da A,lfde| n. .
Tasst Irml,is.ac fii*O0 ^1 t
Vende-se cal nova ^-h
prego do que em outra parte
Affonso n.

tOOa
lll,
na ru de Pedru
PAGINO) INCQRRETA




6
Diario de Pernambuco Sexta feira 21 de Manjo de 1873.
Fazendas em liquidado
/ NA '
3
N. 60 Ra da Imperatriz K 60
DE *
PEREIRA DA SILVA <& C.
Teodo o proprietario deste importante estabelecimoiito, grande vontade de liquidar
todas as fazendas que tem em ser, tem resolvido vende-las por presos muite mais baratosjdo
quu se vcndem era outra qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, razSo por que con-
vida o respeitavel publico a vir sortir-se, naos de umavultado sortimento de fazendas ep
tai, como tambem de grande sortimento de fazendas finas e dos mais apurados.gostos.
E previne que_s vendo a dinheiro vista, por estar em liquidado.
OFFICINA DE ALFAIATE NA L0JA DO
I,I1E\U)1\ES
COM USTK AS DE SEDA A 80 RS.O GOVADO
O Pavao recebeu um elegante sortimento
DE
PAVAO.
Neste grande estabeleeimeato encontrar
o respeitavel publico, orna bem montad.oi-
dasmais lindas grenadinos pretas com listrasj cia de alfaiate, onde se manda ejecutar
de soda do cor, tendo entre ollas comlistra qoalqner peca de obra, tanto para homein,
rosa propria para luto, auo vende pelo ba-; como para meninos, com a maior.pres-
ratissirj > pre$o de 800 ris o covado ; assim tesa e perfeicio a&sim como para qualquer
como dita muito fina com bstra encarnada,' loto que de repente appareca, toado oa mes-
que Tcode a 19000 ris o covado. Esta ma officina om perito official destinado para
faxenda voio pelo paquete chegado ultima- farda dos Ilm. Srs. otciaea de goarda na*
mate da Europa, e liquida-se na loja do' cionat oo tropa do lioha, sendo esta officina
Pavo A ra da Imperatriz n. 60. (dirigida pelo babil artista Pedro Celestino
CAMM US ABERTAS PARA VESTIDOS A
95000 o iOJdOOO RS.
O Pavao recebeu um clegaute sortimonto
das mais linas cambraias brancas, abertas e
bordadas para vestidos,-que vende pelo ba-
ratissimo precos de 09, e 10*000 rs. o
oorte, leudo bastante fazenda.E'j)echincha,
na laudo Pavao a ra da Imperatrts n. 60.
LSLNHAS BORDADAS A 400 RS.
O COVADO.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
das mas linda? lsinbas-transparentes com
florzinlias bordadas, tendo de todas as cores
inclusive roxa propria para viuva, e vende
pelo baratissimo preeo do 400 rs. o covado.
E" pediiii.lianaloja do Pavo a ra da Im-
peratriz ii. 60.
GRE.HADINES A GiO RS. O COVADO.
O Pavfio recebeu um elegante sortimento
das mais lindas grenadines pretas com listras
brancas o de cores, sendo muito boa quali-
dad<\ e vende pelo baratissimo prego de 560
rs. o aovado. E'pechiucba na loja do Pa-
vao a ruada Imperatriz n. 60.
COBERTAS DE FSTAO ACOI.XOADAS A
4-7000 RS.
O P.uv.o recebeu um grande sortimento
de cobertas grandes de fustao, acolxoadas,
(onecidas com franja em volta, tendo bran-
case do todas as cores, e vende pelo baratissi-
mo proco de i, rs. E' pechincba na loja
do Pavao a ra da Imperatriz n. 60.
CHAPEOS PARA SENMORA A 129000 RS.
O Pavo receben- uin elegante sortimento
dos mais modernos chapeos depalha, rica-
BB6Qte eifeitados, para scnbora, com osseus
eomoetentes veos, c vende pelo baratissimo
pree, i de ti?;) 00 rs. E' pcebincha na loja
O Patio a ruada Imperatriz n. 60.
LAS MODERNAS
0 Pavao vende um bonito sortimento de
lisinhas Sistradas, sendo das mais modernas
que tem-vindo ao mercado, pelo baratissimo
preco de 560 e 600 rs. o covado. E' pe-
cbii ha na loja do Pavo a ra da Impera-
tn: n. fi0.
. EMPACAS LAYRADAS A 646 RS.
0 COVADO.
titegou para a loja do Pavo um elegante
ortinteiito das mais bonitas alpacas do cores
I, sendo as cores mais modernas que
iod para vestidos, c vonde-sc pelo ba-
ratisiimoprego do 640 rs. o covado. E'
,. icha na loja do Pavo a ruada Impe-
r t ,:. 60.
C*rtefi 1<* cHinhrna. iilticun uo-
vi(s.ade, a 9&000.
0 Pavio receben pelo ultimo vapor de
Europa cortes de cambraia branca comba-
ba;: ibos ricamente'bordados, tendo fazenda
ufficoente para vestido de qualquer modelo,
est vest los Sio os mais mo lernos que tem
: m lo, e pela sua excessiva bara-
tan, torna recommendavpis as senboras
del* '. Bazar do Pavo, ruada
,':: n. 60.
LENCOS A 2*400 A DUZLL
V, Pavo ten urna grande porco de len-
rancos com barra de edr, muito bonitos
B i qualidade, que vende por 2-2'fOO por
ter; irgo,
t) los brancos abainbados muito fi-
i 2&SO0.
. chiiicy.es com barra de cor, muito fi-
nes i 9500. E' grande pechincka, na loja
' t.
Iloiuciras a3#0-
0 Pavo recebeu pelo ultimo vapor, um
!.-. .i sortimento deromeiras pretas de f\\
i lpicos, com lindos enfeitcs pretos e de
-, c vende -pelo barato prego de 35000
, por ter grande porcao.
todos de seda ricamente enfeitados a
PARA O CARNAVAL.
E>II1M
( Pava) tem um grande sortimento de do-
l) lasas finalidades gostos. proprios
) carnaval, tendo tambem do merin6
sea muito interessantcs, que vende ou
? .- por precos muito barat >s, por ter gran-
I rga ). "
LF.\T.O'E3 DE BR VANTE.
0 Pavio vende lengei de bramante mu-
t~ pandes, sendo doum panno s, pelo b-
ratjBaino prego de 2Ji0f> cada cm.
MADAPL6ES.
EtQaa &? madsnolo francez mnito fino
C-xa 20 jardas a 5J50C e C600.
{>tr>s c'im 24 jardas muito superior a
10500 7,>-O).
t iiffet fazenda mnito fina 5#000,
es-., :;ao at io-'iio.
]i)3 franeexe e inglezes muito fiaos de
40 tfoi o^ra diffurentes precos.
' ALGODOZiNHO.
O Pava) vende por prego mnito barato
.:*> de atjjodaotirroo americano muito
bon eoia 18 jarda? .tj>00P.
Dit> coa 24 jarM^a 4^500 e 50000
fc&ooo.
Ro largo marca T muito eocorpado a
: ALGODO BNFESTAD0.
i ^*
O PavSo vende o verdadeiro e aopenor
iljpidoiiaho de daas largaras para leoges,
jarcio maituocorpado <3 f0 cada vara.
Diio t'tiic|| daai9a!Dlargora t3*80.
ODRTely W ^ ^'^ e mso.
.() ftfcw- veod vOft^j :a rtntas frncezas
} iwan'-coro'10 covado* pl5 dft&inuia prego
ti tV cadafcqrte. -
^ TJah! com ii covado peio prega do
: ir,
Soares de Carvalho.
ESPARTILHOS A 35000.
0 Pavo tem om grande sortimento de
espartilbos, tanto para aenbora como para
menina, qbe vende pelo batato prego de
30000. Ditos muito finos a 40Q3O e 50000,
sao dos mais moderaos qae tem vindo ao
mercado.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
CHITAS A 240 RS.
O Pavo vende chitas francesas proprias
psra vestido, sendo muito boa azenda* com
padres claros e escures, pelo barajo prego
de 240 rs. o covado, por ter om .leve lo
que de mofo : pechincba.
LIQUIDACO DE CALCAS DE CASEMIRA
O Pavo tem um grande sortimento de
caigas de casemira de todas as corea e qoa
lidadds, para todos os pregos, e desejando
muito limida-las, resolven vendadas, por
um prego mnito em cont i, para diminuir
grande porg5o.
CASSAS FRANCEZAS.
O Pavo vende bonitas cassas- francezas
com bonitos padres, e de muita pbantasia
pelo baratissimo prego de 240 e280 rs. o
covado, sendo fazenda de muito ma dinhei-
ro, grande pechincha, na loja do Pavpo.
BOURNUS A 16JW00.
O Pavo recebeu pelo ultimo paquete da
Europa, bournus dos mais lindos gosto que
at boje sao conhecidos, e em relago ei-
cessivabarateza, convidam-se as Exnaas-:ras.
para as vercm, para assim admirarem 0' que'
ha de mais novidade neste artigo.
CORTES DE CAMBRAIA AgPOOO.
O Pavo vende cortes de cambraja bfanca
com listas e lavores da mesan cOr, tenqo fa
renda para um vestido, e vende pelo barato
prego de 6?M)00, por ser grande pochincha.
Ditos muito finos com babadinbos brancos
bordados-a 85000.
Ditos ditos com listas de cores a 4J5000 e
55000.
Ditos de cambraia branca com 20 metros
de babadinhosde cores a 95000. E'grande
pechincha na loja do Pavo.
BRAMANTES PARA LENCO'ES.
O Pavo vende superior bramante de al-
godo teodo 6 palmos de largora que s
percisa de 1 '/i vara para om longol, me-
tro 10600 e a vara 10800.
Dito de linho paro superior muito eocor-
pado com i mesma largura a vara 20400.
Ditos francezes mailo finos a 20500 e
30000.
Pega de Hamburgo e panno de linho com
20 e 30 varas, para todos os pregos e
quadado.
Pegas de bretanha de poro linho, tendo
30 jardas pelos pregos mais barato qae se
tem yuto.
Pechincha de finissimo esguio sucelena
com 6 jardas 7#000.
Pega de finissimo celena com 30 jardas
a 2&&V), atoalhado adamascado com 8-pal-
mos de largura a vara 20DGO.
CALCAS DE CASEMIRA.
O Pavo tem um grande sortimento de
siga de casamira, assim como cortes os
mais modernos que tem vindo noa ltimos
ri..'tiri)s e em fazenda das mais linas e mais
novas ao mercado, e vndese por barato
prego para aporar dinheiro assim como cal-
as de brim hranco e de cores por pregos,
mnito razuaveis para a:abar.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS^
A /05OO, 80000 E 10000.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados para cama e janellas, qoe ven-
de nelo barat) prego de 70000; 80000- e
100000 o par, tendo at por 180000, assrm
como colchas de damasco para camas do
noivos, e grande sortimenio de tapetes-tan-
to para 4cadeiras como para camas, jw.pos,
portas, etc., todo vende por pregos. razoa-
vels.
CAMBRAIAS.
O Pavo vende cortes de cambwia trans-
parente propria para vestidos 50500 e
30000.
Pega de dita mnito fina coa 10 jardas
tanto tatada como transparente a 40000,
50000 e 60000 ab a mais fina que ver
o mercado.
CORTES DE PERCAZ.U COM DUA3SAIAS
tk 40000.
O Pavo vida bonitos cortes de preqalia
com duas.saiss, sendo fazenda de milito
gosto a 40dOO, ]oeehncha.
BAPTISTAS DE GRANDE NQVI&ADE
0 Pavio venda ora graftde' sortimenio
das mais modpmis, baptista^ com lista dn
e&r, pfopriaspua'veAido, com as cores mais
novas qae tem viado a o mercado sendo
mnito mais largas do qu- as chitas francesas.,
e vende pelo hsratisslmo prego de U90Va.
MU .t
nitas e mudcriias otras de phautasia,.sondo :
Brinc s e craiea pretas, com dourados e podras.
Ouw da n adrep rola queiraada cora bonitos
enfeites de delicadas flores.
utro c"e a > dourado cm p age tes de coree.
Outros encarnados e de bonit s moldes.
Rosetas 4,flW.dMrd0<6ra ped{as>rBcas,
Aderoco ^aiadrej^a
Ditos droAs^ptB^eamaphco pre^p.
Ditos encanadas,
Ditos imitando ralbas e flores naturas.
Ca:soJetas de madreperola
Voltas de grossos aljofares de cor.s. >
Outras de ditos pret ^wa^dunrados. -
Pulceiras de [;irurii cozatlourado.
Outras pretas.
Grampos pretos de core?. c
Itunitas abotoadiras de flnoudourado, cm ner
dras, coral etc. paaV aberlorqjfle camisas.
Botoes dourados e^4c.^oj||ras qualidades, para
aberturas e collarinhos.
A loja da Aguia.Ilraaca, ra doDuqne,d
Caxias n, SO, refobeu bonit s letnies d-perfeiu
phantasia, prp o cp doorado, a^oatros de apu*
rados gostos; assim como receben os ros de ma-J
deira que se confunde com o sndalo, e tem el-
los lindos coloridos n > c ntro, e^ajnda assim ven-
de estes pelo barato prego de i.0CD cada um.
Vasos de crystalpara tillet.
A loja da Aguia 11 anca, ama doDmjge.de
Caxias. ,n. 50, r, cebeu. bpnjlas garraflahas'detTyj-
tal em par cm ramgens flouradas e niui pro-
prias. para arranjos de toilt, ele,
limis e colares elctricos
,Aioja-d"agua branca ra Duque de Caas
n. 50; recebi nova-remessa dos proveitosos an-
neis e colares elctricos, e continua a recebe-los
mensalmente, pelo que sempre estar prvida de-
taes objectos.
Diademas dourados
A loja d'agua branca ra Duque Se Taxias n.
50, recebeu novamente bonitos diademas- dosrados
e enfeitados com pedras e aljofares, obras de gos-
to e phantasia. Tamaein recebeu novo grampos
liretos ou alnetes p.oir^Jlenes para a cabrfa.
Lieques com' bouquets e ou-
tros chinezes.
A loja d'ajjnia,branca na Duque de Caxias
n. D, reeeliu nna pequen a (juantjdade daquells
bonitos leijues cuui tumquets e outros chiaeres.
Gold creroe para refrescaf e*
amaciar a pelle
A toja d'aguLi braiica a ra Duque de Casias-
n,0,Tece8eu coM crementos afamados fabrican
l^e Ldb.in,>Lgrai e Conday.
Diademas e granipos de
a^o-
A loja da agn> branca, ru do Duque d#
Casias n. 50, receben novamente Bonitos diade-
ma e- graipos de apo.
Bfcos de seca pretocom
flores db- coresv
A luja daaguia branct, ra do-duque de
Gaxiae receben, como novidade bonitos- tucos de
seda- pretos com flores de cures, sobresaatisdo nel-
les o prolo com .encarnado, todos mtii pToprios
borras e outros- enfeites de vestidos de gra-
Obras de phantasia.
do Duque de
Caxi s n. >0, ccdieu um bello sortimento de bo-
A loja da Aguia Branca, a ra
MACHINAS
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costqra, das melbores qualidades qae existe
oa America, das quaes nanitas j sao bem
conhecidas pelos seos aotores, como sejam;
Weer A Wilsop, Grover & Boka, S'den-
cioaaa, Weed a Inaperiaea a entras murtas
qoe eoa a vista devaro agradar aos coa-
pr a dores.
Estas machinas te a vanta-jem de fazer
o.trabaiho que trrata costowras podem
fazer diariamente e cazem cora tanta per-
Jeic3p cwaw aa mais perlfeitas. csinreiras.
Garante- a saa boa qnsiidade e ensina-se
I trabalbar com perteico em men de urna
hora, e os precos s3o tS) coraouios qo/5
devem agradar aos.pretesdeBe*
f
Pede obter em pooco lempo, com puso doelbor dos licoresa {jamada
HESPERIDINA
Fazjoiro annos que conhecido este precioso tnico, a ifflcil acbar orna pesaos
qoe, teodo experjmentado ptssoalmeole, n3o falle sm sep Isior, i c#mo bom estomaca
e apelUador, tomaodo om calix deJU JAMft de jajHw.fln Cfimo iacilitajior di digestic
t Mmaodo-se depois.
ABASE
da HESPERIDINA a LARANJA AMARGA, nao ha om s habitante da BRASIL (aierri
especial das laranjas) que nio conheca as propredades medicinaes da dooradi raela,
ora bem, a
em seo estado natural tem um gosto pouco agradavel, e o Berilo di Heeperidina con-
siste em reter suas boas propredades, e ao mesmo lempo aprsenla*!? como
EXQUISITO LICQE
A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL oso tem nada qoe iovejar s
melbores importacoes europeas da catbegoria semelbaate. Estas, quinde muito, pieai
ser gostosas, porto a Hesperidina a combinaco perfeita do
AGRADAVEL SAMTEL
Para prova de qoa um artigo do qoal pde-se lar ioteira eonflaia, pr ser purc
e innocente, basta dizer-se que foi plenanaenie approvada a aotorisada peta
JUNTA DE HYG1ENE
do Rio de Janeiro, permiltindo sna livre elaborado na imperio; outra
BOA PROVA
a aceeitafo geral que tem em todas as partes onde aareaaaaada. Em 186* estabe-
lecen-se a primeira fabrica em Buenos-Ayres \ aa .1869 a wgonda em Montevideo ; s
oo dia da chegada de S. M. O IMPERADOR ioaoguroo-se a fabrica qoe aetuatatote
trabalba na eorte. Em Valparaizo e em toda a coala do Pacifico tem boa aeceitaeao.
taato qoa rara a casa que considera completo se aparador se ama garrafa da
para b
ou. medina. e outras- fazendas Rmxtparen
tes. Pela eommodidade dos presos esse bes tor-
nam-se mais cnmmodo,s e jwta novidadS'de gusto,
preferrveis-a quaosqaer outn enfeites.
Veos ou m&ntiiias pretas.
A loja da aguia braaca, roa do Duque- da Ca-
xias n.- 50, re.eebeii bonitos- veos ou r.iantinhas
pretas de seda com Hoce*, e outras a imaca de
croch; e vonde -as aelos baintos prejos-de 3S,
i e 6|O004 A /azanca boa o est m. perfeito
estado,.pelo que conna a> terpiompta-estrac-
cao.
Diademas e- aderseos de-ma-
dreperola.
A loja da Aguia branca > ra do Cnque de
Caxias n. 50, recetan urna pagena poreTu de
diademas e aderoco* de maiMapenola, obas de
apurado gosto.
Perfeianiio^de.
Grampos com borboletasy bezouros- &-gafar
nbotos dpi>rados e- eouridps
A toja da aguia llanca, i una do Dsqoe de
Gaxias n. 50, recetan novo& grampns oom bor-
)bo)eta% boiouros c luxfautt"v. s. o que tbrerto c
perfeka noviilde. A quaatidnde pepnaaa, e
por isso em breve ^e acabara.
Novas golmhas ornadascom
pelucia. ou arminho
A !oj a aguia tranca raa Duque de Caxias
- 50 receben urca |iequena qnantidaAe de bon i-
s e-novas gollinhas, traballio de la a seda, en-
neifadas com arniiiho, obeas c.-ias de,- muito gosto
c inteirmente tovas.
Grrampos,. briiteos e tozetas
usurados.
Aluja da aj.ta braaca* ra dw Duque
Caxias n. 50, receb?u novamente. bonitos gr.amr
po3> brincos e- rezetas dourados ; assim como
noves diademas de ajo, econjo sempre conij-
na.a veiule-tws por pregos razt>avts.
Pito assucaradas de BristoL
\#kQ COIKnOf NEM CV30MELAN0S RBU NENHU
0UTBO MINERAL.
A> grande necessidade e falta de um car
tnartice eu de urna medicina purgativa, ba
muito qut> tem sido sentida, tanto pelo po-
voj como- mesmo por meio di< faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
procer que sentimoe-, em pod?rmos com
toda a confianza e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes amtcaradas e Bristol,
como urna- exeellente medicina pwgativa, a
qnal encerra em si todas as partes e mais
ingredientes- essenciaes; tomando-so em um
parfeito, saguro e agradavel cathartico de
fsmili. Rte remedio nao composto
dassas dragas ordinsmmente ssadas na
composico-dessas pululas, que per abi se
vefidem, mas sim, se-preparadss- com as
mais finas & superiores qualidades-de raizes
medicinaes-, hervas e plantas, depoie de se
Qawer cjiaieatoente Ostraldo e separado,
os-prineipies activos, oa aquellas partes
rae coote#R o verdad3fFf> valor medicinal,
aquellas pfcoes fibrosas inertes e agres-
tes intoiranoite destiaiiias da vr.w,x \irtn-
d__ Entro essos ageEies- activos ou ingre-
iwHes esfieeificos, [.demos nostvr a po-
ifxjthgtH, a qnal segundo a experiencia
cam demonstrado, qww& um poder o mais
jarnvilhoso possivel sobre as rsgioes do
fijado, assiia como solare todas as secre-
tes biliosas. Isto stecombinacao com o
}eptandrm> e mais a'guns extractos vege-
tis e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e Jsaaam urna, ptiula purgativa, tor-
oando-se por isso rauitissimo superior,
qualquer urna outra medicinal da mesma
ua-tureza,. que jmeis-fora aprasentado ao
publico. As pilulasr vegetaes afumeafdas
ie Brisad, acbar-se-bao sempna um reme-
dio prompto, segur e eminentemente er-
caz, para a cura 1& molestias, tacs come
sejam as seguintes.
Hyuropasia dosmem-
bres- ou do corpo:
Vende-seo sirio da estrada da Cruz do .'tinas,
fiue tica odre o dcominendador Tasso o o do
dvsembar^or Doria, om rasa rntes arvredosj grande baixa oe capia, etc.,
dando os fundos panes, estradaidifstrillibs- urba-
nos ao p da estacan da Jaipeira : a taalnr na
ra .do Amunm a 37".
sacc.
Na ra da Madre de Beos n. 7 ; a ella, em
qnanto nao soanaha.___________________gw
'Xarope- d'agriao do Pr
Antigoo conceituario medicamento para
cara das molestias dos orgaos. respiratorios,
como a phiysjca, bconchites, asthma, etc.,
applicadb. ainda cosa ptimos resultados no
escorbuto.
Vende-se na pkarmacia e drogara de Bar-
tholofliou & C, ra Lirga do Rosario n. 34.
Vende-s ion xabriotet. i ameneana, 4a dous as
sentos, 1111111=. levo o en -bom estado : para ver
na coebeira do Sr. Cerino, ra du Hospicio nu-
mero 86. '''
Cheg ram.J
Crower &
sera
n'agujhas i*
o fabricante
cada covado.
Botinas
.


tu

para senhoras, a 6$QQQ, na
i (te jrWSo.'
^ Pereira daSHW* 'C. reeWam falo ultim
vapor de Eqroila, um elpgante"gortirnento tfct
tinas pretas e com delicados -enfeites WcWi
proprias-para senhoras, garantinda-'se,sereiV3.
niwJerca^oiajai florn
romluaMpoii
e vcndem-|
wWM
&-.inmo6 'JH-nn M
usavs
rea fabricantes de Pars,
s*,polo barato pKa ? #* B
vao, -roa da Itnperstrkt a. 60.
Mobilia.
Vende-sc mna" nJnbBi dd laearand.em
perfeito ostado -.'tnr M hla
Deus n. 5, 1. anfial } f\ |i:|T|
Mr, tJ'
Ultimo gosto.
Cadeirasfptas ddrad I mafttfctadas to rt
dfeperola : nos armazens de Tasso Irmao 4 C,
no caes do Apollo
eupepsia, ou indi-
gesio,
dAstscgencia, oiv.
ps^p do yeira
h;tual,
izia. do estomago
Catuloijcia,
Penda de apetite,
giitumago sujo.
O bornea* velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O bomem doente toma Hespwidioa para obter
O bomem dbil tocaa Hesperidina para oUer
Nce- bailes as donzellas e os mojos tomam a heaparidiaa par* ebtar boa cor
animaco dorante oa loucogyros da
BARROS JUJKHI- d- ., ra do Vigario Tenorio m-T, 4o andar,- wceberam aste
grande especifico, vummmm nos depsitos seguintes: .
Joaquira Ferreira boba, roa da Imperatrix
Zeferino Caraeiro, rna do Commeroio.
Marzelioo Jos Gonealves da Fonia, ra da Cadeia ti 2.
Aotonio Gomes- Pfres & C, rna da Cadeia.
Antonio Gomes Pires &C, caes 2Sde Ncwmbro.
Gomes d- Irma botel Passagea.
Samuel Pwe? Jhn^
ton & C,
jtim to Ajpollo t>. 3R e #
'.>; Fazea soieuie as seus i;j'aeit>< qut : Os- (woprieiarios- scwe^s aos MlaiN de eng-rabo e-mais
! -. que if-s) esiabelecido -usa lundi-
W niudaO o seu iit^oaiio o* incniu*s a va-|icao ie Into e ttrjttiq a roa do Sroa>, jan- f:^5
i> or, mofnd&s e asas da vano acrnO-tada
^;^v> fabrica de Low!tor para u n ApoJ,*.
|M 38 e I >.- iwde .---nnnara a :ef o mesmo .-?or-
yZy?}. iim*i' aii FaiaJj) Sian" ujbcm i>ae leein feilc-am
arraaju cora -\ umh;o g*r&l, pelo iju po*
dei,- i.v-, .!- para assoatar qua>per
macimismo e mesmo araailo.

e3
c2
Avp.irtibi>. ,nrx
tibmm* j.Mi-.-ir, *, <^ste WW fiAfr Oii fJiHGAL
nicos mates ^m PwaatDDucu fBBdica*cii.
?ara tratM m suu ._^-e:->pn>r: a rna do .\}vh u. 3H .-. 'Ai.
t a esUcao (Je bond, onde apontarao tA
(raakpaf obra cao npwnpiidaMi f^C
>* ow.-.iiii.r /ajbw as pessoaa qoa qnei- ^-&.
na thar .- iJo -e servia dejia- &%!*
rero oni!iuiva-b> era casa dea-Srs. Sa- ^&^
mu) W'W.-r Ji >- *o* A ('. a raa do Apol- *J-'v
lo s^ :5Se U), >. tdi'wai "no ii OieW.ni 'uiendsr-.M. fy
"te
Cadeifas oratorias com absent de pn^inha
104000 coda urna no caes do Apollo, arma-
em d Tasso lrmo A C.
ft
Depsitos para agua
Pequeos e exoellentes tanques de ferro gilva*
diado, para 4, 6.e 8 baldes nagua, ha para ven-
der por pltM rasoaveis : a tratar na ra do
fenpenador n. 'i-
Cervej
a
Affectjes do ligado,
Idriia,
UeHKuxpdias,
Mau balito, e irragn-
oridades do sexc
femenino,
5>pres de cab>?a.
in)! todas as molesiias que deram
sua oi'igem a massa do. saugue: a salsa
paxrha de Brsiol esse snelfior de todo
os purificaderas dove sor tomada conjun
lamente piulas, pois que estas
suas medianas, teado sido expwssamerite f
preparadla para obrarem de harmona ira
com a ouira.quando fielmente ^ssimse faz.
lo nos resta a menor duvida em diaer
que nomaior numero dos casos, odemos'
alfiancar n5o s um grande alivio, carao
tambem urna cura prompU e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
icha n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
Aoa ^oimores acadejiiicos
Vendein-se a seuii)tes obras de direlto, com
pouco uso '.
' ATirens, conrs de droil naturel, I val
Prfeira Brges/diccionario jurdico e commer-
fial. t vol,
(iukot, bistoire du gvernement represeutatif.
vos.' l
Liz Teixeira, curso de direilo civil, 3 vote.
MackcMay, Mamil dDwdt Hnmain. 1 vol. etd,
E umitas outras quo aeria enfadonho niencia-
^ilri\veggcjMl, |ipl^"-# a rua do Calinga
ChjegueB) a h%\\e pechin-
cha a 4.^000
o sapeo com detpuias.do pilho.: 4 trais
- VichVAngelo,'oVna ra Ba Cadoia'rtft,
tar no tra-
primeiroi
andar.
-r Vende-se,
tftf'crlMilo: dS
dt( Ha ofei^
JifciajroBrno.'i

Veide^
iHftfWioii't
b "AMMi
f
IA7U AI 11,
Em seus armaaens rua do Amarim
q. 37 e caes do Apollo n. 47.,
tem pera vender por precos commedos
Tijol* encarnadas sexta\"os para ladihu.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portlad.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de dcscarocar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da ltussia em barril.
Pliosphoros de cera.
S;\g em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
I.8ntidias em garrafoes.
rdium da ajmaica.
Vinho do Porto velho engarrafada.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho do Scherry.
Vinho da Madcira*.
Potes coai.linguas edobradas iaglezas.
Licores tinos suriuii.
CSgnae Gaulhier E1res.
Latas de toucinbo inglez.
Barrb com repolbo em salmoura
"AlECF"
Vndese a terca parte de una grtale ebe&i
casa, bem acabada, terrea, sita na roa, Augusta n. j 1M) plaCtUC*
9^ hoje Coronel Suassuna n. : que.n quifer All)arra KibilC0 4 c wnHn mari^, com_
comprar ilirda-se a rua do Senhor ttom Jess rk}.^t^ para senipras, anteado i par do pule-,
SO, andar, a entcnder.se. con\apessoa que se ^as Kf-dl. brincos, 1 altoete, i diadema e
actia sntnriBada a etTectuar a wada. Adverte-se-, 4 jlor ,)an ..^ho, tU(5(> d tartaruga e de co-
ao comprador que as outras ditas partes .nertcn,- raj oa adoreeej, nidalbas e brincos de pla-
cem ao Si-. Themotoo Pin Leal, possua,. mito
capaz.
L A verdadeira. cerveja da Pavira, marca ban-
j deira, de superior i|ualidade : vendem Tasso Ir-
maos A C. em seu armazcm da rua do .'.i...,-.:o
'uiiier.i 37.______
Fio de algodao da Ilahin e cal de Lisboa, re-
centemente ehegado : ha para vender no es-
critorio de Jo.iquim Jo Goacalves Beltrao J Fi-
Iho, rua do (tommercio n. o. _
"W^TEHAMBRGr
As mais recentes e memores.
Vendem-se na pharmacia e drogariadeBar-
tholomeu C, rua Lagadosario o 8n. 31.
VENDE-SE
Vende-se um sitio uom urna casa terrea d#
[pedta e cal, tendo 90 palmos de ftindos, tm
rhos proprio : rua. da Floresta n, % em Olin-
1 da, para ver e tratar na mesma caso.
Tavcnia
Vcndcrse.a tavecna da travessa de. rua das Cru
es n, 6. com poneos funds, proncia i ara princ
piante : a tratar na mesma.
Fazei\tias barata 0
A
l.(j da Aiu'ri'
branca oom. .ures asseusadas
Uiilbantina
iOOVs.
Atoalhado do duas larguras e oom lindos de-
seuhbs'- lioOO. v.
Panno alvo iwncadu do du.is larguras para toa-
llas de mesa a i.00.
vCU.Kaf de mernn edm listras do si'tJa a o um.
Mplas muito Duas para senhora, de 12J a 8i a
duda. t ^ '
Colchas 5{i-aodos,com barraos do aeres de liOOO
5000.
Hitas ditas adamascadas a &4300 urna.'
.Cajfas finas de 400 3ft6rs.'o covdK'>v
ChAfeosde> seda oom 'odio -de ranna a *A um.
E oairas militas fazendas, todas-pr prpoesmo.
dicos: i ua do Cabatr.n. Ifk-" i, > i
qa ; "M1**.(l" Sarao da Victoria n. i.
Arma9o
Vondc-se un\a armaeao de amareHK eavidraca-
da. ua ruadu^Barao da Victoria a.5i : a tralaa
o 3ovao,
vendo ^ftissnrar Tassa
lA. *i)
--O
SF.G.KKD0 ECQ30MU E CKI.EIUMD.
m ..... Obtuso com o uso
HA
liJECCO SHOST
Upica, hraenic^^NKricaleinfallivat mu-
k das'fjwrhoaSfc.flw bfancas eHuic^de
toda especie, recjtes ou ebronicasx, e que
offere^conjo garaaiie. de salutlresreoJtalos
a continuada *pplicaf,3o q^ue^nSD'.e com a
maiory^d^if^ji^n^yA nos bos-
pitaes da TarisT
. l^c.dpito P*r* Be^, Biirtkwioeu
G.vWjitWgadoIlosanP, n. 3A.
ij..Heii'-irwi..it^i' /,% 1,r- 'i ..i1.1-i.n.ujm

- O Pavao
cores
um
barato pfeo" do"3oie'vmtbs' b ~cov.do
*a-:-na. lbjn do Pnvio^Mtt
I0i '.1
zeai, de
por 'tere
c'oe,
Chegou o mellr cha vreto, pqgt branca (pah,
qnc ha '"U^JHI^'VM"1.
vende-se ardWw>TriaagK|e 1
de Ros
rintehs o corj'do Dechin' estreitl de Ropnov deGeraldo "
lon'fa.T^miTr. caon)dl'\ Byffldn Jti!
'1| 'Wtti^e'tfM^6iptifto,tr nfec
;,.,.. .ifxJI^ ^ rVfKT
este mercado)!
n, 12 da rua.
de Genldp Henrique de Mira.
"iOTfU *sv? ir"1. -J*
J

.
c




t
Diario de Pernambuco Sexta km, 21-de J!ar$0r 4 18 7&
..
*



t
r
AL.TA MOVIDAnK
PIANOS E MSICAS
AMTOjVIO JOS IBE 1ZEVEDO
Ra do Buro da Victoria n, 11, armasem, e 12 1. andar, antiga ra Nova
xoite o publico em geral encontr, Isempre o maior e mais esplendido sortimento deptauos de
Pianos, msicas e iustrunientos de msicas para banda militar
e orchestra.
Acaba de abrir-no primeiro andar do sobrado o. 12 confronte
octica Mi orar, un grande saio onde esli expostos os magoincos
M. i ^1 OS de armar, de Pleyel.
-------- de meta eaoda, do mesara autor.
-------- de H. Heorr.
de Amede Thiboot.
Uoico agente cesta eidade, dos celebres afamados
PIANOS DE AUCHER FRERES
remiados em diversas exposi;oss om 11 medalbas de ooro e praia.
Sao os onicoi pianos qne aqm vem da Europa, per fe lamente afina-
au, fetos eom legan :ia e elide*.
Tambera reeebeu grande ortimento de mu canto e entre ellas as lindas compositor do mnilo yoipatbeo maestro
MEURON&C
'% m^ m s a. ni


F. S.1X.T1XI
Voce" me quer
Olga
La Separaeioni
A Lu eieetrica, grande
Franco Brasileiro
Tomada de Vllela
Joaninha
A Libertadora
A Primeira espada
A Minha Lyra
A Natalicia
Stndiente
A SABER :
Walsa.
Mazoika.
Para canto.
Walsa.
Polka.
Galope.
Walsa.
Polka.
Wal.-a.
Walsa.
Polka
Po'ka.
Ultimas publlea^des
Peitas as ofcioas de msicas
do anoonciante.
Emilia, polka per I. Smoltt.
Cirraciana, rchotch, por Smoltt.
Jardico do Campo da Pricea?,
quadrilha, por J. Ponne.
Chna de Ko>a*> Walta, por H. Al-
bfTtaizi.
O'aqni emjdiaote :octincara a annuneiar todas as publicares que se forem friendo as suas ofBcinas de msicas.
FUNDICAO DO BOWMAN ,. J5*?
RA DO BRM H. 52
(Passando o chafariz)
FEDEM AOS senbores de engeoho e outros grcirltores, e empre gado res ce m
chiaismo o favor de orna visita a seo esUbsiecioientu, para verem o uovo iorlimeDto
compet qae at tem; seado todo soperior em qualidade e fortidio; o qae coco a ios
pec-co pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATIENDO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
VflnnrAa a rnriaa ri'acma dos mais mofiernos tytonu eem ta-
vapuroa O ruiiao U agua, maobos convenientes para as diversa
eircumstancjas dos seobores proprietarios e para descarocir algodo.
Efoendas de caima !os tamaDb0S; as mmtm qoe *
Rodas dentadas p ""**-
Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
ItfflphinieTine para maodiocae algoSo.J Podendo, todos
UUU/UlUAaiUUO e para serrar madetra- f ser movidos a 5o
T5nmhn lpor aga vapor'
wumufto g patente, garantidas........ Jou ammaes.
Todas as machinas *** ******p**-
Faz qualquer concert de flwcbidismo' aPre* j
VonRBM dP ftkTTC tem as mluore8 e mais baratas existentes no mer-
i?nonmman /-lOUIIlin.GUUa/b. t3(je fj.)8 dientes, leajbr?ndo-lbes a vantagem de fazerem
asas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qualquer necessidade pode
ibes prestar auxilio.
Arados americanos 'n"romeu"**
RA DO BRUM N. 52
O CHAFARIZ
de fazendas sem avaria.
O Vianna, i ra larga Jo Rosario n. 22, vai li-
quidar as fazendas que arrematou, por isso apro-
veitem:
Madapolao fino de 9 a 6.
Dito lino de 7* a o*.
Dito fino de <* a li.
Ctiitas dars de 440 a 280 rs.
Dita escura de 4C0 a 200.
"Cobertores de 24 a IJ209.
Cambraias finos de ^40 a 2Wri.
Camisas finas para sen hora, de 85 a 4 i.
Cortes de caseiuira a 3 .
Baldes de 5* a. ifi.
Pecas de algodio largo a .'4000.
Ditas dito il
Brira transado fino a 1$.
Dito muito largo a 15.
Riscadinho muito bonito de 440 a 280 rs.
Chapeos de copa alta, da moda de 12 a 85.
Dito para meninos a I .'00.
Basquinas de l a :5.
E mais algunos fazendas que vende por meta-
de do preco para liquidar, corno sejan:
CALCADO FRAMCEZ.
Borzeguins de becerro tara hornera, de <2| a
85000.
Ditos de cordavo com botaes ao lado, de 145
a9000.
Borzeguins de cano alto, para seahora, de
7| a 455U0.
Dito 4e dito baixo de 65 a 45.
Focos ou sapatos abotinados, pretos,para se-
nbora, de 45 a 25-
Ma<;os d > pentes de alisar, de 25 a 15-
BotCes para punhos, muito bonitos, de (5a 219.
Duzias de carriteis de linhaliranca a 400.
Milho de Mamanguape
uos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro ARE A
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de ARE A PRETA,
MEURON ft C.
Agora matei-os.
Botinas para senhora a 4!
Sao de taco o belota e estao em perfeito estado.
Quem precbar venha dopressa.
Mdapolo fino sujo as pon-
tas a
1 r
y
iiVti
Charutos deHavana
Superi*e
00 escrfptorio de Taso Irnios 4 C. ra do Anw-
rim ir. 37.
DO
Portoi
Antonio Pereira de Oliveira Mata tem para
veaicremse estaboleeiraenWyruada StnrahV
Nova n. I,chinellas para homens e senhoras, ta-
waacos, sapatos de traiifa, para os mesmos; tudo
de superior qualidade e por preco commodoj j>or
ter vindo de conta prapria.
= Veo de-se una balanca de Romo, nova eom
o competente temo 4e kogrammas : a tratar na
ra da Compsnhia Pamambueana, armazem nu-
jaero .
Pecas de 20 varas nao ha nada mais barato.
Vende-e por prero conimodV
are de Deas u. '>, primeiro andar.
na ra da Ma-
Grande
DEPOSITO DE PUMO
Ha armazem de Candilo Alberto Sodr da Mot-
ta A C, travesta da Madre de Deus a. 14, ha a
venda fumo em Litas nteiras e inc-ias latas, dos
melhorcs fabricantes do Bio de Janeiro. Teiieira
Pinto & Portella. Antonio Martins de Siqueira A
C, Lkaar Schimidt A C. e Torres A Araujo ;
(MBim eotno em rolo, de outros muitos fabricantes
acreditados.______________________________
Vende-se 2 eseravos
leque de 13 e urna negra
de Pedro Atronco n. 61.
Craveiros.
Ha para vender alguu bonitos ps de cravo
(eraveiros) de primeira qualidade, a 20OO cada
um i na Torre, ultimo sitio esquerdrt da ponte,
nargera do rio Caprnoribefr'
Vende-se Tinho superior do Porto e eharu-
tos da Baha : na roa da Madre de Daus n 5
l. jdar.
pe^as
de 17
sendo um mr
auno* : na rr
i
Vender o engesho Ranea, sito na freguezia do
Cabo, a tres iegoas da estaro de Olinda; quem
pretender 4irija-se ao engenho Pari., na mesma
freguefia, a tratar-eom Francisco Xavier Carnei-
ro da Cuntaa Jnior, ou no Recite, ra da Sau-
dade n. 6.
itas de listras a 280 rs.
''sao finas e muito lindos padroes.
E preciso notar
que a Rosa Branca nao exagera a qualidade das
fazendas que annuncia, e por isso pode-se acre-
ditar mando ella disser que sao boas : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Rosa Branea.________
Merino trancado a 2:500.
Preto, fazenda superior, que geralmente se ven-
de a 45OOO, a Rosa branca est queimando a 25500
o covado.
Bombazina a l$200
E' fina e val 25000 o covado.
Duvidam ?
Se duvidam, botem algumas sedulas na algibei-
ra, e venham Rosa branca; na da hnperatriz
t n. 56, e vejam a
Rcttlidade.
Aposto que duvidam.
Que a Rosa branca vende
Peitos bordados a 1$000.
E sao de lino esguio.e forrados.
Ra da Imperatriz n. 56 loja da
Rosa branca.
Vende-se um piano novo de Herz : tra-
tar na-rua Foruiosa, casa do Sr. Ramos Netto.'
Livros de direito.
Vende-se as. seguintes obras para o I* c 2"
anuo :
Direito romano : Sarigny, Bruschy, Du Caur-
roy, Heinecck), Fresquet, Lagrange, NValdech.
Direito natural: Ahrens Relime, Oudot, Fcr-
rer. Bantain, Jules Simn.
Direito ecclesias'.ico .--Bergie-, Villela (exposi-
tor), Gousset, G. Philips, Frauok, Dr. Brai (re-
curso coroa) Watter, Monte, Vacherot, Villela
(compendio).
Direito publico : -Beng. Constant, Pielec3cs 6>
direito publico, Helio, Macarel, Ventura.
Ra do Queimads n. 1< 8 loja de miudezas.
Bom negocio.
Vende-se 25 ac^oes da companhia dos tnlho
urbanos do Recifea Olinda : nesta typograpbiasA
dir. _______^^ ^^^
Vende-'se por 9005 um bom eseravo 'em
vicios iiiin aehaqmw, proprfo para qualquer rer-
vieo, entende bem de masseira : na roa das Crc-
zes n. 39, hotel.
Cheg
i'Oll
nova remessa de hesperedina : no armasen d
Tasso Irmaos & C. : ra do Amorim n. 37.
Panno de algodo da Baha
da fabrica Todos os San-
tos.
Teem para vender uo .
& Filho, ma do comieren
eeiii nra *euuei uu escriptorio Ju.iqilini .totn;
Gongalves Reltro "
n. 5.
Aos Srs.
Amoral. Xabueo k C. veinlem insignias maro-
mea* de diversos graos.
nacons.
E' pechinoha
Chapeos pretos para lianiein d US' 00 a TiOtC.
s o Vianna, rua larga do Rosario.
4.
LISTA GERAL
45
4T
DOS PREMIOS DA *t PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 393 A BENEFICIO DA MATRIZ DE SERTNHABM, ESTRAH1DA E.M 20 DE MARCO DE 1873
N6. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. FREMS.jNS. PREMS. NS PREWi NS. i 1 i .-. PREMS. NS. PREMS. iNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. --------- I'IEMS
l m 238 65! 409 U 593 6 808 0 983 60 1213 6 1377 60 1501 60 1671 60 1849 60 2068 60 2234 60 2449 6 2655 U 2832 60
7 i*} 15 97 16 - 88 25 79 A 74 56 73 39 57 57 38 -
11 42 16 606 28 92 31 80 11 82 59 *Ofi 75 42 59 64 47
i _ 44 18 11 33 97 33 84 18 91 66 *W 79 51 65 69 49
31 _ 45 ao 14 36 3OA 1005 *>5 36 86 37 92 71 60 82 53 67 70 54
34 _ 47 31 17 OOA 39 60 11 60 37 91 ' 38 _ 96 76 88 59 86 72 57
34i to 49 __ 38 20 o 40 14 50 92 40 i _ 1703 77 87 61 93 73 61
37 o,5 50 46 26 U 48 23 54 93 51 10 86 88 67 2505 76 62 m
44 6* 68 49 28 51 26 .58 1400 52 . 13 91 92 71 7 90 79 60
52 ^ 69 50 30 54 27 60 2 62 - 20 96 93 72 9 2706 81
m 7i MI 59 34 55 33 61 3 68 __ 38 1W2 96 74 - 14 11 82
m 77 m '63 35 .63 42 65 4 71 _ 38 16 2113 81 16 20 83
80 80 * _^i 65 N006 53 74 54 67 7 82 __ 40 18 16 83 32 31 84
96 83 75 6 63 __ ' 74 62 70 15 1 88 42. -, 21 23 84 35 32 91
100 o^M 85 o - m 66 79 63 % _ 75 25 88 1 45 24 1*0 .25 89 41 46 9'
17 ^^ 86 u 95 69 _ 80 64 76 27 91 55 28 60 28 97 59 * i0 52 9i
20 ^. 99 HM 96 76 " ^M. 82 69 1 *7* 29 92 64 1O0 30 1 31 2302 68 6 54 98.
24 ,_ 302 500 87 86 77 WJ . 82 35 1600 66 M 34 33 1 4 71 56 2904
27 _ 19 4 86 IO0 98 82 88 37 8" 10* . 67 60 ' 38 1 43 11 ! 73 65 10
28 io 22 14 * 705 60 99 92 95 40 i- to 00 i 13 t 40 47 12 ' 78 77 14
42 H 30 15 o,? 13 905 97 96 43 14 78- ' 47 53 15 81 78 16
45 32 mmm ,18 60; 14 _ 7 1H5 7 99 44 Mr. ! 83 62 54 18 83 79 25
55 36 M 23 - 24 _ 8 ' 16 1301 46 19 84 ^66 i ,59 _ 23 84 81 28- k+*
58 __ 43 M 27 25 __ 12 0 23 - 7 51 ~ r|28 8* 68 63 __ 35 1O0 .88 82 km 30 68
60 _ 53 ^ 31 33 t __ 19 6* 29 --- 12 54 n H{83 --90 69 1 75 42. 60 93 90 63, 58 33 45 20 i 35 --- i ,3 86 * ! * tmi 73 76 43 . 97 91 37
65 7*r ^f 35 56 39 H 38 *v !:22 ? 57 * ." , 83 i 78 | 54 2600 92 38
68 H 75 mm 37 1 58 Ji 31 v41 tt 2 -i 67 l 31 ,?^ !, 84 i , 82 | 73- ' 13 96 39'
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99 105 94 _ ' 56 77 46 67 | 45 ftWM 84 5rOOO l\j& m --- . 5* . 97 , 9 33 -! 16 61.
202 6* 96 MM 68 87 49 70 ^ 50 60 86 60 55 tO| f ,25 m . m~ y* ; 98- 25 40 : n 62'
n o 99 7* 89 . 50 76 81 - 87 57 M| 34 --- 44 2209 36 45 18 f " ..V-.
H, ' w _ 75 95 54 T 86 -r 56 89 65 60 36 --- -M 26 40 ; 49 24 78
12 H 4 _ 7/ 804 - i 1 60 ' W 67 95 : 66 45 --- 62 26 45 ' 52 25 87 _
16 5 _^^ 82 6 99 m 74. 96 68 48 m 5 30 48 . 53 ' 30 94 w
36 1 r 7 --- 89 1 75 1211 60! 7.6 98 fl0 ' . .
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1 PAfil Mtfll KOMI m <


r
8
Diario de Pemambuco Sexta feira 21 de Marco de 1873.
LITTERATURA,
ExpiacAa de una alma.
[Concluso]
Quando elle est nesse estado, disse
lie, no^hanada que o faga voltar a si.
L'm cirurgio que nos trabamos e que esses
malditos christinos nos mataram, enterrava-
Iho agulhas as primase nos bracos sem que
elle dsse accordo.
O ataque durou una hora ; pouco a pou-
co os msculos disteuderam-se, n respirarlo
acceierou-se, o pulso- toruou-se normal, a
bocea entreabri se.
Julguei que o access tinha passado. En-
ganei-me, em testemunha de um estranlio
pbenomeno. Seria extase ou aliurinagao
Pinsei repetidas vezes a tal respeito, mas as
affecges nervosas do lugar a accidentes tao
extraordinarios que impossivel explicados.
O rosto do official liona adquirido toda a
sua mobilidade. Respirara com forga, le-
vava as mos aos cabellos com impaciencia,
pareca escotar e com o olhar fixo interro-
gava um borisonte estranho, mas, eu vo lo
aflirmo, toldo isto sem conscieucia das ras
aeges : dir-sc-hia um sonambulo hitando
contra um pesadelo.
l.evantou-so. No rosto lia-se-lbe urna
anciadade extraordinaria. Us labios palli-
dos.aatreabertosjdeixavam veros denles for-
temente apertado.. Era raio de suprema e
feroz, alegra veio illuminar-lbe os olhos.
Abri a bocea e suspirn com or. ho-
mem que v realisado o que ha milito lem-
po desoja. Estove aaaiin por alguna mo-
mentos, finalmente assumio um ar de com-
paixo hypocrita e ajoelhando disse com
voz cava a interlocutores invisives :
Rezemos pela alma do duque que aca-
ba agora de padecer 1
Pareca orar e levava a mo aos olhos
como para limpar lagrimas. Por lim er-
gueu-see lanzando em volta de si olbar de
supremo orgulho, foi cahir sobre o leito.
Agitou-ilhe os membros couvulso espantosa,
soltou alguns gemidos e fechou os olhos.
0 accesso'tinha passado, mas D. Jos con-
servava-sc anda sem acord. Empreguei
os meios usados em taos casos e consegu
ebama-lo a si. Olhou para mim, pedi-
me de beber, e com um gesto da mais per-
feita resignagn dsse-me:
Deus assim o quer 1... mal incura-
TOl.
Talvez nao, ropliqnei eu. Sujeitando-
so a um rgimen... bem sabe que a scien-
cia tem feito milagros...
Bem sei: mas contigo sera temp
perdido. Por agora pego-lhe que me dei
xe socegar, sinto-mo completamente exte-
nuado de forras.
Effeclivamcnlc o pulso denotava anda
ama certa agitago nervosa. Prepaparei-
Ihe um calmante e rotirei-me.
Era devoras exIraorJinaria aquella doen-
n, ea mais ardenle curiosidade se apossa-
ra do meu espirito. Lembrava-me de ter
lido muitos casos notaveis de catalepsia, de
extasos, e do allucinages, mas nao me re-
cordava de urna nica observado em que
aquellas eufermidades se achassem reunidas
por aquello modo no mesmo individuo. Ti-
nha grande desojo de escrever para Franca,
para Londres e para Berlim a consultar
alguns dos mcus collegas, mas na situarn
om que me achava, prisioneiro dos carlis-
tas, e com as communicages interceptadas,
era iaipossivel. Limitei-mu pois a obser-
var o meu doente, guardando as consultas
para tempo opportuno.
No dia 6eguinte fui visita-lo. Achei-o
assentado a 1er. ].evantou-se i>ara me cum-
primentar o agradeceu-me o cuidado que
tinha tido com elle.
Estou melhor, mas sinto-me ainda
fraco. Sempro que subrevem um (Postes
ataques fico abatido de forgas por milito
tempo.
__ K padece d'esta enfermidade desde
creanga ?
Nao doutor. Pesenvolveu-se-me do
pois dos vintes annos.
Sem duvida, commogo forte... um
grande pezar.
Compreheodo a sua curiosidade dou-
tor, e posse a minha complacencia em sa-
tisfazc-la provar-lhc quanlo lhe estou obli-
gado pelo incommodu que teve comigo,
Minha mi pertcncia a urna nobilissima
familia de Biscaia. Namorra-sc de um
talentoso pintor italiano, mas de obscuro
nascimento, e desprezando os preconcettos
sociaes c da, familia casou clandostinanieu-
te com elle, e acompanhou-o para Italia.
Viveram felizes por algum tompo at que
meu pai denunciado como carbonario foi
proso e teve que deixar a vida no cadafalso.
Minha m reuni as sitas economas e par-
ti contigo para Franca aonde fui educado.
De volta a llespanha, ntrou na posse da
heranga de seu pai e foi habitar em Bscaia
o solar da familia. Mal entrado na jitven-
tude Uve a infelicidade de a perder. Estivo
dous annos inconsolavel, receei at algum
ataque de loucura. Deliberei-me, porfim, a
viajar e n'esto proposito acompanhado do
meu tiel Beppo part para Paris. Frequentei
os divertimentos, joguei, Uve amantes, as-
ststi a orgias, mas tudo isso nao me encina
o vacuo que tinha na alma. Comccava ja
adiar a existencia insupportavcl e a reflee-
tir no modo de a deixar, quando me uamo-
rei destella, formosissima ftlha de um ca-
valheiro italiano que fra amigo de meu
pai.
Em breve se estreitaram as nossas rela-
coes, e eu marcando prazo para o casa-
mento, voltei a Bscaia para por em ordem
os meus negocios.
Os arranjos indispensaveis para o meu
consorcio demoravam-mc mais do que eu
julgava. Tinha toda a confianza no amor
de Stella, mas a falta das suas cartas inquie-
tava-me. Emlim, passado um auno voltei a
Paris. Era o triplo do lempo que eu jal-
eara deveria estar apartado d'ella. A noti-
cia de urna grande desgraca me aguardava.
0 pai de Stella vendo-se falto de recursos e
allucinado pela perspectiva da miseria, ti-
nha falsificado urna lettra pedindo a um
amigo que lh'a descontasse. Este hornera,
conheceudo a alsilicago, ameagara-o de o
entregar justiga se lhe nao desse a mao
de Stella, que' muito ama va e que em
tempo requestra sem resultado.A filha
para salvar o pai sujeitou-se, e o casamen-
to fez-se. Nooutrodia, porem, Stella ap-
pareceu morta. Tinha tomado urna por-
go de arsnico.
A inhiba priiin-.ua idea foi despedagar O
crneo com um tiro. Mas pensando no ho-
rnera que rae tinha mergulhado na mais
acerba magoa, quando a existencia come-
java a mostrar-se-rae risonha, seuti espan-
toso desejo de vinganga. Soubeque hab-
tala urna casa de campo pouco distante de
Paris. Urna noute dirgi-me para all acom-
panhado de Beppo que levava duas espadas.
Assaltoi-o na estrada quando se recolhia para
casa e obriguei-o a internar-se n'um peque-
no bosque,
O infeliz recusava-se ao duello, tinha mor
do e pedia-me perdo; eu fui raexoravo.
Legado pelo desespero agarrou na espada
com mo febricitante o precipitou-se sobre
mim. Masa minha lamina entrou-lbe no
peto. Sentindo-se ferido largou a espada,
ajoelhou e esleudendo as mos com gesto
supplicaute, murmurou :
Perdo I... Perdo 1
Respoudi-lhe com una gargalbada e der-
rubei-o com o p! epois tornei a embe-
ber-lhe a espada no peito e... perdi os sen-
tidos.
E' pois desde esse espantoso acto de vin-
ganga, a que bem nao posso chamar duello,
que os ataques catalepticos se desenvolve-
ram em mim. Se nao ponho termo aos
meus males, livrundo-me d'esta existencia,
para mim fardo pesadissimo, porque pre-
tendo expiar o meu delicto e tambera por-
que toaba urna dea confusa de que a n-
niia vida expuigo a uina outra vida an-
terior.
Quando desear reguei o ultimo golpe no
meu adversario, sent em mira urna cousa
singularissima que su repet sempre que
aquella extraordinaria doenga me accom-
utette. Parece-me que ha alguma cousa
que se separa do meu ser. Em poder for-
ntidavel leva-me para trazt*to rpida e vio-
lentamente que imptssivel resistir.. Julgo
passar atravez de un subterrneo1 escuro,
tmido e fri >. Aqu e all produz-sealguma
claridadee vejo diversos persouagens- aonde
ha sempre um que soueu, anda que nao
csteja revestido da minina forma actual, A
rapidez do meu curso nao deixa distinguir
as scenas que se passam entre aquelles mu-
dos ac'ores. Solro muito,. fago' esforgos
inaudito'! para escapar forja que me 00-
prime e arrasta. Repentinamente o movi-
mento cessa. Apparece a Lux c eu entro
n'uma vida nova, inverosimilv mis que eu
n'aquelle estado acho riotutassiirKt. Era.
pocas que nao posso determinar, encontr-
me n'um paiz que em realidade nao co*
nhego, mas do qual durante o- meu- sonho
eu sei as mais pequeas particularidades.
Represento um personagem importante- :
cercam-ine homens vestidos de- ferro, que
se curvara na minha passagetu<;: nobre.s- e
gentis damas que me cortejam. Percorro
s vezes os meus dominios acompanhado
de numerosa comitiva. Mas de sbito des-,
apparece tudo e, sera transiegao volto a v4t
da real.
Dos meus sonhos catalepticos ha-dous rae
mais mu imptessionarara.-
Estou n'uma sala ospagosa,. forrada de
tapegarias, alumiada pela dfebil claridide
crepuscular, coada atravez de largas jaaaK
las sacadas. Assentado era cadeira de es-
pal lar tenho por traz de mira, um honaera
de physionomia dura e artitieiosa, Aos- la-
dos, te p e descobertosestao-tres cavailei-
ros. Mais desviado um hornera vestido de
ferro c encostado sua comprida espada,
parece vigiar dous outros homens que,. raa-
netados, usto dianlo de rarnii Em. d'lles
ntostra-se altivo, o outro bem diz no olhar
que implora o meu perdo.
Para o lado de urna janelta jaz um. vulto
por tetra, coberto por oscuso panno, k' mi-
nha ordem, o honiun que esl por traz de
nim, ergue o envoltorio e deixa >er ura-
cadver. E' o de um hornera de- verdes
annos. TemtOS olhos abortos e embaciados,
os (lentes aperlados, e dos- cantos dn bocea
saem-lhe dous fios de sarigue coalhado.
Veeni-so-lhe diversiis t'eridas no poito o-no
pescogo. Eu n'aq.'telle- instante recordo-rae
perfeitatninte de o baver iuort&, e cotio
nientalnieote as feridas que Uie lia.
Os dous homens estreraecera. O que est
mais prximo do cadver parece- desatiaado
e prol'ere vociferagcyjs. O outr de jouttios
pede iiisericordia. J)epois. entrara b*iius-
armadosque arraslara, por naeu maadadoy
os dous presos para fora da sala.
Esta scetta esva-se e cu por urna trausie-
abobada. I m hornera de vermelho catni-
nha junto de tres outros : un d'eUes um
padre. N'aquelle corredor ha diversas por-
tas chapeadas de ferro. Entrara n'uma l-
brega masmorra.
Eu entro cora elles sem
que presintara a minha presenga. Um vul-
to alg&mado e preso por largo annel de
ferro do grossa cadeia chumbada na parede
da prso, levantare de cima da palha que
lhe serve de cama, e, pallido, trmulo, no
auge do terror, perguntao quo lhe querem.
Eiitoo padre dirige-lhe palavras de conso-
lago, d-lhe a beijar um crucfrxo, e pare-
ce orar coni elle, l'm dos homens acerca-
se l-'.he um papel, em quanto um outro lhe
nhre ocadeado que o prende corrente de
ferro. O hornera de vermelho apodera-se
d'elle ata-lhe as mos atraz das costas, h-
ga-lh os ps, lauga-lhe ura lago de corda
ao poscogo. O padecente exclama :
_ Deus perde a meu irmo Vasco, e s
el-rei que rae'manda assassnar.
O carrasco tendo prostrado a vicma,
pe-lhe um p sobre o peito e pucha para
si a corda...
Excessivo solrimento me oppnme a alma,
poderia dizer que ura grando remorso rae
esmaga.
Esta scena sinistra desapparece e ea sou
arrastado pelo mesmo mysterk'so poder
que me impeli no comego do meu sonho,
borda de ura antro.
E' urna profunda e escura cisterna: No
fundo diviso urna hornera de vestes sacer-
dotaes. O rosto veneraudo demostra urna
tristeza infinita. Apart com os dedos ca-
davricos e trmulos os vermes.de pello glu-
tinosa e fra que lhe percorrem o corpo,
Cedendo necessidade physica, pega n'um
pedago de pao que tem junto de si e come
alguns bocados. Levanta-se como agitado
por urna grande afllicgo, leva a mo ao
peito, sai-lhe espuma esverdeada pelos can-
tos da bocea e cai de brugos murmu-
rando :
Deus perde a el-rei... que nao
perdoou a mim I
Sinto o estertor do moribundo. Quero
fugir quelleespectculo... mas s passa-
dos momentos... momentos quo me pare-
cera seculos, que a tenebrosa viso se es-
vai. Envolve-se-me a alma em espessas
trevas. D'ahi a pouco despert.
O outro sonho passou-se d'este modo.
Acbei-rae em rico e app&ratoso aposento.
Bellas tapessarias cobriam as paredes, de
onde pendiam retratos que eu sabia serera
de meus antecess-ares. Rodeavurn-me al-
guns cavalleiros. Eu, assentado sobre urna
cadeira de escaldar, elevada* em estrado ta-
petado. corta por docel de damasco o
ouro, esperava mudo e anhelante ura sig-
nal combinado.
Como por encanto, a parede do aposento
que me ficava em frente tornou-se polida
como um espelho. Comegarara a appare-
cer formas confusas jpue, pouco a pouco, se
foram tornando mais disnctas. Vi urna
praga publica apinhada de povo. No raeio
erguia-se um cadafalso forrado, de pannos
scuros. Urna ponte ou corredor tambera
forrado do mesmo modo ligava a sinistra
machina a uina casa, donde sahia um ho-
mem de bella presenga, vestido do loba pre-
ta e com as mos atadas com fita de seda
da mesma cor. Aeompanhavam-n'o tres sa-
cerdotes entoando o miserere. Chegando
ao cadafalso, o algoz, vestido de d, capello
sobre os' olhos, e cingido por urna corda
de esparto, leudo na mo urna linissiina toa-
Iha para cobrir o rosto do padecente, e na
outra o cutcllo, indicou-lhe como se devia
deilar sobro o siuistro taboteiro. O cou-
demnado, depois de algumas Dragos, e de
ter finio recominendages verbaes a um do*
padre, langande-se de costas, comegoua
/ecitr eom os tres sacerdotes o psahno
ln le omine tperavir e tapando-Ib* o algoz
o rosto-, decepou-lhe- a cabega. Ento
sent o dobrer de um sin; a visao Jesappa-
receu ; orguwne da cadeira, e cora modo
que eu quera" tornar pesaroso e sentido,
disse, pondo-ihde joelhos-
Resemo* pela alma do* duque que aca-
ba dfe- padecer.
Fing chorar. Ergui-me pessados alguns
momwitos e lance sobre os que rae cerea-
vam uwolhar dk'suprerao orjwlho; fez-9e
noute no*meu espirito.
Quasdoacordei, doutor, achei-o ao pr|
de minia-
Interessoii-me basbnte a narrao>o"ilo ofli-[
cial, e jjpelacuriosidbdeque a sua extraor-
dinaria dwnga rae iwpirava, j pefa alleigo
que elle pareca ter por mim, toruei-rae seu
amigo intkiOi
Conversnroosrepetdls yezes. D. Jos ti-
nha muito leitura, era sado. Logo- que se eocveoceu que a-minha
amisade poi'efle era siutefa, deu-sa-a con-
vcTsages fanliares e 6v- nct pouca vezes
.occasio de edioirar o uwrowo e a esoolha
die conhecimontos que possoia. Estudiara a
historia profesamente,. esteTa longe-de ser
ura homem vuigarera- urna intelfcencia
e superior.
Hua vez disse-ihe fraKcnraente:
E' para raim. cousa- inexplicateyD.
Jos; qui; teinfo'uma alma se Beste a essas- infames eseeages.
Julga que as apftovo ? Eogaoa-se
fAeeeito-as cora ama Hinrtadn pontea a
qnui nao posso- reunir.' j ~
I*; antes ik-eti deixar ?bando carfeta
acude eslava detiite,, D. Jt-s-foi encarre^do
d mondar fuiar dois olidaes chiwti-
nosv
Eslava pallictev deu as tozes de fog,.e
logo que a execKfad termino*. petdeu os sen--
tidos cuno de ceatume.
O actesso diirou: muito-tempo. Quaodo
volou a s, achei* rauito fraco.
E* este o ul*imo chasern* elley nao
pederei resistir por mais tempo.
Busqnei palavras animadoras^ Interrota-.
pUrrae dizendo*.-
O que presenceei durante a minha- eri-
se^.um aviso do'co. (iando perdi. os
sentidos fui levado por essa mysteriosa for-
ca, queme domina as., meus accessos,
ao paiz que eu tao. bem conhe$o nos aaeas
soniras, Ainda que representando sem
pie um papel principal j; me nao cerca-
vara as sedas e os brocados.. Deitado. so-
bre urna cama de cho n'um aposento.for-
jado de preto^ via-me cercado por alguns
sacerdotes que entoavam. om cntico f-
nebre. Repennamente-senti-me leveeali-
geirado de ura,grande peso.. A minhauforma
bem difirante da actaal, mas que en:sabia
ser minha, contiuuava immovel no meio-dos.
padres que ajoelhados; e de tochas na mo.
entoavam o-Deprofiunds^mas eu m.espi'
lo apartavanne de all.. Deixava a. super-
ficie da tena a ponto de perder de vista o
globo. Isolado no-raeio da imraensidatie
Uve medo... cercavam-rae as trovas. De
sbito div.isoi ao longe, e to distante que
com os. meus olhos. naturaes o ao pode-
ria azer, um (ionio branco que,, deixando
um luminoso rasto> seaproximo-4.de mim e
tomou a forma de urna mulher farraosissima.
Sorrio-se tristemente e disse-mO' palabras de
confortoe deesperanga. ,A visSodosfez-se
pouco a pouco e eu acordei.
Nodia seguinte devia eu dnixar o bando,
tendo conseguido a minha hberdade por-
raeio de ura resgate era dinheiro. Fui de
raanh visitar a D. Jos.
Passei a noite horrielmente, disse-nie
elle.
Encontrei-o mais fraco do que na ves-
pera. A febre declarou-se e era breve dose.i-
volveu cora toda a inteosidade. Adiei a mi-
nha partida, e installei-me ao p delle como
medico e eufermeirov Quando o delirio lhe
deixava alguns momentos de lucidex conver-
sava comigo sobre o seu assumpto favorito-
as trcinsmigraQ&es da alma.
A doulriaa da metempsyeose, dizia-
mo elle, incompleta. A alma humana
sobe sempre e nao desee. Os gymnoso-
phistas da India chegaram a entrever a ver-
dade, mas nao a comprehenderara.
Durante o delirio que se renovava fre-
quentes vezes, lutava contra a idea fixa de
que o nao tinham enterrado.
Porque rae nao entorraram no jazigo
de meus antecessores ?
Finalmente ura dia em que eu contem-
plava o meu amigo, conhecendo que o mo-
mento extremo se aproximaba, entrou na
barraca um soldado e entregu-me urna or-
dem do chefe ordeaando-me que me reti-
rasse immediatamente do acampamento.
Minha familia, tendo pago o meu resgate e
vendo que eu nao voltava, julgara-me morto
pelos carlistas. Quiz reagir centra a inti-
mago. D. Jos nao consentio.
Parta. Lombre-se da sua mi que
deve estar assustada...
Pois bem eu parto... mas ';olta-
rei.
Nao faga tal. Exigir-lh^Jjam um novo
resgate. Ainda assim, ^se-rae elle sorrin-
do tristemente, se at. amanh noute eu
nao fr dizer-lhe que passei deste mundo,
volte que ro encontrar ainda vivo. Nao
ria... r&r veies os que eufuzilava de dia rae
aii',.arec^ra de noite.
Abracei-o como quem se 'despede para
sempre de um amigo muito querido. Apar-
tei-rae com o corago oppresso.
Cheguei a casa de minha familia. Pas-
sei o resto do dia com os meus amigos e
parentes que me felicitrram pelo meu ro-
gresso. A' noute, ura caso estranho se de
comigo. Dispunha-rae para dormir, quan'-
do rae pareceu ouvir urna voz longiqua que
chamar? por raim. Pouco a pouco as.pal- cus -a los pelo thesouro nacional, esuperin-
pebras cerraraili-me e eu achei-me ao p do ten di. los pelos quatro ministerios do reino,
I). Jos. A; ontava para t- relogi aonde guerra, marinha e obras publicas, no conti-
claramento vi serera duas horas depois da nenie europeu e illias adjacentes, montara a
meia noute e entregava a Beppo ura anual. 263:936$i>5i. E, si se comparar esla sora-
Olhou-me meigaraente com urna tristeza n- ma com a verba votada no orgamento geral
definivel, e disse : j do estado para dtaco' do ensino primario
Guardar essa lembrang i de um ami- no mesmo territorioe quo apenas de...
go que muito o estimava O momento su-
premo cheg.tii. Nao me lamente; vou par-
iKhlOjvJOO, chega-se desagradavol
concRiso de que b governo porluguez cura
lir paca nova incarnago,, e talvez paramun- mais dosveladamente da instruego scientifi-
do melhor. ca de alguns milhares de individuos, do que
Acordei. O sjnho tinlia-me inipressona-,da instruego eleiiKittar, base daquella con-
do p*r tal formaL.que nao dorm no rusto da jdigao iiidispensavel da vida social em um
noute. | paiz que aspira aos foros de civilisado, e era-
No da seguinte pela manh sent bater lira essencialissiraa aos seus quatro milhes
porta. Era Beppo que rae trazia o annel de de habitantes l
seu amo. Tanto basta para demonstrar d prtri
O capito, disse elle, morreu s duas defeituosa organisago dos importantes ser-
viros do ensino officialpelo menos relati-
vamente, nos dous ramos a que mu refer ;
boras da noute e eucarregou-me de lhe en-
tregar este annel como sigual do muito affec-
to que lhe tinha.
Aqu foi atalhado o doutor pelos meus
amigos que lhe pediratn que conduisse a
historia cora a sua opinO.
Kunaoconcluo cousa alguma. Gonteia
liistovia e deixo aos meus amigos o direilto de
lilaren) dola quaiquer ilaego.
. Mas etefim nunca roosultou os sens
collegas?Cnsulle tres. O- primeiro res-
ppn.hiu-ine : < Ha muito ujue entendo que
quanto-mais esflado menos sei-. Ha pheno-
raenqueseiio- podera explicar. ComtO-
do creiouellese nao os neg erano l'azein
a raaior parte do-l*oraens de sciencia. O'im rcgra'j. Este
sezunife'uscreveiv-me aconselbtalo a fechar
mais tarde evdenciarei que nao melhor
essa organisago no locante ao ensm secun-
dario, professional, e de Bellas-Artes.
Antes du passar a esse ponto, convra an-
tratanto observar quo o ensino pultco de
instruego'elementar nao csexclusivanente
a cargo do thesouro, posto Me provenlwdes-
te o seu maior subsidio. As^ cmaras uwni-
cipaes so obrigadas por lei a> gratificar todos
os profussoces primarios em exercicio cora
urna pequea retribugo (-209000 animal-
mente) qucaccresceao raesquiuhu ou lena-
do que elle*recubeii>do goveni)'()^!)!)!)
dos muDcipio
os olhos-a esses fac os solados V cem sobrenabivi'uesy pira s tratat" dos titeus
introsse.;. e o terceiro concluio : que a
jdoenga iV D-. Jos era urna alliwiiKHjo pe-
ridica e decaracterparticular, oripnada e
iesenvolvii'u pela leitura, e que etu tambera
&ra victiiKuide uina forte excitado- rere-
brl. (1)
ln>.irii-' ynAA'tc* en* Pba--
linnjpl
(PB1MEIR0\U;TIG0)
fincetare a>minha coHaborago no: ISovo
.U'i>lu por suki* idea geral da orniii<.i.,''"<>
U MBtrucgo-publica aes te recanto da -vete
Ecropa.
(isfelizracote nao poi ofgulhar-sie de-cii-
tarpar raodek>; ueste cpno, o mea^peque'-
nopuiz As-ditlieuldrces tinanceiras,.couv
cojoique ha lanitos aiiii.s totapor venta-
ra devidas, ncunos falto, de recursos- pre^-
sH>e a ot) COOfbsi prximamente,.em to lo c
raiiK e archipelagos adjacentes. hi\\m disso,
grande parle dellas, i>u asjuntas de paro-
cfaia, forneceiwcasa, loobilia e utonailios es-
cc4ur>rs para as-escolas ik6 suas cireuinscrip-
ces-. Outras, mas pouqussraas (e quasi
exclusivainente nos Agorse Madeiin) man-
teenaeacotas manjofpaes sora um pequcuu
auxilio do govcnio;.ou mesmo sem om. l'o-
rm>&>los esses-sncargos, e mais algins exi-
guos- subsidios i'e contrarias, riiiaianJus u
assoeinc#w phUbntropica,. nao duplican]
porvuoura aquella verba; pdenle allir-
uiar-8 serajruceiode errar qpe a dot.t.*.o to-
tal da. instruego popularquer a que di-
mana do erario nacional, quer dos cofres
municipaea, parochiaes ou particulares
era aiu:ealgiiin iaperior ;> 330 ou i>340
cotilos;: sendo, alias,, por dieposgo legisla-
tiva vigcat, inteirameiite gratuita a tseola
offieialr pont todos- os alumiMsde um ou-
tro sevi^.que quetnm freqtienta-la-.
Viria a-p;!!.) ueste'lugar a debatida BM>
prws>do que-insciencia^dos seus gover- o do tramo obriglorio ; porra, COiao no
sabseqnante artigo,, teucioao oecupar>me
mu oafeei>lmente>dimatrtieejto priraaaia, u
esclareisr o assuiui^to cora cuulos estatisticos
que estou olligtih'o,para eiito resenvotis
considcnaeKS, quo-;iquelle ponto interessat-
naBles era apnroveita-lossao a caita jxrint-
cipai;seno atnica, de .Portugal nao haveo
acorapanhade-ao p.rogcesso Stterario-e-scic-!
tifieo.as nagesvrnais ciiliBs des dou^liamis-
phsros. ,
i..nao s av eiigui.lat'. do rario cacionalihte me suggcsre, h.Ktaudo-ino jxir agorar tn-
obste.a que sa-anphqub,-jiara adiartnJJfornwfna, por ama Ifltdt844, fw de-
eaaawpublicov urna verba condigna, .mosclarada obrigatoraia frequeasu das escolas
essa modesta dbtagB., que annuat-SpnmarKSS 7 sos lo anuas de idade ;
aind .
mente lhe Til, o iiiiliaiiil jMnMnjfc-Homtt-*8disposigao. embaraainda.
sofiic'nes, querevogadfc* e soiapre tetn sulo leltm i
mentedistrihaJa por kistitoU)6
esto hura.louge de correspooderetr^ s in*-ito-
taiiti.-s necessidiades d>6-poe>.
A^isU'U(?5>ekjraetar,,wbretuds>,.aedu-
ca^o popuha-, essenoalissiima era ura paas
que se rege por institug6us:Lliberaes> jaz em.
estad depbravel en-*militas consoihos-do*
reino e ilhag jdjacenScs i aas colocias quasi
qua um eaviu.
Tenciono> dedicar a-este-ramo do. ensn
pablico umjartigo especial por isso. ago-
ra limitar-me-hei ao.qttadro compara#o
da. sua dolaciocoinia.da) nstruD.xio sci-
titica.
No orgaaento gerfll'tknestado para o.ctr-
eante anwoeeononaco,.adtespeza votada pa*-a
o* aervico de instrucgaoi publica, a cango
do ministerio do neno de "fc'6:(2l^:>2V.
Desta, a que pertenee wopriaraerite ins-
truego superior sobe importancia de^.. .
208:2K?i80; o-todava nao comprehende
todos os.esUtbeleimenios de eusrao siwili-
co, raascoiao. disses os- dependentes
do ministerio aoi reino, que sao os. segra-
les :
- L'niversidade de Coimbra (comas suas
cinco facilidades tbeologa, dlreito, medi-
cina, malhematica t> philoso[diia).;
Escola.pidy,toohnica de-Lisboa ;
y- Academia polytcchmco dOil*arto ;
Escola uioico-cirurgica.de Lisboa ;
Estola, raedico-cirurgjca do Porto ;
Escola medico-cirufgica. do Funclal
fllba da Nadeira), e cueso supetior de let-
ras (era Lisboa).
Porra altn destes, poderia ainda jufe-
raerar outros que sendo realmente institu-
tos de. ensino superior,, nao esto na depen-
da da (lireego geral da instruego publica
do ministerio do reino.
Taes sao :
Escola do excrcito (em Lisboaj que
superintendida pelo ministerio da guerra, e
custa annualmeate ao thesouro publico...
30:481^385;
Escola naval (emLtsboa^ que est a
cargo do ministerio da marinha e faa despe-
za de 7,31294*0 ao estado ;
Instituto geral de agricultura (igual-
mente na capital), que dependo do ministe-
rio das obras publicas, commercio e indus-
tria, e gasta I7:B57$99 por anno.
Nao fago menso das despezas do ensino
nos seminarios diocesanos (ostabelecidos as
sedes dos bispadose em Sautarm o do pa-
enbara ainda nao
nw
De-Sacio ni> ha ensino* obrgatoaioom
Portugal.
Acerca, dt organisago a.instruego. se-
cundar,.deinoia-iiic-hei um ponco mais
neste eaaripto, porquanto tenho, sob mao os
doeumontos de una tentatiia recente-,.assim
como csrelatoriosdos>co[amissarios dlstric-
taes, ConcernenJas ao anuo lectivo prximo
lindo.
A instruego-seeundaria.ouicial exclusi-
vameiie mantiJa pelo estado. A esta regra
ha urna nicae honrosissiinaexcepgo :.
a cmara deSetubal que instituio-e susten-
ta sua.custa- uusla cidude ura lyoeu mu-
nicipal. Afraosle, ha. -21 lyceus, cujas
sde&sao as ranitaes dos ute e ura distrie-
tos uluiinstravus do reino e Hitas. (Mi
lratoa$ora.dtete ranxo.de ensino as (paxv-
niaSy.onde apenas poibria mencionar o ly-
ceivde Nona 66a).
cotn curse' ijerid completo, os lyceus de Lis-
boa, Porto, Coimbra, Braga, E-vora, Santa-
rm, Ktutehal e (proTsoriajnpnte) Yizeu.
Os treza vestautes, nosquaes incompleto o
curso de- humanidades, sao considerados de
sei/iimta classe.
l>qiparado a istos ltimos, existOv, porms
na cda le de Lamego um instuto que real,
mente nao lyceu propriamente (iito, ma-
apenas u;n aggrupainento de quatro eadei-
ras oilicaos de disciplinas de insiruego ss>-
cuntlaria, dependentes do ly.ceu de Vizea;
entretanto, por unta portara do governo de
1807, permiuio-se qut- provisoL'iaiiieiite func-
c-iqnassera por modo anloga aos dos lyceus
le 21 orden, havendo. no lim dos annos. lec-
tivos e peante jun,s constituidos pelos pro-
prios profssores, exames quo habilitara co-
mo preparatorios para a admisso aos cur-
sos ecclesasticos dos seminarios, aos exaraos
de pharraacia, etc.
Alem dos lyceus nacionaesedo instituto
lamorense, outras cadeiras olliciaus p.na o
ensino de disciplinas de instruego secunda-
ria xistem espalhadas por diversas cidades
e villas de reino e ilhas. Foram cerca de
com essas cadoiras, o quasi todas creadas
para o onsino do latm ; -hoj", porn, est
reduzJo a monos de motado o numero das
que funeciouam, e maior parte dellas a
concurrencia insignificante, como melhor
mostrarei nos mappas estatisticos quo teiu-io-
no enviar. Ha annos que nao sao prvidas
triarchado do Lisboa porque elles sao, .na s qo vagara, o mesmo toemsido retirados,
mxima parto, subsidiados pela bulla da < "Igumas das.menos frecuentadas os pro-
Santa Cruzada, e pelos runlimentos das Mi-,fessores respectivos, par* irem coadjuvar o
thras; nao tendo verba especial noorgamen- serv.go do ensino nos lyceus, regendo ah
to dos ministerio dos negocios ecclesasticos. cadenas de port.ugucz ou lattm. No ultimo
e da iustica #*nno lectiva, foram apenas 42 (nao contando
E, por motivo anlogo, nao iucluo iara-;*5 de ?-amego) as cadeiras olliciaes, forados
bem nesta resenha o seminario d.3s missesty00118 que fonccionaram regularmente:
ultramarinas que nao teem verba especial estas, urna s e especialmente para o ensi-
no orgamento do rain&erio da marinh, no das lm8uaf vivas-francez e inglez ; as
sob cuja dependencia est. |outras sa0 de at,m ; P.re em t0i,af eMas
A' esta mesniasecretaria de estado-que' etisina tambera o pr.rae.ro "*
corapreheajeom si a dicecgo superior dos so do porhujuez -era melado ^ma-
negoc-o, do Ullraraar-pertenee a organisa-, mente, a grararaat.ca etradugo de fin
ca do ensino publico as colonias, que ain- tf E^Ta? IzTprlZVs
da possuiraos na frica, Asia e &ania ;'*T^^^ ^17?**
r. i i. de niimiiitstracuQ e economa > urai.
porera a despeza dos poneos institutos de de^^ ^ Q eslado fav4nnualmen-
rastruego, que por laextslem, e custeada I A ^"P^J^"^ secundarios lyceus e
pe os orgaraentos das respectivas provincias, te com a ",M, v ,, 7*,' J
^opefod, propale. DW apenas de *ftJSfeSTmZ*til
rxissaaem, que, desses institutos os que ac- ov,a+wso, \> r
Llraentese destinara instruego superior, ft de fSSL!SV\hTraJat
sao unicamebte a escola raedico-cirurgica de s.st.ndo a ^^^^^^fl
Nova Ga, eos seminarios ecclesiasticos da mente decretada e P^^^P1^"10^
India, Macan e Cabo-Verde. Uavia um era qual se esta elaborando ass.duamett* um
Loanda (Angola) raas est fechado. loovo regulamento. '
Teh rpida exposigo, que deixo feita, Pelo moderno plano de estudos o cor
v-se que os encargos do ensino superior, dos lyceus inferiores, ou de segunda ch ,
commum a lodos os lyceus e distribuido
Eatira (i) ; Arithmeca pratica (2) ; Calli-
graphia e desenbo (2).
3." anno.Latim (3) ; Mathematica (3) ;
Geographia, chronologia e hstoria (3) ;
Philosophia (3) ; Desenho (2).
4. anno. Latim (2) ; Geographia,
Chrsnologia e Historia (4) ; Principios de
physica e chimica, e introduego historia
natural (i) ; Oratoria, potica e litteratura
portugueza (6).
Nos lyceus de primeira classe, alem das
disciplinas do curso commuin constituem o curso complementar; com-
preliandendo-se nesteoestudo das huguas
nyUza. alienta egrega, asfm como odes-
envolvimento da lingua latina, da fhiloo-
ihia, da wdhemalka e do desenho. Es-
tas e aquellas disciplinas consltuein o cha-
mado ni rso geral dos lyceus de primeira
rlmie. po dos de 2* classe chama-lhe
mui impropriamente o decreto reorganisador
curso espceuil).
A distribfligao das disciplinas, nos lyceus
de 1' ;lass% a seguinte :
I" anno. O mesrao que nos lyeeus de
2* elasse.
2* anno.dem, menos uti, c raaiso*
ingle* ':tligesliges na semana.,
S' mili).*Injdez ; a-Heiao ; la.tim ; ma-
themaica ; desenlio.
V' nona* *bn$lez : allemo ; lafin
*grego ; 'mathematica.; *uVsenho.
5" aiwo.*AUemo ; lara ; 'grego -r
'niatlteinotica ; geographia, cronologa e
historia ; philosophia; principios de cliiiiii
ca e introduego historia natural.
aifea* Latiad'ades ; "grego ; geo-
graphia, chronologia e historia ; philoso-
phia ; oratoria, potica' e littirtuura portu-
fUClA.
As horas d'aula, por setuaoo, saoO
atilinto, 1& 3/4o moamov 23 3/4a
inedia t*J 1/2- nos l>eus de L* classe, e
naneo menosnle 18 I/i nos i)' segunda.
Consideramos- esta media razonaal; porm
nminooco unnjgarada nos Isceus-de Ia clas-
se- E, pelo- que respaila ao mximo,
Ie23 '* hores-d'aula por semana, que se
estabelece pata.o i> ana do tuna) geral,
jukjamo-lo ao exaggerado, mas at im-
pueSHial: porqu' assito poticas luirs s riata-aos alnanaas par* o seu astado par-
tcrii'wso.n granoda descaa^ pbysico
e imtl, iudit^nsavel as orgaaisages ju-
*enis
?tf) este-ponto, qae de passagera to-
quei,.o nico- era que discord do plano ul-
mamante decretado v porra reservo-me
para emittir a>meu hunmlde pa'.-ccer sobre
os us sret contras quando apparecer o
regclamento fue o deva eomplear, ou fr
votado pelo parlamenta (agora era exerci-
cio legislativa-; o projfclo de rforma da
ins'irucgo pcblica, primaria e secundaria:
que-na sessapassada lhe foi aliecto, mas
que- infelizmente nao- chegou a sahir das
coramisses para a tela da disrttsso,
Eutretantovpara que possa desde j a-
zer-si> perfeita idea deste servgo_ mster en-
IrafreM algamas exacages, que rapida-
mnatedarei t
O curso dos lyceus. de i? classe a que o
decreto du 23 do selerabro de 1872 chama
tepeciul) fcito era palquer Ivceu, leva-
do om cona.ao alainiioque pretender com-
DJi.-tar o curso.'///; e isto sera obrigago
de repulir os exaiuis, mino, at a pouco
aconteca. Os programlas decurso etpe-
cml sao communs-a todos ow. lyceus, juer
-de Ia quen de 2* alasse.
O nnnaero,dos.professores serde treze
nos de 2* classe-, nao comprehendeado os.
de deseimo e Calgraphia^que por eraquau-
to sao provisorios. Os venciinentos dos.
professnres eiTcetivos sao.-de 400*NM)0 an-
Qualmonte, as lyceus de Lisboa, Porto,
Coimbra, e Fuachal, -36W000 nos outros
lyceus.. Pela nova organisago nao ha pro-
fessiws substitutos em aeuhuui losestabeie-
ciirentos de ensino secundario; hava-os,
pokwiUi nos iyceus de 1* classoy com venc-
monto c.|ui aluntc raetade daa ordenados
ds elfe'tivos : esses substitutos sao conser-
vados. Como porm, pelo augraanto de
entras, cara iodos effectivaraente- regendo
cadeir?,. percebera gratificages, que os equi-
param em vencimentos aos professores pro-
prietarios.
A iurago das aulas de 1 1/4 de borso
caila urnaera todo os lyceus, e de to-
das as disciplinas; exceolo desenlio, cujas,
aulas durara l 1/2 horas. as cadeiras de
fra dos lyceus, as aulas sao cinco por se-
mana, e durara 2 horas.
O anuo lectivo coraega no Io de outu-
bro, e termina era 31 de julho, sendo le
ferias os mazos de agosto e setembro, assim
como do Natal aos Keis, a Semana Santa ft
a de Paschoa. .
S ha exames, finaos nos lyceus *^s ms_
tridos (e em Lamego om qn**o gozarem
do privilegio de lyceu de 2* classe o as suas
aulas secundarias]. Os .vimesso por disci-
plinas, e nao corno amigamente por anno
do curso: at rante meras organisadas pelos conselhos
dos proprios lyceus; porm, pelo novo re-
gulamento, sero os jurys livremente cscq-
lhidos pelo governo de entre individuos que
nao tenham gerencia directa ou indirecta no
ensino particular. Para a admisso dos exa-
minandos nao se exigir (agora)^outra pro-
cedencia alm da approvago em instruc-
fifo pn"mrio, seja qual fr a disciplina
em que pretendam sujdtar-se a exame.
A poca dos exames (ordinariamente) o
mez de julho ; e sao admittidos os alumnos
que frequemtaram os lyceus, mas tambera
os ostranhos.
Assim como, para a matricula nos lyceus,
se exige aos candidatos certido do approva-
go no examo de instruego primaria ; lam-
bem, para a matricula nos cursos srienUfi-
cos da universidade e escolas superiores,
preparatorio indispensavel a approvago em
todas as disepliuas do curso especial dos
lyceus. E alera disso,para os que pre-
tendem frequentar as aulas de scencias pbi-
sico-mathematicasmais a habilitago as
disciplinas de mathematicas o desenho, do
curso complementar ; es que se propem a'
seguir as faculdades de direito da universi-
daderaais a 21 parte de philosophia, as-
sim corana lutinidade do dito curso com-
plementar.
(Continuarse-ha).
sema-
(1) Esta narrativa moldada as rendis- por quatro annos, da fr.oa segrate :
concias de um cont de Mxime du Camp, 1. anno.Porluguez (5 ltges por
haseada n'uma verdica historia que foi CC.1- na}; Francez (4); Operages antbfflfps
tada ao auctor durante as suas excursoes em soBrc nteiros e 'JoCifnaes (2). i
trras de Hespanha. 2. anuo.Porluguez (2) ; Francez (4) ;
-
s

Este signa) designa as disciplinas que.
fazendo parte do curso geral
s5o sao lidar-ue. disse.'
us lyceufc .
'
TYP DO DIAIUO RA DUQUE UE CAS-lAi



Full Text
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